Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18670

Full Text
Afl
-NDIfifiO U
A CAPITAL E LI'GARKH OUDE SAO SE PAi PORTE
PARA
Por tres meses achantados.
Por seis ditos idem. .
Por did anno idem.
Cada numero avulso, do mesmo
da.
6.J00O
1 ^000
23,5000
100
TivA--FEIEA 26 DE ABEIL DE 1881
PARA DEHTRO E FORA DA
Por seis meses adiantados. ........
Por nove ditos idem...........
Por um anno idem.............
Cada numero avulao, de das anteriores......*
OVI3KIA
135500
20^(000
27*100
5100
-


f





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I

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I
^f

Proprieimii* ht Jttanoel Jigurira t>e Jara i SSsp*


Os Sr*. Anaetlo S'rlnae A C.
de Paria, ri- o nuiint agentes
exclusivos de nntsnelos e pu-
blicacffe* na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
SJB7150 r^TICL^S BO 2IASIS
RIO DE JANEIRO, 25 de Abril, *
4 horas e 30 minutos da tarde, (tteee-
_ bido s 5 horas da tarda, pelo cabo sub
marino).
8. II. o Imperador val mullo me-
Ibor.
Foram concedida ni Honras de co-
nego da Capolin Imperial ao visearlo
da rregaecia de Jun de Beierro*.
Foram nomeado rnvalielro da
ordem de w. Besito de *\r o* calil-
lara Rlbeiro Boma e Oliveira Cruz.
san;: sa m:u um
(Especial para o D>ari)
PARS, 23 de Abril.
O soverno allemao derlaroa ao em-
baiaador da repnbliea francesa em
Berllm ncir Mr. Mcbssoebel prexo por
soldado pralan> arcaaado do
erime de alta iralcao.
()< jomar frnnri'/c dlzem qae
o apldado qac prendern* o Sr.
Schnni'bi'l \ iolaram o territorio
A emoeo perite em Franca.
BERLIM, 23 de Abril.
Kameroiia* eapulaoe elo aendo
eBeetaadaM na Alaacla-i~ ROMA, 23 de Abril.
O major Saletla novo cotnmandaa-
teemehefe da tropa* llallanaa aca-
ba de ehrcar eaa vaaaouah.
Agencia Hars, filial em Pernambuoo,
25 de Abril de 1887.
INSTRDCCiO POPULAR
ELECTRICIDADE
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POYO E DAS
ESCOLAS
ELIxrillt'in.lDE ESTTICA
CAPITULO IX
ThBOBIA DOS COXnKSSADOBBS EMiCralCOS. LlMITB
HA ACCOIOI.AC'> KLKcrTRICl WOS COMDNSADOES
Omcauoa lesta ii isjrAsrAeA. Desoaboa se-
UITOARIA. LECTROMKTKO C01BMAD1B. OaR-
kafa de leym ; oabbafa 1> abmauobas mi.vkis.
Hatera elctrica.
( Con t t n u aco )
O olectrsmetro condensador de Volta una elec-
troscopio ordmrio do foihas de osjre, manido de
ara coiisadcudor f u ido por doui dircos meUlUeos
iovernisa los. Se i c uno com o corpo electrisado
do disco inferior > :i >i> carraos o dedo ao superior,
para o fnzerin s c mu mear com o sol, ss folhHS
! dvergein, oa .1 -v- (.em omito pouco, por ser
mu diminuta a quaol -ade de fluido livre. Nu
se, em seguida, sopar rmoi os dous discos o fluid
do disco inferior, t i anudo se livre, augmentar
seosivelmente a divergencia das felhas.
O condensador mus simples a garrafa de Ley-
de. Can?ta de uuia garrafa de vidro. coberta ex-
teriormente, at certa altnra, com. urna folha le
estanho que consritue a armadura externa. A ar-
madura interna formada por folhas delgadas de
cobre, que enohom a garrafa e cemmonicara com
urna haste tnetallica que atravessa a rolha-e ter-
mina exteriormeute n'um baiio. A garrafa de
Leyde canega-se pegando-lbe pela armadura ex-
terna e levando o botio ao contacta com a machi-
na elctrica.
As garrafas com armaduras movis serven para
mostrar qae a electricidade nio s se accumula as
armadoras, mas tambem na lamina soladora que
as aepsra. Consfam de nm vaso metallicoexterior,
outro interior, e um lin usba de vdro qae fica entre
ambos. Fasendo comrauniear o vaso interior com
a machina electries, e collocando todo o system
obre ama mesa solada, se levantarmos cjm uraa
vareta de vidro, o vaso u.etallico interior, e com
os dedoa o vaso de Tidro, reeonnece-se que au
existe electricidade as armadoras, mas qae esta
e acha accumalada as duas faces do vaao de
*idro.
D-se o nome do batera clec'nca a reuniaode
moitas arratas de L-yde, de grandes dimensoes
dispostas sobre um disco de madeira coberto com
ama folha de estanho, per meio da qual commum
t-am entre si as armaduras exteriores. As arma-
doras interiores tmbeos comraunicam urnas coro
as ostras por meio de hastes metallicas.
A batera carrega-se commonicando as armadu-
ras interiores pelo bjtiu da haste com o conductor
da machina, e as exteriores com o silo por meio de
cadeias metallicas.
( Continuo. )
JARTE UMUttiv
Por decretos de 16 do corrente, furam
perdoados aos reos:
Alexandre Ribeiro da Silva, a pena de
prisco perpetua com trabalho, ni qual foi
comrautada, par decreto do 21 de Feve-
reiro de 1875, a de morte, imposta em vir
tude de deoisSes do jury do termo de Jai-
coz, na provincia do Piauhy, aos 21 de
Abril de 1855, por criue de homicidio.
Rita Candera de Souza e Almeida, o
resto da pena de 14 annos de prisao, im-
posta por sentenca em virtude de decis3es
do jury do termo do Principa Imperial, na
referida provincia, aos 17 de Outubro de
1876, por crime de homicidio.
Ministerio .11 Agrien Hura
Por portara de 16 Jo corrente raez foi
denritido Jos Affonso do lugar d tele-
graphista da respartigao Geral dos telgr.i-
phos, com exercicio na cidade de Diaman-
tina.
Foram promovidos na estrada de fer-
ro D. Pedro II: a conductor de 2a classe
o de 3a Joaquim da Costa Passos: a con-
ductores de 3a os auxiliares de trem Ma-
no* 1 Pinto Fernandes, Pedro de Carvallio
Cmara Jnior; a auxiliares de trem os
bagageiros Carlos Rangel de Siuza Fran-
ca, Luiz Goncalvcs Borges e Carlos de
Souza Bastos ; a bagageiro de Ia classe, e
de 2* Juvenal Pereira de Souza e Silva ;
a bagageiros de 2a classe, os praticantes
da b.igageiro Joao Meirelles Garca, Pe
dro Dias Paes Lemo, Joao Francisco Ca
macho o Antonio da Silva Brggs.
Foram ncmeados : ajudante de agente
do Ia classe, Olavo Cesar Carpinetti e b-
lhetei o da estacao da corte, Antonio Car-
los de Araujo Bastos Jnior.
Por portara de 15 do corrente foi de-
clarada sem e(Yeito a portara que nomeou
Joaquim Rodrigues de Oliveira Tupa para
o lugar de agente da fabrica de ferro de
S Joao de Ipanema ; sendo por acto de
igual data nomeado para aquelle cargo Joao
de Almeida Bello, com os vencimentos que
ihe competirem.
Por acto de igual data fui concedido a
exoneracSo solicitada por fre Joviniano
de Santa Delfiaa Barauna, do lugar de ca-
pellao interino da fabrica de ferro de S.
Joao de Ipanema.
Ministerio da Guerra
Por portaras de 14 do corrente, foram
Hornearlos chele do Laboratorio Chimico-
Pharmaceutioa Militar o phar macen tico te-
nente do corpo de sade do exercito Au
gusto Cesar Diogo, e ajudante do mesmo
estabelecimento o pharmaceutico alferes do
dito corpo Henrique Joaquim d'Avila.
Foi nomeado ajudante de ordena do
presidente da provincia da Parahyba o te-
nente do corpo de estado-maior de 1.*
classe Jayme Benvolo, ficando dispensado
desto cargo o capital do 1." batalhSo da
infanUria Wenceslao Freir de Carvalh).
Man oa se toutar ao capellao tenente
do corpo ec'-.leaiastico do exercito Joao
Francisco Ner., como tempo de 3ervico, o
periodo decorrido de 3 de Junho de 1878
a 14 de Dezembro de 1885, e o de 18 de
Maio de 1886 a 10 de Julho do mesmo
anno, em que exerceu o seu ministerio na
armada como capellao extra-numerario, e
na fortaleza da L.ge na qualidade de con-
tracta o.
- Foram transferidos de uns para ou-
tros corpos os officiaes ubaixo menciona-
dos :
Arma de artilharia.Para o 3. regi-
ment, o 1. tenente do 4.* batalhSo Octa-
vano de Brito GblvSo.
Arma de nfautariaPara o 3.* bata-
lh&o, o tenente do 19.* Joaquim de Faria ;
para o 15. baUlhao, o tenente do 7. G*-
bino Beaouro; para o 20.G batalhao, alf
res dp 4." Joij Jos de Brito.
Passou a servir de ajudante do 7.
do infantaria, o alferes Napolelo Felippe
Acb em subsiituico do tenante Eduardo
Augusto da Silva.
Foram transferidos para o 7. de in
fantaria o 2. cadete do 2 regiment de
artilharia Filinto Elysio Atves da Cuoha e
o cabo do 1 regiment de ca vallan Ma-
noel Francisco de Oliveira, como pediram
Foram transferidos : para o 2 re-
giment de cavallaria o alferes do 3. da
inesma arma Manuel Minervino, para o 1.
regiment de cavallaria o soldado Jos
Carlos da Silva JUhy, dj 1. batalhao de
artilharia.
Ministerio da Instlca
Por portara de 18 do corrite declaro*
ae que o juiz de direito da comarca de Psao
Fundo, na provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sol, nomeado por decreto d
15 de Janeiro ultimo, o bacharcl Amo-
ais Alvares Velloso do Castro, e nao An-
tonio Alves Velloso de Castco, como foi
escripto no retsmo decreto.
Em 16 passou-se diploma habilitando o
bacharel Antonio Ezequiel de Carvalho ao
cargo de juiz de direito.
Ministerio da Marinna
Em 16 Ueste utez tufan noiueados :
0 1.* tenente da armada Joao Augusto
Delfim Pereira para servir de secretario
ajudante do ordena do coronando da rl .ti
lha de Matto Gruaso.
A.thur Bernardino Macieira para exor-
Mf o lugar de esc vente da canhoneira
ATanos*
Cioverno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 22 DK
ABBIL DE "1887
Antonio Pedro do Azavedo. Sim, sem
vcn'.-imentos
Canuto Kodrigues da Costa. Iuforme
o Sr. juiz de direito da Cunare* da Es-
cada.
Flix Rodru,,s de ^euxa. -Informe o
Sr. iaspnctor da Tnosouraria da Fazenda,
ten lo em vista o despicho anterior.
Capitio Manool Tnomuz de Villa Nova
Sim, pro-isoriameDte.
O m-'suio. Iuforme o Sr. juiz de direi-
to da comarca de Garanhuns.
Mara Celestina da CooceicSo. Informe
o Sr. Dr, chefe lo polica.
Umbuliua d.\ Costa Soares.Informo o
Sr. juiz de direito da comarca da Victo-
ria. *
23
Antonio Soares PachecosSim.
Bacharel Diomede s Theodozio da Costa.
-Justifico as faltas. Depois do notada
na secejio competente da secretaria do Go
verno, remetta-se esto raquerimento ao
Sr. iaspojtor da Thesouraria do Fazenda
para os tins convenientes.
Francisco Cordeiro Faloao Brasil. Re-
meitdo ao Sr. inspector do Theso ro Pro-
vincial para mandar pagar ao supplicantn
o que or devido.
Fielden Brathars.Tendo a Thesoura-
eia de Fazenda demonstrado ao governo
geral a iosufficjnca de crdito da verba
por onde corre o pagameato requerido,
sguardem os supplicantes a precia, con
cessJlo.
Francisco Egydio do Luna Freir.
Concedo tres raezea com ordenado.
Monschor Joaquim Arcoverde de A1j
buquerque Cavalcante. Sim.
Jos Theophlo e Marcelino Soares Fer-
reira. -Informe o 3r. inspector da thisou-
rara de Fazenda.
Manoel Ro lrgues da Silva. O suppli
cante no foi multado, urna vez que en-
trn com o fornecimento dentro do praso
concedido.
Mariana Augnsta de Mello Rodrigues.
Entregese.
Vicento de Assis Tavares. Requera a
autoridade judiciaria.
Secretaria d< Presidencia de Pernam-
bueo, 25 de Abril de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Denuaela do Dr. I. promotor
publico
Illm. e Exm. Sr Dr. juiz de direito do 2. dis
tricto criminal.O 1.a promotor publico da co-
marca, baseado no inquerito junto, par copia, pro-
cedido pelo chefe de polica da provincia, e no
officio da Presidencia, tambem junto, por copia,
di! Jo de 13 de Outubio ultimo, transmiuindo o
oificio ao inspector da Thcsouraria do F.iz-ota
d'esta provincia, igualmente datado d'aqa-lle dia,
tendo denuuciado o bich rel Eduardo de Barros
Falcao de Lacerda, thesoureiro da mesma Thesou-
raria, e os fiis do referido thesoureiro, Francisco
da iqaeira Carneiro da Canha e Viccoriuo Tra
jano da C-sta Fialho, como empregados publico* e
priaejpaes rosponsaveis pelo desfalque, ultims-
meute verficadj nos cofres d'aquella reparticao,
na imporiancia de 793:145^387, vein agora denun-
ciar tambem o bacharel Arthur de Barros Falcao
de Lacerda, filho do sobredito thesoureiro, ainJa
baseado no mesmo inquerito e documentos juntos,
cmo um dos responsaveis pelo mencionado desfal-
que, para que se Ihe forme culpa pelo foro com-
mum, por crime de peculato, visto nao ser empre-
gado publico, nos termos explicados pelos avisos
do Ministerio da Jnscica de 21 de Maio de 1860,
10 de Juuha de 1869 e 6 e Outubro de 1873.
No dia 9 da etembro prximo passado, pelas
10 horas da mauha, pouco mais ou menos, avisado
o chefe de polica pelo thesoureiro da Theioarana
de Fasonda, de que achava se vilala o cafre da
mesma reparticao, iminediatamente para all dn-
gio-se e prscedeu acs t-xamos e diligencias cons-
tantes do inquerito junto, de cajas diligencias e
exames resultou que, ao abrlr-se a Tbesoararia
u'aquelle dia, estavam fechadas, como haviam fi-
cado na tarde de 6, todas as portas e jane'Us in-
teriores e exteriores do edificio, incluaive a porta
da corredor, que di entrada para a sala do thesou-
reiro, cujas chaves eram por este guardadas, em
sua casa, dentro de ama carteira, que est ao scu
quarto de dormir.
A chave d'essa carteira o thesoureiro, pai do de-
nunciado, a conservava sempre em scu poder,
apesar de ser de segredo, e nao ha a ir ais ligeira
suspeita de que algoem se houvesse d'ella apo-
derado, pois, dorma n'esse quarto nicamente o
thesaareiro e o sea filho Arthur (o denunciad..)
como asaim aquelle o decl-.rou no auto de per-
guutas, procedido na dia 17 de Outubro ultimo.
Assim tambem f .i encontrada intacta a porta
da biombo ou -partimento de madeira, que devido
esta sala im dous compartimentos, no primeiro
dos quaes tunecionavam o escrivao do caixa e os
serventes e no segunda o thesoureiro com seus
fiis. nSo c ncontraudo-ie, porera, a chave da porta
do biombo, a qual era de costme fioar, ou na fv-
<.-hadura oa sobre a mesa, qae Ihe fica em frente
ou em poder do servente Silva, para que este po-
deste varrer e espanar o compartimento do the-
soureiro, autes de principiar o expediento do dia
seguate, como ja nao a tinha eucontrado o re
ferido serveute, na tarde de 6, quando fechou-se a
reparticao pjt mais qu elle a pr-.curasse.
Interrogado o escripturario, Emvgdio Pinhoiro
da C >mara, s existia a divisao de madeira, que
v-se na sala do thesoureiro. ha muito temp>, c a
rarito que havia se dado para aquella divsio, at
t-nlio nunca jolgada necessaria pelos antecessores
do actual thesoureiro, respoud--u que o biombo s-
ment- f6ra feiro Hota maes ata parle e nSo sa-
bia o fim para que te o fzera, resposta que signi-
fica muito u'e.-te csso.
Era um d.s actos preparatorios, que se imagi-
i aram para a farca, que mais tarde, pretendia-se
por em scena.
Evidencia ee tambem daa pesquisas procedidas
qoe, Rj'parccendo afina I a chave da p.rta do
biombo tobre a mesa e aberto o compartimento da
thesoureiro, entrn t a porta de madeira, quo do mesmo comparti-
mento da para ua sal'a na toodo da qoal aciu-
va se a grade de ferro, que d entrada par a
casa foite, como tambera a grade all existente,
mandou incontinente avisar o iospector e ambas
a> chefe de polica, cajo compArecimento aguar-
amm.
Chegado este, procedeudo a exsme e visturas
em todas as divis-a do edificio e autos de per
guutas ao primen o denunciado, eus fi' i, serv-n-
f, porteiro o ootros eu.pregados, declararam o
thesoureiro e seus fiis que, autes de aahirem da
reuarticlo, s 2 horas da tarde do da 6, fechoa o
.hesoureiro o cotre grande da casa forie. maudou
lechar e em pa pr-saenca foram fechadas por um
dos seus fiis a grade de ferro da casa fone e a
uort. de madeira da saleta, e v-rifi.iido elle the
sonreiro qae ambas estas p rtas estavam bem fe
criadas, levou coinsigo todas as respectivas chave,
e r-t rara se em couipanhia do i.utr fiel.
A porta de madeira da saleta, anterior a casa
forte, achava-se aberta por meio de urna chave
luisa, encontrada sobre urna mesa ao lado, cuja
chave fabrcala peuco dia antes, s puderia tel o
t guarda do thesoureiro, e alera d'isto s par artista
perito.
A grade de ferro da casa fu-te estava igu l-
mente aberta, 'endo-se encontrado dentro da fe
chadora um inatruuvnto de lati aimuliudo urna
chave ; mas, procedendo se ao mais rigoroso i xa.ne
sido aberta ou icom a propria chave existente era
poder do thesoureiro ou com outra feita A vista
d'esta, taes eram as ditficuldades do seu f.brico,
sendo anda para notar, que o orificio d'esta fo-
cbadura coberto por ama chapa de ferro que se
fecha por urna m la de segredo.
Achava-ae fechado oofre grande, existente ni
casa-forte, encontrando-se ao lado deste duas cha
ves falsas, iguaes as verdadeiras, que o thesou-
reiro canfessou nunca terem sabida di scu podare
que nenhuma dolas poda ter sida frita por mo-
delos tirados sobre as respectivas fechaduras
Do exposto resulta que, como a primeira,csta*
chaves s padiam ter sido fabricadas, tendo se
presentes as verdadeiras, sendo estas tornecidas
pela thesaurairo oa seu filha, era v3ta da intimi-
dada e confianca listen e entre ambos
A-iui tambem alguns outros instrumentas en-
contrados no lugar, como gazis, limas, parafusos,
urna vela, duas pas e duas pecas de cordas finas,
nenhum prestimo tiuli-m para o fira, quo iuculca-
se, e nio foram e ncm podiam ter sido utitisados.
Em vista de talo este canjuneto de circumstan-
ciss e factos, alm dos nio mencionados nesta de-
nuncia, foram, constantes da recapitulacia da in-
querito, todos tambem referidos na denuncia con
tra o thesoureiro e os seas fiis, tornase evidente,
que esse estupendo desfalque de cerca le 300:01)0/
dos cofres da Thesoararia de Fazenda, nij foi o re-
sultada de um casa de forca maiorou de um rauba,
como se tem pretendida fazer crcr pir parta d i
thesoureiro, pai do'denunciado, nempode ser attri-
buido a pessaa estranhs mesma reparti^ii e que
all h iuvesse penetrada nos dias 7 e 8 da mez de
Setembro prximo passado, por sso que uio poie
se admittir a existeacia de um crime de roubo naa
exstindo, coma ni) encontraram se, vestigios de
violencia em parle alguma do edificio e nem no
respectivo cofre.
Urna verdadeira comedia !...
TuJo indica, que houve un plana combnalo
para a perpetrir-aa desse crime e-itre o tbesaurei-
ro, os seus dous fiis, o denunciado bacharel Ar-
thur de Barros Falcio de Lacerda, alm de outros,
que passam tr tomado nelle parte, pinto este qu--
anda um mysterio, nao cs' de tado desvendad-i,
con assim o entende tambem o propria inspector
da Thcsouraria de Fazenda cin suas respaitas
constantes do inquerito junto.
Mas, que hauve effectivameate plana combinado
entre aquelles em^regidos eo denunciado, prova-
se cara o inquerito, do qual resuha que o thesou-
reiro longe de adoptar as necesarias precauces
para a segurauca dos dinheiros confiados a sua
guarda, tacilitira o mais p:ssivel a desfalque, ji
enrregando as chaves da casa-forte e da cafre ao
leminciad, qu -, sem ser empregado da reparticao,
nem sea fiel, assim illegalmente o substitua em
suas faltas e impedimentos p-.r vezes prol.ngados
preparanda-se assim de cammum acord os acoa-
t cimentos.
Q !- houve plano oombinuia entre aquellas era-
pregados e o denunciada, pdo menai, prava-se
com a scienca e anuuencia das fiis em censeati-
rera que o denunciado substir.aisse freqaentemcnte
ao thesoareiro, sea pai, em si is faltis c impedi-
mentos, sem garanta alguraa para a fazenda na-
cional, como -at para el les proprios, contia as
disposicss do art. 27 do decreto n. 868 de 22 de
Novembro de 1851.
Parece incrivel !
Isto tanta mais quanto os proprios fiis nio pa-
dein servir seus cargas, sem titulo do nameacio,
sem primeiro prestaatsra juramento da cargo, e sem
prestar-.-m fianza, servinda em tada o c isa aeb a
resp uisabilidadc do thesoureiro, cama sabido.
Frova-se, qae o extravio sa preparan de com-
mum accorda e tudo para elle se facilitara, man-
dando-se, cora scienca di todas quitra, que o ser-
vente Silva en'-regasse as chives da parta c da
cajead, que fechara a sala da tlicoirciro. na lja
d JaXo Bastos & U., onde eram guardadas a'. o
dia Beguinte, em qu o mesmo servante ia rec-
bel-as, seoii tambera tolas as ch ives da sec^io
do thesoureiro, -inclusive as da c ifre, e assim
ficavara entregues a penosas qae ai nli poliam
guardar, pois as nicas corapateutes para canser
val-as em sea pu4*r erara o propria thasaurera o
o fial Victoria i Fialh, por el'e indicado para sub
stituil'O em suas filtas c impodimaotos.
O abuso cruiiuas) d-i s;e o th -siuroirosubsti-
tuida pelo denuncalo, scu filho, canfessida pelo
propri-a fiel Victorino Fialo-i. qu-^ declaron u au-
tos de- pergu-itas de fli. 131 a i. 152, que at o
inspector t.inaem issa sabia. (!) tanta que iu lo
elle algumas vezes sala do thesoureiro, sem e.str
este all presente, vira o denunciado Arthur fa-
ier as vezea do ibesaureira, e que tambem o in-
spector couseutia na abusa de ter o denuiciado
em sea poder as chaves da casa forte o abril-a,
receber dinheiros, fazer pagamentos, eonf-rir a
caixa e exorcer todas as fuaccois da thesoureiro,
(!) meaos a de assignar da-uraent >s, nica fine-
vao que elle Fialho exercia as itnoedimeito) do
thesoureiro, como su substituto.
Sau.a simplicidad !...
lato anda prova-ee com a auto de o^rguntas a
fl. 402 do propria ontadir \I uioel Aiitoiiu Car-
daso, ero que declaran ter dita em conversa ao in-
spector, par mais de u na v qu: era abusiva e
Ilegal o procedimento d-i thuaureiro.de so fizir
substituir em seus impedimentos iior sea lillu Ar-
thur e nio pelo sea fiel, designado pan esse fija.
Esse facto da subititu'cia d > thesoureira pe o de-
nunciado tamb-ra confirma io por qiiasi todos s
empegados da Tb-saurn e par multas pessaas
;'. ella estranhas, que declarara tor mais le um
vez encontrado o bacharel Arihur de Barros a'ii :
ex rcendo todas as tuocu -a d .quelle cargo, o quu
tambi.-m confessado pelo 'hesoureiro, pai da 1 .-
uaucado, coma i se a d 141 v. do inquerita.
Desse facto i llega', como refere a recapitulacia do
inquerito, de aceordo com o Thesoureiro, os fiis e o
denuuciado, pelo menos, resaltaras outros abuso,
alm da desfa-que, com i o quo- relatoa o B:irio da
L-moeiro, no auto du p-rguntas a fli. 413, isfo ,
revar o bacharel Arthur de B rros SMOO cantos e
quinhentos mil riii. era noas unu las completamente
novas, emuaisaadas e laaradas, coma tiuhamviulo
da Caixa da Amortsacia pira ello trocar par se-
dulas graudes, o que fes, entregando, depois de
jantar, aquello bacharel a racuciauada quantia era
untas de 2i) 'i. i > que decorr q-ic d Tnesourana
tambera sahiam dinh-iros pu alien pira surera tro-
cados, sem q-ie all ficasso o troco.
Cust a cir se !...
Consta tambem d> anta i pirgnn'as a rl 419,
fetas a Joaquim Ferr. ira R.mis Filh>, c.ix ira
l.i inna social Meuios 4 G, etab leci lo a ra
lo Cabuga desta capital, que p ir diversas veres,
com a emprvgido da cita de Joao Bastos A ',., fu
pirtado.- de n-lhet s -'o mencionad > Joiu Bastos o
to bacharel Arthur de Barros dengidas aa thesou
reiro, pedindo diuh -ir o o mesm i terap > recom-
mendaiid i-se-lbe toli cu per lid >a ditos i'het s, qu i sineute doviain ser
entregues ao tbesuureir. cajos blhetes este
responda, ora p s.oa!nuce ora par escripto
fuellado em enveloppe.
O mesmo empregado taiubim affiro-.au na seu iu-
lerrogat ri que quaii senpre o tlie-s anreiro
manda va levar din he ir. aa scu pa,'ra', a ora par
int rm'do de um mliv luo irn od--un talFi-
ga r-^lo, ora p >r uui in liviiua de n >in-s A'ionio
liusinio, que amiga.: vive s nprd mn o
dito Jai> Baitos e o bicharel Arthur d-Bir-
roa sen-loo di-iheir. hl junas vezes entregue
no interior da loja u outras vezes no esenptono
do pavimento superior >, nio paieai i elle preci-
sar aa quantas assim r-neitedas, eutietant., que
aos ltimos tres mezes os pudrios de iliuii uro
sa ammdar.iia e foram sempre autisfeitas 1..
vea-ifieoo-se, que esta instrumento pefa su imp r O servente Silva a fl, 412 ieeUrou tamoem ser
fe%io artstica, nao poda funccionar na fecha- exacto, que o mencionada emprendo de lasVi IJs-
SraV e, p rttnto, abrir a grade, que s poda tortos i. sempre a Thcsouraria all. enlut se eou,
o thesoureiro em particular pelo que ignora-
va, se d.ste reciba qualqcir quantia.
O cofre da firma social Joao Bastos & C, pois,
parece haver se transportado para o biombo do ihe-
ronreiro, impeneifavel at i vista do servente Sil-
va ; biombo inysteriosp, tmente construido ha pou-
cos mezes a esta parte, tanto qae o escripturario
Emygdio Pinbeiro da Cmara declarou, que nio
sabia o fien para qae havia sido construido, nem
achava Ihe utilidad?.
Coincide estes frequentes pedidos de dinheiros
fetos por Joao Bastos e pelo bacharel Artbur de
Barras no thesoureiro, pedidos que nos tres ltimos
mezes t haviam se a miudado e foram sempre sa-
tisfeit is como disse Joaquim Ferreira Ramos
Filh', cora o ntaiof numero de despacho que, em
ditos meses, a r- ferida casa ccmmercial fez na Ai-
fandega, como \-se na relacio junta, firmada
pelo chefe da 2a seccio D.mingos Joaqu'm da
Fonseca, que acampinhau a tiricia tambem junta
do Dr. delegada d*sta capital.
Conforme a relacio referida, bem como o oificio
.do inspector da Alfandega, igualmente junto, a
firma de Joio Bastos & C. -desua -hou, de 21 de
Setembro do anuo passado a' 7 de Outubro ul-
tima, ponco depois do descobrimento do desfalque,
mercaduras no valor tfficial de ris 14:8131465"
pagando de direito ris 7:480/060! ..
Em quanto isto succedia, interrogado Joaquim
da Silva Carvalho, negociante nesta praca, como
consta do auto de perguntas, que tambem acompa-
nhou o officio junto do delegado, se era exteto,
ser elle quem fornecia capitaes para a casa de
Joio Bastos Jt C. negociar, cuno geralmente di-
zia se, respondeu qne, por mais de urna Vez, fora
procurado por Julo Bastos, afim de Ihe fazer des-
centos de lettras deacceite do mesmo Joio Bastos,
o que nio cfiFectura por nio ter algumas vezes
dinheiro disponivel;outras vezes, porm, deixara
de accetar o descont desses titulos por saber,
o que um dos filbos da Baiio do Limoeiro era
quera fornecia capitaes, e que, portante, ninguem
ir.- ;h.T do qae elle podera descontar taes titulos,
e que o propria Joio Bastos era qurm diria
que o filho do Bario do Limoeiro >, era tambem
a quem ihe fornecia os capitaes de qu necessita-
va para negociar.
Esta declaracao preude-se aquella outra do
propria Bario do Limoeiro cima mencionada,
de levar o bacharel Arthur de Barros cincocon-
tos e quinhentos mil ris em notas miudas e com-
pletamente navas, eramassadas e lacradas como
tinhara vindo da Csixa da Amortsacio para elle
trocar por sedlas grandes, entregando depo-s de
jantar, qaalle bacharel a mencionada quantia em
notas do dusentos rail ris.
Esse troco nio consta que hauveese entrado para
os cofres da Thesouraria, de onde assim era todo
o casa sahiam dinheiros publicas a granel sem ser
pe '3 me ios legis !...
Consta mais daauta de perguntas feto a Joa
quim da Silva Carvalha, que, emquanto Joio Bas-
tos assim o pracurava para esses descantos, ha
cerca de um anaa, de titulo1* de pequeos valores,
sendo o maior de 1:000 j, de 15ajt s zia que procura va descont por cauri da crise
cararaercial reinante na praca, paaeo negocio, e
pequeo capital cem que havia se estabelecido,
ignorando elle as condicoes actuaes da referida
firma social.
Derara-se tia frcqaentes despachos na Alf inda-
ga por parte da casa de Joia Bastos c C. exa-
ctamente depois qoe esse estabelecimenta apre-
sentrx-3e p?uco sortdo, e que os negociantes
importadores, coma Francisco de Azeveda & C,
Bernat e Cramer Frey & C. recusanm-se a ven-
der-lhes mais fazendas, em razio do achar se a
dita firma em atrazo para com elles em seus paga-
mwlos commerciaes, coma declararam ditos nego-
ciantes ao mesmo Joaquim di Silva Cirvalho.
K nquMit as cousas assim carriam, e coutinua-
vara precarias para Joia Bastos tC de reponte
a referida firma, que do eatic por diante nio cea-
savade mandar buscar dinh-iras a Thesaoraria,
apresentava-se Joio Bastas Jos Duarte Pa-
paula negociante estabelecido i ra do Cabuga,
prapaado Ihe para ceder-lhe o estabelecimento
em qae este tem loja de cera e machinas, disenda
Ihe que, tendo impartado foseadas e quereodo
alargar seu estabelecimento, precisava de casis
juntas i su, e por isto estava res .1 vi io a dar-lhe
alguma lava oa gnttficacdo cato annuisse, ao q-ie
respmdeu-lhe Jos Doarte Papaul, coma cansta
tambera da sea auto de perguntas, que ora junta-
se, qae ni i Ihe convindo de modo algara, mudar
se cora sao negaeio pira oatra qoalqoer parte,
resolver ui> accetar a proposta, direndo-lhe
anda Joia Bastos, que r.fletissi e pensssse bera
a respeito e dsse-Ihe a respast, resposta que
nunca mais deu-lh-i. posta se hauvesse prapilad-a
s.-r a cfferta do 6:000*5 OJ!...
Assim cama a* relaces, que elle Papaula tem
i in o bachirel Arthur de Barros Falcio de Lt-
corda, vera de estar este samare no est .belecimen-
to da Joia Bastas e da Ihe alagar o 1 andar do
sau estabaleciinaata pira escriptorio e tambem
frequantar seu estab.-lecradato algurais vezes
par* conversar.
N'i.nbn 1- quem o capital di firma cora
qae gira Jai) Biscos c C, mas, a opino publica
apresenta o bicbarel Artbur da Barros, coma
sacio capitalistt e que existinia segredo entre
elles dous, nia palo sibar a origem dasie capi-
tal.
Q-i; segrsd a, at roystoriaso o c.ipital coa que
gira va e gira a firma da J >l > B ist >s & C to los
o disem nesta capital, o at issa prava certilio
da Jant.i Com nercial, que acarapinha a presante
denuncia, da qul resulta qua revisto o registro
pub-ica da cmmercio, a cargo da secretaria da
Junti, do anuo ie 1851 at o di* 14 d i Des m'ira
ultimo, delle naa const* registro ou archivamento
d. enfrelo de socedade commercial d firini
desta pra;a de Joio B is'.oa & C.
Ac iteee miis, que verificada o desfalque as
cifres da Thesouraria, ao di 9 da Setembro ulti-
mo, senda antes tia trepantes os despachos de
mercad iras feitos ni Alfmieg* po'a tirra de
Jlo Bastas & C-, a dita t-rn* samanta fez mais
um despacho, d-^pos d venfieucj d desfa'que,
ai da ti da Nivembro ultrai, uo valar d?......
3:079i005, como prova-se cara n .va certidio
daqueilt repirticla, assignal* p-!o raspectivi
chote da 2 seccia, cert lia que ora tambem
j unta-a presaate deiiuacu.
Anda mais :
At Jaueiro da 1884 foi Jalo Bastos de Almei-
da preposto (fot Srs. Man i-a A 0;, tendo recebilo
u'aqU'lle mor a qiiiuti* da 1:165483>, saldo da
seu* ordenada i, coma prova-se ciar o recib. junto,
que tamb-ra acomp.nhi o olfina do D:. del-g do,
;{ que a danuucii acimt referia-se.
Xia padeud.-sa sab'r, en que data camecau a
fu accionar a firma Joia Bistos i* C, c nem quaes
os seas capicae, tenia.4 case resp-ita tola ainda
mysterio, guirdilo eu'.ra o denuuciad; e Joia
ButJ, iotiei talo, que ara'aas sia sacus, e pe-
queos r*m os capicaos .m qua oegJCiaVam,
otai que livesa-m os cjfres :* Tncsauran su
disposiula, Ji uos dias um qua o ihsoureiro nao
filcav i repart.vti, ji nos dtaS em que o denun-
eiald sub,titua en suis falcas i impediinaut is,
cara i oei m a tieau p.-ov i la.
O propru pai d > doauuciado, iuterr 'gado a ibrs
a f.rtu.ii de sau lilil e her.ine* qu: deixara-ihe
s.m ati alapuvi, F-tieu Vliria Oynpia, cari-
tas iu que olli daitira-lh: poaaas baos, porui,
posiuia seu fi'ha un baa fortuna em diuheir..,
ui palalo pruciiir quautia a juo at-iugia.
. pus, a farcun tara oila. aa>:aJuta ii em
t aniacco.-s a qu-J det.ei-sa alui de qu? tem
sidi eucarr-gala da u-gacas forais-s, adaaiui-
tr icivas o oaiaiaercia-s io muitas parantes e ami-
gas, negacias forenses e al-o-uistritivas qi; n'u-
guem os conbeco, parentes c amigos qoe os nio
mencionou
Nestas condicoes manifest, qae houve nm
plano cambinado entre o thesoareiro da Tbesou-
raria do Fazenda, pai do denunciado, alm des
dous fiis e o proprio denunciado, para a realisa-
cio o desfalque, verificado n.s cofres daqaella
ripartcao, como consta do inqaerto junto, esqoe
eias as leis da probdade, que di ver commum
de todos os cidadios, anda mesmo para aqoeilea
que nia sia funecianarias pblicos, como o de-
nuuciado.
Em vista do tada exposta, 6 ainda manifest,
que o denuuciado bacharel Arthur de Barros
Faleao de Lacerda, tambem um dos principies
responsaveis pelo referido desfa'que, tendo tomado
parte activa e v< Imitara para a sua realisacao,
ja apropriando-sc dos dinheiros publicas recolhi-
dcs aos cofres da Thesouraria, como se fossem
seas, nas faltas e impedimentos do thesoureiro, sea
pai, e ja pelo intermedio de seu proprio pai, a quem
fazia a esee respeito constantes pedidos, como ci-
ma ficou deminitr.'ido.
O ministerio publico, pois, denuncia o referida
bacharel Arthur de Barros Falcio do Lacerda,
pelo crime de pccultto, previsto di art. 172 do
Cdigo Criminal e requer que se Ihe forme colpa.
procedendo-se para esse fira todas as diligencias
legaes, regulada a competencia para o processo
pelos principios do direito processual, conforme
tambem a jurisprudencia dos Tribunaes em casos
idnticos, iudo o caso para o loro commum.
Nestes termos pele a V. Ex. deferimentoE.
R. M.
Testemunhaa : Manael Antonio Cardoso, Ma-
noel Le.ite Pereira Bastos, Joaquim Jos de Oli-
veira, Luiz Enygdio Piuheiro da Cmara, Jovinc
da Silva Santiago, Christovao Santiago de Oliveira
Alexsndrino Alvts de Mendonca e Jos de Olivei-
ra e Silva.
Recfe, 23 de Abril de 1887.
O 1 primottr publico, Joao Joaquim dt Fro-
tas Henriqnes.
2.a seccao.
Reparticao de Polica
N. 396Se-retara de Po-
lica de Pernambuco, 25 de Abril de 1887.
Illm. o Exn. Sr.Participio a V. Exc
que foram reuolliidos Casa de DetencSo
os seguint a individuos :
No dia 23 :
A' ininha ordem, Manoel Al?es Peizoto,
reme tido pelo delegado de Olioda, como
deaordeiro e vagabundo.
A' ordem do Dr. delegado do Io distric-
to da capital, Silvino Saturnino da Silva
e Jos Francisco do Sant'Anna, conhecido
por C.iboclinho, preso em flagrante por
crime de furt.
A' ordem do subdelegado do Recifer
Avelino, escravo de D- Mara VilUc/a e
Francisco Braz, por distu.-bios.
A' ordem do de S. Jos.. Antonio Fran-
cisco de Lima, por disturbios.
A' ordem do do Io distrieto de A fuga-
dos, Bernarda Francisco de Paula, Ano
de tal e Caetano Alves Feitoza, por em-
briaguez e disturbios.
No dia 24:
A' ordem do subdelegido do Ricifef
Joao J aaquim Cavbante, Manoel Joaquim
Ramos de Oliveira e Podra Lourenco Diaa,
por uso do armas defeza3 e offensas mo-
ral publisa.
A' ordem do de Belem, Jos Antonio da
Lu-ia e Mano-I David do Nasem< ato, co-
mo deaor.ieros e vagabundos.
A' ordem do de Apipucos, Joao Bap-
tsta do Reg, por disturbios.
Na freguezia do Rocif em casa do ne-
gociante Manoel Amanen dos R.s, fe-
ceu hontem s daz horas da note, Joio
Jos Corris, mestre da burcaca FlV da
Tatuaninha, actualmente ancorada nesto
porto. O Dr. delegado do Io district da
capital tomou conhacimento do facto e man
dou transportar o cadavor para a igreja da
Madre de Deus, onde coropareceu o Dr.
Jos Joaquim da Sovza, q-uo procedendo a
ompotenti vatori, veriticou tr sido a
causa da morte urna cangestio heptica.
Tendo sido encontrado em poder do fal-
lecilo a quantia de 2G7000 em dinheiro,
a follia de frete da mesma baresca e oo-
tros papis, que foram eutregues ao referi-
> Manoel Amancii dos Res, que so apra-
apres-ntou redamando como corresponden-
te e dono daquellu b^roa^a.
Communicou-me o subdelegado de Apt-
pu o, ter em data do hontem fato fe-
messa ao Dr. juiz de direito do 5o distric-
ta criminal, do ioquerito poli-al procedido
contra Joio Jas Barb )3a o Pe Ir Barbo-
za, filho dcste, como utor-S do rouba pra-
ticado om casa de Miguel Joaquim do Reg
Birrot
D.ms guarde a V. Ex-.Illm, e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta de Azavedo, muito
digno presidente 'a provineii.O chelo
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesoaro Provlaclal
assPACiios do da. 25 os abril r>2 188T
Faria Sabrinho A C. Informo o Sr.
Dr administrador do Consulado.
Nicss da Silva Guamilc- e J. Oroncio
Franco. Entregue se a quantia om depo-
sito.
Vi-tarino JoSiuzi Trivassoa e Antonio
Leal de Castro D-lgido.-C-rtifique-se.
Barao do (Viar e Mano. 1 Carolina Coa-
inho d* Cunha Lima. -Ao Consulado pa-
ra atteader.
Offi ios da Dr. P sectario da Assea-
bla Provincial e do Dr. procurador do
f -itos, Antonio Jaaquim Casi-o, Joo Go-
mos Jardito, viuva de Scrafim de Sena
Jorge, J.ao da Foos*ca, J>s Martin Bi-
b ifo. Frau-isao Cordeira F-l-ai Brasil-
Infirme o Sr. contador.
Josepha M-ria do Espirit- Snnto, Jobo
d'Alinm-Ia & C Volta ao administrador
do Consulado para aatisfizer a requisigl*
.11 rtontadori*.
Offi:io do D-. pr*;urador des fetoe.
A> conten-ioso, pira sutisf *. a reqnis-
cao da conta loria.
Jjaqnim Griwetlve & C Dr. M. Juvenal
li) trigues d.i Silva, Fran/is^u Jonqoio An-
tones, Felia Pereira d S.-uu e Dr. Af-



**
L


Diario de ernambucoTerfa-fcin 26 de Abril de 1887


fanso d'Albnquerquc Mella e oulros.-Hi-
ja vista o Dr. procurador fiscal.
consulado Provlaeta!
DESPACHOS DO DU 23 DE ABRIL DE 1887
Jote Minervino de Souza e Antonio Jos
da Nova. A' 1. seccSo par proceder
de acoorda coai a lei.
Jospha Mara do Espirito-Santo e Sa-
za Nogueira & O. Cumpra-te.
~- 25
Mara Celina Coutsaa da Cunfca Lis.
__ A' 1.a secjao para attender.
Bario de Caiari A' sao para af
tender
Leocadia Mari Joaquina. Deferido
do accordo cora aa nfv>rmac5ea.
DIARIO DE PERKAJSfeCO
RECIFE, 25 DE ABRIL DE 1887.
Noticia da Europa
O paquete ingle La Prala chegaao ante-bon
tm da Europa foi portadcr das seguini.es noticias,
alera das de Portugal, que publicamos sob a ru-
brica Exterior eccnstam da carta do nosso corres-
pondente.
Portugal
Datas at 13 de Abril, sete das mais adianta-
dos do que as trasidas pelo Vle de Maranhio.
nc-.ua. ha
Eis o o que, relativamente a este reino nos
escreve o meso corree pon dente de Lisboa :
A Epoeha d noticia d'uma exploaao de alguna
cartuchos de dynamite Cllccados Jiante da casa
dojuis de pas de Hareaj de la Sierra, na provin
eia de Madrid. A f.onteira do predio ficou muito
arruin.do ; mas nao houve nenhuma victima.
A polica descubriu em quatro lejas de merciaria
de Madrid diversas caizas contendo materiaes tx
plsivas.
Os mercieiros faram presos e declararam a po-
lica, que urna senbora desconhecida se apresen
tara a 7 uoite as su-.a lejas, e, depcis de cem
prar alguus gneros, Ibes pedir para guardar
aquellas caixas por um oteado. Accresctntaram
que ignoraram o que us caixas continham.
Eapalhou-se que, por occasio da prociseo do
Enterro, haveria desordens em Madiid. A procis
sao, porm, realisau-se sem incidente notavel.
Effectivameute alg'ima cousa de anormal se
est passsndo na caqital do reino visinha.
O deposito de armas descobertoem Madrid com-
puuha-se de 39 carabinas Raraington, algumas
munices e urna caixa com matenats explosivos
N'uma coufeitaria em Madrid foi descjberto um
depr silo de 200 espingardas e caixas com dynami-
te. Fizeram se multas pn:ia 8.
Foram presas 6 petsoas emeensequencia da des-
cobrta do deposito de armas. Os cartuchos apre-
hendidos juntamente com ai armas continhsrp ni-
troglycerina.
A Gaxela da AUtmanha do Norte rrprodux a in-
foiraaco da Epoeha, de Madrid, de que o repre-
sentante heepauhol em Hong K prosperi ade da Franca e ao bjm xito de urna
suena de desforra.
O correspondate da Gszcta accrescenta que o
repreeeutante da Austria e todos os outros convi-
vas nao poderam dtixar de manifestar grande es-
panto por esta inesperada expaot >, que nao est
em bsrntonia com aprudencia a que o represen
tante hespauhol na China obngado pela sua po-
aico.
Anda se nao sabe o local onde o sulto de Mar-
rocos receber a embsixada hespanhola.
Entre oa presentes da raiuha regente para o sul-
to figurara ricos tecidos valencianas com precio-
sas desenlies grabes.
Cbegou a Madrid o representante da Hespanha
rm Caracas, Sr. Willaratin.
Est se instruiedo no miniBteio de Estado o
expedieute da mediacao cfftrecida pelo nosso go-
vernador.no conflictooccorrido entres da Gta-Bre-
tanba e o da repblica de Wenegnela, por se ha-
ver apoderado a Inglaterra de urna parte do ter-
ritorio da Guyana.
__ A commisso executiva da exposicao de prs-
ductos pbilippinoa resolveu illumiuar os jardins do
Retiro, durante as noites da exposico, com luz
elctrica. .
Muitos dos oljectos armazenados e, que devem
fignrir uo crtame, sao notabilissunoa.
Os trabalbos para terminar o novo edificio, des-
tinado a Musen Uiramarino, progridem oom gran-
de rapidez.
Madrid vae pois, a ter, dentro tm pouco, nume-
rosas exposieoes : a de producios ultramarinos, a
de bellas artes, e a provincial, tm Madrid; a de
objeitos maritimos, em C>dis ; e a geral de Uar-
ctlsna, para a qual o governo concede um impor-
tante crdito.
Falleceu o antigo progressists, e distmsto a-
mc publico, D. Leandro Rubio.
Collaborador do peridico La /vena ao fundal-o
o malogrado Calvo Asncio, tomou grande parte
na sua redaevo. _
Qaando sargiram as grandes dissidencias, que,
beparando os Srs. Ruiz Z.rrilha e Sagasta, divi-
dirara o partiJopro lhou efBcazmeute para evitar o rompimento, e nina
vez occorndo, ficou ao lado de Sagasta, que o no
ineou airector geral da admiuiatraco e aYpois con-
selheir a de estado.
O Sr. Rubio foi por varias vezes meinbro do
congresso, e ltimamente tinha assento no se
nado. i
O banquete ddo no uiKcio real, cm honra do
aovo cardeal monseuhor Rampolla, foi brilhantis-
simo.
Te ve lugar no salilo roxo ; e o centro da mea
coropuuha se de p cas de prata de trabalho ra-
rissimo, e de grande valor.
Persistem os tel- grammas de Romi em alarmar
que o personagfin mais indicado pelo Vaticano
para substituir era Madrid monsenbor Rampolla,
o arcebispa de Nazianzo, actual nuncio de S. S.
em Munich, monsenhor Di Pietro.
Entre o coude de Gorchakoff, o senador Meche-
line, o ministro Moret, o sub secretario de estado
Gutierres Agera, tera bavido varias iutr. v.stas
para celebrar se o tratado da commcicio eotre a
Russia e a Hespauba.
Franca
O Sr. Jules Roche, primeramente, e o Sr. Lu-
guillier, depois impugoaram sem grande esforco o
ornamento propasta nos seus pontos mais capitaes,
e da diseusso que se abri na generanJade nao
Birece que as ideas do governo, ou antee di Sr.
auphin, lograssem convencer es roembros da
commissio do orcam' nto, e da cambra em geral,
da excellencia das medidas propostas, e que por
certo sio destinadas a soffrer alteracoes profun-
das no proprio seio da commisso, eojo trabalho
Tira a ser, ao que suppd-, urna remodelaco com-
pleta do orcamento proposto, ou antes a feitura de
jn? novo ornamento.
Os membros da commisso do orcamenlo que
pertencem esquerda radical e extrema esqoerda,
assim como aquellea que nao eato rnaeripCM em
nenhum grupo reuniram-se oltimameato u'uma das
las da coinmissj de censura afim de aiscutirem
a attitude que deviam tomar acerca uo projecto de
rcamento apreaentado pel govern, prevaitoend >
nesta reunio a idea de que a commisso, para
zfEastar de si responsabilidades, devia informar
era demora o goverao de que nao acceita o pro-
jecto do Sr. Dauphin.
Os Srs. Bertbelot, Milland e Granet, ministros
da astrueco publica, das obras publicas, e dos
correios e telcgraphs, embarcaran no dia 10,
acoropauhados por muitos deputa ios e jornalisUs
psra Argel, onde vo assistir inauguraeo do
eaminho de ferro de Argel a Constantini, e lo
Congreaeo da Liga de Ensmo.
Os sninistros da instrueso publica e das bollas-
artes, das obras publicas e dos carreios e telegra-
phos chegaram a Argel no dia 11. Foram raeebi-
dos com salvas de artilbaria. O tnaire, ao dar as
boas vindas aos seus Ilustres hospedes, disse que
a Argelia est muito reconhecida a quera a fas
a vanear com rapidez pela estrada do progresso.
O Br, Berthelot agradecen em nome do governo,
dizendo que se pr ooe, sobretudo, estudar o pro-
blema da instrueco.
O seu discursj r ii acolhido com gritos de Viva
a Repblica Toda a cidade estava embaodei-
rada.
O Daily Chronicle publica um telegramma de
Berlim, no qual, cora referencia a informaooes se-
garas, se affirma que, a exemplo da Bussia, os go-
vernos da Allemanh e da Austria estio decid
dos a nio tom ir parte t>a expedica universal, que
e prep>ra era Pariz para o aono de 1889.
A negativa da Austria e da AJlemanba faoda-se
ass meamas ratoes expostaa pelo governo de S.
Peterabrgo, que, como o salje, sao as segflintes :
Os estados monarchteos no podem eear epre
atados cm urna fasU que tem por fim glorificar
urna rev^luco quedernb u do throno e cortn a
cabeca a Luis XVI.
Xotlc'a do Sul
Hontem pela manb chegou des portes do sul de
ua escala o paquete ingles Advanee.
Foi portador das eeguintes noticss alem das
officiats, publicadas na seceo competente, e do
Rio de Janeiro, insertas sob a rubnea Inten*:
o raaiie do Sal
Datas at 10 da Abril: ...
Esa Pj*t Alegre hoove, diz o Otario do
Grmde, no Bailo do Clnb- CommerciaJ, reuuiis
divaMos --egsiates d'aquella praca que cu
ao oenvite do Br. Gabriel Motta.
Este seobor fallou sobre a conveniencia qae
julga haver de reelamar-s* do govemo providen-
cias sobre a actual adminiarsco da Alfaa-
Foi resolvido pelos presentes a nnraeaco de
nma commisso para requerer as certidoes que de-
vero servir de base 4 represente cao.
Notou-se na reunio a falta dos principaes com-
merciantes importadores.
No mes do Marco rindo a agencia postal de
Pelotas renden a somata de 1:600X000.
A Alfandega da capital arreeaion durante o
mez findo a quantia de 366:4633197
Em igual mes de 1886 361:957*601
Difirenos para mais 4:505#5%
Falleceram : em Cacimbinhas D. Mara Jcs
Barcelloa da Los e n> Rio Grande o 1. juis de
pas capito tenente relsrmado Ignacio Jos Men-
des, que foi tambera delegado de polica.
anta camarina
Datas at 12 de Abril:
eu-se no dia 10, nss proximidades do mata-
douro publico, no Estreito, um horrivel desastre.
O gado para a matanca, eomo se sabe, reco-
Ihido de vspera maogueira que all existe.
Succede que muitaa Vtea, por qualquer ciieum-
stancia, o propietario de qualquer doa animaes
all reeolhido nao o faz abater. deixando iseo para
o dia segttinte. N> dia 10 reprodusic-se o facto;
ae uiuc-u. poi-D, que um dos b)is sabio da man-
gueira, penetrando em um terreno proximo|ao mi-'
tadouro e de propriedade de um lavrador que all
resida em companhia de tres irms e conbecid.
por Joo Qaina. Este infeliz feti a victima do fe-
roz an-mai, pois, temendo q e o metmo animal
tosse cstragar-lhe as planta^oes e apresentnndo-ae
a afogental-o, receaeu do animal vtoleotissima
marrada, penetranda-lhe a aspa no baixo ventre
rasgando-a completamente. Ao cahir, o infeliz
receben novo golpe que varou lhe o estomago; e
anda uji terceiro golpe desarticulou-lbe um
brsOJ.
O desgracado bomem, fallecen pde-se dizer int-
tantanramentetaes foram os enormes rasgoes que
no corpo lbe abri o damnado animal.
Tres cavalleire, armados da b>us Iscos, con-
seguiram prender c subjugar fra, que, denun-
ciando u cava, quem sabe, outrae existencias !
Com as uit-mas ebuvas bouve endiente em
Joiuville, tendo em varias casas a agua entrado
pelas janellas.
Em algumas navegavam canoas, como em pleno
rio.
Nao consta que houveese desgraja a lamen-
tar.
No lugir denominad} Belchor, perto do
Gaspar, districto de Blumenau, deu-se um horrivel
crime.
E'S eemo relatara o facto :
Entre os chifes de duas familias, urna allem e
outra brasiieia, h-via desavunfas, motivadas por
urna questo de extrema porm, s ffectava aos pas, pois os fi hos do bra-
aileiro seropre conservarain suaa relaeocs com o
allemo.
ltimamente tendo o chefe da familia brazilsira
que ira Blumenau um de seus filbos, o mais velho,
aproveitando-se da ausencia do pai, foi casa do
allemo e comecaram a conversar, at que final-
mente veio scena tal questo da extrema. O
ilio, com i era natural, pugniu pelos interesses
do pai; a questo tomou vulto o o allemo, pe-
gando n'uma faca, fere gravemente o aeu con-
tendor.
O rapaz, mesmo fdrido, consegue iufro luzir-se
por baixo de urna eerca e foi-se arrastando em
dircece sua easa.
Outro irro> da victima, quo andava trataudo do
gado, perto d'abi rendo o que se passava, dirige-se
para o theatro do crime, quandj o allem- a.ira-se
sobre elle e fere-o brbaramente.
Nao satiaf ito com to heroica acto, arrssta o
corpo todo mutilado, e arreja o a urna laga junte
casa.
A muluer do eriminoso que ebegava neesa occa-
sio, presenciando o facto., pede ao marido para
retirar da laga o corp. da victima que anda ar-
quejava. Elle porm, nao attende e disse que o
havia de matar e uo tinba crime algum, pois que
o faza dentro de sua propriedade.
Finalmente, um terceiro irino, que nessa occa-
sio chegava a lugar um tanto elevado, perto de
oude se paasava to medonha trag- da, corre para
a laga afim do salvar seu irmao, qundo a fra
arrojase uovameate sobre elle, e d lhe urna tre-
m uda tacada, cujo golpe apaohou a testa e parte
superior do nariz.
A victima cabio estendida sobre o solo e mesmo
desta posico conaeguio tirar urna faca que [razia
cinta, e cravou-a no seu aggressor, com tanto
impulso, :)ue entrando na barrig appareceu as
costas; tendo o prostrado mortu f
Assim finalisou-se esta nefanda sena.
Dos tres rmos, o que appareceu eos segunde
lugar acha-se gravemente enfermo, e os outroa
dous juigaios livres de perigo.
Esto presos e sendo processados, devendo bre-
vemente comparecer ante a barra do tribunal do
jury.
m. Paulo
Datas at 18 do torrente :
Refere o Comi PauUttano o seguiute facto
curioso:
A vida matrimonial nao to ruim como al-
guna a pintara. Be estes nao se querem tasar em
competisac.ii outros casam-se duas, tres, quatro,
cinco e mais vezes aiuda era vida da priraeira es-
posa
Mas curiosa, porm a noticia que ti vemos de
um marido que mora com duas esporas.
O Sr. Casco, subdelgalo de Santa Ephige-
nia, te ve denuncia de dous crimes de bigamia e,
procedendo a inquerito em segredo de jusiica, che-
gou s conclueoea seguintes :
< O italiano Pedro Samartine, que diz cha-
mar-se Antonio Samartine, residente nesta capital,
6 casad i nda menos de tres vosos.
O primeiro matrimonio effectu >u se na Italia,
o segundo nos Estados-Unidos e o terceiro nesta
capital na freguezia da Coosolaco.
Cunta elle que tendo sua pnmeira mulher ten-
tado envennalo, aconselharam-no alguns amigo.
que a abandonasse, retirando-se para os Estados-
Uuid'is onde poderia casar-se cutra vi z.
E se beca o aconselharam melhor o fes.
< Nao diz os motivos que teve para abandonar
a norte-americana que escolhen para sua segunda
consorte.
Foi requisitado mandado de priso preventiva
contra elle, a
O outro bigamo chama se Jes de Freitas
Gama, natural da ilba da Madeira, e vive em
perfeita pas com as esposas, que tingeos ignorar
que Gama marido commura.
Proseguem os inqueritos abertos sobre estes
dous crimes
Aate-hontem s 2 horas da tarde no arma-
z"m de BaOM Lima, em frente estacao de car-
gas da linba ingl.za, deu-se o desastre seguinte:
Hav am empuad.) n'ura quarto proxlsso, e qne
ha das a m-.-a va va deaabar, grande quantidade de
saceos de assucir. Com o peso d- s sacc s veio
aoaixo a parede do fundo, apanhando na queda
dous trabalbadores e um m-nino servente. Um
d'aquelles e o menino ficaram gravemente ofen-
didos. O outro nada scfFreu.
Suicidou-se em Campias, Lafayette Las-
casas.
Em Araraqusra foi espturado pelo delegado
de polica, a remettido para a correceo um preto
criminoso p-rtencente turma d'aquelles condem-
nado que a tempos evadirarn se da correceo de
S. Paulo, assassinando na occasio da fuga um
official e offendendo a diversas pracas.
Sob o titulo Caixa Econmica, dis o Diario
Popular de 16 :
Tem 8' fiVido enorme corrida esse estabeleci-
mento. No curto espigo do tres das o povo ja
reclaraou quantia superior a trezentos e cincoenta
contss.
Se continuaren! assim as cousas provavel
que a Thesonraria precise soccorrer a caixa en-
tregando! be os mil e qainbentos contos que della
receben.
Poier fazel-o com rapiJes ? E' piuc-o pro-
vavel. Todos sabem que aa quantias arrecada-
das em 8. Paule sao remetlidas com urgencia
para a corte.
Eutcndem algumas pessoas que a caixa ter
de ser liquidada.
a fc'm Campias Vctor Vieirs, de 16 nonos de
idade, cm urna fasenda, brincando com Jrs de
tal, tinha as inios nma espingarda, de que Jos
tentava se apoderar. A arma disparou contra a
maulla interior de Vctor, sahindo o projectil do
lado direito. O ferido foi transportado para a
eidade i sen estado melindroso.
O Dr. Bilva Rabello, subdelegado do i- dis-
tricto da Sacramente, mandn para a casa de de
tenco, Augusto Cordeiro de Lima, Adelino Pinto
da Cos* e Fraueiaeo Bonifacio de Amorim, por
serem vagabundos e ratoneiros.
Farsas reeolhidos 4 2 estaco policial
Rieardiaa Mara da Conceico, vagabnndu muito
aabecida n> 2- Mtricio do Bacrameoto, por in-
ssriter a morado da casa o. 169 da ra do Ge-
neral Csmara ; Thomas Perreira de Lima, Joa-
quina Joo Karaalbo, Joo Lopes Vianna, Augusto
Jote dos Santos, Luis Pedro Marques de Andra-
de, Francisco Mooteiro Jnior, Rosa de Jess e o
preto Roberto dos Santos por serem ebrios incor-
rigiveis.
Ao conductor Jaquitn Jos Ferreira que
passou oox a carroca o. 2,004 contra a indica^o,
na ra Estreita de S. Joaquim, foi cass ida a res
peciiva carteira.
O subdelegado do 2- districto de S. Jos,
mandou recolher ao hospital de Nossa Senhira
da Ssude, o preto Barnab, msrador na ra da
Ajuda n. 49, por estar i-ff ca ia de varila.
0 preto Luis da Silva o Arthur da Silva
Tavares promoverain, s i0 horas da noite, grande
desordem na praca das Marinhas, onde aggredi-
ram o dono do kiosque.
Foi reeolhido 5.a estaco policial, Pedro Jor-
ges, encontrado encostado nn porta de urna casa
de negocio da ra dos Ourives, por ter recusado
declarar o que all esteva fazendo.
A' 6* estaco foram recolbidos disposico
do Sr. commendador Souza 0 Almeida, subdele-
gado do 1 districto de Santa Rita, Marcos de tal
a os pretos Ara->r ', Jos dos Santos e Gregorio
Vieira de Freitas, por sesem desordeiros-
A' 7.* estaco pjlicial, foram recolbidos, um
individuo de tr preta que parece estar soffiendo
de alienacao mental e um menor de cor branea,
de 2 aunjb presumiveis, que all ficou deposi-
tado.
Rectbsu intiranvo para comparecer perante
o subdelegado do 2' districto de Santa Rita, o dono
da casa de ilhar do largo de S. Fraucieco da
Praioba n. 21.
Manoel Antonio dos Santos foi preso por ter
subtrahido diversas p vas de roupa na estalagem
n. 99 da ra do Baro de S. Flix.
Ficou detido na 9 estaco policial o menor
J' ) de 7 aunas de idade, que foi encoutrado p T-
dido uo morro Nh c sem saber declarar a resi-
dencia de seus pas.
Teve entrada no asy!o de mendicidade de
S. Jote Birag'% por estar sofriendo de alienacao
mental.
Ao h pital de S. Jai Baptista foi reeolhi-
do o preto Dionysio Jos dos Santos, encontrado
na ra da Passagrm a deitar sangue pela bocea.
No mesmo jornal de 13 do correte encon-
tramos o que segu, referente priso de um iu
divlduo que pistavu notas falsas de 10, confor-
me distemes em telegramma dias antes :
Hontem, s 9 horas da manh, foi preso em
l! :grante ddicto de passar notas falsas do 10 X),
mn individuo de uome Ricardo Schritsmeyer, par
do, liberto ha poucos dias.
A pi.-i 11T ettuu se em virtule de denuncia
dada polica, por alguns uegociantes desta ci-
dade.
Anda ign mimos o resultado do inquerito im-
mediatamente aborto em segredo.
Sabemos apenas que o Dr. chefd de polica fd
dar busca na residencia do indiciado, ra de
Santo Antouie, tendo encentrado no chcara,
junto a urnas bananeiras, dous mansos de cdulas
de 104, contendo cada um iclies 50.
Em poder do indiciado achavam-se 64 aedulas
idnticas aquellastodas estampas 7> assigna-
turaJ. S. da Rocha.
Outras multas sedulas, a:-n daquellas, foram
arrecadadas duraute o dia.
Alguns commerciaates, que haviam recebido era
pagamento muitas das menc.onadas sedulas foram
le val as polieia.
J numero dan sedulas arrecadas at s 5 horas
da tarde tobe a 189.
Cootinuam as diligencias p-jliciaes.
Foram prca s mais dous individuos.
Minis Cieraea
Datas at 22 de Abril:
Le se na Gateta de berab :
Informara nos que os Cayapea das cercanas
da villa do Rio Verde teem ltimamente abi pra-
ticado diversas ncursoes, que causam a pacifica
populaco da villa terrivel sobresalto.
Em urna localidade denominada Rancho
Queimado, urna das catervas de selvagens in-
dgenas atsassinou a flechadas, brbaramente,
duas pessoas em urna casa, d< ixmdo outras duas
morte; trucidarnm os indios quatorse animaes
que su achavam n'um pasto prximo, pondo, du
rsntc um dia iuteire, cerco a urna casa da raes-
ma localidade, na qual haviam se refugiado tres
hoineus.
Eleico senatorial. O directorio do partido
liberal da provincia de Mioaa G;raee, uo acei-
ten a chapa inatoiial recommeodada pelos sena-
dores mioeiros, e apresentou esta outra :
Cooselheiro Carlos Affoneo de Assis e Figueire-
do, Dr. Fidelis de Andrade Botelbo e Dr. Jos
Cesarlo de Faria Alvim.
Rio de Janeiro
Datas at 20 do corrate :
Ha alguns meses o Dr. Gusmo, 0* delegado de
polica, tendo recebido em sua delegada varias
nota* falsas do 104000 e coastaudo.lho que havia
mais em circula cao nesta cidade, abri inquerito
afim de descobrir os fabricantes deltas.
Esta autoridade policial tez varias diligencias,
que foram improficuas. ltimamente, poiiVn, sou-
bo que em Minas G< raes ioiam encontradas em
circulacSo notas falsas idnticas s que tinha
visto.
Iucansa\el as buss pesquisas, o Dr. Gusmo
contegu^n de cubrir que utn dos falsificadores es-
tava res din lo em Todos i s Santos.
Para al i dirigio-se ante-hoateui, em companhia
do seu es .t vo e do capito Vieira, e prendeu,
noite, em urna casa da ma do Aqaidaban, sita en-
tre Todos os Santos e Cascadura, o individuo de
nome Manoel da Costa e Silva, o qual disse ex-r-
cer a profisso de pintoi. Foi reeolhido easa de
detenvj, como uin dos indigtados autores de fa-
brico de moeda falsa.
Clnos que cm Quelac de Minas acha-se re-
eolhido i cadsia um individuo que tinha em seu
poder muitas das taes notas de 10^000 e confes-
sou ser agente de Costa e Silva.
O Dr. Gusmo prosegue no inquerito.
Falleceu pela manb, de 9 do cerrente, o an-
tigo e bem couceituado negociante desta prava, o
Sr. Vctor Rease, Baro de S. Vctor.
A' 11 1/2 horas da manh de 11 do andan-
te, na occasio de ser condnzido em um b te para
trra, Caetano Pequi, que vtnba de lUpemirim a
bordo do vapor Mathildes, falleceu repenti-
nam-nte, seu i o aeu c ida ver remettido para o
Neeroterio, onde o Dr Amaocio de Carvalh>, ne-
dico da poliota, venficou que a morte foi devida
urna leso cardiaca.
Pequi vinua 'ratae-se nesta corte.
Lcmos no Rio de Janeiro de 13:
Na preliminar apresentada pelo Sr. senador C.r-
ro, advogado do vereador Candido de Carvalbo,
no processo que o Dr. Pereira L pes instaurou
contra o mesmo, por crime de calumnia e que des
claasifica o crime para o de respensabilidade, dtu
hontem o Dr. Baudeira de Mello, juiz de direito
do 5 distritt) criminal, o seguiute despacho :
Tomada por termo nos autos a exccpoo de-
clinatoria offerecida por escripto, como dispoe o
art 51 3 do decreto n. 4,824 de 22 de Novem-
bro de 1871, voltem concluso. >
A' 1 1/2 hora da manh de 14, foi preso em
fl igrante, em nm bjnd qne passava pela ra do
Visconde de Maranguape, canto da do Evaristo
da Veiga, quando era perseguido pelo clamor pu-
blico, Jos Ferreira de Mello, por ter dado ama
uavalhada na mo esquerda do msico do 7 ba
talbs de infantaria Joo Antonio da Silva Me
deiros, qne foi reeolhido enfermara de sen quar<
tea
Apresentado ao subdelegado do 2o districto de
S. Jos, foi contra elle lavrado o respectivo auto,
sendo depois reeolhido Detentan.
Este facto, dis o Rio de Jantiro, alarmou hon-
tem todos os moradores do beeeu do Imperio, que
acordaram aos gritos da victima qnando atacada
por um grupo de dose ou quatorse, que o esbor-
doavam a valer. Debalde apitaram do toda par-
te, nem urna e pruea appareceu, o que nao admi-
ra ltenlo ao dimmutissimo numero de policiaes
que ha, em relaco a vasta extenso desta cidade.
A falta de ptlicia, contina o mesmo jornal,
contra a qual se levanta nm clamor geral, pro-
vem disso nicamente. Emquanti os corpis po-
liciaes ao iniantaria e cavallaria nao ontarem
pelo menos 2,000 pracas, impossvel ser ter-se
um policiameoto regular.
Nos fundos da casa n. 121 da ra do Catete,
onde tinha officina de estufador e armador, foi en-
contrado enforcado no dia 14 do corrate, o lle-
mo Guilberme Hettenharen.
Segundo averiguacoes que iproeedeu o subde-
legado da fregu.-zia da Gloria, atrasos da vida, o
levaram praiicar aquello acto de loucura.
O Dr. Aaancio de Carvalho, medico da polica,
proceden aexane no cadver.
0 Club Naval enviou mis do Dr. Manoel
Corris de Azeve.do Jnior
o s-gni.i-e resultado
do urna snnscrir;o que em benefleio da mesan pro
moveu eqaelle Clab
Pare (socio do club)
Di menina Sylvia
Um anonymo ft*
J. E. (socio da club)
P. P. (socio do club) ^
P. V. M. C. (socio do oJub)
Um paisano
R. R. F. (*ocio do club)
A. J. de O. S. (socio do club)
F. A. A.
A. A. A.
Euiio P. B. d'Albu juerque
G. P. (socio do club)
A. M. C. (socio do club)

501000
5000
lOiOOO
5000
lOiOO)
btO.X)
OOOO
b!0>0
54')00
tjooo
5<000
JOiOOO
50(K)
10*000
asistir ceremonia do baptisado do principe da
Beira.
14^4000
Fallecen repentinamente em Carepas, de
um i rebelde euferutidade de coraco que ha mui-
to tempo o importan-.va, o Sr. Dr. Manoel Auto
nio de Pasaos, juis de orphaos daqqella oro -arca.
C insta que o Sr. ministro do imperio nao
attender aa rcclainacoes dos sexto untaa de
medicina, qim pediram dispensa do exame das ao-
vas clnicas constantes do r. gulamento.
Babia
Datss at 23 de Albril.
De Cdiz pelas Cauarias e Cabo -Verde entrn
a 2'J uo por'x) (i'est* proviuc i o cruzador ejpa-
nhol Infanta hnbtl, o qual troeou com a fortaleza
do mar as salvas do estylo.
No prulougameato da estrada d ferro foram
franqueadas ao publico 269 kilmetros e 266 me
tros, com o trecbo ltimamente aberto ao trafego.
Acbam se em construeco 52 kilmetros e 7.7
metros, distancia qui vae da eatacii de Itiuba a
Villa Nora da Raiuha.
Pela declaravo do Sr. eogenbciio director ao
Sr. censelhi-iro presidente da provincia os traba-
Ihoi de cooutruuco u'este ultimo trecho estio mu;-
to adiantaios, decenio ficar concluidos em jullio
prximo.
Na taculdade do medicina o od da 21 do
crrante defendeu theses para obtc.ro grao de don-
tir em medicina o Sr. Alvaro Freir Villalba Al-
nas, que f j approvado plenamente.
Sob o tituloJe Ocurrencia no mar diz o
Diario de Notieiti ie 2 :
Acha-se cimplutemente perdida a barca inglesa
Afosa GIm, que na noite de ante hontem chira
sobie os recites da praia da Bta-Viag-'m, cm coa-
sequencia do temporal que es' reiuando, confor-
me bootem noticiamos.
Alera das tres mil e tantas sacas de assucar
qu rerebera aqu no porto, tinha anda a Moss
Glen bastante carvo de pedra que trouxera de
Cardiff.
O3 t normes embates das ondas no navio e os
baques que este dava de encoutro s pairas, ar-
rebentarara-no dj lado de boaibord 1, fazeado o
adornar, e enebendo o d'agua.
Grande quantidade de pedavos de maieira
Mcham-se espalhados perfo da praia e que sao
provenientes do navio que se vae esphacelando.
A bagagem do capito foi hontem, tardiuha,
retirada de bordo, e recolhida na alfandega.
O sr. loglez de Souz, digno guarda-mor da
alfandega, mabdou postar dols guardas em trra
e urna ronda especial no mar, para fiscalizarera o
salvados e impedirera qualquer extravo.
O navio, segundo declaradlo do commanJante,
nD est no sep-urj, e quiato carga nem os cin-
signatarios, nem os carregadores nos souberam
aizer se estava no seguro.
_ A ultima hora accrescenta o Jornal de No-
ticias sabemos que a barca ingeleza Moss Glen
est completamente perdida.
Alagna
Datas at 24 de Abril.
Com a solemmdado do estylo abri ss a Assem-
bla prvincal.
Proeedeu-se a cleic 1 da mesa que assim ficou
composta:
Presidente, coronel Apollinario Rebollo.
1." vice presidente, Fotigoaio de Araujo.
2.-1 vice-presidente, teueute-coroael Macario
L-88H.
1. secretano, Tiburcio du Carvalho.
2.0 dito, professor Rijo.
Por acto da presldaacia de 19 de Abril foi re-
movido o promotor publico da comarca de Paulo
Affjnso, bacharel Thomas Soriano de Souza, para
a de Trip, sendo substituido n'aquella pelo pro-
motor d'esta bacharel Florentino de Barros Aureu
de Araujo Jorge,
A cerca do ramal para a villa d'Asscmbla,
consia do Diario da Manki que a directora d i Com
panhia Alagas Railw>y em Londres mandn fazer
defenit'vos osestudos t, que,n'esse Intuito, o lo-
teligebte engenhetro Sr. Jobn E. Vilfr superite'u-
dente da Companhia, mandou proccler a tiles,
tendo assim occasio de avallar as grandes vanta-
gens que vai tflafr a companhia da qual elle
distincto represenntante esto Imperio
O ramal da Assemb'a, sendo de 52 k. de
muito mais vantagem do toda a estrada que de
88 kil porque a zona assucareira de mais produ-
ceo e a algodoeira mais extensa, tendo de sfl 1-
ir para o ramal a produeco de outras proceden-
cias.
Aps longos e penosos soffrimentos falleceu no
dia 31 de Mateo ultimo, na cidade de Penedo, o
respeitavel xncio, o Sr. Carvalho Guimares,
extremoso pae do Dr. Jos da Costa Carvalho Gui-
mares.
EXTERIOR
de
Correspondencia do Diarlo
Pernambueo
PORTUGAL-Lisboa, 13 de Abril
de 1887.
Chegaram hontem de Hespanha pelas 10 1|2
horas da manh, a Lisboa, os Srs. duques de
Mntpeusiar, que vem assistir ao baptisado do
principe da Beira.
Os august. 8 viajantes eiam esperados na eata-
V*o por Sua Magestade el-rei, principe real, in-
fante D. Alfonso, ministerio, governador civil, of-
ficiaes do paco e militares, etc., etc.
A guarda de honra foi feita pelo regiment de
cavadores 5 ; e a escolta que acompanhava el-rei
era de cavallaria 4.
O duque de Montpensier, Antonio Felippe Luiz
de Orleaus o quinto filbo de Luis Felippe, re
de Franca, o da rainba Mara Amelia, princeza
das Duas Sicilias.
Nasceu em Neuilly aos 31 de Julho de 1624.-
Casoa era 1846 com S. A. R. a infanta de Hes-
paobt, D. Mana Luisa Fernanda, filba de D. Fer-
nando VII e irm da rainba D. Isab-'l de Biur-
bon, naacida aos 30 de Janeiro de 1832. Deste
casamento houve apenas dois filhos : a princesa
D. Mara Isabel, condesaa de Pars e o infante
D. Antonio, que casou o anuo passado cora a in-
fanta D. Eulalia de Bourbon.
No dia do baptisado do principe da Beira ha
um jantar de 140 talheres no Pago da Ajuda.
Para esse jautar, a que asiistiro os condes de
Paria, os principes de flolenzollern e os duques de
de Montpensier, estio convidados o ministerio, o
conselho de Estado, es chafes das misses est an-
geiras, as damas de Sua Magestade a rainba, os
officiaes mores da casa real, a casa militar d'el-
rei, es presidentes do supremo tribunal de justioa,
da cmara dos par- a, da cmara municipal, go-
vernador civil, etc., ate.
Acham-se tambara em Lisboa para assistir ao
baptisado do principe da Beira, dois homens no-
taveis da poltica e da litteratura francesa, os Srs.
Lambert de Saiut-Croix e Edouard Herv.
O Sr. Lamber^ de Saint Croix, que um gran-
de orador, paaaa por ser hoje o chefe do partido
orleanista em Frauga, e oceupa na alta sociedade
parisiense um lugar de pnmeira grandeza.
O Sr. Edouard Herv o primiroso jorualists,
director do A'oleil, e eujos artigos, a um tempo elo-
quentes e modtrados, lhe deram tamanh nomea-
da, que a Academia Francesa acaba de o admit-
tir ha pouco entre os seus quarenta immortaes.
Foram ha trus d-aj expedidos, pelo ministro do
reino,. os convites par as pessoas que teem de
O baptisado celebrar-se ha no dia 14 do corrente
pelo meio dia, na real capella do paco d Ajuda,
sendo celebrante o Sr. cardeal patriarcha de Lis
bos, a quem foi expedido avisa para esmparecer
hora indicada, acompanhado do cabido da S e
mais sacerdotes que devem tomar part A'aquelle
acto.
Em seguida ceremonia ser celebrado um
Te-Deura igual ao que ba referida eapella se
celebrou em 1865, por occasio de idntica solem-
nidado.
As testemnnhas do baptisado sao os Srs. ear-
deal patnarcha, presidente do conselho, bispo do
Porto, duques de Lool, de Palmella e de Albu-
querque, marqueses da Ficalho. de Vianna e de
Joma/, arceoispo de Braga, condes da Lapa e de
S. Miguel, presidenta da cmara dos paros, pre-
sidente da junta preparatoria da eamara dos de-
potados, viscoade de Alves de 8, Antonio Car-
dlo Avelmo, general Jos Paulino de S Carnei
ro, Joaquim Jas de Andrade Pinto, D. Luis de
Mascarenhas e Fernando Palha, presidente da c-
mara municipal ie Lisboa.
Foram designados : para levar Sua Altezi
pa do baptismo.o Sr. duque de Laul ; para com
parecer quelle acto, na falta do pbysico mor, o
Sr. Dr. Mag; Ihea Coutinho; para levar o cirio,
o br. marques de Ficalho ; para levar a veste
candida, c br. duque de Palmella, e para condu-
sir o massapo, o Sr. D. Luiz de Mascarenhas.
As tunecoes de mestre-sala sero desempenhadas
pelo Sr. conde das Alcacovaa (D. Luiz), as de
veador da casa real p;lo Sr. cande da Lipa e as
de pjrteiio pelo Sr. marques de Cezimbra.
A cmara dos pares e a dos deputados sero
representadas por coramissoes, que bao de ser no-
meadas na primeira sesso.
Pcgaro s varas do pallio os Srs. marqueses
de Vianna, de Valala, de Alvto, de babugosa.
de Cezimbra, de Bellas, de Tomar e da Fronteira;
e na qualidade de substitutos os Srs. marques de
Pombal, de Angeja, de Rio Muior, da Fos, de Pa-
narra e das Alc.it,'ivas
Foram convidadla pan assistir solemnidade,
alm das pessoas a que se refere o aviso publica-
do Diario do Govern, > os Srs. presideute da
cmara municipal e governador civil de Li)boa.
Dz seque, por oeeisio do baptisado, os
duques de Uraganva daro embaixada no payo de
B.'KJI.
Cumpri advertir qu) o principe da Beira nao
se bD isa segunda vez, porque b.ptisadj foi sua
p -quenna alteza logj depois de naseer A' im-
pusieo solemne dos santos-oleos qu: vae pro.-s
Jer-se.
Do Port ehegon Sua Eminencia o cardeal
Americo, bispj daipidla iocese, que vem assistir
aquella so'enitii iade.
Com as ferias da semana pauta o paicboe
pouco t^ra DTOgredido os trabilh)3 pirlarnaatarea.
Todos os pareceres sobre o processo) eleitoraea
se achara relatados favuravelioentc pirciuse-
quencia vitados pilas respectivas cotnraissons de
venfieagS) de poderes Ura depotado repub'ici
no, o Sr. Consiguen Pedroso que.n t'in princi-
piado j a escaramner, instando para qa o pro-
cesso da eleico da Madeira seja enviadj ao tri-
bunal de v-rificavao de poleres o qual, swru 1 l.i
a iiovijsiina .'^iilavii o.nyiitJ de ineinbros do
S ipremo Tribunal d'i Jii3tiv. O requerim-nto
do Sr. C Pedroso assiguadj por mais 14 depu-
tadoi, por quanto do reiuHnlo que aejaoi 15 o
signatarios deste giiucro d requeriraerit'j.
Hontem foram proclamados tidos oa deputadot
cujas elei\,es cstavam approvaias e a cmara fi-
cou definitivamente cons'.i'uiJa.
Passaniose eleico da lista quintupla, de
qu>! o coberaiio tera de escilber o presidente, sihio
eleito ui prin-iro escruttuio o Sr. Jos Mara S >-
drigoea de Carvalho. Nj segundo, o Sr. Fran-
cisco de BarroCmIbvj de Campos j no terceiri os
Srs Manoel Affniso Eipergueira, l'ranc so de
Castro Mattoso Corte-Real e Joiiquira de A incida
Cirreia L'-al.
Foi nomeada a commisso qu; deve ir lujo ao
pavo, s duas da tard <, entregar a el-rei a lista
quintupla.
Procedendo-fe era seguida eleico de secre-
tarios, ficaram eleitos :
2 secretario o Sr. Jos Mara de A'pjim Cer-
guera Bcrges Cibral.
Vic -s cretano os Srs. A-ttonio Centena e Fran-
cisco Jos Machado.
Ni cmara d is pires, por propista do Sr. m*r-
quez de Rio-Maior fot noraeada urna commisso
para ir cumprimentar S. A. a Sra. infanta.
No concurso para uie li jram -utos do porto de
Lisboa foi preferida a proposta d Sr. H-rseut,
constructor do porto Autuerpia. e, pilos seus lar-
g'-i crditos, urna seria garanta da mais lison-
geira execuvo do raclh jram -ntos projeetados.
A 9 do corrento foi aasgnada no ministerio das
obras publicas a coucesso das obras dos melbo-
ramentoa do poi to de Lisboa, a favor do Sr. liar-
se ur.
N'esta eoncesso nao entra va urna proposta ad
dicional, para que o) trabalb is de me I bor amen tos
su estendesiem de Alcntara at Belm, e, sendo
pos si ve!, de Belm a Ciscaes.
O Sr. H-rseut nao alterava par isso a sua pro-
posta, mas em tace de protestos Ja companhia dos
caminaos de ferro, que julgou f-ridos os seus di-
reitos e interesses e se offereceu para a asentar a
liuli de Alcntara a Belm e d'aqui a Cascaes
sera subvenco, subsidio ou garanta de juros, foi
a proposta da compa hta aceita pelo governo e
reducida a contracto, depois da desistencia que o
Sr. H-rseut fez na praposta addicion il.
Segundo as noticias fornecidas pela imprenaa
ministerial, a companhia obrigou-se :
A rectificar a margen) direita do Tejo, desde o
caru-.ro de Alcntara at Porto Franco, e desde
Porto Franco at a Toire de Belm, seguindo o
aiiiihamento descripto no plano dos melhoramen-
tos do porto de Lisboa e constituida a 2a secfo
n'esse melhoramento.
A construir urna linba frrea de via larga, para
ligar aa estaces de Santa Apolonia e Alcntara,
seguiudo depois para Cascaes. mas tendo em at-
tenco o servido militar, que ficar dependente,
na estaco de Caxias, Ja fiscalis h;Tj do ministe-
rio da guerra.
A cobrir o carneiro de Alcntara, desde a esta-
fo de Alcntara at o limite extremo da desem-
bocadura ; constri'ir escadas e rampas de servico
e urna dock* em Alcntara ; ceder os terrenos in-
dispensaveis para nma avenida marginal de 30
metros de largura o urna grande porco de torre-
no para qualquer fim til ; construir urna estaco
eentral prxima do Roci, tigando-se em tnel,
por duas vas, cara a lioha de circunfallaco n'um
ponto prximo do aqueducto das Aguas Livrea ;
e construir ura ramal que possa ligar Cascaes a
Cintra.
A compaahia das camiahas de ferro entregar
esta linba uo estado, quando, pelo anterior con -
tracto para a linba de Torres, hija que far-er-se
rcverao desta para o estado.
Na folba offi.-ial de hontem foi publicado o al-
var autonsauJa a companhia real dos caminaos
de ferro portugueses a explorar a linha frrea di-
recta qje, cincluidas as obras da 1* seeei dos
melhoramentos do porto de Lisb 1, constituir a
ligaco das estacoes do Caes dos Soldados e de
Alcntara ; a construir e explorar a continuaco
d'essa linba, por Belm ate Cascaes ; e a cons-
truir c explorar urna linha urbana entre as pro-
ximidades da praca de D. P :.l.-o e .a liuha de Lis-
boa a Cintra e Torres Vedras.
Foi adiada para o dia 24 do corrente a rea-
bertura das aulas da Uuiversdade de Coimera,
bem como as do lyceu.
A epidemia das typhos nao tem recrudescido ;
mas est longe aiuda de conaiderar-se extincta.
Por noticia telegraphica, recebida hontem, sa-
be-se que falleceu era Monctmbique o Sr. capitj
de mar e guerra, Antonio Jo quiui da Silva Cos-
ta, que exercia as funeves de commandaate da
canhoneira Yanga e da divisa naval da frica
Oriental e mir da India.
Fra commandaate das corvetas Rainha de Por-
tugal, Barlholomeu Dios, DamSo e Duque de Pal-
mella: e canbobeiras Baro de Lagarim e Dou.ro
e d.18 estaves navaes do Mozambique e Maca,
teudo sido tao bem encarregado da barca Marti-
tinho de Meti.
Era condecorado cora a comraenda da ordem d
Avia, eoin o i hbitos dameama ordem Torree
Espada e Conceico, com o grao de official da Tor-
re e Espada. Passuia tamba-r, medalha militar
de prata das classes do valor militar, bons tervi-
V a e cora aortaucnto rxe'mpUr, e o de distinecio
concedida ao monto, philantropia e generosidade.
O capito de mar e guerra' Silva Costa contava
60 anuos.
Dlz-se que o Sr. Vi-conde de S. Januario, mi-
nistro da guerra propora 4 cmara como corap'e -
monto ao aeu projecto sobre prom jcocs o limite
das idades nos quadros superiores do ezercito.
A commisso eocarregada de elaborar um re-
gulamen topara a administraeo da fasenda, en -
tregt h'je ao Sr. ministro da guerra um projecto
de organisafio dos cervices administrativos d
exercito.
Secundo se deprebende da rpida leitura do
relaturio e projecto, parece qne, desta vez, a ad-
ministracjlo militar lograr ter nma orgamsaciio
que se coaduns com o seu mistar, e que mais o
acredita como instituco til e prestimos.
Nesta reforma envidenciam-se progressos, co-
mo se revela methodo e bom sy&tema de organi-
saco.
Foi nomeado representante de Portugal no
congresso internacional de astronoma, que anda
este mes se reunir cm Pars, o Sr. Frederica
Oam, director do observatorio de Lisboa.
No dia 9 deste mez ficou restabeleci Jo o ca-
bo submarino pars Loanda, capital da provincia
de Au*ola.
Foi exonerado de govemadar da gui oSr.
Jlo Eduardo Brit-a.
Foi nomeado inteninamenta governador da-
quella passesslo africana o Sr. coronel Castella
da V.lle.
O principe da Beira F..i agraciado pela rai-
nha regente de Hespauba com a gr-irz de Car-
los III.
E' effitivaraente o Dr. Thomas Risa, ex-go-
vernador de Macao, quo vai negociar o traetado
de cammercio cara a Chiua. Acompanha-o o Sr.
Bernardo Pindella.
Poi assignado o decreto recondutinlo na
presidencia da cmara dos pares o Sr. consclhei-
ro Andrade Corvo.
Julga ter-lhe dito que o Sr. cooselheiro Joo
Clirisosj imo de Abreu e Souza que fai nomeado
presidente d'aquella cmara.
a sern.ua s nta, sobre tudo oa quinta-fei-
ra de endoencas e sexta-feira da paixo, u con-
currencia Cintra pelo caraioho de ferro, a pre-
os reduaidos foi enirmissima. Os presos pelo
carainho de ferro eram rauito accessiveis. Foi
urna verdadeira invasao de popularea de toda a
casta. Algumas Aires foram colhidas n-a quin-
tas e parques d'aquella aprasiv-l estancia.
Pirece que os domuos das quintas vi fchal-
as, permittinlo a entra la s<5 pir bilhetes.
Na sexta-fera tarde j nao havia maatimen-
tos venda na villa. Os meir-3 de couducva
indgena, burrinh ta, carruugens, e cha baes,
estavam por alto preco.
Isto c a novidade.
Dantroem pouca a gente que frequenta as por-
tas ao do.ningj e raeatno segunla-feira preter-
t a Per.11 de Pa ou o Pofa dis Moiros nos ar-
redores de Lisboa viajata de Cintra, aiuda as-
sim carinlia para as algibeiras magras dos opera-
rios. V. depaia n> cata de p tosas qae oljes
all vio, mas de urna ptu?cada. Ao p da porta,
para b.;ra dizer, tetn elles isso m -ni e por menos
dinhjiro. A Imln de Torre Vedras pir.ee que se
abre & circulaf'i na dia 15 deste mes. E essa
(s-guiraento da de C'Utra) que deve ligar a Alfa-
iclloa c Figueira da Foz, um con ramal para as
Caldas da rainha.
Na dia 15 estteiam-so no salo do concertos
da Trindade a prima douoa Maternas, que passa
por elebridade lynca naex"cuvi iltcompj-
;") ca sicas e mais duas artistas de cujos uomes
ua> me record agora. A signera Materna diz-se
,ti.- iaexeedivel ua intorpretacao das uperaa de
Wagocr.
Cooti-iuara emexpasivii na ra de S. Fran-
cisco (ra I veos) dous lilipulianos, um elegante
par de rara pi ui pi'satn 30 kilograraiaas. FaJara aljj'iiraas
linguas u dam-ae par uoivoa. Arabos sa titula-
res. .. 110 cartaz.
O deposito de f.-.iauvas das Callas, de que
pirector technico o insigue caricaturista Uipbae!
Itordal'o Pmhsiro, apres n-.iu nova t-xhibieio de
prodictos na semana santa.
Ha os l icatisjm is e para tolas as bolsas.
Tem sido moito co icorrda a exposiva e gran-
de numero de artefat-1 do. S. M. a rainba e sua cuobada a princesa D.
Antouia estiveram hintem no craode bazar de
faianc/is na Avenida Ja L'berdade, fazjnda acqui-
slcla de alguns objectos de muito gasto.
L,
f
C Pernambueo
RIO DE JANEIRO Coete, 19 de Abril
de 1887
Suumario.O novo acoees'i febril do que foi ac-
cunitnettiio o Imperador. Iiiquietac,5.s
causadas por esse facto. Intormavoea
tranquilisadoras de peasoa que foi a
Aguas Claras.Parecer de ura dos rae-
dicca do paco.Sovas visitas destes.
Projecto d reforma das Faculdades de
Direito, organisado pelo Sr. Alfonso
Celso. Critica qu^i he faz O Paiz.
Urna carta do 8r. Nabueo dirigida ao
P, ultima hora. Revelabas que
elle taz.Tentativa de accordo cutre os
liberaes mineros, para que prevaleva a
chapa senatorial organisada peloa sena-
dores.
A molestia do Imperador contina a ser objectd
de geral preoecupaco. No mestna da era qas fe-
ehei a anterior miasiva dei c nta das mclhoras ex-
perimentadas pelo augusto enfermo era Aguas
Ciaras, foi ella accommettido de ura novo acceaso
febril, de que os jornaes da manh seguinte derara
noticia, divergindo a do O Paiz da dos outros.
Segundo a destes o acceaso febril foi ligeiro ;
segundo a d'aquelle, o merma ucrea i foi bas-
tante intenso com calafrios, sendo an.1 magestade
obrigado a con^ervar-sfl de caras, manifestando
grande prostavo pliysica.
Nao se confirmis, portaoto, ausrescentsva
aquelle jornal, as esperances despertadas pelbs
melhoras annunciadas mistes ultimas .litis, aps a
mudaaca do augusto enfermo para a fazeuda de
Aguas Claras.
Autes de chegar-lhe a febre, o que deu-se e 11
horas da mauh, o Imperador havia recebido di-
versos cavalbeiros que all o tinham ido visitar
com os quaes conversn.
De euta para c as noticias receb!ds teem an-
nuociade que a febre nao reappareceu e que Sua
Magestade passa betn. N'u obstante, o espirito
publico tem-se mautido sobresaltada. Aquello no-
vo accesao, quando se suppunha que a febre havia
desapparecido completamente cora a mudauca ds
residencia e de ares, realmente pira inquietar o
publico, mrmente dizenda-se que o augusto enfer-
mo acna-ae muito alquebrado de forva:*.
O Jornal do Commercio de hoje, porji, pub ica
a seguinte carta escripia de Petropjlis por oessoa
CJ'npete.ite, que tranquiliisa-uos u;n pouco:
t Petropolis, 17 de Abril de 1887-Os telgrafo-
mas e uoticias de aensaco publicados diariamen-
te nas-folhas dessa corte dispertaram-me a idea
de r pessoalmenfe Aguas Ciaras colher infor-
mavoja sobre a preciosa saie de S. M. o Impera-
dor, e desta visita dar minuciosa conta a V., afim
de a transmittir ao publico, se assim julgar con-
veniente.
A priraeira impresso que tive ao avistar-me
om o augusto enferma foi txcellente e fiquei inti-
mamente convencido de que nao tem haviao a pre-
cisa c ilma na divulgaco do boatos que poem em
sobresa'to o espirito publico. As cousas, realmente
te.fin-se passado do modo um tanto diverso do que
o exposto uestes ltimos das.
II je o Imperador recebeu de p as pessoas
que o foram coraprimentar. A recepeo celebrou-
se na sa'.a de visitas da fasenda, acolh-ndo Sua
Magestade todos os visituut s com as maiores de-
manstravos do gratido e daudo a conhecer gran-
de coramoco pelas provas de sympathia e alta de-
dicavo que llie teem sido tributadas. Conversou
animadamente com uus e outros mostraudo-se sj-
licito em indagar da sauie das pessoas de familia.
< muito satisfactorio o estado geral de Sua
Magestade, attendenda idade do augusto enfer-
mo e 4 gravidade doa pbenomenos mrbidos que
precedern) o estado actual. Se bem que um pouco
paluda, a pbysionomia d a conhecer que as tor-
cas trem readquirido mata vigor, grecas mudan-
oa para Aguas Claras. A prova disto que Sua
Magestade ja tem dado extensos pasaeios a p de
maulia e a tarde.
Depois d ter ehegado a Aguas Claras apenas
teve pequeo acceaso de febre no dia 16 do cor-
rente. A invaso comevou pouca depois das 11 1/2
horas da mauh, manifestando-se por calafrios, fe-
bre, suor, e terminu por volt das 4 horas du tar-
de. A temperatura nesto accesso nao attingic 38c.
Durante o resto da tarde e uoite Sua Mages-
tade conservou-se calmo e animado, como anterior-
mente estava, continuando a alimentar ae com ap-
petite at a uainha partida de Aguas Claras.
Achando-se 8. M. o Imperador com nma in-
feccli paludosa mnito caracterstica, ej4 tendo
ido debelladas os pbenomenos graves qne te sea-
nifestaram em Petropolis no comeco da molestia


Iiai
-Terca-fcira 26 de Abril de 1887
3
\
-




nao era possivel auppor que o irapaludicuio desap-
parecesse immeditiDeu:e d< oo s da remoli do
lagar da infeccio, mrmente achando-se Sua lia
gstale mano enfrqaecido, como s* acontecer
coa todo aquelle que sane de urna eutermidade
grave. Nao e em 5 ou 6 diaa que um organismo c >-
mo o do Imperador, as condcoes actuaes, pode
readquirir a forca e a euergia que Ihe eram pecu-
liares. .
< Entretanto Sua Magestade c inversa admira -
veluoonte bem, eut.retem-ae a uuvir a leitura que
seus camarista* li\e fazen das tolbas diarias, de
livr.s, d revistas scientficas, etc.
Levaota-se cedo e s 7 horas sahe a passeo a
p reoolhendo-se s 1/2. Durante o da sasteuta
animada conversa com seus s> manaras ou com as
pessoas que o vio visitar ; a tarde, as 5 horas,
sabe navamente a passeio, dudante maia hor*i c s
so recolhe nos seus aposentos dcpiis das 9 horas
da noite.
J v V. que as cousas nao slo tao leas com o
as querem pintar os pesimistas.
P.S. 18 de Abril, s 7 horas da manba.
Acabo de ter couiuiunicacao telegraphiea d Aguas
Claras que Sua Magestade passou muito bem tar-
de e noite de bontem, tendo recebido o cooselhei/o
Antonio Prado, com quem eonversou m.is de um*
hora, o senador Tannay e o Viseando de Parana-
ga. Alimentau-ae bem e inostra se satisfeita.
Estas iuformacoes. fe.iim nte. es'io de aecordo
com as qie den a Qaxela da Tarde, que mandou
expreasaineote um reprter Aguts Claras para
saber O que hi de real as oneoutradas noticias
acerca das mellioras do Imperador.
Mas a verdade tambera que, nao obstante,
e sas infirmacos, a creuca geral que o estado
de sade de Sua Majestad' grave. Hontem af-
firmia pessoa que eonversou com um das mdicos
do paco, que na opiiui) deste o Imperador deve
quinto antes facer urna viagem, sem o que ser
muito dilficil o seu rostabelecimeuto, e que is'o
mesmo disse elle aos collegas em conferencia.
Consta que navamente vio ser chamados os
meamos mdicos do paco, e at alguns dos prin-
cipaes clnicos desta capital, nao para sereunirerr.
em conferencia, mas para cada um por sua ves
examinar o augusto enfermo, e depois em reuniio
commum discutirem.
H'ije deve ter ido para A?uas Caras o conse-
lheiro A vareaga, que cera o Bario Motta Maia,
foi ass stente durante a primeira invasao da
molestia; auaubi deve ir o D/. Ribciro de Al-
meida.
O Sr. Motta Maia que ha trez aun seo medico,
pode dizer-se exc.usiva, do imperador, tem-se con-
servado ao seu lado desd que elle adoeceu, e por
isso grande 6 a sua respo sabilidade. Lente da
Faculdade de M;dicina, e lente muito considerado,
con ludo nao reputado como cliuieo, ao que se
dis, nao sei si com fundamento, ou nao.
Tendo o governo incumbido o Sr. AfiFonso
Celso de formular um projeeto de refirma das fa-
culdad s de direito, acaba o h nrado senador mi-
neiro de desobrigar se dura trabalho, quefez pu-
blicar em um foleto, de que o Jornal do Commer-
cio d> bontem dera um desenvolvido jesum .
Tratando do que existe e do que so acba em
diversos projectos de reforma, elle analyse tudo e
emitte o sou parecer.
Aos que se recordaran das divergencias que
se deraio entre o Sr. Ali' uso Celso e o Sr. Leoncio
de Cirvaib >, quando ambos faziam parte do gabi-
nete de 6 de Janeiro, na > sei oreeiso dicer que
aquelle condemnado in limine a suppressic dafre-
quencia obrigatoria e a idispensa dos sabbafinos.
que ficerara de apparecer oe estudos serios e de-
clinar a insureccao superior rpida e consideravcl-
inente.
Tarubem quer que se acabe com o quarto Je hora
denominado du espera, devendo cada lente explicar
urna hora, pelo menos, e chamar a lieio por mus
de 15 minutos ; que se restabeleca o ponto, inpor-
tando 20 faltas j jusufia las em cada nul t, per-
da di lugar da inser po.ii e sen lo o alumno ad-
mittid o o rame somonte pois de .igotadia esta ;
que se d- ve extirpar sem vicio radicadoo tempa
perdido em devogiicoea alheias a materia d ca-
aeira e a respeito do qual limitta-se o profesor a
meras generalidades.
Para remediar esse mal lembro a creacio do
programma de anuo lectivo por liejoss que com-
prcheoda a materia, ao meuos no pontos capitaes,
havendo prorogaco de ama emquanto o pr^feasor
nao preencher o programma, e se isto na bastar,
jnbilacao f>rcada, in-s depois deesgota .asas pro-
videncias mais brandas, e verificada aimposibi-
lidade de despertar a consciencia do profeesor
refracto io.
O Pail de hoje, rendendo a devida homenagem
aos meritose illustracio do Ilustre senador mi-
uciro estadista que tem dado bastantes provas de
seu saber e laborosidade, combate, todava, o see
systema de ensino, ou antes a orgaaisscao que
elle propor para este, subordinada ao plano geral
de toda a nossa organisaco, que sugeita tudo ao
governo, o qual devn faser tudo, desde as igrejas
e os brancos at os bichareis, msicos e legisla-
dores, quando essa nao a missao do estado.
O Estado est to abrigado a fornecer doutoree
em direito, em m-'dicina, un engenharU e phar-
macia, como o diri i estar pelo mesmo piincipio a
fornecer-nos alfaite, sapateirrt, commerciautes e
consinheiros.
^Continuando nessa ordeui de consideracao, c
achn io que a organisaco do nosso syitema de
ensino se acha calcado sobre o modelo dos cdigos
romanos, que o trabalho do Sr. Aff nso Celso pro-
cura sperfeicoar, passa O Paisa considerar aques-
tao por outro lado, achaudo que j cb^gamos,
oeste remo de fabrica;o de doutcr.s e hachareis,
aa zenith da produegio, cora grave risco de dosor-
dem para o proprio estado e grande prejaizo para
o propio producto que por sua superabundancia j
nao acba procura cu collocaco no marcado. >>
Por isso elle aconselba que de preferencia deve-
le cuidar da instraeco primaria, que o bom
principio e o dever constitucional, quo tem sido
desculado. Em conc'u.-ao, nota que p >r este sys-
tema de governo nunca haver meio de estabele-
cer-se fandameutalmente ao rgimen da liberda-
de, o que por este cunmba e mais com o nosso
systema de impostos estamos marchando para a
ruina.
A iaso me re-
os circuios do liberalismo offi-'ial.
signo fcilmente.
Roferindose ao ciminbo que tem falto o abolio-
n ama accresceota o Sr. Mabaco :
Uui proverbio allemio, dlsse ea em ama das
ultimas confer-nias, diz qtie, quando um navio
est para afuudar os ratos o abandonan]. Ora,
nao quando os ratoi da dissidencia estio aoan-
dauando o cseo velbo do esclavafjism), que os
liberaos verdadeiroJ bao de embarcar a --Me
Djixo de transcrever ontros trechos para nio
alongar esta.
Consa que varias influencias libsraes de
Minas promoveudo nm aecordo, afim da que s
urna chapa liberal em cm.po baja na prxima
eleicao senatoal, rearando o Sr. Cosario Alvino
a sua candidatura, com a condicao de ser incluido
n% lista que se organisur para a segunda eleico,
pela vaga deixada pelo cooselheiro Aatio
A seguinto declaracao do Sr. Cesario Alviir,
publicada na Gosca de Notietai de hoje, parece
urna sahida aceita por elle, que, mostrando-se con-
tente com as mauifstaces teitis em sea favor, e
qae elle prefere a cadeira de senador, bem pode
resignar-se a esperar um poueo :
Eleigao senatorial
As henrosissimas inanif estaco 's ds estima que
omeco a receber de varios pontos da provincia,
mesmo dos mais remotos, como Diamantina, de
onJe o teljgrapb) acaba de traser-me a fraterna
sauiaco daquelle nobil'ssimo e ardido povo, en-
chem-me a a uta da msis tunda gratidio !
Em teupo fallarei, pala imprensa, aos meus
generosos comprovincianos.
Por hoje. e como nica
qm me oecorre, para o que
que tanto me eleva, s Ihes
coracao
Todas as cadeiras do senado juntas, nada va-
lera para mim, ante a estima popular.Cesarlo
Alvim.
O directorio liberal de Ouro Pret), declara Uin-
b .m qne tendo organisado asna lista aates de
conhecer a dos senadores liberaes, retirara vis-
ta desta, e abstem s* de intervir na eleicao, e
aguarda a reuma > da asstmbla provincial para
apresentar a sua demissio collectiva-
homenagem digaa,
se est ptasando, e
digo o que sinto de
PERNAMBCO
Assembli Provincial
EMENDAS ABSENTADAS KA 3* DISCDSSO
DO PROJECTON. 22 DE3TE ANNO (OB^A-
MENT MUNICIPAL)
5. 118. Ao n. 11 % lo. Em lagar da 1:0)0* de
ordenado diga-se 1:<0JJ. O mais como est.
Ratis e Silva.
N. 119. Fica a camira muaicipil de Cimbres
autorisada a pa;ar o qaa eitiver a dever de cili-
cio particular ser feito im moeda do paiz e o da
publica ser metade na mesan moeda e metade
em ouro.Barros Barreto Jnior.
N. 4. O pagam-nto, qaer da llurainacao pn
blica, q ier da pirtieular, ser teito 50 OIq em pa-
nel c 50 0 o em ouro, conforme o contracto da
corte.E) N. 5.0 preco do gas nao s:r& superior a 2SS
(duseutos e trinta e oito ris, o mstro cubico.
B. Barreto Jnior.
N. 6. OoIj eonber. Para as despess com a
fabricacao di servico de ilaminacio ocontractantn
concorrer annualmonte com a quantia de 3:000*
que serio recolbi ios ao Thesoaro Provincal.
Birros Barreto Jnior.Rosa o Silva.*
N. 7. Ao 5-Sipprimt-se.Barros Barreto
Juaior.
N. 8. Ao3-O deposito a que se refere o
3* uioser retirado pelo contraetante senio fa-
do o contracto servindo du caucSo para os paga-
mentos do multa e fiel cumprimeato das clausulas.
B. k irreto Jnior. *
N. 9. 13, substitaa se pelo sgSinte : A con
triante ser abrigad* a ter na provincia um re-
presentante com plenos e Ilimitados poderes para
tratare definitivamente resolver as questes que se
suscita: emquer com o governo, qaer com os partisa-
ares, ficaado sajeitos todos seus actos as leis e re
gulamentos e a jarisdiccio dos tribuaaes juiicia-
ros ou administrativos do pait.B i-ros Birreto
Jnior.
N. 10. 15, accrescente-ae o seguinte : ds-
vendo orgauiiar o servico da fiscalisacao de modo
a poder ser esta urna realidade.Birros Birreto
Jnior.
X. 11. Ao substitutivo n. 2 redigido conforme
o venoido.
O preco do gaz nio exceder de 300 rs. o me-
tro cubico, se for de 6 horas a illumioacio ; se,
piren, torera augmentadas as horas aquelle preco
ser do 270 rs.
A intensidade da .lu ser equivalante a de 10
velas de <>8permacai, das que qucimam 70
grammas gor hora.
O pagamento do gax se far em ouro ao cambio
de 27 a% por 1*000.
O contratante poder organisar companhia, a
qual fiear subrogada em todos os direitoa c obri-
gacoes do contracto.
O contratante ter preferencia para substituir
o actual tystema de ihuminaclo p;r outro qual-
quer systema novo ou pelo elctrico, caso seja re
coohecida a conveniencia da substitaicio.
O contraetante, fiado o privilegio,' ter direito
de indemnisacio do material e obras senio for te
novado o cotr.icto.Luiz de Andrada.
tas ao esenvao Eiuardo Autuaes de Albuquerque
Mello Rodrigues Porto.
N. 120 Sii:'i -na a e:uoila n. 11. Depois da
palabraamanuensesiccresceute-seda 4" sea-
ca*. O mais como est.Vigirio Augusto Frau-
kn.
N. 121. A cmara municipal de S. Bento tica
autorisada a pigir oque estiver a dever a Lean-
dro Goacalvcsde Souza.Sopbronio Portella.
N. ai. Sub:menda a emeuda n. 10 ao art. 1
46 : N 5. Iiem lo servente do cemiterio 365*.
Sopbronio Portella.
N. 123. Fica a cmara municipil da Cabrob
autorisada a pi^ar a Antmio Jos de Ao irade a
quantia de 30J*, qus Ihe Jeve do castas.R^gi
Barros.
N. 124. Subemenda a em:u.li a. 8$. Em lugar
de 25 dgase 15 Reg Barros.
X. 125. Ao art. Io 2 a 8. Era ves de 600*
diga-se 80), como na lei vigente. Gomes P-
rente.
N. '2il. A' emenda n. 79 accrescente-se : Esta
dispos-f lo nio ter effeito durante a prorogaco
do actual contracto, que fica approvado.Ratis e
Silva.
X. 127. Ai litivo. Fica approvado o contracto
celebrado entre a cmara municipal de G >yaina
u o commeadador Ivo Antonio de AnJraie Lnu
com a seguinte modificacio:
Xa clausula 11' onde se le 10 % diga se 3 '/. ;
na clausula 12* accrescente-sa : davendo fazer
parte dessa commissao o eagaubeiro provincial do
districtuom audiencia do director das obras pu-
blicas.Reg Barros.Rodrgaos Porto.
X. 128. A emenda n. 81 accrescente-se : fican-
cando o contractj dependente da approvayio da
Assembli.Costa Rideiro.
X. I9. Ao art. I le. Cemiterion. 4Do-
pois da p.il.vr;guarda accrescente se : que
passar a denominar-se coadjuvaute.Costa Ri
rieiro.
X. 130. A cmara municipal da Victoria fies
autorisada a courractar com Theodomiro Cbristo-
vo do Xascimcuto Valois, ou com quem melbores
vantagens ofterecer, urna casa de mercado naqul-
la.cidade, mediante s seguintas ooniicoos:
1.* O susto do edificio nao sor iuferior a dez
conto3 de ris ;
2.' O contractaato sabmatter a upprovacio da
cambra a pa ita do edificio antes de comacar os
respectivos traoalbos ;
3.* Ao contraetante pertencerao mtada de to-
dos os impostos cjbrados m mesmo mercado pelo
tempo mximo de 12 annos, nudo o qual entregar
o edificio em p.-ifcito estado de conservado, psr-
cebendo urna iudemniaacio nunca superior a me-
tade do valor do mesmo ;
4.a Os imposto3 do rn :rcado durante os doze an-
nos do contracto omento p;Jera 1 ser arrecada-
dos'por arreuiatacao em prica publica, anouncia-
da com antecedencia de triuta dias, por eiitaas e
pda imprensa.Sophrouio Portella. Rtis e
Silva
N 131. Subemanda a da n. 114. Depois da pa-
lavraamanuensesaccrescente-sae do adjun-
to da secfio de afericoss.Fepeira Velln.
KVSTA DIARIA
O Di*, relippe de Flsueiro. Xo pa-
quete ingles La l'lati seguio ante'hontem para a
corte, onde vai tomar pane nos trabalhos legisla-
tivos da assembli garal, mquihJale de deputa-
do pelo 3' districto desta provincia, o Dr. Felipoe
de Figdir 1 Faria, co-proprietario doste Diario
e chef; da respectiva redaccio.
Deplorando a ausencia do nosso compinheiro
de trabalho, pela falta irremediavel. que occasiona
i dlreccio doste D'.ario, consola-nos a bem fundada
esperaoca de qae em compensadlo muito aprovei-
tar ao bem publico o valioso concurso do talen-
toso representante do 3 districto nos trabilhos
legislativos.
S. Exc. tomoa o escaler no Arsenal de Mariana
onde despedio-se dos amigos, que o acompauha-
ram at a rampa do embarque.
Propicios ventos o conluzm com faliuida de ao
seu destino.
tincmbles Provlnelal Funccionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Man oe' de Barros vVaoderley, tendo comparecido
32 Srs. deputados.
Foi lida e approvada a acta da sessao antece-
dente, orando o Sr. Jos Mara, sendo rjgoitada
ama emndada mesmo Sr. daputado.
O Sr. 1 secretario procedeu a leitara do se-
guinte expediente :
Un utfi:o lo secretario do governo, devolven-
do informada a peticio do commeadador Ivo An-
tonio de Andrade Lina. A quem fax a requi-
sicio.
Fallaodo no Pai*, vem proposito diser que no
mesmo numero de hoje elle urna carta do Sr. Xa-
buco, eseripta no mesrao dia em que este erabar-
cou para a Europa, era que dando noticia do mo-
vimento abolicionista que hoja se opera n^ssa pro-
vincia o qae ello achiu em raa situacio qcaodo
ah chegou, faz ulgamas r. velado 3 ioteressantes
do que se passou acerca de urna prujectada reu -
niaodos liberaes d todos os mitz;a para a elei
y) d directorio liberalreuuiao que millogroa-
se com a chegada delle.
Os 111 us ara: os abolicionista?, diz o Sr. Na-
bnco, estavam desanimados.
Logo, porm, no primeiro encontr que tive-
u.03, Jos Marianno e eu, ficamos de aecordo, por-
que sempre estamos. O que elle est iva fasendo
era na inten^lo de apanh.r os retardatarios na
r le liberal. Era um go'p^ poltico. Est visto
que el'e nao antepunha o partido liberal, a fdd
abolicionista, porque is90 seria a ultima cousa em
qae haviH de pensar um homem cuja casa est
seado sempre procurada por esoravos que ped m
soccorro. O que elle quera tomar coata da or-
ganisacao chamadapart do liberal pira o fim da
abolicio. Eise d'rectori > era um verdadeiro ca
vallo de Trova qu eutrava na ciladella puzado
pela redea por seir.ior-s de cscravos, mais que ia
ebeio de abolicionistas. Era um estratagema.
Hoje deve-se dizer iato mesmo, porque nao ha
maia perigo de una f .lsi uaiii e porque cssa a
defeza e justificacao da Jos Mariiuu
Como plano de gu'rra, poda ser hbil, mas
elle mesmo vio logo que nao valia a pena recorrer
a tU expediente. A idea tem caminhado demais
para fazermoi comprimentos ao partido liberal com
o chapeo da abbelo. A nainceridade da recon
ciliacio era flagrante. Como se poleos unir no
mesmo direotori) poltico um importante senbor
de engenh), ebefes libera s q ie anda boje estio
a comprar escravos a proco barato e aquellos qae
aoonielh.iiii Doriamente aos seas escravos que fu-
jam! Era p-aticam-nte impossivel. Isto Jos
Morianno, que exactamente o representante des-
ee abolicionismo activo, vio inmediatamente e o
directorio, desde que elle retirou-lha a sua sane-
destez-se como um nevoeiro batido polo sol !
O resoltado foi qae Jo: Marianno dissa ao
en ador Luiz Felippo mais cu meaos o seguinte :
t Eu cstou prompro para ir reuma >, mas os
aeu3 amigos... o Nabuco, presentir ama no
rio dizeodo qus un tanto tarde para o partido
liberal de Peronmbueo ter medo ou reserva de de-
ciarar-se abolicionista e ea votarei a mociio e a
sastentarei. Se ella ptssar, os (seuhores terio
?ue retrar-se da reuniio, ou snjeitar-se ; se lia
or rr-jeitada, nos nos retiraremos, porque nio nos
sujeitsariasnos nanea 1 E assim acaban a idea
de aair o partido liberal, adiando para mais tar-
de a idea abolicionista.
Sou ei o atacado por eeaofragio em todos
EMENDAS APRESNrADAS NA 3a
DO PROJKCTO N* 34 DE
N. 1. Ao art. 1 1. Suustitua se pelo seguin
DISCC8SAO
1886
te
Dentro de seis mezes a contar da data desta
le, f ir-se-h 1 a avaliacao da indemnisacio das
obras da actual empresa do gas, nos termos da
clausula 13 do contracto de 26 de Abril de 1356,
noneando o presidente da provincia para case
fim pessoas qu; estejam nis condicoos de conhe-
cer nio s o preco do material empregado, croo
tambem da mas da obra de trabalhos similares.
A avalle i;a > ser detalhada e especificada para
que se p a conhecrr qualquer dimiauicio de
valor euti a poca da avaliacao e a da entrega,
attenuand se a deteriuracio do material e obras
durante o prazo do contracto.
Ao 2 Em vez de por espaco de 90 das an-
nunciados, diga-se : por espaco de seis mezes au-
nnnciada por editaes nesta cid id-, na corto do
imperio, Xova York e principaes capitaes da Eu-
ropa ficando o presidente da prsvncia autorisado
a abrir o crdito neceas ii-io para soccorrer as res-
pectivas despozas, pdenlo prorogar o prazo se
lo- necossano.
Ao 3.o Em lugar de50:00o1* diga-se 25.000*.
Ao 6. Em lujar de effectuar dita iademuisa-
cao 60 das antes dga-se : devendo ,a inderanisa-
cio ter lugar de aecordo com a clausula 13 do
contracto actual : ficando o material e obras da
actual bmpreza bypothecadas pr07acia at que
estij 1 realisada a iademnisacao, pelo menos de-
positada a respectiva imp rtaacia
Ao 8. Acrese ute-se : nio podendo exceder
de 260 rs. o metro cubida de gas, fazen lo se ama
redueco de mais 30 :0 para os estabelecimeatot
do caridade e beaeticencia e repartieres publicas.
Ao 9. Accresceate-se : ie loe mais conve-
niente.
Ao 11, subst.tu .-se pelo seguinte : A iuten
sidade wiuimt da luz ser equivalente a de dez
velas de esperraaeete das que queimam 7 gramtnaa
e 80 ceutigrammas por hora, correspondentes a 120
gra>s ingUses.
Ao 13, accrescente-se : para os fias judicia-
rios, o que nao impede a empreza ter a sua dl-
reccio em qualquer outra cidade.
j 14, substitu se pelo seguinte : O con-
traetante Sara obngado a collocar e construir a
sua custa, um ou mais gasmetros, se uouver ne
eessidale, nos lagares que o presidente da pr -
viocia designar e a introducir tolos os mslbora-
meatos de fabrico, medicio e illumioacio que do-
rante o prs 1 do contracto se forrm descobrindo,
ama vez adiptados na Corte do Imperio, oa emjil-
guma capital da Europa.Gomes Prente.De.
Pitanga.Ferreira Jaoubina.Raa e Silva,
Barros Barreto Jauior.Seao Barros.Goacal-
vm Ferreira.
N. 2. O pagara 'uto da illamiaacio pnolica a
particular aera feito em moeda do pas, seos ait .a-
cio oscillacio do cambio.Jac binaRosa
Silva.
U na petico da Jos Zierino Brayaer Ringel,
cscrivl) do crima e jury de Pao d'A h>, reque-
renao coasigaacao da verba de 326*700, que lbe
davn a cmara municipal dalli de castas A'
comm8sao de orcameato na licipal.
Outra do alfares aa guarda cvica Joio da Sil-
veira Tavora, reqaereuio am auno da licenca
coai todos os veaciaaatos p in tratar da sua sau-
de.A' commissio da pelicoes.
Outra da Tito Alvaros da Canha, arrematante
de diversos impostos da cmara muacipal da Vic-
toria, requereado um ubate da 5" parte novator
da arrematacao.A' commissio de orcameuto mu
nicipal.
Outra da Campanhia da Siata Theresa, reqae
renio pagamento de 18:8i9*8l7, pela iilumiuacao
publica da Olinda, durante os mazas de Julho de
1886 a Marco de 1887.A'commissio de orca-
meat 1 provine al.
Outra da m-sa regedora da Vaneraval Confra-
ria da Xossa S rahora do R tsario da freguezia de
Santo Autonio, requeren lo a extraerlo de duas
partas de suas lotariaa.A com aissio de orea-
monto provincial.
Outra de Gonesio Libinio de Albuquerque M >a-
teiro requeren Jo consigaaeao de quota pira seu
pagamento, por ter leceionado particularinsote no
Sitio Rodrigo dacdaie da Escada no annode
1881, a 35 alumnos gratuitamente.A' commissio
de orgamento provincial.
Foram a imprimir 03 seguintas projecto3 i
N. 66.Elevando a quatro o numero de offi-
ciaes de justiea privativos para o servico da Fa-
zeada Provincial.
X. 67.Autorisanloa crear se na Escola Xor
mal urna cadeira de descaho que ser regida por
urna professora publica, percebeado vencimoutos
equivalentes s professoras de 3 entrae; 1.
Orn pa ordem o Sr. Jos Mara.
R-geitou-se depois de orarem os Sra. Jos Ma-
ra e Costa Gomes o requerime ita sob pirseg 11-
yo;s em Bom Jar Jim, pel'ndo mas nao obteudo o
Sr. Jos Mara qae fosse nominal a votacio.
Pas:uu-3e 1* parte da ardem do da.
Adiou se pela hora a 3 discusso do projeeto
n. 22 doste anno (orcamento municipal) sendo
apoiadas mais 14 emmdas sob ns. 118 a 131 e
tando orad > os Srs. Ratis e Silva, Seg Barros e
Prxedes Pitanga.
Passou-sa 2a parta di ordem do dia.
Entran lo em 3a discusso o projeeto n. 34 do
1886, (iilaminac&o a ,-az dacidada do Keeife,) fo-
ram apoiadas 11 emendas, sob ns. 1 a *1 e ap-
provado um requerimento do adiamento do Sr.
Gomes Prente por 24 horas, at serem ditas
emendas publicadas no jornal da casa.
Encerrou-sa a 2a discusso do projeeto o. 21
deste anno (licencia,) senio apoiadas 9 eram las,
sob us. I- a 9 e um rrquerimento do Sr. Jos Ma-
na, de adiamento da diacussio por 24 horas, que
se nio votou por falta da numero, tendo orado os
S.s. Jos Maria, JaHo ue Barros e G. rummond-
Adioa-sea3a discussio do projeeto n. 105-de
1886.
Ai h m Jo-sc sobre a mesa foi a Imprimir um pa-
recer da commissio de redaccio sobre a do pro-
jeeto n. 1 Ueste anno.
A ordem do dia : 1* parte, contindacao da
antecedente ; 2* parte, contiuuaclo da anteceden-
te e mais Ia diseuss!; do projeeto n. 43, 2a dos de
na. 4 e 5, todos deste anno e Sa^o da n. 74 de
1886.
oeputadoa getaesEmbarcaram ante-
hootem no vapor ingl iLa Plata com dest'na. a
tfirte o Dr. Felippe de Figueiro Pana, o conse-
Iheiro Manoel do Nscimento Machado Portella e
Dr. J lo Juvenco Ferreira da Aguiar deputados
geraes por esta provincia.
Ao Sr conseihoiro Portella acompanha sua
Exma. familia.
Desoja nos aos augustos viajantes prospera vi-
agem.
Falierlmenlo- Ante hontsm, s 5 horas da
mauba fiaou se nesta cidade o tenente-coronol
Austricliuo de ('astro S Barreto, na idade de 58
aun >s, depois de longos soSVimentos, producidos
por molestia do coracio.
Xataral da comarca de Palmares, onde era
abastado agricultor, exercia alti o finado sabida
mil lencia entre os seus am>g >s polticos, que o
distingaiam e acatavam com 1 chefe, posicio esta
a qne sonbe elevar-se pelos valiosos servicos pres-
tadas ao partido conservador a qae sempre este-
ve filiado.
tleicio popalar,correioandeado sempre a merecida
cojfinnca dos seus amigis edesempeahsado-ae de
sais obrigatoes satisfactoriamente.
Ao seu enterro, que effaetuou-sa no cemiterio de
Santo Amaro, concorrerara aumerosos amigos.
Pelo 1*' batalnil de intantana foram faltas as
honras militares a qae tnba direito o finado.
A sua desolada esposa, Exma. Sra D. Mara
Cavalcante de Si B irreto e a seas digaos filhos
Jerooyrao de Ctstro S Barreto, e Drs. Jos de
Castro S Barreto e Francisco de Castro S Bar-
reto, aprosentamoa aa aossas condolencias.
OutroSuccumbio h mtem pela manha nesta
cidade, victima do terrivel bdrib-ri \o Dr. Jos
Maria deAlbuqaerque Limabas idade de 52 annos.
Resida o finado na comarea de Pao d'Alho, era
agricultor filiado ao pulido conseivador, qaa
perdeu nelle ara d.s seas miis delicados adep-
tos.
Daixa numerosa familia.
Nossos psames a sua familia.
Alada ooiro Do antigos padecimantos fal-
lece! tambem Qoatem o coronel da estalo-maior
de 2a claaae Fraocisco Camallo Pesooa de L icer-
da, secretario do comnaad'o das armas desta pro-
vincia.
Era o finado um homem entintado palo seu ca-
rcter ietegro e coracio bondoso.
Tinua 76 annos Je idade e era natural desta
provincia. O governo imperial o havis condeco-
rado com o offlcialato da Risa e com o habito de
Avie.
O sea corpa est deposifado na igreja da Con-
ceico dos Militares, onde hoja s 3 b iras da aa-
nha serio prstalos os ltimos sufragios, seado
dah coa iuzido para o cemiterio publico.
Vapor E h en tem seguio de aosso porto para o sul do impe-
rio trazia da Europa 419 passageiros.
Achavam se oecupados 'odas os camarotes-e dif-
ficlmente encoatraram aecomra Mac a os poucos
passageiros que aqu embarcaram, deixaado ou-
tros de seguir por nio haver absolutamente lu-
gar.
Consta-nos, que tao grande quantidade da pis-
sageiros 6 devida a estarem agora voltaado ao Rio
da Prata os qu> dalli se ausentaran com receio do
cholera.
Vapor braaileiro CearEita paque-
te sabio ante-hontem da Parahyba pira o nosso
porto.
Patacho Pirapama -Por telepramma do
Cear sabemos ter sahido bontem dessa porto com
destino a esta proviocia esto patacho, que serve
de escola aos apreadizes mariaheiros do Arsenal
de M triaba.
faculdade de DireitoEis o resultado
pos actos de hontem :
1.' anno
Traoquilioo Graciaao-de Mallo Ltio, plena-
mente.
Arthur Amaral de Asis, simplesmente.
Luis Jos de Franca Oliveira Sobriuho, plena-
mente.
Lucidio Alexaodre Martins. aimpleemente.
Antonio Francisco da.Costa Filho, idem.
Jos Moreira da Rocha, idem.
Affmso Raynero Alve3 Gumaries, dem.
2 reprovados.
3. anno
Jos Cesar d'Albuqueruuj, pleoamaute.
Domingos das Xeves Teixeira Bastos, simples,
mente.
Siturnino Oetaviano de Siati CruiO.veira
idem.
Tbeophilo Frederico do Reg, idem.
Bianor Gadanlt Fonseca de Medeiros, idem.
Joio Baptista de Oliveira, idem.
4." anno
Luiz /icarias da Lima, simplesmante.
Jos Ignacio do Eipirit i-Siuto, dem.
Joa Sdveirado Pilar Fiiho, idem.
Xilo Pecanha, idem.
Manoel Xascimento Ferreira Castro, idem.
Antonio Taixaira Footea, dem.
DenunciaXa parte oficial publicamos boje
a denuncia, que contra o Dr. Arthur de Birros
Falcio de Lacerda deo o 1." promotor publico.
11 comni enlain >s a lei'.uri dessa publicacai.
uvaiinaRecebemos desta cidade a Gazeta
de Goyanaa que d as seguinta-i u iticias ;
Xo lugar Carc comarca da I^amb, um menino
de 16 anuos terio mortalmente a um outro que
m rreu no dia 14 do correut '.
Por nio serem dados matricula ficaram livres
46 eacravos.
OIHeiu Caneare -Teve hmtem lugar na
i alnados infelices o(K :iaei d'armada sucuu nbidos
ni naufragio do vapir B&Ma mindou e-icb-ir o
Exm. Sr. chefe da divsio Jos Manoel Pie meo da
Costa.
Darau'G o offijio tocoa o fansral a musiea dos
menores do Arsenal da Guarra.
Psiycliulojrla da tuspreasia brawl
letraAssim sa deaoraina am folb-to de 47 p\-
giaas que acaba de p-ib.icar o Sr. Biaj imu Ra
bm.
Agradecemos a ofiorta que nos fez da um exam<
dado qae esta far com qae o aptixoaado amante
tudo consiga da moca.
Effecvaraeate encontrando Jines qaa est fu-
rioso oom elle doutor por Ihe ter restituido a los
dos olhos o qne den lujar a sua malber nio o qqe-
rer mais largai, pelo Madico abraodado coma
noticia da qu I sua mulhor estava rica a velha
conseguindo o Esculapio sab^r qu:m era o aitai
xoaado da Aurora.
Esta e sen pai f illsm do mor que um teas pelo
outro, fallando tambem a moca do que sent por
G incalo, at que o doutor apparece com essa.
Depois de algumas explicarnos e do Goncal 1 c o
doutor terera fallado da bailesa da lus, Aurora se
resol ve a faser a operaoao.
Jines e Jesusa, dicera, que por cansa de am oa-
morado a mulher sa sujaita a tudo e a ambos j
tendo feito as paces facera votos pela bom resul
tado da operacio, oavindo-aeem seguida um grito
de Aurora.
Apparece Aurora em oa olhos vendados e a
proporcio que vai vendo a luz, vai reconheceodo a
seo pai. a Goacalo, ao Medico e demais, pessoas
essas que ella nuaca havi viato, mas, qae sea co-
racio Ihe fes conhecer apenas recobrou a laz dos
olhos, differeucando assim a loe da sombra.
asar de nolvaa Zarzuela era acto lettra
de D. Mariano Pina, mnsiat de C. Ouirid.
Personagens
Car mea
Paca
Darliaca
Jacobs
D. Pealo
Xicanor
Pilar, Jacintha, Cansuelo, Carlota etc.
Acto Io -Casa da D. Pelaio
Carmem miidiz a sua sarte pir e3tar serviodo
de governante e pedagga de meuinas tio mal-
creadas, como si o as filhas da D. Pulaio aea pa-
trio, aa quaea lha nao dio oeahjuj tempo de dea-
canro, parenlo q je ao mesmo tempj tolas pre-
cisara do tudo.
D. Pelaio in inda toeaV chamando saa3 filhas a
licio e estas se aproseotam dando cada urna eonta
da licci 1 que eitudoa, o qae satisfaz ao velho qae
lhes participa qaa naquells dia 1 sp -ravam um ra 190
que devia escolhar urna dallas para sua mulhar,
pelo que ellas se retirara afim da fazarem suas toi-
lets.
Eutra Xicaao" que muito bom recebido por Pa-
laio, poid v nest- um genro seguio coatando a
elle nao t as abili lados da su* filha, como tarab -m
a historia do naseimento da cada un deltas ; as
quaes vieram ai mundo em lugares differeates
sendo que a mulher de Pelaio que era cantora den
a luz a ceda urna ua vesp:ra em que devia estrear
am cala paiz cantando a favorita.
Xicanor s diz que nio teudo empiega, e ebe-
gando a poucae caaaodo-se c >m urna qaalquar d'es-
- mo;is eert i,n -nte ter um rasio de vida.
Prom itor
Elisa Emilisoo Rodrigues.
Arljunto
H moria X ivier da C ista.
Procurador
Manoel Augusto da Fonseca.
Thesoureiro
Da vil Gentil.
Conselheros
Menandro Elaardo Muhlert.
Belmiro Carlos Vietal, reeleito..
Liiz de Fraoca das Chagis.
Izidro Visamte Ferreira de Soasa.
*'*n^sco Jos Gimes Wanderley. .
Jos Vicente Ferreira, reeleito.
, Supplentos
Jacioth-i Oasrte
Pedro Marcolino Francisco de Jesns. '
Liadislo de Carvalho.
Foi marcada a possa para sexla-feira 89 do
correte s 7 horas da noute.
Directora das obra* de conserva
cao do* portnBoletim -
4i* 24 d- Abril de 1887 :
mete .rologico de
11 1 /
doras 0 a 82
"
6 m. 23'6
9 >8-6
12 2991
3 t. 29-I
-6 27'-6
Barmetro
0
2">,02 por segundo.

Era t?nente-coronel da guarda nacional domu-
N. 3. Onde cottber. O pagamento da illnmina-1 cipio de Palsaaras 4 exereeu versos cargos de
piar.
Zarxaela lieipanbolaSer luje can.
tudo no tbeatro Santa Isabel duas zarzuelas, cojo
argumento da prira -ira o seguinte, a qual ae d -
nomina Luz e Sombras, varaos da D. Xircis> Serra
e msica de D. Fernn les Caballero :
Personagens
Aurora.
Jesusa.
D. JoSo.
Jines.
Goucalo.
O Medico.
AecVo passa-se no scalo Xv"II.
Acto lJardim careada por um muro
Aurora, filha de D. Joi>, coin flires cantando ;
nicas distraeces qua tem por ser caga.
G incalo, estando apaixonado por Aurora faz
Jines entrar no jard.m afi n de Ihe abrir u porta e
po ler elle fallar a saa amada.
Jines como a filha du D. loio, tambora c 'g',
gauba a vida tocanda guitarra, e prest i-se a Gou-
calo mediante un recompensa.
Cbegam o Medico e D. Joio os quaes lembram
o tempo em que foram collegas e em que pelejarara
juntos; coatando o ultimo a historia de Aurora,
que sendo de muito toara iJade quando elle mar-
chou para a guerra, ficoa com sua mulbar, a qual
fallecen da desgosto ao te: a falsa aoticia de que
elle bavia morrido na campanha, fieaudo Aurora
nntio coca de tanto chorar.
Contina dizeodo qae a crioa na ignorancia do
que sej a a luz, mas, que est agora resolvido a
entregal-a a seu antigo amigo e que espera que
elle lbe dar a vista, como medico celebre que ,
terminan io por fallar da desconfiaoca que tem, da
que sua fiba estava apaixonada.
O Medico pelo retrato de Aurora qne Ihe foi
mostrado logo reconh-'ceu ser cega, achaudo-a
apecar dias extremamente bella.
Aurora i-ntraudo cara Jesusa, que urna mulher
que tem a mana de e fallar em laim, nota que
seu pai nio estava s e este entio Ihe apresenta
o Mlico que ha do curt a c ie quem tantas ve-
zas Ihe fallan o qu muito alegra a moga que offe
rece fl ires ao doutor, tallando em seguida 4o amor
que sent porumjovem a quem uio pode ver,
coufissia esta que confirma as suspeitds de sea
pai, que desconfa que algu'm hotivesse ntralo
em sua casa e ae ti vust apoderado io coracio de
sua filha.
Jines appiracendo interrogado palo dono da
casa do que andava all fazenda e como bavia en-
trado, o qual para se descalpar diz qae andava
esmolando por ser ceg, pelo qus bem aco-
llado.
Jesusa fallando latim com o eego, reconhece este
ser aquella sua mulher de quem so havta separado
por nao cntende'- a lingua qje ella tanto fal-
lava.
O Medico consegue so apoderar do ceg para
lbe fazer a operacio dos albos e comsigo o leva.
Goncalo s Aurora juntos fallara do seu amor,
at que ou viuda aquel lt, pasaos, toge para nio com-
prometter a sua amada, mas, essa suppoe quo elle
toge por uio lbe ter amor por ser ella cega.
Jines apparece com oa olhos vea lados p r j ter
feito a operacio e encontrando Aurora lbe d a
carta de Goucalo que, como elle, igaorava qae a
moca era cega.
Chegando D. Joio e o Medico, Aurora mioifesta
o desojo que tem de couhecer a las e ao sea p.ii-
xonado, cuja voc n'esse momento ouva-se.
Jines ao tirar a venda reconhece sua mnlher e
fica contrariado.
Acto 2oUm gabinete
Jesusa procura por toda a parte sea marido, o
qual desdo qae recubrou a vista fugio delia, encon-
trando, porm, o doutor, esse promette qaa Jines
val tara para ella.
D. Joio conta ao Medico o desejo qae saa filha
tem de ver a las, asas, qae nio se qaer sujeitar a
op -racio po- ser essa muito dolor osa, ao que o
operador responde, dizeodo que deixe ao seu cui-
Apparecendu gradualmente as filhas de Pelaio
vai cada urna tratan lo de conquistar o rapas, mas
0 embaraco desse ch?ga a ponto na escalha que
desraaia procurando tolas proiigalisar os maiore3
cuidados a Nicanor fattnlo pnm de tal molo qaa
chamara attencao de Carran com o barulho, a
qua1 vnbi aimoastar as meninas recoabece X'-
cin tj, o moco qu : a bavia sedas.lo, pelo qua tem
em seguida urna explieacio com este, e o amteca
da tal modoque quando Pelaio o interroga a carca
de qual do suas filhas escolheu para mulher o ra-
paz declara que uenhuma.
Irritado Peaia com semelhaite recuia que p3*
em t'uror as mMinas, desafia ao ra>co pira um
duello, uo mora Mito po- a di tocar-lhe com a arm
sent algumi ciusa qua obsta a qaa Xctaors'ja
furalo, cimo exp icacio do que mistia o desditoso
ooiva em perspectiva o retrato Je sua mii, cujo re-
trato Pelaia rec rahece ser o de sua mulhar qua
antes da casar j hiviatiij un filho o qaal era
Nicanor.
Recanbocida assim a impoasibilidada do casa-
mento da Xicanor om qualquer dt8 mocas por se-
rem ir.i s dede, resolv se oste a casar cim Car-
men fica ainda desta vez D. Palaio ssm genro.
MeJuzaAate>hjutera > mio .ia iuaieou
aeste porto este cruzador da Alfaodega, q :e com
des'.iu) as Roceis, tioht d'aqai partid', levando
tn linimentos.
Nao conseguio chegaras Rucia por ter soffrido
alteradlo o chroaoraetro da borda e p>r ctusa das
correotes e de muito mar quo faziam desviar do
rumo o cruzidar.
L>go depais de coacluida essa nothia o Erra.
Sr. capitio do porto enteuieu sa com S. Exc. o
prosidaute da provincia, qua m inioa hontem com
destiao as Roccas o vapor liandaliii, levaado maa-
timeutoi para os pharoleiros e combustivel para o
pharol.
Apezar de nio terem podido fangar as Boceas o
patacho Pirapama a o cruzador Medina, nio ha
perigo ainda para os phiroleiras das R iccas, poia
quo teem la mantimentos butfieentes para passa-
rem at o dia 29 do corrate.
Mestre de barcaca No dia 21 4 neite e
em casa da negociante Manoel Araineio dos Res,
falleceu Joai Jos Corroa, mestre da barcica
Flor de Titaaninha, an torada neste porto.
Chamado o Dr. Souza para verifiear a causa da
morte declaren ter sido coagestio heptica.
Em poder do finado eucoutrou se a quantia de
JilWI, que foi entiegueja Manoel Anancio dos
Res, correspondente e donodamesma barcaca.
1 liquen to Ao Dr. junde direito 5o dis-
tricto cnraiaal foi rom :t'i i > o inquerito policial pr 1
cedida contra I o Jos Barbos e Pedro Barbosa,
como autores da r 1100 praticado em casa de Mi-
guel Joaquim do R'g" Barros.
Hasitiitat Poritijuess de BeneUcen-
cia -Teve lugar, como estava aonuuciado, no
doraiog) 24 a ass^moia geral desta associacao.
Foi ndo o rclatcrio do anoo da 1886 e appro-
vadas as contal relativas aquelle oxercicio, sendo
dado um voto da lauvor Jauta Administrativa
pelo zeio com que cu. lo 1 da gerencia dos negocios
seoiaes.
Foram eleitos mordomos, para substituir tres
membros la junta qu 1 recusaran! aquelle cargo,
03 llims. Srs. Francisco Pereira da Siiv 1, Antonio
Pinto Carneiro da Silva c Diogo Augusto dos
Res.
Relatorlo Fomos obsequiados com um
exera .lar do relatorio do H ispita! Portugus re
Beneficencia, apres'ntnlo pelo pro ve lor Joao Jos
Rodrigues Manda, no auno corrente.
Agradecemos.
I pretenvol n: ite no da di orrente a eobranca
sem muita do 2 semestre do imais'o sobre indus-
trias e proSsso 's, d i exercieia da 1836 1837.
Comit Mlterario AcadmicoEsta
sici -dade fuucciouou no dia 22 do corrente sob a
presidencia do ar. Pdio de Mello.
Lida e approvada a acta da sesao anterior, foi
nom '.da urna coramissiocomp ista dos Srs. Thiago,
Bacallar e Zeferino Agr, para representar o Co-
mit na seso fnebre promovida pela Faculdade
de Direito.
Os Srs. Victorino Maia, Ricardo Medeiros, Mi-
guel Tinoco e l'hiago discutir.tm algumas thoses.
Foram sorteados para faser a 6.* conferencia
social o Sr. iVJonteiro Lopes e a 7. o Sr. Tinoco.
Foram promividis al* secretaria (lugar vago
pela eiimiuacio da Sr. J da Mello) o 2>? Luiz Ba-
callar e a 2.a secreta i o adjunto, Falcio Filho,
sendo eleito para esta ultimo logar o Sr. Zetenno
Agr.
Foram sorteados para discuts theses na prxi-
ma sessio os Srs Julio Pires, Victorino Maia e
Zeferino Agr, estando inscriptos para fallar os
Srs. Fons-ca de Medeiros, Tbiago, Monteiro Lo-
pes o Tinoco.
No dia 29 do corerea.te haver sessio ordinaria
s horas e no lugar do costume.
Mociedaile HaHlcal usiorce de
Mu reotlfectuou-se na seTta-feira ultima a
olor; io da directora que tem da funcionar no
anno social de 1887 1888. Ficoa assim oonsti-
tai i 1 :
Presidente -Augusto Gdbveia.
Viee-presidenteIgnacio Paixio.
1- SecretarioVicent-j Ventura.
2- D toAprigo Biptista.
Thesoureiroaooel Pereira.
AdjuntasManoel Trovas e Trajano da Silva.
OradorMaximiano da Silva.
Vice oradorGermaoo do Caraio.
ProcuradoresJoaquim da Souza e Jos Fio
riano.
Commissio de cootasMax miao Neves, Mi-
guel de Oiiveira o Roque Lipes.
ANNocinr L.h Operarla Peraam-
bueaua Coma eslava aoauociada procedeu
anta huut-111 osta assocmcio a eleifio do sea novo
conselho que ficoa assim composto:
Presidente
Firmino Raphael de Paiva.
Viee dito
Jos Francisco das Chagas Rieeiro.
1" Secretario
Jos Calasins de FiguMredo (reeleito).
2 Dito
Joaquim Archanjo dos Pasaosv
por
759ni86
7r093
760O49
759'nOl
759"42
Temperatura mxima3U,0
Dita mnima23,25.
Evaporacio em 2i horas- ao sol :g4,">8 ; som
ora: S,'*4
Chuvaoalla.
Direcvio do vento; SE (aom ntermpcid de
3o mina tos SSE lurante todo o dia.
Calmara duran-e 1 hora e 30 minutos, pela
manha.
Velocidade media do vento
X-hulosidade media: 0.38.
Sueleo Becreatic-a familiarAlguna
mocos reuair*m-se lute-houteui e fundaram om
eate ttul 1 cima urna soeiedade e proeedendo a
eleico pira a tua directora, assim fi :ou cons-
tituida :
Presidente
A. de Cistro.
Vice-presidente
Antonio Luiz dos Santos.
Io Secretario
Florencio Mauricio da Aleen-,
2o Dito
Joio H. de Borges.
Orador
Syudolpho Biviera.
Thesoureiro
A. L. Laz.
Procurador
A. G. Tell s.
Vo^aes
Misa 'I le Souza.
J.1.11 Emilio da Assis.
Em seguida proce leu se a eleicao para a cora-
raissio da oatas, qaa fiou assim coast'taida :
Antoni) V. de Medeiros.
Julio Xovaes.
JoiiE. de A.
Xada mus htvendo a tratar-so o Sr. pre3den-
te marcou o domingo 1- di Maio s 5 horas da
tarde para a posse da niva dreatoria.
firemlo Reereativo FamiliarHoje,
2o do crrante, s 7 horas da noute. haver ses-'
sSo ordaaria da directora, afim de dar passa aos
memores recentementa eleitos, era sua s le rui
doMarcdio Das o. 91, laniar.
l.nja mairii do Uno tetroXo do
mingo l.'do Han pelas 6 1|2 da tarde dar-se-h
principio o piedoso exercicio do mez mariano
nesta groja, sendo entoados os cnticos sagrados
p.r um coro da acnhoras com acompanhamento
de piaus e serafina
Operacao eirurgicaFoi praticada no
hospital Paira II, no da 21 do correnta, a sc-
guiute :
Polo Dr. Simaos Barbosa.
Ainpiracio da mama direita reclamada
eaucro da mama ulcerada.
Beunle* naeatsea Ha boje as segmn-
tes :
Da commissio da festa da S. Goncalo de Santo
Amaro das Saluas, s 7 horas da noite e no con-
siatono da respectiva cap 'lia.
Da Associaca) Commercial Beneficente, 1
hora da tardo no respectivo edificio.
it-ilii'EUectuar-sc-ho:
Boje :
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, rus
estreita do Rosario n. 24, de pred03.
Ainaaha :
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na ra do Im-
perador n. 22, de pie lio,
Pelo agente Modesto Baptista, a 11 horas no
Arsenal de Mariuha da am escaler e am salva-
vidas.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na raa do
Vigaro 11. 12, de predio.
Pelo agente Martins, s 11 horas, na ra larga
do Rosario n. 37, de movis
Q'iiuta-feira :
Pelo agente Alfredo Guimaraes, as 11 horas, na
ra do Vis<*onde de G 'Vanna n. 61, de movis,
laucas, vidros e cspelbos.
Mia fnebre. Serio celebradas :
Hoje :
A- 8 horas, na m ttriz da Boa-Vist 1, por alma
da D. Mana da Conceicio Silva Poppe; s 8 bo
ras, na matriz da Boa-Vista, por alma de Hypo-
lto Xavier Coutiabo; s 8 horas, na igreja de
Santa Rita, por alma da Francisca Pires de -Va-
gal lia s Breves.
Amanhi :
A's 8 horas, na matriz de Palmare.', por alma
de Vieeute Ferrreira da Silveira; s 8 horas, na
matriz da Boa Vista, pe 1 do commendador Can
dido Alberto Sidra da Motta,
Quinta-teira :
A's 7 horas na igreja de S. Goncalo por alma
de y os de Barros Setta: s 8 horas no convento
do Carmo pir alma de Flavio Goncalves Lima.
Pavnaselroii -Chegados dos portos do snl
no vapor nacional S. Fraacis 0:
Antonio C. Nabuco Barreto, Vctor Barreto,
Joaquim Dionisio, Joio Baptista Barreto, Octa-
vauo de Saut'Auna, Jos de Faro Kolemberg Ta-
vares, Manoel Jia d-: Andrade, Jas Luis de
Garcia e Francisco Arthur da C >ata Craveiro.
Chegados do sul 110 vapor nacional Sergtpe :
Antonio Ferriate e Domingos Ferriate.
Chegados da Europa no vapor iaglez La
Plata:
W. A. 4Hardk, Manoel Martins San M'rtias.
Manoel dos Santos Albeiro, Jos Domingnes Al-
vos e D. Thereca do Jess Mendonca.
Sahides para o sul ni mesmo vapor :
Mr. Rutiiney t, Alexander Ionine, Dr. Joio Jos
Ferreira de Agular o 1 criado, Dr. Felippe de Fi-
gueir 1 Faria, Dr. Manoel do Naseimento Machado
Portella, sua familia e 2 criados.
Chegadoa de Fernando de Ncronha no va-
por nacional Giqui:
Prancisc A. Pereira da Coata, Alfredo do Valle
Cabral, Antonio Franciaco Pereira Gitirana, Joa-
quim Pinto de Almeida Jnior, ana aenbora e 1
filho, Iteres Thomaz Diniz Villas Boas e 1 criado.
15 pracas do 2 e 11 bat.lhao de infantera, phar-
oacentico Jos da Fonseca e Silva, sua senhora e
3 fi i 1 >8, Joio Jos da Fonseca, sua sinhora e 3
filho?, 27 sentenciados, 6 mulberes e J filhes de
pracas e presos, Scverino Gomes da Silva e Maria
Joaquina da C sta.
Cana de DetencoMovimento dos pre-
sas da Casa do Deteucao do Rccifa no dia 24 do
corrente :
Exiatiam3J9 ; entraram 6Exstem 405.
A saber :
Nacionae8 364 ; mulberes 14 ; estrangeiros 15 :
escravos sentenciados 1 ; idem proceosaio, 1 :
idem de correcio 5.Total 405.
Arra$o-ido3 333.
Bona 329 ; doentes 24 Totai 353.
Movimento da enfermara.
Tveram alta :
Jos Vicenta Frreira de Souza.
Podro Jos Goncalves.
Lotera da corteA 2011 lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de... -
30:000*000 ser extrahida no dia .. de Mar-
co.
Oa bilhetes acham-se venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venia na Casa da For-
tuna raa Primeiro deMarco.
Lotera do rao-ParAA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande

.

HHsBBSSSBBBsl
i


BMBsazs
leira 26 de ibril de 1S7

4D:000#000, icr4 extrahida no da 30 do cor-
Bhetos a venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaqun da Costa
Taasbem achum-se a venda na Caaa da Por-
ua A rna Primeiro do Marco n. 23.
latera da provincia I Para*
A 12 lotera deata proviucia.pelo novo plan j, cu
jo pre.io grande de 15:000*000, so eztrah.ri
aodia do corrente-
Bilh-tes a vooda ni Casa da Fortuna, 4 ruu
Primeiro de Marco u. 23, de Mirtina Fiui & C
molerla da ParahykaEii* lotera cajo
premio grande de 20.0 JO/OJO ser extrahida no
da do corrente.
O bilhetes achatn-se venda na Casa do Oaro
ra do Baro da Victoria n- 40 de Jlo Joa-
qnim da Costa Leite.
Lotera da provincia -A 15 Prte da
1 lotera em beneficio d Santa Casa de Miseri-
cordia do Recite, ser extrahida quanio for an-
auneiada.
Os bilhetes acham-se expo3to3 a venda na tno-
arara da loteras A ra do Bara da Victoria
a. 14.
PBLIfiUJOES A PEDIDO
Despedida
Preleudendo embarcar amanh no
paquete Lt Plata, com destino corle,
peco Jescalpa aos amigos quem nao
pude procurar pessoalmjnte, pela falta
em que incorri, nao indo receber suas
ordens; ofTereco-lhes os m3us dimi-
natos prestimos alli, era quanto durarem
os trabalhos do parlamento, de que sou
obscuro memoro,
Recife 23 de Abril de 1887.
Felippe de Figueira Furia,
Ass ncblea Provincial
O projecto n. 9 e a clamorosa
loliistica que elle envolve
VIII
Smente hoja nos foi possivel responder
aos dous ltimos escriptos de Javenal P-
rannos : a resposta vein um pouoo tarda,
certa; mas, nao so nfira d'ahi que
nao tamos por Juvenal Prannos o justo
aprec, qui nos merece, n2o: motivos pon-
derosos nos desvianm da improasi por al-
gans dias, e, por Uso nosso amavel anta-
gonista talvez tenba ponstJo qua havia-
nsos batido em retirada, deixin io-lha as
gloriai do triumpho.
Jamis volt unos as costas a discussao,
sampre que ella se mostrase r.izoavel e
sem acrimonia e virulmcia, o que. alias sa
poda obter, at e:n tratin lo-sa da quea
toas pessoaes ; mas, os duus uliaios artigo?
do Juvenil Paranlios vieran to saturados
da acrimonia c virulencia, que nos tiraram
o gasto pela discussfto do projecto n. 7, a
qual, por nossa paite fiosr terminada com
as observado s constantes do presenta ar-
tigo.
Publicado o pnjacto n. 7 appareesram
na imprensa varios esjriptos, eai que se
procarou antes suscitar o odioso contra elle,
que apontar os seus defeitos para serena
devid menta corrigidos; o que importa di
zar: que os impugnadores do projecto
quera m, por amor de interesaes inattanli-
veis qaaado se legisla, condumnal-o, sem
lavar em couta que as conveuieacias pu-
blicas da proviucia raclamam a approva-
cao delle.
COMERCIO
B la voiuuercial
jOTAgSas omcua da joxta dos cob-
KECTOBE8
Recife 25 de Abril de- 1887
AecOes da companbia Uziua Pinto, do valor rea-
lisado de 2004, ao par.
Cambie; sobre Para, 30 d/v. coifc 1 0/0 de des-
carto.
Cambio sobre Pelotas, 60 dtv. com 2 OpO de des-
costo.
Cambio sobre o Kio Grande do Sul, 60 djv. com
2 OjO de descont.
S'a bora da bolsa
Veudtraui-se :
10 aeces da companbia Usina Pinto
(i presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secrtario,
Eduardo Dubeox.
Hovlmenlo nanearlo
BBC I PE, 25 DE ABKIL DE 1887
Os baes boje inautiveram no balco a taxi de
21 3/8 d. sobre Londres e as relativas sobre aa
ou tras pracas.
Fecha rain o mercado de cambio offerecendo di-
aneira a 21 5/8, nao havendo, porin, tomadores.
As tabellas oficiaos sa estas :
Do Londun Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 1/2 e vista 21 1/4.
Sobre Pars, 90 d/v 442 e & vista 446
Sobre Hamburg*, 90 d/v 548 e vista 564.
Sobre Portugal, 90 d/v 248 e vista 250,
S >bre Italia, vista 446
abre New-York, vista 2/350.
Do English Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 1/2 e viata 211/4.
Sobre Psris, 90 d/v 442 o vista 416.
Sobre Italia, vista 416.
Sobre Hainburgo, 90 d/v 48 e a vista 554.
Sobre Ntw-York, vista 2*350.
Sobro Lisboa e Porto, 90 d/v 243 e vista 260
Sobre aa priucipaea cidades de Portugal, vista
255.
Sabr liba dos Acores, vista 258.
Sobre liba da Madeira, vista 255.
Aereado deanouear algodao]
BECIFE. 25 DE ABRIL DE 1887
Astucar
Os precos, pagos ao agricultor, toram os segoin-
tes:
3. baixo, por 15 kiLs, da 2000 a 2*100.'
3 regular, p>r 15 k.los, *-2100 a 2*2.(0.
3 boa, por 15 kiba, de 2*200, 2*3)U e 2*400.
3. superior, por 15 kiius, de 2*500 a 2*600.
tranco turbina pulveiioado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
S jareaos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Masca vado, por 15 kilos, a 1*200 a l*i00.
U.-uto, por 15 k:hi, de 14100 a 1*200.
aetames, por 1j kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos p/ecos sao obtidos
conforme o sorlimeato.
Algodao
Preeiaxmos diter aiuda algurin coasa a rrspeito
Uissemos na folha de sibbido-uliimo qa? o
ao hlg)dl> hasia sido c .tndo, dorante a sema-
-ii i 11, a 7*000 firme, fechando n'aquella da
nou s firme, uiio b'uute reconbeceraios testa se
Tctuado algumai v ndas a prrjj superior, que
p^ra ui ni' poda servir ie base para se finr a
Dio, coi viata das ooudico.s espeaiaea em que
-. lUs se der.on.
Einittiud)-Tl op'-wl'] quj n^ p^ieee acertada,
i<> visamos um fim, qu 6 o de acautellar es inte
resses nao s do eaopradof como do vendedor,
priocipa'm nte us deft qu.' p ideado Suppr, por
tU s appareacins, qi,. o genero 'steja em me
loor posicav, retrai-i-se, na ctpe'anca de cbt. r
presa oais alto, a- nJo man trde prejudicado, se
porveutura baixar a cotayio, como ordinariamen-
aaessMw.
Uabsixo dasssa pmti da vista, en-
calamos ana seria da artigos em favor do
projacto, e pala forca da ont^stacao que
Juvenal, Edmund o outros, svitamitica-
menta. uoi oppuaham, cbega.nos a por
em relevo, qua elles nao propugnavam em
beneficio senio dos interasses do thesou-
reiro das loteras da provincia da Ala-
g 18.
Seatiu-sa Juvenal Paranhos insultado
com as ujssis palavras, qua real a-nta ex
primem a verdale, e, todo iracundo, arre-
messou-se contra nos, cobrindo-nos dos
b*li5:s quo lbe approve, preten nos oxpr, como ignorantes da propria
grammatica.
Nessa ponto nSo lae retrucaremos.
Desde o principio, percobemos qua Ju-
venal a seus companheiros usavam do tc-
tica da obscurecer a utilidado da medida,
para apresentar ao publieo o projacto n.
7, orno um privilegio odioso e detestavel,
outorgado somente um favor e proveito d>
tbesoureiro das loteras da provincia l
Quein nao porceber, porui, qu: se a
impugnacSo, lavanUda na imprens, fo3
se isenta de parcialidade e paixo, nao
envolvera a passoa do thasoureiro das nos-
sas loteras e at a do conselheiro Joao
"Alfredo T
Nao saria do molhor aviso que os impu
goadores do projecto em vez dos ataques
aquellas cavalheiros, se reetrngisse a cri
lica prudente e ce medida desse projacto,
para demonstrar que, quaesquer que fos-
sam as eorrecces e emendas quo lha fiz.-s
sem, as vantagans dellas resultantes nao
comp ;na iri ira, jamis, os i-icon'eoicntes
qua elles antevam e annanciavam ?
Entretanto, bem diverso foi o nosso
procedimento.
Sustentamos, qua o projact) til o ne-
cessario provincia, porque protegen lo
as suas loteras, facilitar a ex'raccao des-
tas, e d'abi o augmento da renda da pro-
vincia pelo pagamento do respectivo im
posto; sustentamos que nao ofl'uie as lea
garaes, parque nem ellas ^mandam que os
bil'ietes de urna se vendam em outra pro
vneia, nem ha reduecao do impjsto geral,
uma vez quo, medida q le diminuir a ex
tracco das loteras de urna provincia aug-
mentar a estraccilo dos do outra, como
ha de sucoeder eom as nossas, nem com-
prehenda ella as loteras d> imperio; sus-
tentamos e mostram >*, finalmente, que os
nossos establec mentas pos, os nossos
t-mplos, os ingenuos educidos na Colonia
Iz .bel, e at a nossa propria instruec^o
publica, grande, milito grando baoeficio ra
>;eber3o por eFeito da adopcao do projecto
lato posto, qmra da boa f se aninar
a negar a utlidade do projeeto n. 7 ?
NJo to publico e notorn o estaio
pr cario e decadente das loteras da pro
vnuia, Unto as ordinarias como as entra
ordinarias, destinadas ao fundo de einmci-
[ncao e educaelo dos ingenuos, por causa
da alH tenca nos bilbates das outras pro-
vincias ?
O publico, iiDparcial e desinteresado,
como dir se temos ou nac to la rASao da
defender o projacto, uja adopco consti
tuir um servido real a nossa chara pro
viacia.
Agora releve Juvenal Paranltos que lha
demos um conseibo,
Agora temos a aceresecntar qua as eutradas do
clgodao jA vo sendo amn regulares, nao censua-
do, porm, melhora no mercado de IoglulerrH,
pelo que fecbou hoja em nossa praya a 7*000
(Irouxo), sem haver transaevao alguma.
E' o que sa nos offereca dixcr em vista das con-
8ideracdes apreseutadas pelo collega da Provincia
em seu numero de hontem.
Entrada de aisucar e algodo
UBZ DB AH1L
F..NIBADAS
.5
<5
I
Barcaca.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar.....
Animaes.....
Estrada de ferro de S.
Pranciso .
Estrada da trro de Li-
moeiro.....
1 4 23
1 23
1*4 23
1 4 25
1 4 23
1 4 23
1
26.538
5.907
3.98
43.599
1.752
81.724
o
a
r.
2.116
5.697
227
8.760
3.2J9
1.763
Nao f.ca prac de bom grsmmatioo, tor
ne se mais modesto.
Olbe qua nSo asneira dizer-sa, como
diss-mos : deparar eom. Hij i isto muito
usado, uma vez que sa empregar deparar
-no sentido dee'icjnrar.
Sa fOr ao velh) Mines ver que tamas
razao.
Admira, pore.n, que, querando o Ilustre
escriptor dar-nos u o quinao de mestre, nSo
reparasse qua estiva estropeando a gram-
matica, quanio esoreveu:
No; ta ooiihacemos bam, meu Tycho.
Mas agora, Tycho Brahe, diz ai nos: se
por effeito de vossa estropiada dafeza, pas
sar o proje.ito, nao sentirais o remorso de
haverdes s.erid;ado, sob Ilusorio baneficio
a toa provinua ate.
3) Juvenal quizer corregir tu lo quin-
to ascreveu anda encontrar materia.
Nao bo.n querer dar quinao nos outros.
lycho Brahe.
Companhia de Sania Thereza
AS 0H1AS DA TKAVESA DE S. l'KOHO Al'US
TOL
O loe il onde est situado o deposito de distri-
baic da agua da companhia, na ladei.-a da K-
beira, alias o nico da toda a cidade,soma se
ver pelo meu rela'orio impresso de 1835, ultimas
liubas da p.g. 7 foi um dos pintos que pnm.-iro
mi ii m at:enci> prenderam no tocante a execucSo
de certus tn>Mhor.-.m -utos impres^indiveis. Assiin
em 1886, fazendo o re a torio do aono fin do, igual-
mente impresso, a suapig. 4, pri.neiras lionas, me
ira dado annunuiar ais 8rs. accionistas qua j em
parte as tinha cxecuttdo.
Taes meihoramentjs, em sua totalidade, cousta-
ram da recooitrucclo da toda a coberta de veihas
telhis de zinco, que era, para.telbas de barro; da
I. i>. i di franta do prdio, e da reconstrucf/i do
maro do ton lo, qae toi chamado a alinhameat
d tra /es*, segando as in licacoes da nvinieip ili-
dale. Obras todas estas taitas de accordo com a
directora, di qual i ntao nao fazia eu parte, cim
o fin exclusivo de ter a alludida caixa n'um local
frese i, arrjado e livre das infeccoes de um montu-
rd qae uo recinto lo murse forinava raes ao por
tras .1 'ella.
Mi!, poiin, ii3 tinha conclu lo qu indo o proprie
tario de um predio da visinbanc-t ob'ivera licenca
da muuicipalidade para reconstruil-o, scodo-'be
por aquella dada os almluraento dos muro? que do
ladc.da travessa c instruira pura fazer um jardim ;
alinhitaentos dep lis totalmente despre*ados por
wr o meemo propriutano obtido do fi. vereador
csmmissdrio de edificacas e polica, p ir petiao
especial a elle dirigida, licenca para feebar a ser-
vidlo .la travassa por aqjel'e lado correudo em
to la a saa largura dous muros parallels que Iba '
alargavmn o .-mital di casa ; e, o qu era tulo
para nj, eria...m atraz da caixa ou deposito d.-!
distribuidlo da aga um becco sem sih'i*, b.t'-
d.l dediverso-i quintaese de urnas tres raji-aguas ; ]
a 'ec-ii:vam :odo o comprebendido trecho do solo
di travessa serviintia da compinhia, qao tein o I
direito do passar com seus encauam'intos por'
tdas as ras e tr-ivcssas da Oiinlae alli tinha
um por mim proj retado e, n* parte livre, hoj^Ieon-
trado para rctrcar o abastecimento do cbafariz
d j Carato e ussentameuto de urna tor.ieira de es- '
goio.
L:ccnci que sendo assin obtid-i foi logo posta
em vas de execuc, senio suspensas as obras
que se faziam no predio, da sortc que ao chegar
ao meu cootiecimeut estavam os muros em vas
do serein conclu ios, tal o andamento rapid i que
Ibes il-!',.m ; accresceudoque se reunindo nesse dia
a muuieipaiidade em vez de cassar a licenca, ille-
g j est iva a obra quaai prompta o sob o preteato de
na i couvir desauthorar o cjmraissario em bem d
colleguismo, como toi dito em sesso; n que p.ssou
euoo apenas contra o voto do Exm. Sr. Baro i.'s
raciruna, seu presidente.
liitcodi qua no csraeter de director gerente da
compmbii, que entio j era, poia dera-se est; fa-
ct>em Abril de 1886, me compet t dar qualquer
uin pa=s n i sentido de salvar^uirlar es seui ni
terenses e direitoi. E n -ste senrid^ dnas r solo
Carvao de pedra de Cardit (ioj.j 16UU0
Couros seceos e^ pichados '(kilo) 585
Uitos silgados (kilo) 500
Ditos verdes (kilo) 275
r'arinli.i de mandioca (litro) 500
Fumo restolho (kilo) 4u0
(ieueir* (litro) 200
Me! (litro) 04
Milbo (kilo) 04
Taboaioo de amirsllo (duia) lOOfSO'JO
21.802
Fretamento
Foram fechados hontem os eeguiatee :
Do patacho brazileiro Padre Oacique, para car
regar aqu, com destino ao Rio Grande do Sul,
assucar a 340 rs. por 15 kilos.
Do lugar noruego.mae Hmk Tode, para carre
gar tambera aqu, com destino a Moatevido, as-
sucar a 8 reales por barrica.
Vapor ingles La Plata
Sabio hontem, lvvaudo apenis para Buenos-
Ayres 130 saceos com cojos .''Vuctn).
Carregou J. Lopes de Barros.
Vapor inglez Tinto
A carga deste vapor, qua sabio antehontem de
nosso porto, cons'ou do 3,203 accas com algi-
di i dentinadas praca de Liverpool.
Cinegiram B.rstelmann & C.
Patacho brasilelro Oiicar
Sabio hontem, cum destino a Santos, condu-
zindo a carga seguinte :
4,875 saceos com assucar branco.
3,125* ditos com dito mascavado.
Carregaram Amorim Irmaos k C.
Banco de Crdito lie a l
At o da 15 do ra z vindouro, devem os ac-
cionistas do Banco de Crdito Keal de Pernoin-
buco realizar a (erceira entrada do valir no-
minal de suas acc s, na razio de 10 0/0, levan-
do-a sede do banco, na ra do Com murcio n.
34.
Este banco eat pagando o seu primeiro divi-
dendo razo de 4J0OO por aeco ou 10 0/0 o
valor realizado da cada urna.
O pMgamento faz-se na seda do banca, das 10
horas da raanh s 4 horas da tarde dos das
uteis.
Votni do Tfersoaro dilacerada
O rceolbiineuto de notas dilaceradas est acodo
feito na Thesouraria de Fazenda, usa tercas e
sextai-feiras, das 10 s 12 horas da uiaub.
Pauta da Alfandesa
sfcMiA db 25 a 30 de asan, db 1887
Alcool (litro) 218
Aigodo (kilo) 400
A-sucar refinado (kilo) 151
Dito branco (kilo) lai
Dito masca vado (kilo) 067
Borracha (kilo) l26*i
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 0(7
Cal bom (kilol 4^0
Cafr. stolho (kilo) 3^0
Carnaoa (kilo) 366
Cancos de alrooo (kilo) 04o
liii>or4,avo '
Vapor nacioml Sergipe entrado da Balra e es-
cala, era 24 do corrente, e consignado a Domingos
Al ves Matheus, mnitestoa :
Algo i,i > 20 saceos a Amorim Iruos Si C, 129
a Jos de S L'ito.
Assucar 100 saceos a Amorim Irmos & Q,
Barricas vasias 261 a viuva Marques di Filho.
Conroa seceos salgados 68 a Pereira Csrueiro.
I libre -velho 7 barricas a Amorim Ir.nia & C.
Palles 106 amarrados a H Sto'zenbach & C.
Sola 63 rolos a Fer>*eira Rodrigue? ee C-
Tara incoa 8 tardos a Siares do Amaral Irmos
2 a Mauoe! Jos Rirnos, 2 a Joo Baptista Santos.
Vapor americano Advance, entrado do Rio de
Jan-oro e escala, em 25 dj corrente, e consignado
a Henry Forster ot C, manifestoa :
Amostras 19 volumes a diversos.
Assucar 6 harneas a Antonio Pereira da Cuaba.
Caf 250 saceos a Domingos Cruz & C 60 a
Pereira de Carvalh 1 C, 207 a Souza Basta,
Amorim ir. C 175 a Paiva Valenta ce C, 108 a
B ,1-ar Oliveira & C, 100 ordom, 213 a J. der-
ruir de Carvalho Se C.
Fumo 10 ca'xas a J -io Vctor A. Matheua z C,
2 caixm e 2 gra 03 a Silva Marques 4 V,, 79 p.
cotes a Xavier de Simas & Irmos, 6 grades a
Sodr da Motta & Filbo, 4 barricas ordem.
Mai i zi3 1 caix* a A. D. Caro.ro Ziaun 1, 1 a
Nones Fonseca 4, C. ,
Mercad a-ias 15 caixas a Costa & Medeiros.
Pedra 1 a Silazar 4 C.
i'a .n de alsolo 10 fardos a Antonio da Oli-
vci.o isrgw, 8 h Ij'iiz Antonio bequ ira, 21 a
Ferreira & Imo, 99 ordem
Xarque 540 fardos a Amorim Irmos & C.
Hiate oacional Flor do Jardim, entrado de Ma
cao em 24 do correnta, consignado ordem, ma
n;fcsrou :
Sal 41:800 litros ordem.
Vapir nacional S, Franceo, entrado da Babia
e escala em 25 do correute e consignado Cam-
panilla Pemambucaua, raanifestou :
Aljodao 368 saccas ordem, 20 a VV. W. Ro-
biiliard, 10 a H Nuesch S C.
Assucar 3,000 oaccos a Pereira Carneiro e C.
Barricas VHtias 330 a Viuva Marques & Filbo,
56 a Gomes S Pereira.
C uros salgados seceos 91 a Pereira Carneiro
iz C.
Fio 18 suecos a Domingos Al ves Matheus.
Madeira 2 pranchoas od m.
Panno da algodtlo 20 fardos a Silva Cuimares
& C, 10 a Ferreira & Irmo, 5 a Souza Nogueira
ce C.
Pipas vazias 23 ordem.
Quejan 3 caixas ordem.
Sola 117 meios ordem.
Vapor inglez La Plata, entrado dos paitos da
Europa em 24 do corrente, consignado a Adomscn
How.e & C-, manifestou :
Amostras 27 volunei diversos.
Cb 1 caixa ordem.
Candieircs 2 caixas a Silveira & C.
Chapeos 1 caiao a Antonio de Oliveira Mua
k C.
Estopa 5 fardos a Josquim Agostinho.
Grairt 5 caixas ordem.
Feltro 8 t.idos a Companbia do Bebcribe.
Livros 1 voluine a J. S. Howel, 1 a J. A. Tbcn,
a A. B. Dallas.
Looa 1 fardo o Machado e Pereira.
Manteiga 20 barris e 30 meios ditos a Auguste
Labille, 20 e 30 ordem.
Mercad.ras diversas 1 caixa a A. L. Guiraa-
res
M iiinimo 2 caixas Companbia do Beberibc.
Pe fumaria 1 caixs a E. G. Cascio.
Ronpa 1 caixt a J. Wd
50:s poderia tonar ; oa mandar mmediaum -nta
embargar as obras, entrando as3m n'uma questo
judicial ; ou recorrer parante S. Exc. o Sr. Dr.
prsidente da proviocia, proco rand uua silnoo
administrativa. Escoihi esto ultimo alvitre por
ter aquelle em qae so empeaharia a companbia
sem sa urrisear a faser despjzas pr ventura im-
productivas.
Reunida a directora no mz de Maia, em sesso
ordinaria, tve occaaio de vel-a approvar sem
discussao e sem a manor discrepaucia todo o meu
p ocedimauto, como c insta d/* MU qua sa acha
laucada a pag. 157 do livro comp :teato a est as-
signad* palos Srs. Sebasti Lipsa Goimires,
Antonio joi Ooirabra Guimarles e psr mira.
Anda ni estava resolvido o mea recurso por
S. Exc., que oa vira oa Srs. director das Obras Pu-
blicas, inspector de sadia publica c a municioali-
dada, quaodo o alladido preprietario deixando as
obras dos muros, apenas mpirelbidos e emboca-
dos, cons'ruio cim o m3smi aadamauto rpido
uma (wchalaem toda a- largura da travessa, to-
talmente sobre o sea silo, e que dificultara a de
molico, e isto alias sem licenca da ciunicipa-
lidade. *
Fia euto ama replica ,.S. xe. o Sr Dr. pre-
sidente que, j informad 1, mandara lavrar porgara.
daado provimento ao recurso eui 20 da Agosto, e
ordenando a mumcipalidade que lasdclog man-
dasse repor a ser\ido uoantigo estad 1 e tivessa
por nullar-o termo de yren lamento do solo da tra-
vessa feito ao profrjetario allulido; pois pos
trramente tinlia-se pascado tai termo sem com-
tudo obedecer as formalida las da le.
Abrira-se entai um cmflieta da jurisiiecli cu-
tre a Cmara Municipal e a nresideuci 1, at que
em vista de u na treplica minha que 8. Ete man-
dn uformar Cmara e qua e._ respjadera al-
legando uj ter meios vu orcamanto p ira inten-
tar coatra o pr prieta.-.o uma 1'ata 1 j idicial >,
oque valera nova pj.ta.ia da S Exc. apoutau-
do-lhe as verbas para o fim designadas no alludi-
do ornamento.
Abrrei aqui um parentheses para dizer qu 1
alias o proprietario na ptica que mandara ao
commissaiio e que fra tra iscripta na acta da Ca
ui'ra afi-n de s; evitaren duvidis no futuro
oraprora ittia aa a deua>lir as novas obras quindo
a Cara ira o eiigisse. Ao piss que tudo isto ee
la dando, o proprietario eato amedroatado, puo
qua parece, procurara diversos erapaahis o ira me
arredar da queat, rain 1 mio-rae por fin fazer
uma proposta qua nao me era da io aceitar porque
en face dos aucecedeiitca<. u'u ma pareca 9 na
como os subsequentes realaiente o esto confr-
mando, e eu o farei notar ni lugar competente,
at que em 15 da 'Jutubro reunida a directora em
sesso ordinaria, com emita da acta lanctdt a
p directores, fui iaterpellado palo Itlm. Sr. A. J.
C'imbra Guimares, que alias ma parecer temer
que.o erapeahos sobre m.m iufliissem. Dize id 1
8. S. entique nao convuba pirder tc.-np afin
da qua viassam a caduear os direitos da compa-
nbia e ra uiifestando a opinrl de que se pea
quetto administrativa nada sa poda fazer se de-
via atentar o judicial. Dando eu as explicac ?a
necessarias, tve mais uma occasi, comidiss1
em .niobi moca 1, do ver pelos meu; COESpaiibeiros
da directora, pelo seu proprio puuho assignadoi
ua acta, approvado tod 1 o meu procediaieuto em
tal sentido.
I nprcssioTiado, pirm, pda iatcrpalla;i do
Iiiin. Sr. Coimbra, e notando- qua a qoes das
obras da travessa de S. Pedro Apostlo ttiltis si
do atirada no seio da Edilidade para o campo da
poltica, alo certimj it pilo m mi repait que a
iienhuin dos dous partidos d uninautes porta<>c > a
muito menos quando fra esta de conservadores
contra conservadores ; notaudqm nreruiinavni
seria assim o confl1 cto travado eotre a presiden-
cia e oa Srs. vereadores, maudei lavrar em Onn
da u na procuraci da directora constitualo ad-
vogado, afi.n de se tentar a qujati juicial *
priucipiando por uma conciliaco, que deveria ser
parante o juiz de piz, e ni p .r un aceord m
rao.-'ole verbal e qual restring toda a acc >,
na qual pleoameuto cjuiVi, c>m o podar at
estar o I-l'Ji. Sr. Dr. Sou a P.uto, miso ad va-
gado, e que presente Machia u reaoiii da ulti
mi assembia geral. E sendo esta pissadi ti ve o
P'-azer de ver que os in us cillegas de directora,
sem impugaaco tu lj a.iprovara n asiigiian-
do a imm.'diatamante.
E>ta ci.-cuuistA.icia, pelo que prese, acabn
por uterrorisar o proprietario e elle aiuda espe-
ranzado naturalmente, mas de toda desengalo a
4BW^^^BWBBMBOWBWIIEmWXMIMfflB7?IBfSHBVBSMI*
Salitre 100 barricas ordem, 50 a Pareute V-
an i>&C.
Sabouetes 1 caixa ordem.
Tecidos diversos 2 volumes a Silvoira & C, 81
ordem, 2 a Goacalves Irmi a. (.'., 'i a Oliuto,
Jardim S C, 7 a Guerra & Peruaudes, i a Basto
t C, 15 a A. Vieira S C, 5 a A. L. Goim ire,
15 a Joaquim A^'jstiiihi. 60 a Machado & Perei-
ra, 3 a Audrade Lipes C, 1 a Narciso Maia & C.
meu respeito, dirigi eom certeza seus esforcos di
rectos ou iadirectos para os outros directores. Pois
outracousa uio me poda explicar o que eatSi depois
se passou, e que estaudo mencionado na moco pu-
blicada, a jui passarei em sileocio por julgar j
sulficsntomenta elucidado.
Eutranlo para a directora o Itlm. Sr. F. F.
Borges toi Iba dada poasa em sesso extraordi-
naria de 16 do D-zambra, em caja acta laucada a
pag. 170 do livro respectivo, consta ter cu cora-
raunicado aos m?us corapauh:iro.j de directora
que, em vista d 1 dosaccordo d ido entre os Srs.
directores e a retirada do Iilrn. Sr Coimbra Gui-
raires, suspender as ordeas transmitidas ao
advogado,(peco ao Dr. Souxa Pia qao me con-
teste so na 1 fallo a verdale)resolveado esperar
a ulterior deliberaco da directora que se reeous-
tituiria; e consta ainda qae esta determim .que
se provocasse o accordo judicial, por proposta do
Sr. F. F. Birges e por ter declarado o Sr. Gai-
mares (Sebastio Lipe) q-ia quanl estivera
om Olinda como proprietario elle Iba declarara
qua o aceitara.
Peita a citacao pente o juiz de paz compareci
sem que o mesmo se dignasse fazer o proprieta-
rio conforme o demonstre! na sesso immediata
da directora a 15 de Janeiro d correnta anuo,
pela competente certido.
Enti, uesta ssss, caja acta est laucada a
pagina 174 d> livro a c .moient m n" assigna-
da, foi resolvido por oroposta do Sr. Borges, qn -
o Sr. Sebisti Guimares fos9e do novo en-
teuder-sa com o proprietario para que sa tizasse o
accordo, contra o que protestei fazendo not.r toda
a sua inconveniencia dessa intervencao em ca-
rcter offieial o garaatindo aos Srs. D rectores
que om comprime.ito do mu d:?er m 1 reservava
o direito de continuar com a questo aimiois-
trativa e de uo me arredar uma linha d 1 n irm 1
qua elle ino imaunha.
Nesta sesso, o Sr. F. P. Borges, reelamou
para si entrar effectivanente, com plena ap .rova-
co minha, no exercicio da director-secretario, do
qual o I.Im. Sr. Coimbra Guimares serapre sa
eximir, p-.linio eu licenca a directora para offe
recer dibi em diante coofecci das actas um
memorndum do que eu dicesse oque fui aceito;
sendo essa a primeira acta lavrada directamente
pelolilm. Sr. F. F. B ;rges.
NIo foi, porm, feliz em saa commisso o I Ira.
Sr. Sebastio Guimares e ua sesso seguinte, 15
da Fevereiro, limitou-se a apresentar a nossa con-
sideracao uma carta do proprietara na qual se
disia quo por mais de una vez se me liavia feito
a proposta que eu nao nceeitara e que elle por
sua vjz ui aceitara dopiis de ter sido citado;
carta esta que eu me lioaitei a pedir que tosse
transcripta na acta daqu'lla sesso, como o foi,
juntamente com a c -rtidao dos tennis da accordo
provocado peraats o juiz de paz.
Teudo tora ido posas a nova Cmara a ella ma
dirig pedilo uma solugo qua nao fra dada pela
anterior, e os Srs. Vereadores, notando, pir ven-
t-.ra, qua as obras d .s muros e da pucluda foram
feitas sem licenct, u qua at parte da casa estava
c instruida sabr o salo da travs a arrendado por
dous iinnos para ser debis entregue no estado
primitivo, rt-silveram-se a iutimar o alludido pro-
prietario a dem ilir os muro*, t.uto quinto neses-
sario para haver passagt-m, consideran lo sem
eff-to o arreudainauto, e marcan i 1 para a derau-
lico o pras) do 6') das.
E muito para notar qua se teudo dado isto a
24 do F.-veiein, e eataedo assiin tal praso boje
e-gotaio ui tenlia o proprietario, nada feito ora
ooedieueU ; o proprietario que alias s: propu-
.nha a fazer as deaiulic;s na forma determi-
uada, obrigauda-3e aiuda em cima a desappro-
I. .triar um terreno fronteiro para alargar a traves-
sa, elimi.imo os recautos.
Pois istJ pao Instante em evidencia a iuteirezi
da propista que veio achar ni deeaecordo dos
S-s D reew.'os, para lo^o proclamado e aiuuucia-
lo, alune ito suffieiente a dar f ji_j > a um recurso
de occaai 1.
Foi o aue c unmigo se passou a esta respeit 1 e
este o estad > >-m q i< est a tal questo das obras
da tr ivsss 1 d : S. <- Ir Apist, em |uaut. 1 qie o
etican i'iicuio cllectur da Coinpnhia, qie ve.10
augmentar -i foru -ci.naoto ento insutfieiente do
chafarla do C -r.no, lece i aiuda h -ja agua da tor-
.-ira -la es^.to da caixa ou Jeposit, onde nao
pode fiear, a ou ie s provisoria-aenta fot collocada,
aperauda a passageui deIfiiitiva e uuica alli mais
ecooomica. *
Cb gado a esta panto corapate-ma fazer ver aos
l&cutltuieuiii* publco
HEZ DB AI1U1I.
Alfaniega
Renda geral
la 23
dem da 25
Rauda provincial
De 1 a 23
dem de 25
5oJ:879282
28:301slil
88.6S6 53i
4; lo.; II 1
588:160:403
92.841*649
la ma taem acampinliaio que foi esta a qaes-
*tj de capricho qae se me attribuio ; foi esta a
quest poltica que diste fszia eu o Sr. Secre-
tario da assembia geral, em picoa sesso, adian-
tando-se a afiirmar que o Sr. Gerente o qae
desejava era passar com os encanamentos pelo
oito da pachada para derrbala com as escava-
cos qua fizesse emo se elle fosse alli o advo-
cado do proprietario o nao o maior accionista da
C 'mpanhia, -. cama se o gerenta nia tivesse bas-
tante dedicaco para u'um caso destes fazer
a sua custa. us deopezas provenientes e que alias
s scrvinara para attestar a sua impericia na exe-
cuco da obra to simples !...
Ao publico, a quem julgoe dever ma dirigir
depois qae publico se toraou pela pablicaco da
acta viciada o que entre us a este respeito se
passou, farei notar que tenho com eerto que a
um gerenta de coarpanhia nao permitido palas
exigencias do seu cargo fazer poltica, ou ter
quustdas caprichosas, a uo ser que esse oapricho
tomado na sua accepeo de bro, timbre ou pon-
d.n.r, Bcusss.ito u'um motivo de completo nte.--s-
so da administrac boa o justa.
E isto explicar por asta vez o n eu appareci
meato nesta columna do Diarii da qual rae retiro
disposto a nao vo tar raait. ; porque para tanto me
falta o tempa, me falta o dinheiro, e a disposico
de entiar em discus^cs, uuonvaias ou nao, impro-
prias da mira, cbciaa de chicaoas e da vicios pa-
tentes.
Racife, 25 de Abril de 18S7,
.4. Pereira Simoes,
Director-gerente
O Mecretarlo da Cmara Municipal
do Beclfe. c o comoaiitsaarlo de Po-
lica da lui'stua cmara.
II
I iteirado o publico do que sa passou entre mira
e o Sr. commissiria de Polica na sesso de 13 do
corrente passo a narrar o que occorren posterior-
mente.
No dia seguiute a aquella sesso, entrando eu
na secretaria encintrci o Sr. verea lor c.pito Al-
ves da F 'Osc-ca assentado na ca lera do Sr. ama-
nuense Leoncio Q tintino de Castro Lso, c tendo-o
comprimeutad. eutreg.u-ma ele urna parlara, e
disse que a cumpriase lig, v'sta ter de ir ao pa-
lacio da presidencia da provincia.
Nesta portara or.lenava-me o Sr. commissario
que Ihe ruese entrega do original ou copia do
officio prlo qual o xdmnistrador do inatadouro,
em dias do mes de Marco pedir demiss dsqael-
le lugar.
Tendo eu certasa de que nqu-ila officio nao ee
acbava entre os pap-is que fi.--.ir un s.b.-e a minha
mesa, depois da sesso do 13, fiz ver ao Sr. ve-
readir capito Al ves da Fonseca, o que j ba
d .us dias bavia mandado dizer-lhe p-lo 8r. Leon-
cio, isto que nao tiuba encontrado aquelle oi-
eio; ao que mu respondeu o Sr. em nissaro, que
isto raesm 1 Ihe dluttie por escripia, o quo imtne-
dam.-ute fiz.
D-moro'i-se anda o Sr. v:-readr capito Alves
da Fonseca, pir alijuin tempo, em meu gabinete
examinando a acta da 9Csso de 13, e antes de re-
tirar-ao p di>ne que Ih-: fizesse entrega de uma
petico que o administrador do m itadouro um dia
antea dirigir a Cmara, pedindo a retirada do
nffiaio na qual ailicitava sua demisso ; no qne
toi log satisfeit. o Sr. c ..inniis iri 1 a queu entre-
guei, aquella petioSo, s ih.'u 11 elle em seguida e
j com o proposi'o de ferir-me porque nesse mes-
mo dia suspendu-me d> carg de secretario sob
o fundamento de ter dosapparecido dentreoa pa-
pis confiadas a tninha guarda, o oflieio d> admi-
nistrador do matad .uro, pelo que expedio uma
portara, da qual .-om 01 te tve cenhecimento sa
uj-iiih de 15 do corrente ao chegr a secretaria
da Caraira.
Do que fica oxpasto v o publico qua proced
semprc de mod>a niiueirrer na i iras do Sr.
vereador, e anda man n'uma pena, que s rae po-
derla ser aplic ida se estivesse expressa em le, e
houvess do minha parte m f ou proposito de
fazer desupparecer um papel, que o mesmo Sr.
conri'issai io c o proprio que diz na su portara
ser de tmenos importancia.
Sorpn-lieudid 1 c ra aquella re?oIuclo, que im-
portava um acto violeutJ e arbitrara do Sr. ve-
reador capiiTa Alves da Fonseca, dirg-!he ua>
officio em que limitei-me a deelarar-lhe que havia
recebido sua portara, e Cira quauta reeouhecesse
que faltava-lhe competencia para doeretar aquel-
l'Ixnori :c-
UECIFK 23 DE aHhiL DB 1887
Para o exterior
No vapor ingles Actor, carregaram :
Para Liverpool, M. J. da Rocha 200 sacos com
15,600 kilos de assucar miaeavado.
No vapor ingles Tinto, carregaram :
Para o Bltico, Bontelinann & C. 41 saccas
com 2,669 kilos da algila.
= No vapor americano Adoance, carregaram ;
Para New-York, A. Steiu C. 24,934 pellos
de cabra ; ti.. Stuls-nbich at C. 24.508 pollas de
cabra ; F. Galvo i.8,800 pelles de cabra.
Na barca a iruegu use Divre, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmano & C. 400 fardos
cora 76,051 kilos de aigedo.
No vapor luglcz La Plata, carragoa :
Para Buenos-Ayres, J. L. da Barros 8,000
cocoi, fructa.
No lugar noruogueuse Helene, carregou :
rara Mmtrvido, J L. Barros 5,00) cocos
fructa ; F. Galvo 6,0>0 cocos, fructa.
Para o interior
No vspor austraco Bliom&ny, carrega-
ram :
Para Sautos, Brcwus t C. 70 pipas com 33,600
litros deaguardeute.
No lugar noru iguense Helene, earregaram :
Para o Rio Gtanda do Sul, J. ti. Layo ai Filho
1,200 barricas cora I0'>,177 kos de assucar
branco.
No vupor americano Adoance, carregaram :
Para o Para, P. C. de Alcntara 50) barricas
eom 32,221 kilos de assucar branco ; Amorim Ir-
mos S C. 40 pipas com 19,200 litros de agur-
dente ; Baltar Oliveira & C. G pipas co 2,880
litros de alcool.
Para Maraoho, B. Oliveira & C. 2 pipi com
480 litros de alcool.
No vapor nacional Espirito Sanio, carre -
garam :
Pra o Rio da Janeiro, F. M. da Silva 4 C.
100 caixas eom 3,600 kilos de oleo de ricino.
Para Victoria, H de Souza Pereira 4t C. Suc-
cessores 2 caixas com tintura do cablea denegro.
= Na bar .sea Triumphanle, carregou :
Par* S. Miguel, J. 8. Baavista 25,003 litros
de sal.
Na barcaca Qracinda, carregou :
i'..ra Mair.augnape, A. R. Brauao 7 barricas
com 350 kilos de assucar branco.
* Navio* A enriza
Barca norueguense4a?iner, Hall.
Brigue allemo Jo Genebra, Santos.
Barca u ruegu.-nso Brodrene, Bltico.
Barca norneguense Divre, Bltico.
Ltagar^norucsjuense Bans Tode, Montevideo.
Lugar nacional Juvenal, Rio Grande do Sul.
Lg^r noruegueuse Airona, Hull.
Lugar noruegueuec .Speranza, Cana!.
Ijgar ioglez Muy, HuIL
Lugar allemo Helene, Montevideo.
Pataco nucionul Padre Cacique, Rio Grande
do SuL
Patacho allemo ifoiy, Ro Granic do Sa!.
apor nglez Actor, Liverpool.
Vapr inglea AusUrlity, New-York.
Navios A delirara
Barca inglesa BeUrees, bacalho.
Lugar ingles Kalmia, bacalho.
Patacho nacional Rival, xarque.
P-tacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor nacional Sergipe, varios gneros.
Vapor nacional S. Francisco, varios gecaros.
Vapor inglez Enclid, varios gneros.
Barca noroegueose or, -varios gneros.
Vapor nacional Jaouhype, varios genero,
:'e la23
dem de 25
Hecebeduria
.'Consulado Provincial
681-022/052
31:9651492
3:9o0582
oe la 23
dem da 25
<>a 1 a 23
[de n d 25
35:866i74
21:699 Jt70
1:6'J9873
Recite Drainage
23.309/543
6:61o601
[3:521 116
10:1364770
Mercado Municipal de S. loai
O movimento deste Mercado no dia 24 e 25 de
Abril foi o seguate :
Eniraram :
84 bois pesando 10,829, sendo de Oliveira
Castro, 61 ditos do 1 qualidade, 8 ditos
de 2 dita e 52 ditos partieulares.
559 kilos de pcixe a 20 res 11*180
96 cargas de fariuha a 200 ris 19/2.10
11 ditas de fructas diversas a 300 ra. 3/300
16 taboleiros a 200 ris 3 200
36 Suinos a 200 ris 7*200
Foram oceupados :
47 columuaB a 600 ris 28/200
46 compartimentos de farinba a
500 ris. 23/000
42 ditos de comida a 500 ris 21/^00
172 ditos de legumes a 400 ris 68/800
36 ditos de suino a 700 ris 25/200
22 ditos de tressuraa a 600 ris 13/200
20 talhos a 2/ 40/000
22 ditos a 1/ 22/000
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a 1/
Oave ter sido arrecadada nestes dias
a quaotia de
108/00
393/480
4:799/820
NAVIOS
Amandade Hambnrgo.
Apotheker Diraonde Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardiff.
Anue Catharineda Baha.
Aune Charlottedo Rio Grande do Sul.
Bernardus Godelewus do Rio Grande do Sut
Catede Hamburgo.
Carolinado Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Danuiede Terra Nova.
Eujcttado Rio rande do Sul.
Ertede Hamburgo.
Evorado Rio Grande do Sul.
Elysado Porto.
Favoritede Santos.
Guadianade Lisboa.
Jelanthede Santos.
Julietado Rio Grande do Sul.
J. B. D.de Liverpool.
Joven Correiado Rio Grande do Sul.
Katalinaie Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Maggiede Terra Nova.
Mimosado Rio Grande do Sul.
Marnho VIIdo Rio Grande do Sul.
Marendo Rio Grande do Sal.
Nordsoende Liverpool.
Moviincuto do porto
Navio entrado no dia 24
Southampt.ia e escala-14 dias, vapor
5:193/300
Randimento dos das 1 a 23
Foi arrecadado liquido at heje
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 400 res o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Suinos de 560 a 640 ris idem,
farinba de 200 a 280 'is a cuia.
Milho de 28J a 320 ris idam.
Feijo de 640 a 1/000 idem.
Maiadooro Pablleo
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga
rases para o consumo do dia 26 de Abril.
Sendo: 66 rezes perteaceates a Oliveira Castro,
j C., e 24 a diversos.
yo
Vaporen
c navio eaperados
varoBas
Bkamenyde Trieste boje.
Ceardo sui amanh
Maio
Valparasodo sul a 1.
Mansosdo norte a 3.
Senegalda Europa a 4.
Fnancede New-Port-Newa a 6.
Parado sul a 7.
Mondego-da Europa a 10.
Pernambuco do norte a 13.
Argentinade Hamburgo a 16.
Espirito Santodo sal a 17.
Ceardo norte a 23.
Tagus -da Europa a 24.
Mansosdo sal a 27.
ioglez La Plata, de 2,069 toneladas,
commandante A- H. Djk-, equipagem
103. carga varios gneros ; a Adamson
Huwic & C.
Babia e escala 8 dias, vapor nacioaaj
Sergipe, de 411 tonaladas, commandan-
te Pedro Vignas, equipagem 27, carga
varios g'neros ; a Doruiogos Alves Ma-
theus.
Maco -10 dias, byate nacional Yor co
Jardim, do 76 toneladas, mestra Joa-
quim Jos dos Santos, equipagem o,
carga sal; a Viuva Liges.
Navio sahido no mesmo dia
Buenos-Ayre8 e es jala -Vapor inglez La-
Plata, coinmandante A. H. D.ke, carga
varios gneros.
Navios entrados no dia 26
Rio de Janeiro e escala, 5 dias vapor
americano Advance de 1902 toneladas,
commandante James Lord, equipagam
65, carga varios gneros Henry Fors-'
ter & C.
Bahia e escala, 9 dias, vapor nacional
,S* Francisco de 38 toneladas, comman-
dante Joaquim da Silva Pereira, equi-
pagem 30, carga varios gneros, a Com-
panhia Pernambucana.
New York, 40 dias, barca corueguense
Mor, de 582 tonelada, capito John
Steinert, equipagam 10, carga v-ios g-
neros, Fonseca IrmSos & C.
Fernardo de Norouha, 50 horaB, vapor
nacional Oiqui, de 223 toneladas, com-
mandante Souza Lobo, em lastro Com-
pauhia Peroanibucana.
Navios sahidos no mesmo dia
Liverpool,-Vapor inglea 2 Mo coamao-
danto Jos*ph Martin, carga vanos ge-
SsntMB'- Pancho nacional Osear capito
Jos dos Reis, carga acucar.
Terra Nova, Barca ingleza Ethel capitao
W.lliam Lopp em lastro.
Observado
Fundeou no Lamar&o um patacho alle-
Imto e nSo commuuicou com a trra.


; ,


'-
Diario de PeraambucoTerfa-feira 26 de Abril de 1887


-


s_. -1
U suspenslo, todavi i recorrer ao poder com-
petente.
D> jando proceder com ealma procare enten-
der-me com o Sr. presidente da Cmara a que o
verbalmeute expuz tudo qaaDto > tioha p.ssado,
e moatrei a port.ria de suspeoso a que tonho
Iludido.
Eateudendo como en, o sr. presidmte da Cma-
ra, que o Sr. cominissario na > tinh competencia
para decretar aquella 8Upenso, dirigi ueae
mesmo dia um officio declara ndo-ine que coat
nuasse n > exercieio do cargo do secretaria, cujo
officio s recebido por mim do dia seguate, e
tnandou remetter copia do incsmo ao Sr. capitn
Alves da Fonseca para su cnhflcimento._
D'abi em diante c, me?ou o Sr. coinaiissino a
zpedir portaras, j maudaodo quo o amanuense
Leoncio entrasse em cxercieio iininediatumentc do
cargo de secretanu sob peu* de suspensa), j
ordenando a todos os empregidos que mo negas-
em obediencia, apezur da ordam da ia pelo Sr
presidente da Cmara, tambeui sob peu* de sus-
pensa'), e j finalmente determinando aa Sr. ama-
nuense Leoncio que nao prestasae obediencia
ao Sr. presidente da Cmara em contrario do qae
lhe determinou, sob pena tamb.-m do ser sus-
penso. '
Todas estas portaras firam expididas_ n) dia
16 do correte e conbacidas no da 18, cansando
urna verdadeira anarafc a ua secretaria da C'na
i'a, cujos einprcgados uio iabiain como deriam
proceder ; do que tendo o Si. presidente conheci-
meuto julgoj necea-ario convocar urna sessao ex-
traordiuaria para o d a 19 do correte, ua qual
resolveu a maioria, seguudo estou informado, que
U continuisse a servir o lugar de secretario da
mesm i Cmara.
Expostos assim os factos, com toda fid'lidade,
mostrarei no seguinte artigo que talvrz baja
iueui saiba melhor dj que eu onle paita o officio
que foi o ni .tivo apparento e procurado propoai-
talrae.ite para a expedita) da portarla pela quul
o Sr. cirninissario huiive n>r besa suspeoler-me
Recite, 23 dj Abri. da 1887.
Assis Roc'ia.
Como se deu o fado
No dia 27 do miz andante, pelas5 horas
da larde, poueo mais ou menos, e na ta
^.^^^
Marren, verdade, roas a sua alais pu-
ra e ironoaculada vivera eteroarnonte oo eo-
racao daqaelles qae o esremeeiam e respei -
tuvam........
Curvelo nos tambero diarite do seu tu-
rrulu e desfollinos sobre elle urna sauda-
de. .. .
R;cife, 2 de abril de 1837.
Mara da Conciq3> de rummond-
yerna do Francisco Bonifacio Al ves Ferrei-
ra, appiirecratn dous individuos d) nomes
'A icliai i..s Oes tro Das e Antonio G.ilhur
do, arabos tiognlo fallar o ingl-z s;iu sa
berera o que queran! diz t; 6 como nao
Filleeimenlo
Ilontero s 3 hora, da manha falleceu
nesta diada o Dr. Jos Mara de Albu
querque Lima, residente no eng'nho 8.
Bernardo, do termo de Pao d'Albo. Alera
das virtudes privadas que o ceriavam de
justa consderac&o era relicao a todos que
o conhociaru, era o Ilustre tinado mu cs-
piito atelligeate e modesto, dedicando sua
actividade profiasSo agrcola, onde de-
xon apenas ura norae honrado, como he-
r >ne* a seus filbos, entre os quaes a
Cxma. Sra. D. Benigna milito digna es-
pos* do Ur. Arthur Montenegro. os l-
timos dias de sua molestia, declarou livros
todos os seus escravoj, cora a condicil) de
servirem a saus fillios durante tres annos.
Militando as tileiras do partido con-
servador, tev de p-ibsar ltimamen-
te, como todo o politico sincero pelas
mais acerbas decepc3es, as quacs pela me-
nos indirectamcato contribuiram para us
soffriraentos dos quaes veio a tallecer.
Era um coradlo magnnimo, amigo dedi-
cado e pai extremoso pelo futuro de seus
filhos. Os nosso8 pozaraes a sua desolada
familia, e esp-.cial neute ao Dr. Antonio
Ribeiro de Albuquerqus Maranlsao e Fran-
cis -o do Mello, seu* dignos eunhados.
Dr. Jiiao Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de enancas, com pratica as principaes enterni-
dades e bospitaes de Pars e de Vieana d'Austria,
taz todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
conoernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Burilo da
Victoria (antiaja sua Noval u. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas d tarde.
Telepbone n. 467.
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
ab-'rto o seu esenptorio de advogado ra 1 de
Marco n. 4, onde tambam podo ser proearado para
leccionar o ingles, francez e allemSo, pratica e
tbeoricamente, nos ColkRgM e casas..de amilia.
Tambem para a commedidade dos estadaates
e empregados do commercio, rtaolvea abrir um
corso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escripturio cima referido.
OevKslf
Dr. Fere'a d Silva, consultas
das 9 ao mel di*.'" Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Medico
entendess! a linguagem d'elles, FrancisC)
Bonifacio u'j lhe responda.
Ii ii r ii -t,...,. .. .. .. \TonusJ Oriental, o qual se attem e adbcre firme
Satrram ellea a f.ll.r u portugus com I meu|e ra|Mg'do tVllo, dando cor e nntriment
Como Me arruina c deslre o cabello
319
Coneerve-S"! o crneo e as raizes do cabello con
tiuuidamentfl saturadas con leos e a calvice, po-
de-s- csp.'mr como resultado seguro e inevitavel.
l.'.'-.i relaxH^ao g-ral da membrans em que as
fibras uascein, as f z afrouxar e eabr. Porm por
outro I ido, pe i c.mtrario os tegumintos e vasos
superfi'.-iaes da cibera se fort lecem e fortificim
om aqixdle fino e admiravel vigorador vegetal o
palavras immoraes e provocando ao dito
taverneiro, fora n repelados por Fran "sao,
da forma seguinte :
c Os senhores vejara que nao estaraos
sos, p is que .noraut diversas familias nis
proximidades, 8" quorem eoinprar a!gu na
cousa digam. A que clles raspn icram :
que quenam, preos, era..... e disseram
urna palavra que pur iraraoral n.lo a repe.
timos, de no'.'o sao el! s repelJo, c qtian
do entra.n Z tobaras e Antonio G.i.ird
armados, sendo Z barias com u n cac:: o
faca de ponti e Gdhardoeom u n pao, afi n
de aggredirem a Francisco, quefez elle sa-
bir da sua propriedade debaixo de ccete
e faca do pouta. Francisco Bonifacio que
estava desarmado lancou mo de urna vas-
soura que estava na porta de sua visinha
Dondon, e quebrou-a para se defender de
seus agressores, por n, quasi era de balde
elle defenderse, porque quindo o Zacha-
rias lhe ebegava a f*ca que ell i Francis-
co se defenda, os cac:es de ambos bi-
tiain c assim luctarara bastante terapj at
que o pao de Fraaciso S3 quebrou cora as
grandes p meadas que rebata, atiradas por
seus agressores.
Francis :o vendo so desar-oa-io o Zicha-
ras diaendo lhe que ello se pr> parasse que
desta vez o coma seaipro na pon'a da faca,
e Francisco vendo que era verdade o que
seu offensor lbe diiia, precipit i-se ao Anto-
nio Gt-lhardo o toma lhe o pao de que estava
armado, quando apparece um individuo
de norae Bernardino Soares Pereira que
estava em casa de Dondon, pisando cuf,
e vae em deteza de Francisco armado de
urna pistola, urna agulha do palomb e mao
do pilSo, ao sabir ji la porta da frente a
Dondon tomou-lbe a pistolla.
A lucta anda continuava com o Fran-
cisco e Bernardino entra u'ella batendo em
JZacharias forte mente com a mao de pililo,
em quanto Francisco lvrava-se das pan
cadas que lhe erara atiradas por Z-cha-
ras e foi a lucta at a porta do Exra. Sr.
coronel Hemeterio, que ao cliegar o tal
Zacharias a porta do Sr. coronel, ainla
recebera urna pancada da ruio de pila
descarregada por Bornaroo, que o deitou
por trra, qu .n lo o Francisco drigio-se
a elle Z icharias e conseguio tomar-lhe s
faca de que estava armado.
N'esta occasi&o appareceu o inspector de
quarteirao Urcno de tal e Francisco Jhe
entregoa a faca dizendo que este senhor
estava armado desta faca para o nialar
quando houve iiizer que o hornera est
morrendo suffoeado, levaatem eabeca
d'elle; o Francisco com estas palavras iva-
de-se e Bernardino tambera.
nto
em nbunlancia aos tubos, assegurando por este
modo urna magnifica cabelladura, evitando ao
mesmo tetnpo a apparifao prematura das caus.
Eoeontra se venda en todas as pbarmacias e
drogara?.
Agentes em Pernimbuco, Henry Forjter & C,
ra do Cora nercio n 8.
Externat
Franjis el AngluU
19 rica Hospicio lr'
L'ense.gnement comprend :
L: portugds, la lectura l'ccriture, l'bis-
tore Sainte, 1'arithmetique, la musiqU'-*, la
geogr.phie, l'histoire, tous les travaux
d't.iguille, ja Franjis ot l'Anglais tbeor
que et pratique.
Lejons particulipres de Fran9as o d'An-
glais.
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem
Europs. com pratica nos hospitaes de Pars, Vi-
enna e Londres, onde dedicou-se a estudos de
partos, molestias de senhoras e da pe le, efierece
os seos servicos mdicos ao rcspeitavel publico
desta capital e ora d'ella, p id ndo ser procurado
no seu consultoriora da Cadeia n. 53, de 1 As
3 horas da carde, ou em sua residencia tempora-
ria Ponte d'Ucha 56.
m
Dr. Ballhazar da Silvcira I
Especialidadesfebres, molestias das {
eriancas, dos orgias respiratorios e das | <
senhoras. ) (
Presta-se a qualquer chamado para ()
20d< por escravo empregado em servico me.
chanico.
00 rs. por baralbo de curras de jo*ar.
Imposto de reparticioenmpreheadendo :
Parte l'
1 Casas de com.risses de consignaces e de
commisB.'s e consignaces.
2 Dius ou deposita) do vender em grosso car-
vio de pedra em terr ou sobre agua.
Parte 2'
8 Lojas de vender joiaa somante, ou joias e re-
logios.
4 Ditas de vender relogioa somente.
5 Ditas de vender pianos, msicas o instru-
mentos mnsicaes.
Parte 3
6 Fabrica de rap Miraron.
7 Ditas de sabo, iucluoive a que se acha na
frcguezia de Afogadoa.
8 Ditas de cervej, vinagre, vinhos,' genebra,
licores e limonadas gazozas.
H Ditas de gas.
10 Ditas agencias e depsitos de gaz.
Parte 4
11 Empiezas anonymasou agencias destas.
l Compauhia de Beber i be.
13 Bancos, agencias filiaes e representantes dos
mesmos e cssus hincaras.
14 Companhias, agencias ou casas de segura ou
qualquer pessoa que no carcter de ageute de
companhias de seguro fizer contrato desta nata-
reza ou promovel os, com excepeo dos que teem
sede nests provincia e contrataren o servico es-
pe aial d) art. 13 desta lei.
15 Armazeus alfandegados, de depsitos ou de
recolher.
16 Casas de jogo de buhar.
Consulado Provincial de Pernambuco, 20 de
Abr.l de 1837.
F. A. de Carvsdho Honra.
CluS de Regatas Pcr-
nambucano
Nao se tendo reunido no dia 22 numero suffi-
ciente de socios para a reaaiio da assembla ge-
ral, de novo convida os senhores assoeiados para
a que tem de realisar se na quarta-teira 27 d
correte, s 7 horas da noite, na sede social. Pre-
vino que a assembl* geral se constituir com
qualquer numero de socio que comparecer, como
determinam os estatutos.
Secretaria do Club de Regatas Pernambncano
em 26 de Abril de 1887.O 1- secretario,
Os^ar C. Mo teiro.
Devoro de N S. das Merccz em
S. Jos' de Hibamar
Seaao exlraordlaarla
^IDeordem do nosso irmao presidente, levo ao
conbecimento de todos os irmios, que nao teado
comparecido numero hjgal no domingo ultimo, co-
mo tora annuncudn, de novo os convido para ter-
ca-feira 26 dj corrate, s 5 horas da tarde, em o
no-.so consistorio, para trabalhar com o numero
que comparecer, como dix re estatutos.
Secretaria da devoco do N. 8. das Merece, em
25 de Abril de 1887.O secretario.
Dantas Bastos.
ffiwjKg^s*.
MEDICO HOMEOPATHA

{}
for* da capital.
AVISO
Bom Con&elho
AO BXM. SB. MINSTRO I>A JUSTINA
O abaixo aesignado previne a !S. Ex'.
que nao pedio e nam pedir rernojao do
cargo de juiz rauniuipil e de orph3osdeatc
termo, o portanto pode considerar falso
qualquer requurimento, que, para este :fira}
lbe for apresentadv.
Bora (Jonsellio, 18 de Abril de 1887.
Miguel dos Anjos Barros.
Professora
Una eenbora competentemente habilitada, pro-
poe-s a leccionar em cellegios e casas particaia-
res, as serjuiutes materias : portagucr. francer,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques du
Herval n. 10.
-""'"Til Ifl IH H r" "TiHff iTT
Urna Ingrima
Vo (uiBnlo de Julio Porto
Carrelro
Triste e b^m triste a visao do tmulo I
O espirito mais brte, a vontade ruis
enrgica, o coragao mais refractario s raa-
nifeatay5es dos Bentimentps puros, treme,
vacilla, purificase dianto da immensidade
de magoas que elle encerra. .........
J nao convivo coronosco aquell- que
oeste mundo charaou-se Julio Porto Car
II (runenlo Impurtante .)
Dia a dia vxi au^me'itanda o consumo do 'li-
toral di Cambar, o r.n.edio soberano pra as mu-
lestias do pito e que to brilhantes provas j tem
dad da sua grande ctEcocia.
o i-.i illaui de q-ia todo o Imperio na> tem
ciis i 1.1 de elogiar este excellente preparado ; a
sciencia couaugrou o eljquntemente, por meio de
attestados valioios, firmados piriastrcs aposto-
loa da medcin-s; o povo, 8Ma graud; torca que
representa a vos de Deus, tem prestado na mais
elaquentes provas de recoolieciuvnto pelos benefi-
cios orestadoj bamauiladj pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque nada mais digno dos
elogios da imprensa, da causagraejio da sciencia e
da gratid.0 popuUr, do que aquillo que se destina
cura das eof-rmidades que maisaffl'gera e maior
mal causam hum^nidade.
Acabamos d6 lr nos tres mais importantes e
conceituadoj jaruat-s da eVte, o Jornal do Com-
mereio, Pait e Gazeta de Noticias, urna eloquente
prova do que levamos dito, prova que vera juntar-
se as militas que ji teem sido publicadas.
O Exm. Sr. Baro de Aveliar Resende, impir
tante t.izeudeiro, proprietario da fazenda de Mat-
to-Deutro, na estrada de farro Leopoldina (est-
cao de Santa Isabel), qae liga o Kio de Janeiro
provincia de Minas tieraes, dirigi se, pela im-
pr de Cam'xir, nos termos mais lisongeiros, que con-
stitue um valioso e importante docu nente, cuja
lekura recommeitdamos a todoa quanto se inters
san pelo be es'ar da humanidade.
Eis o documento :
Illm. Sr. Jos Alvares de Souza Soares.
Atacado de ama f jrte rouquido, e tem ter tido
< a livio algum com o aso de moitoi medicamea-
tos receitados, experimentei o seu xarope, Ppi-
(''ii.vl de Cambaba, e em pouc;s dias a molestia
> cedeu completamente.
Depois d'es'e facto ten ha aconselhado a di-
< versas pessoas o seu remedio, e todas teem lo-
grado os mclhorcs resoltados. Queira, pois, re-
ceber miabas sinceras felicitaces.
t Barao de Aveliar Rezende.
i Fazenda do Matto- Dentro, ettajao deSautalsa-
be1, es'rad i de ferro L*opoldiua, 18 de Janeiro
. de 1887. .
O referido preparado vende-sc na agencia
cargo dos Srs. Francisco ilamiei da Mll-
it 4 C-a ra Mrquez de Oliu la n. 23.
Fnsco 25 Todos r>s chamados devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Uarao da Victoria n. 43, ondo se indicar
sua resideucia.
Esco'a mixta particular
Urna senhora competentemente habilitada tem
aberto um curso primario ra da Concordia n.
163. E'uitte como o mclbor dos attestados oapro-
veitamento immediato dos seus discpulos.
Pode ser procurada a qualquer hora na mesma
ua.
Oculista
Dr. Brrelo Sampaio, medico ocu-
litta, ex-ehre de chuica do Dr. de
Wccker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no l.*> andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34. Eufrada pela roa da Saudade n. 25.
I
II
A agencia enva a qaem pedir, condicoes im-
pressss para as vendas por atacado.
retro
t i
Tcve, como as rosas de Malherbe, urna
existencia pnssageira
Muito oyen anda, embaalo pelos so
nhos dourados de urna mocidade feliz, p ,g.
suindo um corvcao magnnimo e generoso,
cheio de coragera para o trabalho a que se
dedicara, seria ora certeza mais tarde o
orgulho da sua respeitavel familia, se a ter
rivel enfrmidado que 9 prostrou no tmu-
lo nao o roubasse tao cedo s caricias de
sua extremosa mai, aoa affagos de seus ca-
ros irmaos, convivencia de seus arai-1 Pontea.
08 Ruado Imperador n. 37 /. andar.
Ra do Blaro da Victoria u.
Ifl, 9-andar
A pr~-prietsna deete estabelecimento, ja bastan
te conb'cido pelos trsbalhos alli excciatailus com
mestria e bom gosto, como tarahem pela Ibaueza c
cavalbeirismo que costuma-se dispensar quelles
que iignaB-ie de honral-o com a sua visita e
confiauf \. previne ao publico que, com a acqaisi-
cSo que fez de machinas su mais aperfeicoadas,
est o mi sino estabehciinento em Condi^oes de
tirar retratos inalterave par precos interiores
as dos que teem ltimamente vindos do* E^ta
dos-Unid s, e atsim que um retrato de meio ta-
inanh i natural tira-3e pelo costo de 15.XK>.
O atelier, mpdificado e reformado como acaba
de ser, tornou-se o mais perfeito possivel para dis-
tribui^-c do luz, de modo qae p<5ie-se trabalhar
sempre, coni bora ou ni) tempo, de 9 horas da
manha a 6 da tarde.
A essas circum.tancias acerescc ser o pessoal
tecbnico habilitndissimo e dolle lazer parte o phn-
tographo heepaullol D. Joa-juim Canelas de (Jas-
tro que trabalhou nos mclhorcs estabelecimcotos,
iesse genere, em dF-iente.- paizss da Enropi, e
a respeito de quem j os diversos joroaes desta
provincia tratiram.
Do que fiea dito v-se que est o referido esta-
belecimento em condices de executar com pericia
quaesquer trabalhos de photographi*.
Alli encontrar-se-ha sempre expostas venda
grande numero de vistas de alguna cnificioa
pblicos, pracas, ras desta cidado e seus arra-
baldee.
\D\OG\ii)0
DR. CLODOALDO LOPES
RA ESTEEITA DO H08ABIO X. 4
Advogado
(Foro civil e cecleslastleo)
Bacharel Antonio do Lelhs e Sonza
Dr. Coelho Lei
Medico, partelni e operador
Uexidencia ra Barao da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Carias n. 59.
D consultas das 11 horas da man ta s 2 d
tarde.
Atiende para os chamados a qualquer hort
telephone n. 449.
Leonor Porto
una do Imperador u 15
Primeiro andar
Contina a executar os mais difSceis
figurnos recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
Ividade, modicidade em precos e fino
f g osto.
Consultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observaco, reabre consultorio nes-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crm
n. 23, l.o andar.
lloras de consol (as
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
_ as demais horas da noite ser encontrado n<
eitio travessa dos Remedios n. 7{ primeiro por-
lio & esquerda, alm lo prtalo da Dr. Cosme.
Advogado
O bacharel Julio do Mello Filho tem o
seu escriptorio de advocacia ra Primei-
ro de Marco n. -i, Io annar, onde pode
her encontrado drs 10 horas da manha s
3 da tarde
Dr. Ceir Lie
?i nico
Tem o sea escriptorio ra Duque da Caxias
o. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesmolestias de senhoras e crian-
Jas.Tolephone o. 326.
O Dr. Joaquim Correia de Oliveira An-
drade, juiz de direito privativo de or
pilaos e atizantes nesta comarca do Ra-
cife, o seu termo por S. M. o Impera-
dor Constitu :ional o S ;nhor D. Pedro II
a quem Deus guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital viiem ou
delle nuticia tverem que no dia 26 do corrente,
depos da audeencia deste juizo na respectiva sala
irao a pra^a para s rem arrematados por quem
maior preco ofierecer um terreno na Esrada Nova
de Cnang, com 'li prdmos na importancia de
624000, e urna parte na casa de pedra e cal, sob
o numero 25, na mesma Estrada Nova de Casan-
ga, na importancia de 3004000, cujos precos servi-
ro de base ao pnc> da arrematacao. E vo a
praf* a requerimento de Francisco Xavier de
Athayde, inventariaute des bens deixsdos por seu
sogro Meuoel de Jess Jordo Caldeira.
E para que chegue ao conbecimento de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa e affixsdo no lu^ar do coatume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, Capital
da provincia de Pernambuco aos 22 ade Abril de
1887.,
Eu Manoel do Nascimento Pontes, escrivio o
8ubscrevi.
Joaquim Corre a de Olivaira Andrade.
Jaizo dos Feitos da Fazenda
Nacional
lOirrlia Bego BarroN
'erante o Sr. Ur. Lindolpho Hisbcllo Correia
de Aranjo, juiz substituto des feitos da fazenda
desta provincia de Pernambuco, se veuder em
praca publica no dia 29 do corrente mez de Abril,
pelas 11 horas da manha, depois da audiencia do
meano juiz, os bens seguintes :
A casa terrea de tijolo e cal n. 29, Bita ra
Imperial (freg-aetia de S Jos), pertencento a
Joo Francisco Paredes Porto, situada m solo
fo'eiio de murinha, avaliada por 80040X).
O dominio til dos terrenos de manaba us 296
e 296 A, sitos ra Imperial (freguezia de S.
Jos), cujo3 terrenos principiam do oitSo da casa
n. 27 e termiuam na de n. 55 da mesma ra Im-
perial, ambos com aliceices na frente, medindo
em toda cx'eusi do fente 37 metros c 6'J cent-
metros e 11 metros e 40 centmetros de fundo,
perteucentes a Prxedes da Silva Gusuiao. e ava-
llados por 160/000.
O dominio til do terreno de marinha alagado,
sito ma de BantO Amaro (freguezia da Boa-
Vista), o qual principia da esquina do t'ombal
at a pontesinha da mesma ra, com a extcnsSo
na trente de 270 metros e 80 centmetros, perten-
cente os hurdeiroa de Jos Vas Salgado, ava-
llado por 150*00 i.
A casa terrea de tijolo e cal n. 70, sita ra
dos Gua'arapes, edificada em terreno foreiro de
marinha, pertencento a Rodrigues Duai te & Ir
mo, avallada por 1:200*.
A cosa de taipa n. 6. sita ra do Sol (fregue-
zia da Varzea), cora quintal cercado e diversos
arvoredoB fructferos, perteacente a Manoel An-
selmo de Figueiredo, avaliada por 400*.
Os quaes bens foram penbora ios pela fazenda
nacional e vio ser vendidos para seu pagamento
e custas.
Recife, 5 de Abril de 1887. w Eu, Jos F. do
Reg Barros, escrivo, o escrevi.
O solicitadur,
Luiz Machado Botelho.
DECLABACOES
Commissio da feaia le H Soncallo
de *Hiit<> Aturro dan sallaaa
De ordem do Sr. presidente desta commisso,
sao convidadas todos os membros da mesma com-
misso a reanirem se no consistorio da respectiva
capella, no dia 26 do correte, s 7 horas da
noito, afim de tratar-se de assumpto concernente
a alludida testa Santo Amaro das Salinas.
23 de Abril de 1887.^0 2- secretario,
Pedro Antunes Ferreira.
Companhia de Trilhos I rbanos do
Recife a Olioda e Beberibe
Asseiubla Geral 3.3c7nvocaco
Insistindo a directora na reunido da As-
sembla Gsral, nos termos das duas ante-
riores convocaco:3, por ordem de 8. Exc
o Sr. Dr presidente convido ao Srs. Ac-
cionistas a se reuoirem no dia 2 de Maio
no eseriplorio da companhia s 11 horas
do dia, segn lo a le Ira da le, sendo esta
a terceira convoeajSo, funcionar a assem-
bla com o numero de accionistas que com-
pareeerem.
Recife, 22 de Abril de 1887.
O secretario da Assembla Geral.
Jos Antonioo de Almeidn Cunha.
Associa^o Commer-
cial Beneficente
Nao obstante ter podido deliberar a As-
sembla Geral, desta Associagao cora o
pequeo numero de socios e consenhores
do predio que serve de sede, que compa-
reccrem na segunda convocaglo, marcada
para 18 do corrente mez, todava a direc-
tora, tendo em vista a importancia do
assumpto que determinou essa convoca-
cSo, que tratar-se do concert urgente
do referido predio, extraordinariamente
pelo lado do mar, ameagando desabar, en-
tcnlcu, anda urna vez convcalos de
novo p ira l hora do dia 26 do corrento
mez, abra de que fique ella habilitada a
tratar de tao inadiave! necessidade, certos
de que se ainda no comparecerem, ser
ella obrigada a lancir rail o do fundo de
beneficencia desta associaco, para ser
appli.alo a refer la construejao, caso
chegue elle para fazer faie do que ti ver
de se despender, e no caso contrario, li-
mitar se-ha a lavrar o seu protesto, ficando
cargo daquelles que nao corap recerera
to grande rsponsablidade, que se aggr.v
var cora o esperado desabamento.
R-cifs, 22 de Abril de 1887.
O secretario,
Joaquim Alves da Fomeca
Lotera de 4000 con tos
A grande lotera de 4000 contos, em 3 sorteios,
fica transferida para o dia 14 de Maio vindouro,
impreterivelmente, nos termos do despacho de
Exm. Sr. presidente, de boje.
Ttaesouraria das Loteras para o fundo de
emaucipacao e ingenuos da Colc-nia Isabel, 14 de
Deaembro d 1886.
O thesourciro,
Francisco Gonvalves Tei rea
i Os fornecedores pagaro as multas de 10 /
do valor dos generes no caeo de demora as en-
tregas e de 20 / D0 de lalta de entrega ou rejei-
co por m qualidade iudemnisando ueste caso a
fazenda nacional e'a diffV.renca que se der entre
os precos justados e os porque forem comprados
os gneros nao fornecdos ou rejeitndnB.
5.* O pagamento da importancia dos fjrneci-
mentos ser feto pela Thesouraria de Fazenda,
vista dos documentos que obtiverem os fornecedo-
res, depois de satisfeito o sello proporcional.
6 Conforme o aviso circular do Ministerio da
Marinha n 172, de 28 de Janeiro do corrente an-
no o fornecidor ficar sujeito a mais 60 dias de
supprinjento, alm do prazo estipulado no contrac-
to, eem que esta circunstancia lhe d direito a
prorogacojio ajuste.
7. Os objer;tos fornecidos t serao psgis no
mez seguinte :
Observavocs
J.a Nenbuma preposta ser recebida aem que o
proponente nella declare, por extenso, sem claro
algum, coienda, entrelinba ou rasura, o preco de
cada genero.
2.a Nao ser aceita proposta sem que o nego-
ciante declare que su sujeita ao pagamento da
multa de 5 "I, do valor provavel do fornecim ;nto
durante o prazo psra quo este annuociado, se
nao comparecer nesta secretaria para assignar o
contracto, nu prazo de 3 di .p, contados daqaelle
em qae fr notificado pela imprensa. c"mo deter-
mina o aviso de 28 de I 'ezernbro de 1874.
3.a Conforme o reccmmendado em aviso de 11
de Maio de 1880, nao sero admittidas aa propos-
tas dos negociantes ou firmns c^eiar?, que,nao
aoreseutarcm os documentos seguiutrs:
Certidao da matricul.i da Junta Commercial.
bilhete de pagamento do imposto de industria no
ultimo semestre.
Certidao do coutracto s.cial extrabiiodo regis-
tro da Jauta Couimercial.
4. Nenhuma proposta 6er recebida depoia do -
dia e hora designados neste annuueio.
5.a Os proponentes apreaentarao es documentoe
exigides pelo aviso de 11 de Maio cima referido,
tres dias antes dj prazo marcado para o recebi-
mento das propustas, para a netessaria averigua-
cao.
6.* Os forarecdores fieaiilo biij.itos a uiais 30
dias de supprimeuto, alm do prazu estipulado no
contracto, sem que esta circunstancia Ibes d di-
reito a prorogajao do ajuste, conforme a clausula
estabelecida pelo aviso d) Ministerio da Marinha
de 13 de Junbo de 1877.
Secretaria da inspeccao do Arsenal de Marinha
de Pernaitbuco, 16 de Abril de 1887.
O secretario,
Antonio da Silva Atevedo.
Saota Casi liiiseriii no
Na secretara aa Santa Casa arrendara se os
seguintes predios :
Hua do Uoin Jess n. 12, loja e 1 andar.
dem idem n. 13, 8* e 3- andares.
dem do Vigai o Tnenorio n. 2, 1 andar.
Id m do Mrquez de Unda u. 53, 3- andar.
dem do .apollo n. 24, 1- andar.
dem da Madre de Deus u. 20.
dem id. ni d. 10.
dem da Moda n. 45.
dem idem n. 47.
dem dem n. 49.
dem da Liugoeta n. 14, 1- andar.
dem da Guia u. 25.
Becco do Abreu n. 2, 2' andar.
dem d is Boias n. 18, sobrado do dous andares
e'loja.
Kua da Aurora n. 37. 2- andar.
dem da Detencao (dentro do qualro) daas
casas.
THEATRO
Ciiaiciuedic ch-iirM
- oo
Dr, Alfredo Gaspar
3 eriancas. .
Residencia Rita da Ira^cratris n.'A, segund<>
andar.
Correjo geral
Kiame para o prolisenlo le qua-
tro lutraren le pratlcanteH
Faco publico que ateo dia 16 de Maio prximo
futuro acha se aberta nesta adm-str..cao a ins
cripeo pra o ex .me dos candidatos quatro va-
gas de priticautes, devendo o ex une comc(ar no
dia 18 do dito mez, s 11 h ras da manha.
As materias, sobre ns quaes versar o exame,
sao : exercicio de caligrapUia e orthographia, nri-
thmeti:a elimer.tar, comprehendendo o uso dotys-
tema mtrico e nocoes geraes de geographi^.
O conbecimento das linguas cstrangeiras cara
direito a preferencia,
Para ser pretendentes provar com certidao que nao tem
menos de 13 nem mais d-> 30 anuos de dad-', e
presentir certificado medico do boa anude e
quaesquer outros ilocum-ntos que o abonem.
Adinmi'trufao dos correios de i'eruambuco, 22
de Abril de 1887.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.
______ED1TAES
Edital n. 13
O administrador do Consulado Provincial, dan-
do cumprimento ao que dispoe a lei u. 1860, faz
p hlico a qnem interesaar posea, que ao espurio
improro^avel de triuta dias utris, contados de 2
de Maio prximo, dar-se-ba principio nesta re
particao a eobranca, livre de inulta, dos impostos
seguintes, relativamente aa 2* semestre do exer-
cicio corrento de 1886-87.
3 0/0 sobre o gyro de casas commerciaes a re-
retulhe.
10 0,0 sobre estabelecimento-' fra da cidade.
12 0|0 sobre escriptonos de advogados, solicita-
dores, cartonos e consultorios medios.
20 0(0 sobre estabelecimentos da cidade.
uO* por escriptorios t*e descontos de letras.
1:(KK) por casa de garantir bilnetes.
1:0004 por casa de vender bilhetes de outras
provincias.
2*500 por tonelada de alvarengas, canoas, etc.
19
m ib-
Os receb.dores da recebedoria declaram aos de-
ved ires dos impostos de industrias e profuso es e
predios, do l semesrre, e taxi de esernvos da
I806 a 1887, que es^o procedendo a cobran; de
ditos impostos nos domicilios dos devederes as
fresoiezias da cidade c de fm, iom a multa de
6 0/0 Recife, 18 de Abril de 1887.
Joiquin Hurgol.no da iMlva Fragoso.
Manoel d e'erreira da Silva Jnior.
Seraobim Vctor de Mrauda.
^es es __ -rni1
Estrada de ferro do Itibeiro ao
Bonito
De ordem da directora sao chamados os Srs.
accionistas desta empreza, para no prxzo de 60
dias, a contarde hoje, recoih-rem o Londoa o
Brasilian Bink, a 6* entrada de 10 0,0 de suas
acc6 nos ter nos do art. 9 2 dos estatutos.
Recife, 9 de Marco de 1867.
O secretario,
Jos Belltrraino Pereira de Mello
< onselho de compras da repar
ticSo de marinha
Objectos de expediente e o servico da lavagem, en -
gommado e concert da roapa da enfermara de
marnDa
Oe ordem do Exm. Sr chete de dm'sao Jos
Manoel Picando da Costa, inspector deste Arsenal
e eapitao do porto desta provincia, faco pablico
que no dia i do corrate, s 11 horas da miraba,
contrata-se em conselho, em cartas fechadas, por
tempo de 6 mezes, a contar do 1* de Jalho ao ulti-
mo de Dezembro vindouro, o fornecimento cima
declarado.
Os Srs. pretendentes devem apresentar suas
propostas acompanhadas das amostras dos artigos,
para cujo fornecimento se propem, e em caso con-
trario uo se tom ir cenbecimento das propos-
tas.
Objectos de expediente para o Arsenal e depen-
dencias :
Compieso, um.
Caeta, urna.
Caivete fiuo, um.
Clcheles, ama caixa.
Cartas alphabetiuas, urna.
Cathecsmo da dootrina chriat, am.
Jito brazilciro, idej!.
Colleeco de compendios, exemplar, am.
Uoitp-odios de economa da vida humana, um.
Cmyone, um.
Cordo, rolo.
Eiveopes diversos, conforma as am;3tras, eento.
Ditos com inscripca-.' para o ti s. idem.
Eserivanhia t'e metal, urna.
Faca para cortar papel, urna.
Gouima arbica liquida, vidro.
Gutta pereba, um.
Lnpi8 de cores, uin.
Ditos pretos, dem.
Livros em branco do 25, 50,100. 150 d 200 olhas,
um.
Limpadur de panno, un -
Livros graudea para registro de oflieios, um.
L'iusas, tainanho SS, umo .
Lucres de cores, p).
Uoreias de massa, caixa.
Ditas de eolia, idem.
Papel branco uso, c-mformo a amostra, caderno.
Dito branco pautado, conforme a ainestra, idem.
Dito Hollanda pautado, idem.
Dito dito liso, idem.
Dito marca pequea, caixa.
Dito com inscripcio pira ofiicie?, resma.
Dito ui.it a-borran, foi ha.
Dito ministro, caixa.
Dito proprio para mappas, urna folha.
Dito p;rdo pruprio paia cap, iden.
Peuu.s do ac, como a amostra, caixa.
Pasta, urna.
Pesos de vidro, ura.
Regias, urna.
lUfp^d ira com cabo de osso, urna
>yllnbario portugur-z, um.
Tiaslado calligrapbico, um.
Tinta para escr^var, litri-
Tinteiros de vidro, me al o.i loar/a, um.
Tinta c .ruoiin para escripta, vidro am.
Tira linhas, um.
Tursouras, urna.
Vaso com esponja, um.
Condico
1* Todos os artigos sarao de primeira qaali
dade.
2 Sero entregues p porcoe que lbe torem pedidas pelo almoxarifado
e pi-los u*vi.'3 de guerra, no prazo de 3 Jias, coo-
tados da data em que os pedidos forem despacha-
dos pelo Exm. 8r. inspector.
3.* Os gneros fiear sujeitos a approTacSo ou
reprovaco do perito que for designado para exa-
minal-os.
EMPREZA AIITISTICA
'iNHI OE ZUZBELUS
Esruiou
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. Antonio iel Valle
HOJE
Terja-feira, 20 do corren!
1." Subir scena a sublime e muito applaudi-
da HALADA em 2 actos e em verso, letra do lau-
reado e mallogrado poeta D. Narciso Serra, msi-
ca do distincto maestro Caballero :
PERSONAGENS
Aurora, cga............. Sra. Pl.
Jesusa, i.ya.............. Sra. Duelos.
D.Juan ................ Sr. Duran.
El medico............... Sr. Ramoe.
Gonzslo, ofticial........... Sr. Mimso.
(jines, cgo.............. Sr. Garrido.
2." A divertida e original zarznela c"mico-buf-
fa cm 1 acto, dos Srs. Lastra e Herna-idez :
s
PERSONAGENS
Paca, andaluza.......... Sra. Pl.
Carmen, sirvienta......... Sra. rJuclcs.
Jacobs, gallegM........... Sra. Saciinelles (A i
Darlitk*. polaca.......... Sta. Ruiz.
Vicenta, valenciana ...... Sra. Mathtlde.
D. Pelayo.............. Sr. Rumos.
D. Nicaner.............. 'ir. Garrido
Meninas de carta idade. Coro de senhoras.
A'.t s luna,
Presos do cosluitt
Haver trens pra Ap'pucos c Onda e bonos
para todas as linhas.
Aos ssuhorcs aasienantes sero res;rvados os
seue lugares at meio dia em ponto.
Preparara se ns zarzuelas A's 9 da
noite ou o Condemnado a morte. A teia da
aranha o Colar do Diabo.




HamDure-SueilaiuerlaiisciB
OaoipfschiflTalifts-Gfisesciiall
O vapor T/alparaizo
E' esperado dos por-
to.; ti i aul at o dia I
de Maio e seguir de-
pois da demora nece3-
iaria para
Lisboa e ilambiirgo
Para pasagens, traeta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
1" andar


PernawbiMH-- Terfa-leira 26 de Abril de 1887
Inited Sutes A Brasil i- iUC.
O paquete Finalice
Espera-sede Ha*-*-**
News, at o da 6 ie Maio
o qual i eguirA aepya d*
demora necasian i p Baha e Rio de -aueir
Para carga, passagens.eae in sendas j dinheirc
frete, tracta-se convoj
Henry FarsUsr i C.
N 8 RA l Ai COMMERCIO 8
.- anda
CoHpanhia llahlana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, r/euedo, Aracajii,
Estancia e Baha
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
Segu iuipreterivel-
mente para os partos
cima no dia 2 7 de
Abril, aa 4 horaa da
rde. Recebe cargt
nicamente at ol '.
dia do dia 27.
Para carga, pasaageus,
ro a frete, trata-se na
7Ra do
encommendaa e dinhei-
Vigario7

Domingos Alves Mathens
CQMPAXHIA PEH.M*MilC*\A
DE
KaTeeaco castelra por vapor
f ORTOS DO SL
Macei, Penedo, Aracaju' e Baha
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 28 ck
Abril, a 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 27.
Encommendaa, passagena e dinheiroa frete at
3 horaa da tarde do dU 28.
ESCRDPTORIO
Ao Cae da Companhia Perrximhucana
_________________n. 12__________________
I
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 'oneladas de registro
aa
Rio
1 de
>

Sahir do porto do
.de Janeiro no dia
Junho prximo com es-
'cala para Babia e Per-
nambuco, seguirHo depois de pouca demo
ra com malas c passageiros para
LISBOA E SOUTHAMPTO>
Desde j recbese encommendas pan
camarotes na
AGENCIA.
Ra do o mine re i o n. 3
Ia andar
AdamsonHowie &C.
AGENTES
C*snpsaiia MraIlelra de Nave
gaco a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Ouilherme Pa-
checo
' esperado doa portos do sul
at o dia '27 de Abril, e
seguir depoia da demora in-
dispensavel, para oa portot
do norte at MauAos.
Para carga, passagens, encommendaa valere.
tracta-ac na agencia
PRACA DO CORPQ SANTO N. 9
C0MPAMMIA PKH*iAlll t-A <%M
DE
Navegaco Costeira por vapor
Rio FoniK so e Tamandar
O vapor Giqui
Com andan te Lobo
Segu no dia 29 de
Abril, pelas 4 lio
-ras da manba.
Recebe carga at o
Pdia 28.
Eneommend.s, paasagena e dinheiros a frete
at a 4 horaa da tarde do da 28.
ESCWTORIO
Nei da Companhia PemMbn
eana n. is
< ompamiii: nt:s .niiNNAiiB-
RE 11 1IS I TIRES
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Comtuandante Moreau
Espera-se da Eu
ropa at o dia 4 dt
M a i o seguin
do depoia da de
[mera do costum*
para o Rio de Ja
ro, tocando na
Babia
Lembra-se sos senhores pa"sageiros d* toda;
aa classes que ha lugarea reservados para est
agencia, que pndem turnar coi qualquer tempo.
Previne-ae ao seenhores recebedores de merca
dorias que s seattender aa reclamaces por fal-
tas nos volumes que forera reconh&cidas na occa
aiao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas edinheir
a frete: tractii-se com o
AGENTE
irasle Labille
9 RA DO COM M JKUIO 9
CilARfiEiRRElS
companhia Fraoceza de Navega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santo
0 yajor Villa fle Macei
Commandante Panchvre
V esperado da Europa
at o dia 6 de Maia, ae-
guindo depoia da indispeo*
anvel demora para a -
Islo de Janeiro
e Wanioa.
Roga-ae aos Jira. importadores de carga p-lot
vapores desta linha,uueiraia presentar dentro de 6
diaa a contar do da descarga das aivareng. mi-
qoer reclamueao conceruente a volumes, qud po-
Vfntm a tenham aegnido para os portos do aul,anu
de se poderem dar a tempo aa previdencias necea
arias.
Expirado o referido praso a companhiioa a se
reaponsabilisa por extravos.
Para' carga, paasagena, encemmendas e dinheirc
a frets: trata-a com e
Augusto Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
I* ra Camossim
Ssgue no dia 30 do corrate a escuna Joaquina,
reecbe carga ; a tratar com o Pesa.a, ra da
Moeda n. 1.
LElLUf
Leilo
Aluga se a casa da ra da Conueicao'n. 8-A
do po-oado da Tuire ; o Ia andar aloja da ra
do Padre Floriano o. 69, e a toja da travessa da
Bomba n. 4 ; na ra do Apollo n. 4.
Hdame Fanny Silva
Madame Faimy Silva, modista e eo&tareira
roa do Imperador n. 50,1 andar; partindo para
Paria, no correte mes aguarda as ordena de suas
Exmas. freguesas, e aproveita a occasio para
agradecer a proteecao e conaideracSo, que lhe dis-
pensaran) aa casas com que teve tranaaccoes coui-
merciaes, e declara que nada deve a pessoa al-
gama neata praca, e qne no deixa peaaoa algu-
ma encarregada da sua officina de c >aturas e mo-
das, e que foi aempre a nica cortadora e directora
nao tendo nunca quem a substituase ou repre-
sentasse, visto que todo o trabalbo era feito e ad-
ministrado por ella meamo.
Da casa n. 30 da ra do Jardim, freguezia
de S Jos e da casa o. 35 da ra Di
reita de Afogados.
Terca feira. *i do correle
A's 11 horas
Na ra estreita do Rosario n. 24
O agente Modesto Bautista, autorisada far
leilo daa casas cima e dar es esclarecimcutos
precisos.
Agente Pestaa
Leilo
De urna meia agua sita a ra do Padre Flo-
riano n. T, a qual rende 12^000 menaaea e aere
vendida livre e desembarazada de qualquer
onos.
tunrln r<-im. ti do correaste
- A'a 11 horaa
No armazem ra do Vigario lenorio
n. 12
Ama
Precisa se de urna ama que compre, cosinbe e
eogoinme com perfcico, para duaa pesioas, e que
durma em caai ; a tratar na ra de Gervasio Pi-
res n. 9J,.
AMA
Leilo
De booa movis, looca, vidroa e quadros
Constando de urna solida mobilia de Jacaranda
a Luis XV cox 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas
de bracos, 2 ditss de bahinco, 1 aof, 2 consollos
e jardineira com pedra, o quadros olegrphias, 4
pares de jarros finos, 4 ditos de louca para plan-
tas, 1 toilett de pao setim, 1 rica cama francesa
de Jacaranda com bonita t-.Hn, 2 marquezes, 1
cabidede columna, 1 lavatorio de amirello, 1 lus-
tre de metal para kerosene e diversos tapetes.
Urna mobilia de junco de encost alto e consol-
loa com pt dra, 1 importante guarda vest 'os de
amarello, obra muito bem acabada, i guarda ron-
pa de amar rilo, candieiroa de gas e I banca ce
amarello.
Uin guarda loua da a narello, 1 guarda prata
de mogoo, 1 mesa elstica de ti taboaa, cadeiras
para salla de jantar, I quartinbeiro, aoaradorea.
louca de jantar, vidroa, 2 fruteiraa de vidro, 1 ba-
ca grande de folha e ootroa muitos movis.
Quarta feira '1 do crrente
A's 11 horaa
No 2- andar do so brido n. 37 da ra larga do
Rotarte, entrada p-la ra eatreita do Rosario
0 agente Martina, autoriaado por urna familia
que ae retirou para Europ,far leilo des movis
e mais obji-ctoa cima que forana transportados pa-
ra o referido sobrado ra larga do Rosario e se-
ro vendidas ao correr de martello.
Leilo
De 1 escaler, 1 salva vida e 1 pao a curvo1
salvados do vapor B bia.
QUARTA-FEIKA, 27 DO CORRENTE
A's 11 horaa
No Arsenal de Marinha
O agente Mcdesto Baptiata, por mandado do
Exm. r. Dr. juis do commercio, a requerimento
do Dr. carador de auaentea, tara leilo do que
cima te declara.
Leilo definitivo
Do sobrado de 3 andares n. 25 a ra do
Livranento em terr-no foniro.
Quartafeira 27 do crtente
A's 11 horas
RA DO IMr-ERADOR N. 22
O i:gente Stepple por mandudo e a aiatencia de
Exm. r. D. Juia de Direito Privativo de Orphos
e auseutea a rcqmrimento do Sr. Joo Goocal-
ves de S. Mara Ferreira da Cunba, lavar a leilo o sobra-
do cima em solo foxciro, oa 8rs. prtendentes des-
de j podem examinar o dito predio e para qual-
quer imf rmacio o mesmo agente dar.
Leilo
de novis, hm9 vidros e es-
pdhos
Constando de i piano de armario, ntn mobilia
compoata de 1 soft. 1 consntoa, 4 cadeiras de bra-
vos e 12 de guratelo, nm rico esp ;lho oval, qua-
dros, jai roa, serpentinas e tapetes.
Urna cama francesa para casal, 1 toilette de
Jacaranda, 1 lavatorio com p>-dra, 1 guarda-rou-
pa, 1 guarda-veatido da amarello e 1 commoda.
Urna meta clstica, 2 guardaa-louca, 1 guarda-
comida, 2 aparad roa, 12 cadeiras de junco, 1 ap-
parelbo para jantar, dito para cha, capos, cli-
ces, garrafas, comporeiras, garfos e facas.
Urna mesa de coaioha, trem da mesma e muitcs
outros objdetoa de casa de familia.
Quinta feira 9 do correle
A's 14 horas
Na ra doVisconde deQoyanna 61
O agente Alfredo Guimares autonsado por
urna familia que ee retira para o Rio de Janeiro
levar a leilo oa movis e mais ubjectos cima
meneiooadoa.
A entrega serA em acto continuada.
Agente BurJamaqui
De um sobrado de 2 andaras ra de
Marcilio Diaa n. 121, em solo proprio,
e urna casa terrea no largo da Casa For-
ti n. 27, em solo foreiro. com bastantes
commodos, 3 portas do frente, com eo
sinha e grande quintal.
? ti horas
No artnazem da roa do I aperador n. 30
O agente acinia, por mandado e aaaiatencia do
Exm. rjr. Dr. juis de tireito de orphos, a r que-
rimento do inventariante, levar a leilo o sobra-
do cima.
idj onuinnaco
vender 1 piano, 1 cofre, prancboes de pinho de
diversos lmannos, prensa e machina para copiar,
cantoneiras e cutroo mais que estaro patentes
no acto do MISo.
Prociaa-se de urna ama para engommer e mais
outros servicos internos, pretere-se que nao saia
ra : na rna da Princesa Isabel n. 6.

V
Tricofero de Barry
Ama
Preciaa-so de ama ama pura cosinhar ; na la
de Santo Amaro n. 14, sobrado.
Tamancos do porto
para hornera e senhora. o que se pode desejar de
mais aperfeic mdo.
Sementes muito novas
de hortalicas e ores
Sellas
Amores perfeitos
Pocas Mendea & C.
Run rstieita do Rosario n. 9, junto a igreja.
Dinheiro perdido
H ntera, no trem que parti da Casa Forte as
10 horas e 57 minutes da manb, entre essa esla-
eao e a da Soledade, um pasaageiro perdeu urna
nota de 100000 em um dos carros da 2 classe :
pede-32 a quem a encontrou o obsequio de entre-
gal-a no eacripto-ia da cjmpanhia, que ser ge-
nerosamente gratificado.
A quem precisar
Um professor particular, rom 14 anuos de pra-
tica, (fferece-se para cersor de algum coliegio :
quem precisar annuncie por este Diario.
Previno ao corpo commercial desta praca que
deixou de ser men caixeiro Francisco Salvino da
Silva, ;elo que decta data em diante nao m rea
ponaabiliao |>< r qualquer tianaac^o por elle feita.
Recife, 86 de Abril de 1887.
Jos Custodio Gontalvea Guimaree.
Obras de vime \e vinho
da Mourisca
Justo Teixeira & C. Successorea, ra da Pe-
nha n. 8, receberam de Lisboa pelo ultimo vapor
oa costumados ceatos, balaioa e roupeirea de vime,
ellegantemente acabados, que vendem por prc,os
muito razoaveiee ao alcance dos senbores pieten-
dentes, pelo que chaiam a atten^o; como bem,
tcm expoato venda o excellente vinho da Mon-
riaca, o melbor vinho de pasto, actualmente neste
mercado, e que pir sua pureza e anperior quali-
dade, auto tem agradado ; nao preciso recom-
mendal-o, elle proprio ae recommend*
Garntese que faz nas-
cer essrescer o cabello anda
aos mais calvoa, cura a
tinha e a caspa e remove
.odas os impurezas do cas-
co a cabera. Positiva-
mente impede o cabello '
de cahir ou de embranquo- '
fer, e infallivelmento o
tima espesao, mocio, ius-
ti oso e abundante.
V
;*lJW
Agua Florida de Barry
Preparada segnmla a formula
original usada pelo inventor em
1829. -E' o nico psrfrune no mun-
do que tem a approvacso officin'. de
um Governo. Tem dnas vezes
mais fragrancia que qualquer entra
e dura o dobro do tempo. E' muilo
mala rica, suave o deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais pertinente o agrndavel no
lenco. S a ias rezas inris refre-
canto no bnnuo s ac cuaito do
doente. E' especifico contra a
frouxidilo e debilidade. Cura aa
I dores de cabeca, os cansaros e oa
I deomaios.
Xarope Je ViJa Se Eeiter So. 2.

TNICO
VINHO
FEBRFUGO regenerador
JOHANNO
DO
D0T0R1
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Kecommendo-no nos casos que necessitao tnicos para reconstituir e regenerar
O organismo arruinado por molestias, excessos, natureza do clima, Anemia, Ctaloroals.
anuatrraaa, Cacnaxla, rtnze bronco, que tanto arruinao a saude das mulheres
Pobre de >SjSSi rravqueza feral, DobllldaHe, etc.
S. VT71BN, SrogmistA, SO, Soulevard de Strasboug, em FAEZS
commercio
Ajms x>K T7siit-o. dkpots de rait-*.
Cura positiva e radical de todas as formas de
ascrofnlas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffecoSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todos os do-
encasdoBangue, Figado, e Rins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangus
restaura e renova o systema inteiro. 0
Sabao Curativo Renter
I oiMiiio/iira ao: Vnbrllo
a Cor natural
i) nina 'as Ad i'tacdes jeh Lawff'in n-ra P ecaraeSe
35 ANNOS DE XITO
1 S. SALLES fila; J. MONEGHETTI. noce:
erioaista-Calauc, >3. rsa Turaj, PABB
' tw.itm-tt tm tods$ s pracipui Hrt.mtritt o Dfgar/it
I linnitsriara^rna/naiioo :Fraar"M (iSILVAStC"
Ejigommadeira
Precisa-se de urna engommadeira boa,
queira acompanbar urna familia para a corte
rija se ra Imperial n. 108.
que
di-
Passagem da Magdalena
Aluga-ae urna excellente casa a sitio ra do
Ramfica n, 38 ; trata-se c un Jos Antonio Pinto
Companhia Pernambocana n. 6.
Ama
Preciss-se de urna ama para cosinhar e com-
prar ; na ra Vidal de Negreiros n. 134.
Buhar
Vende se um bilbar e m suas pertencas, a pre-
co commodo ; informacoes no caes do Capibaribc
n. 42.
Ak
Aluga se o Ia e 2- andares do predio 11 27
ra do Imperador, caiado e pintado de novo, tendo
bons commodos e agua ; a tratar na ra Duque
de Caxias n. 47.
Para o Banho, Toilette, Crian-
Sss e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
a em todos os periodos.
Approvados e autorisadoa p^la inspect0
ria gernl de hygienne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Atten^o
Precisa-iie de dona criados de certa idade e de
boa conducta, pref>r-ae esoravo*, para hotel ; a
tratar r.a ra da Madre de Deua n. 3.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000$000
BlMiete garanildos
23>RA PRIMKIRO DE MARCO-23
Martina l'iuza & C. tum rxposte a ven-
da os seus afortunndos i>ilhetes garanti-
dos da Ia lot'via da proviacia a beneficio
da Sonta Casa de Misericordia do Roifa.
PREgOS
1 inttiro 3(5rOO
1 terco 1000
Ka por^o de loo/>uOO para
cima
1 inteiro 2)700
1 terco 900
Paga-se bem
Na rna do Impern>ior n. 45, 1 andar, precisase
de urna b a cosinbeira. urna engommadeira e um
menino i ara recade. E' de con iiyao, dermindo em
casa.
20-Roa l.o delarfo (julo ao Louvre)- 20
4dimirem os precos
Bramante de ]nho, com 10 palmos, a 1#900, o metro.
Bromantes de algodlo, com 4 larguras, a 800 rs., 1^000 e IJJtlOO, o metro
" MadapolSes, a 3,5800, 4#500, 5^000, 5,5500 e 65000, a pega.
Ditos americanos, com 24 jardas, a 70800 e 80000, a peca
Algod3es, a 30000, 40000, 40500, 50000 c 50500, a peca. '
Cretones escuros, cores fixas, a 320 e 360 rs., o covado.
Ditos claros, liodos padrSes, a 280, 300 e 320 rs., o covado.
Percales de cores, fazenda superior, a 240 rs., o covado.
Ditos de cores escuras a 200 rs., o coTade.
Zephyres de c6re=, a 160, 180, 200 c 240 rs., o covado ; rxuito largos.
Setinetas, de cores, a 320, 3tj0, 400 e 440 rs.. o corado.
Creps de cores, para acabar, a 360, o covado
BatisteB de cores, muito largas, a 160, 240, e 280 rs., o covado.
Cambraias brancas bordadas, a 50500, a peja com 8 1/2 varas.
Ditas, em retalhos, a 700 rs a vara.
Alpajss de cores, lisas, de prego de 600 rs., o covado, por 280 rs., o covado.
Sargelins de todas as cores, da melhor qualiclade, a 240 rs o covado.
Chitas finas para coberta, a 280 e 320 rs., o covado.
Ganges muito finas, com lindos desenhos, a 280 e 300 rs., o covado.
E8guiao pardo, para r-stidos e vestuarios de crianzas, a 380 rs., o covado.
Pao da Costa, de listras, a 10100, o covado.
Dito dito, de quadros, a 10100, o covado.
Brins de cores para caigas, a 240 rs., o covado.
Ditos de linho de t:es, a 10500, 10800 e 2200, a vara.
Dito de dito braneo n. 6, a 20100, a vera.
Cascrairas do cores, para costumes, a 10800, o covado.
Ditas em crtes para caigas, com listras de tola, a 60000 c 100000, um.
Cobertas forradas, com dous pannos, a 30000, uini.
Lenges do linho e algodao, a 20000 e 30000, um.
Cortinados de carabraia bordada, a 00500 e 80000, o par.
Chambres para hornera, a 50000 e 60000, um.
Toalhas felpudas para rosto, a 30500 e 50000, a duzia.
Ditas grandes, para banlios, a 105'JO, urna.
Espartilhos finos de todos os nmeros, para senhora, a 50000, um.
Babados e entreaieios bordados de 50'J a 20000, a pega.
Fiehs, de linho, rendados, a 20000 e 205IO, um.
Ditos, d la, felpudos, a 50000, um.
Lengos bruios, a 10200, a duzia.
Ditos de esguio de lino o, a 40500, a duzia.
Meias do ores, lisas, para homens, a 40800, a duzia.
Ditis de fio de Es.ossia, oruas, para homens, a H0OOO, a duzia.
Ditas ditas, rendadas pura meninos de 6 raezes cima, a 500 rs ,
Ditas de IS, de cores, para homens, a 10200, o par.
Ditas de algodo, de cures, com listras, muito finas para senhora,
140000, a duzia.
Camisas de 15, sem punho e sem collarinhos, por b rato prego.
Colletes di inella cora mangas o sem ellas, cU diferentes pregos.
Costumes de banho de mar, para senhora, a 100000 um.
Ditos de dito, para homens, a 80000, um.
Ditos de dito, para meninos, a 50000, um.
Sapatos para o mesmo fitn de differentes tamanhos.
Grande svrtiniento de artigos para homens, sondo : de camisas de linho, ditas
de meias, gravatas, punhos, collarinhos, ceroulas e muitos outros que lembraremos na
presenga d'aquelles que se dignarem visitar o nosso establecimento.
A' ra Primeiro de Marco o. 20

o par.
a 100000 e
Telephonc n 158
AMARAL &
C.
AVISOS DIVERSOS
Alnga-sc casas a 8/000 no beceo dos Coe
'hos, junto de 6. Goncallo : a tratar na ra da
(mperatriz n. 56.
Alu?a-se a easa do Dr. Castello Braneo, sita
4 ra de Mathiaa Ferreira, em Olinda ; chves
para ver, est na loju de barbeiro contigua ao
mesmo predio, tem agua encanada e uona com-
modos : trata-ae no Iteeife, ra Duque de Caxias,
esjriptorio n. 23.
= Pr< ciaa-ss de urna ama:
Jess n. 42, quarto andar,
na iua do Bom
- Piecisa-se de um menino de 11 a 12 annos
de idade, que t nha pratica de mol .dos ; na ra
do Vise onde de Gryanna n. 60.
AMA Precisa-so de Orna, de ooa conducta
para cosinhar e lavar para pouca f .milia ; na ra
da Matriz da Boa-Viata u. 8.
; AMA = Prtciea-ae de urna ama para co-
s.nhar em casa do pequea familia ; a tratar oa
ra do Bom Jetos n 5iJ, :f andar.
Offereee se ama moca para acoinpanhar urna
tamilia que se retire para fra da provincia ou
meamo para algum engenbo perto da cidade ;
qaesa precisar dirija se 4-nia estreita do Rosario
n. 42, 1 andar.
Wt)
Flasio Gotiraltrs Lima
Angt-la Baptista Qoncalves Lima, Maris Isabel
Ocncalves Lima e Francisco de Paula da Silva
Reg (ausente), esposs, filha e enteado de Flasio
Goncalvea Lima, couvidam aos srua parentes e
amigos caos do tallecido, para assiatirem as mi-
8aa do trigsimo dia, a a quxra terao lugar na
quiota-feira 28 do eorr;nte, na igreja de N. S. do
Carao, s 8 horas da manba. Agradecen) cor-
diatmente a pesaoas que eomparpeer^m.
Josi de ftnrroN Corrola Afeite
Candida de Carvalho Correia lette, seu filho,
irmSes e sobrinho agradocem tidas as peasoaa
que ae dignaram scompanbar ao cemiterio pnblico
oa restes morta< a do aeu preaado esposo, pai, cu-
obado e tio, Jos de Birroa Cornia Sette, e de
novo cenvidam a t> dos srua parentea c amigos
para assiatirem a missa do stimo dia que man-
dnoi celebrar na igr>ja de S. Goncalo. a 1 horaa
da manha de quiuta feira 28 do corrente, pelo que
S" eonfi-ssam summainent erutos
fTKINSON
H?.rumm ingleza
/amada ha mais de um seclo; excede todas
ts outraMwlo m perfume deldo e --iqujaito.
Trf.z Mkdalhas oh. Ocho
PARIZ 1S78, CALCUTTA l*t4
PU extra-fina xr,rIj',nciadeMia 'iti;tlidade.
SPIII6 FLOWERS
JOCKEY CLUB I JiSMi
HELI0TRSP10 MAS.10LIA
Ana affuaada Ao
LIVANOA INGLEZA DE ITKINSON
Oiitro* muitos conherido pe -f.;.iii> \,et stU
qualdade e odor deleila* .*! e et<|mo<
ASTA ORIENTAL fAA IENTES i ATKUSON
sem rival fira ifvej.tr e tnb.'Iec-'f >., Joules
eWuisiiirwi
BaotM-siCaMi:t*ltSiV:o 1.1 : fhtncantB
J. A E ATlU'J^d
24, Od Bond 8tres;, i^ondraa
Hana de Fabrica Urna" Uo^ibraoca" ,
sobre ama Lyra .e Ouro."
XAROPEdaSEIVAooPINHEIRO MARTIMO
de LAGASSE, Pharmaceutico de Bordeanx
Approvado pala Junta da Hygiena do Rio-de-Janelro
Os mdicos francezes rnandao para Arcachon, perto de Bordeaux, os
doentes fracos do peito, aflm de que respiren, o ar embalsamado dos seas
pinheiros e bebao a seiva que se extrahe do pinheiro maritimo. Estes
admiraveis principios balsmicos sao os que o SrLAGASSE concentrou no
seu Xarope e na Pasta de Seiva do Pinheiro Maritin-o, excellente*
peitoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Resiriamentoa,
os Catarrhos, a Bronchite, a Rouquido, e Extincgo da vor.
Cadi frtteo ttm a marea dt fabrica, a firma a o ttllo tzul i nossa eaaa.
Deposito em PARS, 8, Ru Vivisnne, e as principaes Pharmacias.
K
Ao publico
Pelo*presfnte c mmunieo que afstimi o com-
isando dj pnihab te htgHaphol Do Hermanas,
desde o da 20, tendo a retiid i d > n.e.mo o ca-
pito D. Juan.Mol!, fjband-. pag!,8 tod s as contaa
relativas an reteiidj navio Pirnan bueo, 21 de
Abril de 387.

Trniz MMBCsr
Compra-sc
Acadmico itomi.>u<> Eilmen do
Ama ral
O major Claudino de Almeidae sua familia con
vidam oa collegaa e amigos do finado acadmico
Domingos Eli u do Amaral para ouvirem as mis-
aas que por sua alma seio celebradas a 7 1/2 bo-
las do da 29^o crreme aa matris da Boa-Vista,
bsai como a trmHmrr. luto Hi eaae dia.
Quem tiver para vender urca casa as ras da
Unio, Mrquez do Hi rval, Aurora, Formoaa,
eaes de Cu ni Caribe ou Hospiei dirija-fe ra do
BnrSo dn Vctor n. 37, 2- andxr, p( la n ai.ha,
ou a tarde, que ene ntrar com quem tratar.
Pcitora 1 de Cambar
PRESOS
as ag'nciMS : frasco 600, 1|2 duzia 134 e
duzia v4*000.
Nhs sub agencias : frasco 2800, 1|2 duzia
15^000 e duzia 8000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pr >
vincia Francisco M. da Silva &. C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
P
Achante exposlos venda os bilhelei da 16.
lotera das Ala oas
Sorte grande
5:000^000
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as casas da Fortuna, ra J, de Mar n. 23.
Casa Feliz, prac,a da Independencia
.39 e na rna larg*a do Rosario
ns. 37 e
n. 24 A.
O dia da
annnnciado.
extracto ser brevemente
Perd
eu-se
na uoite de quinta-fcia 21 do c irrente, da praca
do caes do riamos para o tbeatro de Santa Isabel,
urna putaeira de ouro com urna esmeralda de va-
lor, rodeada de ptquenos brilbMiies, simulando a
dita pulseira um .-.noel do medico ; pede-se a pes-
soa que a tenba achado para entrgala no esta
b' leeiuiento balnearia do Sr. Medeiros, oa na ra
Duque de Casias n. 8tt, loja, p lo que ser ra-
oavelmente gratifieado.
tatnsque
Traspassa-se om em b m lugar ; informa-se oa
aveasa do Arsenal do Querr n. 9.
INSECTICIDA GALIY
BESTRTJICAO INFALLTVEL
atfirOf/oj, Pulgis, Pialhcs, Hotou, Ttntbrllbr,
Irifis, Formitt, Ligirtii, Oorgulhot, etc.
O kilo, 11 tr.; 100 gr. pelo oorreio, l'|5.
*'ABniCA:71.ooarsd'BarboariU*.al.TOK


tm




!
t
i





\
V.

i
Diario de PeroambucoTer^a-feira
Alusa-se
ama casa coro commodos par* grande familia, a
tio arboriaado ; na Poute de Ucboa n. 10.
Aluga se barato
Ana dos Guararapes n. 96.
Roa Visconde de Itaptrica o. 4?, armarem.
Boa do Viscondc de Goyauua a. 163, ecm igua
Largo do Mercado n. 17, toja com agua
Ra Viscondo G yinna n. 167, com gna e ga
Ra Ccrtnel Suassuna n. 141, quarto
Tratu-se na ra do Comm.-rcio n. 5,
ateriptorio de Silva Guimaraca & C.
Ama
Precua-io de urna boa cosinbeirs, para eaaa de
pequea familia ; a tratar no Cae* da Coapanhia
a. 2. Prefere-se escrasa e deve dormir em eaaa.
Ama
1* andar
Alug-a-se
a loja do sobrado no largo de S. Pedio n. 1, tem
agua ; a tratar na ra oatreiU do Koeario n. 3.
Alusra-se
Precisa-so de urna ama que saiba oosinhar ; a
tratar na ra do Cabng n. 14, i andar, do meio
dia is 2 horas. _________________________
Precisa-se de urna ama para coainbar e com-
prar ; na ra Primeiro de Marco n. 25, loja.
Aviso
fir
AMA
Precisa-se de urna ama para coainbar e lavar
na ra da Ponte Velba n. 16.
Ama
Preeisa-se de urna cosinbeira
Ama
Precisa se de urna ama para servicos
eos a tratar na ra da Roda n. 16.
Ama
Precsa-se de urna ama para cosinhar
de Pedro Aftonso n. 68, antiga da Praia.
casi terrea roa do Viconde de Albuquerque
n 170 e a lija do predio ra do Marque* do
Herval, trawsaa do Pjcinho u. 33 ; a tratar no pa Santo n. 7, 3 andan
argo do Corno Santo n. 4, 1 andar.__________
Vinlio daMourisca
Proprlo para mesa
Joao Ferreira da Costa, ra do Amorim n.
34, acaba de recebar urna partida d. vinhis em
cascos excossivam.nte grandes, e como deseja
tornar bem conhecidasta superior qualidade, que
se fax recommendado pela sua pureza e bjm pa-
ladar, reaalve vendir esta remessa no seu esta-
bt lee ment em barra de quinto e de dcimo, p^r
precos muito razoaveis. para o que cbamam a
alinelo dos srnhorcE apreciadores, aasim como
aos d.nos de notis.
Em retalho vende se em casa dos Srs. Justo
Teixeira fie C. Successores ra ia Peuha n. 8
Menina e menino
Prceifa-sc de urna menina de 10 a 12 en nos de
idadr, para cita de familia, pata andar cm urna
criautinhii e duia anii'.s, trata se bem e d-sa
de Vi -' r, e o u'.tnino pai ta2er compras, median-
te u pequ'-no ordenado menaalmente ; a tratar
na ra Velba n. 36, colkgio.
no largo do Cor-
Tillan iiitia
PARA TINGIRA
barba c os cabellos
tintura tinge a barba e os cabellos ius-
tantaucamente, daudo-lhes una bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Fre-ee, snecessores de A.
CAOR8, ra do om-Jesai (antiga da Crut
n. 2?
domeiti-
J. C. Lev y avisa ao publico que Ernesto &
Leopoldo, ex socios da firma J. C. Levy 4 C,
tendo tomado posae da massa fallida, responaabi-
lisando-se pelo pagamento aos credores, de coo-
formidade com a concordata concedida e aceita no
juizo do ccmmercio, ficando assim livre e desem-
barazado perante os credores daquella massa,
offerece seos servicos aos si us amigos e fregoezes
na pbarmacia Central, ra do Imperador n. 38,
achando-se a referida pbarmacia reconstituida e
premunida dos medicamentos mais noves e espe-
cialidades pharmaceuticas de todos os n ais acre-
ditados fabricantes.
"AVISO-
ConeerUm so machinas de* costura de
qualquer fabricante, bombas e toda e qual-
quer qualidade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PRESOS SEM COMPETENCIA
39-Hua do JBom-Jesas-39
na ra
Ama deleite
Piecisa-ss de oma
ra dos Pires n. 53.
ama de leite ; a tratar na
Professor
Engenho para arrendar
Arrendase o engenho Serra, distante meia le-
gos da estacao do Cabo, me com agua e tem
tedas as obras em bom estado ; quem o pretender
pirija-se ao seu proprietario no Kecife, ra lm-
iit u. 20 0, ou ao engenho Novo do Cabo.
Fabrico de assucar
Apparelbos econmicos para o cozimen-
ta e cura. Proprio para engenho* peque-
nos, sendo mdico em proco e ef-
fcclivo em operaeo.
s'ode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, roelhorando muito a
quadade do assucar e augmentando a
qnaciidade.
O PER A^AO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centrae,
rnajhinismo aperfeioado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
ispecificac3es e informayoes com
Browns V.
5-RA DO COMMERCIO-5
Sao os melhores que tem vindo a este mercado,
que tornam-se rec-ommendaveis, tanto pela bja
qualidade, como por virem colorado', em caixi
nbas de pbautasia e com cromos variados, ven-
de.se por precos mdico?.
Unieos depositarios :
Franciseo Lauria < C, ra do Bom Jess n. 61.
Lauria & C., ra da Imperatris n. 32.
t>
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
O bacharel Joaquim Cavalcanto Leal de
Barros ensina math-maticas pelos novos!
programmas e prepara ah unos psra esa- \
mes na corte.
Tambero se propS'i a ensinar em casas
particulares oulras materias.
96 Huar da Palma-9 3
Piano
Compra-se um ano pequeo, forte, d e rez cor-
das, em bom estado de conservacSo, quem tiver
appareca ra de Marcilio Dias n. 60, loja.
Ensino primario e secundario^
Urna pessoa habilitada cfieriC-se para ensinnr
cm algutn eugeuho as seguintes nixtcrias : pjr-
tuguez, trancez, latim, historia, philosopbia e pri-
meiras lettras. PJe ser procurado na ra Impe-
al n.l7.
20|000
Aluga-se o 2- andar do sobrado n. 62 ra da
Guia, rom 2 salas grandes e 3 quartos, caiado e
pintado ; trata so na loja.
Oleo de batipul
Antes que se rabe ; na ra da Praia n. 35.
es

era
r*
es
i.
Jatroph
Manipoeira
Eese medicamento de urna eficacia r conbecida
no beriberi e outras molestias em que predomina a
hydropesia, acha-se modificido ent sua prepara
co, racaa a urna nova formula de um diatincto
medico desta cidade, sendo que somente o abaixo
assignado est habilitado para preparal-c de modo
a melhorar lhe o goalo e cheiro, sem todava alte
rar-lhe as propriedad-s medicamentosas, que se
conservan) com a mesma actividade, se uo maiot
em vista do modo por que elle tolerado pelo
esUmago.
nico depoalto
Na pharmacia ConceicSu, ra do Marques de
Olinda n. 61.
Becerra de Mello
Cruz das Almas
Km frente & chcara do Si. Tona
Aluga-se urna casa com todos os commodos para
pequea familia, edificada a moderna, entre as
duas eetacOea da via frrea ; a tratar na rus Pri-
meiro de Marco o. 25.
Materiaes de conslrucfAo
I re eos reduz'dos
A Companhia de Edifcacao, tem resol
vido d'ora em diante, p.ra as vendas dos
productos da sua olaria a vapor do Taqua-
ry, o seguinte :
Tijolos de alvenaria grossa,
formato commum, descarrega-
dos em qualquer caes, o mi-
lbeiro 2j000
Ditos, formato ipgkz, idem
dem 18^000
Ladrilhos idem ''/ ;>000
Telhas communs, idem 38000
As compras de ce-u a quinhentos mil
ris, terao um descont de
to, e d'ahi para cima dez por cento.
LINIMENTO GNEAU
Para os Cavallos
Emprsgdo oom j maior xito au oaTalharioa reaea de 88. KM. o BpsjfMdo* do Brazil. o Re da I
w Beljlca, o Re dos Palzea-Baixoe e o Rei da Saxonla.
Suppres*ao do ogo
S DA QUEDA 1'O PELLO
S este precioso Top.co o nico quo fPnK|B|^** -^
l substilucoosmaacoecuraradlcalmenie K >1HL 0s resultados extraordinarios aue tera '
(em poucos das as manquelra.. novas JZ-M TT.. ^ obtldo naT diversa Affeco. do i
i, Cootub^** s^-at ..ir m n^_* .
MiUCi
di Faftartu
35 (Anuos de (xito
novas
'e antigs, as ToMednra,ContiiBoe.j^--/^.M^--relto> os OAtarrboe. 3rbnchlte,
I Tumor*, o InohacSe tMpwnu, ,r,r *~ Mole.tlar la Oai^ato O^pntsO-|
ma, etc., nio dio logar concurrencia.
' Sapaxavao, Bobre-Cannas, Fraqueza c En-
| g-orfltamento das pernos dos potros, etc., sem
I occasionar neubuma ckaga, nm queda do pello
Imcsmo uuranto o tratainaato.
poiitt en Parte : Pairaseis GN'E.A.TT
A cura faz-ie com a mi em 3 minuto*, sem'
or e sem cortar, nem raspar o pello
Ra St-Honor. 275.e n tela as Pairauciu.

CAPSULAS
IYIATHEY- CA YLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro dslgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e s3o recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Ilospitaes de Paris, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
da Collo. o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgos genito urinarios.
(lli (//na ttpIictfSo detalhada acompanha cida Frasco.
Exigir as Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Cle, de PARI8,
que te achao em cata dos Droguistas e Pharmaceutict.
O Remedio mais efficaz e
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para ex pe'Iir as ton trigas.
ROQKLAYOL HOES
Aos Srs. propietarios c edifica-
dores
Na antiga e bem acreditada olaria de Broto dos
Santos Raines, ra do Vitconde de Albuquerquc
(outr'ora da Gloria) n. 85, encontrarlo os Srs.
proprietarios e edificadores, os seguintes objec-
tos:
Tijolos de alvenaria batida.
Ditos quadrados de diversos tamanbos
Ditos para furrio de padaria.
Ditos de tapami-nti'.
Ditos para cacimba.
Telhas.
O proprietario drssa conceituada olaria scienti-
fica aes intcreseadi s que todos os seus productos
eao manufacturados cem o excedente barro d'agua
doce, do legar Taguary, tornando-se por conse-
guiste recommendaveis nao s para a sade, por
nao ser hmido, como o sao as d'agua salgada,
mas tambem pela duracao. Outrosim, scientifica
igualmente, que a forma de suaa telhas maior do
que qualquer outra, sendo estas, ao mesrr.o tempo,
mais leves per nao receberem durante o invern
grande quantidade 'ngua, como succede com as
de barro d'agua salgada. Precos mdicos. 87,
ra do Viscoude de Albuquerque, outr'jra da Glo-
ria, 87. Entrada pelo lado do caes, defronte do
passadico.
CONTRA
Doflux.,3 Grlppe, Broncbltos,
britaedos do Palto, XAROPE a PASTA petoral I
deNAF lepELANGRENlERsVjde umaefficaciacerta I
e Terlflcada por Hombros daAQiukquiu de Me iioina da Franca, i
Sem Opio. ori'hina ncra Codtina \\t-ze sem recelo 4f
orianeu (fectda.- de Toase ou Coqueluohe.
P.iBIS, ra Vii-ivnm; SS, VA Mi IS
E EU TODAS AS PHAKMACIAS
DO HUNDO.
CAJIJRIJBEBA
PREPARADO VI.MIOsO DEPIRATIYO
msim na jonta de aYGiHNE publica da gorth
Aulorisado por decreto imperial de 20 de Jtinho de 4883
Composcio de Firmino Candido de Figueiredo
EMPREGADO COM A MAIOB EFFICACIA NO BHEUMATI3MO
DE QUALQUER TATUBEZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LEUCORRHEAS OU FLORES BRANUA8, NA ASTBMA
BRONCiiiTES (molestias la Tas respiratorias), nos soffbixentos
OCCA8IONADOS PELA IMPUREZA DO 3ANGCE ^ FINALMENTE
_NA8 DIFFERENTES FORMaS DA STPHILIS
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem producido, attes-
tadas por pessoas de elevada posicio social, fazeui coro que de toda parte seja elle
procurado, como o melbor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sanguc, como ondigo de una eirculaQao benfica e effi -hz, eis em
que consist principal nenie o meio mais seguro de cooservar a sade o de curar s
molestias que a impureza do tangue occasioaa.
O Cajrubba, pela sua accSo tnica e energicaoiente depurativa, 3 medica-
mento quo actualmente podo conseguir esde resultlo sen prejudi.ar nem alterar as
funccSes do estomago e dos intestinos, porque nao conten substancias nocivas, pesar
do vigor depurativo dos pro tuctos que coostituetn a base principal d'este medicamento.
As muit.is curas que tem feito, estilo coicprovadas pelo testcmunho dos ilis-
tinctos e conhecidos cavalli-iros que tirmam os attestados, que este jornal tem publica-
do em sua seccao ineditorial.
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
A' venda en mallas pErarmacir* do Brazil e do eatranselro
________VENDAS.
Cimento
Fonseca irraSos & C. vendem cimento inglec,
marca pyramide, e cimento lmmburgucz, por me-
nos proco que em outra qualquer parte.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escesses fr .erivt
to cognac ou agurdenle de caima, para ortifiet
> corpo.
Vendese a retalho nos tu Ihores armazens
aolhados.
Pede ROYAL BLEND marca flADO cujo w.
me e emblema silo registrados para todo o Brasil
______BBOWNS & C, agentes__________
Vende-se
um sobrad* com bastante commodos ra de S.
Jorge n. 13, com grande armazcm no fondo o m a
frente para a ra do Pharol ; vende-se tambem
urna casa terrea na mesma ra n. 33, com o fundo
para a mesma ra do Pharol ; a tratar na ra do
Bario da Victoria n. 65.
Cabriolis
Vende se dous cabriolets, sendo um descoberU
e outro coberto, em perfeito estado, para um ou
dous cavallos; tratar ra Duque de Caiiar
n. 4^______________________________________
Vende-se
Aos 1.000:0003000
200:000*000
. 100:0001)000
LOTERA
m favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERN.VMBUCO
Extracca a U te Malo Se 1837
9 tliesonreiro Francisco Goncalvcs T^rrc
rORMlIO DO EMTB
HkO Elisir.PsPastadenti&ioios
ios ^S/
RR. PP, BENEDICTINOS
urna merciana em um
fregueiia de S. Jos ;
Rosario n. 1.
dos melhores p ntos da
a tratar na ra larga do
Francisca Pire* de Maghlbea
Brevet
O bacharel Luiz Carlos de Magalhaes Breves,
sua mulber, filhos e g<>nro, agradreem cordialmen-
te as pessoHS que se dignar m acompanhar ao C"-
miterio Publico os rectos raorlaes de sua presada
filha, irma e cunnada Francisca Pires de Msga-
ibes Breves; e de novo as convidara para assis-
tir a missa, que mandam celeorar na igreja de
Sauta Rita, s 8 horas da manhj de 26 do Brren-
te, stimo dia do seu pacsatnento, pelo que se con-
fi;sf>am aiimmamente eraros.
0
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway nm remedio infallivel pai or, males de pernal c do peito tambem ptra
as feridas antigs chagas e ukerris. E famoso para a goM e o rheumatismo e para todcs w enfenni-
dades de peito ni se reconheoe egual
Para 08 males i% garganta, bronohltes resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle n*o teem semelhante e para os membros
cootrahidos e junetnras recias, obra -orno por encanto.
* aadicinu to preparadas wmenl* no Etubelaomeoto 4o Pmfawci 1 Toluwat,
78, sTXW OXTOBD tTKER (anta 6C3, Oxfer* Mr*t), LOWLAS,
Eedaifi mm ttatam phiirwrin do uoivem
MT Os cemfmdertt 0o convidado* rwpcitouaueXc a mnittr a mulos o> oda caixa e Pote, se ota team a
liiiln, 533. OxkmiStm*. ao falalfiriooaa.

Constancio de Vilbena Soasa
Hrlto
Alvaro de Mello Contioho de Vilbena convida
a todas as petsoas de sua amixade para sssisti-
rom a mise que em inti'Uyo auna do sea in-
di toso eobrinho Constancio de Vilbena Sonsa Bri-
to, manda resar no convento do Carmo, s 8 horas
da manba do dia 5, trigsimo do seu psssa-
mento.
I '! Mi IUIII' IH 11 ll>

Hara da Coneeico Silva Pupo.
1) mingas da Silva Ferreira, Marcolino Jos
Pupe, Juvenal Soriapo Pape e JusC Lino Pupe,
gradecem a irmandadedo SanAseimo Sacramen-
to da matriz da lloi- Vista e todas as pessoas
que se dignarara acompanhar at o cemiteiio pu-
blico, os restos mortaes de sua presadissima irm
e mi Mara da Cunccicao Silva Pupe de novo
convidara os stus amigos- para oavirem ss missss
qae em tcneSo da alma da finida, mandam resar
na matriz da Boa Vista, as 8 horas da manha do
dia 26 do correare, 7- di i de teu fa 11< cimento, por
cujo acto de caridade antecipam os eus agrade-
cimeotoa.
Recife, 22 da Abril de 1887. _________
ilMiulllo Xavier Continuo
Manoel Antonio Rodrigues Piubeiro e sua mu-
lber, tendo recebido p r telegramma a infausta
noticia de haver fallecido no dia 20 do corrente,
no Maranho, seu sogro e pa, Ilypoiito Xivier
Coutmbo, mandam celebrar missas na matriz da
Bi a-Vista, s 8 horas da manb do da 26, stimo
do s. u fallecimeuto, e convidara para assistir a
rsse acto s p ssos de sua amizade ; pelo que se
C nt-saaro rieade j agrwdec'dng.
Viitiilr Iri rrira ua Sllvolta
D. Miria Leopolflina e seus filhos convidara a
seus parentes e amigos, para no da 27 do corren-
te, s 8 horas da manha, ouvir as missas que p alma de seu sempre li inbrado esposo e pai, man-
dam celebrar na m itrit de Palmares, e deade j
agradeeem a todos qu se dignaren) comparecer a
ea'* acto d** p'dadi. ^^^^
Pinho de Riga
MATHUES AUSTIN & C, receberam ultims-
menta um completo sortimento desta madeira,
como 6ejam : pranchoes e tabeas para assoalho,
da melhor qualidade e de diversas dimensdVs, e
que vendem por precos commodos, e reduzidos,
conforme os lotes ; no armazem do caes do Apolle
o. 51, ou 4 ra do ommcrcio n. 18, t- andar,
Guarda vestidos
Vcnde-sc 4 guarda
vestidos novos, de a-
marello; a tractor com
o agente Martins.
A' Florida
Una Duque de Caifas n loa
Chama se a attenco das Exmas. familias par
os pr. eos seguintes :
Ciatos a 1*000.
Luvaa de pellica por 2*500.
Luvas de seda cor granada a 24, 2*500 e 34
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 re. c
metro.
Alburia de 1*500, 3*, 3*, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvas de E acosa a pera menina, lisas e borda
das, a 8O0e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* una.
Plisss de 2 a 8 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Espartiloo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coefl oom inacripcSo.
Encbovaes para batizados'a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 rei
Capelia e veus para noivas
Suspeneorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de papel de cores a 200 ris
Estojos para crochel a 1$000 rs
Bico de cores i, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Leques transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Brozes a 3*000 1*0110 e 500 ris
Loques para menina a 200 ris.
Liona para machina a 8U0 ris a duzia, (CBK
Bordados com dois dedos de largura 600 ris
3 dedos SO ris, 4 dedos 1 *v!00.
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos branc.s para s -fineta, cretone e chita pa-
ra correr babadoa a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuos de chagrera, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8,000.
Meias de Escossia para senhoras, a!*500 o par.
Lencos de linhi em lindas caixas,
Bico das Ilhas muito fino proprio para toalbas
e saias.
dem japones proprio para alvas e requets e
toalbas de altar.
dem bramas com 5 dedos de largura, a 3*000
a p> ca com 40 varas.
Caixas com sortes de jogo de mgica proprios
para salao, a 5*000.
Sabonetes de diversss qaalioades.
Bolsas de eouro para menina de eseola.
Oollarinho de liobna ii 0 ris nm.
Grande peoiiinctta en espartiluos
de linbo a aooo. um.
BARBOSA & SAOXTS
Iqi bom negueio
Vende-se a posae ie kioeque da ra Nora o
p da ponte da Boa-Vu'a ; a tratar no mesmo.
,
da Abbadia de SOULAC (Gironde)
DOM MAGUEL0NNE, Prior
2 MEDALHAS EE OTJEO
Rruiell.iS 1880 LonJres 1881
is mais elevadas recompen88.
INVENTADO iMaiA Pelo Prior
so axeo Uf 0 PierreBOURSAUD
a USO qUOtidiano lio Elixir
xtentifricio dos RR. PP. Be-
nedictinos, com dose de algu-
mas gottas com agua, prevom
c cura acniio ilo> dente-;, em-i
blanquceos, foi t.ileieniloe tor-
nando as gengivas peicita-|
mente sailias.
u Prestamos um verdadeiro
servlco,as^gnalandoaosnossos
leitorcseslc'iitifi' i' utilissimo
prcparau, < mrlliov cura-
tivo c o uniro preservativo contra as
AffeccBes dentarias. >
c.i;..u luiu..t'i i em 1807
Agente C CTa~* I 11 M 3.llUE SCER1E, 3
Geral :9KUlllll BORDEAUX
Acha-se em todas as boas Perfumeras, Pharmaciat
e Drogaras.
m

PifflflMiniiHiiiii.iinTffimimiiMH
ANEMIA AS vbrbaiikikas CHLOROSE
PILULAS DE VALLET
SAO PRATEADAS
impreaao em preto r^rC osda
NAO
O aoms fALLET uupreaao em preto e'J^rC osda pilulav
A maior parta dos mdicos concordo con a Academia de medecina em que,
ellas merecern a preferencia que se Ibes da sobre os uniros ferruginosos.
Existem numerlas imitaces das
PlL.UaL.AU DE YLLET
Exigir em cada exremidade do fras-
eo um sillo impresso em gt atro grbs.
DBTS-CB
ASMG*ATra
^
Jacob, Pirte.
Venda na maior parte das pharmacias
MiilM,ii|ii,|iilii,ll,l|f|n.ii..i..lii.........|lialMlirnil,,iiii,i,iiilllinll,r,.,||,,||||
A REVOLUTO
0 48 ra Duque de Caxias
Chama a att-ncao dB Exmas. familias para ura explendido sortimento de -
zendas que vende por presos seru competencia.
E' bom verse para acredilar-se
Etamine de la com pa.mas de seda, lOjiOOO, a pega.
Cambraia bordada cora 10 jardas, 5^500, a dita.
GuarnicSes de reludilho bordadas a vidrilho, 7(5000, urna.
Lindas cachemiras broche, 1J500, o eovado.
Cbchemir88 de corea, 800 rs 1$000 e 1^200, o dito.
Daniasf de seda, 1^400, o dito.
Sctim Macan, 800 tb., Ir000 e 1*200, o dito.
Dito preto, l200 e l->400, 2(5000, o dito.
Gorgurioas de listricbas, 320 rs., o dito.
Setim damass, 320 rs o dito.
Lidas las de quadrinhos, 400 rs., o dito.
Di'as alpacas lavradas a seda, 320 rs., o difo.
Las com listrinhas de seda, 560 rs., o dito.
Ditas com bolinhas, 600 rs., o dte.
Fustao branco, fino, a 400, 440, 500 e 600 rs. o diti.
Cortes de cachemira para vestido, 20<$00, um.
Cretones escuros e claros, 240, 280, 320, 360 c 4 Algodao de duas larguras, 800 rs-, o metro.
Bramante de quatro larguras, l,o209, o dito.
Dito trancado de duas larg iras, 1I200, o metro.
Madapolao gema de Cvo, 65500, a per;a.
Cortinados bordados, 6J500, 7^000, 8^000 e 95000, o pr.
Colchas bordadas, 5000, 65000 e 7,000, urna
Ditas de crochet, 8000, urna.
GrinaHas com rico- veos, 105000, urna,
Leques de pao, pretos e de /ores, 500 rs., um.
Ditos de papel, novidadej 700 r3. e 15000, um.
Artigos para ...mieiis
Cortes de oasemira de cor para costura es, 255000 um.
Li'tos de dito de r para calca, 55, 6-S, 75, 85500, um.
Ditos de fustSo pru coleta. 15000. 15800 e 25500, um.
Ditos de la e si-da para colete, 65000, ura.
Casemiras de cores para 15600. 35000, 35OO c 4->00u, o eovado.
Dita diagonal e alrothoaJa, 25500, 45000, 55000 e 65000, o dito.
Dita Sedao, 258CO, o eovado.
Cheviots azul e preto, 10200 o 358C0, o eovado.
Grande sortimento era brins brancos e de ifi es, casinetas raoleskins, meias,
gravatas, .'.00508 e outros artigo3 que se lembrarao na preeenca dos fregn zes.

Henrique da Silva Moreira.

cniorosB, Anemia.Catharro pulmonar, Bronchtte chronica,
atharro da Bexiea, Phtisica, Tosse convulsa, Oyspepsia, Pati0-,
Peras sennaes, Catharros antigvs e complicados, etc.
Bnierard Dosle, 7, em VAJUXf ou BrtsclBaea ynarmaoUa.


hhb
EBM
nBBSBB
IHH7
L'TTERATuRI _
es
instituto Aretaeologle* e
graphlco Peraambucaao.
RELATORIO APRE3ESTAD0 PELO 1. SECRE-
TARIO DO INSTITUTO ARCHEOLCQICO E
QEOORAPHICO PEK5UMBUCAUO, HA SSSSXO
MAGNA ASMIVERSARIA DE 27 DE JANEIRO
DE 1887.
me auxiliar na confecco do respectivo riosas sobre as cousas

I
(ContinuacSo)
Alea d"ssa commissSe especial, a de
cootas e a de relami apreaentarara tam-
bera duraote o biennio, diversas (rabal h os
aobre assuraptos da int'rcsae e oaomico e
litterario, a respeito dos quaes turara ouvi-
das pelo Instituto.
A coraraasao de eontas, oroittio pare-
ceres aceica do3 balaneetes triniensaes e
dos orcaraentos feitos nos fina dos annos
de lb^5 e 1880 pelo thesouniro, regulan
do a receita e a despea dos annos vodou-
ros e cousultou sobro a deraonstracSo
presentada pelo Dr. Jis Hygino, relati-
vamente quantia que lhe foi cntr-gne
pelo Iuatituo e applicacao que llie deu
no descrop'-nho da aua coroniissSo Hol-
landa ; concluindo pela npprovayao de suas
cantas.
NSo menos valioso foi concurso, que
ncs prestou a comraissSo de redaccSo, ja-
prijauisando o pr jecto de Estatutos, pelos
quaes se rego-'a tualraene eatt Aasocia-
cSo/'j publicando, o anno passado, doua
nmeros da nossa Revista Triraensal.
Contera o prira-iro numero des*a org3o
do Instituto o relatorio de suas inves'.ig*
goes ms archivos de Haya, apresentado
pelo nosso consocio, Dr. Jos Hygino, na
sessSo de 9 de Maio, e os discursos de
abertura e eneerraroento daquella sessSo,
profer los pelo Exra. Cooselheiro Piulo
Jnior e pelo nosso eloquente orador.
A rapressSo aqu produzda pela leitu
ra do minucioso relatorio do nosso conso
ci, acceniuou se anda nas pelo ioteres-
se, com quo foi procurado osse numero da
Revista; sendo me grato annuuciar-vos,
na presente occaaiSo, as raaoifeatacoes de
apreco, que, ao receberera essa publicpcao
do Instituto, nos dirigiram as associacScs
litter^rias, os horaena de letras e a irapren-
sa jornalisca de alguraas Provincias.
Nao foi recebido com meno3 ioteresse o
segundo numero da Revista Triraensal, pu-
blicado o anno passado, o qual se recom
menda pela importancia das materias que
contm, pois, alcen dos Dilogos das
grandezas do Brasil, obra ebta attribuida
ao nosso primeiro poeta 8ento T-dxeira
Pinto, encerra as diversas traduecSes fei-
taa pelo Dr. Jos Hygino dos documentos
por elle copiados, nos archivos de Haya.
Apar das coramissoea de eontas e de re-
dac$ao. as seccoes de archeologia o histo
ra colonial, ltimamente creadas, erotti-
ram tambera pareceres, que foram appro-
vados pelo Instituto, a primeira acerca de
urna inscripcao em latim, encontrada na
igreja de No3?a 3;nhora ce Nazareth do
Cabo e a segunda sobre a Noticia dos
vnculos e capelos existentes nesta Provin-
cia, trabalho e*t'- bencomo a inscripto,
que nos fui offrt ido pelo nosso consocio,
o Sr. Dr. Ferrer de Araujo.
Apesar de nito serem prosperas as nos
bes finanzas, nenbuma alterarlo tea sof
frido o Instituto no seu movimento econ-
mico, grajas ao zelo e actividade do nosso
thesourcira, e Sr comroendador Antonio
Gomes de Miranda Leal.
A bibliotheca, o archivo e o museu, que
se achara sob a rninha direccSo, passaru
agora a funocionar n'uraa sala mais vasta,
com a remocSo do pluvimetro, quo occu-
pava ura dos compartimentos da sala im-
mediata.
Kesentindo-se a bibliotheca da falta de
estantes para accommodar o grande nume-
ro de livros, que lhe tra sico offerecidos,
OU que forarn adquiridos por compra, man
dou o Instituto fazer outras com o mate-
rial, que para ellas forneceu o nuseo prea-
timoso consocio Dr. Jos Hygino.
Devemos solicitude do Io vice-preai-
dento desta assoc:acSo, o Sr. desembarga-
dor Adelno, urna relacSo das obras c ops-
culos que possuimos, relajSo
que ni ni t a
catalogo.
Durante o biennio foi a noss bibliotheca
enriquecida por ofertas de inextraa*el va
lor histrico, geographico e ethnograpb-
co, o que p5s em evidencia o intoresse
que desperta a nossa associaySo, tanto no
paiz como no estrangeiro.
Alm dos Anmei do Parlamento, que
nos leraetteu a secretaria da Caraar 'ios
Seohores Diputados, e dos Boletins e Re-
vistas, com que nos presenterara as So
ciedadea de Geographia ,do Rio de Janeiro
e de Lisboa o o Instituto Histrico (leo-
grphioo e Ethnogripbi.-o Brasilairo, que
tambera nos enviou o 1 tomo das PiMi-
caqdes do Archivo Publico do Imperio, do
qnal digno director o socio benemrito
Dr. Joaquim Portolla, cumpre-rae destacar
algunas ofTurtas, com que distiactos ca
valheiros penhorarara a gratil.lo dj Insti-
tuto.
Figura Oitre esas a que nos fez o ex
presidente do Amazonas Dr. Jos Jansen
Farreira Jnior, da importa'nte obra de S.
Aona Ncry, intitulada Le Pays des Ama-
zones e de cuja coraposicSo lora file in-
cumbido pela A&sembla d'aquella pro-
vincia.
* Quem nSo entrou ainla nesse mundo
novo, diz o Ilustrado Dr. FrankUa Tavora,
onde ao hoincm, qus pela priraeira vez
oella penetra se afigura n5o ter sido pre-
ced lo por ura uoico s* quer de scus se-
nielliantes, onde ha leguas o leguas, que
anda nao foram pisadas por homem civi-
sado c onlc ha riis que s a canoa do
indio tero fecdido, nSo podo formar i ia
dessa esplendida raaravilha.
R-^onhocendo essa variado es'revcu
Sant'Aona Nery, ura lvro completo sobre
a rogiSo Amizonica, poia, ao passo qua os.
deraais eairiptores que o precederam, se
tera limitado a ura pouto -rnente ; o na
turalsta, part -ularidad: da flira o da
fauna, o geographo aos dados topographi-
cos, o coraratrjiante aos ph ;ao nenos da
produejao, o hornera de lettras ao pittoresjo
das daecripjSes, o aitr do Paiz da3
Amazonas, como ello prnpiio conf-ssa, os-
tu loa essa r>'giSo debaixo de todos os pon-
tos de visti, e era sua harraoniosa unida
de; e *depois de La Coadamina e Hura-
bo d, da Gastelnaa e Agassig, de Cout-
nho e Barbosa Ro Irigues, disse em un s
volume o qu3 clles disserarn era rauitos,
stscitou energias, infliraju coragens ira-
primiu a resolucSo do ver o colonisar o
aais b.llo, o rasis rico, mais frtil paiz do
raundo, o paiz do caoutcliouc, o EI-D?rado
legendario, as trras virgens que esperam
a sement da civilisacSo.
Merece tambera menino especial uraa
obra sobre a Provincia do Espirito Santo,
que nos t'ii ofTreciia pelo seu autor o Sr
Bazilio Carvalho Demon.
Escripta, as duas priraciras partes, no
estyli da Synopse de Abreu e Lima, das Da
tas Cdcbres do nosso consocio Jo de Vas-
concellos e di-.s Ephemerides tfacionaes de
Teixera de Mello, recomraenda-se o lvro
do Sr. Carvalho Demon nao s por so
acharem ah consignados da por dia to-
dos os aconte simentos, de que tara sido
theatro aquelh Provincia, o qui sao por
elle apreciados luz do. crtica, como por
conter aa terceira e ulti-m parto urna des-
cripySo topographioa, qae nada deix a de-
8-jar com rela^ao i geographia da Provn-
ola do Espirito Santo.
Presenteounos o orulito Sr. Jo5o Ca-
pristano de Abreu oora um intressante
opus ulo, por elle editado, Bob o titulo :
InformaqZes e fragmentos histricos do Pa-
dre Jos de Anchieta.
Vendo no caUlogo da bibliotheca publi-
ca ntrense a mencao da manuscriptos
anonyrnos relativos ao Brasil e ao* Jesu-
tas, obturo copia dos mesmoJ o Sr. Ca-
pistrano de Abreu, qm verifi:ou s ter
si lu um ioiles publicado m Revistad o In-
stituto Histrico da Corte.
D pois de um estudo cons^iensioso, che-
gou o douto professor a conc-lusao de to-
rera por autor o celebre Padre Jos de
Anchinta
Publicando-os, priraeiraraento no Eiaric
Oficial, rcunu depois no folheto, que nos
otlurcceu, os referidos manuscriptos. que
conten noticias prec;.vis, variadas e cu-
suitas, fornecendo, sobrotudo, elementos
para se escrever a nossa historia moral.
Prestou, portanto, o Sr. Capistrano de
Abreu um valioso servifo s nossas lettras,
j salvando do esqueei nonto esses thesou-
ros de ioformacSss e noticias, que se acha-
vam inditos, j acompanhando-os de pre-
ciosas notas sobre diversos pontos, quo
elle discute, j raivin licando um lugar en-
tre os ihrun8tas do Brasil para o veneran-
do Jos de Anchieti, o apostlo, a quera
se poderi* applicar o pertrant beneficien-
do, o cathequ'st*, para quem a brandura
era urna torca, o missionaro, que entre os
selvagons roalisava o pensaraento de Los-
sires, ctalo por ura seu biographo da
que um cenobita vale mais jue um exercito
contra anthropophagos. ,
O nosso consocio o Sr. major Cintra re-
metteu-nos da corte uraa numerosa collec-
gao de livros e folhetos sobre historia, geo-
graphia, commercio o industria do paiz ; o
Sr. Doserab -rgador A lelino obsequiou nos
com diversos rolatorios da Presidencia do
Piauhy e alguiis voluraes da rollecgao de
leis desta Provincia e o Sr. Conselheiro Dr.
Pinto Jnior cora a traduc$o do lvro de
Ferdiuanl Denis, intitlale o Brazil.
Recebemos do sabio arebooj-go portuguez,
c hoja nosso consocio, Estacio da Veiga,
o riquiisi.no presenta das obras que tera
publicado sobra a scancia de sua predila :
cao, :is quaes slo ornadas de curiosissi-
mas gravuras.
Nao obitaote d^izarera do oceuparse do
Brasil, co ntudo, versando sobra archeolo-
gia, objocto prin tipd dos estulos, a quo
nes dedicarnos, sao digoas de figuraren! era
nosahB estantes as Antiguidad 8 de Mafra,
a Memoria das anti^uidades de Mertola o
a Carta archeologica do Algiroe.
Dstinguera se, pela sua importancia,
entro os livros adquiridos por compra para
a noss* bibliothsca, o Diccionario Univer-
sal de Historia Natund por D'Orbigny,
o qud Ilustra Jo de finissimas estampas
coloridas, represntenlo 03 tra reinos da
oatureza ; e os cooto e vinte nove volu-
mes entro livros e folhetos, qua couprou
na Europa o Dr. Jos Hygino e da maior
parte dos quaos, havenlo nos sido remet-
tidos de Lmiras em D-z^mbro do 1884,
tive oceusiao de oceupar-me no meu rela-
torio da Janeiro de 18-J5.
Dentre, porra, 03 que nos trouxe ulti-
maraonte da Hullanda o no3so consocio,
destaca se ura pr.-craso Atlas, contando 57
rappas raanusjriptos de varias* capitanas
do Brasil e do todo o littoral, desdo o rio
da Prata at o cabo da Nassau, atlas este
que encerra tudo quanto ns UolUnd-zes
conheciain a cerca da geographia do nosso
paiz, e que o Dr. Hygino coraprou ao suc-
cessor de Fre leriao Muller, livreiro de
Amstcrdam.
(Contina.)
FOLHETIM
JOSLARONZA
OSEGREDODEDANIEL
POR
JLES DEGASTVNE
Prlmelra parte
{Continuac&o)
V
O miseravel a quem o
terror tinha ti-
0 sangue quente inunlou-llio as m5os
a o pe te.
) banqueiro nao dava signaos de vida I
Daniel, horrorisado, fra de si, ponsou
immodiatamente na raulber e nos filhos,
que o mu crirae ia deshonrar.
Asassno, elle !
Estou perdido !
Ficou alguns segundos como que petri-
ficado, dopg8 o olnar illuminou-sc-lhe.
NSo saberSo nada.' Ninguem saber
cousa alguma. Nlo lhes eacrevi... Jul-
gara-me morco... Como fiz bem espa-
rar !.. .
E, dominado por esti idea, prociptou-
se para fora do g ibinete,
Vimos o que depo3 se passou. Coma o
desgracado foi preso, conduzido no meio
d traa multidSo furiosa, que erae9*va
reduziro a postas, julgando, na sua igno-
rancia de multidSo, fazer am acto de jus-
tica.
A noticia do c&m do boulevard Sebas
topol, como chamavam oa jornaes ao as-
sassinato d) Sr. Koustan, encheu Pariz de
pasiou e quasi de tern r.
Eise assassio.ito commettido s quatro
horas da tarde, em urna casa cheia de gra-
te, em urna das ras mais frequentadas da
capital, denotava no seu autor naudita au-
dacia. Os jornaes nSo fallavam de outra
cousa. Estava tudo esquecido: cmara
onda se dsbatiara importantes questo'.s, o
grand prix, que estava prximo.
Todos se preoecupavam com o rayterio-
so assassino do director do Banco dos Dous
Mundos, porque, o que augraentava anda
mais o interesso goral, o que extava a
curiosidade publica, "era a attitude tomada
desde principio pelo criminoso, as trevas
que o cercavam.
Corno tinha enrgicamente afumado no
interrogatorio sura naro que lhe fez o cora-
missario de pjlicia, elle nada havia revel-
lado ; nem o seu nome, nem a origem, era
o roo val do crime. Para tola a gente tsse
novel era o roubo. Nunca se tinha visto o
individuo em casa do Sr. Roustan. Nin-
guem condeca inimigos do banqueiro. Os
negocios da Banco dos Dous Mundos
eram prsperos A casa havia emitt-
do apenas dous milho'es, que foram ira-
mediatamente tomados. Nenhm accionis-
ta tinha razao de queixa do banqueiro. Para
que havism de assassinal-o, aenao para
roubir?
Todos os das o juiz de instraccSo man-
dava chamar o desconheoido, e todos os
dias o desconhecido lhe dava as mesmas
respostas.
NSo 8-iber nada !...
Por que ?
Porque nSo quero fallar.
Porque um reincidente e tem medo
que o seu pissado aggrave o seu presente.
NSo sou reincidente.
Por que assassinou o Sr. Roustan T
Se lhe dissese o movel que me fez
sgir, teria de dizer-lhe quem aou.
Porque o mtou para roubar o nao
quer confessar I...
NSo sou ladrSo 1
Parece ser um homem intelligente...
Recebeu urna certa edneaelo, devia cora-
prehender que aggrava singularmente a
sua posi^So.
F.icara de mm o que quizerem !
O magistrado desanimado mandou le-
var o criminoso.
Todas as audiencias se passavam da mes-
ma muneira.
A phutegraphia do assassino, os seas
eignaes t'o ara remanidos, aera resultado,
POR
JACQUES DU FLOT .E PEDRO MAEL
NK(. I \lt l P4RTE
O PIRATA
(CoQtinuac&o do n. 91 )
II
I/uronza, sera duvida, ainda centava
com a boa estrella.
Tinha razao para Uso. Vai ver.
Apresentaram ni'o.
Elle estava pallido, sabia qul a sorta
que o espera va.
Era re. 1 n ;nte pana sacrificar um ho-
mem daqu- lies. Mas a le l estava ; ella
dura, mas justa. Eu o teria mandudo
pendurar sem d nem piedade. Entretan-
to, que ra^rinheiro Mais de sois ps de
altura, membros de atbieta, cara intelli-
gente, seria at bonita, sa nSo fosse o olhar
de falso. Esse patife fallava irancez corao
nos, porque respondeu mioba primeira
pergunta.
Sabes o que te espera ?
Sei.
Tratante I disse eu, um Francez
que ataca es aeus irmSos ? Nao mereces
coaopaixSo.
NSo sou Francs.
Ests mentindo.
Nao icinto. Sou Hetpanhol.
-Depressa. Nio tenbo terapo a per-
der. Como (a chamas ?
Jos Laronaa.
Esse nome eou-rao aos ouvidos como o
tro vio. Que record a^M-.s daspnrtuu I M u
pai, o tenente Yvan de Treguern, grave-
mente ferido era Trafalgar, deixado por
morto no convez da sua corveta qus ia a
piqun, atravessdo por dezoito balas, foi
salvo por ura marinheiro da esquadra hes-
panhola, .illiada nossa na luta terrivel
sustentada contra Nelon. Aquello mri-
uheiro tinha o mesrao nome que esae pira-
ta : chamava-se, corao elln, Jos Ltronza.
E eu, o filho do official salvo, era cha-
mado a julgar, a condemnar e a executsr
o filho do seu salvador.
Ura combate terrivel travou-sc na miaba
alma. A gratdSo peh beneficio lutava
cora o horror do crirae. Pensei que tai-
vez nSo houveeae senSo um semalhanja
singular de nomes. Afinal do eontas, os
homonymoa b2o frequBnte! n^ lingua har-
mooi'jsa da pennsula. Talvez nSo hou-
vesse nenhuiua relacSo entre esse bandido
e o leal soldado de 1805.
Todava, o sentimento era violento de
mais. NiJo pude resistir necessidade de
dissipar as minbas duviia?.
Oave, dissi et so miseravel. Tu te
chamas Jos Laronza. A tua aorta de-
pende da franqueza das tuas decLrago^a.
Responde s perguntas que te vou dirigir.
Elle sorriu deadenhosameotc
Que perguntas ? J no sabe quanto
basta? Eu disso-!he o raeu nome: sou pi-
rata. Perd a parada. Eufirque-mo.
NSo 1 respond; isso nSo tudo.
Oissesta que eras hespanhol ?
Sim e ropito. Mas viv muito tera-
po ora Franja. L4 tive carta de capitSo
de.longo curso.
Essa s dada a Francezea.
S?in duvida. Mas, alm de ter as-
c lo era Franja, o quo me daa a opjao
da nacionalidade aos vinte e um annos, eu
tinha ciir-i'os, que herdei de meu pai.
O meu eoracAo palpittva de angustia.
N.io rae tnh eogmado. O suor inolha-
va-me a fronte.
QuedireitosT pergunlei eu em voz
alterada.
O priaioneiro franzio testa.
Quo lhe importa >sso ? NSo goato de
fallar nesais cousas.
Pelo contrario, importa muito. O teu
dnstioo depende do que vais diser.
Ah I di69 elle cora incredulidade.
Man iei afastar miaa gnte e tquei s
com o pirata. Eotao rciterci a mintia per-
gunta.
rado as torgas, deu duas ou tres voltas, para toda parto. To^.aa as historias inven-
levado pelo impulso, e foi cahir, com todo tadas foram reennhecidas eomo falsas. O
mysterio que cercava o assassino pareca
tornarse mais denso, com todas aquellas
pretendidas r veLgSes publicadas pela m-
prensa. Aqu-lle myaterio irrita va violen-
tamente a opiniSo publica. Desiguavam o
criminoso pelo oras de o desconhecido,
e todos oa dias o boulevard via surgirm
novas folhas noticiando descobertaa a res-
peito do desconhecido o nome do desconhe
cido.os mysterios do desconhecido etc., etc.'
Untas proraessas Ilusorias, quantas aa de-
tel-o-hoi cepvSes para a curiosidade dos compradores
O deiconhecido contnuava desconhecido. Re-
tardou-se o seu julgamento na esperaojade
o peso do corpo, no ngulo da charain.
D .niel, que sa diriga para a porta, vol-
tou para traz, aterrortsado.
Viu o seu autigo amigo cabido, inanima-
do. Soltou uraa exclarnacao involuntaria e
correu*para elle.
Roustan tinba a cabnca rachada. NSo
tinha soltado um grito, nem feito um rao
vimento.
Daniel snntio oa cebello8 levantarem-se-
Ihe na eabeca,
Meu Deus! exdamou ell ,
matado ?
T.ntou levantal-o.
Que direitoa tinha teu pai ?
Elle respondeu sem hesitar :
Meu pai servio debaixo das ordenado
almirante Gravina. Um decreto do impe-
rador conceteu, era 1806, o direito de na-
cionalidate francez i aos hespanhes que
aobrevivern ao desastre di Trafalgar.
Bem, o teu pai ohamava-ae?
Como eu, Jos L tronza.
Eu trema. O bandido percebia a rni-
nha perturbacSo sem saber-lhe a causa.
Sab is o meu nome ?
Elle sorriu.
Como quer que eu o saiba ?
Entilo uSo hesitei mais. -ra evidente
quo esse homem nSo mentia.
Ouv-, dissc-lhe eu, ee eu te perdoas-
sp, renunciaras essa vida de aventurei-
ro'?
O seu olbar falso tornou-se diablico.
TraUrei diaao. Ha de aer difiS '1.
Bem / Nao te imponho condicSes.
Podes com urna faca cortar essaa cordaa, e
nadas bastante paia chegar trra ?
Encarou-me com prazer indizivel. Kar
Nicobar estava a seis railhaa de distancia.
O mar estava calmo, a la bnlhava.
Respondeu, simplesmente :
Sim.
Ha tubarins.
Tornou a aorrir.
Eu os conhejo. Tanto peior para
elles. D-raais, a mareta ahi vem.
Era verdade, j imprima ao Jean Bart
algum movimento.
EntSo, eu disse lhe sto :
Jos Laronza, teu pai sal vou o meu
em Trafalgar. Eu rae chamo JoSo de Tre
gero. PerdSo te. Mas preciso que a
justica si'ja respeitada.
Vio te amarrar de ps e mSos e atirar-
te ao mar. Comprehendeste ?
Sim, respondeu elle co n voz profun-
da. Origado I
Dei lbe a mioba faca.
Toma isto e Daus te pordOa. Mas
lerabra te que a m>nha divida est paga e
que eu nunca pago duas vezes.
NSo eaqueuerei.
EntSo chamei os rnarinheiros.
Amarrara este homem, ordenei eu, e
atrem-o p"la borda fra !
O bandido fingi resistir, mas a or lera
foi executoda com urna rapidez fulminante.
Eu vi o miseravel afundar em Uraa va-
saber se alguma ceusa ; mas, quando bfinal
ao con vencerara de que nadasaberiam,man-
daram do ao jury,npezar do seu unouyraato.
Tinha derramado sangue, devia ser punido
NSo procuraremos .pintar a physionomia
do palacio da jusiiga, no dia era que che
gou finalmente essa proceeso de sensago.
Todos os corredores estavara repletos, pelo
pateo nSo s*e poda transitar desde pela mi
tilia, e o povo enchia as ras adjaceotes
Ura certo reviramento se havia operado no
publico desdo alguns dias. A attitude digoa,
sera basofia, do assassino, a respeito do
qual alguns jornaes bavbm publicado ar-
tigos qufcsi sympathicos. deixaodo entre-
ver que havia ura segredo que elle defen-
da com uraa -energa rara, fallando da
sua educacSo, de uraa familia honrada a
quera talvez quizessa poupar a vprgonha
do seu crirae, tinha feito iropressao na mul-
tidSo. Comejava se a fan-jar naquello dra-
ma alguna cousa do extraordinario, em
favor do aecusado. Chegou se a fallar da
crueldade da vi tima e da sua m f...
qcera sabe-se nSo foi ella quein havia en-
gaado, provocado aquelle crime pelos
seus actos ?
O dcsconbocido tinha-a ferdo era um
momento de cdpra, depois, reflsctindo no
horror da posjao, recusou fallar pira sal
var ura irraSo, uraa mSi talvez, a quem a
noticia do crime de aeu ir.ua > ou de s^u
filho ira matar do vergonha. Dizia se raes
mo quo havia nisso utna historia do rau-
lher, urna vingan$a de marido ultrajado.
Havia urna cousa certa, era que o as-
sassino nSo tinha rouba lo nem tenta o
roubar, toodo entretanto s iranias enormes
ao bou alcauce. O cotr' tinha silo eucon-
trado aberto-. Ah havia em tudo isso al-
guma cousu extraordinaria que os debatps
iam desvendar. Tal era naquella raanhS o
sentiioeuto de urna parte o publico aecu-
mulado no vestbulo. Todas as conversa
c5es gira vara em torno deste eixo. a atro-
cidade do crirae tiuha desapparecido. !-)-
8ej avara ver o assassino desculpar-se, de-
fender se.
A presjna do desconhecido, longo de
dissip-ir essa boa impresaSo, fel a augmen-
tar anda tu is.
NSo tinha o aspecto de um criminoso.
Pallido corao um christo da nnrfim,
cora es olhos verraelhos, porera meigos, a
physionomia do assassino denotava mais
soffrimente que crueldade ou cynismo.
Pareca acbruohado, eamagalo sob o
peso de urna fatalidade i^aia forte que
elle.
A su i attitude ora corracta, o sen pa.-
so digno.
Ao entrar na sala, todos os olhares se
xarara nelie, c os seus olhos se fecharam,
intimidados.
Ura calafro percorreu-lhe todo o corpo.
O rosto tornou se mais pallido anda, se
possivel.
Via se que um grande medo pesava so
bre elle : nSo poror o medo de castigo,
era mel deque bouvesse naquelle publico
algusra que se lembrasse dalla e o reco
uhecesae.
Ura rilencio profundo fez se instinctiva-
mente na multidSo, apertada entre as pa-
redes do pateo, como vagas entre roe Le-
dos.
E quando a voz do prasidente, grave,
um pouco cora-aovida, aa levantou, o si
lencio tornou se tSo grande que parecib.
abafar todo o rumor, todos os murmurios
que vinham de fra.
L'-vaate-se, disse elle ao aecusade.
Este lavantou-ae dcilmente. A ana es
tatura era regular, de boa apparencia.
Ach rara ltie distinccSo no rosto. Con-
serva va os olhos baixos, como 8 os raios
dos olhares da multidSo o tivesse offua-
cado.
Est decidido boje a dizer-nos o seu
nome ?
O de8conheaido te ve ura estreraeciinen-
to febril.
NSo, senhor, responden elle cora fir-
meza.
R-fiicta bem as cunsequencus da
sua obstnacSo.
J ruflecti.
E deixou-se cahir no banco entre os
guardas municipaes que o cercavam
saber-se
ga. Um enorme tubarSo sppareoeu na es-
teira do aviso. Depois nSo vi mais nada.
A la desappareceu coberta por urna du-
vem. Urna angustia apertou me o cosa-
gao.
Teria eu realmente pago a rninha divi-
da de g'rati |So *
Treguern parou.
Estava cominovido cora a lembraog do
drama.
Eis a historia, meu caro doutor. En-
tSo, que opioiSo faz de mira ?
Arband tinha lagrimas nos olhos.
Essa sua pergunta nio seria, meu
amigo. Eu nSo posto seaSo a mirar urna
generosidade tSo mal succodida.
fi accrescentou:
Agora coraprekendo porque o pirata
evitou tSo lestamPDte segunda entrevista,
sem meamo reaponder ao meu tiro.
Oh 1 comprehende que nada me te-
ria impedido de o mandar enforear.
Os dous mojos levantaramse e tomaram
o caminho da cidade. Cercava os am si-
lencio cheio de raedtac5 ;s. Caminharam
ao lado um do outro, entregue s suas re-
flexte.
JoSo foi o primeiro a reatar a can-
vera-.
Entretanto, que destino singular o
deste pirata Hespanhol, por nascimento,
trancez por educacSo, filho de um bravo,
dotado d vantageos physicas e iutellec-
tuaes, mui.ido do ura titulo que lhe garan-
ta urna carreira honrosa, a que paixSo
sombria ou srdida suecurabio elle para
chegar a case degro de infamia.
E nterrompendo-sa :
Os s-nhures mdicos aSo mais ou me
nos criminosos. Acreditara em certas ir-
responsabilidades moraes que explicaran
os criraes mais abjactos ?
Arband banou a cabeca.
Nio, disse ella, cm principio neg
A experiencia nada da concluiente forne-
ceu em favor da thaoria.
A velba moral sempre tem razao contra
as explicabas mais ou menoa subtis do*
partiiarios da inconsciencia.
__ Ah l tornou Treguern, multas cou
saa se comprehendem la da verdade
Esses bandidos, osses foragidos d^ civili-
safio, leva o urna vida cheia de perigos, e
porisso mesrao cheia de emoco s violen-
tas, tiles a arriscara todos os dias em
Coraecoa a litara do procesao
Era urna carracho singla, exacta, do
crime. Oetalhes cruis, postos em salieu-
cias, causaram calafrios na asaembla, mo-
llificando por am moni rato as dispoaigoes
do publico.
Depois da narra;So do assassinato, vi-
nha a d s-ripjSo dos esforjos ompregados
pela justica para verificar a identi lado do
clpalo, esf ir^os que nSo derara resultado.
O presidente mandou levantar o aecusa-
do outra vez.
A 7 de junho ultimo, coraegou elle,
em hornera entrou na casa bancaria do
boulevard Sebastopol. Perguu'.ou pelo Sr.
Roustan. O criado, a quera se dirigi,
raaniou-o p ra o primeiro andar, ondo ere
o gabinete do banqueiro. Ah dirigi-so a
ura outro criado, que o levou, pouco de-
pon, presenta do Sr. Roustan.
Esse homem era o aecusado ?
Sim, senhor.
Conheca.0 Sr. Roustan?
Con he ca. N
Assira ; dppois de lhe t3r dito o
senhor a principio o Sr. Roustan tratou-0
por tu, quando o aecusado lhe disse : NSo
rao recouheees ?
E' exacto.
Era amigo do Sr. Roustan ?
- Fui.
Ha quanto tempe o conhecia T
NSo pos8o dizer,
Corao.o coohcceu T
NSo digo.
Estava brigado cora elle?
NSo.
la talvoz pedir-lho urna explicagao ?
Talvez.
Tiverara uraa altorcajSo ?
Talvez.
Elle devia-Ibo dinheiro ?
Nao posso responder.
Entretanto, importante
para sua defeza.
NSo quero defender-rae. O que que-
ro acabar cora isto qu-.mto antes, para
por termo a este ruido quo se faz em
torno de mm, e para deaapparecer.
Tem grande inter.sse em nSo ser re-
conhecido ?
Muito grande.
E' do boa familia ?
NS) posso responder.
Como commettou o crime ?
O aecuaado ficou calado.
De que instrumento sa servio ?
NSo tinha nanhura instrumento.
Na cubera da victima havia um fe
rimento, qno pareca ter sido teito com
urna fa-a.
Nao tinha faca.
Effectivamenta nSo se encontrou ne-
nhuraa faca. Tentou a principio estrangu-
lar a victima? No poscogo os sigoaes dos
dedos eram visiveis...
E' verdade, agarrei-o pela gargan-
ta...
Porque?
Tivoraos uraa discussSo.
A proposito de que ?
Pego licenQa para nSo responder.
O Sr. Roustan era seu prente ?
NSo.
Elle tinha conheciraento cora sua mu
lher, corao sa disse, c seria para vingar a
sua honra ?
Tudo isso flso. .. Minha mulher
urna mulher honrada e digua.
Ella sabe que est aqui acensada da
um crirae capital ?
NSo sabo o que feito de mim.
Ha muito que a deixou ?
s" Ha muito.
Contina a sustentar que foi em um
momento de colera que matou o Sr. Rous-
tan ?
Contino.
Podo proval o ?
NSo, porqne seria preciso entrar en
rauuden:ias quo nSo posso revelar...
E' que nao pode fornecer provas.
Talvaz.
Pode-se julgar qua tinha iotencSo
de roubar o Sr. Roustan.
Podora julgar o que

i
um la neo de dados ; elles a disputam aos
elementos, s fras, aos humeas. Em re-
belliSo contra o mundo, obligara a socie-
dade a curvar-se s suas leis, leis de T*
liSo. Os 8 us antros regurgitara de curo :
ton eacravos que oa aorvein nos sena ea-
conderijos trysteriosos, hareas cheios de
raulherea braocas oa de cor, arrancadas s
familias em lagrimas o que os cheles entre-
gara profanadas aos desejos da soldadesca,
uepois de satisfazor a sua concupiscencia
i no inunda.
Davraa ? exclaraou Maximiliano.
O official fes um geato de duvida.
Ao menoa o que dizera os indige-
oaa. Alguna dos'nossos rnarinheiros cor-
roborara esses ditos. Olhe. Eis o que
rae acontecen:
Quo foi?
Pouligoen, de quem fallamos ha pou-
co, no dia immediato ao combate, foi ater-
ra. Est claro que foi a, o valante gi-
gante qui A aua ausencia durou duas
horas. Quando voltou estava coberto de
arranhaduras e trazia um prate volumoso
embaixo do braco.
Como eu lhe perguntasse severamente
quem o tinha posto nesse estado :
Sr. coa)mandante, responden elle, nSo
se zangue. Eu quiz saber corao esses cSes
aninhavam 8P. Dei com uraa porcSo de
mulheres que me arranharara assira, o eu
cora muita difficuMade pude desenveoci-
lhar-me dallas. Havia urna que estaba
tuorta, uraa baila rapariga, palavra, bran
ca, com du*s pobres crianzas que chora-
vam -*obre o corpo. Apanhei os pequerru-
hoa e aqui lh'os trago.
E cora cuidado pouca habitual sua ua-
turesa ru le, | 5z o paooto no convez.
T'-us um bou coro I disse-lhe eu
uiuico co uraovi lo.
Esse anioul liu ia atado s costas em
um cob-rtor de la dous nenes ador a vea,
Juaa crianjas apparentemente inglezas, g-
meos, do dez ou onza 'eses. O s-nhor
saba que aSo tamos amas de leite a bordo,
por isso deix i-os em Poadiohery entregaos
s nossas bdrairaveis iroSs de cariiade.
Arband interrorapeu:
E o senhar uSo visitn a ilha ?
NSo tive tempo. Entretanto volta-
mos costa e encontramos u na villa in-
cendiada e deserta. A trra estava rovol
vida de fresco, fichara enterrado all urnas
quizar.
(Contina).

quinza mulhares o crianzas, quo os bandi-
dos tinham assassinalo para apagar todo o*
vestigio da sua paasagem. Nesse numero
ostava o corpo da pobre ingleza, ella mes-
ma, um* cri mea de dezeaete annos.
Maximliino nao pole conter uraa ex-
rftlM>l|sTll
Oh I que monstros !
JoSo respondeu gravemente ;
Sim, que monstros 1 Lamentei ter ai-
do clemente, foi Lironza, aera duuida, qua
ordenou essa matanca.
Mas, entSo, tornou o doutor, esse
tratante tSo universal, quanto desconhe-
cido ? Vai livrementa Europa, pois, co-
mo j lhe dase, foi ero Franja quo elle co-
nheceu e aeduzio a menina Clanos.
Treguern nSo pareceu admirado.
Que ha nisso para admirar ? NSo 6
na Europa que ell exefee as suas depre-
dac3-8 Somos nos que devemos denun-
oial-o, a tres mil leguas de distancia ?
Alm diaao nSo o conheciamos antes de en
ccotral-o. .
Eu mesmo conbego-o t3o pouco, disse
Maximiliano, que no pude distinguir aa
suas feijOes quando nos encontramos.
Est vendo. Eu outra cousa, eu
o reconheceria entre doz mil e Poulignen
tambem. Mas que poderiamos n3 f.zer?
Se d na cabeca ao Sr. Lsronza, chefe do
piratas no Pacifico, visitar incgnito a
Franja, a Inglaterra ou a Italia, sob o as-
pecto de ura g'Dtiemau '-reapeitavol ou de
um landlord honrado, nSo ser a nos, por
certo, oua ella ha de confiar os nomes e os
ttulos destinados a figurar no sou cartSo
de visita.
Isso evidente disse Arband rin-
do.
De modo que, rara caro doutor, coa-
tinuiu Troguem, se nSo houver 3lguraaoc-
curren i exvtep doaal, nSo provavel que
encontremos esso psrsonagm em um wa-
gn d primeira claase ou n'una esquina
le Pariz. Tudo, pelo contrario, rae faz crer
que n.d.4 mais teujs 30n essa L.ronaa-
Tainbam nao ioto nada.
Maximiliano-estava de nevo naergulhado
aa saa me litaySo. .
O sol atufava-se rpidamente no horizon-
te de oeste. M.is uraa hora e seria noito
fechada.
(Continuarse hf y
T/p. do Diario ra Uaqae de Caiiaa o. a
!

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ILEBtVEl