Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18706

Full Text
i
f"
I
fir-
mo LII BUMBfia B4
PAMA A CAPITAL E LIGARRS OXDE SAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adi&nt&don ....
Por seis ditos ideaj...... .....
Por iim auno ij-om.............
Cada numero avubo, do mesmo dia........
65000
12,5000
245000
5100
%
SAUDO 11 DEZEli EE 1886 -^
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.....
Por nove ditos dem.......
Por um anno dem. .......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13*500
20*000
27500G
01UO
Proprierafce *t JUanoel Jtgtictra i>* Jara i Sfyos
O* Srs. Aiaedec Prince C
de Paris. sil os nossos gentes
exclusivos de anniiucioi e pu
blie:ic9cs da Franca e Ingla-
terra.
Aviso
Ac Srs. subscriptores deste Diario avi
sa a respectiva direccao que, do i." de
Janeiro prximo era diante, far-se-ba a sr-
INSTRDGCiO POPULAR
,)A
HISTORIA ANTIGA.
(Extruhido)
B1HI.IOTHKCA DO POVO S DAS B8COL.A8
CAPITULO X
O u tt r. u o s
(ConltnuafSo)
Vultando Babylonia, fo all alvo do maior
TELEGRAMMAS
recadacjlo das assignaturas pela forma se-' triumph?. Kecobuu emiaix dorea d~e todas as par
guinte : i tes do inunda, acolhendj com especial agrados
Na cidade do R.-cife e lugares para onde Jf Grecia. Quiz fundir os gregos eos persas num
-X- oq ^ -?.. !nna .(so povo, por meiode ullnir-as e de oulcnias, e es-
c3o se paga porto. (,$000 por trimestre,"! psl^ou 'pFor todo 0 Oriente s ideas, a litteratura
adiantado ou durante o 1.' inez do mesmo 'e a cvilisacSo da Grecia. Durante um auno ela
trimestre, 6^500 uos 2. e 3. mezos. I borou esses planas, mas u2j poude pl-os ein ese-
No fitn do trimestre ser suspensa a re- cua* porqae veio a nomr aos 89 annos de ida-
__ i j-,. \. de, no anno 324 antes de Cbristo.
cessa do Diario aos que nao tiverem sa-, Flle<.ldo Alexandre, os Macedonios, depois de
tisfeito o seu debito. j alguna dias de con'eataces e de jego de entrigas
Foia da ciiade, nos lugares para onlo e de ambieoee, esco;herampara rei a Arideu; mas
se fazem as remessas pelocorreio, 135500 ; bem depressa ae desfizeram a'elle, bem como da
. r ,T i familia de Alexandre. Os generis, que baviam
por semestre, pago as mesmas condico\-s ido dtste) trataram de ap0Jerar.8 dLs coquis-
cima. tas qUU e||t filtra, e a partilba foi origem de urna
Aos que quizerem pagar o anno aiian- guerra que veio a terminar com a batalna de
tado, faz-sc-ha o ab te de 15000, para to 'P?,0- ..
... r Emquanto oa suecesaores de Aluxandre disputa-
aos os assignanies. ; VRin entre 8 hg 0ouqQjsta8 da Asia, a recia in-
i tentou recuperar a sua liberdade. Demosthenes,
- ; que fiora sondo o iuspirador de patriotismo e do
partida nacional, promoven a guerra da indtpen-
d-'ucia, que acabuu por um desastre. O grande
_ orador sendo proscripto, envenenoa-se no exilio.
Com esta morte toda a esperanca se perdeu.
Ainda Arato conseguio restaurar a anliga con-
federaco das cidades de Achaia; e essa coutede-
racao ia tal vez extender-se, para formar urna bar-
reir peraote as ambices da Micedonia. Mas
Esparta, que se tinba novameate elevado sob o
goveruo de Cleomencs, corren a embargar-lhe o
passo. Cleomencs foi vencido ; porin oa mace-
O Marqnez de llarliSton. proreJ donios, que tinham auxiliado os acheus contra elle
m r ficaram tutra ve preponderantes. 03 romanos
rindo um d incurri n'nm heetixg, su- comecam a inquietar-se com essa preponderancia,
nunciou que o*t definitivamente resolvew intervir, ganham a batalha de Cyuoce-
_ .. ... phalo, diasolvem a eoefederaca achaiea, o ilecla-
fella ama allianra entre oa iinlonls [a 1vrM tada9 Hg ddildeg da Greca Esta8 re.
laM Ilberacn e o* coimervadore da gosijam-se com o facto, sem comprcLenderem que
enmarado Commnn*. os romanos d.vidiam para dominar e abaorv.r.
^. .... Conheceram tarde o seu erro ; e, qnando quize-
r Avnopa a a t\ _u x j ram reconstruir a conf .deracilo se armaram para
LONDRES, 9 de Dezembro, tarde. re8I8tir 803 roinaaogi estes venceram a batalha de
Leucopetra, junto de-Corintho ; es:a cidade foi
O Marqnez de SalUbnrj. em nm quemada pelo cnsul Mummio, que cornmandava o
banquete em que toma ram parte exercicio de Rjini ; a Grecia foi declarada provin-
personasen. pqUlico. banquete que f4 romana e o povo que habitava, e que tio br-
" "~. m ~ lhante pap. 1 representara na civilisacco do mundo
leve lugar boje, proferto um diwrur- f0 absorvidoni grande massa das populacoes hu-
mo de grande Importancia, que pode jeiUs ao dominio Je Boma. Ficou a Grecia sendo
governadapor um pretor, nomeadn annuslmeute
ssa:i:: sa i\imi satas
" (Especial para o Diario)
() LONDRES, 8 de Dezembro.
2.a ...... 241
3." ...... 692
Foram despachadas 28,061 volumes pesando 484,508 k. incluidos 1,310 com
o peso do 39,296 k. por conta do govenn.
Dcspachbram se 2,729 animacs, sendo 15 por conta do governo.
Foram transportados 50.129,140 k. de mercadorias, sendo : 1 .05,924
requisicSo do governo, 235,375 por conta do prolongamiento e dos 48.387,841 k.
restantes foram :
Da capital para o interior .... 12.288,743 k.
Do interior para n capital
Era trafego intermedio.
O movimento do trafego com o prolong
Mercadorias da capital para estajees do pro
longamento ....
Do prolongamento para a capital.
Em trafego intermedio
A receita iroportou no seguinte :
Passageiros. ....
Bagagens .....
Animaos.....
Trens especiaes ....
Mercadorias ....
Armazenagem ....
Transporte por conta do governo .
t prolongamento
Telegrapho .
32,570,898
3.528,195
amento foi o seguinte :
2.160,131
4.720,525
584,115
Venda do material velho
Renda nao classificada.
Juros do saldo em dcpo3to.
Despeza :
Conservado ....
Tracto .....
Reparos de carros e wagons.
Adrainistracao ....
Trafego .
Telegrapho .
Despezas sanitarias
Passagens e ajudas de custo.
Differcncas do cambio. .
Despezi extraordinaria:.
Quota da conta em suspenso.
Renovajao da ponte de Jaboatao .
147:4615350
20:3495480
4:7605180
765400
388:8275280
1:3255120
7:3065160
%8435320
4:1185080
1:7055846
4:3470804
3245170
0 qual, presentemente se acha no gozo de 60 dias de licenca para Iratar de sua tidt.
8endo substituido pelo eogenheiro JoSo Bezerra de Mello*
O Ministerio da Agricultura, Commerco e Obras Publicas, por portara de
5 de Agosto prximo prorogou por mais tres mezes a licenja com que se acha o chefe
de locomovSo do prolmgamentu, eDgenheiro Jos Jcaquim Rodrigues Saldanha JuBcr,
ficando por esta forma legalizado o acto de 4 pelo qual conced 30 dias de licenea ao
mesmo engenheiro.
A 8 de Maio foi inaugurada a estaeSo de S. Joao dos Pombos, prefazendo-se
assim a extensao de 64k,75m, que se acha entregue ao trafego publico da estrada de
ferro de Carnsr-
Em 6 de Setembro decid que os trilhos importados por estas estradas de
ferro nao esto isentos de pagamento do imposto do gyro, por nao se acharem com
prehendidos na tabella A do dec. n. 8,360 de 31 de Dezembro de 1881.
O movimento e receita do trafego do prolongamento nos mezes de Abril s
Agesto, foi o seguinte :
581:4485190
101:1995383
98:6675764
23:46^5096
9:1635368
75:0685429
10:8635344
3375440
3225178
81:8685033
26:6665o67
1:2425900
ser axsim resumido.
O governo da ralnha eat (irme
mente reaolviilo nao apreaentar
s camaraa projecto alguna de auto-
noma para a Irlanda, maa alm 6
propr ao Parlamento o eatabeleel-
mento de urna adminlairaco local
acrecentando que o miniaterlo em-
pregara todo oa mcioa para ret*-
betecer a ordem na Irlanda.
Ao terminar, o Marquea de Salls-
burv agradecen vivamente ao Mar-
quea de Ilartlngton oatermoa do aeu
diacurao da veapera. conaagrando
a allianra entre oa unloniwtaa llbe-
raea e om cenaervadorea da Cmara
doa Communa.
BUENOS-AYRES, 10 do Dezembro.
lionieni bauve 63 caaoa novo de
citolera e 10 obitoii, em todoa oa lu-
gnrea Infeccionado** da Repblica
Argentina.
Corre o boato de ter o cbolera reap
parecido na idadea de Huan e Pe-
rca (t)
MONTEVIDEO, 10 de Dezembro.
O cholera fez aqu aun a-iparleo.
J, se der.iiii 1 O caaoa e obltoa.
RIO DE JANEIRO, 10 de Dezembro.
i:m lila daa notlciaa contradicto-
ria- que ebegam. 6 ditncil formar
umprt
Olmra
pelo senadoi'rootfROF S Alhenas eontrrvou at
ae tempo do imperador Vespasiano urna constitui-
5S0 republicana.
CAPITULO XI
OM ROMANOS
A Italia como a conbeciam c designavam na an-
tiguidade era constituida pela pennsula alongada,
existente no sul da Europa, que se prolonga com
direccao sueste entre oa m .res Adritico e Tvr-
rbeno e na extensao de 800 kilmetros. Tambem
Ibe pertencia a Sicilia (ilba d'ella separada por
um pequeo estieito), bem como a vasta planicie
que se eatende at baae dos Alpes (que atra-
vesaada pelo rio I' e coja inetade superior era co-
nhecida pelo nome de Gallia Cisalpina). Aos ps
das montanhas da Sabina, iam encontrar se as fer.
teis planicies do Lacio e da Etruria, sobre as mar-
gena do lio Tibre. A' alguma distancia da sua
confluencia com o Arno, passa esto rio entre nove
collinas, duas das qiuee3 Janiculo e o Vaticano
dominam a sua margem direita sas outraa estao
sobraneeiraa esquerda. Foi al i que se edicou
Roma.
Durante muito tempo, e apezar da preponderan-
cia que a populaco e oa eatabelecimentos do La-
cio adquiriraiii, conservou- ae a pennsula dividida
em diversas nacionalidades, estabelecidas as se-
guintas regioes do territorio : Liguria, Etruria,
Campania, Lucarna, Apulia, Samnio, Umbra, etc.
A unidade politic. da Italia peninsular smentc
veio a realisar-se depois de um grande numero de
tentativas e de esforcos continuos e pertinazes de
Roma, para vencer as nacionalidades autnomas
locaes, que eram muito ciosas doa aeus dreitos e
da sua independencia.
Roma deve ter sido primitivamente urna colonia
de Alba-Longa, cidade que pertencia confedera-
cao do Lacio. Ignora-se, porin, ao certa como se
fundn, quaea os elementos a que deveu origem,
e as circumstancias que ae deram nos seas pri -
meiros lempas. A historia vordadeira da ana pri-
rceira epocha ainda boje ignorada, pirque como
historia verdadeira nao pode considerar ae a col-
lecco de fbulas e de tradicoes maravilbosas e
ioverosimeis, que antigos historiadores colheram
das lendaa e das crendices populares.
1 A historia dos aete seis de Roma passa por acr
jalao aeguro acercado cbolera na ; uma ien(ia em que figuram : 1 rei, Romulo, que
428:8675602
Abatida a despeza extraordenaria de 27:9095567, aatorsada pelos avisos
ns. 60 e 68 de 5 de Abril e 10 de Junho, e mais dfferenca de cambio, que nlo de-
pende da gerencia da estrada, ser a despeza de custeo de 319:0905002.
Durante o periodo de que se trata, vrificou-se um saldo a favor da garanta,
da importancia de 152:5805588.
Arrecadou-se 13:9685550 do imposto sobre passagens.
Conforme solictou a respectiva sapeiinteudendia, em 10 de Agosto autorise
a acqusigao de urna machina de aplainar urna balanca de pesar wagons, necessarias
ao servirco, sendo a despeza levada a cont* do custeio. Esse acto foi approvado pelo
Governo Imperial em 3 de Setembro.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO LIMOEIRO
Contina sob a fiscalisagao do engenheiro Luiz Jos da Silva.
E*a 7 de Julho, considerei improcedente o protesto do representante d esta
estrada de ferro contra a construcsao do ramal da Varzea, da estrada de ferro do
Recife a Caxang.
Durante o semestre'de Janeiro a Junho ultimo, o servico do trafego efiectou-
se por 1,513 trens com 14,989 vehculos que percorreraro 71,562k418m.
Transitaram 768 passageiros de 1.a classe, 77,065 de 2.*, 27,165 de 3.a e
9 do periodo
Foram transportados 3,798 volumes de bagagens pesando 67,978 2,073
animaos e as seguiotes mercadorias:
repblica Argcnttua e do Uruguay.
(AklP
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
10 Je Dcz'imbro de 1886.
(* 1 Reproduzimos este telegramma por ter
sahilo hontera cora um erro de traduccao.
A Redaccao.
com aeu iraio Remo edificob no monte Palatino a
cidade de Roma ; 2 rei Numa, monareba religio-
ao inspirado pela nympha Egeria ; 3* rei, Tullo
Hostilio, que deatroio Alba-Ljnga, depoiada guer-
ra entre Horacus e Curiacioa; 4* rei, Anco Marcio,
que foi o fundador de Ostia ; 5* re, Tarquinio o
Anliffo, vencedor daa cidades latinas do Tibre au-
l>erior ; 6 rei Servio Tullio, o legislador, amigo
do povo ; 7 rei Tarquinio o Soberbo, tyranno abo-
minavel que foi expu ao pelos romanos, aendo com
esta expulsao abolida a realeza.
(Continua.)
?ARTE FFICa
Governo da provincia
BEL.ITORIO com qe o xm. r. Dr. Ignacio foaqnim de Sou
za I.eo. 1." Vice residente, cntregoii a a iraco da provincia, ea lo de Xoveuibro de 18
ao Kxm. r. PrealdeRta, Dr. Pedro Vicente de
A/cvedo. 1
fContinuacSoJ
ESTRADA DE FERRO DO REFE AO SAO FRANCISCO
Conti.i'i.t como fis al d'esta estrada de ferro o engenheiro Manoel Martios
Fiuza Jnior. ^
O servico de conservacao tero sido feito com regularidade.
O material rodante compo-se de 19 locomotivas, 10 carros de l.1 classe, 6
d: 2.3 11 de 3.', .6 de bagagero, 20 wagons cobertos p^ra merradorias, 87 ditos
abertos, 16 de freio, 20 estrados para rnadeira e 7 carros para animacs.
Das locomotivas foram supprimidas 4, por so acharem inulilisadas.
Foram no citado periodo, transportados :
Passsgeiros de 1.a classe .... 14,280
2.a 15,939
grM^,^ 3.a ... 96,427
Ma-kauac* vifcjaram com passe do governo:
Em 1.a clar>...... MW
Assucar
Agurdente .
AlgodSo ....
Farinha de trigo .
Madeiras ....
Mercadorias
Diversos .
Total
Em igual periodo de 1885 .
Mercadorias transportadas :
Por importacSo 37,437 volumes pesando
exportacilo 49.788
Receita ....
Despeza ....
Dficit
Relacao entre a receita e a despeza
Em iguil periodo de 1885
A receita proveio das segviates verdas
Passageiros .
Bagagens ....
Animaos ....
Trens especiaes .
Mere dorias .
Telegrapho....
Transporte pelo governo
Renda nao classificada.
Jures do rendimento em deposito
Armazenagem
Em 1885 .
A despeza originou-se :
Conservado
Tracs^o ....
Repares de carros c wagons.
Trafego :
AdministracSo
Almoxarifado
Telegrapho....
Despezas judiciaes
In1emnisa(So
Em 1885 .
Receita kilomtrica
Despeza >
1 105,246 kilgr.
98,062
666,392
363,983
490,000
1,129,180
6,767,594
10.630,643
13.776,786
4.188,735
6.441,528
123:8345190
149:4705790
25:6365600
123,15 /,
110,23 7
49:4655030
2;9945i)60
2:2715980
5745560
64:8895880
9795890
1305610
1:5815810
7815720
1115030
123:8345190
180:7Oy592O
36:8065830
36:4725130
6:2945600
36:1745320
25:4755620
2:4755220
4:8675670
8245400
805000
24,62 7#
24,40 7,
4.22 7o
24,20 7
17,05 7,
1,64 7.
3,25 7
0,56 7o
0,06 7o
149:4705790 100,00 /,
199:2015990
1285930
1585790
Durante o semestre foi rocolhido a Thesouraria de Fszenda, a quantia de
4:0985100, proveniente do imposto de transporte, dndose em ielaclo ao 1. semes
tre de 1885 differeoca para menos do 8815100.
A conservacao da va permanente foi feita rogularmente, assim como das
estacijes e mais dependencias.
A 30 de Junho tinha a companhia 14 locomotivas, 6 carros de 1.a classe, 17
de 2.a, 4 de 3 *, 4 de bagagens, 148 wagons cobertos para mercadorias, 26 abertos,
para o mesmo mister, 14 para aniniaes, 4 carros tanques, 1 para inspecsSo e 19 car-
rocas para lastro.
Foram inauguradas, no dia 18 de Junho, as obras do prolongamento do
ramal de Nazarcth para Timbaba, autorisado pelo dc. n. 8,822 de 30 de Dezembro
de 1882.
PROLONGAMENTO DA ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S FRANCISCO
E ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A CARUARu
E' che'e das obras dessas estradas o engeobeiro Aristides Gralvlo de Qu'iroz,
Passagens de 1.a classe
2.a
3.a *
Producto
Bagagens e cncommendas
Producto
Animaes '.
Producto
Carros
Assucar
AlgodSo
Cereaes
Agurdente
Madeiras .
Diversos
Producto
Rendas diversas.
Armazenagons
Telegtammas747 .
Multas
Trens especiaes4
Imposto de transito
363
1,143
9,019
13:9155000
62,196 toneladas
2:3875520
397
9775800
1085000
66,538 kilogr.
474,007
306,946 >
6,113,630 i.
1.784,996
3.459,618
37:1335020
4055600
465780
6845040 -'
25
5395C
1:1134360
Total
Passaens de 1.a
2.a *
3 a D
Producto
Bagagens e encormendas
Producto
Animaes
Producto
Carro 1 .
Assucar
AlgodSo
Cereaes :
Agurdente.
Madeiras .
Diversos .
estrada de cabcabu
jlasse.
Producto
Rendas diversas .
Armazenagent
Telegrammas-812- .
Multa.
Trens especiaes3
Imposte de transito
Total.
57:2265120
2,427 f
13.852 1/2
36,098 i/2
33:5105740
128,470 toneladas
2:8655380
569
8615400
485000
154,287 kilogr.
9,119 >
875,443 >
72,059
789,809
96.792,028
23:1285120
285500
725900
5945583-
55OOO
414,9200
1:7175790
63:2405610
2.a
de ida e volta de 1.a classe.
2.a
assignaturas 1.a p 2.a
> menores.
do governo .
ESTRADA DE FERRO DE RIBEIRO A PESQUEIRA
Tendo o gerente d'esta estrada de ferro solicitado, em 22 de Jlhb, a na-
meacSo de um fiscal, nos termos da clausula 16 do respectivo contracto, visto ter c
directora de comecar os trbalhos de movimento de trra para a construcgSo da mes
mt estrada, resolv, por portara de 4 de Outubro, nomear o engenheiro Misael lo-
mingues da Silva, para exercer aquelle cargo e na de Palmares Colonia boocorro,
entrando logo em exercicio relativamente a primeira, de cujas funccSes perceber, por
ora, metade da gratificado marcada na referida clausula, recebendo-a directamente d*
directora, a vista do accordo entre elles feito.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A CAXANGA'
E' ffiscal do governo n'esta estrada de ferro o engengeiro Paulo Jos d
Olveira.
Tem sido regularmeute feito o servico de conservarlo.
A companhia possue, actualmente 13 locomotivas, inclussve 2 novas de
maior ferga, sendo 6 em servico, 6 em reparos e 1 em reserva.
Tem 21 carros para passageiros de 1 .a classe, 22 de 2.a, sendo construido?
na oficina 1 de 1." classe e 2 de 2.a ; 3 carrocoes fechados para transporto de mc-
bilas, 2 para transporte de capim e 16 rasos para lastro e outros nisteres.
Foram transportados, no decurso de Janeiro a Junbo ultimo*
Passageiros avulsos de 1. classe 55,816"-.
266,463
29,058
66,235
1,225
1,487
194
3,000
~423,478-
A empreaa expedio 66 trens especiaes e transportou 545 toneladas de mate
riaes e cargas diversas
A receita foi de...... 137:5925*10
Despeza........ 104:388*734
Saldo..... ~33:2045196
Em 20 de Setembro approvei a planta da estagao, que tem de ser construida,
no termino do ramal da Varzea, e na mesma dt', attendendo ao que requreu c
respectivo gerente,- proroguei por 3 mezes o prazo marcado na clausula 13 da inne
vagao de 3 de Outubro d 18t>3 para a conclusSo da mesraa estaeSo, viste haver elle
essegurado que a 24 de Outubro coraecaria o servico de trens at aquelle povoado, c
que effectivami nte foi realisado.
Em 15 do mesmo mez de Ou'.ubro approvei a nova tabella de trens de fcdiZ
as linhas e a de precos de passagens e carga do ramal da Varzea, as quaea comecaratr
a vigorar ne referido dia 24.
Pende do decisao a replica da companhia relativa ao modo porque fe
entregue a provincia o trecho da estrada entre Dous IrmSos e Caxang e a ponte
sobre o rio Camarogibo.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A OLINDA E BEBERIBE
Tendo o fiscal d'esta estrada de ferr, engenheiro Felppe de Figucroa F-aria
seguido para a corte, afim de tomar parte nos trahalhes da Assembl* Gral Legis
laiiva, como representante do 3" dstricto, noraeei, para substituil-o durante o impe
dimento o engenheiro Manoel Marqu's de Albuquerquo Maranhlo.
De volta da corte, reassuraio o Dr. Figueiroa o respectivo exercicio no dia
2 do (jrrente.
Dos apontamentos, que me foram fornecidos consta que nos mezes de Abril
a Setembro ultimo torara transportados nos carros d'essa f-rro-via.
Passageiros de 1.a classe .... 56,400
2a .... 374,600
Dando o resultado Ilquido di 59:0525000, alm de 6:3'375000, importancia de bilhetee
de periodo, vendidos nos mtz^s de Abril a Agosto.
Transportaram-se da Abril a Setembro :
Bagagem 4,647 votarnos rend<-nlo 1:1725810
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Difiri m fernamhncoSabbado II de Dezcnibro de 1886
>
Mercaderas- 3,345 votamos rendendo 702^900
Rendiroento do transpone do materia0!. 616#920
A despeza, duranto os mezes de Abril a Agosto, cora a conseivacao da linha,
tificinas, obras novas, locoraocao toi de 23:891^230.
ESTRADA DE FERRO PARA PAPACARA"
Autorisado pela lei n. 1,871 do 31 de Maio ultimo maadei por edital do 4 do
torrente chamar concurrentes para a construccao de urna estrada de ferro que, par-
lindo de urna das estacos do prolong intento da do Rjaifo ao S Franoisco (Ciitihotiuho
eo Pojo do Coelbo) v terminar na villa de Papacsoa, pasean lo por Palmeira de Ga-
ranbun8, orrentos o Lig i do Enygliu, mediante as clausulis da citada l i, menos
a que se refere ao onus da garanta de juros de 7 % imposto provincia, a favor do
capital empregado.
:OMPANHIA FERRO CARRIL DE PERNAMBUCO
Em 16 de Julho assumio a gerencia d'essa companhia o engenh iro Carlos
Alborto de Menezes.
Approvoi, em 3 do correte o alvitre, tomado pelo raes no gerente, de eetabe-
Jeeer, para commodidade dos passfgeiros, carros espe iaes, naje horario correspondo
Cargada e partida dos trens da estrada de ferro do R-cife ao S. Francisco, canstiuia-
4o-3n no fin da ra das Calcadas um pequ'no ramal, que permita aos vehculos ebegar
afe eetacito dus Cinco-Pontas.
_____________________________ (Contina.)
SXPBOIEMTB DO DA 20 DB NOVEMBRO DB 188G
Actos:
O presidente da provincia, attendeodo soque
reu/jercu o official de descarga da Alfanlega,
Gaspar Vicente da Costa, o rendo em vista a in
fcraacj da Thesouraria do Fazenda, de 18 do
ttmmtr, n 807, resolve conceder o peticionario
3 Btm de licenca cora ve icimeatos, ni forma di
te, afim de tratar de sua anude.
O presidente da provluea, resolve declarar
ro promotor publico Bornead) para a c marca
Brejj, por portara de 8 do carrate mes, o
eeaarel Traj ino Alipio Temporal de VI.-ui.jnei e Otub'ro fiado, roe atraen! Cunir Mauielpil
rfbIViijino Alipio de Carvalho Meadonoa Juuior, de Ouricury que mo re mtto, o ter.no de arrean -
coaxo Foi escrioto na mesma portara.Comarmi -' taclo d imoo3tis
au-K Tneaourari* de Faseoda. i. ;innte.i la a C MU ira Mu .i lio il d i Tatua-
O presidente da provincia, tendo em vista o reta**, em solu; a M officio de 2S lo Ottu-
4V"^.!. pro\ridonoreqii runento de Joo Por- bro ultimo, c/i i da iu^rm .i. que pr.ctoa -
pirtic/Io da Obras PuV.ieis Provinciana, d c'iro
m-a na Cam ira qu i convem aguardar oppirtu
nidada para proooder-se 03 reparos proci.-oi ao
acude ah existente.
O Sr. gerente d Companlua Pernamb cana
naado co iceder pissagam, & r, al ao Cear, ao
Dr. Vicente de Pau'a e Silva, p>r conta das gra-
lu tis a q i: o s'i ver ii ten iir.ito, ni vapor qoe
segu pa ra o norte i. 22 do corrente.
EXPEDIENTE DO SECREr.lIUO
OSeios : .
Aj brigadeiri
atantes do termo, annexo p-r copia, aoa olfieios
que a Cmara Municipal da Escadad rigio-me em
29 do Setrinbro ultimo o 11 do corrente me.
Rocoranenli 'altara Municipal de Villa
Bella, i|n pon ha nov-meute em prmja o impostes
de que trata o art. 37 da lei n. 1,832, do corrente
auno, visto que nao pvdcm ser approvad >s as ar-
remitacoes al.udid 13 em seu offieio di 29 de Ou-
tobro fiad), por ter.'m silo procedidas do aecirdi
oo u a Un, 1,852 de 31 do Agosto di 1833, qu-
no tem miis vig ir no ex .'reacio sanate.
Para resolver sobre o aosu.npto do .-IB j:o ds
reir Vilalia de Araujo, professor da cadeira de
Bosino priman)de Agua Preta, sobre oquil versa
a, inf jrmacao n. 348, do 4 do corrente mes, do ina
aeetor geral da instrueco publico, resolve m ra 1 ir
aaa&ir aproante portara prorogmdo pir3m-'jes,
eooi ordenad), a licenca ltimamente coace li i* ao
peticionario para traiar de soa aiude, oado Ihe
stBiier.
O presidente da provincia atteadeuJo ao que
roquereu H-rmino Jaa de Azevedo Peira, co 11-
jjvaote do prolessor de primeiras letras do Arse- :
sil de Guerra, e tendo em vista i iulormacao que '
prrstou o director do meam) Arsenil e.n uffii n.' A) brgadeiri comtisalinto Jis.irmis.
1083, d 'bontem datado, resolve concedjr ao poti- S. Ere. o Sr presidente da pnvinoa inania com-
cioaario lici-nc por 3 m 'zea, com vencmeuto", na municar a V. Exo. que, segundo inf >rnnc> do
fcnaa da 1 ij pira tratar de sua sauJe direct ir do Arsenal de Querr, de hontem dota-
OfBcios: dn, sob n. 69, cin breve serio jatisfoifi8 os pedi-
Ao inspector do aauie di porto.Para os dos a que stalo o sea odilo u. 6S8, de 4 do or
ds convenientes transmiti a V. S o osteal fe- ren'e.
kgrnmma, por copia, do Ministerio dos Negicios Aj aimioistral ir dos c:reiusS. Exe. o
io Imperio, docluranJo suspeitos os navios de Mir-
jea que trouxerem passagoiros de procedencia
JBB.'aOM.
Ao insoector da Tbssourari de Pazeada.
fieme; o a v. S., para os fias convenientes, as io
datas notas do g.iz consumido ni mez de otu'oro
Sado, com a illuminacao do3 quarteis dos bitalhocs
2e 14 de infantaru, da companbia de cavallaria
e ae enfermara militar, na quanti lade de 29,0^0
pes CibicoP ; e bem assim a intormacao, junta pir
topia, do eugenheiro encarregado das obras mili-
tases, de 17 do correntr, sob n. 71, relativa ao
atasuo consumo.
Ao inesmo.Declaro a V. S., para os fins
cooTenientes, que autorisei o director do Arsenal
de Guerra a mandar saiiifazer o iuc'.us p -dido,
jvx copia, de artigos de f rdamento que, para seu
ao, fas o tenente do 2 bati'hij de iufantaria Mi
Bcd Miurieio Lopes Lima.
3 Ao mesmo.Iteoommeo Jo a V. 8. que mande
sgiir sob a responsabilidad desta preaidencn a
ajuda de custo arbitrada, na importaucia de um
mbo de ris, no aviso junto por c ipia, cxp.'dido a
Sdb corrente pelo Ministerio da Juatica ao juiz de
fireito Adelinj Antonio de Luna Preire, desom
asrgador nomeado para a Relacio da Fortaleza ;
aerando ser oppjr:-jnamente levada a despza i
crdito que pira ella tem de conceder o Tnesouro
nacional.
Ao mosmi.Iiifjr.ni V., Cira urgen :is, qu .1
o notivo pirque sj acha era atraso o p igaiseoto
des rencimentos dos operarios empregtdjs os
abroa di mellioramento do porto, indican 1 o ho pro
videncias que poseam ser tomadas de proraptopora
a realisacao de tal pa^am nt .
Ao m"sno.Commooieo a V. S., para os
fine eocvi'nientes, que o juiz de d:r lito da com US
ea do lonit', bucfaarel Joaquim More ira L'ma, a
. corrente inoz, reassumi.i o exe.-eicio de seu
eargj, renunciado parw do praso da llcencicjm
aae eslava para tratar-se.
Ao mesmo.A' vista do que expiz o ene-
abeiro director da reparticao eocarregada da coa
serva calo dc3 p .rto!", nooffieio, juntj por cipia, de
13 4o corrente, sob n. 177, n sU data autonso o
engenheiro a vendar, em hasta publica, o
do navio era construoco destinad a rce-
os macliiaisuios de umi dra^a velha, e bem
estes,
one, por seu
Sr. fresideote da proviaeii, de ouformidide com
a pripista de V. S., em offioio n. 1017, de 16 d)
corrente, exonerou Pranjise) Tliomaz de Sonza
Peixotj do carg) do njuiaute di agaito do cr-
relo da villa de L:op d lina, por t-r modado de
residencia para eutra provincia, e nomeon pira
subitituil-o o cidada) Moyss Goncalvcs Lima.
Ao Dr. juiz de direilo la comarca do Bonito.
D i ordom de S. Ex. o Sr. presidente da pro-
vincia, o mm i iiej a V. S. que no seu oQicio de
24 do corrate, soc'tanlo o com parec ment do
saldado do corpo de p ilicia, Francisco Guardia>
Bezerr par* d ;por como testeaaiinhi no process >
instaurado contri Frsincisc > Meoiss do Silva,
proferio-se hoja o sepilile despicho : A) Sr.
cimnandante dj corpi do polica para satistazer
a requisicao.
A' Compinhia i'e.nimbacina. S. Exe. o
Sr. presidente di provincia fien inteirado, polo
oili a j de 15 d> corrate, de ter de seguir pira os
portos de Tam*ndar o (lio Farinoso, na inidru-
gada de 22, o vapjr Mandc.hu.
EXPEDIENTE DO DA 22 DE KQ/BJI380 DE 1836
ffioios:
Ao Exm. presidente da provincia das A'a
gias.Kemetto a V. Exo. as intormaoos oirs
pir cop;a, miniatraias pelj juiz de direito da co-
marca de Aguas Bellas em ollicio de 6 do corren
te, coul as qu^esjulgo respondido o ollicio de 19
de Dutubro em que essa presiden :ia pedio a es-
pocao de orJem u.i sentido de ser reapeitada a
junsdicaj dai autoridades judicianaa, policiaes e
arrecaladoras dis rendas provinciaes do termo do
Sant'Anna do Ipaneina, que limita se com aquella
con arca.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Declaro a V. S. para os fias c inveni ules que, de
conformilale co n o avisa do Ministerio da Guerra,
de 12 do orreate, autorisei ao director do Arse-
nal de Guerra a mandar tornecer ao 2- batalbio
de iafiui iri.i o a ano un nto e u.iis artigos coa-
stantea das daas inclusis n jtas, pir jopia, de 22
de Oa'ubio fi a I o, o-gmisidas ni r.-pirticlo do
quartel m:stre general.
Ao mesmo. lia (ta V. S. pira os fius
cjnveuientes, copiadjavisj da Ministerio da ,\!a-
rinhi de 9 do corrente, n. l.5Sj, reiativ j a ap;>r i
. ...I) ,i i crdito de 16:45'i474, aborto pira o pa-
uraa caldejra nova e outros objeetos j garienti d js vunciineut o.j di Setenbrj ultimo
estado, nao se prestarem aj servio ] gu*rnicao do eruzvdjr Almirante B irrogo.
O qne communico
a V. ti..1 Ao mosino. K.'metto a V. S. para osfios
cJnvenieutes copla do aviso do Ministril da Ma-
daqutlia repartigao.
para os devidos fias.
Ao inspector do Tnesouro Provincial Xos rinbi de 11 dossrsaato a. 1.6J3 relativo s oon-
termos da sua iuformaca de 15 do correte, n. ce3so de crdito verba \Iuaic'"i:s navacs do
261, mande Vrac. pagar a Jos Martins de Almei- exercieio passado
d> a qa^ntia de 255'JOO, proveniente da'dsp.-za Ao mesmo. Para os fins convenientes
o_enterra meato do so'didido corpide polica, transmiti a V. S. acopia inclusa do iivsj n.
Jao Verissimo da Silva, ha pooeo f.ill cidj.
Ao director do Arsenal de Guerra. Vfande
Vmc. sitsf .zer o incluso pedido de artigos de far-
donvnto que para seu uso faz o tenente do 2" bi-
talkao de ifanttria, Man,el Mauricio Lopes
UBJ}.
Ao promotor publico da comarca de Cama
iDo tfficio do collictor geral do municipio de
S. BentJ. aunexo ao do iospector da Thesouraria
de Fazenda. de 17 de Juohi d'este aun', sob n.
382, ao qua se refere o d'esta presidencia, de 18
de Agosto, assim como da intormac) prestada
pelu respectivo ju z municipil em 26 tambem do
ara de Junho, e das de Vine, datadas de 15 de
Oottfbro e 8 do corrate, verifica se que o
vo Matbias, de Luiz da f.'osa Gira-s, matriculado
eomo tal, nis termjs da lei n. 2,040, de 28 de Se-
tembro de 1871, sob es ns. 761 de ordeno c 5 d.'
relaeao apresentada a 21 d : Junti) de 1872, sem-
pre tido c Lvido como escravo, do mesmo i
qoe sua mi, e vivendo ainbjs em p.der de sesj
nico Senhor. foi, entretanto biptisado c.m o'
Borne de Joo. Verifica so igualmeute que o el
sector geral, tendo conheciinento d'esse facto, du-
vidou i m aceitar a nova matricula de Matbias, e
fci esta suspensa p.r acto administrativo de 3 de
Agosto.
Tendo, po-m, o senhor de Mathias provado a
ideutidade d'eate, :sto ser elle o mesmo escr i i
baptisado com o n: me d J^ao, o qual n Jo o de
oatro, tratndose de urna ai e da mesma pessoa,
o qae se torna certa pela sentenca do juiz mnui-
op/, qae nao fu coot: atada : declaro a Vine.
para os lias en venientes que de ve prevalecer a
antiga matricula, parase proceder nova com a
modficiclo julgada quanto i.o iubc, ficando, nao
obstante, salvos os direitos do matriculando Ma-
tbias sna liberdade, se esta Ihe for possivel por
jnulquer titulo jurdico.
Dewolvo a Vate., para os fins lgaos, os autos
qne aeoojpanharam o ultimo de sena officios.
Oomtnonicou-Be ao juiz municipal de S. Bento.
__ A' junta classificadora de escravoa do mu
ripio de Villa Bella.Approvo a nova classifi
cacao des cscravos libertandos por conta do fun-
de de emanciDaca', annexa por cipia ao offieio de
Vmcs-, de SO do correte.
Outrosim, determino que, findo peranfe o juizo
de orphac o praso do art. 34 do regulameuto de
13 de Novembro de 1872, o qual deve correr da
data em que fr ah conhecid i o neto da approva-
cao, proatova o agento fiscal, m mbro d'essa junta,
arbitramento dos valores d'aqnelles qne tiyerem
de ser altorriados na forma do srt. 37 do dito re-
galamento, tendo na maior consideraclo o disposto
as oriem circular do Thesouro Nacional, de 1
de Julbo de 1833, alliidida na circular do inspe-
ctor da Tesouraria de FazenJa, de 22 de Jolho
d'este anoo, sob n. 20, porquauto, segando o 7.
do art. 3.* da le n. 3,270 de 28 de Setembro do
anoo pasado, continnam aquellas diligencias at
e encerraraonto da nota matricula, alm de qae
es oreos di tabella do 3." do art 1. da citada
lei sao os mximos permittidos para a matricula,
ass aao firraam direito indemnizacao em abso-
. hato.Remetteu-sa copia ao juiz municipal.
SSutatU muandig ao de Garanhuns.
Portaras :
Approvo a snepiatseas dos mpostos con-
5,040 de 12 do corrate mez, do Ministerio do
I nperio relativo a concesaao de crdito para as
despezas da lnspoctorii de Hyg.'eae desta provin-
cia inclusive uluguel de casa.
Ao inspector do Tbeaouro Provincial. De-
claro a Vmc. que, a excepolo dos pagamentos a
emiregad is puOiieos, os quaes s-fizem por folha
anas rep.irtieao e suas dependencias, oenbuin
uutro permittidos. m ordemex.jresia do governo,
. s 11 quando te trate do dcsp -zas determinadas
porleis especia'p ou mcsmide orcameato.
Cumpriudo ao governo a suprema fnspeecao e
exeeucao das lea de meijs, de manera que tilia
tribui^ao e applicacio das rendas nao excedam
"a, indispensavel que sejara sempre directa-
mente aujeitos sua deliberaco, em ci.jci de
cada ex tcico, pelo meuoi, a opportuuida ie e rao
dosdeserem postas empraticaas Icio de despezas.
Outrosim, em todo o negocio quo Vino, tiver de
|jnformar, e disser respeito a despezas, dever de-
clarar a dispjsicao do orcimeito em auesn funda
joza, c os meios de qui dispo; esso Thesou-
y i para dar-ihe execucao ; accrescentanio, quan-
do se tratar de verba era parto ji gasta, quanto
anda resta por ser applicado.
Ao director do Arsenal da Guerra. Man-
de Vmc. fornceer ao 2" batalhao da .nfantaria,
coi.forme determina o Ministerio da Goerra em
aviso ds 12 do corrente, o armtmeuto e inais arti-
gos constantes das duas inclusas notas de 22 de
Outubro finio, organisadas na repirticio doiuar-
tel-mestre general.
Ao commindan'e do Corpo de Policia. s.u-
toiiss Vais a chamar capital pare fazerrm par-
te do conselho de julgamcuto. do sol lid 'Eozebij
Aives da Costa os d us offioiaes, ora destacados,
alludidos em seua officios. ns. 978 e 997 de 12 e
17 do crreme raez.
Ao inqpactor geral da laatraaojk Publica.
Reeommen lo a Vmc. muito especialmente h
fiel execucao do art. 45 do regulamento do 6 de
Feverciro do anno passado, para o fim de serem
supprimidas as escolas nao requentadas por nu-
meio legil de alumnos sempro quo possam ser
aproveitados cm outrae os respectivo professores.
Ao ins;iector da bygieuepublica. Para os
fias convenientes transmiti a V. S. a copia in-
clusa di aviso n. 5,040 de 12 do corrente mea do
Ministerio do Imperio relativo a onoessao de cr-
dito para despezas dessa Inspectora inclusive
aluguel de casa.
Ao engenheiro fiscal da empresa de euge-
nhos centraes. Declaro a Vmc. que em solu-
cao do que representou cm seu ofiieio n. 55, uesta
data determino as cmaras municipaes do Cabo,
Palmares e Agua Preta. que sob as penas da le
obsarvem a dispjsicao da lei provincial a. 1,583
de 21 de Julho de 1881, conformo determinou
esta Presidencia em 6 de Abril e 18 de Dezembro
do anno prximo findo, e 17 de Marco ultimo.
Ao gerente d Companhia Pernambucana.
Fico inteirado, pelo ofiieio de 20 do corrente,
da rasio pala qual Vmc. reolreu transferir
para boje as 5 horas da tarde a sabida do vapor
Pirapama para os portos do norte.
A cmara municipal do Cabo.Tenio o en-
genheiro fiscal dos engenhos centraos represen-
tado em officio de 17 do correnta, sob o. 55, so-
bre a recusa ds cmara municipal do Cabo em
aferir os pesos e bataneas perteuceotes a compa-
nhia Central Sugar Factores of Brasil Limited,
declaro a mesma cmara que, por forca do que
discoe a le p ovincial n. 1,583 de 21 de Julho de
1881 est a referida companhia livre do pagamen -
to de impostos municipaes. Cutnpre, portanto que,
sob a penas da lei, seja observada tal disposicaa,
conforme determinou esta presidencia em 6 da
Abril do anno findo.
Matatis mulandis a cmara municipal de Agua
Preta raeio da presidencia de 17 de Marco de
1886) e de Palmares (officio de 18 de Dezembro
de 1885).
KXPSDIE.NTE 100 DA 23 DE NOVEMBRO DE 1886
Actos:
O presidente da provincia, attendeodo a)
que reqoereu o tabeliio publico da comarc de
rcaia', Manoel Francisco Botelho, resilvs coo-
ceder-lhe no /cuta dina de licenca, fim de vir a
seta capital tratar de sua saude.
F'ica-lhe marcado o praso de 40 lias p ira entrar
no g. so da mesma licenca.
O presidente da provincia, do contormidade
com a proposti io Dr. ehefe de policia em officio
u. 1,141, de honteo datad <, resolve nomear pira
o lugar de subdelegado do districto de Ssnta
Clara, no termo di Buique, o cidadao Jo-ao Bir-
bosa da Fonseca, cm substituidlo de Jlo B iptis
ta Pereira Can 'jo, que nao acoitou a noraeacao.
Officios l
Ao presidente da cmara municipal de Olin-
da. Para resolver sobre o assampto do officio de
17 do corrente mes, couvm que V*. S. me inf rme
si obsemu o que rocomm:tiliu-lhe esta presi-
dencia en 23 de Ootubro fiad) e declare quaesfo-
ram epir quintas vezes 03 voreaiire multados,
e pigaram aa maltas e no caso n"gitivo as provi i
d-uciou se quanto a cibranct jodicitl dis referi-
das inultas.
Ao p.-esideote da junta Cimmercial do II'-
cife.Declaro a V. S. que, segundo constado
aviso do .Minate io da Agricultura, Commercio e
Obra8 Publicas de 13 do corrent", sob n. 77, foi,
pi: decreto n. 9.644 dt 25 de Setcmbro ulti-ni.
declarado sem ffito o decreto u. 9,075 de 7 de
Dezembro de 1833 que oncedeu autorisifaoa
companhia d segoros da Russia pira abrir urna
agencia nesta provincia, visto ter ella provado
que nao cff-ctuou ueuhum i opragaj.
Ao juiz de direito da ennarca de Plores.
Para cumprimento do aviso do Ministerio da Agri-
cultura, Commercio e Obras Publicis do 13 do
corrente, sob n.2, sirva-se Vmc. de informir, ten
do era vista a cepia unta do cfB :io dirigido por
Cari is Anjiisti Id.ii fl ai senaior Alfredi de El-
cragnolio Taunay, vice-presidente da sociedade
C'-ntral de lurn'graco sobre as violencias de que
!.i-:n sido vietMsaa siguas indios esiabilecsias no
lugar denominado Serra-N'-gra.
Ao inspector geral di I,is'.rucea> Publica
Reaoonlo ao offioio, n. 361 de hoj: datad', decla-
rando a V. Me. quo approvo a deliberacao, que to-
ioju a congregaca-j da Escola Normal, de dispen-
sar a aolcmnidade da entrega de diplomas aos
alumnos-mestres, attentos os motivos expon lid js
oo nredito officio :
Portaras :
R:spoiiio ao ofiieio :i. 41, de l de Setembro
ultimo, declarando din na Municipal di licite
que o servici da liinpeza da cidade poderi ser
feito por par achias oa p ir toda a cidade e pelo
testo do exercicio finan:iro corrente dentro da
verba votada; io deveudo, por n, dexir de ser
feito por raoio de arrematacio, visto a di = p..i;.o
expreasa da lei n 188 i, art. 81.
lufeiraio do motivo pelo qual a Cmara Mu-
nicipal de Gloria de G iit i raiudou proceder de
n'vi ii arrem itac.i ; d )S iinpistos de quo trata o
officio de 5 do cirrento miz, d -el in que approvo
o seu acto.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios :
Ao tenente Francisco Gimes d Araujo.O
Exm. Sr. presidente da provrnc-a manda commu
nicar a V. S. que fji-lne h jo marcado o pr^so de
45 diaa para para prestar juramento do cargo de
2o sippleotc do juiz municipal di termo de Gra-
vita, para o qual foi mineado por portaiia do 26
de O itubro prximo findo. 'ouvnuuicou-so ao juiz
de direito da c imarca de Bezerros.
Ao collectof geral do municipio do Bom Con-
selhoDe ordeui do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, declaro a V. S. que, com a portara que
deve ter-Ihe dirigido o inspoctor da Thesoura.ia
de Fazenda, em cumprimento do que determinou
o mesmo Ex.n. Sr. cm 17 do corrente, tica rea-'
pondido o seu offi;io de 25 de Outubro ultimo.
Edital:
Por esta secretaria se taz publicj para eo-
uhecimento dos interessados que, segundo conata
do aviso do Miuistcri i da Agricultura, Commercio
e Obraa Publicas de l-i do corrente, sob n. 77, foi,
por decreto n. 9611 de 2o de Setembro ultim \ de
clarado sem effi.to o decreto n. '.075 de 7 de Dj-
zeinhro de i833, que concedeu autorisaeao & Com-
panhia do Segaros da Prussia para abrir urna
agencia, nesta provincia, visto ter ella provado que
nao effectuou nenhuma opera? io.
Francisco de Sant'Auna e Maris Rufina da Coa-
ceicao, por distuibins.
A' ordem do do 2a districto de 3 Jos, Antonio
Joaquim Izidro e Mara Theodora do As'sumpcao,
por disturbios.
A' ordem dd*do Io districto do Afogados, Fran
cisco Esequiel, Jse Claudia i da Silva, Jo8 dos
Keis Pmhciro e Manoel Clemente da Silva, por
uzo do armas defesas.
A' ordem do do Io districto da Boi Vista, Gui-
Iherme Bezerra Cvaleaute, emheoido por Gui
lbermo 18 reljgios, Maiia di Hora Tavares, eo-
uheeida por Maris Pao, e Thorais Thsotoail de
Mell), por disturbios.
A' ordem do do Io districto da Gri-cs, Candida
Maria Theodora, por disturbios e embriaguez.
Communicou-rae o delegad) do V> districto do
termo do Eicada, que cm 5 do corren'e remettsra
ao juiz competente o inquerito pilicial q ie prooe-
deu contra Guneriuo Jos dos Santos, e >m > autor
do assassinalo d) subdito britnico Thomiz de
tal
Em ofueio de 6 deste mez communiecu-m; o do
legado do termo do Bouio que com insistencia do
promotor interino, do escrivo e do respectivo cir-
eaceiro, proceder a competente visita na cadeia
daquella comarc.
Hjo p'as 101/2 horas diminu, ni rui do
Fogo da fregu 'zia de Santo Antonio, Jlo Pereira
de O.ivcira, ferio erm urna faca la ao menor de
norae Mariaano.
O ofiensor foi preso em fligraite poloi guardas
civicos na. 12 e 103.
Da viatoria a que proeeleram 03 Drs- Jos Joa-
quim de Siuza e Vieira da Cunhi, rtcouheceu s'
ser leve o ferimecto.
O Dr. delegado do Io districto da capital abri
Inquerito, sentiooffiusir r.cjlhid) Casa do Do-
tenco.
Pela mnsuii autori.Lde foi nesta data remettilo
ao Dr. juiz de direito do 3* districto criminal o iu
querito que proedera cont a Mara Francisca de
AsaumpcSo, autora dos ferimentos graves ni alto-
res Joo Ayre3 da Silva Moura, qne f.illeceu em
conaequencia dis inosmis ferimentos.
En data do 22 de N ivembro ultimo, eomarani-
cm-rae o cidadao Braz Ferreira Magalhies qin
naqiella data aasumij o cargo do delegado do ter-
mo de Villa B :11a, na qmli laie de 2 supplente.
Ainda em data de 27 daquelle mez o cidadao
JoJo Rodrigues do Barros, a33umira o cargo de
delegado do termo de Floresta, como Io sup-
plente.
Dcus guarde a V. Exe. Illm. a Exo.
Sr Dr. Pedro Vijenti de Azevedo, muho
digno presidente da provincia. O chefe ie
policia, Antonio Domingos Pido.
DESPACHOS DA PRESIDES CA DO DA 5) DE
DEZEMBBO D E \86
Arihur Naaiiseno Ferreira ais Santos.Coi-
cedo.
Tenente Antonio Jos Gmcalve3 Pires Ferrei-
ra.Ten lo sido a claaaificacao do municipio de
Paaellas aporov'ada em 3J de Novembro ultimo,
requeira o suppl.cautu ao juis de orpbos no pra-
so da lei.
Antini., Te'les Barbosa de Vascinccllos.Di-
rij i-so Tnesouraria de Faaenda que acha-se
habilitada a effectuar o pa amento da divida de
fardaineoto.
Antonio Jos da Costa Araujo. Dirijo-se a
Thesour ira de Fazenda que se acha habilitada a
effectuar o pagamento reclamado.
Companhia Pernambucana.Informe o Sr. ius-
pee'or interino da Thesouraria do Fazenda.
A mesma.Informe o Sr. inspector interino da
Thesouraria de Paseada.
Baeharel Francisco da Cunha Castello-Branco.
Sim.
Ferrejra de Oiiveira Se Irmaes.-Sim, coovas
restricto '8 do estyio.
Fe ix de Jess Mario. Sim, pagando o sup-
piicaite as eame lorias.
Francisco Tavares da Silva Cavalcanfe.Con-
firmo o despacho de, 26 do Maio deste anno o sop-
plicantej recebe indemniaacao superior a que
autons.u a lei n 1863 de 1885, art. 1 81.
Henrique Vianna da Paz.C se a raulher do
supplicaute, pagando ;s eomedorias.
l'esemb irgador Jo5o Fraacisco da Silva Bra-
ga. Encaminhe-se, devenio ser pago o porte aa
repartirn dos Corrosos.
Joo Rufino doe Santos. Sim, combas restric-
20es do estyio.
Jos Joaquim Alves & C.Sim, com as restrio-
coas do estyio.
Jos RipUael Soares de Azevedo. Veoha por
intermedio do inspector geral nos termos nos ter-
m s do art. 161 g $ o 220 do regulamento de 6
de Fevereiro de 1886<
Jos Mauricio de Alenear.Indet/rido.
Joo Pagando.Ao Sr. juiz de orpbos do tr-
ra:, de S. Bento para providenciar como entender
e direito.
M moi-1 Francisco Tavares.Ao Sr'. Dr. chefe
de polica pan providenciar.
Minoel Jos de Ma'tos.Aguarde o crdito pe-
dido em 19 de Novembro ultimo ao Ministerio-da
Marinlia para o pagameuto reclamado.
Manoel J>ias da Silva.R-mottido ao Sr ios
pector do Thesouro Provincial para mandar pas-
sar a certido pedida.
Baeharel Miguel dos Anjea Burros.Informe o
Sr. inspector interino ds Thesouraria de Fazenda.
Tenente coronel Manoel de Azevedo do Nasci-
mento.Forneoia-se.
O mesmo.Seja concertadas
Matbcus.Ao Sr. juis de orphos do termo de
S. Bento para tomar em coasideraco.
liis & Santos.--Sm, com as restriccoes do es-
tyio.
Victorino. Remettido ao juiz de direito e de
orphos interino da com urca de IguarassA pira to-
mar cm coosideraco.
Valerio Francisco Regia. Informe o Sr. ins-
pector interino da Thesouraria de Fasenda.
Secretaria da Presidencia de Pernara-
buco, em 10 de Dezembro 1886.
O porteiro,
Francelino Chacn.
Reparticao da Polica
Seccao 2N. 1198.Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 10 de Dezembro de
18S6. Illm. e Exm. Sr.Parteeipo a V.
Exe. qae foram hontem re olbidos Casa
de Detencao os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Francisca Mari da Coneeicao, Jos Guilherme
Thesoaro Provnola!
DESPACH08 DO DA 9 DB DEZEMUItO DI
18SG
Dr. Joo Bip.iatu Requeira Cesta, offieiis do
coramandartte do corpo do policia, Jofti Baptista
Cavaleanti de Albuquerque, ofiieio do Di. biblio-
thecario, Manoel Campos, Fra icisco Antjnio Tei-
zeira de Albuquerque, Antonio Prai'ico Corris
Cardoso eourro e Gcnovev. Risa da Silva Corris
G >mesInforme o Sr. contador.
Padre Herculano Jos do Brito.Registrase e
fac ira-se as notas.
Joo Baptista de Oliveira.Iudeferido, vista
das intsrmaco s.
Gerente da estrada de ferro do Ribeirlo ao B>-
nito.Venh* r.03 termos do art. It2 dj reJ. de
1 de Julho de 1 i7i.
Bernet & C.Neg se provimento porquinto
vist.: das infonnates do Consulado sana o recorrer
de despacho do admiaistrador sobre qualqier mi-
t ra, mas leanta-se simplesraente reciamacao
tan'as vezes repetidas e que nao proceie contra
imp isto decretado por lei e que se exige, nos term b
da mesma lei.
Dr. Jos Hincrio B.serra de Menezes.Iifor-
mc o contencioso.
San'os & C Valentina Maria da Cmceici, Ma-
la* Augista Pereira de Magalhaes e Fruacelino
Sabino do MonteHija vista o Sr. Dr. procura
dor fiscal.
Francisco Jos de Andrado & CSatisfaca :
exigencia.
Mauoel Gimca da Cunha & C, Dclphim Lopes
da Cru, Hnrique Bernardes de Olivei.-a, Mendos
da Silva & C. e Joviniano da Rocha Pereira.la-
formo o Sr. Dr. administrador do Consu'adc.
10
Pjato3 da Repirticaj das Obras Publicas e dos
guardas da illuuiluacaJAo Sr. pagidor para 03
d vidas fina.
Francisco Monteiro Lcffl ir c Dr. Joo de Ol-
veira. Entregue-se pela porta.
Aristides Honorio Bezerra do Menezes. Pa-
gue se.
Jos Thomas Nues do Valle, Emilia Bezerra
Coelho e Isabel Celestina de Barros Galvo.Re-
ristre in e fa^sm-te as tortas.
Jjs Maris Soares, J. J. Alves de Albuquei-
que, Autonio Vasco de Alginez Cabral, padre
Floriano de Queiroz Coutmlij, Manoel C!emntiiio
Carneiro de Mello, Emygdio Joaquina de Sal'An-
os, Jos Lourenco da Silva, Antonio Goncalvea
Ferreira Casco, Carolina Joseplta da Silva Pi-
nbeiro, Joaquim da Rocha c Irocu Coelbo da
Silva.Iuforme o Sr. contador.
Francisco Monteiio L fuer.Entregue-se, fi
cando copia por certido.
Padre Manoel Gomea da Fonseca.Ao conten-
cioso para declarar >e foi prestada a ti.mea.
Dr. Felippo de Figueiroa Faria.Certifique-se.
-------------^-------------
Consulado provincial
DESPACHOS DO DA 4 DE DEZEMBRO DE 1886
Celestino Carpiuteiro e Souza e Jeronymo Jos
Bustorff.Deferido, de acoordo cora as informa
cois.
Mataias Gomes Fernandes fc C, Jos Paulo
B,trlho e Baptista & Santos.Sim.
Jos Doini!iues Constantino, Cdestino da Sil-
va Santos, Mara Josephina de Mello Mouteiro.
Informe a 1 seceo.
Paria Sobrinho & U..Iudeferido, em viata da
inforuMco.
Sebaetiao de Oliveira Bezende. Sellados os
documentas-ter despacho.
10
Joaquim Moreira Res, Joaquim Francisco Col-
lares e Medeiros Silva & Martins.Iuforme a 1"
seccao.
Ernesto Demetrio da Costa Araorira.:Seliados
os documentos ter despacho.
Dr. Pedro da Cunha Sonto Maior. iuforme a
Ia seccao.
Thomazde Carvaiho & O.A' la seccao para
os devidos fias.
C.iinraendudor Henrique Bernardes de Olivara,
Delphim Lopes da Cruz, Joviniano da Rocha Pe-
reira e Manoel Gouses da Cunha & C.Informe a
1 seccao.
e.
DIARIO DE PERA9BUC0
RECIFE, 11 DE DKZEMBRO DE 1886
noticias da Europa
O paquete Etbe, entrado hontem tarde da Eu-
ropa, trouxe-nos tolhis de Lisboa at 23 de No-
vembro, adiantando cinco das s viadas pelo
francez Gironge-.
Dessas tolhas colhemos as seguintes noticias :
l'orlnsal
Reina a maior setividadu no preparativo das
festas coramemorativas da Restauradlo, testas quo
tiveram lugar no dia 1 do correte, como nos foi
communicado pelo telegrapho.
Foram foitas as nomeages dos novos bispol
das dioceses da India : o Sr. cmego Antonio Pe-
dro da Costa, prior ao Salvador de Santarem, fot
nomeado bispj de Damo e titular de Grauganor,
o Sr. bispo de Pbiladclphia, coadjutor do arcebis-
po do Ga, uo-oeado bispo de S. Thim de Milia-
por ; o superior da misso de Timor, Sr, Joo
Gomes Ferreira, nomeado bispo de Cochin.
A prelasia vaga de Mocambiquc foi preenchida
pelo Sr. baeharel Antonio Das Ferreira, prior da
freguesia de Santa Engracia.
Foi nomeado governador civil substituto do
Porto, o Sr. Dr. Arnaldo Braga, ex-director da
academia polytechoica, e dos mais considerados
mdicos d'aquella cidade.
Celebraram-ae no dia 26 de Novembro, s
11 horas da raanh, na parochial egr. ja de Nossa
Senhora dos Martyies, eoleraaes exequias suffra-
gando a alma do mollogrado e choiado rei da Hes
panha, D. A Sonso XII, mandadas fazer pela co-
lonia nespanhola n'eata corte.
A egreja estava bem adornada, com um rico
catatalco armado ao centro, ladeado de gran les
tocheiros o encimado por urna corda real.
A missa foi celebrada com acompaohamento de
grande orchestra e vozes.
Assistiram os Srs. ministro do Hespanba cora
todo o pessoal da legaeo, a o comal com os em
prgalos do consulado, todos de grand' uaiform ;
o governo, representado por alguus dos ministros,
o entre elles o Sr. ministro dos negocios cstrangei-
ro3 i o nuncio da S. Sautidade, quasi todo o corpo
diplomtico e mais es Srs, duque de Pulmella,
Fontes Pereira da Mello, marques de Porabal,
conde de 'Seis il, o muitis outros digoataiios e al-
tos funeciou irios do Estado e ura grande numero
de pessoas pertensentes colonia hespanhola
N) oia 22, os Srs. conselheiro Antonio Au-
gusto do Aguiar e Luciano Cordeiro, t orara em
nomo da Sociedade da Goographia, recooer as or-
dens de sua raigestade el-rei, que so digna presi-
dir 4 susso Bolerane para a reespcSo e ciieren
ca dos Srs. Serpa Pinto e Cardoso, e a-s mesmi
tempj convidar a assistir a essa esaao sua mag's
tade a rainha, e auas altezas a priuceza, o prinei
pe real e 03 inftntcs.
Os representantes da Sociedade foram muito
amivelmente recebidos, conversando sua magee-
tales e altezas com elles acerca dos trabilhia e
saude doa exploradores.
A sesso realisar se-ba no tbeatro do S. Carlos
nao 110 dii 6, mas no dia 13 do corrente mez de
Dezembro, As 8 1/2 horas da noite, bavendo os
convites do estyio aos a'tis e rpos do estalo,
imprensa, s socisdid b scentitie.s etc.
Ao Sr. Serpa Pinto ser nesta occas io entre
gao a medalhi de huir de sui anterior expedi
ca de Bcnguclla a 1 Triusvaal.
Anairin lluiiiia
Os negocios blgaros preoecupam singalar-
mente oa espint03 ni Hungra.
A discusso levantad! na delegacao hngara a
proposito de to importante asaumpto anda nai
terminou no sabio ido, e o tele;rapho aimuncia no-
vas declaraco.'s do conde Kiu ky, d-clira?oos
provocadas pelos upartes do conde Julio de An-
drassy, o antigo ch luccller da moaarebia austro
hngara.
J4 tivemos oceasii de indicar a h stilidade
manifeatada entre o Sr.de Andrassy e o actual
ministro d ie negocios cstraneeiroa, pr causa da
attitude de6te perante o confl.cti nisso-bulguio.
Por issa, o con le de AadroSSJ nao hesitou em
censurar energica^ne ite as declara^es teitas pe
lo c ni 1 K dn ky na sess 1 de sabbado.
Essas dee araQOSS nao s. 1 u:m rrsta precisas e
tinnes como csej.ira c antes qoeretia que o minia
tro d s neici.a esteangeiros fillasso Russia
com maia clarea i .i i qos ai nora o t'nhi t.-ito.
JA anteriormente o conde de An1ia?y u'uma re-
unio privada dos membros da conmissio hnga-
ra expizera as suas ideas a aemilhante resp- ito, e
o que, s ibretu lo, elle mis estranliara no proced
ment do couie d.' Kiluoky, este na 1 ter enun-
ciado senl> p n'os de vista puram ate taconeos
d i una ni'u.za perfeitameate retrospectiva, qae'
nao parece visarcm aos aetntseiioeatos pre
sentes.
Na opiuio lo Sr. de Anlras;y tidis as poten-
ciase o proprio Sr. K to exagger 111 di firca da R usa ; esta uai ta 1
forte como a d plomicia a ce e nao serio tao
audaciosa se eacontrasso urna resisten-i 1 ni 1..
enrgica.
E' isto o q 1 a anti>;i mmistro mais eeaseraao
actual ministro Je nao ter eimpreli.-n lilj.
O conde de Vuiras'y declaro'.-, nao p rfiili 11
urna poltica de aventura ; antes pelo contr un af
firmira sempre o desojo do ntaater apiz: mas
oiga qne os atareases lena seriara miiior sal-
vagu ra los desde o principio s-s tivesseoa
posto seria resistencia secad da l i.sia.
Conven notar, com relaeao a estas declarados*,
que. ni ni iili di dia i-m ouo foram f.-itas 111 ei-
111 na, o con io Aodraasjr tiv.ra una I uig* con
ferencia cora o imperador.
Na sesso publica da eommisso renovou e
parte as uis criticas sobrs a orientaco geral da
poltica. E aproveiraudo esta oeeasiao pira ata-
cas vivamente a allianca doa tres imp"rioa, disiC
que ella tiver. 1 p ira a Austria as mais deplcraveis
cousequencias. A altisnes com a Alleminhi ei-
plicava se por umicerta cnnmini i 1 le d Ote
res3C8, e ausencia de dotiatelligeneias, mis n 11
era preciso fazer d-generar esta allianca simples
em trplice allianca.
O aceorJo era a Russia nao aas-mta nas mis-
mas bisca que o da Allemanha, te-n p ir unic 1 r -
sultado sacrificar os interesaos da monarch a aus-
tro bungira aos ds Russia.
Este ataque pareceu impiessionar muilo o Con
de de Kiluoky, que breve tun .u a patarra, nao
para coosbator as M8sercj'-,s do Conde de Andrs
sy; mas para at eerto ponto cjncordir com ellas.
Apezar da reserva dis suas declaraeoea, ratas fo-
ram muito mal aolhidas em S. Pet'raburgo. O
Conde Kalnoky aturra ju qae ;:s estipulacoes do
tratado de Berlim conceruentes A Bulgaria, seriara
in ntidas, e que a autonoma d ste puiz deve ser
salvaguardada; ma8 isto nao impeda que as po
teneiab e por consequoncia tambera a Russia, fac
ouvir a sua voz conforme as condiccs do raesiEo
tratado, sem que Ibe assista nenbum outro direito
particular ou privilegio qualquer em Seu favor.
Em seguida a esta deelaiaco o C rade de An-
drassy deu se por satisfeito. Erum ponto que con-
vm notar, porque, s-gundo vemos pelos joruaes
de Vienna, as decaraco-s do Conde de Kilnolcy,
nao tinbam at aqu satisfeito a opposico.
A hoatilidade inveterada dos hngaros pela
Russia pareca querer comprehender tambera o
nuuist.ro dos negocios e3trangeiros. O Sr. Kolo-
nvau Tisza interv. io, felizmente, declaran io-se
cathegoricamonte favo-avel poltica do ministro,
declarando mesmo, que se retirara com elle, se a
delegado nao apprcvasse a sua poltica. Assim
se affastou urna crise ministerial grave. Diz se,
porTii, quo na entrevista que elle teve com o Con-
de de Andrassy, o imperador Francisco Jos de-
canos claro e piecisumcnte ao autigo ministro
que urna attitude raais aceentuada do qun a que
tinha definido o Conde de Kalnrky conduziria fa-
talmente guerra cora a Russia, e que o seu go-
verno estava resolutamente pre3o paz. A ser as-
sim, a Rusia nao precisa raais do que moderar o
zelo dos seu3 agentes na Bulgaria para serenar
os espiritoa e prmittir urna aoluco conf. rme aos
votos de todcs, isto urna solucao pacifica.
Servia
A seiseno legislativa de kuptchiua servia foi
eneci rada no dia 14, com um discurso do rei Miln,
no qual o monarch exprimi aos deputndos o seu
recoiihecimcnto pela votaco de medidas financei-
ras que restabeleccram o equilibrio do orcamento
sem locaren! nas despesas necessarias sustenta-
cao do txereito. A Skuptchina alfirmou asaira,
disse o soberano, a sua adheso as vistaa uaciouaes
da Servia
Corso 0 indicara estas palavras, a maioria go-
vernaraental triumphou completamente de todos oa
manejos da opposico, e >j orcamento foi votado ao
mesmo tempa quo as respostaa ficaes que perrait
tirara equilibral-o.
Estas ultimas consistiram na euppresso do um 1
serie do coutrtbuicea direatas dHeeia de cobrar,
e ua substituigo por c ntribuicjoes indirectas
por mn augmento dos direitos de patente.
A minora radical recusou-se, como dissemos, a
tomar parte i.a discusso desses projectos ; aut..3
de terminar a aesso, os seusjrinta e dous mera
brosresolveram alliar-se aos partidarios do Sr.
Ristitcb e excluiram ao mesmo terapo o seu antio
chefe,o Sr. Todorovitch, que suspeito de querer
juntar-sp ao governo. Este ultimo encontrar se
ha, pois, no recomeco dos trabalhos parlamentares,
em race de uira opoasico unida, e que poder vlr
a ser-lbe fatal.
migara
J soubemes pelo telegrapho que o general
Kaulbars sabio do tc-rritorij blgaro com todo o
pessoal da legaeo e cnsules do seu ptiz, ficando
os subiitos ruases entregues proteceo dos con
sules alleines, oa dos Braucozes oude os priinci-
ros nao existem.
O facto nao causou catranhiza nem desgosto
entre o povo blgaro, o qual vio sahir sora com-
mocio violenta eaae diplmala extraordinario, cuja
misso, orno todos sabem, nao produzio os resul-
tados que so espera vam.
Cousa curiosa: o rompimento d en-
tre a Russia e o governo blgaro foi acolhj''o em
todaa aa capitaea com um csrto prazer.
Parece que a Europa deixou de ser iiicommo-
dada cora um acabo mi, com um peaadello ; rea -
pira, erafim, livrentente, sob a impresso benfica
de que h je em dian'e se torna possivel um ac-
cordo pacifico, e que o perigo de um conflicto est
a Bastado.
Parees que o governo de S. Petersburgo foi int-
pe: feitamente informado circa do estado real dos
espiritoa na Bulgaria. Vivcu na doce illuso, coi
dudosamente alimentada pelos intransigentes do
panslavismo, que baataria antoridade russa af-
firmar-s rosolutamente para determinar urna in-
teira aubmisso do povo blgaro aos desejos do
governo russo.
Uuia parte da populaco, a] menos instruida,
quercria curvar-se; mas a outra parte, a elasse
lutelligeote e letrada, fts frente s ameacas do
general Kaulbars.
Este nao medio cora precisan o poder das penas
deixadas por um passado recente, nem a torca do
s'ntimeato da independencia entra un povo aca-
bado de so libertar do jugo turco.
O general nao deu pravas nem de inuita s.iga-
cidade, nem de muito tacto
O mil que fez ni todava irreparavel.
Com outros raidos e usando outros meios teria
obtido outros resultados.
Parece que se conbeceu 330, embora um pouco
tarde, em S. Petersburgo.
Na ultimas co'ninunic.cdes do governo russo
regencia blgara, deve destacar-se a dfatinecao
estabelecida entro o povo blgaro e o 8"u governo
actual.
Soja qual for a irritaco do czar contra os po-
deres pblicos actuaes aa Bulgaria, o gabinete de
S. Petersburgo, reaervou clarar.vutc e poz tora Ja
quoato, as fy.npathias pessoses de Alexandre III
pela naco bulgira.
Foi urna hibilidade diplomtica qae deixa a
porta aberta a muicas tentativas de conciliario.
E sem dovida alguma, o qne eiplica a satis-
f^clo unaoimeeoie que foi aeolotds a noticia da
partida do gener.l Kmlbirs.
A presenta dos principes Fernn io e Carlos
Antonio de Hohmzoilern Sigraaringea, na corte
da Riumania, tirnot a por na tela da discusso,
a sucecsao ao throuo da Bilgiria, questo que.
se est reculada cm thoo.-iapela coustituicio, nao
o es do f ic".o. pir diversas circunstancias, na
familia real.
Signado o art'gi 83 da iei fundamental ds 18t(j
art'go deixadj intacto pelas revUou de 1879 e
1881, a aucccsso ciri di Rouraaii* conferi-
da, na ausencia de descendentes ni isculiuos di-
rectos do rei Cirios I, a seus rasaos ou aos seus
deseeiideutes masculinos pela ordem da priraige-
nitu-a.
Este direito pertenee, portanto, ao irmo mais
vc!h) di rei, princip'Liopo'do de Hibenzollern
Sgmarigen ; mis h'.veudo C3te principe desistido
a sucecsio rcabs no mais vclho dos teus filho?,
o principo Gailberm?.
Este ultimo ainda nao den a conhecer cffieid-
ineafe aa suas intences; mas como c herdeiro
d irairgido c do; heos famdisrcs do seu p.ii, sup-
iioe-ae que desis ir tambe'", e que o throuo da
Roumini 1 venhj a ctbcr assim a ura de eeus dos
dous irmo3 iritis nov.13, 03 principes P muido e
Ca lis, qua se chain actualmente em 15u:hare.sr.
junto do sen tio.
O principo Fernando ten 2t unios de idadee o
principo Cirios, 18 : ambos tsto educad s a pro-
posito pira, en? caso de necessidade, succederem
a 1 rei arlos, e apronlerain, entre outras lingua5,
a r 1:0 i ea. que fallara correctamente
O principe Fernn lo, na sua qualidade de ra ns
velbo, te:n direitos sobre o principe Culis; no
emtanto, em Buehtrest pensa-se que a etctlhi Ha
faradia Hoheosollera recsh r sobre est.. n t
Tara isso ser.. folivia. indispensavcl a renun-
cia formal l-s doa principes mais velboi, pirque
o texto da coustitnico precisa o uii pcrmiite
o.n 1 elciej 1 ai bitrori:.
O des .'o/elvimeat 1 di embroglio b t aro chega
a ter o b'U qu le cmico, e.n alguus munentos.
Nao se \, io f.mtr ura 1 opiuio a-'^ura acerca
di desf c'o di pan lencia rus-:o-b igira, p>rqoc o
gtbineto da S. Peterebirg tem ameacado rnuitsa
vezes. e f orjialm -nt 1, sera q ie fiel dep is seguir
d* actos enrgicos o decisivos as suas pala-vras,
s lauca las ni eir'iilacii pira asustare:n.
Q-ier-nos pirseer qae luv-e.- muita brevemente
eos 1 conferencia diplomitica, como a de Berlim,
pira pdr term) s ineertsais e aobrcsaltos que
tilos 03 dias provocara as di vera 18 pitases do in-
ciente oriental eos a ".<; a lulgari tem privado
que de todos 01 tunp s a esplendida e concei-
tu.sa phrasc do Marques de Pouoba' :o Un ho-
rnera era sus casa tai forte, que a' depoia de
mirt sao precisos quuri pira o tirire.a d'e li.
A Italia aventou a id que facili'arA a recjn-
aiderieVo da Russia, sem quebra de digaidade
para o czar; as potencias aceitaran! a cmdida-
tnra lo principe de Mengr-dia, se a Rassia desis-
tase di diasoluco da Subrange hu'gi.-a.
A regencia da Bulgaria iniiitcra-se firme c de-
cidida no seu posto, apodada moralmente pelas
class33 directivas d 1 naca0. Todo? os d as rece'o:
denuncias de conspiraves, que por totrs os meios
vai evitando, prende.ido cu dcs'ocaud os conspi-
radores. A gima olliciaes superiores do exereito,
dedicados Russia, continuara a ulliciar subil-
ternos e cadetes, dos quaes algnos, embora haveo-
do tomado psrte na re/cdta cintra o principe Ale-
xaudre de Uattemberg, oo teem duvidido denun-
ciar ao giverno legitimo o pr,.cedne!ito doa seu9
superiores. Este tacto aecusa evidentemente um
notavel rev ramento na opiuio blgara, deve
fazor comprehender corte de S. Petersburgo,
qne o seo ouro pile cetrar, n'um mon>ento dad-, o
povo inconsciente e analphabeto, iihb nao abre
brecha no cmelo do3 patriotas prevenidos contra
astraicao.s dos mercenarios e dos ambiciosos, e
pos8uindo ura grao de iutenc) qu os deixem
apreciar as instruc^o-s da Russia e o que esta na-
co qnallfica de sua misso histrica no Oriente.
Assemhla Provincial
2. SESSO EM 3 DE DEZf.MBRO DE 1SSG
PBESIOESI IA DO EXJI. SR. DR. J0SK SIAN0EI. DK
BAI180 WAXDERLEY
Soimabio.Chamida.Leitura e approvaco da
acta.Expediente.Discurso e requeri-
mento do s'r. Costa Ribeiro. Approvacao
do requerimento do mesmo Sr. depatado
e de outros.Discurso e requerimento
do Sr. Ratis e Suva.Approvago d'un
requerimento Discurso c requerimento
do Sr. Jos Maria.Discurso do Sr. Gon-
calvea Ferreira.Approvacao do reque-
rimento do Sr. J-'f Maria.Ordem do
dia.Adia-ae a 1.* discusso do prujecto
n. 20.E' approvado em 2. discusso
com vanas emendas, o de n. 23Adia-se
11 3. discusso, do de n. 18.2. diaeusso
do de n. 34.Discurso do Sr. Prxedes
I'itanga,Requerimeuto de informacoes
do Sr. Gomes Prente e additaraento a
um requerimento, proposto pelo Sr. L.
de AudrudaDiscursos dos Srs. Gomes
Parete, Ferreira Jacobina-e Prxedes
Pitangs.Eiicerraiccnto da discusso.
Levanta- se a eesso.Ordem do dia
seeninte.
Ao mcio dia, feita a chamada a verificndose
achareui-sc presentes os Srs. Amaral, Ratis e Silva
Antonio Vctor, Lourenco de S, Douoingues da
Silva, Joao Alves, Herculano Bandeira, Joo de
S, Goncalves Ferreira, Prxedes Pitanga, Costa
Ribeiro, Ferreira Velloso, Augusto Franklim, Costa
Gomes, Jos Maria, Juv.-ncio Mariz, Barros Wau-
derlcy, L. de Audriidu llego Barros, Gomes P-
rente, Drummcnd e Rogoberto, o Sr. presidente
abre a sesso.
Compareced depoia da chamada os Srs. Joo de
Oliveira, Baro de Caiar, Andr Dias, Barros
Barretto Jnior, Jacobina, Jalio de Barros e
Alfonso Lustosa.
Faltam os Srs. Baro de Itapissuma, Visconde
de Ta /atinga, Rosa e Silva, Constantino de Albu-
querque, Coelho de Moraes, Rigueira Costa, Ro-
drigues Porto, Soares de Auicrim, Sophronio Por-
tclla e Solonio de Millo. *
Lida, sem debate approvda a acta da sesso
antecedente.
O Sr. 1." secretario procede a leitura do se-
guinte :
aXPEDIEKTE
Um officio do secretario do governc, transmit-
tindo copia do aviso circular n. 4,687, do ministe-
rio do imperio., relativo decretaco de um sub-
sidio para alguns filhos desta provincia que se
ac hera no caso de serem admitt.dos no Instituto
dos Burdos mudos da corteA commiaso de or-
camento provincial.
Outro do secretario da assembla provincial de
Matto-Groaso, aecusando a resepeo dos auoaes
de 1885, e remetiendo dous exemplares das leis
daquella provincia ao mesmo anno, inclusive as
resolucoes nao aanccionadaa.A' archivar.
Outro do de Goyaz Recusando o recebimeoto dos
annae3 de 1885.Inteirada.
Outro da de Cear remetiendo um exemplar dos
annaes de 1885. A. archivar.
Urna petico de Delphino Lins Cavaleanti Pes-
soa, fiscal da cf.mara municipal do Recife, reque-
rendo 6 mezes de licenca com todos os veocimen-
tcs para tratar de sua saude.A' eommisso de
pe tacse.
O Sr. Coma RibeiroSr. presidente, eu e
os meus collegas de bancada resolvemos enviar
mesa rste requerimento : (ti).
Reqneremoa que na acta de hoje se coasigne
um voto de pesar pela morte do Conselheiro Jos
Bonifacio de Aodrada e Silva. >
Abstenho me del justificar estanocSo: o n3me
f.
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Diario de PcrnambncoSabbado li de Dezembro de 1886
d,*qaelle ein cuja hoi-ra ella presentada diz
tanto que seria pouco o que eu por ventura tivesse
da expor, do intuito de jusiidcal a.
Acredito que aquellos meamos que nao marcha
rem com elle ero perfeito accrdo quinto As ideas
que tu8tenl> m eni relami causa publica, nao
recuaaro auas homeniigens ao excepcionaljUlento,
que tanto engrandecen noaaa tribuna parlamentar
ao amor aoestuio quo cm talento illuminou de
modo to brilhante, ao carcter elevado e nobre e
as outraa gruodes qualidadea qua oestinguiara ao
ch rado com.>atnota, que nos toi gloria e orguiho.
Este concito eu o rirmo nos testemunbos que,
para honrado paiz e de todia no bratileiros, te-
nho visto prestados por todas as claasea e copo-
raccs do paiz, sera distincelo de cores polticas,
meia >ra do grande brasil uro.
Isa> faz-oro esp-rar que a honrada tnaioria nos
acompanbar ni approvacio do requerimento que
mando mesa.
Vai inesi, lido, apoiado c, sm debate, un-
nimemente approvado o so^uiute requerimento:
Requeremos quo na aeta de hojo se con-.igne
am voto dp pesar pela morte do cousclheiro Jos
Boniticio de Audrada o Silva.Costa Ribeiro.
J-s Mara. Liurenco de S -Dr. Pitanea.
I de Oliveira.Bario de Caiar.An Ir Das.
Jaread) SI rix Ferreira Jacobina.Affonao
Lustcaa.
O Sr. sinti o Silva (pe* ordem) :S,-.
presideute, tuneci -.nava esta assemb t cin a aua 1*
aeaaao ordinaria do,te bicnnio, quani. eu Uve a
lint' da a; M sentar mu projectu' que tomou o
u. 7, mtoriaaudo o presid nte da provincia a dea
p?ndvr atea qirantia do 2:0(X)030 com a con-
atraafio de umi pasta sobre o riasba do Cala-
fete, na cidade da Escada, ponte que entilo se
chava muito arruinada. Diaa depois constou-me
qi.e eos* ponto h ivia desabado, ficando deste modo
interceptado todo o transito publico da cidade fot
aquella ponte.
.Mais tarde 84 me diste que a presidencia toma
va eui consldoiaeio este facto e que providencia
ra para que tal ponte foaae reconstruida.
Entretanto, nada sal ndo a re.-peito, e coavu-
do providenciar do molo que se stabeleca o
transito publico, que nao pode fiear iaterrompiio
puf tanto tempo n'aquella cidade, eu vou apre-
sentar um requerimeuto, para que, segundo as in-
fcrraaces que peco, posea determinar se devo pe-
dir com instancia e ctm celerilate o cura) doineu
projac'.o ou se devo desistir delle.
Espero que esta ussembli nao negu sua ap-
provaco o reqerimento qu3 ora aubuutto a su
aftprovac&o.
Vai meta, lid >, apatelo a, sem debate, ap-
provado o seguate requerimeuto :
Rcnueiro que so peca ao presidente da pro
vmcii infjrmiicoes cere i di reconstruccio da
ponte Bobre o nacho Cilafate, na cidade da Esca-
da, e bera a8sim se existe algum acto da presi-
dencia autorisanJo e33* reconstrucci', e n'iate
caso em que eitaio se cha e-te servico.Satis e
Silva.
O Sr, lo** Maria Foi frtil de factoa la-
mentaveia o interregno haviJj entre o rncerra-
moni i da sessao ordinaria' o a abertura da actual
sessao extraordinaria.
Effecivuinene, era para auppor iuc cata pobre
provincia tinha silo iuvadida p ir urna horda de
brbaro?, tal era a forma porque se produziam
uiari nnsnte oj attentados contra a vida, a pro-
pina lade a a liberdade do cidado.
O Sr. Lo orenco de SApoiado.
O Sr. Jos MaraNos teremos occasiio do dis-
cutir, nao todos esses tactos, o que seria absoluta-
que alarmou, quo trouxe em sobresalto toda a po-
pulacho, e desde que se nao eonheoem as providen-
cias que foram tomadas, desdo queoaporr
C >mo o causador de tudo isto aquello que dirige
o corpa da guarda cvica, a nos cumpre pedir in-
formacoea para louvar o governo 83 bem cumprio
o seu dever, para stigmat'sal-o si se .(eacurou dea-
89 mesrao dever.
Eu, portauto, envi i mesa o meu reqerimento
e espero que elle sr apoiai >. (Muito bem).
Vem a meaa, lido, apiiado e entra em diseus-
ao o -jeguinte requ rimento:
liequeiro que ae peca ao preaidente da pro-
vincia inforinacoes sobre o conflicto entre a guar-
da cvica e o 2. batalho de iofantaria.
> Q mes as providencias dadas, e copia do in-
querito qua a respeito tenha ha vi Jo. Jote Ma-
ria.
O Sr. tnmalves Fcrrelra Sr. presi-
dente, ae o nobre deputado autor do reqerimento
se tivesse limitado a mandal-o mesa, aguardan-
do a votaclo da casa, eu tambim limitar me-hia a
dar o mea voto, sem adduzir nenhuma razio em
sua sustenUc.il.
A Aaaembla. porm, ouvio que S. Exc. julgou
conveniente addiciouar aigumaa palavras, que nao
posso deixar passar sem contestaca, deade que
eatou diaposto dar o raeu voto de approvaco ao
requei cDruto.
O facto de qu; eete trata, sem duvida de
grande importan ia e gravidade. A lacta entre a
torca euoMrregaJi da maniitencSo da ordem pu-
blica sempro um facto que produz alarma, sobre-
salta a sociudade e merece a mais severa repres
sao dos poeres pblicos. (Apoiados)
E, poia, nao serei eu, Sr. preaidente, quem de-
seje que elle fique sepultado no esquecimento, e a
Assembla nao tenha respeito inteiro conhe.i-
ment para exercer a sua critica e porventura
providencias.
Entretanto, sei c posso informar Assemb'i
quo o facto nao deixou do oceupur, como devia
eucceder, a attencao das duaa autoridades supe-
riores da provincia ; ellas ae appreaaaram em to
mar as providencias, e, para nao parecer precipi-
tados, resolveram esperar que se concluisae o in
querito, que, j so acba prompto e rcmettido ao
poder competeute.
S. Exc. o ho irado vice-pres dente, que eato
dirig a com grande patriotismo e distinccio a ad-
ministraciio da provincia (apoiados e nao apoia-
dos) nao foi portanto ndifferen'.e ao facto que
constitue o objecto do requeriment > do nobre de-
putado ; como eatou certt qae o Exm. t>a. De. Pe-
dro Vicente, quo est co;itandj do assuuipto, to-
mar as provideuciaa, ae for caao diaao, que Ihe
t'irem aconselhadas pelo exame e averiguaca de
tolas as circunstancias, cuja apuraco nao ora
possivel fazer-se logo aps o facto.
Ditas estas palavras para que as observaces
feitas em sustentadlo do re]uerimento nlo fi]uem
sem urna contradicta, quanto ao modo por qu
apreciara a admiuiatraco do illu&tre Sr. Dr. So i
za Lelo, senti-me. declarando que voto a favor
do requrimento.
O Sr. JacobinaOh! Bonita transtorinscai.
O Sr. Joo do UliveiraJ consequencia das
ideas.
Eacerrada a dujussio e posto a votoa o reqe-
rimento, approvado.
ORDEM DO DA
Entra em 1' discu3ao o projecto n. 20 deate
anno.
Vtm mesa lido, apoiado e sera debato ap-
provado o seguintc reqerimento :
Requeiro o adiamento do projecto n. 20 por
43 horas.
que praticar esse acto, inteiramente imperfeito,
insuficiente, e incompleto.
Vrsrho, portanto, leinbrar a nobre eommisso
para completar o sen trabalhe, mandando mesa
urna emenda oorroctiva afin de que prodaza os
effeitoa benficos qus ella espera tirar da appro-
vacio dAta postara.
O Sr. J. de BarresMas a commiaso nio ao
acha presente, nao eat r presentada por nenhum
doa seas membros.
O Sr. Praxede8 PitangaNeate caao, tomarei a
iniciativa de enviar urna emenda ou roquererei o
addiamento doata discusso, at que a commitsio
se aprsente para orrigir o ser, trabalho, achanJo
todivii preferivel o segundo alvitre.
Vai mesa, lido, apoiado e aem debate appro
vado o aeguiote reqerimento :
Requeiro que sobre o objecto do projecto se
pecara informaces ao preaidente da provincia,
b 'in como copia do quaiquer trabalho que ao te
nhs teito aobre o valor da indemniaacao devida a
actual c impauhia de g*z nos termos do aeu con-
tracto, (ficand) adiada por 8 dus a discussio do
mesmo projecto at virem taca inf irmacoes, quo aao
urgentes.Gomes Parentca.
Vem a meaa I ida e apoiada a aeguinte emenda
ao reqerimento :
Accreacente-se: aem prejuixo da 2.a dicua-
aao.L. de Andradi. *
(Continua).
HtviSTA DIARIA
u-..te iiupoaaivel, inda mesmo que tivesse esta | -3 Horas Ferreira Jacobina.
aeaaao dd chegar at a occasiai propria da aber i Entra em 2 diacusiio e aem debate approra-
* tura di ae ao ordinaria ; mas tere nos occiaiao, i do o projecto n. 23 deste anno (conceaao de lo-
einbra eol d'oiteau, do diacutir alguna desses | terias) cora as seguiates emendas, tando pedid> e
acoatecimentos.
Nj entretanto, uio poseo deixar de, n'ista occa-
.1', oecupar-ine ctrrenc clamo de um doa mais
importantes suecess s que ao deraiu nesse rpido
interrogo l.
Vou tratar de om ombate aangreito, ae aasim
me pisao exprimir, dado nVsta capital entre a
forca do liuha, a guar la civica e a polica.
A cidade vio-ae alarmada. Os mantenedores da
ordem publica trav-rem luta, e at hoje nos igno- offi.-iaes ; tra b;tar portas, altar, ladrilhar o co-
ramos as providencias qua forera temidas. bnr a igrej t velht que existo na villa de Cabrobo
Os fondos procuraram ra-.dicar-se, os morios i Solomo de .Mello.Ljurenco de Si.Bario d
f i ub enterrad >s : Li exclus vameute o que che- j Itapissuma -Gom a Prente. Bario de Caia-
gou ao noso conhi cimento. Se se proeur.u des r
cobrir a verdade, ae ae tentoa a pnica.- doa cri ( N 2. -Ficam igualrneuta oncelidas, as
miuosjs, nos ni) o sabjmos, pirque o governo qu m.sraas ewdicda as loteras s?guintes : urna
au.mias a luz, que nao quer a puMiciJaJo nao M ( para a igr.ja .i: N'ossa Se ahora do O' de ataran
dignou do informar uua teas governados, como era ?uapa, qne s.'rvo d. matriz, umi para a igreja
aeu dever, o qne fez, se a Ici foi cumpri-Ja, se a lei de N'o-oa tionhora ,1, Carino em (
obtiJo o Sr. Joven .i o Slariz a retirada de um seu
requerimento de adiamento por 24 horaa :
N. 1. Igual concesaSo para as obraadaa ma-
triz a dos eeguintea lugares : Cabrobo, B-lm de
Ctbrob, Boa-Vists, Petrolina, Ouricury, Exu',
Granito, fj-opoldina, Salgueiro, Belraonte, Villa-
Bella, Floresta, Tacaratu', Jatob de Taciratu' c
duaa (V igual quantii para o auxilio das despezas
que 8'! t-vra de tazer cora a co npra de raateriaes, e
pirB a igr.ji de Sossa Senhora da Conciii d>s
Milagr.s de SI iranguapo. Dr. JoS* de Si.
N. 3. -Apresento como emenda o pr jecto n
07 deste anno. -H-rculano.
N. 4.Igaal favor em beneficio di igreja
matriz de Nossa Senhora do O' do Altiulu.Ro-
drigues Porto.
N 5. Igual favor aa matrizea de Timbauba,
f )i des Iggr .vada
O ir. (Joata Ribeirolaso era para o itros tem-
poa. -
O Sr. Gomes PrenteOreio que o inquerito j
ioi remettido autoridad; indiciara.
O Sr. Jos SlariaNeaa emoigencia, deade que
ae acha aborta a Aaaembla Provincial, us, re-
presentante: deate po'vo, temos nec'fsMade de 8a-
ber eniregue a qu m elle est, ae habita un paiz \jesa Senhora do O' de Goya-.na, Tojucupapo, S
regido pjr leia, ou ae a lei a voutade d'aquellea Vicente c Cruangy.oar que recebera o diuheiro, qua repreacnta o 80or ^. i;. Aprsenlo como emenda o proje-'to n.
ueste mesmo povo e que eu. lugar do servir para 28 assim emendado (muid a emenda conceder 2
garanta de aua vida, de sua liberdade e de sua loteras, em lugar de urna).F. Jacobina.
p.-opriedade tein applicacoos muito diveraas. | N. 7.sM de igual quantia para aa obraa
L)ii o n ibre d'-putado pelo 1J diatricto, aquello jj consistorio da contraria de S. Benedicto, erec-
qae dirigi a baucada oppoata n03 ltimos tempoa 114 no convento de S. Francisco dest* cidade.
da sessao ordinaria.. Jos Slaria.
O Sr. Joio de iivciraCreio que ainJa a jj. 8.Igual favor matriz de TracuuhJem,
dirige- a capella de No33a Senhora do Roaario do povoa-
O r. G'mea PrenteNao senho. do daquelle uome e capjlla de S. Sebiatio da
O Sr. tima Slaria... a qu"1, auppouh', conti cidade de Nazaretb.Herculano
ii de posse do baa'.io,diz o nobre depvtado
pelo Vi" districtoque o injuerito foi remettido
autcrid.ulejudiciana.
Sita nos ignorara>3 Bto, e c por eata raslo que
.ce > infjrmac^ea.
v E' um facto ferio, um tacto grave eaae a que
n"e refiro ; nao devo passar deapercebido, coa o
ootroa que aa eatii dando diariamente.
Nos oa representantes Ja provincia temoa caren-
cia de conheccr desae ioquento, e justamente
isao qne pe$o: que no3 8eja facultada urna copia
i, para que poasamos discutir na occasio
opportuna f cto tao gravo e que poder a t;r tr-
zalo conseque ciaa daa mais lamentaves.
Estoa convencido de que os nobrea deputados
ni) qireii" seguir a mesma norma de proceder
que aioptarain na aesso ordinaria; quero crer
que oa n 'brea deputados, convencidos de q -e a
miliaria da Aa:einb;a Proviucial, nio fas oopoai-
ci) ayatematca, do que a oppoai'va' liberal qu.-
a neute o respeito a lei, pelo que se acha identin
c1da nes.e pensara uto cam o honrado adrams-
. ir da provincia, que em bi hora veio sal-
v do estado de anarchia em que se aehava
i.idos), devilo ao n^do imprudente, para nao
me servir de cuta expresa), poiqu; proeedeu o
seu anteeeaaor, o Sr. 1 vice-presiden.e, (apoiados
e nao apoiadoa) nao recusaro o conenrao que lhes
podemos trazer.
O Sr. -Liurenco de SiFoi urna administracio
intelicisaima.
O Sr. Jo; .ManaA oppiaicio liberal naoquer
o mnimo favor do governo ; a oppoaicao liberal
quer sosente juatica. Se S. Ere. o Sr. presiden
to da provincia, eomo eu acredita, sincero naa
maaiftaUvocs ue *** particularmente, e aobretu
do na manitestacao qu3 fez publicamente nesta
casa por occaaio de ler o aeu relatorio, deve in-
flair'no animo dos Dobrs deputaloa, para que 8a.
i 3. madem de ru n', conprebendendo que em
noaso systeina aa minoriaa coacorrem tambein para
o governo, que estes nio pidem recuaar o eoncur-
0J dellas, tanto mai. quanto a nosaa opp33!vlo, e
disto temoa dalo loe pivocaa provaa^ urna oppo-
aieao raaoavel e nida miia qier senio a ver lade,
o juato, o raaoavel.
S como deve aucceder, oa nobrea deputadoa
t-'in o espirito influenciado pHas ido a eipenidaa
pelo Ilustre c honrado adminiatrador da provin-
cia no aerio aystematicos em negar as infjrma-
co 'a pedidas pela minora, como auccedeu na sea-
aio ordinaria, anda mearno quando oa tactos ar-
.gaidoa eram evident-ra, porque pieciao quo se
aa'ba, deade que a minoria conhece que a maioria
a despreaa, deade quo a oppoaicao comprehinde
que oa seus direitos nao sao reapeitados, pode e
deve oppr bices a realiacio das idaa emana-
das da maioria, anda qae tragim o cunho da ver-
ja!", anda que tragain o cunti da juatica, tanto
mii3quant>, como aoe aueceder, a oppoaicao
diipasta de soldadoa ga hirdoa e aguerndaa, doa
quaea o mais humilde aou eu, doa quas sou eu o
mais obscaro. (Nio apoiados)
Se a maioria quer marchar de accerdo com a
minoria; se a maioria d. s ja effectivamente o pro-
gresso deata teria, que a u^esa piUia, devo dar
tregoa esta poltica- "pequeaa e tacanha, a eata
politioa queja nao propria da noasi poc, e
onaiderar como co-participante na facturadas
leit, co-participante uo governo, aos reprcaentan-
tJS do partido que por um capricho imperial, to.
apeado das ameias do poder.
Tendo aido o fact > de que me oceupo publico,
nao podendo se contestar que elle serio e grave,
* si-mi] t Provincial. Funccionou
boutem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Slauoel de Barros Wanderley, tendo comparecido
25 Srs diputados.
Foi lida e approvada aem debate a acta da aes-
so antecedente.
O Sr. 1 secretario proceden lei tura do se-
guinte expediente :
Ui.a peticao de Landelino Rocha, propondo a
venda dos livros de que proprietario, proprios
para a Iustruccao primaria, por baratisaimo preco.
A' commiaaSo de inatruccio publica.
O Sr. Ri-tia e Silva jnetificou um requerimento,
que toi apoiado, ficando sobre a meaa a fim da acr
upportunamente discutido, p.'dinJo copia do con-
tracto de illuminacio publica da cidade do Recife
e do mais que haja a tal respeito.
Adiou se de novo pola hora a diseussio <5o ro-
qnrimento do Sr. Jote Maria, pedindo informa
coea acore as providencias turnadas para a captu-
ra de M-trianno Japiass, tendo orado os Sra. Go-
m s Par-nte e Joa Maria.
Passou se ordem do dia.
Procedendo-se votac) do requerimento do
Sr. Ferreira Jacobina, ao projecto n 103 de3te
amo, tai regeitad"1, viata do que continuou a 1*
diacusa lo do referin o projecto.
Dcpos de orarem os Srs. Ferreira Jaconina e
Jo'o (je Oliveira, foi approvado dito projecto, sen-
do dispenaaio do intersticio a requerimento do
Sr. Goncalves Ferreira
Approvou-so o requerimento de adiamento do
Sr. Gomea P.irent", sobre a 2' discussao do pro-
jecto n. 34 deate auno, sendo regetada a emenda
do Sr. Luiz de Andrade.
Enccrrou ae a disouaao do projecto n 32 e
adioa ae a 1' do de n. 11, ambia deate anno.
A ordem do dia : 2" diacussilo do projecto
n. 103, Ia do de n. 82 e continu cao da ante-
cedente.
Fnculdade de DireiteEia o resultado
doa acta de hontcm :
Io anno
Thomaz Gouca Viegis, plenamente.
E i^'enio Barro jo do amara), simplesme e.
Joo S.palveda da Cunha, idem.
Augast) Cabral de Albuquerque Vascor.ccilos,
dem.
Francisco Carneiro Nobre de Lieerdi, idem
Vctor Manool de Freitas, idea;.
Octavian de Siquora Cavalcante, idem.
Augusto Octaviano de Soma Jnior, idem.
5 reprovtdos.
Faltou a prova oral 1.
2." uno
Padre Or. Manoel Goncalves Soares de Amorim.
pie aa Mente.
Manoel da Sintos Sloreira, Jera.
Joaquira de Gusmo Coalho Filho, idem.
Ameiieo de Souza Gom 'a Filho, idem.
Jj; Barreno Costa Uidriguea, idem.
Antoaio Luiz Paraizo Cavalcante, idem.
Francisco Joiquimda Ricka Juno;, idem.
Alfredo Velloso da Rocha Paaaos, dem.
D filiarlo .l-is Fern^nHea Prl^,lS^. oiinnlHSm.nte.
Antonio Slonteiro do Nascimento Filho, idem.
/ iziioo Sevcrino Gjmea de Leivaa, idem.
Jja Al vea Requiao, idem.
liamcs preparatorioa-Kis o resulta-
do d de algebra, h utem :
Inacreveram-se 12
Entruram em exams 5
D. GUfira Correia de Araujo, plenamente.
Bernardino Jos Alvca Maia, diatinecao.
1 retirou-ao.
2 reprovados.
Hoje tero lugar os exames de arithmetiea e
geometra dos estudantes que requereram e lhes
foi concedido pelo director da Faculdade.
iixtiitiio ircbeoloKlco e CSeog^a-
pblco PernamaucanoQiiuta-fira, 9 do
correte, 1 nira da tarde, reunio-se o Instituto
em sesao or liuaria, sob a presideocia do Sr. con
N. 9 I^ual favor cipella de Noasa e-
nhom da Poaha do Carneiro, do termo de Buique.
Sop'aronio Portella.
N. 10.Una lottria & rmandadd de S. Bo
nedicto da cidade de OlinJa para compra de l-
talas Julio de Barros.
N. 11.Fita concedido igual favor de duaa
loteriaa de 120:0JO00) cada um* igrj* doa
tfartrro* de Goyanua, urna para o recolhimento
da Soledade, cutra para a igreja do Amparo, on-
tra para a Casa de M.iacrcordia e ama p.ra Ciri-
c em Itamb.Padre Julio de Barros.
N. 12.Alai3 duaa loteriaa de 120:003*003
cada urna para aa obrai da matriz do Altiuho.
Padre Julio de B.rros.
13.Igual favor a todaa aa matriz-a do
12' diatricto e maia s capellaa do Carnauba e S.
Jos de Vertentea.Dr. Pitanga.
N. 11.Ficam concedidas mais tres loteriaa
do mesrao valor, aendo urna a benefici) daa obraa
da igr.ja de S. Podro doa Clerigoa e outra par
aa obraa da capella de S. Joa, aita na praia de S.
Francisco, na cidade de Olinda ; e outra para de-
eoramento do altar do Sagrado Coracao de Jesua
que ae venera na igreja do convento da Gloria
d.ata cidade ; e maia cinco em favor da matriz de
Itamb. -Ratia e Silva. Soares de Amorim.
N. 15. Ficam concedidas d.ias ot-rias de 120
ontos do ris cada nma Ordem Terceira dh
igreja do Carmo da cidade du Oiiuia.Biro de
Caiar, Jos Mara, Das ds Araujo.
N. 16. ljual concesao de urna luteria de 120
contoa de ria ao Monte Po Popular Pernambu-
eno, para augmento de seu patrimonio.Coata
Ribeiro.
N. 17. Urna lotera para cada uuii da malri-
ze3 de Palmares, A^;a Preti, Barreiroa e Rio
Forraos >.Joio de Uliveira.
. 18. Urna lotera da 120 contoa pira a ma-
triz de S. Bento e outra para a matriz d* fre
guezia de Qiipip.-Ferreira Jacobina, Luatoaa.
N. 19. I^ual favor para a matriz de Noasa Se-
nhora do Rosario da Varzea e Livramento da
raeama fregaeza.Reg Bairo?.
N. 20. Igual favor ao C'ub Literario de Pal-
eares, Gamellcira, Rio Formoao e Ba'reiro3J-ao
de Olveira.
N. 21. Igual favor para a matriz de B.un Jar-
dim.R'gabeito.
N. 22. Igual favor para a matriz de Noasa
Senhora do Bom Couaslho de Papacaca.V;ctor
Jorreia.
Entra em .3 diacusao o projecto n. 4 deate
auno. (Poaturas da Cmara Maoicipal do Noasa
lenhora do O' de Ipojuca).
Vem meaa lide, apoiado c aem debate appro-
vado o segainte requerimento :
Requeiro o ad'smento da diacuasio deato pro-
jecto p-T 48 lioras. P. Pitanga. .
Sntra em 2.' diacussa o projeeto n. 34 deate
anno (autorisaido a contractar-ae mediante con-
currencia o forneciownto d* illuminacao publica
deata cidade ou a realiaar-se a innovaco do coa-
tracto exiatente).
O Sr. Prxedes PitengaSr. presiden-
te, n5o me levanto para oppr-roe a mdi ia apre-
aentada pela commiaso de Camaraa Manicipa^a,
acerca do projecto da Cmara do Ipojuca ou d O';
mas venho lembrar a caaa que eate trabalho in-
ompleto e iin, e feitr, J
Toda a prohioico deve trazar^uma punicao co
mo pana correctvu. Deade que o srt. 1." diz que
fiea prohibido o uao de banhoa no estado de nudez,
maa nao determina a pena em que acorrer aquelle
eclhearo Pinto Juniar} com asaiatencia dos Sra.
Dra Cicero Peregiino, Baptiata R^gueira, Io se-
cretario c Lopes Machado, Auguato Coata e ma-
jjr Codeceira, 2" secretario.
Lida, foi npprovaia a aeta da seasio anteceden-
te, o o Sr. Dr. I' eecretario mencionou o aeguinte
expediente e ofFertas:
Uji cfBcio do secretario geral da Associacaodos
H .mens de Lcttras do Braxil, de... de Novembro,
aecusaudo a recepeo e agradeceudo oa doua lti-
mos nmeros da Revista do Instituto e offertando
2 volumea da obra Feata L Iterara.
Un dito da Imperial Sociedade dos Artistas
tstameos e Libcraea, de 1 do corrente, conv
i ni I) o Iustituto a se fazer representar na aua
festa anniversana, que ter lugar a 12 no Lyceu
de Artes e Oficios.
Un ditodo Dr. Felipp de Figuciri Faria, ac-
eiis indo a recepeo e agradeceado o seu diploma
de socio efectivo, e off;rccendo ao Instituto oa
aeus aervicoa.
Otf-rtaa:
Pola Sicielide de G.-ographia de Liaboa, 2 nu
meros da aeu boletiin.
Pela -ecret iria da Presidencia, 1 vol., collecco
de lea proviuciaea de Poroambuco para o auno de
163S- r o
Pelo consocio deaemb irgador Luna Frer?, ^s
alman.ks da provine a, dos annoa de 1868, 1869,
1870, 1871, 1879, 1881, 1882, 1883 o 1884; eollec-
c:s de leia e regulaincntoa da provincia de Per-
uambuco para oa annoa de 1376 e 1879, e duaa me-
lallus da Expoaico de Pernambuco -m 1875,
seud > urna de prata e outra de bronze.
Pelo consocio Dr Cicero Peregrini, oa na. 56,
57 e 59 do jornal Mercurio publicado em 1382 ;
03 na. 512, 513, 514 e 515 lo Diario de Pernarn-
bico do aano de 1830, e diveraoa nmeros da Ga-
zeta Universal, publicada era 1836.
Pelo Eira. deaemb*rg*d.r Gervasio Goncalvea
da Silva, e por iutermedio do Sr. major Codecei-
ra, o ntrato do pitriota de 1817 e 1824, Gsrvazio
Pire3 F-rrcira.
Pelas reapectivaa reiacco'a, diversos jornaea
d'eata e do outraa provmciaa.
Fi.ido o expedieute o Exm. Sr. preaideute n>-
BSOtl oa Dra. Lipis Machado, Baptitta Regaeira
o Joo Frcitaa, para em comrniaao repreaentarem
o In.t.tuto na sessao magai da Imponal Socieda-
di dos Artistas SIechanicose Libsraea.
O Sr. Dr. Lipes Machado, obtendo a palana,
cora-nunica qae as commi so s nmadas pira
repreaentarem o Instituto na aeaaao fnebre em
hora'iiagdJi memoria do conselhero Jos Biui-
tacio e no embarque dodeaembirgador Luna Frei-
r, curapriran o aeu dever, assim como indo a S.
Exc. o Sr. preaidente da provincia, retribuir a aua
honrosa visita, foi eavalh irosamente recebida
pelo mesan Exm. Sr.
N id i mais tavendo a tratar se toi levantada a
aeaa-.
MiTjttpsH.ntcm tivemoa folhaa deata pr:-
vineia at 5 do corren te.
R.ferem cllaa:
Por acto da presidencia de 27 de Novembro
findof i designado o dia 9 do Janeiro vindouro
para proeeder se a elcico de vereadorea e juizea
le paz nas parochiaa do Lagarto.Snodo Dias *
Seriiy,3in consequ.-ncia de terem sido anulladua
aa ameriormente feitaa,a de juiz de paz da do
Porto da F6lha,e a do 2. escrutinio de verea-
dores da cmara municipal de Villa Nvn.
__ Foram exoneradoa oa promotores pblicos de
Larangeiraa e Capella, bu liareis Manoel Epipha-
nio Martina Penaa e Heraclito Ditiiz Goncalvea.
O bacharel Antonio Pedro da Silva Marques,
ao retirar-se para Pernamuuco, onde Veio exeicer
O cargo dejis municipal deCaruar, libertou aem
onua o seu eseravo Antonio, do 22 annoa.
* EvolucaoPublicou-ae o n. 9 deste pe-
ridico.
Ala a-Tivemoa hontcm folhas deata pro-
viniia at 9 do correte.
Nada ret'erem ellas digno de voto.
Inqaerito policial0 Dr. An?aio Serra-
no, delegado em exercicio do Io districto do Re-
cife, remetten hontem ao Dr. juiz de direito do 3"
diatricto criminal, o inquerito a que proceden
contra SI iri* Francisca da Annunciaca >, pelo cri-
me de morte. que Ihe attribuido, do aif'rea di
2" batalho du liuha, Joo Ayre8 da Silva Moura.
E' esta racapilu'acio quo fez a oiesma autori-
dad no dito inquerito :
Do presente inquerito verifica-Be que pelas
onze horas e raea da noite do dia 29 de Novem-
bro ultimo, Maria Francisca da Annunciaco,
tendo recebido, desde as 9 horas, em sua casa,
aita no becco dos Peceados Mortaes, Io diatricto
de S. Jos, o alfares do 2 batalho de linha,
loo Ayrea da Silva Moura, e nao Ihe tendo este
querido remunerar a visita, cm razo do nio ter
levado dinheiro, travou-se de rai.'s c;m o re-
ferido alferea Moura, que, procurando sahr e
nao o conaiotindo dita mulher, U90U do gnarda
sol, que conduzia e com elle deu-lbe aigumaa
pancada?, recibenio ento ('ella, jfc^ia-^rua, os
ferimentos deaeriptoa no corpo de delicto fl. 12,
doa quaea veio a fillecer no dia 2 do corrente,
c mo se v do exame proeedido no cadver e
que se cncontra a fL, 20 ; facto eate compro vado
pelo depoiraento de todas aa tealemunhaa que di-
aem nao terem encontrado era aeu trajecto para o
lugar do crime, quani i ch un i las polo apito de
alarma, e nem vino na circumvizinh inca do re
ferido Ingar pesaoa alguma a quera podeasu ser
attribuido a autora do delicto ; sen lo encontra-
da, entretanto, em frente a casa da indiciada urna
pequea faca de ponta cujai dimensooa 08to de
perfeito accrdo' com aa doa ferimentos dea-
eriptoa.
Alm das testemnnhas que depozeram neate
inquerito, pode servir maia como tal o pharim-
eeuto A'exandre du Santos Selva, da pharma-
ca do Terco, que nao foi inquerido por se ai-bar
doente.
Reraetta-se ao Dr 1 promotor publico da
comarca, por intermedio do Dr juiz do direito do
3- diatricto criminal, acompanhando a faca en-
contrada
Recite, 10 de Dezembro de 1886 Anesio
Ait'/mto Carualho Serrano.
Ferlmenlo) m^nor Mariano, de 7 annes
de idade e orpha1, hontem as 10 e meia horas da
raanh. ao passar pela ra do Fogo, bateu por ca-
Bualidaie na porta de nma mulher all moradora,
e que sendo visto por Joo Pereira de Olivoira ven-
ded t de toucinho, garrou o menor e C'>m a faca
de cortar toeinho fez-lhe um ferimento no braco
eaquerd", que f i considerado leve p lo Sr. Dr.
Souz q -e o vistoriou pedido Dr. delegado do 1"
d3tricto.
O offensor toi prc.o em (1 igrante, c 30 acha re-
calhido as casa de detenco.
SKlcinniJadi' r'IidiotaNi segunda-
f ra, 13 do corrente, celebra so na igrej* do Li-
vramento, deata cidade, urna misaa cantada em
louvor da Santa Luzia, (.e!a madrugada, com la
dainha solemne s 7 horaa da noite; ficando ex-
posta a gloriosa Santa, pit oitj das, veneracio
doa fiis.
I 25 de Novembro, deata folha pariakuse, com o se-
guintc stiiLinario :
L'immigration em Franco et au Brasil. -A ren
Desprez.Telcgnirames.Echos de partout.N')
tre courrier de Rio de Janeiro. (Me hudget de 1886
1837).La voi i fene Vogyana.L i de na;u
ralisatiun, discoura du enateur Affonso Celso
Liaerb. L: Brail agrile. Alfred Ma.-c.
Chronique parisienne.Aifred d'Ottens. Nouvel-
lea dea provinces: (Rio de Janeiro, Amazonas,
Santa Catharinc, etc.).Biographie. Le com-
roerce du Bic.-il.Revue fiuanc ere.Rcvue cora-
mercialo.Tirage des obga'lona de la Compagine
g.rale dc3 chemins do fer brsili-na.SI iuvc-
ment mnritiineSlaisons recommandca.Annon-
Carvalho. Jcaqum de S uza Vianna Ferrci'a, An
tonio Rapha ol Alvra da Coata, Manoel Ridopia-
no Pavo, Francisco Valeriano Alves da Fonseca,
Alexandredos Santos Selva, Antonio Carloa Bor-
romeu doa 8anto8, Philadelpho da Cruz Vaacon
cellos, Franciaco do Aasia Feneira Magalhea.
Domingo as 6 horaa da tarde ter lugar a poaae
da nova directeria com as formajida les do eafylo.
fin alisando o acto com um rfeeratn duplo na auasede
a rus de Marcilio Dias n. 91 pelo que devenio com
parecer todos os sucios.
Iinnierna Maxlra Publicou ;e n. 174
deste peridico lvre e humorstico.
Tr'lMinul da Belaco. Deixiu hintem
o exercicio do cargo de deaembargador da tielagio
do Recite, o Enn. Sr. conselhero Joa Antonio de
Araujo Freitas Henriques, visto constar do Diario
Oficial tua nomeacao para o Saprem) Tribunal
de Juatica.
S Exe. despedo-se dos seus collegaa, e foi por
ellea comprimentado.
islrectarla daa obras de conserva-
ce doa porto* Boletm meteorolgico d>
di i 9 d Dezembro de 1886:
Hora' I v o a -3 1 8gj Barmetro a Ttnsio do vapor -a o
1 5 o te 0 S
-3 3
H n
^~ ----------- ----------- ----------
6 ra. 2.-9 789a~6 20.00 80
9 28 6i 76ln>13 20.39 71
12 292 7(0)10)83 19.93 66
3 t. 29 1 759i63 20.03 67
6 27(i 76017 20.0. 75
Epiri(itno Sobre as origena do espiri-
tism;', l-ae no Prcurseur de 5 dj corrente :
Se permittido davidar djs phenomenoi di-
i08 rapiritaa, por outrolado iuconte: tavelo qne
talvea na-, honve muito raza) hninanaque b
espiritismo conta nu neres^a adeptos, poia que a
na Europa exiatem 100 jomaes eapritas, aem fal-
lar d'aquelles, mala numeroa-s a;nia, que se pu-
blieam una Estados Unidos. E' aa na America
qne o espiritismo uaaceu.
Em Dezembro de 1817, urna familia de. cri
gem allem, a familia Fox, o norae primitivo era
Vosa, foi esUb lecer-ae em Hydeaville, aldeia do
condado de Wayne, no Estado de Nova-York
Compunha-ao do pai, da mai e de duas filhas.
Urna, Margartt, tinlia 15 annos ; a entra, Kite,
12. Esta familia F-x pertencia igreja epiecopal
metho ica e dava provas de devoco exeicplar.
Dias depois de alii se achar esta gente, deram se
na caaa factoa singulares. Ojviram-8e pancadas
nos muros, no taboado o noa quartoa vi.-iuhis.
Aigumaa vezca, quando a familia ae aclnva reu-
nida para a refeicio da tarde, ouvia-sc grande
ruido no qnarfo de dormir daa enancas. Curri im
todos, mas nunca ae ncontrava ninguem. Apa-
os se viam oa trastea todos em oonfusio oa
amontoados. Estes movis, mesmo na presenca
da familia, oscillavam ; ouvia-ae camiuhir aobre
o taboaio, aa mocas seutiax mo3 (ras piasarcm
sobie ellas.
Fox e sua mulher penaaram primeiro que ae
tratava de alguma brucadeira dos v ainhoa ; mas
por maioi vigilancia que exctceaaem, nao pode-
ram descubrir oa autores pre umidos d'estea ru-
in ii es. Emfira, a partir de Fevereiro de 1813,
tornara-se a casa inhabitavel ; as noites passa-
vam ee aem quo foaae possivel dormir. Entre-
tanto, a mais moca di3 enancas, Kite, vendo que
estes rum irea nao lh cauaavam nenham mal,
acabara por familiarsar-secun elles. Attnbuia os
ao diabo, e, por gracejo, chimava o aeu autor o
Sr. P-Rachado. Uraa noite, em quo ae diverta
a fazer estalar os dedoa de certa man. ira, disac
rinda : Facoi o mesmo, Sr. P-Rachado. Im-
mediatamente o ruido foi repetido- enanca fez
devagarziuho alguua. movimentos cooi os dedos e
ouvio cora sorpresa numero de golpea igual ao
numero doa movimentos que ella fizera em suen-
en. A inii, to admirada qnanto a filha, disse
ao invisivel visitante : Oonta at 10 o bate-
ram-se dez pancadas. Foram feitas varias per-
g antas, a quaea responderam rom toda a exacti-
do. A1 pergunta : Soia hom-m 1 nada de
respo3ta ; ma8 ouviram-se varias pancadas, cla-
raa e rpidas, quanlo ee pergautou : Soia ea-
pirito V Foram ae buscar os viaiuh >s, e graiide
parte da neite paaa^u-ae a faz r aa raesmas expe-
riencias, seguidas dos ra smos reaultadoa.
Tal a origem d'eaae espiritismo, que em
breve devia invadir a America e h Europa. O
eapiritiam, assim fundado, trouxe a viuda dos
mediana, isto de individuos com o pod-r negado
ao coramum dos mortaes de invocar 03 espiritas.
Aa daas meninas Fox foram naturalmente os pii
neiroa m diuns. A religio espirita, porque o
espiritismo para os sena adeptoa verdadeira ro-
ligiio, foi poia fundada por urna menina de doze
annos, K te Fox. Nao eate um dos captulos
menos curiosos da historia daa loacaraa humanas.
Companbia Ferro Carril Roche-
moa o 13" relatorio da directora da Companbia
Fetro Carril de Pernambuco. Agradecemos.
Toeaouro Provincial II j-. nessa rc-
partici), paga-ae aos profeaaore3 de 3 entraucia
e das escolas nocturnas oa sea i vencmentes de
Outubro prximo findo.
Ulatai'iro O paquete Advanee trouxe para
English Bank 100:0 0*000
P, reir Carneiro & C. 80:000/000
O piquete Mandos levou para
Coar .11:0005030
(ircmlo Recreativo FamiliarTendo
se procedido no dia 30 Je Novembro u eleico do
coaselho administrativo que tem de reger esta so
ciedade uo anno sccial de 1886 a 1887, dea o se-
guint nsu t ido :
Presidente.Manoel Dantas Bastos (reeleito).
Vice presidente.Joa I testar de Araujo e Souza.
lo -ecretario,Anthrino Alfredo de Carvalho.
2a DitcJoaquim de Souza Viauna Ferreir;..
Orader. Vntonio Rapbail Alvoa da Costa.
Thiauureiro.Frauciico Lucio de Oliveira Lo-
pe?.
Proeurador. Franciaco Valeriano Alves da Fon-
seta.
Fiscal.Luiz Goncalvea Agr.
Ccmmiaaao d ?yod-ancia.Antenio Rapuael
Alves da t.LSta, relati r ; Alexandre doa Santoe Sil
va. e Joa Caator de Arauj i Souza, membros.
Comibissio de contaB.Anthrino Alfredo de
Carvalho, relator, Luiz Goncalvea Agr, Francis-
co de Aaaia Ferreira Magalh. a, membros.
Diroctorea de mez.Manoel Dantas Bastos, Jo-
s Castor de Araujo Souza, Anthrino Alfredo de
Temperatura mxima3U,0.
Dita miairaa25",50.
Evaporaco em 21 horas ao sol : 6">,8 ; som-
bra: i" ,0.
Chuval,i7.
Direccao do vento : E de meia noite aos 21 mi
tr.it da ina-ihi ; ESE o SE alternadamente com
interrupeo de E at 7 b)rai c 16 minutos da mi-
nha ; SE at meia noite.
Velooidade media do vento : 2,l por segundo.
Nebuloaidade media : entre 0,4 e 0,5.
Facto graveA'cerca do quo hontem disse-
moa eob esta rubrica, cacreveu-nos o Sr. gerente
da Recife Drainage Company :
Antes do Dr. inspector da bygieoe rximinar
o eneanam'-nto do despej i de que tracta V. S. era
tua Revista Diaria de hoje, foi eata gerencia avi-
sada de se ach ir um cano da canalisacaro que atra-
vessa da ilhi do Pina para os arrecifes, com dous
rombos e cheios de areia.
Tendo me di.-gidoao lugar inlicado, effectiva-
mente encontrei um cano com dous grandes rom-
boa, me parecendo torem sido propoaitalmente
fetos.
J hontcm foi aubatituido o cano damnificado,
e j dei comeco ao exame da canaliaaco que atra-
7eeaa o c nal para ser, com a brevidade possivel,
convenientemente repirado. R-cife, 10 do De-
zembro de 1886.O gerente, J. Dowsley Jnior.
4renal de GuerraTova lugar hontem
1 hora da tarde, a distribuicao loa premios ob-
tidos noa exam-'s que prestaraji os menores do Ar-
senal de Guerra, sob a d.recco do Sr. major An-
traio Villela de Castro Tavares.
Aasistiram ao acto S. Exc. o Sr. presidente da
proviucia, o Dr. che fe de polica, o tenente coro-
nel Halles, seu secretario e ajudante de ordena, e
vara pesa na gradas de noasa sociedade ; e usa-
ran! da palavra 03 Srs. padre Grego, capella i do
Arsenal, profesaor Xavier, seu coadjuvauto So-
lidonio Leste e Bianor de SIederoa.
Terminada a feata, o Sr. director off-receu uon
anmptuoao lunch a seus convidados, trocando-se
nesta occasiio diveraoa brindes, que tveram por
alvo S. Ex;, o Sr. preaideute da provincia, o Dr.
chefe de polica, o director do Arsenal de Gu'-rra,
o capiuio ajudante e o tenente-coronel M llet; re-
tirando-ae, em seguida, tedos satisfeitoa.
I'lxnmt'% primarios-ubmetteram se an-
te-hontera a exames do 1 e 2" graos aa alumnas
da 1 cadeira da escola publica da Magdalena, re-
gida pela professora D. Francisca Amelia de Al-
buquerque Prazerep, sob a presidencia ds delega-
do litteraiio Dr. Joa Osario de Orrquaira e ser-
vindo de examinadores o prefesaor Hermelindo E.
S. Caneca e a profesaora da cadeira. O resultado
fui o tegumte :
1." grao
Murilla da Ciaba Brandao, muito adantada.
Luiza Mara de Franca, adiantada.
2. grao
Anna Olympia de Albuquerquee Prazeres, adan-
Slaria da Conceicao de Andrade, dem.
Eugenio de Albuquerque Prazeres, idem.
Peranti a aommissi oiganiaadora, corapo8-
ta do delegado ltterario Dr. Joa Franciaco Ri-
beiro Machado, o profeaar publico Joa joaquim
Borgea Uehda c o respectivo prufeaaor da cadeira
Manoel Pereira da Silva, fizeram exime no dia 7
do corrente os Eeguintea alumnos do escola publi-
ca da Cruz daa Alinas ;
i." grao
Slarcio Ambrosio do Reg Valenca, muito adian-
tado.
Henrique doa Paaaoa Leal, adiantado.
Julio Francisco de .Mello, idem.
Joao Augusto da Costa, idem.
Francisco Antioco Cavalcante Wanderley, idem.
8.o grao
Joo Paulo da Silva, approvado plenamente.
Leandro Slarcolino da Silvt, idem.
Centro Republicano de Pernam-
buco Amanb devein reunir-se os membros do
Castro Repnblicani para elegercm nova comrnia-
ao exeeutiva e iomarcra couhecimento de part-
pacoos vindaa do Centro Republicano, da corte.
A reuna > ter lugar no Io andar do sobrado
n. 51 da ra do Imperador (lado do caes) e corae-
car ao rteo dia.
Sob a preai iencia do r,'ap;ctivo delegido lt-
terario, Dr. Olymp'o Maiquea da Silva, realiaa
ram ae no dia 9 do correle, 03 rxamea doa alum-
noa da 3" cadeira do S'xo masculino da fregaeza
de Santo Antonio, regida pelo profeaor Izidoro
Marinho Cezar, aervodo de eliminador, alm do
profeaor da cadeira, o proteaajr Auguato Joa
SI uiricio Wanrlerley.
Eia o re ultado :
1." grao
Joo Damaceno Ferreira Guimar?s, adiantado.
Antonio da Silva Agr, idem.
Antjnio Franklin Regueira, idem.
Izidoro Slarnano Cezar Filho, muito adiantado.
Abel da Silva Guimares. dem.
Na eseoia publ.ua da 2' cideira da fregue-
zia da Boa-Viata, regida pola profoaaora D. Jo-
aephina .lovita Belmira de Oliveira, fizeram exa
enes aa respectivas alumnas, sendo examinadores
a profesaora e o profeasor Ricardo de Meisiros,
aendo o acto preaidido p;!o rcapectivo delegado
ltterario o Sr. Dr. Olveira Eaoorel,
O resultado foi este :
1 .< gr >
Cindida Risa Civalcanti .Simo:s, adantada.
Julia Georgina Gomes Peaaoa. idem.
Elvira Teixeira L -pea, idem.
2 grao
Jua Cezaria Ferreira da Silva, poaco adian-
tada.
Alexandrina Capiulina da Cunha, dem.
Jua Ao.ela da Silva. dem.
Joaepha .Mara da Conceicao, idem.
J .seplia Slar i de Araujo. dem.
Maria das Nevos Libania de Souza, idem.
l. grao
Eugenia Teixeira Lapes, approvado plenamente.
Julia Vlica i Lima, idem.
Tiveram lugar no d
na escola publica, do sexo masculino na freguezia
do Tracunhiem, regida pelo prnfessor Gaspar Au-
touo dos R-is, sob a presidencia do Revm. Sr. vi-
gario Basilio Goncl'-eB da Luz, delegado litterario
substituto, aendo examinador o Dr. Jos Fiaucac
de Perros Reg.
rreeuchdas as formalidades do novo regiment,
Li eate o resultado :
2. 0ro
Theopho Antonio da Silva Res, Joo Ge mea
Santiago o Phil m?no Kaymundo Caminha, muito
adiaotadoa; Joa Sacerdo'e SIendea de Azevedo,
Amancio Reginaldo de Albuquerque Mello e Jos
Verhibimo Pereira de Mello, allantado.
No dia 6 do corrente, aob a presidencia do
delegado litte.ario capitn Antonio Samico de Ly-
ra SIell e|Tectuaram.-se os examos dos alumnos
da segunda cadeira de S. Jos do Recife, regida
p.do profeaor publico Benjamn Conatant da Cu-
nha Halles, sendo ex minador o profeasor pub'ic
Tranquilino da Cruz Ribeiro.
0 reau'tado foi o aeguinte :
1." grao
Joo Abiiaa de Lima e Silva, miito adiantado.
Paulo Frauc>scj Sabel, idem.
Joo Alfredo Fernandea de Ferias, dem.
Alipio Gervasio da Cunba Pcrn, adiantado.
Vctor Innoeeucio Ferreira da Silva, idem.
I Joao Ceciliano dos Sant s, idnm.
Joa Benedicto de Monra Accioli, idem.
Francisco Mendes da Paz, dem.
2.a grao
Manoel Mintciro de Souz, maito adiantads.
Jos de Medeiros Raposo, idem.
joio de Sledeiros Raposo, idem.
Man el da Silva Dornellas, adiantado.
Joj Pavo de Vasc nce los, idem.
3.' grao
Jos Pedro Ribeiro Pessoa, approvado coa dw-
tineci >.
Man el Tiburcio de Araujo Mello, idem.
Napoleao Serodio do Amaral, idem.
EscoU nocturna.1." grao :
Joaquim dos Anjoa Pereira, adiantado.
Oa da escola regida pelo professor Francisca
de Fariaa Dures, tiveram lugar no dia-6 do eor-
reate, aendo examinadores oa professores .'ado
Landelino Dornellas Cmara e Caetano Franeisej
Dures. Exibidas as provas escripias e ores,
teve lugar o julgamento, que foi o aegainto :
Philomena Alves de Souz, com distineco.
Zulmira Leodegalria de Siuza Cavalcaut'', ide-a.
Maria Vlathildes de Maltos, idem.
Julia Francisca do3 Santos, dem.
Ti'rmiuados 03 rnme3 toram onferidoa a
alu'nn',3 mcdalhia de dstiuccio, pronunciando 03
pn foasores allocucoes appropriadaa ao acto, ter-
minando com um copo d'agua offerecda pela pro-
fetsora.
IMazarctb Escreveram-noa d'esaa ioealt-
dude :
t Eativemoa em testas. Ha muitoa annoa nao
era aqu aolemniaada a nosaa p droeira, a Virgitn
da Conceicao, maa o foi ea(e anno e aatiafactorta-
nente.
No dia 29 do pasaado comrcaram aa nnems.
aendo dia'ribuidaa por classes, distinguindo-se
d'eiitre aquellas as dos collegiaes, commercio, ar-
tistaa c solteiroa, havendo em todas fogos de arti-
fieio, illuminaco na.parte externa da matriz, qne
um templo de bella smplicidade.
Naa noitea dos solteiro3 e artistas, um grupo
de distinctaa senhoras ao to ocluir as novenas, ea-
toaram hymaoa eapeciaea, cujas vozes e msica
muilo agradarnm.
No dia 8, ao alvorecer, a populnco foi des-
pertada por uraa aalva de bombas, e o hymno na-
cional executado pela muaica compo3ta de habis
mocos, amantes da arte e que constituem urna asso-
ciaco.
Foi grande a afrl 1 eia de povo nao s da ci-
dade cmodas circumvinhancas.
A'a 11 horaa da manbi d'aquelle dia, com as-
aiatencia do todaa aa autoridades da comarca, teve
comeco a misaa solemne, achando-se decoradas
igreja com a'nnplicidade a'trah"nle, em que scesa-
binnvam aa cores branco-azul, aymbclo da pares*
da Santa Vrgem.
Entre os celebrantes aehava se o digno viga-
rio da freguezia du Viccneia, o distincto padre
Reg
Occnpou a tribuna sagrada o Rvd. vigaro 4e
Traenlia -ni. sendo aasumpto do seu diseurco o
mysterio da Immaculada Concei(,o, no qual reve-
iou talento e dotes oratorios.
A' tarde percorren a3 rua3 da cidade tra prt-
cissio a Imagem da padroeira, < noite hoave o
acto da benco solemne do Santissimo Sacramento,
pregando o Rvdra. vigaro da freguezia, o qoaf
prended a atteu$io dos seus ouvintea.
Teririinou a stlernni Jade Com uu: lindo fogo
artificial, Jepois do qual, arreada a bandeira, qae
se aehava no atrio da igr> ja, foi a mesma condu-
zda, por crescido numero de meninaa trajando de
braueo, caaa da juiza da futura feata, a Exm.
esposado Il'm. Sr. Dr. L?cpoUo.
Nao p demos deixar de Imvar os estarces de
tod s que concorreram para os festejos de nossa
padroeira, sendo para estranhar que tenha pastado
deaappercehido em anno3 anteriores dia to notavd
para a commuuho catholica, e especialmente per
ser o da padroeira desta freguezia.
Como um Jcver de Justina consignamos zqui
a solicita dedicacd dos procuradores da feata, es
Sra. Francisco Fiorenco e Vitra do Mello, ao*
quaea ae deve grandemente a boa direccao de fsd
o tr-balbo, pardo b.m gjato.
Fo hoje installada a seesao do jury pelo noase
integro juiz de dire:to Dr. Carlos Vaz, o qual por
impedimento leg*l passou a presidencia ao dis-
tincto Dr. Cabral de Mullo, juiz municipal dcsta
coaiarca, e acha-se funecionando a hora, em qce
escrevemos.
J se senta a falta
de chuvas e a Lvoara
fondada para a futura safra defiuhbVa progros"-
v..in..-nte.
Perece que a nossa padroeira misercordioa ee
r'* "*"" -'-'--n doa agricultores, poia que de
hontem p.ra hoje tem havido chuva safficiente,*
Deu3 tueira comiu. ___ ^
temperatura que se aehava Daatairremefli vada.
o At breve.
fcellfte"-Effoctuar-ae-bao:
Iloje :
Pe'o agente Pinto a 11 horas, na roa do Baras
di Victoria 11. 12, do estabek-cimento ah sita.
Celo agente Guarni, k% 11 horas, na raa da
Visconde de Goyanna n. 217, do eatabeleciments
ah sito.
Pelo agente Silveira, s 11 horas, na roa Ei-
treita do Rosario n. 24, de dividaa.
PeZo agente Brito, a 10 1/2 horas, ra de Pe-
dro Affons 1 n, 43, de fazendaa, miudezas e avi-
vis.
Terca-feira :
Peo agente tepple, s 11 horas, na ra da Em-
perador u. 30, de pre.tio.
Miaan* fnebres.Ser celebrada:
Hoje :
A'o 7 h iras, na matriz do Monteiro, pela alma da
Antonio Rodrigues Fernndes.
Segunda-feira :
A'a 7 hora?, noEsprito Santo, pela alma de la-
ucel Pamphiio do Espirito Santo; a 7 1/2 horas,
na matriz de Santo Antonio, pela alma du D. Ha-
ra do Carino Mendouca Carvalho.
OpernreM clrurgicawForam pratica-
daa no hospital Pedro II, no dia 10 de Dezembro,
aa aeguintca :
l-'elo Dr. Pontual :
Duaa p isthotomiaa, aendo a thermo cauterio,
uraa por paiaphimosia e a outra a biatori em phi-
moaia inflammatorias.
Pelo Dr.' Estevo :
Perinaonhaphia reclamada por rulura ama com-
pleta do perineo.
Pelo Dr. Berardo:
Taraonhaphia com exciao ovalar da pelle di
palpebra por trichiaaia dupla..
Cana de DcteucaoMovimento des pre-
sos do dia 9 de Dezembro :
Exiatiam presos 354, cntr. ram 13, sahiram II,
existan 356.
A saber : "
Nacionaea 32G,mulheres, 9, estrangeiros 3, es-
eravos sentenciados 5, preces jado 1, ditos de eor
reccao 6.Total 356.
Arracoados 321, aendo : bons 309, doentes 12
Total 321.
Movimento da eufermara :
Tiveram alta :
Joaquim Pereira da Silva.
Felipp*, escravo do Baro de Caiar.
Ijotcrla dn provlncln.Segunda-feira 13
de Dezembro, a 4 horas, so extrahir a 13 parte
da 1.* lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife, pelo novo plano appro-
No consistorio da igreja de Nosaa Senhora da
Conceicao doa Militares ser taita a extraccao
pelo syatema da machina Fichet.
Vinotera da edrtePor telegramma, rcem-
elo pela Casa Felif, aabe-se terem sido eates
rs nmeros premiadoa da 3 parte da lotera 201
extrahida no dia 9 de Oeiem' ro :
1.363 100:0001000
6.491 20:000*000
EiOteriaA 13* parte da l lotera da prov.i-
:ia, em beneficio da Santa Caaa do M8ericordia
do Recite, pelo i ovo plano, cujo premio grande *
100:000j>0')'> s-r extrahida no dia 13 de Deaem-
bro. ,
Os bilhetes garantidos acham-se venda aa
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco nanre-
Tamnera achara se venda na Casa Feiit,
prasa da Independencia ns 37 e 39.
tirando latera du p.rovlnclaA G
serie desta lotera em beneficio dos ingenuos d
Qolsoia Isabel, cuj 1 premio gr ^nde 210:OO0J0H
aera extrahida nC dia 16 de Dezembro.
03 bilhetes acharase venda na Reda da For-
tuo roa Larga do Rosario n. 36.
Lotera Uo Bio-A 2 parte dai^
n. 3f6, do novo plano, do premio de lUU:uw*w.
.Ta extrahida no da .. de tezembro.
Os bilhetes acham-Be venda na Casa da Fo.-
t ma ra Prmeim de Marco.
Tambem acham-se A venda na praca da w-
pendeucia us. 37 e 39.
i


Diario de PcrnanibueoSabbado 11 de Dezeinbro de
13S6

.






atera Extraordlarla do Yplran
- O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5." series
ata importante lotera, cujo maior premio de
290:000/000, ser extrahidano dia 16 de Deiem-
-70.
Acfcam se expostos venda o restos dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marcr
a. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
Jeadencia ns. 37 e 39.
Latera da cdrleA 4 parte da 201 lo-
;ecik da corte, cujo premio grande de 100:0004
sera extrahida no da 18 de Dezembro.
Os bilhetea ach nn-se venda na Casa da For-
tuna 4 ra Primeiro de Mareo n. 23.
Tambem acham-se venda na prac* da Indi -
cadencia ns. 37 e 39.
UaUadouro PublicoForam abatidas nc
liatadooro da Cabanga 73 rezos para o consumo
Jo dia 11 de Dezembro.
Sendo: 61 rezes pevtenceutsa Olveira Castro,
le C,e 17 a diversos.
Mercado Municipal de 8. losjO
aovimento deste Mercado uo dia 10 do corrente
i oi o seguate :
Entraram :
27 bois pesando 3,678 kilos.
1069 kilos de pcixe a 20 ris 214380
84 cargts de f.irioha a 200 ris 16/800
15 ditas de fructaa diversas a 300 rs. 4/500
2 taboleiros a 200 ris 430
10 Suinos a 200 ris 2/000
Foram oceupados :
251/2 columnas a 600 ris 15430'
22 compartimentos do farinba a
500 ris. 11/000
23 ditos do comida a 500 ris 11/500
64 ditos do legumes a 400 ris 25/600
16 ditos da suino a 700 ris 11/2 H)
11 ditos de tressuras a 600 ris 6/600
10 talhos a 2/ 20*000
2 ditos a 1/ 2*0O0
A Olive** Castro & C.:
.-54 talhjs a 1,} ris 54/000
2 talhos a 500 ris l*0O
Deve ter sitio arrecade.da neste dia
a quautia de
Seodimeuto dos da* 1 a 9 de Do-
xetnbro
203428 1:730/500
1:933/780
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde di 323 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Samoi de 560 640 ris dem.
irariuha de 240 a 320 -is a cuia.
Milho de 280 a 320 ris id-ra.
Feijo de 560 a 640 dem.
CemiCerto publico.Obituario do dia 9
de Dezembro :
Dnlce Alves Barbosa, rernambaso, 21 anuos,
jasado, Boa-Vista; eclampsia.
Joanua Francisca da Couceijo, Pernambuco,
-JO anuos, solteira, Bo.i-Vista; ber.bori.
Joio Decamps, Bergipe, 46 aonos, viuvo, Boa
Vista; lesao cardiaca.
Huberto, frica, 59 anuos, casado. Grac ; ede-
ai pulm uar.
Antonia Mara do Espirito Sauto, Pernambuco,
30 anuos, viuva, Graca; velbiee.
Lauriuda Phhtdelpha Machado .Guimares,
Pernambuco, 28 anuos, casada, Santa Antonio ;
tuberculose.
Sebaatio Boubon Hollanda Cavalcante, Per-
zambuco, 28 anuos, soieiro, Graca; cougestao
jerebral.
Olympio Cordeiro dos Santos, Parabybs, 43 ;m-
-.ios, aoleiro, Ghaca; insnffieiencia mitral.
Ral, Pernambuco, 1 hora, Boa Vista ; asphy
municipal supplente de Campia Grande, Jlo
Lourenco Porto.
Recursos crimes
De Palmares Reeorrente Liberato Pereira
Lopes, recorrida o juizo. Relator o Sr. deeem-
bargador Toscano Barrcto. Adjuntos os Srs.
desembarga lores Buarque Lima e Alves Ribeiro.
Negou-se provimento, contra o voto em parte
do Sr. desembirgador Alves Ribeiro.
De_ Alag is Reeorrente Lucio Joaquim de
Araujo, recorrido o juizo. Relator o Sr. d.-s-
embargador Alves Ribeiro. Adjuntos os Srs.
desembargado!^ Toscauo Barreto e Tires Gon-
calves.Deu-se provimento. unnimemente.
Tendo communicado o Exm. Sr. consolheiro
Silverio Fernn Jes de Araujo Jorge, que por ha-
ver sido nomeado ministro do Supremo Tribunal
de Justic.', deixava oexercicio dos cargos de des-
embstrgador e procurador da coia deste Tribu-
nal ; padio a palavra o Sr. deaembargador Prea
Goncalves e propoz que se consignasse na acta
um voto c'e sentimiento por ver su o Tribunal pri-
vado de um magistrado que cora tanta dignidade
e illustrnjo tem sabido desempeuhar ss f inecoes
de seuB nobres sargos : o quj foi unnimemente
approvado.
PASSAGKNS
Do Sr. conselheiro Queiroi Barros ao Sr. dea-
embargador Buarque Lima :
Appellaj) crime
Do ReeifeAppellante Rian i, por seu cuia-
dor, appclladi Anna Franceliua da i'unba.
Appellaeao commercial
Do ReeifeAppellantcs Herm Peterson 4 C,
appellados Juliana Alcxandercou o outroa.
Do Sr. deaembargador Pires Fcrreira ao Sr.
deaembaigador Monteiro de Andrtde :
Appellacao crime
Do Taquar tingAppellant- Jos Constancio
de Mello, npi.ellada n justiea.
Do Sr. desembargador Monteiro de Audrade a >
Sr. deserab-irgador Pires G onjalves :
Appellajoes erim-s
Do CaboAppcllaute o juizi, appellados Bnz
e Francisco.
De Macei-- Appellante o juizo, nppella lo Al-
ciles Djmiciauo de O iveira.
DILIGENCIAS
Com vista la partes :
Appellacao commercial
Da Parahyba Appellante Paulioi Angusl
Rodrigues Vianna, appcllado coronel Claudino do
Reg Barros.
Eu.-errou-se a sesso a 1 hora e 3/4 da tar la.
Leocadia J> Esp.rito Beato, Santa Catharina,
M anuos, solteira, Santo Aatouij ; tubrculos
^almenares.
CHRONA JUDICIARIA
Tribuual da llelacfio
-E88O ORDINARIA EM 10 DE DEZEMBRO
DE 1886
ToMCSIDBXCIA INTERINA DO EXM. SR. CON-
SELHEIRO QCEIKOZ BARROS
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's oras do costume, presentes os Srs. deseui
cargadores em nume o legal, foi aberta a ssil",
depois de lida e approvad a acta da antecedente.
Antes porm da leirura da ucta o Exm. Sr. coa-
aetaeiro Jjo Autou'u de Araujo FrciWs Henri-
jes declarou que ten lo sido pubiieadj ni Hu
rpo*ae desembargad >r deate Tribunil embora
asada nao tivesse recebido coxmuuicaco alguma
4ag3verno:e deapeaiudo-se do sus collegas e
pregados do Tiibuoal p<*d>a-lhos descaloa de
foalquer cff-.usa que por ventura Ibes tivesse teito
ao exercicio de seu cargo, certos de que nao Ibe
*ecauava aconscieneia seuao da cousideacao de-
wda que sempre prestou aos aeus dgitos coilegas
a eaapregados.
Em seguida os Sr?. conselheir'.Qdeiroz Barros
ti dsoeasbargader Pires Fe r-.-ira declararam qu
. Tribunal aente prufuudamente a retirada do
Sr. eeoselbeiro Freitas Henriques com quanlo
swktetituido lcgalutente, e o feheitava pela sua nj-
asssfio para ministro do Supremo Tribunal de
Jasttfa, e ao retirar-ae o Sr. conselheiro FieUas
todos os ooaram at a escada do edificio.
Distribuidos e passados os fetos deram-se os
iutes
JCLGAMENTUS
Habeas corpui
Pacientes s
Oeoieutiuo Gomes Procopio.Concedeu-sc a
-.em preventiva, contra os votos dos Srs. conse-
mta interino e desembargador Pires Gjn9.1l ves,
-aatadaado-se unanimemeute responsabilisar o juit
COMERCIO
fit#!*a eoiumerelal de Pernam-
uco
ECIFE 10 DE DEZEMBRO ^)E 188b.
Aa tres lionu da tarde
''ofacie* ujinaei
Mbio sobre Londres. 9J d|V. 22 5[8 d. por 1/000.
hontem.
O presidenta,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Atcoforado.
PIBLICOES A PEDIDO
O Mr. bacharel Leonel fos da
lio.su ao publico c as .-uitori
dudes especialmente aos C\ms
Mrs. presidente da provincia
e ministro da Justiea
.v pubicic4o q fez no Jornal do Iie;'f-i di ante-hrntom, obriga-
me a vollar imprena^. Tundo levado at ve-
Ihice urna existencia toAa entregue a obj^uros e
assiditos lab.res, na 1 sc:n onatmugimento que
recorro aea jornaes.
No sen ariig~, o Si', hachirel [>eo:iel d,. Risa
reconhese que, apezir de hiveremos Srs. Drs. do-
legado e chufo de polica inlef;rido paticoja su.-,
em que era requerida a entrega d'um pia-10, inva-
di a casa di miuhi familia, acha -jo-m-J cu m-
aente, e :i forfi, acompauha lo 1- hom'ns armad n
de paos (quo se achara na delegaca do Io diatrif
tu) quiz fazer cOnJuzr o mivel, cuj posse alie
disputav.i.
Recinheceu anda o Sr. bacharel LjoiioI Jo-
da Risa ter a ;* r i> 11 o Cabofeteab urna (eOD ira
de miaha fiinilia.
Foi pan estes faeto3 que cltam:i a aUonead d 1
publico, e para repreassio e MwieSo d'edes f .i
que recorr s autoridades piliciacs.
Mas o Sr. bn.-hir.-l Liouel Jos da R -a ascu -
ia me e minha senhira, dizen lo que sora is dea
naturado8, etc. S. S quer significar com is'.o ape-
llas oa-?uiiire: relire Ih; a peina j qu; des le
mu:to Ihc dava, e tilj Emente depjis que elle se
viciou a minha lhi com quera en o Sr bachir, I
Leonel r'cem casado.
Suppirt-i todos os insultos e ameaf 13 q 1 in
diiigia o Sr. bacharel Lsonel Jos da Ri-a, para
de ni.m haver dinheiro; tenhi d'isto a priva em
caitas, que sao um triste documento da moralula-
de do Sr. bicharel Leonel Jjo li Ros. P.r pu-
dor nao publico esaas cartas; reservo-as para
i-xhibil-a orante xa antcriitudo* _
nao tomar a imprensa. Faz bein : cora a p.li-
cia que V. S. tuin dd haver-se.
Jote Antonio Pereira.
los Domingues Codecelra c o
correspondente da Parahyba
Sem rara 1 algumi se molestou r Sr. correspon -
dent.i cora o ultimo artigo que fiz publicar acal
Diario no dia 13 de Novembro lido : nao me re-
fer era dito artigo a S. S. em causa algumu, a me-
nos que niio soja S. S. o ireemo autor do artiga que
me provocoo a laia de I). Quizte, fazendo-mo lem
brar o dito do ursao matuto o homem r.mo de que
besta.
Agrade90 o cons Iho qu me d, determinando
me a liuha de cenducta que devo ter rm meus es-
criptos ; prefiro antes fazer o que eutendo. d-i-
xaudo que os homens eriteriosoa me ju'gucm com
su', imparcialidade e j istica, do que abracar o con-
selho d; S. S.. que para miin iueempetonte e sus-
peito pata o fzer.
Tatnb.m nao a.ceito a lica que me quiz dar
das regras de cortesa quedeve ter todo covalliiro
bem educado ;muito principalmente uo tendo
S. S. gu rdado essaa regras em sua missiva a rea
peito do meu fiiho, a qui m tratou at de um mo i .
pouco decoroso para homens que se prezam .
Se nao algum deapeitado, nao tem raao para
maltratar a quem nunca o offendeu ; muito prin-
cipalmente abasando das columnas de um jornal
que Ihe sSo confiadas somonte para dar noticias
da localidade, e nao para desabafo de puixoes, e
defeza de terceiro.
Nao de cavalheiro que ae preza aquel le que
v m a imprensa com a capa do anonymo ferir
um empregado publico com groaseiras allusoes
e com um segundo dizem somentc proprio do
cobarde que apesar de nao ter a coragem precisa
para earregar com a reaponaabilidade do que es-
creve, ainla nssira occulta o seu nome.
No meu artigo na uaei de alusoes esotra o Sr.
Dr. Slviuo E. C. da Cunha, e sim da lioguagem
franca e positiva que costumo, assumindo com o
meu nome a respoosabilidadedo que eecrevi : tudo
quanto refer a seu respeito constam dos annaes
do pirlamento, e inform.ives do Thesouro Nac
nal; e su ncha no dominio pub'ico ; que S S.
nao achando dtfesa para o seu amigo, chama a
isto propjsital eestudada inversao doafacto se
por que nao resabeleceu a verdade ?
K' que isto Ibe seria impossivel.
S. S engana-se quando supp.oem que vem a
mprensa defender ao miu filho ; deve saber que
e ha defesa quando exitte oceasiJo, e esta anda
nao a; areceu, quando ella vier a2o precisar por
certo o meu filho que ru venha defender, elle por
si o far cc-m melhor vantsgem : vi n 11 i nprensa
somente pira protestar contra algumas publica-
9 a verdade, respeito do inquerito a que se estava
proesdendo na alfandega daquella provincia ; onde
ocultando-sc a verdadeira causa que deu lugar &
esse facto, se pretenda raistursir o joio com o tri-
go ; nesse meu protesto fui simples e moderad-',
e teneionav-i nada mais dizer at que ae fizesse a
luz ; se voltei a mprensa p>r que fui a sto pro-
vocado, asaim como o son hoje por S. S.
Na verdade os homens pareccm que perderam a
aabeea com o tal bucm: o Diario da Parahyba ex
forea- se fm li.ngna indigestos artigis a fazer acre-
ditar que na alfandega nao ha delapidacao dos di-
reitoe, c que a difeiencA da renda provem di ou
tras causas, mas desde que so ve o contrario do
resultado do exame, deve o tlicfe ser responsavel
porque nao pide deixar ds ser cj participante.
Ja em meu artigo hiatoriei 09 fictos occ tridos
ded qu o ineu filho f >i impossado como chefe da-
quella reparti; as di&erentcs represent;:i,oi a
que fez ao (.ovemo para regulariaar aquella
repart9ai; suspendendo a empregados e fazendo
tudo quano esteve ao seu alcance para o s-.-rv9e ;
mas sem resultado algum para o servido publie ;
por que o governo nenhuma providencia tomou,
ama mesav.' a da rem-'ao do c-befe, que se tomou
ineem oativcl cc-m os seus empregados : disto Ihe
re8U-t'm aiissar p-I }s desg>."tos que j relntei, che-
gando a ousadia desees empregados a ponto deten-
tarem contra a vida de seu chefe, mandando um
de?ses eupr. gados vir dous assassinos de forfa da
provincia; canibalismo qu> uao foi/ezecutado
pirque oto dos empregado?, h--mem/iir bera, a iato
se oppoz com todas as as forjas ; declarando ana
se pozpsscm em pratiea tal attcnt.ido elle ira de-
nunciar os seu3 autores ; facto qu1! me obrgoa a
ir Aquella provincia, como disse em meu artigo.
Pois bem, com ess^s empreados que se pn
teadfl hoje fazer acreditar que aiaa filho copar-
ticiaantepm snas bandalberas !
Nao pretenda reve'ar um facto; Otas o Sr. c .
respoodente me obriga a fazel-i: diz ille que
ns providencias recentemente antoriaadaapelo
g ve-no, p r indie^elasemduvida do disti .co
ex administra i>r Dr. Souzv Bandeira o digao
inspector da Thesonrnri 1 eram necessidades lia
milito rea/amadas pela moralidade daquella ri
partieSo HaT* contra a '/'tal eram impertinente*
as q'ieixa* que *e tevanlavam-^fi' pois bem, s;i-
ba o Sr. crreapi dente que o mu filho cansado
de representar contra os nbiso : que 83 pratica-
v:m na Alfandega, e contra os qua'-s ae achava
imp feote pela falta do apoio do giverno, niio que-
r.ii dj continuar a dar murros em faca d^ ponN, se
d. lib roa h dirigir-s directamente ao actual mi-
nistro da fazenda, rm data de 21 de Juuho do
corrente anno rxpindo-lhe o estado lastimso di-
qu Ha repartico. e pedrado a nmeajao do nina
commissao afim de ser examinad* a eacripturaj
e filio qnanto srvs'e para descobr'meuto da ver
dade ; tambem pelio n sut remoao, assim como
que S. Exe.. nili estivess-" faicufe pelo seu dit",
onviss ao Exm. presidente da provincia c ao da-
no inspetor da ThcEonraria; por tanto se a ini-
ciativa para o sidente da provincia, o Sr. coire=p radente qim o
diga, o o publico que aprecie s t juiz >; mas era
todo ciiso ser oSrigado a confessir que in-u filio,
c.m r.sse proced ment nnvra a tida luz que nlo
l...uiuava corn os aesraanons ne sj reparta >; o
que se nao obstou a elles foi pir falta do pre8t:gio
que o geverno lhs tirou para bera curaprir os suua
de veres.
Felizmente ncba-se oceupando a pasta da f.izen
da u;n cidado distincto que aSaba bera cumprir
os seos ceres, timando era consldcrajio oe des-
mandos dos empregados daquella repart9lo; mil
luvorej sejara dados a S Exe. e ao Exm. Sr. Dr.
Soasa Bandeira pela ntlitu le biilhaute que tomou
cmi prcaidente daquella prnv ncia e ao ntru ami-
go Alonsu Moreira, diguo inspector da Thesoura-
ria, Ihe envi do alto da imprensa os meus louvo
res e eterno agradecimiento por ter tido a coragem
de i.rcar contra a prepitencia dos mandSes da-
quella trra, prestando-se a proceder no exame a
muito reclamado p>r in?u filho ao seu antecessor,
que p^r fraqueta nao se quiz nunca prestar a
elle.
se em seu luga for uomeado o Sr. Dr. Silvino,
principal responsavel pelos desmandos daquella
reparti, nada mas terei o ver neste mundo ; e
no meu retiro lastimarei as miserias da patria.
Tenho dito quanto basta em satisfacao dos meus
amigos.
Reeife, 10 de Dezembro de 1886.
Jos Domingues Codeceira.
Ao redactor chefe da Provincia
Cuidado, Dr, Jos M-iria. Os rapazes que o
auxiliam, esli dando pzrpo e por pedras. Todos
os dias sahein lagartos em sua folha !
Nao conbecem sequer a lei eleitoral.
D.zerem quo o promotor publico competente
para_interpoi- recurso 110 caso de ucluso inde-
vida no aliatamento Entenderem que o pro-
motor ouvido em todos os procesaos de prova da
renda!! Que rapazes! Cuidado, Dr. Jos Ma-
ra, com elles. Os taes rapaz, a nao de forja. Met-
teu-se-lbea^em cab^a quo devem ser jornalistaa,
e gema, u'mbra, a humandade, vilo hilando leltra
por da c aquella pa'ha.
Cuidado, Dr. Jos .Mari. S. S. vio o desparatc
quo foi publicado hrje, sob a cpigrapho, Piles-
ptioro, era sua fclbn ? I'.' pona ou cabeca, Dr.
Jos Mana? Vio como elles bolaram leltra? Que
talento de rapases! Cuidado com elles, Dr. Jos
Mara.
Sor Z. ,
Recordnl bem cun cliciimtlnucln
IOO
Q-ie a reeinli'ciJa pureza do oleo do ligado de
bacalh-i, de Laura 1:1 & Kemp, -> oiloca n'uuii p-J-
39T0 muito alera de toda a rivalidade em todos es
meruados d> mande. E' este, pois, u-n assurapto
da maor mp-rancia para es doentes. Como 11ra
mco de curar :.a te ases obstinadas, de sirar oa
pnliiioj i,ll miraadoj e tuberculosos, de atalhar a
consuinijai do figado, deallivfr as affccvoes b:. n-
chia?s, da revestir es '.corpos extenuados de novas
carnes n de restabelecer as foi jas e a sale do
tystema vital; nao hapir certj neuhum remedio
conhecido na scicncia, que tenha produzi Jo tantas
inaraviihas.
A bem merecida repufa9ao do oleo de ligad > de
bicalho, c. mo o mais grandioso dos remedios mo-
dernos, achar-ec bia j destruid 1 pelas vis imita-
joes fraudulentas que b~, empalma aos poucos des-
confiados, se nao o houveaaa salvado da deshonra
este artigo fresco, puro e incumparavel, preparado
e vendido di biixo da garanta de p ss- as de Qraa
rcapcitabilidade recouheeida.
Tendo isto na Icmbranja, estarcs seguros de
obter o legitima oleo de figado de bacalbio de Lin
man & K-mp.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
parfaflNrai
Agentes em Pernambuco, Ilenry Foater & C,
ra do Commercio n. 9.
Uraa das dffrrnjag notaveis eutre a Agua
Florida de llai-ry c t-idas as outras qui-
era todas as nutras s- eneontra algara cheiro pre-
dominante, em tima a caadla, em outra o almiscar,
em outra a bergamota, et ., baseando se.o aroma
do todas era alguma csu-ntin b trata. Nao succede
as? ra com a .agua. J'o. iila ile Jlai iv. 11-
grediente ncnhuin barato ou ordinario aimitti >
la sua camposijilo m m tao pouco no seu fragrant
mema prodomiua perfume Igurn era especial. G--
tejada 110 lenjo como vertida ao bar.ho, despede
sempre um i nuvera de fragrancia tao ici e d'li-
ciosa quanto hom';ge.,ea, sendo a cooibinajo to
delicada e irtiatict que resulta era ura p'rfurae
nico, cujos componentes si npl"8Ji n:e irap,s--
vt-l descobrir.
que se continuaran] cinterrompidamente at o d-
cimo primeiro, e julgo-me carado por' ter mais de
urna vez apanhado fortes aguaceiros, sem sentir,
como em tal caso sempre senta, terrvel accesso
de as rama.
Devo accrescentar que alm de grande profu -
sao de leieenjjs, que me appareceram pelo corpo,
neuhum outro incommodo soflri, que possa talvcz
ser attribnido ao aso de medicamento.
Corte, 25 do Novembro de 1886.
Benjamn franklin de Albuquerque Lima.
(Transcripto do Paz de 30 de Novembro de
1886).
Programa
4ENLVl!vN<'.-> PBLICOS
Hez da Dezjmbro da 1886
ALFANDEGA
Can* alias;.
Vinbo 15 p'pas 259 birriseO ciixts i or-
den),
Hiate nacional Deut te Salee, entrad) do Ara-
caty, do dia 8 do corrente e consignado a B. Liu-
renjo, manifeatoa :
Algod'io 276 saccas a Prente Vianni 4 0,61
a Maia & Rezendc.
Chap.s de palba 20 fardos aos mismos.
Hiate nacional Bom-Jesus, entrado d.- Macei,
no dia 9 do corrente e consignado a Mano.I Joa-
quim IVssoa. manifestou:
Algodao 287 saccas a Gomes de Matto Irma rs,
36 a Albino Silv & C, 10 a Cunha Inaftaa \ C.
Couros salgados seceos 29 u Gom.'S de Uattos
Irmos.
Sal 11,800 litros ao consignatario.
Tenho dito quant) basta em sustentajio do meu
protest 1o joio dene ser separado do trigo,e nao
tendo o Sr. corresp udente provado que nao ha
nada a separar, pirtanto nullo o eeu contra-pro-
testo.
Esperemos pelo resultado, cerfo de que estmi
tranquillo qualqaer que elle seja ; muito erado na
rectiJao do actual ministro; entretanto se meu fi
'hn, contra a minha spectativa, tor demittido, fi-
earai aabendo quu neste paiz a peior pon'jJo so-
cial a do empregado publico sem padrinhes; e
Del a9
em a. 10
i*f9< raov.HCiiL
De 1 9
;b de 10
256.013^196
41:942*873
41.269.074
595/934
'':iO a.
Tela!
10
1 a 9
300:9j6.069
48:865 '.008
343:851/077
12.1 6 324
5;120458
OO PBOVIMCIAL
de 10
D 1 a 9
I'*vivok 'm 1 a 9
^dara d VI
17:3164782
10.82672
1:537,693
12:414J565
2:871470
3484938
2:7204408
DESPACHOS DE IMPORTAQAO
Barea portogueza Camoes, entrada do Rio de
tlsaetrono dia 9 di corrente e consignada a Jote
* Silva Loyo & Filho, manifestou :
Barricas 1,6JO vol mea 4 crdem, 250 a Maia 4
Beaead, 144 a viuva de Manoel F, Marques, 100
a Aaevedo & C.
Laranguha 30 caixts a Joio V. Alves Math-ns
C.
7ellaa f tearinas 1,000 caixas ordem.
Viaagre 5 pipas o 20 a P-iva Vslenta as C.
4 a Joo V. Alves Matheus 4 C.
Vap-r Ingliz Author, entrado de Liverpool e
Lisboa no da9 do corrente e consignado a Johns-
ton Pater 4 C manifestou :
Carga de Liverpool
Alpiste 10 saces a Fernn les i Irmo, 10 11
Doiringos Cruz t C, 10 a Souza Basto Amorim
& C.
Amostras 6 volumes a diveisoi.
Arroz 50 saceos ordem.
Arc^s de ferro 124 feixes a V. Neesen.
Bigornae 5 a Ferreira Guimares 4 C.
Bisccutos 5 caizoVa nrdem, 10 a Fernandes 4
Irmo, lia Carvalho 4 C.
Barras de ferro 70 e 50 feixe a A. R. de Souza
4 C, 70 e 40 a W. Halliday 4 C, 100 ieixes a
Ferreira Guimares 4 C.
Batatas 52 1/2 canas a Cauudres Brothers &
Cimpanhia.
Correles de ferro 4 larricas a W. Halliday Sr
Companbia.
Chumbo 72 barrica* a Prenle Vianna 4 C.
Cidra 50 caixas a Fernandes i Irmo, 3r) a D.
Ferreira da Silva & C, 25 a M. J. Carlos Cardo-
so, 30 a Carvalho 4 C.
Candieiro 1 caixa a Samuel P. Johnston 6c C .
1 ordem, 1 a W. Uallidaj 4 C.
Cerveja 20 barricas aoi consignatarios, 20 a
Rosa 4 Queiroz, 50 a S. Basto Amorim 4 C 8 a
Paulo Jos Alves 4 C, 10 a Jos Joaqnim Alves
& C, 20 e 110 ca;xas ordem, 25 a T. Just, 40 a
Sulzi.-r Kauffraann 4 C.
Cha 23 grades or lera, 2 a Paulino de Olvei-
ra Maia, 15 caixas a Joaquim Felippe fc Agiiar,
3 a Joaquim D. Simos 4 C.
Canela 10 caixas ordem, 10 a Souta Basto,
Amorim Se C.
Ciljad 1 2 caixas a Cesar Lopes C 2 a Tho-
maz de Carvalho & G, 2 a Albino Cruz & C Di-
tos e chapeos 1 eaixa a Manoel de Barros Caval.
cante.
Cartas para j gar 1 caixa a F. Lauria 4 C, 2 a
Gomes de Mattos Irmos.
Chapeos 1 caixo a Raphael Diae 4 C, 1 a B.
da Silva Carvalho 4 C.
Cobre 176 volumes & ordem.
Couros 1 caixa a W. Halliday & C.
Canos de chumbo 5 barricas a J. de Azevedo fe
C, 5 a W. Halliday B.-heribe. Ditos de forro 60 ordem.
Dro 3 a Faria Sobrinho 4 C.
Envelope 1 caixa nrdem.
Elastict 1 caixa a H. Nuesch &. C.
Estauho 20 barricas a Samuel P. Johnston 4
C, t0 a Pan-ote Vianna 6 C.
Enxadas 10 barricas a Samuel P. Johnston &
C, 10 a W. Halliday & C.
Estopa 8 fardos a A. Amorim & C, 10 a Julio
V (mil, 3 orlem, 5 a Machado 4 Pereira, 14
a G .raes de Mattos I.maia.
Fio 4 fardos aos mesmoa, 1 a Miranda & Souza,
3 ordem, 1 a W. Halliday 4 C, 1 caixa a Fer-
reira Guimares 4 C.
A verdade nao pode ser conti alada, e ningucm
que csieja ao corrente dos progresaba scientificos
ser capaz de por era duvida o certificado, que 10
acha os jornaes mdicos do Paria, d>S\ Rtm
rez, de S^n Juan d.) Poert Uico, era que elle
afiirmt qu-, achau 11 ae graveraentu doentu de ti
sica pulraoriir. receit-.11 he ura medico o xarop,:
de hypyphosp'ii'o de cal de 'Jriraault 4 ''.. ; no tira
de dous mezea tentio-M alliviado, e coutiuuaii lo
a ra .lie jao, vio-se comrlrtameuie restabeleui I >
d tio cruel enlerini lade. O muamo resultad 1
f liz eoos gue n Bempre <8 ,djen-es do pedi e os
que 8 ftrera de cattrrhos cliromcos e de tosses re-
beldes.
A ve rila le luipe se
Benjamn Fui k 11 de Albiquerque Liraa, ba-
charel em mathein&ticia c scienciaa pliyaicat, en-
genheiro pela esc la icntral do Rio de Janeiro,
uncial da Imperial O.don la lusa, cavaiaciro
lesta e da de hristo do Inperio, coudecorado
com a medalha de prata da campanhn do Estado
Oriental do Uruguay e com a de passador n. 5 do
Paraguay, etc., etc.
Attesto, em beneficio dos que soffiem de a9th.na,
que d-bclei con'inuja accessos desta m>lastia C'in
u uso do Cajurubba, preparado pelo Sr. Firmino
Candido de Figueiredn.
No 1 xorcicio do cargo de engenheiro chefe da
commissao de rnelh ;raraentos do rio Parnahyba,
fui, em 1882, iicommettido de forte br.racbite aa-
thinatlea, reproduziulo se era terriveis aeci ssos
desde que r.paubava quaqucr humidade ou iaae-
la9o.
Durante cerca de quatro aunos a liri todas aa
torturas dessa terrivel molestia ; recorr a tudo
que se me prescrevia, nbtendo upenas transitorio
allivio. En'retanto tive ao p de mim, durante
mais de um auno, medie 1 que, alm de pr^fissional
distincto, era amigo dedicado.
Estando na corte em Maio deste anno, fui acon-
st-lhado pelo Dr. Silva Ramos para usar do Caju-
rubba.
O uso dos g -lados o srveles tiuha eatia aggra-
vado os meus s-Trimentos. Nao me era dalo re-
correr a eaae apreciidt refrigerio dos el 1 as quin-
tes sem eofifrer prolongados acjessos de asthma
suffoeante.
L.'go depois do primeiro frasco si'nti melhoras,
DA FESTA DA DEVOCAO PABTICCLAR DE
NOSSA SENHORA DA CONX'EirAU DOS AR-
TISTAS .
No sabbado 11 do c.jrrente, ao meio da urna sal-
va re-l e diversas gyrando'as d 1 toguetes fende-
ro 110 ar annunciandoit vespera do diaem que esta
ccrpora9ao solemnisa o seu oi'.av 1 amiiversario.
o dia 12, as 4 b-iras da manh havur urna mis
sa na igreja do Livraraento em ten9,lo da fiis
divotos da divina Seuhora da Cooeei^io e urna
banda innrcial executar na meili rea p jts do seu
tepeitirio.
A9 5 hjras ao romper da aurora era frente a se-
de outra s-tlvt e girndola! de fgoi annunc-ia. a
todos, que o grande dia em que e3ta devcic/n tea-
teja sua excelsa P-droeira.
A unema btn-ia marcia1, das 5 horas da tarde
em diante, na lide, far ouvir is harmonioaas pe
jas do aeu vasto repertorio at as 10 horas i'a
uoute.
As 7 hiras da uoute s.-r eekbrada a Ltainba
do hbil Maestro C .las cuja orchettra foi confiada
ao iiOjSu lustre d capcila, o Sr. Thotaaa L -andr
i. Filguei.a que execatar cora toda maestra.
Da sraiagftn tst incumbido o hbil armador
Barth iloir.eu, que apresentar mais urna vzaos
aeus adir iradores o gosti que tem em sua arte.
A tardi. e a luutc soltar s-'-ba divi-rs ;s calo-e
Lobresahindo entre estes um feto 1 caprith >, pelo
nosso incansavel denoto Pbiludetpbo Das P. Car-
deal.
A frente da s Je e;tar modcsUinenu Ilumi-
nada.
A mesa regedori.&gradcce a tudas as pessona
que concorreram para o bi ilhantismo d'-Bte acto
Reeife, 9 de Dezembro de 1886.
O l.o Sceretsro
Jjsc Aus lmj de Sant'Anna.
N. 3. Jlais se tendea fllios debis que
por nlta drt sppitita estilo dontes, dae-
Ihas a Emulsao de Soott
E' raaravilhoso come em pouoo terapo,
ao to:narern-na, ri-stabol-cem-so e como
recuper.tm a energa c a sade.
Ferragens 2 volumes a Cardozo 4 inti-i, 16 a
Ferreira GuimarSea t C, 128a Samuel P. Johns-
ton 6 C, 10 a Miranda 4 Souza, 7 a A. D. Car-
neiro Vianna, 9 a Albino Silva & C, 1 a Domin-
gos Jos Ferreira St C, 5 4 ordem, 35 a W. Hal-
lid.y & C. 1 a F. Lauria i C, 3 a Otto Bohres
succesaor, 4 a Maia & Silva. 12 a Prente Vian-
na 4 C.
Folhas de chumbt 10 volumes a Ferreira Gui-
maieE&C, ditas de Fiaudres 86 caias or-
dem.
Fariaha de trig; 600 barricas a Heniy Forster
4 C, 250 a H. Nuesch 4 C.
Formas p-ira assucar 8 tigas a Cardozo & Ir-
mo, 40 aos herdiiroi do II wmanu.
Graxa 1 eaixa a Ferreira Guimares 4 C 1
a Carvalho 4 C.
Louj 96 gigas e 20 barricas ordem. 52 gi
gas a Souza Hast i, Amorim 4 C, 80 e 10 barri-
jas a Fernandes 4 Irmo.
Li:nba 3 caixoes a Eugenio 4 Vicira, 32
is de Mattos Irinaos, 2 a Parante ViHinia
a Oo-
ms de Mattos Irmaos, 2 a Parele ViHinia 4 C,
2 a A. D. Carneiro Vianna, 13 a Oiiyeira Bast
c C, 8 a Netto Cmpos 4 C, 33 a Nunes Foose-
ca 4 C, 30 a F. Lauria 4 C, 3 a H. Nuesch Ai
Companbia.
Lona-1 fardo a Miranda & Souza, 1 a C. C. da
Costa Moreira
Machinas 4 & ordrm.
Mov is 30 caixoca a A. D. Carneiro Vianna, 3
a Silva Fernandes 4c C, la Raphael Das & C ,
2 nrdem.
Mercadorias divers-.s 5 volumes a Salazar 4
C, 5 a Gomes de Mattos Irmos, 1 a B. Street R.
Company, 1 a M. Isabolla, 4 a Eugenio 4 Viera,
6 a A. D. Carneiro Visnna, 1 a Manoel da Cunha
Libo, 1 a E. Miglioni, 1 a C. C. da Costa Moreira,
2 a Otto Bohres aucccsscr, 1 a W. Halliday & C,
1 a Maia 4 Silvs, 14 oidera, 1 a C. Sinden, 2 a'
Sulzcr Ivauffraann 4 C, 2 companbia transa-
tlantiscb, la F. G. do Amara!, 5 compauhia de
Bebenbe.
Materiaes para gaz 20 vilume empresa, ditas
para r-strada de ferro 7987 volumes e p-jas ordem
2420 a Great Wertern of Brasil.
Oleo de iinhaca 4 b rris a Lindg en 4 O, 12
a Bartho omeu i C, 5 crdem, 10 a Faria So-
brinho.
Presunto 2 caixas a Paiva Vaiente, 4 C-, 5 i
ordem.
Ps de ferr 50 feixss a Samuel P, Ji.hnstou <
C, 2U a W. Halliday i C, 2 a Companhiade Be
beribe.
'Passas 20 caixas a Suva Guimares 4 C, 2 a
Domingo Ferreira da Silva 4 C.
Piano 2 caixoes ordem, 2 a L Preale.
Pimenta 5 aneos a Joaquim Felippe 4 Aguar.
10 a Domingos Cruz 4 C.
Provitoes 24 caixas ordem.
Papel 144 fardos crdem, 29 c 6 caixas a
T. Just, 1 h caixa a F. P, Cari, 8 a Maia 4 Silva.
Queijo 1 caixa 4 ordem.
Sal refinado 25 caixas orJem.
Tapetes 1 fardo a F. G. do Amial 4 C.
Tecidos diversos 21 volumes a A. Viera 4 C. 8
a Pereira Carneiro 4 C., 2 a Cramer Frcy 4 C, 9
a Guerra & Fernandes, 8 a Narciso Maia 4 C ,
172 ordem, 140 a Machado ce Pereira, 2 a Maia
& C. 69 a Luiz Antonio de Sequeira, 10 a Rodri-
gues Lima 4 C, 5 a L. Maia 4 C. 4 a F. Lauria
4 C, 2 a A. Amorim 4 C 8 a Olinto Jardim &
C, 5 a Andrade Lopes 4 C. 3 a Aodrade Maia &i
C, 7 a A. L. Guimares, 5 a Gonjalves Irmo, &
C, 4 a A. de Brito 4 C, 1 a F. G. do Amaral d)
C, 2 a Sonsa Nogucira & C.
Tintas 4 barricas a H. Lundgren 4 C.
Tijoloi para limpar facas 10 caixas a Carvalho
4 C.
Imperial soclcdadc dos Ariisas
!lechan!cos e S.U>p:-ac3
Progarrima da Creta de 45 anniversano do sua
fundajo, 0o da imtallajo ilo lyceu de arti!3 e
officioj, abertura di exposijo r;8tic3-indus
Irial a imugaraeio do musea itistice.
A's 11 horas da ntanlii de domingo 12 do cor-
re ite, cim a preaenca do Ezm.io Revm. Sr. bispr
diocesano, Exal*, preaid-nte da priviucia, cun-
rnan lante dan arrnii, Dr. chele de polica, outras
i-utoiidadc civis e militares e distinctos civalhii
ros que ae achira cnivdados, ser c lebrada r.o
altar di padraeira, no sa'o de lnnra do eataba-
I cime.ito urna in'3a em b ara a in-sma Senh ra,
pelo Revm bc n tirio di bispado pa lie Dr. J is
Afr'ous de L:ma e S.
Em seguida a esa-r a;t> entrar a scsso magn.o,
tocando neasi oecasio a banda do corpo J- po'i-
cia o hyinno s artes, obsequiosamente eseripto
para a ailcJinida le.
Declarada liberta a scsso, ser dada a pa!avr.t
ao orador da casa i le fai o histrica ie tolo o
movim-nto do lyceu d- artes c i llioi is uo corren-
te iiiiuo, caj.'iidj era seguida a patavrs ais do-
mis oradunM e repreeentaates das asije-ijo's
convdalas .-.a ordem da iuscripj.'.o
Termina U a seeso tteraria, ser inaugurado
o i. i-cu de artes c ab:rta a 6a exposijo d: pro-
ductos artsticos >- i.idustriaes.
Tucaro durante o acto, al n da mencionada
banda do t rp> d picia as do 2o e 11 batailiao
de infantera.
1oia9 cUtimtm Ai .-'. aulhanla e pri norosa-
mente decorad>, seaJo o principal aalie da expo-
sijai iliurainalo a luz elctrica e achar-se-ha
fra-iqucado ao publico durante a soleinaidade,
tarde e a unto e mis seguiutes, mediante uraa re-
tribuijo qualqu- r m benetid da ioatituijo.
A diict.ru t ni cu vi lado todos os esforjos a
seu alcance pira que a solemnidade, exposij) c
inusL-u ofi' r jira mteresse e deap itera a curiosi-
dade do publica pela sua importancia e pelos be-
neficios e incremeuto que pjdem Irazcr a classe
dos artistas e particularmente ao deseavolvimeuto
das artes entre ni.
A directora confia e esp.-ra que todas as auto-
ridades, nssociajO -s e cavalheiros convidados se
diguem de honrar rss-t festa das artes e do pro-
gresso, comparecen io o animando a com as suas
presenjns e antecipa desde j os seus miis siuce-
ros a radeci nclitos por sen,el liante luna.
A directora convida t-.rabera a todos os mem-
bros da asaociaji. <.m talas as euas categoras,
para t imareut parte no K';to.
Outrosim, pele atlas as p-ssoas que tetm de
rxpr productos para fgurarem na exposijo o
obsequi -. de remetterem noa at as 6 horas da tar-
de do dia 11.
Seeretaria da Imperial SicieJade dM Artistas
Mccb.micos e Liberaes, 7 de Dezembro de 1886.
O secretario,
Jos Castor-
Extrnalo S. Lnlz
Ra do Imperador n. 5 2." andar.
Com o nome cima abrir-se ha no dia 15 de Ja-
neiro do anno prximo futuro de 1887, um estabele-
cimento de educaco, onde ensinar-se-ho todas
as materias do curso de preparatorios, havendo
tambem nm curso nocturno das mesraas materias,
e um outro commercial, no qual cusinar sc-ha so-
mente francs e ingles, theorca o praticamente,
senda este das 9 s M 1/2 da noite.
Estatutos
Art. l.o Os anea, tutores ou correspondentes,
devero acompanhar o estudante uo da da matri-
cula, para nao t matriclalo, como tambem para
tomar conhecimento do rgimen disciplinar do ea-
tabeleciraento.
5 1 Aquellos que uo tiverex qusm os apre-
s ntc, tambem eero uc-.it.js musricula.
Art. 2. O pagameuto das matricula ser teito
meusal e adiautadamente a comejar da occasio
da matricula.
1." Por cada matricula pagar o estudanie
5uC0, baveudo urna differeii9a de conformidade
com o numero de materias que cstudar no estaba?
lecimeuto.
Art. 3 0 Cada i.u'a constar de 1 1/2 hora, sen-
do urna para tomar a lijo do dia antecedente e
meia para explicar a do dia seguinte.
Art. 4 Nao haver aulas s q;intas-fciras
porm todos os alumnos devem comparecer no es-
ta bel.cimento n'estes diaa hora de suas respec-
tivas aulas, para urna rabbatra, segundo a qual
es dirtctjrc3 daro atestados ni poca dos exa-
mes.
No estabelcci aento cncontraro 03 Srs. pas,
correspjudr-ntes ou tutores e oa Srs estudantes os
estatutos como accrescentumcnto de tudo mais
que aqui se omitte e qae os scient'ficu'i do que
houver de mais particular, e be"m assim da con-
veniencia do methodo n'cete catabelecimento em-
pregado.
Os directores,
Luiz J de F. e O. Sjbrinho.
A tiqusto J. C. Braga.
Lde cou) aliento
iHij.oi aatissio dociioicnto
0 Sr. B -rnardo Josa dos Sanfoi?, residente no
Sen lo, municipio de Pelotas, provincia de Rio
Gr-inde do Sin, querendo prestar urna homenagem
verdade, t mando publico as virtudes d > Pel-
lornl ili- Cambar, preciosa doscobena do
Sr. Alvares de S. Soares, de Pelotas, fez publicar
o srguinte imporUntissimo document, em diver-
.; da n f rida proviaci: :
Levo 0 C'.'ulr.'cimcuto do publico maio um
triumpho alcanzado pido popular remedioPeito~
ral de Cambard sc.beita e-preparaeSo doSr
Alvaros de S. Soares, do Pelotas.
ilava sois aunos que urna tosse grave me
;i> u: 1 ntava di i e noite, faaendo ltimamente ei-
tar j boadantei esearros de sangue: os pu'mocs,
com certeza aehav:.m-se affectados e eu teria in-
fallivelmeate de suecurabir terrivolmico pul-
monar !
Un 11 migo sab,odo do n eu estado, c_use-
l!i r.- ne o precioso l'eitorat de (ambara, o somen-
te c m o uso de 12 fidroa d'estc importantissimo
medicamento, consegu curar-me radicalmente,
sentindo-me hoje f rte e podeudo j e.itregar-me
av lides de inioba faaends doSerrito.
Dep :is d'cate caso, lenho aconselhado a mui-
:.i gente <> Pciloral de Cmbara e codos tm cc-
:bido resultados importantes.
1 Aet alm ntc faz uso d'estc preparado, com
muito apioveitainento, miuhe ilha Neutride3, que
tambem se achava i. ffiendo do 1 eito. .
Feaenda do Descanco, no Benito, 24 de Oa-
tubro do 1884.Bernardo os dos Santos. Re-
conheeej) como verdadeira a firma supra. Em
tesfemunho de voriade, o esenv) de paz. Rol-
ddo S. de Gouveia.
nicos agentes c depisitarios geraes em Per-
nambuco Francisco M. da Silva & C- Raa do
Mrquez de Onda u. 32.
Ei
a-:d(al u. 9
O adraiistrador do Consulado Provincial fas
lubco a quem interessar possa, que ua forma
do respectivo regulameoto ser eflectuado por
esta repartijio, no espajo de 30 das uteis, con-
tad '8 da data deate, a cobrunja independente de
.nulta, dos impostos de iecima urbana e 23 0(0
sobre a renda dos bens de rftiz, pertenceotes
corporajes de m> morta, relativos ao 1- semes-
tre do exercicio de 1886 87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 1 de
Dezembro de 1886.
F. A. de Carvalho Moura.
Edital n. 4l
De ordem do IHra. Sr. Dr- inspector se faz pu-
blico que so achando as mercadorias comidas nos
velamos abiixo declaradas, no caso de serem ar-
rematadas para c insumo nos termos do capitulo
6" titulo 3 do Reglamento de. 19*de Setcmbro
de 1860 (ttulo 5 capitulo 5 da consolidajo), e
art. 18 do decreto de 31 de Desembro de 1863, os
seus d -moa ou cansignatarios devero despchalas
e retira!-as no praso de 30 dias^sob pena de, fia-
do elle, scrcm vendidas por sua proprra coata,
sem que lhos fique direito algum de allegar con-
tra os cff-.-itos desta venda.
Armazera n. 3
MareaPrente Vianna 4 C.Urna caixi sem
numere, vinda de Hamburgo no patacho Honwive
entrada era 18 de Outubro de 1881, consignada a
Pareutc Viauaa & C.
MarcaB. S D. em bailoUrna dita, sem nu-
mero idem, de i w Yoik no vapor inglez toncas,
idem em 7 de Julho de 1882, idem ordem.
Pelies 1 caixa a Silva Guimares 4 C.
Vinho 12 pipas e 50 barra a Souza Bastos,
Amorim 4 C, 2 e 10 a branles 4 C, 8 barris a.
Rosa 4 Queiroz, 5 a Raphael Dias 4 C, 2 a J. B
C. Druinuiuiid, 1 a G. Laport 4 C, 26 a Joaquim
D. Simaos 4 C, 45 a F. Jos dos Pasaos Guima-
res, 15 a J. F. de Figueiredo, 1 e 2 caixas a A.
Duartc C. Vianna.
Ofc'iPAlHOS DE EXPORTA CAO
Em 9 de Dezembro de 1836
Para o exterior
Tinta 1 barrica a Manoel Cardozo Ayros, 1 a F.
H. Caris, 1 a W. Halliday 4 C.
Whisky 40 caixas a Guimares 4 Perman.
Uvas 20 valumes a D. Ferreira da Silva 4 C,
158 ordem.
Vinho 30 caixas a A. F. de Olivcra z C.
/Tinco 4 caixas ordem.
Carga de Lisboa
Azeite 1 caixa a Salazar 4 C.
Ce.stanbas 30 1|2 caixas a Silva Guima-
res Se C.
Cebilas 20caixas a Rosa 4 Queiroz, 25 a Pul-
va Vaiente & C, 30 a Silva Guimarles z C.
Cal 50 barricas a Guimares 4 Vaiente 25
onlem, 25 a J. C. Vasconcellos.
Cadeiras 1 caixa a A. J. F. Monteiro.
Carne em conserva 9 eaias a Cunha Ir-
mos $ C.
Drogas 16 volumes a F. Manoel da Silva 4 C,
3 a Bartholomcu 4 C.
F-.relio 900 saceos a Baltai Oliveira 4 C, 150 a
Paiva Vaiente 4 C, 160 a F. R. P. Guimares
4 C, 1 a H. B. de Oliveira.
Feijo 45 saceos a Suva Guimares 4 C.
Impreseos 1 eaixa a L. Rocha.
Livros 1 caixa a G. Laporte 4 C, 1 a Joo W.
de Mcdeiros, 1 a Jos de Sonsa.
Pedrea 200 a Ferreira Guimares 4 C
Na barca norueguensc Nal, carregaram :
Para Liverpool, 8. Brothers 4 C. 423 saccas
eom 33,181 kilos de algodo ; M. Limt & C 364
saccas com 21,083 kilos de algodo.
No vapor americano Advance, carregarsm :
Para New-York, H. Nuesch 4 C. 17,960 palles
de cabra e'250 pontas de boi ; H. StoUenbaoh 27
velames com 1,750 kilos de borracha.
Na barca americana M. G. Beed, carrega-
ram :
Para New-York, J. 8. Loyo 4 Filho 350 saceos
eom 26,250 kilos de assucar mascavado.
No lugar inglez Hanrielt, carregaram :
Para New-York, J. Pater ft C. 5.C00 saceos
com 375,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca norneguense Dux, carregou :
Para New-York, M. J. da Rocha 1,000 sa ?cos
com 75,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca noruegense Union, carrrgaram :
Para New York, F. Casco 4 Filho 1,000 sac-
eos com 75,09) kilos de assucar mascavado.
No brigue uorueguense Vaarbud, carrega-
ram :
Para Montevd', Am rim Irmos C. 660
barricas cora 62,775 kilos de assucar mascavado e
75 ditas com 9,218 ditos de dito.
Para o Interior
No vapor inglez Elbe, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, P. Carneiro & C. 400
ss ceas eom 26,695 kilos de algodo.
No vapor nacional Principe do Grao Para,
carregou :
Para a IIihia, A. Mello 50 saceos com 2,750
kilos dd assucar branco.
No vapor americano Advance, carregaram :
Para o Para, P Alves & C. 15 pipas e 25 bar- Magelian
ris eom 9,600 litros de agurdente ; Baltar Olivei-
ra 4 C. 4 pipas com 1,920 litros de agurdente ;
M. J. Alves 600 saceos com milbo ; V. do Itiqui
do Norte 400 sacc >s com milho ; Gomes de Senna
4 C. 200 saceos com milho.
Para Maranho, 8. Guimares 4 C. 400 aaesos
com milho ; F. A. de Azevedo 100 barricas com
10,384 kilos de assucar branco.
Na barcaca Espadarte, carregou :
Pora a Parabybi, A. R. Branco .30 barricas
com 1,900 kilos de; assucar mascavado e 5 ditis
com 20U ditos de dito branco.
Na barcuc Dilya, carr-g nm :
Para Parnhybi, E. C Beltro 4 Irmo 15 bar-
ricas com 750 kilos de assucar refinado.
Na bircaj Olivia Tor.es, carregaram :
Para Macei. Fernandes 4 Irmo 1 barril com
93 litros de agurdente.
No hiate nacional Geriquity, carregaram:
Para Guarapes, P. Alves & C. 5 barricas com.
243 kilos de assucar refinado.
No hiate nacional D. Antonia, carregaram :
Para Aracaty, E. O. Be'.tro 4 Irmo 12 saceos
ora 900 kilos de a;^u: r branco.
MOVIMEN'TO DO PORTO ,
Navios entrados no dia 10
Bahia9 dias, lugar portugaez Mario, de 238 to
neladas, capito Manoel dos Santos Garca,
equipagem 9, carga varios gneros ; a Amorim
Irmos & C.
Aracaj e escala4 1/2 dias, vapor nacional Ja-
guaribe, de 412 toneladas, commandantc Anto-
nio Mara Ferreira Baptista, equipagem 29,
carga varios gneros; a Compaabia Pernam-
ha nana
Southampton e escala16 dias, vapor inglez Elbe,
de 1.772 toneladas, commandante Ujws-II, equi-
pag;in 101, carga varios gneros; a Adamson
Howie t C.
Porto Natal40 das, lugar inglez Voyageur, d
198 toneladas, capito Samuel Down, equipa-
gem 3, em lastro ; or lem.
Porto Natal35 dias, lugar noreguense Sorna,
de 273 toneladas, capito J. O. Andersen, equi-
pagem 9. em lastro ; ordem
Navios sahidos no mesmo dia
Niw-YoikVapor americano Advanoe, coinman-
mandante Jas Lord, carga varios gneros.
Ntw-YorkBarca italiana Domenieo Lan ta, ca-
pito Antonio Faria, carga assucar.
New YorkBarca americana Mary G. Reed, ca-
pito J. S. Wannan, carga assucar.
VAPORES ESPERADOS
Magelian do sul hoje
Para do corte a 13
Finance de New-Port Ncwi a 13
Rio da Hamburgo a 16
Pernambuco do sul a 17
Editor da Europa a 20
Patagoria da Europa a 21
Kspirito Santo da norte a 23
Neva da Europa 11 24
Bahia do sul a 21
%
i
J
li
t
'. ". .



Diario de PernambncoSabbado 11 d Dezembro de 1886
i
N
/
l
MarcaDiamanto P no centro A C nos 'a loa
Cota dita sin numero, idein, dem, dcm.
MarcaM & C.Urna dit, seui numero, idem
de llamburgo no patacho Amelhujo. dem eio 16
de Pevereiro d 1884, dem llonloirj & C.
MarcaTriangulo, do centro, J esn cima eUT
en baixoUrna dita ecm numero, idem do Lm
daca o patacho Frid of Waller, idem em 14 de
Joho idem, nao consta do manifest.
MarcaJoaqun) Per reir de CarvalhoUm p-
cete aem numero, den de New York no vaper
americano Advance, dem, em 11 de M io de 1885,
jdem.
MrcnMatheus AuatiuUui caixi aem nu-
atero, idem, idem, no vapor ioglez Fortuerue, idem
tm 16 de Junbo idem, idem.
MarcaIt. de D & C. Urna dita n. 61, idem
de Harnburgo n) vapsr allomas Liesabon, idem em
W d Novembro, idem, consignada a R. Drusua
A C.
MarcaC. S.Umi dita n. 7, idem da km-
tfcoerpia no vapor Ashcdel, idem e.n 21 de Jauoro
de 1886, idem a C.-Bfadem.
Arinzcm n. 4
Mareat. M. I.Umi dita, sem num-'ro.
dem do Havre no vapor francs Ville de Sanios,
":deia em 8 idem, idem, idem, a Frenciaco Liu
i:-..
Armazera n. 5
MareDiamante, id centro 1', e nos lados J.
L. (Jota dita sem Daero, idea da Liverpool no
vapor ingloz Sculptor, ide n em 1 idem, idem a P.
Valente & C.
MiresDjhs diainautjs P e V nos ceiros
Urna dita ten numero, dem, idem, idem, idem,
ordem.
Armazem n. 6
MajenDiamiute, id centro 1559JUm paco-
te Km uu oero, idem, de Soutam toa, idem n i v i
pe* infles Aoon, den en -2 d Juana de 1883,
dem.
Mure C. A. de AinuriniUu dito u. S7, idem
dos Pjrtos do sul no vapor ingles Trenl, idtm em
r de Agosto, iJem, a C!. A. d'Amorim.
Armaz-m n. 7
MarcaJ. P. !. Urna caixa sem num r ,
nada do Havre no vapor trances Ville detMara-
rthao, idetn.em 18 do esembo de 1885, idem,
arden.
Consulado Provincial
Imposto de Industria e pro
Ossio
tabella a qoe sk eefeee o 35 do abt.
2- da le n. 1860
CLASSE N. -J. -Tasa de repartirlo 3:C 01/
Freguezia de S. Jos
Ba de Santa Rita n. 67. Wilson
Sons & C, 1< diviso 1:200/000
Frcgesia do Recite
Brumn. 2 Viieande do Livratncu-
to, 2* diviso 1:800/000
3:000/000
1 Secclo do C.nsulado Provincial, 9 de De
sembro de 1886.
O lanzadores,
Joaquim Tranquilino de Lemos Dmi te.
Fclinto do R go Barros Peseoa.
CLASSE N. 7
Freguezia de Jos
Ra Imperial n. 212. Bernarda Joa-
quim Gomes &.C.. 1 divisa) 571/423
Dita n. 322. Antonio Bernardo C.
Branco, 2* diviso 857/142
Santa l ta n. 32o. Seias ft C, 3
diviso 1:142/356
Freguezia de Afogados
S. Miguel 71. Santos & Araujo, 4'
diviso 1:714/287
Freguezia do Recife
Baro do Trinmphj n. 3. Fons:ca Ir-
ado s C, 4 diviso 1:714/287
Aguia
Gaz
Crimea
Vigilante
Alerta
Europa
Julieta |
Atrica
Azia
160*000
107/500
751000
95/000
210*000
165/000
75/000
75/000
40/000

Primsira seceo do Consulado Provincial, 6 de
Dezembro de 1886
O chefe interino,
U. M. d: Faria Neves.
Sociedade Allianfa
De ordem do presidente desta sociedade, sao
convidad.a todos es socios para as 6 horas da
tarde do dia 13 do crrente rennirem se no lugar
dj eostumo e proceder se a eleico dos novos func-
cionarios que devem administra'-a ai anno de
187 a 1888.
Recife, 10 de Descubro de 1886.
O secretario,
_____________Jos Joaquim D. do Reg Judp r.
Ifcuci-D. F. S. & C.-Una dita, idem de rmperatrr n. 28.
Hanburgj no vapor a lcinao ruranagu, idtm, em ^ Suva 1* div
33, ktem, idem, io consta do manifest. j,>rp
23.
JlarcaDr. C. B.-Um barril, u. 8809, idem,
.to Havre no vapjr frani-z Ville de Baha, idem,
en 26 de Janeiro de 1831, iem, u Di. Carlos
Bittencourt.
dem, idemUm dito. n. 8813, d< m, idem
kaatnP. M. da S. & Urna cana, n. 2432,
-dea, efe New Voik no vapor inlez Slaranhense,
dem, em 5 de Fovereiro de 1886, idem, a Fran-
cisco M njel da Silva & C.
MarcaD. A. Alves Pibelro(Ja pacote, idem,
ios portiS do sul, no vapor nacional Para, i tem,
(B >J di* Fevcreiro, dem, idem, a Domingos A.
Kibeiro.
Marcr.P. S. & C.Viole eaixas. u?. 5875 a
5894, idem. do Havre u i vapor francezVi'We de
Maranhao, idem, em 7 de Janeiro de 1835, idem,
s Francisco lanoel da Suva & C.
MaraaM. F. P. Um* dita, n. 7669, dcm,
ie Laverpo!
9. idem.
Hue
m rapor francez Ville de Saa'ot, idem. em 23 de
Maode 1831, iJem, a M. A. Barreta.
MaresI. P. M.Urna grade n. 11113.
MarcaB, A. S. S3302.
MareaC. P.Uma caixa, n. 1.
3.* seceo da Alfandegn dn Peruambneo, 9 de
Dezembro de 1886.
O chefe,
Cicero de Mello.
irpco! no vapor ingles Author, dem, m j a<) d Q3 u e 20 Au
a, dem, a Mano., r Pinto. K Succcssorcs. 6 diviso
aHa, A- B.~Una dita, dem, do Havre
6:010/000
1* Secfo do Consulado Provincial. 19 de De-
zembro de 18:6.
Os lanzadores,
Joaquim Tranqoilino di ]j?mos Duatte.
Fe into do R-go Barros Pessoa.
CLASSE N. 17. Casas de jogo de bilharTasa
de repartc"4:0c0/
Freguezia de Santo Antonio
Rua-de Marcilio Dias n. 40. Anto-
nio Joaqun: Ribeiro, 1.a di-
viso 142/856
Freguezia da B->a-Vista
Antonio Pinheiro
iso 142/856
reguezia do Recife
B;m Jess n 14. Jos Ricardo da
Coat, i diviso 1423*6
Frejucsia de Santo Antonio
Caes 22 de Novembron. 26. Goncal-
ves & C 2* diviso 214*281
Joodo Regona. lOe 12. Joo Mayer
2- diviso 214/284
Duque de Casias n. 34._ Juo_Gon-
calvea de Suuta Beir", 5* di-
visa) 571/424
Caes 22 de Novembro ns. 30 e 32.
Jos Antonio do Santos Couceiro,
-' divisao 571/424
Jaas do Reg n. 15. Antonio Au-
gusto de L<.m;a & C. 1." di-
viso
Imperador u. 83. Mattos & Campos,
6 diviso
Augusto
Nonto Po PortiiK
Fucj publico queassessoes ordinarias da di-
rectora ter.lo lugar s quartas feiraa uteis de
Cida semana, s 6 horas da tarde.
Secretaria, 10 de Dezembro de 1836.
Praderic > Costa,
1 secretario.
571/424
714/296
714*290
4.000/0)0
1 Scelo do Consulado Prwiocial, 9 de No
verabro de 1886.
Os lancadorea,
Izidoro F. de Mattoa Fcrreira.
Jos de Pinho Borges
Joaquim T. de Lomos Duarie.
1* seceo.S crelaiia da p.licia de Pernam
buco, 10 Je Desenbra do 1886 X. 5467.
Por esta repartico e de ordem do Iin. Sr. Dr.
shefe de polieia. aj convida aos senheres dos cs-
vravor, abaixo mencionado', a vir uu mandarn a
(ata repartidlo reclamar a entrega dos m ;in s
eaoravoa dentro do prsso de 15 dias, que Ihe Va
sareado, aob pena h ser a ditos esclavos con-
jideradoa abandonados :
Victorio, de Francisco Antonio de Olive.ir'a ; Fe-
Rdacao dos contribuintes comprehendidos no im-
post dt'cretado no g 31 do art.2 da lei n. 1,860
pertcncontea 1.0 exercicio de 1886 a 1887, pelo
Uncadur Joaquim Tranquilina de Lcmos Duarte.
H.rdeiroa do Viscoude ao Livramento :
Sfpe, do Baro reCaiar ; Ce.-ario, de Hennque ; Dondon
Meio-mundo
Bemfice
Vo untara
Rolinha do B.squc
Pes Barrito ; Cleiscnte, de Antonio Fragoso de
Metto, e Vicente Targiio de Souzn, de Joo Ro-
Dgaea de Soum.
Secretaria de pr-lieia de Pcrnambuco, 10 de
C-tc-eapero
Duvidoea
Cunbada
liezcnrbro de 18S6. Pelo secretario,
Francisco G. da Silva Barros.
T." seceo.Secretaria da polica de Pernam-
bco, IO de Dezembro de 1886.X. >172
t) Dr.,rhete de p !i :ia da provincia, attenUcndo
a requisico do chefe do polieia da provincia de
.'ergipe, era cffi.io de 30 de Novtmbro ultimo
mnda facer publico o seguiste ehtal :
Pela secretaria da poli'ia do S-rgipe convda-
senos h rlcros de Autmi) Laurindo, do termo
ie S. Miguel da provincia das Alagoas, e a Joo i Tras-za
Francisco de Azevedo, morador ua villa do A'ti- 5 de Agosto
abo d>a provincia de Peruambu;o, a reclamar den I Avante
Jr> do pra-o de 60 dias, a contar do dia 22 de I Garibaldina
"Sovembro ultimo, os eseravos Joo e Mauoel que Ligeira
,i aekam reco.hidos casa de priso da mesma Audaz
capital, sob pena de nao o fazeudj aerem oa ditoa
arravci postos em liberdade.
Seere'ana da polieia de Pirnambuco, 10 de
Desembro de 1886.Pelo sferetario,
Francisco G. da Silva Barros.
Teimosa
Novidade
Mamo
Sebastopol
Eitronda mundo
Inveja
Reformada
E=tradera
Eva
Linio i a
X ceg
DECLARAGOES
Crrelo geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor ingles Elbe,, eaa aministraco ex-
sed malas para os portes do sul e Hio da Prata,
-eeebendo impiEtos e objec'oa a registrar at 1
acra da tarde, e cartas ordinarias at 2 horas ou
i 1 2com porte duplo.
Admmiatraco dos correioa de Pernambu :o, 11
jt Dezembro de 188'.). O administrador,
Alfonso do Reg Barres.
Thcsonro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta rep.irti-
fo, fajo publico que no dia II Jo corrente mes,
_g*-se a elasse de 3* entran; a de profeasorea e
-K-aJas nocturnos, rdativamente aoa venciir.e.ntos
io nes de Ontuoro proxiiro passado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
ieo, en 10 de Dezembro de 1886.
O escrivo da despeta,
Silviuo A. ICodrignea.
G. R. F.
iironiiii Recreativo Familiar
Pcssc da directeria
Pelo presente eonvido a t.-dos os socios c^m-
leeerem em soasa sede 4 raa de Marcilio Dias
a. M, no domingo 12 do corrente, s 6 horaa da
arde, afim de reunidos em sesso extraordinaria
ctm posse nova diroeteria.
eeretaria do Gremio Recreativo Famiar, 10
2 Dtaembro de 18860 2o secretario,
Antonio Raphael Alves da Costa.
Reeebedoria de rendas geres
No dia 20 do cirrente mez, finda-se o praso
im o pagamento dos impostoa de industrias e
orofisees, predial, 'axa de es ravos, do exercicio
ie 1885-188-i, cura a multa de 6 0,0, deoois do
mt aeri pago coin a multa de 10 l>|0, eeguindo-sc
eebna^a executiva.
Recife, 1 de Dezembro de 1886.
Oa recebe dores,
Joaquim Hugolino da Silva Fragoso.
Mauoel G. Ferreira da Silva Jnior.
S. n. J p
Sociedade Recreativa Juventude
De ordem do Sr. presidente, convido aoa aocioa
no ac natri: ularam no curao musical, a compa-
eterem na sede da sociedade domingo 12 do cor
ae, ia 5 loras da tarde, para se tratar da or -
gaataaf&o do ensiuo do mesmo corso.
Secretaria da eociadade Recreativa Juventude,
30 de Dezembro de 1886.
Jos de Medices,
2 acerttario
Petulante
Atrevida
Veremos
Leo do Norte
Veremos ten tim
Netinha
Sem nome
Mara Carolina
Cazuza Patro
Ligueira
Ponseca Irmo & C. :
Corga
Carmn
Laf.iyet
Fon.eca Irmo
D..U8 Irmos
David
Raposa
Saputeiro
Justica
Soecorro
Jacobina
Julieta
Juo de Aquino
Medonho
Mimosa
Jos Antonio Moreira :
Aurora
Primavera
Nicolao Joo Lidiston :
Aguia
Atice
Beija-flor
Bella
Emilia
Emma
Julieta
Mosca
Mosquito
Kjmpba
Sabia
Sereia
Tberezinha
Editb
Laura
Favorita
Fiancisco Botelho de Andrade :
Y pi ranga
Meduza
S. Lourenco
Toninha
Tacaruna
Riachuelo
Duas Iruia
Florinda
Conversadora
Segurunca
Vc'nntana
Rio Doce
Activa
Wilaon Son & C. :
Conde d'Eu
Baha
Aquino
Pao d'Alho
Manoel Martina & C.
Amazonas
Pernam bocana
America
Reeife
Angelita
Ribeira Nova
Fl< r da Ribeira
Martima
Jos Joaqnim Goncalves Bastos :
Realidade
Oriente
Olinda
Rival
125/00-)
90000
90/000
107/500
77/500
65/000
87ji500
127*500
157/500
82/500
132*500
95/000
72/500
215*000
cO/OOO
90/000
50*000
6-/500
180*000
95/000
102/500
210/000
122/500
25*000
175/000
5"/000
ao/ooo
50/000
92/500
52/500
CO/OOO
50/000
50/000
50/000
32*500
47*500
112/500
75/000
112*500
112/500
112/500
100/000
20/000
67*500
75/000
75/i KW
100*000
37/500
35/000
50/000
20/000
Saata Casa de Misericordia do
Itecafe
A Illma. junta administrativa desta Santa Casa
contrata, co.n quem melhores vantagens offerecer,
o fornecimento dos gneros abaixo mencionados
para os eatabdecimentog pos, argo da mearas,
durante o trimestre de Janeiro Marco de 1887,
devendo as propiatas seren presentadas em car-
tas techadas, devidamente selladas, at s 3 horas
da tarde do da 14 de Dezembro corrente, sujei-
tandoso os proponentes uma multa de 5 % so
bro o total do f.rnecimento, S' no praso de tres
dias n'o comparecer na Secretaria da Santa Casa,
afim de assiguar oa respectivos contractos :
Aletna, kilo.
Arroz, dem.
Araruta, idem.
Agurdente, litro.
Azcite de oliveira, idem.
As3iicar de la, 2 e 3" sortc e turbinado, kilo.
Bao.ili >, id' m.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Cha, hys8on. idem.
Dito preto, idem.
Caf em grao, idem.
Carne seccu, idem.
Ceblas, ecuto.
Farinha de mandioca da trra, (tres.
Feijo, idem.
Fiirell.i, sacca
Fumo do Rin, kilo.
Gaz, Uta.
Dito inexploaivo, idem.
Milho, kilo.
Manteiga fraac za, idem.
Potussa, idem.
Rap, idem.
PSj e bolachas para o Recife, idem.
Dito para Clinda, idem.
Sal, litro.
Sabo, kilo.
Tapioca, dem.
Teucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas stearinas. masso. *
Vinagre, litros.
Vinho, tinto, idem.
Dito branco, idem.
Vinho do Porte, idem.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 9 de Dezembro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Lvceu de Arles e OHicios
ti
De ordem do reapeitavel irmo director faco
publico a quem uterasar posan, que em vista de
alguna expositores nao terein podido acabar oa
productos que icnncionavam expr e pedirem a
esta directora a transferencia da abertura da 6*
Exposico Artstico.Industrial marcada para o
da 21 do corrente, e como a directora visae que
d'abi trara bem nao so aoa expositores, como tam -
bem 4 Exposico, que s<> enriquecer de maia
productos, bonve por bem designar nao t a
Exposico, como tambem o seu auniver.-ario para
o dia 12 de Dezembro futuro, esperando que os
seus esforcoa sejam coroados do melhor xito pos-
sivel
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanico3 e Liberaes le Pernambdeo, em 19 de
Novembro.
Jos Castor, Io secretario.
A Gl.\ do Snp/. Arcli.\
do Un.-.
Loja Cor.ciliac:" j. ao val da ra do Cabug
Convido oa Ilr. a comparecerem segunda-
feira 13 do corrente. s 6 horas da tarde, a6m de
ae proceder as eleices.
Recife, 10 de Dezembro de 1886.
Piei Caneca 3. .
Secret.-.
Circular n. 27
Tliemiuraria de Iiiieiida de Pcr-
nambnco, 9 de neaenbro
de 1888
O contador, aervindo de inspect ir, de confor-
midade com o officio da presidencia da provincia,
de 30 d Novembro prox'mo fiado, e par com -
1^*500 Pr',nen, ^ HV'S0 circular do Miuisterin da Agri-
11250'1 cnltnrai Commercio e Obras Publicas, de 15 do
mesmo mez, determina aoa aenhorea collcctores
geraes da provincia que remettam, no mais rurto
praso possivel, as relacocs dos eseravos antigos
que, por trrem attingido a ida Je d 60 anno, te n
passado csndco de libertos, na forma da lei n.
3270, de 28 de Setembro ultimo ; o que devero
cumprir sob as peims da lei.
Otitrosim, determina aos meamos senhores col
lectores que remettam com toda urg.-acia os es-
clareeimentoa Decessarioa, para que estt thesou-
rart. fique habilitada a enmprir a segunda parte
do citado officio da presidencia, remetiendo uma
relaco dos municipios desta provincia, com de-
claracao dos que ae acham, para o effeito da ma-
tricula do eseravos, dcbaixo da jurisdieco de
uma s estaco fiscal, afim de evitarem se quaes-
quer lactinas na organiaaco dos dados estatisticos
relativos qucllea libertos.
Mauoel Antonio Cardoso.
35*000
165/000
1750U0
120/000
80*0 ;0
122/5L0
85/000
27/000
100/000
172/000
110*000
160/0 10
155/000
lOO/OiO
200/0. O
50/000
210/000
45/000
75/000
20/00<)
25*000
105/000
62/500
62S500
22/500
75/900
112/5UO
86*1000
22/500
87/500
62/500
185/000
17/500
112/500
105/000
210/000
i 00*000
80/000
132/500
30*00
27/500
100/000
25/000
127/500
100/000
Sarao em 11 de Dezembro
Sao convidados os senhores socios a procurar
os seus ingreasos na sede do club, todas as noites,
a contar do dia 9 do corrente, das 7 s 8 1(2 horas
da noite, em mo do Sr. thesoureiro.
Secretaria do club Carlos Gomes, em 7 de
Dezembro de 1886. 0 1- secretario,
P. C. Casanova.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, distribue-
se costuras nos dias 9, 10 e 11 do corrente mez
iis coanrrirab de na. 251 4 300, de conformidade
com oa annuncioa anteriores.
Seceo de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambnco, 7 de Dezembro de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
Club de Regatas Pcr-
iiambucano
O conselho administrativo tenio de eftectuar
uma rcunio familiar dansante na noite de 18 do
corrente. e bem assim a inauguraco dos jogos
Croquet e Larontennis no dia 19 tambem do cor-
rente, s 2 boiaa da tardo, convido oa senhores
socios qu estivercm quites, a apresentarem ansa
Datas de convidados na sedo deste club, das 7 s
9 horas da noite, afim ce ae expedirem oa respec-
tivos convites, e receben m do Sr. thesoureiro seus
ingresaos. Previno que s se expedir convite a
chefe de familia.
Secretarla do Club de Regatas Pernambucano,
em 7 de Dezembro de 1886.O 1- secretario,
OzTar C. Mo tciro.
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico
que ia 11 horas da manh do dia 11 do corrente,
em Bsalo da junta se recebero na meama The-
sooraria propostas em cartas fchalas e selladas,
para o f irnecimento do gneros e diversos artigos
necessarios ao presidio de Fernando de Noronha,
durante o semestre do Julhoa Desembrollo cor-
rete anno.
GNEROS :
Aaaucar mascavinho,kilo.
Dito branco 1* sorte (refinado), idem.
Arroz pilado, idem.
Azeite doce, litro.
Araruta, kilo.
Alefria, idem.
Bnnha de pareo. dem
Boi vivo ci m 10 arrobas, nm.
Bacalho 1 qualidade, kilo.
Cimento, barrica.
Caf em grao, kilo.
Cha Hyson, idem.
Doce de goiaba, idem.
Farinha de mandioca, litro.
Dita de trigo S. S. S. F., barrica.
Dita de tapioca, kilo.
Fumo era latas, idem.
Kerosene, lata.
Marmota), kilo.
Manteiga inglcza; id> m.
Dita francesa, idem.
MacarrSo, idem.
Sabo amarelir, idem.
Sal de cosioha, litro.
Vjnho branco, idem.
Dito do Porto, idem.
Vinagre de Lisboa, dem.
Vellas stearinas, maco.
Vasacuras de piassava, uma.
Xarque, kilo.
DIVERSOS ARTIGOS
Agua-raz, litro.
Aeulhas para costura, papel.
Alcool de 36 a 38 graos, litro.
Arcos de ferro, feixe.
Algodo azul, metro.
Dito mcscla, idem.
Dito de listra, idem.
Bandeira imperial de 2, 3, 4, 5, 6 e 7 pannos,
uma.
Boto'8 de 0880 com2 furos, caixa.
Barbante, kilo.
Camisolas de brim, uma.
Dita de algodo, idem.
Dita de forca, idem.
Colberes para pedreiro, idem.
Cabo de cairo, kilo.
Dito de inanilba, idem.
Dito de Imho de 1/2 pollegada, peca.
Colla da Baha, kilo.
Cera blanca e.n vellas, id m.
Dita em brandoes.
Colchoea de liuho cheio de palta, um.
Carvo de pedra, kilo.
Cbocalhos sortido?, um.
Copos de vidro, idem. -
Cobro cm felba, kilo.
Caibroa de qualidade, um.
Chimins patentes, uma.
Espanadores de palba, um.
Envelopes in-folio, idem.
Dito para officio, idem.
Escrivaninli.s.le lata-, uma.
Fio de vella, kilo.
Gomma arbica em c .1-050, idem.
Dita em p, idem.
Dita lacea, dem.
Hostias, uma.
Iucenso kilo.
Lamparillas do porcelana, caixa.
Lixa de rsmeril, folha.
Dita de vidro, idem.
Lcnc^ea de liuho, um.
Ditos de algodo, idem.
Lapis de borncha, um.
Ditos prctos de Faber, idem.
Ditos de carpinn, idem.
Ditos de duas cores, idem.
Liuha branca grnsss, carritel.
Livros de papel Hollanda de 50 a 200 folbae, um.
Madapo o, pega.
Molhos de ripas, um.
Ocre amarello, kilo.
Ourini le leuca com tampa, um.
Oleo de liiih>ici, litro.
Paos db Jacaranda, um.
Ditoa para balea, dcm.
Pedras de amollar, uma.
Papel almaaso pautado fiume, resma.
Dito liso, idem.
Dito carto mataborro, folha.
Pennas de A(o Perry, caixa.
Pes de cbreas, m isso.
Pedras para escrever, tima.
Suecas de cal fiua, idem.
Sellins nacionaes, um.
Tinta ingieza para escrever, litro.
Toalhaa de algodo, uma.
Tinta azul da Pru aia, kilo.
Travcsseiros de liuho cheios de palha, um.
Tabous de amarcllo para ai albo, uma.
Travetas e travs do 36 a 40 palmos, idem.
Verde chromo, kilo.
Vidroa randes para viJreca, um.
Condicdes
f 1." Nenhuma proposta ser recebida sem que o
proponente n'ella declare, sem emenda alguma,
entreliuha ou rasura, o proco de cada genero ou
artigo.
2.* S ser) bdmittidos a concorrer ao torneei-
mento. oc negociantea ou firmas sociaes, que apre-
sentcm, at a vespera da junta, oa seguintea do-
cumentos :
Certido de matricula da Junta Commercial,
bilbete de pagamento do imposto de industria no
ultimo semestre vencido.
Certido de contrato social extrahido do regis-
tro da Junta Commercial.
3 Oa gneros devtro ser de primeira qualida-
de e os fomecedores sero obrigadoa a deposi-
tal-os un um dos armazens da Comnannia Per-
nambucana pira seren examinados, de modo que
p'ossain com facitidade prestar se-ao referido pio-
cesso, sendo pt.ra 6to obrigados a ministrar o
pessoal o oa instrumentoa necessarios ao respecti-
vo transporte.
4.* As defpezas com a conduccio e embar-
que dea generoa c maia artigos, sero feitas por
c >ota dos fomecedores, de conformidade com as
inatrue50i"-s da presidencia da provincia, de de
Janeiro de 1882.
5.a As propoatas de gneros, fazendas e outres
artigos, deveio vir 8eparadas.
Tbesouraria de Fazenda de Pcrnambuco, 3 de
De sembr Je 1886.
O secretario,
Luis Emygdio Pinheiro da Cmara
Estrada de ferro de
Ribeirt* Bonito
De crdtm da directora sao convidados ob ae-
iliores accii uistas a r colherem no London. & Bra
Eilian Bank, no pniao de 60 dias, a contar de
boje, a terecira entrada de 10 % do valor nomi-
nal de suas accoes
No eseriptorio daempnsa sero distribuidas
peloa senhores accionistas ae suas accoes, median-
te a exhibiyo das cautellas dos recolhimentoa da
1', 2 e 3 entradas Recife, 5 de Novembro de
1886.O gerente,
Hvpolito V. Pedernciraa.
tnaed States i Brasil lail 8. S.G.
0 paquete Fnance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 13 de De-
zembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e nio de Janeiro
Para carga, passagena, encommendaa e dinheiro
frea, tracta-so com os
AGENTES
Henry Forster 4 C.
N. 8 RUADO OMJuilKClO N. 8
/ andar
"compniaTpkanmbi t, m\
DE
.Varegaco tostelra por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Giqui
Commandante Lobo
Segu no dia 13 de
1 >czrmbro,pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
ia 11.
Passag^.iS at s 10 horas da manb do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae \t Companhia Perr.ambucana
n. 12
as
COHPIMU \ I'KH.VAWBI CA> 4
DE
ftavegaeo costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Fenede e Aracaj
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 14 de
Dezembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
dia 13.
Encommendaa, passagens e dinbeiros frete at
3 horas da tarde do dia 14.
ESCRIPTORIO
raes da Companhia ar*eraafa-
cana n. 18
Comp&mUfa Ora'ileira de uave
aeos Vapor
PORTOS DO NORTE
vapor Pernambuco
Commandante o capitSo de fragata Ped o
Hyppolito Duarte
' esperado dos portos do sui
at o dia 17 de Dezembro, e
seguir depois da demora in-
' dispeuaavel, para os portos
do norte at Mano3. ,

Para carga, passagens, encommendaa e valore;
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos c.-rtos do
norte ate o dia de 14 Dezem-
bro- e depois da demora u-
dispensavcl, seguir para
OS pe-tflg do sul.
4 e ultimo leilo
Da armario e perten^as da loja da ra di
Bario da Victoria n. 42
Em diferentes lotes
A saber
Uma armaco envidracada e envernisada, c:>m
um baleo.
Candieiros, arandelas e registros.
Dous espelhoa dourados grandes
Um relogio, 1 cabide.
Duas aruices inglesas.
Duas mesaa grandes para fazendas.
Uma escada e uma quartinbeira. _
Um repartimento de scriptorio.
Uma carteira.
Uma secretaria.
Uma mesa oom armario.
Urna prensa de copiar cartas.
Uma burra prova de fugo.
Cadcir&s e mochos.
Sabbudo 11 do corrente
A'il01|2bom
O agente Pinto levar noVameote a leilo c em
milites e diff 'rentes lotes, o? objectos cima men-
cionados, pertencentea maosa de Caetano Ramos
& C, isto por despacho do Exm. Sr. Dr. juis es-
pecial do ci.mmercio, cm Virtude do parecer do
depositario da referida massa.
2 leilo
de dividas na importancia de
20;0,2$885
Nabbado 1 A do correnfe
s 10 12 horas
No armazem ra Estreita do Rosario
n. 24
O agente Silv ira, por mandado e com assis-
tencia da Exm. Sr, Dr. juiz especial do commer-
cio e a re fallida de Joao Kuuo Jinrbosa, levar a leilo as
referidas divid:.-'.
Leilo
de fazendas, miud^zas, cbapos do Chile e outros,
mobilias de Jacaranda c po-earga, 1 guarda-vea-
tidos, 1 guarda-tonca, 1 secretaria, 3 commodas, 1
mesa elstica, 1 carteira, 1 toilet, Uvatoros com'
pedra e cutros movis, 1 armaco com baleo e
candieiros para gaz, espelhoa grandes e pequeos,
jarres, candieiros, quadros, copos, colberes, vinho
branco e do Porto em barris e garrafas, cerveja e
muitos outros artigos, no armazem de Pedro Af-
fonso n 43.
Agente Brito
Sabbado 11 do corrente.
A's II 1/2 horas
Leilo
De tima cssa terrea ra Imperial
n. 200 D
Jerca feira, 14 do corrente
Ra do Imperador n. 50
A's 11 heras
O* agente Stepple, por mandado e asaistenc.'a
dj Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de er-
pbos e ausentes, a requerimento do inventariaste
dos bens deixados pela finada Rosi.lina Mara da
Paixao, levar a leilo uma casa terrea, rra
Imperial n. 200 D, cem uma p-rta enmaja-
nella, dous cuartos, duas salas, ci zinha fura e
um quarto contiguo, cacimba, quintal murado e
foreira.
Em seguida vender uma roobilia de Jacaranda
e mais aiguns movis.
Leilo
de duas casas terreas sitas ra dos Guararapes
ns. 10 e 12, freguezia do Recife, tendo cada umi
li portas de fronte, e medindo 27 1/2 palmos da
frente o 80 ditos de comprimento, com quintal,
cacimba e mais acominodacoea.
Quarta-feira 15 do corrente
A's 11 horas
Xa orrar.zam da ra da Mrquez de Olia-
da n. 19
O agente Gu;mo, autorisado por mandado do
i Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio, e a re-
j querimento de Antonio Luiz Rnptista, enrador de
--------------------1------;--------------------' D. Francisca Bernardina da Conceico Carvalho,
PaciOc Sieam taigation Company | raS ^^X^I^L
o treimo agente dar.
Recebe tambem eurga para Santa Gatharina,
Grande d j Sul, Pelotas e Porto Alegre,trcte me-
die .
Para carga, pass^ens, encommendaa e valores
trata-ae na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
STRAITS OF MAQELLAN LINE
Paquete Patagonia

Grande leilo
pa at o dia 19 de De-
zembro, e seguir de-
pois da demora do eos-
turne para a
Baha, Rio de
rido e
Para carga, passagens, encommeudas
heiro a frets tracta com os
AGENTES
Wllson Non* & C. Limited
S. 14- RA DO OOMMERCIO N. 14
E' esperado da Euro- Da bons movis, ex:el!ento piano, porcela-
nas, ervties e g.-ande qusntidado de
plantas para jardim.
Na eicdiente casa defront; da igreja dj Po c;
da Panella, residencia do Illm. Sr. Antonio Jero-
VaoeirO, Monte i ,,ymo de Oliveira
ValparaizO Opportunamente ser annunciado com minucio-
din: sidade os tbjectos e o dia do leilo.
Por iuterveuyo do (gente
(lusiiio
Para
O navio Sarah, esperrdj do Rio de Janeiro,
contrata alguma carga para o porto cima ; tra-
ta-se com os consignatarios Ponseca Irmos &
Companhia.
AVISOS DIVERSOS
Lisboa
Segu cm brev.dni- a ba:ea poitagii'za Pe-
reira Borges i para o resto da carga que falta,
trata-ae com Silva Gu manes a C, ra do
Commercio n. 5.
Para
O briguc nacional Sarah. tendo a maicr parte
da carga engajada, egue para o porto cima at
24 do corrate impreterivelmente. Para alguma
carga que lhe falta, trata-ae c-in os cor signata-
rias Fonseca Irmjs 6c C.
Aiuga-se casas a 8(X-0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de Goncatlo : a tratar na ra da
Imperatriz n. !.
. Aluga se o 3- andar da ra do Baro j.
Victoria n. b'i ; a tratar na misma casa no pri-
meiro andar.
Precisa s.; desuna boa cosiuhi ir i, para casa
de familia, e que duima un casa ; a tratar na
ra do Baro Oa Victoria n. 89, loja.
Precua-so de boa cosinheira e que seja ln
pa ; na tua da Aurora u. 155.
IVcisa-se de uma ama para casa de pouea
familia na ra dis Martyrios n. 15G.
Precisa-se de uma ama para engoramar e fa>
zer mais algum serwco de casa de pouca familia :
ra d> Baro da Victoria n. 57.
il
S,0
Leilo
DampscbifTahrts-Gesellsehal
O vapor Rio
Esperase de HA.MBURGO,
via LISBOA, at o dial6 do
corrente, aeguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, pasagens e encommendaa e dinhei-
ro a frote tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RA DO VIOARIU N. S
1' andar
Da refinado sita ra do Viscoude de
Goyanna n. 217, qua foi de Manoel Car-
pinteiro y Souza.
Constando
de divisSes de aaadeira para aasnenr em rama,
aixoes para dito refinado, bancjis para trabalho,
4 caldeiras de cobre com filtros, 21 tachos de co-
bre, 1 caldeira grande, 1 filtro de cobre, 1 batan-
ea com pesos, encanamento e bieos de gaz e ou-
tros utencilics.
Sabbado, litio corrente
A's 11 horas
O ageate Gusmo far leilo por conta e risco j
de quem perteucer, na retinaco cima menciona- .
da, em um ou mais lot-s, 4 vontade dos compr do- ;
res. Garante se as chaves da casa.
)S INDIOS
lo GP.irvAULT Q Ca
P.Varrr.aceuiicos em Paria.
Aimiitio na nova
ph.umacopa oSiiial de Franca.
A.-rnov.\:< > -i:i..\ Jlxta central de
Hvoiknk no Bnazo.
Itista aspirar a fumaca dos Cigarros
li:iloapai'.'ilazei'de.->.ippareceremcomple-
ante os mais violentos ataques de
.ti/mia, a Tost nervosa, Rouquido,
Extincpio da tm, Nevralgia facial,
Insomnia, e tambem combater a Tsica
tarfngtu. s
Cada estojo lera a marca de fabrica, a
'.--a o o ello de OKIMAUZ.T O,
paRIS, 8, Ra Vivienne, 8
I AS PniNCIPAES PSAHSACIAS.
III.Uj.i!!
AU BON MARCH
31Ra Duque de Caxias-SI
l\BA ACAB\ll
1






.

r


>


I
6
Diario te Pernaiubuix- Sabbado 11 de Dezcmbro de 1886
Tnico
Oriental.
Cabello
DEAyer
(.vrr's Rah* Vigor)
- o
af?
GBSALMO SU
ViWirUUCfSWIlUiS,
nomMaiiwi
Wl' O CABELLO,
TCNA.HCO-0
MACIO, FLEXIVEl LUSTROSO.
ttapando "tiBDrJCA'1'aClA.low
AJuga-se
a casa n. 3 em Beberibc ;
M. Reg. ___________
a tratar cora J. I. de
Alii
a -se
3 segundo andar da casa ra di Aurora n. 81,
jchto a estaca) da cstiada de ferro de Oliada ; a
tratar na ra do Commercio a. 15, eacriptorio de
Scbastiao de Barros Barreto.
Aluga-sc
predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
ibelecimento fabril : a tratar na ra do Commer
t:o n. 34, com J. I. de Medeiros llego.
Aluga se barato
Largo do Merend n 17, I ja com agua.
As casasda ra di. Corone' Suassuna n. 141
Largo do Corpa Santo n. 13, 2." andar.
Casada ra do Tambia n. 21.
Irat&-se na ra do Coinmcrcio n 5, 1* andar
es*riptorio do Silva (iuiroaraVs C.
4luga-se barato
O 1* e 2* andaros do sobrado rua do Brnm n.
3o, cada qual com bastantes rommidos para fa-
milia, vista aprasivel c inuito art-jado, alugue: ra
zoavel; trata-so na ra largi di R.-sano n. 34,
pbarmacia.
Aluga-se
o terceiro andar ra do BarS} da Victoria n.
52 ; a tratar na mesma casa, no 1 andar.
Aluga-sc
o sobrado ra da I lia do Ca valbo n. 29, caiado
e pintado de novo, a leja d> sobrrdo ra das
Larangeiraa n. 26, Santa Tberrza n. 13, cafas na
rieguezia de Santo Antonio, e o 2- andar da ra
do Boin Jess o. 16, ra freguezia da R-cife ; a
'ratar com o Piobeiro ra Duque de Casias n.
'3, leja de miudeas.
Ama
Preciaa-se de um. ama pfra tolo o aervico de
urna s pessoa ; na ra Velha (Bja-Vistai uuine-
ra 95.______________ __ _____
Ama
Precisa-se do urna cosinheira para casa de pe-
quena familii ; a tratar na estrada no va de Ca-
banga, no sitio do Sr. Val nca, ou no cscriptorio
este Diario.
Ama
Precisa-se de urna ama pe frita cosinheira; a
tratar na ra do Cibug n. 14, 1- andar, do meio
dia a 2 da tarde.
Ama
Pracisa-se de urna ama para
larga do Rosario n. 46.
cosinbar ; na ra
Ama
Precisa-ge de urna ama': na ra da Guia uu
mero 52, 1 andar.
Ao publico
Telephone n. 3-AH
Oa abaizo asaignades proprictario da refinsria
-. ra do Coronel Suassuna n. 7, avisam ao pu-
blico e sos Srs. fregueses que, em sen modesto
stabolecimento encooirarSo 6empre assucar refi-
nado de 1", 2, 3", especial e cundy, assim como
".asnear decarocode todas as qualidades.
Alm de sinceridad.: e agrado em seus tratos,
encontrarlo tambem rauita modiiid&de cm pre-
(08.
Recrfe, 25 de Novembrode 1886.
Viuva Barros & Filho
Profesara
Urna senh ra que cnsina primeiras letlrae,
:es?nho, piano, flores, bordado? e todos os traba-
hos de sgulh.-i, prope-se i liccionar eui cas'jf
articulares por me Jico prteo, garantsnd., grande
.diantamento de suaa discipulas : quera desejar
;tiliar-se de seus lervice-s, queira dirigirse A
ra do Cal eireiro u. 2, l" andar, onde achara
com quero tratar.
lini sacerdote
Precisu-se de um sacerdote pira celebrar nma
ds
te-se
metma
-staco para o ngenho O sacerdote que no
er compromet ido c quizer aceitar a < ff-rta,
screva para o mfsir, > tmgekay, o Sr. Antonio
-VJra da Cuita, estacSo d. Cuyam iraca, at o dia
Dezeriibro.
ireci.i-e ce um eaccraore pira ccieDrar ni
inissa de Natal no ene-nli j S .Miguel, distante
itacio de Coy_mbucii legoa feia, cfrVrece-
. joia de 700, dando-m c >n.uccao da met
por 22:000 rs.
Alagare o 2- andar e tixSo i rui d Loinss
Yalentiaas u. O ; a tratar na ru mneiro di
Marco n. 7-A, hvraria.
Criado
Precisa-te de um crudo de 12 A 15 aun
i iade, que tuiba (ir e tsersver aigiiraa coush, o
le d coufcecinent't de sua cundida ; :ia ra ,e
>m Jess n. 28.
Portas ejiieilas
No escrigtori.) diste Diario se dir qnem prensa
comprar 2 portas de 12 1)2 palmos de. altun e
J i janellas de 8 palmos, tu Jo de louro on amarillo.
Cosinheira
Precisa-se de urna ama ; na ra de Snnto Atna-
4 (bairro de Santo Ant.nio) S aadar.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
ROPEoeSEIVAdoPINHEIRO MARTIMO
de LAGASSE, Pharmaceatico de Bordeanr
Approrado pala Junta de Hygiene do Rio-de-Janeiro
Os mdicos francezes manclSo para Arcachon, perto de Bordeaux, os
doentes fracos do peito, aflm de que respirem o ar embalsamado dos seus
pinheiros e bebao a seiva que se extrahe do pinheiro martimo. Estes
admiraveis principios balsmicos sao os que o Sr Lagasse concentrou no
seu Xarope e na Pasta de Seiva do Pinheiro Marititvo, excellentes
peitoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Resfriamentos,
os Catarrhos, a Broilohite, a Rouquidao, e ExtinccSo da voz.
Cada tntco ttm a marot da fabrica, a firma e o aillo azul da noca caaa.
Deposito em PARS, 8, Ru Vivanne, e as principaes Pharmaciai.
Liquidago definitiva
53RA DO BAIBHL53
Por termina^o definitiva de negocio c
por mudanza da provincia, vende se por todo
prepo, todo sortimento defazendas existente
MAETINSa: BASTOS
Pernatnbuco
NUMERO TELPHONICO : M' 33
Agua florida.- Extiahiila de flores bra-
sileiras pelo seu delicedo perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tcm spparecido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
preparacSes para a icnservayao dos ca-
bellos. Extingue as cssps e outras mo-
lestias capillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranquecam e tem a grande
vantagem de tornar livrcs de habitantes as
cabecns dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vcgb.al
innocente, preparado para arcaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Exctente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica es gen-
givos e faz desapparecer o mo balito.
Vende-se as principaes casas desta c-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
__________TELEPHONE N 33_________
Tricofero de Barry
Garante se que faz nas-
oerecreseero cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinba e a caspa e remeve
todas as impurezas do cas-
co da cabecil. Positiva-
mente irapede o cabello
de cahiron .le embranque-
cer, e infallivclmento o
torne, espeso, macio, lus -
iroso e abundante.
Agua Florida do Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
18-2;>. E' o nico perfnme no mun-
do que tem a approvacao ofcirtl de
nm Govemo. Tem tinas vezes
mais inerrancia que qualquer outra
ednraodcbro dotempo. E'muito
.uca, suave e aeliciosa, E'
muito mais fina e daBoada. E'
mais pennaneno e agrndavcl no
lenco. E' duas vezas mais rcfrci-
canto no banho e no qnarto do
tloente. E' oapeaifleo contra n
frouxidao e debilidacc. jura as
dores do cabecn, os cansados e os
desmaios.
Xarope Je Vida Je Benter No. 2.
A3TTES DZ "SAL-O. DEPOIS DE UBAk-.
Cura positiva o radical de todas as formas de
tscrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as to Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encas.loSangue.-Figado, e Bins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systemn inteiro. g,
Sabao Cnrativo de Reuter
P*rapassarafcsta
Alujase uina ptima c porto de a banhos e com exccllente'. acjo:nmoda-
cOes para familia, pretjo rHzoavcl ; trata-ae na ra
arga do Rosario n. 34, phxrmacu.
Aviso
B. rstelinann & C. partitipam ao c irpj commer-
cial que muduram o seu cscriptorio para a ra do
Commercio n. 3, 1 andar.
EXPOSITION
Mdaille d'Or
UNIV"' 1878
CroiXdeCheTalir
Ltt nUS HIV7ES RCOMPHSES
PERFUMARA especial
LACTEINAi
E. COUDRAY
PraeoDisada pelai Celebridades Mediros do I'arii
MRA lOOAS AS HtCESSISADES DO T0UCA00B
productosTespeciaes
riOld* ARROZ de L4CTEH1 para blanquear a relie
S4B40 de L4CTEINA para o loucador.
CREIE e P v S4B0 de L4CTF1K4 para a barba S
P0I4D4 de IACTEK4 para a b. I!eza dos cab, los' S
AGUA de LACTEINA para o toucador.
OLEO de UCTEIICA para embellrzar es cabellos. tt
EiSEBClA de LACTEINA para lenros.
P e AGUA DEmrRICIOS de LACTEniA. O
CREE LACTEINA cb.ni .da selim da pelle. ^
UCTE11IA jara branque ar a pelle.
E8TE8 ARTIGOS C M-SE NA FABRICA
PARS 13, re d'Engbien. 13 pars e
Depoiito em-l*l/,j as Perramaria. Piarmacias t
Cabcileroiros .la America.
Criado
Precisa-te de um criado de 14 a 18annos
r.m Iirp iiil n. 17.
Cnada
Pr.'cisa-se de uma criada pira cosinhar ; ra
ra do Haro dn Victoria n. 1).
Fe'uoral de Cambar (3)
Descbcrta e prepara^SD de Alvares de S.
Soares. do Pelotas
Approvado pela Eioia Junta Central de Hygie-
ne Publica, aiit>risado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalbas de ouro da Academia Na-
cional de Paris e Exposico Brasibira AllemS de
1881, e rodeado do valiesos attestades mdicos e
de muitos outns do peetas curadas de : totsta
simples, bronchitcs, asthma, rouquidao, tsica pul-
monar, coqueluche, esearres de saugue, etc.
Prccos as agencias :Frasees 2^500, meia
duaia 135000 e dusia 2-1 000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2800, meia
dusia 155000 e duait 2S000.
Agentes depositarios geracs nesta provincia
FRANCISCO MANUEL DA SILVA & C,
ru:i Mrquez de O.inda n. 32
Para cscriptorio
Alu_''i-?e o aadar terreo n. 18 ua dj Bcm
Jess : a tratar na ra sini ra n 1:'.
Em Olinda
Alurja-sa o robrado de um andar e loja, junto
da ribeira, cohceitado f. pintada ; a tratar na ra
Primtiro de Marco n. 17, leja.
SAUDE PARA, TODOS.
UNGENTO HOLLOWA
no armazcni a ra do Rangcl n. 53.
i#vy%j>
GRAGEAS
fORTIN
INJECQAO
de Copahlba, Cubeba V I k^ H Hyglenlca e i Test <-vadora
Rattnhla e Ferro, Bismutho ^LMf^aT. jLXsi^Ml Ti sem cnusar
Alcatr&o, Terebenthina, i' I Wa\\\\\\\\\9aaWa\\\\\\\\\\ >--- accidente algwn.
As GRAGEAS ?OP*m forao as primeiras que obtiveram a approvaco da Academia
de medicina (183<)j le- ptaram-se nos Hospitaes. Curam aa molestias secretas,
mais rebelde/ *:. faigar os estmagos mais delicados.
A INJECQAO FORTN sempro recommendada como o complemento da medicaejo.
4>xmAtaaam Fernmmbueo ; FRAN m. da SILVA A C<*. e na principaes Pbarmaaaa.
FONDICAO GERAL
ALLAN PATEBSON 81 C
N. 44-Ru i do Brum--N. 44
JUNTO A E? TAfAO DOS BONDS
Tem para vender, por pra mdicos, as seguintes ferragons:
Tachas rundidas, batidas e caldeadas.
Crivajoe.B de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cvanos
Moendas de 10 a 40 pollc^adas Je panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se deconjertos, eassontaiuento de ma^binismo e
trftbal com perfeicSo e presteza.
execuc.m qj-J-
i
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pain 0:1 males de pemas e do peito ". tambero pi ra
1 as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a got e o rheumatismo e para toles as enfermi-
dades de peito nS se recenbece cgual
Para os males de garganta, bronehites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros J
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Cssa* medicinas sSo preparadas smente no Estabele.-imer.to Ao Professor Holl^way^
78, NEW OXFORD STEEET (antes 633, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacu s do univers x
t3f O cempraderes slo convidados respcto direcsao, 533, Oxford ^t-xet, afi 3/aUificaffoes.
NOVA
IA DO CEAR
A 3: serie da 2* lotera orre 10 dia 8 flu Dezenlirc
200:000*000
i^sia lotera est a cargo de um novo
thesoureiro. que prestou uma grande fianza
para garanta dos premios.
0 portador de doiis vigsimos
d fla importante lotera est habilitado a tirar
DE COCA DO PER
O vnrao masiavi que fol esixirimentado nos hospitaes
awi
proscripto diariamente com esilo para combate.' a Anemia, CiiIoroe,
ligestoes mas, Molestias Oaa vioa respire "
e Pariz,
rose,
respiratorias e Ssfraqueri-
mento do orgo vocat.
Oa Medooa recormnendam-no da Petaoia fratna e delicada, exhauttaa pela noUitia,
aoa Vclhos e Criancas.
E* o Reparador das Partorbacdes digestiva*
O FORTIFICANTB por EXCEU.ENOIA
O VINHO MARIANI SE EMCOKTOA M CASA DE
tu. MAKZAJ9-X, ti" raria, 41, hulerard Eusmiu; New-Tork, 11, lut. II, Stnet
Em Pemambuco : Francisco M. da silva & O'*.
Cobrado fuddo
.n
da do faccimcBsO do capl-
to Jos fi.neio Lias
No di* 13 do sorrente, n 5 horai da m.nh, o
O Binculo pede a um de seus cobradores que Revd. vffario Pedroaa ', tft.Co h uffrapar a
ate agora o tem de.iado no ora veja, que oppare- allDa Uo finado Jos L|,e c. leb,indo uma ^
e a quaut.a publ- ca .^j, de A<8gado-.f 0 a3 8 hjras h .ver M.
__________^ | fraa missns e inement) solemne, por pirt* das ir-
mandidcs da Pz e do Sicanent.).
Conva-se n^ra esse religioso a-to oa paren'ei
e amgoi do finado, cuj i familia desde j sgrade-
c n lo i a os cue alii c;mpt:re.erim para ditj
fin.
5a, sob pena de ver seu u-.me
cada.
Precisa-se do nmi cosinheioa ;
ra do Dr. Nabuco n. 16, casa de
re'lo.
na Opunca,
azuVjo au a-
Ama c criado
Precisase de urna ana par c -inSir e de um
criado ; a tratar na ra do Burao da Victoria
nnmero 51.
Vndese
'ima cairo? para cavillo, cm perfeito estado
ra dos Coelbca n. 26.
Para o Banho, Toilette, Crian
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambu-o casa do
Frandsco Manoel da Silvn & C.
.. .: .. .
Peito -ai dqi!lri;i uma repulacao mi'.' : cid*'
01 10 a ild /**/< e o Xuropc ele Au;'f de
Del t >: yi'enier.
Sua roja uiiivernal, fnnda-nt 10 So', r si:auperioridadee c.lcro-iicfficacla
verificadas pelos Medie os de todos 01 liosp'taec
Je Par 19 a M; ni a fi>.' medicina de
Fram;8 c ntie us Drllmos, Bronehites, Irrt>
ta<- do Pcitr> e da Garganta.
20 Suacomposic^o,' 1 fructo do ITaf
dn Arabia llib:>c:ii- es ulentus de I.lnnj
qu<; triii.ili slguma tom tomos cutros peitoraes.
(jo Sobre as aiial>,se dos Srs Oarruec *
O O chinacos da KacuUlade do Pariz,
qoo i; uo conter ncm Opio, nem Mor-
. ncm Codetna peloqv. -ar dados a
crianzas co:n e.lito c cuando atacad*
r)e Tutic od Tco convulsa'.
rp a TO *'- osUI nlicosquerecom-
J. Aljo mendao a Ifaxtn e o Xirone de
Xafa conllanea dog mdicos e do publico.IKulot
qae nunca fora concedidos pcitoral a'um anli0
OH ll.O
DELAMi:i:\IEIt, 53, ra Viiienm, PARO
1 im Mu u priac pies Ptir sulu It Ferti ;1: it IruU.
Logo que chegue o telegramma da ex-
trac^o sao pago?, immediatamente, os pre-
mios.
BILHETES T
Cl
Barato
iromos
Carlcs par boas cslas
FELICITARES
Paralii'B e bono nim ,s
Alug* se a casa terrea rea do Visc:nde de
Albuqucrqnc n. 9G, cem bons comnudM, cacimba
e quintal grande com subida para a campia da
Alegrfa ; a tratar na ra vtlba de Santa Kita n.
14, sobrado, das 8 horas da inunb a 1 da tarde.

para retratoj e cliraraos, o que pJe baver de mais
fin), acaba df receber a thographia e rncader- I
nac.o Miranda
lina Uaqne de <"a\ias u. 39

Olii)(!;i
Aluga se ii rui Fale Sele de Jxneiro urna
bea caga com b nscoirmidcs rara familia, achan -
do se caiada e pintada, c m :.^:a "giz canalisa
dos, perto da i-stacuo o Carino t- d. s banhos sal-
gads ; a trttar no paleo dj Corp tiatto n. 17,
3* sndur.
Arreniitacao
JNo di i 14 do cor-
rente, depois da au-
diencia do Dr.juiz mu-
nicipal do termo de
Ipojuca ser a trema
tado de venda o enge-
nho Tapera avaliado
por cincoenta contos
de ris.
RODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
#ooooooooooeoooooooooooooooooooooooooooooooooooooo<
I TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
i VINHOdoutorJOHANNO
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Secommendc-no nos casos que neccssito tnicos para reconstituir e regenerar
o organismo arruinado pir molestia?, excessos. natureza do clima. Anemia, Cnloroals.
Amenorrnea, Cacbexia, Fluxo branco, que tant > arruinao a saude das mulbercs.
Pobreza de Sang-ue, Fraqneza geral, Dcbilidade, ele.
S. ViVXJSN, Drosiiiata, 60, BoulevarA de Strasboure, em PARS
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOC
lira e r i
-
O Lr. Manoel Portslla Jnior le cima durante
aa ferias direito nacional cdireiti romano aos
estudantes que disejarcm tazer acto eui .\I..rri.
PJe ser proetmdo em seu cscriptorio i ra do
Imperador n 65, Io andar, das 10 horas d 2 da
tarde.
A'ssta edritosas
Slaoocl l*ani|>bilo do V.splrito Sanio
Casemird Maiinho Corroa, Affunso A.berto ilcr-
bster, Jos Agostinbj Angelo e Manoel Geraldo
da Cruz conviJam aes pirentes, amigos e collegas
para assistirtm uma musa que maudam resar na
ifrej de S. Jos de Riba War, s 7 horas d:i rr.a-
nha d) da 13 do torrente, p la j.lira de sen sem-
pre lembrado amigo Manuel Pamphilo do Ep!;
Santo, rrigeuiflH dia :e seu infausto passament....
IXsde ja *presentam es seus protestos de grs-
Maria do Livrauento, velba octagenaria e pan- tldi' a lJd.>3 que so riignareui ccocorrer eom ima
perrima, pede s almaa caridosas qm lhe mans Presei "ls H ets to de eandade e religiao.
uma (itinla pelo aimr de D>us. Mora no breco
do Bernardo n. 51. E' uma obra de earidade.
Collegio de Xossa enhora das
Ciracas
Tendo voltado de Sergipe ne dia 2 do crrente,'
tenho a hmra do participa! aos Illtns. paia de fa-''
milia que 'easaumi a directora do Collegio de Nos-
sa Senhora das G-racas, sito cm Ponte d'Uch* n.
10, cujas aulas abrir-se-ho n i dia 7 da Janeiro
vindouro, as quaes constara de portuguez, fran-
cez. inglcz allemiic-, historia e geographia, piano,
dansi. bordados, discnbo, ele.
^na Carrol.
Aos 1.000:
200:000*000
100:0001000
Gtizela Gastronmica
3.a epocha
As nu-neraeoes destri buidas d'essa Gazeta de-
vero coincidir cem es premios da ultima loteria
da provincia, quo se extrahir antes do dia 25 do
correte, e u8o ctir. os da penltima conforme se
v da mesuia Gazeta; o que se justifica pelo tacto
de ter havido alteraco na crdim das respectivas
eitracco s.
Recite, 10 de Dczembro de 18G6.
DE 3
Em favor dos ingenuos da Col >nhi Orntaalogia Isalie!
DA
PfiOVJNGI A DEPERWMBGO
Extracc a 15 U Dmm fie m
0 thesoureiroFrancisco Goncalvcs T CASA FILIZ
Aos 100:000^000
ii.iiktb:* riria do Carino Ucndora Cnrvalbo
Laurentino Pires de Carvaih., Jos JoTquirr.
Pereira de Memknca e Jos de Meudonca;.irva-
Ihe, agradeceodo ecrdealaseota aos seus prenles
eamigs que se dignaran) acoirpanhar ao Ccmi-
t ro Publico os restos roortaes de sua sempre
chorad i rsp-ss, fia o o;ai liara do Carmo Mcn-
d. nca (^.rvalli!-. e nvi.U- d- novo n assi.-tiierr. as
misis gae pela *lioa d n-c.-ma filiada mandam
celebrar na matrii de Santo Ai!t<.n;o no dia 13 do
c rren e. s 7 1/2 horas da mauba, 7 da de sm
pana me uto.

.
[>
raqa da Jndependen
cia as. 37 e 39
O abaixo assigna.lo venrleu da 12* parte
'4a 1* lotoria (-ztralii la ho)>, 2 Jo corren-
tc, os seguintes preinij*: do 100$ era
os ns. 1-1073 e 22o<>.
Aciiam-se venda os fcliz^s hilhet"*
garant Jos da 13 parte da 1 loteris
beneficio da Santa C*aa de Misericordia
do Re.fe que se extrhir a 13 do cor
r^Dtc.
ftCOS
De cada vigoaairoo ljJOOO
Em por92c|Jo J00 para cima 900
Ant\w Augusto dr. Santo* Porto i
Alfredo Al ves Sanees Barbosa, Mantel Alves
Barbees, D. Jctwu liara Simoes Barbosa, D
Adelaide Augusta Alies B-.rboia, geUS filhos..gen-
rs e oras gradecem do intimo d'alma todas
as pessoas que so dignaram accmpanliir 03 restos
mortaes da sua presadisim 1 esposa, ora, filha,
irma e cunbada Dulce Alves Simoes Barbosa, e
de novo conviJam seus p>r<'ntfa e amigos para
assutircm as missas que pela alm id 1 (inada man-
dara resar na .g.eja do Paraso, te ct foira. 14 do
c rrente, :u 8 h .ras da .n.nh'l. 7" di* dj seu fal-
lecim 'nto
Slaaoel Rotli igue l'c Antr.uio Rodrigues Fernandos pe) presente
convida a todrg ss seus pinnts e amigos para
asstirem a inissa, que por almi de seu irmi Ma-
noel Rodrigues Fernandes. manda celebrar na
matriz do Monteiro, pelas 7h;ras do dia 11 do
corrente, s tirr.o de eeu passamento, pelo qne des
de jA agradece. ________


V




I







Diario de Pernambuco-- Sabbado II de Dezciubro de 1S86

,
ii
1
\

"
Barato
VENDAS
Aluga-to a casii terrea ra do Visconde ie
Albaquerque a 96, ccm bous commod.s, cacimba
quintal grana-, <:om snhi ii pura a campia da
Alegra : a tratar na ra nova de Santa Rita n.
14, acorado.
Manleiga hollandeza
Importada de i ca mente par Charlea Pluyn ]C.
i roa do Commrci>) n. 24, Recife.
Pastilhas vermfugas
de Ne ring
o melhor cspeifico Cintra veran s : deposito cen-
tral em cafa.de Paiia Sobrinhooz C, ruado Mr-
quez de Olinda n. 41.
Vende se o catabeleeimento de molhados sito
a praca do Conde d'Eu n. 15; a tratar na mesmo.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este exeellente Whisky Escosse preferivt
40 cognac ou aguarden.* de oanna, para fortifica
3 eorpo.
Vende-se a retalho nos tu Iberes armaren
nolhados.
Iede ROYAL BLEND marca HADO enjo ne-
me e emblema sao registrados para todo o Brasil
BROWNS 6 C, agentes
Cosnhcro
Precie se do un coeiulieiro ; a tratar na ra
do Paysand n. 19, Pasmgem da Magdalena,
Para engorama
Precifa-ae de uuia ama para cugnmmar e outros
aervicos domest eos : uo 3- andar do predio n. 42,
; ra Duque de Casias pjr cima da typcgraphia
do Diario.
SMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fig-ado de baealho
COM
BypopliGsphitos de cal e soda
4pproTaIa pela Junta de lly
giene e an.orlsada pelo
fflvcrno
E' o melbor remedio al heje deacoberto para a
laica bronciiilcN* ecropbuln*. ra-
cbtttH. am-mia. (.'ehilittadc em k'i-ral.
deOoio, loaoe rtiromca c asTecc6ea
do pello o da garitania.
E' muito superior ao olro simples de figado de
baealho, porque, alm de ter ebeiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes roedicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintrs dos hypophsphitos. A'-venda nai
j rogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
_-----------------------------------^fc- ^^^
Elixir carminativo e Inico do
pharmacculico Ve as
Remedio qne cura dysrrppias, gastralgias e to
das as perturbad-Oes ligadas dcsarranjos de es-
'omago e intestinos. Aconsi-ihado por varios cli
iicps dos mais conceitusdi s desta cidade, acha-st
i venda exclusiv; nviite na pharmacia americana
ie A- S*. .eras & C, ra Duque de Casias nu
mi m ftl.
e
Precisa-se de urna urna para c zinhar para casa
.le pequea familia, ol criado re 15 a 20 annos
i;e idadea tratar na ra Estreita do Ro-arin n. 2.

s
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
3
et>
S*J
7*
as
e-5
s
8*
=
es
O P.cmeaio mais efficat t
Ceguro que ie 'm descoberto ate
' hoje para en pe'/ir as Lon trigas-
ROQKl'AYOL FUERES
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
-ifiiJa ha mais da um scalo. excede todas
as outra* pelo ^n] erfane eticado exquisito.
Ti.i /. M: i ti ii ti df orno
PAR17 :-> CAl CUITA I8M
pefeextn-fiaa pic-ilcncn desuaqnaiidade.
Perfume* modernos il* Atknison
FAGB.EI & CYMBI.ICM
si'*/le um raro e peculiar perfumes, (endo sido
r obtidos por intermedio
Invenl >rp* ou *eus Airentes.
ss
os
m
I
l!TI
LOCAO DE L'IItfO DE &TKIHS0I
rival, -
j par ort il-cer e cmbele/ar os cabellos
fiarviiMa inoHemiva.
AGUA FL'JRIDA DE ATKISSO.
perfume excepcional para o lenco; dsiillado
da mais exquisita rscolha.
Eitcitrt-se en Casi te toen es Nereciistes e risrieuta
J. & E. ATKINSON
24, Od Bond Street, Londres.
t Marca de FabricaUrna" Rosa branca" M
sobre umi Ljri de Oaro.
Criado
Precisa-fe de um rupetito para criado
do Sebj n. 5.
Precisa fe
nia'-.s) n. 20.
de nu ra d;.- Payaand (Cliora-mc-
Cope
5iro
Precisa-s de um copeiro boin c de conducta
afianzada, paga se tem ; na Passagem da Mag-
dalena, ra do Paysand w. 12.
Aes 100:0001000
BILHETES GARANTIDOS
23raa Primeiro de Marfo23
Da 12.a parte da 1. Ioteria da provincia,
venderam Martina Fiuza C, os segain
tes premios gi rantides
15,028 100:000,5000 7,015 1:0000000
U.215 30:00rA000 12,H36 1:0000000
12,121 10:0C 06000 4,719 5003000
',764 4:000,5000 14,909 5000000
14,551 2:000^000 16,466 5000000
22,534 2:000000 15,002 5000000
1,398 l:000500t< 19,452 5000000
5,982 1:000)>DOO 667 5000000
6,995 1:000<)000 16,664 5000000
22,795 1:000^300 2,561 5000000
18,861 1:000^000
Aclia-Eo veridii os afortunados bilbetec
garantidos da 13 parte da mesrra lotrria,
que s: extrabir segunda-fi-in, 13 do cor-
rente.
tPrecos
1 vig'ssimo 10000
Ea* porco d 1OO0 pac ciis
1 geSe! L 0900
A KevoluQo
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 30 o/0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a 1500 o covado.
Mirins de cores finos, a 900 e 1J200 o co-
rada.
Ditos pretos a 1*5200, 1*400, 1600, 1*800 e
2*000 o covado.
Las mescladas de seda a 600 ris o covado.
Ditas com listrinhaa de seda a 560 ris o dito.
Ditas com bolinhas a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Las com quadriuhos, a 400 ris o covado.
Gaze c< m solinhas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim maco lavrado a 11300 o ce vado.
Seda pilla a 800 ris o covado.
Ditas de cores de 21 por 1 000 o covado.
Setim maco lito a 800 c 1*200 o dito.
Gij de aples preto a 1*800, 2*000 e 2*500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 rs. o dito.
Ditas de qoadrinhis a 320 rs. o dito.
Ditas prctas finas, a 500 rs. o dito.
Fustoe8 brancos e do cores a 320,40>, 440,
500 c800rs. o dito.
Zepbiros fino?, escossesee, a 500 rs. o dito.
Zepbiros de quadriuhos a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zephiros lisos a 1{000 o dito.
Alpacao de cor pira palitot, a 1*000 o dito.
Velludilbos lisos e lavradoa a 1*000 o sevado
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
o dita
Ditos, ditos a 30, 3G0, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna.
Seda esc'88' z* a 360 re. o covado.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 urna.
Ditas de crochet a 8*5.0 dita.
Camisas bordadas paia hornero a 30*000 a du-
zia.
Ditas para sei.ho.aa a 30*000 a dita.
Cortes de casimra finos de 3< a 8*000 um.
Casacoa de laia a 1000 um.
Fichs de ritioza 1*000 um.
Dito, de peucia a 6*500 um, (bordado).
Cachemira de c6r a 1*600 o co'ado.
Flanella americana a 14400 u dito.
Cortinados bordados a 6*0 K) e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para homens de 2.'400 a 9*000 a du-
zia.
Ditas para senhoras de 3*000 a 12*000 a du-
zia.
Mantilbetas de seda a G3000 urna.
Eapartdhos de ouraca a 4*000, 5*000, 8*000
e 7*500 um.
Toilett para baptisado a 9*000 e 12*000 mn.
Lencos brancer e com barra a 2*000 a duzia.
Anquinbas a 1*800 rs. nm.
lirim de linho de cor a 1*000 a vara.
Dito pardo a l*0tX> h dita.
Esguio amarell^ e pardo a 500 iia o covado.
Chalos Je mirin lieos a 1800 um.
Ditos estampados a 3*000, 3*500 e 4*000 um.
Cortea da cachemira para vestidos a 18*000
nm.
Redes Hamburgu zas a 10*000 urna.
Panno de crochet para cadeiras e sota a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
Henrique da Silva Moreira.
A'Florida
Ra Duque de CaxJas m. IOS
Chama te a attenco das Exmas. familias para
os procos seguintes :
Luvas de seda preta a 1*000 o par.
Cintos a 1*500.
Luvas de pellica por 2*500.
2 caixas de pupel e envelopes 800 rs.
Lnvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos parn homem a 3*.
Meias de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. c
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 el* o par.
Porta-retrato a 500 n, 1*. 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 8H0 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos a 200 rs. o par.
Guarnces de idem idem a 500 ra.
Anquinhas de 1*5(0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Plses de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
dem estreitiuhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Pentes para coco com nsenpcaa.
Babadores com pintura e ineenpeoes a 5C0 rs.
Para toilet
Sabio de areia a 320 rs. um.
dem phemeado a 500 rs. um.
dem alcatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
ldemdealface a 1*000.
Agua celeste s 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 3* a duaia.
rs.
Linhas para, crochet cor de crcme 00 ri.
Linhas para croch t do seda mesclada 300 rs.
Estojos para crochel a
Linhas para, crochet cor de cr
Linhas para croch. t de seda mi
Rico de cores 2, 3, e \ dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
BARBOSA & SAi\T08
m DE RIGA
le 3X9, 4X9 e 3X'2; vende-se na serrara a va
jor de Climaco da Silva, caes Vinte Dous de No-
rembro p. 6.
Armado
Vcnde-sc urna arrracaj propria para pharmacia
de drogara ; a tratar na ra larga do Rosario
numero 34.
Cocheira venda
Vende-se nma cocheira com bons carros de
passeio, b- m localieada e afreguezadt., por preco
muito mdico, em razo de scu dono nao poder ad-
ministrar por ter de fa.er urna viagem : os pre-
tendentes acbarao com quem tratar ra Duque
de Caxias n. 47.
Oleo para machinas
Em latas contendo cinco galocs, a 9*000 ; ven-
de-senos depsitos da fabrica Apollo.
Vende-se
o hotel e ho ridaria Estrella do Norte, na Lin-
goeta. O proprietario deste hotel tendo de reti-
rar-fe para fra desta cidade, vende o seu esta-
belecimento por prreo bastante ermmodo ; trata-
se no mesmo, a ra Thorn de Souza n. 8.
Serrara a vapor
Caes do CapSbarlbc n. 98
N'esta serraria encontrarlo os srnbores fregue-
.es, um grand surtimento da pic-h da resina d-:
ineo a dez metros de comprimenco e de 0,08 a
',24 de esqoadros Garante-se preco mais como-
lo do que em outra qualquer parte.
Francisco djr San:cs Macedo.
^S. BjV p"a a*io DO IKPBEOO DOS ^^^tW^fc
4bf> Elixir, Pe Pasta dentifrioios ^^^
" RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DOM MAGUELONNE, Prior
'i .lIcfTaFFian tle Ouro : Bruxellss 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
INVENTADO
Mi ANNo
Pelo Pr:or
Fierre BODUSAVD
O uso nuotidiano do Elixir Dentifricio
dos lR. PP. Benedictinos, eom doae de
n.-is gottai e.....agita, nrevein o cura a caria
tiente*, eeal -. irtaleceudo o tor-
imndo rfeitamente sadias.
Pi um v.-rd.-ilci-u servleo, aasigna-
itores eate antigo e ualis-
rado. o melhor curativo e o nico
preservativo contra as Affeccoes den-
tarias.
Cl.vll'A ft"Si-AI'A 11 1117
Agento Geral :
SEGUIN
Acha-se em todas as boas Perfumaras, Pharmacias e Bregaras
Ru HugTierle, 3
BORDEAUX
Leitora para senhorar
BrolhcB nikelados e deurados a 2*000.
Bonitos grampos deurados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galoes de viJnlho.
Grande variedade de leiucs de sitim, a 4*000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3*000 o
maco.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita collt-ceSo de plisss a 400 ris.
Brineos, imitacAo de bnlhante, a 500 ris.
Aventara bordados para enancas a 2*000.
Cbapus de fusto e setim para crianzas
Sapatos de merino e setim idem, idrra.
Meias brancas e de cores, fio de Esaocia.
Pomada de vozelina de diversas qualidades.
Sibonetes finos de vozelina o alface.
Extrattos finos de Pinaud, Guerlaine Lubin.
Lindas bolsas de coura e velludo.
, Fechs de 13 para senhora a 1*800.
Sapatos de cas-mira prfta a 2*0110.
Tesouras para costura, de 4 Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de boioes de phantasia.
E milhares de objectos preprios para tornar urna
senhora elegante, e inultos outros iinli3p''nsaveis
para uso das familias, tudo por prec/is admiravel-
mentc mdicos.
Na Graciosa
Kua do C'irspo n. 9
__________Duartc & U.____________
Grande relorma *...
Realmente foi grande a que se fez ni Loja dos
Barateiros.
Ba da mperatrlx n. 4o
E 8:*o os nicos que tem as seguintes especia-
lidadts !!.'...
La e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimes padioes, o mais tino e apurado gosto
que tem viudo, e por pre$o baratissiroo, de 500 600,
700, 810 e l*0'JO,o covado, porm fino e bom .'...
Querem ver ?... aparecam !!!...
Exmas. ae-nhonis !...
Ti mos um lindissimo sortimento de falhe, que
a vista agrada a mais excepcional fregueza ; iato
por menos do que em outra qualquer casa ; s n.
40 !....
Pois custa 600 rs. o covado.
Temos mais lindos sortimento de fustoes a 500
rs. o cor ido.
Chitas finas, especialidade, porque hoove gosto
na escolhi, e vende-se por 240, 280, 320, 360,400
e 5liU rs. o covado, n. 40.
Tambera temos!.'!...
Lindas padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cambraia victoria c transparente finas e boas
de 3*300 a 8*000 a peca
Bnm branco de linho .-spccialidatle do 1*500 a
3*500 a vara pechincha !
Brim pardos tizos e trancados de 700 a 1*600 a
vara, aproveitem festa! 1 !...
Mohsikm grande sortimento a vontade do fre-
quez, vende-se de 400 a 560 o covado, venhatn !...
Si "netas II!... esplendido e importante sorti-
mento neese artigo, sendo brancas, pretae e de co-
res, lavradas e lizas, o que se pode desejar embom,
vende so de 400 a 6( 0 o covado.
Temos mais !.. .
Casemira de todas as qualidades e cores, e a-
zemos costume8 de 30 a 60*00, barato e em
covados de 2*500, cousa fina c que a todos agra-
dan), apptrecflm !
Acreditem ?...
Venham ver, para crer !!!...
Madapolao do l qualidade de 4*500,', 5*500,
6*000, 7*500, 8*500 e 10* u peca, e que ha de
melhor.
Algodao de 3*5.0 a 7*500 e 8*000 a peca tem
20 jardas.
Camisas de meia de cores e brancas de 800 a
1*800 e 2*000.
Colcha de lindos desenhos a 4*0.0, casta6*000
em outras casas.
Pannos da costa do melhor que ha custa apenas
2*750, o metro, pichincha !
Bramante de linho a 1*800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
Idtm dealgodSoa 1*300, palmos tambem bom.
AlgodJo enfeetado, 10 palmeo a 000 ro. o mitro,
muito bom para Icncoes.
Altm das fazt-ndas j mencionadas temos muitos
artigos de modas cemo seja, lequcs de fino gosto,
gravatas, colarinhos, punhos, meias etc. etc.
Allieiro &C.
RA DA IMPERATR1Z N. 40
tten^ao
THES0URAR1A
DAS
Acha-sc venda a 13a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife que se extraliir segunda -fcira, 13 de
Dezembro as 4 horas pelo seguate

A Loja das Estrellas
A'niDioin eGaisB.56
CARNEIRO DA CUNHA ft C.
Peden, as Exmas. leitoras o minutos de alieno para os se-
guinles artigos, alias baralissimos! I!
Bonitos Bortimentos de merios de todas as cores, a 600 rs. o covado !
Linda cscolha das rcelhorea cachemires, a 5U0, 600 e 700 rs. o dito !
dem idem de quadros, novidade, duas largaras, a 1600 e 10800 o dito !
Setinetas de phantasia, a 40 e 500 rs. o dito !
Caxemire8 felpudas, duas larguras, a 1(5000 o dito 1
Lirnori8 com palmas de ?rd, a 800 rs. o dito !
Merinos pretcs, dfsd D00 rs. a 2(5300, o dito 1 cor garantida.
Lindos vestuarios de 15 para mangas a 7(5500 e 8)j000.
Ricas guarnieses de crochets para cadeira e sof, p ir 8J0O0
Vtlludinho8 de todas p.s cores, a 1000 e 10200 0 covado !
Setins Maco, verdadeiro, a 800 c 10000 o dito !
Luvas do seda de tudas as coras, a 20000 I
Leques de phantasia, a 10000 e 10500 I
Meias para criancaa, a 20500 a duzia I
EsguiSo para casaqainhos, 9 40000 e 405000, dez jardas 1
Cambraia branca bordada, a 60000 o 80000 a pega!
Actoalhados, bramantes para todos os presos ; algodona, madapulo'es bara
tissimos o rouitoB outros artigos que se liquidara por menos que cm outras partes.
59Ra Duque de Caxias59
WO81-* *E PAST'-48
fok
As Dores de Estomago
Digestes difjirel*, Constpin,ueH, Aciden
SXO RAPIDAMRNTB CURADAS COM O KMPRB0O DO
'do v bJELLOC
Quer em PASTILHAS, quer em P.
(Approvado pela Academia de 1/Teciicina de FstxiMi
CARVO D
A 43 PAiTlLHAi POR DA
Se eendean r trulan a Pharmaciam.
FABRICACAO ^
Em PARIZ sm Casa de L FRERE
/M
J
'" *00.O DE PASTIUH^
..*"'
Querendo liquidar divos 8 -riigos pura nao
etrarem pm balanco, restlven vender por
menos 50/0 do seu valor.
Como eejam :
Damasco de algodao a 320 rs. o covado.
Casemira Olh&man* a 320 rs. o cuvado.
Zephir de urna t <6r c quadros a 100 e 120 rs
Alpacas de toctos as cores a 210 rs. o covado.
Brin de cores a 320 rs.
Algodao cim duas larguras a 700 s. o metro.
Bramante ccm 10 palmos de largura a 1500 o
metro.
Merinos de todas as cores, 2 larguras a 800 rs.
o eovado.
Fus'So tranco muito fino a 400 rs. o covado.
Plisss finissimes a 400 e 500 rs. o metro.
Panno fino preto, 2 larguras a 15200 rs. o co-
vado.
Pcrcalls finas a 240 rs.
Nanmk lindos desenhos a 160'rs. 0 covado.
Toalliai alcoiDadas a 2X?00 a duaa.
Atotlh;;do com lindos deseuhos a 15300 o me-
tro.
Guardanapos pequeos e grandes a 2J500 c 4&
i'.uzia.
Meias inglesas para bonem a -{OGO a duzia.
Assim como granJe quantidade de reta;ros de
sedas, fetinetas, lans casemiras, chitas, etc., que
se vendem pela terca parte d>- sea valor.
Para cagenlioM
Grande sortimento de algodao d-i Baha, Rio,
American e, brancos c de core?, que se vendem
lquidos e com descont.
Para a fenta
Novidades recebidas pelos ultimas vapores.
Cortes de etamyon ricamente bordados de 30f a
60OO0 um.
Mantas andaluz" s para soire.
Setim mulsumauo du todas as cores a 14000 e
1*200 o evado
E mnitos outros artigos que se vendem sem cem-
peteccia.
Liquida^o
24,000 bilhetcs a 160000
Beneficio, sello e cominis-
sSo......
>4:000000 centena em que sabir
o terceiro premio
69:0600000 2 Approximac5es do
--------------------! 2:0005000 para o pri-
314:0400000' meiro premio .
- 2 Ditas de 1:0000000
10O:C"/i00O; para o segundo premio
30:00. ,)00, 2 Ditos de 0500000 para
10:00000001 o terceiro premio .
4:OOi'30OO 2,400 premios de 200000
14:0000000 para todos os algarts-
10:0000000 mos inaes do primeiro
8:0000000 premio ....
2,400 Premios de 200000
para todos os algaris-
19:9000000 mos finacs do segundo
premio.....
9:9000000'5,140 Premios .
1 Premio de.
1 Dito de .
1 Dito de ... .
1 Dito de ... .
7 Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
Dito de 5000000 .
Ditos de 2000000 para
a centena em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 para
a centena em que sa-
hir o segundo premio
99 Ditos de 600000 para
Caso a terminacho do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao nu-
mero immediatamente superior.
Esta lotera divide se em 20 partes e os bijhetes em vigessimos de 800 re
cada um,
Os premios raaiores de 2000000 em cada parte estilo sujeitos ao imposto pro-
vincial de 15[0 e 5r0 addicional sobre o referido imposto.
EXTRACgAQPELA MACHINA FICHET
Thesouraria das loteras, 25 de Novembro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesoureiro
5:9400000
4:0000000
2:0000000
1:3000000
48:0000000
48:0000000
314:9401000

e
3
COriVITB
J0SEP1I KRAUSE a C.
Acaban, de augmentar o sen j bem conhecid
mportante estabelecimenlo rna i ]
de marro n. 6 com mais
nm salo no 1 andar Inxnosamente prepa-
rado e prvido de nma exposi-
f te m de pata do PorU eistato-plate
dos mais afamados fabricantes de
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos ^amigos e freguezes a visitaren,
o sen estabelecimenlo, aGm de
apreciarem a grandeza : bom goslo com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaran, em honra
desta provincia.
UA-SE un Mi 1 B M Sil
GONYITi!
s
s

s

Cbpos rr.o'dernos. palmas,
udo por preco mu to barato.
plumas flores e fitas
Mine. Niquelina
Kua as Cruzes n. 39
KANANGAooJAPO
RIGAUD & Cia, Perfnmistas
ARS,-S, Ra Viviana, 8, PAJU8
(Extracto de (Kananga
Novo e delicioso
perfume parolen-
(O, producto da
preciosa flor contie-
nda sob o nome de C
Pirus japnica.
O seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que .
se respira, espar-
gindo ao mesmo
tempo ao redor da '
pessoa que o usa, ]
as suaves emanacoes que revelam distineco ,
c elegancia. >
Acha-se venda em toda as Perfumaras '
OsGRAI.UL.es
ffic
.
^^^sdoD'PAPILLAUD
conttituem o preparado ferruginoso
emprsgado pla. summidade. madica* com axtto ha msM ^
30 ANNO
Coi.'ra a Anemia, vniornoe {Pales, couieurs), Xrtralfiat, AfiX^ie da Felle,
Ri-'.ATORIO FAVORAVEL POR PARTE OA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAJUZ
Etija-se sobre cid trisco o nome de E. Mousnier A I. PapiUaud,
Deposito oeral : I=lx.x-xrx. __________________Em Per,i.:,a',i.,b FRAN M. da SILVA & C\
^-."r-^trr-, --. -y--~.
zz
~^.


^
>2
^
Ci*S
&
(iapos e ehapelioas
36 A40---PRAgAA INDE BNDBA--36 A 40
B. S. CARVALHO & C.
Proprietarios deste bem conhecido estabelecimento pautecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que raensalmente recebem
das principis casas em Paris e Manchester o que de melbor e de
apurado gosto ba em cbapdinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primaras fabricas de Hamburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e crianjas, e muitn. outros artigos concernentes
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento
5

as
es
r?
CX2

5
as
proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado .
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao reepeitarel PUBLICO que receberam u
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gestos, como kxh
bem i elogios de todas as qualidades. Avisam tambem que continuara a receber par
todos os vapores vinds da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que ei
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLFP & C.
N. 4 RA DO
Compra-se ouro e prata velba.
CABUGA-----N.



Diario de PcrnambacoSabbadu 11 de Dezembro de 1886
4F
LITTRATUR\



. i


X4YIBDEI0STEPI5I
TRADUC^AO
DE
P1LERSO III: IMRIt
CAPITULO III
NABBAyio COMECADA
(Continasela
miDigo feroz, que
prova bastite vio-
Lembre me de entrar para a man-
liba, e chegar rpidamente, attendendo
instruegao adquirida j, a commandar uin
dos nuraeresos navios mercantes fretados
em a nossa cidade.
Desgragadamente para esta vocago
cscente, que atinal do contas, nao me
preparava mais do que um futuro medio-
cre, o mar mostrou-se
me submetteu a urna
lenta.
Soffri to horrivelraante na primera
e pequenissiraa viagera s costas da Breta-
nba, que voltei radicalmente curado da
minba momentnea paixo pelas vagas,
pelo ebeiro do alcatro, pelo balaogo e
pela brisa.
Depois dcsta malograda tentativa, vol-
tei minba primitiva situago, e fui nova-
mente visitado pelo aborrecimento, nao me-
nos obstinado do que o proprio O.eano.
Sem saber a que santo ou que diabo
me votasse, comecei a andar por esse
mundo.
Gilberto interrompeu-se.
Porque te ris ? perguntou elle a Mau
ricio.
Por jua ? respondeu este ultimo, por
que era necesario que o mal fosse effecti
vamente muito grande para te constranger
emprogar remedios tao desesperados !
O mal era, com effeito, terrivel, meu
amigo /
Continua.
la de preferencia a casa de um ri-
qu8Smo armador, antigo e intimo amigo
de meu pai. Esta armador tinba urna fi
lha nica.
Chegamos.. murraurou Mauricio.
O que dizes tu ?
Nada. Estou ouvindo.
Gilberto continuou :
Esta filba UDca, de qm faria o re-
trato, se possuisse o pincel de Greuze, era
muito simplesmente um anjo de belleza,
de graga e de candura. Chamava se Mar-
garida Henriqueta Clement.
Vais perg'intar-me a razo porque no-
tei tilo tarde os raerecimentos do urna me-
nina, junto de quem vivia desde a mais
tenra idade.
Nao te perguntarei nada absoluta-
niedte, interrompeu Mauricio.
E a rssa pergunta, responder-te-hei,
proseguio Gilberto, que nao queria por
modo algum perder a forma litteraria da
sua narragao, responder te-Iiei que Marga-
1 ida tem monos sate annos do quo cu, o
que, at entilo, a havia considerado nica-
mente como urna iateressante crianga, a
quem s vezes offereeia bonitos.
Durante a minba curta viagem s coa
tas da Brtano?, de que ba pouco te fallei,
e om que tire to mos resultados, Marga-
rida fez dezesete annos.
a Em alguns mezes operara-se u'ella
urna transfjrmago completa.
Quando parti, tinba a deixado crian-
9a; pelo rae .03, assira me pareca...
Quando voltei, encontrei a adolescente.
a A sua formosura havia-se metamor-
pheseado com o desenvolvimento das anas
delicadas formas
Nao sei explicar te que irresistiveis
encantos emanav.m della... Ao redor
della na vi a como que urna atmosphera de
.castidade, e, ao mesmo tempo, um perfu
me de amor. Finalmente, as pupillas dos
seus grandes olhos asues, to limpidoe o
tao meigos, comegavam a irradiar um flui-
da magntico, que...
Que te trespassou o corago de um
numero incorameasuravel de flechas, tira-
das da roythologiea aljava do malicioso deus
Cupido, aoabou Mauricio rindo.
Gilberto partilhou francamente o accesso
de alegra do a:u amigo.
Depois continuou :
1 \ exprimir o mesmo pansamento,
n'um estyb talvez menos anacbraontico ;
mas, se a fruia ligeiramenta differente,
a essencia a exactam.ntj a mosma e o
principal.
Naturalmente.
Cm resumo, namorei-me de Marga-
rida... oh mas namorado como os a-
morados dos buclicos romances de Au-
gusto de La Fontaino I. .
1 Depon de haver-mo assegurado que
nao desagradava minha querida...
Como dizes? interrompeu vivamente
Mauricio.
Gilberto repetio a phrase.
Ah asseguraste te disso ?
Era preciso.
Ha entilo entre ambos igualdade de
sentimentos T
Affiruic-t'o com alegra... Confio
este segredo ao teu corago.
Confia, meu amigo, confia. Em dis-
crig3o. o fallecido deus Silencio nao valia
absolutamente nada comparado commigo.
Prosegue, pois, sem a mais leve sombra de
inquieagao e curso das tuas confiden-
cias. ..
Fiaalraante, adoro-a, o olla mame,
tenho a certeza. Ser i um mortal bastan-
te feliz ?
Muito feliz, por certo, mas...
rava para continuar a sua narragao, a p*r-
ta que communicava com o atelier abriu ao
O repostero afastou se um pouco e Jos
apparecou no limiar.
Senhcr, disse elle, dirigiudo-so a
Mauricio.
O que me queros ?
Procuram-n'o.
Nao ostou em casa, exelamou Or*r-
tista vivamente.
O criado pareceu fijar embaragado, mis
nSo abandonou o lugar que- oceupava, e a
segurar o re-
Mas o quo ? Qual a razio desse
mas ? E' urna palavra que me inquieta...
- Sam motivo algum. Queria dzer
que s\i de ti depende ser mais feliz anda.
E como ?
Desposando Margarida. Pareca-me
isso muito melhor, do que compr come-
das o dramas, por muito grande que seja
o teu merecimento...
Infelizmente, nao a aim.
As comedias o os dramas silo neces-
sarios para o teu casamento?
Indispensaveis.
Ests brincando !...
Nunca fallei mais seriamente.
N'esse caso, um enygma ?
a Queres dccifral-o ?
Decerto !
Deixa-me continuar.
Coniinu'a.
Dir te-hei, pois, que, quando estava
sufficientemeute convencido de que nao en
contraria obstculo algum da parte de Mar
ganda, ped a minha me, que se drigisse
ao pao.
E tua mae recusou?
Nao.
N'esse caso, iuterrompeu novamente
Mauricio, o pae apressou se em conceder-
te a rao do sua fillia Margaridj, porque s
um honrado e excellente rapaz. .
EDganas-te, murmurou Gilberto..
Posto rrgeitado 1?. .
Regetado, nao.
Entendamo-nos Tua mae pediu-lho
para ti a honra de entrar na ua familia,
e parece me que, feito este pedido, elle de
viares[onder categricamente por um sim
ou por um nao. Acceita ou recusa, nao ba
meio termo possivel...
Eogan 's-t', repito.
Ha meio termo?
Ha.
Qual ella ?
Vou dzert t'o.
CAPITULO
O MODELO
No momento em que Gilb rto se prepa-
FOLHETIH
O CORCUNDA
POR
mo :V:l:
SEGUNDA PARTE
O FALACiO CE NEVEES
(Continuaclo do n. 283)
IU
O leilde
E Gonzaga accrescentou, conservando
nos labios o seu sorriso irnico :
Ah meus senhores, a Franga um
bello paiz. Acabemos com isto, interrom-
peu elle ; todo o resto a vinte mil li-
bras ...
E' quasi de graga exclamou o pe-
queo Chaverny.
Para mim, para mim gritavam na
multido.
Os horaens brigavara, as mulheres ca-
hiam suffocadas ou pisadas. Mas grita-
vam tambem do fundo da sua tristeza :
Para mim I para mim I
Depois do leilao, gritos de alegra e gri
tos de raiva. O ouro rolava em ondas pe-
los degros do estrado quo servia de b<-l-
< 3o. Era um prazer o um pasmo ver com
que ligereza todos aquelles bobos cheios
u-, eavasavam. Todos aquelles que tinhaai
obtido o o recibo, sgitavam-n'os por cima
das cabegas. Retiravam-so embriagados e
loucos, para experimentar seus lugares e
tomar pos cabellos.
Para mim 1 para mim !
Peyrolles c seus acolytot j nSo sabiam
a quem atteoder. O frenes chegava ao
seu auge.
Nos ltimos compartimentos o sangue
corria pelo chao.
Finalmente, o numero 942, aquelll-t que
inh* aq*nas dous e meio ps, foi adjudica-
do por vinte e oto mil libras, e Peyrolles,
fechando ruidosamente o caderno, disse :
Meus senhores, est acabado o lei-
lao.
Houve um momento de grande silencio.
Os felzes possuidores de compartimentos
olbavam uns para os outros.
Gonzaga chamou Peyrolles.
E' preciso esvaaiar isto j, disse elle.
Mas naquelle momento (urna outra mul-
lida se apresentou na porta do vestbulo,
multidSo do cortezSos fidalgo?, que vi-
nham prestar as suas bomenagens ao Sr.
principe de Gonzaga : pararam, vendo o
lugar oceupado.
Entrera, entrera, meus senhores, dis
se-lnes Gonzaga; vamos mandar retirar to-
d* essa gente.
Entrera, accrescentou Chaverny ; es-
ta boa gente ceder lhes ha os saus reci-
bos, se quizerem, com canto por cento do
lucro.
Fazem mal d3se Navailles. Bons
das.
E' aqui o Pactollo disse Oriol, cum
primentando profundamente Gonzaga.
Ete Oriol era um jovon fiialgo de mui-
tas esperanza.
Entre os outros notavara-se Albret e Ta-
raone, dous finanoeiros : o baro de Batz,
bom allemao, que tinha vindo a Pariz para
procurar perverter-se, o vsconde de La
Fare, Montaubert, Noce, Gironno, todos
parentes afoscados de Nevera ou procura-
dores convocados por Gonzaga para urna
solemnidade qual vamos em breve asis
tir : o conseibo, do qual/inlu fallado o Sr.
de Peyrolles.
E esta venda ? perguntou Oriol.
Mal eita respondeu framente Gon-
zaga.
. Caves! dis le Cocariasse no seu
canto.
Passopoil, que suava em bagas, respon
deu :
Elle tem razio. Aquellas galuchas
deviam ter-lho dado o resto das peonas !
O Sr. do Gonzaga, exihmou Oriol,
fazer um mo negocio Impossivel !
Vejam I ven ti os meus ltimos com-
partimentos a vinta e tres mil libras, uns
por outros.
Por anoo ?
Por oito das I
O* recem-chegados olharam ento pa-
ra os compartimentos e para os comprado-
res.
Vinte e tres mil libras I repetirara
elles com urna aimiracao profunda.
Devia terse coraegado por esta cira,
disse Gonzaga ; tinha em meu pod-r perto
dezoito annos, pouco
sim. Tem urna
as deusas dos
tem os olbos
sua miio direita continuou a
posteiro.
Mas c que, tornou elle, depiis de utn
momento de silencio, que... urna se-
nhora...
Ah acelerado I... exclamou Gilber-
to rindo, vem procurar-te a casa !. .. Bp-
oit) procedimento!
Dou te a minha palavra de honra,
tornou Mauricio, que nao sci de quem fal-
la o parvalhilo do Jos.
Sere parvalliSo, senhcr, muito pos-
sivel, replicou este ultimo com dignidade,
mas affirmo-lhe qua o facto positivamen-
te verdadeiro.
Procura-me urna senhora V
E' verdade.
Onde est ella ?
-' All espora, no atelier.
Dis.se como se chamava?
Nao lh'o perguntei.
Conhecel-a ?
Nunca veio t.
O quo quer?
Fallar lho.
E' moca ?
Dezesete ou
mais ou menos.
E' b mita ?
Ah! Creio bem quo
carioha tao bonita, como
quadro que o senhor tem ;
tao lindos, e urnas pestaas tao compridas
como os meus bracos, a bocea mais peque-
a o mais vermelha do que urna cereja de
Montmoreocy, as maos parecera do urna
crianza do dez annos. Aqui tem o retrato
della, com sua licenga...
Ah meu amigo, exclamou Gilberto,
sabes que tuJo aquillo terrivelmente so-
ductor I Vamos l, meu feliz Adonis, vou
deixar-te s com casa bella desconhecida,
que tu conhcccs, segundo oretO, um pnuco
maB do que desejas mostrar. Coraprehen-
des bem que nao desejo alvoroQal a com a
miuha presenca. .. Por ondo posso sahir?
Repito te, Gilberto, quo laboras em
completo erro. Nesto momento sou o ra-
paz mais livre e o celibatario mais desem-
barcado de qualquer prisao amorosa que
pode encontrar se sob a abobada celeste.
Oral
Palavra de honra I.. Doixei ha oito
dias a minha ultima amante.
Tal vez seja ella.
Bem se ve que nao eonheces Blondi-
ne, discipula da Academia I nperial de m-
sica e de danca I tornou o pintor, sorrindo
Se tivessea phantasiadevisitar-rae, a araa-
vel creatnra nao teria espirado tilo pacien-
temente no atelier que me aprouvesse rece-
bel-a .. teria entrado, sem liceDga, cntaro-
lando utaa masurka ouumacancao. Estava i vir-me do tronco ?
j sentada mesa... teria fumado tres : Nao, senhor.
cigarros, e bebido outros tantos clices de
cognac. Alera disso, Jos raconhecel a-hia.
Fica, pois, pego-te... vou receber na tua
presenca essadesconheeida, realmente des-
conhecida.
Em seguida, Mauricio, dirigindo-se ao
criado quo esperava, accrescentuu:
Jos, manda entrar.
Jos deixou cair o reposteiro, o dirigin-
do se pessoa que espera va no atelier, dis-
se lho :
Faga favor de entr&r, minba senhora.
E corre o reposteiro, dando passagem
aquella visita matinal-
Era urna rapariga de dezoito annos, pou-
co mais ou menos, cuja figura encantado-
ra e paluda tinba bem evidentes os indele-
veis signaos do soffrimento e resigoagao.
O seu fato, gracioso, ma extremamente
modesto, recom.uendava-so pelo inexcedi-
vel cuidado e asseio, qua tinba presidido
s mais insignificantes minuciosidades. Tra-
java vestido de 13.
O corpete, de urna fazonda preta, mui-
to afogado, desenhava os contornos firmas
e correctos de um pcito adniravelmento
modelado.
A saia, um pouso curta, deixava entre
vor a extromidade de urna bata preta, col-
gando o mais lindo, o mais delicado, o mais
perfeito p que possivel iraaginar-se.
Ura collarinboliso, mangas brancas guar
necidas do rendas, um chale escuro, de
quadraJos, posto cora elegancia o bom gos-
to, e aecusando a curvatura do tronco o a
saliencia des quadris, completavam este
modesto vestuario.
Un pequeoino chapeo de feltro preto,
ornado de fivolas azues escuras, emmoldu-
rava o oval do rosto, e os rolos espesaos
do* magnifico8 cabellos louros, naturalmen-
te ondulados.
Luvas de feltro cinzanto lho abrigavam
as maos o n3o cons^guiain engrossar-lbe as
delicadas fr as. Eram tal qual as tinba
doscripto Jos no sea ingenuo enthusias-
mo, as raaos de urna crianga de dez an-
nos.
Ao ver os restos de un almogo, e os
dois rapazas ainda sentados mesa, a visi-
tante parou entrada, em lugar de avan
gar, e baixou os olhos com manifest em-
barago.
Mauricio, que se havia levantado ao vel-a
entrar, deu nlgun3 passos para a frente, o
offereceu-lhe urna cadeira.
Deu-me a henra de des'jar fallar-
me, minha senhora ? Ihe perguntou elle em
tora respeitoso.
Perguntei p lo senhor Mauricio Tor-
cy, respondeu ella, conservando-so de p.
Sou eu, minha senhora. Ser ousadia
perguntarlho a que devo a honra da sua
visita ?
Oh sinhor, muito simples. Hon-
tem, no atelier do senhor Eugnio do Li-
croix, meu pai ouvio dizer que procurava
um modelo de Madona, e mandou-me a
sua casa esta manha...
Ah serve de modelo ? perguntou
Mauricio.
Sim senhor.
Mauricio fez estalar os de i os, deixou-
80 cabir sobre a cadeira que tinha deixa-
do momentos an.e3, pegou no cigirro, que
reanimou com urna vigorosa aspirag3o,
crusou as pomas urna sobro a outra, le-
vou aos olhos urna luneta de um vidro s,
examinando a rapariga que tinha na sua
presenga, depois continuou n'um tom sem-
pre pollido, mas infinitamente menos ccri-
monioso:
Entao, sonte-se. minha menina, tai-
vez possamos entrader-nos. E qual a par-
to do corpo que podo servir-rae de mo-
delo ?
Cabeg, pescogo, bngos e m3os, so-
nhor.
S ?
Sim, senhor.
Sondo ueoessario, n2o podoria
de mil nmeros. Era urna manbl de vin
te e tres milhSes.
Mas foi entao ura furor I...
Um frenes I Queremos muitos ou
tros I Aluguei primeiro o pateo, depois o
jardim, depois o vestbulo, as escadas, as
cocheiras. Estou nos quartos, e era ves-
peras de ir morar n'uma estalagem.
Meu primo, ioterrompeu Chaverny,
alugo-te o meu quarto de dormir para du-
rante o dia.
A' medida que falta o espago, cont
nuou G mzaga, no meio dos seus novos
hospedes, a febre ardente augmenta. Nao
me resta cousa alguma...
- Procure bem, primo Offeregaraoa a
estes senhores o prazer de um pequeo
loi!3o.
A' p*lavra UilSo, aquellas que n3o ti-
nhara podido alugar, approximaram-se vi-
vamente.
Nada, repetio Gonzaga.
Depois, recordando se :
Ah 1 sim !
O que ? exclamara-a de todos os
lados.
Ouviram-se gargalbadas no grupo das
pesaoas da corte *, mas as pessoas serias,
os negociantes, nao se riram. Reffectiam.
J ilgam que estou grarejando, meus
senhores, exclamou Gonzaga ; aposto que,
se eu quiz.r, dao-rac dez mil escudos in-
mediatamente.
E as gargalbadas augraentaram.
Mas de repente appareceu ura rosto sin-
gular entro Navailles e Uhaverny, quo se
nara mais alto do que todos os outros, um
rosto de corcuoda, com os cabellos des
grenhados. Urna voz fraca ouvio-se ao
mesmo tempo.
O pequeoo corcunda dzia :
Tomo a. casa do cSo por trinta mil
libras I
IV
FrantiucEaft
0 corcunda devia ter muito espirito,
apuzar da extravagancia que commeitia
naqucll > momento. Tinba os olhos vivos e
o nnriz aquilino. A fronte deseohava-se-
lhe por debiixo dos cabellos grotescamente
revoltos, e o sonriso irnico que nos labios
Ihe ptirava, annuociava urna infernal ma-
licia. Um verdadeiro corcunda.
Quanto corcuoda, era frta, enllocada
exactamente no meio das costas, erguodo
se para acariciar a nuca.
Pela freote, o seu queixo tooava ao pci-
to. As peroas eram extravagantemente
ser-
Porque ?
a rapariga corou, o n3o responu.
Mauricio fez estalar novamente os do
dos.
Como so chama ? parguntou olio,
depois de ura momento de silencio.
Leontina.
Leontina do que '!
Leontina Aubriy.
E' singular ? Nunca ouvi fallar a
seu respeito e julgava conhecer, pelo me-
nos de nome, todos 03 modelos dos dous
sexos que ha em Paris...
Nao ha muito ainda que sirvo de
molde, senhor.
Ha quanto tempo?
Ha dous mezes, quasi.
Doua mezes... Deve ent3o estar j
habituada aos usos dos ateliers.
Estou, sim, sonhor... balbuciou a
rapariga, cujo rubor aug nontava.
Tire o seu chapeo, minha filba, coa-
tinuou Mauricio, ponha o alli, sobre aquel-
lo movel.
Leontina obedecen.
Jos, continuou o artista, corra as
cortinas todas, de molo qua a luz caia
toda sobro esta menina... Muito bsm,
isso.
E, voltando-se para o modelo accres-
centou :
Ponha-80 agora a tres quirtos, sj faz
favor.
O modelo seguio a indicag3o do artista.
Rubra de pudor e coraog3o, os seus es-
plendidos cabellos louro3, negligentemente
atados sobre a cabeya onde 03 dentes do
um pente de bfalo s com grandedifficul-
dade podiamsegurar as opulentas e rebel-
des madexas, estava encantadora.
Mauricio recuou alguns passos para pro-
curar um ponto de vista.
Ficou immovel durante alguns segn loa,
mudou depois de posigao- para examinar
Leontina do oulro lado, e murmurou, fal-
lando comsigo raesrao, em voz boixa, mas
no e.tanto, intelligivel :
E' bello, realmente!... Completo.
O perfil de urna pureza ideal...
O oval perfeito...
A fronte virginal..
As faces de arrebatador aveludado...
O nariz delicado o correcto... as
azas pequeas e dilatadas. a bocea de
um desenho raphaelico !...
Mauricio intarrompeu o seu monologo
para dizpr rapariga :
Olhe para o tecto, menina... iccli
ne um pouco mais a cabega... Assira...
isso mesmo... A expressao do olbar
bella, as pnpillas formosissimas, as palpe-
bra8 longa3. as sobrancelhas... E' tudo per-
feito I...
Incline a cabega um pouco para a
direita.
Um pouco mais...
Sim, isso, fique assira.
Os ligamentos do pescougo s3o de
notavel perfeigo As carnes solidas, os
rtfl-'xos transparentes !... Oh o ideal!...
Fallando deste modo, Mauricio, que so
animava pouco a pouco, esquecia corapl
lamente que estava na presenga de ura
croatura animada e intelligente.
N3o era um homem contemplando a bel
leza de urna mulbor ; era o artista entre-
vendo a realidade do um sonho por muito
tempo acariciado, e encontrando finalmen
como acabamos de Ihe ouvir dizer, o ty,>o
ideal que s lho faltava copiar para pro-
duzir um trabalho de fama.
N3o pensava que um corag3o podia pal-
pitar sob os centornos tao puros daquella
garganta de nympha. Esquecia completa-
mente qu; o ser admiravel que contempla-
va o que descrevia assim, era de carne e
es30, em vez de ser de marraore ou de
cera.
Perianto, es palavra3 que deixava esca-
par no meio do seu entbusiasmo, e que
teriara talvez offendido o tiraido pudor de
urna virgera candida, e provocado o sorri-
so dos 1 ibios de urna corteza, essas pala-
vras, dizamos nos, tinham o quer que fosse
de tao castamente artstico, coinprehen lia-
se tao bem que nenhuma idea profana po-
da nascer naquelle momento no espirito
do homom que se pronunciava, que Leon-
tina ouvio-as sem corar de confusSo, ou
sem sorrir com galantaria.
Quando Mauricio terminou este comego
de exame, approximou se do modelo.
- Vejamos agora, dssa elle, as m3os e
bragos.
A rapariga tirou as luvas, quo foi enllo-
car sobre o chapeo.
Tirou as mangas brangag, que dobrou
com todo o cuidado, e estendeu ao pintor
um brago'redondo, branco e polido come
raaifim.
As m3us s3o u n pouco magras, nir-
murou Mauricio, examinando-as cora tolx.
a attengao, mas sao maravilbosaraente mo-
deladas. O dedos finos e delicados; u
veias ura pouco salientes ; mas provaval-
raente c o effeito do fro; a elegan.i e
forma das unhas bastante notaveL
Em seguida, passando ao brago:
Ah 1 exclamou Mauricio, eis um bra-
go como ainda nao encontrei at boje!
Quo correcg3o !... Que belleza 1... E' o
brago de um modelo antigo I... Almira-
vsl!... Iae3perado I... Minha filha, poda-
mos entender-nos. Se quer, ponha o sm
chapeo. Ah I ainda urna pergunta.
Leontina, quo tinha j pegado no cha-
p), e so dispunha a pl-o na cabega, pa-
rou neste raovimento.
Mauricio tocou com o dodo as volums-
sus maleixas louras daquella caballcira de
Venus aphrodita de quo j fallamos.
Todo essa cabello seu ? pergantoc
elle.
(Contiou'a)
VARIEDADES
greza proverbial que o acompanhamento
obrigado da corcunda.
Esta singular criatura estava vestida do
preto, e com a mais rigorosa decencia, pu-
iibos e pcitos da camisa de musselina fran-
zida e de urna alvura deslumbrante.
Todos os olhares estavam fixos nelle, e
isto pareca oo ioecmmodal-o.
Bravo Prudente Esopo I exclamou
Chaverny ; parece-mo que s um especula
dor ousado e hbil I
Ousado, repetio Esopo, olhando fixa-
mente ; quan!o basta... hbil, o que
vamos ver!
A sua pequea voz rangia como urna
matraca de crianga.
Todos repetiram :
Bravo, Esopo bravo!
Cocardia.e e Passepoil nao podiam mais
admirarse de cousa alguma. Seus bragos
trabara cabido ba muito tempo ; mas o gas-
c3o perguntou em voz muito baixa :
Nunca vimos ura corcunda, meu ve-
lho?
Na ', que me record.
Com a breca parece-me que j vi
aquelles olhos em alguma parte.
Gonzaga tambem olhava para o homn-
culo com urna attong3o notavel.
Amigo, disse elle, pagase vista,
compreheode ?
Bem sei, respondeu Esopo, porque a
datar daquelle momento n3o teve outro no-
me.
Chaverny era o seu padrinho. Esopo
tirou urna carteira do oolso o entregon a
Peyrolles sessenta bilhetes do Estado, de
quinhentas libras' Esperavam quasi ver
aquelles papis transforraar-se em folhas
seccas, tanto tinha de phantaslico a appa-
rig3o do homnculo. Mas eram lindas e
boas cdulas da companbia.
O meu reiibo, disse elle.
Peyrolles deu Ihe o recibo.
Esopo dobrou o o ccllocou o na carteira,
no lugar dos bilhetes. Depois, batendo no
caderno :
Bom negocio dissa elle. At vis-
ta, meus senhores Cumprimentou muito
delicadamente Gonzaga o a assembla.
Todos se afastarara para o dcixar paa-
sar.
Riam so ainda, mas n3o sei que fri cor-
ria em todas as veias. Gonzaga estava
pensativo
Peyrolles e a su i gente coroegaram a
mandar sahir os compradores que almeja-
varo pelo da segrate.
Oa amigos do prino'pe olhavam ainda
Assalto a um mosteiro
Em Auxerre, pequsna eidade de Frax.-
ga, um raosteiro foi assaltadoom pleno dia.
Eis como se passaram as cousas.
A filha nica do Sr. Guillet, syniics
d'Egleny, foi entr?guo para ser educada a
urnas freirs do conservatorio de Auxerre.
Fazia anoo3 qua de l tinha sahido, os. '
nao deixou de ter rciag5:s intimas com &
freirs, en companbia dis quaes todos o
annos a passar alguns dias. Este anno a *:-
nina Guillet, joven do seus vinte aoaas
foi, conforme o costurae, fazer a sua visii.
s Agostinunas, p jr n n3o voltou mais ;
e era lugar da filha os p es tiveram *2*
bella manlia, urna carta della, annumias-
do-lhes que a sua uoica filba tinha omt
do a deterrainago de dedicar-se Oeoa.
Os paes dirigirara so iraraediatament?
convento, raasn3o lhes foi permeltiio vei-a.
O Sr. Guillet voltou no mesmo instante
carga, acompanhado cora o seu irra3a sya-
dico do Chassy, e do outros prente; e
apresentou se s irraSs Agostinianas, pedis-
do sua tilha. As freirs pozeram-se a gri-
tar em pleno coro que a jovea cao estava
alli; maa o Sr. Guillet, ajudado palos pa-
rentes, abri carainho pelo meio das reli-
giosas e entrou no convento.
Deu-sa logo principio a urna pesquisa
em regra; as portas fechadas foram farda-
das, as janellas e as vidragas fcitas ea pe-
dagos, e finalmente o Sr. Guillet aehoa x
filha.
N'um relance, a mullidlo tranquillisoo-si
e se fez approximar um carro. O Sr. Gail-
let entrou n'elle com a filha, e quando efee-
garam ra encontraran! duas mil pes-
soas quo os esperavam. A omitidlo roaa-
peu em applausos enthusiasticos, e cotts
para baixo das j jaellas do confessor iu
freirs, ondo fez uraa solemnissiraa sere-
nata.
I'ni condemnado innocente
O caso do Tangherlini, ha pouco lvrs
da prisao em Italia, cortamente aeres-
sante, porem ainda mais pedoso o Barri-
do polas folhas francezas. Em 1832, vat
tal Saussier foi condemnado a quinte an-
nos de trabalhos fornidos por acc de urna rapariga, de nome Pichn, aqoai
sustentou que elle a ti i ha violentado. Saa-
sier parti para Nova Caledonia. Tres
annos depois, processado por infanticidio,
a Pichn confessou que Saussier estava in-
nocente. Ella foi ento conderaaada a.
qniuze annos de trabalhos fjrgados, e no
entanto mandou-se a Nova Caledonia a or
Jera de soltura para o pobre condornaade
roltar Franga.
A ordem ebegou muito tarde. Emquatto
Pichn fazia a sua contissao, Saussier ex-
halara o ultimo suspiro.
contornadas, mas n3o tinham aquella ma-tatchraalmento para a porta por ou o ho-
mnculo vestido de preto acabava de des
apparecer.
Meus senhores, disse Gonzaga, em-
quanto v3o arraojar a sala, pego-lhes que
me acompanhera aos meus aposentos.
Vamos I disse Cocardasse por traz
do reposteiro, este o momento ou entao
nunca maia, vamos
Tenho medo, disse o timilo Passe-
poil. .i
EotSo, irei na frente.
E agarrou Passepoil pela raao e enca-
minhou-se para Gonzaga com o chapeo na
salo.
Irra exclamou Chaverny vendo-os,
meu primo quiz nos dar uraa comedia I
o dia dos mascarados. O corcunda nao foi
mal, mas este par mata-mouros o melhor
que tenho visto.
Cocardasse Jnior olhou para elle de
soslaio.
Navailles e Oriol esmegaram andar em
redor dos nossos dous amigos, examinan
do 03 curiosamente.
Seja prudente I murmurou Passepoil
no ouvido do gascao.
Com mil bombas, disse este ulti.no,
esta gente nunca vio dous fi algos, para
nos encarar assim 1
O alto bonito disse Navailles.
Eu, exclamou Oriol, gosto mais do
pequeo.
N3o ha mais compartimentos para
alugar; o que vem > fazer ?
Felizmente approximaram-se de Goaza-
ga/k que os vio e estremecen.
Ah disso elle, o que querem estes
dous bravea ?
Cocardasse cumprimentou com aquella
graga nobre que acompanhava todas as suas
acgSes.
Passepoil inclinou-sa mais modestamen-
te, mas como um homem que conhece a
sociedade.
Cocardasse Jnior, com voz alta e cla-
ra, percorrendo com o olbar aquella multi-
do mesclada quo acabava de escarncer
d'elle pronunciou estas palavras :
Este tidalgo e eu, coohecidos velhos
de Sua Alteza, viemos apresentar Ihe as
nossas bomenagens.
Ah I disae ainda Gonzaga.
Se Sua Alteza est oceupado com im-
portantes negocios, continuou o gascao, que
sa inclinou de novo, vollaremos a hora que
elle quizer indicar-nos.
Exactamente, balbuciou Passepoil ;
teremoa a honra do voltar.
Ttrceiro cumprimento, depois erguerara-
se ambos, com a mo nos copos da es-
pada.
Peyrolles I reconheces estes fiado*
rapazes ? perguntou Ihe Gonzaga. Lera-cs
copa, serve-lhes de comer e de beber.
Da a cad i ura uraa casaca nova, e qaees-
perem as minhas ordens !
Ah Alteza exclamou Coearifaasw-
Generoso principe disse Passepei..
Vo I ordenou Gonzaga.
Afastaram-se recuando, cumprimentaadj
exageradamente e varrendo o cb3o coas u
plumas dos seus chapeos.
Quando chegarara em frente dos garatas,
Cocardasse foi o primeiro a enterrar o cba-
po na cabega at as orcinas e levaotic
com a ponta da espada a horda franjada
da capa.
Frei Passepoil iraitou-o.
Ambos, altivos, aoberbos, de cabera le-
vantada, a mo as cadeiras, fulmiaaado
os escarnecedores com olhares erri.es
atravessarara a sala, seguindo Pryroltea e
chegarara copa onde os seus garfos eau-
saram pas.no a todos os criados do prn-
cipe.
Emquanto comia, Cocardasse Junioc di*
zia :
Meu velho, a nossa fortuna est feia
Deus o queira responda cora a boc-
ea chea frei Passepoil, sempre menos ar-
dente.
Ah 1 meu primo, disse Chaverny ao
principo quando elles sahiraro, desde que-
do te serves de semelhantes instrumeo js ':
Gonzaga langou em torno de si um otbar
pensativo o nao respondeu.
Aquelles senhores, entretanto, fallando
bastante alto para que o principe os po-
desse ouvir, cantavam um dithyrambo em
seu louvor e faziam honradamente a corte.
Eram todos nobre.', um pouco armia-
dos, finan :eiro3 um pouco avariados; oe-
nhum delles tinha anda comraettiJo uma*3-
gao absolutamente punivel segundo a le.
mas nenhura delles tinha respeitado a alvu-
ra do vestido nup. ial.
Todos, desde o primeiro ao ulti o, pra-
cisavara de Gonzaga, ou por urna com,
ou por outra ; Oonzaga era no meii deilcn
senhor e rei, como certos patriaos da aa-
tiga Roma entre a multidao fameifea de
seus clientes. Gonzaga tinha os pea a-
bigo, pelo intoresse, pelas necessidadeo *
pelos vicios.
O unco qua conservava urna porga a
sua independencia era o joven marque d*
Chaverny, muito louco para efpecsdar,
muito descuidado para vender se.
(Continuar se-haf
Tjp. do Diario ra Duque de Caziai "o. tt.

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