Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18702

Full Text
AIIO Lili IDMBBO

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)
*\

V
PARA A CAPITAL E L.UGARM! OXDE 5AO SE PltiA PORTE
Por tres mezcs adiantadoa
Per seis ditos idem......
Por um anuo ideai......
Cada numero avulao, do mesmo dia.
6^000
124000
240000
0100
S fll
CE 1
DIARIO DE
PARA OEHTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezcs adiantadoa.............. 13500
Por nove ditos idem................. 200000
Por um sumo dem........' 21&00Q
Cada numero avulso, de das anteriores........... 100
BNAMBUGO
$)r0priirai> te Jttamul ^tgudra l>e Jara 4 -fttljo*
Oa Srs. Amodee Prlaoe C
de Pars, silo os nossos agentes
exclusivos de aunando* e pu-
blic jcops da Franca e Ingla-
terra.
Aviso
Aos Srs. subscriptoras deste Diario avi-
sa a respectiva direcc3o que, do i. de
Janeiro prximo era diaate, far-se-ba a ar-
reoadacao das assignaturas pela forma se-
guate :
Na cidade do R:cife e lugares para onde
nao se paga porte, 6^000 por trimestre,
adiantadoou durante o 1.* mez do mesmo
trimestre, 6500 nos 2 e 3. mezcs.
No ti u do trimestre ser suspensa a re-
messa do Diario aos que nSo tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Fora da cidade, nos lugares para onde
sa fazem as remessas pelo correio, 13#500
por semestre, pago as mesmas condicSes
cima.
Aos quo quizercm pagar o anuo alian
tado, faz-se-ha o abito da i#000, par ato-
dos os assignantes.
TELEGRAMMAS
SEB7IS3 PASIIWLa3 DO SIABIO
PARAHYBA, 4 de Dezembro, s 12
horas e 30 minutos da tarde.
Aqai ebegou enla mataba o paqne-
lo nacional BAIII.l. procedente d o
norte. Segu 6 tardinba para Per-
aiiiliuco.

sssti;: da ::s::: savas
(Especial para o Diario)
PARS, 3 de Dezembro, tarde.
4 Cmara dos Depntadoa em ama
eiMo de boje, rejeltou o crdito
pedido pelo governo para a naanii
tenco don oub p'cfclloi.
Apon eN*e voto da Cmara, os ml-
nlutros deram siias dcmlisc.
O general Pittl. che fe da casa mi-
litar do presidente da repblica,
acba-se grovemente doente. Impl-
ranilo o sea estado serlas inqulela-
rSes.
LIMA, 3 de Dezembro.
Formn-se nm ministerio peru-
viano sob a presidencia de Solar.
LONDRES, 4 de Desembro.
lien-si; iimt cxploso de fogo grl-
M>ii as minas de Durbam.
icni do damnos materlaes resol-
ta its do desastre, bou ve cerca de
SO victimas.
BUENOS-AYRES, 4 do Dezembro.
Em todas as regies Infeccionadas
de cholera morbo* deram-se. as
ultimas 94 horas, clncoenta casos
novos e trlnta e quatro bitos.
COMMERCIAES
LIVERPOOL, 3 de Dezembro.
ASSUCAR.Mercado calmo.
O de Pernambuco n. vndese
O cta. por quintal-
AltGODO Calmo, preros susten-
tados.
O FAIS de Pernambuco vende-se
a S.'io d. por libra.
viiderame SiOOO fardos.
NEW-YORK, 3 de Desembro.
ASSUCAR:Calmo, preros susten-
tados.
O FAIR REFIN1NG de Pernambuco
vndese a i S/S cents, por libra.
LIVERPOOL, 4 de Dezembro.
ASSUCAR. Carmo. um pouco mals
procurado.
ALQODAO .-Calmo, negocios so por
especulara* pelos precos balsos.
NEW-YORK, 4 de Dezembro.
ASSUCAR Precos em ser. susten-
tados* a* ebegar. Tendencia duvl-
dosa.
Agencia Ha vas, filial em Pernambuco,
4 de Desembro de 1886.
INSTRDCqO POPULAR
HISTORIA ANTIGA.
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO X
Os fi E SOS
Continuai^ao)
Dividi Soln o pova em quatro classes, segun-
do o rendimento do cada um. Os cidadaos das
tres primeiras ciaasea eram os nicos que poJiam
ejercer cargos pblicos ; os da quarta, composta
da nfima plebe, eram admittidos a votar as as -
semblis publicas, das quss se excluiam os estran-
geiros. Decretou a pena de morte contra todo o
archontc que se embriagasse, e decl-.rou excluido
da tribunae indigno de fallar ao povo todo o homem
de vida deprav da. Eatabt leceu que os archontes
se ioformassem da oceupaco de todos os cidados
e que deelarassem infames os que persistissem na
ociosidade, depois de por ella terem scffrido tres
condemnacoes. Dccretau qu i o estado sustentar-
se at idade de vintc anuos todas os filb>s djs
cidados que m^rressein no servico da patria.
Das leis draconianas apenas conservou as que
eram dirigidas contra os assassinos. Nao fez lei
penal contra o parricidio, porque nao julgou possi-
vel que tal crime se commettesse em Atbenas.
Para tornar duravcl a ana Icgislacao, fel gra-
var toda em pranchas de madeira, e depois sabio
de Atheaas per algum t -mp) para ir estudar a sa-
bedoria das antigs naces da Oriente.
Quando regressou, aotaves acontecimentos o
esperavam. Os part ios tinham re-apparecida e
das lutas entre elles tinha surgido a tyranu a de
Pis3trato, o qual, sem abjlir a const tuico, exor-
cia tal influencia, que dominava todos os magistra-
dos. Pisistrato duas vezes foi expulso do poder e
de Atbenas : mas duas vezes conseguio recuperar
o governo, que por in conservou at morte. De-
pois desta su 3cederam-lhe seus dous fihis IIp-
parco e Hippias, que governaram conjunctamente ;
mas em seguida houve novase continuadas dissen-
ces, at o tempo de Th m'stoel- a, na qual a Gre-
cia, engrandecida cem as conquistas de Milciades
e arvorada ja em verdadeira potencia martima,
vio anda o seu poder naval accrescentado com
200 Daros, mandados construir com o producto
das miuas de prata de Laurion.
Foram esta armad poderosissima, e o valor e
pericia dos scus generaes. que aalvaram a Grecia
das esaedic -s contra ella organisadas par Daro e
X- rxea, de que ja fallamos no capitulada VII des-
te livrinbo.
Foi sobre todos notavel ua Grecia o periodo des-
t is guerras e o tempo que se lhes seguio. Appa-
reccram enio distinelissimos generaes, e cxcellen-
tes estadistas; e o povo grego, nao obstante o seu
animo irrequieto e o seu espirito sedicioso, parece
que reprimi todos o; ardores que podiara ser pre-
judicios causa publica, para a dar livre curso
a todas as tendencias conducentes ao engrandec -
ment da patria e sua victoria contra os ataques
dos inimigos.
Por esta epocha appareccu Pericleshomem de
tal mrito, que deu o sea nome ao secuto em que
vvou e em que a Grecia foi o grande f.-o da civi-
lisaco do mundo.
Era filho da Xaothippe, o vencedor de Mycale.
Educado pelos stbios mais notaveis do seu tempo
m jstrou-se desde a adolescencia muito instruido em
todos os ramos do saber humano. Apezar de estar
pelo seu alto nascimento destinado s aer chefe de
partido aristocrtico, que no comee da vida delta
tinha a maior influencia em Alhenas, esposou a
causa do povo, fazendo-se ehete do partido demo-
crtico. Fez reformas profundas, em que cerceou
as attribaces dos altos poderes do estado em be-
neficio do povo. Em virtude d'essas reformas,
todas as iunecoes publicas, anda as mas elevadas
ficaram sendo aacessiveis sos cidados mais hu-
mildes, contanto que a sorteou as eleices aellas
os chamasaem.
Como o imperio sujeito pequea cidade de
Atheuas fosse demasiado vasto, para que ella pu-
deae mantel-o sujeifu, Pericles expedio numerosas
colonias que nao fonraram, como as anteriores,
cidades iudependentea da metrop .le, mas sim for-
talezas e estab'lecimentoi militares que manti-
nham na sujeicao a Alhenas os paizea onde exis-
taos.
Nao teve Pericles saente em vista a grandeza
e o podero dx Atbenaa ; cuido j tambera da gloria
d'ella. Ch-ijiou pira all todos os hoitens emi-
nentes que ento havia na raca hellenica, os quaes
todos para l coocorreram, como para a capital
da intelligencia. Celebra vara all featas espen-
didae. quo ar.rahias enorme concurso de todaa as
povoacoes gregas.
Alhenas chegou assim a ser um dos mais inten-
sos focos de civiliaacSo que o mundo tem visto
Ao lado do eminente vulto de Pericles, viram-se
ento all brilbar : Sophocles e Eurpides, dous
dos m a lores poetas trgicos conhecidos ; Lyaias,
orador eloquentistimo ; Herodoto, narrador admu
ravel ; Aristophanes o maior poeta cmico daanti-
guidade ; Pbidias, mais Ilustre dos ceus artistas ;
Apollodoro, Z-uxis, Polygnoto e Parrhasios, pinto-
res bastante celebres ; Anaxagorai e Scrates,
pbilo3opho3 notabiliaaim s. Ainda depois deateg
vultos de primeira ordem viera Eacbyls, Tbucydi-
des, Xenophonte, Plato e Aristteles. Atbenaa
teve par aquella epocha, a honra de ser nao t a
niestra da Grecia -, como Ihe chamaram, mas
tambera a mestra do mundo,
Depois de vencida a batalha de Satamina, ti-
nha se Atbenaa collocado i frent- de urna confe-
deraca dos gregos insulares e asiticos, afim de
proseguir na guerra contra os Persas; mas tint-
se os alliados caneado de combater, havia ella ac-
ceitado os seus tributos em v-1 de contingentes
militar, s e continuara por si s a sustentar a tac-
ti, no interesse commnm.
Depois da guerra, continuoua cobrar os meemos
tributos, pretextando que precisava estar prompta
para impedir urna nova invaao. s a.liados, com
o tempo, entenderam que era duro estar a pagar
para aa featas e para os monumentos de Attuas;
e quuinram-se.
As suas qu-'ixas, porm, foram duramente repel-
ldas, pelo que elles dirigiram as suas aopplicas a
Esparta. Esta, ciosa sempre da grandeza e das
glorias de Atbenas, procurou formar urna liga con-
tinental, cujas forjas oppuzesse a ds cidade ma-
rtimas e insulanas snjeitas aos atbeoienses. A
principio bouve sbi tarde t.rnou se geral a guerra, depois do ataque
de Platea (alliada dos atbeuienses) pelos theb.nas
(alliados de Etparta). Essa lata conhecida pela
designacio de guerra do Ptloponeso.
iContinu)
xnn icencio Mendos Lopes de Mendonca.
- Indeferido.
Jos Paulo Botelho. Indeferido.
Joao Piheiro de Oliveira. Informo o
Sr. commaodanta superior da guarda na-
cional da comarcado Panellas
Mujer Justino Rodrigues da Silveira.
Fornesa-se.
Cap tilo Juila Justiniano da Rocha.
Sejara concertados.
Jos Marques da Silva. Deferido com
officio ao Sr. brigadeiro commandante das
Armas.
Capillo Jos da Costa Reg Lima. ~
Sim.
sidente do conselh j e ministro do reino j sahio a
pasbiio de carruagem e no dia 19 andou com sua
esposa e filhas, passeando na Avenida, quo est
sendo, outra vez, o rendez vous do high lfe entre
s 3 fi e s i 1/2 da tarde.
O grande acontecimento esperado a festa mi -
litar no Colyaoo em beneficio dosdois infelizes sol-
dados de artilheria que perderam os bracos p r
occasio da salva no forte do Monte-Cintra em
Sacavem quando entra va em Portugal 8. A a
princeza Amelia de Orleans, hoje daqueza de Bra-
jjanon, A gentil e bondosa senhjra e 8. A. tieal
o principe D. Carlos mandaram entregar um do-
nativo avuitado a cnmmijs > promotora da festa
e de quo presidente o general de divisa > Jos
", de S Carneiro commandante da 1* divi-
sa litar. J comecaram os ensaios de todaa as
Rodrigo Carvalho & C. Informo o Sr.
director do Arsenal do Guerra.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 4 de Dezembro 1886.
O porteiro,
Francelino Chacn.
Repartlco da Polica
Secsao 2*N. 1174.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 4 de Dezembro de
1836. -Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram hoiitem resolhidoa Casa
de Detenco os seguintes individuos :
A' minha ordem, Antonio Jos Rodrigues, remet-
tido pelo subdelegado da Varzea, como vaga-
bundo.
A' ordem do Dr. juiz do commercio, Thomaz
Jos de Mello, asompanbado de mandado, preso
em virtude de carta precatoria viuda do juiz do
conmercio de Nazareth.
A' ordem do subdelegado do Recife, Febrcnia
Isabel da Conceico, por uflvnsas moral publica.
A' ordem do do 1" districto de S. Jos, Lucia
Francisca das Chagan, Josioa Jovina llrasiltira,
por disturbios.
A' ordem do de 2 districto, Jos Clandino da
Silva, Maooel JoaquimTavares Goyanna e Emilia
Mara da Conceicao, por disturbios.
A' ordem do do 2 districto da Boa-Vista, Mi-
guel Bellarmioo do Espirito Santo, por disturbios.
A' ordem do do Io districto de Atogados, Ma-
noel Radopiano da Cruz e Laurindo Bernardo Fer-
reira, por disturbios.
A" ordem do do Io districto do Poco, Juvencio
da Costa Franca, disposicaa do Dr. delegado do
2 districto da capital.
Cammunicou-me o delegado de Gamelleira,
em officio de bontem, que no povoads Ribeiro, 2o
districto daqelle termo, Antonio Jos Pereira,
travando luta com Jo' o Manoel do Nasc mtnto,
resultou sahir della este ferido com tres facadas.
Os ferimentos foram considerados graves e con-
tra o delinquente, que foi preso em flagrante, pro-
cede-se noj termos do ioquerito policial.
Dcus guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe de
polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro l'roviucial
despachos do dia 4 de dezembro
de 1886
Joao Baptista de Oliveira.Hija vista ao Sr.
Dr. procurador fiscal.
Miguel Joaquim de Carvalho Cear. Certifi -
que-se.
Ponto da secretaria da presidencia.Ao Sr. pa-
gador para os devidos fios.
Mara Augusta Pereira de Magalhea, Joaquim
Q urina Villarim, Francisco Jos de Almeida &
O., Franjelint Sabina do Monte, Valentina Mana
da Couceicao e Santos & C.Informe o Sr. con-
tador.
Adolpbo Targiao Accioli e Candido Alexandri-
no Borgea Uehoa.Cumpra-se, registre-se e fa-
oam-se os assentamentos.
Manoel Campos. Observe-se o disposto no
art. 109 1* do regulamento de 4 de Julho de
1879.
Joo Walfredo de Medeiros.Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Jao Ferreira Viilela de Aranjo.Facam-se as
notas da portara de licenca.
Inspectora geral da instrucco
Publica
DESPACHOS DO DIA 3 DE DEZEMBRO DE
1886
Antonio de Anelaia Patricio, proteaaor publico.
Defcoda-se p-lo meio eatabelecido no art. 174
g 2 e 7 do regu amento vigente.
Marianna da Silva de Jesua, professora publica.
Cumpra-se e registre-se.
Secretaria da instruccSo publica de Per-
nambuco, 4 de Dezembro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
?A8TE UFFICiJ*.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 3 DE
DEZEMBBO D \S6
Anglica Mana Roberto de Jess. In-
deferido em vista da intormacSo.
Antonia Mara da Conceiyao Ibiepina.
Informe o Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordia do Goyanna.
Francisco II nriquedos Satos. O sup
plioante j foi attendido s^guodo consta de
infcrmajlo.
\.0 .as dos corpos da guarnico de Lisboa, reu
nidas soba batuta do maestro Gaspar. A einpre-
Jos jnpes da Silva. Rcqueira a auto-isa de S. Carlos permittio que os coristas vo all
i Jad < indiciara. Ideaewpenhar urna cancio guerreira do-Raide
1 Laborede Maasenet.
Os editores da partitura j polo teegrapho con-
cedern) a solicitada licenca.
Parece que, a semeihanca do que n'outros pai-
zea ce tcm feto, alguna offijiaes do exercito por-
tugue tomaro parte no espectculo. Este, na
sua grande maioria, constar, segundo se diz, de
exercicios de alta gymnastica e de equitaco exe
cutados pelos socios do Real Gymnasio Club. Es
tava a festa para aer h jo, mas cuvi dizer que
tinhi sido adiada.
El-Rei e 8. M. a Rainhatem patrocinado mui-
to este pensamento generoso.
Nio me lembro se chegaria dizer-lhes qu e por
traz distaque se ve, anda o que si nao v,
quo urna intriguinba militar, que, a maneira da
bola de nev, adquire vulo de instante para ins
tante.
O director geral de artilheria, o general Cor-
deir ijApareco ter ficado muito ag-istado com a
eoinmfaso promotora da festa por so lhe na ter
dirigido o primeiro lugar, solicitando do general
S Carneiro que aceitasse a presidencia e pro-
curando o ministro da gu rra, Visconde de S.
Januario, o qual immedatamenie adherio a idea,
applandindo a. Ora, anda mesmo que cato mi-
nistro entendease quo nao era completamente cor-
recto, em presenca dos rogulamentos militares, a
forma collectiva que tinham empregado os offi-
ciaes que fazcm parte da commisao, que lbo ha-
via de fazer se o fira era to reconbeci lamente
humanitario o se i a esse tempo el rei e a familia
real havia acolhido com sympatbia o pensamento
da commisao.
Parece, porm, que o commandante : eral de ar-
.thr.a quo nao teve a menor duvida em moa
tra' n sru desagrado commisao e contribuindo
Com 'uJo para a feata pecuniariamente, diz se
que na tenciona comparecer, nem elle itera os
offi -es que oceupara quuesqaer encargos na di-
rec \i geral de artilheria.
P.ia aquilla que a commisao dos artiiheirn.
fez, pode se realmente encabefa: em mani/estagao
collectiva.
Debate-se calorasamr-ute na imprensa poli-
tica se o governo proceder bem solicitando do
chtfo (lo poder moderador a dissoluco das cortes,
antes que a maioria da cmara das deputados
unan/este o seu desaccordo com o ministerio. Por
outr.r ineiste-se em dizer que mais dia menos
dia. apparec t o decreto dissolvendo as cortes,
antes da abertura do parlamento ; e como o prin-
cipio em que se funda este boato encontra defen-
sores, at mesmo na imprensa nao progressista,
os o motivo pjrque a imprensa regeneradora mais
hostil contesta ao governo o direuo de tazer.
J foram nomeados os Juizes e agentes do
mioiiterij publico para os tribunaes adminiftra-
tivos, em virtude do novo cdigo vigente.
Regressou de Macau o ex-governador da-
quellaposscssoo conselheico Thomaz Rosa.
Est se tratando da organisaco de um cent, o
militar em Lisboa, aemelhanca dos que ha em
oulros pases, na H-.-spanha, por exempla.
No sabbado passado (20) celebrou se urna
reunio preparatoria. Os velhos generaes rigo-
ristas, que pensam como o commandante geral de
artilheria manifeatou pensar a proposito da gran-
d festa projectada em beneficio des mutilados de
Sacavem, que nao ho de ver com bens olhos oa
preliminares para a organisaco do mencionado
ceutro.
Foi decretado o levantamento da carta agr-
cola do paiz. E' digno de ler-se o relator o que
precede o decreto :
< Havendo o decreto com forca de lei de 28 de
juibo do corrente anno antorisado o governo a or
ganisar convenientemente os servicos agrcolas a
cargo da direceo geral de agricultura do minis-
terio das obras publicas, commercio e industria ;
< Seodo certo que a base onde devem rmar-se
conscienciosamente os successivos aperfeicoamen
tos na legisuco respeitante a um determinado
ramo de servido publico reside na deduc;o exac-
ta e positiva das qualidades peculiares a elle in-
herentes e no conbecimento seguro das ovolucSes
que oelb se operam em dadas epachas e designa-
das candicSes do eu desenvolvimento ; e
Por aso, sendo a estatisfica a fonte primeira,
seno a nica, de onde devem emanar os elemen-
tos precisos pra que, assim as regios especula-
tivas da sciencin, como as estaces ufficiaes de
governaco publica, se imciem e pubiiquem, no
interesse do pas e com o legitimo favor da opi
nio, reformas inuteis e exequiveis ;
Attendcndoa que de varias tentativas feitas
em Portugal para a elaboraco da estatistica
agrcola, desde os fina do seculo passado at ao
presen'e, nenhuma logrou xito appetecido, par-
que, alein de outros motivos, alias de fcil aven -
guicio, os systemas adoptados, e que nada pro-
duzram, careciam principalmente de fundamento
e solidez que b po lem derivar do adastro, on
de ama carta agrcola bem or^aniaada ; por isso
quefia iuutil esperar que par meras informacojs,
sen nexo nem apoio garantido, se poleas ter
noticia afiancada da extenso das culturas, das
suprfio.is arborisadas nn das reas dos baldos,
e, aiuda in'-nos, do inventario das prolucco s e do
renimento das explcraces agrcolas em as di-
vena a regios do solo ;
Considerando que nos mais adiantadoa paites
da Europa da America tem este assumpto, mais
ou monos caba'm-nte, coutr buiudo para a ava-
lici da riqueza territorial, pir to justo titulo
considerando o eateio da autonomia uaciooal ;
que, ainda ltimamente, pode a Franca, na es
pac d i tres anuos apeuaa, proceder a urna nova
avtlincio dos seis reudimentos territoriaes, gr*
ea plauU cadastral que ella possue em grande
escala, e que os ltimos e to apreciados ettu los
sobro a iconnoaia agrinola e rural feitos nt Bl-
gica segurara uto se aevem att ibuir ao auxilio
da sua carta topigraphica ua escala del: 0.00'.),
verdadeira carta aercola ;
< Nao etistindo no nosso pais trabalhos desta
ordem que faeultem aoa poderes pblicos os ele-
mentos iudispensaveis para a reolucia aos graves
pr blomas di adininistraco geral. qu sob o popto
le vista agrcola mal tem obedec lo a principios
defiuidos ou a preceit >s colbidos da pratica e da
deJueco lgica d>s factos, e, por ieso, convindo
aproveitar, nos termos ao decreta com torca de lei
de tk de julho do corrente anuo, o auxilio d p S
toaltecbuico de obraa pU3ca, sem prejuizo dos
servicos easenciaes da aua compe:enci, para que,
em c ncurrencia co .. o peaaoal technics da direc
cao geral de agricultura, so possa -bter, em nm
numera de aun -a, t-lvez nao superior a cinco, e
sem novos encargos para o tbeiuuro, o inventario
da n<>s*a riquesa territorial, isto todos os ele-
meneos ueoeasaii s pira o eatudo da economa ru-
ral e das verdadeiras necesaila lea da vida agr-
cola em Portug I, hei por bem decretar o se-
tinte.
EXTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Pernambuco
PORTUGAL Lisboa, 23 de Novembro
de 1886
O partido progresista oa para fallar ltns na
lingnagem vulgarmente empregada uestes casos,
o governo gaobou as e-eicoea administrativas, em
quasi toda a parte. En 2u9 concelbos ganharam
os progressiatas em 191. Quer dizer, em todo o
reino ha actualmente eleitas apenas cinco cma-
ras muuicipaes com maioria regeneradora, sen o
duas do Sr. Vas Preto (chefe da fraeco contti-
tuinte), a urna republicana, em Orndola.
L r lmente de grande signifioaco poltica o
resultado geral das eleico a administrativas- Nao
obstante o modo pouco edificativo como se acha-
vam urg misados os recenseamentos em muitos con
ceibos pelos regeneradores, nao obstante as docia-
racd-a da eppoe.focontra as roppostas violencia!
da au;oridnd(\ nao obstante o haver permanecido
no poder o partid i regenerador seis annos, duran-
te os quaes montara tranquillamente as suas ma-
chinas eleitoraes, o facto que as eleicoes de 14
do corrente, tenas com soceg, foram dar ao go-
verno urna victoria, que parece desde j garantir-
Ihe a das eleiccs para o parlamento, logo que a
ellas se proceda.
Diro talvez, a se um governo for inepto que
deixa perder as eleicoes, como o celebre minUterio
primavera, de que reaam as nessas tradiccS s elei-
toraes. E muitos accrescentam : se ainaub vol-
tasse o mando para os regeneradores, a arma dar
Ihes-bia o mesmissimo tnmrpbo que o gabinete
progressista agora alcaaceu.
E' possivel, entretanto forcoso confessar que
os principios do tolerancia n liberdade eleitoraL
te instantemente recommendadas pelo actual atn
no, toram mautidas e a ordem nao loi perturbada
as asoemblae.
E-certo, pais, que s verncoes e juntas geraes
que acabam de ser eleitas aaaiate grandisstma re.
ponsabilidade e lhes cumpre provsr de remedia
aos males profondos de .me se queixam os muni-
cipios e os distrietos.
O Sr. conselbeiri.|Jo* Luciano de Castro, pre-
Os trabalhoa comecarao ainda no presente anno
econmico e deve tambem precedor-se estatistica
agrcola geral. A carta ser levantada na escola
cborogrupbica de 1 por f 0.0 0.
Fui agraciado com o titulo de Visconde de
Alter, em vida, o Sr. Antonio Mendo Caldeira de
Oastello Branco, bacbarel em philosophia e abas-
tado proprietario em Alter do Chao, e cam o ti-
tulo de Visconde de Silves, tambem era vida, o
Sr. Francisco Man el Pe-era Caldas negojiante
e proprietario em Silves.
E' amanh que devem ser julgados os cum-
plices de Soriano no celebre casamento limula-
do facto este que tanta sensaca produzio em
Lisboa.
Os suppostos reas foram presos ha muito mais
de um anno I
Q-ier dizer que ha todo esse tempo que elles es-
ta sendo cada vez mais prejudicados pea* de-
moras inenveis con que ainda entre ni corre a
adminiatraeo da Justina.
Se farena absolvidos, quera os indemnisar ?
-~ Na igreja dos Congregados (Porto; cele-
brou se domingo 21 ama missa em accao degra-
das pelas melhoras do Sr. presidenta do conselho
de ministros.
i Hontem realisou-se no ealo da Trindade a
seaso solemne para abertura das aulas da Real
Academia de Professorc3 de Msica, tendo em se-
guida o 13 coacerto (Io da 4-1 serie).
El-rei piesidio sesso, distribuindo os premias
aos alumnos que no passado anno lectivo obtive-
ram a claaaificac de diatiuctas, e no numero dss
quaes figurara duas senhoras.
Ha poucos dias chegou a Lisboa o Sr. Mr-
quez de Pomares (O. Luiz d3 Carvalho Daun e
Loreaa) o qual bievemente assaaair o cargo de
govemador civil desta districto pira que tora no
meado quando o partida progressista eutrou para
o poder.
Interinamente o Dr. Martinho Terreira gover-
nador civil substituto, que tem deaempenhado
essas funecoes.
A' assembla dos re are3entaites dos centroa
rupublicauos de Lisboa foram apresentadas as
seguintes bases para a sua organisaco :
Ia Fuso dos clubs republicanos do muni cipio
do Liaboa; y
2" Creaco de/quatro centros ropublicanos (om
por bairro) comtos nomes de centro republicano do
lo, 2o, 3o ou 4o Vairro ;
3 Creaco de dettgaco's eleitoraes por fregu-
zias permanentes, podendo usar dos nomes dos
clubs em coja rea se encontram ;
4* Creaco de pequeos institotas onde se en-
sinem, alm da iustrucya primaria (e mesmo se-
cundaria, se for pos-ivcl) as disciplinas que com-
poem oa cursos industriaes ;
5* Jreaco de aulas de esgrima e carreiras de
tiro :
6 Abertura permanente de exposicoes indus-
triaes ;
7* Os centr.s sero regidos por estatutos iguas
e elaborados par um i commisao eleita pelos qua-
tro centros ;
8 Cre ?o de um fundo de reserva para o co-
fre de resistencia do partido. Un regulamento
especial indicar como deve' aer obtido e admi-
nistrado este funda, e as applicacoes que poder
ter, bem como quaes os cargos que delle tomaram
canta ;
9.a Creaco de ama quota especial nao obriga-
toria, cujo producto reverter em premio, que an-
nualmente ser dado aos operarios que, nas expo-
sicoes industriaes, melbor se distinguirem nas
suas respectivas seccoes;
10.a Creaco de urna commisao especial, com-
posta de socios dos quatro centros, que ter a seu
cargo as retacees com o directorio do partido re-
publicano portugus e a direceo dos centros,
afim de evitar toda e qualquer desbarmania, di-
viso de escolas, ou dissenso que redunde em
prejuizo do partido republicano.
Como se v, o partido republicano trata de me-
lhorar a saa organisaco, consco de que s d sin-
telligencias que tem lavram no aeu gremio, deve
attribuir-ae pouca ferea que ainda tem. En-
tretanto nao ella to insignificante como se pre-
tende fazer acreditar.
Foi decretado que se facam tambem este an-
no as eleicoes de juizes de paz, devenda para esse
fim os governadores civis dos diversos districtos
designar os dias em que ellas devmn fazer-se. ob-
servando as disposicoes do art 31U 30 do cdi-
go administrativo e a mais legisla;a applica-
vel.
Os temporaes impediram bastante, na pri-
meira quinsena de Novembro actual o progresso
dos trabalhos do porto de Leixoes, pois que du-
rante aquella periodo apenas seis dias se apresen
taram aoffiriveia, ao passo que outros foram de
temporal violento, e outros tres santificados.
Apesar d'isao, das pedreiros de S. Gens extrahi
ram se 3,613 metros cbicos de pedra em 898
wagons. *
O raolha- norte na avancou, mantena se a ex
teneo anterior da 419>n.GS; mas immergiram-se
nos enrocamentos 1,317 metros cbicos do pedra,
sendo 601 de obras artificiaes e effcctaaram-6e
815 metros cbicos de alvenaria, sendo 63 de
blocos artificiaos.
O.molhe sul avancen 2>u,15, ficando em474m,S0,
tendo se immergido nos eorocameutas 2,374 me-
tros cbicos de pedra, sendo 520 de blocos artifi-
ciaes ; e fizeram-se 822 metros cbicos de alvena-
ria, sendo i 62 de o locos artificiaes.
0 numero de jornaes consumidos nas pedreiras
ioi de 5,5 5, no estalero do molhe norte de 3,639;
no molhe sal de 4,034 ; sommanlo 12,728, que p li-
dias effectivos de trabalho d a meda de 1,272
operarios
Sepultou-so no dia 6 a Exma. Sra D. Maria
Lttino Coelho, irm do distincto acadmico e nos
so amigt o Sr. Jos Maria Litiua l'o lbo. Um
numeroso cartejo de collegas e amigas de S- Exc.
acompaohou a fiuada ao ceniterio, prestando-lhe
assiui as ultimas homenage ia.
El-rei e 8. M. a minha vo passar alguna
dias no Aifeite para o que se esta fasendo no
palacio os n-cessarios preparativos.
O Diario de hontem publictva a seguiute
carta de lei :
D. Luiz, por gra?a de Deus, re de Portugal a
dos Algarves, etc. Faz-moa sabor a todas os
nossos subditos que as cortes geraes decretaram
e ni qu remos a tai seguiute :
Art. 1. A diaposicaa do n. 2 do % nico do
art. 10 do decreto el toral de 30 de Setembro de
1852 nao 6 extensiva aos pares temporarios.
- nico. O par temporario que tor eleito depu-
tado, dever optar pelo lugar de par ou de depu-
tado, no prazo de 8 dias, a contar d'aqualle eua
que tor a^provud a sua eleico pela cmara dos
ocpuia^oa, calenden lo-se qae, na falta de deca
raco.^jta pelo lugar de .debutada.
Artigo 2 Fie* aa.-ira interpretado o artigo 2 1
un co u. 2 do decreto de. 30 dd Setembro de
1852, e revogala a legislnco em contrario.
Maudamos prtanlo a todas as autoridades, a
quem o couhecimeuto e ex<-cuco da referida le
perteocer, que a cumpram e faca-n cumprir e
guardar lo luteiraua uto coma n'ella se coutm.
O presdeme do coHSeiha de ministros, ministro
e secretario de estado doa negocios do reino a fa-
ca imprimir, puolicar e correr. Dada no p-.$i da
Ajuda, em '21 de Abril de 1886.El-rei, com ru-
brica e guarda.Jos Luciano de Castio.
A demora na publicaco d'eati diploma, c ijo
autographo constava ter se perdido, origiuau um
certo motim na imprensa da oj'posico, quo sup*
puuha, ou fi.igia suppr que O governo estava de
proposito d m >raodo a promuigaco da lei para
prejud caros interessados.
Vallando anda a um a-aumpto de qua me
oceup i no principio desta missiva, o da dissolu-
1 cao das cortes, consta que effecti vstente a ques-
to de serem dissolvidas antes do dia 2 de Jane!
rofoi apresentada e ventilada em conselho de mi-
nistros, man que nao estando todos desse accor
do, a proposts for* poeta de parte.
Segundo um telegramma viudo hontem de
Roma, nao se trata da reviso da recente concor-
data entre a Ssnta S e Portugal; mas que as
novas variacoes versaro apenas sobre algnns
pontos que se nao tinham decidido. -aS
Tem continuado as sesadea da vereac^o mu-
nicipal. Abandonou-se depoia de longa difeus-
so o projecto de dar maior Mnplitude ao calceta
ment de madeira nas ras da capital. Um quar
teiro da ra do Ouro est calcado com cabos de
madeira vai para dous annos a titulo de experien-
cia. Outra appicaco que a cmara municipal
pretende que se de aos lucros que Ibe resultan) da?
converso dos ttulos da sua divida, a feitura do
parque da Avenida da Liberdade, e a eonstrac-
co de casas baratas para operarios. Os mem-
bros republicano? da vereaco, taes cemo os Srs
Elias Garpia, Consiguen Pedroso, Mancel de Ar-
riaga e Theophilo Braga, tem tomado urna parte
muito enrgica n'estes debates. As sesees sao
publieas e os jornaes do Lisboa trazem todos os
dias um intereasante b ale tira do que all se passa.
A empreza de S. Carlos vai pasaando urna
existencia, ao que parece, atribulada. A compa-
uhia pais que regular; a Tbeodorini urna ce
lebridade. mas o publico, o.i por fatigado de tan-
tos e to extraordinarios gastos com festas neste
anno, ou por outra qualquer raso, deixa as vezeB
a magestosa sala d'aqueile tbeatro muito desps
voada, apesar da sedueco da luz elctrica.
La,
INTERIOR
Correspondencia do Dlaro de
Pernambuco
RIO GRANDE DO NORTE -Natal, 30
de Novembro de 1886
Desde o dia 26 do carrenta qae terminaran) os
exames geraes de preparatorios qae se procedec
na provincia, de conforroidade com o recente de -
creto n. 9467 de 2 de Outubro ultimo.
Felizmente, para honra de masa trra, o resul
tado de tacs examea foi um protesto eloquente
contra a fama de que gosava, e com prazer regis
tramos esta noticia.
Em portugu^z, foram approvadas plena
mente 9, simplesmente 8, repravados 9, deixando
de responder chamada 1.
Em latim foram aprovados somente 2, sendo
reprovados 6, deixando de comparecer 3.
F.m francez, foram approvados plenam ente 2,
simplesmente 8, reprovado 1, e deixou de responder
a chamadr 1. '$
Em Arthmetica, dos 22 inscriptos, apenas foram
approvados 4, sendo 6 reprovados e deixando de
comparecer chamada 12.
Em Geometra, que se etereveram 9, a penas 3
foram approvados, sendo reprovados 5, e faltando
chamada 1.
Em Geograpai, somente 1 fai approvad o, sendo
3 reprovados e deixando de ser admittidos a exame
4, por ne se terem habilitado com o sea exame de
Geometra.
Na banca de Historia nao foi un s apwwai-
tado,! Inscreveram-se 7, e apenas 5 fiaeram exame,
sendo reprovados.
Este ultimo resultado, desconcerteu mnito a
rapaziada, e assim que em seguida, tendo de se
proceder aos exames de Rethorica, apenas nm se
animau a fazer exame, tenda sido approvado, fu-
gindo os demais inscriptos.
Nao houve exama de Philosophia, em que
havia 11 inscripcoas, por na si terem habilitado
com outros exams, na forma do decreto.
E' assim que o Rio Grande do Norte erguer seas
crditos, e respoader s njustijas que lhe fazem
O ilustrado presidente da provincia, Dr. Pe-
reira de Carvalho, espirito activa e observador,
tem, desde qae tomou posse, e em dias indetermi-
nados, visitado algumss reparticoas publicas, in- .
cluaive a forialeza dos Santo Res Magos.
8. Exc. animado doa melhores desejos e inten
ces de prestar provincia que lbe foi confiad*
a maior somma de beueficios possveis, vai obser-
vando todo por si, tomando cor.hecimeuto de suas
palpitantes necessidades, e sem despander se de
sua mais constaute prcocupaoa estado finan-
ceiro da provinciaprocura tambem fazer os me-
Ihoramentos materies poaaiveis e mais urgentes.
__E' aasim que, tendo obaervado o antigo qnar-
te.1 de loha, e vendo o estado a qae se vai reda-
zndo um dos melhores proprios nacionaes quo
possuimos, S. Exc. procura, segundo somos infor-
mados, obtar do governo imperial os meios pre-
cisos para reparar e tornar preatavel aquelle edi
ficio.
EffVctivameote, pena q'ie ee deixa de apro-
veitar um propris nacional em to b-aas condicoes,
par causa de ama dtspez* relativamente, insigni-
ficante.
Eui 1883 oa 1884, segundo nossa memoria, urna
das adminiatracoea liberaes, sendo informada que
urna parte d'aqueile predio ameacava desaba>
ment, tomou a providencia de mandar tirar a
cabertura, e retirar d'alli a farca publica, que
desde into tam estado mal acommodada .em duas
casas pirticulares alugadas para tal fim, e pelas
quaes p-ga o estado cerca de 150*000 mensae,
O edificio nao somente na desabou at boje,
como, segunda infarmacoaqaoS. Exc. tem po dido
colher.e obaervag> propria, reclama apenas con-
certos, n'um dos lados do predio que esta desa-
prumado, e em coosequncia de ter estado expasto-
ao tempo, o seu madeiramento precisar ser s ub-
tituido por outro novo.
Una servio. bem dirigido, com bastante economis-
o rigorosa fiacaliaaso.n) excedeudo as despezal
talvez de seis contoa de ris tornar aproveitave
este imprtante edificio, e trar economa ao esta-
do, porque deixar de alugar casas particulare
que muito mal padem aceommodar a forca que ten
provincia. _
E' da esperar que oa esorco3 de S. Exc. na
sejam baldados, e j isso ser um servco impar^
tante que S. Ec. prestar no3aa trra.
O Exm. Dr. Pereira de Carvalho, ao passo
que cuida destes e outros melboramentos mais ur-
gentes, estuda os meioa de raelhorar o estado de
guangas da provincia, que realmente assusta tor,
e recoinmcndando sempre a maia rigorosa bscali-
saca na arrecada.o das rendas, colhe dados e"
faz estudoB para oa diff rentes meios a empregar,
para debeHar o horrivel cancro que nos devora e-
atrophia.
A assembla provincial ter de reun:r-se a.
15 de Janeiro do proxim) anuo, e na davidamos-
assegurard-sde j4 que S Exc. eaeontrar da parte
dos Ilustres representantes tolo o apoi* franco e
sincera, para votar as medidas que reclamara
as noas.B eircumaUncias, e para ter ura oicamen-
to cuja d.speza seja perfeitainente equilibradacom>
a receita.
Para os grandes males, grandes remedios. ^
A provincia tem urna divida com o Banco do
Brasil, da qual precisa libertar se, e S Exc. nao
deix,ra de empregar seus esforcas para que seja
desinpeoh.dn este comp omisso de honra.
Segauda somos intormados. o Exm. Dr. Pereira
de Oarvaino deu logo providencias para que seja
pago o u'tiino semestre de juros venc los, e asse-
guram-uos que esta remesia vai ser feita na pri-
or ira occa.io; e as.im S. Exc mantera oa cr-
ditos da provincia que todo temos o dever ter
ze.lar custa de qualquer sacrificio.
Coutinue S- Exc a triihar o caminha que iniciou,
certa de qua ter sempre as buneaos de nm pov-
atrralecido.




rfy~
2
Diario de PernAinhur.Domingo 5 t Dczcmbro de 1886
I
*.

I

>



&
.
-.*

I
j
A 20 do corrate chegou a esta cidade o
w dutincto e eympathico comprovincianoo
Kna. padre Joo Manoel da Carvalb, digno re-
assmataute do 2 districto desta provincia.
& zc, que nos causou urna agradavel sorpresa
sas> ana vinda trra m tal, tenciona visitar seus
serosos amigos do s-rto, e para isso pretende
ir no pniciro vapor costeiro, demorndose
ai das em Maco e Mosboi, onde pretende
abarcar.
Chegou tambem, no mesmo naqaa ae 20, a
Intmente da armada, Candido Floriauod Costa,
acretto, nom alo orpitao do porto desta pro vi ?-
tM, e que nesso raesato dia ataumis o exereieio do
spectivo cargo.
A polica, ba intelligente e zelosa dec(io
Js> honrado chufe ue pulira, Dr. Amyutas B.rroa,
rti II11 il deseo vol vendo toda actividad i na repres -
To dos criminosos, prestando asaim relevaiitn
aaivieos causa publica. Aiuda ltimamente
9ssa capturados diversos criminososem S. Jos
Jfe Mipibu e no termo de Nova Cruz.
_____PERNAMBUCO_____;
Assembla Pruvinetal
MRSlO PRE." RATORIA EM 29 DE NO-
VE4BR lE 1836
tmmaxacix do exm sr. db. jos manoel db babos
mmw
Ha Bteio dia, feita a entusada e verifioandu-se
starem presentes os Srs. : Costa Rbeiro, J s
Sarro, Joo de Oliveira, B.rroa Wanderley, Gon-
IMTpia Perretra, Riris c Silva, Birlo de (J .iar,
saaaedes Pitang, Ferreira Jaoobina, Andr Das,
sWgnsto Frai.k iu, Affmso Lustosa, G)in-a Pa-
usase e Costa Gome, o Sr. presidente declara
jo haver nu ero legal para oficiar se ao Exm.
3h presidente du provincia, na forma do regimen-
tasen) seguida levaata a seaao.
>SESSO PREPARATORIA EM 30 DE NO-
VEV1BRO DE 1886
-YZtTDZXCU 00 EXM. S. DR J03 AX)EL DE BATIROS
WA5DEBLKT
Ao sacio dia, feita a ch>in*da c verificaudo-se
Titirn pr'S"ut3i os Srs : Joo de Si, padre Ja
Js,R.tis e Silva, Prxedes Pitauga, Joo d'Oli-
icra, Gaspar lrumm mi, G mcalvea Ferreira,
Saatn Rib-iro, Jos Mara, Alfonso Listosa, Ju-
jeado Mariz, Barros Vauderley, Costa Gomes,
Janr Das, Sophroaio PortelU, vigario Augusto
Jratikliu, Ferreira Velloso, lanicio de Barras,
ftfso Barres e Gomes Prente, o Sr. ptesidente
isetara sberta a sessio.
E* lida e, sem debate, approvada, a acta da
Bsfli antecedente.
Sr. presidente declara qu*, havendo numero
ijl de Srs. depatados pira ser abena a sessao
Trtsaorlin tria, anudara, or&oar ai lis-n. Sr Dr.
vmcSecte da provincia, a'i n dj S Ex \ marear
kora da abertura aolemna da Bessa> da Assem-
Hak
ISada rna.'s harendo a tratar o -Sr. presidente
lisiita a sessao.
SESSAO PRESIDENCIAL DE INSTALAR AO
EM 1 DE DEZEaBRO DE 1836
Paativo
Depositas :
Em conta correte 541:486*230
Fizo e por aviso 1,380:504*420 1,921:990*650
Garantas por contas correntes e
diversos valores 1.901:754*310
Diversas contas 2,026:855*110
Letras a pagar 4:581*82 >
5,855:284*890
S. & O.
Pexuambnca, 4 de Dez-mbro de 1886.
W. H. Biiton, manager.
* Wat- HiU, accountanC
Banco de Gredila Real ie Per-
\ovcmlr< de 18G
ACTIVO
Accionistas 4r0;300*0T0
Eraprestimos hypithecaros 776 200*000
Valores hypothecados 1,572:100*000
Deposito de admmiatraco e gerencia 16:090*000
Letras Mf> ber
Letras bypntbecarias
Valores caueionadod
Movis e utensilios
Diversas centas
Ca xa
PASSIVO
Capital
Emissao do letras liypothecarias
Garantas de hypothecas
Caucao de administradlo e gerencia
Ttulos em caucao
Letras bypothccarias sorteadas
Lucros suspensos
Amortisavoes
Diversas contas
32:000*000
75:4004000
40:0u0*00')
1:883*150
14:147*880
26:042*800
2,954:0(3*830
500:000*000
776:200*0 0
1,572:100*000
16.0110*000
40:003*0 JO
200*000
3:552*783
12:148*271
33:836*776
B1DIXCIA DO EXU. SR. DB JOS MAXOEL DE BABBOS
WAVlH'KLeV ,
f> meo da, f-ita a diana la e v t'. :.\nl > se
i presentes os Srs : Amiral, Ititis e Silva,
tio Vctor, Ferreira Jaobini, J >ao de S4,
i Maria, Juvencio M riz, Barros Wanderley,
MfBtto Franklin, Lrz de Auirali, C ist Gi-
an, Gomes Prente, II uculano BinJeira, Fur
xn Veiluso, -"oares d- Am>rim, Barros Barr<-tto
m*e-, o br. presidente declara aberta a sessao.
Coaaparecein depois da chamada os Srs. : Ri-
Jvfterto, Affmso Lustosa. Jo) de Oliveira, Ba
afeite Caiari e Julio de Barros.
Faltara os Srs.: Drummond, Costa Rbeiro,
Jhrao de Irapis3um-a, Viscinde de Tabatinga,
"neo de Sa, Coe.li i de Moraes, Rcgueira C s-
,Rodrigues Porto, Rosa e Silva, Constantino de
Ttrini]iirr pir. S ipbroaio Porteila, *olo AIv- s e
lobato de Mello.
Sr. 1* secretario procede leitora do seguin-
EXPE01E1TE
Btofficio do societario do govwai, comma-
atmdo que 1 h-ra da tarde o Exm. Sr. Dr. pre-
jetate di provincia comparecer para abrir a
.fio extraordinaria.
tr. piesidente namsia os Srs. Ferr. ira Jacc-
jass. Gonvaives Ferreira e G iracs Prente para,
aa* auiaaao, recebervm S. Exc. o Sr. preside i-
J s> provincia e em seg-iida suspende a sessao,
3PB i reabsrta 1 bora da tarde
Jtenunciada a chegada de S. Exc, com tis
auUidades do estylo, recibido pela indicada
Saaaaissao e toma assento direita do presidente
jfeAssemblx, procedendo em se;nila leitura
m jalla. Terminada esta, retira-se S. Etc. com
M-snemnas formalidades.
S'lJda e, sem debate, approvada, a acta da ses-
sioaaterii r.
K lido, julgado obj-:c:o de delibernco e vai
azirimir no jornal da casa, a requeriinunto do Sr.
3bates Patente o segu nte proj.'tto :
. N. 103A Aseembla Legislativa Provincial
jb Feraambueo res >!v i :
Ar.. doioo. Fie un approvadis os aetos da
residencia di provincia, datados ic 28 de Junhi
de Agosto do torrente ano, e em vigor a lei
M60 de 11 de Agosto de 1885, q^e fixou a re-
mtu. v. di-speza para o ex'Tcicio de 1885 a 1886,
asjqoHHto nao tr v. tado novo orcamento.
R^vjgadas as dispo3icoes cm contrario.
dala das svssoes, 1 d Oezembro de 18S6
jjhaars Prente.Auvirul.Domingoei da Silva.
.-i Gaudiano de I lats e Silva. Antonio Vic-
.arrei.Luiz de An radaVig>rj Angas-
JW k iuR'go Biiros.llercuiano Baudei-
- aSarros Barreto Jnior. b'erreiru Velloso.
3k Costa Gomes.Julio de Barros.Gonfalves
Wtiib.
Sr. presid nte, em seguida, levanta a s"s5o,
4a*%naudn a seguinte < rdem do dia : Ia diecus-
a*o do pmj-cto n. 2il; 2* dos de as. 23 e 31 e ''>'
i* de o. 18, todos deste anno.
fia^lish Bank of Rio de Janeiro
(Limited)
"Spital do Banco era 50,000
, aegees de 20 cada urna 1.000,000
pital realisado...... 500,000
Wmmdo de resena...... 190,000
BbVbK^O DA CA1XA FILIAL KM PfiENAMBUCO,
EM 30 DE X.VEMBBO DE 1886
Activo
Bafeas descontadas...... 28:915360
Jsswrestimos e contas caucio-
adas.............. 201:7675470
tm....... I i I......... 264:489J2IO
CkKMias e valores depositados 51.-7322-10
ifctilia, etc. do banco..... 2.321*650
ttMTsas comas.........1,009-88h,>mo
Otea............... 638:282(310
Rs. 2,925:3'J8-260
Pastivo
correntes
iples .... 504:164*370
ito a prazo
___com aviso
* por letras 1,177:019* 00
letras a pagar...... .
BWos em caucao e deposito
sas contas.......
1,681:183*870
117*590
515:732*240
7-28:364560
Rs. 2,925:398*260
S E. & O.
Domarabuco. 4 de 1) -"mbro de 1886 -
^ (Henry K. Oregory, manager.
S**gB* fisadon *t
lir izillau Bank Li-
mited
Ghpital do Banco 1.000:000
do pago 500:000
Fiando de reserva 20JXK)
BUANgO DA CAIXA FILIAL EM PEESAltBDCfO,
EM 30 D N )VKMBO DE SS
Activo
Lateas descontadas
Latas a receber
fcpreitimos, contas correntes e
otras
9brBitia8 por contas correntes c
diversos valores
Qa em moeda crrante
388:128*810
874:940*040
2,917:490*470
1.1^5:151*640
519;C33*.'0O
5,855:284*890
2,954:0734830
S. E. e O. ==^_==
Pernatnbuco, 4 de D zembro de 1886.
Os administradores,
Manoel Jodo de Amurim.
Jw da-Silva Loyo Jnior.
Luiz Duprat.
O gerente,
Joao Fernandas Lopes.
KUiSTA DIARIA
A)eiabl<'n l'roviticmt il. a.-ji uko
h uve sessao p3r terem comparecJ> a-ienas 19
^rs deputd n.
A rramo f)i pr giJda pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Manoel de BaWM Wanderley.
N> bouve xp -diente.
Tribunal lo jury lo KciifeDeixoa
de haver sessao hou em ueste tribunal por s ha-
ver>-m comparecido 35 ^rs. jurados.
Foram sjrtea I >s os seguiutes:
Frtguezia do Recife
Ignacio Joaquim de Souza.
Prrguezia de Santo Antonio
I e 1ro Jorge da Silva Ramos.
Autino Luiz R drigues de Almeida.
Freguezia de S. Josa
Joaquim Jos de Ag'uiar.
PrniH-isc) Augusto Paes Barreto.
Beujauin Amos Jo? da Fonseea.
Brttjiiezia da Boa-Vista
Henrique Xavier arai a de Araujo M. lio.
Joaquim di- Gouvea Cirdeiro.
ai iiioul Sebastit de Arauj > Pedroa.
freguezia da Graga
L'lia Ep'phano de Souza.
JoSoCarneiro Pe reir de Bareellos.
Vi -tute Pirr.ira I'mto.
Freguezia do Poco
Jos da Silva Nives.
Faculdade le liireiCoEis o resultado
Jo* actos de bouiem :
Io anno
Jc Machado de 'livera, distinecao.
Jos Tavarea da Costa, plcnaavn'e.
(.'afsi.no Amaro Lopes Jnior, dem.
Joio Arthur Martins Palacio, simplesmentc.
Bernardo de Seitna F.t eir Cabral, dem.
Jos Tavares de Albuquerque dello, dem.
Rep'ovados 3.
2 (inno
Francisco de Oliveira ti uza, plenamente,
rcico Nunes da Sdva Lan.ego, ijem.
Do-iiingos da Rocha Viamia, id-;m.
Justiuiauo Serpa, dem.
Arthur Jos de An-'rade Pinto, dem.
D. Mara Augusta C eho Meira do Vasconselloi
simpl'Smenre.
Joas Baracbizo C^ ho Meira de Vasconcelos,
dem.
Manoel Ildefonso de O.iveira Azevedo Filbo,
idrm.
Ri-provado 1.
3- auno
Joaquim Felico de Almeida Castro, plenamente.
Joe Antonio de Mello, dem.
Fraucisco Xavior Guedrs Pereir, idem.
J ao 'irlus <'amboim de Vsconeell"S, dem,
dolo Vieira da Cunha Jnior, siinpicsrn '..te.
Manoi.l Accyoli Cunes, dem.
Cm faltou a oral.
Um leve prova nulls.
Quatro levantarum se da prova escripta.
4 anno
Reprov dos 3.
Ni' 1 anuo atnaiihil serao chimados os ns. 236,
237, 238, 240, 242, 251, 255, 256, 259 e tantos
quintos t.ir- in pre osos pa-a u completo de 9.
A in-cric/i para os names extraordinarios da
Feeuldade ser encerrada no dia 1 do corrente is
2 horas da tard>; e com^cario to da 9 as provas
cscrip'as dos meamos xa mes do 4- anno.
xame de prriaraloriu Amanha
comecarao os exames de Ge> grphi*T s 10 hora-
da maulla e o de Philosopbia s 11 e meia e Rhe-
t .rica a urna hora < i tarde.
As bancas xa'r.nad ras sao assim compistas.
G-oeraphia
Presidente, Dr. Augusto Vaz.
Examinadores, hachareis Joo Elysio C Martina
Jnior.
Philosophia
Presidente Dr. Jos Hyeim.
Examinadores, baeharrlVrgao Cirnciro Leo,
e Padre Jos Paulino de Andrade.
Rh' torica
Presidente Dr. Barros Guimares.
Examinadores, baeharel Francisco Altino Cor-
rea de Arauj i e Padre Dr. Jeronyma Thom.
A prova or-.l dos exames de iuglez comtcar
amanh as 10 horas.
lo rnniie do !*orle e Parahyba.
Fel'i vapir Ipojuca rec- bemo bontein fulbas do
Rio Grande do N rte at 30 de Novembro c da
Parahyba at 3 do correte.
As noticias da primeira provincia con-tam da
carta d > nofso corresp As folhas da Parahyba nada referem digno de
nota.
/rmenlo* traien. No povoado R
bi'iro, 2 districto do t-rmo de Gamelleira, ba 3
(tas, Antonio Jos Pereira travou luta com J ao
\1 diuel do Nascimeato, da qual sahio este ierido
gravemente com tres facadat.
O deliuquente foi preso em flafrrante delcto e a
nuioridade respectiva procede nos termos do in-
qu* rito policial.
I'aiieelmentoMontea, 4s 8horas da ma-
ulla, ti.lle.-eu na cidade da Recada, com trinta an-
iios de idade, Jos Lmz da silva Potte, all antigo
com m freante.
Sendo portuguez, adoptou o Brasil como sua
patria e, por cuas qualidades, tornoa se gvral-
mente estimado, pelo que, foi bastante sentida a
seu pa'i-amento.
Era filiado ao partido conservador, que o distio-
euio na ultima eleicio municipal com am asseato
na respectiva cmara.
A sea enterro comparecea grande numero de
amigos.
Am seos prenles, notaos peame*.
OfiroNa mesma cidade tallecen ante hon-
lem D. C "rdolina Ubaves, esposa do Sr. Joaquim
CbaV'tr, commerciante e pr curador da camxra
municipal. A Cansa da morte foi queimadura pro-
veniente de kerosene. Ligo depois do triste acn-.
t-eiineuto o seu estado era uetesperador !
Era espota e me desvedada. O aen sahimeato
foi bastantemente c mcorrido.
Ao sea esposo, tambem, enviamos nostos p-
sames.
oriedaie Propacaaora da Boa
VI.la A imuba, s 6 horas da tarde, barrer
ctHtfcr gaco dos lea tes desta escola, afim de re-
gularisar sm o service do anno lectivo vi adorno e
preencher-se as cadeiras do corso normal-
Todos os Srs. professoros devero compare-
cer.
nireclorla da* obra* de conserva-
r do porto*B-letim meteorolgico d>
di 3 de Dezemhro de 1886 :
i* *
Horas O G T3
S o te
r3 3
P

6 m M-7
V 6
U 291
8 t. ** 9
J-i6
Barmetro a
0
759-79
761 24
760m83
75a72
75H-87
T. nsao
do vapor
20.98
21.90
21.07
20.73
21 O
T3
*
"O
a
a
80
75
71
71
77
'iouiji riura miiu3u" 0.
Dita miaaaa86,7.
Evaporaco em 24 horas ao sol : 7,7 ; som-
bra : 4ffl,9.
Chuvanulla.
Din'ccSo do vento : E todo o dia.
Velooidade media do vento : 3,ni14 por segundo.
Nebulosidad media : entre 0.2 e 0,3.
I>et le Jreac de *ormandaOs Srs.
Ramos oc C, nos enviaram urna amostra do Kite
tresco que, em litas, Ka berain de Franca, proce-
dente da Normandia.
Experimentaraol-o : perfeitamente paro, tem
boro chero e ixtellente gcwto, e por modo nenhum
alterado pelo transporta: de tao lcnge.
Ene mira se-o as casas seguinies : Abrautes
c C, na ra do Rom Jess ; P. reir Ferreira
& C, na do Imperador ; P i;an, Mendes ic C. na
Estreita do Rosario ; e Justo Teixuira & C-, sao
c 'ssoren, ras da Penha.
Beunlict flieiaeaHa hoje as seguin-
tes :
Da Imperial Sociedad.e des Artistas Mcham-
eos e Liberaes, s 11 horas do dia, cm assembla
gTl, na respectiva s.le.
Oa Irmaodade de Nossa Seohora da Sol' o,
da Boa-Vista, as 11 horas, para eleieo da U.
junta administrativa.
Do Monte Fio Popular Pernambucano, s 10
horas, para leitura do relatorio e posse do novo
concelho.
Da Irmandade de Nossa Senbora do Tatas, s
10 horas, para elcii;ao da prtcr.cbimentd de vagas
da mesa r< gedora.
Da Irmandade de Nossa Senhara do Rosario da
B>a- Viita, s 10 horas, para ele.'cao da nova mesa
regedora.
Uo H spital Portugfucz de Beneficencia, s 10
horas, p ira eleieo da nova mesa administrativa
Ainauh ha a seguinte :
Da Irmandade de Santa Cecilia, s 10 horas,
para eleieo da nova mesa.
Compnnhia Perro Carril-A'proposito
do que ante h rntem cscicveino, seb esta epigra-
phe, relativamente no assentainento de Imba aupla
na ra do Risario da Boa Vista, escrev u-iius o
Sr. gerente da empreza :
H m. St. Redactor do Diario de Pernamb'tco.
Li houtein sen acreditad) Diario, sobo titulo
Compunltia Ferro Garril algumas coiibideraeoei
mai, pairociiiaudo una icclamaC/o dos miradores
da ra do Rosario da Boa-Vista, contra a preter-
<;o da i'ompauhia Forro Carril de aesentar via
dupla na mesma ra, coasidera^ocs que nao posso
dexar sem resposta.
A ra do Rosario tc.-n de largura, na esquo .
da roa do Viscondd do Pelotas, 11 metros, e ui en-
tra-la do piteo da Santa Cruz 8 metros Pialen
dendo a t'ompanhia, nao cstabelecer lioha dupla
em toda a ra, romo Ibe informaran), porin pro-
longar apenas o desvio que hoje termina na d
Viscondc de Pelotas al do Rosario, na tua parte
mais larga, acut- cera que o menor eapaco livre
que ficar ao transito de peoes e v Situ e c rdioa
li s ser de 3 metros, isto o suluciente para a
pasaagem de animaos e de qualqiier das carrocas
do typo mais geralmeuto empregado n'eata cidaoe
para transportes. Em igu .es e cm muito peiortee
condros esio as ras du B.un Jess, do Mr-
quez de Oliiiua. da Assumpcao, das Cateadas, da
Cabug e da ponte do R j f as quaes por ve-
z-'S menor o espaco livre, pesar de passarem as
liiibas da Companhia em via singela cm alguna
dictes pootos.
Na cidade do Rio de Janeiro as companhias
de b-nis t o linhas em ras cstreitas como as de
(joue.al.'es Oas. Guarda Velha. Senhor dos Pas-
aos, Aud'adas, Ur guayana. Carioca, r'etc de 8e-
tembi-j, etc uo 11 Lado mesm > as eatreitissimas
ras da pare eeutral da oidndo P'ir onde pudnm
as linbas da t,\ inpiurna Carris Uibinos, apezar dn
giande o coaslaute m .viuicat i de carrocas. En-
tretanto neohuma reclaua^o se tem feto. nem
prejuizos mucres tem resultado para o commer-
cio.
Longe de mim, porm a prefencao de affi mar
que na haja u'isto inconveniente; isjBaaaaaiaate
ba, porm inconveniente irremovivel e subejamente
conpensad) pelas innmeras vantageus que resul
tam para o publico do jigo dos servicia que Ihe
Joaquim Slvino Luis de Sant'Anna, idem.
Pedro Clinio Lobo, idem.
Jos Nunes de Assis Garca, idem.
Benjamn Liberato do Nascimente, idem.
Tertuliano de Moura Coutiuho Guerra, dem.
Joo Bastos de Siqueira, pouco aaiantado.
Joo Hygiso Lina Chaves, dem.
Jos Raphacl Archanjo das Cbagas, idjm.
Antonio GuiInerme Baptista Fundador, idem.
Apo'oaio Francisco dos Santos, idem.
Um atrasado.
2." grao
ymphronio Augusto da silva Santiago, muito
adaantado.
Rodolpho Tertuliano da Cunha idem.
Jos Lua da Silva Morcourt, adiantad>.
Luiz Francisco Joaquim de Saat'Aaua, dem.
Godofredo Das da Silva, idem.
Frai eisao Muinede Lins Waaderley, idrm.
Joo Pbilateaio Ferreira das Cbagas. dem.
Francieco Christiano das Chagas, dem,
'." gi o
Ildefonso Eduardo da Cuaba, approvado plena-
mente.
Tristo de Araujo e Albuquerque, idem.
Jos Ferreira da Silva Leal, idem.
Deixaram de comjireter ao exime doas alum-
nos do 1 o grao e dous do 2.
No da 30 de Novembro ultimo eff-etuaram-
se os exames daiseola puilita do sexo liiiaiaiiln
da cidade de Santo A? s'inho do Cabo, tubmet-
teram-so a exame as alumnas scguintes :
1 grao
Zolmira Elvira do Carvalhi, muito adantada.
Marii Ceinpello Lins, idem.
Emilia Das dos Santos, atiantada.
-' g Francisca Vctor de Carvalho, adiantada.
Joaquina Magdalena da Conceico Duarte, idem.
Auna Campello Luis, idem.
Tiaria Umbelina da Silva, ijem.
Mara Isidora Alves de Lima, idem.
Julia Carolina Cope, idem.
Autonia Mana liamos, dem.
Luzia Mara da Paizo, a Juntada.
Presidio o acto o Sr. Dr. delegado ltterario
Luiz Salazar da Veiga Pessua, sendo examinado-
res a professora da cadeira e o profesaor interino
pipliain ule Luna Freir.
Com assistencia do delegado de Beberibe,
major Jos loaquim Antunes, procedeu-8! no da
3 do corrente aos exames da encola publica d)
sexo femenino do nesini districto, ngida pela
f.rofessora D. Maria Clara de Millo Figueira, sen
do examinador o Sr. professur Jote Firmiuo Ri
bero.
Em vista das pro vas exebidas, foram conside
radas uuito adiantidas no 1. grao as alumnas da
mesma etcola Othilu Figueira da slfawiliw e Ma-
naba Augusta de Mello.
Effectuaram-se no dia 1 de Dez-mbro, sob a
presidencia do delegado litte.ario, mtjor lo-. Joa-
'loii ntaisfa, e a rvnido de examinadores An-
tonio Vieira de Barros a a pr f. adora da cadeira
es exames dos alumnos da e^eoia publica da E-i-
traa Kara de B btnbe, regida p la prof-ssora
Fiaacsca Berapaiee ee Aioia Carvaffi i,
Em vi3ti das provas eserip aa e orae3 p-du-
ziiiis pjlos examiuandos, d, u o seguiute esul-
tado :
1 grao
Alfredo Alvaro Gu-naie-i, muito aliautado.
i" grao
Antoni' Marqies da Silv i, muit'i alantado.
Ho.tea s 10 h ira da mauh o sob a pre-
sidenoia di Ur. delegado luterano Jos Oorio de
C rqoeira praatacam ano s os alumnos da esiola
publica iia Turra regida pj i pr.fessor H rmilino
E yseu da tlva Cmeei, serviudo de exainiuado-
rt;3 os prufesiorea Pr-inirtrmtCantawo L>uries eo
da cadeira, dando o segmntc resultado :
i." grao
Hormin > Biela Ca-ea, adiantad).
L-: midas G nc >lves do Ol eir, dem
Murillo Baceliar Caneca, pouco adiaatado.
" grao
Jos da Silva Lima, approvado com distinecilo.
Laboratorio clij mico e blwlol>s;lco
proi'iariiilEm data d- honrem, e-.cr.-v u-nos
o seguiute o &r. Dr. H. A. Milet, relativam-ute
ao parecer, que boiitein publicamos sobre os os
sos que diz- in ser de Joo Fernaudes Vieira.
Srs. Rodadores A deep-ito da considerar)
que tributo aos Ilimos. tignataros do parecer, hou-
tem publicado, relativo s tubstaucias, de origem
orgnica e inorgnica, aaaatradai na sepultura,
que dizem ser a de Joio Feruand a Vieira, in-a-
uio por causa do crdito, que m'-reoem as asser-
V^B de to il.'ustrea facultativos, nao p *s>. deixai
de protestar contra o aeguiute trecho da parte d -
menn> parecer relativo a anilyse qatlitativa de
taes tubstaucins !
o Apezar de n&o haver Laboratorio apropriado
para exames d'esta natureza, da falta de appurethos
proprios e anda de algn* rt'igentes, como acido
sulphydrico, sulfrelo de ammonio e uniros..
r exirte, installado desde o principio de 1882 no
rtlm d'iato temos o commerc.o de transito, re-
prca ntado por estes algarismos :
1884 1885
Por mar 1,862.190 1,312,292
Por trra 3,510 26.111
1,865,700 1,338,403
O ccranoprcio de cabota^em transportara em
1884 73,085,857 e em 1885 transportoa........
73,269,114.
Quanto ao movimento da navegacSo, cntra-
ram 8,509 navios c< m 7,558,441 toneladas e sabi-
ram 8,348 com 7,401,224 ditas eri. 1884; em 1885
antraram 6.i>80 navios com 5,649,160 toneladas,
sahram 6,735 com 5,671,032 ditas. Dimnuico
3,44' navios, 3,639.473 toneladas.
As rendas da alf todega apresentam este qua-
dro:
1884
laternacio 12 481,394
Exportaeo 9,311,125
Ouros ramos 4,317,082
1885
9,187,001
7,067,168
7,567,485
26,139,601
Dimnuico 2,317,947.
23,821,654
prestam as companhias de carne. J quo nao autigo refeitono do eonveut- de S Francisco
possivcl tranformar repentinamente a cidade,
precia} s> ll'rer as c ms -quencias da eua m cous-
meela. Esta ten sido a justificativa das con
ceescs f. tas e ser anda agora da que pretende
obter b Companhia Ferrc-Carnl, si, como espera, o
eeu pedido f>r attendido. Por outro 1 ido evi
dente o beneficio que d'isto resultar para o pu-
blico : o typo de urna boa liiiha de carris-urbauos,
onde se u.s. ja que o transito taja frequtute e a
via dupla e por conseguiute na taita d'ella, a via
singcia c i;ii o maor numero possivcl de desvos.
Sein isto impossivel am trufego frequ'iite. ; a
nossa linba da Magdalena, c uno cieute para a actual frequencia, send que por ve-
zes e trau-toina todo o horario d'ella, por causa
do atraso occasione.l de um nico carro. Com o
progr. So da cidade essa trequeucia ter de seraur;-
meutada e o nico m do dupla a va, em todos os puntos onde nao lor
absolutamente impossivel estabelecel-a, e V. S.
sabe que esses pontos sao muitoa.
> A Companhia lacrara com isto porm nao lu-
crar menos o publico, que se j hoje reclama, re-
clamar m iia aiuda quaido tiver o dtreito de exi-
gir mais.
Na rcalisaco, porc, de melboramentos de
ordem geral, melboramentos alias reclamados ins-
tantemente par todos, sempre se apresentam os
obstculos d'esses pequeos intercssea individaaes.
E' que laros i- i acuelles que eomprtbendeni que
pr- ciso ceder alguina Cousa em beneficio 4o bem
geral, se o raelh ramento nao nos vem gratuita-
ue uto rleixa de s.r melhorameuto ; cu j i ouvi um
senh ir de engenbo dizer qii3 prefera que nao se
construisse urna estrada de ferro, que era a salva-
r de sua propriedade, s porque a < strada he
i'iutilisra uui pedaco de varzea onde a canoa dava
muito bem.
Finalmento, preciso rectificar un ponto: nao
i veruade que se Cem conatanUs eucontros dos
carros da Companhia com v> bienios na ra em
questo. O transito d'eate por ah insignificante,
ua i t( por ser o lugar um arrabalde, como porque
a manira dos corros, carrocas e animaes que da
Magdalena se dirigem ao Recife prefere tomaras
roas do Viseonde de Goyanns, Viaconde di Alru
querque, ra Velha e caes do Capibaribe para ga-
uhar a ponte da Boa-Vista.
m Pela ra do Rosario s passam os que deman-
dam a parte norte do bairro da Boa-Vista. As
casas c< mmerciaes nada soffreio porque almo
creves ficario com espaco mais que snfiiciente para
terem seus cavalbs,
Certo de que V. 8. reconhecer a jus'ca d'esta
explicaco e tomal-a-ba na devida considerafo
aproveito o ensejo para renovar ihe os ataos pro-
testos de estima e consideaco.D V. 8., etc ele.
Carlos Almeida de Menexes, eerente da Compa-
nhia F>rro Cornl.
Came primarlosSob a presidencia
do delegado Iliterario do districto Dr. Antonio
Justino de Souza, tffectuaram-se uo da 3 do cor-
rente mez, os exames des alumnos da 2' cadeira
do sexo masculino de AffbgadiB, regida pela pro-
fessora D. Amelia Alcoforado Cesar de Mello.
Servi.-ara de examinadores : o professor Cyrillo
Augusto da Silva Santiago e a professora da ca-
deira.
Foi este o resaltado :
I- gra
Msnoel Hrtulano Alcoforado Munis, appravado
plenamente.
Protasio Baptiata Medeiros, idem.
No dia 1 do corrente, teve lugar o exame
dos alumnos da 1* cadeira de Afogados a cargo
do profesaor Cyrillo Augusto da Silva Santiago,
sendo o acto presidido pelo delegado ltterario o
Sr. Dr. Antonio Justino de Sonsa e aervindo de
examinador o Sr. srofssor Augusto Jos Mauricio
Wanderley.
Eis o resultado:
l.o gr
Jos Pereira de Aiaujs Pedrosa, muito adiantado.
Ladislao Benvenuto da Silva, adiantado.
Jos Pinto Mondes, idem.
d'esta ci lado ; que dispoa dos utensis e mais prc-
paros necesaarua para qualqucr analyse, quer
ehymica, quer histolgica ; e qoe se nao possU!
ti dos os reagentes coiihecidos, ( o que uo ser
motivo de adinirari, pus ueste mesiao caso
i.cham-se os laboratorios mais afamados), peio me-
uos all t> riam encontrad i os Musties signatario!
di parecer o acido sulphydrico e sulfrelo de ammo-
nio ruja falta por ellrs lameut .d i.
" Dou de arato que Ss. Ss. nao soubessem de
taes particularidades, mas uo podiam ignorar a
existencia do Laboratorio, pois que, com a autorisa
cao de mi us e. liegas da co uraisso da molestia da
cauna, ja o tinha, de ha inulto, posto a disposiro
de dous dos illustrea signatarios ds parecer os
Srs. Drs. Riymuudo Bandeira e Adri i, e, uo ha
muitos uioZca, o meu amigo Dr. Prxedes Pitauga
Uonrou o mes o Liboratorio Com sua vi.-ita.
Ju go, portanto, que s por esqu -cimento dei-
xaram de aproveitar, para seus trabalhos analyti-
cos is recuraos, que Ibes poda prestar o estabule-
cimeutoa meu cargo, e deixaram publicar o trecho
que cima repnduzi c contra o qual mmpre m-
protestar, poia do contrario, podena algu-m sup-
pr, fiado uas assercoes 'lo parecer, que a ex steu-
cia do Laboratorio cbymico e histolgico proviucial
cousa ditviJosa, ou que, caso rxista, nao tem
outro prestimoalem de motivar dispendio por parte
dos cotes pblicos.
s|< Nisto fiado, Srs. redac'ores, pedindo Ibes a
publicaco dus embargos aupra mencionados, em
sua conceituada olha. Sou com estima e coi.si-
dera^o, de Vs. Ss. venerador e criado obngads-
imoO director do Laboratorio, Henrique Auqus-
tojiittt
Repblica do Calle Lemos no Jornal
do Commercio da corte:
Fomos obsequiados com um exemplar da Es-
tatifica Commercial d'esta repblica, correspon
lente ao auno de 1885. E' um excelleote traba
Iho, como j temos tido occasio de notar, om que
so acham minuciosamente consignados quintos
dados sao precisos para avaliar om exactido e
em todos ob seus ramos o movimento commercial
d'aquelle paiz.
Observando que em 1885 cate movimento foi
inferior a 1884, o autor da eatatistica, o Sr. D.
Joan B. Torres, comees por tancar rpido olhar
sobre a situaco commercial dos pases do velho e
novo mundo que maulen com o nosso ( Chile) re-
lacSes de troca de gneros. Assim se ver que o
mo estar econmico nao foi exclusivo e peculiar
do mercado do Chile; outras uacoea experimenta
ram o mesmo retrocesso em maor ou menor esca-
la por causa de urna baixa geral dos precos das
merendonas. *
N'esta baixa enconlra elle a explicaco da di
mauioo da importaco e exportaeo, aferida pelo
seu valor, nos pnneipaes paizes do mundo, dim-
nuico que em seguida comprovada por algaris-
mos. Nao diuiiuuio a producto do Chile, mas os
seus gneros alcancaram precos inferiores oes
mercados eatrangeiros; faculdadj de importar, e
esta ainda foi cerceada pelo estado desfavoravel
do cambio, que encareceudo artificialmente a mer-
endona cstrangeira, tambem Ihe limitava o coa-
sumo.
Impossivel nos sera dar nem mesmo idea de
quantas tabellas se acham n'esta volumosa obra :
limtamo-nos a algumas que consignam os resul-
tados geraes a qne se chega pelo exame das ou-
tras.
De passagem notaremos como tendo diminui-
do 12,790,217 a importaco do Chile, urna s
na cao apparece no resumo comparativo entre os
annos de 1884 e 1885 com um augmento de 30,90
/o i o Brazil que tendo all lavado em 1884 g-
neros no valor de 615,616, em 1885 levou
805.847.
Na totalidad* temes estes resultados:
Importaco
Exportaeo
1884
52-386,846
57,776,460
1885
10,096,629
51,259,628
110,65/,296 91,356,252
Relativamente ao matimento da navegaco
vela e por vapw, podemos notar anda qu em
1885 eotraram do exterior 597 navios com 435,888
toneladas e 991 vapores com 1,299,547 toneladas
contra 881 navios com 614,47 ) toneladas e 885 va-
pores eom 1,278 617 toneladas em 1884.
Em 1885 sahram para paizes estrangeiros
550 navios com 394, 461 fondadas e 998 vapores
com 1.259,144 toneladas contra 671 navios com
466.517 toneladas e 1,136 vapores com 1,529,145
toneladas, em 1884.
Quanto cabotagem em 1885 enfraram 1,585
navios com 719,977 toneladas, e 3.5u7 vapores
om 3.193 748 toneladas; sahram 1,714 navion
com 83 >,628 toneladas e 3,483 vapores com
3,181,799 toneladas; em 1884 eotraram 2,080 na-
vio com 890 929 toneladas e 4663 vapores com
4.774 4V5 toneladas, ea.hiram 2,002 navios cun
870,165 toneladas e 4,539 vapores eom 4,555,294
ton-ladas.
N'estes quadros nao foi contemplado c porto
d-i Anca em razio dasconicoja especiaos ira que
B' aeha.
Carvo de pcilriSobre umi experiencia
feita no pa jueto Rio Paran em viagem de Porto
Alegre para o jRio Grande, om car ao de pedra
da mina do Arrpi Job Ratos, diz o Crrelo Mer-
cantil di Pelotas o seguiute:
O combustivel miipingailo foi o oriquet, os-
p 'ci 'ie tij do fab'icad) ilaque'le cnrv i purifi-
cado, cxt.ruhindo se previ in-nte, em machinas
pr prias, todas as raaterias esfankis q'lpodm
produz r residuos prej idieiaea, lees como : cbist >,
enx ifie, ped-aj, etc.
Eis o resultado da experiencia :
Navegando cm agas.da iagi do3 Patos, s 3
h^raa da tarde dr1 14 do vigent", fez-se a su1)!-
I turto, as machiiias, d> rarvi CirdiF, o me
Ihor empregado pela co'cpiiihia de naveaii> ua
cioti.l a vapor, p.-l briq-itit.
X presiio as SalVlraS, SJU9 era de 61 Iba. cm
gprvou-se at ittingir a de 7') e ssossso 8) em que
se c n.ervou at = 7 1 : h .., dt aoite.
A saaeataa que antea e no comer;) da exp;ri m
ca pro'UMa iipj'ias 25 voltn p r segundo, chc-
i dar 28 n i asma un 1- de iit: tempo.
O consumo de tinquis, no decurso de 4 1/2 ho-
ras, que diirou a expericocia, foi d^ ae e ton-ladas,
tssevern io o Io miehiniata do vap ir que, n->
m-sin espaco de. tessaa, ompreg.inJo o Cardiff,
saasaairia cerca de 4 1/2 loaalsrtas; d'onde para
> eonsimo polemis tiiar a scgiint)* prnp)rciona'i-
d .ie : um i do carvo de Card ff p.ra 1 l/ t
briquets.
Quauro ao pider ciloritiej notoa-se s?r pissi-
vel as* seguir a ineama presaao que com o carvo
Cardifi.
Cioianoa eoineJorev de ferroFez-se
ltimamente urna xpenencia t) curiosa como
t> rnvel pelas conaequeucias que della resuliam.
Trta Be de um guzaii'i que so alimenta cem
ferro.
Urna das causas ba-t*n'c froqu^ntra Je desear
rill-iuien'o a rotura sbita de um carril, retara
que at 'i pres-nte n" tinh < explic cao. Des-
vend i-a o Jornal Popular da Westphalia, sem da-
simular a viva appreh no que ihe causa o futuro
d.s uarainhos de ferro j to eompromettidos com
a arias que sa vai atravessando, a dar se crdito
as grandes aci-ionistas. Tendo-se dado diversos
incidentes na inha de Hogen a Segen, todos no
mesmo sitio, e devilos ruptura de carril, a arimi-
aiatiacj orizanisou n'aquelle ponto urna estac o
d-estudja, afim do poder i xercer a devida vigi-
lancia e encontrar, se fosse possi re, a c^uaa de
tantos siniatres.
Depoii de seis semanas de observacuo, essa
causa foi fiiameite conhecida : os empregados
notaram que a superficie do3 carria eatava cor-
roda ./um comprimento de mais de c-m metros
por uns gusanos, e que em alguna pontos o rod.
penetrava at o interior.
I.naiiiue-se o assnmbro, ou para melhcr dizer, a
onsteriiaco que produzio esta noticia na admi-
nistrarn. Esta ord non que se estu laaae desde
logo cuidadosamente o roedor, circurascrevendo-lbe
ao mesmo tempo o campo de operarles, para ihe
evitar o des-nvolvimento.
O Riilooore (tal o nome do verme) um gu-
sano de doua centmetros de comprido e do tama-
iilio de um dente de gario. Tem nina cor parda e
ua parta anterior da cabeca ostenta, cm vez de
antenas, duas pequeras glndulas que segregan]
um ligui io muito acido e que vai projectando cada
dez minutos sobre o ferro que quer atacar.
E-te liquido, pela sua accao corrosiva, trans
torm o ferro sai urna materia etp inj isa cor do
ferrugern, que conatituo o exclusivo alimento deste
anima' voraz. E nao xagero classifical-o de
voraz, pirquo consom 36 kilis de carris em 15
das, segundo se comprovou plenamente.
Os railooores nunca se encontrara tos, mas sim
dous a d m.
Um delles projeeti o acido e desta mancira pre
para a e unida para o outro, que o segu, altei-
nando as suas fancces cada doas ou tros metros.
Os excrementos d-lle sao muito abundantes e do
t .manilo de chambo d. 6, e podem muito bem em-
pregar-se para a caca pjr caasa da sua grande
regulalidade e dureza.
< i mi) o gusano tem um mez, pouco mais on
meuos, utro luz se alguna milmetros na trra e
afta fia um casulo onde se encerra. Este caaulo,
lo taioanho de um ovo de ganso, desmancha-se
Morrer pois a vida sobre a trra, porque o sol
se apagai ; mas m rrer tambem p rque o pri-
meiro dever da vid* de prorrer urna parbola;
sua funeco mais necessaria a morte Primeira
e grande fraternidade esta de todos os viventes;
justica nica entre todas as injusticias na diviso
do bem e do mal.
Tsda a placenta viva do nosso planeta devo ter
urna longevidade propria, que nao conheeemos, e
que nao conhecereraos jamis. Nenhum mortal
tem assistido ao nascer do primeiro protoplasma :
nenhum de nos assistir agona do ultimo an-
tropomori'h) olanetario. |
E na longevidade da creatura planetaria esto
encerradas todas as longevidades das classes, dsa
ordens. dos gneros, das especies, das rac,as e-dos
individuos.
Cada ordem de animaes e cada familia, cada
genero r. cada especie de animaes e de plantas tem
o pr 'prio circulo e a propria parbola, que um
dado capital de vida para despender, antes de tor-
nar a cabii desastrosamente no grande fosso com-
rr.um, d'onle a morte devoia a todo instante a vida
e, refazendo a, a transforma.
O elephinte vive tantos unas porque c mam-
fero e porque eleph inte : eeadi elephante tem
urna pr pra long vidade, porque cada individuo i
diverso do outro.
Nao julgue8 que a longevdadn d'ura individuo
seja a ultima unidade na distribuidlo da vida,
porque cada elemento, cada orgo, cada cellula, e
cada protoplasma tem urna lougevidade propria e
a unidade da morte ao olho agudo do physio-
lego se dissolvo tambem ella em tantas mortes par-
ciaes.
Na verdade que as caxiuhis que se fazera em
B nares fechadas s dusias e aos centenares urnas
as outras est representada a imagem mais fiel
d i universo.
Puerilidades parlzisustesi.Os Pai-i-
zicnaea nao sabera maia ati". especies deexpoaicij3s
devem dar para divertirem-se c attrahir gente.
A exposico dos caes, dos meniuo.', dos paBsaros,
das ti res, das ostras, e finalmente de tudo quanto
ha.
Agora se pensou n'uma exposico do gatos.
O numero de gatos em Pars extraordinario.
P d -se dizer que paraeada cidadao vivem dous
gatos. Os mercadea das fraetes, os mercados do
mgo, os inatadouros e 03 rmaseos de vveres, 03
ueoo-itos de tecidos, bancos, e a' os Minitesrios
c a Prcleitura de polica sao oceupadoa por ver-
daderas leg.o'3 de feliuof.
E' bem justo que a grande ciide de Paria te-
aba a sua representaba .
O gato em Pars, diz o tradicional M. Prudhom-
me, est elevado altura d'uma inatitu9o na-
cional.
De facto quando os enam rados se filiara tcem
por ettelwne diseram: Mon chai, mi petite chatle.
A expisico d 8 gatos !.E:s aqu una idea ver-
dadeiramente | c digna do cerebro do
mundo.
(irai'iixiaaflprdiila que e altribue
no fimoan entiidisiin Uladnioiie
X una sua rxcurso feita ua moadade uos aubar-
i is do lago da Tegern, sabia elle n'um carro
em eompanhia da familia uma estrada peri,oaa
j Lsluiia, rtada i a : ocha du m >utc. De nma
o precipic'o, da outra a rocha erguida pi-
q .e N'uma voita apresenta-sc de frer,to ao carro
orna man-da de viccas guiada por um tourocollos-
cnl. ) gi rdks trataram de taier retroceder o
t niro para um pinto era quo o caminho, al rgan-
di-se, poda eiferecer passagem ao carro, porm o
teuro se fixou sobre as quarro patas no meio do
c-mir.ho e abaixando aoeca sa p-eparava para
querer Lncar-se contra os cavallos os quaes es-
p miados, dea-mbestaraia cora risco de so preeipi-
t rem e ao carro no profundo barranco.
Aa senh iras a'terrorisadas davara grandes
gritos e tota a comitiva eatava assustudo. Gla-
datone sem ee perturbar tiinou um grande chale
de uraa d>3 s> nhoras e approximaado-se do teuro
Ih'o lancou promptam nte sobre os coruos e lh'os
envolvea roda da cab c.brindo Ihe os olbos.
O tooro ficou 3 escuras e iission de repente per-
deu toda coragetn e se deinu rceoudnzir socegado
como um coraero.
Aa felicitacces que Ihe fj.-am feitas pela suaeo-
ragem e saogue fri, Giadato^e respond.-u :
Eu fiz e mu o touro (em iug'es bull) o que
era preciso fazer c-ui J;hn Bull ; agarrei-o psas
puntas.
l,ellSe.Efieeuar-80-ho:
Amanha :
Pelo agente Si/veira, s 11 boras, no Caxang,
da taberua ah sita.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, no
trapiche Livmmento, de viuhos.
Terc,a-feira :
Pelo ajenie Martins, s 11 horas, na ra do
Lvramcuto n. 6, de movis, loucas, vidros. etc.,
etc.
Pelo aqtnte Pinto, s 11 horas, na ra do Ba-
rio da Victoria n. 67, dos cbjectos da Exposico
Jap oeza.
Pelo agente Modesto BaptisUx, s 11 horas, na
ra de Maicillo Das n. 79, d; movis.
Palo agente Stlvura, s 11 horas, na ra do Im-
perador u. 29, do vaccas e beserros.
Minia fnebres.Sero celebradas :
Amanha:
A's 7 1/2 na matriz Ja Boi-Vistai, pola alma de
Henrique Scares de Andrade Brederodes.
. Terca-feira :
A's 7 h .ras, na matriz da Boa-Vista, pjla alma
de L). Mara Bernardina da R x-h i L;.l; s 7 in-
ris, na matriz da Varsea o na Ordjm Terceir
de S. Francisco pela alma de D. Manoella Moreira
Lima Braga.
Caaa de DeteneaoMovimento dos pre-
sos do dia 3 de Drzembro :
Existiam presos 340, entn ram 12, sahram 6,
x!8t- iu 346.
A saber :
Nacionaes 315, mulheres, 7 estrangeiros 11, es-
cravos sentenciados 5, procesiado 1, ditos de cor-
reecao 7.Total 346.
Arracoados 310, seudo: bons 293, doentes 12
Total 310.
Movimento da eutermaria :
Teve alta :
Joo The mas de Oliveira.
Mauoel Francisco Cabral.
Lotera da pro%lacla. Segunda-f-ra 13
de Dezembro,as 4 horas, so extrahir a l'J1 paite
da I.* lotena em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recite, pelo novo plauo appro-
facilm-nte e -d dous a ties mil metros de fio de \ vado.
um aspecto e resistencia s comparaveis ao melbor i No consistorio da igreja de Nossa Seuhora da
Conceico dos Militares ser feita a extraerlo
ac..Este fio. muito fl.-xivel, ineombjstivel e forte,
ple empiegar-se em tecido de preciosas quali-
dades sob muito pontos de vista e sem duvtda_des-
empenhara um importante papel no futuro das
artes tabris.
Das -investigacoes a que se proceden com o
maor escrpulo para Ihe encontrar a origem, re-
aultou qne at agora 0 railovore s era conbecido
na China, onte to apreciado, que o goveroo
castiga com a paa de moitc a pessoa que o ex-
portar.
Aquella naci, esBeneialn-.ente progressista, che-
gou a domesticar o railovore e a applical-o as
tainos qara furar canbes e grandes pecas de
ac Vendendo-lhe os excrementos, que constituem
um objecto de exportaeo, o trabalh > vale mais
qua a differeac* do metal perdido por assimilha-
cao no estomago do animal.
Um dlstincio engenheiro metalrgico parti
para a Ailemanha com o fim de estudar estes roe-
dores, e autonsado pelo governo deve traser um
casal que ser deposidado no Jardim de Acclima-
co, para ser sujeito a um estado minucioso. E'
muito provavel quo tambem, dentro de pouco tempo
o publico parisiense possa gosar idntico espec-
tculo.
O primeiro vvente. Extrabdo da
L'artedi campaz: Vecchi por tMantegazsa.
Poucos sao neste planeta os creadores, muitos
os consumidores, ou direi melhor, os transforma-
dores. A natureza mais pdica de que nos e
sabe esconder zelosamente o parto da vida ; anda
ignora-se como as podras, o ar e a lus ae fecun-
dara para crear o primum vioens. A f j dase ha
tempo a sua palavra, porm a sciencia ignora
anda.
Mas apenas um atom, movel e quente, se des-
taca do immovel e do fri, se fin vivo com um
grito de alegra e um grito de dr.
Aquelle tomo, porque vive, tem direto d'amar ;
tem dever de morrer.
A nada loga a este terrivel dever. Como os cr-
culos das formas esto fechados uns nos outros,
como caixas e caixinbas d'um pharmaceutco, as-
sim as vidas esto fechadas na vida universal do
uosso planeta, que deve ter urna longevidade pro-
pria, deve morrer s porque est vivo.
Os astrnomos com serena tranquillidade enfiam
os milh's e bilhoes, e sabem nos diaer quanio o
sol se resfria, e o carnifica, levar ao sea tmulo
toda a hecatombe dos mundos planetarios.
pelo systema da machina Ficbet.
LoteraA 13* parte da 1* lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, pelo -nvo plano, cujo premio grande
IOOiOUO*?/ s:r extrahida no dia 13 de Dezem-
bro.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa da fortuna, ra Primeiro de Marro nume-
ro 23.
Tambem acham-se venda na Casa Feliz,
prjea da Independencia ns 37 e 39.
Orande lotera da provinciaA
serie desta lotera em beneficio dos ingeuuos da
Colonia Isabel, cujo premio gr.nde 240:000*000,
ser extrahida no dia 9 de Dezembro.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera uo RioA 2> parte da lotera
a. 3t6, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Jezembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham se venda na praca da noe-
pendeucia us. 37 e 39.
Lotera tixtraordiaria do Ypiran-
ga O 4. e ultime sorteio das 4. e 5.* series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no da 16 de Dezem-
bro.
Acham-se expostos venda os restos dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Mareo
a. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
dendeneia ns. 37 e 39.
Lotera do CearaA S* serie da 2a lote-
ra desta provincia, cujo premio grande e.....d
2 0:OUO*000 ser extrahida no da .. do Desem-
bro.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera da rrteA 3 parte da 201 lo-
tera da corte, cajo premio grande de 100:000*
ser extrahida no da 9 de Dezembro.
Os bilhetes ach im-ca venda na Casa da For-
tuna ra Primeir.. de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Haiadoaro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 91 rases para o coatuuM
do dia 5 de Dezembro.
MUTILADO |
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Diario de PcntambncoDomingo 5 de Dezembro de 1886



Sendo: 74 rezes pettencentaa Oliveira Castro,
& C, e 17 diversos.
Mercado Municipal de 9. JomO
moviuaeato deste Mercado uo di 4 do corrate fui
ose^uiutu: '
En iran m ;
36 bom pesando 5,792 kilos.
426 kilos de pexe a 20 ris 84520
78 cargas de Uriana a 200 ris 15*G0J
26 ditas de fxuctae diversas a 300 rs. 7/800
2 Uboleiros a 200 ris 400
21 Sumas a 200 ris 4*800
Poram occapados :
251/2 columnas a 600 ris 15/300
24 compartimentos do arinha a
500 ris. 12/000
23 ditos de comida a 500 ris 11/500
63 ditos do legumes a 400 ris 25/200
16 ditos de suino a 700 ris 11/2./0
11 ditos de tressaraa a 600 ris 6/600
10 tamos a 2/ 20/000
2 diu.s a 1/ 2/000
A liveira Castro & C.:
51 talhjs a 1| ris 51/000
2 t.-ilhos a 500 ris l/OOU
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de
Rendimento dos das 1 a 3 de D-
sembro
1H5/92)
611/240
807/160
Foi arrecadado liquido at boje
Presos do dia :
Carue verde d 320 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
S una* de 560 a 640 ris idem.
Kanuha de 20J a 320 -ia a cuia.
Milho di? 28J h 320 ris idm.
Feijao de 560 640 dem.
^Cemileri Publico.Obituario do dia 3
do corrente :
Alise, Pernambuco, 4 1[2 annos, Boa-Vista ;
convuloo-'B.
Mantel, Pcrnambue?, Bw-Vista ; ao nascer.
Veleutio), Pirnainbuco, 3 mezes, 8. Jos ; on-
vulooes. .
_ INDICARES HTE1S
Mdicos
O Dr. Lobo Matoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, contina no
oxercieio de sua protisaao. Consultas das
10 s 12 horas da manliH. Especialidade
eperac.o'es, pirto o molestias do 8an horas e
meninos. Ra la Gl iria n. 39.
Dr. Barreto /Sampaio d consultas de
meio-Ha s 3 liona uo 1. andar da casa
..a'ra BafSoda Vi tona, n. 51. Resi-
dencia ra S te de Siembro n. 34, en
trada p la ra da S ldale n. 25.
O Dr. Castro Jtsus tem o ;seu consul-
torio me iico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do Hospicio n. 2U.
Oon8ultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das i 1 horas da ro&nh5 s 2 da
tarde. Espe.-ijlidade : molestias e opera-
<,5es dos orgaos genitourinarios do hornera
e da niulhcr.
Advocado
O Dr. Henrique Millet tem o seu es
criptorio de advog.icia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
rosar!
Francisco Manoel da Misa <& C. dono-
sitaiios de todas as especialidaacs pharm
ceutii-is, tintas, drogas, productos chimie-;
e medicamentos horaceopaticos, ra do M r-
quez de Olinda n 23.
Herrarla a Vapor
Serrana a vapor e oficina de carapino
. Francisco dos antos Macelo, caes do
Capibarioe n. 28. N td gexa lo ostabo e
cimento, o prinieiro da provincia n'cste g?-
uero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta fJbeia, assimeomo se preparara obra
de carapira por machina e por presos cea
Mg*rw>tnta,
Drogara
Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
acado, ra do Marqu-z de Olinda n. 41
t
cheio de indignacao. quenao bavia considerar)
que o uzease faltar a verdade e que tem servido
com muitos juia-s honrados e Ilustrados e qno an-
da neuhum suspenden-o di exercicio de suas
funecoes.
Queira dispar do attencioso amigo e criado obri
gado.Francisco X ivier Paes Biraetto.
Reposta. Illm. Sr. Dr. Paes Bwetto.Respon-
dido ao sea favor de boje, ao p do qual escrevo,
eabe-me declarar a V. 8. que ss verdadeiros to-
dos os pontos, de que trata o seu supradito
favor.
Achavamos todos dos na repartico da collec-
toria geral, ondeexerco o cargo de escrivao, s 11
horas do da, pouco mais ou menos, quando all
chegou o Sr. capitao Bandeira, com aspecto de
pouciB amigos, como vulgarmente se diz.
Approximando se d'elie um dos circumstantes e
quereodo travar com elle conversa em tom amis-
toso, teve resposta de que o deixasse em paz, tal
era o seu estado de exeitaco.
Foi, entilo, que o sesmo capitao fez uso das
palavras, do qne falla a carta de V. S.
E' o que me cub,' responder a V. 8., pudendo
taxer de innhis palavras o uso que lhe convier.
Se preciso for, dsrei um juramento do que venhj
de diser.
Sou de V. 8. amigo e criado grato. Joo An-
tonio Cavalcante d-j Albuquerque.
do partido conservador do Bonito, e^ que pela
su i idade o preatigio goaa de geral estima e res
peito.
Se o alfercs Girao foi ao engento do referido
coronel un diligencia policial, acompanhado do
Sr. Ferreira, como este declara, nao dob contra
que tal diligencia se efLctuasse e que para ella
bouvesse fundamento.
O que sabamo* que sendo os mencionados se-
nhores recebidos pelo coronel Pedresa com a affi-
bilidade do costume, e fallndose na pris de
dous ladros de cavallos cfFectuada pelo subdele-
gado Manoel Feliciano de Oliv ira, morador
n'aquelle eagenho, nenhuma providencia jul^ou
conveniente tomar o alfere Giro, continuando o
facto aflicto ao canhecirneuto do referido subdele-
gado.
Procedendo este & auto de perguntas e a outras
diligencias legaes, e, nao apparecendo testemunbas,
foram os ladies soltos.
Sendo esta a verdade, admira que se procure
invertcl-a com inainuacoes desairoaas ao mesmo
coronel, somente pelo gosto de moU'atal-o.
Recite, 4 de Deaembro de 1886.
Um bonitente.
Ao illm. Sr, subdelegado da pa
rochlade Fre Pedro Gon
.alve* do Recife
Chamamos a attenco de V. 8. para um indivi-
duo que se oceupa no trafego do mar (catraieiro)
no caes da Linguete de nome Fortunato do tal, o
qu .1 sendo fervoroso adepta do' Deua Baccbo enten-
de em seus mom ni os nervosos o que eos tuina ser dia-
riamente, insultar e at mesmo preteuder realisar
seus mos instinctos em todos os que encontra,
como ltimamente s 10 horas da noite du 3 do
corrente c m o cidadao tambera empregado no tra-
fago do mar de nome Maaocl Jos Patricio, o qual
estando traquillamcote deicancando no referido
cass, foi inopinadamente :aggredidn pelo tal lypo
que pret' ndeu deefeit<-al-o, e teria feito se nao toa-
se a favor vel nterveucSode diversas pesaoas que
presentes ae acbavam.
Esse sujeito um insolentan, e mais hoje mais
amanh l'.i A pelo seu genio desordeiro n infelici-
dadede qualquur pal d familia se deade j a enr-
gica :,:v ridad policial no lhe pjzer cobro, fa
zeuao o eslaenr na oscabrosi senda por elle tri-
Ihada, pois diz cnicamente que tanto g*nha na
cadeia, como aolto ('.') NS> era mo que o- digno
Sr.'subdelegado consirvaaae aomcuos duas pracas
no ri ferido caes para cont< r cace e outroa dcaor-
deiros que'por all transitam.
Espera urgentes providencias.
Vina Usletnunha
Rio Grande do Xorte
Tendo partido do Rio Gran Je i) Norte, a bordo
do vapor coat-iro lp"juca,entrado neste porto hon-
tem'pela manh, a. ha se entre naepor aqu pas-
ear alguna diaa, o n&sao dibtincto e particular
amigo Dr. Francisco de Salles Mena e ft.
A eese insigne patriota, pir todos os titulo,
digno da ma:s alta consideraco e apre.ro do3 ho-
mens ilustres de dosso paiz, exclusivamente de
vida a /andacao da Sucied de opular Inetituto
Luterano do C Incitado pelos mais raros c lonvaveis sentifren-
te?, que c m a mxima rspcntinejdade, mautin,
relativamente causa da instruecv pnblic, o Dr.
Meira e Si, sempre pr< mpto. a prestar, com a
maior b a vontade, todos os eeus esforyos em fa-
vor da populacao da cidade do Cear Mirim,
daquelle povo, por demais bemquiato.
Seus impnrtantissimos s'tvc a prestados qu 1
Srs. Redactores.Em resposta a reelamacao
que o seu numero de bontera traz na suaconcei-
tuada Revista, peco-lhe o favor de inserir na co-
lumnaA pedido, o seguinte, s em attencio ao
publico e a Illma. Cmara Municipal.
A padaria n 6, estabeleeida neste lug-ir ha 42
annos. nunca incommodou visinho a'gum a nao
ser a cas n. 8, iato mesmo muito poucas vezes :
a chamin estaas pisturas municipaes. e espero
a prese oca do Sr. fiscal para verificar.
Emquanto ao mais, o meu mo edespeitado vi
sinho andou mal, faltando a verdade com os no-
meros imparea, e nao mencionando os depares, que
em tempo tanto censurava.
E'justamente com a Lima. Cmara e seus em-
pregados que eu desejo entender-me a tal res-
peito, e verificada a falta, mandara fazer o aug-
mento necessario.
Devo urna resposta ao meu mo visinho e bom
amig... O calor talves lhe teuha feito mal ais
ervos... melhor ser que v tomar una biuhos
frios em Jaboato___, afim de que melbore. Se
quando voltar nao estiver curado, cu lhe cnsinarei
nsva receita por eatc jornal.
Resido neste lugar ha 26 annos, e s agora me
apparece este mo vizinho e amigo, queixando-se
dos meua estabel cineutoa.
Recife 4 de DozejiOro de 1886.
Jos Custodio Loureiro.
te curadas com o oleo puro u/edijiual de figado de
bacalho, de Lanman & Kemp. lato nSo tima
mera asaercSo, mas sim, nm facto eatabelecido.
Pergunte-se nos hnspitaes, aos mdicos, a todos
que toem usado desta maravilhosa e superior pre-
piraeao e reep mder-voa ho, a^r a pura verdade.
Nao ba pois, egosmo em proclama! o, porque o
agente curativo um dom da naturesa.
Tudo o que Lanman A K-mp, a fazem apre-
aental ao publico n'um eatado de elaborada peife-
cJo e pureza, tal qual se extrahe dos figadoa tira-
dos do peixd o mais frescal e a >, e debaixo de urna
forma qne desafia as vicissitudes dos climas.
_ 'nqu, pois, que provm a sua extraordina-
ria repotaco como antidoto, nos casos de tyaica,
febre pulmonar, anginas agudas e chronicas, as-
thma, toase heptica, dr das coatas e debilidade
acompanhada de grande emaciaco.
Achatse venda em todas as boticas e lejas d*
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Foster & C,
ra do Commercio n. 9.
Muito importa saber o publico que os gneros
que compra ao realmente os genuino* gneros que
se apres-ntain, para assim poder recuaar as nu-
merosas falaificncdVa c iinitacds qae inundam o
mercado, em inultos casos com grave dainno da
Shuds publica. Declaramos por txnto, positiva e
terminantemente que pela firmula original, co-
mecuda a usar no anno de 18^9, que o exquisito
perfume eonhecido como Agua sV'iorlaa de
aVarry preparado, sendo esta indubitavelmente
urna daa causas de poasuir elle urna fragrancia tao
extraordinaria, tao suave, fresca c deliciosa, tao
superior a todas.
i
< linic-1 medico clrnrglea
DO
Olinda
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoraa e
er i ancas.
Residencia Ra da Imperatriz n. 4, segundo
andar.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d conaultaa de meio dia s
3 Loras da tardp, no 1." andar da ca8a
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34 Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Goeliio Lelte
Diversas pessoas que nSo podem ser in-
difforentes s grandezas q te aindarpstam,
embora em estado de ruinas, nesta cidade,
reuniram-se na casa da residencia do Kxm. i Medico, pariciro e operador
Re t tc Ueziaencia a ra aarao da Vic'oria n. 15. 1- andar
vm. Sr. conego ir. Uuz Francisco Consultorio a uque de Caliag n. 59.
de Aranjo, para o nm de combmarem nos D consultas das 11 horas da manha s 2 d>
meios de reparar o magestOEO teoiplo de i tarde.
N. S. do Carrao hoje tao arruinado. Atiende para os chamados a qaalqner hon
tt. j j i telephone n. 449.
.hsiudados os reparos e senciaes pelo n-
PIBUL\10LS A PELUDO
a 1 calida'le, bem como diversas produecoea htre
ranas fi.haa de eua reconhecida nteliigeneia, j
no fil > desconhecidas de varias sociedades litte-
rari^s de differe ites provincias do nosoo imperio
onde conta o illustrado Dr. muitos amigos c admi-
radorca.
Garautndo aos nosaos loitores quedando a pre-
sente noticia o faz m >a com toda imparcialidade
e juatica, asaiga mo-noi.
Virgilio Bandeira de Mello.
Francisco Ftrnandes da Rocha.
R cife, 5 de Dezembro de 1>"86.
0 promotor publico de .guaras-
su'ao re> pella vel publiio
Em (.rtigo publicado no Diario de Pernambuco
de 30 do mez prximo paaaado, tive occasio de
diser que, cout rn:e aviso do escrivao Bandeira,
: m> us autua Crimea andavam a paaseio no Reci-
fe, para on.1e levra-os, simplesmcnt por perver-
sidade, o honrado juiz Dr. Tel'Sphoro Salles.
Impuz me a pesada tareta de ir scienlifiuindo
M homeus de bum de tudo quanto foaae occorren-
<;) sobre o meu perseguido (.roceaso e, p-rtanto,
tibe-mc h"je dizer mais algumas palavras.
Lea o publico sensato os documentos abaixo
tranacriptoa u avalie at ondee capaz de descer o
immaculado Dr. Salles.
Posao dizer, como Maleaherbes na defesa de
L'aiz XVI: Pro;uro aqu juizes e nao encontr
aeno aecuaadorea .
Mal de mim, se o juiz que me coube em sorte,
t.vesse de dizera ultima patarra s.brc a miuha
nuesto !
E' que, felizmente, no meio da tormenta que.
pavorosa e negra, deaencadeiou-se sobre o meu
frgil baixel, eu vejo, muito perto, lus brilhaotee
setn manchas, porto seguro oude encoutram agr
tiavel abrigo oa perseguidos da jua'ica.
JRjAlli, no Egregio Tribunal da Rlacio, h"i de
icomrar, tenho viva f, reparo para os atropello,
-i que tenho sido victima, p>rque alii nao tem en-
trad*-A CAUSA DOS MEU-) MALES,uolou
co dizer do Dr. Teleaphoro !
S- S. nao tem t-nteudimento bastante para cal
C llar o mal qu* ai mesmo tem feito, desde qu>'
C>mecou perseguir me.
Vist' urna toga, salpicada da corr-sva lama
dos ptridos passes do odio e, mas cedo ou mais
tirde, ha de vel a, por insensatex sua, cahir em
p*dacos seus pee.
O illustre fidalgo qne, hoje, bateado palmus, ati-
ri S. S. sobre mim, faz ndo-a r-presentar o pipel
d:INSTRUMENTOde paixoes albeias, muito
breve, possi garantilo, dediguar se-ha de esten-
der-lhe a mao !
Ouca, agora, S. 8. as palavtas de nm respeita-
"Vel magistrado brazileir :
< Si a ignorancia do empregado publico e mr-
mente do magistrado j por ai urna desgrac*,
ana perveraidade, sua c> rrupcao urna calami-
dade. O juiz nenhum recelo deve ter de dcacei
oa nao subir. Si aspira n nome, nao pode con
* quistal-o senao pela sua imparcialidade ; nao
pasaa poateridade seno quando apparece a s
olios de seus concidados como a imagein viva
daequida ie, c inja-ndiando em sua razao a pro-
funda ixpreseo e o mais exacto e feliz sentida
> dessa m'Htidao de preceitos e regras que sech-i-
mam leis .
Medite o Sr. T- lesphoro sobre etaa palanas,
certo de que nao lh^ t-nho odio. Outro muito di-
verso o aentimento de que me acbo poasuido,
quanto a S. S.
^Iguaraas, 3 de Dezembro de 1886.
Francisco Xavier Paes Barretto.
Carla. Iguaraat, 3 de D-zembro de 1886.
Amigo e Sr. tenente Joo Antonio Cava cante de
Albuquerqu-----Fazeudo um appello aos seus sen
timent 8 de h mra, p- c >-lhe se digne declarar, ao
p d'eata, se uu nao verdade qne, ha poueos mu-
meatos, est' ve cm noasa presenca e na joj Sr*
capi'o Jos Benigno do Amaral e alferea Ismael
(iauJencio Furtad.i de Meudonca e ontras Desaoas,
o capitao Luiz Ferreira Bandeira de Mello, eaeri-
vio do crime desta comarca, queixando-e de que
o Dr. T' lespboro Salles h je, ao ebegar do Recite,
censurava o em termos aerea por m- ter d toque
o mesmo Dr. Salle levara para o Recife c meu
trocesao, ai b pretexto de lel-o cem mis vagar em
casa da timil'a.
Outrosim, rogo Iba sirva-sa dizer nw, se ou
nao verdade que o referido caerivo accr;scentou,
Dr. Rosa e MI va
Segundo telegtamma recebido do Kin. de Io
u'eate miz, deve ebegar m* dia 7 (ferca-f ira)
bordo do vapor nacional Mandos, u noaso illustre
ennprorinenno e deputado g- ral o Dr. Francisco
de Assis liosa e Silva, que tantos e til > bons ser
vig-'s pr-'atoii nos? provincia, pugnando com
sua eloqueute e i ffljeute pala\ra pelos interesses
d'ella.
O ilinstre Dr. R sa e Silva drve ser collocado,
sem cotestacao algnma, ao lado de Jos Marian
no c Nabuco, oa tres pnmeiros ornamentos da de-
put:ieao Pernambucana, ',s nicos qne tanto tem
trabalhado em favor oc seu engrandecimento.
Convidamos, pois, no corpo do commereio e a to-
dos i.s pernamhncaoos em geral, sem 1. ti' rene i de
corea polticas, a irmos no dia 7, (terca-feira)
p -las 7 h >ras da manba ao caes da Lingueta
o mprimenlar tao ilustre representante de nossa
provincia.
Agradecimcnto
Tendo h vontade de i x do de ser empregado na ca-
sa rtoniniercial do IUm. Sr Antonio Au-
gusto dos Santos Porto, atira de estabele-
cr-me na ra do Cabug n. 12, venho
pelo presente agradecer ao mesmo Sr. o a
Exm.a familia as maneiras attenciosas com
qu sempre me trataram, durante o tempo
de dous annos em que fui seu empregado,
ao tues.no tempo em paga de tantas atten-
c5es os meus diminutos prestimos, oude
quer que estoja.
Recife, 4 de Dezembro de 1886.
Domingos Goncalves O ornes Penna.
0 Exoi. Sr. or. llosa e Silva
No vapo' brasileiro, que aqui deve cheg*r 6
ou 7 do c< Trente, chega o diatincto pernambucano
e laureado deputado geral pelo 10 districto, o
Exr. Sr. Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva. E'
de esperar que tenba nma bonita recepeo ; tem
na, bem attestam o honroso papel que deeempe-
uhin na Cmara, pngnaudo nao s oela sna pro-
vincia, como pel> bem geral, s^bretudo pela agri-
cultura. Sc digno deum districto que elege, tam-
b.-m o de um povo qne tem por dever abracar
aquello que ae fea digno. Asaim de esperar, que,
sem cor poltica nein nacionalidade, o vamos es-
perar ao seu desembirque.
\o 31. finniversario natalicio de
ja SONETO
Mais nm anno contas boje, (charo amigo)
D- preciosa existencia, consagrado
A pratica do bem, meu louvado
Contiuuai, n?.o vos fallar abrigo. ..
Amante da verdade, que em perigo
De ver o pirvir aniquillado
Nao a despr.-z ato, dever sagrado
Cumpriste... E pois junto contigo,
teiligente e pratiuo engeoheiro architecto,
Dr A. Percira SitnSes. que do boa von-
tade a oto se prestou, e es! prompto a
dirigirla parto technica do trabalho, foram
eleitas duas conamiss5es : urna gere.1, con-
posta do Dr. II. S. Tavares de Vascon-
celos, presidente, tenente Manoel J de
Castro Villela, secretario, padre Julio Ma-
ra do Rogo Barros, thesoureiro ; o outra .
de esmolas, composta do desembargador j
Jjao Francisco da Sila Braga, presiden ;
te, Antonio Eatevao da Oliveira, secreta-
rio, eonego Manoel Joao Gomes, a cnego
Dr. Joaquim Graciano do Araujo.
As comtniss3 s trabalham com esforjo
para obter os recursos neceasarios effee i
tividade do intento, que emprehenderatr: e
de esperar que encontrem ap do e a: i
maco da parte de todos aqielles, eos
quaea recor. crem para fm tao piedoso.
Nes?e sentido vao dirigir circulares.
Por telegramma de 1- do corrente seube qne o
depntado geial Dr. Francisco de Asis Rosa e
Silva, o que insis manifestou-s* a favor de nossr.
provincia (sem cor poltica), embarcara no vapor
nacional Manos, o qual chegur a este porto a 7
do andante, convido ao povo pernambucano para
irmos V sen desembarque ho caes da Lingueta
pelas 7 horas da u.auha, c mpri i.cntar o distincto
patriota.
Um 6r.'s7ero.
Cal virgem de Jagua-
ribe
Convm, bom dizem os Ilustres agricultores
q e tem usado da cal virgem de Jaguanbe e vo
nos remetiendo oa Htteatados que vames dando
publicidade ; e haver quem conteste que esta cal
senao superior ao menos faz igual efleito que a
de Lisboa ?
E assim sendo para qne impoftarmos genero
igual a aqnelle que temos ? Respondan) oa inte
reasados pelo bem da lavoura e coosi guintemente
do paiz.
ADVOIACIA
O co selheiro Dr. Manoel doj
| Nascimento Machado Portell;
j contina no exercicio de suaj
\ /profissao de advogado podendo\ l
'ser encontrado era seu escripto-j '
rio a ra de Imperador n. G5,| I
1. andar, das 12 s 3 da tarde.) j
Dr. Fernandes Barros
Medie
Consultorio ra do Bom Jess n, 30.
Consultas de meio dia ) 3 horas.
Rcaidencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Leonor Porto
Ra do Imperador n. i"
Primeiro andar
Contina a ezeentar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicode costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.
Quero hoje no prazer me associar,
Quto o teu natalioio festejar,
Cheio do jubilo, imoerso no prazer ;
Com a minha fraca voz te saudar,
Ou uib pequeo brinde levantar
Eis o qus te posso offerecer.
Cabo, 5 de Dezembro de 1886.
Crispo.
Bonito.
No Diario de 2 do corrente e sob esta epigraphe
deparamos eoin urna c rrespondracia firmada pelo
8r. Jos Ferreira de Mallo Albuquerque, em que
injustamente aggredido o coronel Pgdrosa, chefe'dos pulmo, mortaes por natoreza, tao dianamen-
Atteeto que tendo usado dg cal virgem de Ja-
guaribe no fabrico do assucar tenho cbtido bom
resultado, p co que ouaidero-a, quando nSo au-
perior ao menos igual de Lisboa ; echando, po-
rm, que deve ser proferida nao a pela vanta-
gem do preco coma pela do transporte as estra-
das de ferro.
Engeaho Pirangy ass, 5 de Novembro de
1886.
Erne to Arcelino da Barros Franco.
Refiro-me ao attestado supra.
Eng'nho Pares do Nazareth. 6 de Novembro
de 1886.
Aquilino Coutinh) B. da Silveira.
Refiro-me ao attestado supra.
Engenbo Serrara, 6 de Novembro de 188<>.
Job Barboza de Vasconcellos.
Tenho feito uso da cal virgem de Jaguaribe e
obtido resultado satisfactorio.
Engenho S. Manoel, 8 de Novembro de 1886.
Meado de S Barreto Sampaio Jnior.
Fzendo nao da cal virgem de Jaguaribe tenho
obtido melhor resultado que com a de Lia>oa e
s quererla, d'ora poi diante. a do Jaguaribe e
creio qee lego que ossenheres de,engenho a expe-
limentam nao fnrao mais nso da de Lisboa.
Engenbo Esperance., 13 de Novembro de 1886.
Francisco Aft'onso de Mello.
Attesto qne ha rendo empregado, no fabrico do
assucar, cal de Jaguanbe. da que o Sr. S'bas
tillo Becerra tem ltimamente recebido, mestrou
ser ella igual da melhor qnalidade importada de
Lisboa.
Eoern'io Novo de Muribica, 13 de Novembro
de 1886.
Jos Tbomaz Piros Machado Portella.
Atteatoque tenho empregado no fabrico do as-
tu?ar a cal virg ni de Jaguunbc tendo obtido bom
e.uitado; de tazer a mesma qu ntidade de as-
eu ' vantag m na qualidade do assuear feito com ella,
principalmente com factores de assucar ignoran-
tes que. com a el de Lisboa, queimum todo o as-
anear.
Eugcnh) Lavagem, 18 de Novembro de 1886.
Antonio Catopeilo.
Attcsto que com o uso feito na f bricacJo de
nssocar com a cal virgem de Jugunribe o resulta-
do tem sido to bom quanto o melhor que tenho
obtido do nao feito eoui a de Lisboa, accrescendo
o facto de ser maia barata, s della usarei.
Engenbo Estrella. 20 de Novembro de 1886.
Thom J. de Gouveia,
(Continua).
Oleo puro medlcl al de Usado fe
tiarulnao. de Lanman tt; kemp
lOt
No enrativo das entermidades de qnalquer que
teja a sna natureza, quasi tudo depende dos agen-
tes medicinae que se empregam. As molestias
Licor depurativo vegetal iod^.o
DO
Mcdho (|uiclla
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de Uo grande fama iufallivel na cura de todar
as doencas sypbiliticas, escrofulosas, rheumatica
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rhenmati
cas, osteocopas e nevralgicaa, blennorrhaglas agu-
das o chronicas, cancros syphliticcs, inflamma
! (des visceraes, d'olbos, ouvidos, garganta, intea
tinos, etc., em todas as molestias de pello, simples
on diathericos, assim como na alopecia ou qruda
do eabeno, e as doenjas determinadas per satu-
rarn mercurial, Dao-se gratis folhetos onde se
encentram numerosas exp ;riencias feitas com este
especifico noi hospitaes pblicos e muitos atiesta-
dos de mdicos c documentos particulares. Faz-se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinb -. & C.
Ra do Mrquez de Olisda n. 4!.
Dr. Ferrra da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de crianzas, com pratica naa princpaes materni-
dades e hospitaes de Pars e de Vieana d|Austria,
faz todas aa operaces obatetrieas e cirurgicaa
concernentes as suas eapecialidades.
Consultorio e residencia na ra do BarSo da
Victoria (antiga ra NovaJ n. 18, 1" andar.
Consultas das 12 s 3 hora* is tarde.
Tlepbone n. 467.
Dr. Paula Lopes
De volta de sua viagem Europa, re- ]
abri seu consultorio roa do Mrquez dei
Olinda n. 1. (
Especialidades : Molestias de crcancas e j
nervosas.
Tratamentos pela electricdade (Electro
therapia )
Coo8ultae : Do I hora s 4 da tarde.
Rcaidencia ". Rn* da Sol dade n. 56.
Telepisonesi na. ." e 498
A\iso
Um erro Fatal aa Amerlea!
lo peridico Cleveland, publicado em
Ohio, nos Estados-Unidos do Norte, lemos
a des-ripco de urna opera;ao cirurgioa,
cujos funestos resultados sobresaltaram pro-
fundamente todos os facultativos da Repu
blica Anglo-Saxonica. No entender do ci-
rurgiSo mois eroi .ente de Cleveland, o Dr.
Thayer, semelhnte operajSo foi quasi um
crime 1
Havia muitos annos que urna senhora
chamada King padeca de urna enfermida-
de de estomago, e nenhum dos eystemas
de tratamento eropregados por varios me
diuos puderam alliviar lhe os soffrimentos.
A doenca tinha principiado com um leve
desarranjo dos orgSos digestivos, de mis
tura coro nm grande fastio. A estes symp-
tomas seguio-se um malestar ind escriptive
no estomago (malestar que foi tomado por
urna sensacao do vasio interior) aceumulan-
do-se em torno dos dentes urna materia
pegajosa, acompanhada de um gosto des-
agradavel, especialmente de manha. Lon-
ge de fazer desapparecer a sensatjao rio
vazio, o alimentop ,^. ..g.UDUcal-a. En-
tre outros symptom as notava-se a cor ama-
rellenta dos olhos. Pouco depois, as mSos
e os ps esfriarem e tornaram-s': pegajo-
sos, cobrindo-se de um mor fri. A enfer-
ma padeca de um cansago constante, sen-
tind o-se nervosa, irritada e cheii de ne-
gros presentimentos
Ao levantarse de repente, a pobre se-
nhora senta urnas tonturas. Com o tempo,
os intestinos chegarain a estar estreidos
at o ponto de tornarse necessario eropre-
gar quasi todos os dias algum medicamen-
to catrtico, nSo tardando a enferma a sen-
tir nauseas e laucando fra os alimentos
pouco depois de tel os engulido, algumas
czes em um estado de azedume e ae fer-
menta cao.
D'estes desarranjos proveio urna palpi-
tajao de corajSo tilo violenta que a infeliz
quasi que nao podia respirar. Finalmente,
en -ontrou-se na impossibilidade de reter os
alimentos, atormentando a sem cessar do-
res de ventre atrozes.
Attendendo ao facto de que todos os re-
medios at entilo empregados nao haviatr.
produzido resultado algum satisfactorio,
reunise urna junta medica, rujo parecer
foi que a ra. King padeca de uai cancro
co estomago, tornando se necessaria urna
opr-rajao.
Em resultado d'esta decisSo, no dia 22
do Janeiro de 1882 fez o Dr. Vanee a
operagilo em presenja dos Drs. Tucker-
mann, Perier, Arras, Gordon, LHpier e
HaUiweU.
A opera$ilo consisti em abrir a cavida-
de do abdomen at descebrir o estomago,
os intestinos, o figado e o pncreas. Ve-
rificado iato, os mdicos examiuaram os
ditos orgSos, e, cheios de assombro e d<:
horroi, viram que nSo existia cancro al
gum.Cerraram e iizeram opossivel para cu-
rar a ferida que haviaro feito; mas a pobre
senhora morreu dentro de poucas horas
Que triste a serte do viuvo que sabe que
a esposa pareceu por cansa de urna opera-
jiio errada Se a Sra. King tvesse em
pregado o verdadeiro remedio contra a dis-
pepsia (sendo este o nomo da doena) esta-
ra hoje em sua casa viva em lugar de es-
tar na cova.
Por meio do uso do Xarope Curativo dt
Seigel, remedio proprio para a dispepsia e
para a indi^est3o, muitas pessoas se resta-
beleceram depois de terem ensaido outros
remedios sem proveito. As provas d'este
facto sao tilo numerosas qu nao nos pos-
sivel reproduzil as aqui, mas os que lram
os certificados publicados em favor d'este
grande remedio consideram-os como irre-
futaveis e convincentes.
A venda do remedio Ilimitada.
O Xarope de Seigel vende-so em todas
as pharmacia a do mundo, assim como no es-
tabele ment dos proprietarios, A. J. Whi-
t,(Limited) 3, Farringdon Road. Loa-
dres, E. C.
Depositarios na provincia de Pernambu-
co : Bartbolomeu & C, J. C. Levy & C ,
Francisco M. da Silva & C., Antonio M; r-
tiniano Veras & C Rouquayrol d Irnaos
e Faria Sobrinho & C. ; em Bello-Jardim,,
Manoel de Siqueira Cavalcante Arco-Ver
do e Manoel Cordeiro dos Santos Filho :
era Independencia, Antonio Gomes Bar-
bosa Jnior; em Palmares, Antonio Car-
doso deAguiar; oem Tacarat, Jas Lou-
rengo da Silva.
(1, Hi'iiiuano
ornas de cobr, it3 e nm.Be o
Golitzer Ufer n, 9. Berlim S O.
EspeefalMade:
Construe^o demacl-
nasc apparelhos
para fabncas de assucar, dcstillaySea.e*
tnacSes com todos oh aperiegoanaritaB
modernos.
DSTALLAQA6 DE:
Engenhos de assucar completas
Estabelecimento filial na Havana *fc #
mesma firma de C. Heekmann
C e San Ignacio n. 17.
Inicos representantes
Haupt Gebru'der
ElO TE JANEIRO
Para informacoes diaijamse ai
Pofalnian &C
Bus fio Cunio B. 16
Consultorio medico-
cirwrgico
O Dr. Castro Jeeub, editando mais de 12 asear-
de escrupulosa obeervacSo, reabre consultorio cm
ta cidiidc, roa do Utu Jess (antiga da&ae
n. 23, l.o andar.
Doras de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
; "Be noite : das 7 s 8
as dimais bcras da noite ter encontrad:
sitio travesa des K< mi dios n. 7, primeiropar-
tSo tiqueida, alm do pono do Dr. Cosas.
EDITES
Edifal a. 9
O administrador do Consulado Provincial be
publico a quem intereessr posen, que ua frata
do respectivo regulamtnto ser iffoctuaio pac
esta repartieao, uo espado de 30 Oas uteii, -
tades da data deste, a eobiaucot iud>'pendente ie
multa, dos impostos de di cima urbaua e25 9
sobre a renda dos bins de rfliz, perteneentea
corporac5es de mo moit. relativos ao 1 lenet-
tre do eurcieio de 1S-S6 87.
Consulado Provincial de Pernambuco, it.
Dezembro de 18fcC. r.
F. A. de Caivi'lho Monra.
N. 11. A EmulsSo de Scott restau-
ra a saude aos tsicos, purifica o san-
gue, afasta do organismo toda sorte de
affeccoes Escrofulosas e fortalece aos de-
bis e enfraqueeidos.
Excita o appetite, estimula o organismo
e augmenta as carnes e as forga.
Fr'gtezia doRicife
Lyra & Ima, la fa ComparmiaPer-{
nnmbuea d. 10, Ia divitao
Jet Amonio do O. uto V'isnna, dem
i- m n i2, 1' dita 149Mt[
Jos Villela de Castro Mariz, rna d)
Amorim d. 2, 2 dita 2U428C
Jos Autonici de Mi-ttcs, roa do Ccm-
mereio n. 17, 2 dita 211/385.
AiCelino L'ca & C, caei da'Ccmpa-
nhia n. 24, 2> dita 21I536C
Thomi'Z Times, caes da Alftndfga n.
5, 3 dita 2&J0K
Joi Cierro ntir.o II. da Silva, -crs da **- *^
Alfandega n. 26, 3' dita 28'l#flK
Sebastio Gorcalvrs de Biito, ua da
Companhia Peim-mbncaca nr. i e
6, 4a dita 281JUB
Jos Monteiro Toirts de Castro, caes
da Coospanhia ns. 6 e 10, 4 dita 42258L
Alfonso Ferreira llaltai, ra Vigaria
Tenorio n. 1 3. 5" dita 563/8%
Antonio Muniz M-i-lit)o, largo do Ccr.
po Sxntons. 3 e 11, 6 dita 704523E
Jos Luiz de 8c uz. pateo da Aescm-
bla ns. 15 e 23, 6 dita 704/23
Fina & C. ina c!o Amorim n. 2, b'j *
dita
563/OE
5:000 JIM
19 de lU-
OCUlista
;c=^^.
Dr. Mattos Barreto, ex ebefe da elim-
ca de olhjs do IV Moara Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
d :o aggregado do hospital Pedro II
deata cidade.
Consultorio, rna do Impera ior n. 65, 1*
andar, das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Can.inho Kovo n. 159.
As opetacoes sao feitai sem dor, por
meio da cocana.
Consultas e operagoes, gratis aos po-
bres.
Df. GuuoBira Lpe
J1KIIIIO
Tem o sea eseriptorio a rna Duque de Ca-
as n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta
iiora em diante em sna residencia ra da Sac -
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e oriancaa, telephone n. 326.

O Or. E. OaKian Bonnet Medico pelt
Faculdade de Medicina de Pars.
Condecorado com a medalha doa hoapitaea.
Socio correspondente : das Academias do Med
cia do Rio de Junero e de Barcelona ; da 8o
ciedade de Medicina p-atica de Pars e da Sooie
dade Franeeza do Hygiene, ex-direotor do Hoeai
Anatuino Patolgico da Fuculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Peruambu
6ca a diiposico dos doentes que desejarem hon
ral-o com a sua confianca.
Chamad--s e consultas de 1 i 3 horas da tardi
ra do Mrquez do Olinda n. 51, 1 andar: re-
sidencia na hospedara de D" Antonio (Caminho
Noto). t_
Especialidades : moleutiae das vas respirato
ria coraeo, estomago, ligado, etc., molestia*
nyas, e lyphilittcas.
{}
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. llaltliazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestia! das
crianzas, dos orgaos respiratorio das
senheras.
Presta-so a qnalquer chamado para
or dt capital.
AVISO
Todos es chamadas devem ser diriga
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Barao da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
1
1J seccao d Consulado Provincial,
vtu.bro de 1886. u
O IancHdor,
Jo qu:m Tranquilino de Lemos Duaite.
Suitdeleicarla policial do illali li |iiiv(i'' sembr de 1SSO
Por esta subuelegac a se faz publijD acbara
em deposito urna gua rudada, com 9 ou 10 aanoc
de idade, pouco mais ou menos, cortada de pejf*
ral, partcmdo sir animi-1 de engenho ; dita gar
foi ajpnhendida na ncite de 27 do mez proziaa
p:-.ss-do lugar denominado Utiuga. i
Quem for seu doce, compareca nesta subMe-
gacia. munido da ct dando os signaes cert s e pagando as despetai 4o
trato lhe ser entregue. ____________
Recife Drainage
A companhia faz publico, para conhecin
dos interessados, que collocou uo mez de Na
bro prximo findo. os appardhos abaixo depa-
rados : ____ '
Freguezia do Recife ''W*J5H '
Ra do Mrquez de Olinda n.- 25, apparelk**.
8,08, 2- andar,
dem idem idem n. 49. apparelho n. 8,029, Va-
S. Jos
Pa nova de Santa Rita n. 17, appare!h
5,676, leja.'
dem dem idem, appaielho n. 5,677, praribe
andar.
dem dem idtm n. 19, appanlho n. 5,67^ fr
andar.
Boa-Vist3
Ra do Hospicio n. 51-A, apparelho n. 10,3
cas-i ti-rrca.
Recife, 3 de Y>ciembro de 1886.
O gerente,
J. Doicsley Junitr..
Secretaria da venera?el criem terceira^
Seraphico Padre S. Francisco no Ron-
fe, ero 4 de Dez mbro de 1886
De ordem do carissimo inr.ao ministro, coavia
a todos os se ihi res caudidutos approvados paec
entran m de irmos e os nessos curissimos irmsW
novicos approvados para pref. tsarem, qner pela*
. anterioras adminUtracoes, quer pela preaeate
a comparec n m uns e outres no dia da Imonaa-
ladn ConciieJo de Ncssa Stnhora, quarta-feitat
do corrente mez, pilas 8 horas da manha, sa
igreja de nossa veneravel ordem, para realisaasv.
suas euiradas e prufisso.-?.
Arthur Au usto de Almoda,
Secretario.
Companhia de Edificar
CommuuicK-se acs Srs. accionistas, qne por &
libi-rac'o da directora foi resolvido o roedlhi-
mento da quinta pr stacao, na razao de 10
cento do valor nen-inal das respectivos ajcea,
qual dever reaiisar se at o dia 5 de DezeaAw
prximo futuro, no eseriptorio da ccmpanbiaA
praca da Concordia n 9.
Recife, 5 de Novembro de 1886.
Gustavo Anlunes,
director secretario.
VENERAVEL IRMANDADE
DE
Santa Cecilia
De ordem da mesa reged.ra, convido a toia
os rrmaos profreiorrs para se reunrem em aiceat-
bla eral s.-gunda-feira 6 dj corrente, s
horas da maubS,-afim de proceder se f eleicic
dos n-'Vos Funccionarios pira o anno comprooiiiH
de 1886 a 1887.
Consistorio da veneravel rmaodsde de Sd
Ceeilia, 2 de Deiembrode 1886.
O steretari?,
Am-iro J. do Espirito Santa


Iniposlo de industria c prissr
Mi \
i ftaffiR




*"
Diario de PeruambucoDomingo 5 de Dezembro de 1S86





Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
De ordem do respeitavel irmo director, convi-
do a todo: os nossos irrnoa a reunirem-se em
nossa sede domingo 5 do corrente, pelas 11 horas
da manh, afim de ter lugar a asa mbla geral
do mea prximo patsado, que deixou de funccionar
no dia aprasado pjr falta da numero, devendo
esta ter lugar com o numer qua comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade das Artistas
Mechaaicos o Liberaes do Pernambuco, em 3 de
Deiembro de 1S86.-0 1- secretario,
Jos Castor.
Confraria de S. S. da Soledade
da Boa-Vista
Para cniprimento dos arta. 38 a 42 e seos ,
aso convidados todos os irmaos a c:mparecer em
aosso consistorio s 11 horas da manh do dia 5
i* corrente, para em mesa geral proceder a elei-
ci dos oovos funceionanos que teem de reger a
noiaa confraria.
O secretario,
Cardoso Guimares.
Facuidade da Direlto
De ordem do Exm. Sr. conselneiro director in-
terino, faco publico que a iusenpeo para os exa-
mes extraordinarios da Facuidade ser encerrada
no dia 7 do corrente, s 2 horas da tarde.
Secretaria da Facuidade de Direito do Recife,
4 de Desembro de 1886.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
S. 11, J.
Sociedade Recreativa Jratt
Sarao bimestral em 5 de Dezembro
ScieotificD qje os convites para este baile acha-
re a disposico dos seuhores socios na secretaria
la sociedade, ssim orno os ingresaos em mo da
Sr. thesoureiro, os quaes devero ser procurados
at o dia 4 de Desembro. Previne-se qne nao se
ajmitte aggregados.
-^Recife, 25 de Noverabro de 1886.
Jos de Medices,
2" secretario.
Confraria le S. Cbrlftplm e S. Cbrlw
pininno no convento do Carino to
Recife
De ordem do irmo provedor, convido aos se-
nhores ex-provedores, ex-secretiriaa eexthes'u
reros da meama confraria, | ara comparecerem em
nosso oonaistorio no domingo 6 do conente, s 10
horas da minha, aSm de reunidos em mesa con-
jnneta, tratar se de aasumpto que s a ella com-
pet, de accordo com o art. 46 cap. 8 do nosso
eonipromisso.
Recite, 2 de Dezembro de 18%.
Eloy Martmiao Lopes Galv).
Rosario da Boa-Vista
Nao tendo sido possivel proceder-se na* dnas
ultimas coa/osacoea geraes a eleico da nova
mesa rege dora do atoo compromissal desta ir-
mandfde, por falta de numero legal de irmaa,
conforme as disposc>s do compromiaso, de or-
dem do nosso irmao juiz da meama irmandade,
de novo convido a todos os nossos irmaos que es-
tiverem habilitados nesta irmandade de conformi-
dade com o art. 3' do compromisso e outras dis-
posices annexas, para se reunirem no domingo
do corrente, pelas 10 horas da manha, no con-
sistorio da nossa irmandade, para effectuar-se a
eleico, procedenio-se com o numero de irmaos
que cam parecer, eomo diapoe o mesmo compro-
misso. Consistorio, 2 de Dezembro de 1886.
O secretario,
Luiz Mamede Ribeiro.
Recebedona de rendas geres
No dia 20 do corrente mez, finda-se o praao
para o pagamento dos impostas de industrias e
urofissoes, predial, taxa de es .ravos, do exercicio
de 1885-1S8J, com a multa de 6 0,0, depois do
que ser pago com a multa de 10 OrO, seguindo se
icobranca execntiva.
Recife, 1 do Deaembro de 1886.
Os recebedoras,
Joaquim Hugolino da Suva Fragoso.
Manoel O. Ferreira da Silva Jnior.
.De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
ue perante a sessao da junta do dia, 11 do cor-
.-entc, recebem-se pr>p stis ex carta fechada e
aellada, para a venda de oito aaccas de algo la j
em pluma, de produeco da ilha de Fernando de
Neronha, pesando bruto 601 kilos, as quaes se
icham depositadas no armasem da companhia
pernambucana, onde poderlo srr examinadas pe-
loa proponentes.
Thesouraria de Fazenda de Pernamhjfco, 4 de
Dezembro de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico
que s 11 horas da manha do dia 11 do corrente,
em sessu da junta se rec bero na meama The-
souraria propostas era cartas fecha i as e selladas,
para o f irnecimento de gneros e diversos artigos
necessarios ao presidio de Fernando de Noronha,
dnrante o semestre de Julho a Dezembro do cor-
rente asno.
GNEROS
Assucar mascavinho, kilo.
Dito branco 1' sorta (refinado), idem.
Arroz pilado, idem.
Azcite doce, litro.
Araruta, kilo.
Aletria, idem.
Banha de porco, dem-
Boi vivo com 10 arrobas, nm.
Bacalho 1" qualidade, kilo.
Cimento, barrica.
Cat em grao, kilo.
Cb Hyson, idem.
Doce de guiaba, idem.
Farinlia de mandioca, litro.
Dita de trigo S. S. S. F., barrica.
Dita de tapioca, kilo.
Fumo em latas, idem.
Kerosene, lata.
Marmellaa, kilo.
Manteiga injglcza, idem.
Dita francesa, idem.
Macarro,- i iem.
Sabao amareli', idem.
Sal de cosinha, litro.
Vinho branco, idem.
Dito do Porto, idem.
Vinagre de Lisboa, dem.
Vellas stearinas, maco.
Vaaacuraa de piassava, urna.
Xarque, kilo.
DIVERSOS ARTIGOS
Agua-ras, litro.
Agulbastpara costura, papel.
Aleool de 36 a 38 graos, litro.
Arcos de ferro, feixe.
IRMANDADE
I'O
N. S. do Ter jo
Tendo alguna irmaos recusado oceitarem os
.argos de mesa regedora para que toram eleitop,
le ordem do nos o irmao ju z, convido a todos os
irmaos a comparecerem no consistorio desta igre-
a, s 10 horas da manha de domingo 5 do corren
te, afira de se proceder a eleico dos cargos que
se acham acepholos.
Consistorio da irmandade de N. 9. do Terco, 3
e Dezembro de 1886.O secretario interino,
Bento de Sonza Myra.
A confraria do Senbor Bom Jcsns da Via-
Sacra declara que deixa de ter missa aos domin-
aos e das santificados por motivos estranbos
vontade da mesa regedora, e sim por ter o capel-
ao faltado ao contrato qne contrabio com a mea-
ma mesa regedora.
GOHMERCIO
Bolsa eotnmerclal de Pernam-
buco
RECIFE 4 DE DEZEMBRO TOS 188o.
As tres horas da tarde
(?otac5e* jffic.ia.tt
letras hypothecarjas do banco de crdito real de
Pernambuco do valor de 100/ a 93/000
cada urna, sem juros.
Na hora da bolsa
Vendei am-se :
.29 letras hypothecarias.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforada.
HENDIMIENTOS PBLICOS
Hez ci Dezembro de 1886
ALFANDEGA
'i UDi OKRi-
Algodo azul, metro.
Dito msela, idem.
Dito de listra, idem. j
Bandeira imperial de 2, 3, 4^ 5, 6 e 7 pannos,
nma.
Botos de osso com 2 furos, caira.
Barbante, kilo.
Camis*las ae brim, nma.
Dita de algadao, idem.
Dita de torca, idem.
Colberes para pedreiro, idom.
Cabo de cairo, kilo.
Dito de manilha, idem.
Dito de linho de 1/2 poegada, peca.
Colla da Baha, kilo.
Cera blanca em vellas, idem.
Dita em brandoes.
Colchoes de linho ebeio de palha, nm.
Carvo de pudra, kilo.
Chocalhos sortidos, om.
Copos de vidro, idem.
Cobro era folha, kilo.
Clibros de qualidade, nm.
Chimius patentes, urna.
Espanadores de palba, nm.
Envelopes in-folio, idem.
Dito para offieio, idem.
Eacrivaninlus de lato, urna.
Fio de vella, kilo.
G mina arbica em caroco, idem.
Dita em p, idem.
Dita Ucea, idem.
Hosti.-s, urna.
Incens, kilo.
Lamparines de porcelana, caixa.
Lixa de esmeril, folha.
Dita de vidro, idem.
LeDeces de linho, um.
Diios de algodo, idem.
Lapis de borrrchs, um.
Ditos p retos de Faber, idem.
Ditoe de carpina, idem.
Ditos de doas tr> >, idem.
Liaba branca grossa, carritel.
Livros de papel IlolUnda de 50 a 200 folhas, nm.
Madapolo, peca.
Holhos de ripas, um.
Ocre amarello, kilo.
Ourios le leuca com tampa, nm.
Oleo de liuhacs, litro.
Paos db Jacaranda, um.
Ditos para balea, idem.
Pedras de amollar, nma.
Papel almasso pautado fiume, resma.
Dito liso, idem.
Dito cartlo mata borro, folha.
Peanas de ac Perry, caixs.
Pies de obreas, masso.
Pedras para escrever, nma.
Saccas do cal fina, idem.
Sellins nacionaes, um.
Tinta inglesa para escrever, litro.
Toalhas de algodo, nma.
Tinta azul da Prusia, kilo.
Travcsseiros de linho cheioa de palha, nm.
Tabo.s de amarello para si albo, nma.
Travetas e travs de 36 a 40 palmos, idem.
Verde enromo, kilo.
Vidros grandes para vidrsca, um.
Condifdes
f" 1." Nenhuma propoata ser recebida sem qne o
proponente n'ella declare, sem emenda alguma,
entrelinha ou rasura, o preco de cada genero on
artigo.
2.a S sero admittidos a concorrer ao forneei-
mento, ob negociantes ou firmas sociaes, qne apre-
sentem, at a vespera da junta, os seguintcs do-
cumentos :
Certido de matricula da Junta Commercial,
bilhete de pagamento do imposto de industria no
ultimo semestre vencido.
Certido de contrato social extrahido do regis-
tro da Junta Commercial.
3.a Os gneros dev. rao ser de primeira qualida-
de e os fornecedores eero obrigados a deposi-
tal-os em nm dos armazens da Comianhia Per-
nambucana para serem examinados, de modo que
possam com facilidade prestar se ao referido pio-
cesso, sendo para isto obrigados a ministrar o
pessoal e os instrumentos necessarios ao respecti-
vo transporte.
4.* As de.-pezas com a condueco e embar-
que dos gneros e mais artigos, sero feitas por
conta dos fornecedores, de conformidade com as
inatrueces da prelidencia da provincia, de 20 de
Janeiro de 1882.
5. As propostas de gneros, fazendas e outres
artigos, devero vir separadas.
Theaouraria de Fazenda de Pernambuco^ 3 do
Dezembro de 1886.
O secretario,
Luiz Emygdio Pinheiro da Cmara
ADMINISTRACAO DOS CRREIOS DE-PER-
NAMBUCO, 1 DE DEZEMBRO DE 1886
Rdaqo da correspondencia registrada (sem
wilor) que existe nesta /epartigeto, por
nao terem sido encontrados setis destina-
tarios.
Alberto Ferraz.
Alexaudre Francisco da Silva.
Amaro Gomes da Silva Ramos.
Agripino T. C. Branco.
Aut ni: Thereza de Jess.
Antonio Culimode.
Antonio Cardoso do Reg.
Antonio Fnrtado Bezerra de Mcne*-"S.
Antonio Joaquim da Costa.
Antonio Lopes Ferreira.
Brawtjes & C.
B Schwob (3).
Carolina Mara do Bomfim.
Conatnntino de Al neida.
Cesaiio Clementino dos Santos.
Casimiro Francisco de Araujo.
Claudino da Iacarnaco do Verbo.
GlAentino Monteiro Duarte (2).
Caetano Prats.
Candido Valeriano d Mello.
Estepbani da Silva Lima (3).
F.inte8 & Gomes.
Fabinnn Amaro L pe ,
Firmino An-onio de Far"s.
Flix Francisco de Souza Magalhes.
Fernando Moura.
Francisco Antonio Salgado.
Francisco das Chsgas Falco.
Francisco Jos Silverio.
Franciseo Soares Monteiro.
Uuilbcrmiua S. Santos Neves.
Gratieu Milliet.
Herculano Alv s da Silva.
Isabel Soares do Reg Barros.
Ignacio Ribeiro Guimares.
Jorge Jos Marques.
Jc2o Jos de Araujo (2).
Joo Moraes.
Joto dt Motta
Joo los Prazeres.
-I :i i if -j Bibiano.
Joaquim Ferreira de Souza.
Joaquim Pereira Freire-
Jii Bcrnarie Gomes. '
Jos Francisco de Soma.
Jof da Costa Dourado.
Jos Olympio da Rocha Santo?.
Joo Vieira de Mello.
Libania Bcnedic'a da CooceicSo.
Luiz Antonio das Chagas Craveiro.
Luiz Urbano da Cunha A.
Maris Cilyacs.
Maria Magdalena da Conceico.
Mara das Meni Miran la.
Mara Rosa da Asauuipco.
IfsMlUUs.
M. Zuler.
Marcelino Augusto de Macedo.
M-irquee de Carvalho
Miguel Archn jo d Barros.
Manoel Feliciano Vavoo.
Manoel M<-ndes da Silva.
Manoel Paulino Cavalcante de Albaquerqae.
Manoel Pereira de Aranjo.
Manoel da Silva.
ulinda Augusta de Miranda.
Dt 1 a 3
d'j'B di 4
:d* raoviaciAi.
De 1 a 3
:.1em de 4
91:581*052
oI:7i6653
15.617*473
7:010i900
113.321,5705
22:6284373
dem de 7 / sobre
couros espichado)
dem de 21) /a so-
bre ditos verdes
dem de 3 /0 sobre
sola e couiinhos
dem de lOOris por
laceo nao fabri-
cado etc.
dem de 100 lis
sobre ba r r i c ar,
idem
dem de 5 % adii-
cioi.al
529*370
2:310000
273*504
19.043*800
2:684*932
5:070*421
Pedro Celestino de Azevedo.
Rita Joanna D. A.
Rita Rosa de Castro.
Raymunda Maria Joaquina.
Sebaatio Cavalcaate de Menezes.
Sebastio Antonio Vidal.
Sebaatio Paasollo.
Tyrso Jos Maria de Souza.
O 1 fficial,
_________________Deodato Pinto dos Santos.
Hospital Poitug-uez de
Beneficencia
Aasembla geral
De ordem do Hito. Sr. provedor, convido os se-
nbores socios deate hospital a reunirem-se em
aasembla geral no prxima domingo, 5 de De
zemoro, s 11 horas da manha, na sedo social,
afim de dar se .cumpriment dispoeico dos esta-
tutos no art. 18 e 3- do art. 17 que tratam da
eleico da nova junta admi istrativa para o anno
de lr387.
Secretaria do Hospital Portugus de Benefi-
cencia, 29 de Novemhro de 1886.
Feliciano de Azevcdo Gomes,
^^^^^^ l* secretario.
Monte Pi Popular
Pernambucano
Aasemblt geral domingo 5 do corrente, s 10
horas da manb, para ter lugar a Icitura do rcla-
torio do ultimo semestre, e a posse do novo conse-
Iho que tem de administrar esta sociedade no
auno social de 1886 a 1887. 82o pois convidados
para esta sesso nao s oa novos eleitos como to-
dos os demais socios.
Secretaria da sociedade Monte Pi Popular
Pernambucano, 3 de dezembro de 1886.
O 1- secretario,
Regino F. de Carvalho.
Companhia de Edilicacfies
O escriptorio desta
companhia acha-se in
stallado na prac,a da
Concordia n. 9,conser-
vndole aberto das 7
horas da manha s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
trucQoes e reconstruc-
Qes.
Recebe se informa
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontrarao as
amostras dos produc-
tos da otaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
Companhia.
(Jompanhia
Imperial
SEGUROS contra l'OO
EST: 1803
Edificios e mereadorias
Taxas baixas
Promplo pagamento de prtjuizO
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROVVNS & C.
N. >Ra do CommercioN. 5
(oiipwiiii in: NEGiaos
NORTHERN
de LOniinm e Aberdeeu PomIc& flnanceira (Dezembro 1885) Capital oubsciipto 3.000.000 Fundos accumuladoa 3.134,348 Beceilfa animal i D premios contra fogo 577,330 De prem03 sobre vidas 191,000 De juros 132,000
0 AGENTE,
John. H- Boxwell
BU* COHMERHOCIQ S. 1 I'A.tjDB
r
COXTRA FOGO
British k Mereantile
CAPITAL
liooo.ooo de libras sterllaa
AGENTES
. Adomson Howie&C.
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em I-..
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
li 31 de dezembro de 1884
HariUmos..... 1,110:000^000
rerreslrcs,- 310:000000
44-Rua do 4'omnierelo
COSTRA .F06O
he Liverpool & London k Glob
INSUMAME COMPAQ
i* a
)
onilou and Brasillan Ba
Limited
Ra do Comuiercio n. 32
r'acca por todos os vapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
tm Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Ingleses.
llfacdega de Pernambuco,
1886.
106:652*055
184:26055
1 de Desembro de
O escriptnrario,
tanocl Gomes de S..
lacsRaDOBU D
iem d 4
1 sS
4.969it2Q
1;60U22D
JOSSDLIDI PBOVIKCIAt De
IH.'m de 4
1 a 3
'3:5701*49
4:166/915
1:633,903
Tela"
165:956/078
i>emonstrac3o 03 i.npostos provinciaos que
se arrecadaram nesta r-parti^o, no mez
de Kovembro fiado, sendo
Imporiario
Imperto de gyro :
Jireitos do "3 a/0 61:155*774
\ddicionaes de 5% 3:999*874 ,
-----------_ 73:155*648
mpostos diverios :
-0 a/o sobre fume 2:202*810
dem de 500 rs por
kilo de fumo 235*500
lein de 100 ris por
couro 170T00
dem de 200 ris por
tonel da de navio 1:507*800
Jcm de 50 rs por
alqueire de aal G6*I0O
Iem de 5 % de ad-
dicional 209*742
4:452*652 77:608*300
biporlscao
opostos de 3 / so-
bre o assucar 06:585*098
demMe 2 / sebre
algo 12 j 6:759*234
Iem de 8 7, sobre
agurdente etc. 3:395*698
-<3OT DBAYKAOE----\>0 l S 3
dem d 4
5:800*818
1:298*911
65*629
1:3644540
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Barca nacional Marianinha, entrada do Rio-
Grande do Sal, no dia 3 de Dezembro e consig-
nada a BalUr Olireira & C, manifestou :
Xarque 147,330 kilo, ordem.
Vapor nacional Ipomea entrado dos portos do
norte no die. 4 de Desembro e consignado Com-
panhia Pernambacana, manifestou :
A'godo 970 saceos ordem, 190 a J. Vctor
Alves Mathcus & C, 108 a Abe Stein & C, 160
H. Nuesch & C, 116 a Hachado & Pereira,
80 a Rodrigues Lima k C, 26 a Amorim Irmaos
& C.
Couros salgados seceos 195 a H. Nuesch & C.
160 a Berstciman & ('.
Esteiras de palha de carnauba 109 anihos i or-
dem, 4 a R drigues Lima fe C.
Oomma 20 saceos a Luis Qoncalvrs da Silva
Pinto.
Pelles de cabra 26 fardos a Abe Stein & C-, 9 a
H. Nuesch & C.
Sola 2 amarrados a F. A. Monteiro.
Velas de cera de carnauba 8 caixas ordem.
Patucho aliemao llero, entrado de Hamburgo
no dia 3 de Dezembro e consignado a Fui.seca Ir
ni2os ot C, manifeston :
Alcatrio 20 barra e 2S Ii2 ditos a Beltrao &
Costa.
Agua mineral 25caixa a H. Nuesch & C.
Batatas 200 gigos a C. A. Vander Linden. l
Botijas vssias 7970 ao mesmo.
Bataneas 1 caixa ordem.
Barras de f. rro 750 a A. D. Carneiro Vianna.
Crvii 10 toneladas a BeltrSa & Costa.
Cervi-ja 30 caixas a Joaquim Ferreira de Car-
valho & C 40 a Affonso Oliveira & C, 190 or-
dem.
Caudieiros l caixao a Deolato Torres < C.
Cevadioha 20 garrafcks ordem, 15 a Rosa &
Queiroz.
Ervilbas 10 garrafea aos mesmos.
Genubra 150 caixas ordem, 20 a Joaquim
Ferreira de Carvalho n. C. 15 a Fer eirm Ren-
gues (k C-
Liuca 50 caius a Costa & Medeiros, 97 grades
a Fernandas 6t Irmaos.
Movis 3 caixiVs a Silva Fjrnandes & C.
Mereadorias diversas 2 volumes a Nunes Fon-
seca & C, 10 ordem, 3 a Otto Brohers Sucecs-
sor.
ParaBna 10 caixas a ordem.
Pianos 2 caizoes a H. Vogeley.
Pinen'.i 10 saceos.
i'hospborcs 155 ciixocs ord' m, 10 a Rodri-
juos de Paria a C, 10 a Fernaudes <% Irmao, 30
a Fraga Rocha & C, 10 a Fernandes da Costa *
C 60 a Ferreira Ridriguesc O., 10 a Araujo
Castro &. C.
Papel 1 caixa ordem, 6 fardos a W. Halliday
& C. dito de embrulho 723 fordos a Affonso Oli-
veira & C 811 a Ferreira Rodrigues dt C.
Sebo 20 barricas ordem.
Salitre 25 barricas 4 ordem.
Sag 15 garrofes crdem, 15 a Rosa & Quei-
roz.
Velad 25 caixas a Joaquim Ferreira de Carva-
lho & C.
Vidrcs 1 caixa a Affadsso Oliveira & C, 20
ordem.
Para N'wYork, M. J. da R cha 1,5C0 sacejs
com 112 (I kilos de assucar masca vado.
No vapor francez Girones, curegaram :
Para Montevideo, Amorim Irmaos & C. 575
barricas com 57,709 kilos de assucar branco e 50
ditas com 6,255 ditos de dito mascavado.
Para o Interior
No lugar nacional Amelia, carregaram :
Para Pelotas, Maia & Rezendo 23 saceos cora
17,400 kilos de assucar branco e 48 ditos com
3,600 ditos ie dito mascavado.
No patacho aemio D. Pedro, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, V. T. Coimbra 400
barricas com 42,649 1|2 kilos de assucar branco.
No patacho hollandez Idx Johanna, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. Liy.i & Filho
1,200 barricas com 135,104 kilos de assucar bran-
co e300 ilitas com 31,925 ditos de dito mascavado.
Na barca norueguense Alexandra, carre-
gou :
Para o Rio de Janeiro, J. H Boxwell 400 sac-
cas com 30,129 kilos de algodo.
No vapor nacional Bahia, curregarsm r
Para o Rio de Janeiro, J. S Loyo & Filtio 1,300
suecas com 78,000 kilos de assucar branco.
No hiate nacional Gertquify, carregaram :
Para o Natal, E. C. Beltre Se Irmao 6 barricas
com 350 kilos de assucar refinado.
DESPACHOS DE EXPORTACO
Ex 3 de Dezembro de 1886
exterior
Ville de Maranhao,
car
Para o
No vapor francez
regara m :
Para Parii, A. R*go & C 3.900 graos de prata
velha e 4,000 ditos de ouro velho ; E. Goetschel
4,000 grSos de ouro velho e 4,000 ditos de prata
velha, e 1,377 passaros seceos.
No vapor inglez Lykus, car regar m :
Para Liverpool, J. Patsrot C. 4,000 saceos com
300,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor ingles Merchant, carrcgar.;m :
Para Liverpool, Birle & C. 440 saecos com
33,000 kilos de assucar mascavado ; M. J. da Ra-
cha 400 saceos com 30,000 kilos de assucar mas-
cavado ; J. H. Boxwell 1,616 nlTr com 117,785
kilos de a'gdcv
Na barca inglesa Rose of Devon, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 850 saccas com
26,113 kilos de algodo.
No vapor inglez Paraense, carregaram :
Par Liverpool, J. Pater & C. 1,000 tac* s eom
6.0C0 kilos de s< mente de carra pato.
Na barea ameritan a d. (i. Jleed, carrega'
ram :
Para, New-York, J. S. Loyo & Filho l,7t0
saccoj cem 127,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca italiana D. Lanata Vttei rr :
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 4
Acarahue escalas11 1|2 das, vapor nacional
Ipojuca, de 360 toneladas, commandante Fran-
cisco Alves da Costa, eqnipagem 30, carga va-
rios gneros ; i Companhia Pernambucaoa.
Cardiff 39 dias, logre norueguense Christine
Elizabeth, de 288 toneladas, capitio J. L. Thos-
sou, equipagem 8, carga carvao de pidra : a
Wilson Sons & C.
Bordeaux e escalas15 dias, vapor francez Gi-
rs.ide, de 2,044 toncadas, commandaute Me-
nier, equipagem 128, carga varios gneros ; a
Auguete Labille & C.
Rio Grande do Sul25 das, eocuna dinamarque-
sa Valbord, de 133 toneladas, capito S. R. Al-
bertsen. eqnipagem 6, em lastro; ordem.
Navios saludos no mesmo dia
MontevideoPatacho hollandez Ida Johana, ca
pito C. A. Drerwes, carga assucar.
Ssntcs Lugar norueguense Salcha, capito C.
B. Andreassen, carga assucar.
Porto-AlegreEscuna dinamarquesa Nvfert, ca-
pito H. Jens'n, carga assucar.
VAPORES ESPERADOS
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
uro mariilMot) e lerreasres
No.-tea ultimo a nica coapsnbia nesta prava
que concede aos Srs. segurad: s isea>p;iods paga
ment de premio em cada stimo aaao, o que
equivale ao deconto de cerca..da 15 por cenia era
avor dos segurados.
"SEGROiF
MARTIMOS contra fogo
Companhia Paenix Per-
nanibucana
Ruado Coromercio n. 8
THEATRO
Sil ITfll
Domingo, 5 de Dezembro
Espectculo em beneficio da viuva e filhos
di Affonso de Albuquerquo Martins Pe-
reira
Ao terminar a oavertura pela orebestra, ser re-
presentado pelo corpo snico da SOCIEDADE
PARTICULAR DRAMTICA NOVA THALIA
o apparatoso drama em 5 ajtos intitulado
4 Virgeni do Mosleiro
DENOMINAyO DOS ACTOS
1. A honra e o dever.
2.0 Um crime espantoso.
3. O encontr.
4. O sacrificio da victima.
5." A confisso.
Terminar o espectculo com a mimosa poesia
de Thomas Ribeiro
A FfiSTi E A GARIDADE
Principiar as 81\2 horas.
O peqaeno resto de bilbetet, acba se em casa
da beneficiada ra do Visconde de Albuquer-
que (antiga da gloria) n. 57, e no dia do espect-
culo no escriptorio do theatro.
A beneficiada agradece do intimo d'alma aos
cavalheiros do corpo scenico da Nova Thalia, o
caridoso obseqnio de se encarregarem da repre-
sentadlo e bem assim a todos sqni lies que se dig-
naram aceitar bilhetcs para o seu beneficio.
Compsaiila Braiileira de nrve
gseoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Quilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sui
at o dia 7 de Desembro, e
seguir depois da demora in-
di spensavel, para os portee
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encororaendaa e valores
racta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
~"fOMP.t\Hl.i I'KIIMHJUCAV
DE
Saregacao Costelra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
->L ,
Segu no dia 7 de
Dezembro, s 5 horaa
da tarde. Recebe
[carga at o dia 6
tBBSsassaawBlsSB^tSBsSEamm
Encommendas passagens e diubeiros a frete at
4 3 horas da tai de do di-, da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Per*iamlJAana
n. 12
BOYAL MAILSTEA PACKET
COMPANY
0 paquete Elbe
E' esperado da Europa no dia
10 do corrente, seguin-
do depois da demora necessa
ria para
Maceta, Bahia, Ro de Janeiro, Santos,
. Montevideo e Buenos-Ayres
Para passagens, fretes, etc., tracta-se -. a- os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
Companhia iBahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, tened o, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segu impreterivel-
i/iente para os portos
cima no dia 7 do cor-
rente, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
dia do dia 7.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete "raeta-sc na agencia
7Ra do Vigario 7
Dooiingcs Alves Ula heos
CilAliaiHS eIs
Companhia Franeeza de \ave5a
cao a Vapoa
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
0 a, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santoa
Stoamer Filie de Macei
' esperado da Europa
n) dia 6 de Dezembro, se-
guindo depois da indispen-
save) demora para a Ba-
lita. Blo de Janeiro
e Mantos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p?lot
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.-. uai-
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.am
de se podercm dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia aio se
rtsponsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageires par*
es quaes tem excedentes accomoda(oes.
Angosto F. de Oliveira & (
AGEMTES
42-RIJA DOCOMMERCIO-t
Para
O navio Sarah, esperado do Rio de Janeiro,
contrata alguma carga para o porto cima ; tra-
ta-se com os consignatarios Ponseca IrmSos &
Companhia.
Lisboa
Segu com brevidada a barca portuguesa Pe-
reira Borq^s para o resto da carga que falta,
trata-se com Silva Guimares 4 C-, a ra do
Commercio n. 5.
LEIL0E&
Teica-feira, 7, deve ter lugar un variado leilao
sobre o sortimento de objectos chinezes em grande
exposico ra do Baro da Victoria.
Quinta ieira, 9, o ultinro leilo das fazendas,
miudezas, movis, vidros, espelhos e mais objec-
tos existentes no armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 6,
Leilo
MARTIMOS
Lnaed SUles & Brasil Mail S. 8. C
O vapor Advance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 9 de Dezembro
depois da demora necossaria
seguir para
Do
i4 barris de 5 com vinha comroum
Segunda feir 6 do corrente
A's 11 hors
No Largo da Aasembla, trapiche do Baro do Li-
vramento, administrador Jos Luiz de Souza
O agente Modesto Baptista far leilo por can-
ta e risco de quem pertencerj dos barris cima
declarados.
LEILAO
Bahia
Auctor
Ville de Maeeii
Magean
Munoi
Advanoe
Elbe
Para
Finance
Rio
Pernambuco
Patagona
Espirito Santo
do norte boje
de Liverpool amanb
do Havre amanh
do sul a 7*
do sul a 7
do sul a 9
da Europa a 10
do norte a 13
de New-Port Nowt a 13
de Hamburgo a 16
do sul a 17
da Europa a 21
do norte a 23
Maranhao, Para, Barbados, S.
Thomaz e .\'ew-York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com os
AGENTES
0 paquete Finance
Da casa terrea de taipa coberta de telha n. 11
em Caxang, e dos gneros, armaco e utencilios.
Segunda-feira 6 do corrente
\'s 11 horas
O AGESTE SILVEIRA por mandado e com
assistencia do Exm. Sr. Dr. juis de direito espe-
cial de commercio, e requerimento de Pranc,
Ferreira & C, contra Amaro Affonso Baudcaux,
levar a leilo a casa terrea de taipa coberta de
telba n. 11, em Caxang perto da estacito e os g-
neros, armaco e utencilios existentes na referida
casa.
Espera-se de New-Port
News, at o dia 13 de De-
sembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a treta, tracta-se com os
AGENTES
Benry Forster k C.
N. 8 RUADO COMHERClO N.- 8.
/ andar
4 leilo
DE
PREKIIOS
Agente Britto
O agente cima a mandado do Exm. Sr. Dr.
juis de direito e-da provedoria, e a requerimento
de D. Auna Maria dos Santos, levar a leilo
urna parte do sobrado n. 37 ra de Pedro Af-
fenso na qnantia de 2:6O840jO, pira pagamento
de legados e despezas, tendo o sobrado quintal e
telbeiro no funda
TER(. \ FEIRA, 7 DE DEZEMBRO
As 11 horas
Ra de Pedro Affonso n. 43
.{


1
i


Diario de PcrnambucoDomingo 5 de Dezembro de 1886

*



l
I V


Leilo
Do movis, lonca, espelhos, quadros, facas e gar.
fos, eolheres, livros de direito, balaucas, car-
teiras, cofres, chip >g do Chile, palba e castor
ehrom >s, estampas, copia, miudezas e fazendas
Ter?a felra, do correte
A's 11 horas
JVb armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENIDO DO AGENTE
Gusmao
Precisa se de um criado para vender em
tabeleiro, que seja de boa onducta ; na ra da
Matriz da Boa-Vista n 3.__________________
Aluga-se o 8- andar da ra do Haro da
Victoria n. b'i ; a tratar na mesma casa uo pri -
meiro andar.
Quem prf c8 -r de urna profesaora para en-
sioar primeiras lettras, francs, italiano e fljrcs,
dirija-se ao Caminhj novo n. 128, que achara com
quem tratar, at as 9 horas do dia, e deixar
cartas no caso de nao estar ah a pessoa depoia
dessa hora.
Leilo
Da bons
moviis, 1 piano de Pleyel, 1 es-
pelho ovni e quadros
Sendo uui* bi e solida mobilia de Jacaranda a
.'.XV c.im 1*2 cadeiras do guarnif-o. 1 Jifas
de bracos, 1 sof e 2 can-oos com pedia, 1 bonito
e grande esp.'llio oval, 4 qu idrus com molduras
douradas, 2 ditos com molduras preUs, 1 oandiei-
ro grande para gaz, 1 tapete p.ra sof, 2 pares
de jarros, lanternas, serpentinas, 1 candelabro
1 cama francesa, 2 guarda vestidos di amarello
1 meia commoda, 1 lavatorio c.m peira, 1 espe-
lho oval pequeo, 1 tocador, 1 mesa com 2 gave-
tas, 1 estante, i etageres e 5 vazos para flores.
Um piauo de Pleyel.
Um guarda louca da armarcllo, 1 grande mesa
elstica de 5 taboas, 2 aparadoies de columnas,
1 guarda comidas, 1 quartinheira de columna, 1
marquesa, lOcadciras americanas, 1 deposito para
gaz, 2 cousolos de amarello, camas de ferro, ditas
(fe lona, 1 banheiro de folh i, 1 baca grande, 1
fructeira de madfira, 1 cama de balaustre para
menino, l mesa do coziuha, copos, clices, ruc-
- teiras de vidros, liccreLros, porta coguac e outros
muitos objectis.
Terca felra 9 de Dezembro
A's 11 horas
No 3- andar do sobrado de azulejo da ra
do Livramento a. 6
O ageute Martms aut irisado pelo IIlm. Sr. Vio
'orino A Ivs Mmteiro far leilj do tedusos mo-
vis e raais objectos existentes no rt ferelo sobrado
ss quaes se acham milito bem conservadas.
Aos 100:000^000
Precisa se de urna boa cosinheira, para casa
de familia, e que durma em casa ; a tratar na
ra do Bario da Victoria n. 39, loja.
Ei abaixu assignado, faco sciente ao publico
e so commercio, que nesta data vend ao %r. Ma-
noel Martini Torres o meu estabeleciuiento de
molhados ra da Aurora o. 3.1, livre e desem-
baracado de qualquer onus. Recife, 30 de N j-
vembro de 1886.
Antonio Jos Moreira Gomes.
Prccisa-se de urna ama qua lave e engom-
me ; defronte do portao do gas.
- freciia se da boa C39inheira e que seja liar
pi ; na iua da Aurora n. 155.
Vende-se um pequeo estabeleeimento de
molhados em urna das melhores localidades : a
tratar na ra da Det"nca> n. 19-
Ama
Precisase de um* ama para
familia ; a tratar na ra larga
leja.
casa de pequea
do Rosario n. 20,
Lev
ao
DE BONS MOVIS
1 piano de I'li-yal, 1 eepelho oval e quadros.
Terca fcira 1 do corrente
No 3. andar do Sobrado da ra do Livramento n. 6
Pelo agente Martns
No Diario d'amanha sahir o annuncio deta-
lladamente.
Exposifio Japoneza
Grande e importante
Leilo
Dj ricos jarros, vasos, pratos de porcelana,
objectos de bronze para ornamento de
sala, entre ell?s os grandes jarros de
forma e do execucuo original, o templo
Japoncz, closonocs, obras do charao,
de bambae, bordados, biambas, e muitos
outros artigos de apurado gosto.
Terca-felr i de Dezembro
A's 11 horas
Jla ra do Barilo da Victoria n. 67
Hender tendo de retirarse para o su! far leilo
per iutervenco do agente Pinto dos objectos
icima mencionados que fizerum parte da Eipo-
siciio Japoneza ra do Raraj da Victorir n.
7. 1" andar.
Em consequencia do Kilo cima avisado, foi
.i vista do publico a exposiejio dos objectos du-
rante os dias precedentes excepto domingo.
Constando que ha pessoas que espalbam opi-
roes errneas a respeito da quadade e origmali-
lade dos objectos, esto os ires nos franqueados ao
rame dos conbecedores, e desmontado para este
vos um dos grandes jarros de bronze para apreciar
3 quadade do mesmo.
Garante se a authenlicidade o origem dos
Kjuctos. Provaudo-se o contrario retorna se o
jbjecto comprado e volta-se duas veies a impor-
'aucia paga por elle.
O mesmo refere se aos objectos at gora
comprados.
LOTERA
DA PROVINCIA
DO
GRAO-PARA
CONCEDIDA PARA A COMSTBUCOAO DE UM
NOVO HOSPITAL PABA A SANTA CASA
DE MISERICORDIA DE BELEM
EXTRAC^AO SEMANAL
EMMISSO 50.030 BILHETE3 DE 20*000,
EXTRAHIDOS EM VIGSIMAS PARTES
16-E.ua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios bo-
guintes :o n. 1961? com 2:000^000, o n.
15968 com 2:0005000, o n. 8060 com
2:000$, o n. 16466 com 5000000, o n.
214:'8 com 5C0& os ns 14221 a 14230
com 100^000, nos ns. 12131 a 12140 com
600 da 12a parto da 1* lotera.
Convida-se aos possuidores a virem rece
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da l i* pirte da 1' lotera di.
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahir
segunda feira 15 de Dezembro.
Presos
1 Vigsimo 10000
Sendo quantldade superior
a 100*000
A desena 90000
Joa-juin Pires da auva.

FASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
i
i
i
i
4
10
20
99
Premio......de
200:00<'
4'):000
2O!0O3
10:000/
5:0004
2:0:*
1:000*
para a centena do 1.
premio..... 200*
para a centena do 2.a
premio..... 100*
para a centena do 3. *
premio..... 50*
para a centena do i.
premio..... 40*
pira todos os nume- 1.* pr. 100*
ros cu jos doi8 ultimas 2." pr. SOf
algarismos sjam i- 3. pr. 50*
guaesas terminaces do 4.* pr. 40*
2 aproximacoes do I. premio 2:000*
2 2. 800*
2 3. 400?
2 4. 14U*
4999 terminal, ojs do 1 20*
4999 % a 20*
Total t'43 premios
Para, 30 de O.dubro de 18S6.
99
99
99
499
499
499
499
ce
W5
as
cTS
PSi
_^ O Remedio man efficaz e
egyro que se lem descobcrlo ie
hoje para expe'lir as ten hrigas.
RO0K1AYOL FUERES
es
es
5J
es
49
4?
G4SA DOOURO
AOS
Le!lo
O s {mportantes movis todos
novos e de gosto
Terga-feira 7 do crvente
A's 11 horas
So armazea da ra do Marcilio Dias n. 79
(outr'ora Direita)
Urna rica mobilia para sala de jantar, toda Je
.anclla. composta de um etager grande, 1 port>
prato, 2 triuchantes, 1 mesa elstica. 18 cadeiras
s 1 mnnngueira; 1 dita rara gabinete, compoita
de 1 sof, 2 cadeiras de braco e 8 deguarnico,
rodo de Jacaranda, 1 lavatorio, 1 guarda roupa
i.-on pedra e espelho. 2 mobilias de encost lo pa-
ha, 1 rico consolo com frisos douradjs, com pe-
:ra e espelho, 1 p;rta msica de Jacaranda, 2 ca-
eiras de genipapo, I tapete grande felpndo, C di-
tos pequeos, 1 fogao americano, 12 cadeiras de
unco, 6 ditas de amarello, 2 toilettes americanos,
eon>moda. 1 marqueiio. 1 viotoncello, 1 violao
nfeitado de madre-perda, jarros diversos. 2 es-
arradeiras, figura, clices o outros artigos.
O agente Modesto Baptist. autorisado com-
petentemente far leilo dos objectos cima de-
clarados, viudos ltimamente do Rio de Ja-
neiro e que so rec.mmendmn por serem todos no-
vos e de gosto.
Em seguida vender tambern 1 bonita armaco
para loja de charutos ou miudezas, 2 porta cha-
utc8 de madeira, charuteiras, 4 port-mooaies,
arteiras, porta-lencos e luvas, gaitas e diversas
V'jontenas.
Aos 100:0001000
BILHETES GARANTIDOS
23raa Primeiro de Marp-23
Da 12.a parte da 1.a lotera da provincia,
venderam Martins Fiuza & C, os seguin
tes premios garantidos :
15,028
14,215
12,121
7,764
14,551
22,534
1,398
5,982
6,935
22,795
18,861
100:0000000 7,015
30:0000000 12,836
4,719
14,909
16,466
15,002
19,452
667
16,661
2,561
Leilo
Era frente ao armazem du moris n. 22,
ra do Imperador-
De 3 vaaca8, um bezerro e 1 garrota
lunfa fcira 9 do corrate
A's 11 horas
O agente Silveira por mancado e com assis-
'encia do Eira. Sr. Dr. juis especiul do commercio
* requerimento de Franco Ferreira & C, contra
\aaro Alfonso Bourdeaux, levar a leilo as refe-
ridas vaccas.
Ultimo Leilo
No armazen da ra do Mrquez de
Olinda n. 6.
Constando de fazendas, miu-ezas, sapa-
tos de charlte e de castor para homens e
senhoras, movis, louja, vidros, filtros, jar-
ros, quadros, espelhos, cerveja, cognac,
papel pautado e muiros, outros objectos exis-
tentes no armazem da ra do Marques de
Olinda n. 6.
Quinta-feira 9 do torrente
A'S 10 HORAS
O agente Pinto tendo de fazer entrega da cha
,e do arnazem da ra cadea n. 6, levar
a leilo ao correr do martello as tazendas, movis
.; mais artigos alli existentes.
A intreg* effectuar-se-ha no mesmo dia e em
.'4 hora.
O leilo comecar s 10 1|2 horas.
AVISOS DIVERSOS
__ Alnga-se casas a 8*000 no becco dos Coe
hos, junto de 8. Goncallo : a tratar na ra ds
Imperatris n. 56.
Aluga-ae a casa n. 4 da ra da Princeza
Isabel, bairro da Boa-Vista, com commodos para
?rande familia, contendo pavimento terreo, pri
eiro andar e soto, mnito fresca, tem despejo,
ai e agua : chaves & rna da Aurora n. 85.
Alnga so os andares superiores do predio n.
51 raa do Imperador, com excellentes accommo-
iaeoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
asa do Commercio n. 10.
10:0000000
4:0005000
2:0000000
2:OOO0OOo
1:0005000
1:0000 XX)
1:0000000
1:0000000
1:0000000
Adiase venda os afortunados bilhetes
garantidos da 13 parte da mesma lotera,
que se extrahir aegunda-feira, 13 do cor-
rente.
Presos
1 vigsimo 10000
Kai porco de 10f>4 par cima
1 vigessimo 0900
Mk
1:0000000
1:0000000
5005000
5000000
5000000
5000000
5000000
5000000
5000000
5000000
tfanoella Moreira l.tma Braga
Jus Antunes Pereira Braga, seus filhos, Ma-
noel Jos Moreira, sua esposa e filhos, agradecem
do intimo d'alma todas as pessoas que se dig-
naran) acompanbar ao remitrio da Varsea oj
restos mortaes do sua esposa, mi, filha e irm,
Uaneella Moreira Lima Braga, e peden o carido-
s) obsequio de assistirem as missas que serio
celebradas no dia 7 do correte, stimo dia do
seu passamento, s 7 horas da msnhit, na mutnz
da Varzea e na ordem terceira de S. Francisco
desta cidade.
f
Marta Bernardina da Bocha
Leal
Francisca Ferreira da Bocha Leal, Augusto F.
da Rocha Leal, AflVmso F. da Rocha Leal. Hora-
cio F. da Rochit Leal, Alberto F. da Rocha Leal,
Elvira Monteircnda Roeha Lal. Mara Mooteiro
da Rocha Leal, ^jarcias Monteiro da Rocha Leal,
Zulmira Velloso da Rocha Leal, M,-.ria Bernardi-
na Monteiro, suas filbas, genros e netos (oreten
les e ausentes) agradscem do intimo i'alma
todas as pessoas que se dignaram acompanhar os
restos mortaes do sua presada mi, sot;ra, filha,
irm, cunbada e tia ; de novo convidam para
assistir as missas que por alma da mesma finada
mtndam celebrar na matriz da Boa-Vista, s 7
horas da manh do dia 7 de dezembro, stimo de
seu rallecimento.
:>v
llenriqc uSonrew de Andrajo
Brederode
A viuva e filhos de Henrique Snares de An*
drade Brederode, Bknvidam os seus parentes e
amigos para assinirem a um missas que mandam
resar na matriz da Boa-Vista, s 7 112 horas da
manb de 6 do corrente, 1 anniveraario de seu
fallecimento ; pele que ficaro eternamente gra-
decidos.
ioo:aoe$oae
Ra do Baro da Violo ra n. 4
e casas do costme
IMIS GABANTiaOS
O abaixo assignado acaba de vender
un vigsimo de n. 11,335 com a sorte de
1:0000000 da 12 parte da 1. lotera que
se extrahio a 2 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores virem receber na conformi-
daie do costume, sem descont algum.
Acharu-se a venda os afortunados bi-
hetes garantidos da 13.* parte da l.1 lote-
ra a beneficio da Santa Casa do Miseri-
cordia do Recife, que se excrahir a 13
do cirrente.
Presos
1 vigessimo 10000
Km quantldade malor de 1004
1 vigessimo 0900
Joo Joaquim da Coita Leite.
Caixeiro
Presisa se de um caixeiro com pratica\dc ta
venia ; na ra do Marques do Herval n. 29.
E'barato por 4:00
Duas casas terreas, reedificadas ltimamente,
urna na rna do Nof-ueira e ootra na ra de Hr-
tas, rendem annualmente 700* Boa-Vista, ra da Mangueira n. 7.
Aluga-se barato
O sitio da ra de S. Miguel n. 99. em Afogados.
O sitio travesea do M^tocolomb n. i, em Afo-
gados.
A casa raa de S. Jorge n. 26, no Recife.
A casa pequea no becco do Fundao n. 5, na
Boa-Vista ; a tratar na rna de Santa Thereza
numero 38
Compras por atacado
O Pelloral de Cambara
tem precos especiaes para aiuelles que compra-
rem grandes porcoes. Distribuyo) se impressos a
qut m os pedir, contendo as condicoes de vendas :
na ra do Mrquez de Olinda n. 23, drogara dos
nicos i gentes e depositarios geraes
Francisco M. da Silva Si C.
Tendea toce ou offreio do pello t
()
Uaai o melhor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris cerno vosso siffrimento des-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tos e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manocl da Silva C ra do Marques de Olinda
n. 23
CASAFLIZ
Aos 100:000^000
BIIJIETEN lttiHIOON
t^raja da independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 12* parte
da 1* lotera extrabida hoje, 2 do corren-
te, os seguintes premios : de 5000 em
os ns. 14073 e 22385.
Acharase venda os felizes bilhetes
garantidos da 13a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Rejife que so extrahir a 13 do cor-
rente.
PRECOS
De cada vigessimo 10000
Emporio de 1000 para cima 900
Antonio Augusto dos Santo" Porto
Punas purgars e depurativas
de Campanlia
Estas flalas, cuja j,reparaco purameute ve
^etal, tcem sido por mais de 20 anuos aproreitadae
*m os melhores resultados as seguintes moles-
tias : afiecces da pelle e do figado, sypbilis, bou
boes, escrfulas, cbagas inveteradas, erysipelas e
^onorrhas.
Modo de iisnl-an
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
sendo-se aps cada dse um pouco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, de iuvcnco dos pbarmaceuticoe
Almeida Andradc & Filhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, toroandr-
ie mais recommendaveis, por serem um seguro
ourgiitivo e de pouca dieta, pelo que podem ser
isadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
> drogara de Parla Sobrlutae dV
Al BA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
Duas rpidas curas (2j
Illm. Sr. Jos Alvares de Souza Soa-
res Pelotas, 12 de Novembro de 18^.
Tem esta por fim scientifical-o de mais
duas esplendidas curas devidas ao seu pre-
cioso peitoral de Cambar
Por occasiSo de efectuar-se o ultimo
bazar em beneficio da Bibliotheca Publica
Pelotense, fui atacado de urna forte br^n-
cbite que me levou ao leito.
Vendo-me prostrado e desejando o meu
restabelecimento o mais prompto poaaivel,
deliberci usar o Peitoral de Cambar, e o
fiz com tanta felicidade que, no terceiro
dia da molestia, pnde raassumir as minhas
func$5e8 de bib'iothecario naquelle estabe-
leeimento.
Na mesma poca foi a minba lilbinha
Juliecta atacada do urna toase impertinen-
te, com carcter asthmatico. e applicando-
lhe eu o mesmo efficaz medicamento, vi a
restabelecida em poucos dias. Subscrevo-
me, etc.
Francisco de Paula Pires
nicos agentes, e depositarios geraes em
Pernambuco
Francisco M. da Silva & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
A o commercio
Nj abaixo assignadns declaramos ao publico,
mormente ao corpo cooimercial, que nesta data
dissolvemos amigavelmente a sociedade que tem
gyrado sob a firma de Faria Neves & Cordeiro,
retirndose o socio Ludgro Joaquim de Faria
Neves pago e satisfeito do seu capital e lucros
sociaes, ficando o socio Jos Cordeiro dos Santos
como o nico responsavcl pelo activo e passivo da
referida firma. Recife, 2 de Dezembro de 1886.
Jos Cordeiro dos Santos.
Ludgero Joaquim de F. Naves.
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\iiii plus ultra
Surprendente e nanea vindo a este mercado do
vinbo puro do uva sem a mnima composicao, de-
nominado
Maduro
proprio para mesa ; e escolhido especialmente'pelo
socio na ultima viagem que tez aos lugares vinba-
teiros de Portugal.
Chegou tambern o acreditado
Malvazia
vinbo proprio para constituiedes debis, especial-
mente para seoheras. Este vinbo que tanta ap
provaco tem tido, d ponto de haver falta, demos
as ordens precitas afim de chegar-nos remes-
sas, tantas quantas f rem necessarias para con-
sumo.
em todos os vapores sementes novas de hortalicas ;
asn'm como :grao de blco crviltia e
f*i da Indin
Obras de vime
Nova remessa em CESTAS PARA COMPRA.
Condenas e assafaes
Balaios para roupa snja
Cadeiras e berros.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 9
Regulador da Man-
tilla
Este importante estabeleeimento de re
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Re-
gularaentayao dos relogios: Arsenal de Ma-
rinha, Estrada de Ferro de Limoeiro, Cora-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, Ab-
sociacSo Commercial Bencficente, Estra-
da de Ferro do Recife a Caxnng, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intellgentes e habis auxiliares, fazcon-
certos por raais dfficeis que snjam, nao
s em relogios do algibeira, mas de pendu
la, torre de igreja, caixas de msica, ap-
parelhos elctricos e telegraphicos.
O mesmo acaba de receber variado sor
timento de relogios americanos que ven
de de 7# a 20f$ de parede e de mesa, des-
pertadores de nkel.
Aos seus collegas vendo fornecimeto em
grosso e a retalho : e aceita eucommendas
para seu correspondente em Pars.
Acba-se bem montado nesto estabeleei-
mento um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios martimos o terestres.
Recebe asssigaatui-as para dar a hora cer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Preco cDminodo
Em frente de seu estabeleeimento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderSo ser vistos pelos passageiros ds
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta cidade determinada pelas suas ob-
servacoVs astronmicas.
Antonio Jos da Costa Araujo.
\mm\\i
DEROCQUE
0ER0C0UE
15, Rm de Poitou, 15
PA R IS
OL.BO
FIGDO de BACLHAO
Natural
Ferroginagoe Creosotado
, Bu priMipes riuairias
DOMESTIC
Sjo reconheciaas ser as mais
elegantes, as mais durareis -
em todos os sentidos.
AS MELHOEES
Para precos, e circulares come
illustrar;oes de todos os estylos, dir
jam se
Doineslie Scmg Machine &C.
NEW YOR, U. S. A.
Telephone n.lS8
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os denles.
Ozea Pasta para os dentes.
Estas exquisitas preparaces sao mnito apre-
ciadas na mais distincta sociedade pela deli-
cadeza do sen perfume.
TRANSPARENT CfiYSTALloAP
(Sab;"> transparente cristalino)
reeonbecido como o mais perfeito do todos os sabaos de toilette polas sua3
propiedades hytrienicas, pelo seu sroiua c pela sua larga duraoo.
. i: ',mv,:.j :,,.) yrincii-i.. Perfumaras, Farmacias, dea.

CZ2

c>n
&
&
C
(llll'IIIIIII lili
Chapeos c cliapelinas
36 A40--PRCA DA KDEFENDEIA.....36 A 40
B. S. CARVALH0 & C.
Pi'Oprietaros deste bem conhecido estabeleeimento paitecipam
as Ex mas. familias e ao publico em geral, que mcnsalraento recebem
d*s .p.iacipaes casas em Pars e Manchcster o que do melhor e de
apurado gosto ha em chaprlnas e chapeos pura senhoraa e meninas
e das primeiras fabricas de Hamburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e criancas, e muitos outros artigos concernentes
chapelara.
Florss artificiaes para ornamento
s^:
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5T
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6
Diario c PeruMitmco-- Domingo 5 de Dezembro de 1886



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i. .

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Ext rae lo Composto
Escrfulas c todas as Molestias
provenientes dellas:epara
Dar Vigor ao Corpo
purificarlo samgue.
Aluga-se
a cas terrea da na Augusta n. 274, com bastan-
tes comm >dos ; a tratar ua ra do Apollo n 51.
Aluga-se
para recolher algodo ou uutro qualquer genero o
predio da rna da Moda n. 35 ; a tratar na ra
Prime-tro de Marco n. 20.
a cu* n. 3 em Bcberibe
M. Reg.
Aluga-se
a tratar cora J. 1. de
Alug
a-se
o segundo andar da casa roa da Aurora n. 81,
;snto a estaco da estrada de ferro de Oliada ; a
tratar na roa do Commercio a 15, escriptorio de
Scbastiao de Barros Barreto.
Aluga-se
Imperial,
1 predio n. 140 rna
abelecimento fabril : a
lio n. 34, com J. I. di YfedeM*
propno para es-
frutar na roa do Cor
ommer-
K--go
Aluga-se barato
Ba do Bom itmua a. 41, J andar.
Rn& de Lomas Valsotinas i, 4, com sotao-
Largo do Mercado n. 17, i ja com agua.
Aa casasda na di. Coiouc' Suauuna n. 141
Largo do Corpo Sinto n. 13, 2. andar.
Boa da Palma n. 11.
TraU-se na ra do Cormercio n. 5, 1' andar
scriptorio de Silva (uimarSea & C.
Aluga-se barato
O 1* e 2 andar a do sobrado ra do Brum n.
36, cada qual com b.istantes commodos para fa-
milia, vista aprasivel c muito arejado, alugue ra
xoavel ; trata-se na ra larga do Rosario n. 34,
cbarmacia.
Aluga-se
O 2- andar da ra estreifa do Rosario n. 32, com
commodos para fnni>i.i, tem agua; a tratar na
roada Iraperatri. n. :|6, l; andar.
AtogHe
o terceiro aniar
52; a tratar na
4 na do Bario da Victoria n.
a casa, no 1" andar.
\ma
No becco da lingieta n 6, precisa-so de urna
ama para casa de rx quena familia.
Precisa-se de una cosinheira para casa de pe-
quena familit ; a tratar aa estrada nova de Ca-
zang, no sitio aa 'r. TaKs^a, ou no escriptorio
d'este Diario.
Ana
' Precisa-sc de urna ama perfeita coeinheira ; a
tratar na ra do Cabuga o. 14, 1- andar, do meio
dia as 2 da Urde.
Ama
Precisa-se de uoia imi para
larga do Rosario n. 46.
cosinbar; na ra
Ama
Precisa-se de una ama : na rna da Guia na
mero 52, 1' andar.
Ao publico
Tclephone a 348
Os abaizo asonados proprietario da refinaria
rna do Coronel .Suussuna n. 7, avisam ao pu-
blico e aos Srs. freguezes que em seu modesto
estabeleciment ucouiraro sempre assucarrefi-
nado de l*j 2, 31, especial e candy, assim como
assocar de caroco de todas as qualidades.
Alm de sinorid-di' e agrado' em aeus tratos,
encontrarlo tamb m muita moditidade em pre-
fos.
Recife, 25 de Nsvembrode 1886.
V'uva Barros & Filbo
-Profesara
Urna senh-ra q-.e ensioa primeiras lettras,
desenao, piano, flores, bordados e todos os traba-
.hos de agulba, propoe-se a leccinr em casas
particulares por modieu pr-r;o, garantsudo grande
adiantamento de auao discipulas : quem desejar
utilisar se de seus aerviecs, queira dirigir se a
roa do Caldeirer ti. 2, 1- andar, onde achara
com quem tratar.
ara quem precisar de banho*
salgados e ares salitrosos
Alaga se poi prjc btrato urna casa tm Olinda,
ra de S. PrancUco, concertada de novo, caiada e
pintada, eom 4 qu-rt s, 2 selag e cosinha fra,
muito fresca e coro linda visra para o mar, Cea
muito perto dpa bunlios e tambfin da estaco do
Carmo : a tratar i,a roa do Imperador n. 31, ar-
mazem do gt, e-ns bavea esto na taverm jun-
o a estaco de Carmo.
l'm sacerdote
Precis i-se de nin sm-erdote para celebrar nma
missa de Natal i n... ah i S Miguel, distante da
estaco de Cny, mbu.a lego e m-i, (fferee-se
i, joia de 7JU)'H), dand s: on'iovco da mesma
estaco para o age ho O sacerdote que nao
estiver compromettido e qiizer aceitar a offerta,
escreva para u ui-sno ngenho, ao 8r. Antonio
Pedro da Cta, enlacio d. Cujambnca, at o dia
"* Dezemb'o.
Criado
Precisase de um criado : na ra Nova n 15.
Luz trilhante, sem Fumo
OLEOAROMATICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
BfABCA DE FABRICA
MAETINS. BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELPHONICO : fi' 39
Agua Honda. xLxui.i.ina de florea bra-
sileiras pelo sen delicado perfume, suavida-
deesuas prepriedades benficas, excede
a tudo que ueste genero tem apparecido de
oais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
prepara^Sea para a tonservaySo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias caplares, faz nascer os cabellos*
impede que embranquecam c tem a grande
vautagem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usan).
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilbo aos cabellos.
Agua dentifricia. Excellente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o roo h:.lito.
Vende-se as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaos ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garante- % que faz as
cerecrescerocabelloainda
aoa mais calvos, cura'a
tinha e a caspa e removo
todas as impurezas do cas-
co da cabera. Positiva-
mente impede o cabco
de cabir ou de embranque-
cer, e infallivelmente o
toma espesso. macio,' lus-
troso e abundante.

Agua florida de Barry
Pie parada Kcpnnda a formula
original usada julo inventor em
lK"y. E' o unicuperf ame no mun-
do que tem a approvncfio official de
um Govemo. Tem duas vezes
raaia fragrancia que qualquer outra
eduraodobro do tcnipo. E'muito
mais rica, sunve u deliciosa, E'
muito mais fin e delicada. E'
mais permDcnte c n^ra'lavel no
lenco. E' dos vezas mnis refres-
canto no banho e no quarto do
doente. % E' c-gpecitico contra a
frouxidlo e dbil' I 'urn as
dores de cnbeca, os causacos e os
desmaios.
larope fle Vida Je Renter No. i
\\m N^CMMtES(|tMaC*IMESIIUCT04HIrNrrOECNAUX
llntCfCTWIsWilTITREFfALBaMtirOIWIIGKBWfRCS
HOJA. Ptra ttttar u contrafacpei, so o den
iccelttr u garrafal qui tivertm incrustada no ridro
a oaiatras : Vinho do Dr Gabanea, Paria, e
oor os rotulo; llrai de papel que envolrem
lrgalo e a marca de fabrica,
a attifnatura do D1 Ca-
banas e o ulto de garanlia
do govemo franca.
le papel que envolrem o
VINHO
DO
Dr Gabanes
KINAJABANES
O Vinho do Gabanes, submettldo i.
approvaciio da Academia de Medicina de
Pars, foi rcconhecldo como um tnico
enerico:i)or encerrar os principios consU-
tutivos do Sangue e da Carne), que d ao
sanguc forca, vigor e energa.
Os Snt* D" Troaaaean, Onrard e Vel-
peau, professoros da Faculdade de Mcdicuia
de Pars, o receitam todos os dias com o
mclhor exllo s muuieres enfraquectdas por
ezcessoe de toda especie, trabalho, prazeres,
meiutruacao, edade critica e amamtntacao
prolongada. ET extremamente efflcaz contra
o Fastio, Ms digestdet, Dytpcpsias, Gastritis,
Tonturas e Vertigens.
D resultados niaravilhosos nos casos de Anemia. CMorose, Pauperismo do sanaue Esteri-
ldade das .tteres, Flores l/rancas, Perdas seminaes. Impotencia prematura, Bmmagrecimento
geral, Tiaica pulmonar, rebres tercas, Intermitiente, Palustres, Endmicas e
Spldemlcas.
O vinho ao D' Gabanes, pela energia de SBS aecaa cordial, desencolve as torcas, activa a
CirculaMo do Mangue e e multo rccommendavel para as conralescenoas.
Faz cessar os vmitos to frequentos durante a gravidez, augmenta a secrecao do lete nos
nulnzes c da extraordinario vigor as criancinhas de mama; gracas a influencia dos scus nrln-
cipios tnicos, soberano nos casos de Diabetes, Affecco da'mediata, Hysteria, Epilepsia
Mactttumo e em gcral, em todos os casos em que 6 preciso recorrer un tatMO poderoso otZ
d vigor e restaure as forras dos doentes. .--,
Como aperitivo substltue com grande vautagem os lhjttK'os perniciosos como aUsmiha.
vermouth etc E'um preservativo iccia.lo pelos viajantes e marinheiros, como anleDlde-
mlco e antidoto da febre amarella, Vomito c outr.t* lfisjisssm *1tis
Deposito geral: TROETTE-PERRET, 264, boDleTanf Totaire. PARS
Depsitos em Pe mam buco: PRAJ' M. da SILVA C", e as prlnelpaes Pharmaciai.
Aos 1.000:0008000
200:000$000
100:000*000
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Ltursido da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Uontyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccOes seguintes:
Asthma. Iosomnia, Palpitagoes do Coragao, Epilepsia, Hallucnacao,
Tonteiras, Hemicrania, Aeccoes das viao urinarias et para calmar toda
especie de excitadlo.
1123 Urna explicado dotalhada acompanht cada Frasco.
r
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN & G*t
de PARS, que se encontro em casa dos Droguistas et Pliarmaceuticos.

' DE 3 ci
Em favor dos ingenuos da Colunia Orphanoiogica Isabel
DA
PROVINCIA D
a 15 He
0 thesourciro
PERNAMBUC0
liniH] (le 18S6
Francisco Gonpalvcs Torres
SjmSDBCalIi-O.
OIPOIBDEtrSAL-*.
Ctir* poaitivae r^ai! de todas as formas de
?awofulaa, fi^philis, Feridas Escrofulosaa,
Ao^^eg, Cutneas e aa do Courc Cabel-
odocom perdada Cabello, e de todas aa do-
encasdoHangue^Figado, e Eins. Garante-so
que parifica, enriquece e vitalisa o Sangus
restaura e renova o systema inteiro. a
Sabao Cnratvo de Reuter
MULSAQ
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
flypophosphilos de cal e soda
ipprovatla pela lunta de Uy
gicnc e auiorlada pelo
governe
E' o melbor rem<-dio at li Je descoberto para a
Cnica hroneiiiU'M. enroplialaw, ra-
cbiliN. anemia, < ebllidadc em geral.
defluxoM. towae rlirosaica c alT'crOc
to pello e da KSirsaata.
E' muito superiur ao oieo simples de figade de
sacalbo, porque, alm de ter ebeiro e sabor agra-
laveis, possue todas as virtudes mediciuaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituinti s dos hypophospbitos. A' venda nai
(rogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
ISri itflin
PARA TINGIBA
barba e os cabellos
ni tintura tinge a barba e os cabellos
tan'aoeamente, dundo Ibes urna bonita cc
e natural, inofensivo o scu uso simples e
rpido.
^ V^nde-se na BOTICA FRANCEZA E DRA-
GARA de Rjuqu'yrol Fre-es, successores de A-
CAORS, ra do Ujm-Jesu9 (antiga da Qruc-
n. 22.
^~Por 22:000 rs.
Aluga-se o 2* andar e otao 4 ra de Loma*
Valentinas n. 60 ; a tratar na ra Primevo dt>
Marco n. 7-A, l.vraria.
I

Comp
ra-se
u a arma^ao para fazendas ; na ma do
n. 10, prego mdico.
tinada
Precisa se de urna criada para cosinbar ;
ra do Baro da Victoria n. i).
NOVA
LOTERA DO CEAR
A s: serie a 3? lotera Gorreno da 8 dallezenlre
2OO;Q0*0O0
Esta lotera* est a cargo de um novo
thesoureiro, que pre&tou urna grande fincae
para garanta dos premios.
0 portador de dous vigsimos
desta importante lotera est habilitado a tirar
20:012$000
Logo que chegue o telegramma da ex- .
tracc,o sao pagos, immediatamente, os pre-

mios.
Caixciro
Precisa se de um meainj para eaixeiro, com
pratica de molhadcs ; na raa da Florentina nu-
mero >2.
Criad
Para o Banho, Toilette, Crian,
eas para et cura das moles-
uas da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Fraotk.cn ll^noel da Silva & C
Bazar de passaros
ata to Rom Jess si. z*i
Ncste estabelecimentoenc nrra ne sempre gran
de sortimento de espec-ia>'s pausaros e gaiolas,
naeionaes e estrangeiras, fruc-s de diversas qua
lidades, bnlainhos para ninh s de canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, trtbalbo muito
aperf-ic'iado, a sxborosa pimexta em conserva em
lindas fra.-quiiihos viudos da America, pelo barato
preco de 1^0 rs. cada um, e outros muitos gne-
ros, qne se t jruam enfadonho mencionar, tudo por
precns m'-dic s
Cosinheira
Preeisa-sc de nma cosinhe ra p ra casa da pe-
quena familix : a trufar na ra do Bom Jess
(antiga Cruz) n. 32
'-----------------------------------------------------i________.
. bsnlieifo
Precisa se dp um cosinheiro ; n tratar na rus
do Paysand n. 19, Paseagem da Magdalena,
1 w yf^smmakwmm
No largo da Penba n. 4, hotel, precisa-se de um
criado.
EnffomiPdeira
Precisa so de urna pruta engommarleira
para casa d pequea familia, danrlo-se
preferencia sendo esrrava, a tratar n
Caes da Cumpanhia n. 2.
Piapassaraftsta
Alujase urna opriins z*tn na Boa-Vi' porto dos banho e com eicellente accoinmuda
cocs para familia, pre^o razoavel ; trata-se na ra
arga do Rosari > n. 31, phtrmacia.
Portas e janellas
No escriptori,- deste Disriose dir q'iem precisa
comprar 2 portas de 12 lp2 palmos de altura e
18 janel'ss de 8 palmos, tu lo de louro ou amarello.
BHJIETES A VENDA
RODA DA FORTUNA
36Rna Larga do Rosario36
Criado
Precisase de um crudo de 12 15 annes L,'e
idade, que saiba Ut e escrever alguma cousa, o
que d cnnhei. monto de Ba conduela"; aa um lie
B.im Jess n. 28.
Vinho e Xar ope de Dusart
AO LACTO-PHOSPHATO DE CAL
Approvados pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro.
O Laclo-Phosphato c* cal, que entra na composiro do VINHO e do XAROPE
de DUSART, o medicamento mais poderoso que se conhece hoje para restaurar
as (breas de certos doentes.
Consolida e endireii:' os o?r,or. das enancas Rachilicas, torna activos e vigorosos
os Ado^scentes raolles e lymphalicos e os qu<* -e acbfto latigados em consequencia
de^rapido crescimento. Faoili'.a.a eicatrisaco das cavernas do pulmao nos Tsicos.
sao todo o periodo
luz a, cranlas
O Lacto-Phosphato de MT administrado s amas e i? rnaes mte criao os fillios,
j de outras
sem fatigara
oe rapiuo crescimento. raciii'.a.a eicatrisaco das cavernas do pulm
Sendo administrado s mullie'res durante a aruvidez ellas atravessaio
da gesiacao sem a menor fadiga, sem nauseas, sem vomRos, e dab a .
fortes e vigorosas.
O Laeto- Phosphato de sor administrado s amase ? rnaes que c...
torna o leite mais rico, mais nutritivo, e preserva as erran.-ns da diarrha e
molestias, que se declarao durante o ciesciinento. A dt ra-se sem
crean cu, sem que apparecao convalsoes.
O VINHO e o XAR3PE de Lacto-Phosphato de cal de DUSART de--perto o
appetite e levantAo as forgas dos convalesceules o devem ser e:,\ segados em todos
os casos em que o corpo huicano se aehar fatiyj* on exhaurido de forcas.
Deposito em ph ., THES0URAR1A
DAS
wmm % tmtm
Acha-sc venda a 13a parte da Ialotera
beneficio da Santa Casa de Misericordia di>
Recife que se extrahir segunda-feira, 13 de
Dezembro as 4 as pelo seguinte
34:0OO(500O centena era que sahir

24,000 bilhetos Beneficio, sello e a 160000 commis-
1 Premio de. 1 Dito de 1 Dito do ... 1 Dito do ... 7 Ditos de 2:000,5000 .


h-frVI A
GIG-AURGS INDIOS
de GRIMALT e C
PUarn. aceuticos em Paria.
Atlmiltido na nova
pliarmacopa oJial de Franga.
Al'l'l-.OYAIio f'KI.A iCSJi CENTRAL DE
HrouMi no irazil.
I! iVn aspirar a fnmnca dos Cigarros
indi '*|isi-n!ajeiilesappareceremcomple-
UineuU os mais violento ataques de
aituna, a 2"os nervosa, Houi/uidao,
jctinrfo dt voz, Sevralgta fontal,
insomnio, e taubcm comb.'iter a Tsica
laryngca.
Cada estojo leva a marea aa /abrios, a
"r-: a n o sallo da O nlM&TjTVr Ok
i-aPIS, 8, Raa Vivienne, 8
I MAS MUlrciTAIS >SARB*AC|AS.
Marca
Registrada
i;
Precisa ee de um preta cosinheira para
casa de p-qu"na familia, dando-se prefe I
rencia s^udo esteva, a tratar no Caes da
Companhia n. '2.
Cal tirgem de Jji^uarihe
Abrise ra do Bom Jess n. 23
um arnizem onde se vende conutuntemen
te a superior cal virgem de Jguarioe,
acondicionada em barricas propriaa para r
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que no>
vem do estrnngeiro, vendida p lo preco
nxo de 6J0()0 a barrica por Ooatraoto que
tz o Sr. Vicente Naacimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenlic
Jaguaribe, cujas pedrtiras.lhe d o norae
E' encam-gado da venda uni'-amentr
nesta cidade o Sr. Sebastian Bezerrn,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Criado
Precisa-se de um criad.>, dando fiador ; na raa
da Imperatriz o. i, 1 andar.
^aixeiro
Precita se de uro OMxeiro ctm prat^ca de ret-
nscito ; a :rtr na rm do Hospicio n. 57.
Pdra fora Ha capital e fla praa
O cantor e professor de musida, Sabino de Lu-
u a Freir, commanica aos scus velhos ami^us e
ei iihcidoi que incumbe se nao e do direccao de
i>ri'bestra, cmno contrata se para qual ruer festi -
vidhd.- r!igii ea cern tenor, Kisto nao ter elle este
auno c m.r.iuiiaao que o prive sabir da capital ou
Coronel Suaesuna n. 63 1 andar.
10 Ditos de 1:000,5000 .
16 Ditos de oUOfriDO .
99 Ditos de 3005000 para
a centena em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de IOOjJOOO para
a centena em que sa-
hir o segundo premio
o terceiro premio
69:060,5000' 2 Approxim a c o es do
--------------------j 2:OO0i50OO para o pr-
3U:940OOO meiro premio .
---------2 Ditas de 1:0004000
lOOrOC^rOOO, para o segundo premio
30:00-.J)&0, 2 Ditos de GO^OOOpara
10:0004000 o terceiro premio .
4:OOi 14:OO0(J0O0, para todos os algarrs-
10:000)5000' mos finaes do primtiro
8:000,5000! premio ....
j 2,400 Preroioa de 20^000
para todos os algaris-
19:900^000 I roos finaes do segundo
premio.....
9:900,5000 5,1-10 Premios
5:9400008
4:000#X
2:000^0C
1:300000
48:OOO0OfJ6
48:00000
314:940200>
Olinda
Alaga se ra ru Vinte Seti de Janeiro orna
b a enea emn b ma C'Miini idus para familia, acban -
do se caikda e pintada, c m ag is r gtz cunasa
dos, pert da estaco do Carano e dos banhis sal-
gad s ; a tratar no paleo do Corp Santo u. 17,
3- midur.
Traklliador
Precisa se de um preto para ajudar em
um sitio en trabalho de enxada, dando se
preferencia tendo escravo, a tratar no Caes I
da Companbia n, 2.
99 Ditos de 600000 para
Casoja terroinacao do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao
mero immediatamente superior.
Esta lotera divide se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ri
cada um.
Os premios raaiores de 2000000 em cada parte estao sujeitoa ao imposto pro-
vincial de 15[0 e 5i0 add:cional sobre o referido imposto.
EXTRA' CAO PELA MACHINA FICHET
Thesouraria das loters, 25 de Novembro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesoureiro
ifflisWHiii aNis m ^vs*.r>Aoisn'^&ss
JL COILARES fiOTEB
aUeetro-Maa&aUccw
" '< Ares asarsMs net." tostn si
CONVULBES
I HU fCtUTal 1 3imi. UI\ tUlsfiS
OsC0!.LARE8 Rr-^cuaheeioss kmais
de 28 kttist, sav os unicoaoaa proser o
i estmeata as creases *** COa VUC50ES
ajudmmio an tmpo m demtfSo,

*"* rnasBflnQBtss au rssataolWn e4>t.i-ze sk*
'BVWafP" li"i.afiaSiyfta?. "O*** *-r*' fabrica i wm t o ttriaattro
JLD



?/
I
i
>
i*.
r

Diario de PcrnambncoDomingo 5 de Dczembro de 1886
VENDAS
- Vende-se un tv*ru bem lucnlisudit, pro-
aria pura principianta, ou tumben) se udmilte ubi
mo Cim algum capital ; a tratar ua ra do Bar-
-tlutomen d. 33.________________________________
1 Vende se o esubuleciinento de molhados sito
^jcac> do C.tifie d'Eu n. 15; a tratar ns mesmo.
A UevoluQo
M.
i
Tecidos de linho
A OO rs. o ovado
Na loj da ra da Imp. rti ii n. 31, vende se
am bonita sortimento de foseadas de linha para
ealidos, rendo largura de cbita francesa, com
cuito bonitas corea e palminhas bordadas, pe-
hincba a 600 rea o covado, na loja ue Pereira da
itiv*._____________________________________
A' Florida
A* ma Duque de Casias, resulveu
os seguintes artigos com 25 % de me-
aos do aue em outra qualquer parte.
Zephiroa nno>, lindos iwadres. a 500 rs. o covado
L&s de qundros, a 400 ris o covado.
Ditas iavradaa a 4X) res o dito.
Ditas com bol.nbas a 100 e G00 ris o dito.
Ditas com listriubiiS ie seda a 560 ris o dito.
Ditas mesclaoas de seda a 7iO ris u dito.
Cachemira de cor a 901) e 1*200 o dito.
Ditas putas a 14200, 1*500 e 2*000 o dito.
Ditas de cor bordada de seda a 45U0 o dito.
Liuboe escosseres a 210 rs. o covado.
Zeptairos de quadrit.h'is e lisos a 200 ris o co-
.-sao.
L Setim maco a 800 e 1 *2C0 o dito.
Dito damass a 320 rs. o dito.
Setiaetas de quadr nh s a 320, rs. o dito.
Ditas escocesas a 4 1(1 rs o dito.
Ditas matizadas a c'M rs. o dito.
Crotones finissimos a 60, 400 e 440 ris o co-
sjaia.
Cbitas escuras e claras 240, 280, 300 e 320 ris ,
* oovado.
Nansuc finas a 300 ris o dito.
Enxovaes para bapdsado >io 9*000 no.
Colchas bordadws a il 5*, 7*, e 8*000 ama.
"Seda crua a 800 rs. o covado.
Calchas brancas a 1*500, e 1*800 ama.
Cotoertas de ganga a *800 ama.
Fecbs pr,te.Hdosa 2*500 e 3*000 am.
Ditas, de pe.lussia a ti*0l0 ura.
Ditos de la a 1*000, 2*000, 3*000, 3*500 4*000.
5*000 um.
Panno preto fino a 1*000 o covado.
Cortee ja casemira a 3*000, 5*000 6*(XX
Crep para coberta a 1*000 o covado.
detone para cobtrta a 400, 500 rs. o covado.
Xjencocs a 1*8(H) um.
Bramante de linh > a 22000 a varo.
Dito de algodao a 1*200 a dita.
Dita de 3 larguras 9L0 ria a dita.
Panno da costa a 1J100 e 1*00 o ct.\a<0.
Dito adamascado a l*i00 o dito.
Eaparrilhos de cumica a 4*000, 5j000, 6*500,
-000 e 7*500 um.
Cortmaaos bord.dos a 6*500, 7*500 e 9*000 o |
Roa Duque de Casias IOS
i Ctiama te a attcncSo das Exmas. familias para
vender i*r's* *
ipM
Luv
e 3*
uvas de seda preta a 1*000^0 par.
Cintos a 1*600.
Luvas de pellica por 2*500.
2 csxhs de pvpel e envelopea 800 rs.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500
par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para bomem a 3*.
Meias do Escossia para enanca a 240 rs. o par.
Pitas de velludo u. 9 a 600 rs, n. 6 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1*600, 2f, 3*, at 8*.
Raines de flores finas a 1*500.
Luvas de Eacossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
P< rta-retrato a 500 rs 1*. 1*500 e 2*.
Pentes de nikrl a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de bnlhantes chimicos a 200 rs. o par.
Guarnices de idem dem a 500 rs.
Anquinhas de 1*5(0, 2*, 2*500 e 8* ama.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400. 500 e 600 rs
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
peca. _
Pentes para coco com insenpeao.
Uabadores com pintura e insenpees a 5C0 rs.
Para toilet
Sabio de areia a 320 rs. nm.
dem pbenicado a 600 rs. um.
dem alcatrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de alface a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agna Florida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para aenbora a 3* a dosis.
Estojos para crochet a ($000 rs.
Lincas para crochet cor de creme 200 rs.
Linbas para croch t de seda mesclada 300 rs.
Bico de cores 2, 3, e \ dedos
de largura a 3*000. 4*000 e 5*000 a peca
BARBOSA & SASTOS
'L citar a para senhora?
Brolhrs nikelados e doarados a 2*000.
Bunitos grampos doarados a 600 ris o maco.
Esplendido sortimenlo de galoes de vidrilhn.
Grande variedade de leiues de sitim, a 4*000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3*1-00 o
maco.
Netas de phantasia para cabello.
Bonita coIIhccSo de plisss a 400 ris.
Brineos, imitacao de bnihante, a 000 ris.
Aventis bordados para enancas a 2*000.
Chapeos de fus filo e setim para enancas
Sapatos de merino e setim dem, idem.
Meias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de voselina de diversas qualidades.
Sabonetas finos de voselina e alface.
Extractos fiaos de Pinsud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsa* de coura e velludo.
Fecbs de l para senhora a 1**00.
Sapatos de casimira preta a 2*000.
Teaouras para costara, de 400 ris a 3(000.
Pacones de po de arrea a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de boioes de phantasia.
E miihares de objectos prtprius para tornar ama
senhora elegante, e muitos ontros indispensaveis
para aso das familias, tudo por precos admiravel-
mentc mdicos.
Na Graciosa
Ra do Crespo n. 9
Duarte & O.
4

,--
DA
relorma \\\...
Grande
foi grande a que se fez n* Loja dos
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Lencos de 1*200 a 2*000. a duzia.
VeUudilhos lisos e luviados a 1*000 e 1*200 o
SMsis,
Aofuinhas a 1*800 rs. ama,
Panno de crochet, para cadeiras esof a 1*000,
r/300, 1*600 e 2*000 um.
Henrique da Silva Morrira.
Serrara a vapor
Caes do Capaba ribo o. t H
N'eata serrara ene ntrsraoos srnhores fregue-
*ea, um grande sortimento de pinho de resina de
mmoo a dea metros de comprimenco e de 0,08 a
&M de esquadros Garan".s-ee preco mais como-
f do que em outra qualquer parte.
'Francisco dor Santi s Macedo.
Veade-se urna casa em Jabala. m terreno
jroprio, cjm 2 salas, 9 qurt< s, cesinba e um bom
erreno, pela quantta de !<:400* ; a tratar na ra
3 Hospicio n. 4.___________^^^^______
WHISKY
BOYAL BLEND marca VIADO
Bate excel lente Whisky Eacesss preferiv
no cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
eorpo.
Vede-se a retalho non i lbcres armazena
aaUuido8.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cujo m-
iae e emblema sao registrados para todo o Bra
KROWNS % C, agente
MOLESTIAS
COR
KANAN&AdoJAPO
RIGAUD & C'a, PerinmisUi
PAH/S, S, Roa Virienr.a, S, PAJUS
Extracto de Kananga \
Novo e delicioso
perfuma para o len-
co producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, espar-
tando ao mesmo
lempo ao redor da
pessa que o usa,
ns'sii.ives emanaces que revelam distineco
e t-lig.mcia.
Acha-ie venda em toda a PerfumarUs
PARA
ACABAR
Al BOM MARCH
El lili li Gaxias 181.
Completo sortitnento
metade de seu valor.
de fazendas
por
Aproveiiera!
PIMO DE RIG4
le 3X9, 4X9 e 3X'2 ; vende-se na serrara a va-
lor de Climaco da silva, caes Vinte Dous de No-
reabro p. 6. ___________________________
Cochcira venda
Vende-se urna coebeira com bous carros de
passeio, b' m localisada e afreguezadi., por preco
muito mdico, em rmao de s< u dono nao poder ad-
ministrar por ter de faxer urna viagem : os pre-
tendentes achaiaocom quero tratar ra Duque
de L'axiaa n. 47.
Vende ^e
um deposito com piucos fundos, bem afregui lado,
proprio para principiante ; a tratar na ra do
C' vinel Suassuna n. 91. O motivo da venda se
dir ao comprador.
Asma, Catarro .
COM O EHPKSOO DOS
[Granulos Antimoniaes
D PAPILLAUD
BiUtsrit tiTsriTel da Arademia i< Mtdlrlsa d rarli.
Aiprovaios s:li Juta si Bjrfieat da Brazo.
Div*-se exigir sebre cada Fratco oa nomea de
S. JI0U3NIES ^ L. PAPXLLATJ
nurnaca GlCftl. 25. isa Cs.a llura. PUB
riiJ; I._da_S!LYi* C.
Vende-se
ahoteleho jed ria Estrella do Norte, na Lin-
oeta. O prourif tario deite hotel teodo de reti-
-ac-ee para f.-a desta cidade, vende o seo esta-
aelecimento por prec > bastante c mm do ; trata-
M xao mesmo, na Thom de Soasa n. 8.
ClMRODA mu C.
Pedem as Exmas. leiloras 5 minlos de altenvo para os sc-
fiintes artigos, alias baralisslmos!
Bonitos sortimentoB de merinos de todas as edres, a 600 rs. o covado !
Linda eseolha das raelhores cachemires, a 500, 600 e 700 rs. o dito !
dem idem di quadros, novidade, duas larguras, a 1^600 e 1)5800 o dito 1
Setinetas de phantasia, a 400 e 500 rs. o dito !
Caxeroires felpudas, duas larguras, a IfJOOO o dito I
LimoDS com 'palmas de eda, a 800 rs. o dito !
Merinos pretos, desde 900 rs. a 2*300, o dito 1 cor garantida.
L'ndos vestuarios de la para criancas. a 7)5500 e 8)5000.
Ricas gusrni,-8 de crochets para cadeira e sof, p r 8(J000
Velludinhos de todas as cores, a 1(5000 e 10200 o covado l
Setios Maco, verdadeiro, a 800 e 1,5000 o dito !
Luvas de seda de todas as roras, a 2/5000 1
Lques de paaDtasia, a 1*000 e 1,5500 1
Meias para criaDcas, a 2500 a duzia I
Esguiio para casaquinhos, a 46000 e 455000, dez jardas 1
( ambraia branca bordada, a 6*000 e 8,5uOO a peca 1
Actoalhados, bramantes para todos os presos ; algodSes, madapolSes bara-
mos e muitos outrrs artigoa que se liquidara por menos que em outras partes.
59Ra Duque de Caxias59
Realmente
Barateiros.
Hna (la Impp'alrii si. 40
E sao os nicos que tem as seguintes especia-
I dudes !!!...
L e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimos padroes, o mais tino e apurado gosto
que tem vindo, epor preco baratissim", de 000 600,
700, 800e 1*000,0 covado, porm fino e bom !...
Querem ver ?... aparecam MI.. .
Exmas. s< nhoras !!...
TVmos um lindissimo sortimento de failhe, que
a vista agrada a mais excepcional freguesa ; iato
por menos do que em outra qualquer casa ; t n.
40 !...
Pois custa 600 rs. o covado.
Temos mais lindos sortimento de fusloes a 500
rs. o covado.
Cbitas tinas, especialidad?, porque honve gosto
na escolba, e vende se por 240, 280, 320, 360,400
e 5( 0 rs. o covado, n. 40.
Tambera temo!!!...
Lindos padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cambraia victoria e transparente finas e boas
de 34300 a 8*000 a peca
Hniii branca de linbo ,-specialidade de 1*500 a
3*5*0 a vara pechincha !
Brim parf a lizos e trnocados de 700 a 1*600a
vara, aproveitem festa! 1 !...
Molisi k m grande sortimento a vontade do fre-
ques, vende-se de 400 a 560 o cvado, venham !...
Hitinetas !!!... esplendido e importante sorti-
mento nesse artigo, sendo brancHS, pretas e de co-
res, lavradas e lizas, o que se pode deaejar em boro,
vende so de 400 ftflu covado.
Temos mis !. .
Casemira de todas as qualidades e cores, e fa-
zemos costumea de 30 a 60*00, barato e em
covadoa de 2*5(10, cousa fina e que a todos agra-
dara, appm'CHm !
Acreditem ?...
Venham \er, para crer !!!...
Madapoln de t qualidade de 4*500, 5*500.
6*o00, 7*500, 8*500 e 10* a peca, e que ha de
m< Ihor.
AlgodJo de 3*50 a 7*500 e 8*000 a peca tem
20 jardas.
Camisas de mcia de cores o brancas de 800 a
1*800e2*000.
Co:cha de lindos desenhos a 4*0.0, casta 6*000
em outras casas.
I'hubos da costa do melbor que ha custa apenas
2*750, o metro, pichincha !
Bramante de liuho a 1*800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
dem dealgodoa 1*300, palmas tambero bom.
Algodo ejfestKdo, 10 palmos a 900 rs. o metro,
muito bom pura Irncoes.
Alem das fazendas j mencionadas temos muitos
artigas de moda c<.m< eja, lequCB d" fino gosto,
grvalas, cuUrinhi'S, punboa, meias etc. etc.
AllKMro &C.
BA. DA IMPERATR1Z N. 40______
Attengao
A Loja das Estrellas
A'TuDitu le Caxias n. 5B
Querendo liquidar diversos artigos para nao
entrarem f m balando, resi.l ven vender por
menos 50/o de sea valor.
Como sejain :
Damasco de algodao a 320 rs. o covado.
Casemira Otheman* a 320 rs. o covado.
Z pbr de urna s cor e quadros a 100 e 120 rs.
Alpacas de todas as cores a 240 rs. o covado.
Brin de lores a 320 rs.
Algodo ci m duas largaras a 700 rs. o metro.
Bramante com 10 palmos de largara a 1*500 o
metro.
Merinos de todas as coies, 2 larguras a 800 ri.
o eovado.
Fusiao branco mui'o fino a 400 rs. o covado.
Pliass finissimes a 400 e 500 rs. o metro.
Panno fino preto, 2 larguras a 1*200 rs. o co-
vado.
Percalles finas a 240 rs.
NauMik lindos desenos a 160 rs. o covado.
Tualha akox.adas a 2*V00 a dusia.
Atualhado com lindos deaenbus a 1*300 o me-
tro.
Guardanapos pequeos e grandes a 2*500 e 4*
duzia
MeUs ingl-zas para homem a 4*000 a dusia.
Assim como granle qoanridade de retaihjs de
sedas, setinetas, lans casemiras, chitas, etc., que
se vendem pela terca parte de seu valor.
Paraa euseahos
Grande sorlimeuto'de algodo da Bahia, Rio,
Americanos, brancos e de cores, que se vendem
lquidos e com descont.
Para a fesita
Novidades recebidas pelos ultimas vapores.
Cortes de etaroyon ricamente bordados de 30* a
60*000 um.
Mantas andaluz-s para soire.
Setim mulsumano de todas as cores a 1*000 e
1*200 o covado
E muitos outroe artigos que se vendem sem com-
peiencia.
Liquiclaco
Cbpos.modernos, palmas, plumas flores e fitas
ado por preco muito barato.
Mmc. Niquelina
Ra ua Cruzesfn. 39
___________
Oleo para machinas
Em latas contendo cinco galoes, a 9*000 ; ven-
de-senos depsitos da fabrica Apollo.
COLOIA ISABEL
ALCATRO DE GUYOT
GODEON DE GUYOT
O Jkhftrm 4e Goyo* serr para preparar tima agoa de alcatra, mnito eSwi a8dS "
mafs delicados estmagos. Purifica o sangae, aujimenta o apetite, levanta as forc*s e efflcaz em todas as
doencas dos pulmos, catarrhos da bexigoa e affeccos das mucosas. .>.? h. Pr,,,
O AKtr de Gay.t foi experimentado com rantagem real, nos pnncipaes hospitaes de Fraoca,
** ^urScte oTeatore e em tempo epidmico orna bebida hygienica e preserradora. Um s ridro basta
Din Dn'Pfrar doae litros d'uma bebida salutarissima.
O .%k(rs> de Gayot Al l ni vi 14 O vendido em Tidros trazendo
no rotulo e com trez cores a assignatura
Vestal a Tareja na Matar arte das Pha
i: Casa !>. FREBE
toa. Fabrteaeaa eaa
lf>, rae Jaca, Parla.
EXTRACgO SEMANAL
V parte da 24.a loleria
CORRE
No din 9 de Dezembro de 1886
Itransferml! Intransferivel!
POETADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR;
12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da fianza, por um deposito
no Banco Rural do Itio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES V VENDA
0
XA
RODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario36
Bernardino Lopes Alheiro.
EXTRACCO
DA
5.a serie da 24 loteria que se extrahir na igreja da Conceifo dos Mililares
EM 9 DE DEZEMBRO AS 4 HORAS
SOB O SEGINTE
M Wu A IO
P4RA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROMCIA
DA
COLONIA ISABEL
CONCEDIDAS PELA LE PftOVIHCUL I. MI, E IPPBI^fl PELO EXM. ^B. VICE PHESDENTE D PROVINCIA
POR ACTO Dt l DE SETtlRO DE 1886
4o,ooo bi'hetes em vigsimos ISooo..... 800:000
Despezas .............. H8;8oo$
68o4
240:0001
40:0001
20:0001
10:0001
5:000|
18:0001
23:000
40:0001
1:0001
1:0001
39:600*
19:8001
9:900*
8:000*
6:000*
4:000*
2:200*
1:700*
96:000*
96:000*
"681:200*
03BS3S3.-VA.gilKS
Esta loteria ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quando as terminales do 1." e 2." premios foren?
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedialamente superior. De9 passa a 0e de 0ai. Os premios s56
pagos sem descont algum.
O premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Bance
Rural do Rio de Janeiro.
24 de Novembro de 1886.
O THESOUREIRO,
francisco Goncalves Jorres*
i premio de.
1 dito de .
i dito de .
1 dito de .
1 dito de .
9 ditos de....... 2:000*
23 ditos de......-. 1:000*
400 ditos de 100* para todas as centenas, cojos dous algarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inclusive
1 dito de 1:000* para a sorte, cujo numero na extraccao for raais alto
1 dito de 1:000* para a sorte, cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400* para toda a centena do Io premio.
99 ditos de 200* idem idem do 2 premio ....
99 ditos de 100* idem idem do 3 premio ....
2 apps. de 4:000* para o Io premio .....
2 ditas de 3:000* para o 2* dito .....
2 ditas de 2:000* para o 3o dito.....
2 ditas de 1:i00* para o 4o dito.....
2 ditas f*e 850* para o 5o dito .....
4,000 terrainacSes de 24* para o Io premio inclusive
4,000 terminc5es de 24* para o 2o premio inclusive
MaSB 1

%
i




8
Diario de PcrnambucDomingo 5 de Dezembro de 18S6


.

4~"
HTTEMTM
CASAMENTO A REVOLVER
ios
JULES MARY
(ContinuBjSo)
XII
que devia di-
posaivel... {udo pro va que
. responden ella prestes a dea-
O que davia fazer ? o
zer?
Fallarei, aira quero fallar.. j que
preciso... mas s fallarei quando mcu
pai estiver presente...
Sabe onde o quarto de aeu pai.
Gabriella, disse o marquez... Pode ir
chamal o a senhora mesma ..
Gabriella sahio cambaleaado.
Passararu -sa cinco minutos, extrema
mente loDgos. Quanio voltou, teve de
sentar-sa para nao eahir.
Mcu pai nao eat l, diese ella...
Entrei no quarto... Elle nem se deitou,
porque a cama est iutacta...
O que quer iaso dizer ? porguntou
Mourad a No.berto.
Ignoro-o. nao a primeira vez
que o Sr. Bertara ausentase durante a
noite..- livre, as. absolutamente
livre. .. Gabriella nao e ignora.. tSo
livre quantoo Gabriella. .. A!m dis-
so, a presenja da Bertara intil. E'
at prefervel qao nao assista a uma ace-
a que poderia transtomar-lhe o espi-
rito, j um pouco fraeo. Comprehendo
que Gabriella tenha desejado a preseaca
de aeu pai. .. e coacor Jo cora isso. as
declarajSea que vai fizer-nos teriam
mais gravidade.. Gabriella, estamos a
espera.. .
E, filando sobra a infeliz um olhar in-
cisivo, cruel, que a fez estremecer. ae-
centuau estas palavraa:
Sao onza horas menos cinco minu-
tos. despjo qua s onza horas era pon
to estes senhor as ao retirem. j que tem
sobre ellea tanta influencia.. cont com
a senhora para isso.. Gabriella, eat me
ouvindu ?... esporo qua o far. .
Gabriella oltava para o marquez, cheia
de terror, e lia-lUo nos olhjs como em um
livro aberto.
E o que vio nelles era uma ameaja de
morte para Bertara. De facto, j o cora-
prehendera: se Norberto moatrava-ae tao
calmo, era porque Bertara continuava a
estar em aeu poder.. era porque, embora
priaioneiro, continuava a dispor da vida
do pobre velho I
E os cincos minutos que lhe havia
marcado I...
Comprehendera que eram cinco minu-
tos que elle conceda a Bertara, paasados
os quaes tudo estara acabado para seu
pai...
E para que n"o lhe restasse a menor
duvi la sobre isso, Norberto, com o relogio
na mito, ia contando :
Quatro minutos !...
Gabriella kvantou-se e passou a mao
pela fronte.
J nao sei o que devo responder. .
preciso que m'o 'digaio, sena o que nao
podeiei. .
Todos approxiraaram-se.. aurpresos. .
ebeios de terror.
E Valentina, pegando lhe as mSos :
Gabriella, o que vais dizer ?... as
palavraa deste bomem havia uma amea-
9a, adivinheio o... Nao te importes com
isso !..
der-te ?
Tres minutos 1 continuou Norberto.
Entao, fascinada pelo olhar do mar-
que :
Fallam-me de amcajas... dissa ella
Quem se lembraria de ameajar-me ?...
NraguemJ.. Promettem defender-me ?
Quem me quer fazer mal ?... Nin-
guem I... Sju livre aqu o posso fazer
o que quizer...
Norberto tomn a guardar o relogio e
cruzou oa brajot., eapera,
Gabriella, obrigam-te a mentir...
fallaa conatrangida...
Nao.
que
NSo estamos aqui para defea-
Nao
mentes I.
fallecer.
Ousars responder i perguntas que
to fizer ? pergantou Valentim, que na-
quelle instante aupremo, aentia tambem
fugirlhe a raaSo.
Sim... reaponderei...
Gabriella fallava om voz rpida, com os
olhoa dilatados, fitoa aobra o marques e
aecu abozar aa palpebras...
Ousars iiifirmar que esta homem
nao te raptou ?
Acompanhei-o, por minha livro von-
tade I.. .
Qua o amas ?
Eu. sim... amo-o I
Que teu casamento livre.
conaentes nelle ?
Caao livre mente..
Que me mentiste ?... Que nunca
me amaste ?...
Menti... NSo te ama va I
E'a entao uma cieatura desprezivel e
infame?. .
Su despreaivtl e infame, com effei-
to.
Gabriella, volta a ti... escuta-me...
do certo nao me compreheadea. Ca-
brilla, vi, anda ha pouco, quando te en-
contr! ... vi, pela alegra que mo8traate,
que continuabas a amar me... Nao poda
tnganar-rae a esse ponto I... Vem com
nosco, Gabriella, estamos de posse do cas-
tello, nada pode reter te aqui. acompa-
nha-nos...
Quanto a teu pai, havemos de achal-o...
voltar. esperal-o-heraos e conduziremos
para junto de ti... Vem comnosco, Ga-
briella. .. Aaam, evitara esae vergonhoao
csame.to. nao ser3 mulher deate ho
meo.
Serei aua mulher!...
Meu us meu Oaaa 1 murmurou
Val^atim, ter enlouquecido ?
E p -rguntou lhe, abrajando-a :
Gabriella.. nao me reconhece ?
Porque deixaria de reconhecer-te ?
E's Valentim !...
EntSo, todos aproxiraaram-se '.ella, pal-
udos, consternados, e Mourad dissedhe
commovido :
Gabriella, todos qu aqui estamos
fizemos o sacrificio da vida... Estamos
promptoa a derramar pela senhora at a
ultima gotta de nosBO sangue. A affeijSo
que lhe temos grande... e j o prov-
moa suffi-entrnente, pois que um de nos,
que quera soccorrel-a, morreu! Gabriella,
nSj desprese esse sangue derramado por
aua causa. Isso trar-lhc-hia desgrajal...
Viemoa para defendel-a, para ealval-a
desta hornera... O que a senhora d88e nSo
pode ser verdade... Lembra-ao do horror
que lhe inspirava quando a recolhi, quan
do a oceultei em minha casa, na avenida
do Bois-de B mi >gn '.'...
Gabriella, volte a si I... Se este homem
raorresse... aqui, danta do seus olhos im-
mediatamente... e para ato baata-me di
zer uma palavr.i-.. se elle morrease, o que
faria ? p que dira ?
Gabriella fez um gesto de susto...
NSo, nao, preciso que nao morra...
pois que... ah meu Deus, meu Deus I...
p-)is que eu amo-o 1
Amava o... Todos olbaram-se.
Houve um momento de assorabro ; pare-
ciara consultarse, como se nSo tivessem
ouvido bera.
E Gabriella, aniquilada, prostrada, pal-
uda como uma defuni, conservava-se de
olhos baixos, sem mei.no poder ehorar.
Mourad contempla va a joven com o
olhar sombro, nao ouorendo tambem acre-
ditar naquellc amor, (omprehendendo que
havia all um mysterio, mas nSo podendo
adivinhal o.
Gabriella, este homem, embora Beja
mSo e abaixou se cem uma rapidez pas-
mosa.
Mas dous bracos collocaram se entre a
arma e a garganta do maeravel...
Era Gabriella, Gabriella ainda que o
salvara. ..
NSo o mate !... nao o mate II...
E, repellindo Mourad com todas a a for-
jas, prec ipitou-sa entre elle e Norberto,
desgrenhada, louca.
Todos entSo afastaram-se com uai mo-
vimento de horror.
O que se teria passado ?... NSo com-
prahendiam aenSo uma cousa: que a jo-
ven causava-lhes espanto.." Tinbam ver-
gonha della... sentiam-se invadidos por
uma colera immensa...
A infeliz leu-jhes sera duvida no peDaa-
mento, porque torceu os bracos de deses-
pero.
Augusto a Trompe-l'CEil soltaram Nor-
berto.
O marquez levantou-se, possuindo sera-
pre a mesma calma estranha ; nem aequer
agradeceu a Gabriella com un olhar.
Esta, ao lado de Norberto, achou sa de
repente solada.
Acabara por convencer seus amigoa.
Julgando-a agora apaixonada por aquel-
lo homem, todo8 dspunham-se a sahir.
O que mais tinham a fazer no oastello?..
Nada...
Ura por ura, passaram por diante da jo-
ven, nSo lhe dirigindo a palavra, mas ten-
do nos olhoa uma tal expiessSo de despre-
zo, que ella oceultou o rosto entre as mSos
para nada mais ver. i
Valentim, tendo ficado por ultimo, foi o
nico que lhe disse :
Gabriella, eu saba que estavas rica,
nSo conserva va mais illusSes a teu rcspei-
tJ :estavas perdida para mim.. mas
rica ou pobre, continuava a ta amar, por
que nSo poda aiivinhar que a fortuna ta
houvesse mudado a esse prato. NSo ob-
tante, quera salvar-te... Adeus nunca
mais ou viras fallar em mim.
E com um sbito acceaao de raiva, tao
prximo do marquez, qua obrgou o a re-
cuar, disse-lhe :
Quanto ao senhor, ou ha de matar-
me, ou catao nSo se casar com Gabriella,
porqua estar raorto...
E descarregou os dous puntas sobre as
faces do Norberto, que cambaleou, dando
um grito abafado.
Eis um insulto que pede sangue, dis-
se Valentim, e estou prompto a dar-lhe
uma reparajSo pelas armas, sua escolha,
amanta, s cinco horas, na en.-ruzilhada
doa Quatro Caminhoa.
L estarei, responden Norberto. E
aaia, oh 1 saia depressa, porque minha pa-
ciencia tem limites... Tonta diante dos
olhos uma nuvera vermelha e sinto uma
vontade lauca de estrangulal o.
Po8 at amannS 1 Ter tempo para
a scena trgica do
por iaso
lar, logo
em seguida.
%
FOLHETIM
O CORCNDA
POR
?ALQ rVAL
SEGUNDA PARTE
O PALACIO CE MEVBBS
(ContinuajSo do n. 279)
Luiz XIV tinha morrido havia dous an-
uos, depois de ter visto extinguir se duas
gerac3es de berdeiros. O throno perten-
ca a seu bi^neto Luiz XV, ainda criin^a.
O grande rei t'nha desappareeido de todo.
O que todoa tura depoia de morto, nSo o
t.eve elle. Menos feliz que o ultimo doa aeus
8ubditos, nSo pode dar forja aua vonta-
de suprema.
E' verdado que a pretonjSe podia pare-
cer exorbitante: dispor por documento olo-
grspho de victo ou trinta roilh5es de sub-
ditos Mas de que modo Luiz XIV, em-
quanto vivo, poderia faz^r rauito ina3 I O
testamento de Luiz XIV, morto nSo er*
ao que parece, mais do que um papel sem
valor. Rssgaram-n'o sera a menor cere-
monia. E com aso a se incommodaram
os seus filbos hgitimos.
Durante o reinado de seu to, Felippe de
Orleans tinha-ae feto bobo como Brutua.
NSo era com o mesrao tira. Apenas grita
ram na porta do quarto fnebre : O rei
morreu, viva o rei 1 Felippe do Orleans ti
roa a mascara. O conselho de regencia
instituido por um Luiz .XIV caho no lim-
bo.
Houve um rigente que foi o proprio du-
que de Orleani.
nosso prisionero, extree ainda sobre a se-
nhora uma influencia fatal... Vai, pois,
inorrer... Uma vez morto, a senhora re-
cobrar toda a liberdado...
Fez um sigo' 1 a Trompe l'CEil e a Au-
gusto. E, ante que Norberto tvesse tem-
po para defender ea, antes que Gabriella
pudesse opj r se aquella acjSo, o marquez
achava-se diado sobre uma mesa na im-
posaibilidade de fazer o menor movimento
e Mourad ergua sobre elle ura punhal.
O punhal brilhou lhe um segundo na
Os principes soltaram altos brados, o du-
que de Maine agitou-se, a duqueza, sua
mulher, fez tlarido ; a nagSo, que nSo se
interessava absolutamente por todos estes
bastardos ensaboadas, conservou-se em paz
A n3o ser a conspirajSo do Cellamare, qua
Felipe de Orleans suffocou com a alta po-
ltica, a regencia foi uma poca tranquilla.
Foi uma poca singular.
Nao sei se ee pode tizar que foi calum-
niada. Alguna escriptorca aqui e all con
tra o deaprezo era que geralmente ella tida,
aqui mas a maiora doa escriptores gritn
d'el-rei 1 com um conjuncto atordoador.
Historia e mnmorias estSo de accordo.
Em ceohum outro tempo, o homem, feito
de um pouco de lama, ea recojiou melbor
da sua origem. A orga reinara ; o ouro
era Deus.
Quem 1er as loucas depravares da es
peculacSo obstinadas cora os papis de
L.w, julga na verdade asaistir a pande-
gts financeiras da uossa poca. O Misis-
aipi era o nicamente, incentivo. Temoj
agora rouitoa outrus engodos 1 A civilisa-
cSo nSo tinha proferido a sua ultima pala-
bra. A arte era crianca, mas crianja su-
blime.
Estamos no mez de Setembro do anno
de 1717. Dezenove anuos se passaram
depois dos acantecimentos que relatamos
as primeiraa paginas desta narrativa.
Aquello inventor que fundou o Banco da
Luiziana, o filho do ourives Jean Lw de
Luriaton, estxva ntao em todo o esplen-
dor do aeu suc:esso o do seu poder. A
creci dos seus bilbetes do Estado, o aeu
banco, finalmente a sua Companhia do Oc-
cidente, em breve transformada em Com-
panhia das Indias, tornavam-n'o o ver-
dadeiro ministro das finanjas de reino,
apez respectiva pasta.
O regente, cuja intelligen^ia estava pro-
fundamente gasta, primeiro pela educacSo,
depois pelo* excestas de todo o g*nero,
deixava-se levar, digamos, de boa f, pe
las esplendidas miragens daquelle poema
finaocciro. Law pretenda encher-ae de ou-
ro e transformar tuto em ouro.
Efectivamente ebegou ura momento em
que cada especulador, pequeo Midas, nSo
tinha pao, tendo, entretanto, milhoes em
papel nos cofres.
E saiu.
Gabriella, por um movimento espontaneo
eatenaeu-lbe os brajos para impedil-o de
sahir, mas Valentim nSo a viu.
Quando Norberto ficou s com ella disse-
lhe :
Fez muito bem ; impedindo que me
matassem, salvou seu pai Minha morte
arrastaria a delle !... *
E enxugou a testa banhada de suor
de angustia.
S agora que tinha iiedo.
xra
O que tinha sido feito de Bertara du-
rante esta scena ?
Tinha partido ao escurocer, depois do
jantar, em companhia de La Guyane,
para ir pescar trutas, luz de urna lan
terna. La Guyane conseguio hbilmente
conserval-o afastado de Bois Tordn, uma
parte da noite. Depois, tendo o deixado
s, durante algum tempo, voltou para o
castello, onde sabia que Norberto achava-
se a bracos com os defensores de Ga
briella.
Norberto havia sido prevenido da pre-
senta destes na floresta e os leitores j
virara, por occasiSo da entrada mysterio-
si dos cinco amigos, que o marquez j
lhes esperava pela visita.
Chegando ao parque, Li Guyane tre-
pou a um castanheiro e, oceulto entre a
foIhagem,""pre8encJU
salSo.
As janellas estavara abertas ;
foi-lhe fcil ouvir tudo.
Sa Mourad tivease morto a Norberto,
Bertara tera aido aesassinado.
Se Gabriella, em vez de defender o mar
quez, tvesse confeasado tudo, Bartara
nunca mais teria tornado a ver a filha.
Nerberto deu orderu para qoa o acor-
dassem no da seguinto de madrugada.
O trsjaeto, at eocruzilhada dos Qna-
tro Caminhos, era longo.
Louffard, levan lo debaixo do brajo
uma caixa com pistolas, foi o nico que
acompanhou ao marquez.
Valentim e Mourad j se achavam no
lugar convencionado.
O joven estava pallido e resoluto, con-
servando fito sobre o rosto do marquez
seu olhar scintillaute.
Dapoia de algumas rpidas explcac3s,
ficou combinado que o duello seria a quin-
za pasaos, de modo que, sa ambos ae
aproveitassera di faculdade que tinham os,
os tiros senara disparados queima roupa.
Mourad tambem tinha levado pistolas.
A escolha das armas foi favoravel a Va-
lentim.
Intil vantagem, e que o fez sorrir.
Nunca havia pegado em uma pistola.
No momento do tomarera posicao, Va-
lentim e Mourad apertaram-ae aa mSos.
Sa lha acontecer desgraja, disse
Mourad, vingal o-hei.
Os adversarios ioram oceupar seus lu-
gares.
Ao sgnal dado por Mourad, Valentim
avanjou cinco passos e parou ; depois cora
o mesrao movimento, lavantou a pistola
altura dos olhos e sera apontar puxou o
gatilho.
A bala derrubou o chapeo de Norberto o
arranhou-lhe o crneo. Gorreu um pouco
de sangue.
Meus compriraentos, senhor, disse o
marquaz com calma.
NSo tinha dado ura passo.
Por sua vez apontou a pistola.
Sabe ge qual era sua destraza, neste
exercicio.
Durante um segundo, teve na mira de
sua pistola o coraco de Valentim, que
com a cataca levantada, os bracos cahi
dos, sera pensar sequer em desviar o car-
po, esperava o tiro...
Atira de uma vez, senhor I disse
Valentim.
O que se passou na alma de Norber-
to?...
Ueria esquecido o insurto mortal da ves-
pera ?
Teria tido compaxSo daquella mocidade
generosa e ardenta que podia aniquillar
com uma simples pressSo do ndex?...
Ou receiava nicamente apreaentar-se
diante de Gabriella, com as mSoa tintas
no sangue daquelle a quem ella amava,
erguendo assm, com essa morte, uma bar-
rcira inauparavel entra ambos ?
Talvez um pouco de tudo isso!
Um piutasilgo estava cantando sobre
urna faia ; dahi desprondeu o voj para ir
pousar sobre outra arvore, eassando... r-
pido como uma flexa, por cima
berto.
Mais rpido, porera, do que o pasaaro,
Mas a nossa historia nSo vai at a queda
do audaioso escocez, que, alm de tudo,
nSo um dos nossos personagena. S ve-
remos a estrs deslumbrante da sua mecha-
nica.
No mez de Setembro de 1713, as novas
accoes da Companhia das Indias, a que
deram o nome da filhas em contraposicSo
s milis, que eram as antigs, vendiam-se
com cinco por cento de premio.
As netas, creadas algans d do, deviam ter voga igual. Os nossos a?s
corapravam por cinco mil libras Iornezas,
em tallos < scudoa sonantes, uma tira de
papel cinzento, no qual estava gravada a
promesaa de pagar mil libras vista.
No fim de tres annos, aquellos orgulho
sos papis valiara quinze sidos o cento.
Faziam-se papelotes com elles, e muitas
meninas se deitavam com qunhentas ou
seiscentas mil libras debaixo da sua taca
do noite.
Felippe de Orleans tinha por Law as
mais exageradas condescendencias. As me-
morias dosse genero afirmam que as con-
descendencias nSo eram de graca.
Todas as vezes que havia uma nova
eraissao, Law tomava parte no jogo, isto
, no consolho. Os fid.lgos disputa vara
estes despojos com ama repugnante co
bija.
O padre Dubois, que s foi nomeado ar-
cebispo de Cambrai em 1720, cardeal e
acadmico em 1722, o padre Guilherme
Dubois, vinha de ser nomeado embaixador
em Inglaterra. O Rd. tinha s acjSas,
quer fosa ara nulis, filhas ou netas, uma ain
cera e iraperturbavel affeijSo.
Nada temos a dizer dos costuraos do
tempo que tora sido pintados saciedado.
A corte e a plebe tiravam louca mente a
desforra do rigorismo apparenta dos lti-
mos annos de Luis XIV. Pariz era uma
immensa taveraa, com uma mesa de jogo
e o resto. Se uma grande najSo podesse
ser deshonrada, a regencia seria uma no-
doa indelovel na honra da Franja. Mas,
com quantas glorias magnificas o socolo fu-
turo devia apagar aquella imperceptivel
macula I
Era uma manhS de outono, escura e
fra. C rpintetros, marcinoiros e pe Ireiros
subiam em grupos pela ra Saint-Deniz,
levando as ferramentas ao hombro. Vi-
de Nor-
o marquez fez-lhe pontana e disparou
tito.
O pintasilgo, cortado ao meio, cabio.
Alguraos pennas foram levadas pelo
vento at Valentim.
Fez mal senhor, em nSo matar-me
disse o joven, cuja voz eiblava; juro lhe
que, na primeira occasiSo nSo o pouparei
Norberto saudou-o e com toda a cor
tezia :
Estarei sua disposjSo, quando
quizer !...
Esta homem realmenie muito forte,
pensou Mourad...
O marquez j havia desappareeido,
acompanhado por Louffard.
No castello Gabriella esperavn-o com
corjSo oppresso por indizivel angustia.
Quaai desaniraou, logo que o uvstou.
Se Nerberto voltava vivo, sem estar feri-
ds, porque o outro tinha morrido.
Norberto, ao entrar no quarto daquella
que a ser sua mulher, teve de parar...
Gabriella precipitara-se sobre elle e
apertava-lbe o peacojo, com uraa forja que
a raiva centoplicava:
Ah 1 maeravel, diaae ella, mataate-o !
Tm momento auffocado, o marqnez nSo
reapondeu ; foi lhe preciso desprenderse,
forja, daquella constrcjSo desesperada.
Quando pSde fallar respondeu :
Engaase, Gabriella, est vivo...
Tivo as mSoa a vida delle; e nem 8equer
eat ferido...
Mente.. NSo f z isso...
Fiz, sim, porque amo-a...
A moja recuou interdicta o nada mais
accrcscentou.
Quanto a Norberto, endireitando a gra-
vata e o collarinho desarranjados pela pre3-
sao doa dedoa de Gabriella, disse-lhe sor-
rindo :
A ceremonia est marcada para as
dez horas. Espero, Gabriella, que nao
se far esperar ?... E' preciso um quar-
to da hora para irmos a Corbigny ; o mai-
te espera-nos s nove e meh ; o padre foi
provenido para as dez horas. Tenha a
bondade, portanto, de estar prompta para
partir s novo horas. ..
Deu alguns passjs para sahir : depois
voltou.
Pejo lhe que faja o possivel para se
mostrar mais alegre, quando estiver diante
de gente. Ninguem devo adivinhar o que
sa passa entre na.
E, inclinando-se diante della, sahio.
Gabriella ficou immovel no meio do
quarto, depois lanjou um olhar ao re-
dor. .. abri as janellas... debrujou-se
para fra... contemplou a natureza que
se acordava, o sol que jorrava borboteas
de luz... as flores, cujo perfume subia
at a janella, tornado ainda mais subtil
pelo roco matutino... escutou o canto
dos passares qua saltitavam pelas arvores
do jar .lira... e nSo pode conter um grito
do suprema desespero :
EntSo esta iniquidade vaise con-
summar e ninguem me salvar/... E
tu lo, que me rod 'ia, parece alegre,
feliz Nada est mudado !... no prc-
prio momento em que minha vida se des-
pedaja I...
E as horas pa93aram-3e.
A's oto horas, veio uraa erada de quar-
to para vastil-a, trazando o alvo e imma
ciliado trajo de noivao vestido bran-
co, o longo veo, os sapatos de setim c
a corSi que devia cingir-lhe a fronte vir-
ginal.
Estranho casamento aquello I
Durante a manhS, vieram do3 arredo-
os amigos do raarquez e logo Aca-
rara oceupados todos es quartos do
castello.
A's nove horas, conforme havia deter-
minado Norberto, Gabriella estava promp-
ta, mais branca ainda do que o proprio
veatido...
Bertara foi dar o brajo filha, alegre,
com a physionoraia radiante, feliz, porque
julga va a filha feliz.
Na 8ua presenja nSo estava Gabriella
sempra eorrindo 1
Os carros estavara postados no pateo de
honra.
A joven deseen, quasi desfallecida, fa-
zando, sob o estimulo do amor filial, um
ultimo e supremo esforjo.
No momento de subir, em companhia do
pai, para dentro do carro do marquez,
ao dar-lhe a mSo, murmurou lhe ao ou-
vido :
Lembre-se, Gabriella, que estou ar-
mado !
Sim- foi um casamento estranho e tr-
gico.
Todo3 os aldeSes de Corbigny estavam
perfilados ao longo da ra por onde segua
o cortejo, disparando tiros de espingarda e
de pistola.
Na porta da igreja muitas jovens es-
peravam os noivos, com ramilhetes de
flores.
A aldcia e o castello estavam em fasta
e celebravam aquella uniSo.
O maire re.ebeu Gabriella e Norberto
na grande sala do estado cinil e dirigo-
lhes uraa breve allocujSo, felicitando-os, a
ambos.
No momento de responder, em voz alta
e intelligivel, que consenta em st.r esposa
nbam do barro de S. Jacquea onde eram
situados pela maior parte os armazens, e
volta vara tolos ou quasi todos a esquina da
pequea ra S. Magloira. No centro des
sa ra pouco mais ou menos quasi defronte
da igreja do mesrao nome, que existia ain
da no centro do seu cemiterio parochial,
abrase om portSo de nobra apparencia,
flanqueado por dous muros que iam terrai
nar em doua pilares carregados de esculp
turas. Oa operarios entravam pelo portSo
e penetravam em um immenso pateo cal-
jado, cercado de tres lados por nobres e
ricas conRtruccSas. Era o antigo palacio
de Lorraine, habitado duranta a liga pelo
Sr. duque de Mercour. Desde Luiz XIII
tinha o nome de palacio de Nevers. Cha-
ma vam no agora o palacio de Gonzuga.
Felippe de Mantua, principe de Gonzaga,
resida nelle.
O principa era sem contestajSo, depois
do regente e de Law, o hornera mais rico
da Franja. Fruia dos bens da Nevera,
por dous ttulos diffarantes : era primeiro
lug r como prente e herdeiro presumpti-
vo ; em segundo como marido da viuva
do ultimo duque, Aurora de Caylus.
Este casamento dava-lhe alera diaso a
immensa fortuna de Caylus, que tinha tido
para o outro mundo reunir-se s auas duas
mulheres.
Se o leitor se admirar desta casamento,
lembrar-lhe hemos que o castello do Cay-
lus era isolade, distante das cidsdea, e que
duas mulheres tinham l morrido encerra-
das.
Ha cousas que nSo se podem explicar
senSo pela violencia phyaioa ou moral. O
bom do Ferrolho nSo usava de rodeios, e
o leitor j deve conhecer a delicadeza do
Sr. prineipe de Gonzaga.
Havia dezoito annos que a viuva de Ne-
vers usava d'aquelle nome. NSo tinha ti-
rado o luto um a dia, nem mesmo, para ir
igreja. Na noite do casamento quando
Gonzaga entrou no seu quarto, ella mo?-
trou-Ihe a porta com uma das mSos ; cora
a outra aegurava um punhal qua tinha vol-
tado para o peito.
Vivo para a filha de Nevers, disse-
lhe ella, mas o sacrificio humano tem li-
mites. D um passo, e vou reunir-me
minha filha, ao lado de seu pai.
Gonzaga precisava de sua mulher para
de Norberto, Gabriella sentio urna ultima
hesitajSo.
Lanjou para os circumstantes um olhar
supplicante.
Nada I Os que all estavam eram in-
differentes ou inimgos.
EntSo curvou a cabeja, prompta p&ra
o sacrificio.
E, desde esse momento at o fim da-
quella dia cruel, submetteu-se, machina
inconsciente, sem energa, sam pensa-
mento.
Ao sahir da casa da cmara foi para a
igreja.
Chegando ahi, procurou rezar e nSo o
pSJe fazer. Nem sequer se recerdava das
orajSes da infancia. Teve ainda que sup-
portar uma allocujSo do padre, onde era
questSo a nobreza de Norberto, saas altas
quididades, sua caridade, as virtudes que
lhe tinham sido legadas pelos antepassados.
Fci-lhe dito quSo gloriosa, altiva e hones-
ta tinha sido aquella raja valerosa, em
cujo brazSo nSo havia uma s mancha.
Disse-lhe o padre, continuando, que ago-
ra, com seu marido, ultimo descen-
dente daquelles campeSes de coraeao no-
bre e denodado, ella era a personifica-
do do futuro e corria-lne o dever de
transmittir aos posteros os grandes exem-
ploa dos que os haviam precedidos...
e que devia amar e respeitar a seu ma-
rido. ..
A Norberto disse tambem, que devia
amar e respeitar aua esposa...
E durante todo o tempo que o padre
fallou, Gabriella conservou nos labios um
sorriso de dor e de desprozo...
Que triste irona em tudo quanto oa
va !
Emfim, terminou a ceremonia.
Estava casada I... Havia rolado at
o fundo do abyamo e era tudo tSo escuro
em sua vida, que embora levantasse os
olhos, nada va, nem ura c.ntinho do co
azul, cor da esperanja...
Nos degros da igreja as raparigas da
aldeia ofivrecerara-lhe ramilhetes, azendo
lhe compriraentos.
Gabriella abrajou duas ou tres daqul-
las innocentes, desejandolhes interiormen-
te mais filicidade do que a que tinha.
Subi para o carro e parti, sera ter
v9to ura joven qua sahio aps ella, e
que tinha sa conservado oceulto, com o
olhos vermelhos, o punhos crspades du-
rante todo o tempo que havia durado a
cerimonia, e que, tendo-sa tornado irrevo-
gavel o casamento, o que provocou da
parte dos carapoo03 ditos de chacota.
Eis ahi um que bebeu de mais I
Era Valentim.
Tudo, porm, nSo estava acabado pars
Gabriella.
De volta ao castello, teve que rocebet
as homenagens dos rendeiros do dominio
de Bois-Tordu dominio reconstituido pelo
cumplice do marquez, Rouquin.
Por toda a parte um concert de ale
gria, de felicitajoas.
A' noite, houve baile e illuminajSo.
Havia l uma multidSo enorme, dansan
do e dvertindo-se, e de lempos em tem-
pos erguiam-sa gritos que dominavam &
msica do baile,
ruido da dansa.
o choque dos copos, o
Viva o Sr. Norberto I Viva o Sr-
marquez I f
E um hornera silencioso atravessou a
festa, sombro e fatal, contemplou comiro-
nia tudo aquillo, que afinal era obra sua,
e, encontrando-se com Norborta, tomou-
lhe o brajo :
Est vondo, nSo faltai a minha pala
vra... mas a hora do repouso ainda nSo
soou... Temos que descobrir outros her-
deiros, antes de eatrar na posse da for-
tuna. ..
Esta homem era Rouquin.
E accrescentou em voz mais baixa, ao
ouvido do marquez, que estremeceu :
E esses ser preciso que morraml
FIM
receber a heranja de Caylus. Campri-
mentou a profundamente e afastou se.
Dasde essa noite nunca mais a princeza
pronunciou ama palavra na preeenja do
marido. Este era cortez, attencioso e affeo-
tuoso.
Ella conservava-ae fra e ailencnaa. To
dos os dias na hora da refeijSo, Gonzaga
mandava o criado prevenir a princeza. NSo
ae sentava antes de ter cumprido esta for-
malidad. Era um verdadeiro fiialgo. To-
dos oa dias, a criada particular da prince-
Sa responda que saa ama, por se achar
tente, pedia ao Sr. principe que a dis-
pensasse de vir mesa.
Isto, trezantas e sessenta e cinco vezes
por anno, durante dezoito annos.
De reste, Gonzaga fallava muitas vezes
de sua mulher, e era termos rauito affec
tuoaos. Tinha pbrases especiaos qua co-
mejavam asaim : t A Sra. princeza dizia-
me. ou entilo : Dizia eu Sra. prin-
ceza... e usava destas phraaes, von-
dade; a sociedade nSo sedeixava absoluta-
menta illudir, mas assira o apparentava,
o que tudo para uns certos espiritos for-
tes.
Gonzaga era um espirito muito forte, in
cont-'stavalraente hbil, cheio de sangue
fro e de ousadia. Tinha as maneiras a
digniJade um pouco thaatral das pessoas
do seu p.iiz ; menta com uma petulancia
muito prxima do herosmo, e, apezar da
ser o mais desavergmhado libertino da
corto, em publico cada ama das suas pa-
lavraa trazia o cuubo da mais rigorosa de-
cencia. O regente chamava-o o sau me-
lhor amigo. Todos lbe louvavara os esf r-
jos qua fazia para encontrar a filha do in-
feliz Nevers, o terceiro Felippe, o outro
amigo de infancia do regente. NSo se po-
dia encontrar 1 mas como tinha sido im-
possivel provar o fallecimento, Gonzaga
era o aeu tutor natnral, por mais de ura
titulo, daquella crianja, que sem duvida
j nSo exista. E era neata qualidada qua
elle recebia os readimentoa de Nevers.
Provada a morte da filha de Nevers se
ra seu herdeiro o principe de Gonzaga ;
porqua a viuva cedendo pressSo pater
nal no que dizia respeto ao casamento,
raostrava-se iuflaxivel para com tudo quan-
to se refera aos interesses de sua filha.
Casara-sa dechrando publicamente a saa
qualidada de viuva de Felippe de Nevers:
tinha alera d'isso, consignado o nasciraen-
to de sua filha no contracto de casamen-
to. Gonzaga tinha provaveltnente as sua;
rasoe3 para aceitar tudo isto.
Procurava-o ha man de desoito annos, e
a princeza tambem. As suas pesquizas
eram igualmente infatigaveis, e, apezar de
serem suscitadas por motivos muitos diffe-
rentes, conservavam se sem resultado.
No fim d'aquella verSo, Gonzaga fulla-
va pala primeira vez em regularisar aquel-
la poaijSo, e de convocar ura conselho de
familia que pudesse resolver as questSes
de nteresse pendentes.
Mas tinha tauto a f .zer, estava tao rico {
Ura exemplo : Todos aquelles operarios
que vimos entrar no antigo palacio de Ne-
vers estavam ao seu servijo ; todos, car-
pinteiros, maraineros, pedreiros, serralhei-
ros. Estavam encarregados de reformar
o palacio de cima a baixo. Uma soberba
morada, e que Nevers depois de Mercour
e Gonzaga depois de Nevers tinham em-
bt-llezado.
Tres corpoB principaes, ornados de ar-
cadas pyramidaes em toda a largura do pa-
vimento terreo, com uma galera no pri-
meiro andar, uraa galera formada de raou-
riscos, faziara vergonha aos flor5es dx pa-
lacio do Cluny, deixando muito quem o*
ornatos do palacio de Tremoila.
As trea grandes portas deixaram ver os
peristylos restaurados por Gonzaga no es-
tylo florentino, lindas columnas de raarrao-
re verraelho, cobertas com espitis floridos,
sobre os soceos largos e quadralos, sus-
tentando quatn boas deitados. Por cima
da galeria, a parte do edificio que fazia
face fachada, tinha dous andares de ja
nellas quadradas : as daas alas da mesma
hura, s tinham um andar de janellas al-
tas, terminando por cima da telhado, era
pequeas torres quadradas guiza da tro-
peiro). A tchala, que dava para o jar-
dim, datava de cincoen'.a annos apenca.
Era uma construcjSo de altas columaas
italianas, supportando as aroaeas de ara
claustro. Ojardim, immenso, sombro e
povoado de estatuas, era confinado ao Sol
e ao 0*8te, p*l*8 ras Luinoampoix, Ao-
bryle-Boucher e Saint-Denis.
(Continuar- se-h)
~Typ. do Diario roa Duque de Cazas n, 4X
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