Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18671

Full Text
A'IIff LII1I IDI110H
^mmmmmmi^sssssssSSSmSSSSSSSSSSS
F4RA A CAPITAL E LICAIUB OSDB MO SE PAA PORTE
Por tres meses adiantado............... 'ImOOO
Por seis ditos idem.......... 23^060
Por do auno idem................. A100
Cada numero avulso, do mesmo dia...........
QDABTA--FEIM 21 DE
PARA DESTRO E PORA DA PROVIMC1A
Por seis mezes adiantados............ ,
Por nove ditos idem................
Por um anno idem..............'..
Cada numero avulso, de dias anteriores...........
13J500
200000
27lOO
5100
\


-

Propriefraii* te ilanoet fxgacvcoa tft Jara 4 S\8
Os Srs. XmoAo fritas C
de Parla, o nomsom agente
exclusivos* de annuneiea e pa-
bllcacoes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
ssavigo pabiiclas se siabxc
BAHA, 26 de Abril as 10 hora da ma-
nila. (Rscebido as 10 horas e 40 minutos
da manha pela liuha terrestre.)
iNSTRDCqO POPULAR
ELECTRIC1DADE
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLA8
Fallecen boj
Marina o.
o Conde de Pereira
BAHA, 26 de Albril as 10 horas e 10
minutos da manhii. (Rscebido as 11 horas
e 2i minutos da inanha, pelo cabo sub-
marino).
Falleceu hoje a urna Hora da ma-
drugada o opulento banquelro Con-
de de Pereira Marlnbo. Saa fortuna
calculada em dome mil cont.
RIO DE JANEIRO, 26 de Abril, s
4 horas da tarde. (Recebido s 4 horas
e 30 minutos, pelo cabo submarino).
ti. ii. o Imperador leve bontem
dous acceaao* retirlo, melborando
depola.
Brevemente H. n. regreaaarA para
<-ala Corte.
::::;;: da ahicz*. savas
(Especial para o Diario)
PARS, 25 de Abril.
O Conde de Hunater embaixador da
Allemanba dirigise eapootaoea-
mente para Mr. Flonrenu. ministro
dos negocios estrangelros e decla-
roa-lbe que o seu governo ealadar
rom a Franca a qneato da priaao
do commiasarlo Scbnoebel.
r. de Munster atteatou a prloo e
dlsae que resulta de um mandato
da Justlca Alienta.
BERLIM, 25 de Abril.
Om Jornaea allemea dlsem que o
lovrrno pouae provaa que o rom-
alosarlo Scbnoebel conspiraba con-
tra a Allemanba.
LONDRES, 25 de Abril.
A utslor parle dos Jornaes euro-
peas crlticam aemerameute a priaao
do commlaaarlo francea Scbnoebel
efectuada por saldadas prusslauoa.
RIO DE JANEIRO 26 de Abril.
Telegraaannm de Petropolls n
nunclam que S< o Imperador u.
Pedro II acba-ae de boyo gravemen-
te doente.
estado de S. M. torna a Inaplrar
serlas inquietaroes.
RIO DE JANEIRO 26 de Abril.
Em conseguenela da aggravaro
da moleatla de S. M. o Imperador os
precos dos tlluloa brastllelros balva
rana durante a bolaa de boje.
aliar que a Calla do tnroao. que
era pronunciada na abertura das
cmara*, tocara na queato do ele-
mento servil.
a] prime Ir a aesado preparatoria da
Cansara doa Beputados reallsar-se-
na amaub.
ELECTBICIDADE ESTTICA
( Cont t nuac do )
CAPITULO X
EfFEITOS PHTSIOL0OIC08 DA ELECTBICIDADK. EfFEI-
TOB LUMINOSOS. OTO ELECTBICO. TuBO E QUAL.RO
SCINTILtAHTES. EpTEITOS CAI.0HIFICOS, MECHAMI-
cos e chimicos. Pistola de Volta. Ediome-
tbo.
Effeitoa phyBiolgicos da electricidad* sao os
produzidos por este ageoto sobre os ser orgaui-
sados. Estes effeitos consisten), principalmente
em picadas e cootracciSes musculares, tanto mais
violentas quanto maior for a teusao da fluido da
machina c a sua quantidade. aluitas pessoas po-
den simaltaneamente sentir oa effeitos de urna des-
carga elctrica. Collocam-se para isso formando
cadeia, isto ccmuiunicaudo pelo contacto das
mos ; o individuo que est u'uma das extremida-
des da cadeia, segura na armadura externa do con-
denbador, e o que est na outra extreini Jado ap-
proxima a mi livre do botio da armadura inter-
na. A descarga de urna batera pode produzir
morte ins:anlanea.
Effeitos luminosos.A intensidade da luz pro-
duzida pela faisca elctrica tanto maior quanto
maior for a conductibidade dos corpos entre os
quaes se effectua a descarga ; e a sua cor varia,
nao t com a nataresa desses corpos, mas tam-
bem com a atmoaphera ambiente e com a presso.
A faisca produzida entre duas varetas de car-
vo, amarella; eatre duas bolas de marfim ou de
madeir*, carmezim ; entre duas bolas de cobre
prateadas, verde. No ar press&o ordinaria, a
luz elctrica branca e de incoaiparavel brilho ;
no vacuo tena a c6r violcea ; no ox/genio bran-
ca, como no ar ; no hydregeuio, avermelhada ;
verde, no acido carbnico e nos vapores merco -
riaes; azul purpurina, no azote.
Os tffeitoa da pressio atmospberica sobre o bri-
lho da luz, estudam-se com o apparelbo denomi-
nado ovo elctrico. Consiste este apparelbo o'um
globo de vidro sustentado por urna base de lati,
munida de urna torneira. Na parte superior do
globo ha um gar.ralo, fechado por urna rolha atra-
vez da qual ttin movimeuto urna baste metallica
que pode ser approximads, vontade do operador,
do ontro bjto metailico, situado na parte inferior
do globo. A totneira serve para deixar entrar no
globo o ar atmospherico, ou outro qualquer gas de
qne desejemos servir-nos na experiencia. Sap-
ponhamos que se trata do ar. O apparelbo apa-
ratas.do machina pneumtica ; aborta a tornei-
ra produz-se o vacuo no recipiente da machina, e
portanto dentro do globo; tazeudo cammunicar um
doa botSes metallieos do ovo elctrico com o con-
ductor da machina elctrica e o outro com o solo
obeserva-se urna luz violcea, continua e pouco
intensa, entre os dous botdes. Se deixarmos entao
passar p uco a pouco pela torneira pequeas quan-
tidadea de ar, a teusao augmenta com resistencia
e a luz torna-He branca e bi ilbaute, tomando a
forma da faisca ordinaria.
( Continua. )
O respectivo subdelegado convidou o Dr Ruy-
mundo Bandeira, que promptaraente se prestou a
fazer o exame cadavrico e declarou ter sido a
morte instantnea.
No lugar Japarauduba do termo de Gravat no
dia 28 do correte o individuo de nome Joaquim
Jos de Sant'Anoa, deu um tiro e urna facada em
seu proprio irmio Joo Francisco Gomes, pro-
duziodo-lhe graves terimentos.
O crimioaso evadio-se em seguida.
O subdelegado respectivo" tomou conhecimento
do facto mandando proceder a vistoria e abri o
competente incruento, que j te ve o conveniente
destino.
No dia 15 do corrente no 1 districto do termo
de Gravat foi preso Manoel Barbosa de lima,
como criminoso de morte na villa de Patos e de
roubo no lugar Couceicio ambas na provincia da
ParahyOa.
Participou-me delegado do termo do Bonito
em officio da 19 do corrente ter < n'aquella data
feito remessa ao joiz municipal respectivo do in-
querito policial procedido contra Manoel Francisco
da Silva, por crime de terimentos graves na pesata
de Antonio Mana do Espirito Santo.
Communicou-me o subdelegado do districto de
Beberibe, em officio de hontem ter n'aquella data
feito remessa ao juiz competente do inquerito poli-
cial procedido contra Francisco Bonifacio de Asis
Ferreira, pilo asssssinato perpetrado na pessoa de
Zacaras Cesario Dias, no lugar Agua Fris, do
mesmo districto, no dia 21 do corrente.
Deus guarde a V. Esc Illm, e
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo,
digno presidente da provineia.O
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Exm.
muito
chefe
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 26 DE ABRIL DE 1887
Francisco Egydio de Luna Freir.
Cumprase a portara da !i Trica.
H'jrdeiros do Dr. Pedro Bezerra Perei-
ra de Araujo Beltrao.Entregue se, fican-
do copia por <:ertidao.
Pedro Pessoa Velloso da Silva. Certi-
fique-se.
Jos da Silva C.Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado*
Herdeiros do Dr. Pedro Bezerra Perei
ra de Arauj o Bsltrao.Entregue -so pala
porta.
Manoel de Medeiros, Vicente de Moraes
Mello, Joaquina d<- Azevedo Ramos,
Anna Valeng* do R-go Mcdiiros, Phila-
delpha Gertrudes P.-.reira da Go sta, Luci
na Mercedes de Mello Reg e Alezandre
Americo de Caldas BrandSo. Informe o
Sr. contador.
jarte orricui.
.overao da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 25 DE
ABRIL DE 1887
Bacharel Augusto Elysio da Costa Fon-
seca. Informe o Sr. Dr, juiz de direito
da comarca do Salgueiro.
Francisco Pereira de Miranda.Deferi-
do com officio desta data ao inspector do
Arsenal de Marinba.
Faustino Ferreira da Silva. Sim
Bachsrel Helvecio de Carvalho Gomes
Guimaraes. Informe o Sr. inspector da
Thesouraria de Faz-inda.
Jos Soares do Amaral. Informe o Sr.
inspector interino da Thesouraria de Pa-
seada.
Maria do Espirito Santo Bezerra.Ha-
bilite-se herdeira per-nte a autoridade ju-
diciaria.
Secretaria d* Presidencia de Pernam-
bueo, 26 de Abril de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
PARS, 26 de Abril.
Cre-ae que urna conferencia leve
lagar hontem entre o principe de
ismarclc e SIr. Herbette embalsa
aor da Repblica Francesa em Ser-
um, a reapelto da prlao do com-
saiaaarlu Scbnoebel.
reaultado da conferencia es-
perado boje.
ROMA, 26 de Abril.
O major Salelta commandante
da expedlcao italiana telegrapba de
assooaa pedlndo reforco de tro-
pas.
I*eusa-se que os reforcos pedidos
bao de aea-uir no correr do mes de
alo prximo.
Agencia Hars, filial em Pernambuoo,
26 de Abril de 1*87.
RepartlcSo de Polica
2.a scc^o.N....Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 26 de Abril de 1887.
Illm. e Exm. Sr.Participio a V. Exc.
que foram hontem rocolhidos Casa de
DetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do 1* districto da ca-
pital, Ernesto de tal, por disturbios.
A' ordem do subdelrgado 4a fregu na de Santo
Antonio, Jos Fraucelino, JoSj Francisco da Silva,
Noberto Jos de Alineid* Catanho, Jos Ferreira
de Brito, Joaquim Pereira da Silva e Jos Lean-
dro de Miranda Filho, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto^da Boa-Vista, Cosme
Damio Munz Barcellos e Maximiano Manoel do
Nascimento, por embriaguez e disturbios.
Na roa do Viaconde de Iobama, no dia 23 do
corrente, s 2 1/2 horas da tarde, foi preso eui fla-
grante o individuo de nome Jos Francisco doa
Santo9, cohecido por Cabocliuho, na occasio em
que tirava do bole do palitut do almocreve de
nome Joaquim Francisco Cabral um lenco ao qual
coat i ha 30t em sedulas.
O Dr. delegado do 1' districto da caiit-.il, man-
dn lavrar a flagrancia e recolheu o criminoso a
Casa de DetencSo.
Abrio-si: o competente inquerito sobre o facto.
Releva dizer qne Jos Caboclinhi, j cumprio
pena no presidio de Fernando de N ronha, por
idntico crime.
Aute-hon.em, pelas 9 horas da noite no engenhu
Ibura do districto dr Ba-Viagem, es individuo
de nomes Herculano Ry nundo Alves das Neves
e Jos Bufia ce Oliveira, couh^cido por Zus.,
feriram a Sebastio Zacaras doa Santos e a L;u
renca Btfrtholeza do Carmo, iruia deste.
Os offciidoa foram vitoriados pelo Dr. Jos
Joaquim de Sonsa, que declarou graves os ferj
mentua de S-.-bastii e leves os de Loureoca, ^ebaa-
tio foi recolhido ao Hospital Pedro II atina de ser
tratado, e os delinquales foram presos em fla-
grante pelo subdelegado do lugar que tendo aberto
o competente inquerito u'ello prosegue.
Este m- amo Herculano, foi ltimamente absol-
vido no Jury por igual crime.
(Vimmunicou-me o subdelegado do 1 districto
da.Grc%, que hontem s l bcras da noit ao pas-
ear pela ra dos Creoolas d'aquelle districto, o
trem que suba para o Caranga esmagou o indi
viduo de nome Placido de tal, de cor prela, l'vre
e de 30 aouos ue idade o qual tinha po. habito
altar do trem ua occasio co que este se approxi
nava da casa de sua residencia o que fes anda |
d'atts ves, com tao mo resoltado.
DIARIO DE PERHAHBCO
RECIFE, 26 DE ABRIL DE 1887
Noticias da Europa
Italia
Est emfim reconstituido o gabioete, que fica
assim compoito : o Sr. Depretis, presidente do
conselho e ministro dos negocios estraogeiros ; o
Sr. Crisp, ministro do reino ; o Sr. Zarnadelli, mi-
nistro da|justiea e dos cultos ; o general Bertal
Vale, ministro da guerra ; o almirante Briu, mi-
nistro da marinha ; o Sr. Magliani, ministro da
fasenda ; o Sr. Saracco, ministro da instrucc^o
publica ; e o Sr. Orimaldi utinistro da agricultura,
da industria e do commercio.
A crise italiana, que durava havia cerca de dous
mezes, teve ifoal urna solucao, que representa
urna orientadlo nova na poltica estrangeira da-
quelle pas.
A opiniSo publica trumphou por fim, a despeito
da vontade manitesta do re em conservar ao seu
governo a feico, que lhe dava o general RabiKnt.
Mas de ve tazer-se lhe essa justiea : o re Hum-
berto procuroa c m grande mpeuho sustentar o
seu mudo de ver, mas nao lancou mi de nenhum
meio violento, que o p: zesse em conflicto aberto
com a vontade nacional.
O general Babilant ;era o representante da al-
lianca austro germnica. Esta allianca torara-
se profundamente antipathica em toda a Italia.
A opposicao di governo assentou principalmente
obre esse grave aasumpto de poltica internacio-
nal. Depoib de varios esforcos e tentativas infru-
ctferas para urna reorganisacio ministerial com
aquella base, o ministerio teve de ser organizado
com umafeiciodiff>>rente. A entrada do Sr. Cris-
p, do Sr. ZanarJelti, e de outroa elementos da
esquerda,|deslocou para o lado da Frtnc o ceutro
degra>lade da poltica italiana, que anteriormen-
te estava para o lado da Allemanha e da Austria.
Sob este ponto de vista, a solucio da criae ita
liana tem Un.a importancia excepuional
CauVdin approxiuiir outro tacto, tambem de
muta impertanuia.
Ha pouco teinpo. lord Kandolph Churchill sabio
do ministerio miles, qae com isa. fieou muito eu-'
fraquecido, pjr motivo da poltica internacional in-
leza. Sustenta elle, que a Inglaterra deva mau-
ter-se indiffrente questio blgara, e nao nter-
vr nelia pelas armas, Ora parece que oestes l-
timos terapos hou/e urna approximaco entre lord
Randolph Churchill e os seas antigua collegas, e
u'nm discurso receute declarou que essa approxi-
uiaca-i se fiz-rapor estaro governo em oucjrdin-
ca oaquelle i.onto.
Se assim for, a allianca austrogarmauca est
reduzida a si proprio, nao podendo ji contar com
a cooperacio da Italia a da Inglaterra. Urna tal
deslocarjao de torcas fez variar essencalmente as
coodicoes em que o problema estava pjsto ante-
riormente.
O Poplo romano a Refirma e a Italia fazem
bom aiolhimento ao novo ministerio.
O parlamento italiano devia reunir-se do dia 18
de Abril, sem abrir urna nova sesa\>, devendo ter
o governo reconstituido no s maiona mas quas
UDanimidade soguado se espera. A entrada dos
Srs. Crisp e Zanardelli promette aos tres peotor-
chas que tratan de fora mas nao distante part
Iha nos conselhos do governo, e por isso, embora
talvez nao completamente satisfoitos, conservam-
8H n'oma espectatva benvola, aguardando a rei-
nsacio das suas esperancas e dos seus desejos.
Os dissdentes da direita, que foram os que pro-
duzca n a crise, tao os' mais desfavorecidos da
sorte. Tendo sido a sua idea uragabiuete de que
o Sr. de Roblant fosse o presidente e de que Mr.
Depretis nao fizesse parte, suecedeu lhe ser o Sr.
Robilaut qae sahir e Mr Depretis que se tornou o
mais forte, e como tal, indsgeiisavel.
O principe de Bismarck ficou doscontonto cjm
a solucao da crise ministerial italiana ; pon que
se afflrma que a adhesio da Italia allianca aus-
tro- allemi por emquanto, puramente verbal e
Juvida se que receba a aasignatura do novo gabi-
ni te da esquerda.
Uuj despacho 1e Massouah aoouocia que segn
do as iutormaces trazidas por um emissano que
lora enviado em exploracio ao interior, uio ha
nenhuma conceniracio de tropas abexios eutre
Asmara e (niuds.
Outro telsgramma de Massouah diz que o asma
presidio a um grande coneelho de todos os chefes
abexiuie, mas ignora-se anda a resotacio tomada,
e que, sea duvida, ser hostil a Italia.
O gabinete pedir s cambras um crdito de su
milhoos para enviar a Massouah lb: laflaterra
A questio da Irlanda actosliceate laUda sob
o aspecto das propostas para altoracio da logisla-
cio criminal, o objecto de todas aaatt--nc3es.
O marquez .de Salisbary protegido com o apoio
dos liberaes-ucoaistas prosegue na lucta tenaz
contra o partido liberal.
O debate oi encerrada violentamente, e e-ta
reaolucio ataca a liberdade parlam.-ntar. Por
a aioria de 108 votos foi tomada a reso ocio de
encerrar o debate. Mis logo immedia lamente os
Srs. Criada tone e Parnell e os deputad s lber aes
e parnelistas, se retiraram de sala, deixando assim
aos conservadores e dos liberaea-unionistas a fcil
e gradavel victoria de dar por terminada a pri-
meira refrega parlamentar. Na primeira leitura
estio pois approvadas as propostas de le do re
pressao para a Irlanda.
Mas com a represso para a Irlanda, foi antas
del'a a represso para a minora parlamentar, o
que obrigou esta a retirar-se da sala para deixar
mais a dcsc.berta os autores de todas as re-
pressSes.
O governo do marquez de Salisbury conta com
a maioria no parlamento paraousar quanto queira
no sentido repressivo contra a Irlanda.
Du vi Jamos, porem, que a opiniai se anda o nio
abandona na questio principal, o possa applaudir
as reptessoes e violencias contra a minora par-
lamentar.
O governo tem empenho em acabar a dscusai
o mais depresBa poesivel, e 03 advrsanos de
bil tambem nao estio inautvos e fazem todos os
esforcos para chamarla attenciodos eleitorespara
a iueatio^ irlandeza promevendo todos os das
tneeting emRondrese as provincias atim de cou-
ceitar a opiniio.
Entretanto novos auxiliares !se ap-oximsm do
marquez de Salisbury. Lord Churchill que sahira
do gabinete, acaba de declarar-se partidario do
governs na questio irlandeza, nao duvidando
mesmo declarar que os motivor. qus o leve.aam a
affastar-se do poder, quas j nao existem hoje,
porque o governo modificara a sua poltica externa
no seutido pacifico que o mais conveniente aos
interesaos da Inglaterra.
Continuara em todos os Estados da Uniio ame-
ricana os comicios de protestos contra o bil coer-
civo da Irlsnds.
A 11 de Abril s i horas da tarde houve em
Hyde Park (Landres) urna grande uemonstracio
, opular contra a lerde coerci para a Lrlanda.
Arengaram a o povo 16 oradores, inclusos varios
deputados parlamentares.
Depois de votada a mocio condemnaado a le
coerciva, as procisses recolheram tranquilamente
gem nenhuma o ocurrencia.
Assi8tiram demonstro cao urnas ce n mil pes-
soas.
Nio houve a mnima desoriem.
Tem dado muito que falla o incidente que 8? deu
em Cannes e de que se tem oceupado as folhas
t ancezas e inglesas.
r Todos os jornaes francezes foram unnimes om
0 ensurar o duque de Edimburgo, que, coiio sn
sabe, lho da rainha de Inglaterra e almirauti
da esquadra.
Eia o que se passou.
Tres navios da esquadra francesa, o Couot, o
ttichelieu e o Irlandelle dirigiam-s^ a Cannes, para
all se demorarem emquanto a rainha de I iglaterra
estivesae na cidade.
Ao chegar visU da esquadra ngleza, comman-
dada pelo duque de Edimburgo, que fora para
aquelle pjrto cam o fim de fazer as honras rainha
Victoria, os navios francezes deram as salvas do
estylo.
Os navios ingleses nio cotrespoaderam-
O almirante francez estranbsndo a falta do cor.
tesia da mariuha inglesa, mandou podr explica-
cees ao duque de Edemburgo, o qual maudou res-
ponder pelo capitio, que nio dera as salvas devi-
das, porque os uavios nio possuiam o numero sui-
ficonte de boceas de fogo.
A populaco da cidade commmtou acremente o
procedimento da esquadra inglesa, e o maire diri-
giado-se ao cnsul inglez, e dando-lbe conheci-
mento ai mi impresso que o incidente produsra,
redusra, recebou rt'.lle a seguiute carta :
Sr. maire.Tenha a hoara de o oformar que
dei parte a sua alteza real o Duque de Edimbur-
go do fleto que me assigoalo'i, dizendo que a es-
quadra do sea cominando uiosalvou a naci fran-
cesa com os 21 tiros de peca, sagundo de uso. Sua
alteza eacarregou-me de lhe dser que os navios
que coinpoem a esquadra actualmente em Capaes
nio possaem um numero suficiente de pecas de
pequeo calibre psra as salvas do estylo.
O Duque de Edimburgo pede-me para accres-
centar que j explicou essa circumstancia ao com-
mandante da esquadra francesa no golpho Juan,
e que esse oficial se deu por completamente sa-
tisfeito. Por miaba parte cumpre-ma diser lhe que
o navio almirante Alexandrs, achaado-se em repa-
racio, e teud'J a esquadra que se apparelhar a
pressa para vr ao eucoutro de sua aag--stade, o
almirante teve que car o pavlhio no Dreduought,
(navio que possue o numero de bateras regula-
ineutar).
Sua altesa mauifestou-me o desejo de que a
imprensa local explicasse o acdente. Ficar-Ihe-
hei obngado se publicar essa noticia nos jornaes
da cidade, autorsaudo-o tambem k publicar eata
carta, se julgar opportano.
Aceite, etc., etc.O cnsul de sua mageata-
dc, Sarris.
A impreusa francesa joutna a occuyar-se do
incidente de Cannes.
O Mu'n de noje, explica o caso p^lo facto do
Duque de Edimburgo estar embriagado, que se es-
quecera o at so dexr* adormecer na occasiio
devia corresponder salva, J,ue Ibe foi dada
onde vio levantar-se novas fortificacoes, cojo pla-
no o governo conta submetter aos delegado*.
Estes nao serio chamados a debater positiva-
mente a questio da federacio dis diversas partes
do imperio, que lord Saiiabury considera prema-
tura. Os jjrnacs nem por isso deixam de consi-
derar que og trabalhos da reuniio co itribuam
manos para a re ilisaeio desse projecto, que aug-
mentar muito a importancia poltica e militar da
Oran-Bretanba.
Allemanba
Vai-se j percebeudo na Al emaaha que as ad-
vertencias do papa ao partido do centro nio de-
ram o resultado qus se espera va, uio obstante as
eoncesioes do governo ao terrcuo religioso. As-
sim que cortos espirites hesitantes iuqurem j
senio ser prefer vel parar quanto autos no cu-
oiinao que se vni triihando.
A presenta do monaeahor Galimberti em Ber
lim duraate as festas aauiversarias do imperador
pareca ser um peahor do paz. A sua interven-
gao comtudo nada urub ua attitude do centro,
que t-.-m o proposito de levar cmara prussiana
as emendas do bispo de Tulda, rejeitadas pelos
senhores. Demais, nio c mente em considerar o
accordo provisorio sobre o ultimo projecto votado
como conclusio de paz duradoura. Por seu lado
oa conservadores, e anda os conservadores libe-
raes, oppoem resistencia formal a muitos pontos do
projecto, particularmente repart ci daa ordena
religiosas catholicis e sobretudo a sua aJinissa i
as csco.as. Elles nio coiioeutein por nenhum
pre^o, ao que parece, a auppresaio da protecfo
legal contra o abuso de castigos applicados pelos
religiosos s criancas.
Urna carta de carcter offisioao, enviada de
Berlim Correspondencia Poltica de Vienna
d'Austria, digua de atteocio, no momento em
que os peridicas allemies parecem recomecar a
su campauha contra o general Boulauger, mi
nistro da guerra da republie i franceza, marinan-
do os seus mais insignificantes movimentos.
Diz, P'J's, a folha Vi nnense que em Berlim se
peraiste em crer que os armamentos da Franca
nio sejain simplesmente destina i is defeza do
seu territorio. Ora a poltica da Allemanha con-
siste em afastar o da do ajuste de contaa com a
Franca, que nio deve temer um ataque da sua ri-
val. Esta cm vez de fazer armamentos, procura
alliancaa que aejam fiadoras da sua propri.i 8e-
gurauca, garantiado ao mesmo tempo a paz da
Europa.
Os encargos, porm, a que a si'naci actual
obriga os dous pai*es, sao tio onerosos que um
d'elles ha de decidir-se por fim a pr-lhea termo.
Rsala
A 9 de Abril comecou a ser julgado o procento
doa individuos presos a 13 de Margo em S. Pe-
tersburgo.
Foi descoberto um novo atteutado em S. Peters-
burgo no da 6 tendo sido preses no pasaeio de
Matkaia, alguna minutos antes da passagem do
czar, um bomem e urna mulber que levava comsigo
urna bomba explosiva.
N'um tele,-rain na de Vienna publicado pelo
Daily Chronicle alfirmu-s: que entre as uumerosas
pesa .as complicadas nos afrentados contra o czar
se acha o filbo do general Krjk, commandante de
Varsova. Este, verdaderamente horrorisado com
as declaracea de seu filho suicidou-se.
O Sr. K.lkoff, redactor da Gazeta de Mosmw,
que
di trra pelas autoridades francesas.
__ Reunise ltimamente uo Foreign Office em
Londres a confereacia imperial doa repr sentantes
das colonias, couferencia muito importante, por
quo a primeira teutativa pratica para estreitar
mais, se possvel, as relacas eutre os diversos
poutos do vasto impjro britannicj. Assistem d -
legados de ictoria, da Australia do Sul. do Que-
cnslaud, da Australia Occidental, da Xova Zelau-
di e do Caid8, sob a presdeucia di. Sr. H. Hu-
land, sub-secretano d ministerio das colonias
Lord Salisbury, niaugurauio-a com um discur-
so, trac-ju a arbita d s trabalbos, a saber :bus-
car os meios de remediar um d*s priucipaes cau-
sas da fraqueza da domiuaco inglesa, isto a
lasan ira de vencer as distaocias enormes que se
parain as possea=oea bntaunioas da metropale.
Depois, SrH. H.llaud acercou se mais do as
sumpto, eutraudo em porannores. Disse que a
coufereucia dever principalmente oceupir si de
prover as coloaias de ama organisacio militar e
naval que Ihes permita (.rote^erem-se si mes-
mas e c-operar na defeca oommum do imp ro.
Eata obra, que pie realisar-si- a bom concert,
suppoe o eatabeleeimeoto de relacos postaos e ta
iegraphicas freqa ntes e numerosas entre o diver-
sos territones iuglezes. Demais, ella ter por et-
feita primarij a creacio em div-rsos pontos de de-
psitos de carvio fortificados, oude os uavios do
estado possam abasteeer-se em lempo de guerra,
por modo que seja garaatida eficazmente a mari-
uha de guerra contra quaijuer aggressio.
Passand), em seguida, aos aggravos das diver-
sas colonias, o premente d* coiferucia eclarou
que o govruo da rainha contina a estudar os re-
lativos Nova Guiu e s Hbridas, e que as dif
Acuidades oncernentes a Samoa serio di.cutdas
em Washington cjm o* representantes da Alleuia
oha e da America ao Norte. J
O Time acoreBe;uta a esta cnum-ragai as du-
euc-s eoireo CaDad e os Estados U.iidos,cer-
ca das pescaras, e as ms relavo -s que existem
eutre os estados da frica-Austral e a alfosia do
C**0 .- -. ..'..
Sob o pouto de vista militar, a conferencia na-
veta de oeeupar se especialmente deste territorio,
recebeu ameacas de morte senio fizer com que
czar aceite o projecto de coustitoicio de que lhe
foi remettida urna copia lytographada em L odres.
0 correspondeos dj Standard em Vieana ci
que a Ruasia abaadooar em breve a poltica ex-
pectante a respeito da Bulgaria.
Em resaltado das diligencias que tem feito o Sr
Nelidoif, embaixador da Russia, a Sublime Porta
adiou a expedicaa da circular, coovidaodo aa po-
tencias a orna commuoicacio reciproca de pare-
ceras sobre a questio blgara e a desigoacio de
dous candidatos : mas asseveram as ultimas in-
formaQes qu a circular partir a 10 de Abril.
__ Jo da 6 a arcebispo metropolitano celebroo
ua cathedral de Moscow um oficio fnebre pelos
blgaros fusilados em Bustchuck e Silistria, assis-
tindo cerimooia o goveraador de Moacow. duzen-
tos officiaes do exercito russo, e os Srs. Katkoff,
(jruieff o Dimitrieff.
O arcobispo, oa saa oracio, glorificou os bl-
garos mortos pela caosa alava. A' tardo houve
um banquete 300 a presidencia do goveraador, e
depois do banquete os blgaros presentes diri-
giram um telegramma ao czar pedindo-lhe a liber-
tacao da soa patria. Disse que o czar Ihes res-
poodeu telicitaodo-08 pslo anu zelo patritico.
Oriente
Urna das juatas creadas para a defeza e iode-
pendeucia nacional, tinha acooselhsdo as ootras
juntas a aproveitersm a occasiio do anoivers-.rio
natalicio do principe Alexandre de Battenberg
para a proclamaclo da independencia e do rein-
da Bulgaria. O goverao, porm, ioformou as jau-
tas de que semelhautes diligencias nio eram da
sua competencia, e ordeuou Ibes a absten^io, no
iateresse do paiz. O gverno accrescentoo que
nao pode impedir a populacio de celebrar ospon-
taoeameute o auniversario do priocipe de Batten-
berg, mas prohibi qualquer festejo ufficial.
A Porta o'.tomana contina a empregar os mais
louvaveis esforcos em buscar urna solucao s ques-
tes blgaras, qae dura ha anno e meio, nio sem
fatigar a pacieacia da Europa. Segundo o^ cor-
respondente do Temps em Constautiuopla, a Tur-
qua prepara ama uova oota circular s potencias,
para expor ainda ora vez os termos desea inter-
mmavel pendeucia e pedir que emim se acabe
cm isto.
A Porta refere o inauccesso das suas tentativas
om Sofia para traser i coucHacia os diversos
partidos do principado e accresceuta que nao eon-
eebe meio pratico de fazer eessar alli a situacio
actual, se ai) se designa um caudidato ao throno
bulgaro por unanimidade das poieucias. A elei-
cio d'esse caudidato pela sobrante nio sofreria
difficuldale, e assim se voltaria a um estada de
cousas uorraal, conlorme s estipulaba do tratad
de Berlim.
Segundo estas iuformacoes, a Kussia permanece
cstrauha a este novo passo do governo turco, que
aegoto a sua propria inspiracio, acorocoado talvez
por couneihjs da Inglaterra. Depois das infruc-
tuosas negociaeoe.s travadas em S. Petersburgo
por Chartria-Pacha, a Russia observa a respeito
da questio blgara a attituie de desinteresso que
publicamente se irnpoi, a todas as maqaiaacoes
que lhe attribuem no intente de promover oo/as
perturbares coau-a os regentes uao passam, ao
que paroce, de puras inveiicoes. Nem rcuaio em
Real, e.-mo >e disse, 3,000 voluntarios do partido
russo, nem toaeut desordeos uo districto de
Burgas.
Nio obstante, ae deve crer-se o correspondente
de Vienua da GaieU de Colonia, os homens que
actualmente governam a Bulgaria tomam todas as
suas dipisicoea por tirmar-se a& poder. O Sr.
Itailuff, delegado dos rejeute juuto do governo
ustriaeo, deu iuteuder que elles vio cuustltuir
o jiaiz n'uma-especie de republie cuj\ dorsea-i
previsti seria ae trea aunos; depois, se as cir-
euinataucias se vulveasem mais uropieias reele-
Ser-se-hia o riocip.- Alexandre. A /.obrante seria
prximamente ch^mida a coufirraar os poderes dos
re?eutes por esse longo tarte, e o Sr. Stoil-ft ni"
duvida de quo saaeltiante esobin^cio dataria
lera a approvaiji) celta, pelo menos, das poten-
cias, sem qae Haasi*. ene .ntre qae i>ppor-lhe.
Kypto
Segando noticias receoida da Sol lio ultima
in-ote os rebeldes foram derroudos prximo de
Dougela; provavel qus retirein para Khartun,
executando um movimeuto de cooceutr.^ia de
torcas.
Afxasnlaiaa
Sir west 't'geogew.y e o cipitio Bsrr part-
ram n'um (lestes ultimas dias para S. Peteriburgo
para continuaren! com o governo russo as nego-
ciares conceincntes delimitacio da fronteira
afgbsn. As negociacoes, interrompidas por di-
versos incidentes que sobrevicram durante o seu
caminbo, e que nio poderam ccuduzir a nenhum
resultado sobre o terreno que se pretenda delimi-
tar, vio agora ter o seu regiment em S. Peters-
burgo, e em ccndicoes na verdade particularmen-
te desfavoraveis.
A revolta dos Gbilzes eont a a alastrar no
Afghanistan, tendo-se juntado aos rebeldes um
dos principaes adversarios lo emir, o general
Gholam-Hader-Kad, ex-commandante em chefe
das tropas de Abdurrabman, o qual parece ter
recebido subsidios de Ayoub-kau, como se sabe o
candidato russo no throuo de Cabul.
Do lado russo oa progressos do camioho de fer-
ro traoscuspiaoo sio bastante para temer, porque
este camiubo, se nao tem avancado do lado do
Afghanistan, onde a cstacio extrema continua a
ser Sarakhs, tem-se ao lunge deste paiz e para
Ipste estendido at Tchardjui, sobre o Pous, e
d'alli para Bokhara e Somarcande, podendo nelle,
em caso de oecessidade, camiehar 12 combeks
por dia com urna vclocidade de 20 kilmetros por
hora.
V-se pois que com estas vas de commuoica-
cio accelerada a Russia poda do um momento
para o outro atacar os paizes iimitropbes da In-
dia e an pessessoes brtannicas igualmente, logo
que em c xflcto, ura pretexto, ou urna neceasida-
de o Ievasec a ferir a Inglaterra no seu imperio
da Asia.
D'aqui 06 vetes da Inglaterra para que as ne-
gociHCoes que vio contiuuar-se em S. Petersbur-
go conduzam a um resultado favoravel, e ae fixem
defiinitivamente as fronteiras afehaas, arredande
atsim motivos de conflictos e de gravea receios.
Do Atghanistan vieram boatos inquietadores :
conforme uns, o emir fugio diaote dos Gbilzes.
que avancuvam at Kabul; conforme outroa, o
emir morreu.
Ha todava despachos de Kabul, datados de '25
de Marca, dizendo que a cidade estava tranquilla,
mas o emir mostrava-se muito inquieto.
EatMiloa-1 ii i (l oa
O presidente Cleve-and, r.-spondeudo a urna re-
preseutacio que lhe tiseram os pescadores ameri-
canos, disse que as volacoee d-< direito de pesca
praticados pelos cauadianos constituem urna af-
tronta nacional, e que os Estados Unidos hio de
fazer resi citar oa direitos dos s> us nacionaes.
Continalo em todos os Estados da 0oiio os
comicios de protesto outra o bil coercvo da Ir-
landa.
Segundo noticias do Hait, datadas de 26 de
Marco e publicadas em Ni-wYoik a 7 de Abril,
contina alli a agitaco de nimos par causa da
questio da ilha das Tartarugas.
Corra o boato de que o enviado inglez tinha
apresentado um ultimtum, no qual umeacava fa-
zer bombardear os portoa principaes da Repbli-
ca, ae dentro de cdco dias uio toasem satisfeitas
as reclamacoes mglezas.
Reinava grande alvoroc entre a colonia estran-
geira, porque os habitantes ameaoavnm matar
os eatrangeiroa ae o resiliente da Repblica acce-
desse s reclamacoes ua [oglnterra.
O governo americano est eatudando os recur-
sos diaponives para o caso de ser necessario afir-
mar a doutrina de Mouroe relativamente protec-
cio das pequeas repblicas americanas coutra
as invaso s das potencias europea!.
E' possivel que sejain enviados ao Hait dous
navios de guerra americanos.
Noticias de Cuba fazem esperar urna solucio
amiga vel da questi) do Hait.
Segundo o relatorio apres?ntado ltimamente
pelo ministro da guerra dos Estados Unidas da
America do Norte, o exercito regular da grande
repblica simplesmente composto de 2,103 ofi-
ciaos e 23,946 pracas de pret.
H i somonte 10 orficiaes generaes, 10 regimeo-
tos de cavallara, 5 de artilharia e 25 de infan-
taria.
PERNAMBUCO
Assembii Provincial
A commissio de redaccao de parecer que o pro
jecto o. I deste auno e respectivas emeodas seja
redigido da seguate firma :
A Asserabla Legislativa Provincial de Per-
nambuco resol ve :
Artigo i. A receita para o exerccio de 1887 a
1883, oreada do seguiute modo :
Io Tres par cento sobre o assucar exportado.
2o Dous por ceuto sobre o algodio dem.
^ 3o >ito por ceuto sobre agurdente, alcool e
genebea dem.
4 Vate par ceuto sobre couros verdes idea.
5o Sete por cento sobre cauros seceos, espi-
chados e salgad)* dem.
8 6'' Tres po.' c-uto sobre sola e e juros idem.
S 7* Seis p:r ceuto sibre couras verdes ou cs-
peados, sola e oourinhos ep irtados para outras
provincias pelas coilectoras Iimitropbes.
8 100 ria por saceo de acucar em fazeoda
uivo fabricada ua provincia e em barrica de ma-
deira estrangeira, qu-' for despachada ou desera-
baracada no (JonsaUdo Provincial, sendo 50 ris
quanda em meia barrica e pruporcionaloiente as
aubdiviso!S desta.
9< 80 ris por litro de agurdente ou alcool,
quer puro qu-r trauoformado em licor, que forre-
talhada em qualquer parte da provincia.
J 10 21 por cibica de gado Vaceum, cavallar
e inuar que for iinoortado das provincias liuiit.ro-
ph-s salvo ae pertenec a eriadaria dista provincia.
11. 100 ris p>r cjiro procedente de outras
provincias e que for reembarcado.
12. 4| por carga de aigolio que, po interior,
exportado para s provincias.
13. 101 por carga de fizenlaa importadas das
provincias visnhis pelo interior.
14. 51 por c.rga demiudezaa importadas da*
provincias viainbaa p'b interior.
| 15 21 por carga de qn icsquer outras merca-
deras importadas das provincias visiohas p9lo Ul-
terior.
g 16. 50 ris por alqueire de sal, pagos ao sanir
do navio. .
8 17. 31500 por c la r-z abatida nos muaiei-
pias da provincia, excepto Itamb que pagar 21.
S 18 200 iis por kilo de fumo de qualquer
quatidade e seus preparados que for importado
para a provincia, 800 ris por cent i
160 ris por ceuto de cigarros '
I 19. Imposta do gvro, aos termos dos 12 a
15 do art 2 da M u. 1860 senda elevado a 6 /
riuando se tratar do valor das eguintes mercado-
rias : calcado, roupa teita, collannhos. puohos e
pe tus de camisa, ceroulas, chapeos, obras da_sel-
Itiro e marciiieiro, v.la* star na*, sabio, milho,
v'nihas fio^s, crveja outras b bidas alcoolicas
,>a fermentadas, joiaS de ouio, pruta ou imitacio,
a-mas de fogo e plvora, qualquer que seja a pro
ced.ncia. ,
20. Viute por ceuto sobre o valor locativo dos
predios, onde se exereerem ua cidade da Recife
quaosquer industrias ou proHoaoso uio comprehen-
didas na di-pisicaodo par-graoho anterior.
S 21. D--z por ceuto s>bre as esas de commer-
cio, ..JasirU* ou protiseSes. tora da cidade oo em
seus arr.baldea.
8 22 l:5ii01000 por joslheiro que mascatear
na provincia, .iuda que pagu o imposto por es-
tabelecimento ou casa de vender jola*.
| 23. 20O1C0J p.'r S8M>a qaa en.pra. de charutos e
'ualmeate impor-
riEKi


m
i
Diario de craamboco^uarta-fcira 27 de Abril de 1887
.

aei em descosta!
merciautos es t abe lee i dos.
| 24. 1.-000*000 por caaa de gaaantwde anie-
tea de loteriae o* fraccoea destaa.
S 25. 5:000*000 por caaa que vender oUbete*
de loteras d. outras provincia*, anda que pague o
imposto do paragrapho anterior, nao podendo di-
ridir M bilhete. P"wMtt"(S5S|^bJSg0og
pagar cada urna tambora 6:000*000 ; 200*000
por vendedores ambulante* de lotenaa de outras
?rQualquer destea impoatoa era eobrado-nio
senda prohibida a Mudados bhete***lotenaa
de outraa provincia.
26 l:00o*000.fwr can.de vender btaetea de
loterUf de outraa provineiaa, anda que pague o
imposto do paragrapbo anterior.
27. Doae por auto sobre aeriptecio de d-
rogado, solitador. earorio e.conamltorio medico na
cidade do Recite, e oito por cento fra da referida
cidade.
28. Imposto de wpar'ieao, conforme a tabella
aonexa.
29. C'nco por cento sobre os premios supe-
riores a 200* de todas as loteras da provincia.
8 30. Sello de herancaa e legados de todos os
herdeiros ab intestato ou testamentarios, inclusive
os filbos espurios, regulado do modo seguinte:
quiaze por cento at o terceiro grao inclusive,
vinte por cento d'ahi pjr diante, inclusive os w-
A tax de dea por cento, que de conformidade
eom as leis em vigor aa cobra sobre o valor dado
aos inventarios aos bens legados em naofructo,
pajear a ser de cinco por cento, cobrada do mes -
modo se o usufructo for vitalicio ;%quando, porm,
for temporario, a misma taxa aera cobrada de
urna t vex sobre o valor do rendimento de um
anno dos bens, multiplicado por tantos anuos
quaotoa forem os do usufructo.
8 31. De* por cento sobre doacea de qaalquer
aproe, exceptuadas as feUs em linha ascenden
te oo descendente, que pagaro meio por cento
as menores de 200* e os legadas e doscoes desti-
nados emancipaeo dosescravos : endo que as
escrpturas dotaea sero reguladas pela legialaco
geral applicavel especie. Os sellos das doacoes
mortis causa poderio ser pagos por occasio da
transferencia da propriedade doada e os das ou-
tras na occasio do contracto, aob pena de multa
para o tabeliiio que o lavrar sem consUr o respec-
tivo pagamento.
32. Meio por cento sobre herancas e legados,
mesuro consistentes em usufructo, entre berdeiro*
necsaearios.
| 33. Dous por cento sobre o valor dos predios
rustics ou urbanos, cuja alenaco se verificar
por quaesquT meion, pagos antes de lavrar-se o
respectivo titulo de dominio.
34. Um por cento sobre o producto de qual-
qoer leilo particular de movis e immovais, uum
excepeo dos predios rsticos ou urbanos, quando
pagarem o imposto do paragrapho antecedente.
35. 50* por venda de eacravo e 75* quando
ella for frita por procuraco.
36 Um por ecuto sobre o valor das vendas
de acedos de companbias e dous por cento pelas
transferencias ou vendas de q lalqoer contracto
com n governo da provincia.
37. 2*500 por tonelada de alvareoga, canoa
de carga ou descarga, couforme a arqueacao ou
matricula.
| 38. 25 /o sobre a renda dos bens de rais das
corporacoes de mao morta, que nao mautiverem
estabelecimentoa pos.
39. Dcima urbana, ficando d'eila isento o
Lyceu de Artes e Oficios
40. 200 ris por tonelada de todo* os vapores,
navios mercantes e embareacoes de coberta en-
inta, nacional cu estrangeiras, que descarregarem
no porto do Recife, na couformidade da lei n. 1872
de 1886.
41. 10 % de novos e velbos direitos dos em-
preados provinciaes por nome cao, aposentadoriae,
nomeaco ou accesso, sendo neste caso frita a co-
branca sobre o exce*so dos vencimentos, descon-
tado em todo c caso durante o anno.
42. 10*000 por escravo reeolhido a Casa de
Detenco requerimento de seu senhor ou por de-
posito at um mez, e d'ahi por diante 6*000 men-
aaes.
43. P adagio de pontes e estradas.
I 44. Emolumentos das reparticoes provinciaes,
sobrados com o accrescimo de 30 8,'0 sobre a ta-
bella.
45. Imposto sobre o ealeamento, de que tra-
tara as leis os. 350 e 596.
| 46. D zimo do gado vaceum, cavallar e muar
sonrod por erremat-ico nos respectivo* campos
de criaeo.
| 47. 2 /o sobre a porceutagem dos thesourei-
ros das loteras extrahidas na provincia.
J 48. Contri buco das emprezasFerro Carril
e Locomotora.
49. Producto dsi emolumentos das patentes
da guarda nacional e do imp.sto pessoal por con
e ssao do governo geral.
50. 5 % de contribuico dos empregado* pro-
vinciaes que torem titulados, raxo de 5 "/
sobre os respectivos vencimentos, comprehendidta
os aposentados, jubilados e reformados, bem como
os membros da Assembla Provincial pelo que per-
seberem de subsidio, e os fiscaes das companbias,
emprezas anonymas e os empregados geraes que
receberem porceutag m pela arrecadaco da divida
activa do sello de heranca ; exceptuado o corpo de
Dolioia.
| 51. 100 tis diarios dos so dos das pracas do
eorpo de polica e guarda cvica, como indemnisa-
"52. Auxilio dos cofres geraes.
Saldo do exercicio anterior.
Multas por infraeco.
Juros de 9 % pela indevida retenco da
68.
64.
55.
_nda.
56. Bens do evento.
57. Beneficios e premios de bilhetes de Iite-
-ias que prescreverem no dominio desta lei. rea-
toicoes, repoaicoes e outras quaesquer indemnisa-
joes provenientes de processo judicial.
58. Renda e venda dos propri.s provinciaes.
59. Divida activa proveniente dos impostes
provinciaes.
60. 6 % addcionaes a todas as impcsicoes,
sujo producto ser entregue junta administrativa
da Santa Casa de Misericordia para auxilio dos
estabeleeimentcs cargo da mesma, guardada a
iisposicao do art. 10 da le n. 1860.
Tabella a que se re/ere o 29 do art. 2
Casas de commisses, de couaig-
aa^ois, e de commisses e consig-
nacoes
Ditas ou deposito de vender em
jrosso carvo de pedra em trra
ou sobre agua
Unjas de vender joifis smente
oo jotas e relogioa
Dita de vender relogios somonte
Ditas de vender pianos, msicas
e instium ntos musicaea
Fabrica de rap Meuron
Ditas de aabo, inclusive a que
se acha na freguezia de Afogados
Ditas de cerveja, vinagre, vi-
nbo, genebra, licores e limonadas
gasosas
Ditas de gaz
Ditas agencias e depsitos de
rap
Emprezas anonymas ou agen-
cias deatas, inclusive a Companhia
de Beberbe
Bancos, agencias filiaes e repre-
sentante* dos meemos e casas ban-
Sari8
Companhias, agencias oo casa
de seguro ou qaalquer pessea que
ao carcter de agente de compa-
nbias de seguro fizrr contracto
desta natureza ou prcmovel-os,
acm excepeo das que tem sede
n'esta prov.ncia
Armazens alfandegados, de de-
psitos oo de recolber
Casas de jogo de buhar
Art. 2. A despeza para o
1887 a 1888 fixada em...
10:000*000
3:000*000
7:000*000
700*000
1:000*000
300*000
6:000*000
4:000*000
2:000*000
5.000*000
2:000*000
6:000*000
10:000*000
5:000*000
4:000*000
trecm exercicio de
AtsembUa Provincial
1." Subsidio e ajada de costo
dos deputados
3 2. Empregados
| 3. Expediente e as
da
8 4." Apanhiment e publica-
cao dos debates
Secretaria do governo
i 5.* Empregado?, inclusive a
grictificaco do cfficial de gabinete
f S 6.* Expediente e asseio da
casa
Instruccio Publtca
7. Empregados
| 8* Expediente e asseio da
H
36:938*660
37:200*000
2:500*000
22:342*000
74:203*000
4:506*000
17:060*000
h2CO*000
9.' Protessores, inclusive o
addido e empregados, de accor-
do com os iU. 51. 113 e 122 do
regula ment de 6 de Fevereiro de
1885.
10. Expediente e asseio da
casa
Escola Normml
8 11, Professores e empregados
12. Expediente, asseio da ca-
aa e compra de nasa mobilia para
o salao aaBesadooao cateo
K 13. Alaguel-da casa
BMothea Provintial
:|14. Bssyegedos
g 15. fiapediente e asseio da
caaa, remonta e eompra de Itto*
Imtrvccao Secundaria
8 16. Aula de iatiin-e franecz
na cid,do de Peaqueira
17. Aluguel da cada e expe-
diente
lnstrurq&o primaria
| 18. Profr*sore*
19. Aluguel de casa para es-
colas, expediente diurno e noc-
turno
| '0. Fornecimeuto da movis,
e compra de livros para os alum-
.ios pobres, sendo 500*000 para
as escolas publicas da cidade de
Nazareth
Auxilios diversos
S 21. Subvenci ao Instituto
AreheoloRico 2:000*000
22. dem sociedade dos Ar-
tista* Mchameos e Liberae* 4:000*000
8 23. dem Companhia Per-
naxbacana 24:000*000
24. Iiem ao laoora-orio chi-
mico Histolgico, inclusive as des
pezas fritas com o mesmo no exer-
cicio de 1834 1835 1:500*000
g 25. dem ao gabinete de Lai-
tora de Goyanna 500*000
26. Hein ao Vicario de Bom-
Jnrdim para custeio aa escola por
elle creada SOOfOOO
8 27. Auxilia ao recolhimcnto
de Bora Couselho 6:000*000
28. dem Casa de Bene-
ficencia de Bcserros, inclusive a
escola anoexa 4:000*000
8 29. dem Caaa de Caridade
deQravat 2:000*000
8 80. dem aos religiosos capu-
chinhos do Recife 2:000*000
8 31 dem ao recolhimento da
Gloria 2:OCO*000
8 32. dem casa de caridade
de Caroai 1:000*000
8 33. dem ao r colfiimento de
Iguaras, 1:300*000
8 34. dem casa de Beoefi-
cecia do Triumpho 2:000*000
8 35. IJem ao recolhimento de
Olinda 1:000*0)0
8 36.^ dem idem de Goyanna 1:200*000
37. dem ao hospital de mi-
sericordia da Goyanna 1:000*000
38. Iiem determinado no art.
1 da lei n. 1 665 de 10 de Juuho
de 1882 1:200*000
39. Pagamento das aunuida-
des devid^s pulo servico da Recife
Drainage, nos tei-moa das leis ns.
1.543 e 1,594 de 1881, inclusive
600* para o de iguaes anuuidades
relativas aos predios do patrimo-
nio do convento da Gloria 1:800*000
40. Alimento e curwtivo dos
presos pobres 98:000*0K)
Obras publit 'S
41. Empregados, inclusive o
administrador do theatro Santa
Isabel e guardas dos jardios pu-
blico* 60:143*900
8 42 Expediente e asseio da
casa 900*000
43. Reparra e conservacSo de
obras inclusive 7:000* para os
jardios 127:000*, ficando o presi-
dente autorisado a despender maie:
1:000* com a construeco de um
acude no povoado de Anglicas na
comarca de Nazareth ; 3:000* pa-
ra os reparos da estrada que se -
gue da cidade de Bom Jardim
serra de Joo Congo, podendo ei-
sa importancia ser entregue c-
mara municipal daquella cidade,
a cujo cargo e fiscalisaco sero
confiados os trabnlbos da estrada;
1:000* como auxilio obra da ca-
pella do povoado Carpin* da co-
marca de Nazareth; 15:C00* pa-
ra continuaban das obra* do edifi-
cio dos alienado* j em eonstroc-
cao adiantada i 2:000* para os
eoncertos de que necessita o ucude
publico na cidade de Caruar ;
8:000$ para os eoncertos de que
necessita a cadeia da cidade do
rejo da Madre de Deus; 10:000*
para a construeco de urna ponte
no Rio D..c". freguezia de Maran-
guape ; 6:000* com a compra de
urna casa na cidade de Bezerros
para a cadeia da mesma cidade ;
1:000* para :oncertos das matri-
ses de Posqueira e Cimbres ; .. .
4:i. 00* com a compra de orna casa
que airva de cadeia na cidade de
Bom Jardim ; 3:000* para a cons-
trueco de um acude na villa de
Flores, 4:000* para as obras da
matriz de Itainb ; 5:000* para
urna ponte sobre o nacho Freixei-
ras na estrada de Palmares Co-
lonia Soccorro; 1:000*000 para
as obras da matriz da Boa-Vista ;
6:"00$ para execuco da lei n. 1642;
1:20J* para construeco de um
cbatariz na fonte d'agua potavel
exist-nte na villa de Panellas;
15 00 l* para a ponte da Junquei-
ra, no rio Pirapams; 8:000* com a
construeco de una ponte no rio
Pira pama, no lugar Pirap&ma;
6:000* para construeco d<; um
caes no Varadouro em Olinda;
12:000* para construeco de ama
ponte sobre o rio Ipojuca no Sal-
gado, e o que for necessario para
compra de urna casa que sirva de
cadeia em Jab .atao, e para con -
servaco do edificio provincial sito
em Agua Branca do termo de Qui-
pap da comarca de Panellas ;
3:000* para auxiliar a concluso
das obras da matriz de Bom Jar-
dim ; 2:000* para melhoramento
da fonte da cidade de Nazareth,
conhecida pelo nome de Bombo;
20:000* para as cadeias de Tim-
baba e Itamb; 10:000* para a
construeco ou compra de urna ca-
sa para cadeia em Palmares ; 500*
para as obras da groja de S. Mi-
guel de Afogado ; 1:500* para a
construeco de urna poete de ma-
deira no riacho Carrspich do po-
voado Pedra Tapada ; 1:500* para
os eoncertos argentes de que ne-
cessita a igreja de Pedra Tapada;
15:000* [para construeco de orna
ponte no rio Ipojuca, na cidade de
Caroai; 6:000* para construe-
co de um acuda na povoaco do
Lagedo, no termo de S. Bento, e
eoncertos dos caldeires destina-
dos ao abastecimento d'agua pota-
vel ; 4:000* psra construeco de '
urna ponte de madeira sobre o rio
Ipojuca, que corta a cidade de Gr-
vala; 1:000* para o meihorainen-
to da estrada que segu da csta-
co ao povoado de S. Benedicto,
no termo de Panellas ; 1:200* pa-
ra a construeco de urna ponte so-
bre o riacho que passa pela villa
do Bonito; 4:000* para um acude
na Pedra do Buique; 3:000* para
compra de ama casa que sirva de
cadeia na Pedra do Buique ;.....
3:500* para a construeco de um
acude no povoado denominado So*
rubim na comarca de Bom Jardim 377:700*000
Seguranga publica
8 44. Empregado* da Casa de
Detencio 39:920*000
, 45. Expediente, asseio, illu-
minaco e fornecimeuto d'agua da
g 46. Aluguel de casas paraca-
deas e quarteis, inclusive o* da
guarda cvica.
47. Sold dos officiaes e pra-
76:920*000 ca* do corpo de polica, inclusive
ajuda de costo e gratificaco de
500*000 que trata o art. 4* das leis ns.
982 e 1,802
37:000*000 48. dem, idem da guarda c-
vica
49. Expediente e livros para
2:206*000 io corpo de polica, da guarda civi-
2:316*800 a, ini-Insive-fil-O* para o exped-
ante da {asa da ordem
10:O0O*8i0 50 Pardaioento, armamento e
quipaussnto do eoppo de polica e
1:800*000 ifjnardaaiviea
" 51 JbksjSM e la para os quar-
*sm da f liis e gavarda nivica
1:600*000 liluninacdo publica
52. Cidadeido Hecite e maia
200*000 6 lampeos para a ponte no lugar
denominado Porto do Lasserre a
655:360*000 encontrar a estrada da Torre, 4
na travesea de Joo de Barros que
d para o hospital de Santa Ague-
67:777*000 da, 12 para a estrada do Encana-
mento em Parnameirim a comrcar
da estaeio, 3 para o becco do Quia-
i o, 3 para o do Maxixe, 2 para o
do Jacintbo na Capuoga
7.000*000 | 53. Differeuca de cambio
54. Vencimentos des guar-
4:800*000
7:938*000
469:958*000
74:215*000
550*000
105:000*000
8:008*000
das
55. Cidade de Olinda
| 56 Villa de Igoaraas
g 57. Cidade de Goyanna, com
tnais 30 lampi.-s
S 58. Dita de Caruar
59. Fica o presidente da pro-
vincia autorisado a dispender a
quantia de 1:825* para colloca-
co de 25 lampeos na cidade de
Nazareth, 1:500* para illuminaco
da cidade de Garanhun, 1:500*
para a illuminaco da cidade de
Jaboato, ficando o governo obri-
gado collocaco de postes e
lampeoes, 750* para a collocaco
de l'O lamptoea na cidade de Pes-
que*, 30 na cidade da Victoria,
a quantia necesseana para a col-
locaco de 30 lampeoes na cidade
de Itamb, 1.-500* para a di Li-
m eiro, 25 em Beserros e 20 em
Timbauba.
<"ulto publico
60- Congruas aos coadjutores
ABBECAD^clo E F1SCAI.ISACAO DAS
Tkesouro
61. Empregados, ua forma do
1- do art. 10 da lei n. 1713
62. Expediente, asseio da ca-
sa e anouncios
8 63. Aluguel da casa
| 61. Despezas judiciaes e por-
ctntagem de cobranca
| 65. Empregudos do Consula-
do e da Alfandega, sendo a por-
c ntagem razo de 1 1[2 por cen-
to sobre a arrecadaco distribuida
de couformidade com a tabella ge-
ral oue regula a gratificaco dos
nesmos empregados
66. Expedieute, asseio da casa
e annuncios
67. Empregados das collecto-
rias, inclusive expediente e livros
68. Aluguel de casa para bar-
reiras
Pesssoal inactivo
69. Aposentados e jubilados
Publicagoes e impressSes
70. Publieacoes e impressoes
das repartico.<8
Divida provincial
71. Juro daa apolices
7 Divida de exercicios fin-
dos 9:25i*139, conforme o qua-
dro fornecido pelo Thesouro Pro-
vincial, e mais a quantia de.....
12:394*400 Companhia Pernam-
bucana de Navegaco pelo trans-
porte de presos e preeas para a
ilba de Fernando; a de 2:631* a
Mideiros & C, pelo fornecimento
de objectos secretaria da Assem-
bla e Escola Normal; a de...
210*300, para pagamento ao em-
preiteiro das obras da cadeia de
Agua Preta ; a de 40* a Honorio
Hermete de Ol reir, pelo aluguel
de sua casa para quarlel em Qui-
pap ; a de 45*, a Manool Vianna
de Barros, pelo aluguel de sua
casa para quartel em Gravat;
a de 120* a Josino Jos das Cha-
gas, pelo aluguel de sua casa para
cadeia em Bonito ; a de 879*830,
a Ismael Clementiuo Bezerra, pelo
fornecimento ao destacamento de
Iguarass ; a de 476*800 a Uao-
rindo Marques de Souza, pelo sus-
tento dos presos pobres da cadeia
de Flores; a de 1:148*691, para
pagamento do que se d ve. ao coro-
nel Manoel do Nascimcnto Vieia
da Cunha; a de 32*, a Cosme
Jos Guedes, pelo aluguel de sua
casa para quartel em S. Lourenco
da Mattu; a de 40* a Manoel C iva I
cante Coelho, pelo aluguel de soa
casa para quartel na freguezia da
Gr ica ; a de 170*, a Gaspar Caval-
cante Peres Campello, pelo aluguel
de sua caaa para quartel em Seri-
nhaem ; o que se esti ver a de ver a
Jos Germano de Lyra, proveniente
do aluguel de sua casa para quartel
em Riacho do Matto ; o que se es-
tiver a dever a Vctor Marques
Santiago ex-praca do corpo da po-
lica ; o que se eativer a dever a
Eduardo Cara." Ueo de aluguel de
sua casa para quartel em Mur.bc-
ea; o que se estiver a dever a Jos
Fiuza de Oliveira, contractante da
. ponte de Gravat em Agua Preta
i por accrcesimo de trabalno; e 868
que se > st & dever a Antonio Pe-
reira do Monte do aluguel de sua
casa para quartel do Cabo ; 8*390
a Tertuliano de Mendonc* Nuces
Bandeira ; a Alfonso de S e Al-
buquerque a qu.utia de 64| im
portancia que lhe devida pelo
aluguel de 8 mezes vencidos da
casa que serve de quartel ao des-
tacamento na povoaco de Bizar-
ra; a os herdeiros de Manoel Cae-
tano Spindola, o que que lhe ficou
a dever a fazeuda do exercicio de
professor do Gymnacio e que j foi
processado ; o que se estiver a de-
ver pelos ulugueis das casas que
serviram de cadeia em Barra de
Jangada, Canbotinbo e Bonito ;
36* para pagamento do aluguel
da casa de Joo de S Araujo, que
servio de quartel na vil a de Ca-
brob, relativamente aos meses de
Marco a Junbo de 1885 ; 378*365
a Jos da Cruz Freitas como ad-
ministrador de soa mulher, nos
termos da lei n. 1810 de lo74, art.
71 71 ; o que se estiver a dever
de seus ordenados ao Dr. Joo
Feliciano da Muta e Albuquerque
professor do Gymnasio, a contar
de 8 de Novrinbro de 1879 a Ja-
neiro de 1880 raso de 166*966
mensaes ; 200* para pagar-se o
subsidio do deputado Hercolaoo
Bandeira; o que se estiver a dever
ao Rvdm. padre Manoel Pereira
da Cruz, coadjutor do Cabo ;....
106*422, que se devo aos herdei-
ros do padre Joe de Soasa Maga-
Ihes na qualidade de professor
jubilado de grammatica latina da
villa de Flore* ; o que se estiver a
dever profrssora publica Ta-
ciana Alexandrina Monteiro Lo-
pes ; o que se estiver a dever ao
capito Rufino Demetrio da Paixo
Silva, di aluguel de son caaa, que
servio de quartel em Garrapatos ;
ao professor pablico da Casa de
Detenco Joo Fernandes Vianna,
o que se lhe estiver a dever de seus
vencimentos relativo* ao exerci-
cio de 1884 a 1885, o que se est
a dever a Manoel Apolinario de
10:000*000
BBBDAS
117:573*000
4:500*100
3:000*000
29:190*300
106:000*000
2:800*000
77:983*720
144*000
130:821*700
17:385*000
533:899*220
Santiago pelo aluguel de soa casa
qoe serve de cadeia em Pedra Ta-
pada, a contar de 10 de Marco a
30 de Junbo de 1885 na importan-
cia de 44* 29:251*650
Eventuaes
73. Eventuaes 5:1781000
DisposicSet geraes
Art. 3- Continuam em viror os arta. 13, 14,15,
24, 38 e 40 da lei n. 1810 de 1884, os artl. 27 e
28 da lei n. 1713 de 1882, o art.14- da lei n. 1860
de 1885 e o art 8- da le n. 1597 de 1881
Art. 4- O bobo financeiro da provincia, palia-
r a coincidir com o anno civil, pelo qne o pre-
sente orcamento ser prorogado do 1- deJolbo de
1888 at 81 de Dezembro do me Art. 5- As arrematarles de reparos e obra a pu-
blicas sero annunciadas com 15 das de antece-
dencia pelo menos.
Art.>-6- Contina em igor < o^art. 13 .da lei
n. 18*0 de-1*85.
nico: O imposto sobre estabelecmento com-
mercial oo industrial, existente as -cinco fregue-
sjas da cidade do Recife, para a servici da ex-
tineco de incendios, s ser cobrado depois que
se organisar a companhia de bombeiros, ficando
regulado da segointe forma : 5*000 por estabe-
lecmento commercial ou industrial cojo aluguel
oo exceder de 800*, annuaee, 10* de mais de
800* at 1:800* : 20* de mais de 1:800*.
Art. 7- Os des por cento quo se deduz m da
123:000*000 arrecadaco da divida activa sero distribuidos
30:000*000 pelo seguinte modo :
Para o juis 2 "/
10:000*000 Para o procarador dos fritos 2 /
29:810*000 para o procurador fiscal 1 V
2:920*000 Para os escrives 1 1|2 ,..
Para os solicitadores 1 Ii2 (
7:884*000 Para o contador e distribuidor 1|2 |,.
Para os officiaes de justica privativos 1 i2 (
Os 6 "(o que se dednzem da arrecadaco frita
neata capital do injpoato de heranca e legado para
os empregados do juizo do inventario, sero divi-
didos em 15 quotas, distribuidas pelo modo se-
guinte :
Para o juiz 5.
Para o corador dos fritos 5.
Para o escri vio 2.
Para o solicitador 2.
Para os partidores 1.
Nao havendo partilha e simcalcub, a qoota dos
partidores pertencer ao oontador.
Art. 8. O que sobrar da verba destinada ao
pagamento das congruas dos coadjutores ser ap
pilcada ao Seminario de Olinda.
Art 9. O presidente da provincia fica autori-
sado i
l.o A reformar, pondo desde logo em execu-
co :
I. A repart'co geral das obras publicas, sup-
primindo a thesourara e diminuindo o numero
dos engenheiros, tanto de distictos, como con-
ductores.
II O Consulado Provincial, dispensando o
funecicnalismo que se encarrsgava da arrecada-
co de impjstos, presentemente a cargo da Alfan-
dega.
III. A secretaria da presidencia, para o 5m de
equiparar os vonaimentes dos terceiros escriptu-
rarios aos do Thesouro Provincial, sem prejuizi
desfes funecionarioe.
IV. O regulaniento da Colonia Orphanologica
l.-abol pondo-o de accordo com as exigencias
actuaes do servico e fazendo as m- difieasoos cuja
necessidade a experiencia tenha demonstrado.
2 A reorganisar a instrueco publica em
qualquer dos seus ramos, restabelecendo o ensino
religioso as escolas, fazendo as modificacoes que
enteuder convenientes nos regulamentos, fem alte-
raco fundamental das leis, mai someute do duta
Ibes, como, melhor classificaco e collocaco daa
escolas, modo de provimento, direitos e gratifica-
cors, rgimen dos cursos primarios e secundarios,
podendo transferir cadeiras e remover os respec-
tivos protessores ; deveudo o Gymnasio Provincial
continuar a dar educaco e instrueco gratuita a
10 alumnos pobres, internos, sendo preferidos :
l.o os filbos dos voluntarios da patria ; 2.* os dos
outros servidores da provincia e do Estado; 3.'
oa que se bouverem distinguido pala sua excepcio-
nal intelligencia, conducta e applicaco as aulas,
sendo observadas as condicoes do art. 65 do regu-
lamento de 19 de Aoril de 1886 ; nao podendo ex-
ceder de 25*000 a meusalidade dos alumnos in-
ternos .
o Em todas estas delegacocs o presidente
da provincia finar adatiicto s verbas do orca-
mento, de modo a nao excedel-as em caso algura,
podendo uestes termos addir a qualquer reparti-
r.) empregados cojos lagares sejam sopprimidos,
dando-lhes novas obrigacoea, bom como aposentar
os que por tempo de servico houverem adquirido
direito.
Art 10. Na execuco da lei n. 1597 art. 8.# o
presiden :e rever o contracto no intuito de melhorar
o servico da companhia e manter a obrigaco de
ama viagem por mez ao porto de Tamandar e
Barra do Rio Formoso; nao podendo o preco da
passagem exceder de 3*000 e devendo o vapor
demorar-se neste ultimo porto pelo menos se:s
horas.
Art. 11. Das loteras que t.iverem de correr no
exercicio da presente lei, 45 pertencero aos es-
tab.-lecimcntos pos da Sarta Casa de Misericor-
dia do Recife a beneficio dos quaes correro as
doze primeiras e as mais alternadamente, confor-
me a ordem segointe:
1.* Urna parte para as obras da matriz de
Itamb.
2, dem idem para as obras da matriz de N.
ra. da Graca.
3 dem idem para as obras da matr z da Glo-
ria de Goit.
4. dem idem para as obras da igreja de S.
Jos da Pedra Tapada em Limoeiro.
5.* dem idem para as obras da matriz de Vi-
cenca em Nazareth.
6.* dem idem para as obras da ordem terceira
do Carino do 3ecifr.
7. dem idem para a3 obras da igreja do L-
vramento em Jaboato.
8." dem idem para as obras da matris de Agua
Preta.
9. dem idem para as obras da capella do ce-
mi terio do Benito.
10. dem idem para as obras da matriz do SS.
SS. da Boa Vista.
11. IJem dem para as obras da matriz de
Agu&s-Bellas.
12. M'in idem para as obras da matriz do SS.
SS- do Corpo Santo.
13. dem dem para as obras da matriz de Bel-
monte.
14. dem idem para as obras da matriz de Se-
rinhem.
15. dem idem para as obras da igreja de S.
Pantaleo do Monteiro.
16 dem dem para as obras do reco'bimento de
Iguarass.
17. dem idem para as obras da igreja dos Mar-
lyrios em Goyanna.
18. dem idem para as obras da matriz de San-
ta Anua em Bom-Jardim.
19. dem idem para a caaa de caridade da ci-
dade de Bezerros.
20. dem idem para as obras da matriz de Mu-
ribeca.
21. dem idem para as obras da matris do Rio
Formoso
22. dem idem para as obras da igreja de S.
Sebastio do Bonito.
23. dem idem para as obras da igreja de S.
Jos de Pedra Tapada em Uimoeiro.
24. dem idem para as obras da matriz de Bom
Conselho em Papacaca.
25. dem idem para as obras do recolhimento
da Gloria.
26. dem dem para as obras da matriz de Ca-
brob. t
27. dem idem para as obras da igreja de S
Francisco em Seriohem.
28. dem idem para as obras da matris de Ala-
g* de Baixo.
29. dem idem para as obras da igreja de Nos-
sa Senhora do Rosario de Pao d'Alho.
30. dem dem para as obraa da matriz de Nos-
sa Sen bora da Luz.
31. dem idem para as obras da matris de Itam-
b.
32. dem idem para as obras da matriz do Nos-
aa Senhora da Conceico de Nazareth.
33. dem idem para as obres da igreja do Li-
vramento do Recife.
34. dem idem para as obras da igreja de S.
Pedro dos Clrigos do Recife.
35. dem idem para as obras da Imperial Ca-
pella de Nossa Seuhora da Estancia.
36. dem dem para as obras da Igreja de S.
Benedicto ni termo de Panellas.
37. dem dem para as obras da casa de cari-
dada de Caruar.
38. Iiem idem para as obras da igreja de Nos-
sa Senhora do Rosario da Boa-Vista.
39. dem idem para aa obraa da matris de Pea-
queira.
40. dem idem para aa obraa da capella de Ma-
neota em Iguarass.
41. dem idem para aa obraa da igreja do Li-
vramento da Varsea.
42. dem idem para aa obraa da capella da Caaa
Forte.
43. dem idem para aa obraa da matris de
Itamb.
44. dem idem para aa obraa de Nosaa Senhora
do Rosario de Tracanhem.
45. dem idem para as obra* da igreja de S.
Jos da Boa-Esperanca da Eacada.
46. dem idem para aa obras da matris de San-
ta Anna em Bom-Jardim.
47. dem idean para as obras da matris de Pal-
marea.
48. dem dem para as obras da capella de Ju-
py-
49. Iiem idem para as obras da capella da Bar-
ra de Seriohem.
50 Iiem idem para as obras da mataiz de Ta-
q o are tinga.
51. dem dem para as obras da matriz de S.
Jos do Egypto.
52. dem idem para aa obraa da matriz de Alti-
nbo.
53. Iiem idem para para aa obras da matris de
Salgueiro.
64. dem idem para as obras da igreja de S.
Pantaleo do Monteiro.
55. Urna parte para as obras do convento da
Soledade em Goyanna.
56. Iiem idem para as obras da igreja de Jato
b d eTacarat.
57. dem idem para as obras da capella de An-
glicas em Nezareth.
58. dem i lem para decoraco do altar do Sa-
grado Coraco de Jess no convento da Gloria.
59. dem idem para as obras da irmandade de
sin' 'Auna em Santa Cruz do Recite.
60. dem idem para as obras a oir.ro da irman-
dado de Nossa Seuhora da Coneeico dos Milita-
res.
61. dem idem para as obras da igreja de Q i-
pap.
62 dem idem para as obras da igreja do po-
voado do Riachs Doce de Carrapats.
63. llera idem para as obras a cargo da irman-
dide de Nosia Seuhora da Luz erecta no con rea-
to do Carino.
64 dem idem para as obrai da capella de Car-
uciro em Buique
65. dem idem para as obras da capella de S
Jos da praia de S. Francisco do Olinda.
66 IJem dem para as obras da igreja de S
Francisco de Ipojuca.
67. Iiem idem para as obras da matriz do San-
tissimo Sacramento ie S. Fre Pedro Goncalves
do Recife.
63. llera idem para as obras d igreja de S. Mi-
guel d Atogad s.
69. I lem idem para as obras da igreja de Ja-
tob do Bn-j >.
70. I iera iJern para aa obras da matriz de N is-
s.i Senbcra do Rosario da Vanea.
71. I lem idem para a irmandade do Santissiino
Sacramento de Afogados.
T. dem iiem para as obras da igreja de Nos-
sa Senhora do Bom-Parto em lnda.
Art. 11. Ficam revogadas as di3p3sicojs em
contrario.
Sala das coamissoes, em 25 de Abril de 1887.
Barros Barrete Jvnior.
G. de Urummond.
EMESDAS APRESES rAUAS NA 3a D1SCUSSAO
DO PKOJECTO N- 3 DE 1886
N. 12. Desde que o praso do contracto for su-
perior a vinte anuos, a provincia oo ser, findo
elle, obrigada a indemnisaco alguraa.Barros
Barretto Jnior.
N. 13. Os combu8tores da illuminaco ds ruae
ardero com cha.ma clara de 12 centmetros de
elevacao nos bioos fundidos. Dr. Costa Gomes.
N. 14. A illuminac> publica ser di 10 horas
por noite, em todas as estacos do anno.Dr.
Costa Gomes.
N. 15. O preco da illuminaco publica nao ser
superior ao que se paga na corte do imperio por
servico idntico, e ser realisado em mola do
paiz (papel fidenciario) e bem assim o da illumi-
naco pai ticular.Dr Costa Gomes.
N. 16. Ka illuminaco particular se usar o
bico Argaod com o apparelho de celaccand e o
preco deete nao exceder de 240 ris por metro
cubico de gaz.Dr. Costa Gomes.
N. 17. Sero crcumstancias prefereuciaes na
concurrencia para o servido de illaminaco pu-
blica e particular ta cidade do Recife os seguiu
tes :
>,) o maior dimetro dos tubos conductores do
gaz c a maior distancia dos gazometros.
bj a obteuco da materia do paiz.
c) os saccorr.-a aos estabelecimentoa pos e de
inatruccoes publicas provinciaes.
d) o maior numero de empregados e obreiroa
nacionaes ou provinciaes.Dr. Costa Gome*.
rihviSTA MARA
Assemtila Provincial Funccionou
hontem aob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Manoe1 de Barros Wanderley, tendo comparecido
32 Srs. deputados.
Foi lida e approvada sem debate a acta da ses*
sao antecedente.
O Sr. 1 secretario proceden fritura do se
gumte expediente :
Urna petico do Dr. Estevo Cavalcanti de Al-
buquerque, proprietaro da meia-agua n. 13 no
becco do Q iabo da freguezia da Boa-Vista, re-
querendo que te declare nao es'ar sajeita ao pa -
gamento de animidades do apparelho da Compa-
nhia Recife Drainage. A' commisso de orca-
mento provincial.
Outra de Marcellino Jos Mara de Almeida,
requerendo que Be inclua na lei do orcamento
municipal a quantia de 2:307*460 que lhe deve a
cmara muuicipai da Victoria, de mandados de
custas judiciaes. A' commisso de orcamento
provincial.
Approvou-se um parecer da commisso de or-
denados pe lindo informacoes sobre o requerido por
Antonio de Mcnezes Cysneiros Bandeira de
Mello.
Foi a imprimir sob n. 68, um projecto decla-
rando que metade da quantia de que trata a lein.
1,597 em sen 98 pertencer ao pagador do The-
souro Provincial.
Adiou-se pela hora a discusao de um reqner-
mento do Sr. Ferreira Jacobina pedindo infor-
macoes sobre um desacato soffrido pelo redactor
Fortunato Pinheiro, em S. Uourenco da Matta,
orando os Srs. Ferreira jacobina duas vezes,
Goncalves Ferreira e Costa Ribeiro.
Passou se Ia parte da ordem do dia,
Encerroo-se, depois 3 orar o Sr Reg Barros,
a 3" discusso do projecto n. 22 deste anno (orca-
mento municipal) senda o encerramentc requerido
pelo Sr. Rodrigues Porto e tendo sido apoiadas
maia 17 emendas, sobns. 132 a 148.
Forain approvadss aa emendas de ns. 79 a 85,
89, 90, 92, 95, 96, 103, 106, 113, 115 a 117, 119,
121 a 123, 125 a 130, 132 a 131, 136 a 142; pre-
jadicadas as de ns. 86, 105,120, 131, 135, 143 a
146 ; rejeitadas as de ns. 87, 88, 91, 93, 94, 97 a
102, 104, 108 a 112,114,118, 124,148 ; empatada
a de n. 107 e retirada den. 147.
A votaco da emenda n. 79 foi nominal, a re-
querimento do Sr. Rodrigaes Porta eaden. 126
a requerimento do Sr. Barros Barreto Jnior ;
votando a favor da primeira 23 Srs. deputados e
contra 6; e da segunda 20 contra 10.
Passou-se 2* parte da ordem do dia :
Eucerrou-se a 3a discusso do provecto n. 34 de
1886 (contracto de illuminaco da cidade do Re-
cite) sendo apoiadas mais 6 emendas sob ns. 12 a
17 e nao ae votando por falta de nnmero.
Adioa-se pela hora a 3a dis.osso do projecto
n. 105 de 1886, tendo orado o Sr. Lourenco de
S.
A ordem do da : Ia parte discusso da emen-
da n. 107 adiada por empate e continnaco da
antecedente ; 2* parte continuaco da anteceien-
t* e mais Ia discusso dos projectos ns. 49 e 55,
3* dos de ns. 8 e 13 todos deste anno.
Vapor alo solO paquete brasileiro Ceard
chegoa hontem pela manh dos portos do sal e
hoje tarde segu para os do norte.
Nada adiantou em noticias por ter sabido no
uies.no dia em que parti o Adoance, que aqu to
cou ante hontem.
Fftpor coslelroDo rio S. Francisco e por-
tes de escala voltou hontem o vapor S. ra-icitoo
da Companhia Pernambocana.
Su destituidas de interesae as noticias de que
foi portador.
Paioameot Por telegrammas da Baha,
publicados na respectiva aecjo, aoubemos ter fal-
lecido naqnella cidade e 1 hora da manh, Joa-
quim Pereira Marina o, Conde de Pereira Mari-
ano, na idade de 75 annos.
Era o finado de orifrem portuguesa e cidado
brasileiro eaturalisado, chefe de firma commer-
cal Marinhos & C, o primeiro capitalista da pra-
ca da Baha, o maior accionista da Companhia
Bahiana de navegaco, presidente da directora
da mesma companhia e de moitae oatraaassocia-
coee, provedor da Santa Casa de Misericordis da
Baha e o armador que maior nameio de navios
mercantes poeama no Itraail.
Foi homem muita activo e emprebendedor,|mui-
to earidoto, prtstavel e na qualidUde de provedor
da Santa Caaa denamou maos largas beneficios
sobre os desherdadoa da fortuna.
ltimamente ana constante e especial preocco-
paco era terminar a construeco do novo hospi-
tal de artdade, sito no largo de Nazareth na Ba-
hia, obra esta comecada e qoasi realisada por
iniciativa e esforcos seas e dos amigos que acu-
diam ao appello por elle frito.
O goveruo portugus destiuguio o, agracian-
do-o com o titulo de conde.
Era geralmente estimado e gosava ccmmercial-
mente a sua firma de crdito Ilimitado.
Soa fortuna, segundo telegramma do nosso cor-
respondente, avaliada em cerca de doze mil con-
sos.
Entretioha retacos commerciaes de muito va-
lor com a nossa praca, onde a noticia da sua mor-
te causou geral sentimeuto.
Ao Exm. Baro de Guahy, deputado geral pela
Babia e digno filhodo finado, enviamos nossos pe-
zames.
lucra o dono tTrouxeramnos hon-
tem-e dexaram em nosso eseriptorio '.paraser en-
tregue o quem mostrar ser o dono, om chapeo de
sol de tela, quaai novo e que foi tomado de Tar-
qiioio Prisco Brasileiro, na occasio em que pre-
tenda vendel-o por 4*.
Iutormaram-nos, que este Sr. Prisco intitnla-se
Mandante da Faculdade, traja segundo os ltimos
figurines da moda, apresenta-se nos hoteis, bilha-
ies e reuni como um perfecto cavalheiro, in-
sinuante e amavel, inaa tambera suecede iu varia-
velmente desapparecerem, objectos, como relogios,
cadeas, alfioetes d* gravataediuheiro, sempre qae
ease cavalheiro visita alguem ou encontra algum
d.iqiellos objectos a urna certa distancia dos do-
nos.
R^coir.meudanol-0 'policia.
Tribunal to Jury do Beelfe.Au-
tos de h ,!(,n foi submettido a julgamento o reo
Joo Carlos Borromeu de Albuquerque, que no
da 4 de Fevereiro de 1883, no lugar Bomba do
Capi-*), districto do Peres, fez diversos ferimentos
i m Jos Ferreira da Cruz, e doa quaes falleceu 18
das depois.
Foi seu udvogado o Sr. D.". L'iiz Drummoud.
Em vista das deeitOes do jury, que declarou
ir Cruz nini I \ nao porque o mal fosse mortal,
mas siin por falta de cuidados, etc., foi o reo eou-
demnado a seis annos de priso om f: aballi >,
medio do art. 191 do cdigo criminal.
H intein tendo compuredido 35 juizes de fao-
to, nao liouvi! sesso.
O Sr. Dr Costa Ribeiro, presidente do tribu-
nal, fez o sorteio para completar o numero legal.
Fcr*m sorteados os seguintes Sra.:
Freguezia de Santo Antonio
Abdou Luotosa de Vasconcellos.
Adelo J f de Mattoa.
Joo Jos Becerra C "-aleante.
Vlanoel Cleraentno Ribeiro.
Dr. O-ympio Marques da Silva.
Freguezia de S. Jos
Eugenio G Gemiuiano I. Lnmaqui Miguis.
Freguezia da Boa-Vista
Dr. Jeffersan M. de Azevedo Soares.
Manel Antonio Ribeiro.
Dr. Th'iodoro Soares d'Avelar.
Tbom Cal'tano de Araujo.
Fi egaetia de Afogados
Joaquim Cavalcante Barretto.
Frequezia da Graca
Dr. Bonto Jos da Costa.
Foram multadas em 20* diarios tolos os
juizes de faeto que nao ln eompar.cido s ses-
ados.
Mc< loriarlo un I versal de ".ui a ao
Publicou-se a 45 caderneta c'esta iupoitaate e
utilissima obra.
"Su\ o mappa o Imperio do Brasil
Recebemoa de Paria ease novo mappa, que tem
de extenao cerca de doua metros quadrados e
comprehende : 1* a carta mural, piopriamente di-
ta, frita e diaposta de modo que sendo cada indi-
caco igualmente visiel a certa distancia para
aer distinguida de longe sera cansar a vista ; es-
ta parte est gravada em traeos fortes e caracte-
rea grandes, abraage os delineamentos e os no-
mes principaes da geograpbia physica e poltica;
Estados, provincias do Brasil e cidades principaes.
2 a parte complementar frita para sor vista de
porto, e comprehende os nomes da geographia phy-
sica, poltica ou histrica quo nao sao de impor-
tancia capital no ensino elementar.
Alm da carta do imperio do Brasil que abran-
ge toda a parte da America do Sul, situada ao
norte da lattudo de Baenos-Ayres, o novo mappa
comprebende Io a carta geral da America do
Sul na escala de um millimetro por 10 kilmetros.
Esta carta destinada principalmente a dar
urna idea summaria do releso do solo neasa parte
do mundo.
2o Duas seecoes do solo, fritas de oeste para
leste pelo vigsimo parallelo, urna para a carta
hypsometriea da America do Sul e outra para o
imperio do Brasil.
3 A carta da provincia do ftio de Jeuero na
escala de um millimetro por um kilmetro.
4 A planta da cidade do Rio de Jaueiro na es-
cala de um railiimetro por 50 metros.
5" A earta da ilba da Tnndade perteueente ao
Brasil e situada demasiado a late para entrar no
quadro da costa do Brasil.
6o A carta do isth no do Panam com o canal
inter-ocenico em conatrueco, que destinado a
ser a principal sahida martima da esota occiden-
tal da Ameiica do Sul.
Foi organisado este mappa por E. Levasseur,
membro do Instituto de Franca e serviram lhe de
base as princ'paes cartas geographicas ltima-
mente publicadas.
Foi editado por Ch. Delagrave, livreiro editor
de Pars, ra Loufrht n. 15.
Para o ensino da geograpbia do Brasil o novo
mappa de incontestavel utilidade.
Agradecemos o obsequio da rcmessa de um
exemplar.
Audiencia do juizo de o'-pliao*
Por achar-se doente o Dr. juiz de direito de or-
phos desta cidade ficou transferida a audiencia
desse juizo para o dia 3 de Maio prximo.
fjeglajlaco geral-Acha-ae pubUcado o
ndice aipbabetieo explicativo da legislaco geral
do anno de 1335, acompanhado de um appendice,
contendo os ttulos de que se compoe a receita ge-
ral do imperio e urna breve noco sobre a natoreza
desses titulos e a intogra de diversos regulamen-
tos, organisado por Joaquim Candido de Azevdo
Marques, inspector da Tbesouraria de Fasendade
S. Paulo. ,
Sao editores Jorge Seckler & C, de o. Paulo.
Custa cada exemplar brochurado 6*000 e a col -
leceo completa, comprehendendo a legislacode
1834 a 1885, a quantia de 45*.
Os pedidos aos editores, acompanhados da res-
peetiva impo tancia e mais 1 )00 para o porte,
sero immediatameute satisfeitos.
Vapor slan&oa-Sahio hontem de Belem
para os portoa do sul esae vapor da Companhia
Brasileira.
"Ferimen los No domingo 24, pelas '.) horas
da noite, no engenho Ibttra do districto de Boa-
Viagem, Herculano Raymundo Alves das Neves e
Jos Rufino de Oliveira conhecidopor Zuza frri-
ram a Sebastio Zrcarias dos Santos e a Lourenca
Bertholesa do Carmo, irm oeste.
O Dr. 8 mza declarou graves os frriment* do
primeiro e leves ca de Lourenco.
Sebastio foi recolhids ao Hospital Pedro II
aflm de ser tratado e os deliqoentes, presos em
flagrante p lo subdelegado, que proseguenoinque-
rito sobre o factd criminoso.
Herculano est acostumado com esssas brinca-
bares, tanto que ltimamente foi absolvido no jury
por igual crime.
Accidente Antc-hontem as 10 horas da
noite o trem de C*ixng ao passar pela roa das
creoolas na fregnesia da Graca esmagou o indi-
viduo de nome Placido, de cor preta, livre. de 30
annos de idade.
Deu causa a esse accidente ter o mesmo indi-
viduo altado de tresa. achando-se este em msvi-
Tiro tacadaJoaquim Jos de S&nt'Anna
deu um tiro e urna facada em sea proprio iroso
Jos Franeisco Gomas, qoe ficou gravemente
ferido.
Este fseto teve lagar em Japaranduba da termo
de Gravat no dia 28 do mes findo.


wm
~.....


Diario de Periamftirco(tuarta-feira 27 de Abril de 1887
3
]

n

.\


.

* O criminoso evadio-se.
''A autordade fes inquerito e reoette-o s, auto-
i idide competente.
Prlsj&o Ein Gravat foi ppreso Mtnoel Bar-
bos de Lima, criminoso de morte na Villa dj
Patos e de roubo no lagar Conceieao, na provincia
Ja Parabyba.
Kota cenrijaPara a casa doSr. Tbeod.
Chrirtiansen, roa do Rom Jess n. 14, chegon
ama uova cervej fabrcala pelos Srs. H. H.
(rau & C de Bremen, intitulada Pilsen beer.
A cerveja de ama lmpidas e transparencia
admiraveis, de sabor agradavel e exprime a ver-
dada a ni licio. 1 o que se \t no rotu'o de cada gaj-
rafa : bright as gold, no m ttter how od.
Agradecemos ao Sr. Christianaea o mimo que
nos faz de algumaa carrafas.
Sociedade Monte lo tos Volun
larloM da PatriaEffdtuou-se no dia 25 do
crrante a eleico da directora que tena de Coac-
cionar no anno social de 1887 a 1888. Ficou as -
sim constituida :
Presidente, tenente Felicissimo de Azevedo
Mello.
Vice-presidente, tenente Hennque Cecilio Bir-
retto de Almcida.
1." secretario, Antonio Artbur Moreira de Men-
donca.
2." dito, Jlo Paulo da Rosa Cesse.
Orador, tenente Sil veno Femandes do Araujo
Jorge e Filho (reeleito)
Thesoureiro, alferes Geroncio dos Santos Tei
xeira (reeleito.)
Procurador, alferes Francisco Pereira da Cunta
(reeleito,)
Commisso de eontas, copto Florencio Rodri-
gues de Miranda Franco e tenente Jos Francisco
de Paula Vellez.
Companuia de Edlflcaco Reuuiram-
se ante-h mtc.n os ascioaistas dessa Companhia,
em assembl* geral extraordinaria, representando
1,381 acues. |
Foi concedida a reforma dos Estatutos, sendo
nomeada urna commisso de cinco membros, para
organisaco dos novoa, recabindo a nomeacao nos
segaintes Sr? : D.-. Antouio de Sousa Pinto, Dr.
Antonio Ocdoaldo de Sousa, Dr. Manoel Martina
Fiusa, Autonio Carlos Ferrara da Silva, Gustavo
da Silva Antunes.
Nao foi att-ndida a reciamuco do Sr. Ferreira
Borges.
O director Vicente Ferreira d"Albuquerque as
cimento solicitou a sua demisso, a qual nao Ihe
foi anda concedida xpezar ia insistencia feita
pelo mesmo.
A reunio f presidida pelo commendador Luiz
Daprat, qua convidou para secretario ao Dr. Ma-
noel Martina Fiuaa.
Irvsitlio de Fernando de \urunua
Em 23 do correte tscreverain-nos desta pre-
sidio o seguinte :
No dii 17 ancorou, no porto de Santo Antonio
desta ilba, o vapor Giqui trazendo o Sr. alferes
Quintino algumas praeaB e 5 sentenciados.
Vieram tainb ni, os Srs. Francisco Augusto
Pereira da Costa e Alfredo do Vallo Cabral, em
commisso identifica, c lher espcimens vegetaes
e minerals o d 'dos histricos deste Presidio.
A noticia da tremenda catastropbe dos va-
pores Firapami e labia foi aqu recebida eom
geral consteruacao.
Nos das 27 e 2'J do passado foram levadas
em procisso da igreja matriz para a capella da
Fortaleza a imagem de Nossa Senbora dos Reme-
dios e para a capella do cemiterio a imagem de
Nossa Senhora do Rosario que anteriormente ha-
viam sido trazidaa tambem em procisso.
Hjuve preces na igreja e a secca que estova
assolando a lavoura, termioou felizmente.
' No dia 30 principiaram as chuvas e, com al-
gumas alternativas tm-se conservado at boj?.
< Se nao se pode considerar completamente
salva a lavoura todava tainbcm nao ficou com-
pletamente destruida.
A* imigons de Nossa Senhora dos Remedios
e Rosario foram acompanhadas para as saas res-
pectivas capellas por uiais de 500 pessoas.
O estado sanitari nao tem sido milito lison-
geiro eos ca.=os de beri-beri repetem-se com fie-
quencia.
O Preadio est pacifico e gracas Providen-
cia nada actualmente perturba o nosso espirito.
Nem mesmo, nestes ltimos tempoa, pode-so
consignar tocto algum de desobediencia autori
dade. A direceo tem feito jus a todos os louvo-
res e a satisfazlo geral.
< Como ah, como em todos os centros populo-
sos, ha tambem aqu urna syaonimia (giriaj espe-
cial Jos sentenciados.
Mundo, quer dize:Recife.
Munico ou trcosraco.
Irmo do Picogal.
Retroz e Aaniobaagurdente.
Banda ou divisacorrate de gal.
Truquejugo.
Panarogarrafao de agurdente.
Aguaceircdirector.
CbuvaJ Liante.
Foi ao quietorecolhido a penitencia.
Enfermar a do Deluk -xadrez.
Fazer grillosadquirir illicitameote.
Duresem risco.
Lioha brancaagurdente.
Linba pretavinho.
Tratar da prancbapreparar fuga.
Macacoobjecto penhirado.
Giaobjecto roubado, flte.
Segu h je para a capital o vapor Giqui le-
vando os Srs. alferes almoxarife Antooio Francis-
co Pereira Gitirana.escrivo Joaquim Piuto d'Al-
meida Jnior, alferes Tbomaz Diniz Villas Boas,
pharmaceutico Jos da Fonseca e Silva e bem as-
sim oa membros da commisso scientifica Fran-
cisco Augusto Pereira da Costa e Alfredo do Valle
Cabral, alguns sentenciados e algumas pracas.
Instituto Arcbeologlco e tieorra
pbico PernambucanoAmaah hora
do costuma ha ver ses,o ordinaria.
Paculdade de OirettoE;s o resaltado
dos actos de hontem :
/." anno
Joo Eudoxio Bezerra de Vasconcellos, plena-
mente.
Fernando Augusto d'Albuqaerque Sarment,
simplesmente.
Francelino Silvcira Machado, idem.
Eduardo d'Aquiuo Fouseca, idem.
Mareo!m > Silveira d'Araujo, idem.
Jos Agapito Maciel, idem.
Iuuocencio, idem.
3.* anno
Joo Autonio Ja Cunha Rbeiro Juuior, plena-
mente.
-.Fortunato Rapnael Alves de Carvalbo, simples-
mete.
Joo de Hollanda Cunha Jnior, idem.
J a i i'.m Mariano Franco de S, idem.
Francisco de Salles Barbosa, idem.
4. anno
Adalberto Das Ferraz da Luz, plenamente.
Joao Ernesto Correia, idem.
Jos Ignacio da Cunha R bello, simplesmente.
Amnelo Jos deSouza, idem.
2 reprovados.
Commissa.> de sor-corro ao dio-
frago* do Babia At hontem bavia esta
commisso recebido a quantia de 25:li50.
Para soccorro de 92 nufragos des-
pendeu houtem 10:9347i>0
Tres que perecoram 3:500000
^VL Meteorologa.Ooserrac*ea metooralogicas
do mez de Pevereiro i 1887. Pelo Coa. Dr. Ro-
endo A. Pereira Guimaries.
VII, Nocrologi.i. Jalea Bclard. 2. Karl
Schrceler. 3. Ludirig Bandi. 4. D. Joio SilTa.
VIII Index therapentico.
IX. Noticiario.1 Jholeramoraui.2.Estatist:ca
obituana. 3. Leguminosa* medicinaea brasileirta.
4. Brasil medico.
X. Noticias varias, Pelo Dr. Joaquim R. Mon-
teiro.
PbarnaaceutleoUm telegramma parti-
cular vinio ante hontem da Baha, noticiou-nos
que concluir alli os seus estudos de pharmaeia,
havendo recebido j o seo diploma o St. Jos
Marques Ferreira, nosso comprovinciano.
Publicaren parisienses.Recebemos
pelo La Plata as seguintes :
Bevue du Monde Lam, tomo H." 5. anoo,
exemplar desta mez sendo este o seu summario :
IMysticiamc et matnalisme par M. Deuys
Cochin, conseiller municipal de Pars.
II Etndea et souvenirs-md', par Madama
Adlaide Ristori.
IIICourrier italien, par M. Amde Roux.
IVRegina, simple histoira par M. Saint Syl-
vestre.
VLes boatons de lis du care, par M. Adrien
de Barral.
VIBakhta, lcit algnen, par M. Thodoro
Blancurd.
VIIPolitiquaetdiplomatiebullentinmensuel,
par M le Comte de Barral.
VIHLe monde financier, par M. X.
IX Thatres, par M. A. da saiut-Georges.
XLivres^,-evues catalogue maisona re-,
commandes.
Bevue Sud Amerieatne, a. 114, 5. anno, 5o.
volme. Eis o summario :
Les burea ux de la Rpublique Argentine, par
Pedro S. Lamas.Le pays des Pampas, par Ma-
riano A. Pelliza.Raconstitution de nationalks
en Ararique, la Graade Colombie l'Union centre
amricaine, pai Louis Guilainct.La province de
Santa-F, par Dmaso Centeno. Aux migrans
poar la Rpublique Argentine, par Louis Gulaine.
Historia de San Martin en sus relaciones con
la Independa 9Ud am r cana. El Paso de los Andes
pai Bartolom Mitre, Courrier d'Amrique,Ri-
vue Economique.Rivue Finaucire,Bibliogra-
ph;e, Aanonces.
Le Brisil, a. 150, 7." anno, sendo este o seu
summario:
L.evolution de la main-d'oe-ivre au Brsil.
A. F. Tlgrammes du 25 mars au 5 avril.
E-hos de partout. L Systme d'Immigration et
de Coloniation du Bisil (auite).Dom Luiz.
Chronique parsienne. Adrien DesprezLa Carte
scolaire du Brsil.Alfred Marc. Emigratiou.
Les Voies ferres du Brsil. Nouvelles des pro-
vincea (Rio-de-Janeiro, Baha, Sam-Paulo, Rio-
Grande -du Sul, Minas Geraej.) Rivue commer-
Cial. D. No si. Revue financiera.
Jornal de Medicina e Pharmacia, 2." anno n.
7, cujo tumoiario este :
BdejmTratamento da phthisca pulmonar,
O. A.
Clininica medicaEstreitamento canceroso do
esophago, Torres Homem.
Trabalbos originaesNotas sobre a dtaco do
estomago, Baro d*0rnllas.
Casos clnicosDeacollamento da retina. Hi-
lario de Gouvea.
Sociedade medica doa hospitaes de Pariz.Mer-
curializaglo pela va hypodermica apoplexia ner-
vosa. S. de S Valle.
S'ciedade de medicina de Londreslosiso do
ervo ptico. Tratamedto doa clculos roas!.
Dr. Siakins.
Sociedade de crurgia de P.riz.=Chloro-formi-
sacao na traheotomia. S. da S Valle.
NecrologaO pruftssor Joo Silva. O. A.
1'herapeuticaTratamento dos enfermidades
nervosas. Dr. Pol Vernon.
Formulario.
Noticiario,
lmformacoes uteis.
Directora das obras de conserva
cao dos portosBoletim meteorolgico do
did 25 de Abril de 1887 :
mente, Auna Joaquim de Albuquerque, Francis-
co Luiz de Albuquerqae.
Sabido para o norte no vapor americano
Ad vanee :
Jos Martina Femandes.
Casa de DetencaMovimento dos pro
sos da Casa de Deteaco do Recife no dia 25 do
crrante :
Existiam405 ; entraran) 10; sahiram 18Exis
tem 397.
A saber :
Nacionaes 359 ; malheres 12 ; estrangeiros 14 ;
escravos sentenciados 6 ; idem proceasado, 1 ;
idem de correco 5.Total 397.
Arraeoados 333.
Bous 331 ; doentea 22.Total 353.
Movimeato da enfermara.
Tiveram baixa :
Joo Francisco do Nascimento.
Bento, escravo docapito Francisco Jaaqiiim Ca-
valcante Galvao.
Tiveram alta :
Antonio Joaquim de Mendooca.
Francisco Jos do Nascimento.
Jos Jeronymo Cesar.
Lotera da corteA 204 lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:000*000 ser extrahida no dia .. de Mar-
co.
Os bilhetes acham-se venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na' Casa da For-
tuna rna Primeiro de Marco.
fjoterla dofiro-ParAA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:0004000, ser extrahida no dia 30 do cor-
rente.
Bilhetes venda na Casa do uro, roa do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Le te.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia do Paran
A 12* lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 15:000*1000, se extrahir
no.dia 3 de Maio.
Bilhtes a vonda na Casa da Fortuna, mu
Primeiro de Marco n. 23, de Martns Fiuza & C
Lotera da ParabybaEsja lotera cujo
premio grande de 20.0J040J0 ser extrahida no
dia .. do crrante.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Oaro
ra do Baro da Victoria n- 40 de Joo Joa-
qnim da Costa Laite.
Lotera da provinciaA 15a par te da
Ia lotera em beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recite, ser extrahida qnanio for an-
nanciada.
Os bilhetes acham-se exposcos venda na the-
souraria das loteras ra do Baro da Victoria
n. 14.
FracisPco1oi.rAb^U,'Bte ^ 8ppe"ad 1?M*, rra^e madeiras
v
doras a
a, o ao
-a
H"
6 m. 226
9 27-6
12 2909
3 t. 291
6 27-2
Barmetro
0
759">81
760'91
760>46
?593B
759>85
Teaso
do vapor
18,02
19,71
17.97
18,15
16.74
-
B
S9
70
57
89
61
14:4311760
A referida commisso contina a surprir as fa-
milias dos que pereceram.
Sociedade Pnilomatlca-Reanio-se no
da 24 desta m<-z esta sociedade, sob a presidencia
do Sr. Jos ao Castro.
Foi lida e approvada a acta da sesslo anterior.
Em seguida teve lugar o julgamento do persona-
gem Alexandre Magno, servmdo de promotor e
ad/ogado oa Srs. Aoizio Tolentino e Araujc So-
brinho, sendo absolvido. Na sesso seguinte ter
lugar a discusao de ih.se, jury de Isabel de In-
glaterra e leitura da ebromea semanal.
tlazeln Medie da BabiaReeebemos o
u. 9 des ta Bevista, cujo summario o seguate :
I. O Dr. Paterson, sua vida e sua morte. Esbo-
ce biographico. Pelo Dr. Silva Lima (Cont. da
p. 344;
II. Otomykoais Myringomikssis aspergillina,
de Wr-den. Pelo Dr. P. Severiano de Magalhes.
III. Bacteriologa-Os thermostatos ethermore-
guiadores. Pelo Dr. Hermn Kobrbeck, de Ber-
Tim.
IV.Congreeso Internacional de BiamtzNoticia
sobre a bydrologiae a climatologa do Brasil, apre-
sentada, na sess) da abertura, em 1* de Outubro
de 1886. Pelo Je. A. Azauboja, delegado official
do governo brastleiio.
V. Revista da I np-enaa Medica1 Sobre a
funi-cio da prstata. 2. Do eaprego da vaselina
as injecedes hypodermicas antispticas. 3, O ben-
zoato da sodio na erysipela.
sP
Temperatura mxima29,50.
Dita mnima22.50.
Evaporacao em 2i horas ao sol : 5,m4 ; som-
bra: 3, "4.
Chuvanulla.
Direceo do vento : SE de meia noite at 9 horas
e 20 minutos da manh: S, SSE e SE alternada-
mente (predominando SSE) at 3 horas e 20 mi-
nutos,da tarde; SE at meia ute.
Velocidade media do vento : la>,99 por segundo.
Nebulosidade media: 0.41.
Proclamas de casamento Foram li-
aos na matriz de Afogados no dia 24 do correte
os seguales :
Manuel Muniz Tavares com Auna Alves Pe-
reira.
Manoel Rbeiro da Silva c >m Amslia de Mello
Falco.
Beunloes ociaes llavera as seguin -
tes :
Do Comit Litterario Acadmico a 29 do cor-
rente.
Do Ncleo Recreativo Familiar no l' de Maio
vindouro.
LeiloesEffectuar-se-ho:
Loje :
Pelo agente Brito, as 10 1/2 horas, na ra
da Pedro Alfonso n. 43, de movis.
Velo agente Pestaa, a 11 horas, de ama meia
agua ai ti ra do Padre Floriano n. 76
Pelo agente Martin, as 11 horas, na ra larga
do Rosario n. 37, de movis, loucas, vidros. qua-
dros, etc.
Pelo agente Modesto Baptisla, s 11 horas no
Arsenal de Marinha de um escaler, um salva-
vidas, um pao a curvo do vapor Baha,
Pelo agente Stepple, s 11 horas, do sobrado a
25, na ra do Livmmento.
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, na ra
de Marcilio Das n. 121, do sobrado de dous an-
dares e de ama casa terrea n. 27, no largo da Ca-
sa Forte.
Amanh :
Pelo agente Alfredo Gaimardes, s 11 horas, na
ra do V iscjode de G iyanna n. 61, de movis,
loucas, vidros e espelhos.
Feo agente Pinto, s 11 horas, na ra do Bom
Jess n. 43, de velas stearinas avariadas.
Pelo agente Modesto Baptiita, s 11 horas, ra
io LivramentJ u. 7, de movis.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na roa do
Bom Jess n. 14, de movis.
Pelo agente Martins, s 11 horas, na ra Du-
que de Caxias n. 66, da armacio e mercadorias.
Mlssas fnebres.Sero celebradas :
Hoje :
A's 8 horas, na matriz de Palmares, por alma
de Vicente Ferrreira da Silveira: s 8 horas, na
matriz da Boa Vista, pela do commendador Can-
dido Alberto Sodr da Motta ; s 7 1/2 horas, na
matriz da Boa-Vista, por alma de D. Luisa Mana
Pereira dos Santos.
Quinta-teira :
A's 7 horas na igreja de S. Goncalo por alma
de Jos de Barros Sette: s 8 horas no convento
do Carino por alma de Flavio Gon;lves Lima,
Sexta-feira :
A's 7 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, por
alma do acadmico Domingos Elsea do Amaral.
Sabbado:
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, por
alma do teneate-coronel Austriclino de Castro S
Barreto
Passageiros=Chegados dos portos do sol
no vapor nacional Cear :
Jos Pires Fleury, Antonio Simojs de Carva-
lbo, Francisca Rosa de Carvalbo, Angelo Das
da Silva, Mara Caetana da Costa e 2 filbos, Jos
Francisco da Souza, Joaqaim Pereira de L:ma,
Dionizio L*-odegatiu E. Santiago, Francisco Er-
nesto de Almeida, Antonio Antunes da Alencar,
Jos Cavaleante de Carvalbo, August Soon, Joa-
quim Jos dos Res] Domingos Adanis, antonio
Jos Alvea da Fonseca, Joaqaim Alves Filguei-
ras, Cicero Seabra, Brigido Olympio, Ernesto
Elemburg, E. Maci 1 Pinheiro, Rodrigo F. de
Moraea, Jos L da Cunha Lima, Maaoel Jos C.
Gaimares, desertor Francisco Pereira da Silva,
soldados Salustiano Homem de Carvalbo e Casta-
o B, dos Santos, Manoel Severiano do Nasci- i
CHROHICA JUDICIARIA
Tribunal da ReIa;o
S^SSAO ORDINARIA EM 26 DE ABRIL
DE 1887
PBE3IDENCIA DO EXM. SR. CO8ELHEIKO
QUnTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem
bargadores em nume o legal, foi aberta a sessao,
depos de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e pascados os fetos deram-se os
seguales
J L'LQ AMENTOS
Habeas corpus
Pacientes .
Jos Antonio Lopes e Lus Antonio de Franca.
Maodou-ae ouvir as autoridades policial e cri-
minal da Parabyba.
Recurso crime
Do Ouricury Recorrente o promotor publico,
recorridos Jos Alexandre de Ohveira e outros.
Relator o Sr. coaaelheiro Queiroz Barros. Adjun-
tos os Srs. desembargadores Deltino Cavaleante
e Alves Rbeiro.Mandou-se correr a revisa) co-
mo appellaco.
Aggravo de petico
Do commercio do RecifeAggravante Antonio
Mana Mar-jucs Ferreira. aggravado Jos Goa-
calvesPareira. Relator o Sr. desembargador Oel-
fiuo Cavaleante. Adjuatos os Srs. desembarga
dores Toscano Barreto e Monteiro de Andrade.
Negou se provimento, unnimemente.
Appullaces crimes
Dj PiancAppellante o juizo, appellado Be-
nedicto Eduardo de Oliveira. Rjlator o Sr.
desembargador Monteiro de Andrade. Confir-
mou-se a seaten^a, unnimemente.
Do PitimbAppellante o juizo, a.opelladoa
Antonio Flix dos Saatoa e outro. Relator o Sr.
desembargador Mouteiro de Andrade. Auuul-
lou-ae em parte o proce.-so, unnimemente.
De MurieyAppellante o juizo, appellado An-
tonio Malaquas dos Santos. Relator o Sr. des-
embargador Monteiro da Andrade. Coufirmou
se a santenca, unnimemente.
Do Catle do Rocha Appellante Francisco
Fructuoso da Silva, appellada ajustica. Relator
o Sr. desembargador Monteiro de Andrade.Man-
dou-se a nove jury, unnimemente.
Da EscadaAppellante Pedro Flix dos San-
tos, appailada a justica. Relator o Sr. desembar
gador Monteiro de Andrade.Mandou-se a novo
jory, unnimemente.
De Seriahem -Appellante o juizo, appellado
Pedro Celestino. Relator o Sr. desembargador
Pires Goncalves.Mandou-so a novo jury, unni-
memente.
De GaranhnnsAppellante Jos Antonio Be-
zerra, eoihecidj por Eazobio, appellada a justica.
Relator o Sr. desembargador Pires Goncalves.
Confirmoa-se a seute.ica contra o voto do Sr. des-
embargador lavares de Vasconcellos.
De TaquaretingaApoellante o promotor pu-
blico, appellado Antonio Henrique de Araujo. Re-
lator o Sr. desembargador Piret Goncalves.Con-
firmou se a sentenca, nnanimemente.
Do LimoeiroAppellante o juizo, appellado
Joaquim Jos de Sant'Anua. Relator o Sr.
desembargador Alves Rbeiro. R;formm-se a
sentenca para se iinpor ao reo a pena do medio do
art. 193 do cdigo criminal, contra o voto do Sr.
desembargador Pires Ferreira que votou para o
miaimo.
PASSAOENS
De Alaga do Mo.itero Appellante o juizj,
appellado Antonio da Silva Campos.
De Bom Couselho Appellante Aureliano de
Soasa Barros, appellads a justica.
Da Plmeira dos Ioaios Appellante Candido
Jos da Silva, appellada a justica.
De TacaratAopellante o juizo, appellado
Jos Mansinho du Nascimento.
De NasarethAppellantes Beroardino de Ar-
ruda Serra Filho e outro, appellada a justica.
Da Plmeira dos Indios Appellante Manoel
Limeira da Silva, appellada a jastica.
D1STRIBUIC5ES
Aggravos de petico
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
Do con-mercio do RecifeAggravante Vieento
do Caade. aggravados Agoatinho Santos de C.
Ao Sr. desembargador A lves Rbeiro :
Deorpblos do EecifeAggravante Manoel de
Medeiros, aggravado o juiz >.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Alves Rbeiro :
Do Pilar Appellante Francisco Pereira da
Silva, appellada a jastica.
Ao Sr. desembargador Tavares de Vasconcelloa :
Do PilarAppellante Loureiic > Alves de Aze-
vedo, appellada a justica.
Ao 8r. conselheiro Queiros Barros :
De TraipAppellante o juizo, appellado Joo
Alves dos Santos.
Ao Sr. desembargador Buarqae Lima :
De OlindaAppellante Manoel Goncalves da
Silva, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De Beserros-Appellante o juizo, appellado Jo-
s AI'es Barbosa.
Ao Sr. desembargador Delfino Cava'cante :
De S. MiguelAppellante o jui*o, appellado
Francisca Quirino de Menezes.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
DeS. MiguelAppellaite o juizo, appellado
Antonio Ranl dos Santos.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do CaboAppellante o juizo. appellado Anto
nio Lourenco.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De IguarassAppellante o juizo, appellalo
Marcolino Jos Cootioho.
Appellacoes civeia
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Do RecitaAppellante Luiz Pereira da Fana
appellado intonio da Silva Ferreira Jnior.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade
De GoyaouaAppellante o juizo, appellado (
collector das rendas.
Encerrou-se a sesso s 2 horas da tarde.
de conta alfaeia, assim como se preprate
obras de carapina por machinas e por pro-
co sem competencia Pernambujo.
Jimia Coaunereial da cldade do
Recife
ACTA DA SESSAO EM 21 DE ABRIL DE
1887
PUES DEBC A 00 U.LM. SB. COKHENDADOR KTONIO 00-
HRS DE MI8A.NDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraes
A's 10 horas da manh declarou-ae aberta a
sesso estando presentes os Srs. deputados Olinto
Bastos, Beltro Jnior e Harmino Figueiredo, fal-
tando com participaco escripia o Sr. deputado
commendador Lopes Machado.
Lida, foi approvada a acta da sesso anterior a
fez-se a leitura do seguinte :
EXPEDIENTO
Offieio, de 16 do corrente, da Junta dos Correc-
tores desta praca enviando o boletim daa cota-
coes officiaes de 11 16 do corrate.Para o ar-
chivo.
Diarios offijiaes, de ns. 92 97Aichivem-ae.
Distribuiram-se a rubrica os livros seguintea :
Diario, Registro da Aceoea, dito doa Acciouiatas
eCvpi.dor da Conpaahia Usina Piuto, dito de
Francisco R b;iro Pinto Guimaraes & C.a, dito
de Fernando, Silva & C.
DESPACB08
Petices :
De Emilio Soarcs, para que se d baixa no3 re-
gistros das uomeacjs de seus cx-caixeiios Ma-
noel Juaqum Fernaniea da Silva e Antouio H:u-
rique Chaves Santos.Como requer.
De L Lack t Correi i, dem quanto ao ex-cai-
xeiro Antonio da Cunha Filho.D-se a baixa
pedida.
De Cunha Cameiro & C., para que seja regis-
trada a procuraca que passaram a Joo Silveira
Carneiio da Cunha para gerir e administrar seus
neg icios cotnmerciacs quer presente, quer ausen-
tes ,dito8 outorgantes.Registre-se.
Da Pereira & Magalhes, tendo cumprdo o
despacho de 14 do corrente pedem o archivamen-
to do contracto de sociedade em nome c .lectivo
que sob dita firma celebraram Pedro du Lyra Pe-
reira e Luiz Alves de Magalhes, com o capital
de 30:000^000, para a continuaco do commercis
de t .zen.las oeata praca a ra Duque de Caxias
a 59.Archive-se na trma da lei.
De Santos. & C.*, com fabrica de cigarros no
Arco da Conceico ns. 4 e 6, para que so d bai-
xa no registro de sua marca n. 193.Como pe-
PUBLIC4C0ES A PEDIDO
Despedida
Prelendeodo embarcar araanhl ao
paquete La Plata, com destino corte,
pego desculpa aos amigos quem nao
pode procurar pessoalmente, pela falta
em que incorri, nao indo receber suas
ordens; e olTereco-lhes os rnsus dimi-
nutos prestimos alli, era quanto durarem
ostrabalhos do" parlamento, de qua sou
obscuro mombro.
Recife 23 de Abril de 1887.
Felippe de Figueira Furia,
Alagoas-nova pomada
Eat venda entre nos mais urna lotera das
Alagoas, ao pre;o de 503 res cada dcimo : ora,
quem havia de dize- que para chegar a seus fins o
S.-. thesoureiro Manoel Jos dePiaho se lembraria
de tal; tal preso o taes bilhetes s e s tem por
fim lancar urna de cujas malhas apertadiasmas
colhero grande numero de incautos, e chegamos
esta eonclaso, porquanco muitos sem faz.'rem re-
paro daro naturalmente no mnimo por cada um
1/000, peca que smente descobriro quando por
acaso tenham da reeeber o chamado mesmo di
uheiro 50J res. Sirva isto de prevenco a todoa,
e yejam que quando muto nao deem mais de 600
res por cada dcimo, tendo ainda em vista os
compradores, que castanao os bilhetes todos.....
80:000 smente dio em premios 48:000/ o que
d para beneficio e despezas a enorme cifra de
40 / muito peior que todas as outras lotera, que
quasi todas do em prenioi. 70 "/o como o Para, a
Parabyba e o Paran, a corte, o Rio de Janeiro,
sendo ella portauto, muito inferior a da uossa pro-
vincia.
Outro abuso, esto se igualmente vendendo aqu
de urna grande das Alagoas que nanea correr
por nao estar de acord com o aviso de 7 de Fe-
vereiro, j por nao dar o imposto e o beneficio es-
tipulados sello, etc., que vo a eerea da 30 |0
quando ella smente descorna 25, cou3a por tanto
iinpoasv i e contraria a lei e aiuda principi'meu
te porque nao sai os biih'tes inteiros ou frac-
c5is relativas a formar ioteiros, visto que 5 vig-
simos smente um qiarto, diz ter o th 'soureiro
sem aquella ver e previnir factos
n'uma das duas.
que o dessen:
Esto respondidas as saas inverosimilhaaoas.
Se, entretanto, os Srs. Celso Quintelia e Asevedo
Saares permanecerem na livre disposic de me
atacarem novamente, declaro-Ibes que ser i soli-
cito em tracar-lhes brevemente a competente bio
graphia.
Recife, 26 de Abril de 1887.
Manoel Cavaleante do Bego Barro*.
To be, or not* lo be !. ..
AO ME AMIGO CANDIDO ALBERTO S03B DA
MOTTA, NO TRIGSIMO DIA DO FALLECI-
MENTO DE SEU VSNEIUNDO PAI, O ILLM.
SE COMMBNOADOR CANDIDO ALBERTO SO
DR DA M VTTA.
Ser, ou nao ser!,..Acaso anda permanece
Oj Hamleto scismador a duvida assombrosa ?
O que s, Eternidade? -Estrella, nuvem, rosa...
E pura forma ser e a vida uo fenece !...
Morre a forca?Nao morre !O sabio recouhoce
Que apenas se transforma,oh soluco pasmosa -
A larva do sepulchro em lyrio ou ma'iposa ;
E a vida, que termiae ; era vida, que conece I...
Eteraidade isto.E' o-corpo, que rcsvala
No vasio da cova... alli nao para inerte.
Como intil despijo; e a morte a vida exhala .'...
Dormir em paz Nao dorme A' luta eil-o reverte !
No astro, luz : na flor seiva. aroma e gala!
E o que eras fraqueza, ein forcaj se coavere!...
Recife, 25 de Abril de 1887.
Affunso Olindaue.
licenea onde essa^ licsaca ou autoriaaew do Sr.
pura invencao, por qu>nto
apreseutar essa exeepeo e
ministro da fazenda
j foi instado para
nada de novo.
Cuidado, niuguem o compre que isso espe
cular com a boa i dos outros; mais boa fe Sr
thesoureiro ; e os vendedores d'aqui sero leigos ?
O iudig'iadu.
dem.
Dos masmoa Santos & O*, de cuja firma ni-
co responsavel Manoel Luis dos Santos Juniur,
para que se registre a marca que adoptara para
os productos de seu commercio de cigarros no Ar-
ce da Conceico ns. 4 e t sob a denomiaco prn
cipal Fabrica Venesa .Registre-se.
Nada mais havendo a despachar, o Illm. Sr.
commendador presidente encerrou a sesso s 11
horas.
INDICARES TEIS
Mdicos
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia no
oxercicio de sua profisso. Consltuas das
10 s 12 horas da maaha. Especiald *des
eperareSes, parto e molestias de s-nhoras e
neniaos. Kua da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. anaar da casa
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellaco crime
Do Ouricury Appellante o juizo, appellados
Raymundo Lopes de Macedo e outros.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appeliaco civel
De PalmaresAppjllante o major Antonio Pe-
regrino Cavaleante de Albuquerque, appellado
Carlos Linden.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Rbeiro :
Appellaco crime
De Gaianhunj Appellante o juio, appellado
o menor Jos, filho de Margarida de tal.
Ao Sr. desemoargador Pires Goncalves :
Embargos infriogentes
De NasarethEmbargante Manoel Rodrigues
da Silva, embargado Joaquia Nunes Xavier de
Souza.
Do Sr. desembargador Pires Gouca' ves ao Sr.
desembargador Alves Rbeiro :
Appellaco crime
De AssembiaAppeilante Antonio Alexandre
do Nascimento, appellada a justica.
O Sr. desembargador Pires Goncalves como pro-
curador da corda e promotor da justica interino
deu parecer nos seguntes fcitos :
Appellacoes crimes
De GoyannaAppellante o Juizo, appellado
Manoel Damazio.
De TaquaretingaAppellante Joaquim Anto-
nio de Mello, appellada a justica.
De TaquaretingaAppellante o juizo, appella-
do Amaro Jcse do Carmo.
De MaceiAppe'lante o juizo, appellado Fe-
lippe Nery de Souza.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vascoucellos :
Appellacoes crimes
Do logaAppellante Maaoel Caetaoo dos San-
tos, appellada a jus tica-
,De Goyanna= Appellante o joiso, appellado
Frederico Ferreira Mendes Guimaise.
Da VictoriaAppellante o juizo, appellado Pe-
dro Jos Goncalves.
DILIGENCIAS
Mandou-se ouvir o Sr. desembargador promo-
tor da justica as seguntes fetos :
AppeUacoes crimes
De NazarethApoellante o juico, appellado]
a ra 13 Bario da V3tona, n. 51. Resi
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ta do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manh s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios do homem
e da mu lher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Manoel Argollo.
sultorb ra Duque de
andar. Consultas das
tarde nos dias uteis.
Residencia e con-
Caxias n. 86, 1
11 horas s 2 da
Telephone n. 283.
Alexandre Jos Gomes da Silva,
Consultorio HomosupsUlco
O Dr Miguel Ihemudo, medico ho-
mceopatico, tem o seu consultorio ra do
Baro da Victoria n. 1, 1." andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por eeeripto a qualquer
hora do dia ou a a noite.
O Dr. Met mudou seu esiriptorio de
advocada para ra do Duque de Caxias
n. 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Manoel da Silva stanos de todas as especialidades puarm
oeuticas, tintas, drogas, productos cbimica
d medicamentos homosopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C. droguista por atta-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 40.
tersarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
belecimento, o primeiro da provincia neste
lgenero, compra-ae e vende se madeiras
Breves consideraedes acercad
artigo publicado no n. 99
deste joraal so' o noine de
Celso Quintelia. [*;
Iuteiramente surp-ehenddo pela quantidaie
enorme du documentes prfidos de que laucou mo
o Sr. Celso Tertuliano F. Quintelia, a tr.eu resp -ico,
servindo se da ingenaidade de meia duzia de ami-
gos, para exforquir-!hes urna atfirmacj qu.! dege-
uera em 3ubtl.za, nao pude eximir-me do dever
imperioso de voitar imprensa no intuito de im-
pugnar um amoutoado de nverdades, maliciosa-
mente dispostas a provocarem-me um pessimo
juizo da parte daquelies que absolutamente deseo-
uhecem o facto passado entre mim e aquelle se-
nhor.
Antes de tudo, porm, devo declarar :perdo
do intimo d'almao conceito desfavoravel que o
r. Celsj Q lintella procura inocular nos espiritos
alheiesa nussapendencia, por meo de seus artigos
pouco criteriosos e muito redundantes.
Isto o fico por urna razio bastaote pl.iusivel :
0 Sr. bichare! Celso Qiiutella uo saba o que faz,
ou por outra, nao foi o autor do a-tigo em litigio ;
mas s e unie.m-r.te um simples signatario.
Cita no seu artigo a opnio de diversos indivi-
duos, que reputo iuteirameote suspeitos e supina-
mente Ilgicos.
Um delles, o Sr. D.^o Farias, diz : que no
seu temp i nao cuinpria com es meus de veres.
Pois bem : Se tal tacto succedia e o Sr. Deo
barias continuava a supportar-me. sem exigir a
miuha exoneraco, era duplamente culpad de ne-
gligencia e trahicao. Consenta na e-tala de um
tunecionaro que nao satisfazla a expeetat va da
1 J, trahia assim a confianca que Ihe votavam os
agentes superiores do governo, e alm de tudo,
animava-me a commotter mais faltas, elogiaado-
me abertamente ao Relatorio apresentado em 86
ao Sr. presidente da provincia. A lgica expressa-
ae assim.
Quanto declaraco dos Srs. Drs. professores,
sou o primeiro a fazer-lhcs justas, reeonhecendo
n'ella um cuuho de verdade indiscutivel. Mas,
quem nos p )de negar que o actual regador do
Gymnasio, tenh i, prevenido pelas iuvestigacoes
do meu passado artigo, comprado gneros mais de
cooformidade com a bygiene, para burlar por este
meio todo e qualquer exame posterior ?
Ninguem, que o conheca pessoalmente, e a dia-
lesta do seu uso particular.
Provocar a insubordinaco no esntro da cem-
muaidade, ausentar-me do estabelecimento sem
previa liCcnca, e outras ligeiras banalidades,
sao llagues indiscutiveis pir iuverosimeis.
Se estas ausencias e nsubordina^es foram re-
petidas por diversas vezes, era da estricta obriga-
eao do Sr. Celso Quintelia exigir lo^o primeira
e immediatamente a miuha exoneracio, a fim de
impedir a continuidade de violaco lei do esta-
belecimento. Neste caso S. S. merece urna demis-
so bem do servido publico dos cargos que
exerce ; porque nao zela com vigor os interesees
que Iha foram confiados.
Ainda mais.
Nao contente com esta cumplicidade presta-se a
outra de carcter maofestamente grave. Coa-
sente que continu como censor interino do Gym
nasio, o Sr. Jos R. Soares de Azevedo, individuo
que se tem dedicado ao commercio illicito de car
tas amanteticas para com os alumnos do estabele-
cimento ; que tem provocado insubordnacoes en-
tre os mesmos alumnos, estimulando-os a darem
qncixas contra o antigo regedor, instigando-os a
aggresso pbysica ao Sr. Deo Farias, como muito
bem podem dar t s'.e.munho iosuspeitoos Srs
Drs. Beoveouto da Silveira Lobo, Diogo Carlos,
Tueophilo Cavaleante, Aggo de Andrade e Mar
cionillo Pcdroza.
Aquelle iudividuo nao trepida em foraecer um
documento contra mii>ha humilde individualidad!',
ap-n:is impellido pela espectativa de prxima re-
muneraco. Pretende o cargo de censor do Gym-
nasio, que ocenpa iateiinamente, e como v que o
regedor dispe de influencia real ante o xm. Sr.
Dr. presidente da provincia, trata desde logo de
agradal-o, amoldanJo-se a todos os manejos, pouco
se importando que a verdade fique obscurecida,
que a justica suecumba pela falta de senso vulgar.
Diz este i-i liviiuo que nao comparec meza,
que me competa presidir ; que ausent- i-roe da
banca motivando luta aecionada entre dous alum-
n a internos do Gymnasio, > etc.
Completas inverdades, atteodendo se a mioha
exposico.
E' certo que nao comparec a meza, mas con-
formando-me com a autorisaco do regedor inte-
rino mandei o meu distincto collega Aggo de An-
drade fasei-o c>mo substituto idneo.
Q wnto luta de dous alumnos de ama diviso,
o tacto passou-se pela maneira seguinte :
Estando incumbido de tres d.visoes, que se pre-
para vam qara entrar nos trabalbos do dia, tive de
mandar a mais comportada seas respectivos as-
sentoa na banca, esperando, nada snecedesse na
miuha ausencia, em servco eom as outras da:.?.
Isto, porm, nao se deu. Os dous alumnos insu-
birdinaram-se, travaram-se de razos, resultaodo
e fasto em questfto, para o qual as providencias do
Sr. Celso Quintelia, fizeram-se esperar quasi que
meia hora, e Uto depos de havel-as solicitado !
V su por ahi que nenbuma culpa tive na exis-
tencia de um caso, que sera o premeiro a evitar.
Nao tenho o dom da ubiquidad, c, cecupado como
estava em dous lugares separados, nao pedera
Subdelegada da freguezla do
do Keeife
Na sexta teira, estava eu sentado junto
ao estabelecimento dos Srs. Carlos Pluym
& 9:' 1aaai passavam alguns individuos
dirigirido censuras polica, por na) ter
prendido um negociante qup, diziam elles,
fracturara a cab^ga de um ineniao.
Som :nte nesta o casiao soube J i fa ;to.
Os censores nao me inforaiarara quom fus-
so o negociante de que se tratava, e que
j se tinha retirado, assim como o menino.
O que eu disse em rasposta a um dos
censores, e instigado por sua acrimonia,
foi qus, sj havia culpa, era dclle e de
outros, que, estando presentes, nilo eff:c-
tuaram a prisilo e a fl igranta.
Pelo qui (me con3ti, fo. exagerada &
noticia que deram ao Jornal do Recife; as-
s>guram me qae um eavalhtiro do mais
fi io trato, na occasiao de desviar com o
chapeo do sol um pequono importuno, Ihe
fizera uto leve ferime.it) A isto se re-
duz-m os borbotes de sangue qtte jorra-
vam de urna breclia soffrioel.
Muitos commerciantes se r-tunem a cer-
ta hora do dia na Pra,-a do Commcroio, e
alli discuten] e foctmn transaccoes impor-
tantes, sendo muitas vezes apoquentados
por meuinos que audam a esmolaj o a ven-
der bilhetes,
Sj eu tivesse encontrado o iudigitado
off^nsor e o manlasse para a cadeia, a cen-
sura seria maior ainda.
Rjcife, 2i3 Ai Abril da 1S87.
O subdelegado, -
Jos Pedrj dis Santos Neves.
i verdade e' esta
Bernardina Soaras Pereira, innocente,
e to som-n'e t-.-stemaulia ocular do fac-
to de ter Frsncis-o Bonifacio Alves Ferrei-
ra assassinado Z icarias, a ccete, como
j assassinou com saus irmaoj um outro
ni cidade do Oliada, e Beraardino
morador na casa da Djndon, como
correspon:!eicia do dia 26 do corrente, no
Diario de Pernambuco, que trata do ins-
pector Urcino, que tarub:m tstamuuha
do facto occorriJo, ser Francisco o verda-
deiro assassino, pois nao a primeira.
Elle, Bjrnardino, nao ausentou se do lu-
gar, mas manlaran pedir Iba que se au-
sentasse, sena era preso; e o mrnsageiro
foi possoa qua vi/e a convive com
mao do ass -ssino.
n.u e
v. .a
ir-
Nao se
eopneo
O terreno alagado que cotneca da esquina de
Pombal at a pout<-, na estrada de Luiz do Rogo,
annunciado venda em praca publica, pa Fa-
zenda, no da 29 do c irrente, nao de marinha e
sim proprio dos herdeiros de Manoel Luiz da Vei-
ga, pois este terreno foi vendido pela Fazeada
Real, em praca publica, no di 7 de Dez.-mbro de
1763, viuva do mestre de campo Jos V./. Sal-
gado, e posteriormente vendido pelos herdeiros
dcste a Manoel Luiz da Veiga, como j deelarei
pelo Jornal do Becife ns. 202, 203 e 204 do mez
de Setembro prximo passado, sob a epigraphe
Para evitar du vidas, por occasiao da Thesoura-
ria de Fazeuda ter chamado os berderos do Vis-
conde de Suassunn, a tirar titulo do terreno de
marinhs, no lugar denominado Pombal, e como
consta do protesto que por esta mesma oc;asic
fiz perante o Illm. Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda.
Recife, 26 de Abril de 1837.
Joo Demetrio Femandes Vianna.
Como se deu o facto
O abaxo assgnado declara que nao fe enfen
de comsigo o que, com a epigrapbe cima foi pu-
blicado nes:e Diario de 2(5 do corrente.
27 de Abril de 1887.
Antonio Q'dntino Galhardo.
31*
Aenuielai-vi>s contra toda* as pre-
paracoes miueraes qae envenenara e d-strcm
o cabello A mentai-1 com a uutrico saudave!
cuntida no Tnico Oriental, e cer-.am-nte tornar
a voitar comprido e basto Applicar esta maravi-
Ih03a preparaci vi-g-tal, com a eseova pela ma-
nh e noite, euao tnente as fibras multiplicar-
.so-ha i, mas tambem ebegaro a alexncar o com
Drmento deaejado. Este effeito to aniformo em
todi.s os casos, prova que esta rara e excellente
compos9ao um substituto perfeito pira a nutri-
co do cabello, quauJo este nao existe em quanti-
dade suffioimte nos vasos secretorios.
Is*o ainda nao tudo ; a caspa estorra e mata
as fibras, o esta admiravel preparaco v^ getal dis-
volve estes resultados da tran:piraco supprimi-
da, e offerecendo assim occasiao a que o cabello
cresca com elegante abundancia.
Encutra se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster c C
ra rio Commercio n. 8.
Professora
(*) Dignissimo regedor iatenno e s:cr2tario vi-
talicio do (irymnasio Peruambucuno.
U.ia senhora competentemente habilitada, pro-
ooe-s 1 a leccionar em cellegios e casas particula-
res, as seguntes materias : portuguez, francez
msica e piano ; a tratar na ra do Marques de
Herval n. 10.
\imui\w>
DR. CLODOALDO LOPES
RA ESTBEITA DO HOSARIO K. 4
xVdvorad
(Foro civil c eccleslastieo)
Baoharel Antonio da Lsllis e Sonza
Ponto.
Ruado Imperador n. 37 !. andar.


^_

Diario de Fcrnambiieotyiiarta--feira 27 de L
^^^i
lame con eaearraa de sanyae ()
Um honrado negociante do Carro Pellado, mam
eipio de Pelotas (Rio Grande do 8ol). achando-se
avnente atacado de ama enfermidadn pulmo-
nar tossindo constantemente e algumas veses com
escarros de saogue, vio ana sude recuperada com
o ate de signos frascos d > Psutibai. na Camab .
Esta maravilbosa cor aasim attestada pelo
es enfermo, que hojc irosa a mais mverjavel aade:
Blm. Sr. Jo. Alvares de Sousa Soares.
Pelotas.
Soffreodo ha tres aunas de nmi toaae pertiuai
com escarros de sangos, com carcter de urna mo-
lestia pulmonar, e depois d* todo o mando aqu
jolgar-me perdido, resolv tomar o seu grande re-
medio Peitoial de Cambar, e logo a toase foi de-
clinando, deisando de deitar mais sangue, as tor-
osa forana revigorando-se e hoje, gracas a Deus,
hchi-me perfeitamente curado.
P Je faser o uso que quizer desta minha fran
ca declaracSo e creia-me, etc., etc.Antonio Im
de Olivara.
O referido medicamento acha se venda na
agencia a cargo dos Srs. Fraaciaco Manoel
da Silva A C. ra Mrquez d'OImda n. 23.
Frasco 2/500, meia doria 13* < duzia 24*.
A agencia remette a quem pedir, condiooas ;m-
pressas para aa vendas por atacado.
Advocado
O bacharel Julio do Mello Filho tea o
seu esiriptorio de aivocacia ra Primei-
ro de Marco q. 4, Io annar, onde pode
aer encontrado drs 10 horas da manha a
3 da tarde
Dr. Cerilla Lie
MEDICO
Ten o seu eacriptorio roa Duque da Caxias
n. 74, das 12 a 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Crus n. 1.
Especialidades molestias de senhoras e crian
5as.Toiephone n. 326.
Clnica medico cirurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EapecialidadePartos, mjlestias de senhoca? e
eriancas.
Reaidencia Ra da Imperutriz n.4, segundo
andar.
Dr. Cifl LfiltB
Medico, parieiro e aperador
Residencia rua Bardo da Victoria n. 15,1' andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
Da consultas daa 11 horas da manha a 3 da
carde.
Attende para oa chamado* a qualquer or
telephoue n. 449.
Leonor Porto
Rua do Imperador a. 4&
Primeiro andar
Contina a ejecutar os mais difficeis
fgurinos reeebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicio de costura, em bre-
Ividade, modicidade em preco e fino
[g osto.
Esco'a
Oculista
mixta particular
Urna senbora competentemente habilitada tena
aberto um curso primario rua da Concordia n.
163. Euiitte como o melhor dos attestados oapro
veitamento immediato dos seas discpulos.
Pode ser procurada a qualquer hora na mesma
ua.
1
Aiivogado c professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tein
abert o aeu escripiorio de advogado rua Io de
Marco n. 4, onde tambem pode sur procurado para
leccionar o ingles, francez e allemo, pratica e
til bricamente, nos collegios e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos estudantea
e empregados do commercio, resolveu abrir um
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
eacriptorio cima referido.
Dr. Barreto Sampaio, medico oco-
litta, ex-ebefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio da s
3 horas da tarde, no 1.* andar da casa
n. 51 rua do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificadas.
Residencia rua Sote de Setembro n.
34. Entrada pela rua da Saudade n. 25.
B 1'0TAc5kS OPFICIAES DA JUSTA DOS COR-
RECTORES
itecif 26 de Abril de 1887
Acedes da companhia Usina Pinto, do valor rea-
lisado de 200', ao par.
Jambic sobre Para, 30 d/v. com 1 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d|V. com
3 0|0 de descont.
S'a hora da bolsa
Venderam-sp :
20 accoes da companhia Usina Pinto.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
V secretario,
Eduardo Dubeux.
REVISTA OOMMERCI.IL
Da emana de 1S a t3 de Abril de
1889
Cambio sobre o Rio de Janeiro e Br.hi*Nao
constou tranaacco.s oflkialinente.
Cambio sobre Santos -Se fez negorio a 30 J/v
5/8 e a 602 % de descont.
Cam io sobre S. PauloSe fes uegocio a 30
1 Giinbio sobre o Rio Grande do SulNegociou-
se a 30 1 / e a 60 2 1/2 de descont>.
Cambio sobre PelotasNe gjciou-se a 60 2 /o
de descont.
Cambio sobre ParaNegociou-se a 15 d/v 1'2%
a 60 d 2 /0 90 d/v 3 / d descont.
Cambio sobre LondresVeuderam saques a 90
d/v 21 3/8 do Banco e 21 7/16 21 5/8 d/s por 14.
Cambio sobre ParsNada consta.
Cambio sobre Hamburgo -Nada consta.
Cambio sobre Porto e LisboaA 90 e 60 jt
148 % *0 premio particular e do Banco vista
152 /0 de premio.
Cambio sobre Montevideoe Buenos A yreaNa-
da consta.
Apolices da divida publica de 6 %Manlin
a cotacao de 990* por 1:000X000.
Apolices da divida provincial 7 /0Ao par se
fez ueg. co.
Companhia de Seguros Indemnisadora Sus
te ota a sua cotacao de 335J000 por acolo de
200*000.
Companhia Phenix Sustenta a sua cotacao de
3204000 por accao de 2004000.
Companhia de Seguros AmphetbriteSustenta
sua cotacao de 150000 por aceito de 2004000.
Companhia PernambucanaContinuamos a co-
tar a 60/ e 704 por aceito de 2004(00.
Companhia de Fiacio e Tecidos Continuamos
ao par.
Companhia do BeberibeContina a sustentar
a 1504 por accaojjde 1004000.
Companhia de Olinda e BeberibeContinua a
2!0# a accao de 2004000.
Descont de letrasA 8 e 10 % ao anuo.
Genero naelouaes
AgurdenteVendeu-se a 534000 a pipa.
AlcoolA 10540)0.a pipa.
AssucarEntraran) 17.480 saceos. Vendas
do branco 2410J a 2470), soineuos 14500 a 14800,
mascavado 14200 a 14300, bruto 14160 a 14240,
etamede900a 14000
AlgodaoEutrarum 2.552 suecasVendas
Tem reguladj 7.5 o de 1* sorte.
Arroz de cascaA ultima vinda foi por lote.
CitO rctalha de 95500 a 124500 as 15 ki -
lOI conforme a qualidade.
Ceblas do Rio Grande do SulScm entradas.
Cera de carounaAs vendas para expirtacao
ram de 34800 a 5/800 eonforme a qualidade.
Coor.s salgados seceosAs venias tem sido de
.")(>0 ris o kilo;
Cerveja aacionalSe tem sustentado a 64000 a
iuzia de meias garrofa?.
Farinha de mandiocaEste artigo ainda desat-
endido a do interior tem regulado .ara lotes
25200 a sacca e de importaco nominalmcote
24500 a 25600 i sacca.
FumoO depisi'o erande as vendas tem re-
t'ilado de 65 a 155000 conf jrme a qualidade.
Gomma de mandiocaO mercad supprido a ro-
ralho de 25 a 4/ conforme a qualidade.
Graxa do Rio Grande do SulSe fez vendas de
lotes a preco reservado, cotamos nominal-
aente de 45800 a 54800 os 15 kilos.
Gordura do Rio da PrataSein chepuda.
Gcnebra nacionalRetalha-sede 35800 a 95500
iforwe a qualidade.
Mi 1Mercado bem supprido, cotamos nominal
mente a 45500 ) a pipa.
MiihoAs entradas do interior 'pequeas e das
ocias liuiitrophes quasi nullas, cotamos reta-
60 a 65 ris o kilo.
Pelles cortidasSem deposito.
Ditas em cabelloAs di cabras per precos me
s por 1105000.
Sal do Aes e MossorCs precos teem regla-
le 600 a 700 ris o alquei.-e.
TapiocaRstalha-se de 2/800 a 3/ oa 15 kilos
'. nido.
Velas steannas do RioRetaiha ee a 320 ris
so de 6 velas.
Vinagre do R;o-7enlas de 805 a 1005000 a
i ;;a-
Vicho do RioBranco de 110/000 a 1205030 a
P.
X-:rqneDeposito 58:000 arrjb.e, veude-se de
'^800 a 7/20u os 15 kilos.
Gneros enirniisrelroN
Alazema Retalba-so -. 7/5'jO oa 15 kilos.
Anoz da ludia 0 precos sao de 2/700 e
i os 15 kilos.
:*eVendas a 4/600 os 15 kilos.
Az-ite de Oliveira em barris So mantm em
3/500 o galo
dito em latasdem em 15/5~0 a lata.
BelhoDeposito 15,000 barricas. O reta-
co de 18/ a 18/500 a barrica.
I Banhade poreoO retalho de 420 rs. a libra.
Batatas portuguesasNao ba.
Ditas francesasCotamos a 5/ a caixa.
BrenO que ha no mercados e as sobornos.
Cctam'is nominal a 13/ a barrica.
Carvo de pedia16/000 a tonelada
CanellaRetalha-se 1/500 os 15kilos.
Ceblasdem a 16/ a caixa.
CimentoOs precos sao conforme os fabricantes
e peso, de 5/500 a 8/, a barrica.
ComiubosRetalha-se 4 17/ os 15 kilos.
Cravo da Indiadem 2/800 o kilo.
Farinha de trigoO deposito de 16,0(0 barricas.
Retalba se a americana de 17/ a 17/500 a bar-
rica, 'la de.Triestre de 22/ a 21/.
Feijo O mercado muito suprido. Cotamos
de 6/ a 10/, o retalho pelo nacional e estrangei-
ro.
Garrafoes vasios1 /000 pelo de 5 g.loes e 450
res pelo de um galio.
Doces em caldaO reta'ho de 800 rs. a 850 rs.
Farello do Rio da Prata e de L'sbaaO merca-
do pouco supriio a os precos reUlham 4 5300 e
4/500 o sacco.
GenebraRetalba-se da nacional 3/200 a 10/, e
a estrangeira de 3/900 a 14/500.
Herva doceO retalho de 17/ os 15 kilos.
KrroaenePequeuo deposito. O retalho de
3/400 a lato.
Louca inglezi. Nao ba.
Maesa de tomate0 retalho de 560 a 700 rs.
Vendas em primeira niai nao tem havido.
Mauteiga em barrisOs preeo se firmaran e
ubtiverain es importadores 740 a lib. O retalho
firme de 740 a 750 pela velha.
Dita em latos.O mercado esta pauco supprido,
0 preco de retalho 1/100 a 1/300 a Uta.
Maasiis italianasConforme o estad} cotamos
le 5/ a 7/500.
Oleo de linbacaCota:nos de 1/5C0 a 1/700 o
galao.
Pansas communsNao ha.
Ditas finas -Retaiha se de 9/ a 10/ a caixa.
Papel do embrulhodem de 580 a 1/500 a res
ma, conforme o formato.
Pinenta da IndiaRetalha-se 1/150 o kilo.
Plvora ioglesa dem de 20/ a 21/000 o
barril.
Queijtsdem 3/00T um.
SalNao tem vindo este mercado.
SardinhasO retalho em 1|4 de 281 a 320
ris.
Toucinho de Lisbua e americanodem de 9/
a 10/ os 15 kilos conforme a qualidade.
Velas steariuasdem de 580 a 800 rs, coofor
m- a qualidade e tamanhos.
Viuagrede LisboaSj sustenta o preco a 170/
a pipa.
Vinbo de LisboaTtin regulado o r.rcc:s de
220/ a 235/ a dita.
Dito francs240/ a dita.
Dito Figueira preco de 240/ a 250/ a
dita.
X^rqueNao ba existencia alguma.
Movlmento^ nanearlo
BOXCITE, 26 DB AlliilL DE 1887
O mercado de cambio fecbou hoje menos firme,
vigorando ainda officialtnente, para os bancos, a
taxa de 21 1/2 d. sobre Londres, conforme as ta-
bellas seguintis :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 211/2 e vista 21 1/4.
Sobre Pars, 90 d/v 442 e vista 446.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 548 e a vista 554.
Sobre Portugal, 90 d/v 248 e vista 250.
Sobre Italia, vista 446.
Sobre New-York, vista 2/350.
Do English Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 1/2 a vista 211/4.
Sobre Pars, 90 d/v 442 e vista 446.
Sobre Italia, vista 446.
Sobre Hamburgo, 90 d/v c48 e i ''-'.-
Sobre New-York, vista 2/350.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 248 e visto 250.
Sobre as prncipaes cidades de Portugal, vista
255.
Sobre liba dos Acores, vista 258
Sobre Ilha da Madcira, vista 255.
Mercado de nanear e algodao
BECIFE, 26 DE An::lL DE 1887
Astucar
Este artigo foi cotado aos precos seguate :
3. baixo, por 15 kilc s, de 2/000 a 2/100.
3> regular, por 15 kilos, de2/100 a 2/200.
3. boa, por 15 kilos, de 2/200, 2/300 e 2/400.
3.' superior, por 15 kilos, de 2/500 a 2/600.
Branco turbina pulveiuado, por 15 kilos, de 2/300
a 2/400.
Soiccnos, por 15 kilos, de 1/600 a 1/700.
Mascavado, pi.r 15 kilos, a 1/200 a 1/300.
Bruto, por 15 kilos, de i/100 a i/200.
Retomes, por lo kiles, de 840 a 1/000.
O mximo ou mnimo dos piec^s sao obtdnj
conforma o sortimeuto.
Algodao
Effectuou-se urna pequea venda do de Pernam
buco a 7/000 (rouxo) p r 15 k-lo, fechando o
mercado sem cotacao.
Vapor americana Advance
Deixou antehontcm o nosso porto, conduzindo
carga segu n te :
Para Ma'aoho :
285 barricas com asquear branco.
1 pipa com alcool.
Para o Para :
550/2 barricas com assucar branco.
4&'/4 ditas c ni dito dito.
80 pipas com agurdente.
6 ditj.8 com alcool.
4,242 canas com sabSo.
300 ditas c m velas.
Para New-York :
377 Lrdos com continuos.
9 barricas com borracha.
Carregaram diverso*.
Dr. Joe Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de criancas, oom pratioa as prncipaes eterni-
dades e hospitoes de Pars e de Vieana d'Austria,
faz todas as operaces obsttricas e crurglcas
coucernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na roa do Bario da
Victoria (antiga rua Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 oras d tarde.
Telepbone n. 467.
MEDICO HOMEOPATHA )
, Dr. Ballhazar da Silveira i
^ Especialidadesfebres, molestias das
> eriancaB, dos orgaos respiratorios e das
senhoras.
Preata-ae a qualquer chamado para
for* da capital.
AVISO
Todos ns chamados devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, rna da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar/
sua residencia.
Dr. Ferrara da Silva, consaltas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 rua Larga do
Rosario.
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem
Europ<, com pratica nos hospitoes de Pars, V-
enna e Londres, onde dedicou-se a estudos de
partos, molestias de senhoras e da pello, ofterece
os secs servicos mdicos ao respeitavcl publico
desta capital e ora d'ella, podendo ser procurado
no seu consultoriorua da Cade 3 horas da tarde, ou em sua residencia tempora-
ria Punte d'Ucha 55.
Vapor Ingles actor
Este vapor sahio hontem para Mttce, afin de
recebar alii um carregamento de assucar e algo-
dao, com destino a Liverpool, depois do que ro-
gressara ao nosso porto para completar a carga
aqu.
Entrada* de aasnear e alsodo
HEZ DE ABRIL
F.NTEADAS
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar .....
Animaes.....
istrda de ferro de S.
Friincisco .
Estrada de ferro de L-
moeiro.....
1 i 25
1 4 25
t 25
l 26
I 23
1 23
g a
^ x
33.719
3.149
6.073
4.320
46.305
1.808
95.374
1 i
2.131
8.314
245
8.786
3.393
1.763
24.632
Banco de Crdito Real
At o dia 15 do mea vindouro, devem os ac-
cionistas do Banco de CreJito Real de Peniam-
buco realizar a terecira entrad i do val r no-
minal de auas acijo.-s, na razio de 10 0/0, levuu-
do-a sede do banco, na rua do Commercio n.
34.
Este banco est pagando o seu primeiro dvi-
deudo razio de 4/000 por accao ou 10 0/0 do
valor realizado de cada urna.
O pagamento faz-se na sede do banco, das 10
horas da manb s 4 horas da tarde dos das
atas.
Mota* do Tiumiuro dilaceradas*
O rvcolbiineuto de notas dilaceradas est sendo
jeito na Tbesouraria de Fazeuda, as tercas e
sextas-feiras, daa 10 s 12 horas da manh.l.
Pauta da Ufan ega
SbMAHA DB 25 A 30 PE 1S11IL db 1887
Alcool (litro) 218
Algodao (kilo; 400
AsBUcar refinado (kilo) 151
Dito branco (kilo) 131
Dito mascavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 1/26S
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Cafrestolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Car.icos de alrodao (kilo) 040
Car vio de pedra de Cardi (to i.) 16/000
(iouros seceos etpichados (kilo) 585
Ditos salgados (kilc) 500
-:tos verdes (kilo* 275
Fariuha de mandioca (litro) 500
Fumo restolho (kilo) 4(0
Genebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Mlho (kilo) 04
Taboados de amsrello (duza) OOOO
luiporaro
Vapor inglez Eaclid, entrado de Liverpool em
25 do correte e consignado Satindres Brothers
& C manifestou :
A.:-i!h-.s 1 ciisa Francisco Manoel da Silva
ac '.:.
Arroz 100 saceos a. Paiva Vlente & C, 100 a
Gouc'ilves Rosa & Fernandos, 50 a Fernandes d
Irma >?, 25 ordem, 50 a Donv.ngos Alvos Ma-
theus, 50 a J. B. de Carvalho.
Arcos de ferro 252 lenes a Antonio Domingos
Carneiro VianDa, 2i9 a Vctor Neisem.
Ago 50 cunhetes a Samuel P. Johuston & C, 4
barras a Ferrcip i Guimaraes & C-
Amostras 8 volumea adiversoa.
Barrilha 30 tambores ordem, 30 a Fernaudes
da Bosta & C.
Birro prova de fogo 37 caixas a Empresa do
Gaz. .
Botes 1 caixa a Nones Fonseea & C.
Batatas 50 gigas a Torres lrmao3, 40 caixas aos
consignatarios.
Bise-utos 4 caixoes a Carvalho Jft C, 5 a Gon-
calves Rosa & Fernandes, 4 a Domingos Ferreira
da Silva & C, 9 a Joao F. Almeila & C.
Balabcas J birrica a WiH.'am Haihday & C.
Barras de f-rro 12 a.Miranda & Souza, 204 e 55
te i es a A. II mu Paterson & 0.
Cha 30 grades ordem, 1 cexto a Samuel P.
Johnaton C.
Chocolate 1 caixa a Goacalves Rosa & Fernan-
des.
Cabos 20 llos a Beltrao & Costa.
Chumbo de inuuicao 100 barricas a A. D. Car-
neiro Vianna.
Cravo da India 3 fardos a Domingos Ferreira
da Silva & a
C*nos do chumbo 4 barricas a Samuel P. John-
aton- C.
Calcidos 1 caixo ordem, 2 a Tbomas de C-
vulbo C, 1 a Ferreira Baiboza & G
Cidra 30 caixas a Goncalves Rosa <. Fernandes,
30 a Domingos Ferreira da Silva & C, 50 a Fer-
naudes & limaos.
Cerveja 10 barricas a Goncalves Rssa & Fer-
nandes, 40 a Fernandes & Irmaos, 1 caixa a Van-
na Oustro & C.
Conservas 50 caixas a Joao Fernandes de Al
meida.
Canos de ferro 20 e 20 feixes a Ferreira Gui-
maraes fe C.
Drogas 4 voluntes a Faria Sobriuho & C, 1 a
Rouqueyrol Frres, 11 a Francisco Manoel da ti-
raltC.
Consultorio medico-
eirurgico
O r Castro Jess, contando mais de 12 anuos
de escrupulosa observaco, reabre consultorio nes-
ca cidade, rua do Bom Jesns (antiga da Crui
n. 23, 1. andar.
lora* de consaltas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
_ as demais horas da noite ser encontrado nc
sitio travessa dos Remedios u. 7, primeiro por-
to esquerda, alm lo porto da Dr. Cosme.
EDITAES
Edital n. 13
0 administrador do Consulado Provincial, dan-
do cumprimento ao quo dispoe a le n. 1860, faz
publico a quem interessar pesca, que no espaco
improrogavel de trinta das uteis, contados de 2
de Maio prximo, dar-se-ha principio nesta re
particao a eobranca, lvre de multa, dos impostos
seguintes, relativamente ae 2* semestre do exer-
cicio corrente de 1886-87.
3 0/0 sobre o gyro de casas commerciaes a re-
retalhe.
10 0|0 sobre estabelecimento^ fra da cidade.
12 0|0 sobre escriptonos de advogados, solicita-
dores, carinos e consultorios mdicos.
20 0[0 sobre estabelecimentos da cidade
200/ por escriptorios de descontoa de letras.
1:000/ por casa de garantir biloetes.
1:000/ por casa de vender bilhetes de outras
provincias.
2/500 por tonelada de alvarengas, candas, etc.
20,:/ por escravo empregado em servico me-
chanico.
200 rs. poi baralho de cartas de joirar.
Imposto de reparticaoeomprebeaden lo :
Parte i*
1 Casas de comir isses de consignacoes e de
commiSBes e consignacoes.
2 Ditas ou deposito^ de vender em grosso car-
vo de pedra em terri. ou sobre agua.
Parte 2
3 Lojas de vender joias somente, ou joias e re-
Ingina
4 Ditas de vender relogios somente.
5 Ditas de vender pianos, msicas e instru-
mentos musicaes.
Parte 3
6 Fabrica de rap Mouron.
:, 7 Ditas de sabio, inclusive a que se acha na
frrguezia de Afogadoe.
8 Ditos de cerveja, vinagre, viuhos, genebra,
licores e limonadas gazozas.
9 Ditos de gas.
10 Ditos agencias e depsitos de gas.
Parte 4
11 Empiesas anonymas ou agencias destoe.
12 Companhia de Beberibe.
13 Bancos, agencias filiaea e representantes dos
mesmos e casas nanearas.
14 Companhas, agencias ou casas de seguro ou
qualquer pessoa que no carcter de agento de
companhas de seguro fiser contrato desta natu-
reza ou promovel os, com exeepcao dos que teem
sede nesta provincia e eontratorem o servico es-
pecial do art. 13 desta le.
15 Armazeus alfandegados, de depsitos ou de
recolher.
16 Casas de jogo de buhar.
Consulado Provincial de Pernambuco, 20 de
Abril de 1887.
F. A. de Carvalho Moura.
Jaizo dos Feltos da Fazend.:
National
Estaobo 4 tambores a Ferreira Guimaraes & C,
10 a Prente Vianna & C, 20 a Samuel P. John-
s ton & C.
Estopa 10 fardos a Machado & Pereira,
Enxadas 30 barricas a Reis & Santos.
Esteiras 4 rolos a Manoel da C. Lobo.
Polbas de ferro 54 a Alian Pterson i C.
Fio 4 fardos a Samue! P. Johnston ot C, 3 a
\V. Halliday & C, 1 a Albino Silva & C.
Pusis 1 bairiea a W. II illidsy & C.
Ferregens 48 volumes a Prente Vianna & C,
18 a Ferreira Guimara-'s & C, 1 a Man el (Juil.-
co, 17 a W. Halliday & C, 1 a Brow.is & C, 47 a
Cardoso Ac Irmaos. 17 A. D Carneiro Vianua, 4
a Albino Silva & G, 3 a Gomes de Mattos Irmaoe,
1 a Alian Paterson < C, 10 a Balt.r Oliveira
6 C-, 4 h Samuel P lelil: ton it C.
Folhas de fl .ndn s, 10 cunhetes a Ferreira Gui-
maraes tk C, 70 a A. D. Carneiro Vianna.
Farioag de trigo 270 barricas a H. Nuesch
& a.
Fogareiros 199 a A. D. Carneiro Vianna, 100 a
ferreira Guimaraes & C, 149 a Samuel P. John-
ston & C.
Genebra 50 caixas a Goncalves Roza & Fernn
des.
Linha 2 caixoes a Oliveira Basto & C.
Louca 80 gigas ordem, 30 a Gomes & Pereira,
lia Joo P. da Costa, 8 a Souza Busto Amorim
Al C, 12 a Fenandes & Irmos
Lagosta I caixa a Goncalves Rosa d; Fernan-
dos.
Lona 2 fardos a W. Halliday & C, 2 a Anto-
nio Rodrigues de Souia a C 4 a Ferreira Gui-
maraes Ai C, 1 a Samuel P Johnston di C.
Materiaes para encanamentos d'agua 49 volu-
mes e pecas a C mp^ubia do B>*beribe
Machiuismos 11 volumes a Miranda -v Souza,
7 ordem.
Materiaes para estrada de ferro 124 volumes c
pecas a Great Western ot Brasil.
Meias 1 caixa ordem.
Mercadorias diversas 9 volumes ordem. 1 a
Nunes Fonseea & G, 1 a Maia & Silv, 2 a Ma-
noel C iliaco, i a Oliveira Ciinpos & C, 3 a Fran-
cisco Launa 6 C, 1 a Teixeim C >imbra & I', 3 a
Angelo Rapbael & C
Objectoa para gaz 28 volnmes a Empresa.
Oleo de sement* de algodao 1 barril a Fer-
reira & Irmaoe, dito de linbaca 10 barra a Faria
Sobnnho z C.
Presuntos 5 caixas a Goncalves Rosa & Fer-
nandes, 3 Jos J. Alves x C-
Pimenta 10 saceos a Paiva Valente & G, 10 a
Goocalves Rosa A Fernandes, 10 a Domingos
Perreira da Silva de C, 16 a D uningos Alves Ma-
tbeus.
Queijos 25 caixas ordem.
Salitre 25 barricas a Manoel Rodrigues da
Silva.
Rodas de ferro 120 a Simuel P. Johnston & C
Salrao 4 caixa a Goucalvcs Rosa & Fer-
nandes.
Trilhts de ferro 60 a Cerdoso & Irmaos-
Ti joles prova de fogo 5:000 a Empresa do Gaz.
Tinas Je leiro 5 a Cirdoso & Irmaos.
Toucinho 2 caixas a Jos Juaauim Al ves & C.
Tecidos diversos 2 volumes a Jos L. Teixeir. ,
5 a Jesuino Alves Fernandes, 5 a Couto Santos
i t, 13 a Olinto Jardim & C, 1 a Loureuco M lia
4 C, l a Francisco Petrocelli & Irmaos, 66 a Ma-
chado & Pereira, 7 a Antonio de Oliveira Maia
a C, 3 a Souza Nogueira t C, 5 a Bernardno
Maia &c C, 14 a Goncalves Irmaos & C, 13 a N.
Maia & C. 3 Francisco Lauria & C, 8 a Alves
de Brito & C, 5 a Bernet & C, 12 a AlDino Aino-
rim C, a Francisco de Azeveio & C, 130 i
ordem.
Tintas 21 barricas e 4 caixas a F. Mancel di
Silva & C
Varoes do ferro 14 feixes a Samuel P. Johnston
6 C.
Vidros 11 volumes a J. A. Veiga A C, 1 a
Vianna C'Stro & C.
Verniz 1 caixa a Francisco Manoel da Silva
4C
Vinho 20 caixas ordem.
Vapor nacional Cear, entrado dos portos do sul,
em 26 do corrente e consignado ao Visconde de
Itaqui do Norte, manifestou :
C-irga do Rio de Jaoeio
Caf 100 saceos a Augusto Figueiredo & C, 70 a
Joo Moreira & C, 100 a Souza Basto, Amorim
& C, 50 a Carlos Lourenco Gomes, 30 a Antonio
J. Soares He, C
Fumo 19 volumes ordem.
Fcrragens 11 volumes a Reis & Santos.
Livros 1 eaixo a GT Laporte .ir. C 2 a Jos N.
de S uza.
Machinas 2 caixas a Julio & Iravlo.
Mercadorias diversas 8 volumes a Presidencia,
2 ordem.
Papel 2 caixas a F. Manuel da Silva & C
Panno de algodao 5 fardos a A. Vieira & C, 5 a
Baltar Irmaos fe C.
Sila 4 rolos e 1 eaixo a B. Fernandes,
Vinho 10 barris ordem, 10 a Joaquina F. de
C-rvalho 4 C
Xarque 939 fardos a Saundres Brothers & C,
340 a Amorim Irmaos & C. 355 ordem.
Carga da Baha
Animaes 2 ordem.
Charutos 4 caixoes a Almeida Machado & C, 1
a Guimaraes Irmaos & C, 2 a R. de Drusina & C,
1 ordem.
Chapeos 4 caixoes a Antonio Pinto da Silva.
Fumo 5 rolos | ordem.
Pelles 64 amarrados a A. Baptista.
Panno de algodao 31 fardos ordem, 21 a L.
Antonio Sequeira, 12 a Olinto Jardim & C, 10 a
A- Vieira C, 17 a Ferreira & Irmo, 11 a Cra-
iner Freyfe C, 6 a Agostinho Santos & C.
Barca norueguense or, entrada de New-York.
em 25 do corrente e consignada a Fonseea Ir-
maos & C, manifestou :
Fogos da China 25 amarrados ordem.
Kerosene 25:297 caixas i orden.
Kncrit'ao Reg Barros
Perante o Sr. Or. Lindolpho Hiabello Correia
de Araujo, juiz substituto das feitos da fazenda
desta provincia de Pernambuco, se vender em
praca publica no dia 29 do corrente mez de Abril,
pelas 11 horas da manhS, depois da audiencia do
mesmo juiz, os bens seguintes :
A casa terrea de tijolo e cal o. 29!, sito rua
Imperial (freguezia de S. Jos), pertencente a
Joo Franciaco Paredes Porto, situada em solo
foreiro de marinba, avahada per 800/000.
O dominio til dos terrenas de mariiiha ns 296
e 296 A, sitos rua Imperial (treguezU de S.
Jos), cujos terrenos principiam do oitito da casa
n. 27 e terminam na de n. 55 da mesma rua Im-
perial, ambos com aliceices na frente, mediado
em toda extensa} de fren tu 37 metros e 60 cen-
metros e 11 metros e 40 centmetros de fundo,
periencentes a Prxedes da Silva Gusmao, e ava-
llados por 160/000.
O dominio til do terreno de marinha alagado,
sito rua de Santo Amaro (freguezia da Boa-
Vista), o qual principia da esquina do r/ombal
at a poateainh* da mesma rua, com a extenao
na trente de 270 metros e 80 centmetros, perten-
ceute aos herdeiros de Jos Vaz Salgada, ava-
llado por 150/000.
A casa terrea de tijolo e cal n. 70, sita rua
dos Gua-arape, edificada em terreno foreiro de
marinha, pertencente a Ridrigues Duarte fe Ir
mili, avallada por 1:200/.
A casa de taipa n. 6. sita rua do Sol (fregue-
zia da Varzea), com quintal cercado e diversos
\prl.::>
BKCIFK 25 DB AOBIL DE 1887
Para o exterior
= No vapor americano doance, carregaram :
Para New-York, H. Sueach O. 8,20u pelles
de cabra ; J. Kiausc ot C. U barricas com 648
kilos de borracha.
= No vapor iuglez Austerlity, carregaram :
Para New York, J. Pater & C. 898 saceos com
67,350 kilos ile assuear mascavado ; C. Beltro
< Irmiio 200 saceos com 15,000 kilo* de assu.-ar
mascavado.
Na barca no.ueguense Brodrem, carrega-
ram :
Para o Bltico, S. Brothers & C. 83 saccas com
6,031 kilos de aljdo.
Puro o interior
No lii^ar nacional Javtnal, carregaram :
Para Porto Alegre, P. Carneiro & C. 180 bar-
ricas com 11,4(.0 kilos de assucar brnco e 40
ditas com 4,210 ditos de dito mascavado.
No patucho aOeuiao Aary, carregou :
Para o Km Grande do Sul, J. M. Das 400
accos com 30.000 kilos d.' assucar braceo.
== Mo bngue ailcino Jos Genebra, carrega-
ram :
Para Santos, Baltar Oliveira & C. 000 saceos
com 36,000 kilos de assucar branco.
No vapor americano Advance, carregaram:
Para o Para, F. A. de Azevedo 100 barricas
eom 8,025 kilos de assucar branco ; A. Taborda
25 pipas com 12,000 litroa de agurdente ; F. de
Moraea 15 pipa co 7,200 litros de agurdente ;
A. Oliveira f C. 2 c.ix-is eom 120 kilos de doce.
Para MaranhSo, F. A. de Azevedo 235 barricas
con 23,970 kilos de assucar branco ; J. G. Auge
50 barricaa cum 5,963 l( kiloa de aasucar branco.
No vapor nacional Cear. carregaiam :
Para Manos, P. Pinto & C. 45 barris com 4,3-0
litros de agurdente ; Amorim Irmaos & C. 40
Oairis com 3,840 litros de agurdente.
Para o Para, Amorim limaos & C- 20 pipas
com 9,600 litros de agurdente e 465 barricas com
30,471 kilos de assucar branco ; Baltar Oliveira
fe C. 300 barricaa com 18 000 kilos de assucar
branco e 40 c tacos com 9,600 litros de agurdente ;
P. Pinto & O. 10 pipas e 50 barris com 9,600 li-
tros de agurdente.
Para Marauho, B. Oliveira & C. 30 barricas
com 3,120 kilos de assucar branco.
= No hiato nacin* 1 Iris, carregou :
Para Mossor, J. P. de Oliveira 10 barricas
com 600 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Rainha do Anjot, carregaram :
Para Maco, E. C. Beltro fe Irmo 1 barrica
com 60 kilos de assucar redundo e 10 ditas com
1,050 ditos de dito braoco.
= Na barcaca Noca Engeranc, carregou :
Para S. Miguel, F. H. da Silva Guimaraes
10,00 litros de sal
Na barcaca Alice, carregou :
Para Porto Calvo, A. R. Brauco 5,000 litros
de sal.
Navio* a carica
Barca norueguense Glitner, liull.
Brigue allemo Jo Genebra, Santos.
Barca norueguense Brodrene, Bltico.
Barca norueguense Dovre, Bltico.
Lugar norueguense Hans Tode, Montevideo.
Lugar nacional Juvenal, Rio Grande do Sul.
Lr norueguense Alrana, Hull.
Lugar norueguense (perania, Canal.
Lg-.r iuglez May, Hull.
Lugar, allemo Helene, Montevideo.
patacho naeional Padre Cacique, Rio Grande
do Sul.
Patacho aliemio Mary, Rio Graule do Sul.
Vtpir \ng\ez AusterlUy, New-York.
Navio* a cfeMcarga
Barca norueguense or, varios gneros.
Barca inglesa BeUrees, bacalho.
Escuna allem Cato, varios gneros.
Lugar ingles Kalmia, bacalno.
Patacho naeional Rival, xarque.
Patacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor nacional Sergipe, varios gneros.
Vapor nacional S. Francisco, varios gneros.
Vapor Dglcz Ludid, varios gneros.
Vapor nacional Jacuhype, varios (gneros.
Dlnbelro
O vapor nacional Cear trouxe do Rio de Ja-
BeurTePfeC.: 10:000/000
Amorim, Cardoso & C. 3:346/600
Martins F.uza & C. 2:0,^
Francisco Goncalves Torres 2:000/000
Rendimeaos pblicos
Renda geral :
Di la 25
dem de 26
[IS DB ABBIL
Alfaniega
588:1801403
34:462147
arvoredos fructferos, pertencente a Manoel An-
selmo de Figueiredo, avallada por 400/.
Oa quses bens foram penboraios pela fazenda
nacioaal e vao ser rendidos para aeu pagamento-
e costas.
Reeife, 5 de Abril de 1887. m Eu, Jos F. de
Reg Barias, escrivo, o escrevi.
0 solicitador,
Luis Machado Botelbo.
*!-
DECLARACDES
De ordem do Illm. 8r; Dr. inspector, faeo
publico que no dia 5 de Maio prximo vindouro.
ir i praca, conforme determinou o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, em officio de 22 do corrate,
o fornecimento de 100 capotes para a guarda c-
vica, iguaes em fazenda e manufactura ao exea-
piar que existe nesta Secretara.
Secretara do Thesonrn Provincial de Pernam-
buco, 26 de Abril de 1887.Servindo de secreta,
rio, Lindolpho Campello.
ia le
ii-
Os recebedores da recebedoria declarara aos de-
vedores dos impostos de industrias e profisses e
predios, do l scmes'.re, e taxa de escravos de
1886 a 1887, que esr.o procedendo a cobranza de
ditos impostos nos domicilios dos devedores as
frecruezias da cidade e de fra, com a multa de
6 0/0. Reeife, 18 de Abril de 1887.
Joaquim Hurgolino da Silva Fragoso.
Manoel G ferreira da Silva Jnior.
Seranhim Vctor de Miranda.
Estrada de ferro do Ribeiro ao
Benito
De ordem da directora sao chamados os Srs.
accionistas desta empreza, para no prazo de 60
dias, a contar de hoje, recolherem ao Leudos &
Brasilian Bank, a 5a entrada de 10 0)0 de suas
accOes, nos temos do art. 9 2o dos estatutos.
Reeife, 9 de Marco de 1887.
O secretarle,
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
iie i a 25
dem do 26
Recite Drainaye
10:136770
116420
10:253/190
Mercado Hunirlpal ele 4. O movimento dese Mercado no dia 26 de
Abril foi o ee^uite :
Entraram :
43 bos pasando 5,386, sendo de Oliveira
Castro, 32 ditos de 1' qualidade, 11 ditos
de pirliiulares.
838 kilos de peixe a 20 ris 14/760
143 cargas de fariuha a 200 ris 28/600
10 ditas de fructoa diversas a 300 rs. 3/000
7 taboleiros a 200 ria 1/400
11 Sumos a 200 ris 2/200
Foram occuoados :
23 1/2 columnas a 600 ris 14/100
23 compartimentos do farinha a
500 ris. 11/500
22 ditos de comida a 500 ris 11/000
84 ditos de legumes a 400 ris 33/600
18 ditos de suino a 700 ri* 12/608
11 ditoa de tresauras a 600 ris 6/600
10 talhos a 2/ 20/000
10 ditos a 1/ 10/000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1/ 5/00U
Deve ter sido arrecadada nestrs diss
a quautia de 223/360
Renda provincial :
De la25 92:841e49
dem se 26 3.835938
622:642/550
96.677/S87
De la25
dem de 26
De la 25
dem da 26
Recebedoria
|'Joiu' 719-320/137
35:8661*74
3:180/302
39:046/376
23.309/543
441/101
'3 750/644
P
rimm i
Rendmento dos dias 1 a 25 5:193/360
Foi arrecadado liquido at hoje 5:414/660
t recua do da :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilc.
Carneiro de 70 a 800 ris dem.
Sainos de 560 a 640 ris ideu:.
farinha de 200 a 28.) 'is a cuia.
Milho de 280 a 320 ris idm.
Feijo de 640 a 1/000 idem.
HaiaUouro Publico
Foram abatidas ao Matadouro da Cabanga 84
reses para o consumo do dia 27 de Abril.
Sendo: 59 rezes pertencentes a Oliveira Castro,
-8 C, e 25 a diversos.
Vapore* e navio* esperados
VAPOBK S
Bkamenyde Trieste hoje.
Maio
Valparasodo sul a 1.
Manosdo norte a 3.
Senegalda Europa a 4.
Financeae New-Poit-New3 a 6.
Parado sul a 7.
Mondego d.-. Europa a 10.
Pernambuco do norte a 13.
Argentinade Hamburgo a 16.
Espirito Santodo sul a 17.
Ceardo norte a 23.
Tagusda Europa a 24.
ManoBdo sul a 27.
NAVIOS
Anne Charlottedo L.o Grande do Sul.
Bernardus Godelewus do Rio Grande do Sul.
Carolina do Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Danurede Terra Nova.
Enjettado Rio rande do Sul.
Erutede Hamburgo.
Evorado Rio Grande do Sul.
Elysado Porto.
Favoritode Santos.
Guadianade Lisboa.
Jolanthede Santos.
Julietado Rio Grande do Su!.
J. B. D.de Liverpool.
Joven Correiado Rio Grande do Su!.
Katalinaie Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Maggiede Terra Nova.
Mimosado Rio Grande do Sul.
Marinho VIIdo Rio Grande do Sul.
Mareudo Rio Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
Nautilusdo Rio de Janeiro.
Our Auniede Buenos-Ayres.
Premierdo Rio de Janeiro.
Positivo-do Rio Grande do Sul.
Premierdo Rio de Janeiro.
Rosa Hiildo Rio Grande do Sal.
Rabbido Rio Grande do Sul.
Sparkde Terra Nova.
Stellade Terra Nova.
Uleterde Terra Nova.
Withelminede Hamburgo.
Movimento do porto
Navio entrado no dia 26
Santos 18 dias, lugar portuguez Teme
rario, de 311 toneladas, capitao Jos
Gongalvea Casaca, equipageru 10, em
astro ; a Amorim Irmaos & C,
Rio de Janeiro e escala6 dias, vapor na-
cional Cear, de 1999 toneladas, com-
mandanto Guilherme Pacheco, equipa-
gem 59, carga varios gneros ; ao Vis-
conde de Itaqui do Norte.
Hamburgo 48 dias, patacho allemao
Cato, de 160 toneladas, capitoo H
Stehz, equipagem 7, carga vanos g-
neros : a Heuy Ka**, .
Rio de Janeiro 12 cima, barca ingle
WiUiam Gordon, da 732 toneladas, ca-
pit2o E. Crosby, equipagem U, em las-
tro : ordem.
Navio sahido no mesmo da
Maceio-Vapor inglez Actor, eommandn
te David James, carga vanoa genero.




Quarta-feira 27 de Abril de 1887


'


Correio geral
Gume para o pro Imeaio de qu
tro lutaren de prlleante
Fcj publico que at o dia 16 do Maio prozimo
faturj acba se aberta neata administrucfio a ios
cripco pra o exime dos eaudidatos quatro va-
rde pratieantes, devendo o exime comecar do
18 do dito me, sil h-ras da manh.
As materias, sobre as qnaet versar o exame,
sao : ejercicio de caligrapbia e ortbograpbia, ari-
thmeti;a climectar, comprehendeodoo oso dosys-
tema mtrico e nocoes geraes de geograpbk.
0 conheeimento das hnguas estrangeirae dar
direito a preferencia,
Para seretn admittirtos mfcripcao, devero os
preteudentes provar eom certido qu n> tem
menos de 18 nem m*is de 30 annos de idade, e
presentir certificado medico do ba saudu
quacsquer outros documentos queo' abonem.
Admmiatraca dos correioa da Perosmouco,
de Abril de 1887.
O administrador.
Affooso do Reg Barros.
22
Comi goral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor Cear, ea'a adrainistracao expede
malas para os portos du norte, recebendo impree
903 e objectos a registrar at 2 horas ^da tai de,
e carUs orainanas at 3 horas, ou 3 1/2 com
norte duplo .
Admm raco dos eorreos de Pernambu 27
de Abri1 de lt87.O administrador,
Afonso do Reg Barro*.
Conf rarla do Senhor Boui lesas
da Via sacra da greja da Man
la cruz.
ELEIQAO
De ordem da mesa reged.ira, convido a todos os
nossos eonfrades a comparecerem em n, aso con-
sistorio no sabbado 30 do corrente, as 6 bjras da
tarde, afim de reunidos em numero legal de mesa
geral proeeder-se a eleic/io para os novos func-
cionarios que teem de reger esta contraria no
anuo eompromsssl de 18S7 88
Consistorio, em 2t de Abril de 1887.
Francisco Antonio da Silva Beiris,
9crivao interino.
Club de Regatas Per-
nambucano ,
Nao se tendo reunido no dia 22 numero snffi-
ciente de socios para a reuaia da assembia ge-
ral, de novo convido os senhores asociados para
a que tem de realisar-Be na quarta-tera 27 do
corrente, s 7 horas da noite, na sede social. Pre-
vino que a assembia geral se coustituir com
3ualquer numero de tosi que comparecer, coms
eterminam os estatutos.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano
em 26 de Abril de 1887.O 1- secretario,
Osear C. Mo tciro.
Estrada de Trro do Recife a
Caroar
De oriem do Illm. Sr. director s* fas publico que
at o dia 3 de Maio prximo futuro recebem-se
propostas para o servido de carga, descarga de
mercaduras as estsedes do Reeif--, Victoria e seu
transp rte das mesmus estacoea ao domicilio ou
deposito dos destinatarios, evice-versa : median-
te condico-s que icro estipuladas em infracto
celebrado com a administrace da mesma estrada,
tendo por base as especificaeoes organisadas pela
directora e qae es interesados encontrarlo nos
escriptorios central e do trefego i ra de S. Joo
n. 38.
Neste ultimo escriptorio podero os meamos in-
teressados obter quaesquer informacSes e escla-
recimentos a resp-ito.
As proposta9 sero apresentadas no escriptorio
central e abertaa no dia cima referido ao meis
dia.
Secretaria do prolongamer.'.o da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco e estrada de ferro
do Recife a Caruar, 25 de Abril de 188 7.
v O secretario,
Manoel Juvencio de Sabaya
CONTRA FOGO
fhe Liverpool & London & Gobe
INSIIBANCE COMPAQ'
H.
Sania Gasa o Miaricoei lo
Santa
Casa arrendara se os
andar.
Tendo tle se euiittir SOOO tres mil accoes desta
Companhia para completar o capital >.ocial aug-
mentado por deliberaci da assembia geral em
18 do corrente me, convida-se a aquelles que
quixerem suhscrever para a dita cnisso a virem
inscrever seus uomes no competente livro, neste
escriptorio, do dia 2 a 6 de Maio prximo vindou-
ro, das 10 boras da ininh xa 2 da tarde.
A tmi.-so fcita uas seguintes condij-js :
1."
Por subscripeai publica e franca a preco de
ceulo e cincoeuia mil ris actual eotacao da praca.
V
O pagamento da emisso ser devidido em tres
prestacoes. 1." dez por cento no acto da iuicrip-
co ou suba^ripcao. 2. de ciucoenta por cento
durante trinta dias subsequentes da Bubscrico,
c 3. de quarenta por cent i no correr de noventa
dias contado do dia da BUbscrpco perdeodo o
subscriptor o direito as entradas realizadas te
por ventura nao efFectuar o pagamento integral
nos prasos determinados.
3.
O possuidor das novas accoes ter direito ao
devidendo contado do primeiro de Maio do cor-
rente.
A cada um dos subscriptores se fornecer um
exemplar da proposta justificativa do augmento
do capital social, com o parecer da cominisso
fiscal.
Recife 26 de Abril de 1387.
Jos Euitoquio Ferrara Jacobina
Director secretario.
Companhia deTrilhos lbanos do
Recife a Olinda e Beberibe
Assembia Geral 3.a codito cacao
Insistindo a directora na reunido da As-
sembia G?ral, nos termos das duas ante-
riores eonvocaco-'s, por ordem de S. Exc.
o Sr. Dr. presidenta convido ao Srs. Ac-
cionistas a se reuairem no dia 2 de Maio
no es"tiplorio da companhia s 11 boras
do dia, segn i.) a lettra da le, sendo esta
a terceira convocarlo, funcionar a assem-
bia com o numero ds accionistas que com-
parecerem.
Recife, 22 de Abril de 1887.
O secretario da Assembia Geral.
Jos Antonioo de Almeida Cunha.
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em 1**5
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Martimos..... .,110:000$000
Terrestres,.. 3I6:000$000
44li do Commereio
Na secretaria da
seguintes predios :
Ra do Bom Jetos n. 12, loja e ]
dem idem n. 13, 2- e 3- andares,
dem do Vigario Tbenorio n. 89, 1 andar.
Id m do Marquee de Oiinda n. 53, 3- andar,
dem do Apollo n. 24, 1 andar,
dem da Madre de Deus n 20.
dem idem n. 10.
dem da Moda n. 45.
dem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem da Lingoeta n. 14, 1 andar,
dem da Guia n. 25.
Becco do Abren n. 2, 2- andar,
dem das Boias n. 18, sobrado de dons andares
e;iojn.
Kua da Aurora n. 37. 2- andar,
dem da Defeacilo (dentro do qualro) duas
cssas.
3ARI0S
CONTRA POGO
Nortb British k Mercantile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterlinai
A O EN ES
Adomson llowic&C.
tfliied SUtes & Brasil M S. S. .
0 paquete Finalice
(Jompanhia i
jg*
iImpebia 1
DK
COMPANHIA DE
0 escriptorio d'esta
companhia acha-sc
unecionando no largo
de Pedro II, n. 77, 1.
anda
Imcumbe-se median-
te contrato < a paga-
mento em prestafoes,
de construefoes e re-
construcfdcs de pre-
dios, cujos projectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
So escriptorio se cn-
contraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica a vapor
do Tuquary, tendo sem-
pre venda: tijolos
massi^os de alvenaria,
ditos para ladrlhos,
diversos formatos, to-
bas romanas, franec-
zas, de capote com cn-
caixe, de crista; canos
c curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fina-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas c en-
comendas. no escripto-
rio central.
Loteriade 4000 cantos
A grande lotera de 4000 contos, em 3 sorteios
fica transferida para o dia 14 de Maio vindouro,
impreterive linca te, nos termos do despacho de
Exm. Sr. presidente, de boje.
Tbesouraria das Loteras para o fundo de
emancipacio e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Deseab 4 1886.
O tbesooreiro,
Francisco Gon?lves Teires
EMPREZA DO (iZ
Pede-se aos Senho
res consummidores que
queiram fazer qualquer
comunicaco ou recla-
maba), seja esta eita no
escriptorio desta empre-
za ria do mperador n
29, oiide tambem se re-
ceber? qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrador.es
externos sao os Senhores
Herraillo Francisco Ro-
drigues Freir e Maaoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
Sos Car.valho.
Todos os recibos
desta empreza devero
serpassado em taloes
carimbados e firmados
pelo gerente sem o que
nao tero valor alguni.
George Windsor,
(rente
^SEGUROS"
MARTIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenlx Per-
nambucaaa
Ruado Comme.rcio u. 8
(OnM\IUA t i] Roi
NORTHERN
de Lonilrt" e Aberdeen
roNicao flDnnceira (dezembro I *S5)
SEGUROS contba FOGO
EST: 1803
Edificio e mercadoriai
Taxas baixat
Eromplo pagamento de prejuitoa
CAPITAL
fia. 16,000:000*000
Agentes
BRQWNS&C.
N. r>Ra ao CommercioN. 5
THEATRO
Capital oubsciiptc 3.000,000
Fundos aecumulac 08 3.134,348
Beceila unnual i
Di pre uios contra fogo 577,330
De premios sobre tridas 191,000
De juros 132,000
0 AGESTE,
John H- Boxaell
KUA IIOCOHHERCIO n. SG1* IMUM
Geinaii p Siiro FHibiiK
AGENTE
Hipel Jos lves
N. 7RA DO BOM JESS-N.
SefcaroH martimo* > terrecer*
Nestes ultimo a umet '^itapinhia aesta prac*
que concede os trs. scgnrud s ieempciods paga
ment de prc-mio etn eada timo air, o qn*
equivale ao iiiwuto de ceroa tt IS po.- -
avor dos segurados.
doa and fftraslllan Oa
Limited
Ra do Commercis a. 32
Sacca por todos os vapores sobre as es-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
rn Lisboa, ra dos Capellistas n 75 No
Porto, roa dos Inglese*. -
EMPREZA ARTSTICA
:qmpanhi& de zarzuellas
hespanhla
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. Antonio flel Valle
Grande e extraordinaria
l'ilIKTil!
llui ta-feira, 28 do eorrenl
BENEFICIO
A 1 TIPLE ABSOLUTA
D. JOSEFA PL
Detejosa de mnuifVstar ao guiante publico des-
ta capital a profaada sympatbia que me inspira e
a bomenagem de respeito e admiracSo qae lbe tri -
boto, resolv por 8ib a prJteccao das amavel
e vlriua laman a ociedade de
Pernambar a minha PESTA ARTSTICA,
escolhendo para ella as pecas constantes d'este
programo.
Benvolas e admiradoras di arte, espero que
coIberSo gentilmente a miuh humilde dedicato-
ria, prova ingenua de reconbecimeuto e gratidao
Josefa Pl.
PROGRAMMA
Estra
Actos 1 e 2" da appa^atosa e divertida zarzue-
la cmica baseada sjbre a conhecida e reputada
obra de Julio VerneO Filhos do CapilUo Grant,
e transplaniada pelo distiocto dramaturgo D. Mi-
guel Ramos Carrion, com msica do notavel maes
tro Caballero, denominada :
LOS SOBRINOS
DEL
(Mili GRiT
PERSONAGENS
Soledad, madrilea....... Sra. Pl.
K^tti, escoccea............ Hra. SacHnellcs (A)
La portera............... Sra. Duelos.
El medico Mirabel........ Sr. Garrido
Sir Clyron, escoces........ Sr. Iirynos.
Mochila, teniente ret'.rudo.. Sr. Dur.-.n.
Escolstico............... Sr. Manso.
Um general chileno....... Sr. Ramrez.
Um commandante........ Sr. Jordsn.
Visinhos, visinbas, marinheiro, grumetes, sol-
dados, chilenos, chilenas, fumistas, coro geral e
tcompanhamento?
Ttulos dos cuadros
Acto loEl canuto. Cuadro 2A bordo do
vapor. Acto 2oViva Chile. As fumistas. Cuadro
4oCuatro tiros.
No 2* acto baiiar-se-ha o precioso bailado chi-
leno
U R1IIESI
pelo Sr. Ramrez e sua interessante eenbora, que
com tsda gentileza se prestam fizer este obse-
quio BENEFICIADA e ao dstincto publico
pernambucano.
* -Acto 3* da applaudida zarzuela
Espera-sede N*-->-or
News, at o dia 6 le Maio
o qual ] eguir ;,>;>! da
demoranecasairu pa
Baha e Rio de antro
Para carga, passagens,eicm nenias idlahein
frete, tracta-se com o
AGENTA
Henry Ifarstcr k C.
N 8 RA A) COMMERCIO 8
1 anda
Dampscliinalirls-iesellsehafl
0 vapor Valparaizo
E' esperado dos por-
tes do sul at o dia 2
de Maio e seguir ds
pos da demora necci-
aaria para
Lisboa e Uambnrgo
Para pasagens, tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmanij & C.
RA DO COMMERCIO N. S
i* andar
Companhia Dahiana de navea-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, tenedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
Segu impreterivel-
mente para os partos
cima no dia 2 7 de
Abril, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o I i
DE
MaTegacSo Costeira por Vapor
Rio Fjjrnitsfte Tamandar
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
8egue mo dia 29 de
Abril, pelas 4 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
tia 28.
Encommendas, passagens e dinheiroe a frete
at s 4 horas da tarde do dia 28.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Peraamhn
____ eana n. 1*
HARGEIRS MWHs
Companhia Franceza de Xa vega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lia-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
OyaprvD fle Macelo
Commandante Panchvre
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Maia, se-
gumdo depois da indispen-
aave) demora para a Ba-
ha. l$> de Janeiro
e Santo*.
Roga-se aos Srs. iir.portaderes de oarga p"los
vapores desta linha,quciram apreseatax dentro de 6
dias a contar do da descaran das alvareng:> :...'.;-
quer rcclam&cao concernent.? a volumea, qud po-
ventu a tenhatn seguido para os portos do sul.atim
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
sarias.
Expirado o referido prass n compaahiaea n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: trata-se com o
Augusto Labilie
9 RA DO COMMERCIO ?
Leilo
k movis, I^fa, tlm e es*
os
Constando de i piano de armario, um mobilia
composta de 1 sof. 2 contlos, 4 cadeiras de bra-
cos e 12 de guarnicao, um rico espalho oval, qua-
dros. jai ros, sementinas e tapees.
Urna cama franceza para casal, 1 toilette de
Jacaranda, 1 lavatorio com pedra, 1 guarda-rou-
pa, 1 guarda-vestidos de amarello e 1 commoda.
Urna mee* elstica, 2 guardas-louca, 1 guarda-
comida, 2 aparadores, 12 cadeiras de junco, 1 ap-
parelho para jantar, 1 dito para cha, capos call-
ees, garrafas, compoteiras, garios e facas.
Lma mesa de cosinha, trem da mesma e amitos
outros objdetos de casa de familia.
Quinta felra, ''do corrente
A's H horas
Na ra doViseonde deGoyanna 61
O Sr. Joo Louieiro e sua familia tendo de ret-
rr-se para o Europa, farl leilo por intervenei*
do agente Aifredo Guuiares dos objectos cima
mencionados.
A entrega ser em acto continuada^
Pra Camossim
Segu no dia 30 do cerzeoe a escuna Joaquina,
reecbe carga ; a tratar com o Pessja, ra da
Moeda n. 1.
LELLv
Agente Pestaa
Le' la* >
be 1 importante bilhar com todus os seus per-
tences, 1 guarda roupa, de amarello, 2 secretaras
de mogno, 2 carreirss de atrarello, 1 fiteiro de
dito, 1 commoda enverniaada d preto, 2 toilletes
com pedra, 1 jardiueira de Jacaranda com pedra.
1 par de consolos com p dra, 2 camas para meni-
nos, 1 cama frauceza para casal, diversos mar-
quezoes de amarello, novos e usidos, 1 armario,
1 par de aparadores de dito.
Bancos para jardn), m^sas de amarello e de
louro, 2 cadeiras de bracas, de Jacaranda, 2 em-
panadas da rame, 6 candieiros para gas, 3 bra-
cos para ditos, 3 registros de ditos, urna porcode
bebidas de varias quahdades.
Molduras douradas pra fazer quadres. juuee
para fazer palha para empalhar cadeiras, i pron-
sa para copiar com a mesa, 1 mesa redonda com
tampo de pedra e columna de ferro, 1 armaco de
ferro com pratelleiras proprhs para "dispensa e
muit :s outros objectos que se ucharo patentes no
acto do leilo.
Quinta-felra 3 ^ do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Bom Jess n. 14
E
rn
Agente Pestaa
Leilo
De urna meia agua sita a ra do Padre Fio-
riano n. 7t, a qual rende 12*000 mensaes e aere
vendida livre e desembara;ada de qualquer
ODUS.
luana felra. 91 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Vigario lenorio
n. 12
Oiitinuaao
Da armaco e mercadorias da !oja da ra Jo
Duque de Caxias n. 66, para liquidacao final ao
correr do martello.
QuinU-feira 28 do corrente
A's 11 horas
POR INTERVENCO DO AGENTE
Martins
Leilo
encommendas e dinbei-
diado dia 27.
Para carga, passagens
ro a frete, trata-se na
7Ra do Vigario7
Domingos lves Malhens
COHPt.\UIA I'LHMBBSIAM
DE
Waregaco costeira por vapor
fORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 28 ai-
Abril, s 5 horas da
tarde.
Kecebe carga at o
dia 27.
Encommendas, passagens e diubeiros frete ate
3 horas da tarde do dia 28.
ESCRUTORIO
Ao Cae da Companhia Pemambucana
n. 12
4s
JAN
..
A'M 6 luirs.
Frenos do costme
Haver trens para Apipucos e Oiinda e bonds
para todas as linhas.
Nota A BENEFICIADA pede deroulpa s
Exmas. familias pela falta de nao ir pessoalmente
as suas residencias, 'o que nao faz em virtude de
uas oceupacoes de familia.
Os bilhetes se achara venda desde j na bi-
Ihetara e em poder do Sr. administrador do thea-
tro.
Royal Mail St am Packet Ceipaiy
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 toneladas de registro
Salina do porto do Rio
de Janeiro no dia 1 de
Juobo prximo com es-
cala para Babia e Per-
nambuco, seguiodo depois de pouca demo
ra com malas e passageiros para
LISBOA E SOUTHAMPTON
Desde j recebe-se encommendas par
camarotes na
AGENCIA
Ra do Commercio n. 3
1 andar
A damson Howie &C.
AGENTES
Coenps.^la Bras i le ira de Nave
aciio a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sul
at o dia 27 d Abril, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portee
do norte at Man 02.
Para carga, passagens, i-DcoDmcndtta o valere.-
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
COIPA\!IIE Dli? MIWMAWK-
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-se da Eu-
ropa at o dia 4 de
Maio seguin-
do depois da de
mora da costume
para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Baha
Lembra-s: nos senhores pa9sagcirnt de toda*
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que s se attender as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
silo da descarga.
Para carga, passagens, encommendas 1 dinheirt
frete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Labilie
9-RA DO COMMERCIO-9
O agente vender para liquidacSo ao correr do
martello o seguintK : mobilias, aparadores, guarda-
loucas, fiteiros, raarquezoes, marquesas, camas
francesas, commodas; espelhos, lavatorios, mezas,
jarros, qaadros, loucas, vidros, candieiros para
gaz carbnico e kerosene, fazendas, miudezas c
outros artigos.
No armazem ra de Pedro Affonso n. 43
Terca-felra. 9 9 do corrente
Ag-ente Britto
A's 10 e Ij2 horas
Leilo
De bonB movis, loucs. vidros e quadros
Constando de urna solida mobilia de Jacaranda
a Luiz XV com 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas
de bracos, 2 ditas de bal une d, 1 sof, 2 consollos
e jardineira com pedra, C quadros cleegrphias, 4
pares de jarros finos, 4 ditos de louca par 1 plaa-
ta8,_ 1 toilett de pao setim, 1 rica cama franceza
de Jacaranda com bonita talha, 2 marquezoes, 1
cabido de columna, 1 lavatorio de amircllo, 1 lus-
tre de metal para kerosene e diversos tapetes.
Urna mobilia de junco de encost alto e consol-
Ios com pedra, 1 importante guarda vusti'os de
amarello, obra muito bem acabada, 1 guarda rou-
pa de amarello, candieiros de gaz e 1 banca ce
amarello.
Um guarda louca de a nareo, 1 guarda prata
de mogno, 1 mesa elstica de 6 taboas, cadeiras
para salla de jantar, 1 quartinbeiro, aparadores,
louca de jantar, vidros, 2 fruteiras de vidro. 1 ba-
ca grande de folha e outros muitos movis.
Quarta leira 27 do corrente
A's 11 boras
No 2- andar do sobrado n. 37 da ra larga do
Rosario, entrada pla ra estreita do Rosario
0 agente Martins, autorisado por urna familia
que se retirou para Europa, far leilo dos movis
e mais objectos cima queforam transportados pa-
ra o referido sobrado ra larga do Rocario e se-
rao vendidas ao correr de martello.
Agente Burlamaqiri
Leilao
De um sobrado de 2 andaras ra de
Marcilio Dias n. 121, em solo proprio,
e urna casa teriea do largo da Casa For-
ti n. 27, em solo foreiro. com baetantes
commodos, 3 portas de frente, com co-
sinha e grande quiutal-
A's 11 horas
No armazem da ra do I operador n. 30
O agente cima, por mandado e assistenci* do
Exui. tir. Dr. juiz de direito ile orphos. a rfque-
rimento do inventariante, levar a leilo o sobra-
lio acuna.
Quinta feira '8 do correnta
i:ui continuavo
vender 1 piano, 1 cofre, pranchoes de pinho de
diversos taniauhos, prean e machina para copiar,
c-niir iit-inia e outros mais que estnrao patentes
110 ..cto do leilo.
Leilo
De 1 escaler, 1 salva vida e 1 pao a curvo'
salvados do vapsr Bbia.
QUARTA-EEIKA, 27 DO CORRENTE
A's 11 horas
No Arsenal dv Marinhu
O agente Modesto Baptista, por mandado do
Exm. tfr. Dr. juiz do commercio, a requ?rimento
do Dr. curador de ausentes, far leilo do que
cima se declara.
Leilo definitivo
Do sobrado de 3 andares n. 25 a ra do
Livraraento em terreno foreiro.
Quarta-feira 27 do corrente
A's 11 horas
RA DO IMPERADOR N. 22
O ageste Stepple por mandado e asistencia de
Exm. br. D. Juiz de Direito Privativo de Orphos
e ausentes a requarimento do Sr. Joo Goucal-
v-'s de Souza Uiiri credor d > espolio de Jos
Maria Perreira da Cuaba, levar a leilo o sobra-
do cima em solo foreiro, os srs. prtendentes des-
de j podem examinai o dito predio e para qual-
quer imf rroaco o mesmo agente dar.
AVISOS DIVERSOS
Aliiga-se casas a 8U(0 no becco dos Coe-
ihos, junto de S. Goncallo : 11 tratar na ra ds
linperatriz n. 58.
Alu?a-be a casa do Dr. Castello Branco, sita
ra de Mathias Perreira, em Oiinda ; chaves
para ver, est na luja de barbeiro contigua ao
mesmo predio, tem agua encanada e bons com-
modos : trata-se no Recite, ra Duque de Caxias,
esjriptorio n. 23.
= l'rtcisa-s-3 de urna ama
Jess n. 42, qaarto andar.
na ua do Bom
Leilo
QUINTA FEIRA, 28 DO CORRENTE
A's 11 lioras
No Ioandar da ra do Livrameuto n. 7
O ag nte Modesto Baptista, autorisado compe-
tentemeute, far leilo de t mobilia de mogno com-
posta de 1 sof, 2 consolos, l jardineira, 2 cadei-
ras de brafo 1 12 de guaraico, 2 murqueze?, 2
aparadores, 1 mesa de amarello grande, 12 ca-
deiras di'junco, 1 b-del, loac, 12 copos, 12 cau-
ces, 5 quadros, 8 jarros, 3 candieiros para kero-
sene, 24 colheres, talheres, 1 tapete para sof
diversos artigos de casa de familia.
Leilo

De 28 caixas com velas terrinas avariadas
Quinta-feira 28 de Abril
A's 11 horas
Na ra do Bom Jess n. 43 o agente Pinto le-
var a leilo por conta e risco de quem pertencer
28 caixas com velas, doscarregadas de bordo do
navio Bruno & Maria o com avaria d'aqui do
mar ; as 11 horas do dia cima dito no escripto-
rio da ra do Bom Jesua n. 43.
Em continuaco
yender o mesmo agente
50 caixas com maiseo, 22 ditas erra cognac,
30 ditas com vinho do Porto e 40 barris eom vi-
nho verde.
- Preciaa-se de um menino de 10 a 12 annos
de idade, que t nha pratica de molhados ; na ra
do Visconde de Goyanna n. 60.
AMA Precisa-sj Ue urna, de noa conducta
para cosinhar e lavar para pouca familia ; Da ra
da Matriz da Boa-Vista n. 3.
AMA sx Precisa-se de urna ama para co-
sinhar em casa de pequea familia ; a tratar na
rna do Bom Jeeus n. 50, 2- audar.
Offerece se urna moca para acompanhar urna
tsmilia que se retire para fra da provincia ou
mesmo para algum engenho perto da ciclado ;
quem precisar dirija so ra estreita do Rosario
n. 42, 1 andar.
Aluga se a casa da ra da Cunceigo n. 2-A
do povoado da Toire ; o 1" andar t> a loja da ra
do Padre Pioriano n. 09, e a loja da travessa da
Bomba 11. 4 ; na ra do Apollo n. 4.
= Vcnde-se um depcsito de cigarros, Da ra
estreita do Rosarlo n, 15 : a tratar no mesmo.
A pessoa que quizer adiantar a quantia de
G8J00O para a alforri* de urna escrava que sabe
lavar, engommar e cosinhar. para a escrava Ihe
pagar com sens hcrvicos, dirija-sc a ra do Mr-
quez do Herval n. 23, loja.
= Precisa-bc de um menino para casa de fami-
lia, de 10 a 12 annos, que d boas informacoes :
na ra do Rang"! n. i'.
Arrenda-se o sitio das Jaqueiras, com gran-
de casa de vivendi, todo cercado, e mais tres
pequeas no mesir.o correr, serviudo perfeitaav-n-
te para pensio ou hotel : a tratar no mesmo sitio.
Quem achou
Perd-.u-ic doue pequeuos livro3 de recibos de
talo, com as rubricas da Baronesa de Bemfica,
um e outro com a de Jos de Olive-ira Castro :
quem os achau, querend > restituil-os pode leval-os
ra de Santa Ceeilia n. 18, que muito se agra-
decer e se reeomp'nsar, e nao pin nproveitar
seno aos interessados.
Caixeiro
Precisa-se do uai menino para caixeirj, com
pratica du tavema, que d fiador sna conducta,
orefere-st! brasileirj ; a trat .r no Caminho Novo
numero 91. ^^_^^^___^^____
Engenho vSerra-nova
Arrenda-se o engenho S< rra-r.ova, na freguezia
de Agn.'i i'tt.'U, ditiant'.1 um quario de legoa da
estacao de Pregmc^ moeute e correte, cjm hoa
mscliir.'. a vapor, bons terrenos para plaotaces,
podendo safrejar 2,000 pes anmmlmeute ; tra-
ta-se na ra Primeiro de M.irco 11. 17, 1- andar.
Kiosque
Trnspassa-se nm em b' m lugar ; infbrma-se na
traversa d Aneo! de Guerra n. 9._______
jasi de Gra^a
Vende-se uina mobilia estufada, fjrrada de seda
e com pregos duurados, por ter o dono de embar-
car ; a tr.tar na ra das Trincheiras n. 24, 1-
andar, com o Dr. Claudino de Mello.
r^Biwi


m
6
Diario de PernamtHieoQuarta-eira 27 de Abril de 1887
Aluga-se
O armaiem e pavimento snperior da rna da
Moeda a. 35, muito proprio para deposito de ge-
neroa, aasim como a 2* andar da roa do Impera-
dor, n. 67, tendo excellenUs accomodacde para
familia, a tratar na roa 1. de Marco n. 20.
AMAS
Precisa-se de ama para coaiabar e maia servi-
coa de casa, e de outra para menino ; na ra da
Uaiao n. 31 A.
A luga-se
' A cata de ra do Pilar n. 37, com 6 quartoa,
4 salas, cosinha e apparelbo fra, caiada e pinta-
tada ha pouco tempo; tratar na ra da Impera-
tria n. 56.
Tinta prela
INALTERAVEL

COHHI \ICATH
PHARMACIA CENTRAL
38 Roa do Imperador 38
Pernambuco
Serve para escriptnracao mercantil e d 3 ou 4
copiaa de orna vea,
[9881 !"d 'QqflO'PHI'F
aataipnjv P ocT 'SS 'SJHVci i
tm 'oYtosrm -ai a 'fnnro
ciiTwtiqs aamanoj noinoa oa
VAV)i
9p OB503UI 8
|sR[ad 'soAijsagip sos8jo so Js;s3iom
[uiau jduco tuos 'sbubsii msn nara
I-iBaj mas opajEss xaa serp soonod
I m3 soptuno ors sofipue no so^naoaa
S01N3W1UU03
svoNwaa sauoid
SV3HUUONOO
sviovHuuoNaia
SBJ3JD9S sppiuuajng
sv
Engenhos e casas pa-
ra vender
Por precos bnratissimos vende-se :
O engedho Boa F, margem da estrada do
prolongamento. cm Burra de Jangada, movido a
agua, com boas trras.
Metade do Fortaleza, e tres legoas da estaco
de Catende, com casa de vivenda, distilaclo, es-
tribara, casa de farinba e de moradores, e cerca-
dos bons ; ambjs na comarca do Boni'0.
O sobrado de um andar e sotao, na ra das
Trincbeiras n 31.
A casa terrea n. 18 da ra de Santa Cecilia,
nova e com setao.
Aa casas ns, 1, 3, 5, 7. 9, 11, 15, 17, 19 e 32 da
travesa do Bandeira, na ra Imperial.
O sitio n. 3 da estrada de Jaboatao, com casa,
arvores fructferas e tres viveires.
A tratar com o Dr. Claudino de Mello, rus
das Trincbeiras n. 34, 1- andar, das li horas do
dia s 4 da tarde.
/BOfiDffOS ENGLGiifc,
ULYSSt ROY, em Coitrers (Fratyii
imitoPROUST, Siwr & Genn
i Jarran anUooooaTrnan d*aV4oe.................IWfrMnil a
* aancic-v> .eenciateCognafi'v lOOfnaoM fiOk
1 Pftrfuaioaiwratod'.aoil.loore,. 100 baaooa 300 B
? ImcdcIe df Wmm un tTa'i. ot truM bOO *
Depositarios em l^rnarntiicsi
"w.'Slaaa r_ -Uk siltta *. *
Cavara Municipal
Perganta-se aos eenhores camaristas que des-
tino deram a representaco que Ibes fizeram os
moradores da travessa de Fernnies Vieira, re-
clamando contra o feebameuto desta ampia emui-
te coneorrida ra, ordenado por sua senhorias.
A folha Provincia em seu n. 79, perguntou se fi -
caria assim ; e os, segundo o procedimento das
mesmas, respondemos pela afirmativa. ... Ver-
gonhoso parto leve a noiva !..
KANANGAdoJAPO
RIGAUD & C', PerfumisUt
PAHZS,' Rna Viviana, 8, PAR a
Mxtraclo de gananga
perfuma par o len-
co producto da
preciosa flor conbe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O sea delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, etpar-
gindo ao mesmo
tempo ao redor da
pessa que o nsa,
H suaves cmanaoes que revelan) distinecao
e elegancia.
A cha-te venda em toda a* Perfumara*
O. I.ui/u Uaria Pereira d
Man toas
Manoel Domingues da Silva mand* celebrar na
matriz da Boa-Vista, no dia 27 do c rrante, pelas
7 1|2 horas da maoha, urna missa pela alma de
D. Luisa Maria Pereira dos Santo?, stimo de sea
falleeimento, em Quipap, viuva do finado sea
presado amigo Marcomiro Pancacio Pereira dos
Santos, e para este acto convida aos prenles e
ami^os do finado e scus, que Ihe ser grato por
fefe acto de caridade.
mtWimBKmemwttmt^t^mma^mmmrmmmmtmtmKm
Veaenle-roroncl Aawlrelno ile
Castro na Brrelo
Mara Cavalcante d S Barroto, seus filaos,
fiihas, genro?, oras e netos, presentes e ausentes,
agradecen! a todos os sorgos e prenles que
acompanbaram os restos mortass de seu sempre
lembrado esposo, pai, sogro e svo, o t nente-co-
ronel Austnclino de Castro S Barre'.o. aa ceroi-
terio pablie, e de noto oa cocvidam para assis-
tirem as missas de eetiao dia, que maudam cele-
brar as matrizes de Santo Antonio do Recite e
de Palmares, no dia 30 do corrente (sobado), s
8 horas da manba.
AK^
PARA
O LENCO O TOUCAOO"
E O BANHO.
Tricofero de Barry
Garante-se que taz as
cer e crescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir oa de emblanque-
cer, e infallivelmento o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
V/IL*W
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaco official de
um Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
e dar odobro do tempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delirada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. rtnae rezas mais refres-
cante no banao e no guarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidSo e debilidade. Cura as
I dores de cabeca, os cansacos e os
denmnios.
larope ii Vida Je Renter So. 2.
TES D* CBiL-O. CZPOK DE USAL -*.
Cura positiva e radical de todas as formas de
enofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Afleccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas aa do-
Ma^aa do tiangue, Figado, e Ruis. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
restaura e reno va o svstema inteiro. 0 h
Sabao CnraiYO de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
gas a para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especios
em todos os periodos.
Approvados a autorisados pela inspect0
ria geral de hygienne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
mi DA FOETUNA
Aos 5:000f000
Bi heles garantidos
23 RA PRIMEIRO DE MARQO -23
M'srtin Fiuza C. tem exporto a ven-
da 06 seu.i afortunados biihetes garanti-
dos d Ia lot'.'ia da provincia a beneficio
da Sonta Casa de Misericordia do Re-ufe.
PRECOS
1 intfiro 35'00
1 terco 15000
:aa poreo de 1O0OO para
!m
1 inteiro 2^700
1 tergp 900
liua de leite
Ainda precisa-se de urna ama de leite ; na ra
do Alecrim n. G3.
Peitora I de Cambar
(*)
PRECOS
Sas agencian : rasco 2*500, li2 duzia 13* e
duzia 24*000.
as sub agencias : frasco 28O0, Ii2 duzia
15*000 e dozia 28*000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro
vincia Francisco M. da Silva & C, rna do
Mrquez de Olinda n. 23-
Engenho para arrendar
Arrendase o engenbo Serra, distante meia le-
gos da estadio do Cabo, mo com agua e tem
todas as obra3 <>m bons estado ; quem o pretender
dirija-se ao seo propietario no Kecife, ra Im-
perial n. 201). ou ao ~uceho Novo do Cabo.
Hadante lanoy NXIva
Hdame Fauny Silva, modista e costureira
i ruado Imftrad o.-50,1 andar; partindo para
Paris, no corrente mee aguard as ordena de suas
Esmas. reeuesits, e apr; Vfita a occasio para
agradecer h pr()t-;:';.1o considerai;o, que lhe dis-
pensaram as easaa :'om que teve transacoes coui-
merciaes, e deca: que nada deve a peasca al-
guna nesta praca, r que nao deixa pessoa algu-
ma encarreguda da su oficina de c >sturs e mo-
das, e que foi semDre nica cortadera e directora
nao tende m gm a substituisse ou repre-
sentasee, nato .ae todo o trabalbo era feito e ad-
ministrado po- "ii mesmo.
V\V\\\V\\\\\ //////*////ti
NOVO
; THERMOHETRO MEDICO i
de Lon BLOGR
ranrn.EaiAixO
\8yntentn p.rtra-ttcnsive!
Qd* nao experimenta TartapSo algasia
devidaacoDtracro dov. '.ro.
4rfpdo vi t-C^.rt tf Htlcir, at tW/
te sertmnro de '
<3Z~0j>
TiIm m Mr UstriaastM truca
UU ii.'HJl-a:
ik*"M c r.-;r.dp Cua de Instrumente
4e Ornrgie.
inda ea imu: 18, rea AUway, ea PiRIZ
L
Sssaatc en faniabN :
FRAN- M. da, SILVA & O
na uiacpaea Phermaola.
Os proprietarios es-
to preparados para
supprirem cok^ (car-
vo) por pre^o mode-
rado, entregando-se o
mesmo as casas das
pessoas, que compra-
ren* de 10 saceos para
cima,e tambem se ven-
de em saceos avulsos
na Fabrica do Gaz ou
na ra do Imperador
n.29.
O carvo coke sem
duvida nenhuma um
perfeito desinfectan-
te ; na sua combusto
nao faz fumaba que in-
commode. e nenhuma
outra substancia soli-
da combustivel pode
ser comparada com o
mesmo em economa
efficiencia e limpeza.
E tambem especial
para qualquer fogo,
forno, ou caldeira a
vapor que tenha cha-
min.
Vende-se da mes-
mo modo alcatrao
(Tar) em latas, bar-
ris, etc., etc., que de
grande valor, espe-
cialmente nos climas
quentes, como este
para perservac,o do
ferro, da pedra, lij-
los, ladrilhos, asphal-
tos cu para effeitos an-
ante-spticos.
Outro &im, ha a ven-
da, por prec.0 muito
diminuto agua de
amonio, que o me-
lhor preparado para
destribuic,o das sa-
\as, forminas, tem a
mesma benfica e* di-
recta influencia sobre
a vegetao supprin-
do o mais salutar ele-
mento fertilisante,
Qualquer informa-
ticularidades se obte-
ro na fabric i do gaz,
no escriptorio ra
do Imperador n.29 e
pelos ns. telephonicos
39 e 40.
Vende-se no escrip -
torio da Empreza do
Gaz latas com tres
caadas de Tar (al-
catro) a U600 rs.,
promptas e soldadas.
Faz-se grande re-
duc^o no prec,o do
mesmo para as en-
commendas de quan-
tidades maiores, a
tratar ra do Im-
perador n. 29.
Vende-se ahi tam-
bem coke (carvo) em
saceos avulsos.
Ama de leite
x]Procisa-se de urna ama de leite ; na ra do
Aragao n. 35.
Paga-se bera
Na ra do Imperador n. 45, 1 andar, precisa-se
de urna boa cosinheira, urna engommadeira e um
menino para recado. E' de condicSo, dormindo em
caaa.

OS
PASTILHAS
De ANGELIM & MEJJTRUZ
as
as
s
0 Remedio mais efficaz e
Seguro que se tem descoberto ate
hoje par expeir aa Loo trigas.
FUERES
5*
fu

?s

es
HOQIU'AYOL
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparacio purameute ve]
jetal, tecro sido por mais de 20 anuos aproveitadae
com os melhores resultados oas seguintes moles-
tias : affeccoes da ^elle e do figado, syphilis, bou
bes, escrfulas, chagua inveteradas, erysipelas e
^onorrhaa.
Modo de nul ni
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
oendo-se aps cada dsc um pouco d'agua adoca-
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras ; tome-se um pilula ao juntar
Estas pilulas, de invencao dos pbarmacenticoe
Alireida Andrade & Pilhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornndo-
le mais recommendaveis, por seren um segure
purgativo e de pouca dicta, pelo qne poden, ser
isadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
** lrosara de Parla Nobriulio t
^t BBA DO MARQDEZ DB OLINDA 41

" Medalha de Ouro oa ExposioSo universal 1878
t*
'sn^issa*^
%i
Sem dieta esem modifi-
ca cocs de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde d.
Rio Branco n. 14
Esquina da ra do Reyente Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pliar
maceutico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corle.
Repblicas do Prata e academia de industria d<
Parir.
Elixir de irnbiribina
Restabelcce og dyspepticos, facilita as diges-
toea e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hj poem
intertropical, rtconstitue os hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e rnutaraba
Muito recommndado na bronchite, na bemop-
tyse e as toases agudas ou ebronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas df
1 aran jas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nismo, na fysica.
Pilulas ante-periodicas, preparadas coca
pererina, quina e jabrandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re
mittentes e perniciosas.
Vinho de jurubeba simples e tambem fer
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammaces do figado e bac
igudas ou ebronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
AppKcado as cocvalesccnctis das parturiente
retico antefebril.
Francisco Manoe da Silva &G.
RA MRQUEZ DE OLINDA-
ELIXIR
de
T.
(DitjemttM
i Pepminm, MHamtaam a CHlrurfi altiaHnmm)
coNTi,. Aa
MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
l a sucessso demnistrirfa siperbridM deste madlcimento psra excitar pitltefizer digerir. Hit:
DYSPEPSIA r VMITOS j, DYSENTERIA
CLICAS T ACIDEZ DO ESTOMAGO
T
4charnee expostos venda os biihetes da 16.
lotera das Alabas
Sorte grande
i5:000&000
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as casas da Fortuna, ra ], de Mar^o
n. 23.
Casa Feliz, praca da Independencia
ns. 37 e 39 e na ra lars*a do Rosario
n. 24 A.
O dia da extracto ser brevemente
annunciado.
PHARMACIA CENTRAL
3Ra do Imperador33
Tendo passado por urna completa reforma acha-se montada a aatisfazer coa
promptidao as indicac5':s medicas, tendo para esse fim raeclicamentos ci pri.neira qaa-
jidade e especialidades pharmaceuticas dos primeiros fabricantes.
DE
WOLFF
N. 4--EA DO
& c.
'--N. 4
Ve*te limito ouheeido e*|uln-leeimen-
(o cncnlt' r o respeitavel publico o mais
variado e completo sortimento de JOIAS
receF.idas sempre directamente dos aellio-
res fabricantes da Europa, e qu primam
pelo apurado gogto do mundo elegante,
Ricos aderecos completos, liadas pulsei-
ras, alflnetes, voltas de ouro cravejaa* con
brllhantes, ou peroias, aaneis, cacoleta,
botoes e ontros uiuitos rticos proprios
des te genero.
ESPECIALDADE
Um relogios de ouro, prata e nickelados.
para horneas, seukoras e meninos dos mais
acreditados fabi-ieant.- da Europa e Ame-
rica.
Para todos os artigos desta casa 45 rao-
te-se a boa qualidude, assim como a modici-
dade nos preces q?i- sao sem competencia.
.Vesta casa tambem concerta-se qual-
quer obra de ouro ou prata e tambem r-?lo-
gios de qualquer qualiuade qu** seja.
4Ra do Gabus4
o


m
m

2 J. r-A.xj ;
" SOROCOS fFRANCA)
t| Depsitos em Mas >s tandas de Comestibles. #-
te*3*o*eeooot)*o
XAROPE
VINHO DiJURUBEBAl
BARTHOLOMEO a C
Pharm. Pernambuco
Onico preparados do JRUBF.BA re-
commendados pelos Mdicos contra as
SoenQas do Estomago, rifado Baco
e Xnteattnoa, Ferda do Appetlte.ctc.
15 Annos de bom xito!
EXIGIR A ASSIONATR/.
Compras por atacado
Pettoral de Cambar
tem precos especiaes para acuelles que cooipra-
rem grandes porcoes. Dietnbn> m se impressos
qut m os pedir, contendo as condiyoc de vendas :
na ra do Mrquez de Olinda .,y.3 drogara dos
aicos rgentes e depositarios geraes
Francisco M. da Silva Si C
PILULAS
B'ema.grixi.osas
JURUBEBA\
BARTHOLOMEO & G1
Pharm. Pernambuco.
Cur&o a Anemia, Florea branc
Falta de Men.truaijo,
s Debllldadea ePobreza de sangue^
i Escigir a. a3si5rn.atu.ra,
/)a*^ De todas as lazemlas existentes oa antiga casa de
Os seguintes artigos comprova n; a realidade em vista dos sens presos
Cortes de fust3o para coletes, a 1^000, 1,5200 e ljJSOO!
dem de casernira de cores, a 2$000, 2^1500 e 3)5000!
Casemiras pretas e flanellas, a 800 rs-, 1^1000 e 15200 o covado, urna largura!
dem diagorjes, a 2^000, 2^200 o dito 1 duas larguras.
Brins de puro linho, de cores, a 800 rs. e 1^000 metro 1
dem idem, branco n. 6, a I"500 o dito I
L5s de todas as quaiidades para vestidos, a 200 e 240 rs. o covado em reta-
Iho para acabar.
Cachemiras idem, a 400 e 500 rs., o dito !
Setins de cores, a 600 e 800 rs. o dito !
Fust3es branco e de cores, a 250 e 320 rs. o dito !
Meias alvas pura meninas, a 25O a duzia I
Camisas inglezas, finas, a 36f$090 a dita!
dem francezas, branca e de cores, a 24$000 a dita '
Guardanapos grandes e de linho, a 35500 a dita I
Ceroulas bordadas, de 200000 (para acabar) a 125000 e 15->000 a dito !
Espartilhos, de 8(5000 e 100000 (vende-sel a 40000 e 5S000 1
Madapolao americano, a 60000, pecas de 20 jardas !
Esguioes para casacos, a 40000 a dita de ditas I
Cambraia8 brancas bordadas, a 50000 e 50500 a pe$a !
Grandi sortimento de chapeos para senhora, a 40000 e 50000 para liquidar.
Fichs e capaB de 13, a 20000, 40000 um -
Bramantes de linho puro, de 30000 (para acabar) a 20000 o metro I
Setinetas, a 280 rs de todas as cores.
Pannos para mesas, atoalhados brancos, algudoss, e finalmente liquidare-sa
odas ss fazendas por menos 40 /0 dd seu valor as que tstiverem abertas ss pegas.
Antiga casa
DE
CMNEKO M CNHA
59Ra Duque de Caviasa!)

r mm











i.
Mario de PernambocoQurta-Mra 27 de Abril de 1887
Aligi-se
urna casa eom eommodos par* grande faajilia, t
litio arborisado ; na Ponte de Ucba n. 10.
Taga-sc barato
Xoa do Guararapes n. 96.
Ra Viaconde de Itaparica n. 43, armaseis.
Bna do Viaconde de Goyanna n. 163, com agua
Largo do Mercado a. 17, loja com agua
Boa Viaconde Guyana* n. 167, com agua e gas
Boa Coronel Suasenna n. 141, qnarto.
Tratk-se na ra do Commercio n. 5, 1" andar
iptorio de Silva Guinarca & C-
Ama
Precisare de tuna boa eoainbeira, para casa de
peqoana familia ; a tratar na Caea da Compaohia
o. 2. Prefere-ae eacrava e deve dormir em casa.
Precisa-e de ama ama para coainhar e com-
prar ; na ra Primeiro de Marco n. 25, loja.
Aluga-se
a caaa terrea ra do Vitconde de Alboquerque
n. 170 e a loja do predio rna do Mrquez do
Hcrval, travesa do Pocinho n. 33 ; a tratar no
argo do Corpo Banto n. 4,1 andar.____________
Vinho da Mourisca
roprlo para mesa
Joao Ferreira da Costa, ra do Amorim n.
64, acaba de recibsr nana partida de viches em
cascos excessivamente grandes, e como deseja
tornar bem conhecida ata superior qnalidade, que
se faz recommendado pela aua pureza e bom pa-
ladar, resal ve vender esta remessa no eu esta-
belecimento em harria de quinto e de dcimo, por
precos mnito raioaveis, para o que cbamam a
attenco dos aenboree apreciadores, aasim como
aoa donoa de botis.
Em retalbo vndese em casa dos Srs. Justo
Teixeira & C. Succeasores rna ia Penha n. 8
Menina e menino
Preeisa-se de urna menina de 10 a 12 annos de
idade, para casa de familia, para andar cam urna
crianeinha de dous annee, trata se bem e d-aa
de vttr, e o menino para faaer compras, median-
te nm pequeo ordenado mensalmente ; a tratar
na ra Velha u. 36, oll-gio. _______
Ama
Preciaa-se de ama eoainbeira
po Santo n. 17, 3- andar.
no la reo do Cor-
Ama
Precisa ae de urna ama para servidos domsti-
cos a tratar na ra da Boda n. 16.
Aviso
J. C. Levy avisa
Ernesto .&
Ama
Preosa-se de ama ama para cosinhar ; na rna
de Pedro Aftouso n. 68, antiga da Praia.
Ama
Precisa se de urna ama qne compre, cosinbe e
engomme com perfeico, para duas pessoas, e que
durma em caaa ; a tratar na rna de Gervasio Pi-
res n. 91.
Ama
Procisa-se de urna ama para engommer e mais
oatroa servicos internos, pretere-se que nSo saia
ra ; na ra da Princesa Isabel n. 6.
Ama
Precisa-so de urna ama para cosinhar ; na iua
de Santo Amaro n. 14, s.brado.
Ama deleite
Tinari iflue
PARAT1NGIR A
barba e os cabellos
se11 tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, daadu-ibes urna bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Fre-es, successores de A
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da (,'ruz
n. 2--
Professor
Precisa-se de nma
rna dos Pires n. 53.
ama de leite ; a tratar na
Ao publico
O bachercl Joaquim Cavalcante Leal de
Barros enema mathnmaticas pelos novos
programmas e prepara alumnos para exa-
mes na corte.
Tambera se propoe a ensinar em casas
particulares outras materias.
36 Ruar da Palma-7 9
Ensino primario e secundario
Urna pessoa habilitada cfferiee-se para ensinar
em algum engenbo as seguintes materias : por-
tugus, trance*, latim, historia, philoscphia e pri-
meiras lettras. PJe acr procurado na ra Impe- :
rial n. 17.
Pelo presente communico que assumi o com-
mando do palhab-te hespanbol Dos Hermanas,
desde o dia 20, tendo ee retirado do mesmo o ca-
pito D. Juan Mol, fcando pagas todas as contas
relativas ao referido navio. Pernambuco, 21 de
Abril de 1887.
Tomaz Mascar.
Fabrico de assucar
Apparelbos econmicos para o cozimen-
t; e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo mdico em preco e el-
fo divo em operaclo.
Pdese ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, melhorando muito a
quadade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraos,
ma;hiniamu aperfei^oado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especificarlos e infurmacoes com
Browns C.
5RA DO COMMERCIO-5
Piano
Compra-se um piano pequeo, forte, d e res cor-
das, em bom estado de conser vaco, qnem ti ver
ppareca ra"de Marcilio Das n. 60, loja.
Cruz das Almas
Em frente cbacara do Sr. r..m
Aluga-se ama casa com todos os commodos para
pequea familia, edificada a moderna, entre as
duas estacSes da via frrea ; a tratar na ra Pri-
meiro de Marco n. 25.
ao publico que
Leopoldo, ez-socios da firma J. C. Levy & C,
tendo tomado posse da massa fallida, responsabi-
lisando-se pelo pagamento aas credores, de con-
formidade com a concordata concedida e aceita no
juizo do commercio, fcando aasim livre e desem-
barazado perante os credores daquclla massa,
offerece seus aervicos aos seus amigos e freguezes
na pharmacia Central, roa do Imperador n. 38,
achando-se a referida pharmacia reconstituida e
premunida dos medicamentos mais novos e espe-
cialidades pharmacenticas de todos os mais acre-
ditados fabricantes.
AVISO
Concertara se machinas de costura de
qualquer fabricante, bombas e toda e qual-
quer quadade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PREQOS SEM COMPETENCIA
39-Rna ilo Bom-JBsns-39
Aos Srs. propietarios e edifica-
dores
Na antiga e bem acreditada olaris de Bento dos
Santos Ramas, rna ds Vieconde de Albuquerque
(outr'ora da Gloria) n. 85, encontrarlo os Srs.
propietarios e edificadores, os seguintes objec-
tos:
Ti jlos de a I ven aria batida.
Ditos quadrados de diversos tamanhos.
Ditos para forno de padaria.
Ditos de tapamento.
Ditos para cacimba.
Telbas.
O proprietario dessa conceituada olaria scienti-
fica aos interessadoa que todos os seus productos
sao manufacturados com o ezcellente barro d'agua
doce, do lugar Taquary, tornando-se por conse-
guate recommendaveis nao s para a sade, por
nao ser hmido, como o sao as d'agua salgada,
i mas tambera pela duraeao. Oatrosim, scientifica
igualmente, que a forma de suas telbas maior do
que qualquer ontra, sendo estas, ao meso.o tempo,
mais leves por nao receberem dorante o invern
grande quantidade d'agua, como succede com as
de barro d'agua salgada. Precos mdicos. 8T,
ra do Viaconde de Albuquerqae, outr'ora da GIo
ria, 87. Entrada pelo lado do caes, defronte do
paeaadico.
A quem precisar
Um professor particular, tica, cfferece-se para censor de algum collegio :
quem prca sar annuncie por este Diario.
Materiaes de conslrucfo
I* re vos redil/idos
A Companhia de EdifioacSo, tem resol-
vido d'ora em diante, para as vendas dos
productos da sua olaria a vapor do Taqua-
ry, o segainte:
Tijolos de alvenaria grossa,
formato commum, descarrega-
dos em qualquer caes, o mi-
lheiro
Ditos, formato irglez, idem
idem
Ladrilhos idem
Telbas communs, idem
As compras de cem a quinhentos mil
ros, terao um descont de cinco por cen-
to, e d'ahi para cima dez por cento.
Jatroph
Manipeeira
Esse medicamento de urna efficacia r conheciaa
no beriberi e outras molestias em que predomina a
bydropesia, acha-se modificado em sua prepara-
cao, medico desta cidade, sendo que somente o abaizo
assignado est habilitado para preparal-c de modo
a melhorar lhe o gotto e cheiro, sem todava alte
rar-lhe as propriedad;s medicamentosas, que se
conservan) com a mesma actividade, se nao maior
em vista do modo por qne elle tolerado pelo
estomago.
nico depoatto
Na pharmacia Conceicao, rna do Marques de
Olinda n. 61.
eserra de Melle
Eogoiiimadeira
|_Preciaa-se de ama engoraraadeira boa, qne
qaeira acompanhar ama familia para a corte : di-
rija ae a rna Imperial n. 108.
VENDAS
Cimento
220000
180000
35^000
380000
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
COSA RPIDA I CERTA PBLAI
Gottas Livoniennes
TROUETTE-PEBRET
GMM CBBOSOTB de FAI, ALCATRO de SORUBQA e BALSAMO de TOLV
Este preparado, mfallivel para curar radicalmente todas as Molestia das Vlaa
reapiratoriaa, recommendado pelas Notabilidades Dedicas como o nico efflcaa.
wico medicamtnto que alem de nao fatigar estomago, o fortifica, nconstitue t desparta
o appalit : duas gottas pela tnusi e tarde bastam para triumphar dos casos mais rtbeldot.
OEVE-aE EXIOIB f SELLO DE GARANTA DO OOVEJWO ntANCES
Deposite priicipal: TROlTiiTTE-PERRET, 264, bonlet1 Voluire, PARS
Depsitos em Pertsambueo: rSAN" HE. da SIXiVA 6. V, t su principis Pharmacia
Al,
Passageni da Magdalena
Fon8eca irraaos & C. vendem cimento inglez,
marca pyramide, e cimento hamburguez, por me-
nos proco que em outra qualquer parte.
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este encllente Whisky Escosses i. .erive
to cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
) corpo.
Vendese a retalho noa tu Iberes armaient
oolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADOcujon*
(ae e emblema sao registrados para todo o Brasil
________ BROWNS & C, agentes___________
Vende-se
um sobrada com bastante! commodos ra de S.
Jorge n. 13, com grande armazem no fundo com a
frente para a ra do Pharol ; vende-se tambem
urna casa terrea na mesma ra n. 33, com o fundo
para a mesma ra do Pharol ; a tratar na roa do
Baro da Victoria n. 65.
Cabriolets
Vende-se dous cabriolets, sendo um descoberU
e oatro coberto, em perfeito estado, para nm od
dous cavallos; tratar ra Duque de Caxiat
o. 47._____________________________
Yende-se
^K E^,PftPa8tadeatifrioios ^^
_RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBABIA de SOXJLJVC (Gironde)
DOM MAGUELONNE, Prior
2 MedaUuts de Ouro : Bruxellas 1880 Londres 1884
AB MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
INVENTADO
NO ANNO
Pelo Prior
Plerre BOtTRSA.TTO
O Siso quotidiano do Elixir Dentifricio
dos RR. PP. Benedictinos, com dose de
algumae gottas com agua, prevem e cura a carie
dos dentes, einbranqueceos, fortalecendo o tor-
nando as gsngivns perteitamonte sadias.
Prestamos um vordadeiro servic^i, assigna-
lando aos uossus leitores este anlipo e utilis-
s i ni o preparado, o melhor curativo e o nico
preservativo contra as Affeccoes den-
tarias.
CiSADi FOSiM U 1117
Agenta Geral :
Bne Bncuerie, S
BORDEAUX
Acha-se em todts as fco Perfumeras, Pharmaclis e Drogaras.
I
ios 1.000:000^000
200.0001000
100:0001)000
LOTERA
imt das ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PKOVINCU DE PERNAMBG0
Extraccas a 14 de Malo do 1B87
0 thesourciroFrancisco Gon^alves TVrrc
s
urna nerciaria em um
freguenia de S. Jos ;
Rosario n. 1.
dos melhores p ntos da
a tratar na ra larga do
Nuli de Riga
MATHUES AUSTIN & C, receberam ultima-
menta um completo sortimento desta madeira,
como sejam : pranches e taboas para assoalbo,
da melhor qualidade e de diversas dimensoes, e
que vendem por precos commodos, 6 reduzidos,
conforme os lotes ; no armazem do caes do Apollo
n. 51, ou rna do Commercio n. 18, 1 andar,
A' Florida
uga-se urna ezcellente casa e sitio ra do
Femfid ( 38 ; trata-se com Jos Antonio Pinto
Companhia Pernambucana n. 6.
Tamancos do porto
para homem e seohora. o que se pode desijsr de
mais aperfeicoado.
Scmciitcs muito novas
de hortalicas e ores
Selias
Amores perfeitos
Pocsi Mendcs & C.
(BE Ruu estieita do Rosario n. 9, junto a ign ja.
Ao commercio
Previno ao corpo commercial desta praca que
deizou de ser meu caizeiro Francisco Salvino da
Silva, Dlo qne deita data em diante nSo me res
ponsabiliso por qualqner tiansaccio por elle feita.
Recito, 26 de Abril de 1887.
Jos Custodio Goncalves Guimara.es.
CAJLRUBEBA
PREPARADO TMHOSO DEPURATIVO
APPB07AD0 PELi JUNTA DE HIGIENE PUBLICA DA GOBTE
Aulorisado por decreto imperial de 20 de Jonho de 1885
Composcio de Firmino Candido de Figueiredo
EMPEEGADO COM MAIOR EFFICACU NO BHEMATISMO
DE QUALQOER TATREZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LECCORKHAS OU FLORES BRANCAS, NA ASTHMA
bronchites (molestias das Tas respiratorias), nos soffrtmentos
OCCASIONADOS PELA 1MPCRBZA DO 6AKOCE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORMaS DA STPHIL18
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem produzido, attes-
tadas por pessoas de elevada posijSo social, fazem com que de toda parte seia elle
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, como ..-ondic.ao de urna circular;3o benfica e efficaz, eis em
qne consiste principalmente o meio mais seguro de conservar a sade e de curar as
nolestias que a impureza do sangue occasiona.
O Cajrvbbi, pela sua aojo tnica e enrgicamente depurativa, o medica-
mento quo actualmente pode conseguir esse resultado sem prejudicar nem alterar as
fanc53es do estomago o dos intestinos, porque nao contm substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que constituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, estao coroprovadas pelo testemunho dos dis-
tinotos e conhecidos cavalleiros que firmam os attestados, que este jornal tem publica-
do em sua seccSo ineditorial.
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
DPEDa3NTJUXmBXJGa
A' venda en muin ptarmaelrs do Brasil e tto eatraasrelra'

II
f
i >
^WJM^^J^i
GOTTAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUIL THOMPSON
A* Cora* mais netparadu iii deridat a erte PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por eieellwia de lodat a< perda? "r-TimwtidM
pelo orgaDtoo conseqnenres a EXCESSOS de PRAZERES.
MutMM Oottas do vtor aos orgaos Mxaaes dos doos sexos : carao iofallivelmsote adas as affeccfei
iuurnadna ESGOTAMENTO, (aas como Impotencia, Espermatorrh, Pardas mdiUiim, iU.
O Fraaoo : 8 Tranco* (em Franca.) yj
Fas* tumo nlo tnuxir a marca i fabrica rafietratia i a saitiiatun^Z'"m ramttmam
d*va aar rlgoroeamenf racosado. a^^""^ """
VAX xa, nanaaela Mire, roa. Xoebacboa&rt, SS. y nina.
Depositarlos aa r*rn*mbnco : FRAN" M. da SILVA <* C.
ln^^w^^ada(a^aaj>aiT^^^^><^^^<^^j><^jtA
Obras de vime e vinho
da Mourisca
Justo Teixeira & C. Succeasores, a ra da Pe-
nha n. S, receberam de Lisboa pelo ultimo vapor
os costumados cestos, balaios e roupeiras de vime,
elegantemente acabados, que vendem por prc,os
muito razoaveis e ao alcance dos senhores pieten-
dentes, pelo que cbamam a attenco; como bem,
tem exposto venda o exeellente vinho da Mt u-
risiM, o melhor vinho de pasto, actualmente neste
mercado, e que p->r sua pureza e superior quali-
dade, aoto tem agradado ; nao preciso recom-
mendal-o, elle proprio se recommenda
CASA
Aluga-se o 1- e 2- andares do predio n. 27 i
ra do Imperador, caiado e pintado de novo, tendo
bons commodos e agua ; a tratar na rna Duque
de '"axiaa n. 47.
Flaslo Goncalvea Lima
Angela Baptista Goncalves Lima, Maria Isabel
G'. ncalves Lima e Francisco de Paula da Silva
Reg (ausente), espos, filha e entedo de Flasio
Goncalves Lima, convidam aos seus parentes e
amigos e aos do tallecido, para assistirem as mis-
sas do trigsimo dia, as quaes terao lugar na
quinta-feira 28 do crrante, na igreja de N. S. do
Carneo, a 8 horas da manh. Agradecer cor-
dial mete Aa pessnas qne compurecerem._________
Joiii de Barrea Crrela Sette
Candida de Carvalbo Correia Sette, seu filho,
irmes e sobrinho agredecem todas as pessoas
qne se dignaran) acompanhar ao cemiterio publico
os restos mortaes do seu presado esposo, pai, cu-
obado e tio, Jos de Barros Correia Sette, e de
novo convidam a ledos seus parentes e amigos
para assistirtm a missa do stimo dia que man-
dam celebrar na igreja de S. Goncalo. s 7 horas
da manea de quinta-feira 28 do corrente, pelo que
g" confessam aumntainente gratos.
Aeademlco Dm nxo Ellxen de
amara I
O tnajor Claudioo de Almtidae sua familia con
vidam oa collegae e amigos do finado acadmico
Domingos EliVu do Amaral para oovirem ae mis-
tas que por sua alma sero celebradas a 7 1/2 bo-
las do dia 29 do corrente aa matriz da Ba-Vista,
bm Cfori a trmnrem luto uf eaee dia.
Roa iiuquc de Caxlas n lo
Chantase a attenco das Exmas. familias par
os presos seguintes :
Cintos a 1000.
Luvaa de pellica por 2(1500.
Lavas de seda cor granada a 24, 24500 e 3i
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 re. c
metro.
Albuns de 14500, 2f, 34, ate 8.
Ramos de flores finas a 14500.
Luvas de Escossia pera menina, lisas e borda
das, a 800 e 14 o par.
Porta-retrato a 500 rs, 14, 14500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 24, 24500 e 34 nma.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs
Espartilbo Boa Figura a 44500.
dem La Figurine a 54000.
Pentes para coco com inecripcao.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 124000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capella e veus para noivas
Suspensorios americanos a 24500
La para bordar a 24800 a libra
MSo de papel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a 18000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largara a 34000, 44000 e 54000 a peca
Leques transparentes a 34000
dem preto a 24000
Lindos Broxes a 34000 14000 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Licha para machina a 800 ris a duzia, (CBK;
Bordados com dois dedos de largura 600 ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 14200.
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos brancos pira s'tinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 14000, a 14500 a peca com
10 varas, barato..'
Albuns de chagrera, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 64, 74 e 8,1000.
Meias de Escossia para senborss, a 7 4500 o par.
Lencos de linho em lindas caixas,
Bico das libas muito fino proprio para toalbas
e saias.
dem japonez proprio para alvas e requets e
toalhas de altar.
dem brancos eom 5 dedos de largura, a 34000
a peca com 10 varas.
Calas com sortes de jogo de mgica proprios
para salfio, a 54000.
Sabonetes de deversas qoalidades.
Bolsas de couro para menina de eseola.
Collarioho de linho a 3C0 ris um.
ftrande pecblncba em eapartlltaoa
de linho a sSooo. um.
BARBOSA & SAONTS
Um bom negocio
Vende-se a posse de kiosque da ra Nova eo
p da ponte da Boa-Vis'a ; a tratar no mesmo.
0 mais Semilles, o rrf .- o ma.'.i f|Joa* des REVULSIVOS
nff-OXBI'EJS-S.A.-V^:'.. ai V* i^ttt.-i aR e ao, yiA.Ti,WT1t
USADO NO UfiOO IMTEIRO
A Caaa RIGOLIOT pede aoa Snr^o Ikc.. i compradora (rae SaliBn
VERDADEIR0 PAPSi HGOLLOT
fm tm coda esixst
t tm cada folba,
tra\ escripia
em fate incarn&dm
sFtmu.
Buhar
Vende-se um bilbar ern suhb pertenc&s, a pre-
90 commodo ; inforraaces no caes do Capibaribc
n. 42.
ARBVDLUqAO
0 48 tua Duque de Caxias
Chama a attengSo das Exmas. familias para um explendido sortimento de ta-
zendas que vende por prejos sera competencia.
E' bom ver-se para acredilar-se
Etaroine de la cora palmas de seda, 10^000, a peya.
Carabraia bordada cora 10 jardas, 5#500, a dita.
Guamiles de ve'iudilho bordadas a vidrilbo, 7(5000, urna.
Lindas cachemiras broche, IJOO, o eovado.
Cachemiras de cores, 800 rs 1)5000 e 10200, o dito
Damass de seda, 10400, o dito.
Setim Macau, 800 rs 10000 a 10200, o dito.
Dito preto, 10200 e 10400, 20000, o dito.
Gorgurinas de listrinhas, 320 rs., o dito.
Setim damass, 320 rs o dito.
Lidas I3s de quadrinhrs, 400 r3., o dito.
Ditas alpacas lavradas a seda, 320 rs., o dito.
L3s com listrinhas de seda, 560 rs., o dito.
Ditas com bolinbas, H00 rs., o dito.
Fustao branco, fino, a 400, 440, 500 e 600 rs. o dito.
Cortes de cachemira para vestido, 200000, um.
Cretones oscuros e claros, 240, 280, 320, 360 e 400, o eovado.
Algodao de duas larguras, 800 rs., o metro.
Bramante de quatro larguras, 10200, o dito.
Dito trancado de duas larg iras, 10200, o metro.
Madapolao gema de ovo, 6500, a peca.
Cortinados bordados, 60500, 70000, 80000 e 90000, o par.
Colchas bordadas, 50000, 60000 e 70000, urna.
Ditas de crochet, 80000, urna.
Grinaldas com rico3 veos, 100000, urna,
Leques de pao, pretos e de (Gres, 500 rs., um.
Ditos de papel, novidade; 700 rs. e 10000, um.
Artigos para homens
Cortes de easemira de cor para costurars, 250000 um.
Litos de dito' de efe para calca, 50, 60, 70, 80500, um.
Ditos de fust2o para coleta, 10000, 10800 e 20500, um.
Ditos de la e seda para colete, 60000, um.
Casemiras de cores para 10600. 30000, 30500 e 40000, o eovado.
Dita diagonal e alcochoada, 20500, 40000, 50000 e 60000, o dito.
Dita Sedao, 20800, o eovado.
Cheviots azul e preto, 10200 e 30800, o eovado.
Grande sortimento em brins brancos e de t'es, casinetas raole&kins, meas,
gravatas, 'neos e ootros artigos que se lembraro na preeenja dos fregu:zes.
Henrique da Silva Moreira.
mm
MEVRJL6T
Mm CICiSRS ESFft
OPPRESSAO
TOSSI
HHHnNi
4splra-ae a fila? qne penetra no pello acalma o symptoma nervoso, facilita
a expectoraca e arorlsa as funecea dos orgas respiratorios.
Tafianinuli ia -----' ~ -----------------------------------Paria
. pmmurot*m gHoMMUgB jmjEf" Jt*tS!QL*JS_
licenciado pela Inspectora Geral de Sjgine do Imperio do Brazn.
PREMIO NACIONAL
di 6,600 f,.
Grande Medalha de OURO

Encerrando todos os principios das 3
APERITIVO, TNICO e FEBRFUGO
quinas
Agradabilissimo e de superioridade pro-
rada sobre todos os preparados de quina,
contra a DepressAo de Forcas, as Af-
feccOes del Estomago, as Febres re-
beldes, etc.
*
0mesmo FERRUGINOSO
Recommendado eaitra o Depatjperamento
do Sangue, a Chloro ahemia, e as
CONSEQUENCIAS DO PARTO, etC.
Pars, 22, na Drouot, e as princlpaes Pharmacias do Mundo.
ILEGiVEL
1


Diario de PeroambocoQoarta-feira 27 de Abril de 18S7
i.
UTTEUTUfi*
La Mourke
Le lecteur no sera pas surpris d'appren-
dre que je suis forcment quelque pen
cosmopolita et polyglotte. L'autre joar je
me trouvaia a N^v York 6a je regardaia
dans Broadway paaaer une jeune filie qui
regardant droits et gauche r'epondait
par une lgre inclinatioa de tete auxsom-
breux chapeaux leves en aos hocneur,
marchant tranquille dasa sa fierte finini
se, qu' elle sail a l' abri de tout et de
tous.
Quelle grace I quelle lgance I Com-
me elle porte bien sa toilette Comme
un regard de sos baaux yeux captive ou
lace, selon 1' expreasion qu' elle lu don-
ne en fixant celui ci ou ddaigoant eelui
la. Quella fea, peuaez vous, quelle L)e3-
86 eas done descendue de 1' Olympe ?
Der exemple vous ne penaerez jamis a
un ange en la regarlant.
En effett, cette juune filie vous parait,
priori, si grande, si inacoessible, si ind
pendanta, si peu falta pour les luttea de
la vie relle, cra senleraent pour lea ex-
citation3 amusantes sun9 les quelles elle
ne sauvait vivre qu' ello peut que vous
nivrer, voua eblouir sana laisser dans le
coeur aueuu. Sentiment sreux.
C est qu' hlaa I ceito brillante idole
cache un vice honteux qui la rooge! Cette
deit manque d' un organe essentiel sans
lequel la femme eat moins que rien: le
ecur.
A. la place de cette importante parti de
notre tre elle a un corapto-couraut qui va-
re 8elou sa position sociale et le milieu
dans lequel elle vit.
Si elle est pauvre, tant pis pour 1' tour-
neau non {.mplemente pourvu de dollars
auquel un coup d'
pauvret, Misre. Pent tre fera-t elle
pes encor. Si elle est bello elle deman-
dara et obtiendra le divorce et continuera
sons la nom d'un second mari sa vio de
de folie et de dsordre.
II y a peu ie temps a un diner auquel
j'a8S8taia perche sur l'paulo de m
vieilla amia jai outeodu l'un des bommes
les plus haut piases et les plus iatelligints
du Brsil dir : que pour lui une femrae
qui ne sait pas faire la cuisina n'est paa
une femme. Reroarquez qaa cela ne veur
point dre que toutes les femmes doivent
faire la cuiaine, cela aignifia que tontea 1-s
femmes doivent pouvoir surveillez leur rn-
nage, voir ce que tout soit bien fait et
savoir au besoin prepara uu petit plat
pour un raalade. Peut tre cela tient il
aax rvolutions si frquestes en France et
qui oot aman tant de perturbations dans
les fortunes mais ce qu'iZ y a do cortaen
o'eu que ma vieille aime fut ravie d'enten-
dre parler ainsi. Elevr pir une grand
mere qui pendant J'Eraigration a du racco
moler de la dentelle pour fairj vivra elle
et 838 vieux psrents ea apprcie et re-
eommasde toujours U ucaasit de tr<.vail.
En vraie raouche que je suis je vola ai-
ement d'ua sajet a un autre ; si cela
n'ennub pas le leetaar daas une quinzaine
de jours nous passerons en Angleterre.
Fly.
----------------- 0 SEGREDO DE DANIEL
POR
JULES DEGA.STYNE
-(?)-
Prlinelra parte
oeil g3r
a tourn la
tete ; a lui les corves sans remerciments,
a lui les durets et lea huraeurs variables
de cette syrne glaee. Si elle lui sourit,
ce sera seulement pour stimuler 1' ardeur
d' un plus riche, qu' elle convite, qui
en un raot ello fut la cour.Ici, a New
York c'est le monde renvera (Voua
jugez ai mi, qui suia uno vieille moache
et qui ai de vigiles idees, je suis etonne
et quelque peu sesnd dise de ees facons
aux quelles je prfere mili fois 1' extre-
me timidit des jeunea felles de 1' Am-
rique du aul ; bien, que cette timidit nui-
8e parfois leurs avantagea en empchant
de les juga leur valeur) Je ferme ma
parenthsa pour tudier de nouveau ma
belie N.-w Yorkaise daas i' ama de laquelle
je lis comino ei un livri ouvert.
Riche, elle veui un millionnaire, souvent
vieux, laid vulgiire, sans esprit pourvu
qu' il ait g-ga de 1' argsnt, beaucoup d'
argent cela suffit parcequ' il faut tre riche
tres riche, cela cit le suprema bmheur.
Les voil maris; ella, elle posseie tout ce
qu' elle a rev : chevaux, equipages bijoux
tout ce qui a' adiete enfio 1 Mais tui le
malheureux qu' a t' il ? R9n.
Ni femme, car elle ne Taime pas et la
supporte seulement comme une obligation.
Ni enfant, car elle ne dsere pas etre
mere dans la craiute de parir sa bea 't ct
se elle le deviens elle considere cela com-
ise une accident dsagrable. Son en-
fant l'ennino ou [ gene. En effet, oft et
quand trouverait elle le temps de s'en oceu-
per ? N'y a t'il paa la mtin les cavalcades
avec les amia de la maison T l'aprs medi
lea coutouriers a vuir, les magasins bou-
leverser, los viite8 recevoir et rendre ?
Puis les diners auivis de Gals, o ello pro-
mene sou triomphe, attirane sur ses pas
1'lite de la jeunease et les vieux beaux.
Vous voyez bien que tout son temps est
pris et qu'il lui eat imposaible de s'occuper
de son mari ou de sou enfant !
Mala qu'un jour vianne la ruine La
mari dans son deaespoir se rcplie vers cette
compagn de sa vie, de sa ri-messe, de sa
grandeur II espere trouver couraga et
eonsolation et ne trouvera rien qu'une
femine ne sachane que 39 plaindre, inca-
pable da quoi que ca a-it pour allegar la
pauvrei et faisane par sou incuria, de la
Continuaga)
V
Ihe
im-
F0LHET1M
JOSLARONZA
POR
JACOUES DL PLOT.E PEDRO M4EL
Isso i juco importa. O quo
porta nJo ser embecido?
Exactamente.
Mas se o que diz verdade podia
ser absolvido oa pelo menos ser beneficia-
do com o mnimo Daniel pareceu r-flactir um momento.
Mas o sen olhar tornou se desconfiado.
Seria ura lago ?
Abanou a cablea.
N2o, n5o, nJo posso correr o risco.
Entao nao quer dizer nada ?
Nada.
Devo prevenil-o, proseguio o presi-
dente, da que temos novas indicagBes e
que vai ser acariado daqui ha pouco com
pessoas que dizem ter conhecido a sua
pbotographia.
Essas pessoas esto engaadas.
E' o que vamos ver.
Apezar da sua apparencia tranquilla,
Daniel tinha r< primido ura estremecimento
involuntario.
Sa foaae verdftde ? Se foase roconheci-
do ?
Enrijou os musculoa da face, para ficar
impassivel e espern.
Mande vir a testemunha, ordenou o
presidente.
O Sr. de Serves lancou machinalmente
os olhoa para o publico.
Teve como que um deslumbramento.
Do meio da raultido, do meio de todas
aquellas eabecas desconhecidas, tinha-se
collocado urna cabeja qua lhe pareceu co-
nhecer, urna cabeca de ea-nponio solonez,
um visinho que elle tinho visto ern pe-
queo.
U-sa angustia apoderou se dalle.
O suor cobria-lbe a fronte.
Par--eia-lhe que o chao abria-se-lhe de-
baixo dos pea.
Estiva perdido,
- Assente-se, disse-lbe o magistrado.
A teatemunlia catava na barra do tribu-
nal, virando entre as mos o chapeo de
feltro, intimidado, com o olhar vacillanto.
O seu olhar nxou ae era Daniel, que sen-
ta aqualle olh^r queimal-o.
i K ti I \ I PARTE
O PIRATA
(Continuacao do n. 92)
III
Quanio entrara na cidade, encontra-
ran! um grupo de oifij'ae8 em grande uni-
forme.
Os dous francezes cumplimentarais si-
multneamente.
Um dos tficiaes, copiao de fuglanders,
o mais velho, approximou-se de Treguern.
O capito do aviso Jean Bart ? per-
guntou elle.
Eatou s suas ordena, Sr. copitao,
respondeu o ofiicial de marinha.
O inglez apreaentou os seus companhei-
ros..
Os officiaes do 32 regiment de in-
fartara indigena e do 3 higlandera, que
tem a honra, ommigo, de os esperar para
iantar esta noite, com os seua officiaes.
Arband quiz retirar-se.
O Sr. Dr. Arband, medico de
meira classe, disse elle, meu amigo.
Nesse caso, replicou o Inglez,
far a honra do ser dos nossos ?
Trocaram shcike hiuds expressivos.
O convite ora para oito horas da noite e
Joao foi a toda a pre-s* dar ordens para
adiar a sabida do Jean Bart.
V hor* indicada todos os officiaes de
bordo, segundos tenenU-s, aspirantes, com-
missario o medico esta vara reunidos mesa
do banquete no Inn of the Iron Duke.
Os Inglezes trataru-se bem e tratara ain-
a roelbor os seua hospedes. Foi um fes-
im nal. Nada ce poupou e preciso
pn-
nos
confeaaar que os officiaes de Sua Graciosa
Magestade fizeram as suas bolsas rombo
tdalgos.
O servigo era feito moda europea, com
todo o luxo oriantal ; baixela de prata,
toalbas de linbo, crystaes de Baccarat ; tu-
do a -orananhado de raraalhetes enormes,
de perfume penetrante de sndalo e ri& lo-
ques de laca incessantemente agitados por
vinte hebras iniatigaveis.
Nos cantos da sala havia sentinellas, ia-
dus, pourbias, eharaam-os os seus compa-
triotas, caritides irreprehensiveis, cujo cor-
reame e caigas brancas contrastavara com
as 'res bronzeadas.
O Kiimutgar que preparou o janttr, ti-
nha-se p >sto de accordo para isso com o
babourchi mais hbil da regiao, o do gover-
nador de Coloraba, nem mais era menos
do que um batel eurospen.
Vinhos exquisitos, do Porto, claret, no-
mo coramum a toHos os vinhos tintos da
Franca, precedidos ou seguidos de Madei-
ra, de Constanca e a' do chio assucarado,
prepararam as cabegas aquecidas para as
exploi>oes do Ciarapagne. E' sabido que
de todos oa povoa aquelleque menos Cham-
pagne consom o Francez.
lima sopa substancial, um earil sobar-
bo, cora o seu compaohamente de arroz e
de chutnee rdante, um bife sangrento cer-
cado de batatas roaidaa envolvidas no guar-
danapo tradicioua!, tres aseados de faisao,
duas pernas de 'ghaws,. mortoa na ves-
pera, eram os p.-atos desse repasto ponta-
grueliao.
Na sobremesa, as mangas e os ananazes
alternaram com os cocos verdes, a polpa
suave da banana, doce crystalisado de li-
mao e conserva da tmaras.
Entao as linguas desembaragaram-se, as
sades succederam-se e a conversa tornou-
se goral.
Treguers levantou-se :
Brindo a Inglaterra, disse elle, a In-
glaterra hospitaleira, a Inglaterra alliada
da Franga, a sua Graciosa Soberana, im-
peratriz das Inii*s, a sua marinha, o seu
exjrcitu.
ti o raa's graduado des officiaes, o coro-
nel do 32, respondeu :
Brindo a Franga, uossa irma e nossa
amiga e brindo especialmente aqu, os bra-
vos marinheiros da Jean Bart, os seus so-
bres offi;i*9s do vidente commandante que
honra com u sua presenga a nossa feliz
reunido.
Estavam feitos os cumprimentos. Essa
Approxime se, dase o presidente ao
hornera. Come sa chama ?
Miguel Claudio JoSo Btptista.
Qual a sua profissSo ?
Lavrador.
Onde mora ?
Perto de Salbois, sa Sologse.
Disbe que tinha reooshecido a pho-
tographia do aecusado ?
Sira, Sr. presidente.
E recouheee o aecusado ?
O magistrado dirigi se a Daniel.
Levanto-so.
O Sr. de Serves levantou s, lvido, sem
pinga de singue.
O caraponez examinou-o detidamente.
Nao o reconheg) tanto corso o retra
to; declarou elle.
Ma re.-oahece-o? disso o presidente
com leve movirsento de impaciencia.
Nao tenho corteza...
Quiz como outros, disse severamente
o magistrado, que a justiga lhe pagasse as
despezas da vagem.
A testemunha protestou.
Se n2o me animo agora a fallar..
que teuho moda de engaar me... estou
ind- ciso.
A photographia que tara diante dos
olhos representava, seguodo dis8e, um fi-
dalgo de norae Daniel de Serves.
Sira, Sr. presidente.
A lividez do aecusado accentuou-se ais-
da mais porers Dasiel conseguio domi-
ncr-ae.
O que este homem diz falso, de-
clarou elle. Nao sou fidalgo, nunca estive
na Sologse.
O presidente dirigio-se ao chefe da se-
guranga.
Mandou-so tomar informagoes a res-
peito desss Daniel de Serves ?
Sim, Sr. presidente. Efectivamente,
como diz a testemuaha, r -si-lio na Solog-
se... Era casado e tirina dous filhos...
Parti ora a familia para o Maxico, maa
pereceu ltimamente no naufragio do Es-
peranga, que se perdeu totalmente. Rece-
bemos urna carta da viuva que nos forne-
ce cssos promenores.
Daniel de Serves r 'spirni.
Sua raulher, seua filfioa, jalgavam-so
morto.
Um lampejo de aat8fagao brilhou-lhe no
olhar.
Estava salvo. .. Nao saberiam nada,
nda.
Oa seus estavam livrea da infamia e da
vergosha.
Que ihe importava agora o resto ?
la ser conlomnado, bem o sabia >
Supportaria tu lo em silencio, estoica-
mente.
Alm dsso, proseguio o chefe de se-
guranga. Daniel de Serves era um homem
honiado, muito estimado na sua provincia,
incapaz de commetter um crirae. Deixou
as melhores recordagSes e pertencia a
urna familia, cujo nomo nunca receben a
menor macula.
O nosso bere levantou oa olhos para o
co.
Felicitou-se pila sua firmeza.
Como tinha feito bem !
Aquelle incidente tinha produzido no
publi :o protanda emogSo, relobrando sa
possivel, a attengao geral.
Ilouve alguna momento? de silencio.
A testemunha estava apalermada, fa-
zendo girar com mais rapidez o chapeo
entre 03 dedos calosos.
E' tudo quanto saba ? perguutou
8eccamente o presidenta.
Tudo, Sr. presidente... Algumas
vezes a gente cuida saber. ..
V *entar-se, ordenou o magistrado,
O homem retiros se.
Aquelle depoimanto tinha reanimado
Daniel, tinha-lha restituido toda a cora-
ge.
Eu pago ao Sr. presidente, disse elle,
que acaba de torturar-mo. Ninguem saba-
ra nada. Tenbo razSes de ordem superior
para nao declarar o meu some. Tudo
quanto posso dizer que sSo sou sem um
homem deshonesto, nem um malfeitor.
troca do brindes concluida, o assumpto que
preudeu todas as attengoas foi a narragao
dos dous combates, to prximos um do
outro, que haviam assignalado as ultimas
semanas.
As perguntas e as bypotheses cruzaram-
ae, despertando interesse geral.
Sabeui que esaes piratas eslo ficas-
do de urna ,audacia borrivel observou o
capito dos higlanders.
E' verdade, disse Treguern, e, se
nao me engao trata so de organisar um
Bervigo internacional para purgar os mares
da India e da China.
J comegamoB, disse o coronel. O
geral, de accordo com o Fo-
reign Office, que deve ter prevenido as po-
tencias, vai mandar estudar as costas dos
estados ainda indepandestea. O senhor
nao iguora, accrescentou elle, que se osta-
beleceu um posto militar no grande Asda-
raon ?
Tudo isto me em extremo doloroso... e
padego muito.
A emogSo apoderos-se do degragatto,
que doixoa se cahir no banoo, rompasdo
em solugos.
As mulheres choravam, os homens as-
soavam-se.
A sala tisha o aspecto da platea do Am-
big, no quinto acto de um drama muito
commovente.
Onviam-si murmurios de sympathia, e
os continuos tinham difficaldade em resta-
belecer o sileueio.
Bem, disse o presidente, vai ser jal-
gado como desconbecido, visto nada que-
rer diz?r. E' so menos francez ?
O aecusado levantou se.
Sou francez.
Sentase.
O reo sentn se.
O interrogatorio estava terminado.
Comegou o depoimento das testemunhas.
Eram poucas, e nada diaseram desovo*
A accusagSo foi curta.
O promotor pedia a cosdemnagao do
reo, admittindo, entretanto, circumstancias
attenuantes. Ha.-ia no modo por que o as-
sassinato foi coramettilo muitas circums-
tancias noysteriosa8, cuja explicagJo podia
ser favoravel ao aecusado.
A defeza do advogado, defeza calorosa,
convicta, fez grande sensagao.
O joven defensor apresentava o seu
cliente como um homem muito desgraga-
do, tendo commettido um asaassinato in-
voluntario, pelo qual queria ser o nico
punido, preferindo suppprtar tudo a fazer
recahir sobre os seus a vergonha que se
pren a ao seu crime. Esse crime, nao o
podia contar, dizer o seu movel, porque
seria obrigado a revelar quem era mas
essse movel, se fossa conhacido, o jury vol-
taria para a sala trazando um veredictum
de absolvigao. Infelizmente, as provas
materiaes faltavam ao seu cliente.. S
podia justificarse se dsaem crodito sua
palavra, mas ha quera acredite na palavra
de ura aecusado ?
Eu proseguiu o advogado, reconhe-
ci-o pela sinceridade das suas palavras...
E' um ho-nem honrado que tendea na vosaa
presenga, victima de urna fatalidade mais
forte que elle... um homem cujo coragao
soffre, um martyr da honra, porque para
salvar a sua honra, a honra de seu nome
do seu nome, que nSo teve medo de arris
car a sua liberdade, por que a sua liber-
dade que elle poe em jogo, recusando defen- j
der-se... Se fosse absolvido dar-se-hia
conhecer, mas nao o far emquanto a sua i
Julgavam-n'o morto. O chefe da segu-
ranga havia-o dito... O paquete e-a qua
devia embarcar tinha naufragado, como se
a providencia quizesse,fazando-se sua cum-
plir, tomar parte no seu ardil.
Choravam-n'o... lamentavam-n'o. O seu
some era por elles abasgoado, vaserado.
Tisha-lhes ficado sem macula.
Sua mulher, seu filho mais tarda, podiam
orgulhar-se d'ello. Sim, tinha feito bem em
nao fallar, em deixar a sua memoria n
tacta. Que lhe importavam >s soffrimentoa
que aguardavjm o despojo humano sem
nome quo era agoraT
Entretasto, por momentos accudiam-lhe
outros penaamentos.
Se tivesse dito tudo, se tivesse franca-
mente contado a indignidade do seu amigo,
talvez, como lhe diziam, foase absolvido,
pudessa voltar para junto dos seu.
Mas tel-o-hiara accreditado ?
Como provar o que affirmava ?
Ninguem sabia, nem raesmo sua mulher,
que tinba feito aquelle erapreatimo. Nao ti-
nha esperangas de encontrar o recibo. Ti-
nha derramado sangue, e o mnimo da
pena era para elle igual maior das tor-
turas que podia s fFrer, pois que bastava,
para desbonral-o, fazerem d'elle um as-
sasaino; do sua mulher, de seus filhos, a
mulher e os filhos de um criminoso.
Decididamente maia valia calar-se.
Emquanto o de3gragado fidalgo se entra-
gava a este combate a porta da sala
abriu-se.
O seu advogodo entrou.
Tenho a mais robusta esperanga, dis-
se elle, de quo se fallasse, nada ou quasi
nada soffreria.
Serei absolvido ?
NSo rao atrevo a affirmal-o; mas
posso garantir-lhe o mnimo da pena.
O mnimo ainda demasiado para
mira.
A sua obatinago em ficar calado
exaspera toda a gente, e pode ser condem-
r.ado seriamente. Acreditara todos que o
aeohor cerca se de roysterio para esconder
os antecedentes... para desviar a atengo
do movel que o impelliu, e que nao podia
ser aenao o roub). Declarando, pelo con-
trario, quem se o seu nome, como estou
convencido depoia do que ma dase, um
nome honrado, haver confianga no que da-
ser... Reflicta, ainda tampo.
J reflecti.
NSo quer fallar ?
NSo.
O defensor fez um gesto de raiva.
A confianga que pareca ter no seuclien-
mnocencia nao tor proclamada. Jurou-o. m- u j.. -j ,.,
I te desappareceu. iinba duvidas agora
como oa outros.
O advogado terminou pedindo aos jura
dos a absolvico unnime; que nao lhe
despedaga88em a existencia: era preciso le-
var-lhe em conta o grande caso que elle fa-
zia da honra do seu nome, e do respeito
da sua familia.
Faga o que qnizer, disse elle, terei
ao meos a consolando de ter feito tudo
quanto era po8sivel papa o salvar-
~Z E' verdade, disae
i como que urna calgada de cab"gas huma-
nas, tSo compacta era a multidSo.
Ao ruido que fez a porta, todas as ca-
begas se voltaram para o aecusado, e o
brilho de todos aquelles olhares inflamma-
dos de curioseada amorteceu para elle a
claridade da sala.
Deixou cahir a cabega sobre o peito,
offuscad.
Os jurados nSo tinham ainda voltado.
Illuminada como estava, a sala pareca
imponente, sobrehumana, com os seus
ngulos obscuros e sinistros. O grande
crucifixo pregado na parede pareca so-
lemne.
Daniel teve um momento de allucimcao.
As lampadas pendentes do tecto langavara
sobre as paredes clarSes, qm se moviam
e dangavam semelhantes a n^doas de san-
gue. Daniel langou um olhar rpido so-
bre as mos, sobre a camisa, como se ti-
vesse medo qne o sangue de Rouatan ah
apparecesse... Depois vio Jevntar-sa a
seu lado, 'como outros tantos espectros, to-
dos os erimino803 de cares pstibul >res que
sa haviam sentado nntos delle naquelle
banco terrivel. O borborinho confuso, que
parta da multido e que o ensurdecia,
augmentava ainda a illusao, porque a zoa-
da continua, que lhe entrava pelos ouvidos,
eochia-lbe o cerebro e impedia-o de ver e
ouvir claramente.
Paasou-so um minuto, e em seguida 9
continuo, na tribuna :
Os juizes 1
Toda a gente levantou se instinctivo-
mente.
Os juizes pareciam commovidos e so-
lemnes.
A cor vermelha dos togas, avivada pelas
luzes, pareca sangue got.-jar.
Os jurados entraram pouco depois, ves-
tidos de sobrecassea preta.
As conversas calaram-se. Entretanto,
o presidente gritou :
Silencio, senhor'S 1 levado como que
pelo habito ; depois fez um signal e o pre-
sidente do jury levantou-se.
O silencio tornos se tao grande, quo um
calafrio percorreu toda a sal*.
Voltaram-se tod- servava a cabga baixa e viam-se lhe as
lagrimas a rolarem Ihe pelas faces.
Estremeceu imperceptivelmente, quando
ouvio o presidente do jury dizer, depois
de haver pronunciado a formula habitual,
respondendo ao quesito do estylo :
O reo commetteu o crime ?
Sim, por unanimidade de votos.
Mas, por unanimidade, os jurados reco-
nheceram tambara as circumstancias atte-
nuantes..
O presidenta obrio o cdigo, reamungou
precipitadamente alguna artigoa, depois
applicou a pena, que era vinte annos de
Estas palavras augmentarais ainda mai profundamente reconhecido. Talvez que de-
o interease do publico, e foi no meio de I pois, ao senhor, mas ao senhor s, diga
urna emogSo profunda que o jury sahiu da1 tudo.
sala para deliberar.
Daniel, e estou trabamos forgados.
Levantou-se na sala urna exptosao de
VI
Levaram Daniel para tora da sala em-
quanto o jury discuta o seu procesao.
Deixaram-n'o s entre dous guardas, em
um quarto pequeo, onde entrava urna ca-
ridade frouxa.
De l ouvia-se o borborinho do publico
na ra e na sala dos Passos Perdidos.
O fidalgo curvou a oabaga, abatido por
tantas fadigas e pelas emogoes das horas
crueis que tinha passado.
Era quasi noite. PeUs janellas j se via
a luz amarellada do gaz.
Daniel ti aba o rosto escondido entre as
raSos a as lagrimas rolavam-lhe palas fa- I
cas, iodo cahir urna a urna sobre o estigma ,
de infamia, cuja vergosha lavavam.
Mil penaamentos contradictorios passa-1
vam-lhe pela mest9 em fogo
O seu espirito voava da sala oude es-1
tava, para os seus.
Que faziatn elles, emquanto elle estava
all eoberto de suores da angustia da ago-j
sia ? Pansa vara n'elle ?
gov nador
Perdi .' Eu o 'ignorava. Foi urna
boa medida. J que os seuhores estSo l,
sSo poderiam enviar urna centena de ho-
mens ao Nicobar ?
Essa medida intil. As Ibas sSo
habitadas por urna populagSo mansa e pa-
cifica. Alm disso, varios europaus, com-
patriotas meus, estabaleceram all a sede
da industrias fiorescestes.
Treguers isterrompeu para recordar o
seu priiueiro escostro com os Malaios. Os
inglezes reclamaran.
O que est dizesdo ah, Sr. comman-
dante, admira me muito. Ha apenas um
mez estove aqu um inglez, homem muito
rico, que negocia especialmente em teca e
que assegurou-nos que usca tisha visto
um Malaio as costas Kar Nioobar. Ora,
justa mente uessa ilha que nosso com-
patriota tem um grande deposito da madei-
ra que manda vir de Akyab e Rasgos.
Eis ah um inglez que v pouco, dis
se Jlo, dando urna risada. NSo dou mui-
to pelo seu deposito. Como se chama
elle ?
O Sr. Lewis Jubb.
-- Lewis Jubb 1 exclamou bruscamente
Maximiliano, como se despsrtasse de um
sonno. Ah essa Sr. Lewis Jubb negocia
em teca ?
Certamen te.
NSo tambera proprieUrio sa Aus-
tralia ?
Isso nao sei, respondeu o official.
Elle vem frequentemente a CeylSo. Quan-
do digo frequentemente, quero dizer com
iutervallos de dous ou tres assos. O se-
nhor o coshece ?
NSo, disse Arbasd, que nao julgou a
proposito insi.-tir mais. Mas tenho nego-
cio com um inglez desse no>e e por esse
motivo que vou a Melbourn.
Nesse momento penetrarais na sala rui-
dos alegres, risadas feraiuiuas, de envolta
com o rufo de tambores.
Ah I ah I exclamou o capito, os
Nantchuys NSo ha festasem ellas. Meus
sesliores, sejamos cavalheiros para com as
nossaa bayadre.
Levanta!ara-se todos.
Em um abrir e fechar de olhos, as bah-
raa tiraran as mesas e substituirn! as ca-
deiras de palhinha por alraofadas maas
em que os convivas estenderam-seem meio
circulo. O k'tmutgar mandou trazer hou-
kas fumegantes, cujos tubos distribuio. Es-
tSo, emquanto espectadores esvolvidos so
fumo odorfero do tabaco misturado com
gengibre. saboreavam um caf delicioso, as
cioghalezas entraram no espago vazio do
semicrculo.
Eram raparigas esbeltas e sexiveis, de
bust uesesvolvido, de bracos rolig^a e
magsificos cabellos de bano. Os seus
punhos delgados estavam mettidos as in-
nmeras pulaeiras com que as mulheres da
lidia se enfeitam.
Dos seus tornozellos pendiam enor-
mes anneis da prata as orelhas traziam
brincos de nickel. Os seus corpos estavam
apenas cobertos por ampias dobras do cas-
cas dos devaJassi de bengala. A poseo e
poueo os seua movimentos seductores ac-
cendiam a febra dos desejos nos sentidos
desse auditorio pouco'escrupuloso.
S Joao e Maximiliano entregues aos
seus sonhos, nSo sentiam a influencia des3e
magnetismo.
O concert, se merece esse nome a reu-
niSo de sons montono, descuidosamente
rythmadaa, cuja cadencia servia de acom-
puihamento a essa ballet oriental, chegava
ao seu tira, e as doze dansarinas tinham,
cada urna por sua vez, em penhor de urna
ooite de amor, daposto as suas cintas e os
seus amuletos oas mSos dos espectadores
mais fascinados, quando, de repente, um
naik jcabo], fazendo a continencia militar,
entrou na sala.
- O Sr. Dr. Kinnon ? perguntou.
Olharam uns para os outros.
O doutor nSo estava all.
Levantou-se um segundo ente :
e entao me comprehesder.
O advogado, commovido com aquelle
accento sincero, estendeu-lbe a raSo.
N'esse caso, adeus, e coragem 1 E
desappareceu.
Daniel ficou s alguns minutos ainda.
A porta abriu-se de novo.
Fizeram um signal de fra e os guardas
levantaram-se immediatamente e iocaram-
lhe so hon.bro...
Vamos !.. .
Ella im'tou-os.
Era chegado o momento.
la voltar para a sala, tornar a ver o pu-
blico, ouvir a sua seotesga.
As pernas tremiera lhe.
Camnhava como se estivessa sonhando,
com o cerebro co...
Atravessaram um corredor estrmto e
escuro.
A' proporgSo que se approximava, ou-
via o borborinho do publico tomar vulto,
augmentar.
Um dos guardas abriu urna porta.
Appareceu urna grande placa de luz.
A sala estava illuminada.
Por detraz d'aquella claridade havia
Meu irmad est em viagam, respos-
deu. Que querem delle ?
O naik sciisou-se.
Ah est um dos homens do nabab,
Jahar Sing, que o procara. O nabab est
morreado.
Ilouve urna exclamarlo unnime de sym-
pathia.
O nabab era muito conhecido e muito
estimado pelos inglezes aos quaes dava ra-
cepges magnificas.
Mandem entrar esse homem. orde-
nou o coronel.
Um Indio idoao, servidor do principe,
approximou-se entSo com os olhos rasos de
lagrimas.
Pundt Sahib, disse elle, dirigindo-se
ao coronel, meu patro est bem doente.
A mSo da Roudrani pesa sobre a sua ca-
bega. Ella deseja que o deutor inglez v
vl-o.
Sau irmao est longe, Kinnon ? per-
guutou o coronel.
Infelizmente A esta hora deve es-
tar em Baudira.
Um desanimo profundo desenhon-se em
todos os rostoa.
Maximiliano entao falln :
PerdSo, meus seuhores, disse elle:
sou medico, e se essa homem nao v niaso
inconveniente, estou prompto para ir ver o
enfermo.
O Indio pjoclhou-sa e agradecen.
O joven segundo cirurgiSo do Jean Bart
pedio a Treguern licenga, que lhe foi con-
cedida, para acimpanhar Arband.
Um boggy elegante esperava porta.
Os dous mogos sentarais se selle e o ala-
aSo soberbo qua o puxava parti.
O bungalow do nabab ficava a urnas seis
roilhas de Posta de Galles.
Em carainho Maximiliano interrogov o
criado'velho.
O sau patrSo homem i loso?
Tem cincoenta e cisco assos.
Elle sabe de que soffre T
NSo, Sahib
J soffreu desso mal ?
Nunca. O meu patrSo sempre go
zou de excediente saude. Mora em Cey-
lSo desde 1858.
Eot&o, a molestia veio repentina-
mente ?
NSo exacta monta isso* Ha cerca
de um mea, foi aeoommettido de um mal
estar, que nada ple fazer desapparocer.
Maa foi s boje que esse mal tornou pro-
porco;s assustadcras.
O tumulto tornou-sa tao violento que o
presidente foi obrigado a cobrir-se e a
mandar evacuar a sala.
Levaram precipitadamente o aecusado
para fra.
Daniel pareca sob a acgSo de um gran-
de allivio.
O sea espirito expandase, eslava aca-
bado. NSo saberiam nada; estava fra da
multidSo, fra da curiosidade, do ruido ;
iam deixal-o v'.umprir em paz a sua pena,
desconheuido, esquecido, sem ninguem se
inquietar mais com elle.
As gales nao teriam o seu nome. S o
teria a elle, massa de carne e osso ano-
nyma, que agora era.
O verdaieiro Daniel de Serves tinho
para os seus, para todos, perecido as on-
das, por entre o bramir ensurdecedor da
tempestado ; repousava agora no fundo do
mar em um leito de algas, em companhia
de todos os bravos sepultados com elle,
longa do barulho da trra, chorado, lamen-
tado, tendo deixado no coragSo dos seus
urna recordagao terna e meiga.
Tinba triumphado I
Estava orgulhoso de si.
I Cantina'a)
Vomi.
Ah I Quaes sao os syraptomas ?
O velho meneou a cabega.
N3o se podem precisar bem.
tos, fabre, prostragSo, dores violentas.
joven collega perguntou a Maximilia^
so :
O seshor j praticou nestas regi5es ?
Sim, respondeu Arband. E o se-
nhor ?
O mogo corou.
NSo I E' a minha pri meira viagem.
Se tonei a liberdade de o acompanhar, foi
com o tira de ea'.udar debaixo da sua di-
reegao.
Maximiliano sorro tristemente.
Infelizmente, meu caro collega, nSo
ha de aprender muita cousa. A nossa
sciencia europea muitas vi zea impotente
nestas paragens. Microbios, vegctagSas des-
conhecidas as zonas temperadas, desen-
volvis aqu verdadeiros flagellos necessa-
riamente endmicos. E isso urna felici-
dad, porque, erafim, basta o cholera para
dar-sos urna idea do que seri un sa Eu-
ropa, as iscursSas de outras epidemias
asiticas.
Tem feito alguma descoberta sa no-
sologa tropical?
Oh muito pouca cousa E' muito
lifi ;il o diagnostico. Quasi sempre e quasi
em toda a parte, os meamos prdromos, ca-
lafrio inicial, s dtura, depois nauseas, dy-
sesteria, dysenteria formidavel, seguida de
prostragSo oaimbras musculares, coma, pa-
ralysia, e finalmente, decomposigSo, quo
nSo espera a raorta.
Sim, respondeu o outro, comprehen-
do qua com taes semelhaogas seja quasi
impossivel prejulgar um estado o especial-
mente prevenir o mal.
Por isso os mdicos inglezes limitam-se
quasi todos, a prescriptSas da hygiene.
Creiaram com o nome geral de aanitanumt
estagoes de cura para os brancos, estagSes
situadas nos plaoaltos onde a pureza do ar
torna menos absoluta a differenga das tem-
peraturas entre as zonaa. Oa Nielghernes,
por examplo, tem grande renome entre 03
habitantes da presidencia de Madrasta Em
Bengda elogian o Kirhmore. &, olhe, a
regiSo que percorremos justameate um
sanitarhtm afamado.
E accreacentou :
__Por isso eata molestia muito raa sor
prebende.
(Continuarse hn )
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Tvp do Diario ra Dunas de Ca*ia* o. U
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