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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
--- NUMERO 79
_____II --l-iL-------- -L- ......_.. __________ ...
PARA A CAPITAL E LUGARES OXDE \AO SE PAGA PORTE
Por tres mezes ada otados............... 6\>000
Por seis ditos idem................ 12iJ0O0
Por um anno idcm................ 230000
Cada numero avulso, do mesmo da..... ... 0100
DOMINGO 7 DE ABRIL aDE 1889
-
PARA OEATRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados..............
Por nove ditos idem..............'.
Por um anuo idem ... .............
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
130500
200000
260000
0100
DIARIO DE PERNAMBUGO
Trcpriedade de Marwel 3fyueirca de diaria # Fifycs
*
Os Sis. Amede Prin-
ce & C, -de Pars, sao
os nossos agentes ex
.elusivos de annuncio
epublicapoes na Fran-
ca e Inglaterra.

TELEGRAMAS
? sssvijc u mi\ mu
PARS,*3 de Abril.
E' provavel que v ser instaurado novo
processo contra o general Boulanger e seus
partidarios.
Acredita-se que novas prisoes v5o ser
effectuadas.
LONDRES, 3 de Abril.
A Cmara dos Communs adoptou por
251 votos contra 75 o projecto de lei ten-
dente a augmentar o material da armada
iaglcza.
PARS, 3 de Abril, tarde.
Nao ha nenhuma informaeao authentica
ennoe mente ao general Bouianger.
PARS, 3 de Abril, i noitc.
Acham-se refugiados na Blgica o gene-
ral Boulanger e Hcnriquc Rochefurt.
PAKIS: 4 de Abril
Acaba de ser publicada urna carta-ma-
fppesto do general Boulanger, com data de:
" ellas.
-amiento o general Htnlanger
declara que os seus deveros impuzcram-lhc
escapar accSo dos tribunae3 e diz-se re-
solvido a esperar, no territorio estrangeiro,
\ as elcicSes legislativas geraCs.
PARS, 4 de Abril.
Os Srs. Michelin, deputado, e Thibaud,
boulangista, deram a suadeuiissao defpcm-
bros do Comit republicano nacional.
BEARRITZ, 4 de Abril.
S. M. a Rainha Victoria v-dton para a
Inglaterra.
BUCHAREST, 4 de Abril.
O ministSrio ronmano pedio a sua de-
missao collectiva.
CAIRO, 4 de Abril.
Os derviches, cliefes das tropas suda-
nesas, infligirain ein dois combates urna
sangrenta derrota ao Negus da Abyssinia.
Corre o boato de qus o Rci da Abyssi-
nia foi massacrado.
Agencia Ha vas, filial era Pernambuco,
6 de Abril, de 1889.
INSTRCCAO POPULAR
isa
ANTIGS K M0DER&AS
NA8
Sciencias. industrias- e artes
POR
XI
O microscopio
(Continuadlo}
0 microscopio solar urna siroplos lente que
serve para amplificar :ousideravelraente a ima-
gen) de um objecto vivamente iluminado por
meio da luz do sol. Um feixe de raios solares
indo dentro de urna cmara completamente
privada d'outra luz. Este feixe passa por um
estrello orificio circular, aberto em urna das
t porlas da jane'.la, e vem alumiar mui
-.nenie uiu objicto estendido sobre urna lami-
na de vidro, enllocada no trajete- dos raios so-
lare. Urna iente de vidro, lixano pequeo tubo,
situado diante do objecto, amplifica considera-
velmcnte este objecto, o qual assim amplificado,
vai projectar-sc e desenliarse sobre um dia
phra-'nu A- ihioen.-Oc-s desta imagem auguion-
tain a propoieao que se afas'a o diaphragma.
pois que o microscopio solar nao oais
i lank-rna mgica forte Iluminada pelos
lates, a imagem produzida de gran
ilimensoes, mas indecisa, e quanto raais
na fanta menos ntida se mostra, como
t com a9 imagens formadas pela lanterna
t se comprehenda melbor a seraclhan-
f dous instrumentos, microscopio
.agica, vamos descrever tam-

..na no foco de um re-
11tra-se sobre
^^^^^^^^^^^^BB> objecto
n'nn vidro >1C0U-
vexa amplifica logo a imagem, que se projecta
:i sobre um niapliragma. Ni lanterna raa-
-p a. ein vez de ser mobil o diaphragma, -o a
lente amplificadora, para cujo eTeito existe um
tubo dentro da lanterna qne avaden ou recua a
vontade, at obter o tamanho desojado para a
imagem.
Pode-se substituir no microscopio solar a luz
do sol pela luz elctrica, o entilo o apparelbo de-
nomina se microscopio phot'o elctrico. Este ap-
parelho tambem mui semelhantc ao anterior-
mente descrite. correte elctrica prodan-
da pord*-z ou doze elemento* da pilha de Volta
descarrega-se entre as doa< pontas de carv5o
em que terminam os polos da pilha, e produz
urna luz deslumbrante. O objecto qui" se obser-
va encontrase amplfi<-j a sua imagem, assim amplificada rroiec'a-se
como no microscopio solar sobre um diaphragma
escuro.
(Contina/

n-
Governo da Provincia
DESPACHOS 1)A PRESIDENCIA DO DIA 5 DE
ABRIL DE 1889
Antonio Francisco Gui maraes Barbosa.
Aguarde opportuniclade.
Fielden Brothers.Informe o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fazenda.
Izidoro de Freitas Gamboa. Entrege-
se, mediante recibo.
Instituto Archeologico Geographico Per-
nambucano.Sim, pagando o porte na re-
partido dos correios.
Jos Barbosa Jnior. -Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Majrr Jos Victorino de Paiva.Entre-
gue-se os decumentos mediante recibo.
Maria da ConccicSo Azevedo Mantenho
o despacho de 4 de Marco findo e portan-
to nao tomo oonhecimento desta segunda
replica.
Manoel Carlos Vital.A vista do pare-
cer da junta de 3 do corrate mez, seja
jubilado o supplicante com a pensao corres-
pondente aos venciroentos a que tem di-
rcito.
Manoel Jos de Souz. Jnforme o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, 6 de Abril de 1889.
O porteiro,
F. Chacen.
Repartidlo da Polica
2.1 aeccio.N. 343Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, t de Abril de 1889.
Dlm. e Exm. Sr.Participo V. Exc.
que foram hontem recolhidos Casa de
Detengan os seguintes individuos :
A' rainha ordem, Francisco Beltrao Go-
mes Silverio, como incurro as penas do
art. 193 do cdigo* criminal; Sisanio Ep-
phanio ou Cesario Epphanio Alves Perei-
ra, como desordeiro ; Fortunato Jos da
Silva, por disturbios.
A' ordem do Dr. delegado do Io dis-
tricto da capital, Candido Quintiliano Au-
gusto d'AssumpcSo, por disturbios!
A' ordem do subdelegado da freguezia
de Santo Antonio, JoSo Baptista de Vas-
concellos, Ignacio Pudro, Joaquim Vieira
da Costa, por disturbios e Euphrosina Ma
ra da ConceicSo, por offensas moral pu-
blica.
A' ordem do do 2. disiricto da fregue-
zia de Afogados, Manoel Floriano da Sil-
va, conhecido por Marreca, por distur-
bios.
O deiegade do termo de Ouriourv com-
municou-me que no dia 9 do mez paseado
apresentou-se voluntariamente e foi reco-
lhido a cadea, o criminoso Francisco Ri-
beiro de Araujo, incurso as penas do
art. 205 do cdigo criminal.
Communica o delegado do termo de
Tacarat que, no dia 26 do mez paseado,
indo em um trem da linha frrea de Paulo
Affonso para I iranhas acompanhado de
urna escolta que conduzia cinco crimino-
sos, ao pasear o trem pelo lugar Bauanei-
ra, foi-lhe disparado dons tiros que feliz
mente n3o o attingiram, devido a grande
velocidade do mesmo trem, ferrado entre-
tanto levemente ao soldado de policia,
Jos Pessoa da Costu.
Acerca do facto, procedeu-se nos ter-
mos da lei.
O subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, communica que hontem, cerca
de 7 horas da noite, ao passa*' pela ra
do Bar2o da Victoria a msica do 14 ba-
talhao foi ferido com urna facada no peito
dirticto, o individuo de nome Estalislo
Galdino de Souza, por outro que nSo foi
conhecido o que logrou evadir-se.
Aquella autoridade tomou conhecimen-
to de facto e mandou transportar o offen-
dido para o hospital Pedro II, afim de
ser medicado.
Procedeu-se a respeito nos termos da
lei.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. l)r. Innocencio Marques de Araujo
Goes, muito digno presidente da provin-
cia. O chefe de policia interino, Dnviu
Cavalcanie do Reg Albuquerque.
Correspondencia do Ufarlo de
Pernambuco
VILLA DE S. BENTO, 31 de Marco
de lv9
Sr. redactor.A mpumdude e a peior conse
lheira do crime.
Joaquim Barbosa do Espirito Santo e seus n-
Ihos Manoel, Antonio e Luiz Barbosa, reunidos
as moradores e visinhos Manoel Sampaio e
Gomes, no dia 11 do Crrente, no sitio Quan-
ds. do districto policial de Canhotinho, feriram
gravemer .oncalves, fleando leve-
mente ferido Joaquim Barbosa, podendo os
gredidos arrebatarem as armas dos ag?ri
sores.
O delegado de Canhotinho vistoriou ao ofl>
dido Manoel Gongalves e procedeu a inquerito, o
3ual j se acha em poder do Dr. juiz municipal
o termo.
Joaquim Barbosa do Espirilo-Santo, p da ag'Tessao, deixou de apresentar se ao dlo ',
gado Jo districto da culpa, para, por sua vez,
ser tambem vistoriado, e estando n'esta villa nao
se apresentou a autoridade .,-ilguma para ess?
fira. r
As causas que motivaram o conflicto foram as
seguintes : tendo Athanasio Lopes Viaona e sua
familia, conseohores com Joaquim Barbosa do
Espirito-Santo e outros, principiado a brocar, em
fins do anno ltimamente findo, mallos para
plantac&es, no sitio Quant's, o quifl faz parte
da propriedade Canboto, a qual tem pelo menos
24 kilmetros, Joaquim Barbosa reqtiereu em-
bargo as brocas, o qual foi concedido pelo Dr.
juiz municipal.
Feilo o embargo Joaquim Barbosa ca familia en-
tender m que por esta providencia deviain lancar
mio das lavouras, ja maduras, existentes nos ro-
gados dos annos anteriores e plantadas por Atha-
nasio Lopes Vianna e sua familia; e assim co
llieram o milho existente, fumos. favas, e ultima-
mente, com a subida do preco da farinha, prin-
ripiaram a colber as mandiocas.
Athanasio e Jeronymo requereram providen-
cias, as quaes la darani. vista da natureza da
ccjM proposta por Joaquim Barbosa, c aconse-
jados de que, ncnhuin direito assistia a este
para usar e gosar dos legumc.- maduros, visto
estarem embargadas somente as rocagens ou
brocos. foram, para matar a fome das familias,
pois sao dous aleijados. colber alguns paos de.
mandiocas para desmancharem em farinha. e en-
contrarain-se corf Joaquim Barbosa e seus fl-
Ihos, (ravaram lucta, danilo o resultado cima
dito!
J nao a primerra vez que Joaquim Barbosa
e seus filhos prQmovem desordens por qucstOe?
de trras I
Em Janeiro do anno ultimo, houve desordens
por causa de posses, sendo, desta vez, quasi vi-
ctima o tenente Pedro I.ins de Souza Fontes, o
qual ainda hoje soffre urna commojo cerobral,
proveniente ac urna terrivel bordoada, que sof-
freu no pescoro u fel o perder os sentidos por
muitas ijoras.'e se acha pronunciado o subdele-
gado do Jupy. Manoel Joo Pereira, o qual com-
pareceu no conflicto or ordem superior; ao
passo que Joaquim Barbosa do Espirito Santo e
sua familia eaggregados nenhum Pad eNossooa
Are Maria sofTreram!
No dia 21 do correte suecumbio a urna pneu-
mona dupla o venerando ancio Joaquim Jos
Correia, em idade sexagenaria, fazendeiro mora-
dor em Acude Novo, d'este municipio.
Amigo sincero, pai extremoso e irrao cari
doso, o velho Joaquim Correia, apezar de morrer
pobre, tendo sido um dos abastados fazendeiros
do municipio, legou sua familia um nome hon
rado.
A Ierra lhc seja leve
Contina a chover abundantemente, salvndo-
se, por isto, a quinta parte das lavouras planta-
das, e renasceiido nos sertanejos a esperanca de
um ptimo invern.
Designado o da 28 do correle para ter lugar
a forrnaco da culpa contra o agente da estaro
de Canhotinho e dous conductores do Prolonga
ment da Estrada de Ferro, em virtud)- da quei-
xa, que, contra os mesmos, dera o vigano de
Canhotinho, padre Assis, nao teve lugar a re-
spectiva inqueiico por nao len-m sido recolhi
das as precatorias expedidas para citacao do
Dr. promotor publico, e dos dous conductores,
moradores em Caruar Palmares e Becife.
0 agente da estacSo requereu. perempgao da
aeco, apreseti'ando factos e argumentos conve-
nientes e documentos valiosissimos, alm de
muitos julgados do Superior Tribunal de Justica
e Relaco do Imperio, para conseguil-a, sobre-
hindo entre outres a falta do inguerito policial,
hoje insupprivel, porque, devenao ser feto den-
tro de cinco dias, depois do delicio, este teve
lugar seis mezes antes, no mez de Setcmbro, se
me nao falla a memoria.
O acto prohibitivo da exportac&o da farinha,
causou verdadeiro rabilo aos habitaotes d'este e
dos municipios visinhos, excepefto feita dos
atravessadores, praga maldita de todos os tem
pos, abutres vorazes, os quaes golham impassi-
veis para a miseria do povo, comtanto que lu
crem alguns miseraveis contos de ris para se-
ren devorados pelo jogo e pela devassido I
A nao ser a acertada medida do humanitario
e zeloso presidente da provincia, a miseria, a
fome, a uiorte, emfim, cedo e muito cedo nos
vistariam, porque os verdugos estabeleeiam um
cordao sanitario em redor das cidades, villas e
povoacOes e atacavam. toda a farinha que se di-
riga ao mercado para veoder-se I
A medida seria completa se houvesse urna
pena rigorosa para essa classe maldita, a qual
escarnece da pobre humanidade inanida de
fome, emquanto elles enriquecem!
No dia 25 do corrente o Revio, vigario de Ca-
nhotinho fez as suas despedidas ao povo, na
missa conventual, dizendo que se retirava para
bem longe de Canhotinbo,|nao por imposic&n,
mas por sua livre e espontanea vontade.
Houve choro e alegra, ao mesmo tempo I
Aquelles que apreciavam as bellas qualidadei
do Revru. padre Asis, choraram wrdadeiras la-
grimas de saudades.
Aquelles que nao o apreciavam desejaram que
elle, logo aps a missa, desse-Ihe as costas!
Cousas d'este mundo!
O que cerlo, porm, que chegada do pa-
dre issis, o primeiro vigario que parochiou a
fn-guezia de Canhotinho, mudaram-se os nimos
e a ndole dos seus habitantes.
l>e pacatos que eram, tornaram'se desordei-
ros. salvo honrosas excepges. os partidos poli-
tices extrema rain se, desappan-ceu o rspeito
lei e os crimes succederam-se com rapidez es-
pantosa, presenciando a populacao da povoagrio
a tentativa de assassinato de um filho, Jos Ale-
xandre, contra sua propria mai, das 7 para 8
horas da noite 1
Bons ventos conduzam o Revd. vigario seu
deslino, e all desejamos-lhe prosperidades, e
que llie .seja confiado um rebanbo numeroso, na
adiiiiuistrigao do qual se haja tao bem, qriff ein
lugar de dizerem como em Ofcnhotinho. sua
retirada : chorava a mulher.miava o pato, dan-
ava o urso. urrava o iutneiitoc outras pilherias
quejandas, retire-se abengoado do povo.
A cadea tem continuado sem ho.-pedes, abrin-
do-se na noite de 21 do corrente para guardar
dous vagabundos com domicilio, para fechar se
poucas lloras depoi?, visto como es ^ps dous des-
protegidos da fortuna seguiram escoltados para
essa capital com destino ao exercito, a 1 hora
da mannS do da seguinte.
Ambos nao foram considerados c.ip.izes para
o exercito e por isto foram sollos pelo Exm
presidente Araujo G es.
O mercado estere suflicientemente abastecido
de lgunes n'essas duas ultimas feras, e a h-
rinha que se venden, at antes da pruhibicao da
exportago a U < 1200 os dez litros, tem-se
vendido de 1100 a 50-' res.
As carnes, porm, vao sempre sustentando
um prego elevado, veiidaudo-se a swca, chama-
da do erto a 800 e a verde a 500 reis o kilo-
gramma.
Pede-se a attengao do digno fiscal da villa e
das povoacOes do municipio para o abuso de se
der a carne verde as mesmas horas em que
acaba de esquarlejar as rezes.
As posturas em vigor ordeuam, que. as rezes
destinadas ao consumo publico, sejan moras a.
juartejadas no dia anterior, e fulmina penas
aos marchantes que expem venda as carnes
de rezes mortas no mesmo dia.
w A restauragao da cadeira de inslrucco prima-
jb de Cachoeirinha e a creagao de urna cade.ra
xta na povoaco do Jupy e na Uua do Limo
P|b indeclinavcl nei:essidide, assim como mais
na cadeira para o sexo masenlino nesta villa.
Nao possivel que um professor possa leccio-
nar numero superior a tnnta alumnos, vista
da muftiplicidade de materias que cada alumno,
pelo regulamenlo em vigor, obrigado & apren-
der.
A frequenci u'esses ltimos mezes tem sido
de muis de 50 alumnos, e avalie sh que de tor-
turas nao encontrar um professor, cuja escola
nao tem movis, e onde os alumnos, alem de
nSo torera assentos, sao obrigados a escrever
em turmas de sSs c oito. nao podendo urna
turma principiar, sem que a outra tenha aca-
bado de escrever!
Quando, agora mesmo. a provincia contrahio
um compro.'iiisso superior a 4 mil contos de
reis animalmente, garant ido II engeGhos con-
traes, alm dos existentes, causa dolorosa im-
presso as escolas deste municipio, sem movis,
sem as commodidades indispensaveis, nao com-
portando a acquisigao dos mesmos quantia su-
perior a 1:000*000 !
NSo cessarei de reclamar : veuham movis
para as escolas publicas do municipio; lem-
brem se que os escolares sero os pas de fami-
lia, os cidadaos do futuro I- -
Se estes forem educados a3sentados as poei-
ras das escolas escrevendo de joelhos, acostu-
mando-sc a vestirem calcas com os joelhos ras-
gados, ai t da sociedade futura ; ai da hygiene
particular ai I da moralidade !
O Club Litterario desta villa desde sua restau-
rado, ainda nao se dignou de fazer alguma
sesso.
A mesa de ver sahir do lelharKU em que se
acha, proporcionando seus dignos socios e aos
habiantes desta villa a instruego, flm para o
qual foi creado
As sociedades Iliterarias em marasmo anni-
quilam-se, e nao consinta a digna directora que
na restauragao havida uo dia 3 do passado o club
nao respire urna vida muito mais brilhante do
que anteriormente
directorio do partido conservador desta fre-
fnezia e nSo do muuicipio, como noticiei, depois
esua installago ainda nao se reuni.
E' prova de que a harmona existe entre lodos
os CiUiservadores da freguezia, e nenhuma exi-
gencia foi feita com a qual todos nao estivessem
de accordo.
A' digna direetoria cumpre mandar publicar
os respectivos estatutos e imprirail-os, para se-
ren distribuidos pelos seus merabros.
Um pedido a patritica e Ilustrada Assembla
Provincial.
A' quatrocentos metros desta vih>, e no riacho
Bella Vista, edicou a Cmara Municipal umagu-
de ci agua potavel, em terrenos gratuitamente ce-
didos por chavo Crespo e sua mulher D. Jacintha
Crespo, de saudosissima memoria.
Esst acude, no estado primitivo fornecia agua
at (ins de Dezetnbro ou principios de Janeiro,
faltando no tempo mais proprio, de Fevereiro a
Maio
A Cmara Municipal prelenTleu amplial-o e
deu-se comegq as respectivas obras, as quaes se
fossem concluidas, o referido acude uosjtornece
ria agua por dous annos ou mais.
Pois bem ; as obras encetadas eslo paralysa-
das e tendo-se engrossado a barragem para po-
der sor elevada a 30", diminuio o reservatorio,
de modo que, em vez de termos agua at Dezem-
bro, damos gragas a Divina Providencia quando
a mesma chega-nos at o mez de Outubro.
Nestas conjuncturas de toda a equidade a
decretagSo de um auxilio pecuniario Cmara
Municipal para concluir a nica aguada potavel
que temos nesta villa ; e sabe-se que sem este
elemento impossivel viver-se.
j At mesmo a Assembla poder decretar que
a agua seja vendida a vinte ris o caneco de 20
litros, e sendo certo que a concluso do acude
nao custar quantia superior J:000 em menos
de cinco annos lera voltado pwa os cofres pro-
vmciaes a quantia despendida.
A ultima hora : corre que continua com incar-
nicamento inaudito os ataques de farinha no mu-
nicipio de Quinap apezar das terminantes or-
dens do Exm. Sr. presidente da provincia; pare-
cendo que a prohibigao nao at foi l, chegando
a audacia dos atravessadores de comprarem as
fariohas nesle termo e remettel-as para all
Providencias, Exm. Sr. Dr. Innocencio Marques
de Araujo Goes!
At outra vez.
se sem nenhuma garanta, em vista do pequeo \
numero de pragas que se achara destacadas,
sendo cinco em cada termo, estas mesmo sem
munigOes, as quaes nSo sendo augmentadas,
para nada servirao.
A vista de um quadro igual, que se tem repe-
tido de ii ngns datas, ludo por aqu seria salvo, I
seo governo mandasse construir'o almejado
provincia aos
e elevar o conceito desta
elhos dos paizes cultos.
Para realisar esse seu desidertum, e
sob indicaoSo- da benemrita Sociedade
Artstica Pedro Americo, est rifando
seis bellissimas aquarellas que se achant
canal de S. Francisco, que alm de salvar a po- expostas na galerie Dvcusble.
pulago de diversas comarcas desta cnse horri-
vel, tornara esta trra urna das mais felizes do
imperio.
' esta, pois, urna das esperangas em que se.
vai animando este infeliz povo, o qual vendo
dirigindo os deslios do paiz, o pande cstadis
la pernambucano o couselheiro Joo Alfredo, nao
detxar de com o mais ardentp desojo, mandar
executar to grande e feliz empresa, que salva-
r para sempre esto infeliz centro, theatro de
tantos horrores.
Teve lugar neste termo uo dia 13 do corrente,
os trabalhos do jury, sendo absolvidos, Julio de
tal e sua mulher, que se achavam pronnnciados
no art. 205 do cdigo criminal deixando de res-
ponder pelo mesmp crime o faniigerado Fran
cisco Ribeiro d- Araujo. conhecido pelo appelli-
do de Rio preto, por tradigao de um perverso da
Parahyba, que tinba o mesmo appellidoeao qual
desojava elle imittar, deixando.de responder, por
nao ter-se formado o ronselbo.
At breve.
De domingo a domingo
Os cora5es que desejam o engrande-
cimento do nome brasileiro, devem auxi-
liar em sua pretenco tao distincto ar-
tistn.
Carlos,.
VARIEDADES
EXU", 17 de Marro de 1889.
Sr. Redactor.Sendo esta a primeira vez, que
me dirijo a V. S. na qualidade de missivista
desta comarca, cumpre-me o dever de descrever
com tod?s as cores, o que por aqui se vai pas
sando, que cora pezar passo a expor como o caso
exige :
Acha-se esta comarca em um estado lamenta-
vol, pela falla de invern que experimenta. NSo
tendo havido trovoadas nos tempos determina-
dos, comegaram as primeiras chuvas do fim de
Janeiro para principio de Fevereiro, que apeza:
de lerem sido em pequeas quantidades, com
tudo foram urna esperanga para os que fizeram
su^s plaotag&es, as quaes j se acham peraidas
na maior parte, pelo grande vcrSo que apparo-
ceu o ainda continua. Se nao cahir alguma
chuva j, n&o resistir o resto da lavoura seno
8 ou 10 dias de sol. N
E' nesli estado que se acha esta comarca e as
mais que su aeham vizinha pois ainda mesmo
Sue apparega o invern, nao salvar mais o povo
o to rigorosa calamidade, visto como, nao
tetm mais sementes para plantarem e estarem
os viveros por um prego extraordinario, e escas-
sos por que nao apparecem no coramercio, indo-
so comprar nos carirys, provincia do Cear, e
felos procos seguintes; feijfto est custando 80
ittros, iOOO: farinna i2*000, arroz e milho o
mesmo piego da farinha: o rapadura, 20*000 a
carga, etc., e tudo isto com tendencia a chegar"
a um prego extraordinario, e ain la mais porque
os mais abastados dalli, procurara comprar o
aruiazcnar todos o> vveres que apparecem.
J rai esta comarca sendo invadida pelos re-
tirantes de outras provincias, que por aqui clie-
gam no mais miseravel estado.
O povo j vai se inclinando, segundo o estado
das cousas, para o furto e o roubo, "como flz> ram
na seca de 77, pois os perversos j coraegam a
propalar e racur no animo dos mais, que os que
nao tiverom recurso de se manterem, podoui
comer gados para uaomorrercm a fome, e que o
governo pagara aos danos.
V'T pois V. S. en que dilemma terrivel no<
adiamos, que alera do grande prejuizo, que ti-
verara os cread >res om seus ifados desde Agos-
to proxluto passado at o Hu de Janeiro do c-
rente anuo, ocasionado pela morrinhae a Urdan
ga das chuvas, aeham-se os cidadaos pacficos
amcacados de perdereui o resto de seus gados
e os mais beus que possu'in, pelos ladrOes e
roabadi i o governo nao tome j e j rao
dula* serias salvadoras.
Os tern.o- d>; Granito e Ex. sao os mais
mais ame ms ao Ca-
riry, oade os grujios i est-io atacando os passa
geiros, para roubareui, cujas localidades adiam-
Por menor que seja o habito qnc te-
nha o individuo de acompanhar o desen-
volvimento de urna nacSo, ha de ser mui
fcil verificar a existencia de urna lei, tao
inobstavel como a da evolugSo, e que do-
mina todas as mutacSes poltico sociaes e
o carcter especial da respectiva civilisa-
ca"o :a lei da accSo e reaegao.
orno a pndula de um relogio que vai
para a direita, n'uma sociedade que vai
a esquerda por isso que anteriormente ti-
nha ido para a direita, n'uma sociedade,
na vida intima de um povo, as pocas,
que se seguem, se oppSem, as tendencias
que dorainaram hontem nao actuarao ama-
nhZ.
O espiaito humano, influenciado pelas
condigoes climatolgicas, pelo meio am-
biente e pela educaco que quanto mais
variada tende a afastar o individuo do
ponto d'ondc parti, mobil e alguma
cousa de prismtico.
O movimento operada hoje differe ra
dicalmente do de h-ratein, como oppor-s^-
lia tambem ao d'amanha.
A litteratura do seculo XVII priinava
pelo gos o de pintar sempre o homem v-
vendo n'uma sociedade poltica e cheia de
gravidade, ao passo que a do seculo XVIII
apossou-se de uui irrcsistivel amor pela
Natureza e*tornou-se revolucionaria.
#
-\ntes de continuar, devo, luitor, pe-
dir-te perdao por estar te entretendo com| ^jl; JoniaSi ^e formavara urna repu-
bli' a representativa sobre o protectorado da In-
O mappa da Europa
O territorio da Europa tem sido modificado
muitas vezes pelas guerras e pelos tratados.
Desde 1815 at 1829, o mappa da Europa nao
passou por nenhuma altcracao; porm, desde
1829, muitas transformagdes se tem elTectuade
na constiluioo de grande numero de paizes.
Parece-nos interessantc, dar urna pequea re-
senta dessas transformagOes, por ordem chro-
nologica.
Em 1829, foi separada a Grecia da Turqua e
consagrada a sua independencia'pelo tratado de
Andrinpolr, que a Europa reconheceu e pro-
clamou em 3 de Fevereiro de 1830. A Moldavia,
a Valachia e a Servia foram constituidos em
principados autnomos, sob o protectorado da
Turqua, polo que esla cedeu Russia as Boceas
do Danubio
Em 1830, a Blgica separou-se da Hollanda, e
foi reconhecida a sua independencia, depois de
largas conferencias verificadas emLondres.no
mez do Julho de 1831.
Em 1831, sopprimio-seo reino da Polonia.
Em 1834 o principado de Dichlemberg, situa-
do ao NE da lia viera, foi aunexado Prussia.
Era 1846, a repblica do Cracovia incorporada
nos estddos da Austria.
Em 1848, o principado de Neufchatel, que em
181 i foi unido cora da Prussia como princi-
pado vassallodeclara-se independente e torna-se
um canto livre da Confederag5o Helvtica. A
sua independencia foi reconhecida polo rei da
Prussia em 1857. a
O principado de HollenzOTern Hechingen, cn-
cravado no reino de urtemberg, foi annexado
aos estados prussianos, tendo o principe reinan-
te^cedido os seus direitos ao rei da Prussia.
Em 1853, .a trra de Yade foi comprada pela
Prussia.
Em 1856, a parte meridional da Besarabia,
que costeia o Danubio, foi tirada Russia e dada
Moldavia.
Em 1859, a Lorabardia, sem Mantua, foi entre-
gue pela Austria a Napoleo III, que a cedeu ao
re de Sardenha. Em 1860, o ducado de Modo-
na, o gran-ducado de Toscana, a Romana, a
Umbra e Marcia, que Corraavam os.estados do
papa, c o reino de aples e Sicilia, sao anne-
xados ao Piernn te. 0 condado de Niza e Sa
boya sao cedidos Franga pelo Piemonte.
Em ]1861, o reino da Italia conslitue se pela
reunio dos estados at ah separados, excepto a
parte dos estados da groja eomprobendidos no
patrimonio de S. Pedro e a campia de Roma t
Em 1861, a Valachia e a Moldavia reunem se
com o nome de Rouraania.
Em 1862. o vailf de Dappes dividido entre a
asspmptos desta natureza, que enfastiam
visto como se referem as letjras, e isso
urna bagatella, urna inutlidade, mil pon-
tos a quem de urna tirada criticista re-
cheia de palavroes insultuosos.
Mas amanh3 abre-se a escola, onde a
nossa mocidade sequiosa de luz e de sa-
ber, vai aspirar os perfumes da sciencia,
e eu sent um irresistivel desojo de inci-
tar essa geracSo a trabalhar fortemente
afim du auxiliar a ampia aeco das cau-
sas, em virtude das quaes e sob cujo do-
minio o anno corrente inaugurar urna
nova phase litteratura acadmica.

Depois de 1869, em que es chefes do
condorismo deram baixa dos arraiaes aca-
dmicos, segnio-se urna poca de enerva-
mento geral que s se extingui, quan-
do em 74, passada a poca dos poetas, a
lei, cima citada, niciou um periodo agi-
tado em que briihou no jornalismo e na
tribuna urna immensidade de espiritos for*
tes, bem preparados e cultos.
Esse movimento arrefeceu pura reben-
tar novamente em 79 e depois em 83,
aps algnm tempo de descanco.
Caneado de tantas lutas, continuando a
serie alternada de combate e de quieta-
ci, a Academia dorme, desde esse ul i-
mo periodo, indolentemente, sonhando
com os louros das victorias passadasso-
nrio apenas perturbado pelos esforyos de
uns poucos de valentes que quizeram rea-
gir em 1887 contra o imperio, da lei da
aceito e reaccao. j
' Mas esse depauperamento, essa apathia,
s2U> indubitavelmente phenomenos carac-
tersticos de urna nova phase de floreaci-
mento.
Sob a calma do volcao que lavra inte-
riormente, a Faculdade accumulou desde
82 materiaes para, no anno fluente. im-
por-sc A consideracSo publica.
Como aves de arribacao que acabada a
estayao damnosa voltavam aos seus pri-
mitivos lares onde alegremente vio ro-
lembrar as aventuras da viagem, a esta-
dantintt corre preasurosa ao altar da
sciencia sobracando o fructo sazonado por
um longo periodo de maturacao.
Imperemos pela prova real.
Eu nao sei onde li, ha bastante tempo,
que Lamartine, tendo, em urna occasiao
imprevista, de solver certas difficuldades
urgentissimas e imperiosas, recorren a
um expediente que sortio um resultado
honroso para os seus contemporneos e
para a sua brilhante intellectualidade:
ceder a propriedade da ediyao de um vo-
turne de poesas suas.
, Actualmente esta provincia theatro
Je tacto quasi idntico.
O Chrispira Amaral, scenographo alta-
mente conhecido e pintor emrito' em
qualquei genero, pretende ir Europa
robustecer os seus notaveis conhecimentos
glaterra, sao dadas ao reino da Grecia
Em 1865, o ducado de Lanemburgo entre o
Holstein, Mecklcmburgo. Haunover o otorr torio
do Hamburgo, sao annexado? Prussia pelo con-
venio de Gastein.
Em 1866, o reino de Hannover, o ducado de
Hessc, a cidade livre de Francfort, alguns terri-
torios da Baviera, Scheswig-- Holzten, sao incor-
porados na i russia
Funda se a confederaco da Allemanha do
Norte.
Veneza e Mantua sao concedidas Italia.
Em 1870, o patrimonio de s. Pedro e a campi-
a de Roma sao incorporadas na Italia. ,
Em 1871, a Alsacia menos Belfort e urna parte
de Lorena sao annexadas ao imperio allerao.
Em 1873, procede-se a urna rectificacoj da
fronteira do Tesino entre a Italia e a Suissa.
Em 18*8, a Dobrudja dada, em troca daBes-
sarab'a meridional, pela Russia a Rouuiania.
E' augmentada e consumida a Servia era prin-
cipado independente polo tratado de Berlim, bem
como a Roumania.
O Montenegro recebe, era virtude do mesmo
tratado, um augmento de territorio.
A Bulgaria coustituida em principado tribu-
tario da Turqua.
A adminisiraco de Rosina e de Herzegovina
confiada Austria.
Adahalo (ilha do Danubio) e Spizza (porto do
Adritico), sao adquiridos pela Austria.
a
K., --..v-i-.
Om cavallelros do trabalho
Na nos-a velha Europa, nao faltam era M or-
dens nem as distinegos honorficas. A Ingla-
terra tem o Banbo e a Jarre te ira ; a Allemanha e
a Austria tm cruzes de tudas as cores e feitios.
A America nao se importa, vae buscar os seas
symbolos a outra parte, a essa grande e nobre
cousa. que se chama o trabalho.
Os Knights of Labour, os cavalleiros do traba-
lho, sao menos urna ordem digaino!-o j.doque
urna associago tendo o seu ^rograrama e visan-
do um certo fim.
Foi ein. 1869, que um operario mechanico de
Carboudale ylvauia>, Terence W. Poudeity
teve a idea de reunir debaixo d'esta bandeira os
seus camaradas de todas as profissos.
A associago tem, de entao para c, feito taes
progressos, que j cunta dois milhes de adbe-
rontes. Em 1885, segundo o relatorie ofScial do
sou secretario, tinha em caixa, depois do pa-
gas todas as despezas. um saldo de 150: O
dollars, de que emprogou nina parto na compra
de urna propriedade em New-York, onde esta&e-
loceu a sua sede.
Qual o fim dos Knight.i of Labour f
Nao uina sociedade poltica 0 seu funda-
dor. Pouderly, que licou sendo o seu presidente,
escutado e respeitado tratou onergicaraonte de a
desviar de um caminho onde ella se arriscava a
dividir-so e aniquilar-se.
Nenhum dos dois grandes pariidos em que se
dividcm'os Estados-Unidos; o part(bjyMKica-
no e partido democrtico, consegui^^B
muitos esforgns para isso empregados, eh;.-iUar a
si a sociedade. Era oeeas Lo do cleigoes, lodos
os cavalleiros conservara a sua Uberdade de ac-
go.
Nao tambem una esco'a socialista. O sea
vico-presidonle, Mirtu Srois, partidario das
ideas collecivistas, pr>curou por muito ternuo
aitrahir para esse terreno a .-ocieda-le; mas, da
mesm.i foaiia que na pol a%e-
uni c.oii-ervar-llie a ludopondenua dagao
ai a diversos grupos.
Se : sociedade dos K ghts of nao
oceupa era de poli'
de que se occui
i len-ssos dos so
llictos que pode
oapitai o do traL,
Gragas traer.
^k dos seus me

*
kea



II -1 *
dado en
inda mt'i'.
os inglezes davamcaga aos homen-
lio dos ees.
O* negros revoltados e fgidos da Jamaica,
aoieacavamc era precjl&adopta.fljedidas
gicas.
nos la- i
luco uc opera
anias Jde caminbos de ferro,
que abido, nas mos ite uto pe-
queo numero. de. Dnanceiros, os Venderbilt e
outros, conir os quaes o proprio Estado
quasi desarmado.
Se as Trade's ,U*ions inglesas sao ja to for- O governo inglez mandou ir de Cuba os me
tes, ellas: que**l#ta, -i;rii tJPiirilr-iyajt #i"s |,lliore^tig||r^*#ii diMpis, guiado* por
do que assqgisoqi^parajjriiMguila*,^ dnififcffld-
opposicao i*uias s iiHlrnaa-omjmh'n |n r qaai j leaajies contra a^hajar-aj narfiif cor.
o futuro donu,a SedSp como a >"* A'%|*| l>JI"'i inMi"Cllfcirt*> rihffitili des iMgroa de
f Lahour, a*j deStt r"PMy*""t-"" ill* ''"'" JD" 1----f infTTlIlWl fllT":.....[ir'"'1!.....
italidade dos irajMhadtfas aow<-
,J2>m Sfia sej{uraea-
&M>doWm*iHmjmt<* de 4*9400 em
los contra eUesamktendo vjaui
soas filei
ricanose pJC
que, em i n eti?. "nilr. "inn1" iwiri *"f"
essa feudaljoV j|ie,ontiiiii\ e-n .Como i*, o (par MM pleno novotfand^juaa&o
zwove, urna iddatedia, .mu llevadores.
Os ci
As amisades que o homem finge para o cao sao
as mesmas que apparenta para cora o seu pro
pro semelhante; mas. ua pratica, trata,um e
octro da ftwgmn maneira.
Aeocrawdo a instituicao humana que os ** saqueada-a cidade do
sabios da auUguidade, proclamaran) necesaria ; oma malilhuescollnda deste cat
os do nsso tempo di.zcm que ella >h/^mir.9oi:
tensor.
A raya dos molosos de Cuba descende di- urna
looga serie de a vos adestrados pelos .hespuuuoes
em dar caca ao homem. S6o uns aniroaes va-
lentissimos. Sabiam aprisionar os indios e dei-
tal-os por trra, despedazando-os depois... Qua
Mesar. eiiHiragoow "
ina
caes militares e reecbm diarinMqp
dobrada.
Piecipitava-se ne meio dos iudios, jaidoo
Lfmw, do combate estava no seuau
um dos horneas, aboccava-o pelo l
tava-o prisioneiro para o meio do
Se e homem cedia, o cao nao lije fozia mal
nenhum., eresistia, deitava-o por trra-:
,,'ava-llie tempo para se arrepender, levantarse
-nil-o. Se rontinuava a defender-ge. despe-
4aB*raatf^opbMWL mt^Ukimstmiikmtm
V* :nrniifir" fcUs#igredinnai.e.^gu.rda-
.lOimHW'-'Z*'** Sonadiiza^ataada um dia
nwnmwtWWi iflrMlf1" diiUMhja. e, lem-
lieuu-4dadur a.ipectaoulo de Jn. despeda-
2'll.ftl pT*r"'* IT*" IMK ha. india.
,.Jdu wba;nn, vulto, deu* inhiinr" i....."f"'" l-tr c*i-------\rJ"~ da
lha.
Quaado a velha ia no caminbo, salta-lhe o cao
que se precipitou furiosamente sobre ella.
A pobr* velhu agarrada por Bezerillo, cheia
da terrn,-caejpor Ierra; depot, como.poude.
ma podeudo articular as palavras. pedio ao cao
que ; poupasse, fazendo-ltie ver que tinha urna
O,furor do cao abrandou, u pascados mimen
ravuiias. tos, o animal eneonatou-se a velhae prinipiou
as ella tem sempre existido e uS j > hislona **&*,. "^ *& ISffl^lS SS&2 aoSSo'
. 4>iiomm serve-se dos caes para guardarem s caes, o mais notavel de todos, i bwava.-s- i!C-1 ^TS,^D"^"" ol L^l h ,f- Z fe'
cravosooao se serve d'eiUiS para seguraremos serillo. Era de.mediana estatura, pelie av.rme ...a^'^TiLWn.na.h ^ne 1^ lkm
animan de matonea. Adestra os pawim^dira Ihada com o fucToho preto al os .olhus Fot; ''^S**; cXc%do o como S de
, faga d9S negros, pura^ul-os qaapdo fogera, e elogiado por duas qualTdades, que raras *ezes gJJ fe^r nao I pSdaiVviTta
radul.-os se nao se. defendem de modo a se encontram^eunidas : a-corage::i. i^merana, u compwiienoer, nao o peraiam ue visia.
reconduL-
deixal-os lacerados.
i xWa ilha da,Cubo, educase jara
qata cana de graudoo Uioloaoos. e
o juizo e o golpe de vista no moraeio de tnaior ^a autignidade foram os tjcaa e .
aquelle liin.' perigo. muijas vezes ua uerra, oomo valiosis
U'i'iu todo o Bezerillo tinha um grao superior a todos os xiliures dos'exercitos.
ios
sau-

\SSO( l\^OE8
Qriuphia lie Edifcales
UK'lalcriu do aerate lid a directora no
.dia a de Abril (IcIknb
' S., Dirvctors.
.Pela segunda vez dou, como g<>rente, cumprioionto ao que
determina o^irt. Sidos eslalutos da *,omp*nhia de EdificacSo,
-' presontando-vos o reatorio concernepte aos agocioa sociaes
.durante o anoo- de 1888.
Olaria e uat depctndenelan
H&ficios
sao os mesmos mencionados e acbaiH-sc no meamo estado
/eferido no meu primeiro reatorio.
Machines
Nada tenho que accrescentar, a seu, respeito, ao que no raes-
no relalorio mtecionei.
Animan
Reporto-me sobre eUesaoauc disse o'aquel la peca, accres-
njanqo que-ocusteio de. cada burro saino u o93 ris por da
. durante o anne de 1888, sefido que n'essa despeza yai .incluido
o despendido, que foi pouco, com os bois,que esto np pasto do
cercado da olaria.
No anuo pascado custou cada burro por da 650 res.
Caieiras
Funccwnaram anda durante o anuo lindo porque, por falta
. de recursos pecuniarios% fui oBrigado demorar a conc,wio do
forno grande de cuja conslruccao j vos.de> noticia a tempo.
Ja cooheceis meu pensar respeito da raconvenioocia de
. qneimar o material em caieiras, pelo que ado desoecessario es-
tender-me nesse assumpto.
Cumnre-me, porm, accrescentar, que na hypothese de tra-
balliar a olaria como convem,. isto na de ter, o mximo desen-
volvimento sua produeco, nao poderei pcesdadir deltas se fa-
tU>arem-mes recursos para a construcao de mais fornos.
Fornes
Ap.expendido no outro reatorio aocrescentarei o seguinte :
Est coBcluido e cobert* o forno grande que j funecionou
ama vez, queimaudo 41.600 Ujolos communs e 18.000dnglezes,
59 600
Cuatou &660337 sendo que importou em 3;737*897 o foroo
propriamenle dito, no qualaaalaram se 75.84^ lijlos commnns,
17.200 jolos inglezes e l.) era metralba; e em 1>W2*640 a
eoberta na qual empregaranvse 7.809 telhas communs de qua-
lidade, comobem e descriujmadaoieote imostra o quadro n. 9?
De aovo repito que, no caso do obtenera se recursos taes que
( perraittam Companhia lomar o incremento de-que tanto carece
e dar a sua olaria, onseguintemente, o desenvolvimento impres-
cjndivel aq bom uncciooanienlo desta, pondo. ert> perfeita corres-
pondencia e harmona todas as parles que a tonstituem, deve
construir um.forno de fogo continno, no qual se queime. o mate-
tenalou com.carvo de nedra oucom leona, segundo mostrar a
pratica qual desses combustiveis. i' de. mais vaatajosos:lsultado^
//couomico.
Cercas
Careeem de, quasi total reconstruccao.
E escusado dizer que nao as reeonstrui por falta de re-
carsos.
Reforrn'-t Continuo a pensar ;aacrca da reforma e mudanza da olaria
aclamen le do mesnio modo que est exposto no priineiro re-
atorio. ...
Neniiuma.:ilteraco liz porque, como alu disse, alero de ser
ifcproficua quulquer modicacafsinha isolada, quando emendo
' ue as mu langas devem ser lailicaes e geraesem ordem esla-
belecerem se a indispensavel liarraonia e a nais completa cor-
lespondenfia ootre lodos os se/vicos quo inoiunbem a olaria, co-
mecaudo pela mudaofia desta p^ra terreua mais. alto pelos moti-
vo conhecidos, isto por causa das cbdas do rip do qual, feliz-
mente nada soffremos era 1888, nao me foi possivel distrahir para
abras os minguados recursos quo tive para atteuder, e- muito mal,
ao fabrico.
Produeco da olaria
.Pelo quadro n. 6 veris qual a produeco. de material de Io
Janeiro 31 le Dezembro de 1888.
totalidade dos productos fabricados, nesse espato de tempo
'mpresentada pek) v,olume de l,679m3 dp material queimado; o
dos objeclos queimados pelo volume de ;l,824m3, provindo a ap-
jiareote divergencia destes nutneros de que ueste anno queima-
rero-se objectos fabricados em 1888.
Os objectos queimados e ainda or queimar fabricados do Io
de Janeiro 31 de Bezembro de 1888, correspondan ao volume
de 8,099m.3 de barro extrahido, do qual i 506m.3 applicados em
lijlos communs. 32>m.3 em lijlos inglezes, 19m.3 em Jadrilhos
diversos. 223m.3 em telhas communs, i:jro.3 um telbaa francezas,
lm 3 era telhas de encaixe e para cristas e 8 m.3 em canos de di-
versos dimetros.
' onvem nolar que o barro para os di^rsos ladnlhos depois
de passar pela machina de lijlos vai a prensas que moldam o
fedrilho na sua forma definitiva ; bem como que o das telhas
francezas, o das de cristas e das de encaixe e o destinado ao
fabrico de canos passam antes de enlrurem us prensas que
taes productos dama 6ua ultima frma, por urna machina espe-
ja 1 para amassase apurar a materia prima, dando-lhe mais plas-
ticidad-.
U barro das telhas communs e amassauo e apurado mo.
A olaria deu um prejuizo de 1:23*.,contra minha espettativa,
.umlo antiundei vos no outro reatorio. Porque lo grande de-
Scit?
Dae-vos ao Irabalho de estudar o quadro n. 7 e adiareis a ra-
zo delle que em resumo o nao me terem sido dados os recur
os que ped, e ver-me m lal penuria ddles que deixeimuitas
vezes tongo lempo os ionios carregados e as caieiras armadas
espera de lepba. por falta de dinbeiro para cmprala
Em 1887. na minha gerencia, trabalhou a olaria duraute 99
dias em 4 mezes, tempo em que funedonaram a machina de tijo-
los e a locomovel durante 61 dias de 10 horas, Hstaram-6e 5,846
alarios, extrahiram-se e moldaram-se em diversas obras 246
metros de barro, e qudmaram-se ^8.1 metros, os quaes repre-
sentan], em obras queimads o volume de 1,218 metros ; ao passo
que nos \X mezes de 1888, houve 303 dias de trabaiho geral da
laria, fuuccionaram a mchica de lijlos e a locomoveapcnas
em 71 e 1 2 dias de 10 horas, gaslaram-se \iut smente 4,390 sa-
. lariosv extrahiram-se e moldaraa>-6e 2.099 metros de barro, e
jneimarara-se 2,280 metros correspondentes 1,824 metros de
obra queimada.
Beduzindo ludo ao termo comparativo dia de trabolho geral da
o/aria como est tambem no quadro n. 7 torna-se palpavel a dif-
fcrenca da (orea empregada e do ptpduclo colhido nos quatro ul-
. timos mezes de 1887 e dos doze de 1888.
Podereis attribuir i.sso que dei em 1888 menos cuidado ao
desempenhode meu devt-r do que drn 1887 ; mas garanto vos que
dSO houve tal. Foi falta de dinbeiro que gerou o aponlado pre-
juizo pirque impedio-me i'e tirar dos apparelhos em 1888 pelo
aeni;.-.....esmo proveito c e, menos experiente do que hoje. ti-
lo7 e deaproveili ltimamente aparte que no despen-
di e re ustante, quer produamos mito, quer produzamos muito
pouco ou nada.
Se vos nSo quizerdes convencer da rasleza da explicacao que
o que me era muito doloroso, buscaj a que fr mais acei-
eupirilo, que licarei certo de que estou com a verda-
d pererbert quem quer que tenha experfend; do que
^efiee de apparelhos e muites homens tendentes i
|f um certo e determinado trabaiho; mas antes lembrai-
Tite : Um hooienfliue leona l0i 0 de salario diario,
lo o dia, dar ao dono de trabaiho un. prejuizo de
W Uo
am>
de 1 forem 10P0 horneas trabalhar, e a cada um
os por hor.., ou 20 minutos por dia de 10 horas,
ni 14000, ser o prejuizo tola! igual i 34333.
rtfto tynUru com a noticia bstanle agradavel de
ra diploma de 1 classe, como pre
la sua fabrica, expostos na exposico desta
;oductos que vo fi-
posicao de li-
li
.....fcerte Ua cttmpunfcia im,vai-irdo
Nu e-dilicQ da sede, do caes do Capibanbe, fallara pura licar
H JUtBiramtutvconcluidas as seguiules obras: emboco eiiebocoda
fi^caadaque ol|ia para a ra, o guaruecido deaodaaaa-paredes, a
saccada da jaiu-lta conjugada dessa fachada, iadrilhaueuio do
,pa de ser ealcado a pa*agem central, a calduda do,fwt.seio, o soalho
do soiirtdo, o forro do 1 pavimento e o do f aabandeiras das
i norta^e janeUas, a escadae a pin'ura, obras que oreara em 5 con-
loa, inaisou menos, como j refer no ouiro reatorio.
i.om o ediljid da nova.sodo lera-se gasloal hoje 12:^794863,
eomu deaioustra o qoavlro n. 5.
Sei que .tem se-me a-uflurado por anda conservar o esoriptorio
da/cempanbia pm casa allugada, em vez de mdalo para o novo
edificio da sede.
A cepsura parecerme.uuuodada..poiqnaulo u.io sena decente
3ue funecionasse a coinpuuhia 11'um.edificio jiu.concluido. Que
ir. igyitab. directores, que pensariam os Si s. aocionHlas, se vos
reunissejs e houvessem elles de reuoir-se. em urna sala era se
quer ladnlhada, cuja cobena ainda tefha vS? A resposta es-
ta pergunta nao pode deixar, creio. de jnsticar me.
As comparthias. como os individuos estao sujeitas certas
, responsabilidafies e exigendais (b: representacao que nao podem
fugir. ComogerenWcumpre me uo arriscar a comfianhia hu-
milhacoes. oem ainda por amor de insignificantes economas das
quaes nenlmm proveito serio pode colher
A mudanca do escriptorio para o edifido da sede iroporUria
n'uma economa aonual de 72.;>JOQ. (& 04000 da casae 1204000
, do apwrelho telephonico,; 01a, perfiunto'.' e.desia insignificancia
,.que dwpende a serte da eompannia?
fin economias que, su uo devera fazer. pon improficuas, m-
xime quando est por pouco a reunio da companhia, a qal re-
solver sobre seus destinos como ladhor panecerlh.
Quo melhor fura que nao existissem as causas que nbriga-
j;am mj "o propdr-vos a mudanca.do escriptorio para a nova
sede!"
Em tins de.Kuvereiro desabou parte de um muro, divisorio do
quintal em virtude do peso de grande quantidade. de areia que
aelle apoiava-se.
Sua reconsiruefo cnstou 77*080.
Cocheira e canoas
Apeua^ accrescentarei ao que sobre este assumpie disse 110
reatorio. o seguate:
As. canoas estao bem cousen as. leudo castado a sua conser-
yauo e Ofj repa os que. requoreram. inclusive um corrente do
costo do :JWP-1W, 1404280.
Na cocheira ostiveratn at ua pouee apenas 3 bois, aohando-
se por economa., desvie o anno passado, os outros 3, nos terrenos
da olaria. sollos. Os tres que estavam ua cocheira.maudei-os
tambera para a olaria.
O-custeiodu cada bo! por dia sahio era 1888, 14278, e em
1887 14183.
A differenca euntra. a despeza de 1888 provm de que, sendo
.. constante u do oebeiro, foi menor o numero de bois gratados.
Pela falta de obra, as carrocas cuja conaervaco importou
em 974900,,nada produziram e anles. oausaram um prejuizo de
1:5724490. como olaramente evidenda-ae da08ta--Corrofa.ama
. rectita e despeza.;no passo que o material fluctuante, composto
de tres canoas, deu o lucro liquido de 5634720 correspondente ao
transporte!, de 388,680 lijlos communs. 149,3000 tijolos inglezes,
2,00' tijolos diversos. 3o,0o6 laf.nlhos. iO,GV0 teflias francezas,
137,332 telhas ncionaese 2,514 canos.
.. Gastourse de Io de Janeiro 31 de .Mareo de 1888 com alu-
Sueis de canoas 2264950. De Marca para, ea bastou o material
uctuante da cqmpaohia para o servigo da asa, o qual consta de
tres canoas.-
Oficinas
- A escassez de recursos pecunianios impedio.me de tratar de
organisar e montar as ollicinas .de que tanto misterba a compa-
nlia, a qual, sem ellas, andaj sempre sem receio de otUestao,
de raaos aladas.
J vos disse,que te.nho para mim que se quizer a companhia
dedioarseas construecoes urbafcas por conta propria, ou por con-
ta ajbeia. precisa de ter ollicinas suas de serrador, carapina. fer-
reiro e fundidor, nas quaes suppra quanto possivel o trabaiho ma-
. nual, aqui em geral mal feito e bastante caro, pelo mechanico.
1 ii(rji<-co^ 4e cHU,aUeta
Nao houve nenbuma. No mju priineiro reatorio discorri
Iqugamentc acerca das causas, ainzra boje persistentes e at mais
ampliadas, que produzem esta penuria, sendo portapto intil e
esculido cansar-vos agora a aUenco cora a oxposigo de ideas
j de vos conhecidas : porm para corroboral-aa sempre vos direi
que. foi a companhia procurada para incumbir-se da.reoonstroc-
caoda ca,sa n. 42 da ra do Commercio, propridade do Sr. Au-
gusto de liveica. o qual em lempos j tinha alcancado daquella
para essa mesraa obra um orcamento de 13:3084408. Respond
que nSo me^rcsponsabilisava por este e so me oncarragaria da
conslruccao pelo valor do que fosse por mim feito.
Aceita esla condicSo fiz novo orcamento, que devou-se a 22
coDtos pela reconsirueco de um sobrado com duas frentes e qua-
tro pavimentos, a saber : o terreo n'um s salo de 16,03X6",6
ladrilhad e, por sobre o ladrilho. cimeotado; o prueiro andar
tambem n'um s salao de 16-.QX-Ji, assDalhado.e.forrado;
- segundo andar cpra a sala de visitas, a de jant; r e quatro quar-
tos4assoalbado e forrado, e o solao a^eoalliado em 6",6X6",6
para cozinna e dispensa : deyendo as portas de ambas as facha-
das (ao todo 6), uo andar lerreo, ser tixadas em portadas de can-
tara terem saccadas as janellas do segundo e terceiro pavimentos
que liiam para a ra do Commercio e ser tudo,do bom e melhor,
segundo-se. me exiga.
J.sabis que tal orcamento. foi repujado alio, como eu espe-
iava confesso, pelos, motivos de vos conbecidos.
Sem duvida.tendes visto a conslruccao que esao fazendo no
n. 42 da ra do Commercio ; ao novo constructor de certo nao
pediram obra de priraeira qualidade, se julgarmos pelas portadas
do andar terreo feilas. e muito mal feitas, da mais ordinaria pedra
dos arceciles, ao,passo que da companhia requeria-se cantara de
Lisboa !
Consta me que foi a reconsirueco coutractada por......
li:004<00. ,
O primeir orgamento da companhia foi, como j disse, de
13:3084408. ^pc.dissessem com franqueza os pretendentes a con-
iractarem com a companhia que qualidade de obra qoerem faaer.
se br% ou ruira, bem ou mal acabada, de bom ou mo material,
ser me-hia possivel em certos casos baixar algo e at bastante
raeus orgamentos, como no caso da reconsirueco supra ; mas
3uercm todos obra de primeira qualidade, e se chegarem a termo
e contracto bao de.exigir que neste se declare essa condico,
por cujo deserapenb'o Hcr a companhia obligada.
Posto isto, nao evidente que devo basear meus orcaraentos
nos precos de obra de primeira qualidade, como pedem sempre !
Se dissesse-me quem mandou reconstruir aquelle predio,
que contentava-se com obra de carregacao, como aquellas infor-
missimas portadas de pessima pedra dos arrecifes, e nao quizesse
depois no contrallo incluir a condidto de ser tudo do bom eme-
Ihor, por sem duvida que nio subira meu orcamento a 22 contos.
E' muito difficil derrocar usos inveterados.......
Ale boje nao live do Exm. Sr. bisro deeiso nenhuma a res-
peito do Grande Collegio Episcopal que desejava, e talvez ainda
deseja fundar nesta capital, junto ao palacio episcopal collegio
fiara o qual apresentou a companhia, como vos disse no outro re-
atorio. um risco acompatlhado do respectivo orcamento.
Sei que ao mesmo Exm. Sr. foi presente outro plano e orca-
mento para esse collegio e consta me que achou preferiveis os da
compannia um dtttineto engenheiro consu'iado a respeito desses
rrabalhos, feitas no d'aquella algunas alleracoe.
Snbeis que o um edificio para a Faculdade de Direito.
Seria conveniente tenannos contraclar a construc{o dessa
obra.
Neste capitulo de obras de conta alheia vem a pello refe-
rir-vos a
Questo no foro
Que move contra a companhia o Sr. capito Ernesto Vieira de
Aranjo, a proposito da obra n. 17. ra da Aurora
Sabis qi obtida da Cmara Municipal a licenra para essa
coBslniccae (inn muro) negou-se aquella a dar a indispensavel
cordeacao, que que nao pode a companhia levantar o muro, para
o qual, entretanto, j tinha conduzdo material, pois nao lhe era
liar nlho com
O motivo allegado pela Cmara foi que o terreno estava dec-
linado, ha muito, para o fttsseio Publico.
Ficou a coinpanhiasOfttretanto, impossibiliada de proseguir
uo cumprimenio do seu ooulracto e espera, para d'elie desem-
nenhar-se, de que o dono do terreno desembaracasse-o.
eu-se isto em Abril de 1887.
Tomando em Agosto conta da gerencia e entrando no conhe-
dmento desse negocio em Setembro desse anno, verifjquei que
,/ Mearte do "irinawaf ailP"' pwtoawwpmhi 1 no lugaao obra j havia jwao7mico.
Para poupar maMras paaiaizoana nosso commiUoate, o qual
identementi! .en MOPicoMNKpaoaavel, no caso aaiftente, pelo
,iwiHnaterial extraviatov.|uaiidai,acoiMe o ii-stanle wnafotuu da
anHCompanhia.
Claro quo em iude i'lmn \m a mni soleinnia*rak tanto
que, certo da demorada lrn*toaca*a duvida enironaa*. oapitao
,.-rtsipriiesto Vieira,.de Araujo e.aCaniarav leuibre no omm* paasodo
.^maielatorio, payjaa. -A), ^u ou.vian* liquidar esse nefoeto, e al
?itl-o-hia hq idado. ^tfuttiraiiitDtitilrotiwrum accordo mm acuelle
cuvalheiro com o qual se n duvida havia de fazer qualquerarraojo,
3e outros e mais folgados foram os recursos pecuniarios da com-
pauliia, aujos ben -, pjrm,,garaulw> felizmente, todos os dbitos
- que ten na praja- ; pasto-que-evidentemenle nao era compa-
nhia que competa dar esse primeir passo
Em Janeiro ultimo fui procurado pelo Sr. i)i\ iuo..Yieiia de
Araujo,-em-nom'r do Si irapitSo Ero,-sto Vieira de Araujo
allou-me desse, issu. 11 pto.
Kespondi que elTectivaaieBle era mas que para tanto falhavani-meosimek pecamarios, accres-
cenlando que na asserabla geral da companhia no corrente .anno
. Jiavia-aede tomar providtiteas temlenies a'resolver todas- as diffi-
culdades que enlorpecera todo iio podesse ser antes, seria liquklida essa conta.
a l'iquci persuadido de que deu-se por sal i afeito o Sr. Dr. Joo
Vieira "k Araujo ; mas Jai nio.succedeu. pois mal lindaram-se
as ferias judiojaes, mandou-rae citar ipara comparecer' perante
o respectivo juiz. propondo comfiaohia urnaaccao decendial !
. L'ai nao dmxur correr revelia oslireitos'e interesses da
compauhia, torca foi constituir advocado que os defrnda, reca-
bando a escolhano. proba eicampelentissimo Sr. Df. J. 11. Duarte
Paeira, o> qualoiTejeceu ao digno juiz .os competentes embargos
que.feram inceitos.
Adia-se,[ieste p a q^OMo, cojo silo favoravel vcompanhia
uo pode solfrer duvida. .pois uu.d*aiduvidari do sea direito e
meos da wctido, do. digno juiz e scienciae tnteireza do nosso
advogado.
IV
fdiDi'atro-' .1 laruoM praxo
Nenhuma houve. De uovo insisloi peta-.eoaveBieooia de en-
celar a.companhia, se llie derem os necessario* recursos, esta
cathegoria de coostrucjOes.
. N'dlas achara lacilraente os meios de alcancar larga fre-
guezia qual poder oUcrecer.vantagens extraordinarias, con-
veniente e ooportunaraenle montadas tica entendido) a Olaria e
as outras ollicmas e alicatados os seua depsitos de madeiras e
outros materiaes.
De^iar com.essa categora de construccoes, nas horas vagas
por aasira dizer.e para aproveitar os favores concedidos pela pro-
viueia irz'aria a companhia das
V
toiiMruneM I Est claro queja pelo motivo j mais de urna .vez allegado
a fulla de recursos pecuniariosuocuidou-se desta natureza de
coostrucees; mas tambem evidente que muito converia collo-
car-.se a-iiuipanhia em comlices de iuicial-a, pac. n.queindis-
pensavi'l .seria que lizosse amecessaria
*ompm de terrenos
Cuja,acquisico acondico.s;w,qtart(>n.da edilicagijo de coata
propria. Nao houve compra alguma.
VI
I ressoal
Est reduzido ao mnimo. l'are;-'-;iie que wo lia dos actuaes
.empregados uta soque pessa ser suppri;jii,l,o coma actual orga-
.nisaQp d.companhia. No quadro 11. II veris os seus ,nomes e
vcuciraentos.
Al o !im d# Agosto, servio o tugar, de .aJmoxarife o Sr. Joo
Ahus Villa-.Bella que por doente rerou-se da companhia, sendo
substituido peio Sr. -Henrique. Coulinho.
, DeOuIubiv a.Uezenibro estivo, como sabis; ausente do Recife,
era virtude du lirenga que. me oncedesies, substiluindo-rae inte-
rinamente, o ,-r. Francisco Canuto, da Poa-Viaiem, segundo vos
. propuzi de accordohoiii o axt. 27,dos nosso Estatutos.
VII
Bacriplorio ' Pelos-motivos ejwslos no capitulo II continua o escriptorio
iQm casa, alugada, que ciista por anuo 60OdOtJ0.
A escripia est em da.
A suu respeito convem dar-vqs os sqguinles esclarecimentos :
Em virtude da resolueo da. assembta geral extrao de 23 djj Julno il^- 1888 e vista do parecer de dous membros da
comiutsso ekita na assemhla geral extraordinaria de 4 de Junho
d'esse mesmo anno para avahar- os bens da Companhia, e como
incentivo para a. realizafo do augmento de duzentos contos vota-
dos n'esta assembla, fui o capital reduzido a cem.contos
K'essevparecer, porm, so foram cpns>deradas,a$ seguintes
. verbas:
. 01aria^'6criptoii, .canoas, proprios, telephone, semoventes,
carrogas, materiaes, codieira e bbtiotheca, s quaes foi dado ess
valor de cem contos, nao se fallando nas outras contas do activo,
que sao ; accionistas, caixa, fabrico, London & Brazilian Bank,
deposito da udministracao, constrneges, productos da olaria, di-
versas conlas e ailiantamenlos ompreiteiros.
Quando chegou a oecasiao de. na escrjpta tornar effectiva a
resolueo da assembla d 23 de Julho de 1888, notou-se que :
l." Nas verbas .escriptorio. canoas, semoventes e bibliotheca
conservqu a coinmtsso os valores escriptarudps al a data do pa-
recer, o quaes sao respectivamente. 1:(SjOJoO :):i84789,......
1:241472041 5840U0, ao iodo. 3:9984539 ;
2." Nas verbas olaria, proprios, te.lepbooo, carrocas, materiaes
e cocheira do Caes do upibaribe, adoptou comorseodenectivos e
'respectivos valores as seguales quantias.46:3764ol 33:3934343,
1 2914042,4034000 11:0.104842 e 2974920 dillerentes dos valores
escriplurados.
Isto queridizer que entendeu a commisso, e portanto a com-
panhia que fez en.o parecer d'esu. que no conjunto d'aqaellas
qualro primeiras verbas o qual monta a 3f9984539. nao havia
lugar para depreciagio alguma, bem como que esta devia recahir
toda-nas outras seis, cujo valor,, segundo a estimativa da commis-
So, de, IH:89444U8.
Ora. como o capital tinha de serjreduzdo a cem contos, claro
que d estes deduzida a Darte em que nao bou ve depreciadlo, o
resto (100:0004000 5:0984559 = 94:0014441) devia representar
o effectivo valor do total das verbas que a commisso julgou
depredadas de accordo com as eoosideraces que produzio no
parecer.
Feita, porm, a somma, dos valores dados pela commisso
a estas ultimas, o resultado91:9944498 inferior ao esperado...
(94:0014441).
Como diminar esta differenca-de 2.0064943 ?
i areceu-me que devia repartil-a pelas seis verbas depreciadas
e proporcionalmeote ao valor de cada urna, e assim achei os se-
guiules valores : olaria 47:3884093, proprios 34:3264212, tele-
phone 974391, carroi.a6 4134836, .materiaes 11:2714490, cocheira
3044419, os quaes foram escriplurados e nrefazero o total de.. /. >
94:0014441. como cumpria que fosse.
Nao era-mo licito, sera mcorrer na pecha de .arbitrario que
esforco rae por nao merecer, tocar nas outras contas do activo da
companhia, menos na cujo titulo accionistas, a qual estava es-
cripturada por dez oontos das 100 accOcs qm: anda nao poderam
aer reiuettidas ; porquaulo evidente que, pela reduccao deter-
minada pela companhia, licaramaquellas reduzidas a cinco contos
de ris.
Logo, feitas ae alleracoes supra mencionadas sendo de.....
15:1584777 o total da depreciaco realisada pela commisso nas
seis varbas depreciadas, as quaes estavam debitadas em 31 de
Maio de 1888 pela quantia de 109:0604218, vem a ser de fado
apenas de 20:1584777 a depreciaco total approvada pela com-
panhia.
Sommada esla importancia a de 31:0304193 dos- prejuizos
demonstrados pelo balance de 31 de Dezembro de 1887, resulta
que o total da depreciaco do capital social de 71:1884970, e
que faltam 28:8114030 para completar-se os 100 cantos que a com-
panhia resolveu abaler ao seu capital.
Esie resultado mostra ouque a depreciadlo nao foi bastante,
se acaso realmente o total dos beus sociaes vale' somente 10o
Contos, ou que na data do parecer da commisso era o capital
social fluperior 100 contos, seas depreciacoes dadas foram bem
calculadas. |
Como resolver e6ta diflicuidade, qnando era entretanto neces-
sario encerrar a escripia, e faltava nos competencia para augmen-
tar a depreciaco j approvada pela companhia ?
Pareceu preferivel debitar o capital apenas por aquellas quan-
tia de 71:1884970, muito embora por sso appareca a esenpta
como capital social a somma de 128:8114030,. fie encontr reso-
lueo da assembla geral extraordinaria de' 23 de Julho de 1888
que delerminou que o capital da companhia ficasse reduzido 100
contos, porquaulo dispora eta dos 28:8114030 que apparecem
mais como melhor fr para os seus interesses.
Convem tambem deixar claro que "a conta de -despezas ge-
raesfoi incluida a quanlia de 1:7954180, a qual no balanco pas-
sado figura va na deadiantamentos,porque esse foi o parecer
da commisso fiscal que julgou as contas de 1887, perecer appro-
vado pela companhia.
Nao fra de proposito chamar vnssa attenco para as par-
relias que constituem a conta despezas geraes cujo Iota! de
13.3164360 n qual avulta muito nao lano pelos gastos correntes
da companhia, mas por alguna extraordinarios i que foi o&rigada,
como irapresso ao tdatono passado em avulso (3404000) e no
Ditrio de Pcniambuco (20040"i0), annuncios e circulares para con-
vocaco de assemblas extraordinarias e venda de materiaes.
(7754290), aluguel de cadeiras (8640^01. as quaes andam todas
por 1:4014290.
Fica, portanto. aquella conta reducida 15:316*360,.......
1:7954180, 1:4014290, 12:1194890 durante o anno de 1888.
Bata conta comprehende os Ordenados do gerente, doguarda-
livros, do almoxarife, do continuo, e as despezas com o aluguel e
asseio do escriptorio, app.->n!lhos telepnonicos, seguro?, impos-
tas, etc., etc.
Por ultimo, como veris no balance' de 31 de Decembro de
1888, quadro n. I, devia a companhia aj a quantia de.9;7684545
apnn,
ioetosive os juros das aerees ren: iata.d|
' a 8C 1:r7884543 at o dia 28 de Fe
por pagar, aluguel do escriptorio, fornecimeni
etc.
O quadro n. 3 demonstra o naiuero'-das >aococs transferidas
durante o anno.
Pelo quadro n. 10 veris que o mosimento.da caixa foi de
54:6535630.
V11I
*'""*"umA flscal
' iiiawntnissao tucal I iti ai i\- rinhUJamar""""'" de 1." de
BiCOHfPd887, ompunha-se dos Illms. SrsDr. Antonio Carlos
de ArsadaiBeUriiOiiJBa'' Bezena de Baaros avalcante e Joo Ro-
afumuaMoura^(Usaos consocia* noaaos. d&c occasio do exa-
ua>d**ntas eialanco il'aquaUi: anao. ,i oujn respeito tinha de
Mteaaaar e apawntario caiaponh-a m sua-jisserabla ordina-
>de-j*t, qual.rea6oa-senada.r de Made 1888. escusa-
ram-s^vallegando. motivos justofc*os dan pMaaaros snhores.
(aPlMWDsUtaik-os aomeou.>- di IwwtaiCMBawKiaUdfltJtedfe, os nossos dig-
dontti
waa* enmiiino aanaieadader Josmim Lopes-Marhiido e Sebaslio
Lopes Guimares. Este ultimo allegou justificades motivos que o
impossibilitavara de corresponder confianca do Illm. Sr. com-
meudador presidente da Juuta Commercial ao qual communiquei
resolueo do lllm. Sr. Sebastio Lopes Guimares.
Foi ento nomeado o nosso digno consocio Francisco Xavier
Fcrraka de-sorte,oi'eMaai.>composta. dos illms.. Srs..omuu-nda-
dar Joaquira Lopes Machado, Joo Rodrigues de. Uoura e Francis-
co Xavier Ferneira, *eemmia3oqueijulgd as contas e es,:ripta*
de 1887 e sobre ellas deu o parecer approvado na sesso ordina-
ria de 7 de Maio de 1888.
Neata sesso, por forca do art. 36 dos nossos estatutos, foi
oleita a jiuva commisso li-cal que tinha de exercer seu mandato*
durante o anu social de 188 a 89, recaiiindo a-escolba da com-
panhia nos noasoS dignos consocios os Illms. Srs. commendador
J 'Jbaqnim, Lopes Machado. Joao.Rodrigues de oura (reeleito.) e
Domingos Joaquim Ferroiru Cruz.
.<>5iiununi(u-rae esle ultimo, por occasio de ter a comiius- >
-sao fiscal para o quaUaiia sido eleito-, daapresentar u -seu pare
cer relativo an augmento do capital da companhia, isto em 19
' de Maio do auno ultimo, que nao poda fazer parte da mesmT*
commisso.
. Levada; do accordo com o i 2o do art. 14 da lei n. 3,130 de 4
de Npvembro de 1882, .e**a resoluc** aa couleeimpnto do digno-
Sr. comiueudador presidente da Mepetissinia Junta Commercial,
oouieou este om substituigu do Sr^Doraingoa Juaquim Ferreira
Cruz ao aosso digno consocio Joo Walfreio deMedeiros, o qual
ai:eitou o encargo. J
Consta, pois. a commisso tiscal que tem de julgar das ra-
las, escripta etransacees da companhia no anno social.de 1888
>?.-"MMB'O-aobre tudo dar parecer, dos nr-ssos consorios os Illms.
^ ^O8.^ommendador Joaquim Lopes Machado, Joo Rodrigues de
* -Moura e Joo Walfredo de Medeiros, que foi a mesnia que de
parecer sobre a necessMade do augmento do capital soc:al e,
para chegar-se a esse Ijm, sobrp a conveniencia de, para infun-
dir confianca no publico, reducir o primitivo capital de 2 0 con-
tos <-JU0, de accordo -om o parecer de dous dos dnco membros
da eommisso eleita na assembla extraordinaria de 22 de Junho
de 1888 especialmente, para avahar os bens sociaes, pareceres
aquel les que foram approvados pela companhia.
IX
A*Henibla* gerae*
, No anno de 1888 houve as seguintes assemblas geraes d,
. campanilla:,
Aordinaria, era 7 de Maio. na qual degeu-se a commisso
fiscal que tinha, de funecionar no anno social de 88 89 e propoz
fl Sr.,Aiitoiiio Qlodcialdo de Souza .(UR'se -reunisse t-xtraordinana-
. mente a,e>mpanhia para resolver .-obre o augmento do capital c
tambera a .respeito da sua suhslitnico no cargo de director se-
cretario que oQcupa.vi, puis liuliu de retirai-se para a Europa ;,
muexlraordinaria, em 22 de Juo'-o, na qual toram eleitos os
I Ilims; Srs. Drs.Manoel Marliis Fiuza Jnior para o lugar de pre-
', iideiite.,,0:Eduurdo Angosto de Oiiveira para o de 1 secretario
das assemblas,eraes. Francisco Gomes Prente para o de direc-
tor-secretario, bem como a commisso avaliadora dos bens sp-
ciaes, composta dos Illms. Srs. Domingos Joaquim Ferreira Cruz
' JosiFerrira Marques, Sebaslio. Lopes Guimares, Antonio Jos
Fprrdra,Monteiro e Rodrigo Carvalho da Cunha. dos quaes apenas
comparecern! e derin parecer sobre que apoiou-se a companhia,
os Itlras. Srs. Jos Ferreira Marques e Rodrigo Carvalho da Cu-
nha ; e votada a emisso de acejies para realisar-se o pedido aug-
mento dcjnais 200 contos.no capital:
jOulra,extraordinaria. em.23 de Julno, determinada na de 22
de Juajio, para ouvir acsommisso avaliadora-dos bens e resolver
sobre o que cumpria fazer a raspeo dos meios de conseguir o
pedido augmento ao capital. Ficou n'esta assentado que o prirai-
tivt) capit sotresse a depreciaco de 50 % e fosse reduzido a
:10a contos, licando a direcioria autorisia'aemittir noww aetoes
1 atpcefazer o augmento pedido e j approvado de mais de 200
contos no capital da companhia.
Infelizmente nao electuou-s: este augmento pelos motivos
que cooheceis a ecuso relatar.
X i I
><< <-N.iiia<-' da companbia
A nina Hinca reduzem-se, quantas entorpece ou anles de
.todoimpedem o deaenvolvimentq-dos negocios da companhia : o
effectivo augmento do capital.
No meu primeir .relalorio expHz,,miudamente^uanlo peusa-
va e ainda hoje pens acerca das diversas necessidades que sent
a eompanhla ; pelo que, como nada oecorreTine para accrescen-
tar ou retirar ao que al I i desenvolv, reputorme dispensado de
amagar esta exposico com assampto-j muito expendidos.
XI
r. Pi<'s'iiii- e lortii da compauhia
Conclasao
Tristissimo, o estado a que por falta de recursos chegou a
-Companhia de RdilicacSo.
E' notavel que sendortodog concordes em secouhecer e decla-
rar que el Ja qmpresa de summa uliljdade geral e publica e d
.auspiciosos, resultadi s,. se bem dirigida^ mui poucos estad dis--
postos a dar-lhe o alent que lhe raister e resolvidos a subscre-
ver mais algumas aceces, porque, como j disse,. tudo reduz-se
1 dar-Jhe capital.
JJeixo isso uolado, sem abalancar-me a e\pcal-o, afiguran-
do-se-me entretanto como oerto que no aponlado .reirulroento
parte nao pequea o geral mo estado da praca, devido causas
varias e mui vossa.t conhecidas.
Tenho por.superfluo dizer-vos que urpente providenciarraos
. todos no intuito ,de livrar-se a compauhia do mo nasso em que
v-se aperiada.com grave prejuizo dos capitaes n'ella empenha-
dos; mas, como f. Que,.fazer ?
Para mim s la um meio nico de proveito para todos e n'el-
Je de novo insisto augmentar de facto o capital, cemecando pela
, realisucao do j votado augmento de 200 contos; digo comecando,
porque para os intentos da companhia nao basta esta quanlia, co-
mo bem o deixei perceber no priiueiro reatorio cujas palavras,
ideas, planos e esperancas aqui repetira, se nao fra o dever.que
corre-ine, de vos nao fatigar intilmente.
Como gerente nao tenho de propor mais nada, porq;:a:itq es-
t por provar com o testemu'uho dos factos que mal a\i-alo adei
nos planos por mm lembrados e acoaselhados para levantar a
companhia, a qual adoptou-os em these, mas negou-me o meio, o
capital iudispensnvel, para principiar pol-os por obra.
Tonvm aqui deixar pateotejquc ao ver que se nao elVctuava
o augmento do.capital, augmento no qual a sentava, cuuio assen-
to ainda agora, lodos os meus raciocinios e planos, tive niptos'
de retirarme da. gerencia, enlregando-a mais habis mos, por
3uanto claramente percebi que, sem aquello, seria, como foi.dieia
e abiolhos a rota que se me offerecia; porm. -, mas,pode em
raim o desejo da mostrar aos que to confiadamente aqui colloca-
ram-me. que se , .as quaes quic-infundadamente coutaram,. nao faJIecefti-me pru-
dencia e animo parattgeardur.piUHjucGossos.quB: i-odem ser fu-
nestos. que piiivavelmeate ho de sel o, vmas. que por afortunado
e nSo espenido acaso talvez sejam felizs.
Voliaudo alraz : estou certo e convencido de que se quizerem
alguns Srs. accionistas por-se & testa de urna como propaganda
em prolda eoinpanhia^ho de apparecer o- tomadores das ac-
ces do .augmento vetwo, ao qual sao garantas os bens que pos-
sue esla, os favores que j foram-lhe concedidos e mais outros
que, espero, obtenha dos poderes provinciaes, alm da propria
experiencia que* hemos todos adquirido, a qual tambem capital
de nao somenos valia.
Nao olbaado para o nada que v all o, e pondo a mira smente
nos interesses da companhia. os quaes sao os nicos que teem-
me aconselhadoi permanecer n'esta cadeira por ora de espinhos
(taehem-me embora de immodesto. alm de incapaz ; sou verda-
deiro; movido do desejo de provar que sou grato e dedicado aos.
que hountm-nie com a sua conuanca ; dirigi me homens de f-
ra da provincia que esto no caso de .obter de capitalistas e dar
companhia os recursos pecuniarios de que urgentemente carece .
para proseguir no desempenho dos fins que determinaram sua
fundaco.
Escrcvi-lhes desenvolvidas cartas, alm de remelter llies meu
primeir. reatorio. nas quaes expuz com verdade o nosso preca-
rio estado, o vasto campo da companhia, as operaces que.pode
tentar com xito feliz, o favores que lhe ontorgaram j os pode- j
res provinciaes- e os que ainda espero lhe concedam, os meios
que. no meu entender, convem proporcionar aos tins da emp
e. quantas consideraces antolharam-se-me propicias ao meu pro-
posito. Ainda nao tarde para que respondam-me, etalvez che-
guem-me as respostas, se maodarem-m'as, com tempo de seredi
pre-entes aproxima futura assembla geral.
A' quem escrevi eu f Era primeir lugar aouosso be
rito patrido o Exm. Sr. Visconde de Figueiredo; em
ao Sr. Luiz Lack e :'m terceiro ao men particular amigo
tincti engenheiro Dr. Luiz F. Al /es da Nobrega, ora na
i tractor de estudar > obter os apparelhos e machini
fundafo de orna grande fabrica de cemento na
rinda da Parahyba.
Retiro-vos eetas- rainudeneias para que nao e
manecais persuadidos, se o estiverdes, de cpie
inactivo, sem curar dos interesses cuja guarda 1
confiada: fiz quanto pude.
A alguus tenho oundo que o que mai-
companhia; outros, reduzil-a exptorac>
olaria. Onde a razo ? N5o
Confio nos pltnos
diaate que 11
, trabaiho,
nico.


#


PeraambucoDom
bril de ISl
!
*
uottido erros, erro?
la sus experiencia
B itw nfii-if t' das vantagens d*'Com|nhia-
-ponhe dos recursos de qae tasto carece para
depo8 desenvolver
^oncluindodirei: reorganisada de accordo oon as rainhas
ver de ser liquidada,
nao seraistorvo ao que parecer-lhe atiende
seus intaresses ; conformar-me-ei coma sua resolocS, eoovic-
to de que fiz o que pude em sen beneficio e principalmente cor1
a paz na Recife, .J.dfe'JIarro de'!889:
Ricardo de Mensaes. i
gerente-
.1 l I
rapariga..
Chegaud
>r*e eataroi
Mati-
[REVISTA DIARIA
Anrmbleu Pruvafitl Nao houve
* hontcm sessio |r terera comparecido apenas
' .8 Sr> deputadob'.
A reumao foi presidida pelo Exra. Sr. Barao
e itapisfiMMt
O Sr. i. secretario procedeu a loitura do se-
guinte expediente : g
Dma pelieo de Tclesphoro Lopes debiqueira,
protessor publico de Ouricury. requerendo seis
mezes de iicenca con ordenado.-- i' commissao
de petiges.
Oatm de Francisco Tarares da Silva Caval-
cante, ai recadador do imposto de pedagio das
barrenas de Bujary, Tanqainho e Uruah, re-
queiendocoiicessopuru i-ercebel-o por mais 3
annos. alim de ser pago integralmente do que
lne deve a provincia. -A' commissao de orca-
mento provincial.
Em mm i,la l'oi dissolvida a reuniao.
Auloridade poMcialor portara da
Presidencia da Provincia le 5 e proposta do Dr.
chele de polica de 4 do crrente foi Hornea-
do :
Para o cargo de 1" supplente do subdelegado
do Io distado do mrmo (fe Palmares o cidado
Manoel Kudoxio Paes Brrelo, eto siibstituico de
Francisco Lobo, que pedio exonuragio.
K\|ioHar'j da furin*- Sob o titulo
Generen mentidos publicou a Gazeta da 1' ira-
kyba Ue 3 do correnle o seguinte :
Atieud'cndo a reclaniago feita pela impren-
sa cobre a conveniencia de ser prohibida a ex-
portacao da farinha e de que fomos os nicos
a traa acaba o Exra. Sr. arao de Abiaby de
prohiba' dita exportarlo, como se v da se-
guinte poliuria, cuja copia nos loi hontem re-
metida pela presidencia da provincia :
O Tice presidente da provincia, tomando em
, consideroyao o estado allliciivo da populaco,
. COnseqaencia doaVJevadu preco dos gneros ali-
mealicu'.-, especialmente a farinha de mandio-
ca, genco de pniueira necessidade ; e
ReconlieceHdo que seraelhanle estado anor-
mal i duvido, nao escssez de prodcelo na
provincia, e sim grande exportarlo, que tem
tutvidw ltimamente, do que lia resultado a falta
da ueeessar/a' abundancia nos mercados desla
catpital e do interior ;
Rcctmhccendo que as ultimas ebuvas nao po-
deruo irazer em breve prazo a precisa abundan-
cia, de modo que a exportaco em la.ga escala
nao prejudique o regular supprimento dos mer-
cado- pblicos e das feras no interior ;
Reconli' indo a imperiosa necessidade de me-
didas coercitivas, pelas quaes nao possa sabir
da provincia aqul le genero alimenticio de pri-
meira necessidade, sob pena de perturbato at
da ordeai publica, desde que a populaco fr le-
vada a j desespero pela falta absoluta do mesmo
gene, o ;
Determina que pela alfandega desta capital e
t por tocha as estacos martimas e terrestres
*ia mesura provincia eja prohibida, at que esta
residencia outra cousa delibere a exportaco
'aquell genero alimenticio de primeira ne-
cessidade. olliciando-se nesse sentido aos in-
spectores da thesouraria de lazenda Ihesouro
. provincial e Dr. chefe de polica, afim de expe-
dirn suas ordena, com urgencia, as reparti-
eres e funecionarios, que lhe sao subordinados,
serviiido se do telegrapbo nacional ou da va
frrea, de modo que ebegue com a mxima
brevidade a todos os pontos a deliberaeo desta
presi.-ncia.
'aculdaic ale iaii-eti* Terminou hon-
tem a dee/a de (besas do baultfjvl Joo Elysio
de Cistio.Fonseca, o qual depois de argido pe-
los lentes celhedraticos torteados Drs. Seabra,
Joseilj^iTo, rosellieiros Correia de Araujo e
Silvfra de Suza, foi approvado:
Tribu na I do Jury do eiiV*-DeiX0U
de baviT hontem julgamenlo ueste tribunal por
ao terem comparecido juizrs de faci, sendo
Hiu!:\ em 20*000 os seguintes jurados que
deixaram de comparecer:
ntoaio Macarie de Assis.
Arj-ltem ios da Costa Carva.no
Albino Leite de Parias.
Luiz Maaoei Viegas.
Dr. A Remiro Alves Ardua.
Dr Ant >nio deSouza Pinto
A'.ionio Pereira de Faria.
Aggen Barreto de Mello Reg.
Francisco de Lemos Duarte.
Jos Alfredo de Carvalho Jnior.
Guillienne Ferreira Ramos.
Epiplmnio de Luna Freir.
Frederico Augusto Selva Jnior.
Manoel Doraingues da Silva.
Pedro Luir de Oliveira.
Frederico Henrique da Silveira Tavora.
Capilao Juvencio A. da Cunta Cesar.
Caelino da Silva Azevedo.
Dr. Joao Francisco 1%ixeira.
Foram sorteados oapegointes supplenles :
Freguezia do Recife
B.cl i bazar Jos dos Res,
'fcrecynio Jos da Costa.
Freguezia de Sanio Antonio
Ezeqtel de Lima e S.
Frinc.eliao Izidoro Leal
Josiph Krause
Dr. J i Ferreira da Silva.
^Freguezia de S. Jos
Fr. .i, i seo Ar.tonio de Oliveira e Silva.
Francisco Femando Uarbo^a de Carva'ho.
Joao I i .i Mendes Guimares
Freguezia da Boa-Vista
Jos da ruz Santos.
Vic -nt Tvixeira Coimbra.
Main,'! Antonio Viegas.
Flix Antonio de Alcntara.
Antonio Alvos Vilella.
L-'O'i'.'ililo l'adllha.
Frpgnezia da (iraca
i; J .i Sabino de Lima Pinho.
Miguel Ferreira Pinto.
And romeo Lobo.
. M:i!'l -Ifonso Marla* de Albuquerqui:
?regoezia de Affogjdos
Fia,, -o de Carvalho Paes de Andrade.
BellanoiiM da Silva Cortex.
Frecneiia do I "oro
Feli', .lpiiad'Leuihi^r.
A sessao fui adiada para arnanhi s 10 horas
do dia.
t;s. arnililftiUotoa:*- majos de
engentieires Dr. Gregorio Thaumaturgo de Ae-
vedi-, digno director >as obras :iili-. desta
rovincia. ileixa em virtuue dvonlem superior
5e scgi.ir amanba >oo paqot-te kqotH para o
Ceara. ule ter d exen.er Da e?cola militar
o; cu-- lo profedDr e ajudante para os quans
fra n'i.im i ente nomea.lo.
CoUig;* rrimltaal firatiilrirrO hon-
rado Sr. J i-e Nosueira de So.iza. livreiro edictor
do comaientario pnilo.-ouliico scioliou queao
coligo criminal fez oDr. Joao Vieira de Arauj:
hecqai a nos com um axemptar do fascculo
do mesmo commeiitario.
Cada fcisciculo tem 32 paginas c vende-se na
Livrarin Economifsi. a na do Imperador, rmde
taodiei re ebem-.-.' asignaturas.
f3,*nls da Fruldaftftre se afflanha
o ei'- -i ademico na Faculdade de Direlto, vis-
to ac terminados os exuincs.
ii:\>-vtitn-ttt* >moilHcia i.'oje. no
lo largodo Carmo da eidade de Olin-
ilwnonica Titfa d< > 'ara das 6
fcun.- da larde s 8 da noite, a.- melbores pecas
pertorio acompanhando cimo se v do
ns em ovtro logar publicado, ns se
liarles : I : o'
i .'ja, muit-
! a ponte do diab A qoem atra-
caber ulna- l,olsa com dinliei
Fiaemps assira a distribuic&o :
D. Isabel Xavier de AlbMBerqne, Cam-
po das Prroceaas ~
D. Joaona Xaxier Mindeilo, Campo das
, Prncczes
D Antonia da Conceigao Xavier, Campo
das Piincezas
D. Maria Auiran. Beberibe
1*000
14000
1400
1*000
D. Maria do Espirito Santo Paita. Campo
Grande 1*000
Dos Srs. Olinto Jardim A C. recebemos, re-
metdos pelo Sr. Adriano Augusto de Almeida
JordO de Lisboa, 20*, para a vluva do infeliz
Pedro Regaard. Tarabem entregamos tiontemesta
somma ao Sr. commendador Krause.
Seguros de vidaFoi nomeado agente e
representan'!' n'esta provincia da companhia
New- York Life Insurance o Sr. Joao Ramos com o
qual devem-so 'entender os ioteressados em ne
gocios de seguros e vida da raes.ua compa'
nhia.
embarquePara a corte, onde exeree o
cargo de lente substituto da Escola Naval nartn
no paquete nacionai Para, o Dr. Affbnso Octa-
riano Pinto Guimares.
Acompanhou-o sua Exma. familia.
Desejamos-lhe ba*vagem.
KwcapouContra o delegado de Tacarat
foram disparados dous tiros em 26 do mez Qndo,
achando-se o mesmo delegado dentro do trem
da linha-ferrea de Paulo Affanso em viagem por
Piran has.
O fado deu-se na occasiao en que o trem pas-
sava pelo lugar Bananeiras e nao acertaram os
tiros por causa da velocidade do comboio.
la no mesmo vagn urna escolta conduzindo S
Arracoados41.'
Bons 399.
' Doentes 20 Total M9.
Movnerdo da enferman
leve baixa:
Antonio Damiao Clemente.
Tere alta:
Manoel Franciseo Ferreira Gomes.
Hospital Pedrall ( rnovimentr dest
estabelecimento de daridade, nodia 5 de Abril
criminosos e foi ferida por um dos tiros a praga i nares.
foi o seguinte
Eutrarara 10
Sahiram 25
Fallecerttn 8
Existem 614
Foram visitada ^ as, respectivas enfermarlas
Drs.:
Moscosoasd, Gysneiro s 9 BarrosSobrinho
s8, Berardosl|t, lalaquai-as 8 1[4, Pon-
tuaras8 3f4. Kstev4oGavaleas 11 li2, ho-
ras.
Oo Simes Barbosa no comparecea.
Ocirurgiaodentiah Numa Pompilio s 8 \1
horas
0 pharmaceutico entrou s" 8f4 da manha e
sanio s 4 da tarde. -
O ajudantoto pharnlacewheo' entrou s 7 lj2
da rnanhe sabio s4 horas da tarde.
Lomri a rom-Par-A 5* parte da
24* lotera, deesa prerincia, cujo premio grande
120*006000, -eraextrahidn, no da 10 do cor-
renle.
Cimiwrio rabileObituario do da 5
de Al>ril de 1889 i
Carolina Mara da Gonceico, Pernambnco, .10
anns. solteira. Boa-Vista; tubrculos pulmo-
e polica, Jos Pessoa da Costa.
Prociisio Ha igreja da Santa Cruz sahir
hoja, s 4 horas.da tarde, com toda pompa e
solcmnidadc a procisso que aconfraria do -e
nhor om Jess da Via-Scra costun.a fazei.
sendo o seu itinerario o dos annos anteriores.
Kermico militar -Eslo designados boje
para superior do dia o Sr.'capitao Jos Placido
Lucas Bion, e para ronda menor o Sr. alferes
Manoel Feliciano, e para amanha o Sr. capitSo
Pedro Velho, e de ronda menor o Sr. alferes Joao
Po da Fon seca.
E' Kuarnecida hoje a eidade pelo 2* bata
Ihao de infantaria, e amanha pelo Iv da mesma
arma.
Existem em tratamenlo na enfermara mi-
litar 42 pracasdos corpos da guarnicno.
A guarna de Palacio hoje commandada
pelo Sr. alferes Manoel Quiutino dos Santos, e a
da Thesouraria pelo Sr. tenenle Joaquim Candido
de Oliveira Marque-.
- Pussaram a responder conselho de invesli-
ga(;o os senhores cadetes Joao da Costa Medei-
Jos Francisco de Lima Pernambuco. 40 an-
nos, solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Fraocel'.no da Silva Hereira. Pernambuco. 45
annos, Boa-Vista; bruochite.
Josepha Generosa do Espirito Santo, Pernam-
buco, 20 annos, solteira. Boa -Vista ; diarrha.
Candido M. Araujo, Pernambuco, 4 aonos,
vraro, Boa-Vista; impaludismo.
Domingos Damasceno Pernambuco*, 56 aonos,
viuvo, Graca ? encephalite alcoolica.
Victoria Maria do Nascimento, Pernambuco,
58 annos. solteira, Boa-Vista j scrophuloae.
Mathilde Fran isca da Silva, Pernambuco, 72
annos, viuva. Boa Vista; cachexia senil.
Jos, Pernambuco, 7 annos, Boa-Vista ; eclam-
psia.
Josepha, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vi-'a ;
athrepsia.
Joo, Pernambuco, 9 mezes, Boa Vista ; den-
tico.
Julieta, Pernambuco, 18 das, Afogados ; lie-
morrhagia intestinal.
Henriqueta Geralda das Mercs, Pernambuco,
o praca dos Pyrenetts, vio
um jageate de polica. Approxfm*!se-
d'ello e d'iae-lhe t
Olha l, goato da tua cara Vot
deixar-me prender por ti.
E explicou-lhe como matara -a amante.
*
O Ilustre desterrado, >a quera o gover-
no francez acaba de abrir as portas, da
patria, pasaou no casrello de i :hantiHy a
primeira noito do seu regresso.
Na manbU seguintte ergueu-se cedo, e,
vendo qne a atraosphera estava serena e o-
sol bril liante no horisonte, exclamo o :
Faz um lindo tempo em Franca!
Que felicidade vver e morrer n'este paiz'!
As 9 horas receben todo o peasoal de
servteo do palaciOi Os guarda- apresenta-
ram-se com trajes de gala, e todos deram
a boas viadas ao principe 'com ais lagri-
mas dos olhos.
As 10 seguiu para Pariz, chegand* ao
palacio do Elseo, reeideneia official do
presidente da Repblica.
Nao tiiha annunciado a sna visita, e
ros Sobrinho, Barlholomeu Eugenio Muniz Wan- 60 annos, rinva. Boa-Vista ; pneumona,
derley, e Erasmo Marinho Cezar, sendo composto Anna, Pernambuco, 40 dtas, Boa-Visla ; c-
pelos" senhores, capitn Jos Roma de Abreu lica.
Lima, lente Leobaldo Augusto de Moraes e al-
feres Joaquim Quirino Villarim
Toca boje das "i as 7 horas da tarde a m-
sica do 2" balalho de infantaria no jardim do
Campo das Princezas'
Foi dispensado por 10 dias o 2* cadete 2o
sargento Francisco Joaquim da Costa Fialbo
Filho.
Reuniao norial Ha hoje a seguinte :
Do Monte-Pio Typographico Pernambucano. s
10 horas da manh. na sede social ra do Co-
ronel Suassuna n. 41,2 andar, em sesso de as-
sembla geral extraordinaria. ,
i rectora da obran de eonnerva
rao don Porto* de Pcrnambiiro -Keri
-e. 5 de Abril de 1889.
Bolelim nii'ieorologico".
Moras 1 a-i. 2 = 2 C 5 Barmetro a 0 Tenso do vapor 2
6 m. 26-1 75976 2-),64 80
9 27-i 760-81 24,06 88
t, 29-4 760-13 IA93 81
29^-3 758-76 2,82 74
6 28-6 759-20; 22,41 78
Temperatura mxima:W" 00.
Dita mnima 25,2T>.
Kvaporario em 24 horas^o sol: 4".3: som-
bra : 2.2.
Chuva2,-2.
Direcco do vento : SE, ESE, E e ENE alter-
nados durante todo o dia.
Velocidad.- media ?lo vento: 1" 89 por se-
gundo.
Ncbalosidade media: 0,62.
Botefia iio porto
2 S
^
s i Di
t^

P M. '> de
II M
P. M.
B. M- G de
Abril
Abril
Horas
736 da manh
1 -26 da tarde
748 -
146 da manb
Altura
2" 22
0-V68
2-.ll
0-.82
Hdrt Di.-trib itemon
lioeao -t-"! telegramuM recebido
.ia a noticia (e haver all
Vntonio Jos- Vieira,
i. socio da firma Ta-
respeitave! e eati-
eeu*, boateai iOi, sendo 54
L,elloeMEtleetuar-se hao os segumtes :
Amanb .
Pelo agente Britto. s 10 1,2 horas, ra
do Kanel n. 48. de movis, miudezas, ferra-
gens, etc.
Terca-feira :
Pelo agente Gusra&o, s 11 horas, ra
Visconde de Itapariea u. 6!. do hotel ani exis-
tente.
Pelo agente Marlins. s ti horas, ruada
Imperatri n. 36. de bons movis, loucas e a-
dros.
Pelo agente Modesto Baptista, s II oras,
ra Estrella do Rosario n. 36, de urna armaco
para miudezas-
ui**a fnebre < i' celebradas :
Amanha :
A's 7 horas, na igreja da Santa Rita, pela
alma de Joao Diniz e Silva ; s 7 horas, na ma-
triz de Palmares, pela alma de Dr. Fernanflo
Alfonso Ferreira: s 8 horas, na matriz de Sanio
Antonio, pela alma de D. Rosa Emilia da Fon
seca Oliveira : s 8 horas, na matriz de Santo
Antonio, pela alma de Felismino de Paula Reis ;
as 7 horas, na igreja do Livramento, pela alma
de Joo Gomes Loureiro*
erca-feira :
A's 8 (loras, na matriz da Boa-Vista, pela alma
de DJ Maria Honorata Regoeira de Bastos Pinto
de Souza.
PaageiroCh?gtdos do norte no vapor
nacional Jaguaribe:
Joo Krause esua senhora. Maria Krause, An
tonio Goocalves Neto, Alaxandre Salgado de
Araujo. Miguel Archanjo Finiente, Antooo Pen-
na, sua senhora, 3 filhos e urna criada e 10
iminigrantiMi
Saliidos para o sul uo vapor nacionai Pai:
Coronel Joao Evcngelista Nery da Foosecic
-ua -eiiliura. 3 tilhos. sua nora, 4 Hlhos e 2
criados. tr. Joaquim Candido da Costa Pereira.
Jos O. de Freilu, tenente Joo Maria A. S. Schi-
fter, Jos Ppelo, Henrique E. Mell., Tamborim.
Augusto de Moraes Mesquita Pimentel e n se-
nhora, [Jos da Silva Costa Neto, Frailesco Leo-
cadio Araujo.- Deondo Cardoso Vicente Alves
Soccorro Jnior. Arlindo arneiio, Dr. Affimso
Pinto, sua senhora. *> lilhos, una cunbada e 1
criados. anoel Fans Blanco. Henrique Bales.
Jd-e Al e*. Rodolpno Pedrosa. P. J.i-elli e9 sol-
dado<.
manidos para o sul no vapor allefuao lt>"-
Francisco arvalho W'allnm. Jos Ferreira
Carvalhn ''"alboiii. Zolmiru Angelina l.a:.,
A Spies-, Beolo Magalhics, Francisco Jom'Ii
beiro Rodrigo di-Souza Pinto, Antonio Angosto
Pereira lia 'I" c Hvon Zittuwilz.
SahldOl para .Ww-York no lugar brazileiro
Unas llr", <<.
Manoel Comes Viegas e i bino.
cenedoMovimento dos pn
Joaquina da Costa Pergira, frica, 60 annos,
solteira. Boa-Vista ; hemorrhagia cerebral.
Virginia, Pernamboco, 15 denticSo.
Antonio Francisco de Barros, Pernambuco,
58aunes, solteiro, S. Jos; tuberculoso.
Maria Joaquina da Conceico. Pernambuco, 70
annos, viuva. Boa-Vista: senilidade.
Um pouco de tudo
No dia 17 do corrente cabio nev em
grande abundancia as proximidades de
aples, a ponto do Visuvio o todas as
collinas circumvizrnha8 ficarem cobertas de
gelo. Ha mais de des annos que se n3o
via espectculo semelba&te.

* *
A duquesa de Uzes, urna das aristcra-
tas francezas mais distictaa, indroduzio
una novidade nos menus. No ultimo- ban-
quete que offereceu ao general Boulanger,
os meni/s indicavam as pecas *[ue se iam
tocar em vez dos nomes das iguarias que
iam servir-se aos convidados.
As petas musicaes eram todas arias de
caca, interpretadas pelos piqueara da du-
queza en gran tenue, de uniformes azucs.
Tocavam-se" essas arias aa servir-se cada
coberta, como que a annuncial-a e a acom-
panhal-a.
Voltamos aos tempos em que tudo se
espiritualisava, observa com graca o jornal
de oude extractamos esta noticia. Dizer
a um convidado o que vae comer exces-
80 de materialismo. Um passo mais e
daqui a pouco nao se convidar alguem
para jantar, mas para ouvir esta ou aquella
peca de msica, subentendo-Be- que esta
-era aompanhada de suceulentos pratos...
Tantas vezes se tem annunciado o fm
do mundo n'uin prazo fixo. D'esta vez,
por,m, parece que a cousa devoras e o
propheta chamou em seu auxilio urna das
sciencias quo dao melhor base para clcu-
los exactos : a astronoma...
.Segundo parece, um cometa que atra-
veqgoa j o nosso systema planetario em
1868. em 1875 e em 1880 se approximar
de tal modo trra em 1897. que, com o
immenso calor que irradia, matar tudo na
superficie do nosso planeta.
Os horneas, es animaes, as plantas, tudo
perecer.
O homem que consegu6s" esconder-se
por tal forma as entranbas da trra, que
escapasse ae intenso calor irradiado pelo
cometa, ficaria ienbor do mundo e das
snos riquezas, Quem sabe se depois de
se ter salvo da destruicao universal pelo
diluvio urna familia humana, nao se sal-
var agora outra quando fSr a destruicSo
pelo fogo?
Este genero de exterminio a final o
prophetisado pela Biblia, e nao ha motivo
para que a prophecia deixe de cumprir se
em 1-597 melhor do que eia qhalquer ou-
tro anno.
Kacamos penitencia e transportemo-nos
s minas de Hecla, na America, que tm
fama de sec;m as mait. profundas do
mundos

Um rapaz de dezenove annos. chamado
Kape, vivia em Paris, na companhir da
amante; Leontine Drieux. Elle um va-
dio de intima especie, esteve j varias ve-
as preso por ladroeiras, e agora obrigava
. ar&asia -.< dar-lhe todo o dinheiro que ar-
canjav Leantaneij fatigada de1 sustentar
(isidade do nmlandro.fngio do amante;
este eucontrou-a numa das ultimas nortes,
e pedio-lhe pura continuar as antigs reJa-
e3es, e a rapariga ficar juhto
Na BHat seguinte. pola onze bo'
por sso a sua presenta inesperada causou
grande surpreza.
0 general Brugre, e os mais officifres
da capa militar do presidente, correram ao
son Sfcontro, abratando-o e introduziram-o'
lgo nos aposentos de Carnot.
Este estava commovido e apertou arTec-
tuftsamente a mSo do principe, que disste
o seguinte :
Stmhor presidente : ao pizar o solo
da patria o meu primeiro cuidado foi de
lhe expressar os sentimeotos que me ins-
pira o actocafcte o vosso: governo acaba de
realizar em conds3es egualmentfe honro-
sas tumbe m para a Franca. Esta a vossa
principal preoceupatat) 5 que tambem a
minha. Mas do coratSo guardo um agra-
decimento, que me apresso a demonstrar
pessoalmente.
Mr. Carnot responden que se oonsidera-
va feliz por ver de novo na Franca uro dos
homem que mais a amam e a illustram.
A entrevista, que foi' milito cordeal,
duron cerca de vinte minutos.
Ao sair, o duque d'Aumale foi euinpri-
mentado por todos os officiaes, na sala do
general Brugre, com quem se demOrou a
conservar.
Do Elyseu dirigu-se depois, para o pa-
lacio da duqueza^le Chartres, onde se deu
um grande almojo em sua honra, assistin-
do a elle todos os inembros da familia real
residentes em Pariz!.
Em seguida prbcurou pessoalmente o
presidente do conselho de ministros, os
secretarios perpetuos do instituto e os ge-
ncraes i.'anrobert e Mac-Mahon, dirigin-
do-se depois para o Instituto.
A' sua entrada foi .-andado por mais de
trez mil pessoas alli reunidas.
! as salas das sessfes mr. Julio Simen
ronniciou eto sua honra um magnifico
discuro.
0 duque d'Aumale- agradecen muito
commovido.
1 recisamente naquelle dia realizava 0
seu banquete mensal a Sociedadc de Bi-
bliophilo de que membro o princi pe,
a quem os seus consocios pediram o com-
parecimento.
O principe ebegou al s 7 horas em
ponto. Foram-lhe levantados enthusiastioos
brindes.
Findo o banquete o duque partiu para
OhantiHy, e no dia seguinte foi a Bru-
xellas, onde lord Vivan, ministro plenipo-
tenciario da Inglaterra na Blgica, lhe
offereceu um jantar;
banquetes, bailes e conceptea no Palacio
de Industrial. '
Os coseePtos^ser3 dados pea' expoare&o-,
os 4anquettes Os-bailes organizados pelos
expbsitares.
Bm seguida, a um dos boles, ser dado
um baile populat Jof operarifjis1 da exposi-
efio e aos syndicStos".
Em Setembro grandes festee musicaes
com orphdire e bandas Utereis: Inaugu-
cacjlo, tia praca- da Ncelo do* raonmentb
da Repblica, de Dalou. -
No fim de Setembre, festa de destribui-
yilo das recompensas/
Em diversas' datds grandes 'festejos no-
cturnos.
,, Ha ver para'todas essas manifestantes
nm-crdito de tres'milWSes, pago em-par
tes iguaes polo Estado, pela xposicd e
pela 1 eidade de Paris. -
m 1878 a cmara" abri crditos espe-
ciaos a fvor d> presidente da repblica
e dos ministros;c pata despegas de repre-
sentaclo durante a exposic~2o.
E" provavel que urna' proposta ne6se
sentido seja agora sujeita & decis3o do
parlamento.

Fr
tarios d^
tas, drogas,- prod,.
e medioaarento* homeopticos-,-ra e
Mrquez! de Ofinda n. 28.
1wmMrtMMMamtmmmmmm-
PBBUCMES 1PM1W
Urna Timtt*ai>
PERNAMBUCO

Hinco de Crdito Real de Per-
nambuco
BXLAkTE fiM O DE MAK$0
DE
ACTIVO
AcctonlKla*
Pelas entradas a realizar
EmpreMilmoiJnypottte- -
carioit
Ruraes 1.768:20(W000 ^
Urbanos 500:700*000
toE 1889
250:0004tn0
#
#
Valores hypolhecados "
l,i> I ruMliypot totearla*
Por 2637 .etrAs pertencentes
ao Banco
Lt'!ra-i hypulhet-ariao
it'pixtltada*
Por 584 letras perteuCentes a
diversos
Deposito d'adminilragaoe g-
rencia
Contar correles'garantidas'
Valores' caucionados
Kaiiralnli-riiaiiiinaldo
Rru7.il
C c demovimenio'
Movis C utensilios -
Djvetsta contas
Caixa
Rs.
PASSIV
C'apilal
Valor de 2,300 BC56CS de OO
Fundo Me reserva
Lucros suspensos
Kmimio de Ir-trun toy-
pothecan'iaM
Valor de 22,689 letras em cir-
culaco
Garanta* de to.vpothr-
ra*
Ruraes 4.328:400*00(1
Urbanas 837:3001000
5:820000
46.084*600
4*0.
ri, oa dXis estovam anda d'Mtndos. Kape,
ac irdartdo, apert m o pesclo da amante
com braco eaquerdo e disse : .
Na> me abandonars mais. nao
verdade V
Depois. coui a ma.> direka, tirn um ra-
^oTTrAbrW,X'*'>1re'^'>^^^V^' '0'<5
tt
d.
os dh
-l'.raram^; ssJnim'rVr ktil
.480.
na fronte da rapariga e diaparou P' -LeOn-
tine mrirreu instantaneameOWn
Kape levantou-se traTioi)illfneate ves-
tip-ae e sabio. Na ra encontrn o irmao
Na ra Payenne, n. 18, Paris, vivia ha
seis annos urna rapariga de costumes fa-
cis chamada Margarina Dubois.
Habitava no segundo andar, que se
corapunha de um vestbulo, quarto de toi-
lette e de um quarto de cama, tudo isto
luxuosamente mobilhado.
Os vizinhos estimavam-n'a porque nun-
ca dera origem a scenas escandalosas.
Margarida dizia muitas vezes :
Se eu podesse reunir algumas eco-
nomas, deixaria com prazer Paris e ira
viver em Lnbersac, onde ,vivem meus
pais !
No domingo, s 10 horas, um pintor I
Blaise, que mora no mesmo andar em que
mora Margarida notou, ao recolher a ca-
sa, que a porta da vizinha estava entre-
aberta.
Nao ihe fez isso grande imprcssSo;
mas nao su cdeu o mesmo no da imme-
diato, quando, s 6 horas da manha, en-
controu a porta no mesmo estado.
Parece incrivel que a vizinha anda
no recolhesse exclamou o pintor.
E foi logo prevenir o porteiro, que,
conjunctamente com elle, subi a casa de
Dubois.
Ao entrarem no quarto da cama da ra-
pariga recuaram ambos aterrados !
Margarida Dubois jazia estendida no
chao, com a face para baixo. Os vesti-
dos e o tapete da quarto estavam inunda-
dos de sangue.
A desgracada deveria ter sido vietima
de um assassinio.
Prevenido o commissario de polica, es-
te dirigise inmediatamente ao local do
crime e as investigaces principiaram.
Margarida fra ferida pelo assassino
com tres facadas; urna na om opiata e
duas na regiBo dorsal.
A arma estava prxima da desgranada.
Era urna faca triangular, torcida e man-
chada da sangue.
O mevel do crime foi o roubo.
A polica procura activamente o assas-
sino, que ficou logrado, porque a infeliz
tinha os seus haveres depositados n'uin
Monte-Pin.
Este crime alarmoU Pans: c tudo leva
acreditar que seja urna nova cdicjSo do
monstruoso crime perpetrado por Pran-
zini.
Depositantes
Caucho d'admlnistrago e ge-
rencia
Ttulos em caugao
Letras taypotliecarias sorteadas'
Juros de leltra hypothecarias
Dividendo*
Pelos saldos a pagaF do 4, .
ao 5
Diversas conlas
Rs. 8.157:033*812
S. E eO =======
Pernambuco. 6 de Abril de 1889.
Os admmwtradores.
Manoel Joao de Amorim:
Antonio Fernandez Rtoeiro
Luiz Duprat.
O gerente,
Joao r%rH8e*S"/pw.
fcafc
*
INDICACES OTIS
* *
Bis o programma das festas que haver
em Paris durante a prxima exposiyao
para commemorar a revolujSo franceza.
A 5.de Maio, festa da tederaySo em
Versailles, dada pelo Estado.
A 6 a inauguraeSo da exposicao. Gran-
de festa nocturna.
Os edificio publeos todos ornamentados
e Iluminados. Festa nutica. Fogo de
artiticia.
A 14 de Julho dia de festa nacional;
illuminUclo de todo o Bois de Bologne, do
bosque de Vinoeiraee- e das Avenidas.
De 16 de Julho at >fins de Agosto,
Mdicos
Lh-. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
riaabertoruarDutraede Oaxiao n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua residencia ra BarXo de S.
Borja n. 22. Especialidades molestias
desenboras e crianyas. Telephone n. 326.
Dr. Joaquim Louteiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabug u. 14,
1. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia e 3 horas no 1.a andar da casa
ra do BarSo da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Scte de Setembro n. 54, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Di: Castro Jess medico e operador.
Pratica a lavagem do tero quando e co-
mo aconselhada. Consultas das 11 s
3 da tarde em sua risidencia ra do
Bom Jess (antiga da Oru*)" n; 23; 1.a
andar.
r. Ribeiro de Britto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1.a an-
dar a ra Duque de axias h. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sua
residencia ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone a. 303.
Dr Alvares Guimar&es, chegado da
corte, dedica-se medicina em geral, e
com especiabdade s molestias do cora-
cao, pulmSes, figado, estomago ,e intesti-
nos e tambem s affeccSes das enancas.
Reside prafa do Conde d'Eu, n. 28, e
tem consultorio na ra do Bom-Jess
(antiga da Cruz), n. 45, onde d consul-
tas do meio-dia s 3 horas Telephone
n. 381.
Ocenlista
Dr. Ferreira. com. pratica nos princi-
paes hospitaes e clnica de Paris e Lon-
dres, consultas todos os das das 9
horasdao n. j-dia. Consultorio e resi-
dencia rua Larga do Rosario a. 20.
Adrogados
O bochar Witruvio Pinte Bandeira,
pide sor procurado rua do Imperador
n. 71, 1.- andar.
O Dr. H. Milet mudou o seu escripto-
torio de advocada; para a rua do Impera-
dor n. 46, 1- andar, sala da frente.
Serrarla a vapor
Serraria a vapor e officina te carapina
de Francisco dos Saatos Macedo, caes do
Capibarib n. 23. Este grande estabele-
cimento, o primeiro da provincia neste
genero,' compra c vende madeiras de todas
as quandades, sorra madeiras de conta
alhet&t nssnn como prepara obras de cara-
pioa por machinas e por preeos sera dom-
petefloia- -Pernambuco.
Drogara
0Fara >obrmko"4> <, droguierta- por ata-
oado, 11ra do Mr^elP* Mhrtfc' n! 41.
Fomos ca um dos dias passados visitar o bar-
co que se est construiudona rtaVelba oo-lanta
Rita, d'csla i-idade.
0 Sr. Verissirao Barbosa de Souza. autor do'
p.ojecto do referido barco, acoiiipanhou-nos n'es--
sa visita, dando nos as explicaces que- jufara ,
necessarias pura instruir-nos na parte nao se-
creta da sua iuvenco.
O barco compOe se~de tres partes ou'tres'-cor-
pos dilTerentes, ligados unsaosoutros, forrand
um sOJbai-co; podendo, entretanto, separarem-se,
e, cada uin censtitulr, por si s, urna emb'arcc.ao
e,m condgOes de navegar.
A parte media inais tonga e mais volumosa.
dne as duas ou I ras extremas, reprsentahflo' es-
tas ametade do cmpfineiit oTaquella.
, A parte de diante termina h frente. ihferiOr-
menie em forma de eunha, formando urna' espetfie
de pra,e superiormente em friha de meio cono,'
cortado verlicalmente, e deiUdo sobre a secOaO.
^^^^^, Da mesma forma termina na frente a parte media
do barco, cujo lado e detraz, em- forma de pdpa,
6 manido de urna abertura para collocaeaO da
hlice.
O lado posterior d ultima parle a r tema
mesma dlsposicoe ama abertura idenlica, des
tinada ao mesmo lim.
As extremidades posterior ua parte da frente
e anterior da parte aVdetrgz, s.lo iufundibulifor-
mes. e n'ellas vm alujar-se'as extremidades ati*
lads'da pirle mfidla. quando esfverem 'toda*
reunidas.
A secco transversal da parle nidi do barfca-
apresenta inferformente a forma de um triangulo
rectngulo de dous lados igUacs. com o vrtice
rollado para baixo, fonnandd a' (jip. e supe'-
riormente a forma de urna semi-'circumferncia, '
deicrrpta sobre a hypothenusa do mesmo rectn-
gulo, com a convxidde Voltada para cima.
A parte inferior, o os lados d rectangrJlb,
sao de chapas de ferro delgada^ Clavadas sobre
cantoneirjs de ferro, formando as cavernas, e a
parte superior, convexa e semi-circular igual
mente formada de canloneiras de ferro, cobertas '
de raadeira de 3 1/2 a 4 centmetros de espes-' '
sura, temi ainda sobre essa coberta urna outra''
Vfe ferro.
Estudandose a f orma da secgo transversal do '
barco, ve se qwj seu centro de gravidadt est
'ollocado nao s muito cima do centro-de gra-
vidade do liquido que elle desloca, como aind*
que est igualmente muito acima'da linha de lia-
iuac,o, que seu autor calcula passar pelos vert
tea superiores do rectngulo, quando o barco
navegar pela maneira ordinaria, isto flne-
titaodo.
fTessas condiges claro que Minerva
s muito dilliciljaente poder navegar em agua,
perfeitamente tranquilla; pois, qualquer desvio'
du vertical, que passa pelo centro de gravidade, '
levar 0 barco posigo de equilibrio instare!, e
elle voltar a quillia para o ar.
. Accresce a isto que, sendo a parte curva e su-
perior, formada de um grande' numer derco>
de ferro e de urna superstructura muito mais pe-
sada do que a parte1 rectangular, procurar sefh- :
pre collocar-se do lado de baixo i sendo a posi--
jo normal 80 barco, conserrar a quilh voltada 'n
para cima, salvo se o autor pretende Iastral-0 '
com as machinas, que devem infalllvelmetite ter
um peso enorme, ou cooserval-^-na posico coa-
veniente, por meio das suas machinas de hjuili-"
bro ff
Em todo caso, pelo que acabamos de dizer, vi-
se, que o barco em questo um navio de formas
complicadissimas, para cuja execuQSo sena pre-
ciso um longo e acurado estudo, alm de vastos
conhedimentos scientcs, que seu autor n -
possue absoluteraente.
Passemos niarte mecnica propriaraente dita.
ou ao estudo dos apparelhos de locoinogab!
O barco, como vimos;compOe-se de tres partes,'
que. segundo sea autor.Jpodem seprr-se e reu-
nir-se na alto mar, mesmo com mo tempo.
Quanto ao numero de machinas e seus diver-
sos fins, disse-nos o Sr. Verissimo : Cada ama
das partes, posterior e media, contm tres ma-
chinas : urna machina de dar o ar, urna machina
de moriniento e urna machina de equilibrio ; sen-
da que a parte d'vante ou da proa nao tem sf-
no a machina de equilibrio.
Perguntmos-lhe depois, que velocidade Cal- '-"
eulara poder dar aaseu barco? Kesponde-nos
que : no mnimo, o barco faria um grao, ou '
20 leguas por hora; podendo, entretanto, (azero
duplo, o triplo ednesmo mais, no caso dos broa '
zes no se fundirem.
Ao leitor que nSo queira dar-se ao trabalbO de
calcular essa velocidade, diremos : m grao -
tem 111 kilmetros e 111 metros, ou 20 leguas*
de 5535 metros.
Para ter-se urna ideia approximada da exac-
tido do calculo do inventor da Minerva, basta
dizer que os trens expressos mais rpidos da.
.Europa nao fazem mais que 60 a 70 kilmetro '
por hora : e que a maior velocidade, que j se
cons'eguio fazer com um locomotiva, foi'de %
kilmetros em urna hora. -
2.268:900*000
5185:700*000
803:70000*
58:400*000
16:000.5000
36:072*760
6:i:600i0O0
17:035990
2:5828:i7
38:2533776
16:8085619
8.157:0531812
:>00:0O0000
7:913*063
811*149
2.268:900*000
3.185:700*000
58:400*000
16:000*000
63:600*000
1:200*000
2:6235000
tmm
Imagine-se agora o que ser um barco sub
marino, animado de urna velocidade.'d mafs"lli
kilmetros! a
Mas, passemos ao exame das machinas.
Segundo nos informou o Sr. Verissimo, no
caso de que se trata, o ar comprimido pelo '
systema ordinario, estando todo o segredo da
sua invenco no cylindro da machina, que pr-
vido de tres gavetas de disiribuicSo de ar.
A vista d'essa fuformac&o. eremos que a ma- '
china de dar o ar urna machina de compressao
e a machina de mor intento, urna machina motriz.
Quanto. porm. machina de equilibrio,confs-' -
samos francamente nossa ignorancianao conhe1 \f
cemos esse genero de machinas.
O autor nao nos informou cofflo far funeci-
nar as suas machinas de dar o ar e de equilibrio j
mas, como a ideia de maehina subentende ne-
cessariameate a ideia de um motor, que, na
caso em questao, nao pode ser o mesmo ar com-
primido, nos acreditamos que o Sr. Verissimo
descobrio o moto-continuo.
Relativamente machina demovmento crude
ar comprimido, somos forcados a remontar-nos
a alguns principios geraes, para pdennos esto
dal a methodlcamente.
Urna machina nao pode pr-se em mormente'
e eflectuar qualquer trabalho til, seni que seja
csubmettida aeco de urna potencia. Tudo que
capaz de exercer urna potencia chama-se em
geral um motor.
As principaes especies de motores sao: os
motores animados, as molas, os corpos pesados,
as quedas d'agua, o movimento do ar, a forcai
elstica dos vapores dos lquidos, a electriei-
dade, e finalmente os gazes fortemeate compri-
midos ou dilatados pelo calor.
Os mftores nao podem, em geral, exercer sua
aeco, seno por intermedio de urna machina
especial, cujo nico objecto permitlir-lnes des-
envolver sua potencia e transmittil-a em seguid*
aos mechanismos aos quaes as resistencias Se'-'
appficadas.
0 estudo de um motor pode ser feto soo dous -
pontos de vista dilTerentes. Pde-se, em pri-
meiro lugar, considerar o motor em si mes
sem se oceupar dos meios de utilisar sua ao
E' assi'i que chega se a ter urna ideia clara da
quantidade total de' traHalho que elle capaz le >
effectuar era um tempo dado, quantidada que
nao pd.- nunca ser excedida, qualquer que sia
a dispo.-ii,o da machina qual elle applicaefo.
Em fegundo lugar, pode-sc tambem no se
pa-ar o motor de sua machina motriz, e o que
faz-M- liaUilualinenle, am de ter a quantidade
de trabalho de que pde-se realmente dispor
pelo empresto dessa machn)
Comparando o resultado assim obtido cota o
qae tinlia-se ackado quando foi considerada
motor e:n si s, independente da machina Baos
triz. tem-se a medida para julgar do grao
perfeicSo d'essa machina, segundo a porcic
m 'i'" 1 menor da potencia total do motor, que
iiver lomado dispoi
A- machinas de ar cempri'
motora.-- iteiramente semelhao
uo differiiido dest;
fluido -aotor. Teodo-se
quantidade de ar corapri
torio, r
empregado. do
rpovr o emboi


Vi

I

I



Diario de. Pernambuc
C
ingo 7 de Abril
889
O ;r c myr..-. : empregado como motor
grao go de um
litio, necessario para
pode ser inferior ao
-envolver,
china em qoesto.
08, pois, totalmente Ilusorio passar pelo
emprego intermediario d ar qae ge comprime,
para fazel-o depois obrar como motor; e ser
maU simples mais econmico utilisar directa
mente o trabalho, que necessita compresso do
ar, applicando-o sem intermediario s machi
as, que o ar comprimido Jeve fazer mover.
Mas, alguraas vczes, razes de outra natareza,
que aSo a de economa na tr.rasmissio do tra-
balho, podem fazer achar vantagera em passar
pelo intermediario do ar comprimido. E' assim
que j alguem leve a ideia de comprimir o ar
em fortes cilindros de ferro, om o auxilio de
machinas tixas taes como motores bydraulicos
ou motnhos de vento, e em pregar depois esse
ar como fluido motor, para fazer marchar car-
ros, sobre os quaes collocava de lempos em lem-
pos um ou muitos desses cylindros.
A ideia do ar comprimido, empregado como
motor, recebeu, ha cerca de lo annos, urna im-
portante applicago nos trabalhos da perfuraco
do monte Genis. O ar era comprimido Tora do
tunnel, por bombas movidas por meio de rodas
hidrulicas, que urna torrente d'agua razia mar-
char ; d'ahi era conduzido porum tubo ao fundo
da galera, onde era aproveitado como motor,
em machinas perfeitamente idnticas as machi-
nas de vapor, as quaes accionaran os utis e Gi-
radores, que atacava'm a rocha no fundo da ga-
lera, aflm de preparar as aberturas onde intro
duziam-se cargas de polvoia, cuja exploso era
destinada a rebentar a pedra. e, conseguiute-
nente, prolongar o tnnnel.
Mais modernamente o emprego do ar compri-
mido teve urna vasta applicaco.
Pundou-se em Puis urna* sociedade anouyma
com o fim de fornecer aos particulares e em
seus domicilios ar, que comprimido em urna
usina central e conduzido aos consumidores por
meio de canalisaco, semelhante do gaz de il
luminacio. Ahi, nos domicilios particulares,
estio installadas machinas, em todo idnticas s
machinas de vapor, que sao accionadas pelo ar
comprimido, fbrnecido pela usina e que pOem
em movimento tornos, machinas de costura e
outros apparelhos da pequea industria.
V-se, pois, que o emprego do ar comprimido,
como motor, urna cohsa que nem nova, nem
econmica. Nao nova, porque as suas priraei-
ras applicac&es datam de 1830 ; e nao econ-
mica, porque, para obterraos o ar comprimido,
empregamos um trabalho superior quelle que o
r nos restitue depois. Resta, portante, indayar
se ha.razio de alguma ordem. que justifique a
preferencia desse motor, principalmente as ma-
chinas marinhas.
A pesar de nao ser o emprego do ar comprimi-
do, como motor, urna idea nova, esse genero
de motor o menos empregado at hoje ; sendo
isto devido, nao s ao grande dispendio que ac-
carreta, como pouca constancia e duraco era
seus efleitos, desde que elle nao seja fornecido
regularmente, por urna estaco central, como
acontece actualment em Pars. ^
Quando trata-se de machinas locomowis, o ar
armazenado em cylindros dcos, donde elle te
dirige aos apparelhos motores, da mesma forma
que o vapor que, sabindo das pldeiras vai ac-
cionar sobre os mbolos dos cylindros
Sendo assim. comprcheode-se, que, desde o
primeire momento em que a machina posta em
marcha, a presso do ar nos reservatorios co-
meca immediatamente a diminuir, tornando, por
conseguate, muito irregular o movimento da
machina, que, por mais perfe'ta que seja, nao
pode funecionar beta, com urna pre-so semnre
Secrescente.
Alm disso, as machinas dessa natun-za sao
extraordinariamente volumosas, porque preci-
so prove as de reservatorios de dimenses ex-
cepcionaes, afim de terem capacidade sufcieute
para poder cooter quantidade de ar aecessaria
algumas horas de trabalho. Este facto torna de
urna grande inconveniencia a applicaco de taes
machinas marinha, onde procura se a to lo
transe restringir o mais possivel o espajooccu
pado pelos apparelhos motores.
Tanto isso 6 verdade, que nenhum constructor
de barco submarino, onde indisponavel tuna
certa provisode ar comprimido para a respra-
cSo da tripolaco, teve ainda a idea de euipcc-
gal-o como m< tor.
Temos sob a vista a descrpeo do barco sub-
marino de M. M. 'ampbell e Woleslcy, construi-
do em Lirnehouse (Londres). Sua forma a de
um charuto afllado em ambas as extremidades
tendo 60 ps de longo e 8 de dimetro, no meio
O deslocamento debaixo d'agua de cerca de 50
toneladas. 0 barco iuleiramenta construido
de ac, e accionado por duas herrces, postas
em movimento por uiua batera Je accumulado-
res de 4o cavaos. que fornece iguaJ-nente a
crtente necessaria para u illuminacio^Iectiica
do barco, onde urna quantidade de ar, sumc-enie
para trez dias, pode ser armazenada sob pres-
so. Esse barco fui ensaiado om Novemb'o de
4886. as West India Dockcs, e ser utilisado
nao s como torpedera, mais ainda para ou-
tras operaces submarinas.
O namero de 17 de Fev-re--/ <(. 1S**S to jur-
des-
dustries. qw publica-se em !
creve dous typos de barcos submarinos.
Ho primeiro, inventado por M. F. Waddiogton,
de Liverpool, o motor urna machina d y amo
elctrica, animada por accumuladores. O barco
dividido em tres compartimentos estanques,
dos quaes os dous extremos encerram o ar com-
primido, destinado a renovar o ar do comparti-
mento central, viciado pela respiracao dos tripu-
lantes.
No segundo, inventado por M. M. Brin e Chap
man, a potencia fornecina pela combustao de
urna mistura de exigente comprimido e de pe-
trleo pulvelsado, utilisadt directamente em um
motor gaz. ou, indirectamente, na fornalha da
caldeira. O elemento respiravel nesse caso
urna certa porgue de oxigemo, qne se deixa es-
capar no compartimento dos homens de bordo.
O ar comprimido nenhuma vantagetn apresen
la sobre os outros motores o nao pode desenvol-
ver mais energa mecnica do que elles.
O segrate principio de mecnica absoluto
e apphcavel a qualquer especie de motor :
O trabalho de urna forca o producto qae se obtem,
multiplicando a forca, avallada em kilograminas,
pelo caminho, que percorre seuponto de applic 'go,
estimado segundo a direccao e atollado em metros.
Quando urna potencia e urna resistencia fazem
equilibrio sobre urna fachina em movimento, o
trabalho desenvolvido pela potencia, durante um
lempo determinado, igual ao trabalho desenvol-
vido pela resistencia, durante o m'mo espato de
lempo.
D'ahi nos vemos, que ba urna perfeita igual-
dade entre o trabalho motor e o trabalho resis-
tente, e que, por conseguinte, nunca .-era pos-
sivel vencer urna resistencia, supponham is
de O kilogrammas com urna terca motriz equi-
valente a 10, qualquer que seja o genero de mo-
tor que empreguemos.
Appliquemos este principio ao barco em ques-
tao
Por meio de experiencias directas chega-se ao
conhecimento : 1 que, n'agua traanquilla, cada
metro quadrado de seceo transversal da parte
inmergida de um navio de formas ordinarias,
exige um esterco equivalente a 80 kilogrammas
para deslocar se de um metro em um segundo ;
2o que o esforco, necessario para augmentar a
velocidade da deslocacao, cresce na proporc;o
do quadrado dessa velocidade.
i'artindo desses principios, e, avallando que o
barco Minerva aprsenla na sua maior veccao
transversal urna superficie nunca inferior a 130
decmetros quadrados, ou um metro e meio, ve-
jamos qual a forma necessaria para imprimir-
Ihe urna velocidade de um grao por hora, ou de
111,111 metros, como apregoa o constructor.
barco, para moverse com a velocidade de
um metro por segundo, precisa ser accionado
por urna Torca de 120 kilogrammas : para a velo-
cidade de dous metros, no mesmo tempo urna
terca de 180 kilogrammas ; de modo que, che
gando a velocidade de 21 metros por segunda
correspondentes a 111,111 metros por hora, ser
preciso ser accionado por urna terca equivalente
a 115,330 kilogrammas, que, reduzidos a caval
Ios-vapor de 75 kilogrammtros, do o resultado
fabuloso de 1,537 cavallos de trabalho til estri-
ctamente indispeosavel paraobter a referida ve-
locidade-.
Mas, ajutando anda a este resultado mais
40 j para a perda de trabalho, devida ao rcco
do liquido as azas da hlice, chega-se alinal
sejruinte concluso :
Para dar ao Minerva a velocidade de um gran
por hora, ser preciso provel-o de urna machina
motriz de forra de 2,lol cavallos-vapor.
Segundo as informacGes do autor, o barco de-
ve navegar sempre, tendo as tres partes reuni-
das, e s por exce.pco, terde separar as ditas
partes.
Sendo assim, a lielire, collocada na respectiva
abertura da parte media, estar, por va de re-
gra, inactiva, por estar ella oceulta e alojada no
interior da parte posterior, cuja hlice ser,
nessas condices, a uuc que imprime o movi-
mento ao barco.
Ora, sabendo se que na seccSo posterior do
barco Minerva, nao nxiste desoecupado seno
um espaco, que apenas poder accommodar dous
ou tres homens, vemos que e absolutamente im-
possivel installar ahi urna machina de dar o ar,
urna machina de equilibrio e finalmente, urna ou-
tra de forca de i, 151 cavallos, indispensavel
Eara dar ao barco a velocidade de um grao por
ora, mnimo, que o Sr Verissimo espera obter.
EmconclusSo diremos : O barco Minerva cum
erro crasso de construccAo naval; e a velocida-
de, que o constructor promette imprimir-Ihe
marcha, um perfeito absurdo scientifico.
COMERCIO
ti-:li-:cr.itiam
Servido da Agencia Hava
LIVERPOOL, 5 de Abril.
ASSUCAR aittenUdo.
de Pornamlmro u. O teade-ne a
16 3 por q Minia I.
ALGODAO:Firme.
FAItt de PernaaHac* teade-ne m
I d. por libra.
Venda* do diu 11:000
fardo*.
NEW-YORK, 5 de Abril.
ASSUCAR.aaientado.
89 -rolariiai'o -J e. por I:
fcr*.
Agencia, Havas rilial
de Abril de ISS9.
em Pernainubco,
Revistado Mercado
Recuh:, 6 DE ABRIL DE 1889.
Houve algum movimento no mercado de cain
bios
No mercado de al^odo constou a venda da
um lote do de t* sorte do sertio.
Por imtermedio do corretor gcral Pedro Jos
Piato, ontrabio a Companhia Per^ambucaua um
mBrefltimo de 8O0.' 00i. emiltindo obrigaijOcs
preferenciaes do valor de 200* cada* urna, a ore
jo de M !/*/.
O emprestimo lem por lirn regular o rpsiante
dos titulo* do antigo "raprestimo, pagar a divi-
' mente comprar novos va-
- velhos e -^ossa i-
narifimas o com
i i rejos ir; a.-quiieo dos
alt do cambio, muito a i
.; ascond^^
-non maito l-
Ju risprudencia
A propesta e resposta do soli-
citador Borges Tavora
guando li a proposta e reposta do Sr. B*rges
Tavora, no Diario de 19 de Marco (indo, prrgun-
tei a um 'los jurisconsultos mais distinctos desta
provincia forense : Matheus, cujusest hec propon-
a Tuvaronis, respondeu elle.
Et hanc respastam ? Scilket Tacaionem. I Repos-
tan vai em aecusativo porque concorda com fal-
leutiam que 6 o paciente da proposta).
Espere at hoje que viesse algum dos nossns
800000 da Companhia Pemambucana, juros
de 7 0 0, valor de 200i a 190i cada urna,
^tns by[M)thecarias com juros, a 100JKVX) cada
urna,.
Na Bolsa Vcnderam-sc
53 obrijpces oreferenciaes da Companhia I'er-
nambucana.
5-< ditas dem.
2% ditas idem.
.vj letras aypolhecarias com juros.
Oflercceram Vender Comprar
250 obrigaces preferen-
ciaes da Companhia Per-
nambucuna l'JSWOO J90000
O presidente,
Candido G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Caaibio
Devido a falta de noticias tclegraphicas, nao
quizeraiu os bancos continuar a saccar a 27 a 8,
retirando suas tabellas s 3 horas da tarde, olfe-
recendo entretanto alguns saccar a 27 1/2.
"Em papel particular,houve L-nsaccOes a 27
7,8 e 27 13,16.
Do Ro nao constou transaeco alguma.
Algodo
Houve negocio do de 1' sorte do sertio a
6*400 por 15 kilos.
A exportaco feita pela alfandega oeste mez
at 0 da 4, atiingio a 403.227 1/2 kilos para o
exterior.
ucidar um ponto tfi
portante de dir ivo. I P
E porque de tantos mocos profundos em te-
das as sciencias nao baja um que ouse baterse com
o illustre Boiges, venho eu, com a minba longa
pratica de ver e ouvirjulgar, achatar, pulverisar
o sabio autor do projecto do novo cdigo criminal
brasileii-o
Entro na questSo:
Io quesiloAcc&o de fallencia etc. etc. etc.
Nao ha quem ignore que vestir os ns 0 urna
obra de cariJade. assim como visitar os encarce-
lad"*
Neste ponto eu e o Dr. Emy?dio Vianna. ad-
vogado nos presos pobres, ocenpamos o losar
mais misericordioso de nossa Ierra natal. Bfie.
dispindo os presos pobres, eu, vestiudo os meni-
nos ns. Os autos sobem para a Relaco com-
pletamente em menores, e sou euquem Ins este
camisa de linho, por conta do almoxarifado do
Tribunal.
Tenho enfronhado mais de 20 mil monstrengos
judiciaes, (alguns cmpenea nSo encontr! um s, macho ou femea, com o
nome de accao de fallencia Caret n5o tem, Sr.
Borges. Este quesito, por exquisito, est preju-
dicado.
2o quesitoPhilosophia e Direito na Relacio
etc. etc. etc..
0 Sr. Borges parte de um falso supposto
Desde que sirvo na Relacio ainda nao ouvi
nenhum dos Srs. desembargadores fallar em phi-
losophia e nem em direito com D grande, nem
cousa que com sto se pareen.
Ja ouvi um fallar em plttxiolotjLi do c ifmtnto c
em biologa processual; mas philosophia e direi-
to com D grande, juro que nunca ouvi.
ltimamente ouvi urna disenssao na qual te raro
citados um Sr. Dr. Caso Fortuito o um Sr. Dr.
Forra Maior .
Confesso que nao confieso estes dois juriscon-
sultos, que suspendan todas as garantas da lei
Mas pelo que vi e ouvi, nao rae pareceram
grandes .cousas, nem cousas grandes.
Quero crer que sejam antes comraercianles
fallidos o n3o rehabilitados que commercialistas
e bons pagadores
Nao ha mais velhaco algum que nio justillque
o calote que pregou no cedor com a opiMte dos
dous jurisconsultos.
. Enlretaulo, se com elles eu poder me libertar
do marinheiro da venda, com quem descont o
meu ordenado, ento vira o Dr. Caso Fortuito eb
Dr. Forca Maior.
3# quesiloTrplice allianca do meio com o
fim.
Obstupii Sr. Borges. NJo pude a.mla com-
prehender por que'modo o meio e o fim, que sao
dois, forraam urna trplice allianca.
Fui aos desembargadores positivos, aos advo-
gados positivistas, aos Idelogos da positividad; e
voltei na mesma.
Fui ao Frauklin, que capaz de edificar nm;i
nova cidade sobre o telhado da cidade velna ;
fui aos engenheiros do prolongamento, que conse-
guirn! fazer um tnel curvo para dar passageui
a um trem em linda recta, e ninguem, me sou-
be explicar esm trplice allianca entre duas ni-
cas entidadeso meio eofim
Comprehende-se a allianca do meio com outro
meio, do cujo com a cuja ; mas do meio com o
fim... tib, sira Borges.
E' um erro gravissimo de concordancia juri
dico grammati-al. Quandob verbo activo de
aeco transente, o agento est prantpto. no seu
posto, e o paciente est occglto, da hermenu-
tica jurdica ir dueilinho ao meio e obrigal-n,
como paciente, a dosmascarar-se sob a aeco
evolutiva do transente. E" o momento h storiro
da dura lex.
nados ou obrados, (palavras synoni-
mas mas nao me lembraVa de Justioias
no, e nem de unas phrases muito usadas na-
sen tencas, como sejam : a lei opera os seus ef-
feitos. obra as suas consequencias, defeca os seus
principios, etc..
Entretanto pede a justica que eu declare nao
ser o estrume privativo nem o especial o mais
p.-oprio para fazer brotar e florescer o direito:
estrume da Relaco, estrume egregio, colendo
enxuto, que parece curtido na bagacei;a.
Neste quesito, o Sr. Borges revelou-se um ho-
rnera le um senso jurdico excepcional, epres-
tou um grande servico aos Srs. escrives, que li
eaih saneado que sao meros preparadores de'
eslrumes com os juizes substitutos.
5 quesilo. Dclfnico de fallencia, etc.
Neste quesito, quero primar pela brevidade
do preludio jurdico e philosophico.
A fallencia pode ser delinida em relaco ao
fallido, eimrefaro aos credores e em relaco
aos curadores por devacao.
l-'m relaco ao fallido, o precesso das que-
bras. en relaco aos credores, o etfeito da
quebradura; em relaco aos curadores por de
vocao, 6 a arte de concertar 33 quebradetras.
Salvo raelhor juizo.
Franca, da Relaco.
Concordo in totibus, menos quanto ao papel
de pacie.ite que o illustre collega attribue ao
meio. Porquunto este ora um simples caso
de aflirmaco sexual, ora um predicado ado-
ra vel. as aeces de posse, quando o A.,
quei endo evitar a mora e interrornper a preter-
pcao. ;anda o transente assignalar a posse, f
este, de cabera levantada (cobeca de casal) faz a
primara intmato et experimentalio iratum, en
100 ora : o meio o paciente do acto jurdico.
Mas, quando o transente qor posse mansa e
pacifica e, para isto, em prega os metes concilia
torios e suazorios da nossa Couslituico, e os
preparatorios c preventivos do regulamenlo 737
e iz a sua entrada solemne, acompanhado de
deas lestemiirihas legues, secundo a moderna es-
cola de direito, e com a delicadeza de um prelu-
dio jurdico e pliilosophico, ento o meio nao
nac ule, e nem oba na oraco. RegeaOrd.
L. 4, 195, pr., e o meio, j um tanto regulatus,
muda oo em eir e torna-se meeira.
Ficim dous meeiros, sendo um a mencio do
outro. Dah a arco ad exhibendum que com-
pete, tedos os dias raulher, e a aeco m'perse-
cutori'i, que compete ao marido, quando Ihe con-
rtwp.
Ella a carnedoossodelle.eelleoossodacar-
ne della. (Padre Assisossa meaj. O meio delle
pertence classe dos bens allodiaes e partiveis:
mas o della urna especie de bens de morgado
e passa precipuo ao segundo possuidor (Padre
Assis De desincapellatiomt omvnram).
Sub censuribus.
Matheus, da dem.
Subscrevo o douto parecer de Fraoga Ma
Ihcus, que est de accordo com a jurispruden-
cia recreativa do T. da Relagio.
l'iraentel, da mesma.
BLE1(!A0
A farlnha no Reelfe em Abril
de 141 te
Sr. redactor.--Na Revista do Instituto
Archuoiogico de Pernambuco, n. 32, en-
cuntrauos u fls 188, no Liarlo da rebel-
liao dos portuguezes, uin* tiecbosito, que
por palpitar de actualidade vamos tornar
publico em seu conceituodo Diario : Diz
elle: At o presente n2o podemos saber
qual a perda do'inimigo. Dous dias antes
D08 DEVOTOS QOK JEM DE FESTEJAR A IN-
VEN920 DA SANTA CRUZ NA CAPELLA DA
SANTA CEDZ DOS CAN0EIB08 DO RECIPE
EM 3 DE MAIO DE 1889.
Juiz por eleico
0 Hlm. S"r. Manoel Moreira de Souza.
Juiza por eleicjlo
A Exma. Sra. D. HerculinP
Lima.
Jui.i perpetuo
O Ulm. Sr. Luz.Jos Lopes da Costa.
Juiza pi rpetua
A Exma. Sra. D. Rayoiiinda Maria de Fontes
Fcrraz. *
Juizes protectores
Os Exms. senhores
Baptsta Machado
Visconde da Silva Loyo.
Manoel G. Pereira Lima.
Horror sobre horror!
Hontem foi a Freguezia dq| Afogados
testemnnha de um facto triste e assom-
broso, um pobre homem, a quem mor-
reu-lhe uin filhicho, procurou todos os
meios para inhumar o cadver de seu fi-
Iho, foi-lhe negada a sepultura; o pobre
pai procurou todos os meioB, que Ihe fo-
ram negados, est em olocausto na porta
do escriv.lo. que nada tem com isto, de-
vido as boas leis que nos regem.
Abogados, 5 de Abril de 1889.
/
Maia.
de chegarem os nossos, os portuguezes
A allianca do meto com u//uproduz da tuno havio sido informados, como referi um
irrcparawl pela clausula retro : alm de envol u,rurjr,ao hollandez que appreliendemos
^^^so^^^^st:- p sd ^to-E' 5de du-
ciente, na allianca e na concordancia, vir cmi vida que estamos sendo aqu trahidos ver-
gonhosamente; mas, si os traidores forem
a excepcao peremptoria lopujA iiinirumenlinn
irutum, (Lobo pi uncirs linhasj.
O mesmo, poffcn, nao acontece na allianga do
meio com o ouiro aww, porquar.to nao tem lugar
a exce|ieo peremptona locas el i-strnmeiuui
iiatum, nao ha dautio invparavel, e o paciente
s pode vir com a exeepfo. Quod metu%, que,
da sua ndtun-za, simplesraente dilatoria reiar
da mas no periine a aego legal do tmntusHe
4o Quisito. Deliniro de aegao etc.
Estesim, goslei, outra cousa. E] um pri-
mor o pedacii.no que eomeca : -assim come ;
plaa mimosa se desehvolve e floretee pe\> dmio
do extruuir, atsim o direito se deseiivnlve n floretee
pela -ccao contra quem o [ere ou intenta aggredy
atua integrid-id*. Bravo, Sr. Borges, muguen. saQgue.sugas do pobre povo nao
anida foi lao Teliz como o Sefthor neste preludA
jurdico pkotopkko para evitar a aridez du ma
teria.
Andava enfa.it-ido ilnenfasliei-meeom O seu
primoroso preludia jacul' t pliilosophico.
Depois de leresle pedaemho de ouro, tomei
iosto pelos preludio, e, debulde procoro *ri
dez da malcra.
Esi resolvida a grande queslo pela grande
iletinicSo : a aego o e.sirumii do direlo.
A defniieo, alm de cintero deuido esl de
accordo com Jusliuiaiio. o qual iustenta que a
accao vem dn verbo agtre, Utrwmur obrar.
Eu j tinha noUdo que os auto-' chigaram. na
As entradas verificadas at a data de hoje so-
bem a 12.lis saceos, sendo po-:
Barcacas
Vapores ..".-
Animaes....
Via-ferrea de Caruar,
Via-ferrea de S. Prsncift'O.
Via-ferrea do Limoeiro
4 946 Sacaos
768
1561
4..HI7
J2
Sotan. 12.418 Be
Peh vapor ingle/. Saint George, foram re-
mettidos 28.O0 saceos cora assuear ma^ivado
para c.stailos-Unidos
Coaros
Cota-se os salgado; seceos a 370 res, na base
de 12 kilos.
Agnardeute
Cota-se a 885O00. por pipa de 48> litros.
Alcool
Cota-se a t63iOO'i por pipa de i80 litros.
Wel
Cota-se a 50v>.XI por pipa de 480 litros.
descobertos, h2o de ser punidos, como me-
reeem.
A expedico foi emprebeiuiida princi-
palmente pura havermos farinlia, pois esse
lugar ': o uiaiiaiicial della.
Vcm ainda alguma farinha do Rio Gran-
de que o supremo conselho taxou smen-
i.u em 10 Horras por alqueire. Mas, com
quanto se tenha obtido assim a rixaclo do
prego do kan, que, feita a conta, *ae a
seie stuyvers, todavia certos avarentos e
se pejam
de vender por 18 e 2 stuyvers o kan, e
isto incontestavelmente urna grande
usura e lucro srdido que nao se deve
tolerar. Os senhores do conselho sabendo
lisio, sem duvida hSo de providenciar.
O Selfyoverument.
Dr. Nstor Cavalcante
Medico
FFERECE OS SEIS SBHVtCOS EM PLMAME
As entradas verificadas at a data de hoje so
Lbum a 3 384 saccas, sendo por:
Jarcacas.....
Vapores .
nimaes. .
Via-l'e.-rea de Caruar.
fia-furrea de S. Francisco.
Via-ferp-a de Limoeiro
639 Sacca3
1.945
146 .
212
444
>omma.
3.384 Suecas
Assncar
u ire^w pagos ao agrisullor, por 15 kilos, se-
-ucdoa As-;iaj5o Commercia! Agrcola, foram
s segrales:
rancos .
ok'oo -
dascavado purgaJo
bruto.
Rtame .
31200
I #900
1 #400
11100
#800
3*800
2#100
i #300
1200
1#000
ticou
W>

R..L.,,
Bolonia Isabel:
Kranco 1*
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^onieno .
Ua.icava<)o
mO:
-> 1*
2-
" .
4#10
2#8K>
I #300
390
1#600
i 3000
2#300
3#O00
#500
o, feita pela alfandega neste mez al
a 1 061.801 kilos, sendo 83
ir230.202 para o interior.
Panta dn alfandega
sf.vusa k 8 13* M ABRIL DE 18-19
kunor raHasdo (kilo).....
ssucar branco (kilo) ....
Assucar mascavado (kilo)
Alcool (litro) ......
Anoz com casca (kilo) ....
Algodo (kilo).......
Agurdente.......
Borracha (kilo)......
Souros ilga ios \kilo) .
Couros suncos espichados (ki0) .
1 ousos verdes (kao; .....
Caao ikrlo).......
af bom kilo) ...
6a restolho .(kilo) .....
achaga (litro)......%
Carnauba kilo)......
'.arocos de algodao (kilo) .
Carvao de pedra de Cardilf ton.;
Farinha de mandioca (litro)
Folbas de iaitorandy (kilo'
SoMiira (ittoi......
Mel ilitroi........
Milbo (kilo........
Pao Brasil (kilo)......
Taboados de amarello iduzu) .
'Varios a carga
Briguv pO' lii-ii''Z Adrl na. para o Porto.
Vapor ingfez Ubhro-jk. para Liverpool.
. m
20
86
:0
X)
360
100
800
S
110
192
400
80
260
16
i#oao
40
100
200
70
39
Patacho nacional Monteim 2', xarios gneros,
i'aiac'io nacional Industrial, varios gneros.
Patache nacional Joven Covreio, varios gen-jros.
rm'iorlaco
Paquete nacionf Para, entrado dos portes do
norte em '> do cortvnte e consignado a Pereira
Carneiro C, manifestou :
Camaro 17 encapados a Maia & Rezendc, 6 a
Maura Itonei C.
Comma 10 encapados a Pereira de Faria c C.
Pipas vazias 23 a Pereira Hoto *., 90a
Aaiurim Inuilos c C.
Barca norueguense Madona. entrada de Car-
dil eni 3 do andante e consignada a Araorira lr-
utftos & C. manifestou :
Carvao de pedra 617 toneladas ordem.
B.n.-a nornegueuse Firmad entrada de Car-
' JifT era i?ual data e consignada i ordem, luni-
u:
Carvao de pedra 721 toneladas orlen).
Patacho nacional Zequinha, entrado de Monte-
video em 4 to corrente e consignado a Jos da
Silva Loyo c Filho, manifestou:
Feuo 261 fardos rdera.
Barca norueguense Guiare, entrada de An-
lucrpia em igual data e consignada ordem,
manifestou :
Amostras 2 volumes orJem.
Lou-,a 122 volumes ordem, 66 a T. Chris-
t a 11 sen.
Maeriae.s para estrada de ferro 3919 volumes
e pecas qp- Prolongamento da estrada de ferro de
S. t>aucisco.
Antonio Joaquim Caeco.
Ablio Rodrigues de Almeida.
Carlos Lourencd Gomes.
Albino da Silva Brira.
Antonio Alves de Miranda. \
Antonio Montciro Martius.
Adolpho de Brito Tavares Cordeiro.
Aniceto Augusto da Sila.
Quirino Lopes d'Assurapto.
Venancio dos Santos Rosas.
Juizas protectoras
As Exmas. senhoras :
D. Juvitia Maria do > armo.
D. Olympia Maria do Espirito Sarrio
D. Isabel Maria da. Conceico.
D. Aima Martins (fe Castro
D. Marcionila Bemvinda do Carmo.
D. Emilia Mara da Costa.
D. Emilia Placida Fernandes.
D. Maria Rodrigues Pinheiro.
D. lertrudes Maria da Conceicio.
Iuz-s por deuieao
Os Illms. senhores !
Antonio Sabiuo Torres.
Jos Rufino Torres.
Joao do Livramentu.
Antonio Pereira de Olivara
Bento de Freitas Guimariies.
Jos Custodio Loureiru.
Antonio Gomes de Araorim
Xarcizo Martins te t'irado.
Manoel Ferreira Barthoio Jnior.
Jorge: arral.
Juizas por devogo
As Exmas. senhoras :
. Virginia Clotilde Freir.
D. Amelia Ferreira Barthoio.
D. Josepha Francisca Ja Conceiro.
D. Maria Francisca Romana do Espirito Santo.
I). Joanua Mana Smith.
D. Constanca Soares.
D. Joanna Baplista Fragoso Netto.
D. Varia Julia de Oliveira.
t. Umbeliua Mana de Poutes Ferraz.
D. Herofydes de Fontes pVrraa,
Escrvo por eleicao
O Uin:. Sr. Maooel Monieiro Martins.
Escnvi por eleicao
A Exma. Sra. D. Frauklnia Vianna Moreira.
Escrives por devorjo
Qs Illms. senhores :
Manuel Antoiio'd.i Silva Cascaos.
Ah-xandie Pereira.
Joaquim Antonio da Costa.
Jos Jorge Fickar de Gouveia.
Jo Jo Hoiuies.
Jos Rodrigues Maciuira.
Francisco dos Pr-asos Guimaraes.
Escrivs por devoj,'So
As Exmas. senhoras :
P. Mariana Rodrigues da Costa.
D. Amelia Cesar de Mello.
. Maria Proco,,ia do Espirito Santo.
D. Olinaraa dos Sanios Tvanderley.
D Maria do Carino Ramos.
D. Francisca Teix- ira da Silva.
Procurador geral
O lllin. Sr. Jacutho Ribeiro da Luz.
Thesoureiro
0 Illra. Sr. Joaquim llamos da Cruz.
Adjuntos do thesoureiro
Os Illms. senhores : %
Jos Antonio Moreira Jnior.
Clemente- Goncalves Netto.
Joao Antonio Moreira.
Eduardo Marques Mouteiro.
rraucseo AfTonsvi doeReis.
Manoel Macedo Pernambuco.
Procuradores
Os Illres. senhores :
Francisco Ralis da Silva Jnior.
Fructuoso Goncalves Ferreira.
Adolpho Fernandes da Silva Manta.
Miguel Carvalho Neves.
Jos Antonio i'e Carvalho Jnior.
Jos Moreira de Souza Primo.
Jos Lopes da Costa.
Boavenlura Gomes na Costa.
Dr. Augusto Lopes de Assumpco Pessos.
Antonio Alves de Souza Fradique.
Recite, 3 de Maio de 1888.
Vigario, Jos Augusto do Sascimento Pereira.
.Vavlos descarga
Barca soeea Eiba, carvo.
Barca 1 Hara Angelina, surque.
Barca nortwagente Madona. carvao
Lugar ingle/. WlHonia. bacalbo.
Lgar iuglez Aureola, bacalhao.
Lugar inghz Ruf'M'i, bacalhao.
Lugar a nd A. Snchez, varios ge
^xporfaco
hkcifii. 3 di abril de 1889
i ara o exterior
No vapor inglez Ashbrock, carroguram :
Para o Bltico, V. Nees-a i caixao planas
\v,is ; Borstelmanu K SO saccas cora 31,429
kilos de, algodio.
So brigue portuguez 'ietiM, carregaram :
Para o Porto,- S. B. Aniorim k C. 130 saccas
13,815 kilos de algodo.
Para o interior
No vapor nacional Para, carregaram :
Para Rio te Janeiro, Costa c Fernandes 2.000
coco*, frufita ; Frederico i C. 1 caiza com 100
f. A. de Si 180 saceos com l'',800
tio ir hranco e 420 dik.s om 2-j,00
100#006: dioa dv dito mascavado; J. Borges 306 saceos
; los de ?ssucar branco c S94 ditos
,0 ditos de dito mascavad.
No vapor nacional Alagos, carre^ou :
Para Ccar, M. T. de Albuquerque Marauh;.
: barricas com 180 kilos do assucar mascavado.
No vapor inglez Cometa, .rreparam :
para Cear. Maia Rezende 400 "saceos com
laaba de mandioca ; P. Carneiro C. 200 sac-
om farinha de mandioca 4 pipas com 1,6'JO
kilos de grasa e 10 saceos com 750 kilos deas-
branco J. Soares da Costa e Silva 2 bar
,:n 180 litros de agurdente e i -accos
300 kilos de assucar branco.
Rcnditueatos publico*
MICZ DF. AI)l:IL
Alfdndeija
o i i dUiricio de(n provincia
hou candidato cleicSo geral na vaga
deixada no 1*> districto desta provincia
CkIo fallecunento do meu presado amigo,
>r. Bento Ccciliano dos Santos Ramos.
A minha apresentasSo assenta princi-
palmente na esperance em que estou, de
que essa a vontade do districto ao qual
confio minha eleigo em nome das ideas
conservadoras, acreditando ainda urna vez
que meus patricios e amigos salvar2o a
eleicfio do dia 22.
Recife, 6 de Abril de 1889.
Apolinario F. de Albuquerque MaranhSo
Despedida
Jonathas de Mello Barreto, tendo de
re tirar-se ainanha para a provincia do
Cear, despede-se por este meio de todas
as pesso lajoes de amisade, offerecendo-lhes na-
quella provincia os seus limitados presti-
mos.
*Aos seus dignos corapanheiros d'armas
tiesta guarnigao, que sempre o cercaram
ie mxima considerago e auxilio na com-
misslto que aqui desempenhava, deixa
como penhor de sua eterna grttidio o
seu mais ampio reconhec mente.
Cheiaosla natureza, e especialmente as nos-
sas florestas americanas, de plantas, folbas, ar-
von s e tanto e tanto ageule benfico com que a
providencia inlentnu alliviar e ainda supprimir
as dores e molestias corporaes da humamdade;
porm o homem lem olhos e nao vsomente al-
gum sabio, de lempos em temos, oceupa-se em
descubrir os segredos da nalureza em beneficio
dos que padecem, como tem acontecido com a
Aveleira Mgica da qual o sabio Dr. C. C. Brislol
trou e combinou o seu celebre Extracto uplo
de Aveleira Mgica, admiravel cembinaco cura-
tiva, hasea4a as inaiavilhosas virtudes da Ha-
maraelis Virginicu, para o allivio e cura radical
de toda a molestia de carcter inflammatorio,
tanto interna como externa, taes como : contu-
ses. feridas, tumores, ulceras, queimaduras, itt-
solayes, carbnculos, erupcea; panaricio, mal
da arganta, de olhos e d ^ividos, dor de den-
tes e de cabera, hemorrhagias, pux's, mal dos
ins, leucorrhea, diarrhea, menslruaco penosa,
coqueluche, clica, conslipaQo c aslhraa.
E" iafallivel, assombrosa em seus efTeitos e
especialmente eflicaz em casos do almorreimas e
rheumatismo.
-s&;>^
Freguezia da Luz
Pelo presente declaramos que, por mo-
tivos serios e politicos, deixamos de per-
tencer ao partido liberal, e passamos fa-
zer parte do partido conservador.
Freguezia da Luz 4 de Abril de 1889.
Thom Leo de Castro.
Antonio Leo de Castro.
Octaviano Leao de Castro.
Austragezilo LeSo de Castro.
Jos Leao de Castro.
Eduardo Le5o de Castro.
Eufrazio Leao de Castro.
r^-^-
Despedida
O baclmel Manoel Gomes Viega3, retiranoo-
se temporariamente para New-York, nos Esta-
dos-Unidos, em consequeneia de inrommodos
de sade, pede desculpa a todas as pessas que
o houraiii com sua amisade, por nao poder pes-
soalmente fazer suas despedidas, e offerece-
Ihes all i>s seus limitados prestimos.
Oulrosira, declara que deixa nesta cidade,
como seu bastante procurador para todos os ne-
gocios que Ihe disserem respeito. o Dr. Luiz
Jos Pereira ,
Recite, 4 de Abril de 1889.
Rl'Qj geral
Do dia i a S
dem do 0
l.f3:822*73o
27:870813
Renda provincial :
Do dia 1 a
Iderr. de 6
16:0241389
2:213*668
domina total
Segunda
1889.
seccstl da Alfandega,
^ 181:693*368
18:240*037
199:93.-.625
6 de Abril de
0 thcsouroiro-Flerencio Domingues.
chete da secesoCicero B. de Mello.
liecebedorla Geral
Do dia I a 5
dem de 6
6:931 9.6
2:547*961
9:479*!'! 7
Matadouro publico
Neste esiabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 76 rezes pertencentes a diver-
sos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE ABRIL
Sul........... Alagos
Europa........iconcaijuu........
Europa....... Ville de S. Nicolao.
>ul........... Finance ..........
Europa....... Elbe
Sul..
Norte.........
Sul..........
Sul...........
Norte........"
Norte.........
Europa.......
Sul...........
Sul........>..
La Plata..
Manos...........
Vtlle de Macei-----
Pernambuco.......
Allianca..........
Marun/iao.........
iVeoo.............
Para.............
Turnar............
7
7
11
11
12
14
14
13
17
18
24
26
27
28
Recebedoria provincial
Oodiala^ 3:118*648
dem de 6 243*234
Do dia l a 3
dem de 6
Recife Draiaage
2:970684
29*758
3:36U-82
3:000iii2
neus.
Pata
Pa
P.
rque.
o Aaton. xarque.
'to, xnrque.
Dinheiro
expeddo
Pelo va r.
eiro
Mercado nnicipal le H. Jom
O movimento deste mercado no dia 3 de
Abril foi o seguinte:
Entraram :
12 Ij bois pesando 1,918 kilos.
981 kilos de peixe a 20 ris 19*60
69 cargas com farinha a 208
13JM0
3 Sitas om feijo a 200 ris 600
1 dita com milbo a 200 ris 200
4 ditas de fructas diversas a 300
ris i***
10 taboleiro3 a 200ris 2i00
9 suinos a 200 ris 1*800
18 matutes com legumes a 200 ris 3*600
Poram oceupados:
20 ii2 columnas a 600 res 15*900
1 escriptorio a 300 ris 300
35 (ompartinieatos de farinha a 300
ris 12*300
2i ditos de comidas a 300 ris 12*00i>
76 ditos de lecuraes e fazendasa 400
ris 30*400
1S ditos de suinos a 700 ris 12*600
9 ditos de Iressuras a 600 ris 5*400
.20 tainos a 2* 40*000
Vapores a sabir
MEZ DE ABRIL
Montevideo... Aconcagua.......
Norte-----.... Alagos
cantos e esc. Ville de S. Nicolao..
New-York----- Finance...........
Rueos-Ayres. Elbe..............
Antuerpia----- La Plata..........
Rio eesc ... Manos.......:...
Ifcvre e esc Ville de Macei.. ..
Manos o esc. Pernambuco....... 18 as
Santos e esc.. Allianca.......... 19 as
Rio e esc Maranhao......... 24 as
^antos e esc. Neva............. 26 as
Manos e esc. Para............. 28 as
Antuerpia Tamar........... 28 as
7 as
8 as
12 as
12 as
12 as
14 as
14 as
16 as
h.
b.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
1000*000]
Rendizaeuto dos iiias 1 4 do cor-
rente -
Foi arrecadado quido at hoje
Presos de dia :
Carne verde de 280 a 560 reis o kilo.
lera.
auia.
lem.
lera.
171*920
734*140
906*0W
Movimento do porto
\~nvios entrados no dia 6
NeYv-Castle42 dias, barca norueguense
FAcctera, de 5'.>7 toneladas, capirao J.
Sorvig, cquipagem 12, carga carv&o de
pedra ; a Livnimento A C.
Coraossim e escala11 dias, vapor na-
cional Jaguaribe, de 429 toneladas,
commandante Alfredo Monteiro, eqni-
pagem 30, carga varios gneros y Com-
panhia Pemambucana.
Maco10 dias, hiate nacional D. Julia,
de 80 toneladas, niestre Laurei.tino F.
da Costa, equipagem b, carga sal; a
Bartholomeu Lourenco.
Cear12 dias, hiate nacional Deus
Guie, de 101 toneladas, mestre Vicen-
te Ferreira da .osta, equipagem 5,
em lastro; a Bartholomeu Lourenco.
, Salados no mesmo dia
MaciVapor allem2o Cas.'
mandante C. Rix, caiga
ros.
Nw-VopkLuaJ
.
i\
.
i
i'


A

<
PernamhucoDomina-o 7 de Abril de 188S
I AI
X T R A
ConstipacSo inaccao do ligado, etc.
Desseinelhante a rauitas outnw medici-
nas catbarticas, estas pilulas nSo fazem
i que urna pessoa se sinta peiov antes
do sentir melhor. Pioduzem o seu effeito
com brandura mas completamente, nao
sendo acompanhado de accidentes desa-
gradareis, tacs como nauseas, ftpertos do
ventre; etc., etc..
As Pilulas Operativas* da MSi Seigel
sao a medicina de familia a mais til que
se tem descoberto. Limpam as entranhas
de todas as substancias irritantes, deixan-
do-as em condicao saudavel.' Sao o me-
lhor remedio que existe contra a peste das
nossas vidasConstipado e inaccao do
ligado. '
Estas pilulas impedem febres e toda a
sorte de doencas, pelo simples facto de
expellirem toda a materia venenosa das
entranhas. Operara com vigor, mas sua-
vemente e sem causar dr alguma.
Se urna pessoa apanhar um refriado e a
amcacar uina febre, e sentindo dores de
cabeca, costas e membros do corpo, urna
ou duas dses das Pilulas Operativas da
M2i Seigel expedirao o refriado, mpi
dindo a febre.
Lingua grossa acompanhada de um gos
\o salobro, e a causa de materia impura
no estomago. Urnas poucas doses das Pi-
lulas Operativas da MSi Seigel limparSo o
estomago, removendo o mo gosto, res-
taurando o apetite c com elle trar boa
sade.
Muitas vezcB succede que doenca ou ali-
mento meio apodrecido, causa nausea e
diarrha. Se se limpar as entranbas d'es-
ta impureza com urna dose das Pilulas
Operativas da* MSi Seigel, estes effeitos
desagradareis desappareccrao, resultando
em boa sade.
As Pilulas Operativas da MSi Seigel,
impedem os ms effeitos que produ-
zem o comer e beber em excesso. Urna
boa dose ao deitar da cama torna urna
pessoa hbil e inclinada para o trabalho do
da seguinte.
Como estas Pilulas sSo cobertas de urna
carnada de assucar tomam-sc com agrado.
O gosto desagradavel tao coinuoum maior
parte das pilulas d'esta forma evitado.
" Estas pilulas recommendam-se especial-
mente as mulheres, poden do empregar-se
para facilitar toda obra da natureza, e
para remover todas essas obstruccSes qna
sao a causa de tantas doen9as a que est
sujeito o sexo no inundo inteiro.
Acham-se venda em todas as boticas
e lojas de medicinas, em toda a parte do
mundo e em casa do proprietarios A. J.
White, Limited, Londres.
Depositarios na provincia de Pernam-
buco por atacado: Francisco M. da Silva
d C, na cidade de Pernambuco.
Vendedores retalho, na cidade de
Pernambuco, Bartholomeu A C, J. C.
Levy & C A. 31. Veras & C. e T. S.
Silva; em Palmares, A. *. de Aguiar e
em S. Joao da Igreja Nova, J. A. da
Costa e Silva.
Aviso a nuestros lectores
Los de nuestros lectores que vayan a
Pars mientras Ja Exposicin de 1SS.9, es-
tan ya avisados que podran leer los lti-
mos ejemplares, recebidos en Paris, de
nuestro peridico, en la oeina de nues-
tros corresponsales los Srs. Amde Prin-
ce y C, 36, rae Lafayette, donde pueden
hacerce dirigir toda su correspondencia,
pedir informes, dar rdens da compra,
etc.
Pero, avisamos a nuestros compatriotas
que ademas del servicio instalado en su
oficina 36, ru Lafayette, los Srs. Am-
de Prnce y C. han orgonizado un otro
gabinete de lectura y d informes en la
Exposicin misma, en el Pabelln de la
Repblica de Guatemala, en donde el Sr.
comisaiio general a puesto a la disposicin
de dichos Srs. una grande sala con ter-
rado.
Aconsejomos vivamente a nuestros ami-
gos lectores que vayan a Paris, de hacer
una visita a la casa Amde Prince y C,
tanto en su residencia, 36, nw Lafayette,
como en su instalacin en el Pabelln de
Guatemala de la Exposicin, que resulta-
r, ser por el hecho de las extensas rela-
ciones de nuestros corresponsales, el cen-
tro de reunin de los numerosos estrange-
ros presentes en Paris.
_---------- m ----------
Agradecimento
AO ILLM. SB. DR.CARLOS BETENCOUBT
Pelo presente declaro a quera possa in-
teressar que achando-me doente de um es-
treitamento da urethra indicaram-mc o Sr.
Dr. Bettencourt e, procurando-o no seu
consultorio, fui operado pela electrolyse,
sem dr, ficando logo bom e radicalmente
curado do estreitamento.
Agradeco do alto da imprensa a impor-
tante cura que fez-me este Ilustre faculta-
tivo e que archive mais este attestado nos
seus triumphos diarios.
Recite, U do Marco de 1889. .
Laurentino Jos da SUca.
raizo de orphaos de CiamcIleJra
EXGESHOS A PRA^A
No dia 16 do corrente irao praca por
triennil arrendamento os engeuhosLinda-
Flor, Flor do Limito e ;.xias, sitos na
comarca da Escada, termo de Gamelleira.
SSo de ptima prodcelo, tm mita mat
toe de fcil transporte para os productos.
. As condicoes do arrendamento constam
do edital de praca affixado na porta da
Cmara de Guiuellcira c do respectivo
cartorio.
Por todos os- motivos offerecem vanta-
Remedio soberano
O Peitoral de Cambar, de S. Soares,
i de urna forma admiravel qualquer
e peda de voz.
Os agentes
> Manuel da Silva & C.
de Mrquez de Oiinda n. 23
. i^uaeo*'----------
Wedi*
trino Aavie-
eo e operador
Herm. Peterscn & G. gr.
Reichenstr 29/31
AMBI RCO
Participam aos seus numerosos amigos me
para facilitar aos compradores de ultramar lem
completado em sua casa um rico sortimento de
amostras de todos os artigos allemaes, o que re-
commendam aos seus amigos que acabniu de
visitar a Europa.
\ tten^o
Os abaixo assignados, scientifcam a
seus amigos e fregueses, que so om seu
antigo estabelecimedto sita ru do Ba-
rio da Victoria n. 3, (antiga ra Nova)
que receberSo suas ordena, para lhes
servir com o costumado e habita! des-
empenho; e nenhum outro cstabeleci-
mento tm, quer proprio e quer filial,
alm do cima referido.
Recife, 5 de Abril de 1889.
Jos Fernandes Lima & C.
Aguas alcalinas mineraes de Non-
dariz em Pontevedra, na Hes-
pauha
ESPECIALIDADES
para molestias de estomago, taes coaio : dispep
msi gastralgia, catnarro clircnic do estomago,
ulceras limpies,
Molestias dos intestinos, taes como: enfarta-
mento do liirado, ictericia, clculos biliares, diar-
rha uhronica. etc., etc.
Molestias das vas urinarias, taes como: dias-
tesesuricas, catlta>-ro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorosis, psoriasis, prunigos,
dores artrticas e mutras muitas molestias.
As aguas alcalinas de Mondariz nascem de ro-
chas granticas na temperatura de 180 centgra-
dos, sao claras, incoloros de cheiro parecido um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, pro-
duzindo um ligeiro sabor picante na occasio de
tomar-se. Ellas sao classiflcadas no numero
das alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acham-se venda no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Alfonso Siraoes, sito a ra
Visconde rie Goyanna d. 1 (quatro cantos), era
Boa-Vista.
Aviso aos nossos leitores
Os nossos leitores que visitarem Pars
durante a Exposicao de 1889 j sabem
que poderlo 1er os ltimos exeraplares do
nosso jornal chegados aquella cidade no es-
criptorio dos nossos correspondentes, Srs.
Amde Prince & C, 36. ra Lafayette,
onde podem mandar dirigir qualquer cor-
respondencia, pedir quaesquer nformacSes,
dar ordens de compras, etc.
Alm d'isso, levamos ao conhecimento
dos nossos patricios que afora o servio esta-
belecido no escriptorio da ra Lafayette,
n. 36, os mesmos Srs. Amde Prince 4
C, acabara de organisar urna sala de lei-
tura e de informacoes na Exposicao mes-
ma, no pavilhSo da repblica de Guate-
mala cujo commissario geral dignou-se de
por graciosamente urna va9ta sala eom
varanda s ordens dos nossos correspon-
dentes.
Aconselhamos mui vivamente aos nos-
sos amigos e leitores que se acharem em
Paris, que visitem a casa Amde trinco
di C. na sua sede social, 36, ra Lafayet-
te, bem como na installacao que possue na
Expsito no Pavilhao de Guatemala que
ha de ser, gracas s extensas relacoes dos
nossos correspondentes, o ponto da re-
unido dos numerosos estrangelros residen-
tes em Paris.
Agua iugleza de Lisboa
Dos exportadores Ribeiro da Cota & C. ap-
provadae legalisada pela Exma junta de hy-
giene do Rio de Jan.'iro, nica que actualmente
poda ser despachada as alfandegas do imperio
do Brazil conforme a deliberacao da mesma
Exma. junta em 26 de Outubro de 1888 ; a venda
em todas a3 principaes pharmacias e drogaras
Dr. Joao Paulo
Especialista em partos molestias de se-
nhoras e de enancas, com pratica nos
hospitaes de Paris e de Vjenna dAustria,
consultas de 1 s 3 horas em sua resi-
dencia ruado Barao da Victoria n- 59,
1.- andar. Chamados qualquer hora.
1TM.VJ _' I JLL
Manoel da Cunha Lobo
mudou o seu estabelecimen-
t de fazendas para o novo
predio n. 35 da ra Mrquez
de Oiinda. contiguo a antiga
casa.
Recife. 30 de Mareo de
1889.
EJptre araiajas
Como passas, minlia aaiiga ?
Vou indo bastante adoentada; ha al-
guns dias que vejo-me atormentada por
urna forte tosse, que rae desespera.
Ora, isso 'i cousa que nao te deve
dar cuidado, principalmente se tomares o
Peitoral de Cambar, de 8. Soares, que
0 melhor remedio para as enfermidades do
peito e aquelle que mais promptos resul-
tados opera.
O Peitoral de Cambar vende-se em
casa dos agentes Francisco Manoel da
Silva & C, a r-a Mrquez de Oiinda
n.23, e na* prineipaes pharmacias e dro-
garas da capital.
(| Vas urinarias, molestias do tero, ) \
( operayoes elctricas
( sb. sslc5 sinu&os; j
(4 ESPECIALISTA (I
( com pralii-a d'' PMM e losdbbs | )
\ Etreitatnonto da urethra rundo? ra- W
( dicalmente p%la el.-.Mrolye, sem/Wr: (J
hydroceles sem int c-cao (cura radica!): j
I feridas e ulceras dironi':as, com garan- > >
{ tiadeeora rpida; pedras da bexiga. )
\ fstula.- e bemorrboidai; fypnj s, po- (]
i) norrbas, pelo methodo das wsnllacoes M
(1 molestias da garganta e do peito pelas 1 (
M athmospheras medicamentosas. on- i-
1 j sullas e op-;1** a i2 As 3 horas da l J
\ RA DO MRQUEZ DE OLSdA N 34, (j
i ANDAR j
Be-.idpncia na Torre W
Cirur^o Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Univereidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na ra Barao do Victoria 18, 1
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
an-
Collegio Meira
Este eollegio abri suas aulas desde Ja-
neiro prximo findo.
Ensinam-se nelle todos os preparatorios
que constituem o curso preparatorio nas
facilidades do imperio, e o seu pess^al do-
cente o mais habilitado que se podo de
8ejar.
Contina a funecionar a aula primaria
que poder rcceber alumnos da mais ten-
ra idade, pois dirigida por duastlhas do
director, das qnaee urna alumna do )--
armo da Faculdadc ile Direito do Recit'i-.
Desde o 1.- do corrente est aberta a
ubi de alleuiilo, em que se ensnar a tra-
duzir e a fallar cssa lingua.
O professor respectivo ser o Sr. Sidney
Schiefler.
Os estudantes, que quizerem frequentar
esta aula, pagal-a-ho separadamente da
measalidade do eollegio.
O director do -eollegio Meira espet* o
mximo apoio dos paes de familia que de-
sejam o real aproveitamento de seus filhos,
pois que tem sempre tido por programma
dar aos alumnos, que Ibes sao confiados urna
verdadeira instruccao a par de urna boa
educacao moral.
O resultado dos exames feitos no fim do
anno passado a prova mais evidente em
favor do eollegio Meira.
Dos cincoenta e cinco exames feitos pe-
los alumnos deste eollegio, inclusive um de
allemao na Babia, apenas tres foram in-
fructferos.
Recebem-se alumnos internos, meio-pen
sionistas e externos.
Ra do lmperatriz n. 63, 2." andar.
Recife, 18 de Marco de 1889.
O director,
ecencio Minerviito Meira de Vasconceos.
ser vendidos para pagamento da fazenda
nacional.
Recife, 3 de Abril de 1889.
O solicitador da fazenda nacional,
L'tiz Machad Botelho.
DECLARARES
EDITAES
lastrada de ferro de Pcraambu-
eo do Rceife ao *. Praneiseo
Aviso
Em viriude do art. 76 do rpgulumcnto dcsta
estrada, s 10 horas do dia 10 do corrente e na
estacao do Cabo, se venderao os segrales ob-
jecios: 7 saceos farinha, marca JA; 2 saceos
sal, A P ; 1 dito, II C ; 1 buh roup usada, J R
S ; t dito, M S ; l dito, F C; i calas roupa usa-
da, J F A; 1 caixao ferragens, J B L; 1 caixSo
machina de costura usada, J G B; 1 pacote era-
vos de ferro, F G ; barns, ancoras e barricas
vasas e outros objectos de pouco valor.
Cabo, 5 d<- Abril de 1889.
WitU llood,
Superintendente.
Veneravel irmandade do Se-
nhor Bom Jesns dos Pas-
sos
De ordera do irmJo provedor, convido a lodos
os nossos irmilos a comparccorcm em nossa igre
ja matriz do orno Santo, no domingo 7 do cor-
rente. pelas 2 1/2 horas da tarde, aflm de en'-or-
porados, acompanhannos a procissao do Encon-
tr, que tem de sahir da igreja da Santa Cruz,
par a qual romos convidados.
Recife, a de Abril de 1889
0 escrivo,
Manoel Moreira Campos Jnior.
Companhia de edifica-
Assembla geral ordinaria, no da 22 de
Abril de 1889
De ordem da directora, communico aos se-
nhores accionistas da companhia de edilicacao,
qne ha de realisar-sc a assembla geral ordina-
ria deste anno no da 22 do corrente mez, pra-
ca l'edro 2- n. 77, 1- andar, s 11 horas da
manh. Nesta ssemblea lcr-se bao o parecer
da commis8o cal e o relatorio da directora,
relativos aos negocios sociaes em 1888 e cum-
prir se-ha quanto nos estatutos prescreve se
acerca das assemblas geraes orlinarias. Reci-
fe, 3 de Abril de 188.
Ricardo M-.-nezes,
Arente.
O Dr. Jos Antonio .'orreia da Silva,
cavalheiro da Ordem de Christo, com-
mendador da Real Ordem Militar Por-
tugneza de Nossa da onceicao da Vil-
la Vijosa, juiz de direito de orphaos
da Comarca de Oiinda, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Fajo saber aos que o presente edita]
virem e delle noticia tverem, que, por
parte de Joaquim Antonio de Miranda,
me foi diaigida a petijSo do theor seguin-
te:
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos
de Oiinda.Diz Joaquim Antonio de Mi-
randa, que havendo arrematado perante
V. S. a propriedade Tab, sita na fre-
guezia de Taquara, provincia da Parahy-
ba, pertencentc ao espolio do coronel
Joao ae S Cavalcante de Albuquerque,
requer o supplicante, para garanta de seu
direito, que V- Exc, depositado o pro-
ducto do bem que o supplicante arreraa-
tou, mande, de accordo com a Ord. livro
4 titulo 6, passar editaes, chamando todos
aquellos quem for obrigada aquella
propriedade, para, no prazo que lhes for
marcado, pugnarem pelos seus direitos.
Nestes termos pede a V. Exc. defer-
ment E R. MeO't.nda, 27 de Fevere-
ro de 1889.Joaquim Antonio de Miran-
da. (Estar sellada.)
Em a qual peticSo profer o despacho
do theor seguinte;
Feto o deposito eorao acaoo ae verificar,
passe-se o edital nas condicSes alluddas,
com o prazo de 30 dias, ficando assim de-
ferido o presente requerimento, que ser
junto aos autos. Oiinda, 27 de Fevereiro
de 1889.Correia da Silva.
E mais nao continha dito despacho
aqu fielmente copiado, e por forca do mes-
mo despacho, o respectivo escrivo fez
passar o presente edital, pelo qual e seu
theor sao chamados aquelles a quem for
obrigada a mencionada propriedade Tab,
para, no prazo de 30 dias pagarem pelos
seus direitos.
E para que chegue ao conhecimento
de todos, mandei passar o presente, que
ser aifixado no lugar do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade de Oiinda,
aos 28 de Fevereiro de 1889.
Eu Joo Theodomiro da Costa Montei-
ro, escrivo do civel no impedimento do
de orphaos, o escrevi.
Jos Antonio Correia da SUca.
Escrivo Reg Barros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos
feitos da fazenda Jos Salaz r da Veiga
Pessoa, se vender em praca publica no
dia 12 do corrente raez de Abril, pelas 11
horas da manha, de pois da audiencia do
mesmo juiz osbens 6eguintes :
Urna casa terrea de pedra e cal' n. 11,
sita a ra da Igreja da Boa-Viagem, com
janellas e 2 portas de frente, 2 sallas, 5
quartos, co,anha exte na e. quintal em
aberto, edificada em terreno proprio, pelo
pre^o de 1:620^000, portencente a irman-
dade de Nossa ienhora da Boa-Viagem.
Urna casa terrea de pedra e cal, cam
sotSo, sita a ra da Amelia, freguezia da
Graa, cm 4 sallas, 4 quartos internos e
5 quartos fra. e no sto 2 salces, e 4
iaaell s nos oitoes, edificada em terreno
piopro, pelo prego de 1:8000000, portea-
ceiite a Antonio Jos de Azevedo.
Um sobrado de 3 andares n. 74, sita a
r.1.1 de S. Jorge tregucsia do Recife, ten-
do uo pavimenta terreo 2 portes e ;:i-
ne!l de frente, 2 sallas, 3 quartos, :ozi-
nho fra e pequeo q^pntal murado, no 1
andar portas de frente e varanda de fert
ro, 2 sanas, 1 gabinete, quatro quartos,
cozinha fra e um quarto, e nos mais anda-
res as mesmas accomiiiodas3es, carneado
em terreno foreiro a marrana, pelo preyo
de 10:800)5, pertencente a Francisco de
Mello Cavalc-ante de Albuquerque.
Urna casa terrea n. 121 A, de pedra e
cal, sita no lugar denominado Ipotinga.
na Estrada Nova de Caxang, com porta
e janella do frente, 2 sallas, 2 quartos, e
quintal em aberto, vdificada em um ter-
reno enja natureza se ignora, se proprio|
foreiro ou ai rendado, pelo precb de 3000,
pertencente a Leoncio Pereira de Seuza.
Cujos bens e achana dos, e vao
\ rsenal de Marinha
AiNl:iu<-nto de voluntarlos para
halalho naval
De ordem do Illm. Sr. capitao-tenente Rodrigo
Nuno da Costa, inspector deste Arsenal e capi-
to do porto d'esta provincia, faco publico que,
em observancia circular do Ministerio da Ma-
rinha n. S81 de 21 de Margo ultimo, acha-se
aberto o alisUmento de cidadaos nas circumstan-
cias de tercm praca no batalliao naval, perce-
bendo cada um, alm dos respectivos vencimen-
tos, o premio de 400*000, de conformidade com
o art. 3 da lei n. 3367 de 21 de Agosto de
1889.
InspcccQo do Arsenal de Marinha de Pernam-
buco, 3 de Abril de 1889.
0 secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Veneravel
Ordem 3.a de IV. H. do Cramo do Ue-
elfe
De ordem da mesa regedora desta ordem, con
vido aos nossos carissimos irmos compare-
cerera em nossa igrep, com os seus hbitos, do-
mingo 7.do eorrente, pelas 3 horas da tarde,
atim de eocorporados. irmos acompaar a pro-
cissao do Encontr do Senhor, da igreja da San
ta
Secretaria da venerav^ ordem terceira de N.
S do Carmo, 5 de Abril de 1889.
0 secretario,
Jos Castor.
Irmandade das Almas da
matriz da Boa-Vista
De ordem da mesa regedora, convido a todos
os irroaos desta irmandade para comparecc-em
no nosso consistorio domingo 7 do corrente, s
3 horas da tarde, aflm de eeorporados, acom-
panhannos a procissao do Senhor Bom Jess dos
Passos e a Santissima da Soledade, que sahira da
igreja da Santa Cruz, para as qnaes fomos con-
vidados.
Secretaria da irmandade das Almas da Boa-
Vista, 4 de Abril de I8i>9.
O escrivo,
Ptdro C. de Brito Macedo.
Banco de Crdito Real de
Pernambuco
Es4e estabelecimento, de conformidade com o
art. 54 dos estatutos, paga o seo 5." dividendo,
relativo ao semestre lindo em 31 de Deiembro
do anno prximo passado a razao de 5 0/0 so?
bre o valor das entradas realisadas do capital,
ou 5*000 por aeco, todos os dias uteis, desde
as 10 horas da manh s i da tarde, em sua sede
ra do Commercio n. 34.
Recife, 23 de-Marco* de 188.
0 gerente,
Joo Fernandes Lopes.
S. R. C
Sociedade Recreativa Commerefal
Assembla geral extraordinaria
Nao se lando reunido numero suffiriente de
socios para constituir assembla geral, domingo
3i de Marco findo, por ordem do Illm. Sr. presi-
dente de novo convido a todos os senbores so-
cios a reunirem-se domingo 7 do corrente, afim
de tratarem de assumpto de grande interesse
para a socitdade. Outrosiin, para evitar dnvi-
das declaro que no caso de n2o se reunir nume-
ro que constiUia assembla, a presidencia pro-
ceder conforme entender.
Secretara da Sociedade Recreativa Coramer-
ciat, idebril dTB89.
O 1 secretaria
-raujo Guimaraes.
Clob Concordia
Ausserordcnlliche Hnuptversinimlong
Dienstag, den 9 april 4889
Abends 8 unr
Bwcblussfaliig mil jeder auzahp mitglieder
laut f n der Slatutca.
TrakiaiiJcn : Ncuvrahl drs Pradenteb.
Di verses.
Das Directorium.
Recife Drainage
A cumpanla fu?, publico, para conhecimento
do* interessados, que collocou no mez de Marco
> passado, os appai elhos abaixo decla-
Recifc
Ra de D. Mafia Cesar n. iJ, apparelho n....
8,069, 1 andar.
Largo da Assembla u. 11. apparelho 8,070,
loja.
Boa Vista
Ra de Gervasio Pires n. 141, apparelho n.
10,994, casa terrea.
Recife, 3 de Abril de 1889.
J. F. Mackintosh,
Gerente. __^
Lvto de Artes e fficio*
De'rdem do Illm. Sr Dr. director, tonvide a
todos os senhores profesores para a congftga-
. qoarta-feira 10 do corrente, s 6 1/8 ho-,

I de 1889.
F. Costa,
reUriO.
/
. S
QUE SE REALISARA' NO
Dia 7 de Abril de 1889
>UU1('
Pello*
datara-
lid
Cor da veati-
menla

Proprletarloo
Io. Pareo Emulacao
800 metrosEguas da provincia.
2 e 15* a 3.
Premios ; 150*, a 1 35* a
Ida........
Invicta -..
Semimmis..
Stella.....
- Coruja .....
6;Fantiua ....
Rodada.....Pera...
Russa.....
Castauha
Zaina. ...
Rodada ...
Castanha....
35
50
50
53
53
53
Azul e amarelloi.. .
Encarnado.........
Branco e encarnado..
Encarnado e branco.
Rosa e prelo.
R.P.
F.C.
Coudelaria Riachuelo.
R. C.
Hennque Gibson.
M. P.A.
2o PareoCoaolacao 800 metrosAniraaes da provincia que ainda nao teniam ganho
no Derby nesta ou maior distancia e nos outros prados do Recife, em distancia maior
de 850 metros. Premios: 230* ao Io, 50* ao 2* e 23* aofr.
I uu i xa ha .
2!Roy.....
3;Cyclone ...
4 Siroco ...
a,Cacique ..
" Rosa de ouro
Marat......
Potos.....
Mercurio.....
Sneca ......
Aquidaban..
Lucifer.....
13 Flautista .
14 Pierrot .. ..
15|Pedreira(*)..
Pedrez......
Alazo.....
Rodado ..
ardo......
AlazSo ....

Rodado ...
Castanho. ..
Russo pedrez
B
Rodado .
Castanho.. ..
Baio .....
Russo pedrez
Pera. .... 55
53
53
> 30
m 53
m 30
35
53
53
53
* 55
55
D 55
53
O 53
Azul e grenat.....
Azul e preto.....
Branco...........
Azul e amarello
Azul e ouro........
Azul e amarillo- .
Encarnado e preto.
Encarnado e preto..
Verde e amarello ...
J. J. Ribeiro .Pessoa-
Antonio M. Pereira.
S. B.
S. B
F. F.
R. A.
Coudelaria Demcrata.
A. C. S.
S. P.
U.
S. F-
A. U.
I. Musical.
A.C.
C. Veneza Americana
>
PareoProvincia de Peraamkac1.609 metrosAnimaes da provincia. Pre-
mios : 300* ao I, 60* ao 2o e 30 ao 3*
Mouro.....
Exposicao
ex Oboron.
Adrado.-. .
Arumary___
5'Vassallo.....
61 Templar.....
7 .Alazo-
Baio.....
Castanho
Alazo ..
Rodado.
Pern.
38 Grenat e ouro
54
51
54
54
56
..:A.F.
f
Preto e branco.....J. Bastos.
Azul hstrado......
Violeta e ouro...
Encarnado......
F.C.
F. Siqueira 4 Bastos.
Coudelaria Unio.
J. M.
4*. Pareo-lUM pbfjiio es DE a
meio sangue. Premios : 800* ao Io
Al 1.400 metros Animaes de menos de
200* ao 2, lOOao 3" e 80WO ao 4v
Cmela------
Fgaro......
Hamlet.. ..
Mon corro...
Alpha.....
Aymor-----
Favorita .
Recife.....
Alazo-------
Chita...., .
Alazo.
Rodado. -
AlazAo .
Castanho -
Zaino.....
Castanho..
S. Paulo..
Rio de Jan.
54
54
45
51
52
56
52
54
Azul listrado.
Azulegren..
Azul listrado-
Ouro e branco
C. Luzo-Brazileira.
J. Siqueira Pastos.
Coudelaria Cruzeiro.
C. Fernandes.
Djalma Moreira.
Verde e amarello.....IA. M.
. v .............' Maia|& Chrisostomo^
Preto e grenat.....S. P. ""^
5. Pareo teraacloaol 1.609 metros-Animaes de qualquer paiz. Premios: 600*
ao 1, 120* ao 2 e 60*000 ao
Diana......
Hamilcar
Aspasia
Vesper.. .
CastigHoni-.
Salvaras....
Ernani.....
Alaz.
Preto
Alaz
Zaino
Alazo...
Castanho
Franca -
Inglaterra.
Franca. .

Inglaterra.
49
57
49
52
57
54
39
Azul e ouro......
Escarate e azul
Escarate e ouro...
Ouro e branco.....
Azul e grenat. .*
Azul branco o ene.
Rosa e b raneo
Coud Internacional.
Coud. Exihencia.
G. H. C
Coudelaria Emulaco.
i'oudelaria Cruzeiro.
F. S. I. B.
J. P. C. de Almeida.
6"
Parco Veloeldade 900 metros Animaes nacionaes at meio sangue. Premios:
300*, ao 1", 150* ao 2 e 30*000 ao 3.

Mandarim
Minerva. .
Mimosa.. .
Corcovado
Aymor. -
Bisette.. .
Olga.....
Rosilho.. .
Douradilha
A laza ...
Castanho .
*
Zaina......
Castanba. .
S. Paulo .. 55
a 52
49
Rio de Jan. 53
S. Paulo... 00
Rio de Jan. 53
*. Paulo 51
Violeta eouro.......
Azul branco e ene....
Azul e grenat........
Encarnado e preto ..
Verde e amarello. ..
Grenat e ouro ....
Ouro e branco.....
J. Bastos.
Coud. Cruzeiro.
Coud. Parnamerm,
1 oudelaria Paysand.
A. M.
C. Brazileira.
M. N. Pontes.
7o. Parco -Prosperidad* 900 metros Animaes da provincia que ainda nao tenham
no Derby em maior distancia. Premio* : 2a0# ao Io, 50* ao i e
anho premios
1*000 ao 3.
Roldo.....
Pierrot*. ..
Barnave. ...
Exposicao ex
Oberon ...
Etna ......
General......
Good -mor-
ning.......
Bolaxmha -.
Orange .. ..
Dublm......
Flautista...
Lindness...
Meteoro...
6 Baio.
4
Castanho
Baio.......
Castanho.
Rosilho .
Rodado.
Russo.
Castanho .
Tordilbo..
Ca?tanho .
Baio ------
Russo .
Peraamb . 57
1 5;)
33

>>
55
* 55
35
55

30
33
55
0 53
55
Grenat e ouro .....:B. T.
Verde e amarello. .. A. C
Bosa e branco......A. >'.
Ene e bonet azul
Branco e preto ..
i Grenat..........
Preto ene. e ouro...
Encarnado e preto
Rosa e preto......
Branco e rosa ...
... i. B.
.....T. iOliveira.
. .J. B.
R C
. J. M. B. Cavalcante.
A. J. G. A.
He arique Gibson.
C. Musical.
('oudelaria Vencedora.
H. H. de M. Heoriques.
(*) Montado por amador.
Os animaes inscriptos para o 1" pareo devem achar-se no ensilhainento s
9 12 horas da manha.
Os animaes inscriptos para os outros pareos, devero estar no ensilhamento
urna hora antes da determinada para o pareo em que tiver de correr.
O pareo Grande Premio 25 de Mato no se realizar sem que corram, pelo
menos seis animaes de proprietarios differentes.
Pede-se attencao dos interessados para os addtamentos feitos ao regiment
interno, sob ns. 1, 2, 3, A, 5, 6, 7 e 8.
Os forfaiis serlo recebidos at. sabbado, 6 de Abril s 3 horas da
tarde, hora do eneerramento do expediente para esta corrida.
Cbama-se a attencXo dos Srs. proprietarios para os arte. 56 e 57 do regimen-
t interno
HORARIO
Encerrtmeneo de venda tfe poules
Corridas
1. pareo.
2." pareo
3. pareo.
4." pareo.
o.' pareo.
6.a pareo.
]. pareo.
10
11
12
1
2
3
4
horas
e 30 m. 1. pareo
e 20 t 2." pareo
e 20 * 3." pareo
e 30 4. pareo
e 30 > 5. pareo
e 30 > t.0 pareo
e 20 t 7. pareo
11 horas e a
11 -e 50
12 e 50 -
2 e s
3 e
4 i a t
4 e 50
O Gerente,
Henrique Scfiulet.
S. R. J.
oelrdade Recreativa Juiontcr
Sarao bimestral em 28 do Abril
Os senhores socios podero procurar seus in-
rc880s em mao do thesoureiro ; convites na
secretaria desta sociedade, nao se admite ag-
g regaos.
Secretaria da Sociedade Recreativa uvi
i de Abril de 1889.-0 2 secretario.
t A. F. Lopes.
Imperial Sociedade do* Artlutss Me-
chanicoa e Llaeraea
De ordem do Sr. director, convido a todos os
nossos associados, no goso de seus direitos, a
se reunireni em 9 do corrente, s 6 12 horas da tarde,
a mesma- se elTectuar com o num
que comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade d atNM
Mchameos eLiberaes., 6 de A
Joaquim '



m
Diario a ni bu
FHEATRO
TA ISABEL
Quarta-feira, 5 0 de Abril
Grande espectculo* em beneficio, -da .viuva Joaquina D. da Silva Coelho,
konrado com a presenca do Exm .Sr. preside*le da,provincia.
Depois d'uma brilhane ouvertujay,.aubiri.. sceiu pela segunda vez n'esta
poca o imponente e muito appauLiiAft.,draiua .militar engrande auparlo em 5 actos
e 7 quadros, original do Slentoq. eflcripUtPtt.portitguez Barse* d Avcllar e
mtitulajpjo :
1
EPISODIOS DA REVOLU^O DE 1809
Tomam partejji'esl?. pecatem obsequio a beneficiada os diatincto ajaodoeps do
CLUB DRAMATIZO FAMILIAR, A. de Moruea, T. Ferraa, Baptiata e Tabyra.
O importante papel da viuva D. Thereza de Noronha, est confiado a intelli-
gpnte artista D. ROSA JiANHQNCA-
elrU>pleo,do Iran;
Loison, general francez, maneta
ThomierSy coronel francs ...
Henrique baldonado, .tqpfntc pojtngvtez .
Barao de Alpedrinhas
vea.
l>e ordem da mesa tgedoru, convido a todos
os irmaos desta yoneoroi irma&dade jaira se
reunireni em mesa, gerol no dia S do correte,
^ s 5 toras da tarde,- afim de tratar-se da funda-
* cao de um hospital e outros assumptos impor-
tantes e,&MffiW kWi'OmUk -MUJIHMU
terceira convocaco.
Consistorio da irmaudade das Almas a fre-
guezia de S. Fr. Pedro Goacatvas,J> de Abril de
1889 0 escrivSo,
F. osta.
Conuru par protliwnlt da ca
delra de instrurco primaria do
roco da Panella
Prova oral
De ordem do U'm. Sr. Dr. inspector gerai da
instruegao publica, fago saber a quem Ueressar
possa, que no dia 8, pelas 11 horas da maoha,
em urna das salas du palacio da presidencia, tero
comego a prova oral do exama para provimento4
da cadeira de instruegao primaria do sexo mas-
culino da freguezia do Poco da Panella.
Secretaria da instruegao publica de Pernam-
buco, 6 de Abril de 1889.
0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvao.
Pedro Paulo, < argento portuguez
Roque, soldado portngnez
Durand, escravo .
Rolier, soldad francez,.
General portuguez.
Jos, criado.
Simao, humen*., do p yo.
Negreiros, homem do povo
Um bnrguez.
Um conjurado
Um officiar,Jr Dous portugneaes.
Urna sentinella .
D. Thereza de Noronha.
Imita, sua filha .
Alice, escrava. .
Catharina Rolica, Othilia a
A. DE MOBAKS
P. Ferka-z.
A. Peres..
Jos berjAbuiso
Teixeu
Lyra.
Pacheco*
Eduardo.
Jos Pacubcu.
res.
JLIO.
BAPTI8TA.
NOLA^JP.
Jos SawA-ii V
Barro*;
N. N. ,
Tito.
D.'R. Manhonva.
D. Honorina.
D. Amelia. ,
N. K.
Dolores
Soldados porjuguezes e francezes, conspiradores, povo, umaicar mu Hiere, etc.
Accao passa-se na villa de Aiarte .o ^09.
TTULOS dos quadros
3SCD. W.ISBAHQAl
DO
Jo Jc~*cK& XJL
Capital
S0,O0:0O0
dem realla*do lt.OOOsOOO*
A caixa filial deste Banco^funcciona
ra do Commercio- n. 40, sacca, vista ou
a prazo, contar os seguintes corresponden-
tes no estrangeiro.
LONDON.. (an< o internacional
do Brasil,
London office.
( l.ondoo fr County
( Banking Company L.1,1
PARS......(BanquedeParlfcde*
(
1.Licao aos Jacobinas. ,
2.as garras do niilhafre.
3.4Tqdo pela padria |! I
4."Portugueze.- e france*.
5.A cega.
6.Urna idea do sargento.
7.O campo da batalha.
O ultimo quadro representa o campo da batalha perto da villa AMARANTE.
As tropas alliadas, com os generaes Silveira a Beresfort, a trente, .derrqtam o exer-
cito francez.
Grande quadro Jinai da batalha, toques. de tambores e c-lanaa*.ribornbi> de
canhoes. e'c
* MISE-BN-SCENE DO ACTOR
A's 8 horas, em ponjA..
A excellente banda do corpo da polica, preencher os intervallios com bri-
lhantes pecas musicaes do repertorio de sen disticto mestre o Sr. Candido Filko.
' A beneficiada espera do caridoso publico pernainbucano a sua valiosa proteo -
ci e ir em um dos intervallos no camorotes Cimpriineutar e agradecer as familias
que h'inrarem a sua festa.
Allll
llavera trem para Apipucos e bonds para as linbas principaes.
Bilhetes i venda ao dia do espectculo na bilhetaria do Theatrn.
AS 8 HORAS!!
PROJECT0 DE
Para a %%.* corrida que dever-ter luigM *\o
dia a de Abril de S^9
2.
3.
4.
5.
4>.
1." PAREO.HariMOflla-y**) zuetiv-. Animaesda provincia 411.- ;.V t.nham
ganhocm 18y,.n'estaJou maior >L-rancia, premia ^jO^JC^atvpflimcijijy
50#000 o >egundo e 25^000 a-> teroeiro.
PAREOCompea.sa^o1.200 nietr*e. Animaos j^aciwnaes 4*- mf" -ugue
q'.c ainda nao .gauharam -ui maior distancia. P.rfini-/i 4iiv)H' ao pri-
meiro, 80|5000 ao segundo e 4U|5000 ao terceiro.
I'AREO 9. de 4 ap^lr1.40O metros, Aniiur.cs. v- qualqutipaiz .que
ainda nao tenham ganbo nos prado d<> Recifc. Premios: 'Jdl^Aii ;<" i>r-
tt)iro, 10!0(Xi a-> t.-rceiro.
PAREO Imprenta Pernaaabii<'n;t J.200 metros. Amniaeq da provin-
cia que ainia nSo tenham ganho a e.-ta "U uaior !.-tau ia, <',.-t-, auno
Premios: :i00)5000 ao primeiro. 00d'0Oao segundo < 3O400 iao terco-ro.
PAREOPrado Peraaaibiicano T hi metros. Aaimaw de qwnlaiiic
paiz. Premios: 6004(XX> a., primero, 1201600 A --'-guadv C 'JO-ibOO
ao terceii PAREO4." de ^plho 1.100 inctr-. Aniniaes aac:-;;aes de menos de
ueio iHngji, Premios: ;W^" ai> primeir". ti-S'iM aw segundo e
3ffyV- > a* terceira.
PAREO r- ierfcp club de P^rmamhm'.-f
provj:
o te

1.400 inetsos.. .Anjm'aes.da
Ob>
.r\a(Mos
6 ^rr' <> .:>.' tas para cada pareo quinze
roposta^. OJa'a enveloppe dever
una, s seivaticeita a primeira
conter u.na si
que f> i la.
Nufihum pan' 3e rcalisar > iuscrevam aniraaes-, de tires pruprieta-
rios diffs. rentes.
A insprips^i i..err.--.--' f erea-JTeJea. S^ d>. corriste, as 6 horas da
tarde tu a ;., Prado.
3 i. pruprietaros para o \ 1." do art. 21 do
Codi^ ir.-iil.i-
1 r A ):-il de -
O SECRETAR!"
Francisco de Souza Ren,
Celestial contraria daSantis-
simekTrindade
De ordem do carissimq irm^o provedor, cou-
rido a todos os nassos carissimos irmaos a com-
pareeerem em nosso consistorio domingo 7 do
corrente, pelas 3. horas da tarde, afim de encAr?
porados. acompaobarmosa solemnissima prochv
sae do Encontr, qu sahir da iareja Santa
Cruz, para aqual fomos gentilmente convidados.
Secretaria da celestial confraria da Santiseima
Tridade, S de Abril de 1886.
0 secretario, *
Joo A. Gosende.
Divid iiieiiu- popu!
Olinda
loje 7 de Abril
As 6 horas da ^aide ir par do Carme a pbilarinonica Olindense
Treze de Mal
que executar.;is melhores pecas do seu
repertorio, acpmpanhando os divertimen
tos que duraran u$g as 8 horas da noite: j
Primeira parte. A mnella dos feitios. j
i parte o jogo de espada*, Thesouraria do correio de
eir parte A ponte do diab>>.
OOS CUlC
gal!
E pela
jg"
taneja,
onde I
^bvf .panella dos feiti-
a.de iran'iaa gar-
lureoiintar o.
enjte, divex^Sc/ ser-
> lugares
:heada. para o vpft-
Pernambuco, .T de Abril
de 1889
Cartas com valar
pra*o de irinta dias sexo devolvidas a>
suas procedencias as cartas abaixo meacionadas,
cu jo* destinatarios nao as teni-redanid'
.tomo Evarislo da Cruz Gouveia
nckRodrigoeo da 8w
ra Caraeiro & C.
0 Ttaesooroireatt
M. Mariua.^-
Pays-Ba*
Deutsche Bank.
Bank d'Anvers.-
Banca Genrale e suas
agencias
Conjpani '^a'd
NaveflEa9o Vapr
por!E08I)0&ul
O vapor 41 anosi
Commandante o Io tenente Guilherme .
Wadiingtom
E' espetado 4aa partos d oorie at
odia ti de AAril e depois da de-
mora indispansavel ^eguiri para os
porlos do sul-
As encommendas serio recebidas no-trapiche
Barbosa it 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagCDs, encomm^ndasc valo-
res trata-se com o.s AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alago as
Commandante Joao Maria Pessoa
E' esperado dos portos do sul at o
di 7 de Abril e segitindo depois
JS^nn>'ri indispensavei para portos ilo norte at Manos.
A3 encommendas sOseraorecebidas naageo-
ia at 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ra do Commercio=6
1 andar
COMPAMUt PERXAliBieANA
DE
Xavefaeo eseira pr vapor
PORTOS DO SUL
Macej, Penedo, Ara]ir e
O vapor S. Francisco i
Commandane Perorn
Segu no dia 12 do corrente is*
horas da tarde. Recebe carga al o
(lia 11.
Banco Hypotecafio de
Espaa >e suas agen-
cias.
Hambui-go..
Berlim.......
Bremen.....
Fr an kfnr t
sur Main...
Antuerpia..
Roma........
Genova......
aples.....I
Milo e mais
340 cida-.l
desde lta-
?-.........
Madrik-*....
Bavoelona,.
CadiE .......
Malaga......
Tarragona .
Valencia e
outras ci-
clares d a
fies pa nha
e ilhas Ca-
narias ......
Lisboa......
Porto e mais
ctdades de
Portugal e
ilhas.......
Buenos Ajr-
res.........,
Montevideo
' NovaYork. G. Amsink & C.
' Compra saques sobre qualquer praca do
imperio e do estrangeiro.
Recebe diaheiro em conta corrente de
movinieutu com juros na razo de 2 /0 ao
anno e por letras a prazo a juros conven-
cionados.
O gerente^ Miiam M. Westber.
Encommendas. passagens e dinhwro frete.
at s 3 horas da tarde do dia da.partida.
ESCRDPTORIO
Ao Caes da Companhvi Pernambucanv
n. 12
0 agente de telues, Francisco I. Pinto,
pode ser procurado das** hars rmanha s
da tarde, no armaiem n. 48 da na do.itom
Jess, onde j eeteve em 1860 ? c daquella hora,
em diante em casa de sua residenea ra do
Visconde de- Goyann;; ISS.
Agente Brito
Leilao
De movis, miudesas, ferragens, extractos e ou-
t:os artiffos,
Um carro de quatrorodas, novo.
Slegnnda-feirai H d eori^at -
A's 10 Ij2 hora
48Ra do Rangeln. 48
Leilao
De bous movis, louc e vidros
Sendo :
Urna bonita mobilia de junco com consolos de
pedra e cadeiras ne balauco, com pouco uso, 2
pares de lanternas, 3 pares de jarros finos, 1 ta-
pete para sof, diversos quadros, candieiros dp
gaz, 1 toillet de Jacaranda, 1 importante cama
frauceza de aiuarello, colcho, cortinados. 1
guarda vestidos de amarello, 1 toillet de amarel-
o, 1 lavatorio de dito, i marquezo, 1 commoda
de amarello, i cabido de columna, i dito de pa-
rede. 2 escarradeiras e 2 espelhos.
Urna mesn elstica de 3 taboas, 1 guarda lou-
ca de amarello, 6 cadeiras de junco. 10 ditas de
amarello, 4 etagers, 1 espriguicadeira, 2 con
solos, 1 sof de amarello, I babea com 2 gave-
tas, 1 dita, pequen:). 1 reiogio do. parede, louga
de jantar, dita de almoco, copos, clice?, talhe-
res, 1 jarro. bacas de metal, 1 fogaretro e um
tr!;m e coinlia.
' Terea-felra 9 do eor rente-
A's 11 horas
o 2 andar do-obrado-4k ruada Impera-
triz n. 36f onde morotto tenente Leoncio
O ugeiiie-Maitins far leilfio por ordem e conta
df urna familia, que se retirou para o sul do im-
pera), dos movis existentoseai dito sobrado.
A errer*d. marel!".'
co
A\HIA PKRMIBI CAM.4
DE
.\;vega<-o costelra por Vapor
Para FmianiUJe 3rha
Banco de Portugal
suas agencias.
Tbe Londo .River
Pkta, ,Limted.
O
Una
o publico
Rogase ao Sr. Mai
de vir praca de Goflb
que S.&'Dao ignora-
Bajres e tainhas
Em liarris di- <-'. chegados no ultimo vapor
do Rio Grande do Mil, vendem Costa c Fernae
des run do Ccmareroio-n. 28, Recife.
Gosinheira
Pmcisa sa de una ama para co^inliar e raats
algum-scrvH-f. em casa de pequea familia ; na
ru;i da Arori i. f Aluga-se
a casa da roa das Barreiras n. 10 ; a trataras
ra Duque de-Caxias n 46.
Ama
Precisa-se de duasamas, sendo urna para co
siuha e outra Ktra engommar : a tratar na roa.
Pedro Alfonso a* H. ou ra Vidal de NegreiroB
n. 128._________________;____________
Bom emprego de capital
Vende se duas casinhas na ra do -Mangue ns.
24 e 28 por proco eoromoao ; a tratar na mes>
ma ra 11. 36.

Leilao
11
DOMINGO, 7 DO CORRENTE
Espectculo em grande gala, dedicado briosa
ollicjalidade 4os corpos de guarnicao d'esta pro-
\ineia.5
Subir a sama a esplendida peca em 3 aclos
naufragar em trra
firme
Terminando o especiando a chistosa comedia
em 2 actos
HORRES PARA CASAR
, Por especiaj obsequio tocar no salo do thea-
tro a banda do 2 bataihao.
Comecar as 8 horas.

W
MJRIQS
CHARGEUBS I^NIS
riF
%avegaco a vapor
jinlia qniusennl entre u Havre, 1. l.'i...
Pernambicv, Babin, Rio de Jauoiru e
Santos^
Q vapor
Vilie de San Nicols
CoiMiuandaute Henry'
E'esperadq da Europa at o dia II
'fa Abril, seguindo depois d: it-
dispensave! demora para ;i
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
[toga-s aos Srs.unportadure; de carga-palos
vapores dest, linba,queiraiaajlar -dentro
de 6 dias a contar o da descarga das alvarengas
qualquer reclamacao eoicernente a volumes que
porventura teaham seguido para os portos do
sul atim de se podci dar a temp^ as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsabilisa por extr&rios.
Para carga, passagens, encommenda-i e di-
aheiro a frete : trata-.se com o
AGENTE
vapor
Commandante Seraphim da Silva
Segu no dia 15 de Abril s 12
horas da manhi Recebe c*rga at o
Passagens at s 10 horas do di da sahida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
COHPMWi PEB!.tMIIC41A
DE
.\avegae costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahybaj Xatal, Maeo. Mossos, Araca-
ty e Cear
O vapor Jaguarihe
Commandante Monteiro
Segu no dia 13 do corrente s
5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 12.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
at as 3 horas da tarde o dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
Do hotel sito ra do Visconde de-Itapa-
rica n. 61, antiga do Apollo
'i era feira, 9 do corrate
A's 11 hora
CONSTANDO
de mesas, cadeiras de junco, fiteiros, bancos
compridos, aparadores, espelhos, cabides, lava-
torios, I cama franceza, encerados para mesa,
jarras, loucas. Mdps; trem de cosinua e ami-
tos outres objrcws. -
Por intervencao-do
Asate Gismao
\o commercio
Alfredo Lopes & C, participam qne
Sr. Agostinbo Vieira de Miranda deixoc
nestaidata de ser seu empregado.
Recife,- de Abril de 188.
Engommadeira
Prei:isa-se de urna perfeita engommadeira: a
tratar.no largo do Paraizo.n. 14.
Criado
precisa-.-ode um criado ; a tratar -a ra 1.^
de Marco 11. 17. I-andar, ou na Passpgem da
Magd^na ra do Remfica n. Ifl.
Rendas
Bicos. lencos e toalha- de labyrintlio ; com
pra-se na roa da Impwatriz n. 75, pharmacia.
Gosinheira
Precisa-pe de urna cosinheira para familia es-
trangeira de tres pessoao na ra 1. de Maree "
n. 23, amigado Crespo, loja, se informar.
United/State and Brazil
M. S. S. C. J.
O vapor Finalice
E' esperado dos portos no
''fflg-t o dia 12 de Abril
iQ, qual depois da demo-
lecessana seguir
jm^.o
Barbados,...Si. Thomaz e
Jer-*'ori-
Para carga, passagens, encommendas ,e di-
nheiro a frete : trata-se com os a GENTES.
Para,
O vapor Allianca
...^j^apewido dos portes do
_J' norte at o dia 21 de Abril
qual depois da de-
mora necessaria seguir
.para a
Baha, lo le laueiro < Saaoa
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiroa frete trata-se com o?
AGENTES

H
Forster & C
enrv
8Ra do-CommetcAo8
1* andar
lai na ra i'ei
- Alua *
C ipan ha
O vapoj^Erbe
Coui ni andante Armstrong
-c da Europa a!,' O dia litie.
-
lepara
Al -i-guindo Ji'(40i- du
9I
de
deir.ii-

9 RA DO COMMERCIO-^
"""""" '" "." '-" "7-- I m.
Pacific S;e m Navigation
Cod pam-
STRAI^OPMAGALLAN LINE
O paquete Aconcagua
Cspera-se da Europa, at o dia
7 de Abril e seguir depois
da demoradaooatnme para Val-
paraiso por
Bahia, Rip^ Janeiro Montevideo. .
Para carga, passageiroa, enconunendas e di-
aheiro a/rete:jtrta-secom os
rAGEN$S
WWoi, Sons & C.,
14-RAJX)

14
Para pasagcus. {retese encop Hiendas irata-
ge com os A..ENTES.
O vapor La Plata
Commandante A. H. D;
E' es|ierado do sul no* da 14 de
Abril e seguiudo depois da demora
cont, Lisboa, Vigo, Soutliampton e
Antuerpia
' Reducoao *. ptusagen*
, Idu da f oolta.
A'Lisboa l' cla-^e t SO, t 30
A' Southampion 1- classe 4 3KJ 42
Camarote reservados para os pasgageiros de
Pernambuco. v
Emquanto vigorar a quareniona imposta na
Repblica Argentina, aos.vapores e -uavios pro-
cetes do Brasil, os vapores desta compangia nao
aceilaro passageiros aem carga para Buenos-
Ayres.
Para passagens, fretes, encommendas,: trata-se
com 06
AGENTES
Amoro rmae^ & C.
N. 3Ra do Bom. Jesus-rN. A
Leilao
Attenco
No aimuieni da ra do.Amorimn. 60, vnde-
se superior vinho de mesa pelo mdico pregu d
7 o garrafao de3 caadas (voltando o casco).
A el e antes qut' se ;icabe.
Terca-feira 9 do eorrente 1
A's 11 Loras
Nr ra estreita do Rosario n. 36
De urna armarao propria para loja de miude
zas 1 carteira, mocho, 1 lustre de vdro para
gaz carbnico diversos paos para canteirose. 2
camas de ferro.
A^ent'Modesto Baptista
Leilao >
De bans movis, lou5as, vidros e mu im-
portante piano
tuaria-feira. O do eorreMle 1
A's 11 hora
TVo I. andar donobradorna dalia-
pevutr'tM. ii. I 1 .
CONSTANDO DE:
Urna mobilia austraca a medalhao com 2 ca-
deiras de gnarnigSo, 2 ditas de bracos, 2 ditas de
balanco i sof e 2 censlos com pedras, 1 im-
portante piano do fabricante 1 lejer n 4, 2 lindos
espetos de crystal, 4 quadros a oleo. 4 etagers,
1 jarros, l cundieiro pura gaz (kerosene), 1 tape-
te para sola. 2 escarradeiras, 6 capachos de pa-
Iha, 1 cama franceza de Jacaranda, 1 banca deca-
beceira de cama. 1 lavatorio, 1. marquezo largo,
3 cabides de amarello, 1 mesinha, 1 marquezo
estreito, 1 mesa grande pana jantar, 2 apprndu'
res. 12 cadeiras austracas com assento de pao,
2 mobilia torneada de pao carga. 12cadu:i> iius-
triacas com assento de palha, 2 cadeiras de dita
com bracos, 2 ditas de dita eom balanco. 2 cs-
preguicadeiras. i mea peqoena-de amarello, i
reiogio de pande,- 2 quadros a oleographia, 1
apparclho de porcelana com flores, para jantar,
1 lito para ahueco, fruct'-iras. garrafas, compo-
leirasi licoreiro. copos, clice^, talheres, come-
ares, bandeijas e muitos oulros objectos de casa
de familia.
0 agente Gusmo autorisado pelollhu. Sr. cen-
ferentediAlfaudega T. A. RamosZanyque retirar-
se com a sua E.\" ,1. familia para o Rio de Janei-
ro, fara leilao uos objectos cima menciona-
dos.

DioesTBS def?ce:s
Dyspepsias, Qastraigihs.i Anemia.
Parda de Appette;. Vcr.uos; HMM)
Debidade das Criangas 1
CORA. SK3-JRX K BAPIU* PV'O
i

TONIOO-DIQESTtVO
com Quina-, Coa t Pepsina -
Adoptado em todos os Hospitaes
HEDALHAS AS EXPCS'QOES
PARS, r. La Bruyere ,34, e n tadasas Pkarmacias.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o pavimeuto terreo e 1 andar e
sotao do pndio sito praga do Conde d'Eu n.
26, com commodos para familia, e o sobrado da
ra;; Rarfio de S Brja n. 2G. cwu connuodos pa-
ra .iimeroa,Xau4lia ;. a rular na ra da Auto-
ra n. 85.
Aluga-M' uto rado. 11. 4 ra da Roda
com lions commodos e rr.uito rresco, totln pinta-
ii:> ai- novo e fornido a p;i|iel .- solas ; a tratar
,
-
- A'Ogtl .-' IIHI lH
itintadu, iu Ar

t
Joao Oinix r Uva *
Joann Alexaodrina Diniz e Silva, Joanua -Ale-
xandrina i!o Reg, Auna Constanca da Silva S- /'
tlla, Rita de Cassia da Silva Freas, Pedro Ar-
gemiro Diniz e Silva, sua.mulher e fllhos. agra-^H
decem summamente penhorados aos Srs. guarde '
n r, commandante e guardas da- alfandega c
mtere.~se que tomaram pelo restabeleciraeoto de
seo infeliz marido, pai, sogro e av6, e o modo.
porque os acoa panharam na dor com que os fe-
rio a mortedo mesmo, convidando-os, bem co
no ao parentes e amigos para fazcrem-lhes o
caridos. obsequio deassistirem a missa qae pele
'vepouso de sua auna, mandara celebrar segun-
da-feira 8 do correte, s 7 horas da manha, k
igreja de Santa Rita. Erapenhara toda a sos
gratido-por mais esta prova de c nsideraco

memoria do linndo-.
,
i
Joo .oiiics l,iMirirn '
Josepha Francisca da Conceico Loureiro e
geni tilhos. Catharina Claudinad Livramentoe-
Manuela .do Nscimento 'Osta e Silva, agrade-,
cem do intimo d'alina a todas as pessoas- qne sr
dignarasn acompanhar ao cemiterio publico of
restos mortaes do seu nnnea esquecido e pren-
do esposo, pai, lho e irmo Joo Gomes Lou-
reiro ; e convidmi de novo a todos seus paren-
tes e amigos de prestarem ainda unid vez o acto
de caridad? em assistir as missas que hSo d
ser c-letradas no matriz; dia de seu fallechaeir
to. na igrsfe de Livranieuio, fl-7 horas da ma-
nha de 8 do corrente, segunda feira, para des
cauco eterno do mesmo, e com o que muito pe-
nhofados ficam para com aquellos que concor-
rerem para este acto de religiSo e caridade-
=>
nuyi r b 'Visa, raa- j
(liia A :i..m n ;a Ira-1
12
n
A Id .
'a.s.< a ,S li- S. <", -;. zt ,. :i Talar ;i:gj-ua da
56,
liO.
AJog^ m- ,OU veDi!e-e o ^ilio do MoodrjSQ
n. 153, i rea Visconde de tioyamia : a tratar
cun L. de Morae; Gomes Ferreira.
aHMlOW PiUl , O liacharel Manoel Nicolao Ue^ueira Pinto >'"
Sou/.a e t^m MUio convidam uo> seus paren'
e amigos -para efljhlimm -s missas que iku-
dam calebrar por alma de soa prezada rtnwoTt r
e mai. D. Maria Honorata l!ci.'ueira de liustos
Pinto ilc Souza, pelas 8 hora.-' da manhfi ,,1...... I^k j. .._____... ;__. m.,<..:.. j.. c o 1.. r^_
do coi rente, na igreja matriz do S. S. da Boa-
Vista. I- flqfrorSHM 'de sen fallerinienlo, r
desde j ae confessam agradecidos.
i'recisa se deum.cosinlieiro ou cosraheira
de iiou conduela, que dunii em cpsa : na Ponte .
Bahia. Rio de 9aaeiro auto wi tha sitio d- Luiz un s !->i-,
reir.
Precisare de bobu i'Agoaniwdeira para rou
pa de ;tDh.-n ; na ra cU matriz da Boa?Vista
numero 9.
Prociza .-1 de urna 111 mdueja id-
nea, que se preste a fazer alguns servicos, dan.-
do-se a comida e algum onlenado rasorel : no
Camiaho, Novo 11 128.
Oflerece-se una sentoorm para casa de ho-
iin luaolleiro ou viuvo, tendo habilitaco de casa
de familia, preferindo pessoa de fra da cida-
de ; na ra da Roda a. 16, achara com quem
tratar.

1
Vende-se -palmeiras muito bonitas e crotons
para enfeitar jardins e fa' e artificiaos ; Caminho Novo n. 128.
Club Gupim
De vende ler legar no da 13 de Maio prximo
a di?tribuicSo das medalbas .deste Club, sao con-
vidadas todas as pessoas qucforaai socios e que
com tanta abaegacao-e-iantos sacrificios traba-
Ubaram em favor da eraaocipacJo dos cscravisa-
Mibs do Brazil a se reunirem no dia 1 i do cor-
rente s 4 horas da tarde.a ra 1 de Vicario 11.
4 1 andar, aSm de-tratar se. aessa distribuiga.
D.
.inua de cstts Ptmie* da
A.i'oin.' N: ue.- da Silva e'seus illio-. teode
de mofldarcelebrarahsm por alma de ua piv-
zuiia luullier ( m'ii. Atina c Jess Pontes da
Silva. Io anniversario de seu passamento. con-
cn vidan aeus amicus-u parantes para asti.-u-
reni-a'as. no dia 8 (do corrente. s 7 horas da
raanb, na igreja de Nossa Senhora "da Penha*
pelo que deide j antecipam seus agradecimen-
tos.
t

Pilou>

O brigueTiespanhol Soberano, ^eg-do boje, da
America pnooisa de um piloto para siia viagem
at Buenos-Aeres-; quem m jugar haljhtado di-
rija-se ao eswiptoriQide.ABiorit IraSM A

Olinda^;
A'abaixo assignada.. viuva do infeliz Pedro
Rygaand. vsenxpor meo.do< presente..agradecer
ds intime d'alinan- Ilhn. Sr. Paula Lopes a es-
mob que^be fez, hypothecanctorlhe sua eterna
gratiilo e desde j pede-lba desculpa .t- coi
esta publicaefie ofteuder a sua modestia
' OhW;Ad>Abril deJ889. ,
Joanna-Aivar
t < ll-mlurto ete Paoln Br-i,
- Marcos Francisco de Paula Reis e Pbizaulitai
de Panja Reis, feridos da maisfwngente^dr pese -
fallecimento de seu irmao e conhado Fellsrain-
do de Paula Reis; na cidade da Babia f I
dizer urna missa de stimo dia, por ah
mesmo, na matriz de Santo Antonia, na sean
feira Sdo'correte, p^Us 8 horas da manli
convidara aos seus patentes e amigos para l
tirem a esie r~'~
acto
loso.
Boma Kmilu dataKriOni
'Baiiia de Ofiveira convida'
H." as pessoas de sua amizade
urna missa que
prezada mi, f
WET


irit
o 7 de \ Ur' de 1889
4! IMIR4 llftf RfiSBHO-44
Machinas <*apor,
^Moendas.
Rodas-dwgua.
Tatas-ioindidas e batidas.
Taixas-batidas sem cravac,ao
Arados.

CA1PSLAS ^
Preparad* auplo DtJUTOR CLIN"P*wrrrio Moatyon
AsGapsu?;^ .-iaii5r*CA5?4u3 ooi: Knviluero denadu ae Gl.itu. nao l'atigSo nunca
' oestcmago e su : ruoiujuendaiijs pelos Profesaores las Faculdad.-s 6c Medena e
[.Mdicos dos :'> rifaos de ParisjLnniir'-s o New-York, para a cura rapidadps;
^Corrimento antigos ou recanes, a G-Rorrhea> a Blenaorrhagia,'a-'dpitlte
[ du Coito, Catarrno e as MRestia da Bexigas e dos orgaos genito vrinarlot.
hj l'ma etpHomeo dataltiada acocnptnha >zade Frasco.
> Ezifir ma Va^iaderas <3opdas Mathe-y-Caylus rtp CLIN Cle, de PARS,
que ae achao em caaa dos Drmguistaa e Plmrmaceuticns.
*
litigo eatafoeleeimeiQ de ferrag-ens
DE
r
!
V h
,v #ranoc;;jsorarttmnrto >cferra$ei!55, cutelarias,
c muttGntiAi a artigs a saber:
CobreKem.fciaa.
?erw* sortdo.
cimento. Fe ctla
e outros marcan
osabas e ferro e bronze
.Ganos de ferro e chumbo para
encanamentos dealta presso
Machinas e vapores
para algodo.
Candieiros elctricos.
Foges econmicos.
Este estabeJeeimento fundado em 1851, tem na sua
ioniza existencia' a garanta 'mais sefiuxa para os que pro-
ai! cararem honral-o com a sua conganca.
PEECOS SEM COMPETENCIA
Descontos do costume
KERMES DE SOUZA PEREIRA & C.
Acaba de reabrir-se esta importante pharmacia sita ? rua do Mrquez de Olinda 27, depois de tr
pausado por urna transformacao completa. Est em condicoesde satisfazer todo e qualquer pedido, nao s concer-
nen te manrpukcao do receitiaario, como a venda d*? preparados uacionaes e estrangeiros, dos quaes a casa se acha
rigorosamente sortida. ,
Esta casa sendo por demais condecida1pela sua seriedwle. os -sens proprretarios esperam do distineflb corpo
medico e da popnkcao em ge-ral, a continnacao da proteccao quesempre Ihes dispensaram, para o que empenham
a reconhecida leajdade comejue costwmam tratar os negocios de8ua pToftssao.
OB!3e3B:XVX3SiS X3DS SOXJ2JK. &&3P>.&Xtt-A. & G. SUCCESSORES
WM W k : M A n I ^
m
=
SAUDE PARA TODOS.
PiLULAS HOLLOWAY
Ai Pilula$ purlflcao e Singue, oorrgew todas as desordems de- Estomago 9
dos Jnteitinoa,
Fortalecem a saude das constituyo delicadas, e sao d'um valor incrivt-I para todas as enermUlaoes
I peculiares ao sexo icminino em todas as edades. Para r.s meninos assim como tambem para ai
pessoas de idade avancada a sua emcioia e inoontestavel.
Euh medicinas &3o pr:oo*^s sement no Estabelemeato do Proe>or Hollowav,
78. NEW OXFOEfl STEEET (antei 583, Oxford Street). LOIDEES,
E vndeme em todas as phannacias do universo. ,
. caovidodoB respeitosamente a examinar oc rtulos de cada caixa e Potase
direefao, 533, Oxford Street, sao atncayoes.
nao te^ic

CT7BIO ao Za-ram e7
md
nos
M"CIMMS8l CT^TFALI^FHaa
'*> fleo dfir bo< oacaco le 4 a* cus ck>
eoaici^s i&ussc
aneetAca anteo lo en- : raifS! eaTtai.. H. rmatn aaaiM
I
em ttettAiMn wmHh t*teilir*ttneut<* e- a*u* teanmr uccxdtaatf,
PJ1RIS 7, Boulevard Denain, 7 PARS
0OBltOB en Cernam^Mro.. FRANt JC. da 8H-VA *C',eau prlncipjMa ]
'
59-

Rua Duque de Caxias-
ADMIREM
BARATAS
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Grepf preto e inglez.
Bicos pretos de seda.
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e physiolo}icas para o fnu de
beneficiar os cabellos, restaurar
a edr, impedir queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
mento.
Esta apurada e escolente preparadlo,
sem duvida o mtJhor remedio at noje
c(inhetido para os diSerentes defeitos da
abelladnra, merece a Intima attenco de
todas a pessoas que tm tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natura) da physionomia.
Com o seu emprego intelligente tem-se
onseiriiido resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm nao
sempre, a propria calvicie tem sidocurada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
Jua cabellos; emquantu.quepara opentea-
ao das sennoras, o objecto mais til
mais agredavel qne se pijde empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
A' venda mis ojas de armarinho e per-
fumaras.
DEPOSITO OERAI
Alug-a
-------------Ir
-se
o 2- andar da casa rua da Aurora n. 81, junio
a estaro da etrada de ferro de Olinda, com
grandes coiumodos para familia, gaz e agua en
caados; a tratar no escriptorin de Sebastiao
de Barros Barreto, rua do Bom Jess n. 16,
primeiro andar.
-Muga-se
o 2 andar do predio n. 36, rua Mrquez de
Olinda : a tratar no 1 andar da rua larga do
Rosario n. 22.
Alttgne abarato
Batixa Verde ns. 1-Ce3.
Rua Viscoode de Itaparca n. '43, trraazem.
Rua Visconde de Peutas n. S.
Largo do Corpo San n. 13, 2o andar.
Rua do Bom-Jesus n. 57, 3o andar.
Rua do Calabouco n. 4 loja.
Rua do Coronel Suassnna (quarlo) h. B.
Rua de S. Jos n. 74.
. A tratar S rua rki Commerrio n. f -andar,
esenptorie ae Silva Gniuaraes & C.
INFALLIVEL no curativo de todas as affec96cs bronchiaes :
Mal do Garganta, Toase e Tiaica
"
PEITORAL
De ANAOAUITA
Remedio Vegetal da KatUtttt pira o alli-
vio e cura de todas as molestias
Do Peito-o *o-Pulni5es.
iFtor
PreetBB-se dR'vrHil!fito?ipr um peAeno si-
ti07aJtr*tar ua'aDuque' deGaxius t, !
andar, as 10 horas da man ha 9 da tarde..
<'
-Crasas
Alttga-se a esa- terrea n.fliTBatlogpspicio,
com bonscooimodus, ootra rna d 'Nao Fer-
nandes Vieira n. 60; a tratar' na rua Iferao ia-
Victoria n. 3.
CoeiriAieita
Precisa-se de uiaa que co-
s nhe -bem lio di^acndat, da
typographi > do" *Oiark),

Cortes de crotones em oartSo oom figurino e enfeitos, .i 85000.
dem de cachimiraa bordadas, a 255000, sao de 405000.
Setim preto, a 1$000,: 15200 e 15800 o ovado, verdade4ro Maco.
Grosdenaples pretos, verdadeiro Len, a 25200 o dito.
Merinos pretos, duas larguras, a 500, * Manthas pretas, a 15200, 35000 e 55000.
Casacos do cachimira pretos, a 305000.
Fil bordado, a 800 re. o covado, para veos e enfeitos.
VelludUhos de todas as cores, a 800 rs. o dito.
Zefiros de cores, a 80 100 e 160 rs. o dito.
Linons de cores, a 200 rs. o dito.
Tecidos diversos em cores, a 240 e 300 rs. o dito.
Fustdes brancos bordados, a 360, 400 e 460 rs. o dito.
Lindas setinetas, a 200 rs. o dito, aproveitem.
Cretones magnincoB, un metro de largura, a 280 rs. o dito.
Chitas, bom sortimento em cores nrmes. ;i 2 Reodas austracas para vestidos a 500 rs. o dho.
Cambraias bordadas, a 45500, com 10 jardas.
dem Victoria, a 25500 e 35000, com 10 ditas.
Madapoi&o superior, a 65000, com 24 ditas
Algodoes naeionaes, a 35000 e 35500 com 20 ditas.
Ricas guarnij5es de crochet, a 75000 e 85JOO.'
Toalhas de labyrintho para baptisados a 250000 .e 30500 .
dem grandes para rosto 45000 a duzia. ,
Coronlas de bramante, s 125000 a dita.
Meias inglezas superiores' a 35000 e 55000.
Camisas inglezas e francezas a 305000 e 365000.
Cortinados bordados a 65000 e 85000 o par.
Lences de bramante a 15800.
Ccbettas de ganga, dona panno* a '5800.
Redes superiores, a 105000, sao de 155000.
Pannos para mesa a 15100 e 15400 o covado.
laihados bord .dos, a 15200 o metro.
Bramantes de algodio, 700, 900 e 15000 o dito.
dem de puro liho, a 15600 o dito.
Casimiras em cortes, a 25O0C, 35000 e .".-5000.
jjjftelins diagonal, a 200 e 220 rs. o covado.
em grosso tem o desc< de 1
;-;^>>^>'t->.>et'*^^
Resfriamento, gosse, IXAROPE de HYPOPHOSPHITO db CAL|
de CRIMALT & Cta
4ffi***** jmJ*Vaata 4 Sygiene do Bi? i$,Jn$U$
Fazendo-9e uso deste Xarope, calmo-se os accessos de tosse,
Idesapparecem os suores nocturnos, goza-se de um somno re-
parador, desperta-se o appete, e o doente, augmentando suas forcas,
apresenta o aspecto de quem gosa boa sade. Os mdicos recommen-
dao que se tome ao mesrao tempo as Pastilhas peitoraas de
sueco de allaeee aguad lourocerejode GRIMAULTeC,
que constituem os dois calmantes mais inoffensivos da materia medica.
Os rraacoa ovaes, que cantea te X*rope, aSo da urna bellm Or da MM
UvSo a nutre* lia tmJbmioa, o mello a firma da nana cara
trtttsiu en Pars, 8, Wn Vivieae^ m.fMBti>JfcWMCBt Priftriis.
Na rua velha de Santa Rita n: 89, precisa-se
de urna ama para comprar, cosinhar e mais ser-
vigo domestico de urna casi de pequea familia
Ama
Precisa-se de uraa ama para cosinhar ; na rua
da Florentina n. 34.
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe bem e
faca mais servico de urna casa de pequea fa-
milia ; na rua da Matriz da Boa-Vista n. 26, pri-
meiro andar.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar para
casa de familia, prefere-se idosa e que durnia
em casa de seus patroes : a tratar amado
Livramento n. 1.
Ama
Precisa-se de urna ama para osinbar, para
casa le familia : na rua Duque de Caxias n. 54,
loja.
Cauleilas do Monte de SoeeaiTi
Compra-se cauteUas do Monte le Soeeorro e
qualtraer joia, brilhantes e relogios; paga-se
bem na Praca da Independencia n. B, loja e
relojoeiro.
Bolsa perdida
Pede-se encarecidamente pessoa que aeaec
urna bolsa de couro nreto, contendo grande per-
cao de contas e bilhetes, o favor de lvala rna
do Imperador n. 9, que ser gratificada com ge-
nfWosidade.
Criado
Precisa-se de um criado; na rua do Par.sandi
numero 19.
Cosinhe ira
Precisa-se de una feea-eeitaneira e spie taa-
bem faca o servico de compras, para casa de pa- ,
quena familia, paga-se bem ; a tratar na rua e
Cabug n. 16, loja.
Cosinheiro
^Precisa-se de um cosinheiro ; na rua do Pay-
sand n. 19.
Aviso aos Srs. marchantes
No engenho Sete Ranchos, freguezia da Esta-
da, existem 40 bois gordos para sereaj ven-
didos, quem os quirer comprar, poder Ir l-09
". eotender-se com o Barao do- bmoeiro, no sea
ngenho Pefiandttba, em Ja>oatao. BfSo ex-
cellentes para o acougue, e prefere-se a que
os comprar todos.
Ama
i'recisa-sL' de urna ama que saiba cosinhar e
engommar, e que fique morando em casa para
fazer oompanhia a urna senhora ; a que esfiver
em condijjSes e der conbecimenlo d sua con
ducta, dirija-se rna Visconde de Gojanna n.
1. taverna, que paga-se bem.
Serrana a vapor
Caes do Capibaribe
Tem para vender diversas balancas sendo una
firopria para engenhos contraes ou estradas e
erro, por ser de grande forca do peso. Temdi.
versas bombas grandes de differentes mo los-
Tudo se vende por precos commodos.
Cozinheira
Precisase de urna ama que cosinhe bem, para
casa de pequea familia, que durma em rasa
dos patroes ; na rua Conde da Boa-Vista n. 24-F,
porto de ferro
Bridoes de ac,o e chicotes de
baleia
Novo c variado sortimento acaba de chegar
para a loja de msicas 4o Azevedo, rua Nova
numero 13.
THESODRO DAS MUS VBRDADEIROS
UMHiata atU iiiatctaria 4 lyf* '.rnaati* 4* IraiU.
" QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidade
0-U.29BV iets Fabreg
VHH.9S muD4D2S OSSIAN MUS.Y
COLLARES EOTER
i ama4*aUa^mdmiiS^'i^*^*^^MS^^*Sian^
A tell/. reuiilSo, n'osto peetaraBa. dos dous tnicos por oxcclWncla. a 'JJ^f-
e o rxazto, coritlinc um ,jo;ioso meiilcamento contra a dtloroae, t^re
[prnUidns, Ane. >** brantma, Onutituirem frac**, ele
PARS, BaIm POURNIKR, 43, rua d'Amsterdam.
n. ,. n.monlbilM .- PRAH~ H M SILVA t O.
Electro-Magnticos
DM "Cstlares auMljmo Je deutio" cralrt m
COHTVULSES
HU FAGILiTAB A BEITICfu M CBEMfAS
"OsCOLLA", rs ROYER.conhecidos ha maU
lile 25 r.; js, sao os aicos que preservo
|realmente :i= cr.-.iiicasdas CONVULSOES
jurfando v mesmo tempo a denlico.
Para evitar r.s FalalflcacSes e aa lmlUdaa. exija-se
_ caixtrtAu teitiui marca da fabrica i nuuvem o virda&ei
PuuYilCAuOitLAfll/aS ROKER,Pharmaceuco, 225,rua Saint-Mar Un. er.
iwa
, COK?
uESTIA?
LOGiSTCi
oe Ja
PAh rmac> zftAtff, 150. rus te RrvoH.
mL.*^*m*mLwm

Hemates -..o-.iua te Pa.b
laAonajaaiiMrr camo*w***am
ru ot
i iiiaaiH a ^im
|com a *pent:,'::r. -- U
La mal de o r
a) r~~.
Ufmmem. Q
I
E o
irop de Ckloral Follst
u;_te por xc/.enca que supprlmt a dor fu
o aomno tranquillo natural noa oaaos A
s R?Tn.4 ItGlAS 6O TTA BU.
^KfEF&gZ^--

- ir a*TtTr.
PAR
tWSnrtrWwi
:V
I
i

*


A
O o
rnambucoj
1!

urna.
para
21 de Marco de J8R9.
0 procura^

Adolpho ^erreira de aiva v -
P
fagido
'apagaio
ai por volia de 5 hor.'^ljn tardt
sita a ra do Caldeireiro n. 9i
croio >le o lev .
jmenle gratilicaa O papa^ni" (
m unja
AV
'muy? (jp familias
Ql I IS VIim-.. ffILH'", RKMPM SAPIOSV
j intiiiatl-ut-'" Piias WiiiiijHir^iias
B J 3>R. CALASAWS
AJptimas preparaeo<.- d< tuastru
p. I.;! a cx|')i'>!ipp cun'plet.i,
sem
boa cozinheira
casa de pouca familia:
a tractar na ra da So-
ledade n. 82.
llllul vIII
-es neta r.cominodo. dos vermes
ini; n lombrigas
- CKSAXOAS F. nos ADCL1
S ANXOS DE SUCCESS!!
a Estas excellentes preparadles nao ne
biti'iu de purgativo* como Auxiliares.
seren purgativas por si me^r
.\- ,('.-: ia.- que tcu vermes reiitc;:'. c-
lica u Coiiouuiteniente diarihoa, indis
aeusaeao lie eorpoo que se tDv\
nos uiesunob, tsndurociinento . s vezes, rapta. Rangcm os dente?, .'pian-
do dunnem, algunias e pessoas expellem
vermes com as fezes ou com as materias
dos vmitos. As enancas apresentam as
pupillas dilatadas e inapetencia.
. As pilulas Jevam impresso o nome do
DR. CALASANS e sao cor de rosa.
1 caixa de pilulas 1(5200
1 vidro de varope 1(5200
K AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACLAS
Papel de forro
,1a, gatuueie e corredor, esplendido 30rti-
meoto na livruria Contempornea.
Quadros
ora bellissiraas oleoK'raphias, obiectos para
adorno de sala e para presentes, tudo encentra-
se na livraria Contempornea, ra 1- de Marco
numero 2.
Malas deviigem .
para roupade senhora e de hcm^ui, propria de
camarote e caminho de ferro, bolsas, chapelei-
ra8. binculos, etc. etc. artigos muito boi3e
baratos na livraria Contempornea.
Instrumentos de msica
para banda e orebestra, realejos, caixinbas com
1, 2e6 pecas, para enanca ; na livraria Con-
tempornea.
Eagsitho 1
erreno
Homi para coudelaria ra Mrquez do 11er-
\ 30 e 82 ; para ver, na casa ao p, e tratar
ir., ra Mrquez de Olindan. 25. Tem cocheira.
Aos asthmaticos
Se padecis de asthma, usai o Peitoral
ie Cambar, que remedio de effeitos
Burprthendentes e duradouros.
YUO eZAROPE be QIXA e FERRO
IRIIAULT c-, r>J~ 4#matfM f*Ji Jmtt i H/gl"* Kh-H-Jutiro
OnpM to uas propriedides tonteas e repa-
radora, ses preparados produiem os me-
lbores multados qundo empregados contra
liawl. I iililimn i lianruTtr as daaor-
ma 4* msnatmaoko, as oadniraa do Mlo-
eonaacnUTas a eesas enermldades, o
0 oatras moles ti aiproTenientes
_j sango*. Excitando o appeUte,
o organismo, e reconstitumdo os
6 O Mague, O TIMBO o XAROPE da
OOINA rEKBO da OR1MAULT C\ deten-
wofrem rmidcmtnt* a* cnatncaa debis e as
su Horrho rebelde*, facUltio a marcha das
eontoUtetnfoi HflktU t
VIVZJK1W3W.
Arrendase um engenho de peqcieaas propor-
i.es, d'agua, e com saftfpcrir.-ia ; a tratar na ra
do Bwn Jess u. 23.
Attendam
Una senhora perfeitamente habilitada a lec-
eionai portuguez e Trancez asskn como todos os
traballios em bardados e flores de todos os gos
los e especies, offerecc-se para ir a casa das
familias que niio quizerem m:a !;r suas filhas
para as aulas ; assira como tamOe.n ir reMdir
na casa de alguma familia abastada que qneira
para mais commodidade de suas filhas. Aflian
ga-sc conduca honesta, prudente e moralisada :
quem precisr pode dirigir se ra do Baro da
Victoria loja de fazendas Pariz na America nu-
mero 16.
Atten^o
0 abai\o assignado, tendo visto seu nome na
lisia dos devedores da massa fallida de Jos la-
ciniho de Medeiros, e nada devendo, como prova
com o seu recibo que se icha em seu poder.
Recife, 2 de Abril de 1889.
Eduardo Marques Monteiro.
VERBAS
Nunca falha!
Ob efeitos do Peitoral de Cambar ma.
oifltam-sc, na maioria dos casos, durante
O aso dos primeiros vidros.
>Este remedio efficaz para as enfermi-
df.tics .-* Jarvnge, dos broncbos e p.ilines.
Francisco M. da Silva & C.
Agentes em Pernambuco.
Cha prelo .superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e ire-
guezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por pre.908 mais resumidos em vista
da coninuacSo do cambio iavoravel.
Convem que exjjerimentcm.
48 RA DO BARAO DA VICTORLV 4
WHISKI
Roya! Blend marca YIADO
Este excellente Wbieky Escocoz pro
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melkores arma-
zens de molhados.
Pede Roy al Blend! marca Vlado,
cuio nome e emblema sao registrados par
todo Brazil.
_________ BROWI\ & C, agentes.
Vende-se
urna mobilia completa, por preco eommodo :
quem pretender dirija se ra Imperial n. 215,
a qualquer bora.
fazenda especial
pequeo defeito
mSooo, 15200
l'." moco habilitado propOe-se aleccionar pri
m:ras letras, porluguez, francez ortica e th< 0-
ncan.enle e anthmetica, em qiiaquer engenho.
Pata informaces dirijam se ra Marcilio Dias
n. il. eseriptorio, ou ra* do Imperador n. 81,
i- audar, eseriptorio (sala de detraz).
rOLPTIM
SEM MAI
POR
uul: vmmm
SO' NO MUNDO
(Continuacao don. 7 7)
CAPITULO III
A triplico alunara
Pof que ?
Anda o perguntas ? Es urna senho-
ra nao te tica proprio correr mundo.
Tenhe corageiu e vontade, hei de
sab .-me bem.
Talvez. Em todo caso, custa de
tas fadigas, de quantos soffrimentos,
quantos perigos...
Tudo isso nada vale quando temos o
ijbaixo dos olhos.
E' preciso ter a for?a physica neces-
sar'a.
Eji nao me ha de faltar.'
Como o sabes tu ? A toa vontade
iie /raquear de repente em alguma in-
disposicao sbita. E eu, as minhas in-
qu tacoes, as minhas angustias ao jul-
gai -e s em trra estranha, nao levas isso
em conta?
Tu s corajoso tambem, e dizendo-
te que cumpro um dever, esperars a mi-
p^^^Bolta com resignacao.
se eu te deixasse partir, seria
fia da minba parte ; a mira
l e leva| a cabo a em-
uir
}ue te compete voltar direc-
a casa, tornar a industria to fio-
p possivel. Porque, para
1 de Jorge, ser nos-ha
auito dinheiro.
durante estes ul-
-B-- as quaii-
1o, de
Seda preta
de superior qualidade a 3*300 o covado ; ven-
dem Noroaha & C, ra da I-npcratriz n. 11,
alfalataria._______
Cal Je Lisboa
Vende-se boa cal : na ra Viscoode de Rapa-
rica 11. 12. on'r ora ra do ApoHo.
intelligencia industrial, qac pao requeri-
das no chefe de urna casa. Podes, por-
tanA, substituir-me aqu ainda durante al-
gum tempo.
E' possivel, mas quando se apresen-
tar urna dimculdade, ou qnanto as machi-
nas, ou quanto s preseoes ou aos moldes,
nao saberei resolvel-a. .
Pedro mterrompeu-a:
O coatra-me8tre te ajudar. Alm
disse, pedirei a um dos meus camaradas
da escola que esteja tua d .posic&o du-
rante a minha ausencia; eu que devo
partir, partirei.
E como visse que a irma a protestar
ainda, pegou-Ihe na nlSo.
Cala-te, disse-lhe elle, nao insistas,
intil. E'8 a dedicacao personificada,
bem o sei. Depois da minha pris&o, das
odiosas accusa5?5es que pesaram sobre mim
e das minhas dolorosas prcoecupa^oes, tu
quizeras que eu repousasse na paz fe-
liz do lar, longe das fadigas c dos peri-
gos. Mas isto um erro da tua solicitu-
de. Tenho necessidade, ao contrario, de
andar de um lado para outro, de me fati-
gar. Tudo isso me far bem, me resti-
tuir a calma e a energa. A!m diaso,
esqueces que, consentisse-o eu embora,
n3o poderlas partir?
Por que ?
E Georgina, que ests ornamentan-
do ? Iria confial-a a uraa estranha?
Oh! nunca.
Imaginas entSo que poderias leval-a
e empre hender tSo longa viagem com urna
crianca Je peito ?
A Sra. Chaniers curvou a cabeja.
fiuuo pin w
Da Quinta de
Chegou a pnmeira.remessu di
jhn para o Arajazein Central de gneros alimen-
ticios a ra do Calinga n. 11, o qual se torna re-
aommendado pela sna pureza e boa qualidade,
manda-se em casa dos distinctos freguezes livre
de frete, para qualquer ponto da eidade.
Ra du Cabugn. 11
Telephone n. 47
Joaquim Chrislovao & C.
Viercearia
Vende-se urna rnereearia das melhores nos
arrabuldes da Boa-Vista ; paia informaces, na
ra do Socego n. 33, tavema.
- Sempre aovidades de Faris
KA
REVOLUCO DE 48
\ ra Duque de CaxJas n. 48
N'este estte ecimento de fazendas
nao s costumarn annunciar a realidade,
como tambera vendern por menos SO %
do que em outra qualquer casa, como j
havemos provado aos noasos fregueses,
ansuk de todas as con s a 120 rs. o
covado.
Cretonas a prado,
24(frs. o dito.
Setiueta^nreta eom|
240 4pPdito.
Merin'os^rctos a ^00,
1500 o dito.
Cambri^com salpicos brancos e de cores,
a 4i?0W a pe9.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Cortinados para cama a 60000 o par.
Capellas com veos para neivas a 80000
urna.
Espartilhos de coura?a a 3)5000, 40000 e
50000 um.
Saias bordadas, novidade, a 30000 urna.
Esguiao com duas larguras a 30200 a peca.
Fichs de retroz de todas as cores e pr-
tot de 10000 para cima.
Pannos de crochet para cadeira a 10000 e
para sof a 20000 um.
Algodilosinho com 20 jardas a 40000 e
40500 a peca.
MadapolSo Boa-Vista, verdadeiro, a 50000
a pea.
Merinas lisos e de quadros a 200 rs. o
covado.
Cortes para vestidos em cartao. novidade,
a 70000, 90000, 100000 e 120000 um
Mantilhaa pretas de seda a 50 e 70 urna.
Zefiros encorpados com 70 centimetros de
largura a 240 rs. o covado. #
Renda da China a 240 rs. o dito.
LeneoB de c6re3. imitaco de seda, a
10800 a duzia.
Organdis, fazenda de phantasia muito lar-
ga, a*40 ) rs. o covado.
Sargelim de todas as cores a 200 e 240 rs.
o dito.
Enchovacs para baptisados de todos os
precos.
Brins de linho de cores fixas e garantidas
a 6-K) o covado.
Bramante brarieo para lencos a 800 rs. o
metro.
Toalhas para rosto a 200, 300, 400 e
500 rs. urna.
Cobertores finos de la, com pequeo sujo,
de 50000 par 20500 um.
Cortes de fus tilo para Solete,
as cfire.s, a 10000 um.
Cambraia suissa de 140000 por 70000 a
peya
Srt na Revoluto de 48
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
garante-se
1ATEIM
3PARTZ 'K'lMICA
AZEVEDO, IRMaO & i .
16Ra do 13. da Victoria16
200~r.lephone-20
Tendo recebido directamente da Europa
grande 8irtimento de fazendas e modas o
que ha de mais novo e precos sem com-
petencia.
A saber :
Capas de surah, sonda e merino.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretoa, de la e la seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas do 800, 10000 e 10200.
"rinoline preta eibranca a 400.
Sargelira, todas as cores, a 200 rs.
Bramante de linho a 10500, com 10
palmos.
Toalbas para banho a 10000 e 10500.
( hachemiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 10OOQ.
MadapolSo trancado a 90000 a peca.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 70000.
Dito BSa-Vista, verdardeiro, a 60000.
Fiq|s de 12 e seda 10000.
Brins de linho cotes fixes a 600.
Espartilhos couraca a 40000 e 50000.
Colchas de fustao a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com veo bordado a
0000.
Toalhas de core^para rosto.
Rendas, pomprim^ito de saia a 10Q(Jr
Renda de la, preta, para quaresma.
>-ano verde parabilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira esteira para fono de sala
a 10000.
Camisas de fianella a 50000.
Cortinados de crochet para cama a
100000.
Chitas de cores a 200 rs.
Crotones com 2 larguras a 400.
Baleias com fono a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de cSres a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutina de quadro a 800 e 10900.
Guarnicoes, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luv-as de seda a 20000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite"
Grande sortimento de chapeos de sol.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de eollecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cSres.
_________TELEPHONE 200__________
Vende-se
o cstabelecimcnto de molhados sito ra ^lo
Bom Jess n. 29, antiga da Cruz, est bem sor-
tido e afreguezado ; a tratar uo mesmo.
Armagao
Vende-se urna armacae deamarello enverni-
sada e envidracada, propria para qualquer nego-
cio, ra Vjsconde de Inbama, outr'ora Ran
gel n. 19, e garaate-se a chave da dita casa. Na
mesma acharo eom quem tratar.
Buhar
Vende-se um novo e em perteito estado, com
todos os pertences. do syslcma moderno, e do
fabricante Tujaque ; a tratar no armazem n. 38
da ra do Apollo.
castanhos e firmes, aos quaes, gracas
resoluto tomada, haviam voltado a calma
e a energa.
Coragem, disse-lhe elle, nos somos
mocos, e o futuro pertence-nos !...
Ao cabo de alguns segundos, accres-
centon :
fueres serme agradavel?
De certo.
Nao falles a ninguem sobre a minha
viagera. Partirei amanhS. Dize a todos
que eu fui distrahir-me um pouco.
Pois bem.
Mas absolutamente a ninguem, nem
mesmo a Roberto e a Suzana.
Adelia abri muito os olhos.
Por que nSo a Suzana? perguntou
ella.
Nao sei. Ella teve um segredo para
comtigo, o da apparcSo, na norte do cri-
me. Segu o meu consclho, nao lhe di-
gas cousa alguma.
Fare iseo nma vez que o desejas.
Mas creio que nao tens razao de descon-
fiar da pobre Suzana.
Dous dias depois, Pedro, sem ter effec-
tivamente dito cousa alguma a ninguem,
nem na usina, nem a seus amigos, embar-
cava na estagSo de Oeste para ir do Ha-
vre a Southampton, e dahi a Nova-York
e a Philadelphia.
Adelia quizera acompanhal-o at o seu
wagn, afim de estar ao p delle o maior
tempo possivel.
Quando voltou casa, a Sra. Chaniers
encoBtrou Suzana. que esperava-a no ves-
tbulo
O Sr. Pedro parti ? perguntou ella
Armac.o nova
Vende se a armacao, fazendas e mais utensi-
lios, iuilusive um cofre de Milners, do estabele-
cimento sito ra do Kangel n. 13 A, garantin-
do-se as chaves ao comprador..
Alambique
Vende-se um alambique de tamanho regular e
em perfeito estado, com a competente raspadel-
ra, propria para engenho; a tratar na fabrica de
vinagre ra Barao doTnumpho n. 75
Que se possa Tender por estes
o s
a 160
rs. o co-
Zeros muito la
vado.
i hitas batistes a 120 rs. o covado.-
I opelines de cres a 180 rs. o covado.
Setinetaa muito larga*, a 360 rs. o co-
vado.
Las finas a 200 rs. o covado.
Ditas de quadroa a 240 rs. o covado.
Setim muito bom a 10200 o covado.
Bramante de linho com 4 larguras.
Dito de dito e algodae a 10400 a vara.
i ambraias com salpicos d cor e bran-
cos a 40000 a peca.
Toalhas felpudas a 300 rs.
Cortes de vestido era cartao com todos
os preparos a 80000.
Fichs felpudos, muito grandes, a 500.
Madapolao americano a 50000 a peja.
Meias casemiras de cores proprias para
roupas de menino a 10000 o covado.
Cambraia Victoria com 10 jardas a
20800 a pe?-.
Merinos pretos a 800 e 10500 o co-
vado.
Flanel a branca a 500 tb. o covado.
Camisas fi-ancezas a 20000.
Ditas de cretone a 10700.
Colchas de cores" a 10800.
Cortes de Duraque para colete. .
de fustao para colete.
. de casemira para calca e para
o maia moderno que ha uo raer-
I
Grande sortimento de chales de casemi-
ra por presos baratissfmos.
Dito dito de gravatas para homem, pu-
nhos* e collarinhos, chapeos, ceroulas, ca-
misas de meia e muitos outros artigos.
Vende-se em grosso com desecnto de
Veafcp ver para erar
A casa tem por signal bandeira encar-
nada com 13 no meio.
Venham com f, nao tenham receio.
RA V1SC0XDE DE INHACHA
13
Gon^alves Santos & C-
KOm AIS,
P CLRY
A Loja das Lislras Azues
A' RA DUQUE DE CAXIA.
Vende mais barato
Fazendas pretas
Cachemiras arrendadas degi
guras tecido novidade, a 20000
Merinos pretos infeitados de pq
a 800, 10000 e 10200.
Crep inglez para enfeitos de
a 10200.
Rendas hespanhola de seda a
Ciorgoro de seda pura de 2
40000.
Velludos de seda, lisos, com
e ramagens, a 40000.
Vcliudilho bordado a con tas,
desenhos a 10600.
Fil de seda bordado a 10200,
VOS e mantilhas com rendas a
e 50000.
Capas e visitas, de gorgorao, de ren-
das ou cachemira, enfeitadas a rendas com
vidrilho a 250000 e 300000.
Bicos de seda com lindos desenhos de
40500 a 60000 a peca com 10 metros, i
Teeidos de novidade
Corles de vestido bordados, em fcr-
-
Ver.de-se em t:di a oart
Movis
Vende-se urna cama para easal. um marquezo
e um berro, tudo em bom estado : a ver e tra-
tar na praca do Conde d'Eu n 7.
Pao centeio
Mello & Biset, avisam ao respeitavel pubtaco,
que todas as tercas e sextos-leiras, tem este sa-
boroso pao; roa larpa do Rosario n. 40.
Eftgenho Pago
V'ende-se o engenho Pago, pitante tres le-
goas da eidade da Victoria. 0 engenho pode sa-
Frejar ale 2,000 paes, as trras estao descansa-
das, tem bastantes varzeas e bom cercado, me
com o rio Pirapama ; a easa de caldeira toda
de fijlo e pedra, a casa de purgar e a de viven
da sao de taipa que com aigum concert podem
durar ainda por muitos annos. Este eagenho
bem condecido peloassfear que fabrica : quem
pretender compra!-o, pode dirigirse ra do
Imperador n. 81, eseriptorio de commissOes.
Millo
superior, proprio para sement ; vende-se no
trapiche de Felisberto Fiuza. caes da Compahia
Pernamhueana.
De todas as razies que destes, disse muito pallida. co : os dentes cenados e
tristemente, esta a nica boa.
Consola-te. Continuars aqni a des
empenhar o papel de dona do estabeleci-
mento, papel tao bem enmelado, e eu l
tratarei de procurar Eugenio Gages.
E nao o encontrars 1
Pedro estremeceu.
O que ests dizendo ? redarguio elle
impressionado, mo gra^n sen.
Adelia fez estalar tod; as articulajSes
dos dedo n'um gesto violento; depois,
tornando se rpidamente senhora de si:
Estou douda, disse ella,e fajo mal
|,em desanimar-te; mas parece-me que eu
que terei de vingar Jorge v tu!...
Lancou um demorado olhar ao retrato
do morto e accrescentou :
Em todo o caso, isso mo seria raais
do que justica, porque dos tres, elle a vic-
tima, tu o suspeitado, e eu f da mulher e
tua rraE, sou certamente quem mais tem
soflrido !...
Pedro contemplou^a com o seus olhos
os labios trmulos.
Parti, respondeu a joven viuva um
pouco intrigada vista da physionomia
alterada de Suzana Vargues.
Esta continuou :
Para onde foi elle ?
Balbuciando, como que envergonhada
de sus mentira, Adelia respondeu :
Para a Normandia, afim de liquidar
a successao da Sra. de Lavarande.
Ah! E depois?...
- Como depois?
Sim, quando esta successao estiver
liquidada, o que far o Sr. de Sauves?
Vltar sem duvida para aqui, a as-
sumir a direcao da usina.
Est bem certa disso ?
Adelia olhou para a rapariga, muito ad-
mirada.
Era realmente Suzana quem lhe faliava
assim
NSo te comprehendo, disse ella, o
que queres dizer? Explica-te.
Pois nSo. O Sr. Pedro n2o foi para
a Normandia. Parti para Philadelphia.
Adelia estremeceu.
Como o sabes tu? percuntou-lhe
ella. F *
Nfio andei escutando s portas, re-
darguio promptamente Suzana com certa
altivez; nao deseo a tanto. Mas seria
conheeel-os muito mal, o Sr. Pedio e a
senhora, julgar que o priuieiro emprego
do seu tempo livre nao fosse na persegui-
980 do assassino do Sr. Jorge.
. Ah! julgas isso ?
Estou certa. Mas desespe*a-me urna
cousa.
Oque?
Nao tem mais confianza em mim.
Nao me resta entao senao um partido a to-
mar : ir-me embora.
Adelia vio de relance o vacuo que lhe
causara a retirada daquella rapariga in-
genua e leal, a quem estima va muito mais
com > irma do que como inferior, e que
por seu lado adorava-a.
Tu, Suzana, balbuciou ella, queres
dcixar-me?...
Urna vez que oceultam de mim os
seus segrpdos ao ponto de mentir, a se-
nhora, a sinceridade e a lealdade em pes
Aos capitalistas
Vende-se os Lein conhecidos e extensos ar-
raazens n. 51. caes do Apollo, incluindo doos
sobrados ns. 106 c 108 ra de Domingos Jos
Martins.
Esles armazens sao bem situados em Trente da
nova ponte Buarque de Macedo e tem capacida-
de para 9,000 a 10,000 barricas de farinha de tri-
go ou outra mercadoria em proporco.
A' tratar com Malhevs Austic dt C., n. 18, ra
do Cominercu.

soa, que fiz alguma cousa muito m e
nao son mais digna de
existencia.
Cala-te, nao sabes o que dizes...
Nao pdea comprehender certas cousas.
O que ?
A prudencia
A rapariga interrompeu violentamente
a Sra. < haniers.
De que prudencia, de que mysterio,
de que jdmericao quer a senhora fallar,
e que eu nao tenha de antemao corapre-
bendido e adivinhado? E quera lograr
vingar o Sr. Jorge, aquelle que morreu, e
o Sr. Pedro," que tanto soffreu, meu bem-
feitor, a quem devo' tudo, seaao a senho-
ra e eu juntos ?
Adea ficon impresionada pelo ardor
temo com que ella faliava do Sr. Pedro
de Sauves.
Suzanaf porm, sem ver a admirajao
pintada no rosto da joven senhora, conti-
nuou, exaltando-se :
Quem quer a senhora que encontr
aquello miserave.1, que o procure, senao
nos ambas? O Sr. de Sauves d muito ho-
nesto, muito ingenuo, nao conseguir ven-
cer a astucia de que o infame cerca-se
l.. Nao lhe descubrir a pista, como o
cao faceja a cafa nos bosques ; nao o co-
nhecer sob o disfarec com que a esta ho-
ra elle encobre a sua miseravel persona-
lidade de assassino, o bandido Mas eu,
jnlga acaso que nao encontrara o seu olhar
cinzento e claro, sob qualquer cablleira,
no meio de qualquer rosto !...
Cala-te, exclamou Adelia assustada
pela expresso rancorosa e m que apre-
sentava a rapariga, de ordinario tao terna
e tao boa. ala-te, infeliz crianca, porque
amaste aquelle maldito. .
Ella exaltou-se ainda.
Nao, replicn, nao verdade....
Julguei isso, mas o meu coracfo enganou-
se !.. .
Depois, atenada talvez pela confisso
que ia deixar escapar dos seus labios,
talvez daquitlo que via pela primeira vez
norecondito do seu corajao, oceultou as
mao8 o fino rosto, que se tingira de vivis-
simo calor.
.Quando ergueu para Adelia os olhos
ainda um pouco confusos, a rapariga era
j senhora de si.
Tudo quanto sei, dase ella, que
boje nao tenho mais senao um desojo e um
fim : vingar meus bemfeitores.
A Sra. Chaniers- apertou-lhe a mao.
Acredito-te, disse ella.
Por que deixou o Sr. Pedro partir ?
continuou a moga ao cabo de alguns se-
gundo s.
Nao pude impedil-o.
partilhar a sual Nos que deviamos ter ido em lu-
gar delle.
Era essa a minha idea. Mas elle re-
plicou-me que eu nao poda separar-roe de
minha filha ncia levar eoramigo urna crian-
ca de peito.
eu nao estava aqui para ajudal-a
e para acompanhal-a ao fim do mundo?...
Desanimada, pois dizia-lhe o instincto
que a idea de Suzana, a sua tambem, era
a nica verdadeira, Adelia respondeu :
Elle nao quiz !...
No fin de alguns segundos accrescen-
tou :
Tens bastante delicadeza de senti-
mentos, minha Suzana, para comprehen-
der que, depois dos soffrimentos de Pedro,
da sua longa demora na priso, das sus-
potas mortaes que o envolveram, o meu
pobre irmilo careca fazer um rasgo de
homem e de homem de honra.
tQuiz ir pessoalmente correr no encabo
da sua rehabilitacao mais completa, e po-
da cu'por ventura oppor-me ?
E' verdade, murmnrou a moca cur-
vando avcabeea intelligente.
Adelia continuou :
Mas se a fataldade o perseguir ain-
da, se os teus e os meus presentimentos
forem verdadeiros, se Eugenio Gages nao
puder ser descoberto por elle, mais
quando o caso estiver
to, de lindas corea a 100000.
Vestidos brancos bordados para ni
vas a 180000.
Teeidos anendados cores f*eme; rosa,
azul celeste e branco a 400 rs.
Unhos phantasados, tecido com
ta largura a 500 rs., em Iiatras c
*** te-
Sleiins de Macao, todas as
mais salmao, lilas e bronzeado a 800
Cambralas brancas bordadas a
a peca.
C JZeS de seda com fios
douradoscores : rosa, azul
10000.
HadapoISo trancado, peca com
varas a 60000.
FAZENDAS ESPECIAES
Batistes de cores finas a 120 a
240 rs
Chitas finas claras niiudinbas a 20Q,e
240 rs.
Cretones franceses, verdadeiros a
320 rs.
norlm dellstras azues madapo-
lao fino largo com 20 varas a 6t?
MadapolSo americano muito
sem ,omna a 80000 a peca.
Bramantc de 4 larguras a 7Q e
10000 o metro.
Cinardanapos superiores a 10800 a
duzia,
Cortinados bordados a 50500J
e de crochet a 100000.
Crochet para sof e cadeiras de bra-
cos, um completo 60500, para sala^;.r
Mosquiteiros americanos com ar-
macao a 120000.
Alcatifas para forro de salas e gabi-
nete a 13200.
TECIDOS MAIS BARATOS
Merinos de duas larguras, qualquer
cor a 440 re.
Linhos lisos c re quadrinhos a 80 e
100 rs.
Bieo branco e de corea, desde 600
a peca at 20500.
Colchas de fustao de cSres a 20000
e30000.
Toalhas acolchoadas a 30000 a
I^livas de seda, bordadas, qualquet
a 20000 e 20500/
Leqnes de pennas e transparentes
de 10500 a 60000.
E muitas fazendas que se d por qual-
quer preco.
D-se descont a quem comprar de
200000 para cima,
Trocase a fazenda vendida se por qual-
quer motivo nSo for de muito agrado para
quem for comprada
Lujas das Listras AzuesH
pleto esquecmento, deixando acreditar ao
miseravel bandido que o seu crii^Re.'
acha apagado da memoria dos homens;
quando decorrer bastante tempo para ador-
mecer a sua prudencia, entao lanjar-nos-
hemos nos ambas no seu encalco.
Jura-me isso?
Juro-te por minha filha.
E associar-me-ha a todos os seus pro"
jectos ?
A todos, sim.
Adelia aleara a fronte, o seu busto ala-
gante e flexivel pareca ter erescidoj
seu rosto, de tao suave belleza, assuraira
um estranho cunho de energa e de
tade.
Acredito na justica de Deus,
ella solemnemente, nao possivel que elle
deixe de vlngar-nos, a nos que nunca fi-
zemos mal a ninguem.
Com expresso tao enrgica, porm mais
cruel e mais implacavel, Suzana aceres-
centn :
Elle nos ajudar, mas preciso que
o ajudemos. Por minha parte, juro tam-
bem que hei de procurar o bandido que
fel-a viuva...
E, mais baixo, accrescentou, cora
dentes cenrados:
0 infame que fez quasi conduair
Pedro de Sauves ao cadafaso, c sOjiP-
conrar, desgranado delle !.. .
CAPITULO IV
rio ou vivo
Foi por um tempo magnifico que AfCtj
ty of London, um grande vapor que fe? a
travessia de Southampton a Nova-York,
deixou a Inglaterra para dirigir-3e ao No-
vo Mundo, levando a seu bordo Pedro de
Sauves.
Ags os longos mezes passados na pr:
sao, que alegra nao experimentava o en
genheiro vendo-se naquelle magnificoraar
ssinho coin os seus pensamentoe,
templando de todos 03 lados as
vagas viajantes, que mal eram
pelas azas brancas das garcas, e
quaes singrava o vapor, deixando
como vestigios da sua passagem
teira de prata.
l-~
A





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