Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18730

Full Text
ANUO HIT -- IUIH10
PAMl A CAPITAL E LUCAREI OMDfl SAO SE PAA PORTE
Por tro* meaos adiantados............... 630GO
Por seis ditos idem............... 120000
Por um anno idem................. 2og)Q0
Cada numero a valso, do meamo da.*.......- #100
DIARIO DE
QUIMA-FU 9 DE AGOSTO HE 1888
'lfp
DENTRO B PORA OA PROTESCIA
Por aai meaee adiantadoa..... '..".
Por nove ditos idem....... ..
Por um anuo idem............
Cada numero valso, de diaa anteriora ......
1W600
20^000
270000
#100
NAMBCGO
}kfxittf&tft ir* Jlancrl Jifluctroa ir* J*x\a k Sx^og
l
-\

f
I

TELEGRAHMAS
Wm PARTICULAR DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 8 de Agosto, s 3
horas e 45 minutos da tarde (pela linha
terrestre).
O depotado Joaqaim Jabuco apresen-
toa um projecto sobre a federa3o das pro-
vincia.
O orQamento do Ministerio da Agricul-
tura voltju a respectiva commissio am
de accordar esta com o governo acerca
das emendas, que devem ser adoptadas.
O Senado approvou em 2.* disoassio o
orea ment do Ministerio da Marinba.
para
SERVIDO DA AGENCIA HAVAS
LISBOA, 7 de Agosto, tarde.
O paquete francez Congo trazando a sen
bordo SS. MM. II. do Brasil, ehegou a'qui
boje.
SS. MM. nao desembarcaram e recebe-
ram a bordo a visita de SS. AA. o Princi-
pe herdeiro de Portugal e Duquesa de
Braganca, assim como as do ministro dos
negocios estrangeiros do gabinete portu-
gus, do encarregado da legaclo e cnsul
do Brasil.
O paquete Congo segu amanbl
Dakar.
PARS, 7 de Agosto, tarde.
A maior parte dos joraaes franceses
aoonselbam ao gensral Boulaoger recomer-
se a vida privada no caso de um novo re-
vs as prximas eleicSes nos departa-
mentos do Conrate Inferior e do Somma
Reoeia-se que seja muito difficil um ac-
cordo entre a Franja e a Italia a proposito
da conclusao de um tratado de commeraio.
BERLIM, 7 Je Agosto.
A coroacSo de S. M. o Imperador da
Allemanha ter lagar em Kenigsberg pelo
fim do corrente anno.
Parece aoi mocas intoleravel a carga do ma-
trmomo. E' im pesadissima mas a para oa
que a nao abem levar ; para o que sabem
ligeira. Qoereis aiber quo leve a carga deate
modo de vida ? Meca-a eom o paso da ontra
vida que deia. Ponha em balaaea a aquista
cao paseada, oa pangos, os desgostos, a desor-
dem dos affectos, squelle temer tudo, nlo fiar de
< nada, o qaeixume que da, a vingaooa qoe ar-
o riica, raim le que desespera, os ciamos, qae
abraaam, os amores que consumera, a honra em
risco, a saade dimiaaida, a vida exposta e o
qae irais, a vida sempre queixosa. Qaando
o casamento nio trooxera outro algos bem maja
qae livrar de tantos males, justamente mereca
< o no me de santa e doee vida.
Disia um nosso corteaSo qae havia tres castas
de casamento no mando. Casamento de Deas,
casamento do diabo, casamento da morte. De
Deas, o do mancebo com a me* ; do diabo, o
da velha com o mancebo ; da morte, o da moca
com o velho.
Ame-se a malhersconselha mas de tal sor-
te qae se nao perca por ella sea marido. Aquel -
le amor ceg fique s dsmas, e para as mulhe
res o amor com vista. Digo perder pela malber
a dignidade e a compostara de homem, a troco
< de Ibe nio contradiser su vontade, qaando
justo qae lb's contradiga. Saiba-se e tema-se
qae tambem ha narcisos do amor albeio como de
c sea proprio. As malberes sio como as pedras
preciosas, caja valor cresce oa mingas, segn-
do a estimacio qae deltas fasemos. Os qoe
casam com malheres maiores no ser, no saber e
< no ter, est j sempre em grandisaimo perigo.
XI
O scalo XVI em Portugal tornon se glorioso
pela heroica revolusio de 1610, qae restitua
patria a independen jia social e poltica, substituto
ao governo de res estrangeiros o governo de so-
beranos naconaes, arrancn o pas do abvsma em
qoe se precipitava necessariamente, omi provin-
cia de Hespanba.
A nacionalidade, assim recuperada, teve qae
sustentar latas contra o colosso hespanhol pelo
espaco de viote e oito annos, e sob tres reinados :
D. Joio IV, D. Afionso V o D. Pedro II. Aps
batathas sangrentas e porfiadas, prevalecen e obri-
gou H-.spanha a reconhecer-lb'a respeital-a, e de
novo foi no congresso da Europa acceita e admit-
tida.
A lingua, felismente continuara a ser fallada
por todo o povo, p >sto qae portugueses desmemo-
riados e pouco amigos da patria a tivessem nio
raro trocado em seas escriptos luteranos pela
caatelbana, coma mis geral o sabida.
(Contina)
PARS, 8 de Agosto.
Estio se prodazindo em Franca e sobre-
todo em Pars, diversas paredes (gravea)
de operarios.
Os terraplenadores (terrassiers), cabellei-
reiroB, limonadeiroa e criados declararam-se
boje em grve.
LISBOA, 8 de Agosto, s 11 horas da
manha.
Sua Magostado D. Pedro II vai bem.
O paquete Congo da Messsgeries Mari-
times seguio para Dakar*
QENEBRA, 8 de Agosto.
Acaba de ebegar aqai Sua Magestado
El re D. Luis de Portugal.
PARS, 8 de Agoato.
O Jornal Le lempt annuncia que o go-
verno de Zansibar ao qual foram endere-
cadas representares pelo ministro da Ita-
lia repellio estas observarles e recusou
leval-aB em oonta.
As relajees diplomticas foram rompidas
de novo entre estas potencias e o gorerae
italiano mandn chamar o seu represen-
tante.
WASHINGTON, 8 de Agosto.
O major Scbofield substituir o fallecido
general Sebevidam no com mando em che-
fe do exercito americano.
t
Agencia Ha vas filial em Per na m buco,
8 de Agoato de 1888.
PARTE OFFICIAL
.Yerno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 7 DE
AGOSTO DE 1888.
Abaizo assignado de moradores e pro-
pietarios da ra do BarSo de S. Borja.
Informe o Sr. director geral daa Obras
Publicas.
Bla kburu Needham & C.Sim.
Domingos Teixeira Bastos.Entrege-
se mediante recibo.
Felismina Mara da Conceicio. Infor-
me o Sr. brigadeiro commandante das ar-
mas.
Bacbarel Fulgencio Infante de Albu-
querque Mello.Concedo provisoriamente.
Felisbina Constanca de Aaevedo. -Sa-
tiafaca os requesitos proscriptos pelo Regu-
lamento.
Coronel Jlo Carlos de Mondonga Vas-
concellos. Nomeio o engenheiro Lycur^o
Jos de Mello para preceder o exame re-
querido.
Bacharel Jeronymo Materno Pereira de
Carvalbo. O peticionario declare o dia e
o termo da provinoia do Maranh&o, em
qae foi condemnado o reo Margal Corroa
e juntamente a pena que lho foi imposta.
Joaquina Mafalda de Carvalbo Veras e
Mara do Patrocinio de Carvalbo Ucboa.
Sim.
Luisa Clementina Vieira de Mello.
Sim, com ordenado.
Mara Lunada Silva.-Informe o Sr.
brigadeiro commandante das armas.
Tbomas Ferreira Maciel Pinbeiro.Con-
cedo provisoriamente.
Bacbarel Vicente Saraiva de Carvalbo
Neiva. "Deferido com uffio de boje a
Tbesonraria de Fasenda.
Secretaria da Preaidenoia de Pernam-
buco, 8 de Agosto de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
O cidadio Alezandre Silvino de Alba-
querque, participou-me ter no dia 7 do
corrente aasumido o exercicio do cargo de
subdeleglo do districto de Alagoa-Secca
na qualidade de 2.- supplente.
Communicou-me o administrador da Casa
de Detengan qae bontem a Ibera da tar
de, falleoen de erysipela, na enfermara da-
quellu estabelecimento o alienado Andr de
tal.
Deas guarde a V. Exc. Illm e Exm,
Sr. desembargador "oaquim Jobo de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O chefe de polica, Francu-
co Dominguei Riba.ro Vianna.
Thesoure Provincial
DESPACHOS DO DIA 8 DE AGOSTO DE
1888
Joaquim Clementino Ribeiro de Britto.
Satisfeito o disposto no art. 282 do Reg-
de 2 de Julho de 1579 e sellado o docu-
mento junto, volte querendo.
Jos Joaquim Gtoncalves Bastos. Satis-
faca o disposto no art 282 do Reg. de 2
de Julho de 1879.
Joio Jos Rib-iro de Moraes. Junte o
Sr. Dr. contador eopia das informales.
Offi-:io do Dr. secretario da Illma. Ca
mar Municipal.Ao Sr. Dr. contador
para sua aencia e fina convenientes.
Mana Hermina dos Passos Lima, Fran-
cisca Ferreira dos Santos. Ao Sr. Dr.
contador para mandar liquidar e escriptu-
rar.
Mara dos Passos do Porciuncula Ama-
rm. Volte as Sr. Dr. contador.
Medeiros &C, G. Laporte 4 C, Anna
Cesar de Almeida Pessoa, Antonio Rufino
dos Santca, Fonaeca IrmSos & C, Manoel
Jos Affonso.Informe o Sr. Dr. conta-
dor.
Portara de licenca de Mara Joaquina
Barbosa de Mamalbaes.Ao Sr. Dr. con-
tador para aa devidas notas.
Dr. Lus Emygdio Rodrigues Vianna.
Haja vista o Dr. procurador fiscal.
R -I..c5-3H dos devedores do imposto de re-
partilo do 1. e 2. semestres e 3 /o ft(*"
dioionaes do exercicio de 188687 e do
imposto de 3 / da freguesia do Recite.
A' aeoc&o do contencioso para os fins de
vidos.
Rodolpho Joaquim de Resende, angelo
Rapbael & IrmSos, Dantas & Bastos. -
I informe o Sr. Dr. administrador da Reoe-
bodoria Provincial.
Officio da mesa regadora da irmandade
de Nosaa Senhora do Rosario do Corp o
Santo.Ao Sr tbesonreiro para seu cq-
nbecimento e fins devidos.
Candida Mara da ConceicSo. Ao Sr.
porteiro para entregar ao interessado.
MARIO DE PERMHdCP
RECIFE, 8 DE AGOSTO DE 1888
Noticia* do Morte
O paquete norte-americano Advance, ebegado
bontem, foi portador ds segaintes noticias:
Asas
Comprebende-se, accresoenta a mesma folba, da 16 do andante, oesta oidade o major Jos Mar-
MCCAQ MOLAS
SCIOHLIDDS.- HTM l
LIIIEBif!
MTlfiU E BRAZIL
PELO
Coudheiro Joio Manod Perora di Siln
x
(Continu *it)
Qoe iicoSer atoraes* entina qaando aa aaiHs
a respaito ^casamentas 1
Rcparllco da Palela
2* aecc&o.N. 746 Secretara de Po-
lica de Pernambnco, em 8 de Agosto de
1888.-Illm^e Eam. Sr.-Partioipo a V.
Exc, que foram bontem rncolbidos
Caaa de Detencfto os seguintes individuos :
A' minba ordem, Innooencio Pereira,
viudos das Alagdas oomo criminoso de fur-
to de cavbllos no termo de Gravat; Mar-
colino Silva, por embriagues e disturbios e
Jos dos Rea Pinbeiro, por disturbios.
A' ordem do Dr. delegado do 2." dia-
tricto da capital, Jos Maximiano Pinto,
por embriagues e disturbios e Vi sent de
Paula Teixeira, por uso de armas defsa.
A' ordem do subdelegado da fregu-sia
da Santo Antonio, Leocadio Benedicto Mon
teiro, por embriagues e disturbios.
A' ordem do do 1." districto da frague-
de S. J"a, Antonio Francisco da Sil
sia
va, por disturbios.
A' ordem do do 2 distrAeto? Pedro Ce
lertino Gooc^Ives por disturbios.
Communicou-me o subdelegado do 2
dietricto do termo de Pao d'Alhe, p r tele-
gramma deaU data, tr prendido a Iaidro
Oordeiro dos Santos criminoso evadido da
cadeia da villa de Cabaoeira da provinoia
da farbybj
O Or. ebefe de polioia dameama provnola,
por telegramma datado de bontem, partici-
pen me ter sido preso no termo de Santa
Luaia de S-bugy da referida provine,
pelo respectivo Dr. jais municipal, o indi-
viduo de nome Joio Leite Cerreia de Mel-
le, criminoaoem Naaarotb deata provincia.
Refera o Commercio do Amazona*, de Manaos,
em 25 do corrente :
< Em Casaada (rio Puis) Antonio Beserra,
homem rixoso e man, assaasinon brbaramente a
Barbosa de tal, dando-lhe dais tiros.
Nio se eontentoa s com isso, e para satisfacer
os seus brntaes instinctos, retalbon com ama faca
o corpo da infelis victima oebendo em seguida am
pouco de sangae qae classificoa dedoce.
Betiroa-se para sua barraca e a voltoo ao
theatro de suas facanbas, quatro das depois para
raptar ama malber, o qae consegaio por meio da
amenes de sea feros bacamarte I
Beserra foi sempre acompanhado por am outro
malvado de nome Sombreira, qae tanto se tem ce
le brisado no rio nra.
Babendo destes crimes o respectivo supplente
dj fubdelegado, Joaquim Carlos Mciel, homem
activo e honrado, convidoa diversos cidadSo e or-
gamsoa ama escolta com o fim de prender a Se
aerra e Sombreira.
Segando nos afirma o cavalbeiro qae nos dea a
noticia dease brbaro crlme, a casa de Beserra
era nm caatello convenientemente preparado par
qaalqner lucta.
A escolta cercoa a casa do malvado aendo qae
dais cidadios puderam penetrar no proprio domi-
cilio da tera.
Beserra preseotindo qae o qaeriam prender, ar-
moa-se e fes fogo sobre o eidadio Joao Francisco
de Almeida que ficoa gravemente ferido .'
Nesaa occasiio travoo se a 1 neta sendo final
m ote marto a tiro Beserra e preso Sombreira.
Esto diligencia foi arriscadiasima, mas grcas
ao puvo termiooa-se logo a qoeatio, e evituu-s
qae o Jury o soltosse por falta do provai.
Bello ezemplo >.
rara
Datas al A de Agoato.
Sobre as occarrrncias de Iqnitos lemos o se-
guate na Provinoia do Para de 36 do mea pas
sado:
< As ultimas noticias qae nos ch'gam sobre as
gravea occarrenciaa qae se deram em Iqoitus, eon-
firmam, cjm ligeira alteraeio, o qa na dias refe
rimus aos oogsus leitores.
B' exacto qoe o commandante do vapor Ara-
guoy da Companbia do Para e Amainas, tdm
preso o'aquella provincia peroana, devido ao des-
embarqae de duna barra de vioho, nao d'aqni
onaigoados, mas eomo presente do meamo com
mandante a ama casa commercial, mercadoria
aqosila considerada contrabando pela Alfandeg
de Iquito*.
Na i est, porm, confirmada a noticia da re-
tencao do c mu brasileiro de Loreto.
Houv- apenas cuofuaio na noticia. O noaso
censal achava-se, eom fieiio, detido em Lioreto,
isto iopuasi bil tado de seguir para Iquius, pur
falta d transporte em nma rmbarcac&o d- guerra
qae podesse garantir-lb> a precisa f.irea moral,
puis sabido qoe nos nltimos lempos as cunsas
afto teem camibbado n'aqnelle departamento de
nudo a poder o representante do Braail confiar
absolutamente em sea prestigio pestoal.
a Com relacaV aos tactos de qoe tratamos, o Sr.
coosuc geral do Per, neata provincia, envion-nos
aa commnnicacoes officiaes, qoe receben do pce-
feto e oummandante geral de Iqaitoa.
a Damos ao publico esses documentos em ana
integra e no proprio idioma em qae foram tanca
dos, afim de qae possatn ser jolgadoa com toda
iseoeao .
Cases doeomeotos alo dopreteito e
te geral de Iquitos.
qae ante a gravidade dos faetos, o representante
do governo peruano tenba langado suas notas com
as dividas cautelas, em ordem a salvaguardar a
sua nsponsabilidade da Repblica ante o Imperio
do Brasil.
Assim, por exemplo, nao fasem as notas pe-
ruanas a menor allusSo ao ultrage ao symbolo da
naco braaileira, nem aos insultos de qae foram
alvo os brasileiros residentes em Iquitos.
Nio trata do faeto de ter sido o vapor Ara-
guay ameacado de nma invasio da foroa publica e
do povo armado de Iquitos, grande attentado que
se nio den, nicamente devida a um recurso de
qae se servio o immediato dsquelle vapor, segan-
do nos disem.
Sssim, da propria nota do prefeito de Iquitos,
datada "3a 8 do corrente, v se que taitn a essa
autoridade, em momento qoe pareceu-lhe critico, o
bem tenso, a calma e a prudencia precisos, para
evi*tfp.manifestac5ea bostis a um povo amigo, ma-
uiiltsfSes qae podiam ter por epilogo horrorosa e
eosangaentada tragedia.
E' de bom conselho aguardar a palavra do con
sal brasileiro em Loreto, j qoe nio ha noticia al-
guma do nosso viee-consal em Iquitos.
Em conclusao, porm, o governo nio pode ser
indiferente a estas occarrenciaa.
No Amasonas nio ha recurso para ama expe-
dicio conveniente.
A flatilha de guerra apenas representada por
ama canhoneira, que nio pode investir i corren-
tesa do rio, e por urna lancha a vapor que, para
6r-se em movimento, precisa de serios reparos.
I mais esti inutilisado!
Chegamos a este ponto na... Amazonia, a
Por acto de 31 foi demittido do cargo de pro-
motor publico de Santasem o baeharel Tariane
Lins Meirade Vaaconcellos, e nomeado para sub-
stitu! -o o bacbarel Joio Fausto de Aguiar.
A's 10 horas da noite de 30 naufragou no rio
Guajar, em frente i ilha daa Oncaa, urna canda
tripulada por dous homens e urna malber.
Esta pode salvar-se com o auxilio de algumas
tabeas, qae se desprendersm da embarcacio, em-
qaanto qoe os homens nio se sabe o fim que le-
veteas
Eram ji 11 1/2 horas da noite, pouco mais ou
menos, qaanda urna oatra canda, que descia para
esta cidade, acudi i pobre muluer, reeolhendo a
a sea bordo.
Chegados a esta capital, o qae se realisou s
2 1/2 horas da madrugada, foi a mulher hospeda-
da em caaa de nm dos seus salvadores, morador
roa das Flores, entre as tiavessaa de Santo Anto-
nio e Quinse de Agosto.
Narra a pobre mnlher, que seus companheires
de viagem a tronxeram do vluj, e tendo-se al
coolisado em viagem, hsuveram-se com impruden-
cia nat manobras, fasendo naufragar a embarca-
oto- i? ..
A naufraga cbama-se Maria Eastachia de Oli-
veira, e domiciliaria naquella villa.
No dia 21, em Gnaraj, no sitio Grurup-miry
suecedeu queimarem-se com kerosene dons filboa
do Sr. Jos da Silva Brilhante, de nomes Simeio e
Margarida:
As 4 horas da tarde do dia 21, por occuso de
am dos meninos deitar kerosene em urna lampan-
na de folba, qae entes accendera, pegea togo o va-
so em que tinha o kerosene qae arrebentando,
commanicQMi as ohammaa em toda a sala e em ro-
da, das duas enancas, cajas roupas arderam logo;
quando acudirm os pas e mais visinbos, que ex-
tioguirara immedialamente p togo, os meninos j
cata vi. nj b-'.rtivslaientfa qoeiwadoa, vindo horas de-
pois a fallecer Margarida e no dia seguinte Si-
meio. a
Horroroso quadro para ser presenciado por um
pobre pai.
No da 22 dea-ee na villa de Sonre um verda-
deiro desastre.
Estava alli em passeio de recreip o capitie Joa-
quim Beotes e sua familia, em companbia de
quem viva a rapariga de nome Estephania, qae
fra creada pea Exma. esposa delle.
Naquelle dis, estando a dita rapariga jauto ao
fogo, este communicou-se s roupas da infelis ra-
pariga, que aaaustada, corre para a ra, de forma
que em qaanto corra, mais se prendiam as cham-
mas, a ponto de ficar toda qaeimada; fallecende
no dia 21, e deixando a familia Beates mergulh%da
em profunda magoa.
Em a noite de 27, quando o vapor Mocoots
navegava aguas abaixo o rio daquelie nome, abal
roou com o Paumary, em frente ao lugar Jenomi
nado Santa Lnsia.
O Paumary soffreu grande rombo em urna das
c ni xas da roda, emquanto qae o Siocode ficou
damnificado na proa, onde partiram-se duas cha-
pas.
Este vapor fea logo agua, acudindo a tnpolacao
que conseguio impedir qae a agua fosse ao porio.
A 29, s 5 horas da tarde, na estrada da
Olaria, em frente compsnhia de bonds paraen-
se, dons Individuos de nomes Berto e Francisco,
por motivos frivolos travaram-se de rasoes, resal-
tando ficar ferido no rosto o dito Francisco, pro-
veniente de ama dentada.
__A 28, s 9 boras da noite, aa travesea do Pas-
sinbo, canto da ra Formosa, dons individuos ata-
caram e ronbaram o Sr. Uaneel Tbeodoro Ferrei
ra Teixeira, levando ama corrente com nm relo
gio de onro no valor de 500J e a quantia de 130
em dinheiro.
__Falleceram : a 31, tarde, na capital, Grentil
Augusto da Silva Nobre, empregado aposentado,
e em Camet, Eaqaero Monico Flix Garca.
A Alfandega rendera em Julho.........
782:822*211.
Maraeno
Datas at 2 de Agosto.
Fallecen a 19 o porteiro d Cmara Muicipsl
da capital Joaqmm Antonio Homem Loureiro.
Plaasir
Datas at 21 de Julho, alm do seguinte tele-
gramma recebido no Maranb&o :
Tberesina, 31 de Jolbo da 1888.
Dr. Angosto Castro.
O 8r. Dr. Viveiros seguio h ntem Csxiss.
Embarque concorrido por amigos, alguna libe-
raea.
a Vicepresidente Dr. Licinio de S. Soaret
Ao exm. Sr Di. Viveiros de i.astio off^receu
o partido consetvador desta capital, no da 6 do
correte mes -sprimeiro anniversano de soa admi-
niziraci nesta provinciaum graude bnqnete em
deaunetracio do alto apreco em qae tinha pes-
ada de S. Exc, e do tranco e leal apoio qae pres
tina Correia, commandante do vapor Therenaue,
da Companbia Fluvial do Parnabyba.
Era o finado natural da provincia do Mar -
nhio e um cidadio eatimavel por anas exeellentes
qualidades.
INTERIOR
ganda e nos batemos por todas as ideas ecano-
micas cima regiatradas e por algumas mais, que
provavelmente se realisario em breve, como coral-
larios qae sio d'estas, nio podemos boje deixsr de
loavar, e muito, quem assim as troaxe do campo
especulativo para o pratico.
(Da Qazeta de Noticia),
mave
para
tara ao seu governo.
A mesa administrativa da 8anto Casa de Mi
eericordia desta capital, tendo em atteocio oa re
levantes servioos prestados por S. Exc. o Sr. Vi-
veiros de Castre a essa pia instiimcio, rosolveu por
nnanimidade conferir-lbe o henrosu tiialo de raiio
benemrito, mandando Ibe entregar o respectivo
titulo por ama commisso com am officio.
L moa no TtUph ne de 18:
De bordo do vapor Paroiwow, na sua ultima
viagtm da Parnabyba para est cidade, atiroa-se
ao ri i um passageiru, de nomo Marcel.ino Martiu
dos Saotoa, que deaappareceu, apesar dos esfjroos
empregados para salval-o.
O inMia pareca ecffrcr de suas fscald.de.
meniacs, pois desde qae embarcara, se eouservara
sil.ncuso, recusando tomar qoalquer alimento-
cfto.
Vinha do sal e, ao qae se snppoe, era praca
di.pensada, do ser vico do exercito.
Fallecen repentinamente no da 16, na porta
da officio do Sr. Joio Rjberto Bibeir, a roa do
Payaauaa, o sapateiro Frederico Paulo de Meaei-
ros, qae ha pouco tempo viera de Casias para esto
' Depois de nrsloogado soffrimsnto fallasen ne
Progresismos
Poncaa veaes nos tem acontecido ter de tratar
de nm negocio de alta adminiatracSo com tanto
enthusiasmo cono o tasemos no momento .fr-
sente.
Acostamados como estarnos, desde longos an-
nos, a ama poltica econmica acaabada, sem
morte, poltica de remendos, de pequeos expe-
dientes, motivada em regra por interesses pes-
soaes, de limitados grupos ou de sonss qae se
querem proteger em detrimento da generalidade
do pais, parece-nos quasi am sonho, qae um mi-
nistro da agricultura se icsolvesse a adoptar nm
programma ls.rgo, fortemente orientado e a altara
das aecessidades actaaea e do nosso grao de civi-
lisaoio.
E eomtndo tres avisos do Sr. ministro da agri-
cultura, e a justificativa de algomas emendas da
respectiva commissio da cmara temporaria, ao
oreamento do ministerio da agricultura, ah estio
para attestar, qae felismeate madamoa de vida e
qoe estamos n'um pais, qae procura regenerar se
e progredir rpida e slidamente.
Approximemos trechos desata trabalhos, e essa
approximaoia fallar moito mais alto, e ser mui-
tissimo mais convincente do que tudo que po
deseemos escrever para provar o nosso enthu-
siasmo.
Em 6 do corrente o ministetio da agricultura
nomeen nma commissio formada de tres especia-
listas, para proporem reducidas as taritas da
estrada de ferro O Pedro II, em relaclo a mer-
caduras e com o fim de conservar a produccio
dos gneros cultivados em grande escala e pro-
;er a de ontros que muito podem contiibuir
a rquesa nacional, e dest'arto assegurar
pela permanencia e variedado daa culturas, o des
envolvimento do valor geral, da producoio agri-
cala.
Vejamos agsra como o autor do avis compre-
bende as vantagens econmicas e sociaes da po
lycnltura e a grande le fiaaneeira, de qae o ba-
rateamento de um producto, dos servioos de reco-
vag8m e dos di re t sequoncia o augmento da receita publica ou dos
indoatriaes :
< Qaanto aes gneros qae em pequea escala
concorrem aos mercados, como sejaa os da pe-
quea lavoura, as de criscio e oa variadas produc
tos flireataes, es quaes muito podem agora aug-
mentar com e novo rgimen do trabalho, e grapas
intredoccio de immigrantes, que o governo im-
perial tem procurado e continuar a fomentar na
maior escala compativel aos meios decretados,
eatudar a commissio as coudieoea da producis
e consumo, propondo com a alteracio das tarifas,
todos o outros auxiiios que convierem a taes ra-
mos de industria agrcola e couberem na aleada
da Poder Executivo.
A variedade das culturas, parmittindo utiliaar
mais ventajosamente as torcas da popalacio na-
cional, e facilitando a prompta collocacij de im
migrantes, qae felismente estio jimio em es-
cata satisfactoria, determinar coosequente aug-
mento da produccio e maior iotensidade da vida
econmica ; o que nio tardar a compensar a di
miuuicio que nos primeiros tempos previr a ren-
da das estradas, como resultado, sem duvida mo-
mentneo, da providencia a que me refiro, e a
bem da qual invoco a aptidio e o patriotismo
de V. S.
O meamo Ilustre estadista, no louvavel empe-
penho de augmentar o movimento mercantil, a
receita das estradas de ferro e combater o preeon-
ceito e a rotina de dar ao servics dos atmocreves
nma preferencia desventajosa s estradas de ierro
e aos proprios donos daa mercadorias, resolven,
pelo aviso de 21 do correato, qae em todas as oa -
tras estradss de ferro do Estado ss compra deade
j o seguinte :
c Conceder aos gneros de exportacio, que pro-
vierem de grandes distancias das esiaoSes da es-
trada, os seguintes abatimentos sobre as respec-
tivaa tarifas, a saber :
Oa 20 [,, se a distancia f jr de mais da 50 at
100 kilmetros.
De 30 i., se a distancia f jr de mais de 100 at
150 kilmetros.
De 40 / se a distancia for de mais de 150 a
200 kilom tros.
De 50 /o, se a distancia for de mais de 200
kilmetros.
Mais isto nio basta para a realisacio do a;u
plano, que foroosamente vastissimo.
Na mesma data de 21 do corrente, fes baixar
outro .vito dirigido aos engenbeiros fiscaes das
estradas subvencionadas do norte, e aos directores
das do Estado, recommendando o comprimento do
do sea avise* de 3 de F. vereiro de 1887, onde se
comeca a sentir o plano governalivo qoe entio ja
tinha, como se v nos seguintes periodos :
c N'ease intuito, recommendei a Vmc. qae se
dirigisse aos centros de prednecio o commercio
das sooas servidaa por essa estrada, onde, con-
ferenciando com os procipaes productores e com-
merciantea, Ibes demonstrara as vantagens de se
ntilisarem da estrada, de preferencia aos outros
meios de transporte, fornece34o-lbes nota deto-
Inada e explicativa dos fre tes dos gneros da loca-
lidade, scompanhada de todos os eeclarecimentos
neces.aros para a melhor comprebenaio e instrnc
oo regulamentarva.
Exig mais de Vmc. qae, depois de estudar a
materia com a atteoco qua soa importancia re
clamava, apreseotasse a este miaisterio minucioso
relatorio de tudo qae tivesse observado, inter-
paudo opiniij a respeit] daa ret.rmas que jul-
gesse necessanas e devessem ser ado,'adas pelo
governo, e autrosim noticia daa industrias e pro-
ucc> das Ucalidades que percorreaae, bem como
do clima, propri. dadea do solo, r gimen das aguas,
eaminbos e ourras circumstancias de nota. >
Para este ministro era indispensavel qae boa-
vrsse urna c moiissao de i.rf amento altara da
Cmara que decretou a lei 13 de Maio.
Esaa commissio mustroa se digna da saa poca
e do ministro pro^reaoisto e reformador, as se-
gnintes palavras do parecer :
< Coa a promolgncio da le qae declaroa ex-
tiucto a escravidao no paia, aceentaoo-ae a neces-
sidade da introdcelo de Orados (ara a substitu-
ci dos velh s agentes do tr^balboda fandacio
ae ncleos unde se estabelec->m os trabolbadores
tstiaogeiros oa nacionae. que qa-iram consti
mir-se pr.-prietarios, preferindu e.tJ rgimen ao
do alario.asim como de escolas iuduatri.es e
profi>siona. a, un le una e outros, e, sobretodo Oa
loarlos e Ingenuos euc uirem meius de preparar
e c mpietar >u< instrucciu, dabilitaudo-os para as
lides du trabalho < da inlustria em suas varia
dissimas m>ni(estac5es.
N'eatas ordeua de ideas, a commissio nio teve
vacill-upes, a, sem fixar previamente o lypo para
asas escolas, prope para o fim de d- .envolver
toes cr- v6-"s, em dittereotes provincias do Im-
perio, a leVeio da verba do ^/* da propoeta de
45:00f a 8UO:0uO0UU. r".ia .cu Mr s urgen-
cias ao BUppruneuto de bracos i lavoura e funda-
ci de nucie. s naefuoaea ou vsiranKeirot, paree-)
commiaio tffiuas a ele vacio da respectiva verba
mais 2,00u.0jo*000. .
Esta ultima veroa fiea assim elevada a.......
5.469:377*045. -
hos, qae dorante tanfts aonos fisemoi a propa-
CorrcpoudeocIa do Miarlo dsj
Peroambaco
MARANHAOs ldiz, 31 de Julho
de 1888
Ao comecar a raer- ver poacas sio as noticias)
q*ie tenho a dar-lhe Ha aqu completa pTfma-
ceira, e justamente por isso qae tenbo aeixads
de enviar correspondencias para o Diario, embora
o desejo que me assalton de, logo qae li a minba
ultima, mandar-Ibe amas indispensaveis corri-
gendas.
Por duas veses, ao menos, os seus typogrspbos
tranatomaram inteiramente o mea penssmento;
para que, porm, o facto se nio repita, pedirel,
de hoje em diente, minha sciencia galigraphica
todo auxilio, de modo a poderem ellea bem enten-
der-me.
Dado este necessarie cavauo, para que os leito-
res nie ajaisem de mim ainda mais deafavera-
velmente do que mereco, entro em assumpto.
No dia 20 do mes paseado, s 8 boras da
noite, a bordo do vsporainhj fluvial J/earim, se-
gairam para Caxias, a msis importante das cida-
des do interior ds provincia, o Sr. Dr. Moreira
Alves, sua senhora, algumas familias e diversos
cavalheiros, tendo voltado todos no dia 2 do cor-
rente.
Ao que me informaos, foi 8. Exc. perfeitamenta
bem recebido nio se alli como nos pontos inter-
medios, sendo a viagem das mais agradaveis.
Em Caxias foi cfferecido um baile a S. Exc pelo
juis municipal Dr. Tito de Lemos, genro do Sr.
ministro da marinba e urna soire em Itapicutt-
mirim pelo Dr. Serra, juis de direito da comarca.
De todua as pessoas que fiseram essa excursio
tenbo oavido os maiores elogios fabrica de na-
ci e tecidos, montada, ha cerca de 8 meses, em
Caxias.
O mschinismo veio tsdo da amerca do norte.
No dia 22 do corrente fallecen n'esta cidade,
victima de urna congestio cerebral o Sr. cor. nsl
commendador Luis Vieira ds Silva, pai do deno-
tado geral Joao Henrique Vieira da Silva.
O Ilustre finado era um cidadio prestimoso e
grandemente sympathisado em toda a provincia.
O seu enterro foi muito concorrido, tegaram
as alcas do caixio os Srs. Drs. Moreira Alves,
presidente da provincia, e Ewerton Maia, juis de
direito nomeado para Grsjah, 1 e 2 ttnentes
da armada Augusto Monteiro e Barres Bsrreto,
major Costa Hodrigoes, importante lavrador e
ebefe liberal na localidade em qne habitava o
commendador Vieira da Silva, alm de ontros ca-
valheiros de cujo nome me nio record* agora.
Pelo descanso eterno do pranteado morte man-
da u partido conservador faser exequias solemnes
no dia 3 do correte.
No 7* dia de seu passamento a familia e re-
aar algumas missss, tendo comparecido muites dos
amigos do finado. v
J tem entrado no nosso mercado grande
quantidade de sssucsr mandado do eogenbo cen-
tral de Vianna, um dos melbores estabekeimentos
que temos na provincia.
O asancar magnifico.
Alli inconte8tavenente que a emancipaoia
dos eacravos nenhum prejoiso trouxe,
No dia 28 do corrente, aoniversario da adhe-
rencia d'esta provincia independencia do Bra-
ail, foi reaado am Te Deum na cathedral e suave,
noite, passeiata promovida pelos est odautes do
lyceu-
Nio passou desapercebido aqui o dia 29, aa-
niversario natalicio da sereniasima princesa im-
perial regente.
Bandas de msica tocaram em diversos pontos
durante o dia ; noite houve espectculo de gala
oo theatro de S. Luis, cantando-se o bymno na-
cional parante a effigie de S. A'tesa. s
Bepresentou-se o Phantasma Bronco.
Os libertos de 13 de Maio fiz ram nma procia-
sioqao foi muito concorrida. Todos ellea traja-
vam de branco, trasendo fachas com as cSresBaa-
ciouaes.
Os vivas levantados R -gante, no theatro, fo-
ram correspondidos com o maior enthusiasmo.
Teem apparecido muitas reelamaedes centra
o procedimento de alguns juises de orphaos, o da
capital sobretodo, que esto entregando, aob pre-
texto de nomeal-os tutores, os ingenuos aos ex-
snbores de auaa miis, embora estas estejam esa
condieea de conaerval oa em suas compsnhiaa,
dando Ibes educaisio regalar. E' nm meio de
prolongar a escravidio....
i emecoa se a pab>icsr nesta capital am
peridico intitulado O Novo Brasil, orgiodo par-
tido (?) republicano do Maranbio. Est no sea
2- numero.
Esse partido urna eousa engracada. Com-
pe-se pelo menos na capital do ex-depntado
Francisco de Paula Bxlfort Buarte, que estova,
como a mi deS. Pedro, nos ares, porque ne-
nhum dos partidos monarchicos o quera, e de
meia dusia de meninos do Lyceu.
E' escusado diaer que o iliustre doator o chefe
do grande parado. _
__ Ainda nio ebegaram aqai noticias do Gra-
jah depois qae para l seguio o Dr. caefe de po-
lica, o que fas crer qae nenhams novid.de tem
ltimamente occorrido.
Si o Exm. presidente da provincia conaegnu-
implantar alli a pas, ter prestado a esta torra
assignalado servioo.
No penltimo domingo, em um airabalde
desta cidade, chamado Oateiro da Croa, oroce- .
dea-se, pela manhi, bencio de urna cpella e
h .uve, noite, fgo de artificio. A conenmncia
foi enorme ; e, contra o costme, pois o povo da-
qni manso e pacifico, houve nm aarilho dos pes-
cados, .
Oversas prscas sahram feridas. Contra os .
desordeiros, qne foram todos conheoidee, proce- I
dea a aatondade nos termos da le.
No dia segninte, como eontinuassem ss festes,
mandoa "a aot. ndade, para la, nma furca de 99
prncas.commaadada por nm alferea de polica. Na
volta o > ffijial entregon o commaodo a am infe-
rior e durante t do o trajecto a forja fea cousas
do arco a velha
O alteres foi demittido e o inferior rebaixado.
Esse procedim.nto do presidente da provincia I
tem merecido geraea applaaaos.
Para a vaga aberta no corpo de polica foi no-
meado" onvmfrrior que, Cum ixeelientea notas,
servia ha 18 annos. Foi um acto de graode jas-
tica e.se qoe praticou o Sr. Dr. Moreira Aives,
sobretodo porque s sbe qae o eaeolhido noaa
smeute p.ta protgelo e amparal-o, o seo sa-
bido tnerecimeuto.
E-quecia me duer-lbe qae fai moito bem
ae Ihi.io a n m ac> do Dr. B Ewerton Maia par. jais de direito de GrajaBsi.
M co honesto, inle.liente, illastrado, eompri-
dor oe .u d-ver. a, elle deve aer o.qu. 1 a mal-
tosa comarca um valioso auxiliar admiaia-
trcio.
Mono digno de loovor o acto do Exm. Sr. an-
nis'ro da ju.tica. .
O Dr. Ewerton Maia eieicia o cargo de jam
substnuto aeto oidade. -.___.
Consto ha dios Gomes de Castro vio publicar m m.nifesto, de-
tlarando se em opposioi as governo ; ate heje,
porm, nio appareoso a grande peca, o qoe os saa-
'i
" #


I
1
%



Dicro de f trasminen---(afeita- (eir 9 de Agostar de-18S&
liciosos sffirsaaan Mr devida Mito de
firme.
A'e icflimicia eramente offleiaee saeoede qnesi
sempre ise t .quando m affastam do sol que ludo
vifioa e pnmnm 01 amigo* encontram-se em
sVsmeo.
Imaginen'ee lei tore qae era promeeie de
indemoisacio aos ex-possaidoree de escravo, de
qae ee tem qaeride tirar proreito serve actual
ente para levantar oa partidanmmfervoro do


o ese/e- 4mb
illaatre conselheiro,. aqai- co,
do* inflis.
3 de Agesta _
__Qreoai a deeeara dejpeqo-te amoro no, qae
levara esta carta e qae huje cheajara 4 este
porto, poseo dar-lhe maia al gomas noticias.
__ Para preeasesaar vaga den id na eosoa-
miesao comeada pee* testar da agenciar productos
para expoeicio universal- de Paria en 1889, palo
commendador Vieira da Silva, diaem-ine ter sido
orneado o eommendador Lua Ferreira da Silva
Santos, agente da United State* and Brasil lail
S S. C.
Por easa companhia se declaran que os volamos
destinados exposico serio conduiidos gratuita-
mente at o Rio de Janeiro.
Houtem appareeen o manifest de qne fallei
cima, e que est aasignado pelos ere. Dra. Rai-
mundo Abiliu Ferreira Franco e Antonio Janees
de Mattos Pereira ex coronel Jos Carlos Pereira
de Castro. Oa dona ltimos sao conservadores' da
ultima hora.
Fallando em nome do gremio do partido conser-
vador, de qae presidente o conaelbeiro Grom-s de
Castro, o qual gremio se- compoe de 12 membroa,
parece me qae os manifestantes se arrogam ama
auteridade qae Ibes faltam.
A oppoaicSo ao prndente da provincia, o qae o&o
de admirar atiento o motiv > allegado para o rom-
pimos t oa attitude assamida per 3. Exc. em rela-
ja > -s negocios de Grajah.
Quena a minora do gremio qae contnuass* a
manter-se ii'essa inditoaa comarca o rgimen do
terror all inaugurado ha perto de tres annoa, por
que oveaiebre desordeiro Araojo Costa, que ag-r
meem est pronunciado oomo iocarao no art. 193
do cdigo criminal, dispde de alguna votos 1
Ora, nenhnm bomem de bem pode pactaar con
aelbante cousa, e justamente por i aso qie o pro-
ecdimeato do 8r. Dr. Moreira Al vea, qne tende a
implantar em Grrajahn o imperio da lei, tem mere-
cido oa aroplanaoa da imprensa maranhemae e de
todos oa born-nade bem, conseivadorea e Hberaee.
Effectivamente as coaaa em Grajaho melbo -
rum. e, pra dmootral-o, copio aqai ama local
de Diario do Maranhao de bontem e que se refere
a noticias vindas d'alli.
Eis m local qae tem por epigraphe Noticia* do
Grajahu:
* Cartas recebidas boje desta localidade affir-
maaa qae a comarca se acha em pas, que as lam
liaa regresaaram eidade, que tilos est&o entre-
gaos aos seas labores quotidianoa,
O Sr. Dr. chefe de polica contina no inquerito
par descobrir os aatore dos factos delietuoses.
Estas noticias, escriptaa por om fuoccionario
pnblico e dirigidas a sua familia, como nos com
manicaram, esto em contradice! j com as pala -
vras do manifest (o da rain-ria do gremio conser
vador) a que nos referimos n'ontra local, a
Segu boje para essa capital a companhia
Bala-brega, que dea ao noaso tbeathro dona mag-
nficos espectculos.
Faeem parte della Misa Syoden e o distincia
prestidigitador cojo nome tem a companhia.
Miaa Syndena executon aqu sobre cipos, tigel-
laa e garrafas, com a maier maestra, lindissimos
trechos de msica, alm de que, passne ans cana
rioa por ella educad a, que faaem cousas sorpren-
dentes. E' precisa ver para orr.
O Sr. Balabrega um prestidigitador qne pode
rivalisar com os mais afamados. E' de urna Um-
ps* enorme o sea trabalbo.
Eu recorcmendo essea distiactiuimos artistas
aoleitoree,egaranto-Ihes que se nao bao de ai-
repender os que oe.forem apreciar.
Tendo obtida a exoneraco que aolicitou do
car^o de teoente do corpa de polica o cidadaa
Ayres Odorioo Pinhero Pasaos, foi nomeado para
subatitoil-o o alferea Antonia Teixeira da Silva, e
para o ultimo cargo o cidadao Ataliba Soarea.
Asaumio. disem oa j orneas, o exereieio do
earg) i 2' juis substituto deeta capital, oara que
foi ltimamente nomado, em aubatituioio ao Dr.
Ewertoo alaa, o Dr. Manoel da Costa Barradas.
ASSEMBLEA GERAL
han* de desjasatea ama orgasaisaaao viciosa, que
tras em anas entranbas o principio mortal. Ha,
como ji dase, meios pretiooe de aniquilar a re-
daair a aero o perigo ; porm, impoasivel sup-
primil o. Si o banco uio ti ver a iacnldade de
empregar os depsitos em descont, evidente-
mente finar prejudionde reoebestdo deposito
pelos qaaea paga 1, 2, 3 e aa vesea 4*(, Portan
to, supprimir oesta bypothese o perigo seria, como
dia no eooaaaanaaaa. aopuisanir o banca; era o caso
NEVADO
BANCOS DE EMISSO
O Sr. Lafayelle dia que a direcca que
teta tomada o debate e a natareaa das duvidas
levantarlas pelos oradores precedentes o conven-
cern de qne aera de grande conveniencia insti-
tuir urna comparacSa entre oa bancos qae o pro
jecto pretende introdusir no pas e qne nos Es
tadossUoidas aSo chamados bancos nacionaea
e o banco classico, isto o banco de fondo me-
tatlico
D ste confronta resultar* eonatderafea diante
das qnaea fioaro virtualmente resolvidaa alguma
ajas duvidas suscitada.
Vai jogareom idea e nsodes elementares cer -
ea do aasampro ; ama necessidade da sua argu-
Katacao, e aera ama convenieneia para maior
reaa.
Os bancos naconaes tem pir objecto as daas
operaeSes econmicas qne caoatitnem a esseneia
d todo o bsoco commercial, isto tomar di-
nheiro a ans para emprestar a outria.
O Sead) sabe qae os bancos aa> instituices
destinadas a reeolher economas qae se achara eB
parsas, para Ibes dar no destino til, nm embre-
go proveitoao.
Em todaa as sociedades da certa civilisaco,
exsrein sempre dispersas diversas saramas em po-
der de particulares, de negociantes, de industria-
listas, qut esperam um certo emprego ; mas, em-
qaanto este emprego nao aerealisa, ellas se cn-
servam inertes, inactivas. Os bancos de depo-
sito e descont tem por fim reeolher essas s-ra-
mas ; e, urna ves recolhidas, elles aa empregam,
de ordinario, em deeeontos.
Couioreh ode se claramente que as panosa qne
depositara taes sommas noa bancos querern telas
ana l'.vre digpoaigia, r> >rqu-- a colloeaco no
b'ini!' 'la ih.a sirapleamnto om pequen juro, de
1 oa 2 *|..
Os depositantes, p i, teas necenidade da con
servar esaas anama aua livre disposico, para
qne o-n3%-a emprogal a sempre que appareea oc-
casio de emorego til, mais rndoso.
Os bneos nao podem onaervar aqaelles cap-
tae isaetivcs, pa de orsawrio pagara 1 ou
2 *[ por elle?, e perianto neeesaitara de ampre-
gal-os. Mas ba oeeeasdade de certa prudencia
nesee emprego, porque oa bese fieaio obrigadoa
a reBtitaii-3s aos depJMtantas boesa de cifre ;
a-sim. de mister qu i elles faenas o emprego a
praao curto. *
O emprega asnal o descont de lsctras. O
Senado sabe em que onaiate o deecont > de lettras
Da negociante realiaa auaa traoaacepea ; de
ordinario, peim, nao ree-b>e a impirtasaoia>
vista, i.s tranaaccoea s> rcaliaadaa asa lettras.
Ora negaess^e besa neeessidae do capital re -
presentado na lettraa ; leva-as) ao banca, eo ba-
en na deseas aa
A 1- ttra comsaercial tem, em gerai, o praio
etos majaes ; mu qoaei nanea sao levada* a
descont seno qaando ji teta decorrid algum
teasso.
A experiencia doa beos esta : qae a let-
traa trasidaa a deaeonto ni rBaatasaaifam, no
prano vencer, maia de 40 45 dina, cinao oa
saisetBMMa.
Cesaptebende o Senado qae o banco, obrigado a
reatitnv oa depsitos no momento esa qne lbe fo
rem pedidas, corre certo rieeo, desde que empn
Se eapital, asesa no deseante- de lettraa de
a 46 dias de praao. Este perigo eviden-
temente nm perigo real ; ha, porm, meios, ha
combinacoea prtticaa, qne o redaaem, por assun
oiser, n aero.
Oa bancos, pela experiencia, sabem qaal -a ue-
ttrada diaria, semanal o oaenaal dea dep-jaitos ;
por ontre lad.>, elle* verificam qaal a entrada
daa importancias das lettras descontadas ; desda
ento e fcil eetabefeeer o equilibrio : ieto a
entrad do deaoooto fornecens arnaataaa necee -
sari a a para faaer face retirad, stoarin saaaanal
sn menea de depowto.
Asaim, pratieam-nte, o penga des appareea ; ,
conrtndo inDCgnvel que ella exista em theora ; e
* drajsle deste perigo sme algn econoaaiataa, dos
nMsocsnadorec imptneavti, doa que, par-
priaMipaa, ata inxoravtiaaajte de
eqaencia em ceoaeqatacii, deolaratn qae o
> psjrns* de Arista I St Qaereis
psswiaji'idade do erro ? Eata snp-
itia.
Bata se referiado vida normal dos bstese.
tas pode apparaeer oa incidente, qae ainda nao
seja a crise ; -pode, por exemplo, dar-ae a bypo-
these de ha ver ama emisso de titalos da divida
publica, ama emiaso de aecdes de companhias
qae i nascem acreditad!. Isto offerece magnifi-
ca ocaasio para emprego de capital; poaaivel,
portaoto, qae baja ama corrida aoa depsitos.
Entretanto, desde qoe este facto nao tome pro-
porcea de urna crise, o banco tem regularmente
oa meios do acudir a restitaico dos depaaitoa :
tem, em primeiro lugar, o producto da earteira ;
tem tambera o sea capital, e, tora das bypotbeses
de crise, a ana reserva inetallic,
Assar tal penga deseppareee inteiramante.
Tamae referido, nesta exposico, aos bancos com
base metalliea; e mostrado como, para tat?a, o
perigo annullado prsticamente.
Considerar, agora, oa bancos nacanaea.
Em tem pos normaes, oa bancos naeioaaes est)
habilitados, cumo os bancos metallicos, para redu -
sir o perigo e vencer a difficoldade.
Adoptando o ayatema do projecto, ellea teem em
primeiro logar os depsitos; em segando lagar o
producto da earteira; em teroeiro lugar nm tere i
do capital, parque pelo aystema do projecto, a sao
empregados em apolices para servir de base
emisso, doua tercos do capital do banco. Sup, o
nha-se um banco qo> tenha o capital de........
30.000:0004; M.QW-.mi si. empregados em
apolices para constituir o penbor da emisso; res
tam 10.000:000*. Com catea 10.000:0 )0, com o
r curso dos novos depsitos, oomo recurso da ear
tara, a baneo pode normalmente vencer o perigo,
qae ibe pode provir, de ama corrida doa deposi-
tantes.
Portanto, diente da primeiro perigo qae a orga-
nisacio baacaria, anda quando metalliea, offarece,
nao se pode tirar c mseqaenoia alguma contra os
baness naeioaaes, p irque elles combatem e vencer
O perigo como o veacem os bancos metallicos.
Proiegaiado, paasa a estadar a questio, qaanto
emisso.
') Si-n-ido sabe qae a emisso urna facnldade
qae nao altera a naturesa esseacial da banco de
depsitos e deeoontos; apenas augmenta-lhe os
recursos para que posaa alargar oa aeaa descoutos.
O bilhete emttido pelo banco ama promessa de
pagamentj; tem curai to faoil c to completo
como a propria moeda; e a raso simples. Pri-
meiro que t .do ha o crdito do banca, qae repre-
senta ama quanti* fixa; ne como a letra, que
pode valer mais oa menos, segando est maia ou
menas prxima de sea vedfcimento. O bilh.'te do
bsoco transiere se de me em mo, iodepeodente-
mente de necesBidade de eodosso, que sampre
ama difffcaldade, porque o endossa eavolve res-
p .'os-biiidade de qnem o faa. Em ultimo lugar, o
bilbetedo banco exigivel .vista.
Um bilbete, oestes termos, poeto em circulaco,
recebido como moada; o publico em geral nao
faa qaesto, p. rqua quem recebe o bilbete da-Ihe
o emprego de moed. Da modo qae o bilbete emt-
tido pelo banco, quando- o baneo acreditado, tem
a m-sma circulaco que a moeda.
D'ab vem que os baneoa metallicos de cireula-
co sao auturisados a emittir urna, aomma de bi-
Inetea mu ti maior do qae o valor da. sua. reserva
em metal. O limite, de ordinaria estabelecido, o
do triplo ; assim nm banca aoe tem de reserva
10.000:000* em onro, pode emittir 30.00J:000*
em bilhetes.
A pnm- ira vista, este facto extraordinario, e
tem provocado at a censara deseea economistas
de lgica absoluta, a qae ha piuca se referia.
O banco qoe emitte. par exemplo, o triplo.sobre
o seu capital* augmenta artificialmente aaaa rea
da elevando-a aa tripla.
Tome-se nm banco com urna reserva de.......
10.000:000* ; elle etnitte 30.000.000* aobre___
10.000:00 i em ouro. Suppoodo que o lucro deaic
banco de 8 '/0, o baaoo triplica o sea luaro, iato
, coml0.000:000 obtem um lacro oorreiponlea-
te a 24 /
Dab vem qae alguna eapiritoa severos coodem-
nam oa bancas de emisso sobre tal base, como
urna institnico anti-jaridica e at immaral. Da-
se : o banco eia um recargo artificial, duas
vesea saperior ao seu recurso real, recebendo p*r
isso lucros que n> pidia auferir.
lato simpleamente um erro. E'certo que o
banco emitte o triplo de seo eapital em metal :
maa tambera certo qae tida a soa emisso cor-
responde a um recurso realmente creado.
Carao fasem os bancos a aua emisso T O ban-
cos taaem sua emiaso pelo descont. Ora, a que
representara os ttulos que veem a descont? Re-
presentara ama riquesa creada.
Mas fra de toda a duvida qae a faeuldade,
qae tem o banco, de emittir urna quaatidade de
biih-tes duas veaea auoerior a aua reserva ina-
ta'lica, cjlloca-o em posico altamente arriscad.
Suppouba-ae que todas oa portadores de bilhetee
concorram a oouvertel os era ama occaait dala.
Ka abi a difiieuldada. Maa na. vida norma' doa
bancos este p-rigo reiasido, e limitado. N >a
tempoa regalares e ordinarios,oa bilhetes nao veo
i couverao. O bilbeta de bauc faa a tunec i d
mo-da ; estes b.lbetes peaetram par todas as ca-
rnadas ssciaes; os portadores com elles obten
aqaillo que querem. como si fjssem moeda ; vao
ba, portanto, oeceaaidade de trasel os aa treco
Mi do se a vesea circumataneias na mercado
que, sem assamir a carcter de urna crieevdeter
minara todivia que um certo numero de bilhetes
venba au troco. Por exemplo, quando a balaaaa de
cmm"rcio contra o pas. Euta os portadores
de bilhetes, para aa afaserem seas compromssas
no eatrangeiro, levam os bilhetes ao banco, conver-
tem-nos era ouro e remettem este onro para o es
trangeiro.
Quando este facto ocaarre, o banco tem o recarao
doa seo depsitos, o productos de aua earteira e
urna parts do aeu capital em ouro.
Coma JAobservou, tem eatadaJg. a qaesto dW
emisiio sob u ponto de vista de om banco de base
metullica.
E" preciso, agora, ver qaal o perigo em relaco
aoa Oancjs naconaes.
Na vida normal,os bancos naeioaaes podem cora-
bst-r o pengn com aa mesmas armas e recur ib
com qoe o podem lser os baneoa asetaLiiuos. Mas
ha o p:rig.i da riae. Vejasnos aob este ponto de
vista, o banco iDt'ai.ico mot bancos nacin es.
O S;nadj sabe que aa crtsea sao, d-i ordinario,
precedidas par ao grande murimea'.o de traiac
coe e de especulacoes.
Rompe a crise; d-se urna procara, extraordi-
naria de dinbeiru para saldar a especulacoes
feitas a crdito; oeste momento os depaaitoa dos
baocee lio atacados e etgutadoi, os recursos de
earteira se desfalcara em grande parte, p rju-
desde o moraeoto em que a crise se pronuncia, uin
grande numero de negociante se arruina e p > -
Loto earteira perde grande pacte de asa valor,
deixando desde logo de ser um recntso efficax para
corabater a crise ; rem u -to oa bilhetes, em uiaaaa.
a troco, e iato ae explica p ir qua a crias abala a
ciufiauca nos bilb*>ted, pirla^tj o seua porta-
dores oa levara ao troco pira ratliaar a sua impor-
tancia em ouro.
nao seja asolado sobre a base do penaarde anoli- -publico em gera
ee. Assim, no dia da liquidseo, arruinaeae> ftitn r salta eatu
baneoa ('rata da, bypothe o da ruina, dua Lir
que a mais grave, a que maia assuata necee as-(
sumpts,) os nortadores de bilbete do baneo ose
tallieosoffi-era enorme prejaiao, emqaantoe porta-
dnre de bilbeteadoa bancos naeionaes nao soffrem
prejuiso algum.
Tem, pon, a direito de dixer qna os banco na-
eionaes, para o grande perigo qne correm os ban-
eoa de eoaisao, offerecem asm garaatia, amaso-
lides qne ote tem os bancas metallicos (epatados )
Pede a attenea do Sen-do para este ponto, por-
que o pnico qae te d relativamente aoe bancos
de emisso provm de bypothese que-est Jlu-
dindo.
Em tempoa normaes, repete, tanto oa baneoa
naeionaes como os metallicos podem viver destm-
baracadamente; mas no caso de ruina a liqnidaeo
de baneo raetallico acarreta enorme prejoiso para
os portadores de bilhetes ; ao m -suoo lempo qoe a
liquidaco da banco nacional evita qualquer pre-
juiao, iato oa portadores de seas bilhetes serio
integralmente pagos.
JO Sr. Silveira da MottaQuando a cauco ebe-
gar para isso.
OSr. Lafayette disentir depai rram pont").
A ruina dos banco metallicos causada pelo
exoe ao da emiaso de seas bilhetes ; ha, parm,
leis ee namica qae corrigen) esse exces ; ha lea
econmicas coja aeco embaraoa at c-r t > ponto,
a nao baver inteneo proposita!, qoe os bancos me
tallieos rxagerem aua circulaco, exageraco qoe
prepara sus mina na-bypothese de crise. Sao treo
usaaa leis. Pede lioen;* a senado paracomasemo
ral-as, e depeia apreciar sua ao;io cora relacle
aos baneoa naeioaaes.
A primeira le a segaiate : toda emisso rega-
lar de bilhetes de banco feita pela operaoo do
descont; corresponde] pertanto, auratriqaesa
creada. Quando o baneo, ne'sa op- raco, e jitte
certa porco de bilbete. uorque surgi mi
qaantidade de nqaeta qae elles representam. Dea-
te facto reaoltasa duaa coas qui-ncias ;asj||a;imeirs,
j teve occaaio de- meoei.nar. .a di ninuioao do
perigo qne cerrera oa bae .a ; a -'gu-i qae a
emisso nao arbitraria, o> deponde em bio u-
to da Tonta de dea bauoos ; raa d nm raovimento de riqueza.
Ora, deade que a omiaao se fas p r easa forma,
nao pd le ser exagerada, e >nta>a situ-ico es-
ta : o baneo emitte certa sarama de biibatea cor
reapoedente ao*ttulos levadaa a descont ; ven-
cido o praaa da lettra, o banco cobra a importan-
ca desta, e de duaa urna : ou recabe bilbete, e
ento "llea sao reoalhidos oa receba ouro ( a by-
pothese de que trata) e neat* hypotbes os bilhe-
tes que fieim gyrandi ten una baae de oiro que
oa protege.
A segunda lei qu : os bilhet's de banco faaem
aa vesea de moeda, e, portanto. pela su natureza
nao se demorara muito na circulaco ; eutraaa esa
hem com a maior fac lida-Je.
Ante de entrar no estud > da terceir* lei ecoa -
miea, pergontar se aaaduaa leis qae acaba de a
diear, nao lm aecio om relaoi aoa baneoa na-
cionaea ? T n-n'a perfeitamente.
Qianto priraeira, oa bancos naeionaes nao
emntem bilhetes a.-uo sobre lettraa trasidaa a
descont oa Bdbre avaaeoa. garantido* por titalos
de praxo curto.
Assim, a emiaao do baneo nacional, estando
neat* ponto snjeita mesaaa lei da emitao do ban-
co metallico, nao por va de regra, urna emiaso
arbitrarla ; urna -raiaao ]as correspan Je i: ne
ceasida lea reaea do oemaaercio.
Agora ett idar a tereeim lei econmico, que
esta : quando ara banca metallico emitte>busiva-
meute urna a uima de bilhetee saperior aneoes
dades do contmercio (i isto possivel, at porque
poden ser trasidoa a deacento titalos fiuticioa,
ttulos di favor, qae na representam riquesa cre-
da) desde qae essa em asao da b ifieto* ni > cor-
resuonde- s neeeaaidades do ceamercio, nao re-
preseotasa riqnisa creada, d-ae un pb-inoraeno
e:onomiM maito conheaido : os bilhetes ti ara do
preoialoaera einparaoao oomo outro ; a depre-
ciaaao d >s bilhetes ajoaaelh* oa seua portadores a
leval- a aa troco, e o troco se elleoiua na razio
do demasiada nombro de bilhetee qae ea achara na
cTCjIaoot
Desde logo, o baneo, advertida pela afil lenam
do grande concurso de notas ao traco, tem de cen-
traba aua emisaa ; e, asaim actuando, a lei prsti
.canate trar em resultado uorrigir excesos de
emisaoes, obnganda oa baicoa a reda sil as aos li-
rair- daa aecu^sidades oammerciaea.
Ora, tuaecioiiara eta lei cora cffi acia e utill-
dade em referencia aos baaos, naeionaes ? S.' oa
> I he tea emittidos por es; s bancos uverera, qomo
a eda, a meama ntilidade qae tea o papel do-?Ea-
t.do, evidente qae na poder* bavec-igio entre
taes bilbete e o pafWl da governo. O principio ora 'Unte.
qwo ratie
tiaade de asa
Si o bao metallico, desenvolvida a cri esgotada a rcaerva de nm terca em onro, elle ba
de arruinarse necesariamente, porque oa perta-
dere doa doau terco de bilbete na encoatrnro
mata caro na reserva de banco.
So hi om meta 4* evitar a raiaa dos baes
metalliao, na bypothese ligara oa, o corso tor
cado; mas nao tratar de caneideral-o agora, por-
que unta aaelsdii extrema, qna tambera pede cer
apolicada coa relaoo aos bancos naeioaaes, nos
momea toa de crise.
OavSMsacoe armiuaase; oe portadores i 2|3
de bahetes do banca metnilieo ficam iateiraanente
pr>jaoaeados.
Eataate aa agora a posico dos bsanos Tiirianana
diaute desse graade perigo dos bancas, o perigo
que ger* o pnica, e diente do qnsn cettu econo
aistae conairaasam a naneo de esties eoaau naa
fraude legal, frauda qne ae nsosbra no dia ea
qne ba grande afiaeaoiaal bhetes-no troco, a qne
a banco nao pd occecre.
Os baneaa naaouseaneano anrdeitamants armn
do para, ote dir seivarea se, oaa* garaatirem
os di/eato doa partadore ee sena lbetea. Nfto
ba da vida qoe, diaaate de urna osase deaa, oa bao-
eos naeionaes tambera se asrnineaa; mas, ao pasee
qne dona tercos doa poitadoro de anete do banca
metallico ficam prejadjeadoa, todo* na portaderas
de Mnete de baneo Metonal oe tasa negaros;
oanfiaoo que regala ; porque o bilbete omitt.d >
pi-la oanca naeioual tem por baae a mes na Oan-
fiaoo* da que oaa o papel moeda. Qaal a baae
do papel-moeda? E a couBanot no Estada. Qaal
a base do bilhete do banco uacianal ? E' acon-
to, uc na apolice qu: elle reoreaeata, e a apatice
representa o crdito do Estad.
Assim,se os bilh tea doa bancas nacionaoati-
verea na circuUcao a mesma aarveotia que o pa-
pel moeda, nao ae dar aga ; e, portanto, aqueili
le, qoe de grande utilidad e eficacia para os
naneas metallicos, na teri tffeito oeaburn coa re-
lacia aos bancas naeionaes.
Mas, asa passiveis combioaeosa por virtnde daa
quaea a dita lei venba a fuacoionar oam relaoo
aos baoooa naciouaes; taea saourna disposiuio
que se acha ua projecto em discuasa e ama das
uainadaa efidreeidna pelas commiaaoea reuoid.a.
Pelo projecto, o bilbete do cauco nacianal re-
cebido naa estneea do Eatado com moeda,legal,
e, todava, elle o maeia legal.
O senada veja quk moeda legal moeda obriga-
tona. aquella qus o oredor nao ple recusac pira
sea pagamento
Ora, o projecto nao d este predicamento a no-
tas dabiiieo; ellas aa recabidas uas eatagoeo da
Estado ; qualquer particular, parm, poda teca
s.l-aa em pagamento.
Portanto, t^raoa um pradicimento em favor do
papel do EiUdo, da qae nao gasa o papel do
banco.
Ene predicamento, pir si a, seria insaffiaiente
para estabelecer um certo agio.
Mas a este reepeito a commiaa ;a reunidas of-
f'-raaerara ama emenda qne vai orear neceaaaria
acate o agio,;-urna emenda deolaraado qu os di-
reitos de importacio e os juros da divida publica
s poluro r pago m papel da Eatado e na
eib bilhetee do banco.
Os direitoa de importa ci em nosaa pas-, segun-
do ..a unimos clcelos, ebegam a r"0:00J:C0j*03C.
Nao sna constantemente neeescaria- to^a eata
aomma ea maesa, pare pagamento desees direi-
t ib ; mas pd-ae calcular que 50 ou 6d.000:0001
de papel-moeda aeri por anno exclusivamente
applicados a etse pagatnanto.
Com o servico da divida interna, despende-se
anaualmente cerca da 16.000:000*
E' verdade qae os oigam-ntos de juros se faaem
em duas fraeces de 8 O0J:0O000O em cada ae-
mcatre ; e a lamtnB empregada no pagamenta da
p-iraen semestre pal ser reprodutida ne se-
guud >.
Mas aqu esto, atis eu menos, pa amen'oa na
iaoortauc'a de 6S.0J0: JJ0W0O, que nao poderlo
ser feitas senio com moeda do govarao.
Accresce qae, pelo metboda estabelecido no pro
j-- 11 e eoa urna emenda daa eoamiasoaa. que ea
autores d projecto sweeatara, matada do papel ea
pregado na eoanpra de apolice ten: de sar incine-
rado. t
Portanto. ple-se raso i Vilmente suppar qe
barer agio para o papel do governo, que gasa de
prolicamentoa que nao tea ua natas das banco
naeionaes.
Deste modo, a lei de qne o arador ha soaso fal -
lau aoder atacar, peder entra* em actividade
noa baueoe nscionaus, se bem que nao oam a mea-
ma eficacia com que ella antlia noa bancas metal-
ttcaisa
Mae auppoaha-ae, or argameno, que easa lei
nao exarca fuceco alguna para abrigar oa ban-
eoa naeionaes a iecelateaa anua bia%ntea.
Dir que, oam relacia aoa bancos nacisnaea, a
teedenea para abusar, consLstiada em emittir urna i
qunetidade da bolbetea superior a neeeaaidades
do marcado, trace. Saba ao que, pelo angmen-
to da emisaa, oa bancas snetalliess taa grande
lana ; .aaeisn, alevaaejo-a o tripla, podea Iripli -
car aeu lacros. E' por isso que oa bancos de
enea lea granate tendausia par* exagerar ana cir-
culaco; maa oa bancos nacionaaa na ten ata-
rea a- naan nissa, porque
circulaco nao atignsunta. pela mesma facm
anua iuares. Deanais, sua circulacj cerrespon-
de saannre ao capital eealisado, que ranMaeatado
par apolice.
Ganeeanatntesneate, sob este ponto de ontra na
ha raso para eoademnsr os bancas uacioaasuu
Tajan estacado a bancos oaeionae, ene paran
e das eonsideracoei qns tem
corollario importa ntsaimo ; os
heaMoa nacionaea offereoem ae publico, a peaaaaa
qne entrara com elles em- relacoea, garantas de
maiar sslidea (er qae o tem demonstrado) do qae
oe bancas metallicos.
Mas preciso qae essee bancas vivara, que es-
ees bsneos se possam fundar ; o nenham banco
*ive, nenham banco se tunda sem interese dos ac-
cionistas.
fi'nrecao sem david-t qo* oe bancas ofiereeam
ao pnblico todas as coodic5;s de solidez, aas
tambera precioo qae offereo-tm a sen acciania-
taa a easprebender a organisaoae- da taeeestabe-
lecimentes.
Encarar i a qceato daa lacra das banco, de
baiio de dous pontos de viata : ea primeiro logar
como baneoa de depasito e de deaoonts,- dtnoais
earaa bnareas de emiaaa.
Os bajajues de depositan e deeeanto 60 tem es le
era qae Ibes das js capit-es eoapregadoa as auaa
tranaaccoea; o part la qau ellea sabem tirar dos
depsitos to soso u'e o qaj ibes d o lucro....
Um Sr. SenadoEjas d fterencaa de juroa.
O Sr. Lafaiette...Sem dnvida aa differencas
dos juros entre os dinbeiros que recebem e es que
euipreetnui.
Oa baneo de circulaco com baae m-tallica,
emi'.tem o triplo. Estes bancos ten os meamos
lucros que tm os bancos de deposito e de deeeon-
tos, maa tm' ainda mais oa lacros qae Ibes di o
excwso de* bilhetes sobre a aua reserva.
J observon-que o banco que tiv.-r urna reserva
de 10.000:000*, c emittir 30.000:000* obter o
lacro de 24 /, ao auno.
Oa baneoa nacionaea nao podem dar taes lu-
cros ; mas ainda aaeimdo mioiee lacro qae os
baneoa (jue t o a > de deposito e de descoutos
Aos bancos naeionaes accrescem oaja-os das,
a plices, no presente caso, de 4 1/2 /. ; juro se-
guro, qae nao ataaevido par desp saa geraes on
de adatnistraco. Ta podemos ter oa bancos
metillieoe, como demonstrar ; pois, grande
vantagera poi r ter bancis nacionaea qae, pre-
Btand'i grandes ^e.-vic a, da mais lacra do qae oe
bancos id de dep sito e deaeontos.
Anda mai: a apolieor iitj capital raorto ; o
prec-) qua o governo roeebe pelas- apoliees que
emitte de ordinario empregado em despesas in-
fructferas ; a apolice um capital raorto, que ;
vive pelos juros que o Estado paga. Mas cora o
systema dos bae e nacionaea, este capital revive
e entra com tod. effetividade di circulaco.
Considere-se qailquer doa nosaas bancos, o Bao*
co do Brasil, por exemplo, que tem 5 ou 6 mil
cantos de ap 4ices. Qie vantagem na seria pira
elle ai podeaae emittir 6 mil cootas sobre essas
apolice ?'Tera o lucro que a apolice di daa jaros
pagas nelo Tfi sr pital effecti vanante empregado no comtnercio.
Est convneido qu-, si ete projecto passar,
com as emendwa propaatas pelos seas autores e
pela coameeo>s, oa 'ancos nacionaea se natura-
lizara na nasso pas, e podero com toda seguran-
za aer eostabelecid em grande numera.
A' aqu tem studado os bancas nacin e, sob
o panto de-vista,da" '-guranpi queoffereoem ao
poblioa era _'erai, e da vanta^ana oa ioteresses
que dellea palera Mferie os accionistas. Mas os
baera aacionae^, como sao organizadas p-lo pro
jeeto, est) einr--caa immeliata com aa financaa
do paii; deve, pas, aprecia! os sob'esto ponto de
vista.
Qu inio os aut i e3 do projecto. o arganaaram,
tlverara em vista d .tic o pas cam baocos que Ihe
pideesem prestar aervio/ia ; maa que aobretudo
oenatituiaaeraiinstruaentjs que pndossem augmen-
tar aeircolaoe, qae Ib-i padeasem imprimir certa
flsxibilidida, augmentando a oa dimiauado-a, se-
gundo aa necessidadea ommerciaes. Assim, se-
gunda' o plano du proj-cti, os baneoa paderam
emittir, sabr apoliees da divida publica, una
quantidade de bilbete ; marcou-se 200 mil cont
para o maxuno, c esg.itada esta mximo, ter-se bia
augmentado a oircalaoo em 200 rail cautos.
Iodo, parm, o projecto ia commiaiea reunidas,
ellas tomaran em eonsideraoa outro panto de
vista ; estoanlo a organiaaoo deatea bancos,
coaveuceramree qae elles constltaiam om iostrn-
raenta admiravel para resgatar o papel moeda ; e
cnti propoaerara qoe a importancia deaee papel,
em pregada na compra das apoliees, fosee toda in-
cinerada.
Diante desta emenda, os autores do projecto ti-
verara de poniertr sobre o asanmpto. Si accei-
taaaem em absoluto a emenda, oa-bancas fiesriam
coovertiJos em inatruraento de rsgate de papel-
moada ; mas deixivam de ser instrumento para
augmentar o aeio circulante. .V vista disto pro
curaram indagar sino baveria um meie termo,
isto e, si o baneo na poderia ao mesaso tempo
resgatar papel-moeda e augneutar o meio cireu-
Eate meio terma foi echado, e consta da emen-
da que os autores da projecto submetteram con-
sideracSo d Senado ; diapoa essa emenda qoe ser
incinerada na- toda a importancia emprigada ua
Compra da aaolttte, mas tsb somente raotade.
Aceito este systema, oa banco continuara carao
cambinaoo par augneatar o meio circulante,
parque, ca ficil de d.-raonstrar, elles accres-
centam a quaotided* da papel-auod. incinerada
ama quantidade igaal a easa a mais oitro tanto, e
p ir outro laiu. a ineiiiToio de tnetade, fax com
qua u banco.ffsctivamcnia regate papel-maeda do
Estado.
porque taes bancos na emitiera um so bilhete qoe da os coa o baes netailicoi, coa relacSo ao
No seu ponto de viata, partiram oa autorea da
emenda deste canceta : que o o.sao meio cjrea-
laate existente absolutamente insuffieieate para
as neeeaaidades di paia. Eata prnpakic*o tem
aido contestada, ce meamo que alguna dos orado-
res qae precederara a puaeram em duvida.
O Sr. Vise on de de Oar-Preto~O nobre sena-
dor pelo Rio de Janeiro, Sr. Pereira da Silva.
O Sr. LifayetteCamo um dos objectivoa prin-
cipaea dos baos da emiaao aupprir o meio cir-
culante necesaario, a^duzir rpidamente algumas
coasideraoSB petas quaea as verificar a verdade
daqu-lle coaceito.
Em primeiro lagar, curapre verifiar a qaanti-
dade de meio cisoulaute exiatente. No relatorio
de 1837, do nobra aeoadar peio Rio de Janeiro,
ex-ministro da taisnda, deolara-se qna o meio
circulan ta esta va redolido a 184.335:294*250,
inclnindojaa- nesaa aomma 2.000:000*000 que, em
virtude da lei de 1885, fra emprestad ao Banco
de Ura* 1.
No relatorio do actual Sr. Ministre da Faaends
l-fi qae o maia circulante, compr.. bandeado s
as natH da governo, aaeende quaataa de..... .
188.86*263*000. Maa preciso notar qua forano
inciue.-ados 7.00- :000*0J0, reagatados cura a, no
portoneia do imposta do sello, e pele Ranea do
Brasil l.OO:OO0tOOw Dasoraeque iautiiiaeram-
ae 9.OO8:OOOO0J Dedusida esta Bommt rioa....
18i:00O*O00 (excluidos os 2:0004000 emprestados
ao Banca do Brasil, per virtude da lei de 1885)
restara 173:ODO*OO( que coagiitaemopapel moeda
m eirculacio
O actaal Sr. Ministro da (Fasenda dan que ha
em eircuiaej) 188 rail cont, compreheadendo n
emiaso feita por virtu da lei de 1885 para em-
preetitna aoBaoce do Brasil e ao Banco Interna-
aion -I- Si ae comparara estas daas aomma, ebe-
ga-se a este resultad : que ha em circulaco
bilhetes emiitidoa por cuota da lei de 1885 na im-
portancia de 15 rail cinto; mas diurna neta, que
o Sr. Ministra da paaenda comrauotcju ao orador,
verifica se que a quaatia de bilhetes emit.tidos
por virtude da lei de 18S5 est redolida a 10
rail cintos. Portanto, teosos em crculac 173 mil
ooatoa ; de papel moeda do governo, daqnelle que
permanece defiaitivamente na oircalaoo; e 10
rail cantes da bilhetes por virtude da lea de 1885
Nao calcula com oa bilhetes da le de 1885. Este
empreatimi.tem pra>, e, realisado o pagaraeo o do
eraprestimo, oa bilhetes aa reeolhidee e ioatiIma-
da-. Asaim, o qae ha de real iato ; qae temas
actualmente 173 mil contoa de papeol moeda.
O papel dos bancos orea pela aomma do......
16.419:100*000; senda do Banco da Brasil......
5.276:850*000; da Sanco da rVth.a, 975:550*000;
do Banco do Maxauba, 166:7004000 ; itus isto c
gamma cam que nao clcala, porque oa bancos vio
ooaervaudo a legislaoo existente, e, em um certo
numero de annoa, essa circalacaest.r rec>lhida.
Pjrtauto, .repete, temas em circulaca 173 rail
contoa da papal maada.
Ora, pevguata si eata aomma suficiente para
aa tranaaccoea era toda a imperio? En pumeiro
lugar, temos 20 provincias que ao 20 pequeo
estados. En cada urna destas provincias f^x se
deepesa coaaide/avei com honorarios a fuacciana-
rios publicas da arden administrativa, ordera ju
a exageraco de saa diciariaedaelasaa milita*. A provincia t^m
tambera os seas faaec:oaariog, can o qaaea dea
pendem 'r-aadea sommas. D'aqui resulta que nao
a o governo geral, como oa governoa provmciaea,
precia im ter, para o pagamento doa seuo foacciov
aarios, em cada ama das provincias, ama aomma
cans lerave 1, E note-ae qae catea pag* meatos de
honorarios se faseto mnsalmea.e ; um emprego
qae pela i as. natareta, exclae a posiibilidade de
qoe a mesa. le maeala, f.ciea canto
praao grande u-i uaro de tranaaces.
Mas nao b iato. Nos temos no imperio 6
grandes pracas commercia-'s : P.r, Peroambuea,
Babia, Rio de Janeiro, Santas e Rio Grande da
8nl. Al praoas do norte sao prao.s autnomas,
na tm relacoea com asjpraoas do aal. Aa
traoeaeces commerciaes de Rio de Janeiro e
das provincias qaa.fisam ao snl do Rio de Ja
neiro, com as praoaa do n irte, sao inaignifeautia-
simaa. Vem noi algum asnear da provine da
Bahia, e algum algodo, agora sobre todo eota o
degenvolvimeoto dae fabricas de Sacio ; mas estaa
relaco.-s caraaseveiaes sao de muito diminuta im-
portancia.
Af tres pracas daarte targrande moviment.
commercal:. e, para fofraar idiia da aua irapor
tancia, basta a:eade i iapostoa arrecadado
pelaaalfandega. Pode a : dixer que.em cada urna
deasas pravas, arrasada-se meosaaenta mil como
de impostoi. lito preaappSa tranaaecss muito
importantes e avahadas. Ora, essas pracas qoasi
nao tem relac6ea com o Rio de Janeiro, sao aut-
nomas; portanto ellas precisara de grande qaan-
tidade de meio circulante.
Accresce, como ha poacaa dias notou o n:bre
aenndor rrorMrn, o Srr Visonde da Oaro Pretnv
que nao lemas eetatoetecimeotoaqoe posaam, p loa
meios de crdito, snpprir a necessidade do meio
eircnlante.
A praoa da Rio de Janeiro, qae a sexta prica
do mundo, e que teto traeaaccde de maior impir-
tancia, est tambera privada, par ess recursos de crdito.
Ni mesmo casa acba-se a praca de Santos.
Temos n do R o Grande do Sol, aue ntretem
algumas relacoea cam o Rio de Janeiro, maa man
tem remedes directas com a Europa
J se v qae tadaa essas pragas precisara, na
falta do moeda hincara, de graade aomma d' di
obeiro, e cao ba outro siuo o p.p-l mi- ia. Dea.
te temos apeoaa 173,00-1:1)00* p.ra supprir a to-
das as nessaa cecesaiaadea, em orna extensa vas
tissima, porque aqae'las pravas cimprebeaden cir-
cumscripvOes muito diatantea urnas das ontra
Nao a isto. O 173,000:000 aa absoluta
mente uautfieierrtea para a neeeaaidades creada
pal le de 13 de alai o ultimo.
O Sr. Dantaa Apo-.ado, ella, vem aggravir s.
defieieoea.
O Sr. trtfyette Ni bbWbbbbM 700 mil cscra-
vo. E' natural que deste numero, 400 mil esti-
veisera effectivamente empregados na lavoara.
Esta gente, ou os coleaos que a ba de substituir,
vencero d'uqui por diaote sahria. N .te-se qae
as laceadas d: caf eato espslbadas p r tres
grandes provincias; cada fazenda distante da
oatra, e sem commuaicaca uov.a con outras. O
aalari tem de esrpago pir dia, por semana, par
qainaena, oa por mes ; isto oresappS* urna gr>n-
de aomma de eapital derramada ,-> ias fazeuUas ; e
tambera um emprego que, pela saa oBtures, ex
clae a poaaibilidade de que ama aomma pisaa fa-
aer dirFereates operacss u'ura prsa curto.
Si tala es'a papala(a, qu? recebe sulario, es
tivesae concentrada em urna pequea rea, com
cramunicaei baa e fcil, earaorehende-a qat
muir menor qaantidade de moeda pudeasa aer
auffi tiente para u pagamenta de aalarioa ; parque
dvi se a poasibilidade de qu- ama meara i s ra-
ma fizeaae diversos aervigos no decurso de corto
piazi. Maa na ae d isto. Tem ouvido a alguna
horneas pratieos a osguinm avaliaco : que ha pelo
nenas necessidade de 50.0)0:000* paru serum ex-
clusivamente i-mar-gadva na pagamento doa sala,
ria qne a Uvon^a d'-.qiii ira diaote ter de pagar
diaria, semanal oa msosalrnent*.
Estas oonsideraed is ni p.den deixar de ser
reputadas de valer.
Ma dir que temos tamben argnmntog direa-
tos e positivos, a allegar um dellea.
O Senada sabe que as casa eiificalat n i re-
gia central ds noisa oapital, sao quaai toda ce
tupidas pelo cainmereio ; qae esta regia i acha-ee
coberta da casas ba ramea anuos, e qae hoje nao
possivel augmentar o seo numero. Ple ae
tranafai ruar una caaa em duaa, ou faaer de duaa
urna; maa a capacidade das casas nao ple ser
augmentada, parque a rea est toda tomada.
Por ontro lado, o cammerejo ao contra da cida-
de tem creaeido. Verifica-se isto pelo imposta de
industrias e profisso s, qua cresce do anno para
anno, o que quer dixer que o commercio da nossa
cidade cresce de sana para anno. D'nhi o se-
garata resultad; qua h um miior procura de
caa&a ; maa qaa a cfferta sempre a mesma.
Entretanto o Senado naturalmente nao iguora o
phen amano qae se est paseando.
Casas qae oatr'ora eram vendidas Dor 50:000*,
boj i uo o sao per maia de 20:000* ; caaaa que
eram alujadas por 7:090* boje na acbam mais
de 3:C00*. O que quer diaerque o meio eircnlan-
te, pela aaa randada, augmenta de Valer.
' tambera argumento importante o qaa so cb
aerra cora os descontoa. E' notoriamente sabido
que, de certo tempa para c, oa descontoa no Rid
de Janeiro sao, comparados com o deseontss na
Europa, elevadissimoa. lato quer tambera dixer
insuffiaiencia do meia circulante, randade da
moeda.
Ainda ha antro argumento : sabido que, no
Rio de Janeiro, graade numero de negociantes tero
procurado ubter dioheiro sobre garaatia de ap'o'i-
:es; garanta verdadrlra, a, e, entretanto, os ca-
pitalistas disem : oo podemea emprestar, por
qae falta-nos moeda. E eat informado de qne
ama garaatia de libras atcrlinas, foi tfferecida
para aobre ella emprestaras papel-moade, e Do
se pode realisar a operaco.
Ha um argumento para o qaal sppellam : dis-as
que o cambio demonstra que o papel-maeda est
depreciado cora, relaoo ao oaro.
Deve observar qae, em 1883, quaudo os phano-
menos na se aehavam claros como boje, o argu-
mento alludido sedusio o orador, e no seq relato-
rio camo ministro da fasenda, sastenton easa opi-
nio.
Autu-laieute, porm, os pheaomeaos apresen*
tarase com extraordinaria clareza ; e, reflectiado
aobre os faetca, couvenceu-se o orador de qae a
deprecisco que Be sent, comparando o papel -
moeda-com o oaro, as opera coe de cambia, na
tem a sigoificacjlo qae se Iba quer dar.
Pede licenaa para adduzir algunas considera
coca, c im o fim de demonstrar este cenceito.
O Senado sabe qoe o enrabio regalado pela
balance do commercio, a qual oaeilla par, maia
on para menos, conforme a pracn ds que ae trata
c.edor de maiorea ou menores, quantias de ou-
tras pracia. .
Pede licenca para eatadar, em poues palavres,
iato que se chima balnnoa.de commeroio.
A bata oca da commercio representa a divida de
um paia para cora o eatrangeir em face de eru-
dito que esae paia tambera tem para com o eatran-
geiro. O eredisp do paia sobre o eatrangeiro na-
turalmente representado em grande parte pela ex-
portaco e o debite pela importaco.
Toman o praio do ultimo qutnqnennio afira de
verificar a raiaao em que a caga exportaco eat
para con) a importaco (U)
do
.mpoetne*, eao.que .. ., d commereio
no. avor-vel em 81.000:000*000; por mdi
.anual; ent.eU.to, errar.a redondamente quera
diasnen. qM a balance do conoci nos em ab
aoiiito, favoravel. ~
Nao ba davida qae as tabella da fnj~,.
relativa, irapo-t^. exportlea'! S?i
verdade ; maa acontece qae, regra geral oa es-
portadores da as alf.ndegas valor menor do
que as mercadoria tera, afira de attenaarem oa
lireitos de eotrade nos pases onde ellas vo ser
importados.
Asaim, o valor real da exportacla maior
qae o m-mifeetad as tabellas respectivas.
Consideremos a importaco. Ao valor d'ejla em
primeiro lugar ae dev- accreaceatar aa impirtan-
tee naao qna o governo diapeo.de na Europa
om pagauento dos ser vicos da divida externa,
yenciraentoe d corpa consular e diplomtico, ja-
roa (.'rentidec a empreaa de estradas da fer-
ro eti. >
Lea no relatorio do actaal Sr. ministro da fa-
aend i o seguiute : qne desde 1 de Abril de 1886
a 30 da Margo da 1887, o governo remettea para
a Europa 49.000:090*100. A esta impirtaacia,
cumprnreuair as d-tprz. qae ser) determinadas
pelo servioo do nevo emprestimo; p-ortaato, as
desposas que o g-verno tem de faaer no esrran-
geiro aero elevada m lia de 50.000:0004000.
Maa, na s ias >; grande numero de porta-
gnezes qui vn ao Brasil fazem aqai saa tortuca
e dep>is retirara se pira a Europa, deixaooo de
orduian > seu htver-s empregados em apolicea
da divida publica, em obng.go-a di coripinaias,
em faa los de eociedadea de n me eallec'.ivo, era
predios, e recebem all an loaltoeute a renda cor-
rean radente.
Leu m un doeamento portugus, de 1883, que
o gavrrn d Porfoj;al cal-ola o dioheiro qu? an-
nualra-nte emigra do Brasil pira hqaelle paia,
debnx. dVasa qpalifi-aglo, na iapartaoeie de
10.0 0:0004000 T res, iato 2O.O0O:0OJ400O
de nesaa naeda. Eata s m na, reunid i aos
50.000:0004000 q ie a g,v-rni diapeala na Eu-
ropa, p.rque, preciso que ae note qae, easa au-
sencia de dinh-iro a ;o; era economa poltica
ae cb mi abienthei8'n ; dinheiro qua aabe e
em retar-n do qu.l nada noa ven Ah es'o j
70.000:003*000 annuaes.
Amia mais: o Bna'l na ten navegacl> iuter-
attlautica ; aosso coran.-rcio feito por navina
estraugeir.ia ; partant-, o fr.-te do transpjrte das
mereadoriaa importad da Europa e doa Ettidos-
Unidea para a Brasil pago ao eatraogeiro ;
aotande-se qae o prego da transporte nao in-
cluido na valor, qu \ oaa alfandegaa, se attribue
s mercaderas imparradas. Ora, nm economista
da Eu-npa calcula em 5 % o frete. era nligSo ao
val:.r da importaco. Sab esta base, tomada a
mlia de iuaaa impirtaglo, rh'gar-te-ia a b mil
coutos Reanida esta importaucia a aquellea 70
mil cootos, teri-mas 79 mil confia.
(Contina.)
PERHAIBFCO
RELATOHIO SOBKE O aOVIMENTO. DO LYCEU
DE AETES E OFFICIOS NO ANNO DE 1887
APRE SENTADO A DIRECTORA DA IMPE-
RIAL SOCIEDADB DOS ARTISTAS MECHA-
NICOS E l.IBEKAKS.
Secretaria do Lyceu de Artes e Officios, 16
de Dezembro de 1887 '
Illm. Sr.Tenho a honra re passar s
maos de V. S. o relatorio do movimento
do Lyceu de Artes e Officios concemente
ao auno corrente.
CURSO LECTIVO
Frocedendo-se a matricula para as aulas
do curso lectivo, em Janeiro, foram ellas
abertas em 3 de Fevereiro, e trabalharam
regularmente at 30 de Novembro.
As aulas que funecionaram durante o
anno foram as seguintes :
l.*-cadeira de Portuguez para crianzas.
1. Dita dita para adultos.
2. Dita dita.
3. Dita dita.
Francez.
Inglez.
Arithmetica.
Geometra.
Geographia e historia do Brazil.
Desenho linear.
Dita de ornatos e figuras.
Dita de paisagem.
Msica.
MATRICULAS
Foi bastante lisongeira a cifra a que
attingiram as matriculas no corrente anno,
demonstrando assim o conceito que vai
imperando a instituicao no espirito publico.
Matricularam-se 427 alumnos, e este ven-
tajoso resultado revela o crdito que j
goza o Lyceu de Artes e Officios, e os es-
forcos empregados pela digna associacj&o
que o mantem, para eleval-o ao grao do
necessario desenvolvimento.
Pelo grao de idade dos alumnos matri-
culados, segundo o respectivo livro, cons-
ta que foram de:
5 a 10 annos....... 9
f -too
......195
......43
-ix
11 a 15
16 a 20
21 a 25
26 a 30
Maiores de 30
Total .... 427
Segr*ndq a sua nat^uralida foram de
Pernambuco...... 367
Parahyba.......... 20
Rio Grande do Norte...... 11
Bahia .
Portugal .
Cear .
Alagoas .
Piauhy .
Rio de Janeiro
Italia .
7
6
5
5
3
2
X
Total .... 427
Segundo o grao de profissSo consta que
foram:
Comparando, poia, lamento a tzpavtoeio ma a
A16ateB .
Armador .
Barbeiros .
Barriqueir. .
Balueir,os ....
Cabelleireiro .
Calafates ....
Carapinas ....
Oarpnteiro .
Chapeloiroe .
Charuteico .
Cigarreiros ,. .
Commercio /'. .
Copeiros ....
Corrieiros ....
Cozinheiros .
Criados.....
Desenhista. .
Destalajater. .
Empalhadores. .
Empregados pblicos
Encaderaador. ,
Envernisador .
Esculptor ....
Esudan4ei3, .
Ferreiros ....
32
1
4
1
2
1
2
8
1
5
1
2
16
3
2
2
5
1
1
2
13
1
1
1
44
14
l


tanantaeo-^nfaite*
1



li
fc
i
1
k
i
i
4
1
3
1
24
5
1
1
2
5
5
2
1
1
10
2
22
2
ogueteiro........
Forneiro........
IPunileiros........
Gravador........
Lytographos.......
MAchinista. .......
Marcineiros.......
Marmoristas.......
Msico.........
Militar.........
Qurives.......
Pedreiros........
Pintores......<
Polieiros......-
Pratico.........
Refinador ..,...'
Sapateiros........
Sergueiro8.......
Serralheiros.......
Talliadores.
Tanueiros......... 6
Telegraphista.....
Typographos ...... o
Sem declaracao.......
Total .... 427
Cumpre notar, porm, que o numero de
matriculas por materias, elevou-se a 580
ao passo que o numero de alumnos matri-
culados foi de 427, sendo esta differenca
devida a muitos alumnos se terem matri-
culado em mais de urna aula, como consta
do seguinte quadro:
1.* cadeira de Portuguez .... 196
2.' Dita dita........59
3.* Dita dita........31
Francez.....> jj
Inglez..........
Arithmetica.........
Geometra ..,.. **>
Historia e Geographia..... '
Msica........ '*
Desenho linear.......
Dito ale ornatos e figuras .... 26
Dito de Paisagem......27
Total .
CORPO DOCENTE
580
Leccionaram as diversas aulas do Ly-
cou no corrente anno os Srs. professores:
Antonio Jacinto de Barros Correia, 1.*
cadeira de Portuguez, para criancas.
Raymundo Theodoro Godinho, 1.' cadei.
ra de Portuguez, para adultos.
Dr. Antonio da Silva Guimaraes, 2." ca-
deira de Portuguez.
Flix de Valois Correia, 3. cadeira de
Portuguez.
Dr. Jos Horacio Costa, cadeira de Fran-
cez, e o Dr. Bianor Gadault Fonseca de
Medeiros, que terminou o anno lectivo em
substituicSo quelle Doutor.
Dr. Camerino Facundo de Castro Mene-
zes Sobrinho, cadeiras de Inglez e Arith-
metica.
Dr. Olinto Victor, Geometra.
Dr. Joaquim Thiago Lopes da Fonseca,
Historia e Geographia.
Antonio Martins Vianna, Msica.
Luiz Prazeres, Desenho linear.
Alfredo Ducasble, Desenho de ornatos
e figuras.
Jeronymo Jos Telles Jnior, Paisa-
gem.
O Sr. professor Flix de Valois Correia,
exerceu durante o anno o cargo de direc-
tor das aulas, por designacao da Directo-
ra da Sociedade.
EXAMES
No dia 5 do corrente tiveram lugar os
exames dos alumno", ia 1." cadeira de Por-
tuguez, sendo o acto residido pelo Dele-
gado Litterario do d stricto, o Sr. Dr.
Olympio Marques da Silva. Foram exa-
minadores os professores das duas primei-
ras cadeiras de Portuguez, presidindo a
banca o Sr. professor Flix de Valois* Cor-
reia. O resultado dos exames foi o se-
guinte :
Antonio Galdino Ferreira das Chagas,
approvado com distinccSo.
Hermenegildo Amaro de Albuquerque,
approvado plenamente.
Antonio Ignacio Barbosa Filho, appro-
v,ado.
Liberato Ramos da Silva, idem.
Joao^Ferreira de Mattos, idem.
BIBLIOTHECA
Continua a merecer os favores do publi-
co a nascente bibliotheca do Lyceu, pelas
a* fim, e mesmo em bnrmonia c*m as con-
dicSes do nosso clima.
Urna necessidade palpitante, e que julgo
inadiavel a acquisicao de obras classicas
sobre artes, de pubhcacfio moderna, e a as-
signatura de algumas revistas sobre o mesmo
assumpto, e que pela sua importancia se
tornam de absoluta necessidade em um
instituicSo da ordem de Lyceu de Artes e
OfilC08.
A seccao de Artes, foi enriquecida no
corrente anno com a acquisicao das seguin-
tes obras, compradas pela Sociedade.
Histoire des peintret de tates le coles.
E'cole Anglaise, par M. W. Burger, 1 vol.
Pars, 1863.
dem, Ecole Francaise% par Charles Blanc,
3 vols. Pars, 1865.
dem, Ecole Flamand, par Charles Blanc,
1 vol. Pars, 1868.
dem, Ecole Espagnole,^ Mm. Charles
Blanc, W. Burger, Paul Manty, L. Viar-
dat, et Paul Lejpart. 1 vol., Pars, 1877.
dem, Ecole Bolonaise, par Charles
Blanc, et Henri Delabard, 1 vol. Pars,
1877.
dem, Ecole Venetienne, par Charles
Blanc, 1 vol. Pars, 1877.
dem, Ecole Milanaise, Lombard, Ferra-
raise, Gnoiseet Napolitaine parMm. Char-
les Blanc, Marius Chaumelin, et G. Lafe-
neatre, 1 vol. Pars, 1883.
dem, Ecole Fhrentine, par Charles
Blanc et Paul Manty, 1 vol. Pars, 1883.
dem, Ecole Hollandaise, par Charles
Blanc, 2 vols. Pars, 1883.
dem, Ecole AUemende, par Charles
Blanc, Paul Mantz, Auguste Demmin, 1
vol. Pars, 1883.
dem, ccle Ombrienne et Romaine, par
Charles Blanc, 1 vol. Pars, 1884.
L'Art intime et le gout em France (Gram-
maire de la curiosj, par Spire Blondel, 1
vol. Pars, 1884. EcBcao de luxo, illus-
trada.
L'Art dan lamaison (Grammaire de Va-
meu blement), par Henry Havard, 1 vol.
Pars, 1884.
La peinture anglaise, par Ernest Ches-
Retrato de Raphael -Sanio, 0,60. x
0 50o1.
'Retrato de Beatriz Cenci, 0,60, xQ,B0.
Christo Crucificado, Vaa Diok, 0,60.
x0,40".
La madona de la chiesa, Raphael, 0,50".
x 0,40".
Urna paisagem antiga, 0,60". x 0,40".
Um retrato do gtvernador de Pernambu-
co D. Thomaz Jos de Mello.
A Natividade, Carregio. /
Jacob e Rachel, Georgioni.
Um cantor da Capella Sixtina.
Os quadros mencionados sao todos co-
pias extrahidaa dos qriginaes e competen-
temente authenticadas.
Os originaos sao os seguintes :
S. Francisco de Salles, Arsenio Silva, Pa-
rs 1869, lm. x 0,70".
S. Vicente de Paula, Arsenio Silva, Pa-
, presentes os Ufana, e
Srs. conselheiro Jos Fernandos da
ris, 1858, 1,". xp,70".
0,55".
Quitandeira da Baha, Regnier,
0,40".
Urna Fonte, Pierreck, 0,80a1. x 0,60.
Luiz de Catines, Aurelio de Figueiredo.
Um retrato, Horacio .Tribuzi.
Urna vista do Rio de Janeiro, C. San-
derson.
Urna vista da cidade do Recife, Toma-
sini.
MtSEU
neau, 1 vol.
J. Wau-
La peinture fiamande, par A.
ters, 1 vol.
La peiuture hollandaise, par Henry Ha-
vord. 1 vol.
L'art Byrantin, par Ch. Bayet, 1 vol-
L'art de la verreirie, par Gersparch, 1
vol.
La tapisserie, par Eug. Muntz, 1 vol.
La gravure, par le V. Henry Delabor-
de, 1 vol.
Les procedes de la gravure, par A. Hor.
talot, 1 vol.
Lexique des termes d'art, par J. Adeline,
1 vol.
Principes scientifiques des beaux-arts, par
E. Brche, 1 vol.
La masaique, par Gerspach, 1 vol.
Monnais et medailles, por Fr. Lenorm-
mant, 1 vol.
L'archeologie Etrusque et Romaine, par
Jules Martha, 1 vol.
Archeologie Grecgue, par Max Collig-
non, 1 vol.
Ls^manuskrits et la miniature, par L.
de lajtfarche, 1 vol.
A msica ao alcance de todos, por F. J.
Flix, 1 vol.
O Vinhola dos proprieiarios ou as cinco
orden de architectura segundo J. Barrazio
de Vinhola, por Maisy, 1 vol.
Manual theorico-pratico de gymnastica,
por Paulo Lauret.
Les harmonios du son et l'histoire des ins-
truments de musique, par Rambosson, 1
vol.
E mais os seguintes volumes da Biblio-
theca do Povo e das Escolas :
Desenho linear.
Desenho e pintura.
Nocoes de Msica.
A Arte no Theatro.
Arte Dramtica.
Architectura.
Mechanica.
Manual do Typographo.
Manual do Carpinteiro.
Arte Naval.
Manual do fabricante de Vernizes.
Photographia.
O Vidro.
Manual do Fogueteiro Machinista.
GALERA DE PINTURA
co-
A criacao de urna galera de pintura
mo novos elementos de estudos esse tao
offertas de obras, que tendem a dar-lhe nao mp0rtante ramo das bellas-artes, foi este
somente incremento material, como ainda l^^ re8olvida, e para a sua inaugaracao j
cnriquecel-a, de obras de elevado merec-1 ^omVL[ 0 estabelecimento quarenta e
ment scientifico, litterario e artstico.
Aberta em 1882 con "cerca de 500 vo-
lumes, offerecidos por -diversas pessas,
alem de urna colleccao de manuaes de di-
versas artes e officios (Colleccao BaretJ
que a sociedade poasuia, foi progredindo,
ainda que lentamente, de maneira que pre-
sentemente se eleva ao numero de 2081
volumes.
Nascente como a bibliotheca, sem po-
der offerecer ainda, quer ao publico em
geral, quer em particular aos alumnos do
Lyceu, a vantagem da leitura e consulta
de obras interessantes aos diversos ramos
dos conhecimentos humanos, possue, com-
tudo, varias obras que muito contribuem
para o desenvolvimento e cultura do espi-
rito, e que bem aproveitadas seriam de muita
vantagem e utilidade.
Destinada, segundo o fin* que se pro-
p3e o Lyceu de Artes e Officios, a constar
especialmente de obras que auXihem os
estudos do curso theorico em exercicio, e
do pratico a se estabeiecer brevemente, a
bibliotheca, aeeim mesmo modesta como ,
ofierece jvantajosa cooperacao aos estu-
dos, nao s por contar soffriveis liyros
sobre as disciplinas preparatorias e auxiba-
res a que se prende o estuo theorico das
artes, como tambem para os exercicios pra-
tico, pela numerosa collecfSo de manuaes
sobre diversas artes e offiejos; pena que
nio possam estes offerecer immediatamente
maiores vantagens a quasi totalidade dos
Bossos artistas e operarios, por se acharem
escriptos em francez, de cujo conhecimento
bem poneos dispoem.
Presentemente possue abiMntheca2Q81
volumes, sendo 1411 encadernados, e 670
em brochura e folhetes.
O numero de estantes foi augmentado
com mais urna, que pela toa extensao ac-
commoda o material de tres do typo da
que existem, sendo neceasario substituir as
quatoo antigs por outraa iaeB a* aovas,
que pelo seusystema sao mais apropnadas
um
quadros, entre os quaes se notam alguns
originaes, sendo a maor parte primorosas
copias dos mais nataveis mestres, repre-
sentantes das diversas escolas.
E' sem duvida modesta a galeria de pin-
tura do Lyceu de Artes e Officios, mas
tao bem coinecada eomo se acha e conti-
nuando-se a enriquecel-a com outros no-
vos trabamos, principalmente com o intuit%
de tornar, representadas as diversas esco-
las de pintura, em breve tempo possuir o
estabelecimento urna bella galeria, na al-
tura da sua importancia.
Os quadros de que se comp3e a galeria
de pintura sao os seguintes.
A Venus de Ticiano, com 2m X 1,4o.
Fuga de Europa, Paulo Veronese, 2m X
1,60".
Triumpho de Calatea, Carregio, 2" X
1 60"1.
'A Transfiguracao, Bnphael Saneio 2" X
h O.
' Stella de la malina, Riedel, 2 X 1,40".
La Baqnante, Biedel, 2" X 440".
Jud*, Riedel, 1,20 X 0 90-
Herodias, Riedel, 1,20 X 0,90.
Execucao de Beatriz Cena, l,AJ* a.
0 65m
'Magdalena, Battoni 1 20 X 0,65".
La Madona, Cario Dolce, 1#X O^OT
Mara Magdalena, Carregio 1,U- A
0 65".
'LaFiglia de Ticiano, 1" X 0,60".
Sapho, 1* X 0,60.
Os anjos tirando Christo do tmulo, Kem
brant, 1,20" X 0,65.
S. Sebastiao, 1,20" X 0,65".
Urna paisagem Escosseza, Harlaz, i,iV
x 0 65"
Bobo, Velasquez, 0,40 iO^.
O mendigo, MurUo> 0,^> X 30.
Pepito, 0,35*. x 0,30.
Pepita, 0,35. x 0,30".
Matee doloroso, 0,55. x 0,40.
Christo nactia, Holbac, 0,60-.xO,50.
La Madona, 0,70. x 0,50.
Creado em 1886, foi enriquecido pela
acquisicao de diversas pecas de subido va-
lor artstico, principalmente de porcelanas
e bronzes do Japao e da China, e urna
variada e escomida colleccao de amostras
de madeiras da provincia em avultudo nu-
mero. Convem muito fazer-se um movel
aproprado para guardal-as de maneira a
deixar ver urna de suas faces.
Tambem a colleccao de conchas, molus-
cos, buzios e outros objectos do mar, de
chrstal, fosseis e mineraes foi augmen-
tada, cujos objectos pela sua belleza e
raridade, por sua importancia e variedade,
tem merecido a attencao de todos os visi-
tantes, quer nacionaes, quer estrangeiras.
Cumpre mencionar que esta colleccao
prendeu a attencao de SS. AA. II. a Se-
nhora D. Izabel Princesa Imperial, e de
eu augusto esposo o Sr. Conde d'Eu,
que detidamente a examinaram, em sua
passagem por esta provincia no dia 3 Ae
Junho do corrente anno, declarando nessa
occasiao S. A. I. a Senhora D. Izabel,
que a colleccao de conchas do Museu Na-
cional era maior, mas nao too escolhida.
O museu fez ainda acquisicao de um
busto esculpido em marmore, do Commen-
dador Manoel Luiz Viraes, de um traba-
Iho primoroso, em propones naturaes, of-
ferecido pelo Hlm. Sr. Commendador Luiz
Jos da Silva Guimaraes.
0 museu oceupa duas salas, as quaes
se acham convenientemente dispostos os
seguintes objectos qne o compoem :
6 Vitrines contendo as colleccSes de con-
chas, molusco e objectos do mar, mine-
raes, fosseis, borbuletas, mumismatica etc.
1 Canap de jancarand, com encost
e ps entalhados, obra antiga e primorosa,
que pertenceu ao collegio dos jesutas do
Recife.
6 Cadeiras de Jacaranda, antigs, com
obras de talha, e assento de sola bor-
dada.
4 Ditas ditas, de ornamentacao diversa,
com assento de palhinha.
, 1 Poltrona, dita dita estufada de damas^
cd de seda carmezim. *
2 commodas antigs de Jacaranda, com
lavoures em alto relevo.
1 Mesa 8emi-oircular, dourada, tampode
marmore preto, obra antiga.
1 Mesa rectangular, com ps de rosca e
aro entalhado.
2 Columnas de Jacaranda para candieiro,
1 Mesa redonda idem.
2 Candieiros de madeira, com assento e
espaldar de sola bordada.
2 Ditas, dita tendo no espaldar o bra-
zSo d'armas do governador D. Joao de
Souza, seculo XVII.
1 Espelho oval, antigo, com moldura e
ornamentacSo dourada.
1 Busto em gesso, do Sr. Conselheiro
Manoel do Nascimento Machado Portella,
trabaRio de Antonio Benvenuto Celini.
1 Busto em marmore do Commendador
Manoel Luiz Viraes, feito na Italia.
2 Estatuas em gesso sobre pedestal de
ntadeira, trnbalho de A. B. Celini.
2 Ditas de madeira, pequeas, traha-
lho do mesmo artista.
2 Jarros Imari, com 0,62m. de altura.
2 Ditos dito de forma tubular.
2 Ditos da imperial fabrica Qatsowna.
2 Ditos Cloisonns.
2 Ditos de bronze cinzelado, em relevo.
2 Ditos de porcelana branca com orna-
mentacao azul (Nankin)*
2 Ditos de bamb, ornamentado em al-
to relevo.
3 Ditos de terracota
2 Ditos de cyristal.
2 Garrafas de porcelana, com pinturas
da real fabrica de Dresde.
1 Lanterna japonesa, de suspensfio.
1 Candieiro de porcelana e bronze, chi-
nez.
2 Pratos grandes, Imari.
2 Ditos rectangulares, idem.
1 Dito Satseuma.
i Dito da real fabrica de Vienna com
ornamentacao colqrida e dourada, tendo
no fundo urna pintura finissima representan-
do Appelles, Alexander, Campaspe.
2 Ditos verde-ouro, Mandarim.
2 Ditos redondos, Kanga,
1 Dito rectangular, Celadon.
1 Dito, Cloisonn.
EDIFICIO PARA AS OFFICINAS
25 das do men de llnrco, no salSo de
honra da Imperial Sociedade dos Artistas
Mchameos e Liberaos de Pernambuco
1 hora da tarde
Exms.
Costa Pereira Jnior, presidente da pro-
vincia, brigadeiro Agostinho Marques de
S, commandante das armas, Dr. Antonio
Domingos Pinto, chefe de -policia, conego
Dr. Luiz Francisco de Araujo, vigario ge-
ral da diocese, padre Dr. Jos Affonso de
Lima e S, secretario do bispado, conse-
lheiro JoSo Jos Pinto Jnior, director in-
terino da Faculdade de Direito, Viaconde
de Tabatinga, Dr. Olympio Marques da
Silva, commendador Eduardo Alexandre
Burle, vigario Augusto Franklin Moreira
da Silva, Dr. Podro Francisco Correia de
Oliveira, secretario da provincia, vigario
Dr. Manoel Cavalcante de Assis Bezerra
de Menezes, Dr. Manoel do Nascimento
Machado Portella Jnior, capitSo Theolin-
do Augusto do Reg, ajudante de ordena
da presidencia, commissSes de diversas
associaciJes, directora e socios da Impe-
rial Sociedade e grande concurso de pes-
sas de todas as hyerarchias sociaes, achan-
do-se postada direita do estabelecimento
urna guarda de honra do 2. batalhao de
infantaria de linha, teve cornejo a solemni-
dade da bencSo da pedra fundamental do
edificio destinado as ofneinas do Lyceu de
Artes e Oficios, mantido pela mesma Im-
perial Sociedade, oficiando o Hlm. e Rwm.
Sr. conogo Dr. Luiz Francisco de Araujo,
vigario geral da diocese, por delegacao de
S. Exc. Revma. o Sr. D. Jos Pereira da
Silva Barros, bispo diocesano.
Terminado o acto solemne da benclo
da pedra, que se achava collocada sobre
um altar levantado abaixo do docel da pa-
droeira do estabelecimento, Nossa Senhora
do Amparo, foi lido o auto original da so-
lemnidade, e em seguida assignado pelas
pessoas presentes de mais graduaclo, di-
rectora e membros da Imperial Socieda-
de, e logo aps conduzida para o local des-
tinado, que ioi na base do alicerce da fa-
chada do norte do edificio, correspondente
a porta principal, sendo a pedra e dmais
objectos conducidos pelas mencionadas pes-
sas.
A pedra medindo 66 centmetros de lar-
gura, sobre 44 de altura de marmore fi-
nissimo e contm em caracteres romanos a
seguinte inscripcSo :
No reinado de S. M. o Imperador o Sr.
D. Pedro II, "endo presidente da pro-
vincia o Exm. Sr. conselheiro Jos Fer-
nandes da Costa Pereira Jnior, foi so-
lemnemente assentada a pedra fundamen-
tal do edificio para as oficinas do Lyceu
de Artes e Officios, aos 25 de Marco de
1886, presente ao acto religioso S. Exc.
Rvma. o Sr. D. Jos Pereira da Sib/a
Barros, bispo diocesano de Olinda, sen-
do director da Imperial Sociedade dos
Artistas Mchameos e Liberaos, Manoel
Goncalves Agr.
Por baixo da pedra, em urna cavidade
rectangular aberta na parede do alicerce,
e revestida de cimento, foi depositada urna
caixa de madeira artsticamente trabalha-
da contendo urna outra de chumbo, dentro
da qual foram encerrados o auto em ori-
ginal da solemnidade, os jornaes do dia
Diario de Pernambuco, Jornal do Recife e
Provincia, tres moedas de cobre de 10,
20 e 40 re., duas de nikel de 100 e
200 rs., e quatro de prata de 200, 500,
10000 e 2KK), todas do actual reina-
do, um cxemplar dos Estatutos actuaos
da Sociedade, um outro da descripcio da
festa inaugural do edificio do Lyceu, em
1880, e mais doHS exemplares das cartas
impressas de convites e dos parnymphos
da presente solemnidade ; e assim termi-
nado o acto, foi mandado lavrar o pre-
sente termo por mim, Francisco Augusto
Pereira da Costa, secretario do Lyceu de
Artes e Officios, que o fiz e me assigno,
assim como a directoria da Imperial So-
ciedade dos Artistas Mchameos e Libe-
rees. Francisco Augusto Pereira da
Costa.
DBCTOR,
Manoel Concalves Agr.
I/. ADJUNTO,
Manoel dos Santos Vlaca.
2.* ADJUNTO,
Joaquim Francisco Collares.
1." SECRETARIO,
Jos Castor, de Araujo Souza.
2'. SECRETARIO,
Paterniano Cecilio da Fonseca Barroso.
THESOUREDJO,
GuUherme SpieUer.
ORADOR,
Fwtncisco Augusto Pereira da Costa.
CON'SELUEIROS,
Joaquim Lopes Teixeira.
Belchior Miguel dos Santos.
Manoel Ignacio de Torres Bandeira.
Manoel dos Santos Siqueira.
Manoel dos Santos Barros.
Carlos Antonio Van der Linden.
PROCURADORES,
Manoel Genuino Alves Santiago.
Joaquim Roberto GuimarSM.
COJQOSSAO DE CONTAR,
Jeronymo Jos TeUes Jnior.
Flix de Valois Correia.
Anselmo Ayres de Azeredo.
Sao estas as infbrmacoes que me cabe
ministrar a V. S. em desempenho de meu
dever. .
Significo os protestos da minha mais
distincta consideracao e respeito a pessa
de V. S. a quem Deus guarde.Hlm. Sr.
Manoel GonjalveS Agr muito digno di-
rector da Imperial Sociedade dos Artis-
tas Mechanicos e Llberaes.
O SECRETARIO,
Francisco Augusto Pereira da Costa.
Deliberando a directoria da Sociedade
levar a effeito a fundacao de um edificio
destinlo as officinaa do Lyceu, incumbiu
do sn projecto e orcamento ao architeco
o Sr. Herculo Ramos, e no dia .25 de Mar-
co do anno prximo findo lansou-se com
toda a solemnidade a pedra fundamental
^ndndo, porm, de desapropriaclo [
mMrIMdM p*elPor actos da
presidtfaoiaMnuviwia, de 31 da passado, foram
. x nmdotj^edido, M.ooel^ Domiogo^de *ta";
tarmo
toaio
de parte do terreno, em que tem de se
levantar as officinaa, ficaram as obras pa-
radas at que seja liquidada em juiao a
questSo que se move.
O seguinte auto lav>ad por occasito do
assentemento da pedir tmndiunital do
edificio destinado a cia* do-tyceu, d
conta minucioaa de to bella sotemnidade.
No anno do Nascimento de Nosso Se-
nhor Jewis Ohm*to 1886,,'^." d* *i-
dependencia e do Lnpene-db-ofnail, nos
Dante.
Foi lamben exonerada, & Pdido, Fraaciwo Al
ei de Oliveifa Carita do 3r..-o de 3 eopptoato
do obdaiegado do ditricto de Croangy do termo
deTib.Nu p.
EmbarqueCm dastiao a prorincia da ra.
rahybn.Bra.cflja pr^aiifeneia tora ultim.mente-
nomeado embiircoa hotrteai o Ekm. Sr. Dt. f**
FrncUoo Correi d O.iveira, aocmpnbauo de.aoai
Eama. faailia. ,
O mbarqaa tflveJogar na rampa do Arisntl de
Marioha s 5 horaa da tarde. _
Namero.0 ootacaafo A enbot. *"'"?_
. Bao.0 pMaUflB iU prammcm e-I*.
ctHii da
pp*Ucia acoaipanbanai o.r. Dr. Padre Onuatiiaa
de o Mangninko ate 4 borde do
No Ateas! de MaiieJia.g1
ge se aebsTaai para aa sspsalidae.
Urna guarda le koora de M* lirtattlii de sa-
>raacaria fea aa leatieiaeisa aailiaMei e a aaaaiet
do Carpo de Polisa toeoo dorante o abatqee.
Desajeaiei ao aovo psaeiasaa'n da proeiaeia da/
Parabyba todaa aa proipendadea.
rvteo ata rarale) Bottaan baje de
isuperior d dia o Sr. eapit&o Podre Velho de S
Barrete e offietal de randa di risita o Br. alfares
Pedro Alexandrioo Beckaaaa.
A gnaraieio da cidade aera dada polo 14* bata
Ibo e eommaodari a guarda da Tbesonraria de
Paaenda o Sr. tasteote Maaoel Mauricio Lepes
Lite,
fataesle) ele alteraeaeej Fra-ee astrega
o 14 bataJoatoda relacJo de aiteraooas ocaorndas
com o alfeiea da aaeemo oorpo .Maaoel Bellaraaiae
du Silva, addido 4 companbia de infaatara daa
Alagoaa.
atefelia -Forammaautadaa eoatsiesai addi-
daa ao 2" batalbo de jotaatiria dama proa* ria-
das da provincia da Babia, eomo escolta de asi
seateaciado.
teejaierlaaaaita aeaale ferial oS. Exe. o
Sr. general iodeferio o reqaerimento de eoldedo
do 2* batalbo, Aetoob Caralcaote Accioly, pe-
diado para ir a eidade de falaaree.
Ior-cci ale sise -Pela jnata militar
do aade toram iaspaeeioaados e jalgados iaeapa-
sce para o serrica do exercito, oe soldados Anto -
nio Fastosa da Silra, Flix Severieo de Sones,
Joo Baptiste da Silva, Maaoel Ferreira de Pai-
va e Joto Tbomaa de Oliveira.
Caramel BrraloA bardo do paqatte Ma-
ndos veio bootem da corte do imperio oom deatiao
ae Para, o Exm. Sr. coronel Jeronyau BarrAo e
apa Eiana. filba, que fjram recabidos pelas offi
eiaes que compoem o estado maior do geoentl
Bar reto.
8. Exc. esteve hoepedado' com eaa Exma. filha
no Qoartel-Qooeral, onde noita reaniram-ae va-
rias perneas.
Dlipenna le senlcoS. Eze. o 8r. ge-
neral conceden 6 das de dispensa do aerrieo ao
Sr. 3a oaJete Tibarcio Mariabo do Bogo Brrelo.
faina da commercloAs audiencias de
amaofi em diante, em qnanlo faoccionar a actual
seesio do jmrj, teru logar s i& jasaaa da meabl
Tribunal do Jury do KecireFoi hon-
tem iaatallada a 4 sesso ordinaria d'eate tribu-
nal no eorrente anno, eom a preseofa de 40 juises
de faeto.
A'a 11 horas da manhi, presentes oa Srs. Dr.
Tbomaa Grarcea Paraahoa Montenegro, jais de di-
reito do 3.* diatricto o iminal, o Dt. Joo Jaaquim
d-i Freitas Henriquea, 1. promotor publico e o es-
crivo Florencio Bidrigues de Miranda Franco,
abri-ae a aeaa&o, sendo multados em 201 es se-
e;aintes jurados que deixaram de comparecer:
Fhiiumeuo Qatalio Correia de Olireua.
Antonio de Mello Costa Oliveira.
Arthar Hermes de Moraes e Silva. /
Benedicto Ferreira Jareraea.
Domingos Pinto da Motta.
Erasmo Gomes de Soasa. >
Franeisco Xavier doa Beatos.
Francisco Kdoardo de Miranda.
Fraocisco de Paala (Jomes.
Heaedore Candida Ferreira Habello.
Heorique Ceeario de Mello.
Joo Francisco dos Santos Neves.
Joo Carlos Cavaleante de Albuquerque.
Jos Cordeiro ds Saatoa.
Juno Ferrar Daltro.
Lun G mes da Silva Jnior.
Or. Miguel de Figneirfia Faria.
Manoel Roseado Torquarto de Almeida.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonseea.
Alipio Jos Ferreira doa Santos.
Antonio Munia Tavaree.
Claudio Dubenx.
Carlos Barbosa Primo.
Flix Ribeiro do Amaral.
Francisco Augusto de Araujo.
Galdino doa Saatoa Nanea de Oliveira.
Galdino Jos da Silva.
Ildefonso Joaquim dos Passos.
Manoel Jos Martins.
Dr Temaleo Paree de Albuquerque Maranhio.
Capilo Joo Baptiata Cabral.
Joaquim Bernardo Falco.
Lua Pereira de Ferias.
Manoel Gamea da Silva.
Pedro Joe Pinto.
Foram apreseotadoa pelo esorvo 15 processoa
dos seguintes roa :
Pedro de Alcntara de jant'Anua, Cecilio Luis de
Franca, Manoel Bezerra Torres e Pedro Ferrreira
de Aaevedo, pronunciados no art. 193 do cdigo
criminal.
Bento Gomes da Silva, Clemente Jos de Mello,
Thom Joaquim do Naacimento e Ovidio Henrique
Gome!, prsnaaeiadoe no art. 205.
Severino Jos dos Reis, Antonio Gomes de Lima,
Joo Francisco da Silva e Joo Marques Vianna,
pronunciados no art. 201.
Francisco Jos de Sant'Anna, Joo Baptiata de
Freitas, Victorino Jos dos Santos, Pedro Celeatiao,
Jos dos Santos e Galdino Jos da Silva, pronun-
ciados no art. 257, Antonio da Cuoha Guimaraes
pronunciado nos artigos 167 e 249.
Em seguida realiaou-se o jnlgamento do reo
Bento Gomes da Silva, pronunciado no artigo 205
do cdigo criminal e acensado de baver na dia 2
de Fevexeiro da Iftftl, na fzeguexia da Vaxsea fe-
rido gravemente a Jote Joaquim Monteiro.
O jury de ssotenca compos-se doa seguintes jtti-
ies de facto :
Flix Venancio de Cantalice.
Marcelino Jos Goncarves da Fonte.
Candido Jos de Ges Telles.
Joo de Aranjo Cesar.
Adolpbo Casimiro Guedea Alcoforado.
Bento Manoel Viegaa.
Jlo Alfredo Martins Ribeiro.
Dr. Joo Vicente da Silva Costa.
Elpidio de Aranjo Ferreira Jacobina.
Caatauo da Costa Moreira.
Pedro Alexandrino Machado.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feitoaa.
O reo declaren no interrogatorio ser natural
esta provincia, de 23 annoa de idade, casado,
jornaleiro e aaalpbabeto ; qne nao tivera queetoe
em apoca aigama com o offendido, e nem o conbes
cia, ignorando onde esteva quando foi elle ferido ;
que nao conbecia as testemnnhas que juraram no
proseaao e, finalmente, que nao attribuia a aecu-
saco a motivo particular.
Lido pelo escrivo e proceaso de formaco da
culpa foi dada a palavra ae Dr. promotor que
desenvolvau a aecusaco e pedio a condemuaco
do acensado no grao mximo do artigo 205, visto
que praticara o crime a noite e por um motivo
trivo'o (aggravante dos e 4<> do artigo 16).
Snccessivamente o patrono do reo, Dr. Antonio
Justino de Sonsa, deduiio a defeta o pedio a ab-
solvico do sea constitainte, negando a antora e
provande nao ter o ferimento produaido no pa-
ciente grave incommodo de sande.
flouve replica e trepliea.
Terminados os debatea e propostos os ajeaitos
pelo Dr. juia de direito que resumi a materia da
aecusaco e defeaa, recolbeu-se o jury de sosten-
ga sata das eonfereaaias, volteado aala publi-
ca meia hora depoia cam suas reapoatas eacriptas,
em nata das quaes, foi o reo absolvido e condem-
nada a municipalidade aas castas.
Foi levantada a seseo s 2 horaa da tarde sen-
do adiada par hoja s 10 horas
ConcaraoTerminou na aegunda-feira ulti-
ma, na Faculdade de Direito, o concurse que ae
proceden para preenohimento da cadeira de arith
metica e geometra de enrso annexo a mesma Fa-
culdade, sendo os candidatos classificados do se-
guinte modo ;
Em 1* lugar bacharel Manoel Fernandos S An-
iaos.
Em 2a eeehsrel Baymando Honorio da Silva.
Em 3 bacharel Joaqnim Cavalcante Leal do
Em 4 bacharel Trajs.no Alipio Temporal de
M endones.
Em 5* bacharel Laarindo Carneiro Leto.
Bombo flontem de manh quando amdos
empregados da casa do Sr. Paul Julien, estabe-
leeido com officina de alfaiate a ra da Impera-
tris n. 16, foi abrir aa portea do estabelecimento,
enountron urna daa da frente aborta, tendo no
cbo a tranca qne internamente a fecbava.
Participado o occorrido ao Sr. Julien verificou
este qne tinba sido subtrahido cerca de done con-
tos de ris de faspndaa e aviamentos, parecendo
ter bavido proposito em nao tirarem certoo arti-
gos que s aquella casa tem para vender.
Iuforma-nos que tendo o Sr. Julien feehado an-
tea das 8 horaa o estabelecimento, teve neceaaida-
de de all voltar para burear urnas chaves 0 ao
entrar deixoo a porta que d para a oseada, abor-
ta, suppondo-se ter nesta oocaailo entrado o la-
t rao. une eoto fieoa trancado
Coapareeeram ao local da Sra: Dr. chefe de pa-
%
liemenMeaagade.ttndoi
eaa emana catabres que fieajo pelo lado |
do predio.
Piaoagaeaa aa diligeneiaa.
aVaanan -* eternas latonados que roali
aa-ro domingo -[- yn s niaiisishia sha
m tica portogneaa qne cam tanta am
traba Iban io ao theatro Banta laabat, j
beaaeio da Manta Caaa de Mmmiaardia da
pital.
Acreditamos que nao fattaraa atpoaaadores qae
ve eom a ana preeenea dar om publiao taatema-
nho de agradeeimeato a companbia pala ai ea-
iralejeinamo, coocorreado aa saneaos tampo pasa
auxiliar a mais pa das institoieSas.
'avematota Fu imaaaa boeemia aa tasa-
tro Saeta Isabel, se artiotaa Podro Cabral Cas-
tao Silva, sendo levado a cana o draaaa.Beba.
Tendo o Sr. Pedro Cabral desde a aorta da
sua setr* cabido nao symaaoaiae do publica, pala
felis iaterpreUoo que dea ao typo do Misaoeo,
onde revsaon logo oer am aso actor eoanej ds
esperar que oa seos apreeiadoiai n> perdsro a
mal hor osesaio que se offareoe de manif estar i be
o sea agrado.
tes da atoml Hala n ostro
logar psalimuaoa nm artigo, tradaaido o Euro-
a:
pean Jfatl de 5 do mes paseado, para o qual cha-
mamos a attencao dos noesos leitares.
Voosa nelle aaaciosamente relatados os gran-
des melhorameotos que se esto faaendo aos pa-
aetrs da beaso onbacida e reputada Compaabla
Keal Mala.
emaiaea sociaesH* heje as aegsintos:
Do Iaatituto Archeologico e Geographico Per-
nambuesoo, no lugar e hora do cosame, em ses-
eo ordinaria.
Da Sociedade Litteraria Casemiro de Abras, no
lugar e hora do eostume. tambem em eeaaa ordi-
naria.
Do Instituto dos Profeasorea PnbUeoa ale Per-
nambuco, na logar o hora do costme.
Fallec MeatoAnte-hontem noite falle-
sen no Monteiro, 'victima de cruel afiducio pulmo-
nar a intereaaaate joven D Maxia Carolina P.
Monteiro, sobrioha doa Srs. Joaqnim da Silva Car-
neiro e Manoel Jos Carneiro.
Foram infructferas aa dsligenciaa mpregadas
por ellos pera Ihe salvaren a sida.
O corso da inditoaa danaelia foi hontem tarde
sepultado no Cemiterio Publico de Santa Amaro.
tbilattieca ao ataJsaaaAIem
daa importeates ofiartaa qae a cssa bibliotheca
tem j feito o distincta industrial e acreditado
negociante Sr. Manoel Ferreira, acaba de preaen-
teal-a eom a importante e apreeediaaima histo-
ria da arma de fago porttil do eepito Lais
Mardel, iaatrsctor de eavallaria da escola do exer-
cito.
Na lingua portuguesa nada possuimos de mais
completo sobre o assumpto de que so cccipou o
Ilustrado capito Mardel
A ama elctrica ampHeatSla mam mana
domestlcus-A illuminaaio permanente por
meto de piabas diffioil de realisar, o toroar-se-ia
muito dispendiosa.
Nada impede, porm, que ae recorra a osae sys-
tema por intermittaneia e eom o fim eapaoial de
ter Ina rpidamente, sem recorrer aos pbea-
pboros.
eecrevamos nma installaco n'esse sentido.
Uno fias eomo oa de campainhae elctricas esto
eolloesdsa naa oifierentea apoaentos da eaaa o vio
ter lampada de cines velas. Si ae. qner dUami-
nar om aposento quaiquer, baata tocar em nm
botio para que.a las brote i virado o boto, apa-
ga-so.
Urna pilba de alguna elementos basta para pro-
duair essa la intermittente.
Maa era noces serio construir se um pilha que
sao exigase manipulacSes repetidas e csmpli-
oadaa.
Um constructor bem cjnhecido, o Sr. Radi-
gnot, oombinou um modelo muito simples. Na pi-
lba commum com bichromato, o sinco atacado
rapidameate fioa cortado ao nivel do liquido.
Anda uo est gaato o entrattnto j nio serve.
0 Sr. Radigoet anbatitne o cylindro de sinco
por pedacos do mesmo metal, que ae atiram na pi-
lha coma car vio na fornalba.
Constitue isso economa pecuniaria e de tempo,
poia evita-ae desmanchar a pilha para renovar-
lhe o sinco.
Por um artificio rudimentar, obriga oa pedacos
de sinco a amalgamareis-ae, poia qne ai nao fos-
sem amalgamadoa gaatar-se-ia um poaco, embora
nao se fisesse uso da pilba.
Na pilha commum o alnmen de enromo que ae
deposita ao liquido fas cesaar o funecionameato.
D'ahi a neceaaidade de esvaaiar o elemento, ma-
nipulaco incommoda, qaando ae tem de repotil-a
a miado.
O Sr.. Radiguet esvasia o element.-, sem des-
manchal o, com um sypha.
Este eypho novo e applicavel a mu tos saos.
Goralmente preciso aspirar se eom a boma
para faaer fSnecionar um aypbio.
Seria perigoao, impossivel mesmo, qaando se
trata ds liquidoa corrosivos. Urna bola de borra-
cha adaptada no sypho que fas o vacuo e o li-
quido aahe pelo sypho.
Basta, para entreter o sypho, esvaaiar es vasos
poroaoa de oito em oito das, at aihir teda a Bo-
luca.) de bichromato.
Eaaa eoiuoSo effioas tros semanas, nm mes e
mais, conforme o uso qne se fas da lu.
A pilha fien montada sem mais cuidadas dfla
mu mea-a e poda contar-se com um guiador o
electricidadesempre prompto para levar a cor-
rente elctrica naceaaaria s lampadas. Sobre a
mesma linha fcil col lo car se nm apparelho pira
acender.
Aa lampadas elctricas allsmiam, mas nao dio
fogo; o apparelho dar foga instantneamente.
Baata puchar para fra de nma bainha nikelads
urna especie de vela metallica.
A vela sabe acesa com por encanto. A vela
oca. contm nma esponja embebida em easencia
mineral (keroseoe) e tem na ponte orna torcida de
algode apenas viaivel.
A bainha atrsveaaada horisontalmente na me-
tade da ana largura por um fixe de fioa mtam-
eos em commanicaco com nma pequea bobina de
indcelo escondida ao p do apparelho.
No momento de puchar a vela para fra da
bainha, ha trieco sob os fioa do feixe, paaaagem
da corrente, ruptura da corrente elctrica, pro-
dueco de urna acentelha que acende oa vapo-
res da easencia e a vela aahe acesa e com bo-
nita Ins.
Este apparelho acesdsdor do Sr. Radiguet,
mnito original e muito pratico.
De forma qne, com urna pilba Kxdiguet, pda-
se com a mesma carga e qnasi que sem manipula-
coas, obter por algumas semanas, a todo o instante,
lus elctrica n'um aposento e obter fogo nstanos-
atento.
Elelcae presidencial moa Estados-
Jal loa0 qae se pie chamar prefacio du
eleices presidencises nos Estados-Unidos acaba
de ae repreaentar na cidade de S- Luis, onde a 8
do paseado mea de Junho se reuni a convenci
democrtica. Essa commisao, composta de de-
legadas dos demcratas de todos os Estados da
Udio, navia sido convocada para eleger o candi-
dato do partido as prximas eleices.
A maioria doa suffregios parece que anda deata
ves recahir no Sr. Cleveland, actual presidente.
as reunios preparatorias polo menoa o aeu no-
me foi recebido com grandes acclamaoss.
Ainda na previso resultante dsseas primeiraa
senaee, pde-se-diser que o candidato vice-
presideneia sari o Sr. Thurmaa, sanador pelo
Ohie e demcrata mnito partidario.
Se a polica fiaaoeeira e eeoaomica do Sr. Cle-
veland nio se tivesse modificado eseencialmento
este anno, oenhnma outra candidatura nadera ser
opposta sua, mas o presidente inangnrou a po-
litice livre-eambio, promoveu a asa aceitacio no
congresso pels adopeo da reforma das tsrifss
aduaneiras, e os EsUdos-Uoidos.quedevem a sua
proeperidade commercial ao proteccionismo o mais
absoluto, sentem profundo abalo. Sao oa indus-
triis, os fabricantes, que maia gritam e maior
opsssssio fssem coucortencia livre doa seas
ooBegas europeos.
Ser, porm, essa opposico bastante forte para
amasar o apara dos lavradorea e criadores, que
coaatituem a grande inaioria dos EaUdoa do cen-
tro e do oeste ? E' o que o resultado da eleicj
dir.
Em todo o caso, os demcratas useiros em cam-
panhaa eleitoraea receiam que tal poltica adop-
tada francamente pelo partido os enfraqneoa pe-
raote os eleitores industriare, e na oonveuso de
8. Luis j psdem que tal nrogramma economloo
aoja .ff*atad*das platoformaa do Partido.
O eompetidor do Sr. Cleveland o 8r. Blame,
que na ultima eleico eom elle ooasorren. Mu
noliticamoatS, aeao naturalmente, approxima-se
Se-ao stotts>aiiwo,aamn.ado as eterna, seo
aiiuiidmails isglnr *--------- Qa. Mes *
dssagradar ass44vre-asssiams e por uso conaer-

' 1



Diario de PernambncoQuinta--feira 9de agosto de 1888
va-ee esa sitneoao especiante a tu a que regi-
na Mi a foroa aleitoral.
8a a aaa habilidade conseguir ajoatar en ama
campeaba elei toral todo* o* intereaaea proteceo-
listas e meio-livre-cambistas a lneta aera in-
tai oseante. Do contrario, a victoria di Sr. Ci-
vetead segara.
Par asise A Livrarie Fraaeata obse-
Jsiso-no* hontem oom a off-rta de am exemplar
i precioso livro do Max Nordan, intitulado Pa
radxeos, tradoaido pelo Sr. M. C. da Rocha e im -
Kmso aa eaaa dea editorea Leemaiert & C do
o de Janeiro.
Na estante dos homens de lettras nao leva fal-
tar esta obra.
nnHlotaeea Provincial Contiouaco
das obras cff-recidas a asta repartija) durante o
bms de Junho.
Pelo Sr. Dr. J. J. Alves de Albaqaerqae :
Oraoao que na pomposa solemnidad.' da inau
SiracSo da nova matria de S. Jos do Reeife re-
toa o couegj Joaqaim Ferreira dos Santos. Se-
gaiia da descripcu de novo templo e da mesma
solemnidade. Pernambaco, 1864. 1 folheto.
Relatorio apreseotado ao Exo. e Rvih. Sr. _D,
Francisco Cardn Ayres, pelo conego Joaqui-n
Ferreira dos Saceos, goveraador do bispado. Per-
atabaco, 1868, 1 tolbeto.
Relatorio do Hospital Pertiguea de Benefieea
eia m Petaanibueo do auno de 1884. Peraambu-
eo, 1885, 1 folheto.
A lospiedade oonfuniida oa refatacSo da carta
de Talleyrani escripia ao papa Po VII, pelo pa-
dre Lais Goaoalves dos Santos. Rio de Janeiro
1830, 1 folheto.
a-remes do Evangelho oa o casamento por
broa. Pernambaca, 1 folbeto.
Fjc oa entrames intitalado Manoel Mandes.
Pernambuco, 1837, 1 folbeto.
Oracao gratulatoria recitada em a groja de S.
Joo ds Almedina em aeco de graets que os leaos
eonimbricensi8 realistas enierecaracu ao Todo Po-
deroio palo felia regresso a este reino e acclam-
o de D. Miguel I, pelo c juego D. Francisco do
otisiimo Coraco de Mara. Cotmbra, 1838, 1
folbeto.
Tabella histrica e chronolJgica dos Exms. e
Be mi- Srs. bispos da diocese Parense, das dig-
nidades, coaegos e beneficiados da respectiva ca-
thedral desde a sua fundaco, pelo conego Or.
Gaspar de Siqoeira Qi-iroi. Para, 1850,1 tolbeto.
Carta pastoral ao Exm. e Revm. Sr. arcebispo
da Babia, 0. Manoel Joaquim da Silveira, diri-
gindo algumas eibortaco.-a aos seas diocesanos.
Baha, 1862, 1 tolbeto.
Roteiro da viagem da cidade do Para at as
ultimas colonias do serto da provincia, p'lo pa-
dre Or. Jos Moateiro de Noronba no anuo de
1763. Para, 1862, 1 folheto.
Vos do Povo ao Ministerio 7 de Marco. Rio de
Janeiro, 1874, 1 folheto.
Essai sur les lgeades pieab.'s da mayen age,
etc., par L. F. Jlaarg. Paria, 1843, 1 volme
encadernaJo.
Do Droit Ecclesiastiqae, ete., par le Dr. Phil-
lips. Pars, 1852, 1 volama eacadernado.
Constituiooes do arcebispado de Evora, etc., etc.
Evora, 1753, 1 volume encadernado.
Brasilia Pontificia, etc.. etc., por R. P. Simo-
aem Marqaes. Uiysspone, 1753, 1 7.lame eaca-
dernado.
Vaie-mecam ao traductor latino, pelo padre
Ignaeio Francisco dos Santos. Recite, 1863, 1
volame brochado.
Memorias histricas do Rio de Janeiro, p>r Mon-
enhor Or. Jos de Sousa Asevedo Pisarro. Rio
de Janeiro. 1820, 5 volumes encadernados.
S lacio das obras eflerecidas a esta ra-
partico uo mea de Julho.
Pelo Sr. Dr. J. J. Alves de Albuquerque o se-
gu ote :
Ches-d'ocuvre de Pope, nt. Traduit* do Tan-
Slais en vers oar Mra. du Resnel, Mammontel et
[adame da Boeage. Pars, 1807,1 volame ea-
cadernado.
O i tres livros de Cicero sobre aa obrigaces ci-
vie, tradasidas em linguagem portuguesa. Lis-
boa, 1784, 1 volme eacadernado.
Manuel complet de l'horloger, etc., etc par M.
L T. Pars, IMS, 1 volume encadernado.
Motim litterario em forma da soliloquios por
Jos Agostinho de Macado. Lisboa, 1811, 4 vo-
lumen encadernados.
Notions lmntaires d'histoire natarelle par (i.
Delafosse. Botanique. Paris, 1863, 1 volame
eneaderuado.
Decreta autheatica sacras rituumcangregatonis
notis illnscrata ad SS. D. N Pap-m Benedictum
XIV. Venetiis, 1750, 1 voiume encadernado.
O Novo Testameuto da Jesa Chriato ; tradusido
em portugus segundo a vulgar* latina por An-
tonio Pereira de Figueiredo. L udres, 1 voiume
encadernado.
Gonsalve de Cordoue par Florian* Par 1 vo-
lme encadernado.
Hygioe de l'Himme et des animaax domesti-
ques par A. Yaabeau. Paris, 1871, 1 volume en
endentado.
The Romn Missal for the usa of the laity eoo-
taining the Mass, with the introit, collet, epistle,
hospael, ete. Dablio, 1841, 1 volame eacader-
aado.
El Nuevo Testamento, traducido al espaol de
la vlgate latina, par el Rmo. P. Phelippe Scio
de S. Miguel. Paris, 1823, 1 volume encader-
nado.
< pratico de pedagoga, por Mr. Daligault,
Re-
tradasido da segunda edicto por J. P. M. P.
cifa, 1865, 1 volame encadernado.
Compendio de grammatiea latina a portuguesa,
por Jos Vicente domes de Moora. Coimbra,
1847, 1 roame encadernado
O Somno, por M. A. Charmar, tradoaido do
francs por Ovidio da Gama Lobo e Francisco
Leopoldmo de Guimio Lobo. Reeife, 1854,1 vo-
lme encadernado.
Oracto que na pomposa solemnidade da inaogo-
racSo da aova matris de S. Jos da cidade do Re
cife, recitou o conego Joaquim Ferreira dos 8sn-
tos, seguida da descripeo do novo templo e da
mesma solemnidade. Pernambaco, 1864, 1 volu-
me eacadernado. ._
OracSo que no solemne Te Deum eelebrado aa
cathedral deUlinds nodia 8 de Novembro de 18"4
ta aceto de grecas pelo felia consorcio de 8. A.
Imperial a Sra. D. Isabel lecitou o conego Joa-
quim Ferreira dos Santos. Pernambaco,
volume encadernado.
A Igreja e a CivilisacSo por S. Exc. o cardeal
Pecci arcebiipo de Perouse boje S, Saotidade Leo
XIII, tradasida em portugus por J. G. de
Agoiar. Porto, 1878, 1 volume encadernado.
Raccolta di elogi fanebre del Revm. padre D.
Gioaccbino Venturo. Roma, 1845, 1 volme en-
cadernado.
Tha Theasury of history, cousisting of a series
of seprate histories of the principal States aud
Kmgdons in the wovld, By Samuel Maunder.
Londoo, 1 volame encadernado.
Recreacao Pbilosophica pelo P. Theodoro de Al
tneida. Lisboa, 1835, 10 volames encadernados.
Ministro de Jess Christo no Tribunal da Peni-
tencia para instruir, absolver, oa condemnar es
erros, por Fr. Miguel de Asevedo Eborense.
Lishi, 1797.
Diccionario nuevo de las lenguas espaola y
francaise, por Francisco Sobrinho. Brosselas,
1744, 2 volames.
Principio Theologic aactore P. Martino. Ger-
bert, 1759, 8 volames encadernados.
Theologia moralis I lastriasimi ac Ravereudiasi
mi D. Alpbonsi de Ligorio. Basiani, 1735, 3 vo-
lames encadernados.
rectora ttmm oura ce comservss-
co dos parto* de PernambacoRe-
eife 7 de Agosto de 1888.
B-ilpfm iDitornloirico
Horas
6 m.
9
ia
3 t.
6
23--6
a4-7
27-4
26*-8
23-9
Barmetro
O*
76355
76442
76392
76248
76224
Tensao
do vapor
19,96
21,09
21,01
20,21
19,35
8
*
o
S
B
som-
1 cuiperatura uiaxiuia28*,UU
Djta minima22,50.
KvaporacSo em 24 horasao sol: 3,5 ;
ora: 1,7.
Chova 4,9.
Direccao do vento : SSE de meia ooite at sos
45 minutos da maahi; SE, com pequeas nter-
rupcoes de ESE, at 8 horas e 10 minutos ; SE,
ESE e E alternados at aos 25 minutos da tarde ;
variavel de ENE a SE predominando SE at meia
ooite.
Ve! o cidade media do veoto: 1"",96 por segando.
Nebulosidade media: 0.78.
Brileriic do oorVo
j| 1
M.
M.
M.
M.
COffiMEBf.10
Revista do Mercado
RECIFE, 8 DE AGOSTO DE 1888.
EFoi insignifiean'e o me vi ment nos diverges
Mercados.
O de eambios fechoa mais firme, nao obstante
ter estado paralysado.
Na Bolsa foram negociados 7 ttulos da divida
provincial, ao par.
Em algodio e coaros nada constoo.
Eis o qoe de mais oceorreu :
Da
7 de Agoste
8 de Agosto
Huras
1017 damsnha
4-88 da tarde
10-27 ..
455 da munha
(jetlssesiEflectuar-se-oao :
Hoje:
Pelo agente Gu mao, s 10 1/2 horas, na esta-
cado de Jaboatao de piano, movis etc., etc.
Pelo agente Pinto, s 11 1)4 horas, no Poco da
Ptnella, de movis e vidros.
Pelo agente Britto, s 10 1/2 horas, roa do
Rangel n. 48, de 1 piano, movis, etc.
Amanh:
Pelo agente Britto, s 11 horas, roa do Rue-
ge! n. 48, de pipas e barris com vinbo.
Pelo agente GosmSo, sil horas, na estacao
da Boa Viagem, de gran le quantidade de ferra-
gens, destiladeiras, moendae, bronses, ete.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra da Sen-
sala ta. 122, de mercadoras pharmaceutieas.
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra das
Aguas Verdes n. 48, da armscao e mais utensi-
lios da taverna ahi sita.
lasas fnebre*Serio celebraos ;
Hoje:
A's 7 horas, na igreja de S. Pedro, pela alma de
Antonio da Costa Pinto.
Amanba :
Das 7 oras em diante, as matrises da Escada,
da TirabaDa, de Cruangy, do Corpo Santa, de
Igoarassd, da Gloria de Goit e no seminario de
Olinda, pela alma de Raymnndo da Cuntas Pe-
dresa.
PassaselrosCbegades do norte no vapor
americano dvance :
O. G. Furaguson. J. M. Balabraga, Emma L.
Balabraga, C S- Cone, Arthur Moiler, Dr. A. G.
C. Moreire e Elof Nilsoo.
Sabidos para o norte no vapor brasileiro
Mando*:
Dr. Pedro Francisco Correia de Oliveira, sua
senbora e 1 criada, Joaqaim Francisco Vieira e
sua senhors, Carlos Martins, D. Mara de Mello e
1 criada, Jos da 8ilva Liyo Netto, D. F. Alves
da Nobr ga, Joo Luis Cavalcante de Albuiaere-
qa-, D. Mana Emilia F. de Britto Bastos e 5 filhas,
Francisco C. da Cros, Henriqua Rapbael Pees oa
de Mello, Luis Dommgues, Manoel D imingues
Alvss, Diogo F. Gil, Joo do Val Domngoes, Vc-
tor Martins Goocalves, Joanna Baptista de Q i i
ros, Ignacio F. de Carvalho, Manoel Alves de
Carvalho, Gabriel Ignacio de Soasa, Jos Go-i-
1864, 1 fVcalves Rocha, Maooel de Soasa, Albino Barbosa,
Mara Taomatargo Vas, Dr. SebastiSo Barros e
Bernardino da Fonseca Nasaro.
Proclama de casamente* Foram
litios na nutrs de Atogados no da 5 do eorrente,
os aeguicies :
Jos de Carvalho GusmSo com Rsymonda de
Albuquerque.
Manoel Pedro Alves com Jovina Florencia Cr-
rela.
Francisco de Sant'Aana com Belmira Maria da
Conceicao.
Casa de OetencaoMoviutento dos pre-
sos da Casa de DetencSo do Recite no dia 7 de
Agosto de 1888:
Exisam 340; entraram 8 ; sabiram 6 ; exit-
em 342.
A saber:
Nacionaes 328 ; molbores 8; strangeiros 6.
Total342
Arracoados 292,
Bons 267.
Doentes 25
Movimento da enfermara :
Teve.bcixa :
Inuocencio Pereira.
Tiburcio Francisco Rodrigues.
JoSo (ialdino Moreira.
Jos Silvestre do Paraso.
Foram visitados os presos deste estabeleci-
mento por 109 pesaoas, sendo 39 homens e 70 mo-
lberes.
Fallecen o detento Andr de tal.
Hospital Pedro II O movimento do dia
7 de Agosto, deste estabelecimento, foi o segoin-
te:
Entraram 9
Sabiram 6 *,
Falieceram 3
Existem 537
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs. :
Moscoso s 8 1)2 horas, Cysneiro s 9 1)2, Bar-
ros Sobrinho s 7, Ferreira Velloso s 10, Pontoal
s 9 1(2, Estevao Cavalcsnte s 7 1[4.
Cirurgio dentista Numa Pompilio, s 8 1|4 ho-
ras.
Pharmaceotico entrn s 8 1(2 esahio s 4
horas.
Ajudante do pharmBceotico entrn s 7 Ii2 e
sahio s 4 horas.
Lotera do Crao-ParAEis os premios
da 2* parte da 21* lotera ao Grao-Para, extrahida
em 8 de Agosto de 1888 :
3184
6079
13513
13528
6518
Estio premiados com
nmeros :
950 16831 19016
EstSo premiados com 600*000 os segoiutes n-
meros:
1623 7060 7416 7787 10176 14136
EstSo premiados com 3004000 os seguiotes no
meros :
3442 6173 11495 12005 13782
5638 10716 11625 12948 18957
Approximacoes
3183 1:503#0CD
3185 1:500*000
6078 690*000
6080 600*000
13512 15OJOC0
13514 150*000
Os nu eros de 3181 a 3190 estao premiados
com 150*000 inclusive o da sorte graode.
Os nmeros de 6071 a 6080 esto premiados
com 90*000 inclusive o da sorte de 30 coutos.
Os nmeros de 3101 a 3200 esto premiados
eom 90*C00.
Os nmeros du 6001 a 6100 esto premiados
com 60*0; 0.
Os nmeros terminados em 84 esto premiados
com 60*000.
Os nmeros terminados em 79 esto premiados
com 60*000.
Todos os nmeros terminados em 4 e 9 estao
premiados com 30*000 excepto os terminados em
84 e 79.
A seguinte lotera corre no dia 13 de Agosto
eoi o plano de 60:000*000.
Lotera do ParaA 2* pi-te da 20a lote
ra, pelo novo plano, cojo premio graode t de....
60:000*000, serextrahida,segooda-feira, 13 de
Agosto,
91
89
77
71
87
Altura
0,-15
2,-38
033
2,-27
120:000*000
30:000*000
12:000*000
6:000*000
3:000*000
1:500*000 os seguiotes
Saccaa
As entradas realisadas at a data de hoje foram
de 1.632 scese, sendo por :
iarcacas ......
Animaes......
Va-terrea de Caroar .
Via-tenea de S. Francisco .
Via-ferrea de Limoeiro .
212
740
38
72
570
Somma
1.632 Saccas
CoTAgois
Balsa
iFFICIAKS DA JDNTA DOS UOB
EKCTOSE8
Reatt, 8 de Agosto de 1888
Apolieee provnciaes de 7 0\0, do valor de 1:000*,
ao par.
Cambio sobre Para, 30 d|V. com 5|8 0,0 de des-
cont
Dito sobre dito, 60 d/v. eom 1 1|8 OrO de descont.
Na hora da bolsa
Venderam-S2 :
7 apotiees provioeiaes.
Angosto Pinto de. Lomos.
O ocrotario,
Pedro Jos Pinto.
Cambia
O* bancos abriram a 26 d. ; mais tarde, porcm,
ata vista de noticias recadas do Rio, retiraram
para 25 7/8 d caja taxa nao appareeeram to-
madores.
Nao eonstou traosaeco alguma em papel psr-
eular
O ssereado fachoo mais firme.
No Rio esteve o papel bancario a 23 7 8 d., sem
tomadocee e o particular a 26 1/8.
As taras officiaes para aa diversas prsoas, ex-
Boetas aqai foram estas :
Londres
Pars. ......
Italia........
Hambirgo......
Lisboa e Porto. *
fnneipae* sadade* de Porto-
gai- .......
Ubi des Aoores ....
Cite (UMadetra ....
(btr-York *
AlgeeUe
Maateve-se a coUco nominal
s 1* sorte do serto.
90 dlv villa
S5 7/8 25 5/8
367

456
205
370
70
458
07
212
215
212
1*930
de 6*000 para e
Asaltear
Us oraos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
gando a soctacao Commratal Agrcola, foram os
leguintes :
4r.no 3. superior 2*600 a 2*700
3.'boa ... 2*400 a 2*500
. 3. regalar 2*300 a 2*400
amenos...... 1*800 a 2*000
rfascavado porgado 1*600 a 1*700
broto.... 1*100 a 1*240
teme..... *800 a 1*000
Os de turbina nao tem spparecdo no mercado.
A exportaco teita oela alfaodega oeste mes at
o dia 7, sabio a 2.364~505 k'los, sendo 1.205.919
para o exterior e 1.158.586 para o interior.
As entradas effectoadss at a data de boje foram
de 665 saceos, seodo por:
rtarcacas...... 50 Saceos
Aoimaes ..... 36
Via-ferrea de S. Francisco 438
Via-ferrea de Limoeiro 141
Somma
665 Saceos
Cauros salgis*
Contina a ser eotado a 390 ris nomioal.
eouros verdes
Persiste a cotaeo de 230 ris, nomioal,
qaaoto forsm feitas as ultimas vendas
por
a ta da
saotaiu oa
Alfaodega
6 A 11 DE AGOSTO
na 1888
o Diario de 5 de Agosto
at
A exportaco feita pela alfaodega, a
o dia 7, atuosrio a 504,169 1/2 kios,
ueste mes
:ios, ando..
o exterior e 167.467 para o inte-
Vide
Aavles a sarga
Escuna sllemi Johanna. para Montevideo.
Escuna naeiooal Carolina, para Maco.
Patacho nacional Joven Correia, para Lisboa
Porto.
Vapor iogles De hay, para Liverpool.
Aav os a descarga
Barca inglesa Juanpore, varios gneros.
Barca noruegueuse Alfarm, carvo.
Barca dinamarquesa Richard, xarqae.
Barca nacional Minuta, xarqae.
Barca norueguense FU i, carvo. /
Lugar norueguense Okonon, varios gneros.
Lugar ingles Corande, bacalho.
Ligar ingles Florenoe, bacalho.
Patacho norueguense Ore, xarqae.
Patacho dinamarqus Thor, xarqae.
Patacho nacional Social, xarque.
Pataebo nacional Andaluta, xarqae.
Patacho bollaodes Afane, xarqae.
Patacho nacional Positivo, x-rque.
Pataebo hespanhol Encarnacin, xarqae.
Pataebo nacional Pelotate 8.', varios generen
f alacho nacional Hegaleira, xatque.
Patacho allemo Adetheid, xarqae.
Patacho iogles Eagle, carvo.
Importaco
Patacho allemSo Adelhtide, entrado de
Pelotas em 7 do corrate e coasigaado a
Maia d Rezende, manifeatou :
Xarque 203,970 kilos orden.
Lugar ioglec Florence, entrado de Ter-
ra Nova em igual data e ooosignado a J.
Pater & C, manifestoa :
Bacalho 2,975 barricas e 1,050 meias
ditas ordem.
^ s
Patacho ingl z Eagle, entrado de Liver-
pool, na mesara data e oonsigoado or-
dem, manifestoa :
Carvo de pedra 360 toneladas e 16
quintase a Great Western of Brazil.
Hiate nacional Camelia, entrado de Ma-
can em 8 do correte e consignado a Ma-
ooel Joaquim Peasoa, manifestoa :
Algodo em rama 32 saceos.
Coaras secos salgados 52.
Cera da carnauba 6 barricas.
Sal 44,800 litros.
T*t Vapir americana Adoance, entrado de
New York e escala em igual data e oon-
sigoado a Hmry Furster & C, manifes-
toa :
Agua-ras 10 caizas a Faria Sobrinho
AC.
Agua florida 8 osixaa a Francisco Ma-
noel da Silva d C, 12 a Aatonio Duarte
Carneiro Vianna.
Amostras 1 volume ordem.
.Danha 50 barris aos consignatarios, 25
a Guimar&os Rocha <& C, -25 a Araujo
CosU d C, 50 a Fraga Rocha d C, 50
a Fernandes da Costa & C, 30 a Soares
d Fernandes, 25 a Joaquim Duarte Si-
mSes & C, 25 a Silva Marqaefad C.
Drogas 26 volames ordem, 13 a
Francisco Maooel da Silva d C 3 a Fa-
ria Sobrinho d C-, 1 a A. M. Veras d C
Eletro-plate 1 caixa ordem.
Estopa 10 fardos ordem.
Feriaba de trigo 12 barricas aos con-
signatarios.
Ferragens 14 volames a Albina Silva
d C, 2 a Miranda d Soasa.
Kerosene 200 caizas a Paiva Valen te
AC
Mercadorias diversas 45 volames a Go-
mes de Mattos Irmos, 2 a Miranda d
Soasa, 1 a Pedro Antones, 3 aos consig-
natarios, 1 ordam, 2 a Joto de Oliveira
Lotera ala TlesertaAehsm-se a venda
os bilhetes da 8.* lotera da cidade da Vic-
toria, da provincia do Espirito-Santo, cojo plano
bastante animador, conforme se v do ana unci
em ontra seceso deste Diario. A extraccio ter
logar no dia 10 de Agesto.
Cena l te rio publico Obtusrio do da 7
de Agosto:
Bernardo Alves Pacheco, Portugal, 44 snnos,
solteiro, Boa Vista ; edema do figado.
Manoel, Pernambuco, 5 meses, Boa-Vista; febre
perniciosa.
Antonio Pereira da Silva, Pernambaco, 34
aonos, solteiro, Santo Antoaio ; tubrculos pul-
monares.
Cosme Antonio Barroca, Pernambaco, 70 nanos,
solteiro, Boa-Vista ; anemia
Maria Felicia Ha Conceicio, Pernambaco, 30
anuos, solteira. Boa Vista ; diarrha.
Julia, Pernambuco, 7 das, Boa-Vista ; msl de
7 das.
Praneelina Mara da Couceioo, Pernambuco,
58 annos, vnva, Santo Antonio ; hyJropesia.
Alfredo Martins de Asevedo, Pernambaco, 16
annos, solteiro. Boa Vista ; tubrculos pulmonares.
Anna America Cavalcante Wanderley, Pernam -
buco, 49 anuos, viava, Poco ;"caero do tero.
Joo, Pernambuco, 4 meses, & Jos ; coovul-
eoes.
Josepha Lina da Conceicao, Pernambuco, 35
aonos, solteira, S. Jos ; anasarca.
Bernardino de Seuna Pereira Leite, Pernam-
buco, 72 snnos, viovo, S. Jos; cistite.
Extracto do Jornal < Earopean
Hall > de 5 de fnlho de i 8 f
Nesta columna temos, de ves em qnando re-
ferido-nos a grande competencia no trafego a va
por entre a Europa e a America do Snl.
Com o fim da satisfaser os peddes de passa
geiros e earregadoiea sabemos, qoe a Koyal Mai'.
Steam Packet Compaoy, qoe merece a reputaco
de ter sido a primeira a ibr1r a eommunicnoo a
vapor entre a Inglaterra e a America do Sal, ha
nos 40 annos paseados, tem agora em consirueco
una esplendido vapor de uos 400 ps de cumpli-
mento e perto de 6,000 toneladas d- lotaco.
Est sendo constmido ds ac e obrigado a
manter urna marcha continua de 16 milhas-
Ser guarnecido com um numero sobreceeute
de cobertas a prova d'sgoa rauitas das quaes por
cima do conv- x.
Ter am elegante salo de msica, um de se
oboras o dous de fumar.
O salo de 1.* classe 'ser luxuosamenti d co
rado; os beliches de mollas para se fecharen),
quando nao fo:cm pre.'is.s, afim de dar inaior ea
paco aos camarotes, ao passo que alguns d'elics
tero o dobro da largura pira familias.
Banheiros de marmore para bmh a tepides,
frioi e de chovisco serao de prazer mu agradavcl
nos trpicos.
Urna forma especial tero os dous cenves de
paselo para os passageiros de 1 o 2.a clssse,
porm o da 1.* ser conservado inteirameute
parte dos outros.
O salo e camarotes de 2.a classe bao de ser
tambem excellentemente decorados
Hornete am regalar numero de passageiros de
3 a classe ser admittido e para s quaes preparar-
se-ho ac 'omodac^a espacoas e coofortaveis.
Todo o vapor ser ilinmlnado a lux elctrica e
prvido d'apparelhos os miis aperleisoalus para
maior seguran^ e commodiJade dos que viajar, m
u'elie.
Tenciona-se dar o nona de Aralo a este lindo
vapor, cocimemorando um do mesmo nome, que a
Companbia antigamente possuo, o qu .1 geral-
m-nto gosava a reputncao Je ser o mais lido e
velos navio, que atraves:>tva o Atlntico.
' de esperar que o novo A trato ui encontr
competidor digno d'ulle e que se torne o favorito
na carreira da America do So:, como o primitivo
Atrato o foi por multes aonos na das_ludia. Ci
mos e esperamos que o novo Atrao'tomir lugar
oa carreira at o fim do aono.
Um vapor igual j teve inicio e de ver ser lau-
cado n'agua dentro de nove meses.
Este ser seguido por out.-ob prop.rco, que o
trafego se v disenvolvendo.
Sabemos tambem que os directores se esforcam
para arranjar alguns dos seus lidos vapores, de
frmu que possam faser rpidas viag-us directa-
mente entre a Europa e Rio da Prata.
Deve-se indicar que muitos dos vap rrs d'esta
linba, tem sido recentemente reparado* e pr vicios
io machinai etc. etc.
ultimo, que soffreu reparos (o 16;) dis se
ter causado grande satisfacao em todos oa portus
e Hitamente gabado pelos pisageiros.
Com effeito teuvse notado que aoticiaa favora-
veis a este respeito d'eete vaponj(> qual tem agir*
a leputaco de ser o mais liado e velos na car
reir) tm apparecido uos priacipaea joroaes nos
pases em cojos porros elle toca.
A imprensa do Bio de Janeiro tem recentimente
chamado a attenco sobre urna viagem feita por
esto navio da Babia pira o Bio, como o mais r-
pido de que ha noticia ; por nossa parte observa
mus qu chegiu aqu rm 23 de Juuhi tros das
untes do tempo marcado.
Todos estes lindos vapores sao Iluminados com
lus elctrica.
e Silva, 1 a Fransisco Manoel da Silva
& C
Mosquetero l caix* oriero.
Macboismo 1 oaixa a ordem.
Machinas para deac&rocar algodo 8 osi
xas A ordem.
Maizena 100 caixas a Domingos Ferrei-
ra da Silva d C, 50 a Silva Marques dC,
100 a Paiva Valente d C, 50 ordem,
150 a Fernandes d Irinftos.
Oleo 50 caixas a QuimarSes d Valente,
5 a Faria Sobrinho d C.
Pregos 200 barriese ordem, 30 a Mi-
randa d Suuza.
Ps de ferro 20 feixes ordem.
Relogios 8 caixas ordem.
Rodas para carros 130 ordem.
Tecidos diveraos2 coix;a ordem,l a
A. Vieira d C.
Toucinho 10 barra a Araojo Castro d C,
30 a Frag* Rocha d C, 20 a DomiDgoa
Ferreira da Silva d C.
Vermfugo 12 oaixaa a Francisco Ma-
noel da Silva d C
Vidros 8 volumes a Vianna Castro d C.
Expartctefte
aacnrsk 7 os agosto oa 1888
para o exterior
No vapor allemo Catania, carregaram :
Para New-York, Abe, Stcin & C. 15,600 pellee
de cabra.
fo vapor francs Villejde Maranho, carre-
gou :
Para Lisboa, J. dos Santos Lagos 20 barricas
com 1,875 kilos de assucar masca vado.
Para o interior
__ No patacho nacional Andaluza, carrerga-
ram '.
Para r*elotas, Amorim Irmos & C 75 pipas
com 36,000 litros de agurdente.
__ So vapor francs Villt de Macei, carrega-
ram :
Para Santos, F. dos Sant s Macedo 300 saceos
com 18,000 kilos de assucar maacavado.
Para Bio de Janeiro, P. Pinto & C 2 barricas
com 50 kilos de doce.
. No vapor nacional S. Franeeo, carregoa :
Para Cear, A- M. da Silva 2 barris com 192
litros de agurdente.
__ No vapor nacional Mandos, carregaram :
Para Manos, P- Alves & C. 2b volumes com
1,208 kilos de assucar branoo e 30 ditos eom 1,850
ditos'de dito refinado ; J. L. da Silva Oliveira 15
barricas com 1,070 kilos de assucar refinado ; F.
A. de Asevedo 40 saceos com 2,400 kilos de assu-
car braneo ; J- S. da Costa Moreira 10 barricas
com 600 kiloa de assucar refinado ; J. Borges 40
barricas eom 2,740 kilos de assucar braneo.
Para Para, J. Borges 400 barricas com 30,657
kiloa de assucar braneo ; P. Moreita da Silva 700
barricas com 52,409 kilos de assocar braneo ;
Amorim Irmos C. 300 volames com 23,777
kilos de assucar branoo ; E. C. Beltro & Irmo
20 baricas com 617 kilos de assucar refinado ; P.
Alves ft C. 20 barricas oom 800 kilos de assuear
refinado.
Para Cear, P. Moreira da Silva 200 saceos
eos feriaba de mandioca.
Banhos de mar
Lembra se as pesaoas qae anda tenham
costantes para banbos no estabelecimento
sito nos Arrecifes, o obsequio de maadal-os
procurar para remontaren nos, caso neces-
sitem delles para asar na presente estacao
balnearia, oertos de qoe depois do dia 31
do eorrente o mesmo estabelecimento nao
89 responsablisa pelos referidos costumes,
iasoe de conformidade cem o _art. 6 de
seo regulamento.
N. SOS
A caspa e outros males que affl gem o crneo
ioevitavelmente destroem a vitalidade dos cabel-
los.
O remedio soberano entra essea flagdlos o
Tnico Oriental, o qaal, como por encanto, promp-
tamento oa fas desappareesr.
Porm at anda n) tudo, vigorisa e d tom
cutcula por tal forma, que oo posaivel poder-
se reprodusir, a nao ser que o sen uso seja conti-
nuado.
A traospiraco objtruida causada pelo entorpe-
cirrento da membrana exterior, a origemde omi-
tas das affeccoes e entermidades dos cabellos, e
este entorpecimento nao pode existir, quando oa
vasos superficiaes recebem sua maior profuodida-
de mediante a poderosa aeco e auxili > deste raro
vigorador vegeta!. .
Fabrica vapor
DB OLOS VEGETAE8
A' roa da Aurora n. 161
Vende se
OLEO de mamona, purificado e clarid -
do, para uso medicinal, em latas de 1, 2
e 5 galrjes e engarrafado.
OLEO aromatizado o mais b?m aperfei-
coado e apropriado para lamparinas, em
latas de 1, 2 a 5 gaII5:8, e engarrafado.
OLEO especial nente preparado para
machinas a vapor, companhia de estradas
de forro, etc., em latas de 5 g.i 3-s, >: em
barris, a vontade do comprador.
Perfu narias
Tnico americano Camacan.
Agu perfumada Camacan.
Tnico perfj nado Camacan.
Oleo perfumado Camacam.
. Tulo acondicionado e to bem preparado
gomo o que vem do estrangeiro. .
Precos sata competencia.
Reeife, 7 de Agosta da 1888.
Uuitnsr- a d Amorim.
Dr. Dypi'iano Maia
Este Ilustre e conceituado medico da
Cmara Muniipil de Pelotas, cjmruiaaario
vaccinador e ex-del-gaio da saude publi
ca, firmou o seguinte attestado :
c Attest i que o Pritoral de Cambar,
do Sr. Jos Alvares de Souza Soares, pre-
parad? de urna srvora aromtica denomi-
nada Cambar que vegeta na serra dos
T p8, desti provincia, ain exaellente
balsmico expieturaoj, e como tal o tenho
empregado aempro coa bom reaultado as
ffee^o-s pulmonares.
c O refer 'o verdade e o juro sob a
f do meu grao.
Dr. Vicente Cipriano da Maia
ED1TAES
O Dr. Marcolino Dornellas Camarse'J-
nior, juiz substituto do oivel da comar-
ca de Olinia, por S. Mvo Imperador
qae Deus guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital vi
rem, que fiodo os das da lei e pracas nos
das 1, 8 e 14 do futuro mez de Agosto,
depois da audiencia deste juizo, na res-
pectiva sala, ser oeste ultimo dia levada
prag* de venda, para ser arrematado
por qaem mais der o bem seguinte :
U.ua casa terrea, sita a roa da Boa Ho-
ra, desta uidade, sob n. 5, com daas por-
tas de frente, em bom estado, oom 4 me-
tros de largura e 14 e 3 decmetros de
comprimento, dous quartos, duaa salas,
uoziaba interna e quintal em aborto, ava-
hada por 400,5.
E vai a prsca por execujao de Antonio
Na barcac Thtretinha, carregou :
Para Parabyba, J. R. da Silva 20 saceis
1,500 kilos de assucar braneo.
Rcvdimentoa pnblicoa
u na agosto
Al/andeya
com
Beoda ue-I
Do dia 1 a 7
[dea de 8
Keaas cwviucial
Do dia 1 a 7
(dea: de 8
227:780*961
42:549*763
270:330*724
31:6451732
8:380,608
40:026*240
Somma total
310:356*964
Segunda seceo da Alfaodega, 8 de Agolto
de 1888.
O tbeooureiroFlorencio Domingues.
O chafe -la seceoCicero B. de Mello.
Do dia I a
fdem de 8
Rccebedorla ceral
7 13i457J841
2:4934570
15:9514U
aerebedorl* provincial
Do dia 1 a 7 10:5331054
dem d 8
De dia 2 n 7
dem de 8
3:b714061
Uerie Draiaasre
4:9144578
5524768
Joaqaim Cselo contra Manoel Antoaio
Moreira Leal e sua ualher.
E para qae chegue ao oonheoimento de
todos mandei passar o presente qae ser
affizado nos lagares do costume e publica-
do pela imprensa.
Dado e pasaado nesta cidade de Olinda
aos 5 de Julho de 1838
Eu JoSo Tbeodomiro da Costa Montei-
ro, escrivo, o eacrevi.
Marcolino Dornellas Cmara Jnior.
(bstava sellada, com ama estampiiha de
200 ris.
Joizo dos feitos da fazendF
EseriTao ilcg Burros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos
feitos da f&zenda ir de novo a pr.-\ea eom
o abatimento da lei, para serem vendido*,
no dia 10 do correte mez pelas 11 hora*
do dia, depois da audiencia, os beas se-
gaintes : a casa, trra de fijlo e cal e ama
olaria tambera sebr pilares de tijolo e cal,
aifcadas no lgr denominado Canal dos
Remedios, freguezia dos Afogados tudo em
bom estado, pelo precs de 9900, perten-
sente a Antonio Caldas da Silva.
Um sobrado de u>n andar, sito a roa
dos Guararapes n. 67, freguezia de S-
Fr. Pedro Gonsalves, em estado de ruina
peio prego de Mb-S, pertencenta a Belar-
mino do R g> B.rroa ; cujos bens sao ven-
didos para pagamento das ezecacSes qae
a Fr-zenda Nacional movo contra os mea-
mos proprieta rios.
Reeife, 4 de Agosto 1888.'
O solicitador da Fazenda Nacional,
Luiz Machado Botelho.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Monte-
negro, corumeniador da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direitc especial do com-
meroio da cidade do Reeife, por S. M.
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Deus guarde, et\ (
Paco saber aos que.o pr sent edita! virem oa
delle noticia tivcein, qu depo's da respectiva
audiencia deste juixo do dia 9 de Agosto do cor-
rente anuo, se ha de arrematar por venda a quem
mais der o bem Eeguicte .
Una parte do sobrade de um andar, n. 31,
sito ra da t'euha, freguezia de jauto Antonio
desta cidade, te..do dito sobrado 2 portas de
frente no 1 andar, varanda da ferro, 2 salas, 2
quirtjs, cozinha exorna, mediudo de frente 3 me*
tros e 13 contimetns e de fundo 14 metros e 90
centmetros, teado o pavimento terreo 2 portas
servindo de armasem, sem repartimento algum,
coocada no mesmo a escada que vai ao primei-
ro andar, e dito predio tem quintal murado e ca-
cimba, sendo dito sobrado avaliado em 3:0004 e
a dita parte que vai a praca em 1:2294.
A referida parte do sobrado vai a praca por
execueo que movem Prente.Vianna a C. contra
Luis Aotonio Pereira.
E para chegue ao conhecimento de todos man-
i i p tesar o presente edital que ser publicado
pela impreosa e afGxado nos lugares do costume.
Dado e pnssado nesta' cidade do Reeife, aos 18
de Julho do 1888. -Ernesto Machado Freir Pe-
reira da Silva.
Thomaz Garcez Paranhos teMonnegro.
StLARACOES
Comi geral
Malas a expedirse HOJE
Pelos vapores Advance e Vill'- de Macei, esta
admiaisrmco expede malas para os portos da
Baha e Rio de Janeiro, seodo que para o primeiro
deeses vaporea receber impressos e objectos a
registrar at 12 horas do dia e cartas ordinarias
at 1 1;2 ou 2 horas com porte duplo ; e para o
segundo, impressos e objectos a registrar at 2
boras ds tarde a cartas ordinarias at 3 horas ou
3 1|2 com porte doplo.
Administraco des eorreios de Pemambu, 9
de Agosto de 1888 O administrador,
Afoneo do Reg Barros.
Hyppodrouio do lampo
Grande
Di ordem da directora sao convidados os Srs.
accionistas para realisar-in a 3* prestaco, a ra-
zu de 25 %, do dia 6 a 20 do eorrente. scrip-
torio ra do Imperador n. 55, de 11 horas 'da
manhves 2 da tarde.
Reeife, 4 de Agosto de 1888.
O secretario,
Jos Diniz Barreo.
10 ditos de fressaras a 600 ris 6/000
10 talhos a '2i 20*000
1 dito a 1* 1*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhes a l 544000
213*189
Rendimento dos diss 1 6 do cor-
rente 1:232*120
Foi arrecadado liquido at noje 1:444*300
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 300 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
Farinha de 200 a 323 ris a cuia.
ifilho de 320 a 40o ris idem
Peijo de 560 a 1*200 ris idem.
Vapores 4 entrar
HEZ DE AGOSTO
Sal.......... ViUe de Maranho. amanh
Norte......... Alagos........... 18
Sal........... Britannia......... 13
Europa...... \Ule de Cear..... 15
Fiume........" Mallekoaites...... 15
Sol........... Espirito Santo..... 17
Europa....... Neva............ 17
Sal........... Orenoaue.......... 18
Sal.. ....... Tagus............. 19
Hambargo..... Lissabon.......... 20
Norte......... Pernambuco....... 24
Sal........... Maranho......... 26
Europa....... Vle-de-San-Nicols 26
14:101*115
5:467*346
Matado uro Publico
Foram abatidas no Matadonro da Cabanga 95
reses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 66 reses pertenoentesa Oliveira Castro
'* C, e29 a diversos.
Mercado Municipal de S. los
O movimento deste Mercado no dia 7 de Agosto
foi o aeguinte:
Entraram T
29 1/2 bois pesando 4,672 kilos sendo de Oli-
veira Castro & CS 211/2 de 1 e 8 de par-
ticulares.
234 kUos de peixe a 20 ris 4*680
103 cargas de, farinha a 200 ris 20*600
12 ditas de fractas diversas a
800 rs. 3*600
12 taboleiros a 200 ris 2*400
11 sainos a 200 ris 2*200
16 matntos com legantes a 200
ris 3*200
Foram oceupados :
- 301/2 columnas a 600 ris 18*800
1 eseriptorio 300
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*000
. 31 ditos de comida 500 ris 15*500
92 ditos de legumes a 400 ris 86*800
18 ditos de sainos a 700 ris 12*600
Santos e esc.
Santos e esc.
Havre e esc.
Liverpool ...
Sal.........
Santos e esc.
Buenos Ayres
Vapores a eliir
MEZ OB AGOSTO
Advance...........hoje s 4
h.
h.
b.
Vle de Macei----- hoje s 3
Ville de Maranho 11 s 2
Britannia___*.'... 13 as 2 h.
Alagos........... 14 s 5 h.
Ville de Cear..... 16 s 8 h.
Neva............. 17 s 2 h.
Norte....... Espirito Santo..... 18 s 5 h.
Bordeaux... Orenoque.......... 18 s 12 h.
S nthampton. Taius............. 19 lh.
Sol......... Pernambuco....... 25 s 5 a
Norte....... Maranho......... 27 s 5 h.
Sanese esc. VMc de-San-Nicols 27 s 2 h.
Movimento do porto
Navio entrado no dia 8
NtW-York e escala 21 dias, vapor americano
Advance,. de 1,902 toneladas, commandante
D. E. Gnffiths, equipagem 71, carga varios g-
neros ; a Henry orster & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Manos e escala Vapor brasileiro Manos,
commandante Quilherme Waddington, carga
varios gneros.
New-YorkVspor allemo Catania,* comman-
dante H. Frank, carga varios gneros.
MossorBarca torueguense Valkyrien, espi-
ta O, M. Bryc", em lastro.
AracatyHyate brasileiro D. Julia, mestre
Laorentino F. da Costa, carga varios gneros.
BahiaBarca norueguense Reepit, capito J.
Petersen, em lastro.
MaranhoBarca portuguesa Audacia, espitio
traacieco E. Soares, carga variogeswroi.
-
1


<
;
%
-

Prolongamento da estrada de ferro de Per-
nambaco e estrada de ferro do Becife a
Caraar.
De ordem do Illas 8r. director engenheiro chele,
fago publico que em virtude da circular o. 8 do
Miniaterio da Agricultura Commercio e Obras Pu-
blica* de 28 de Julbo ultim, ficam desde o di 15
do presente mea em diaote, aupprimidoa oa favo-
rea at agora concedidoa uo transporte de merca -
dorias por circular, datada d 3 de Fevereiro do
meamo Ministerio que rica aasim derrocada.
Secretaria do prolongamiento da estrada de ferro
de Pernambuco e eatrada de ferro do Bejife a Ca-
raar, eai 7 de Agosto de 1888 O secretario,
Manocl Juvencio de Sabcya.
S. R J.
Sociedade Berremlia Javenmde
Coirrji-'moracao do sea 24.* anniversarh e l. da
oscallacSo de sua banda musical, em 14 de
Agosto de 1888.
Os senh res socios qu qnizer.m tirar convites
para este sarao, poderao deixar suaa notas na se-
cretaria desta sociedade ; ingrseos em mi do
thesoureiro. Nao sao admissiveis aggregsdoa.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude'
1 de Agosto de 1S88.
0 1* secretario,
________________Manoel Joaqnim BnpisU.
Terceira praca
Pela inspectora desta Alandega se fax pabli-
eo, qae, 4s 11 horas do dia 13 dj correte mes,
ser arrematada em praca, porta desta reparti-
lo, a seguate merendona :
Arumzem n. t
Duas caixss marca triangulo e C dentro, ns. 781
9 782, contendu 16 tamp>s de nogaeira (mndeira
fina), para consoles, pesando cada tampo 7 kilos,
vindaa de Liverpool no vapor ingles Orator, en-
trado em 3 de Abril do corrente aono, abandona-
das aos direitos por Carvalbo Jnior & Leite.
3 secoo da Alfandega de Pernambuco, 8 de
Agosta de 1888.
O ebefe,
Domingoi Joaquim da Forueea.
anhia de cavalla
ra de Pernambuco
Esta c mpanbia compra no dia 11 do prozimo
mea de Agosto 18 cavallos precisos ao servico da
mesma, es qua?8 dnverio reunir as seguintes coo-
diep-'s : 1 metro e 46 centmetros de altura, noves,
mansos e gordos, preferindo-se castrados. As
peesoas que os quisrr fornecer deverio apresentar
snas propoetas jantamente com os animaes, s 11
horas do refeiido da, no quartel da companhia,
afin de cerern examinados pela commiasio para
esse fim nomeada.
Quartel no Campo das Princesas, 31 de Julbo
de 1888.
Joio Pi da Fonseca,
Alferes agente.
MI AMWcTiF Gs-
Comp
da
igreje
Hoje, hora do costum?, haver sessio ordi-
naria.
Secretaria do Instituto, 9 de Agosto de 1888.
Baptista Regueira
______________ 1" secretario.
CenalKiort da ronfrarta de BsM
Jesas da Viaaacra da tfreja
Sania Crns
MESA OESAL
D ordem do irmio provedor,aSo convidados to-
dos os irruios desta confraria, visto nao ter compa-
recido numero legal t- rea feira 7 do Crrente, para
se reunirem sexta fjira 10 em numero legal, para
proceder-se a eleicio de provedor e thesoureiro, s
7 horas da noite.
Consistorio da confraria da Viasaera da
da Santa Crus, 8 de Agosto de 1888.
O escrivio,
Julio A. Scales.
Asiip ciiri Agrcola
? Ao appello qne foi feito a esta associacSo pelos
Srs. Epiphanio Barroso, Argemiro Palcio, pediudo
auxilio ao Bando Precatorio que teco de percorrer
a cidade, eemolanoo em beneficio da Santa Casa
de Misericordia, deliberou a directora promover
entre seas associsdos urna eubscripc&o a favor
daquella humanitaria instituidas, e pede que seja
entregue ao thesoureiro desta associaco, o Sr.
eommendador Miguel Jos Alves, a esmola que
Ibes dictar sen coracSo. Recite, 2 de Agosto de
1888.-0 1. secretario,
Antonio A. Moreira de Mendonca.
Aviso aos navegantes
Por ordem do Sr. capito do porto ss faz pu
blico para sciencia dos navegantes o seguinte :
que e commandante do vapor nacional lando*,
Guilberme Waddingtoo, communicou hoje a esta
capitana ter encontrado no dis 5 do corrate, na
latitude 11* 8. Long. 86 27' O Qwj. ao cseo
de nsvio que Ihe parecen de ferro, com a quilha
para cima.
Capitana do porto de Pernambuco, 8 de Agosto
de 1888.Servindo de secretario, o amanuense
Clendon A. de Albuquerque Chaves.
Arrematado
No dia 16 do corrente mes tem de sr arrema-
tado petante o Dr. jais de orpbios ds comarca de
Jaboatio, o arrendameoto do engenbo Santo An-
tonio, por 300*000 por safra. Jaboatio, 6 de
Agosto de 1888.
O escrivio interino,
Josqnim Tavares Rodoviiho.
Terceira prapa
Pela inspectora desta alfandega se tas publico,
que s 11 horas do dia 11 do correte mes, sero
arrematadas em praca, porta desta reparticio,
as seguintes mercadorias :
rmaseos n. 1
rjm pecte, rr.arca Domingos Alves de Abren,
comeado 2,940 grammas de livros impreasos, com
capa de papelo, viudo do Havre no vspr francs
Vale de Baha, entrado em 9 de Setembro de 1887,
consignado a Domingos Alves Matheus.
Arraasem n. 2
Urna barrica, marca diamante, A nocen tro e S
ao lado, n. 222,- eootendo 260 kilos. liquido legal,
de chapas de ferro fundido para fogoes, todas que-
bradas, vinda de Liverpool no vapor ingles Sculp-
tor, entrado em 6 de Agosto de 1887, consignado
a Albino Silva C.
dem idem, marca triangulo, A no centro e S
ao lado, sem numero, 574 kilos de fragmentos a
granel, de chapas de ferro para fogoes,dem dem
idem.
dem idem, um caiza, marca M\4C n. 109,
eontendo 70 kil a de serras finas, vinda de Liver-
pool no vapor ingles Author, entrado em 24 de
Setembro de 1887, consignado a Miranda Alves
ce Companhia.
Armasen) n. 7
-Urna caiza, marca PL n. 3, eontendo 30 kilos
de cirtaaea de mais de duas cores, vinda do Ha-
vre no vapor francs Filie de Santo, entrado em
7 de Oatnbro de 1887, consignado a Ch Plural A
Ccmpanhia.
dem idtm, ama barrica sem msrea e sem nu-
mero, eontendo 70 kilos broto de gesso em p,
Vinda de Antuerpia no navio belga Brabo, entra-
do em 15 de Abril de 1887, consignado a ordem.
Id'm idem, ama barrica, marca RB, diamante,
1125 do esotro e C ao lado a 1, eontendo 59 kilos
bruto de gesso em p mnito avariado, 60 0/0 de
abatimento na taza, vinda de Liverpool no vapor
ingles Warrior, entrado em 30 de Abril da 1887,
consignado ordem.
dem idem Seto saceos, marca C, sem numero,
eontendo 98 kilos bruto de folhas de louro.
dem idem, 15 barricas, marca ET, sea nume-
ro, eontendo tumo picado em mosto mi estado,
broto 942 kilos, liquido legal 848 kilos com aba-
tjmento de 30 0/0 Da taza, vlndas do portos do
tal no vapor brasilerro Maranho, entrado em ?8
de Oatubr de 1887, consignado ordem.
3 aeccSo da Alfandega de Peroamboco, 8 de
Agosto de 1888.O ctaefi,
Domingos Joaqnim da Fonseca.
Diario de Pernaiobiico(*}ihiita--feira 9 de Agosto de 1888
PRADO PERMMBUCANO
Frogramma da 3"corrida
QUE SE EFFEGTUARi
Domingo 12 de Agosto
A's II ooras da manh em ponto
Nones
dade
fe Moa
Naturalida-
des)
Pesos
C6r da veatlmenia
Prup rielarlos
1. PsreoConaola^o 80C m-irotAi> 8 livra a entrada
ganbo. Premios : 200* ao 1, 50* ao 2.* e o
Job........
Topeira.....
Lidador.....
Podsrgo ....
Arraial......
Nubio.......i
Progressista ez
Postilln ....
annos
Russo ...
Rodado ..
Cachito ..
Castanho.
Baio.....
Preto------
Russo.
Pernambuco.
56 kilos.
56 .
56 .
56 <
52
56
56
Branco, azul c encarnado
Verde.................
Asul e encarnado .......
Azul e branco..........
Verde e creme..........
Violeta e ourc..........
Grenat e oaro
2. Psrei.Imprmss Pernambucana1000
metros. Animaes da provincia,
livra a entrada
Henrique Gibaon.
Albino Josa des Santos.
C u de I a na Victoria.
Couielaria 1 de Julbo.
A. M. de Moraes.
Coudelaria Belem.
A. F. A.
Premios : 200* so 1, 50* ao 2 e o 3
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Ocila.........
Tombador.....
Don Quizte...
Atbeu ........
Cndor .......
Zg..........
Jopy.........
Leseira.......
Topinamb2*..
Faisea.......
annos.

Castanho....
Rodado .....
Russo......
Castanho.....
Baio.........
Russo.......
Baio.......
Russo .......
Alarlo.......
Oveiro......
Caatanho.....
ernambuco.....|58 kils.
156
56
54
60
54
65
56
51
62
56
Preto e ouro...............Augusto F. de Oliveira.
Verde
Verde
Encarnado, ssul, e preto....
Encarnado e branco........
Grenat...................
Branco, asul e encarnado...
Asul e braceo..............
Azul.
Artbor S.
Coudelaria Esperance.
A. F. C.
Ooudelaria Riachuello.
S. L.
Francisco C. Resende Reg.
Antonio L. R. Guimaries.
ICoudelaria Frmese,
branco o rosa........I Alvaro Ferraz.
Branco e asul
|M. G. de Medeiros.
3.* Pareo. Io de Jaiba.1200 metros. Animaes de menos de meio sangue. Premios : 3004 ao 1*, 75* ao2" e o 3* livra a entrada
Galatba.
Favorita.
Aymor ..
Recite...
Rusilbo ......
Zaino.........
Castanho......
Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro ..
S. Pau'o;........
Rio de Janeiro ..
62 kils.
52
52
60 <
Escarate e ouro............
Oaro e chombo............
Ouro e eacarlate...........
Asul e branco.............
Coudelaria Allianoa.
Coudelaria 13 de Man.
J. Guimaraea.
S. P.
4.* Pares Profrrsao 1600 metros. Animaes nacionaea at meio sangue. Premios : 4004 ao 1.*, 1004 ao 2.*
Maestro
Ipojoca .
Oouro ..
Tordilho
Alaso..
Aiaso .
8. Paulo........
c
Rio de Janeiro...
54 kiloa.
52 a
56
Encarnado e branco........i8ydrenio I. de Mello.
Asul e grenat.............IDelmiro Gouveia.
Asul e branco.............|F. P.
5* PareoPrado Peraambacasaa1800 metros. Animaes de qualquer paiz.
a entrada
Premios : 5004 ao 1. 1254 ao 2" e o 3 livra
Castiglioni..... 4 annos.
5 *
Mastn ....... 5
Hexe......... 8
Pancy........ 4
Zaino.,..
Alarlo...
Castanho
ZtlQ'i. .
Franca
Ro da Prata-----
52 kils.
54
54
dO
52
Branco e encarar.do ..
Ouro e chumbo......,
Encarnado e braaco ..
Escarate e ouro.......
Asul e brancj.......,
Coudelaria Cruzeiro.
Cmdelaria 18 i Maio.
Coudelaria Pernambucana.
Hilario Pereira da Silva.
A. F.
6.* PareoExperiencia 1400 metros. Eguas nacionses at meio sangue.
entrada
Premios: 3004 ao 1-, 754 ao 2* e o 3* livra a
Galathes...
Favorita..
Minerva. ..
Morena.....
Bacart....
annos.
c
Rusilbo......
Zaina........
Oouradilho
Castanho.....
Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro...
8. Paulo.........
Paran.........
Rio de Janeiro ..
54 kilos.
54 c
50
52 a
5J
Escarate e ouro...........
Ouro e chambo.............
Branco e encarnado.........
Aaul e grenat............*.
Rosa e preto..............
Coudelaria A!Manca.
Coudelaria 13 de Mais.
Coudelaria Crusciro.
Paule Moreira d Silva.
F. S. C. Cunba.
7. PareoClub Internacional de Bsala. 1200 metros.Animaes ds provincia.
livra a entrada
Premios : 2504 ao 1-, 603 ao 2- e o S*
Ocila--
Idiota ........
Dom Cesar....
Noruega......
Elo..........
Tupy.........
Leseira.......
Castanho.
Russo.....
Rodado. ..
Castanho .
Baio..
Russo
Pernambuco.
56 kilos.
52 .
52 <
52
54
54
52 a
Preto e ouro.....
Encarnada e azul
Verde...................I Coudelaria Espranos.
Ouro e escarate
Encarnado e branco ....
Branco, ssul e encarnado
Aaul e branco..........
Augusto F. de Oliveira.
Bernardo Damio C Pesaos.
Vicente P. Salles Meaeses.
Ooudelaria Riachuelo.
Francisco C. Rezende Reg.
Antonio L. R. Guimaraea.
(*) Montado por amador. a
OBSERVARES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo devem achar-se no ensilhamento s 10 horas da
urna hora antes da
manha.
Os animaes inscriptos para os outros pareos devem achar se no ensilhamento
determinada para o pareo em que tem de correr.
Os jockeys qne nao estiverem matriculados e os qne nao apresentare a cantale-
ta da matricula na occasio da pesagem nao podero correr.
Os jockeys qae nao se apresentarem com as cores designadas no pregramma nao
podero correr.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria da Sociedade das 11 as 3 horas
da tarde.
Os bilhetes de ingresso estaro a venda, na vespera da corrida na secretaria da Sociedade e no d?a
nos carros da Companhia Ferro Carril e bilhetaria do Prado.
HORARIO
Encerrarrento da venda de pontea
1.a
2.
3.
4.
5.
6.
7.
pareo.
.ll'.O'
12.35.
1.20
2 5 .
3.5 ,
3.50
4.35
Corridas
12
12.45
1.30
2.15
3.15
4.00
4.45
Recife, 8 de Agosto de 1888.
O SECRETARIO,
francisco de Souza Res.
Recife Drainage
Rela^Sa dea concertoa fei'os nos appare-
lhoB no mea de Jalao do crrante anoo
de oonformidade com o art. 10 do Con-
trete e | 2 do art. 15 do Regulamento
de 12 de Janeiro de 1872.
Recite
Marques de Oiinda n. 10 4?00
Dita n. 24 5#360
Dita n. 26 2><"40
Dita n. 47 ">**>
Ditan. 56 5#860
Bom Jesns n. 18 12*540
Dita n. 7 3*080
Dita n. 17 6*580
Dita n. 31 6**80
Dito n. 35 3*640
Dito n. 45 2*640
Coasssereio a. 16 6*820
Dita n. 16 2*640
Biapo Barataba n. 12 8*800
Thosa de Soasa a. 14 12*320
Becco do Abren n. 4
Dita n. 6
Vgario Tenorio n. 14
Dita n. 5
Dita n. 17
Dito n. 25
Maris e Barros n. 16
Amorim n. 18
Dita n. 21
Dita n. 25
Moeda n. 23
Tuyuty n. 1
Diu n. 13
Madre de Deus n. 32
Dita u. 3
Domingos Jos Msrtins n.
Ditan. 144
M>acates n. 8
Restauracao n. 64
D. Maria Casar n. 6
Dita n. 34
Ditan. 7
Visconde de Itapsrica n. 66
Pharol n. 60
2*640'Dita n. 76
2*641 Areal n. 2
3*960 Dita n. 6
3*960 Vital de Oliveira n.
9*080 Guarsrspea n. 64
2*640 ; Bario do Triasspho n.
3*080!
2*640'
39
Santo Antonio
14
78
2*640'
2*640
2*640
8*650
6*600
16*100
5*240
2*640
2*6401 Primeiro de Marco n. 14
2*640 Dita n. 18
49*010 Dita n. 7
2*640 Duque de Canas n. 42
2*640 Ditan. 48
11*410 Dito n. 66
18*240 Dita n. 70
2*610 Dita n. 72
Imperador n.
1><* n. 22
Dita n. 48
Dita n. 50
Imperador n. 19
Dita n. 67
Dita o. 79
Praca de Pedro II n. 2
Ditan. 6 7
2*640
2*640
2*640
2*640
2*640
2*64o
7*900
2*630
2*640
6*280
4*160
19*070
9*420
5*060
2*64U
5*920
2*640
9*980
8*960
4*760
9*060
12*320
16*400
4*460
5*280
1*520
14*780
6*600
2*640
2*640
7*460
4*160
3*040
31*900
2*640
4*5W
9*640
7*150
4*620
3*080
8*140
4*b00
3*080
2*640
2*640
2*640
14*960
2*640
3*940
2*640
3*960
5*280
2*640
2*640
4*160
2*640
2*640
46*480
2*640
2*640
2*640
2*610
3*960
2*640
4*460
7*900
2*610
2*640
7*920
2*640
2*640
4*660
2*640
2*640
2*640
4*60
4*620
a*'!40
2*6)0
2*610
6*580
22*2*0
2*640
25*740
2*640
2*640
2*^40
6*430
2*940
Dita n. 30
Dita n. 41
Dita n. SI
Cabog n. 2
Dita n. 14
Dita n. 5
Dita n. 11
Bario da Victoria n. 30
Dita n. 32
Dita n. 46
Dita n. 48
Dita n. 23
Dito n. 39
Dita n. 55
Trincheiras n. 38
Dita n. 9
Laraojeiras o- 3
Travessa do Queimado n. 1
Travesea das Cruses n. 12
Largo do Paraso n 2
Larga do Rosario n. 12
Dita n. 14
Dita n. 28
Dita n. 13
Dita n. 29 '
Eetreito do Rosario n. 20
Dita n. 26
Dita n. 38
Dita n. 3
Dita n. 23
Dita n. 41
8. Francisco n. 10
Joao do Reg n. 22
liba do Carvalbo n. 80
Dita n. 34
Roda n. 2
Dita q. 13
Dita n. 33
Travessa dos Quarteis n. 6
Dita da Matrisn. 4
Pogo n. 19
Livramento n. 36
Dito n. 25
Penha n. 25
la travessa da Praia n. 1
Dita n. 7
Dita n. 9
Nova da Praia n. 30
Marcio Das n. 20
Dita n. 26
Dita n. 50
Dita n. 12
Traveaaa de S. Pedro n. 4
Largo de S. Pedro n. 4
Dito n. 12
Dito n. 19
Coronel Snassuna n. 7
Santa Tberesa n. 15
Travessa do Pocinbo n. 28
24 de Maio n. 32
Palma n. 55
Dita n. 59
Marques do Herval n. 44
2- Becco da Oadeia-Nova 10
Dito n. 12
Arsenal de Guerra
S.Jos
Marcilio Dias n. 124
Dita n. 117
Lomas Valentinas n. 86
Dita n. 55
Coronel Huassuna n. 88
Dita n. 106
Dita n. 178
Dita n. 194 .
Dita n. 198
Dita n. 276
Dito n. 278
Dito n. .103
S. Jo3o n. 10 A
Palma n. 76
Dita n 90 ~
Dito n. 102
Marques do Herval n. 113
Dita n. 159
Dita n. 169
Ditan. 211
24 de Maio o. 52
Vidal de Negreirss n. 86
Dita n. 21
Dita n. S9
Dita n. 147
Dique n. 18
Dita n. 15
Assumpco n. 36 *
Dita n. 38
Dita n. 64
Dito n. 68
Domingos Theotonio n. 84
Padre Floriano n. 9
Dita n. 67
Christovio Colombo n. 6
Forte n. 4
Nogueira n. 21
Dita n. 49
Santa Cecilia n. 12
Santo Rita n. 7
S. Jos n. 12
Dita n. 18
Dita n. 60
Dito n. 72 '
Dito n. 15
Travessa de & Jos n. 12
Travessa do Peixoto n. 20
Ditan. 27
Largo do Mareado n. 11
Imperial n. 88
Lua de Mendonca n. 22
Mercado Publico
Boa-Vista
Imperatria n. 4
Dito n. 6
Dito n. 28
Dita n. 82
Ditan. 88 # 4*160
Dte n. 6 8*020
Dita a. 13 5*480
Dito n. 41 7020
Praca do Conde d'Eu n. 7 13*640
Dita n. 15 4*620
Visconde de Albuquerque n. 26 2*640
Dita n. 132 3*960
Dita n. 140 6*680
Aurora n. 9 13*820
Dita n. 45 2*640
Ponte Velha n. 2 2*640
Dito n. 22 2*640
Dito n. 30 5*680
Dita n. 46 4*640
Dito n. 112 2*640
Conde da Boa-Visto n. 9 6*600
Riachuelo n. 3 2*640
Sete de Setembro n. 15 2*610
Dita n. 4 4*360
Hospicio n. 69 lOf 010
Dita n. 51 A 2*640
Carnario n 9 12/040
Rosario n. 30 5*260
Dito n. 56 4*620
Gervasio Pires n. 9 3*960
Dita n. 21 9*340
Dito n. 113 a 18*240
Dito n. 24 3*400
Dita a. 26 11*700
Travessa da roa de Gervasio Pires n. 19 5*780
Atalho n. 13 1*100
Socego n. 10 9*5'20
Dita n 58 14*740
General Seara n. 3 3*960
Travessa das Barreiras n. 5 2*640
Travessa do Veras n. 4 2*640
Dita n. 20 2*640
Dita n. 13 18*700
Travessa do Qoiabo n. 1 3*960
Alegra n. 14 27*220
Baiiode 8. Borja n. 20 2*640
Dita n. 42 2*640
Dita n. 61 2*640
Travessa do Palacio do Bispo n. 8 4*160
Recife, 8 de Agosto de 1888.
J. F. Mackintoth,
Gerente.
THEATBO
Companhia do Theatro
i,
actor ALVARO, da
mesmo artista e a ao-
3
_J
Dirigid.-* pelo 1
qual fszero parte o
tavel 1* actriz
Amelia Vieira Santos
ltimos espectculos !
Recita de despedida I
Hoje! Qniota-feira Hoje!
Festa artstica em beneficio de actor Alvaro
Ferreira.
Urna nica representacio do drama em 5 actos
e 8 quadres. de Emilio Zjla, tradcelo do falle-
cido actor portugus Jos Carlos dos Santos
4 TAVERM
1
no qusl tom pane toda a companhia.
Principiar s $ horas
Os bilhetes vendem-se no thestro.
O seter Alvaro Ferreira agradece desde j a
aste bom publico pernambucano e i sua Ilustrada
imprensa aa attences que lhe teem dispensado e
i tiles dedica a sua festa.
Depcia do espectculo haver bonds para to-
das as linhas e treos at Apipucos e Olinds.
Sabbado 11
Beneficio des actores PEDRO CABRAL e
CAETANO DA SILVA representa-se a magnifica
peca
2*640
14*010
2*640
8*240
2*640
4*360
10*4(i0
4*460
8*580
4*620
16*540
2*640
2*640
4*160
2*640
2*640
2*640
4*320
5*940
2*640
4*760
2*640
4*7601
2*640
9*100
2*640
4*660
2*640
6*140
4*560
4*620
2*640
2*640
2*640
3*340
2*640
15*160
2*640
2*640
2J640
2*640
2*640
12*320
2*640
6*820
2*640
6*820
3*960
2*640
4*360
4*620
5*480
Brilbante espectculo para festejar o anniver-
sario da fundafio dos cursos jurdicos no Im-
perio.
Preparase o maravilhoso drama de costantes
orientaes, intitulado :
As Notos da India
em que tudo luxo e esplendor.
MARTIMOS
GHAKGEIRS REMf
c ompanhla Franceza de -avega-
cao a Vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa, Per-
nambuco, Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
0
3*960
3*960
Commandante Brant
Eapera-se dos portos do sol
no dia 10- de Agosto segurado
depois de indispensavel demo-
ra para o HtVRE, tocando em
LISBOA.
NTRARA' DENTRO DO
PORTO
Condus medico a bordo, de marcha tapida a
ffere;e ezcellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas de ante-
mio.
Oirerrcendo-se sssals) ao* viajante*
para Paria bilhetes de consinti de
ferro JeHaire A Paria.
Recebe carga, encommendaa e passageiroa para
os quaes tem zcellentes accommodacss.
Para carga, passagens, encommendas dinbeiro
a frete tratase com o
O vapor Ville de Ce ara
Commandante Laeney
Espera-se da Europa no dia
15 de Agosto e segurado de-
pois da demora necessaa
para
Babia, Rio de Janeiro o Santos
Boga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
12*3261 ^a t*'88 contar do da descarga das alvarengas
2*640 qialqoer recamacio concerneute a voluntes, qae
porventura tenham seguido para os portos do sol
afim de se poderem dar tempo as providencias,
neces serias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsab-li&a por extravos.
Para carga, pat sagena, encommendas e dinheire
s frete : trata-se com o
AGENTE
Estrada de ferro do Reefe a 6a-
Ao publico
De conformidade com o accordo celebrado com a
presidencia, esta companhia emittira assignaturas
de segunda classe mensa! com 76 bilhetes, aa
qnaea vender-Se-bs nos dous dias nltimos do mes
anterior a emissSo, e no da 1* do mes seguinte, e
tambem as semanaes com 18 bilhetes pelaquarta
parte do preco das mensaea, as quaes serio ven-
didas nos dias 1,8,15. e 22. Caso qualquer deates
dias designados sejam santificados, a omissio sari
feita no dia anterior.
Escriptoris da eompanhia, 6 de Agosto da 1886
(Aasignedo) H. Weteaar,
Gerente interino.
Angoste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
(OHPA.\OIE DES MESSAGE-
ME M* RITMES
LINHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Commandante Jlorlemard
E' esperado dos portos do sal
no dis 18 do corrente, seguinde
depois da demora do costume,
para Bordeaux, tocando em
l>akar e Lisboa
Lembra se aos tira, passageifos de .todas as
claases que ba logares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Fas-se abatimcnto de 15 /0 em favor das fa-
oiilias composta de 4 pesseas ao mehos e qae pa-
raran 4 passagens inteiras.
Por excepcio os criados de familias qae torna-
rem bilhetes de proa, goeom tambem d'eate aba-
mento.
Os vales postaos s se dia at dia 16 pagos
de cantado.
Para carga, passagens, encommendas e din-
toiro a frete tracto-se com o
AGENTE
Angoste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Pacific Steam Navigation lompanj
vSTRATTS OF MAGELLAN LINE
Paquete Britaunia
Espera-se des portos
do sul at o dia 16 de
Agosto seguinde
Sara a Europa depois
a demora do costme,
tocando em
Lisboa, Bordeaux, Plymouth e
LiTerpool
Psra carga, passageiros, encomiendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllaon Son J., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO_N. 14
Lisboa 6 Porto
Patacho brasileiro Joven Carreim, recebe
a trate; a tratar esta Amorim Irmios os C.



1
ij'fc*^
carga



6

:\:

."

-1
Diario e PemamDaco-^ninta-feira 9 de Agosto de 1888
CoMpanhia Brasllelra 4e IVaTe-
ga<4o Vapr
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante "o 1 tenente CaYlos Antonio
Gomes
' esperado dos portes
do sal at o da, 17 de
Agosto, e seguir de-
-po8 da demora indis-
loensavel, para os por-
Itos do norte at Ma-
ntua.
Aa encommendsa 5o reeebidaa na agencia at
1 hora da tarde do da da asbida.
Para carga, passagens, encommendaa e valores
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
O vapor Alagoas
Commandante JoSo Mara Pesaos,
E' esperado dos portos do norte
at o din 13 de Agosto e depois
da demora indispensavel seguir
'para os portos do sol,
Beeebe tambera carga para Santos, Santa Ca-
tbarina, Pelotas, Porte-Alegre e Bio Grande do
Sol, frete mdica.
As ene mmendas t serSo reeebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carqs, passagens, encoeaimendas e valores
trata-se na agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N. 9
BOYAL MTlLlmiTACkTf
COHPAKHIA
0 paquete le va
Espera-se da Europa at odia 17
de Agoste, segoiodo depoia da
demora do costme para
laceld Baha, Rio de Janeiro.
Santos, .Montevideo e Bucos
Ayres
Q paquete Tagnfi
esperado de
sol no dia 19 de
Agoste e seguir
Idepois da demore,
oeceaaaria pan.
Lisboa, vlg -. Noathanptou e
antuerpia
Rnduc$ao de passagens
Ida Ida e vola
A' Lisboa Ia classe 'O 30
A' Sontbamptou 1 classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, eto, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3-RUA DO BOM JESS-N. 3
Quinta feira, 9, s 10 horas e 40 minutos
deve partir o trem extraordinario, que dar passa-
gem gratis aos concurrentes ao leilo de movis,
lonjas e vidrus ne Poco da Panella, casa em que
residi o Sr. Connor.
Sabbado, 11, deve ter lugar o de urna casa
terrea na Boa Vista e 3 ditas na ra Imperial,
pelo agente Pinto.
Shbbad.; 3> e ultima praca de 15 barricas
com tumo picado, 2 ditas com gesso e outras mer -
cadorias, na porta da Alfondega.
Leilao
De movis, piano, loacas, vidros, e diversas
plantas
Quinta feira 9 do eorrente
A's 101 [2 horas
Em Jaboatao, confronte a estacSo
Constando:
Ssla de visita
Cena mobilia de janeo, 1 piano, 2 eandieiros
para kerosene, 4 enfeites, 1 lote de lirios, bro-
charas, etc., e 2 escarradsiras.
Qaartos
- Um marquesao largo para casal com coleho, 1
guarda-vestido, 2 camas para enancas, meia com-
moda, 1 cama de lena, 2 cabides de parede, 2 la-
vatorios, 4 cadeiras, 1 etager, 1 mua de ama-
relio, 1 estante, i lavatorio de ferro coca jarro e
baeh, 1 caudieiro, 1 caixo com ferramenia.
Sala de jantar
Urna mez para jantar, 12 cadeiras de janeo, 8
apparadon .-. 1 guarda-comidas, 1 mesa de ama-
rello com gaveta, 1 relogio de parede, 1 jarra e
filtro, 1 candieiro de suspensao, 1 jarra com tor-
neira, 1 lavatorio, lonca para almoco e jantar,
compoteiras. fructeira, copos etc. e 1 machina para
caf.
Cosinba
Um guarda-comida com euspenso, 1 lote de
trem de cosinba eom 17 pecas de lonja esmaltada,
fbgareiros, jarras, 1 taboa e cavallete, 3 ferros a
vapor para engommar, 1 sorveteira, 1 lote de
gaiolas, 1 lote de latas.
Jardim
Deseaseis ps de crotnos em depasitos e muitos
oatros objectos que estaro patentes.
O agente Guarni, autoriaado pelo Illm. Sr. Or.
Jlo Jos Das de Parias, que retira-se para o anl,
far leilao dos movis existentes em cata de sua
residencia.
Os concurrentes terao passsgens gratis de ida e
vasta oo trem que sabir as 9 boras eso ponto.
Entrega em aeto continuo.
De bons movis, porcelanas, crytaes,
objectos de electro pate, espelbos, jarros
e razos para Adres, a saber :
Um piano forte de H. Hers, 1 cadeira de piano,
1 mob lia de Vienna, com 1 sof, 2 consolos com
pedra, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarnilo, 2
cadeiras de balanco, 1 mesa de centro, 2 eacarrs-
deiras, 5 macbioas, 1 dita com abas, 1 dita par
jogo, 7 laucas para oortinados, pannos para mesa,
6 pares de cortinados, 10 etagers, 1 mesa para fu-
mante, 1 relegio de mesa, 1 candieiro (Dultoa
msre) jarros, vasos para ornamentos, fgiras, qna-
dros, esteira forro de sais, tapetes para centro,
para sotas e portas.
Sala de espera
Um sof, 1 consolo com pedra, 2 cadeiras de
balanco, 1 mesa de esc/ever, 1 estante envidra-
cada, 1 estante de psrede, i relogio de mesa,
prensa de copiar, cabides para chapeos, 1 toilet
e espelho grande, 3 pintaras, 1 campa, etagers,
2 tapetas, i- guarnicio, 2 cortiuades redondos.
Qnarto de dormir
Urna cama de ferro com coJcbao de mola, 1
aosqneteiro, 1 oommoda de Jacaranda, i lavato-
rio, i guarnicio, 1 porta toalha, 1 sof. ] masa,
1 candieiro 2 esbids, 1 espelho, 8 etagers e 2
cortinadas.
Sala de jantar
Mesa elstica, 1 gaardaflonca, 1 aparador sr,
mario, 2 ditos torneados, 4 mesaa pequeas, ca-
deiras de balaceo, 12 cadeiras de guarnicio, 1 re-
logio, 10 qualros, estojo para tacas e -eolheres,
Sparal bos para cha e jantar, facas, garlos e co
ireff bandejas, galneteiros, porta qoeijos, pali-
teiros, bales, selvas, licoreiros, garrafas, copos,
clices, gaiola para garrafas, filtros, electros.
Um fogo de ferro, trem de cosinba, mesas e
armarios psra cosinbs, jarras e Flandres e 1 si-
lab ingles.
Sot&o
Urna cama de ferro cem eolebao Exoelsior, 1
goarda vestido, 1 guarda roopa, 1 mesa greta, 2
toikta, 3 commodss, 2 cabides, cadeiras di vime.
tmcAo ara- lavatorio, 1 ralofjp, }. espelho
tapates martes cutros oBfeets de casa
Quinta&ira, 9 do corrate
No Poco da Panella
E. C Connor, tendo de seguir para a Europa
com sua familia, fs leilao por iotervenoio do
agente Pinto, dos movis e msis objectos existen-
tes na casa em que residi no Poco da Panella,
antes da igreja de Nosaa Senhora aa Saude.
A's 10 boras e 40 minutas* partir um trem ex-
traordinario que dar passagem gratis aos con-
currentes.
O leilao principiar as 11 1|4 em ponto, por
cerero muitos e differentes os lotes.
O agento de leiloes Francisco J. Pinto pode ser
procurado das 9 s 4 da tarde em seu escriptorio
ra Marqns de Olinda n. 82, e daqoella hora
em diante em casa de sua residencia ra do Via
conde de Goyanna n. 58.
Leilao
Agente Britto
De 3 pipas e 10 barris de quinto com vinho da
Bairrada por conta e risco de quem pertencer.
Ao correr do martello
Sexta feira, 10 do eorrente
A's 1.1 boras
Ra do Rangel n 48
Leilao
De duas armaedes, balanza, pesos, medidas e
genrros da taverna da roa das Aguas-Verdes
ii. 48, em letes vontade dos compradores.
Ao correr do martello
Sexta feira, O do eorrente
A's 11 horas
Pelo geme faitin
Leilao
De grande quantidade de ferragens, cobre,
JatUo, brnnzes, moendas, vapores, cal-
deiras, destilaras e tudo o mais absizo
transcripto.
Sexta-feira, 10 de Agosto
A'S 10 HORAS
O agente Gusmao antorisado por mandado do
Ilm. e Exm. Sr. Dr. juia de direito do commercio,
a reqnerimento dos syndicos da Tbe Central Su-
gar Factnris of Brasil Limited e com assistencia
do mesmo jais, tara leilao dos objectos seguintes,
existentes na BdaViagem onde ter lagar o
leilio, a saber :
Sete ala vaneas de ferro, 1 armacao de madei
ra para deposito de materiaes, 1 armacao de ferro
para coberta de fabricas centraes, 145 eaixas de
accessorios de cobre, bronte e ferro para caldei-
raa, destilaras e oatros misteres, 4 rolos de ra-
me de ferro, 1 apparelbo patentes para riscar
pregos at 5 toneladas, 1 apparelbo de destilara
completo, 2 bancos de cara pina,'36 baldes de fer
ro lineado, 1 lote de 6 bicos oa eolheres de ferro
fundido, 3 bolas de ferro para volante de seg-
ranos, 2 bombas a vapor de balancino com vo-
lante, 1 dita centrifuga para agua, 2 ditas de
ditas de bronse para caldo, 57 cadernaes e moi-
toes de ferro de diversas dimensoes, 6 caldeiras de
vacuo de cobre com serpentinas % pertences de 7
toneladas de maesa cosida, 2 grupos de trplices
effeitos de cobre com accessorios, 2 moinbos tri-
turadores para algamasss, completos, 5 machuca-
do rea de assucar, 3 ditos para serem collocados
sobre turbinas Westan, 5 discos de vidro para as
caldeiras, 1 paratuaa de torno, 1-eaixao com pa-
rafusos para madera, 3 peneiras de. fetro, 4 pla-
taformas para escadas, 1 picareta de ac, 900
kilos de parafusos com polkas, lluecas de ferro
fundido para fornalhas, para cosinhsr fijlos, 19
ditas pclidas diversas, 1 quebrador, 10 portas de
pinho de diversas dimensoes, 19 polias de breack
para centrifugas, 1 caixSo com pregos franceses
sortidor, 2 prensas bydraulicas completas para
espumas, 28 rolos para esgotoa, de ferro fundido,
3 raspsdeirss com cabos, 1 relogio de metal pe-
queo para mesa, 1 indicador de vacuo, 7 SS para
catraea pezando 98 kilos, 25 saccas para espu-
mas, 8 tonques cilindricos de ferro batido para
filtrar carvSo animal, 2 ditos de ferro batido, 1
dito de dito para cal, 3 ditos de ferro pequeos
com torneiras authomaticas, 2 tanques sobre rodas
e armacao de ferro fundido, com movimento por
roeio de hydraaagem com manivela para maasa
cosida, 150 telhaa de ainco, 6 trilbos uaados, 36
turbinas completas, 11 turbinas com traosmissao
de rrovimcnto, 6 volantes grandes para caldeiras
de vacuo, 3 ditos pequeos para o mesmo fm, 6
vigas de ferro tendido, 58 vigas para soaibo, 65
ditas de ferro fuodido para estrado das caldeiras,
88 vigas de ferro batido em duplo de diversas di-
versas dimeheoes, 7 ditas de ferro fundido snppos-
tes de tanques, 8 volumes de ferro fundido para
estrado dos dificiders, 4 columnas de ferro bati-
do com planjas, l dita dita, 7 toneladas de ferr
fundido em canos, curvas, etc., 10 canos de ferro
fundido para clarificadores, 1 casa de madeira de
pinho coberta de telhaa, 2 eavaletea de pinbo, 32
cantoneirca de ferro fundido, 25 chapas de ferro
fundido, 25 chapas de ferro batido para tanques,
31 ditas para dito, 1 lote de chapas para corrimSo
de eacadas, 25 chaves grandes para as machinas,
2 deaseccadorea completes de duplo fundo, sendo
0 interno de cobre, 2 ditos incompletos. 4 kilos de
cola, 12 eravadores com planjas para bombas, 58
columnas de ferro fundido para a plataforma daa
caldeiras de vacuo, 22 condensadoras Trapps, 1
lote de eorrente ferro de elos largos, 4 ovens de
farro fundido, 172 kilos de cravos de ferro, 4 cu-
nos de ferro, 6 bst-ncas com er, 8 assentadores
completos de ferro sobre columnas, 4 depsitos
cilindricos de ferro sincado para mel on agua, 1
deposito de ferr psra tonda de terreiro, 1 I ote de
cerca de 2,500 dormentes de pinhe. 4 escadaa pe-
queas de ferro, 4 ditas grandes de ferro tundido,
1 dita de #inho, 1 lote de ferragens para carrocac
comprehendendo 4 aros de rodas e outras ferra-
gens, 72 kilos de ferro, 2 fornalhas para gaa sul-
furoso, com bombas de injrecio e mais accesso-
rios, 1 lote de gancho para cadeados, 4 grampos
para suppostos de canos, 17 consolos para arvore
de trancinco com bronse, 7 ditos grandes oara
canos, 2 consolos grandes sem bronse, 10 ditos
para fizar pecas na parede, 1 guindaste sobre car-
retas, 15 sobre-postas, 6 lingas de ferro, t3 ditas
grandes, 1 lote de vidro para lonetas das caldei-
ras de vacuo, 2 machinas a vapor horiaontaes de
alto preaso, 2 macbinaa para lavar carvo ani-
mal, 1 mchica de furar, 6 manilhas de trro, para
correles, i msrreta de ac, 1 mesa de pinbo com
estante, 2 mes completos om cana de ferro, 1
pedra para dte, 2 mochos de pinho, 3 kilos de
malboB, 1 lote de madeira para esleir de cano e
begaco, 1 martelo, 2 moendas de ferro de 3 cylin-
dros de 0,m9X2,mO com os competentes bronses,
carretas, paratosos completos, cylindro, virgem e
mais pertences sendo urna de Eaaton Se Anderson
e outra de Fawcett Presten com macbinaa a va-
por de balanciar e engrenagem.
Cajo leilao tora lugar no dia e hora cima men-
cionado e no lugar onde txiatem os objectos
estae&o da Ba-Visgem.
Os concurrentes ao U-ilao que forem no trem de
8 boras e 20 minutos, ter passagem gratis de ida
e volta.
Agente Stepple
Leilao
De novis, espedios e quadros
SABBADO, 11 DO CORRtNTE
A's 11 horas
No sobrado ra dos M->rtyrU<* -u. 401
O agente cima competentemente alMOHMdo le-
var a leilao ama mobilia imitaaato s^MMsMeUA e
com penca oso, composta de 12 riiilisisii Jisstiiii
nicSo, 2 ditas de balanco, 1 af-'e '2-4lae >em
pedra, jarros, espelhos, quad>saj4MMWMSw, m
ros de gas, tapeto para sof, aatWaS'uhan,
de casal com balauatro, sesma(JWtaiiii,
de faia com espelho, chbids,^eetohio, twaa.gmb-
de de amarello, cadeisaa, *Jhuiros, ispamdor,
potes, trem de cosuiha auirsulafltas 'aumaia.
Agente destara
Leilao
Ama
Precisase de nma criada qae cosinhe bem, pa-
ga-se ealario vaoUjoso ; na Toa de Santo Amaro
n. 4, 2 aadar, no bairro de ante Antonio.
Ama
Precisarse de uata <
oStt).
Preoisa-se de urna mnayum-nasinhar
4a>toque de/Oaatoa n."9, 2- andar.
na ana
Preetaa-ae deisaiaisma
Pedro Affioaso para
i sieCo ; aoHttwvUsmtii -n
De 5 meias-sgUBS, sitas ao Caes de Cspi-
baribe n. 68
O agente Pestaa, aasuiJanslo por mandado e
assistencia do Exm. Sr. Dr. juia de erphaos, ven-
der as meias-agoas cima mencionadas, que
pelo sea bom rendimento, chsmam a sttenco dos
Srs. compradores.
Sabbado, s 1S horas en
ponto
No armazem ra do Imperador n. Ii9
Leilao
da casa terrea da traveasa do Principo n. 7, edifi
cada em chao propro e rendeado 25JOOO men-
saes.
Tres casas ra Imperial na. 303, 805 e 307.
ultimas, juntas a ponto dos Afogados, tendo nm
viveiro e terrenos, em frente a fabrica de sabio do
Sr. A Miranda.
Sabbado 11 do eorrente
A's 11 horas
AMA
Precisa-se de .urna
para cosisiliarr com-
prar e engommar pa-
ra urna pessa ; na ra
de Santo Amaro n. 14,
1. andan
Agente
Una do
hirquez
o. 59
Pinto
de linda
Leilao
, cor-
barca
an-
Do casco, mastreacSo, vellas, ancoras
rentes, botes e mais otencilios da
bespanhola Virgem do Monteserrat,
corada junto aos arrecifes.
Terca feira, 91 do eorrente
A's 11 horas
O agente Gusmao, antorisado por mandado do
lllm. e Exm. Sr. Dr. jais de direito do commer
ca e a reqnerimento do capitio da referida barca,
far leilSo do easuo e mais pertences existentes
em dita embarcarlo. O leilao ser effectuado
com assistencia do mesmo juia, a bordo da mesma
barc."
AVISOS MVERSOS
ALUS A E o 3 andar da casa n. 26 da
ra do Imperador ; a tratar na lithographia de J.
E. Purcell, ra Marquea de Olinda n. 8.
Alafa se a ca.a n. 12 ra dos Praseres,
nos Coelhos, caiada e pintada : a tratar na roa
do Sol n. 21.
Alnga-se o 2. andar da casa n. 43 da ra
Visconde de Inbama, tendo egua e cemmodos*: a
tratar no andar terreo.
Alnga-se casas a 84000 no becco dos Ce*
bos, junto de S. Goncallo : a tratar na roa di
mperatria n. 76.
Aluga-se o 2-
Marco n. 18, loja.
andar da ra Primeiro de
Precisa-se de ama ama para cosinhsr ; na
rna Vidal de Negreiros n. 15, refinacSo.
Pontos de portugus a 14000 : bu livraria
francesa ra Pricneiro de Marco n. 9.
Vende-se urna execacao no valor de 20:0004,
j decidida, com penfaora nos engeiihos Peres e
Siqui, cujos eneeoboa tem s de teros o rendi-
mento de 16:0004 por anuo, torras excellentes e
ferris, como todos aqui devem conhecer ; a tra-
tar no escriptorio com o Dr. Jacobina, oa no Ca
minbo Novo n. 128(
Na rna da ConeeicSo n. 24, vende-se
mansos, vaccas de leite e novllhas mansas.
bois
Asphalto
Joaqaim Domisgues Ferreirs, filbo da Manoel
Firmino Ferreira, antigo asphaltiata desta praca,
previne aos senhores propietarios que acbando-se
habilitado com materiaes para qualquer concert,
e ladrilho de asphalto, pode ser procurado no ar-
masen) de materiaes i praca da Concsrdia nume-
ro 1.
A's sen-horas costnrei-
ras
Vende-se sgaUtas psra machinas de costura
pelos seguintes preces :
Urna duzia 500 rs.
Urna dita sortida 600 rs.
Tres sgulhas 200 rs.
A' rna Duqne de Caxias n. 46, Brando & C.
AMAS
Precisa-se de nma para eosinhar e lavar, e de
entra psra engommar e arromar easa : na rna
Gervasio Pires n. 30.
Ama deleite
Precisase de urna na roa
1 andar.
da Concordia n. 131
Ama deleite
Precisa-se de ama ama com leite de quatro ha
seis meses ; na ra das Creoulas n. 2-B.
Ama de engommar
No 3.* andar da ra Duque de Casias
n. 42, precisa se de urna para engommar
e mais alguna cutros servicos de casa de
familia.
Ama

para
Na ra larga do Rosario n. 26, segundo andar,
se precisa de urna ama para o servico de engom-
mado.
Alnga-se barato
Ra Visconde de Itaparica n. 43, 2.* andar.
Ra de 8. Jos n. 74
Ra do Bom Jess n. 47, 1. andar
Sua das Criouias n. 15 b (Capnnga)
Ra do Visconde de Itaparica 43 2*. andar.
Ua Visconde de ItapArica n. 43. armazem.
Ra Marques de Olinda n. 48, 3" andar.
Ra Vidal de Negreiros n. 45.
frata-se na na do Commercio n. 5, 1* andar
eseriptorio de Silva Guimar&us & C.
Aluga-se
0 segundo andar do predio n 30 ra Marques
de Oliuda ; a tratar no 1- andar n. 22 ra larga
do Rosario.
Aluga-se
metade de urna casa nma oa duas senhoras sol-
telras ou viuvae, h mearas e de bons costamos,
por prego rasoavil ; a tratar na ra do Jasmim
numero 12.
Alugv,
se
o primeiro andar do predio n. 45 da ra estreita
do Rosario, cem bons commodos e muito fresco ;
a casa o. 28 ra de S. JoSo, com bons commo-
dos, bom quintal e cacimba; a, tratar na rna Du-
que da Caxias n. 85. Irj.________
Bruno Alvaro Barasosm da Silva
2." anniverrario.
Josquim Alvaro Barbosa da Silva e seos irmes
convidaos a todos es seus parentes e amigos para
assistoom--miseae que por alma de eu idola-
trado pai, Brnno Alvaro Barbosa da Silva, man
dam resar na matris de Afogados, pelas 8 horas
da manila do dia sabbado 11 do eorrente, segundo
snniversarie de sen pranteado fallecimento, peto
que antpcifiam-pe satnmamenti agradecidos.
Leilao
De 15 volumes de mercadorias, portencen-
taa a massa fallida de Hermea Sonsa Pe-
reir & C.
Ra da Senzalla n. \22
e\tn feira, 10 do eorrente
A's 11 horas
O agente Stepple, por mandado e assistencia do
Illm. Sr. Dr. jais substituto do commercio reqne-
rimento. do Dr. curador fiscal da massa cima, le-
var a leilao 15 volumes com mercadorias existen-
te na armasen roa da SenasIJa o. 122.
Leilao
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro ; na roa da Floren-
tina n. 32.
Capellana
Precisa-se contractar um sacerdote para capel-
lo de urna corporacao nesta cidade, mediante
bom ordenado : a-tratar ooRacife, rna .vi arquea
de Olinda n. 3, loja.
Atleneao
f
Jlom Mara Palmaelr de Freltas
A directora da somedade Unio Commercia!
Beneficente dos Mercieiros em Pernambuco convi-
da oa asas consocios e Amigos do finado para as-
sistirem a tuca missa ose manda resar no conven-
to do Carmo no dia 13 do eorrente, s 8 boras da
manha, trigsimo dia oo tallecimento do seu socio
e ex-secratario da mesma sociedade, Jos Maria
Palmeira de Freitaa, pato que se confesar desde
j agradecida. Reeife, 2 de Agosto de 1888.
Antonio Joaqaim da Costa,
1.* secretario.
_______________ 8
PH'EDIOS
De nm sobrado de 2 andares, sito roa da Pe-
nba n. 6.
_ Urna boa casa terrea moderna ra do Prin-
cipe n. 20, com 8 salas, 4 qnartos, cosioha e 1
qnarto fra, quintal grande e cacimba, terreno
prrprio.
Um sobrado de 2 andares ra ds Santa Rita
Velba n. 73-
Sabbado, 11 do eorrente
A's 11 horas
bsMmmoI a. 48
O abaixo assignado tenao comprado o estabele-
cimento de taverna sito ra Coronel Suassana, a.
firma commercial de Siqueira ce C, avisa a quem
se julgar credor da mesma, a comparecer no dito
estabelecimento no praso de tres das, a contar da
data do presente, afim de ser pago, fiado os qutes
nao ter direito a reclamacSo alguma- Recite, 9
de Agosto de 1888.
Eustaquio Fausto de Araojo.
Attenco
Alnga-se o segando andar e solea do predio n.
51, ra do Imperador, limpos e bem conservados,
com vastas sccommodacoes para familia sendo o
segundo andar forrado e esteirade : a tratar no
escriptorio de N. I. Lidsteoe praca do Commer-
cio n. .10, pavimento terreo.
DAY& MARTIN
Foruoedoret d Sus Majtsltde < Riinhi os Intlatvrt
do Ezercito i di Ugrinhi brittnnict.
GRMXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIX A a. pastaUNCTUOSA
OLEO para ABBEIOS
E tuda o om i necejurio pin i minutsncia a estro
Nt todas as formas.
DEPOSITO GERAL BM LONORC3-
*r, High Holbom, 97
ambuco FRAN~ M.da SILVA e C"
CUIDADO COM
AS FALSIFICACE!
PAIfc.
O LENCO O TOUCADO
E OSUNHO
Para cosmheira
Preetca 90 de urna molber que entenda de ser*
vico de cosioha : ua roa do Riachuelo n. 17.
I
HMS DE 10:000 CORAS
Y """
(Linimento re da dor)
REEITA DO DISTINCTO MEDICO
o r catases
1I3SIE CO EEUeUII.K.
DORES DE DENTES
?i.P.i.L7SZi.
Preparado nicamente por Calasan8 & C.
na Babia
Medicamento heroico contra os rheuma-
tismos, incha^Ses, dores Bciaticas, nevral
gias, dormencia, etc., ero pregan rio se em
fomentarles sobre os lagares affectadoB.
Cura o beri-beri, as paralysias e as dores
de dentes.
Todos es frascos levam dirt-etoes para
uso d'este medicamento admiravel.
Preco 1(5200. Descont de urna duzia
em diante. .
DEPOSITO NO RECIFE
as principaes drogaras e p/iarmacias
ESPECIALIDADE
.KIRSCH des VOSGES
Exjase a maros Zon F-ERITET
Cada garrafa sassu o rotlo cojo fas-simils esti icima h
SBPOSITC OKWIA.I. :
|L*onPERNET,em^tiIIefII'r(Fransa)
t Pernambuco : Charles PLYM te. C
mpra-se
Quem tiver nma pequea casa entre Magdalena
e r*onte d'Ucba, que tenha fundos para o rio e
quiser vendel-a, dirija-ee ra Bsro da Victoria
n. 13 que achara com quem tratar.
0 Remedio do Dr. Ayer
COMR.V SEZES.
E' um tnico forte puramente vegetal e,
pelo conliecimtiito practico dos seus eBbt-
tos, Gakantido como remedio certo para
as febres malignas. Estas desordens de-
vem a sua origem a um veneno miasmtico'
que penetra no sangue pelos pnlmocs, altera
o figado c motiva as differentes elasses de
febres conhecidas por Terciarias e
Quatrenarias, Internas, de BVio,
Malignas, Intermitientes, 'ftemit-
tentes, Biliosas, e Typhoide.
O 1?Fsir.Dio do Dr. Ayku ncutrallsa o-
veneno miasmtico e expele-o do systema.
Ko conten quinina nem ingrediente al-
gum niiucral; seguro e inoflensivo, e*
nunca fiafta se se asa segundo as direccoes.
PREPARADO pelo
DR. J. C. AYER CA.,
Lowell, Mass., E. A.
A' venda as principaes pharmaciaa a
drogaras.
',
t
A EXPSITO
auwn ritiiriris SMaMsltlarWa T'i^isi '
l Universal
de 1889
ha de, por
sem duvida, conduzir* a Pars um avultado
numero dos nossos patricios.
Ora, muitos d'entre elles, sedazidoa
pelos esplendores da grande capital,
qaerero ah estabelecer-se ou at fazer
compra de urna d'aquellas maravilhosas
residencias capazos de os chamar de novo
em certas pocas.
Podemos desde j designar escolha
d'essas pessoas urna linda casa anti-
gamoiito pertencente ao Sr Lauront
Richard, o eminente colleccionnador bem
conhecido no mnndo inteiro.
Esta propriedade acha-se situada em
Neuilly, Avenida de Madrid, n* 19, &
entrada do Bosque de Bolonha, e compe-
ae de um formoso palacete, estufas,
esplendido jardim d invern, estufa da
laranjeiras, ribeira ingleza, etc.
Ainda encontra-se nella a gruta do
earcere do Temple onde el rei
Luis XVI ia sentar-se durante a sua cap-
tividade. Este momimento histrico tiear
sendo a propriedade do feliz comprador.
Dirigir se para as informacoes a
M*SouiUard,229,ruaSt-Honor, em Pars.
Dinheiro
O-se a.premio sob garantios e bypotbecas ;
tratar a roa da Assumpc a. 78
os!.iheira
Precise.se de nm%. que cosinhe cem petfeicao
na ra Marques d> H-rval n, 10^_______^_^__
'licenciadopela Inspectora OenA
de Hygine do Imperio do Brazil,
Xarope-Zed
(0* C0DEINA a T0LU)
O Xarope Sed emprega-se contra,es
trritafdes do "Peilo, Tosse dos Tsicos, Tosst
convulsa {Coqueluche),'BTonchites, ConstitxiSttf
Catarrhos t Insomnuu txrsisltnta.
PAR18. 27. rae Drouot.
:
Bolachas Demcratas
BeirSo & Almeida, avisam ao respeitavel pu-
blico e seus fregueses em geral, qae tem todos o
das, estas saborosas bolachas, e aguadas proprias
para ch,feitas com maoteiga, asaim como bolachi-
nhss lenominadas Caxias, bolacbinhas de leite, re-
gala, biscouto: e fatias doces, e outras msreas de
superior qualidade, etc.
Encommendaa com promptido e asaeio e precos
raioaveis: ra Duque de Canas n. 30.
TELEPBONIO N. 387.
r
Antonio da Coala Pinto
Jos Joaqnim da Costa Pinto e Anna Thereza
de Jesos Costo, tendo recebido a infausta noticia
do fslleeimento de seu sempre presado pai e sogro
fallecido em Portugal no dia 13 de Jalho, vem
pelo presento convidar a todos os seos amigos e
parentes para assistirem as misaas do stimo dia,
que torio lagar quinto feira 9 do eorrente, pelas
7 horas da machi, na igrej de 8. Pedro desta
cidade, pelo qne desde j se confessam agradec
dos por este seto de cardade.
Fina maoteiga ingleza
Ci .gju nova remessa para Arthar MscSes, 4
roa da Aurora n. 85, e Antonio Daarte a, ra da
Uoo n. 54. defroote da estacio.
Son Hara Palmeira de Freitaa
Antonio Jos Ramos, tendo recebido a infausta
noticia da fallecimento de sea presad* socio e
arxigo Jos Mara Palmeira de Fre tas, convida
aos .sene amigos e aos do fioado, para assistirem a
missa que por alma do mesmo finado, jasada resar
no da 13 do correte, s 8 boras da manha, no
contento do Csrmojprigesimo dia de sea passs-
(Bato ; por este acto de cardade e religio, desde
j,a apnfessa grato.____________^^_
Gal virgem k Jagyaribe
Avisa-se aos senhores de engenhos e correspon-
dentes que se acba no mercado, como as dnas sa-
fras prximas pnssadas, a verdadeira Cal virgem
de Jaguaribe propria para o fabrico de sssocar.
Tendo paseado por algumss, reformas j no sen
fabrico e j na melbora de seu barricame ; e re-
coohecida cerno se acba que superior, deve ser
preferida pelo sea fizo preco e barateas do trans-
porte.
A oooo m barrica
No deposite geral ra do Bom Jess n. 23
Km pateo 4o arpa auto n. Ca*1
Guimaraes & Valente
Ra do Livramento n. 38
Lopes & Araujo
Xa ra do Mm&mtMm
Jodo da Cunha Vasconcellos
NA BA DO VICOKDE DE ITAPaJICA
Bento de Freius GuimarSes & C.
NA BA PE VIDALDE NEGREIROS
N. 156
Jos Lopes Ferreira Maia
Na ra Pedro Affonso n. 9
Pereirs, Carvalho & C.
XAROPEoeCARACOES'
ZtSXTRjE:
*
Ha mais da clncoenta asnos cua pratoo a medicina, [
4Jamis enoontrei remedio mais tttcaz uso caracul
contra as trritacbaa do peito.
f'COISnU.fctotpelllar.
Este Xarope, de sabor excellcnte, de urna]
poderosa cfllcacla contra as IrrltiifSe da I
Garganta e do Peito, Flu roen, Tossei
rebelde, Catarrhn Agudo ou Vhrnieo.\
Pnarauda more, Post-Salnt-Esprit (Frasfa)
A. Gazagne, Genro e Succeuor.
Em Pernambuco : FHAN" II. da SILVA A O.
, '
N. 73:770
Na ra do Bemfjr-a n. 7, precisase fallar arr
academico P. D. Mello, a negocio que ojo-
ignora.
Sr.
DOENvASdoSTOMGO
DIGESTOES DIFPICIa
Dyspepaias, Gastralgias, Anemia,
'arda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debihdade das enancas
CURA SEGURA S RPIDA PBLQ
ELIXIRGREZ,
TNICO-DIGESTIVO
eom Quina, Coca t Pepsina
\ Adoptado em todos os Hospitaos
MEDALHAS AS EaPOS.'QOES
klrUS,r.IdBruyere.34,eeBt^saiPiaimasiai.
1
a. e
N. 51
Cosinheira decente e
fiel
(JPrecisa-se de urna cotioheira psra casa de orna
fsasilia no Maneuinho : a tratar oa roa Nova nu-
mers l.
Fabrico de assucar
atacafeinlamo atoa rakrlranit-i Uaacan
Siewan A C. t lauscow
ConstrnccSo da mais moderna t aperfeicoada e
de grande duraco.
Moanda com prsalo hydraulica de Stewart qae
d a melbor ezpreasao conhecida at hoje.
Caldeiras com eoonomisador, especialidade des-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaco verdo em di-
reitara da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo effeito sao da
systeoja modarco como tambem as tarbinas ou cen-
trifugo.
Orcamentos e mais informacoes em casa de-
Browns & C.
Ra do Commercio n.
5, 1 andar
Pao tentcio
Melle & Biset avisam ao respeitavel Bubiieef
que todas as tercas e sextas teisas toass eate sa*>
boiasaaAj ; roa larga do Rosario a. 40.
mfessera
Urna senhora competentemente babita-la, Km
pratica de 10 annos de profissao, offerec-te parp.
leccionar por casas particulares e eollegios na =
dade en seas arrabeldes, as eeguintes msterias :
portngaes, francs, italiano, geogrspbia, piano e
tiaoalboa e agulha, mediante estipuJaaSo raaoa-
vel ; a tratar na roa Visconde de Uovaena n. 69,
o* ra do Livramento n. 5, loja da herbjela.


Diario de PernambncoQuifita-ieira 9 de Agnfifc de M8S-
PEITOBAL DE CAMBARA DE S. SOARES
Este importante *e acreditado medicamento, contra a tsica pulmonar, asthm. broncMite. iwita^o e
inflammacao do laringe, coqueluche, toase, rouquido e perda de vozy vende-se em casa dos agentes e depo-
sitarios geraes n esta provincia
FRANCISCO MAISOEL DA SILVA & C.
ra do Mrquez de 01 inda, n. 23; a 21500 o frasco, 13^000 1,2 duzia e 24,9000 a duzia.
Veone-se tamben em miiilas pharmacias e dragaras desta provincia
Cuidado com as falsificares Cuidado com as imitacoes !
r
a
PaSSTltlttS DE HASTROO
e angelim com chocolate
i mn i m
^l's I^ou?uwrolIrma~'
\ HA m*S DORES de 0^r
^ Sk f^J POR MKIO DO KXPKSiO O* # fc'ft m
ft^ Elixir, P e Pasta O.entiricios ^^ /
DOS
RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Oironde)
DOM MAOUELONNE, Prior'
2 Meta lints de (turo : Bruxelles 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
i 1373
O ANUO
Pelo Prior
Fierre BOUBSAD
O oso qnotidiano do Elixir Dentifricio
dos RR. PP. Benedictinos, com dose de
algumas irottas com agua, prevem e cura a carie
dos dances, embranqueceos, fortalecendo e tor-i
nando as gengivas prfeitamente sudias.
Prestamos um verdadeiro servioo, aseip-na-1
lando ao nossos leitores este antigo e utilis-"
simo preparado,o melhor curativo o nico
preservativo contra as Aleccoes den-
tarias, s
Agente geral: SEGUN, BORDEAUX
Acha-x em toda ai bou Plrtamiriu, Pharmacias e Drogtriu.
FABRICA
Esta importante fabrica
APOLLO
veoda
tem serapre
PA3aHOS
X
Primaveras, papel seda, fumo picado Demcratas, papel seda, fumo desliado
Selectos > i Caporal i
Operas i > c Cubanos, palha, i
Universaes > Rio novo
Populares * > G'iyuz i
Groyaz > > fuaio deefiado D-mi-'l > i
Daniel * Cosmopolitas, papel Bata i
Rio novo > > Ditos, papel tabaco i
Othomanos > > Ditos palha i i * %
cxacjioaxjxos
Em roeias calas, diversa marca*, fabricados especialmente na Bil.i. par
Bwtalero
Precisa-se de bortaleiro perito era en arte, para
ir para ara engenbo perto aa estrada de ferro de
8. Francisco : quem eetiver as condicoes deseja
das, dirija ee rui estreita do Rosario a.8, para
tratar.
Caf Ceibo
Torrado e moldo pelos Hrm. Ribeiro
talmarues r C,
Este delicioso caf nio manipulado eomo
ootros muitos que infestatn o mercado ; garante-
sea soa boa qualioWe, sendo mesmo incido vista
do comprador, para provar-se que no caf paro,
escoibido e de primeira qaalidade, e isto se reeo-
nbeoe pelo cheiro activo e sabor sgrad-ivel, nao
deixaado mais a deeejar a aquelles que sao legiti-
mo* coohecedores e apatronados de um ptimo
cal ; vende-se nicamente na fabrica ra de
Marcilio Oas n. 26.

DE
WOLFF&
N.4ROA DO CMA'-14
N'este multo onfaccitl esCabeleelnien-
to eDeotrr o respeitavel publico o mus
variado *s completa ssrtiwento de JOAN
receidas seaipre direetomenie do snelho-
res f.tbrienU da Guripa, e
pelo apurado gasta do mundo elegaita.
Rico* adereces completos, lidos pulso!
ras, alfinefcs, valias de auro era vejadas coa
brilhantea, su perolas. aaaeis, caeoletas.
bocees e outres muitos artices proprios
deite generes.
ESPE ALIDALE
Em reluci de auro, prata nickelados.
para basaras, seahoras e meninos daa ssaJ
aeresltados fabrir#ant*s da Europa e Ame-
rica.
Para todos os rticos desta casa garan*
t*-*> a boa qualtrlade, aastsja eamo a modtei-
ua n'rsta cae-a tambem concerta-se qual-
quer ebra de aura ou prata e tamben relo-
glom de qualqunr qualfda'ie qua. seja.
4-Rua d iiabugM
V
primam.
sata Fabrica.
Desfiad s e picados, de diversas mareas, em lata de 5 e 7 kilos.
LEOS
Oleo 'iromatiaados para lamparina# ricino tuedicinai. em garrafas.
Dito dito para lamparinaa e ricin medicinal, em Utas de 1 e 5 gales.
Papel de seda especial em pacotes ae 10 unlheiros, o qa ha dt> rcreloor ; ca-
chimbos, ponteiraa e um grande aortimento de artigos para fumantes.
TYPOGBAPHIA
A msia bem montada n'esta provincia, com Hm pessoal artistioe pate> asexeca-
5es das obras mais difficeis e por prejos sem competencia, com granoV nitidea e luso.
DEP*1T | FABKIC*
49-RA MRQUEZ Dfc OLINDA49 79RA VISCONDE DE CAMARAGIBE7
ANTIOA DA CADKIA ) \ANT1GA DO HOSPICIO)
Telephoue n. :* Tclephoue a. 9
Todas aa eneonamendas e correspondencia devem ser dirigidas ou ao Deposito
oa a meama Fabrica a
Una VCOBde de Caraaragilie n. 79
VINHO DEFRESNE
TOM-tWTRimO
COK
165000
PEPTONA
Em casa de todor os Periumistas e Catoelleireiros
da Franca e do Extrangeirc

Por
PAKIS; 9
Ra do
gos i* tglrdt noz espial
PRBPABAOO COM BISMUTHO
, Perfumista
la. I'aaB 9, &iABX&^
r

POR MU* A
ANGELIS0 JOS DOS SANTOS ASRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygifte Publica So Rio de Janeiro em
20 de Julho de 1887
ste depurativo de grande eficacia as molestias syphiliticas e impu
y*lV<> saogae. Pata maior garanta da efficacia deste'medicamento, poblicoa-
fa-gnode numero de attestados de alguna Srs. medios residentes nesta
provincia e de muitos cavalheiros que teem feito uso deste depurativo, em no-
ero superior a 300; notando-se 50 pessoas^que se curaram da temvel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muio .recommendado no tratamento geral as mo-
(tas das seohora*r-e a prova est no bono reeoltado que 4tem obtido qusHa
das Exm". Sentaras que delle tem usado.
-wxxaa x^ xiaaAJB. __
O finito de Jeptna Z>/Vene o mal precioso dos tnicos, contem a
! fibra muscular, o ferro kemauco e o phosphato de cal da carne de racca, o nico
reconstituate natural e completo.
Bit* MtelieUmo Ftsfca.jue desperta o appetlle, restltne as forcas ao esto-
mK) e meUiora a dlgestio, como reconsUtulnte lncomparaTel. qu por laso qo'
encerra o elemento plstico dos msculos que suata a consumpeao. colore o
aancue dracraslado pela anemia, previne os desvos da columna vertebral.
Guando Defresne resolveo o grande problema de digerir, fra do carpo nnmanp.
a carne de racca e de a transformar, com o auxilio daPancreaUna, em um liquido
alimenticio, a Peptona. os professores da Escola de Medicina e oa mdicos da
Varinha e dos Hospltaes de Pars, ae anreauram em. exnerlmfaiUr eataiirer
cioae notrttlTO noa doentee e cooTalescenles e o resultado fol a adopcio ofmun
da Peptona Defresne em todos os Hospltaes Ctvls e Militares. -
O Vtnho tte Peptona M>ef*-ene lmpOe-se em todos os casos de afleepoea
das Tas digestivas e de enfennldades de forma deprimente, agudas ou cnronicas,
como aslayapepslaa, ulceras do estomago, etc., e no marasmo, chlorose. diaDete,
cachexla. tlalca pulmonar, etc. Derem usal-o egualmen te as pesaoas de conaUtuicio
deDU, as crlancas cija saude posta em risco pelo cresclmento rpido, aa maens
culo vliror compromettido pelo Fabalho do aleltasaento.___
BWlrri o Vitth de Peptona Defresne convem em todos 08 casos cm que
Impraaclndlvel reatabelecer, maater e augmentar aa forcas, quer estejamos
doentes, conTalescentes ou sios. ,, __
DEfRESKEoprimelropreparador do Vinho Ae Prptona.Cuidado coaulmlUcSea.
a Vusio: Km udaa u mal menditaiM
AON. 20
RA 1. DE MAR^O
Alaga se a casa n. 4 da travessa do Fre tas em
S. Jote, com 2 salas, 2 quartus, cosinha, 1 sota),
quintal e cacimba ; a de n. S com 3 quartos, 2
salas, corredor separado, cosinha, quintal e cacim-
ba por 16*000; a de n. 16 rea da Via frrea
com 2 salas, 2 qoartoa, cosioba, I aotSo e cacimba
por 16* ; a de d. 16-C roa do Rinchuello, na
Boa-viat, eom 2 salas, 2 qaartos, cosioba e quin-
tal por 20* ; esto limpas e aa chaves estn jun-
to ; o 2.a andar roa da Grua n. 62 por 20*000 :
rata-se na 1 ja.
Importante declaraco
A redacc&o do Diario de Pelotas (pro-
vincia do Rio Qrande do Sul), folha que
ae tem sempre destinguido na imprensa pe
loteiiae pela independencia de suaa opi-
Dioes, orcupaijdo-sa das virtudes do Peito-
ral de Cambar, teve occaaiao de referir
noa seguintes termos o facto de ama cara
importante obtida por eaae precioso medi-
camento, em um dos redactores daquella
acreditada felba :
< firin piamos a publicar boje urna se-
rie de attestados em favor do Sr. Jos Al-
vares de Serfta Soares, sobre as prodigio-
sas curaB que tem feito o sea acreditado e
popular Peitoral de (Jambar.
t Ha tempo um dos redactores desta fo-
lha, sendo atacado de urna forte e pertinaz
toase, e depois de ter usado diversos xaro-
pes sera resultado satisfactorio, fez aso do
Peitoral de Cambar, e ficou completamen-
te restabelecid de soa alterada saude.
f Particularmente noa disse o Sr. Dr.
Henriqson, quando aqu estove ha pouco
tempo, que ease importante remedio era
BTMMS e m:.:.k A.CAOSS
Rja do Bom-Jesus, n 22
Antiga ra da Cruz. PERRAMBUCa.
Umria, eicsHeMfuO i Sm-
Boa lo Imperador numero IB
lvros de jnriaprudeneia, direiti, litteratura,
icieneia e religifto, livros para iustruccao primaria
e secundaria, livros em branco para escriptnra-
vo commercial, tinta para copiar e para esorever,
de divergas cores, artigas para escriptorio e diver-
sos objectos de g;sto e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, qaartoa, restaurants, etc.
Encaderna-se com prestesa e seguraaca, mara-
le com oitidea cartdes de visita e imprime-se com
serfeico qnalquer trabalho typographico.
Precoa mdicos
Ha* do Imperador n.
Sementesdecarrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
a drogara de Francisco M. da Silva & C.,, roa
da Marques de (Miada n. 28.
Cautelas do Monte de
Soeeorno
Compra-se cautelas de qualquer joia ou brilban-
tea, paga-se bem ; na praca da Independencia n.
22, loja de relojoeiro. _
Feliciano
EDgenho Sibirosinho
Em virtude de recommendacSo do Sr. Benedicto
Romualdo Monteiro da Silva, residente no Rio de
Janeiro, preeiga-se com urgencia ter not'clas cer-
tas de FELICIANO, sea ramo, que ha 12 annos,
poueo mais ou menos, se achava no engenbo Sibi-
rosinho, de Ipojuca.
a ra da Imperatria n. 49. 3* andar, ou o re-
t aecao do Diario de Pernambuco, 2* andar, das
10 huras da manb& at 4 da tarde, recebem-se U
I informaces, pagando se qualquer despeas.
VENDAS
urnai
Os adoltos tonaarao paatro colherpa daa da sopa pela manba e quatre i noile.
s enancas de 1 a 5 annos tomaro um oolber pel manhX o outra a noit=, e os de
& i 11' anuos tomara duas colheres pela manfel o duas i noite* Dererito tomar ba-
nlpim friov-ournorna pala manba, e ~ noite. Resguardo regular. _
Eoeontra-s a vonda na drogara da* Sra. Francisco Manoel da SHva & O.,
-; do Marques de Olinda n. 23 e pharmacia Oriental i ra EstreiU do Rosario n. 3.
(ORTK*>da.cambraia. bordados, brancas e de efisea 5(JOO 6000, um.
MERUN d dUi-s larguras, preto a-da c6res, a 8M) rs-, 15000 o 102OO'O-covado;
NANSOK trt.aa.a pariroVta novoa, 160, 200, 240 e 280 re. o covado.
GAZE-^arrendadas- cor liaTauunj a60&le 7()0 ra., o-cavado- (imitaeSo de,aadk)i
ESOUIAO.pardo i>ar veatido, a 360 e 400 ra., o cevada (dnas largoma^.
SETIM 'I lapaai meada de liatr, a 240 e 280 re., o corado; o barato.
ZBPHYKfcS-d^quadro, ultima noviaide, a 2O0> 240, 300 e 400're., o covado.
METINS.de lists, aaenda inteirameota nova, a 360 ra., o covado.
CACHEMIRA de. qua.lro, p.drSee novoa, a 320 e 360 ra o covado.
FUSTAO>brnco b..r*ia PERCALES .laraa, padriSes-novoa, a 200 a-'4 ra-, o rovado.
RENDA indiana, fisSMda de gosto, a 500 rs., o covada
RENDA hespanhoU, cea um metro de largura, a 4#500, o motro.
SAHXDAS da bailo com raatuea bordados a soda, a 10500 e 20000,
MEIAS com pialas e arrendada para s-nbora, a 800 ra o par.
BALBDAS-para vestidos, a 300 ra., a daa.
BICO ,rerae.ematiaados, 10500, 20000, 20500 e 20800, a peea.
FICHUS lela, teoidoa. moderr,oa, a 10000, 20000, 30000, 30500 e 40000, um.
COMPLETO sortimfDto ce extractoaque ae veid muito barato.
ESPARTILHOScourav-, 50000, 60000, 0500 e 80000, uo.
GRANDE variedade etn bordado, e entremtioa.
MADAPOLAO americano com 24 jardas, o 60500, n pc.
ATOA.HAD(* d:.mH::sdo, tazead no.a*. 10200, 10403, o matro
TAPETES avelsdadfts p.ra portas a b-1*, grande vnri-ladp.
TOALHAS t-lpu-ias para rosto, a 30500, 40000, 40500 e 55000, a duzia.
TOALHAS bldocboadaa coas urna vara da coiupriraento, a 40600, a doria.
LENCOS braneos p-r enanca, a 10200 o 10600, a dasia.
RICAS oaixas coao urna daaia-do lencos csaiioha, a^205OO
BRAMANTE de linbo de qu^t^o larguras, a 10800, o utetro.
BRAMANTE de algodo de quatro l&rgnras, a 800 e 10000, o metro
CORTINADOS bordados, a 60500, 70500 a 80000, o par.
CAMISAS alie roas, liaba e algodlo, 380000,'a doaia ..
LVAS de ada preta.e d* caea, a2#000 a 20500, o par.
HICAS grinaldaa com veo da bdand> a 80000 e 100000, urna.
CORTES de aetineta em carteeav a 70000, frzanda de 160000.
SETINS de-todas aa e6res, a 800. 900 10000, o coradu,
QUARNIQAO de crochet, para sof e cadeiras, a 70000, urna.
PANHO da.Costa de listra e quadro, a 10000 e 10200, o covado-
LENCOES de bramsiate, a,108Oul, 20200 e 20500, uro.
COBERTOUES-d .Groe a cosa rarrmgwn. a 20000; 2500 e 30000, ua
QARDA*PO' para h*mem, a 50000, 60000 e 70000, um
SEROULAS de-bramante, a 150000, 1801.00, 200000 220000, a dusa.
CHEVIOTH preto e aul, a 30000 e 40000 e 50000, ocavado.
PARA BANHOS DE MARv
Costumes para borneas, santeras a roeoines.
AMARAL & C.
Nova calddraria
-. Vende-se 88 terraado engenbo de SI Sebas-
muito'procurado em *Santa Victoria e que ti5o, denominado Candelas, contando osa casa
i, r ___ j-.- __.. grande com 7 quirtos, 2 salas e cosinhai um oitio
elle receitava-o a seas doentes, sempre 3 gn| ^ ^ e Cbi 6. qaartos de sensala, 8
com vantagem sobre qualquer outro, pois ditos de moradores, a casa do as3entamento de
quo a cura era radical. engenbo, 1 estribara grande, casa de farinba eom
t Ao publico recommendamos esae sa-' tod<* jg "*l !ea? 22 p-s de co*ieir08 bo*
i i j a_ a o tando fracto, 4 ps de fractapao, grande numero
penor peitoral do Sr. Souza Soares. de ,ar8Dgeir e limeiras, diversos pea de laranjs
cravo, qnantidade de mangaeira, diversas froetaa
de todas as qaslidades. As casas sao cobertas da '
elhas e esto em bom estado ; a tratar na roa
, e Paulino Cmara n. 3.
xa-cidjute da. saaasala.
Salvador Ferraro Se C- participam aos senbores
de engenhos, que abrirn, urna nova' caldciraria ,
para todos oa trabalbos em cobre, eomo sejam, Vende-se a boa sgaardente com mel de abelba t
alambique, machinas para restilar, etc., bombas nft roa a g0(j8 n Dissersm'os redactores do
e enesnamentos de ferro e chumbo, para o que jo^,,,! que u8am e que boa.
teem um pessoal habilitado : ofiferecem a par da
ainceridade a maior modieidade noa precoa>
Cachimbo
J chegou a terceira remessa
das aguas alcalinas mineraes
de Mondariz era. Pontevedra,
na Hespanha
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, raes como dispep-
sia gastralgia, catbarrS ebronieo do estomago,
ulcerad simples.
Molestia* dos intestinos, taea como : eafarta-
mento do figado, ictericia, clcalos buhares, diar-
rba obronica, etc., etc.
BiolSsts dae vas arroarnls, tne como : dias-
teaee anei8. catharra veaieaL diabetes sacarina,
albuminuria, e gotta.
as anemias, cnlorosis, psoriasis, pruniges e
dore? artrticas eoutraa moitas molestias.
As agnaa alcalmaa de Mondariz nsseeas de ro
chas graeiticas>oa temperatura de 189 centigm
dea, bao claras, incoloras' de chairo parecido uc
poueo aos de ovos cosidos, saber alcalino, produ-
xindo om ligeiro sabor picante na occasiSo de to
mar- e. Elisa sa> chlBsificadaa no numero I da:
alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acham-se venda no. eatabeleci-
mento do Sr. Antonio Affonao 8imdes, sito rus
Visconde de Ooyanua n. 1 (quatro cantos), em
Boa-Vi t a.
Roya! Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoces pro-
ferivel ao cognac oa agurdente da canna,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma
sens da molhados.
Pede Royal Blend marca Vlads,
cujo nomo e emblema sao registrados para
todo Brasil.
BROWNS & C agentes.
Sabio transparente
DE
Cteaves
HEU4LH1 1851, 1853, 1856, 1862, 1867,
1875.
De ptata, Paris, 1878.
De ouro, Londres, 1884.
Vende-se as priocipnes lujas de miudesaa.
Oaimaraa & Permao
Agentes.
Bicbas d Haubonro
Vende-se em pequeas e grandes porcoes ; na
roa da Madre de Deas n. 36 A.
B i A i\
NUBIAN NUBIA
NBIAH
N TJ "R I A M
GRAXA LIQUIDA HPERHIEAVEL\
EMPRBQA-8E SEM ESCOVAS
O magnifico LUSTRO desta ffraj
conservase duremte tuna semana,
seja qual fr o tempo.
BAL MORAL GL0SS Gomm* lustroso rUslica para ts Bottinas das Sinhorat.1
APPIJCA.-8B eilC MOOVA8
PASTA UNCTU0SA, em coilas de folha de andres, tai qual\
entregue ao Eiercito Ingle*.
TMK Nua*AM MANUFf OOMP^k*. BAO. Hoitf Lana, LONDRU K. C
AgcDWa gene* em PERNAMBUCO :
GuimariM 4 Pwnn.
N.TJ 13
Estuque ^pintura
Evaristo Rodrigues Vianna, chegado a esta ea
pital de volu de soa viagem, fas scieote aos se-
nhor-s dooos Reabra, qne se acha exercendo soa
proGssan teudente a rui arte.
Ple ser procurado roa do BoavJesua n. 41
oa em casa do Sr. Francisco Manoel da Silva, 4
ra da Caileia.
\viso
Por meto deste taco sei ate so IHm Sr. Dr. ins-
pector e tbesonreiro do Tneooro Proviocial, que
pereo-n- aapoliee da divida publica provocial
n. 1753, serieS^ da pertenceote a Joaquim Jos Goooalves Gaisoa-
ries
0 mellmrdentfrr/clo
f Apa de PHli
S empregada com a
? Odontalina?
W PT DETBI, VEBOaDElRO CURSIS 0 B8CCI
^L PAIIS: Heraeliii, 24, na d'Engatiefl
ASTHMA & CATARRHO
Corados palN.GIGatsRROS E8W8
Oppreasea Itoss .Dsjttaawa A*a*ssas
ucapOAOoa nu maracroau. nuia so ivraaio do raua ___
aa a famaoa oue penetra no pelto. acalma o aystema nervoso,
expectoacao e nVvoruSai funocoee dos orgioa resplratorioa.
. jTrasScTaO, r- S)-l^a3raai ^a. **V<>- ea auionoOrm,
W^-ii: raasaaaa-aao>.a^g-.if-^
Aspira-a
liftaae

-

V



8
Diario de JeriiambiieeQuinta-feira 9 de Agosto de 1888

>

'


GRANDE
PROVINCIA DES. PAULO
INTEGRAES
60:000S000
(PREMIO MAIOR)
A extraccSo deBta importante ventajes lotera terlogar
TEKC-EEffi 14 DE AGOSTO
Inipreterivelmente
PLANO
1
1
1
1
1
3
10
premio de
dito de .
dito de .
dito de .
dito de .
ditos de .
ditos de .
15 ditos de.........." *
30 ditos de ..........
60 ditos de......._.....
99 ditos para a centena do 1* premio.....
99 ditos ideai do 2 premio........
99 ditos idem do 3o premio. ....?
99 ditos idem do 4o premio........
10 000 aitos para a terminaco do 1......
10.000 ditos dem do 2o
2 approximacSes do 1' premio.......
2 ditas do 2o premio.........
2 ditas do 3# premio
1:500^
600
3005
1505
905
305
215
125
65
/ 35
35
2 ditas do 4o premio
1:2005
6005
3005
60:0005000
21:0005000
12:0005000
6:0005000
3:0005000
4:500*000
6:0005000
4:5005000
4:5005000
5:4005000
2:9705000
2:0795000
1:1885000
5945000
30:0005000
30:0005000
6:0005000
2:4005000
1:2005000
6005000
100.000 bilhetes a 3(000 com 20.527 premios
ESTA LOTERA NAO TEM SERIES
Chama-se a attenc&o do publico para este importante plano,
nica lotera que eom um nteiro pode se tirar 60:0005000 e com um terrp
20:0005000._______
Sui generis
Detestamos os artgos bombsticos oom
que diariamente se en^hem os jornaes desta
capital, annunciando como especialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nZo engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de receber nova remessa do
ja, afamado e especial vinbo
Maduro
O consumo extraordinario que este vinbo
tem tido faz-nos acreditar ser este o nica
que fica substituindo esaes oatros que por
abi denominamBairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinbo, como
mais salutar economa humana por nao
ter as composicSes de tantos outros, qua
arruinaos a sade da humanidade, trazendo
como oonsequencias os horrores a urna po-
pulacto que se definba a olhos vistos.
Receben- tambern o
^ equeijo
em latas, de procedencia de engenbos cujos
proprietarios capricham em bem trabalbar
neste artigo, afm de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja compoai-
cao duvidosa.
Em outros artigos como .
SEMENTES DE HORTALigA
E FLORES, LINGDAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
ORJECTOS DE VIME
para isto to pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e aa pesaoas que
disto se queiraaa certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos honrarlo.
A par de ama infinidade de artigos de
primeira ordem, que se acham em exposi-
cSo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar todos os que nos. hon-
ra ra com sua preaenca, junto a modicidade
de precos sem rival.
na Estrelta do Rosarlo n. 9,
junto Igreja
Pocas Heniles J G.
Parabens ao bom gosto
Na lej ila Floria
Continua sempre no en adaiiravsl systerra de
vender barato para vender muito.
Liodaa fitas a 13 de Maio gosto o mais moderno.
Eipelhoa eom fina unidora com 3 pal.no de
altara a 4*.
Lindos aaoeia americanos imitando perfeita-
meote brilbaote a 2*.
Variado sortimento de pulseirss americanas para
meninas e senhoras a 400, 600 e 800 ris am par.
Chica porta-relogiot a 1*.
Capas de la para enanca, propriaa para a esta-
ca J a 3*.
Agulbas para bordar a curo, cufiar missangas e
facer Vcltas.
Fitas! I Fitas II Fitas!!!
Plicesl! Plice!! Plice H!
Botoes!! Bote!! Botoes!!!
Os propietarios desta acreditada casa, queren-
do dar sabida ao grande deposito daa mercad.riaa
abano descriptaa resolveram vender por menos
25 0[0.
COMO SEJA
Plices com duas rifas cor de rosa e asnl acora
panbando nm bico a 300 ris o metro.
Boioes de phantasia para vestidos de cambraia,
cretone, cassa, la* e merino a 200 ris a dona.
Linba costa para machina a- ttOO ris a dnsia.
Flices com daas ordena com floco de seda de
cores a 500 ris o metro,
dem com aljfar de diversas cores tifo me-
tro.
dem de seda para casamento a 8C0 rs. o metro.
dem braneo com daas ordena a 4C0 rs. o metro.
Botoes de velludo preto a 200 ris a dnsia.
Lavas de Escossia bordadas a seda a 14 o par.
Bonito aortimento de botoes para palilt e col-
lete.
Fita mnito boa para palitt e collete.
Pars n'America
16 Boa Bario da YetorU n. 16
(ANTIGA NOVA)
Azevetfo Irino & C.
IfoTldades
cores lisos e bordados
7ENDB-SE MAIS BARATO
Na Loja das Lfstras izoes
E baratissimo!!!
Cambraia Victoria com toque de ararla a 2*500 e
3* a peca!
dem preta para forro alia dita !
MadapoUo francs com 24 jardas a 3*500 e 44.
Algodao Nacional encorpado a 34 e 3*00 adita !
Merinos de todas as cores, urna largura, a 200 rs.
o covado.
Setinetas finas a 240 e 280 rs. o dito para
acabar.
Chitas de cares firmes a 200 e 240 rs. o dito !
Renda da China, branca, a 240 rs. o dito !
Las de qaadroe, modernas, a 320 e 360 re. o dito !
Bsptistes de cores firmes a 160 rs. o dito !
Fichas de tedas as cores e qualidades a 14 e 24 !
Cabertorea de IS a 14800 e44 superiores.
Colzas de corea a 24 e 34 urna !
Lencos de bramante a 14800 um grande.
Emuitos oatros artigos que serlo terebrados
com a presenca de nossos bous fregueses.
Yendas en grosso cen descont
LOJA DE
Pereira & Maglhes
59 Bn Dnqne fle Calas 59
Vinho verde puro
Cbegou para Antonio Duarte ra da Uoiao o.
54, e vende em ancoras e a retalbo, preco muito
mdico por ser de conta do lavrador, tambem re-
ceberam salpicoes de lombo de porco, em latas
de kilo.
F0LHETI1
TESTAMENTO VEEMELEO
POR
XAVIER DE MONTEPIN
*EC;i \1 PARTE
A CAGADA DAS MEDALHAS
(ContinuacSe do n. 178)
xlvh
Simples mente ao vl-o preparar os seas
instrumentos, Julio Boalenois, que conti-
nuara a obsrvalo socapa, roudou de
epiniao a sea respeito e marmaroa :
__ Homem I o sujeito deve mesmo en-
tender do risoado. Se poder fszer com
que elle pague dous ou tres litros de vi-
nho, tanto melhor.
O associado de Jacqaes Lagarde tinha
ido buscar trra mole, que amasaava, mis-
turando com trigo cosido e vermes, de-
pois, tendo aasim preparado amas dea bo-
las, atirou aa na corrente, no ponto em que
quera pescar.
Prompto I disse elle em seguida, la-
vando aa maos ebeias de trra ; daqai a
dea minutos romperei o logo. Daqai at
la podemos fumar um cigarro, nlo sssim,
collega?
Peis fumemos, replicn o Fuinha.
E os dous rivaes puzeram-se a enrolar
fumo caporal em folbas de papel Job.
Com que entlo, prosigui Julio Boa-
lenois, acendendo um phospooro, est boje
de folga T
At amsnbl, se o peize morder na
isoa, e ba de morder. Pronetti aos ca-
maradaa fasel-os comer ao almoco, amanha
pola manbS uma oaldeira^a papa-fina. A
nossa taverneira ja est preparando a pa-
nella. Deve comprebender que se Ibes fal
tssse eom a minba palabra, ellas cacoa-
ram com migo. .
Procure nZo faltar.
Ob I a esse respeito estou bem tran-
quillo. Se o peize teimasse em nlo mor-
der a iaea, eu cafragaria oemmigo o atar-
21
Oliveira Campos h C.
NOVIDADES E PHA^ TASIAS
Capas e pellerinaa pretas e enfeitadas, de
cachemira, gorgorlo e merino.
Voa e capellas para noiva.
Setim e "Seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para- cama e ja-
nella.
Colchas de seda para noivos.
Gorgorao preto, diversas qualidades 0 pre-
sos.
Sedas e setins de odres, lisas, listras e de
qaadros.
Merino de quadro, fazenda nova.
Capas bespanholas para theatro a prego
de 2)9000 uma.
Sortimento de meiaa brancas e de cores
para senhoras e crisneja.
Espartilhos, sortimento completo.
Tapetes para janella e sef, sortimento.
Grandes acaltifas e esteiras para forro de
sala.
Alm de amitos outros artigos que nos
impoasivel mencionar.
SIRoa ds> Crespo9 i
OUVEIRiV CAMPOS & C.
DI>60Bim
0*IS________
P> *LERY
Vinde-sc em toda a sarta
21
Oliveira Campos k C.
PECmNCHA EM FAZENDAS
Las de quadros, padrSes modernos e cores
lindas, a 820 e 360 rs., o covado.
Fust6>a brancos, superiores, de 400, 500
e 640 rs., o covado.
Morcolina branca de listra e adamascada
para casacos, a 500 rs., o covado.
Crotones modernos com ferraduras e an
coras, a 400 rs., o covado.
FustSes de cores, padrSes lindos e odres
claras, a 500 rs., o covado.
Gorgorinas de cores, padrSes lindissimos
Setinetas branca, preta e de cores de to-
dos os precos.
Batistes de cores, a 200 e 300 rs., o co-
vado.
Fecbus, sortimento completo, de 20000 a
6^000, um.
Cambraia branca tapada e transparente, de
3000 a 6)9000, a peca.
Bramante de linho e algod&o.
Madapolao e algodao, sortimento completo,
a prego baratissimo.
1 Ra do Crespo-91
OLIVEIRA CAMPOS C
__ Deste modo o vinbo da caldeiraad
fioaria muito aguado 1 ezolamou Boalenois
rindo-se com prazer.
Pascal compunba uns ares e dava-se
uma linguagera <,ue teria Iludido os mais
perspioases ; por isso o Fuinha nSo pSs em 1
du vida um s iustaate que o sea visinbo de
pesca fosse o que pretenda ser, isto um
operario ma hinista de fdga durante vinte
e quatro horas,
E o rjpo do machinista sgradava-Ihe.
Achava-lhe ares de bom homem, embora
um tanto oheio de si.
Em summa, como o ouvimos dizer um
instante, cahio-lbe ne gotto.
Os Cigarros estavam fumados.
Attenc&o! gritn Pascal. Vai co-
me^ar a luta. Vamos l, collega 1
E, accommodando-se oom as pernas cru-
zadas sobre um dos troncos de arvorea de
que se compunba a improvisada jangada,
pos isoa na liaba e tentn a serte.
Agarrn suocesaivamente alguna bellos
cyprinos que perseguiam os grftes de trigo
desprendidos daa bolas em disaolucSo.
Ole 1 ole I ezclamou elle, o peize es-
t appareoendo. Vamos ver se ha bar-
bos.
Mudando entlo de linba isosu de novo
o anzol, preparan uma bola de trra do
tamanbo de uma noz, no meio da qual pas-
sou a liaba, deizando ao mesmo tempo le-
vemente de fra o anzol e atirou a bola
dentro d'agua.
A br la arrastou a linha, que, com o ao-
creacimo deste peso, ficou immovel.
Durante esse tempo, o Fuinha fazia o
mesmo do sea lado.
Ambos ficaram entto silenciosos, absor-
tos a espera dos assaltos que dara o peize
aos seas instrumentos, viado buscar na bo-
la os vermes que della esoapavam para o
fnndo do ro.
De repente Pastal soltou um c ah > de
sstistaoao.
Creio que voc quem ba de pagar
o primeiro litro, meu velho, grtou elle pa-
ra o Fuinba, ca est nm 1
E aqui outru! repltoou Boalenois.
Dous litros a baver I
Com eff-ito, cada um dos mojos levan
tara um barbo de tamanbo quasi igual,
cerca de ama libra,
Dorante uma hora, estimulado pelo
amor-proprio, o fingido operario e o bohe
asi pbilosipho pescaiarm com prodigiosa
animac&o.
Nenbum, alias, triumphava do outro.
O bom ezito collooava-os no mesmo ni-
vel.
Tinha cada um quatro barbos de bello
tamanbo.
De repente o peize deizou completa-
mente de morder.
Os marotos comecam a desconfiar,
disse o Fuinha. Creio que obegado o
verdadeiro momento de ir deitar alguma
cousa no estomago.
E depoz a linba na jangada.
Pois v l, apprevou Paacal. Estou
morrendo de fome. Deve ser pelo menos
meio da.
Os mojos treparam na ribanoeira e diri-
giram-se para a taverna que tinha por ta-
boletaPiclo.
. Toma-se um absintboT pergnntou
Boutenois.
Naturalmente, emqaanto o taverneiro
aprompta uma pitada
Sentaram-se debaizode um caramanchBo
e deram ordem para que os servissem.
NSo ha nada que attraia mais nem pre
disponha mais para a iatimidade do que a
pesos de canijo
As relacSes travam-se rpidamente en
tro amadorea do mesmo prazer, que apa-
nham peize ao lado um do outro.
A paizlo commum faz nasoer a sympa-
thia.
Ao cabo de duas horas, est feita a ami-
zade.
Explica-nos isto a rpida camaradagem
de Pascal e do Fuinba.
Emquanto saboreavam o absintho, iam
conversando.
Naturalmente o assampto da conversa
era a pesca, e cada um dos conversadores
gabava-se de poder ensinar ao novo amigo
algum estratagema indito.
Servir m urna fritada oom presunto e
nm primeiro litro de vinho.
Os mocos oomecaram a comer com appe-
tite e a beber a valer.
Em breve aa garrafas vazias formaram
um batalbo quadrado em um dos cantos
da mesa.
.A conversa tornou-se mais animada e o
diapasao das vosea elevoo-se.
Ha luar na quadra do mez em que
estamos ? pergui-tou de repente o fingido
machinista.
Nao, responden o Fuinha, nem se-
quer o mais leve crescente. As noites sao
escuras como bren.
Pie arranjar am bote por aqai?
Por que ?
S* quer, propoahoJhe ama pesca
nocturna em pontos que eu couheoia ou-
tr'ora, e que oom toda a certeza nlo de-
vem ter mudado de logar.
Tambem eu oonueco qsses pontos,
replicn Boutenois, e aceito com tanto maior
prazer quanto teobo para amanbl urna en-
commen la de peize grande.

a
de cambraia tapada com 3 1|2 metros de compri-
xeoto tendo 3. 4, 6 e uma ehave de largura a
1 100 a peca pechincha!
Bicos brancos de linho a 1*503, 2, 2*500 e
3 a pega.
dem de cores a 2, 2*500 e 3 a pesa.
Espartilbos de couraca a 3*.
Inviaivais prateados a 200 ris.
dem doarados a 400 ris.
Expleniido sortimento de jarros de 2, 3$, it,
5* e 94 o par.
Mimosos cachos de flores a 1 e 1*500.
Contas para enfeitar vestidos pretoa a 600 rs.
o maco. ,
dem de corea a 700 ris o maco.
Missangaq de todas as cores.
Luvaa de pellica para aenbora a"2<500 o par.
dem de teda cano alto a 2*500.
PAEANOIVA8 .
Leques, luvas, grinaldas, ramos de fiares de la-
rangeiraa.
Tambem se encarregam de mandar preparar
bouqueta.
Collarinhos e punboa de borracha e de algodao.
Vidriihoa de diversas cores.
Bolsas para letras e pastas a 2*.
Lencos de seda a 500 ris.
Perfumaras de diversos fabricantes.
Oleo fl rea.
Cortinados todo de crochet a 15*.
Colchas de crochet para casamento a 10*.
Pos de arros Bacbel a 1*500 o pacote.
8abonetes suceo de Laitue a 1*200.
Cromos piara a 200 ris.
Lindos desenhos para aaoatos.
Cosmticos de Lubim a 5n0 ris.
Talbarea para enancas a 800 ris.
Aigrestes para enfeitar capotas, chapeos e cha-
pelinas a 1*500.
Lindas regtas a 1*500 e 2*.
Lepelbos cara dura.
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa & Santos
Venda de sitio
Vende-se oa permuta se por predio nesta eidadi
um boas sitio coa boa casa, muitas fructeiraa
escolente banho do rio, boa agua de cacimba,
uit-fnoo do torrono para baixa de capim, tod<
murad ona frente, com port&o e gradeamento, eoo
caminbo de ferro e eataoSo junto ao dito sitio, n<
Porto da Madeira, conhecido pelo aitio de Joii
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonae
ea ; quem pretender dirija-se praes da* Inde
pendencia n- 40, daa 11 horas a 4 da tarde.
Poia
bote.
E' inotl.
Como aasim T
nesse caso, procuremos um
Oleo de mamona clarificad
a tratar ao trapiche V ian
Vende-se em barril
na. Forte do Hatto.
Recebera
Ricos fi bus de
1,5000 e 1,5500.
Ditos ditos ditos U finos a 20 e 20500.
Leques transparentes e setim >2je 30.
Capellas e veos bordados a 30, 50 e 70,
Colzas de crochet com Afires a 50, 60, 70,e
80000.
Cortinados bordados finos a 50500, 60 e
70000.
' Ditos de crochet finos a 100 e 120000.
. Cretonas finos, cor fiza a 240 o cooado.
A verdadeira esteira para forro de Bala a
10250.
Capas de cachemira e seda a 250000
300000.
Setim flor de bosque a 180 o covado.
Zefiroa de quadros finos a 180 e 200 o
prado.
Ditos ditos ditos com um metros de lar-
gura 280 o covado.
Cambraia bordada de cor e branca a
40500 a pega.
Espartilhos couraca finos a 50 e 50500.
Sargem todas as corea e finos a 240 o
covado.
Brim de linho de cores fizos a 600 o co-
vado.
Dito dito dito braneo n. 6 a 10 e 10500
Colzas de cor e brancas a 20 20200 e
20500.
Fusioes brancos finos a 360 e 400 o co-
vado.
Bramante trancado, 4 larguras, a 900 e
10000.
Dito 11 com 2 metros de larga-
ra a l$80O.
Rendas de todas as cores, i < primento
de saia a 20500.
Cortea de casemra finas a 4$ e 40500.
Toalhas felpudas grandes a 40 a duzia.
Baptistas de cores finas a 160 e 200
covado.
La de quadros escossezas a 280 e 300.
Tapetea grandes para sof de 4 cadei-
ras a 80000 e 130000.
. Setins de todas as cores a 800 e 900 o
covado.
Algodao largo a 30400 e 30600 a peca.
Merino sotim preto fino a 10100 o co-
vado.
Toalhas para banho grandes a 8G0, 10
10500.
Laques para noiva com Adres a 50 6$ e
70000.
Merino preto 2 largaras a 800 e 900 o
covado.
Cambraia victoria fina a 3$ e 30500.
Zafiros de qnadros arrendados & 500 o
covado.
Ditos ditos ditos com am metro delargu-
ra a 460.
Anqainbas de todos os tamanhos a 10
e 10500.
Toalhas para pratos a 30 e 40 a duzia.
Madapolao B. Vista a 50000 e 60000.
Pannos para sof a 20000 e 20500.
Ditos para cadeiras a 800 900 e 10000.
Mantilbas Brazileiras.
Punboa de linho a 80 e 100 a duzia.
Cachemira com listras a 500 o covado.
Lencos de seda fiaos a 900 e 10 um.
Navidades
Zefiros arrendados e bordados.
Cachemira com lista e liza da mesma cor.
Ditas ditas com quadros.
Ricos fichus d seda e 42.
Mallas para viagem.
Luvas de seda arrendadas meio braco.
Ricos cortes de cachemira para vestido.
Palha de serla para vestido a 900 e 10*
* TelepLone n. 200.
Tenho o meu.
Ola Vo>. est entSo bem pnvido I
Proprietario de um bote, que Iuzo 1
Oh um velho barco de pesca, guar-
dado perto do maiobo. Nlo vale grande
cousa, mas anda faz o sea servico. Ire-
mos funde&r perto das ribanceiras do Pe
queno Castello.
Onde que fioam essas ribanceiras
do Pequeo Castello ? pergnntou Pascal
com o mais maravileeso desplante.
Mesmo alli defronte, do outro lado do
Mamo-; ha l fumas oom mais de seis me-
tros d'ague no meio das rochas. S3o ver
dadeiros ninhos de carpas taladas e de
barbos enormes.
Olhe que vem de proposito. E' exac-
tamente desee lagar que eu quera fallar,
disse Paacal, dando de b ber a Boalenois.
Tenho um palpite de que nSo havemos de
perder o nosso tempo esta noite.
Sim, aim, havemos de apanhar muito.
Oh I l isso havemos.
E Pasoal acompanhou estas palavras de
uma gargalhada que parecera singular-
mente sinistra s fosas possivel adivi-
nhar o qae se passava naquelle momento
na alma do miseravel.
Pois meu amigo, aocrescentau elle,
vou voltar para as pilhas de madeira, le-
vando comida e bebida. Vocd nesse inte
rim v bascar o seu bote. Pescaremos naa
madeiras ate de noite, comeremos algo m a
cousa saboreando am golo de vinho, e de-
poib mSos odra 1 Nao aoha que est di-
reito aasim ?
Est, por que nSo ?
Tetemos isca suffi iente ?
Tenho sempre sortimento della.
Varas para amarrarmos o bote bem
no meio do Mamo T
Tenho cousa melhor do que isso.
O que ?
Cordas e pesos.
Entlo, vai tudo perleramente.
Soavam tres e meia no relogio da taver-
na.
Os dous mojos baviam-se demorado tres
horas e meia na mesa, e sabemos qae ti-
oham beb la tarta, sobretodo Julio Boa-
lenois, cujo copo o oompanheiro en.hia
sem oessar.
Qa*odo elle 8i poz de p, notou que a
eaboc andava-lbe rada.
E' boa I disse elle rindo. O diabo
do vinho est faaendo como os barbos
quando dio caca aoa grtos de trigo que
sobem; est me sabiado oabeoa ; pare-
ce me qae estou nos cavallinhos de pao.
Nao ha de ser nada. Ceaheco-me ; daqai
a cinco minuto estar tudo acabado. Pa-
guemos a despeas.
Vou pagar, replicn Pasoal.
L isso, nlo I nfto ooosinto.
roa Onqjne da CaxaM i
TELEPHONE 211
D descomo a quem compra 30$
\ovldadts
Renda d'Aasirla tecido arrendado, bran-
eo creme, asul claro e rosa, desechos muito lin-
do e fasenda propra para baile e theatro a 500 rs.
Ter 1 aoa de phaotasia em quadros e listas,
faz-oda muito larga a 700 ris.
Linn bordado, de*todas as cores, imitacSo
cachemira, a 240 rs.
Setim de Maco, liso ou com lista, todas as
cores, a 800 e 1*000.
Beodas bespanholas branca, preta, creme e
matisada, por todos os precos.
Capas e visitas preta de rendas e caxemira
com vidrilhos a 30*000.
l,Stm de quadro com lindas cores a 240, 320 a
400 ris.
Canferals arrendadas, brancas e todas aa
core a 280 e 600 ris.
Cortea de vestidos brancos todo bordados a
20*000.
Bacbovae, para baptisados, completos a
6*; valor de 15*000.
Fustops brancos, qualidade melhor, a 320.
360 e 400 ris.
Percales finas, cores seguras a 200 e a 240
ris.
Nansas de lindas cores seguras, desenhos
novos a 280 rs.
Cambraia bordadas, brancas e de cores,
qualidade fina a 4*500 a peca.
Esgalo pardo para vestidos oa roupas de
menino a 300, 320 e 360 ris.
Velindinno lisos e lavrados, todas as cores
a 800 e 1*000.
Velludo de aedi, pr ti asul e bordado para
capa a 4*000.
Fazenda 1 versas
Madapolao livado. oca com 20 varas, te-
cido especial marcaLo; da* Listras Asues a
5*500, 6*000 e 8*000.
Algod&o largo, propri > para lences a 5*000
a peca-
Bramantes de 3 e 4 larguras a 640,800 e
1*000 o metro.
Saardanapoa qualidade melhor a 2*000 a
dosis.
Cortinados bordados, e de crochet de 6*,
8* a 12*.
Arlnaldaa cotn veos de Bload, tltima moda,
a 8*000.
Lavas de seda bordadas e compridas a 2* I
2*500.
Eapartillioa para senhoras e meninas, des-
de 3*500 a 8*000.
Camisas francesa para homena e meninos,
de qualquer tamanbo.
Colzas de tustao de corea a 2*, 3* e 4*000.:
Artigos americanos
Monqultelros com armacio a 10* e a 12*.'
tuirnlcoe e botos para camiaa a 200 rs.
e finos a 1*000.
Collarinhos, peitos e punhos de celluloid a
5*100, 3 pecas.
firanspos de phantasia para cabello a 800 rs.
Ballas auperiores a 280 a dusia.
Ai une tes com letra de ouro para grvate a
1*000.
Reoslos despertadores com figuras em mo-
vimento a 7* e 8*000.
Eapertadores para ver a noite no escure
ultima novidade a 800.
Agencia geral para os retratos pintados na
America com ricas moldura de ou'o fino e cor-
des, desde 20*.
Advertencia
Como i coatume geral aanunciar a fasendas
mais barata prevenimos aos nosaos fregueses qae
recebemos um completo sortimento de tecidos finos
o quse vendemos por menor preco que outra
qualquer casa ; aasim como as nossas pechinchas
que damos aoa noasos fregueses, nao sao repar*
tldas de ontra easa como alguem annunda
para engaar, vendeado fasenda ordinaria por
muito maior preco, coatume que a Loja das
Listras Asnea n&o tem.
Acceitamo a fasenda vendida se por qualquer
circumstencia nao fr de agrado da pessoa para
quem fr comprada, mesmo depois de alguna das.
Jos Augusto Das
Paremos as contas depois.
Isso outro oantar.
V bascar o bote.
E' j.
Desorevendo zig-zags, o Fuinha aahio do
caramancbSo, onde fora servido o almoco,
e dirgio-se para o moinho, onde aohava-se
amarrado o sea velho botee os seas remos
presos slidamente com cadeado.
Pasoal pedio um pSo de quatro libras,
am rosario de chouroo, quatro litros de
vinho, urna garrafa de agurdente a dous
cepos.
Pagou toda a despeza e, munido das
suas proviaoes, voltou para as pilhaa de
madeira, onde se encontrou em oompleta
solidao.
Os dous outros pescadores, cuja presen-
ca notamos, baviam-se retirado.
Emquanto estou s, disse elle com-
sigo, examinemos um pouco a nossa joia-
zinba
Saccou do bolso um pequeo estylete do
mais puro ac, oom lamina aliada como
uma navalha, e cuja ponta, fina como a
de urna agolba, aobava-ae espetada em
uma ralba, qae a tornava inoff nbiva.
Depois de tirar a rolha, proaeguio com
sioguUr sorrso :
Tem dous prestimos esta joiazinha:
o de cortar e o de picar. Aproveite a oc-
casiSo em qae o imbeoil Fuinha estiver de-
brncado, agarro-o pelo pescogo, corte o cor-
do que prende a medalba, enterro lhe
isto com todo o cuidado entre os dous hom-
bros, atiro-o depois dentro d'agua, e
prompto.
E depois de collocsr novamente a ro-
lha, Pascal gaardoa o estylete no bolso.
Passou se quasi meia bera.
Ao cabo deste tempo, vio um bote que
desoia, remado na parte posterior por din
moco.
Esse mogo era Julio Bjulenois, que pa-
reca mal equilibrado e resentia-se anda
das libacSdS demasiadamente copiosas do
almoco.
Inpellida pela crrante, a embarcagSo
sdiantava-se rpidamente.
Cnegou em frente das pilhas de madei-
ras.
C est a cousa 1 disse o Faiuha,
prendendo o bote a um dos paja fluctuan-
tes. Imagine n mea velho, qae o d-
mo do viabo p8-me am moinho de caf
nos minios.
Un oalice de cognac
migmfico, replicn Pascal,
oom vo.-.4; o vinbo incoi
pouco.
E vocd tem cognac ?
Tenho ama garrafa e tambem oo-
Vene-se
o corar j 6
Ea c estou
incommjda-me am
pos.
Nesse oaso, deize ver am golo, e da-
asela
da Madre de Den a. 30 e 32, fazendo muito bom
negocio, livre e desembarazado. Este hotel, lti-
mamente reformado, torna-ae preferivel por estar
collocado no centro do oommercio e dispor de mui-
to boa accommodace para hospedes.
sssssssssssssssssssnasssssjanasn
pois dormirei uma pequea somneoa para
deitar isto daqui para fra.
Beberam.
O Fuinha, depois de bocejar varas ve-
zea, eatendeu-se sobre as madeiras entre
dous troncos de arvores e adormecen pro-
fundamente.
Pasoal, vendo-o dormir, pensava :
Se fosse noite e se nao correase t
risco qae alguem passasse pela ribanceira,
como o arranjaria bem arranjadinho. Em-
fim, paciencia, demora peqaena.
recomesm a pescara, porm distra-
hdo.
O falso machinista pensava em outra
cousa.
Os nossos leitores sabem em qae.
J o sol havia desapparecido por detrs
das collinas e o ciepusoalo corneja va a co>
brir os campos, quando o Fuinha acor-
don*
Sentase oom a cabega tao pesada como
na occasiSo em que bavia comecado a dor-
mir, e alm disso esteva com ama sede de*
voradora.
Com a breca 1 ezclamou elle esfre*
gando ob olhos. J est extraordinaria'
mente escuro!
E' verdade, a noite nao tarda. Eu ia
acordal-o. Como vamos ?
Contina o demonio do moinho de
caf.
Ora, adeua 1 sao passo.
Apanhou alguma cousa ?
nicamente cyprinos.
Nao grande cousa. Mea Daas,
como estou oom s le I aaaresceatou o Fui-
nha. Tenho a liogua torrada.
Temes o que beber.
Por emqaanto, agurdente nlo ma
appeteoe.
por isso qae lbe offereco vinbo.
XLVH
Pascar abra urna garrafa, enebeu un
copo s dea-o ao Fuinha, que esvasioa-o da
am trago.
Ab estou melhor 1 disse elle em se-
guida. Sinto-an mais bem disposto. Bf
preciso agora porosos a ferramenta no bota
e irmos amrralo no nosso ponto de pesca
antea qu* aeja noite fechada.
A mudaoga do material e dos mantimen-
tos fes se iminediattameote.
. Temos trra para o engodo T pergun-
tou o f Temos.
Nasse oaso, a caminbo !
Os dous homena embarcaram e din'?i-
ram se para o ponto designado por Julia
Boulenois.
(Conmur-M-ha)
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Trp. Diario ras Duque da Ganas a. t.




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