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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
n*"-rtSanni
(i
Lili......11112110 33
PABi -i tlPIL E LI/C.AMUK* OXDE KA0 KK PAC PORTE
Fot trea mezes adiantadoa
i'or seis ditos iciem. ,
Por um antio idea......
"ada numero a-vulgo, do nfcamo da.
65000
12^000
245000
5100
wm-m 22 e; msiio Fiase &sM
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantadoB........ ..... J 35500
Por nove ditos dem................. 205000
Por um anuo dem. *................ 27500C
Cada numero r.vulso, de dias anteriores........... 51U0
Pxoyxietoht tft JHatwel itgnctra i>e -laria 4 Jios
O* Sr. imedr Prince ftC",
de Paria, silo os dorsos agente*
cxcIumvom de annunrlo* e pu-
HHcncSes da Franca e Ingla-
terra.

\
Aviso
Aos Srs. subscriptores desta Diario avi-
sa a respectiva direec&o que, do i. de
-Janeiro prximo e:n uiante, far-se-ha a ar-
re >adayao das assigoaturas pela forma se-
guinte :
Na cidade do Recife e lugares para onde
ala se paga porte. adiantado ou durante o 1.' rnez do mesmo
'riraestr?, 6500 nos 2. o 3.-mezes.
No fin do trimestre ser suspensa a re-
tressa do Diario aos que nao tiverem sa-
isfeito o seu debito.
Fora da cidade, nos lugare3 para onde
sh fazem as remessas peloeorreio, 135500
por semestre, pago as mesmas condigoes
cima.
Aos que quizerem pagar o anno adian
*ado, far-se-ha o abate de 15000, para to-
los os assignantes.
TELEGRAMAS
SaVICO PASTICULAS SO 2IABI0
RIO DE JANEIRO, 21 de Dezembro, s
'-> horas e 20 minutos da tarde. (Recebi-
do s 4 horas da tarde, pelo cabo subma-
rino).
O cbefe o polica nomrXo atara
o Iti > (.raiiHe do Glorie o Br. Jcro-
iiymo amei-lco Ka poso da Cmara.
mi/ de dleeiio de Trahlrv, na me-
ma proiimria.
ssBvi;; D *93rc: zm:
Kapecial p;.r o Diario)
BUENOS-AYRES, 21 de Dezembro.
De bOBrtem para lioje deratM-ae S3
co no no e 9 obitaa de cbalera-
norliiis -ni Iu(lo aa refttaea da Be-
poblirit Argentina, inecrionada
pela peni*'.
ASSUMP(,'AO, 20 de Dezembro, tar-
de.
*enta <-idade dcraaa-ae 1" rain* e
I bito de citolera naorliu*. boje.
PARS, 20 de Dezembro, tarde.
s relacoea entre a Franca e Jfa-
iiasanrar rriomaraa carcter aml-
avel.
ROMA, 21 de Dezembro.
A Caara do> DepuiaUon adioa
-uu> NeoeN ate 11 de Janeiro pro-
vi mu.
Agencia llavaa, filial em Pernaoibu' .
1\ de Dezembro de 1886.
JNSTRCCO POPULAR
0 CEOLZBa E S&S NI.I&OS
(Conferencia do proessor J. J. Rodrigues)
rahido)
DA BIBU0THECA DO POVO E DAS E8C0I.AS
( Co n t m uac a o )
O Egypto, meus s ^ulures pre,stava-se ptima-
mente aos estados all imprthendidos por Koch e
pela expedco francesa. Ao contrario do que suc-
cede nos paizes europeus, as autopsias podalo ser
feitas immediatamenje depois da raorte; redro me
s autopsias feitas nos hospitacs e nao acs exames
>inatomico8 verificados nos cadveres dos indge-
nas, fallecidos as anas propnaa casaa.
De taes exames result u seinpre conbecer-se que
urna pircan enorme de fermentos, de viras diver-
sos, invadir o estomago e muitos outros orgos
importantes, salvo algnns de natureza mais reser-
vad.
No puluiao e no sangne nega Koch terminante-
mente que apparecam quaesquer microbios,pelo
meno>, normalmente. Affirmam, pelo contrario os
vogaea da commisso francesa, encarecendo a im-
portancia do estado do sangue d >s cholencos, cuj >
asp oto e qualidade se Ihes afigurra caracters-
tico, que muiio provavel n'aquclle liqui lo a ex
istencia do o gaoiaino virulento, a que p. attnbuir-se a causa biolgica da epidemia.
Como se v, grande o desaceordo entre a com
missai francesa 'constituid i por Thuillier e seus
companbeiros) e Koch, que disse ter visto o pro-
curad i microbio no intestino delgado de todos os
cholencos, a cuja autopsia poude proceder.
Nao discatirei tambem qual j i a verdadeira
patiia anatmica d'este importantissimo individuo.
Que elle exista no sangue e nos intestinos pouco
importa; a devastacao nai muda por isso, uem o
seo resaltado menos fatal.
Direi apenas que as investigacoes scientificas,
realisadas no Egypto, duixaram em todos os espe-
titos fundadas duvdas nao s sobre a residencia
como e iruitj mais ainda, sobre a verdadeira es-
pecie do microbio cholenco hacend de parte a
part-, tanto na c iminisso francesa como ni expe-
dcilo allema, factos e argumentos que muito can-
tribaem para deixaremem aburtoesta grave ques-
tao microchimica e microbiologica.
Koch, que encontrara no intestino dos cholencos
do Egypto microbios ideuticos aos qae j vira oas
visceras de quatro i'idianos, victimas do (lagello
em 1882, embora (e o mesmo succ -deu exped>ca->
francesa) nao pudesse transmittir o cholera pela
inocuKcio d'aquelles microbios a outros animaes,
persuade-se de que o virus, causado cholera, ama
bacteria teouissima, transparente, de formas poseo
salientes apenas visivel com um bom microscopio
la classe des bculos, parece por seu tacnauho
e feirio, prxima parenre do bacillo do mormo.
Ser porm este o microbio do cholera ?
E' o que nao pode affinnar se positivamente.
Em prineiro lugar, d fficillima a classificacao
dest.-s minsculos seres, classificacao cujas bases
esta.) anda por descobrir.
Germens na appareacia semelhantes, *3 pro-
fuadiuDente diverso* na sua iadole, revelada pela
transformaceea orgnicas que occasionam.
Bacterias, monadas, vibnoes, diversos no aspec-
to, sao comparaveis pelos seos eff-itus, ha vendo,
como sabido, microbios perfeitameote laofiensi-
vos, ao pas*.c qae outros, qaasi da mesma forma,
sao peiores nos seus efieitos sobre a vida das pi-
pulicocs do que a plvora ou a dynamite, deixan-
do no esquecimento o proprio acido prussico e
outros venenos mais ou me.ios mortferos 1
E' pois de urna grande difficuldadeoapuramento
especifico de um microbio sut gatari ; e a esta
ditficuldade anda seurpre, salvo demomtracao ir
refuavrl presa urna duvida mais ou meaos tenaz.
O Dr. Koch affirma, certo, qae este microbio
a causa do cholera ; mas elle proprio honesta-
menta declara que nao basta dizer-se, qae em
todas as autoposias elle se encontra, para d'ahi
eoncluir se logo para o effeitoepidemia.
E' uccesaario que esse microbio (e esta prova
real), sendo inoculado em outros animacs, possa
reproduzr a doenca de que se suppe ser causa.
Ora este resaltado que anda i.ao p ie ser
obtido, apeear dos abundantes sacrificios de ratos,
macacos, porco, cics, gatos, gallinbas, sacrifica-
dos ora p-la Franca, ora pela Allemeaha, no altar
das respectivas conjecturas.
N- ro dos intestinos, nem do sangue dos chole-
ncos fadecidos no Egypto, ora feita a raoculacao
inmediata do microbio, ora cultivado primeiro em
cultura solada e inoculado d-p >is, se psie trans
mitt r o cholera de modo a deixar coinprovada a
natureza eapecifica de qualquer bacteria ou bculo.
{Continua.)
tares ama guarda de honra, afira de abrilhantar i ticado era Leonida Adelina da Assurap^o
a testa da mesma Excelsa Senhora. Melchiades, no dia 12 do corrente mez no
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de providen- I. .' .
ci r para que seja substituido o alferes Antonio I gsr tisriquity.
Valerio dos Santos Neves no coo|mand da for^a I Cororounicou-me o cidadao Jos Antu-
actualmente destacada em Tacaratu', conforme jnes de Oliveira, que em data de hontem
solicita o !)-chefe de polica em officio de hon- a83Urnra 0 exercicio do cargo de subdele-
tem datado, n. 1,183. Commumcou-se ao Ut. I ,. "..
chefe de polica. ado do 2 dwtneto da Boa-Vista, na qua-
Ao inspector da Thesourara de fazenda I dade de 2o supplente.
Communico a V. 8., para os fins convenientes, qoa I O cidadSo Andr Rampcke coraraijni-
no dia 1 do corrente mes assumio o exercicio d*lcou-me ter assumido o exercicio de subde-
eargo de promotor publico mteriuo da comarca <*" i_, i lft .. n j, <
Paucllas o cidado Jos Ceciliano Bessone de .- leS&io do l istricto do P050 da Panella,
ABTE HFFICll.
Ciovunao o a iitovt*< ia
LE N. 1,883
Pedro Vice.nte de Azevedo, Dr. em direito pela Facnldade da
S. Paulo, commendador da Imp--nal Ord.-rn da Rosa e da Re.il Or-
dem Militar Poitogueaa de Nossa Senhora da CouceicSo de Villa
Vicosa e presidente da provincia de Pcruambuco.:
Fhc^j saber todos os seus h^bi'aates, qa^ a Aesembla Legis-
lativa Provincial decretou e eu sa.iccionei a rosoluf.o seguinte :
Art. 1. Ficam pprovudos os actos da Presidencia da Provin-
cia, datados de "8 de Janho e 4 de Agosto do correute anno, e em
vigor a lei n. 1.860, de 11 de Agosto de 18S, que-fi&iu a receita e
despc.za para a exercicio de 1885 a 1886, e-uquanto nao lr votado
nozo ornamento.
Art. 2." Fiea o presidente da provincia sutorisadu a orgaaisar
-o qua iro das loteras, que tem de ser extrahidas at o fim do eiei.
Art. 3" Rcvogam-ae as disposives em contrario.
Mande, por tanto, a todas as autoridades, a quam o conheci-
mnnto e f-xecuQao da presante resolccio perteueer, que a cumpram e
lagarn cumprir to inteirame-nte como n'ella se contm.
O secretario da Presidencia d'esta provincia a fas imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 29 de Dezembro de
I SS, 65 da Independencia e do Imperio.
L. S. r'KDao VuT.sre de Aievaoo.
Sellada e publicada a presente resoluco n'esta Secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 80 de Dezembro de 1886.
Padre Franciteo Corris 4e Oliveira.
kxpkmf.stk no da 7 e dezbubbo de 1886
Actos :
O presidenta da provincia, attendendo ao que
reqnereu o alferes da 7* eonopanhia do 12 bata-
.hii'> de infantaria d^ servico activo da guarda
oar-ional da comarca da Victoria. Jos Alcntara
V'elho Barn to. c tendo em vista a nformasao do
eiMaimandinto superior da meama guarda nacional
lacomarca 1I0 Kecife, de 3 dncorrente, sobo.
r.-tolve designar o 2o batatho do referido
-ervi<; r pra c supplicanie Acara rile agregado.
Casnmaniod-se ao respectivo eammandante su-
perior.
O presidente da provincia atteadeudo ao qae
reqaereu o capitio da 4* companbia do 2 corno
lie cavalluriu da guarda naciqaal da comarca da
Vietoria. Ais noel uarte Perora e teadu em vis'a
h informiicio do eommandinte superior da guarda
nacional da comarca do Recife, de 3 do correte,
oh n. 3i(, reoolve designar o Io corpo da mesma
arm-t par;i o supplcsnte ser a elle agregado.
CommunicoB-se so respectivo commaadante sa-
>*rior.
O presidente da provincia attendendo ao que
requeren o alferes do 27 batalhio de infamara
da servico activo da guarda nacional da comarca
do Ckbo. Joao Marques Ferreira Leal, e tcado
em vista a inforntacao do r. imuiandaiite superior
da mesma guarda nacional da comarca do Recife,
de 3 do corrente, sob n. 3)8, resolve designar 1
4* batalho do referido servico, para o supplican-
te sera elle aggregado.Coaununicou-se ao res
aectivo commandante superior.
O presidente da provine- attendendo ao que
rcqnereu o teuente do extinctu o* batiliuo da re-
serva da guarda nacional d >a municipios de Oliu
da e IgMiraasii Marc.ilino Beserra do Amarai, re-
solve determinar que o suprlicante fique aggrega
do ao 11* batallrio do menino aervieo das comar-
cas de Olinda e Igtlarass Uoioraunicou se ao
respectivo eo/ninaiidante superior.
Oficio* :
Ao comtaandante das armas.Sirva-se V.
Exc. de dar suaa ordena para que amanh s 10 e
ineia horas do dia se aern* postada em frente a
igrrja de Nosm Senhora da Conceieio dos Mili-
meida, nomcado na mesma data pelo respcctiVo
juiz de direito.
Ao mesmo.Cummnnico a V. 8., para os
fina convenientes que no dia 1 do corrente mez o
promotor publico da comarca de Panellas bacha-
rel Jos da (Jauha L ber.it i de Mattos interrom-
peu o exercicio de seu cargo por notivo de mo-
lestia.
Ao mesmo.Commuuco a V. S. para os fias
convenientes, que Jos da Fonseca e Silva, em O
de Novembro prximo fiado, entrou no exercicio
do cargo de pharmaceutico do presidio de Fernan-
do de oronha, confirme participou-me o respec-
tivo director, em oficio n. 15, datado de 21 do
mesmo mez, a qu> rr dirig o que, por copia, trans-
mito agora a V. S.
Ao inspector geral da instrueco publica.
Declaro a Vme., de accordo com o que propoe em
seu oficio, n. 3b8, do 1 do corrente, qne dever
sr considerada mixta a cadeira do ensmo prima-
rio do sexo feminino, por isso ter provimento a
que abi vagou pelo fallecimento do professor Lou-
renco Laurentin Osar de Menezes, vista dos
artigos 37 e 45 do regulamento de de Fcvereiro
de 1885.
Ao commandante do corpo de polica.Au-
toriso Vme. a alistar no corpo de seu commando,
conforme solicita, os paisanos mencionados no of-
ficio n. 1,046, de hontem datado.
Au mesmo.Faca Vme. reforjar cim dnas
pracas, conforme solicita o Dr. chefe de polica o
destacamento da villa de Baneiros.Commun-
cou-se ao Dr. chefe polica.
Ao mesmo.Ao Dr. chefe de polica mande
Vme apresentar no i 9 da corrente ao mcio dia
tres pracas do corpo de seu commando afiui de
conduzir para o termo de Bom Jardim um crimi-
noso que alh vai ser submettido a julgameuto.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao mesmo.Ao Dr. chefe de polica mande
Vme. apresentar, com urgencia, tres pracas afitn
de coud izirem um reo que tem de ser submettido
a julgamento no termo de Garanhuns.Commu-
nicou-sa ao Dr. chefe de polica.
Ao director do presidio de Fernando de No
rouha.Scieote do assumpto do officio n. 15 de
21 de Novembro prximo fiado, recommendo a
Vme. que providencie para que o pharmaceutico
desee presidio Jos da Fonseca e Silva e o fiel do
almoxarife, Manoel Francisco dos Santos solici-
ten! seus ttulos, pagando os respectivos direito, e
os apresentem devidamente registrados a Vme.
sob pena de imm -diata suspenso.
Ao juiz de direito presidente da junta revi-
sora de alistamento militar da comarca de Gara-
nhansDeclaro a Vma., em r.-spoata ao seu effi
ci de 10 de Novemoro fiado, qae nesta data,
recommendo ao juiz de paz da paiochia de Santo
Antunio deasa eumorea que proaada qaaoto fcnta
aoa trabalbos do alistamento militar, sob as penas
commiiiad'ig no art. V do Regulamento n. 5881
de 27 de Fevereiro de 1875.
Ai jais de paz, presidente da jauta de alis-
tamento militar da parochia de Santo Antonio de
Garanbuus.Remettendo a Vme. o livro, que a
este acompanha, destinado a escriptursco dos
trabalbos do aiistamento militar dessa porochia,
conforme solicita em sea officio de 29 de Novem-
bro fiado, recommendo-lhe que qaanto antes, pro -
ceda ao mesmo alistamento, marcando dia para a
reuoiao da junta, sob as penas commiuadas no
art. 122 do Regulamento n. 5881 de 27 de Feve-
reiro de 1875.
Portaras :
A' Cmara Municipal de Flores. Approvo
a arremata ra Municipal de Flores em seu officio de 12 de
Outubro ultimo.
Previno (..'amara que se os arrematantes nao
fiserem depsitos de quantias pecuniarias ou de
tituios de divida publica para garanta de seus
dbitos, dever exigir que casa garanta se efe-
ctu por meio de hypotheca legitmente constitui-
da pelos meamos arrematantes ou seus fiadores.
O Sr. chefe da estaco de Palmares do pro-
longamento da estrada de ferro, d pasaagem de
ida e volta at Canbotinho por conta da provincia,
a Eduwigi-8 Mara da ConceicSo reqaisitada pele
juiz municipal do termo de Garanbuns para de-
.iV- como testemunha, em um processo.
O ~r. chefe da estacao de Palmares do prc-
Icugamento da estrada de ferro, taca transportar
desra ciJade at Canhotinho e por conta da pro-
vincia um criminoso e tres pracas que o eaeol-
tam.
EXPED1ENTB DO SBCBITBIO
Officios :
Ao Dr. inspector da anude de porto. O
Exal. Sr. presidente da provincia nesta data sub-
metteu decisa/o do Exm. Sr. ministro do imperio
a reclamoslo coaatante do officio de V. S. de 3
do corrente, qmiuto ao pagamento das mensalida-
des do apparelho telephouico, em servico deasa re
partico.
An fiscil da estrada de ferro de S. Francis-
co.O Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarara V. S- que nesta data tiveram o con-
veniente destino os documentos que acompanlta-
ra-n o seu officio de 3U de Novembro findo, sob m.
121.
Hepartico da Polica
2 Secvao H. 1242. -Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 21 de Dezembro de
186. Illm. e Exm. SrPartecipo a V.
Exc. que foram hortera re mlhidos Cas
de Detenyo os seguinte sindividuos :
A' ninlia ordam, Antonio Qomes da
Silva, Bernardo Jos de Farias, Jos Q>>
mes da Silva, Francisco Gonc.alves e An-
tonio Alvos d Souza, aquelles como sen-
tenciados e este como alienado at que te-
tilia o conveniente destino.
A' ordero de subdelegado do Recife, An-
tonio Fernn ie; da Silva. Jos Leatidr.-
de Miranda, Manoel da Luz Amaro, como
vag .bun los, e Tnomaz de Aquino, por
ofieilflaS moral publico.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos
L-ite a Jos Joaquini Barbosa, por distur-
bios.
A' ordem do do 2* districto de S. Jos,
Alexandre Jos doa Santos, Jos Francis-
e > dos Santos, Mari Aotonia da Ooncoi-
cao o Manoel Feiippa Ne.ry, por distur-
bios.
F>n t.ffi -.o de hontem ilutado, co omuni
cou-mu o subieleg-ido do 1 districto da
Boa-Vista, que na mesiua dati fez remes
sa ao L)r. juiz da direito do 4o distrito
criminal, o inquerk* policial que instaaioq
1 / t t ..-i 1 ihi vira r-virnuoi
ouutra Joe Joaqunu da 5ilva, eanbocitJw ^ Aiuidoa.
por Cazuza Par-gUij, pelo ferimento pra-' p(-cn, p.#, 4 V.
na qualidade de 2 supplente.
Deus guarde a V- Exc. Illm. e Exm.
Sr Dr. Pedro Vicent-i de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe de
polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 20 DE DEZEMBRO DE
1886
Kodrigo Carvalho & C.Informe o Sr. portei-
ro.
Mara Chrj slita d" Carvalho e Manoel Car-
Ijb Vital.Registre-se e fa^am-ee as notas.
Manoel Jos Goncalvea Braga.Ao Sr. Dr. ad-
ministrador do Consulado para cumprir o despa-
ebo da junta.
Valentina Mara da Coiiceicao, Mara Augusta
Pt reir de Hagalhaes, Santos i C., lrineu Coelho
da Silva, Pinto Oliveira & C, Florentino Caval-
esnte de Albuquerquc e Joaquim da Rocha.Ao
contencioso para cumprir o despacho da junta.
Candida Tbiago da Costa Mello.Volte ao Sr.
contador para os devidoa fina.
Manoel Figueir 1 de Fara & Filhos, Carvalho
Cimba & C, Mara Josephina da Silva Dubourcq,
Maneel Gomes d 1 Cunha & C, Antonio Bernardo
de Lima Mendes, officio do Dr. procurador dos fei-
tos e companlKa pernambucaua.Informe o Sr.
contador.
- 21
Contas d corpo de polica. Encami-
nbe-se.
Santos & C. e Pinto Oliveira & C. -
Entregue-se pela porta.
Msria Antonia da Costa.- Registre ae e
far^am-se os devidoa assentamentoa.
Virginio Horacio de Freitas.-Certfi-
que-se.
Mara Lins de Moraes o Silva, Fielden
Brothers e Ordem 3a do Carmo do Recife.
Informe o Sr. contador.
Manoel Lcitao Figuera. -Archive-ae
pelo contencioso.
"Pret do corpo de polica.Pague-se.
Antonio Dias Estolote.Junte conheci-
mento de decima do semestre.
Fmpregados da Casa de Detencao.
Escripture-Be a divi la.
Monte-Pio Popular Pernambucano.Ao
Sr. thesoureiro para os devidos os.
Jos Elias de Oliveira.Haja vista o
Sr. Dr. procurador fiscal.
Francisco Al ves Lourenco, Hanrique
Bernardes de Oliveira, Niemeyer Cahn
C, Di. Pedro Besen-a Pereira de Araujo
Baltar, estrada de ferro de Ribeirao ao
Bonito, Catharina Marcolina, Antonio Pe-
reira da Cunha, Carneiro de Souza & C.
e Manoel Marquea de Atnorim.Informe
o Sr. contador,
consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 20 DE DEZEMBRO DE
1883
Albino da Silva Leal. Certfique-se.
Antonio Augusto de Vasconcellos.A
1 seccao para os devido8 fina.
Jos Francisco de Carvalho.Deferido
com relacao ao 2o semestre do exercicio
findo e 1' semestre do exercicio corrente
em vista das nf<. rmacBes -
Jokquim Morera Reis, Deferido de
accordo com as informarles.
Jes Firmino Kibeiro. Informe de no-
vo 1* seccSo, depois das necessarias ave-
riguac5es.
Bacbarel Manoel Ferreira da Silva, her-
deiros do Barao de Ouricury e Jos Hugo
Gauches.Deferido de accordo com as in-
formacoes.
Joaquina Pereira de Alraeida, Henrique
Bernardes de Oliveira e Francisco Quioti
no Nonato de Souza. -Iuforme 1' sec-
cSo. \
Mariano Bernardo de Oliveira Tarrosa.
Sim, sentando-8e da dcima o pavimen-
to terreo, co.u relacXo ao Io semestre lo
acord com as informales.
Francisco Manoel da Silva d CSatis-
feita a exig-ncia da Ia seceso, serlo atten-
di.ios na forma da lei.
Izabei Augusto de Castro. Junte co-
nhecimento (le decima relativo ao ultimo
semestre.
Inspectora geral da Instrueco
Publica
DEQPACBOS DO DIA 0 DE DEZEMBRO
DE I86
Sebastian Tavares de Oliveira Bran 12o,
professor publieo. Abono.
Argemira Guilhermina Fetosa Br. ken-
f-lt. proteasora publica. Cumpr.i-se ere.
gittre-se
Secretaria da instrueco publica de Per-
nambuco, 21 de Dezembro de 1886.
O p'irteiro,
J. Augusto de Mello.
PERNAMBUCO
Assttiubla Provincial
E-sO EM tU l>K. DEZKMI1 O DE 1886
raaainocia 00 xa. sa. Da. jos xahoel de Basaos
waanaaOR
(Continuando)
O Mr. Jas Mora O u ibre depuudo pelo
13* diatriut", BT. pe-ilute, um perverso
(Knto) A un iu 4 tribuna 1<> que se abri a
sesosVi, failou a>a esta hor, deixaa>lo-me aprnas
un ioio,'Ui loui;o iiiai'urs. U'-qm a piuco estar V. Exc.
a insiatir par. que eu d-ixe a triiunt. e o nonre
depalad.i c.n'iii victoria, porq ie nao lerdi tem-
i par* r 'p mder a todos os argumentos por Si.
Exr q'i", segundo acredito,
menos perverso que o nobre deputado, feche oa
olbns, se porventura eu exceder de alguna n5
nieantes minutos a hora.
Fe ament nao estamos no tempo da inqaa.
cao, c nSo ee deve aptrtar tanto as cousas, mesmo
porque as consas apertadae nao sao as me|Doreg
O Si. Ferreira JacobinaDium algans 0 con_
trario.
O Sr. Jos ManaE' verdade 5 mas, desde que
se aperta, fere, e, ferindo que seja, dc, e a dr
do couea agrndavcl.
Eu hontem ufflrmci, Sr. presidente (e demons-
trei cabalmente a minba asseryo), que, ao tempo
em que aqni esteve Japiass. o Sr. Dr. chefe de
polica ja tinha conhecimento da derrama de se-
dulas falsas no alto seito ; que S. 8. j sabia ser
Ja|.ia8s um dos introductores da moeda falsa na
eircilac&o.
Fui peremptoriamente contstalo pelo nobre
diputado que, preciso dizel-o, mnito fcil em
contestar, em exigir proras e documentos, quando,
entietanto, nao corrobora os seos assertos com
esaas provas e documentos.
S. Exc. conteston-me, e eu comprometti-me
hontem a provar exuberantemente do alto d'esta
tribuna, que o q-e an > (firmara era um verda-
de ; e o que ueste momento me proponho prin-
cipalmente facer.
S Exc, sem exhibir urna UDica prova, mas so-
mente indicando datas, que foram por mim imme-
diatamente contestadac em aparte, o que levou o
h nrado depntsdo pelo 1." districto a dizer que
S. Exc. se bavia engaado em datas...
O Sr. Gomes f renteMas nao datas de actos
judiciariis, de despachos ; enganci-me apenas na
data da retirada de Japiass.
O Sr. Jos MaraV. Exc. engaaon-se rm tu
do. Vejamos.
Dix o Diario de Pernambuco de 11 de Novem-
bro, no artigo laodatario administraco do Sr.
Ignacio Joaqoim :
O Sr. Gomes Prente Isso nao official.
O Sr. Jos Mara(L) :
E nem logre u o eeprito de partido desvirtuar
os factos, levantando accosacoes, por nao 'er aido
preso o indiciado, quando andn por esta cidade,
e haver sido retirado do serto o official une, na
qualidade de autoridade, formara- a culpa ; por-
que foi tirado evidencia que, ao tempo em que
Araujo Japiass esteve n'esta cidade, nenbuma
prava tinha ainda sido colhida contra elle, e que
a retirada do cfficial do destacamento de seu com-
mando, alias solicitada pelo commandante das ar-
mas, por falta de forca nVsta cidade, sjoiorde
nada a 22 de Ju/ho, quando com data de 5 do
mesmo mez o Dr. ebefe de polica j tmba reeebi-
do communicaco de achsr-ee eoncluido o pro-
cesso.
O Sr. Goncalves FerreiraO officio de data
de 5 de Jjlho : nao poda ebegar aqu no mesmo
dia. Eu o li hoje na secretaria.
O Sr. Jos Maiia O officio de 5 de Julho ?
Admitamos que seja ; mas a 22 d'esse mea, quan-
do fe i demittido o tenente Leoncio, ainda aqui se
achava Japiass (nao apoiadoa), e s.mente de-
pois que d'aqni sahio, como eu disse, cavalgando
o delegado n meado.
Um Sr. DeputadoA 22 de Julho Japiass nao
ostavamais aqai.
O Sr. Joe MaraAinda estara, eu o afirmo,
e n'essa data o Sr. Dr. chefe de polica j tinha
tido conhecimento de que havia terminado o ni-
qnerito, f, portante, podia prsuder Japiaas-
Mas, dada a byp thpse de que Japiass n3o t-
vtsse seguido no dia 22, com certeza seguio de-
pois do dia 16, porqne u'es3e dia respondeu elle
a um interrogatorio perante o Sr. Dr. chefe de
polica.
O Sr. Goncalves FerreiraDezeaeis de Julho ?
O Sr. Jos ManaDezeseis de Julho, sim, se-
nhor, est aqui a prova (le) :
Anno do nascimente de Nosso Seihor Jess
Cbristo de 1886, aos 16 de Julho, n'esta cidade
do Recife e na Secretaria de Polica de Pernam-
bueo, perante o Dr. chefd de po ca etc.
Dizia eu, se a 16 de Julho nao havia ainda
ebegado o officio communicando que o inquento
tinha sido remettido autoridade jndiciaria, to
davia j tinham chegado aqni as prioviras com-
municayes (apoiados), j tinham sido para aqui
remettidos os autos de petguntas e os depoimentos
tomados a Dimas e a Telespboro de Siqueira, os
quaes declararan) (e psrjo licenca para transcre-
ver em meu discurso o que elles depozeram) que
haviam recebido da mi > de Antojo Japiass di-
uheiro falso, e que a derrama d'esse dinheiro no
alto serto era teito por elle e pelo seu vaqueiro
Jos Pe lado.
(Ha um aparte.)
A 5 de Julho ; aceito a declaracao do nobre de-
pntado, que sou o primeiro a reconhecer que
verdadeira, o que mostra a facilidade com que o
orgo iffl :ial escreve as aefesas aos governadores
u'esta rra.
Mas, digo eu, admittida a hypothese, que acei-
to, de que o officio communicando a remessa do
ioquerito nao chegea aqu, mas foi expedido a 5
de Julho, pelo correio que parti de Leopoldina a
26 de Juuho, viuram declarac -s explcitas a res-
pi tu do facto criminoso, e as quaes o delegado
de Leopoldina dizia ao Sr. Dr. chefe de polica
qne o verdadeiro criminoso era Japiass, e o {asa
propositalmente, porque tinha sciencia dr qua elle.
viera para esta capila: pedir protecco s autori
dades superiores.
O Sr. Gomes PrenteAhi que est o enga
no do u -bre deputado ; a 26 de Julho foi que teve
lugar a appreheuso de sedulas falsas em Unn-
cury.
O Sr. Jos Mara 0 que importa sto ? O
auto podia ter sido feito no dia 26 e u'eate mesmo
ter seguido para c.
A 26 de Junbo officiou (e repeli a 29 do mesmo
mez) o delegado de p dic a, remetiendo Copia dos
autos de pergunta, dos interrogatorios feitos a Di
mas Br ga e Telespboro de Siqueira, que aqui
chegmam antes de Araujs Japiass responder ao
auto de p.-rguutar. E porque razi. Si. presit-'ii
te. subinetteu o cbefe de p ilicia a auto d pergan-
tas este individuo, seuio porque j tiuba cunt ci
ment do faet"?
Admira que se houvesse sutiafeito com as le
claracoes feitas por Japiass, das quaes transuda
O seu ernre !
Se nao fdra o receio de fatigar p>r demais a casa,
eu lena todas estas pecas que tenhj.entre mo-,
leria mesmo o auto de perguutas feitas a Japiass.
que seria bastante pra urna autoridade mediana
mente atilada cumprehender que era elle criirnn
so, quando outras razes i.o tiveasc, tanto mais
qiiuuto as tiuba, e e: ain vt autes oe pergilutasf i-
tas a pessoas insuso-itas, porque araos corr.d:gio-
narios de Japiase e c irr-ligionai-ios de-s m sino
ch*-fe de polica, e pessoas de conceitj em sua lo-
calidade.
Mas o que fez o chefe de polica ".' Satisfez-se
coi esse amo Je peris, e, lotice de.collocar
Janiaa.- eob as vistas da sua polocia. Innge de vi-
gial-o, louge de mandar seiruil o, at qae de ae
Cordo c >m a lei, pudesse prendel o...
O Sr Cis'a itibeiioFez o coutraro : posa
polica sob an vistas delle.
O Sr. J w Mara... fez o contrario : deinit-
te a delegado de polica, militar brioso e alheio a
quettoea polticas e Que havia tomado a peito o
lesagraro da I i, e noinea peas ia p t Japi ssu
ludicada e fal-o com essaautoridade seguir para
serto, toma ido amb is o trein da coiapanbia do
Lim eir >.
D z anda o nobre deputado : qnaudo f ji demit-
tidu Leoucio, j 1 inquento tinha sido terminado.
>e a case t-uipo o ioquurito tinha sid terminado,
como "ffectivamente tinha, e j o chet-' de p< licia
i'nha diati uatica, c uno nomo iu pira substituir a
este official um individuo indicado por Japiass ?
O Sr. Gomes PrenteElle nao indigitov 1
guem.
O Sr. Jos MaraHe, porm, nao tinha oeaac-
cimento de que o inquerito estava terminado, er
to S. S. concedeB a demissao, exonerou o delega-
do militar, para que este nao proseguisse no in-
querito- Das doas pentas do dilemma cscolha *
nobre deputado urna.
Japiast responden a anto de pergontas no da
16. r'oucos das antes tinha elle chegado esta,
capital ; aqu esteve durante muito tempo, aqa
esteve durante muitos dias ; de 16 para 22 vil -
apenas 6 das e, portsnto, nao grande a demora
alm de que eu sei de tonte impa que elle ainda
aqui -bt.-iva a 22.
O Sr. Gomes PrenteNao senhoc.
O Sr. Jos MaraMas quando eu nao pudesnt
affirmal-o, comprehende o nobre deputado que ni*
eram muitos 6 das para elle aqni deire-mr-se, poit
que respondeu a auto de perguntas loa;) que che-
gon, e do auto de perguntas a 22 decurreu, come
ja disse, apenas 6 das.
(Ha diversos apartes).
Entao o que veio fazer Japiass ? Contestar
nobre deputado que Japias veio cum o firme
proposito de retirar Leoncio ? E, se veio com esM
proposito, tendo tbtido a garantia de que o sen
desejo seria satiefeito, crivel, pergnntoeu a*
nobre deputado, que esse individuo se retiraast
desta cidade, antes de ter alcancado o eaafti-
mento da promessa ? Nao, porque elle sabia qns
a sua pres> tica aqui sena molivo para mais fcil-
mente obter aquillo que desejava e que com a ana
retirada o cbefe de polica poder a arrepender-ee,
on mesmo demorar o acto; e, depois, elle tinha c
desejo muito natural nos hemens de apresentar-se
na trra onde poderoso trinici.hanteniente, coc
duzindo o delegado. Quando mesmo elle nao fosst
um criminoso, o seu amor proprio de chefe de par-
tido, de influencia local, o fara demorar-se ana-
at que se realisasse aquella nemeaco, para qne
elle pudesse mostrar aos seus comicandados o grac
de importancia em que tido, mesmo porque ee
elle chegasse l sem ter alcancado a demissao qoe
tinha garantido vir obter, quando essa demwsie
chegasse j o caldo estara fri e podi-r-se-hU
attnbnil-a influencia eetranba. Portante, pan
provara minia affirmativa, adduzo estas conside-
races aceitaveis, que nem um hum- m de boa fc
pode contestar. Por censequencia, couclusao ls>
gica : Japii ss d'aqui seguio depois de 22 de Ju-
lho acompanbado do novo delegado.
O Sr. Dr. chefe de polica, ao demtir o tenentt
Leoncio e ao nomear o seu substituto, j tinha ne-
cebido a ccmmunicsco Je que o inquerito estava
terminado, tinha sido remettido autoridade judi-
ciana e que era cot sideraco o autor ou o princi-
pal criminoso Araujo Japiass.
O Sr. Goncalves Ferreira d um aparte.
O Sr. Jos MaraLogo, eu estou victorioso,*
disse a verdade quando affimei que o chefe de no-
lidia j tinha noticia de que elle era indigi'ad* ac
crime de moeda falsa.
O inquerito estava terminado e, 110 emtaate,*
chefe de polica dexou-se cavalgan
O Sr. Goncalves FerreiraNao se pode {Hender,
a quem est respondido a um inquerito.
O Sr. Jos MaraMas, ao menos, deve-se enl-
locar sob as vistas da polica.
V. Exc. sabe qoem o delegado de pilicia'-
E' um homem que nao pode reagir contra certas
individuos Ainda hontem esse delegado do termo -
de Leopoldina era soldado do corpo de polista e
depois sargento, servindo de criado dos presidenta
da provincia, acudindo ao toque da campa : e a
alferes Jos Felippe Gomes. D'ahi nao se pode
concluir que haja ffeisa alguma : elle pode, ter
b'.ns sentimentos, mas, pela posico em que se
acha, nao pode reagir contra um potentado de al-
dea, e, se assim fisesse seria demittido ou quaad*
muito voltaria a ser soldado.
O Sr. PresidentePrevino ao nobre depa*aat
qne a hora est rinda.
O Sr. Jos MaraAnda nao tseos, cinco sni-
nutos que comecei... E, senhores, foi um bornea
desses o escolbido para suDStituir o tenante Leonein.
Felizmente est convencido o nobre deputado pala
13" districto, que procura propositalmente conver-
sar com outros collegas para nao dar attenci* ac
que digo, e este o meio que S. Exc. acha para
'ugir do torniquete em que o colloquei.
Fez o nobre deputado grande escarceo quando
eu disse que no serto havia fabrica de sediilac
ialsas Metade do su discurso consisti em de-
monstrar que no alto serto se espalhou sdalas
falsas, mas nao f ram all fabricadas.
Adinittoque nao houvesse fabrica: nio taca-
mos questj de cousas insignificantes. Effectiva-
mente eu disse que havia fabrica ; mas isso n2c
influe sobre o caso. A qu sta > que bouve gran-
de derrama de notas falsas ; quer houvessej sida
fabricadas l ou nesta capital: o facto que ellas
foram espalhadas, o facto que houve grande der-
rama e que Japiass era quem as passava.
Disse o nobre deputado que, an tempo em que
foi Jos Pellado p teso, nao se couheciam seus com
plices.
Antes de Pellado hav-r passado sedulas na teira,
Jimas Braga havia recebido grande quantia dar
taes.
Ao tempo em que f ii pr-'so Jos Pellado daaw-
brio se logo que s^u cuopiice era Japiass, tanta
mais quant 1 Pelladc dizia-s-- sjU caxeiro oa vn-
quero e eontessava ter delle recebido as S-
dulas.
O proprio Japiass, no auto de perguntas qne
respondeu ao chefe de polica dsae : que, teudc
sabido da comarca para tratar de certos negocios,
no dia 24 de Junho volcara para passar o da de
S. Joo com sua familia. No dia 26 procedeu-se
a auto de perguntas a Dimae Bragas; segu^-se,
ortanto, que, ao tempo em q e se descubri qae
se passava se lulas falsas, muda Japiass se achava
na sua residencia.
O Sr. PresidenteCbarao a attenr;So do nnbra
deputado: a hora est dada.
O Sr. Jos ManaEn su >porto tanto a V. Exc ,
p ir isa > peco-lbequc tenhi para commigo a mesant
condescen leucia
O Sr. PresidenteE' que a hora j termino.
O Sr. Jos MaraO cas que o relogio hon-
tem estava certo, e bu'*est atrazado e nao pouco,
nsda ni- nos de 25 inmut >s
O Sr. Cofta RineiroA poca do regressoate
uos relogios.
0 Sr. I>s MaraE o noted deputado argn-
uienta Com datas inventadas de occasiao. quando
eu apresento-lbe provas e doenmentos, como sejata:
certiddes etc. stc.
O Sr. Gomes PrenteCcrtido de que ?
Sr. los MariaDe. inquerito, de i/icj de
perguntas, de officijs. de tttdo cmfi'.n; e V. Exc.
se uteintra melh ir porque vou transcrevel-os na
meu discurso.
O promot->r publico leu a nremt>cS'> no da 30 de
Joih i; aqui ist pagina 4. em que diz: (LS:)
Pemiir.to eu ao nobre deputad 1 : de 30 de Ju-
nbo a 16 da Julho nao ch-s-ava a mtcia a esta
cidad ? A 30 de Juuho d use 1. proinocao, s *l
de Junhosaio de Ouncury um c nreio. que devia
qui ter chegado no dia 13 ou 14 de Julho.
No di 13 de Julho j o chefe da polica sabia
de t do o occorrido.
O Sr. Gomes Psrente -Ah ha cnjrmc.
O Sr. Jos MaraQual engaito? 13to urna
certido.
O Sr. Gomes Prente -O injuerto concluio-ae
no da 5 de Julho
O Sr. Jos Mart.V. Exc. desta forosr:
contesta un docuinento publico, urna certidio
cuja firma est n cjubeeida pur pessoa coaae- '
teute,
A 26 de Juoho, Dimas Braga respondes aa
auto de perg incas e no mesmo dia tambem ;
poudeu 'ele -phoro do Siqueira.

-.


L
3
CibH
1
1


' >

V
Diario de Pernambiico(loarla--folra 22 df Dezembrode 1886

O Sr. T ra ent rinda.
OS: iriftdr. prtjcidiiute, era miuh i
re98 a V. Exe. minia, cm minba vontade tam-
V. Exe. teve o co-i.iil. de aahjugar-
me; Exe. 8cu um H-rcuies de p-rnas
quebradas ; e nao tent outro remedio a-nao obe-
r as ord-ne do V. Exe.
V. Etc. ordena, e outro remedio n'u teubo
sai r o dono da c a*.
oodi, ero hora Dio tai ar-am-nte quaoto
n .b e deputadov e p'ove prinei|
anta a mina* asserudo relativa ao -acaad lio
inaudito de tero De. eo lcianin-.
aiguado um dafcagad) de- pjtkiia a Japuiaa p ira
pntegel-o, quauuo i i tiaha scieneie exaeta, co.
nheeiineuto cerso do que esso individuo era en-
minino, era panead r de sdale faieas.
Pora desta taaaaa taivat equiieSeno havri
horneas qu aa admiraran di,to; mea eu achoque
o facto toan, monto e mmum, nao
esperar n -nos qae ialo u* a'taacao qu iureiia-
aaeate uTi-'s.-iuMi. Por tnais que ae faca, pot
res que aej .m rs attentario comino: tidos. p r
maior qu.i se; i .. prot-'Cij.i-j dispensada aos
criminosos, o neu espirito mo sotr^ra a ma
noreroocao, poia ett p.eparado para tudo e para
maja amia alguina cousa.
Infelizmente nos atravassam) um quadra
anormal, iuflizoirute nos vivenios no sy.tora do
dr-sgoverno, infelizmente domina o part I
por irona ae diz da orJem, da legildade e da
raeralidadc ; inaa, reata-mo o consol de que este
estado de co isa tea iiecessaiiaiaon'.o de dea.
spparecer.
Um partido que. tenlo ha t.1 i p mee t"mpo as
redeaa do gov-rno, procede por esta forma, na i
pododinorar-e; hade neeesaanainmt) aerapeado
do pod r e ea teaho eoitSaiica qua sel-o-ha breve-
mente par* quo vuiii regenerar a patria o
gramil', o rciienso.o generoso partido liberal.
(ApsUusos dae galera).
O ir. PresidenteAa galeras n:lo podem roa
ntteatar-ae.
Eii o* docu-aeot is :
Illm. rir. Dr. juii de dir=ito.O tcoeote-coro-
nel A:tuu n Gimes Ciri-ia da Cruz, para ;
fin?, primita que. do auto crimea em saje a**)
partes come autora juetie* publica, e rs Ma
nana da Coala atujo J.pHss. 8 verin de
Albnqaerqne Bu-ros e lanonl F.lix,.'ognomui-.do
J,, Pe lado, so lh-> de por copia a s-guin-
Dcpoimeato da tejt'mun'n Manjel Ribe.iio d
valh> Griiija; e*rtt| de Sivenuo, dirigida a
Moriaaiio Jatrtaa; ptpmoaio da piomii
Hftawa o d-spatb-j de pronuncia;
bUa av*w*toria; Io e 2 nato ; de perguntaa
H ao tunate U:inas Kranciaco da Silva Bra-
a .'e p-rgaet-i proeedio- a) profeeaor
TetwpboB) hp" U ,-iqui-ir.u llmoratj Manu*
ridq Marimno Japiiu- ; urna nutra car-
ta de Jaoiasi- dirigida a Olmas ; e a 00
exaoH! proee-uo a Tatuar, naa acdulasrepur
tadas f .Isas. _
a termo pede a V. S. def-rimento. E.
R. M.
[a ir>. 27 do AgiiJ de 168G.\utomo Go-
mciCorrjia di Cruz.
1> tcstemuuha
CopiaDepoimeoto da Ust.monha M lamel R<-
be;ro de Crvalbo Grtuija, 3- anuo* dv- idada, em
pre^adj uublico, nolleu-o, moraior nesta vina,
natural deata amaro, o apa futnmri ^iaae nada,
lajaj mnnhii jur .Ja a Sents Evaogadbo, em um
l,vra i .pie. p. a.iaao ir.rita, e ro-
raetteu dilar < v.-rdio d.i que soub:ase e Ibw
toase p rguntado.
E feudo iuquerido s.hro o tacto o listante da
d nuncia de tolbaa.
Responden que eabj pf ouvir diserqna o ac-
ensa 1 Marianuo da Costa Ar*U]o Japiaasu.
lOJiOt repata i..a i lisa i:;) Ion no o.-i ge ir.ia
nacional ima* Fraaiaco da Silva Braga, e 4W
e tantos mil ria debae m.-ino diuheiro, *> >r.>-
fesior Teiea h jr Lop- de Siqueira, ambo.: r-.-i
deutos no t. rio de Ouricury, e qUH o acej*ili
preaente trocara ji* negrciante Hopireto Mari-
nba Faca >, 30 aotaa oo valar de la cada urna da
repataae f-.loa* p uaa oaw vordadeira do va-
lar do 2*.
Perguafad) por quem .ra aprehendido ease-di-
nheiri f-iso em Ouricar^?
R-sponlea que sapooem t-r tilla He apreh;o-
iido pelo r spectivo dJegade ie p^Hcia.
1' rguntade se el e teatemunhi dabia que Jla-
aaisao'.Japiaih tiuha daao en pa de um
traslado de um proceeao, a Mauoel Cicmeutiao a
quao'i. da JJ*u:k> filaos ?
BeaponJoai que Bb:A, e tainbom m>e n rr't.:n)
Japiast dera ao vigasio Manoel Aatoaio Martina
de luI, umi aedula fala d) vulor de l'J 0 ,
em pagamento de urna deoobriga.
Porg.otado se ello loateprnb olo tioha scieii-
e;a de outras pesaoas a qu m o accmaJa ItaiiaiMM
Japi.e-. tiuaM di.l. MaMaMOt ?
liep>nie.a q ni s.ue que eU der
nota de I CaautJ, IOUuO
das meainas u Haa .a Fraociac N gaeira de W ie*.
roz Granja, seud : tido .-ute dmhei:o ta!O.
Pernotadae fl testcinunha sabia, quequando
ilhoa-se a noticia, q-ie os :.cousido* MarianBr
ti.- e S-v. r.n U- B..rroj, eatavam iutro-
du2in..o d.losameote na ciroulacao notas falsa Je
I e 10U00, eliea se aasentaram da (aseada Oai-
s-:irj.*
Repj*d-ii que eitaudo elle t sl-monha em casi
do aecusado liai ianuo Jap:as. ii'aquella fazen Ja,
n di-i 21 J i m. z pi-.xi co p...s. 1). ilia.em q I
palhou-se a n'.ticia da atr du-.-j-lo da mo.la 1 .
p j H J.ipiase e ^rverino, vio ello le-
teiciah, retiraiem te ell.-s a c.v^llo, diz.-iidjaib
qae ficivtin vaino pa.a o Granito.
rVriTuutaio se elle teeti.'inunha couhece o nu
m. r.i d is e--:>i'Divi3 ;.s-) oaVaD 'i le sabe que as do i j si) da O* es
tampa c a de 10 da 7a.
Pe-enntado se elo I sabia como Ja-
Diif nubaobudo este diuhsiro lalso paraintro-
durir <>a circu ci?
iic-1) aadet que uiio rabia, bws que tioha visto
le Birios, i::n c*a da Jaoiaas, tirar
dos bv-leim valor d i 3 e ll, somelhantes as qu.; teeto sido
aprehend as \> 11 |
de jogo caria-., Be ji. -f H t F. ano;.sco Tn-imaz
deouza Peixota, >.o ]i'" 'censo .-so. este, gif$r-
doo l
u. s botaos. Disse mais, i.,-: mu ih i uvir Se-
Torino d.r >r que ia, trocar uui dioluTd iniudj cum
Marian'i.j Jap ao.
anha sabia o fim para
o qual vi"ra Sovermo a casa de Japiass, na sua
adaCaixeiro?
K -ap-jodei! qu* elie teatemnaha ouvira Severino
diz r que tioha viudo visitar Mananno Japia,
qae era ten amig \
Dase bjsos qu Severino dissera depois de ami-
tos das 'uo tinha contratado um gado cm Ja-
tiv>, do ramh-is GxrtarawTW seren entrego-s, a
idi de um amo que constantem -ut-j Ihe eac
icias sais, urna las coasas mais
desejidae para mim.
Touli > ti 11 inui'o desej > d> ir at a rila casa,
primiti /amante v -i, e d p 'ia Sc*r cooliecend)
i Je sua familia, e tambem trata de alguns
ron sido p8vel, tanto
mena afueres, eomo tambem pela falta dd
rao p>ra o negocio, inda qm toi em pregado
mal esta termo, que in lo para ." vil' rae tu<
i .a, b sta que m faeu la ji recurs i, qianto
Oais na or rcial.
J daa a*er pelos ioraatea que o n ?so amievi
Patronitto joia municipal lo noM*l, embare-i mu
da 20 dt> m.- pretenzo.
cjaa o Pealan pmooB da?, e esta se
reenmmoa a a V". Me.
Nli -i quand-i iiire.m exaeuoa' eta men de-
g^jo i 1M,m PJ*
d.re v-e|-o. Nuda mai unt ;iara ama do qu
aprsente o encontrar truin io perf.-ita aade, e
betp Mssiin a Exma familia a quem sinceram -nte
respeiti e me ree'uinendo. Aqai contar 6'ui-
pre cora o pobre ami"), atteuto venarais e cri-
do.S. veriuo de Albuquerquc Barro.
puiaau, e que
ouvirt el'e testemnana o difd S'-
veriuo offerecer quem quizesse, 5'J0000 por 50
gur-
Perguntado se elle tet-munna sabe que o acc aado preoeuto de intima coofianea de Japiasi?;
iponieu que aim e que o seu va^aeire
Dada a palavra ao nrom >tor publico, para r-'
-raque .ra a bem da joatica, par elle foi
i que s pergiintasse a t stemunba o se-
guate : se a teaiemonha s.be pira que fim dera
. qu irenta e tantos ir.il res, no rrufesanr
Tci-spboru Lipefc de Siqueira e 1- OS, ao teueute
Dimas Frauc-aco da Silva Braga, reputado f*l
i-sp nd-'u que ao primeiro fra dado eate di
rj pata eomjjrar f.rinha, p !ra elle JapUsni.
& qnal fora aprehendida pelo delegado de p
dhiheiro ; ao segundo fra dado por emprestim-.,
p 11 mesmo Japi'-s -
Perguntado aiuda a testemunba ao aabe de
i o aecusado prei-ei.te recebera o dinheiro qae
iu no Ouricury com o negociante Houornt.)
M rinho Fali-o?
Keapondeu que lie recobera da senhora de Ma-
rianno Japi^ss, por Ihe dizer o mesmo acensad
teste, dizeudo tambem qu-) lora Marianao Ja
|Lat quem tinha dado o mesino dinheiro a saa
81'.:.h ra.
i a palavra ao ascosado preaente para coi-
QHkra testeinuuQi, per elle foi dito que n da
ha a contestar, visto a testemunha ter fallado a
i r nada muia asber, ne.n Ihe ser perguo-
aa p r fiado Ihe ser do e ach>.r cenforme, aasigoa com o jai*
io d >u f.
Eu 1' -Hiicisc' Ferrar d Goveia Granja, ecn-
v i eserevi."Eseobar Jnior.Hanwl
Ribeiro de C.rva ho Granja.Komo Pereira Fil
neira SaaapaWA rogo do aecusado presento, o
mcial da juitica Francisco Rodrigue Pereira.
Documento n, 7
Carta de Severino a Maaianno Jap
Pinaue^'ou* do protnot.'r
Es' pm | i ||>* de:K>imen' < cut-st'S das
tectemnuh-is e mis iil;s noia.. d'este a-nnmario.
que oa reja Marianno da 'J .sta Araoj .lapias e
Albuqoerqu- Barros, introloairam
dolceaasente oa circulacao meda fataa, pela om
peta proiiun;"... ii.ii t .j. a i sr*. l>>
8o coligo erimnat, combinado eo:n o ar; 8 .a I -i
o. f2 i i l Oal ii" da 1813) B quanto a) reo
Manoel Feli.i, conhocido por Jos Pollad ', es me-
retiMimos^jaize jalftadre U .-ola ju-t.i-
oa. Leopoldio-i, 30de Jo ib i d IS36 O protni-
r r pifbeo, finia P.-r.-:r F.:?il'ir^ Si.o : ii.
Io qn! coofirmou o despacho d punuocia
Visti s os aut >s. ete.
Se as iaiiuosarma pravM qu.' aar aeoiit* no
maiin d'eat -s aut-s etaoi wbaataa e m. b do que
suffleicntos par*Mtoriaaj a orounnerados ioa
sada, t .r.i ram-se ellas irrrag*vei9, jn wat
di e-jntradi -o-s p.l,>ave:;. : m i.iifestas <" que
e-hi > o reo ajarianao da
era seu aut de perguots feto na capital d'esr-.
provincia pelo reaneutiv i -. chete d p .licia, e
qae se v a fl>. 103 a 103 d'eatea auto.
Cj:o effeiti, s o io t k*m m t.-s'oiauubas do pre
sent snmn irio .-uilstei e:n rfinnir guodito
rk) havia so retirado ds eui f.iz-irda Caixeira p
.7 do m.'Z de Juuho pr.Tnoo pa?suJ "'i :
foi confirmad > por sua praoria muili-r i a- n a m-
loa Pella lo, com^ -. r i t iatarrogatatioa
Su mesmo a fii. 20 e 14 do m-.- i n a o .1 -
hiver se re'ir id I i I di I -' 9 BI ,n 8
p r tsoaaaga'nte antee de hav-r o reaneetivo I
idi d pjltjia ccun-cido a apar ibea i-t ae notas
falsas por elle ntroda tai m eiraal .el', qoj
do asatm de a u.i i' i > em
casa, ai i i i igu i-av.-. que. o dinheiro d ido p ir elra
adivr?:^ |i;ss.*sera falao, o qae pjmv depa
Mpa avi f com -que proeod u.
'Q.i c mbe.'ia S v .: o i A i i rqi Bar-
ros. p>r tst-o riata algumaaveja* am feiraa, vco-
dendo gad is, O'.iaojl > .1 i-'in n'o n. 7, so r.--
conheee aer amiga. -1 asg deJ .. dom-am.
Q-te o r feri 1. S veriu i er i j ioai > d i Para-
hyba .) i N' (re, mas que chamava te elle Sevetio i
i- ni > S-veril.' .1 ai d- Albiiqu r-
que"Barra': i-nuiin ir a-soto o, l pro
va ohamir-s. ellejuaatoeni- Severkio le Albu-
qneria Brr -, o qae pr w* aioi a ana mi f oa
dolo, qu-roni/ tornar equvoc a dentiJade do
(en -i.-:-" td-i, p .-a i'o'.- i f.-r.-ai .-no n-a;ar a ac-
co la ju-*' el".
Qae nao bavia dado diajiefro al^um ao profee-
aor T -1. ro, d- ') iricm-y, n;lo dufidoado,
o, que su i milh.T h uves^* f--ito : qnati lo
oar exhuoera ir. neo* p:- .v : > \ pelo i duien-
to daa t.-t-iioinias, j i pe|oa docoteotoa sob na 3,
1 o (>, e j.. fi la'meot-, pea uto d iaterrog it n
t it) ao saramo pr .feior, qu-- *>e ve fls. 111 d es-
li l t i da lo d.co r> en oess.-a, a quaa-
tia d-- 4710 'O p.ra Ib: Compaat u na fari.iba na
fcira do Oarieury.
Que s voio a sabor da busca la la p< lo dejkaga-
dr de polica em euu casa. q'iHii.ii jase .lehava
om caminhi para a capM-J, e ist fot Ihe bajrec
a is c irnki.-. iga iraad \ pir o, i eaaaat d'el-
U. e que amente na caoltal iabe q'l! dita U I
rivera por in ao,ir :li- ni -.- dnilier ni Isos : quun-
do o-rto e est preval ter soa mulher lb BO-
viado u:n ex oreas i, qu :iinla o alean; m na l
de do Jardim, daudo-lbe parte de dita biuca e do
fim q:e ella tivera e.-n vista, e rediodo-lh*qae
re.;re-sajie -k casa fio do vir jus'.icar-se, ao q eU nao acceleu a antea) uonuna u ana viage-.d, e
bm aaslara oaasrir aelulae fi'sa, c.m beai a
.nntia do 15400) a Man .1 Poreira, mirad r no
. rn paya de urna carona qu,- eratSt)
improu, lOOO que oinprou de MgnrroC e
li4000 que pagen a' Jos P ha i >, r-si-
aVnte Bs eMoln terin-i i Jardja,coino i-ovam
I <' :-<; testoinunhiM, como 0 documento aob
u. 8.
Q ie Jos Pelkdo u.lo era eei vaqnriro e aim
aggrajgndo e encarrespid.i le f..zer suas eompras :
| : tu Jo o propno J >. Pella lo .-ai s u WaVraeg i-
torio caofeaan aet eu yaqnaan, a tana e.iii-m im
it teatetnunh ia( acerescanacaade ano eHe resid
teatro a i pr de r>, e tiua'm-ute qu.
.a Severiaoaq i i:i! a d h J KJ
eui un1 i lili i nlivinaaaaii|aietl)atli ''"< p laqui.n
ta de T.'i i') a qu havia i.'c- odo l'eete -iuna a >-
tas do alar Je 10A>0 e :>5*"00 em u'jtas de 11;
sendo olio., dera a d.in de 10*W>) em p:_" n -u" i
a Mainel Clementioo e ma n uioaa do l0Ji), e o
roitsute de diti diabwri) hivia deix^do a sua mu-
Lber p.n esta mandan coatpnkr generoa na feir4
de Oariouiy, q-i >ndo pt.U> .ut-rroratorio f itfl ao
t ni-o I'.bis F.-au -:c> .1 i S Iva Braga, (| -
ve a 113 e do mmeuti-..ffi:ial aob n. 4o, verifi-
ca-so ter o dito r i eaipresSado BO di'p ten nte a
quantia do 10 '00J em sota de 10, as qn es 11-
das Coraao reemh.-c daa como falsas e appnnendi-
ilas p la potara de Oarieury !!
Qi- aloi d'este, uerainaia a Antonio Alvos
Canato n qaaatia d-- 5J000, como no v da carta
;"..-: rgida ... I :--;-.o de p'lieia e que se
- 1U 6 o eonCrmaa) aa to-.t-:au
iiii- ; 1 -i.O 10 .i" vie.:r o Han iel Ant.n.io ( r-ito de
i II.. t); 1'!*(Ik>h Praneieea Noaei-
r.-i de Q te.roi Granja] 2000 q-ie J-> PelU-io
troeou c un Hm-.rato Marinh i F^|.-lo o :nis di-
nheiro miad .- mst mt -. sato, tu lo na iinDor-
taaeia de 30040.0, qae t.-m eid anpTeMndid* e
procedente do dito r>, como est provadisaimo
dos auros, etc.
Se pois o reo troeou cm Severino a qu intia
de 75OO, como deca roa em sen inierogtorl i,
fonda Ihe **0 a qunntia de '91$,' que ja tol
apnmendida em mi i de rariaa peaaoas ?
C -ra i c qbe o dit > reo te.ido intro-tuzdo na eir
eniac-i. a quantia de 3004 so expiea a pneeJea-
cia*da qua-.tia do 754 o seu destia i I
E' que o .o quando fii interrogado pe'o Dr.
chef de polica, so sabia do apparecuneutj do di-
nheiro qae ello havia dado ao proleasor Telas-
phoro e a Manoei lemeutino. .
Tantas e tao papavea c-.ntra^ioe em um
interro.'aroria, f.-ito om toda a liberiale e ean-
g M fro, e por urna autoridade amiga, coiucidindo
o:n a prova dos autos, cooatitue lima prnva
sima da ma t ou dldeom que o reo Japias-
i- introdaild oaeirenla^Ia fl dini-in em qa lao ; assnn ciiao tambem que o reo Severino era o
seu socio commanditario nesee infamo e torp com-
mercioe Jos Pe I ido verl.l.'r) cum;>li.
Por tu lo isto p da e. p-do mais que dos autos
consta, deneg provimento ao r^cars i necessirio
Interptto d<> de a tit. !'6 a
99 para confirmar, com) c infirmo o meamo despa-
cho rni todas as suas partes, por ser'confirme o
direito e as pravas dos meamos ; pgaa as castas
pcl.is r ia.
O escrivao lance os nomea dos r ia no rol dos
culpad.is e d vista destea autos ao promotor pu-
blico da comarca para eate formar o aeu hb-dlo
ccusatori i que tever ser offereoido na primeira
audiencia deate juizo.
i .;ueiro, 12 de Agosto de 1886. Leviuo Lo-
pe de Barro e Suva.
LiSello aceusatorio
Por libello crime aecusatorio, diz a Justina pu-
blica por aeu promotor, contra o reo preao Manoel
Flix, conhecido or Jos Pallado, e ausentea Ma-
rianno da Costa Japiasade Severino do Albuquer-
que Barro, por esta na melhor forma de d reito.
t. S. N.
Provari que tenflo ch"gado cm da do mez de
Junho proximi fiuJo o reo Severino de Albuqutr-
qne Barro, em casa do reo Marianno da Costa
Araujo Japiat, em aua fazenda Caxairp do termo
de Leopoldina, trazendo aquella grande numero
d- moeda falsa do valor de 104 da 7" estampa, e
de 14 da 6, de acrordo ambo os reo com o reo
Manoel Feiix, introduziram dolosamente na circo
ditas notae, com > tudo est provado pelo de-
iuterrogarorio feito a diversas peasoaa u miis
is quo ao H'jhaui joutu a estes au'cs.
Privar que oa r ia comm-tteram o ficto cri-
ini.ios i om premo litiieii), viato ter decorri lo
le 24 h iras lo di i em qu o reo Severino de Al-
buquerque Barros chegou em casado roJMarianno
da Coila Araajo Japiass, ao da emque com-'gou
a appareeer diuheiro falao na circulaba).
Prov.ir que os ria cojnoiettorain o facto cri
aso de ontianca nell viato
c ni) a o-.aaaram dinh-nr.) f-iisi ao aeu
.. quo os re s c immetterKiu o ficto cri-
minoso proceeleod) ajusto entre toloe.
mu p de a; a oondenuMC/tb do rw
Mariauao da Cosw Arauj ) Japiass, o Severino de
Alb'.iqoereno Barros, n > grao mximo do art. 17.)
. erinainal combinado c >m o art. U da
le de 3 de Ontuori de 1S33, pir s eir-
cuinaanneras aggravant. ia di art. 1(5, J| 8 10 e 17
di t-ei
Tan-'m coadaaana.ao do r# Maaioel Fel x,
einhecido pjr Joe Follado, no grao mixim do
art. 175 do coligi criminal combinuio cem ae
arta be 9 da I i de 3 de itobre da IS31 e eo "
o art. 35 d i loeneio'iado cdigo eri.nin-,1 p,r
d.rem as cireuinstancia do ort. 16 -5!) 8, 10 o 17
do suprac-.t.d i C lig I.
B pma-qu-) asaitm te jntgn ieotPsfBoe > y
s--it: Ito'-lio quo ae apera eja rj adud
I ata i
V'ai son documeato c requer-se n b'm d.i accu
si?> que teuham lag'r as deligeneias legies ; t:
prineipalm'jntoqiie aej uh is .lo diiainario.
Riachio, 8 de Agoito de 1- i p^unentoeonteste de toda as teatemuohl qae.
Amigo Jspiase (adeaa).Sao aei qnal o mo-i jUrHrm ao presente eumtnario, auto fle pergnnta,
S. gaqire, 14 I A;;to de 1886. O preo-):
publie.. Rimli fereira PilgOeira Simpiio.
Ai: i i pergnatna feita ao teaente Dmei Prau-
cisco da Silva Br iga
Aos 26 da do m z it-) Juuli > .1 an i-> d i oaiei-
mento de N. 8. J-'-u-i Obriati) de 1886, ncsti villa
do G-iricnry, c ia irea do aMam) neme, provie*^
de Pornambaco, em eant d- reai len -. i dj d de
galo le piliefa 1 suppler- e,u t rcei ., co-
aisistsneia do mim e or v > I''ou o r^ i.
, .,-.,, 1: n n Fraicis.: i da iilviti.a
a>, o I g 11 > in i fe as s -g lite
Qual m ii uemf., ntoratida.de, esialo, pr*fisii,
reeMe-in:-.
i>spmd.;u ehiaaaKee Dimia Praneiso
v : Brs^a, nasaeeajaigriualtos ompreg i lo p.^alico,
i 83 anuos, reai lente nesta villa.
PUrjuotado p >i-1 i f rin Ihe reto an mKos k
qiantiade 10..4 em nitasde 104 da 7' e
reputadas como ftl;aa, appreh mi-IiJas par'
pela polica e pirre das me.-mas, entregue >. a &
om piliaia por elle reapeodrn
o leu que em J:.n do atnWentb a*fci rc
ba urna eirta I afaWanaaj ila C MI i a- .iij i la
ajann'i enj i c ir ser p
MH Otan, p 'ia i|'l : .:i i a I Mil II C I .1
poneawt-'n jgoeio d auoaaan mu i't m:-. -., cama
?unsta da irm-uia t :rt : .- Ip 1 1 1 -n lo elle r.-siim
deatte qi lli-era i.nn issivel cn I:' a s-u ahaa>aa>
.lo, p ir.'io >a*aai da eataj em di E
niaria pira doiear n ana faajailasi ude -i
1 (,-11 na ociaaiio p.eseoce para faz-r 11 ti 1
1 rapid ..
Co-n cine-'i O'i aeisdia dep.)i>:, ; 11 : .
ptaelu' .-'.-iii'P >mp iiib 'i:o um Sr. S-Perii)
-..' til iM'Oral i 1 I* imvv 11. .- ,:\i\ ;.1 1 > 1
n ir a na c.v-a qn tmb negoj* a prop r- !; e
que P elle riispoi.lente Incrava u'elie.
Dj ivo Ihe f,-z eOater s diAsnldadea em q1:.'
vivi^ e que ue p i: s .hir do ansa, as nova e
ron'lilas insta neia da Jip:is-, p>r fin el.e aria*
p mi lente c-d ra e combinara o Un l;i ."
ajas r--v- Inaesv a 2fl de Andante/ no \Ht>pri<) afoh
001a de Japusr, pj quan In K
post) airoiupr.ir u u gal-is 111 pr >v:neia di
Paii'iy, visto que nao p.i. 1 o -.---.
t.z.r, poia tamb.-m MOtVa ptt e-elvolr
u:na locgn viagem; ao q*M fn doslarado por
reapondeate que deixava de aceitar neg i
pose, porque aehando-ae e-pera d s r 1
preon ilor pnblio desfa eoaanren, piiia moitu le.n
ebgar ecaa obmen{So eu) sua Msentela oa htd B
loe om iaso ose resumo tran-rare ..
A-liiii-s; )ios .-.vao.-ci lo i-ti-.l -.
entre alie reap 111 lente e Iapiais, na li >.'a de e-n
regress 1 nan eate vi la, fas Ihe s-utiras circitus-
tnetafl aHotivia e.a que se a.-hava, f Ot) de ii
MWirh e privado de mal reCBr.J3 da vi i 1, deven-
il. eertaa qu mitas j ae daa, pel-i-lhe pee -n
prsMini c-ia nd rus, qn loi iounediatam nte
aatisfeito em notas te 4-z mil ris, da 7.* eatetn-
pa, que as receb;a aem fazer netlaa o in.
11 1 r-p-.i 1. p.rm- nviic* Ibo passwi |>ela idea
o sen auiieo a q.|.u u eon^iderav na niElhor
i, lite eoipitratasse (luM.ru falso.
Ligo quo eh*gou,< a esta villa foi i.am-i.liafa-
m nt.e satisfazjr os -'h b on IromlaboB, dan f i Hu
psjun .ut-.' ao ekKaMO H mirar.1 Mariolii FalAli.
vi ote .mi r:s, h oi.lfla,! Jo-, d ) Castro Birros,
ttinta mil ri e a. mai* diwraaa p8 iai qnanl 1
Iba 1 .i aanand i peto a ai compadre c amigo J' i i
nhiri Lipes de Siqhbira, qae a -tina -ii-> qu.) ella
luvi 1 dado a Hmorat-i.M irinho. n I :>, . po -ia i 1 ot'iva de p is dilir, sa h.uvia daa 1
m*l alga .1 i-i.'-, que fisse nao.
t ,11 d-o e eutregil o a polica, a quem canon,
ello deel urar porque forma o hiuve.
F)i j istain-uto o qua tez el e respondente deola
r ni mal, q iJ ca algitns oagasiantos que 1
fut a na ec ,.- dinheiro reoeiera ein- tr ico .Igum ia
n ta de dei t istoes, repujadas tnmbm oom f li-
sas o eepalbadas j i -an alta eicala no c imoi .- 1 1
. r I a. pir paieoM q HntJaol de Ljopoldi-
na, comprar gen r I 0 1 o-tm.
' e in i o a 11 ni i-: reap mi leo, ana le f-.i per-
gantado. miadou o delegado lavrar este aaM, qi
asi reoa com o reap-miente e o rubrioa ; do que
don f.
Ku, Hifino Jos di Oonhn, csc.-ivilo que o en-
erevi.Antonio Mariohi Faleio. .maa Fian-
i ii Suva Uftja.
Vif de p.Tgui'as tit i ai tonente Diuias Fran-
jiseo da Silo.i B.-aga
E I '.'' :: o --n 1 nal 1 fbj a de vei"gid>, f ito ao
f.-n -nte Dunas Frauoiso da Silva li aga as per-
. a arnintea :
Qo.l seu n un-', nituralidale, estado, i i 1 io.
I ., r.-si i.-neia, etc. ?
ll-spooieu chamar se imas Praneiseo da Sil-
va Br.gi, 11 .ilural d->ta pr.vinoia, casado, id:l-
d 83 an os, agricultor, eujpregado publico, 'reai-
dente uesta villa.
Perguntado o qo' tm ainda a alafa* com rera-
e.lo ai li.ih-'iro, que hiuve or eioprestimo na un
portaneia de cem mil r s do Miriann) Japiaa,
te.t 1 ii e lo r spondeute, tendo ado parte deeaa li-
lil-iro apprehendido e:n mina de algnus negocian
t. 3 11 sta viu ea outra parte entregue por-! pr>-
prin a polica?
Responden que sustenta em toda ana plenitude
o que disae em aeu primeiro interrogatorio, j r
mit'ido ao L)r. chote do polieia, pela autoridad
omip-t-nTo; Becreevurauda nnont-' aohar-ae
hoje convi-.t i que M i'i.nn>, quando Ihe d^ra esse
dinheiro por emprstito j foi no peuBamn:o da fa-
z r-!.iegrande mal, de pnval o daa fuueeoes qu-
te achava na eeprMea de ex^rcol-is.
E orno nida mai he foi p-rguatado, nem rea-
pmlido, mandou o de egado lavrar este auto, qu,
asaigoon com o respondente, rubricado pelo di -
gado; do qie ion f.
tu, Rufi.no Jos da Cunha, escrivlo que o es
erev-Antmio Mario*Pflclo. Uimas Frau-
ciae d* Silva Br.g.a.
Auto de perguuta6 ao-prOtessor Teleaphoro Lrps
de Siqueira
Ao viote e acia dias do mez de Junho d> anio
do Xaseim. n :> de Nos io Seohor Jeeus Chriato de
mil oitocentos oitenta e gola, nesta villa de Ouri-
cury, comarca d> me9raai.*nome, prnriaeia do Per-
nainouco, em casa do residencia do delegado de
pVicia, primeiro aupoleute em exercicio, o cida-
do Aoioii 1 Mariulio Falcao, coromigo escrivoja
beu carcr-i, abaixo nomedo, ahi compareci-u o pro-
feeaor Telesphor Lopes lie Siqueira, e o "delegado
lbe fee aa pergantae seguintee :
Qual i>eu nome, naturalidade, estado, profiaso,
idade e residencia ?
Reapondeu chaoiar-se Tolesplviro Lopea do Si-
queira, casado, professor publico vitalicio de ioa-
trucco primaria deata villa, idada de 39 anus,
residente nesta villa.
Per gen t a do pirque foftaa e de quem recebeu
ease diuheiro em nota de mil ris, da 6 estam-
pa, rnje reputadas como falsa?
Responden quo na noite de 18 do corren'-
gara em aua casa o cidadao Marianno da Costa
Araujo Japiass, aPO'iipanhad > por um aenhor, o-
ataecidd por Severino, 'natafaa da Parahyb* c re-
sidente em nm sitio abaixo da povoacjlo de S.
tn da meama provincia, segando Ihe dissera o
mesmo Severino, vindo ambos da \illa do Granito
flesta comarca.
Permaneceudo na casa del le reanondente, noi-
te deesj mesmo da, o dia seguate e parte da
te desse mesmo dia, retirando-so ambos pela ma-
drugada do dia 20; antea, porm, de sha retirada
estando j elle respondente recolhido ao quarto de
aeu dormitorio, apparece-die" Japiasa, a quem
deroo aerapru no numero de sen amigo, a
i!i-: pretendo sabir milito codo e quero
: ih o favor de mandar cimprar amanhl no
id > publico, um p .1100 d fariuh i, qu 1 b
m nte in.iidiroi por ella; daudo-lho para -'asas
compras, uio ma? 1 denota de mil lis, quo aa
recebeu a-m contal-as, diioudo-ih' Japias.-, quo
uo referid maco de notas coiisis'ia a quautia de
cinco-ira mil ri*, cu jo dinhiiro, oa vista do pro-
111) J ip.ai-, eollocou-u aobre u-aia meaa deutro
da um eaix&o que esteva no* (ravesseiroa de aua
cama.
N' da 8eguinte no aahir do quirto troHSfl 0 m
anea quautia e coatanda-a em aua aala em
praeear;a d sua tnulhor t Sfhoa oda exista .1
".t '50 JO, mencionada por Japiaaa. e
eiid a do 474O0J em nota da d z tuatoeeda 'i'
ejtimp., dinheiro este qua precia tjr salud) ni-
uito da Tni-s-U'ana
lepna elle ra^aondent pa:a o m>.--
c ido BVJb'ic' deata villa, "fim de por aa exeaea >
:. 1. .lo Jatpiaaatt, e ahi vhegaodo eneoncra se
com nm Ii on-m da anta do m ,1 i i daaa, o
uliucido p r J l'dalo, a qu-.n deetarou 1
Je uuis p'9sii. que 8"U auo Japiass. Ihe hi-
via dein lo 50400.1. o q ie, o recaben lo aem 00.1-
ttir, verifieou quo ^ oxi.-tian 7 ) 1.), pelo que es-
cara i.t.i o u'i e.n-i lo N'.m.i m'-sniocca
ol 1 reapinianta troera c -m aee .-iihido
miriti Mirinhi Palea 1, parte dcBse dttihetro,
pvrnotaa de 540,1), eaobtra parta, eare
u-ihadn Antonio Marinho Palada, .ino-s ne
ules desta villa, can o int-r ii.wi
i dinllBiro miiido para t:i. X'S:i inojia-i
i i i oh ir- in eaea i
I > dol i lo II oior-it i Miroih>, vio ahi che
jir nm Iregjea ci;n urna nota de 2 >5'10l. para
i- urna certa quautia ao rfl 11 se i cu.hado,
qu oda tendo t:--. pera voftar o rstititeda
Dota-, o (al J.. -so para tro-
lando da a iss i 'Ji p
..-o l:w t es n 'tu -, o iz -r :
:"rn XI i : I pela 4
paaaon-se ; olli : n t
'i la le ileso li .ih : ra
I o no ..t.i or : I .: i villa, na i d m -i io,'i
i l-.-m.ii-ici ser e'l> falso, cm Via
i- nao i i.i l 'u logo ,1 proceda un .-; ..n -
laHinlo-a comas v rdadeira' A
i r il: a 1 i a-i i a i ip i -.-:11, de i I -"' I n :
Mirante pirte npo ion, qu i r : i dir.hlro
q i ip -. eoia ni itereadi era falso.
. n-iii i i II .o-
ra' -Ir-. i\ c 'ii dio : 1 M4')) )
npi *diz ni i-Irte n s'o re:-:
;...>-. .. :o im n Braga ;
e v-i sj olas si. v- Udairas -u t.l-as a
.-o i. por elle respou lnt eximio 11 ia tirtat

a pro: a i i -: .-p i id lita, i; c-n a :-.) ou
11 !; i1 o t'll :'" 1>.-
oi-o .i S va i ...;., sen c>mp>.rrti c
-
lo i n qo ihe I
v n I a in.lu )>: eiupn parte Ma-
nta
|U o dinli iro'era falso, e a-bou ve mai
atgd n algttiim n.-:--, q ie o t isa ta .' r. e entre-
. .."-, -ae i p icia, o v'' '''r- icon-
:. -ni) ello r -n i1 ; I ten! ni
. .....nem Ih; f .i p
'al ', ina-i 1 it o 1 -,e.; i : i | oa,- e! ::t- ;.
i.,:} i.- i .i : idente, e ru
a. i : i i ni fe.
Be, U-ili.io Jas da CdoN*, eecriifSo qtie o es-
.1 i. ; i > Fe.I ;!>. Teles jiur ) L -
pea de Shjo.
Aut. 11 Honorato
H.-inobo Pateao.
88 I i dd u-.'Z do .Jo-iho do aun d i ":-
le'Nosao fseobor J>-o Chrlad d>'183ti,
,,..-r,vi|i .. i) ,ri ii y, o n BrCd i i 09 n I i:
praviiioia d- P rn i rb t :i Casa i-' reldChcia
j.i 1 ) de pdie: ., 1- su,',)! uto i-m eTterelafo,
ni al irinb F .' .1 -. c .. :-;. i crv I a a-u
oirg) abdHto n reetea Honorato Ma-
i K. -. o i rilo lili t.-z ::s SgdlfaKeS
p remitas :
I i qual 8 u no:n-, natoralidnde, cata-
11, ot ifi --.'... liil- e r s i-ncia V
liespindeu o i i:n .r-i II a ratO'Msrlrib'd Pal
t.. nru.-al de tonn i de C'abr l:. casad i. pro
pietari-i e uegociauf.', ida ie 32 anbol, n;?i tente
ues-a villa.
P rguatad) qu-' quintil de dinheiro que so
aciaea r-'put di Cotno f.llso reeebt'ra, p>r qaom i.
por qu; l.-m i V
u|.,"u qae exiatht e:n au p > lr ti~) a)
fes dinheiro reparado com fis >, s-ndo 453 KW
ni ni'aa do 14 da 6" estampa e "4 ''m notas de
103 10 da 7 es'nr. ii ; que S 5'J Hl laquellas
o-.uu troeadas m ua'caaa oom.oorcial pir
su uiiliad i pr fe-sor T ie.-i!i.r. Lope de Si-
qn ira. liz-iido-ih -na:s n ii meam
se i-cunii .i .. qi i!3s dinheiro havia sido do Sr
: .mo de Araujo Japiass, que tinli i x.i i i
em s''ii pidei-ui mp tfarecia do 475000, n saa,
netas p ir Ihe c oiip.-.r d farinln, e qu I Ihe pe-
,i i :-: -i rj : la so ae s i o .ii ira ; e que elle res-
pondente se tutoressan lo d-;Ia dinti-iro minti pdra
tico dora o seu diub.'iro bom para dita o oro a o
lio maia 204000 qu-1 receben desse dinheiro
f ii da mi de um vaquein, ou pessoa da casa de
Japiass, eooheejdo por Jos Pallado, na oeeasio
(tai-que ch 'rjara un fregus, pira pairar -lbe a
quautia d -lOD, "n li n o de 2,14uOO, e dio
ron I" tro.:: n-.Si o-.-asi'n p-.ra Vo'tir ao m-'Sin-
tr.-guoz, e nem quereaio d-sfaz-'r-ae do dinheiro
inteo o n iv i que recebsTa d i 6u cuuhud Teles-
ph ro, Jis Pellada olferoc.u-se para trocar, ti-
rand) da algibeira um maeso um p uco avultad i
dae faes nota de 15000, que Ihe f .ram ntregoi a,
r r an I > d-ete a qiantia d j tid-.ida nota de 204,
e cuni ello rhoondeote se ioteressasse em fiear
com esse dinheiro, procur m obt-r dinheiro mais
f;nu I > na j* d en rralo Antonio Marinh ', na
i:np ii l:.nc:a itl lOO que voltou ao uiesino fre-
gU"Z.
QuantO asrlVrs notas de lOdOX)'!, reputadas
tamb-m ciin> (alma f5r*m recebidaa por mao do
Sr. T-'uente Dmiis Pr me s'o da Suva Braga, p li-
sa 1 i le su i Cinta cm sua loj ; ist) dou-ae n-i
do. 2o do corr-mte p la inanka, q-nnlo depol
in onentoa appirece o r.forido sea cuuhado Te-
ih iro, e disse : estou desconfiado que esse di-
nheiro d 1500O' que apparece por aqui agora
seja toda) fila", pelo a vultado numero qua vejo
-or.-or no commerci ., p.do que devem combinar,
'una da r.aea notas om igual diuheiro mais anti-
go o que feito nota a; ldgo diff -renca mu nota-
ve!.
Coahecendo-se poia a f ilsidafe d"sse dinheiro,
leclarou no mesmo momento que havia r-o.bido,
ininotoa aut.-a duas notas d 10, da milo 10 te
u nte Dimas Braga e que rao bem as ecaanibaaae ;
0 que feito f..rain reputadas t imoera orno falsas,
1 vista do que ello r. fp 01 .ente, resumi todo este
iinh oro na import incia do 654. cima menciona-
ra .....n c mpanhia de aeu dito cuuhitdo Telesphi-
rc, apr.sen.ou o polica, pedindo providencia
para que n:lo ai.'ffi-.-sse pr. juizo ulgum.
Perguotaio e sabe lar Jo: Pe lado feito ai-
gum is comira na leira com esse diuh.'iro repu-
tado como falso ?
Respondea que por Ihe constar, e onveoo-se
disto pelonumro superior do diuheiro qus appa-
cca no mercad >.
E cano nada mata resnrmleu n m Ihe foi per-
cu-itadi, maoduu o delegado lavrar cate auto q-i -
dopoia de 1: lo e o adiar conforme ussignou com o
r.spOodente e o rubrieou, de que dou f.
En, Rufino J ia da Cunhi. ecrttiS q-te o es-
r ve. Antonio. Marinho Pa'cio. HiDorato Ma-
iSoho Palca;.
Auto da p rguntas foitas a Marianno da (Jaita
Araujo Japiaaa
Anno do Naaeimnto de Nosso Senbor Jcaua
-to de 183b\ .*s 17dias.de m'zd; Je.lho,
"sta cidade dj Recife a na Secretaria de Polica
de Pernambuco, pres-nie o Dr. Antonio Domin
g .a Pinto, chefe de polica da pro lucia, cotnjiig
escrlvaO do delegado do 1* dialricto, ompareceu
Marianno da Costa AranjO Japiass. que declarou
toa 40 aun 1 de idade, catado, natural de Pernam-
ba'.-n, morador na villa de Leopoldina, c imarca de
Salgueiro deata provincia, proprictan > e criador,
sabj 1er e escrever o que tudo foi por elle decla-
rado eo metme Dr. chafe de polica, que Ihe fez
a perguutas asguiures :
Perguntado a conheec Severino de Albuquer-
que Barros, ae eateva em aua casa e a quanto tem-
p>.i couhece, aaaim como que especie de trausac-
9L) teve e im elle ?
li apondeu que conheoe Severino .fos de Bar-
ro e nao Severino ae Aibnquerque; que, tem o
vito algumis vezea naa teiraa vendendo gado, que
o mesmimorador na provincia da Parahyba, na
enmarca de" S. Joao;que, em diaa do mez pissa-
t ve elle emana casa ua fszenla Caixeiro,
tiTino do Leopoldina, onde nao se aoh iva entdo
respondente ; qu-, depola, u m-suio S roljiar o Granito, one e encontrn com elle
reanondente; que, ahi I fie falln para Ihe c imprar
50 bois, pre.netteu i Ihe pagar parte em dinhei-
ro e parte a prauo. pido in nao so r-aligou o ne~
g>cio. Que havendo di.-. em fase negoio
p ir causa de se lulas quo estavam aendo recolhi-
das, trien com o m-'smo Severino S05 em notas
de 104 e 54, das que, eatno sen lo roe Jai Jas, por
754, qu-roe bou de Sev.rino em duis notan en
104 e 65 11 ti- de 14, todas n ivas, qu: as duas
sdalas de 105 e maia alguma le 14. d.-u em pa-
gimeato a Manuel Olementine, ilhi do (naelliao
Clemeatino, do Salzueiro, por um traslado que
mindoii tirar, e 01 li dinheiro q 1
beu de Severiao, deixou a ena mulher na faz u la
Caixeiro para mandar comprar legomea ua fera
de Ouricury.
Perguntado se Mino! PeNx, aeu vaqaeiro e>
se o eucarregad do rata* compras para su*
Reap 01 leu qiu n' s ".1 va [ii-iro, i.:r(n seu
1 la zar compras para
sua casa o isto acerca de G ou 7 aunas. .
Perguntado onde ejtava 00 ;!ia 23, em qae fi
1 urna busca cm sua casa ni fazenda Cai-
Tfcijro ?
Il'spial D i- no da 20 de -.iih) veio do
Granito pira o Uaixeiro idin de paasar ahi o Sao
Jol., com su 1 familia o ahi esteva at o dia 26,
i" v >U.ou para o Grinir >. nn 1- ch ;; .0 n 1 dia
27 pela iniahl, angninda n irn-n 1 dia viagem
para esta cap ii. portawle ne i i n qae
1 busos em aut c.sa. ptesava elle na < da le d;
.1 ,r 1 10, de \ iagean para fea 1 ip .!, e ue s son
. 1 por Ihe c: /.er m un
corre os, ig.i ra-.i i 1 a rasjo i Ha.
Das m .i-:, q'i; Bbegiad i eat i (fa:iit .1, foi qu >
aoubc quo o motivo da busca era d "i ia a aerea
Caloa is 1 ia a -i 101 i C amentiao a
as que deixon enj sua cata para comprar de e
gama, cajas aelbtat f ron i i'o'iio i te aa q i
i i de S 'verin >, c im i j acim i liii,-1. o qae n.io
i qae eram f. .-.-. porqu aa nio eonhece,
tanto que, ainda em Lhatoeiro, tr Venado 154 ent
uiiu lo. re :boo ein trtiea lilla solla de 25 OfOJB
o chegir aqui irn e ladefbn dissefam qht en
o :ta.
- m lis. quo lia ,1o 84be ae Severi
o n dinhe ro, p u-ni que
':.: adente re 'beu de boa f, sap.iondo
meda legal, c mi n iberia qaalquyt* ou'.-a
pesjiri D :'. "ida i.itl' o p .neos OU iiontiuii;.
n distingu" moeda falsa da v rale ri, a
i de o int.r. porque aqu m so o ni capital
cem so espilin 11 a i i > aparen trfdidas co.it' r de
rom oo vi do dieer rauitaa aotas i.laas ignaea as
.-i.-u n s'-r.a i esta e n
vecidi q : uiui- : odtra peas tamb m rece
:.. ni iav'i compran i ta
roe.
Pergndta li sn cnWpgn i alga n d.nheiro ;. -
{ r 1' i '. 'i > r.
li'Spo.il''i '('li I!e !' .' i.l) e::'ro;n
.- i :. i n s. i' provav I,
que
elle f i-, r 11 ;ii*a n t -i ,, as orieua
'1 : --i n .-:'':
Disse) mata, q -s -, mi ae alga tm Iba
vi I) qn esa di ih 'iro .-: :..- I
i .i" i lo r.'ii iv.-r I fei riu
lilil n ., : di I ', -i
tratar le p IM .' qu;
i m ni -i- ''
Dase mil : '::';' ij ;
O..- cineo "uta
.in) em
. 1 : o "ii X i... ?
ideu que ni: abe ao certo, porque ha
muito t. n-,)'. ato desde fine de abril qu>> tein
(i no Granito, o qae b1 rio d i is do ter
esta'd m Unix iro. eafcve no frr nit.-. em casa d>-
Jos PeXotO, oiile on: r ap :: ieo t inb'in tere.
I porque niio t in casa nr.ipria ; qu" teeri-
n ,, voltea p da aegun'da vea ao Cix irn, eom eM
r -o in '. ote, o i-n lo f ii all pausar S. Joo ; qae
, iu vei > junto com elle respn i nte at Pa -
to -, n i r.r .vincia da Parhvo-., e ubi 0000, ae-
gorti i i elle r-sp md-rnto para esra eapitsl.
Jfada o i e aem ih; fe perguntado e lid >
1-1 ID.
E i, JaSo C ou s dos Santoa Pilho, o eacreti.
Aut .::.. D mii.i; s Pinto.\tarianu Japiaaa.
Carta de Japiass a Don ia
Caixeiro 10 do Jonb de 1886 Urnas.S' por
milita aeeaeaidade que oincammolo eoato eabe
pouco nudo devi o a ia m us rBComm d ia, precia i
immehaament o inierecial-o p >r tanta no da qna-
forze do corrente 0 espero nqui aem ;i mea >r falta
p.ra fasennb nina vifrtm, alh nao talte ao meu
chamado ou a quem aerar era vot. Aden
ls:i oilia d i amigo affdctuoao e obngadu. Mjria-
u Japiass.
C p'a da uma outra copia
Termo de ex una. Ais vate das do m*z de
Jalho de mil oir centos o nit ota esos, neeti
Toe-airara d ; Fazen la d; Per 'ambuco, preseate
a Sr. t HMoareO Dr. E inar 11 de Barros P.alco de
Laeerda e seus eia Trauj .no da 0 a.ta Pialbo c
Francisco de Siq leira Oarneiro da Caoba, foi lh-*a
iioosentido os nleios dj Dr. chefe de polica de
17 do correta acompanhado d ooveota e quatro
i .fas do Ealado, s odo oitenta e quatro n .tas do
valor do rail re.-, ii 6* estampa, eamadragesima
qu-irt i serie de ns. 12B4-2305 (luaa| 2530'2606
-J325140-265206 6236-637d67188305
1^45126451789025842 (dnas) 2647
(I u. s)-26-18727Sl2-(1u.,rr.)_ 8H01 I Ius)
-jsfiij^-.-517-O :^4ii.'):>io27-.ilSl7:>;0-'5
,%5.537895-(dnaa)102304-'845- 4170S
45178-458/8507395124 6370 5618J
(res)_572.S'.t57'i.i 5778J 58705 5S7dO
61870 68864327 65C15-6531867615
7JI-25 -71377 1690 78908789)5ftree)
79 83057 83656 84234- duas) 87231 -
(duasl87234-3381890128dOSS-( lu.sj -
9 102378953 a ma cujo numero nao se pode per-
c ber do valor de dea mil ris ; 7a estampa d-
cima qua-ta serie n 7392963525437 29053
317904S96B4569345968924o5-92i5'.
afim de si.rem verificadas, procedendo^e anexa-
me, i'coaheeeu-se serem as ditas notaa falsas, aio
f pela qualidade do papal inferior ao daa verd
doras eomo pa noerfeicdo dos dnataia caraete-
risticos, oour.iura ios eiin as vordaleiras, s.a i to
das grosseirameut feitas. E dando ae por con-
cluido o ezaife. Eu, Joaquun Jos de uiveira Io
eseiipturario servalo de eacrivlo ua c-.ixa, la-
vrei o present-' termo, que vai ajsignado pelo m-s-
mo Sr. th-'ouruiro e domis peritos.
(Aasignadn). O theaoureiro, Eduardo de Bar-
roa.O riel. Victorino P. da Costa Pialh'.0 fiel,
Francisco de siqueira Carneiro da (uoha.
(Conforme).J. J. de Olivei a.
Nad mais s.' continha. Ooricury, 26 do Agoj-
to de 1886.O escrivao, Rufiuo J is da Cudfa i
N ida mais e continha era ditaa peca, as quae.s
opiei fielmente dd proprio original em meu poder
e cartorio. Dou f Salgueiro, 1 de Setembro de
1886.O eaerivo interino do jury, Barthoiomcu
da Silva Prag s i.
Pica a disouaaao a i:ada pela hora.
ORDF.M DO DIA
E' posto a vntja o rejetado o re.^uprimeoto de
adiameuto proposto pelo Sr. F. Jacobiaa.
Continua a 1" discussi do projecto n. 103 des-
te anno (prorogativa do or^aa-ento).
[Continua).
KhviSTA DIARI
Lvreii de trien e Ofllriultie lugar
no domingo, 19 do correte, o rneerrataento da
lfxpi-icae Artstica Industrial promovida pela Im-
perial Sociedade dos Artia"ats Mechanicoa e Libe-
ris, e a disiribuicrlo soieninc dos diplomas aquel-
11 dos expoait res que mais ae distinguirn) pelas
productos exhibidoe.
O acto teve lugar m aalo de h mra da socie-
dade e foi presidid j pelo director da aocieiadto
Sr. aasaneea Ooncalves Agr, que abri a eessio
leudo um breve discurso, fazendo em ivi It a
diatribuicao dea pr-mios aos expositores, aaaim co-
mo oa certificados de exam-'a aos alumnos do Ly-
ceo, qae oa'preataram no cetra nte aun i.
Tocou dur-iiito o acto a banda do corpa da po-
lica, que gneenten ao comeear a diatribuicao o -
Ilyinuo Artes.
Os proiucto. que cmiiuz-ram a expo3{io
achavam-s-i dividid i em 16 grupos, e os premios
loram couferidoa seguudo a eteaetfloaedo dos mea
moa da maueira se^uinte :
Io grupoObua de raareineria
Diploma ). JuillieruM Spioler ; di-
ploma de mrito, Silva Feraandes at C, e Joao
Jos de Jess Ameriso.
2o grupo^Chapellar.a
Diploma de progreaaoAntonio Jos Maia &
C, Fernandas Braga 4 C, D. Floriuda A. Maia
e Sil .a, D. Michelina Candida atan Nevea ; diplo-
ma de. mrito, Francisco X tvier Ferreira
trrupo.Pintura e desenho
Diploma de proreaso. Irine > de Souza. Lniz
Jos do Prazeres e O. Mana Celiciu-a Rodri-
; diploma de mrito, D. Alien Baat ngo, Bem-
venur-i Cabral, D. Amalla Coimbra, D. Richel
Baatoa, II. Mana Vaz de Oliveira, D. Chr=!ina
Piea Ferr-ira, D. Maria Olymp a Barretto, D.
Elvira Medeiros, D. Eulalia Vasconcelloa, D. Ao-.
gelina Coz e Predcnc. Rtmoa ; diploma de tra-
nalho, O lilAn I .) ,* (jiieerio, Carvalho
Fi-hi, Jos Alvos, Nabar Angnata Pereira dCoe-
Vaz de Oliveira, I) Mara Sala-
zar, Joaqnrm Maia e Si-va. Eugenio M.irisson e
: Mi.risson; menso honrosa, Virgilio dos
is N. vea, Aut>nio J.iaquim Tavare, Manoel
io aelho, Austricliano Silva, B;rnar.lino
Barroso, Pedro Portoe Francia:o A. Pereira ds
Costa Filho.
4 grupo Ronpa br
Diploma de mrito.Carneiro Soaza & C.
5* gi upo Traba i boa en IS, eeda, ouro, iinha,
crochet, labynotbo, panel de arroz, ete.
Dajtomi deprncrciae.- n Franciise de
D m isel!,s ; mrito, D. .Mara d i Ca.-mo de Bar-
ros Carneiro, eotlegr de Notaa Senhora da Paz,
D. Lo iza C lares 8 D. Mara Francisca, Lisboa
- a ; de traba Uro, D. parolina do Anj is H
Paria 8iioo:s, D. Mam Uertrudes d.-s Santos, I).
J lanna Leopol lina Salles, Man iol Clemeond R-
iieirn, D. Rita i Rodrigues de M'ura ;
nisao Ii-.nrosa. D. Ebla, M.
Maria do amgan Bala, D. Plora Monrnn D. Oo-
ll'ida M..u'a.
f grupo.Petase curtidas e trab'lhos em
coro
Di,,'., n. d: pivgressjJ is J jq in do Azc-
v I Ouan.io d s ii34 Peix : de mrito, Ma-
"' i- Santos Vil laca; de trabalbo, Eduardo
Viclor.
7grupo.Preparados chimicoe e pharmaceat-
c i-, o snotaacias alimenticiaa
Diploma de progresao.Caf Ruy e Dr. Cotme '
le8a Pereira; de mrito, Jjs ll.-az da Caaeec-
ca> Silva, vi-uva Conatantino da Silva & (,'., Ma-
l i I Crios) Jnior, Li:.- da l-'.-nsoe-i Oveira,
Fabrica N va 11 un!) ir,-1. \j nardo Iv'i'inn e Sil-
va c Irmdo; de ti ibalho, J. MagalaaeMa C,
I .".ini (1: Coate I'mto & C Maraes &
Pinheii J ...) i .: Haigoairal & C, JoSo Bernar-
do La natt, Victorino .silva <(>., Ayrts Perrelra
da Croa, Mello 15 z-r. Bebaatiiu Beierra, Marcos
da-Silva Ji-ii r ; oa aaSo i- aruaa, Beirl S
AltDeida i- J in .'.Mor.
8* grupo.tfechai ice, .- nstrncao, itc.
Diploma de progrosso Manoel di Carino Al-
meada. O. Per ir-, da Si.v.i. Cboapalnti a Blifica-
\ re i: 11 l,i.ateottn i de 8 una.
'.' g apo.Historia Nal
I) pi ,..-.. de trstbathe>. I une Pane ton,
artifi~iacs.
. -I). Maria Theopompa da
'' :-'. I) Esmerald Eapinca, I) Isabel Vil-
iet i. M. Falco; de trabalho, D.
Ivlna de Oliveira, I. Donatila
(i i 8. 1.1 ir.a ; .ti irosa, D. Pruno'- a
.'! i'.. .
Il'grnp')": : !o f-.imi.
> ." ajee. |a1m Brnar i i los
B : :.-'. ito, i. '. 'nr.i :r .
I i' grup i '' ; as,
i Vutonii X mea C ;.-ir i.
.lia.
SI.
r de aubtancias veyetaen.
qu'm Francisco Ban-
1.1" crup i.Tr:.!i.:lh i i.-i eal
Di| le m
grop -.1 Caedo.
l.1;lo-jii de pn g:..-,-.. Commcndador JcSo
- L ipes.
'.'( iliaitia! C" eii'Iiir;ioAnte-li ni
do torrente, pr-stou juramento e entrn em exer-
cicio do cargo de desembargad r di ite Tnbooal o
Sr. Dr. H r -arates Tavare de Vasccn-
c -lloa.
.Gri'iniu Iota Profaaores Prima-
rioEfll r.unc--. naianfeS, s 11
lioraa do .lia, in: fi-.iO de Aasembla Geni pira
effeetnar a eleicno do etu novo conselho e diree-
s*-
Ki'rriiSiiifuento <;e mr-dnlam-Ioi pro-
rogada, at -j de Marco vindouro, o praeo para
r-c.ilhim-.r.i daa B taa do thea aro de u'000 da
5 stampa, da Jl'i OO da 6' estampa, de 5*000
da 7.* i's-rapa, segundo se v do edifal da The-
souraria do Fazenda n'outra aeccao publicado.
I*reia c!a Htailre v, Ipui Xa note
- Satal, haver DOsaa na Igreja da Madre de
Deus, meia noite.
Xo dia Io Ja Janeiro de 1SS7, ter lugar aili a
festa d> Senbor Bom Jess das Partan.
Paqaelea da Meaaaseriea .llnrlti-
mr- il Sr. Aagusti Labille, agente dos vapores
da c npauhia franceza dis Me^saqerifs Maritimes
c i ion micou-nos que o paqu.-te biyer. esperado
da Europa 3 de Janeiro prximo, ir apean at
o Rio de Janeiro, dj ou I regreaaara k 16, para
tocar em PernambOCO a'. 21 di referido u.e: de
Janeiro.
Vaporen do PaclflroPii-ni obsequio-
samente coinmuni rado para a publicaco o ae-
g i ate e da parte da casa VVilaon S ns & C. :
Por tclegramma recebado da nii-sa casa di
Rio, sabemos que o vapor da liaba do Pacifico
Pafpraizb, que d"vi t r sabido do dito p;rto era
18 do correte, nao toca em Montevideo, u"m to-
caijo d'esta data em diante os outros que viirein
da mesma procedencia, at nova oriem da eotn-
panhia, evitando assim a quaiencna oo Rio, e
podando por conaeqaeneia tocar nos porto3 bragi-
. r.- do costume.
UinheiroO vapor Ipojaca sahido para o
norte levou para :
Par.hyba 2 1:000*000
RaUI 7:0:0*000
Moaaor 3U:O0000O
Proclaman ito casamento- K.irsm li-
d-a ua m<*riz de Santo Antonio no domingo l!'
do c .rn nt >,% Eeguintes :
Joao Das Morcara cm Maria Julia da Cunha
Maia.
Antonio Gomes de Oliveira com Maria Isabel
da Cruz Vieira, viuva.
naneo dt- Crdito Real de Pernam-
bacu.Ainanfra, ao meo dia, em urna das salas
da Associac:!) Commercial Benefic o proeede-
se ao 2 aortei i daa letr bypntbeearias emittidas
p.io Banco de Cr d-t)Real, relativa aos lona
semestres do correte ann'. afim de 6ere n amor-
tiaadaa. A3 tren primeira que firem B-rtH*daa
t aili um premio, que a direeeo do Banco rea i -
ven dar lima.
Theatro taarany em Jabonlo.
[oangura-ae buje este theatro, estrnalo nelle
urna eoinpanhia dramtica, que exhibir o drama
O Crime de Uetheuil.-
Depus dos espeetaculos dos dias utois, haver
trem para o H 'Cife, tocando em Tigipid.
Eiaaiea no cnsrenho liara. De
Pao d'Alho c-.mmuuicam-n i em 16 do corrate
11 .tem, no eng.'nn Arara, propriedado do
oiptlo Francisco Vidal Arauha Montenegro,
etrectanrann'-eel os ex im >s dos alumnos da eacols
all mantida pelo mesmo capitai. e dirigida pelo
profesaor Th imaz Cavalcante da Silveira Lina.
Serviram de ex iiniuadorea oa Srs. professorea
J i.iquin Elias de Aitm ucrqua Reg Barros e o
,1a escola, sobr" presidencia do subatitnto do dele-
gado litterario Or. Joaquim Pedro Cavalcante de
Albuquerque.
O r-aultado foi Pite : milito adiantadoa, Ad-
tonio Severino Montenegro e Terencio de Abren
Marques Bacalho ; e aliautaio, Fraudado Euli-
lio dos antos.
Asaistirain mni-i pessoas gradas da comarca
e do Kecit -, invluzive muitas s. noras.
O pr .fessor piofeno palavras de agradec-
meato ao auditorio e de felicitac. aos pas dos
alumnos, e inaiigurou um bibliotbeca escolar,
ex"aip!o do que tizcia, em 18S2, no eogeuho Pay-
= .: :.
A idea do professor foi inuito bem acolhida e
applaodida.
A bibliotheca j teai bom numero de obras.
Mimo de fentan -E' o titulo de urna qua-
drilba pira piano, de Ltocadio A. Bello, impresas
no e-tabelecimeuto do 8r. A. J. de Azevedo,
ra Barde da Victoria n. 13, onde encontrada.
Cana do Ouro Esta casa venden o n.
40660 da loteri-^ do Grao Fe.r com a sorte de
2::H)i1, alm de outras men
Bet ue da Huntlf L,alii Recebemos
pelo Patugonia o n.... de Dezembro correte dea-
ta revista, com o seguinte anmmario :
I. La Jvuoesae de Pclligriuo Rossi, par M. le
comte Heory d'Idevilie
II. Etudea SurLaGtce C.intcmporaine : Othon
1', p ir M. Julos Blancard, prof.Laeur la Facult
dea Lettrea de Mararille.
III. Economie Ruraie, par M. P. Ruyssen.
I/. Li Moderoe Langae Italienae, par M. le
priuce de Caaiano.
V. Li Vie Littraire : 1. Tbddore Aobanel,
par M. Paul Mariton. >. A Propo de Ctiopin,
par M. Hippolyte Boff noir. 3. La Franco Equi-
i



l L


-p
Diario de Pernambuco---i|uarta-teira 1-2 de Dezembro de
a
J
ncxj -au, prace de M. de
F. de > Nery.
VI. Courri^r [talin, par M. Ainle Rouz.
Vil. Poses : L swntts de rego-
rio W*f trsduiti da l'espaguol, p*r MU. rd,.
Contaran)' de. Latour i t G. Davm da Cbain
VIII- La Mondo Financie?, pBr M. X.
IX. : Dipl- iDutw. Bultedu Men-
sael. par 'I. la Comt de Barra I.
X. Liares et Revu s.Catalogue des principa-
les pubhcali mi da m 8.
rres et concert.Miisnns ree mmaad-s.
>e BrmilTju la menino
paquite edo conente. deste p
co, com o iinuiario
ataaiiiil i >Mfcpd Marc; Tlegram
i3 i an c-ut ; Cbr.inique parlaieni c.
Adi M ; X I c urrier de liio de .'
r..'. ar i San i'au!.lie l puur
le 15: -m:! -Liaer b; Vare: L'bydrlogie ciu
Brasil.D. Azambi.j i ; i, Brasil gricole.A.
M. : \ avalla* des provinees ; Avia aac emi-
gran ts ; Jibiiosrapbie ; Itevue finaucire ; Kwue
mmicrciulrO. N el U n ta* ;
Maiaoai r c oiumaudes ; Annouces.
Reviie Mud-amrtcalne Finalmente,
recebemos o u. 106, deata revisto, cora este sum-
bhm :
Li intea.'s enrop-'ns et le futur eongrs de
!. Guilaine.-Ce pays des P.i.i-
pas. Decouvcrle, populan n, BJOB irs, par Marian >.
A. Pl-z.j.La Boaraa de Buenos- Ayres, par S..n-
MD Carrasco. Le Brcsil pr proviuces. L---s t r-
ritoirr-s natiaaaus de la Bpublique Argentina.
Le Chao et la PatagoaiS.Coamer a'Auriqu -.
Kevi.u conoaiiqu..-. K.vue tuanciere.Auuon-
ces.
Denuncia contra o cunimauliuile
di xcardu livica.Em data de li docir-
renle uiez, o Ur. Fi citas Henriques, Io proio li r
publie. a'aata comarca, apr.-8enti.uao Dr. juizde
diajaro dq distrieto criminal, a dcnuucui que
abai:;o publicamos :
Il.'m. o Eira. Sr. Dr. juia de direito do 2 dis-
tr.cto criuiinal.O Io promotor publico da o
marca, baz' ado no officio de S. Exc. deata a t vincia, datado de 10 do andante incz,
e mais papis que o aeompanhaia, relativo prisio
do cab de b talhio de infaularia Manoel Joa-
quim Garateante, efi'e^tuaia Outubro a'e&te auno, por prucaa da guarda civiea,
cuio cornmaodaat.! coral, capitao Juo Baptuta
ral, aebav-ae suspenso do exercieio das respec-
tivas fnnfimi. uos teneos da portara da presi-
dencia, tasabanjanta por copia; vem peraute V.
Esa. denunciar o r> ferido couiwaudante gi ral, co-
mo ...-i- cui vista es termos do ^ 4o do
art. 1") (h. le d.- -M de Setembro de 1871.
* Dio decurso da imite de 24 de Outubro d'este
Basa, p i- v Ira dos 7 para as 8 horas, urna forca
da gu.ida cvica, ao passar pelo Beceo dos Putos,
freguezia d^ Santj Antonio, invadi a casa do ca-
bo do >" batalhSa de infantana, cima referido,
Hanoei Jaaquioi Cavalcante, o espancou e o arras-
teu para a ra, ieyaoda-o em seguida preso cs-
taciio da in.tsma guarda civica, e contiuuou o es
piajmm oto darante o f.ajeeto. dando Nkjar a csse
pro. : .o f-cto smente Je haver a cabo al-
tercado cora urna das pracas da dita broa, era ra-
za dj bavoi ;ti ..-bordo-iJo Ibe um cao de sua
propriedi-.de.
Che^ado o cabo esracao, ahi f ji novamente
eapa eado em presenta e por ord- m do coicman-
daute g-ra1, o eupitSo Joilo Baptistt Cabra!, coiuj
assi u refere o g. neral ex-eommaodante din armas,
em seu ofiicio junto, datado de 11 de Novembro
prximo paseado.
Com>, poi, o aotnanadaota JoSo Baptista Ca-
bra!, estaudo presente n'aquella estacao, quaodo
alli cb-gou o preso, tomando coubeciinento d* fac-
a, em vez de estranhar pelo menos, o procedimen-
to do3 guardas, ao contrario autorisou. nos t-rmos
da mencionado ifficio dr> ex-eommandante das ar-
mas e do inquerito tambem janto, que, mesino era
aua presenca, fosse o preso ainda espancado, che-
raad i elle proprio a -mpurral-o pira dentro da
estaca-, segunda confessou, quando inqaerido
fls. 27 do inquerito, declarando ajada nao t;t lem-
brar, qu.ies os goardi-a do aea commatido, que to-
marain parte no conflicto, aecreseentara que nera
o inferior soa as dirigi para a Jilig. neia, po ieria
saber, encatnpara por este modo aatoa ''o t.-us su
bordinad...>. a m de cemmetter violencia no exer-
cicio de suas funecoes, como disse 8. Exc. o Sr.
presidente da provincia no considerando de sua
portara tatr.bcm junta, datada da 10 dette mez.
oennaeia o umiisti rio publico o dito ccininandante
geral, como incurso na incriminaeo do art. 145
do Cidig-i Criminal, e requer que n'esse sentido se
Ibe forme culpa. procedeudo-:e para esse fim todas
as diligencias ieg&ea.
Nertes termos pfdc a V. Exc. deforimento
E. K. Mee.
Testemuohas: Hcnrique Cecilio Barreto de
Almeida, L'iiz Jos Antunes, Ofc/mpio Oiorio Ma-
ciel Hotairo, Tranquillino Maifa.i. de Souza,
IdaKna Hara da Anunnciar;ao e Rosa C 'rreia de
Agaiar. R- cife, 17 Dezembro do 188b.O Io
promotor puoheo, Joo Joaqttim de Freitas Henri-
i'te. o
Eleiruode irmaadadeComo estavaan-
nuncia lo, procej. u-se no di i 16 do corrente
eleicao do tfeabot Boa Jess das Portas, na igre-
ja da Madru de I)>-iu cujo resultado toi o se-
guir
Piovedor.Ar.roniu Mara da Silva.
Vico dito.Manoel A vea Pitla.
iri >.Lua B. Ribeiro, (reeleito).
Tbesoureiro.Munoel Morera Ribeiro.
Procurador geral.Mauod Fernandes Velloso.
Pr. curadores.Jalo Ferreira de Almeida e
. Antonio Rea Moreira.
DeSuidores novos.Francisco Antonio Correia
O, Manoel Alvea de Sennn, Amonio Felip-
pe SiEoea f Jes Pereira da Cosa.
Definidores discretos.Mano.-l M. Campos J-
nior, padre Leonardo Joo Grego, Lauriano Jos
Co?ta Lima c Jos Vicente Berreira Silva Jun r.
Provedora. A Exma. Sra.lD. Mana Rita da
Cruz Neves. \
V:ce-dita.A Exma. Sr DA Rosa Gomes da
Costa.
1 proposito de inceo/llo -Veio hontem
ao nosso escriptorio o Sr. Jo= Luiz da Fonaeca Ma-
galbaes, socie priacpal da firma J. Magalbeg &
C, estbe!ecid..a ra do Bario do Triumpho n.
75, e nos disse que, na noticia que denme aobre o
incendio havido no sabbado 18 do corrente, no seu
estabelecimento, deram-se diversos equvocos.
Qaaveneeu-aoa oSr. Macalbes de que eff-cti-
vr.mente h. uve e.|Uvocos, devidos iutormavoea
tivcmos; e pois recticamol-os pela segmnte
forma.
1." A bomba que presten auxilio para a rxtinc-
gio do incfdio era do mesmo predio a. 75 e nao
do de n. 77 ;
> O e ir estava vaaio por qae. por falta de
coufiaoca nelle, os propnetarios do estabelecimen-
to guardavam os val rea em urna csa coaimercial
amiga.
3." Foram encentrados es livros commerciaea, os
(luai-s oram condiizidos para fora do estabeleci-
mento por otfici>eos qu_ prestaram auxilio ao aal-
varaento dos objectos do armaz- ui, dcsapparecen-
do dous desees livros Jcpois de retirados do pre-
dio incendiado:
4. finalmente, oscas.-oaexiatentea no estabele-
cimento nao tstavain na in>r parte vasio-, porui
aim eheics.
Tudo isto consta o inquerito, e se barmomsa
com o facto de nao dever o referido estabeleoimen
to senao qurenta e poucra mil ris de ama anata
de aBsncar, e nada miis deve nem fwra nem den-
tro da pr?a do RetJfe.
Ollnda-Escrevem-nos o aeguinte :
Tem sido inuito agradavel a estscio calmsoa
que vamo atmvesaando neata pitoresca cu'ade.
r Alm das distracoes que nes propoicionain
oa banhos, oa recieioa aua domingos proreovide
pelo digno gi rente da estrada de ferro ; temos a
acsMadfl Melpmene Olindenae, que com seus es-
nectaculoi ben regulares tom attrahi.lo a lite da
aooielade e facultado nos Jn ites mu agrada-
vea.
En os das 4 e 18 deate mez honre dous ea-
plendidns espectculos na altura de satisfazer
aos roaia exigentes dilectantee. Naouelle foi n
:a aympaibiea actriz Apolonia, q-ie
attiogo ao aaog4o do sublime, e neste fui a raeit i
que por atta vrz esteve muuifiueute
sendo que ueata foi alvo de uina maniiestacao bera
merecida o Sr. tenente Castro Villela (amador da
I arte pjrqne eitrem.-ei aeua eom
paubeiros de aaeaa e iotimo i.ing. s que o brin
daram cm um caeta e pena de ouro.
Nao noa podendo couiervar ladifferentes ao
que ba de b. lie grandioso felicitara a a diatiucta
sociedade rnatUc* a quera ncorjam. a ex oor-e
e faaemus votes para que a eattco c utinue pida
forma ncetada, recreiando, moraliaando a intruiu
do aua que vm buscar lenitivo a eafermidadea
do corpa, reoemperaudo a alma naa, phantaaiaa do
bello e do moral.
< Ao terminar a pieaente misava fomoa infor-
naJo.Jque paralcorrmnmoraratranaiQaodoloSGao
1887 prepara se a i, iedade Melpomeue a
pedido de moitaa eaa.h. ir pra crgaoiaar ura
esptacnlo (^.it dramtico) oade sori levadas
duas chistosas comedias, urna comedia drama, e
um aproposito ou indiee do anuo de 1H
|)..i urna das inaia hab.-ia ponas da so -ledade Per-
nambucana, e ato no i a 31 do correte.
do eaperv qu Sr. Ghaaate faeuite um
tiem de Vclta para o V. I espe-
ta rujo, vist. e m miiit: a aaaaoaa do Recife deae-
jara utilis.r a do a radavel incidente, o mui'o
auxi lar i-quolla s-cieiaJe qu .re i ira destea
(nos pelo rnuito q't i tem (bita para o engrau-
decimuti desta localil. de.
Examea priinarlua No da S do cor
r. nte c sub a presidencia do delegado litterari-,
tnajor Frauoiaeo Vnz Civileann, uveram lugar
oa e.\ uacolaa de arabos oa sexc da villa
da Pedra de Uuiq'i', r guias pelos professores
i s Antani i Clau li > de Oiiveir.i e Joaa-
pha Cal harina de Olivira, servinJi de examina*
doral alora dos pcnfaiiorta das caJeiras, o Sr,
Joo Seares Neis a.
C resaltado foi o aeguint :
1." gnloMara Hennina Reterra, muit> adiau-
taia. Han 'la do Albuqilrrque Caval aoti, adiaa-
da a BellirJta Zeferiaa Cavaleanti, adantada.
2.* graoAlberto Magalhes Bezim, muito
adiantad i.
3. grej ataa 1 Camella Pewoa Civalcanti,
approvado cora distin.
No dia 9 do coritnte tiveram !u voado de Batalha, da fr.guczia de Mnribeca, os
examea de trea das alumuad da eaccla publiea,
aob f presidencia do coronel Joa Tboiaaa Pires
\I ichad) PorUlla, delegado ltterario, sendo exa-
minndorea a respectiva profesaora e o profaasor
partiealar Fiaaeiaao l'el.-o Gontalves Bczerra,
alumno MBltra da Btala Normal.
Poi este o resultado
l.o groEmilia da Cancei(;ao Barro-, muito
a.iantada
3." graoJosepha Le.>vRI Ja do Ter(o Baptis-
ta, ar/provada com diatinecao e Anua Rodrigues
doa Santos approvada plenamente com louvor.
tiimelleirn Era 17 do corrate escreve-
ram-nos desta villa o aeguinte :
Te ve luzar no dia 13 do crente a ultima
sessilo do jury deate anno, teudo aido julgado seta
reos, que aahiram to bs aaaplridea, sendo dojs
delle criminosos de morte, conhecidos p^loa no-
mea de Pedro Vieira o Max imano.
Dnrsram dous das apenas os trnbalboa do
jmy e foi advocado de todna oa reos o Dr. Fer-
aaoa de Castro Si Barrito
Esta villa val um punco inaia animada, pus
que aeha-ea aatla de morada um medico italiano,
o Sr. Dr, Miguel Roasi. J vai com una cinco
meses da residencia e tm a.-rapre encontrado tra-
balho que Ibe tem dado para passar.
Os passag. iros j tueoilrr.in aqu doua tra-
tis, um dos qui.es est bera montado, e satis!.z :
o do Sr. F.-rnandes Gomes.
Vamos mal, por.n, de Cmara, pois que ai >
ha, liinp za una ras, e ha urna cre>.cao extraordi-
naria de porcos, caelurros, cabras e vcihaa, que
parece que estamos no Milla.
A obra prima d'oqui o Gabinete de Leitura
Qaawlluiaaae, que vai eom muito progresso; pois
j tem urna boa linaria e couta um numero beic
cresci lo de s ces.
Temos tambem um tbeatrinho. organiaado por
urna sociedade composta de mo j ae tem da.10 nelle atguns espectculos, e agora
ensaiain alguiiB dramas para jeprescutar pela te-
ta, constando que vilo convidar a companbia da
qu.il dirretor ogaiato Lyra para vir dar alguna
eapectaculua pela fiata.
Esta viila canse.rva-ae em moita paz; ne-
nbum facto que mereca attencio se tem dado inti-
mamente.
> Se rae permittirem, irei semprc daudo noti-
cias d.-sta ooa villa, digna de meihor aorte, pois
nao to medonha como ointam.
Acaba de preparar nesta villa urna casa para
a-cripr 11, torrada a papel e inobiliada a capri-
cho o juiz municipal, Dr. Santo-, que trabalha
s.-inpre para o engraudecimento deste lugar.
Boiti Ceii**lli.oDesta villa esertvem-noa
o nosso correspondente a aeguinte carta :
Para poup.r esforco s columnas do Diario e
nao moer em extremo a paciencia dos leitarea, an-
da li. je nao concluimos a reaenha dos numerosos
factos ltimamente succedi.l- s, e que dizem res-
peito orJcn e traiiquiiliia.ie publica, aguardan
do noa pura concluii-a depoia do eucerrament da
laaaio do jury.
O iiusa i amigo Custodio Elizeu de Barros Pi-
naog, aeaaa eonceituada, pede-noa para vulga-
risancob o aeguinte escandaloso facto, succedido
neste temo, em diae do mea d-j Setembro, e con-
servado at boje as sombras do myatero, com o
fim de a ntar oa autores do necessar'o e devido
crieotivo.
A S. Exc o Sr. presidente da provincia e Dr.
chote de poticia pedimos a'teocao para u que va-
mos expender.
Ura subdelegado aupplente, do diorieto do
Brijn, du malvolo intuito ae vingar ae de una
ceua parate?, moradoraB em Baneiraa, deate tor-
mo, e com os quaes vive em continua desintelli-
geucia ba lQannoa a esta parte, pretextando pren
der una ladioes de cavallo, que por alli estailona-
vain, solicitou e obtev.; urna oraem do cap.to Por-
tella, delegado d'aqui. para policiar aquella parte
deata ct-marc, onde chegando no dia 19 de Setem-
bro i frente ds um crescido numero do capangiis,
cercou a casa do seu prente, o octogenario Manoel
Jos, a quem etpanca, ssira como a Antonio de
tal, tilho do meaino actdg. oario ; d'ahi dirig j-se a
casa de Jos Antonio de Carvalbo ( u'ro tilho do
mesmo ort -cenarlo), applica o mesmo auto de-t
em um filho deate, fuz.-ndo-lhe aiida doua feri-
rantea, surrara a respeitavel octogenbria D. Lu-
zia, e para cmulo de tanto absurdo, nao respei-
tam as propnaa fiabas Jo infeliz Jos Antouio, oa
quaes dirigem epilbetos grosseiros e obscenos
Manoel Das, inspector \ae acompinhava o
facanh.ido subdelegado, protcstou contra este ea
.-ndalo, e com o bacaraarte engatbtdo iinpiz o
trmiuo de to reprovada scena.
Um facto deata ordem dispensa oa nossos com-
raentarios.
Anda no dia 22 do Sptembro, no povoado de
Mocambo, termo de Aguas Bellas, terminou os seus
dios o capitao Antonio da Silva Queiroz, nierabro
influente de numerosa e respeitavel familia ,i.uchi-
leira, na avancada idade de 85 annos. Era capi-
tao da autiga guarda nacional, e alera de alguus
cargos de eiticao popular, exerc u os extinctos
lugares de commissano de polica e tub-pre-
fe o-
Sempre muito considerado pelos seas conter-
rneos, o capital Queiroz potsuio em sua rao ida-
de alguna bona de- fortuna, que ltimamente o
abandonaram, legando aua familia una extrema
mas honrada pobr.-sa.
A sua prole e.itende-s boje a 15G descenden-
tes, entre filhoe, netos e bisnetos.
Nao foi dos maia descuidados nao ha du-
vda.
Paz sua alma.
No da 25, o Sr. Antonio Jos de Parias, ne-
gociante de molhados, trausferio do Brejao para
aqui a sua residencia, bera como o Sr. Vicente
Ferreira da Silva, negociante de fazendas em
Marayal, que aqiri chegou ao da 1." de Outu-
bro.
No dia 7 ritirou-se para essa cidade o capi-
tao Juo Francisco Heaaetero f'ortella, dejegado
deste termo, por cujo facto aasumio o respectivo
exercicio o 1 aupplente Manoel Goncalves de
Mello.
No dia 9 eneerrou a Cmara Municipal a sua
i.' e ultima tessojdeste anuo, da qual nada trans
pirn digno de meocao, alm da arremataban iloa
i in pea toa municipaes, quo anda deata vez coube-
ram por sorte ao capitao Francisco Teixwra de
Maeido, Bernardo Lucas de Figueiredo a Juven
ci Soarea Villela, oteando oa taea impostes em
635^090.
No dia 10, no lugar Brejoa, deate termo, duna
suj-i'oa altercarara por queito de alho e ceblas,
resultan lo sabir um com urna tacada.
Parece que foi li ve o tal ferimento vigto como
nao veio ninguem qieixar ae polica, rabio pelo
qual esta por ua vez dorraitou Bu caao.
No dia 20, e no lugar Poco de Vendo, taiites
deate termo cora o de Corrcntcs, Eo o.- iro
Manso, asBassinou a Bcrnad.no de tal, ern ura
iro de garrucha, peloaimi'lea facto de aquello
peitar que eate era o autor do furto de una penis.
At qae alioai turara c r .udos de bom xito ea
exf->rco8 da polica ni sentida de apaubar a plata
do asaaaoioo doinf liz J .aqu m de tal, facto oc-
eorri lo em a noite de 2 para 3 de Julho prximo
paisa lo.
No dia 22 de Outubro foi avisudo o delegado
de que, em urna casa uesta villa, tiuba ebegado
cm individuo daa partea do Git, a quema opinio
pubiiea attribuia a autora d'aquelle aaaaaamato.
< De tacto, dingiud -ae o delegado casa indi-
cada, eoeontrou a Joo da Lyra Bembem, conhe-
cido por ladr.ia de cavalbs, e autor doadiverB..s
feiin utos. Silo v.-heiiiaiites oa indicios contra
elle cora referencia ao ai-aassinato do infeliz Joa-
quira, e de erer que desta rea Me nao se esquive
do merecido castigo.
Nj dia 23, o 2. suppleute do delegado do 1.
distrio-.) deste tormo, Juvenal Corroa de Macado
preatuu jurameuto e introu no exercicio de seu
earg na ausencia do 1. aupplente Jos Ferreira
Franca.
No dia 30. o typo de nomo Manoel Croca, depois
io ter tunado urna Boffrivel Camoaca, altereou
com o soldad) Jo^ Per.-ira, em quea z um l^ve
ferianata com um caivete.
Oa deraais soldadoa acudirn) logo, p.'a lerair.
a Croca, n da>poia delle applrearem una boa duze
de croques e panaadas -de faci, recolheram ao
ladre;.
Vamos encerrar eta cora um lamentavel facto
lacea lidn no dia 31 de Outubro
No referido da, em Lagoa Queiaiain, termo
de Quebra:igulo, prcvincia de Alagaa, onde reside
o corou.'l Beat > J MOfa i Tenorio, um apasaignado
deate, de nonie Av. lino, ataassinou ao iuditaso
in Vo, prente daquelle coronel e morador nesta
comarca, Ivo S .riano Guedes Aleofora.lo, que era
companhia de um irinao e um primo ulli fora liqui-
dar urna tranaaei; i).
C facto deu-ae nm 'kilmetro de distancia da
casa do c r'-nel, indo Soriauo no centro d s cava -
leiros, qu-:ii lo reeebe um tiro do pintla disparado
por Avelmo, que ia 4 p|no encalco da victima, e a
titulo de companheiros de viageni.
Iguora su o verdadeiro movel do crime.
Qii.nio Soriauo cae feito cadav. r, Avelino
anda persegue oa companheiroa deste, os quaes
tiveram de correr para nao terera a mesrpa sorte.
O aaaussino, desengaado de que nio o hl-
caucava, volta at onde estava o corp inanimado
do infeliz Soriano, d.-spoja-o do diuheiro, roupa,
bolas eca vallo, edirge-ae para um carao de matt-,
prximo d'alli, com o fim de preparar a fuga.
O coronel Bento, ouvindo o echo do tiro, reuae
o pessoal da sua fabrica, vai ao lugar do crime, c
eaooatMaaa S.riauoj sem vida, segu as pe-
gadas do animal, e por ellaa descobre e prende o
usaaasino, remettendo-9 encontinente para Que-
br a nglo.
Soriano era um moco asss pacfico, merabro
de urna familia influente desta comarca, elei-
tor, e muito considerado por aua a boas quali-
dades.
Termino, aguardando para na prxima mis-
siva tratar da ijin-stii de Domiagos Rissio.
l ii apparelho til.O coronel Perrier
apresen! iu aos aeua cu logas do Inatituto um novo
SSO iiavia nos Estadal Unidos 7,1S9 kilo-
l de uanaes que custarara 1,325 mi.'hces.
Emquanto que a America marcha duste moJo
com pasaos de gigante, e eua populacao creice em
termos como acabamoade ver ; emquanto que dea-
de a poato de vista agrcola, iadastiral e comer-
cial, oaega a resultados fabulosos, e emquanto que
extingue a aua divida, aa nacua europeas se ar-
ruinara armando-ae e diapondo-ae a lancar-ae urna
subre as nutras.
Consignemos alguus algarismos sobre os gistos
doa grandes Estados da Europa :
Orcaoiiiios de guerra e marinha
Dividaa em m-
Milhoea
895
sao
157
709
306
600
944
Tiveram alta :
vu nte (Joimbra da Silva.
Ignez, eaeravH sentenciada.
oferta d Unrei-Por telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sbese qu na 15.*
parte da 14 lotera extrahida em H de Oezoinbro
turan premia los os Beaotatea nmeros :
Aleinnnha
Aoitria
Boa auha
I aglaterra
Italia
Russa
Franca
lbaroa de m HiO !>
5 1/2
10 1/2
13
19 1/2
10 1/2
8 1/2
26 1/2
94
parelho de explosao, a que deu 3 nome do
Fxploseur Veriflcatewr.
0 apparelho aposto em accao por mio de pi-
Ibas huuiid'S.
Basta molhar as phaa com agua do mar para
aa por em aeaStf>
S.b -ae que as espoletas elctricas que commu-
nicara o fogo aoa torpedos sil de duas especies.
Urnas possuem ura fio de platina, que averme
Ihado p-jla corrente eiectrica d'uma pilha ; este
lio de platina, ao rubro, nflamma o algo lio pl-
vora, com o qual commumea. Outras sao chama-
das de fio interrompuio, e priciso que urna taia-
ca elctrica salte u'u.n fio para outro, atravesan-
do ama couiposicao explosiva.
Ora, o apoarelbo de que se trata d o fogo coro
as uuas eapoletas, apreseutando a sr-guin:e parti-
cularidade, que de verificar antea de fazer a
explosao.
Apparelho para mar.Ura engenb i-
i'u li-uii i. chimado Weohmar, mvcutiu ura cu-
rioso appirelho para voar.
Tem a lrma de azas de morcego, movidas por
ineio de araraea.
O raovi nento nao diliieil. e um homem forte
p le mauobral-o or eapac> de alguus minutca.
Weelimar fez varias experieuciaa em Bcrlira,
em presenca de urna numerosa concjrrencia, SU-
biado a urna altura de 30 metros.
Afira de otferecer maior ligeireza peaso t que
tenciuna voar, o iuveu'or utan ura i especie de
fato imperu:eavel ebeiu de gaz hyirogoueo.
Dii--e que o Sr. Wecbmar realisar nivas ex-
periencias com o seu apparelho, propondo-se tazer
uiua viagem area de B rlira a Portdam, em mo-
nos de urna hora.
Olrectura dan oDraa de conaerva
rn .-)<< airiiiBoleti.-n meteorolgico do
ii i L'O t Dece.ni-.ro de 1886
llora- 11 B '-1/ Barmetro a O" Ttaaao do vapor "O a a 'i 9 s
6 m. 9 12 3 t. 6 261 29 0 29-t 29-5 280 759ra.6 760n>?t' 76o10 75m78 T.i.nul'.i 18.42 19.09 19.28 19.77 11'.71 73 64 63 65 70
Temperatura mxima3U.5.
Dita miaima2'i".0.
Evaporacao em 24 horas ao gol : 7in,7 ; som-
bra : 5,3.
Chuva l,n2.
1 iireoi.-a j do vento : E de meia noite at 6 '.oras
e 5 minutos da tarde ; ESE at meia noite.
Velocidade media do vento : 2,m16 por segundo.
Nebulosidade media i 0 5.
A loi-aUeiHla da EuropaEra umaobra
r^roie sooreO triumpho da democracia na Ame-
rica ha 60 annos. M. Andreu (Jaregie nos upre-
aeuta um quadro, que baata por si t para de-
monstrar a evidente decadencia da Europa, diz o
Globo de Madrid.
F.xeii'o-uos primeirainente no augmento da po-
pulacao. Emquanto que em 50 anuos a ponulacao
da Gra Bretaaba tem augmentado dez milhoes de
habitantes e a Franc* cinco, a dos Estados-Uui
dos tem creso-ido triuta e ete milhoes.
Se continuar eata progr.-ssao durante mei. se-
cuto, a America contar muis de cera milhoes de
habitantes, e no fim de tem amos ter maior p i-
pulacao que todos oa paizea da Europa reunidos.
Se da populacao pateamos fortuna doa Esta-
dos-Unidos, o augmento anida maior. Em 1850
esta fortuna suba a 42,150 milhoes de francos,
emquanto que a da Gra-Bretanha era de.......
112,500,000 francos, isto tres vezes maia cou
sideravel. cm 08 triuta annos ltimos ae inver
ti rain oa termos. Em 1882, a fortuna de Ingla-
terra era de 218 milhoes de francos, de cuja a an-
isa aa fabricas e os stabeleciinentos industria-
representan] 28,000 milhoes, ou prximamente a
metade do que v'alem todas aa industrias da Eu-
ropa ri-uoidaa, cejo valor eleva-so cifra de.....
65,0110 milhoes.
A marinha mercante da Repblica aegue-se em
importancia da Inglaterra. Em 1880 a tunela
g >m total da marinha mercante ingleza era de
18 raiihoea de toneladas, e a doa Estadoa-Unidoa
de 9 raiihoea, aeudo quatro vezez maior que a da
Franca.
Os navioa americanos augmenfarara 20 por csri-
to de to.lo oa trauaportas martimos e commer-
ciaes do mundo. A Franca e a Allemauha nao
figuram n'esta competencia C03\mercial, sena > 5
por Cont.
As exportacea e as importacoes da America
sobem a 7,500 mdhoea, isto urna aomma igual
s da Franca e Allrmanba juntas. O eommercio
interior nao tem cmparico possivel cora o de
uenhum uutro paiz. Aa entradas annuaes pnr
transportes de mercadorius em carril de ferro noa
Eatadoa-Uoidoa, passam de 2,750 milhoes, aomma
superior que arr.cadam pola meama forma a
Inglaterra, a Franca e a Italia reunidas.
A rede de caminhoa de ferro da Penaylvama
somente, transporta raas toneladas de mercadu-
ras qae todos os barcos mercantia da Iuglaterra.
igameb de passagem que oa Estados-Uuidos
teem ura exercito insignificante, 25,000 horaens
Ci.peuastem a marinha de guerra. IIa vinte annos,
alguna mezes depuia da guei rade saocssao, o gran-
de exerc to que maravilbeu ao mundo por sua or-
iramaacao e aua foiea, foi abaorvido pelo povo.
H.je nao reata d'elle maia do qae a lembratic..
A rede completa ao eaininhos de ferro na Ame-
rica, comecada a construir ha 55 annos, chegou era
1885 a urna longitude de 206.000 kilmetros. E.u
toda Europa nao ba mtiis que 183,1*10 e em todo
o muado pouca raas do duplo, iato 450,280.
Os americanos nao cessam de construir novas li-
abas ; Calcula-se que dentro de 20 annos as liubaa
dos Estados-Unidos exceuerao ein longitude a to-
das da trra.
Eraoenhuraa parte ae vieja cora mais commodi-
dade e maia luxo, gracae, aobre tudo, iqveucio
americana dos wagoaa-camaa que permitiera i
sur, sem gran Jes molestias, viageos de sete das h
sete noitea, para ir de um ocano a outro.
A Ame ica do Norte, per outra parte, tem os
riba m .ores do mundo. Estas inmensas vas fiu-
vi.es foram completadas e unidas entre si ptla
mao do homem mediante canaca largos e pru-
tuodoi.
3392
Qur dizer, iato, que na, oa europea!, pagamos
a renda do 94 mil milhoes toma-Jos a empre -
uara liquidar os gastos de nussae raatancaa
inte uacionHea ; e a esta reuda accreatamo3 n-
niialinente 3,392 milhoes par* nos pr. pararmos
pera ama u va macanea na primeira occasiao que
se nos a presentar.
Eoi Franca, temos gasto desde a guerra da
Crimea 60 milhoea em guerra o marinha.
Jy parda ana representaos soldados arrancado!
commereio, agricultura e industria, se cal-
culi em 150 milhoes unouaes.
O falor das pioprieda Jes, movis e immoveia,
aff cas ao servido de guerra, excede de 7,000 mi-
lhoes, etc. etc.
A g-iorra custa Europa a b.gatella de 19 mi
Ihoee de francos cada dia.
Niio parece aeuao quo tod. a fe tera poato de
accordo para Drecipitav : ruina do nosso velh > con-
tinente ; patea*, nao se perde grande colisa: o
novo mundo noa substituira>coin grandes vauta
gens. .
aaznleTemo-nos referWo varias vezes a
esta planta textil, urticacia do genero Bec'uneria
qua dizem originaria das ilhaa de Sonda. Ha
rauitas eapecios de Bmhmeria, todaa text8. mas a
denominada vulgarmente Urliga da China a ven-j
da.el na Inglaterra com o nome de China Graes;
que, nica, tem 8do e merece ser cultivada. Tej
a dea-'min-icao acieotificade te/uneria lenacUsim, \
caracterstica da resistencia daa fibras que, seme-
Ihai.tes 8 do linho o do cauhamo, Ibes ievam vau-
ta gen por difl'erentea aspect a. Tanto tem sido
procjiisMdaa, naanoaaaae alhoiaa foihas agrcolas,
as quididades desta preciosa planta, que bastar
esta simples menc?o para despertar no espirito
dos nossos agricultores intelligeutaa o desojo de
adootar tao recommendada cultura.
Ha muitos annos houve aottaia de terem sido
introJusidas pelo Imperial Instituto Flumiuense de
Agricultura aementes de Rimi*. Como de costu-
m-, nao mais se fallou disto noa documentos olfi
ciaes, ao passo que o governo inglez fazia cultivar
a plautacm Debradun, em Saharaupur e em outroa
pout's do Indosto.
Sab-'inis agora que muidas remettias da Euro-
pa pe) Sr. coramoudidjr Joiquim Caetaao Pinto,
para a culoma que funiou na provincia de Santa
Oat.harna, com a deaomiaaoSo de Colonia do Grao
Para, era trras paf.riraouia s de SS. AA. Impe-
rias, temaUi prospaiadi d.- modo mu satisfactorio.
Exsiem na colonia 20,000 louceraa ou moitas que
os 1.300 inmigrantes, colocados no estabeleci-
inento, considerara cora razio, mananoial de rique-
za agrcola, esperando apenas a introducen de
mechinaa de aecorticacio para daren a cultura
to lo o possivel desenvolviment >.
As touceiraa exiatentes cunattiiem tarta semen
teira, que na occasiao propria bastar a fornecr
abundantemente de raudas d- ba qualidade vasta
ext-nsao de terreno. O Sr. Caetaao Pinto, tendo
posto grande zelo na introduccao e aeclitnacao da
Rumie, na reterida, colonia trata de adquirir in --
cbioa8 apropriadaa extraccao da fibra, contandj
que anenaa se ache organisado era escala conve-
oi. o'- u servico da decorticacaa, abundar a ma-
teria prima pelo alargamento d* cultura.
Segundo iuiorinacoes de data r-'cente, a fibra
extrahida pela maohiua Sehiefuer, o comple :n n-
i, vale de 75 a 80 frane .a por 00 kilogram-
ra : a extrahida pela machima Berthet, no esta-
do verde, 50 francos por 100 kilogramo? ; e a
prnveni.-nto da China, deaeaacala a mi -, i 41 pir
tonelea. Sao precoa vantajosoa e expostua a pe-
quenas oscillaces por sa tratar di producto cujas
applicacocs a industria tem multipi.c ido. Era
Londres, Paria e Lya* o mercado est seaipre
aierto paia a filaca da Ramie, que alii cotadu
di..ria:nente.
Na expisicJio universal de Anterpii obteve o
Sr. Caetaao Pinto urna rae Jaiba de ouro neta filaca
que expnz, extrahida a roao na colonia do Gra -
Para. Tem outro siin remettido am 'Stras a fabri-
cantes europeos e o juizo destes tem-ae mostrado
inui favoravel ao novo producto, que no3 assegu-
ra
ra qualidade.
Iuv enromas para este objecto a attencio do go-
ven.o e da lavouia. Aquello b^m poderia promo-
ver intruduccio da cultura n eoloniues, importando mudase apparelhia d-j de-
corticacao, e confiando provisoriamente de >.g,-iito
eapccial a adrainiatrago deate ramo de trabaiho
na col.rai'. que escolhesae para a experimentacio.
O sacrificio sera tao pequeo que, pela aua parte,
poieriain alguna agricultorea por"ioa empreza.
Na phase de traasforraacao p ir que passa actual-
mente a industria agrcola, approxiraan Jo ae todo
os dias da aolueaa final que preciso nao perder de
vista, suben) do ponto as vantageus da cultura re-
miui'-ralora que nenhuma diffiouldaJ.j offerece a
app icacao do braco livre.
L,.-. <><'.Eectuar-sc-bilo:
flojo :
Pelo agente Guarni, ka 11 horas, na ra do Bario
da Victoria n. o da pbarinacia abi sita.
Pelo agente Pinto, s II boras, ni ra do
Mrquez de Oliuda n. 6, de fazendas lim;i.i e
avanadas.
- Araauha :
P Imperador n. 48. de movis, louct', vi-lros, etc.
i'to agente Guarni, s 11' horas, ra da Pal -
raa n. 71, de anuaeao e raais pertencas da taverna
ahi rita.
Peio agente Brito, a 11 horas, ra de Pedro
A ti .oso n. 43, de dividaa.
Pe/o agente Modesto Baptista, 1'. horas, na
ratretta do Rosario n. 24, de movis, loucas,
vidros, etc.
Sexta-feira :
Pelo agente Guarni, s 11 horas, na ra Tbo-
m de Souza n. 8, do hotel ahi sito.
2.808
13.587
24.922
19.363
34.636
14.520
25.319
8.823
14 40
17.798
22.196
.11
24.227
26.937
89.8 o
35-08S
l'roniioa
4.745 5.384
200MOO000
40:(KM#000
20:<00$iiOO
10:000*0-:KI
5:000 000
2:0003000
OiO
2:iHWOOO
2:0JO()0
2:000000
2:000(K)0
2:0ia9000
2:000000
2:0003000'
de liOOOS
7.529 8.443 53.226
14.148 16.835 17.774 18.749 18.982
19.699 21.718 -3.308 34.018 34.475 35.006
38.972 89.115 89.148 89.484 3.1.986
a pprosimaew
24.921 4-0005000
94.923 4:000*000
19.762 2:000*0
19.764 2:(KK)3C00
34.635 1:300*1)00
34.637 1.-3005000
Os nmeros de 94.901 a 25.000, excepto
labio o premio granJo, estio premiados com..
400*.
Oa nmeros de 19.701 a 19.800, excepto o que
saino o premio de 40:000*000, estao premiados
eoai 200*.
o que
Todas as centenas cujos dous algaliamos termi-
nan ni em Sa, estio premiadas cora 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos na nmeros qua terminarem em Z o 3
catio premiados, com 20*
lOteriii o 'arMis os premios da 2
aerie da 1* lotera do G.-o-Par extrahida em 21
do crrente :
16824 200:000*000
38358 40:0005i0i
17709 21:0005000
4S243 10:000*01.0
Estao premiaios cora 5:000* :
7485 11746 35522 35544
Estao premiados com 2:( 000* :
7937 14656 17187 26608 30454 37161
39428 40660 45115 45931
Estio premiados com 1:000* :
3010 4491 6582 7544 1103.1 16729 19214 22050
23252 25456 25552 26168 26947 27616 32450
33472 40338 40365 45259 45919
Approxmacoes
Joio Pereira da S;!v, Pi,rrambiic,\ 2T '"wa
toi'eiro. Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Joio da Costa. Pornainbuco, .40 anuos, Gruta
jgnorn-su o m I. stia.
Elvira, Pernambuc., 4 m.-zel, Boa-Vista ; con-
vttloes.
Hara, Pernambacq, E-jcic; ignora se a idade,
estado e a molestia.
Antonio, Pernambuco, 7 roezes, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Joio Anselmo Marques. Pernambuc, 42 aeaoa,
casado, Varzea ; fr-bre tyiibica.
19 --
Jote Caetano do Espirito-Santo. Pea-nambueo.
40 annos, holloiro, Boa-Viita; fehi'l*peial
Jos Antonio de -iquei.-.a, Pernambuco, 56
nos, viavo. Boa Vista ; tubrculos palmea
Jos, Pernambuco, 6 das, S. Jo=; eonvxi-
SOB.
Joaquim Jos de Baat'&naa, raaaaaa N .. S I
amos, casado, Graja ; diarrha.
Mara, Pernambuco, 8 horas, Sauto Antonio :
espasmo.
Pbilomon Pernambuco, 1 anno, S. J-s ; e-
clampsia.
Vanaaeio, P 'rnambuco, 2 aanoj, Boi-Vista ;
calculo vesical.
Ura recem naacido, Pernambuco, 8. Jos; re-
mettido pelo subdelegado.
16823 2:0)05000
16825 2:000*000
38357 8005000
38359 800*000
17708 400*0 )0
17710 40i XX)
48242 i4'i00O
48244 1405000
Miaa&a fnebre.- Serio ceL-bradas:
Hoje :
A'i 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de Eugenio D.'gly Antunv, 4*8 baaaa na matriz
da Varzea, pir alma de Geraldo Liuiiuio do Si-
queira Varejio.
Araanhi :
A's 8 boras, na matriz de Santo Antonio, por
ama de Antouio Jos Alvos da Fonaeca ; s 7
horas, no Carino, por alma de Geraldo L. de 8i-
(a ira Varejio; s 7 horas, na Santa Cruz, por
alma o D. llana Anglica Lopes Gomes.
Sexta-feira :
A'a 8 boraff, era Santa Thereza, por alma de
Joio Anselmo Marques.
PaMBgelroaSabidos para 08 portoa do
norte no vapor Ipijuca :
Dr. Jcio Lina Cavalcante, Jo? de Araujo e
um criado, Joio Marquea Moreira C, Luiz Bar
bosa Franca, Francisca M. C. silva, padre Jos
A. de Lima e S, Manuel GoucaUes Guinaries,
5 tripolant.es.
Sahidos para a Europa no vapor allemao
ry'iica :
Adolpho A. Winderley, Jos Ramn Perca y
Prez e sua aeuhcra, Autouio da Silva Costa Li-
ma, Francisco B. de Medeiros, Antonio F. do
Cont, Antonio Piuto da Silva Campo?, Albiuo
Joc da Cruz e 4 pessoas de familia, Joa Adam-
son, Hara dj Carino e ura fi.ho, capitao Raltil
Otiiiii leen c saa senhora, capitao O. Terjesen,
J.-iis Jeosen, Usicuud Oamundseu, Cbristian I ver-
sen.
t'aia de lleteneoMovime.uto doa pre-
sos do da 20 de D-sembr :
Cxiaiiata preaoa 365, eutr.-ram 19, aahiram 1S.
Existeml366.
Naciouac 337,muiberes, 7, eatraugeiroi 10, es-
crav is senreneados 6, procesaido 1, ditos de 00T-
leccao 5Total 366.
Arra^oados 321, sendo: bona 305, docntea Id1
To:al 321.
Moviineuto da enfermara :
Te/e baixa:
Joo Fraocisco de Sauz.
Lotera da provnola.S.-guuda-fir:i27
de Dezembro, s 4 horas, su extrahir a 14a parte
da 1. lotera om beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recite, pelo novo plano aprro-
va! ..
No consistorio da igreja de Nosea Senhora da
Cbnceicio dos Militares ser teita a extraccao
pelo eystema da machina Fchef.
Lotera to CearA Ia parte da 3a lata-
ra desta provincia, cujo premio grande .......
4d0:000*000 ser extrahida no dia 25 da Dezem-
bro.
Oa bilhetes acham-si venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario o. 36.
Lotera de aiinaa-Verae* A 2* parte
da 1* lo'eria d-sta provincia, cujo pfamio grande
600:000*000, sar extrahida no dia 23 do cor-
rate, impreterivelmente.
Os biilieies xchara-se venda na Roda da For-
tuna, ra Lirg.a do Rodarlo n. 36.
LoteraA 15 parte da 1" ioteria da provin-
cia, era beneficio da Santa Casa de Miseriordia
do Recife, pelo i ovo plaoo, cuio premio grande t
100:OOU*')0'* a:r extrahida n dia 27 de Dezem-
bro. f
Os bilhetes garantidos acbain-so venda na
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco uuire
ro 23.
Tamnem acbam-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39.
Grande lotera da provinciaA 7>
serie deata lotera om beneficio dos ingeuuos da
Colonia Isabel, cujo premio grande 240:000*000.
ser extrahida no dia '' de Dezembro, a 4 horas
da tarde.
Oa bilbetca acham-se venda na Rada da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera aa HioA 2> parte da loterih
n. 366, do novo plano, do premio de 100:000*000,
aura extrahida no dia .. de -)eembro.
Oa bilhetes acbara-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da nue-
pendencia as. 37 e 39.
Lotera de acet de SOOiOOOSOOO
A 14* partes da 14* lotera, cujo premio
grande de 2t/0:000, pelo novo plano, ser ex
trahida impreterivclineute no dia 24 do Dezembro,
s 11 horas da mauhi.
Bilhetes venia na C.3a Feliz da praca da la-
dependencia ns. 37 e 39.
Lotera da corteA 4> parte da 201 lo-
tera da corte, cujo premio grande de 100:0005
ier extrahida hoje 22 de Dezembro.
Os bilhetca ach.m-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambera acbam-se vera-Ja na pruca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera do (nio Para A 3 parte es-
ta lotera aera extrahida terca reir, 28 do cor-
reate.
Jilhetca venda na Casa do Ouro, ra da Ba-
r/i da Victoria n. 40
Lotera Eatraordiaria do Vplrau-
sa -O 4. eultimo sorteo daa 4." e 5.a sene*
Jesta importante lotera, cujo maior premio de
150:0005000, aera extrahida no da 30 ie Dezem-
bro, irapret -rivclraeute.
Achara se expoatos venda o restos dos fcilhe-
es na Casa da Fortuua ra Primeiro la .Mar,-.
u. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
dendonca n&. 37 e 39-
Matadouro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 75 rezca para o consumo
do dia 22 de Dezembro.
Sendo: 56 rezes perteacentsa Olivara Castre,
& C. e 19 a diversos.
Herrado Uuuicipal de *? lo*eO
movimento deate Mercado uo dia 21 do correute
foi o seguate s
Entrarais :
36 boia pesando 5,387 kilos.
369 kilos de peixe a 20 ria
120 cargas de f.riuha a 200 ris
19 ditas ue fructaa diversas a 300 ra.
6 taboleiros a 200 ris
11 Sumos a 200 ris
Foram oceupadoa :
25 columnas a 600 ris
22 compartimentos de taaba a
500 ris.
22 ditoa de comida a 500 res
66 ditoa de legumea a 400 ris
16 ditos de auino a 700 ris -
11 ditos de tresearas a 600 ria
10 talhoa a 2*
2 talhos a 1*
A Olivuira Castro 4 C.:
54 talh a ljj ria
i talhos a 500 ria
!>evu tor sido arrexadada neate dia
a ouautia de
75380
24501.0
55700
l2./0
2*200
15*0.0
11*000
ll*0t0
2654G0
11*900
65600
20500(1
2*900
545000
i*oir,
Rendiraento
zembro
dos da 1 a 20 de Do-
193*680
3:881*420
4:0805100
Foi arrecadado liquido at boje
'rogos do dia :
Carne verde ds 320 a 480 ris o ki
Car'ieiro de 720 a 800 ris dem.
S i moa de 560 a 640 ris dem.
Kanuha de 220 a 320 ia B cuia.
Milbo de 260 a i) ria idiu.
Feijo de 5U a 640 dem.
CcmtStrle publico.Obituario do dia 18
de Crzembro :
Bo-veutura Mra da Ouuaaiaaa, Pora iaoueo.
50 annos, a^lt. ira, Graca ; molestia cancerosa.
Miguel, igioia-se a naturalidade e estado, 60
ann .8, Graca ; reraettida pelo subdelegado.
Rosalinf Maria da Cjnceicao, Pernambuco, 80
anno, viuva, (jraoa; tubrculos pulmonares.
IHDICCOES UTE1S
Medico
O Dr. Lobo Afo8coso, da volt i re 'ia
viagem ao Rio de Janeiro, contina no
oxcrcicio de sua profisi-ao. Consultas ras
10 s 12 horas da roaoha. Eapecialiaadea
eperagoes, p;rto e molestias d'i s-nhor:.a e
meninos. Ra (a Gloria n. 89.
Dr. Brrelo Sampaiu d consultas de
meio-dia s 3 lior-s no 1 .andar ds casa
a ra Barao da Vi"tona, n. 51. R si-
dnnoia na Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela rua da Saudada n. 25.
0 Dr. Castro Jess tera o seu consul-
torio me tico, rua do Bom-Jesus n. J J,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
t iro, residencia rua do Hospicio n. 20.
Consultorio : rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 i iras da manha s 2 da
tarde. Espe>-ialidade : molestias e opera-
coes dos orgaos genito-urinarios do hornern
e da mulher.
ir*.;;ara
Francisco flfiiinf da dilua b C o-
sitarios de todas as cypet:i:'.lida;tes phsrraa
eeutii'AS, tint&s, drogas, productos cfai-cici
o landicaniOTtfnii honinTiODiiffroii.riii lo Kax>
quez de QUadfl n 23.
Droararia
Faria Sobrinho & C., droguistas por at-
acado, rua do Mrquez de Olinda n. 41
Pl8LHJ4(]Qfc'S kmVd'A
Foro do Commercio
Na celebre fallencia de J. C. Levy Jt C.
mandeu o Dr. juiz ce direito espa-ial do
commercio vcnleretn leilao a pbarma ia e
drogara, pertencente massa, a requ"ri-
mento do Dr. curador fiscal, sob o pretex-
to de serem as mercadorias de fcil dete-
rioracao
O socio ThoratiZ Holuie3 e varijs credo-
res reclamaran] contra a venda do estbo-
lecimento, mostrando :
primeiro, tjue nos termos doa
arta. 157 n. 5 e 159 n. 2 do
Reg. n. 735 do 25 de Noverab o
de 1850, a proposta de venda de
gneros da maesa COMPETE
ao depositario, e nao ao curador
fiscal, que apenas informa spbre
ella;
seguudo, que nao exacto, e
cousta dos autos, pela olese ripea j
das mercadorias, serem ellas de
fcil de.teriorajSo ;
tercoiro, que, tambem, nao sao
de dispendiosa guarda.
Aim distes motivos legaes outras mui-
t s .-iruuinst.aaciaa ponderosas, das quaes
daremos conhaciraento opportunamenta ec-
correram para detencinar a suspeusao do
loilao ; naaia a Dr juiz a nada atten leu ;
e o leilao deve efectuar-se, a despeito de
um protesto por perdas o damnos, contra
quem for de direito, de urna carta teste-
munhavel e da paticXo de aggrr.vo da ere-
dores e li-pusi'arius da massa falla I
Pergunta se :
E' legal a venda ordenada pelo Dr, juiz
do commercio ; ou elle commetteu ex^esso
ou abuso do poder ordenando o alludido
leilao?
Teem ou nao os credores e o fallido
Thomaz Holraes direito de haver inderani-
sr.eao das perdas e damnos, que resulta-
ren) do dito leilao ?
Fazemos eati consulta aos jurisperi-
tos.
Um adoogado.
Estrada de ferro do
Limoeiro
A companhia da estrada de ferro do Li
meeiro, esse estado no estado, em comple-
to antagonismo com o seu objectivo, con
tratando com o co onel Luiz de Albuquer-
que Maranho a desappropriagSo dos ter-
renos neessarios ao prolongamento do ra-
mal de Nazarcth Pirabaiba, pretende
expoliar-me de minha propried.ode, fazen
do avahar por um o que evidentemente
vale quatro.
Opportunaiuento e mais de espayo, em
urna serie de artigos que vou publi-Jir,
inostrare ao publico e ao governo do meo
paiz a verdade do raeu asserto, fazen io
ver ao mesmo tempo os decentes meios
empregados pilo invendvel agente desa-
propriador e o digno e honesto procedimen-
to do Sr. Silva, ergenheiro fiscal da
companhia.
Por ora contento mi com o que nc
dito.
Engenho Cueira, 19 de Dezembro de
1886.
Manoel Caetano Pereira de Queiroz.
Queseo de divorcio
NSo me surpre.hendeu a publicayHo s.
licitada qir.i hoje as columnas deste Din
rii>, fz inserir o Sr. Jos Bezerri do Bar-
ros Cavil-anto sob s?u proprio nome.
O signatario ta publicacao procuran .to
apresentar-me ao publico sob um odios-.a
simo carcter e crear prevenco no Dirao
do respeitavel julgador a quem est affen-
ta n decisau de urna causa de divorcio qua
importa tauto a certeza do minha dignidu-
da co.no a ti-licidade de toda a minha exk
tcncia, uiostrou se-me simplesmonte tal




Diario de ferDaiubuco((uarta-fcira 22 de Dczembrode 13E6
tal o que de certo tempo en diaate me
meta.
San publicacilo vem afirmar o que eu
ihe attribuia c que talvez, pelo respeto
devid > a natureza huoana eia relaja
fininiliri, si! recusi acreditar.
E' elle ineontestavelrnente o motor do
infortujio que vejo immiaents sobre meu
cual.
Eu deveria dar-lhe a resposta precisa.
Eiu respeiti, piram, aos coaselhos^ do
ateu Ilustrado pttrono, a quem eont-ji a
efeza do miaba eausa que a causa do
nhi esposa, deixo peeaeotemeota de res-
ponder ao Sr. Jos Bez"rra.
Acredito que elle sabara desfazor o te-
cido de falsi iades e ealumaias a cusa das
nuaes o a>eu gratuito adversario enteade
que levar a botn exit) a sua obra tao
poueo digna de louvot qua merejedora
de uu castigo serio perauto Deus e p>-
rante a soziedade.
Mas nao coocluirei sem declarar que
Bao acredito na veneracao que ainda hoje
inculca puhs cinzas do .mu honrado pai
quem me procura desfecbar to duro g>l-
:w>.
A rj lito, sim, que eat-< deixar de at-
ingir-me, desde que loialia esposa se achar
i&a das sugg-^stSes e conselhoB de quem
por eert> n*o est prjouvin lo o nosso
iem estar.
R eife, 21 de Dezembro de 1886.
Joaquim Dmaso de Araujo Lima.
Dm remedio eflBcKZ (2)
RES SOS VERBA
Aos que sofivem do peito recommendaraos a li-
tara da seguate publicaclo do Sr. Jos Mana
Lepes, morador Da liba dos Marinheiro, em frente
i cidade do Rio Grande :
Ha quatro anoos que fui curado de urna
mito grave cuf rmidade, resultante de u:n rea
friado-
. Senta dor agadissims do lado esquerio do
jeito, tosse secca e urna fraqueti excessi a em
todo o corpo.
Em oito mezes de tratamento com varias me-
icamentos, nunca consegu obter llivio e cada
M a m lestia auginentava a ponto de me ju'ga-
Tea perdido.
Encontrando-me com mea primo e amigo Sr.
Manee! Joaquim, residente no Povo N.vj-, elle
eonselboa-me o ubi de Peltoral de Cam
kaN. do Sr. Alvares de S- Soares, de Pelotas,
elogiando-me muito este preparado e cora cff-ito,
im d-as metes de sea uso constante, restabeleci-
3* de ana molestia qju me levava sepultura !
que digo verdade, e tola esta ilha o pode
firmar, pds nella vivo ha mais de trinta annos,
.ode tenho cbacara e familia.
O leitor poder eneontrar oatros muitos at-
estados nos filhetos que aeoaipanham es da fras
Deposito, uuicoe agentes e depositario geraes
C., i ra Mrquez de Olinda n. 23.
Entre o numero coasideravel de pessoas & quem
receitado o oleo de figado de baca,,bao, tres quar-
tas partea, p*lo m:uos, o tomam c.iui repugnancia.
Qaal a mi di- familia, que, ao administrar este
medicamento a seus filbos, ni) teu) pensado que
dever se-hia substituir por outro um mlicamente
to repugnante ?Este degejo to natural acba-se
hoj completamente fatsfeito com o tarop de
rb> sodado de Crlmault <& C, phar-
raaceutieos em Paru, o qual substituio-o vanta
josa mente o tem alcancai) os mais lisongeiros
t.-stemanhos de todas as notabil dadas medicas de
Pars.
ka mais desesperara so quando vera os filhi-
nhus inquietos, com incompreheusivel desasocego,
pal peoras rcriaelhas, ora tristes e lnguidos como
fl res sem agua, ora dando risa las intempestivas,
sem appetite, ph n imen >s estes qua tem como
cansa exclusiva um comed de anemia e podera ter
nin termo fatal, se na i forem remediados com o
Ferro de Cera- s iluvel e assimilavel, q-ie
sem cancar o delicado estoma -o da enanca, be
restitue a sade. enriqueciendo o aaugue e regula-
risando todas as fiincco-ts do rgauirmo com bas-
tante actividade.
CBCeraldaden
rauxada*
alrao
por
expo
381
Os minerroa que trabalham am toda a classe de
sainas, achanto na salsaparrilha de Bristol, urna
salvaguarda segura contra todos os desmanchos
renles i um* vida de privacoe e continuadas
txposiedes taes como rheumatismo, dyspepsia, fe-
bres intermitientes e biliosas, affeccio do 6gado,
fccessos, ulceras, inflanima^oes glandulares, erup-
jues, nevralgia, molestias venreas, etc. Em todoB
aa easosainda mesmo qua se tenbam aggrav-do
por dnamaselogarante.se a mais completa cura.
Todo aquello que a toma de vea em quando como
preventivo, fortalece seu eystema contra as enter-
tidades, vigorisa e augmenta as forcas vitaes al
ial ponto, que preciso vel-o para crerl-o.
Um medico eminente deelarou, que ella se ap
prxima ees? fabuloso elixir da vida, mais do
3e nenhum outro remedio eonheeido. A salsapar-
rjlba de Bristol encontra-se em toda a parte do
sondo tivilisado.
Acba-se venda em todas as boticas -. lojas de
jerfuotfrias
Agentes em Pernambuco, Henry Foster C ,
aa do CBuaerck) n. 9.
Se a vox do povo a voz da verdade, o Trlco-
rero de Carry est frente da classe inteira
os preparados que trem por objecto a conserva-
pfc,o melboramento.a purificco do cabello. N-J
s est considerado por ambos op sexos como o non
piut ultra dos artigos de toilette, ao exal'a-
do por todo o globo pela sua eficacia em limpar,
unbellecer e vitalisar o cabello; seno queem mi-
liares de milhares de familias onsiderado o uni-
M> remedio rpido, ioofFensivo, jnfallvel contra as
iaftimmacoes, manchas e rupeoes do couro cabel-
lado classificadas entre as molestias cutneas.
luglez e fraocez
Cursos theorieo ou praticos,
-eas os senhores inten ssados.
^z- andar.
COLLEGIO
de S. iai Gonzaga
Com este titjlo fundei no dia 15 de Novcmbio,
na ra do Hospicio n. 55 um estabelecimento des-
tinado instrueco primeria e secundaria de me-
ninos.
Abalancar-se a emprezas dessa ordem em poca,
como a que atravesamos, incontestavelmcnte
grande ousadia e temeridad'. Antevi perfeita-
imnte as difiuuldades c >ra que havia de lutar, os
mil obstculos que se me antolbariam no caminb >,
mas, apozir de prever todo itso, nao me tai possi-
vel resistir ao desejo de contribuir com o idc-u pe-
queo contingente para a gr.nde obra do levauta-
mento da instiuceo.
Eusinam.-se no collego as seguales materias :
Uitura, ealligraphia, portuguez, fraieez, itigler,
italian, latim, geographia, historia, aridimetica,
ge inetri, al?eb.a, pbilosophia, rhetorica, msica
vocal, piauc, fliuta, rabeca pyuDnastica, desnh
e conversa;o das luiguis: iranceza, ioglezt
talriaa
A casa em que se acha o collego nao p.ie ter
mais adaptada para esse fim : satisfaz cabalineut'-
a t idas 'as ex^geacias de estabeleciinentos d>saa
ordem.
Com > resido com minha familia estou em con-
di cues Je receber meninis de mais tenra idade, aos
quaes na > faltariio de certo cuidados a solicitudes.
Confiado na bda voote.de. dos Sr*. pais de fa-
milia para elles appello esp 'raudo que me coadju-
v.iji na ariu. e dificil tanfi da educ-ac) do
seus filbo.'.
R-abrir-se-hilo as aulas a 7 de Janeiro vindouro
Kecife. 19 Je Dczembro de 1880.
Padre Manoel Lobato Carneiro da Cunka.
Estudados os reparos eeseneiaes pelo in-
telligente e pratico engenheiro arebitecto,
Dr. A. Pereira Simoes. que de boa von-
tade a ato se prestou, e est prompto a
dirigir a parte tecbnica do trabalho, foram
eleias duas commissSes : urna garal, com-
posta do Dr. H. S. Tavares de Vascon-
cellos, presidente, teen te Manuel J. de
Castro Villela, secretario, padre Julio Ala-
ria do Reg Barros, tbesoureiro ; e outra
de esmolas, composta do desembargador
Joo Francisco da Silva Braga, presiden-
te, Antonio Estevao de Oliveira, secreta-
rio, eonego Manoel Joiio Gomes, e conego
Dr. Joaquina Graciano de Araujo.
As coraraisbo s trabalham com esforz
para obter os recursos necessarios efiFci -
tividade do intento, que emprebenderarr e
de esperar que encontrem apoio e ai.-
mayao da parte de todos aquelles, r.os
quaes recorierem para fim tao piedoso.
Nesse sentido vao dirigir circulares.
Corso lira lio r mo
O Dr. Manoel Portella Jnior lesiona durante
as ferias direto natural e direito romano aos
estudautes que desejarcm fazer acto em Marcan
Pode ser procurado em seo escriptorio i rna do
Imperador n 65, Io andar, das 10 horas u 2f da
tarde.
d
conforme prefer-
Ra da Aurora n.
N. 1?. Attesto ter empregado com van-
ajosos resultados em doentes de tubercu-
08e pulmonar, em minha casa de saude, a
Emulsao de Scott oleo de figado de baca-
Iho cora hypopho8phitos de cal e soda.
O referido e vejdado e o juro u fide me-
d. ;.
Rio do Janeiro, 15 de outubro de 1384-
Dr. J. Tavano.
Esternato H. Lniz
Ra do Imperador n. 55, 2." andar.
Com o nome cima abrir-te ha no dia 15 de J i
ueiro do auno prximo futuro de 1887, um esta',ele
cimento de educaco, onde ensiimr-se-ho todas
as material do curso de preparatorios, h .vendo
tambem um curso nocturno d..s mesmas materias,
e un outro cuinmen-ial, no jual eusiaar se-ha e-
mente francs e inglez, theorica c pratic-amente,
"enj.i este das9 as 10 1/2 da noite.
AtMM
Art. 1 Os paes, tu-.ores ou correspoudentes,
i.-verao acompanhnr o estadante dia da matr-
cula, para nu t matricula!-o, cjino tambem para
turnar conbecimento do regim-n disciplinar do es-
tabelecimento.
1 Aquelles que nao tivereii qumn os apr-
sente, tambem sero aceitos matricula.
Art. ." O pagaineuto da matricula ser t.'ito
meu al e adiantadamente a comecar da occasiao
da m atricula.
1. Por cada matricula pagar o estudante
54uOO, bavendo ama differenca de conformidaae
cum o numero de materias que estu'ar no estube-
Iccimento.
Art. 3 Cada aua constara de 1 1/2 hora, sen-
do urna para tomar a lico do dia antecedente e
im-ia para explicar a do da segninte.
Art. 4" Na liaver aulas s quintas-feiras
porra todos os alumnos devem comparecer no es-
taljel. cimento u'estes dias hora dr sim9 respec-
tivas aulas, para urna nabbatioa, segundo a qual
os directores daro attestados na poca djs exa
mes.
No estabeleci aento encoutrarj os Srs. pas,
correspiudentes uu tutores e os Srs estudantes os
estatutos como accrescentamcuto de tudo mais
que aqui se omitte e qJe os seientificarai do que
h'.'iver de mais particular, e bem assiin da cm
vcnitncia do methodo u'este estabelecimcutc era-
pregado.
Os directores,
.utx J.de F.e O. Sobrinho.
Augusto J. C. Braga.
sinas de cobre, iatao e rou.ze ez -i
Golitzer Ufer n. 9. Berlira S O.
Espeeialf dade:
Construc^ao de machi-
Mas e apparellios
paraaoncas de assucar, destilla^es e re
linacues com todos os aperie^amentot
modernos.
INSTALLACA DE:
Engentaos de assucar completos
Estabelecimento filial na Havana sois i
nosma firma de C. Heckmann
C 'San Ignacio n. 17.
lmeos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informales dijijamse ai
Pohlinan &C
Dr. Joio f'aulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de cnancHS, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Paris e de Vicua d'Austria,
faz todas as operaces obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Baro da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1- andar.
Consultas das 12 s 3 horas. da tarde.
Telepbone n. 467.
l
ADYOCACIA
O co selheiro Dr. Manoel do
Nascimeato Machado Portella
contina no exereicio de su:i
profissao de advogado podendo
ser encontrado em seu escripto
rio a ra de Imperador n. 65
(profissao de advogado podendos \
ser encontrado em seu escripto-J '
) (rio a ra de Imperador n. 65,) (
( j 1." andar, das 12 s 3 da tarde.j f
Di. Gorpira Leite
neoico
T-m o seu escriptorio a ra Duque
iaa n. 74, das 12 us 2 horas da tarde,
de Ca-
e dests
hora em diaute em sua residencia ra da Sau-
[.ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nh..rns e eriuncas, telephone n. 326.
Dr. FefFeira da Silva, consultas
das 9 ao roeio 'iia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Consultorio medico-
cirurgico
0 Or Castro Jess, contando mais de 12 annot
ie escrupulosa observaco, reabre consjltorio nes-
ta cidade, ra do Hora Jess (aotiga da Craz
a. 23, I. andar.
lloras de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
as demaia horas da noite ser encontrado ai
rtio travessa dos Rem.-dios n. 7, pritneiro por
tao esquerda, alm do portito d<> Dr. C'>sme.
Oculista
quoii
LIO
Dr. GDBlho Leite
Medico, partelro e operador
Rezidencia ra Bario da Victoria n. 15, i- andar
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
D cousultas das 11 horas da manh s 2 l>
tarde.
Atiende para os chamados a qualqner hor>
telephone n. 449.
Leonor Porto
Kua do Imperador o. 4."
Primeiro andar
Contina a exectitar os mais difficeis
figurinos rccebid.is de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicode costura, em bre-
vidade, modicidade em precoa e fino
gusto.
Dr. Barrete Sampao, medico ocu-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, nn 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos c dias s.ntincadcs.
Residencia ra Sute de Setembro n.
34 Entrada pele ra da Saudade n. 25.
Oculista
Dr. Mattos Barreto. ex-chefe da elini
ca de olhj do 'V MoHra Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
di.-o ggregado do opital Pedro l[
desta cidade.
Consultorio, rna do Impera ior n. 65, 1*
andar, das 12 s 3 horas da tarde.
Residencin, Can.inho Novo n. 150.
As operaces sao feitas sem dor,
meio da cocana.
Consultas e operaces, gratis aos
bres
por ,
po
lance cfforecer os beos constantes da aviliacao do
theor segninte :
Urna mobilia composta de 18 cadeias de guar-
nico, 4 ditas de bracos, 2 consolos com tampoe de
pedra, 1 sof, 1 mesa redonda com tairjpo de pe-
dra, tudo de Jacaranda, usada e avaliada por....
250 ; 2 guaria-roupa de amarello usados, ava-
hados por 604 1 toilet era tampo de pedra e es
pelbo grande, avahado em 354 1 lavatorio de
pedra para 2 bacas, eom espelho, avahado em
20 ; 1 commoda com tampo de pedra, por 404 i
1 secretaria de Jacaranda, por 40; 1 guarda-
louca de amarello, avuliado por H)& ; 2 aparado-
res de amarello, avaliados per 204 1 mesa cls-
tica com 5 taboas, avahada em 4U ; 12 cadeiras
de junco, avahadas p-.r 3* ; 2 marquezas, sendo
urna de Jacaranda e outra do aman lio, avahadas
por 254 ; 1 candelabro para 5 velas, avahado por
104; 2 serpentinas, avahadas por 104 ; 6 pares
de jarros de porcelana fim, avaliados por 354- E
assim sero os mesmos b ns cima mencionados
ai rematados por venda a quem mais der e maior
nuce cfferecer no dia e hora cima indicados e fo-
ram penhorados para pagamento do principal e
cuitas da accao executiva que a Luiz Antonio Pe-
reira move a Ordem Terceira de Nossa Seuh ra
do (.'armo desta cidade.
E para que chegus a noticia a todos, maudei
pasear o presente cdital, que ser atusado nos lu-
gares do costume e publicado pela impreusa.
Dado e passado uesta cidad" do Recife aos 15
dias do mez de Dectnbro de 1886
Eu, Felicissmo de Azevedo Mello, escrivo fiz
escrever e subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
' Secco.Secretaria da Presidencia de P. e-
nambuco, em 17 de Dczembro de 1886.
Por esta Secretaria se faz publico, p".ra eonhe
cimento d.s intiressados, quo o Eira. Sr. presi-
dente da provincia nestu data espudio ordem ao
insp'Ctor da Thesouraria d'5 Pazenda, afim de
mandar entregar aos voluntarios da patria e ex-
pracas do exercito abaixo mencionados, e aos que
apresentarem-se devidamento decumentados, os
prasos de trras a que livcrem dircita, nos termas
do decreto n. 3371 de 7 de Janeiro de 1865 e do
2o art. 2 da lei n. 2991 de 21 de S. tembro de
1880, deven.lo taes prasos ser medios nis Ierras
de Pao Brasil e nao as de B irreios c Riacho
do Matto, que ficara reservadas para serem ven-
didas a agricultores, conforme decidi o Exm.
Sr. ministro da agricultura, cominercio e obras
publicas, era aviso de 1 ae -'etembr > ultimo, s .b
n. 6. (Assigna lo).Pedra Francisco Correia de
Oliveira.
Re.lac.lo a que se nfere o edital supra
Carlos Rodrigues Ca h. iros, Francisco Joe de
Oliv.-ira, Feliciano Pereira de Lyra, Francisco
Jos d',s Pussos, CrcsC'neio Conrado Brando,
Ananias Misael Libo, Manoel Felipje da Silva,
Antonio Jos do Valle. Manoel Simo da Cruz
Francisco Per. ira Barbo-a, .Manoel Jos do Nasci-
raeuto, Jote Manee: da Silva. Liurcntin i Antonio
de Pan.'a Madur.ira, Jos Paulo Tflixein, Tli-o-
tonio Lima da Silva, Ag06tinho Francisco Pe-
reira de Suuza, Silverio Ji.s das Cbign, Joa-
quim Soar.s da Silva, Raymnndo Hanoel do as-
cimenf Manoel Frunc- da Cruz. Vanoe' Ro-
drigues da Paixao, Joven Rodrigues da Silva,
Bellsrmino da Costa Ramos Antonio Gomes For-
ren a Franca, Jacintho Leite Villas-Boas. Anto-
nio Pai s Barreto de Barro*, J.ao M artios Par-
nandef, Amaro Jos Fumino, Antonio Leite The-
norio, Joo Ferriand.s Tt-ixeira, Jovino Camello
Prssoa, Joo Maria da Cruz, Autonio Luiz Nu-
nes, Francisco Celestino Barbosa, Francisco Jos
da Silva. Camillo Francisco Gines, Mauoel Ray-
raundo dos Pnssof, Autonio ae Souza Leite, M.
noel dos Anjs M.-ndes, Joaquim Autonio dos
Santos, Corroe Emygdio dos Santos. Pedro Ale-
xandrino da Silva, Autonio Scares Mascarenhas,
Vicente Marinbo de Souza, Francisco Jos de
Oliveira Borges, Luiz de Jeens Mana, Francisco
Pdro Codreiro, Auiunn Jos da Costa Prata,
alexandriDO Antonio de Oliveira, Mano 1 Pedro
Francisco de Paula. Manoel Geraido do Nasci-
meato, Ang-lo Baptista, Angel Corioiano da
Motta, Fi .nano Francisco dos Santos, Juao Ma-
noel de Souza, Jote Francisco Fernaodes Be-
zena. Vicente Foneira Soares, Jos Ignacio de
L'ma, Eugenio Jos Martina, J .- Joaquim de
Lima. Antonio Raymunda Rodrigues da Silva,
Mano. I Ignacio de Muura. Manoel de Souza Gui-
do, Chrisfuvo Coelho de Athayde, Ljz Jos Mo-
reira, Wenceslao da Silva Ribeiro Campos e
Faustino Ferrcira da Silva.
Companhia de edifl-
ca^o
. ASSEMBLE'A GERAL EXTRA-
ORDINARIA
Na forma do art. 25 do estatutos, sao convida-
dos os 3ra. accionistas, para no dia 28 do corrent"
ao meio dia,se reunirem na sede da Uompaohia, no
largo Pedro II n. 77, 1. andar, afim de em assera-
bla geral, se proceder a eleicao, do director geren-
te, visto baver pedido a sua d misso desse cargo
o accionista que o exercia.
Recife, 13 de Dezembro de 1886.
Gustavo Antunes,
Gerente interino.
Collegfo de Xossa Senhora das
Ciraeas
Tendo voltado de Sergpe ne dia 2 do corrente,
Jeebos honra de participai aos Illms. pais ue fa
ailia que 'eassumi a directora do Collego de Nos- i
sst Senliora das Grabas, sito cm Ponte d'Uch* n.
>), cujas aulas abrir-se-ho no dia 7 de Janeiro
vindouro, as quaes constam de portnguex, tran
sei. inglez allemo, historia e geographia, piano,
lacsi bordados, desenbo, etc.
inna Carroll.
Olinda
COMERCIO
Mot.oa totninerclat de Pernuio-
Imico
kecife, 21 de dezembro 9e !8st>.
As Ucs tiorue. da arde
1'oiac.tM ujiriatt
aosbio sobre Londres. 6) d|V. 22 7 16 d. por 14,
do banco, honteul.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lemos.
lies de Dexembro de 188>;
ALFANUKUA
Aakda u/iaA^
IV 1 a 20
vm. raovaci4L
Del a 20
peic .< 21
559:5164418
5.06864
92.67067
7:10*66
Tea!
o !- 21
1 a 20
.-K... I
-v 21
)- 1
80
jM.iAF.
;-. 11
1 a 20
531:5854060
99:74I73
684369783
35:850*229
3:4.134275
39:263.'504
42:29145
2:904.066
45:2004589
8:883*287
2534740
Diversas pessoas que nao podem ser in-
d i Efe rentes s grandezas q ie ainda restatn,
embora ero estado de ruinas, nesta cidade,
rcunirau-se na cas-d residencia lo Exm.
e Rvm. Sr. conego .. r. Luiz Francisco
de Araujo, para o fim de combinarem nos
nieios de reparar o ruasrestoEo teoiplo de
N. S. do Carmo hoje tilo arruinado.
Para Liverpool, P binan 4 C. 429 saccas com
33,847 kilos de algodo.
No patacho inglez Arfo*, carregaram :
Psra New York, J. Pater 4 C. 4,000 saceos
com 300,000 kilos de assucar masexvado.
No patacho americano W. H. D-, carrega-
ram :
Paia Ntw York, J. S. Loyo Filh.. 3(U
saceos com 225,825 kilos de assucar masca; a Jo.
No lugar portugus Mano, carregaram :
Para o Porto, Amirim Irmaos & O 40 barricas
com 1.717 kibs d..' assucar branco.
No vapor allemo Tejuca, carregaram :
Para Hamburgo, Guimares & Perman 2 barri-
cas com 30 ubacaxis-
Para Licboa, A. A. Wauderley 2 caixas com
60 kilos de doce, 2 barricas eom taiiuha d.t man-
dioca e 1 dita com abacaxis.
Para inierl'
Licor depurativo vegetal iod '.?.
DO
Medico ([uinteI la
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de tao grande fama iufalliv. I na cura de todas
as doenvas syphiliticas, escrofulosas, rheumatica
a de pelle, coum tumores, ulceras, dores rbeumati
cas, ostrocopas e nevralgicas, biennorrhagias agu-
das c chronicas, cancros syphiliticos, inflamma
coes visceraes, d'olbos, ou vides, garganta, intea
tinos, ete., em todas as molestias de pelle, simples
ou dia ibricos, assim como ua alopecia ou qu.da
do i-abeiio, e as doencas determinadas per satn-
racao mercurial. Do-se gratis folbetos onde se
encentrara numerosas exp ,'riencias feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
Jos de mdicos e documentos particulares. Fas-se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinht & C
Ra do Mrquez de Oliuda n. 41.
Clnica medico cirarcica
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senboias e
criaiicaa.
Residencia Ra da Imperatris n. 4, segunde
andar.
Dr. Paula Lopes
De volta de sua viagem Europa,
abri seu consultorio ra do Mrquez de ,
Molestias de creancae e |
Olinda n. 1.
Especialidades
nervosas.
Tratamentos pela electricidade (Electro
, Iberapia )
| Consultas : De .' hora As 4 da tarde.
Residencia : Ra da S..I- dade n. 56.
TelepUonew ns. ... e 498
DECLARARES
Substituicao de notas
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico
que no dia 31 do crtente mez termina a proroga-
cao do praso cjneedido pela junta administrativa
da aixa dj amortisucao para a substituica >, sem
descinto, das nota* do Thcsouro dos valores de
2000 da 5' estampa, 104000 da 6 c 5/ 00 da
7 ; pelo que do Io de Janeiro vindonro em diante
observar-se-ha o disposto na >:rt. 138 do regula-
mento de 4 de Fevereiro de 1885 (descont men -
sal de 10 0/J at extinc^o do valor).
Outrosim, se declara que desta data em di ule
at o citado dii 31 se recolher diariamen'e as
notas das estampas scimn mencionadas, das 10
horas da maoha at as 2 da tarde, ficando sus-
penso durante otse periodo o servio de substitui-
cao de notas dilaceradas.
Thcsouiana de Fazenda de Pernambuco, 15 d.i
Dezembro 'tu 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara
Gremio dos professores primarios
Elelco
Nao se teudo reunido numero sufficente para
proceder-se a rleic3o do novo conselbi que deve
dirigir esta socied. de no prximo futuro anno, sao
di novo convocados todos os socios a se reunirem
quinta fe ira 23 do corrente, na sie social, s 11
horas da manh.
S' cretaria do Gremio dos Professorc Primarios
de Pernambuco, 20 de Dezembro de 1886.
O 1 secretario,
Antonio Caudido Ribeiro.
Arsenal de Guerra
De orden do Illm. Sr. msjor director, distribue-
se costuras nos dias 21, 2 e 2'i do corrente mez
s cosuir. irat, de ns. 301 3C0, de conformidade
com os ilumneos anteriores.
Secco de costuras do Arsenal de Guerra de
PtTnxmSuco, 20 de Dezembro de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto.
Banco decrepito real
de Pernambuco
.\'us termos d s arta. 47 e 48 dos eftatufo?, a
administrar') e commisso fiscal procedern, no
dia 23 do corrente, ao meio dia, em urna das salas
da A.-s ciara i Commercial Beneficente, ao segun-
do sorteo das letras hypothecarias emittidas pelo
banco, que im de ser amortieadas, e relativas
aos dous semestres deste anno. O banco deltbe-
rou premiar as tres priraeiras letras que forem
sorteadas. O local franqueado a qualquer ac-
cionista.
Pernambuco, 18 de Dezembro de 1886.
Os administradores,
Manosl Joo de Amorim.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Luiz Duprat.
13
HOMEOPATHA
!!
Na escuna dinamarqueza Vatbory, carre-
gou :
Para o Rio Grande do Sul, J. M. Dias 3z0
barrica com 28.6M3 kilos de n..u>r brauco e 80
ditas com 8,9'JO ditos de dito roacavado.
No patacho allemo Mary, carregaram :
Para Pelota, Amorim Irmaos & C. 300 saceos
com 22.500 kilos de assucar branco.
Na cscun. nacional Evora, carregaram :
Para Pe'ous, Maia & Rezende 30 pipa com
14,400 litros de agurdente.
So vapor in Para Sanios, 6'. Gu'mares .v C. 50!) saceos
com 30,000 kilos de assu-ar branco e 1,300 ditos
con i'8,0. 0 ditos de dito maacavado ; Maia & Re-
zende 550 saceos eo_a 33,000 kiloa de assucar
branco e 450 dit^s com 27,000 ditos de dito naa-
cavado ; P. Carneiro t C 500 saceos com 30.1 lOO
kilos de assucar branco e 4,0U ditos com 240,000
ditos de dito m asea vado ; H. Burle saceos cum 60.OJO kilos d* assucar branco e 2,000
dit.s com I'jO.OO!) ditos de dito mascav.do; Amo-'
ria lrmos & 3. 600 saceos com 36,000 kilos de
assucar branco e 1,400 ditos com 04,000 ditos de
dito tnascavado.
No vapor nacional Caravellat, carregaran? :
P- ra Peuedo, M. A. Senua & '". 5 barricas com
3 No t&gur nacional Sara/t, carregaram :
Para o Para, Amorim Irmaos & C 80 cascos
10,800 li'ros de agurdente ; M. Amorim 6
pipa MXB 2.8SU litros de aisuardenle.
Na vapor nacional Ipojuea, carregaram :
Pnt o Car A, F. A. de Azevedo 250 saceos com
- Na barca noroegu'-ne ronos^caragarLic : ,H(750 k 5 ae afl3U(.iir brikl:C0.
Para Acarahu, P. AW'S ct C. 8 barricas com
:i57 kilos de assucar branco.
Para Parnahybi, P. Alves & C. 10 barricas
com 350 kilos de assucar brano.
Para Camossim, E. O Beltro & Irma; 6 bar-
ricas com 540 kiloa de assucar refinado.
MOVIAIENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 21
Macu -10 dias, hyate nacional Iria, de
57 toneladas, nestre Francisco F. ,da
Araujo, equipagem 5, carga varios g-
neros, a Carlos A. de Arajjo.
Namos sahidos no mesmo dia
Hamburgo pir escala Vopor alleniSo 'li
juca, .otnraandante Riez, carga varios
g-)oerog.
Camossim por escalaVapor nacional Ipo-
juea, commandanto Francisco A. da
CosU, carga varios gneros.
Maeu Hyatei nacional Aurora, mestre
Manoel Dusrte da Silva, carga varios
gneros.
Rio Grcnde do Norte Hyate nacional Cr-
relo do Natal, mestre Joao G. de Mou-
ra, e> rga varios gneros.
Nevr-YorkBarca noruega Aeolus, capitao
C. Christianseo, carga assucar.
HS^POHUS M&KXPfiTACAo
"x 20 de Dex'mbro de EOSt
Para o extenor
Dr. Balthazar da Silveira,
Especialidadesfe bres, molestias das
crianzas, dos orgos respiratorio tt
senhoras.
Presta se a qualquer chamado para
ort da capital.
AVIVO
Todos >'S chamados devem ser dirig
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
Dr. Fernandos Barros
Medico
Consultorio rna do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
EDITAES
VAPORES ESPUMADOS
Aymorc do sul boje
Ville de Pernambuco da Europa boje
Espritu .Sanio do norte araanh
Editor de Liverpool a 24
Neva da Europa a S4
VU de Cemr do sul a 24
Cear do sul a 27
Cearetue de New-York a 28
SUfante de Trieste a 25
Janeiro de 1887
Finance do sul a 3
Allianca de New Port Ntw. a 7
De ordem do Illus. Sr. Dr. inspector, fuco
publico qu no dia 23 do corrente mea ir prava
permite a junta deste thesoHro o fornecimento da
aliaentsco e dietas aos presos pebres da casa de
detenco, relativo ao trimestre prximo futuro de
Janeiro a Margo, servindo da base a diaria de
420 r.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
uec, era 18 do Desembro de 1886.
Servindo He ecwtario,
Lindolpho Can pe lo.
5* Secco. Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 21 de .zemhrode 1886.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. Presidente da pro-
vincia facopublico, para eouhecimento dos interes-
sadoe, que uesta dala sao remettidas para a Tbe-
soararia de Fasendu as baixas do ex 1" sargen-
tos de voluntarios da patria Antonio Caetano de
Oliveira Coragem c Frauklm Barroso de Moraes, |
hfim rta Ihes screm dados, as trras dePao
Hr>,silos praxis a que tem direito, de confor
uiidade eom o Decreto n. 3371 de 7 de Janeiro de
1865 e 2o, art. 2o da lei n 2991 de 21 de Setem-
bro de 1880. (Atsignado.)Pedro Francisco C.
de Oliveira.
O Di: Joaquim da Cosa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Recife da
provincia de Pernambuco, po> Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Paco sab.'r aos que o presente edital virem ou
ileile noticia tiverem, que fiados os dias oe pre-
gue e is pracas da lei a na andiencia deste juio
da dia 26 de Fevereiro do anno prximo vindouro,
iio jiraca por Vf'uda a quem maie der e maior I
Estrada de ferro do Kecife a la-
xang
FESTA DO NATAL
Alem dos treos da tabella, na noite de 24 e ma-
drugada de 25 do corren te bavero mais os srguin-
tes extraordinarios tocando em todos os pontos :
\<>H' de ti
IDA
Linha principal at Dous Irmaos11.0
Ramal da Varzea11.35.
Liuba Arraial at Dnis Irn-os12.0.
VOLTA
Linha principal do Dous Irmaos11.0.
Ramal da Varz-a-l'r.45.
Linha Arraial do Monteiro11.0.
Madrugada de T~*
IDA
Linha principal at Dous limaos2.0. 3 20.
Ramal da Varzea1.252.20.
Liuba Arraial at Monieiro2.44.
VOLT v
Linha priucipil at Dou i Irmilos1.553.15.
Ramal da Varzta1.103.0
Linha Arraial do Dmus Irmaos1.20.
Os bilheles de ida e roita vendidos no dia 21
servirn para voltar cm qualquer tr. m no dia 25.
Os bilbetesde assienatura nao tero valor nes-
tes trens extraordinarios.
Escriptorio da Companhia, 21 de Dezembro de
886.
H. \V. Stonehewcr Bird,
Gerente.
Thesouraria de Fa-
zenda
Substituidlo de netas
De ordem do Illm. Sr. inspector e de conformi-
dade com os telegrammas de S. Exc. o Sr. Minie
tro da Fazenda e inspector d Caixa de Amorti-
sac". se faz publico que se acha' prerngado at o
dia 31 de Marco vindouro, o praso marcado para
a substituicao, sem descont, das notas do The
S'.mro, dos valores de 2 jOOO da 5' estampa, 10/
da 6*. e 5/000 da 7" estampa ; pelo que se deda
ra que esse servlco continuar a ser eito diaria-
mente daj 9 1/2 s 12 her.-.s da manh, rccolhen
do se ns> Jergas e S'Xtas-feiras as notas dilace-
radas, sem prejuizo do troco de notas em substi-
tuicao.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 21 de
Dezembro de 1886.Servindo de secretario,
J. H. Oliveira Amarsl.
De conformidade com o art. 17 dos estatutos,
sero vendidas 20 sccoes desta companhia ns.
311/20, 426/35. s pretendentes sao covidados a
presentar as suas propostas em cartas fechadas,
por intermedio do eorretor geral, at o dia 21 d>
corrente, ao meio dia, no escriptorio desta com-
panhia.
Companh8 Amphitrite, 17 de Dezembro de
1886 Os directores,
Antonio Marques de Amorim.
Manoel Jos da Silva Guimares.
Joaquim Lopes Machado.
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes
ou protectores das menores abaixo declaradas,
para at o dia 31 do correte apresental-ao no
collego das orphs, afim de serem ah admittidas,
visto serem as primeiras inscriptas ns respectivo
quadro :
1 Alice, tilha de Marianna Pires re Souza.
2 Ermelinda, dem de Francisca Mauneia de
S..U8.
3 Maria, idem de Antonia Marcelina de Oli-
veira.
4 Julia, idem de Josepha V. Diuiz.
5 Arcelina, idem de Josepha Maria da Concei-
co.
6 Maria, idem de Candida Oiympia da Medei-
ros Araujo.
7 Marcionilla, idem de Maria Sophia do Reg
Barios.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Dezembro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelcida em ls.5
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
Aic 31 de dezembro de i884
flarilimos..... 1,110:000^000
Terrestres,. 3I6:000$000
441Rna do Commereio
COITRA l'O.O
Norh Brilish & Mercantlle
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterlinas
A GEN ES
Adomson Howie & C.
;^
%S. ^3 =5S __ '
Compaobia Ae tullios ufeis lo
Me a Olula 8 Be' A
Amo aos senhores pa cetro*
De 19 do corrente em diante, at seguido aviso,
ha vera aos domingos ediss santificados dous trens
extrnordinrrias, -locando cm todas as estacors da
tabella, nm s 1U 1/2 da ruauh e outro s 10 1/2
da noite, do Recifu para Oliuda c Beberibe o vice-
versa.
E igualmente commnuico aos senhori-s passa-
geiros que, de accordo com o Illm. Sr. director do
correio, tica desde j establecida urna caixa nc
escriptorio da carga para a lumssa de conbeci-
mentos e etc., que se acber pelladne, por inter-
medio de um carteiro que cefruir no trein de meio
dia dos dias uteis o qual oude nao bouver agencia
do corcedo os confiar aos ebefra das e taeoes em
cujas mosde podcio oe mesmos ser procurados ;
visto como plcnamonte prohibido pelo regula-
mento da Qomp>iuhia qun d'eesa rcmessa su encar-
reguem empregaios do trein.
Escriptorio da companhia, 11 de Dezembrj do
1886.O gerente,
A. Pereira Simdes.
pOMPANHIA
(MPER1A I
DK
ti:9KOK COKTRA FO-iO
EST: 1803
Edificios e meroadorias
Taxat baixas
Prompto pagamento de prejuitoe
CAPITAL
Ra. 16,000:000^000
Agentes
BROWNS & C.
N. >- Ra do Commereio N. 5
CONTRA
Me Liverpool & London & Glob
INSliRRANCE COMPAQ
&c.
I
-
1
C ILE6VE1


">-
Diario de PernambucoQnarta--feira 22 de Dezembro de 1886
i
AGESTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N.
Seguro* nariilMut e terrestres
Xe.-tea ultimo a diuca cospvthia acata pra^a
que concede aoa Srs. seguradle isempslode paga
ment de premio etr. cada astimo aoao, o que
equivale ao da^jonto de imttMjSa 15 ov cesto em
avor dos sivinudos.
COHPANUI.% D NEGIRQ
NOKTHEKX
de LOndreN e Aberdeeu
PoKi^ti floancelra (Dciemltro 1**5)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos amunulados 3.134,34<
Recelin animal:
D premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John. H- Boxwtll
I *. COHHKBOOCIO .Vt l'*\BH
SEGUROS
MARTIMOS CONTRAFOGO
Companhia PhenSx Pcr-
nainbucana
Ruado Commercio n. 8
Loadoa aad Hrasilian Ha
Limited
Ra co Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
sas^ do mesmo banco em Portugal, sendo
*m Lisboa, ra dos Capellistas n 7> No
Porto, ra dos Ingleze.
THEATRO
CARANY
EM
JABOATO

#ampanlua lvaraatira
Ooiirl.)-feira 22 de Dezembro
Evriti: DA tuurtMiit
Subir scena pela primeira vez, o drama de I
grande espectculo, dividido em 5 actos, denomi- '
nado :
0 CRIME DE RETHEUII/
Companhia Braslleira de mve
2foa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commindante o 1.' tenente Ouherme Pa-
checo
E' esperado dos portos Jo sui
at o da 26 de Dezembro, e
seguir depois da demora in-
di spens.a ve 1, para os porto!
l> do norte at Manos.
Para carga, passagens, encomiuendas o valures
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
GHARnEliS BEUNIS
Companhia Franeeza de Xaveea-
eiio a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa. Pernnmbuco, Baha, Rio de Janeiro o
Santoa
stemer ViUe de Cear
Espera-se des nortos do
sul at o dia 24 de Dezemurc
seguindo depois da indis-
peusavel demora para o Ha-
vre*
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecera excellentes commodos c ptimo passa-
dio.
As passagens poderilo ser tomadas de anteinao.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos rtos do
norte at o dia 24 Dezem-
bro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
oa f--tna do sal (inclusive o
da Victoria).
Recebe tambem crga para Santa Catharina,
Grande d > Sul, Pelotas e Porto Alegre,frete mo-
dic /
Pura carga, passgens, encommendas e valores
tratn-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
t'OHIMMIIt rEHVAKPlt.M
DE
.\avegaco costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Leilo
Da artnacao, gneros, e utensilios existen
tes Da laverna sita ra da Palma n. 71
Quinta feira, 23 Je Dezembro
A's 11 horas
0 agente Gtismao far leilo por conta e risco
de quem pertencer, da armaco, gneros e utensi
lios da taverna da ra da Palma n. 71. Em um ou
mais lotes ontade dos eenbores compradores.
\ ende se urna casa roa
a tratar na mesma.
do Scelo n. 32
Macei, Fenedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Commandante Mafra
Segu no dia 23 a*.
Dezembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
Encjmmendas, passagens e dinheiros frete at
s 3 horas da tarde do dia 14.
ESCRD7TORIO
Cae* da Companhia Pe manaba
cana n. 18
Stuer Vtlle e PenliDco
E' esperado da Europa
n dia 22 de Dezembro, se-
guindo depois da indispen
aavel demora para a Ba-
>>*. Rio (le Janeiro
e Monto.
Boga-se aos Srs. importadores de carga p *lo
vapores desta linha.queiram apresentar dentro de 6
PeSHOal da COnipanhia das a contar do da descarga das alvareng ,....
DD. ROSA MANHO.XCA, Felismina Cmara, quer reclamacao concernente a voluntes, que po-
iuilhermin, Mara Amalia, Herminia Coimbra, ventura tenham seguido para oa portos do ul.arin,
Srs. Manhonca, Lym, A. Coimbra Jnior, A.. de se poderem dar a tempo as providencias neces-
Peres, T'ixeira, Jos Bernardino, Goncalves, Je- sartas.
Lei'o
Di movis, quadros e jarro?
A saber :
Urna mubilia a balao, de pao carga, com 12 ca-
deiras de guarnicao, 2 ditas de bracos, 2 ditas de
batanen, 1 sof, 2 consolos com pedra, 1 cendiei
ro para kerosene, 2 pares de lanternas, 8 ditos de
jarros, 3 laucas psra cortinados, 1 quatlro galera
para rir 1 tapete para sof, 2 ditos pequeos, 3
pares de borlas, 1 toiiett com pedra, 1 lavatorio
de amurello cent pedra, 1 cama franceza de ama-
relio queimado, 1 colzao. 1 cab de terneado, 1
guarda-vestido do ainarello e 2 pares do ser-
pentinas.
Urna mesa clstica de 3 taNtas, 2 aparadores
de columna, 1 dito de armario com pedra, G ea
deiras torneadas, 1 sof de nmarello, 2 tructeirae,
1 licureira, 1 porla cognac, 1 eicrhauia e ou!ros
muitos movis.
Quinta feira do 23 eorrente
A's 11 horas
No 2* andar do sobrado n. 48 da ra do
Imperador
O agente Silveira. autorisadu por urna familia
quo si retirou para fra da eidade, far leilo de
lodos os movis e mais objectos existentes e serio
vendidos
AO CORRER DO MARTELLO
Leilo
De dividas na importancia de 2:000^1000
Agente Britto
O agente cima a mandad > do Illm. Exm. Sr
Dr. juiz de direito de orphoa e ausentos, e a re
querimento do Illm. Sr. Dr, curadoi de ausentes,
em sua presenca. levar a leilo unta letra da
quantia de 1:0005000 aceita por Pirmino dos San-
tos Vieira, e um tica de igual quantia assignada
pelo mesmo, pertencentes ao espolio de Carolina
Francisca do Seg Barros.
Quinta feira, 83 do eorrente
A's 11 horas
Ra de Pedro Affonso n. 43
Ama de leile
Precisa- s e & de urna
boa ama de leite; nc
3o andar do predio n.
42 da ra Duque de
Caxias por cima da ty-
pographia do Diario.
Theatro em Jaboato
No dia 31 do eorrente ter levado scena, no
theatro Guarany, o drama Verselem, em beneficio
de eeu autor, que tambem tomar parte na re
preeentaco. terminando o espectculo com a iute-
reseante comedia Urna criada impagavel.
Convcar o espectculo s 8 1/2 horas, tendo
trem eupecial para o R>-cife, depois di mesmo.
Bilhctes venda dpsde j.
Prejos
Camarotes lOOOO
Cadeiras 2*000
O beneficiado espera a proteceo do rospeitavcl
publico, a qem antecipa aeus agradecimentos.
200:0001
Lotera de Alags
ExtraccioSexta feira 81
do eorrente
Intransferivel
Bilheles venda na casa feliz,
da Independencia ns. 37 e 39.
Praj3
Aos 100:000$000
jcilu
Denominarn dos acto* ^
1." ActoA honra e o dever. f
2.* Um crime espantoso.
3. O encontr.
4." i ') sacrificio da victima.
5-* A cenfisso.
Urna banda marei"! far ns honras da festa.
S 8 E MEIA HORAS.
ronymo, Valle, Silveira, Pereira e Bcnicio.
Nos dias uteis haver trem especial de Jaboato
para o Recife, depois do espectculo, tocando em
Pegipi.
Nos domingos e dias santificados principiaro
:s espectculos s 6 1/2 hers e terminaro s 9.
A DIRECTORA.
Expirado o referido pruso a companhia ni tt
responsabiliza por extravios.
Hecebe carga, encommendas e passageire par
< a quaes tem excellentes accmodac6es.
Augusto F. de Oiveirail
AE\TES
46 -RIJA DO COMMERCIO -46
PRESOS
Camarotes de 1 J e 2.* ordem com 5 en-
tradjs
Cadeiras
Galeras
Plateas
Bilhetes venda na billteteria do theatro
I'ecire em mo do actjr Lyra.
Na noite do 1 espectculo achar-sc ba aberta
urna aasignatura r'e camarotes e cadeiras para 5
recitas. As pessoas que pretenderen] podem pro
corar em poder do Sr. Augusto Xavier, tendo o
^batimento de 10 por cento.
Para
, ^^; O brigue nacional Sarah, tendo a maior parte
a uvi' ^* carS* engajada, segne para o porto cima at
o*nnf!' ^* t' corren,e impreterivelmeote. Para alguma
innn i car6* 1ue 'be falta, trata-se cjm os consignata-
1OOO rj ,g Fonseca Irmos & C.
e no ; .^^_^_^^^__^^^^_^_^^^^^^^^.^^^_
MARTIMOS
The IS.&B1SS (1 J
0 paquete Finalice
E' esperado dos portos do
sul at o dia 3 de Janeiro
depois da demora necessaria
seguir para
Maranho, Para, Barbados, H.
Tbomaz e ew-York
Paracargt, passagens, c encommendas tracta-
ee com os
AGENTES
IEIL0ES
Leilo
Ao correr do nutridlo
Da casa terrea n. 23 da ra das Trinchei-
ras, com 2 portas de frente, 3 quartos, 2
salas, cosinha fura e quintal com cacimba
Qnara-feira. tt do eorrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Imperador n. 16
PELO AGEN1E SILVEIRA
Leilo
Do antigo hotel e hospedara, denomioado
Estrella do Nort<-, sito ra de Thom
de Souza n. 8, antigo becco da Lin-
gueta
Sextii-feiva 24 do eorrente
A's 11 horas
Constando
da armaco, balco, 1 grande tanque de ferro
para deposito d'agua, casia franceza, marquezo,
camas de Ierro, ditas de lona, duas grandes mesas
com lampo de pedra, ditas redondas, espelbos,
quadrop, relogios de parede, commoda, I >uyas, be-
bidas, trem de enzinha, roupas para cama e mui-
tos outros objectos.
U agente Gusmo, far leilo, em um oa mais
lotes, vontade dos compradores.
Garante- *e as chaves.
>>I'________________________________________
Ag-ente Pestaa
Excellente emprego de capital
Leilo
De2 importantes aitiup, 2 casis terreas e 2 ter-
renos pertencentes ao expolio do sbito portuguuz
Antonij da Silva Pontea Guiioarea :
O agente Pestaa autorisado pelo Exm. Sr. Dr.
juiz de direito, de orphos e ausentes e a requer-
ment do Illm. Sr. Vicente Nunes Tavares, eacar-
regado do Consulado de Portugal vender em leilo
com asilencia dos mesmos senhores.
TERgA-FEIRA, 28 DO CORRENTE
A's 11 horas
Ra do Vigario Tenorio n. 12
O seguinte :
Um excellente sitio n. 7, na esttad* de Belm,
terreno proprio com 300 palmos de trente e 560 de
fundos com diversas arvores fructferas, boa casa
de pe ira e cal medindo 30 palmos de frente e 66
de fondos, quartos para criado, estribara e cacitn
ba com boa agua de beber.
Um dito no lugar denominad Salgadinho n. 12,
foreira Santa Casa de Misericordia do Recite
(as Salinas da fregaesia de S. Pedro Martyr em
Olinds) medindo 75'i metros de extenca}, limitando
com a inargem do rio de Beb.ribe, moitas arvores
fructferas e excellente casa de vivenda.
Um terreeo com 212 palmos de frente e 6( 0 de
fundo, foreiro Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, na mesma estrada de Belm, limitando ao
norte com trras de Mara Felippa e ao sul com a
primeira ra projectada.
Um dito tambem foreiro Santa Casa de Mi-
sericordia, anuexo denominado Campo Alegre, com
166 palmos de frente e 600 de fundo.
Urna casa terrea de pedra e cal ra do Bom
Gosto, ao lado da igreja de N. S da Paz n. 17 em
(Afogados) com 1 portae janella de frente, 2 salas,
quartc?, Ctsinha tora, cacimba, quarto para
criados e quintal murado, ( ndo 20 palir-os de fren-
te e 60 de fund-.
Uuia dita a ra de S, Pedro Martyr, na cidaile
de O inda, n. 100, com 2 portas e 3 jaulillas de
frente, 2 salas, 1 gabinete, 5qiiarts, cacimba fra
e quintal murado; paraqualquer informaco a tratar
com o meamo agente.
0 ?p Alliaica
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 7 de Ja-
neiro < qual seguir depois
da demora necessaria pura a
Baha. Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encoinincndas i dinhe.ir >
a frrto, tracta-se com or
AGENTES
lienry Forsler k C.
M. 8 RUADO CMM*.KClO N.8.
/ andar-
0YALMAIL8EAH PACKET"
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 ou 25 do eorrente, seguin-
dc depois da demora necessa
ria para
Aahia. Rio de Janeiro. Monte
video e Buenos Ayres
Este vapor Iraz simplesmente
passageiros e mala^ e immedia-
iamenlc >egor depois do desem-
barquodos mesmos.
Para paasarenj, fretea, etc., tracta-se <-cic oa
Consignatarios
Adamson Howic &C.
Quarta ffira 23 do eorrente
As 11 horas
Na ra estroka do Rozario n. 24
De diversas obras de cabello, 1 cabeca de ma-
deira com urna cabelleira para tazer-se nentea-
dos, 2 pianos, 1 moni lia de Jacaranda, 2 ditas de
junco, 1 pirt.i mnsica carteiras, marquezoes, ca-
deiras de balando, toilette, cabides, bercos, 2 ca-
deiras de genipapo, npparadore, quadros, jarros,
espelbos, cattoes com flore e plumas para cha
p 'S, charuteiras, fogo de ferro, 1 armaco para
loja de cigarros, e outros artigas que estaro
vista dos concurrentes.
Agente Modesto Baplista
Leilo
De fazendas limpas e avariadas
a|n:iii:i feira, ** do eorrente
A's 11 h-ras
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 6
O agente Pinto levar a leilo |>or conta e risco
de quem pertencer urna eaixa marca cruz, N C
em cima e S P em baixo, ds. 282, ilescarregada de
bordo do vnpir ingles Aulhor, cem avaria d'agua
do mar.
(I ui contlnnaco)
vender o mesmo agente :
Urna eaixa com cambraias suissns.
Uuta dita com pnnbos.e lencas de liubo.
Urna peca com panno para forro de bilbar.
Duh8 caixas com maripoza, e outras fazendas.
MISOS DIVERSOS
Alugi-so casas a 80<> no hecco dos Coe
Ihos. junto de V QmyttlB : a iratar na ra de
[mperntric u. 56
frecisa-se de urna boa cosinheira, para casa
de familia, e que dorma em casa ; a tratar na
ra do Bario da Victoria n. 39, loja
Aluga-se o 2- andar da casa n. 8 ra da
Imperatris, excellente morada ; t.-ata-sc na ra
do Imperador n. 61, 1' andar.
Preclsa-se oe um caixeir) de 14 a 18 annos
com pra'ica de taverna ; a tratar no Caminho
Novo n. 143-A.
BA DO GAZOMETRO
Os proprietarios es-
to preparados para
supprirem coke por
pre^o moderado, en-
tregndole em saceos
as casas, ou de ou-
tra qualquer maneira.
E considerado um
perfeito desinfectante,
nao fazendo o mesmo,
fumaba alguma que in-
commode. Nenhu na
outra subs'ancia soli-
da pode ser compara-
da com o coke em eco-
noma, e fficiencia e
limpeza.
Este carvo coke
especial para qual-
quer fogo, forno, ou
caldeira a vapor que
teulia eliamin.
Tambem alcatro
(Tar) em latas ou bar-
ris, que de muito va-
lor, especialmente nos
climas puentes para
preservado do ferro,
da pedra, tijolos, Ja-
drilios, asphaltos ou
para eflfeitos antispti-
cos,
Para destruido das
savas, formigas nao
ha prepara^o igual a
agua de amonio, a
qual perfectamente
16-Lua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilheles garantidos 09 premios so
guintes : de 9471 a 9480 com 200,5000,
de21871 a 21830 cora 100000, de 766!
a 7670 cora 60^000, o 'n. 14802 com
4:0000000, o n. 14511 com 2:0005000,
o n. 20634 com 1:0000 e o n. 10403 cora
5000000, da 14 parte da Ia lotera.
Convidase aos possuidores a virem rece
ber sem descont algum.
Acham-so venda os venturosos buhe
tes garantidos da 15* parte da 1' lotera dj>
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir
segunda feira 27 do eorrente.
Presos
i Vigsimo 10000
Nendo quantldade superior
a lo O^OOO
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva.

Vi
V2
Aos 100:0001000
BDLHETES GARANTIDOS
23roa Primeiro de Margo23
Da 14.a parte da 1.a lotera da provincia,
venderam Martina Fiuza & C, os segra-
les premios garantidos :
21, 36 30:0000000 20,558 1:0000000
7,091 2:0000000, 6,418 5000000
9,014 3:0000000.15,321 500*000
13,090 2:0000000' 16,821 5000000
17,430 2:0000000; 18,641 5000000
3,183 1:0000000; 19,805 5000000
5,795 1:OOO0OOO!21,52O 5000000
9,382 1:OOO03OO'23,915 5000000
Achara-se vendaos afortunados bilhetes
garantidos da 15 a parte da mesma lotera,
que se extrahir segunda-feira, 27 do cor
rente.
Preco
1 vigS8mo 10000
Ka poreo de 100 par cima
1 vigessimo 0900
f
Jo.io Anselmo Marque*
D. Vancisca Arabella Moreira MatqutS e seus
filhos, Mana Marques Gjnctl/es d Biito a
seus filhos ijebastio Cronelv<-s da Silv Brito ;
Jos Gi*ncalves da Silva Brito, D. Aan* Merques
Pereira do Reg e seu marido Mantel Thomaz
Pereira da liego (ausentes) e D. JosephinaGra-
vange Marqued, convdalo a tjdus os prenles e
amigos de seu presado finado marido, iranio, cu
nhadt e to, para assistirem no dia 24 do corren-
te a missa que s ha Ue resar pelas 8 horas, na
igreja de Santa Thereza.
C^
II PE j 1 i i 9 1 UJUII TI 1 1 i 1- T* M
Chapeos e chapelinas
h 3B A40.....PRAQA DA INDEPENDEIA.....38 4 40
es
Sul

e
r^
V?
f&*
V2
V2
B. S. CARVALH0 & C.
Proprietarios deste bem conhecido estabelecimento paateeipara
as Exmas familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principai-B casas em Pars e Manchester o que de melhor e de
apurado gosto ha em chapelinas e chapeos para senboras e meninas
e das primeiras fabricas de H^mburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e crianzas, e muit-.d outros artigo concernentes
cbapelaria.
Flores artificiaes para ornamento

feut
V2
Leilo
Da importante pharmacia e drogara sita
ra do BarSo da Victoria n. 25, perten-
cent a raassa f.illida de J. C. Levy
* c.
Ouaria-feira S9 do eorrente
A's 11 horas
Por interven/fio do agente
Gusmo
O agente cima, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio e a
requermeoto do Dr. curador fiscal da massa falli-
da de J. C. Levy & C, tara leilo com assisten-
cia do mesmo juiz da armneo, mercaduras e
uteacilios exiauntes na pharmacia e drogara
cima mencionada, pertencmea a referida massa,
podendo os senhores compradores examinar o
mandado cm poder do mesmo agente.
Alaga-se o 1- ailar e solio ra do Coro-
nel Suassuua n. 278, com commodos para grande
familia, caiado e pintado de novo, com agua e gaz;
a tratar no Cbura-m'oiuus cem Jos Antonio Mar-
qurs, sitio junto capella, oa na ra do Commer-
cio n 46, aimazem.
Precisa-se de uina ama para casa de poaca
familia ; na ra dos Martyrioa n. 15S.
Grttfica-sc a quem levar ao 2- andar n.
31 da ra do I perador^uma gatinba toda bran-
ca, que acode pelo noroe de Mocnba, detappare -
eendj na noite de 17 do crrante.
Keccbe-se encommendas de pastis para os
dias de Natal, Anio Bom e Res, e faz-se com
perfecao ede'icio-'o petisco vatap ; na ruada
Matriz da Boa-Vieta n. 3.
Precisa-se de urna ama
numero 28.
na ra das Cruzea
Veude-se nma padaria na Varzea com todos
os utensilios ; a tratar na mesma casa com Do-
mingos Pereira da Silva.
Precisa-se de urna ama para cosinhar
pateo do T.-rco n. 18.
no
Vt-nde-se um boi manso e um carneiro, e
bem aseim um carro para eng-nha, por proco com-
modo ; tratar com Prederico Chavea, largo de
Pedro II n. 75, 1 andar.
Precisa-se de nma cosinheira ; na roa da
Imperatriz u. 13.
Alaga-se o 9- e 3- a idar na ra do Baro
da Victoria n. 52 ; a tratar na mesma casa, no
1- andar.
Vende-sa urna mesa de janlar com seis la-
bias, muito bom estado; um marquezo novo,
urna jardiaeira bonita de aeitar-flores, e um guar-
da-vestido muito benito, por prect commodo : no
Caminho Novo n, 128-
benfica e grandemen-
te estimulante a vege-
ta Qao, o amonio sup-
pre um dos elementos
mais fer*ilisantes.
.Ser supprido em
latas oubarris por pre-
sos reduzidos.
Qualquer informa-
co de presos e par-
ticularidade sero ob-
tidas na Fabrica do
Gaz ou no escriptorio
ra do Imperador n.
29, ou podero tam-
bem sei dadas pelos
nmeros telephonicos
39 e 40.____________
Grande bazar de prendas
No da 26 do andante mez ter lugar no pavi-
Ibo do Carato de Olinda o grande bazar de pren-
das em favor das obras da igreja de N. S. do Car-
reo da mesma cidade. Pede-ae aos fiis a sua con-
currencia ao dito bazar, afim de produzir o re-
sellado desejade bem das mesmas obras. Adiar-
se ha presente ums c<>mmisao de senboras para
receber o devido producto.
DOMESTIC
Sao reconheciaas ser as mai>
elegantes, as mais durareis
em todos os sentidos.
SIBLHIE8
circulares corn-
os estylos, d>
Para precos, e
illustrac5es de todos
jam se
Douestic Sewing Machine & i
NEW-YOR, U. S. A.
Tetephone n..S8

FUNDICAO SERA
ALLANPATERSON JK
N. 44Ru i do Brum-N. 44
JUNTO A B^ fA{!A0 DOS B0NDS
Tem para vender, por prei_ mdicos, ns segumtes fsrragens;
Tachas fundidas, batidas e caldcadas.
Crvacoes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de Uncios mo-lelos
Portasd. tomaina.
Bancos de r'irro cora serra circular.
Gradeamento para iardim.
Vapores de Torca de 3, 4, 5, 6 e 8 cav-iOo*
Moendas de 10 a 40 pollegadas de pamidura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Eccarregam-se deconcertos, eassentamento de machinisiuo exe<:tiArr
traballio com perfeicao t presteza.

AU BON MARCH
}-Rua Duque de Caxias{
PARA ACAB4R
Ter ama pequea festa o freguoz que atingir o gasto de 5$
1


6
Diario e PeniaroiweoQuarta-leira 22 de Dczcmbro de 1886
CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES!
PARA
O LENCO O TOUCAOO
E O BANHO.
Porgante as Familias.
Aluga-se
para recolher algoao ou outrn qualquer genero o
. redio da ra da Moeaa n. 35 ; a tratar na ra
Priraero da Mai co a. 0. ___________________
Mdase
o p.-edio n. 140 ra Imperial, proprio para cs-
tabeleciineoto fabril : a tratar na ra do Commer-
ou n. 34, cnm J. I. d M-'Jpm Reg.
A luga se barato
Ba do Nogueira n, 13.
Ba do Caiabouc- n. 4, lnja.
Travegga de S. Jos n 23.
As casasda ra do I'oiodc' Suassuna n. 141
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
Casa da ra do Tainbi n. 21.
fraU-se na ra do Coi mercio n. 5, 1 andar
seriptcrio de Silva Guimarae fe C.
All
^a-se
o 2- andar da ra estreita do Rosario n. 32, tem
commodo3 para familia e tem agua ; a tratar na
ra da Imperatris n. 16, 1 andar.
Alu2a-se
3 3* andar ra do Bario da Victoria n. bi
tratar na mesma casa no 1 andar.
Aluga-se
o 2- andar e terreo do sobrado n. 35 i travessa de
S. Jos ; o 1 e terreo do de n. 27 ra de Vidal
de Negreiros ; o 1 do de n. 25 roa velha de
Santa Bita ; o 1 do de n. 34 roa estreita lo
Rosario ; o 1 do de n. 24 rna do Arago ; a
casa n. 35 rna da Viracho, todos limpos : a tra
tar na na do Hospicis o. 33.
Aliiga-se
urna sala propria pra escriptorio ; na ra do
Bom Jess n. 38, 1 andar.
Aluga-se
o tereeiro andar do predio n. 60, rna do Bario
da Victoria, a tractar no andar terreo do mesmo.
Ama
Precisa-se de urna aroap ara connhar, para casa
de pequea familia ; a tratar na (traca da Inde-
pendencia ns. 13 e 15.
Anta
Na ra da Oonceicao n. 9, precisa se
ama ama para servir; > de urna pesaoa.
tratar
Ama
Precisa se de urna cosinheira para casa de pe-
quena familU ; a tratar na estrada nova de Ga-
langa, no sitio do Er. Vale oca, on no escriptorio
d'este Diario.
Ama
Precisa-se de uma ama perfeita cosinheira ; a
tratar na ra do Cabug n. 14, 1- andar, do meio
dia as 2 da Urde.
Ama
Precisa-ce de uma ama para casa de duas pet-
acas ; na ra dos Martyrios n. 156.
Oliuda
Aluga se oa ra Vinte Sete de Janeiro uma
boa casa com b >ns commodos para familia, achan -
do-se caiada e pintada, c m agua e gas canalisa-
ilos, perto da estacan do Carmo e dos banhos sal-
gados ; a tratar no pateo do Corpo Santo n. 17,
3- andar.
Engento Veneza
O Sr. tenenre Antonio Francisco da Costa quei
ra ter a b< menda ui de S Francisco n. 72.
Criado
Precisa-se idade, que caiba ler e eacrever alguma cousa, e
M deonhecimeDto de sua conducta ; na rna lo
Bom Jess n. 28.
Vos senhores de enge-
nho
ue quizerem venden formas de ferro j servidas
"enh .m a bendade do comparecer na ra da Im
peratriz n 54, taverna.
Declaradlo
Jca Herminio Negreiros Filcito, visto baver
utro de igual nooie, aesignar se-ba de boje es
liante por
Jos Vidal de Negreiros.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARLAS
i
MARTINS* BASTOS
Pemamhuco
NUMERO TELPHONICO : N 3$
Agua Honda Ji.xtrfci.ii a lf. llores bra-
sileiras pelo sen delicado perfume, suavida-
deeeuas propriedsdes benficas, excede
a tudo que oeste geneio tera epparecido de
oais celebre.
Tnico amencano.- E' a primeira das
p,epra55es para a nservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embrr querva tn e tem agrande
vantagem de toroar livres de habitantes as
canecas dos qoe os usam.
Oleo vegetal" Coropcsto com vrgbJal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Exctente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o rro hlito.
Vende-se as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ron
da Aurora n. 161.
TFLEPnONE N 33___________
Tricofero de Barry
Garante-ss que (x nas-
cer ecrescer o cabelloainda
aos mais calvos, rara a
tinha e a caspa e removo
todas as impurezas ilo cas-
co da eabecn. Po
saento impede o cabello
de cahir ou de embranque-
cer, e infallivelmcnto o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada secunda a formula
orii{imd usada pelo inventor ein
E' o un ico perfume no mun-
do que tem a approv;n;ao oficial de
mu Govsrno. Tem duas vezes
mais fragrancia qne qnalqner ontra
odnraodobrodoteinpo. E'rauito
mais rica, suave u ilr-liciosa. E'
Binito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agrai'.avel no
len<;o. E' duas rozas mais refres-
cante no banbo e no qunrto do
doente E' especifico contra a
frouxidfio e dcbilida-le. Cura as
dores de cabera, os cansados e os
desmaios.
larope ie Vida is Mer No. I
ESTES D TJtUXr-O. DKTOTS DE USAX.-4.
Cura positiva e radical de todas as formas de
scrofulas, Sypbilis, Pendas Escrofulosas,
Affaccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com per da do Cabello, e de todas as do-
snoasdoSnnffnrvFigado, o Bins. Giirante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
restaura e resova o systema inteiro. > 0
SabaoCojaivo j Reuter
m va
OOOS
m

600:0008000
2 O O : O O O S O O O
100:OOOSOOO
A %A parte desta importante lotera corre amanh 23
de Dezembro
BNTHANSFKHIVEL
Pre?o cm yigessimo..............1$200
por^o.............. 1$100
0 portador de um vigessimo, est habilitado a tirar:
30:12$000
BILHETESA'VENDA
RODA
36 -Ra
^^.
FORTUITA
Larga do Rosario -36
Bernardino Lopes Alheiro.
opes
f
I
PEROLAS DO DR CLE.RTAN
Approvadas) pela Acadruiia de ISdiciita de Bas>.
\,
AS PEROLAS DE TEREBEiVTIl. acalmam cm algans minutos as enxaquecas,
VIOLENTAS DORES DE CABEgA. e DOENG;.S DO PIGAUO. Si a dose de trez oa quat]
nao produzir efJecto dentro de algans instantes inatil sera
continuar. Cadra vidro contem trinta perolas. Para ter o pro-
ducto bem proparado e efficaz, convem exigir a assignatura do:
^
as MAIS
quatro perolas
AS PEROLAS D'ETHER sao o remedio, por excellencia, das peSSSS ^-> /j
aervOSSS sujeilas as suffocacesj caimbras d:estomago e aos desmaios, as quaes Vx*-*-1
deetm ter sempre mi este precioso medicamento. Exigir a assignatura : q
AS PEROLAS DE QUININA contecm cada uma c.ez ceruigrajnraas (dois graos) de sulfato de quinina puro.
Por isso eficada dellas certa nos casos de febres alcm do que nao causam repu-
gnancia, nem fastio e eigolem-se facilfnente. As perolas de quinina conserva:n-;c
indefinitamente sem estragarem-se. E indispensavel exigir a signatura:
< vende a varjo na mor parte das Pharmacias.
Fabricaco e atacado, Casa L. FREEf 19, ru Jacob, em Pars.
e
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios gerses nrsta provincia
FRANCISCO lf. DA SILVA & C.
erm srmazcm de dropas rna do Mrquez lo
linda n. 23.
Precos : Frasco 2*580, 1 2 duzia
13OO0 e duzty 24*000
Kp*-J~ v, i
mB&Q
Msmvu
HOMAIS,
P 1LERY
*nde-se em todi a parte
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sas e para a eijira das moles-
as da pella de todas as especies
m todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
ADMINISTRACAO :
8,Eoulevard Montmartrs, PARIZ
PASTILHAS digestivas fabricadas cm
I Vichy cornosSaesextrahidosJasFontes.iAo
de fosto ngrailavel c a sua ai-cao certa con-
I tra a Azia e as DigestOes difflceis.
SES DE VICHI PARA BANHOS. Um rolo para um Lanbo, para as pessoas que nao poden Ira Vid;'.
Para evitar as imitacScs exigir em todos os productos a
MARCA DA. COMP r>E -VIGXfV
I Pert jmbtuo. m Praduelos Erina a<>.io-M m nsv de HARISMENDY MU J. i, rm tl>ra
e SULZCS .OECHUIM. n roa .1 Crui.
Non plus ultra
Surprendente e nunca vindo a
Eugenle Degly liilout".
Augusta Deg!y Ar.tnncs, Ja ia Legrct e A. L t-
grtt, mi. irmi e cunbado do iadituso Ecgenie
Degly Antones, morto no engenho central rio rJorn
Glosto. oo dia 14 desta mes, agradecen) profunda-
mente s pessoas que se dignarnm ai-cmpinhar ao vinho puro de uva s*m a ir
enterro, e cunvidam a seus amigos para asaisti- ; nc minado
rem a missa que mandara resiir no dia 52, 6-timo
de 3 u jallecimento, na xatriz da B ..-Vista, s
8 horas da manba.
este mercado do
composi(ilo, de-
Chromos
Carios para boas Testas
FELICITAQES
Parabean e bou* rieivum
M0\0GRAI(IH4
aixcro
Espc
Precisase de .m esiieiro de 12 a 14 anno ; na
: na Imperial 11. 7, prufvre s portug
. rii
O melbor asnear rifinado que ee fabrica em
l'emambuco:
Josqniu. algo, ira1'* C, rna ireita n. 22.
_______ _______ i ie ii. 4-15.
Cociicira venda
Vende-se uma cocheara cnm boas carros de
passeio, brm localisxiia e afregut-zada, por preyo
muito mdico em razaV> de sea dono nao poder
administrar p r ter de facer ama viagem ; os pre-
"endent acbarae com quem tratar 4 roa Duque
de Casias p. 47.
Jurdica e pn.li. a a\ eiecDrSm de
krnirnra, um prorektoril
PEI.O DR B. T. DK 5IOKA1S LEiTE VBLHO
l yolumt; il^ 3'.10 p^g. io.ii. GOOO
Addivoee Msrx giapbfa das eiccueoer, contendo
as reformas da lei de 5 d> Ouiobro de 1885 e de
creo de 25 da J ntiro dv 18b6, u *yti(ps< i-m
forma de eooig.', < < t do a |. seo dio ex*tur;oes
bypothecurias e pi^ni raticida.
Obra reeeDtririente publiciidas e mil eos Srs.
advogados e magistrado:', 1 \ brceh. 4*000
Os 2 volme jum- n 10*000
Llvraria Fr&cccza
9-RA fPIMElRU Oh MARCO -y
^ Maneel Looi s d S 4 (,'. aviram so oomaier-
cio e ao public-i en ,: faea ne-
grciocomam i ireirn, p-rt n
cente Frnuc i,- au irado, p.is s de-
clarantes s i i protestHm haver
de quem crnpi i o sea cr-
dito. Kecife. 1- 1886.
cAPseLAS de mmt k p
COM
MATICO
liproTadsi pela Jinu Mitra] ie Eviene
pattliM dg Brasil
Cimbinaedo na Eiicncw U Maties
Com o Balsamo dg CopoJiiba
Remedio infallivel para cura a
Oonorrhea. sem emt.aracar o
.ago, nem provocar repu-
gnancia, etlello que sempre pro-
duzem todas as capsulas de co-
pabiba liquida.
Deposito uta PARS :
Ph- B1MALT C>, S, na Ttmm
nai principies Phirmaciss Drog&riss.

liarla Ancrlica Lopos Cime*
Jos Luis Ales Vigila e sua malber t'rancisou
Illuminata Alvea Vilells, Anna Conatanca da
Cruz, Dignanienta Alvrs Vilells, Antonio Al ves
Vitalia. Mara Alves Vilella, Maria Anglica da
Silva Tamborim, Manoel Alves Vilella c sua mu-
Ihir Maria do Carino Nogueira Vilella. Magro
Alves Vilells, bacharel Jos Alves Vilella (au-
smte), agrade:-ema todas as pessoas eispecial-
imnteas confrari-.s de S. Benedicto c do Senbor
Bom Jess da Via sacra, que se dignaram acom-
panliur ao ci miterio os reetoi inortaes de sua pre-
sada cunbada, irir.2 e tia, Mara Anglica Lopes
Gomes, e de novo as convidam para aibUtir ms
missas que mandam celebrar por sua alma co dia
23 do corrente, na igreja da Santa Crus, s 7
boras da m desde ji se confesanm grates todos aquelles que
ssuslirt m a este acto de religio e caridsde. *
Maduro
proprio paia mesa ; e ese-lhido especialmente pelo
socio na ultima viagem que fez aos lugares viuba-
feirrs de Portugal
Cbegou f.imbi'ui o acreditado
Maivazia
vinbo proprio pera constitun,oes debis, esprcial-
mente para seuboras. Este vinho que tanta ap
prova?So tem tido, ponto de haver falta, demos
as ordena precisas afim de ebegar-nos r gas, tantas quantas f. rem necessanaa para con-
sumo.
HYP.OP UTOS;
Na-J.^1 MXiirj>ieg
O !) GhoNhlll, autor d.\ desecti r
rjn.'prisdagfcs curativa^ dns Hjpopios-
phito-j no tra'.amento da lisica x tiiir.onar.
-tem a honra de participar _-a;
medicos^ que os nicos Rypo \'. osfyhi.os
reccn'iecidosi a r,c.<>neiidalj3 por elle
isao os que prepara Silr. Swaan, phsr-
maueutico. 2. ra Castitrene, Pariz.
Os Xanpes de Hypc^tiosphitos de
Sooa. Cal o Ferro vcridftj-se era frascos
quadrudos tendo o aume O E- Chcreiuil
no vidro sua ass'gna.'cra no envoltorio e
na ira de pnpei Wfcamado que cobre a rofha.
Cada frasco veniadoiro leva alcm d'isio a
Karca de fabrica da "Harmacia Svyana.
i'8
I
Vatidam-et xm Udus aa prU-:;i fia.
Caixeiro
Preciga-se de um menino com pratjca de mo-
ldados e que d fiador do 3ua condreta ; a tratar
na ra de S. Joo n. 12.
tnioulo Joa Alten da Foiim<
^ Joaquim Alves d Fonaeea, luno Alvea da
Fcns ca. Candido Alveg da Fonarca e anas mu-
Hieres, Jeao E. Gomes e sua mulhcr, e Carlota
Vieira Ribeiro, agradecen s pessoas de sua ami
zade o ftvor que lhes fixeram, acompauhando ao
c< miterio o cadver de seu presado pai, sogro e
cunbado, Antonio- Jos Alves da Fonsecs, <: de
novo as convidum a assistir as missas do stimo
dia, que pelo descanso de sua alma munnamresar
na matriz de Santo Antonio, no dia 23 do corren-
to, as 8 boras o niauha, e poi este acto de cari-
dade ereligio se coutessam anda uma vez reco>
nhecid
cm torios rs vapor) s sementes novas de brrtalicas ;
assim como :srtto le bit-u ert ilbaat e
faian da India.
Obras de virae
Nova remessa em CESTAS PARA CO.M1RA.
Condecs e ass^fales
Balaios para roupa s?ja
Cadeiras e berros.
Pocas Mendos & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. i
Cal irgein de^Jaguaribe
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fijado de baealho
COM
flypophosphilos de cal e soda
lpprovada pela lanta de Hy
g^eue e autorizada pelo
eoveruo
E' o melbor remidi at hijo descoberto para a
tantea broneblien. encropbolan. ra
cblim. anemia. deflDios, tonne rbronlea e aaTeceen
do pello e da unrcaiata.
E' muito superior ao oleo simples de ligado de
oacalho, porque, ulm de ter cheiro e sabor agra-
da veis, possue todas as virtudes medicinaos e nu-
tritivas do oleo, sim das propriedades tnicas
recongttuintes dos hypopboepbitos. A' venda nat
(rogaras e boticas.
Deposito em Pernarnrraeo
dos.
aldo LeurlnKi de Saqueara
%areJo
A vinva e filhos de Oeraldo Lourinto de Siquei-
ra Varejo convidam seos paren'ea e amigis para
sggistirem a ama missa qnc mandam resar na ma-
triz da Varzea s 8 horas da manb do dia 22 do
corrente, 1- anniversxrio do seu fallecmento;
pelo que ficaro eternamente agradecidos.
mk*mmmmkmsWk\mmmmms\mmmmk^m
arca
Registrada
Abri se ra do Bom-Jesus n. 23, um
arinoz'tn onde se vende constantemente
a superior cal virgem do Jaguaribe, acon-
i ionada eTi barricas proprias pura o fa-
bri/o do fssucar.
Esta cal, era nada inferior que nos
veiu do es'rangeiro, vendida pelo preco
fixo de 6)JC0 a bsrrica por i:ontr;,to qm-
fez o Sr Vicente Nascimento tura o ?r.
Jos (esta Pereira-proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pudreiras Ihe d o norne.
E' encarregado da venda nicamente
n'esta cidade o .Sr. Sebastiao Bezerra
Pitillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estia lulas, cuj^ prepari.?o puranieute ve
om os melhores resultadog as seguintes moles-
lias : affecfoea da pelle e do figado, sypbilia, bou
Does, escrfulas, chag;is inveteradas, erysipeias e
gonorrhas.
Modo de nnal-aN
Cerno purgativas: tome-se de 3 a 6 per dia, re-
Bendo-se aps cada dse um pouco d'agua adoca-
da, cha ou c>.l Como reguladoras : tome-se nm pilula ao jantar.
Estas jiilulas, de invuijao dos pharmau'Uticot
Al.'iierlii Andrade 4c Filbos, teem veridictum rc
Srs. mdicos rara sm ineihor gtrautia, tornandr-
je mus recummendaves, por si-rem um scguie
rjurgMtivo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
:sadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
' drogara de l'aria Mubriaibo di.
Al BA DO JIAKQU1CZ DE OLINDA 41
Capital bem empre-
gado
Vale se a importante taverna sita ra da
Guia 3. 57, por seu dono ter de retirarse por in-
conmodes de sade : a tritar na n; -rna.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
nimada ha mais de ara seculo; excede todas
as uutraspeloteu pe rfu me delicado e qmsilo.
Tki:z Medalhas dx Oro
PARIA 18A CALCUTTA WH
pela eiira-lina exrelkiriaae*naaualidade.
Afamada
AGU DE COLONIA DE ATIINSOM
inco:i:paraTel pelo seu perfume csua
ce nre ii tra vio- Excede todos os pro-iuctos
smil tres Tendidos -ol> o metrno oj
SABOMETE OU Bf.OWH WIHSS0B fl ATUIHSM
tste aaboaeie oiTarnl .- superior a iodos
oout ros pela modo de Rjnnu a pelle
eaaa^nalo que lbeoooimuii*ca'le exilenle
perfume o proiong&.to uso.
baja trs-se tw Ciu i lsjos os Imeiutci e fitanej
J. ATKN30TJ
24, Od Bond Street, Londres.
^ Marca de FabricaL'ma *Kosal>rutica*"
sobre ama Lyra de Ouro.'
Desanpareceu
Ha tres semanas que a preta Damiana a pre-
texto de ir tratar na casa da raai, ua estrada
nova, obteve licenca da seubora, mus que consta
no ter ido, por itso pede se a quem souber noti-
I cia della, que avise na ra nova de Santa Rita n.
[ 8, que se gratificar.
Ao d. 17
Na rna de Hortas a. 11,
eertio e pjr barato pref o.
vende-'e boa carne do
cisa-re d
i da QIoi
Precisa-fe ele uma uma p*ru cusiubur.; a trtr
na ra da Gloria n. 101.
Costureiras
Precisa-se de perfeitas, e boas corpinbeiras, pa
ga-so bom ordenido, escnsadi apresentar-ac
do estando no caso pedido ; no atelier da ra do
com escriptorio ra do Bom Jeus o. 23. Imperador n. 50, 1 andar.
(De CODEINA o T0LU)
O Xarope 3ed omarega-ac conua as
Irritafdcs do 'Pci'.o, Tosse flor Tsicos, Tosse
convulsa [Coqueluche),'BroncJ.ics.Constttnfdes,
Catarrijos t P.isommas -txrsisuntti
raats, na Orouot, 22, e era Ftiannacia*.
ILEfifVEL



V
\

Diario de PernambucoQuarta -fcira 22 de Dczerabro de 1886

PIVER em
VAttf,
nico Inveutct
<&
CCO^ALFACE
Sabdss de Tonca zor
'JMMENOrxOO pU
elu Iinitaces
Qapositc* as principaeB Perumarias. PwJW*ciaa Cabehereiros da AjaJCt"
Para
cngoniniar
Precifa-se de urna amn para engoamrir e outros
servicos dornest coa ; no 3- andar do predio n. 42,
ra Duque de Calas pjr cima, da typ grupbia
do Diario.
VENDAS
Vende-se o cstabeleciinemo de moihados lito
4 praca do Conde d'Eu n. 15; a tratar da mesino.
Bol; ciro
Cosnhciro
Armario
PreeUa-K da um bem
ra do Ccirimoreio n. 46, 1
boleeiro
andar.
a tratnr na. Precisase de um c ; a tratar na ra
| do r'uyaaiid n. 19, Phesagein d-i Magdalena,
F
Caj
Aluga-se o 2- andar 3a ra Primein) de Mar(,>.
n. 7-A ; a tiatar na livruria.
Fcsta s
A rtiapellarin ndiisiri!. attendendo
a spproxiroar bu 03 das de fiesta,? es'lve vender
es seu chapeos a pr eos excessivaaunte barat i*.
E' poig oceasiao propria do suppriin termine a peobinch*. Telephone a. 5*.
Alagase urna boa sala enrn gabinste, mnito
fresco, r-i-pri" pan -cii > Tin, sir.a k ron Duque
de Guias n. t, 1 h i.r ; a tra'ar na !oja do
dito nuaero.
mUt k passaros
lluik to Ce jrNUK n. H
X Denti a. ha-*e sempre venda
gran' ( da bous e lindos pasearos e
gaiolus. tanto mcien-ics como cstrangi-iros, licores
de roa.i, especiaaa de mracuj em lindas garra-
nnhas. prnprias para t ilette, pimenta americana
cm ciiu rv4, cestas, balainbtn proprios pi>rH ni-
ulnu rio raoai os do imp- rio. xarop de grosella
moito bem preparado, v.nh i fino d> Port.., ci
raf.ni div isas qoatidados, tinta ia-
irl tu esk boides, vass* uns do Para, bilbas c
quarrinhac da Bf.hia e outros mu
Magnifico a?sucar turbinado, proprio para fa-
bricar p especial doce de caj crys alisado.
Joaquin Sileueiral & C, rus Direiia n.22
Telcphotie n. 445
Ym cuitan
Mara do Livraroento. vellia octagenaria e pau-
prrima, pede as Mimas caridosas que Ihe mande
urna esm"la pelo amor de Di-ns. Mora nn boceo
da Bernardo n. 51. E' una obra da caridado.
Tinisr i liana
PARA TIXGIR A
barba e os cabellos
Esta tintura ting' a barba e os cabellos
t.i'anenuien'e, dando Ihes urna bonka rr
e natural, in-jfensivo o sm uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRAVCEZA E DRO-
GARA de K >iit]u< yrol Fio-es, suecessores de A
CAORS, ru:i do liom-Jess (antier* da Crus
n. 22.
Perd
eu-se
o toinam cutid >nhu nvnei m ir. t:: lo se vin le
sor precos i s mais mdicos possiveis. "So niesmo
pstabe'.eciinent o ent-nrrsga-fe de qnalquer eneom-
meeda do pasaa.ro> ou anima-a pira eeAarc i
para :i En i d.- J.meir". i it abusano o
piasjairturiil da boa te d.) sena (ugwm*
Criado
Preeiaa-ae de um criado ; no largo da Penba n.
4, ho'c .
urna cachrrrinha ratelra tola preta, or.tn signaes
amareo m.s ps, as mos, e na cabrea fingindo
artigo que I quatro olbos ; ori-lhas marcadas e acode pelo nomo
Vende-se orna e um balcSo de amarello, re
do Marques de Olinda n. 24, toja.
Leitura para senhorar
Brolhcs nikelados e dourados a 24000.
B nitos gramp.s dourados a 50(1 ris o maco
Esplendido sortimento de galoes de vidrilbo.
Grande variedade de le res de sitim, a 4000.
frisadores americanos pa.a cabello a 3C00 o
mar-.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita colleCcao de plisss a 400 ris.
Brineos, imitacSo de brilhante, a 500 ris.
Aventaes bordados para criancas a 24000.
Chapeos da fu&to c setim para criancas
Sapatos de merino e setim id> m, id. in.
Mcias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de vozelina de diversas quslidades.
Sabonetas finos de vozelina e alfaoe.
Extractos finos de Pinaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas de cour e velludo
Fech.s de la para senhora a 14S00.
Sapatos de casemira preta a 2*0110.
Teaouras para costura, de 400 ris a 3|000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Inmensa variedade de bo'oes de pbantasia.
E niiihares de objectos proprios para tornar urna
senhora elegante, o muitos outros iudispensavcia
para usa das familias, tudo por precos admiravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
Ra do Cicspo n. 9
Duarto d 0.
EXTRACCAO
DA
7.' serie da 24 lotera que se extrahir na igreja da Coneeieao dos Hililares
HOJE 22 DE DEZEMBRO AS 4 HORAS
SOB O SEGUINTK
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
i
DA
Coj
Hiro
de Joly : a pesji a que a liver nchado pode entre-
gala na ra do Maiquez de Olinda o. 23 droga-
ra, que ser L-ratifijada
English
Preciia-s de um bam copeiro, dandi" firr fe
sua conducta ; no hotel do Caminho Novo nuroe
ro 118-C.
Mr. al. Fan>oue (of Londnn) begs
to intorm liis pupila that he wll recem-
mence his Eeening Clnsses o practica! Btv
glisli o Jau n. 3., at hia rooins, ra Es
treita do Rosario ti. 4.
Gentlemen or Ladies winhing to perfect
tbems-Jvrs o 'lie English lungwtge and
desiring prvate I-.-ssods picase to coumumi-
eae ear'y.
to\
. a

de GRIMAULT & Oa, Pharmaoouticos em Paris, 8, Ra Vivienne
Admittio ca nova phcimacopa oBlcial de Franf*.
Approvado pela Junta, central de Hygiene do Brazil.
Fazera 25 annos que o Ferrt>, elemento principal do sangue, a Quina Real,tnico
supenor do systema nervoso e oPfaosphato reconstiiuinte dos ossos, foram combi-
>S intimafnente pelo Sr Grimault em um xaropc de cor lmpida e sabor agradavel.
saas qualidades tnicas e reparadoras d5o excellentes resultados na anemia,
chlorose, leucorrhea, irregularidades de menstruacao. caimbras de
estomago consecutivas essas enfennidades. lymphatismo e todas as molestias
provenientes de empobrecimento do sangue. Excitando o appetite, estimulando
o organismo e econstuindo os ossos e o sangue, o XAROPE de QUINA e
FERRO de GRIMAULT O, deseuuo* eom rapidez as creancas debis e as
raparigas paludas e abatidas. Este xarope corta os ligeiros accesto febrit, humidade
das mos e tuores nocturnos; efcaz as diarrhea rebeldes, facilita as convalescencas
difficis e susttnta as pesadas idosas.
O VIN1IO de QUINA e FERRO de GRIMAULT & O, que possue as
mesmas propriedades do XAROPE, preparado com um vinho de Malaga, rico
e generoso a preferivel para as pessdas que nao tolerara xaropes.
Deposito em Paris, 8, Roa ViTienne, e as principaes Pharmacias e Drogaras.
Aos 1.000:
200:000jS000
100:0001000
LOTERA
WHISKY
KOYAL BLEN marca VlAX
tste exceilente Whisky Kscosac 6 preter?t
ac ou aguarden.* de canna, para tortifics:
i crpo.
Vende-so a retaiho noa n. lbcres armazens
oolfaados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo no
ne e emblema sao registrados para todo o Braai
BkOWm te C, agentes
_ppo m m~
le 3X9. 4X9 e 3X12 ; vende-se na serraria a va-
jor de Clitnaco da Silva, caes Vinte Dous de >o-
'elibro ivJt.
Oleo para machinas
Em Ibtas cootendo cinco gatdes, a 9*1000 :
de-senos depsitos d* fancu Apollo.
Vende-se
o hotel o ho redara Estrella do Norte, na Lin-
oeta. O proprietario deste hotel feudo de reti-
rar-ee pra fofa desta cidade, vendo o seu esta-
belecimento por prreo bastate cmnm ido ; trata-
se no mesmo. k ra Thom de Snuza n. 8.
Casas para vender
Vinde-se duss casaj i a ra de S. Jorge (Fra
de Portxs), sendo um sobrado n. '3, com grandes
comm d s. com grande armuzem com sahida para
a ra do Ph&roi ; urna casa terrea n. 33, com
fundos tamben) pira a ra do Pbarol ; a tratar na
ra do Bom Jess n. 49, armazem de trastes, das
10 horas da manila s 4 da tarde.
Exposi^o Central
i:iu liquidado
A' rita larga do Rosario n. 38
Damiao Lima ->- C., continuando a liquidar suas
mercadorias. cbamam a attencao do respeitavel
publico em geral:
Pecas de bordados, Palma, a 2X500 o .'!J.
Luvas de seda rendadas a 2500.
Leques de 40 ', 500, 600 e 800 rs.
!:_. s breches (uovidade) 24.
Poheiras lindas a 1 j e IX0?.
Liabas de 200 Ys. a 80 rs.
Bonitos Plaatrons a 500, 14 e 25.
Meias de cores para senhora de ^00 a I 500.
L"nco8 .e seda a 1X200.
Bengalas a IX.
Mantas de seda a IX e 1X500.
Pecas de bordados a 320 rs.
La para bordar a 2X800.
Agua Florida a 700, 800 e IX.
Oljectos para pretentes 3X e 4X-
Coliarinbos modernos a 41)0 rs.
Bicos, titas, perfumaras, botoes, cspartilbos, es-
pelhos e muitos outros artigos sem competencia.
>a Exponiro Central roa larga
do Roarlo n. 39
El favor dos ingenuos da Colonia Orpknologica Isabel
DA
PfOVINCI \ DE PERN \MBUG0
t ExtracQa a 14 is I de Ul
0 thesourciroFranciscs Gon^alvcs Torres
PH0SPHATINA
Falires
iUMElTAgTo, RACIOML
DAS
fes, Crianzas, Amas,
. Conoalescenes.
Este alimento, de un sabor agradavel, precioso
sobretudo
Para as Maes, durante a gravidez;
Para as Crianpas, na oceasiao de desinamal-as;
Para os Velhos o Convalescentes.
A PHOSPHATINA constitue o verdadeiro alimento
"dan Criancas alimentadas no seio ou na mamadeira. Nenhuma
K. rula, Conserva ou Pos ditos de alimentacao para a infancia,
pode competir-lhe.
E a administrando fcil do Phosphato de Calcium, que fortifica a
Criancas durante o seu crescimento.
Presentes pora a festa
Xo armazem de VawcnnrelloN. & ra
da inrnr.1 si SI. onconira-a:
Bonitas caizas com pasaas, diversos tamachos.
dirs adornadas com evi.
I Elegantes carios com dec?s seceos e crystab-
sados, em calda, latas e frascos.
C leias.
Fiambres, carne d) sertao, linguas afiambra-
das, seccas, de morue rm s.linear; .
Ovas d'' peixe, figos, amendoas, nozea e easta-
nhas, vnnado sortimento d bisooutos fiaos, e 08
mais recommendaviia para doeutee, nao iguaes.
Vinb is finos do Porto, D Luiz, reserva, mua-
ivtJ e lagrima cbns i, Bord-'aux e Collares, quei-
jos K ndrinos, hastinL'U", pluymj prato, etc, etc.
Cha verde imperial e preto fiuo, verdadeira
gomma de >,raruta e matsrana.
Yende-se
urna caeinha de fij* lo p cal, por barato prreo, na
ra Imperial : quem pretender df ixe Carta nesta
typographia com as imciaes F. F., ou culo a iu-
tormtr-se na nesma typographia.
PABIZ, 6, Avenuo Victoria, 6, PAEJ2
MaxItiriM sa Ptrnuabaca : PRAN" M. da SILVA k C1
^rWWrWWr^r^rVWrV VINHO MAEIANI
DE COCA DO PER
O VnrsTO MASIavi que fol eiperlmentado nos hospltae Ue Parla,
4 prescrlptf dlariamene com xito para combaU;.' a Anemia. Colorse,
Bis esroes mu, Molestias dos las respiratorios e Snfraqurpt-
monto do i xjio vocai.
O lltdieot n oomt*Ktndam-no dt Per rom fractu e drltcadat. rxhautlat peta molestia.
aot Velfio* e Criancas.
E" o Reparador daa Parturbap^pt dlgostlviF
O rORTIPICANTB por Ear.OBI>LHriOIA
O VINHO MARIANI SB EMCOWTHA XH CASA DI
tV. MASXaJTS, Fr> Vttrizt, 41, knleTird Itansuu; ZTew-Tark, II, tul, li*. ttnsi
Em Pemamtmco : rrancsco ja. a SZI.VA t f.
i^s^sV^rV^rVs%s^r\r^rVlAsVisV^AAAsV^ArV^^^
Fiambres se ni os so
De 1, 2, 3, 4 e 5 libras, r-eberam nova re-
m sa Jos Fernandes Lima & C.
3 Ra Barao da Victoria3
0 Chnelo Turco
Loja de calcados estrangeiros
DE
Mil i Mil i & C.
i O Ra do Bar?.o da Victoria IV. f O
Este bem acretitado esfabelecimento acaba de
fazer aequisicao.do mais variado e sorprehendeute
sortimento de calcados dos melbpres fabricantes
dos diversos paizes da Europa, quer para homens,
qner para senhoras e criancas.
A grande qnantidade de ealcados, ana varieda-
de em nmeros, formas e matenacs, reunidas A
elegancia, gostos, solidez e perfeicao do trahxlU.
nao esquecendo a delicadeza e einceridade do trato,
as commodidades do estabeleeimento, e a modici-
dad* dos precos, oerecem sos concurrentes toda
vantagem na escolba e certeza de que sahirao em
tudoperfeitamente sat afeitas.
Solicitamos, pnis, das Exmas. familias e do res-
peitavel publico em .eral, a honra de urna visita
ao nosso estabeleeimento, onscios de que scrSo
contentes de nossa exposl^Co.
Ver para crcr
Ao Chindo Tore
IOlina i(o nro da VictoriaIV. O
COLONIA ISABEL
COffliOS PELA LE PriOViNCIAL N. 34?, E APPfiW 0 PELO FXM. SR. ICE PdESIDENTE 04 PS01CI1
POfi ACTO DE 2 DE SETLMBRO DE 386
4o,ooo bretes em vigsimos i$ooo..... 800:000^
Despezas............
i
i
1
i
9
23
400
1
1 dito de
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
118;8oo|
iool
240:0001
40:0001
20:0001
10.000
5:000!
18:0001
23:000^
40:0001
1:000*
1:0004
39:6001
19:8001
9:9001
8:000
6:000*
4:000*
2:2001
1:7004
96:0004
96:0004
681:2004
Esta lotera ser dividida em 20 srids de 4,000 dezenas. Quando as terminacoes do 1. e 2. premios torea
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedataiente superior. De9 passa a 0 e de 0a1. Os premios sc.
pagos sem descont algum.
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de Janeiro.
17 de Dezembrodc 1886.
O THESOUREIRO,
francisco Goncalves Jorres.
premio de, .
dito de.......
dito de ...
dito de .
dito de .......
ditos de.......2:000&
ditos de.......LOOS
ditos de 100$ para todas as centenas, cujos dous algarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio iuciusive
dito de 1:000$ para a sorle, cujo numero na extraccao for mais alto
1:000$ para a sorte, cujo numero for mais bixoj
400$ para toda a centena do Io premio.
200$ idem idem do 2 premio ....
100$ idem dem do 3o premio ....
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditas de 3:000$ para o 2" dito
2 ditas de 2:000$ para o 3o dito
2 ditas de 1:100$ para o 4o dito
2 ditas de 850$ para o 5o dito
4,000 terminacoes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminacSes de 24$ para o 2o premio inclusive

DA
COLOIA ISABEL

EXTRACQO SEMANAL
7.a parle da 24.a lotera
CORRE
manila 22 de Dezembro de 1886
.- J

o
ltransferml 1 Intranserivel!
PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
V
I
I
110
de
Esta lotera est garantida, alm da fianfa, por mu deposit
Banco Rural do Rio oc Janeiro equivalente ao premio grande
cada serie.
BILHETES V VENDA
NA
RODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
Bernardino Lopes Alheiro.
I



- ,.f7
BJSBBSSuwpf^p
8
No de vv boc(tuarta-feira ?2 de Dczcmbro de I x>6
2RT

XAVIER OE
TRADUC^AO
DE
PiLERNO Di: FAKIA
(Continamelo)
CAPITULO XI
CONFIDENCIA
as suas as mos
Mauricio tomou entro
de Leontina.
Estas raaos esealdavam.
Os estromecimeatos nervosos agitavam-
n'as constanteruente.
Com certeza., urna violenta febre aca-
bava de apoderar-se da pobre crianya, era
impossivel duvidal-o.
Mauricio sentio urna convieco re-
pentina, nm absoluto respeito substituir
sem transijo a desconfianza e scepticis-
que at aquello momento tinham conserva-
do o seu espirito era guarda contra a can-
dida e casta apparencia de Leontina.
Minha querida filha, disse entSo Mau-
ricio em tom meigo o serio, interesta-me
muito raais do que saberla dizer-lh'o. Sof-
fre, isso evidente, e se posso diminuir
Ihe os soffriment08, se posso ser lhe til,
seja no que for, estou a saa disposijo ; e
creia que Ih'o digo sincera e francamente...
Daria muito para que me fosse possivel
evitar o mal que acabo de fazer-lhe invo
lunariamente.
O que ha pouco lhe perguntava pelo
desejo de estudar o por simples curiosida-
de, pejo-lh'o por interesse o affeiyo.
a Consinta em responderme ; ficar-lhe-
hei profunda e iiitimamente reconhecido.
O que deseja saber, senhor Mauricio?
perguntou Leontina, impressionaia com a
fraternal expressao das palavras do artista.
Emittindo a opinio de que os seus
pezares provinham de um amor desbraza-
do, enganavara roe, nao verdade?
Sim, enganava se, porque nao amo ma-
guera, e uinguem me ama a mira.
Que na"o ame nioguem, acredito o, >
minha filha; mas a segunda parte da sua
affirmativa mais diffi 1 de admittir...
Porque ?
Com tanta e to deslumbrante belle-
za tomo a sua, impcssivel que nao tenha
ouvido alguma vez ardentes declara jes...
Tenho recusado ouvir aquelles que
queriam dirigir-m'as.
Tem repellido todos os seus adorado-
res?. .
- Tenho, senhor Mauricio, respondeu
Leontina com firmeza. Coraprehendo per-
eitainente que isto o admire, porque, na
minha posijo. n3o ha o direito de me mos-
trar tSo orgulhosa ; mas entao, quo quer?..
Sou assira. Se nao rivesse a rainha hones-
tidade, o raeu nico thasouro, o que teria
ento?... A minha infancia f i bastante
solitaria, bastante triste e desoala !... NJo
conheoi nunca a ternur.v e as caricias de
rali... Vivi seropre uctanio com os maus
tratamentos de ra^u pal, que quena, e ou-
so dizcl-o, irapallir me para ura mo carai-
nho. Nao tive urna s pessoa a quera con-
tiasse as minhas magoas, a quera pedase
um conselho. Sem apoio, m esperanjas,
s encontrei consol gao na oracao. 8e fos-
se culpada, o Deus de bondade nao queris
ouvir-me, e ficaria completamente abando-
nada !...
Ao ouvir estas palavras, to simples e
to cominoventes, Mauricio senta cada vez
raa3 o desojo de suavis.r tanto quanto lhe
loase possivel aquelle infortunio til) coraple
te, e le balde procura va ura raeio..
Nao podia por em daviiaa litteral e ri-
gorosa verdade de tudo quanto Leontina
va de dizer-lhe.
Conhecii o vergonhoso carcter e a rai-
seravel natureza de Paulo Aubry, e eom-
prehendia amargamente tudo quanto a po-
bre rapariga devia ter soffrido e tinba a
receiar junto d'aquelle pa sem corajo e
sem alma.
Maravilhava so, como de ura prodigio,
de quo a pobre rapariga tivesse podido
conservar intacta a sua adrairavel castida-
de, viveado aolado d'aquelles vicios abjec
tos e em prasenja do lynisrao desmedido
do velho modelo.
Considerara cerno ama cousa completa
mente impoesivel, que o miseravel nao ti-
vesse pensado em especular com a virgi-
nal belleza de Leontina, e estremeca ao
pensar em todas as lutas que ella devia ter
sustentado para se coaservar pura.
Respeitando o pudor inmaculado da-
quella ulma to cruelmente experimentada,
e tao espantosamente bella, nao se atreva
a interrngal-a de um modo preciso, nem
formular claramente as suas perguntas.
Recava offander Leontina, e, alm ds-
so, adivinhava suficientemente toda a ver-
dade para que nao procurasse profundar
mais aquelle desolador mysterio.
Tudo quanto acabamos de escrever mui-
to extensamente sucoedeu se no seu espi-
rito em menos de alguns segundos. So
guiu o curso dos seus pensamentos, e con-
tinuou era voz alta :
Porque nao toma um partido ?
E que part lo posso ea tomar, se-
nhor ?...
O melhor e o mais simples de to-
dos. ..
Nao o adivinho.
E' deixar seu pai.
E' impossivel.
Impossivel 1 ?
Sim.
Porque ?
Meu desgracado pai nao podia passar
sera mira ; tem sido despedido de toda a
parte ; nao tem trabalho, e, se o abando-
nasse, talvez pratica3se ms acc3es para
procurar pao...
Mas se tem sido despedido dos ata-
liers, se nao tom trabalho, como disse e
eu acredito, nao por culpa delle, absolu-
tamente delle ?
E' verdade, Sr. Mauricio, sei-o mu
to bem.
E sabendo-o, anda tem d d'elle?
Devo ter.
Nao, nao de ve !
E' meu pai I
Mas far con que morra de descos-
to.
Assira o creio, respondeu sioplas-
raente Leontina.
Mauricio bateu o pe violentamente.
A surda colera que, havia um instante,
S3 lhe aecuraulava n'alma, acabava final-
mente da fazer exploso.
Cora mil diabos 1 exclaraou elle, nao
quero, nao quero que soffra assim Este
estado de cousas nao pode durar mais
teropo 1 Ou Deus nao justo, ou impedil-o
taei !
Como ?
Fallarei a seu pai.
Oh 1 senhor Mauricio 1
Urnas vezes acompanhal-a-hc-i eu
mesmo, e raostrar-lhe-hei a razio..
Oh I nao faja nada d'isao, supplico-
lhe.
E porque nao ?... ,
Por multas razoes.
Quaes ?
Em primeiro lugar, talvez lhe res-
pondesse grosseiramente... e soffreria
muito se o visse insultado por minh causa.
Nao receie nada, minha querida fi-
lh!... E' s essa a razo ?
Nao.
O que ha entao raa's ?
Leontina interrompeu se.
Ento ? perguntou Mauricio.
Acreditara.. .
A desgranada creanja novamente se in-
terrompeu.
Quo sou seu amante, talvez? acabou
o p delo.
Sim, respendeu Leontina, tSo ver-
melba como urna papoula
E se aocr.-ditasse isso, proseguio
Mauricio, maltratal-a-hia provavelmento.
Leontina levantou para o artista os seus
gran tes o candidos cilios.
Dapois murmurou, baixando a cabeca :
Oh nao conhecc meu pai I
Mauricio olhou para a sua interlocurora,
e adivinhou do repente o pansamento que
ella nao ousava exprimir.
(Continuar-se-h)
que da-
FOLHETIM
O OOKCUNM
POR
SEGUNDA l'AUTE
o hubo ce webs
(CoutinuacSo do n. 291)
X
A dlMCUMM&U
Todos que alli estavara para julgar se
r:ameo;e, os magistrados, os principes e os
pares de Franca, prestarara attengo a es-
tas palavras. Os clientes, aqu* lies qu" vi
raos reunidos no aoosento de Gonzaga.hzi-
rara, ouviram um grande murinurio. Aquel-
ousa medoaha que s^ > haraa a claque,
na linguagrrn usual nao foi inventada para
na theatros. Noce, Gironne, Montaubert.
Tarane, etc., faziam o wu officio conscien-
ciosamente. O Sr. cardeal de Bsssy h--
vantou-se.
Requeiro, disse elle, que o Sr. presi-
dente reclame silencio. As palavras da
Sra. pri aceza devem sr ou vidas qui
com o mesmo direito que as do Sr. prin-
cipe.
E, sentando se outra vez. ii.-s-; no ouvi
dodo seu visinho, com a alegra de utoa
vellia que presante um grando eacandWo :
Sr. duque, i'cacoii'i que as Vm>
ouvir boas.
-Silencio! order.ou o Sr. d-; Lamog-
non, cu]o olhar severo fez baixar os othos
a todos o amigos rtfl Gonznga.
Esto contiauou, repondcndo obseivi
cao do cardeal.
NSlo cora o mesmo direito, eraiaen-
tissimo, se mo permittido contradizer a
voesa eminencia, .mrs com direito superior,
poia qae a Sra. princeza mulher e viuva
de Nevers. Admiro-me que entre nos se
ache alguem que por ura momento sequer
so esquecesse do respeito que deve Sra.
princeza de Gonzaga.
Chaverny poz se a rir sorrateiramente.
Se no iuferno houvesse santos, disse
elle comsigo, requera corte de Roma
que meu primo fosse canonisado.
Restabeleceu-se o silencio. A escara-
muja impudente que Gonzaga acabava de
tentar era um terreno incandescente, tinha
tido bom resultado. Nao s sua mulher
nao o tinha aecusado de urna maneira pre-
cisa, como elle tinha podido ostentar urna
falsa geoerosidade cavaiheiresca. Era ques
tilo decidida.
Levantou a cabe'; i e contnuou em tora
i firme :
Felippe de Nevers morreu victima de
urna vioganja ou de urna tric3o. Devo
passar muito ligeiramento por sobre os
mysterios dessa noite trgica. O Sr. de
Caylus, pai 'a Sra. princeza, morreu ha
muito tempo e o respeito fecha-rae a boc-
oa.
Vendo que a princeza se agitava na sua
cadeira, prestes a sentir se mal, adivinhou
que um novo desafio ficaria sera resposta.
Interrompeu-se portante para dizer em uro
toro de requintada benvola cortezia.
Se a Sra. princeza tem alguma com-
municacao a f.izer-nos a esse respeito,
apr>j88o-aie a ceder-lhe a palavra.
Aurora de Caylus fez esfurco para fal
lar, rana n3o ple d^r urna palavra. Gjh-
zg* esperou Iguns segundos, depois pro-
seguio :
A raorte do Sr. marquez de Caylus,
que, sem duvida alguma, poderia torneccr
pr-'i i >sos tj8temunhos, o lugar afastad >
em que o crime fui coramettido, a fuga dos
assas-injs, ixnhaa outras razSes que a
tnaior parte dos aenhores conhece, oilo per-
mittirain instrui-co criroiaal eselarcer
ooir.pletHuiento est- sanguinolento negocio.
Houve duvi as : u-ua suspeita pairou ; ti
nal mente nao se pode f'zerjustica. E, en-
n< tanto, senhor^ s. Felippe de Nevers tinha
um otitro amigo, u n amigo mais poderoso.
Esta .'raigo, tur-i n>' -->s lade de declarar
o seu no os os senhores o conhe-
cem : chama-sn Feiippe de Orleans, re-
gente io Franca.
Quera ouaar dizer que Nevers nilo teve
qu m o viogdsse ?
Reinou silencio.
Oa cente do ultimo banco trocaramen-
tre si aignaes.
Ouviam se por toda a parte eetas pala-
vras, repetidas em vos baixa:
Echo fluminenses
(Do i'az)
A 8 CONFEITABIAS
D-se com os povos o mesmo
se coro os individuos.
Eis o principio que proclama o direito
das gentes, ess'! direito que regula as fe-
lajes dos diversos paizes, est*belecendo
como ultima ratio o canhao mais ou raenos
aperfeicoado, do raesmo modo que as leis
que regularo as relajos privadas decretara
para os casos extremos a forca ou a gui
botina.
O principio, entretanto, desculpem-me os
internacionalistas, nao verdadeiro era
toda a sua exteosao.
Ha ura caso ero que elle falha.
Os annos, proporjlo que cahem sobre
os individuos, vao transformndoos para
peior. As rugas, os per- de gallinha, o
rbeumatismo, os desejos ineonfessaveis, a
ambicao, o egosmo e a avareza succedera
rosea epiderme da infancia e aos encan-
tos physicos da mocidade, cheia de aspira-
jSes nobres o dos mais generosos seati-
ment>s.
A transformacSo que o tempo opera nos
povos em sentido inverso.
Os povos sao como o vinbo do Porto ;
quanto mais velhos melhores.
E' preciso um longo carainhar de secu-
li 8 para que elles cheguem imprestabili-
dade ou caduquice.
Quanto tempo durou o esplendor do im-
perio Romano?
As grandes civilsajoes qae jazem sepul-
tadas sob as areias dos desertes africanos
ou sob os alicrces das modernas cidades
foram por annos infindos urna rie de raa-
ravilhas e assombros !
Olbando para o Rio de Janeiro da mi-
aba infancia e o de hoje, compenetro-me
ainda mais desta verdade.
Eu estou ^heio de cabellos brancos, de
ps de gallinha e de desillusoes, ao passo
que o demonio est mais robusto e sobre-
tudo mais repleto de creancasque outr'ora.
O principio portante nao absolutamen-
te verdadeiro.
O leitor ainda imberbe, que passaamaior
parte do di i com o cigarrinho depalh* en-
gatilhado a matar estpidamente o terapo
olhanio para os que paseara, junto s por-
tas das confeitarias, p le la porventura
imaginar o que oram estes estabelecimen
tos ha trinta annos !
O Rio de Janeiro dessa poca tinha
apenas como modelos do genero o Francio-
ni e o Jos Thomaz.
O requinte do bem tom era ir ra de
Ouvidor tomar sorvetes.
Os sorvetes erara annunciaHos as con-
feitarias em urna pequea tabohta de qua-
tro faces, collocada junto s portas. Em
cada urna das faces via-se pintado ura c-
liz, sobre o qual erguia-se urna pyra mide
escarate, cor de ros* e orauca querendo o
annuncianto por este modo indicar as co-
res das fructas de que os sorvetes eram
feitos.
Os sorvetes mais afamados eram os do
Francioni. ___
O sorvete estava tao em moda, taa era
a sua popularidade, que fiaou imraortaliaa
dj no seguinte lundum:
Nao ha nada que mais eatretenba
< Que um dito chistoso ou chalaca,
c Nao ha nada que mais sabor tenha
Que um sorvete tomado de grao.a.
E' mais claro que o dia !
Aurora de Caylus collocou o lenco nos
labios tinto de saogue, de tal modo a in-
dignacao lhe oppriraia o peito.
Meus senhores, cootiouou Gonzaga,
chego aos factos que deram motivo a este
conselho. Foi qu-ndo casou comroigo que
a Sra. prineza declarou o seu casamento
secreto, mas legitimo, com o fallecido du
que de Nevers.
Foi quando casou coramigo que ella
consta'ou legalmeDte a existencia de urna
filha, resultado desia uniao.
As provas escript parechial, despilarado em dous lugares
nao continha certi io alguma, e sou turca-
do a dizer sinda que unidamente o Sr. de
Caylus poderia dar nos alguns esclarec
mentos a este respeito Mas o Si-, de Cay-
lus guardou seropre silencio emquaoto vi-
veu. Nestd momento oinguera pode nter
rogar o seu tmulo. A verifioajo deve
fazer se por raeio do testemubo sacramen-
tal de D. Bernardo, capello de Caylus, o
qual inscreveu e fez ruencSo do primeiro
casamento e do nasciioento da menina de
Nevers aa rnargem da certidao qae deu o
ueu nome viuva de Nevers. Desojara
incito que a Sra. princeza prestase s
minhas palavras a autoridada da sua adhe-
sao.
Tudo quanto ello acabava de dizer era
de urna exactidao rigorosa.
Aurora de Caylus conservou-se silencio
sa. Mas o cardeal de Bessy, tendo se in-
clinado para ella, ergueu-se e disse :
A Sra. princeza nSo contesta.
Gonzaga cumpriraentou e proseguio :
A enanca desappareceu na noite do
assassinato. Os senhores sabera qual o
inexgotavel tliesouro de paciencia e de ter-
nura que encerra o coraco de nraa mAi.
Ha dezoito annos que o nico cuidado da
Sra. princeza, o trabalho de todos os dins,
de todas as horas, procurar sua filha.
Devo der que as pesqutzas da Sra. prin-
ceza tra sido at o presente completamen-
te inuteis. era un vestigio, era um in-
dicio. A Sra. princeza est to diantada
como no prime ro dia.
Aqu Gonzaga laocou ainda um olhar
para sua mulher. Aurora de Caylus tinha
os olbos levantados para o co. as su*s
pupillas homidas, Gonzaga procurou ero
vilo notar o desespero que deviaro ter pro-
vocado .8 anas ultimas palavras. O golpe
nao a attingira. Por que ? Gonnaga teve
medo.
E' preciso agora, continuou elle, ap-
Parece-mo que estou ouvindo ., Ansel-
mo a repetir esta quidra coro os olbos ar-
regalados e dando estalinhos com os bei-
cos, como se tivesse diante de si urna das
taes pyramides geladas de pitaogas ou
abacaxis.
O Anselmo, leitor imberbe, era o cantor
popular daquelle tempo, e cujo perfil es-
bocarei um dia nestas columnas.
Os sorvetes eram ven i idos apenas as
confeitarias de prroeira ordem.
Custava cada ura urna pataea.
Os bondu, nao tendo ainda introduzido
oa circuluyo o nickel, o sorvete do dous
tostoes era entidade desjonhecida.
As confeitarias de segunda ordem limi-
tavara-ae a vender biscoutos sortidos, do
ees, licores e xaropss, fazendo consistir o
seu principal negocio em refinar assncar.
Na rnior parto dellas vase o seguinte
lotreiro era grande taboleta : Confeitaria
e refinajo de assuc&r.
Nao ha hoje confeitaria da ra do Ouvi-
dor ou qualquer outra com pretenj3es a
elegante, que se dedique aquello mister.
Assim como o advogado de certa ordera
nao vai audienc'a aecusnr citajSes ou fa-
zer lancamentos, deixando estas diligencias
para os recera formados ou para os solici-
tadores, assio tambera os confeitores de
alta categora nao retinara assucar.
Perguntera aos refinadosCastelies, Pas
ehoul e Jailtou se elles retinara.
Entre os biscoutos sortidos das antigs
confeitaria sobresahiam uns celbres, cha-
mados da Rainha, os quaes tinham a for-
ma de urna fatia turrada, o que destppare
cerara completamente do mercado. Estes
biscoutos erara a provi iencia das familias
nos casos extremos. Apenas a dona da casa
via entrar pela porta a dentro urna cohorte
cora ntences sinistras te fiUr-lhe o cha,
chama va a negra e dizia lhe : Vai alli
confeitaria da esquina o tr.iz raeia libra
de biscoutos da rainha. Cada biscoito da-
quelles einpanzinava duas criancasvarazes,
pelo menos !
Os doces de mais voga eram os bons-
bocados e as milis beatas. Nao se conhe-
ciam ainda os meringucs i la crSme, os sa-
varins o todas essas brilhantes argucias da
patisserie franceza.
Os licores eram de rosa, hortel-pimenta,
canella, etc etc.
Entre os xaropes avultavara o capil,
a orcliat i de pnvides de melancia, o caldo
de tamarindos.
Quo diversas sao as confeitarias mo-
dernas.
Imagine o leitor qualquer comestivel, e
nellas encontrar !
Outr'ora, quando se quera alguma fruc-
E se as confeitarias continuaren! a ca-
minhar assira, acabarao por vender medi-
camentos ; o que nao para admirar, vis-
to como as pharmacias, grajas aos inven-
tos da moderna therapeutica, j vendem
confeitos e licores.
Franca Juniok.
ARIEMDES
Resumo da cainpanha com o
Paraguay, seguida dos nomos
dos liras leiros mais dfstlnctos
raorlos durante a guerra.
POB MELCIUZEDECH D'aLBDQDERQL'E T,IMA
(Contnuacao)
Hrigatlciro lesna Brrelo
O heroico e iraraortal general sul rio-
grandense Joo Manoel Menna Barreto foi
ura dos primeiros chefus brasileiros que
medio as suas armas com as paraguayas,
commandando as nossas forjas na defeza
do Butuhy e pelos servijos prestados n'este
combato foi noraeado ofScial da Ordera do
Cruzeiro.
Repellidas as forjas nvasoras, o general,
entao coronel Menna Barreto, penetra cora
o nosso exercito no territorio inimigo.
Commandando a l.& diviso tomou parte
no combate de 21 de Outubro de 1867 e
muito distinguise merecendo os elogiis
do comroandante em chefe.
A 29 de Outubro j no elevado posto
de brigadeiro para o qual bavia sido pro-
movido era 1." de Junho dirige o combate
do Prjtero-Ovelha, conquistando as melho-
res posijoes era que o inimigo estava en-
trincheirado.
Terminada a .nejo, diz o Duque do
Caxias, foi o primeiro cuidado do Exm.
Sr. brigadeiro Joao Manoel Menna Barreto,
dispor tudo para assegurar as posijoes im-
portantes que acabava gloriosamente de
oceupar e principal via de communicajSo c
abasteciraento do inimigo, mandando vi-
giar a posijo do Tayi raargem do ro
pelo 1.* corpa provisorio de cavallaria. ..
Sendo precisa conquistarse a posjao do
Tahy foi d'ess* coramisso encarregado o
bravo Menna Barreto, que no dia 2 de
Novembro a conquisten.
Transcreveraos aqui alguns trechos da
de Novembro
asscgural-a convenientemente.......
.....Manda felicita ao Exm. Sr.
brigadeiro Joao Manoel Menna Barreto
pelo modo brilhanta e feliz porque cstreon
na qualidade de general, confirmando o
alto conceito que sempre mereceu de S.
Exc. era vista do cabal deseraptnho da
importante coramisso que lhe fora con-
fiada......
Foi ainda o general Menna Barreto que
derigio os reconheciraentos do Tebicua-
ry nos dias 6 e 7 de Junbo de 1868, sen-
do elogiado pela pericia e bravura com que
se houve.
Emquanto porm, o Exm. Sr. briga-
deiro Menna Barreto raandava explorar
era todas as direcjss o Protero-Ovelha,
tomado a viva for^a no dia 29 do prximo
passado nez e fazia arrebanhar todo o ga-
do o cavalhada ahi encontrados, nao se
descuidava o inimigo de roanter a todo o
transo a via de commun<*ayo fluvial ni-
ca quo restava, transportando de Humay-
t para aquella posijito columnas de infan-
tera, que desembarcando comejaram des-
de logo a construir obras de defesa, tendo
por proteejo a artilharia de grosso cali-
bre que assentada em tres vapores o urna
chata, atracados a raargem do rio, atirava
sobre o nosso corpo de cavallaria, postado
de observajo era distancia forado alcance
dos seus projectis.
i As duas horas da raanh do referido
dia 2 do correte, achando-se j tudo dis-
posto de accordo com as ordens de S. Exc.
mandou o Exm. Sr. brigadeiro Menna
Barreto, a trente da citada forja, para a-
quelle objectivo priocipal das operajes
que lhe forara marcadas, e onde sabia ex-
istir a mencinala f irca de infataria inimi-
ga, com mandada pelo majur Villa Mayorf
as referidas condijCes de defesa e segu-
rar, ja .
As paginas das nossas ordens do dia do
exercito Paraguay revelam os importantes
servijos por elle prestados no famoso mez
de Dezembro de 1835 as batalhas do Ito-
rr, Avahy e Lomas Valentinas.
Nesta ultima tendo-lhe ordenado o Du
que de G.xias que elle cora a sua cavalla-
ria avanjasse pelo nosso flanco direito e
procurasse romper e atacar a linha fortiti
ca de Peiciry -nao s comprehendeu per-
feitamente a nature.-a da coramisso de que
ordera do ,oji j o tora encarregado como a executou com a
de 18b7, do exercito em operaco no ra-!1 .. p ,
maior tehcidade e denodo, atacando as trin-
raguay.
c .....A forja expedic onaria cora-
mandada pelo Exm. Sr. brigadeiro Joao
Manoel Menna Barreto oscupou no dia 2
, f ; j entre os quaes ngaravain 1UU teridos..."
do correte .nez a importante posicao de- ., ?. M(l <> .
f_ r c Vo rt^/larr An ella n Ha IX l\c
nominada iahy sobre a raargem esquerda
cheiras inimigas pela gola, tomando-lhe
30 canhoes de differentescalibres, matando
lhe 680 homens e fazendo 200 prisioneiros
Na ordem do dia n. 212 de 14 de ja-
, neiro de 1S69 tratando do mez de dezem-
ta para um deente em convalescenja, des- :do rio rcraguay ; sendo este tacto do mais
' oro, diz o Duque de Caxias em relaco ao
pachavam-se portadores para Iraj, lohau- subido alcance para o destecho da presente
ma, ou ia-sa praja do Mercado, onde as Icampanha, precedido de uro combate em.o "
_ _' 1 1____________________________ .1 J ^a-- rs.(n AinMn ii mu un *t np.tinnit liti<1 nrt O o > a 1\f\ J I
raridades no genero erara vendidas a peso
de dinheiro.
Hoje vai-se confeitaria.
As confeitarias invadiram a esphera das
quitanieiras, vendendo laranjas, limas, fi
gos, melancias, couves-flores e at toma-
tes I
Invadiram a esphera dos pa leiros. O
pao, as roscas e as bolachas figurara tam-
bera n'ellas como genero de negocio.
Os leitors lembram-se d'aquelles es-
plendidos liejs que vinhara de Suruby ?
Er^m vendiiosem grandes cestas cobertas
por lvo lenjol de algodo, carregados por
pretos velhos.
Lembram-se tambem do raelajo que os
pretos do Campo-Grande vendiam em la-
tas cora medidas de vinte e de quarenta
lis ?
Tudo isto a confeitaria usurpou !
O capil, a orchata e o tamarindo ten-
dera a desapparecer.
Os refrescos modernos coosistem era be-
beragens cora diversas qualidades de v-
noos e cognac, e que tomara o norae do
8Ueito que os nventou.
Os conheciios e amigos dizoii entre si:
Nao queres um Castelles ?
Varaos tomar um Jos Proenja?
Como o Rio de Janeiro carainha!
tez ganhar nesse ataque que seu norae ficou
registrado por maneira gloriosa nos annaes
da presente guerra, como um dos generaes
que n'ella mais se ennobreceram.
Tomou parto nos combates de Sapuca--
hy e Ibicuby em 1 e 8 de Julho de 1869
e finalmente no ataque de Piribebuy a 12
de Agosto commandando a columna da es
querda.
a Menos feliz foi a columna da esquerda,
ahi provisoriamente a respectiva basa de: diz S. A. o Sr. Conde d'Eu, pois vio pere-
operajSes, marchar a oceupar a citada po-' cer gloriosamente o chefe que marchava a
sijo do Tahy. sua frente, o heroico e mallogrado brigade-
Chegandoao campo em que devia ma- i ro Joao Manoel Menna Barreto, perda por
nobrar, dispoz o raeBmo Exc. brigadeiro a|denaie sensivel para o exercito e a naci
sua forja para o corabate, ordenando que qe tantas glorias conou.staram com o auxi
a infantera forraasse era linhas paralellas, |" seu seinPre ^^rjado brajo e dis-
refurjadas por columnas de ataque e de- .tractos talentos...
termraou as posijoes de artilharia e caval- Sabendoseda raorte do bravo Menna Bar-
laria era ordem a proteger efficazmente reteas corporajoes nacionaes lanjaram as.
aquella......... Conquistada com actas de suas seasoss votos de pesar, e todos
tanta glora esta importante posijo, o os verdadeiros brasileiros sentirn a morte
Exm. Sr. brigadeiro Joao Manoel Menna daquelle quo sempre teve a espada prora-
Barreto, de accordo ora as instruejoes que pta para levantarse em prol da liberdade
lhe foram ministradas, tratou iraraediata- dopaiz.
mente de dispor os meios de defeza, para (Continua.)
- Eu era ainda mojo,
zaga, 'imito considera o
pellacdo para o seu sangue fri, preciso,
meus senhores, apezar da minha viva re-
pugnancia, que 'bes falle de mira.
iJepoU do mea casamento, durante o rei-
nado do fallecid) re, o parlamento de Pa-
riz, a instancias do fallecido Sr. duque de
Elboeuf, lio paterno do nosso infeliz paren-
te e amigo, enlregou a tolos os tribunaes
urna sentenja que suspenda indefinidamen-
te (salvo os limites dispostos pela le) os
meus direitos heranja de Nevers. Era
salvaguardar os interesses da menina Au
rora de Nevers sa ella fosse arada deste
mundo ; nao me queixei.
Mas essa sentenja, meus senhores, era
por isso deirou a causa da minha profun
da e incuravel dasgraja.
Tolos pr< Esculco, escutem, disserara os que
eatavaio nos bancos pequeos.
Um olhar de Gonzaga acabava de indi-
car a MonUubert, Gironne e aos outros
que ra aquelle o momento critico.
continuou Gon-
na corte, rico,
muito rico. A rainha nohrez* era daquellas
que se nao contestara absoluta nente. Ti-
nha por uiuiber un thesouro de belleza, de
espirito e de virtude. Como rugir, per
gunto Ihes, aos sordos e corar les ataques
da inveja 1 Sobr ura ponto eu era vulne-
ravel : o calcanhar de Achilles A sen-
tenj do parlamento tinha tornado miuha
posijo de tal molo falsa, que, para cer-
tas alnas baixas, para esses corayos vis
para quera o interesse o nico souhor, pa
recia que devia desojar a raorte da menina
de Nevers.
Cada um apreciou estas palavras a seu
modo.
E, idous senhores, disse Gonzaga,
antes que o Sr de Laimuignon tivesse im-
posto silen -io aos interruptores, o mundo
assim I NSo r-- forra a re oos o mundo. Eu
tinba interesse, interesse raateriJ. A ca-
lumnia tinha bem jego contra mira, e nao
deixou do explorar esta ratea. Uro nico
obstculo rae separava de urna graud.i he-
ranja. Pois dnsappareja o obstculo I Que
importa o longo testemunho de toda a rai-
nha vida ? Julgarara-ine capaz das inten-
jes raais perversas e raais infames 1 Pu-
zeram (devo diz-r tudo ao conselho) puze-
rara u t'rieza, a descoufianja, quasi o odio
entre a Sra. princeza e eu. Toraarara por
testerauoha aquelle retrate coberto de luto,
que orna o retiro de urna santa mulher ;
contrapuzoraaa ao marido vivo o esposo
morto; e, para eropregar urna palavra tri-
taata pericia e ga-
que anda urna vez assignalarara-se as nos- ,. j j _
^ l ii ______lhardia, executando as ordens quo de mim
sas armas por raais um brilhante e cora-
r, ... .__i recebera para atacar o nimioro na Iraba de
pleto tnuropho sobre os rairaigos, ultima- f
r r i- j Pt-kicirv e tantos tropheos e vantagens nos
mente circumscnptos no espajo limitado tr*-11-"/ & B___
pelos seus entrincheiraraentos sem a menor i
comraunicaySo com o interior do paiz.....|
Conforme havia determinado S. Exc de-
pois de oceupar o Protero-Ovelha, feitos
os necessarios reconhecimentes e explora-
j3es e tomadas todas as medidas para ga-
rantir esta posijo e evitar que o inimigo
podesse reueber recursos pela nica via de
communicayo terrestre, que antes lhe res-
tava, deveria aquella forja, estabelecendo
vial, meus senhores, urna pobre palavra i raart ao cardeal de Bessy, sejamos justos,
que a expressao da felicidade dos hu- jdo mais 1
raildes e que nao parece feita para nos ou- O Sr. de Mortmart chamava-se Victur-
tros a quera chamara fidalgos, perturbarara niauo como todos os raembros da Ilustre
o meu lar domestico. casa de Rochecbouart.
Estas palavras foram muito applaudidas. Estes diversos Victurnianos erara geral-
r mente bom homens.
O meu lar domestico, comprehendem, Aa ^ iuguas dziam, que nenhura del-
o interior da minha casa, o meu repouso,
a minha familia, o raeu corajo I Oh se
soubessem que torturas os malvados po-
dera infligir aos bons se soubessem as la-
grimas de sangue que se chora invoando
a surda Providencia se soubessem I Ve-
jara, affirrao-lhe8 isso pela roinba honra,! __
pela minha salvajo, juro-lhts, daria os
As senhoras, por
meus ttulos, o meu nome, a rainha fortu-
na para ser feliz como os pequenioos, isto
, urna mulher dedi.-ada, um corajo ami
go, filhos que nos amassem a a quera ado-
rasseraos, finalmente a fv.nilia, a faraili,
esta parcella de felicidad3 celeste que Deus
cheio de bondade, deixa cahir entre nos.
Gonzaga lanjou raio de tod >s os recur-
sos. As suas ultimas palavras foram pro-
nunciadas com ura tal arrebatamento que
houve na ass^rabla como que urna grande
coramojo. A assembla estava comino-
vida.
Havia mais do que interesse, havia una
r-speitosa corap'iixo para cora aqu--ll i lio-
mera a pouco tao altivo, para cora aquelle
grande vioha por a descoberto cora as lagrimas na Ido, nao ter do ella UmUem crue.s
voz e nos olhos, a chaga terrvel da sua turas.? A lote,I,*eno^.^"^08;.. '
existencia.
.vquelles juizes er*ra ana grande parte
pessoas que tinham familia.
Apezar dos costuraes da poca, a febre
do pai e do e:poso desperteu nelles violan
tmente.
Os outros, devassos ou agiotas, senti-
rara nao sei que vaga emojo, como cegos
qu9 adivinhara as cores.
les inventou a plvora,
exeroplo...
O cardeal de Bessy sacudi o lenjo cheio
de rap.
Cada membro do respeitavel senado fa-
zia o quepo a para conservar aquella
gravidade austera. Ms os bancos^ peque-
nos nao se oontrariavam absolutamente.
Gironne enxugou os olbos que estavara
sejeos : Oriol, raais torno ou mais babil,
chorava. o baro de Batz solujava.
Que alma disse Taranne.
Que boa alma I accrescentou o Sr.
Peyrolles, quo acabava de entrar.
Ai! disse Oriol com sentimento, nao
compreheuderara aquelle corajo.
Quando lhe dizia, murmurou o car-
deal, que iamos ouvir boas Mas escute-
raos. Gonzaga nao acabou arada.
EfFectivamenle. Gonzaga continuou pal-
li io de emojo :
Nao tenho odio, raeus senhores. Deus
me livre de querer mal a esta pobre rai
cn^auada. As mais b5o crdulas, porque
amara ardentemeute. E, se tenho soffri-
tor-
isse-
r.i.ii-liie que eu ri o inimigo de sua filha,
que tinha interesse. .e comprehendem bem
isto, meus s-rahorns, interesse, eu, o prin-
cipe de Gonzaga, o horaim mais rico do
Franja dapois de LaW.
M-.is rico que Law, disse Oriol.
E certmiieuta nao liavia all pessoa algu-
ma para contrudizel-o.
Disseram-lhe, continuou Gonzaga :
S duas pessoas conservara* so frias no Ea horaem lera em.ssurios por toda a
raeio do entern-ciroento geral : a Sra. ,P*rte : seus agentes sulcam eu> todos os,
princez* do Gooz.ga e o Sr. de Chaverny. sentido a Franca, a Hespa.iha, a Italia...
A princeza tinha os olhos baixos. Paro- K8e bomem irapjrta-se raais com sua filha
cia BOiihar, e de certo aquella attitude gla- lo W* B hora...
ctal nao lhe era abolutaraente favoravel Voltou-se para a princeza e accrescen-
perante seus juizes prevenidos. Quanto ao i tou
raarquez, bnneava na sua poltrona e dizia
entre dentes:
O raeu Ilustre primo um grande
velhaco I
Os outros compr bendiara pela attitude
da Sra. Gonzaga, o que o infortunado prin-
cipe devia ter soffrido.
E' de mais I disse o Sr. de Morte-
Dsscnim-lhe sto, nao verdade,
minhora ?
Aurora de Cylus, sera lovantar os olhos
e sera se moftsr, 'liase :
D.sseraro-ins.
(Continuar-M-ha)
Typ. do Diario ra Lhi-juo de Canas n. t.

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