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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
ifiO Ull-~ IDHM
i
r
\
}
?
:
PARA A CAPITAL E IXGARI3S 0.\DE XA SE PAGA PORTE
Por tres mezos adiantadoa -........ 6(5000
Por se3 ditos idom............... 12(5000
Por um anno :.dern................. 24(5000
Oada numero avulso, do mesmo di............ 0100
DMIO 12 1 DEZEli BE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantadoa..............
Por nove ditos idem................
Por um anno dem. .'..............
Cada numero avulso, de dias anteriores. .......
13J500
20*000
270001?
(5100
DE
NAMB
J)roprieiral>e tst Jttaiwel Jxgatvcin i>* -tarta i -ftUjos
mm
Aviso
A os Srs. subscriptores deste Diario avi-
sa a respectiva direccSo que, do 4." de
Janeiro prximo era diante, far-se-ha a ar
recadagao das assigaaturas pela forma se-
guirte :
Na cidade. do Recife e lugares para onde
nao se paga porte. 6000 por trimestre,
adiantado ou durant3 o 1.* racz do mesmo
trimestre, 6^500 nos 2. e 3.a mezes.
No fim do trimeslro ser suspensa a re-
rressa do Diario aos que nao tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Fora da cidade, no3 lugre3 para onde
se fazera as reraessas pelo crreio, 130500
por semestre, pago as meatnas condicSo's
cima.
Aos que quizerem pagar o anno alian-
tado, faz-se-ha o abate de 10000, para to
dos os assignantes.
TELEGRAMAS
PABnCF"
iVMtk
23 biabzo
sungo
PARAHYBA, II de Dezembro.
.tqul ctaegou bontem o itaiisporic
PURL'S, procedente do sol.
ssav;: da Limi havs
(Especial para o Diario)
(*) MONTEVIDEO, 10 de Dezembro.
Corre o boato de que o cholera ap-
pareceu na villa de Lnlo. perlo de
Montevideo i titulante duan legan) e
que Ji iioiivi' all IO casiti e A Obi-
loo.
ROMA, 10 de Dezembro, tarde.
5 alleeeu
linghelli.
o importante e*tadiia
PARA', 11 de Dezembro.
Iliiiivr aqu um bito que Col jul-
gado proveniente de cbolerlna. ma
MBpeito de cholera.
Poniste geralmente que foi
raso sporadico.
mu
BUENOS-AYRES, 11 de Dezembro.
Deram-ie ir n.vos casoa de cbole
ra-morbiis e 31 bitos nestas ulti-
mas 94 Horas em toda* as reglfie*
Infeccionada da Bepubllca argen-
tina.
C03DIERCIAES
LIVERPOOL, 10 de Dezembro.
ASSUCAR:Mercado calmo.
de Pertiambuco n. 9 vende se a
I O/A por quintal-
ALGODO : Transaccoes calmas,
preco RUolvnlRlIu.
t.\lR de Pcrnambato vende se
a 5 5 18 i. por libra.
Vender a e :0 fardo*.
NEW-YORK, 10 de Dezembro.
ASSUCAR: Calmo, preco suslen
lados.
O FAIR REFIN1NG de Pernambaco
vende e ti 15/8 cents, por libra.
Agencia llaves, filial era Pernambuco,
II de Dezembro de 1886.
(*) Em consecuencia de erros na trans-
missao do telegrarama de Montevideo, boje
publicado, foi elle mal interpretado, deven-
do ser lido como vai cima.
Nota da Agencia.
INSTRDCCiO POPULAR
HISTORIA ANTIGa
(Extrnhido)
1)4 BIBLIOTUKCA DO POVO B DAS KSt'Ol
CAPITULO XI
OS RO M A OS
(Con/mii(;aoJ
Contam os antigs historiad.>rca v
mitor, quo d'elle havia deaapossado. Peito isto,
f>ram fundar urna cidade no sitio ca' que havia-n
sido creados, eeasa cidade foi Roaia. Passou-sc
isto r.o anno 753 antes de Chritto
lio mil i mandou matar a Remo com o pretexto
de que este, saltando par um vallado (que foi a
primeira muralha de Roma), pretender zorabar
d^lle. Povoou a nova cidade com bomens dos pivos
visinhos que a si attrahio ; e, como n5o bauvesse
mulheres para com elles casarem, mandou fazer
urnas festas publicas, para as quaes convidou os
sabinos, t a quaes concorreram estes em grand :
numero com suas familias.
Em meio dos festejos os romanos roubaram as
mulheres nos sabinos, fazendo-os fugir. Ao rapto
das sabinas seguio se urna guerra entre os dous
P'vos, a qnal nao teve grande duraco, porque as
prepnas raptadas, entilo j casadas, intervieram
pira fazer a paz entre os maridos e os pas e
rasos.
A fbula narrada c-mo causa da expulsao de
Tarquini o Soberbo e da abolilo da realeza em
Roma a seguate. Contam qnc tendo Sexto Tar-
quinio (filho do re) injuriado em seu pudor a Lu-
crecia (mnlher do nobre Collatino), esta convoca-
ra todos os eeus parentee e os outros nobres da ci-
dade para Ibes pedir vinganca e em seguida se
suicidara. D'ahi resultou urna revelueo. capita-
neada por Collatino e por Lucio Junio Bruto, sen
do expulso Tarquinio, abolida a realeza e estabe-
lecid 1 s f.rina republicana. Eta revolucao foi
toda feita pelos patria >s, e por isso a repblica
fiem as mitos d'elles e com feicao aristocrtica.
O governo foi confiada a d jus cnsules, sendo os
primeiras os dous autores da deposito de Tarqui-
nio, Bruto e Collatino. Refere-se este aconteci-
ment 1 ao anno 509 antes de Christo.
Tiveram pouco depois os romanos que sustentar
urna guerra costra Porsenna, re da K'ruria, que
oa at-ic iu para restabeleeer no poder a Tarquinio.
O oxercito do Persenna cheg..u a tomar o Janicu-
lo e a acampar junto dos muros de Roma, preten-
dendo reduzil-a pela ome; mas foi repellido pelos
romanos eom grande denodo, e Porsenna veio rte-
pois a tornar-se amigo e alliado de R .n 1.
Oa tarquinio.; continuaram anda a fazer guerra
repblica at a morte de Arins (filho de Tar-
quinio) que suecumbio s rra s de Bruto. Este
fui a ferido mortalmente por Aruns e, concitando
todas as suas torgas e energa, matou-o, eabindo
sem vida sobre o seu cadver.
Annos depois Manlio Igearo de Tarquinio) sus-
citou contra Runa a guerra chamada dos Latinos.
Estes chegaram a approximar se da cidade com
um exercito numeroso. O povo romano reeusava
se a tomar as armas se os nobres ou patricios, que
os rpprimiam, nao o desobrigassem das suas divi-
das e nao lbe tornaasem me'hor o viver. Repre-
sentava qu : era elle que fazia a guerra, mas que
as vantagens e as honras eram todas para os ricos
c nobres. Eet-s promptificaram-se a adiar a exi-
gencia das dividas,mas naja dal-as por rindas.
Em tal apuro, por consenso mutuo, creou-se um
magistrado supremo, denominado dictador, com
poder absoluto por seis mezes e encarregado de
conciliar todos os interesses. Para esse cargo foi
escolhido Lnrgio que, fnzendo se acompunLar de
24 licteres armados de machados, apparecia em
toda a parte, obrigando todos a entrar na ordem,
sob a ameafa de mire. O povo amedrontou-se
peraute esta energa, fez-se o alistamento, e*o
exercito marchou contra os latinos. Estes pedi-
ram um armisticio, que Ihea foi concedido; e Lar-
gio exonerou-se da dictadora. Reappareceram
mais tarde oa latinos ; maa Aulo Posthumie, no-
meado dictador, foi ao seu encontr, venceodo-os
n'uini batalha decisiva m que ficaram mortos
Titj e Sexto, filhos de Tarquinio o Soberbo.
Tendo depois os romanos guerras com 01 volseos
e os equos, foi Cincinnato encarregado do com-
mando dj exercito. O lictor que a aar-lhe da no-
ticia da nomeac), encontrou-o com a charra a
arar o campo. Cincinnato largou a cultura, poz
ce frente do exercito, e, em quincedias, der-
rotou os inimigos. Alcancada a victoria, o hroe
voltou ao trabilh 1 da sua cultura agrcola, que
deixra interrompido. C.riolano, qa se vira
obrigado a sabir de Roma, em resultado de dis-
encoes civis entre os tribunos da plebe e os pa
tricios, aos quaes aquella pertencia, lancou-se no
partido dos volseos e recomecou com elles a guer-
ra contra os romanos. Veucido, porm, pelas sup-
plicas de sua mulher e de ana mai, retirou se e re-
colneu ao paiz dos volseos que (segundo alguna) o
assassinaram.
Seguiose a guerra contra oa veientes,um dos
povoa etruscos, iniuiigo eterno dos romanos, que
todos os annos renovava aa hostilidades. Os la-
bios, familia ubre de Roma, offereceram rep-
blica um concurso poderoso e extraordinario, la-
zendo pjr si sos urna guerra particular contra *s
veientes ; maa foram horrivelmente derrotados,
ficando oitrezentos patricios, que compuuham este
pequeo exercito, todos mortos juato a Cremera.
>o:aVe8 victorias vtngaram, porm, depois esta
derrtta ; differentfs generaes romanos ganharam
grandes batalbas e se apod -rarain das pravas for-
tes do inmigo. Os veientes eram to poderosos
qu-', cercados na sua cidade, defeuderam-ae du-
rante dez anuos dos romanos, os quaes haviam ju-
rado nio voltar Roma sem haverem tomado a
valorosa povoaco do veientes. O juramento cum-
prio-se e a cidade foi tomada.
(Continua.)
mam bm i ^.
.AS
termos a fbula da fuodaVao de P gu'ntes
e Remo eram filhos do deus Maif oma-1!Coma..0
via (filha de um re do Alba), p- de hea S.t-
(para na, poder ca6ar nem fora te.ta vestal
seu to Amulio que derrabo. descendencia) por
SabcndoAmulodoDasdiae PJ a throuo-
mandou-as laucar no T>br ut" d daa eancaa,
regada de as de.itar ao i m88 ^"Tf"^
as na margen., dcu >. Pr compa.xao deixou-
ado ellas, seguncip e um PB,,ort.Y ^'"j
loba e seauodG uut- nD8' raentadsg Pr ua,B
u ". -a pela m lber do pastor, que
dizem se chamavr r */r w\
uaudo che/ ."P(Loba)
reunirn, g'*r ^r8m horaeD, R,m.ul e Remo
bundoa e 'd,! mero de aveutureiroa, vaga-
. AS jConn utes ; e cota elles tirara o rhro-
J1.10, reatituindo-o teu v materao Nu-
JARTE OFFICii
Cioveruo da Provlaela
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 10 DE
DEZEMBRO DE 18t6
Antonio Marques da Ase vedo J'alvao.Remet-
tido ao Sr. comuiao'jante uperior da guarda na-
cional da comarCt do Brejo para mandar pas-
sai a guia de o ue trata o art. 45 do decreto n.
1,130, de 12 de 'jlarco de 1853.
Anna Joaqr.ina de Jess. Informe o Sr. dire-
ctor do presr1,!, de Fernando de Noronha.
Eliza Gu maras.Dirija-se a Thesouraria de
Fazenda a ie pelo aviso do Ministerio da Guerra
Je 30 de ovembro ultimo acha se autorisada a
pagar o qe COmpete a aupplicante.
Julio Fernandes Cassiauo Informe o Sr. ins-
pector j0 Thesoun Provincial.
"* onardo e sua mulher Francisca, eacravos de
Ant mo da 8IW. Paria.Informe a junta clasaifi-
ca iura de cscravos do Recife.
Maria Magdalena da Motta. -Informe o Sr. ins-
' jecter do Tbesonro Provincial. _
Paulo Raphael da Cruz -Informe o Sr. inspe-
ctor da Tcesournria de Paaenda.
Umbelina Tneodor Piree.Informe o Sr. ins
pretor interiuo da Thesouraria de Fazenda.
Victorino, eacravo de Mana Archanja Caval-
cante de Albuqueique.Remettido ao Sr. juiz de
direito ede orphios da comarca de Igaarass para
toroar-cm conoideracSo.
SecreUria da Presidencia de Pemam-
buco, em ll de Dezembro 1886.
O porteiro,
Francdino Chacn.
Coinmantlo das Armas
QTJARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AR
MAS DE PERNAMBCCO, EM 11 DE DEZEM-
BRO DE 1886
Ordem do dia n. 140
Exonerado, a meu pedido, por incoramodo de
ssde, por decreto de 7 do paseado, annuncio
guarnicolo que passo o exercicu do cargo ao Illm.
Sr. coronel Jos Thomas Goncalves, por achar-se
eom parte de doente o muito respeitavel Sr. cero
nel Francisco Camello Pesaos de Lacexda.
Deixando hr.je este commando, mi sbrenla
neira agradavel ter do agradecer o zelo, lcaldade
e interesse pelo servicu com que fui grandemente
auxiliado pelo mesmo Illm. Sr. coronel Jos Tho-
maz Goncalves, o qual no commando de seu bata-
lh3o J4 de infantaria, deu-me as mais inequvo-
cas provas de sua experiencia e amor pela disci-
plina.
Ao Sr. major do 6 de iufantaria e fiscal interi-
no do 2o da mesma arma Estcvlo Jos Perraz,
agrr.deco os eervicos que me prestou as conjunc-
turas anormaes por que passou ltimamente o
mesmo batalbSo, e cuja sua boa disposicSo disci-
plinar mais urna vez recouheci.
O Sr. CapitSo commandante da companhia de
cavallaiia J il i Justniano da Rocha, tambem
credor dos meus elogios, pelo seu rcccnhecido zelo,
leal lado e assignaladcs servicos, prestados mes
ma companhia, cuja disciplina enfraqueci la res-
taurou com tino e energa, e assm tambem reor-
gauisoo a sua administrarlo interna.
Aos Srs otficiaes d'esses corpos os meus agr
decimentos.
Tambem devo reconhecimento aos Srs. majores
Justino Rodrigues da Silveira e Eoiygdo Fran-
cisco de Siuza MagalbSes, este reformado e com-
mandante do Forte do Buraco, e aquelle honorario
do exercito e commandante da fortaleza do Brum;
ao Sr. cirurgiJomr de brigada e delegado do
cirurgio-mr do exercito n'esta provincia Dr.
Mano?l Lopes de Oliveira Ramos, Io ciriirgiio
mor do corpo de sade e enegrregado da enfer-
mara militar Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mc-
nezes e demas cirurgioes do mesmo corpo, e bem
assm os Rvms. capellaes do corpo eclesistico e
pharmaceutic s civs contratados para o servico
da mesma enfermara, pelo bem que eumpriram
os eeus dev. res.
Ao venerando Sr. coronel Francisco Camello
Pessoa de Lacerda, eujo estado de sade lamento,
devo a minha graiido, pelo auxilio que com suae
luzes, experiencia, lealdade e amor incontestado
ao trabalho, m deu por duas rezes, na qualidade
do secretario dj commando das armas.
SSo tambem ere lores da minha consideraeao,
pelo muito bem que serviram, oa Srs. tenentc Joa-
qnim Jorge de Mello Filho e alferes Jos Elisiario
dos Santos, eate na qualidade de offisial dispo-
aico do Quartel General, em cuja secretaria pres
tou servicos valiosos, e aquelle como meu ajuman-
te de ordeus c encarregado do detalhe, cargo em
que me prestou por sua actividade, zelo e lealda-
de, servicos de nao somenos valor.
Assim tambem louvo aos Srs. Dr. Mancel da
Silva Reg e Braz Florentino Heurique8 de Sou-
za, auditor de guerra e adjunto, pelo bem que
eumpriram os seus deveres.
Finalmente, louvo e agradec os servicos que
prestaram, como amanuenses da Secretarle, oa
Srs. cadetes sargentos Jos Mar anno Augusto de
M raes e Joo Jorge de Campo., e 2o cadete sim-
ples Joaquim Fenelon Delgado Borba, amanuense
da sala das ordens.
(Assignado ) O brigadeiro Agostinh
Marques de S, commandante das armas.
(Conforme) O tenento. Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens inte-
rino e encarregado do detalbe.
O.UABTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PERNAMBCCO 11 DE DEZEMBRO
DE 1880.
Ordem do dia n..41
Assumindo nesta data, interinamente, o com
mando das armas desta provincia por ter de reti-
rar-se para corte ne vapor esperada do norte o
Exra. Sr. brigadeiro Agostinho Marques de S,
que por decreto de 27 do passado foi a seu pedido
exonerado deste cargo; assim face constar a
guarnicSo.
Outrosiin havendo dado parte dadoente o Illm.
Sr: coronel Francisco Camello Pessoa de Lacerda
secretario do coxmando das armas, determino que
assuina intensamente o exercicio deste cargo o
Sr. alferes do corp de estado maior de 2a classe
Jcs Elysiario dos Santos.
Ficam em vigor todas as ordens do meu ante-
cessor, at que a experiencia mostr necessidade
de al'eral-BS ; passaado a enfermara militar a fi-
car sob a admiuistracSo da 2 batalhSo de iufan-
taria.
(Assignado) 7oe' Thomaz Qonqalves,
coronel commandante das armas interino.
(Conforme)O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens interino
e encarregado do detalhe.
Repartidlo da Polica
Seccao 2N. 1204.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 11 de Dezembro de
1836. Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Eac. que foram bontem reaolbidos Cas
de Detenyo os seguintes individuos :
A' erdem do Dr. delegado do Io distric-
to da capital, Joao Pereira de Olio la,
preso em fl.grantti por crime de ferimento;
Marcolino da Paz e Gustavo Jacome da
Costa, por disturbios.
A' orlcm do subdelegado do Reeife,
Maria Alves de Lima e Francisca Maria
Romana da Couceicao, por offensas mo-
ral publica.
A' ordem do de -anto Antonio, Andr
Caetano Gomes Oabral, Marcolino Victo-
riano da Silva Marques e Boaventura Car-
neiro da (Juniia-, por disturbios.
a ordem do do Io districto de S. Jos,
Honorata Maria da ConceicSa e Jos Clau-
dioo da Suva, por offensas moral pu-
blica.
A' ordem do do {" distrcto da Boa Vis-
ta, Oaetano Luiz da Silva, conhecido por
Hora, Genuina Maria di Conceicjto e
Francisco Jos de Souza, por disturbios.
A' ordem do do 1 distriuto do P090,
Vioento Targino de Souza 'seravo de Joao
I Kodrigues de Souza, por embriaguez.
Communioou-mo o delegado do termo
da Pedra, que na noite de 2 do correte,
no Riacho da Luiza daquella termo, foi
preso Jos Bezerra dos Ssntos, por ter
roubado um cavallo de Joao Francisco, no
lugar barra branca.
A autoridade local abri inquerito a
prosegue nos termos da lei.
Em officio de 10 do mez paBsado, com-
municou-me o delegado do termo do Brejo
que, lu companhia do promotor interino
es.rivao procedern) a viaita na respectiva
uadeia, eu.-ontraram 21 presos, sendo l
sentenciados, 2 appellados e 1 procesaado.
enhuma reclamado fzeram ditos pre-
aos do tratamento que recebiam.
A mesma uutoriiade me fez scieote
que nesta data tinha reraetti lo ao promo-
tor interino da comarca o inquerito poli-
cial contra Clemente Vital Goncalvas, por
crime de furto de gado.
Dous guarde a V. Exc. Illm. e Exnr
Sr Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe de
polica, Antonio Domingos Pinto-
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO DIA 11 DE DEZEMBRO DE
1886
Pret do corpo de polica. Examine-se
Jcs Franeisco de Mello Reg. Infor-
me o Sr. Dr. administrador do Consulado.
Vicento Sabino de Magalhaes. Arcbi
ve-s1 pelo_contencic80.
Dr. Manoel Polycarpo Moreira de Aze-
vedo D-so.
Antonio Alexandrino Gomes da Silva e
Alfredo Alves Muniz. Certifique-ae.
Prcffdo corpo do polica. Pague-se.
Dr. Luiz Rodrigues Villares, Jos da Sil-
va Msia, Pinto Oliveira e Candido Thiago
da Costa Mello. H-ja vista o Dr. procu-
rador fiscal'
Regidor do Gynasio. Junta-ee copia
das informacSos.
Francisco G0n5alv.es Torres, Angelo Viei-
ra Sampaio e vigario Floriano de Queiroz
Coutinho. Informe o Sr. contador.
Inspectora geral da Instrncco
Publica
DESPACHOS DO DIA 9 DE DEZEMBBC
DE 1886
J0S0 Jos Rib?iro, professor publico.
Abono.
Eduardo Montero do Mours, professor
publico Prorogo por 30 dias.
Candida Francisca de Mniezes Moraes,
professora publica. Informe o delegado
litteraro.
10 -
Jos Vidci-no de Mello, professor pu-
blico. Informe o delegado litteraro se o
supplii ante cumprio o disposto no art. 160
13 do regulamento.
Secretaria da instruccao publica de Per-
nambuco, 11 de Dezembro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
Assembla Provincial
2 SESSAO EM 3 DE DEZEMBRO DE 1886
PRMrOENCIA DO EXM. su. DR. JOS MAKOEL DE BABEOS
WANDEBLEY
(ConclueJo)
O Sr. .orne* Prente diz que a mate-
ria de qne s oecnpa o projecto de mxima im-
portancia, pois refere-se a urna verba de desp .'za
qne tem augmentado progressivamente e interessa
particularmente a populacao.
Trata-se de autorisaro presidente da provincia
para contractar o servico da illuminicao publica
desta cidade, parecendo ao orador que o projecto
tambem se refere illuminacao particular.
Diz que nae esta va preparado pata easa discus-
ao e nao contava nesta sessao extraordinaria qne
esse projecto fosse dado para a ordem do da.
Gonfessa que nao tem as necessarias habilita-
coes para discutir semelhante assumpto ; mas es-
pera ser esclarecido nos debates.
(Jomeca dizendo qne o projecto defficiente, obs -
coro, e em alguna pontos inconveniente.
Sabe que pelo regiment, na 2a discusaao dos
projectos, nSo se pode /otar, nem disentir toda a
materia, mas separadamente artigo por artigo ;
entretanto havendo intima relaclo entre 03 diver-
sos artigos do projecto nao pode dcixar de o apre-
ciar em seu todo, anda quejrr summa capita.
Dis que o projecto deficiente porque dando as
basas do contracto para a illumina^o, nao cogi-
tou do modo pelo qual devia a provincia efectuar
o pagamento se em ouro, como actualmente, ou s?
nossa moeda, nem da conversad, nem da transfor-
tnacao da illuminaco.
Quanto ao pagamento do consummo do gaz o
orador nSo v razio para que st-ja feitoem ouro:
isso d lugar a que o pre^o estipulado se eleve
consideraveltnente sujeitando-se os cofres da pro-
v neia s vieissitudes do cambio.
O Sr. PitangaIsto pode ser explicado.
O Sr. Gomes Prente contina dizendo que a
companhia ou empreza tem todo o aeu material
assentado, e grande parte de saas despezas feita
no p .is e em papel moeda; nao ha, portanto, mo-
tivo que jusrinqne o pagamento do consummo d'
gas em ouro.
As emprezas que exploram privilegios ir )us
triaes devem compartilhar a nossa sorte, sr -eta
se boa on m navegaco financeira.
E' eerto que a materia prima, o carv g com
se fabrica, o gaz importado; mas ^ e8M a J
despeza que a empreza faz e que r ^ dg em
ouro.
Para isso se poderla de* m eom( uma
compensacio, qne o pgame dte de mta(|e 0Q um
teieo do consummo publico ^ d> gag ae ^^^^ ao
cambio par.
teste sentido Prtx>rtunamente mandar nm
emenda libertando a pi.ovncm j0 ona8 qUe acar-
reta eeus organv Qtog a dfferPn5S de cambio com
o pagamento i 0 congummo do gaz.
Com relac^ a reverij0 observa quo o projecto
fiza em 3(^ BDnos o prazo do contracto, sem consig-
nar o djreitu que deve ter a provincia de tomar
conta, fle material e obras depois de fi ido aquelle
Prsf.o.
'Wessa grave falta incorreu o contracto actual,
qae t obriga a provincia a indemnizar a empre-
?v se nao renovar o nvesmo contracto.
Quando se eoncedem prazos tio longos para a
spluracao de servicos desta ordem com o fim
de determinar a amortisacio da capital, e o paga-
mento dos juros.
Presume-se qne os lucros da empreza, dentro
do prazo do contracto, tenham amortisado o capi-
tal e os jur >s, e por isso deve ha ver a reverso.
O Sr. Pitanga Ua projecto substitutivo ; vai
ser presentado, e sero dadas mais algumas ex-
plicagoes
O Sr. Gomes Prente diz qu; na 1 conheee esse
substitutivo...
O Sr. Pitanga V. F.xc. nao deu lugar a que
elle podase ser apri-seutado.
O Sr. Gomes Prente diz que est fazendo ligei-
rS CunaideraciJis. ..
O Sr. PitaogaMnito razoaveis e muito boas.
O Sr. G unes Pareute diz que quer esclarecer-
se, e suppoj que nao sem algum proveito que
est discutindo. (Apaiados.)
O Sr. PitangaEst discutindo com muita van-
tag-m.
O Sr. Gom s Prente nao insiste mais na ques-
to da reverjao, urna vez que S'-u distincto collega,
Dr. Pitanga, diz que ba um substitutivo era que
se providencia a esse respeito.
Continua dizendo que a Assembla nao est
fufficientemente habilitada para votar o projecto.
(Ap ..dos )
.\uo ha estudo algum teito, nem consta ao ora-
dor que exista qualquer trabalho que teuha rea-
(So com o asiumpti.
O preprio contracto em vigor nSo cenbecido ;
m 1 se o encuntra na collrcco das leis, e 16 boje
pode o orador o ter na secretaria da ireeidencia.
Vio qne o pagamento se faz tegondo o numero
de cembustorrs, e dSo por r cubico ; entretanto a
forma do pagamento, em cutres contractos dmti-
coe, diversa.
O pr jecto em diCL tso uianlem o njesmo sys-
tema, mandando pagar por cada tico ou crrr.bus-
tor 40 % menos que o preco actoal.
Mas rs3a forma de pagamento para a illumi-
naooo publica ; nao pode ter applicaeao na illumi -
navio particular, e se no contracto actual nao te
providenciou sobre esse ponto, que mniticcimo
importante, nao ae deve esquecer no futuro con-
tracto de o regnlarisa de modo a evitar dnvidas.
O orador pensa que se di ve alterar a fima do
pagamento, estabelecendo-ee que elle e_e realisc
conforme o confumo, isto per p cubico tanto
para a illumir ae.o publica,^cemo para a parti-
cular.
Lea a lei de 1882 que rstabe'rceu .a bases para
o contracto da illcmiiincao da Corte,e shi fe ees
signou a ideia do pagamento por p cubico. Pir
que nao faremrs o mi dio ?
Nao ser maia racional e rr.ais cenvenienie esea
forma de pagan-cuto ?
Tratando-ie de estabelecer bases para um con-
tracto de tanta impotencia, bases que diverao ;er
consignadas no Edital que abrir a concurrencia,
indippensavcl que a Asa ni li'a saiba qual a im-
portancia da indi mnif ae,ito devidaa actual empieza,
se tiver de fe pessoa.
Podem os nobres deputados autores do prejecto
dizu- cm quanto impoiia es irdenniaeac V
Est a pn\incia babili'ada a tazrr esse faga-
monto ?
E' indipecsartl esludsr a quretc, e habilitar
a admitistiavao de uedo a nao se ver ella ofcri
gada a iencv*r o actual contrseto por falta oe re-
cursos paia tesa ir.rimni.'aca'.
Isso importar a rrais terrral cenderonacSo a li-
vre concurrencia, com o qnc o orador hio est dis-
posto a corcordar
Se a proviucia nao indcinnicar a actual impresa,
ter de impcr etta ci ndieao ao fntuio contratante,
e nesse caso o quontvm da indimoisRcao deve ser
proviRmente declarado.
Para isso convm saber se j te fez a avaliac;af
do material e obras existentes nos termes do con-
tracto, eem o que nada de preveitoco se poder fa-
zer.
Diz que reernhece a necessidade de d- sdej, se
tratar d-sta quesillo, i:ma vez que est a lindar o
contracto actual ; esce um nogocio serio e diffi-
cil que nao deve ser posto raargim.
O tempo da inexperiencia j ptseou, e i.ao po-
demos mais continuar a ser victimados pelos ex-
ploradores de industrias novas. (Apcisdoe).
A questo da illoniinacao publica no Rio de Ja-
neiro oceupeu a attencao do parlsmento e do go-
reruo desde o anno de 1876 e eo este snno foi de-
finitivamente ri sil vida.
Em 1869 o entao ministro da agricultura, o hon-
rado Sr. conselheiro Sin mb, fez um contri cto ten
do ouvido o parecer dos profis: ionaes, e mediante
concurrencia publica ; entretanto esse contrseto
deixou de ser approvado, votando o parlsmento ba-
ses novas para o que posteriormente se realisou !
Abra-se a conenrrencia aqu e as principaes
capitses da America e da Europa ; mas que essa
concurrencia aeja una realidade.
(Appoiados).
O Sr. Joao de Oliveira :Como se fez para o
contracto do Rio de Janeiro.
O Sr. Gomes Prente continuando diz qoe a As
sembla nao pode prescindir da audiencia do Pre-
sidente da Provincia e do parecer das reparti(oes
competentes ; nao se deve vitar materias desea
erdem sem os devidos esclarecimentos e as precisas
cautellas
Para que isso tenba lugar est orcopando a af_.
leneoo da Assembla e subsmette a sua c.ns'"je\
racao um requerimento pedindo informaco s, f" can.
do addiada ad3?utsSo do projecto, bem co'j,^ a(j0
substitutivo, se for apresentado.
Entretanto nao deixara tribuna se _.t.r.,
o projecto mandando abrir a concur .enea par a
realisaS5o do novo contracto de i'- laminat3o, pre-
judica essa mesma concurrencia com a dspe8cao
dos artigos 2 e 3, e.tabelcceuo* Q diversos
conform-:1 o contratante. r
O Sr. Pitanga :-Isto est^ exp|icado.
U Sr. Gomes Prente d / ^ ^ explicado
para essa destiDCcao. ^
O proco da illumiu
contracto se realise
com outra.
Uma voz :-H d raz3o para em differensa.
.r. jomef parente jn8iste em dizer que nao
comprehende Q a|cfcnCG dest3 d8tinccao de preco,
a menos qr ^ ni(> ge q|,era arredhl. da conenrren-
cia a a :f jal enJpr(laa qUe) ai,aS) quem melhorcs
Vr 1 c* >eaa Pod<: ffrecer> P8'88 coudic;oe8 em que
r na. .
y ^.st defendeado os interesses da provincia e a
oilsa dos contribuint.es; mas diz que essa dis-
tinecc de prejo para o consumo do gaz, alm
de arredar um dos melhorea concurrentes, tero os
direitos da actual empiesa qu, cui igualdade de
condicoes, tem preferencia para o novo contracto.
Como, pois, se diz que ha razao para se deter-
minar como base do novo contrato para uma em-
presa e outro preco para outra ?
O Sr. Prxedes Pitanga A questSo tao im-
portante, que cada um deve fazer seu eatudo com
calma e vagar.
O Sr. Gomes Parente Diz que para concluir
pede a attencao de seu9 collegas e principalmente
de seu amigo deputado pelo 11* diitrieto, que tem
um distinctisimD irmao to modesto quanto pre-
parado nessas materias.
O Sr. couselheirj Pitanga fez parte da commis-
so uomeada pplo governo para dar parecer sobre
o contracto da illuminaco a gaz do Rio de Ja-
neiro e estando na Europa em 1878, quando se
tractava do novo contracto, dirigi uma carta ao
conselheiro Teixeira Jnior expendendo suas ideas
a respeito ; ahi tratava o distiucto professional
especialin nte da Iluminado particular, e fazia
sentir a conveniencia de se abrir a oncurrencia
especial por essa illuminacao.
Vai mandar seu requerimento e espera a appro-
va;o delle.
(Muito bt in I
O Sr. l'erreira Jacobina (Nao de-
volvi-u seu discurso).
O Sr. Praseiles Pltn Sr. presi-
dente, con o signutari.i do projecto apr sentado
paia o contrato da illuminacao publica, no pisso
deizar de dizer duas palavraj para justificar os
motivot que tive para vir a esta Assembla apre-
sentar o proj.-cto que si: discute.
Inc nteatavelinente um dos pi ojee tos quemis
dev m ser estu lados por esta casa para produzr
b- neficoa resultados a administragaj da provincia.
a. importancia da materi, a falta de conbeci
ment'i doi cuntractos desta ordem, o modo porgue
a empreza ten executado o contracto actual, a
xppioxiniaco do trrino Jo mesmo contracto, obri-
garam a esta Assembla a cogitar do modo porque
ou a impresa rievia continuar no gozo deste privi-
legio, quaes as inodificacoes que se lbe deviam
t. r, no caso J. asa inov.ca>, ou o modo porque
o novo contracto devia ser feito prU provincia,
de maueia que nao fjssi oneroso nem aos cofres
pblicos nem s algibeirai doa particulares.
Se ver.lado qui a illuraiiiaua 1 a giz incontes-
tav-lmeute a inelhor de que so (em usado at os
n s e dias, tamb.m veriade que ella muito
cara, muito onerosa para aquelle s que a teem, urna
vez que na 1 naja o maior cuidado no modo do
c .iiaum 1. Se en quizessa apreciar a diveraidade
da desbeza as ditf rentes casas, durante o pe-
acao deve ser no s, quer o
com a actual empreza, quer
re do longo cm que se effrctuou o mesmo eonsv-
mc, en diria qne a companhia de gaz recebia
por exemplo, ha 4 arnos a importancia de 5 ; 2
annes depois pssetu a 9 c 2 anne s depois passou
a 12, 8 ferrnca t'e censumo, uma vez que as mermas ta-
zos foram conservadas e o meemo modo de viver
nantido na casa onde o facto se paseava. Aim-
perfeier dos apparelbos de tal natnreza que ca-
sas nao habitadas pagam o consumo de gaz. Te-
nbo dis'o prova nos mens recibos durante o pe-
riodo que deixei a cidade e em que passei em di
versos annos fora da capital.
Perianto, o dse jo de concorrer com o meu con
tingente para qne esta provincia goze de um con-
tracto qne rao seja oneroso aos cofres pblicos e
acs meus concidados, de modo que posssm ferura
borr servico por um pnce ma:s commodo, levcu-
mc de p. roera cem meus amigos e companheiros
de Assembla, a presentar nm rudimento de pro-
jecto que desafiaeee a discufsao equepodesseprr-
duzir como resultado um trabalho digno desta
casa e proveitoso paia a provincia.
Mais tarde, com o correr dos dis-e, entendemf>3
que o projecto slcm de mnito incompleto, er in-
correcto e oneroso para aqucl'cs que pretendis-
teis entrar em cncur'encia, em vista i>ao e da
dtsigunldade do abate estabelecido as diversas
eondicaoes, como pela difierenca que se estabele-
cia entre o novo concurrente e o velho. em vista
das clnu.'uks do ctntn oto que !he davam direito
de preferencia que se estabelecia entre o nove
concurrente e o velho, en vista das clausulas do
contracto que lhe divo direito de preferencia em
igualdade de cordiroee. Procuramos entao pre
parsr um eutro trubalbo que que podesse frazer
facilidade de discuscao, ampliando e modificando
as condi'tos do trabalho primitivo. Ms*
Nao tinbamos convio^ao de que esse tn.baih:
fosse perleito, cao ; dSo s perqu a rrateria nSc
mermo de nesEa competencia, est muito fra dos
hbitos da vida que profesetm s, como perqne
ella Dteirtmonte nova no nesso paz e nos an-
da nao temos a nreessaria exptrercia, es dades
precisos para (hrgnmos so conhecimento do me-
Ihcr modo de levar a (ffeito este contracto.
Como bem disse o nobre diputado, na corte,
onde grandes intelligencias se aplicaran) ao ee-
tudo, ao nodo de ver como te pedera firmar nm
ci nfracto de illuminssSo que foe6e proveitoso aoa
eof os pblicos, gastarsm se perto de 10 annos
neiso trabalho, sendo st inutilisades contractos
j filmados pelo governo e isso c:m o voto mesme
d'aqoee qne bavia ccncorridoc feito questopara
que elle fosse approvado
K6. portanto, nSo pedemos ter a pretencofo de
sprrsentar nm projecto perfeito e apenas fimamcs
um lendimento de trabalho que podesse desafiar a
cnricsidade e estudo dos mens collegas, para que,
cada um dilles por si e per inteimidio dos seus
amigos podeese ostudar mclhor o modo de ebegar-ee
ao resultado qne tinham em monte os autores deste
pojecto
Estcu convencido, ctmo disse o nobre collega,
de que o governo dSo cogitou( o caso de dizer:
de mtn'mis non curat proter) de medo porque se
devia findar .0 contracto actual. Parece qne j
era tempo de ter a aministracSo procurado ini-
ciar trabalho que tivrpse por fim dar valor ao ma-
chinismo e apparelbos existentes para qne no valer
podesse entrar c.rtc. urca das conditocs do con-
tracto, quer para a nr,ovacao, quer para um outro
contracto ; porque, desde qne o governo ti vase
estabelecido baa"g para o pre?o do material qoe
j exest-a per lepaco de 30 annos, elle entrara no
novo contrario nao com o valor primitivo, mas
cum o valjr estabelecido ao tempo em qne se fi
zesse a 'iDnovajao deste, ou servira de base como
uma ''ja8 c^ndjeoes psra o novo contracto, visto,
c;tr.o a inderonisacao ter sem duvida de ser effec
trjade por aquelle individuo que fizer o contracto e
nao pelo governo.
Portanto, este um trabalho da mxima impor-
tancia, porque nao temos profissionses nossos co-
nhecedoies da materia, capases de entrare no
estudo profundo do valor desees reachinismeg.
desses apparelhoe, s feriamos sem duvida necessi-
dade de recorrer a profissionaes estranhos u e,
encarregsr a uma commisso que por periodo longo
entrtsee nesse estodo e podesse chegar ao conhe-
cimento do valor primitivo o do valor roe devia
ter ao tempo em que te te-rmirasse o contracto da
companhia.
As ideias, pois, expendidas pelo nobre depnfadi.
que naturalmente nos ter de acempanhar n'eata
discussSo, com o que eu desde j me glorio, por
ter um auxiliar to distincto...
O Sr. Gines PrenteObrigado.
0 Sr. Prxedes Pitanga--... na enfeccao de
um trabalho da mxima importancia da inan-r
utilidade para a provincia, as ideias, digo vieram
callar no meu espiito como a flamma que vem
trazer a luz quelles que j se vao recolhendo s
trevas.
Confio, espero e peco ao illustre.deputado pe.
nao perdendo um momento de suas horas, applica-
vti ao estudo, faca o maior e o mais acurado tra-
balho sobre a materia, para que nos possa auxi-
liar ci m mnita vantagem, de forma qae a le orga-
nizada ..esta Assembla leve as bases necessarias
para que o contracto, que em spplicacao dessa le
deve cer feito, liberte a provincia d'aquillo em que
incorreu e cm que incorrem tedos aquellas que
fazem eontractOB de cuja natnreza nao tm inteirc
couh.cimento. (Apoiados). As.im a provincia po
dir gosar de um mcio de Iluminar mais tranca e
generosamente do que agora as ras desta cidade
e os particulares tambem trro em suas casas las
mais brilhante e menos dispendiosa. (Apoiados);
NSo entro na apreciacao da diversas condicoee
do contracto, porque, aguardando as informacoej
da Presidencia da Provincia, de quem natural
mente nos vira a opia do contracto, parecer de
reparticao de Obras PualicaB, juizo do fiscal acerca
da actual empreza cu d- outra que se possa eta
belecer, aguardando a ebegada dessas iufermacoes
que o nobre denutado solicitou, ou prometto tara-
b-m aproveiur algumas horas na taiefa de e8-.u-
dar esta qaestio e prestar ao esclarrcimento della
o contigen'e que permittirem os meus fracos re-
curso?. (Mnito bem).
Vem s'i aesa. lido, apoiado e entra'em JlMOS-
sao com o projecto o segointe substitutivo".
A Assembla Provincial de Pernambucb re-
tolve :
Art. nico. O presidente da provincia fica auto-
risao a contratar com uma pessoa ou companhia
a illuminaca pnbliea a gaz da cidade do Racife r
seus arrabaldes,pira c ntinuacilo do servijo feito
pela actual empresa do gaz, quando terminar o
contrato em vigor, sob as coadi?5-9 s-'crutntes :
8 1 1) ntro de um anno, a eonlar ua iiata des-
ta lei, o presidente 'a provincia mandar proce-
der avaliac&o da indemnisa^ao das obras da. ac-
tual empresa do gaz, 11 >s term 8 da clausula 13 do
contrai-to de 26 de Abril d- 1856, norneando para
esse fim pessoas que estt-jam as cundid-oes de eo-
nhecer nao s o proco do material empregado,
co no d .1.110 de obra de trabalhos similares.
A avaliaca ser detalhaoa e especificada para
que se possa conhecer qua'quer d.mmnicao de va-
lor eotre a epocba da avalisc/ao e a da entrega ;
atteudeudo-ee deteriorac/ao do material-e obras .
durante o praso do privilegio.
1 2 Nos seis mezes seguintes a terminneo da
avaliafito de qae trata o paragrapho antecedente,
se abrir concurrencia publica nos jomara de
maior circulacao por espado de cinco mozos psra
celebrafo do novo contrato, que s poder ser
feito com quera melhorea vantatens 1 fferecer na
concurrencia.
5 3o U praso do privilegio ser de 30 annos.
4o O preco da iliuminacSo tanto publica como
particular ter um batimento do actualmente es-
tabelecido, de. pelo menos, vi uto por cento, dt-

I


1
t.
2
Diario de PcrnambiicoDomingo 12 de Dezembro de 1886







reado ser do padriio monetario do pas de valor
iio. ,
5 A intenaidadu de lu corresponda-i a 14
reas de espermacete, de 6 om libra, cousumudo
120 graos de esperraacete por hora, sendo a quau-
dade de ga-. queimado ieual a 5 ps cubico* por
sor* oa distancia de 1 1/2 kilmetro da fabrica.
| 6 O gaz ser frneoido tanto noite como de
da, sendo das 6 horas da tarde meia noite com
ma preesb igual de urna columna d'agua de
,"0J e no mais tempo corresponder a 0,mJ15.
7* A luz sera clara, briluante, etica water sal
nhuroto de bj-droganeo.
8 O contratante se obrigar a introduzir no
f> brico de gaz e Jado deitliuraiuar os mellura-
atentos que se torea descota-hido, inclusive o sy*-
tema de illuuiinar.
g 9* Nao havera liraitacao de numere de lan
pees, neo. de zona a Iluminar, nao su permutndo,
potiD, intercepcao de contuidade.
| 10. Serio estnbetecileg tantos gasmetros
auantos os necestarioa para fiel exccuco deste con-
trato, ein uoi ou man lugares.
| 11. O contratante seraobrigado a fornecergaz
aoa particulares pelo proco do contrato, e as con
iicoes do regularaento que para este fim for orga-
aiaaio de accordo entre o presidente da provincia
e o contratante ; e aos eatarwteciA'intos da Santa
Oea com abatimeoto de 50 "/o-
12 )s registros de gas para ac casas parti-
oolarcs serio tornee rd s pelos pioprietario, sob a
iaspecoao do contratante e ogenheiro fiscal, ou
p.'l -contratante mediaate alueuel neate casi
aira raspn avel pelas faltas ou defeitos que se
gaeontiera nos registros, salvo o easo de estrago
prooosital, o que ser previsto em regulamento.
| 13. Nenhtrm registro de gaz ser coHoead)
Kiaser alende pelo engento iro fiscal.
S 14 Hsver na eogenhoiro fiscal com os veu-
omentos de 2.400* pag >a pelo contratado para
IgeaTisar a ex cacito do con rato.
| 15. O preside e da provine tica autorisado
a esWbelecer as penas, multas e mais condicoes no
intuito de garantir a execucao do contrato, quer
om reluci A illurainacAo puWic, quer aos part-
tolares.
Revogadas as disposicoes ein contrario.
3 de Desombro de 1886. Ferreira Jacobina.
Dr. Pitanga.
Nao baven domis quetn peca a palavra fieaeu-
Krratfo a dacutso deixando de votare-' por falta
de mnnero.
Estando esgotada a ordem do da o Sr. presiden-
te levanta a sessilo, designando a seguinte ordem
do dia : 1* discuiso dos projoctos na. 11 e 103
deste anno e eontiuacao da antecedente.
REUN1O EM 4 DE DKZEMB30 DE 1886
BtSTDESCIl DO BXM. 8B. DB. JOS
Ao meio dia, feita a chamada e verifi .-ando-ge
acbarem presentes apenas os Srg. Ratis e Silva,
Luis de Andrada, Jnio Alvea, Domingues da Sil-
va, JoSo de S, Barros Wanderley, Soares de
Amorm. Autonio Vctor, Amaral, H realano Ban-
deirs, Costa Ribeiro, Goncalvea Ferreia, Reg
Barros, Costa Gomia, Gorme Prente, Augusto
Frairklin, Barros Barreto Jnior, Juvencio Muriz
Rogobrto, o Sr. presidente declara nao bsver
xssio por falta de numero.
Nao na expediente.
Em seguida dissolvida a reunao.
REONIAO EM 6 DE DEZEMBRO DE 1886
KW1DBHCIA DO BXM. B BEVM. SB. VlOABlO AOOSTO
FIUHKLIS OBEIBA DA SILVA
Ao meio dia, feita a chamada e vertfiesndi-se
sitaren) presentes apenas os Srs. Antonio Vietor,
Rodrigues Porto, Julio de Barros, Ratis o Silva,
Soaws de Amorim, Herculano Bandei a, Prax des
Pitanga, Joo Alves, Gonealvee Ferreira, Costa
Ribeiro, Ferreira Velloso. Barros Barrc-to Jnior,
Angosto Frank'in, Costa Gomes, Drummond, Ro-
gobrto e Juvene o Mariz, o Sr presidente declara
ao haver sesso.
O Su. 1* secretario procede a eitura do se-
pinte .
KXFBOTEKTS
Um offi-iio do' secretario do governo, transniit-
iiado ama informaclo por copia, do director inte
rio do Instituto dos Surdos Mudos, de que trata
ni aviso do Ministerio do Imperio.A' comroiaso
de ersamento provincial.
Ostro- do mismo, declarando que j4 fbram en-
ntdlf ptaita e orcamento da ebra da recons-
*ncao do po itirteo s.bre o riacho Calafate. A
atiera fez a requisita.'.
ma peticao da Loi* Lk, requerendo aaton-
jaedo para contratar o ser.-ieo da iHuminacdo pu
Micadesta capital pelo syar^ma adoptado ou por
wrrO-DtaiB aperfeicoado. A- ^mmisaao de peti-
joea. ,, r.
Ontra de Guilhermiua Francisca a Araujo L.ins,
aioressora publica de 9> entrancia, re_',TOre,odo a
gratificBco de li anuos de exercicio. "* com'
aistao de instrucr;So publica.
Em seguida dissolvida a reuuiSo.
REUNIAO EM 7 DE DEZEMBRO DE 1886
jms1denc/a do bx. sb. ob. j s maboel dc babbos
wasdeuley
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-te
estarem prsenles apenis os Srs. Julio de Barros,
Ratis -ilv, Augusto Frauklin, Ferreira Velloso,
Soares de Anx rnn. Rodrigues Porto, JoSo Alves,
Barros Barreto Juuior, Costa Gomes, Prxedes
Pitanga e Reg Barros, o Sr. presidente declara
aio haver sesao.
Nao ha expediente.
A eadeira de 2o secretario oceupada pelo Sr.
acares de Amorim.
Em s-guida dissolve se a renui-.
1886-.Projteto n 104
K Af semble a L gislativa Provincial de Per-
lambaco, resol ve:
Artigo hrk.x Fica des le ja rednzido a 1 1/2 /,
imposto actual sobre o ussnetr e algo-lito.
, Sala das sestea, 9 de Dezeinbro de 1886.
JoSo de Oliveira.Andr Das.Jos Mana.
le provincial a. 801, e consta do art. 23 do j ci-
tado contrete de 22 de Julhu de 1868.
Paragrapho nuico. Poder, porm, continar
pelo tempo que Ihc convier ou por innovacSo do
inesino contracto, on por qualquer outra razao de
conveniencia publica ou partieular, a juizo do as-
sembla gera), representada per mais de dous ter-
cos do capital realizado.
Art. 5.u A Companhia s se dissolver nos c-
aos previstos na lei n 3,150 de 4 de Novembro de
1888, regnlarneatad pele decreto n. 8,821 de 30
le Bez-.-Jibra de 1882 (art. 77 a 95).
Titulo II
Dos accionistas ^^
Ar%. 6.* E' aceroniata toda a peasca, corpora-
cao, assoeiaeio oa enlidade, que poesuir urna ou
inais acooes, coMpetomenfente emittidas, e cujs
preatacoes vencidas se aenem pagas. O aectears -
t* smeate responsaVel pelo valer-omiBal de
rasa accoes, que poJem ser transrW^ss de con-
formidadeeom a legislarlo em vigor.
Art. 7 Tem direito a votar c ser votado o ac-
cionista que poesuir ou mais de 5 acedes. A
ordem da votacao a aeguinte :
De 5 a 25 accoes ura vot-i por cada 5 aeces.
Aos accionistas, porm, de maior numerle ac-
cei, contar-se-ba um roto por cada 25 aeces at
10 votos, que ser o mximo.
| Unieo. Os accionistas de menos de 5 aeces
poderao assistir s reuni a da assembia gerftl e
discutir al quettes submettidas a dtliberco,
mas nao poderao votar para cargo algom re elei-
cio.
Art. I" Q lando o accionista fr firma sicial ou
corporacao, t6 um de seus menibros legaes pode
ser admittido a votar, observadas as disposic^s
do artigo antecedente. O aceiobieta pode ser re-
presentado por procurador com poderjs bastantes
e especia* s.
Titulo III
Da assembli geral
Art. 9. A assembla gdral composta di seus
accionistas e considerar-se-ha legalmente consti-
tuida para deliberar, estando presentes accionistas
que lepresentem, peio m inos, uml quurta p^rt do
capital realisado.
Sua convoeacSo par.: tod.ts as reuuies ordion
rias ou extraordinarias, ser feita por annuneios
oosjornaes mais lid ja d.* provincia, repetidos com
antecipaedo de 15 da?, po leudo tambera'preceder
coovites espciaes por meio de cartas.
Art. 10. Nao se reenindo numero sdficiente de
accionistas no dia marcad-, tar-sc-ha segonl*
eouvocacao, que nao poder! relisar-se a .tes 'de 8,
nein depois de 15 das, e a assembla eral ser
constituida com os accionistas qu, omparcceem,
> uilquer q"uc seja o smi numrro.
Ar 11. A assembla geral rcunir-sc ha ordina-
maboel db babbos mente, o mais tardar, no mez de etembre de
'cada auno, e extraordinariamente todes as %ezes
que a directo) ia julgar preciso, ou fr requerido
por um numero de accionistas, que reprertnte pelo
nenoa um quinto do capital realisado (art. 7., 1
do decreto n. 88l.)
Art. 12. A ass mbl-i geral ordinaria elegeia o
seu presidente e secretario, cujas fuaccs dura-
rio 3 annos.
Art. 13. Ao presiJ nle da assembla geral com-
pete :
1." Dirigir 09 s 'U3 trabalbos, maniendo sem-
pre a meTbor ordem as dicusscs.
2. Conceder a palavra aos meinbros da di-
rrctoria e commiisSo fiscal tantas vezes quantas a
peeirem.
Aoa demais aeccionistas, porm, a conceder a
palavra duas vezes sobre a raesina materia.
Art. 14. Compete ao secretario: .
1. Lor o expediente, fazer a sea, que ser
registrada no livro respectivo e mandar publical a
no fim dos qninze dias, que se seguirem rennio,
como determina o art. 16 g 2." da lei n. 3150 de
4 de Novembro de 1882.
2. Substituir o presidente em sen impedi-
mento, em cojo caso chamar qualrjuer acci-nis'a
para exercer interinamente a3 f juccoes de secre-
tario.
Art. 15. A' assembla geral compete :
1. Elerer o seu preaidtfhte e secretario, a di
rectora e a commisao fiscal, de aecord > core os
presentes estatutos.
2 o Discutir e julgar as contss apresentads
pelo director arente.
| 3." Deliberar sobre qualquer qnestao sub
mettida pela directora sua apreciacito, ou que
Ihe tenha sido apresentada por :ascs nao previstos
neates estatutos.
4.* Resolver qualquer duvida que se offeroca
acerca dos presentes estatutos, o que nio poder
effeciuar se seno de accordo e em harmona com a
lei n. 315J j citada, e seu reglamento.
Titulo IV
Da adininistracio da Companhia
Art. 16. A companhia ser administra ia per
un Cooselbo de Direecio, composto de 3 membros,
eleitos pela assembla geral, em sessao ordinaria,
por maioria relativa de votos. As sedulas desi-
gnaran os lugares que dever) oceupar os elei-
tos.
Cada r.m dos resp ctivos membros, assim eleito,
j^Tositar no'cofre da Cooapanhia 25 aces com
. 1 b im-ataces Daeas. e aue nao poderao ser
jT^ as prestaoes pagas, e que
, r -idas emquanto durar o seu mandato.
Ai 1 c-'n8elh:) de direecio ser eleito
.zj j 'ogo suas fuaccea deserimanadas,
lito e
logo suas fuucces deserimanada9, de
isidente seja o gerente, outro secre-
-i caixa
durara) 3 annos, podendo ser re-
do
{ompantii do Trillioa Urbano*
Hectre a Olinda c Kt-bi"-ilii>
ACTA DA SESSAO EXTRAORDINARIA DA AS8EMBLKA SE-
bai (e cosrisrAcio-) no da 27 de novembbo de
1886.
frttidenda do Exm. Sr. Dr. PraxecU* Goma de
Souza Pitonga
Ao meio dh, achaudo-ae presentes 14 Srs. ac-
sionistas, sendo 4 por procaraea >, representando
493 aeces, o Sr. presidente declarou aberta a
sessio
Fui lida e approvada eem debate a acta da
jtsso de 19 do corrente mez.
O Sr. secretario da ass gninte trubalho, que foi apprcvado sem emenda
algama, f.izende apenas rapidxs considersces os
Srs. Ferreira Borges, Lopes Guimarica e Dr. Pe-
jeira Simes :
. RedacgJlo dos Estatutos da Companhia
da Trilboa TJi baos do Recife a .Olioda
e Beberibe.
Titulo I
Deoominacio, fim, capital e duracio da Com-
panhia
Art. 1." A Companhia continuar s b a deno-
aiinacSo, qna at agora tem tido deCompanhia
dos Trunos Urbanos do Recife a Olinda a Bebe-
libe. S n fim contina a ser, especialmente, a
conducca> de passugeiroa e cargas entre os tres
pontos extrenua do sua denominagac, e esUces
intermediarias, de couformidade com os contractos
so vigor e os que, porventura, se venham a ce-
lebrar.
Art. 2. Perteocem Comprabia todos os d
reitos, privilegios, isencts e garantas, que ao
eoncessiouario, Andr de Abreu P^rto, foram con-
cedidas pelo goerno e constam das leis provin-
eiaes n. 667 de 23 de Abril de 186, 737 de 17 de
JnDko de 1867 e 801 de 2 de Maio de 1868, e
e contracto celebrado entre o mesmo governo e o
eonctssionario Andr de Ahreu Porto, em 22 de
Jarho rte 1868, e por este Uannerilo actual
Companbta.
Art 3 O capital da Companhia presente-
ente de 500:00000, dividido em 2,500 aecee
de 200/4000 a la urna ; poder, porn, ler eleva-
do-ate'l,Oi-0:000 pela emisto de Untas accoes
de igual valor, quantas f. rem necesssrias, e serio
-- -"eftreocia distribuidas pelos entao accio-
captal s poder ser augmentado,
do art. 40 e seus pra-
tela desde
sorte que o pi
tao e o outro
Suas fuocce
eleitos. -a DerceDer4 COjjo ordenado
Art. 18. A directa 6.0*00, annualmente, di
fizo a quantia de Rj. >. ,( .
vidida da maneira segirii. .qjq0J0.
Ao presidente gerente, ^.
A o aecretario, 1 :00|100O.
Ao caixa, 2:40O*XW ,|cfo 0 ideote
n.eo. No caso de ser e% .^ Mb:trar.|ne
gerente, poder a assembla boM 8erv
urna gratificacao de accordo cora ?,
que honver pristado, ,Btf nte da
Art 19. A directora, cerno rep.*?* ,g a a
Companhia, tem os mais ampios podfea.
geatio dos negocios soeiae, e tolos os pC**. Soe.
ub-lecidos na le u. 3150 seu regulamento,- ^
cialmente para : ^
1. Assignar novas acco.- qn por ventl.
sejam emittidas. \
2.m Determinar os dividendos dos lucros dM
forma do art. 28, e a mincira de nova emissio, no
caso de hav, I .
| 3.* Contraetai a compra e mieriinss, mate-
riaez, ferramentar, apparelbos, etc, qe forem jul-
gados neces8sarios ao-desempenb-o de sen eneargo,
bem como fazer 3C|uisic4o de artistas ou ontros
quesquer empregtdos por e.>gjmente tempora-
rio.
4.* Contrabir, qumdo fr necessarro, os em-
prestimos que julgar convenientes, btido previa-
mente o assentiineoto da assembla getrsl e de
conformidade em o art. 32 e seus $ d* lei n.
3150.
Jj 2." Substituir o presidente gerente em seus
impedimentos.
Art. 24. Ao director caixa compete :
| 1.* Receber as contaa da Companhia e pagar
as que estiverem legalisadas.
2." Reeolher ao Baoco, segundo resolucio da
directora, os dinheires disponiveia, nio podendo
conservar em seu poder quantia superior a...
5:030iOO.
Art 25. Ser destituido do cargo que exercer
e do de director, o memoro da, directora que nos
ler oos de artigo 11 e seus da lei n. 3,150,
eii ir de cumrJHr seus deveres, prejudiando a
eompanhra pnr den lia e negligencia Ser, alm
Hst', reSponsabiliWdo, se se provar perante a as-
sembla^eYal, qaft bouve dolo de sia parte
Neate Wwe poder ser coovoc-da a ass rabien
g4s\il, arsWfecii'dos ontros dircc'.cres, da com
nrMMo ifccaVu de*:i mistas quo rapresetitem bm
eMHRo dV)t?apita! realisarlft.
Titulo V
Da commissio fiscal
Art. 26. A comuiisao fiscal se compor de 3
membros, um dos quae, pelo raeuo?. ser profis-
sioaal em escripturacio mercantil, accionista ou
nio, eleitos em assembla geral ordinaria. Seu
mandato durar umanno, podeudo ser reelcUds.
Art 27. Suas obrig-.c-s constara do artig> 14
e seus | da lei n 3,150 e dos arti jos 54 a 62 do
regulamento, decreto n. 8,821.
Durauta o trimestre, que preced i reaniao or-
dinaria da assembla geral, asaiat; lhe o direito
de eliminar Os livros, de veriflc.ir o estado da
caixa e da carteira, exigir infjrm.i<;e3 dos admi-
nistradores sobre as opat-ag^s soci es, e convosar
extraordinariamente a assembla geral.
Incumbe-I he apresentur assembl* geral o
pirccer sobre os negcin e operacjs sociaes do
auno BCguinte ao da sua nom acio, tiinnodo por
base o inventario, o balanco e as cont-is dos admi-
nistradores.
No parecer, alm do juizo sobre os negocios e
operaces do nnuo, deve denunciar o erroa, faltas
c fraudes que dcscobnr, expor a situsclo da com
pinhiac s i4g r!r ks medid is e alvitres q ;e en
tender a bem da companhia.
Cada um dos seus mmbros er direrta a rece-
ber, fiodo o seu maniato aunual. u quantia do....
1004-
Titulo VI
Dos lucros, divdeudos fuudo de reserva
Att. 28. Dos lucros lquidos de operaces ef-
fectivainei te concluidas se deduziril) 10 por cen-
to, para o fundo de reserva, o o restante se divi-
Viaird pelos acc;o listas na razio que a directora
entender. O fun lo de reserva, poim, s come-
caril a sor instituido quando a cniupanhii tiver
pago a sus divida e estiverem concluidas as suas
ob>*s ; senda que at l a porceiiliigem de 10 por
cento e O saldo dos lucros lquidos taes applica-
tes deverio tcr.
Ar. i). Os divl-adis serJlo pigo semestral-
mente, sendo um n\ Ia juinzciia de Jauciro e ou-
tro na la quinzena de Julbo.
Art. 30 O fundo de reserva c especialmente
desii alo a tazer fie s perdas do capitanea
subatituicio do material fizo e rodante ser feita
por esta verba.
Art. 31. Nio te l.r distnbuicao de divid n
d s emqunnto o capittl social, destalcado por per-
das, ni > for integralmente restabeleuido.
Art. 32. Crs.sar.-i a accuinulacii do fuudo de
reserva, quanlo tiver elle att;ng;do a...........
5!X):0i(X)J.
Art. 33. A' proporcio qu > se for formando o
fundo de reserva, a directora o ir applicando em
ttulos pblicos gerae, ou de outro qualquer modo
que deixe lucros companhia.
Titulo VII
Diapoaicio gjral
Art. 31. A dissolucoio da companhia realisar-
se-ui quando occ rrercm as circumstancias pre-
vistas p.-la lei o. 3,150. Nete ciso urna assem
bla geral, especialmente convocada pira esse
fim, resolver sobre a melnor forma de liquidacio
Sala das sesses, 27 de Novembro de 1886.
Jos -Inonio de Almeida Cunha.
* Esta redaccio i. i approvada em sessio da as-
sembla geral de 27 de Novembro de 1886.
O secretario,
J. A. de Almeida Cunha
E nada mais havendo a tratar o Sr. presidente
levantou a s -ssio aos 45 minutos depois da meio
dia.
E eu. Jos Antonio de Almeida Cunha, secreta
rio da assembla geral, 8z a presente aeta, que,
segundo o disposto no artigo T 2o n. 2 do de
cret.i n. 8,821 de 30 de Dezembrj d 1882, val ser
publicada p< 11 impr> nsi.
Secretaria da ass<">b a geral da comriarhTa de
tirlhos urbanos do R-;cite a Olinda e Beberibe, 27
de Novembro de 183i.
Jote Antonio de Almeida Cunha
.
di.
ritviST DIARIA
aistas.
O
rd.Haaag disposices do art. *> e seu p.-
Ko do decreto n. S.821 jde 30 deD-embre
de 1882. e mediante resolucio temada pela as-
amblea geral dos accionista., e por voUcio supe-
ri"r a dous tercos do capital realizado.
i 2 Na bypotbese de se ter de "*<'*
capital, serio as chamadas fetai na razio de 10
Jr eto, e com in.ervallos nunca mfer.ore. a 60
^aVl 4. A duracio da Companhia ser a que
ttfwc. oprlvUeglo, concebdo pelo art. 3.' da
5." Autorisar o deposito em algurn estabcleci-
mento bancario dos dmheiros dispooiveis.
S 6.* Reunir-so ordinariamente urna vez por
mez, e extraordinariamente todas ao vezes que os
i n te res sea da Companba assim o exigir, lan
cando em livro especial as actas de suas ses-
ses.
7. Representar a Companhia perante os go-
vernos eeral e provincial e quaesq/oer trbunaesdo
paiz, assim como decidir quaesquer questes, que
nao sejam da privativa competencia da assembla
geral, ama ves que tara decises nao vio dees coa-
tro a estes Estatutos.
8 Apresentar assemb'.i geral ordiaana
no mez de Setembro, o re*torio da. marcha e esta-
do des negocios da Companhia, asompanbado das
respectivas contas, balanco e parecer da commis-
sio fiscal de manis a poder ser lido, disentido o
j ulgado.
Art. 20. A directora funeciona validadaaente
com dois de seus membros.
Se, porm, alguus delies fiear impedido ou em
caso de morte, ser eonvidaco ora accionista qual
quer, cujas tuneces lurario a a prim niao de assemolu gerai (art. 10 1 da lei n. 3150)
Art 21. No caso de ausencia de algum dos di-
rectores a ser vico da Companhia, o aecionista que
o substituir ter tambera direito ao ordenado de
que trata o art. 18.
Art. 22. Ao presidente da directora, quo o
gerente da Cosspacbia, compete exclusivamente :
S 1. Nomear e demttir todos os empregados
da Companhia.
2.<> Cemraunicar em aessio da directora o es-
tado das otras, effeetuar de accordo eom os ou-
tros directotes a compra e todos os objectos pre-
cisos s mesmaa e fiscalisal-aa.
3." Expedir as instraecas que Julgar nooea-
earias.
4. Fiscalisar e dirigir fioalmcnte todo o
servico, expediente e saais movimento da Compa-
nhia.
Art. 23. Ao director secretario compete :
$ Redigir as actas das aessas da directo-
ra.
*in-nilKvn l'roi tncial Foncciooou
houtem sob a presidencia do Eira. Sr. Dr. Jos
Manuel de Barros Wanderley, teudo comparecido
21 Srs. deputados.
Foi lida e approvada sem debate a acta da ses-
sio antecedente.
O Sr. Ia secretario procedeu a leitura do ae-
guinte expediente. :
Um offi^io do secretario do governo transmitan
do um projecto de posturas da cmara municipal
do Recife.A' commissio de rame de posturas.
Urna petiyj de Josepha Flora Torres reque-
rendo dispensa do lapso do tempo, que lhe falta,
para matricular-so no Io auno da Escola Normal.
A' comraiftao de instruccao publica.
. Foi a imprimir no jornal da casa, a requer-
ment do Sr. Jeao de Olveira, um prejecto sob
n. 104, reluzindo a 1 1/2 /, o imposto sobre o
assucar e algodao.
R-j -itou-se o requerimento do 8r. Joi Mara
pedindb inor.-nac.u sobre as diligencias empre-
gadas para a captura de Mirianno Japiass.
Approvou-se sem debate o requerimento do Sr.
Ratis e Silva pedudo copia do contracto cora a
companhia de illumiuicio publica do Recife e o
mais que bouver a tal respeito.
Approvou-ae depois de orarem os Srs. Jos Ma-
e Drummond um requerimen'o do primeiro
udo informacos sobre o tacto de se conser-
e _^ fondeados no L-imarao navios procedentes
T*rg ^da Prate, a despeito das intmacas feitas
J" etiiarem; sobre o apparecimento do
cho7rra-mV'uir.F,4r; 8jbre a.P^vdencia8
obviar o seu apparecimento nesta
r>.
tomadas par*
Pf Adiase pela- k. '\ **!* d% ora;em *>
Prxedes Pitang. ^WV%<*. ***"> ?" **
querimenodopr;r.,f'-'dt,ul10 '^""coes 83-
bre o proeedimentc d ^tacamente volante no
centro da provincia.
Passou-se ordem do \.
Encerroo-se a 2 AscussaV v Projecto n. 103
deste anno (prorogativa do orea."nt0 Provincial)
tendo orado o Sr... Praiedes PH**S* *l,r"'r
Jaeobiua, e pela ordem es Srs. Rosa t' 5"lva, Cos-
ta RiLeiro e J> Mara, seado aceita o. emen-
da e recusada outra pela raesa, e ne* se votando
per feita de nomero um requerirneutn- do 8t- Jos
a*aria de adiaroento por 4 dias, da diseussao, em
ciuaoto a commieoio de leis nio sanecioaadaa tl
parecer sobre a lei do orcamento provincial de-
volvida pelo presidente da previncia.
Adion-se a Ia discuBsao do projecto o. 82 deisie
anno.
A ordem do dia : eontnuacio da antecedente.
Boato Pala Tendo se espalbado heotemo
boato de estar grassaudo o cholera no Para, S.
Eac. o Sr. presidente da provincia telegraphoa
hootem ao Exm. Sr. desembargador Baratas, pre-
sidente daquellu provincia, e teve em respoeta o
seguiete :
Belffl 11 de DesembroAo Exm. presidente de
Pernambuco.Boato talso. Alguns casos de cho
lerina proprios da madanca deestacio aqui. Apa-
os um fatal, e este a diagnostico sbsenro, consi
derado geralmeoie accesso i ernicioso
aperlai aioctedade dos Artlsitaa
atecbanico* e Uberaes-Esta assoeiaeio,
quo lio bons ser vicos tem prestado s classes la-
boriosas, commemora hoj o 45 annivereario da
sua fundaci" eo 6- da installac&o do palacete do
Lyceu de Artes o OrBcios, onde fuacciona.
A's 11 horas da manbi, depois de celebrado no
altar da Padroeira o santo sacrificio da mise,
entrar a sessio magna anniversi.ria, tocando a
banda marcial da polica o hymno s artes, es
cripto expreesamente para a solemnidade.
Na sessio litteraria usario da palavra, depois
do orador da Sociedade des Artistas, os das asso-
ciaces que se fizerem representar e mais as pes-
8oas que previamente se tiverem inscripto.
Era Muida serio inaugurados o Muzeu de Ar-
tes> qddSTiajperial Sociedade com louvaveis ea-
forcos SWveu craar, e a 6* Exposic&o Artitco -
Induttrtml, M qual, segundo iufunnaces que te-
mos, figuram alguns artefactos dignos de apreco.
Alm da banda de msica do corpo de polica,
tocario aa do 2 s 14 batalhjg de lotanteria.
Todo o edificio do Lyceu de Arles e ffic'os est
decorado eom muito gosto, e 4 noite ter illumi-
uacio externa e iuternamente, sendo que no sa-
li principal da exposico figurar urna illumioa-
cio por combuatores elctricos.
Por occasiio da solemnidade, boje, tarde e
noite o edi co estar tranqueado ao publico. as
noites segoiutes, porm, sel-o hi mediante nma
retribuieio ad libitum dos visitantes, em beneficio
da instituicio, que bem merece do publico esse
auxilio.
t'uneerlo -No dia 18 do corrente, sabbado
prximo, aa resideucia do Dr. Eugenio Goncal-
ves CaseSo, n i lugar EutroncaiOeotJ, na Oapun-
g, realiza o Sr. Mathias GomJrIVc* Lima, ciitt
auxilio de" seus alumnos e para mostrar o grito
de adltJMMlato destes, um concert instiamtn
tal, qire^Trrhetto ser ura befb 'pasH- tempo.
Thealro Manto AmontoHoje, nesse
theatro, eem beneficio da actriz Edelvira Lima,
representa se as comedias Marido, Mulher e So-
gra, Os tinos de Comeville em cata e 0 typo bra-
tileiro .
Tomam parle no espectculo diversos amadores,
que vio em auxilio da beneficiada.
Paculdade de DireitoEis o resultado
dos actos de hootem :
1" anno
Allredo Varella Villares, plenamente.
Luiz Fermndea de Oiveira, id-jm.
Joaqum do Paula Miran la Pessoa, siraplesmentc.
Antero Estanislao Pessoa de Vasconcellos, i lera.
2 reprovadoe.
2. unno
Feliciano Andr Go n-s, plenaineatj.
Antonio Carlos Cliiclurro da Gama, dem.
Eduardo Augusto de Caldas Brito. idem.
J is Domingues de Macelo Costa, dem.
Henrique Eubank de Mello Tamborim, idem.
Joaqum Cavalennto Pina, simplesmeote.
Alfredo de Guarni Coelho, idem.
Lu'2 Frank'iu de Almeida, dem.
Joaquim Audi Bentzem, idem.
Bento Borges da Feuseca Jnior, idem.
2 reprovados.
3." anno
Sebastiao Possolo (f-z acto ordinario) plenameote.
Extraor iinario
Juio Ernesto Crrela, plenamente.
Estevio Paca Birreto Castello Branco, simpl-s-
meute.
Pardal Miikt, dem.
Ovidio Alvea Maueya, dem.
Joiquim Velloso Freir de Mendouca, idem.
4" ann).
Qemeterio Jos Ferreira M. rtns (acto ordinario)
simplesmente.
Extraordinario
Jos Antonio de Magalhaes Bastos, plenamente.
Carlos de Castro Graca, idem
Antonio da Silva Guimaries, idem.
Thoinuz de L'i'iu-i Duarte, idem.
Dr. Jer Flix da Cuuba Menezes, idem.
Luiz Goi ziga da Silva, simplesmente.
Aubur Cerueira da Ro.-ha Lima, idem.
Etuoica preparatorios Amauh i hi-
veri exaine do historia, s 11 horas ; a de i.iglez
s 10 horas.
Tambera haver exames de arithmctiea-e
geometra para todos aquclles que com a respec-
tiva ordem da directora tiverera de se submetter
a exame das ditas materias. E ficam terminados
os exames destas mal ras.
Ferimenios-Veio boutem as nosso cscrip-
torio O Sr. Antonio VhI Pcreira do Mendonca,
ex-cadete do 2o baUlhJo da iufautaria, e nos da-
se : que, cerca de uiea hora da madrugada, es-
laudo a converf.ar na porta de Uina casa da ra
da Roda, na fregu.zin de Saoto Antonio, foi sg-
gredido pa patr.ha rondante d'a^uelle qoar-
teirio. e ferido na mi diri.-ita e n'uma orelha ;
que uada hzera para merecer casa aggreseio ; c
que a attribtua a ter elle sido praca do cxereito.
Mostrou-nos depois oj ferimentos indicados ; e
accrcscentou qac j tinha se queixado ao Exm.
Sr. Dr. presidente da provincia e ao Dr. chefe de
pulicia, que lhe prometteram dar as providencias
que o caso pedia, inlicando tcstemunhas piesen-
ciaes do facto.
Se o caso se passou como no!-o refeiio o Sr.
Pendra de Mondonga, exige elle severa p inicio
para que seuio repro'duza.
ilcclonario de Kducaco e Ensino
Para a livraria francesa, ra Io de Marco,
chegou a eaderutU n 39 deste diccionario, im-
presso no Porto.
XTiliuiial da Ki'lnru Dexou ante
hontem o excrcicio do cargo de desembargador da
Kelacio desta prov neia, o Sr. couselbeiro Silve-
rio Fernn les de Araujo Jorge, visto ter sido no-
meado miuistrodo Supremo Tribuual de Justica.
Saudade* de LlabdaO Sr. protessor
Claudio 1. Carueiro Leal acaba de dar lume,
com o titulo do Saudades de .tsfratu urna bonita
walsa para piano de sua composicio-* que en-
contrada uas casas de msicas dos Srs. Azevedo,
ra Bario da Victoria n. i3 e Vietor Preale,
ra do Imperador n. 55.
Cummandante das armas S. Exc.
o Sr. brigadeiro Ag stinhe Marques de S, exo-
nerado seu pedido do cargo de commaodaute
das armas desta provincia, passou hontem o exer-
cicio do mesmo cargo ao Sr. caroael Jos Thomaz
Goncalve?, visto estar com parte de doente o Sr.
coronel Fiaucisco Camello Pessoa de Lacerda.
S. Exc. oo honroso cargo que acaba de delxar,
prettou aasignalados eervicos ao estado e a esta
provincia, vianda pela disciplina dos corpos da
guarnicao da eidade do R-cife, e auxiliando efli
eazmente a muuutcucio da ordem e da seguranca
publicas. ,
Nem era de esperar menos de quera sempre pri-
mou pela dedieavao causa publica e pelos cr-
ditos ndisputaveis de militar brioso, enrgico e
honrado.
Aaneoal de GuerraRsultado dosexa.
mes piestados pela companhia de aprendizes art-
fices, n- s das 5, 6 e 7 do corrente mez :
Augusto Ernesto de Oliven-a, diitinccio.
Manoel Guilherrau da Soledade, dem.
Joaquim G >nid i. plenam nte.
Severno Ramos G.ncolves Lima, dem.
Americo Percira Lina, idem.
Jos Vctor da Silva, dem.
Francisco de Paula Silva, idem.
Pedro C-zario de Oliveira, simplesmente.
Bral Biepo Ministro de Christo, idem.
Domingos Francisco de Paula Machado, idem.
Luiz Jos Gomes, idem.
Raymundo Marques de Souza, idem.
Pedro Peroarabuco Francisco, idem.
Paulino Jos ib Albu uerque, idem.
Reprovados 12
Nio compareceu p>r Joen^a 1.
TbeMouro provincialAmanb, noThe-
souro provincial, paga se os veneimentos dos pro-
fctsorrs de 2' entrancia no miz de Outubro prxi-
mo rindo.
Par* aa Becas-Segu hoje de manhi o
patacho Pirapama, levando materi.ies para a cons-
truccio de urna casa, alli, para os pharoleiros.
Caso exlrordluarluSu cata epgra-
phe, o Jornal do Recife referi houtem o seguinte
caso de roiiHumpcfio de um individuo pela iutK-
cnaco lo alcool que tinha no estomago :
No lugar Barra da Onca, freguesia de Suru-
biin, na comarca de Bom-Jardim, acaba de dar-se
um i aso extraordinario i nada menos qne a mort
do um hornera por coinbnstio interna.
Morava alli Autonio Gomes dos Santos, indi-
viduo de 50 anuos de idade e que se da va ao vi-
cio de embriaguez
Em poucos dias hava elle bebido ltimamen-
te nada meuos de sesaeuta garrafas de agurden-
te, seudo qne nos ltimos deas dias da sua vida
beber quinze.
> Na noite daqnelle em que fallecen, tendo vol-
tado da tevirua, disse a urna sua filha que nio
quera ninguem na sala-
* A rapariga, indo a retirar-se, observen que
elle p< gando de um caximbo proenrava acendel-o
em um candinheiro de kerosene, desses ordinarios
do folbas de flandres que se fazem no paiz, sem
clismin, e como o tabaco do caximb cuetaase a
se abrazar, procurou elle s.oprar a chamma do pa
vio do caodieiru sobr-. aquelle, para o que aproxi
mcu desta a bocea.
Mal, porm, fizera isco, recuou dando nm grito
abalado.
De sua bocea horrivelmcnte aberta sabiam
chammas azuiadas, que espantou. e amedrorjtrou a
todos que Cbrrenim em sen soccorro.
a O alcool que tinha no estomago se havia in
cendiado pelo contacto da sua evaporisacio com a
luz, e de balde se procurou extinguir aquelle in-
cendio interno que deu cabo do desventurado em
p uco tempo, morrendo no meio de dores aorri-
veis, que lhe pruduzi.m contorces horroro-as. a
Reunldee KaolaeaHa boje as segnin-
tes :
Do Gremio Recreativo Familiar, g 6 boras da
tarde, para potse da nova directora.
Da Recreativa Juventude, s 5 horas da tarde,
para tratar da organisscio do curso musical.
Do Instituto Luterano Olindense, s 10 horas
da manhi, do conselho administrativo, extraordi-
naria, para tratar-se de assutnptos bem da socie-
dade.
Da Distraccio Dramtica e Familiar, s 7 ho-
ras da noite, na respectiva sede.
Amanha ha as eeguintes:
Da Allianca, a 6 horas, no lugar do costume,
para cleicio dos novos funecionarics.
Da Concliacio, s 6 horas da tarde, para elci-
cao da nova directora.
Espectculo.Consta nos que no domingo,
19 do corrente, o corpo scenico do Club Dramti-
co Familiar levar scena, no Santa Isabel, o
drama Ruinas do Castello-Negro, quejpr
duas vezes fui representado pera mesura sociedade,
e que muito agradou ao publico desta eidade.
Esse espectacnlo em beneficio da Assoeiaeio
dos Empregad-s no Commercio de Pernambuco, e
o seu producto pretende a directora applicar
installacio de aulas comra .-rciaes, que proporcio-
nen! a aeus consocios, c nhecimentos de que muito
necessitam.
RcvtftfA Klufttrndii.Recebemos o n.413
deste jornal, que se publi-a na corte, e que como
Bcmpre est lnteres3aut:saima.
ntrccioria das obras de conserva-
cito dos porlosBoletim meteorolgico do
di* 10 d- Dezemhro de 1886 :
1 1 1
Horai 's-g 1 s Barmetro a O T. hso do vapor o i a S a
6 m. 25o9 759ra7i> 19.51 78
9 28 8| 761 n>41 19.59 66
19 29o4 761n>35 20.42 67
3 t. 280 .8 759"w7 20.73 71
6 27t 760'"37 20.0.' 75
Temperatura mxima3u,5.
Dita miaima25,7.
Evaporacio em 2i horas ao gal : 6">,9 ; som-
bra: 4m,l
Chuva'J,"ij.
Direccii do vento : SE todo o dia.
VeloeJdade media do vento : 2,n'l7 por segundo
Nebulosidade media : sntre 0,4 e 0,5.
Examen primario*Sob a presidencia
do delegado Iliterario substituto, Rvm. vigario
Manoel Ferreira da Rocha, o de accordo com o
novo regiment, effecf.iaram-so no dia 2 do an-
d inte os ex un- s dos alun.nos habilitados da escola
publica da P voueiu de Pao Ferro regida pelo pro
fessor Jos Oetaviimo da Rocha Mello.
Foram examinadores os professores, Sebastiao
Tavares de Oliveira Brandio c o da cadeiri, dan
do era resultado o seguate :
I Grao
Jos Rodrigues da Funseca. llenamente.
2o (til)
Joio Jos Rodrigues da Fonscca, ple.iamente.
Manoel Cypriano djs Santo?, ideau.
S)b a pr-sdencia do Rvm. Sr. vigario da
freguez^a de Muribtcii, s -rvndo de examinadores
oprofessor Franciseo Pedro G>a;alves e a profes-
sura da Cftdeira, prestou exa-nes, no dia 6 do cor-
rente, na escola mixta do povoaJ da deinarcacio,
a alumna Maiia N gueia de Alb iquerque obten
do aclassifieacto de muito adiantada no Io e '
grao.
Sob a presidenci i do delegado do 2o distrietc
Litterario da Villa de Seriuhaein, Dr. H inorio de
Barros Wamierley, etfectuou se no dia 4 do cor-
rente, o exaine de treze alumnos da escola publica
daquella villa regida psfo professor Francisco Cor
rea de Mattos.
Foram examinad r-.s o professor Maracdc Justi
niano dos R :s c o da eadeirn.
Diante das provaa cscriptas e oraos, que produ-
ziam ob alumnos o e:n vista do regiment interno
das escolas, houve o resultado seguinte :
1 Gr i
Antonio Ribeiro de Hollanda Cavalcanti, muito
ad antado.
Braulio Correia, idem.
aobel Percira da Rocha Flbo, adiantado.
U:a Augusto Pies Barretto, idem.
Antonio Gouveia Ramos; idem.
Joio Baplista dos Santos, idem.
Peregriuo de Franc Gnedeg, dem.
M^inoel Alves da Silva, idem.
Jos Manoel de S-ottSs Oliveira, idem.
J> a Peregrino de Barros, idem.
Silvno Guilherme de Barros Lima, pouco adian-
tado.
Francisco Fernan^es da Silva idem.
Sebastiio Antonio da Costa, idem.
No dia 4 do corrente, prante a commissio
examinadora composta do delegado Iliterario Lnz
Cordeiro Cavalcante Falcio, examinador o profes-
sor Alberto Augusto de Moraes Pradines e da pro-
fessora da eadera D. Idalina Maria da Conceifio
Lima, teve lugar o exime das alumnas da escola
publica do sexo ftminino do Pilar, em Itamarae,
cuio resultado fui este :
10 Grao
Hermina Bernardina de Almeida, muito adiantada
Mara Emilia de Souza, idem.
Maria Annunciada dos Santos, adiantada.
2 Grao
Delfina Bernardina de S., habilitada.
Francisca Digna da Costa Lima, idem.
3o Grao
Anua de Barros Dias approvada com diatinccio
recebend.) o certificado de estudos primarios.
O acto esteva muito caucorrido pelo numero de
pais de familia que assistiram.
Na escola do sexo mascu'no de Buique regi-
da pelo professor publico tjente Leonardo Be-
zerra Cavalcan'e, teve legar no dia 3 do corrente
o exame dos a'umn s do 1 grao Pantaleio de
Franca Montero e Benjamim Marnbo de Olivei-
ra ; e do 2* grao Francisco de Araujo e Souza, e
Jo3o Alfredo Duarte Figueiij, perante a com
missiocompota do 1 substituto da Delegacia
litteraria o promotor publico Dr. Jos da Costa
Dourado, CciuO presideute, d& Dr. Miguel Cursino
Villa Nova com) examinador nomeado, e do res-
pectivo profesgor, sendo o resultado do exame te-
rem sido os 4 alumnos julgados adiantados.
No dia 7 do corrente, na cccola publica da
villa de Quipap. sob a preaidencn do delegado
litterario substituto, vigario Manee' Ferreira _ds
Rocha, proceden se a exame do3 alumno i habili
tadoa pelo reepertivo profeagor, Hebaatiio Tavares
de Oliveira Brandio, dando o seguinte resultado:
lo Grao
Pedro Americo Galvo, muito adiantado.
Melarne Goncalveg de Oliveira, idem.
Tertuliano de Puul* Pessoa, adiantado.
Jos Pereira do Canno, ideui.
Jos Botelbo de Mello, idem.
Foram examinadores o profesad Pranciaco Mar-
queg^da Triudado e o da cadeira.
Antes e depois do exame foi cantado pelos alum-
nos e acompanhtdo a pian o pelo professor da ca-
deira, o bymno escolar do Dr. Vicente de Moraes e
Mello Filho.
Acharara se present' s os Srs. pr, ifessores Flo-
riano Baptiala Ac Oliveira e JosOctx vianoda Ko
cha Mello, muitas pessoaa gradas e fan, "l'a8 da Io-
calidade.
No da 6 do cerrente t,ram Man))'nRdas "j"
alumnas da 1.'eadera da Vietria, reg ^* Pe
prolessora D. Rufina Analia Freir de Alb ,lu"-
que, gend > o acto preaidido peio Dr. Joo V. c
Pereira Dutra, delegado litterario, e examn.
rea o professor Anreliano Augusto de Vaseaa
las e a professora da eadera.
Eis o resultado dos exames :
1.' grao
Mara Mirandona da Costa, adiantada.
Aurelia Fernandini dos Prazeres, pouco adantad.t.
Philomena Alves dos Aojes, idem.
Arcelina Maria da Silva Barbosa, idem.
Elvira Cavalcante de Amgio Rabello, dem.
Philomena Uermen gilda dos Santos, idem.
Luisa Maria da Conceicio, idem.
3. g o
Mathildea Cavalcante de Aragio Rabello, distine-
cio.
Julia Maria de Souto Lima, plenamente.
Sub a presidencia do 1. substituto da dele-
gado litterario de Pao d'Alho, Dr. Joaquim Pedro
Cavalcante de Albuquerque, effectuaram-ae no dia
3 do corrente mez, os exames dos alumnos da es-
cola publica do sexo masculino em Cbi de Capoei-
ras, regida pelo professor Joaquim Ruto Bda.
Ser virara de examinadores o professor publico
Joaquim Elias de Albuquerque Reg Barros e o
professor da eadera.
Eis o resultado :
i." grao
Manoel Perras Casimiro de Almeida, muito adian-
tado.
Jos Severno Carneiro Beltrio, adiantado.
Blbllotbeca de tJoyaaaa O movi-
mento desea bib.iotbeca no mes He Nove abro foi
o seguinte :
a Jo
el-
Frequentaram-n'a 371 socios e 26 visitantes.
Sahirara para leitura dos socios, 153vdumea
de obras.
Ilouveram as seguntes cftertas :
Pelo Instituto Archet-logico e Geographico Per-
nambucano, o 5* volume da Revista do mesmo
Instituto, brocb.
Pe'o .ir. Mauoei Jos de San t'Anna Araujo Lyrica
de D. Horacio, traslalada litteralmeute em verso
nortugnez, p.-r Elpino Durense, 1 vol. ene.; Phi-
giwlogie des Passions, por Ch. L tourneau, 1 vol.
ene.; Breve ensaio sobre a critica litteraria oa
netuph8ca das^bellas letras, para servir de con-
tinuacao s lieces elementares de eloquencia e
de potica nacional, 1 vol. ene. ; Historia do ma-
trimnio, por Antonio F.ores, 1 vol. ene.; Tres
romances por Mery, l vol. ene.; Caramur, poe-
ma de Fr. Jos de Santa Rita Dorio, 1 vol ene. ;
Cotorraphia, paf Manoel Joaquim Macedo, 1 vol.
ene ; Souhos d'ouro, drama porEluardo Garrido,
1 vol. brocb. ; D. Jayrae ou a daminacio de Cae-
tella, poema de Thomaz Ribeiro. 1 vol. broch. ;
Ds.ursos parlamentares do ccuselhero Jos Bo-
nifacio de Audrade e Silva, publicados por Joio
Corr ia de Moraes, 1 vol. broch.; Boccacio, opera-
comiea em 3 actos, por H. Cliivot, etc, A. Daru,
1 vo'. brocb.
Pelo Rvdm. padre Lima e S, O Padre Antonia
Teixera de Albuquerque e as rai.s de euaapoa-
tasia, 4 vola, brocb.
Pelas re pectivas redaeces, 03 jornaes e pe-
riodicos seguintea :
Diario de Pernambuco, Jornal do Recife, Pro-
vinci >, Gazela de Goyanna, Seit de Ou ubro, Sor-
riso, Diario das ALyJas, Noventa e Tres e Im-
prenta Evanglica.
IjcllAes.Etfccluar-se hio:
Tercafeira :
Po agente Stepple, s 11 horas, na ra da Im-
perador n. 50, de predio.
Quarta-feira :
PeZo agente Gusmao, s 11 horas, na ra do
Mrquez de Oinda n. 19, de predios.
Missas fnebres.Ser celebrada:
Amaubi :
A's 7 horaf, na Espirito-Santo, pela alia de Ma-
noel Paraphilj do Espirito-Santo; s 7 1/2 horas,
na matriz de Santo Antonio, pela de D. Maria do
Carino Meuaonca Carvalho.
Tcrca-fera :
A's 8 horas, no Paraizo pela alma de D. Dulce
Alves Siinoes Barbosa ; s 8 boras, na ign-ja deS.
Francisco, pola de Justino da Silva Boa-Vista.
HassageirosSahidos para o nor'e no va-
por americano Advance :
Luiz Fiacher, Rozina Genoline, Pedro Goiffjn,
Antonio II. B. de Souza, Raymundo A. Viuhoz e
sua senhora, Josi B. da Costa Rudrgues e Jos
Francisco Teixera.
Sahid-is para o sul no vapor nacional Pria-
cip* do Grao Vara :
Euclides da Silveira, Gemiuiaao Costa, Joao
M aira e Jos Augusto de Oliveira.
Chegado de sul no vapor nacional Jagua-
ribe :
Arthur Murth.
I.oteria dn proi lucia. Segunda-fera 13
de Dezembr, s 4 horas, ae extrabir a 13a parte
da 1. lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recite, pelo novo plano appro-
vado.
Na consistorio da igreja de Nrsi Senhora da
ijonceieao dos Militares ser teita a extraccio
pelo systema da machina Fchet.
I.utenaA 13" parte da 1' loteria da provio-
:ia, era beneficio da Santa Casa de Misericordia
lo Recite, pelo -. ivu pinna, cuio premio grande
l00.OJ0,'>'>, s -r extrabida no dia 13 de Dezem-
bro.
Os bilbetes garantidos acham-se venda na
Casa da Foi tuna, ra Primeiro de Marco nume-
ro 23.
TainOcra acham-se venda na Casa Feliz,
praoa da Independencia ns 37 e 39.
Grande lotera da provincia A 6
serio desta loteria em beneficio dos ingenuos da
Colunia Isabel, cuj premio grande 240:000*000,
ser < xtrahida no dia 16 de Dezembrn.
Oa blhetes acham-gfe venda na Reda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera do BioA 2> parte da loteria
n. 366, do novo plano, do premio de 100:000*000,
aera extrahida no dia de Jeiembro.
Oa bilhetes acham-se venda na Casa da Por-
ua ra Primeiro do Marco.
Tambem acham-se venda na praca da nae-
pendeacia ns. 37 e 39.
Eiotcria Extraordiaria do 1 pirau
na -O 4." o ultimo sorteio das 4. e 5. series
desta importante loteria, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no da 16 de Dezem-
bro.
Acham se expostos venda 09 restos dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
a. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Iude-
dendenca ns. 37 e 39.
Lioteria da corteA 4> parte da 201 lo-
teria da corte, cujo premio grande de 100:000*
ser extrahida no da 13 de Dezembro.
Os bilhetes ach.:m-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco u. 23.
Tambem acham-se venda na pract da Inde-
pendencia ns. 37 e 39. \
Haiaduuro Publico-Furara abatidasVo
vlatadouro da Cabanga 93 rez8 para o consumo
do da 12 de Dezembro. t
Sendo: 74 rezes perteucentsa Oliveira Castro,
c C, e 19 a diversos.
Mercado Municipal de JosO
movimento deste Mercado no dia 11 do corrente
foi oeeguinte:
Entraram :
33 boig pesando 4,392 kilos.
803 kilos de peixe a 20 res 16*060 "
150 cargas de fariuha a 200 ris 30*000
26 ditos de fructas diversas a 300 rs. 7*800
2 taboleiros a 200 ris 400
22 Suin>sa20Uris 4*400
Foram oecuaados :
25 columnas a 600 ris 15*0C0
22 compartimentos de fannba a
500 res. 11*000
23 ditos de comida a 500 rea 11*500
65 ditos de legumee a 400 ris 26*000
17 ditos de guino a 700 rig 11*9C0
11 ditos de tieaeuras a 600 ris 6*6t0
10 talbos a 2* 20*000
2 ditos a 1* 2*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talh .s a 1 ris 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada neate dia
a quantia de 217*660
Reudmento dog dias 1 a 10 de Dc-
xembro 1:933*780
Foi arrecadado liquido at hoje 2:151*410
Precoe do dia :
Carne verde da 320 a 480 rea o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sinos de 560 a 640 ris idem.
farinha de 240 a 320 'is a cuia.
Milho de 280 a 320 ris idem.
Feijao de 560 a 640 idem.
Casa de Dctencao Movimento dos pre-
sos do dia 10 de Dezembro :
Exiatiam presos 356, entr. ram 14, eahiram 12,
exiatcm 358.
A saber
Nucionaea 324, muiheres, 12, estrangeiros 9, es-
cravog sentenciados 5, procesiado 1, ditos de cor-
receo 8.Total 358.
Arraeoados 319, sendo : bons 307, doentea 12
Total 319.
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
~ mente, eseravo de Antonio Felippe de Mello.
, z, escrava sentenciada.
IC* e\lta :
v ^0 Antonio do Moura.
*rancja (erio pabnco Obituario do dia 10-
dJ0rre*o Vn-imbueo, 2 meses, S. Jcs; con-
Maria, Pt
vulses. gca de oliveira, 21 annos, Graca ;
Mana Franc
epilepsia. de jeg> Pernambuco, 40
Ant-uia Francia. Vista; febre perniciosa,
annos, casada, Boa- k 0 Monte Lima, Pernam-
Leopoldna Liberal. ganto Antonio ; bydro-
buco, 26 annos, solteira
P88'8- 4 gnnos, solteira, Boa-
Ludgera, Pernambuco, .
Vista; insumeiencia artica. ^^mmBB-t^^b-
INDICACOES t
^TEIS
Medtcoa
O Dr. Lobo Hoscoso, da volU
viogern ao Rio de Janeiro, conti
ozercicio de sua protissao. Consulu
< de sua
'nua no
v das

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i E6VEL
BaWBMaacaaBBaBiaaBMBBaaMBMMMBMBMBiBadfll
.


f
Diario de PernauAucoDomina; 12 de Dezembro de 1886
i
\.
i
10 a 12 hora da maohS. Especialida
operares, parto e molestias do s- uhoras e
meninos. Ru?> da GLria n. 39.
Dr. Barreta Snmpaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra ^ Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seta de Stembro n. 34, en-
trada pc-la ra da Saudate n. 25.
O Dr. Castro Jesua tem o'aeu consul-
torio mlico, ra do Bom-Jess n. 23,
obrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia roa do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da raanhS s 2 da
tarde. Especialidades : molestias e opera-
res dos orgilos g.;nito-urinarios do homem
e da raulher.
Urinaria
l/nibras-tc
d'aquelle pedecinho de ouro :
Rec r la-te-de mim, quando acordares
ao romper da alvorada, qaando ouvires
o meig> rousinol, a casta rU
dosperlarem ?..................
Como era doce aquelle t-'mpo e como |ifK)
correu
E hoje?.
** **
Francisco Manoel da Ma rft C <\nro-
sita; ios de todas as especialidades pharrnn
ceutii'-as, tintas, drogas, productos chimici
e medicamentos horaceopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 25.
errarla a Vapor
Serrarla a vapor e ojficina de carapvw
i (i francisco dos antos Macado, caes do
Oapibari^e o. 28. Nosta grinda estaba e
amonto, o primeiro da provincia n'cste ge-
aero, corapra-se e vende-se madeiras de
toda3 as qualulades, serra-so madeiras de
conta clheia, assim como se preparara obraL
de carapira por machina e por pregos cerr.
conino**:n'>?at
Dmnria
Faria Sobrinho & C, droguistas por at-
acado, ra do Mrquez de Olinda n. 41
to publico e con especlaiidade
aos leitores do inoculo
Cono seja cobrador do Binculo vou por meio
da presente fazer sciente que, a publioaco inse-
rida no Diario e tambem no mesmo Binculo, nao
se ;ntende commigo e sim com am outro.
Para isto fago publico sem receio de contestar So
do proprio redactor e proprietario o Sr. O'ympo
de Seixas Borges.
Recife, 11 de Dezembro de 1886.
Catsiano Orate do Patrocinio.
t
PIBUCOES A PEDIDO
Iguarass
B 'assumio lmnteui o ejercicio das funecee de
scu cargo o digno juia de direito d'esta comarca,
Dr. Iliaoell Florentino Corma de Mello.
Congratul i-me con 03 Iguarassuenses pir tSo
importante ac"ntecimeutp, fazend) votos para que
a desobdex nao mais appareca entre nos.
Por minha parte, nao pretendo favores do hon-
rado Dr. Ilisbello, digo-o raoito e multo alta, para
que bcui me faca compreheader.
Para mitn o para os meus amigos quero, s e
smente, do S. S.justic.
S/tfe^N /^^T\^<&
A' MEMORIA
de nosso extremossimo e ido-
latrado Pai
Pedro de Alcntara dos
t.ninnriics Peixolo
No 3." anoiversario do sea in-
fausto passamento
Recife, 12 de Dezembro de 1886.
SES F1LI10S.
Cal Virgem de Japaribc
Continuamos a dar publicidade aos attestados
E quem, orno S. ^.. goza justamente dos foros nfra de distinctos agricultores que teem feito veo
de magistrado boarad e sensato, ddireito a que
d"eile se espere equidade as suas decitoes.
Nao trato de s-iber se o Sr. Dr. Hisbellu ou
nao meu correligionario poltico. J o diese pela
imp-eu?a e repito, ainda urna vez : Prtfiro mil
vezes o advers irio honrado ao correligionario cor-
ruptj
continuado daCal Virgem de Jaguaribeno fa-
brico do assncar.
Estes attestados constituem a prova mais cabal
de sua superioridade e dispensa qualquer c minen
tario era scu abono.
Attesio que tenho usado daCal Virgem de Ja
Do na veobo d dizer j dei provas exhube- jguaribeno fabrico do assncar e tenho obtijo o
rantej. mesmo resultado que com a cal de Lisboa.
Vivi em perf-.-ita harmona com os Drs. Montei- Engeuho Araticum, 20 de Novembro de 1886.
ro de Audridc, Maciel Piuheiro e Cesar Jacobina, Andr Al ves Cavalcante Camboim.
e abr lucta com um..... Peco permissao para
deixar incompleto o meu pensamrnto. Attcsto que tenho usado daCil Virgem de Ja-
Quan lo me lembro que jaz em profundo esque- guaribe,e pelo bom resultado que tenho conse-
uimeoto o fai-ti de um juiz de direito, em plena guido, no fabrico do assuear, considero a igual a
sesso do jury, dar bravos e anotados ao advoga- do Lieboa.
do de um reo c, ao mesino tempo, considero que Ecgenbo Santa-Crui, 20 de Novembro de
soffre, hi 10 mezes, as mniores penegucOes o or 1886.
gao da instioa, qe soube cou a dignidade do 1 Manoel Machado de Albuquerque Camboim.
fuaccionario publico intransigente, ergn.-r a voz :
para levantar um enrgico protesto contra aquel- Atiesto que tendo empregado aCal Virgem de
le tacto, son forcado a usar de reticencias para nao Jaguaribeno fabrico do 1 ssucar, tenbo feito 900
exceder-u e. pes, gastando aproas duas barricas da memi
No neraicio do cargo de promotor publici Tes- cal quu rae parece igual seno 'uperior cal de
U comarca, sabem todos, nunca fia poltica. Lisboa ; pelo que a considero prererivel a esta, se
Tive contra mim, vjrdade, no ultimo dominio nao pela sua superioridade su qualidade ao menos
liberal, o pri tenso chefe do mesmo partido ; mas 1 pela modicidade de preco.
tenho o orguiho de dizer que declarou se meu des- Engenbo Santo Antonio, 24 de
affecto, porque aerojei-me a apellar de duas deci- 1 586.
O veneno hereditario da escrfula desenvolvo
nos delicados teciios do cerebn debilidade men-
tal e outros achaques, idiotez, domeuaia, leucura.
Dilata as glndulas da garganta, uffcata o paladar
e o olfato, ou retenta em ulceras no pesclo. Des-
tre os pulmea ou enche os de tecreces tubercu-
losas. Consom o revestimento do estemago, in-
fla'mna e incoa o figado, entorpece os ria, cria
constipaco intestinal e hemorrhoida Nenhum
agente humano pode to prompta, permanente o
econmicamente curar o singue dos humores escro-
fulosos, limpar a pelle e o casco da cabec e o ros
to, restabelecer a sade, comj Xnrtpe de Vi-
da de Beuter. N. 9, o grande purificador do
sangue.
A vcnladc Impe se
Benjamn Pranklin de Albuquerque Lima, ba-
cbarel cui n athematicaa e aciencias physica, en-
genheiro pela escola central do Rio de Janeiro,
eflicial da Imperial Ordera da Roen, cavalhciro
ilesta o da do hristo do Imperio, condecorado
com a medalha de prata da campanha do Estado
Oriental do Uruguay e com a de passador n. 5 do
Paraguay, etc., etc.
Attesto, em beneficio dos que scfrem de asthaia,
que debelei confinaos accessos desta molestia com
o uso do Cajornbba, preparado pelo Sr. Firmino
Candido de Pigueiredo.
No rxercieio do cargo de engenheiro chefe da
commissao de melhoramentos do rio Parnahyba,
fui, (m 1882, acotcmettido de forte lir uchite as-
tbmatlca, reproduzindo se era ferriveia accessoa
desde que f.panhava qualqoer humidado ou inso-
lacao.
Durante cerca de quatro anuos e ffri todas as
torturas dessa terrivel molestia ; recorri a tudo
que se me prescrevia, obtendo apenas transitorio
allivio. Eu'retanto tive ao p de mim, durante
mais de um anno, medico que, alm de pr fissi mal
distincto, era amigo dedicado.
Estundo na corte em Maio deste anno, fui acn-
sclhado pelo Dr. Silva Ramos para usar do Caj-
rubeba.
O uso dos g-lados e sorvetes tinha ento aggra-
vado os meus soffrimeutoe. Nao me era dado re-
correr a esseapreciado rtfrigcrio dos dinas quen
tes sem eoffrcr prolongados, accessos do asthma
suffocaiite.
Lcgi depois do primeiro frasco senti mellioras,
qne se continuaram icinterrompidamente at o de
cimo primeiro, e julgo-me curado por ter mais de
urna vez apanhado fortes agucenos, sem sentir,
como em tal caso sem ore senta, terrivel accesso
de as'.hma.
D.vo accrescentar que alm de grande profu-
sao de leicencos, que me sppareceraro pelo corpo,
nenhum outro incommodo s ffri, que pissa Calvez
ser attribuido ao uso de medicamento.
Corte, 25 de Novembro de 1886.
Benjamn Iranhlin de Albuquerque Urna.
(Transcripto do Paix de 30 de Novembro de
1886).
toes absolutorias do jury d'esta comarca.
E' pai a mim questao de pequea monta saber a
que partido pertenre o jniz, com quem tenho de
Novembro de
Manoel de Albuquerque Barros.
Attesto quo.estou satisfeito com o uso que tenho
servir. Indago, apenas, se honra & toga que ves- feito daCal Virgem de Jaguaribeno fabrico de
te e, se a res posta afirmativa, experimento viva assuear.
aatistacao. Engenho Flor do Dia, 25 de Noven bro de
Reputo o Dr. Hisbcllo um b:m juiz e, portanto. 1 S86.
cencluo estas quatro linhas, alegrando-me com a
volta de S. S. hu exercicio de seu cargo.
Iguarass, 10 de Dezembro de 1886.
JVanci'sro Xarier Pae Brrelo
Errata
No artigo do Dr. Francisco Xavier Paes Bane-
to, publicado ni Diario de terca teira, 5 do cor-
rente mez, onde so leptridos passes do odio
leia-se putrid's paeedoodio.
Jos Cavalcante de Mello.
Attesto que nsando daCal Virgem de Jigna-
! ribeno fabrico do assuear, achei a muito boa ; fa-
: zendo, com urna s barrica, mais de 300 pues de
' assncar.
Engeoho Bom Jardim, 26 de Novembro de
1886.
J ..fu Paulo Moreira Tempiral.
Attesto qne tenho empiegado aCal Virgem de
Jaguaribeno fabrico do assuear e parece-me ella
igual a de Lieboa.
30 de Novembro de
Leopoldina
Em urna correspondencia publicada na Provoi- aReobo Po d'0Uo,
a de 6 do crreme, as3ignada pelo Vigilante, jggg
K-Mo seguate: ^. Antonio Servulo P. de Lacerda.
Nao nma historia de mil e urna noites esta __
da transferid, deste termo para o Granito, e no- Attegto tendo ^^ ugQ M_C Vi de
meacao do Dr. Augusto Freder.co, juiz de d.reito, Jaguaribe2.no fabrico do a88ue8r tenho obtido ex
para absolver o Japiassu ; um historia verda- ^^ nmlludo ^^ qua con8dero-a muito ba
deira e costante de urna carta do Dr. Pernambu- ja } J fix0 j la van_
co, contada pe r8r Antonio Carlos da Silva Pe.- do ^ ..feetraja de ferro.
xoto, em casa do Dr. juiz municipal deste termo % ho Pacencia dt Derembro do 1886.
em presenca do major Lsc.bar e de outros indivi- He arique Pereira de Lacena S.brinbo.
daos. __
Cabe-m dizer que falso isto, porque o Sr. An- ; AUeto ^^ da_Cft, v de j
t ;n,o Carlos nao d.sse tal cousa em mmha casa e rbe_n0 f^r(fo do af)gucar da ^ ache ft ^.^
nem ha quem possa afhrmal-o ; o que o br. Anto- bi c em duvida maig cconomBa qae a de
uio Cari s dase foi que tinha reeebido cartas do Li8boa
Recife, que lhe garantiam a transferencia do te- 1 E nbo MHtto.Gro830 do Baixo, 3 de Dezem-
nente L oncio Lojz Pinto Ribeiro para o Para ou br0 d lgS6
Extrnalo *. Lnlz
Ra do Imperador n. 6', 2."andar.
Com o nome cima abrir-se ha no dia 15 de Ja-
neiro do auno prximo futuro de 1887, um estabele-
cimento de educacio, onde ensinar-se-hSo todas
as material do curso de preparatorios, ha vendo
taa.bcm nm curso nocturno das mesmas materias,
e um outro commercial, no qual ensinar-se-ha s
mente francs e inglcz, theorica o praticamente,
senda este das 9 s ID 1/2 da noite.
JCttatutoa
Art. 1 s Os paes, tu cores ou correspondentes,
devero acompanhar o estudante no dia da matri-
cula, para nao t matriclalo, como tambem para
tomar conhecimento do rgimen disciplinar do es-
tabelccimento.
1 Aquellee que nao tiverem quem os apr-
sente, tambem sero aceitos musricula.
Art. 2. O pagamento das matricula ser feito
inensal e adiautadamente a comedor da occasiao
da matricula.
1. Por cada matricula pagar o estudanie
ii" 0, bavendo urna differenca de conformidade
com o numero de materias que estudar no estabe-
lecimento.
Art- 3 Cada au'a constar de 1 1/2 hora, sen-
do uina para tomar a lidio do dia antecedente e
meia pira explicar a do dia seguinte.
Art- 4.' Nao haver aulas s quintns-fdras
porm todos os alumnos devem comparecer no cs-
tabflocimento u'estes das hora de suas respec-
tivas aulas, para urna sabbatina, segundo a qual
os directores darSo attestados na poca dos exa
mea.
No estabeleci nento encontrarlo os Srs. pas,
correspindentes ou tutores e ou Srs estndantes os
eetatutos como accrescentamento de tudo mais
que aqu so omitte e que os ecientifioarSo do que
houver de mais particular, e bem assim da con-
veniencia do methodo n'este estabelecimento era-
pregado.
Os di rectore,
Luiz J. de F. e O. Sobrinho.
Augusto J. C. Braga.
Collegio de Xossa Senhora das
tfiraeas
Tendo voltado de Sergipe ne dia 2 do corrente,
tenbo a honra de partieipai aos IIlana, paia de fa
milia que reassumi a directora do Collegio de Nos-
sa Senbora da Gracaa, sito em Ponte d'Ucha o.
10, cuja aulas nbrir-se-bSo no dia 7 de Janeiro
vindouro, as quacs constara de portugus, tran
cez. inglcz allemao, historia e geographia, piano,
d.ins-i. bordados, desenho, etc.
Ar,na Carroll.
SS------------------
Amizonis, sem declarar-me de quem tinha reee-
bido essas cartis.
E pira que rao se jogue cem o meu neme neste I
t-rnn de fnti gas, veuho impreosa fazer cta de-
clarado.
Villa de Leopoldina, 21 de Novembro de 1886.
M j r Manad Perreira Escobar.
O hachare! Leonel los da
Rosa
Acbando-se ausento meu extremecido marido,
son obrigada a vir protestar entra todas iaexae-
tidoes ditas, h oten, contra elle.
Nunca fui espancada nem seviciada por meu do-
dieado marido.
No seu u'timo anuo acadmico, foi sustentado
por sua familia, e te teve ocesiao de algumas ve-
zes almocar, j mtar e ceiar em casa de meu pai,
foi a instantes pedidos deste e de mn.lia mai.
As cartas di lie a meu pai podem coa prometter
a outra pissai', menos a meu marido. ^ Mudamo-
1103 da ra das Crosea, por justa necessidade, isto
ha dous Dseses, e a suspenso da minguada e sem-
pre forcida mes.ida f)i ha uns vintc das, p>r mo-
tivo niio devid ao meu marido. Sendo meu ma-
ndo, c m jujta razao, inimigo de meu pai, nlo era
p ira haver na imprcnsa o q-ie tem bavido, n5o fal-
tando en eoao minha obediencia de filha.
Meu marido qneendo matricular se na acade-
mia, no lira do anno paseado, e nao lhe chegaodo
do matt > toa presteza dinheiro, empenbou sua ca-
deia e relogio no Monte de Soccorro e nao aceitou
o offerecimento que :ho fizera ninha inai a man-
dado de bmb pai, quando disso teve noticia.
Hontem elogios e e elogios e hoje injuria I 1
Estou certa de que isso nao parte de mea pai.
Meu marido j detend''u-se no Jornal de ante-
hontem. A queixa p licia nao no intimida. Se
a questao fosse por dinheiro ha muito que meu
marido era bein eom meu pai.
Reeif, 11 Emilia Amelia da Bota.
(Contina.)
Manoel Hilarino de G:uveia.
\
Parabens
Ao Illm. Sr. Jjtqum Francisco,
e lixma. Sra. D. Rosa de\
1 are, pelos doces o inds-o
soluvci? lacos matrimonia: comS
que rab-im d' uuir-se estreiU-/
lueatc !
12-12-1886.
Candido T. dot Reis.
Presentes de Festa
O Paulino ra do Imperador n. 28,
acaba de receber directamente da acredita-
da casa Fidcle Berger, do Paria, um va-
riadi?simo sortimento de ricas caixinlias
com pastilhaa de chocolate, confeitos,
amendoas confeitadas e outras muitas qua-
lidades de doces crystalisados, e que ven-
de por precos resumidos.
Tem igualmente elegantes cartoes com
pas3as, figos, e variado sortimento de do
ees em caldas e seceos ; vinhos finos do
Porto. Bordeaux, Collares, verde e de pas-
to ; grande sortimento de cervejas, licores
e tudo o mais que se faz preciso para urna
boa mena de festa. A' ra do Imperador
n. 28.
,Salsaparrllha de Brlstol
si
Trinta anno de tridmphantes resultados tcera
outorgado a este antisptico vegetal urna reputa-
co incommensuravelmente superior a todos quan
to se conhecem para a cura das escrfulas e de
todas as mais classes de enfermidades ulcerosas e
truptives.
Os mdicos os mais acreditados e experientes, os
periodistis e o escriptore de mediciua, sao tes-
temunhns vivas de sua eficacia quasi maravilhosa
Tem salvado e ontiu* a salvar as vidas e os
merebro de milhares de pesaos. Ella at o da de
hi je nuac.i foi administrada em vio, nem at mer-
mo nesses ci.808 reputados etmo desesperados ou
incuraveis. E' o nico remedio para as escrofulao,
crysipellas, herpes, chagas as pernas, abeessos,
cancros, tumere, enfermidades sypbiliticas e mer-
cuiiaes e toda a casta de erbpcoes cutnea.
Acha-se venda cin todas as boticas e lojas d,
perfumaras
Agente em Pernambuco, Henry Foster k C ,
ra do Commercio n. 9.
No seu estado intcress.nte o soaho dourado da
mulher ter um filho, forte, rosado, vigoroso. Ni
da mais fcil. A crian?, antes de nascer, tira do
sangue da propria mii as substancias que devem
formar-Ibe o corpo ; esse sangue deve por tanto
ser bastante rico, sem o que a crianca nao poder
ser sadia e bem constituida. Para dar ao anguc
as qualidades desejavei, todos os mdicos pr<*
crevem hoje, durante todo o tempo da gravidez, o
vinho e o xarope de lacto-pbospbato de cal de Du
aart, cujes effeitos sao maravilhpsos.
>io ha melhor remedio para a*
moleisllasi de pelto. qae o PeKo-
rnl de i'nmhar de S. Snnre, de
Pelotaa. {*).
Tratando de um caso de fysica pulmo-
nar, diz em urna carta o Sr. Delfira F. de
Vasconccllos, acreditado fazendeiro em D.
Pelriti, (Rio Grande do Sul).
< Desanimado, e sem saber mais o que
faser, fui instado por um amigo a dar
minha doente o elogiado Peitoral de Cam-
bare confesso qua nunca vi remedio
tao m.'.ravilho80, pois foi o que salvou mi-
nha filha de urna raorte certa. 1
O Sr. J. Soares Gomes, respeitavel
cnsul de Portugal ora Paranagu, refe-
rinde-so a urna bronchite de mo carcter,
diz tambera em carta :
a Minha rauiher acha-se perfeitamentc
restabelecida de sua gravo enfermidade
cora o uso do qualro vidros de Peitoral de
Cambar tendo antes experimentado, sern-
pre inutilmonte, talvez cincoenta remedios
diversos.
O Sr. Dvlfirn Jos Rodrigues, fnzendei-
ro em Santa Victoria, attesta o seguinte :
< Eu abaixo assignado attesto, a bem da
humeni lade, que urna filha minha, quo
soffria por mais de quatro anuos de athma
e outras molestias do peito foi radicalmente
curada pelo ranravilhoso Petoral de Cam-
bar do S Alvares de S. Soares, de
PelutaB.
O acreditado fazendeiro, residente
em I'aqui, Sr. Belizario Pereira de Athay-
de, em carts dirigida ao Sr. Antonio Dias
de F. Valle, diz:
Senda V. S. o sub-agente nesta ci-
dado do Peitoral de Cambar, dirijo lhe a
presante, nfim de attestar que, soffrendo
minha mulher ha rauitos annos de asthroa,
s agora, o com c uso do rct-rido medie 1-
rnento, ficou radicalmente turada.
K8 o que tambem attesta o Sr. Do-
min es de Jess Braz, negotiante em Ja-
gu.'irao :
< Eu .baixo assignado attesto que, sof
frendo dous filhos meus de bronchites, fi-
Cnram completamente curados com o co-
nhecido Veitoral de Cambar, descoberta
e pr.p.riigo do Sr. Alvares ce S. Soares,
de Pelo'as.
Muitissimos outros attestados e decl.ira
^B'O oncontram-se no folheto quo acompa-
nha cada frasco.
Uuieos agentes e depositarios geraes em
Pernarcbuto, Francisco M. da Silva A C
Ra do Mrquez de Olinda n. 23.
lina miren] escura encobre a
luz do sol da nossa existencia
A' incerteza da vida juntase o roysterio
tenebroso da raorte Em quanto que, por
um 1 parto, esse primeiro grito infantil que
nos annuncia que outro ser acabad unirse
nossa especie, inspira urna alegra profun
da, por outra parto trememos do espanto no
ouvir o bater horrival das azas do anjo ex-
'-Tramador A voz omnipotente da in-
fluencia suprema que governa o universo
decrctou nosso destino, a sentenga fatal foi
pronunciada c todos os homens estilo con-
dcranado8 a morrer !
Sera duvida alguraa, a morte inevita-
vel. Nao poiemos, porm, retrdala?
E' esta urna qae to quo seria de urna ira
portancia incalcula/el, ainda se tratasse s-
mente de ganhar urna hora de vida, pois,
animados d'esse sentiraento sublime que se
chama instincto, estamos sempre resolutos
a dar batalha cora um valor indomavcl ao
nosso inimigo mortal era favor Jo glorioso
privilegio da existencia Aquelle senti-
raento a voz espontanea da natureza, e o
nosso devor consiste em obedecer. Va-
mos, pois, a ver; possivel retardar a
morte ? Indubitavelraen'e o pois que.o
mundo est sujeito a certas leis, o quem
as cstuda convence se que n'ellas se com-
prehende a di(a poasibilidade.
Os que so achara dota 'os do valor e
juizo necessarios para se cobrirem cora o
escudo que a propria natureza lhes propor-
ciona para esto effeito, poderao repellir os
ataques incendiosos do inimigo da vida, at
que as faculdades vitaes vilo poaco a pou-
co em decadencia em urna velhice madura
e ditosa, e at quo o anno da luz ss lhes
aprsente com aspecto risonho e sera ter-
ror, par: os cunduzir, como n'araa visao
deliciosa, a csia regido resplanducentc que
brilha mais alm das trovas do sepulchro.
O destruidor toma diversas formas, mas
d a preferencia a de um inimigo moral que
devora actualmente as partes vitaes da so-
ciedado moderna. Martyrisou j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
aiz.
Que inimigo est ? Quer o leitor sa-
ber se c tambem victima da crueldade
deste tyranno ? Pergunte a si proprio se
atormantado por algum do3 symptomas
quo vamos enumerar: dores de cabeca,
das co?ta3 e das espaduas; falta de appe-
tite; aceumulajSo do urna lama viscosa
espesan e pegajosa em roda das gengivas o
dos dentes, sentindo-so simultneamente
um sabor desagradavel, especialmente pela
manila j tristeza o dcscahimento ac : pa-
nhades de soran6lencia ; urnas vezes a sen-
sacSo de urna carga pesada no estomago,
e outras, debilidades na bocea do mesmo
orgao, nao ha vendo satisfacio alguraa ero.
tomar alimento; aspecto tristonho e tur
amart-llcnta o'os olhos ; estado fri 1 pega-
joso dan mios e dos ps ; urna tosse secca
ao principio, acompauhada, porm, depois
de urna cxpec-oracilo de i-or esverdeada ;
cansado constante sera que o sorano pareca
proporcionar descan9o algum; enervac,o,
irritarao e mos presentimentos; deliquios
e vertigrns ao levantarse do repente ; pri-
80 de ventre; estalo secco, e veces, ar-
dento, da cutis ; cond9ao espessa o em-
botada do sangu", cscassez e cor muito
tinta da mina, que deposita um sedimento
depois de permanecer por algum tempo em
repouso; devolugilo frequente do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outras ve-
zes aigam tanto doce; palpitacSo do cora-
50; manchas apparentes nos olhos; e n~-
tavel prostracao e debilidade do paciente.
Todos estes symptomas costumam apre-
sentar se por seu turno. Acreditase que
quasi urna terga parte da nossa populacho
est affectada da dita enfermidade era al-
guma das suas variadas formas Como
regra geral, os mdicos se equivocam a
respeito da natureza desta doenja, cujo
verdaieiro norae dyspepsia ou ndigos-
tao; enfermidade quo se cura infallivcl
mente por meio do Xarope Curativo da
Mai Seigel. Este medicamento tem obtido
em ambos os hemispherios urna reputayao
justificada incontestavelmente por suas
grandes virtudes. Vende-se era todas as
bonicas, e pharma^ias e na casa dos pro-
prietarios, A J. Whit, (Limited), 35, Far.
ringdon Road, Londres, E. C, Inglaterra
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Dr, Affredo Gaspar
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Reairiencia Ba da Impcratriz n. 4, senada
aodar.
Dr. Barrete Sampaio, medico oeu-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wt-cker, d consultas de ineio dia s
3 horas da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 4 ra do BarSo da Victoria t ex-
cepto nos domingose dias s lotificados.
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Dr.- Coello Lete
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D consultas das 11 horas da manda' s 2 da
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telephone n. 449.
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N. 4. Todos os ue tm tomado a Emulso
de S.ott, reconhecem a sua superioridade
sobre os outros remedios empregados at
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fulas, rachitis, anemia e debilidade em ge-
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
tuintes silo raaravilhosas.
Olinda
LicOr depurativo vegetal Mr'.$
DO
Medito (limite..a
Este notabilissimo depurante que vero preendi-
Jo de tao grande fama infaJIivel na cura de tsdas
as doencas synhiticas, escrofulosas, rheumatica
e de pelle, coma tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagiaa agu-
das e chronicas, cancros sypbilitieos, inflamma
cies viseeraes, d'olhos, ou vides, garganta, intes-
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou qn.da
do ''abollo, e as doencas determinadas per satu
rac3" mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
encentran) numerosas exp ;rieneias feitas com est-
especifico nos hospitaes publicos e muitos attesta-
dos de mdicos c documentos particulares. Faz-si
descont para revender.
Deposito em casa de Fai ia Subrinhs & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 4.
Oculista
:^^&
Dr. Mattos Barreto, ex ebefe da elim
ca de olh> do l'r. Moura Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e re-
di.o aggregado do opital
desta cidade.
Consultorio, ra do Impera ior
andar, das 12 s 3 hiras da taHe.
Residencia, Can<:nbo Novo o. 159.
As opeacoes sao feitaa sem dor,
meio da cocana.
Consultas e operaces, gratis aos
brea
neiro e m-'- 1
Pedro II <
orn. 65, 1-
por
po
Udlal n. 9
O administrador do Coosuludo Proviacial faz
publico a quem interessar possa, que na fraa*
do respectivo regulamcnto ser effeetuado por
esta repartirlo, no espaco de 30 das uteis, con-
tados da data deste, a cobranza, indi-peudente de
salta, dos impostos de decima urbaua e 25 0(8
sobre a renda dos brns de raz, pertencentcs i
corporaces de m&o morta, relativos ao 1- semes-
tre do ex.reieio de 1886 87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 1 de
Dezembro de 1886.
F. A. de Carvalho Moura.
1* seccao.Secretaria da polica de Pernsnt
buco, 10 de Dezembro de 1886 N. 5467.
Por esta reparticao e de ordein do Illm. Sr. Dr.
chefe de pslicia, sj convida aos senhores dos c-
rravoa, abaixo mencionados, a vir ou mandareai a
iSta repartir;!) reclamar a entrega dos mismos
escravos dentro do praso d' 15 dias, que lhe fi"a
mareado, sob pena dw ser a ditos escravjs con-
siderados abandonados :
Victorio, de FranriseD Antonio de Oliveira ; P*e-
lippe, do Baro d-- Guiar ; Ceario, de HenHque
Paes Brreto ; Clemente, de Antonio Fragoso de
Mello, e Vicente TargHo de Souza, de J0J0 Ro-
Drigue3 de Soaza.
Secretaria de poliiia de Pernambuco,. 10 de
Dezembro de 1886. Pelo secretario,
Francisco G. da Silva Barros.
1* seccao.Secretaria da pilicia de Perna.n-
b 1C.>, 10 de Dezembro de 1886.N. 5172
O Dr. rhete de palia* dapnvincia, atfendendo
a requisir;ao do chefe de polica da provincia de
^ergip, em ;ffi.io de 30 de Novembro uitim
m~iiil faz r publico o seguinte edital :
Pela secretaria da polhia de Sjrgip'! convida-
se aos h rde ros de Antonii I-aurind), do t*rmo
de S. Miguel da provincia das Alagoas, e a Joao
Francisco de Azevedo, morador na villa do Alti-
11I10 da provincia de Pernambu?o, a reclamar d> u-
trido uraso de 60 dias, a contar do da 22 de
S vembro ultimo, os escravos Joao a Manoel que
se acham reoihidos casa de prisao da mesma
capital, sob pena de nao o faz-nd j serem os ditos
eseraves postos em liberdade.
Seere'ana da polica de Pernambuco, 10 d-
Dezembro de 1886. Pelo secretario,
Fr*neisco G. da Silva Barros.
Dr. Joao Paulo
UEDICO
Especialista em partos, molestias de senhora3 e
de enancas, com pratca as principaea inatrni -
dades e hospitaes de Paris e de Vieana d'Auaira,
faz todas as operaces obsttricas e cirurgicas
coneernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra di B*ra> da
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Consultas das 12 s 3 horas is tarde.
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Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
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Residencia roa da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
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Especialidadesfebres, molestias das
criancas, dos orgaos respiratorio das
senbora s.
Prcsta-se a qualquer chamado para
or d'i capital.
Diversr.s pessoas que n2o podem ser in-
diferentes &i gr.indezas q te aioda restara,
etsbcra em estado de ruinas, nesta cidade,
reuniram-se na casa da residencia do Exra.
e Rvm. Sr. conego 1 r. Luiz Francisco
de Araujo, para o fim de combinarem nos
meios de reparar o uagestoso templo de
N. S. do Caro hoje t3o arruinado.
Escudados o reparos e senciars pelo in
tclligente o pratico engenheiro architecto,
Dr. A. Pereira SimSes. que de boa von-
tade a ioto se prestou, 6 est prompto a
dirigir a parlo tehnica do trabalho, foram
eleitas duas commiasSes : urna geral, con
posta do Dr. H. S. Tavares de Vascon-
cellos, presidente, tenente Manoel J. de
Castro Viilela, secretario, padre Julio Ma-
ra do Reg Barros', thosoureiro ; e oulra
da estillas, composta do desenibargadcr
Jo2o Francisco da SiUa Braga, presiden
te, Antonio Eitevao de Oliveira, se refe-
ri, fnnrgo Manoel Joao Gomes, e conrgo
Dr. Joaquim Graciano de Araujo.
As co.i)iniss5fs trabalhara com. esfuic,o
para obter os recursos necessarios efftv -
tividade do intento, quo emprebenderarr e
de esperar qu3 encontrera apiio e a: i
macao da p^rte do todos aqaellcs, eos
quacs re-cor erem para fim t3.o piedoso.
Ncs?e sentido vao dirigir circulares.
Leonor Porto
lina do Imperador ni.
Primeiro andar
Cnitiii.i a exocatar os mi
Hsnrnss r.cebid is de Londr
Lhttaa a Rio de Janeiro.
Prima, em perfcicJlode costura,
viJinle, modicidade em precos
gosto. ^^L
1}
!
i
AVISO
Todos rg chamad >s devem ser dingi*
dos pharmacia do Dr. Sabino, roa do
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
a residencia.
"""TcWiTl'
HBDIl'O
Tem o seu escriptorio a ra Duque de Ca-
as n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, o destt
hora em diante em sua residencia ra da Bas-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e crianras, telephone n. 326.
(taitfa
Dr. Ferrera da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Tonsultorio medieo-
eirurgieo
0 Dr Castro Jess, contando mais de 12 ann ie escrupulosa observacao, reabre consultorio or*
ta cidade, ra do Bom Jess (aotiga da Crin
n. 23, 1. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
as dentis horas da noite ser encentrado ei
titio a traveaea dos Remedios n. 7, primeiro por
tao esquerda, alm do portao do Dr. C isine.
[DrTPauta Lopes
De volta de sua viagem Europa, re-)
r abri seu consultorio ra do Marquia le .
\ Olinda n. 1.. |
Especialidades Melestias de creancec e 1
1 nervosas.
Tratamentos pela ek'etriedade (Electro
ftberapia)
Consultae : De I hora s 4 da larde.
Res'dtncia : Roa da Soledade n. 56.
Teleptaoniea na. 95 o i:*
Arsenal de Gacrra
A commisao de compris deste Arsnnal precisa
para o 1" semestre de 1887, na forma dos arta. '5
e 96 do regulamcnto de 19 de Outubro de 1872, >
teguinte :
Costados de amarello, louro, po carga e sicupir*,
um.
Crstalinhos do amarello, louro, po carga e aicu-
ira, um
Enctia.nis de madeira e qualidade, um. '
Pranchoes de piobo diversos, um.
Praneh-s de amarello, sicupira e po carg, uai-
l'aboas de po carga de soalbo de pollegada oe
grosfura de 3/4, duzia.
Tai as de I uro das mesmas dimeoses, dem.
Uitis de pnho da Suecia dem, dem, dem.
Ditas de dito americano, p.
Ditas de dito de resina de differentea grossuras,
metros.
rame de lata kilog.
Dito Je cobre, dem.
Dito de ferro, idem.
Ast fundido qoadrado de diversas grossuras, dem.
Dito dito sexttvado de diversas grossuras, idem.
Dito batido em barras de diversas larguras, idem
Dito de vaieta, idem.
Arcos de ferros de diversas dimenses, idem.
Cobre em lencol, idem.
Chumbo 1 m iencol, dem.
Estsiilio em verguinbas, idem.
Litao em len?ol, idem.
Ferro inglrz redondo de diversas dimensos, dem.
Dito dito quidrado ideal, idem, dem.
Dito dito em barias i le ti, dem, idem.
Dito em lencol de dfiFerentes numero?, idem.
Forro sueco em barras de differentes dimenaoeg,
dem. *
Dit3 dito quadrado dem, idem, Hem.
Dito de cantonera dem, idem, dem.
Dito de varauda, idem.
Zmeo em lencol, dem.
Cadinho de lapis de differentes nmeros, um.
Limas triangulares mursas de 12 a J6 ccntioi-
tios, duzia.
Martelloa com cabos, de differentes tamanhis, um.
Serrotes de p'nta, sonidos, idem.
ierras braQaes, idem.
Tomos de mao de diSerentes tamanhos, idem.
Alvaiade de zinco, kilog.
'Azul ultr?mar, idem.
Amarello fraucez, idem.
Colla da Buhia. atea.
Dita branca, dem.
Ci, idem.
>lco de linhaca, idem.
Acre, idem.
Acre de arruda, idem.
Prussiato amarello, idem.
Terra de Sienne, idem.
Secante feses de ouro, idem.
Dito bianco, idem.
Tincal, idem.
Verde chromo, idem.
Dito francez, idem.
Zareo, idem.
Brochas cu pinceis de differentes nmeros pira
pintar, urna.
Veru iz copal, k'lng. _
Bandeira Imperial de fillle com 2, 3, 4 5, 6, 1 e
8 pannos, urna.
Cabo de linho no, peca.
Azeite de carrapato, litro.
Dito de coco, id- m.
Areia de moldar, barrica.
Agua-raz, kilog.
Crvao de pedra para forja, dem.
l);to de Ceke, idem.
Usa de diversos nmeros, folha.
L\b> de linho branco, kilog.
Ditu da dito alea'roado, idem.
Eiisud8 ercabadas, uuia.
Esp'rito de vioh >, litro.
Fio de algodao, kilog.
Oto de vela, idem.
f mina arbica em caroco. idem.
D.tn lacea, idem.
Lisa esmeril, filha.
Machado encabado, um.
Ps, urna.
-v.ho, kilog.
T.jolo para limpar faoas, um.
Velss de carnauba, urna.
Vaesi ura de piassava chapa la, urna.
Dita de dita para limpar vasilhame, un,*.
Dita de timb ou mate, urna.
Cr-vos de ferro sonidos, milheiro.
) bradicsi de ferro, d- cruz, de differentes tama-
nn>', par.
!).t;i quadrada, idem.
Dita de lato, par.
Pechadora de ferro pira gaveta e armario, e


f


V

I -.*:* .'*.,-'

Diario de Per Bambuco---Domingo 12 de Dczcmbro de 13E6
Ditas de dito, diversas pura portal, ama.
Dita de Jato |>ara gaveta e armario, urna.
Ferolhos pedreiroa de diversos tamaahoa, am.
Dito dito de lati de di viraos tamandoa, dem.
Parafusos de ferro para madeira, de diferentes
pollegadas, nm.
toa Dito de lato, de differentej pollegadas, am.
Piegos francesies dem, dem, kilog.
Dito do Porto, de dilferentes qualidades, tnt-
Iheiro.
Bomba de rapuzo ns. 1, 2 e 3, uaj.
Croo de chumbo para encauamento, de 1, 1 1/4 e
2 pollegada, kilog.
Palha de junco na. 1, 2 < 3, idem.
Botdes grandes de metal branco, prateados, um.
Ditos pequeos, idem, idem, idem, um.
Ditos grandes de racial .marello, am.
Ditos pequenoa, idem, idem, um.
Ditos grandes de osao preto para blusas, um.
Ditas pequeos, idem, idem, pura ditas, um.
Dito* ditos de oaso branco, para calcas e cami-
sas, am.
Ditos ditos de dito brancos e pretos para farda-
mento de officaes, um.
Ditos grandes e pequeos (finos) de madeira para
capotes, um.
olchtes pretos, par.
Ditos para cs de calcas, idem.
Botods de madreperola, dusia.
Cordo de la encarnada para vivos, metro.
Dito de algodao idem pira ditos, idem.
Dito do la branca para ditas, idem.
Dita de algoiaj branco para ditas, idam.
Gordas pequeas douradas, urna.
Fivellas grandes e p 'quenas, brancas c pretaa
pira arreiatae, urna.
Sola para gola em tira* de 1'".03 de largura,
urna,
rrauca de l para corneteiro, metro.
Arithin -tica por Castro Nones, urna.
Cartas de ABC, cento.
Crayons para pedra, duzia.
Compendios de arithmetica por Castro Nunes,
um.
Ditos de geometra por Abilio, um.
Esponjas para pedras, em podacos, grammas.
Gz, kilog.
Compendio de doutrioa chrsta por Castro Nu-
nea, um.
Hiatoria do Brasil por Salvador, urna.
Livro de 1* leitura. um.
Dito de 2' dita, um.
Dito de 3' dita, um.
Dito do ayatema mtrico, um.
Taboadaa, ceuto.
Grammmatica portuguesa, urna.
Normas para escripia i, coUcc^ao.
Pedraa p.ra coutas, una.
O lorneciraeuto doa artigoa ucim i ser Lito por
pedidos paruiara, conforme aa exigencias do ser-
vico, devendo ael-o de prompto.
Prevlne-se que nao serio tomadas em conside-
.-acaj aa propoatas que nao forem feitas na forma
do art. 64 do Regulainento cima, em duplicata,
com referencia a um t artigo, mencionando o
uoine do prupou ute, a nlicacao da casi com -
marcial, o prego de cada artigo, o numero e marea
las amostras, e finalmente declarado expressa
. sujeitar-se "a multa de cinco por cento, no caso
Ib recusa, asignar o respectivo contracto, e as
demais de que tratam os arta. 87 e f8 Jill gula-
ment em vigor, devendo ditas propostas < amos-
tras ser a presenta las Mata secretaria s 11 horas
ia manh do dia 16 do correte.
Secretaria do Arsenal de (i ierra de Pernam-
buco, 11 de Desembro Je 1886.
O secretario,
Jos Franasco Ribeiro Machado.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. 8r. inspector desta reparti-
lo, faco publico que no dia 13 do corrate mez,
paga-te a classe de 2 entraa a de profettoret,
relativamente aos veneimentos do mex de Ootubro
prximo passado.
Pagador ia do Thesouro Provincial de Pernam-
uco, em 11 de Dezembro de 1886.
O escrivio da despeta,
Sil vino A. Rodrigues.
Recebedoria de rendas geres
SSNo dia 20 do corrente mes, finda-se o praso
para o pagamento dos impostos de industrias e
profissoes, predial, taza de es ravos, do exercicio
de 1885-188$, com a malta de 6 0(0, depoit do
que ser pago com a multa de 10 0|0, seguindo-te
a cobra rica executiva.
Recife, 1 de Dexembro de 1886.
Os recebedores,
Joaquim Hugolino da Silva Fragoso.
Manoel G. Ferreira da Silva Jnior.
M PioFort&H
Faco publico que as sesaoca ordinarias da di -
rectora terio lugar s quartaa leiras uteis de
cada semana, s 6 horas da (arde.
Secretaria, 10 de Dexembro de 1886.
Fraderico Costa,
l> secretario.
Circular n. 27
TiiiMiurara de Patenda de Per-
nambnco, O de Oeiembro
de 1SS
O contador, servindo de inspector, de confor-
midade com o oficio da presidencia da provincia,
de 30 d Noveuibro proxiin. fiudo, e para com -
pri.-nento do aviso circular do Ministerio da Agri-
cultura, Commercio e Obras Publicas, de 15 do
inesmo mex, determina aos seuhores collectores
geraes da provincia que remettam, no mais rurto
praso possivel, as relacoes dos escravos anligts
que, por ttrem attiogido a ida le di 60 annos. tm
pastado coudi;at de libertos, na forma da le n.
3270, de 28 de Setetnbro ultimo ; o que devcri
cumprir sob as pen.s da lei.
Outrosim, determiua aos mesuios senhores col
lectores q'ie remettam com tola urgencia os es
etarecimentos necessarios, para que esta tbesou-
raria fique habilitada a cumprir segunda parre
do citado ofiicio da presidencia, remetteudo urna
relitcao dos municipios desta provincia, com de-
clararlo dos qm se ach un, para o effeito da ma
tricula de escravos, deblixo da jurisdieco de
urna 9 estaco fiscal, afim de evitart'in-se quaea
quer lacunaa na orgauisacao dos dados estatisticos
relativos quelles libertos.
Mainel Anttuio Cnrdoso.
A Gl.\ do Sup.*. Arch.\
do Un.*.
Loja Coceiliacaj. ao v.l da ra do Cabug
Convido os [Ir.*, a comparecerem segunda-
feira 13 do corrente, i 6 horas da tarde, afim de
se proceder as cleices.
Recife, 10 de Dexembro de 1886.
Fiei Caneca 3. .
Secret .
Sociedade Ailianfa
De ordem do presidente desta sociedade, sao
envidad.s todos os socios pira r.s 6 horas da
tarde do di 13 do orreote reoniprn-se no lujar
do eos(ume ? proceder se a ejeico dos novos func-
ionarios que devem adminstrala no anno de
1887 a 1888.
Rccife, 10 de Dexembro de 1886.
O secretario,
Jos Joaquim D. do Reg Judior
ma casa de Misericordia do
Recife
A Illina. junta administrativa desta Santa Casa
contrata, com queni uiclhi res vantagens offerecer,
o fornecimento dos gneros abaix mencionad s
para ot cstab leci neiit- 8 pios, argo da mesina.
durante o trimestre de Janeiro Marco de 1887,
! devendo as propostas serem apresentadas em car-
j tas techadks, devidamente selladas, at s 3 h ras
i da tarde do dia 14 de Dezembro corrente, aujei-
De ordem de irmo juiz, declaro que no dia 14 fando-se os proponentes urna multa de 5 % so
do corrente mex, pelas 5 horas da tarde, deve ser j bre o total do Lrncciuieuto, Sr no praso-de tres
impoasada a nova meta regedora da irmandade .' das n*o comparecer ua Secretaria da Santa Casa,
Jas Almas do Recife, de conformidade com o des- afim de asignar os respectivos contractos :
pacho do Sr. Dr. provedor de ^apellas ; pelo que Aletria, kilo,
rodos osmembrjs da mesa actual e da futura de- ; Arroz, dem.
em comparecer no respectivo consistorio, hora
ucim i indicada.
O esc i i vio,
J. Alvts Cavalcante.
G. R.JF.
Gremio Recreativo Familiar
Poasu da directora
Pelo presente cenvido a t-dos os socios a cem-
varecerem em nosaa sede rja de Marciiio Das
x 91, no domingo 12 do corrente, s 6 hiraa da
arde, afim de reunido em ses9o extraordinaria
((armes posse nova diroctoria.
Secretaria do Gremi > Recreativo Familiar, 10
Je Dexembro de 18860 2o secretario,
Antonio Rapbael Aives da Costa.
"irmandade
DAS
Almas do Recife
S. R. J
Sociedade Recreativa Juventude
D* ordem do Sr. presidente, convido aos socios
que te matricularan! no curso musical, a compa-
recerem na sede da sociedade domng) 12 do cor-
rente, s 5 horas da tarde, para se tratar da or -
^ansaco do cnstuo do mesmo curso.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventude,
10 de Dexembro de 1886.
Jos de Medices,
2o secretario
Araruta, dem.
Agurdente, litro.
: Azeite de oliveira, idem.
! Assucar de 1, 2" c 3* sorte e turbinado, kilo.
: Baca bao, id- m.
i Banha de porco, idem.
Batatas, dem.
| Cb, lirssoii, dem.
j Dito preto, idem.
, Caf em grao, idem.
i Carne secca, idem.
| Ceblas, cento.
Faruba d mandioca da trra, litre*.
Feijao, idem.
Furvllo, sacca.
Fumo do Rio, kilo.
Qaz, lata.
Dito inexplusivo, dem.
Mlho, kilo.
Man triga franeexa, idem.
Potassa, idem.
Rap, idem.
Pao e bolachas para o Recife, idem.
Dito para linda, idem.
Sal, litro.
Sabao, kilo.
Tapioca, idem.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Ditaa stearinas. masso.
Vinagre, litros.
Vinho, tinto, idem.
Dito branco, idem.
Viubo do Porto, idem.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recife, 9 de Dexembro de 1886.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souta.
Arsenal de (uerra
O conselho econmico das companhias de apren-
dizes artfices e operarios militares, precita con-
tractar pa- a o 1 semestre do anno vindouro de
1887, c-sartigos seguintee :
Assucar branco retinado de 1 sorte, kilogramma.
Assucar m-seaviuho refinado, idem.
Al-lra, dem.
Arroz, idem
Azeite doce, litro.
Bolachioha de araruta, kilogramma.
Bolachas, idem.
Bacalbo, idem.
Cha bysson, idem.
Caf em grito, idem.
Carne de Xarque, idem.
Carne verde, dem-
Carvio v.-geial, bbrriea.
Doce de golaba, kilogramma.
Farinha de mandioca, litro.
Fejo mulatioho, id' m.
Frucias (laranjas ou bananas), urna.
Frango, um.
Galliuha, urna.
Leu ha secca, de boa qualdade, acha.
Mantega ingleza, kilogramma.
Dita iranceza, idem.
Marmellada, idem.
Macarra, ijem.
Queijo flimengo, nm.
Sal, litro.
Toucinho, kilogramma.
Vinho do Porto, garrafa.
Vinagre de Lisboa, lit o.
Verduras.
Pues de 15') grammas, kilogramma.
Ditos dc> 125 ditas, idem.
Graxa para sapatos, lata.
Esc .va para d-;r lustro, urna.
Sabao, kilogramma.
Vrllns de spermacete, libra.
'Jorres de cabellos
S-patos de couro de bezerro ip.rs).
Cbinelles de curo 'tranco para a euiermaria
(pares).
Meias de algodo (pires), 50.
Lenc-is de chita (pequen >-1, 50.
Lavagera e eogommhd) de blusas d_- brm ou
fardetas, culpas de brm brauco, ditas de dito par
do, lavagem c concert de camisas brancas de al-,
gooaosinbo, camisolas de brm pudo,ditas de dito
braDco, pura a enfermara, cale, is do brm pardo
ceroulas, cobertas de chita, cobertores de l, fro-
nhar, leccoes, lencos, luvas (pares), meias (pares),
toalhas de mesa, ditas de rsto, ditas de mo e
barretes.
6 poder c;uc -rr.r aos fornecimcutoB annun-
ciados p lo eoott-lbo quem b-blitar se previa-
mente, oxhibndo um r-qu riin'iito dirigido ao
mesmo conseibo, d. cuntento que prove baver pago
cerno negocMnte estabelecido, o impotto de casa
cominercial relativo ao ulti-n i semestre ven-
cido.
Oj proponentes devero apresentar suas pro-
postas nesta secritaria at s 11 horas da rnanb
do dia 13 do corrente, sendo taes propostas em
duplicis, em cartas fechadas, com decl&racjto
expressa de sujeitar se s seguintes condicoes :
1' No caso de nao issi narcm o contracto pa-
gmrioa multa de des por cento.
2* Send > recusado pela commisso oa gneros
contractadss, maniar-ae-ha outprar pslo pnco
do mercado, fieamlo o contractante obriga Jo a in
demn:sar, isto at tres vexes, dcp-iia do que fijar
resecudido o contracto, pagando o contractante a
multa de 200;000.
Todos os gneros devero aer de prmera qual-
dade.
Secreraria do Arsenal de Guerra d3 Pernam-
buco, iui 6 de Dezembro Je Xi^.
O secretario,
Jos Francisco Ribeiro Michado.
sLondoo and lirasilian Ha
Limited
Hu do Commerci? n. 32
t'ac'a por todos os vapores sobre as ua
do mesmo anco em Portugal, sendo
fm Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Ingleze.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
C'ompanhla rhcnls Per-
nambucana
Kuado Commercio n.
8
Cmur de seguros FiAelitt,
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N.
Segnrosi marUstaiua e rreatrea
Ne=tes ultimo a anica compinhia nesta praea
que concede aos Srs. scguradis isempciode paga
ment de premio em cada stimo anno, o qcs
equivale ao dev-onto de coros. Ss 15 por cento em
avor dos sepntidos.
COMPANTOA
Imperial
DE
Eei'ROS contra FOCiO
E8T: 1803
Edificios e mereadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
fta. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS 4 C.
N. *>Ra do CommercioN. 5
COMI'A^IIIA JBMB SKUIKOS
VORTHERX
de liOndrca e Aberdeen
Poncuu llnniut'irn (Decembro 188S)
Capital oubsciipto
Fundos accumulados
Becelta nmuinl i
Di premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
3.000.000
3.134,34o1
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John. H- Boxwell
BIJA COMMKUIIOCIQ ^.18 1 AND4H
5E@1RQ#
CONTRA FOGO
fhe Liverpool & London i Glob
IKSURRAINCE G0HP4NY
H
COSTRA FOCiO
\orlb Brilish & Mercantiie
CAPITAL
c.-ooo.ooo de libras sterlioas
A O EN 1 ES
Adomson Howic&C.
COMMERCIO
Hoisa commercial de Pernam-
baeo
Km, 11 DE DEZEMBRO VE 188.
Aa tres Loras ca tarde
'j!at.et jjiciacs
Ka hora da i-oUa
Jffereceram Vender Coiprar
53 ac;5ea da compaahia do
'iebtribe a 155* 150*
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lcmoa,
3ENMMNTOS PBLICOS
H.i d Deambro de 1886
ALr'ANDEGA
J. 1 a 10 3OO.986089
-.xa di 11 3.839598
.*aijA raoviacib
Do 1 a 10
.oii au 11
48.865.0J8
6:i40.012
336;825U7
escala nc dia 10 do corrente e consignad,) Cum-
panhia Pernambucana, manifestou :'
Assucar 120 saceos a Joaqnim da Silva Car -
neito.
A^uardcnt j 24 pipas a Maia Rezeude.
Mih 00 lacees a H. Nuesch i C.
Pelles 4 atadas aos mesmos, 8 a H. lotzenbaek
i C.
I'hut.o de algodao 50 fard,os a F. I. Pinto Qu-
maraes & C.
Logre portuguez Mario, entrado daJBahia no
da 10 do crrante e consignado a Amorim Irmes
& C, manifestou :
Azeite de palma 12 banit a Baltar Irotoa &
V.
Barricss vaziaa 1058 ordem.
Vapor inglez Elbe, entrado doa porloa da Eu-
ropa no dia 10 dj corrente e coujigna Jj a .Vdam-
son H--wie & C, mauifestea :
Agua mineral 5 caixas ordem.
Amostriis 36 voluntes ordem.
600
me as caixas a Salzer Kauffmaon
-------- 54:205 5020
Tcal
^scasaDoaiADe 1 a 10
'eo d-j 11
.\-MBCLAO0 i'BOVIMCUI. D 1
dem .a 10
391:730^687
17:316782
3.004^795
a 10
^BOlT DtUVBAOB U l a 10
Tdem d-, 11
20.2157
12:414*565
3:436991
15:851*558
2:720>4O8
*
2:720^408
-LTERACO da pauta ___
Pia a semana -le 6 a 18 de.Dezembio de 1886
laucar branco, 122 rs. o kilo.
Assucar mascava io i6 rs. o kilo.
Assucar refinado, l'/Jrs. o.kilo.
Alfima-sa oe Peruawbuco, 11 de Dez-mbr de
886.
Os conferentes,
T. A. R. Zanay.
A. de A. Marques.
DE8PAGHOS DE 1MPORTACAO
Vapor naciouul Juguaribe entrado de Arac -j c
Batatas
t C.
C-jnfecces 2 caixas a R. King.
Chpeos 1 caixj a J. J. Samarcos, 1 ordem
Chi 20 grades a Domingos Cruz & C, 6 or
deui, 5 a Luiz Antunij Sequeira.
Calcados 2 caixes a Fcrrcru Barbata & C.
C gnac 5 caixas ordem.
Peiragens 6 voluntes Res & Santos.
Mercaduras diversas 1 volunte a Woodford, 5
orJ-ut, 1 a Hutchnson, 1 a E. Feotn, 1 a Har-
dmg, 1 a R. J. Gil, 1 a Ilille, 2 a Cuhsn, 5 Com-
paubia do Beberib 2 a VVeslern Brasilian Tele-
graph, 1 a Manoel Collaco t C, 2 a Gomes de
Malt-s Irroiios, 2 a F. Laori & C, 1 a Manoel da
Cunha Ljb:.
Objectos para esenptoro 1 caixa a Saundres
Brothers i C, 1 a J. A. Thom, 1 a J. F. Maekin-
tost'b.
Presuntas 6 caixas a Carvalbo C, 3 a J. Fer-
nandes Lima 4 C, 1 a Dootingos Ferreira da Sil-
va Si C, 1 a J. Fernandcs de Almeida.
Provuoes 26 volumef ordem.
Papel 32 voluntes a Manoel J. G. Braga, 2 cai-
xas ordem.
Queij >s 10 caixas a Ferreira RjJnguea & G,
24 a J. B, de C.rvallu, 38a Risa &, Querot, 8 a
Guimarles Rtebn & C, 14 a Domingos Ferreira
da silva e-C. 13 a Joao Fer.-tandes de Almeida,
82 ..rder-, 10 a Fernandes da Costa t C, 43 a
M. J. Carlos Cardos i, 7 Albeiro Oliveira.
R-jupa 3 caixas a J. Regby.
Bacana de papel 2 fardos a F. Manoel da Silva
& C.
Sal refinado 10 ciixts a Carvalbo & C.
Tecidos dv, rsos 227 voluntes ordem, 2 a A.
Amorim & C 4 a A. Lppcs & C, 6 a Goncalves
lrmo & C, 5 a L- Mia & C, 39 a Luiz Antonio
Sequeira, 5 a J. Macedo, 41 a Machado & Pereira,
2 a A. Saut. i C, 3 a A. de Brito i C, 3 a A.
Guimarca & C, 1 a B. Mam d C.
Typ^s 27 caixis a Mantel F. dj Para & Filhoi
Tia:^s 31 valuatcs i o.dem.
VeUa D vj!um?s orim, 5 a J. Fernandes de
Almeida.
OK'UHOS OE KXHUKTAC'AU
Ex 10 de Dezembro de 1836
Para o exterior
Na barca ingleza J. B. D, carregaram :
Para Liverpool, Borstelcnanu ft C. 500 fardos
com 37,441 kilos de algodao.
Na barca norueguense Sal, carregaram ;
Para Liverpool, S. Brothers & C. 67 saecna
ctm 6925 kilos de algodao.
Na barca norceguense Diix, carrgou :
Para New-Y rk, M. J. da Rtcha 1,000 ssicos
com 75,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca norueguense Aeolits, carregaram
Para New-Yoik, Julio & Irmao ,000 saceos
com 150,000 kilos de assucar mascavado ; H
Forster&C. 1,'.O saceos com 90,0b0 kilos de
assucar masen vade.
N'j ls-ir inglez UIsler, Carregaram :
P.ra New Y ik, 11. Furttcr & C. 1,000 saceos
com 75,0 JO kilos de assucar mascavado.
Na barca americana Batrice, carregaram:
Para N>w-York, Julio & Irmo 2,000 sacos
com 150,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor americano Advance, carrgou:
Para New-Y i k, H. Stolzeubaeh 18,000 ps-llet
de cabra.
No brigue norueguense Vaarbud, carrega-
ram :
Para Mont-viJi, Am riin Irmaos b C. 325
voluntes c,m 29,913 kilos de assucar branco.
Para o interior
No ljrai sueco Henry. carregaram :
Para Santos, H Burle 4 | 3,000 taceos com
180,000 kilos de assucar branco e 3,000 ditos com
180,000 ditos de dito mascavado.
No patacho diuautii-q'iez Amor, carrega-
ram :
Para o Rit Grande do Sul, F. Cascio & Filho
1,500 sacco3.com 114,500 kilos de assucar masca-
vado.
No patacho alleuto D. Pedro, carregaram :
Para i Rio Grande do Sul, V. T. Coimbra 75
voluntes c.m 6.577 1(2 kilos de assucar branco e
50 barricas com 5,595 1(2 ditos ue dito masca-
vado.
Para Porto-Alegre, P. Crneiro & C. 100 saceos
com 7,500 kilos de assucar b-anco.
No vapor nacional Principe do Grao Para,
carregaram :
Para a Babia, Autorim Innos & C. 150 volu-
ntes com 15,'J81 kilo) dj assucar branco e 50
barricas com 5 875 ditos de dito mascavado.
No vapor americano Advance, carregaram :
Para o Para, Amorim Luaos <5t C. 4 pipas com
1,920 litros de agurdente ; J. M. Das 25 bar-
ricas com 16,389 kiljs dCatsucar branco.
Para Maraoho, F. A. de Aaevedo 15 barricas
com 1,618 kilos de assuo.r branco.
No hate nacional Aurora, carregaram :
Para Mostor, Rodrigues Lima & C. 20 barricas
cjm 2,J5 1|2 kiloa de assucar branco; F. del
Sousa Martina 10 naceos com 750 k'-loa de assucar1
braneo ; F. P. Lima 2 barricas com 120 kilos da
assucar braao.
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelcida em t*&3
CAPITAL 1,000:00
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Hariliinos..... M.0:000$000
Terrestres,. oi6:000$000
ASRa do < o ni me re o -
Estrada de ferro de
Kibeirar Bonito
De ordem da directora sao convidados os se-
oh res accieuistas a r colherem no London & Bra
silian Bank, no praso de 60 di48, a contar de
boje, a terecira entrada de 10% do valor nomi-
nal de suas accoea-
No eacrptoro da empresa scrao distribuidas
pelos seuhores accionistas as suas accoes, median-
te a exhibico das caettellas dos recolhimeuros da
1*, 2* e 3 entradas Recife, 5 de Novembro de
1836.O gerente,
Hypjlito V. Pedernciras.
stallado na pra$a da
Concordia n. 9, conser-
vando -se aberto das 7
horas da man ha s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
truc^es e reconstruc-
Qes.
Recebe-se informa-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmoescripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da otaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
Companhia.
THEATRO
santo am
Domingo, 13 de Dezembro
BESETICIO DA ACTRIZ
Edelvira (te Lima
Depois ^ue a oreheslra d njida pelo professor
Antonio Martina tiver ex cubado urna linda ouver-
tura, subir acea a ci media drama em 3 actos,
intitulada
Marido, Mulhcr e Sagra
Em sejuida representar sc-h a comedia em 1
acto
O Typo Brasileiro
Tcrmiaiir .. e-tpeetaculo c >tn a sempre nppl.m-
dida comed.'a em 1 acto, ornada de msica
Tonam paite neote espectculo as ac-tizcs Edel-
vira, Lint, Felismina, Mi i: a, os artistas Lyra,
Augusto Peres, Pacheco e os amadores Jayme,
Liuo e Souza.
Principiar as 812 horas.
CHARfElRS REUNS
Companhia Franceza de .\avega-
eo a Vapor
Liuha quinzenal entre o Havre, Lia-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
San toa
Steamer Tille je Pernambaeo
E' esperado da Europa
n> dia 22 de Dexembro, se-
gumdo depois da indispen-
savei demora para a Ha-
bla. Hlo tle Janeiro
e Hamo.
Koga-se aos Srs. imporradores de carga p?los
vapores desta Iinha,queiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvarengu, yauJ-
quer reclamacao concernente a volumes, quo po-
ventura tenham seguido para os portos do sul,arjm
de ae poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabiiisa por extravios.
lccebe carga, encommendas e passageirps par *
os quaes tem excellentes accomoda^oes.
Aupslo F.de Oiveira & C
46 RIJA DO COMMERTO -46
CompL.':a llralleira de n ve
ai;o a Vapor
PORTOS DO NORTE
vapor Pernambuco
Commandante o capitao de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do sut
at o dia 17 de Dezembro, e
seguir depois da demora in-
dspensavel, para os portos
do norte at .Vlanos.
Para carga, passagens, encommendas o valores
tracta-sc na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante o Io tenen'e Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos ^rtos do
norte ate o dia de 11 Dezem-
bro e depois da demora in-
dispcnsavel, seguir para
I os f.-toa do sul.
Recebe tambem crga para -'anta Catharina,
Grande di Su!, Pelotas e Porto Alegre,trete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trat-se na agencia ,
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
rE-sDoaamonranucni
DaDipschnTabrts-Gesellschafl
O vapor Rio
martimos
Pacific Sicam NavigaonCoiapany
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
Paquete Patagonia
Companhia de EdiGcacAes
O escriptorio desta
companhi; acha-se in-
No hiate nacin;. D. Antonia, carregaram
Para Aracaty, P. Alves & G 206 volumes com
13,115 kiloa de as^uexr branco ; Rodrigues Lima
& C. 10 barricas c.m 1,113 1|2 kiloa de assucar
branco.
No hiate nacona I Adelina, carrgou :
Para Macfto, F. de Souz Martins 1 barrica com
60 kilos de assucar retinado e 2 ditas com 150
ditos de dito branco.
Na barcaca Lindo Paquete, carregoa :
Para Parahyba, J. Baptista 10J saceos oin
farinha de mandioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 11
Rio-GrandedoSul 22 dia1*, escuna norue-
guense Orlando, de 75 toneladas, eapitSo
T. Aarsvold,, equipagem 5, era lastro,
a Amorim Irmaos & C.
Terra-Nova 38 dias, lugar inglez Mennie,
de 163 toneladas, capitao W. Muleahy,
equipagem 8, carga bacalbo; a Saun-
dres Brothers & C.
Navios saludos no mesmo dia
Porto-AlegrePatacbo nacional Sol, capi-
tao Antonio Joaquim Fernn es, carga
assucar.
Rio Grande do Norte Lugar inglez Voya-
geur, capitao Saroul Dowa, em lastro.
Rio-Grande do Norte Lugar norueguez
Lodsen. eapitSo A. Jacobsen, em las
tro.
Rio-Grsnde do NorteBarca norueguen-
se Agur, eapitSo A. Olsen, em lastro,
Buenos- Ayres e escala Vapor ioglez
Elbe, com mandante Rjwsell, carga va-
rios gneros.
BabiaLugar inglez Mennie, capit3o W.
Muleaby, carga bacalho.
Rio-Grande do Norte Lugar norueguense
Porna, capitao O Anderson, em lastro.
Baha, Rio de
rido e
E' esperado da Euro-
pa at o dia 13 de De-
zembro, e seguir de-
pois da demora do eos-
turne para a
Janeiro. Uone
Valparaizo
din:
Esperase de HAMBURGO,
va LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a fretc tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIOARTU N. S
1' andar
Lisboa
Segu com brevidado a barca portngueza Pi-
rara Borq^s para o resto da carga que falta,
trata-se com Silva GuimarSes 4 C, ra do
Commercio n. 5.
Para
O brigue nacional Sarah, tendo a macr parte
da carga engajada, eegue para o porto cima at
24 do correute impreteriveimente. Para algutea
carga que Ihe falta, trata-se era os consignata-
rios Ponseca Irmaos & C.
Para carga, passagens, encommendas e
heiro a frete tracto ie coro os
AGENTES
Wllson Sons A < .. Limited
S. 14- RA DO OOMMEROIO N. 14
I nted Slates & Brasil M\ 8.8. I
l) paquete Finance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 13 de De-
zembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinhero
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forsler & C.
N. 8 RA DO COMMERCIO N. 8
! andar
LEILOES
Lcilo
De urna c;;sa terrea ra Imperial
n. 200 D
lerca-feira, 14 do corrente
Ra do Imperador n. 50
A's 11 horas
O agente Stepple, por mandado e assistencia
de Extn. Sr. Dr juiz de direito privativo de er-
pbaos e ausentes, a requerimento do inventariante
dos bens deizados pela finada Rosalina Maria da
Paiio, levar a leilao urna casa terrea, ra
Imperial n. 200 D, cem urna porta e urna ja-
nella, dous quartos, duns salas, cczinha fra e
um quarto contiguo, cacimba, quintal mnrado e
foreira.
Em seguida vender urna mobilia de Jacaranda
e mais alguus movis.
Leilao
(oHPiVnil PKBflAHBl'CtlA
DE
%avegaeo Costeira por Vapor
Fernando de Xoronha
0 vapor Giqui
Commandante Lobo
Segu no dia 13 de
1 )ezembro, pelas 12 ho-
ras da manlia.
Recebe carga at o
da 11.
s at hb 10 horas da mauha do dia da
VAPORES ESPERADOS
Finance de New-Port News amanh
Para do norte
Caravellas da Babia
Pirapama do norte
Rio de Hamburgo
Pernambuco do sul
Editor da Europa
Patagonia da Europa
Vle de Pernambuco da Europa
Espirito San/o do norte
Neva da Europa
Cear do sul
a 14
a 16
a 16
a 16
a 17
a 20
a 21
a 22
a 23
a 24
27
Passag
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perrambucana
n. 12
COMPAXUI PEKMWHI t IV*
DE
ftavegaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Hacei, l'enedo e Araeaj
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
-b^eK
Segu no elia 14 de
Dezembro, fi 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
Ua 13.
Encoirmendas, passagens e dinbeiros frete at
a 3 horas da tarde do dia 14.
ESCRD?TORIO
caes da Companhia JPemaaion-
cana n. te
Para
O navio Sarah, espar^do do Rio dn Janeiro,
contrata alguma carga para o porto cima ; tra-
ta-te com os consignatarios Ponseca Irmaos &
Companhia.
de duas casas terreas sitas roa dos Guararapes
ns. 10 e 12, freguezia do Recife, tendo cada urna
3 portas de frente, e medindo 27 1/2 palmos de
frente e 80 ditos de comprimento, com quintal,
cacimba e mais acommodaces.
Quarta-feira 15 do corrente
A's 11 horas
No srmazem da ra da Mrquez de On-
aa. 19
O agente Gusmao, autorisado por mandado do
Ezm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio, e a re-
querimento de Antonio Luiz Baptista, enrador de
D. Francisca Bernardina da Concecao Carvalho,
far leilao cem assistencia do mesmo juiz, daa ca-
sas cima mencionadas ; e para mais informaf oes
o mesmo agente dar.
Leilao
Em continuaco
Terca feira, 14 do corrente
A's 11 horas
Na ra de Marciiio Dias n. 79
Urna mobilia completa de junco, 1 meia dita de
dito, 1 mesa elstica do amarello, 1 porta-prato, 2
trinchantes, 1 mesa elstica e 18 cadeiras. e 1 mo-
ringueiro tudo de canella, 1 porta-musici.8, 1 con-
sol com pedra e espelbo, 1 commods, 1 mesa, 1
marquezo, 1 marqueza, 1 armacao para loja de
cigarros, 7 tapetes sendo l grande, 3 toillets ame-
ricanos, 2 relogios, jarros, plumas e dores para
chapeos, carteiras, clices, colherrs, chapeos do
Chile e espelhos, 1 violoucello-e 1 dito de jaca-
raud, e 1 fogao.
AGENTE
Modesto Bautista
DE
Leilao
BONS MOVIS
Sendo :
Urna mobilia de Jacaranda a Luiz XV cora 4
cadeiras de bracos, 12 ditas de guarnilo, 1 sof,
2 consolos e 1 jardneira com pedra, 1 candela-
bro, 2 parea de jarres, 1 cama franceza de ama-
relio, 1 dita de mogno, 2 marquetas, 1 lavatorio
de amarello, 1 cabide de col' mni, 1 dito de pa-
rede, 1 bidet, 1 banquinrm, 2 camas de ferro com
macano tas de met), 1 esleir para forro de sala,
i par de lanternas e meia commoda.

'
v
t



II
Diario de PernambucoDomingo 12 de Dezcmbro de 1886
>
)


r\
i
Uina mesa elstica ie trea-tab.iai, 1 inirj/i:ia
1 aparador de armario em pudra, 2 apr**ir
de columna, 1 etager grande, cadeiraa de balan
c,o, cadeiras para sala de juntar, 1 quartinhei
de columna, Fnica para jantar, 1 licoreira, lpi
t-ecgnac, copos para agua e oatros auitos rao
veis.
Quinta/eir 15 do corrente
A's I i horas
No sobrado n. 13 da travssi da Cade*
Nova, hojo 24 de Maio
O agente Martina autorisado por na fam
que se retii a para fra da cidade, far lio o
movis e mais objectos existentes no referid
brado, ao correr do martello.
Grande e importante
Leilo
Dj excellentes movis, importante piano
allm8o do fabricante F. Doerner &
i Sobn, porcelanas e crystaes, constando
do seguinto :
Sala de visita
Uin importante piano quasi novo do fabricante
cima mencionado, 1 nmbilio. de amarello conten-
i 12 cadeiraa de guarnicao, 2 de braco, 2 de ba-
lando, 1 sof, 2 coueolos e j ir Jineira com tampos
de pedra, 1 grande espelho oval moldura dourada,
b cortinados e 2 resposteiros de estopa primorosa-
mente bordados a 2, 1 panno igual para coberta
Jo piano, G etagereg, 6 jarros e bolas do vidro
para os meamos, 2 escarradeias de porcellana
dourada, 1 tap;te para sof, 6 ditos para por
tas, 2 espreguicadeiras de junco, 4 sanefas o 4
tancas pira cortina los, 1 importante relogio de
parede, 4 lindos quadros, 2 estantes e 1 cadtira
para piano, lindos pannos de estopa bordados a 13
para cadeiras e sof.
Sala de entrada
Urna bobilia de amarello com 12 cadeiraa de
gonrnico, 2 ditas du balanco, i sof e 2 consollos,
1 secretaria, 1 espelho doorado, 2 quadros, 4 lau-
fernas com casticaes, 2 jarros dourados com bolas
<'e vidro, 2 portas-cartoas de alabastro, 1 tapete
para sof, 4 ditos meuor<>s) 1 banco para cirleira
e 1 piano.
Priineiro qaai to
Urna cama de Jacaranda para casal, 1 cabide de
columna, 1 guarda-vestid, 1 toilett com espelho
e tampo de pedra, 1 guarnicao para o mesuio, 1
tapete para cama e 1 cupult para a mesma.
Segundo qunto
Urna cama de ferro com lastro de rame, 1 guar-
da-vestido, 1 c-abide de columna, 1 cortinado para
cama, 1 meia commoda c { banquinha.
Terceiro quarto
Urna cama do ferro para solieiro (lastro de ra-
me), 1 eommoia, 1 banquinhi, 1 cabide de colum-
na e 1 cortinado para cama.
Quarto quirt >
Urna cama de ferro (lastro de rame), 1 meia
commoda, 1 cabide de columna e 1 cadeira cama.
Qiarto do gabinete
Urna mesa e estante para livros, 1 cabide, 1
cama de ferro com lastra de rame e 2 bancas d;
umarcllo.
Terraco
Uin bineo de ferro com ausento de midcira. 4
cadeiraa de junco e m bilanco, 1 sof 2 estantes |
para livros, 2 bancas do abrir, 2 quartinheiras, 1
grande resfria deira com torneira, 5 etageres, 4
j*rros e 1 figura, 7 quadros diversos, 12 vasos
com pa'meiras, 2 jarns de alabastros e grande
lU-intidade de ptimos e raros pasas ros.
Sala de costura
Urna marqueza, 2 cadeiraa de balanco, 1 costu-
rara, ^ 1 machina para ostura, 1 lavatorio com
('uarnico dourada, 1 espelho, 3 quadros e 6 ca-
deiraa de junco.
S >lx de jantar
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca envidrara
do, 3 aparadores, 1 lavatorio com tampo de pedra, :
1 mar juez.1, 2 bancos com assento ie palhinha, |
cadeiras de junco, 1 espreguicadeira, 2 quadros, 1 ;
relogio de pirede, porceilanaa para nlm \'i e jan-
tar, cops, gilbeteiro, licoreiro, porta-queij >, gar-
rafas, fru:teir.s do viiro, compoteiras, etc., etc.
Cosinha
Mesas, latas para arsar bolos, formas, armario
e grande trem de cosinha, taboas, para engom-
mad-% caballetes e div. rsos vasos vidrados.
Jardim
Diversas plantas em vasos como sejam : gran
de variedades de crotous, palmeiras, craveiros, bi-
.ronias, violetas.
L'b bonito carneiro, sellado c mfreiado, 3 bur-
ros para carro urna c.bra de leite, ferramenta
para jardim, carrinho de mao e muiros outros ob
jectos existentes na casa sita ra Real n. 13,
confronte igreja de Xossa Senhora da Saude no
Poco da Panella.
Quarta feira 15 do corrente
A's 11 horas
O agente Gusmo, autorisado pelo Illm. Sr. An
tonio Jeronymo de Oliveira, que tendo de seguir
rara o Para com sua Ezma. familia, far leilJo de
todos os movis existentes em casa de sua resi-
dencia cima mencionada. Partir da esta cao
do arco 4s 10 1(2 horas da manbtt um trem espe-
cial que tocsr.l em todas as estacoes intermedia-
rias conduzindo os concurrentes ao leilo, dando
passagm gratis.
12.302Um annel de ouro com um brilbante,
duas coidas de onra de le, urna moeda
de ouro com laco, um cordo e um cora-
co de ouro, ouro baixo.
12.306Cinco anneis ouro de le.
t.319Duas pulseiras, tres broches, um par de
brincos, dous ditos argoloes, um dedal,
quatro anneis, ouro de lei, um broebe,
dous pares de brincos, um par de argo-
loea, um de botoes e um annel, ouro bai-
xo, urna sr.lva, um esplendor, urna concho.
para topa e 17 colheres de prata.
12.324Urna volta de ouro cem medalha, ouro
do lei.
12.329Um annel de ouro com brilbante, um ro-
sario e urna cor t de ouro, um cordo,
um par de brincos e urna crus, ouro
baixo.
12.335Um trancalim, urna volta de dito, urna
cruz urna gn, urna moedinha de ouro,
dous anneis e tres rosetas, turo de le.
12.336Um annel de ouro com brilbante.
12.346Um broche, cinco pares de rosetas, urna
medalha, tres anneis e um loncto, ouro
de lei.
12.349Um annel com bnlhantee.
12 360Uin relogio ouro de lei.
12.361Um trancelim e urna medalha. ouro de
lei.
12.362Um cordo e urna medalha, ouro de lei.
12.870Um trancelim c um annel ouro de lei.
12.371Um relogio, ouro de lei.
12.376Dous trancelins, duas medalhas e duas
cruzes, ouro de lei, 13 colheres para cha,
e um marac prata baixa.
12.381Um relogio, ouro de lei.
12.387Um relogio ouro de lei.
12.391U o trancelim e nma cruz ouro de lei.
12.392Urna volt* de trancelim c tres teteias,
ouro de lei.
12.394Urna pulseira ouro de lei.
12.402-Urna corrente e medalha, para relogio,
ouro de lei.
12.405 Um par de brincos de ouro com brilhau-
tcs. .
12.406Urna pulseira, um alfinete, um par de
brincos de ouro com pcrolas c esmeral-
das, ouro de lei.
12.407Urna saha prata de le.
12.408-Uma pulseita de ouro com brilbante,
uju volta de ouro com laco e uma meda-
lha, ouro de lei.
12.409Um broche para retrato com brilhan-
fes.
12.411 Uma corrente de ouro, e um relogio uro
de lei.
li.412Uma corrente dup'a para relogio ouro do
lei,
12 416Dous pares de brincos, dous ditos de ro-
setas.
12.431Urna coi rente para relogio ouro de lei.
12.438-"-Uin cordo ouro de lei.
12.439Uma redoma ouro de lei.
12.444Uma cnente e medalha paa relogit,
ouro e platina, uma dita ouro de lei.
12 449Uma correte dupla com medalha e um
relogio, ouro de lei.
12.46247 moelas de prata de differeutes valo-
res.
12.463Duas pulseiras, um par de brinco?, uma
volta de trancelim, nma moedinha de ou-
ro com lac">, e dous anntis, ouro de lei.
12 467Um par de rizosas de ouro com brlian-
tes.
12.472Um annel de ouro com um bridante.
12.473Uro trancelim, uma medalha, um alfine-
te e dous anneis, ouro do lei.
12.486Urna corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
12.497Um trancel m ouro de lei.
12.501Uma corrente dupla com medalha para
relogio, duas pulseiras, tres pares de
brinos, du is niedalh-.s, iuas moedinhas
de ouro com laco, tres anneis, uma volta
de cunta de ouro com cinco teteias, ouro
de lei.
12.505Tres anneis de curo com brilbantes, um
trancelim, ouro de lei, um cordo e jra
annel ouro baixo.
Lcilao
Da 2 realejos novos tocando lindas msicas, al-
buns grandes e pequeos para retratos, galhe-
teiro e paliteiro de electro-plate, guarda-vesti-
dos, guarda-loucas, camas francesas, commodas,
bercos, marquezoes, carteiras, cadeiras, cande-
labros, copos, clices, colheres, talheres. cha-
peor, miudezas e muitos antros artigos.
(luana feira 15 do rorrete
A's 11 horas
arrrazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por intervenqao do agente
Gusmo
Grande I ella o
De bons movis, exotllente piano, porcela-
nas, crytt-.es e grande quantidade de
plantas para jardim.
a i it il'.tiite casa defronte da igreja do Poco
da Panella, residencia do Illm. Sr. Antonio Jero-
nymo de Oliveira
Opportunamente ser annunciado com miuucio-
sidade os objectos e o dia do leilo.
Por intervenco do agente
Gusmo
[fl
J III \o DE .IOHN
Este estabelecinvooto far leilo no dia 15 de
Dezembro prximo, por intermedio do afrente Mar-
tins, ra do Bom Jess n. 32, as 11 boras da
manh, dos objectos que nao forem resgatados
at a vespera, das seguintes cautcllas, a dinheiro
de cootado.
r7Estaro cm exp:sico tres das antes.
11.699Um aunel de ouro com brilbante, uma
pulseira, uina corrente e medalha para re-
logio, ouro de lei.
11.633Um par de rosetas e um aunel com bri-
lbantes.
11.645Urna pulseira de ouro com brilbantes.
11.705Um relogio ouro du VA.
11.976Urna corrente para relogio curo de lei,
um relogio de ouro e um paliteiro prata
de lei.
11.981Uma pulseira ouro de'lei.
11.988Um annel de ouro e tres bles com bri-
lhantes, nma volta de ouro com medalha,
duas correntes, duas medalhas para re-
logio, um par de brincos e seis moedi-
nhas de oiro em botos.
12.010Um par de resetas de ouro com brilhan-
tes.
12.022Uma pulseira ouro de lei.
12.025Um anuel de ouro com brilbantes, uma
pulseira, um broche, um par de brincos,
um dedal ouro de lei, urna pulseira, um
broche, um par de brincos, ouio baixo.
12.167Um pulseira de ouro com brilbantes,
quatro anneis com ditos, um correuto
de ouro para relogio, uma gargantilba,
uma pulseira, dous broches, dous pares
de brincos ouro d-; lei, um relogio de
ouro.
12.168Uma cruz de ouro com bnlhantes.
12 202Um annel de ouro com brilbantes e tran-
celim, ouro de lei.
12.510Uma corrente e medalha, ouro de lei.
12.511Um alfinete e um par do brincos ouro de
lei.
12.517Duas lunetas de ouro, um trancelim, qua-
tro voltas de ditos, um alfinete, duas me-
dalhas, dous pares de brincos, quatro di-
tos de rosetas, um par de botoes, dous
dedaes, dous anneis, um ponteiro e oito
teteias ouro de lei; uma salva, um pali-
teiro, nns marac, 25 colheres para sopa
e cb e duas conchas de prata.
12.521Um aunel de ouro com um bnlhante e
um par de rozetas com ditos.
12.524Dous pares de rosetas de ouro, e anneis,
um par de botoes com brilhantes, tres
correntes, duas medalhas para relogio?,
uma dita para senhora, um par de bo-
toes, ouro de lei, e um relogio de ouro.
12.525Uroa cruz com brilhantes e uma volta de
tranc l 12 .531Uma medalha, um emblema do Espirito-
Santo e 4 anneis, ouro de lei.
12.532Uma corrente e um relogio ouro de
lei.
12.533Dona anneis de ouro com brilhantes e um
par de rosetas, um bracellete com requi
fifes, ouro baixo e um par de rosetas ou-
ro diamantes.
12.538Uma pulseira, dous alfinetes, dous an-
neis, ouro de lei.
12.551Uma volta de ouro para kenhora.
12.552Duas e nenies e uma medalha para re-
logio e tres botoes, ouro de lei.
12.561Uma volta de perolas e uma cruz crave-
jada de diamantes.
12.583Uma pulseira e dous botoes, ouro de
lei.
12.584Dous castic&es com anglicas um palitei-
ro, 19 colheres para sopa, 28 ditas pa-
ra cha e uma dita pira arroz, prata de
lei.
12.594Tres voltas de trancelim ouro de lei, uma
moeda de ouro de cinco mil ris, tres
ditas, dollars e um cordo ouro baixo.
12.595Uma crrente para relogio (incompleta),
ouro de lei.
12.596Um par de botos para punho, ouro de
lei.
12.603Um par de esporas de prata.
12.614Um cceulo de ouro, uma volta de tran-
celim, uma moedinha, u-n par de rosetas,
ouro de lei, um fio de cantas de ouro, um
emblema do Espirito Santo, e um par de
botoes ouro de lei.
12.621Um ann-l de ouro com om brilhante
grande.
12.622Um ann no com brilhantes e uma
pulce .. uro de lei.
12.628Um trancelim ouro de lei.
12 630Uma redoma e um cordo ouro baixo.
12.633Dous botoes de ouro com brilhantes e um
annel com dito.
12.636Uma escrivania, prata baixa.
12.669Urna pulceira, ouro da le.
12.672-Um par de rosetas de ouro cam dous bri-
lbantes, dous anneis com ditos, um dito
com dito e rubina.
12.684Dous anneis de ouro com brilbantes.
12.693Um annel de ouro com brilbante.
12.694Um annel de ouro com nm brilhante, um
par de rosetas cravejadas de diamantes,
uma pulceira ouro Je lei.
12.697Um alfinete e um par de rosetas, ouro de
lei.
12.704Um par de rosetas de ouro com dous bri-
Inantes e uma crus com ditos.
2.714Uma pulceira, um alfinete, umamedalha,
um per de brincos, um dito de rosetas
ouro de lei.
12.717Urna corrente para relogio,e um relogio,
tudo prata de lei.
12.719Uma volta de trancelim um cordo, uma
crus, um par de brincos, um dito de ro-
setas, done alfinetes e uma redoma edous
anneis de ouro.
12.724 Um trancelim e uma crus ouro de Un.
12.76__Uma medalha ouro de lei. duas cruses
ouro baixo, um calix com colber, um pa-
liteiro e uma salva de prata.
12.742Uma corrente para relogio e 4 anneis ou-
ro de lei. .
12.714Uma crus e tres botoes de ouro com bri-
lhantes.
12.746Um alfinete quatro botoes, um trancelim,
dous cordoes ouro de lei e scismoedinbas
de ouro em botoes.
12.747Um p*r de rosetas do ouro cravejadas
de bi i loantes pequeos e perolas, um an
coi cem um pequeo brilhante, uma pul-
seira ouro de lei.
12.749Um relogio de ouro para senbora.
12.750Um medalho de curo era vejado de bri-
lhantes, nma pulseira de oute com bri-
lhantes e diamantes, duas medalhas de
ouro com ditos, uma volta de ouro para
senhora, um medalho ouro de lei, dou "
tos de perolas.
12.755 Um trancelim, urna'volta da dito, duas
medalhas, um cordo e um annel cura de
lei.
12.757Um cordo ouro de lei.
12.761Uma medalha ouro de lei.
12.765Um relogio ouro de lei.
12.771Uma cruz de ouro com brilhantes.
12.771U^na pulseira, um par de brincos e uma
figa, ouro de lei.
12.779Um relogio ouro de lei.
42.786Um annel de ouro cem brilhante, uma
pulseira, um alfinete e um par de brin-
cos, ouro de lei. __
12.787Uma medalha e um par de argolas ouro
de lei.
12.788Um relogio de ouro.
12.790Um par de brincos e urna .medalha ouro
de lei.
12.792Dous pares de brincos, um alfinete pe-
queo, um casto, doua amSeis com pe-
drs e uma figa de ouro <.'e lei; um alfi-
nete, um casto ouro baixo.
12.793Uma corrente para relogio (incompleta)
e um n logio, ouro de lei.
12 794Um relogio ouro de lei.
12.802Uma pulseira ouro de iei.
12.809Um annel de ouro com brilhante, um di
to de ouro e uma volta do trancelim ouro
de lei.
12.841Uma corrente e medalha para relogio e
um annel, ouro de lei.
12.847 -Um annel ouro de lei com brilhante.
12.850Uma pulseira, um volta de francoln,
ira par de brincse uma cruz ouro de le.
12.855Um par de rosetas do ouro com brilhan-
tes.
12.870Di.us relogies ouro de lei.
12.871Um trancelim e uma crus, ouro de lei.
12.873Um par de rosetas e quatro botoes ouro
de lei, e u 12 878Uma medalha de nix, contendo brilhan-
tes.
12.888Um par de brincos, um alfinete, uma vol-
ta de trancelim e um cordo, ouro de
lei.
12.889Um annel de ouf Com brilhantes, uma
corriste para relogio, um trancelim pe-
queo e um par de brincos, ouro de lei.
1-2.895Uma pulseira ouro de lei, trese colhes
para cha, prata baixa.
12.912Dous botoes de ouro com biiihantes.
12.914Uma pulseira onro de lei.
12.918Um paliteiro prata de le, trese colheres
para sopa, descais ditas para cha, prata
baixa.
12.922Um alfinete e tn n, rosetas, ouro de J?i,
uma pulseira ouro baixo.
12 924Duas pulseiras e um trancelim, oure de
lei.
12.935 Uma corrente para relogio, un, par de
rosetas e um annel, ouro de lei.
12.936 Uma corrente o medalha para relogio,
ouro de lei.
12.937Uma pulseira e um trancelim, ouro de
lei.
12.949Um trancelim, dous par.'s de botoes para
punhos e um relogio, ouro de lei.
12.950Urna corrate para relogio e um relogio
de ouro de lei.
12.953Dous anneis de ouro com brilbantes,
uma moeda de ouro Ib., uma dita de 20
francos, uma dita de 105 e quatro dol-
lars.
12.955Um relogio curo de le para senhora.
12.960Duas correntes e duas medalhas para
relogio e duas pulseiras, ouro de lei.
12.965Uina corrente para relogio, ouro de lei,
um relogio de ouro.
12 966Uma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
12.978Um trancelim ouro de lei, uma crus ou-
ro baixo.
12.980Um annel de ouro com brilbante.
12.987Un par de brincos de ouro e um annel
com brilhuites.
12.988Uma medalha, um par de brincos e um
dito de botoes, ouro de lei.
12.989Um alfinete de ouro com brilhantes, nma
vernica, um dedal, uma crus, ouro do
lei.
12.994-Uma corrente com porta-ielogio para se-
nhora e um alfinete, ouro de lei.
12.995Uma volta de ouro, uma medalh* e uma
eulseira, ouro de le.
m annel de ouro con um brilhante e
dous rubins.
13.004Uma volta de ouro, um alfinete e um par
de brincos, ouro de ouro de lei.
13.00">Uma volt de cordo, ouro de lei.
13.006Um annel de ouro com brilhante.
13017.Uma fivella de ouro, um annel cravejado
do diamantes, um par de rosetas com
brilbantes pequeos, ouro de le.
13013.Uma corrente e medalha para relogio e
nm relogio, ouro de lei.
13014. Um par de rosetas e um annel contendo
brilhantes, uma pulseira, ouro de lei, um
relogio, ouro de U-.
13016.Uma pulseira, uma corrente e medalha.
para relogio, uma volta de ouro, um t nu-
cellim, uma medalha, uma dita pequea,
um par de brincos, ouro de lei.
13017-Um par de brincos, uma medalha, dois
anneis, ouro de lei; sete ditos, ouro
baixo.
13018.Um cordo, ouro de lei.
13019.Uma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
13024. -Um relogio, ouro de lei.
13026.Um alfinete para retrato, uma medalha,
um trancellim, dois pares de brincos, uli
annel, oure de lei.
13038.Tres alfinetes, um par du brincos, um de
rosetas, ouro de lei; urna pulseira, um
par de rosetas, ouro baixo : um marac e
um grampo de prata.
13040.Duas pulseiras, dois trancellins, ouro de
li i ; um cordo, ouro baixo.
13044.Uma corrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
13045.Duas pulseiras, dois pares de brincos, um
dito de rosetas e um dedal, ouro de lei.
13C58.Um trancellim, um alfinete, dois pares
. de brincos, tres anneis e urna cruz, ouro
de lei.
13061Ua cordo e uma crus, ouro baixo.
13067.Urna volta de ouro coro medalha, dois
trancellins pequeos, dois pares de orn-
t eos, um dito de rosetas, uma moeda de
5, com laco' um emblema do Espirito
Santo, um annel, um e raeio par de bo-
toes, ouro de lei.
13069.Uma volta de ouro e uma medalha, ouro
de lei.
13073.Um relogio, ouro de lei.
13076.Uma volta de trancellim, ouro de lei.
13079. Uma corrente para relogio, ouro de lei.
13j80.Um par de brincos de ouro com brilban-
tes pequeos e tres anneis com ditos.
13038.Uma correute, medalha e um relogio, ouro
de lei.
13091.Um annel de ouro com pequeo brilhante,
uma coi rente e sitete para relogio, seis
bot s, ouio de lei.
13092.Um cordo e um redoma, ouro de 16 ki-
lates.
13095.Uma corrente e medalha, oaro de Ici.
13096.Uma corrente dupla com medalha para
relogio, ouro de lei.
13097.Uma pulseira, nm alfinete c um par de
brincos, ouro de lei.
Recife, 27 de Novembro de 1886.
O gerente e guarda-livros,
Felino D. Ferreir Coelho.
quem
Q em precisar de uma professora para en-
sinsr primeiras lettras, frunces, msica, piano e
italiano, fl;res de couro e madeira, dirija se ao
Caminho Novo n. 128, que achara com
tratar.
Aluga-se
para recolher algodo ou outrn qualquer genero o
predio da ra da Moeoa n. 85 ; a tratar na ra
Primeiro de Ma co 20
Ama de leite
Preeisa-se de uma
boa ama de leite; no
3o andar do predio o.
42 da ra Duque de
Caxias por cima da tj-
pographia do Diario.
on plus ultra
Surpreudente e nunca vindo a este mercado do
vinho puro de uva sera a mnima comp sicio, de-
nominado
Maduro
proprio paia mesa ; e escolbida especialmente pelo
socio na ultima viagem que tez aos lugares vinba-
teiros de Portugal
Chegou tambem o acreditado
Malvazia
vnino proprio para coustituites debis, especial-
mente para senhorae. Este vinho que tanta ap
provacao tum tido, ponto de baver falta, demos
as ordens precisas afira de chegar-nos remes-
an.', tantas quantas forera necessanas para con-
sumo.
Bfic* tanta
cm todos es vapores semen tes novas de hortalizas ;
assim como :grfio de ttlcoervllbaa-e
-favaN da India
Obras de vime
Nova reraessa em CESTAS PARA COMPRA.
Condenas e assaates
Bilaios para roupa soja
Cadeiras e berros.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 9
k OlESTA RELIGIOSA
I'KII VI i: A SANTA Si;
OU
a missao especial a Roma em
IS3S luz de doenmeoi'os
publicados e inditos
PELO
BISPODOPARA
Acaba de ehegi.r esta importante obras para as
Livrarias Industrial, Francesa e Econmica.
AU BON MARCH
8Rua Duque de Caxias81
PARA ACABAR
&2
t>2
ca
C>2
c*
0B
e*
Chapeos e chapelinas
36 A*0.....PR&UA Da 1NDEFENDEI&--36 A 40
B. S. CARVALH0 & C.
Proprietarios deste bem conhecido estabelcciment paifecipatn
as Extnas. familias e ao publico eru geral, que mensalmente recebara
das principae8 tasas em Paris e Manches'ter o que de melhor e de
aparado gosio ba em chap3lina9 e chapeos para senhoras e meninas
e das proicirag fabricas de Hamburgo o que ha de ruelhor em cha-
peos para h.imens e criangas, e muito ou'rCS artigos concernentes
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento
CX2


C*2
OS
5
co
Preco
r.Sooo
Ama
tratar
Na ra da Oonciifio n. 9, precisase
ama ama para servio > de uma pessoa.
Para vender
Com urgencia
Vende-se uma tavern com bom sortimento, e
o motivo da venda se dir o comprador ; a tra-
tar na roa de Maris e Barros n. 8, ou na rea Im-
perial n. 133.
N a re a
Registrada
Os proprietarios do milito conhecido estabeleciraento denominado
MUSEU DE MAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitarel PUBLICO que receberam uj>
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tan-
bem relogios de todas as qualidades. Avisara tambem que continuam a receber poi
todos os vapores vinds da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que e>
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLPF & G.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Compra-se ouro e prata velha.
Ca gem de Jaguaribe
Abrio-so ra do Bom-Jesus n. 23, um
arranzem onde se vende constantemente
a superior cal virgem do Jaguaribe, acon-
dicionada em barricas proprias para o fa-
brico do assucar.
Esta cal, era nada inferior que nos
vera do estrangeiro, vendida pelo prego
fixo de 6#000 a barrica por contrato que
fez o Sr Vicente Nascirnento cora o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenbo
Jaguaribe, cujas pedreiras Ihe -d o nome
E' encarregado da venda nicamente
n'esta cidade o Sr. Sebastio Bezcrra,
cora escriptorb ra do Bom Jess n. 23
Ao commercio
O abaizo assigna'o previne a toda e qnalquer
pi ssoa, que nlo fnca transaccao d* especie algu
i:a eom quatro 'etras no valor de 40' *00>, suido
o valor nominal de cada nma de 10000, aceita*
pelo mesmo abaizo assignado, visto nao estar con-
cluido o negocio que se referem as mesmas letras.
Recife, 26 de Novombro de 188G.
"Manofl Firmiuo Monteiro.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 84000 no becco dos Coe
Ihos, junto de Goncallo : a tratar na ra d
Imperatris n. 56.
Preiisa se de uma boa cosinheira, para casa
de familia, e que durma em casa ; a tratar na
ra do Bardo da Victoria n. 39, loja.
'recita-se de boa cosinhcir i e que seja Uic
p i ; na ma da Aurora n. 155.
Precisa-se de urna ama pura casa de pouca
familia na ra dos Martyrios n. 156.
Precisa-se de uma ama para eogommar e fa-
ter mais algum servico de casa de pouca familia :
, ra de BarSo da Victoria n. 57.
Precisa-se saber noticias e informales so-
bre Francisco Prez, francei, naacido no departa-
mento dos BaizoB Pyreneus, com cerca de 35 an-
uos de idade, o qual veio para esta provincia ba
alguna annos, e consta que daqui seguio para a
Parabyba Agradece-se quaesquer informacScs
dadas no rscriptorio de Maia 4 Resende, ra do
Commercio n. 38, 1 andar, en rada pela roa do
Torres.
Ach veada no > stabelccimento de msi-
cas de \ .ator Pralle, Buccessor, esta polka para
piano, Cini'oaicao M Misncl Domtngues, autor
das applaudidas polkas Calouro, Zaza e Mamai
j diste.
miNSON
perfumara ingleza
afamada ha nuil e um seclo; eTrede toda
s outrasiwlo mq perfume delicado e xquisito.
TRKZ Mf.DALHAH DS OUIIO
PARIZ 1878. CALCUTTA lvU
Ma extra-fin:! <>xiv*l>iiciade*aaqiial)'iade.
SPRIH FLOWERS
JOCKEY CLUB JASMIN
HELIOTBOPIO MAG.HOLU
Agua tmida de
LAVANDA INGLEZA DE TKINSON
outros muitos cutih'-cidos i* f i'ii--> l.* sua
qualidadi' o odor deleita' .-I o etqui
fASIA IIIElTAl PARA DENTES 11 ATlIKSaR
sem rival para alvpjar e etii-)> -r o* dcnlM
e preservar a* .
hciira-u i Uu de i* !m o. Stgi n \\n t fzirieutcs
J. A E ATKIN30N
24. Od 3ond Street. Londres.
J*rcadeFabrica,Uma" U--*abranca'* ,
obre uma Lyra Approximandc-se o fin do anuo c dese-
jando apresentar aos nossos bons e benvolos
freguezes um sortimento completa mente novo,
liquidamos a pi c$os baratissimos uma grande
variedade de artigos e tecidos de seda, la,
linho e alguns cortes de casemira, ditos cm
pefas, algodoes,madapoloes, toulhas felpudas
para rosto c bauho c muitos outros artigos
que nao deixaro convir.
OS J^XVXXO 3 os m^oa
Costumes de excellentc fazndas para
scnlioras I (HOCO.
Ditos ditos ditos para homens 8$000.
Ditos ditos ditos para crianzas 5J000.
n. 20
JIMO DO LOIIVRE


JuNtino fin Sliin lluav txl.-i
Paulino de Oliveira Maia e sua inulber pedem
os amigos e paivutes oV scu finado sogro e pai,
Jusino da Silva ouvista, a finesa de assistirem
a missa que mandain resal p ir sua alma na igre-
ja de 8 Francisco, no dia 14 do correnta (torea-
h-ira), as 8 horas da miinlul, 1- anniveraario de
seu passamciito ; e pelo que ntccipnm os seus
sinceros agradecimentos.
MHMtiv .. ------WA1
5
COSSVIT
JOSEPH KRAISE a C.
Acaban, de augmentar o sen j bem conhech)
Diporlanle estabeleciniento roa i
de marco n. 6 com mais
um saio no i andar lignosamente prepa-
rado e provida de nma exposi-
fl# & tas de prata do Porto esltelroftete
dos mais afamados fabricanSes do
muido inteiro.
nonvida, pois, as Exilias, familias, seus nume-
rosos .amigos e fregnezes a visitaren.
o seu estabeleciuiento, aGm de
apreciaren, a grandeza bom goslo com qne
nao obstante a grande
despeza, o idornarasn. em honra
desti provincia.
GHA-SB ASERTO DAS 1 A'S DA MI
COMVlTil

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B


I
fc
V
SJ

.Mem.
f-i f !## <^
6
Diario c PcrnaiabueoDoiuijigo 12 de Dczwubro de 1SS6

Extracto Composto
Escrfulas c todas as Molestias
provenientes de! las: e para
Dar Vigor ao Corpo
"Purificado Sangue.
Pf*gfrti pe O JC AfRaCA lo*>1 M*ti til >>
Alug-a-se
a casa n. 3 em Beberibe ; a tratar core J. I. de
M. Reg.
Alujase
' predio n. 140 roa Imperial, proprio para cs-
ibelecimeato fabril: a tratar na ra do Commer-
.10 n. 34, com J. I. di) Mdeins Reg
Alusra-sc barato
o--
Larg do Mercado n 1?, 1 ja Com 6gA-
As casasda roa d<. Coionti* Suassuua o. 141
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
Casa da ra do Tambi n. 21.
Trah>-ae na ra do Comraercio n. 5, 1' andar
e icriptorio de Silva OuimarSes & C.____________
Luz brilhante, sem Fumo
OLEOlTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINAS
MARTINS* BASTOS
JPernambuco
NUMERO TELPHONICO i W 35
Agua florida. Extrabida do flores bra-
sileira8 pelo seu delicado perfume, suavida-
de e sua a propriedades benficas, excede
a tudo que ueste genero tcm eppnrecido do
oais celebre.
Tnico aro encano. E' a primeira das
prepararles para a tcnservr.co dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que eirbranquecam e terc> a grande
vautagem de tornar ivres de habitantes as
cabecas dos que os usam. -
Oleo vegetal* Compcsto com vegb.al
innocente, proparado pira atr a ciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua den'ifricia. Exctente remedio
contra a carie dos entes, fortifica as gen
gives e faz desapparecer o nao balito.
Vende-so as principaes casas desta ci
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 1 til.
N33

41uga-se
o terceiro andar ra do Barita da Victoria n.
52 ; a tratar na mesma caa, no 1 andar. _____
Alnga-se
o sobrado ra da I ha do Cirvalho n. 29, caiado
e pintado de novo, aloja d s^bredo ra da
Larangeiras n. 26, Santa Tbercza n. 13, casas na
freguezia de Santo Antonio, e o 2- andar da ra
do Bou) Jess >. 16, ra frguesia do R-cife ; a
tratar com o Piobeiro ra Duque de Caiias n.
66, loja de miudeaaa. ________^___________
\lllil
I
Precisa-se de un ama pfra todo o servico de
urna e pessoa ; na ra VelUa (Baa-Vs^a) nume-
ro 95.
Ama
Precisa-se de urna cosiubeira para casa de pe-
quena familia ; a tratar na estrada nova de Ca-
xaog, no sitio do Sr. Valf nca, ou no escriptorio
d'este Diario.
Tricofero de Barry
Garntese qu faz nas-
. 06T e creacer o cabello anda
aos niais calvos, cura a
tinba e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente iinpede o cabello
de cahirou de embranque-
oer, e infallivelmento o
torne espesso, macio, lus-
troso e nbundante.
4/UL&>-
Ama
Precisa-se de urna ama pe fuita coaioheira ; a
tratar na ra do Cabugi n. 14, 1- anidar, do meio
dia a 2 da Urde.
Ama
Precisa-se de urna ama para coiinbar ; na ra
larga do Rosario n. 46.
Ama
Precisa-se de urna ama : na ra da Guia nu
mero 52,1 andar.
Ama c criado
Precisa-se de urna ama para cosinhar e de oto
criado ; a tratar na ra i Barita da Victoria
n muero 54.
Ao publico
Telephone n. 3*8
Os abaixo assignados proprictario da rfinaria
a roa do Coronel Suassuna n. 7, avisam ao pu-
blico e aos Srs. fregueze3 que em seu modesto
estabelecimento encontrarlo sempre assucar refi-
nado de 1", 2, 3a, especial e candv, assim como
assucar de caroco de todas as cualidades.
Alm de sinceridade e agrado em seas tratos,
encootraro tambern muita modicidade em pre-
yos.
Rccife, 25 de Novcmbro de 1886.
Vi uva Barros & Filbo
Profesara
Urna aenhera que ensina primeiras lettras,
desenho, piane, flores, birlado e todos os traba -
lhos de agulha, prope-se a lecciousr em casas
particulares por mdico preco, garantsndo grande
adisntamento de suas discipulas : quem desejar
utilisar se de seos tervices, queira dirigir se a
ra do Caldcireiro n. 2, 1 andar, onde achara
eom quem tratar. '
Ira sacerdote
Precia-se de dio sacc
missa de Natal no mgen
estacao de Cuyctnbuca 1
a joia de 70*000, dando
estacio para o nftenho
estiver compromet ido e
cscreva para o rnesino
Pedro da Cott, estacan
Dezembro.
dote para celebrar urna
ho S. Miguel, distante da
egoa e meia, offerece-sc
se condcelo da mesma
O sacerdote que nao
q-iizer aceitar a offerta,
engenho, ao Sr. Antonio
d Cuyarabuca, at o dia
Por 22:000 rs.
Aluga-se o 2- andar e sorSo ra de Lomas
Valentinas n. fO ; atrillar na ra Primciro de
Marco n. 7-A, l.vrari.
Agua Florida de Barry
r.cpnrada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tora a npprovac,ao ofuaal de
n m Governo. Tem duas vezes
m.iis fragrancia que qnilqner ontra
ednraodobrodo tempo. E'limito
,mais rica, suave l- delieiosa. E-
:,mnito mais tina e delicada., E'
mai* permanente o agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto no lianbo e no qnarto do
doente. E' especifico contra n
frouxidao e debilidade. jura as
dores de cabeca, os cansacos e os
desmaios.
larope Je Viia ie Reier No. 2.
AJTTES DS CS.-0. DEPOZ8 DE CSAL-*
Cura positiva o radical de todas as formas do
tacrofnlas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affec9es, Cutneas e as do Courc Cabel-
ludo eom perdado Cabello, e de todas as do-
enoas do Sangue, Jigado, e Eius. Garantes
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangna
restaura e renova o systema ioteiro. -
Sabao Curativo de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian
Ss e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
ero todos os periodos.
(Z~f mm DEFRESNE
TONICO-NTRITIVO
COM PEPTONA
(Carn aiimilavtlj
FERO E LAfTO-PHOSPHArO DE CAL NATURAES
Sendo o Vinho Defresne d'um gosto delicioso, tarn-
bem o nico reconstituitite natural e complel-j.
E o mais precioso de todos os tnicos; sob a sua
innuencia, Uesvanecem-se os accidentes febris, renasce
. iiicutr, fortalecem-se os msculos e voliam as torcas.
Eiprega-secom xito conlraainappetencia.os cres-
cimentos rpidos, cor.valescengas, molestias do
estomago (Gastralgia, Gastiitis o Dysenteria), s
debilidade, a anemia e consumpeao.
DEFRESNE : fomoedor des Hsspitaes. Pt!3, Aator da Pancreatina
_ ji tedas as ghaimaaas
"iitnmt M. da SIL.VA A C*.
i debi
m
ili
NOVA
LOTERA DO CEARA
A s: serie ta s* lotera correno a 8 fle Dezenttro
200:000*000
Esta lotera est a cargo de um novo
thesoureiro, qtie prestou urna grande fianza
para garanta dos premios.
0 portador de'dous vigsimos
dfla imporlautc lotera est bsibiiilado a tirar
20:012$000
Logo que eliegue o telegrarnma da ex-
trac^o sao pago?, inmediatamente, os pre-
mios.
BILHETES A VENDA
KODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
ELIXIR & VINHO
Digestivos
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal)
sao os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIGESTO, ETC., ETC.
OM CAUCE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA CURAR OS CASOS MAIS REBELDES
venda as principaes Pbarmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Paria :TROUETTE-PERRET, bouleeard Voltaire, 4
Deve-se exigir Sello Ao Ooverno Francs soDre os Frascos para evilar as Falsincaeoes.
DtBosItos em Pernambitco: FKAlt~ M. da 8ZX.VA *. O, i ni p Hipis Pkirsiaelat.
Aos 1.000:
200:000*000
100:0001000
LOTERA
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Olintla
Alaga se na ra Vinte Seto do J;r:e:ro urna
boa casa oom b^ns comm 'dos para familia, achan -
do se caiada e pintada, c m agua giz cnnalisa
dos, perto da estacSo do Carmn e ila banhosi sal-
gados ; a tratsr no pstei do Corp > t-'anto n. 17,
3- andsr.
1,11 Wll
DE 3
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBCO
ExtracQBu a 15 le Dezemtsrj de 1336
0 thesoureiroFrancisco Goncnlvcs Torres
jr*" <*Jr^" ao

ffifliiUCTCS E
:e I.YSSE ROY, mi :. ;
CntPRQUST, Sao*r- k Sspjt
Criado
Precisa-se de oin 011 do de 12 15 annes ue
lo, qne siba ler c escrevrr algoma cousa, o
ue d conhecimeiito de sua conducta ; aa ra tie
-i Jess n. 28.
Portas e fuellas
So escriptori > di ble I)inno h dir qnem piecisa
comprar ti! portan de 12 1|2 ['almos de altura e
IS janelliis de 8 m e. tu \u de louro on amar< lio.
Cosiiioeira
Precisa-se de en ira : na ra de Ssnto Ama-
ra D. 4 (bairro d> S.:r Antonio) 2 andar.
Para escritorio
Alaga-se o andar terreo n. 18 la do liem
J ?sus : a tratar na misan ra n 12.
EiOlinda
Alaga-sa o obrado de um andar e loja, janto
i.eira, concertado e pintado ; a tratar na ros
l'riuieiro de Marco o 17. I ji.
^ e*ertume enanUao aza Viakea tu aafera}
. Kac9.nZ.scnola*Cvn' -o 100 tnvoe BOO a>
'. Parti!aioai*niioaiioBUrrctt jsIOO mcm SCOta
a 3eioSoerjiamoDiicTa'ia.of;50triO Depositarios em JPvrunmbuco t
fftrthn-gii- US.. CF-
Criado
Precisa-te de uro criado de. 14 a lSann-s ; na
ra Imp' iil n. 17.
FcLoral de Cambar (5)
Descoberta e prep.raej de Alvart-s de S.
Boaree. de. Pciotaa
Approvado pila Curia JuDtn Central de flygie-
ne Pobca, aal-riado pelo governo imperial, pee*
miado com ps modnlh-is di Acadi ir ia Na-
cional de Pars c Exp' v:-> Brasileita AlleroS de
1881, e ro'deado do vasos attestades mdicos e
de muitot ontr s d^ pi tas curadiis de : tosts
imples, bronchitcf, x*tbma, ronquid4o, tisica pul-
monar, coqatiuelir, eearri s de saugue, (te.
Precos nns agencias :Frasees 2500, meia
dusia 13*01.0 c deaia 24^000.
Preeos as sub-ageneiag :Fraseo 2^800, meia
doiia 15*W) e dnsi j 28*000.
Agentes d> | geracs tiesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA C,
ra Mrquez de O.inda n. 32
m
30
0 mais Simpla, o -ma/s Ruiio a o man tllca do REVULSIVOS
UTIJISI'EJSrSA.-VTaj.r. FAMILIAS aos VIAJJUSTT1CS
USADO NO MUNDO INTEIRO
A daca KIOOLKaOT peda aoe Snr^s. Medios e compradores qne exl,am
VERDADEIRO PAPE1 RIGOLLOT
fue em coda uix*
t em cada folha,
tra^ tscrtpta
em Tinta Incarntda
Firmt:
L(juida(;o definitiva
B3-BA 110 BAM&BL53
Por terminadlo definitiva de negocio e
por mudanza da provincia, vende se por todo
prefo, todo Kortimento no armazcm ra do angel n. 53.
0PPRESSJ.0
UTialgMffLlU
E
y
nbtoma
"W; '

I'
aaplra-ae a Pub-'T aue penetra no pelto acalma o symiitolha
a ezpectora$a6 e aroflaa as fuaccoes dos org.-.0s rcs.irai i
Tssifj cas alniaii eas caaer *e S. ESP1C iM,i"i luiucn. e .aMi (a
FUNDICAO
4LLAN PATERSOM
N. 44Ru i do Brum-N. 4-
JUNTO A E? !\m DOS jB
Tero para vender, por pret, mdicos, as Kgu
Tachas fun'iid.'is, batidas e esttdesdM.
OrivacSes do diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindoB modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeain^uto para juniim.
Vapores de 'orea de 3, 4, 5, 6 e 8 cavatlos.
Moendas de 1U a 40 pollegadas de peladura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de maohinismo e ex-outm i^aK-
trabalho com perfeicSo e presteza.
.0.00 n,9
' w curads da '
d artbos, cr a vos
Virus, Ulceras
DEPRATVOCHABLE.
Em Uta as Pbarmacias di UniverM
Onde te encentra gratis I
Botina (hable.
36
**e Viv\e^C
CHABLE
^ NMM di "
GoHOfRHtA, FlOKSbrunm?
PERDAS SEmiNtES.
ESGOTAMENTO, etc., ate.
CURATO DE FERRO CHABLF
9. da do lallcc'nnenio do capl-
ao Jos Lneio Lins .
No dia 13 do cerrente, $ 5 horas da mniih, o
Revd. vigario Pedrora se oi rece suffragar a
alma do finado Jos Lucir1, celebrando urna missa
na matiiz de Alogado:, c s 8 horas bver su-
fras rnissas e memento sclerjne, por part-3 dis ir-
mandades da P>-z e do Sicrainento.
Convida se para esse religioso acto os parentci
e amigos do finado, cuja familia desde j agrade-
ce a todie os que alli comparecen m p fim.
(azelii Gastronmica
3.a cnocha
As DUT.eiaeoes destribuidas d'essa Gazcti de-
verio coincidir o:m os premios da ulti na lo!er:a
da proviociu, cue ee extrahir antes do dia 25 do
corrente, c oSe enrr. os da penltima confnrne ee
v da m?mn Gaztta : o que sp jnstitica pelo tacto
de ter havido alteraco na ordtm aa= reepectivas
extraccoes.
Iitcife, 10 de Dczembre de 1866.
P^rapassaraftfsta
Aluga-s orna optims ?asa na Boa-Visgem
perto das banhos e com excellente accoaimodE-
^oes para familia, preco rsoavel; trata-se na ra
arga do Rosario n. 31, ph^rmaeia.

"? Medalha de Ouro na Expoaioo universal 1878 "
Bm todas a boa*
Pharmacias
t"" o a-Jresse
('
\
9'a

Piff,
SCOTT
ado ile Uv
Ujp^hosphilos kI e
%pprTa!;i pela i0QiHa ?*>
giene e'MUGri**9 ^t!
governo
L' o melLor rom dio at hijo cuarcooe ti
iBMtca Itriuuiti-.'.. rif>i iiln.
Cilillh. acK'Ciliit. CSfJII
I deOuxon. toKme chriinlrn airieree
I ejo pello e dn sarsanin.
K' muito rapen r mi ol.o d*
oacalho, porque, :i-n! :'.,. ler i im <-'. r agra-
daveis, possue todns as \:- i -* na-
tntiva8 do olee, Ww '' "--'
reconstituintis ci:s liv *<**
| robaras ebstieas.
Iki*
1
i -i.


'
1.
"W PAnia p. O
LW^;
Deposito em


- BRDEOS (FRANCA)
-9 Depsitos em todas as tondas de Comestibles. #"
t
dSo ao P.osto
a bella alvun vapo- i
"^ rosa que fe/. :i r.;> auca
das Bellezas ta *irtg:tirfade.
Paria, r-j Bochechcinrt, 70.
Pepinili-ios?mPv'rf?3TirL'ro Fraac~M d?~"t.ta &C".
hnmMwwvWB*wi
SNDALO
Approvado pela Junta d'Hygiene do Eio-do-Janeiro
Snppriae a Gopahiba, as Gubebas e as Injec?oe3.
Cura em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
eficacia as alTecQoes da bexiga, torna as urinas claras por mais
turvas que sejao. Deposito em Pars, 8, ru Vivienne.
II
Aliiea-se
o 2- andar da ra estreita dj R>sarij n. 3i, tem
commodos para familia e tem agua ; a tratar na
ra da Imperatrix n. 16, 1- andar.
'/O
Hf.'
Manoel Paupbilo do ENplrldo Sanio
Casemiro Matinho Correia, Affonso Alberto Her-
bster, Jos Agostinbo Angelo e Manoel Geraldo
da Cruz coovidam aos pareutes, amigos e collegas
para assistirem urna musa que mandara resar na
igreja de S. Jos de Riba Mar, s 7 horas da ma-
nb da da 13 do correte, pela alma de seu sein-
pre lembrado amigo Manoel Pamphilo do Epinto
Santo, trigessimo dia ie seu intausto passamento.
Desde j presentara es seus protestos de gra-
tidj a todos que se dignarem concerrer com tuas
presencas a ests acto de caridade e religiile.
A's

Msria do Lvramento, velha ne'"
perrima, pede i almas ericss
urna eetmla pelo amir deD-u. M '
da Bcrnnrdo n !. E' moa r i de .a,
can
m- rjreeo
niBolgs p mm:
Sem dicta escns nn cales c eosftiiiics.
Laboratorio central, "Ta ^ ?
Rio-Br.'mco n. -4
Esquina da rita do Beqei ': .Rio d&
Janeiro
Mara do Carino Mendoac Carvalbo
Laurentino Pires de C.irvalho", Jos Jonquim
Pereira de Mendcnca e Jos de Mendonea Cari'a-
Iho, agradecendo cerdealmentc aos seus parales
e atmgrs que so dignaram acompanhnr ao Ccmi-
t- rio Publico os restos mortaes de sua sempre
chorada espesa, filha e mai Mara do Carmo Men-
donea Carvalho, convida"-, de novo a assistirem as
rnissas que pela alma da mesma finada raandam
celebrar na matriz de Santo Anton:o no dia 13 do
c rren:e, s 7 1/2 hotas di manh', 7o dia do seu
passamr-nto.
ELIXIR
de
T.
(Digestivo oom reptina, manate e Ch'^rureto-i alcalino)
CONTRA AS)
MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
BU anr.os lie successe demonstrarJo i ;yperirida.'e deste melicantsnb para excitar o ijoetite e fazer digerir. CUM
DYSPEPSIA i VMITOS t DYSENTERIA
CLICAS T ACIDEZ r>p ESTOMAGO T DIARRHEA
^j Mi'o ni'-t/ior 1-rcinntitiiiute mra. asPessuun i-nftuqupciiliis. jfr-
, Ph", 9. ra Le Felotier. fcpus'.lart 13 (a Periambu-o FHAN" M. da SILVA fc Alfredo A'ves Sioioi s Barbosa, Maiiel Alvos
liarb.'SH, D. Jcaima Hacia Simoes Barbosa, D.
AdeUide Augusta Alces Butbosa, spus filhus, gen-
ros e oras egradeeem do intimo d'nlma ludas
as pessoas que so dignaram accmpauliar os-restos
mortaes da sua presadissimt esposa, ora, filha,
rmil e cunbada Dnlce Alves Simoes Bagboiia, e
de novo convicam seus p.trentta e amigos para
assistirem as missas que pela alnada finada man-
dam resar na igreja do Paraso, te ca feir, 14 do
orrente, s 8 hjras da manha, 7" dia do seu fal-
eci ment ___________
Espcciflcos prppiradfis pch; pliar-
niacculico U^m ]n:&m
de Hoanda
Approvados pelas jltu/as !y "itt
Repblicas do Pr) .. :e
Paria.
Elixii i
Restabelece <>b dyt _--
toes e prmrove :a ejoi -/ i ll
VinliO' Para os tsUtsro .> *
intertropical, r .
ricos.
Xarope re fl.ir tli orueira ti) i
Muito reconiut ndado un br : >j>-
tyse e as tosses agradas oa chrouies.
Oleo de testu:us fvrrngiii sea d*
laranj'is amargas
E' o piimeiro rc r
nismo, na fysica.
Pilulas anteporio ii.'as, |>r.-pir -o.
pererina, quina e jubovnn iv
Cura radiealinenre as fibn's i-r. ,,, ] i .-nt.-s, rt--
mittentcs e pendejos.
Vinho do jitnib b:-. simples ta-ob
ruginosf, pr>p ira o jai
EIKcaa.-'s as udViniiivietkis v,"
igudas ou elironiea. T
Virilio tDoioa lie
ApplicHij na* eoar
urtico ant.ebril.
Francisco }hiw\ b. Silva C
BOA MAHQUKZ HK LINDA
\um
Na ra da Mad:e d I)
se de urna ama di
I

r
-
Criado
Precisa-se de um criad i 'ie 14
i dade ; a tratar na rui da 'n-i-'r/l r n
criptorio.
i
fiTl




\

l
1
*>
Diario de PernambneoDomingo 12 de Dezcmbro de 1886
>
Maaltiga hollandeza
lapnrv 'a tir
p ir Charles Pluyn &.C.
24, Kecifc.
Pastilhtts vermfugas
de Ni ring
VENDAS
re
o meibor i p i l c ntra cernn s : deposito cen-
ital en rata Ja r'ani Sobrinhoci C, ruado Mar-
Cosnhero
1' m eosinhciro ; a ti atar na ra
lo rVytautiu*. 19. I:,..-agern da Magdalena,
Pirra engomma
"Pie t.i bj ila urna smn para engommar e outres
atrviQj* ra Duque de C.xins u .r c ui da typngraphia
ia l'ai i.
Criado PrcU:i-M' lio nm mpititu para criado ; na ra
i e de na ra de i'aysand (Chora-mc-atiiios) n <>.
Copeiro 131 s i!.' iin eCro bom e de cinucta Coi .; 1 la, ppi *' l-eir. ; na Patsagein da Mng-(MrM, Ua do I'. ys.uic 13,
Vende se o cstabelecimcmo de molhados sito
i praca do Conde d'Eu n. 15; a tiatar ns raesino.
WHISKY
KOYAL BLEND marca ViADO
ste excellcnte Whisky Escesse 'prcferivt
10 fcoguac ou agurdenle de caima, para fortifica
j corpo.
Vende-so a retalbo nos tu Iheres armasen*
nolhadoa.
I'ede KOYAL BLEND marca VIADOcujont-
ne e emblema sao registrados para todo o BrasL
BKOVVNS & C, agente*
Liquidaco
Cbpcos modernos, pilmas, plumas fljres e fitas
udo por proco muito barato.
Sime. Miquelina
Ra das Cruzes n. 39
Vende se
flixir carminativo clnico do
rtiafiiacfiilico Ve as
:r Vii'i.-j'ie cura rtyspeppias, gastralgia* e to-
.lua* pt'rtui'j.iics lip.d.s X dcsarranjos de es-
tom>0 c inti'aiiu .-. Ac nselbado por vares cli
-ntcua do.- 1 is coiieei'n di s desta cidade, cha-sc
_i ve i.l.i 1 ..l- u*iv< ni- te na pliaiinaeia americana
de A !-.. >ru & C, ra Duque de Caxias nu-
obrador futido
<) Itinocnlo pi ilfl a um de seus cobrado:es que
' *| i tt-m il- ixa Ij 00 orii veja, que appare-
-<;. t'iit 1 -11 d<- vi r tua 11 me o a ciuutia publi-
<9aJi.
Cliromos
tiiHt's para bous feslas
FE LICITA Q #'! IklM-slM blHIH (lllll-JH
u rcliiii- e 1 hr- w .-, o que pJe haver de mais
;n-. :- h 1 i- receber a liofrraphia e encader-
Boa Duque de axia> u. :i
Corso \m do r
O !;-. .V.m.i. I Purtella Jnior 'o-ci ua durante
m fer >a* ili.--i'o 11 ci. 11.I c direito romano ais
"., la'-tci i .: ti jucn fnzer aelo un Margo.
1 miad > i-m fi-u t'SCrijitoi o ru 1 d-j
.i pera I r 11 0\ 1" andar, das 10 horas n 2 da
Jaj-U'-.
urna car roca para cavallo, em perfeito estado ; na
ra dos Coelho* n. 26
A'Honda
II ua Duque de Caxias n 103
Chama te a uttenco das Exmas. familia* para
os procos seguiutes :
Luvas de seda prcta a lOOOJo par.
Bato* a 1*500.
Luraa de pellica por 2500.
2 caixas de p.pel e envelopes 800 rs.
Lnvas de seda tr granada a 21, 2500 e 34
o par.
Suspensorios p ra meniuo a 500 rs.
dem auier.canos par humem a 3f.
Mcias de Esrossia para crianca a 240 rs. o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 ra, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albous de 1*500, 2i, 3f, al 8*.
Ramcs de flores tinas a 1*500.
Luvas de Escosoia para menina, lis 18 e borda-
das, a 800 el/o par.
Porta-retrau. a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 81K) rs. um.
Rosetas de bnlbantes chimicos t> 200 rs. o par.
Guaroicoes de idem idem a 500 r*.
Anquiuhas de 1*5. 0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisse de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 r*
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a pe;a.
Peutec para coco com inscripco.
Babadores com piutura e inscnpves a 5C0 rs.
Para toiiet
Sabao de areia a 320 rs. um.
dem phcnicado a 500 is. um.
dem akatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
Idea d,- alface a 1*000.
Agua celeste 1 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mae eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para seuliur.i a 3* a duaia.
Barato
.1 [erre* rus do Visccnlr do
eVibuqoerque n Ci-ao bou* conm.djs, cacimba
e quintal gi 11 u- (sin sahidn para a campin* da
Alr.-ta : a Iraii r i-a ra nllia le Santa Rita n.
Estojos para crochel a .$000 rs.
Linhas para crochet cor de crome i'00 r?.
Linbas para crocb t de seda mcsclada 300 rs.
Bico de cores 2, 3, e \ dedos
de largura a 3*(.00. 4*000 e 5*000 a peca
BARBOSA & 8AMOS
1_M~R6F
le 3X9, 4X9 e 3X<2; veude-ee na serrara a va-
por de Ciimaco da Silva, cae& Viuce Ouus de No-
;?tiibro n. 6.
>- N llMi;.
Ia mniilia h 1 (ja tarde
l'32, Eoidcoax Me:a n de Brcme;
L'ciS ya.//id de Prut ; Roche-
tert : Ker$9 -!e Ktd*lh* d* Prtta,
riad* i:3,*e'o 18S1. Anioterdam :
d i. 18SS,
xpj(i;ZoL( 'Irjtaiho:JtfT u lo
Aiiaieni.'o RL'a
A, rAEi.""A r da ama th -. .. : rtnlus.
fcxp cebes,
lllsptU/ ; e ..-;.
.
>f>*irltl i ..i_. .<:.-!. -.,^u -Xntes-
ttiics, Vr u-s, ir ludas
k* A-tcce eatonakfju
suptiori ;:a a yro-
-.
HM
. .. Hoy.iimmlStnea)
tUftrewK ......iU>SUva*VC*.
Oieo para machinas
Em latas coateudo cinco galoe?, a 9*000 ; ven-
de-senns depsitos da fabrica Apollo.
Vende-se
o h.'vl e ho icdiria Estrella do Norte, na Lio-
goet. O proprietario deste botel leudo de reti-
rar te para f.-a dcsta cidade, vendo o seu esta-
belecimento por prr(n bailante cc-mmedo ; trata-
se no mes mu. ra Tlum de Sousa n. 8.
Serrara a vapor
Caes do Caplbaribc n. 2S
N"esta serrara encuntraro os si nhores fregue-
.es, um grande sortimento de pinhj de resina de
ini-o a des metros de compnmenco e de 0,08 a
,24 de esquadros Garante-se proco mais como-
o do que em utra qualquer parte.
Francisco djr Santcs Macedo.
SM CIEJRO NEM G0ST0 DOS 0LE0S ORDINARIOS
DI TFRRA-NOVA
I de F1GADCS Frascos I
MacalkaU"!
curt coa ira a Melestia do Paito, a Tsica. *
ftqoRaS, i?rb6os de Vcntre. Tc&sea ebronicas, AllcccOes escrofuleiaa.
4t>V*:U < i:\ClA. Kxig*s* no rotulo o fi'a-Azui do Estado frJ*L.Ce-
^OCarCS-. rhannaculico, 2. ra GastitUcno. FAKIZ, c prinrijl* ]l'--^m-
CARNEIRO UA CUNHA C.
rlcffl as E\m;is. leioras S minutes de alteno para os se-
giih-s ;1'ffs, 'lias banilissinos!
J5 nu. s sortiaieDtos dft ine-ii s de todas as lic?, a 600 rs. o novado !
L na ( s i Iha das ruclhores cachemires, a 500, OO e 700 rs. o dito !
Il'iii idem de quadro?, novidade, duas larguras, a 1600 e 1 (5800 o dito !
Setini t's de pliantasi.-., a 403 o 500 rs. o dito !
Oaxpmires felpudas, duas larguras, a 1000 o dito I
Liinmis com pulmas de Kfd, a 800 rs. o dito !
Alcrii s pretoe, d-sde 900 rs. a 2(5?00, o dito 1 cor garantida.
L:nd a vistu.uios de IS para crianoas. a 7500 e 85000.
Itcas ^u-rni^S s de cror-.hc'.s para cade-ira e g'.f, p r 8tJ000
V l.'ii linlios de tj.'as as (r-s, a 190(^ e ]$200 o covado !
- .Ma', veidadeiro, a 800 e 1)5000 o dito !
la de tilas as iGrs, a 25000 I
L qus de plian'asia, a 1)J000 e J)5500 I
\l i is para erau*, a 2(5500 a duzia I
liao par. cnBaqainhos, a 46000 e 455000, dez jardas !
aii'braij in.inca bordada, a 65000 e 8'5oOO a poya!
A :toalhado'8, bramantes para todos os presos ; alg-id3ep, uadapolSea bara-
tos ou:r -s ariigos que se lquidam por menos que em outras partes.
Leitura para senhorar
Brolhcs nikelados e d.uradca a 2*000.
Bunitos grampos dturados a 500 ris o maco.
Esplendido soitimento de galoes de viJnlbo.
Grande variedade de le ues de sitim, a 4*000.
Frisadores americanos pa.u cabello a 3*100 o
maco.
.Setas de phantasia para cabello.
Bonita colUccJo de plisss a 100 ris.
Brineos, imitaco de brilbante, a 00 ri*.
Aventis bordados para criancas a 2*000.
Chapeos de fustSo e setim para criancas
Sapatos de merino e sctiin idem, idem.
Meias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de vozelina do divirsas qualidadcs.
Sabonetes finos de vozelina e aliace.
Extractos finos de Pinaud, Guerlain e Labio.
Lindas bolsas de coure e velludo
Fecbs de la para senhora a 1*800.
Sapatos de casemira prrta a 2*000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3J000.
Pacotes de p de arrez a 300 i ia.
Fitas de todas as qualidades e cotes.
Immensa variedade de boies de phantasia.
E miihares de objectos prc pri'.s para tornar urna
senhora elegante, e multes outros iudispensaveis
para uso das familias, todo por preces admiravcl-
mentc mdicos.
Na Graciosa
Una do Ciespo n. 7
______________Duarte A U.
Grande reforma JJJ...
Realmente foi grande a que ee fez m, Loja do*
Barateiros.
lu da Imperalrli a. 40
E sao o* nicos que tem as seguiutes especia-
lidades !!.'. ..
Lie alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimos padroes, o mais Bao e apurado gesto
que tem vindo, e por preyo baratijsiin", de 500 600,
700. 800 e 1*000,0 covado, porm fino e bom !...
Querem ver ?... apareyum !!!...
Exmas. aenhoras !...
Ti mos um lindissimo sortimento de failhe, que
a vista agrada a mais excepcional fregueza ; isto
por menos do que em outra qunlquer casa ; t o.
40 !....
I'ois custa 600 rs. o cavado.
Temos mais lindos sortimento de fus*Oes a 500
rs. o coy ido.
Chitas finas, especialidade, porque honve gesto
na eacolh e vende se por 240, 280, 320, 360,400
e 5i O rs. o covado, n. 40.
Tambera temos!!.'...
Lindos padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cambraia victoria e transparente finas e boas
de 3*300 a 8000 a peca
Bnm branco de linho especialidade de 1*500 a
3*500 a vara pechiocba !
Brim pardos lizoa e trancados de 700 a 1*600 a
vara, pro ve i tem festa! !...
Mobsek m grande sortimento a vontade do fre-
quez, vende-se de 400 a 560 o covado, vmham !...
Sitinctas !!!... esplendido e importante sorti-
mento nesse artigo, sendo brancas, pretas e de co-
re*, lavradas e lizas, o que se pode desejar em bom,
vende se de 400 a 6t 0 o covado.
Temo* mais !. .
Casemira de todas as qualidades e cores, e fa-
zemos costumes de .30i a 60*00, barato e em
covados de 2*500, ceusa fina e que a todos agra-
dara, apptrecam !
Acreditim ?.. .
Venham ver, para crer !!!...
Madapoln du 1> quatidade de 4*500,' 5*500.
6*o00, 7*500, 8*500 e 10a a peca, e qus ha de
mtlbor.
Algodao de 3*5.0 a 7*500 e 8*000 a peca tea
20 jardas.
Camisas de meia de cores c brancas de 800 a
1*800 e 2*000.
Colcha de lindos desenhos a 4*0."0, casta 6*000
cm outras casas.
Pannos da costa do melhor que ha custa apenas
2*750, o metro, pecbincha !
Bramante de linho a 1*800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
dem de algodao a 1*300, palmos tambora 6 bom.
Algodao euifestado, 10 palmos a 900 rs. o metro,
multo bom para K noves.
AKm das faztndas j mencionadas temos muitos
artigos de modas cerno seja, lequcs de fino gosto,
gravaras, colarinhos, punbos, meia* etc. etc.
Allieiro &C.
RA DA IMPERATR1Z N. 40

DA
COLOIA ISABEL
EXTRACQO SEMANAL
V parte da 21a loleria
CORRE
\o dia 16 de Dezcmbro de 1880
lfranserml! Intraasfmvel l
PORTADOK DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:06$200
Esta lotera est garantida* alm da fianza, por um depositu
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES A.' VENDA
0
NA
,i

%ut\
59 Ra Duque de Caxias 59
????????????????????????o
Peptonas Ppsicas
de CHAPOTEAUT
'harmaceutico de 1' Olaaae
*9
nos
Apprcvad' pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro. Empregadaa
Hospitaes de Pars e nos de Marinha
A Peptonao producto de digestao da carne de vacca pela pepsina de ChapoteauT
extrahida lo estomago do carneiro e transformada em um alimento soluvel, imme-
diatamente assimilavel, que vae ter a todos os pontos do organismo por meio da
circulado venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-lhes o estomago.
O Vinbo de Peptona de Chapoteaut por so indicado as molestias que
tem por causa as ms digestOes, as afeccoes do ligado, dos intestinos, as
gastrites, na anemia, na chiorose; as molestias do peito, na dysenteria
dos paizes quentes, as digestoes diffieei$ e laborio$os. Este Vinho alimenta as
creatifas, que nao supportao a comida, augmenta a aecreco do leite das pessoas
A Conserva de Peptona de Chapoteaut, que pode ser empregada interna-
mente e em clysteres, tem o poder de alimentar durante mezes os doentes mais
graves, como os tsicos, que nao posso tolerar alimento algum, os cancerosos, o*
que soffrem da bexiga, dos rins e da medulla espinhal.
E' prenso nao confundir a* PEPTONAS DE CHAPOTEAUT com outr fakrimdaf
com carne dt cavallo e vegetad fermentado*.
Deposito em Parla, 8, Ru Vivienne e as prinoipaes Pharmaoiaa.
?????????????????????1
???????1
A lievoluQo
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os aeguintes artigos com 30 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a 1*500 o ce vado.
Mirins de cores finos, a 9o0 e 1*200 o co-
vado.
Dito* prtto a 1*200, 1*403, 1*600, 1*800 e
2*000 o covado.
LSs mescladas de seda a 6'K) ris o covado.
Ditas com listrinba* de seda a 560 ris o dito.
Ditas com bolmhas a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 lis o covado.
Las com quadrmhos, a 400 ri* o covado.
Gaze cem bobunas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim maco lavrado a 1*300 o (evado.
Seda palba a 800 ris o covado.
Ditas d cores de 2* por l*0UO o covado.
Setnn maco lico i 800 c 1*200 o dito.
Gis de aples prcto a 1*800, 2/000 e 2*500
o covado.
Setineras lisa* a 320 c 400 rs. o dito.
Ditas de quadrinh s a 320 rs. o dito.
Ditas pretas finas, a 500 rs. c dito.
Fustoes braneos e do cores a 320, 400. 440,
500 c 800 r*. o dito.
Z> plnros finoj, escossezes, a 500 rs. o dito.
Zephires de quadrinboa a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zepbiris lisos a 11,000 o dito.
Alpacao de cor para palitot, a 1*000 o dito.
Velludilbos lisos e lavrado* a 1*000 o eovado.
Cretones finissimoa a 240, 260 e 240 e 3G0 ris
o dito.
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas branca* a 1*800 urna.
Seda escisfctza a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 urna.
Ditas de crochet a 85 0 dita.
Camisas bordadas para hornera a 30*000 a da-
is.
Ditas para se. hoias a 30*000 a dita.
Cortes de casimra finos de 3* a 8*000 um.
Casacos de laia a 1000 um.
Ficbs de retroza 1*000 nm.
Ditos, de pe lucia a 6*500 um, (bordado*).
Cachemira do cor a 1*600 o co'ado.
Flanella americana a 14400 o dito.
Cortinado* bord. dos a 6*0 JO e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para b.mens de 2*100 a 9*000 a du-
zia.
Dita* para senhoras de 3C0O a 12*000 a du-
zia.
Mantilbetas de seda a 6*000 urna.
Espartilhos de c- urxca a 4*1.00, 5*000, 5*000
e 7500 um.
Toiiett para baptisado a 9000 e 12*000 nm.
LciC.b braacoi e w m barra a 2*000 duzia.
Anquinbas a 1*800 rs. urna.
Bri.n de linho de c r a*l0'JO a vara.
lito pardo a 1*000 a dita.
E?gui3o amarello e pardo a 500 lis o covado.
Chalo* Jo iritii. lifos ltiOO um.
Ditos ostaiipados a 3*000, 3*500 e 4*000 nm.
Cortes dj each-mia para vestidos a 18*000
um.
Redes Hamburguez-is a IO'hTO urna.
Panno do eroihe' pira cade ras esot a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um
lienrique RODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario56
Bernardina Lopes Alheiro.
EXTRACCO
DA
0.a serie da 24 lotera que se exlraliir na igreja da Conceico dos Militares
EM 16 DE DEZEMBRO AS 4 HORAS
SOB O SEGUINTE
i M^ /% MTB
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
Coeheira venda
Vende-se urna coeheira com bon3 carros de
pas-cic, b ni localisada e afreguezadL, por preco
muifo medico, em razio de s> u dono nao poder ad-
ministrar por tir de fa.er urna viagem : o* pre'
tendentes achaio com quera fratar ra Duque
de Caxias n. 47.
DA
COLONIA ISABEL
CONCEDIDAS PELA LE PiiOIflICUL I. lfl, E IPPffllBO PELO FXM. Sfi. V]CE PrlESlDENTE 04 PMCII
POS ACTO O l DE SETUI1R0 OE '
\0,000 bi'hclcs cm vigsimos ISouo ... .
Despezas ..........
800:000$
HK:8ooS
68i:2oo|
1 premio de,......... 240:000*
i dito de.......... 40:0001
i dito de ........ 20:0001
i dito de.......... 10:000*
1 dilo de.......... 5:000*
9 d^os de.......2:0001 18:000*
23 ditos de.......1:000* 23:000*
40:000*
alto 1:000*
1:0001
39:600*
19:8001
9:900*
8:0001
6:000*
4:0001
2:200*
1:700*
96:000*
96:000*
681:200*
a3BSXDDa-VA.g)0(KS
Esta lotera ser dividida cm 20 serios do 4,000 dezenas. Quando as terminacQes do 1. e 2. premio? fbrea
iguaes, a d'este passar ao algarismo mmedialamenlc superior. De9 passa a 0e de 0a1. Os premios sao
pagos sem descont algum.
0 premio grande do cada crie acli i-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Bancy
Rural do Rio de Janeiro.
.....2:000*
.....1:000*
400 ditos de 100$ para todas as centenas, cujos dous algarismos
forera iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inciusive
1 dito de 1:000$ para a sorle, rujo numero na exlraccao for iaai
1 dito de 1:000$ para a sorle, cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400$ para toda a cernera do Io premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 premio .
99 ditos de MO* idem idem do 3o premio .
2 apps. de 4:000$ para o Io premio ....
2 ditas de 3:000$ para o 2' dilo ....
2 ditas de 2:000$ para o 3o dito
2 ditas de 1:100$ para o 4o dilo
2 ditas de 850$ para o 5o dito
4,000 terminacOes de 2
4,000 tcrminac5es de 24
para o 1" premio inclusive
para o 2 premio inclusivo



f
9 de Dezembrode 1886.
O THESOUREIRO,
Francisco Goncalve*% Torres^
ritn



t


Diario de PcrnambucoDomingo 12 de Dezcmbro de 1886
LITTRATUM
.
' \
XAVIER DE MONTPI\
TRADUC^AO
DE
PiLKKllO DE F.IRIt
CAPITULO IV
* O MODELO
(Contlnuasaa )
A esta repentina pergunta, a rapariga,
que eatava corada, tornou-se cor de pur-
pura.
Mauricio, n:tando que a tinha offendido
involuntariamente, pegou lhe na mo coin
bondade, e continuou:
Nao supponha que mo passou, s-
quer, pela idea o pansaroento de hami-
lhal-a, minha querida filha Esquecia-roe
que ha apenas dous mezes que serve de
modelo, e que, por consequencia, nao pode
ainda estar completamente familiarisada
com a maneira por que procedemos, nos,
os artistas. Bem v que nao ctevem exigir
de n3, no que diz respeito arte, as for-
mulas escolhidas e a po.itica de conven
gao da gente do grande mundo. O que
vemos n'um modelo n.lo a raulher feita
para encantar e para seduzir os sentidos e
o coragao ; a perfeigilo dessa adoravel
amante, que para nos est cima de todos
os outros amores, e que so chama a natu-
reza I,..
Perde me a pergunta que lhe dirig...
nao duvido da realidade das riquezis com
que a dotou o Creador... Ein tsdo o caso,
a inverosimilhanga da belleza dos seus es-
plendidos cabellos desculpava a minha du-
vida,
Como nica respista, Leontina tirou r-
pidamente o pente.
Soltou dous ou tres ganchos, e, sacudin-
do a cabega, fez oair >o redor de si as
inadeixas' anneladas e sedosas da sua hu-
ra cabelleira, que se estenderam at aos
ps, envolvendo-a n'um manto real, em
tudo similhante, exceptuando a cor, quel-
le de que falla Mu3set:
i Son fluie souplo et sa haache rondo,
Sa theveluce qui l'inondc,
Plus lougu?j qu un manteau d'un roi. >
Involuntariamente, pensava-se na arre-
batadora phmsa do velho poeta Theo-
philo :
Quererla banhar as minhas maos as
ondas dos teus cabellos l
Phrase esta que de le Harpo apunta co-
mo absurda c ridicula era subido grao, no
seu pretendido Curso de Litteratura, indi-
gesto e grotesco apontoado de inepcias,
para uso dos pedantes da sua especie.
Mauricio e Gilbert) deixarara escapar
simultneamente um grito de admirado.
A belleza de Leontina era neste mo-
mento prodigiosa.
A sua physionomia radiante de caninr3
e innocencia (notamos de passagem qua
nSo pretendemos afirmar que Leontina
fosse realmente candida e pura ; ignora-
mol-o por emquanto completamente ; lirai-
tamo-nos a indicar a exnressao do seu
rosto, sera nos importar saber se esta ex
pressao era o r^rl :x > da sua alma) a sua
physionomia, dizemos nos, vista atravez
daquellas massas fljetaanto e douradts,
resplandeciam con urna belleza realmente
sobre humana.
Mauricio, roaravilhado, bat:u as palmas,
e applaudio como so estivesse no thca-
tro.
E' maravilhoso! exclamou elle em
seguida. Tenho o meu quadro, e, tio
verdado como chamar me Mauricio Toroy,
esse quadro se urna obra prima. Minha
bella menina, tem um rosto e uns cabellos
que farao a sua fortuna I... Ganhar
tanto dioheiro quanto quizer 1
Que Deus o ouca, senhor, murmurou
Leontina, enrolando os cabellos, torcen-
do-os, atan o-os com difficuldade, com um
gesto encantador e casto.
Ouvir-ine-ha, nao o duvide. Est
combinado, preciso dos seus seruigos, e,
de amenhS em diante, s nove horas ora
ponto estar no raer, atelier. Posso con
tar comsigo, nao verdade?...
Nao p e trabalhar j hoje, senhor
balbuciou tmidamente a rapariga.
Hojo ?
Sim, senhor.
E' impossivel. Nao tocarei n'um pin-
cel em todo o dia.
Urna expressao de tristeza e profundo
desanimo transpareceu no ro3to do mo-
delo.
- Oh I meu Deus, o que direi eu en-
tilo ? murmurou ella com um gemido, ao
mesmo tempo que duis grossas lagrimas,
depois iie terem estado por momentos sus-
pensas das lougas pestaas, rolavam, como
duas perolas, pelas faces que sbitamente
haviarn eropalledccido.
Dizer a quem ? perguntou Mauri-
cio.
A meu pai. -.
Entilo dir-lhe ha quo tem Irabalhode
manba em diante.
Sim, mas se nao lhe der nada
hoje...
O que acontecer ?.
Batermeha... balbuciou Leontina
cora a voz suffocada.
Bater-lho ha repetio Mauricio com
indignagao.
Sim, senhor.
Pobre crianga exclamou Gilberto
quo, pela primeira vez, tomava parte na
conversagjle. E' entilo muito spero e
tal o seu pai ?
Leontina nao respondeu.
Baixou os olhos com profunda tristeza,
e o seu silencio fui mais eloquente do que
toda e qualquer resposta.
- Como se chama elle ? perguntou
Mauricio cora interesse.
Narciso Aubry.
Em que se oceupa ?
E' modelo.
Nunca ouvi fallar nelle.
E' conhecido nos ateliers pelo nomo
de Lenidas.
L unidas exclamou Mauricio. Ah l
sim, decerto, conhego o !.. Um bruto,
um borracho, um mo carcter, que puz
fura de minha casa duas vezes !... E
filha desse hornera I... Ah pobre crian-
ga, lastimo-a de todo o coragao I...
Tem urna boa alma, senhor.
Entilo, nSo desesp-re, nao posso dar-
lhe que fazer hoje, mas como nao quero
expl-a aos tristes resultados do descon-
tentaraento de sau pai, aqui tem essa moe-
da di curo : dar-lho ha o que julgar con-
veniente, o dir-lhe ha qui nao querendo
que v tr. gue! o di* de hoje camo se tivesse traba-
jado.
Oh I senhor, como hei de agradecer
lhe ? murmurou Leontina, com encantado-
ra exprsalo da reconhecimento.
Nao mo agradega, minha filha, ser
o rnelhor, e volte raanha de manha.
preciso do3 seus servigoi por muito tempo,
e, quando poder dispensal os, recommen-
dal-a-hei a muitos dos meus amigos, ver
dadeiros artistas, com quem nao ter, te-
nho certeza, senao as melhores relagSes.
At mais ver, minha filha, at raanha.
Leontina, que tinha segurado j os ca-
bellos e posto o chapee, calgou as luvas,
cumprimentou os dous rapazes graciosa-
mente, e sabio.
F0LHET1M
0 OORCUNM
POR
paulo pval
SEGUNDA PARTE
0 PALO CE SSVBSS
(Continuagao do n. 284)
IV
Franqueza*
O se^uimento desta narrativa mostrar
o que Gonzaga queria fazer d'elles, porque
primeira vista, collocado como estava no
apogeu da riqueza, do poder c do favor.
Gonzaga pareca nao precisar de ninguem
E fallara as minas do Per'! dizia
o gordo Oriol, emquanto o amo se conser-
rava afastado. O palacio do Sr. principe,
s elle rale o Per' e todas as suas minas.
Este sujeito era gordo como urna bola,
alto, bochechudo e vermelho. As rapari-
gas da Opera consentiam em gracejar delle
amigavelmente, visto ser elle rico e maos
larga.
Palavra replicn Taranne, fioancei-
ro magro e chato. O Eldorado aqui.
A casa do ouro, accrescentou o Sr.
de Montaubert, ou antes dos diamantes.
Ya traduzio o barito de Batz, an
des te tiamandes.
Mais de um fidalgo, conticuou Gi-
ronne, vivera um anno inteiro com urna
semana de rendimento do principe de Gon-
zaga.
O que qupr' dizer que o principe de
Gonzaga o ni dos fidalgos.
GoDzaga, meu primo, exclamou Cba-
verny com um ar compassivo, pede-lhes
por piedade que ucabero com isto : do
contrario esta aborrecida hozanna dura at
amanbS.
O principe pareceu despertar.
Meus senhores, disse elle, sem res-
ponder ao marquez, porque Gonzaga nao
CAPITVL9 V
O REMADOR
Que arrebatadoura crea tur* .' excla-
mou Gilberto, quando o repostoiro voltou
ao seu lugar, depois de ter deixado passar
Leontina.
Urna admiravel cabaga de Mado-
na !.. respondou Mauricio com exaltagSs,
um verdadeiro achado ... urna perola !...
um diamante !... Nunca tinl.i visto nem
sonhado tilo completa, tilo rreprahensivel-
mente bella !... E' o co, protector da9
artes, que m'a onvia para o meu quadro
da prxima exposigao I... Os diabos rao
levem, e consentil-o-hei. de boa vontade,
se o qnadro que vou comegar amanhl
nao me nzer conquistar immediatamante
o meu diploma de artista .'...
Gilberto sorrio a) ver o enthusiasmo do
seu amigo.
Conheces o pai daquella creanga T
perguntou Gilberto era seguida.
Conhego at de mais.
E' mo hornera ?
Um devasso, un maroto, que nao
vale a corda que ha de enfor>;al-o u.n dia !
Essa miscravel tem exercido successiva-
mente os mais vergonhosos misteres E' o
ignobil typo do bohemio parisiense da mais
infi-na especie Devia t'r sido julgado j
vinte vezes em polica correccional e dez
vezes era causas crimes !. ..
Nao exageras ?
De certo qm no. A ultima vez que
trabilliou em minha casa, notei logo, de
pois dille ter sabido, que me faltava um
porte monnaie e urna cadeia de relogio...
E cri que foi elle o autor do ruu-
bo?
Tenho a certeza moral. Desgragada-
mente fultam-mo as provas materiaes ; se
nSo fosse esta eircumstancia, creio que
fazia urna obra raoritoria entregando aos
trbunaes o tal senhor Lonidas.. .
E o pai daquella adoravel crianga
que saino ha pouco daqui um bandido
dessa especie 1. .. Que singular capricho,
ou antes, quo singular monstruosidado do
acasol... H* razJo para dizer quo as
mais bellas flores uascem s vezes do
raonturo 1
- Oh oh I como est potico repli-
cou Mauricio. Acautela-te raen amigo,
nao consintas que Leontina te torno infiel,
mesmo pjr pensamentos, graciosa Mar-
garida Clment.
Nao ha o menor perigo. Admiro-a do
mosmo modo e que tu, como artista.
Ora ainda bem.
Leontiua, pelo menos, a julgar pela
physionomia, deve ser um anjo de candu-
ra e innocencia...
Mauricio fez estalar os dedos, gesto que
fazia, como sabemos, em certas crcums
tancias, e soltou urna gargalhada franca e
sonora.
Duvidas ? perguntou Gilberto.
De certo.
E porque ?
- Ah I meu pabre Gilberto, so, co uo
u, tivesses tido por modellos urna centeaa
de santas, de virgens e de madonas, sa-
berias o que devus pensar a resp-.ito das
aureolas de castidade e das physionomias
archanglicas. .
- Pois qua 1 esses roatos silo engaa
| dores ?
Duas ou tres rail vezas mais, do que
as ondas, que, no entaato, sao bastante
prfidas, segando diz o velho Williara
Shakspeare I Essas castas criangas, essas
virgens tao puras, sSo a maior parte das
vezes somelhantes s sacerdotisas de Ve-
nus que ahi andam pelas ras...
SuppSes entilo qui Leontina repre-
senta urna comedia ?
Nao! Supponho nicamente que a
natureza a dotou com um canuto rosto, e
que implora esse dom em proveito seu,
eis'tudo... e, aqui entre nos, est quasi
no seu direito... Afinal, a illusao seria
mais difficil com Leontina do que com
qualquer outra.
gostava de gracejos, queiram acompanhar-
rae ao meu aposento ; preciso que esta
sala tqne deaerobaragada.
Quando chegaram ao gabinete de Gon-
zaga :
S,.b vn porqua os convoquei, meus se-
nhores, disse elle.
Ouvi f.llar em um conselho de fami
lia, disse Navailles.
-~ Melhor do que isso, meus senhores,
urna asserabla solemne, um tribunal de
familia em quo S. A. real o regente ser
representado por tres dos primeiros digni-
tarios do estado : o presidente de Leraoig-
non, o marechal de Villeroy e o vice-presi-
dente d Argenson.
Safa I disse Chaverny. Trata-se en-
tao da pisse da cora ?
Mrquez, disse seccamente o princi-
pe, vamos fallar da counas serias, poupe-
nos.
Nao ter por acaso, meu primo, per-
guntou Chaverny, bocejando, alguns li-
vros com estampas para me distrahir, em-
quanto o seuhores conversarem seria-
mente ?
Gonzaga sorrio, afi n de fazel-o calar.
E de que se trata, principe ? per-
guntou o Sr. de Montaubert.
Tratase de me provar a sua dedica-
gao, roeu3 senhores, respondeu Gonzaga.
Ouvio-se um grito unisono :
Estamos proraptos !
O prncipe cumprimentou-os e sorrio.
Mandei os convocar, especialmente
aos Srs. N*vailles, GiroBne, Chaverny,
Noce, Montaubert, Choisy, Lavallade, etc.,
na qualidade de parentes de Nevers ; e ao
Sr. Orol, na qualidade de oncarregado dos
negocios do nosso primo de Ch'.illon ; os
Srs. Taranr.e e Albret, como mandatarios
dos dous Chatellus.
Se nao for a heranga de Bourbon, in-
terrompeu, ser entilo a de Nevars, que se
discutir 'i
DacidirSo, respondeu Gonzaga, o ne-
gocio dos bens de Nevers, e mais outros
negocios.
E para que diabo precisa o Sr. meu
primo dos bens de Nevers, o senhor que
ganha um milhao por hora ?
Gonzaga calou-se um instante antes de
responder.
Serei s ? perguntou elle em segui-
da, com um tora penetrante. Nao terei
que fazer a fortuna de todos T
Houve od movimento de reconhecimen-
to na assembla.
Todos os ros tos esUvam mais ou menos
enternecidos.
Porque?
Por causa do pai. O honradissimo
Lenidas, acredita, horaem capaz de
especular con a b?lleza de Leontina por
todos os modos e do exploral-a de todas
as maneiras.. .
Suppors por acaso?...
Gilberto intarrompen se.
Sim, supponho, respondeu Mauricio
aquella phrase incompleta, supponho o quo
lgicamente se pode deduzir das apparen-
cias.
Mas isto seria infaue I...
O que, Gilbirto?... Tu tens a pra-
tengao do pintar o mundo as tuas obras,
e assiru que o conheces!... Tocars com
o teu latego de autor dramtico 03 vicios
e as chagas da sociedade, se nem sequer
suspeitas quaes sao esses vicios e essas
chagas! Deixe nos, porem, este triste as
3umpto! Preciso encontrar em Leontina
nao urna rapariga honesta, mas um mo
dlo admiravel; nSo lhe exijo outra cousa
se nao a sua bellez, para me ajular a
compr urna obra prima. A este respeito
o melhor possivel.
Emquinto nao di>g o da de amanha,
eontin 1, so aasim o quares, a conversagito
do ponto era que esta'.a, no mjrncnto era
que a pequea veio i itarrompel-a, pelo
quo (digi-se entre purenthesis) nSo lhe
quero mal algura, apaza do muito interes-
so que sentu peL tua narr.iglo. Dizias-
me, se bem me lernbro, que o pai de Mar-
gan la nao te havia concedido nsm recu-
sado a mao do sua filha, o quo me pare-
ca extraordinario, c ias dar-me a explica-
g5o quo ie ped a esse respeito.
E' exactiraenti isso. Vou dar-te a
explicagao pediaa; mas, ante3 dsso, da-
me outro cigarro.
Ahi os tens em cima da mesa ; falla
e fu ..a.
Gilberto continuou:
Dizia-te quo minha raai, ceden:1o
aos meus reiterados pedidos, consentiu em
apresentar-8e em casa de Clment. Ves-
tiu-se, saiaos juntos, o acompanhei-a at a
casa do armador, cuj porta le vi fran-
quear com urna apparencia de resolugao
que mo deixou encantado.
Repito-te que Clment ora um dos mais
ntimos amigos de meu pai; conhenia-me
desde pequeo, e havii-me reaebido sern-
pre com franu cordulidade.
1 Minha mai estimava Margarida de to-
do o corago, e desejava muito a nossa
u-'i.Io. Afinal, nao va obstculo alguna se-
nao na riqueza de Clment, que quatro
ou inco vezes superior nossa.
Ko emtiuto, a affeigo, e direi mesmo
a fraqueza de Clment p.-li sua nica filba
tinham til notoriedade, que minha m3i es-
perava terminar satUta t iriamente urna
negocagito, que devia ter como resultado a
minha felieidude, e, devemos tambem con-
cordar, a de Margarida.
Fatuo! exclamou Mauricio "rindo.
Porque ?
Porque pareces acreditar qu-* s in-
dispensavel felicidade dessa menina.
Interpretas mal o meu pensamento.
Quiz dizer nicamente que, se casasse com
Margarida, estava certo de a fazer a mais
feliz das mulheres, to grande o meu
amor.
Aceito a explicagSo.
Obrigado.
Desculpa a minha ioterrupgao, meu
querido Gilberto, e cont'nua.
Compreheades que em seraelhante
occorrencia e em presenga de nm velho e
excellente amigo, a diplomacia nao era ne
cessaria. Alm disto, minha mai er fr-
meme ate que a astucia, por muita que
ella seja, nSo obtara to bons resultados
como a franqueza. Se isto um erro, o
erro dos caracteres honrados.
Portante, apenas chegada ao gabinete
do armador, entrou resolutamente na ma-
teria, e fallou com toda a franqueza no tira
da sua vi-ita.
Sabe, principe, disse Navailles, se
pode contar commigo !
E commigo exclamou Gironne.
E commigo I e commigo !
Commigo tambem, com mil bombas I
dissa Chaverny, depois de todos os ou-
tros.
Dasejava saber nicamente...
Gonzaga interrompeu-o para dizer cora
urna altivez severa :
E's muito curioso, mea primo, isto
ha de perder-te. Aquelbs que me acora
panharera, comprehenda bera, devera se-
guir resolutamente o meu caminho, bom
ou mo, direito ou tortuoso.
Mas entretanto...
E' a minha vontade 1 Todos s3o li-
vres, podem seguirme ou ficar atraz, mas
aquelle quo parar, rompen involuntariamen-
te o pacto ; nao o conhego mais. Aquelles
que me acompanharem devem ver pelos
meus olhos, ouvir pelos meus ouridos, pen-
sar peda minha cabega. A responsabilida-
de nao para elles, que silo os bragos,
mas sim para mira, que sou a cabega
Comprebende-me, marquez, nao quero ami-
gos a nao ser assim I
E s pedimos urna cousa, accrescen-
tou Navailles, que o nosso illustre paren
te nos mostrs o caminho.
Poderoso primo, disse Chaverny, ser-
me-ha permittido dirigir-lhe humilde e mo-
destamente'urna pergunta ? O que frei
eu ?
Guardar silencio e dar o seu voto no
conselho.
Ainda que tivessa de offender a sen
sivel dedicagao de nossos amigos, dir-lhe-
hei meu primo, que quero o meu voto quasi
tanto como a urna ta;a da champagne va
sia, mas...
Nada de mais I interrompeu Gon-
zaga.
E todos com enthusiasmo :
Nada de maa...
Unir-nos-hemos em redor de Sua Al-
toza, accrescentou pesadamente Oriol.
Alteza, disse Taranne, o faanceiro
saber recordar se daquelles que o ser
vem I
O convite podia nao ser muito razoavel,
mas era pelo menos directo.
Todos tomaram nm ar fri, para no ter
absolutamente apparencia de ser cumplice.
Chaverny diriga a Gonzaga um sorriso
triuraphante e irnico.
Gonzaga o ameagou com o dedo, como
fazom as criangas ms. Sua colera passa-
va os limites.
E' a dedicagao do Taranne a que eu
mais estimo, ruste elle com um ligeiro tom
t Clment ouviu sem pestenejar o pedi-
do feito em meu nomc.
o Quando minha mai concluiu, abanou
a cabega, e permaneceu silencioso por al-
guns momentos.
Eatlo ? lhe perguntou minha mili in-
quieta.
0 armador pegou-lhe na m3o sorrindo.
Minha boa amiga, lhe disse elle en-
tilo, sabe que sempre estimei muito Gil-
berto. E' um honrado e excellente mogo,
reconhego-o; e, no entanto, nao posso rea-
ponder-lbe categoricamenti no mesmo in-
stante, como deseja.
E' urna recusa ? exclamou minha
mili, cuja inquietagao dobrava, o que de-
ves comprahender fcil nente.
Nao digo isso...
Mas, no emtanto...
Clment interrompeu-a.
Minha senhora, disse elle, man de-roe
c GilbertJ, falhr-lha-hoi a elle.
Era impossivel insi;t'r.
Minha mai saiu sem s.tber o que de-
via pensar das reticencias de Clemente, e
se devia esperar ou nao.
Parec 1 me, porra, pouco, proravel
que o armador sontiss a necessidade le
fulminarme face a face com urna recusa
brutal.
1 Cinco minutos depois estava na sua
presenga, violentamente irapressioaado o
com o corago avariado, como dizom os
marinheiros.
O seu rosta franco e sincero em que
transparecia a bondade, pareceu-me im-
pregnado de espantosas solemnidades.
1 Fez-no o effeito de Neptuno desspc-
rado, no momento de pronunciar o classi-
co : Qmos ego.
Bons dias, meu rapaz exclamou elle
estendendo-me a mao, e sem que apparen
teraente raostrasso conhecer qual o fin da
minha risita.
Bons dias, senhor Clment, lhe res-
pond cala vez in:>3 embaragado e movdo. O
Durante alguns segundos fitou sobre
mira um olhar vivo o profundo, sob o qual
baixava involuntariamente os olhos.
Depois deste silencio bateu me sobre o
hombro, dizendo-ine:
- Entilo, meu rapaz, n3 pensamos as
rapigas Suppomos entilo que estamos na
morados !
N;Io supponho que estou, senhor, te-
nho a certeza...
Oh 1 oh E' a Margarida que tu
amas, ou ao seu dota ?
D me sua filha sem dote, senhor ;
disponha da sua riqueza era favor de quem
quizer, e vera se Margarida nao ser tilo
feliz como merece ser.
- que isso, meu figurao !... exela
mou Clment, dar-se-ha o caso que imagi-
nes que vou desherdar minha filha ?
Nao imagino nada.
En tao pirque rasSo me disseste es-
sas palavras ?
Respondo s puis perguntas e princi
plmente s suas supposigoes que me of-
fendem.
Deus rae perde Parece-me que te
zangas I
Por certo, diz-me taes cousas. ..
Digo te o quo entando, comprehen-
des me ?.E se nao ests satisfeito, meu ra-
paz, o melhor que tens a fazer, cortar a
amarrra, o partir de vento em popa !. ..
N'esta parte Gilberto interrompeu a sua
narrago.
E' necessario qne saibas, Mauricio,
exclamou n'uraa incidente, que Clment
a viva reproducgilo do typo immortal da
rispidez... Conhecia-o muito bem para
nao pensar em zangar me ou assustar-me
com as suas tiradas.
* Pelo contrario, aquelle modo brutal de
receber-me presagiava me um feliz resul
tado.
(Continu'a.)
VARIEDADES
Bidente Flora dos jardins siderios,
Painel dourado que abrilhanta os Ceus !
Candida rusa dos rosaes do Edn,
Prodigio inmenso do poder de Deus!
Prodigio immenso do poder de Deus
A huraanidado a contemplar-te canta !
Diz a natura era festival hosanna
Tu s a diva quo o poeta encanta.
Tu s a diva que o poeta encant,
Disera os anjos do supremo altar,
Dentro as estrellas s a mais formosa,
Respindo Vesper n'araplidao do ar.
Responde Vesper n'amplidSo do ar.
Bcijando as flores dos vergeis fecundos,
E proclaman lo teus encantos diva,
Gritara oszsphyros porcorrando os inundas!
Gritara os zephros pcr.iorrando os mundos
E os echos bradara n'araplidao dos ares...
Fitando os vates, do infinito bello
Chamara-te ondina de encantados mares.
Chamain-e o 1 dina de encantados mares,
Mimosa filha dos sonhares magos.
Tamos harpej >s ie siderias harpas,
Estrella d'alva namorando os lagos !
Estrella d'alva namorando os lagos,
Tornando as'trevas era fulgentes luz I
blico canto de gentil sirena
Nadando airosa do ocano fljx.
Nadando airosa do oceaoo flux
Sultana altiva dos cerleos mares,
Callam se as vagas desmaiando nacidas,
Ouvinlo, ondina t:us gentis cantares l
Ouvindo ondina teus gentis cantares,
Sentem-so os seras n'um fesm jucundo !
Para creir-t^, tilo formosa e linda,
Deus do empyrio balangou o mundo
Deus do empyrio balangou o mundo,
A natureza transformou-se bella!...
Dissa -sorrindo cura um olhar bondos.:
Fgase o bello. E tu urgiste estella!
Copia sublime de virtude etherea,
O mar s'humilha aos acenos teus,
Porque, oh! moga, virtuosa o casta,
E's um prodigio do poder de Deus l
Se o atheismo contemplar teu rosto
Cabe convertido supplicando os ceus,
Diz, fascinado com teu brilho inmenso :
Agora eu creio que exita um Deus !...
de despreso na voz. Taranne, meu ami-
go, o senhor tem a her la de de Sp:rnay.
Ah principe disse elle.
Nada de agradecimentos, interrom-
peu Gonzga, mas pego lhe, Montaubert,
abra a janella, sinto-me mal.
Todos se precipitaram para a janella.
Gonzaga estava muito paludo e gottas
de suor cobriam-lhe o rosto. Molhou o
lengo no copo com agua quo Gironne lhe
apresentava e applicou-o na testa.
Chaverny tinha se approximado com
verdadeir solicita le.
Nao ba de ser nada, disse o princi-
pe : cansago... passei mal a noite, e fui
obrigado a acordar de madrugada para as-
siitir ao levantar do rei.
E que necessidade tem de se matar
assim, primo I exclamou Chaverny; que
pode fazer lhe o rei ? e quasi digo : que
pode fazer por si o bom Deus ?
Quanto ao bom Deus nada havia a' cen-
surar a Gonzaga. Se so levantava muito
cedo, nSo'era por certo para fazer as suas
orag5as. Apertou a mao de Chaverny.
Podemos dizr que elle teria pago por bom
prego a pergunta que Chaverny acabava
de lhe fazer.
Iograto, murmurou elle, para mira
que pego !
Os cortezos de Gonzaga quasi ajoelha-
rarp. Chaverny nada disse.
Ah I meus senhores 1 replicou o prin-
cipe, como amavel o nosso bom rei I Sa-
be o no ne de todos vos, e pergunta me
sempre pelos meus bons amigos I
Devras disse o coro.
Quando o Sr. regente, que estava
perto da cama com Madarae, abri as cor-
tinas, o joven Luiz levantou as palpebras
ainda somnokntss, e pareceu nos que a
aurora se levantava.
A aurora com os seus dedos roscos !
disse o incorrigivel. Chaverny.
--O nosso joven rei, proseguio Gonza-
ga, estendeu a mao a Sua Alteza Real, e
depois vendo-me :* Ol! Bom dia, prin-
cipe; encontrei-o urna noite destas rodea-
do pela sua corte. Preciso que me d o
Sr. de Gironne, que um soberbo cava-
lheiro.
Gironne levou a mai ao coragao. Os
outros morderam os baigos.
O Sr. de Noce tambem mo agrada,
continuava Gonzaga, referindo-so s pala-
vras de Sua Magestade,
E aquelle Sr. de Saldanha, com os dia-
bos, devo ser qm raio de guerra.
De que serve isso ? disse-lhe ao ou
vido Chaverny ; Saldanha est ausente.
EfTecti va mente nao tinham visto, desde
a vespera noite, nem o Sr. barao de Sal
danba, nem o cavalheiro de Faenza.
Gonzaga proseguio sem prestar attengao
a Chaverny :
Sua "Magestade fallou-me do Sr. Mon-
taubert ; e do senhor tambem, Choasy, e
de outros.
E Sua Magestade, interrompeu o
marquez, dignou-se notar a amavel e no-
bre figura do Sr. de Peyrolles ?
Sua Magestade, replicou seccamente
Gonzaga, nSo esqueceu pessoa alguma, ex-
cepto o senhor.
E' bem feito disse Chaverny ; ba
de servirme a ligao. |
J se sabe do seu negocio das minas,
na corte, Albret, proseguio Gonznga : E
o seu Oriol, disse me o rei, rindo-se, sa-
be que me disseram que mais rica do
que eu.
Quanto espirito Que amo temos !
Foi um grito da admiragao geral.
Mas, replicuu Gc-nzaga, isto s3o ape-
uas palavras ; temo3 cousa melhor, gragas
a Deus Aonuncio-lbe, amigo Albret, que
a sua concessao vai ser assignada.
Quem nao ser seu amigo, principe ?
exclamou Albret.
Oriol, accrescentou, foi agraciado
com o titulo de nobreza ; p le ir procu-
rar d'Hozier para encommendar o seu bra-
za ).
O gorducho ficou inchado como urna bo-
la e quasi arrebentou de prazer.
Oriol, exclamou Chaverny, eis-te pri-
mo do ni, comoj s primo de toda a ra
Saint Deuis. O teu escudo j est feito :
fundo d'ouro, com meias azuns dispostas
duas em cima e urna em baixo, e por cima
de tudo um barrete de dormir, cora osta
divisa Utile didci.n
Riram-se um pouco, menos Oriol e Goa
zaga. Oriol tinha visto a luz, na esquina
da ra Mauconseil, em uroa loja de barre-
tes.
Se Chaverny ti /esse guardado a graga
para a ceia, teria ti 10 um grande xito.
Tem a sua pensSo Navailles, conti-
uou entretanto o Sr. de Gonzaga, essa
providencia viva : Montaubert, o seu pri-
vilegio foi concedido.
Montaubert e Navailles arrepeodorara se
de ter-se rido.
Noce, continuou o principe, pode sa-
hir amanhS as canuagens. E d r-lho hei,
Gironne, quando estivarmos sos, o que ob
tive para s.
Noce ficou contente, Gironne ainda mais.
Gonzaga, enumerando as suas franque
zas, que nao lhe custavam nada, citou a
30-11-86.
Severino de Arajo.
i 111 tuto de grande sensacn
Era Budapest cau30u grande sensago
este faeto :
Um tal Ernesto von Rhedey, depois de
ter completado os ssus estudos ero Berlim,
sua patiii, apresentou-se em Budapest
onde tomou conheciraento cora urna rica
baronesa de no me Aran ka Podmaneszky.
Esta se ennamorou ao ponto de conse-
guir delle a promessa de casamento.
O pae da baronesa veio a saber quo
Rhedey, nao er3 conde, roas ura intrigan-
te condemnado e preso em Berlim por de-
lictos coramuns, e que, alera disso, era j
casado.
Em consequencia do que o barao Pod-
maneszky negou nilo sraente a sua filha
o consentimento patern >, mas declaran pu-
blicamente nos jornaes que o matrimonio
nSo teria lugar.
No entretanto, o falso conde se divor-
ciou da propria mulher e se apresentou em
Pest.
A baronesa fugiu da casa paterna de
nouto e foi ajuntar-se-Ihe.
Com a intervengan da poli: ia os dous
foram separados.
todos pelo seu noroc. Ninguem fui esque-
cido, nem mesmo o barao de Batz.
Vem c, marquez, disse elle afinal.
Eu disse Chaverny.
Vem, menino perdido.
Primo, sei qual a minha sorte ex-
clamou o marquez, todos os nossos condis-
cpulos que se portaram bem, tiveram sa-
tisfecit... a mim o menos quo me acontece
ficar a pao e agua. Ah I accrescentou
elle, batendo no peito, conhego que o me-
reci.
O Sr. de Fleury, preceptor do rei,
assistio ao levantar, disse Gonzaga.
Naturalmente, replijou o marquez,
sua obrigagao.
O Sr. de Fleury severo.
E o sen offiaio.
O Sr. de Fleury soube da tua histo-
ria em Feui'lantines com Mlle. de Cler-
mont.
Ah I di0se Navaill's.
Ai ai repetirara Oriol e os outros.
E fizeste com que eu nao fosse exi-
lado, primo ? disse Chaverny ; muito obri-
gado.
Nao se tratava de exilio, marqMez.
De que se tratava entSo, primo ?
Tratava-se da Bastilha.
E livra8te-me da Bastilha ? Duas ve-
zes muito obrigado.
Fiz melhor, marquez.
Melhor ainda, primo ? Preciso entlo
ajoelhar-me.
As suas t rraa de Chancilles foram
confiaevlas no tempo do fallecido rei.
Por occasiao do edito de Nantes,
verdade.
Davam grande rendimento aqaellas
ter as de Chaneilles ?
Vinte mil escudos, primo : por me-
nos da ruetade dava a alma ao diabo.
As tuas trras de Chae lies furam-te
restituidas.
Devras exclamou o marquez.
Depois estendenddo a milo a Gonzsga
e muito serio:
Est dito : vendo a alma ao diabo.
Gonzaga franzio o sobr'olho.
O cenculo inteiro s esperava ura sig-
nal para protestar contra o escndalo.
Chaverny passeiou era torno de si o seu
oliar desdenhoso.
t'riroo, disse elle lentamente o em voz
baixa, s lhe deaejo felicidades. Mas se
os mos dias chegassem, a mntida o desfa-
zia-se em torno de si. Nao insulto nin-
guem, a regra : entlo, ainda que tenha
de ficar 8, primo, ricarei I
(Continuarse -ha)
Typ. do Diario ra Duque de Gaxlaa n. 48.
1


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