Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18713

Full Text
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MM t CAPITAL 12 Ll:iAKl5f OXliE SAO SI PACA POIIT
... ........ 6:5000
..... ......... 125X)0
Um UOO de:n................. 24^000
i armero avuiso, do mesmo da............ (5100
vj
PARA DENTRO E FORA DA PROTINCIA
Por seis mezes adiantados.........,....
Por nove ditos dem..............
Por um anuo dem................
Cada numero- avulso, de dias anteriores..........
130500
2i$000
27.5000
(5100
propuefrafce i>r Mmot itfittrira >c Jara /.lIp*
O* Srs. lmeJcc Prlnce C a,
Jo Pars, silo os nossos ngente
exclusivos de auaiinrioi e pu-
(!fc.ico>s d Eranoa e ''..jtiH-
trra.
Aviso
V,
' d 8. subscriptores desto Diario avi-
a rosp liva dirac^So que, do 1. de
ir prximo etu dante, far-se-ha a ar-
sdscSo das ussiguaturaa pela forma se-
te :
11 cifc e lugares para onde
ala se pag "rt?, G-)000 por trimestre,
aantadoou durante o 1.* mcz do raesmo
rirucstre, X> tim co trimestre ser suspensa a re-
;sa da Diario aos que n3o tiverem sa-
'ifeito seu debito.
Fot?, da cidade, nos lugares para onde
L.T^in rs remessaa pelo correio, 13$00
>or semestre, pago as rrtesmas condicSes
-na.
Aos que ctiiaerem pagar o anno a fiis
i lo, far-sc-l a abito de 15000, para to-
s os anigmaXtea.
BUENOS-AYRES, 13 do Dezembro.
ASSUCAR : Prouxo. pone* prerurn
r tendencia ptirn balxnr.
\m rarregamenlu de Batanear do
Rio .ramio do \oric rol vendido u
fl 9/8 cent, por libra.
Agencia Havas, 6ial em Pernambuco,
18 o D.z mbro de 1886.
ELEGRMMAS
;ss7S50 mxssw so mxa
RK) DE JANEIRO, 18 de Bstsambro, s
10a tras e 40 minutos da raanh. (Recebi-
- 11 horas e ">"> minutos, pelo -abo sub-
I no).
Vol exoaeiratlo o ronaemolro La-
oTajolle Rodrigue* rt-n-lra do cargo
di* repre<*ni"n|p do Brasil na cooa-
mlito irici na ictial no Chile, para
jiilanmcnto dan rerlomatOc oritm-
il< i>mr* uh(.tullo Rara o do
Villar le tti'iracie.
:oti; :<. ioba um
Especial pa* o Diario)
ftOUNOS-AYRES, l8 de Dezembro.
Tea etnailo ooiitrlonaria a inleaaf-
lirii.
BERLIM, IH de Dezembro.
A rominiMwao ntllilar do Heiclix-
laaj amba ate adiar pira Jan iro
(pruiimii. apenar fitlni-.ii< da siu'cti. a tllMuu em
.i-mimia lellnra do pri>jert< de le
ri'lain no augmento t!' rrr#iio*
:i:5.Mi nroiaila miemfi.
:: i.MA, de l)e?<-mbrp.
t CnniHin Ion pillado adoplnu
.ii ii.a s>i pilt' tendente a Cazer
ireciMtVrir nata l"Jirenra a etoaa
I eleltre roiniiimlliir K.i.ini.
RIO DE JANFIRO, 18 de Dezembro.
Kcie hJ<" para i lia* re rom enca-
la por Unlilae retaamburB.o vapor
VII.'.S DF- CE ARA' doa CbaeorJWn-
COMUKftCIAES
LIVERPOOL, 17 de Dezembro.
.|'t:f.t/.--Mercado calmo. Presa
e-in aMeracfi-
O de Pornambueo a. IO en. O d.
por quintal-
ALGOdlO :TraaaMc poueo ac-
ta. Hreco nnnteniado.
O l'MU de PeniamUuco *ende-e
% ." 5 IO L. por libra.
Vender?n-*e SiOOO /ardo.
SEW-YOBK, 17 de DezctaLro.
ASisl'CAR: Calmo, piorm em %a-
j-iaei.'.
O FAIU REFISISQ de Pernambuco
icnuric 1 / ten!, por libra.
LIVERPOOL, 18 de Dezembro.
A>-i.'CAR.: Pouca procura. Merca-
tt> liileii.
Al/JOD.iO : Bantaale procurado
pelo prera acime, porent cm
lendencla para nublr.
NSTRCaO PQPDLAR
0"CBOLZSA B SEUSIUIII502
(Conferenciado proessor J..1.Rodrigues)
(E.-trahido)
DA BIBUOTHtGA DO POVO E DAS ESCOLAS
( Cortfinuafao )
N (:i p:ssivc!, 'poij dos trsbalhos da P;.r-
teur,ene h-'mi m ei'riiordinariamt'nte grade
; m,- e d.is seos diseipulos e coutinvadoros (que
os bt i! d'is maig mtaveia na Aliirr.nuh'i, em lu-
glaterra, na Au-crica, ote, sem qnc todava tenfea
al boje ppareiido que eacure^t o genio du mes-
tri', quff rcaplardeee at nns miimnas luta com
os geu Tois t^Bnosoa contradictecet), uo era p s-
sivcl, digo, deiiar de investigar qual o ser ou fer-
mento que produz o cholera, asalogara"nte auatTOs
teres mnis ou menos perigosos multtai) de doen^Hg eonUg'ctts, com reserva das
que o sao por mera ii.fluencia nervosa (como as
doencira ep.tgios:is por imrtncit'.).
Os celebres trabilhos de Pasteur sobre o chole-
ra das gllinha?, s >bre a febre cirburoul )6 e
outras grvese perigosasTodestias, impeiliam n'o
fti.Un rite para estudos nalogos sobre o cholera
e outrus'inlermidadcs cor!ogi isas de carcter gra-
vistimo.
Nao poda Pasteur, qnando a epideeia do cho-
lera tnha abandonado os seus lugares de origeia
em lftl, e ame^-iva invadir a Europa, nao pjdia
bastear (repito), coherente coso o aeu paseado,
deixsr de lembrar 4 jtsnta consultiva d bygicoe
(Corn'UQonstdtalif ate Hygiene) de Paria, quaat
eonviria que a Franca, na vanguarda sem pre dea-
tas humanitarias ia^eatiga^oes promovessetima
expoiicau que fosse, ao 10:0 da epidemia, estudar
naa eutranbas das victimas, nJo o aegredo do
tcal que 88 prostrara, c<>mo tambem e muito prin-
cipalmente o re-Bedio com que poderiim iust.r-te
e corrigir se novas e nuteia mortandades.
I i'i-ri benemrita iniciativa reaultou ger man-
dada no Egyptovma ecrmnieso de teehnicos fran-
ceses, que alli deseuibarearam-por mi'iadoa de
Agosto de 1883. Constituida por Thuillier, tkraua,
Nocard Uoux, M-ooaram, isem heaitacio, aquel
les bumnoitarioi investigadores a seguranf* e o
conforto da patria pelos oerigoa de repugnantes e
cotninvedoras experiencias... E' que a "Franca e
o mundo confiara ao reu espirito e ao seu-cemi^ao,
por vezea juvenil, amclhor das suaa esperass,
um& eaperanf-a de vida e de eonf/rto a distribuir
e a propagar por entre as victimas ineeaaantes e
prnvi.veis de un fligello seo piedad-'.
Entre aquellea valorlos soldados do saber, dis-
tiuguia-se Tbuiller, apema sahido da adolescen-
cia (poia nao completara 30 anuos), preparador
prediiicto de l'aatcur, e que devia expiar com a
propria vid a coragem com que ao txpucera ao
mieriibo ch( lenco.
Effectivalente a expedir-Io franceza oio neo-
heu inclume ao paiz que a enviara.
us calidaa necropclea do Eeypto firmara o des-
tino urna t(quenti38iina oas tunebre demonatra-
cao doa perigos aque ae arriscara. T-huillier tinha
pago com h vida em 10 de beteinbro a nobre coo-
fianca quenelle depoaithra o mestre.
Euiquauto opera va no Egypto a comjiiseao fran-
ccia, eatudava tambem all o cholera um sabio j
euta i vautaj idamente coubecido no mundo scieoti-
fico p -loa seus trabalh >s microbiolcgicos, o Llr.
K ic um allem.^o pertinaz e por igual corajoso,
doutoi qae, at certo ponto, catabelece na Alleina
nha o actual pendant de Pasteur. Este especialis-
ta germnico combara um anno antea a estudar a
epidemia nai visceras de varios cholericns-f-illec-
doa na I!-ia e de 1A parcialmente exportadas para
o leu laboratorio de e.tudo.
E' quasi certo, meta seohores, e certo esmo
permitU-e'-me a exprto), me-ralmenre certo,
que o cholera tem origein u'um microbio qualqu r
ipicrebio ira sexo, microbio que, nio jendo vege-
tal le-irvii m>.l, a um cnpc participa destae dual
lrias orgnicas, quasi wmpre confundidas n'a-
iiutllri seri s.
Asdo'ncas contagi. as, como o cholera, devem
todiis a ua existencia a um ser, que se propaga e
se multiplica eom prodigio* i rapidez.
Entie agais rie?tei aeree minim 8 to verti-
ginosa n rraltiplieavaoiue, em fres horas, a ocico-
inonada tn Srs. Dalliuger e Dryslale poder ta-
briei.1 una tal quanlidade lie descendentes gne o
neii numero exceder o nlgaritno total a pupala-
e,i> lium .n*.
(Con'i'tua.)
dos os vencimentoa, nos termos do decre-
to n. 3,309 de 9 do Oitubro ultimo.
Consta que vai ser agraciado osle ma-
gistrado com o titulo d; Barao de Araujo
Ges.
Forara nomeados miniatros do mesni
tribunal os desembargadores Viriato, Ban
deira Dusrte e conselheiros Olegari|j,^er,-
culano de Aqu;no o Castro e Luvz Gon-
zaga d Brito Guerra.
Foi nomealo presidente do tribunal
da rlacZo da corte o riesembargador Joa-
quim Fran.isjo -.-.a F.iria.
Foram nomeados desembargadores :
da n Incito de Cuyaba, o juiz He dreito
Carlos Espiridiao de Mello Mattos; da do
Porto-Alegro, o juie de direito Frederico
Dabney de Avellar Brotero ; da da corte
o juiz de direito Luiz Antonio Feruandes
Piolieiro ; da do Ri'ife, o juiz do direito
Hermogcnes Scrates Tavares de Vascon-
cellos ; da de Belm, o juiz de direito
JoAquim Josc d'Oliveira Andrade.
Foi designada a 2.a vara de orpbitos
da corto para n'ella ter exercicio o juiz do
direito Antonio Augusto Ribeiro de Almei-
da.
Fii exonerado, a pedido, o juiz de
direito Antonio Augusto Ribeiro d Almei-
da do cargo de chefe da polica da provin-
cia do Rio do Janeiro, sondo nomeado para
o raesmo Ingar o juiz de direito Manoel
Jos Espinla.
Fii designada a comarca de Brejo,
na provincia do idaranbo, para nella ter
excr:Lio o juiz de direilo Martiniano Man-
des Pereira ; a de Sonza, na da Parahyba,
para o bacharel Miguel Peixoto do Vascon-
cellos.
- Foi nomeao juiz municipal o de or-
phos do termo do Entro Pv'os, na provin
cia da Babia, o bacbarel Arsonio de Almei-
da Araujo Cavalcante.
l'or despacho do 4 do correte foi
aposentado o desembargador Quintiliano
Jos da Silva com as honras de ministro
do supremo tribunal de justiga, o os ven
cimentes qae llie competirem na forma do
citado decreto c o juiz de dirsito Fernando
Alves de Carvalho com os encimentos
correspondentes ao terap) de servico, nos
termos da -iai n. 2033 de 20 de Setembro
de 1871.
Forara removidos por despacho do
4 do correte o desembargador Antonio
Joaquim Rodrigues, a pedido, da relacSo
d Ciiyjb para a da coopte o deaembar-
gador Delfn o Augusto Cavbante de Al-
buquerque, a pedido, da de Belm para
a do Rucife ; o juiz de direito Antonio da
Triadado Aotunes Mira II nriques, da co-
marca de Pitirabu', do 2.a entrancia, na
proviuci.i da Parabyba, para a da capital
Caruar, com os veneiment03 que lhe eorjJ.
pitirera.
Por p rtaiias de igual data o vista
da propota do chefe da ommissao de
raelhorau$ento8 dos portos da Pernambuco,
foi exonerado Joaquim Jos da Silva Gui-
maraes, 4o lugar de coadjuvante do 2a
classe do servico technico da mesma com-
missao, sendo promovido ao dito lugar o
eoadjuvsute de 3a Leopoldo Augusto van
gelista, o ao de 3a o da 4a classe Jos
Pedro Alexandro Bszerra.
- A' presidencia da provincia do Per
nambucea-expedio o ministerio da agriul
tura, b i^do corrente o aviso seguinte :
Illm. s Extn. Sr. -Em officio de O de
Agosto do auno prximo passado submet
teu essa. presidencia decisao do minis
terio ao ineu cargo um requerimento da
com panhia da estrada de frro do Recife
ao Limoeiro replicando contra o acto da
mesma presidencia que ojulgou caduco;
em virtude do decreto n. 8,822 de 30 de
Dezembro de 1882, pelo qual foi declara-
da de interesas geral a dita estrada, o con-
trat) provincial de 24 de Outubro de
1878, celebrado para construcgSo da men
cionada ferro-via e dos seus ramaes.
Em resposta e para os devidos fins, de-
claro a V. Ex;, qus os contratos provin
ciaes para construce.ao de estradas de fer-
ro nao fieara caducos pdo facto de screm
as mesraas estradas declaradas de inters-
se g ral, canforme se v da imperial re-
solucao, tomada sobro consulta da seccSo
do imperio do conselho de estado, a pro-
posito de questSo an. citada pela presidencia do Minas-Geraes,
com relacao "Strada de ferro Leopoldina,
e constante do aviso deste ministerio de 5
de FcvcTeiro de 1831, dirigido a esta ul-
tima presidencia.
Deas guarde a V. Exc. A. da Silva
Prado.
TheSOlirO Provincial lera-morbus, ia tornando cada vez peior a Mam-
DESPAOHOS DO DA 18 DE DEZEMBRO DE cao econmica d. paiz.
,koR O bancos pi ticulares restnngiram ocreoaaa
. 1000 n os do Estado tambem nao se moatravam prodigo,
Officio do commanlante do Lorpo de com 0 que muito se senta o commercio ca grral.
Polieia, J. J. Alves de Albuquerque Fran-! Encerrou se o Congress) Argentino no da 26;
cisco Jc8 dos Passos Guimara.s e di-| A attenc&o publica contiuuava presa-s_rtas>
rector do Arsenal do Guerra. Informe o
Sr. contador.
Thoro Joaquim do Reg Barrjs. -Hja
vista o Sr. Dr. procurod.r fiscal.
Dr. Annibal Falcao e outros. Volte
da iavatao do chelera-morbus, poueo se importan-
do coro as occnrreucias politicas. A autoridadea
sanitarias trabalhavam dia e noite, mas so a mo-
lestia nao tomava incremento no eoracao da cid-
dade de Buenos Ayres, devastara alguna desea
arredores e iu-se propagando por outras localida-
. ( di s do paiz, taes como Cordova, Rosario do ha
ao contador para de accordo com as uior-; p Enaeada e Gualojubycb. No E ssno h^n
maei 's fazeram se as notas em folha.
Luiz Chaves & Irmao. -Informe o Sr.
collector le Iogazeira.
Jos Paulo Botelbo. Volte ao Sr. con-
tador.
SeDhorinha Maria drr 'Oliveira Mello
Registre se e facara-se os a'ssentamentos.
Rodrigo Carvalho se C. Nao tendo si-
do entregue, era recebido pelo conselho
a mercadoria alludida, nao podem s tendidos.
Dr. Manoel Polyearpo Moreira de Aze-
vede. Certifique se.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DIA 16 DE DEZEMBRO DE
1886
Augusto Octaviano de Sonz, Mello Cor
reia & C, Franeelino Bastos de Oliveira e
Jo= Corde ro dos Santos. Informe a 1.a
seceso.
Andrade Lima & Irmao, A. MaitinB
& C, Joaquim da Silva Ferreira, Albino
Ainorim & C. e Manoel Cleroentino Ribei
ro. a' 1.a secc-ao para os devidos fins.
D. Annunciada Camilla Alves da Silva.
Deferido de accordo com os ioforraa-
eoes.
Arcenio Baptista Vianna, Rufino Fran-
isco Baptista, Jos Francisco Borg's e
Silva & Alves. Iaforme a 1.a seccao.
O
DIARIO DE PERHAMBliCO
RECIFE, 19 DE DFZEMBBO DE 1886
Noticias do Pacifico. Rio da
Prata e sul do Imperio
O paquete Pernambuco, entrado hontem do sul,
trouxe as eeguiotes noticias e as que centam das
rubricas Parte official e Interior.
Pacifico
Datas de jornaes at 19 de Novembro e telegra-
phicas at 9 de Dezembro :
Noticias da Bolivia dizem que a cmara de se-
doYlp^uV~ teaeme fb^ a*t T+M**0!" h PPrQV.0U rfc,^f clonjf f< ***
^f faculta a cese ao de grande extemao ce terrenos
Ministerio da Guerra
Por decretos de 4 do corrente forara
promovidos na arma do infantaria :
A capitao, o tcnente Oaofre Jos de
Magalhaos, para a 2a companhia do 3o
batalhlo, por estudos ; a tenantes, os al-
feres Luiz Alves Pinto o Fernando de Oli-
veira Messcri, por antiguidade, e Jos
Laurianp da Costa por estudos.
Por decreto da mesma data foi promov
____TARTE OmClli____
inistio do Imperio
Por despacho de 4 do corrente forana
elevadis a conaeiaeiros de Estalo ordina-
rio os conselb-iros de, Estado extraer i
Bares Jos Bento da Cuoba e Figneire-
do AToneo Celso de Asis Figu-ir;do, e
Lafayette Rodrigues Pereir.r-
Foram nomeados inembros extraordina-
rios di-ste conselho J 5o Alfredo Coi reia de Oliveira, Mano 1
Francisco Corret, Antonio Marcellino No-
nas Goocalep, Alartn.h} Alvares da S I-
va Campos e Ilnirique de Beaurepairc
R han.
Forara designadas os conselheiros de
catado Joao Alfredo Corroa de. 0:iveire,
Aoooio Marcelino Nunes Gongalves e fien
rique do Bearepaird Rohan, para oervi-
rein, o prim- iro na teocl') d' s negocios do
impeii i e agricultura, o efundo na teegao
de jusuga e estrangeiro, e o tereciro na
seeeao de guerra e raaiinl-a ; sendo dis-
pensados do ixer.icio cu nlativo as n-fn-
ridas sect^S;* os Onselbeirus de csiudo Joo
litis Vicira (TaDsaiiSilo de S'oimbu', Luiz
Antonio Vi.-ir.i ila Silva e Affoi:s > Cel-
so de Assis Figueireci';.
Ministerio da liisiica
P.r deuralo de 14 uo cuirenic ftd
aposent-ido n pedido o ministro do supre-
mo tribunal de justicn, conselbeiro Iuno-
cen-i" Maques de Ar njs G *, rvv to-
da mesma provincia, de 3.' ontrancia ; o
juiz de direito Albino Pinheiro de Siquei-
ra, a pedido, da de Alegreto, na do Rio
Grande do Sul para a de Santa Maria Mag-
dalena, na do Rio de Janeiro ; o juii mu-
nicipal o de orphaos Antonio almo'n de
Brito, a pedido, do termo de Entre-Ros
para o de lahambupe, ambos da provincia
da Balita.
Foram foitas menea das serventas
vitalicias dos seguiotes officioa :
De tabelliSo e eserivo do cvel e crime,
de orphos, ausentes e annexos, do termo
de G rup, na provincia do Para, a Joa-
quim Antonio Marques; de escrirSo de
orphaos, ausentes, provedoria de capclla e
residuos da capital do Piauhy a Satyro
Jos Pinto de Oliveira ; de eserivo de or-
phaos ausentes do termo do 1:6, na do
Cear a Miguel Carlos da Silva Peixoto4
de es -rivo i orphos o ausentes, e da
provedoria de cupeilas e residuos do ter
mo de Souza, na da Parahyba, a Francis-
co Antonio de S ; da tabelliSo de notas
e eserivo do cvel e crime do termo do
Arrojo Grande, na do Rio Grande do Sul,
a Z -ferino dos Santos Costa.
Em 6 de crrante n3o foram agr
ciados os sr-guint -s reos :
Honorio dos S-ut is 13 pt'sta, condemna-
do pena de 9 annos e 4 mezes de prisao
simples e multa correspondente metade
do teropo, em virtude de dacisao do jury
do Recife, na provincia de Pernambuco, p >r
crine de feriments graves.
Manoel Alexaudre Rodrigues, condenaos-
do pena ue 8 annos do gales e multa de
20 0| do valor roubalo em virtude de de
eisao do jury do termo mesma provincia, por crime de roubo.
Ministerio di Fazenda
Por deer.to de 4 do corrente, foi de-
mitiilo do lugar de 1.* escripturario da
Thesouraria de Fazenda do Para Achillee
Jox Gomes Porto-Alegre.
Aos inspectores de Thesourarias di-
riga o Sr. ministro da fazenda om 27 do
fissado a 8eguinte circular :
Francisco Btdiaario Sobres do Souza.
prebidento do tribunal do Thesouro Nacio-
nal, dejara aos Srs. inspectores das The-
souraria de Fazenda, que a prisao admi-
nistrativa dos responsaveis alcanzados p >ra
com a f.zcnda publica, e de que trata o
decreto n 67do 5 de Dezembro de 1849,
adiuissivel t.inJa depois de demttidos os
ditos rrspouK.aveis, conforme explicaram
as ordena a. 33 de 3 de Abril e d. 90 do
30 de Julho do 180, que devem ser fiel-
mente observadas.
Hinlatcrio da Agricultura
Por poruria de 4 do corrente mez, foi
removido o eng'nheiro Jos Joaquim Ro-
drigti'.s t-d iimba Jnior do cargo de.che-
fe de luMSOcJli do prolongamento da es-
trada de ferro do Rcpife a S- Francisco,
o qual foi oxlincto, para o de engenheiro
r*id'r.tc di ei'ra.'a di* f-rra xeira Ras.
- Per decreto de 4 do corrente foi no-
meado cemraandante das trinas da pro-
vincia d > Para, o coronel de estado
maior de 1* classe, conselhniro Francisco
Jos Cardoso Jnior.
Foram transferidos : para a 6' com-
panhia do 3* regiment de cavallaria, o
capitao do 4o Carlos da Fontoura Barre-
to, e para a 8a companhia deste regimen-
t, o capitao daquelle Avelino Pinto ; para
a 2* cosnpanbia do 5 batalhao de infan-
taria, o capitao do 3 Arthur Osear de
Andrade Guimaraes ; do 1 regiment de
cavallaria para o 4 da mesma arma o al-
teres Luiz Miranda Azevedo e deste para
aquella o alferes Americo Craveiro de S,
que sa ai'ha praticando no Laboratorio Py-
rotechnico do Campinho.
linisterlo da Marlnha
Foi exonerado, como requereu, do lu-
gar dl amanuense da se retara de ins
peccaa do arsenal de marinha do Para,
Joao Baptista da Silva Neves.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 17 DE
DEZEMBRO DE 18cS6
Dogo Augusto dos Res. Iaforme 1
Sr. commaodante do Corpo de^JPlnia.
Cardoso & Irmao. Inform#-jpm urgen-
cia o Sr. inspector interino dfttffhesoura
ria da Fazenda.
Bacharel Jlo Quintiliano do Az;vedo e
Silva. Sim, na forma requerida.
Manoel Rodrigues da Silva.Sim, ptr
trinta dias.
Sesyetaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 18 de Dezembro 1886.
U porteiro,
Franeelino Chacn.
Repartico da Polica
Saccao 2aN. ] 237. Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 17 de Dezembro de
1886.Illm. e Extn. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram hontem re :olhidos Casa
de Detencao os seguiotes individuos :
A' minba crdein, Manoel OonQalves da Silva,
viudo de Olinda como sentenciado e Joao Damas-
ceno dos Santos, como vagabundo.
Al fardero do mbdelegado do Recife, Manoel
di faaciroenti', conhecido por Manoel Soldado,pir
criue de furto.
A' ordem io de 8aoto Antonio, Jos Guilh^m-
Fraaciac de San;'Auna, JUniel Mendes e Wo
Ignacio, por disturbios.
'~ urdeu do do Io districto da Boa-Visfa, Dio-
da costa, p.r disturbios.
officio de b.je ommumcou me o Ot. D.de
do 1* diatricio da capital, que nesta data re-
ra ao Dr. Juiz de direito du dstricto erimi-
iuquento pdicialque proceder contra Joao
ra de Oliveira, preso om fl grante, pelo
e previsto do art 201 do cedigo cruniutl.
ta mesma auturidade deu tambem o conve-
destino ao inquerito que n requerimento de
ouriqueta Franciica Peroir-, proceder coa
oacbarel Leonel Ja da ltoaa, pelaa offen
phyaicas que deUe s-.iflV)-u.
Coininuiiieou me o Dr. Delgalo do 2o diltricto
la ejpital, que em data du lionlam fez reme.tr
a4)r. Juix de dirgti do 4 iiiquerltu policial que proceder cpntia Adulpho
MBlchiades ds Souzh e Joio Agjatiubo, como au-
tores das offeusai phyaiciis prulicadas tu menor
K .ymundo Nogueir>vLiini.
D.ius guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pddro Vient de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe de
i -Antwr" D"fn:in Pido.
ua m rgem direita do rio Paraguay. Contava se
que por iato se foimariam sociedades nacionaes
para o fim eepecial de se colouisarem os territorios
de leste.
A populacSo de La Paz, pelo ultimo recensea-
mento era de 4U,0l0 alma.
A pnblicacao dos tratados com o Pet aceend
ra calorosa discusso na imprensa e no congresso.
As cmaras celebraram quatro sestrs secretas
em que nada reaolveram. Por causa destra rces-
mos tratados ganbra muito terreno a candidatu-
ra do general Camacbo presidencia da rep-
blica.
A divida externa do Pei, at Julho oltimo, as-
cenda a (incenla e um milbes quatrocentcs e
vinte e tres mil e noventa libras sterlinas.
No da do seu anoiversario natalicio o presiden
te Caceres recebeu presentes no valor de vinte
mil soes de prata.
Cs ji su i tas expulsos do Pei rcmetteram para
a Europa todo o archivo do seu convento.
O gaverno do Chile eonvecou extraordinaria-
mente o congresso para ocenpar-fe dos seguintes
assumptos : le do orc^mento e fixacSo das for;as
de mar e trra i m 1887, errarlo das provincias
de Antofagaeta ac norte, de Malleco e de Canto
piojectcs de lei sobre a fazenda publica.
na
dias de mais du cineoenta mertos. Em Corr>iira
morriam todos os que eram atacado pela terrives
epidemia.
Um telegramma dalli, com data de -
lazareto asta completamente vasio, por cerem i
i>do todos os enfermos.
Outro da mesma procedencia e data (e eale *
official), noticia : Desde houlem noite atet
ta manha quatro casos nevor ; morreram o* "ni-
tro. Tem m.rrido tod^s os que adoeceraw at a
prest nte data. __
Vcnficcu te que a primeira pessoa que morrea
de cholera em Cordtva foi um carpintero ueapa-
nhol, passageiro do paquete Ferien. .
Diz a referida fulna que cs cidadaos e ai final-
lias oricntaea, que foram para Boeucs-Avrca aje-
tes du iecbfcmento dos portos da sua pai, esiaa
alli uas maia crticaa c-ndiso.s. .
Accresceiita que nao poueos o'elles j c ram rtmpcr o cordao Banitario e vtltar paa
si io das tuas familias, a despeito da vigilancia da
autoridades crnnlacs. Alguns porm [e entre la-
tes seaptntam os coronis Eduaido Vatqnes *
Paulo Ordi i) feram descoberlos e preso.
Entre ( a teis n.il irjjiiiigrajtes isolados em Mar-
fiui Garca, dcscnvcheu-ie a epidemia de -
pi, de que titbam tido accoasmettidos maia oti
2(A Era ceenca geral que a epidemia ira. alU
importada p. los inmigraues do paquete La Fran'
ce a cujo bordo morreram oito pessoas durante a
viagem.
Segundo diz a Nacin ha um so medico no la-
zareto de Maitim Garca.
O vapor .-ante Po Paran foi posto a nado,
na tarde de 26.
Havmdo receio de conflictos em alguns logare
na provincia de Bucnos'Ayres no da 5 do crten-
te, designado para as eleicots de goveruador e
vice-governador da mesma provincia, o govexaa
ntmeou delegados cspieiaeB para maniere a ar-
dem publica e garaDtirem a lib. rda le do voto. *>
decreto relativo a esta medida era considerado ia-
constitucional pela imprensa de urna daa fraetjie
empenhadas na luta.
O poder exetutivo mcional dedsrou Dab-
tucional e de muhum valor as medidas de pteeaa-
cao contra a invatao do cholera morbus, teie-
tadas polas autiridades provinciaes. EsBaa aae-
didas estabeleciam quarenlenas e cordoei taniU-
nes e at mpediam a communicao e a ciienav-
9S0 as vias frreas. _
Tratando da epid ma diz La Naciin de Baa-
nos-AyieB, no dia 1 do correte : Ha prasi-
msmente dous mezes qnc se deu nesta capital*
primeiro caeo de chulera, e eem embargo atagta.
o deaenvolvimento da enfermidade lm te eoaaer-
vado em proporcoes reduzdas. Oa eaisoa sao si-
to limitados em numero. Outrotauto succede esa
Crdoba e Santa t, com a excepcao do Koaaria,
onde a mortandade do cholera tem ebegado 48
bitos por dia. A dita cidade d.ve ter poasa
mais de 60,000 habitantes na actualidade. Aa>
crescenta o diario portenho algumas eonsidetase
e teiuiiua diz'.ndo : A veroade que a ta
mociio nao ae juBtifica pois al aqui a epidaaia
apresenta-se com earacter benigno.
A situacao econmica do paiz, observa a bk*-
ma foiha, resente-te prolundammte da c.u.rao^J
produziaa pelo appaiecin.ento do cholera do Ba-
aario, Cordova, Santa F 8 muito limitadamenta
nesta capital.
A j.ira'ysa(,-ao des neg oos augrrn nta : ea
bancos rectrigem suas cpiravoes, c todB cs vaia-
ns Eoffrem.
Os prejuizes que este estado de cousai occa-
aioua sao innmeros, e >por essa causa o papel
com curso legal oscilla, o ouro sobe.
A situacao fiuancira do governo toma-se
tambem em consecuencia disto muito difficil. Aa
rendas diminuem, e ee este estado prolongar-ae, a
do anno que rem decrescero anda maia. O arma-
mento actual encenar si-ha erm dficit e te
1887, augmei tando consideravelmente, ser
aO SUl, |..UJk..W W .V. BW.^ ...i-v..^.. HHWI II, -1 o
concessoes das vias-ferreas de Uspallata e Anto dado cem um anda maior. Tudo uto nos paar
co, prorogacao dos trihanaes arbitracs e projecto trazer urna crise geral que seria desastrosa. O
de venda de alguns navios. | paiz atravessa momentos de verdadeira esrieclati-
Por telegramma de Santiago, com data de 25 va, aue pod.m ser angustiosos, se nao se riaer a
constava que fra muito disputada na cmara dos esforco supremo pela sslv.co commum.
deputados a eleieao da mesa. A candidatura de
Jovino Novoa era patrocinada pelo partido nacio-
nal, a que se alliaram fraccoes do partido liberal
O governo oriental resulven supprimir toolaa
as legi.latees, conaeivtndo apenas as do Brasil,
da Italia e da Repblica Argentina. NesU aUi-
e era apoiada por alguns membros do gabinete ; ma ha ver um enerngado de negocios e IH^_C0"~
a de Zeuon Freir pelos representantes dos outros | buI geral, custoandj-se a legaco com os e
partidos, que nao queriam a prepoderaneia do par- meutos do consulaco.
ti do nacional. A final triumpbou Freir, oh tendo
um voto mais do que Novoa.
No dia segeinte Zenoo Freir reaunciou o car-
go para que tora eleito, allegando que a sua elei-
eao causara gravea perturba,oes no andamento
do go'crno.
O presdeme Tajes decan u ao ministerio faa
est esolvido a tasar no OTCiraento economas a
impjr'aucia de cerca de um milhj e 11110,1a
quaes sero realizadas logo que a asseaiblti-ea
approvar.
Contiuuava a subscripj.'o nacional para tacsV
O decufado Alberto Gandarillas iotcrpellou logo tar aos emigrados politicos a volta patr a.
__ *-- _. .^ V. ,u rm -- -> -. _r>nal I*X d t II__ *> J .____- ______ >____- Jf 1 11 AIMII
o ministerio para saber quaes as resoluto s do
parlamento que podem produzir taes perturbados
e quaes haviam ai.;o causadas pela ele'v-o para
presidente da cmara, de nro deputado que per -
tenee ao partida liberal governista.
O ministro do interior deelarou que, tendo-se
oceupado muito piuco com a poltica, nao pi lia
responder nnmediatameute, pelo que desiguava
para isto a s-'sso de 27.
No mesmo da da interpellacio hmve crise mi-
nisterial e os cinco ministros reuunciaram os seus
Cargos.
Afina!, como jl sabem os nossos leitores pelo te-
legramma que publicamos no dia 1 do corrente,
conseguir o prejideute B-ilmaceda oiganisar o
novo gabinete, em que coube a pasta dos negocios
estrangeiros ao refe-ido Z O n jvu gabin te chileno ficounssim constituido :
jiniatro do interior, Carlos Antonex ; dos nego-
cio! estrangeiros, Fraueisco Freir ; da jii3t oa,
Adulpho Valderrame ; da fazenda, Agostinbo Ed-
Wirds ; da guerra, Nicolao Pi Vicuui.
Na corte foian publiu idoi os seguiutes te-
legrammai:
Lima, 4 de D.'iembro :
Depoa de Ijugas e diffiecis nogocia,oe>, for-
mou ae nm novo ministerio tob a presidencia do
Sr. Solar.
Guayaquil, 9 de D-aembro:
O pres dente da liep iDliea do Equador decreto i
o uugmento e a r.-urg tn3ae;.Vo da escuadra naci
nal.
Rio la Pj ala
Datas de joruaet at 3 de Dezembro, e telegra-
pliicaa ule i*:
O governo argentino esti relolvido a fazer nova
emisso de fundos publicoi, ni v^lor do cerca de
tres millid.'i de p-aoc, destnalos ao pagamento
dui crditos extraorJinariis. que pandem da sanc-
aiM legislativa, o que fieara asseiitalo que s riun
saii=teitoa no prximo anni, por causa determi-
nante declarac.au do ministro da fazenda, de que
o governo nao feri* c un que abonar taes crditos
inda que t use aut irisado a fazel-o. I
NIi deixando anelas gera-s pira o pagamen-
to da divilas Miltorisada, (liz a Nacin) o muco
recurso que resta ao goveru eobreearregar aiu-
da niaii a Estado como obrigacSei novaa.
A pnriliMcJ'' f1"' rogonM por cousa d) ch>.
O ministro do governo expedio urna circ-dar a
todos i s chefts polticos, aeclarando-Ihea oae a
base ioabalavel da evo'uyiio polnica ifR^ctuaU oo
reg men interno da repub'ica, a iffeetiiidatle
das garanta.' individuaes em toda a sua p-eaa-
de. ,
Na carta de s- ie, anresentada em Monterider*
pelo coramindante do paquete nacional Rio *f*r
pr cedente de Corumb, leem so as siguite sV
nhas escr.'ptas pelo cnsul oriental Od Assasap-
' jai:
o Estad) sanitario, mi ; cinco easo9 suspeitoe
de cholera no dia 19, e dous no dia 2 i al a SI
horas e 50 minutos da munba, h ra em que o Apa
sabio deste porto.
Em Montevideo causou m mpreslo n OJH
niao publica o artigo do dUrio La Nacin jue ala
coa violentaieeute os ministros Kaoj'rez e Biner
por se terem oppoato, na coosi-lh; de mimstioa, a.
que se prestassein b 'oras militares no gaaerat Jsa-
ximo Santos ua oc.asiao de seu embarque.
Allodiodo a este, diz El Siglo, na edida da
tarde de 30: Hontem embarco i o generulSaa-
tos para a Europa. Mus adiante, ou tal/ex ea
outro artigo, fallaremos da ostentacio (f\f. boure
na sua d spe lida. Por agua queremos a otar que
sua partid, foi o act i cota que mais p da favo-
recer a evoiucio BancilM-dora qua elle mosa *-
nha iniciado como presidente do senado u i el
cicio do poder iiecutivo,
Joaqun Santos o outros clr.fes dos corpo <
guanina i publicaran tvn prot-aM d-cl-ranloi
c"osidervain imtigno de urna imprensa eolia
vilipendiar a personali (a'e di caiutao g'neral
Mximo Sanios, quau I > eaTe bava-se aosrte'
da pitna e nao poda owir de direito de leiiisv
deteza
Ao inspector geral da ana ti dechrou o ari-
nialro di guer a que o g.veruo vira e-ora sou
deiagrad i ajuelle pr-tesio assignido p-ir ({"
d is efatfdl iii< BOrpot da gu-irn <;i\ > lee,mu
Jou que <'S adv. rtifse de que Ihjs pr- hibia eteiki
en d.au'o fn-r publica,'oes aimlogaa.
O c ->r me- Y. -luir de T z ni a, elifafa p ilitiyo iba
capita', fu au-pnso leste carg-v ist Wt iosj
do a d to proteato
Ni Kij de Janeiro foram rublicados1 os
guintet telogr immas:

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Diario de PernambucoDomingo 19 de Dezembro de 1886





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Montevideo, 4 de Dezerabro:
Tendo o jornil El Dia publicado um artiga en
que eram vivamente ataeadas a pessoa e a poltica
do ex-presidente genen.l Mximo Sautos, os prin-
cipies chefes militares mandaram publicar no
diario La Nacin, jornal oficioso, um protesto, no
qual cropregam linguagem muito provocadora.
O general Tajes censuran esta attitude dos che-
fes militares, e o chefe politico da capital foi de
mittido e substituido por Theophilo Diaa.
Buenos Ayres, 5 do Dezembro :
Ha recsios de conflicto entro os partidarios do
Dr. Pas e os do Dr. Achaval por occasiao da elei-
58,0 do gevernador da provincia de Buenos-Ay res.
A polica receben ordens ra consequencia, e to-
das as tropas em gnarniga 1 na c pital foram pro-
hibidas do aahirem dos seus quarteis, devendo es-
tar proinptas primen chimada.
M mtevd, 5 de Desamoro:
Na sua sesso di hontem, o senado autorisou o
governo a contratar o emprestimo de 600,000 peste
que I he fra offer. cido p--lo commercio.
Oempr. stimo sera emittido em ttulos de 300
pesos, veucendo os juros de 8 % ao anno, que
serlo pagos por rneio da amortizago em cinco
annos.
Buenos Ayres, 6 de Dezembro :
Prccedeo-ao h-ntera ) eleeoes para governa-
dor da provincia de Buenos Ayres, vencendo o
Dr. Mximo Pai.
As eleicoes forain perturbadas por luta armada
era diverses lugares; houve mortos e feridos ;
difficil indicar o numero delles por serem muito
contradictorias as noticias recebidaa.
Rio Urautle da Mu
Datas at 2 de Dezembro :
O Diario do Rio Grande diz o seguinte :
A imprensa oct-upa se do acto do administra-
dor da mesa de rendas gerae-s, perm ttindo. a des-
peito do cordao sanitario, a entrada de um carrega-
rai-nto de mercaduras, procedente de Montevideo.
No dia 5 c.'o raez passado no 3 districlo do
termo de H. Francisco de Cima da Serra, foi assas-
sinado Honorato Francisco Rodrigues por Jos
Lua de Maraes.
D.z o Correio Mercantil de Pelotas, que o
governo da provincia realisou rccentemsnte, eom
o respeitarel e abastado capitalista desta praga
Sr. Joaquim Jos de /esumpgao. um emprestimo
de c<-m cintos de res ao uro de G /0 ao anne.
E' eUa a terce.il'* vez que aqueile cavalheiro
fornece dinheiro provincia em condicoes vai-ta-
josas.
Na ex-colonia D. Isabel, o colouo Domeoico Dal-
labone ferio gravemente a Paulina, casada com
l'i.-ti-o Pioreasanui.
Pereceu hfogado no arroio Cada, no municipio
de 8. Leopoldo, Joo Kechn, de 17 annos de idade.
Em Pelotas telleceiaui Francisco de Paula Cha-
ves Caapello e Emilio Hormaiu.
Paran
Dates at 3 do Dezembro :
A noticias sao de interesse local.
anta Catuarina
Datas at 5 de Dezcinoro :
Naufragoo sabida da barra de Ararangu o
hiate Promptiddo, de propriedade do negoeiance
desta praga Sr. Francisco dos Santos Magano, que
ha pouco teve a infelicidade de perder tambera
all um outro hiate, o Esperanca.
A barra do Ararangu est se tomando um
verdadeiro sorvedouro pa es hiatos: em meaos
de dous mezes all perderam-se tres.
Minan Cicrae*
Datas at G Je D. zembro :
Em consequencia de chuvas, cabio no dia 1
noite orna grande barreira no kilmetro 325, entre
as estacoes Pyranga e Rio Doce, da estrada de
ferro Leopoldina, ficaado o transito at o dia 5
interrumpido para a cstego Sio-Doce.
Na Serra tambera cahio urna pequea barreira,
deixando por essa raso de ir o trera cidade do
Rio Doce no dia 3 do corrente.
Tem cabido fortes chuvas na cidade de Juiz de
Fra, occasionando grandes males devidos espe-
cialmente s agoas estaguadas e pantano?, prove-
nientes da falta de limpeza uas valletas.
A cmara municipal desta cidade contratou
com o engenheiro Mauricio Arnade a illuxinaco
a gai corrente'
A' Gazeta de liberaba eacreveram a 22 do pas-
sado de Ponte Alta o seguinte :
Hontem chegaram aqui os Drs. Drummond e
Jos Delgado, arabos eugenheiros da companhia
Mogyana, com urna balsa o, duas canoas, explo-
tando o rio e tirando map;ias; e seguiro boje
para a Espinha.
Asseguraram-me esses senhores que e rio
prestase muito para navegago ; que s encon-
traran! ama pequea corredeira da Boca Grande,
difficuldade que com algum dispendio fica periei-
tamente vencida.
Disseram-me que a companhia j mandou vir
um vapor, o qual j i est na pinta dos trilhas, de-
vendo por estes 15 a 20 diaa estar no Jagura.
Diste c Dr. Diummond que as enchenles de Ja-
neiro rem no vapor visitar nos e fazer urna ex
perieneia e que a companhia vai no dia 1 de Ja-
neiro baixar ai tarifas e que pretende dar as
cargas de Uberaba e seu municipio, aqui neste
porto, pelo prego que ebegar no Jagura, sendo a
condcelo Jo Jagura at aqui por conta da com-
panhia.
Nao Paulo
Datas at 10 de Dezembro:
Os qni.-mbolas existeutes as cireamviaiuhao-
588 de Campias, continuara as suas correras.
Em a 11 i te de 2 para 3 do correte, atacaran a
fazenda do Sr. Joo Franc-, em Vllinhos, havi-n
do forte tiroteio do parte a parte, e sendo firidus
o administrador e varios emprcg idos.
A cmara de Campias, em sesso de^ hontem,
telographou ao Sr. presidente da provincia, pedin-
do-Ibe providencias.
Notici 1 e Rio Clrente que a 30 do passado
na fasenda do Sr. Estevo Carde de Negreiros,
um cao enloqueeeu, mordendo em seguida dous
escravos.
Sendo atirado e mal ferido, fugio para a fazen-
da d( nominada harona Aseda, pertencente ao
Conde de Tres Ros, e ah. depois de haver mor-
dido todos os o< s que encontrou, ferrou.com tal
gana no brago de um escravo, que t depois de
mor'o pde-se abrir bocea c fazel o soltar o brego
do infeliz.
No dia 2 do correte, a i horas da tarde, no
bairro de Ribeiro, na estiada de Campias a
Mente-Mr, foi assasainado Francisco de Vargas
Dias ror tiuzebio Borges de Camargo.
O Correio de Campias diz que o enme deu-se
do seguinte modo :
Ambos, assassino c victima, eram visinhos,
suas trras confinam e as moradas filara fronteiras.
O assassino tio, por affinidade, da victima.
Eusebio collocara urna biea no meio do carainho
de carro era trras de sua propri"dade.
Ante hontem, Vargas p issando por all como
sea carro de bois, no qual cenluzia lenha para
vender na cidade, deslocou a bica.
Tendo rendido a lenha, voltava ante hontem
hora citada, quando a urna distancia de 100 bragas
da casa sabio-Ihe frente Euzebio que, crescendo
para elle, dfu-lhe nma lacada rasgando-lhe o
ven 1 re.
Vargas cahio, com as tripaBde fra, banhado em
sangue.
A alguna distancia achavam-se doo3 camaradas
de Vargas, de nomes Ado de Camargo e Napo-
leo Camargo, que tendo visto o facto, vieram a
correr em auxilio de seu patro ; o assassino a-se
retirando para a sua casa, montou acavallo e lar-
gou a galope.
Vargas a esse tempo ainda esteva vivo.
Um dos Camargos pergunton-lhe :
Que foi Bto?
Facilitei core o homem e elle dca-me ama f-
cada.
Conduzido para sua casa, momento! depois era
cadver.
Um menino qn? tem vivido em casa de Vargas
assstio o aesassinato. Era que guiava os bois.
Vargas eontava 28 annos de idade, era casado
ha cinco mezes e deixa viuva.
O assassino foi visto a um quarto de logua dis-
tante do aesassinato'; vio passar a galope nma
viuva qne all mcia.
A' Provincia de Sao Vaido escreveram de Ara-
raquara noticiando um enme horroroso que a 29
de Novembro pasBado deu-se na freguezia de Iti-
bitinga distante de Araraqnara 3 leguas.
Tendo o italiano Paschcal Angelo Perrone dado
algun.aa lacadas n'um ese avo de Jos Justino
de Paula, feehou se em casa, recejando a justiga.
Com efieito, logo sequo para all, afim de preo-
del-o, o inspector Joaquim Jos da Silva Laarindo
acompanaado de algumas pessoas.
Perrone, armado de faca, espingarda e garru-
cha, efieree.) u tenas resistencia; sendo-lhe, porem
temadas estra ultimas, nao ceusou.de anieacar cora
a faca aos que o queriam prender.
E como se chef;asse a elle o inspector Lanrinde,
receben em pleno peito cinco focadas, conse-
guinds Ptrrone ferir gravemente ainda outran
peisoas.
O inspector Liurindo falleceu logo ; e individuo
B' nto Franco Bueno e o escravo a que cima nos
refenmoa acham ee m perigo de vida.
Finalmente, a muito cusi conseguiram prender o
assassino, que a 3 do correte chegou escoltado a
Araraquara.
Escreve o Diario Vapular, de 6 :
Consta-nos que desde Sabbsdo noite nao
ba noticia do conego Joao Jacinto Gtoncalves de
Andrade.
< No sabbado, tarJejassistio na Boa-Mor te, ao
mes de Mara, depois anda foi visto na mestna,
nao dormindo em casa.
Ao que nos atorm&m, 11 pesar de diversas de-
ligeneasf -ilas para st ene ratrado, nao se obtev-
at ao momento, 3 da tarde, noticia alguna*1
Em Iguap1; f i mordido por urna cubra o la-
vrador Sr. Antonio Jos de Lsmos, que ficou livre
de pango eom a a jplieaf-io do perraangauato de
potassiuua teita algunas horas depois.
No bairro de Reboucas, maicipio de Cim*
pinas, appareceram 10 c'S liydrophobis; isto no
esp^o do um mes.
Tem sido alli muito frequentes ultioamente
estes casos de hyJroph'bia.
A Provincia publica, recebido do Amparo,
o seguinte telegramraa :
Foi hije Hssaltida a casa d > juiz municipal
pelo delegado do polica e seus apaniguados. Hou-
ve luta encaminada, resultando do conflicto mutos
o graves ferijiuntos. Forao arbtrar>a-n'-utd pre-
sos o juis municipal, o curador do orphose outroa
distinctos cidados. O delegado atne-s realisar
mais prisO.-a. A populagao est uTarmada,
Por ctusa de um annel avallado rm 500 ris,
domingo ultimo, a 2 horas da tarde, na eidado do
Aranaio, Jos Francisco L -iU, carprateiro, ferio
mortalmente com tres tiros de revolver a Carlos
Fclippotti, etlk'Ul ferr'iro.
Publicando esta noticia, accrescenta o Correio
Amprense :
Deu cauta a isto urna troca bavida entre os
dous. Carlos tinba um annel e Jos um cachorro
preto. Entre a;:.bis ajustaram a troca dos dous
obj ctos e assim o fizerara, passando a ser possui-
d>r do c.ichono o ufleoibdo e do annel o oll'euaor.
O caso tinh 1 se dado ha tempos.
Neste fatal dia, Joa Leite soube que o annel
nao era de ouro, e o cachorro era de pura raga, e,
ou porque se arrepeudesso do nogoeio quo tinha
feto, ou porque so jul^asse lesado, quiz des-
fazel o. ed'aqui retultou a altercaco c amciacas de
parte a parte.
s dous silo quasi visiubos frontviros eaalter
engao tora -n maior vulto juit 1 casa oude traba-
lhava o offenaor, resultan J daqui daqui Jos Leite
entrar en casa, temar umrevolver e, approximan-
do se de Carlos, disparou queima ruupa tres
tiros empregando tres balas, iudo urna oti'endel-o
na reguo tbiroidea, outra na regiao hipocon-
driaca eajuerda e a terceira na crista iliaca direita.
Eau-'guida penetrando pula pirta da 1 tficint
onde o offeudido trabi'.hava e cncontrauJo no
quintal utna cabra, atircu-a, offadeodo ainda o
innufiensivo animal eevaJiuJo-aecm seguida pelos
quintaes.
O criminoso na 1 foi ainda cap'urado, posto que
se diga que e*t oceulto 111 municipio.
Hlo Da'as a 11 de D> zembro :
Constara as principies notieias das dual cartas
do nos so correspondente, pub ic das aa rubrica In-
terior, e tima das quaee, por culpa do correio da
da curte, foi alli demorada.
Lera os uo Jornal do Commercio de 6 :
Consta-nos que por decreto de ante-houtem
foi revogadii oda .1 de Setembro ultimo pelo quai
havia sido suspensa a garanta d--juros concedida
companhia Eogeuhos Contraes das Proviucias
da Parahyba do Norte o Sergipe, sendo fizado o
praso de um auno pira coucluso das obras que
devera a r executedus pela empresa, e obngando-
se esta a inderanisai o Estado da impirtancia da
garanta durante a coustruego com o producto
da renda liquida que apurar desde a priwera
satra.
A inficionada companhia est construindo um
engenho central na capital da Parahyba di Norte
e outro no municipio do Riachuelo, da provincia
de Seri;io, incdiiue arairia de; 6 % sobre Capi-
tal n3o eicedendo d 1.2OJ:0X)j1, e devendo cada
fabrica ler capacidade para muer diariamente
30 <:000 kuograinmas de canna ou 3) 00 1,0 JO por
trela de WO das. Os raachinismis eslilo s^ndo
fabricados na Koal Fabrica de Amsterdam.
< Teudo fica lo sera If ;ito, em virt'i le da sus-
penso da garanta, o einorestimode 80.000 pro
teclado em Londres, e ao qual uos referimos a 25
ae Agosto, trata a empresa de levantar por igual
titulo 85,000 na praga de Amsterdam, e asse^n-
ra-uos um dos directores achar-se estipulada a
operago a juro de 5 to smente dependendo,
para ser levada a efieito, da resta urago da g.ran
ra agora rivalisada.
Ambas as fabricas esto sendo construidas era
municipios bem reputados pelas coudiges que of-
ferecem cultura da canna, e a empresa mostra
confiar t uito denles elementos naturaes que na i
duvidou tomar o ompromiss \ cima indicado, de
indemnisar o esttdo com a renda liqui la que apu
rar desde a pimeira caira. >
L se na mesma folba de 10 :
A's 3 1/2 horas da tarde de hontem, estando
a dirigir a manobra do ferro da rog o l3 teneme
Antonio Gougalves Rosas, sentado embaixo do
turco de ferro em frente ao app relbo de igara an
cora, aconteceu recorrer ura aun :l da haste da
mesma ancora, e tomando esta a posigo vertical,
foi de encontr ao costado do navio.
A corrente da anc >ra uo miviraeuto feito apa-
nhou o 1" tenente decepando-lhe as duas pernas,
sendo urna totalmente, e urna parte do baixo ven-
trc. Ao recuar a correata, cahio o tenente Rosas
ao mar, de ond-. foi retirado pelos tripolantes de
ura escale r do couiagado Javary qne passava na
occasiao, e conduzido para o hospital de raarinha,
talleceudo porm ao ebegar ao caes da Ilha das
Cobras.
Ficou tambera com nma pecna fracturada o Cabj
de imperiaes raarinh -iroa Vlanocl Beraldo de Jess,
que espontneamente correr a soceorrer fo 1* te-
nente Rosas, sendo victima de sua abnegacio.
Soffrvram contutis o mestre calafate Milito
da .Mofa e o imperial inariubeiro Francisco de tal.
O carpinteiro Jos Antonio Pontoura foi atirado
ao mar, porm nada soffreu.
Ao hospital de mariuha chegaram : j cadver
o 1 tenente Antonio Qangalves Rosas, com um
extenso ferimento no baixo ventre, eom as viace-
ras completamente dilaceradas o estnlendo-se
aqueile a. o tergo inferior di coxa direita, tambera
dilacerada e com o p coq.erdo decepado; eo
cabo de imperiaes marinheiros Manoel Beraldo,
com ama fractura dnpla completa no tergo infe-
rior da perna direita, c m forte echymose e earaa-
gemento do p eequerdo.
Chamado o 1 cirurgio do hospital Dr. Bento
do Carvalho e Souza, que immediatamente compa-
receu, praticou a amputago da perna no tergo me-
dio, collocou um apparelho na perna fracturada e
prestou ou tros soccorr09 exigidos pelo estado do
ferido, sendo ajudado pelo pelo Dr. Ferreira de
Abreu. medico de dia no hospital, Dr. Imbassahy.
medico do Aquidaban, e internos do hospital, Ca-
valcante, Martina, Mello Barreto e Padilha.
O 1* tenente Rosas, pjrtuguez de nascinento,
teve praga como piloto a 12 de Maio de 186G,
sendo promovido a 2o tenente em 1869 e a 1 em
1874. Era cavalheiro da orden de Aviz.
Excellente homem de mar, era geralmcate esti-
mado p<*lo seu carcter franco e leal. Deixa viuva
e seis filhos nenores.
Baha
Datas at 14 de Dezembro :
Lemos no Diario de Noticias de 6 :
Santo Amaro a 8 horas :
Grande cchente no rio Subah, proveniente
das grandes chavas qne tem cabido uestes ltimos
diaa.
* A linha de banda est completamente intranai
tavel al o Partido.
* A estago de Santa Luzia, officiaas e mais
dependencias foram totalmente invadidas pelas
aguas.
Si at s 10 horas nao tirerem ellas escoado
nao podero funecionar os' bonds.
> A's 12 horas.-A cchente do rio contina
extraordinariamente, achando-sc a linha dos bonds
coberta at Cruz.
As ras da cidade esto corapletanente co-
bertas de anuas.
Para o servigo da populago percorren ts
roas grandes quaatidades de conit.
Grandes prejuizos.
Lemos na mesma folha de 7:
Ao ebegar esta manba do sul o paquete ame-
ricano Adwince fez Ihe signal a con ta Imperial
Afarinheiro para que fundeasse no qnadro das
quarentenas.
O Advance, on porque nao ss visse a bordo o
signal ou porque o commandante nao julgasse o
puquete ebrigado a qnarentena, continuava u mar-
cha para o seu aneoradoaro, quando de bordo da
Imperial Afarinheiro Ihe dispararam dois tiros de
plvora secca e um de bala do forte da Gamboa.
O paquete, queja a cnlo cima do forte de
S. Marcelio, retr.:cedeu at sx encontrar con un
escaler da Imperial ilarinlieiro, com o qual che-
gou falla e entrando no Advance o oficial que ia
no mesmo escaler, desembaracou o paquete que se-
guio ento para o seu ancoradouro.
L-se na dita folha de 11 :
< J seachaui presos diis iulividuos implicados
na audaciosa tentativa de roubo da quantia do
179:551 744, quo no sabbado nltimo o Sr. Dr. Va-
lentin Bittencourt, thesoureiro da Alfandega, ia
recolber Thaeouraria de Fazenda,
Um delles, chaado Joo de tal, foi prese ha 2
dias ; o outro, Caetano, o que, a cavallo, intentara
pratiear o roubo, foi preso na madrugada de hijo,
no lugfcr denominado Campias, nos suburbios
desta cida I >.
A priso preventiva des dois foi effactuada
era rirtnde do una requisigao do Sr. Dr. delegado
do l.o dietricto ao>Sr. Dr. juis do direito do 1.a dis
trcto criminal.
O priraciro foi antc-hontem noite interroga-
do ni delegacia de polica, sendo n'essa occasiao
igualmente interrogados a araasit e um tlhi de
Caetano, a cujos depoimentos deve a poiieia ter
conseguido a captura d'este, para a renlisago da
i|iial tiuliain lido iuf.uotifer*s at li uUra todas
aa deligeiicias nnpregadas.
Ao interrogatorio de Caetano, procedeu-se
boje. Nada oceultou autoridade.
Aiagoa
Datas at 17 de Deseinbro :
Nada de inters te referen os jomaos.
INTERIOR
Correspondencia do Diario de
l'ernaiubticb
RIO DE JANEIRO Corte, 30 de Nove.d
bru de 1886
Suuuario : Credt) extrao dinario aborte pelo
governo para o srvigo sanitario.
Convocagao do. conseibo de es
r.nlo. Cabo suoTn irini en're a
Ilha Grande e o continente.O r-
gimen q-nrent, nari i ffo conselho
superior de sauie Graa viagem
de recrcio do Sr. Aff jnso Celso
Duas questoes de queso ten ocen-
pado a mprensa : c?ncerlos n |
oncouragadi Aquidaban e castigos
corporaes no eollegio AbilioCi-
ii.iulio que tem t>madoa discusso.
Intervenga do Sr. Corlho Ro-
drigues. Qu,il o crim: que noti-
vou aqueile castigo.
As medidas sanirariaa e todas as prividencias
poasiveis, afi.t do evitar-ae que tejimos iavadidos
pelo chilera, continuara a ser a principal preoecu-
paco do uoaso gorno.
E como o dinheiro o ervo da guerra, e nao
seja possivel, com os maios votados na actual le
do orgameuto para o servigo ordinario, occirrer-so
s deapezas no previstas que taes provideir.-as
rc'amara, acaba do ser convocado o onHh) de
estadn pleno, para ser ouvido sobre um crdito ex-
traordinario de 5')0 coutos que o Sr. raiuiat.-o do
imperio tora de abrir, com upplicaco a taes des-
pezas.
A' reuniSl compireeeram 8 conselheiros \nz\a
sie o Sr. Condo d'Eu, a saber : os Srs. Muritiba,
De Laraare, Dantas, Paulino do S.uza, Sinirnb,
Afiiiiso Celso e Paranagui. Faltaram, por doen
tes, os Srs. Jos Bento c Vieira da Silva, Sr.
Teixeira Jnior esta cora lieenga.
O voto do conselho de estado t>\ unnime em fa
vor do crodito.
Entre as desp-zag quo tem do correr por conta
desse crdito figura a da collooacio do ura cabj
submarino, lirando a liba Grande s nossas linlias
telegraphicas terrestres, em Mangaratiba, afim de
por o inspector do sauie do porto em commumea-
go directa e coustante com os encarregadoa do
servigo quarentenario alli. Do trabalho de cllo-
cagio o do forneciaento do mesinocabo f.i eacart
regada a companhia ingleza Western Brasilia.!
Telegraph, que o executou com toda a prompfidao.
que ainda nao se sabe a quauto mjntou a des
peza.
Tambem para o servigo do lazareto e da inspee-
ga> do por comprou o Sr ministro do imperi?
ura pequeo vapor, por quarenta e Untes contos.
Houve mais de um proponente venda de vapor
para esse servigo, i es^usado dizer qua os que
nao couaeguiram fize: negocio, aadatam por ah a
dizer que o Sr. Mamor comprou um vapor velbo
e ruim, quando pjdia pelo mesmo dinheiro, bu
mesmo por nenos, obter cousa melhor. Pode ser
que sm, pode ser que :nirj.
Entre as providencias stibraettidao pelo Sr. mi-
nistro do imperio ao cstudo do conselho suparior
do saudc, em sui ultima reunio presidida por S.
Exc tratou se de saber se convim ou nao fechar
completamente o nosso porto a todos os navios
procedentes do portes inteccionado?, ou gmente
sujeitar esses navios ao rgimen quareutenano na
liba Grande, qual so acha ah estabelecido. O
Sr. Dr. Nuno de Andrade, inspector da sanie, leu
um trabe.lho que havia escripto respeito o sus-
teutou com grande esforgo a dfsneeessidade do fe-
chamento completo dos nossos portes, o que seria
vexatorio e deshumano, achando que a quarente-
nas, as condigoes e localidades en que ae acham
estabelecdas, sao sufficieutes para preservar-nos
da invaao da epidemia; e tal a c.nfiauga que
elle tem as providencias tomadas, que mais re
ceia que a invasao se d por ierra, pelas nossas
extensas fronteiras, que diffieilmeate podero ser
guardadas, do que por mar. Do pensar contrario
nico foi o Sr. Dr. Carlos Fredcrico, cirur-
gio-mr da armada, que, tendo opioies respei-
to naito condecidas o por nais de urna vez mani-
festadas, nao tem f no rgimen das quarentenas,
apoiando-ae nao s uo parecer de autoridades va-
liosas, como na propria obaervago, em duas epide
miae de cholera a quo insisti, urna na Cachoeira,
na Baha, e outra no Paraguay.
^Todo o conselho, porem, aps algumas observa-
gcs de diversos inembros, votou pelo parecer do
Dr. Nuno de Andrade, mediante urna proposta do
inspect.r geral da junta de bygiene, o Sr. Barao
de Ibitaruna, ccraposta de uuas p.rtes ; na pri-
meira indicando que se dirigase um voto de re-
conheemento ao governo, pelas medidas sanita-
rias que ten mandado executar, e ao inspector ge-
ral da saude aos portos.porque as tem posto em
vigor ; e na segunda, declarando que o con
seibo, quauto ao praso das quarentenas, louvar-se-
ha no procedmentj que 'iver o governo, que ou-
vira o inspector sobro o modo que Ihe parecer mais
conveniente a saude e a preservacao do imperio.
Confesso que por mais que lea ejta propoata do
honrado inspector da junta de bygiene. menos a
comprehend >, quer quanto ao fim qae so propoe'
quer nos termos em que se acha concebida !
O ministro consulta una alta ccrporagSo de
proficcionaes, para louvar-se na opinio della, as
medidas que houver de tomar, em materia da
competencia c'essa corporagao, e ella respende
que louvar-se-ha no proeedimento quo o governo
tiver, ouvindo o inspector da saude, para o qual
pedejum voto de recondeciinento porque poz em
vigor as medidas que Ihe forom ordenadla l
Ser preciso que o Sr. Dr. Nuno de Andrade
seja muito fcil de coutentBr, para que fique sa-
tisfeito cora esse fundamento daquelle voto de re-
conhecimento!
Si semelhante mogo nao significa que o go-
verno deve ir fazendo o que entender, com o seu
inspector de saude do porto, deixindo de lado,
poc intil, o tal conselho superior de saude, nao
sei que outra explicaco se Ibe possa dar.
Tratando de quesees sanitarias e quarentenas,
sanitarias dizern qae nao havia chilera c ape-
nas choleriiias pruprias da estagao.
tDa anio desassocegado e sera humor pira ver
o quo havia de m;ldoi, o Sr. Affooso Celso, sen-
pre acompanbad i do Sr. Celso Jnior, tratou logo
de retribuir as visitas quo havia recebido e teu-
tou transpjrtar-se para Montevideo. Mas oa
poitos ah cata vara j fechados s procedencias da
repblica visinha. Resolvcu sabir da sapitU -
r para urna outra cidade; havia cordao sanita-
rio, e a epidemia recru lescia de dia para dia.
Neatas condigo :s o uuico alvtre que teve o Sr,
Alfonso Celso, serapre acompsnbado co Sr. Celso
Jnior, foi esperar o priraciro vapor do Pacifico e
re rresaar para o Rio de Janeiro.
Mas, aqui, aguardava-o um qnarentena no la-
zareto da Ilha Grande, ondo ficou por dez diaa,
em companhia do Sr seu lilho o Sr. Celso Jnior,
e de. mais qoit.ro couip inbeiros, e il onde sahio
bsatres ou quatro dias, dcsembircaudo eio-;Man-
garatisw e vindo d'ab por tra,r,:ira a corte een
junctanente cora o dr. Celso Jnior, por via do
Itayuahy, tomando a eatrada de ferro en Santa
Cruz.
Si faltarain-lho temp e socego de espirito pira
extasar-se ante as grandezas qui pretontia con-
templar entre os nos os visinhos platinos, sobrar
ran-lha aqui a : bos pira apreciar e udnirar a
boa organisagio do servigo do lazareto, do que,
acorapanhado pelo Sr. Celeo Jnior e mais outros
coinpanheiros quarentenarios.jdeu attestado ao res-
pectivo administrador, agradecendo ni s o bom
tratamento que todos haviam recebido, como lou-
vando o modo psrque alli executado o mesmo
servigo.
Para recreio, nilo se pole exigir nais. Poucos
terao feito un nasseio to divert Jo!
Duas questes, era falta deccuaa molhor, es
to sendo aqui debatidas ni imprensa com um tal
oa qual calor que Ihes natural Urna refere-se
ao facto occorrido no ht.iuiado C-jHegio Abilio, rnn
Botafogo, on le um menino de 12 annos foi caati
gado corpoialmeute pslo respectivo director, que
ostensivamente j nio o intimo Dr. Abilio, da
Babia, boje BarSo do Macahubas, mas seu fiiho, o
bacharel J aquim Ab! io Uorgeg. Outra ton por
fundamento a seguinte noticia dada no Jornxl do
Commercio de 21 :
Um ExcounAgioo pirrado de papelao Por oc-
casiao do colloc rem-to os forros das amuradas
das duas c-ainaras do encoaragad i Aguidmon, que
tiuhim sido tirados para a obra de c niiolidag.ii
do cmvez do roiucto de r, verrioon se serera el-
les de papelo, muito b:im pintados e disfarga-
dos.
Tem i8 A vista ama amostra d'csfa siugula.'
espe3ie de forro par* couragaa la navios.
ccup irlo me d'esta era prirauiro lugar, nfo
preciso uizer qual a imprcsso que ella 040800 no
publico ; assim como que nem o Sr. Banu d-: Li-
dario cnem o Sr. Trujano de Carvalho, construc-
tor que cora elle fiscalisou a coQstraeco (rVraelle
encouragado, dcixariam do acudir dar cxplv-i-
g-'s, que alias me parecen satisfactorias.
Foi o segundo quem toniou a diaoteira em
dal-as.
Ningocm ignora, disse o Sr. Trajano, que, en
um sera-numero de caaos, empregs-se eom muitii
vantngem o papel comprimido (ujh). Nos na-
vios mercantes usa-se, pira painci de cama (o
que mo mais do que urna parte decorativa do
navio), differentes materiaes, taes cemo : vidro,
marmore, inadeira, papel mach, etc.
Nos navios do gu2rra, porm, embrega se es-
se ultini material, raesrao de preferencia inadei-
ra. porque nai ge feniV c tO-.s, mulangas de temperatura, etc., alera do on
tras vantagea; no emtaoto que esae material, em
pabieis lisos, mais caro do que a madeira. Fica
portento sabido que nao foi p ir frauie ou srdida
economa que se emprgou esse material. O que
se fez id Aquidaban tambera foi feito n i Riachuelo,
e o quo farei e o qne recorainendo a S. Exc. que
mande adoptar nos navios de guerra, que tver de
mandar construir.
O Sr. IJaro de Ladario, que veio imprensa
depois, mostrou-se mais rritadigo, diseo que
coqhecia a origem do boat i, mas que para esna-
gar o seu autor, provocava o Jornal que decla-
rasse quem Ihe tinha ministrado a informag;Xo.
Acudindo ao appello, diese o J mal que o eu in
formante sustentava que onde o ntrate exiga
expreasamente teca ou pinho de Biga, foi empre
gado papelo; e que como era negocio to iinpir-
tente era de esperar que o Sr. ministro da nari
nba man litase proceder, exaraos pur tima com
miesao do profissionae, si esta declarar provado
quo houve m t ou ignorancia na informaco que
Ihe foi ministra ia, elle Jornal nao ter.duvida de
patcntear a fontc de que a Ijouvj, ponte assim
salva a sua cspona-.bilii idc.
Voltaram anda os Srs. Ladario e Trajano,
transcrevondo clausulas lo contrate e asseveran In
que ahi nao se falla ero pinho de Riga, que nao
proprio para obras de r -vestimento orno o de que
trata, a qual, era todo o easo, sendo feito de papel
comprimido, custou mais caro ao empreiteiro do
que se fosse de madeira, d'onde se v que nao foi
por favor feito a elle, nem por descuido ou preva-
ricago dos fiscacs da construego que so fez a
substituigo de ura por outro material.
Por ora a questo est n'este p, ero quauto o
governo nao tomsr publico o resultado do exame
a quo mandou proceder.
Passemos questo do Collegio Abilio, como se
Ihe tem chamado. A historia un pouco longa,
as resmese no seguinte :
pai do menino castigado, que um negocian-
te matriculado, pouco conhecido e conceituado,
levju-o ao escriptorio de todos os jornaesde gran-
de circulago, mostrando 03 versos que elle ain
da conservava no corpo e dza teren sido feitos
por chicote. Esses jornaes, referindo o facto, es-
tigmutisaram-o coro severidade, especialmente o
Paiz, que dedicou-lhe um enrgico artigo de fun-
do, em que chamou a attengo do govtrno sobre
essa infraegb do regulamento da instruccio pu-
blica, que prohibe os castigos physicos, tanto as
escolas publicas, como as particulares aujeitas
inspeceo do respectivo inspector.
E aqui deve desde j dizer que o Sr. Mamor
expedio inmediatamente um aviso ao mesmo in
spector, recommendando que procedesse s dili-
gencias que no caso coubessera e levasse ao
ganda contra o rgimen da palmatoria, cscrevia :
Si ara pai suppoita que cora seu filho se em-
pregucm taes meios, eu o advirto que o resultado
mesraoser o sen castigo: elle ver, quindi ebe-
gar a occasiao, o que urna alma de escravo.
alma das innocentes criangas e as obriga a en-
trar na vida gooi.l p?la porta da ndigoidade.
Verdadeiras quo fossem as aecusagoes agir
dirigidas crianga seviciada ; verdadeiros que
fossem os actos que Ihe sao attnbuidosx reli-
gio, a moral, o criterio educador de quem os di-
riga devia iuclinal-os, dianto da infoliciiia lo do
seu ompanhfciro, antes pioJale e syrapathia
coudoleiit-; pela sua d'sgrac do quo ao rancor e
ignunioia, cougrograudo so toles contra um
para Ihe langarcm um stygraa pub.ico.
Nao ; se o seutiineuto humano o s-cial esti-
ve8S0 to oblit-rar.ido na consciencia ainda ob3-
eurecda de tantas criangas, o devor do seu edu-
cador o preceptor seria procurar, com tono o es-
forgo, arrancar pela raz esses raaos sentiiiienros e
em ultima antlyse nao pernittir a manfeatagao
delles.
Pobres ?riang3 illas sao innocentes e a
responiabiliJade da ignominia deve recahir exclu-
sivamente sobro quera as alliclou ou as coagio a
repreeentar tao faio papel.
Neste interino, dirigi o Sr. Coelho Rodrigue3, a
seguinte cart ao Sr. Joaquim Abilio, quo este
apressou se cm mandar pubicar :
Illin. Sr. Dr. Joiquim Abilio Horgei.Tenho
acompaubado as publieages de h intem e Je boje
ti lativas ao seu collegio, com o interesse natural a
quem tem ura filho nello
Procurei aliurde nformar-me do oceorriJo e,
p-lo que pude colher a respeito do tacto questo-
nado, vou autorsal o pola presente a, se o mea
menino fizer ahi algum dia o qoe fez o outro, fra
tal o como tratou a este, contando nao s cora o
raen silencio, como cono raen re.eo:iha3imeiito.
Nao vai uisto lisonja sua pessoa, nein dta-
consideragai a opiiioas-coutearias, alias muito
reapeitaveis ; as una simples e sincera maui-
testago do ra vj mido de ver n-eaas qiesto's, que
talvoz nao seja o melhor, mas o que poiso inaiu-
featar com vefda le.
Spu com muita eonsilerago e estima seu cil-
lega, e amigo obligado
A. Coelho Rodrigues.
A inoreuaa tem commentaio essa carta, cuja
impjrtancia sibr. leva por partir de ura professor
de direito. O p-.i do menino tambem teo seo;-
cupido cora ella.
'Eo que por ora est aviguado quo o tal ate-
aimo, quo ic.-ilrr.cntc mnito travesao, escreveu
em um papel, hora do recreio a palavra eanalha
e outras. Um companneiro qnis mostrar o papel
a ura dos pr crp'ore?, raaa o menino tomn o e
rasgou-o. Contudo o caso foi sabido pelo direc-
tor, o o Sr. Biro do Mafehubna, qoe inora no
collegio, aftirmoo ao.fir. leginaido que cera a pa-
lavra eanalha havia nutras immontes ; raa quaes
eram ellas, uo se diz.
E'S ahi o grande crimo, o atintalo contra a
innocencia do3 cora pan he ros conimettido oor uin-a
creanga de i annas O Sr. Begraal 11 da Cjnba,
que tem referido ni imprensa todas as circuui-
stancias do caso, proraett levar o Sr. Abilie Moa
triban ie?, rjoer pelas servicias infl-g las ii seu fi-
lho, qsor poli calumnia que Ihe irrugoo.
O Sr. Abilio, no seu segn io artigo, raostrou se
muito raaia bran io do que ni prim-iro, o ello mes
mo requereu perute o de logado de poiieia exame
de corpo de decto no menor Cistigado. O pai
deste, assstio ao examo o reqnorcu certid'. A
discusso, porm, continoa alionada na [aprensa,
tomando parte noli* pessoas estranhas a quet",
pro e contra es Srs. Abilio, pai e li lio. Nem
isto de admirar.
O Sr. do Macahubas que era ultima analyse o
director de facto do cjllegio, tendo era seu filb
apenas ura editor responstvel que elle preparra
para manter a gloria do seu uorae uo futuro, o Sr.
de Macbaos, assim como tora amigos, tem tambera
de3hffejtos. Na punao d'aquellea elle o priinei-
ro educador do Imperio; na opinio destes o
primero charlato.
Quer sim, quer nao3 nem tenho quo entrar
nema indagagoa ver lado que o fae o com-
ra.-litado e discutido como tem sido, veio prejudicar
muito o afamado colleg'3 Abilio ; e tanto os seus
directores o senten que coincidiudo o facto com
a epocha do encerramento das nulas e cjmcgo das
ferias, o que todos os anuos feito cora grande
aparato e testej is, prescindio-se de todo e acabara
de ser encerradas as aulas capucha, quando es-
tava annunciado que, neste anno Uaveria exhib-
gao dos progressoa dos alumnos, com tocata do
banda da msica do collegio composta dos ra --
mos alumnos.
Veremos em que dar tudo isto, c o que sahir
doinquerito ordenado pelo Sr. Mamor ao inspe-
ctor da instruego publica.
ca, >, pois, limitar-me-bei a chamar a attengo
alta admistrago para esso foco medonho de
blica,
da
molestias, quo deve quinto antes ser eliminado,
meamo ousta dos maores sacrificios do Estado.
a as paredes internas da caixa ou reservatorie
onde sao recebidaa as aguas dos Tres Rios, fize-
rain-rae lembrar do interior das galeras de esge-
t08 de Londres.
O representante do Dr. Siqueira Filho, pro-
pncturio dos manauews da Covanca, disse-nosi
que senam despedidos todos oa arrendatarios qoe
polluem as aguas, se o governo Iho comprasse as
trras.
Joo Figuoira do Ornelles doclarou-nos qae
eslava goz-tado do qm era sea, que bem pouco se
nc immcdava com a alteragao das guaa e qne j
nao acreditava as promessas do governo ou de
seus delegados, d;s quaes se dizia victima.
Deposso Jessa communicagVi re3oondeu o Sr.
ministro do imperio recommendando a inspectora
de bygiene qoe faga intimar os proprietarios e
arrendatarios dos terrenos por onde correm aquelles
man-jnciacs, que removara dentro do mais curto
prnzo, que Ibes ser marcado, todos os elementos
qne concorrem para a altera gao das aguas, sob pena
da aereo a isao compellidoa, nos termos do regula-
monto de 3 de Fevcreiro ultimo, pela autoridade
pilicial, a qual recrrela a inspectora, si nao fo-
rem curapridas as intiinagea.
O Sr. Mamor nao cita o artigo, ou a diposico
do regulamento applicavel ao easo. Fal-c, porm,
o honrado inspector, na intimago fcita aos pro-
prittarios dos mananciaeswAem: proprietarios
dos mananciaes da Covanca e Tres-Rios, oa seus
re presen Un tes, para no prazo fatal de oito das
suspenderem todo o genero de cultura uaa mar-
geus desses^ mauauciaes; faz-rcm remover as val-
las de agi-iao; affistarem de suas proximidades os
cavallos, porcos e outroa animaos, que sujam as
Hgo-ts destinadas ao uao dos morado-es d s fres
bvgueziaa citadas ; fazer parar os engenhoa de
cat c mandioca movidos polas meemas aguas ;
removerera par* longo os porcoa e toda a enaguo
qoa cira suas dejeccoeS corrorap-in c timara pen-
gosas as^aguas deatinadas a alirnenfagio publica ;
e se o na i lizercn no citado prazo, incorrero as
penas do % 8 do art. 02 do regulunento sanitario
do '{ do Fevereiro do corrente anno etc. etc.
Easo art. 92 trata t o exclusivamente das pro-
videii-ias que, o quando reinar qui.lquer molestia
epidmica a cabe junta tomar, com relago s
babitagoja, em que a autoridade sanitaria ter
franca eutrada e prescrever todas as medidas ne-
ceasirias para a desinfecgo, asseio e lirapeza das
C sas e estabeleciniontos, poiendo at inaudal-os
fechar se verificar que nao eato em estado de ser
habitados.
O 8 diz :
^ As pessoas que sa oppozcram s determina-
goes da autoridad sanitaria, mcorrero em multas
de I(I00)J a 200O' 0, podend a mesma autori-
dade sj icitar o auxilio da torga policial, serapre
qui se tornar precisa.
Acrj.litar o honrado inspector da junta de hy-
;ieue que, armarlo cora issa dispiaigo, ter bs-
para fazer observar a sua intima-
RIO
conheciraento as informagoes que colhesse.
Acudi o Sr. Joaqun Abiio a mprensa com
urna certa arrogancia, nao para contestar o facto,
mas para affirraar que o castigo nao foi com o
chicote e tira com um i bengaliiiba de junco que
casualmente esta va no seu escripto; qno nao
costumu empregar-ae chicotadas e bofetadas, como
se disse, no seu collegio, mas que seguindo o re-
gim-nto tstabelecido por seu venerando pae, (*)
regimea o de brandara, nao se pode deixar de re-
correr a meios repressivos mais fortes quaudo os
meninos de m ndole practican actos indecorosos
e crines contra a innocencia; e que os directores
nao poden deixar de ser rigorosos para com os
discpulos immoraes e insolentes, e que os pas que
nao pprovarem esse modo do educar, nao Ihe con-
fien seus filhos.
Com essa explicago foram tambem publicados
artigos dos professore3 e empregados do collegio e
de amigos do director, dsclarando que alli sao os
meninos tratados com nuita brandura, que os
castigos physicos sao excepcionaes e cjue o Sr. Dr.
Joaqun Abilio nuito boa pessoa, segu os
exemplos de seo pai e nao o homem mo que
o Sr. Regina do da Cunbao pai do menino
pinta.
Mas o que mais revolteu foi um abaixo assig-
nado de 42 meninosnaiores de 12 annos, diz
urna nota baixo do escriptoalumnos da colle-
gio, que indignados pelas noticias dadas pelos
jornaes, proteatavam contra o quo disse o seu ex-
collegao cbibateado, aeseveraudo que nunca
, Boffreran castigos cerporaes, e que se aqualle seu
vem proposito um caso eogragado qae aconte- ex-coilega levou algumas bengaladas, foi porque
ceu eom o Sr. Aflonso Celso, em ama excurso de
recreio qae acaba de fazer ao Re da Prata, em
companhia de ceu filho, o Sr. Celso Jnior, que
provavelmentc, foi quera o induzio fascr seme-
lhante. passeio, visto ser ora grande admiradoro
maior de todos o Sr. Bocayuvadas inoravilhas
platinas.
A viagem foi planejada, seno em segredo,
pelo menos con. as precisas reservas; ptisS.
Exc. pretenda gntrdar o incgnito, talvec porque
sendo conselbeiro de Estado e em exerciciu, nao
era regular que se ansentasse do paiz sem acquies-
cencia do governo.
Aconteceu, porm, qoe o Diario de noticias,
comprehendeo o segredo e, no dia em qoe o Sr.
Affraso Celso tinha de embarcar, dea a noticia,
qoe foi reproduzida nos jornaes da maobi se-
guate.
Foi tasa a primeara contrariodade.
Nao se fallava en to em cholera em Buenos-
Ayreg ; mas quando 8. Exc. alli chegou j se ha-
viam dado oa primeiros cuss; j a populago da
capital esteva sobresaltada, u j constava quo o
governo brasileiro comegava a tomar as precisas
providencias.
Segunda contrardade, .pezar das autoridades
pratieou um crimo contra a moralidade c mereca
correccao enrgica.
O Paiz profligando com summa energa esse
meio de defesa do director, observa que, como me
norea, esses meninos nao tem nem podem ter a
responsabilidade da iniciativa, nem da redaego
da publicago de ssmelhaute escripto. e per-
gunta :
Foram clles, para tal fin, autorisados por seus
pas ?
Foi per propria iniciativa que elles escreve-
ram (?) oo fizerara escrever e publ car tal ar-
tigo ?
Podem meninos de collegio, qoe vivem no r-
gimen do intrnate, proceder por tul forma ssm
previa eciencia do director do collegio ?
A'm disso preciso iue o digamos. A sog
gcato fita a esees alumnos para assignarem tal
documento um acto perveraor, que corrompe a
() O conhecido folhetinista do Jornal do Com-
mercio, C de L qoe tambem tem tomado parte
na cruzada contra o sistema pedaggico que vai
at o tecido subcutneo das nadegas dos filhos
alheios, reoorda que e proprio Sr. Dr. Abilio
Borges, ha des annos passados, faaendo propa-
DE JANEIRO-Corte, 10 de De-
zembro de 1886
Summario Urna visita da junta de hygiene
aos mananciaes de Covanca e Trez-
Rios.Como gao as aguas dam-
nificadas.Oque observouoSr.
Barao de Ibituruna. Providen
cas ordenadas pelo Sr. ministro
do imperio. Propriedade subre
os mananciaes. D.sidia da nos
saadmin8trago.A^uas da Ser
ra do Tingu.Estado sanitario
do lazaretto da Ilhi-Grande.Na-
vios qua tem procurado aqueile
' porte. Kigor quareotensrio.
Terminago do procesa> dos ve-
readores.Collegio Abilio.De-
clarsgo official i proposito de um
tclepram.ua do Para.
No momento em que aqui tanto se falla em me
didaa sanitarias ; em que o governo, armado de
um crdito especial trata de eetudar com toda a
urgencia o saneamento .iesia capital, imagine-ee
qual a impresso que ter cauaado no animo da
populago a publicago de um ofiicio do inspector
da junta de hygiene, em quo este funecionario d
conta-do visita que fez aos mananciaes de Covan-
ca e Trez-Rios, na serra de Jacarepogo, que
abastecem os bairros de engenho Novo, Inhan-i e
parte do Engenbo Velbo, e na qual tero occasiao
de observar que aquelles rios, na sua parte su-
perior, ser vera de receptculo a tola a ordem de
inmundicias, que eatragam conpletanente as
aguas.
Motivou essa visita do Sr. Barao de Ibituruna
a noticia que chegou junta de hygiene da fre-
quencia inslita de molestias graves, agadas c
chronicas, do apparelho digestivo, especialmente
as criangas entre os moradores daquellas fregilo-
ziag, accidente es'e que elle desde logo attnbuio
a corrupgo das aguas -.
A primeira cousa que chamou a attengo do
honrado inspector, alm do estado d'agua suja,
existente no reservatorio da Covanca, que fica lo-
go abaixo do ponte cm que c iraegara os terrenos
de particulares, ainda nao desapropriadoa, foi a
falta da aceio no mesmo reservatono, cujas pare-
dea internas uclnvain-sc cobertas de um limo es-
curo.
Cbegando ao alto da serra de Ignacio Dias,
diz o Sr. Ibituruna, deparamos com alguus mora-
dores quo vivem da pequea cultura e quo a exer-
cem as bordas dos mananciaes, e nelles langam
todoi os detritos animaese vegetaes.
<> Onde existi a antig easa do mirquez de
Lages vivem agora pequeos lavradores, mal ae
commodados, de mistura com oa animaes domesti-
co?, quo se ser vem tambem dos mananciaes para
teda a sorte de despejos.
< Aos lados existen chiqoeiros, cheios de por-
cos, que infectam as aguas, porque n'ellas se bi-
nham ; e nos proprios mananciaes que os mora
dores do lugar atirara os animaes mortos, dejec-
goes e tedas as immundicias, converto id i-oa cm
urna cloaca commum.
Da serra do Ignacio Dias nos dirigirros para
os mananciaes dos Trez-Rios, na vertente da ser
ra do Andaraby, situados era trras de Joo Fi-
gueira de Ornelas, e raiior ainda foi a nossa sor-
presa.
Nio podamos conjecturar que a to poucos
klora tros da ilistancia do centro desta .-idade
i xiatissem desassombradamente tantas causas de
molestias e de morte para os moradores de seus
bairros mas populosos.
As aguas que sao fornecidas pelos manan-
ciaes dos Trez-Rios, servera pira mover o enge-
nho de caf, as machima do fazer farin'na de man-
duca, e um pouco abaixo servera de recrcio a urna
grande porcada, que engorda em trez chiqoeiros,
levantados mesmo oo centro das aguas que vo
ter ao reservatorio, donde sao dirigidas pelos cu
canamentos paraos lugares cima indicados.
Um pouco cima e ao lado do eogenho esto
as cavalarigas, os porcos famintoa e vagabundos;
todas as dejeegoes desses animaes sao atiradaa
agoa qoe tem de servir alimentago publica.
E diffiel e me ternaria fastidioso, se quiaesse
descrever to. repugnantes attentados saude pu
tanto, tor;
gao ?
Par cotro lado, curioso que, ao passo que o mi-
nittro evita recouhecer propriodad dus manan-
ciaes, admittiudo a somente sobre os terrenos por
ond; elles correm questo queja foi aqui muito
debatida q.'iaudo tratju-se da famosas aguas do
rio S. Pe lio ; isto se aguas era taea eoudicges
faz-' a ou nao parte da propriedale sobre terreneB
por onde ellas correm ; o inspector da hygiene
reeoiibtce a propriedade sobre aquellas aguas, or-
denando, entretanto, que do seu uso e gozo fiquem
privados os aeus douos, sem qu dolas lenhum
sido desappropriados e provisoiiaraente nde.raiii-
sados na forma da lei.
Nio hi justificago para o proeedimento daquel-
les proprietarios, procidimento perverso, dictado
por torpe e eynico interesse, para por esso meio
olieron ura bom negocio com o govern-', torgan-
do-o ii comprar-lhos oa terrenos e aguas pelo prego
que elles quizerem. Esse negocio do aguas, de
cert-o tempo pira c s lera servido para especula-
goes vergonhosas que do o mais alto testemuaho
da inepcia da nossa adminictrago. Mas nao c de
certo com o r -gulameoto da junta de hygiene que
se ha de conseguir cou3a alguma.
Desle que foram adquiridos pelo goremos OS
terr-nos marginaes de Covanca o Trez Rios ar a
altura em que se fizeram as represas e conBtrui-
ram-se os resrvatenos, foi reconheeida a eeaai-
dada de adquirir-ee tambem os terrenos cue fican
cima, e do cases de que se trata.;
Foi sao'en 1878 ou 187'J, quaudo ainda era
inspector das obras publicas o Sr. Jardim, o qual
nao podendo chegar a accordo com 03 ropriotarios
quanto ao prego, solicitou do governo desapropria-
gao judicial.
Easa requisigao ficou dormir at h je, nao se
sabe si na secretara da agricultura, ou no the-
eouro, por onde deveram s-r dadas as precisa3 or-
cens para ser iniciado o processo perante o juizo
dos feitos.
Nesse espago de tempo foi reorganisada a repar-
tgo das obras publicas, creando-ae urna outra se-
parada e distinefa, incumbida especialmente do
servigo das aguas, c m um numeroso peasoal e
bem remunerado ; nao se pcuiou mais n'aquelles
mananciaes.
Agora que,rcm reparar o erro e por termo ao
mal com o regulamento da junta de fygiene, que
nao cogiteu, nem podia cogitar da especie.
as questes desta ordem, proeurcm que lito
de achar envolvida ucllas a habitual desidia da
nossa administruglo. Ha ura facto occorrido ha
pouco, que caracterisco.
Apa o despacho do negocio das aguas de S. Pe-
dro, tratou-se de obter outros mananeiaes, e o go-
verno comprou por duzentos e tantos contos ter-
renos na sorra de Tingu, por onde corre um rio
pederoso todo encachoeirade.
Aquelles tarreos, pooco apropriados cultura,
i.tiam parte de urna fazenda que, com escrt.vos'
havia sido comprada pouco antes por quantia mais
ou menos igual aquella pela qual foi vendida a
parte da sera, fijando a outra parte da fazenda
e os escravos quasi de ejraga ao proprietario. E
to bom pareceu ao governo o negocio que, em
cima de tudo, agraciou o homem, o vendedor, com
o titulo do Barao. Nao eram passadis seis mezes,
eis que appartcem 03 proprietarios visinhes abas-
tionando e embaragando o conego das obras ue-
cossariag, porque o pbilantropo titular, que tem
inri encia poltica e ebefe de partido, vend-u
torras que uo Ihe pertenciam, Fttu como 03 lim
tes de sua fazenda nao alcaugam as cacb > iras da
serra.
E a questo j dura ha dous annos, e nada est
decidido!
Depois quo foi ligada a Ilha Grande com o
continente, por meio do cabo submarino, recebe o
Sr. ministro do imperio diariamente infornagoes
minuciosas do que alli occorre no lazareto. At o
presente contiua a ser nuito satislatoro o estado
sanitario d'aquelle estabelecimento, onde nao se
tem dado, nem nos n'.vios tendeados 11'aqueile porto
o que sao numerosos, neuhom caso de cholera.
No lazaretto exiatem apenas seis doeutes de
molestias communs, e mais quatro individuos, ssm
molestia alguma, que esto em quarentena, poc
turem transposto o cordao sanitario de trra por
orden do juiz de paz, disseram elles. Foram
agarrados e l ficaran.
Tem sido maior do que era de soppor o numero
de navios, de diversas procedencias, que tem afluido
ao porto d'aquolla ilha. No dia 7 havia alli nad*
menos de treze davios de vela e quatro vapores,
entre os quaes o Nort America, viado de Montevi-
vo com destino a Genova, para onde ptrtii'hou-
tem, tendo bordo o general Santos. 0 ex-presi-
deuto da repblica do Uruguay, nao podcado visi-
tar a nossa capital, contentou-se com visitar o
lazaretto, quo achou muito bem montado, cora uta
servigo perfeitamente organizado.
Desses navios, una vo all para habilitaren se,
ne liante a devida quarentena em completo isola-
inento, entrar nos portis do Brasil que 3 5 des-
tinan ; outros, como 03 paquetes que ven da Eu-
ropa, mas de portos suspeitos, vo deixar alli
cargas e passageiros que trazem para o nosso
porto; outros ainda, cono os vapores das linhas
de Liverpool e Southamptoo, viudos do sul, l vo
para receber ordens e as malas, e mesmo c irgas c
passageiros que tenham de ir d'aqui espralos
alli. As conpanhis ten fretado un vapor para
esse fim.
Hontem deu fundo n'aquclle porte o piquete
francs Provence, procedenta de Marseh- por J3ar
colln t e Dakar, tendo bordo l,07r> passa-
geiros, dos quaes 2it4 com destino ao Brasil, assim
como 300 toneladas de carga, na maior parte, vi-
nho.
Est finalmente decidido o processo dos ve-
readores. Nao tendo si io encontrado Arantes nos
li'gares para onde foram expelidas precatorias
para ser elle citado, subi novamente o processo
a relago, sendoahi confirmada a senteug do juz
que julgon improcedente a denuncia dada contra
os citados vereadores e o administrador do rnata-
t.
M
1
. -t

7

1 IIM
I


Diario de PcranHmeo-^Doniinro 19 de De


~
l
*>
douro. Este no dia immidiato apreseutou se e as-
sumi o cxrcieio do cargo.
Parece, porm, queeutrou all com o pe e
pois que leve logo urna brig.i cono o chufo d,i
iaa' os j>rnaes noticiaran! eai termos
que nio lhe sao favoraveis.
0 fs do su apresontarara na Cmara,
e nein de Mippor que o fucam, quando fait-t me-
nos de ui mes pora te minar o quatriennio.
Segu.iJo dizoui, nova queitSo foi levantada
I iucompatibilidade di trea dos ret
ltimamente u!eto3 quo fizerau parta i
mar transad i negocio sabra^ttido ao
couselho do estad >. E" motivada a laeoiopitibi-
ide polo fado do ti--ni '.'sa s vereadorea fuue-
cionado no quatriennio pteseuts luraute o tcinpo
eaJNataactual Cinara estuve suspensa.
V. jHHD'urio de Noticias qu; o recurso foi dea-
tribuido ao Sr. Siuimb, e que este p-nsa que di-
tos toreadores eotaa incompativeis. Mas osa no-
ticia f.i contestada por outru jornal.
Esl tambem terminado, a questio collegio
Abil.o.
Tundo o inspector da instrucci) publi ;a apre
ro Sr. ministro do imperio o resultado do
' inquento a que proceden, expidi lhe S. Ese. Mi
evidenciando-so quo o bi li i
rol Jouquila Abilro Borges.. intnngio as disposi-
coes do aitigo 72 do regulauento da 1851,
com w o artigo 67 do de 6 de Novemb o
de 1883, infli-n lo c.stigo corporal a um dos
atosnos, a ndo aqa -lias dirposices applic
aos eal '.o .-i. :n. uitoi participares de inatra
primaria, ella inspector oabia proceder nos ter-
mos do art g lili do primeiro dos citados regu-
lanentos, appcand i pena que no caso couber.
izein a aieta de Noticias e o Paiz de b >j i que
miniju fechar o collegio por tres me-
ses.
Um lelegr .urna do Para publicado no Paiz
que c nstava all ter o presidente da pro
vieta leVado instrnoeSea para sanceiouar a loi do
cioax-il>i tal qual pioisso na a-s inbia provin
eisl.
O Diario Oific'd .ipressou se desmentir essa
noticia, secroecenUnJj que as un as iustruc-
Coes que levou o presidente do Para como tod js
os ecus collegas, toriir,procurar por codos (M
modos e.nstitucionaes baver das ass -mblcaa pro-
vinci.es a le de muios, afim de se evitar o rgi-
men extra-leg .1, sem qn, entretanto, pelas bm -
mas instrueeoes tcas-em os presidentes coartados
na libcrd-idc u dever, qu-3 Ibes asistc, de negir
3 de le, nja casos menciona-
dos no seto addicionul.
foi h
sps
HhViSTA DIARIA
A)tt>o>i)lila Provincial Funecionou
'\hosem sob a presi i ik--i do Erin. Sr. Ur. Jos
Manos] d.- Barros Wanderley, tendo comparecido
III Srs deputad. s.
l'o\ lida o approvado s mdebite a acta da ses-
sao antecedente.
O Sr. !. s 'cretario procedeu a leitara do 6?guin-
te expedan!
Um ab.ixi assignado dos tschygraphos contra-
otantes do apanh&tcento dos debates du3ta As-
eembla rejuerndo que se declare se ten elles
direit cu nao iodemuisac&o de que trata a clau-
sula 11 do seu contracto.A' commissao de poii-
Foi li.io, apoiado e julgado oHjecto de delibera
cao, indo a imprimir um pr jeito sob u. IOS auto-
i3ind > o presi iente da provincia a mandar admit-
tir no yaimsi) Pernanbneuo, por fimta da pro-
vincia ao menor Man -. Xaviir da S Iva.
Foi lido, e approvado tem debite um parecer
da MUnmisaao Je reiaccj sobre a do projucto n.
103 dcste auno.
rou o Sr. AfFns Lu^tosa enviando nKsa
um requeiimento, qu-- n'ells ficou afim de ser <>-
portuuamente, lito, apoiado e discutido.
7eia tambem mesa e fot apoiado e app.ovaio
um requerirnent'i de urgencia do Sr. Uoucalves
Penara pedind) preferencia para continuar a
disjUsao do requeiimento do Sr. Jos Maria : bre
oceurrencias do Tr.caral.
Continu in.lo a diseuasaj do referiJo requerim li-
to ficc-u adiada pela hora, qua foi prorogada por
30 minutos a requerimento do Sr. Goncalves Fer-
reira, t.ndo orad) os Srs Jos Mara e Rjsa e
Silva.
Veio mesa e f .i apoiado fieanlo empatado ou
tro rqunim nto de prorogacao da hora por mais
30 minutos, assignado pelo Sr. Jos Mana, que,
pU ordem pedio e obteve rerifi :acao da vutaco.
Sr. presidente suspendeu a sessao emquau'.o
se lavrava a acta.
Reaberla 30 minutus dupois, foi approvada, ten-
do orado o Sr. Jote Maria, que enviou urna emen-
da a qual foi rejeitada.
Em seguida o Sr. presidente levantando a ses-
sa declarou encerrados es trabalhos extraordina-
rios.
Ilplcgni! > ele Tncarniii Por p itaria
de 18 do corrente e sob proposta da mesma data
de Dr. ehefa de polica ai nomeaJo delegado do
termo de Tacarat o tenente do Corpo de Polica,
Joaqun) Flix Bezerra Cavalcante-
l-'at-ulilnde slc DirolloEis o resultado
dos actos de hontem.
2. anuo (acto extraordinario)
Juio Evangelista da Frcta e Vasconcellos, plena-
mente.
Artbur Mesquita Cortine Lae, dem.
Cornelio Evangelista do Queiroz, idem.
Joaquim Jos Ramoj, idem.
Um reprovado.
Dois levantaram-ae da prova escripta.
lnlerANf*M mercantlsAnt-hontem a
Ass;cicio Commercial Beuc-ficente telegrapbou
a? Exm. Sr. ministro da ftzen la, so icitando pro-
videncias no sentido do melbosurem as acluaes
condices na praca do Recife, relativamente
falta de trocos o ao recolhimento de notas de 2,
5 e 10#UOO.
H ntem, o Sr. ministro da fazenda respondeu
com o srguintc telegraama, que tui affixado na
rrac do CommBrcio :
( Ri-cebi telegramma. Thesooro remetten....
130;000J para substituir^ao de notas. Pelo paqu:-
te de 20 remetiera mais 100:000^000. Resolve-
re! se dove ou nao ser proregado o prazo para
recolhimeuto das notas. >
Atbeneii MumcbI l'cnmuiliiiiaiio
Etfectuou-se ante-bontem o sarao com que este
Club inaugurcu solemnemente a sua bibliotbeca.
Principiando por urna sessao magna litteraria
na qual tomaran) parte diversos oradoies termi-
uou pela parte concertante, executando s in to-
tum o programla de ante-mo distribuid..
O edificio, iluminado interior o exteriormente,
acbava-Be replecto de convidados que nao se pou-
param em applaudir ouellcs que se incu-nbiram,
sob a direceo do maestro Marcelino Cleto, de
levar a ffeito to agradavel divertimento.
Distribuiram se diplomas de socios benemritos
s diversos que se tornaram debes merecedores por
servicos prestados ao Club
BeneficioHoje, no theatro Santa Isabel,
realisara o Club Drsmatico Familiar usa espect-
culo em beneficio da Associacao dos Empregados
do Ciinm rcio levando suena o DramaAs
Rumas do Lastello Negro.
Miploma de snedlroAcba se na Secre-
taria da Preai Jencia, onde pode ser procurado pelo
sen dono, o diploma de eaico pela Faculdade da
Babia, conferido a. Sr. Dr. Flavio Bredcrode Pes-
aoa de Meio.
Casas de Ca-idade do Padre Inla-
plaaAo noaso rscriptorio trooxe o Rvdm. frei
Celestino Pedavoli a quantia do 36/120, producto
de esmolas que agenciou en're fiis que frequen-
tan. a igrej. de Noasi Senhora da Penha, em be
neficio daa Cacas de Candado do Padre Ibiapiua.
Essa quantia fica dispoaicuo do encarregado
pelo irma i Ignacio de recolher taes obulos.
.4 Eklaeo Recebemos hontem da corte o
n 23, de 15 do corrente, dcsta revista de modas,
tiHZtndo folha de moldts o figurino collorido.
A vista modernaTambem recebmosos
ns. 19, 20 e 21 desta foihi Ilustrada.
Pelloral Cnmbsri-Pedem-noa esta pu-
bli cacao :
Esta maravilhosa produccao do Sr. Alvares
de S^uza Soar. s, de Pelotas (Rio Grande do Sul),
tem proporcionado tantos beneficios a humanidad-/
que o autor sent desej] de possuir o maior nume-
ro pt'isivel de uttestadbl de curas i-peradas pelo
sea'prodigioso especifico.
Os -'ts. Francisco Manoel da ~iiva& C, dro
ui-it f, ra do Mrquez de linda n. 23, uai
agentes Dista ilude, agradecem a todas as
psssoss que espontneamente eoviaram a sen ea-
tabeleciraeoto os referidos attestados.
Senador do Imperio Cbego'i hont.m
do sal, no paqueto Pernami/uco, o tr. senador
Lii Felippe de Souza L-o.
Diversos amigos de S. Exc. foram reaebel-o no
eses d) Commercij ende leva lug:r o desembar-
que, e o aompanharam de carro at a casa de
uro, na Estancia,-oule S. Exc.
dar-se.
UiKlra em Ollndu -Hoje, das 5 horas da
tarde s 7 1/2 horas da noite, tocar urna bandado
msica no larga do Cardo, em Olinda, para recreio
dos habitante* e de quem all tor passeiar.
I.ivio de Icintirniiros para 18S9
OjSrs. G. Lipirte S C, stabelecidos ra do
Imperador, obseqaiaram-nos com slgons ex-m
stares do suL:vro de lumbrencis para 18i7.
C utm elle, aloi do espa?) necessario s notas
de cada da d> anuo, e de alguns annuncio?, ima
tabella de easoUos entre o lirnzil c a Franca 1 -i-
glatcrra e Portugil, o roteiro do telegrapho pti-
co, e urna indicac-io sobro o correio, verJadeiro
guia para quem delle precisa servirse.
E' um livro de utilidade, que aquc-llca s-nhores
drstribucm anuu ilmene cora os seus co.nmitten
tes, o para o qual rec.-ben indieacis para an-
nuucios, median;e rascavel letnbaico.
- adecemos o min.o.
Exanics primariuM No dia 10 do cor-
n ute, aob a prt-8ideuca do substitu) do delegado
litterario D v gario Jj5o Vaso C'bral de Algo-
nez, servindo de examinadores o professur Fi: n
cisco Pedro Goncalves Bezerra e o pruf.ssor da
eadclra Francisco de Paula Lins do Carvalbo, fo-
ram iffeutuadoa os exames dos alumnos da escola
pablea do sexi masculino da villa de Mu.ibca,
p r promptos as materias do prin.iro
grao, os quies foram considerados :
Joo Manoel Campco de Albuquerque, muito
sdiantado.
Joo Francisco de Paula, idem, idem.
Em virtude do dsp- sto no art. 86 do regula-
meuto das escolas, foram tambem admittidns a
i'xamc conj ueta mente os alumuos Alfredo Xa-
vier Mendes da Silva e Joo Nepimuc no do Aze
red* dados por promptos no ref rido grio pelo
ivm. vigario, os quaes foram considerados, o pri-
meiro muito hdiantad) e o segundo adiantado.
Ilireciorin dan obra* de conserva-
rao do torio*Boletim meteorolgico dj
d'i i 17 d Dezembro de 1886 :
ZJ o
lloras O C -o s a Barmetro a T. BS.0 do vapor o 1 -a
0 a
9
H ~ aa
6 m. 26-1 7b9m3i 20.64 80
9 28' 8' 759)S7 20.24 69
12 28"-8l 7.V.!">J.' 80.78 71
3 t. 2b 6 767"56 30.39 71
6 27--S 75773 20.86 75
r itura mxima3'J,0.
Dita mnima26",2.
Evaporacao um 24 horas ao sol : 6n,8 ; som-
bra : 5",3
Chuvanulla.
Direcco do vento : E e 15 inniit.3 da tarde; ESE at 11 horas e 10
minutos da tarde ; E at meia noite.
Veloeidade media do vento : 3,">31 por segundo.
Nebulosa' lae media : entre 0.5 o 0.6.
(olli i;.:i de Maula l.ucla Communi
cam-nos:
Encerrar;:::!-se no dia 15 do corrente os tra-
balhos desse estabelecimento de instruecao prima-
ria e secuudaria.
i Pirante uma uommisao exauinadora c;m
pesta dos Srs. Dr. Assenco Magcarenhas, presi-
dente, que a convite da directora a Exma. Sra.
D. Auna do Reg Barreti du Almeida, pre3tou-se
de boa vontade a prceuchi r o tugar e delegado
litterario Dr. Oiyonpio Marques, que deixou de
comparecer nesse dia por iucoinmodo de sa le,
prof.-ssor Martiuiano de Souza, acadmico do 5."
anuo Luciano Al ves de Brito e o Dr. Rodolpb > de
Carvalbo, procederam-se os eximas do 1." grao
das ulumnas desse c.-llegio, na presenca de suas
familias e perante o vigario desta freguezia, com-
mendad^r padre Manoel Moroira da Gama, e um
Ruditurio immenso de senhoras e cavalheiros
Em viitnde das provas escripias o oraes se-
ren ptimas e boas, houve o resultado seguinte :
Primeiro grao Amelia Albina da Cunha,
muito a liaiitida ; Beatriz Augusta de Carvalbo,
idea ; A iulgisa (la Silva Pereir, adiantada; Ma
ria Araali'i du Jess, i Km,
Finallsados 03 exam.es e de pois que o Sr. Dr.
Asscuvo Mascarenhas, presidente do acto, procla
mar o grao de approvacao de cada alumna, ped
rara a palavra tres dellas : Amelia Albina da Cu-
nha, Beatriz Augusta de Carvalbo o Adalgisa da
Silva Pereira, que- re:itarara discursos bem cx-
pressivos e tocantes.
Em seguida o presidente d> acto distribuio,
em nomc da diatincta directora a Exma. Sra. D.
Anua na s, os quaes significaran! sinceramente a satis-
faci de que ella se achava possuida pelo teliz
xito e bom desempenho de anas alumnas.
Posteriormente a dUtribuico dos premios
seguio se um liymuo, escripto especialmente para
a sileinnisacao dessa festa, acompanhado a piano
pela alumna Amelia Albina da Cunha e cantado
por todas.
Ricos e variados trabalhos de agalbas, flores
e 1). rdados, feitos pelas alumnas estiveram em ci-
pos i co at o dia subsequente.
Foi ofierecido aos pais das alumnas e aos de-
mais convidados, pela directora, nm profuso e de-
licado copo d'agua, onde levantaram -se diversos
brindes sobresshinda en'.re elles o do Rvdm. com-
mrndador padre Manoel Moreira da Gama, que
principal e especialmente considerou como objec-
tivo da testaas criaucas e seus pas.
A festa estava imponente, de todos os lados
va se murmurios de euthuaiasmo e alegra, emfim
divisava-se em todos os semblantes o mais perfei-
to contentamento prolongando-se a festa at s 3
boras da madrugada.
Causou-nos urna impresso agradabilisiima,
essa festa das enancas
Lotera du Ceur Lemos no Jornal do
Commercio da corte:
Evaristo Moreira Ferreira Pinto, possuidor do
bilbete n. 26729 da 2.* serie da 2.a lotera do Cea
r, premiado* com a sorte de 200:0004, eztrahida
em 10 de Abril, requereu hontem, pela 3. delega-
da de polica, inquerito sobre a falta de paga-
mento desse premio.
Foi expedido mandado de intiinacao contra Al-
fredo Augusto de Almeida, coucessionario desta
lotera.
Motea Serlorlo O Diario Popular de S.
Paulo refero o aeguiute :
O Sr. Justiuano Lonzada Antunes fez pre-
sente ao Museu Sertorio de urna preciosidade
de subido valor que consiste no seguinte :
Urna caixa contendo urna rica cytbara fabri-
cada no Rio de Janeiro em 1775 por Antonio Mar-
tina Santiago.
Na taiopa dessa caixa, pela face interna, tem
urna hua pintura a oleo representando no centro o
monte Parnaso encimado por um cavallo com
azns ; na base as Musas, Apollo, um cao e um ti-
gre ; de um lado urna fortaleza banbada pelo mar,
no qual fluctuara dous navios que demandam ama
ilha que avista-se ao Icnge.
A caixa interna da cytbara feita de quadri-
nhos de madeira de tres coras amarella, verme-
Iha e marrn embutidos em taboe. de piuho.
N'uma medalha de icarfim, embutida na guar-
nicao da frente tem a inscripcao seguinte : An-
tonio Miz, S. Thiago. Fez no Rio de Janeiro,
1775.
ra do Bsrtbolomeu n. 33, du eBtabelecimen'o abi
sito.
fio agente Gutm&o, s 11 horas, na ra do
Mrquez da Olinda n. 19, de predius.
Peo agente Pinto As 11 horas, do carrcgammto
de carva-> do pedra, a bordo do navio tlar.
Pelo agente Guimdo, s 11 horas, na ra do
Mrquez de linda n. 10, de movis de Jacaranda.
Pelo uyen'e Martina, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 16, de predio.
Qoartn-feira :
Peo agente GuimOfB 11 horas, na ra do Barao
da Victoria n. 5 da pbarraacia ubi sita.
HiftNun fanebres.Sero celebradas:
Amauhi :
A's 7 horas, no Carino, pe l alona de D. Maria
do Carmo Vital Pinto.
PaNKajrelrot. Chgados dos portos do sul
no vapor nacional l'ernambitco :
General Jos Clarndn de Queiroz, 6ua senhora
e 2 filhos, Antonio taito de Carvalho, Jos de
Lima, Elias deCimargo Novaos, ChristovSi G. de
Barros, Dr. Luiz Jos de Franca Oliveira, sua se-
nhora e 1 fllho, senador Luis Felippj du Souza
Lelo, Joao (toases d-i Suva, Francise) JofoMar-
tius, sua senhora e 2 filhos, Antonia Camelia e
Joanna, Francisco J. Soares, Man o ol Enlali >, Fe-
liciano B. de Souza, Manoel T. de Jess, com-
inendador Apparicio Leocadio Soares, Francisco
Xavier Ferreira, Artbur Carvalho da Costa, Adc-
lia Naghe!, Sidonia Spriug, Rozina Bellcgiand,
Cesar Ficarra, Antonio Mith, ChristofFe, Miuo'.t,
Picth e sua senhor?, Moaine e sua senhors, Gian-
ni, Uilaudiuc 0 su s'nhora, (uorapauhia lyric-i)
Seb.istio Los Wanderley, Maria Clara dos San
t as, Jos Horacio de Freitas, Jos de Oveira 1 i-
tos, Jos Antoni i dos Santos Silva, \V. M :llo Lins,
Antonio da Costa Monteiro, OJilon das Virgens
Lima, II> .-i.r Carvalbo, Dr. Luiz Jos Pereira Si-
llines e sua s.nhora, Dr. Francisco Luiz Correio
de Audrade, sua senhora e 3 criados, Jo.inua Ma-
ria da Conceicao, Alberto Freid, Alfredo Alves
de Souza Lobo e Joiquim Firmino.
Caa de .Detone:oMovimento dos pro-
sos do da 17 de D.-sembr :
Existiam presos 340, eutr, ram 11, sahiram 5.
Total 346.
N..clonaos 31S, mulheres, 9, cstrangeiros 3, es-
cravos seatunciados 5, procesando 1, ditoa de cor
lecco 6Total 346.
Arracoados 308, sendo: bous 239, doeutes 19,
Toca! 308.
Movimento da entermaria :
Tiveratn alta :
Victoria, eocrava do Francisco Autonio de O-
veira.
Ciemcntino, escravo de Antonio Fragoso de Mello.
Ijolcria da curie Eis a lista dos nme-
ros mais premiados na 3.* parte da 231.a lotera
do Monte Po dos Servidores do Estado, extrahida
em 9 de Dezembro :
premios de 100:000*000 x 1:0005000
Dr. Barreto tampaio H consaltas de
rneio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra I* Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seta do Soterabro ti. 34, en-
trada pela ra da Saudaio n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio moiieo, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo mdico operador e par-
teiro, residencia rua do Hospicio n. 20.
Consultorio: rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das il horas da manh s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
c3es dos org.los genitourinarios do humera
e da mulher.
Drogara
Francisco Manoel da tva & C dao-
ltanos de todas as especialidattes pharmu
jeu'as, tintas, drogas, productos chimici
i rcdicaniiiuios homceopaticos, rua do Mar-
juez de Olinda n 23. "
Drogara
Faria Sobrinho & C., droguistas por at-
acado, rua do Mrquez de Oltuda n. 41
dea,doPPPaizeut6mCDte grand "queza e pra3perid*-1 llclho/anentos de p-rtos
Se alguna poucos cstraugeiros que aqui fusun : .E1 de louvar que S. Exc. o Sr. conselbeiro mi-
fortuna, nao se retirara coa ellas, ou dsixando os | ",8tr0 da gncoltora, nao. obstante haver o sena-
captaes e recebendo l todo o auno rendas, sa al- do re,s ', "US> especial qu a cmara dos
guns nao pratieam assira e criara familia aqui, e **" diputados adoptara pira o melh)rame:.to do
morrem deixando a fortuna a soas filhos, esta nao P.orto de ""tos, sern duvida pelo encargo pecunu-
passa da segunda ou te.ceira geraclo em raaos r, do emp""11 que a fazenda publica faria
dos nacionaes, o passa toda para os novos estran- i empresa, conforme dispuzera a cmara, se h u-
Reiros que, fazendo sua fortuna pelo commercio, veas? apressado, com loli.ito interesse pelo des-
se vio emoora levando-a, ou deixando seus capi. en volvirr.ento do commercio em sua provincia na-
t,ea empregados para gozar das rendas em jua ,al> a abrir concurrencia para a realizarlo do til
trra. iempreh>-ndiinento, prevalecendo-se di disposicSo
Nao nos illudamo, pois, com toda esta grandeza Ibrica da nova le de orcamento do 16 de Outu-
e prosperidade que vemos no paiz, que nada disto J"0- qUB au'ons)u o governo a contraiar o me-
nosso, nemos capitaes empregados, nem as reu- horamento dosi portos do i nperio sem onus di.ee-
das, que quasi todas se retirara, ficando s o que ?"a o Estadj, conforme o plano da le u. ]7[.;
nao da para constituir capital e augmentar a ri-
de 13 de Outubro de 1869.
Nao de notar que, embira esta sabia !ei ji-
zesse amortec la desde 186'J, sera ex-eu^i) du-
| ruta 17 anuos, agora, tres liis dpiis de sanc-
1 cionada a nova lei que lhe remida, fosse logo
; aberta oncurreneia pir edital de 19 de Ontabro
> sgricultor, que t*m eontli-' P:t c,,ar,dt,ir:s\'> melbori meato do p^rto du
, o gnral do paiz que ello ';;1"t3- bJ'm duv,,,a V'K r.e i P">>piidao em
queza do paiz, fijando s o que s d para passar
se vida cada vez mais miseravel, o quo se v
comparndose como passavam ba 30 ou 40 annos
as clasaes rae lias o ulinas com o modo por que
passam agora
Afora um ou outro
tuido boas fortunas
cada vez mais misera re, sendo todo u quasi todo i f*er-se a cousa nao excluir. o estad i e o res-
o saldo de uossa produccao, duduzidas as mseras guarde n e clausulas c bases do edital para a coa-
despezas du cada um, arreeadudo pulo commercio, i eurrencia. ^ ^
O caso nao u para c m pequenbez de vist i, sotn -
brear-se a fecunda ni -i itiva d i iDverno.- Ex
O Si
1363 100:0004000
6491 20:000*000
5581 5:000*000
2321 2:000*000
5133 2:000*000
1321 1:000*000
1759 1:000*000
9999 1:000*000
10116 1.0000000
13392 1:000*000
13680 1:000*000
j.PPBOXmACOES
1362 ">. 1:900*000
13:4 1:00t)*0G0
6190 600*000
619 i 600*000
PBKUIOS DE 500*000
1745 6356 7330 9735 10816
8948 6824 8478 10538 13823
3887 7229 9189 10890 .....
l'KEMIOS DE 200*00J
133 2958 7483 10780 12677
378 4199 7620 11361 13182
798 4555 7758 11760 13779
2703 5893 9419 12047 13952
2870 7224 10573 12469 .....
PREUIOS DE 100*000
200 25S9 5210 8144 llti'Jl
326 2957 5262 8172 11754
713 3193 5347 8838 12132
717 3532 5787 9279 12220
719 3550 5934 10001 13044
849 4471 6187 10267 13081
2024 4778 6333 10558 13314
2199 4963 7107 11132 13387
8486 4981 7412 11207 13471
2582 5067 7805 11243 13927
Preservativo do cnolera-mornas
O Standard, jornal ingles quo se publica em Bue-
nos-Ayres, insero urna carta do Dr. Paterson,
afamado medico americano, em que este aconse-
Iha o seguate como preservativo do cholera-mor-
bos :
A causa immediata do cholera a qoebra do
poder nervoso no estomago que torna em tel quan-
to elle contera.
Sendo atacado o doente co locar os ps em
agua moroa, e campear a beber da mesma agua
pura ou cha prcto, depois de se ter cmbrulhado
bem em cobertores de l.
Antes de ter bebido tres litros o (ffeito ser
pron pto.
O oiygenio quente d'agua far inmediatamen-
te rcBtabeh ci-r os ervos ao stu estado normal e o
grande calor far a cxpanaSo dos orges capilla
res ; a agua quento far immediatamente deluir o
sangus guiado que ser impedido at as extremi-
dades pela restaur tv i do poder nervoso excitado
ao seu grao mais elevado.
Dentro de 30 minutos o sangue cheio de oxyge
nio far rubra a face e ".ornar perfeita a circula-
cao c completa cura.
iielltea.Effectuar-se-hac:
Amanha :
Pelo agente Gasmao, s 11 horas, na rua To-
me de Souza n. 8, do hotel Estrella do Norte.
Pelo agente Modetto Baplista, s 11 horas, na
rua das Lirangeiras n. 14, de movis, loucas, vi
dros, etc.
Turca feir :
Pelo mgente Modesto Baptitta, s 11 horas, na
Lotera da provincia. Segunda-feira20
de Dezembro, s 4 horas, so extrahir a 13a parte
da I. lotena em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicao dos Militares ser leita a extraccao
pelo sistema da machina Fichet.
liOterlaA 14 parte da 1' lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Miseriordia
do Hecife, pelo iivo plano, cujo premio grande
100:0d0*,m s:r extrahida n dia 20 de Dezem-
bro.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Gasa da Fortuna, rua Primeiro de Marco nume-
ro 23.
Tambem acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39.
Grande lotera da provinciaA 7
serie desta loteria era beneficio dos ingenuos da
Colonia Isabel, cujo premio grande 240:000*000,
ser extrahida no dia 22 de Dezembro, s 4 horas
da tarie.
Os bilhetes acham-se yenda na Roda da For
tuna rua Larga do Rosario n. 36.
Eiitleria do BloA 2> parte da loteria
n. 366, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Jezembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Foi-
tuna rua Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da nae-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da rOrleA 4* parte da 201* lo-
Rosa e Silva
Ix
Ficuios de ver como se d o movimento com-
mercial entra us nacoos sem haver saldo do conj
t-is nein atijogo de contas, e menos pira ser pago
uno diuheiru (inctallico); pois ji est mais quo
evidentemente deaioustrado, que o ouro s entra
em um paiz como murcidoria, rrnando h i filta
real c permanente deste genero, do dinbtiro, como
se d con oatro qualqu-T g-ueri.
J vimos como proeedem os exportadores de um
paiz para o outro, tomando, com tomamos, o
nosso para ex.-mplc.
J viicoi como eao pagos du suaa cxporta^des
estes eXp irtad ires, ou exoortem por couta propria;
ou por ecnta de casas no cstraugeiros, de que sao
aq ii ag.-iit,-, ou como commissarioj, satisfnzjndo
a pedid a quo lhe sao feitos ; isto que sao pagos
por meio do saques que as pessoaa a quem sao en-
viadas as nossas mercadorias, comptam aos ban-
cos na Europa contra oj noasus bancos, e nos re
mettendo estes aaqu s, nos vamos receber dos
bauecs d'aqui. Com que dinheiro, porm, estes
bancos nos pagara os saques qu;, co.noiadOi aos
da Europa, nos nindam contra elles ?
Os nossoj bancos, isto os bneos d'aqui, nos
pagara os saques dos bancos da Europt contra
elles cem o dinheiro com que no importadores
Ihes co.ripramos saque3 contra os bancos da Euro-
pa e rematemos em pagamento da importacao que
uos foi leita.
Di-ato modo, quando os exportadores d'aqui
mandam assuear, caf, etc., aos importadores da
Europa, o exportadores de l mandara aos im-
portadores fuqui tecidos, ferragens, etc., por pe-
didos ou por couta propria, txnto os gneros do l
para c, corao os de c para l.
Como cu, importador aqui, vouao banco comprar
saque para mandar pagar o genero q te importei,
ou com o producto da venda da importacao, se
ella veio por conta de quem a mindou, ou com o
meu capital antes da venda, se veio pir minha
conta, do mesmo modo na Europa quera recebe o
nobso gi ero vai ao banco comprar saque para nos
manjar P"g*r, a nossos exportadores, antes da
venda se o assusar f pedido de l, cu com o pro-
ducto deila, so foi mondado por conta do exporta-
dor aqui.
Assim, ura bao da Enopa ao passo que vai
sacando contra ura baneo d'aqui, este vai saciado
contra e*se mesmo banco da E iropa.
O d'aqui tem fundo no da Europa, e portanto
pode sacar contra elle, por ist) mesmo qu: o di
Europa sacaudo contra o d'aqui. fica com fundo
correspondente a favor oo d aqui. O dinheiro
com qus o banco d'aqui paga os s tqnas do b meo
da Europa, o que o bauo-o d'aqui recebe dos
comprad jre* de saques com que mandara pagsr na
Europa o que de l nos mandaran).
[- O dinheiro com quo os bancos da Europa pagam
o. saques quo vao d'aqui contra elles, o pro-
ducto dos saques que elles l veudera pira serem
pagas aqui aa mercadoriarf que exportamos.
Deste modseatao sempre os bancos da Europa a
vender -aquvs contra os nosaos bancos e com o
dinheiro deata venda vao pagando os saquas que
nos comprimos d'aqui para pagar na Europa as
mercadorias que recebemos de l.
Do rae:mi modo estao os bancos d'aqui sempre
a vender saques contra, os bancos da Europa para
pagar as mercadorias que de l vera, e cora o di-
nheiro desta venda pagara os saques quo lhes sSo
apreseotado8, feitos por bancos da Europa, contra
os quaes os d'aqui vao sacando.
Este movimento de todo o dia e de t .dos os
bancos, fasendo os bsneos d'aqui o pagamento da
nossa exp.Ttacao por meio dos saques de l que
pagam com o dinheiro com que compramos a elles
saques para com estes mandar pigarfra o que de
l nos importara ; fasendo se na Europa o paga-
mento da sua exportaco por moio dos siques d'a-
qui que pagam os bancos de l com o dinheiro com
que l se compram saques para mandar pagar
aqui a importarlo de l.
Assim, em urna pal&vra, os bancos d'aqui p i-
gamoasaqu's da Europa cm favor dos nossos
exportadores, com o producto dos saques que ven-
den para serem pagos pelos bancos da Europa ;
os bancos da Europa pagam oa saques d'aqui cui
favor dos exportadores de l para nos, com o pro-
ducto dos saques que vende n pars serem pagos
pelos bancos d'aqui. -
Nao ha aqui em todo este movimento commer-
cial de todos os das, movimento de dinheiro al-
gum de paiz a paiz. Hi troca de mercadorias
por mercadorias. Pagsra-nos aqui as mercadorias
que exportamos com o dinheiro que os nossos im
qiit, quasi todo ou na quasi todaldade de sua
forCi, sendo estrnngeiro, transporta todo o auno
este saldo para a Europa, ou nos proprios espi-
taos, o lias rendas quanl > aqu o* deixam os-
tentando gran !e riqueza e prcepcridade dj paiz.
Sao estea saldos alo de conta?, mas da reu
sobre a dsspeza dos particulares, que todo o auno j r"*,n03 applaudir a v Exc.
vao cm mercadorias nossas sem retorno du outras, rece a sua integridad ', :-a
e sio outras quautias, que varaos \: cono .j
pagas aqu ao exportador, deixando esta materia
para o seguinte artigo, para nao ficar es'.e muito
extenso.
U cf 17 de Dezembro de 186.
Affonso de Albuquerque Mtllo.
Ao publico
Os abaixo ssignados, prop ietarios c moradores
nesta villa e term ', levara ao conbecimeuto do go-
verno da provincia, que h intua, s 4 h-ras da
tarde, foi espaucado na Cicc.i da Matta (subur-
bio dcsta villa) um filho do eacrivSo Ignacio de
Moracs, por um sol lado que deserton do dettaca-
mento que aqui era commau lado pelo alteres Pa-
juaba.
Este facto, filho nicamente di m iu 'ole do sol-
dado com quem o filho do escriva) 51 traes era iu-
cando- po maii deti lo e p;rf ito con'i !eim it i
que S. Exe. o Sr. ministro tu.a dos n go:ioi do (M
provii.cia natal, dominante pendor da nato, il
bairrismo n is hora ns p>litio5, at niio duvid.-
. huvta eoiifiiica uirf-
hiuvesso coutiatiii
desde logo o mlhora-nento do porto d: Saitos
sem dep.-ndencia de concurrencia : garant i m
efiicaz que a do seucarict r; nppaielho eomoaodo
porj. quera governa, mas protemtorio i v r.
ncm sempre de pro/ero aos nteresseo pblicos.
Senn randes actos do logisiico a lentidi)
caracterstica d > governo p .rlainentar, em que
algu--m n> pode p >r si s coisuramir o bjm ou
o mal a procrastinacao em adiar o< negocios u i
tera eaeoaa ni administrac) propriaraentu i:
nao scrpda m distribuidlo dos servidos e inB
dade dos gibnetes. ^t
As mssas tradcoes sio como esta: a 1 \
assentou o plano e (^Bocios para o milhorameuto
dos portos, foi promWgidiem 1869 o s agora
parece que prttoflde-se rx'cutal a, alias du mo 11
Vfflcieote u aeanhado, e comeeanlo peh porto de
Santos, que ni) du todos o mais ueecssitado.
A primasia dev-a caber ao de Pernarabueo :
esl Mt lado, tao estudado que a multiplicidade
da obstculo
trgado, foi suficiente paran Dr. Antonio Eu3t>r- j de cstu !us diz-se quo ha servido
gio, o promotor Benjamara, e o celebre esenvao j fia^i d p'am da obra.
Jos M millo leunirera um grupo do d. snrdeiros, ; N30 qUH -tll, nao se baja gasto milito dinheiro
e frente dellc praticarein os maiores absurdos !.' ( admimstrativam'nte, com a reprticao do melhora-
Procurarara assassinar nosso distincto amigo raento, comraissoes du eng.nheiros, compra de dra-
captao Torres Barbosa, que aqui se achava nesta g98 asurajientes e boj estragadas, eseavacoss
villa, tratando de diversas causas de nosjos ami logo desteitas ou obtruidas pelo" cursi do rio e
gos, que correm neste foro; c nao foi victima as pc|0 embate das ondas, levautamento de caes ara!
maos dos desordeiros, porque nao o encontrara-i 40 arruinara, etc.
na casa de sua residencia ; e suppondo Jaiuda que
elle estava ecculto em urna casi do capi tao Anto-
nio Hultu, cjrcaram a dita casa, durrubaram lhe
as portas, quubraram toda a mobila, e depc3 de
invadirem quarto por quarto da referida casa, nao
encontrando nosO amigo, sahiram o promotor e o
Dr. Eustorgij como allucinados !
Mandaram atirar no esenvao da collectoria, ati-
raram numa pmca do destacamento, quiz ram
matar a Lucio de Caldas, c rearara e iuvaJiraui a
casa dos nossos dist.ctvs amigos, Jos Ferreira
Picfeiio se gastar por parodias em obras hy-
draulicas, que oadoxprodusea ou s praduzem re-
sultad ;s pouco aprecia veis e dumdouros, se ni
pao ataead-is eom syste.na a ura e tempo e con-
cluidas rapi laiii.'ire : e tera se despindido ta
at agir sardina, que a somina d)s di-pend is
talvez cubra a importancia dos ornamentos mais
elvales para as obras completas.
Ns entant) o pirto d; Pernarabuc), que, pela
sua pisiu&o saliente n> Atiautico, seria o poat
de abrs), de. refoajo, d" n)ti;a3, o que augraen-
de Medeiros, cuja familia foi grosseiraraente desa- taria a sua importancia commercial e a riqu sa
teria da corte, cujo premio grande de 100:0004 portadores d) aos bancos para estes maudarem
jera extrahida no dia 22 de Dezembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
liOterla do Ciro Para Eata loteria
ser extrahida terca-teira, 21 do corrente.
Bilhetes venda na Casa do Ouro, rua do Ba-
rio da Victoria n. 40
Lotera Extraordlarla do Vpiran-
Ka-U 4.* e ultimo sorteio das 4. e 5." series
desta importante loteria, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no dia 30 de Dezem-
bro, impreterivelmente.
Acham-seexpostos venda os restos dos bilhe-
tes na Casa da Fortuna rua Primeiro de Marcc
n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
dendencia ns. 37 e 39-
atadoaro PublicoForam abatidas nc
Matadouro da Cabanga 93 rezes para o consume
do dia 19 de Dezembro.
Sendo: 72 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
(Se C. e 18 a diversos.
Cemiierlo publico.Obituario do dia 17
de Dezembro :
Jca Marcolino dos Snto?, Pernambuco, 23 an
nos, solteiro, Graca; beriberi.
Rufino Manoel do Nasfcimento, Pcruambuco, 50
auno?, solteiro. Boa-Vista ; anasarca.
Glicena Mana Bernardina, Pernambuco, 24
nunos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Olympia Custodia da 8ilva, Pernambuco, 56
annos, solteira, Afogados; tuborculos pulmona-
res.
Antonio Jos Alves da Fouseci, Portugal, 74
annos. viuvo, Recife ; cyrrbose do figado.
Maria Anglica Lopes Gomes, Parabyba, 59
annos, viuva, Boa-Vista; auazarca.
Pedro Preszotho, Austria, 3 mezes, Recife ;
gastrite aguda.
Dionisia Pacheco Carneiro da Silva, Pernambu-
co. 72 anuo, viuva, S. Jos; carcinoma.
Antonio. Peinimbuco, Smezes, S.Jos; con-
vuUiies.
Anna. Atrica, 100 amos, Graca; remettida
pelo subdelegado.
catada pelo Dr. Eujtorgi', e nao o assassiua>ain
porque nao o encontraran) em casa.
No meio de toda esta desorden) ebegou o cora-
manlante do ilestacamcnto desta villa, cadete
Theodisio Aristheu de Souza Castro que foi cer-
cado pela promotor Dr. Eustorgo, o escriva) Jo.
s Maurillo o todo grupo de de3ordero3 que os
acompanhaVB, tentarais assassinal-o c :n ura tiro
de pistola, procuraran) dcrrubil-o do cavallo, o
deram-lhe diversas bordoadas om 03 cauces dos
publi.a, l permanece as mcsuns con lices aper-
td8 e diffleeii.
Tal a admini.-traf.io do Estado !...
A B.hia reclama, ds muito tempo, o estabele-
cimento de docas pira mai-ir facilidade e desen
volvimeoto de sen comraoici', outr'ora o miis
avultado no impario e hoje agorentido pela crise
poique passa a impirtante provincia, alias de
auspicioso futuro pela variedade de suas culturas,
bacamartes; pelo que o dito comraaudante.vendo- algumas cada vez mais abundantes, como a do
se assim acremente offendido e vendo ultrajadas a fumo e outras promettedoras, como a do cscio,
sua honra e dignidade militar, mandou fazer fogo cuja explorado tai rica e vai alargando-so
sobre os desordeiros, que se debandarim, reata- tanto as regioes do sul da provincia, que sem
belecendo a tranquiilidade publica, divido sua du'ida ha de concorrer para o seu melhtr futuro.
bravura e energa que uo pode sor posta cm du- A realidade que, al.-n das ciusas da crise
vida. gcral que hi, o commeicio iialliiiit est op.iri-
Eri hontem nio tvemo3 o desprazer du ver mido p>r braeageus e alcavalas, as cargas edes-
aqui mutas victimas e esta rua alagada do san- cargas sio diffioeis e at arriscadas as oceasioe3
gue de nossos amigos, devem03 tudo ao denodado de ressacas, o littoral do bairro comrnercial aca-
cadete Theodisto Aristheu de Couz Castro, cujos nhado pelas ras estreitas que, margeando-o dif-
briosos tentimentos honrara classe militar. cuitara-lhe o movimento e tornam-n'o insalubre.
Atalaia, 11 de Dezembro de 1886.
Joio Correia da Costa.
Lucio Mathaus de Caldas.
Manoel Bernardino Mascarenhas.
Antonio de Almeida Braga.
Francisco I. de Moraes Sarment.
Peiro Ayres da Silva Costa.
Jos Ferreira de MeJciros.
Joao de Farias Souza Bttenc-ourt.
Jos Thomaz de Farias Guedes.
Bernardo de Souza Franco.
Jorge Justiniano de Sousa Machado.
Mas, de certo, estas condices modificar-se-ham
com a rcgularisacSo dos caes, alargamento de
ras margnaes, c.nstrueeao du docas para o com-
mer.-io e para o concert de nav03, sem prejuiz)
d .s meios actuaes que possuam particulares para
carga e descarga, u abarque e desembarque, etc.
Nao falta autorisacao ao governo para dotar 03
portos das provincias do norte do melhoramento
quo vai contratar para o de Santos : haja igual-
dade, sem distinecio de zonas, e o governo pres
tara grande servio > tanto ao sul como ao norte
do imperio.
COLLEGIO
AGOSTO
INDICARES uTEIS
Medico
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janoiro, contina no
oxcrcicio de sua profuSo. Consultas daa
10 s 12 horas da manhS. Especialidades
epcr..oe8, parto e molestias do serjhoras e
meninos. Roa da Gloria n. 39.
pagar na Kuropa a que aqu se importa ; pagam
na Europa a que de l se exporta para nos, com o
dinheiro que os importadores del derara aos ban
eos l para elles mandaren) pagar aqui o que para
l exportamos.
Nao ha sobra aqui, nao ha saldo. Tudo quin-
to produzmos para ser exportado, o ; o paga -
niento'vem semp'c por meio de saques ou gneros
para serem vendidos e pagar-se encommendas,
como j vimoi, so vindo o ouco quando ha falta
permanente de dinheiro, e vem como genero qual
quer para se ganhar n'elle, como tambem j vi-
mos ; pagando-se l u que importamos aqui com
o que exportamos, pagando-se aqui o que expor-
tamos, com o quo se nos importa.
Mas quando d se que urna parte da exportaco
vai setn retorno, isto quando a exportaco
maior do qte a importacao, como d-se sempre
comnoaco, este excesso nio pago aes nossos ex-
portadores com o producto da importacao. Como
o pois V
Prtmeiramente examinemos como se d o facto
de ir parte de nossa exportaco sem retorno, como
vai talvez em mais urna terca parte d'ella. Quer
isto dizer que nos exportamos pelo meios ura ter-
co mais do que importamos ; ou por outra, que
todo o saldo de nossa receita sobre as nossas des-
pezas, vai se embora capitalisar no estrangeiro e
para estrangeiro, e que seremos cada vez mais
pobres, que a nossa miseria ser sempre eres-
ce n te.
as nos Mudamos com o cresennento das cida-
di's, com os grandes c ipitaes empregados as
vias frreas, noa eogenhos centraes, e em outras
empresas n-iis uu menos reudosas, principalmente
sendo pagas vssas rendas na maior parte pela ga-
ranta do cwverno.
Nio nos*l!udamos cora todos estes grandes mc-
Iboramentos, estes grandes productos que resul
tara d'ellis, porque nada disto nosso, e o luc
'de toda* eaias empresas vai para o cstrangeip *"
isto parte do que vai ten retorno, isto do *
vai para ticar l, sem nos mandan m em i-**06
producto algunr; porque esta mais da tere troca
de nosia produccao que vai sem retorno, f parte
se empreg.m os rendimentos dos capitr no Ia*
todos estrangeires, que na Europa vo ,M 1U*!'
mentando l as suas riquezas. JC ir' BUo"
Estes capitaes im parte vieran)
como os machinismos dos engenho da tUr0Pa>
raateriaes das vias-ferreas a impor' centraes,
gai aos tr.balhadoree, os capits .anciaj>ara pa-
parte das companhias de seguro' .es dos bancos e
sistem na maior parte da casar 0 Q,,r0S coa
esoitaes com que compram as ,a "laa cdade3, oos
taes empregados as diverf apolices, dos cap
pertencun na sua muito m companhias, que
geiros que veem cominero! *>r Phrta *os e,8tr,,n'
do-se depois de constitu q'"> 1uc |,ran-
segu.r paia a Europa te d a * parte da renda d'u.-ter o o anno, a muito maior
capitaes que ostentara as-
Director
Bacharel Munoel Sebastio de Araujo Pedrosa
05 Rua do Viseonde de Albuquerque 5
(AXTIGA DA GLORIA)
Avparelho telephonico n. 302
Sendo j muito lastimavel a negacao actual ao estudo, e nio devendo este collegio augmen-
tal a de modo al/zurn, nio adraitti. alumnos para prestarem examea fra desta provincia, porque nao
resta a menor duvida de que estes, alimentando a esperanca de serem mais fcilmente approvados era
outras provincias, ainda estndam mems. .
Alm disso, quando se approxima a poca de sahir nada fazem, pensando nicamente as
nerioccias da viagem, em que vapor deverao seguir, que companheros ferio, etc., etc.
O pretexto por alguns allegado de nao have.- aqui rxamea de scienciaa no fim do anno, dea-
appareceu com o decreto ie 2 de Outubro que manda proceder a exames geracs de preparatorios na
meema poca em todo o imperio.
O collegio admitto smente alumnos intern;s e externos.
As aulas para o seguinte anno lectivo serio abertas no da 10 de Janeiro.
Beauliado do exame ..retados na Faculdade de Dlrello pelo alumno*
deste Collegio dina me o anoo de 1886
Portugus
Augusto Tavares de Eyra, plenamente.
Edgar de Navaes Carvalho, ap rovado.
Sebastio Fabiio, idem.
Joo Evangelista de Albuquerque Maranha >, idem.
Jos Henrique Cesar de Albuquerque Juuior, idem
Manoel Vieira Barreto de Aletear, idem.
Joo Evangelista de Souza Viaona, idem.
Fausto Ta credo dos Santos P>/rto, idem.
Quatro reprovados na prova escripia.
Dous reprovados na prova oral.
Franca
Luix Odilon de Oliveira, distir tfjj0l
Edgar de Novaes Carvaiho, pinamente.
Augusto Tavares de Lyrp jjm
Manoel Vieira Barreto .^AienCJir, idem.
Bernardo Augusto d _{ Liu)a Braga> ,pproVado.
Jos Henrique Cer^t ,je Albuquerque Jnior, idem.
Fausto Ta.ir;;.^ j03 San(08 Port0) dem.
* .lio Cesar PCjSoa de Mello, idem.
Um reprov 4rlo na prova oral.
Inoez
Jos An ^0 pinto Jnior, plenarsente.
Joaqun 1 de gouxa L-o, idem.
Joao P ArDOsa de Mello Jnior, asprovado.
Jos I Bonifacio Pessoa de Mello, idem.
^u* de Aquino Ribeiro, idem.
Um reprovado na prova escripia.
Latim
Q aatro reprovados na prova escripia.
Historia
Manoel Barbosa de Freitas Cordero, plenamente.
Odilon Augusto Eibeiro, idem.
Antonio Luceno da Motta Silveira, dem.
Francisco Gomes de Araajo Sobrinho, approvado.
Jos Bonifacio Pessoa do Mello, dem.
Joaquim de Souza Leio, idem.
Joaquim Monteiro Guedes Gondim, iiem.
Joaquim Ignacio Ribeiro, idem.
Dous reprovados na prova oral.
Geographia
Miguel Antonio Ribeiro, pienameute.
Odilon Aupusto R'beiro, idem
Cosme
Thomaz
Miguel Archanjo remandes rimenra, app
Manoel Correia Pessoa de Mello, idem ,
Jos Bonifacio Pessoa do Mello, iderr u
Joaquim Ignacio Ribeiro, idem.
Joo Emiliauo da Cesta Albuqucn lW Filho, dem
Joio Jos de Figueiredo, idem.
Joaquim Monteiro Guedes Gondi' B dem.
Joo de Aquino Ribeiro, idem.
Luia Pessoa de Mcll., idem.
Luiz Jos da Silva, idem.
Joaquim do Arruda Fal;io, i if[u.
i?Ae/on'ca
Luii Odilon do Oliveira, plenamente.
Jos Bonifacio Pessoa de Mello, approvado.
Bemvenuto Prxedes de Oliveira, dem.
Odilon Augusto Ribeiro, idem.
Henrique Cesar Pessoa L ns, idem.
Arithmetica
Jos Antonio Pinto Jnior, plenamente.
Miguel Antonio Ribeiro, idem.
Francisco Gomes de Araujo Sobrinho, dem.
Joo Emiliano da Costa Albuquerque Filho, appro-
vado. .j
E-tacio de Albuqueique Coimbra, dem.
Joo Joaquim Correia de Oliveira, dem.
Dous reprovados na prova esenpta.
Dous reprovados na prova oral.
Geomeria
Manoel Barbosa do Freitas Cordeiro, plenament*.
Jeio Emiliano d. Costa Albuquerque Filho, dem.
Jos Antonio Pinto Jnior, approvado.
Joio Joaquim Correia de Oliveira, dem.
Esfacio do Albuquerque Coimbra, dem.
Philosophia
Manoel Barbosa de Freitas Ccrdeiro, approvado
Resumo
Distincco -
Plenamente ^
ToUt:A61Pbemsucceaidos, 18 reprobados
P^l.. 29 /. dos que foram submettidoe a jiils
garanto? nl/contanV os qee foram reprovado-
"'KE2 o" reSdo ambicionado pelo col.egK
tucas for reprovados dous tercos e mais.
Curso pnmano
Ai* 25 de Novembro, no sali respective
examinadora presidida
No
' fessor da cadeira, prestarse
' TTo ltfTdaSSilvrGuiraagraes, di'stinccio.
Daraio de Albuquerque Maranb 10^1^.^^**^%%^*:
i Evaristo Pessoa de Mello, dem Ilaul da b.Wa, riuto, P .^
xienta, ap?rorado. U ^^Sedeirot, idwa,
SSSn^ Ca7ne.ro da Cuuha^dem.
Paulo Cear Paea Barreto, approvado.
Pedro Pi Paes Barreto, dem.
Iao Baniista Pnheiro Lyrr, is".
JS da Penha Bezerra de M.ne.es, dem.
Osear Martina Kibeiro, dem.
Osear de Ousmo Coelho, >^J idenl.
M.noel do Carmo Beacrra de anexes, .uem



i'., la
riiMi
i






Diario de PernaiubucoDomingo 19 de Dezembro de 1X6

(
V
%

app.llu aos agricultores nar
listas
Alerta agricultores nortistaa I
O precoa do nossa assucar e slgodXo
ala to baixos, que pode-ae dizer, tocaram
saeta.
Mostremos por nossa vez ao estrangeiro,
no te.nos r^cuisos propriis. Re.iuza.ims
consu-no de suas tneroadorias ao que nos
fac estrictamente necessarb, ( nquinto nj
temos tabru-asde fazen las e uutros arto
factos. Fajamos Bontir ao governo li-
so paiz, que preten le arrancar-na a ul'-i-
asa gotta de suor. que de na la valen o
petado augmento de direit > aJuaneira e i
creadlo de un rosario do nosaos ioapastoa
aaento para haver dinbeiro e mais dinhei-
*>, para os esbaiijatn-ntos o sustentado de
a verdadeiro exercito de oropregados pu-
ilijos, qus outro trabalho ni o tem as re-
partid s publicas, mais do que fumar e
conversar sobre poKiioa.
Nao consumamos m >is a sola, ou xarqu*
(ame a raesma cou3a) do Rio da Prata e
do R;o Grande do Sul, essa filha mimosa
4o Brasil. Quan io sao boje nocessorias
& arrobas, ou taires maja do assucar, pa
ia o obter 1 arroba des3e muero ali uen-
to, iito pira satisfazer a gana do ouro de
seta duzia de commerciantes desalmados
se, ni qtiadra i-.fflictiva por que estamos
sassanio, amea$ara arrancar-nos as entra
abas; ou conven aos agricultores or
listas comprar-Ibes nem un kilo do aiisero
xarque. Appellamos eom supremo esforco
para a uossa creado dos cercados, para os
nossos immensos .ampos do sertao, para
o desenvol7inento dessa riquisi urna m-
alaatria, e sobretudo para a cultura de ce-
rases, co:uo f izam os agricultores paalis
toa e ruineiroa!
A carne de xarque, segundo a opiniao
tmala dos mdicos, nenhuma alimenta
clo traz ao corpo: o que alimenta nos o
sal que ella conten o os escasea que lhe
adicionamos.
Agricultores nortistas, al rra, s-jarnos
patriotas, es nossos principaes productos
oeohurn valor t-s-n para o estrangro, isos
remos-lhe tambero, que nao carleemos do
que -lie ntroduz no nosso paiz, confiemos
as immensos recursos com os quaes nos
dotou a natureza.
Gti'-rra de morte ao xarquo lo Rio da
Prata o do Rio Grande do Sul: deixemos
que esso mald't) genero so monto! nns ar
aazens des impl icaveia- especuladores, o a
milicia far o resto I
Ficaremos, p.'lo menos livro do mais un
propgdor da festa queso nos appr .xim i.
Slo estes os cons-lbos de u n voss> eol-
lega
Agricultor.
Responde-se
O Sr. K-ete que deix; do fazer miste-
ro de pouca cousa, porque podemos clie-
gar ao muito, e sahir luz coisas que
possam aggravar a modestia de S. 3., o
noai d Sacra nao tem culpa do Sr. thesourciro
overtor e nao coroprebenler o que dclle
i e exige. Nao procurou o Sr. provedor
por srt. do compromisso peJir-lbe cintas
cao diz, e sim para apresentir u n b .ln-
cete para o mesmo provedor e a junta
administrativa estarem orientadas do esta-
do da contraria, para de aceordo procura
remos melhores meios de recursos em au-
xilio da mesraa, visto nao tor patrimonio
como sabido por isso acho boro e r< flec-
tir nielhor o S.\ Ks.te porque acho isto
mito feio em um moro que se diz civilisa-
9 e quasi branco.
18 de Dezembro de 18S6.
Araponga.
N. 10 Recoinmenda-se a Emulsao de
Scott aos doentes do p>-ito, da garganta e
dos pulmSea ; aos anmicos, debis e es-
crofulosos, e todos os \ue precisein de
botn reconstituiute.
A Emuisao d3o tem igual para reparar
i forcas dos debis e enfraquecidos.
GOHIEBC10
Pcrnam
Coisa commerclal de
buco
ECIPE. 18 DEDEZEMORO 'JE lSHb.
i\ tres horas da urde
('o'ac&tt ujir.iact
Svecwes da Compauhia Pernainbucana do valor de
100JOOO, 35* cada ama.
Casabio sobre Londres. M d,v. 22 li2 d. por 1*000,
do banco.
tuto obre dito, vista, 22 1)4 d. por 1JOG0,
do banco.
Cambio sobre Pars, vista 426 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre Lboa e Porto, a vista 140 0/0 de
premio, do oauco.
Collegfo de H. Luiz Coazag
Cjib este titila luadei no dia 15 de Noveinbro,
aa roa do Hjsdico n. 55 um estabelecimento des-
tnalo nstrucfo primaria e secuudaria de me-
ninos.
Abalaacr-se a emprezas dessa ordein em pica,
como a que atrav* asamos, incontestavelmente
grande ousadia e temeridade. Antevi prfeita-
im ote as difiL'uldades eom que bavi.i de lutar, os
mil obstculos que se me antolbarium no caminh >,
mas, apea ir de prever todo isso, alo me to: possi-
vel resistir ao deaejo de contribuir com o meu pe-
queuo contingente para a grande obra do levanta-
ment da iastiuefli.
Ensiaim-se ao collegio as seguiutes materias :
l.itora, culligiapbia, portuguez, fraicez, inglez,
italiano, latim, g.'Ographia, hiatoiia, arilbinetica,
ge i-.etru, ai??b a, pbilosophia, thetorica, musiea
I. piaoo, fliu'H, raboea ^y.nnastica, desenbo
e coavirsa^io das l:iigJ;s: IrancMa, i.igleza e
t.lrinH.
A casa em que te acha o collegio uS,o pode ser
arus adapiala tara csae fim : satisfaz eabalmeute
a t >daa as ex geueias da estab-.locimjnto desa
ordein.
Como re3ido com minba familia estou em con-
diuoes de leceber ineoiojs de mais tenra idad, aos
quaes n> taltaiao de certo cuidado a solicitudes..
Confiado na boa voutade dos Sr. pais de fa-
milia para elles appeilo esp 'raudo que me coadju-
VKii na ardua e diifi.-ii t i^if i da edu;ac> ds
scus lilbod.
Baeifa, 19 de l).ze.nbro do 183tJ.
Padre iiaiioel Lobato Carneiro da Cunha.
Ao publico (I)
O Sr. l. rnardo Jos dos Santos, re .idiota "O
Certito, municipio de Pelota, provincia do Itio
(rande do Sul, querendo prestar uai homeui:ge:u
,i vordade, tornan lo publico as virtudes do i>et
toral ile canbarA, preciosa d.scobjita do
Sr. Alvar.-s de S. 8 jare i, de Pelotas, fes publieu-
o eeguinte importaatissimo documento, em diver-
sos jornaes da referida provincia :
" L.'voho cjilit'cinieuto do publico miis ii.ii
triujipbo alcancalo |ielo popular remediopci-
larai ele cambarlesanbaita a pnpira-
oio do Sr. Alvares de S. Soares, de Pclotat.
llivii seis anuos que uina tosse grava uie
atjrmentava dia e no 'te, faaendd uliimaoieat dei-
tai- ji abundantes escarros de siogu? : os palowtta
com certeza aehtvam-ie atfeetaio e eu teria iu-
failivelineut-; de suecumbir terriveltmica pul-
monar !
Un amigo saben lo d) meu esta 1 >, ac
lluu me o precioso petloral de cambar.
e sjmeute com o us;d; 12 vidros deste importaa-
tissimo uoediCime ito, eossegtti curar me radical-
mente, -entindo me huta forte e polendi j en-
tregar me s lijes do linlii taz'ii la /o Cerrito.
Oepois deste casi, teubo acouselbadu a in.iifa
gente u peitoral de cambar, e todos ten
colhido rcsultadue importa atea.
Actualmente fas uso des^e preparala^en
muito iproveitament.', ininbi illii XeufriJes, qu-
tani'jein se acha offraadg -.0 peito.
Fazeu la do Des.iini; n;> C'rrit-, 21 de Ou-
tubro de 184 Bernardo Jone do unt s !te-
B ubeyo como Verdadeira a tirina supra. En tes-
temuiibo de V: rdade, o Cierivo de paz HAdco
S. de Gouoeia.
Uuicos agentes e depositados geraes ue.-ta pro
v ncia Fr.i:iri<<> Uaiiuol da Hilas tk C ,
ua Mrquez de Oliuiu u. 23.
S"tirem com frequencia as s:nli ia .
sobretuJo na poca do seu injommolo
iicus il, de violentas enxaqaoiaa, dores de
estomago, abatimento de forcas com per-
da de appetite, Irbtesa, mo humor, et:.,
provenientes de debililade do systema
ervoso. Para fazer desapp .recer todos
. stos sotfrimcutos basta tomar durante ai
guns dia's as capsulas de sulphato do qui-
nina de Pulletii r, que aupprMrlo o am..r
go caraettristico, oeste medicamento tilo
precioso, e se tgerem fa.il uenti sem qu1!
o estomago se f.ti^.i, tomiS-aalo o or-
g mis ao e resiituinio a la la.
Calavera con pjlu a, assim cha u. Que
vedo de um modo cruel a mulher sj n i-a-
b;llos. Com i-ffdito na la mais fio, nada
uais triste do que ver urna mulher priva
da dese adorno precioso. Felizmento nada
mais fcil do q to que provenir e corri-
gir esse defeito, azeudo su uso do famoso
olhco de kmanga do Jipo, da casa Ri-
gaui & C, que conserva o tiuifica o -a
bello, torna o brilhante, fui-o i-resecr, e
d-lhs um perfume suave e voluptu iso.
Quem n2o ter sentido alguma vez p so
de cabejn, nchacao do vt-otre, lingua bratica
e saburresa, falta de appetite, de activi la-
de e de alegra, provenientes deembaraQi
gstrico... ? Para dis.-ipar esti estadj ou
prevenil o, basta tornar do Umpos em tem-
pos, a Fruta Julien, qu o se administra
auite ao deitar-se e nao causa o mais leve
Na hora da oolsa
V'eudei ain-se :
38 acyes da C< mpanbia Pemambucana.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. ti. Alcoforado.
et de Dezembro da ifW
ALKANioEOA
C k'a * 1. 1 a 17
.*: d. 18
ilfaod^ga di Pernambueo, 18 de Dezembro d.
1886.
Os coutereotes,
Jos Juaquim de rauda.
Adulpho Gentil.
52l:205>3.6
18:005.03^
JJ9.510i3o8
rcovjiciii.
Del a 17
5cm de 18
83.0AJ..51
7.01568>
----------------- 92:67t'207
tamas doria ')
q u d: 18
1 a 17
-LA,.'i ItO.lUOLAL
.i Je 18
O 1 a 17
0.':18t>56J
29:()61J933
5.7i)84'J3
34.8(J0426
3:388i837
1:10) 172
38.3
7:270.073
I
7:27
-LTfcll.ACO DA PAUTA
Piia a semana de 20 a 25 de Dtz
de 183G
JUiiJio, 1 rs o kilo.
AlKuaao em rama, 323 rs. o kilo.
Fam., restolhoj, 50-J rs. -. kib-
-.ri ihvjiiji
t I a 17
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Vapor nacional Pernambueo, tnlrado dos
portos do Sul, no dia 18 do correute c
consignado ao Viscor.de Je It.tqni do Nor-
te, manifestou :
ArmacSes 1 caixa a J P- de Moras.
Caf 50 caixas a Joilo Fernandes de
Almeida, 50 a Gomes & Prreira, GO a
Justo Tcixcira A C, 50 a Fernandes &
roslo.
Chapeos 3 ca:x5es a J. B. Curisi, 1 a
F. R. da Silva, 1 a Jos Juaquim Samar-
es, 1 a Uliveira Basta d C, 1 n Adatpho
& Ferro, 1 a Joao Christiat.i O., i a
Augusto Fernandes, l ordeo.
Fumo 4 vulumea Moraes & Marques,
45 JoSo V. Alves Matheus & C, 4 a P-
rente Vianna & C, 114 ordeno, 7 a Jos
Antonio dos Santos.
FogBes de ferro 9 volamos a Rois &
Santos, i) a Miranda & Souza*
Feiian 30 saceos a Gomes Fu-reira
C.
Mercadorias (rersas 9 vulumea Capi-
tana do Pi rto.
Machinas 2 vo!u nes a Ro Irigues d ria & C.
Mate 1 Volu-ne a '^ulino de livtrira
Maia.
Mol uro 1 caixa a G. apiolar.
Panno de algoJo 7 fardos a IsWtius
(Jordeiro & C, 7 a C. L Goncs, 20 or
dem, 30 a Rodrigues Lima & C 8 a Bai-
lar Irmaos & C.
S ecos 10 fardos ordoro*
Tinta 1 barria G L"ip>r(ft C.
Vinho 16 barris ordem.
Carga da Baida
Cimrutos 6 caisSss ordem.
Ch'j.os G ditas ordem.
Esleirs j0 imlhos ordem.
Fio de idgoao A,0 saceos a Rodriga:b
Lua A C 40 a Juo Fran.isoo L'ite,
11 a A. Lopes & C*
P..nno de ./ilgodo 30 fardos a Luiz An-
tonio -ijueira, Ib a Machsdo & Perciri,
5 a Aorad' Lopes &C, 5 a C. S'tjden,
11 a Beru-t, & C, 6 a Al ves de Brilo
C 5 a Joao Vctor A. Matheus & C,
3") orli ni, 10 a Severino & Irmo, 5 a
A.-Aaoii* SC., 10 a Ferreira Vianca
C, 16 a F rrtra & Im.'io.
incommodo, purgando suavemente o re-
frescando os intestinos, effeito este contra-
rio ao produzido pelos purgativos usuaes.
A batalha da vida
* sei
B' mxima da guerra o assaltsr o inimigo, an-
tes que este tenha tempo de coaceutrar as suas
forjas para o ataque. O mesmo applicavel na
luta diana com as eaiermidades. Se bem que a
salsaparrilha de Bristul, antagonista, quepoucas
mulcstius mortaes podvm resistir, leva cabo a
sua obra curativa e regeneradora, muito mais de-
pressa quando ella usada logo no corneo da mo-
lestia, do que quando esta j se acha entranbada
no ty.it'-'iaa.
As escrofu us que nao se teem arraigado pro-
fundamente nas carnes, ou atacado os usaos, ee
iroetta bosm por e .cauto sob a saa mgica
ii 111 ocia; stiev.Iendo o mesmo com as molestias
eutjnea.', nil evi: do ligado e dos iu tstinos e us
dyapepiia, aevralgia o rhi umiitismo. Porm te-
uli ;--c entendido, que, qiisnlo a Iota eutre as fa-
culdadea pliyaieas e a eufermid ide, chega ponto
de se tornar urna batalba entre a vida e a morte,
to tenivel qulo duvidosa ao parecer, a salsa-
parriilia de Uristol, pode anda assim mesmo, fa
ser pender a balanza em favor do doente. O nau-
fragio da humanidade encontra sempre urna anco
ra de salvamento neste hygioLico auxilio.
Acba-se 4 viuda em todas as boticas e lujas dt
perfumaras
Agentes em Pernambueo, Heory Foster & C,
ra do Commercio n. 9.
C.m o emprego deste lem dio phenomenul, o
\aiope de Vida do Heuler, X. %.
mui'as do- ueis que antes eram reputadas de'.todo
iivu.uveis, boje domiaam se c cumm-se comp'eLa-
m-ote. Eutre u*3 doencas cumpre citar a des rius
deuiinnrida de liri^ht, em todos os seus variad =
deseavulvimeatos de granulneao, degeueras'io adi-
posa, etc., etc., doenyas rebeldes do tge.i ttndcn-
do a ulceraeao do oigo; clculos na vescula do
ti e es urinarios, a tysica, tuberculosa, a sypliilis
secundara o terciaria, as molestios nervosas elirj
mea-', o envemnamento do aangue, etc., etc. Na
realidad, podemos declarar sem tem r de des-
mentido que o Xaruati d Renter. >. cura quasi todas as doencas do ligado, lins, pul-
me-", estomago o intestinos.
i na enfermldade tomada por
outra!
Equivoco dos facultativas
O fallocimento de alguin amigo ou p-
rente a quem amaines temamente sem-
pre u na ilcsgraca lamentavcl : m-.s a ca-
lami lade erJadeiramente terrivcl quan-
do os faatoa nos manifestam que a pobre
victima suecumbio por so ter empregado
um syaiema de tr.ttaincnto que nao era
aprnpriado para a sua doeLCi. Com tu lo,
casos lia em que o erro dos mdicos se
deacobre antes -de desapparecer u ultima
esperaoos, e uestes casos, algumas vezes
se consi'guo salvar a vida do docnte.
P.ra erempb do que deixainos dito, va
nos referir certos factos que cstabclecem a
rerdade da nossa afBrmatao.
IIi cerca de dous annos, urna das sc-
Ii >: as mais b las de Niw-York, abando-
nada peles facultativos em um ceso deses-
p ra )u de tsica (pois era este o notuc que
os medios davam molestia) julgava-ae
condemnada a inorrer. Os pais da u'ocnte
resolveraa leval a a Pars, esperanca los
em que, na capital de Fian-;i, a FaculJa
de disi'obrria algurn remedio contra o mal
qus amoscara a vi a da joven senhora
Esta esperanca nao se rcalisou, mas feliz
mente em Pars os amigos da moribunda
ouvira n fallar de urn novo systciLa do Ira-
lamento adoptado primitvaininte pelos
Slii-kr s do Monte Lebanon, no Estado
'de N w-York o empregado depois por ou-
tr s pessoas com um xito extraordinario
em muitos casos de Dispepsia. Aos pais
da itifc'iz pareecu qne era possivt-1 quo a
doenc que afBigia sua filha poderi; tal vez
deuoiuuar so Dispepsia ou lndigestao, e
no a Tsica que tanto teman', e abriga-
vam a esperanya de que, era tal caso; se-
ra fcil salvar a desditosa joven.
Apressaram-se, pois, a alcanzar urna
quautidade de um medicamento intitulado
Xir.ipc Curativo de Seigel, e preparado
com 0 tira espo.al de curar a Dispepsia,
A doecto tomou algumas dozes deste re-
medio, e o resultada do novo tnlamento
ai maravilhoso. H'ije aquella seniora, j
restnbeleoida, vive feliz e goza de urna
sadc pt-rfeita. Certo que, neste caso
os mdicos tinliam tomado uina doenga por
outra, o quando se descubri a origem do
mal, e se explicou o verdadeiro remed",
os symptomas da Tisic; desappareccram
immediatamente.
O caso que acabamos de citar nao o
nico neste genero. Ha milhares de infe-
lizes quo actualmente esto tomando re-
medios para curar enfermdades do figade,
dos rns e dos pulooBes, doengas provo-
nientes dos vapores miasmticos, etc., ao
passo quo realmente nao existem em mui-
tos casos taes affoccoes, sendo a inliges-
tao a verdadeira causa dos symptouias que
tanto terror inspirara aos/ doentes; e so
estes applijassera o verdadeiro systema de
tratamentc, no tardariam a curarse.
No ser por icinais o recordarmos ao
leitor .ue o xarope curativo de ScSgel se
vende cm todas as pharma.i s do mundo
inteiro, assim como na casa dos proprieta-
ros, A. J. White, (Limited), 36, Farrng-
don Boad. Londres, E. C.
Depositarios na provincia de Pernambu-
eo : Bartliolomcu(fi C, J. C. Lsvy & C,
Frau.isco M. da Silva & C, Antonio Mar-
tiniano Varas & C Rouquayrol Irmaos e
Paria Sobrinbe & C.; era B dio Jardira :
Minoil .lo Siqueira Cavalcante Arco Ver-
do o Mauoel Cordeiro dos Santos Filho ;
ara Independencia. Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; em Palmares; Antonio Car
doso de Agniar; o era Tacarat, Jos
Lcurenco da Sdva.
EITES
Lugar inglez Fuy Cros, entrado de MJ-
desbrough, no dia 15 do torrente e consig-
nado estrada do ferro do Recife a S.
Francisco, manifestiu :
Carvuo de pedia 72 toneladas.
Feix'sde ferro 172.
Taro ancos de ferro 596.
Trilhos 1,924 consignalaria.
imoPACHos db expunTAgAu
En i7 de Dezembro de 135
Para o exterior
Na barca noruejuense Kmo, carreg.u :
V~r* Liverpuul, M. J. da Rocha 7u0 saecjs com
51,0 10 kili-s de aesucar maseav.d'.
Na barca nurueguense Aeolus, carregaram
Para New-Yol k, H. Forster t C. l,03d saceos
e in 75,0)0 kilos de assucar mascavado ; M. J. da
ti ii !-,.i i,'0')saj. us c-;im 75.0OO kdoa de assucar
lli.ljO .v..du.
Na barca aorueguease ux, carregaraai :
Para New-Yurk, Julio rj Irmo 34 tu :cos com
3,550 kilos de assucar mascavado.
No lugar inglez Durnere, carregaram :
Para N. w York, H Forster & O. 2,400 aac >s
com 180,000 kilos de assucar m:iscvad.
No patacho americano W. H. D, carrega-
ram :
Paia New- Yoik, J. 8. Loyo t Filho 701 secos
com 52,575 kilos de assucar mascavado.
o patacho dinamarqus M. Johanne, car-
regara: :
P.iri New York, F. dscao & ?ilho 1,3J0 sac-
eos e. m 17,500 ki'os de assucar mascavado.
Ni patacho inglez .Iro, carregaram :
l'..n N'.w-Yu:k, II. Nuesch C. SOOaaecot
com 15,00!) kil03 de atsucar mascavado.
No l'fx' portBgu z Mario, c-rregar tn :
Para o Porto, 6. B. Aaii.rim & C Hffl meeas
c,m 21,240 k.l ,s de IgjJao ; A. C. da ii.v.i 1
garrafoei eom 01 l.tcOJ d-: agurdente.
Tara o Jiu rior
0 Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civd desta cidade do Recife da
provincia de Pernambueo, jmjI Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
t'..(o sabir aos que o presente edital virem ou
de.le noticia tiv.rem, que huios os dias ce pre-
go..-s e i.s pravas da K-i -: na audiencia deste juizo
j dia iO de Fevtreiro do anuo prximo viuduuro,
iiao praca por venda a quem mais der e maiur
lance uSuncer na beas constantes da aviliacao d>
theor seguiute:
Urna mobilia composta de 18 cadeias de guar-
n i va 4 ditas de b.af s, 2 consulos com tampos de
pe ir.-, 1 sof, 1 mi sa redonda com tauopo de pe-
dia, tudo de jacarando, usada e avaliada por....
-'50 ; 2 guaria-roupa de amarillo usados, ava-
liadus por 00 ; i toilet c na tampo do pedra e es
pelbo grande, avallado em 35,$ : 1 lavatorio de
pe Ira para baciaf, eom espelho, avuliado em
20 ; 1 commoda com tampo de pedra, por 40 ;
1 so'.fetaria de jiearaul, por 405; 1 guarda-
losoa de uinarcilu, av.iliado pir 0 ; 2 aparado-
res de amare!!), avallados por 20 ; 1 inc.-a i las-
lica com 5 tabj.'is, avallada em 1 ; 12 cadeiras
de june'', a val idas p ir 30 ; 2 murquezas, sendo
urna de jacarnni e outra de amar, lio, avaliadns
por -5o ; 1 candelabro para 5 velas, avallado por
10i ; 2 serpentinas, avalladas por 10 ; 0 purs
de jarros de porcelana fin i, avallados p;r b'5. E
as^im scraj es mesmos beus cima mencionados
ai rematados por venda a qucui mais der e maior
lauca i florecer no da e li ri cima indicad is e fo
r.-.in peuborados para pagamento do principal e
cuotas da acclo executiva ijue a Luiz Antonio l'e
rets mu ve a Ordem Terceira de Nossa Sei.li ra
do Carmo deta ciJade.
E para que ebegus a noticia a todos, maudei
pawar o presente adital, que ser affixado nos lu-
gares do cestume e publicado pela imprenta.
Dado e paasa lo ueata cidali dj Uecit'e aos 15
disi do m z do ezcmbrj de 1880
Eu, Fclicissimo de Aievedo Mello, saorivao liz
,-ser. ver subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
5" SeccAo.Secretaria da Presidencia de P. e-
uambuco, rin 17 de Dezembro de 1830.
Poi isla Sicrct.iiia se faz publico, para conlie
cimiito do ntaressaJis, qie o Bsou Sr. presi-
dente da provincia n- s' i data expedio ordem ao
iiip ctor da Tues.uraria do Fazenda, aliui de
mandar entregar aos voluntirioo da patria e ex-
piabas do tiercito abaixo meneiona lo-, e a. que
aptesenrarem-be devidameuta d.cumcutad s, 03
prasus do trras a que livcrem direita, nos termos
lo di cret.i n. 3371 Je 7 tfa Janeiro du 1805 e dj
2* art. da le u. 2JJ1 de 21 de Setembro de
i "-il d- v a I.i taes prasos ser medidos nas trras
do l'o Ui.isil e nao os de Uirreiios c Iiiacbo
do Matta, que ficaa reservadas para serem as-
didus a a^iicultuiCJ, conforme decidi o Exin.
Sr. ministro da griculluia. commercio e obras
pub'iens, em aviso de 1 ue Setembro ultime, sob
i. 0. (Assignalo).Pedro Francisco Correia de
Oliveira.
Bulacio a que se niere o edital supra
Carlos ltidrgue Cu li iros, Francisco Je de
Olivi ira, Feliciauo Pereira de Lyra, Francisco
lo.- dos Pussos, Cretc neio Conrado Brando,
Au-.nias Misad L ib,), Jim ) 1 Felip.e da Silva,
Antonio Jos do Valle, .vlanoel Simao da Cruz
FraneiscoPeriir* Uaibo m, Mauoel Jos do Nasci-
meuto, Jote Maooe. da Svh, Liuieotiao Aotonio
de f'au.'u Madureira, Jos Paulo Teixeira, Theo-
touiu Lima da Silva, Agostiuho Francisco Pe-
reira de Soasa, Silvern Jos das Chagas, Joa-
quina Soarea da Silva, ltaymundo Uaacel do Nas-
cimeoto, Mauoel Fraocisoo da Crus, Manoel Ro-
drigues da Paixao, Juveucio Rodrigues da Silva,
Bellarmino da Costa Ramos Antonio Oomes Fer-
reira Franca, Jacintho Leite Villas-iioas, Anto
nio Paes Barreto do Barros, Joao Martina Fer-
nandes, Amaro Jos Firmino, Antonio Leite The-
norio, Joao Fernandes TVixeira, Joviuo Camello
Pessoa, Joao Maria da Cruz, Antonio Luiz Nu-
iles, Francisco Celestino Barbosa, Francisco Jos
da Silva, Cantillo Francisco Gimes, Manoel Ray-
mundo dos Passo?, Antonio ae Souza Leite, Ma-
noel dos Alijos Mendes, Joaquim Amonio dos
Santos, Cosme Etnyg lio dos Santos, Pedro Alo-
xandrino da Silva, Antonio Sctins Mascareuhas,
Vicente Marinho de Souza, Francisco Jos de
Oliveira Borges, Luiz de Jess Mana, Francisco
Pedro Codreiro, Auian > Jos da Costa Prata,
Alexandrino Autooio de Oliveira, Mano 1 Pedro
Francisco de Paula, M.ncel Geraldo do NaSCI-
uiento, Ang lo Baptistu, ngel v C rioiano da
Motta, Floriauo Francisco dos Santca, Joao Ma-
uoel de Suuz-i, Jote Francisco Fernandos Be-
zena, Vicente Feneira Soares, Jos Ignacio de
L ni.'., Eugenio Jos Martins, Jjs Joaqaiin de
Lima, Antonio Riymuuda Rodrigues da Silva,
Ma iu 1 Ignacio de Maura, Mantel de Souza Gui-
do, Cbristjvo Coelho de Athsyde, Liiz Jote Mo-
reirH, Weoceslo da Silva Uib.iro Campos e
Faustino Ferreira da Silva.
(Prtmeirn prara)
De ordem do lilm. Sr. inspector se faz publico,
que s 11 bo*as do dia 22 do correte mez, sero
vendidas em praca no Tr>piche Cunceico as mer-
cadorias abaixo declaradas :
Arm iz m it. 1
Vinte e um k'os de envel ppes com imprca-Jn
em urna cor, p;iU' da caixa marea S- l-iz.ir. ti ''JCy,
viuda do Havre u i vapor franeez Ville de Mura-
nliao, mirado cm 4 do Novemoru ullimi. abaudo-
nados aos direitos por Salazar & C.
Armaz m n. 7
Urna caixi ra rea FMS 6t C, n. 0,186, vmda
do Havre no vapor franeez VUle de Cear, entra-
do em 25 idem dem, eouiendo 108 kilos de aunan
cios impnsses em mais do uuia cor, abandsoadoi
acs direitos pelos negociantes Ka liiel Dias & C.
3. Seccao da Altindega de Perua.a'ouco, 18 de
Dezembro de 1880.
O chi fe,
Cicero B. de Mello.
com 33,011 ki'os de assucar branca ; Maia < Be-
zenle 350 vulomes com 0,403 kilos de assucar
bronco ; P. Alves & C- tO barricas eom 1,010
kilus de assucar rfiaado ; F. A. de Azevedo 350
vulumes com 2.'.710 kilos de assuear branco; V.
de lti.qui do Norte 630 saceos com 30,900 kilos
de ni i ho.
Para Maranho, V. de Itaqui do Norte 200
saceos com 12,000 kilos de milbo.
Para Man' s, F. A. do Azevedo 40 volumes
com 800 kilos de assucar refinado.
No lugar nacional Sarah, carregou :
Para o Para, A. Babia lOpipas com 4,800 li'rca
du aguard< ote.
No hiatu nacional Aurora, carregaram :
Para Maco, P. Alvis & C 24 barricas com
1,698 ailos de assucar branco e 8 ditas com 480
ditos de dito retinado.
Para Mossoi, P. Alves A C. 15 barricas com
1,1*0 kilos de i.ssucar branco.
(Mi-Kuttila prara)
De -rdem do III n. Sr. inspector se faz publico,
que s 11 hor.13 do dia 22 Jo corrate raer, seao
vrndiiasem praca no Trapiche Conceicao, as mer-
cadorias abaixo declaradas:
Arm<.zeui u. 2
Urna caixa marca A II C, T H embaixo, n.
5324, viuda de Liverpool no vapor ugiez Oralur,
cntiado em 2 de Scltmbro do coircitte auno, eon-
tendo 44 kilos de envelopes sem unpress, e 80
kilos de ca loes de urna cor, abandonados aos di-
reitos p>r Alberto ILtusoliel & (.'.
Arm.-zem n. 3
Nove atados e urna caixa, marca F & C, ns.
992 a 1001, idem de Kew-Yoik n> vapor ir.g'ez
Porluense, idem to 28 de Outubro idem, eonteudo
612 kilos, peso liquido legal, de filhubaa de Uris-
tol de urna ir, aoaudonadas aos direitos por Fa
ria Sobriubo V C
3 seccao da Aifaudega de PeioambuCo, 18 de
Dezembro de 1886.
O fchcfe,
Cicero B. de Mello.
O Dr. lleiin gtius Scrates Tararea de Vas-.-on-
cclUs,juiz de direito da prcvcder'a da ceir.arca
de Olinda, por Sua M-igesiide o Imperad-.r,
quem Deus guarde, etc.
Pac/! sibor aos que o presente eJital virem e
d-.l!e noticia tivcf.n, que silo uhaicailos os herdei-
r, s collater.es do finado chantre Jos Joaqun,
Camelia de Andrade, para so bab litarem ner^te
j izo, i-fna de ser divid o entre si o remaur-seen-
t- do legado deixtdo por acuelle finido ao C bi.1o
da C.-iliclial di-sta dio 'C (", na crsa terrea n. '.'
ru. do Mispo Coutinh urna vez que o mesmo (la-
bi.l > D0 uceitou eeicelhinte legado.
E para qu-: chaguo ao conhecimento de talos,
maodei paaaar cditaca que scrao iiffix idos no lu-
.ar do colu-i:e e publieodo p li imprensa.
D .do e paseado neita cidade de Olinda, acs 25
de Novcnbro cic 1880.
Eu, hachan! Francisco L:na Caldas, e*crivao(
o subscrevi.
Hermogenes Scrates Tavares de Vasc/ncellos
Os mesmos
Os mesmos
Os meamos
Oj mesmos
Os mesmes
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmrs
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Oj mesmos
Os mesmes
Os mesmos
Os meamos
O m-smss
Os mesmos
O mesmos
Os i-esmos
Os lesinoo
Os tr.es aws
Os mesmes
Os misin s
Os mesmoj
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesm.s
Os 011 i
Os mesmos
Luz o C.
t>s me-
Os me-
Ati')tt30 Oliveira z C
Os tneem s
Os mesmes
Os mesmos
Os me
Os II.'.SltOS
Os pwanai s
Os mesmos
Os mesmos
Oj mi moa
Os um
Os ni smos
Os mesmos
Os mesmes
Os meamos
Os mesmos
Os mesmos
Os lie smos
Os meamos
Os meamos
Oa mesmos
Os mesmos
Os meamos
Os inesusos
Os mrsmjs
Os men03
Jet da Silva LnjFO i Fi:hJ
Os tn. sm M
Os mesmos
Os meamos
Os mesmes
Oj mesmes
Os jnesmos
Oj mesm.s
<>s Diani'.s
Os meemos
Os mesmes
Os mesmos
Os mesmos
Cramer Frey C.
Os meamos
OJ)r. 'Ihomaz Garcez Paran/us Montene-
gro, ja z de direito espp.cialdo Commercio
do Recife, por Sua Magcstade o Impe-
rador.
Faco sabir aos que o prearn'e dita! virem ou
delle tiverem noticia que dar urna audieucia ex
trxordiuaria, ua segn Ja fera, 20 do correute, s
11 horas da mauh, ua aul i dos auditorios.
E para que cheg..e ao conli' ciimoito de todos
inandou passar o presente que seta publcalo pela
ioipreasu e affixado ua porta da sala das atdien
cas.
Recife, 10 de Dezembro de 1880
En, Jos Frankiu de Alencar L'ma, o subs-
crevo.
Thomaz Gracez "aranho Montenegro.
ram
Pata o Rio Grande do Sul, Maia 4 R senda
180 saceos com 13,500 kilos de assucar branco e
SOdt:* com 1,500 ditos de dito mascavado.
Na barca nacioual Marinho 14, carrega
:am :
'ara o Kio Orando, do ul, J. S. Loyo & Filho
1,100 barritas com 141,055 kilos de ajssucer
branco.
\'o vapor allemo Iiio, carregaram :
Para santoa, Maia & Ri sende 2 pipas a m 900
litros de agurdente ; '. Kr..use 4 C. 1 caixa
cojo 10 ki'os de doce.
Para o Rio de Janeiro, Borstelma^n & C. 200
saces eom 15,911 kilos de algod.
No vapor uaeioual Pernambueo, carrega-
HOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 10
Ni XI York37 da, barca noruega Emma, de 292
tone adas, cap tito Ju'.u.c Izaikiem, cquipagem
9, carga carvao de pedra ; a Wi.ioc Sons O C.
Rio de Janeiro e escala7 1(2 das, vapor na-
ci nal Pernambueo, d 1999 toneladas, cj riman-
danto Pedro Hypoli'o Duarte, equipagem 00,
carga vares gneros ; ac Viaeoale Itaqui do
norte.
B.iiiia 10 das, escuna hol.nd. za Eiperanca,
de 150 tonel '.Ja--, copliao B. Bcckman-, equi-
pzgem 9, em lastro ; a H. Ludgreu 4 0,
fio Grade do Norte3 das, hiate nacional 5.
Ambrosio, de 35 toneladas, mestre Manoel Fran-
cisco do Mello, cquipagem 4, caiga varios ge-
mios ; a UanoaJ Joaquim da Rocha.
!i :i esbrough50 dins, barca ing'eza Jaanpirc,
de 159 ton. ladas, capi'ao Thomaz Evans, equi-
09 12, carga materiaes para a satrada de
t :j do S. Francisco
Navios sahidos no mesmo dia
N w-Yok-b.roi americana Beatrice Haventr.
ej.pi'ao J. W. Havjner, carga assucar.
Xiv.Voiklugar inglez Harriett Ughaia. cap-
DgCLARACOES '
* O procurador dos feitos da fazenda
provincial tendo recebado do Tliesouro as
relac) s abaixo transcriptas, dos contri-
buintes dos irnpostos de clas3e n. 80, de
3 '[. (gyro) classes ns. G4-6G, 68 e 70
dojexercicio do 1884 a 1885, que d isa-
rain de pagar es mesmos irnpostos no tem-
po competente, declara aos mesmos contri-
buintes que lites ti a marcado o prazo de
30 di..s, a contar da publi.'agSo do presen-
te edital, na conformidad-i do disposto no
art. 53 da le i n. 891, para recolierem a
importancia de seus dbitos ao Consulado
Provincia), certis de que, lindo o referido
prazo, se proceder cobranca ex"cu'iva
mente.
Re.ife, 7 de Dezembro de 1886.
Migud J. de Almeida Pernambueo.
Relacao le-8 devedores do imposto de 3 por cento
(gyre) sobre o valor officialdas mercadorias des
lio M. \V. Ltbord. carga asoucar.
No p.taiho hollandez Beraardui, carrega- tL-erpnolbarca ingieza J. B capito Charls
Dague.ll, carga aigodio.
Sau'oo e escalasvapor allemTo Hio, commnn-
daiita A. Barrelet, carga varios gneros.
6hiatu nacional Apody, mestre Luiz de
Franca Medeiros, carga varios gneros.
Para o Para, Amorim Irmoa ft C. 600 vo'aea
ion 3 i,8l5 kilos de assacar branco; Basarlo
Barbota 200 volumes com T'2,123 kilos de asnear
branco ; S. G. Brito 000 barricas com 43,400 kilos
j'icar branc-i; V. T. Coimbra 40J volases
VAPORES EPERADOS
Trjuca do sul hoje
Pu! agona da Europa a 21
Avmt do aul a i
VUle da Pernambueo da Europa a 22
i- jirUo ouh do n irte a 23
de Liverpool a 24
A'cra da Europa a 21
lilie de Ceari do sul a 24
(.'cara do sul a 27
Clrense de New-York a 28
Janeiro de 1S87
ni do sul a 3
A'li'.r de Ncw-Port-News a i
pachas na Alfandega
Rodrigues Lima & Q,
Os mesmos
Os mesmos
Oa incsm.'S
Os meamos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os meamos
Os mesm a
O i mesmos
Os meemos
Os mesrao3
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os meamos
Oa me sim s
Os iu smos
Os meamos
Os meams
Os meamos
Os mesm. s
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmes
Os mesmos
Os meamos
Os u es mes *
Os meemos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmes
Os mesmos
Ferreira Guimaraes & C.
Os mesmos
Os mi smos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmes
Oa mesmos
Oa mesmoj
Os m'sm 8
Os mesmos
02984
2584.'0
147*369
298*191
5:96*072
130*183
236*470
330*019
59*547
309*442
196*106
67*462
133*685
280*148
219*945
9*374
157*802
39-*639
83538
203*515
5050
1*934
237*352
297*387
34*423
42*840
30*214
211*420
1914839
70*383
196*106
371*599
137*846
241*729
530*567
03*894
16*405
59*706
57*602
3*918
100*182
.30*382
1*270
5*124
2*108
2*99i
11*130
2*014
.00*873
Os mesmos
leinet & V.
O me:n -
Os mesme-s
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Os meemos
Os mesmos
O meemos
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Os meemos
1 >s mesmos
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Os mesmo;
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Os mesmos
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Berntt & C.
Os meemos
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Os mesmos
Os mesm )3
Os meemos
Os meemos
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Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
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Os meamos
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Oa meimos
Os meemos
Os mesmos
Os mesmos
Os meamos
Cramer Frey & C
Os meemos
Os meemos
Os mesmes
Os mesmos
Os mesmos
Os meemos
Os mesmos
Os mesmos
Os meamos
Os mesmos
Os mesmos
Oa mesmos
Os meamos
Os meamos
Os mesmos
Os mesmos
Os meemos
Os mesm 06
Os mesmes
Os mesmos
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Os mesmes
Os mesmos
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Os mesmos
Oj mesm o
Os uieem^s
Os mes
Os meamos
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Os mcemo;
Os meemos
Oj meemos
(Js mesra03
29*383
19*227
8* 150
1*372
1*605
21*898
311
7*560
8*7W
5*890
29*470
14310
25*190
12*303
24*540
53252
22*200
41*709
12*511
12*171
21* 94
49*011
12*410
3-5862
17*750
- 16*934
9*928
28*872
75*171
68*D68
33*079
22*791
17,5300
31298
25*200
41*<'00
3*931
15*120
G/350
5*241
12*96
8*164
11*138
7*067
5*828
14*515
8*870
7*257
127b0
19*353
16*329
10-5934
10*132
31*240
7*862
15*710
12*428
10*407
26*913
4*590
69*381
94*407
85*258
92*167
15*750
105*417
799
171*938
101*311
184*100
92*70
17*143
162 69]
42*770
6804
83*371
64*003
47*124
173*182
5*523
26*400
71*064
128*318
1*44452
103*219
" 147*873
391*350
11*055
61*892
24*078
87*060
150*92.'
2*20 <
51*307
197*613
29*38?
216*518
132*810
206'iir.
3690520
211*831
206-5014
327*095
32*508
78*172
60*832
113*020
31 *827
216*908
38**53
32*508
105*761
62*294
554086
15*217
16*423
238*795
54443
S74766
138*485
21*924
132*602
108*687
*I88'
105*235
6*160
54*734
444 ICO
250*286
147*664
21499?
1234942
134*95S'
74*209
1654866
384679
41*305
71*101
3584610
325*241
4377
140*893
43*923
428*551
364*051
1284217
1854522
350*330
415*5)8
245*473
250*704
5*342
109*947
OOl
555*357
1114661
3914683
555*056
49*140
190*950
215*0)3
500*12s
77*187
2*696
3574739
329*224
1094090
71*442
68*143
33*264
375*096
184291
123*228
45*511
126*798
141*825
BeeeSodoCoa lo Tb.'souro Provincial,
6 de Dtzembrode 1:
Miiioel do Ilaseimento Sdva Bastos.
Io oficial.
Correio geral
AciZew a expedirse hoje
Pelo vapor Pernam&uco, esta aainistracao ex-
pede malas para os portos d> nerte, recebendo
impresfos e objectos a registrar at 1 hora da
tarde, e cavias ordinarias at 2 horas ou 2 1 '2 com
porte duplo.
Ac'mmistraco des correina do Pcrnambu ir, 1
de Dezemb o de ISSO. O administrador,
Afonso do R'go Barres.
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L
I
1
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s
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J
)
>
Diario de PernambucoDomingo 19 de Dezembro de 1886
Arsenal de Guerra
De ordena do Illm. Sr. major director, fufo pu-
blica que nao se aeh aloeita a matricula para
costurtins, e sim, que apenas fui snuunciado re-
formas de cartas.
Secretaria do Arseohl de Guerra de Pornambu-
co, 18 de Dezembro de 1886. 0 secretario,
___________ Jos Francisco Kibeiro Machado.
' De ordem do Illm. Sr. Dr. i
publico quo no da 23 >!o eorrente Oi< z n prava
perante a junta destn theaouro o foraccimeata da
alia entibio e dietas a>s presos pebres da casa de
detencSo, relativa ao trimestre prximo futuro de
Janeiro u Marco, perviado d- bise a diaria de
420 rs.
Secretaria do Tbcsoiiro Provincial de Pernam-
uso, em 18 do Detenten de 18
Serv'incio de ecrctario,
Lindolpho Calpello.
Monte rio Popular
PcniJiEbucano
De ordem do cooselho administrativo des'a so-
ciedad", fico sciente aoassahores consocios, que
aa ferias seciaes lerao lugir deata data ... de
Fi venino do anuo futuro.
E para conhecimento dos ov-smos conn c-ies,
taco pub icar es nones e residencia dos uiPmbros
relatores das com;nisse3 bsneficentes das friguc-
lias seguiutes :
Recife
Francisco Basilio Carneiro da Cuuh* Miranda,
raa do ixn Jess.
Sanio Antonio
Autonio Si miao dasMerc', Santa Tbcreza
namcro 2S.
S Jote
Manoel Bicudo de Albuqurque, Nogucira nii-
mcra 24.
Boa- Vista
Mauccl de Miranda Castro, Visconde de Geven-
ns n. 13.
S'creta: i do Monte I'i 17 le Dexembro de
1886.O lsecie-ario,
B. A. J. da F.
pauta fls trillos orbes lo
Rsclfs a 01i3a i Be' uito
*ist> ao* enaorM pa aRetro*
Do 19 do eorrente cm diane, at segundo aviso,
llavera os d.ovagoj cdiaa 8anti6cados doua trens
eztruordinrriaa, tocando tabella, um a \<> 1/3 d a inanhi e nutro as 10 1/2
da unife, doRecifo para Olinclic Ueberib? o vice-
reraa.
E igu:luicnte eooHBVmiee no3 senhirfs passa-
geires que, de aeeordo com o Illm. Sr. director do
eorreio, fica desde ji rstubelceida urr.a eaixa no
recripterio di carga para a lemssa de Ciibe^i-
mrntos e etc., que ae aiberc sellados, por nter-
in* dio de na earteir ir do tren) de a-.cio
dia dos dii.s uleia o qui.1 onde no Iwuv.r ngeacia
do eorreio os confiar aos ch f s das e taco s em
cujaa mosdo poderlo os metios ser procurados ;
visto como planamente prohibido pelo rcgula-
ment da compRuhii quo d'cpst romees* se er.car-
regnem erapregaios t. tiein.
IVeriptorio da compnnhi.1, 14 de Dezembro de
1886.O gerente,
A. Pereira Simos.
Vice consulado deHes-
panha
Para ccnhecimtnto de q' em interesar possa,
se faz poblico qua falleceu ab-intnstato na fre-
guezia do Poc > da Panella, em 4 do eorrente mez,
o eubciito heapanbol Manuel Rodrigues Fernandos,
sendo o acu pequcuo espolio arrecadado por este
vico-consulado, cm viitude do disposto no Ltt. 17
do decreto n. 7059 de 26 de Oatubro de 1878.
Pernambuco, 13 de Dozembro de 1883.
Francisco Affonao Monteiro,
Encariegado docensulado
-,
CompanhSa Franccza le navega
cSo a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Baha, Rio do Janeir
Santoa
o c
i Villa da Paraain
Cum|tanliia Sanlii Tlicrox. empre
caria do aliaaleclmenlo ce agua m
gas ciliado de Olinria.
Aviso
Commuuico aos senhorej aasigaantes do forne-
cimeuto d'agus, que foi pela directora julgada
opportuna intentar um conc rto na t. mada 'agna
em Beberibo, e que est desigualo para iato o dia
21 do eorreot aeado que por esta raalo de ver
vir lam a agua neeau d:i ; devendo cada um
contar c^m e. a facto, que alias aceito por 6"?
ter em vista uv. ilurar as cjudi'.ojs do abastici-
uiento geral.
Eseriptori) do grenle, 18 de Dozcmbro de
1886.
A Pereira Simoea.
De ordem <;o Illui. ftr. eapi>o teavale
commaudantc da escola de aprendizes murinlici-
roa detta proviiuia se faz publico que Aa 11 hj-
las da manha do dia 21 do eorrente Bajea reerber-
e-ha na secretaria da tnr.'ma eetoU, proroitasl
fechadas para o furneeimento d.i objecto abaixi
declarado, durante o semestre de Jannro a Ju -
uho de 1887, com deelaracao do preco por exten-
so, aujeitando se os propvmn'es s luis e oidcna
que regem oa forncciirei.tcs do Miurttcrif da Mi-
rinba.
folxo de cliua vegetal para m..cse, prejo p.r
um.
Escola de apren iizes marinbeiros de Pernam-
buco, 16 de Dexembro de 1886.
J". Elisio C. de Aimeida,
OBeial de fragata.
Rtlafo dja dtvedorea du importo de clasao n. 04,
do exercicio do 18S4 a 1885 ; pesso;,e que rm-
pregam eapitaes em drscontoa 4e letras.
Largo do Cann >. Albino Joa da Silva 201870
Baio da Victoria n. . Silva Leal 163>903
Mrquez de Oliuda. Bar.lo de Mecjt-
n* lf.:Ji'i.:3
Imperador. B.rili de Murineca 204^876
Vigario Tenorio u. 2. C .mpanhia la
demnisadora 204^876
Viaecnde de Albuqurrque n. 9. Gra-
tuliano doa Sanios V.etal 819.)1
Aurora n. 159 Joo P- de L ims 4097j
Cadeia Nova n. 17. Jos Francisco de
Carvalbo 122J928
Visconde. de Iu'na .- a. Luiz F< rrclra
de Alm.ida 40S975
B^rio da Victoria o. 49. Luiz Lack l2-''28
Estrellado R tario. Manoel Crdoao 40^975
Coronel Saassuua. Maximino da Silva
Guemao 122J928
Livramento. Manoel Paulo de Albu-
buquerqnc 40975
Marques do Herva!. Prxedes da Sil-
va GusmSo 1224928 \
R lajao doa devedorea do imp>stode claaa' u. 66
do cxercicio de 1884 a 188.
<>aes da Com; aiiliia Pernambucaua u.
6. A. F.uza & C. 4134113
Vicario T Bailar 289*207
Caos da Compaabia P.mnmbucana.
Areelioo Lima & O. 2324331
Dita n. 6. Perra i Lima 309*838
Dita ii. 12. J, t Antonio de Couto
Vianna
Praca da Asacrxb'i n. 4. Jos Gui-
Ihi-rme Guimaraea
Amorim n. 2. Jo Vilella de Catiro
Maris
Commcrcio n. 17. Jo8 Antonio de
Matlos
Vigario Tenurio n 3. Jos Leonardo
Grtgo
Caea da Cumpanbia Pernainbucada n.
10 Jos .Monteiro Torres do Castro
Prac-i da A-rembla na. 15 e 23 Jos
Luiz de Souza
t>rrpanhH IVrnambucana n. 10 B.
Lyra & I aos
Dita n. ''. Luiz Rocha & C.
Dita a. 4. Soba6tiao Jos de Brito
C'asse n. 68
Cabug n. !G. Joaquiui Pirra da Silva
144*589
2064556
3094838
3094838
2894207
1444589
433*772
Friua c rr.atrL'ulua
DosJe 16 do eorrente mes at 13 de Janeiro d
.1887 estao encerradas todaa aa solas do club, c
no mesmo lapso de tempj sb'.rtas i\3 matriculas
para as me.-mas, conforme o ct. 8o do regulamen-
to interno, o que. c-nimcnieo a:s acnhons socioa
para seu c'nhee.'meiit'.
Secreta'ia d.i club Carlos Gomes, em 16 de
Dezembro de 18S6. O- secretario,
P. C. Casonovc.
Companliia de edifi-
ea^o
ASSEMBLE'A GERAL EXTRA-
ORDINARIA
Na forma do art. 25 do estatutos, sao convida-
doa 08 Srs. accioniatas. para Be dia 28 do corrent"
ao meio dia,se reunircm na sede da Companhia, no
largo Pedro II n. 77, 1." andar, afim de em aseem-
bla geral, se proceder elcico, do director gren-
te, visto haver pedido a eua d missao desse cargo
o accionista que o eseicia.
Recife, 13 de Dezembro de 1886
Gustavo Anlnnts,
Gerente interino.
_leioariiirfazai~
Siibstu'cao de netas
De ordem i> Illm. Sr. inspector se faz publico
que no dia 31 do corr oto raes termina a proroca-
cao do praso coneedido p?!a junta admiaistrativa
da aix i de au o titaoao para a subsliluicS aem
desc.into, das notai do Thcaouio djs valores de
24000 da 5 estampa, 1040JO da 6" e 5/' 00 da
7a ; pelo que do Io de J..nciro vind>.uro em diante
olitci v.ir-ae-ha odijposto na art. 138 do regula-
meuto de 4 de Fevereiro de 1885 (descont mea-
sal de 10 0/) at extinccJo do valor).
Outroeiin, ae declara que dcala data em di. nte
at o citado dii 31 ae recolher diariamente aa
notaa da8 estampas acim mencionadas, das 10
horas da manha at as 2 di tarde, ficando sus-
penso durante psso periodo o servic/> jao de nitas dilaceradas.
Tbeaourana de Fazcnda ce Pernambuco, 15 da
Dezerabra de 1886.O aecretario.
Luiz E. Piuheiro da Cmara
Banco de ere Sito real
de Pernambuco
N'oa termos d s arta. 47 c 48 doa ertatnto?, a
n.iministr ica i e commissao fiscal proceder^j, no
dia 23 do eorrente, ao meio dia, em urna das salas
da Ass.-chcoo Ommercial Benefieeiite, ao segun-
do sirteio das lefias hypothecariaa emittidaa pe >
hinco, que lea de ser amortiaadaa, e relativaa
aos doua semestres deste anno. O banc > delibe-
rou premiar aa (rea primeiraa letras que forem
sorteadas. O local f.anqireado a qualquer ac-
cionista.
Pernambuco, 18 de Dezembro de 1886.
Oa administradores,
Manoel J.io de Amonio.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Luiz Duprat.
Manta Tasa de Misericordia do
Recsfe
Por esta aecrefaria sao chamados os prenles
ou protectores das nenorea abaixo declaradas,
para at o di* 31 do eorrente apreaental-ai no
collegio daa orphis. iitim de aerem ahi adinittilas,
visto ee-em as primeiraa ioacriptas m respectivo
quadro :
1 A'iee, tilha de Marianna Pires Je Souxa.
2 Ermeiinda, idem t Francisca Muurieia de
Sjiia.
3 Mai a, idem de Antonia Marcelina de Oli-
veira.
4 Julia, idem de Josepha V. Diniz.
5 Arcelina, idem de Joaepha Mara da Concei-
ao
6 Mara, idem de C>udida O'ympia de Medei-
roa Arauju.
7 Marciooill, idnn de Mara Sophia do Kego
Barios.
Secretaria da Sania Caaa de Misericordia do
Recate, 16 de Dezembro de 1886
O eacrivio,
redro Rodrigues de Souza.
The IS-ABISS (1 J
O paquete Finance
E' esperado doa portos do
sul ate o dia 3 do Janeiro
\Y depoia da demora necessaria
ae.-uir para
U.-.i-anlio. iara. Barbados, A.
Thoiuaz e Kcw-York
Para carga, paaaagens, e encomir.eudaa tracta-
AGENTES
'
sea
Eapcra-se de New-F'cit
New, at o d!a 7 de Ja-
neiro o qua! seguir depoia
da demora necessaria para a
Babia, Rio de Janeiro e Sanios
P.*ra carga, paaaagens, encommeudaa e dinhetr i
a frer;, tracta-se com oa
AGENTES
Henry Forsler k C.
N. 8 RUADO OOMMfcUClO N. 8
V andar
BOYAL 1AIL3TEAM PACKET
Vi
E' esperado da Europa
ni dia 22 de Dezembro, sc-
guindo depoia da indiapeu
savel demora para a n-
tala. Blo e Manto*.
Boga-ae aos Srs. importadores de carga p ios
vapores desta Iinha,aueiram apresentr dentro de ti
dias a contar do da descarga das alvareng
quer reclamacao concernente a volumes, qtw po-
ventura tenham seguido para os portos do sui,afi;i
do ae poderem dar a tempo as providencias necea
sanas.
Expirado o referido praso a companhia nao ai
reaponaabilisa por extravos.
Kecebe carga, encommendaa e pasaageire par <
af qnaes tem excedentes aecomodaeoes.
AogDstoF.deOliveiraK.
AGENTE
4G RA DO OOMMEROIO Pillas porgaiivas e depnralivas
de Campanha
No nrmazem da ra do Mrquez de 01u-1
da n. 19.
O agento Gasioao^nutorisado por mandado do '
Exm Sr. Dr. juiz de direito do commercio e a re-
querimento de administrador da masa fallida de
Fraucisco Teix-ira Brrboea, fura leSo com as- ,,',iB l,,,u.,,.'s' CUJ l-reparaco- purament.
aistencH do mesmo julz, doa movea cima mrncio- ; ^oUI' fCt'm ?, J por m"'8 do 20 anucs aprovl
nados, pertencentes refeiida mana. i f? os_neiorcs resultados as seguiutes n
--------------------------------------------------------------------I tas : afleecoes da pello e do figado, syplili?.
T PllaO '""6' eB<'rcfl,,as' ci,!,S':S inveteradas, erysip-
D- aportante phar.nacia e drogaria sita CiD10 ^ Tatt". per dia. V
ra do Bar:.o da Victoria n. 2o, perten-: bendo-se aps cada dsj um pouco d'agua ad
ceDtn a maesa f.illida do J. C. Levy ni ch ou caldo..
& C. I
<|:i A'a 11 Loras .
Por interueii^So do agente
Gusmo
ampfschinTahrls-GeselIschafl
0 vapor Tijuca
O agento cima, autorUado por mandado do
Exm. .Sr. Dr. juiz de direito do commercio e a
requerimento do Dr. curador fiscal da m-iasa I -
da de J. C. Levy & C, far leilo com asssteu-
cia do mesmo juiz di arreaciio, mercadorias o
u'cicil'os exitentes na pharmic.a e drogara
acin: mencionada, pertcnesntes a referida masss,
podendo os sniores compradores examinar o
mandado em poder do meemo agente.
Como reguladoras : teme-se nm pilula ao j
Estas pilulas, d^ invenr;5o djs pbarmaceur
Ah.;eida Andrade ,V Filhos, teem veridicturri d.s
rs. mdicos para sus mclbor garanta, torna:
e mas rcci mnendaveia, por serem nm segm -
Durgat/u e de pouca dieta, pelo qne pnden.
asadas em vingem.
ACHAM-SE A' VENDA
>* drogara de Faria Sobrlnbo -.*
4 \ EUA DO MRQUEZ DE OLIXPA 41
206555(5
30S33
LO ;S:"ji>G De couformidade com o art. 17 dos estatutos,
! serai vendidas 20 accoes deata eompaibia na.
030*000.311,20, 4zo/35. Oa prefend.-ntes ao covidnd .a a
Imperador u. 61. Nugueira L'ma 4 ('. 1:200^000 ap.-earntar as auaa pi opiatas em carta a fechada
'l-iGU.t ( "A !ntn>n.iiilA A f\mi-. t i\t* ^v.i-.tl at.i ,. Ai i 1 A
Claaae n. 73
Calida n 6. Frederio Maia 118121
Bario da Victoria n. 52 Joaquim C-
mara 7S5750
Dita n. 54. Numa Pompili.i 1185124
Sceyao d > contencioao, 7 de Drzembro de lSSi.
Manoel d> Nascimento Silva Bastos.Q
1 offieial.
p' r intermedio do eorr'.tor geral, at o di* 24 do
corrate, ao meio dia, no eaeriptorio deata com
panhia.
Companhia Amphitrite, 17 de Dezembro de
1836 Oj directores,
Anloni) Marquca de Amonm,
Manoel Joa di Kilea Guinares.
Josquiui Iiorus M chade.
THEATRO
SANTA ISABEL
HOiED
Domingo, 19 do eorrente
Grande soire dramtica com o concurso do corpo scenico do CLUB DKA-
l \TICO FAMILIAR, e hnrala com a pres-nji do
Exm Sr Presidente da Provincia .
S^plendido successo !
Espeetaeolo em beneficia da ASSOCIAC^O DOS EMPREGADGS DO
COMMERCIO cora o pomposo e deslummbraote drama em 1 prologo e 6 quadaos
0 paquete Neva
E' cspcradodaEuropanodia
24 ou 25 do eorrente, seguiu-
do depos da demora necessa
ra para
de Janeiro Monte
video e Buenos-Ayres
Esle vapor traz simplesmenle
passsiffeiroscinal!:. c iinnicdia-
tamente tegur depos do desem-
barque dos mesmos.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se '--ir os
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PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante JocLo Mana Pessoa
E' esperado dos ^rtos do
norte ate o dia de 23 Dezem-
bro e depos da demora iu-
' diapensavel, seguir para
t os p'-r/ia do snl.
Recebe tambem carga para Santa CMharina,
Grande d Sul, Pelotas e Porto Alegri-,frete mo-
dic .
Para carga, passgeus, encommendaa c valores
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N. 9
""loMPASHU PEBNAIiai CAMA
DE
^avegaco Coste!ra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Commandante Costa
Segu no dia 21 de
Dezembro, as 5 horas
da tarde. Recebe
Icarga at o dia 20.
ro
E' esperado do su'
at 19 do correte,
seguudo drpiis da do-
nara necessaria para
Lisboa e llamburgo
Para carga, pasagens c encommendaa c dinhei-
a fretc tracta-se cora os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADOVIGARfON. s
1' andar
AVISOS DIVERSOS
A!uga-se casas a 8000 no becco des Ce
hos, junto de s. Goocallo : a tratar na ra di-.
Imperatris D. 53.
Precisa-SB saber noticias e iniormatoos so
bre Francisco Prez, francez, naacido no departa-
mento dos Bi509 Pyreneus, com cerca de 35 sn-
noa de idade, o qual veio para eata provincia ha
(I
O brigue ua -cual Sarah, teudo a maicr parfe
da carga engajada, segu para o porto cima at
24 doorrente impreterivelmcnte. Para alguma
carga que Ihe falta, trata-se c m os cor.signata-
ri a Fonscca Irmos & C.
*OtO
0 lugre portuucz Mario precisa de um piloto
para a ana visgem para Portugal; a tratar a
bordo com c capitilo, eu no consulado portugus.
Torrea.
Precisase de urna boa coBuhiira, para casa
de familia, e que duran em caaa ; a tratar na
ruajlo Bario da Victoria n. 39, leja
D. Isabel Ignacia de Guarni Vi'eila de-
clera que a ninguem aqu em Pernambuco est
autorisado por ella a vender e nem hypothcear
bem nenbum que Ihe p^rtenc*, porque ser per-
dida a transacrao para quem quer que a fizer.
\ ende se urna casa ra do Socego n. 32 ;
a tratar na mesma.
Aluga ee o 2- andar da casa n. 8 A ra da
Itnpcratriz, ixcellentc morada; trata-se na ra
do Imperador n. 61, 1- andar.
Prcclsa-se ce um caixeiri de 11 a Iri annis
com praMea de taveroa ; a tratar no Cam'nbo
Novo n. 413-A.
>X
Leilao
14
Segunda-feira 20 do eorrente
A's 11 horas
No 2 andar da" ra das Larangeiras n
0 gente Modesto Baplista
Autorisado pelo Sr. Custodio Ferreira Moutiuho
far leilao ao correr do martello, por ter de se
retirar para fura da provincia, de roca mobilia
de junco, 1 sof, 2 eontil ?, 9 cadeiras 1 cama, 2
lanternaa, 2 candieros de gaz, 1 cabiie, 1 guarda
louca, 2 mesaa, 1 toilet. 4jarroa, 7 tapetes, 12 c-
lices, 10 gaiolas com diversos passaros, fe outros
objectes que estarn a vista dos concurrentes.
ncommendas passagens e dinheros afrete at
s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Periambu&ina
______________w. 12
Ro de Janeiro, Ro Crsnae o 8aL
PolS I FHU-AllETI
Vapor Ayiuorc
EapTndo do Ro de Janoiro
at o dia 21 do eorrente, se-
guir depos da demora pre-
cisa para os portos cima in-
dicados.
Recebe encommendaa o paaaagciros, para 08
quars tem excelentes accommodacoes; a tratar
com
PEREIUA CARNEIRO & C.
N. 6 RIJA DO COMMERCIO-N. 6
PaciOc Seam ftavigalion Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Fatagonia
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 19 de De-
zembro, e seguir de-
pos da demora do cos-
tume para a
Baha, Rio de Janeiro, Ilonte-
vitlo c Valparalzo
Para carta, pasoagens, encommendas e din:
heiro a freto trete* mn os
AGENTES
Wllson ons t& C ., I.lmlr1
S. 14- BIJA DO COMMERCIO N. i4
Soennrics pintados a proposito pelo distincto s'.enograpbi pernarnbncano
DR. CARNEIRO VILLELA.
Magnifioa cfft-i'.os do luar por iikj de um foco clcetrlco.
Guarivroupn a carcter.
|AcgA0
Prologo 1792RevolujSo francczae no drama 16 SDnos depoia.
Soldados/, povo, etc.
PRINCIPIARA' Aa 8 HORAS.
Bonds para todas linhas. *
Urna banda marcial toiar no salao do Thestro, lindos trochos musicaea.
O rosto d09 bilb t s na bilhcteria do Tr.eatro.
COHMMIli PER\lHlt1i\t
DE
Savegaco coste!ra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Fenedo e Aracaj
O vapor Mandahu
Commandante Mafra
Segu no dia 23 de
Dezembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
Idia 22.
Euejmmendaa, paasagens e dinbeiros frete ate
s 3 horas da tarde do di 14.
ESCRIPTORIO
rae* da Companhia Peraahn-
cana n. 1*
Leiliio
Do antigo hotel o hospedaria, denomioado
Estrella do Norte,- sito ra de Thom
de Souza n. 8, antigo becco da Lio-
guenta
Constando
de 2 grandes mesas de amarelho cem tampo de po-
dra, ditas redondas, armayao, balcSo, aparadores,
espelhos, quadro?, camas de amarello, ditas de
ferro, ditas de lona, cadeiras, b incas, cabides so-
tas, jarros e bacas, colxoea, traveesi iros, 1 ucas,
vidros, bebidas, trem de enzinha, jarras, cncana-
mento de gaz e agua, candieiros e 1 grande tan-
que de ferro para d< psito d'agua e muitos outros
u tened ios.
Segunda futra 20 do eorrente
A's 11 horas
O agente Gusmao, autorisado pelo propritario
do h tel cima mencionado, f.ra Icilo, em um ou
mais lotes, vontade dos compradores.
Garante e a caea.
Segundo leilao
De duas casas terreas sitas a ra dos Guara
rapes ns. 10 e 12, fregueza do Recife tendo cada
urna 3 portas de fitnte e medindo 27 1|2 palmos
de frente e 80 ditos de fundos com accommoda-
coes, grande quintal e cacimba.
Terca-feira 21 do eorrente
\S f 1 Il'T.lS
No armazem da ra do Mrquez do lin-
da n. 19
O aent Gusmo, autorisado p^r mandado do
Lzm. Sr. Dr. Juiz de direito do Commi'rcio n a
reqneriincnto d- Antrnio Luiz Baptista, curador
f. D. Francisca Bernardina da Conceicao Carva-
valho, far leilao com aeslstencia do me^mo juiz,
das catas cima mencionadas, p'deudo desde j
ten m examinadas p-doa compradores.
Joao Fiuza, participa aoa seus amigos e
freguezes, que retirando te temporaramen-e por
incommodos de aade, para f(SVa da cidade,
obrigado a fechar o seu eatabeiecimento do car
vio. sito roa do Mrquez do IIrvil n. 27, o
qu.l ser reaberto logo que valte e csse o moti-
vo que o obriga a retirar-se. Aproveita entre-
tanto a occuaio pira agradecer a todos os seus
freguezes aconfinca que fempre Ihe dispensaran],
e espera quo continua! > a honral-o com a mesan
logo qm de novo volte ao seu cstabelecm-nto.
Diclara outreeim, que nada deve ncata prafa nem
fra della, e quem se julgar seu eredor apres-n-
te se para ser devidamente satisfeito.
Aluga se o 1- andar e so*Jio ra do Coro-
nel Saassuna n. 27S, com commodos para grande
familia, caiado o piutado de novo, com agua e gaz;
a tratar no Cbora-menincs com Jos Autonio Mar-
ques, si'io junto capella, ou na ra do Commer-
cio n 46, aimaz 'm.
Pr familia ; na ra dos Martyres n. 15$.
Ama de leite
Precisa-s3 de urna
boa ama de leite; no
3 andar do predio n.
42 da ra Duque de
RA DO GAZOMETRO
Os proprietarios es-
to preparados para
supprirem coke por
preco moderado, en-
-se em saceos
mas casas, ou de ou-
tra qualquer maneira.
E considerado um
perfeito desinfectante,
nao fazendo o mesmo,
! fumaba alguma que in-
icomrnode. Nenhuna
joutra subs'ancia soli-
da pode ser compara-
da com o coke em eco
nomia, efficiencia e
limpeza.
Este carvao coke
especial para qual-
quer fogo. forno, ou
caldeira a vapor que
enha cha min.
Tambem dlcatro
(Tar) em latas ou bar-
ris, que de muito va-
lor, espacial mente nos
climas quentes para
preserva^o do ferro,
Caxias por cima da ty- i
r. ,0^. ,J da pedra, tiiolos,
pograpnia do Dia rto. ,[ / u
dnlnos, asphaltos ou
la-
Bazar de passaros
para effeitos antispti-
cos,
Para destruicao das
Boa do Bom Jess ti. 8
Neste e8tabelecimento a(ha-se armare venda
grande variedade de bons e indos passaros c
gaiolas, tanto nacicnaes como rstrangeiros, licores
de rosa, especiaes de maracuji em Indas garra-
Bnhas. propras para f lette, pimenta americana cnilVlC f/"T niVlK nQfi
em conservj, cestap. ba!ainh;s rroprioo par ni- | l *-*- UO, lUiail^ao IICIVj
nhos de canarios do imp- rio, zarope de grozella i i ^,
muito bem prepirado, vmho fino do Porto, engar- Ua DreparaCaO lffUal Q
rafade, bolinbos de diveisas cualidadi-s, tinta iu- i
gl> za em boies, vass^uras do Para, bilhas e
Leilao
da armacio, ntencilios e gneros, ezstente3 nn es-
tabele :imento de molhados da ra do Bartholomcu
n. 33.
Terca-feira 21 do eorrente
A's 11 horas
No mesmo estabelecimento
O agente Modesto Baptista far leilao do qne
cima so declara, por coota e risco de quem per-
tencer.
Leilao
De carvSo de pedra
TERgA-FEIRA, 21 DO CORRENTE
A's 11 horas
O agente Pinto levar a leilao por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz do direito especial do commcr
quartinhas da Bahia e outros rauitos artigos que
u tornam enfndonhi mencionar, tui) se vende
sor precos os ma:s mdicos possireu. -vo mesmo
pstabeleeimcnto enaarrsg.i-se de qualquer encom-
mendi rie passaros ou animaos pira embarc r
para a Europa ou Rio de Janeiro. i;o abasando o
propretario da boa f de oem freguz"8.
ag-u
AOS
BILHETHo 5ABANT30S
Rna d Baro d u %'lctorla u. 40
e casa do -ostjune
O abaixo assigaailo acaba do vender
un vigsimo de n. Ii' 194 com a sorte do
1:000#000 o iu:) dito sorte de 5006000 da 13 parte da 1." lo-
tera que se extrshia a 13 lio torrente.
O mesmo abaixo assignado convida toa
possuidores a virera rsoeber na conformi-
dade do costume, ng ; -.onto alsuin.
Acharn-se a v n: i > aibrtunadoa bi-
Ihetes garantidos da 14 parte da l.Mote
noruegueuse Alki.-r fundeada neste porto, pertcn-
cente a Companhia The Central Sugar Faetoriei
ot Brasil Limited, arrestado a requenmeuto de
li-is iz. Santos.
co o carrezamento de carvao de pedra do brigue ria a beneficio ii Santa C.sa ci MisSI
cordia do Recife, ou- se excrahir a 20
do cerrent;.
1 rig-eainoo 1/1000
ffl qu.iutidade usalor de Hit*3
1 vigessimn |5900
Joo Joaquim 4a Costa Leite.
Leilao
Ao correr Da casa terrea n. 23 da ra das Trincliei-
ras, eom 2 portas de frente, 3 quartos, 2
sillas, cosinlia fra e quintal com cacimba
'J'erca-felra. ti do eorrente
A's 11 Juras
No armazem da ra do Imperador n. 1G
Pelo agente Martins.
Leilao
De 1 mobilia antioa de Jacaranda com 12 ca-
deiraa de guarnico, 2 ditas de bracos, 1 lof e 2
canslos sem pedra, 2 espelhoo eom moldura dou-
rada, 6 quadios d curad-, s. 3 lanternas e d-steaes,
2 jarros, 2 cadeiras de junco ci.m balanc', 1 lava-
torio Je ferro enm pedra, 1 mesa elstica Com 3
taboas e 1 guarda-louca pequeo, pertencentes a
massa fallida de Francisco Teizeira Barbosa.
Terca feira, '> O do correle
A's 11 horas
de amonio, a
qual perfeitamente
benfica e grandemen-
te estimulante vege-
ta ^o, o amonio sup-
pre um dos elementos
mais fer*ilisantes.
Ser supprido em
latas oubarris por pre-
sos reduzidos.
Qualquer informa
cao de precos e par-
ticularidade sero ob-
tidas na Fabrica d(
Gaz ou no escriptorio
ra do Imperador n.
29, ou podero tam-
bem sei dadas pelos
nmeros telephonicos
39 e 40.
AU BON MARCH
$1Km Duque k Caxias}
PARA ACABIR
Ter mm pequea Pesia o IVognez que atingir o gasto de S$


_J ::'

vmr
i


\
0
Diario e !\;ruii>uco" Domingo 10 de Dczembro de 18S6
fasg
(ATEBS ACLE *
CUMlmUEITtCCa'
as
Febreslnermiienfes
iRcmittcner, eE'iliosiis;
83
Mai"ilas.(i: Calofros,
[ TOJAS AS
estas Paludosas.
tntutl* fio D..J.OYI"."-.lm.au,n.tJn
AS MES DE FAMILIA
Para remediar i fraqueza das crianzas, deaen-
folver suas forcas, seu trescimento e preser-
val-os das molestias communs idade tenra,
s priD',ijjaes Mdicos e Uembioc a Academia
de Medicina receilao, com grande xito, o veida-
deiro Racahout dos rabes de Delaugrenier,
de Pariz. Este alimento muito agradavel com-
iosto de substanc'is vege-taes nutritivas e
orticattes, se espalhc por oda a economa
e eni vista de suas protric-dades analpticas,
nielliora a compasieo do leite das r.enhoras
que crio, e resiura as forcas enflaquecida?
estomago.
Depoaltoa Aluga-se
para rccolher algodlo ou outrn qualqucr genero o
predio da ra da Moe.ia n. 35 ; a. tratar na ra
Pritoeiro de Ma co a. 20,
Aluga-se
a'predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
tabelecimento fabril : a tratar na ra do Coaimcr-
) n. 34, com J. I. de Madama Reg-
Aluga-se barato
Ra do Nogutira n, 13.
Ra do Calabouco n. 4, loja.
Travessa de S. Jos n 23.
As casasda ra d( Coiom.' Suassuna n. 141
Largo do Corpo Ssnto o. 13, 2. andar.
Casa da rus do Tambi n. 21.
Tratfc-se na ra do Comracrcio n. 5, 1' andar
escrptorio de Silva GurmarSe* & C.
Aluga-se
sobrado ra da I lia do Carvalbo n. 29, caisdo
e pintado de novo, a loja do sobrado ra das
Larangeiras n. 26, Santa Thereza n. 13, caas na
fregnezia de Santo Antonio, e o 2- andar da ra
do Bom Jess n. 16, i a friguezia da R-eife ; a
tratar com o Pobeiro ra Duque de Cazias n.
66, loja de miudezas.
Alnga-se
o 2- andar da ra estreita do Rosario n. 32, fem
commodos para familia e tetn agua ; a tratar na
ra da Imperatris n. 16, 1* sudar.
Aluga-se
o 3o andar ra da Barao da Victoria
tratar na mtsma casa no 1 andar.
n. 52 : a
Aluga-se
o 2* andar e terreo do sobrado n. 35 travesaa de
S. Jos ; o 1- c terreo do de n. 2? ra de Vidal
de Negreiros ; o 1 do de n. 25 a rus velha de
Santa Rita ; o 1' do do o. 34 ra estreita co
Rosario ; o 1- do de n. 24 ra do Arago ; a
casa n. 35 ra da Viracho, todos lmpos : a tra-
tar na roa do Hospic* n. 33
Aluga se barato
jma cssa na ra Imperial n. 50, com muitos com-
modos para fanilia ; a tratar na ra Duque de
Cazias n. 54, loja.
A J uga-se
ima sala propria p Bom Jess n. 38, 1 andar.
na ra do
Aluga-se
o tereeiro andar do predio n. 60, ra do Barao
da Victoria, a tractar no andar teneo do mesmo.
Pre.isa-ee de urna boa C( sinbera ; na rea do
Livratcento n. 8, loja.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na raa
do Rangel n. 55.
Ama
Ka ma da Conceico n. 9, recisase
urna ama para servio.) de uma pessoa.
tratar
Ama
Precisa-se de ama cosinheira para casa de pe-
quena familii ; a tratar na estrada nova de Ca-
saog, no sitio do Sr. VaUnca, ou no escrptorio
d'este Diario.
Ama
Precisa-se de uma ama perfeira cosinheira ; a
tratar na ra do Cabugi n. 14, 1- andar, do meo
dia s 2 da tarde.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
enico e Econmico
PARA LAMPARAS
Hygi

HARTDTS* BASTOS
Pemambueo
NUMERO TELPHONICO : M* 3
Agua florida. Extral.ida de flores bra-
Bera8 pelo aeu delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, cxceJe
a tudo que neste gcneio tcm ppparecido de
luais celebre.
Tnico americano. E' a primeira das
p'eparacCea para a i-onservc(3o des ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias caplares, faz nascer os cabellos,
impede que embrnnquecam e tero a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabejas dos que os usain.
Oleo vegetal- Compcsto com vcgt:al
innocente, preparado p&ra arcaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos (entes, fortifica os gen-
gives e faz desapparecer o n o L:-.lito.
Vende-so as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes r
da Aurora n. 161.
TFLEPHOXE N 33
Tricoftero de Barry
Garntese que faz nas-
oer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinta e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da caneca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de emblanque-
cer, e infallivelmente o
torne espesso, macio, lus
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original csada polo inventor era
1*99. K' o nico iirrfnme nomun-
do que tem a approvacSo ofiicinl de
nm Governo. Tem duas vezes
irais fraerrancia que quolquer outra
cdnraodcbrodotenipo. E'muito
rnais rica, suave a deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel na
lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no banho e no qtinrto do
doente E' especifico contra a
frouxidao e denilidade. jura as
dores de cabera, os cansaros e os
desmaios.
Jarope Je Yiia ie Benter No. I
ARTES BK USAI#-. DXPOIS BE TJBiL-*,.
Cura positiva o radical de todas as f orre as da
fecrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
rafas do tengue^Figado, e Rins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
restaura e renova o systema inteiro. 0 1
Sabao CnratiYO de Reuer
Para o Banho, Toilette, Crian-
Sis e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambii'jo casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Chromos
Cnrhies para boas Testas
FEL!CITAC;ES
Paraben* e bons nnii-js
illttlfiRArill.4
lurldlra e prniirn las evecuefies de
Kcniciicixi, um prorestiocitll
PELO DR. B. T. DE UORArS tXITE VELI10
l volume de 3'.K) pag. brodi. 6000
AddicOee Monng'aj. h i a das execufoes, eontendo
a reformas da lei de 5 dr Ou'ubro de 1885 e de
creto de 25 da J neiro do rC8C, e a fyn.pse m
forma deeodig', de todo o proeetso tt ex^cueoes
bypolhecbrias e pignoratiei.is.
Obra reccntimeiite publicadas e otil aos Kij.
advogndos e msgistrsdos, 1 vol. brceb. 44000
Oa 2 vclumes juntamc,t>- cbc 10000
Linaria Franccza
9-RUA PPIMEIR E MARCO-9
grageas de Ferro Rabuteau
.aunado do Imtituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau bascado na Setnela.
As Verdadeiras Grageas de Perro Rabuteau s3o rocommendudas nos casos de
Chlorosc, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das criuncas, Depauperamento e AUeracao do sangue em consecuencia de
fatigas vigillias c excessos de toda a natureza. Tomar 4 a 6 grageas dor dia.
Ncm Constipaco nem Diarrhea, Assimilaio completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Zarope de Ferro Rabuteau especialmente para as cranos.
Mil Uma explicado detalhada acompanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS,
_______________encontra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
que se
Aos 1.000:
200:000*000
100:0001000
mtilIDI LOTiltla
DE 3 SOETBIOS
Ei favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
PR0VINCU DEAPERNAMBUG0
Extracc a 14 i Malo fie 1887
0 thesourciroFrancisco Gonplvcs Torres
Daptros, Chavos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CHAMA
^m Udas ai Fkarnuclas do llnltersi
Onde t encentra gnttt a
hUcia Challe.
36
fe Vv\e^c
CHABv
ctradN de
GoNOfRHA, Flores brancas,
Perdis sehiihaes,
Esgotamento, etc., etc.
1ITHAT DE FERRO CHARLE
Em tatas as boas
Pharmacicts
** o adresse ^
Non plus ultra
Surprendonte c nunca vindo a este mercado do
vinbo puro do uva fia a uiiuima C'-mp.'BicSo, de-
ik minado
Maduro
proprio para m'-sa ; < esciylL'idj C8ppeia!mente pulo
socio ni iillimii viagein que lez aos lugares vinba-
teins de I', rrugal
Chexuu tiimbem o arredilado
Mal
vazi
iMM!afigMMf^>
@esfriam.enio, osse, atarrhot fysica
MOPE.JTOIIPHSm.Gfl
de GRIMAULT & C,a
Approvado pela Junta d'Hygiene do Rio de Janeiro
Fazendo-se uso deste Xarope, calmao-se os accessos de tosse, desap-
Sarecem os suores nocturnos, goza-se de um somno reparador,
esperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas forcas, apresenta o
aspecto de quem gosa boa sade. Os mdicos recommendo que se tome
ao mesmo tempo as Pastilhas peitoraes de sueco de alface e
agua de louro cerejo de GRIMAULT e G\ que constituem os
dois calmantes mais inolensivos da materia" medica.
Os frascos orate, que contm este Xarope, bTo de uma bella cr de rosa a levao
a marca de fabrica, o Bello e u firma da nossa casa.
Deposito em PARS, 8, Ru Vivienne, e cas principaes Pharmaeias e Drogsrias.
8^B!S3^@^^
Lotera de 4^00 contos
A grande loteria de 4000 contos, em 3 sorteios,
fiea transferida para o dia 14 de Muio viudour^i,
imprctnrivclrr.ent',) nos termos Jo despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Tbesouraria das L'.terias para o fondo de
ennancipaeSo e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Dczpmbrj de 1886.
O thesoureiro,
Francisco Gonynlvcs Toin'3.
Thesooraria das loteras
par.-, o fundo do emancipagilo o
da Coloni, Isabel. 16 de Dczembro
188G.
A 7" serie da 24a parte das loteras em favor
dos ingenuos da Colonia Isabel achu se exposta
a venda, e corre a 22 do corrente.
O thesoureiro,
Francisco Goncalvt-s Torres.
m oo
Aluga-se a ti.aa n. G da ra do Riachuello
amiga do Destino, ni Boa-Vista ; i chave acha-
te junto, c tratase na ra da Gua n. 62.
Festa
de
A <'Impcllnrin indiintrlal. attendendo
a apprbxirosr.se os das de fes'a? resilvo vender
es seu chapeos a procos excessivaincote baratos.
E' pois occasio propria de snppriirn n'o ante que
termine a pecbiocha. Telfpbone o. 58.
leneao
Piloto
Offerccc-se um piloto
escola naval de Lisboa ;
ra do Imperador.
eom carta pausada pela
a tratar ua loja n. 35,
O ircfessor Sobastiao Antonio do Albuquerque,
do Pao ci'Albo, queira vir pigar o dinh roque pe-
dio uiprestado pjr nao receber os ordenados, no
CDtanto que desie Fevereiro que recebe os orde-
nados at utubro, esuonde-se pura nao pagar ;
a nio vir pagar, pi>r extenso ser publicado seus
bilbetes, e se mandar rzeeotar, visto proeeder
cemo caioterc.
O credor.
V9* OfFOBTAXXn XV *#C^
Nova PERFUMARA Extra-fina
*>
51SojAFAOl
< .p ~m 9------
IMlO.......tsCORTIOPSIS o JaP J/1 p d< abrk. .. .CORTLOPSIS dt JPlt
nuen.....m CORTLOPSIS doLtld j BiLiurwu.. m CORTLOPSIS do JIPO
tmumum cdrtlopsij1 :<> japIo | kh........cortlopsis do japIa
UTtW........COETLOPSlS da JAPAO | P6UBA......CORTLOPSIS i JAPlO
vinbo proprio para constituiti3 debis, esp.'cial-
mente para scnboras Este vinbo que tanta ap
provac"io tem tido, ponto de haver falta, demos
as ordens precisas afim de chegar-nos rPmes-
sas, tantas quuntas f-rein necessarias pnra con-
sumo.
Egcis tata
cm toco3 es vapores cementes novas de bortalicas ;
ass'm como :zrio de falcoervllliae
fuai da India.
Qbras de vime
Nova remefsa em CESTAS PARA COMPRA.
Condeps e assafatcs
Balaios para loupa snja
Cadeiras e berros.
Pocas H&wm & C.
RU ESTREITA DO ROSARIO N. 9
Caj
Magnfico assucnr turbinado, proprio para fa
bricar o especial doce do cnji'i crya;nlisado.
Joaquim Saleueiral & C, ra Dirciia n.22
Telephone n. 445
jTWeMmIgos
PESANTE UttVKA s;
ou
.4 misiso especial a Roma cm
193 ii luz de doenmentos
publicailos e indito*
BLSPO DO PARA'
Acaba de cbegsr esn roporant,- o^ra3 para as
Lvrarias Industrial, Franceza e Econmica.
rec 5#00
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de mo-
Ihados, que de coiibecmento de sua conducta ; a
tratar na ra de I). Maria C> sar n. 9.
'citora
(3)
de Cambar
Caixeiro
Precisa-se de u':i caixeiro para padaria
ra da Imperatriz n. 41.
FREQOS
as ag'neas-: frasco 2^500, 12 duzia: 13/ e
duzia 5!4000.
N*s sub sgrncias : frasco 2800, 1[2 duzia
15000 e duzia 280)0.
Agentes e depositarios g.-raes em toda n pro-
vinciaPranc-co M. da Silva & C, ra do
Mrquez de O.iuda n. 23.
Fiambres sem osso
De 1, 2, 3. 4 e 5 libra?, Kceberaro nova re-
idl'Ss Jos Fernan-ies L'm^ t C.
3 -Ra Baro di Victoria8
PERFUMARA
PARIZ
Segre&o da Juventude
LAFERRIERE
PARIZ
Segredo da Juveafrade
AGUA LAFERRIERE OLEO LAFERRIERE
Para j Tvucador. ^m'wS. 'era oi Cabclljs.
POS LAFERR3RE m ^W ESSENCIAS DiVERSAS
/'ara o Rosto. ^51 *3*-- l' Ira ^"FO.
PKODUCTOS HYGIENICOS para conservar a Belleza do Rosto e do Corpo.
Depositarios em Pemambueo: FBAN" M da SILV A IC't na. principad- Perfumaras e Cabellereiroi._____
Por 2o\S000
para retratos c chrcroo?, o que pode haver de mais Aluga-so nina b a sala con gabinste, muito
fino, acaba de receber a lthographia e eccider- fresco, proprio para escrptorio, sita ra Duque
naca > Miranda
Ra Dnqne de faxias n. :i
I de Cazias n. 85, 1- andar ; a tratar na loja do
' dito nurtero.
DE
S.COTT
DE OLEO PURO DE
Figfado de baealho
COM
Hypophospliilos de cal e soda
pprovada pela danta de Ily
giene e antorisada pelo
governo
E' o melbor remedio at hoje descoberto para s
(luir l>ronhii-*i. encroplialan. ra-
ciiiiiN. anemia, t'ebilidadc em gera!.
leflaxoN. toone ctaronlca e afTerrf
do pello e da garsanta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
baealho, porque, alin de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituint 8 dos hypoph. tphitos. A' venda na
f rogaras c boticas.
Deposito em Pemambueo
Estes
POS
dao ao Rosto
a bella alvura vapo-
rosa que fez a reputacao
das Bellezas da Antiguidade.
L. PANAFIEU & Cla
Paria, ra Rochechouart, 70.
i rtvMf'm/aP^rnamtw.o : Frac" M. da SILVA C.
ww- l.J^......l.f(
Cal virgen de Jagnaribe
NEVRALfrlM
fclM CIGARROS Url
GPPRES3A0
UTbho"eRX8
Uplra-sc a fu]."';* aue penetra no pello acalma o symptoma aervoso, racUlta
expector%cad e frorlsa as funcoos dos orgaCs respiratorios.
TMMrBKuutaMnudeJ EP1C. tt, lt K'-LMirt, en Porta
I_ 9jWit*riot*m **rummbu<*i wtKA.W ** *v M'.va b_cu, .
vinho do Dr. Forestier
de Saina lerroslussc- e de Cascax de Laranjas amarp.
TOIICO RECONSTITUINTE
Remedio soberano
CONTRA A
CHLOROSE, ANEMIA, CARIE OOS CSSOS.
AF-ECCSeS DAS MAS DISESliVAS,
DIARHHEAS OHqONICAS, RACHITISKO,
6 ESCRFULAS, DEeiL:DADE,
eOMVALKSCEMCAS DE FE: RES TVPHCIDEAS
E DE MOLESTIAS GRAVES, ETC.
Venda ant r -' I (arria), fsahj.
Marca
Registrada
^
Eogenho Veneza
O Sr. tenente Antonio Francisco da Custa quei-
ra ter a bondade do manr>ar buscar a sua encom-
mcnd.i ma de S. Franeifco n. 72.
I
rg'flcia
Boleeiro
Ama
Preciea-se de uma ama
mero 52, 1 andar-
na ra da Gua nu-
BOflBCTOS ERGLO&IGOS
ie ULYSSE ROY, caitoKcfS (f?;>
SmlisPRQUST, $utr- & aenm
Especial
O melhor aesueur refinado que se fabrica cm
Pemambueo.
Joaquim ?algu-iiai C. ru l> reita n.22.
l'c'leabooe n. 41'.
Criado
k Pwfame onnUoo aoTrnho na aotea/
diUlOO.................iM)ITM>M>t
A I..ocio iLsMncitkCoipit" -ulOOlriioo
Partiunaa p*n todo oa U oork j 100 truHi
1 Kiaariola46ahiun<)nd7a"ia.o<:(0tnaoei
Depofcl'aros em .Pernaimueo i
Vaanoi4B ac aoe
sootv
300
eoo
CT/.
Precisase de um criado e 13 i 15 anne Je
idade, que su i bu U ter algnina edusa, o
que Jconhccimeuto di: sua oi.iMcCh ; u ra ile
Bom Jess i.
9$mmm Prtcisa-se de uin bom bolerro
raa do Commercio n. 4<>, 1 andar.
a tratir na
Alloiifo
Prtcisa- se de boas costureiras, que saibam co-
ser vestidos : na ra da Aurora n. 59, primeiro
andar.
Mancel Lopes de S & C. nvisam ai comner-
cio n ao publicj cm geriil, que nnguem faca ne-
greci enm a merciaria sita no Caldeireirp, pert n
cente Francisco Jos de Anlrade, ptis os de-
clarantes sSo crcdcris. e desde j protcstm baver
de quem comprar dito estabelecimcuto o seu cr-
dito. Kecife, 18 d Deiembro de 1886.
_^________ Msnrel Lepes de Sa
Cosinheira
CREMEdeVOUGEOT
Especlalidade de Casis
JUSTIN DEVILLEBICHQT
VUQS (CCte-fOT) granea.
* Mr&alhas nu erfotletet dt :
PilIZ II, H0, 1167 (trposlfio DtlTeruI)
UM 1155 (Hdalka de Htirj). 1163
WOltS, MACOI 1858 B01UIEDX 1851, 1165
MU 1B5I (ESAlfOI, TROTES lili
faetttertotmPernambuco :TTmPX.tiBa.VAitO j
tWWW(W^\U"Wt\\W^
Preesa-se de uma ccsinhririi ; na Capungn, ra
do Dr. Nabuco n. 10, casa ie kzul<-jo amarello.
Ama
. Precisa-te de uma ama para casa de duas pes-
soas ; na ra des Marfyrios n. 156.
mT
"W Medalha do Ouro na xposi<;o un ver. al 1878 0"
2 J. FAU
"W BRDEOS (fRANCA)
-# Depsitos em todas ai tenda da Comestibles. #-
tttttttttfftOOfttttf
Deelaracio necessaria
Quem se aeha ac-
tualmente no exerci-
cio de juiz de direito
de Bom-Jardim o
hachare I Vicente Pe-
reira do Reg-o! O que
vem na Provincia de
honlem acerca do pro-
motor escripto por
aquelle juiz.
E basta.
Perdeu-se
orna caebcrrinba rateira toia preta, cem signaes
amareo" nos ps, as maos, e na cabrea fiugindo
quutro olhos ; ore Ibas marcadas e acode pelo neme
de Joly : a pessoa que a tiver achado pode entre-
gal-a na ra do Mrquez de Olinds n. 23, droga-
ra, que ser gratificada.
I neo :
r'
Tiaari Mm
PARATINGIK A
barba eos cabellos
E6ta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, dando lhes uma bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso'simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Freces, snecessores de A.
CAORS, ma do om-Jesm (antiga da Qrut
n. 22.
1832, Eordcaux: Htlj^ha da Brome;
Lois ; i/li et Priti; Bocho-
lort : fnfJo -t Ucdfina s Rnti,
(randa mcelo.- J833, Amste.-dam:
atadalha da Prati dounda. 1885,
ExposJcSodaTrabalhoAdmit a
Rfil llillH
Alimentac-o Rica
13 JMCiliCJ 5ZC .til3 t L3piJtl8l.
A rasiMHA mslin o meliior auxiliar
da ama de leite 11a alune crtanclnnas.
Kxpciimcntada rom o.":.-.lior exilonas CrecUes,
Abri se ra do Bom-Jess n. 23, un
armazein onde se vende constantemente
a superior cal virgem do Jaguaribe, acon-
dicionada em barricas proprias para o fa-
brico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo prego
fixo de G$C00 a barrica por contrato que
fez o Sr. Vijente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o nome.
E' encarregado da venda nicamente
n esta cidade o Sr. Sc-bastiao Bezerra
com escrptorio ra do Bom-Jesus n. 23.
0 Chnelo Turco
Loja de calcados eslrangeiros
DE
Mu ie Car.ii\k C
O Ra do Barco da Victoria I. 0
Este bem acreditado estabelecimento acaba de
fazer acquigicao do mais variado e sorpreliendente
sortimento de calcados dos melhores fabricantes
dos diversos paizes da Europa, quer para homens,
quer para seuhoras e criancas.
A grande quantidade de calcados, sua varieda-
de em nmeros, formas c msteriats, reunidas *
elegancia, gestos, solidez e perfeicao do trahlb<.'
noesqueceudoa delicadeza e sinceridad^ do trato,
as commodidadrs do estabelecimento, e a modici-
dade dos oreos, cflvreeem aos concurrentes toda
vantagem na escolba e certeza de que sabirj em
tudo perfeitamente Bat'efeitcs.
Solicitiimos, pois, das Exmas. familias e de rea-
petavel publico em geral, a honra de uma visita
ao cosso estabelecimento, consejos de que serio
contentes de nossa exposicJo.
Ver para crcr
Ao Chindo Turco
ORuado Daro da Victoria-X. IO
Annacao
I Vende-se nma e um balcao de a>.: c'.l', ra
do Marqu'.s de Oliuilu n. 21, loja.

~- estomago
suppo.-iir a m para a uro.
duc^ao ila fova c da s
Erre, a tt\n a mcni
MVieirmaei ra(CtV(AtUfS)
Ir Fsrnzmbuco rr.su1- Ti. b'Silva &. C\
English
Mara do Cnrmo Vira! I'inii
O estuiante Antonio Vital Oliv ira e seas
tos, D. Maria Adelaida Vital de Oiiveim, D. Ma-
Mr. *. Faaslone fof London) bcff31 ? Kta Vital Sf,b.'"-"' p M': q Carmo Vi-
. ., v. ii '"' Mendmeaf. o eapira. Aistf-st j Cessr Pereira
pupil that he w.ll recom- de Mendmca.onvid.m o. a-us prenles e cutras
pessoas de sua amizile para assistirem a uma
missa que, p'li repouso eterna de sua presa lissi-
ma irm e sobrinhn, II. Hera do Carmo
Vital Pinto, f .lle:ida oa cidade do Algrete,
mandam celebrar no convento de N. S. do Carmo,
a 7 horas da manh'i de 20 do corrente, e desde
ja agradec m aos que ee dgnnrem de comparecer
qnelle acto de relieio e caridade.
monee his Evening Classes of practical en-
glish on gan n. 3., at his rooms, ra Es-
treita do Rosario n. 4.
Gentlemen or Ladies wishing to perfect
hemaslves io the English language and
desiring prvate lessona please to communi-
cate esrly.





l

i

t


HHMMH
Hi
Diario de PernambucoDomingo 49 de Dezerabro de IS86
}
X
'
Cosnhciro
Precies ee de no coeinbeiro ; a tratar na ra
do Pgyiand a. 19, Pt>s.agein d* Magdalena, ^
Para engoinmar
Precifa-se de urna ama para engommar e outroB
aervicos domt;st cds : no 3- andar do predio n. 42,
rna Duque de Caxias por cima da typcgrapbia
do Diario.
gnio 3
Aluga-se o 2- andar da ra Primeim de Mar^t.
n. 7-A ; a tiatar na Itvraria.
Olinda
Aluga se na ra Vioto Seto de Jxneiro urna
boa caea com bons commodos para familia, achan -
de se caiada e pintada, cun agua e gil canasa
Instrumentos deenge-
nharia
Vende te alguna instrumentos du engenbaria :
I no cscrptorio da esmpanhia do iebcribe. ruw
i do Imperador n. 79.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este eiccllente Whisky Escosssx preferivt
10 cognac ou agurdenlo de canna, para fortifica1
i corpo.
Vende-se a retalho nos tu Iberea armasen
nolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo ne-
ne e emblema sao registrados para todo o Braa
BBOWN8& C, agentes__________
Liquidacao
Cbpos modernos, palmas,
muito barato.
plumas flores e fitas
dos, perto da estaco do Carmo e dos banhos sal- Cbpos mode
gad8-, a trr-tar no paleo do Corpo Sauto n. 17,|udo por preco
Mine. Niquelina

Ra cas Cruzes n. 39
Mariajdo Livramento, velha octsgenaria e pau-
prrima, pedo s almas caridosas que Ibe mande
urna estnola pelo amor de D.us. Mora no becco
do Bernardo n. 51. E' urna obra de caridade.
.;;oosooo
A' Florida
Roa Duqne de Caxias n. 103
Chama-ce a attpnc&o das Exmas. familia* para
Precisa-se da quantia cima a juros
na rna do Imperador n. 24.
. os procos seguintcs :
Luvss de seda prcta a lJOOOJo par.
Attenfilo
Compra-so com toda a urgencia as apostillas
de direito tommereial do Dr. Portella ; a tratar
no largo da rratril de Santo Antonia n. 4, livraiia
Corazzi.
Dous excellentes predios
Um terreo, na ra da Soledade n. 56, e outro
com sofito, bom quintal cora port>, muitos com-
Ciotos a 1/500.
Luvas de pellica por 2/500.
2 caizas de pkpel e envelopes 800 rs.
Luvas de seda cor granada a 2/, 2/500 e 3/
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para bomem a 3/.
Meias de Escossia para enanca a 240 rs. o par.
rilas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 ra. o
metro.
Albuna de 1/500, 2f, 3/, at 8/.
Ramea de flores finas a 1/500.
mo1r> para erande familia, ues quatro cantos na' LuT"* ^cossia para menina, Usas e borda-
C puiv !- -'*. "">hn8 "' 0' propr'C, eom agua da! a
s ; trata-se da venda na ra do
...u n. 40.
VENDAS
Vende-se o cstabelecimento de molhados sito
s praca do Conde d'Eu n. 15; a tiatar no mesino.
Liquidaco de fu de
anuo!!!
59Kaa Dnane ile Caxias- -59
Tvndissimoa ritcadinbos a 100 e 200 rs. o co-
vado !
N'ansuk, cores firmes, a 1G0 o dito !
Cretoms claros e escuros a 240 e 280 o dito!
Popelinas com listas de seda a 240 e 280 !
Meias superiores para crianca a 2/ a duzia !
Ooardanapos de linho bordados a "5 a dita.
Atcalhans alvo,2 larguras, a 1/20 o metro!
Bramantes superiores h 9(.0 e 15200 o dito !
dem de puro linho a 2/ o dito !
Setinetas lisaa e bordadas a 4 >0 o covado !
Retalhos de setins e sedas que se liquidam por
metado do custo.
Setim maco de cores a 800 alio covado !
Popelina do seda branca a 500 re. o dito de
800 rs.
Pannos de differentes cores para mesa a 6C0,
1/200 e U600 o covado.
Damascos de las para co'ias. 2 metros de lar-
gura, a 1/800 o dito!
Cretones assetinados, idem, a 800 o ditc de
U500.
dem com lindas paisagens para chambres a
400 rs. o dito.
Cortes de casemira ingleza a 3500, 4/500 e
'i/OCO.
Cheviots superiores a 3/ o covado, 2 larguras.
Caseroiras diagonaes a 1/800 2/4')*) o dito.
Flanella americana azul, a 1/400 e dito !
Fichus de la a 1 500 e 2/.
Chales de casemira bordado a seda a 6/ sao
de 15/ cada um.
Capas de la de todas as cores a 3/, 4/ e 5/.
Esgnioes para casaqninhos a 4/ e 4/500 a peca.
Madapolo americano a 5/ e 6/, 24 jardas.
Camisas para senbora (ao bordadas) a 3i500 e
5/000.
Saias de excellente fazenda a 3/500 e 4/.
Vestuarios de 13 para enancas, de 15/, para
acabar, a 7/ e 8/.
Cortes de fustao para collete a 2/!
Grande porcao de retalhos de chita, brim, las I
e mnitos artigos que se venlem barato.
Chapeos para criancas a 3/
dem para senhoras, de 12/ e 15/, para liqui- |
dar, a G e 7.
59-Roa Dnqoe de Caxias1>9
Carn lia Ma K___
Presentes para a festa
Vii nrmnzem de Vawciincello, 6 na
da Aurora n si. eneonlra-*e:
Bonitas caizas cem passas, diversos tamanbos,
ditas adornadas com sedi.
Elegantes cartoes com dcc?s seceos e crystali-
cados, em calda, latas e frascos.
Conidios, uvas brancas, doce d'goiabaege-
leias.
Fiambres, carne da sertlo, linguas afiambra-
das, seccas, de morue em s.-.lmouri .
Ovas de peiie, figos, amendoap, nczea e casta-
nhas, variado sortimento de biscoutos finos, e os
mais recommendaveis para doentes, nao iguaes.
Vinbos fines do Porto, D. Luiz, reserva, mus-
catel e lagrima cbrisii, Bordeaux e Collares, qnei-
jos lcndrinos, bastingue, pluyro, prato, etc., etc.
Cha vrde imperial e preto fin, verdadeira
gcmmu oe araruta e matarana.
B^saw^HMHnsMg
Pcrta-retrat a 500 rs, 1/, 1/500 e 2/.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de brilbantes chimicos a 200 rs. o par.
Guarnieres de idem idem a 500 rs.
Anquinhas de 1/5(0, 2/, 2/5(0 e 3/ urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 600 e 600 rs
Espartilbo Boa Figura a 4/500.
dem La Figurina a 5/000.
dem estreitinbos com 10 metros a 800 e 1/000
a peca.
Pentes para coco com inscripcao.
Babadores com pintura e inscripces a 5C0 rs.
Para toiiet
Sabo do areia a 320 rs. nm.
dem phemeado a 500 ra. um.
dem alcatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 1/000.
Agua ci leste a 2/000.
Agua divina a 1/500.
Agua Florida a 1/000.
Maceos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senbora a 3/ a duaia.
Estojos para crochel a .$000 rs.
Linbas para crochet cor de creme 200 rs.
Linbas para crocb' t de seda raesclada 300 rs.
Bico de cores 2, 3, e \ dedos
de largura a 3/000. 4/000 e 5/000 a peca
BAIiBOSA & SANTOS
PIMO E RIGA
Je 3X9, 4X9 e 3X12 ; vende-se na serrara a va-
por de Climaco da Silva, caea Vintc Doua de So-
7embro p. 6.
Oleo para machinas
Em latas contendo cinco gales, a 9/000 ; ven-
de-senos depsitos da fabrica Apollo.
Vende-se
o hotel e ho pedira Estrella do Norte, na Lin-
goeta. O proprietario deste hotel tendo de reti-
rar-fe para f.-a desta cidade, vende o seu esta-
belecimento por prreo bastante commodo ; trata-
se no mesmo, A ra Tbom de Souza n. 8.
Casas para vender
V de Portas), sendo um sobrado n. 13, com grandes
commodos, com grande armur.em com sabida para
a ra do Pharol ; urna casa terrea n. 33, com
fundos tambern para a ra do Pharol ; a tratar na
ra do Bom Jess n. 49, armazem de trastes, das
10 horas da manha s 4 da tarde.
KxposH'Ao Central
Em lqiiiilncio
A' ra larga do Rosario n. 38
DamiSo Lima C., continuando a liquidar suas
mercadorias, chaman; a attencao do respeitavel
publico em geral:
Pecas de bordados, Palma, a 2/500 e 3/.
Luvas de seda rendadas a 2/500.
Leques de 400, 500, 600 e 800 rs.
Ricos broches (novidade) 2/.
PuUeiras lindas a 1/ e 1/200.
Linbas de 200 Ys. a 80 rs.
Bonitos Plastrons a 500, 1/ e 2/.
Meias de cores para senbora de 500 a 1/500.
Lencos vle seda a 1/200.
Bengalas al/.
Mantas de seda a 1/ e 1/500.
Pecas de bordados a 320 rs.
La para bordar a 2/800.
Agua Florida a 700, 800 e i/.
Objectos para presentes a 3/ c 4/.
Collarinhos modernos a 400 rs.
Bicos, fitas, perfumaras, botoes, espartilhos, es-
pelhos e muitos outros artigos sem competencia.
Sa Eiposlco Central a ra larga
do Itoaario n. 38
Leitura para senhorar
Brolhc-s nikelados e dourados a 2/000.
Bonitos grampis dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galoes de viarilbo.
Grande variedade de leiaes de sitm, a 4/000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3/000 o
maco.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita colleccao i'n plisss a 400 res.
Brineos, imitaco de brilhante, a 500 ris.
Aventara bordados para criancas a 2/000.
Chapeos de fustao e setim para criancas
Sapatns de merino e setim idem, id. m.
Meias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de vozelina de div isas qualidades.
Sabonetes finos de vozelina e alface.
Extractos finos de Pinaud, Gu rlain e Lubin.
Lindas bolsas de coure e velludo.
Fechs de 13 para senbora a 1 /800.
Sapatos de casemira preta a 2/0110.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3J000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de boioes de phantasia.
E milhares de objectos pr.-prios para tornar urna
senhora elegante, e muitos outros indispensaveis
para uso das familias, ludo por precos adiniravel-
mentc mdicos.
Na Graciosa
Ra do Ctespo n. 9
____________Duarte & .
Grande reforma !...
Realmente fo grande a que se fez ni Loja dos
Barateiros.
Ilua da Impr>-alriz a. 40
E f-'to os nicos que tem as seguintes especia-
lidades !!!...
L5e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimos padroes, o mais tino e apurado gosto
que tem vindo, e por pre^o baratissim", de 000 600,
700, 800 e 1/000,0 covado, porm fino e bom !...
Querem ver ?... aparegam !!!...
Exmas. senhoras !!...
Trinos um lindissimo sortimento de failhe, que
a vista agrada a mais excepcional fregueza ; isto
por menos do que em outra qualquer casa ; s n.
40 !....
Pois custa 600 rs. o covado.
Temos mais lindos sortimento de fustoes a 500
rs. o covado.
(hitas finas, especialidad)*, porque houve gosto
na escolha, e vende-se por 240, 280, 320, 360, 400
e 500 rs. o covado, n. 40.
Tambera temos! !!...
Lindos padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cambraia victoria e transparente finas e boas
de 3/300 a 8/000 a peca.
Brim branco de linho rsptcialidade de 1/500 a
3/500 a vara pechincha !
Brim pardos lizos e trancados de 700 a 1/600a
vara, aproveitem festa! 1 !...
Mohsckm grande sortimento a vontade do fre-
quez, vende-se de 400 a 560 o covado, venham !...
Sitinctas !!!... esplendido e importante sorti-
mento nesse artigo, sendo brancas, pretas e de co-
res, lavradas e lizas, o que se pode desejar em bom,
vende se de 400 a 6(0 o covado.
Temos mais !!!...
Casemira de todas as qualidades e cores, e ta-
znos costumes de 30/ a 60/00, barato e rm
covados de 2/500, cousa fina e que a todos agra-
dara, apptrecam !
Acreditem ?...
Venbam ver, para crer !!!...
Madapolo do 1> qualidade de 4/500,1 5/500,
6/S00, 7/500, 8/500 e 10/ u peca, e que ha de
melbor.
Algodao de 3/5C0 a 7/500 e 8/000 a peca tem
20 jardas.
Camisas de meia de cores e brancas de 800 a
1/800 e2/000.
Colcha de lindos desenhos a 4/0JO, casta 6/000
em outras casas.
Pannos da costa do melbor que ha custa apenas
2/750, o metro, pechincba !
Bramante de linho a 1 /800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
dem dealgot ira 1/300, palmos tambem bom.
Algodao emfestado, 10 palmos a 900 rs. o metro,
muito bom para Icnces.
Alem das fazendas j mencionadas temos muitos
artigos de modas cemo seja, leques de fino gosto,
gravatas, colarinhos, punhos, meias etc. etc.
Alheiro &C.
RA DA IMPERATRIZ N. 40
EXTRACCAO
DA
7.' &rie da 24 lotera que se extrahir na igreja da Coneeico dos Militares
HOJE .. DEDEZEMBRO AS 22HORAS
SOB O SEGUINTE
PLA MO
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
1
DA
1
A KevoluQo
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 30 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver
crer
SNDALO de MIDY
Avprovado pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro
Supprime a Ccpahiba, as Cubebas e as InjecQSes.
Cura em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da raaior
eficacia as affeccoes da bexiga, torna as urinas claras por mais
turvas que sejo. Deposito em Paria, 8, ru Vivienne.
Os proprietarios do muito
conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberam o*
grande sortimento He joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tan
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambem que continuar a receber po
todos os vapores vinde da Europa, objectos novos e venden milito menos que er
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLPF & C.
N. 4 RA DO
Compra-se ouro e prata velha.
CABUGA-
N.
INJECTION CADET
ta certa em 3 das sem outro medicamento
f*AMI8 V, Boulevoni
t fAU/M
para
Cachemira bordada a 1500 o covado.
Mirins de cores finos, a 9U0 e 1*230 o co-
vado.
Ditoa pretos a 1200, 14400, 1/600. 1800 e
2*000 o covado.
Las mescladaa de seda a 60G ris o covado.
Ditas com listrinhas de seda a 560 ris o dito.
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Las com quadrinbos, a 400 ris o covado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setiui maco lavrado a 1*300 o covado.
Seda palha a bOO ris o covado.
Ditas de cores de 2* por 1 *000 o covado.
Setim maco liso a 800 e 1*200 o dito.
Grs de aples preto a 1 *800, 2*000 e 2*500
o covado.
Setinetas lisas a 320 c 400 rs. o dito.
Dtas de quadrinhos a 30 rs. o dito. .
Ditas pretas finas, a 500 rs. o dito.
Fustoes brancos e de cores a 320, 400, 440,
500 e800 rs. o dito.
Zephiros finos, escosseies, a 500 rs. o dito.
Zephires de qnadriuhos a 180, 200 e 240 ris o
covado-
Zephiros lisos a lfOOO o dito.
Alpaca) de cor para pulitot, a 1*000 dito.
Velludilhos lisos e lavradoa a 1*1)00 o eovado.
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
o dito.
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna.
Seda esc.ss'zi a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 ama.
Ditas de crochet n 8*5i 0 dita.
Camisas bordadas para homem a 30*000 a du-
ia.
Ditas para senhoras a 30*000 a dita.
Cortes de casioira finos de 3* a 8*000 um.
Casaccs de laia a 1000 um.
Ficbs de retroza 1*000 um.
Ditos, de pellucia a 6*500 um, (bordados).
Cachemira de cor a 1*600 o co/ado.
Flanella americana a 1*400 o dito.
Cortinados bordados a G/OJI) e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para homens de 2*400 a 9*000 a du-
zia.
Ditas pata senhoras de 3*000 a 12*000 a du-
zia.
Mantilhetas de seda a 6*000 ama.
Espartilhos de ouraca a 4*000, 5*000, 5*000
e 7*500 nm.
Toilett para baptisado a 9*000 e 12*000 um.
Lencos brancor e com barra a 2*000 a duzia.
Anquinhas a 1*800 rs. urna.
Brim de linho de cor a 1*000 a vara.
Dito pardo a 1*000 a dita.
Esguiao amareMo e pardo a 500 ris o covado.
Cbales Je mirin lieos a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000, 3*600 e 4*000 um.
Cortes de cachemira para vestidos a 18*000
nm.
Redes Hamburguezas a 10*000 urna.
Panno de crochet para cadeiras esot a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 vm.
Henrique da Silva Moreira.
Vende-se
urna casinba de tijolo e cal, por barato preco, na
ra Imperial : quem pretender dtixe carta neeta
typographia com as ioiciaes F. F., ou enUo a iu-
formar-se na mesma typographia.
i
i
i
i
9
23
400
i
i dito de
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
COLONIA ISABEL
CONCEDIDAS PELA LE PrtOVINCJAL 1.184?, E PPilfflO PELO El, SU. VICF PdESIDENE fl PAOHHCU
POR 4CT0 DE 2 DE SETLMBR0 DE IS8G
40,000 b heles em vigsimos ISooo..... 800:000$
Despezas............ H8;8oojf
240:0001
40:0001
20:000*
10:0001
5:000
18:000*
23:0005
40:0001
1:0001
1:0001
39:6001
19:8001
9:900*
8:000*
6:000*
4:000*
2:200*
1:700*
96:000*
96:000*
681:200* '
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezems. Quando as terminacBes do 1." e 2.a premios forero
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedialamente superior. De9 passa a 0 e de 0a1. Os premios sc
pagos sem descont algum.
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no
Rural do Rio de Janeiro.
17 de Dezembrode 1886.
O THESOUREIRO,
francisco Goncalves Torres.
premio de.
dito de .
dito de .
dito de .
dilo de .
ditos de.......2:0005
ditos de....... 1:000$
ditos de 100$ para todas as centenas, cujos dous algarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inciusive
dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na exlraccao for mais alio
1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
400$ para toda a centena do 1 premio.
200$ idem idem do 2 premio
100$ idem idem do 3 premio
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditas de 3:000$ para o 2* dito
2 ditas de 2:000$ para o 3 dito
2 ditas de 1:100$ para o 4 dito
2 ditas de 850$ para o 5 dito
4,000 terminacoes de 24$ para o 1 premio inclusive
4,000 terminacoes de 24$ para o 2 premio inclusive
Banco
D
COLONIA ISABEL
E
de 1886
EXTRACQO SEMANAL
7." parle di 24." lotera
CORR
\o da 22 de Dezembro
Iiitransferml! Intransfcrml!
0 PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera esta garantida, alm da fianza, por um deposito
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES A' VENDA
XA
HODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario36
Bernardina Lopes Alheiro.

I
g\
1 itflffl l




Domingo 19 lc Dezeinbro
t!
V4YIR DfrWSTPH
traduc9ao

to dias depois, peo a 1 itura co a-
a-p--tente.
,.o.
A com.iiisaSo aceeita a minha pega
por aeclamagSo, c vota lhe i ora-diaUram-
te um Ijuvor. i Ao todo Uta mez.
O tompo para ensaiar tr.-3 actas, sup-
ponharaos que sao seis semanas.
< Total doua raczes antai do ; la
i prese.ntagSo.
Agora ad.nitt.vnos qaa rae eag in
tu clculos, e, pira u3o moIludir, doble-
mos o (SDago de lempo.
E' claro como agua qaa clave acr re-
presentada, quando muito, d'aqui a cinco
meses; teuho, portante, de sobajo.
i E ha gente qaa aia la pretende que o
vordadeiro mrito tero toda3 as diffimlda
dos no mundo en conseguir o seu fim !. .
Tolos Rpetun as calumniosas historias
quo espalhaiu as mediocridades dcspresa-
das!
a! Siral... Verei d'aqui a pou-
co o meu norae impresso en grandes le-
tras sobro os iu lis bellos cartazes, parante
os qnacs para a tualti 13o, o os folhetias da
segunda feira levar3o at Brest a notiei
do xito por mi a obtiJo e o eco dos mcus
triumphos !. ..
Temo-nos abatido al este momento do
cuidado de dsr aoa nossoa leitorea minucio-
aoa pormenores a respeito do carcter de
Gilberto Pascal.
Pensamos, e nao sem rasio, quo das
suas palavras e dos seus n-.tos saira a luz
suffieiento para pormitlir apresar bem as
qualdade.s o os uefoitoa qaa tivesse.
Talvez se acredito paren que o amor
propro e a prasurapcSo dorain avaro como
tyrannos absolutos.
Seria erro.
Nao, Gilberto Pascal n3o ora aera vai-
doso em ezces30, nc:n desmedidamente
presurapgoso.
Migo inteilgeute, tinba a cons.iencia do
son valor, quo era real, mas n3o lhe acon-
teca collocar-se muito alto na sua propria
estima.
Conhecendo muito poiico o mundo, o n3.
1LER1IO 012 F VHI1
(Contiimaquj)
CAPITULO X
NO TUEATlir) FEAHCEZ
E' um fitterato, ordinariamente uru
critico. Neste momento um vaudevillis
Est officialmeato encarregado de
examinar conscieuciosanionte, e muito om
-speciai todas as obras apresenta las na
Comedia Franueza. .
E a commiasao de leitura ?
Comprehendo muito bom que a eoiu-
slo de leitura, reun do se apaas urna
ou duas vezes por sanana, n3o seria suffi-
i'.e oara conhaemento dos iaauroera-
. inanns :riptes qaa silo aproa untados
durante o anno. O censor Ui os, faz 'um
rolatorio a respeito de cada um dilles, o,
gimi cese relatorio, suecedo se ou re
cusa ae ao auctor a leitura peranto a cora-
-.ao.
E' bastante claro is?o. .
Nao verdade ?
Vai, por consequencia, reaettr a
i pega p-.ra o c-eusor ?
Hoje mesmo.
E quando terei a reeposta'?
I' impossivol responder preeisatnen-
a essa pergunta.
Mas poueo mais ou menos f
-- D'aqui a tros ou quatro mesa*
- Tres ou qu..tro meses cx.lamou
Gilberto com um brillo sobresalto. Mas
sao impossivol N.Io posso esperar
tanto !...' Oh 1 senhor, se soub-sse. .. ,teQao eaUdo nuQ('a e' lata Mra :l s,0Ll-
t do o mea foturo. toda a miaba felicidad* P'ra quo tragasse, no meio do obsta-
culos o difficuldades de toda a especie, a
tade, e .le p ir em par as portas dos
tbeatros seu3o aos dramaturgos e aos i
dcvU'istes u'ariid'S, ou aos romancistas
de reput ^3 >, que des-jam azer ama ten-
tativa no drama.
Procodem assiia em virtuda doBto prin-
pio qua nos parece insustentav.d, a sa-
br: Os uomes eonh-cidos s3o os unico3
que bttrihem a multidJi.
i, adioHsiv 1 talvez nos li'
iros, completamente falso n:.s pejaa.
O loitor, q io compra ou aluga ura ro
mineo, s.ibe muit > bem se e33e romance
do Alixandro Du as, do Georgo ml, le
P.iI Fval ou laeti ; mas as tres qetartai
p irte dos ospo-ta i iros qaa en he.u a l ^
Jo espectculo iiiivein, applau-'em e pa
tciam, sem pena Os dramas do Alx.dre Dumaa e os
de Vctor Hugo (quan !o Vctor Hugo fazia
dramas) as comedias da AleXindra Du
mas Filho, e aa do Ponsard, 83o, com t.da
a certeza, aa nicas excepto a.
Peo8am por acaso que, quanio se repre.
sentam Aa lea ou o Oe-iro de Mr. Poi-
rier (dois grandes triumphos) qaa o publi
co sabe que 08 nom^s da Emilio Angier ou
de Julio Saabiau esto nicartaz? Per^un-
tom-n'o ao publico.
qu; tem acontecido a
. .pendeiu des83 manuseripto
E' para mim bastant? pezaroso n3o
me ser poasvel proceder de outro modo,
respondeu o secretario com agr lavel sor
r30 de benevolente eommisTacuo. Ma?,
ilesgraQadamt-n'.e, u'o posso fazer absolu-
tavar... s pos3o
estrada de um futuro qualqu*-r, Gilberto
Pascil conervva a- suas Iusos, que a-
genuamente consi lerava como realiiados.
A comedia quo havia composto, e sobre
a qual repousavam todas as suas esperaa-
aineate aada em seu .
dar lhe um conselho. i"10' dn8 ,8cenas n0:n PeI hlbl1 e'DPreS
Qual, seuhor, qual ? disse com vi- dos lances tbeatraes.
vacidade Gilberto, a^rrambso como un Nao ra p jrc a urna obra ord-n u la ; nao
bomem que se afoga, mais fraca taboa, &* f" esp.nto, e enganuoaos porm.no-
com a mais viga das e,peranSfls. r''3 ^atadoa com graca tornavam poss.vel
o xito ; diremos ate que era muito pro-
va ved.
Gilberto tinha comparado conscenciosa-
enta a suapogk.i rauitas outras favoravel-
mente recebidas pelo publico.
Des tu i'xame e dea'a co nparac;3o tiuha
resultado pra ella a certeza de que os
s:us tres actos merecara as honras da re-
presenlajao.
O pobre rapaz, ignorava aiada o qaan-
to custa drr o primeiro passo as espi.iho-
sas veredas dessa carreira odiosa di litto
ra'ura dram; tica.
ga das epperan5
Aqu tem a morada do censor, pro-
sigui o Sr. de Verteuil, v procurai-o,
pxplique-llie a sua sitasco ; talvez .a aua3
iu8tancias o decidam a aprestar a loi:ura e
a enviarme o seu parecer o mais breve
possivel. ^*
Oh seahor, n3o s-i como agrade-
cer-lbe tanta delicadeza! exclamou Gil-
berto.
N3o tem de quo fiear .gradecido.
E' lio inaignicante o s-rvijo qua lhe
presto...
Deixo-o. para me apressar em se-
guir o seu exc-lpntc conselho.
E Gilberto, d
: o delicado s
iiete, meio triste e meio sttisfeito pelo re-
bultado da sua visita.
l-cipitulamos, d
subindo a p a ra R:
Nlo sabia quantos obstculos qu isi insu-
epois ae tar aportado a l'^aveis so levantariam entro elle e a rea
corolario, sabio do gabi- w0 do seu sonho.
Nunca tinha tratado com os directores
de theatroa, que poroorrem sem at.'ejo
dizia ello com ligo, Iun m.anuseripto aasignacte por un nome
icheleu na direcSo deeeonheci lo, que o le un com a npimao
d, Mmrd. m:,n!,J y.u a can do aen- "tecipad* de encntmr a p?Ca abirreci la
"** !e mflssadora, o muitis vezes counam-n a
s"r- I. i-' ______-. da mais
:**, para i Julgar, a enpreg^O 1 ,Daia
infiraa cathegoria, que aito snbsm francez,
e s vezes tambem n3o asbetn orthograpbia
8en3o de um modo muito ncerto.
E, j quo fallamos a este respeito, sej -
n>)s licito combater em alsumas Iinbaa um
a en:onirar frequentes vezoa, n a manas- a.". "*"_ 6
il ..,,'i, u. a orciuizo demasiado e (r.'ralmento espalhaao
criptos quo lhe s3o aprcs.ntair., abras si- J ^> r
entre oa 'tirectorea de theatroa.
Rocebe-me, fall.-l B, :- a i raeus
pedidos, e, d'aqui a tres semanas, o mais
tardar, tora dado o sen parecer.
Este parecer aera favorav.I, n3o p.sso
duvidar, porque nao d'.ve estar habituado
ptos quu
milhadtes rainba.
Tres semanas de demora, muito be^i !
Estes senhoros n3o nbreia da boa von-
Todas as vezes
artistas do talento crear um papel aa obra
do um desconhee lo, o publico n3o tom
faltado.
Foi o nonip, desconhecido ent3o, de Pon-
sard, qua occarinou o grande xito di Lu-
crecia i
O do Emilio Angier nao apparecia pela
primeira re n'um eartaa no momento era
quo toda a Pariz corra a npplaudir a Ci-
cuta ?
E, no eratanto, estas duas obras tinham
sido d -claradas mass.idoras pela commiasao
de leitura do theatro francez.
Esta mesmacommss3o recusou maatar-
do a /to'.ra e dinheiro, representa la iluzan-
tas vozea no OJon com um receita co-
loss.l!...
Vivam as coraraissOea de leitura I...
K, voltaado aoatheutroa dedramas: Os
par o pescudor nSo fji a eatreia de Bon-
ohird ?
Mas os sonhjres directores n3o admit-
tom isto, e, serio, serio, niguas de eatre ti-
les prefoririam quedas, assignadas por no-
mes conheciios, a grandes xitos quusi
anonymoa.
Gilberto Paaeal n3o suppuoha isto.
O pobra rapaz nao devia apreridel-0 ae-
nao d'alli a pouco, como veremos na con-
tinuac;aj desta historia, o eia a r.s3o por-
que, na sua ignorancia, se eutregava a ea-
perangaa risonhas, e segua, com o olhar
encantado, as mragens do um futuro de
glora o de riqueza ltteraria.
Deixemol-o embalar-se, por algum tem-
po anda, com a esperanza perdida ara pou-
co te npo, e precedamo-lo em casa de Mau-
ricio Torcy, para a qual so dirige
Nos vamos eucontrar aqui eisa casta c
formoaa cranla que ea'.immoa j, que em
breve, por certo, estimaremos mas anda,
essa fljr n'ia.-ida no munturo, como dizia
Gilberto, e que Balzac, acreditwnul o, ti-
aha dito antea delle, Leontina Aubry, a
filha do infame L-onidaa.
Pobre virgo ni emalmoeda!
Pobre flor dcatinada a st vendida !...
Como conservars a tua pureza c os
teus perfumes ?...
Quera te proteger contra os drao
nios qu velam ?.'.
Quera te salvar da lama que que re.a
atirar t* s faces para troial-a p ir ouro?...
CAPITULO XI
LEONTINA
Franqueemos, s? assm o querem, um
intrevallo do dois ou tres diaa.
Era a segunda vez qus Leontina viuha
trabalhar no atelier do nosso amigo Mau-
ricio Torcy.
O artista esta va sentado dianta de una
grande te'a, vigorosamente collada.
FOLHETM
O CORCJNM
POR
aos vinta annoa. O retrato era assigondo
por Mignard. O duque vesta a sua farda
de coronel das guardas suissas. Em torno
do quadro pandia un crepi nrgro. Era
qu-si o quarto de un viu-a paga, apasar
dos embl-maspios que se tiara por toda a
pate. Artemisa baptisada teria prestado
um culto menos brilhante memoria do rei
Musoleu. O christiansmo qu? r na dr
mais resignayilo e menos cmphasp. Mas
to raro ty se do f izr -ota censura s viu
D.i'TnU, na 80 devo perder d^ ywt*
va
a
Urna estreita grvala, ou .utos urna lita
serai-atada, pareca aegurar-lho ao pescoco
o i oll.iiiubo da camisa.
Tinha urna camisolU Co liulla verme-
lh3,-sirnilhanto s quo constituem o m.d.s
bollo ornamento dos carvoeiros do Asnires
ou do Beroy.
Na iu3o esqaerda tiuh i a palheta e o
upoio da m3o. .
Com a direita msnaj iva o pin.-el con
rapidez qu .si febril.
Leontina, coHo^ado sobra un estraio
junto ai fog3o do atelier, eslava a
qunrtcs, em absoluta mmobidade.
O pesiogo do Liontina eatava n 03
bfagn* desoobertoj os sus compridos o
al Draveii cabellos loaros, livros da qual
qu -r prisao, fluctuivam-lbo sobre as espa
duas.
Una vestimenta de veludo preto, dis-
posta o n forma dje tnica, oceultava urna
parte da espadua esquerda, c f.izia sobre-
saair a alvura nacarada das bolla3 carnes
firmes e asaetinadas da linda rapariga.
Um rao di sol, que parela alegre, por
acariar aqu- Ha adoravcl croatura, oercava
de refl xos dourado3 a sua expen lila ca-
belleira, illumiu inio-llu a fronte, quo co-
rava com u na aurola radiante, e dando
ao conjuncto da sua physionomia um ex-
prcss3o inspirada, eni que mais sobresahia
a casta candura.
Havia maia do viuta minutos que Mauri-
cio Irabalhava com ardor.
N3o p-ofetii urna s palavra, o Leontina
nao tinha mudado do pesilo.
Uui-amjnta a veas da pescogo, u a
pouco angroaaadas, denuaciavam o come-
go da fa-liga.
Mauricio levantou se da repente.
Den alguna fuiaoa puyi traz.
Com o mesma olliar envolveu o modelo
todo, dapos, litando os olhos na tola, fez
um gesto do satisfag.lo.
Est content, senhor Mauricio? per-
guatou Leontina com encantadora e tmida
graga.
- Siro, rainha filha.
Estivo bem ?
Como um anjinho que .
Continua.
N3o, deacango um momento. Faga
como cu, miaba filha, o almo-o, sa qur.
Vou dar lhe o exeroplo.
Leontina deaemb ir.igou-se do v-ilu lo que
a cabria, e quo collocou sobre o caval-
lete.
Dosjeu do estrado em seguida.
Foi busca.- um embrulho qua tinha tra-
zido e collocado n'um dos cantos do atelier
e tirou d'elle um p3o pequeo e urna gar-
rafa com agua.
O qu; isso, rainha filha ? psrguntou
pintor, vendo o que ella fizia.
Isto o raeu almogo, senhor Mauri-
cio, respondeu Leontina, corando.
Pois quo anda continua a comer p3o
sec:o e a beber agua?
Oh senhor 1 Estou costumada...
Demasiadamente costumada infeliz-
mente. Mas quera a impeda de mular um
pouco essa triste alimeutagSo?... N'usta
momento, s aqui ganda doze frinv.s por
da, o apenas em cinco horas de trabalho.
K' verdade, balbuciou Leontina.
Ent3o ?
EntSo, desses doze francos meu pai
exijo qua lho d dea.. .
- naturalmente, dos hit nildea qua-
r?n!a suos que lhe restara economiza para
comprar facto ?...
- Oh 1 n3o, senhor Mauricio. .. excla-
mou vivamente Leontina.
~- Mas ento?...
Leontina besitoa.
Dap-ds diaso, baixando a eabega, e cu
rando outra vez, como 8o se aecusasse de
urna m acg3o :
- Temos divida, senlicr, o pago-as a
peuco e pnueo.
- Pobre creanga/ murnurou o pintor
extremamente conmovido. Oh n.uit>
desgrr.cada !
Desg.igada, senhor, c3o, n3o sou,
parque, gragas ao tr^b.-lho que me d, n.lo
levo pancadas, o meu pai prado comprar
fato Je invern.
\h I n5o no fallo de su pai, iat r-
rompeu Mauricio, un boberro, um pre-
g'jigoso, ura...
E' meu pai, mur nuroa ueigamente
Leonna.
Tom rasito, :uinh.a filha, oetn
rasfto. o eu n3o. E' maia do que bea,
pcyjfeite. Mas e:n todo o caso, n3o quero
que coma pSo e beba agua. Vae al-nogar
comgo...
Ob n3o, seuhor, p gi-Iho .
Porque ?
Nao mo atrevo...
Metto-lba raedo, por acaso ?
Ob I senhor Mauricio !...
Ha dois dias quo trabalha em rainha
casa ; poueo, ma3 devo t-r sido sufficien-
to para saber qual o mea procedimento.
Nuuca atormento os meus modelos, mesmo
quando esses modelos alo raulherea quede-
sejam ser atormentadaa ; como muito maa
rasao as que, tirnidaa e receioaa como a
meuina quercra e devena ser reapeita-
das, estao to bem junto de mim, como de
ara rn>3o.
- Sei muito bem quo ura honesto ra-
paz, senhor Maurioicio ; deaejava trabalhar
em sua casa muito tenapo por essa ras3o...
sempre, porque os atelieres fazem-me mo-
do.
Ento, visto quo rao couhece, nao
me recuse o que lhe pego. Aceita, n3o
verdade?...
J quo assm o quer absolutamen-
te. ..
Jos, disso Mauricio, indo abrir a
porta do atalier para que foaae cuvJo pelo
ac-u creado. ^
Este ultimo appareceu no lisiar.
O seuhor chamou ? parguntou elle.
Trazo-roo o almogo imraediatanaente.
ae; depos a ledora nbria um livro de ora-
goes.
A's nove horas, o capell.lo vinha dizer a
raissa de finados. Todo o resto do da
conservava-se sentada, immorel, fra, a.
N3o tinha sabido lo palacio urna nica vez,
depois do seu casamento. A sociedade
julgou a leuca.
Pouco faltou para que a corte erguesse
ura ou'ro altar a Gonzaga pela sua dedi
O Sr. de Larooignon, chanceller de
Ague38eau ; o csrdeal de Bissy ; oj Sra.
duques de Foix o de Montmoreney-Luxera-
bourg, aeus primos ; o principe do Mo-
naco, com o Sr. duque de Valentinois, sen
filho, e rauitia oufroa.
Vinham todos vstal-a na o!casi3o da-
qu-!le solemno coas-lho do familia, que
devia ter lugar naquolle mesmo dia o do
qul eram raernbros,
SEGl.NDA 'A.iiTI-
; palacio ss mm .
_____
(Cor.tinuagSo do n. 200)
VIII
* lima de Xerer
Esopo II, vendo que oso lhe pediam per-
di, apertou os joe!ho3. O yigaata deitou
a lingua de fra. Fez so encarnado e de-
, os iGso- Ao cabo de alguns segn os a
Jaleia vomtou a ultima blasplieraii e pe-
dio perduo com urna vv% :-ifrngula 'a. A
ceultidSo bateu palmas. Jon-t'.has sjltcu
oediatamento o gigante, saltou para o
>, atirou una moada d uuro aos joe-
llios do vencido e corren a buscar as ta-
is, as peonas e a e-criv.ninha. gritando :
Vamos, freguez-s. vamos !
Aurora de O-ylus, vinva do duque di
Nevera, mulher lo pr-. :'.:>'. -lo G mzsga,
eatava sentada cui urna cad'.-ira le espal-
dar, de bano, como toda a mobilia do seu
oratorio.
Trajava luto. O seu vestuario, simpb'S
Kpateri'lada, unsava- i con a
. simpeidade da s
inn quwrto Je t'c-tj q
redes ommol iurava c-en-
pintado por Eusta ua-
11a maneira uceti a se-
gunda poca ca pu vid
de bano, sem doura
fapess.-.rias repres-nt pos.
Entre as duas janellas ergui >
O altar eatava forrado de preto, como se a
ultima aaisaa nelle celebrada tivesse sido
urna roisaa de finados.
Defronte do altar eatava um retrato de
coroo inteiro do duque Febppe de Ne
poig3o particular a pr'ieza, que tinha
a Silo forga, casando com o principa do
Gouz-gi. Aqu.Ilc luto era como que urna
bsndoira de a'-parag3o e da re8st"n:ia.
Havia dezo'to ann>3 qaa Aurora era mu-
ll -r de Gonzaga. Pe-sa dizer quo n3o
o conhecia : nuuca tinha querido vel-o era
ouvil o.
Gcnzaga tinha f-iti tulo para obteruraa
entrevista. E' certo que Gonzaga tinha
amalo: talvez a amasse anda a seu roo
do. Fazia grande opiniSo de si e com ra-
sito. Julgava, tao certo eatava da sua elo
queneia, que, ae a princeza consentisse em
ouvil-o uma vez, sthiria vencedor da pro-
va.
Mas a priocezaii flexivtl no seu deses-
pero, n.ao queria sor consolada. Esteva
s no mundo. Agradiva lhe aquelle isola-
racnto.
Nao tinha ura amigo, um confidente e o
pr.^p-io direct r da sua consciencia apenas
possua o segredo dos scus peccados. Era
ama mulher altiva dura no soffrimento.
Un nico sentim-nti se eonserviva vivo
naquello corag3o empedernido : o amor ma-
terno. Amava uni.-amente, apaixona la-
mente, a lembranga !c sua tillia. A me-
moria de Nevera era para ella coroo quo
uma religiSo. A lembraoga do sut filha
resii'ciuva-a, da va-lhe vagos sonh >s de tu
turo. Ninguem ignora a infldOiicia pro
bro ri* ex-rconi os objectos
m.terjae.
A princeza de Goni-ag, seropre s com
as anas criadas quo tinham proliihigo de
lhe fllar, cercada s-mpro du quadros mu-
e lgubres, tinha h intelligencia e a
sensibilidado enfraque i las. Dizia militas
i ao padre qua a confeaaava :
-- Sou au cad;.
Era verdado% A pobre mulher viva
io ura fantas-
A ana existencia parecia-se com um do-
loroso sorano.
Pela inanha, quando se levantava, as
a pjiHavam-n'a a vo-tir
cag3o conjugal. lOfiectivaioeute, nunca uma, Sem se t;-ren Combinado, desejavm es-
qgesa se ouvu de Ghnsaga. L-l-recor-se sobro a situaglo pr a-ente, da Sra.
ilii
Urna vez a princeza Jisj-o ao COnfeuor,
que lhe viu os olhos vcrmelhos polas lagri-
mas :
Soohei que tornara a ver miaba li
ha. Ella j n3o digna da chana ir se a
menina de Nevera.
En que fez no aeu sonlu? p^rgun
tou o padre.
A princeza, mais pdlida que um cad-
ver, e oppriroida, reapoadeu :
Fiz, ao meu sonho, o que faria na
realidaie, expulse! a.
Eicon raaia triste o maia melanclica
desde 03se momento. Aquella Ha. p*rf>!-
guia-a sem ces8-r. Nunca deixou, entro-
tanto, le fazer aa mais activas p>squizas
em Franga e no e3trang-iro. Gonzigi
tinha serapre o cofre abert) a rleos de
sua mulher. nicamente, arranjava s
cousa8 do modo quo toda a geuta souboaso
do sgredo das suas generosidail^s.
No comeg da estag3o, o conf-*ssor la
princeza tinha, entretanto, collocado junto
(l'illa uma mulhor de aua idd-, viuv,
que lhe inspirava intereaae.
Aquella mull-r charaava se tf'gtilawa
Giriiud.
Era meigie dedi ala.
A princeza eacolhera-a para ligal-a mais
particularmente sua pesaoa* Kra Mog
dalena Giraud qne responda agora ao S-.
de Peyrollea, encarregado do vir duas ve-
zes por dia saber noti-daa da princeza, e
te solicitar em no na do Goezaga o favor
do apraaentar-lhe as suaa homenagens, o
do annun iar Sra. princeza que estava u
roeaa poata.
Sabemos a resposta invHriavel o de to-
dos os das de Magdalena.
o A Sra. princeza agradece ao Sr. de
Gonzaga ; n3o pode fallar-lhe ; est bas-
tante incommodada, n3o pule ir mes.i.
Aquella manh3, Magdalena tiuha tic)
muito que fazer.
Contra o costme, numerosas visitas se
tinham apresentado, pedindo para fallar
Sra. princeza. Erara todas pessoas graves
e consideradas.
pnncfZ:, e saber se ella uo tinha algaras
queixa secreta-contra o principa seu espo
so. A princeza re.usou recebel os. Um
nico foi r< cebi lo, o velho csrjaal de Bis-
sy, que vinha Ha parlo do regente.
Felippe de Orleans raandava dizer sua
nobre prima qua a recorlagaa da Novis
nunca se extieguira p.ra elle. Tudo quan-
to se partease fazer oro favor da v;u-'a de
Nevera seria feilo.
Palle, niinha senhora, con luio o car-
deal. O Sr. regente todo Si u. O quo
qu-n- ?
Nada quero, raspan leu Auro'a de
Cavias.
O card'al tcntort son ul a. Provocou ns
suaa confi 1-encias ou .oes na aa suas quei-
xai.
Con8ervoU'se ailen iosa.
|. O eardekl sabio com a impresa!> de que
aeJhbava d-e ver uma mulher qilasi lou'-a.
Con certeza, Gonzaga tinhi ^raiila me-
reiimeiito
O car leal acabava de deepo lir-se, no mo-
mento em q-io on'.ram-is na oratorio da
q-ia
princeza.
Ella c-atav.a immorcl e triste, segundo o
seu costume.
Os olho3 fiaoi nao inlieavaa ponsacnen-
to algum.
Dir-s-hia uma imagen de marmure.
Magdalena Giraud atravesaiu o quarto
sem quo a princeza a visse, opproximou-s-i
do ger-uti'Xo o, qua estnv.i junto da Au-
ra, e c-dlocou nelle ura livro -lo Hars, que
truzia escond lo debaixo da capa.
Depoia voio colloearse liante de sua
ama, esperando una pdavra ou uma or-
lem.
A prinoaaa olhou para ella c dase :
De ondo veiu, Maglaien* ?
D- meu quarto, resporid-u ella.
A prineeaa abaixou os ollus. Tinba-se
levantado havia pouco para europrimentar
o osrdeal. Pola janell* tinha visto Mag-
dalena no jardim do palacio, no meio da
multidao dos agiotas.
Rfi qnaita H^st-ra n ri Je>p-r'-r to
- Pi
'?
ara aqu
Sra, o traza dois talbercs. Esla me
nina almoga comgo.
(Contin ).
AfilEMDES
Resumo da campanha com o
Paraguay, seguida dos uomes
dos braslciros mais dfstinetos
mortos durante a guerra.
POE MELCHIZEDECn D'aT.BUQL'ERQL'E T.IMA"
(Continuag3o)
Almirante Visconde de Inhsuma
Joaquim Jos Ignacio, Visconde da
Inhamn, nasceu em Lisboa e v io para o
Brasil ainda creanga.
Assentou praga de aspirante a guarda-
marinha e cm pouco tempj conqu'stou por
sua intelligeneia e valor gloriosos, postos.
Tomou parte em todas a3 guerras inter-
nas e externas do Brazil, desde a confe
deragao do Equador at a guerra do Para-
guay, para onde seguo no elevado posto
vice-almirante.
Nomeado cm Dezombro de 186G com-
mandante de nossa esquadra, a 15 de
Ag-sto do anno seguate forgou a passagem
d Curup.ityc a 19 de Feven-iro do 1868
asctio a passagem Porm, onde mais se destinguio foi
no reconlio. imenio do Angustura aem que
assistio do Belmnnte, navio do raadera,
em grande uniforme o combate, sendo no
fira camprimentado pelos commnniant-es,
do tres navios de guerra extrangeiros, tes-
temunhas de sua bravura.
Fora ura r<-cenhecr.en'o a iia despedi-
da ao combate, pois, ndoeci-ndo, retirou se
par.a o Brazil, onde deambareou em bragos
e faileceu no dia 8 de M^rro de 1868.
Marechal de campo Guilhorme
Xavier de Kuuza
Commandando a 4.4 divis3o assistio a
batalha de 21 de Maio e foi elogiado pelo
gentral em chefe por t r a riaca cumprido
a rass3o que fra encarregado.
Com a mesrna devisSo assistio aos com-
bates de Sanco e Bouqnero" s^ndo elogiado
pelo general Polydoro.
Em 1. de Junho de 1867 foi promovido
a tcarecbal de campo.
Cornrnandou interinamente o exercito
desdo a retirada do Exra. general Duque
de Caxias at a chafada de S. A. o prin-
cipo Conde d'Eu, novo cominandanto em
chefe.
Esse bravo generl adqjiitia na campa-
nha urna iiffecgSo pulmonar ^ue roz-lhe
termo a exiscencia no dia 21 da Dzembro
de 1870 r,a capital de Santa Catharina,
sua provincia nafa'.
Harcchal de campo Visconde
de Itaparica
O Viseando c"e Etaparca Alexandre Go-
mes de Argolo Ferr3o as3entou praga e;n
2 de D.^zembro do 1837, e em 1865 no
porto do coronel seguo para a campanha
do Paraguay.
Por decreto de 22 Janeiro de 1866 foi
promovido a brifradeiro o nomeado co.i-
mandate da 1.a divis3o c no eommando
dcsta distinguo-30 muito nos dias 16 o 17
lo Abril de 1866 na passagem do Paran.
Tomou parto na batalha da Tuyuty
sendo louvado ; porque tendo ordena para
apoiur a esquerda do centro atacado por
con8deraveis forgas, executou essa ordena
manobrando com prciis3o as suas tropas,
levando a victoria aquella parte da nossa
lnba, com o seu costurando valor e peri-
cia.
Tendo obtilo licenga, o Conde de Porto-
Alegre, comraandacte do 2." corpo de
exarcito, para ir a provincia do Rio Grande
do Su, foi o general Argolo nomeado para,
0 substituir em Novflmbro de 1866 e quan-
do em Fovereiro de 1867 deixou esse eom-
mando, foi louvado pela intelligencia, zelo
e^acerto com que. so bouve n'esse coromaa-
do; e. om Maio foi aomeaio commandante
do I.* corpo do exercito cm substituigao
ao general Polydoro.
De tal modo se bouve no eommando in-
terino d'esae dous corpos, quo vagando o
eommando do 2. por se ter retirado da
campanha o Conde de Porto-Alegre foi no-
meado seu commandante em Janeiro de
1863-
Era ent3o marechal de campo posto psra
que havia sido promovido em 5 de Outu-
bro de 1866.
Em 21 de Outubro de 1807 tomou parte
no combate d'osse dia, sendo elogiado pelas
suas acertadas providen ias.
Em 19 do Feverero de 1868 achou-se
no ataque do Estabelecmento, exprimindo-
se assira o Sr. Mrquez do Caxiaa :
t Por iguaes motivos tributo 03 mesmos
louvores ao muito perito, honrado e cora-
ijoso Exm Sr. marechal de campo Alexan-
1 dre Gomes de Argol > Ferrao, seu zelo a
bera do aervigo, sua completa rtedicagao, a
relgiao do dever, seu aferr aos principios
da disL-ip inaie aos do ju>tj c honesto o
constituem um general modelo. Sua coo-
perag3o para o bom xito da jornada do
18 fo o quo eu poda esperar o devia de-
sejar. o
Eftevo no3 combates de 16 de Jullio ou
reconhecimento da HuTi^yt e foi quera
praticou o reconhecimento pela iado de
Curipai'y e no do Saco a 21 de Margo.
Caminanlou uma columna de 8,000 ho-
raens, tomou parte ao combate do Itoror,
retiraado-se depois por ter sido ferido.
Est fra de duvida que dos muitos que
se distinguirn! no roez le Dezerobro de
1868, o norae do general Argolo oceupa
um des primeiro3 lugares.
Por decreto do 26 do Dczembro fei
agraciado cora o titulo de Visconde do
Itaparica.
Voltando ao Brazil com o peito coberto
de condecorares e medalhas. faileceu na
Baha, sua proviacia natal, 23 da Junho
de 1870 era consequecia dos soffrimentos
adquiridos em campanha.
(Continuarse-ka)
das as desconfiangas la vinva de Nevers.
Magdalena, entretanto, tinha alguma cau-
sa a dizer e aO M animava a fazel o. Era
uma boa alma, quo se ti-ha entregue a
uma sincera e rcspeiiosa pialado p^r aquel-
la grando dr.
A Sra. princ.za, murmurou ella, per-
mitt-e-mo que lhe falle ?
Aurora de Caylus sarrio tristemente, e
disso co.ns'go ;
Mais uma que pagaram para mentir.
Tinha tantas vezes sito engaada 1
Faile, ac. resc>'ntou ella e.n voz alta.
Sra. princeza, prosegu*) Magdalena,
tejaba um filho, a minha vi la; sou ca-
paz de dar tu !o qu&nto possuo, menos o
oaeu filho, para quo a S:a. princeza sej a
uma .-nai t3o f-z como eu.
A v'uva de Nevera nilo reapon-Ieu.
Sou pobre, continuou Magdab-na, e,
untes das boqdades da Sra. princeza, o
meu potjueno Garlitos nao tiuha muitas
vezes o nece3Sror Ah 1 se eu podesse
pagar Sra. princeza tudo quanto tem fi-
11 por miro 1
" glale-
Sra.
Mag
na
Precisa da algu-na coiii.a, AI-
NiO oh n3 > I t.\ta-3a da
princeza. Esto liibunal de familia.
Prohibo-lhe que me f-illc dias ,
dalena.
Minha senhora, ex-Lmou esta ; mi
nha querida ama, anda que tivesse de ex-
pulsar. .
Expulial-a hei, Magdalena.
Faria o meu dever, dir-!he-ha : Nao
quer encontrar a sua iilh ?
A princeza, trema! o pillda, agarrou-
ao aos bragos da t-aieira. Levantou-sa u o
pouco. Con Rqii-.-lle mo luiente cahio-lhe
o lengo. Ms^g-iaUna .-baisou-se rpidamen-
te para apchalo. Do bolso do avenUl
sanio un siQ argentino. A princeza li
x>u nelli o aeu olhar frij o pur.
Tem dinheiro co-nsg)? murmurou
ella.
Depois, eom um na-.v n- nt> qua r) era
proprio ncm do seu alio nascimeuto nein
da altivez real du seu carcter, com um
gasto la mulher desoonfiana qne qwar por
f.*rg s.ibcr, m-tteu a nao no bolso de
Magdalena. E ta pi aa u>3os, chorando.
A priii!"zi tir.m u*n punU.-i to do miro ;
JeioQ doze qua lru,l is de ll".-p mha.
O Sr. >ie Gonzagt chegna ha pouco
da Has pan ha murourou ella,
Msgialuna laigou s.'-lii-j nos ps.
- Miaba seabora I ruiaha senhora 1 ex-
clamou ella, chorando : o meu Carlos vai
iu'o deu chegou tambern do Hespanha.
Pelo amor da Deus a3o rae despega antes
de me ouvir.
Saia ordenou a piinceza.
Magdalena quz aiifla pedir.
A princeza apontou-lhe para a porta coro
ura gesto imperioso.
Saia I
Quando a rapariga obedeceu, a princeza
deixou se ca.hir na poltrona, e cora as maos
alvas *- magras cobiio o resto.
Ii't-ndo amizado a ea'a mulher l
murmurou cora uro gemido de horror. Oh !
prosigui a princeza, duixando ver no ros-
to a angus'.ia profunda do iu isolamento :
ninguem I ninguem I fazei, Senhor I qua
eu nao confie em ainguei !
Fi-ou um estante assm cora o rosto en-
tre as roaos, depois uro solugo levantou Me
o peito.
Minha filha 1 minha filha I disse < II*
em tom desolador. Santa Virgen-, desbo-
que tenha raorrido. Ao menos a voseo la-
do a encontrarei.
Os accessos violentos erara raros na-
quella natureza raorta. Quando-se davam,
;. pobre senhora tica va prostrad. Esteva
Iguos minutos sem poder mod-erar os sa-
lugos.
Quando recuperou a voz foi para dizer :
A roorle 1 meu Deus, dai-roe a roer-
te I
Depois, olliando para o cracifiao qus es-
tiva *iii cima (lo alf-r.
Senhor Deus nao tenbo anda sof-
frido bastante? Quanto teropo dugtrrainda
tste niartyrio 'f1
Estn leu os bracos o co n toda a ex-
prsalo da sua sima torturada :
A marte 1 Seuhor Jesua ^repetio
. 1U ; Christo Santo, p'-laa vossas chagas e
pela vossa paix3o sobra a cruz. Virgem
Mili, pelas vossas lagrima.-, a morte, a mor-
a 1
Os bragos punderam. aspalpebras fecha-
ram-se lhe, e ella cahi-i anatla na poltro-
na.
P>r um instante poder sa-ia ju'gar que
o ce) a tiuha ou'-ido, mas i nirediatauente
um estreinu-ituenti lhe agitoii o corpo. Re- -
bro os olhos o olhou pira o retrato'de
Nevis. Os ollns eosu^ ra,n-sj-lhe, e re-
r.i-ii aquella imiu-v.-l rixi lez, que ti- -
i lia algum a cousa de horrivel.
(Gontiniiar-se-h)
T/>. Diario r>n Ia|f i! I'.ati' '
t.
-"
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