Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18779


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Full Text
ANNO LXYI -- NUMERO S
j
DOMEO 9 nt FEVEREIRO DE 1890

DIARIO DE
Propriedade de Manoel Figueira de Para fe Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adiantados.
Por seis ditos idem.
Por um auno idem.
Cada numero avulso, do
mearan da.
60000
120000
230000
100
Os Srs. Amftde Prince*. C.
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios e
coes na Franca e n
c
TELEGRAMAS
sss7;o iiamit so sia&zc
NATAL, 8 de Fevereiro, s 4 horas e
5 minutos da tarde.
O gov rn dor dest3 Estado pasaou hoje
aadra liisraco ao oliefe de polica, e pre_
tend embarcar amaaha para o Sal, no
paquete esperado do Norte, em consequen-
cia de molestia.
Foi nomeado chefa de pol-cia interi-
no, oDr. Antonio Gircia, que assumio o
exercicio do cargo.

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INSTRDCClO POPDLAR
4 LiT" '"'AiBA mmite
NOS
nttPQS c'QLQNIAKg
POR
t,W*YVM *****
. Liiirrnrura Jlratli>>ra do aeculo
XVI o cometo do XIX
S8BOCO HISTRICO
VI
*TCoatUfuaSo)
MADRID, 7 de Fevereiro.
0 govsrnador
lecer.
de Cuba acaba de fal.
.
r
PARS, 8 de Fevereiro.
O Duque d'Orleans, filho mais velho do
Conde de Pars, foi preso em conformida-
e da lei prohibindo a residencia no terri-
torio aos pretendentes ao throno de Franca
Agencia Havas, filial em Pernambuco
de Ff vereiro de 1890
Ordenou-se como desejava em Roma. A' sua
ode Ao Creador seguirom se : A neeessidade
da revelago. A existencia de Deus, A vinudc
da religio christa, \ creag&o, e iiDmortaiidade
da alma. A reac^o religiosa que se operava
tanto em Portugal como no Brasil te ve o sen
apostlo no-pa Souza Caldas ; um apostlo
no padre Souza Caldas ; um apostlo inspirado,
poeta eothusias.a e crente; um sacerdote que re
cu-ou um pispado do Rio de Janeiro e a rica ab-
badia de Lobri/os para pregar o Evangelho ;
um orador sagrado cuja eloquencia deslumhra
va, convenca e santifica va o auditorio. A lite-
ratura brazileira pois havia de experimentar ne-
cessariamente a sua influencia mystico potica. I ntroui como novico no convento dos fraucisca-
0 desejo de ver sua mai e de respirar os ares 1 nos da Immarulada Conceigao, e tantas foram
patrios levaram no era 1801 ao Rio de Janeiro de as boas provas que deu de seus talentos e appli
rindo os prolnganos murmurios dos palmares
do Libano, depois de haver apaga' o a sede na
fonte do Ebro ou no passo da Samaritana, tal
o sabor de aotiguidade que se encostra em seus
bellos versos, tal o sopro de inspiraco em
toda a 803 estructura, r-arecem um rumor da
eternidade arrancado das ruinas da Babylonia.
trasladado para o papel Dlo esforco gigantesco
de urna vontade apocalyplica, ou um echo subli-
m vindo do iofinr.o pa"ra.identicar as creaturas
com o Creador. Pode dizer se que a mspiragao
de Souza Caldas comecou na trra com o fragor
da liberiade cantando o Homem selvagem, para
remontar se depois ao empyreo co n a para-
ptirase dos Pealmos.
Aquella natureza to ssnsivel e to delicada nao
podia porm resistir aos trabalhos excessivos a
que se mtregra. A 2 de margo de 18I4 ra
ilma desprendeu se d'est mundo para surgisno
,tro cheia de gloria. Suas cinzas foram reco;
Ihidas em~ urna urna e depositadas no convento
dos franciscanos, gravttdo-se-lhe em cima este
epitephio, do eminente poeta Eloy Ottoni:
Brasilia? splendor, verbo, sermone tonabat,
Flumen erat sermo, verbaque fulmcn erant.
Do Brazil esplendor, da patria gloria.
Di (correndo, ou fallando trovejava,
O discurso, a diegao, a essenuia, a fama
To veloz como o raiose inflamava.
0 segundo dos poetas ebristos deste periodo
foi frei Francisco de S. Carlos, que revelando
desde os mais verdes aunas propenso para o
claustro, apenas chegadoa idadede treze annos,
ica-
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes adiantados. 135500
Por nove ditos idem...... 200000
Por um anno idem...... 260000
Cada numero avulso, de dias anteriores. (5100

onde voltou a Portugal em 1805, para de novo
regressar ao Brazil e abi Mear para sempre. As
abobadas da igreia de Santa Rita, do Rio de Ja-
neiro, em coja piase baptisara, repercutan) as
suas oraches. A mullidlo agglomerava se no
templo para ouvir a sua palavra ; cada pbrase
era um raio de luz, cada periodo urna prece su-
blime, cada sermo urna gemma preciosa que
sefengastava na sua corda de gloria.
Nessiepocha escreveu elle varias epstolas
satyricas, algumas das quaes foram publicadas
mais tarde na Revista do Instituto Histrico, e
entregeu-se a sua obra predilecta, a paraphrase
cacao, do fervor religioso e iotegri Jade de ;ara
cter, que aos dezenove anno recebeu ordeos no
convento de S. Boaventura, na villa de Macacu.
Depois de alguns annos de completa recluso
dedicados aos estudos tbeologicos e litterarios,
apresentou-se como pregador notabilissimo, re-
putacao que foi augmentando de dia para da,
gragas as suas ranssimas qcalidades oratorias
e vasto cabedal de erudicao. A voz, a estatura,
o semblante, a palavra persuasiva e harmoniosa,
tudo pareca hver-se reunido para convertel-o
em urna das portentosas columnas do adyto sa-
grado ; tanto que pregando pela primeira vez
dos Psalmos de David em verso Nessa verso diante do principe D. Jofio, quando em 1808 che
potica apresenta-se Souza Caldas com tanto vi
gor, tal ritbmo e tanta inspiraco que se dira
3ue aquellas paginas foram es ripias as tendas
o deserto, ao ruminar dos camellos, ao esplen-
dor do formoso luar dos paizes do Oriente, on-
gou ao Ri de Janeiro a corte portugueza, leon
o principe to maraviibado da sua eloquencia,
que o non eou immediatamente seu pregador
particular.
(Cohtna)
.

-'



I



,
\



* l
J i
I
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado

O marechal governador do Estado de Pernambuco resolve que,
para boa execugo do art. 4 da portara de 27 de Deumbro do
anno passado, se observe o seguinte :
Art. l. Quando o infractor uo souber escrever ou nao poder
assignar o auto de que trata a regra 1.a do.art. 4 da citada por-
tarla, ser esse auto assignado por tres lestemunhas. fazendo-se
n'elle menco dessa circunstancia.
i.9 Do mesmo modo se proceder, se o contraventor, sa-
bendo e podeodo escrever, nao quizer assigaar o dito aula.
2." O infractor que se recusar a fornecer as indicacoes no
cas sanas sua qualiticago. ser nao obstan'.e processado, e
toffrera o dobro das penas em que liver incorrido.
Art. 2 No julgamento das nfracces municipaes se obser-
vara este processo:
I." Verificada por prego a presenga do infractor no Pago
do Conseibo de Intendencia, no dia e hora que ttverem sido desig-
nados no auto de infraecao ou en citago posterior, o presidente
do referido conseibo proceder leitura do mesmo auto, ouvindo
em seguida a defeza do cintraventor, que poder aprsental a por
escripto e proval-a documen".almente, ou por meio de lestemu-
nhas apresent; dai na mesma audiencia, e cujo numero nao poder
exceder de tres.
S 2." O presidente poder, se o julgar necessario, ouvir as
lestemunhas do auto de infaacco, e qnem o lavrou, na mesma
audiencia ou n'outra que designar, Hcando desde logo, neste caso,
citado o infracter para comparecer nova audiencia.
I 3.a De tudo o que se passar na audiencia se lavrara um so
auto, que ser assignado pelo presidente, contraventor e pelas
testemunhas, se as houver, escrevendo-se no mesmo auto resumi-
damente o depoiment) dessas testemnohas.
Art. 3." Se o contraventor nao apparecer no conselho de In-
tendencia no da e bora para que tiver sido citado, nem mandar
escusa relevante, devidamente provada, ser julgado revelia, em
vista do auto de infraccao ApresenUda e acceita a escusa, ser
de novo intimado para comparecer no dia e hora marcados pelo
presidente. Este mesmo procedimento ser observado, quando,
por qualquer motivo, deixe o presidente de dar audiencia no dia
e bora designados.
Art. 4.o Proferida a sentenca dentro de des dias depois da
audiencia, se a parte coademnada quizer recorrer para o Conseluo
de Intendencia, fal-o-h 1 verbalmenie perante o escrivio, ou em
reqnerimento dirigido ao presidente, do prazo de cinco dias im-
prorogaveis, contados da intimaco do julgamento, a qual se far
sob prego no caso de r- ve lia.
JI.'O recrreme dever apresentar no carlorio da Inten-
dencia, e ao prazo de tres dias apos a interposico do recurso, as
su s razoes de d f za e os documentos que tiver, sob pena de ser
juigauu ae neu:ium effeito pelo presidente o recurso interposto.
3". O ocurso ser sempre suspensivo e se processar aos
propnus autos. Nelle nao se ouviro mais testemunhas.
Art. 5. Apresentado o recurso ao Conselho de Intendencia
designar este um de seus membros para relatar verbalmenie o
feito no dia do julgamento. A deeisao ser lavrada pelo relator
e assignada por todos os julgadores.
Art. 6. presidente nao poder volar no julgamento de re-
curso, e no caso de empate, a deeisao se reputar fjvoravel ao re-
corrente.
Art. 7. O presidente ser o nico juiz competente para dar
execugo aos julgamentos por infraeco de posturas municipaes,
qualquer que se.a o valor das multas ou objecto sobre que versera
os mesmos julgamentos. .
Art 8. A execugo correr nos proprios autos da nfracgao
e se iniciar por simples mandado, seodo este intimado ao infrac-
tor para em 24 horas pagar a multa e as costas do processo, sob
pena de penhora.
S I. Se, alm da multa, o contraventor tiver sido condemna-
do a priso, ser esta ordenada incontinenti por meio de outro
mandado.
S 2. No mandado ser transcripto o theor da sentenga con
deui.iatoria.
Art. 9.* Quando a execuco consistir na realisagao de um ac-
to imposto como pena, na demoligao de um predio, por exemplo,
o presidente marcar no mandado praso rasoavel para o cumpri
ment do mesmo acto. ___
Art. 10. l'assadas as 24 horas sera que se haja efTeetuadoJo
pagamento, o presidente, em vista da certidao do escrivo, man-
dar proceder a penhora em tantos bens do contraventor quantos
bastera para a satisfago das mu las e custas do procsso.'
Art. 11. A penhora sera processada summarissimamente, de-
signando o presidente um dos avaliadores, bem como o leiloeiro
que tiver de proceder venda dos bens penhorados, sja qual for
a natureza des tes, nomeando o executado o outro avaliador den-
tro de dous dias, contados da iatimago da penhora. sob pena de
nomear o presidente ambos os avaliadores.
i." No caso de desaccordo entre os avaliadores, a media dos
dous valores divergentes se reputar o valor do bem penborado,
fazendo se para ssj o competente calculo.
g 2." A venda se etlectuar onu dia* depois da avaliaglo, pre-
cedeudo annuncios por tres das na tulla que publicar o expe
diente da Intendencia.
J.' Se no pnraero leilo nao" Itorrver comprador, annun-
ciar-se ha segundo para cinco dias depois cora abatimento de vin-
te por cenlo da avaliago.
4*. Se ainda da segunda vez nao apparecer comprador, fr-
se ha terceiro leilo tres dias depois, entregando se os bens a
quem mais offerecer.
5 O arrematante dos bens ser obrigado a entrar para os
cofres municipaes com a respectiva importancia no prazo de 24
horas, sob pena de priso.
6 Se os bens nao forera vendidos, ser a penhora conver-
tida em priso.
g 7 Para esse rim, o presidente dividir a importancia total
da multa e das custas por cin ;o mil rls, indicando o quociente,
despresadas as fraegoes, o numero dos dias de prisio, que em
caso algn passar de trinta.
j 8 Tambern se converter a inportancia da malta e custas
em priso, quando nao forem encontrados bens do contraventor*
ou se julgarem procedentes os embargos de terceiro senhor e pos-
suidor que forem oppostos penhora.
I 9 A conversan da pena de multa em priso ter igual-
mente lugar, sera dependencia do processo dos arts. 10 e 11, quan
do o infractor mcorrer alternativamente em urna d'essas penas, e
deixar de satisfazer a primeira no prazo em que lhe cumpria
fazel-o.
Arl 12. O processo dos embargos a que alinde o I 8 do ar-
tigo antecedente, nicos admissiveis na execugo, ser summa-
rissimo, apresentando o embargante o seu requerimento com a
exposigo do que julgar a bem do seu direito, e instruindo o logo
com as provas que tiver. -
5 1 Se a prova for testemunhal, o presi lente designar au
diencia para ouvir as testemunhas, observada a disposigo do 3*
do art. 2 do presente regulamento.
2' Da sentenga que julgar improcedente os embargos de
terceiro senhor e pfssuidor baver recurso para o Conselho de In-
tendencia pela mesma forma determinada para o recurso do in
fractor.
Art. 13. Frado o prazo do art. 9, sem que o contraventor te-
nha elle tua lo o acto que lhe foi imposto como pena, o presidente,
em vista da respectiva certdo, mandar proceder a elle, pas-
sando se mandado para o pagamento das custas e despezas fetas
com a execugo da pena. D^bi em diante se proceder de con-
formidade com o que neste regulamento Mea estabelecido para a
execugo em ge ral.
Art. 14. Servir de escrivo no proiesso e julgamento de in-
fraego de posturan municipaes. bem como na respectiva execugo,
o secretario da Intendencia, oaoutra qualquer pessoa pelo presi-
dente designada, servmdo de porteiro e officiaes de justiga os
f;uarda-ti=caes indicados pelo mesmo presidente, se este nao pre-
erir officiaes do foro d'esta cidade.
Art. 15. Perante o Conselho de Intendencia servir de escri-
vo exclusivamente o secretario ou seu substituto legal.
Arl. 16 O contador do juizo ser o presidente da Inten-
dencia. .
Art. 17. Para a contagem dos autos se observar o decreto
n. 5737 de 2 de Selembro de 1874, uo que fr apphcavel.
Art. 18. As custas que forem contadas a qualquer empregado
da Intendencia que servir de escrivo, porteiro ou official de jus-
tiga, ficaro fazendo parle da renda eventual do municipio.
nico. A mesma disposigo prevalece para as que forem
contadas ao presidente.
Art. 10. O presente regulamento ser subsidiado, nos casos
omissos, pela legislago em vigor na Repblica Braiileira.
Jos SimeSo Je Oliveira.
tepftlco la Folela
2. 8ecc2o.N."30.Secretaria de Po
licia do Estadovde Penambuco, 8 re Fe
vereiro de 1890. ,
CidadSo.Fartipipo-vos que foram hoo
tem recolhidoaii l'asa de Detenco os in-
diviluos de nome Mi noel Severino Jos
dos Santos, Aritoaicr Sidronio de Araujo,
Manoel Candido 4$-Sil/a, Antonio Fran-
cisco do Nascimejrto, Maria Celestina das
Dr. s Joiquina IJaria di CbnceicJo An
tonia Joaquina 'da' Conceic \ Sebastiana
Maria Leopoldi^l da Conce9?lo, Jos
Ribeirfi c Joaquim
Jos do
Guilberme
Monte. A|
A' enflmari \ nquelle estabelecimento
foram tambem recolhidos, com destino ao
Asylo da Taaaarineira, os alienados Joao
Mendos da Costa e Francisco da Cimba
Freitas.
Por officid desta data ommunicou-me o
subdelegado do 2. districto da Boa-Vista
ter effjctuado a prisSo do reo Jos Anto-
nio Bezerra de Maria, pronunciado no art.
205 do Cod Crim.
Sade e fraternidade Ao marecbal
Jos Sime3o de Oliveira, mui digno go-
bernador provisorio do Estado de Per
oambucoO Chefe de polica, Antonio
Antunes Ribas.
EXTERIOR

DESPACHOS DA 3ECRETAEIA DO GOVKRNO
DO ESTADO DE PERNAMBUCO, 7 DB B-
VBBEIKO DB 1890
Abaixo assignados empregados na Alfendega
deste Estado.-Defei ido com officio de hojea
fhi sourana de Fazenda.
Antonio Ha i tios Viaona.Informe o clado
adminisirador do Theatro Santa Isabel.
Augusto Lafosse.Aguarde deciso do minis-
Urio da agricultura.
Antonio Baplista do Naf cimento.-Sim, pagan
do as come lorias.
Alfredo Lopes Ferreira.Ao cidado director
garai las obras publicas para informar.
Alvaro Caramba Tavares da Silva Fno.Seja
inspeccionado pela junta medica militar-
traes acerca da conveniencia da concess5o re
querida e de darse execugo as leis relativas a
engenhos centraes.
Clarinda Guimares Ribeiro Machado.Con-
cedo, a contar de 16 de Janeiro rindo.
Clodoaldo Ariatheu da Rocha Pereira. Conce-
do 30 das, a contar de 16 de Janeiro lilo.
Francisco Deo lato de Souza.-Informe a In
tendencia Municipal de Ipojuca.
Francisco Ramos da Silva. Informe o cida-
do inspector do Tbesouro do Esi.-do.
Hermilla Lydia Alcoforado de Li.o.i. -Con:e-
do dous mezes, de accordo com o parecer da
junta medica, a contar de 16 de Janeiro ultimo.
Joaqoim Ribeiro de Farias Leite Ao Dr. che-
fe de policia. .
Joao Manoel Ramos.0 quadro da officialida
Antonio das Cbagas Rodrigues Machado. e 0 c^rpo de policia est completo.
Um, a contar de 16 de Janeiro ultimo. Jernimo P;reira Lemos-Ao Dr. juiz de di-
Auna Elysa de Oliveira Barros. Manteobo o j ^u, 0*j. districto criminal da comarca do Re-
daapacbo anterior. cife para informar.
Barfto de Gradahy e majar Jos Francuco Bel- j^ Carlos do Rgo Valenca Deferido, com
i*.Informe a commusao encarregada de dar I ofe[0 desta data ao inspector geral da Ins'rucgao
psVscer sobre os contractos de engenhos cen- pUB|jCai aam da mandar examinar, na forma do
art. 13, g b' do decreto n. 10, SOI, de 9 de Margo
de 1889, o filbo do peticionario.
Bucharel Lindolpho Olympio dos Reis Cam
pelloInforme o inspector do Thesouro do Es
lado.
Lou rengo A lves de Souza. A obra a que al
lude o peticionario, foi m ndada fazer por ad-
ministrago, vista da urgencia.
Maria Cintra Luna. Concedo, a contar de 16
de Janeiro (Indo
Manoel Joode AmorimNesla data deermi-
nei a razo do contracto da Empreza Locomo-
tora.
Tbomai Aquino de Freitas.-Como requer.
Theodomiro Themaz Cavalcante Pessoa.Ao
Dr. chefe de policia para informar, ouvindo o
em diligencia para Lage
Sant'Anna. Sim, pagando
alferes que seguio
Grande.
Tertulino Jos'de
as comedorias.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 3 de Fevereiro de 1890.
|U porteiro, U. Macid da Si/va.
EUROPA
0 paquete francez Nerthe que passou hontem
para o sul, trouxe datas da Europa que de Lis
boa alcangam a 23 de Janeiro, aiiantando tres
dias s trazidas pelo paquete inglez Tomar.
Alm das de Portugal constantes da carta do
nosso correspondente, publicada na secgo com
ptente, eis as domis noticias de que foi porta-
dor o referido paquete:
Ufspanhu
Sobre este paiz escreveu, em 23 de Janeiro, o
uos.-o alludido correspondente:
No sabbado, 18, eontinuaram as visitas e as
eonferencias do $r. Alonso Martnez, presidente
da cmara dos debutados com os polticos em
salieocla, e que dispern de urna tai on qual in
fluencia nos grupos em que est fraccionada a
poltica hespanhola.
Entre esse?, cuntam se especialmente os Srs.
Moret, Marinos, general Cassola e Romero Ro-
bledo.
Estas idas e vjndas, porm, foram inuteis, e o
Sr. Martnezdeclinou nasmosda rainbaregente
o cargo de formar gabinete, mandando a rainba
de novo chamar o Sr. Sagasta, o que nao deve
ter sido muito do agrado dos conservadores.
0 Sr. Gaffiozo, proteccionista, e o Sr. Puig
cerver. livre cambista, nao poderam chegar a
acco-Jo sobre a questo econmica e finan
ceta.
N"essem5&iiod$a. o Sr. Alonso Martinex foi
apresenlSrle a raiuha regente para declinar a
misso de formar gabinete.
A 20, a rainha regente encarregou de novo o
Sr. Sagasta de formar gabinete.
Correu o boato de que neste ministerio seria
representante o grupo proteccionista, de que
chefe o Sr. Gamozo.
- O novo gabinete hespanhol ficou assim com
posto :
Presidencia, o Sr. Sagasta.
Estraogeiros, Mrquez de La Vega de Ar-
mijo.
Interior, o Sr. Capdepou.
Guerra, o general Bermudez Reina.
Justiga, o Sr Puigcerver.
Marinha, o almirante Romero
Obras publicas, o Sr. Becerra.
Ultramar, o Sr. Gullon.
Fazenda, o Sr. Eguilior.
0 Sr. Gullon recusou a pasta das colonias.
O ministerio preslou juramento no dia 21
Nenhum memoro dissidente da maioria toma
parte no gabinete. Recusam-se todos.
O novo ministerio Sagasta o velho ministerio
Sagasta com ligeiras variantes de pessoas, mas
com a mesma significago poltica.
Os Srs. Sagasta Vega de Armija, Capdepou e
Becerra faziam parte do ullimo gabinete liberal;
os trez primeiros conservara as mesmas pastas,
e o Sr Becerra mudou do ultramar para as obras
publicas. ...
O general Bermudez Beina, que substituto o
general Chinchilla, nao hOOBO poltico.
O Sr. Puigcerver, que entra para a pasta da
lustica, j foi mi astro da fazenda com Sagasta.
Pertence escola livre cambista de Moret, e op-
poz se sempre tenazmente s propostas protec-
cionistas de Gamozo.
Ficou sempre na maioria ao lado de Sagasta, e
a sua palavra foi a que mais auxiliou o cliefe li-
beral as puguas com os dissidentes do seu par
tido.
O Sr. Eguilior era o presidente da commisso
do orgamento, e tambem se manteve sempre na
maioria fiel a Sagasta.
Se o proprio gabinete Sagasta reconheceu no
principio d'este mez qne devia demiltir-se. e re
correu conciliagao, com o. elementos liberaes
dissidentes, mal se pode perceber como esse
mesmo gabinete poder considerar-se viavel,
manteido-se as mesmas dissidencras.
Os ltimos telegramma8 mostram qne as dilli-
culdades subsistem, e nao ser temerario prog
noslicar ao novo gabinete urna vida curta e ator-
mentada. ,
Nota-se grande movimento de concentrago
em to los os partidos republicanos, em vista da
cravidade das circumstancias.
- O Sr. Pi y Margal!, chefe dos federaes, o
mais popular, tem sidtf muito visitado estes das
pelos representantes dos outros partidos demo
A Em Barcelona celebrou-se no domingo nra
comicio, a que assistiram todas as povoagOes
circumvisinhas, organisado pelos chefes de todos
os partidos republicanos.
O conselho regional de Arago corabinou
hontem unir se aos outros partidos.
- Foi denunciado o peridico republicano ti
"' Fez-se em Madrid, no dia 20, urna silenciosa
e magnifica maoifestago a favor de Portugal;
foram entregues na legago portugueza mais de
9,000 biltietes de visita, representando todas as
classes sociaes. .__
Poueas vezes as sympalhias e o amor de um
povo por outro se teera patenteado com tinta
vehemencia, como ueste momento a Hespanna
se maiifesta por Portugal. .
A rmprensa de Madrid, a mais importante e
popular; a das provincias; os csssinos e cen
tros ; o commerdo; n'uma palavra, o paiz, a ties-
pinha na sua mmensa maioria ,pfie se resoluta-
mente ao lado de Portugal, contra a Inglaterra
, ara o da 19 annunciou se urna grande ma-
oifestago de araitade a Portagal, os estudantes
foram as redaccoes dos jornaes liberaes annun
ciar que, assin que se abiissemas aulas, encer
radas em consequencia da epidemia, orgaaisa-
riam urna manifestaco de sympathia em honra
dos seus collegas de Portugal.
Oxal que o governo. por um respeifomal en-
tendido Inglaterra, nao intente prohibir, como
j se diz em Madrid, essas manifestagOes, e corra
singue era Hespanha. por causa da prfida Al
bion, ja ba.-tante odiada palo povo hespanhol,
pela traigo de Gibrallar.
Accentuara se as melhoras do rei-menino,
e espara-se que na Gazeta apparega quanto an-
tes a parte, official dos mdicos da cmara, con-
siderando o livre do perigo.
O palacio eal pode dizer se que voltou ao seu
estado normal.
O rei menino tem brincado j com suas ir
mas.
Parti para Vienna o general Bomo e Mr.
Feicher, secretarios do archi duque Eug-nio, que
obieve licenga do imperador para permanecer em
Madrid durante a doenga do rei menino.
Os jorqaes de Madrid e noroeadameiitc o
Imparcial eoritinuanwqprindwSfi largamente : acontecimentos der Portugal.
Aquelle ceriediro, um dos que no,c eslo s>n
do mais lidos em Hespanha. publica todos os
dias columnas e columnas de telegrammas dos
seus correspondentes especiaes, dando conta do
movimento patritico iniciado em Portugal, e fa
zendo a acompanbar de artigos e commentarios
to lisongeiros, qie nos conslituem no dever de
Ihes estarmos agradecidos.
De resto, oda a imprensa n -spanhola est : s-
sumindo neste momento para comnosco urna at-
litude muitissimo uobre.
L
P. S. Um telegraroraa de Madrid de 21 diz
que o ministerio prestou juramento Ficou com-
posto pela forma que cima lica descripla, mas
encatregando-se oSr. Becerra da pasta do ultra-
mar, e o Duque de Veragua, da p ista da3 obrar,
publicas.
No dia 20 houve em Barcelona de Saragoca
importantes mauifestagoes de protesto contra o
procedimento da Inglaterra para cooi Portugal.
Os manifestantes foram visitar os consnles de
Portugal, deixando lh>'s bilhetes e assignando
urna lista de protesto.
Franca
Parece que se est agor? tratando em Frang
da formag > de um novo partido poltico, deno
minado reformista. O seu objectivo sero as re
formas, como o seu titulo indica.
0 Sr. Lydel, um dos promotores deste novo
agruparaento. declaren que aceitava as adhesOes
de todjs aquelles que quizerem trabalharnas ie-
formas,com o ministerio, se elle as quizer, ou
sem o ministerio se elle ror indifferente s mes
mas reforma?, e contra o ministerio se elle as
bostitiaar.
O projecto do Sr. Rouvier, modificando a lei
do imposto predial, foi discutido no ultimo con
selho de ministros.
E' evidente que o ministro da fazenda teria
verificado pelo ultimo receaseamento das pro
priedades constituidas, que um avultado numero
le proprietarios escapavam ao imposto, ou es-
la-am insufficientemente colectados, e que era
indispensavel applicar Ihes strictamente as re
gras actuaes, o que produziria um augmento de
45 milh-s.
Tenciona o governo, com este augmento, all-
viar os proprietarios das propriedades nao con-
struidas e supprirair o imposto sobre as portas
e janellas.
Foram reabertas as cmaras Os deputados
apresentaram-se em pequeo numero como que
dominados ainda p?la influenza, tristonhos, mal
humorados.
Tambem o publico faltou, anciando a curiosi-
dad? com que de costume afflue s galeras. Os
corredores achavam se vasios e em toda a sala
reinava um lom melancholico e fro.
A ioterpellago Gerville Roche acerca da
phantasiada viagem do Sr. Carnut a Bruxellas,
parece ter perdido todo n interesse, apesar de
se dizer que o Sr. Delafosse, o bem conhecido
deputado por Calvados, a vai adoptar como sua.
Affirma-se, porm, que este boato nasceu de
urna verdadeira mysticago. Pretende-se que
o Sr. Tirard recebera um telegramraa assignado
pelo Sr. Delifosse communicando lhe que o que
ria interpellar acerca daquelle assumpto, decla-
rando, corctudo, o mesmo deputado, verbalmen
te, ao presidente do conselho que tal telegram
ma apocrlpho, pois nao o escreveu, nem amais
Uvera a idea de fazer semelhante interpeflaco.
Sr. Peyral, diputado republicano, avisou o
Sr. Rouvier, ministro da fazenda, de que tencio-
na interrogal o na cmara sobre os boatos da
converso facultativa dos fuios de 4 /.. Disse-
lhe o Sr. Rouvier que nao polena responder
pergunta, porque nao tem anda ideas assenta-
das a lal respeito.
Na ses3o do dia 18 o S>\ de Mahy, vice-presi-
dente, agradeceu em nome Jo Sr. Floquet, a sua
eleigo para a presidencia, lamentando que o Sr.
Floquet, por caus de um lucto de familia, nao
podesse ja presidir sesso.
Na sesso de 20 da cmara dos deputados,
a proposito da idterpellago sobre a anuullaco
dos crditos votados a favor dos grevistas do
Rhodano, pelo canselho municipal de Paris, sus-
citou-se um acalorado incidente, porque, tendo
o Sr. Joffrin subido triouna, a direita e os bou-
langistas protestaran!, dizendo que o Sr. Joffriu
tinha apenas obiido a minoria na eleigo de Mon
tmartre, e portanto nSo era deputado, e nao linha
o direito de fallar. Foram chamados ordem
varios deputados, e foi imposta successivamente
a censura com excluso temporaria, aos Srs
Paulo Deroulede.fMillevoyee Laguerre, os quaes,
como recusassem sabir da sala, tiverara de ser
expulsos militarmente, eraquanto a sesso eslava
suspensa. Afinal, reaberta a s, sso. poude fal-
lar o Sr. Joffrin, tendo se retirado varios boulan
gistas. A cmara votou a ordem do dia purae
iimpesmente sobre a interpellaco. A sfssao
foi levantada s 8 hons e 2> minutos da noite.
A cmara dos deputados tomou em con si-
derago a proposta do Sr. Meline relativa ao re
gimen aduaneiro do arroz; mas o Sr. Meline
pedio que a sua proposta fosse enviada a urna
MOMBUMO de 53 membros encarregada de exa-
minar todaa as quentes aduaneiras.
O Sr. Tirard, presidente do conselho, alvertio
que seria raelhor, anles dse nomear urna gran
de commisso aduaneira, esperar-sc pelo re-ul
lid) do grande inquerito aberto ; declarou, to-
dava, adraittir a commisso proposta, mas com
a reserva de que nao entrar as sua3 aitrilmi-
g5es decidir a ques'o do trata 10 de commercio.
A cmara approvou a proposta do Sr. Meline
por 415 votos onira 37.
No senado, o Sr. Royer, presidente profeno
a allocugo do estylo ; agradeceu os reiterados
t stemunhos de contiaugado senado, que o.recle-
geu p la nona vez p-m a sua presidencia; con-
linuou dizendo que a Fringa por urna brilhi He
manifestag.oeleitoral, affirmou a sua vontade le
achar no seio da repblica a iraoquillidade mo
ral nec ssaria evolugo dos seus destinos, e
coocluo assim:
Mostrareis todo o bem que a patria e mora
da repblica e da hb.-dade. Applauos.
As eleigOec siipplementares pira ub$t:tuir os
deputados cujos diplo as a cmara den ltima-
mente por millos, foram fixados para 6 do Fe
vereiro.
Halla
Foi a 20 de Janeiro que se fizrram os runjraes
do duque de Aosta com toda a ^^TtTu S
O re Humberto chegara no da 18 a lu.un a
urna hora d i tarde. A sua entrevista com o p-m
cipo Amadeu foi commoventiss.ma. O principe
quiz apenar a mo a todas as pessoas presentes,
fallando ihes do prximo tira, da sua vida.
A's 3 "horas e 45 minutos o doente lomou 3inda

um pouco de leite, e morreu s 6 horas e 45 mi
nmos. Grande consternago na cidade.
0 cardeal Alimonda visitou o doente ao meio
dia, levando lhe a bengao do Papa, a quem a
princeza Leticia telegrapbara.
Sua Santilade envin os pezames princeza
logo que soube do fallecimento.
O rei, recebendo o syndico e governador de
Turim. disse-lhe: Perd ornen mais caro,o
meu mai' firmt sustentculo; um conselheiro se-
guro e dedicado, para quem o meu coracao nao ti-
nha segredos!
Dizera de Roma que o Sr. Crimi tomou a
iniciativa de reclamage* contra o decreto do go-
verno brazileiro, determinando a naturalisagao
obrigatoria dos estrangeiros.
As nutras potencias parece que esto resolv-
d,ai a organisar um movimento collectivo.
* Ccramunicages de Roma referem que o
ministerio de interior enviou aos prefeitos urna
circular convida ido os a advertirem os operarios
que quizerem ir para Rom i, de que nio eacon-
traro alli trabalho, e que a polica os far repa
triar.
Isto prova sufficientemente que a miseria que
existe na provincia, existe tambem na capital,
onde o governo quer impedir a grande agglome-
rago d'um grande numero de operarios sem tra-
balho, com medo de motins semelhantes ao do
anno passado.
A Italia, segundo diz o Messageros compra
annualmente ao estrangeiro cereaes no valor de
quasi 200 milbOes.
Bom seria que se remediasjem estes males,
qne comprordettem bastante o futuro da nago.
Urna pastoral collectiva le 236 bispo3 italianos
protesta contra a lei sobre os estabelecimentos
pos, considerando a urna offensa rsligio,
justiga e liberdade.
Santa S
Apezar dos desmentidos de alguns jornaes of-
liciosos sobre a sade do Papa, ffirma-se que o
Dr. Ceccarelli, que trata de Leo XHI, atacado de
influenza, pedio urna junta de alguns mdicos.
Parece, pois, que est inspirando algnns cui-
dados a sa le do summo pontfice.
Coraega pelas palavras Sapiente christiana
a eneyelica que LeSo XIII acaba de consagrar
aos deveres dos catholicos como cidados.
E' com aquelle nome que ella ser classificada
e designada na longa nomenelatura dos documen-
tos de igual genero. Eis o resumo.
Do olvido dos principios da sabe doria christa
provm grandes miles, coraega por dizer Le-
o XIII; por isso que na vida e as nstilui-
gOes os povos devem voltar a estes principios.
< Busca se cora soffreguido os gosos da vida
presente, e esquece-se os bens superiores da
alma.
Os catholicos teera o dever especial de fazer
reflorescer a vida christa.
O Papa, recoraraendandooamor da patria, pelo
qual podemos at dar a vida, diz que os christos
devem dedicar um amor superior igreja, sua
patria divina, na trra, que Ihes impOe deveres
para com Deus, mais sagrados do que os deveres
para com os homens.
Se se levantarem conflictos entre as exigencias
do Estado e os direitos da igreja, devemos obe-
decer a Deus, de preferencia ao3 homens.
S um bom christo que pode ser bom cida-
do, porque saber respeitar religiosamente a
nogo do poder, e ainda quando este resida n'um
manda ario indigao, o christa o sempre ver n'elle
um reflexo de Deus.
So as boas obras podero submetter os chris-
tos ; a lei de Deus ultrapassa a lei dos homens.
Os adversarios de Deus procurara apoderar se
do poder para fazer triumpilaros seus principios
e em bastantes regios o catholielsmo tem sido
atacado.
Todo o catholico deve ter o sen apoito'.ado ;
entretanto os particulares nao devem erigir se
doutores; mas smente pregar com o exemplo ;
devem, sobretudo, ser unidos e submisso3, nao
so nos dogmas, mas na disciplina.
O Papa tem direito de se julgar com auto-
ridade sobre os dogmas e a moral, e sobre os
meios necessarios para ebegar salvagao.
A igreja est estabelecida em diversas nages,
que se regem por differeates governos.
E' preciso, pois, urna delimitaco de direitos e
deveres; a igreja secundara o estado respeitan-
do-lhe os seus direitos; mas nao se ligar a ne-
nhum partido poltico, approvando portanto to-
dos os systemas de governo que respeitem a re-
ligio e a discipliaa christa.
Os que querem intrometter a igreja as nxas
dos partidos, abusam da religio. Todos os par-
tidos devem respeitar e garantir a religio, e os
catnolicos devera cima de tudo esforgar-se em
a servir com zelo, nao concedendo os seus favo-
res aos homens hostia aos direitos da igreja ;
mas sim su-tentarafrente dos negocios pblicos
homens probos, capases de prestar servigos
causa publica.
O Pipa insiste sobre a unio d s cathoacos, e
diz que as dissenges e brigas intestinas que
teera dado a supremaca aos seus adversarios.
Os catholicos nao devem ser tmidos nem te-
merarios. Os tirai los U em urna indulgencia ex-
ce;siva e urna dissimulaco perniciosa.
Os temerarios querem desempeuhar um papel
a qie nao teem direito ; pretendem dirigir as
quesraas da igr -ja ao sabor da sua vontade prq-
pria, e das suas ideas particulares, e nao accei-
tam fcilmente ludo aquillo que nao conforme
ao que elles pensara.
Proceder assim usurpar a autondade legi-
tima.
lleve se ser submissos ao Papa e aos bispos,
guiando nos sempre pela prudencia, porque al
a prudencia poltica do proprio Papa se deve
exercer respeitando as aeges civis.
Os seculares devem respeilar com submissao os
bispos, e as ideas ou a conducta d'ura bispo na
devem ser julgadas por elles.
Os povos so podero ser fortes quando se en
tregarem pratica das virtudes chrisles. Os
pas de familia devem educar seus filhos segun-
do os preceitos da religio, christa, e repelur
cora energia todas as violencias injustas contra
a sua autorida le sobre esta educagao.
Depois disto, o pipa faz o elogio dos catholi-
cos de todas a nagOes que criam escolas, e ter
mina dizendo que a salvagao da sociedade ce-
pende da pralica das virtudes chrisls no lar do-
mestico.
Inglaterra
Morreu em Londre3 o felda marechal lord Na-
pier, notavel por ter commandado em chele a
expedigo contra a Abyssinia.
- Segundo noticias de Londres, apezar da n-
t-r.engo araigavel de alguraa potencias, o go-
verno inglez esta firmemente resolvido a exigir
o cumprimeoio stnctc. do ultimtum dirigido a
Po iusal. e a nao fazer coocesso alguma. Quan-
dosdiinlii cumpriio esse ultimtum ento o
gaoiaete britanolco prestar se-ha a realar as
negociagoes affectoosas que ante3 exiatiam com
o Rover io de Li>boa.
- A Intk-pendence Belge, que tem seguido com
ulerease o coaflicto entre o governo inglez e o
de Portugal, fall claro e dissipa todas asulu-
ses.
Eis nomo aquelle jornal escreve:
Salvos acontec mantos extraordinarios, e
enmura dev-.itn proseguir as negociagoes pro for-
ma, relativas deraarcacSo territorial, parece
ce: to que a Inglaterra ameagar to < os.terrlto"
nos omhoaados por carta regia BritishSontk-
Afncane Compaay e que nada ou quasi nada
e era Jas suas pretWBOW, agora que forcou o
governo portuguez a recuar to completamente,


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Diario de Pernambuco-Doikiiigo 9 de Fevereiro de I 90




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A energa extraordinaria do gabinete Salisbu
ry. fol-lhe dic aiia por urna poderosa influencia,
cuj; ngem pode racilraenie adivinhar-se. se se
recorjjr que o principal director ia Beal Cotn
panbia Africana tapien, que preteade locare
Ur se cual a Niassalandieve a lambes*, ida
Denos que o dupa de Pife genre da raulia
Victoria. Quer Maadizer, em menos palavras
que o guv< roo inglez, empurranao PerKig -i dos
teminos contestados, procedeu a impulsas e
suggesto d'uma vontaoe superior.
Eniqoanto ao mais. pea-a a Wka belga
que lord Salisbury^e contentar*, como repara
cao du alienlado contra alegago ingieza em
Lisboa, com os sentimentos de pezar j expona
neamente expressidos pelo governo portuguez.
Apezar da linguagem deploravel de certas
lolhas de Londres, o gabinete .--alisbury hesita-
resrreve aquella folbaem abusar das suas
vantagens sobr- Portugal, procurando-lhe dan-
do a propoposito de um incidente, a que demais
absi 1 umcate estranh > o mondo offi nal por-
tuguez.
A Gazela da Colonia apracia deste modo o pro
cediujnto vio.enlissimo do governo ioglez :
0 deseivoivimento de todo este uegociode
monstra simpleemente, a quera o examine com
fneza de anima, a violencia feito. a um peqin no
estado por um grande. Ueujai-, um velbu:
principio da poltica ingieza despresar, coiu a
falta de convivencia mais- deliberada, um dire.no.
seje qual fdr, quando ciaes do pait c-tao em jogo, e ella se encontra
dunla d'uio adversarlo fraco.
No eatanto, os jornaes ministeriaes maje-
fes, cu i.piazeniio se na embriaguez da.victoria,
nao santera mais que e p^aaer do seu vevgoolio
so i iuropbo orno os juiaos da impceosa fian-
ceza Coran os primeiros a magoar Ins os tim
panos delicado*, apraz Ihes crer que aa suas
amargas tniciaiivas so-llies inspiradas pela des
peo. di e do ce da questo do Egypto.
O Trmps remolde, applaudiodo a resalva
nao so dos di retios da eora portugu-za. seno
tamsciu do direiloqoe confere o axl. 12 da
eonve icao de B riiu com respeilo a regular de
naiiivaiuenie o litigio por raedKicd ou por ar
bitragem. E acbautil relembral-o nomoinenio
em je a opinin geral sobre os motivos Miera
tos de lorii Saln-bury justamente que o coefe
do Fair.ng Office quiz illudir o appello ao com
promtso touwilOrpor tudas as potencias signa
larras da conferencia de Berlim, s*m exceptuar
os pliniMiilwinariiw inglezes.
E u B-rliin.inv.ic.a-ee iaubern o incummodo e
parejipierio artigo
No di-curso pronunciado em Wokingtou -
bartaad) na grande reuniao p.ipilar que all
houve a 17 de JaOeiro. lord Cross, ministro
e -ecretario de Estado do deparlamento da Lu
dieyrnfemndo se aoincJeme angla ponuguez
dis**>quntora com o mator pezar que o go
vera da 6*a Breanha so vira ob igado a din
gir um peiiio eaibegorico a uago sua velha al
liada. mas agir que o goteras portugez uos
deu raza >, nad ser de mnor presar para o
governo bniannico do que estre lar novameute
as no*sas Miga relges.
O Times acha que o> drcuraentos do Livro
jjlMjnoDm o conflicto analo-portuguezjusliliaiu
plenamente lord Jialisbury ; mas est oe.rto de
ue isra uao modificar ujunidos es> rrptores
do continente,que fazem erjtisso ue teusurar a
pul ira briaoiuca.
Uit artigo recente do Estandart diz que
j l ai o lempo das rneciacis com Portugal,
e que >e o* territorios l"J Chiua e do Ny esa nao
focena imineluiiaineiit; evacuados, a Inglaterra
pasear das palavras s obras sera mais avi
so.
No lia 16, a noite enrou em Las P -Imas (La
arias) a esquadra ingieza.
Corru o boato de que ir para a Madolra e
para o Cabo-Verde. T-m f-ito evolu^Oes A pre-
senca da esquadra relaciona se eora o conflicto
angio pjriuguez ... ...
O Daily News, o rgo principal do partido li
beral mgiez, pubh ou n'um dos seas ltimos
nnmeros um artigo etn que estygmatisa o prana
dunenio delold Sili>bu'y para com Purtugl.
Sio lelle as 8 amules periodos :
L-ir.1 SUibury esUhelec u um mo preee
deale. t'ode cerui. fzer o que quizer. tratar
corro entender Portugal, mas assim como tra
tou Portugal. Usm Umbem que tratar as outras
potencias mais forte* ; a honra a isso o obriga.
> Mas uii baraaao para estarmos ornalOusos
com o rtm deeU questo diplomtica, mas situ
para receiarmos as suas ultimas cooseqaeB-ias.
0>prrocio da igualdade inleenacional est na
base de todos os processos que se reterem s
relajOes externas.
Lnr1 Salisbury dingio-se ao Sr. Barros Go
me-s em tora e phrases duras e ameacadoras.
Em troca, dirige se ao principe de Bismarck
com na'ir.tdadv e timidez.
Para rom o Sr. S miler (ministro dos neg
Cios estrangeiros de Franga) a sua lingiwgem
nao pode ser mais moderada e rheia de def--
Tencia e com o sulto, deixa-o mep la Al
lemanha.
Esre modo de entender poltica equivoco
tanto para as grandes como para as pe.uenus
potencias.
Se lord Salisbory tivese tido mafs pacien-
cia e si o menos spero nao excitara contra si
os odios ue-1 .dos os amigos dos portuguezes
A nature humana propende seinpre a col-
locar te ao lado do fraco, priucipalineute quan
do o forte faz alarde da sua forga.
A nossa pjs gao na frica ser sempre me
lindrosae drflieil.
E ai difficuidades Dodem augmenlar enor-
nemrine. p m c^usa do inceno e do vago das
reclamco>s. que um da possam fonnuLr algu
as patencias euro)as.
A espera da 3tiko que invoca brd Salisha
ry im'-niuu--e, era virtu ie de poterosas razas,
mas trai a veze.s re-uliados desastrosos.
No S ir d''Londres lera appirecido tambera
algutis artigas censurando o pro-edime:ito de
;abi ete m^li z em re.aco a >*ortuaI.
O coro d. eloginfl que se ouve roda d
orne de dtaorey em Iwtilaterrj, foi ititerromp
do par urna n >a disco." ante.
O celebre John "arns, um dos agitadores do
adido -oci..lisia ingles, protestos ua sea qua-
lidade de memoro do conselho municipal de
Londres, pe.aute esta cjrporago rmnida em
assemWa, c ntra a rece peo que pretenda fa
jer ao .,uoaz ex plorad jracicano.
Outj me.ubro daqoe lacTporaco, o Sr. Pk-
ling ** illia .s, tinha p oposto que a assembla,
la su qjalidade de corpa stecnva representan-
te de toda a p->pul. rec-pao a Sianler a sua cliega.la Iigliterra.
semeinante a que'he devero fuzer o lord-maire
e ocousrl.u) coiumunui cora o repiescilante da
oiy.
O Sr.Jjh-i Birn-^ prol-stou duendo que a sua
longa esiada em frica Ihe prometa fuliar das
B0us..s alnc^uis cora uia cetta competenc a.
Dcpas dt.cou os processos empregados pelo
ixplor.idor p.ira o bom xito das suas exped
Bes.
Slaeley, disse o orador, nada fez para a ci
Tiliaacao, a sua viagem era socoerro de Etrio.
Em rebendeu esta viagem cora o nico tito
e rotiduzir 160.0 O toneladas de uiarfi n, ata
de f .vorecex o egotsiuo mercantil da companina
ingieza du E>ted'Af:icu.
Cora est^ a iico li u ( que elle sacnlicou tan-
tas vidas, enebendo asflirestas d'Ai tea cora
as ossa las dos seus companlf-iros, laze do exe
aular suiumanameiite t,dos aqu> lies que con
Mrta ain o- seus pn jectos etpoadi) a > maio
res penges centenas de exiafncias, cotnpreben-
da a -ua cora um herosmo que to-ava w
raias da lalnidade.
Se Siaoley fez na sua viagem importantes
descorra- e >grphic s, foi puracnso po \ u
enhiini p ns. ment seieamcq ou huma.ntar.oo
gutou ne a x .edico. .
Tev MMupw para com os indgenas frica
os rtiH-tda les in|usiifl"aveis e inuleis.
En p oprio disse Hirns, que Hvi com os
indignas ii'Africa durante um auno, junis co
hecu n-ce .-id de de levantar a :So para el
les.
Os procseos embregados por SU-oley de ha
dons anuos para c, tem feito orar de vergo-
nb i'ii ais de um explorad ir alhrano
Este i gfkeiy pie.-idenle do conseibo recusou chamar
0 ari >r oro m. decliiaaio que seo era cou-
tr.no o regiiueulo.
F.iiaiiin nie um dos raembros :o cooselbo pe
dio que fo.ise aliaieti nida a idea 1'uin rci.tpjj
a St ni'y aritu de evitar discueses .coiiveuien
rea soore urna pers nalidade to importante,
como a do audaz vejante
< O grande explorador, disse este ultimo ora-
dor, foi juig.do e applaudido por um tribunal
mais vasto e competente que o conseibo mu
cipal de Loodre
Stanley pode passar sem as njaaas hotnena-
gens.
Em visto distoo Se Plearing Williams retirou
a sua raooo.
O pariaaav feaeml d imperi, aemao
approvoa em aegun.laleiturao projrct da soli-
dara pira um aervic de paooetea entra tas.
ourgo e a costa oriental da Amca.
Depota de marcada a ordem do da para SI, o
Sr. wiodtbcest, pergtiwtoo se o projecto esta au
tonsado na lista anda existente ; porque todos
os partidos teem interesse no prorapto encerra-
miento da legislatura, alira de prepararem as
prximas eleices.
O governo hcou silencioeo.
O presidente disse que nao tem razo para
supiior que o projecto nao venha a discu.-so.
U Sr. Brietier propoz que se lixasse a ducus-
so para it.
O presidente declaron que se ni da segointe
a ordem do dia se esjotasse nao poderia deixar
de acceder proposta do ar. Bicbler.
A sc>.-ao levautou se logo era seguida no meio
de gran le agitaco.
Turqu
Poi entregue pelea cretenses refugiados nad
Grecia, ao* representantes das grandes potencias
mu novo memorndum acerca dos negocios de
Creta.
Nesse documento, depois de terem demonstra-
do que o recente firman do eulto abollo a au-
tonoma da illia de Creta, declarara qne, nao
pudendo continuar a viver sob o jago dos turcos,
mprthendein a lucia suprema para conquistar
a sua independencia.
Accrescenlam que juraram nao largar asar-
mas sem verem a bandeira helnica fluctuar so
tire as muralhas de Creta.
Znnzilinr
O sulla-1 Seyood Kn aitali autnrisou O Esta lo
independen!e do Cougo a alistar paw o Seu ser
vti;o 1,200 aanzbansias.
Ksta cene uida a inllocaca) do cabo telegra
ico entre M mbaca e Zuiaibar. No dia 18 de
eiro abnrara se as ciiuirnuoicacCes.
Consta'que Emm pacha vai eX|ierimentathlo
ligeiras memoras.
IMado l nido
Eta.New Yjik, era virwde Turna deciso do
conselho mutii ipal, loras exhumados e indu-
rados uns 1,000 cadveres de pessoas que li-
nliara -fallera.io de djuenpas infecciosas.
A colonia portuguez* de huston Hegrapbou
para Li.-boa urna sua resoluta), protestando
centro a ac$ao da Inglaterra e approvando a de
Serpa Piuto.
G^orges Vanderbilt ura dos ios do opu-
lento b iii i'iero no ti -atueri'.ano. val desposar
di.-s t ii y J ilinstones de Ch.irle.stuw i.
Georges Vanderbilt, que possoe urna fortuna
peesoal, calculada em deaaito mil cont* de ris
fortes, 6 um Iliterato disttnoto e um pwfetio ho-
rnera do mundo.
Quan toa noiva informa um peridico, que e
i.i.-beiu rauto rica e ferino**.
Do Diario de Peroambueo
PORTUGALLisboa, 23 de Janeiro de
1890
Serve esta de aditamento minha pelo Turnar
ila lala Real Iugleza, o qoal em consecuencia
dos temporaes veio a entrar no Tejo 24 horas
depois.
Ao contrario do que a'c-sa Ibes diss e do que
todos eeperavam o g iv-rno. ouvi lo o con-eo
le Estado, que todo votou contra, leu no di era ambas as casas do parlamento o decreto di
o vendo as (orles, e os pares de eleico, sendo
novamente convocadas as corles para 19 de Ab i .
A oppnsico progres-iista dividu-ae oas sua
pivcia^es a este acto inslito.
Uns laxara u de rematado erro poltico o pre
ferir o governo a dissolugo ao adiamanto.
Uui.'- julgarara lag o esie expediente; por
quanlo oe.u o governo poda, guvernar cora urna
maio a adversa, era a perraauencia do parla-
mento aberto era cousenta lea com os cuidado*
e.-iu lo e atteocao que Ihe cumpre dar aos neg
cios externos, e reorgamsaoio da defezado p..iz
anida que ha motivos sobejos para euppor que
essa Iiberiaco das exigencias parlamentare-'
sen mais utilisada era mactiinar o seu triumpho
eleiu.ral. do que no estaio da serie de me tidas
que urgente adup'ar no s nudo em que a opi
ua i pubnca se tem pronuuciado ltimamente.
Couservar o governo as cortes abertas. sem
naio ia estar expwto a per^untas indiscreta-
sobre o Mivflicto angto portuguez. pergantas a
que a boa diplomacia e as altas conveniencias
polticas Ine nao pernuttiriam responder, seria
perder lempo Assira prefeno o guv-THO tomar
todas aa responsanilidades da gravissima sita
gao que Ihe creou o proceditnento da Inulaterri.
.irescn ir da cooperago parlamentar e deixar-
se de (cedes luo^ioriunas >ara o momento
actual.
E' assira que a ira prensa ministerial, .explica a
deliberayo tomada.
O cooselbo de Estaio foi convocaao com urna
hora apenas de antecedencia. Niuguom espe
rava qne as corles nao fosseni adiadas.
Viuda una fazer o que fez com a completa aonoeucm do so
berano e contra o voto do consetno- de Estado.
As declar.ices do- chele- das raaionas parla
uieniai es, de opp- Sicaj expec'.anie, cifravam Se
em pruineller ao governo os ios conslitu
cionaes > de que carecesse.
Ora. em tigua em parlamentar esta exp-es-
so significa apenas que a ppoai&iu votara
a le i de meuts quau-lo fo-se trazida as camara.-
ielo governo, u teilmonte se o ippoio uo tos
m.iis ionge do que isso, 6 claro que o concurso
uas cmaras era illusurio para o overuo. Ma
foi como se vai.vr
Autc hontem noile reuoirara-se no ceatru
progresista as anugas raa.orias das duas casa-i
Jo p.irlarneuio. A reun o estove multo.ooocor
rula, e Iji pre-idila pura Sr. Uirquuz de Po
orajes, servimio de sefelariofi os S.-s. Almeda r
tirito e Jos Hara AlpeiuL
Fa l a rain os Srs Jas Luciano de Castra, Luu
J i <: li-.i-. Carlos L l.o de Av ala, Al ve- da F ni
oca. Eivmo de Urilu, Francisco iieiro e Paula
Cauella.
O Sr. Jjg tiUCiano de Castro,chafe do partido
ex presidente do conselho do gabinete di-iu-s
-lonario, qualilicuu cora censara o proced ae o lo
la actual id nl-'t-no oaracum ,i c ouara- quan tu
razio neakuma justificaca a ditsoluco uo actual
uioiue no, que era grave, e quan jo as maiorias
de aiubas as casas oo parlamento se bailara de-
ciara lo ao lado do governo na qu^slao lateral
conal e prometas a vo'jr^t.idas as les de que
elle earecess- para gjveroar. Mostr j que o
govvrno p> ocedeudo a si:n, quan io no pau se
tinh^ raaii.e.-iddo ura movunento to geral e .i
eipoiaiieo de patnoejno. qu>t ceiiviua enea
iiiinliar e aproveit para desallronla uacional e
parj en.'-aii lea ji--io da patria, vera estabele-
cer agora una lucia eleitoral. que ten lena a
oeriuroar esse raovitieiiio. era que lodos devia-
ios esrar unido;.
partido pio;ressista n> pode, a seu viV
deixar de aceitar o repto e de loctar peranle a
urna.
Pedio a upiii.V) da assemhli, desejando que
e-u resolvesse se conviiia oomear-se uraa c.ora
inlssao que dirigase superiormente o- tranalhos
eleitorae- em todo o >>aiz. ou se seria preferivel
coiumetier se esse encargo ^coioraissao execu
tiva do partido progres.-i-t.i'a qoal -ggregase
a si aquelles o religionarios que enten lesrc con
veniente".
To ios os oradores manifestaram parecer igual
ao do S\ los Luiain de a-tro. com re^peira
a dissolucao das caimas, e necessidade de se
lu tar pelas candidatu as do pirtido
Ke olveu-se que a aire c;-o dos trabalho elei
loraes fleasse a cargo da cqrarai -lo partido ir ign ---'i. is termas do segundo
alvatre indicado peto ti"f' ') pitido.
O i-rto Popular e o Dta fazeiu sentir era t r
mo.-< en -r^i os os inco ive.neir.es g avissiinos de
ir lance n'c ta oc a lao o uainas rnalquereu-
at de urna cola tli-jtaral, que ja s diz com
lundamento ou seu c||h, ter sid a dissiJuco
iiiipo.-t.'. ao actual gabinete poitoguez, do que
dundo.
Aim nSo ha ministro da guerra eflvetivo.
on o Ih s anounciei na minha de 20, o ge-
neral Vasco Gucdes de Carvalbo Metiez s. gover
nad. r ge;ai di ludia desagradou ao exerc.to, e o
goveruo temen lo manifestacOes militares, que
parece estavam projectadas, apressoa-se a exp
neral o, a sea pedido
irapoeel fue ellas wjjaia, aorque aites d'eila*
havea-aieiflOeB adraiaiMRlsas, para reaovar ou
para eagmeotar os raavaroa das caoiarua am-
cipaea* das j natas guanas.
s patacos andaursaciaar no segrate pro-
blema.
Tendo sido diseolvida a psrte electiva da ca
mar dos pares, e sendo as actuaes corporactVs
administrativas, qne elegem os pares, chamados
de galo bronco, quasi todos progressista o go-
veruo precisa dissolver esus corpora(0.'s e fa-
zer eleger outras antes das eleigoHS polticas, ou
decretar em dictadura urna tet eleitoral do pa
riara.
De qual d'esses expedientes lancera mo?
O governo, observa o Dia, folha progressista
das mais autorisadas, pode cortar o no gordto
augmentando, simplesmente, por ura decreto
dictatorial, o numero los vogaee das rorpora-
coes ed ministran vas, e mandando tleger ira rae-
dia'.amente os noves vogaes.
E conclue :
* E' nestas manobra! de prestidigitador que o
governo pensa, quando o paiz je-preoecupa com
a honra da patria !
Partiu a 20, imite, para Rema no Sud express
o Sr. infante D. AfToiso. coqjm sen ajaia.tte de
ordene o Sr. D. A nonio Paratgj
S. A era nome da familia real, vae apres n-
tur os psames a fun lia real i tal ana pela orar-
te do duque de A esta.
O Sr. D Alfonso 6 portador de uraa grand-
cora do myosotis e botdat de rosa, coberla de
crene, com fitas azues e brancas.
N'uma a dedicatoria :
A son Altesse le Prioce Amade de Saroie,
Ouc d'AOsle.
N'outra:
Te raoignage de profonde affdion et d'arat
li de la fa'.ille royale poragaise
KoiD CaHos 1, Amli fl'O laos. MiriaPii
de Savoie et Brag rica. D- AlTonso Hiiriques.
S Alteza so regressa nos principios. Je Peve
reiro
Acha-se mnrto melrjor a Sra. D Mara Pa da
recabida que leve do ataque de influenza.
A serera exactas as infarmo^Je* qnn se
en ontram dispersas, nos joroaes estrang iros, o
novo ministerio portuguez. logo qu toraou co i
ila iio poder, dingn ao principe de BnaMJck
uro desjacho assignado por talos os mnistros,
pedindo-lne que. na qaalidade de prestd ni'* d i
conferencia de Berlim. tizesse respeiiar o artig i
12 do acto geral dessa confereucia. e ajuiass-
Portugal a convoc r um congresso interna .ioojI
,para ieso*ver a questocooeerneirte ao Chire e
a alaabona.
Accrescenta-se que alguns estadistas europeas
manifestaram ao raarquez de Salisbury nos ter
raes mais amnaveis, as appr lieaisoes que lOes
inspira o conflicto auglo portuguez, por julga
rera que a atiuratedo gevern.i britnico pe em
serios riscos a dyirrsna deBr*gangi
Qoanto as dispo-oees do gabinete de S Ji
rae-, diz se que ellerMCUStni dechrar qual ser
o seu molo de proceder, .se as potencias peil
rera un raimas a reuoiau de urai conferencia.
Lord SaUsbury sustenia, qu ., jdst Ponogai
ter-se subiaellilos as inlim ctj-s britannicos
nao ha motivo para reunir essa eonf-rejcta
Nao ad.nitte que houvesse i-w ciada, a itll
ma que na la obsta actualmente a que os d.ra -
governos diseara araigavelraente as questoes
relativas aos t-rritonos africanas era litigio.
O governo poruiguez. pjrai..no aceita esta
doutrraa e continua a pedir que o conflicto seja
sub neitido s po.encias.
O St andan parece confirrnar as inteocei de
oitiansigeociaqn- se aitribnera a lord Salisbu
y, dizendu que preciso, antes de tu lo que
i'o.-tugil se SJbtnetla p-oiptaraeutii.
con esta coudic* Ih sera restituida a
.uni-ade da Inglaterra.
Foi adiada para amaoiul 23, a grande reu
niao promovida pela impren-a de Lisboa, adra
d>- -e noraear ura comit que cent-alise os do
nativos que forera cousiiiuiudo a grande sub
senpeno nacional para a a -quisicao de meras
para a defe-a do p z.
Parece que pre-idir ao comicio, etn quo se
rio repreaentada*. totas as torcas 'HrasU na-
g io. bejj como .toda as ela-s-s e c irporages
dirigentes, o Sr. duie de Palmilla, ou o vice-
almirante, conseineiro Baptstade Andrade, leo-
do por secretarios os Srs. Autoaio Eunj e Tfio
raaz Ri tw-' o.
A enir~da no galo da Trinda-de t e pe-mil
le s pessoas que apresen'are ra a sua carta de
convite, para uo succeder c i no na reuniSo da
Associaco Co nmercial de Lisboa oa le inultos
socios ja nao poderara entrar.
#
ComoaminlM de 2> a ja extensissiraa, re
serve a resenta d-dalhada que tralla feito das
manifestages patriticas resultantes da indig
u cao gera pr iraov la pelo insulto que ees f z
o govein) ne Inglaterra.
Eil a a seguir, bera coaMae notas que timia
tomado dos tupicosmais .mporta ites com respei-
to a subscripto naci nal e ao atfastamento una
mm" de todas as nosas relaces- mercantis oa
ra '-rao pe-sojes c rn os subdito- inglezes.
A'crescente'-lhes os fictos oecorndus desde o
da 20. Tanto que as lolhas da tarde de domin
go, 12 do correte, a uninciaram a brutaliduile
lo mar juvz de Sakabnrf para cora o goverm
de Portugal urna mtiswriptivel efTrtfves.'encia
coraeou a manifestar-se na po.iuiac io de Lis
lJa^
Um grupo sahiu inpois das 8 horas da noite
do caf Vlartinno. e ao qual se foi eggregando
uina iBUliidaoenormHsiina perc jrreu iias ras
e rayas das raais vqU'.'Bta las da tapital dan
do vtvae.a patna, a Seraa Pinto, a honra naci
nal e morras a Jnglaierra.
Passando pela 'ua das Flores, onde est o
'Onsulaeo brrtannico, reperain e os viv ,8 e
no- as. L-rabrar.i n se entfto alguna particares
i ap.-nr o escudo las armas renes mgzea.iB
o,u- nciinv* a varan*do cumaUde.
L' d ni yr i. tespanhol, aexniado per gente do
pavo, trepau a laneila e >ieeratM as aranas-tn
g| -zas. exactamente eotno se lizera en' Mdn i
por oecasio do coufl oto nispaoo-alleao occa-
sionade pela pendencia retalrva ao arcnypelago
das Cureiioa*.
Alou se uraa corda ao escu lo inglez e l o
fiirazn axraslnndo p-Us podras da cale ida, at
qoo anoar>iceu a polica que tomoacona delle,
i i/.'':i i i alguraas prisdes.
A maca dos manifesiantes seaura para o thea
tro de S. Carlos, onde inultos irroinperam na
piaiea, dan,io vivas a pediado eraaltaa vuzes o
invadido pelos manifestantes, rasgando o cartaz
era qaeappareca o noia do clowi..Tony Gn-
eaaata contract) a eraprosa se vio obligada a
esceajlir por ser ingle, apaar de o ler .ineul
Pallase agora Da candidatura do coronel Tneo
ionio Corneiio da Silva para ministro da guerra.
CUeadaot alguns jornaa qna>as-teciKi poli
ticas <nreirou
Outraa entoadem qaa se rao no ffraale laVcoafcadaanmo norte-a:ne'ieano.
*ara na tarde na podem lear. Ms cedo, Naexecjco de vares nmeros daesoeetacu-
W Coi pateado tudo que recordav daosa e ira-
aalfeaa wglezes, lenda o resuc tea* arnstas
qaea-retirar para uao esoaadalisarem coma
sua -presenc i o publican
PaM dos mauifesUatas fd/aatao centro rege-
nenadar na roa do L watts, esauma da roa do
Norte, victoriaram aquelle partido, assomando
auraajanella" o Sr. cooselielro Manoel de As
sumpcao, que orou com grande eloquencia e
verbasidade, oo sentido patritico, e de que a
bandeira nacional nao deve ser jamis abatida
era enrolada fnebremente emquanto as veas
diara affluencia de socios eflctivos e corres-'
pondeotes.
Assistio sessao o Sr. Lornig ministro dos
Estados-Unidos nesia corte, cuja entrada na sala
foi saudada com urna larga e calorosa salva de
palmas.
O Ilustre diplmela foi convidado a sentarse
dir.-iia do presidente, que pssou a ex por elo
qu ratera-rale as iiianifesiac-"8 de syrapatnia re
cebidas pela Sociedade nesta coDJunctora, e
apresentou em seguida a mensgen qne a
mesa enteodea d -ver lavar em pr-senea dos
com vivo entbusiasmo a eeguinte meosagem te-
legraphica dirigida ao ministro da guerra :
O conflicto levantada entre o nosso pas e a
Ing'aterra parece que nSn se resolveu pacifica-
mente. A academia de Coimhra. que at aqui
se conservou silenciosa, para nao complicar as
negoci;:gOes diplomticas, ante as ultimas noti-
; cas receidas, levanta se indignada para pro-
testar '.ontra a viol cao dos direitos das nacoes,
e al para se armar contra a invaso do estran-
geiro.
. ------1--------------------------------------------- fiui/iivji/j \At iratuu, 0 ii.iiuira.uu uu tutu iouiJ>
dos portuguezes pulsar aiuelle sangue graproso vezes e por vanas maneiras formlalo pila So
ver laarar em presenta aos: A Inglaterra nao conquistar as nossas Co-
acrantecimeotos que emocionara o pa z. I |onias. a [ny|alerra nao pisar a trra sgrale
Beferindo se s resolufies ,i antenorraenie rta n0lisa pa,riil. A> oravura d exercito,
alopiadas, e ao protesto que a Seciedade a que a Inglaterra de certo nao ^equeceu, quere-
public m, essa mensagera diz que umbem se mM ll< jaijlar 0 l>l0 d0 nosso uainoiismo de
deve depor opportunamente, parante os poderes | e!|U,|aDtes. Somos poneos, mas somos no vos
puolicos da uacao, a renovayo do voto tantas
que operou maravilhas de heroicidade oo Orien-
te e nos Iittoraes africanos.
Urna e muitas salvas de applausos cobriram
as ardentes palavras do Ilustre tribuno parla-
mentar.
Cerca das 7 horas da noite de 15 do cor-
rente (terga-feira). ura grupo de e.-rad ,otes. na
sua raaior parte sargentos aspirantes e aspiran-
tes de marinna, sabiram da A-sociaca i Acadmi-
ca, e dirigiram-se praca de Luiz de CaraOes.
Os mais enthusiastas collocarara urnas escadas
de servico da illurainaco qne a li esiavam de
encontr ao pedestal do raooura -n'o d" CiruOes
ciedade durante o* quatorze annos da sua viaa
de persistente trabalbo, propaganda e coosult ,
de que urna remodelaco da poln-a e da admi-
nislraco colonial, imprimiodo a urna e a outra
um movimento disciplinado e pratico. se ajusie
friamenie em todos os seus termos s necessi-
dades e circumstancias do tempo. e aos inte
resses e tradiges da economa, da seguraoga e
do po n porvlr da nagit.
Eltermina Petos seguintea votos :
! *- De prora ida e calorosa coogratulago
pelas raanifestagOes re-indicativas da cohe-o
e da liberdade uacioaal; 2 De alto agradec-
raento e louvor aos nossos consocras Neves
e cobriram cora urna gran le facha de crep as
ataja de todas as estatuas que circumdam oJFerreira^ Serpa Pinto, Paiva'de'Andrada, Aolo"
pedestal, e as armas portuguezas que encimara j ni0 Mina Carduzo, Vctor Cordoo o Alvaro
Q0> Cl arraore Cistelle-, pelos novos e relevantes servico*
prestadas scieocia, lia rnula Jj e patria e
ura unpresso com os seguioles dizeres
Estes creps, que euvolvera a alma da pa-
tria, sao entregues ao respeito e guarda do po
vo, di mocidade acadmica, do exercito e da
armada ni.ional. Qt ra os arrancar, ou man-
dar arrancar, o ultimo dos cobardes ven Jilo
Inglaterra.
litepassou-s-s sem :i ntervenc/io da polica
Pouco oVpois, ama forca da guarda municipal
ip ja reara napngi. e cerea o raooura rato ; a
rnassa de i ovo, que e-a enjrme, reeuou silen-
ci na e .iervoa-se a corta listan 'aa.
A'frenl;dos Banifestantes 11 o Sr Dr. Eduar
do de Abreu, que- foi qoem ajudon a collocaf os
creps.
Na quarta-l'-ir i p osegn rara as man fusta
g6 leraento d nordeiro q'ie apraveita
va o en di mostea deuraaioj, de fazendas por baixo
da re laceo da Noeidades. O vidro val.Ta uns
834 fortes. Nisto a poncia puxou dos terrados
cirreu cora a multidao, fen ido muios indivi
luos a leva i lo rautissnnos pira os calabo igo >
do govwnoeivrt.
Coraecaram no dia segante as recepcOes dos
esluiaotes de Lisooa s lipataces a id*micas
de Goirabra. visitas a diversas red icc s. vivas
*. morras, conser-ando a cidale n'ura es.ado d-i
agiga penoanenie, aderanto dusiisor.is
pi^eetes dos jo rtes doto los oh raaiiaes poli-
tbras. que -e yjmrnendava n raen n gritara e
raii> effijacw na senchidedi desaffonu.
N'outro lugar lhes darei idea das reolugo'S
tomadas
- Realisouse no dia 20, pelas 8 horas da
noite. a reunio da Associagar Cora raer ral de
Lisboa. pResiiin lo a o Sr. Ttfeodoro Forrerra
luto Bastos,
i p>*qieiia sala estava compl-'tameotrt ceia ;
fura iVararn'rauto*'socios, que nao consegu
ra n encontrar lugir.
Fallaram. alfn do Sr. presidente, qu- expoz
0 fl n da rennio, e disse qne a direceo e-tava
1 accorda co n a opraio pol)li''.a, o S.*s. los
fulio R ilngoes. R>dngues ue Lemos, conde de
tiorn.-y L-ite flibeiro, Antonio Siaterro SimOts
lie A l"ida, Marcellmo Castoflheira, e Mello e
Sauz a
Quasi todos os oradoris foram accordes em
que o movimento de quebra de relagoes com-
raerciae ca a Inglaterra deve >er dirigido
cou pro leuciu,. pirasq e a arma qu queremos
era pregar castra os inglezes, seni voiie coo*
tra no*, liravrf, purera, a>guias notas discor
iantes desta npiaa > quasi ireral
Por prop.jeta dos Srs. Siuies de Almeida e
Jos Julio Rodrigue-, constituio-se orna com-
raiss encarregada de reeeber todos os alv
tres qne Ihp sejam apresentados. deliberar so-
bre elles, e dar conta d seus lrabalbos com-
brevidade. Ficou cora posta, alm dadireoco.
tos Ssa : Aaonio Sinterno, conde de llurnay.
Juaquia Augusto loa Sanios, RodrigueadeSoa-
sa, Snnes de Almeda, Guidierrae p'assos ]osta,
Luiz Quaresma Val do Rio, Antonio,Cantoso de
Oliveira, Alfredo de Bo, L>na Drogo da Silva,
Jos G egorio Fernaodes. Luiz Eugenio Leito,
laooel Jo.iquuu Alves Itiniz Miituel Julio dos
S ratos, Julio Jos Pires Alfredo. Mendes da Sil-
Vi Jos Julio Rodriguos, Joaquina Diat Fer-
reira.
uyinao nacional, nii*a orebestra nioloirau.
./all taren ao Colys-u dos llocreios. oud
rauta gente entrou para dar vivas e brados de
ludigoaco crat a a Inglaterra.
D-.fronte di Soci'-dade de G-Ographia ua ra
Cup-llj, igua.-s raaulesiac -s, appreceodo a
;ra i j mella da Sociedade o Sr. Lucan > Cor lei-
ro secreiario pe potuo. qne orou sendo niuiiu
applaudido.
a injiiidio levava a banrleiri na.:ionil e an-
u foi a varias iheatros.
Na caininho foi aggredido um iuglez que ret
Ira dando morras a Pirtugal. e parece que nao
foi so este sub lito brlannico qurtn a turba
dos manifestantes iucoiuraodou.
E'preciso notar que a raaiiif^staca, de prl
neiro era conposia de gente culta, estudanies.
aspirantes de raarinlia e do exerc to et.;., m>s
cuno se ibes fossem agg eg.ra io eletuiratos sub
v.-rsivo e da escoria das cracruzilti olas, a polica
i lerveio eora energa para evitar disturbios e
aggres Oes que poderiaB cus ar nos mais hu
milbag -s, como a das arra s ioul.v.a- arrasia
ia- pelas ras, de que as autoridades portugue
/..is icein que dar uraa Satisfagan ao goveroo in-
gl z, apesar ter-ra preadido c raetdo em
pro :esso, como ocursos era ciine de sedifilo,
a iii.it is individuos que luraultuavara n'aqn. lies
ino lenlos de del rio.
K-quecia-rae dizer qu' a ca-a e jau 'Uas do S .
lia ros Gjraes, o miuis ro dos negocios eatran
ireirus do gabinete pr igressi>li, forara apedie
j! las pj,-alguns dscolos, b-ra com as viera-
gas Ca re lacgo do Noeidades, na roa Ganett,
du Daro Popular, u i largo de S. Roque, e d'alli
for.nn ra F irmosa d ir vitas redaego d>
Secuto, apparacendoura dos redactores d'aqueile
jornal republicano jira lia, exortaodo o p >vi
prudencia e ordf ra d tarad Ibes que se nS >
traiava de uraa questo interna de partidos,
mas de om aggravo nacional qne a todos os
partidos portuguezes tinha por igual oflendido.
Na segunda eir (13) repetirara se as man
f>-stag& s da vespera, predominando n'ellas o
elemento acadmico. O colyseu foi outra vez
Foi votada a segrate raogao :
( A Associago Coramercial de Lisboa, como
leg'tiu repreeeniante dos interesses nercantis
testa (iraca :
L .ni rataiido que, contra os diclamea da ci-
vtlisago mais bnlnaole que o mundo tem vis
to. quemos de direiio tenliam de ser resol vidas
pela larga, existindo, altas ineius ellicazes de
-e-era paalicaioaraie resol vidas, cora proveito
reciproco para todos qus tiligam ;
Coneideraaio que oestes casos o emprego
da torga, sempre iu.iefeiiiav.il entre indivadnos.
0 mu to rn ns entre os grandes agrupameaios
de" individuos que se chamara nages, pelas
desastrosas consequencias que d'alii reaailam
para o bem geral da tuimanidade ;
Considerando .que as nagOes iracas nao de
V.'ra ser mets respailadas oes sena direitos,
morraente quando pelos seus actos do passado
e do re-eute ellas dejnonstrara ;om evidencia
os niaiows esforgos sempre empregidos para o
d ama aesito da civilii-agio da buuianidade ;
A as sol agio, era presenga da affroota que
a patria acaba de soffrer d uraa nago pode-osa,
..ir o.-itx tanta mais para sentir, pela injustiga
da cauta que a piovojou. e pelo estreitaraento e
aiisades das relagoes polticas e coesmerciaes
qiie de*iea*HJe*-existan entre Portugal.e a.
1 -ja latera : a assLCiago, acofflpiaiihando a voz
unnime da-patria, justaineaie indignada, acora-.
pjinhandoo8 esforcjs alevantados felUis por par-
te do go 'eruo portuguez para a terraraagio pa
ii 'a e reciorocaraeiite lionrosa do inciden to
africano, alliriau co n todas as suas torgas o sen
nais solemne protesto c aira a Pialen aa que
ainglaterra acaba de pralicar para com Por-
tugal.
E. como as salutares relago js commerdaes
entre as nag -s, que sao urna parte iraaorUnte
da creaban e do iieeeovolvimento da- sua noneza
mal podefli comprebender-se entre nacoes que
se des res pe tara m .-cus sentimentos un s me
llndrosos, a assacugo igualmeaUs protesto que
o commercio portuguez corresponder ao acto
ofensivo da Inglaterra, limitando quanto caiba
era sua forcas as relago:s mercanus que com
aqii.'lie p-nz" "Ulretiuba, quaesquer que sejrm os
p.ejuizos d'ahi result ntes p rque todos sao
menores do que a perda da dignidade nacional
to altamente oueniida.
A sesso terminou depois das 11 boras e meta
da nuite,
Quando se abri a correspondencia, foi lida
ura oflicij firmado por 121 subditos inglezes,
b-ra assira aos benemritos capitjs m >res,
ofli iaes e proprietarios da.provincia d Morara
biqu que dedicadaueote os lera auxiliado ;
3o oifeslag's de cotifianca. de appl raso e le esti
I mulo pub'ico e particular, que a Sociedade lera
i ultim iraente recebido
A i-,tura de-1.' do umento foi caloro a e un-
nimemente applaudida.
A proposta do Sr. Milplrn Guerreiro, para que
Portugal reiira-se os seus represen tintes da
conferencia de B imillas, foi retirada p no seu
autor depois de laiorosa discosso-
preseelairra-s-'ua mesa varias proponas so
brea u ibajera da uova ra .e la de ouro, sobre
a abohcao da moeda ingle/, i, sobre imposto es
peaal de residencia para os inglezes esiabaleet
los ua metropele, sobre mt-rdicca do d- raic
lio de ingleses uas provincias ultramari-
nas, etc.
Na ordem da noile fii approvado que a socie
ade represente aes governos sohciundo
a) O eslabe eeira>nio de MMiraS de nave
gagu regalares, por nxio de barcos apropna
do*, entn- a liarla prineipal do Zambese e o co
rneea das iinaWKi> Quebra Bis a ; e entre o
terminas deotas caclmeiras e a vida do'Zu bo
pu menos ;
O) A abertura i\s urna estr.Aduo.nl conlicO-s
de peruii lir traniito fcil au longo das reterklas
cai*oeiras ;
c) A construegao de Iranus lelegraprucas,
ligando Qui'ituan* lago Nyassa, Tete. Zu'iibo.
Ma lica, Ue.ra, Sofa^a, Iunambiue e Lo arengo
Marques
-. d) Qu- se mande preoedee aa tsmdo das
lindas f. rreas. de pt-neinago de li,h i.ub..ae
froniHi+a de Zoutpam*em iTran-vaali; da Re
r. a uta'.ponto canveineateiaenti es.raih'do no
alto Sauhau. e nos vallan do Chire e-do Zuube-
v. e se proraova a tonuacio de empresas uacao-
naes a que possam ser cojcediilas estas vas-
frrea;
et Que se mide eora o mxime desvelo de
premovr a emigr^g) de gente portuguvza para
os logares jaoccnpa ios da provincia d- Mogara-
bique. siraados entre o Zimbeze e Luurengo
Marqu-s
f) Q ie se man le reconhecer lugares no ler
ritorit de Mashona e n > dislricto de IchambaiiR.
profiri para a installaglo de colonias constitu
das p ir enropcjs.
i t Que iguaNmente se reprsenle ao gover-
no, ped ral i :
a) A reaecupagao immediata le um lugar
bem e*tolhido as tnargens do Inbampura.;
b) preza para a navegi>c2o regular das vas nave
gaveis do dtstriwo de Loureugo Marques ,
c} Que se proraova aconstrueco "o cami-
no deMussirte, que estados precedentes reconhece
run ser pratica e opporlunamente realisavel:
d) Qu.' se ponhara era pratica, urgente
mente, os oieios qae permittam o rpido desen
volrimenio em Lourenc Marques da populaco
e dos ioteresces portuguezes.
Fallaram varios oradores, sobre a proposta.
OSr. Sebastie Center o apresentou esta oulra
para ser enriada ao governo :
1.' Col raisacio de Cabo Verde, Mossamedes
e Lourengo Marques.
2. Reorginisaciio das forcas oltramarinas,
de modo a constnuirera em cada regro (disiri-
cto ira Mto} nucivo importante de defen ;
3." Coiloccao de artilharia im Luurengo
Marques e S. Vicente, pelo menos ;
a 4. Creaco de escolas de alumnos mari
nheiros em S. Vicrnte e Loanda.
Fallac tn diversos socios, come os Srs. Sarrea
Prados, Carlos de Mello e Francisco Lencasire.
e approvou se urna proposta do Sr. Ma hado
para que Fe exarasse na acta um voto de profnn
do senilmente pelo brutal proceder da logia
trra.
Ao levantara sesso, romperam vivas enthu
siasticos patria. Eram li horas da noite.
Por alguns das durou a agnacao patritica no
Porto e nao.se pode anda dizertjue esteja sere-
nada Organisou se lo.o na classe acadmica
ura bando preearano para solicitar donativos
para a defeza nacional. Sabio no dia 15 e ^e
guiles. Era o bando eompos'o de numerosis
simos estudantes e segu do de bastante povo
Andn percorrendo as ras da cidade, ^epois de
te tertm dirigido cmara municipal, governo
civil, qoariel general e pago episcopal.
A corami8so bi recebida pelo Revd Torqua-
to ni aasencia do cardeal D. raer co, aflSr-
nrando a coinniisso que po lia contar com o do
nativo de sua emineoria. No bando, pveceoido
pelos edu andos da officina de S. Jos, tocando
o hyrano nacional, seguia desfraldada a bandei
n portugueza ; aps ella os estandartes da es-
cola med-ca, academia polytechoica e lyceo. O
Rvvd. MnMUQ de Vasconcelos ia no toando,
preealorio acempanbando os seusieducandos e
os estudantes sonando vivas a Portugal, S'Tpu
Ptnlo, e grtlos contra a Inglaterra, correspond
dos pb/eaeticaraente pela multido e por alguns
cavalieirose seoboras, que assistiam uas janei>
las a passagem do bando.
A' noite, ro theatro oe S. Joo honve DaMHM
tacoes patriticas, pedindo o publieo o hyrano
nacional, qne toi ouvido de pe. Calonsassau
dag'-s a Portugal e a Serpa Pinto.
Sena incomjativel cera o espade de que pos
so dispr nej-ta olha, mencionar Ihos as expo
toes de indignaco com que a nobcia lo ul4raie
que a naeo re-rleu da arrogancia interesserra
.lo governe inglez, foi recebida em quasi todat-
as localidades da provincias.
a' falta de ontros meios de desafronta as la-
boletos annunciando os paqu tes da Mal Real
lamentando o conflicto aberto entre o seu paiz a Jngleza foram desprega las dos locaes onde es-
es exportas O povo em maesa pereorrta as
Portugal.
Dorante a sesaao entraras) na sala duas de
potages : uina da Associago Operara e outra
0 Athcneu Comraercial, que apresenteram raen-
sage is.
F. rara recebidas cnin rauitas palmas.
E-tas depuiaciies foram acompauha las a ao
Te reiro do_ Pago por cerec de 2.0O p-ssoas,
que es.iveram a ptitu da Associugo d .uda pal
llliS.
Porara depo's das 6 horas da tarde des*e
da pranirara -e era Alcntara os operarios ma-
lili staait-sj, e depoi oe proferido alguns dis-
cursos, patriticos, dirigirara se cora a bandi-i
ra poriugueza Ireuie, ao larga das Cortes*
onde nuiui rosos collegas que os esperavam,
os s,;ii!:iram com palmas, se encorporarara
no grupo.
S -rapre na melhor ordem. fazendo manifes
tages syinpalbicas a diversas asso raigo'S, esta-
neleciajenios e individu-didatles, os operaiios
senuirran s u caraioiio r.t aa largo do '"elouri
filio, 0. de se Ibes aggre^ou mais gente, e d'ahi
para a Asso. iago Cominercial a-porta da qual
h W ive calorosos viv s.
U a coraraisso delegada do grupo sabio a
entregar a mensagera, depois do que os mani-
festantes re tira rara ua mearas ordem.
tav,
ras soiando vivas a Portugal e muras a nula
trra. Houve discursos patriticos enibusiasti-
camente victoriados. O pensamenio fixo da
desfora contra femelhante perlidia era un-
nime.
Riudo a ci lonia hespanhola I resolv u enviar urna manifesiagiio ao parlameo
itoconiiaabrLtlidde da 1 iglaterra. e que fe
; represente ao governo h<-spauhul para prestar o
auxilio possivel ao governo po'tuguez no con-
' flicto con a Inglaterra, e W, se a queslo nao
fd' resol vida araigavelinente, o governo tu spa
i nliol piraha a disposigao de Portugal a sua -a-
quadra: a, no caso do gove no a'aiuelle paiz
nao a. cedrr, urna cmrnissao da colonia beapa
pIi la esluda o.- ice.os de orgu.msa: u.n balalho
i de vola itarios peninstdaret.
A colonia hesoanhola resolvi taniliem parti-
cipar a- su.iS rcsnhigO-s w governo pnrtuuuez,
caso ^eja nece:-s-ino. e langou na acia ura volf
de luuvur rapren.-a do Pm io.
ontinuarara nos da- 20 e 21 as raanif-s-
t.;Oes de protesto contra o proeednneoio do go-
I verno inglez ern o uos-o paiz
Foi imponente a roaraifestacao dos estudan-
I tes da Universidade de Cuimbra a prop sito o
rruoio vericou ae no
nao temos armas, mai temos coragera. Os es-
tudantes d-'.sia Universidade, que se uniram
para defender a liberdaae era 1834. nao cruza-
rao os bracos, vendo boje imeacada a integri-
dade oacioual. A academia de Coiraora, por-
tanto. tem a non^a de comrannicar a V. Exc.
que est prorapta para formar ura balalbo de
voluntarios, acadmicos, prompto para d -fender
a sua patria, para lutar, para vencer, ou para
morrer I
Terminada a reun o, toda a academia percor-
reu as pincipaes ras da cidade, levando has-
teada a bandeira nacional, e lev.nt-indo vivas
inicgndade da patria, ao major Serpa Pinto, ao
exercito, marrana, s colonias, ao batalho
acadmico, etc., e gritos contra a Inlaterra e
contra os piratos-
A a-adeinia saudnu o regiment de infantaria
23 a Associaco Couniec-al, o municipio da
Coi obra, e o monumento a CaraOes.
Durante o percuroo foi queimada a bandeira
inglez a-
Exp-diram extensos telegratnmas, nililicando
a sua firme e palrictica attitude s Associages
Acadmicas de Lisboa e Porto, e a varios jor-
naes do paz.
Alguns estudantes pruferiram em dil rentes
punios da cidade eloquenles discursos, sendo
mullo victoriados.
AspjanifesiagOes 3'idemicasteem Con'inuado.
Coasta que a academia lenciona coiiiraunicar
o seu protesto s universidades estrangeuas.
o dia 13 tornou a reunir por duas vezes
a acade ura de Coimbra era assembla gral O
conselho da Associago Acadmica reu io tam-
Oera. approvando as -egurates propostas :
1" Que o conselho da A-so i. gio Acadmica,
secuidado pelo apiio da academia, tr ie de or-
ganisar a liga patritica entie os estaantes
portugueses. deuomiuada : L ga dos estudantes
porlugnezes ;
2- Que se envipm telegrammas iraprensa
frau& za, hespanhola e i hliaua, raanifesiando a
nos-a adinirago e reconlieci nenio pele defeza
cah rosa e justa, que teem feito aos nossos di-
reiti-s. n i questo ungi lusitana :
3." Q e se fchciieiii os co murciantes de
Lisnoa qoe suspenderam as relag s oraraer-
ciaes en Inglateira. enviando, para isso, tele-
gramma a A-somagao C iniuercial de Lisboa;
4" Que -e p-ga as niver-as associages cora-
im remes qne -e congreguen] paia formar urna
ii-o coramercial a li-urnaamca. com o intuito
de corlin-m tudas as relagoes coraraercues com
i Inglaterra.
Na ass^mb ea geral da Associaco Com-
mer'-i .1 de Coi obra foram ton adas as seguintes
res dugeVs :
!.* O praltst; contra o insulto brilannico en-
viarte s ussori..o>s crame'ciae? do paiz e de
esiisngeiro. menos -s da Inglaterra, rogando
aquellas os seus bons ollicios a nosso favor jun-
to dos respectivos governos.
2.a Adhi-nr ao movimento iniciado em Lisboa
para a extineco das relagoes commerci i-s cora
a Inglaterra.
3" Abrir urna subscripgao enire os cimmcr-
ciantes de Coimbra. para a compra de uraa me-
dalha de ouro. tendo a edigie do m jor Serpa
Pillo e a rascripcia*: liuuienagem do com-
inercia de. tomba. U328 que ser offerecida
ao Ilustre explorador era sesso solemne.
4." Consignar na acia vetus de louvor aos
mi roeran ees qu* suspenderam as r>uae rela-
g s eora a lugliiterra ; aos estudantes da uni
versidade e do paiz ; Sociedade deGeographia
de Lisboa ; e iraprensa portugutza e estran-
geira, que se leem raanifestodo a favor de Por-
tnuaL
A -i-seiTihl a resolveu mais olciar no ministro
dos Estadi-s Un -ios em Lisboa, manifestando Ine
o vivo ern peono de estobelecer reacOes co iimer-
ciaes e de anusade entre Portugal e aquelle.paiz.
N'uma casa da ra Vivienne. em Paris,
reu ii i rara se a 17 do correara, bastantes por tu-
i-ueze8 para protestar contra o procedimento da
Inglaterra.
Presidio reunio o Sr. Alves da Veiga, an-
ligo deputado, tendo ao seu lado na mesa os
Srs. Rnir Zorrilla e Carvalho.
O Sr. Alves da Veiga prononciou um discurse
diaendo qoe ninguera tem o direito de diminnir
o patnraoiiio da gloria nacional, cantado por Ca-
rnees ; atacou depots com violencia a Inglaterra ;
exhorta os seas compatriotas a recordaren), se
de exemplo io povo suisso lratando contra a
Austria, e concluio no* meio de grande enthu-
siasao. agradecenco imprensa franceza o de-
fenderos direitos de Portugal-
O Sr. Marian.ioPina fallou tambem no mesmo
seetidu de patriotismo e recooheciraento.
O St. Ruiz Zornlla declarou que bastava ser
hoinrrn de bem para reprovar a piratera da In
glaierr.
A reoniao votou por fim urna mogao condem-
nando a acgada Inglaterra cora respeito a Por-
tugal.
O Imparcwl de Madrid continua dedrande
columnas a Portugal, nssa poltica interna, e
s mirnifesiages de protesto, que aqui se levan
tam de toda a parte, como uina affirinagao nobre
e Renr-iea de patriotismo e drgnidade nacicial-
Alm d' sto. itK-ere um telegramma de Grana-
da eora o titulo : A faior de Portugal, c que
d iz :
Os estud rales desta nntversidadeacabara de
celebrar uraa reuniao, era que trataram do^on-
fiictoaoglo porlu oes.
Foram pronunciados enloskisti--es clpr.ijw-
sos. Leu se. e approvou se urna efequerjtB de-
ctaxacao de adliesao aos esluuntes pori^ueze.
Tatuiiem se corahioou convidar as otilras
universidades bespauhalas para que adhiram ao
inovmiento de sympatbia iniciado a favor de
Portugal.
A reuniao. que esteve raudo conrorrida, ve-
rihcou ze no local do Foraento das Artes.
Os empreado- e operari. s da Regre. ve
concorrer para a subscripcao nacional. Calcula-
se que este donativo ascenda a uns seis cornos
de ris.
Os empr. gados da nscalisago dos cami-
naos de ferro do norte e leste, c do oste, vae
espon anamen -e ceder um dia dos seus ordena-
dos a lavor da grande sunscnpco nuoiopal,
i io'; ovido por um grupo de jornalistas badias-
O *r duque de Palraella resolven p6r
disposico da coramis-o que se formara, o ren-
d i,, n 'j de um anuo de sua casa 1
E o segundo acto nobre e respeitavel desta
Hdulgo coja alma de mannheiro dispertov dian-
le da ffronia ingieza.
Grande e alevaotado o seu procedimemo, que
vai ser imitado, llianga se, pelo Sr. onde de
Plirto Cvo e pelo Sr. duque de Cadaval.
O rendimeuiode um auno urna dadiva de
peso e um sacriGcio, que evidet-cia o santa
amor, da pairia. que existe tm coragoe de por-
tuguezes .
Diz se que o Sr. conde deFranga. que na
16 anro- tem reluges coramerciaes cora urna
importante Cas- de Londres, vai por disposi-
go du grande omtjfl, que 6a formar, 16 conloa
por cada um dos anuos em que mariieve essae
relagoes.
Na cmara dos depuiados, o Sr. Casal Ri-
beiro disse algumus palavras sensatas e cloqua-
les oara funda mentar o odio ao inglez, e fez a se-
grale pronos* :
. Pnponho qu? a cantara dos Srs. deputadoa
sub-'creva com ura ou mais das do seo suisidie
i favor da grande sobserJpjgae nacional para a
di f r de paiz .
Esta propor-to foi pprovada por ac.clamago..
insta a Gazda de t'ortngol que os Srs. Joa-
quina Cerqii'dra Benedictino e conde deM-dhosi-
liras, P' rtagoezes remiden les no Biazil telecrt-
pharaiu ao Sr.pri'.siden'e do ctmselno offcie-
ceudo Ihe quamias valiosas para auxilio dos ar-
mamentos de Portugal
E' ne crer qne muitos outro? dos nossos bene-
mritos rampatrtot s residentes nos Estados
Unidos do Brasil e era ouiros pontos do globo,
Sob a presidencia do Sr. conselheir i Fran
cisco Mana da Cunbi. reuni nessa noite tam-i tes e vehementes de patriotismo A acadi-mia
bem a Sociedade de Geograpbia, com extraor- toda unida no mesmo pensamento, approvou



* ^
. i


i-
conflicto angJo loso. AJJ^JrhDri?n leenhai patritica mente em auxilio da nago d.
tbeafo de D. Lau. naveono da i qu jamis se t*m esquecido no sen *..*.
exilio.
vortmiario

\


Diario de PernawibucoDomingo 9 de Fevereir de 1890
3




j
-


. .*

i







-






Nao cabe nos limites desta carta especialisar
lodos quantos donativos esto proraettidos, e se
esperara obter para a grande obra patritica da
reorganizado sos tneios de defeza.
Portugal como que anda va sendo adormenta
do ha muitas iieteuas de anuos pelas sereas bu-
rocrtica- e pelos polticos de caboiagera cu-
jo lemraa era a epatada, e mu-tas vezes ficticia
doutrma das evononvns. Faca se jusiica me
mora de Footes Pereira de Mello, que foi esse
estadista o primeiroque. nos tnoderuos tempos,
mostroa coioprehenler que Portugal nao poda
Icar-se oesse atraso deploravel no convivio-das
aces europeas, e tratou, quanto Ihe foi posst-
yel, dentro das forcas orcaraeniaes e do aca-
mhamento das iniciativas parlamentares de pro
novtr a compra de ar menlos modernos para
as tropas, alguraasdezenas.d" Krupps para a nos-
sa artillier.u de campa ih i; uiu our.igido sendo
de p imei:a, au uieno de secunda classe, e va
rita cauiuneiras. crvelas e to pjdeiros As si
tuafies que se ihe seg orara ato pararara de to
o nesse inovimento de defeza mas nao se po-
da camitiliir Je.-.ao.Mdatnenle.
Foi preciso que a prepot n ia ingleza nos fi-
zesse a mxima injuria, calcando aos ps o di
re;'j e a fe djs tratados, para que o espirito pu
Mico su; >.-- ,te paiz c.om o mais patritico
impulso, aliui de que seja dotada a nacao com
es raeos de defeza indispensaveis, por molo que
taes. iusultos de futuro se nao possam impune
mate repetir, e qu as n >ssa- colonias africa-
nas, alvo da ap.ici la I b tannica, tiquem pro
tegidas de un golpe de mi, como este d que
fomos ba poucos das araeoea los e de que nao
tstamos ain la Hvres, seja qual for o pretexto, e
fue nao seria diii :i! de encentrar s -.
Ora, como seja necessario centralisar este bim
movmento do p.ivo portuguez por q ante o que
se est atviiratido de todos oslados nao tem uut
dade, oem os coura^ados se compram cora o que
podem rwider de momento os bandos precato-
riOi de Lisboa e das provincias, nem esta re
solvido arada pelos competentes se 6 de coura
gados que inais carecemos ou de torpedeiros,
nem Be a deieza das uossas barras e p.irtos no
omnente 6 de mais urgencia que a defeza ef
lcaz dos pontos mais interessanles das colonias
portuguezas. apparce agora, muttobem susten-
tado pelas Nucidades uin alvitre que'foi bem
acolhido, seuuu.io rreio.
E' preciso que a utililale dos resaltados cor-'
responda a g an leza dos sacnticios e s exigen-
cias da situ.ico.
Os asprenles de rnarinlia querem um coura
ado, que devera chamar se Viriat; o here dos
enmuras e vingador das violencias dos roma-
nos.
Oulros |iri'tendem canlies para as nossas
desmaotelladas fortalezas.
Outros pedera simplesrae.iie que cada qual
subscreva i-om oque pjJer para as necesida-
des da defei i nacional, sendo este pcliuo >
mais v>go de lodos o mais acertado.
O jornal a que me refer taz valiosas ponde-
ra c-s a respeito dos alviires que se teem aven
tado e exhorta o patriotismo enthusiasta deque
todos eslo po^suiios a que -vite dar margera
s mofas dos nossos nnmigos, inglezes, relem
brando o dito cin umspecto de um dos estudan-
tes que ta das orava n'um comido escolar. Es-
te rapaz teve a prescieucia da tormula justa de
um grave probl na.
A baleia um gianie iiion-tio dos mares ee
alravessada mortalmenlu pelo espadarte. Pre
pareo no3 para luciar como o espadarte. Se
ejuizessemos luciar montro contra monstro, cou
raca contra couraca, ser nos-nia api.licavel a li
cao da fbula da r que estourou por querer
igualar se em giandeza ao bol
Muiiu bem ; mas quo nos cumpre fazer, pois
se por um i ido nao cotivm alronxar no raov-
mento Ja subsenpeao para recursos de defeza
nacional, e se por outro, neuhura dos alvilres
apreseutaJos para emprego desse dinbeiro sa-
tisfaz ?
Urna cousa muito simples, dizera as Nocidudrs :
ealhtsoirar, traba har e esperar creando ura
thesouro nacional.
Realmente, es.e alvitre parece o mais conci
liad or d'ectre o que se tem offereoido para
aproveiiam nto desie patritico mov.nenio de
ubacri^co nacional, que convra nao entra
fuecer.
A liga palriolica dos estudantes portuguezes.
erlilhada i elos acadmicos de Coimbra, pode
lazer para isso valiosos servidos, bem como ou-
Iras associages.
A d'a de le- ^."'avo que por tal modo se
affiruie, licar vf'JU e in^ucbraalavelmente
enraizada n.i alma da nacao.
0 parudo regenerador, agora no poder, pro-
JK ael-rei para ser agrac ado com o titulo de
Barquea de Fonies Fereira le Mello, em duas
vidas, a Exma. Sra. D. Mana Heuriqusta de
Fon^s Pereira de Mjllo Gauliado, virtuosa e
respeitavel irm do tinado estadista Antonio
Mana de Poutet Pereira de Mello, e ini do Sr.
Antonio Man Fonies Pereira de Mello Gi
3 hado.
t Esta alta merc honorfica prova a boa von'
jade do seu successor em angragar os eleinea-
os dispersos desse partido a obra commum do
resurgimento da ,-atna n'um momento critico
apurad i, e represeata ao raesmo temp>" a bo-
menagem devida a m-moria sau losa do grande
patriota, que Untos servicos preslou ao seu
paiz.
rB\>S(KIIMJOtS
*os e os inglezes
(Jornal do Commercio, de Lisboa)
Eis um trecho da carta que o capitio
Trivier fez publicar no Qironde e que con-
ten rerelacoes ?uriosissimas e bem em
contraposicao com o que os inglezes teem
affirmado a nosso respeito :
Apesar das excellentea relaySes que
8 inglezes dizem existir entre ees e os
Makololos, foi necessario esperarmos a
rinda do propr.o que enviamos a M'laor
pedir paasagem no rio.
e Este chefe que too brutalmente tela-
rou guerra aos portuguezes e que acaba de
ser tao cruelmente cast gado por elles,
mais de urna vez tez parar o nosso vapor,
que nao far admirar, poique os bran-
cos, alli, dependem inteiramente da vonta-
de dos negros;_ humilhante confessal-o,
mas a verdade.
No dia 23 de Novembro. ce i tos que
M'laor, completamente desmoi alisado-pela
derrota, nao punha impedimento alum
nossa viagem, panim^s, e ao meio da che-
gamos aldea de Albve, para onde o
terrivel Makolola tinba fgido.
Desembarque! e ped para ver este
velbo companheiro de Levingetone.
< Este favor nao me foi concedido por
star ausente o chefe; c mtudo, consegu
obter informe9oes.
Os makololos pedem paz e est3o
promptos a obedecer s exigencias de
Serpa Pinto; mostraran se muito desconten-
tes com os inglezes,"oja protecc&o espera
vani. Pensavam talwz que Ibes :-eria en-
riado um navio de gud|rra britannico V
< O prest gn> dos injlez. s em BUntyre
Mandola est perdidd. Os habitantes
Mbv anda treuiem s com o pronun-
ciar o nome dos portuguezes, seos vence-
dores. Diz-m elles : os portugueses
c com as suas metralhadorim ceifavam os
homens com se fosse urna teara, e estes
< cahiam em grbude numero. Imp< ssivel
c podei resistir; os mais valentes dos
< nossos marchavain, d'alli a p meo erara
cadveres, urna volta na metraIhadora e
ninguem ficava de p Oh os por-
c tnguezes sao muito fortes, meemo os in-
c glezes teem medo d'elles; quanto a nos
t podeia partir, ninguem vos inquietar, e
f por quem havei de ser ? Aa aldeias
est&o desertas e os nossos escondem-se
< no*matto. >
< Partimos, e o chefe disia a verdade ;
os effeitos da guerra viam-se por toda a
parte, nao se eaoootrava viva alma! As
casas fechadas todas. Ab pirogas, barcos
indispensareis para a naregacSo do Chire,
tinham sido abandonadas; as plantacoes
tudo destruido 1
No dia 24, como tinhimos parado no
nosso pequeo vapor Lady Ni/asta, vimos
repentinamente apparecer nm barco arma
do em g ierra; tinha a bordo um oficial,
que intimou ao capita > do vapor de bai
xar a bandeira, de vendo so fl actuar no
Chire a bandeira portugueza. Co fesso.
nSo ous. dar opioiao at que ponto isto
conforme com o dir to. Os inglezes que-
riam di cutir, o offi;ial, polidamente, disse
que cram estas as suas ordens, e teve de
se obedecer, pois os termos eram energi
eos.
Soube ali que o coronel Serpa Pinto,
commandante em chefe da expedic&, es
tava em Tchiroume, e embora chovesse
muito, fui a esta aldcia para fallar com
elle. O ivi entSo que tinhi sido no dia 8
que os i.i .kolel is tinbam atacado os por-
tuguezes, movidos por intrigas. Eram
vatentes vis preto?, mas as metralhadoras
deitavam-n'os a trra. Fug'am espavori
d->s, e depois do combate contaram-se 172
motos, fra os feridos e prisioneiros, e
duas ba-ideiras inglezas que lhes ton arara.
Asjf r$aa portuguezas ram 3:0.K) homens,
3:000 na margem esquerda e 2:000 na di-
re ta. O exercito portugus contava mais
com 4 pecas, systema francez, de 8 cen
timetros e 3 metralhadoras. Perto de
Tchiroume estavam tres canhoneiras, a
Moravi, o Chirin e a Siloeira, que nave-
gam ns aguas do Chire e do Ru.
Serpa Pinto conta com estas forcas
libertar o paiz dos ladroes e assassinos.
Eram incommodos, disse elle, mas quera-
mos viver cm paz com elles, quando de
iibito nos vieram atacar.
e Tendo eu sabido todas estas noticias,
disse que ia partir, pois queria telegraphar
para. Franca. Serpa respondeu : E'
inutil|o fazel-o por este motivo. Eu avan
90 com o fio telegraphico, e se queris
podis enviar o vosso telegramma. > Acei-
tei com gratido, e enviei ao capitSo Car
doso o telegramma da mmua feliz chega-
da. Mopassa o lugar onde antigamente
chegavam as possessSes portuguezas.
Era necessario acabar com estes pi-
ratas, que sujavaoi as margeos do Chire.
Se o governo portuguez confirma os actos
de Serpa Pinto, os viajautes poderao via-
jar d'ora avante tranquillos. Consente
n'isto a Ing aterra 1 >
_____KRIJ1BUG0_____
Engllsh Bank of Rio de Janeiro
(Limited)
Capital do Banco em 50.000
ac^Ses de 20 cada urna 1.000,000
Capital realisado.......... 500,000
Fundo de reserva......... 150,00
1 -' i
balando da caixa filial em pernambuco,
em3i de j kkiro de 1890
Activo
Letras des-ontadas............. 4:i7o3860
Emprestimos e comas cauciona-
das...................... 457:361*410
Letras a receber...............4 3:149*2V>
Garantas e valores depositados. 159:lil*>00
Mobilia, etc., do naneo......... :8S0 680
Diversas contas.............1.384:77'*0 0
Caixa........................ 565:559*690
3.102:971*830
Passico
Contas correnles
simples.......527:488*120
Depsitos a prazo
lixo com aviso e
por letras. .. 1.848:841*990 J,37ii:330JH0
Letras a pagar................ 6:893*590
Ttulos en caogao e deposito... 139:131*90"
Diversas comas.............. 560:t>14*50
3,102 971*830
S. E. & 0.
Pernambuco, 6 de Fevereiro de 1890.
A. / **. Ctarktoa, manager.
J. K. Eddowes, accountant.
REVISTA DIARIA
Escola \rmal-P.-r acto de 6 do Corren
te, do marecbal govemador do E lado, foram
numeado.- os cidados Ely-io Amancio Gomes de
Mello, Dr. Jo.- do ac alto.-o Mala e Antonio
Gerson Eustaquio Guaran para servirem, na
ordena em ijuc vao cullocados, de com uissano-
nos exames que se tem d; proceder no dia 10
do correte, das mateias do 1.", 2. e 3.a anuos
da Escola Normal.
cantara* munlelpaes Por acto de 7
do iD'-sio marecnai governador foram oissolvi
das as cmaras municipaes de Caruar, Pao
d'Albo, Bow Jardim e Correnles e oomeados
Lou--clnos de intendencia para gerirem os nego-
cios dos referidos municipios :
Caruar:
Commendador Minoel ttodrigues Porto, ser
viodo de de presidente, major Anselmo Floren-
cio da Silva Limeira e Juveocio Taciano Mariz.
Pao u'.ilho
Corcnel Francisco Vidal Aran lia Montenegro
servinuo de presidente, Joao Leoncio Alves Ca
valcaoti e Joaquim Jrrela de AraujO Vascon
cellos.
Bom J irdim
Capillo Joaquim Goucalves da Costa Lima Fi
Ibo, servindo de presidente, Dr. Justino da
Mona Sdveira e Jos Rosa Lima de Aguiar.
Correules
Copilao Jos Per-grino de Miranda, servindo
de presdeme, lente Miguel de Gues Barreta e
Esperediao Pinto Con eia.
Termo de S. Lourenfo da Matia
ur acuj ue 3 du Correule, o marecnal g-j ero a
dor do Estado determiuou que o ba har P.o-
dolpbo arv Iho, juiz muui-ipal do termo de
e S. Loaren^o da Mutta, continu a servir como
subsiiUiio uo juiz Oe direiio do comar.a do
mesmo nome.
Foram lomeados Io e 2 supplentea, do re-
ferido juiz subtitulo o eapiao Antonio Gomes
Tu varea e o cidadao Asliuiano Caroeiro de Mo
raes.
Kmprenilmo municipalA intenden-
cia muuicipai Uo Recite dirigi ao marecbal go
veroador do Estado os seguuuesofficios :
Intendencia municipal da cidade do Rec fe,
6 de Janeiro de 1890.N. 20.-Cidaoao. O con
seibo de intendencia municipal tem a honra de
commutiicar-vos que em 3 do crreme mez fez
recoiber ao Banco de Biazil, por coola de delito
pela cuu-tiucco uo Mercado de S. Jos, a quan-
tia ue 5:u2*900 producto liquido do referido
Mtrcado, referente ao mez de Janeiro prximo
lindo.
sade e frateroidade Ao cidadao marecbal
decampo Jos Simeo dOliveira moito duno
fioveruausr do Estado de Pernambu> o. A. de
Souza > tuto pies'iiente.Joao de Olivera.iodo
Augusto Francuco do Be j. W. de ikdti os.J. W. Metra de Vasooncel
lo. >
Intendencia municipal da cidade 00 Recife,
17 de Janeiro de 1890VN. 13 Cidadao O
cooselho da intendencia municipal tem a honra
de couiujuuicar-voa que no dia 3 do correte foi
re--olnida a casa commercral de Pereira Caroei-
ro & c, procuradores nesta praca do Banco do
Braiil, a quantia de 5:390*861 rendimento li
qaido do Marcado de S. J >sj uo mez de i>ezein-
oro ultimo, por conta do debito contrahido pla
Cmara Municipal do Recife com o mesmo Bao-.
co. para constru 'cao do referiilo Marcado.
Sude e fraternidade. Cidadao bri^adeiro
Jos Sinijao d'Oreira, muito digno governador
do Estado de Pernarnbuc Antonio de Souza
Pinto presidente. -Francisco Faustino de Br to
Joao d'OlweiraOv. Joao Augusto do Reg Bar-
ros. Francisco do Reg B. de i-acerda. J. W. de
Medeiros.J. V. Meira de Vusconceltot.
Nueieo SnaMnaa-Oi secretaria do go
ver00 do Estado nos foi remedido para publicar
o segu.ote oflicio dirigido ao cidadao gove nador
pelo inspector das ierras e colonisacao:
Io.-pecloria Especial !e Trras e Colonisacao
de Pernambuco, em 7 de Fevereiro de 1890
Cidadao Governador. Soore o artigo publi-
cado no jornal A Epocha. que acompanbou o vosso
uflio le non tem aatado, apresso me em infor-
mar vos o seKuinte:
No da 28 de Janeiro, prximo (indo, foram
remitido- para o ncleo colonial Suassuna dose
subditos hespanbes. vindos dos pirtos do sul
pelo vapor nacional Espirito Sinto, sendo lorn -
cido a c da um d'elles a diana de 500-r;s para
sua alitnentacao, facultando se-lbes a escolha dos
lotes rsticos que julgassein mais apropriauos ao
genero de cal ura preferido tendo se-lbes sido
igualmente olf-.-ra -ido a ferramenta necessana
pira o irabalno do ca'upo c as r sp ctivas ee-
mentes.
Nodia 31, dous d'esses hespanhes, arma
dos de fa^a de pont provomrara grande desor-
dera enire os oulros corapantieiros. sendo por
isso preo? e retenidos ao respectivo cnsul.
pira iar-llies o cenveme e destino, por nao con
vir absolutamente que continuassem no nudeo
colonial homens des rdeiros e que eram ate ac-
usados de graves crim.-s, praticados em seu
paiz.
N'e--; mesmo dia. biixaram enfermara os
d u- hespanhes de n .me- Riphael Aricare Jo 10
Antonio Macayo, os quaes 00 da seguint- foram
visitados e medicados pelo Dr. Manoel Ciernen
tino de Barros Carne.iro, que propoz alera d'isso
a creaba o de um lugar de eufermeiro para in
cumbir-se do tratamen.o dos doentes.
No da 3 do corrale, porra, apresentaram
se a esta inspectora" os referidos doentes, que
sem licenca baviam vindoaesia cidade, pedindo
para seren apresentadosao cnsul da ua nago,
com quera preiendiara obter passagens atim de
voltarem a Hespanba, onde gosaram me;hor
sale do que aqu.
Nenhutn duvida oppoz em ofliciar ao cnsul
da He-panha, participando Ibe o occorrldo e dei-
xauuo-lbe toda hberdade Je aegao quanto ao seu
ulterior procedimento. Nao soube, portante, qual
o destino que tiveram os lenles, senao boje, pelo
artigo do jornal que acompanbou o vosso oncio.
Aproveilo a oppjrtunilaie para informar
vos que oito hespaabes restantes dos dose, nao
eslo mais hospedados no Suassuna. por se le
rem evadido tres, retirando se os demais com -
declarago formal Je nao quererem continuar
all, apezar de todas us vaniagens offerecidas.
Sade e fraternidadeAo marechal Jos Si
meo de Oliveira, governador do Estado de Per
nambuco. O Inspector, Manoel Augusto Ferreira
da Silva.
leriicu militar -Hoje serve de superior
do da o cidadao capitn Manoel Anselmo; e na
ronda de visita um subalterno de cavallaria.
dando o 14 o batalhao aguaruico da cidade,
o 2o batalho o offi naj, e o desiacamirato de ar
telharia a guarda de Palacio.
O cidadao delegado do cirur^io-ror do
exercito m-pecionaa de sau le o cidadao Dr.
Alvaro Caminha Ta vares da Silva Filbo, o qual
se aprege.itara para isso no dia 11.
Tocar&o no jardim do 1 ampo das Princezas
as msicas do COrpo de polica c a do Arsenal
de Guerra.
Alistaran) se como voluntarios 7 indivi
.'uos.
Amanh servir de superior do dia o cida
dao major Serra Martins; e a ronda de visita
sera feta por um subalterno de cavallaria, dan
do o 2' batalbao a guarnico da cidade e o offi-
cial.
Vemlvldade religloMaTem boj; .lu-
gar, em sua capella estrada dos Afllictos, a fes
ta de N >ssa Senbora dos Afflictos.
O acto sera celebrado ccn a deceucia propria
do culto externo e conforme o permittirem os
recursos ontidos da concurrencia dos tleis.
Puro Douro Cbegou ao eslabeleciment)
de mercearias a ra larga do Rosario, n. zO, de
especial eni oinmenda do raesmo estabeleciraen
to, esse excelli nte vinho de pasto, verdadeiro
producto na uva, de saoor agradavel e sem as-
peresa alguma ao paladar.
Quem o experimentar, por certo ha de con
vir em taes qualidades que recommendam a sua
acquisicao; e a effrctuar por proprio prazer e
sati-f-gao de quera Ih'o proporciona.
Cavalbelroa da poca Dizem-nos
que esse cluo carjavalesco. nos primeiro e ter
ceiro das do carnaval, pretende exhibir-se em
passciata de modo deslumbrante e chistoso.
O mesmo Club conla pela critica e pelas al-
luses, sem duvida finas criteriosamente mane
jada exceder a espectativa publica em sua ex-
bibicao ; e a julgar-se pelos precedentes do club,
de ere' que aitiogira a ease objectivo de modo
satisfactorio sem doestos ferinos, nem abaso da
liberdade que Momo permitte naquadra aos .-eus
f liares.
Iaatruecao Publica0 Dr. inspector
geral da instru cao puDlica resolveu. por porta-
ra datada de 8 do crreme, 00 uear os profes
sores Trajano Alipi) Temporal de Mendooca, Ci
cero Odn Peregrino da Silva e Joaquim Antonio
de Castro Loureiro, para examinar em Arithme
tica o menor.Antonio Maximino Ramos Valeoca.
0 respectivo exarae deven ter lugar na Secreta
ria da Instrucco Publica, no da 11 do andante,
pelas 11 luir s do da.
Clan de Jumo0 Club Republicano
22 ie Jultio traosferio sua sed para-o t andar
do predio u. 32 da ra Marcilio Das, onde func
cionar tedas as quarlas feras, s 7 horas da
OOlte.
toeaiao Ang-lo-Luao 0 cidadao Joao
Amonio Moiiteiro, riel do ihesoureint da inten
dencia municipal deste Estado, offereceu ao
eonsul porluttuez 10 por cento de seus ven l-
menlos, no caso de baver guerra entre Portugal
e a Inglaterra.
O cidadao brazileiro Jos Soterio de Farias,
negociante em l>uarte Dias. deste Estado, re
meiteu commisso central executiva, por in-
termedio do Sr. Josfi Mara de Andrade, a quan
lia de 20*1.00, prometiendo urna quan'ia mensal
00 caso de ser declara .a a guerra.
A empresa do peridico Canter na Mgica, ofie
receu coraiuHSo ceutral 2 1 por ceuto da >ua
receita. no caso de ser declarada a guerra e em
quanto durar a me Club Republicano Prel Caera
H.ije. as 10 noras lo da, reuae-se esse club em
-e.--o 00 Club Eacrinaa Na terca feira prxima, s
6 horas da tarde, faz ses-io esse club, convidan
do para isso ao re-p-elivo- a-soi'iados.
Teaeaie-coronel Honorio Martin*
- Por telegramma rxpe ter embarcado uo Alagoa, cuja passagem por
aqu est aniiunciada para o da 12 do eorrente,
o Sr. leneute coronel Honorio Clementino Mar-
lins.
dardlut publicoEst vedada a entrada
du j rdim da l'iaga d- Maciel Pinheiro,em razao
dos u.ibalhos que a'elie ora se executam edu-
rante o leu po dos ni' smos trabalhos.
A duvenludeEssa socledade recreativa
faz boje, s 7 hora.- da noiie.uma reunio, na qual
proporciona, aos seus associadoa um re;reio de
carcter duplo em suas diverses.
Le Brall-0 o. 261, de 9 de Janeiro, des-
se periodo parisieu*e, honlem chegado pelo
Neithe. traz o seguale sumraario:
Tei^rammesCouiner de Rio: Le gouver-
nement faotre.Echosde partoit. -Organisa-
ttn pomique. L'iucidenl du 18 dcembre.
Infoi matioiis i.hemius de fer.Mouveraeut iu-
dustriel bresilien.La circulaire de M. Lacerda.
R^vu^ linancire.A vis rtimnciers, etc.
K<-\ ne bud AmrlcalneO n. 236, de
19 de Janeiro, dessa revista parisiense, tras por
.-uran-ario o seguinte:
La question monlaire dans la Rpubliqne Ar-
getitine et au Lhili. par L Guilaioe.'ongrs
gog(apbique8 internationaox de 1889 Dis-
coorsde M. J>>hn Le Lonu. Mmvement de i'Ii-
siruetion publique dans VAmriqae Latine, par
V. Mesire j Amabile.Siluation conomique du
Venezuela.Courrier d'Amrique. Revue eco
nomique.Revue Financiare. Bibiiograpbie.
Dernircs nouvelles.Annoncea.
Ferro-va de Caruar.Hoje, s 11 ho-
ras do dia, baver trem especial desta cidade
para a da Victoria, alhn (je conrlmir 03 rameiroa
da feata de Santo Antao O mesmo Irem regres
sar noite, depois do fago de ariicio.
Coaaal braiuiMro-No piquete Penan-
buco pas.-ou hoai^iu para o Maraahao o Dr. Igna-
cio Jos Alves de Souza Filho. ltimamente no
meado consol dt Brazii em Hamaurgo.
O Sr. Dr. Sonsa Pitho vai alli reunirse seu
dmno pai, e seguir depois para o seu pisto na
Europa. e v
Agralecendo-lhea visita com que nos boorou,
desejaraos-lhe prospera viagem.
PealaNa igreja de 3. Jos de Riba-Mar ce-
lebrare amanh a resta de Santa Apolonia, con
staado de missa solemne s 10 e /! horas do
dia e ladamba s 7 horas da noite.
Tocar nos actos urna banda de msica.
Hije, s 5 horas da tarde, levanta se a bandei-
ra da festa.
c,n* Conanaerclal Euterpe Hoje, s
4 e 1/2 horas di tarde, rene se em ass'-mbla
ge.-al extraordinaria o Club Lommecial Euter-
pe, para tratar de assumptos de nter esse so
cial.
Fernando de \uronha-E d sesso da
junta da Thesouraria de Fazenda ser arremata
do amanh o fornecimento de diversos medica
mentos e utemilios para a .pharmacia do presi-
dio de Feroanio de Noranha.
'Ja do Terco-Na igreja de No sa
s>enhori do Tergo cantarse ha pelas 7 horas da
noite d 11 do correle, ama ladaioha em louvor
de S Braz, qrj all se venera.
O Blnocugo-oublicou se o n. 7, do 10
amo do Binculo actualmente sob a direcgo
do Sr. Arthunio Vieira, que tem por auxiliares
os Srs. Spencer letlo, Joo Alfarra, Seixas Bor
yes e Celino Jan or.
Depois di reforma por que passou, o Binculo
est muito melhorado e digno de aoreco
Tribunal do Jury do Beclfe Fene-
ci.ou noniem este tribunal em sesso prepara-
toria.
A's II horas da manh, presentes o Dr. Joa
quira da Cista Ribeiro, juiz de dreito do 1 dis
meto, o Jr H.-nnque Augusto de Milet, 1" pro-
motor publico, e o escrivo privativo do jury,
capito Florencio Rodrigues de Miranda Franco,
fez-se a verificacao das cedula'3 e a chamada ge
ral dos jurados sorteados.
Compareeeram 32 jurados, serado multados
em 20*000 os que faltaram c sorteados os se
guiates su p pen tes :
Freguezia do Recife
'.andido Jos Goncalves da Ponte.
Antonio Cavalcante de AlDuquerqae Maranho.
Freguezia de Santo Antonio
Joaquim Antonio Ribeiro.
Francelino Peodato Rodrigues Ferreira.
Coriolano de Abreu.
Jos Tiburcio da Silva Guimares.
Fnguezia da Boa-Vista
francisco Joaquim Ribeiro deBrilo.
Dr. Francisco de Paula Soares.
Leoncio Luiz Pinto Ribeiro.
Jos I-ineu da Silva Antones.
Jos Joaquim da Silva Guimires.
Launano Jos Pirannta.
Manoel Francisco Fragoso.
Freguezia da Graca
Jao Carlos Ferreira.
vreguezia de Afogados
Fabio Austricliano Moreira Temporal.
Francisco Antonio de Oliveira.
A sesso Qcou adiada para amanh, s 10 ho
ras.
mrectorla da* obras de conservo
c doa pono* de PernambucoReci
e, 7 de Fevereiro de 1890.
ud ah r s 6 loras daaarde
Coteria do Vram-rar- A 3* parte, da
IS- lotera, cujo premio grande de H0:080
rer i-alratiiia 00 dia 12 In Fevereiro.
seria da trie -A 3* parte da 484* lote-
la, cujo premio maior de 10:000*000 ser ex
'rbidano dis 11 de Fevereiro
la atera extraordinaria da capital
federalA 3' partt leata rande loteria.-cuja
sorte urande de 100:000i000, era detiaitava-
mente extrahida no dia 22 do correte.
anta CasaDa nota infra ver-se ha qual
foi o pessoal dos enfermos e educandas a cargo
da Santa Casa, no mez de Janeiro de 1890.
Hospital Pedro II 411
Dito dos Lazaros 47
Dito de Santa gueda 13
Hospicio de Alienados 221
Asylo de Mendicidade 263
Coliegio das Orphs 189
Casa dos Expostos:
A saber:
Em criaco fra do estabelecimento (206
Em educajo no estabelecimento (224
Total 1.474
Ceailterio Publico- Obituario do dia 7
de Fevereiro.
Jos de Souza Pereira. Portugal, 43 annos, ca-
sado. Boa V sta ; tubrculos puimonires.
Josepha Ferreira Campos Goimares, Pernam-
buco, 55 annos, casad 1 S. Jos; tubrculos pul
monares.
Francisco Idalino d'Oveira, Pernambuco, 27
annos. solteiro. Boa-Vista ; nephilits.
Manoel Pernambuca, 6 aonos, Graca ; cache-
xia palustre.
Felieidane Perpetua dos Prazeres, Rernambu
70 annos, casada, S. Jos ; diarrba.
Pedro Flix Antonio, Pernarabaco 21 annos,
solteiro. Santo Antonio ; teb-e perniciosa.
Jos Correia, Pernambuco, 30 annos, solteiro.
Recife ; gastro enterite.
Emilio, Pernambuco, 17 annos, solteiro, Boa-
Vi -ta ; menengite
Joo Ti maz ; paralysia geral.
Francisco, Pernambuco, o dias, S. Jos ; telano
iufantil.
330
' mitas de 1 s 4 horas no 1." andar da
ana ra Bario da Victoria n. 51.- Boai-
ienoia a ra 7 de Setembw n. M, ntra-
la pela ra da Saudade n. 2.
> rogarla
Faria Sohrmho & (,'., droguwta por ata-
:ado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pkarma-
'.e'.iticas, tintas., drogas, productos chimi-
sas e medicamentos homeopticos, ra do
Viarquez de Olinda n. 23.
Tinta de escrever
A melhor a tinta Victoria, veude-se a
SOO re. meia garrafa e a 800 re. uoia gar-
-afa inteira oa Livraria Comtemporanea
le Ramiro M. Costa, ma Io. de Marco a.
2, loja de terragena de Albino da Silva
& C, ra da cadeia n. 42; loja de ferra-
jens de Brandao & C, ra Duque de Ca-
tias n. 46.
SPORT
Boletim meteorolgico
l 3J i 3 '= a
Horasl gg^ Rarometro a
j tu 0 Se 0-
1 H-1
6 m. 26,8 739-69
9 i'.l-.'k 760'76
12 30". 2 760-54
3 t. 29",7 758-95
6 28',3 759-231
Tenso
do vapor
19.38
1977
20,30
2011
20,55
i
-a
i
a
EQ
73
65
63
65
72
Temperatura mxima 30,"50.
Dita mnima26.'50.
Evaporaco em 24 horas : ao sol8,-0 ; s
sombra4.'0
inuva-nulla.
Direccouo veno : SE durante todo o dia.
Velocidade media do vento3,-51 por se
guedo.
Nebulosidad* media0.-38.
Boletim do porto
13
ka
-p w W
C 3 3
coa
Das
Horaa
M. 7 de Fevereiro 1156 da manha
..! I 6 17 da tarde
M. 8 de Fevereiro: 0 -30 da nianh|
MI I 6-38
Prado Peraambucano
A 10* corrida dessa eociedade sporiaiiva, que
hoje deve effeduar se no sea Prado, ao Lucca,
sera sem duvida urna bella funego. que nov 1
ca sen sa cues agradaveis aos seus a-sistemes.
A insc-ipcao selecta, i.a qual faz parte rande
numero dos melhores animaes do- que tm cor
rido em nossos Prados; e a circuinstancia de
ser disputado o -Grande Premio Estimulope
los mais notaveis parelheiros do turf pernatn
bucano, sao mximos mo.ivos de acreditar se
que lera o publico ho as bem entretidas na-
corriilas de que vai ser espectador e as quaes
porventura se interesser por parlieipacao as
a pos as.
Alm disso, a digna directora ha de envidar
os seus estorjos para que tudo corra com ordem
o reyuandade, correspoudendo ssnn contian-
ca publica, que se traluzr expressivameute
na concurrencia, que Ihe pejar as archibanca-
das e os oulros compartimentos do Prado.

A bordo do vapor fernambuco. cheg >u um meio
sangue para a covdelaria do spors'man Affonso
Taborda, sen lo acompanhado do jo key Albino
que veio servir ni raeima coudelana.
A influenza chegou at s coudelarias rrance-
raa.
Os lads dos entruineurs Lainel, Gibson, Th.
Hurst, Ch. Canuingbam, foram atacados da mo
lestia que avassali toda a Europa.
#
Henry Searle, o rei dos remadores, o vencedor
aniversal de todas as regatas, acaba de fallecer
na idade de 23 annos.
Era natural de Gnfton, era Nova Gallea do Sul
e desde tenra idade comecara a exercilar-se,
pelo facte de ter lodos os das de fazer seis mi
lhas embarc do em bote para ir escola.
Eram innmeras as victorias que Searle al-
caocou, porm a que ibe deu um nome univer-
sal ro a que ganbou em urna regala, ven'endo,
por grande diaa'eira, um tal Kemp. grande re
uiado-, me bav.a desaliado os seus rivaes do
mundo inteiro.
earle, desde o dia 9 de Setembro, havia re-
matado as suas proezas, hlenlo, as aguas in
glezas, o celebre O'Conner, o maior remador da
America do Norte.
PBLICAQOES A PEDIDO
Companhia anta Thereza
Febres em Bebenba (l)
II
Illms. S-s. DrsPeco a Vs. Ss. o obsequio de
informaren! ao p desta, permittindo m; lazer de
sua inforraaco o uso que rae coovier, se tm
sido chamados para casos de febre em B-beri-.
be, qual a natureza da febre, 00 caso adirmati
yo, e se pode ella ter para caus^ occsion I a
circumstancla de se acnarcm as aguas do rio
turvadas por substancias argilosas (gita ouba-
tinga ).
Agradeco muito a Vs. Ss. o favor que assim
me prestarao.
Recife, 3 de Fevereijo de 1890.-Antonio Pe-
reira Sunes, gerente da Companhia Santa The-
reza.
film. Sr. Dr. Autonio Pereia Siraes. Ape-
nas dous factos de febre ch.igarara ao meu co-
nhecimento, mis anbos vindos do Porto da Ma
deira e nao do po oado de Beberibe Hi anda
a obser ar que a febre era em arabos esses ca-
sos typhoida e nao palustre, o ^ue uer dizer
que a sua o-igem era de de ;omposicao de ma-
lcras aoimaes e nao de detritos vege aes. As
substancias argilosas que ora turvarc as aguas
do rio nj podm occa-ionar taes febres aos que
d'ellas se servem ; e se depois das grandes eii-
xurradas as a;uas brrenlas do eccasiao ao
apparecimento de febres a que o povo denomina
malignas e que sao devidas ao severo .upalu-
dismo, porque sao carregados todos os vege-
taes 8ccos que cobriam os terrenos raargioaea
dos ri.s ou riachos que recebem taes 101 rentes,
d'onde a decemposico e exhalagfio 1 os reman-
sos e as margeos depois de baixada a eminen-
te temporaria.
Os casos a que me re eri, vindos do Porto da
Madel'a, me parecem devidos.ao mo veso de
fazer se despejo de materias animaes no rio,
como sueco le actualmente em Caxang-se al-
gumas pessoas tra sido atacadas de febre palus-
tre em Beberibe ; isto explica s: fcilmente pela
eonslituigo medica ora reinante n'esta cidade e
seus suburbios, dependente da estacao calmosa
e do ahus.. de fructas mal sazonadas
Pode lazer d' ^sta o uso que Ihe convier.
Do amigo obrigadi;simo. Dr. Carneiro da
Cunka.
Recife, 4 de Fevereiro de 1890.
Altura
0-.60
2-51
0-.49
2-,38
i.iiiao Effectuar-se ha o seguate :
Terca-feira : ,
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, travessa do
Corpo Santo n. 17. de predio.
tMas fnebreSerao celebradas :
Amacha :
A's 8 horas, na Ordem Terceira de S. Fran
cisco, por alma de Jos Apolinano da Silva Aze
vedo; as 7 horas, na Penba, por alma de D.
Rosalina Furtado de Mendooca ; s 8 horas na
matriz da oa-Vista, por alma de Eugenio Gon
calves ascao.
Terca feira:
A's 8 horas, na matriz da Boa Vista, por alma
de Victoriano Jos Mannho Palhares; as 8 ho-
ras, na matriz da Boa Vista, por alma de D.
Maria Philomena Moreira Bastos.
Pamiugeiroii Cbegados da Europa no va-
por francez Ntrtkt:
Madame Modesta Meier e 1 filha, mademoisel-
le Rosa Hermann, Moraeoico Romano, Ench
Bongerelh, D. Ismenia Goncalves Cascao. Barao
de Arariba Antonio Pinto Cantoso Gama e sua
senhora, Jacintbo de Sonsa Muniz e sua se-
nbora.
Sabidos para o sul no mesmo vapor :
Joaquim de Souza Leao, Victoriano Xavier de
si iris. 1. Villaga, Nicolao Vinssi 110, John Eg-
gers, irmas Mara Augusta de Azevedo, Anoa
Luiza Ferchen, e Zelina Lotra.
operuceei cirarjic -roram pratica-
das 00 hospital Pedro U, as seguintes :
Pelo Dr. Estevo Cavalcante :
Extracc&o de epithelioma da regio hypogas-
trica esquerda
Pelo Dr. Malaquias :
Poslb itoraia indicada por pbimosis e cancros
venreos.
casa de neienc*'Movimento aos pr- -
g >s da Casa de Detencfto do Recife, estadi
le Peroambuco, em 7 deFevareiio da 1890
gxisnam 500 ; entraram 13; samram 8 ; exi.-
-ni 803.
A saoer:
Sacionaes 477 ; mulheres ti; estrangeiroe 7 ;
-Total 505
\rra50adoft 430
3ons 391
Doente- 24
Loui'os 11.
Loocas 4.
-Total 430.
Movmento oa enfermara
Fallpceu :
Pedro Flix Antonio.
oapiwi Pedro II -O movmento de te
s'abelecimento de caridade, no dia 7 de Fe
a ;lro foi o >wguinte :
Entraram
Sah'.ram 10
Frlleceram 3
Existem *'
foram visitadas as respectiva* enferman? 8
'aloe Drs.
Cysneiro s 8 3/4.
Barros So >n mu as 6 1/2.
Berardo 11.
Ferreira Velloso s 9 3/4.
alaquias s 9 3 4.
Pootuai s9 1/2.
Satevao Cavalcante a 9 1/2.
iimoea Barbosa s 9 3/4
O Dr. Moscoso nao comparecen.
O cirurgifto dentista Numa Pompilio s 9
horas.
O pharmaceutco entrn a 8 1[4 da manh e
ahio s 21/4 da tarde. '
INDICACES DTEIS
Hedlcoai
Dr. Cerqueira Lei'e, tem o seu escripto-
rio ra Nova n 32, onde pode ser en
contrado do meio dia s 2 horas e fora
destas horas ra do BarSo de S. Borja
n. 22. Espe iialidadesmolestia de enan-
t&8, senboras e parto. Telephone n. 326
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatriz n. 8,
d consultas medico-cirurgicas todos os dias
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
das santificados.
Dr. lustro Jess medico e operador
Jrtica a lavagem do tero quando e co
no acon8elhada. Consaltas das 11
5 da tarde em sua risidencia ra di
3om Jess (antiga da t'ruz) n. 23, 1.'
indar. Telephone n. 380
Dr. Joaquim Louieiro medico e parte
o, consultorio ra do Cabug u. 14
l. andar de 12 s 2 da tarde; residenci*
10 Monteiro.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica me
iico-cirurgica. Especialidades : moler ,a>
Dulmonares e partos. Ra doMarqi'-* d<
alinda a. 27, 1. andar. Consultas u&a 1
ia 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
e'la) das 6 s 9 horas da mannS e t
arde- Teles one n. 392
Dr. Ribeiro de Bruto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an
dar a ra Duque de Casias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados, na sua
residencia, a ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Dr. Alves Gutmaraes, dedica-se me-
dicina em geral, e com especialidade s
molestias do coraclo, pulm5es, ligado, es
tomago e intestinos e tambem s affeccoes
de enancas. Reside ra de Feroandes
Vieira n. 23, e tem consultorio na ra do
Bom-Jess (antiga da Cmz), n. 45, onde
d consultas do meio-dia s 3 horas. Te-
lephone n. 381-
dvogados
O advogado los Antonio de .Magalhaes
Bastos miiaon o seu escriptorio para a ra
1." de Marco n. 18. 1. andar.
O baeharel Joaquim Ihiago dii Fonseca
,em seu escriptorio de advogado ra do
Imperador n. 14, l. andar.
O baeharel Bonifacio de AragSo Faria
Rocha contina a advogar. Escriptorir
ua do Imperador n. 46., 1. andar.
O baeharel Petronilho de Santa Cruz Oli-
veira, encarrega se de levantar empresti-
mos perante o Banco do Brazii para auxi-
io da lavoura. Escriptorio ra do Impe-
rador n. 69, 1. andar. Residencia sitio
aa Jaqueira, prximo estacao.
Occuilata
Dr. Ferreira. com pratica nos princi-
>aes hospitaes e clnica de Pars e Lon-
dres, consultas todos os dias das S
orasdao meio-dia. Consultorio e resi-
lancia ra Larga do Rosario o. 20
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d con-
Illm. Sr. Dr. Antonio Pereira Simes. Em re-
sposta carta de V. S., respondo que fui cha-
mado ha poucos dias para ver um rilho do Sr.
Antonio Francisco dos Santos, morador no Porto
da Madeira, que se achava soliendo de febre, a
qual durou apenas trez das, e me pareceu mais
devido pe turbaces gstricas consecutivas
i-aluda de denles.
Soube ainda que havia fallecido ah de febre
lyphoide urna lidia do Sr. capio Joo Augusta
de Mello ; nao a vi e oem fui consultado. Con-
stou me que tm apparecido alguos ca^s de fe-
bres Dtermitteotes, o que muito commum noi
mezes de Janeiro, Fevereiro e Margo, nao s em
! Beberibe como era Olinda, era Maranguaue (2Q
' districto) que banhado pelo rio de Paulista, e
nunca vi attribuir o apparecimento dVs-as fe-
bres irfluencia das "goas e sim constituigOes
medicas reinantes, nao s dos lugares j indi-
cados, como tambera de todos os arredores do
Reeife.
Habilei em Beberibe durante rilo annos, com
grande familia e todos passavam bem, apenas
com ligeiros incommodos.
o rio de Beberibe corre sobre terrenos um
tanto inclinados, sua eorrente rpida, suas
a{uas, durante os mezes de calor, eslo abaixo
de suas margeos de 50 centmetros a 2 metros,
seu leito cumposto de areia, argila ou seixos a
ahi nao se enorat-am vegetaes vivos ou morras,
que putrefazendo-se possam produzir febres in-
termitientes. As febres typlncas sao, em geral,
produzdas por miasmas de natureza animal.
As aguas do Beberibe eslo esbranquicadas,
leosas, como dizem outros, porera este estado
orneati devido a mistura d'argila branca
/Vulgo batinga, barro com que ee ounlca o as-
sucar) estado este devido aos trabalhos feitos
pela companhia Santa Thereza com o fm da
encinar parte de suas agnas para Olinda.
nao se pode crer que essa argila se decjmpo-
uha dando elementos txicos capases de produ-
zir intoxicaces como as palustres, lypnoicos,
ou outros de na tu rezo semelhante.
Pode fazer o uso que Ihe convier desta rainal
resposta
Olinda, 5 de Fevereiro de 1890.
Amigo obrigado,
Dr. Estevo Cavalcanti.
Illm. Sr L)r. Antonio Pereira Simes.Res-
pondendo a carta de V. S. pedindo me informa-
gees se bre os casos de febre em Beberibe, tenha
a dizer Ihe o segrate :
Os ubimos casos de febre que tenho observa-
do em Beberibe sao i de febre lyphoide ; senda
ura fatal o'uma menina de 12 anoos de ida-
de. (2) e outro benigno n'nm horaem que j sa
acba em convalescenca.
Esses casos nao podem ser attribuidos tur-
vaco das aguas por substancias argilosas esia
a serventa publica que (como todos sabem)
deste rio fazem para despejos de feses e lava-
gem de roupas sajas; onde existe um dos
maiores focos de miasmas animaes que sao as
causas do elemento lypbico.
A turvacao das aguas por substancias argi-
loras, que nao sao consideradas offensivas a
saude, remove al urna das cansas por
mira enuineradas, a lavagem de roupa suja,
lalvez a que eolra com maior contingente para
os casos de febre iyptioide e febres eruptivas,
como sarampo e varilas
Tenho tido antes destes dous casos e simult-
neamente alguns raros casos de febre intermit-
iente paludosa, benignas que atlrmuo a consti-
tuico medica reinante nesta esiajo calmosa.
E Isto muito commum todos os anuos e em
epocbas muito anteriores a turvacao actual da
natureza argilosa.
Por conseauote nao posso a pdlar para esta
causa por que, como disse, desde alguns aonos,
clnico en oeneribe e seinpre tenho observada
casos de febres palustres.
Pode fazer desia o uso que 'he convier.
Recife, 7 de Fevereiro de 1890
Aui'K" e criado,
Dr. Berardo.
Illm Sr. Dr. Antonio Pereira Simes. Em
resposta a carta de V S pedindo roe algumas
informacoes soire a* f-ore que se tm mani-
festado era Beberibe. passo a esclarecer-Ihe a
seguinte:-Durante os poucos mezes que alli
passei, fui consultado por alitumas pessoas sobra
febres de orig-m gstrica benignas, que accom-
uettiam to somente as pessoas recem ebega-
das para passar a festa, porera febres estas qua
duravara poucos das e eram as vexes acompa-
nhadas de diarrba.
De febre typhoida s vi um caso na Alba da
(1) V'ja-ae o noticiario da Promncia, de 29 d
mez pasando, e 8 e 7 do correte.
12) E' a mesraa doente a que 86 referi o ur.
Estevao.-P. S.








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J-4"J-^...'Vl.,-.;^:.^v;-:.-
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^BKBJE^ntEtRBBEKB&


-*!** %V t, .r-ajH



uco--DomingG 9 de Fevereiro de 1890
capitao Joao Augusto de Mello (3), portm, sup
pooho que este caso foi devido as exhalares
instantes que se dao alli, de materias aoimaes
em rigorosa decomposic&o e nao de materia de
origen puramente vegetal.
Os terrenos argiloso* quando turvam as aguas
dos ros, me parece que nio do ori^em a ma~
nifestacoss de febres palusfes pela sim)les in
gesta da mesma agua que pessoas tazem.
B quando isto seda pelo uso da$ mesma <
aguas, devido a detrictos vgetaes e a descula
de alguna fragmentos das carnadas verdoengas
quando ha augmento das aguas em certos lu
gares em que as aguas sejam estagoadas; e
nao s substancias argilosas que por s so me
parece que nao podem occasioaar o apoareci
ment de febres.
As febres palustres qu se manifestara no
Porto da Madeira e en Bebribe sao devidas a
constituicao medica do lugar.
Pode user desta minba respojta o uso que
lhe convier.
Recite 7 de Fevereiro de 1890.
Dr. Lopes t'essoa.
3) E'o mesan caso do Dr. Estevao e do
Dr. Berardo.-P. S.
Cidade da Victoria
Hoje, 9 do correte, ter lugar em Sanio An-
tao d grande festa de seu padroeiro com todo o
apoarato, nao sendo poupado pela illust: con-
mijsao todos os meios le fazel a pomposamente.
A' noite haver illuminaco a giorno, grandes
decoracOes, luz elctrica e magestoso fogo pre
parado por um dos raelhores pyrotecnpios co-
onecidos, e um sem hm de agrsdaveis dktoa*
ces.
O digno Sr. gerente da estrada de ferro, afim
de facilitar a concurrencia, lalm dos trena ordi-
narios proporciona mais dous;um partir daqui
s 11 horas do dia e outro para a volti depois
do fogo.
Com o fim de abrilbantar os actos festivos,
e dar Ibes mais realce, o Club Minias Lim
graciosameate se prestar, pailindo dajui em
um dos trena extraordinarios.
COMMERCIO
; le vista do Mercado
R .c: i 8 DR FEVKBEIBO UK, lSlO
O mo.imento limitou se a transarres no mer-
cado de cambios.
3olsa
j^SAlfitS OFFICIAES DA JUNTA DOS COK
KETORES
Reate. 8 de Fecereiro de 18O
Letras bypothecarias,'valor de 100* ejuro* i
97*006 c;'da urna.
Cambio sobre Londres. 90 d/v. 21 1/2 J. p<-r
1I.C00, dobanep.
Na Bolsa venderam se
48 letras hvpothecarias.
u oresidente,
Antonio Leona-do Rodngues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
I'RAt, A DO KECIFE
Os bancos adoptaran) pela o.anha a taxa de
24 3/8, offererendo mais Urde 3 Banco de Per
nambuco 24 1/2 e finalmente 24 o/*, recusando
os culros bancos saccar cima de 21 1/2
Nao consiou transaco alguma em papel parii
cular, exigindo os bancos 24 3/4.
PBAQA DO BIO DE JjNEIBO
As ultimas cotacOes forana as sguintes : 24
3/8 bancario e 24 3;8 particular.
TABELLAS -AFFIXADA8
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Gota-se o da 1* sorte do sertSo de 6*900
7*000.
A exportaco feita pela alfandega neste mez au-
o dia 6, constou de 989.420 kilos para o exterior.
As entradas verificadas at a data de hjje so
bem a 5.063 saccas, sendo por :
Barcacaa..... 692 Wteet
Vapores.....
Aumaea..... 1.844
Via-ferrea de Caruar. 446
T.a-ferrea de S. Francisco. 777
Va* frrea deLimoeiro 1104
Somma.
5.063 Sacc.i
\ttfiuear
Os procos pago.' uo agricultor por 15 kilos, se.-
4undo a Associao Commercial Agricola, foraoi
)B setruintes:
asmas..... 4*000 a I***
3ranco..... 370U a 4a3-Hi
Scenos..... 2* Miscavado purgado *600 a l*7M
Srutos <300 a 1*600
Ritame..... 1 -000 a 1*1'K!
A exportajo feita pela alfandega neste mez
al o dia 6 constou de u. 180.956 kilos para o inte-
rior.
as entradas venttei-Jas at adata de boje so-
bem a 29.520 >accos sendo por:
tarcacas .... li-722 bacco*
tfOK..... "
Animaes. \'S
Via-ferrea deCaruar. .l-gj
vla-ferrea de S. Francisco. 12 092
7ia-ferrea do Limoeiro 1.421
Somma.
29 520 Saccoa
Coaros
Couros salgados 389 ris, e es verdea a 220
res
Agurdente
Cote-se a 100*000. por pipa de 4X0 litros.
lleool
Cota-se a 190*000 por pipa de 480 litros.
el
Oota-e a 55*000 por pipa de 480 litroa.
Pauta da Alfandega
1tm*HA VT <9 A 15 OE FBYMHSiHO DK 1890
ASBuear refinado l kilo).....^99
.ssucar branco (kilo) ....
'Bsocar mascavado (kilo)
Agurdente........
amoI (litro)....... ^
.'rroz com casca (kil.oi .... *0
Evitar engaos
O abiixo asaignado, empregado no Dia-
rio ele Pernambuco, como artista typgra-
pho, declara que de ora em diante asaig
nar-be ha Miguel Leoncio Pereira da
Silva;isto par evitar engaos, pois ha
diversos com igual nome.
Afogadoe, 8 de Fevereiro de 1890.
.' iguel Pereira da Silva.
O Dr. Phaelante da Cantara re-
dactor da Lanceta
Na nada decente fazer-se meio de vida
mercenaria com imprensa.
Creou justamente S, S. um jornal para des-
compor a lodos, quando S. S. tem um rabo de
palba enorme.
Vejamos.
Como vive S. S. qual o meio de vida honesto
que tem?
Como se mantem a si e sna familia ?
Como deputado provincial o que fez ?
Responda aos tres quisitos que fago para en
trarmos em discusso.
Antonio Pinbeiro de Castro.
A' lllnstre directora do Pradt
Pernmbucaao
Nao a primeira vez qu* procurara inlroduzir
nos pareos de pequiras de 1 metro e 23 cent-
metros o cavallo Barna e que tem ganbo
tres Con-olaces com cavbllos grandes ; tambem
verdade que as Ilustres direclorias do Derby
Club e Campo Grande nunca coosentiro e es
lamos certos de que a nio menos illustre direc
ria do Prado Pernarabu ano nao ser menos es-
crupulosa que as outras em consentir semelhao-
te infamia.
A Justica.
Algodo (kilo)......
Rugas de mamonas (kilo) .
Borracha (kilo).....
Crneos de algodao .
Couros seceos espichados (kilo) .
Ccuros seceos salgados (kilo) .
ouros verdes (kilo) ....
Cacao (kilo)......
"at bom ikilo) : .
Carestolho (kilo) .
Carnauba 'kilo).....
' arocos de algodao (kilo) .
Carvao de pedra de Cardiff ton.)
Karinlia de mandioca (litro) .
Folhas de janorandy (kilo/ .
Genebra (litro) ...
Graxa........
Mel (litro).......
Milho (kilo......
Pao Brasil (kilo).....
Sola (meios)......
400
120
900
16
395
335
200
400
600
400
260
20
16*000
70
300
200
250
80
100
35
2io00
Vavlos desearga
Bares, allem Schuant, varios geaeros.
Hurca norueguense Colleclor, carvo.
Bar.a norueguense Droniiing Louise, carvao.
Barca sueca Balda- cirvo.
Briifue porugutz Boa S re, varios gneros.
Escuna aoruttruense Ge/tone; xerque.
L^ar inglez Volador. v.riss gneros.
Lugar inglez Comande, bacalho.
PaUcho ho landez Clara, xarque.
Patacho n; cional Murtnho 2-, varios gneros.
I'.iacbo inglez Bella llosa, b c.ilbo.
I'atacbo inglez MislMoe, bacalho.
Exportaco
RZCIFS, 7. DE FEVEREIHO DB 18S0
Para o extenor
N > vapor americano AManc, para N*.w-
York, carregou :
J. C. Levy, 0,400 pelles de cab a.
eara o mtertot
No patacho nacional Joven trrela, para
Porto-Alegre, carreuou :
J. L. de Azevedo, 1,000 cocos, fructa.
No patacho allemo Clara, puia Pclutas,
carregou :
A. C. da Silva, 600 barricas com 62,160 kilos
de assurar branco.
No vapor allemo Procida, para S.ntos,
carregaram :
P. Carneiro A C, 7,50T saceos com 450 0 0
kiles de assucar braoce e 12,500 ditos com
70,000 ditos de dito mascavado.
No vapor france Entre tos, para Sanios,
A. V de Barros, 1,500 saceos com 90,000 kilos
de assucar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
J. C- Marinho, 10 saceos com 600 kilos de
assucar branco. ,.
Maia & Rezende, 30 pipas com 14,400 litros
de agurdente.
No lugar inglez Volador, para Rio Grande
o Sul. carregou ,,,..
A. Guimar.8, 400 barricas com 42 222 kilos
de assucar branco.
No vapor nacional S. Franctsco, para Ba-
ha, carregaram :
Amorlm Irmos 4C, 200 saceos com lo.OOO
kilos de assucar branco.
E. C. Beitro A Irmao, 110 saceos com 6,600
kilos de. assucar refinado.
No lugar nacional Zequtnha, para Santos,
carregou :
J. L. de Azevedo, 1,000 cocos, Tructa.
No vapor austraco Matlekovits, para San-
tos, carregaram :
H. Burle & C. 2,230 saceos com 135.0..0 kilos
de assucar branco e 250 ditos com 15,000 ditcs
de dito mascavado.
No vapor nacional Pernambuco, para Ha-
nos. carrecou : ..
A. Guimaraes, 20 Jarris com 1.920 li!ro3 da
agurdente e 18 volumes com 1,1*2 kilos de
as.-ucar branco. '
P. Pinto A C, I pipa c "0 barns com 7,200
litros je agurdente.
Para Para carregaram:
P, AIvs C, 300 volumes com 20,175 kilos
de assucar branco e 10 latas com 600 ditos de
dito refinado. "
M. J. Aires, 30sccos cora 2,2 0 kilos de
assucar branco.
B. T-?rreao .unior, 00 barr.cas com 12,0.9
kilos de assucar branco.
S. M. do Eirado, 75 saceos com 5,625 kilos de
assucar branco. .,
H. Pernandes, 350 barricas com 19.634 kilos
de assucar branco. ,,,-
A. Guimaraes, 400 saceos com 21,612 kilos de
as.-ucar branco. ...
P. Carneiro A C, 60 saceos com 3,680 kilos
de assucar branc
M. Amorim. 170 saceos com o.7-0 Kilos de
assucar branco e 30 pipas com 14 400 litros de.
agua* Jen le
H. Burle C, 25 barris com 2.400 litros de
agurdente c 70 barricas com 3,700 kilo: de
assucar branco. ,. ,
Amorim Irmao A C 40 barris com 4.800 h
tros de agurdente e525 barricas com 17,075
kilos de assucar branco. ,
E. C. Beliro A Irmo, 50 barricas com UM
kiles de assucar refinado e 50 ditas cora 2,115
cutos de di o branco.
Para Cear,' E. C. Beltrao A Irmo 5 barn
cas com 181 kilos de assucar refinado.
J. M. Dias. 15 caixai com 141 1/2 kuos de
rap.
Para Para, carregar. m :
F. M. da Silva C, caixas com. 250 kuos
de oleo de ricino.
Rendlmentos pblicos
MIZ Dk PEVCRtIRO
Alfandega
Renda geral
Do dia 1 a 7
dem de 8
203:00>4553
3 705*894
239 705*447
Renda do Estado de Pernambuco :
Do dia l a 7 fc"!!#Ml43
dem de 8 12:369*432
.-,7.934*675
Somma lolal 297:641/12S
Villa do Ex, 23 de Janeiro
de 1890
Francisco Ayres de Alencar Araripe
faz saber todos os seus amigos que de
hoje em diante assigna se com o nome aci
na mencionado, e nao Francisco Ayres
de Alencar, como assignava-se e com o
mesmo havia anteriormente sido noroea-
do para o lugar de tenente do estado
maior, do batalhSo "Io laguardanacion.il
deste municipio do Ex.
Francisco Ayres de Altncar Araripe.
ittencao!! I
Segunda feira, 10 do correte, estar a berta a
grande exposico de vestuarios para mascaras,
sita ra Duque de Caxias n. 25, casa do bem
conbecido Anselmo ; ahi se encontrar vestua
nos a carcter, nao so para homens como para
seuhoras e meninos, mascaras, luvas. cabellei-
ras e calcas de meias. Em quanto aos precos
dos alogueis, nao tem competidor porque o pro-
prietario est disposto a nao deixar s;.hir sem
alugar uu comprar pelos precs que Iheforem of
ferido. Convida, pois. aos amanes do Carnaval
qne nao deixem de fazer urna visita ao sen esta
belecimento.
Recife, 9 de Fevereiro de 1890.
Errata
Na poesa publicada no Diario de 7 compre
corrigir os seguintes erros : ,
O titulo Recordac.oes ln(antis e nao como sa-
bio.
No 6 verso da 1* e.-tropne, leia-secordes
e nao acorda.
No 2o verso da 2* estropbc, leia-?eUm peito
d'amor cansado -e nao como foi publicado.
Segunda seero da Alfandega de Pernambuco,
8 de Fevereiro de 1890.
O thesoureiioFlorencio Domingues.
O chefe d.: seceoCicero B. de Mello.
fleecbedoria geral
Do dia i a 7 8 8089t6
dem de 8 2:4ti*69
ELIXI
DEPURATIVO DO S\NGU
Approvado pela Exraa. Junta de Hjgiene e preparado por
ra.A. xyj^ sxx^-vjl sxDc*vX3aj^
(Hmico e Pliannaceilico
PELOTAS RIO-GRANDE BRASIL
Este elixir composto de veg-etaes de reconheeido mrito, em
pregado com vantagens as molestias seriantes:
Escrophulas, rheumatisino, gonorrhas, rachitismo, impingens, ulceras, tumores,
sarnas, bobas, manchas da pelle, carbnculos, flores brincas, boboes, corrimentos dos
ouvidos, fstulas, cancros venreos, inflammacoes do tero, inflainmacoes de olhos, es-
pinhas, affecgoes syphililicas.
A sua efflcacJa attes^ada por illustres medS^os que o reputam superior aos medlcamen
los anlogos. L.ciam com atenco os attestado mdicos que cm seguida publicamos c teroa
prova de que o unieo depurativo infallivel do sanguc o -s-:li\r de .\'ogucira. Salsa, Caroba e
Guayaco.
ATTKSTADOS DO ILUJSTMDO CHUPO MEDICO DA PROYINGIA
O abaixo assignado, doutor em mediei- tonio A. AssumpgSo. Est recooiiecitlo precioso Ei.ixut ue Nogueiba, Salsa
pela faculdade do Rio de Janeiro, con- na formada lci pelo tabelliao Luiz Felippo CakOBA e Guaiaco com muito bom xito,
decorado pelo governo portuguez, medico de Aluieida. ;c tenho aconselbado aos meus clientes qua
11:4554612
Recebedorla do Estado de
Pernambuco
Do dia 1 a 7 4 6.4069
dem de 8 5839i0
:278O09
Rccic Draiaage
Do dia 1 a 7 760439
dem de 8 l
760,4:19
Mercado Municipal de s
o iLOvimenlo deste mercado no da 7
vereiro foi o seguate :
Entraram :
29 bois pesando 4.127 kilos.
1788 kilos de peixe a 20 res
21 carga co^i farinha a 200 r.*.
14 ditas de fruetas I versas a 300 rs.
32 1/2 columnas a 600 rs.
66 taboleiros a 200 rs,
8 suinos a 200 rs.
1 eseriplorio a 3C0 r?.
62 compartimentos com farinha a 500
rs.
28 ditos de comidas a 500 rs.
100 ditos de legumes e fazcodas a
400 rs.
17 ditos de suioo* a 700 rs.
9 ditos de frescuras a 600 rs.
15 ditos de caimrOesa 200 rs.; .
24 tainos a z
Jos
de Fr
354760
4*2i)0
4zOQ
19^500
i:Ui(H>
1 60)
300
3U0O0
14*li"
41^000
II '
3AOI
48OO-.I
Reodimento de 1 e 6 do crreme
232 OdO
1:32284u
|: 554*900
Presos do dia: k : Vt; .
Carne verde dr 400 a 480 rcis o kiW.'.
Suinos de 500 6.) ris ideur.
Carneiro de 640 a 800 dem
Farinha de 480 a 60 > res a cuia.
Milho le 480 a 50 r*% dem.
Fciao dt 900 a liz8> id*-in

BANCO ML-AMERICHl
Capital. 20,000:000)?000
38 Ra do Commercio 38
Desconta letras e. contas assigpadas.
AdianU dinheiro sobre eauco de ttulos e
mercadorias e abre cuotas correles com garan-
ta dos meamos effeitos.
Recebe em Deposito ttulos e valores.
Far movimento de iundos de praca praca *
concede cartas de crdito, abono e rianca.
i'aga era conta correte de movimento 3 / ao
anno.
Recebe Jinheiro a prazo Qxo ou por av:so.a
juro convencionado.
E faz outras operaces bancarias.
Vapores a entrar
HEZ DK FEVEBEIBO
Europa....... John Eider........ 9
Sul........... ViUe de Montevideo.. 10
Europa....... Don.............. 13
Bul.......... Atrato............ 13
Norte......... Alagos........... 13
Europa....... VUU de Rosario..... 14
Europa....... Hamburg.......... 15
Sul.......... Par.............. 17
Norte......... Espirtlo Santo..... 24
Sul........... 'anos.......... *7
Vapores a sabir
MEZ 1 K l"tVEKE1RO
do hospital da Beneficencia Portugueza
desta cidade, etc.
Attesto que as molestias de fundo sy-
philitico, em suas diversas e variadas for-
mas, a applicacSo do preparado denoini-
1 o uem com toda a confianza e esperanza,
u abaixo assignado, doutor em medicina pois a sua preparacao preenche peTeita-
pela faculdade do Rio de Janeiro, etc., mente o domo desidertum. Vou empre-
etc. g*r as piltilaa ferruginosas e meu grande
Atte8foque empregtiei o Elixir de Jo- collega, cm todos os casos era que se fi-
dado Elixir de Nogueira, Salsa, Caroba e gueira, Salsa. Caroba e (aaiaco, prepa zer svntir a r.ecessidade do eiuprego dos
Guaiaco, do Illm. Sr. Joao da Silva Sil- rado pelo distineto phariinceutico Jofio da ferruginosos.
veira, tem sido de maravilhosos resulta? b Iva Silveira, em um cuso de ulcera sy- j Continu V. S. a trilhar o mesmo ca-
dos. O referido verdade sob a fe do philitio, dando este medicamento resul- minho com toda a dedicayao, para um da
meu grao. tado o inais t'avoravel. chegar meta dos seus desejos e receber
Pelotas, 30 de Abril de 18^0. Dr. Pelotas, 5 de llaio de 188*. Dr.Joa- competente premio Uo seu insano e es-
Barao dos Santos Abreu. Est reconhe- quii Rasgado. Est rocoohecido na fr- pinhoso trabalho.
cido na forma da lei pelo tabelliao Luiz ma da lei pelo tabellilo Lula Felippe de i Rio Grande, 8 de Abril de 18S6.Dr.
Felippe de Alnieida. jAlmeida. Nicolao A. Pitombo.Est reconocido
__ 'na fYma da lei pelo tabelliao Luiz Felip-
Eu abaiso assignado, doutor cui medicina pe de Almeida.
pela faculdade r.a Babia, Miembro da'
aociedade franceza de ophtahnologia e Attcato que tenho empreado na minha
da sociecbide zoolgica de Fiwiya, etc., clinicao Enxiu k NoGfi:iRA, Salsa, Oa-
etc roua E Guaiaco, preparado pelo Sr.
Declaro que u Elixir de Nogueira, Sal- pliarmaceutico Joao da Silva Silveira, ob-
Eu abaixo-assignado, Dr. em medicina
pela faculdade do Rio de Janeiro, con-
decorado pelos governos de Allemanba,
Portugal e Italia, medico do hospital de
Misericordia desta cidade, etc etc.
Attesto que tenho empregado militas
vezes o Elixir de Nogueira, Salsa, Csroba sa, aroba e Guaiaco, do pliarmaceutico 'endo sempre os mais brilhntes res lta-
e Guaiaco, preparado pelo Sr. Joao da Sil-!Joio da Silva Silwir, prestou-me raaea dos, principalmente as molestias de ori-
v Silveira, como um poderoso agente em! servieos nos sasoa de syphilis terciaria e gem syphilitica.
casos de infecyo syphilitica ldiathese em todas as alFcecos de fundo escrophtt-j O rofoi ido verdade e por me ser pedido
escrophulosa, pareceudo-rat> supejior aos loso. passo o presente que affirmo in fide med-
anlogos que nos vetn do estrangeiro. Por] Porto Alegre, de Maio de 18S6. ci.
me ser pedido passo este cuja verdade j Dr. Vctor de Brito Est reconheeido na | Jaguaro, 27 de Abril de 1886.Dr
affirmo em f de meu grao. j forma da lei pelo tabeio Luiz Felippe Estevao de Sousa Lima.Est reconhe-
Pelotas, fi do Maio de 1880. Barao de Almeida. cido na lrma da fci pelo tabelliSo Lui
de Itapitocay Est reconheeido na fraia i Eii abaixo assignado, doutor em medicina Felippe de Almeida.
. i r .i-- t n t> i i __i e___i.i.j_ J. d: J.. t____:_ ,.. ___
da lei pelo tabelliao Luiz
incida.
Felippe de Al
Gervasio Alvcs Pereirn, doutor ein raedi-
pela faculdade do Rio de Janeiro, etc.,
(,tc- O abaixo assignado, doutor pela facu dade
Attesto que tenho empregado, sempre ; do Rio de Jiincr0^ | cirUrgiao do cor-
com magnifico resultado, Elixir dis
cavalleiro da imperial ordein da Rosa,
etc, etc.
no de sade do exereito.
Attesta que tem empregado com excel-
eina pela faculdade do Rio de Janeiro. NGkira, Salsa, Caroba eGiaiaco, pre
parado do Ilustrado chimico pharraaceuti- y re8I1tado8 o Elixir de Nogueira,
co Jlo da Silva Silveira, nos casos de Salsa Caboba E Quaiaco, preparado pe-
Attestoque tenho empregado contra a eBcrophulas e molestias de ongem syphiliti- l0 pharmaceutico Joao da Silva Silveira,
eacrophula o Elixir de Nogueira, Salsa, ca, o que affirmo em fe de medico. ^0 ^ue 0 consjdera um excellente pre-
a'roba e Guaiaco, preparado pelo pliar- Pelotas, Io de Maio de 1886. Dr. Ray- ,,ar.1(j0 superior aos que importamos do
ando V. da Silva.Est reconheeido (,Ktr,1,.i.;rn
maceutico o Sr. Jo da Silva Silvtira, mun
com bom resultado e por isso o reputo na forma da le pelo tabelliao Luiz Felip-
uiii excellente remedio para combater as pe de Almeida.
uiolestias de fundo escrophuloso. O refe-
ido verdade e por me ser pedido passo
O referido verdade pelo que passa n
presente que affirnia iu fide mediei.
Illm. Sr. Joao da Silva Silveira, Jaguar*, 5 de Maio de 1886. -Dr.
Pelotas.__ Diogo Fcrnandes Alvares Fortuna. Est
, presente sob a f de meu grao. pharmaceutico c cl.imico ein Pelotas.- ^'"g" crnanae. Alvares rortuna.
Pelotas, 29 de Abril de 1886.-- Dr. E' com o mais subido prazer que venho reconheeido na forma da le. pelo tabelho
iurvaaio Alves Pereira. Est reconheci- Recusar o recebimento do seu presado fa Lui:c *d'PPe de Almeida.
do na forma da lei polo tabelliao Luiz Fe- vor de 5 do corrente acainjianliando um
lippe de Almeida. : frasquinho com 50 pilulas formuladas pelo Eu abaixo assignado doutor em medicina
i cunsummado e distineto pratico, o Ilustra- pela faculdade do Rio de Janeiro.
Eu abaixo assignado, doutor em mediei- i do commendador Dr. Miguel Rodrigues Attesto que tenho empregado em mi-
ua pela faculdade do Rio de Janeiro, Barcellos, e preparadas com toda perfei- nha clnica, e sem com excellente resulta-
medico do hospital de Misericordia des- cao e nitidez por V. S. Na verdade nao do, principalmente as affeccSea de ori-
ta cidade, etc. posso deixar de elogul-o polo relevante ser-. gem syphilitica, o Elixir dk Nogueira,
Atiesto que tenho em regado o Elixir! vico que V. S. tem prestado c ha de prca Salsa, Coroba e Guaiaco, preparado do
de Nogueira, Salsa, Caroba e Guaiaco, tar sciencia medica. Eutendo que o Sr. pharmaceutico Joao da Silva Silveira.
preparado do distineto pliarmaceutico Joao I meu nobre amigo digno de todas as
da Silva Silveira, nao s na clnica civil- J attencSoa e merece ser auxiliado por to
como na do horpita!, com o mais espen, dos os
dido resultado, o que alfinno ser verdade. i de la.
clnicos desta proviucia e fra

.
-
i-
*



r ::



5

"
"".
*


i
i

O que affirmo sob a f do meu grao.
Hervai, 7 de Julho de 1886.Dr. Job6
Adolpho Rodrigues Ferreira.Est recof f
nhecido na forma da lei pelo tabelliao
i
Montevideo
Valparaso...
Fernanuo ___
Sul..........
Havre e esc .
Monlevido .
Soutbampton.
Santos e esc
>antoae esc
Entrerios......... 9
John Eider........ 9
Jaculnjpe.......... 12
lagoas.......----- 13
Vle de Montevideo. 11
Don............. 13
Arao............ 14
Vle de Rosario... ^ 13
Hamburg.......... 16
Norte........ Para............ 18 as
Sul.......... Espirito Santo____ S4 as
Norte.......Manos..........17 as
as t b
as 10 h
as 11 ti-
as 5 ti.
4
II
as
as
as 11
as 4
as 3
5
5
o
Movimento do porto
Navios entrados no dia 8
Bordeaux e escala14 dras, vapor francez Nerthe.
de 2132 toneladas, commatidante Lccointre,
equipagem 120, ca-ga varios gneros; a Au-
gusle Lubille.
Buenos Ayres32 dias, barca americana Mary
E. Husell, de 548 toneladas, capitao W. S Ni-
ck'es equipagem 10, em lastro; a Hetiry
Forster a C.
Sanies-C das, vapor austraco Matl'kowils. de
1249 toneladas, comiua..dante A. Raudich.
cquipagem 24, em lastro ; a Johnston Pater
AC.
Navios sahidos no mesmo da
Buenos Ayres e escalaVapcr francez Nerthe,
tcmniandanle Lecolntre, carga varios ceoero.
MontevideoVapor chileno Huemul, eommao-
dat.le J. Humeauer, em lastro.
Porto AlegrePatacho nacional Juven Correa,
capitao Manoel Gomes Fiedade, rarga assucar.
MaoSos e tscala-Vapor nac.mal Pernambuco,
coramandante Antn o Ferreira da Silva, carga
varios gneros.
ParaBi-igue portuguez Boa Sorte, capitaj Da-
uiel de Mattos, carga varios gneros.
Barbados-Lugar icglez .ureola, capitao H. O*-
en, em lastro.
UarbadosPatacbti inglez Bella Rosa, capilj
George L'cwd, em lastro.
Pelotas, 5 de Maio de. 188b. Dr. An-1 Declaro lhe que tenho empregado o seu Luiz Felippe de Almeida.
Amigo a Sr. pharmaceuico Joao da Silva Silveira.Em contcstac5o a sua pergunta, relativa aos resultados que tenha
obtido com a applicaeo do ELIXIR DE NOGUEIRA, SALSA, CAROBA e GUAYACO, tendo a satUfacao do communicar-
lhe o Eeuinte : .
Fazem Bcguramcntc cinco annos que emprego na minha clnica o seu ) tau reputado Elixir em multas atfecgOes de
aatureza syphilitica o em algumaa de fundo escrophuloso, tornando-se mais notorias as virtudes curativas deste preparado naa
prime ras 'aquellas affeccSes. '
Com o seu uzo prolongado nunca observe! as perturbayoes gstricas qne scm apparecer quando applicamos outro3 me-
dicamentos congeneres, tornando por isso segura e fcil a sua administracSo at as creancas.
NSo hesitarei em recommendalo com confianca nos estados pathologicos suprameneio nados, sendo como a nobre mis-
aio do medico contribuir para o allivio e bem estar" da humandade que sofire.
Autorizo-o a que faca ,o uso que lhe convier d'esta mnha declarado e disponha do amigo obrigadoDr. Alve
a RemiHo.
NICOS DEPOSITAMOS EM PERNAMBUCO
i

i

Francisco Manoel
23Ra de Mrquez Olnda23
Pregos: Bazia 30^000 -------- Vidro

. 3$GOO
PULULAS OPERATIVAS DA MAI
REIGBL
C O N T B A
Constipacao inaccSo do figado, etc.
Dessemelhante a muitas outras medici-
nas catharticas, estas pilulas nao fazem
com qne urna pessoa se sinta peior antes
de sentir melhor. Produzem o seu eflfeito
com brandara mas completamente, nao
sendo acompanhado de accidentes desa-
gradaveis, taes como nauseas, apertos do
ventre, etc., etc.
As Pilulas Operativas da MU Seigel
sio a medicina de familia a inais til que
s tem descoberto. Limpam as entranhas
de todas as substancias irritantes, deixan-
do-as em condicSo saudavel. Sio o me-
lhor remedio que existe contra a peste das
nosaas vidasConstipacao e inaccao do
figado.
Estas pilulas impedm febres e toda a
sorte de doen$as, pelo simples tacto de
expeDirem toda a materia venenosa das
entranhas. Operaui com vigor, mas sua-
vemente e sem causar dr alguma.
Se urna pessoa apanhar um refriado a e
auieacar urna febre, c sentndo dores de
cabea, costas e membros do corpo, urna
ou duas dses das Pilulas Operativas da
Mai Seigel expedirao o refriado, inipe-
dindo a febre.
Lingua grossa acpmpanhada de um gos-
to salobro, e a causa de materia impura
no estomago. Urnas poucas doses das Pi-
lulas Operativas da Mai Seigel limparo o
estomago, removendo o mo gosto, res-
taurando o apetite o com elle trar b5a
sade. '
Muitas vezes succede que doen9a ou ali-
mento meio apodrecido, causa nausea e
diarrha. Se ee limpar as entranhas d'efc
ta impureza Gom urna dose das_^'lula
Operativas da M5i Seigelr -gstes effeitos
desagradaveis desapparqro, resultando
em bda sade.
As Pilulas Operativas da Mai Seigel,
impedem ob ms efSitos que produ-
zem o comer e beber jein excesso. Urna
bCa dose ao deitar tifa cama torna urna
pcssa hbil e inclinada para o trabalho do
dia seguinte.
jv"
Como estas Pilulas sao cobertas^de urna
carnada de assucar tomam-se^-om agrado.
O gosto desagradavel t2o commnm maior
parte das pilulas d'est forma evitado.
Estas pilulas recommendaHi-se especial-
mente s mulheres, .podendo empregar-se
para faeilitiir toda -fcbra da natureza, e
para remover todas; essas obstrucc^es que
sao a causa de tantas doengas a que est
sujeiio o sexo no/mundo inteiro.
Achani-se vdnda em todas as botica
e lojas de med^inaB, em toda a.parte do
mundo cem casa dos proprietarios A. J.
Whjts-, Limited, Londres.
'^ Depositarios na provincia de Pcrnam-
buco por atacado: Francisco M. da Silva
'dt C, na cidade de Pernambuco.
Vendedores retalho, na cidade de
Pernambuco, Bartholomeu C, J. C.
I Levy & C, A. M. Veras & C. e T. S.
Silva; em Palmares, A. O. de Aguiar e
em S. Joio da Igreja Nova, J. A. da
' Costa e Silva. *
X


B













'

)

./
Diario de Perpambuco-Domingo 9
ip.
1890
o glorise partido da guarda
cgra
Dada a hypothese de que rolle a restaurar o
rgimen no descalabro du Sr. Cunde d Eu. lem
bro as seguinies e acertadas nooieagOe.-1 que se
rao tomadas ua devi la conla em lempo oppor-
tnoo:
Sda de sapclo de S. A. o Dr. Jnior d'A Pro-
tiPCM-
Redactor p rpetoo d'A Lanceta, o Dr. Ph:ie-
lante Lina (bandido poltico) ex -republicano
ax-liberal. ex conservador.
Mordo.no particular do D.. J. Miranuo e
eoipreieiro de todas as evoneas da Cabanga o
cnsul .'oo Romes.
Medico pr.vado de l>r. Naboco o r. Sobri-
nho.
Poeta do rancho, o illustr; Gambo.
Denti-ia lo Cupial o Dr. de oitiva, Nume.
lirab) d guarda oera (ruiupreheude ca-
panga m6r) Chico Torrao.
Co;heiro imperial da mesrna, Paula Pacha.
Menino de recadosMenna.
Engenheiro o Dr. J 2o Feslairo.
Alfaiate do rancho A. i>fa.
l!?rbeiro particular du cnsul du Paraguay
-Agosliuho do pateo S. Pedro.
C llaboiaJores d'A Lanceta Dua~te Bu
dito de Escama e Antonio Pinheiro de Castro.
Medico da guarda negra o Dr. Albacra.
Histonaicr o l)r. Holiaodes.
Interprete par parte da I igiaterra o Dr.
Lord Mortalha.
OIBciaes de brabera,Nicolao, Rozeodo, Mj
noel de Abel, Chic Torrao.
Aprsenlo apenas estes nemes porque em ma-
teria de adulaco fumn os que mais representa
rara a.) Sr. oudo d'Ku, futuro re d,is idiotas no
seclo en qne as pllinhas tiverem d< ntes
No mais, r.onlin > a ser cada vez ina:s admira
-dor da uuirda negra fon Jada no Recite pelo ex-
Club Cui i d.is medalbas.
K-:.. que (' laica.
Majo.- A. A. Leal.
Inglez e Francez
Cursos ra da Aurora, n. 37, 2.' an-
dar.
Cirurg^o Dentista
DR. R0BERT P. iAU'LINSON, for
n.ido pela Univorsid.ide de Maryland no-
stado8-Uu>doa, tea
iberio
O noli COLSO:
Rl
-rio, nn ra Bario do Victoria 18, 1
la*.
Co.sitas das 10 lis 4 horas da tarde
. MED HOMEPATA
! Dr. BaHIiui^, da Silveira 1
} Kspecialidadetsbres,
f das crianzas, dos oreaos
Lyceu Triadelphico
3 ra dn Clao 55
Este estbele.ment de inslru gio primaria c
secundaria para meninas, mudou se para a ra
da Uoiao n. 55.
As vj-ta- accuiu;ujd.ins da cas-i e a sua col-
locagao em ama Jas mWbo'es ras desta ddade
offerec m grandes vantagea-t a-; alumnas pen
sionistas cojo b"in estar deve, cima de ludo
ser prjcurade.
A directora espe.a merecer a co fiaoca -i
hoje nio desmentida do= paii de familia, e off-.'
recj como pruva robu ta dos aforeos que em
prega para n l>o;n nproveitametlio de suis aluui
as o resallado obli lo po- d'as nos exa.ues an
nuaes, ;;o qual lem S'-mpre ud i puhluida a.
Alm desses ex unes annaes procede su tu
collegio a t-xainc no tiui de cada trimestre, o que
de locootestavel ot'lidade, nao s porque tira o
acanham-nio que multas vezes prejudica a-
criancas quaud. pela prinielri vez su sabmettem
a exame como 'por \u- da aos int ressados co
nbeciiiK-nlo du estado em |>>e ellas se acham e
dos jrogresso-- que flu fe.to.
Auxilia 11 por suas lilhas, titu'a las poli Es
cola Normal da Soe.ed.i.le Proiagidora da Ins-
tru'.'gao Pu'olici. e \>or prjfe sores de reCOUlie-
cida ilostraco, a directora convida os interessa
os a examinirein a regalalidade dos trabalboa
do colle^io sem delonniosyao de da. nem de
hora.
Kccifc, 4 do de Fevereiro de '890.
A din-ciora,
Francisca Teixeira de Helio.
moleasi .>
respire:'-
nos e das senhoras.
Presta-Be a qua!quo eliaica-io p&ra
ora da capiu!.
,4VH>
Todos os cli:n!:iii-s devoOD ssr di-
r.^idos ph;j-uc?. lo Dr. ibino,
:. raa do auSo da Victoria n. 4M,
iluda se iudicr ana rosideboia.
i
i'
l
)
Dr. Alfredo Graspar
MEDICO*
Operador, parteiro trata coro especial)
ade de molestias do senhoras e cranlas
Oonsuiorio e residencia ra da impe
atril n i 8, 1* aadar.
Consultas de 8 s 10 da maili.
i harnean* (por escripto) 4 quaiquer bor>
TSLEPHOSK N. 225
Professora
Urna senhora pereitamenlo habilitada e
com bastante pratica de ensino propoe-se
a leccionar em collegios e casas particu
Un s as 6eguintes materias : portnguez,
trancez, msica c pian >, a tratar na ra do
Visconde de Albuquerqua (antiga da Ma-
triz da Boa-Vista) n 20.
.. as
*alsa;iarriiha de Br.'stol
Por ce: to espa90 de tempo brilharam a
sombra de desesperados e raendazes em-
bustes, nu uerosas Salaapairilhas de urna
frau iu'enta na'.urcza, porm a sua exis
tencia ti .dou log > que se apresentou n
munrlo este grande especifico. Pelo espa
50 35 annos cous cutivos tem marchado
sobre o, restos naufragados dos competi-
dores embusteiros, cuja existencia tem
sido concorde com os seus incomparaveis
triampbos. rcm seguido os rastos das mo
lestia* d'o.ido quer c em qualquer forma
que se acbasse, e sua carreira tem sido
m.ircacLi com as curas as oais admiraveis,
que tant 1 lustre e faina t:m dado arte
de curar. As esen fulas, as effecc8:s do
ligado, as felres intermitientes e remit
tentrs, a dy.pepsia, a n vralgia, e todas
as enfermidades ulcerosas e cancerosas,
cedim nte suai maravilhosas proprieda-
t'-ito si-gue a causa.
Acha-so venda cm todos os piincipaes
estabilscim ntos de drogas.
Dr. Silva Leal
clnica mkdico cirdboica
Consullorio e residencia rna 4o Livraraento
o 6 i andar. Ccnsu tas das II a 3 horas d.
tarde. Chaiualos a qualqoer hora, por e.-cripto
^s*
Advcgado
SU. A. CLQS'LSQ 22 SQZA
Me. 'oo o seo eseriptorio pura a ra do
Imp -t;.ior n. 35 pr meiro andar, ooie
p ic M-r procurdo de tO da manha s
id. t...d-.
R.--riy.-:a Ra Imperial n. I4S !
N^ Tlpp'oae n. 02. ^J
i si
Tubeivulose pulmoaur
ora garantida oelo Peitoral de Ca-
r
0 Br. Eriiiiri Coflliuho,
"1
ile .ol:a de f'oa vagcrii a Eu-opa. on-
dt ."; dedican especialmete ao es-
1110 las molestias do sysiema ner-
,>> IKou >ua residencia e cnsul-
U".ri-j ra da Aurora n. 83.
Consultas de incio dia s 2 horas.
TELEI4I0NE N. 3B7
3$^>=

Mudanca de escriptorio
lligu.! Jo de Almcid* Peoimboco. procu-
rador iis ii'iioi da kzetfda de^te Estado e advc-
gado. n-odoii o seu ccriplario nara o 1.* andar
do predi i n \j. i ra i Imperador, onde sera
ocon'rid- : s 9 lloras da manh s 4 da larde.
-----
Leoor Porto
Bu.; Sj'sa do Rosario ni:
i <
s-
'
n
mero 9tt
SEUNDO ANDAR n.
i :.:tCia a i'xecutar os mais difliceia ,
' liguri.Ml rect'i'idos de Londres, Pariz,< ,
* UMwa e Rio de Janeiro. {
, ira pefMelo de cosuras, em: ,
etn le, ii.odifidade em preco? e< ;
H>r. Sauarcs
be ltecr
Medico formado pela
Faculdade do Rio de
Janeiro, tendo-se dedi-
cado com especialidade
therapeutica moderna
das molestias de pelL
e' syphilis, na Po'iclini-
ea ge ral da corle, cargo
do Dr. Silva Araujo,
onde servio como seu
ajudante ; d consultas
de meio dia s 3 horas,
no 1." andar da casan.
15 do largo do Corpo
Santo, e recebe chama-
dos a qualquer hora em
sua residencia, a ra do
Vconde de Coyanna
n. J85.
La Rosa Alemana
E' o nome de urna qualidado de c rveja
branca que, p la primeira vez vem a esta
Estado
A ceryeja La Rosa Alemana uao con
tem acido ou producto chimico.
A prep^racSo da cerveja La Rora Ale-
mana chegoo 60 oais alto grao de perfei
c2o. E' SUBLIilE, muitissimo tgrada-
vel ao paladar, finalmente urna combi-
na co de substancias poderosas para a bC i
alimentlo. As mais afamadas cervejas
nao trazem o nome do fabricante. Entre
tanto o p-oprietario da cerveja La Rosa
Aleoiana tendo conquistado o Begredo da
ba saudarel cerveja registrou a marca
cora a Baa firma no rotulo.
E como teve a honra de requestar a
sympathia publica e para que a cerveja
La Rosa Alemana cootiue a goatr de
concito do rcspeitavel publico, amiudadas
ve2es manda examinar a sua cerveja pelas
celebridades chimicas.
Diversos atistalos de chimicos e du
tores ex medicina justificam que a cerveja
La Rosa Alemana muito saudav-cl c um
soberano alimento, cejos documentos fi
cain dispoaicto do resp^itavel publico
Diz o Dr. Vernier: Te: ho por muitaa
vezes examinado no laboratorio publico a
cerveja La Rosa Alemana e nao encontr
materia chimica c sim urna gigantesca pic-
paraao de substancias que representara
uinn valiosa riqueza para a aumentado.
A cerveja La Roa Alemana goza de
grande c-necito na Europa o um illustre
cava'.lciro desta pr.ga, ha pouco ch'gario
do estrangeiro, animou o fiibricaut a ex-
psrtal-a c nveu:ido de ter grande acceita
cao aqu.
Tecm venda cm gr eso e a retalho :
Machado & C, na do Vigario n. 19:
Albino Fernandos & C, ra do Mrquez
de "lindan. 2; Jos da Costa Caseiro
& C ra da Cruz n. 13; Lopes & Arau-
jo, ra do Livramento n. 38 ; Vaaccnce'-
lo* hobrii.ho & C, ra da Aurora n. 81 ;
R. Ferreira & n., ra Mrquez de. O.inda
n. 50; oca M en des 4 C, ra EstreitH
do Rosario; Manuel Jcaquim AJ.es Ri
beiro, travta a das Cuizes; Pereira Fer-
reira & O., rita do Imperador ; Joaquira
Christovao & C, ra do Cibug, Jos
Fernandes Lima <6 C, ra Nova ; Salga-
do 'C, ra Jas Cruze> no 20; Antonio
Alma a Rabelio, ra da niao n. 2. An-
tonio Souza Duar'.e Ferreira, ra da
Uuiao; Antonio Jos Martins, pr^ca Con-
de a'Eu n. 2 ; Luiz Jos Salgado, praca
do O'jnde di-Eu ; Marcelino Martins Ge.;
toira, ruu do Vigario n. 6 ; Azcvedo Maia
& C, ra da Imperarriz; Manoel de Oli-
veira Menor, ra do Visconde de Goyac-
na ; hotel da Magdalena; Iv Sobrinho &
C., Goyanna ; Francisco Nunes Monteiro,
Goyanna; Custodio Figue.redo C, Pa-
rahyba ; Fonseca rmaos & C Parahyba :
Benvenuto & C.( Parabyba.
Dr. B-rreto Sompaio, aeuliaia,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de vrlta de sua via-
gem Europa,, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1
andar da casa n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
T-lepbone 285.
Residencia ra Sote de Setcm-
hro n. 34. Entrad- pefn r,- da
Saudade n. 25.
Telephons 287.
Auxilios lavo ara
l'"reira inwirn & C. co-.i,iny.:fn, ai:nrisad0;
pelo anca do Brasil, i conceder efnnrcstir.n
i lavoora das provincias o-; rernambuo, Ala
goas.Pa'-hybi Ro brande do Norte, mediante
as condi^et' ie '[W- os ii.teres-;i1os --i rao infor-
mados no acripturio ra do Commercio n. 6
das II horas da ruanca as 2 da tarde.
roste convulsa! coqnclnche
Nao deis crianca seno o Peitoral de
(Jambar.
!{ Frcdeiico Chaves Juaior fj
^[omoepatha
',39-RA BARAO DA VICTORIA 39 j '
l'rimelro ttndnr ( \
tivoa hl- aguda oo chrouica
O Peitoral de Cambar o raelhor rr-
nedio.
EDITAES
2" SeccAo. Secretaria do governo do Estad j
de Pernambuco. em 4 de Fevereiro de 1890.
De ordem do marecbal K'vcrnador du Estado
faco publico para os devidoa < (Teitos, o editul
abaixo transciipto pon Jo em concurso o clticio
le escrivao de crjbo. ausenurs e de Io labelio
do termo de Iguaia.-t
0 secretario
Anlanio Iauacio de Mosquita Neves.
0 Dr. Hisbello Floroolino Correia de Mello, juiz
de direiio desia cim-nca especial de Iguaras-
s do Esiado de Pernambuco, em virtude da
lei ele
Faco saber pelo prsenle edilal que acha-se em
i'oncorso com o praso de 30 dias, cmtuio. da
lata do prestte edilal de accordo com o art. 1
do decreto n. 3322 de 14 de Jolho de 1887, o of
licio de escrivao de orphaos, ausentes e de i
labellio de notas desle termo c comarca de
IgoarS. criado pelo decreto de ;0de Janeiro
de 18-"Ji e le provincial n. 1.(37 de 18 de Juqbo
de '873, vago pelo fallecimemo ''o respeclivo
^orventuari Maximiano F ancisco Duarte Jnior.
Os pretenden tes a serventa vitalicia1 do nies-
mo cffido devem apresentar-ae devidamenie ha-
bilitados no praso fef. rido observando em l'ud."
as dispoi(0e do decreto n. 9.V20 de 28 le Ahfil
de 1885.
E para qoe cliegue ao ccnbecimeiito de todos
mande) passar o presente, quo s*r nixado no
logar do costume e puMnud>pela imprensa.
Dado e pa.-sido nesta villa de Iiuara^ lde
da comarca do mesmo nome, aos 28 de Jjopiro
de '890.
E mais cao contmha em dito edtal, aqu 8W
mente copiado do proprio original ao qual' me
reporto.
Eu J'.o de Souza Costa escrirao interino o es
crevi e assigno.--Jo5o de Soozi Costa.
Certilico que iflixei o edital ao que dou 3.
Eu porleiro dos auditorios desta vil a de Igua
rafr interino o escrevi e assigno.
V.lla de Igoarass 28 de Janei-o de 1890.
Joaquim Xavier Dias de Alboquerque.
~ 0 cidadao Dr. chefe de polica manda pu
blicar, para qoe sejam estrictamente obirvados
em loda sua pleoitude, os artigos 70 e 71 das
posturas mun'cipae^, que prolnb-ra o rntruuo
cora qua squer subslarcus que podem damni-
ficar a saJe. como ?ej-ira : agua, ca, feriaba
do reino, Bhdtcoa, za:cao, venu.lhfio c outros
pos semelhaules :
Art. 70. Fica pro'.ubido oeste municipio o
brinquedo de entiudo com agua oo nutra qual-
quer substancia, de qualquer maneira que se
empregue : os infractores pagaron a multa d''
154000 e ollre o oito dias de priio
Art. 71. Fica prohibida a venda de lima*
de cheiro : os infractores, alera de as perde
rem. pagut; 44000 do multa.
Manda, ouiiosun, declarar o mesmo cidadfto
Dr. chefe de polica, que dos habitantes dste
municipio espera que se cohib rao da pmtica de
tilo nocivo Drinqoedo, lomando todava ccrlo
que, rom todo o rigor e vigilan:ia, sern em
pregados os necessanos mcios para que sejam
gera!mente respeitadis as dispo^Ces cima ci-
Udas.
Secretaria de Polica do estado de Pernambu
co, l de Fevereiro dv 1890.
O secretario,
Antonio Jone du ''ostu R beiro Jnior.
o secfo. Sccreuria do govc-rnu do Es-
tado de Pernambuco 5 de FevereTro de 890.
Por esta secretaria se publica, de ordem do
man-chai de campo gver.iador dosU* Estado, o
edital nfra. da secrctaiia do gouruodo Estado
d.i Paraliyba, abrilo concurrencia por espoco
de 90 dia<, para apte-er.t 5J0 de propoftas re
furente* escala de vspo.-es tr osatlaaticoi pelo
porto de Cubedello, 00 dito E-tado.
O secretario, Antonio Ignacio de ifesquitti Noves
Copia. Por esta secretaria se faz publico, de
ordem do cidado govirnador de Estado, para
conhecimento de qoem intcrc.-far poosa, qoe.
dentro do praso dr 93 lias, a contar desta data
seacceiUm propostas, pira quao.- vapore* trans-
an julicos fac/jiu escala pelo porU de CabeJello,
Reste mcasBu E-tado. de menos urna vez por
n>ez, de\culo as rcfeii as propostas que icrhn
leduzidao a co Ira lo celebrado rom qoem me-
Ibores vaoiagens offereoer, cooter as condicOes
e el .osla, que bou ver m, de aeccitar os respec-
livo proponentes.
S.: retara d > gov, rn. do Bstadi) da ^araby
ha, em 27 desuero de 1890.
O secretario, EpUacw du Sitia Pesoa.
AVISO
Com oflm de melhor resalarlsar o
ervlco interno e de accordo com a
liralleaadmlllda e secnldaem lo
das ao prora* rummen lar, tendo
nido 0111 ido o di o presidente da
AsMoclaciSo Contmerclal Beneflcenle
rrnolveaoi om Banco eotanelecldoa
oeata praca, abaixo mencionado*,
rccliar o expediente doi Recebimen-
tos v Pag-amentoo a* 3 horas da
larde, a cumecar do dia 3 de Fue-
relro prximo futuro, do que acien-
tlucam ao lilntre corpo do coa-
mercio e a toda a* peawoas qoe
mnte< m rea c es commerciaeo
com oa meamos Bancos. -
Hecife. 8 de Janeiro de 1SBO.
(Asslgnadoa) j
Pelo Coudon ti Brazlllan Bank.
Limited. HMlium II. Biitua. serenle.
Pelo EiiK!ih Bank of Rio de Ja-
neiro, liltuitrd. .. J. P. Clarkson.
Scrente. v
Pelo Banco de Pernambuco. *vii-
liam te. Wi-bstert gerente.
Pe Banco siul americano. W. A.
Paebcco. itrente,
Obras publicas
De ordem do cidado rnginheirr dircctore8
em virlude ta autorisacao do cidado gener3'
governador de.?te Estado, de 20 do correle, faf
publico que no da 8 de Fevereiro prximo viu-
dooro receben: se propostas em cartas fechadas,
competentemente selladas, para execocio das
seguintes obras :
Reparos da ponte de Nazarelb, oreados em
1."9074723.
dem do pontilhao sobre o riacho Canos, na
estrada de Gravata, na importancia de 5.0604.
dem de diversa* pontes da estrada da Victo-
ria, na de 2:939/200.
dem dos boeiros de Campias, Mjucs e Bu-
IhOes, na de 1:172*072.
As propostas devem ser assignadas pelos hci
lantes, com as lirmas nconhecidas, e deverao
declarar o proco pelo qual se obrigam a execu
lar a obra, como o local de sua esidencia e as
habililaces que possuam para dirigir os traba-
Ihos, as quaes serao abertas ao meio dia em
presenga dos proponentes.
Nao sero aceilas a^ propostas nos seguintes
casos:
1." As que excederem dos precos dos orea-
mentos.
2. As que nao forem organisadas de accordo
com o prsenle edal.
3. As que nao offerecercm as garantas exigi-
das.
4." As qoe se basrarr-m sobre os precos das
prLpostas dos outro3 concurrentes
5." As qie forem apreentadaf por. pessoas
que j tenharn deixado de comprir contractos
celebrados com a lepartico.
Os orcament08 e mais condices dos contra
ctos achara se nesta secretaria, onde podem
ser examinsdos pelos prelendente3.
Pera concorrer praga cima deverao os lici
tantes depositar nesta reparticao as seguintes
quantias:
De 974886 para a primeira obra.
.De 25UO00 para a segunda.
De 14ti3960 para a ter.eira. ^
De 58S604 para a qnarta.
Todas estas quantias sao equivalentes a 5 7,
dos valores dos respectivos orgaraentos, come
determina o art. 42 do :egulamento de 30 de
Ouiubro de 1889.
Secretaria da direc:oria geral de obras publi
cas, 22 de Janeiro de 1890.
0 engenheiro ajudante,
A. Reg Setto.
PRADO PERNAMBICANO

*?*5& S
PROGRAMMA DA 10& CORRIDA
QUE SE REALIZAR
0III! II
Fevereiro
l. pareoEnsaio800 metrosPeq jiras de Pernamboco al 1,28 metros di altara. Premios
1504000 ao 1, 304000ao 2. e 154000 ao 3."
Bonlanger.. 5
Invicta..... 5
3
Borracha.. 5
Baroave ... 5
Odalisca___ 3
Morcego 5
Bom Jardim 5
Alazao.....
Busso......
Castanho ...
Pedrez.....
Castanho
Pampa......
Alazo.....
Rodado .....
Pernamb. 58
56
52
58
58
50
58
58
Encarnado e preto .
Branco e ene......
Encarnado e branco
Auri verde ........
Ouro e branco.....
Branco............
Azul e ene...........
Coudelaria Arraial.
Antonio F. da Cost3.
Thomaz M. de Abreu.
Joao M. de Abreu.
Alberto A. Seixas.
Albino F. de Azevedo
Ileiberl J Perman.
Estevao de G sroao.
2." pareoInicio 800 rastrosAniraaes de Pernambuco que nao tenham ganho p-rmio.
mios : 2004000 ao 1, 40000 ao 2> e 204000 ac 3
Pre-
DECLARARES
Cpmmando das Armas
A ex prac Antonio Florentino Leile chama
da ai.quartel ireneral, &Bm de revener as luci-
rs do exe.cito por ter desert do o ?eu pubsii
loto o soldado do 14." batalno de iufanttria
Jos Paulino Ev;.nge!isla, cinforme o'.ermo de
respoosabilidade que affienou nesu le.jretiria.
Secretaria do Commando das AfflWf u Esta-
do de Pernambuco 5 de Fevereiro de 1890.
O Tenente, Jos C. Mnciel da Silva
Secreta rio.
Juizo substituto dos Feilos
da Fazenda
ESCRIVAO TOEUE8 BAMDEIBA
No dia 21 do cor. ente, depois da au-
diencia do Dr juis substituto, irSo pra-
;a por venda, os predios abaixo declara-
dos, penhorados por execuc/lo da Fazenda.
Recife
Sobrado de 2 andares tua do Amorim 3. 14
feudo a toja armazem, 03 I" e i andares com 2
janelias de frente, i porta no oitao, i sala, 2
qua-los. Costaba interna, em cada um dos anda
res, 4 metro e O centmetros de frente, 7 me
iros 90 c ntimetros de fundo, avallado em 2004
Casa terrea na mesma ra n 38, com porta e
junella de frente. 2 salas,2quirtos, cozinha Tora,
quintal, 4 metros de frente, 13 metros e 20 cen
timetros de fundo, avaliada em 3004. pertcncen
tes a sanot 1 Jos Agoiar.
S. Jos
Casa a roa de Santa Cecilia n. 5. com 9 metros
c T0 cen'imetris de fun Jo. 4 metros e 64 centme-
tros de fente, porta e janella, 2 salas 1 qoarto,
cozinha lora, quintal, avaliada em 8l04 perten
rente a Uaibeliua Domingas do Espirito Santo
Casa ra de Vidal de Negreiros o. 172, com
1 porla e 2 janelias de f*ente, 2 salas, 4 qoai los,
mais 2 ext-rnos, qoinlal, cacimia, 19 metros e
80 centmetros de coinprimento, 5 metros e 10
cenlimelros de frente, por 4804 pertencente ao
padre Antonio Jacomc de A unjo.
Boa Vista
Casa terrea Travessu do Gervasio Pires n. 7,
com urna porta u 2 janelias de frente, 2 sallas, 5
quartos, corredor ai lado, cosinha fora. quintal.
qnarto para banho, 18 metros e 50 centmetros
le fundo, 4 metros e 80 centmetros de frente,
avahada em 3.3004 pertente a Joaquina Candida
de Aguiur Barroso.
Afogados
Casa a roa de S. Migue! n 18, com janelias
e I poda de frente, 2 salas. 2 qoartos, cozinha
fora. quintal, solo proprio. 5 metros e 60 centi
metros de fundo, 14 metros e 5 centmetros de
forte por 4004 perten jente a Francisco Ignacio
da Croz ello.
Casa a Travessa de Motocolomb n 2, rom 4
janelias e 1 porta de frente, 3 salas. 2 gabinetes,
2 quarios, cozinha interna, 11 metros e 80 cent-
metros de fenle, 1 melros e 40 eotiraetros de
frente, e mai< 1 terreno com afrente murada,
iioriao de ferro, cosinha e arvores de fructo em
800 perlenceale u Jos P dro Velloso da Sil
veira.
Greca
0 Icrrcno em que foi edificada a casa n. 9B
Travesea do Feitoza, o qual mede de frente 8
metros r 91 centmetros, e de fundo 61 me:rr.s,
enm os lail'is cercados de estacas, avahado em
80000, pertenceote a Maximino da Silva Gus
oao-
A casa Travessa das Pernamburanax n. H.
com 15 metros e 25 centmetros de fundo, 5 me-
tros e 15centmetros de largura, 1 porta e 2ji
nellas de frente. 2 ralas, 4 quartos, correlor ao
meio, rosioha fora, quintal e 2 quartos per 5005
pertencente a Francis-o Carneiro Mchalo Kios.
Pogo
Cusa a estrada do Agu le o. 14, com i janelias
e 1 porta de frente, t palas, 3 quartos, cozinha
fra, quintal 5 metros c 40 (.ntimetros de frente
e 6 metros e 60 centimetros de fundo, avaliada
em 804 perleaiente a Jo8o Machado Brandao.
Aluguel
Casa a ra da Ponte Velbi n. 13, com porta e
janella de frente, 2 salas, 2 quartos, por 84 men-
Sffea pertencente Jos Francisco Ferreira Ca
ISo. ^^^^^
Ca G. JS
Club Commercial Euterpe
Assembla geral extraordinaria
De novo convido todos os socios em geral
deste club a rcunirem se domingo 0 do corren
te, as 4 1/2 horas da larde, pera tratar se ie
grandes interesses sociaes.
Outrosim lera lugar a assembla com o nu-
mero de socio- que se acharcm presentes.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, *
de Fevereiro de 1890. O 1 secretario,
Ateieida Soa-es.
1 H-reules. ..
Talispher..
3.Piraj ...
Mignon ....
Tr1.4n.eiro...
Potos.....
Patinho.....
Don, ex-Ma-
rat.......
Vivaz.......
Pluto......
Humilde
19 de Ju.ho.
Colosso....
Cangur .
Rodado
c
Russo .
Zaino..
Castanho..
Rodado
Castanho.
Rodado ..
Castanho...
Rodado .. .
Baio.......
Pernamb
58
08
58
56
os
58
68
58
58
58
58
>8
58
58
58
Verde c amarello...
Eucarnado e branco.
Amarello e azul
Preto e ouro.......
Ouro e preto........
Branco eazul marinho
Lyrio e ouro .......
Azul e branco......
Preto e branco.....
Branco e encannrdo..
Amarello e encarnado
Azul c amarello.....
Encarnado e branco..
Jos Caetano Pinto.
Jos N. da Silva.
Jos L. de Souza Filho.
Bento B. da Fonseca.
Josu A. da Nobrega.
Joaquim Ramos.
Hermino F. de Souza
CouileUria S. Jorge.
Franklin R. Ramos.
Manoel J. deAndrado.
Vicente do Nascimento
Frncelino Jnior.
Joaquim C. de H. C
Sydronio I. de Mello.
3 pareoProgresso-1,100 metrosAnimaes nacirnaes at meio saogue.
ao 1, 804000 ao 2 e 504000 ao 3
Premios: 3004000
Gallileo..
Minerva.
Aymor .
Aitila...
Maestro.
S.Paulo... 56
5 Douradilha. 54
5 Castanho ... m 58
4 Turdilho neg ( 54
5 Turdilho. ... 58
Preto e ouro.......
Azul, ene e branco...
Verdee amarello.. ..
Azul, branco e fac. ene
Encarnado e branco-
Coudel. Fraternidade
Coudelaria Cruzeiro..
Coud. Independencia.
Coudelaria Veniurosa.
Sydronio I de Mello.
4.* Parco.Consolaco
anno.
800 metros Aniraaes de P( mai.buco qoe nao tenham ganho este
Premios : 2004 ao 1, 404 ao 2. e 204 ao 3."
Cndor......
Hercules..
Transclave..
Bonaparte .
Gerfaut.....
Mignon.....
Dublin .. ..
Humilde.....
Lucifer .
Colosso. ...
Monitor......
Baio......
Rodado.....
Cardao-----
Rodado -----
Zaino......
Card5o.
Rodado .
Russo
Pernamb.. 60
* 58
58
58
58
56
t 60
a 58
* 5~<
58
60
Azul e branco.......
Verde e amarello
Branco e encarnado.
Violeta e b-anco.....
Verde e rosa........
Amarello e azal.....
Encarnado e branco..
Branco e encarnado,
uul e encarnado
Azule amarello. ...
Encimado e branco.
Rufino Cardoso.
Jos Caetano Pinto.
J. Nogueira da Silva.
Joaquim L. da Silveira
Coud. Indepcndente.
Bento B. da Fonseca.
Heniique Guibson.
Vicente Nascimento.
Actonio Uchoa.
J. C. de H. Cavdrante
Coud. Pernambucana.
5.* pareo-Em la cao1,000 metros Animaes de Pe-nambuco.
404 ao 2, e 204 ao 3."
Premios : 004 ao I.",
%i
Sans-Souci...
Good- mor-
nng......
Cauby ......
Village.....
Monitor.....
Baio........
Rodado
Castanho
Mellado.....
Russo......
Pernamb. u w

58
58
08
0 60
Ouro e branco
Azul e branco.....
Azul eencarnado
Branco e preto.....
Encarnado e branco
AnnaL. J. deOliveira
R. Cardoso.
Alfredo Marques.
Jo.* Joaquim Dias.
Coud. Pernambucana.
Pareo -Crande premio ESTIMULO 1,600 metros- Animaes eslrangeira3.
mios: 8004 ao Io, 2004 ao 2 e 1004 ao 3
Pre-
Apollo -.
B: azil ...
Vesper ..
Eiffel. ...
Diana...
Alazo.
Zaino.....
Alazao------
R. da Prata 59
Franga ... 54
Inglaterra. 59
Franga ... 54
c 54
Salmo e ouro......
Verde e amarello...
Branco e ouro ......
Ouro e verde em litas
Azul e preto........
Dr. Joao de Sa.
Coud. Independencia.
Coudelaria EmulagSo.
Coudelaria Eiffel.
Coudelaria Nacional.
7. pareoExtra-800 metros. Eguasde Pernambuco. Premios: 1504 a 1'. 304 a 2 e 154 a 3.*
Pernamb..
Ida.........
Odalisca
Stella.......
Sybilla......
Ra. t na.....
Coruja......
Rodada .....
Pa opa......
Zaina.......
Castanha-----
Rodada
60
52
62
58
58
58
iLyrio e ouro.........
Encarnado e branco.
'Azul e branco......
1 Azul e encarnado
Branco e encarnado.
Coudelaria S. Jorge.
Albino F. d'Azevedo-
Rufino Cardoso.
Thom Alves Arxa
M. P. d'Albuquerque.
Henrique Guibson-
OBSERVARES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo devera
achar-se no ensilhamento s 9 1[2 horas damanha
Os forfaits serao recebidos at sabbado, 8 do cr-
rente, s 3 horas da tarde, na secretaria do Prado.
PREQOS
Geraes .
Entrada e archibancada
Entrada, archibancada e ensilhamento
Cart3es de familia at 5 pessoas
Ensilhamento.....
Differenca para archibancada
15000
2*000
3,5000
5O00
2(5000
lOOO

Recife, 5 de Fevereiro de 1890.
O SECRETARIO,
Jos Gomes Gauches.




i
Thesouraria de Fazenda
Xarope de Larey, vidros, 24.
i Carvo vegetal, saceos 24.
rticos para Fernando i Rtulos pequeaos para receiluario, 2.000.
De ordem do Sr. mspe:tor c de. COOfermidade!^^*!^'^ 2'000"
com o officio do Sr. governador do E*tado. de 6 SSffr*Mk H calxas
do correte aez, fago publico qoe em seso da fS^ff&^iuMmuA
juma d'e-sta Thesouraria de 10 (segunda feira Xarope %?f^ ???> ,2
prxima) ser arrematado por quera melhores : Xarope P^oral aimncano.JS^ia
raotigens offerecer o fornc.-.imento dos .eguin-. A ampaia de v.dro pani alcool. urna,
i otenstlios pitra a pbarulacia jjjg ^SS^g* "
Thfsoorria de Fazenda do Estado de Per-
nrrabuco, 7 de Fevereiro de 890.
O secretario,
Dr. Antonio Jote du Sant'Anna.
do presidio de Fernaddo de Noronba
Agva de honda pimenta, 5.000 'r;rdraraas.
Ceeosote de faia, 60 graramas.
Kmul-ao de Scolt. frascos, 24.
Fero Girard, vidros, 12.
Frro de Bravais, vidros. 24.
F.os de linho, 20,000 gramolas.
Vmho de Aroud, garrafas, 24.
Vinho de Laroche, garrafas, 24.
Vinho de Vivien garrafas, 24.
Vinho de Chassaing, garrafas, 12.
VntioeMoitier, garrafas, 12.
Vinho de Beliini, garrafas, 24.
O tido amarello de mercurio 2"0 graramas.
Pilulas de Bluucard, vidros, 12.'
Sa Qo phenicado, n. 24 ,
Dito sulpliuniso n. 24.
Dilo de iodureto de potasso n. 4.
Dito de alcatro n. 12.
Salsaparalba de Ayer, frascos, 12.
Vinbo branco, 2 quiotos.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Ma secretaria da Santa Casa recebem-se pro-
bostas pa-a arrendamento do predio n. 33, ra
iarquez de Olinda, com araaxcm proprio pira
(oalquer esbelecimento commercial, com
.Tande reducgSo no prego da enda.
\.s propotas 6erao apreciadas pela junta em
oa sesso prxima. .
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
O escrrao,
Pfro fodriones de Souza.
n


'

'!


Arsenal de Marinha
le ordem do cidado capillo lente Frederi-
Guilwrrae de Soum Serreoo, iusf. ctor deste
Arsenal, r(o publico p*ra coirn aciment de
qvem interessar que, era observancia ao dispos
taen officio do cidad&o goveruador de- te Lata
\ datado de 5 Jo corrente, recebe se propo-tas
i cartas fech..dai, na secretaria de.-ta uispec
jtt as 1 horas da manh, do da 12 do cor
para conlracUr o concert e regul-risac^o do
lgio do torr ao deste Arsenal, e os exigientes
diversas dependencias deste esiabelecimen-
e bem assim os concertos dos reljgios ou
[ronometros do navios da armada, por tempo
Kdous annos, cujo pagune .to ser feto era
atro prestaces pela Thesourana de Pazenda
ste E-tado
Inspecco do Arsenal de Mannha do Estado
da Pernamouco, 6 de Fevereirode 1890.
O secretario,
Antonio di i Silva Azevedo.
Hippodromo do Campo
Grande
A directora deste hit podromo reeebe pripee
US era carias fechadas ate ao raeio din le 13 d<
eerrenle, para o arr^ndainento dos botiqun :
a secretaria do mesmobippudromo, ra do Im-
perador n. 5-i. 1" andar
Secretaria do hi|>podromo d j Campo Grande,
i de Fevereiro de 1890
Francisco da Costa Folio.
Itilut Beneficenle dos Olliciaes
da Guerda Nac onal
Be ordem do cidado presidente da assembla
Seral desla sociedade. convi lo a lodos os socios
a comparecerein sua sede, no da II do cor
rente, alim de elegeiem a nova directora, ti
eando scienie a todos que a vutacio correr com
o Damero que comparecer.
Recife. 8 de Fevereiro de 1890
O i." secretario.
Joaqun de Medeiros Rapeta.
Bailen de IVniaiiiliiicu
De ordein da directora convido os Srs. accio-
islas, para que sr dignem corapar-cer no edili
aio da Associaco Coniuiercial B -oelicente, sexta
fejra, 14 do correle mez, ao meio dia, aun de
so constituirecn em assembla geral extraordi-
aaria, para deliberaren! acerca de aego.'io rela-
tivo a inte esses do mesin Banco.
Recife, 8 de Fevereiro de 189 >.
Jote A. Rodriguet Urna,
Se^rjilario.
Arrematac.o
Xo da 7 de Fev. reiro ser arr. matado o enge-
tuo Jaguaribe, sito no termo da Es ada, avahado
por 20:000iiO0; quera quizer fazeracquifijo de
una boa propriedade, e ch^gada a occasio.
Huito commodo por disiar da cidade raeia le
ua, terreno muito frtil a contiguo ao engenbo
central de Firmeza.
A praca ser na casa das audiencias pelas 9
eras da manh. do indicado dia cima.
Fica tran-ferida essa praca para o d'a 12 do
corrente, por impedimento do juiz substituto que
unccionou no feito.
retarla da Inulrurro Publica do
Estado de Pernambucoi s de Fe-
vereiro de i sm
".imites >as delegacias Iliterarias de Santo An-
tonio desla cidade.
Fago saber a quem iutjressar posa, de ordem
de cidadao Dr. inspector geral, que os limites
das delegaras cima mencionadas, approvados
pelo gov-raador de>te Estaao, sao os tegumles :
Ra de Lomas Valentinas, pateo de S. Pedro,
ma do Fogo. ra larga do Rosario, pateo do Pa
raizo, terminar na ruada Florentina e larga da
Prineza 1-abel Qcando a uertencer o laa do
ooente ao 1 dislncto e n O secretario,
Perifentino S. de Arauju Galvo
Companhia
DE
Fiacao etecidos de Pernam-
buco
A directora desta companhia scienufica aos
enbores .ccionistas, que detta data a 10 de
arfe prximo, fica a disposicao dos mesmos
enbores. no escriptorio da compaonia roa do
lom Jesm n. 42, copia do bilanco, copia da re
af-ao nominal dos accionistas e copia da lista
tas trat sf reU'ias de acces.
Recife, 9 de Fevereiro Jos Joo de \morim.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por esta secretaria convi.iam-se as mis ou
prenles das menores abaixo declaradas, que
por ordem da junta administrativ tc de ser
idmiuidas no collegio das orphas, p ra que vo
lili apresental as at o dia 20 do co-rent-'.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 8 de Fevereiro de 1890.
O escriVo,
Pedro Rodrigues de Souza
1 Mara, lilhade Fraocelma Candida de Abreu.
2 Mara Brasilina, Giba de Antonia Fhilomena
Mira da Conceiv&o.
Cosma lilha de Rozeoda Galdma da Concei-
go Mende.
4 Bmtielina. lilha de Basilia da Conceivo Tei
xeira.
- Antonia, filba de Joinna Mara aunes d
Talle.
Isabel, lilha de Genoveva Mara da Conceico.
7 Joanna, tilna de Amelia B^zerra Xavier.
8 Joventina, lilha de Mana do Carmo Portclla.
SANTA CASA
CANAS PARA ALl'Ci.lll
[den da Guia n 25, idem 16*000
dem do Encantamento n. 9, 1. andar 154000
dem idem a. 3, loja 14*0 0
dem do Bom Jess o. 29, loja 18*000
dem idem idem, 1. andar iOtlO"
dem do Amorim n. 23, dem 12*500
dem idem idem, 2* andar 12*50 >
dem Imperial n 151, casa terrea 30 00
Roa da Moda n. 45, armazem 16*660
dem idem n. 47, 20*000
dem do Vigano n 25, 1. andar 30*000
dem idem u. 27, loja 16660
AAKTlMUb
Companhia Brasileirade
Navegacao Vapor
P0&TOSDO8UL
O vapor Alagoas
Commandante Jlo Mara Pessoa
ri *
. esperado dos portos do oor
u ai- u dw 13 de Fevereiro e de-
nois da d jpguir para o- pcrtos do su)
._, das sero recetadas ao trapicD'
B rbosa at 1 hora da larde do dia da sahidn
Para carga, passagens, e ncommendas e valo-
ree rata-ae com os .(ENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
C mandante Antonio Ferreir da Silva
E' esperado dos portos do soi
ate da 17 de ?evereiro e se-
'--uindo depoi da demora indis
_____________ppensavel para o-portos do nor-
te au- tan
Ae eucotnmendas so sero rece.bidas na agen
eta at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommeodas, passagens e vale
re rata-s com o* ____
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6*~Bua do Commercio=6
1 andar
/
l a> te K
ompanhia Baha na de Na-
veaa tf&eeio, Villa-Nova, Penedo, Araea-
in, Eatancia e Babia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Bernardoe
E' esperado dos portos cima
at o dia 13 de Fevereiro, e de
. pois da demora do costume re-
____ Kressar para os meemos
/ara carga, passagens, encorametidas dinhei
o a frete trata-se com o
AGENTE
edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vignrio 17
I Mario de PerBamhiH'.a-Donupgo 9 Pacific Sl,eam Navigation
Compan^
STRAPPSOFMAGELLAN LINE
O paquete John Eider
Espera-se da Europa at o dia
9 de Fevereiro e seguir de-
.pois da demora do costume para
Valparaso por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
iheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Wilsoo, Sons k L Limited
14RA DO COMMERCIO14
toyal MaiJ Steam Packei
Company
O vapor Don
'tjLfcs. Espera-se da Europa ate o dia l.'i d
auM SlFi- ve reiro, segurado depois da deme
^e*eeeeee"ra do costume para
ahJa, Rio de Janeiro, wontevl
do e Bneaos-Ayrea
Para passagens, tretese encommendas trata
se com os AGENTES.
O vapor Atrato
I.
E' esperado do sul no da 13 de Fe-
vereiro, seguindo depois da demor*
,necessaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, e SouthamptOE
Keuc^ao ds pauagene
Ida Ida e volti*
K Lisboa 1* elasse 20 30
A Southamplon 1* elasse t 23 42
.amaretes reservados para os passageiros d
Pe nambuco.
ara passagens fretes, encommendas, trata-p-
ronos
AGENTES
Vmorini Irmos & C
N. ?>Ra rio Bon JesjHN. 3
cbiPAWBU PBItNAMBIj'CAIVA
DE
avegacSo costelra por Vapor
Tara Fernando de Noronha
O vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 12 de Fevereiro s 12
'horas da manh. Recebe carga at o
dial!
Passagens at s 10 horas do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Para Rio de Janeiro
Segu oestes das a barca nacional Betty, j
tem parte ca ca'ga, e para o resto que falta,
traa se aa ra Mrquez de Olio da o. 2. .
LEILOES
Agente Pestaa
Leilao
De 1 casa terrea de pedra e cal sita na fregu
zia da Varzea ao lado do norte, com 3 quartos,
2 salas, cosioba fora, grande quintal com portao
de madeira. limitando com a casa dos berdeiros
de Dionisio Gomes do Reg, pertencente ao es-
polio do padte Djma-io da AssurapcSo Pires, por
mandado e asistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de
capella8 e residuos e a requer nenio do testa-
menteiro Dr. Francisco do Reg Birros de La-
cerda.
Tere -feir, f 1 deFererelro
A's 11 horas em ponto
fo armazem lito travesa do f'orpo Santo
0 agente Pestaa vender por mandado e as
8istencia do Exm. Sr. Dr. juiz de capeltas e re
siduos a casa cima mencionada.____________
Agente Brito
Leilao
Urna mobia estufada, urna dita de junco, 1
guarda-vestido, 1 cama f anceza, 1 toilette, 2
aparadores, 1 guarda-louca, 1 guarda-comida, 1
quartiDbeiro. 1 mesa clstica, 1 meia commoda.
1 lavatorio de amarello, 1 cama para menino, 1
marquezo largo, 1 dito estreito, jarros, compo
teira., copos; clices e muitos outros objectos
que se vendero ao correr do martello, no 1. an-
dar no pateo do Mercado o. 13.
rerca-felrn. lfl do corrate
A's 10 1/2 hora
Agente Burlamaqui
Leilao
Quarta felra, 19 do corrate
A'S 11 HORAS
A' ra de Santo Amoro da Salinas n. 33
Bond para o Asylo
O agente cima vender ao correr do martello
por cenia e risco de quem perteocer, urna mo-
bia guarda roupa, estante, secretaria, livros,
mesas, tabides, camas, louca, vidros e muitos
outros rticos existen es na referida casa n. 33
ra le Santo Amaro, quasl confronte a casa
que foi do Dr. Ramos.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-re de um felor ; ua ra do Pay
sand n. 19.__________ ___________
Precisa se de urna ama que saina lavar e
engommar, para pouca familia ; na ra Bella
numero 45. ________
Predsa-se de urna ama para cosinhar ; na
ra da ^alta n. 61._________________
Precisa se de urna ama to somente para
engommar ; no Pago da Patria n. 5. ____
Precisa-se de um criado para vender na
ra ; a Iratar na ra larga do Ros trio n. 6 loja.
Preci8a-8e de um menino para vender ta
boleiro ; na ra estreila do Ro.-ario. padaria.
Precisa-se te urna boa co3nheira ; na ra
do Vigario o. 5 armazem.___________
Precisa se de amas para cosinbar, engom-
mar e arrumar casa ; ua roa doe Pires a. 30.
Precisa-se de urna ama que saina bem cos
nbar e comprar para duas pessoas; a tratar no
neceo do Campeilo o. 4, venda.
Precisase de urna boa coznbeira matri-
culada ; a tratar na ra da SoleJaden. 82.
Precisa se de um criado pera sitio, a tratar
na estaco da Jaqueira.
Muga ee o sobrado da ra da Ponte Velha
o. 75. com commodos para familia, tem agua e
gaz encanada ; as chaves para correr achuru se na
ta venia junio, e a tratar na ra de Santo Ama
ro n 8 A de n. 28 8 roa ao Harto de S. Borja,
com bastante coa-modos para numerosa familia,
com agua e gaz en aada ; est limpa ; e tara
bem a de n. 18 da mesraa ra : as coaves para
correr acnam se na taverna junto : tratar na
lo de Santo Amaro n. 8.__________
Alaga -e o 1- aodar n 278 ra Coronel
Suassuua ; a iratar ni i^a Freaile C., roa
Barao a Victoria n. .9. ou no Chora raeimu n.
12, sobrado junto a cape la^_____________
Augam se duas s?as com commodos, sen
do urna com frente para a ra Duque de Caxias,
e aoulrapura o largo de Pedro 2 ; a-tratar na
loja a ra Duque de Caxias n 79._____________
luya u-e duas casas novas ra da Casa
Forte, t'-ndo cada urna 5 quartos, 2 gran es su
las, Ck'siuhj fra quintal muraJo, agua encana-
da e baoheiro c m choviscos ; a tratar na ra
Duque de Caxias n 30. padaria d Beiro e Al
infida. ______
Alugamee casas catadas e pintadas nos
indos de S Goncalo, a 84000; a tratar ua ra
la Imperatriz n. 70._______________
Alugam-se o 1 e 2- andares da casa n. 43t
ra Viscoode de Inbama, com agua e com
modos para familia; as chaves no andar terreo.
Pergunta se ao Sr. Manoel T rquak de
Araujo Suldanha se nao vem dar urna explica-
cao do i-eu procedimento. na nadara do pateo
do Terco ? Hoje j ?5o 6 ao mez
Engenho
Quem desejar arrendar ou comprar um eoge-
nho d'agua rom um acude para moer al qnatro
mil pes, urna lesua alistante da estaco de S.
Lourenco, e pouco oais da de Jaboato. com to-
das as obras, enteoda se cora o Ulm. Sr. Sebxs
lio Mnocl do Reg Barros, ra do Impera
dor n. 81. onde achara a descripeo a mais mi-
nuciosa e mcessaria para quem pretender e
souber do negocio, que de g ande vantagem
O proprietario prefere vender a arrendar
G'aixeiro
Precisa se de um menino com pratica de ta-
verna ; a tratar na ra de S,.nia Tbereza nu
mero 30 '__________________
Caixeiro
Precisa pe de um caixeiro com pratica de ta
verna, de 12 a 14 annos, que d liador de sus
conduela ; na ra Visconde de Goyanna n. 72.
Fabrica ci
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
de ULYSSE ROY, em Poitiers (Franca)
EmilePROUST, Sucr- & Genro
. Perfume analtico dos Vintaos ou sobra) fin*,
de Medoc................ oslOOroacosi *"ua-
. R ncio ufrssencia-ieCognac.os l(M)frascoa 500 ir.
. Perfumes para iodos o Licores os luO frascos 300 ir.
. EEsenciaaeRhumi ,-..!eT fia, c oofraseos OOOfr.
Em Pernambuco FRAN" M. da S1VA 4C*.
Cinco por cento
Cobram-se alugueis de casas com */0 e di-
vidas no interior cim 10 / dando se garanta
a ambas; na ra t Palma n. 49.
M*
joanna Bata Peretr tuimorue
2." ANNIVBRSABIO
Capilo Manoel Anselmo Pereira Guimares,
sua aul er e filhos convidara aes seus prenles
e amigos para ascistrem as missa*que mandara
resar pela alma d, sua fempre prameada lilha e
irm Joanna Rosa Pereira Guimares, na matriz
da Boa-Vista, no dia 18 uo corrente, s 7 1/2
boras da miraba, pe" que desde j se orates
sum etername.ite gratos. ____________
*eU&
1
Jone Apolinario da Silva Olive ira
D- E-tner Sopbia Pacheco e Oliveira, sene
-.hos, e Alvei da Costa A Filho agradecem cor-
dialmente a todas ;>s pessoas que se dignaram
acjmpanbar os restos mortaes de sen sea pre
prantado marido, pai, empregado e amigo Jos
Apolinario da Silva Oliveira a sua ulfraa mora
da, especialisando os noraes aos distinetos ci
dadao- Maooel AUe- Lessa, J ise Daniel Pereira
de Azevedo e Alfrrdo dos Saetos Almeida.
aquelles pela dedicaco com que se prestaram
dorante a terrivel molestia que o acommetteo e
este pelos servicos prestados por occatio do
fallecimeoto, e de novo os convidam e aos p-
renles e amigos para assistirem as mlssas que
mandar celebrar na cegunda feira^ 10 do cor
rente, s 8 horas da manh, ua Ordem 3.* de S.
Francisco, tornando-ge cada vez mais gratos por
esta prova de religio e caridade.
t
Mara Pnilonena Morelra Bailo
3." aiiuiversario
Joaquim Olinto B-i to->, seu.- filhos, raai, ir
mos e sobnnboj. Jos Jo.-quim Moteira, sua
consorte e filno^, pedem au? seus preme e
amigos para assistirem as missas que mandam
o temar terca-feira 11 do coneute, 4" 8 horas
da manh. ua matriz o., i oa 'is a, pelo cerno
repens d'alma de sua idolatrada e caminos
esposa, mi lilha, irm e ta, Mar Plnlom na
oreira Bastos, 3 aumversa 10 de seu infaasto
pass-menio, e desde j se confessam agrade
cidos.
t
Victoriano Pa Inarea
Adelaide Emilia i adiares, Flora Evarista Pa-
Ihares, varia A lelaide alhares, Adehide Emi-
lia Palbars Filha. Sophia Augusta Palhares e
enrijue Os^r Mauuh.i Palban-s agradecem
cordialineiite a todas as pe.-soas que se digna
ram acouipanhar os el >s mortaes de seu nunca
esquecido esposo e pai a sua Itiraa morada ; e
de novo as coo*idara para assistirem as missas
que por sua : Boa Vista, terca-f>-ira II do corrente, s. 8 horas
da manb, seitran di i lo seu passamento, e
desde ja se confessara tiernamente agrade
cido1*. _____________
t
Kuseiio Monrnltet tamo
D. 1 ui. um Gonc hes'Ca^o, seus riliios e D.
Ismenia Amelia d- Maltas Lima '.onvidam a seus
prenles e as pessoas de sua aunz de p.ira as
8ist rem as ouesa que, tn suffragio d'alma dr
eu 8>-mpre lembrado spi-o, pal e genro, Eu
genio Goncalves CascSo, fallecido na cidade de
Lisboa, mandam celebrar na matriz da Boa-Vis
ta. em 10 do corrente mez, segunda f ira, as 8
boras da manb, trigmino dia do pasamento ;
confessaodo se nimiamente gratos a todos que
comparecerein a este ai lo religioso.__________
LULAS
Aira o tralamente t prempta cura dat
Molestias do estomago e dos
intestinos, molestias do fleado,
dispepsia, indisrestOes, clicas,
nauseas, diarrhea, prisfio do
ventre, falta de apptite, incom-
modos depois da comida, enxa-
qnecas e dores de cabeca chronl-
cas, rheumatismo e nerralgias,
molestias da pelie, molestias pe-
ridicas das senhoras, e, alm
destas, rauitas outras enfermidadesque se
classiflcio debaizo de urna luflnidade de
nomes, todas porm, orinadas da mesma
causa, a saber;
Desarraujos dos orirSos de di-
gestSo e assimilacSo,
donde provm a impureza e o enfraqueci-
mento do sangue, com a debilidade e con-
gesto de todos os orgos vitaes do sys-
tema.
l'rocurem-se
AS PILULAS CATHARTICAS DE AYER,
PREPARADAS PELO
DR. J. C. AYER &. CA.,
Lowell, Mass., Est.-Uuidos.
Dksposiiu GjWAI.
Ama
Na.ra do Brum n. 82. i- andar, precisa se
de urna ama p.ra cosinhar. para casa de peque
na familia, preferindo se que durma em casa.
Ama
Precisa se de urna arat p-ira cosinhar e lavar
para duas possoas, e que durma em casa; a
iratar t ra da Cadeia n. 81, 3 andar.

Ama
Precisa s- de urna ama de leite que tenha bom
comportamento ; na ra oa Gloria n. 76.
Ama
Precisa se de nma ana para cosinhar.para
''uas pessoas, na ra do l aldeireiro n, 4, so-
brado.
Ama
Precisa-te de nma ama para cosinhar e com
prar, para casa e pouca fa ilia. que. durma em
casa; na ra Mrquez lo nerval n, 79.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar
do Maiqcez de Olioda n. 64, 2- audar.
na ra
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe e engom
me com perfei^o, para duas pessoas ; na fabn
'ca ra da Florentina n. 36.
Ama
Preca-se de urna ama que tana bem engom
mar, para sen-ice de casa de familia ; na ra
Mrquez do Herval, amiga Concordia n. 104.
Ama
Na ra Baro da Victoria n. 6, precisa se de
urna ama para comprar e cosinhar, e tonar a
direceo de ;aaa de hornera solteiro.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite ; a tratar na
ra da Uoio n. 5.
Ama de leit

Precisa- -e de urna ama de h He que tenha bom
e abundante leite que seja limpa e |sadia, que
s>ja livre e desempe quem estiver nettas condites dirija te ra do
Hospicio n. 6 para tratar
Aluga-se
por barato preco o 1- e 2 andares do sobrado
no caes de Apollo n. 75 ; o 1- e 3- andares do
sobrado ra do Brum n. 84 todo i com grande
acommodacOes ; a tratar na botica ra larga
do Rasarte n. 34, das 9 d -i anh s 5 da tarde.
Al imam se
as duas pequeas casas a travessa da ra Bella
ns 14 e 16, eslo pintadas e eaiadas de novo ; a
tratar na ra larga d > Rosa fio n. 34, botica.
* luga-se
ra das Barraras ou de M ciel Martina, a casa
n. 9, com boa vista ; est caiad e pintada e tem
bons commodos e quintal grande a tratar na
botica ra do Ro ario n. 34, das 9 horas da
xanb s 5 da tarde.
Alugue* barato
Ra da Roda os. 58 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do Campeilo n. 1,1*. andar
Loja do sobrado do becco do Calabouco n.
Ra do Nogueira n 13.
ViscoBde Goyanna n. 163 com agua e gaz.
Travessa do armo, loja n. 10.
Becco do Tambi n. 21.
A tratar a ra de Commercio n. 5,1* ana*
eicnptorio de Silva (iuiraares A C
Ao commercit
Pela presente declaramos que nesta data com
pramos a Sr. Amonio Simio de Lima o seu es
labeleciraenio de moihados, sito ra das Trin-
cheiras n. 23 livre e de-erubaracado, sujeitan
do nos respi nsabilidade do passivo contrabido
na Arma de -nionio Simo de Lima & C.
Recife, 7 di Fevereiro de 1890.
Braga & C.
No povoado da Torre
VfDde se ima boa casa de pedra e cal i ra
do Bom Gosto, nerte povoado ; a tratar na ra
do la perador n. 44 loja de babus de Guima-
res & Sobrinho, d. s 10 horas da manh s 4
d: tarde.
Lafcyette Rodrigues Pereira
Direitos de F milia, nova e lico, acaba de
recebe r a livrana Coi itera por nea de Ramiro M.
osta A <- ra 1- de M reo n. 2^ _________
Viva o carnaval
Oh !1! *
O actor Manhonca participa ao seus amigos
e a b.'ll rapaseado do bou gosto, residente
ueste Estado (e nos utros se quizerem vir a
pandeg) que tem berra na casa de sua resi
dencia ra de S Francisco n. 70. sobrado, nma
grande expoaico le vestuaiios de pbantasia
para o carnaval de 1890, para todas asDOcas,
ludo de gosti e na sua maior totalidade novos,
de sedb, fetim e velludo, para homtns e senho-
ras, mascaras, barbas, cabelleiras etc., ele.
Prec/ s sem competeneia
Taverna
Vende-se urna taverna das melhores para re
talho, na freguezia de S. J >s com poucos fun
dos e commodos para familia, na ra dos Pes-
cadores n. 43 ; a tratar na mesma.
DE
Mttrray i Lamnan.
0 MAIS EXQUESITO
DOS
Perfumes do Toncador.
Perfuma o Corpo e
Vivifica a Monto
NO BANHO.
Superior a Agua de Colo-
nia pela delicadeza de seu
aroma e a durabilidaoe de
seu perfume
NO LEHQO.
MARAVILHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Secuto.
APPRtrVADA E LICENCIADA.
pela Inspectora Geral de Hysiene de
Imperio de Itrazil.
A Maravilha Curativa remollo prompto
para as Pi.n ceduras, Coiriaduras, oo Laceracdas, Alllvla a dor,
estauca o salgue, faz parar a fnilammai^io. redui
a incha^ao, i ira o descoramento, e f M sarar a Ron
como por eucanto.
A Maravilha Cnratlva i alllvlo promptoe
cura rairfda para yucnaUuraB, Lscaldaduraa, e
(uelmaaura ao Sol. e superior a cualqucr outro
remedio.
A Blaravilha Curativa lmpagavel para
todas as UemorrhaRlas. seja do Naris, asa Oenclvas.
d'^ Pulmoea. do rilllllllll M i-' H<.mnrrliulUudou
Vlmorrelmascurasempree nunca falha.
A Maravilha Coratlvaumallivioprompto
ra Uor de Ln-ntes, de OutWos, da Face. Iiichavio
Pare e Nevralgla.
A Maravilha Curativa i orurso prompto
e precioso r>ara LV>n rbeumaUcas, AleU&o, Dore
Blgldez na* Juntas ou reas.
A Maravilha Curativa o-nande medio
Era Esquinencia. Angina, AmyRdalos Inchadasou
D_Dmadossempre seguro, sem pro efflcaz.
A Maravilha Curativa de multo valot
como mjec<;So pora o Catarro, a Leuccn-hea ou as
llores Brancas, e outros corrimentos deblUtantes.
A Maravilha Curativa lmpagavel para
curar Ulceras. Chagas antigs. Aposte mas, Panart-
clos. Callos, Frlelras, Joauetes e Tumores.
A Maravilha Curativa remo11o prompto
para DlarrLea simples, e de Dlaxrnea cJu-omca.
A Maravilha Curativa excellente as
Estrebarlas e Cnvnllnrlcas. na Torced uros pires.
Pisaduras e Esfoladuras. Contnsoes, Laccraijoes, c.
Setina de edres a 400 e 700 re-
Las e flanellas, todas as cSres, a 32') rs.
Tarlatanas, todas as cSres, a 00 rs.
Velludhi'S e velbutinas a 6<>0 re.
(iaze de seda, prateada, 3 cores, a lfJOOO.
Luvas, todas as cores, a 1)5000.
Luvas trocadae de seda a 200 ra.
'-anga lizas a 200 rs.
Meias, phantaaia, a 500 e 700 rs
Borubaixas de cores, novidade, a 16000.
Leques a 500 ra.
Cretones de urna s cor a 240 ra.
E muitas fazendas que se vende m mai
barato
Loja das Listras Azues
61Ra Duqua de Caxias61
lAIS DE.0:0,10CBfiT
Especialidades do Dr. HnmphreTs.
IXemedioa Especficos,
Cngnento Maravilhoeo,
Kemedios Syphiliien -.
Bemedios Veterinarios.
O Manual do Dr. Humphreys 144 paginas sobre as
Enfermidades e modo decural-asue da gratis, pede-
se ao seu boticario ou a
HMPHKEYS' _XPIOnt~ CO.,
109 Fulton Street, NEW YORK.
nico deposito para vendas em
grosso na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C. ra Mr-
quez de Olinda n. 23.
especficos
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
Em uso mais de SO ancos, simples, seguro, effl-
cazes e baratos. A venda as Drogaras e Pnar-
maclas prlncpacs e mais garantidas do Mundo.
Uo. Cl'KA
1 Febres, Congestio, Inflemmacoes............
Krlirrc Coliia causadas por Iximbrlgas...
:. Clica, Choro clnsomnladas Crlancas......
i. Dir.i-rhea de Cri:>ncas e Adultos .
.'-. Disenteria, LVres de Barrig:i, Clica biliosa
ti. Colerinn, Colera-Morbo, Vmitos............
T. Tosse, Cunstipacao. Rouquldoo. Broaeuite..
8. Ior de Dentes e de Cara, c Nevralgla.......
9. Uer de Cabecn, hnohaqueca. J ertigem.....
10. I)iprpstu, Indigesf.o, ftbo de \entre.....
11. Suppressao da ItCBru. Es^ossa ou Demo-
rada.................. .................v"
12. I^neorrhea, FloresBraucas. I'.egra profusa
13. Cruup, TosseHotieo. DiniculdadcdeKespirar
iTllltl1i TiilPrnilft IrrrtTr" ............
15. Khi uniiiti-in ., Dores rheumutlcas..........
M, Sezdcs, Malelto, Febre Intermitiente.........
17. Heuiorrhoidas, Almorrelmas, Internas ou
externas, a.r.-plt-s ou sangrentas............
18. Oplithafmla, olhos fracos ou muammados.
19. ('aturra, ajrudoou chronlco, Defluio........
aa Coiaelrx'he, Tosse esiiasmodjca.............
SI. Asma.' Mlrn'-aodlflleultosa..................
23. rappiiri.v.io dos C 'oSjSurriez ...........
2S. Kscrotulas, Inclie-oes e Ulceras.............
21. Debilidades:' va., ou physlca .............
25. Hidropesa, -nmulacnes Punas...........
f'3. Enioo de Mar, gansea. Vmitos.....__
2T. Molestia ourlnarias, Clculos ou Pedra
na iiexiga.............................- ;
2S. Impotencia. Dehilldade nervosa seminal..
28. 'haguinhas ua Bocea, ou Apata .........
30. Incontinencia de Ourlna. Ourlnar-sena
* Cania.........*..........^.....^............
SI. MenstrnacSodolorosn, Prurito^":-
82. Molestias do Coracfio. Palpltacfle. etc..
S3. Epy lepsia, Mal caduco, Oottacoral. Baile de
84. DlphtheriVMi'maUgndeyoargant.'..'..
S5. ConBegt6esChronicas,DordeCabeca....
O Manual do Dr. Humpareys, 144 paginas sobre
as Enfci mldades o modo < pede-se ao seu boticario ou a
BrXFHBEYS' MEDICINE CO.,
109 Fulton Street, NEW YOEK.
nico deposit o para vendas em
grosso na imperial droga ra de F.
Manoel da Silva & C, ra Mr-
quez de Olinda_n. 23
Cosinheira
Precisase de urna cosinheira
numero 137.
na ra Velha
Agua maravilhosa
Com a applicaco desta agua, quem sofler de
espinhas, pannos, sardas, feridi-s e vermelh do rosto, fleari perfeitamente curado, reconhe
cendo a, desse modo, como nico especifico
effieai. Alem desses effeitos, tem ella a pro
piiedade de, tornando a cutis limpa. dar-lne a
cor natural. Ada vidn quecusta l, acom-
ianha a respecti -a indic^go do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Paras Sobrinho & C, roa Mrquez de
Oliiid n. 41. _________
Ra Mrquez de Olinda
Sr. Luiz Perreira da Cruz j est disposto a
pasar sua letra? J faz anno e meio.
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
BFiUIVEl i ara deitrilr u LOMBUtAI
lato Veriftif/o' retomnudidi pela
la-j >aMr tpalivel e consertatio ioMiiili.
Exigir a aisignatura :
Paria, 26. ra du Temple a Mt irtidiast Unacias.
TONINA mu.
-CUTE .0 SSSrSC-TI^.'
DORES E DeDENTES
sTtit^il^^Jij jToJi>r
PBEPAKADO NICAMENTE
POE CALASAN8 & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
t8mos, inchajoes, dores aciaticas, nevral*
gias, dormencia, etc., empregaido-se es
fomenta95es sobre os lugares affectado
Cura o beri-beri, as paralysias e as dTM
de dentes.
Todos os frascos levam direc^Ses para
aso d'este medicamento admiravel.
Pre90 liS200. Descont de urna d_rii
em diante. ____
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoel da Silva & C. ra
Mrquez de Olinda n.23
Excellente morada
Alu^'a se barato, ra do Hospital Pedro 2-,
no luear dos C'clhos, urna casa assobradada,
com ajiua. muitos commodos. muito fresca e
junto do banbo salgado ; a tratar com J aquim
Moreira leis, das 8 s 10 boras da manh,
qual aluga tambetn ulli casas de 6/. 8 e lO.
Cautelas do Monte de Soc-
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soe-
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n.
14. n. Loja de relojoeiro.
Sitio
Aluea-se ou vende se um sitio no Poco da
Panella, junto a casa do Br Loure ro. todo mu-
raJo e com bastan.e fru :tTras da'ido frudo,
boa casa com commodos para er?nde fami^a,
qnartos independentes par. criados, cocbera,
boa agua, perto dos banhos ; quem pretender,
dinja-se ao caes da Companhia Pernambucana
o 4, araazem. ______
Azuleje s
Com lindissimas cores e desenhos variadissi-
mos. encontra se para vender um grande sorti-
mento desse artigo, proprios para frente de ca-
sas, corredores, cosiohas e banheirnp; por pre-
eos 3em competencia na ra do Visconde de
Goyanna n 45.
1
R. de Druzina efe C
a vi sam ao corpo com-
mercial e ao publico
em geral. que o Sr.
Joaquim Antonio Ri-
beiro deixou de ser
seu empregado desde
16 de Janeiro ultimo,
dia em que ausentou-
se allegando doenca.
\o commercio
0 abaixo assignado declara que vendeu aos
Srs. Jraga & C desta praga a sua taverna sita
ra das Trinchabas n. 23, ficando tudo o sea
activo e passivo sobre > responsa&ilidade dos
compradores. Recife, 7 de Feverei'O de 18S0.
A. S. de Lisa.
Engenho
Ven le se o engenho -orisonte sito na comar-
ca do Rio FTinoso, distante da estaco de Ga
melleira tres Ipguas, movido a vapor, est de-
marcado judicialmente, com proporges para
sfrejur de dous a tres mil pes, visto o seu
estado de eunservaco. Tem alem de todas as
obras, que sao de pedra e cal, diversas casas de
lavradores cobertas de telha. Quem deeeiar
mais esclarecimeotos, dirija-se ao procurador
Joo Elias e lioura, moradur em f'cberibe, ou
no mesmo engenbo com o proprietario.
Feitor
Precisa-se
n. 16.
de um no sitio de Joao de Barros
Nova remessa de g-
neros italianos
Hanteiga de 1 qualidade.
Queijo Reggiano e Parmigiaoo
Azeite doce em garrafas e lati. *
Fernet branco, verdadeiro.
Vermouih. Cora, Marini e Rossi.
Viuhos Grignolino, Bracbetto, Barolo, Nebiolo
e Malvasia
Macarro branco.
Venie se na ra Mrquez de Olinda n. 39.
r
ercio
O abaixo assignado, tendo comprado livre e
dest mbrracado de qualquer onus aos Srs. Manoel
Moura & C., o fea estabelecimento, sito a tra-
vessa co Queimado ns. 5 e 7, suentifica a quem
se julgar com direito que se aprsente uo prazo
de 3 das a contar de boje.
Recife, 2 de Fevereiro de 1890.
Velloso & Nogueira.
I*ataces velhos
Compra-se na ra do Cabug n. 14, relojo
ria David.__________________
Licor depurativo vegetal iodatle
do Medico Quintella
Este notapilissimo depurante que ve-
precedido de to grande fama infalivel na
cura de todas as doencas syphiliticas, es-
crotulosas, rheumaticas e de pelle, come
tumores, ulceras, dores rheumaticas, os-
teocopas e nevralgicas, blenorragias agu-
das e chronica8, cancros syphiliticos, in-
flamacSes viceiaes, d'olhos, ouvidos, gar-
gantas, intestinos, etc., e em todas aa
molestias de pelle, simples on diatbercas.
assim como na alopecia ou queda do ca
bello, e as doencas determinadas por sa-
turacao mercurial.
Dao-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos <
muitos attestados de mdicos e documen
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO & C.
Ra Mrquez de Olinda <
Cosinheira e servido interne
Precisase de urna cosinheira. e outra para
servigo interno, no sitio do Caldeire'ro n. ko : a
trata na ra da Imperatriz n. 49. 2 audar, de
meio dia at 3 boras da larde.
Carnaval
0 Baza do Recife, ra .Mrquez de Olinda a-
II, rec beu grande sortimenlo de mascaras de
lodas as qualidades vende-se em grandes e
pequeas quuntidsd.s a presos muito razoaveis:
na ,fumada loja de miudezas Bazar do Recifi, de
omitigt s M. Manins.___________________
Mercearia Comparativa
Chegou para i ste estalielecimenlo urna nova
remessa do j muilo acrertitado e especial
Viiil.0 Doiro
o qua' se torna recommendado por 8er Puro de
ua das melhores procedencias do Dooro, e 8#
?e realha n-?te estabelecimento, ra larga de
Rosari i n. 20, Marques >obnnho <* C.
'riada
Para lavar e engommar, sendo boa e afianza-
da, paga se at 204 ; na ra Victoria n 1, por
detraz da detenc*.


-
i .
I
*
-
.. (

3 '
-

?7


C. -.'. *
-I.



MHMHMHMM
.

MMiiikwMaa|






\

\
v

iiaro de PernamhiieoDominyo 9 de Fevereiro de 1890
PARA
o
CARNAVAL
(JIMOAOLOUVRE)
Veludiiho com flores a 5 o rs. o covado.
Setineta douraila a 4oo rs. dito.
Velbulina preta a Soo rs. o dito.
Ganga, todas as -ores, a 24o rs. > dito.
Meias de core* a 4oo rs. o par.
Setins de core* a 8oo rs. o covado.
Cachemira encarnada, lisa e de listras, a i$ooo
o dito.
VelbutiiiMS, tod as cores, a 8oo rs. o dito.
Guarda-ps pan. homensa(>$ooo.
Ditos p ra sen horas a lojooo.
Loja das Tres Portas
20Ra 1. de Marco20
& c.
DES
OleodeFigadodeBacalhau
do I>p X>TTCOTT"2C
lodo-Ferruginoso de Quina e Casca de aranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca nauseas,
e de ebeiro agradavel. Pela sua composico, possue todas as
qualiiiades que lhe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, n AFFECCES do PE1TO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua aeco multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receitam-n'o
jde preferencia qualquer outro medicamento similar.
DBP081T0 QERAX.
PARS, 209, ra Saint-Genis, 209, PARS
1E.NDKM-3E LH T0O4S AS HUBUM WUMI1CUS DO LMVKB-0
CONFIAR DAS F A l_ S I F I C A CO E S E IMITACOES
1EI0- SECLO DE XITO 51 PREMIOS
29 Medalhas de Ouro e Diplomas de Honra
ALCOOL nE"
HORTEliOPIHENTA Bh#1&
RECOMMENDADO "^^0y^<^^^ INDISPENSAVEL
pelOS maiS AnnWllPS JfdJCOS y^MJ^^^r^ durante a eslaco calmosa
Dores d Estomago,T0 IEtJ a? m T*"n""""A*
do eor.sao. de. Nerru.. Jptr ^Js Toilette e os Dentes
Grnude Preservativo nos te nipos de Epidemia
Fabrica ero LVON, 9, cours d'Herbouvle. S\S>S^^*^'."*' Casa em PARS, 41, ra Ricber.
EXIGIR t) HOME DE RICQLS RECUSAR AS FALSIFICARES
m feriuuiubuca : tuuv uj ku.1* **'* uda a toarBucu a itnairttt agrillada!.
Al.l.SiPAfaSONSC
VL/tbinas a vapor,
; odas da^ack.
rabeas tundidas e batida*.
Taixas batidas sem crava^ac
Arado?.
UniiuAm sala UtfMUru 4. Im** a lapaw 4* araaU.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidade
Gura das Fabra
' I 8HSS mWs QSSIA HESI8Y
-
ir
|f(W ft oxlrcfa 4 Matas 9jitt, St*t* cttliiSnttcc ae JNM ar uuaum\
'
" pi' n>n--io. n*a i-ropa a*. vS
:- .1 <. r ....... o*e o"

'?
*. -. .. 0 B'l 1 "
.... ...
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_^ i..
; CIGARROS ESI

i
V'2t amf" / ucf jciido" u mucioan ot bwui oikiuo w 5:i. Vi//
^iv.WKy acata* o orvoso.. \JK
EVi'JW
ullHlhciir*iir m, i -., n- ,srcs'piraUiiius.
" -ida w suculoi J EEPIC.CO, i-co ^.t-Loaure, ra faHs. bjujo-m e** a*ug*~
A VXBSADXIRA
AGUA de BOTOT
' o nico Dentifricio approv&do
PILA ACADEMIA DB MEDICINA de PARS
0 melhor calmante contra as Dores de Dentes
Reoommandado especialmente oow o POS da BOTOT oom Quina,
para oa cuidado* da boooa. ^ ^____ ..-..^_...
a9. u St-Hoson, Pava-io, e Uu ai toaa Drogariaa. PerfUaiiaa e Cabatfcwirtu.
240 rs. o cevado
Crotones lisos, francezes, cores fixas, pechinchal por 240 rs. o covado.
Oaiobraia de cor, norzinhas e ramagen.t, a 24 rs. o dito.
Cambraias com menos largaras a 16O rs o covado.
Lautines de cor, padrSes lindos com um me'ro de largura, a 320 rs. o dito.
Cachemiras lisas e achamalotadas para vistido a 2t0 rs. o dito.
Variedade de artigos que se vendem por todo prego.
2iRA UO CRSPO.--21
OLIVEmA CAMPOS & C.
:00.800 e mu o covado
21RA DO CRESPO21
Merino preto trancado, duas larguras, la pora, de 500, 8 0 e 1 Dito l&yrado, preto, com ramagem, padr8e de voe a le?200 o dito'; fa-
zenda de 204 0.
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 25000 e 20500 o dito.
Na RA DO CRESPO N. 21
Oliveira Campas & C
L0JAD0P0V0
Grande xiovidade
Toile de pura sedalinda phantasia, em cores e
desenhos, fazenda de 1$600 a 650 rs. o covado ; fica um
vestido de seda por menos da metade.
Sao 3.000 COVados que e preciso vender em
8 DAS
IIRa do OesDOII
Completo soctimento de chapeos, capotas e gorros de fantasa em todas a*
([aalidaies.
Fitas, rendas e bicc de seda e algodSo de todas as cores.
Flores, plumas, passaros, algrttes e bijouteries para enfeitea.
Chapeos id ftitr.) e castor, os mais modernos, para homens e meninos.
Recebe por todos os vapores as primetras novidades de artisrosj de sel
enerojde negocio.
Raphael Dias & C.
2f: Ruando Baro da Victoria 2
08 MDICOS SUBSTITUEM C0H XITO
o 0LZ0 de FIGAD0 de BACALH0 assim como o VINH0 de QUINA
ELIXIR DUCHAMP
COI EITRACT9 DE FIGADO DE BACALHO COI QUINA E CACAO
A te CBEMMC ate CACAO ttm poderomo Depurativo
e inrotnparavel Corroborante.
VeaOA POR ATACADO I DUCKAMP, 1S, RU DE POITOU, PARIS^
Oevoaturloa em Jtmamtmeo I VBAar> ac. d bilva a c
UlKIIIU
NUIfiAO D 8IN08 B BRONZi
DE
LUZ A ckijz MEsaum
66rna do Baro do Triampho66
irfero para vender o seguate:
Machinas de eobre para fazer espirito de destillar e restillar.
Alamhlqnes de cobre do ant-go e novo systema com esqnente garapa.
Srrpealtlnas de cobre e de estanho.
Carapaea de cobre.
Tvlaa*. tnjtos caldeirao de obre.
Bombas de todas as quabdades de repachos, aspirante o continuas.
Torne*ra de bronze e madeira de todos os tamanhos.
C ajos de cobre, de chambo e de ferro.
Repartldelraa, passaderras e escumadeiras de cobre e de ferro estanhado
Cobre em teocol e rmelas
(ola inglesa e do Rio.
Cadlnbos patente e de lapis.
Nios de 1 libra at 110 arrobas.
E milites outros objectos.
ENCARREOAM-SE le qualquer cencerto e obras de encomraenda, garan-
tido'presteza, pertei^ao e precos mdicos, para o que tem nessoal habilitado.
TENDB a oraso ou diuheire com descont.
I Grageas Deuiazire
ApproTodu pl XaavooxtA d. Slyolam.* do 'Rraarll
CASCARA SAGRADA
VrdacUlro Rm*Ho
Contra a Primita da Ventre ttmbHnml,
Deposito geral: PHARMACIA G. DEMAZIRE, 71, avenue de Villiers,
Em Ptrnambwa : raM- M. da 8ILV C".

lODRETO-FERRO^CASCARA
O mmm activo do* Ferrugoomo
Ifio prodmmlndo Priado da Vantre.
A VAPOR
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FABRICA DE UVROS DE ESCRIPTURACAO
IIMmBEIHIA0A@ *- MtTKfAt
i n
CQanoel J. de Uiranda
x'
? 39
EUA--DUQUEHt-DE*CAXIAS-*- 39
NUMERO TELEPHONICO 194
Charutos Martins
Jen i liu>c em ia 6 e ^6J*s f^ar od charutos
cima uienc:ooadDs op ibco >6iiC'jQtrar e.-la
marca iia fobniTi Vendou;:-, >ua i-rau da Ve-
tolia o. 39. _
Cosinheiro
Precisa se de um <-oainht;iro cu cosinhrira ; :
roa io Pronresso n. 1. ______^^^
Cas' par alujar
0 1- anrtar da nra larpt rln Rosan ti. 37 es-
quina defron'p rta iivja, cora gr piles salas e
quartos. prn)ino (ira randi-s rennioes on es
criptonfB ; a tratar nc wu ento terreo.
( aixeiro
i'rcci.-a se de um caixeiro com praticaeia
m;! cao. para urna casa que vende em gre
ando fiador de sua conducta ; a tratara
Vidal de Negreiro: n. 156
>;..-
""-'
Q mstwr asnricio
'*

%
* a
de
i mpreg.d com
Odontalina
9 Mtw anrMM. aasMgsj mam h aacct
' ?AR!S: H*fc 24. rra '^etei fc
Noivos
0 Bazar do Recife. ra ta'quei de Olino
n. H, receben grandes e bonitos espelhos par
ornamentos de salas de noirartos. a prco 8 d
competencia no Basar da Raerte-, de Domingo
M Marti n? ______
Compra se urna casa de 3 a 5 quartos, dsiM
' da cid da Victuha n. 15 leja
C6a em Olinda
Cede-se a qtiem precisar de banbes sal dos,
urna casa na praia de S. Francisco, perlo lo
mar a casa tem c immodos para grande faad-
lia ; a tratar no escripion) do Diurio.
2. andar para alug*ar
Aluga-se o sfgund andar do predk
n 4 da ra do Vigario Thenorio a Ira-
ciar no pavimento terreo do mesmo,
Cozinheira
Fratasa se de urna boa cusiheira para fauct-
lia que esta temporariamenie em Caxanga;
trata no esciptono da companhia de boods
Patacoes
Comprase patai oes e ouiras moedas de tur
ta ; no arruazem a ra do Com:nercio n. 4.
COMPANHIA
4-ttUA THKOPHI 0'iTiiNI-4
(Rio de Janeiro)
Capital......I.000;000$000
Esta companhia acha-se estabeleoida ra Theophilo Otttmi n. 4, 1.* andar c
tem os seus traptehes de dep-sito ra da Sade n. 52, 54 e 94. sendo seu objecto:
Comprar, vender e asesar commissao, com pre?o fixade ou tujeito s con
dicoes do mereado, qualquer partida de gurdente, alcm-1, larangmha e mel ;
Adiantar dinbeiro fobr safr..s de agu rdente e alcool a lavradoros e engenhos
contraes ou aos seus committentes, a jurj raaoavel ; quelles nediante contrat de
peohor mercantil ou abono e a ecaes .bre o valor dos gneros que consignaren,
computado pelo estado do mercado e depositados nos trapiches da companhia, com
preo marcad.., at que o mercado permuta collocal os; segundo as ordens dos com-
mittentss.
Alugar ou vender, mediante conven^ao, qualquer partida de cascos vasios para
conducoio de gneros ;
Aro azenar agurdente e alcool, de jonta alheia ou o que, com preeo estabele-
cido esperar melhor coHeoaoa no mercado mediante o preco de 1* 00 ate oito das
de estada oj passagem em seus trapiches, e dOO por mea ou fraeva c^.da pipa,
durante o prirueiro mex el<0 0 do segundo mea em diante ; com garanta efectiva
do seguro e p queuos concertos, para" evitar vasam ntos; por conia da Companhia;
Dar sahida a qualquer partida de pipas para embarque era transito pelos seus
trapiches mtd>ni- 50 rs por pipa cheia e 2 O rs. por pipa vasia desde que
demore a expedios > alm de horas.
Comprar, vender e rec-ber comroissao todo e qualquer artigo que
venha, med ante autorisacSo do conaeliio lisca:
n<
lhe con-
A Ci.mpai. ;;t i -.tte ret;.os correntes impressos e
estado don,, r 4o :e g a rdente, graliiitauente a qu.m pedir.
informaco'cs exactas do
^w*



:\
'OA JtPEff&r'Eft:
con :.r va-Si, duraao uznti sarnaan,
ra iiALftfiAL GLQSS Gemuu lustre* elu;t,a para ai BatH/m bu ScnbtesA
,.)-l.IO.-61 SEM KSOOVAS L
PAS7A UHit''U0SA, em coixaa to tolha de Uondras, tal quoli
oatregi'e ao S.xoroito Inglez.
i 1A~L1 COMR1 k*. B. MW LOt, LONDW
Guimariio & Perman.
N-n ~Br.I A>K
Cos 11 he i rn
Precisase de urna ama para cozinhar;
no 3. andar do predio n. 42 da ra Du-
que de Caxias, por cima da typographia
do Diario. _____ ____
Para cuidar de criancas
Na ra da A-irora o. 133, precisa-se e duas
amas para cuidar de enancas e mais servicos de
casa de familia, paga se bem. ___________
Hrpa
Compra se urna harpa com movimento e em
bom estad. : na ra N. va n 13.


! ANEMIA, CHLOROSE
* EMPOBPt CIMENTO 00 S A NGU-j
_ COIES PALLICAI. COlVKLESeCICA
V----- mmmww^-anrm "
4 osado nos Bo.pUaes dt Pam
4 tBim MPLOai < GOTTAS Concentradas
; _Trleeonocu__a,diira_i 1 Diea A
Hu eeonruo_a, dora*- i roe
VISTEO E03I1T
A Toni-Hu'rtltro RocanM-
tltmlef
4 6RMAS ROBN
i
4 imcrtomu 'o
*
kiWftBi
BareMhoa
Bruxaliji(S78
SrmttSoralzu_ri
BT4 ecM-Cta<1riieD'-0 |
as-imilat-V <-
__u peu-f qun sao se
pre_tamaqua!que; tra-
tamento lerruginoaoi o*
. saita 'o- constantes, sem uiinca occa
monsr ddrra de eetomago nfm
ooostipacao 0-risso -e veo-te).
liH-ito 'tr: P_P flOBJH, BAITfU (Cfcer)
Em sernambuco Pf- to SILf' "
t^TSHRSbSH
sr*^" ^^ ,T^nf?T''''^'j'?_^
m
Caixeiro
Alusam se a rasas n. 8 ra da Unio en-
4 a ra Conde da Boa Vista : a tratar com o
Srs. Negreir* praca da Independencia.
_ u. raoraiBTABioa de Tax.y
UNGENTO STEVENSn
0 uuico ?uus ifii_-o acauterteas-odoa cvate
jelofono, :' mar-IHiaq proiarado o unloo
n ::o tr1 u.:r-iiie_M el_CU para curar tpdu
j .iinesauer _tt*tco.t da rwaM io catMu. Elr_da*B
ar.31'. c- DlU:.;ies dt t(_i i -atoreza. *p aanoa a
sptimu e coettaao xito en toda- a oot-
f.;as. horas ., e no prlnelpae atabclee
n d cavallH rra Xn;Iawrr Earopa,
Sunca delx-. nodoa aluina. i? mister expan-
ja.nia lo para Dca conTencido do Bea valor..,
l'eirfe-sr ,'m ''..- r.is wjn, rt. eomfttenlet indicabas*
iCir't ; mu rmiir-go fm portugus
jawamai ia *' n nmn r* > ttsatka-'
Perdeu-se
Precifa-se de um rap;iz de 18 annos le idade |
maisoumens. que tonba alauma praiicade;
urna passadeirn de ouro com brillantes, na.iav-
qu^m ;
Duque
2S- Ra de Malhi s d'Aibuqiiciffe fe d,s Hores-25
Tinge e l.mpa cm a m r p.-rt-K*. toda a qoahd de de estofo e fazendas,
pecas ou em obr,s, diapn. de filtro .... de palb, t ra o n.ofo de fazendas; tod.
trabalho feito por raeib de n a,l.i..lf.no .perfe.c adtv ate hoje conhe ido
Tintura preta j>as te ca e ae^tw foira tinta de cores e lavagem todos os das.
OIGESTOES
0!cFICEIS
Dyspepsio
Parda
\de Apoetie
OtEIKASdoESTOMAGO
ELIXIR GREZ
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
\ Diarrn
ehromea
TOMICO^docStvo com O^INA, COCA e PSINA
adoptado EW todos os HospiTABS Hedalhoa de Ouro e O-P"" de^onru
I PARS eaez- ntu aruicre. am t^as aa >aaraMOiaa ------------






^ mu. ".,



1
Ulano ue
nco--Domrtg'o
0 de Fevereiro de i890










1
-
Preparan tms iipnrliro
Approyado pelt _l_tr_U Janta de
Hyglce Publica a Corte.
AuctorisadoporDecr tolmperial
de 20 de Junbo de 1883.
COMPOSI9O
Firmino Candido de Figueiredo.
Empregado cora a'm-ior efficacia to
rhtumatismo de qualquer natureta,
em todas as molestias da pelle, as
Uucorrhcas ou flores brancas, nos
soffriir-entosoccasiunadospt'.a impureza
do sangue, e finalmente as differentes
formas da syphilis.
r
^' Dse Nos primeiros seis das urna jj
CO__ das de cha pela manlia e outra [
ft noite. puramente ou diluida em agua ) (.
noite, puramente
e em seguida mud.-.r-sc-ha para colhe-
._ das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianza1.
Rgimen O doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos frios ou
momos, segundo
estado da molestia.
ESPOSITO CEHTBAI
Francisco Manoe
Droguistas
23 Ra Mrquez de Olnda
Pernambuco
-
i-
:-
:-
:-
:-
:-
:-
f-
;-
-
!-
!t
da Silva & C. L
e-
f-
f-
VENDAS
Vende se um bom guarda roupa, novo, de
arr.rello, od ; do Bentzen, e cono dous gavetoes
embaix) ; asim como um lavatorio de pedra
-oro espelbo e gaveta ; a tratar ni. ra da Impe-
ratriz n. 7, loja de piano________________
Grande kiosque
Vende se o afamado c bem afrpguezado kios
que confronte a escola model o, por preco cora-
modo, e o motjvo dn se ba ao comprador; a
tratar com Silva Azevedo 4 C, ra Marqvez Jo
H'Tva! n. 73. ou no mesmo.________________
Attencao
Vndese farello do Rio da Prata. coa 4! ki
los, a 2i00 ; na ra Mrquez do Herval n. 73.
Paulino
Ra do Imperador n. 28, an-
tiga casa de campos
Tem serrpre o iopertanto vinho Palbete ser-
cerveia Paulino Bier e o de icioso vinbo Musca
tel aos copos. Doce secco de caj, em calda
estrangeiros. licor de canella de rlela pimenta
e o grande licor de cervejas ; um completo sor
timento do que ha de mais tino e puro._______
Tainhas
Veode-se m barris e quartolas, na ra de Pe
dro AIToso ns. He 3.______________
C imento
A 5*800 a barrica ; ven.em Fonseca Irmaos.
INa Equidade
Btia de HortMB. 1S
Vende se massas novas para sopa a 320 rs. a
libra maneiga ingVza a 720 rs. a lata de libra,
e muit_- outras mcr.-adorias que se vendem ba
ra'.issimas, garantindo se ao consummidoj: que
ne-ia casa sempre verificar que ba sinceridad
em pesos e medidas, e gneros das meibores
qualidades.__________________________
Boa casa
Vendc-se a antiga caixa d'agm, situada na
ra do Pires, esquina apropriada para urna boa casa ; a trabr no es
criptorio dacompanhia do Beberibe._________
Farello superior, 42 kilos
9500 o sacc
Vende se no Largo do Mercado n. 12.
FOLHETIH
OMOMTfrKE
POR
rasi ::::::*
l'ltlTIllll V PRTE
HERMINA
(Continuacao do n.
VIII
30;
Para eng-enhos
Lopes & Araujo, venden
precos sem competencia
garantindo a boa qualidade
os artigos abaixo mencio
nados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixa?
de 10 e 25 kilos..
(]imentQ Portth nd.
Graxa em bexigas.
Roa do Ligamento o. 38
Telephone 316
as Lislras zoes
A Grande Novidade
PARA MODISTA
H.-XIS l l\* AMERICAXOI
Com molas para augmentar ou diminuir a
grussura do corpo.
Qualquer senhora ir agr ou gorda pode fa
zer seus .twetidos sem necessidade de
provar.
Fecha-se como qualquer chapeo de sol.
Prero __OOQ
Mosquiteiros Americano
Com armaco de differentes tamanhos.
ioH>oocit Estan'es para Msica
Para amadores ou profissionaes ; fecha se e
fica de tamanho de ama flauta ; muiti
fcil par? condcelo.
_______llf yo S-OOO
Celfuloid
Colarinhos Peitos e Punhos
Lindos modelos, muito til aos viajantes
Prrro* 5_000 a Cerno
Eelogios Espertadores
om movimento, e figuras muito lindas par*
mesas ou para presentes a 60000, 85000
100000.______________________
Oleados para Mesas
Quadrados ou de qualquer tamanho que
se deseje.
A 4<5Q_ cada quadrado
Retratos a Oleo
Com lindas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente e
para sala de visitas.
a 5*000 e H_nl preeoa
Qualquer familia que desejar ter um lia-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em carto de visita nSo im-
porta que seja antigo, basta dizer a cor
dos olhos e do cabello para chegar um
retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se L RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
100 rs.
6/000
1/000
1/000
5/000
Especialidades
PASTILHAS HYGIENICAS PARA
AC ENDER O FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inten-
so, a caixa com 20 pastiUias
OLEOGR'PHIAS: Io. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel
le.': A Primeira Missa no Bra-
zil ., grande quadro histrico da
descoberta do Braxil, medindo99
X 76 centimttroj de valor real de
18/ (poneos exemplares)^
_ SCENA? DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallos'admiravelmenle
desenhados e proprios para sa-
las. 26 di QV rentes, um
3o RETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica trance
za, o melhor ainria publicado
CAMISAS DE FLANELLA para bo-
mens, urna de 2/ a
PERFUMARAS, artlgos para presentes. Quadros
e albuns para retrtos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Belaria. Lencos de linbo a 4/500 a duzia.
eias. Espartilbos. Leques. Bonecas e brin-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda pretas c de cores e outros muitos artigos
de miulezas.
Main barato do que em outra qual-
quer parte
NA
Rainha das Flores
Hu doBaro da Victoria n. 41
Boya! Blend marea YUDO
Este excellente Whisky Escocez pr
ferivel ao cognac ou agurdente de car.'
para fortificar o corpo.
Vecde-se a retalho nos melhoros arn_
zens de molhados.
Pede Royal Blcnd marca Tlado,
cujo nome e emblema alo registrados par.
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Pao centeio
Mello Bisetlendo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seus freguezes que
continuam a fabricar este delicioso p&o centeio
todas as tercas esexlas-feiras ; na ra larga do
Rosario n. 40__________________________
Vinho puro de Santarem
Da quinfa do Barral
Os proprietarios do Armazem Central, ra*
do Cabug n. 11, avisara aos seus distinctos fre
Kuezes e ao respeitavel publico que receberam
nova remessa deste especial vinho, o qual se
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
llia em eu armazem.
Joaquim Christovao & C.
Telephone 447
Livraria Gontempora
nea
iMtrumenloi de nu_tr
Bomardao, bombardino, barytono, tromp
trombone, belicon, saxaphone carrilon, bomb;
calza, pratos.clarinita8. nauias:rabecas, violfie-
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, corred
res.
Molduras
louradrs, pretas e douradas para quadros.
Malas
para viaaero, diversos formatos, especialmeri'
para roupa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio. toucador, etc., etc
RAMIRO M COSTA & C.
Ba Prlmelro de flareo n. 9
Leite puro
c Perda-me, minha querida, o pedir
lhe tal prova de affeicSo. Vira, nSo as
sim ? Sabe que a minha vida lhe perten-
ce inteiramente. Sea at inerte.^Pault
Lundi.
O polica franzio o sobr'olhj com um
gesto de colera.
C temos mais urna complicacSo,
exclamou elle desapontado.Como diabo
que este rapaz, dando urna entrevista pa
ra as duas horas, chegou sc meia noite ?
Dar e-ha o caso acerescentou elle dep >t
de reflectir, que esta n2o seja a letra
delle ?
E puxando da sua. carteira, tirou della
um dos bilb.et s escriptos por Paulo a
Natty Linden, estudou o atentamente e
examinou com igual cuidade a carta diri
gida a Herminia.
A' primeira vista, a lettra era exacta-
mente a mesma ; depois, porm, de um
eatudo mais minucioso, notavam se diffe
rencas sensiveis 'as maiusculas e em al-
guna traeos.
c Alm de que, o bilhete de Natty nao
tinha pontuac&o e na outra carta, pelo
contrario, n_o faltav* um ponto mem urna
virgula.
C'os diabos C est o fio! excla
moa o Sr. Dioiz.Mas quem seria o lal-
Na estrada de Joo Feraandes Vieira, sitio t^
o depois das casas novas da direita. vende-*'
todos os das leite puro de vaccas tourinas c
erra, garante-se a qualidade do leite________^
Rudimentos de grammatica
ingleza pelo Dr. Barros
Sobrinho
A' venda, na praca da Independencia n. 24, e
em todis as livrarias, menos na da ra do Im-
perador n. 46.
Um amante despeitado ? Creio que o du
que de Reynold nlo recebe assafsinos...
E, no emtanto, para tentarem matar este
rapaz, ao mesmo tempo que raptavam a
joven, preciso que baja alguma cousa pa-
recida com 880.
A esposa do inspector contemplava seu
marido com um olhar enternecido.
Pareces estar satisfeito, Diniz ? per-
guntou ella. nSo ousando formular mais
ntidamente as mltiplas interrogagSes que
lhe acudiam aos labios.
E estou, effectivamente, minha que-
rida, respondeu o Sr. 0ini_, tornando a
metter as duas cartas na sua carteira e
restituindo algibeira de Herminia o ob-
jecto que d'alli tirara. Mas, mais satisfei
to ficaria anda se a menina de Reynold po-
desse saieitar-se a um pequeo interroga-
torio. Parece-te que poder?
Talvex. Ella est muito agitada,
mas nSo delira ; Be queres experimen-
tar.
O Sr. Dinz seguio sua mulher e en-
controu Herminia deitada no leito conju
gal.
Estava bem traca e abatida, a pobre
menina.
Os seus grandes olhos azues, orlados de
um circulo violceo, tinham um brilho fe-
bril.
Mas, apenas vio o pol'ci-, descobrio-se
lhe no rosto urna express_o de ineffavel
reconhecimento, e a sua mSosinha trmula
estendeu-se para elle.
Oh meu salvador 1 disse ella. Co
mo poderei testemunbar-lhe.,.
Bom, bom. Fallaremos nisso ma s
tarde, minha filha, respondeu o Sr. Diniz.
Por agora trata se de ter muito juizinho
e de descanjar algumas horas, afim de
que eu logo possa acompanhal-a casa do
duque.
Pobre av6siaho E', ao menos, ver-
dade que elle nao sabe ?...
Est convancdo de que a menina
foi atacada de urna forte migraine, e co
mo a gotta o nSo deixa mexer-se, meu
pai e Fanny conseguirn, occultar-lhe...
__ Sfio uns bons amigos, Comtois e Fan-
ny, suspirn a joven.
Conseguio se oceultar lhe, insisitio o
Sr. Diniz, que a menina tnha ido ra
Girardon, onde, em vez de encontrar o
Sr. Paulo Lundi...
Herminia tornou-se branca como a cera
PUNO
Vende-se um ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
lippe Henrique Herv; a tra-
tar na ra da Imperatriz n.
7, loja de piano.
Para engenhos
GUIMARAES & VA LENTE, partea-
pam aos seuB freguezes e Illms. Srs. de
engenho ane, como sempre, tm grande
deposito dos artigos abaixo mencionados,
garantindo tudo de primeira qualidade e
presos sem co_apeteneia a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para machinismos-
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galSes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
GaxetsL de linho.
Potassa dn Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grande
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6- -Corpo-Santo6
ttenco
Para os doenle, on de satkde e prin-
cipalmente a* crlancaa
D. Jeronyma Cousseiro participa aos seus nu
merosot freguezes e ao punlico em geral, que i
se ach i expt sta venda as suas bem conhecidas
fculas de araruta e matarana por ella prepara
das, da nova safra do anno prximo passado, nos
seguiuces estabelecimentoB dos cidadaos :
Vaiconcellos & Sobrinho, ua da Aurora n. 81
Moreira Ribeiro 4 C. ra da Imperatriz n. 2-
Paulo Jos Al ves Jt C, ra Barao da Victoria
numero 60.
Ze ferino Valente 4 C caes 22 de Noveinbro
numero 4i
A. M. Veras 4 C ra Buque de Caxias n. 57,
pharmaca americana.
Pereira da Silva Lisboa, ra do Imperador
numero 14.
Manoel Jos Vieira 4 C, ra larga do Rosario
numero 14.
Botelbo Rezende 4 Filho, ra da Hora (Espi-
nhelro)._____________________
Crea es por pr 090
commodo
Como ejam mlbo. reijao e favnx,
Neves Pedrosa 4 C. teem para vender a reta-
lho ou em porc&o os artigos i cima, ra da Pe
oba n. 33, assim como tambera vendem farello
ae 43 kilos a sacca por M500 ^^^_______
Para cobranzas
Urna pessoa habilitada e que d garantas, se
offerece para fazer cobrancas de alugueis e ou-
tras quaesqaer; quem pretender procure no
escriptorio do Dtorto, que se dir quem .
Taverna
Vende se urna taverna bem localisada na fre-
guezia de ianto Antonio, propra para princi-
piante por ter poneos fundos ; para informacOes,
na ra do Fogo n. 18._____________________
__UBUT1
04_______
** *5LER
Mda-M sm todi i Mrt
ario que commetteu esta obra d'arte ? e baixou pdicamente oa olhos.
Oh o senuor tambem sabe isso?. .
O polica, sem se deixar commover pelo
terror que estava inspirando pobre crian-
9a continuou :
Achou se face a face com. .
Desta vez a menina de Reynold ergneu
a cabeca e o olha illuminou-se-lhe com um
raio de inteusa colera.
__Com quem? Conhece aquel le mise-
ravel ? perguntou ella n'um grito impe-
tuoso.
N_o, nSo conheco, disse o Sr. Di-
ni. Nem a menina, pelo que vejo.
Eu?! Oh! Se eu soubesse !... Por-
que a carta de Paulo falsa, tenho a cer-
teza disso... proseguio Herminia reani-
mando-se ; e aquello infame e que deve
ser o autor della. Ah 1 Sr. Diniz, eu nao
passo de urna pobre crianca, mas urna Rey
nold d'Hautefort nunca falta a um jura
ment, e eu juro, pela memoria de minha
santa mli, que morreu dando-me luz,
que se o senhor puder descobrir esse ho
mem... pedisse-me para isso o que me pe
dB?e...
Bem! Bem !... atalhou o Sr. Diniz ;
mas, se eu tivesse tal felicidade o que fa-
zia a menina ?
Herminia sentou-se no leito, offegante,
deBvairada.
Pol-o-hia em presen9a de Paulo ; de
Paulo a quem usurpou o nome, falsifico-
a letra, chamou bastardo e aecusou de cal
culos gnobeis. E dir lhe bia : E' este !
ahi o tena Mata-o!...
E j sobre-excitada pela febre, a po-
bre menina, presa da emojo que recorda
5_a horrorosas deBpertavam nella, cahio
bruscamente para traz, n'um espasmo vio-
lento.
A esposa do Sr. Dinz amparou-a nos
bracos.
Ncse mori.ento entrava o medico, que
tinha mandado chamar.
O Sr. Dinz p8'-o em poncas p&lavras
ao f da se enca deveria conbecer.
lato nao ha de ser nada, disse o
doutor, depois de um rpido exame. Urna
questXo de ervos, que eu vbu j acal-
mar.
Confio lh'a, douter, disse o polica,
e, volcando se para su i mulher, acrese ?n
ton :
Nao a deixea, minha querid-i, e pre-
para-te para me acompanhures casa do
YIYA
o carnaval
Grande e variado sortimento de barbas de
cabello natural a 24000 cada orna, grande e
novo sortimento de cabelleiras de todas as cores
de cabellos naturaes, pelo diminuto preco de
34OOO u:n .. 80 na ra da Imperatriz n. 60, es-
t.ibelecimeuto de cabelleireiro de Odlon Duarte
4 Irmao.
A FLORIDA
Fitas lavradas com um palmo de larg
ra a 26000 o metro.
Papel de arro de todas as corea.
Chapelinas modernas a 5$000.
Rendas hespanholasde todas as i3r;s
pretas com e sem vidrlhos.
Lindas guanisSes de vidnlhos pretcs pa a
casac.
Grande sortimento de galSes, palm_* e
rozas de vidrilbo preto.
Bicos matBados de urna s efir como se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chum-
Do, salmn, terracote e muitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du
Lindos desenlies para talagarca.
Lencos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodlo com e sem
vdrilho.
Man til has de seda e de algod&o.
Franjas de seda com e sem vidrilho
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 35000 e 4#D
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 5C(
600 e800rs.|a peca.
dem com 3 e 1(2 metros, de qu_'quer
i.rgura a 10200.
Lencos de linhe em caixinhas a SOO1' a
dita.
Meias para homem, duzia a 4)5000.
dem para senhora, duzia a 44000.
Finas pulseiras americanas a 4)5, W e
8,5000 o par.
l ortinados todos de crochet para cam a
12(5000, 17^000 e 19(5000 o par, alg; ns
de cOres.
Ditos para janellas a 7(5000.
Pannos de crochet para cadeiraa a 800 e
1(5000.
Ditos para sof a 2(5000.
Capellas com veo para noiva a 6(500 e
8,5000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100 e
120000.
Toucas de setim para baptisado a 30, 4- e
50000.
Orinaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20 1 pa
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilbos para creanca a 40 e 40500
Ditos para senhera a 40, 40500, 50000 e
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pe Hacia de diversas cores.
Livros de mssa a 10500, 20000, 205(K
30000, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e co-
nstas, go8to moderno, a 20500 o pa
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
Totlhas para mao a 160 rs.
Babadores com inscrijSes e paizagem a
500 rs. e 400000 a duzia.
"Espelhos grandes com mulduras finas de
cantos re iondos a 40000 e a 60OOOuma
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arree
dada com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Roa Duque de Caxias n. .05
Superior vinho de A.1-
cobaca
0 acreditado e antigo armazem do Urna par
ticipa ao publico e aos seus freguezes que _cab>
de receber urna nova remessa deste especia)
vinho, escoltado propriamente pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser purt
e de boa qualidade. Jos Fernaodes Lima 4 C.
ra Baro d* Victoria numero 3, Telephone33
duque de Reynold ; iremos ambos levar
essa pobre crianca.
O Sr. Diniz desceu a escada, correndo,
e eeontrou em baixo Jo5o Brunet, que
o esperava.
Entilo, patrSo, como vai a menina?
perguntou o antigo soldado.
Tudo vai bem, meu rapaz. Agora,
vamos ao hospital do Gros-Caillou.
Ah! sim... a ver aquelle rapaz.
Oxal que elle tambem escape. lato tem
gra$a, patrao ; no conhecer eu ninguem
He toda essa gente, e interessar me tanto
por elle.-...
la o coup a romper o trote, quando se
ouvio urna voz gritar a alguna passos de
distancia :
Para, cocheiro !
Joao apertou as redeas.
E Lerat, todo esbaforido, approxmou-
se do trem.
Parece que chego a tempo, murmu-
rou elle. Anda bem.
Ha alguma novidade Lerat? per-
guntou vivamente o Sr. Diniz.
Ha, sim, senhor. Em primeiro lu
gar, um telegramma do Mans. Sror Ma-
ra Jos est desesperada e quer absoluta-
mente fallar com o senhor, dizendo que
tem a fazer lhe urna commuuicacSo da m-
xima gravidade.
Dabo!
E' preciso l ir, Sr. Diniz. NSo sei
porque, mas diz-me o coracSo que o se-
nhor nSo se arrependeria de dar esse
passo.
L ir L ir!... Dizes bem, Lerat r
mas se eu posso dizer que tenho hoje o
mundo s costas...
EntSo est o mundo bem ; as costas
sao solidas e a cabega tambem.
Lisongeiro !... Vejamos... Olha, res-
ponde a Mesnard que eu, se puder, l
irei depois d'amanhS.
Obrigado. E' verdade emquanto ao
cavallo terido nao existe em nenhuma das
cavallaricas que raandei revistar. S se
p^rtencer a slgum particular, o que torna
a diligencia quasi impossivel...
Hein?... Tratase d'um cavallo fe
rido?!...-perguntou Jlo Brunet com
vivacidade.
__]_' verdade: Sr. Jo_o. Pode acaso
dzer-me onde elle estar? -perguntou
o Sr. Diniz com bonhoma.
Desoulpe me o eu metter-me nos seas
negocios. Eu n5o sou curioso e nio cos-
Engenho venda
Vende se ou permutase o engenho Cumbe de
baixo, um dos meibores da freguezia le Igua-
rass, com matas e boas trras para safrejar
3,000 p&es de assucar, tem estrada de rodagem
para o porto de Itapissuma, Recife, moe
com agua de um grande >ude ; a tratar tm Ja
boato, Largol3 de Novembron. 81
Alerta com a Revqluc,ao
roa Duane de Caifa* n. __
E' BARATISSIM0
Sur de linho a 4 O rs. o covado.
Etamines de tudas as cores a 3C0 e 400
rs. o cov.do.
LeoRs com listras de seda a 320 e 40O
rs o covado.
Zephir finos a 120, e 160 e 200 o co-
vado.
Merinos de urna s cor com duas larguras
a 400 o covado.
Casomira com quadros de seda para ves-
tidos a 10 o covado, fazenda de 20COO.
Ditos com toque de mofo a 8< 0.
Merino setim a 10500.
Organdis muito fina a 80 a pe 5a, fazfnda
de 160.
Cortes para vestidos, ultima meda a 70
um.
Ditos bordados a 100000 um.
Ditos bordados brancose creme a 130,14,
e 150 um.
Casaeoa de seda franceza a 20 um.
Cort'nados bordados a 60 o pai.
Ditos de crochet a 80 100 o par.
Ficbs de retroz de prata a 10 um.
Cortes de brim para ca'ea a 10 um.
Luvas ue seda a 10 10500 e 20 o par. .
Mm tel le tes de seda preta a 50 e 60 um.
Colchas de todas as cores a 20, 30, 40 e
50 urna.
1'.-,bertas forradas a 205OC urna.
L nces de bramante a 10600 um.
Atoalhado de algodo a 10 o metro.
Dito de linho a 20 e 20500 o metro.
Bramante de 4 larguras a 10, trancado e
iso.
Toillets para baptisados a 80000, 9,8000
e 100 um.
Bordados e entremeios a 700 rs. a peca.
Sargelim de todas as cSres a 200 rs. o
covado.
Toalhaj felpudas a 30, 40, 50 e 60 a du-
zia.
Pannos da "osta para mesa a 10200 o co-
vado.
Madapol2o americano a 60 a pe$a com 24
jardas.
Ca8emira de todas as cores para costu-
mes, a escolher, a 20 o covado.
Cortes de casemra de 30500 a 70 um.
Camisas de meia a 16 urna
Ditas de linho e algodao a 20. com colla-
rinho.
Toalhas para crianca a 120 e 160 urna.
Fusto de cores para costumee a 500 o co-
vado.
Pannos do crochet para cadeiraa a 500 rs.
um.
Ceroulas francezas, a 10000 urna.
Atoalhado de linho com toque de mofo
20400 o metro.
Dito de algodao a 10200.
Algodao trancado para toalha a 10OCO o
metro.
Espartilhos couraca a 40000, 50000 e 60.
Lencos de algodao brancos com barra a
10200 a duzia.
Lencos de linho a 20500, e 30 a duzia.
Nansuk fina a 120,16u, 200 e 240 rs. o
covado.
Chitas brancas e de cores a 200 e 240 o
covado.
Organdis de 800 a 400 rs. o covado.
Setineta lisa de todas as cSres a 240 rs. o
covado.
Cortes de fustSo para collete a 500 rs.
um.
Ricos cortes de ves dos de (5 por 250 e
300, pretos e de cor s.
(Jostumes de Jersey para irianjas a 70
um.
E muitos artigos de moda e phantasia,
que s com a vista, assim como em sua
officina de alfaiate preparase qualquer
costume em 24 horas e por orejo sem com-
petencia-
Na Revoluto
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
tumo escutar as conversas dos freguezes,
mas este senhor fallou tSo alto...
Sim, um defeito que tu tens, Le-
rat, e do qual deves eorrigir-te, respondeu
brandamente o inspector.
Mas, proseguio Joo Brunet, se n_o
sou indiscreto, que cavallo que os se-
nhor js procurara ?
Ora, vossemec bem sabe!... Os as
saltantes do nosso mancebo louro eram
tres. Eu dai conta de um, mas os outros
dous conseguiram por-se a salvo, gracas a
urna carruagem que os esperava e so-
bre a qual eu desfechei um tiro de re-
volver .
Ah! sim... E acertou no cavallo?
Justamente.
Joo Brunet esfregou as mos, resraun-
gando :
__Oh co'os diachos! Com vinte mi-
IhSes de demonios!....
Ento, vamos, diga : sabe alguma
cousa ?
__Eu sei... Sr. Diniz, sei que nada
sei. Isto que fallar a verdadesinha.
Mas se o senbor quizess deizar p6r em
pratica urna idea, parece me que acabara
por descobrir o animal marcado e os dous
sacripantes que fugiram no trem.
Faca o qne entender, disse o polica
sorr'ndo, com a condclo de nlo me fazer
esperar muito tempo.
__Oh! AmanhS de manh j lhe digo
tudo. Isto vai ter muita graca... Eu
tambera a faaer polica! O officio nao
mo, vamos l. Alm de que, folgo de
prestar um servijo a esse pobre rapaz.
E emquanto Lerat conversa va, agora j
em voz baixa, com o Sr. Oiniz, Joo Bru
net dizia com os seus bot3es :
__Percebo agora, meus tratantes ; o
vosso maldito calo da noite passada, e o
.motivo por que eu embirrava tanto com
voss. Vinham em linha recta da ra
Elb, n_o tem que ver. Sucia de pati-
fes !... Mangeri ? Lanbn ?... Nao....
Lamblin e Daviol. J me nlo esquece.
Esta noite mestre Jo3o Brunet vai tomar
outro grog taverna da ra Le Peletier.
IX
No momento em que o Sr. Dinia, gra-
cai s suas habis induccSes, apparecia
providencialmente do limiar da porta ar-
rombada, na caaa da ra de Girardon, Pe.
trus Weber preciptou-se para a cabana do
No povoado da Torre
Vende-se urna casa neate povoado, de pedra e
cal, ra do Bom Gosto, a tratar na ra do Im-
perador n. 45, loja de bahus do Sr. Guima-
raes.
jardineiro, a que, infelizente o inspector
ligara to pouca importancia.
A entrada do doutor foi to brusca, tSo
violento empurro elle deu nos supportes
carunchosos do alpendre, que determinou
a derrocada.
Mas o americano teve tempo de abrir a
porta dissimulada pela barraca, e quande
as ruinas tombaram no ch_o, j elle estava
do outro lado do muro.
Achava-se em urna pequea cocheira,
onde se va urna velha ber! inda brazonada,
cujas rodas ausente: eram substituidas por
cavalletes de madeira, alguns fauteuils an-
tigos uns sem brajos, outros sem ps, um
bah escangalhado, sellas e arnezes.
A poeira e as teias de aranha impn-
miam a todos aquelles objectos o cunho de
um longo e completo abandono.
Outro que nSo fosse Petrus Weber, ater-
rado pela intervenco diablica do Sr. Di-
niz e de Jo5o Brunet fagina desnorteado,
confiando ao acaso o cuidado de destruir
os seus vestigios.
Elle, pelo contrario, anda que enraive-
cido por ver destruidos os seus planos,
nao perder a sua espantosa presenca de
espirito.
Apezar da estupefacto do momento, ti-
vera tempo de pagar no chapeo.
E, de p no maio da cocheira, encosta-
do berlinda, porque as pernas tremiam-
lhe como varas verdes, anediava machi-
nalmente a seda desse chapeo, que a es-
quecer lhe acarretaria terrveis consequen-
cias.
Dous minutos, dous seculos, se passa-
ram assim.
Depois o americano foi serenando, e o
pensamento, como que ferido de urna cata-
lepsia sbita, reoasceu lhe lucido e mo
como sempre.
O seu primeiro movimento foi de ter-
ror.
Apalpafc-se e elhou espantado em torne
de s
Mas, sentindo-se vivo, reconhecendo o
lugar onde se achava, crispou-lhe os labios
um sorriso de odio e de triumpho.
Na viga central que sustentava o tecto
da cocheira, vio um bocado de espelh
pendurado.
Continuar se-k)
~ frji _L

J
I-
r-

-


Full Text
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