Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18669

Full Text
O LIIJI MDMfiBO 83
PARA A CAPITAL E LIGARE* OWK SO B PACA POjaTli
Por (r.'s mez's adiantados............... 60000
Por s s Hitos i era.......... ...... 120000
Por um anno dem................. 23(5000
Cada numero avulso, do mes-no d............. ylOO
24 DE ABBIL DE 1881

PARA DENTRO E PORA DA PROTEfCIA
Por seis mczes adiantados............ .-'
Por nove ditos idem. .............
Por um anno idem................
Cada numero avulso, d dias anteriores..........
134500
200000
270100
0100
I

*
i
II
-
Ikopriefcafc* t>* Jtlanoel Jigudroa be.Jaria i S\os
Os *4-s. Amo J -Via ae t C.
dta Par, ni i o agentes
exclusivos de annuncios e pu-
blicacdos n ffVaa^a e Ingla-
terru
TELSGRAMMS
17150 n mmi saus
(Especial para o Diario)
PARS. 23 de Abril.
Soldados prulauoM prenderam
iem moilvoN na froatelra o Sr. Ni-ii -
noebel cummisiarlo francs na ea-
laco do camlnlio de ferro de l'nsuy
(departamento de Meorlke e Moael
le). Om oldado* condazlram o Sr.
Scbnoebel para a prlno de Meta.
O presidente do coaielno de minia
tros de Franca pedio expllcac6en a
Berllm.
i O inqncrifo J comecado Oca de-
conbecldodo pabllco. Bata Inciden -
que servein para aecumuiar quantida es conside-
ra veia de electricidade cm auperficii-a relativamen-
te pequeas. Os condensadores constara de duas
superficies, boas conductoras separadas por urna
lamina soladora, que pode ser o ar. Suppouha-
mos dous discos, um dos quaes est em comiauni-
caco com o solo, a o ontro em commuoicacSo com
a machina elctrica, ambos collocados verticil
mente, em fnnte um do outr'. E'etricidade posi-
tiva da machiua e>palbar-se-ha no segando disco
e decomporo fiuido neutro primeiio, aecumu-
landc-se na superficie interior o fluido negativo, e
exgottundo-te para o solo o positivo.
Ora, como a eiectriciiade negativa, accamulada
no primeiro disco, leage sobre a electricidade po-
sitiva do disco que tem communicacao o.n a ma-
china, o fluido deste deixa de estar igualmente
dit-tnbnido pelas snas duas superficies, e acentu-
la se em maior quautidade na face interior (isto
na que olha para o outro disco) : a face exterior,
Para operarmos a descarga lenta, tocarem >s com
te et eauando ama certa emocao o de(U no digco c^egad,, de luido positivo : pro-
ein Tranca. dusir-se-ba um taisca e exgottar se-ba para o solo
i a quautidade do fluido que esta va accu mulada na
1 face exterior deste ditco. Tocaremos depois no
Agencia Hayas, liial om Pernaxubuoo,; daco carregado de fluido negativo, e assim suc-
23 do Abril de 1887.
NSTRDCCO POPULAR
ELECTRICIDADE
(Extrahido)
DA iiIBLIOTQECA DO POVO E DAS E8COLAS
ELECTBICIDADE KSlTU't
(Contnuofao)
CAPITULO IX
ThEOEIA DOS CONDENSADORES ELBCrBICOS. LlHITS
da accmdla5i0 elkctb1ca nos c0bd8nsad0be3
Descarga lenta instantnea. Descaiga se-
cundaria. Electrmetro condensador. Gar-
rafa DE LBVDE ; GARRAKA.DE ARMADU8AS MfVBlS
Batera elctrica.
D-se o nome de condensadores ao3 appirclbos
Estes dados ropresentam como quo os inicios da cultura de tilo rico producto
na provincia, hij; mais propagada e desenvolvida.
A cultura do trigo tero sido ensaiada por diversas vezes, attingindo a pri-
neira tentativa conli3jida a fim do secuto XVI
A provincia posuc terrenos limito apropriados a esse genero de cultura, e os
ensaios feitos em Quipap, Carui. e Baixa Verde ou Triumpho sao promettedores e
digaos de todo o auxilio e animac3o.
Nrsta ultima localidaae, cujo solo de urna uberdadade extraominaria
onda so tem mais asicntuado o desenvolvirnento de tao rico producto.
Para exemplifLar isso, bista mencionar urna colbeita obtida em 1878, quaudo
a-provincia era victima do horrivcl fligello da secca, que de urna plantacao de urna
chicara de sementes colheu-se 45"litros.
Outros gneros de cultura tom sido introduzilos na provincia, com resultados
praticos satisfactorius, mas a cultura da car.na, do i lgodo a do tabaco tem absorvido
toda a iniciativa c activdade dos agricultores.
E' assi:n que desappareceu completamente a cultura do ail, que em 1772
cuja tensSotem diminuido, recebe immedia-1 progredia na provincia, e contara urna fabrica para a sua manipulacilo, fundada na
lamente nma nova quantidade lo fluido d raa I povoao50 do Beberib-, e cuja cultura e fabrico constituiara em fins do socalo passado
um importante ramo de exportacao.
A mesrna aorte teve a cultura da canella, utroduzida na provincia na se-
gunda metado do seculo passado, e consideravelmente desenvolvida no extincto Jardim
Botnico de Onda, donde se propagou por toda provincia.
Da acclimajao de outras plantas exticas que se zeram u'aquelle estabelo-
cimento, taes como, sndalo, vinagre, pimenta da India, cravo, hervudoce, raoscadeira,
cb e outras especiaras do Oriente, das Indias, da Europa o entras localidades, que fo
rain transportadas com grandes trabilhos e dispendios, nem mais vestigios restam.
Em corapensacilo restam dos tr-.balhos de (cclimacao '.quelle estabelecimento
varios fructos e plantas que boje se notam na'pr ivincia, e que constituem um pequeo,
mas animado commercio, nSo s interno como externo.
A cultura do arroz, hnje em limitadas proporc3es j foi um genero de ex-
portado provincial.
Iniciada em meiados do seculo passado, em principios do actual j constitua
objecto de exportacao inter-provincial, porquanto consta de um documento official que
em 1816 exportaram-se 4.076 arrobas razao de 1&20 por cada urna.
Hoje os gneros do produccao da provincia formam duao secc3es ou grupos
distinctosa grande e a pequea lavoura.
A cultura da canna, e os seas productos variados, que pertcnce a primeira
seccao, tambem a primeira foute de riqueza productiva da provin.ia.
Iniciada contemporneamente, com a fundaeco e colonis.cao da capitana,
hoje provincia de Pernambuco, foi-se desenvolvendo progressivameute, pois os sens
productos seopre cnontraram prompta sabida e vantagens par dos lucros que re
sultavam aos agricultores.
Data, pcis, a callara da canna de assacar de tempos remotos, sendo iniciada
no engenho Nossa Senhora da Ajada, hoje Forno da Cal, nos arrostres da cidade de
Onda, a primeira fabrica de assucar que se fundou em Pernambuco
china, que decompoe, por ii,fluencia, ana segunda
porco do fluido neutro do outro disco. Esta de-
composicao d ensejo a que se accumule mais
fiuido negativo na face interior do disco que com-
muniea com o solo, e, por conseqoencia, mais flui-
do positivo na face interior do disco, e assim sac-
cessivamente at que a face exterior deste adqui-
ra a teueao mxima (isto tenso igual da ma-
chio). Carrejado o condeniadcr, desligam se
as communicacoes que havia com a machina e com
o solo ; e, se afastarmos os discos, os finido* con-
trarios, de que se acham carregados distribuir-se-
bao igualmente pelas duas superfies de cada um,
respectivamente.
A descarga do condensador pode ser etlectuada
de duas maneirasinstantneamente on lentamen-
teestando os discos em contacta com a lamina
soladora.
cessivameote, em om e outro, at**eomfletar
1 descarga.
DeEcarrega-sa instantneamente um coadensa-
I dor, faxendo communicar os dous diecos por meio
de om excitador que um arco m-tillieo termina-
do por botoea, tambem de metal. Emprega-se o
I excitadoi t- c in io com uin dos b toes em nma das
armaduras do condensador, e approximando da
segunda armadura o outro : a recompoaicSo dos
fluidos produx- urna graude faisca.
Depois de feita n descarga, ainda pederemos
obter falseas mais p-quenas, tornando a estabeie.
cer eominunieacao entre as armaduras por meio
do excitador. A estas novas i'escargas d-se o
nome de descargas secundarias.
Quando as quantidadea de electricidade aecu-
muladas no condensador sao muito grandes empre-
ga-8<~, para a descarga, o excitador solador que
difiere easencialmente do excitador simples em ter
um ou dousjeabos de vidro. Urna das applicacoea
do principio do condensador a construeco de
electrmetros, eom que podemos apreciar as pe-
quenas cargas elctricas.
( Odimw. )
?arte ornan
Governo da Pro vi acia


FALL que Assembla Legislativa Provincial de Pernambac
no da de ana Inatallaco 9 de Mareo de i89, dirig*,
o Eim. Hr. presidente da provincia Dr. Pedro Vicente de
Azevedo.
(Continuacao)
AGRICULTURA
A provincia dividida em tres zonas oa regios distinctas, que lhe propor-
cionan! elementos apropriados para todo o genero do cuitara, pe uliar a qualquer re-
giSo do globo.
A primeira, chamada vulgarmente Matta oceupa a parte oriental ou ma-
rtima da provincia, e estn le-se de 40 a 60 kilmetros para o interior, com 72 de lar-
gura, termo medio.
Esta zona fertiliesima, uniformemente accidentada, e regada pelas correntei
do Capibaribe, Ipojuca, Una, Capibaribe-merim, Pirapama, Jaboatao, Serinhaem e
outros, alm dos sous tributarios.
Predomina a cultura da canoa e cereaes, prestndose a parte mais acciden-
tada a cultura do caf, j iniciada com vantagem para os cultivadores.
A -^i da zona, denominadaCatinga ou agreste, caraoterisa-se nio s
pela constituida 1 solo, que mais arenoso que o da mitta, como ainda por coostar
de planaltos mais ->\ ensos que as varzeas do litoral, cuja altitada eleva-sede 500 a
900 metros aci-m do nivel do mar. 0 terrenos sao seccoi; na estaeao calmosa
grande parte da wgetacao despe se de suas folhagens e seccam quasi todas as fontes.
Esta reg So, onde predomina a industria pastoril, presta se i cultora do algo-
do e do tabaco, sendo este de superior qaalidade, alm do milho, feijSo e outros
gneros. ...
A ter-eira zona a do Sert&o, e omprehende toda a circumscnpcao cujas
(jorrantes vio lancar-se no rio S. Francisco. O solo mais seooo que o dj agreste, e
na estacip calmosa seooam os ros, em cujos leito3 abrem-ss po^os para alimenta-
e5o publica ; a vegetacSo meaos laxannte, e em grando parte despa-se de sua
felhagem.
E' a regiio do Cactus, das Brometiaceas e dos Candieiro.
Exceptuada a zona ribeirinhadoS.Franrsco cuja fertilidade proverbial,
as restantes, nos annos de secea, a penuria aterradora ; estmeam-se as fontes,
desapparecem as pastagans crestadas por um sol abrazador, escaceiam os gneros ali-
menticios, e a creajio do gado e a cultura do algod&o, genero de trabalho predomi-
nante, coffrem consideraveis prejuizos.
Dividida assim a provincia em tres zmas distiaetss, caracterisadas pelas suas
COndicSes geolgicas e climas diversos, dispoe do elementos para iniciar novos gneros
de callara que venbam fazer fa e competen a qaa vilo tendo, nos mercados estran-
geiros o assucar e o algodSo, essas duas fontes de maior riqueza productiva da
provincia.
A cuitara do caf, iniciada em fins do seculo passado, ficou estacionaria por
muito tempo, e somente ha poucos annos que se tem desenvolvido, de maneira van-
tajosa e digna de toda animacao.
A provincia possue terrenos apropriados ui cultura, e onde os arbustos
attingm a grandes proporcSes correspondendo isso a sua produ.'cao e a boa qaalidade
do producto.
No entretanto excepelo do municipio do Bonito, Triumpho, Ouricury,
Goyanna, Taquaretinga.e outros, en que a cultura do c*fe se tam propagado e desen-
volvido, os dentis, que possuem terrenos apropriados, nio tem procurado ensatar a
cultura de tZo fcil e tico producto.
Err alguna municipios, como os de Garanbans, Bonito e Goyanna, a pro-
duccao do caf, nao s chega para o abaateciminto dos mercados locaes, como anda
para fazer-se urna pequea exportadlo pira os visiohos, e mesmo para a capital, como
o Bonito.
A comarca de Garanbuns expartou para a capital de Ootubro de 1875 a
Janeiro de 1876, 8.800 kilos de caf.
Iocontestavelniente, porm, o municipio do Bonito maicha na vanguarda dos
lugares productores do caf, o muito promute o progressivo desenvolvimento qu* vae
tendo o sen planto. Em 1872 a colheiU attingio a 800 arrobss, em 1873 a 1.300, e
em 1874 a 5.000..
Entretanto, progressivamente desenvolvendo-so a cultura do caf no muni-
cipio do Bonito, nos annos cujos resultados ficam demonstrados, e mesmo nos anterio-
res, chegara apenas para consumo dos mercados locaes. Elevando se, porm, a sua
cultura, em 1874, houvo, como vimos, urna colheita de 5.000 arrobas, e no seguinte
augmentando ainda mais, nao s chegou para abastecimento local, como anda para
faaer urna remessa para esta capital em 55 carga, conduziudo 110 sacess, pesando
pouco mais ou menos 400 arrobas.
kilos
1
As vantagens colindas pelo so.u proprietario, induzrarn outros colonos a
imitarem no, o d'est'arte, em 1548, quando a capitana contava apenes dezesete annos
de existencia, j possuia vinte e tres engenhos que produziam 25 000 arrobas por anno.
Sempre crescente em sua marcha, em fins do sequo XVI o numero de enge-
nhos elevava-se a cincoenta, produzindo 200.000 arrobas por anno ; em 1630 a mais
de cem, em 1750 aduzentos e setenta e seis, em 1818 a mais de qunhent.s e presen-
temente attingm ao numero de duas mil fabricas, alm de um numero talvez superior
de fabricas secundarias, vulgarmente chamadas eogenhocas exparsas pelo centro
e principalmente nos sertSes da provincia, empregdas expocialmente no fabrico da
agurdente e rapaduras.
O seguinte resultado da exportacao do assucar para dentro e fra do imperio,
demonstra o desenvolvimento de sua cultura nos ltimos tempos* coloniaef):
1808..... 4.271 caixas
1811 7.749
1812..... 8 577
1813 9 022
1817..... 501.647 arrobas
Os seguintes dados demonstrara as entradas de assucar na capital, tanto por
trra como por mar, n'estes ltimos annos :
1878..... 63.147 caixas
1880 108.598
1881 .*.... 115.783
1886..... 1.529.655
No ultimo quinquenio de 1882 a 1886 a exportacao do assucar para dentro e
fra do imperio foi o seguate :
1882.....
1883.....
1884 .....
1885 .....
1886.....
No mesmo quinquenio, o valor da exportacao do assucar, calculado pelos
precos medios annuaes foi o seguinte :
1882 28.156:7244568.
1883..... 27.512:7200390
1884..... 2U492:184,5515
1885 17.772:522(5109
1836..... 18.017:591^331
Por esse movimento nota-se que, tanto as entradas do assucar, como a sua
exportacao, soffreram consideravel differonja no ultimo quinquenio, sem duvida moti-
vada pela crise e embaracos que a agricultura presentemente supera.
A' par dessa differenca, nota-se ainda a bsixa do prago que e assucar scffreu
no mercado, como se v da seguinte demonstraco, segundo o estado do cambio nos
respectivos annos :
1882.....
1883 .
.1884 .....
JO S) a
1886 -
Como producto do mesmo genero de cultura, segu se immediatamente .a
agurdente, o aleool e o mel.
No mesmo quinquenio o movimento de entradas de aguardante e aleool no
mercado do Recife foi o seguinte :
1882 ...".. 5.820 pipas
1883 ..... 5 120 -v
1884 6.857 .
1885 ..... 6.113
1886..... 6.526
124.916.616
132.400.056
136.892.884
118.959.318
106.796.739

1
30371 por 15 kilos
30117
20353
20241
20744
Em relaco aoi precos obtidos no mercado,-foi o seguinte
1882
1883
1884
1885
1886
1882
1883
1884
1885
1886
agurdente
>

>
alcocl


>
s
750500 por pipa
770500
650500
520000 .
65oo83 -.
1506000 por pipa
160,5000 1
1450000
1070500 1 *
1220000
No mesrr.o quinquenio a exportacao apresenta o seguinte resultado
000 n n a mo r,Q7 litro
1882
1883
1884
1885
1886
4.139.597
3.941.341
5.362.981
4.762.981
3.498.993
litros


1
725:420OOO
636:3520500
731:8310500
527:4720y25
. 494:0440880
mel foi a seguinte em idntico periodo :
O valor exportado assim representado :
1882.....
1883.....
1884......
1885
1886 .
O valor e a exportacao do
1882 btros'
1883
1884
1885
1886 .
Mas vantajosa que os productos da oanns, tem
do algodio, apenar de mais limitada cultura.
162.937
168.276
277.395
427.369
482.162
se
14:4260625
16.6520075
27:4550000
40:5100925
49:2330590
manifestado

A sua cultura tegular data de meiados do seculo passado, e j por alvar de
1 de Abril de 1751 si ma,ndou crear urna inspeejao na praga do Recife, o que de-
monstra a existencia do sua xportaeSo n'essa epocha.
De 13 de Ferereiro a 31 de Marco de 1796, entraram na praca do Rocif'
2.87? cargas do lgodo.
Nos primeiros annos do seculo presente o movimento de exportaao do'algo-
dao foi o seguinte :
1801 ...
1802......
1803 .....
1804......
1805 ...
1806 .
1807.....
1808 ... .
1S09.....
1810 .
Nos dous ltimos quinquenios as medas das eneradas de algodao foram :
1877-1882. 72.010 saccas
1882-1886 168.502
No ultimo qninquenio de 18821886 os precos medios do algodio foram
os seguintes : '
1882.....70699 por 15 kilos
1883.....60475
1884 ... 60238 .
1885 ..... 70613 >
1886 60313 s
A tua exportacao foi no mesmo quinquenio :
20.927 saccis
46.907
35.513
38.651
56.546
47.083
69.953 >
17.743 1
59.817 t
50.103

foi esta:
No
1882 . , . . 11.837.726 kilos
1883 . - , 13.356.525
1884 . , 9.430 955 1
1885 . . m . 10.594.479
1886 . * . . t 13 234.192 >
mesmo quinquenio, 0 valor Jessa exportacao, pela mee
1882 . 6.051:9760012
1883 . . . 5.765:5560625
1834 . # 4.560:6540987
1885 . 9 a 5.376:3440943
1886 a * 5.892:84*0764
media dos precoa
Apesar da boa qualidade do algodao de Pernambuco, eif.s vantagens qun
encontra as cotacSes dos mercados europens, oontudo, a competencia do algodao dos
Estados-Unidos prejudica immenso o nosso producto no estrang'iiro
A exportars do caroco de algodao no anno fiado, quer para o interior, quer
para o exterior, foi de 2.174.928 kilos.
A pequea lavoura, que comprohende a cultura de cereaes, fructos, legumes
e outros gneros, nao offerece as quantidadea necessarias de gneros para o consumo
da capital e dos centros productores, em sua totulidade.
E' assim que figuram entra os gneros importados o feijo, o milho, o arroz,
a farinha de mandioca, a gomma, etc. etc. quando a provincia podia produa-o, nao
s para o abastecimento de &eus mercados, como ainda para exportar.
Nao que falte a provincia terrss ubrrimas e appropridas para qualquer ge-
nero de cuitara, nem as vantagens de procura e compensajao nos mercados.
A pequea lavoura completamente desprezad pela cultura da canna e do
algodao, vae definhando consideravelmente.
O fumo que produz to vantaj o smente em diversas localidades da provincia,
principalmente no planalto de Garanhuos, ainda nao attingio a proporclo de fazer face
a grande importarlo que se faz de igual producto, de diversas provincias, principal-
menta das do sal.
No entretanto a cultura do fumo em Pernambuco em tempos idos attingio a
vautajosas proporcues.
Em 1637, e outros anus, no tempo da denoininagao holtandeza, a exporta-
gao do fumo figurava com vantagem nos manifestos dos navios das frotas que partiam
carregadas do porto do Recife para a hollandeza.
Posteriormente anda se encontra era varios documentos officiaes, noticias do
resultado que offerecia semelhante cultura, e varias providencias do governo no intuito
de protgela e de acautelar os interesses dos plantadores.
E' assim que em meiados do srculo passado foi creada a alfandega do tabaco,
a qual teve regiment por alvar de 16 de Janeiro de 1751, e por cujo documento
foi laxado o preco de 10000 por arroba para o tabaco do primeira qualidade, livres e
lquidos para o lavrador, e de 900 rs. para o de saganda qaalidade.
O declinio da cultura do fumo coincide com o desenvolvimente que foi tendo
a do algodao, que prejadicam immenso, nao s aquella, como ainda a da canna e da
muitos outros gneros.
A facilidade da cultura do algodio, que consiste nicamente em plautar, co-
lher e remetter p.r ao mercado da capital, a immadiat sabida e vinta'jrens nos pre-
cos que errcoatrava o producto, tudo isso contribuio para desprezar-sa 03 outros gneros,
de cultura que desenvolva se e prosperava na provincia.
Para dar urna ideia da pequea lavoura da provincia, basta o seguinte qua-
dro dos gneros similares que foram importadas interior e do exterior no anno tindo
de 1886 :
Arroz.
Caf......0.21
Farinha de mandioca
FeijSo .
Gerimuns
Gomma de mandioca .
Milho. .
Tapioca ....
Fumos ....
Alm .lestes gneros encontraram-sa muitos

10.043 saccas
60.203
148.420
2.592
4 208
1.141
7.011
886
7.027
outros qu

volumes
saccas
volumes
a provincia produz,
mas qao nio constituem objecto de commercio, pela sua escassez ou completa ausenoia
nos mercados.
Quante a exportaclo que foi a seguinte em 1836, quer para o interior, quer
para o exterior :
Abacaxis .
Araiuta ......
.Caf.......
Carrapato
Cocos *..*.'
Farinha de mandioca 178.659 saccas e s
Feijlo.......
Gomma de mandioca .
Milho ....:
Desse pequeo movimento, v-se apenas que a provincia exportou de pro-
dcelo propria, 9.700 saccas de milho, resultado obtido da eoporta52o de 16.711 sac-
cas, sobre 7.011 importadas.
. [CorMuuar-te-ha )
3.729
1.212 k-los
612 e
185.500
435.780
16.000 litros a granel.
175 saccas
92 volumes
16.611 saccas
Aopr. en:e da provincia do Piauhy.
Para que poasuin ser expedidas as ordena relati-
vas a manufactura do fardamento pedido pelo
(.overuo da Provincia
aiPBDI.TTE DO DA 21 DE KARCO DE 1887
Actos : 'ffWes iTeorario do exercito, Leopoldino Antonia
- O presidente da provincia de epnfbrn.dade JJjMK trata 0 offi,i0' de V Exc, de 23 de
om a proposta do Dr. chefe de pe .ca em cffie.o ^^f?o godo, iinpre que o dito official recolha
179, de 19 do correntemezresolvo exonerar o 5^ je Pand. desaa pr0TQcia a qaan-
cidado Antonio Francisco Nunes Ferreira do 4 ^^"em auanto importaV mesmo farda-
cargo de Io supplente do subdelegado
trieto da freguesfa de Maranguape,
mudado de residenc-a. Dmmauicou-se
chefe de polica.
Ttnf-sim devoivo a V. Exc. o incluso pedido.
V rr da guerra, de 17 de Jui.bo de 1885, responsabih-
I sando-se igualmente p>las despesas de transporte
- OKes'denU da provincia de conforudade e encaixoUmento.
a prodcelo
com a proposta do administrador dos crrelos em
officio de 19 dj correte, s b n. 175, resol ve, nos
termos da lei n. 2791 de 0 de Outubro de 1877,
nomesr Francisco de Paula Vieira de Castro, para
exercer o cargo de agente do correio oa villa de
Ouricury, vago pelo fallecimento de Dimas Lopes
de Siqueira.Cmmuoicou-se a9 administrada
dos eorreios.
Offici&s : .
Ao presidente da provincia de Alagoas. -
Digne-se V. Exc. de expedir suas orJens para que
o juis de orphu da cemarca de Macei d o con-
veniente destino aos aprendixes mannheiros da
exiincta escola dessa provincia Mauoel Francisco
da >it Florencio Ambrosio de Soasa, os quaes
tendo tWo baixa do servico por iospecoao de sande
sao remettidos para ah no vapor Bahia.
afim de ser rubricado pela autoridade con-pe-
tente. ,
Ao inspeet-.r da Th. ouraria de Faxernts.
Declaro a V. S. que o Ministerio da Agricultura
Commercio e Obras Fub ic s, segundo o aviso a.
14, de 15 do coirrnte, ppr.vuu o acto desta presi-
dencia, autorisando a venda do casco anda nao
terminado, de um navio, que seacha no estaleire
da repart.co -eucarregada da cn9e.r.va.* ,d?!
portes, cm destino a receber os machinismos de
Zl vetha drag, .usiin como urna caldera anda
nao servida, eouircs objetos mencionados,io ofi-
cio desta presiieneia de 22de Jam.ro tato.
Commuoicou-se ao engeogeiro director da re-
partigo eacarregada da ""^^Vo,
_ Ao Dr. inspecter da- Saude do Por .o.


M
MaMMSMMfSSSSM
Diario de ^ernambueo---Domingo 24 e Abril de 1887

%
l

Transmiti a V. 8.-par os devidcs ns, a copia
inclusa da aviso do Ministerio do Impri,"B. 'OV
de 7 do correnta mes,* relativo ao apparecimeoto
do ch lera mor bus cm Catania.
Ao mesmo- Para a devdos cn\itos com
nnico a V. S. que o Exm. Sr. Ministro e Sacre
tuno de Estado e Negesios do Imperio a 19 cor-
rente expedio-me o seguinte tel< grainnra :
Deven ser admittidoa uos portos do imperio
procedentes da Repub lea Argentina e OrientHl
Jne tiverem fcifo quarentena de 8 dia* Isssareto
Ihu-Grande.
Ao eoutmsndaute apenar interno dasprar
da nacional da c-.asmssH do Rwtfe. -fim
resposta ao pteio n. 318, tic 1 de Marca crrante,
cabe me diaer a V. ti. que ao-froprio nrt.9tVrio
decreto n. 5573, de 21 de Marcoe l>74,quBobri-
ga a guarda nacional uuia ve por antio a rovista
da in ostra, encontra V. ti. toluco difEcaldade
em que allega se achar para saber quaes os oC
ca es sjbre seu c tramando que, embora juramen-
tados e empossados, nao se acham fardad>a e
promptos para o survici, nos termos do aviso cir-
cular de 30 de Dezembro de 1886
A presuinoco, a que V. S se refere, de que se
cha fardado e prorapto para o servico o oficial
pelo aimpies facto de ser almittido a prestar ju-
rameuto, eede a ver'dade em contrario quaado c3o
se aprsente fardado'em din para esse fim expres-
samente designado, nao obstante o 24 do art. 1
do decreto ti. 1354 tfe 6 de Abril de 1854, referir
se ao praso do art. 20 para o cumprimento e regis-
tro dita pitantes, antes do juramento e recouheci-.
ment na forma determinada nos arts. 81 e 82 do
decreto a. 72J de 25 de Uutubro de 1850, e pois
ainda quatrdo daqulle artigo se deva dednzir j
ter o official se apresentado fardado, poda nao o
ter taita, e :ato basta par* quede novo se o exija
dea le que nao aquellt a mica ve que a 6so
esta obligado.
Q tanto aos offieiaes uomeadosque aiu la nlo
tiraran patente, por tatareta dentro do praso, e
se es:e praso for prorogado, o andeo de que se trata
na restringe quauto a ellos o tempo que teein
pura se presentaren fardados, quo coutado da
patento ou da prorogaco.
Levo, entretanto, as duvidas de V. S. ao conhe-
cimento do Etm. Sr. miuiro dajoatica, svn qu
isso obste o cumprimento da rentar desta. pre-
sidencia de 20 de Janeiro find i.
Ao inspector do Thes-/uro Prov neial.De-
ferindo o requer nento sobre que versan intorma-
maco aeose Thesouro, de 16 do correntc, n. 502,
justifico ai taitas de exarcico do lanzador do Con-
solado Provincial, Joaquim Tranqullino de Laroos
Duarte, relativas aos das de'orridog de 7 a 28 de
Fevereiro ultimo, afim de podar elle teceber o r s-
pectvo ordenado, dev 'ni ser considerado o t 'inpo
que faltar repartci como so eativesse de li-
ceo ch.
Ao director do Arsenal de Guerra.Declaro
a Vino, para os devidas fim, que, a vista da sua
informaco n. 955, de 18 io correutv, concedo a
desistencia que solcita o alferes da eompanhia de
avallara. Leobaldo Augusto de Moraes, do pe-
dido que fes de urna sobreeJMacatfe pauno fino
azul para seu uso.
A> mosmo.D-.feriaJ i o requerimento do 2
sargento da couipaubta de opera tius militares
desse Arsensl, Pidro Hennioo JotBeza-rra, au-
toriso Vmc., a-vista da na intorinaco n. 961, de
18 do corrente, a conceder-lhe licencia por 30 dias,
para tratar de sua s .de no soio de tua familia.
Portaras :
O Sr. agente da Co np ;nhia liras leira de
Navegaco a Vapor, f de Alagoas, pir contado Ministerio da Marraba,
ni vapir esperado do norte, os aprcudizes niari
nbeiros Manoel Francisco da Silva e Florencio
Ambrosio de Suiza, que te.id) da extncta escola
daqu-lla provincia, tiveram baixa do servici por
inspeccao de saude. Ciranuaicou-S"! ao inspector
do Arsenal de Marinha.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recite aoS. Francisco srva-se de mandar conco-
der passsgem de 3' elasse por conta das gratuitas
& quei-O'governo tem direito da estaco du Cmco
Pontas de Ribeiro a urna praca do cerpx de
polica.
O Sr. supericten lente da estrada de ferro do
Revire, ao 8. Pranciseo srva-se de man lar conce-
de! passngem de .i" cUsse pir conti d.tSrgratuit&a
a que o gvaerao tem direitu da estato de Ribcirao
de Cinco Pontaa a duas pracas do corp> de po-
lica que eondasem nm desertor da empanhia de
cavaltaria providenciando de igunl frmu eobre h
va das mtsmas prfcas opportunamente.
ExrBDiB.N re do secretario
Offic.Od :
Ao brigadeiro comm-inoane das armas.I
S. xc o'Sr. pr.sidente da provincia manda com-
municar a V. Exc. ter autorizado o Arsenal d
I.Ju- rrn a-8atif3r r o pedido que Hcomoanhou o
seu inicio n. 152, de b je dat.ido.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda carainunicar a V. Exc. tsr auteri-
aalo e Aaenal de Guerra a satisfaxor o pedido que
acompanlion o seu oficio n. 151, de 19 do cor
rente.
Ao Dr. Fraucsco de A"sis Risa e Silva 1"
secretario da Assetnb t Legislativa Provincial.
De ordem do Exm. Sr. presi lente da provoci,
-rausmitto a V. Esa. para oa i'ns c^nveolentes,
o baiaaco Ja reeeifa c despen doexercicio le 1885
a 1S86 e o ors-nneuto para o de 1887 a 1888 di
Casara Municipal de A?ua Preta.
A director da :irct i.i da agricultura da
secretaria du -stado do3 uagocioo Ja agricultura
comtnercio c -bias oublic-s.Do posse do oficio
de V. Exe. de 11 do corrate, sob n. 37, cabe-me
dizer, de ordem rio Exm. Sr. presidente da provin-
cia, que o aa'di da 7 qnota do fundo de emanci-
paciio no miin uipio de Nazarethdev-: ser de ...
o8522, e nao 61522, visto que a dispensa com
p. libertaos i de "escravos, excluido os peculios, foi
de 7:151*955
Poduado ter se dado eng ao na copia que acoin
ptnbou o officio ifo in ao Exm. Sr. de 19 de No-
vembro do anno pissalo, envo a V. Exc. nova
-pi-i, devidaraente cmferiia.
Ao Dr. juiz de direito e de nrphSo d.s ter-
mos reunidos del g.izeira e S. J. s do Egypto.
De ordem do En,. Sr presidente da pr.vincia
declaro a V. S. que uo .-ole ser roprodoai4a na
;uipr nsa desta cap:ta' a c ipia do elital.-atincxa ao
s-. u .ffici: de 26 de Janeiro ultimo pondo em con
jurso os cargos de 1 o 2o taVclliao e os de parti-
dor e contador e de partidor e destriouidor d.' t --
mi de S Jos di E^yoto, porqua mesmo edital
niio i-i nffixado nos lugares em que existem vagos
os referidos cargos, nem consta o dia da afBiacji
piloporfeiro dosanlit rio<, conforme exigjm os
artigus 150, 3o e 153 do regulamento n. 9420, (L-
28 de Abril de 1885.
Convm, portanto que V. S. faca afixir novo
edital obsirvandQ as citadas dispoinoes.
EXPEDIENTE DO DIA 22 DE UAlipO DE 1887
Act s:
O presidente da provincia, tendo em vista o
que expi>E o brigadeiro commandante das ur/rias
em cffioio de 16 do corrent", n. 145, resolve de con-
formiJade c m o ciisposto no decreto n. 884 d> Io
de Fevereiro de 1862, abrir e.b sua rpsoonsabili
da.'e um crdito da importancii de 844780 verba
diversas despezas e eventuaesdo Ministerio ra
Guerra,Vxeroic!o de 1886 a 1887, afim de oeoanef
ao pagamento das liaras dos sent taleza do Bru n correspondentes a primeira quio-
zoa deste mex,Communicou se a Thesouraria de
Fazcn la.
O presidente da provincia de iceordo com o
despacho proferido pelo Exm. bispo diocesano no
requ-iimento junto, resoive conceder, a cont ir de
lo de Abril prximo futuro, 3 mezes de 'icenca com
a r speetivu congrua ao Revm. Marcllino Vieira
da Silva e 8, 'vigario da fregueaia de Nossa Sj-
nb ira la Varzea, para tratar do S3a sa Je, onde
lhe convier.
Oficios :
A Thesouraria de Fszenda-Para 03 fin
conveliente*, communico a V. S. que o promotor
de.Panel!as, buchareI Joao Baptista Correia de Oli-
veira reaaaumio o exercicio de sen cargo no dia lo
deste mee.
Be infantera e aquelles do 14 da mesm 1 arma,
uMoruo V. fcc, viciada na nformaeao n. 154,
de bontem datada, a conceder-Ibes baixa do ser-
vico do ejercito, mediante substituto.
Ao commandante das armas.Deilaro a
V. Exc, para os fins convenientes, que de accordo
com a indicacao constante do teu oficio n. 155, de
hontem datado, designo o eonnel-commandantedo
14" batalhao de infantera, para presidir a ccin-
misso compesta do ajudsnte interino do Arsenal
de Guerra c de una empregado de faienda.flue teui
de dsrm cosHcn^uw dia J6 do corrennvs 11
iwradtBiaDb3,io*neni.l de Guerra, onde se
Oh ., o*Jradar se astft du 2 batalbio da meema
tcna.-sWixer.naaaaswinnanicacsa.
__ te.inspeaWr io Arsenal de Harinha Au-I
toriso V. Exc. aecahT e mandar concertar nesst
Arecnal^ b mbadJe pagar incendios pertinente
a Alfimdeg, semeftendo-me opportnnaeseute a
conta h-wepe^ttisiviiesriaza^Bsri osdewi*ns.
Fioaaa ssim reaponddoe oa otBmo Be 8 uV
c-.rsente ns. 29 e 81.
__ Ao presidenta do Tribunal da Relacao ao
Recife Conhecendo pelo t fHcio de V. Exc. n. 2758,
de 14 de corrente, hontem recebiio, que, de tacto,
o egregio Tribunal da Relacao, por accordo do
dia 4, entejdeu dever du provimento a um aggravo
ioterposto contra despncho do juiz de trerto de
(Hueeut s, desta cdade, pelo qual mandou entregar
o espolio do subdito portugus Antonio Orreia de
'Vaseonceflos guarda do respectivo eoosnl, para
jsre, preval- cendo deciso anterior d mesmo jais,
este cuntinne a se considerar incompetente- para
proseguir na arrecadacao, por nao poder mais sua
sent nca ser revegada seuo por meo de embar-
gos, e
Considerando que, se aqnelle juis aesiso prt.ee
d>u foi em cumprimento de interpretHcao dada
pelo Minist ro de Estrangeiros o disposto nos
arts. 2o e 3 3o decreto n. 855 de 8 de Novembro
de 1861, adoptado para rgimen provisorio das
attriouic-s dos funecionarioe caneulares, por
aecordo mutuo dos gevernos do Brasil e Portugal,
conforme as notas de 19 e 20 de'Maio de 1884;
E que, nestas condices, cerno o referido juis o
reconheee em sua contra minuta do aggravo, uo
podeai os tnbunats judiciano invalidar tratado
de amisade do exeeutivo, em que se assegurou o
comprim oto exseto do citado decreto o. 855 de
1851, admittindo procuradores de intereesados as
arrecadfic5s de ausentes, como inventariante ou
cab 5a de casal, contra exigencia xprcssa da con-
venci internacional, epresenfa-na Ierra de eon-
juge ou herdeiro reconhecidameute tal ao fallecer
o estrangeiro intestado.
Declaro a V. Exc, em vista_ dastae rui *
que envolvendo o assumpto quesHes referentes a
intorpretacao do fiatadcS do ereativo, cumpre
que cesse todo o ulterior procedmento a seu res-
peito, sendo int madis as partes pira, no praso
de cinco diss, que correrlo da iotunaciio, dedu-
sirein seu dinite, cerno prece;ta o art 25 do De-
creto n. 124 de 5 de.Fever.dro di- 1842. Coir.mu
nicou-se ao Dr. Juiz de direito.
Ao inspector do Th.souro.-Mande Vmc.
pagar, nes termos da sua Uifarmacao de 16 do
corrente. n. 504, a importancia de-40:543/710, d
que trata a inclusa conta documentada, pro -euien-
le do gaz consumido c.-m a illnmioa/go desta ci
dade no mes de Fevereiro ultimo.
Ao raesmo.D* aeeorJo com a ufo'macao
n. 501, prestado por Vmc. em 16 do cjrrente, au-
r_ _jJ-________ T ..I. A, y-nn/iu O -
Orande So ^3* disricto do Agua Preta,
Manoel Pedro dos Santos, oonhesido por
Tt-rluliano, estando a briocar cem uma
arma de fago, e fazen lo pontana sobre
urna filha de Antonio Codo, que se aoha-
va trabulhando na casa de fazer farinba,
acontec u disparar a referida arma, em
pregndose o projectil na infeliz menina,
que se acbava gravemente ferida.
O subdelegado respectivo tendo scieocia
'ibd riseto, (ijiBisalli se dirigi, fez proceder
oria, abeis o competente inquerito
n)|,BjeegUci ein-S/ltgw.ci.is, aflindocaptu
r < criminaqu*vaiiio-Be logo aps a
O
me*isutelegsdo 10
(XUlsisM: Ba
mu
repentinamente a mulher de cor preta, de
nome Mara do O' da ConceicJo, mora-
dora no lug.-.r Cordeiro daqulle districto.
O fall cimento teve lugar honfcm noi
te das diligencias a que procedeu agel-
la Mitojidude, verificou se que o l'.c'o foi
o resultado de ama congestao cerebral.
Participau-me o delegado de Gamelleira
m officio datado de hontcii), ter naquella
data feito a visita da respectiva oadeia,
que contm qiinze presos indiciados em
diversos crimes, os quaes tenhuraa recia
macSe fizi ram.
Deus guarde a V. Exo.-.lllm. e.'Exai
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azovarfo, inaito
digno preuidente da provincia. Ochefe de
poli' ia, Antonio Domingos Pino.
9IAP.10 DE PERBSBiCO
anno.3." scussao d> prijeeto n. 7
deste anno e apiiamento de emendas.
Discursos dos Srs. Vizconde du Ta-
b-ttinr;, Risa e Silva e P rase les
Pitan a.2. parte da ordem do dia.
3 disejssao do projecto n 1 deste
anno e I fura de emenda.Aprsen-
la cao de requerimentos de adiaman-
to e discursos pela ordem dos Srs. Jo-
c Mara e Costa KibeiroDiscurso
do 8r. Ratis e SilvaEucerramento
da discnsso e ali intento da de u.
ICO de 188t.Livanta-se a sejiio.
Ao meio das, fcita a chamada e verifican lose
oitarem pi-eMakts os Srs Luis de Audrala, Ba-
ts e SHfru, ssshronio Portella, Domingues da Sil-
va, Consttfsjde Albiquerque, Saares de Kaet-
rhn, Ant>iiiottor, Visconle de Taha tinga, rto-
fprb rto, C oMw de Moraes, Iieneutas San *
o Jnior, ttoaa e Sisase, C >-Jmm sjmhicncia a outra qualquer...
toriso-o a m.nlar pagar a Luis de Franca P-
nheirr, arrematante da obra de reparos das ponr.s
da estrada da Luz, Tapacur e Manes, a quantia
de 668i250 importancia da mesma obra, segundo
o e rtificado que devolvo passado pela reparticAo
das Obras Publicas em 17 de Fevereiro ultimo, j
dcduzida a responsabilidade do estylo. Commu-
nicou -se as Obra* Publicas.
Ao director do presidio de Fernaudo Res-
pondo o eu efficio d.i 7 de Fevorero ultoo,scb
n 108, d. clarando lhe que tica approvado o seu
acto nomeau.io o amuiu-nse foo Pereirade Lu-
cem, professor intn-ino da anla de prmerras le-
tras.Communison e a Tliesourana de Faienla
Ao presidente do coasilho de qualitieacao
em Agua Preta D'daro a Vmc, para os fins
convenientes e era resposta ao seu officio de
16 do corrente que nao te-.ido inda sido vo-
lad cr-.1i:ona lei do orea manto geral pira a awn-
pra de livros e mais ebjectos destinados guarda
naci/uil, d< ve a eacripturae^o d> conn Iho de qua-
lifieadbo ser fcita en eaderno que ser aberto nu
inerud rubricado e encerrado pelo preiidcnte do
meemo cooselbo.
-----AutoriBO a Cr.mara Municipal do Uecif- a
mandar executar segundo o orcamento que devol-
yo approvado, os couccitos na impert .ncia de...
3:302384, de que pre.-isa a secoao de carnes ver-
des do mercado da Bm Vista sea verba Obms
Muuicipaes, do orfiment: municipal vigente-com-
portar a desbeza.
Em casos semelhuutes convem que a Cmara
informe desdo lego a verba pela nual preteudi-r
executar qnaesqaer servic/^s e si o crdito respec-
tivo comporta a despexa.
,J tendo esta prendeneia por diversas vezea de
terminado que os deposito* para garanta de con-
tractos de arrematacao de tmp etos muncipaes
devero-ser constituidos em dmbeiros ou Litulos
de divida publica deelaro -a Cmara Municipal de
G imelleiri que nssm ao poier ncceitar ton
eauvao as aeces da rnpreza de qan trata cm seu
efficio de'17 do cor.ente mcz.
Portaras :
O *r. suparnten lenta da estrada de torro
do Recifc ao S. Francisco inunde dar pAessgcm
gratuita cm carro de ll elasse da estacSo das
Cinco Puntas a de Una a Josquim Olegario Ri-
beiro Cintro e sua senhora, com direito a ba-
grfgem.
EXrEDlSNTE DO SECRETARIO
Oficios:
Ao Dr. 1 secretario da Assembla Trovin-
cial.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, transmiti a V. Exe., hfio de que se
lisjts de tubraetter consideragao deesa Ase m
ba o ore ment para o exercicio de 1887 a 88 da
Cmara Municipal de Triaatpho.
Ao me.sino Do ordem do 8. Exc. o Sr.
presidente da r-r :vincia, transmilto a V. Exc.
para oa fin* ecuvenientes, o balanei da receita e
desiza do exercicio de 18^5 n 86.e o orcamentu
pura o de 1887 h 85 das cam-rras "municipaes de
B >m Conselh; o Gravar.
Ao m sino.Di orlcm de 8. Ex?, o 8r.
prejidente da pr vin^ia, r.metto a V. Exc. afim
de terem oc.mvenien'e destino, 40 exernplaresim-
preesoB do orcamento da recita e despeza pro-
vincial para o exercicio de 1887 u 88, crg-nisido
pela Thasauro
Ao superintendente da cifrada de ferro do
Recifc ao S. Francisco.--- ) Ext. Sr. presilent-
da provincia, m .ni communicir a V. S.,em res
poeta ao seu idB -i-t de 21 do F>vere;rj ftn i >, que
nes'a data antirisa a Thesouraria de Faseuda a
pagar a importaacia de 2J850 c.astai.te da cmti
que veis annexa ao citado rffieio.
itepartlfo da Plela
Scelo 2.* N. 3)2 Secretaria da Po
lieia de Pernambuco, 3 de Abril do 18"<7.
-Illra. eExm. Sr.Participo a V.Exn.
que foram hontem recolhidos Casa de De -
tenrJo og seguintes individuos :
A' orem do Dr. juiz de dir ito do 3'
districto criminal, Joaquim EstevSo, coarto
ocurso as p-nas do art. 193 do cdigo
criminal. ^
A' ordem do sublelegaio do Retife,
Sartholourn Bispo de P.-.ul-', Antonio Al-
ves da Cunb'a e Antonio, eacravo de J-jSo
B.-.rbosa da Paisas, por embriaguez e dis-
turbios,
A' ordem do do 1 districto da Boa Vis-
ta, J.-suino Fe mitades da Cruz, Joaquim
Carlos Pereira da Hilva, Manoel Antonio
da Silva, SebastiZo Jos dos Santos, Ao-
Mnria
- Ao mesmo.-Remetto a V S, p r. os fins (0Q0 perefa d(J g p Jegniua
c.nveuuntes, as inclusas notas do gaz cousumido .
eom a illuminacao dos quarteis do 2* e 14 bata-; d t-ooceijao por embriaguez e dtatur
Ib-s de infantera, i* compauhia de cavallaiia '' blOB.
na enfermara militar, durante o mez de Fevereiro
fi ido, na quantidade de 27,6 0 ps cbicos; e bem
assimainf-rmaco junta do engenhei-o militar.
Ao raes'noMande V. S. pagar ao nperin
tendente da estrada do ferro do Recife ao S. Pran
eisco. nos termas da ir.formaco dessa Thesouraria
de 15 do corrente n. 161 a importancia de 24850
proveniente das passageos. de que trata a inclusa
eonta, effectaada* nos carros da mesma estrada
em Janeiro ultimo por conta do Ministerio da
Quera.
.Ao ecnmanJante das armas.Deferiodo os
requerimentos do Cabo de esquadra Antonio Jos
Qixms dos Santos, anspecada R .ymundo Jos de
Olivira e toldados Capitulino Antonio Xavier e
J ao Julio Pereira d* Rocha, estes do. 2 batalhao
A' ordem do do Peres, B^IUrmino Jote
Flix e Antonio Paulo dos Santos, pr dis-
turbios.
Ern trras do engento Vicencia, do ter-
mo de Nazareth, no dia 11 4o crrante-,
foi Manoel Felippo Santiago, assassioa-
do com diversas facadas, por Jos de Le-
ntos Borges da Fouseca e Francisco Cor-
reia da Silva.
Oa delinquentes foram presos e tendo-ae
aberto o inquerito sobre o facto, j teve o
ooovi niente destino.
No lia 7 do oorrente, no erjganho Basto
RECIFE, 24 DE ABRIL Di 1S8
Noticias 4o Norte
O paquete nerte, trcuxe as seguiutes noticias :
1 IXIi' Z-.II1U*
Datss ate 8 de Abril :
Causou cmsternacSo geral a noticia -de naufra-
gio do paquete Baha. 0 gauiaouie urna commis-
so para angariar donativos em favor dos au-
fnigos os agentes da contpanhia braziteira tcma-
ram lucto pur tito dias em siguul de pesar pelo
falH cim nto do comnraod inte c iumedmto do re-
ferido paquete. 8. Exc. c bispo diocesano eek-
broa Biism pedo deseai:co dosrjue sucuimbirain n
naufragio
Consta va au C-mnerco do Amiz mas que
urna importantissiioa casada pr.i^a do Porto, aca-
ba de./fazer cqui.-icao de dois (vaporea hovos de.
1.200 ton>-lada8 cada um, os quaes sao dcstiuadiB
carreiui directa uV.quella iir-v* ao Para, Ma
naos e "Ncw-Y-.ik.
O servicotieve ser iniciado em Abrilu Visti.
Falleccu cut Tabatinga Auacieto deiJraada
L-o.
Pr&
Dilae at 15 de Abril.
D. niingo (10), s 4 lf horas da tarde desabou
s.'bre e-t. cdade urna ebuva torrencial, *o:uip.
nhada de forte vcutania, que uuu iuu multas dae
principies mas e pravas U.n bond da Compauhia
ntraeojie. que nessa eccasiao estacouava no
Ver-espeso, ficou com os estribos c mpletamente
aub.. ergide s, sem poderem por iss) desembarcar
oa respectivos pasaageiros.
As tejas d'jujuelle hairro tambem ti.-ar .ui cm-
pletamente invadidas a'ngua, que attingio a al tu
ra de mais de dois palm.s ni Drogara -do Po-vo,
ende ci.usou grande ntvjuizo.
UsraiiUo
DaUs ate 11 de Abril :
Aa noticias desta provincia .sai de interesal;
local.
Cear
Datas al.20 de Abril :
X- dia.16 a presidencia da provincia f*zbai-
lar a seguate portara:
O presidente da provincia, considerando que no
exame a que cm sua presenca acaba de proaeder-,
se uo cjfre do tbes.uro provincial, verificou-se o
desfalque da quantia de (7:725^690) ; resolve sus-
pender o respectivo thesourero ntouio -Pereira de
Hrito Paiva, que dever inimediaramente reeolhev
;io tliesouro a meneiooada nmuii,.sau as penas da
lei.
Segundo communi jacio do delegado de by-
gene da cdade de Lavras sabe-se que continua a
gcas&ar all a iebre gstrica biliosa, sendo jcres-
cido o numero das peasoas atacariae.
Sob o titulo Divida do Cear diz o Ceartiue
de 16 o segu ote :
Com o resgate das 118 ap li.es sorteadas l-
timamente, 68 do valor (cada urna) d>' B09J e 53
de 200/, na importancia total de 44: fiBDj, a divi-
da consolidada da provincia fija reJuzid, seron-
era somos iuforinados a 150:0004.
Aseim sendo, o Cear urna das provincias do
imparto que tita divida m-nor ecujts finaiicas,
coto as devidas cautcllaa, pode'm se ir msntendo
mais regularmente.
E' um acouteciaiento .utpciiMO que re-gistra-
mos com satisfaeo ..
Le se na mesm\ tollia de 19 o seguate, s.b
a rubrica Patacho Pirao-ma :
Ante-h.ntem ao meio da enlrou dcrribada
em .108SO parto o patacho Pirapima de uossa
marinUa de guerra
Commanda-o o dbtinet Io tencute Riymuu
d.. Frederico Kiappe da CiaU.Rubim, nosso p.e-
sadissimo amigo
O Pirap .mi dirigase do Reef a Ro-
sas ; mas sofirendj avaras cansadas .pelo pessi
uto estado em que eneontrou o mar, arribou ao
n .seo porto, d\;nde s gatr bievsmente a seu d-s-
ti i.i.rpois de refeitodos dcsarratijosque8<.ffreu .
llaviam fallecido : na capital, Vicente Que-
des Alcoforad.' ; na villa de S. >*ncBCO Jlo
Antonio de So-za ; na de Pacatuba Luiz C>rnci-
ro de Sean e ne Ip J-o l'ioole Audrade Vs-
soa.
Rio Craufle to >oric
D,tai at 21 le Abril.
As L.has nadareferem de importante.
Parnlijlia
Datas at 22 de Abril.
O Diario da Pttrthyba o de 22 d esta
noticia :
Consta nos que 8 Exc. o 8r. presidente da
provincia, coBteedrra dois privilegios ao Sr. Ar-
liiur B. DalikS, seudjum pura a fundarjSo de uina
iibrioade fiacao e tecdoa e outra para extraer)
de leos vegetaes.
o O nosso nf-rmante referi nos que estes c n-
traetcs toract reals^dos as melhores condiccoes,
resuitfnlo um bnefi :io,p!raa prrrviniia do cerca
de80:G0a*.
Parabeua a t'arabyba par contar com mais
estes melboramentos .
Sobre os salvados do Bahia consta o se-
guste :
Ter apparecido no Lsreto algunu jornaes o car-
tas pertencente as malas d'aquelle paquete, pe rte
remettida desta provincia para o Espirito Sant 1
quasi tudo em destr 508 e com vestigios de vio
lacio.
A polica, & qnem fra enviada, rometteu-'-s a
admiitistracao dos correios.
Foi encerrada no da 30 do passado a matrt-
"Gimes, Lourenco de 8, Gomes r'atente, AfFinso
Lustosa, Ferreira Velloso, Prxedes Pita na g, Cos-
ta Ribeiro, Barros Wanderley, Jos Mari* e Ju-
veucio Maris, o Sr. presi lente declara aborta a
seras*.
C impirecem depr>is os Srs. Aupist) Franklin,
Jo*o tte-fl, reade Olivira, Drummond-e (talco
de Caiara.
Faltam os Srs. Barilo de I'apif suma, Amaral,
Regueira Costa, ft.dpigies Porto, Anir ) is,
Julio de Barros, Solouio de Mello e Joao Alv 3.
reute.
Sao lidas o sem debate approvadas as actas
da s issao de 2 e das reunios de 4, 5 e 11 do cor-
O Sr. Io secretario procede lei tura di segua-
te
BXr-BDIEHTE
Um officio do secretario dogoverao, rometf -a lo
infbrmacoi's em or inal da Thesouraria de Fazen
da e do Thesouro Provincial, acerca de donativos
do Instituto Aercola.A qem fez a requ3 90.
Urna patieo-de Joat Antoui M inteM, fiel do
procurador du C tmar.-t Municipal do Recife, re-
querendo cousigna^So da verba 731tI01 difFe-
renca dos seua vencime itos.A" cminiasaj de
oroamooto municipal.
Outra do .-npitio Pedro Ignacio das Neves, em-
pregadt da Cmara Mimii'pal do Recife, reque-
rendo a sua apr.sentm com todos os '/encimen
tos.A' Cmm8sao dep>t:c8es.
Outra de J0S0 Fernanles [lopee, r-'qu'reiidxj
um auxilio somestral de 5:0 X))09 plo t>-mpo de
5 nonos para anpatentar o numero d producto) e
de culturas n'esta provincia A' coutiniasao de
orcimento provi.iektl.
Outra de Olivira Castro &C reclam-tti-lt con
tnt'Oiiotp'isto.de 200.') stbrt; etda nz nnpjrtada
las pruvitcias limitroph?s..V omnis'io de or-
camento provincial.
Outra da Jisephi Btn leira de Mello H 1! >, re-
qiieivado a a Imisato d sen ri'ho nteam J0X1, n
Gymo.isio Pernimbueino, ceno p'mioaislj di
provincia,A' couiinisoai do po^co/s.
Um abiixo aasignt los de eri l >r"s d n priva-
ciaj da Parahyba e li:o Grtnl', di Nirte, r ;-,!a
m indo contra o imposta d 2J pr cubeci d' ^ ii>
Aombla Provincia!,que se digne de autorizar
pr-ferencia o pagamento d dita quantia para
ser entregue ao collector incumbido daclassificf cao
de escrivs p-lo fuudo de emancipaco geral,afim
de que reun Ja quantia destinada pelo governo
para i-sse fim abranja o maiorjnumero de i ifelzei
eacravisado'.
Camprindo com a maior satisfaeo esta incam
bencia, seja-me licito desta tribuna agradecer em
nome dos miseros escravos do municip'o de Goy-
anna o auxilio valosissimo que lhes presta o cida-
do a que me veoho de referir, pediodo aos de
mais que se achem nm igualdude de condices que
tontnm este exemplo digao d-- todos os encomios.
Ptaliados).
Sato mesmo tempo me prmit'it V. Exc. que fa^a
nm ppello maioria desta Assembla para que
sao deepreze o offereciiuento do emrito tnoli-
saussta, e inclua na le do orcaui<-nro ministerial
ttori8acao pira qne essst quantia aeja psjga de
O Sr. Visconde de Taba'nga Se h tu ver d-
nheiro.
O Sr. Jos Mara ... desde que ella desti-
nada a um fim to justo |Utnto humanitario.
Etvio mesa, para que siga o seu dpstino, a
petlcio do S.-. Fraiicisso R beiro da Costa Vas-
eonceHos.
Contina a diseussii adiada do rrquerimento do
Sr. liirao le Iiapisioma, obre negocios dae Trea
Lade-iras.
Niiguem mais pedndo a palavra, encerra-ae a
discuisao e 3ubm-ttido a votos o xeaquer m nto
regeitado.
Contina a discusso igualmen'e adiada do re-
qn^rimento do Sr. Coat Ribeiro (negosios de S-
Ajiormco da Matta.)
O tsr. tioacRiie* ferreira (Nao de.
volveu o seu disoursu )
O Sr. ContM Ribolr*8r. presidente, nao
posso deixar de vir em justificaco do meu reque-
rimento, deduzir de ovi algumas e.ousid.-raees,
depeis da opposcao que lhe acaba de fazer o no-
bre depu'ado pelo Io distrieta. 8. Eic desse- que
n raq'i-rimento fiaba perdido a razac de ser de-
pos d.tsexpcacs publiea-las na imprensa, rela-
tivamente ao facto de que se trata. Eu ptrin
obsTvoaK. Exc. qjo o meu requt-rira'-nta fun
J u-se em facto sarta, ineontestavel, cins'ante de
eommunicaca official do 8r. ebefe de polioia ao
presidente da provincia, e no que publicou a im-
prnsa depos, eu nai vi-jo nada que houvesse ino
rlitioado ou pjsto em duviii a existencia desse
messto facto. A) contrario o que si tem publi-
cad 1 depnis. tem vindo confirmar u existencia do
acontociment'i e su-s couseqaeneias graves e la
mentaves.
O facti foi a priaio de quiltro ii livi luoc que
ni 1 commetferam eritnc al?um, c mtra os quaes.
nao se aprsenla va roelamaclo ou icqucrimentu
lo promotor publico ou de qualiiuer iufuressado,
nem queixi, n-tn denuncia, nana absolutnmeut.*..
Por eo ise pie.ici 1 a pieai de que se trata foi 11ra
tacto extraordinario, ilegal e arbitrario, e ele nili
tem 1 xplteaoao, sciiao pe!;i doutri-ia que de cerro
lempo para c, se t-un posto em pratica, de que
voterum, eryailar r muar.A' coaimiisat je orea- p)dm 8er p,-. sos indivdu .3 quaesqner, desde que
cala dos escravos, tenio sido inscriptos t>p<-uas
433 no municipio desta capital.
Est por poaco.
PERNMBCC
Assemhli Provincial
19 SESSAO EM 12 DE ABRIL DE 1887
P. ES1DSHCIA DO EXM. SE. DR JOS MAHOBL DE BABK08
WAHDSBXBT
8 ummabio Chamada e abertura da seseaoAp-
provHoio das setas de 2, 4,5 e 11.
Leitora do expediente.Requcrimen
to do 8r. 8oar< s de Amorim sobre o
projecto d. 40.Observacoes pela or-
dem do Sr. Jos Mara e approvacio
do.mesmo requerimento. Observa-
edes pela ordem dos Srs. Visconde de
Tabatinga e Jote Mara. Votacao
e rejeico do requerimento do Sr. fla-
rao de Iiapissuma.Contina a dis-
cussao de requerimento do Sr. Costa
tibeiroDiscursos dos Srs. Goncal-
ves Ferreira e Costa Ribeiro. 1.*
pare da ordem de da. VotacSoe
approvacao do projecto n. 21 deete
.ment previiieUJ.
E'sem debate appr>vttio ?iMoer la omnis
;o de reda-cl) sobra o proj-;." 1 11. 17 1 ti anal.
il"lid >s, jipoia los e a -:n lab i-.-i appeovi-d u os
seguintee per x-ras :
N. .17. A 0a1nis3.11 le orcvnViiM ar>v'a
vine al, a que-n foi pres-nt-t a ocrijio d l"s Je
Asewt. M*:a e Sil /a, j i qual re-j i-ir lisp ata do
pagvin*nto oro impis'o d< repartir;! 1, en que foi
coUactaiio ntextreicit di 1881 a 1833. precis.
sobre imeunt patic^io gej;i ouvido .0 Tltcs-ara
Provincial,
Sa'a das commis--s, 2 de Abril de 1887.
C>clbo de Moraes".Goncalvcs Ferreira.G-imes
Pavea t*>.
N. 18. A commissiio de croamonto provincial
para ilir parecer sobro a psticlo le Jo3) Gonea
Jardnn, na qual pede dispensa di pagimcnti do
imp )3to d'2)(/C), em que foi collectada a sua
qnitiaiida, site ra do Ciaamercio desta clale.
requ i- qu.sjbre a meamapetico aeja ouvido o
Thesouro Provincial.
Sala das c'inmis^oes em 2 de Abril de 1887.
Coelbo de -Moraus.Gonjalves Ferreira.9o-
wee.Prente, a
19. A contra i s.1 o de ora-amento provincial
para ilar parecer sobre a peticoo do D. abbade
do Misteiro do -i. Bento de Olinla, na qual re^uor
a esta Assembla que lh 1 coiee la 11ra t n r N m 1
ile 4 anuos para (ftir o que astiver a dever ft
z.-n la provincial, proveniente, di imposto de.iao
umita, precisa que s "j 1 ouvilo (PB Urgencia O
Thesouro Provincial.
Sala das coinmisaoes em 2 de Abril de 1887.
-'Jeelho de Maraes.Goncilves Ferreira. Go-
mes Prente.
N. 20. A coram-ssai de orcamento provincial
a qu-m foi presente a petif.Xo Se dverjo3 mer-
cieros estabe'eeid is nesfa cW.ide, para dar seu
parcror sobre a mesma petigsh, preciaa quo S".a
ouvidp com urgencia o Thes;uro Proviacial.
Sala das comraistes em 2 de Abril de 1887.
=Goelho de M;rae^.=Gcncalves Ferreira.=Go-
mea Prente.
.E' lido, apoiado, julgado oojacto de delibera
ci o s-'guinte orojeexo :
1887PROJECTO-N. 40
A Assembla Legislativa Provmc:aI de Pera -.m-
buco resolve :
Art. Io Fica el-vada eatha^oria da villa, co a
a mesioa denominacao, a povoagio de Nossa io-
nhtra do O' de G yanna.
Art. 2 Os seus limites serio os da actual fre-
gaczia.
S. R. 12 de Abril de 1887.- Stares do Amorim.
Julio de Barras.
O Sr. SoarcN de tnioiim (pela ordem)
requer dispensa de impressao em. avuls* para o
projecto-n. 40.
O Sr. J.tN Marta (pela ordem)diz nao
ter grande alcance o pedid; do nobre deputa'o
pelo 4 districto, mas que disposolo do rgimen
to que os projectos apreeeutad-js tenaiQ mpresso
era avulso, para qae delles tomem aohecimeuto
todos os Srs. deputadss, per s;o que nem todos
tetra 03 jornaes e teem o traba bo de collecio-
al as,
Se se tratasse de uai projecto importante, mo-
meutoso, de natureza urgente c a Asssmbla esti-
vesse prestes a terminar s 'us trabalfaos, o orador
comprehenderia qne as abrisse .un.a excep^ao ao
preceito regimental; mas no caso verteate uao en-
centra motivos que justifiquen! a impaciencia, a
si>flicuida>> do ilustre representante do -Io dis-
tricto, a menos que 8'- pretenda a disp ns.tr 1; to-
aos os projectos submettidos apreciatai da casa,
ai id* oa de aoraenos importancia.
Protesta, pois, contra a anormalidad* que se
quor erigir em regra, ao menos para qoe Sqie re-
gistrado que nao passou espereebidaquelies que
desejam ver reppeada3 as disp'isicSes consagra-
das na lei orgnica da Assembla; .
O Sr. Soares de AmtrJm (pela ordem)Sr. pre-
sidente, 33 eu acbasse algum peso na3 raioss for-
muladas pelo nobre depu'ado que eaba de sen-
tar se. ..
O Sr. Jos ManaSi o nobra deputado ple
tallar duas vezes pela ordem sobre o mesmo as-
sumpto, timbem eu peco a palavrs pila ordem.
O Sr.itioares de AmorimSeporventura infliuj
o regiment, deaistro da palavra.
O Sr. Presidente 0 autor do requerimento
poda fallar duas vezes sobre o objecto do mesmo.
O Sr. Soares de Amorim -Eu desisto da pala-
vn, Sr. presidente.
Posto a votos, apprjvado o requeritnento do
Sr. S.. res de Amorim.
O Sr. Vlaconde le Tattallnga (pela or-
dem) 4t. presidente, acabadechegar-ma as mJoi
a informacao que solictc da alministracao da pro-
viac-ia acerca do Instituto Agreors, creado por 8.
M. o Imperador, em 189
Vejo da informacao que existem na caixa de
depsitos doThesouro Provincial 50:4761406, p?r
tenecntes a esse instituto. Era o qoe eu desejava
saber ; e nada me restando a fliser, appslio para o
administrador da provincia, que presidente nato
desse instituto, creado por S. M. o imperador e es-
pero que 3. Exc de andam nto a ssa ideia, que
nito consinta este dinheiro parulysado por mais
tempo c que a'guma.cousa se faca a bem da agri-
cultura, de accordo com a i ieia que presidiu
creacao do instituto.
Assim, espero do criterio do administrador da
provincia que de prorapto d andam-nto a essa in-
stituicao.
O Sr. Jome Mara (pela ordem) -Sr. presi-
dente, venho camprir urna missSo muto honrosa
para mim, d que fui incumbido por um distincto
amigo da cdade de Goyanna, 8r. Francisdo Ri-
beiro da Costa Vasconcellos.
Este benemrito eidadao, eom a alma encendrada,
de amor pela liberdade, len-c provincia, para
ser applicada ao fundo de enrancipaco d'aquelle
munreipio, a quaotra de 1:163^222, que lhe deve
amara municipal d'aquella localidade, e pede
se snspeite serem ellej escravos.
E' essa une nn-ti'e a explicacao qu eucintro
pira es*^ facto. e 9; nli t-i aasi o mttivj que
actuou iimS sol la los di -Jettacam -nto q-ie affee-
tnnrarn a priiili tu em qoe n Ibes dea orden par.-.
330, eorao UIS-H! o m el i-.Un,;i que impogiMU o
r ;q ie'riin'-nt.o, eii"ouen>o eu, que o prooediin n-
to dis so'.didis, ainla f >i mais extraordinario. O
ollecr 1 di-se : eases horae-ns furam prejos, ni o
pirque se suapeitass- que tossein escravos ; euti
porque foram preso ? A parle do 1 hefe ile poli
ota diz qi", piiterioi-meuta a pris.-to veritiou-se
seren es-eravon, era nenas empeita ; mas tal sus
peita diz o meu n-.-bre contradictor ua> deteimi-
11111 11 prisao. O que dcterininou ent 1 ?
Portanto, Sr presi 1-int-, a prop03c:lo d-i nobre
diputado quo irapugnm o requerimento atrinan-
d > estar este pr- judien io, ter partido a razio
de ser, nao verdadeira.
Acredito que o n ibre deputado qua rae prece-
den na tribuna, e outroj que fasem parte da ban-
cada eoii8'.Tva lora, nao seguem essa uoutrinu. na 1
ajpiaudem, nao I uivam que a polica ex-offtcic se
e institu cipitao do matto, que prenda e< ni met
vo -algum quaesqner individuo3, pala suspeilu d.-
serem (WMW ; mas so na materia da oasi, hi
.maubros que nao concordara com esse proeelimen
ti, pnrquc uo hio de ter a comgem, a franqueza
Sj a pronunciarern cintra cll ? i'as palavras
do m-u colleg* e amigo, n;io pude deduzir seuo
qae elle nao qiiit aoen.ar a responsabilidade du
doubina que seguera eases que assim pensara,
raasqu tambem nao quis cainiuhar at o porto
de coaltuxua-a aJujlutamente., jtara poupar a
sti3cepttbilt-Ja'le dos amibos.
Sr. presidente, o nobre deputado na impugna-
cao ao requ ri nento, euunciou-sc em certo pon t.)
de 10 hio a sor-oar u-js gravo ceosurn, perde >
nobre collega que lhe diga.
0 mbre deputado referinJo-so a.autrtpsia feia
ni oidavir le u.n dos presos, liase que tiulia se
venfioa'di que a-morte uia r. sultau doespanct-
111 nto.
Sr..c.tesiJeute, d|g que essa-maneara d) pro-
uuociar-se o nobre deputido nos merece censura,
porque vejo que o nor.-e de.mt-.do, como que pro- I
aura preparar <> terreno, para que mais uui crime '
grave fique impune.
compromettimeoto de graves e importantes inte-
resses soci-.et.
Eu, 8r. presidente, em vista da impugnacao feta
ao requerimento pelo nobre deputado, Itader da
maioria, j perdi de todo a eeperanca que esta O
approve, j sci qual o destino que o aguarda;
mas nem por isso dJxtrei de ficar satisfeto, por-
que tenho com a sua apresentaco cumprido o meu
dever, que era censurar, profligar, tanto quanto
caba em minhas torcas, factos como esse.
O Sr. Jos MaraApoiado. Muto bem !
Fija a discussao adiada pela hora.
Piissa se
1" PABTE DA 0ROF.M DO DU
E' sem debate approvado em 1 discussao o pro-
jecto n. 21 deste anno.
Entra era 3 discusslo e projecto n 7 deste
anuo.
So lidas, p iadas e eutram em dlscuseao con-
-JBiiiTtsiatnte com o projecto as seguiatee emendas :
"N. 2. An 6. O restante do capital das loteras
concedidas pelas Ieia r.s. 1832 e 1842, fica a cargo
do thesourero das loteras da provincia, gesando
de todos os privilegios concedidos ao thesoureiro
das loteras para o Fundo de Emancipadlo, e a
curgo deste tmente a extraccao da grande lotera
de tres soreios.
Dj capital da grande lotera se.-Jo deduzidos
5 % para commisso aos c tndistas, abatidos 0o
beneficio, devorad > o presidente da provincia con-
ceder nova pr ngac/'o de 120 dias para sua <%
traccao.Dr. Prxedes Pitanga.Juvenera Ma-
1 iz. Lourenco de Si.Jos MatiaBaro de
"aiar.Ferreira Jacobina.A. Lustosa.Joo
de Olivira.
N. 3. Ao K Em vez da multa de 5:000*000,
diga-ee : pagar 8:000f toda eaaa que vender -bi-
lheti'i do outras provincias.Luiz de Andrada.
Vem mesa, lido, spoiado e entra conjuucta-
mr-nte em discussao com o projecto o seguinto re-
querimento :
R queiro que seja 1 uvda acerca do projecto era
discussao a comraisso do eonstituico c poderes.
'. osta Ribeiro.
O Sr. Visiconde le Tabatluua Sr
piesidentn, nao posso ser tazado de oppisi.ionist
eyateraatico; seaipre que tomo parte em alguma
dHeassio neta casa faca-o teudo sempre em vista
a verdade, a sinecridade e :t triiiiqueza propra do
meu carcter.
O Sr. Prxedes Pitauga.Muito bem.
0 Sr. Viseonic de TabatingaTratase de uai
pr j-co que prohibe na provincia de Pernambuco
a veuia de bilhetes de loteras de outras provin-
cias.
Pergunto nos signatarios do projecto : onde est
a vsotagem a'esta medida? (Ap>iad>s^.
O Sr. 0-s'a Rib-.-iro E Constrtfiieat) do Imperio
prinitte ieto ?
O Sr. Viscoude de Taba ingaEu sou franco, e
noi- 880 digo que ueste pr.jocto f descubro o pa-
trwato, e depois delle vira a fraude, vi o pre-
JUZO 11 provincia porque estas casas qu- p-igam
tributas por veoderem biibetcs deixam de pagar.
E Uiver couveuiencia com aeraelhautc projecto
pnra ns loturias da provincia, que tambem uo hao
de ser veudlas n8 out:as proviucas, que em re-
presatia 'lo auto tt'esta Asa-mbla Uao d-- fazer
tambera com que as n asas sejaio alli prohibidas?
Portante, repito, ueste pr jeito nao eucuniro
v>;atRg"oi uenhuma para a provincia, c vejo pro-
tecc'io para um indivdu 1.
O Sr. Goacalves FerreiraSe qazesscm's pio-
I 21 r ao individuo ter Me hiera >s feito mai^res
eincostocs, fal-o-hiaraos vitalicio como fizers.-n ao
cutre- thesi ureiro.
O Sr. Visconde do TabatingaCon'ra o meu
vo'O. En era mii'ria, tras votei centra, porque
n:o sin ,u'aquelles que aceuipauham certoa dalos nes'a casa.
O Sr. Costa Rbeiro -O Sr. Pedro Vicente foi
qnem veio encarregado deste negocio das .loteras
en Pernambuco. J ouco liizer que so iuteressa
uiuito p r este projecto.
O Sr. Visconde de TabatingaCritrrioso ejus-
liceiro c eno dizein qu o Sr. Dr. Pedro Vicente,
eu duvido que dtivido ia amo que te (r appr.wado lhe &BOQ-
Cjto.
O Sr. Cesta Ribeiro V. Exe. :i3o o viodemittir
o Sr. Octaviano do Souza ? E V. Exc. nao co-
nhece o que servia e o que foi nomeado?
O Sr. Visconde de TabatingaVi e cenrarei
essa d.misso.
O Sr. Costa RibeiroPoin ento reforme o seu
juizo s-ibre a moralidade do Sr. Pedro Vicente.
O Sr. G;me8 PrenteO primeiro thesoureiro
na 1 em nada superior ao segundo.
O Sr. Cesta R.lo.ir.V. Exc. cao me chame
para esse terreno.
O Sr. Gomes ParateSe o primriru diatiiiCt'1,
o segundo nao o menos.
>.! Sr. Costa RibeiroV. Ese. uio me convide
para essa diacussa-'.
O Sr. Gomes PrenteEu tambera n:Io quero
entrar nessa discussao, mss ne3te ponto V. Esc.
muito injusto.
O Sr. Visconde de TabatingaOa nobres depu-
titdos j acabaran ? (Riso). Sou infeliz, -Sr. presi-
dente, eu no-tenho habilttaeoes para fallar tiestas
nat ras (nao apoiarios), e de amia a mais logo que
tomo n pilavra .ppaieeem dilogos que me cortara
o fio das mitihaB ideas, i.' um grande in 1 que me
fazem.
A autopsia veo timar certt, veo confirmar que O Hr. CosU R b.iro-N'ao interrompo mais a
esse indwiduo morreu do teiiineuti que receben, e VTuC' ir- 1 j -n v
, que totavel, o qua pam ceusor.r, que o 8r" Vtvm f Tl'T T',^ ^ T
p-sta ao aparte do nobre deput.-ido que vi a de-
missSo do thesourero das loteras de tuto, e ceti-
surei o aatt, porque rccor.heci que a demissito nao
chefe de polica, na 8-ta c 'm-tiniicicto, diss ">-.p. ,
que havi.i mandado abrir inquerito, soraente em
relay!i ao tcriinento reeebido pelo soldado e niio
quauto feriraeiito Decebido pelo que fallecen. Se
muil.u procela" a inmrito, foi deptis da merte
succedida na Casa de Det-1911. Nao maudou
mesmo proceder a corpo de delicto, e soraente de
pois que drrigie-Ihe o Sr. Dr. Jos Marianno urna
pencan requ--rendo a exharaacao do cadver, o a
respectiv 1 butopsia foi que S. Exc. mandou fazel-a.
E -lo eximejie concluio, velo trnar-se certo, evi-
dente que mais um assassinato fj praticado pelos
agentes da forca publica.
O Sr. Prxedes PitangaAssassinato official.
O Sr. Costa Rib iroLimsuto, portanto, que
mu cillege, em vez de unir sua voz a raiulia,
pedir n puuieo do criminoso, qujm qnet qua tenha
para sido, tenb uos vinio diser que a raorte nao foi
resultado do espaiienmeuto, c mo se a questo im-
portasae, ter sido ospancainento ou ferimeato a
ciusa da morte, e quaudo a primeira v.-z que fil-
ie e no meu requenra'nto nt raa refer a .-span-
camento algnm, ms, sim a ferimentos, e o fer-
meuto exista, eouf irme a autopsia veio mostrar,
b-m orno que do ieriin ut-- resultou a motte.
Sr. presidente, o nobre deputado deelarou que
uesta questo de abolicionismo, nao tem piorl 1 ex
tremada ; uai d'aqnelles que defendem aescravi-
do a todo o trunse, nem tambem d'aquelles que
quer acabar com ella de snbito trazenlo assim o
abilo da propriedade, veame e atropello do di-
reito dos genitores.
S.'Exc. disse queent'nde que a auteridade falta-
ra a sen dever, desde qua o seahor pedindo-lbe
providencias a bem de sua proprieda le, ainda que
esta toase sobre escravos, uao o attendesse. O
nobre deputado collocou a questo, n'um teneno
em que u5) a coll -quei. Eu n5o disse, nao susten-
te: que a i-utordadd nao attenia ao s-nhor. sem -
prs que este le pedir auxilio c >in relauao a essa
isto aqullo que a le permtte e nat irisa, era-
bn na consciencia de todos essa propriedade seja
j iusupportav-1 prODriedaie; o que disse, o que
oeosurei, foi qua a plicia que so tem por fim a
p'raeguico dos criminosos, que s foi creada para
a invest.gaco dos rimes, para prevenil-os e re-
primil-os se tenha constituido, prr excesso de ge-
neroeidade ou nao sei pirque, em proeuradora offi-
ciosa dos aenhares de eseravos.
Este o tacto qne censuro, este o facto que
condemoo c a respeito do qual desejaria quo se
pronunciasse a maioria deeta casa.
Desde que npreseatei o requerimento, fui bas-
tante explcito; nao quiz fazer de sua apresenta-
co urna questo partidaria. '
Appellei para os sentimentos do justic* da hon-
rada maioria e cheguei mes no a declarar que o
requerimento tinha sido apresentado principal-
mente para o fim de ver a honrada maioria pro-
nunciar se a rc.-pcito desta questo.
Fis e fact honra aos een'iuientos de alguns dos
nobres deputados, commigo bao de condemnar til
zelo pela paseada propriedade.
Eu tambem, Sr. presidente, nao sou d'aquelles
cae desejam que esta questo acabe com desordera,
con grande abalo para a sociedade. Nunca tive
tendeaea para exeessoi.
Mas se nesta questo devemos procurar evitar
excesaos, preciso sobretu i 1 que d o exemplo do
respeito lei, de moderaeao, de criterio a autori-
dade publica.
Se continuarem es abusos, as arbitrariedades,
come ssa a qne se refere o requer ment, ento
qoe devemos receiar excessos, ento que Reve-
saos temer que a reaeco possa apparecer, com
se fuudava em motivos justos, e era dada tatrnte
para satisfaeo do fina polticos.
O Sr. Costa R beiro e cutres Srs. Deputados
Apoiado.
O Sr. Visconde de TabatingaFoi cnente o
que censurei. Agora se o actual bom e se o de-
mittido rao questo --in que nSo quero entr-r.
O que quero provar nicamente que nao vejo
vtntagera nesta prohibicao deque falla o projecto,
pirque os bilhetes de loteras das outras provin-
cias bao de continuar a s r vendidos uqui (apoia-
dos), erobra uo hg i publicado -'e annuncios
pela imprensa.
Porque at a liberdade de (aprensa cogida
por este projecto.isto n'utc paiz que o paiz da
liberdade p;r excelleucia !
O Sr. Costa RibeiroO que ha anarchis, nd
liberdade.
O Sr. Visconde de TabatigaComo se pode
prohibir que a imprensa publique annuncios?
Como se pode impor urna multa de 5:0000 0 ? E
aeho at (nao s-i porqua nao li o projecto), qne
degrdalo squeile que comprar bilhetes de loteras
das outras provincias?!
O Sr. Costa RibeiroIisojfica para depois.
O. Sr. Joo de OliviraVai para a Costa
d'Atrica.
O Sr. Visconde de TabatingaNao, esqu para
a ilba das Roccas.
Sr. presidente qu. m que nao quer comprar um
bi'.hete que t m o premio de 100 cont ?
De c-rto que todo porque a ambicao de ter, est
era todos nos. Isso, Sr. pr-sideute, vai dar lugar
a que as Alagoas per exemplo ae.a urna lei pro-
bibiudo a entrada de bil.ietesde Peruambuco. Isso
ser por ventura de vantugera para a uossa pro-
vincia ? Eu p-raso que nao.
As loteras da provincia tem sido vendidas cm
todas as d- mais, mas desde qne hsja probibico
com t\lico as cutres, o prejutzo ser das loteras '
d sta provincia.
Portanto, Sr. presidente, eu nao vejo Viatagem
ira seutelbaute probibico.
8e t3 nobre* d-'putado3, signatarios deste pre-
jecto me couvencerem da razan qne ha n.saa pro-
bibics>, pode ser qu? eu mude de opinio, roas at
agora cstou dis.iosto a dar o meu voto contra por
juigar o projecto inconveniente. Creio que uo
ha razo nessa rrohibics. Como j disse a pro-
teeeZo nao a provincia mas a udividuos, que
alimentara a esperanc* de veoderem mais com a
prohibico das outras loteras, olas pode succeder
que aeonteoa o contrario ; p de ser que vendsm
menos e que venha a ser prejudieada a provincia
na arracadaco desse imposto e assim perde a
provincia essa ren la e 03 bilhetes vem sempre a
I eruambuco Pode-se incumbir qualquer peasoa
de mandar vir os bilhetes para serem depois aqu
distribuidos. Nessas circumstaacias, Sr. presi-
dente fica prejudieada a provincia em sua rendas
e os bilbetes sao vendidos da mesma forma.
Um Sr. DeputadoNao ha tal.
O 8r. Visconde de TabatingaComo nao'? Eu
p-.sso com o meu dinheiro comprar bilhetes at
do iuf- rno, quanto mais do Paran e das Alagoas.
Pode ser prohibida a venda deesas bilhetes em
casas publicas, mas-ningucm me podeprivarque cu
os compre particularmente, que eu os mande buscar
por int- rmedio de um amigo. Se isso ineon-
testavel, para que estamos aqui a martellar sem
proveito para a provincia? Tratemos de cousas
seri .8 qua deem importancia a esta provincia, mas
r
-.il
1


Diario e
24 de Abril de *387
* -
1


. i
uo op-ovaoia* um projecto qu* vem tirar as
suas rendas.
Pt tanto, Sr. pr< Bidet te 080 podeodo cm conce-
der o mea voto a este projecto, sent m eepe-
rundo que c*a resolva como ntcloor eraVnVr, *e
bem que esteja convencido de qae lie paasar,
porque a manara, assiai qaer.
Mas nutro a eaportnca de que o adrainiatr idor
d* proviie* criterioeo como ditera ser, uo o
aaacioaar.
is e Wl%-(Nfii dvc4veu o sen
discurso).
(Continua)
EMESUAS AJBSESTADA8 NA 3* DISCSSAO
DO PROJBTO N. 22 DE8TE ASNO (OK^A
MENT MUNICIPAL)
N. 79. t Cam ira Municipal do Rdf abrir
concurrencia para o servico do matadouro fasendo
o contracto, cuj prisa nao exceder d i ana. a,
cjm q-i m tnelhores vantagens offereccr, au po-
deodo em caso algum esso aervico ser teito por
administra.;* .. riego Barros. Amara!.K i M
^N. rO. Fica a Cernir Mun cipal de Caruar
aut irisada a pagar o quo. estiver adever do custas
ao Dr. Estcvaoda Lacerd.-, -Rodrigues Porto.
N. 81 Pica a Camaia M laicipal de Becerra
auf risada a contractar com Guilhcrmino Tavaree
de Medeiros, ou comquem m- IhorcB vatageo| ff-
recer, a conatrueco de urna casa de mercado na
cidude du mesmo nome, mediante as seguintes
condiedes ; .
Ia, O custo do edificio nae ser inferir
8:000*1.
2: Ao detractante prtencer metade de todos
os haposto* cobrados ao mesmo mercado pelo tora-
po mximo de l annoa, nudo o qual entregar o
edificio em pertVito estado de conservacao, pero-
bendo a iudemuiatca nunca superior a motad--
do valor do mesmo.Reg Barros. Regu.-ira
Costa.
N. 82 Pica a Cmara Municipal de Groyaoni
autorisada a pagar de preferencia o que eativer a
dever ao Sr. Francisco L.ivigildo de Albuquerque
Msraiihao. Juli > de Barrosb'oares de Amorim.
N. 83. As diapoaicoes geraej:
Fica a Cmara Muiiinpal do Taquaretinga au-
torisada a contractar a conatrueco na sede do
municipio de urna casa de mercado, p-rcebendo o
contractsnte por eapao de 15 annos quantia cor-
respondente a m ta -e doa imposto existentes pelo*
genero expostos v na, e deaapropriaudo a c-
mara log> que finde eate praso referida casa,'
indeniniaando o" seu propiietaria de metade do
valor, achando-8e esta cm perteito estad) de con-
servacao.Retro Barros.
N. 84. Ao 41 do art. Io. Cuniara de Cimbrm i
Ao n. 3 em lugar de 200/, diga-fe 250 Bego
Barros.
N. 85. Foa a Cmara Municipal de Caruarau-
ctariaad i a p 'gar ao ad-iogado Juvencio Taciano
Mafir o que estiver a dever de custas.Amaral.
M. 86 Em-nda ao art. 2 da projeeton. 22.
Fica reduzdo a metade o imposto de que trata a
lein. 1,866 do anuo paseado. Joo Alves.Her
cciano Bundoira,
N. 87. Additivo.
Oa mercieiros p'.iidem conservar por aljamas
horas do dia da cb-'gada na porta do estabeWei-
mento, Ob grandes volumes, com tanta, que uo
ebtem o livre traosi'.o publico.Sjares do Auo-
rjm.
N. 88. Addhivo,
t'ada inercieiro p o ter um scu estabuiecimento
at vinte e eiao caixas de k /caone.Soaro a de
Amorim.
N. 89. Fica redosido a niil res o imposto
creado, sobre animaes que forem soltos nos cam-
pos domnnicipio 'le Taquaretinga. pelalei n. 186'5
do tona passado.- -II-icalano Baudeira Jola
Alves
N 90.A> 2. accresceute-se : ao n. 7
2C0, tiraud.,-so do n. 12 Ferreira Velloso.
(i:mes Prente.
N. 91.Sapprima-M o 80 do art. 2ARatis
e Silva.
N. 92.Disposico.a caraca : Fica a Cmara
Municipil da cidade 'i Vicroria autorisada a pa-
gar a Marcelino Jote Maria de Alrceida o quo es
tiver a dever le custas judicii'S.Ratis c Silva.
N. 93.Fica vigorando o lugar de auxiliar do
engenheiro da Ciro r i Mnuicipal do Recife com
os vencn ut.s (|M mCm1*M u'e percebe, gt va-
^ar.---Ra'.is e Silva.
N. 94. Em lugar de 220S par a publieaj?a
do expediente, eiit.ies de alistameuto e eleicoes,
diga se 400/.- -Ratis e Silva.
N. 95.Ao | 6. Ao escrivo d > jury da Vic-
toria, em lugar de 600J, diga se 800/.- -Ratis e
Silva.
.N. 96.Ao n. 5 do 6. Ao administrador do
cemiterio da Victoria, em lugar de 50 :/ diga-se
60\>/.Ratis e Silva.
N. 97.-Ao n. I 54 do art. 1." Em vei de
300/, diga-se 600/.J- Muria.
N'. S8.--A0 n. 12 ^ 54 do art 1. Em vez de
1:600/, leia-se 1:300/.J. Maris.
N. 99.--Supprima se o n. 7 dj 53 di art. 1.*
-J. Maris.
N. 10). -Ao n. 14 53 d p.rt. 1. Em vea du
10>/, ieis-se 36J/. -J. Maris.
N. 101..- -Supprima seo n. 10 53 di art. 1.
--J. Maris.
H. 102. -Ao u. 9 53 do art. 1. Oepois das
palavraa procurudir, h-ia-se: e mais 80 n. pflo
tmbUho da africao.-- J- Mariz.
N. 103.--Fica autorisada a Carntra Municipal
do Biej a pasar as custas que forem dividas ao
Dr. Luis da Silva Gusroo, juiz de dircito da
mvscpa comarca.---J. Mariz.
N. 104.- Off reco como emenda, onde couber
o presento projecto n. 62 do anoo passado : \
Art. 1. Fica a Cmara Municipal ta cidade
do Reeife autorisada a contractar com a pessoa a
quem convier, a s^iucao, cu quitacao do debito
aetual, contranido pela meama C-mara Municipal
com o Banco do Bra-il. medieute o gozo do ren-
dimento do mercado publica de S. Jos peto tem
po de tito tnuos.
Art. 2 O contracto poder ser feito collectiva
ou singularmente, sendo o contractante obrigado
a aaaigna!-o dentro rio praso de 30 dia* do c(9
qu- fr ajiiii.i, e de.iberado em a-^esao da C-
mara Municipal.
v Art. 3." eontractanto s podur tomar, cata
do mercado qoand exhibir na Cmara Municipal
a qaitaoao d. referid d.bito, passado e assigna-
do legalmente pelo sen credor o Banco do Brasil.
Art. 4." No fiji dos ditos oito unos entregar
o contractante Cmara Muuicipal do Recife o
mercado publico d > S. Jos no mcsji 1 estado de
cnseivaca, e-n qae o receber, e bem assim to-
dos 02 Btua utencilio?, dva quaes tomar conta por
um inventario, que unsignar, e ser lanj.do no
eorpo do termo do contracto.
Art. f>. Em vista da disp~si$3o supra ser o
contractante obrigado a indemuisar todo o pr jui-
z I qu: houvi r para a Cmara, no acto da entregu
do mercado, quer o=r falta de alguin utencilio,
quer por tiut' ncraco cu mo estado de limpeaa
do edificio, sendo o prejuizo avallado por dois ar-
fa tris e um desempatador a contento de ambas
as paites contrastantes, suj.-itanfc ellas ao e*-
denado do fiscal da Punte dos Ga-v*lhjV 10 >/.
1L4jurtnc j <1# c*
N. 113. Ao 53 n. 9. E:n lu^ar de 20 (. palo
trabaiho da aferiiSo diga-se 10 "|0. Rodrigues
Porto- J a '
N. 114- Os vencamentoa dos amanuenses da c-
mara monieip! do Recife, fioam equiparadas, aos
dos mocadores, s ;m prejoiso destes. -Vigurio
Augusto G- de Drummond.
N. 115. Ao art- n. 12. Em ves de 400
digas* 500/.-Gomes P.rent-.
N. 116. Fica a cmara municipal do Bacila
autorisada a effectuar o pagami-nto provisto no
art. 77 da le n. 1,882, logo qie se realisar o ac
cordo qne premovem Pea ia, M-itta 4 C-, eom a
mesuia cmara, emittindo p.ra isso apjlices a ju-
ros do 7 l0 Reg Barros.
N 117. Srja destinada a arborisaco di cida-
de de Goyauna a verba su.ipriraiia no 51, isto
, 2''0/, que peroebia o administrador dj cetnite-
rio de Goyanninha.Julio da Barros.
KhviSTA DIARIA
uiai iu de Pernambuce-Na ausencni.
do Dr. eelippe de Pigueira Faria, redacto- doste
Diarto, far su u veaes o Sr. D. Joaquim d'AI.
buq-rrque Barros Gniraaraes, i Ilustrado lento di
Faculdade de Direito e diatincto advogado 110 foro
io Recite.
Cremos que melhor e colha nao podamos taser,
e fia:riOi que os no3sos leitir.s saoccional-a-hao
b amer.te.
Asemillen Provincial Funecionm
bontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jom
Manoe'de Barros Wa-idcrley, tendo comparec I.
37 Srs. depatados.
Foi lida e approvada s^ m debate a acta da ses
sao antecedente.
O Sr. Io secretario procedeu a leitura do so
guinte expediente :
Um officio do secretario do governo da provin
efa do Amazouas, aecusaodo e agradecen lo a re
Annae3 desta Assemblc de 1886.
empate reai recurso a'gu.o.
Art. 6 o contractante no go-> do teaaj
cessSo do mercado publico de Si. J s s"r ob*i-
gado a 11 p ii'-r as posturas municip.e.-, referen-
te tabella dos prec s dos manRoa, a os impostes
estab, lecidos sobeo esses., eob as penas da :ci em
que Donvor incerfldo.
pifi 111 rovogadas as disposi(,oe cm eonttario.
ib., 4 de Maio de 1886 -Ratis e :-,
N. 105. Pica creado O lugar de ajndail c do oo-
g uSci/j, com 800/ do ordena lo e 4')0Z le grai-
Bcacio.J ; Mana.
N. 103. Oale e uber. Fica a camna minci
pii de Pancllai aatoritada :: Pg** aieceriva
Jis Matheus de Oliveira Guiuiaraos, o que le
deve de custas judiciaes, sendo f ito o paga-nent^
pelo saldo cxi .'tente no cofre da mesma eaojara
R-^uera C
N. 107. A 10 do art. 1. De accjrdo com o
oroaman'-o da cantara municipal de Ipojaca, ac-
crescct'-fce : ordenada do lijc-il do Ipxjuca 80. -
L arenco de Si.
N- I' 8. Ao 11 do nrt. 1 no n. 4. Em lagw
de 6 |0 di::-.ie > Loui.mcjdii S.
H. 109. Ao 11. Ordenado d; fijcal do 2- dh
trieto liO Lourenco de SA
N. 110. A. 10 do art. Io Em lugar de fij
ca' da villa. 6/ diga-se 121/. Lourenc 1 de
S" ,A
N. 111. Ond-cor.vier. Acamara municipal de
Slnribec fie* autorisada a coutrabir um emprea-
j a niittr a^ p r upjlices de juros de 6 |0
A armo at a impurtanci i de 4:000/ e do valor
de 2 /, 50/ 100/ eOOZ para construir ou com-
Eirar um edificio qoe posea servir nit s para nel-
r as suas ses.-o.-s, mas aluda para jury e
e ico.s. Lourenco de S.
N. 112. Ao I 41 do art, 1- accrescente-se : or-
messa dos
Iut irada.
utro da Cmara Municipal da villa di Pedra,
pedindo que sejam refirmados os limites daquolla
f'rcguezia. A' commissj de est civil e ecclcsiastica.
Outro da mesma, pedindo que seja submettido
scussai o seu cdigo de posturas. -Inteirada.
Urna petijlo de Francisco Leovigildo de Albu-
querque Maranbao, requereodo que se consigne a
necessaria quota pira a Cmara Municipal da ^oy
anua pagar-lhe o saldo que llie deve, do defezas
que fez 110 jury. A* cjmmidsao d : orcam ta 1
munieip.l.
Outra de Manoel Nieomede3 da Costa C ibral,
arrematante do imposto de320 ris, por carga as
feiras di Bonito, requercudo um abate nunca infe-
rior metade do valor da arremataco.A' cm
uiisso de 01c imento municipal,
Outra de M-irianna Augusta di Mello R tin-
gues, vijva do prof-ssor Joo Jos Rodrigue', e
suas fi h;9. requereodo pagamento das pratiea-
ces estatuidas pelos arts. 43 da lei n. 1,860 e 118
do lieg. de 6 de Fcvereiro da 1835.A' cimims-
so de instruccao publica.
Approvou-se sem debite um parecer da eoin-
misoio de rcdacci sobre a do pr-jjecto n. 2 deste
anuo.
Oramm pela ordem 03 .-j. Jote Hara e Vis-
conde de Tabatinga.
Rijcitou-se, depois de orar o Sr Prxedes P1-
tanga, o requerimento pedindo varias intorma^oes
presidencia da provincia.
Adiou-s pela hora, que foi prorogada por 20
minutos, a pedido do S.-. Rigobeito, com uma
emenda do Sr. Jote Miria sobr' ser sem prejuixo
da Ia oarte daordem do dia, um requerimento de-
te Sr. depu ad', que arou, bem oin> o Sr Rog
berto, i'cdiudo iutormaco-s sobre pera 'guicoM em
llom J .r i:m.
Passou-se 1* parte da od m do dia.
App'oviii-se em 3" discuseai, sendo remeitiioi,
coiorniseo do re !iccii 1 o proj'Cto n. 1 deste an-
no (orcuncuto provincial), ttndo orado o Sr. G.
Ker oir, que requereu e obteve oVneerramento da
discubio das emendas. Estas foram aporovada <
com excepcao das d-- ni. 81, 10) e 110 que fiearatn
prejudic-idis O Sr. Ferreir Jecobina requereu,
mas nao obteve, voticao nominal para a emenda
n. 103.
Vieram mesa as seguiutes d'-claracoes de vo-
tos :
* Declaro qne me abetivo da tomar parte as
votato :i da Eincnda n. 149. H B*n leira.
Declaro que V; tei contra a emenda n. 177.
Soarcs de Atnorim.
Declaro que votei contra as emendas ns. 150
c 190, queelevom o imposto de gyro."Jarros B .i-
reto JaniVr.
A4iou-:c pela hora a 3a discusaao do projecto
n.22 deste nn<> apoiadas 39 emendas sob ns. 79 a 117 e tendo ora-
do o Sr. Ratis e Silva.
Psbsou se 2* parte d > urd m do dia.
Approvou s> na 3a discussSo, sendo remettido
e mmissao de redaccao o projecto n. 12 dfcste an-
uo (dizimo do gado).
Em 2" discuseao com uma emenda foi npprova-
do o projecto n. 13 deste anno )emprestimo da
S-.ut 'ttaa).
'i'amb m em 2a discnsao foi approvado o pro-
j cto n. h destt anns (elevaco da villa de Ta
quaretiaga cidade)
Em 3' diaeawio fbl pptvivado o projecto n. 3
deste anno (Banco de Crdito Rial de Pernamba-
ecl indo i commisso de redaccao.
Apprivou-se em Ia discussao, sendo dispensado
do intersticio a rc-qnerim^nto Oo Sr. Herculano
B tndeira, o pnj'cto n. 36 deste anno (officios de
Naz iretb.
Approvou-fe em 1 discussao o projecto n. 5
deste unno (pasturas de Altinho) sendo dispensn-
do do intersticio a requerimento do Sr. Rosa c
Silva.
E:n Ia discussSo tambero approvou-se o prj :c-
ti 11. 4 deste armo (pi-eci do btldu d'a^ua pira a
cidade da Victoria) tendo oridu o Sr. Jo) 1
>:iveira, e seolo dispen3ido do interstici > a re-
querimento do Sr. Ratis e Silva.
Approvou-se em 2* iaciissa do Jrojecti n. 74
de 1886 (jnbilaca.) do profesor Antonio Mximo
de Barros L'it.) sendo dispensado do intersticio
a requerimento do Sr. Reg Barros. ,
Eucerrou-se a discussao (2a) do art. 1- do pi-o-
j 'do n. 20 di 1881 (clnica de olh:s) tendo orado
o Sr. Joi de (Jviira e nao se votaudo por filta
de nura ro, fie indo adiado o art. 2.
A ordem do dia : Ia pnrte: contiuuacao da
antecedente ; 2 parte : Ia iiscusso dos projectos
ns. 52, 58e63 todos deste anno e 2 do de n. 36,
tambera deste amo c cont'nuacao da autecedente.
de 28 de Novembro do msamo anuo, o Sr. conse-
Ihniro Affinso Celso aceito.i a honrosa incumban-
cia, e acaba de publicar o seo trabulh que ex
tenso e importante.
C ntm 00 s guintee apitulos : I, Cmstdc-
races preliminares ; II, Divisilo dos cursos ; III,
Lib?rdade|de frequencia ; IV, Nomeacao doprofet-
aora io V. Oi-giuiaafit i do ensino de direito ; VI
Providencias mdispensaveis^ Vil, Despesa?.
Depois segue-se o Peojecto de lei, que deve
ser submettido a aasembla geraa legislativa, e a
Tabella annexa ai pioj ;cto, mareando os veuei-
mentos do curso superior e do eurso annex> de
preparatorios.
O opsculo teprodus dtpois os differentes pro-
jectos aptesentados desde 851, designando ae
disciplinas que deviam ser professadis as Fatui-
dades d.- Direito, sendo o ultimo o da Faculdade
de D.reito do Recife, apreseotado em 13 de Mar -
co do anuo pitead 1.
Digno, como de acurado estudo o trabalho
du Sr. senador Affmso Jalso, dar-lbe hio natu-
ralmente o devi'to aprecc o governo imperial e o
parlamento.
Ttteatdatle de OtreltoEis o resultado
dos actos de bontem :
1. anno
Affinso de Albuquerque Maranhao, pleuamento.
Joaquim Lucillo de aiqueiru Varej&o, dem.
Antonio Francisco Leite Plnduyba. idem.
Leopoldo de Moraes Gomes Ferreira, idem.
Hernuth de Barros P.mente!, simptesmente.
Joo Martina de Andrade -unior, dem.
L)i -'(.'enes de Almnida Peruambaco, idem.
2 reprovados.
3.' anno
Artoux Cirnciro da Rocha, plenamente.
Ascendino Lina de Albuquerque, simplcsmcnte.
Caetsao Jote da G'sta e Silva, idem.
Epaminondas Cliermout, plrn .mente.
Man el Feppe de S uza LeSi, simptesmente.
Themaz Pompeu Pinto Acoioly, idem.
4. anno
Juvenal Francisco Parada, simplesmente.
Jos Viente de Figa"iredo, idem.
Ayree de Albuquerque Bello, dem.
S -i) istiij Possolo, idom.
Augusto Anenco Santt Risi, idem.
M'auoel Goncalves da Silva Pinto, idem.
Amanh principiaro os uctoe do 1 anno, 's
10 ioraa do da.
tjeglo de 11 nura Por deereto do presi-
dente da R 'publica Francza, em data de 30 de
Haaf* ltimi, sob a proposta do ministro da mari-
nha e das colonias, visto declaracao do conselho
di Ordem Nacional da L3S0 de Honra, de 29 do
mesmo mez, declarando qua a publicarlo do de-
creto fcita de conformidade com aa lea, decre-
to3 e rcgnlamentos em vigor, foi nomeado cav.i-
Iheiro o Sr. S,m n t Joseph L uia Ailaio, capi-
tio ao longo curso, matriculado em Dian, n. 33 i
21 aunos e 9 raeass de servico, sendo 7 annos e 1
mu 111 marinha de guerra, p;r sua corajosa con-
ducta a bord 1 do vapor^francez Ville de Vio'oria
na occaaii do ab-.lroamanto deste vapir pelo en-
e 1 ..(,-A 1 da Marinha Ingleza, Sultn as aguas
do Tejo, em 24 de Desembro de 1886.
A eiiiimina.oEm trras do engenho li-
cencia do termo de Nazaretb, no dia 11 do cor-
rente, Muiocl Felippo Santiago fui assasainado
com live-i.-is lacadas por Joa de Lomos B .r,:> s
di Fonaeca e Francisco Correia da Silva, es quaes
i..'d pri'Sjs.
Aorio-se o ioquerito sobre o facto e j teve o
conveniente destino.
CuNuallda JeNo dia 7 d) corrento, no en-
geuho Pasto Grande, do 3o districto do -\gua-
fret.-", Manoel Pedro dos Santos, couheCido por
rertulimo, imi.ii. 11 a brincar com uma arma de
fogoe iizundo pontariu sobre orna filas do Anto
nio Cid, que cata va irabdbandi em uma esa de
tazer f^iinha, acouteccu dispararse a arma, em-
preando se o projectil na infeliz menina, que se
acha forida gravem inte.
Criado itatuao Salvino Saturnino da Sil-
va, tendo se empngado na qu 1 J .de de criado
em ciaa de um genhora, residente a ra da Au-
rora n. 107, fra incumbido por sua patt 1 no lia
22 do correte de trocar um* nota da 100/>00 e
come cncoatraise diffi-uldades em obter o troo,
teve a feliz iembranca de fazor par seu uso al-
gumaa cojpr^s o assim obrigar a quem Iho ven-
de-:ae 01 objjctos de que neceasitava, a trocar a
referida njia.
Na priuioira loja do fazeulas que se Ibe d pi-
rou'fez aequi-icao de um pa'itot preto, urna c ';
de b im branca, uma cimisa dt muda pila1, u ^
gravata o uma seroula.
Aiaiai euroupado. comprou ainla um pir ie bi-
tinos o ficou com 73/080, reato ou troc dx nota
do 100/000.
Tii satiafeito e contente acbou se depois de con-
seguir o d^-sejid troc, que esqueceuse de voltai
a cris 1 di sua patri.
Eata, desconfiando da demora de 83U f .mulo, ex-
pedio partidores em procura d lie, q ie afinal foi
encontrado os 10 horas da ooit- na Ireguezia de
S. Antonio, onde foi)preso aorlm do Dr. delgalo
'ie polica pelo commandaute geral interino da
goarda-civic.i, que t-:ve a deslmmamdade de to-
mar Ibo a roupa e o dinheiro c remettel-o para a
DcToucao.
Sen a
sao fnebre commemorativa dos nufragos mortoa.! e eomm >nbij g, ral pelas piedoane inoia do S
. e*i".il aendnO Dr. Freitus Henr ne, Io pro no'or
publico, Hpreaentou, bontem, ao Dr. ju'z de direi-
to do '-" distrieto criminal, d nuncia contra o ba-
cliarel Asthiir de Sarria rauo d Lacerda, filho
do thesoureiio, p;!o eriraa tupitalado uo artiga 172
da Col. Criin. ccn;iicrando-o um dos principaee
reapor'Saveis pelo 1 norme desfalque da quantia ie
793:145/387, verificado nos "cofres diquellarc-
p irtioao.
Nao senda o denunciado empregdo pnblici cor-
rer o respectivo proeesso pelo foro commum, se-
Lriiud a juri-prudencia dos tribuuaea, cm casos
id nticop.
O Dr. Freitas Henriqucs teui so esforcado em
requerir tudo qu.uto iuteressir possa a causada
justica, eomoprovam ob traba I Los que temos pu-
blicado para que uae fiquein impunes o retponsa-
veis -por tio audacioso crim
O^portunamente publican idos a ieuuncia.
MenadorcM e depaladoa geraea
No paquete Espirito San'o passaram bontem para
a ctt", onde vo tomar parte ms trabalhos legis-
lativos, 03 senadores canego Manoel Jet de Si-
querr M n ie?, Antonio Joaquim Gomes do Ac-
rale consjlheiro Vicente Alves de Paula Pessia
e os diputados geraes pelo Para o Dr padreMancio
peloJ.VIaianbo os Drs. Jos S. Maia, Joo Hen-
rique Vieira da Silva e Franeisco 1 lias Carueiro,
pi. 1 j Puoliy os Dr* Jayme a Albuquerque Rosa
e Simplicio Coeiho de Rezende, p>;lo Cear 03 Dra.
Mano 1 Ambrosio Torres Portugal e eonselheira
Antonio Joaquim R drigues Jnior, pelo Rio
Grande do Noite-o padre t&* Miooel da Carvo-
lbo e pela Parabyba o Dr. Francisco de Paula
Prim .
Vacuidades de UlrelloCom esta epi-
grnphe d o Paii da corte, a seguiote notioia :
Encarregado em 22 de Dezembro do anno
passado, pelo ministerio do imperio, de elaborar
um projecto que sirva de base reforma que, me-
diante autoriaHcSo legislativa, se tenba de fuer
dos estatutos das Facilidades de Direito, que bai
xarsm cm o decreto n. 9,360 de 17 de Janeiro de
1885, e coja execucj foi suspensa polo de n. 9,522
crinan 1 -Ni lugir Cordeiro da
estrada nova de Caxaog, districto da Magdalena,
os V'sinhoa de Miria do O' da CinceicSi, mirado-
ra em uma umi casiuba alli aituad-i, notaram que
scndilji detardeconi-Tvavam-se fech idas as portas
da m 'ama casiuha e nao era viata a sua habitante.
1'. iiitnunieado o facto ao subdelegad >, eate man-
dou arrombir as poitas, e eucontrou Mina do O',
itada ua cami e dormiudo somno eteruo.
Dias- ram oa visinboa quo Maria do O' tinh 1 um
amanto c que C3te desappareceradepii* de romier
h-, DMU09, di..a, aa relaco;a, qu-a mantiubi com a
tua dulciu^i.
A auroii l.d tratara do averiguar a cuui da
morte de Cooe.dcii.
frVIlcciineul.Na villa de Qiipap fal-
Irtceu de rryaipela no dia 22 do cirrente D. Luisa
Mari 1 Parejera dos Santos, sagra do profosaor pu
b ico d-.lli, S liastio Brandao.
6 aav.i a finada tO anuos do idaie e era geral-
ente estim ida p -las multas virtudes da quo era
dotada,
OiitroFallcceu em Cimbres o abaatadi fa-
zendeiro Balbiuo Beserra Cavalcante de Albuquer
qu '. na ida le de 66 annos.
Era o finado um cida li respeitavel e estimado
p des Stiia couterraneoa, mit-ivaj as fileiras do
pirtido cooservad >r : ao qu il prestoa relitivs
s rvigos, pelo que era ge.ralm ;nte considerado
pelos .-i:U3 amigos polticos.
' Aos sais Jijos filbos, Andr Bezerra do Reg
B-rros, e Honorio Bezerra do Reg Barros, nossos
amigpa em Peaqueira, apresentamos sentidos p-
eames.
Otitr 1Ante-hontem pela minha fallecen de
lesao cardiac. Luiz Goma- di Silva, nataral di
Parabyba e eom 56 nnos de idade.
Bra empregado no Mercado de S. Jcs.
Para o naufrago*-A) Sr. Francisco
Gurgel mandou entregar a quantia do vinte mil
ris o 3r. Maaoel Cyrillo Vauderley, proprietario
do eugenlio Santa Risa em Ipojuea, para ser ap-
pcada em aoccorrer ac nufragos do paquete
Bahia. .
Hoapital Pedro IINeste eatabeleeJmci-
to o no dia 23 do correte loi pelo Dr. Pontual fei
ta uma operacaj cnurgica consistente na extraccao
de uui aatee ancana do ngulo interno da rbita
direit prolonganlj so psra o foiso nazal.
Em beneiTclo ao* naufraga* -Rece-
b m hjiiMn a quantia de 45/ soccorro prom"-
vido pe s Rvjqs. couegos da cathodral de Olinda,
i-a b.-ueficio dos infuliasa naufragas do vapor
Bahia..
Hiotm m:wu fis-m entrega da referida im-
portancia ao Sr. (rurgel do Amaral, mimbro da
o-mmi.isi-c-rntral de soccorros.
Eia a lista dos subscriptores :
DeSo Dr. Joaquim Francisco de
Faria
Chantre Jos Marques de Castilh
Mestre-eacola Antonio Arco-verde
de Albi'-qu rqn I Civalcautc
Arce^ia. Dr. L liz Friticiaco
Aranjo
Congo r. Francisco do Reg
Mata
Cmeg> Joaquim G. di Araiij 1
C n go Dr. Adancto A. de Hen-
nqu- s
Cooeg) Antonio F. de Araujo
Pereira
Comgo Jos Braz Guilerres
da
50>>
5/000
10/000
5/000
5/00i
3/003
5/000
5/00D
2/'O0
4/0
Oa nom-3 dos eone'goa profesacres do Seminarfo
de Olinda j figuraram em outra* listas para este
mesmo fiui, alguna subscreveram ainda a pre-
sente.
SeNMi raneare-Hije, pelas 8 horas da
ooita, c no tbeatro Santa Isabel, sob a presidencia
do Sr. Dr. Joa Joaquim Saabaa, texA lugar a sea-
do paquete nacional Bahia, ceremonia promovida
pe is alomaos da Faculdade de Direito.
0 tbeatro estar preparad, para a eircamatan-
eia. No oamarotea de Ia o 2' ordem tomarSo lu-
gar as familias que comparecarem. O reati do
edificio-aar tranqueado ao publici cm geral.
Uma rommieai i, postada entrad recolber
os obulos com qoe cada um doa concurrentes
aessao quiser contribuir.
Tribunal do Jury d>B'dre Foi
hontem submettido julgamenta o ri Ji.li Ferrei-
ra de Mella couh crio por Jo 1 Peq icuo, qte us
dia 1 de Maii da 1883 istaasiuou na ru 1 St p.l-
mi desta cidade com oito fieada* i lioerta I21-
bel. Tendo comparecido aem defensor foi Ibs
dado pelo juiz o adv godo dos preaoa pobres Dr.
Einygdio Vianna. Formou-so o couaelho qaa asr
compoz dos Srs. :
Jos Mara Ferreira Frauci.
Dr. Christ.vi Brcnkenfeld Vieira da Suva.
Jis da Costa Silva Maia Jnior.
Dr. Jote Francisco Ribeiro Macha i j
FranciacJ Ameri:o Dias B-irretu.
Joo Cavalcante M ireira Campos.
I>uoiogis Joaquim da Fonseca.
Floreac Dmingues d Silvi.
Dr Julio Auguato da Cuuha Guimar-'a .
Ga'dino Jos da Silva.
Dr. Augusto Coelbo Leite.
Adolpho Martina do Ru.
Interrogado o reo resjondeu chamar-ae Joo
Ferreira de Mello conhecida por J0S1 Pequeo,
natural desta proviuaia, 28 unos, aolteiro' m ira-
dar no becco do Espiobeiro, oodo reside bi mus
de 20 annos, cntalbador, sabe ler e cssrever. Sa-
ber o motivo porque aecusad >, reapondeu qne na
o e-isiaoem que se dia ter Qhaviio o* fenmen'ofl
aebava-se elie na casa de seu'pai no becco do Es-
piubeiro,n>i coobec.*r as testemu .has quo dopuie-
rainuo procesa ie por isa 1 nada tendo a oppor co-itra
ella3 ni 1 ter motivos particulares a qm utt ibuir a
accuaacSi que nao tora o autor doa ferimentoa) e
que oe n aabaquen tal fizara, quo tendo vivido
amisiado o.iat Iiibsl po; ma de um auno, e de
la separou-se sem ficarem iniciados.
Insisti na preva desta circumatancia. qno a
constitutiva no presente facto para classiSctr o
reo como ineura; uas penas da artigo 192 do ci-
digo criminal.
Paaeiu a ju ilifi ;ar as outras duas circumstan-
cias aggravantcs articuladas no libello. Noito o
auperioridade em sexo e armis. Fin-iju aaecu-
aacio pediudo a con -mu-.cao do reo no gnio m-
ximo do artigo 192 Jo cdigo criminal, iato u
forca.
A defcaa ana'y a m as provaa do procesa i e co
raecou por impjgnar, apr -aentau 1 > cimo nuil 1 p
rante direito a declaraco da propria cffeulila,
que nao pideria fazor declaraco algumi, qie
mereeesse f, visto que 3e ach ivam em estado tal d
embriaguez, qu -, conforme disae a piimoir 1 tea-
tcinunli, chai li casa, onda se deu o deiicto
nao seutii dor por easia farimeuto*. N'jou
prim.'ir teatemonha Maria a qualidle de tost-
inuobi do viata porque ella ni vio, e sim ou/ii
Isabel dixer que esteva ferida. Qn as drmaia
testemunhas. depom por ter onvido a e3ta e que
portinto ainda se tornara elles m-ia nulloa qae o
interior. An ilyaido oste procesao v ao qu ha
um* nica testemunbi que se 'diz dapar de vista
sobre o facto e como sabemis em diraiti an-is
testes, nullua testes.
Dj proceaao consta que o rea terdo na tardo de
l. de Maio di mez fiudo ido ao larg do Paraizi
oude residia I)be', liberta, ah induzio-a a aeo n
panbal-o ru 1 di Palma. Nessa ra le.'ou-i
p.ira n casa n. 52, onde djpois de iusulti!-a por
causa d- ciumea, eabatef jou-a, o po.- fia fex-Iha
oito ferim^dtos, s.udo una penet-antes na caixa
tor.xica, a Uros m ablomen. A offoodida f.lleceu
110 da seguinte, mns a ites foi interrogada e res-
ponden ter sido J ii Pequea quem Ihi lisera taes
ferimentos.
A Piomotoria Publica obteodo a palavra eome-
eoo a aceusacaa chimando a a'tencaa do Consolho
par* a grvida le do d-ilicto, que f pra'i ado
contra man iuerme mulher. Aa raamutaaeias,
que reveatem o crirae demonstrara oa inatinctis
oerveraos do o que abusando da antig.; amisade
pas ella era toa imasia, eanduz:o-a pira umi
casa, onde lUpoi de uma aiteroaco fez-lho os
ferimeutoa de que veia ella marrer. O.- nnutro 1
a exiaiuiea do crime com a an-ilyai de c>rp 1 do
lelicto e ixane cadavrico. Exmeoste que v.-io
ciirnar ojui das p3ritas, une diasen o sercm
oa t' riraentoa oecosaanameute martaei. Demoui-
Ifon que o reo era o autor do delicto nio s pel-i
existencia da sentcnca dj pronuncia, oriunda das
p.-ovas testemunhaes, coma pela anajraa das de-
claracos feitas pela off-nlid 1 piuco te:iipa antea
le fallecer. D'monstrju a exiatoncia da circura
atancii aggravante do abusa de eonfia.11;..
O advogado da defoza, usaido da pa/avra,
uej 1 que houvesse abaso de coofiauoa no ficto
do r*o ter cooduzi lo Ii ibel pira a caaa de Maria,
parqu entr 03 dois nao ha va umi anta, a licita,
que constituase obrigacoea entre ambas.
Haga a aggrivante da noito porque aa testemu-
nhas dliem que o facto so deu a 5 1(2 har^s
da tarjo." Q 1 into circumstineia aggnivaute
de superioridad-! em s"Xo era neceaaario qui h ia-
vess quem fallassa, ou desaa prova da eonsti-
tuica phyaica de Iaab-I, ea pizesae em conf.-o 1*0
com a reo qao par seu tatnauho deno ninido
Jai) Pequen 1. Qiaii'o a da superior i I idi en
arm ta era nee osario que se provasae na estar
arni.l.i Isabel. Disso nao ao eogitoa. ni oscaaijlo.
Em viata do que aHegou podio a absolvijao do rea.
O conseibo tendo-ae recolhido sala secreta
d'nli voltiii passadjs triuta minutos trjz-.'n la a
oademnaelo da'r< na pena de galea p'rp-tnas,
com meursa na psaa do grao mximo do art. 19 i
do cidigo crimina!, porqua uo reenheceram a
existencia da aggravante da aban de confianc,
u nem tai pouco circumstaucia a*guma attenuant-i.
O juiz appeilou da sentenca. advogado do reo
pro'.estou pir novo iury.
E ,t-1 am-inha em julgimento o reo J.ao Carlos
B. rromeu d' Albuquerque par crime de bomieidio.
Comnanala de Zuraaella Mii tendo
podido embare.r a coopmln 1 de zirzu3lta m v;-
por Espirito Santo, demorir-3e-ha mi:i uma Si-
mana ueata cio;; .1.
Dar tres espectculos m lia, senda ua, na ter-
c.i-f:ira.
T.ieatro Nisnta Paaliel^i'Jomo pmuhimo
espectculo, d-u u> quinta-feira ultim, a compa-
nbia do zarsuellas h 'apauhala, em prim ira re-
prese, t,ci, a Maraelbeza, sarzuella ,em tres e-
toa.
Fi lo titulo, o libreto pareca indicar sernas his-
toiica.8 da revolucla francesa, mas, a Vdrdade
hio. rica np,.arece n'esaa pso-4 to raramente e
to disfarcula que parece coma realmente um
romanee ideal-ata 'do que um assumpta histrico.
Enearadu o libreto com romance, o ai pale-
ra in'ciameuto cham:r de mo m outro ciso
qualquer, poi n, nao 1101 agradou a prouccilo.
A parte rr.u cal tendo pir tnema obrigado o ce-
lebre by.nna de Raugst de l'Iale, eseripti em
um estylo ace inmolado ao assumpto, tendo a!
guua trechos bonitos o de~ carcter puramen'o
innrcial, apparucendo piusas Vezes oa troehis sn-
tiu.iitaee.
Pode 8" dier que a.Miraelhfzi nal* umi
zarza 'di destinada a agradar p-do cff-iito a leaicj
do qu-' per outro qual quer motivo.
liigiroaim te, pujas silo aa pacte* de impor-
tancia urtiatiu 1 napi t; cantando, Como tal vez,
a ae DOMi eocarar a de que e i-ii irre^ -u 1 ora.
Pi e a do Sr. Hamo;, po.a a de fiooget faite pe-
lo Sr. I iio, ap-zir dea ter cantado suffiivel-
mentu sase artista, bem como a do Sr. Garrido,
que bem sabio-8-1 no pipel de sachriatao ; consi-
deramos, todava inferior s dtiaa deque aeim-.
bulamos,
Oa deuiais artistas e.icarreg idoa das outras
paites, procurara satisfaz t, primando p:<:n so-
m nte os quitro que acabamos de mencionar.
Com alguus b aqueta uma poesia e omitas pal
mas foram oa artistas victoriad-.i".
= Para deapedir-se do publi o canou unte-
hontem a corapanbi* ainda uma vez a hfaaaote,
substituindo a Sra. ^acanelles iua irm, 111 parte
de fitba d. rii, 110 deseuipenha de puja pir:c nao
foi mal, tendo at aceas bjm felizes.
1 lomo das vezea anterioreaa Mascte stiafoz ao
public. 0 artietaa foram porcra app'aud loa
comoaini; nao o liaba sido; pnne'palme.ite a
Sra. P.'q'uc era recebida com flores e palmas to
da aa vezes que apparecia, sendo cm todos 03 fi-
ntea do actos, chamada, juntamente co 11 o- Srs.
Garrido, Durara, Manso, Ramos e Sra. Sacaael
les, a loena muitas vexes, recebend. en irme
quautid ; t f n b uquets e lhe sendo re^it
das paeii.is.
Partudo para a Babia aeieiitamo-, ',ue a c 1 -
punbia hecpiih ilu tara -*Ii a mesma ..cceitafaj
que aqu nwrec
Hairia le Munlo AntonioAuianb 2
do corr. nte, p las 8 hora8 da manba, nesta matriz
eerosuffrag 1 iaa as a1 mas doa iufelizea uiufr-.-
g s Jo vapor Bahia cara mista, memento Solemne
tissimo CoracSo da Jeaus e filhaa de afana, pre-
-aidiodo a tSu religioso acta o Rvd. vg*ri*.dafre-
guezia, dignaodo-se assistir 03 Eimi. Bvais. bia-
pa da dioceae e o Dr. presidente da- privinaiai.
Esper -aa a aa*3teucia de todas a poaaoas que-
deaejaremeumprir o religiosa e tradiecioual devsr
de orar pelos mortaa.
taw anta ao Ceara-A ComtitmeSo,
faina da ciddd da Fortaleza, publicm era 17 dea-
te mex a seguinte aoticia :
De uma curta do Crato ex.trah;njas a aguiu-
te noticia :
Tadj o povo do Crato acha-se alar aado eom
a noticia de uma virgem pioduaa rtsidentc no Joa-
a-iro e coufeasada do padre Cicero. Di o rumor
publico que ella santa em Cirne viva, e qne tem
como A;iuj Cath iriua.dtj- flanaerrch}- v'aivais em
sen.oorpa ralos os stygjia* da. paixAo de Nosso
Seuiaar Jaua> Uhcisto
Alma santa, sofive to duro m irtyi io qae ad-
mira-eom 1 ella ainda vivo, sendo ella um manan
oial Je eaaguc a de dores irapj9sivois do sup.nr-
tar 8-m uma grac especial da Deus.
Oa propagadores do fieto*xtrordinario in-
vocam o teatemuub 1 Jo padre M.iateiro que, lhe
dando a cou.munhao vio Jeaua sacram-'ntado tor-
narse visivel A sua 3;rva. Sa verdade, eu feli-
cito ao Sr. D. Joaquim, par aar o nica bispo da
Brazil que tem uma santa em sua diocese.
Dizem cbamar-se Mara de Jess a be nave.1-
turada, e que tem apenas 28 aunas.
Sorte Brande L-ae no Pai
Aserte grande da 2J lotera do Orara-P ir,
extrahidaa 26 do passado, couho ao bilhete i.it--
ro n. 18 974.
Era possuidor desse bilhete o Sr. Antonio
Alves Pereira, do municipio de Rezeada, o qu il
receben do Sr. Augusto da Rocha Mantein Gallo,
agente daquella laceria, o pre.nio integral na im-
partancia de 40:015/000.
< Ess- bilbete, escreve-naa o Sr. Gallo, foi ven
dido na agencia daqui ao cambista da ra do Es
pirito-Sauto n. 2, juato ao thoatro Saut'Auna,
Sr. Teixcira (vulg Conde d'Aros) e par elle
remsttid.i aa3 cambistas Lipes e Ir.nao, da casa
Maseotte, en Rezende, quo p;r sua vez o vea! :-
ram ao f dizardo Sr. A ilonia Alves Pereira.
i. re mi Recreativo Familiar Fao-
ccieaou bontem esta sociedade em aeasa .1"..-- m-
b a geral sob a presidencia da Sr. Antonio de
Carvalho.
T ndo-se procedid a eleiQaa para os cargos
acephalo; da actual directora deu o seguinte re-
sultado :
P.esileute.Jos Castor de Arauja Sauza.
1. Secretario. Antonio Rapbael Alvos di
Costa.
Tfisourcira.-Cltodon de Aqaiua.
Oadir.ficharas Cirreia do Espirito-Santo.
Foram recanhecidos com socios beaemerit -3 ^e
S.-a. Jos Cas:r de Araujo Siazi e Antonio R 1-
uhicl A'ves di Casta e coma honorario a Sr. An-
tonio Cirloa Bjrromea da3 Santas, pelos relevan-
te* servico* prestados a est? gremio.
Hjj s H hir3di manha effeetuar- :-ha
a pi330 dos e!cit3 cm sai sie a ru 1 d:, Marci-
lio Dias n. 91, l.c a-idar.
"Olrecloria da.i oSiraa def toasena
efio do* portnBoletim meteorolgico do
dia 22 de"Abril de 1837:
existirn at-certo tempo rel-.cSa* de .iiiaude,
mas nao foram ella* tfio estrofa., como- procura
inculcar o infeli maograio.
E pira nio ir muialmg deseando a.uert.i>
miaucioaidid-s, basta dieer que o advogado Ama-
ral, recebeodo sem ore em su 1. casa com o cava-
lheiii;mi noe lhe propri'>. o Sr. Bar 1 del a-
psumi, nunca fii ao engenho deste pagar-lhe
euia visitas e mostrar lhe o alto apmsoo em que o
tinb..
Oj.antar que uilude o iufelmallOfrado deu
a, preciso die'-a, em casa do Dr.. Aimural e i
elle uaaistio o Sr. BarSa de It'piaanma e mOitcs
o sens amigis.
E quer s.ab :r qoando teve elle lugar ?
Em dia de oficio pan deputado geraH e jus-
tamente na oceasio om que o chefe liberal, foevudo
causa commum com os seus adversarios, desearre-
gava toda votaeSo de que podia dispar no Eir.
Sr. Dr. Manoel da Triodado Perct i! 1 !
O advogado Amaral, homem de fina educaciio
o de bona aentimcut.s, lo pidit. deixar de cor-
reapandr a provaa de cnaaideracio qua lhe da va
o Sr. Baruo 'te Itapisauma.
Estj cautemplou ua son liatu-de- offieruea da
guarda nicional a alguna p.reutea a'aquelle, mas
co.ivm obs.'ivarque nao foram obsequios s lici-
tados, porque o dr Amaral aria incapaz de dea-
eer a pratica de Cae* actos.
O Sr. B irai Je Itapissuma eutendi 1 pag ir Um
asaira favare* que, com advogado, d'elle recebia,
acudo certa qae por falta de pesso:l hibilitado
nao fiearam tidas as pati-utes em casa d> ra sino
Sr. li .ni...
Depoia da ascenco do partido eonsciead-r
nao se den a deabragada p rsoguicio deque falla
o infeliz mall'jgrado.
Os lugares de \g. ute da c.rreio o de carec-
roiro pasaaram a ser ezercid-as por nova gente pela
ioeauvenieote linguageo dos reapectivos-fumjciu-
nanoa ; au sa dando, porui o mesmo com os de
eacriva data eoilectoras geral eproviocial. O
d aquella, ao tempa da referida ascensa era- coa-
servadpr eonheeidb e alheio lo-iugar e o desta foi
demittido, pouco temp depaia, bem do servico
pub leo em causeque.ieia de reclamacoea'do coi-
lector provin ;ial, que nao auspeita ao infeliz mil-
logrado e que nao foi substituido.
O coliuctor geri nilo foi demittido; f.i re-
movida pirque devia sel-a, para ser colloeado eai
a u lugar aqaelle cuja rem 190 elle motiven.
Este, paim, pormitivos particulares, recusou
o lugar, resultaudo d'abi a nooreacao do eapitlo
Amaral, cujos bons precedeutea sao canheciUos.
& noo,eicai de um outro filho do advogado
Amaral nai teve carcter politico e mm se deu,
como diz o infeliz mallogrado, depois que o partida
conservado'- foi chama 10 ao poder.
O advogado Amaral na
a r va-ib
-a *- 0 ai
lloran O 2 TJ as Barmetro a Tiasao do vapor 9 a
1- ** a 0 ao 0 S
2
t m. 25'-3 7oOm07 21,09 89
9 23' -2 7r)l3b' 22,11 71
12 302 76^a71 22,50 71
3 t. 30'-3 ?59">24 21,63 6/
fi 27-S 759"87 19,87 71
Temperatura mxima31,25.
Dita mi aira*24,25.
Evaporacao em 2i h iras ao 301: 4 "'1 : som-
bra: 2,-7
Chuva0,'"7.
Dirocclo do vento : E de meianoite at 11 ho-
ras e 31 minuto* da manha; ESE e SE alterna-
dos, predominan la SE at rada n lite.
Vtloeidade miia do vento : 2^,27 por aegunds,
N -bulos: lude media: 0.37
HiMinlr r.-iiiae Ha hoja aa seguin
tes :
Do Hospital PortUgUez de Benefieeucta, era as-
sembla geral, s 11 horas do dia, pira piss 1
nova juuta e euinpraiuta do Io do art. 1 doi
estatutos.
Da Club C O. D., em aeasi ordinaria, a 11
horas do dia, para fias soeiaea.
Di irraaadade do Scnhor B.ra J;aus das Dores,
a 11 horas, ni igiej d: S. G.ncila, para clci-
5*1.
Da Li^a Operara Pernambucaaa, A3 9 horia
.0 dia, em as39mbla geral, para eleici de auua
.i/.-js fuoceiorariis.
A.nan'i ha aa seguintes :
Dj Montb Pi dos Voluntarios la P-.tria, s 4
lloras da tarde, na ra Duque da C ixias u. 11,
para eleicSi 3a nova directora.
D Campunhia de odificaco, aa meia dia, pira
reforma doa cata'utoa.
Villa do Iguaraitiii Eserevem-u-as em
21 do corrate :
< Solicito em dar-lbe conta de tudo quauto de
mais notavel occorre entr nos, empuuho n'este
momento a minha arma predilecta e vou jugal-a
era diversas direccoes.
O facto maia imprtante, e que tan dalo lu-
gar muit.-a commentarios oda caaicmuicaa lo
Dr. Francisca X ivier Paes B^rretto, caufirm ida
em grao de appellaeo pelo Tribunal da Rela-
co.
Variara U3 opiniSe* sob.-e o casa, sendo a maia
accitavel a de qu; o. Dr. Paes Barietto pode, pa
roHnlo Seuea dizer : .'. Atnihil wst iuiquius
quam aliq em hacedera amicorum odii fieri : ann
ha ra :is uiquo do que fazor que alguem seja her-
deiro do odio dos amigos.
Com era.de prever, foi o mesma Dr.exonera-
do cargo de promator publico deata comarca, sendi
iv meado pira substituil 00 Dr. JuSo B. Correia
de Olivara, cuja intelligencia e aptiJao para o
referido carga s^lbe pide.u *ar contestadas polo*
uvejoaoa e maldizentes.
Filbi de um homem nitav.l cuja dedica(Xo e
rvic-'a causa publica s3o bem couhecidos, o jo
vem noaieado tem nos bellos ejemplos de *su Ilus-
tre progenitor caminho s- gura para cheg.-ir a
gri.nloa altur.a.
Acha-se entre 1163, eom saa Exma. familia, o
Dr. OliCeira Menloaja, juiz substituto d'eaa co-
marca.
S- S. tem agradado g r.il n.nfe, alm de ou-
tras razoes pelo facto de ter substituido o D Te-
leaplioro Gomes de Araujo, que como j tive occa-
siai de dizer-lh foi obrigado a retirar-se d'csts
com .rcr.
Li na Provinc'a do 14 da carrete mez um
un artigo sobre negocios d'eata localidide.
Ni creio qu elle partiese de Itamarac ;
p,r-ee-ma ata 8 oiiindi de alguma bagaceira de
engenho onde o FOGO tudo causme e aniquila.
/Teuhi razii para pensar assim, deixun lo de
tornar-me clara por conveniencias.
O iuleliz maograio fia> 8be o qu diz, por-
qu mto, ten Jo deelarade no cam co de su 1 nenia
que o Sr. Bar.a> de Itapissuma e o advogado Amo-
ral sao dous distiuetos viJados, acaba nganL-,
em tom ridiculo, este qnalidade qua s pode ni
possuii- os bom-.-ns de bem!
Parecera, pirtanto, mais acertado deixar sera
respaata o tal ar'igo; e se me ocupa d'elle i por-
que con v a elucidar certos pontos, tornan to. U
duro aue b elogiador de si priprio nao piaia
un gr.iud.' oiin^aadiata
O primeiro ponto de accusaeai ji foi por m:m
cahulmcnte respindido em una de minhas ultimas
miaaivas.
E' aqu.-llo (ue &: refere ao R/im. vigaria
Floriano J.utcha
O digm aacrote teiia continuado entre us,
sem lembrar-ae de permuta, se o infeliz mallogra-
do ou algura seu prente, nao ae tiv.-ssc tornado
echo de vis calumnias, deprnuindo di carazter de
S- Hvma. e querendo obrig.l-o pela sua lingua.-.m
tfeusiva c injuriosa 4 urna d. sierra.
Sbese que, em oda parte.era o digno viga-
rio atroxm ute atacado pealo* cujos, nao vindo Hra
de proposito lembrar uma leuna-', que se dea era
terapoa pasasdos em um dos engenhos da Ilhi
Itamarac.
Obroa. poia, com muito acert o Rvdm. vijf-
rioCoutfuho, tratand; d? livrar-se-de um p
que lhe eslava inminente e cujas consequen -:
n'ii era dado a ningu.m prever.
1 Tratando do rompimeato entre o Baria de
Itapissumi e o advogado Amaral, nao f ai fi i o
v>felii malogrado an exposiflo doa fictos, qoe se
duiam n'esta comarca, durante a situaclo pas-
sada. .
E' crta que entre oa dous audidaa ciJadi-aa
ra
de
1 pedio'pira ser con-
lagar de secretario dn Cmara Muni-
cipal; par veaes fci annoociada a sua demisso e,
ae ella nao rea ia u-se, tem o facto muito mais f-
cil explinco ua ne.cessidade que tinh.ra os chefes
liberaes de um mentor e, mais-anda, de una pes-
soa que defond-sai era jalao auae queat-a, :m
remun Ticaa alguma.
A historia le n/deuad a augmentados qu si
tod .3 os m zea igual 011 tras muitaa de que f.l a
o infeliz mallogrado.
As cantas d'aquelle tempo anda podem aer
discutidas e com certeza u'ellas niio se eneontrarSo
p.irceli* do um cont de ris pira ealcamento do,
ras !
Nao vem ao caso discutir a cond-mnaciIo do
promotor publica Paes Barreto.
Os jorna- a muito dies ara sobre o assumpto
e fa de duvida que us deeite* dos noseo tri
buuaes 8uperijrea uem ssmpre trazera o cunlio da
verdade e da justic-i.
O quo certo e o iufeliz mallogrado, resp rau-
te da deea emanne s da praia, nao poder con-
t star que, ligi dep-is do facto, que motivan a
alludida cauderauci', lioerae* e Conservadorei
declarara ni pelos jomaos ma's importantes d'esta
provincia prestar todo seu apaio ao moem [iro-no-
tor, louvaud -o polo seu enrgico e bonfiso.m id 1
de proceder
^O advogado Amaral, no ex rcicio de sua pro
fiaaao, aempre usau de lm,:u g iu delicada e con-
veniente.
Se um integro magistrado mindin riscar us
flores de sua inteligencia, foi por nao tel-us aprc-
ei ido devidamenUi, dando Ih-.-a uma interpretaca 1
foicada o naauda da prevenpao.
E vem a proposito dizer que.o acto tao elo-
giado peio infeliz mallogrado toi uma violacaio s
leia que nos reg m, como sahmente demonacrau
o S;. Amaral.
Nao exacto que o Tribunal da Selaca dei-
xaase de tomar couhcci.liento do recurso qae o mea-
mo Sr. Amara! intorpoz da suspeusSo, qoe Ib" foi
imposta por um outro juiz, tambem distmeto.
A recURnanSo mereceu itteuea do Exm. Sr
deaembargador Quintiuo de Miranda c, se ella na
produzio o eff ito deaejudo, f^i porque o Sr. Ama-
ral, pela demora que h-auve, julgm a prejudicada
Ficam respondidos os pontos maiB import .ntes
do rtigo Jo infeliz rmllogrado.
* Sobre o assumpto direi ainda du-is palavrns :
Aa3egi-:ro-lhe, aob minha palavra, que o dea-
aceordo entre oa dous cheles polticos d'eaa co-
maica, anterior a aurora conservadora.
A clciciii ua ^unl foram calididades por este
diatricto oa Dra. Corr-. ia de A mjo e Armini > T 1-
varCi f ji Usputada e s-rvio de panto de discordia
entre os alludidoa doua ebefes.
O contrario do que fica dito brixa calumnia.
E, se h uve aceord 1, nSopro-iedeadrgnumeuta
um dos ebefes, apreaentando capangas armados na
igreja matriz e preudendo eleitores conservadores
pira nSa votarem !
Temas 'ido averno rigoroso.
A safra de cereaea promette aer abundante.
At logo.
IMIIfllliBi fiffl* lilil I llilll :
Amanhii:
Pelo agente Brito, a 10 1/ horas, na ra das
Trincbeiras, o. 38, d9 movis, louei, vidros,
etc.. tec.
PeZo agente Gusmao, a 11 horas, ru.i do
Mrquez de Olinda 11. lt), du mave3, cofres, etc.
Terca-feira :
Pelo agente Modesto Baptisla, a li horas, ra
estreita do loaario n. 24, de predios.
Quarta-feira :
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na ra do Im-
perador n. 22, de prelio,
Pelo agente Modesto Baptitta, s 11 horas uo
A:-a nal de Marinha de um escalcr e um salva-
vidas.
Pelo agente Pestaa, a 11 horas, na roa do
Vigario 11. 12, de predio.
Misa* IixjhU.-vi dero celebra I s
Amanh :
A's 8 horas, na roitriz di Corpa. anto. ipelt
alma do 1- tenante Henrique Chrstiauo Brauue
e Dr. Mano I Garlo* R bairo de Azevedo ; s 7 l|id
horas na igrej da Solada ie, pela alma-de Juo
Porto Cirrciro; s 6 horas, no Terco, piralmi
de Fortunato Francisco de Senna; a 8 horas, no
Garmo, por alma de GoaC9no H, Cmstancio de
Viihna, So:z! Brito, .I.nra Rioa J Jrcnymi
de Araujo Serveira s 8 hores, ria matriz da
Ri-Vista pe o, al a de Jo- Jeronymo de Araujo
Ueiveira
Terca-teira :
A'* 8 horas, na matriz da Boa-Viats, por alma
de D. Mana da Caoceifi' Silva Papp-; s 8 ba
ras, na mat.iz da Boa-Vista, por alma d- Hyp-i-
ita Xivier C ntinho.
Quarta-feira :
A'a8h;ris, na nutriz da Palmares, por alma
de Vicente Pevrreira da Svcra; s 8 hora, na
matriz da Boa-Viata, pela da commendador Cn
dido Alberto Sadr da Motta,
PaaiagciroisChegadcs das portos na norte
no vapor nacional Espirito Santo :
Agostiaba Radriguea de Souzi, Jayme Distond,
Jos da Fautor.1, C. Mcksnsio, Jos Joaquim de
Olivcira, Abrahan Wi lam, Pascboal Sansagon,
Henriqueta Maria da Coneeicao, Heurique M. d
A!ineda, Aum R .drigues do Sicrameuto, R y-
nundo da Silva Parjbglo, Dr. Jos Barreteo Costa
Rodrigue, Antonio Jo Pereira Jnior, Braz
Martius, Pedro Autunh da Cosra, Dr. Raymuado
Sodrigu -8. L. Caatello Brauc, sua seuhora e u n
criada, Elias Firrrino de Sauza Martina, John H ,
raid, Ernesto D. de Aliiuqurqae, Pedr-.. Huriqu;
Garcia, Antonio R cha L-ns WanderKy, sua a -
nhora e 1 '.h', Aib rti C Britanin, Antonio Fer-
nandes Bog^B, Caetauo Xavier da Silva, Aotouio
Simi h, Dr. HaWBIlin 11 J- J- Varejo, Jo.o Jos d 1
Ar.uj, Joo Fenizola, Bernardina G-lei, ffran.
ciaco Gincalv. f, Dr. Fraueisco de Rufo Silva
Primo, Maaael Rodrigues P. S ibrinho, Rido'phi
L ma, 1 1 i'.ai, 2 inns e 4 filboa.
Sabidos para o sul no memo vapor :
Saturnino Juito de Argollo Castro, sua Beatn,
sea iiiel fiho, Raymundo Honorio da S lv 1 J
nior, Joo Maiquis M.reir, Luiaa (jatinan, F^.y
csc- Antonio Filgueiras, bacharol Catan-i
Jeaus, Daming s Ribero, Liurenca de *Ciano, A'
fredo Lop-s, M'inool da Silva Lima, Dr. Mu



tawsBMSM
Domingo
bril de


C. dos R*is, Jos Ignacio de Lcerda Werneck,
P. A. C. Mak^otel, Pedro Bocha, Francisco Pe-
reira da Silva Jnior, Fr. Jos de Santa Jaha Bo
telho, Jos Nieolo Bocheeli, Jos Coltignola,
Heoriqua da Silva, Ana da Silva. J**?" Lu-
ciano Marques, Victor Jos Bubosa, Alfredo Al-
berto Champion, R-ul Fonseca, Francisco Pedro
Cidade, A. Galvio. Maria V. de Albuquerqu-,
Mara Candida di Apres ntacao, Cyp-iano Jos-
tino dos Santos, Jcanua da Costa, Manoel Teixeira
de Soasa, Joi; Francisco Lte, Dr. Paulino Li-
pes da C-us, sui ahora, 1 cunhaio c 4 filhos,
Pedro Rodrigues de Sjuz. Dr. Francisco de Paula
Silva Primo e A-tbur de Si Civalcantc do A!bu-
qu'rqne.
Sabidos para os portos do norte no vapr
Jaguaribe:
C. H. Akes e sua senhora, Mara da Conceicio
de Lima, Miguel Hambrot, Joio Farofa, 1 menor,
Felippe Lenhardat, Victorino Pacheco da Fooseca,
1 criado, Sebastio Soaraa Cabral F'ilbo, Samuel
Pinheiro de Lima Cmara, Justina Maria da Cin-
clelo, G. Gomes, Guarni do Souza Pereira Brit-,
Dioclecio Duarto d* Silva e Nicolao Mataani.
HonpUal PorluijueaO movimento das
enfermaras deste hospital na semana fioda foi o
seguinte :
Existiam em tratamento...... lo
Jlo Francisco da Cunbs, Pernambuco, 40 au-
no, catado, Boa-Vista; leon.
Dimingos, frica, 7) aouoi, solteiro, Boa-Vis-
ta ; entente.
Manoel Joaquim do Espirito-Santo, Pernambu-
oo, 46 annos, casado, Boa-Vista; lesio eardiaca.
Paulino, Pernambuco, 2 meze.', Boa Vista; t-
tano.
Mara, Pe/uarobuco, 1 hori, Boa-Vista ; fra-
quesa congenifa.
Maria Alejandrina da Bicha, Pernambuo, 71
annis, viuva. Boa Vista ; lympbagite.
Jos de Barro i Corre la Sette, Pcrnambuco, Ti
annos, casado, Boa-Vista; pistaite e eystite.
Isabel Maria da Conceicao, Peru*mbueo, 8) an-
uos, viuva, Boa-Vista ; velhice.
Revista ciimc
jnstic*, recorrido Libinio Angelo
Entrou durante a semana.
Sabio curad.........
Ficam em tratamento.
17
1
. 16
17
Casal de DetencioMovimento dos pre
sos da Casa de Detencii do Recifj no da 22 do
COI'.' .
Eiistiam 406 ; entraram 12; sahiram 15Ezis-
em 403.
A saber :
Naciouaes 361 ; mulher. 11) ; estrangoiros 15 ;
escravos sentenciados 6 ; dem proceisado, 1 ",
dem de correcSo 5.Toial 403.
Arracoados 365.
Boos 336 ; doentes 29 Total 365.
Movimento da enfermara.
Te ve baia .
Vicente Janott
Tiveram alta :
Joio Jos dos Res.
Jos Francisco de Lima.
LoteraResumo dos premios da 10, loteria
do Paran extrahda em 23 do corrente :
3071 15:00040 0
2148 5:000*000
3101 2.0004000
9159 1:000*000
7501 1:000*000
4017 500*(00
7640 50J*0O)
2239 500*000
5780 50040 00
Lotera da rftrleA 204* loierib da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:000*000 ser extrahda noda.. de Mar
co.
Os bilhetes acham-se venda na prac da In-
eo'-ndencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-ae venda na Casa da For-
tana ra Primeiro deMarco.
Loteria dofiro-Para A loteria desta
provincia, pelo novo pl .n >, cujo premio grande
40:000*000, ser extrahda no di* 30 do cor-
rente.
Bilhetos venia ni Casa do O oro, ra do Hi-
ri da Victoria n. 40 J i Joio Joaquim da Costa
Le te
Tiimbem achun-se venda na Cusa da For-
tuna i roa Primeiro de Mire/) n. 23.
Lotera da provincia da Paran
A 12 loteria desta provincia,pelo novo plau >, cu
jo premio grande de 15:000*000, se eztrahir
ni'dia .. do corrente.
itilhtes a vooda na Casa da Fortuna, ruu
i'rimeiro de Mar^o n. 23, de Mirtina Fiuza & C
Lotera da ParatiybaEjji loteria cujo
premio grande de 20.0)04000 ser extrahda no
dia .. do corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Cusa do Ouro
i ruado Bario da Victoria n- 40 de Jo.i i Joa
qnim da Costa Leite.
Lotera da provinciaA 15* pa'te da
1* loteria em beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recite, ser extrahda quanlo for an-
nunciada.
Os bilhetes acbam-9e expastos venda na the-
souraria das loteras ra do Bario da Victoria
n. 14.
Cemllerlo PublicoObituario do dia 23
do correte :
Antonia Lu;za de Jess, Alago.is, 60 annos,
viuva, Rvcife ; anemia cerebral.
Felippe, Pernambuco, 2 auu js, Boa-Vista ; gas
to enterite.
Francisco Xivier do Nascimento, Pernam'uc"',
28 annos, solteiro, Boa-Vista ; enterite ebronica
iQHfflERGIO
TELECRAMAS
Ser vico da Agencia Ha vas
LIVERPOOL, 22 de Abril.
ASSUCAR:Cuino, precoa sjanten-
ladosi.
O de Pernambuco n. 9. vende-tie A
II sicblling ti por quiotal (fl*5
o cambio de SI 1/8 d. por 1OOO).
ALGODO: Colino, pretos suslen-
ladoM.
O FA1R de Pernambuco vende ae
a 5 i It d. por libra (OH res ao
amblo referido).
Vendan do dia PiOOO fardo.
NEW-YORK, 22 de AbiiL.
ASSUOAR:Calmo, precoa tllenla,
do a.
O FAIB REPIN1NG de Pernambuco
vende ae & -15/8 cent, por libra....
IOS ri).
CBRONICA JDDICIARIA
Tribuaal da ttelaco
SESSO ORDINARIA EM 2i DE ABRIL
DE 1887
PRKSIDENCIA DO EXM. SB. C0N8ELHEIB0
QUIN'TIXO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem
bargadorea em nume o legal, (o aberta a sessdo,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e pis-aios o. Ceitos deram-se os
seguintea .
JDLGAMENT08
Habeas corpus
Pacientes .
Joio Corieia de Salles C.j J ro. Negoa-se a
soltura, u:iaoimemeotc
Fortunato )Btiojamim L-ns di Vasconcellos.
Conceieu-se h ordem de hablas corpus preventiva
contra o voto do Sr. descmb^rgaiior Pires Fer
reir.
Antonio Francisc> da Silva e Antonio Jos de
Oiiveira.Concedeu se a soltura, unnimemente.
Recurso elcitoral
Do LimoeiroRecorrente Lniz Jos da Silva,
recorrido Jos Francisco Cavalcantc. Relator o
Sr. desembargador Buarque Lima.Dju-sc pr-
vimento, unnimemente.
Recursos crimes
Do IngaRecorrente Jos Trigueiro Ctstello
Branco, recorrido o juico. R-ilator o Sr. desem
bargidor Toscano Birreto. Adjuntos os Srs.
coujtlheiro Queiro: Barros e desembargador Oii-
veira Maciel. Deu-sc provimento ao recurso,
contra o voto do Sr. deiimb^rgidir Oiivoira Ma-
ciel.
Do Recife.Recorrente o juizo, reeorriJo Joio
Baptista Cabrnl. Kila'or o Sr. desembargador
Tavares de Vasconcellos. Adjuntos o Srs. des-
embargadores Delfino Cavaleaat! e Alvos Ribei- !
ro.Negiu se provimento, unnimemente.
Aggravo.' de p -ti,i i
Do juizo do commercio Aggravant-4 O Lsham
& C, aggravados Gietano Rimoi & C. Relator
o Sr. desembargador Buirque Limi. Alju tos
09 -^rs. desembargadores Toscano Barreio C Pires
Gonc Uves.Negou-se provm-into, unanim-'men -
te.
De Iguarao9Aggraviute A tonio Nov-'lino,
aggravado Vicente Ferreira d: Albuqierque
Na9cimeuto. Relator o Sr. desembargador Pires
Ferreirs. Aljuntos o Srs. desem bargadores
Tararas de Vasconcellos e Pires Ftrroira. Sn-
gou-se provimenti, uuiumem'nt'.
App-tllafio nivel
Do R-icif Appellante Joli Alves da Silva
Guimaries, appcllada a ioMa admiuisTativa da
Santa Casa de Misericordia. R"lat r o Sr.desem-
bargador fin-8 GouQuIvea. Revisores os Srs.
desembarga lores Alvo. 'R. b jiro e consol l eiro
Qneiros Barros. -Deu-se provim.'uto a appella-
Vj, unnimemente.
Appel'acScs commerciaes
*Do RecifeAppel ante Hjrm Peterjon &C,
appelladas Juliana Alexanderson e ourros. Re-
lator o Sr. desembargador Alves Iiib-'iro. Kevi-
sores emdargadur Buarque Lima.Foram recebidos os
embargos, uiionimemenle.
Di Recife Appellant.!S Mor-ir i I a > & C,
appcllada a companbia de seguros lnrl-mni idoi .
Relator o Sr. desembargador Pires Ferreira. Re-
vis-.res o Srs. deseaibargadore Monteiro de
An Irado e Alves Rb:ir.i. U-fonnou-se a senten-
ca, unnimemente.
PASSAGKN'S
Do Sr. conselhero Queroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacoes crimes
Appellante o juiz >, appellado Firmino Pran
cisco dos S.intoi.
Appellante o juizo, eppellado Jos Flor do
Nascimento.
Appellante o juizi, appellado Mau>el Luiz
Bispc.
Appellante Seuastiio Jos dos Santos, arp lia-
da a justica.
Raaorreute
da Cunha.
Appelacio civel
Da Victoria Appellante Franeiieo Casilio,
appellado Jos Peixe.
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcante ao
Sr. dsembargidor Oiiveira Maciel :
Appelacio criae
Appellantes Francisco Zjferino Gome? e outro,
appeliada ajustici.
Do Sr. desj.nbirgador Oiiveira Miciel ao Sr
desemb irgidir Pire3 Ferreira :
Appelacio civel
Do PahniresApieilaute Antonio Peregrino
Cavalcante de A'buquerqiie, appellado Carlos Lin-
den.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Dolfiao Cavalcante :
Appelacio commercial
Do RecifeAppellante Francisco Antonio de
Oiiveira, appellados Bernet & O
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andride :
Appellacoes crimes
Appellante o juiu. appellado o menor Jos.
Appellante Luiz Alves Frituza, appellado Jos
Gou^alves dos Santos.
Do Sr. desembargador Monteiro de Audrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appelacio crime
Appellante Antonio Alexandre do Nascimento,
appeliada a justica.
Ao Sr. desembargador Alvos Ribeiro :
Appellacoes crimes
Appellante Manoel Caetano dos Santos, appel-
iada a justica.
Appellante o juizo, appellado Manoel Verissi-
mo Mendos da Costa.
Appellante promotor publico, appellado Joio
Nicoli da Costa.
Appellante o juizo, appellado Frederico Ferrei-
ra .Vendes Guimaries.
Appelacio civel
Do RecifeA pe Unte Matbias Lopes da Cos-
ta Maia, appellado Antonio Casemiro de Gouyeia.
Do Sr. desembirg idor Pires Gonca'vos ao Sr,
Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appelacio commercial
D Alag i GrandeAppellante Mano:l da C >s
ta Tra.'asso Junioi. appellados Brito Lyra & C.
O Sr. desembargador Pires Goncalves como pro-
curador da corda e promotor da Justina interino
d:u parecer nos seguintes teitos :
Appellacoes crimes
Appellante o juizo, appellado Martiuho Fer
nun les Pereira.
Appellante o juizo, appellado G-ildino, escrevo.
Appellante Joi) Pedro d- Souzi, appcllada a
justica.
Appellante o juizo, appellado Antooi Procepio
do Nascimento. '
Appellante Joi) M.irinho de Birros, appeliada
a justica.
A.npellat-j o juizo, appellado Jjo Feliz Cor-
roa Lima.
Appellante Autono Delmiro de Qieiroz, ap-
peliada a justica.
Appellante o juxo, appellado Jo3 Joaquim
Ferreira Jnior.
Appellante Sebastio Jcs da Rocha, appcllada
a justica.
Appellante Joi Thsmoteo Rodrigues, appolla
da i, justica.
App liante o ju.o, appellidos Auton:o Lete
Siqueira Cvale inte e outri.
Appellante o juizo, appolliido Bazilio Jos Fer-
reira.
Appellante- Manoel Ferreira do Nascim'nto,
appeliada a justic*.
Apoellante Ignacio Leopoldo de A'boqoerquo
Marauhl), appeliada a justica.
Appellaute Jos Manoel Bezerra, appeilala a
justica.
Do Sr. desemb irgador Alves Ribeiro ao Sr.
doeuinuargador '.'avares de Vasooucellos :
Appelacio crime
Appellante Jos Ambrozio Bczerra, ppelada a
justica.
DDOIQENC1A8
Cora vista ao Sr. cesemoargador promotor da
justica interino os seguintes feitdt
Appellacoes crimes
Appellante A leliuo Cuididoda Cunha. app;l-
luda a ju.-ticn.
Appellante o juizo, a >p.illa o Bruno Lipes Por
reir.
Appc'Unte o jaizo, appellado Serafi n G'mes. da
Silva
Appellante Alanocl Victorino de Souza, appella-
Uda a justici.
Appellante o juizo, appellado Manoel. escr.iv i.
Appellaute o j-iiao, appellado Manoel Frauci.-e>
da Cista.
Com vista s partes :
Appellagai commercial
De PliniresApoeilanto Cl s,
appellados Narciso Mtia & C.
AppellacJp civel
De PanellasAppellaute Fui&aado Jos de
Birros, appellado Joaquim Alves da Silva Fer-
nandos.
DWTRIBnigOES
Recursos crimes
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
De Campia GrandeRecorrente o juio, re-
corrido Vicente Marcelino dos Santos.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
DeOlindaRecorrente o juizo, recorrido An-
tonio Jos da Paixio.
Ao Sr. desembargador Toseauo Barreto :
Do RecifeRecorrente o juizo, rncorridoa Fran
cisco Alves Lima noutro
Ao Sr. desembirgador Del.liuo Cavalcante :
le r-anellas Kecorreiite l'.ulni) Antonia d|
Souaa Ayres, recorrido latan.
Ao Sr. desembargador Oiiveira Maciel :
Do Bom JardtmRecorrente o juizo, recorrido
Jos Severmo de Franca
Encerrou-30 a sossio s 2 horas e 40 minutos
da larde.
FUBLI01C0&3 4 PEDIDO
9
Prelendendo embarcar amanb no
paquete La Plata, com destino corle,
pego desculpa aos amigos quem nao
pude procurar pessoalmente, pela falta
em que incorri, nao indo receber suas
ordens; e offereco-lbes os meus dimi-
nutos prestimos all, emquanlodurarem
os trabalhos do parlamento, de que sou
obscuro membro.
Recife 23 de Abril de 1887.
Felippe de Figueira Farra.
Tendo boje visitado o roeu amigo velho
o Sr. Borges, e interpellado-o acerca de
alguna periodos da moy&o do Sr. A P.
SimSes, publicada hoje tiesto Diario, foi-
me pelo inesrao Sr. respondido o seguinte,
em que firmemente creio, n5o s porque
aesi, e de longU te.mpo coQhe90 o reu ca-
rcter, como mo o comprovou com docu-
mentos irrecusaveia :
No dia 15 de Dozembro do anno pr-
ximo passado fi o mearao Sr. convidado
a supprr na directora um lugar, que se
dizi llie tocav, pela renunci< de um, e
recusa de outro Sr. director, e o dia e ho-
ra aprazada era o seguioto (16 s 11 bo-
rs). Apre8erjtei-me a hora marrada, e
sabendo que o lugar que ru [a preeti "her
era o de S"cr"tarij, p'guei em papel alma-
jo e coTieeei como me cumpria a tomar
as devidas notas pira re ligir a respectiva
acta. Pareceu-m-] no estar cstumado a
esso aspela -ulo o Sr. Dr presidenta rti-
rector e gerente Simo -s, mas sem fazer
d'isso reparo continu^i a ininha ingrata ta
refa. Terminada a eeiso pouco agra^a-
ve.l ne te por palavr^s pouco delicadas
usadas pelo Sr. SimS.-s, por t que os poderes conferidos ao Sr. SnuSea,
se limitass^ni a timos conciliatorios para
urna celebre questSo te muro diz em rai-
utia casa a minuta da acta tal qual ae p .s
sou, deixando por n de mencionar o aze-
dume daquclle Sr.
De tod i8 a s's.-o;s fiz eu as minu
tas, c taas qu.ies for .111 ellas 1.incidas no
livro das actjp, em minha cas e por gen-
te ininha.
< A dt-speito de 1 ut. ;s minutas, que o
mesmo Sr. Simos fea a s-u gosto e* pra
zer, e qu< me inindou no intuito do fazer
du mim chancellari.-i, em lugar de ver em
mim o si'U Cillega secretario,
Mostrou me todas as iniantai fitas p lo
Sr. iino:s, e de urna m"s na sessio ha
duas minutns por nao ter o mesmo Sr.
u'gi lo sufficicntem que havia mandado.
D'onde eu conilui que o fr. Sim3js es-
tova acostumado reunir em si todos os
cargos da companbia j mencionados e
anda o de thesoareirj e secretario porquan-
to o livro das actas est cheio de actas
lanjadas pelo proprio punho do mesmo Sr.
SiraSes, e provaveimenta redigidas pelo
mesmo mas infelizmente aeaignadas pelos
coll.-gas, que n3o querem inoommoder-se.
Goncluo, pois, diz-ndoqu se todos directo-
res n5o cmnprissein eus deveres, muitos
desgostos se piupuitn. Dovo accrescen
tar que o Sr. Borgea nunca se importen
com a questSo da muro, e o pouco qu
disse a respeitp foi vista de urna planta
apresentada pelo mesmo Sr. SimBes, e era
sua oqinio qoo a Companhia de Santa
Thereza nao pretendesse o lugar i'.e cor-
deadoi de Olinda-
Justus.
Havas filial
23 de Abril de 1887.
Agencia
em Pernambuuo.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 213 e A vista 250
Sobre as principaes cidadi-s de r'octugal, i vista
255.
Sobre liba dos Acores, i vista 258.
Sobre liba da Madeira, i vista 255.
Mercad de aumicsr c nliiiidiio
BBCIPC, 23 DB ABRIL DE 1887
Asiucar
Foi cotada aos precos seguintea :
3.* baizo, por 15 kiks, de 2OH0 a i 100.
3> regular, p ir 15 kilos, de2100 a 24200.
3.* boa, por 15 kilos, de 2 JOO, 24300 e 24100.
3. superior, por 15 kilus, de 24500 a 24600
Branco turbina pulveriaado, por 15 kilos, de 24300
a 24400.
Somenos, por 15 kilos, de 14600 a 14700.
Mascavado, por 15 kilus, a 14200 a 14 00.
Bruto, por 15 kilos, de 14100 a 14200.
Retamos, por 16 kilos, de 840 a 14000.
O mximo ou miuimo dos piecos sao obtidns
conforme o sortimunto.
Algodo
Cotou-se o de Pernaubueo e boas proiedcucias
em terra, a 74000 (firme) por 15 kilos.
Estirada* de aasuear e nlgodu
X8Z DE ABH1L
27'> fardos com dito.
1 6J saceos cito caroyos de dito.
Cr.-egara- diveisis.
A!m dessa cxrga levou o mesmo vapor, tam-
b ni para L'verpool, a que damos abaizo, recebid
em Macei :
4,000 saceos co n assucar m iscavado.
250 laceas com algodo.
1,150 caceos com carocos de dito.
FNTBADAS
B >>>a commercial
i OTAgBS OFF1CIAES DA JUSTA DOS COK-
UECTORE3
Refe. 23 de Abril de 1887
_airil>io soDre Santos, 30 d/v. com 1 0|0 de des-
cont. '
Cambio sobre S. Paulo, a 60 d/v. com 2 0/0 de
descont.
Ca-nbio sobre Londres. 90 d|V. 21 5j8 d. por lf,
particular.
O rresidentf-,
Antonio Leonardo Kodrigues.
U sert'tario.
'Eduardo Oubeux.
Iliiiimrulo bancarlo
BBCirE, 23 DE ABBIL D8 1887
Os bancos abriram boj; o mercado de cambio
.jom a taza de 21 1/2 d. sobre Londres c as rea-
ivas sobre as outras przeas.
Fecharam saccaudo a 21 5/8 d hVindo pou.
.'os tomadores
E'n pip-'l particular fiz ram-se trunsaccoes
ambem a 21 5,8 d.
As tazas officiaes tao ac seguio'es :
Oo London Bank :
re Londres, 90 d/v 21 1/2 e vista 21 1/4.
re Pars, 90 d/v 442 e vista 416.
S<,bre Hamburgo, 90 d/v 548 e a visra 55i.
re Portugal, 'M d/v 248 e vista 50.
ore Italia, vista 446.
e New-York, i vista 24350.
Do Englh Bank :
re Londres, 90 d/v 21 1/2 e viera 1 1 4.
~obre Parii, 90 d/v 442 e i vista 446
s.-bre Italia, vista 446.
e Hamburgo, 90 d/v f 48 e i rista 54.
S br New-York, i vista 24350.
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar .
Animaes.....
Estrada de trro de S.
Francisco .
Estrada de torro de Li-
moiro.....
s
<5
3
4 22
i 22
22
23
*

1 21
1 21
25.652
5.697
3.824
37.193
1.710
l
1.966
7.697
225
8.736
'.589
1.7G3
74.076
22.976
Aasiociacau CoiBmcrclal
Entrou de semana o director Francisco Gurg=l
do Amara!.
Tapur nacional Ei>ii lio Sanio
Seguio hontem para os pirtos do su', conuz^-
do a carga s guinte :
Para Babia ." .
10o saceos com assucar branco.
500 fardos com parque.
Para Victoria :
280 saceos Cvm assucar brando.
5'J ditos com dito mascavado
2 caixas com doce.
Para Km de Jane 700 saceos com assucar branco.
200 latas com oleo de ricino.
129 saceos coro cojos (fiucta).
Para Rio Grande do Su!:
450 saceos can assucar branco.
100 ditos com dito mascivado.
800 barricas com dito branco.
200/2 ditas com dito dito.
15(1/4 ditas com dito dito.
Carrrgaram diversos.
Vapor Inglea Oraior
^S.hiobon'im para LiverpoA, levando a carga
abaizo, iecebida tqui :
3,868 sacca com algodo.
Vapor naiioiiiil lagaaribe
Sino tamb'm h aitem para o norte, com a car-
ga seguinta :
Pira NaUi :
40 tard e com x :rque.
2 calzas com cigairoe.
Para Camossim :
11 barrica* com assucar brancu.
Para Maco :
10 caixas com sabio.
C&rrrgaram diversos.
Banco de Crdito Real
At o dia 15 do mes vindouro, devem os ac-
cionistas do Banco de Crdito leal de Pernam-
buco realisar a lerceira entrada do val r no-
minal de suas acco s, ua raio de 10 0/0, levan-
do-a ade do bauco, na rui do Commercio n.
34.
Este banco cata pagando o fu primeiro divi-
dendo razao de 44000 por accio ou 10 0/0 do
valor realizado de cada urna.
<) paga-n'Mto f,z-sc na s le do b.nco, das 10
.^ i* i.'ii'ilil j i ii iras" Ja tarde dos das
uteis.
Nota* do Ttaeaouro dilacerada!
O recolbimento de notas dilaceradas est sendo
feito na Tbeaouraria de Fazenda, as tere i3 e
sextas-furas, das 10 s 12 horas da manila.
Paula da tlfanJega
asna db 2 a 30 dc abkil os 1887
A'cool (litro) 28
Algodo (kilo) 400
Assucar refinado (kilo) 51
Dito branco (kilo) 131
D.to mascavado (kilo) 067
Borracha (kilo) 14263
Cacao (kilo) 400
Cadue* (litro) 077
Ca bom (kJM '. 0
Cafrestolho (kilo) 30
Carnauba (kilo) 366
Cancos de alrodo (kilo) U40
Carvao de pedra de Cardifi J (to ..) 16000
Coros seceos e- pichados ;kilo) 5S
Ditos salgados (kilc) 500
Ditos*verdes (kilo) "275
Fariuha de m inoea (litro) 500
Fumo restolho (kilo) 4t'0
cuehra (litro) 200
Me! (litro) 04
Milbo (kilo) 010
Taboado3 de awirello (duzia) liX.'OOO
C-, 30 a AfFonso Taborda, 14 ajlo Pau-
lo Bot.-Iho, 26 a Manoel Marques de^Oli-
veira, 25 a fereira Pinto & C.
Salsaparrilha 10 rolos a Bar'bolomeu
& ti.
Reiiuo dos magislrados
DISCUSSAO DO CCETE
VIII
(Continnacao)
O Sr. PresidenteNomeio o Sr. Ctroza pira ir
pedir um armisticio o inimigo, se vir que ello
priende comecar desde j af hostilidad s. Re-
vestido do caraater de parlamentario, deve le-
var urna bandeir 'branca, como de eftylo.
(Vluito bem, o Sr Ciroza ata um lenco branco em
um pao de vassoura c desee ; reini consteroacao
geral.)
O Sr. PresidenteVo bascar o S". Limao
doce e o Sr. N-*groin iute. (O Sr. Tjlesphosplioro
o Estevinho sah 'in e voltam, pouco d?poU trazen-
do seguros pelos cs os dous fu tivos.)
O Sr. P.esidentJ-FalUm os S--s. turj, Mi-
randa supplente e Puer Ascanius.
O Sr. C >8tellogris. O Sr. Gurj disarcou-6.:
em irmdo das alma?, e l anda tirando esicolas cu-
tre o inimigo.
O 8r. PresidenteVio buscar o Sr. Miranda
supplente. (O official Albino continuo da reuniao
descobre o Sr. Miranda supplente straz de urna
porta, e o traz esrregado. O fugitivo tras o seu
rosario ao pescoco.)
O r. rVesilen-eNi i q uro qie falte ningujn
Vo procurar Puer Ascanius.
O Sr. ManejseEvasit erupit. D sculp'.
(Sr. Caroza volta ao recinto, todo eufeitado de
folhas de peroba e angico, o com um ciuturao de
cip-vermclho.)
O Sr. Caroza (rindo se) Sr. Presidente, por
ora o po ulo traballit. E o emb?izador de Ca-
cetropoli que quer fallar nesta rrunilo.
O Sr. Presidente (fazendo um esforco de insmo-
ria)Oude fica Cocetropolis 'i <
O Sr. MaujosEntre Palmare) c Qt-Viso-
po.
O Sr. PresideuteE como se chama o einbai-
zador ?
O Sr. C iroza facetos Kropp s
O Sr. Linio deceN une fatdico 1
O Sr. Mai.j itTein a terminicl) greg-i, e
an HTatop iici. D-Siiilpc.
O Sr. Peside it-;Q lautos himeus cimpojn o
quito di embaizad r ?
L O Sr. CuroznMai de duas mil. (''iritos aba-
fados de terrur.)
OS-. Presid'iiteTo los minulia r
OS-. CarozaDe enormii cai es (tiln ilt.i
nezpnmiv. 1. O Sr. r*ievidente nomeia una com-
mistao de dez juizes de direito e i-inco desciobar-
gados -iir itc-ier.'in o euibailador. Ai-'-m-
missu salie, depuis de algu.na relulancia d.i Sr.
L:ml'i doce, que levado aos empurros.)
O Sr. Presidente (com di.nidale)Silencio e
calma, mem tenhores, nada de aignaes de. fra-
qu-'za, ( alguna ra-*in -utos dep -is entra o embaiza-
it :.- com as formalidades di estylo. T >do9 so
conseivam le i-.- O emDiizador collpo-ae no
meio da sala (-'gorando coro a mi* esquerda e
ocapacte ile cairo de cobra, b ird ido cipo, e
ernsando a rpqnerda sobru a biai,' direito ajoia-
do em mn formoeitisiino Qiiri c un esta iii'cripca-i
latina : i/i hoc signo vincei. Traz vestuario a
Cliidiat, todo enfeilad de tropheus, formados do
cacetinhos, de urna b -Ilusa prunoros:-. bordados
a millanga. Fica-lhe em frente o Sr. Chicaltino,
afectando urna airogaucia estadadi, e olbaadude
soalaio para o instrumento, todo remplie de sai
mime. O S Li:i a > doce, de vez em q-ande,
pansa h mi pilo cacv do embaizador )
OS-. P.esidente-Tem a palavra a muito n >
bre einb.izaior de Cocetropolis Embaixador (din
v iz firmei---l).s serras de Cacetropo'is---a. tod.s
que eti > aqu -'enva rnuito saudar-- e^-rci se-
uhor D (r*--com grande contentamento- -p ir
a r justo orno euvi saudoso bejo-uo nobre
Manejse. -E tambem por ter ouvido-o efFeito
do kri-kri--inamla um beiji e um grude---u S'.
Castello^ri -O ;ve com nisistrnea- -em certo
t.m doutoral--que prctendei ontra El'e---Unia
lei especial.---Ferido no seu direito-por um po-
der sem rival Elle ves manda traser---esta em-
ba izada real : Se agora oeste instante- nemeio
da dicu8s3o---ningnem pedir a palavra---para
eneprrar a sessio : -llavera tanto ccetetanto
pao, tanto cipo---que mesmo pata sementnio
ficar nem ura e-Doemo seu a seu donoa
razan a quem a tem---que el-rei senhor D. Quiri
nio incemmoda ninguem.
Asim, p;is, m cumprimento desta mui nobre
roisslo czijo sej eucerrada esta solemne sessio
(vanos juizes tentam fugir; mas sao impedidos
p-los cmtinuos).
O Sr. Presid nte (com voz Dlangente) Sempra
fu ratnha divisa--na justica ser igual; ter,
pois, sentenca contra a tal lei special.
E dema^s, como jansei onde est a razio ;__
que elle nio seja trumpbo, contesto por negaco.
Subindo os autoj conclusos,sallados e prepa-
rados, s< rio logo por mimcumpridamente es-
tudados.
E depois considerandoa grande violacloda-
i'.i sentenca fiual3i>m baver appelacio.
Diga, pois, a Q lirimeu mb-o trino muito
amadoque acerca do teu direitopode dormir
descansa io (Applaus is).
Embiijadur [rangendo os dentjs)--Perdoa V.
Ezcnio se trata de sentencianem tambem de
appelacioaqu nio hi julgameuto para encer-
rar a sessio.
(Dizendo estas panarras bate com o ccete no
chao, com tanta forca que a casa estremece o Puer
Ascanius salta do fundo do chapeo do Sr. Miranda
supplente ouie cstava escon lid, c cabe dentro
do bolso do 8'obrecasaco de Anchises. Diversos
juizes e deulre cllis o Sr. Lima;-i ice e Negro-
m inte, i scon ii'iii-se deb.-iiz) da mesa do Sr. pre-
sidcnti').
O Sr. Presidente (com s reid ide)--Bdffl, diga
ao seu amo que por cmvieeoem vhta deste
Mrgumeutovou encerrar a sessio. (Appiaasos
prolongados.)
Enbaizador -Bom, mis e>m> em j lis --nio ha
muito que"fiar--cercaremos esta casa -at a ses-
sio sefindar (oembaizador retira sefeom as mesmas
formalidades, o Sr. Limio-doce, querendo travar
reiacois, p ide Ihe u n charuto. O embaizador met-
te a mi no bolso c d-lhe um lindo cacetinho. A
co umissio volca pouoo depiis).
O Sr. L:mio doce-Sr. presi lente, cu aco bam
mandar fechar a porta da cacad t.
O Sr. Negromonte- -E da ra timbem.
AnchisesNio sobre vi voa destruira o de Troya.
EnasPater, eripe fugam,fiuem q ie impone
labon.
O Sr. L.nlo doce (chorando)-- Q le triste sorte
a da magistratura. Dissolvidos pel ccete!
Alortos, os substitutos nos bracis dos juizss de
direito, tes uoj braess dos riesen.bargadores, e
os duseinbargadores sobre a mesa do presidente !
Natum ante era patris patremque qui obstiuncat
ad aras ?
C Sr. Negromonte- (para o Sr. l/iicaltino)-- Hoc
erat alma parens ?
O Sr. L'mis doce---Placc mas ventos etgnossia
regna petamus
O Sr..M.njot4 -Infeliz Dido Nunc te lata
impa tangut. Disculpe.
O Sr. Scfeiche (cmi a tace muito lustrosa)- -Co-
ragem, ez amigo Th >m*z (voltand i se para os col-
legas.) Arma, viri, ferr arma, vocate lux ultima
victos
O Sr. M iiij-ia---I >; dos n dariaua sussit
arma Desculpe.
O Sr. Liroio -doce-Fujamos pelo cano da Drai-
nage.^
O Sr. M,anj is -E tarde. Jam sum mas arces
quiritouia Pallas insedit eduUeiis pelmis et fevis
cace ta. Desculpc.
(Um grito dt desespero parte d-i todos oj lados.
O Sr Gurj, de capa de irmao das alinis, armado
de ccete e de chapeo armitlo, iudica ao embaiza-
dor, o lugar pelo qual O magistrados podiam fu-
gir).
T/iem/s.
(Contina)
0 coniiiierciante Joo Rodrigas
de Moura ao publico
VIII
Meu intuito, na exposigilo dos factos re-
lativos aos contractos com o Tnesouro Pro-
vincial, era ser, quinto po.Rivcl, minucioso.
At aqui tenho satist'eito ess> intuito;
e por que nJlo posso nem devo prescindir
delle, contin) na tarefa que me impuz,
confiado no favor, que agradeyo, da alten-
(3o do publico.
A assiduilade notada de ser eu, por
tantos annos, fornecedor do t'.iruaraeno do
A
Ksporlifn
BECIKE 22 DB AbllIL DE 1S87
Para o exterior
No vapor ingles Aulhor, carregaram :
Para Liverpool, J. II. B-ejwdl 2,40 i sacc >s com
180,000 kos de assucar mascavado ; F. Cselo 4
Filho 256 saceos coro 37,115 kilos de assucar mas
cavado.
= Na b. re a noiu'goense Esperanza, careega-
ram :
Para N-w-Ynk, P. Carnoiro 4 C. 311 saceos
com 18,660 kilos de assucar mascavado
No vapor inglrz La Plata, carregou :
Para Buenos-Ayres, J. L. de Barros 5,000
cocoi, fructa.
Para o inlerwr
No vapor naci a! Espirito Sjnto, carre-
garam :
Para o Rio Grande do Sul, V. da Silveira 60)
voluuies com 66 12i kilos de assucar branco e 100
saceos com 7,500 ditos de dito mascavado ; F. A.
de Azevedo400barricas com 3.',500 kilos de assu-
car branco ; T. de Asevedo Souza 200 saceos com
12,000 kilos de assucar branco ; J. dos Santos
Liges 6,300 cocos, fructa.
Para Porto Alegre, A-norim Irrois & C. 300
suecos com 22,500 kilos de assucar branco e 100
ditos com 7,500 ditos de dito mascavado ; F. A.
de Azevedo 2u0 barricas com 16,200 kilos de
assucar branco.
Para o Bu) de Janeiro, Costa & Fernandes
3,000 cocos, fructa ; J. L. de Barros 4,00) cocos,
fiucta ; J. M. Das 500 saceos com 30,000 kilos
de assucar branco.
Para Bjhia, V. de Itaqui do Norto 100 eaccos
com 7,500 kilus de assucar branco; P. Alves & C.
20 barricas com 1,20*0 kilos de assucar refinado.
No vapor nacional Jaguaribe, carregaram :
Para Camossim, J. M. da Costa Carvalho 1 bar-
rica com 75 kilos de assucar branco.
= No hiato nacional Joo Valle, carregaram :
Para o Natal, P. Alves & <"\ 30 barricas com
1,798 kilos d assucar branco e 28 ditas com 1,530
ditos de dito refinado.
Na barcaca Rainha dos Anjos, carregou :
P^ra Maco, F. do Souza Martin? 3 birricas
com 180 kos de asiucar refinado.
= Na lancha Luso Hrasileira, carregou :
Para Maragogy. F. O. Nunes 8,000 litros de
al.
Dlnhelro
O vapor nacioua! Espirito Santo trouzo dos
portos do noi te para :
Machado Lopes 4i C.
Luis Antonio Siqueira
Silva Guimaries t C.
Duarte it C.
francisco Goncalvs Toires
Souza Bastos k Auiorim
Miguel Jos Alves
Carlos Lourenco Gomes
Agostinho Santos & C.
Dr. Horro igenes 8. T. de Vasconcellos
Crainer Frey i 0.
Baltar Oliv ira
Joaepb Kr .use
O me joio vpo: levo i para
Macei
Baha
Rio de Jaueiro
O vapor nacional Jaguaribe levou para :
Parahyba 19:0004000
5:2004000
2:6424000
2:5674650
2:3504000
2:0634000
1:9404000
1:jO'4000
1:2554140
1:2504000
'0714770
8OO4OOO
7504109
70040.0
50:0004000
11:0004000
4:0004000
Iteadiineatos publico
Kenda gera!
10 1 i.22
Ideai de 23
UBI DE ABBIL
Alfaniega
538.1911410
21:687;871
Senda'provinaial
De 1 a 22
dem de 23
84:913 275
3.753260
De la 22
dem -e 23
De 1 a 22
Id^m d Oa 1 a 22
Ide > oe 2o
Rtcetedoria
wuuladv Provincial
11 ditos a 14 114000
A Oiiveira Castro 4 C.:
54 talbos a 1,5 544000
Oeve ter sido arrecadada uestes dis
a quautia de 2284660
Reudiim-nto dos das 1 a 22 4:5714160
Foi arrecadado lquido at heje 4:7994820
Precos db dia :
Carne verde de 240 a 403 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Somos de 560 a 640 ris ideu:.
rariuha de 200 a 240 'is a cuia
Milbo do 260 a 320 ris dem,
Fejao de 640 a 14000 dem.
Vaporen e natos eaperadoa
VAPOBES
Bkiinenyde Trieste hoj?.
La Platada Europa hoje.
Sergipedo su! hoje.
Advaucedo sul amanbi.
Euclidde Liverpool a.manha.
Osar do sul a 27.
Maie
Valparaizodo sul a 1.
Manosdo norte a 3.
Seuegalda Europa a 4.
559.8794282 Fiuaueede New-Port-News a 6.
Parado sul a 7.
Moodegod Europa a 10.
Pernambuco do norto a 13.
Argentinade Hamburgo a 16.
Espi-ito Santodo sul a 17.
Ceardo norte a 23.
48-515;81 Tagua-da Europa a 24.
Manosdo sul a 27.
-------- 88;66!)J535
27:47-17
4:4954455
31:965.492
liedle Drainage
luipurlacfio
Vapor nacional Espirito Santo, entrado
dos portos do Darte, em 23 do corrente e
consignado ao Vis;onde de Itaqut do Nor-
te, manitestou :
Btrris vizos, 157 a A norim limaos
& C.
Couros 1 encapado a
dC.
Ferraffeos 3 caixas a
dC.
Pipas razias 20 a Ferreira Rodrigue &
Adolpbo Castro
Monbard Huber
\aio* carga
Barca norueguense Glitner, Rui!.
Brigue allemo Jos Genebra, Santos.
Barca u ruegueuse Brodreite, Bltico.
Barca uorueguense Dovre, Bltico.
Lugar nacional Juvenal, Rio Grande do Sul.
Lg..r uorueguense Alrana, Hull.
Lugar uorueguense Speranza, Canal.
L'ar ioglez May, Hull.
Lugar ailemio Setene, Montevideo.
Patacho ailemio Uary, Rio Grande do Sul.
Patacho portuguez Osear, Santos.
apor ioglez Actor, Liverpool.
Vapor inglez Tm'o, Liverpool!.
Vapor inglez Austerlity, New-York.
\avlo a descarga
Barca inglesa Beltrees, bacalho.
Lugar ingles Kalmia, bacalbo.
Lugar ingles Hans Tode, car vo.
Patacho naeional Rival, zarque.
Patacho nacional Andaluza, zarque.
Vapor nacional Jatuhype, varios gneros.
- 19.8604545
1:839I25
21:S994<'70
6:1014138
514.466
6.615^601
Maiadooro l'ublco
Foram abatidas nt Matadouro da Cabanga 106
rezes pira o consimo do dia 24 de Ab;il.
Sendo : 80 rezee pertencentes a Oiiveira Castro,
^ C, e 26 a diversos.
Mercado uclclpal de dome
O movimento deste Mercado no dia 23 de
Abril foi o seguinte :
Entraram :
36 1/2 bois pesando 4,227, sendo de Oiiveira
Castro, 24 ditOB de 1 qualidade, 1 dito
- de 2* dita e 11 1/2 ditos particulares.
101" kilos de peize a 20 ris 204260
121- cargas de farinha a 200 ris 244200
10 ditas de fructas diversas a 300 rs. 34000
8 taboleiros a 200 ris 14000
23 Sainos a 200 ris # 44600
Foram ocenpades :
231/2 columnas a 600 ris 144100
23 compartimentos de farinha a
500 ris. 114500
22 ditos de comida a 500 ris 114C00
851/2 ditos de legumes a 400 ris 344200
18 ditos de suino a 700 res 124600
11 ditos de tressaras 8 600 ris 64600
10 talhos.a 24 204000
NAVIOS
Amandade Hamburgo.
Apotbeker Dirscnde Santos..
Ameliado Ro Grande do Sul.
Albanade Curditf.
Aune Catbarineda Babia.
Bernardos Godelewus do Rio Grande do Sul.
Catode Hamburgo.
Diududo Rio Grande do Sul.
Daiiuiede Terra Nova.
Enjcttado Ro rande do Su!.
Erutode Hamburgo.
Evorado Rio Grande do Sul.
Elysado Porto.
Favoritade Santos.
Guadiauade Lisboa.
Jolanthede Santos.
Julietado Rio Grande do Sul.
J. B. D.de Liverpool.
Joven Correiado Ro Grande do Sul.
Katalinale Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Uoviuicitto do porto
Navio entrado no dia 23
Manos e escala11 diap, vapor nacional Espiri-
to Santo, de 1,999 toneladas, cemmandante Joio
Maria Pessda, equipagem 60, carga varios g-
neros ; ao Visconde de Itaqui do Norte.
Navio sahido no mesmo dia
Liverpool-Vapor inglz Orator, coromandante J.
Janes : carga varios generoe.
Camossim e escala Vapor oecional Jaguaribe,
commandante Antn o Maria JTcrreira Bapista;
carga varios gneros. .
Rio de Janeiro e escalaVapor nacionsl Espin-
ioS-nto, commandante Jilo Maria Pessca; Ckr-
ga varios gneros.
Liverpool pela ParahybaBarca dinamarquesa
Arica, capitio A. L. Hansen ; carga ossos e las-
tro de sreia.
New-York -Lugar inglez Hornet, capitio J. N
Iedf'ord; carga assucar.
J\




Diario de PernambucoDomingo 24 de Abril de" 1887
fl
i
I

i


-
Corpo do Polica e Guarda Cvica, d.u
* usa a u ni a certa prevmco da parto dj
coronel, Dacio do Aquino Fonsea, Ug <
que assuroio o commaodod' aquello corpj ;
pretenySo que, manifestndose a mea r -
peto, aaipliou so a outros, por actos ioh-
rentes e.onomia o discipja do "mesmo
corpo, como f8ra pnico o notorb.
Quando, por taot >, essa commandante
procurava descubrir, abusos pira reprimir
o faltas para punir, no crx de esperar
qui deixasae de volver suas vistas para os
orneeimentos do faldamento, prevenido,
cojo eslava, e como dexou patente pjr
actos posteriores.
Pouco terapo depois de ter elle asauni-
do o com iiHndo, ocutu me fazr a entrega
de uini prestacao de fardamento, ero vir-
tude do meu contracto.
Nao liouve dUsimuIa^Jj do sua part
Presento o ronselho de compras, que
*t aquella oocj-siao foi sempre unnime
em dar parecer favoravil no recabimento
dos objectos por rai'o coctractado3, impug-
mu o daquella prestacao, sob o fundamen-
to de que o panuo do fardamento na) tra
igual ao da amostra existente na reparti.
Fcita a impgnamelo roeonhici a incom
petencia de seu autjr e pr-puz qu-? so so
licitasso da presidencia da provincia a no-
meacAo de urna commissil) do entrgalos
da Alfanlcga, para proceder a um csame
em tdas as peras do fardamento apresen
U'O, confrontando as com as amostras qu;
sorvirSo de baso para o contracto.
Neste sentido resol /sa o conselio ; e no
dia 16 de Outubro de 1385, retundo o
mesm conseibo, a cwuuissao noveada
pelo Ex o. .- r. conselheiro, Luiz Correia de
Queiroz Barros, vi i* presidente da provin-
cia, e composta dos empregados da men-
cionada repartilo, Manoel Autnio Rodri-
gues Pinl^iro, Js Joaqun) de Miranda
e Vasco da Gama Lobo, depois de um de-
tido exame, deu parecer contrario refe-
rida ropugnocEo.
Convencido de que se Lavia engaado'
0U antes, vencido pela opiniilo de commissaoj
tito competente, qu >nto iususpeita o coro-I
nel Decio roostrou se muito sati$feito t-
felicitou me p-lo resultado obtido.
Agradecen lo llic, na oceaaiio, seus corn-
primentos, assegurei que outro nao pode-
ra ser o resultido do -same ; que tioha
conscencia dos me s actos ; e quo estava
acostumado a desempenhar, com tolo o ze-
lo, as obriga^es que contraliia.
E era tal a sua preven.a (quant) vale
urna insinuaca.o maligna l) que, persualid"
estava de que, na pussagem do Thesouro
para o quartel, taziara se trocas de pecas
de fardamento ; e, para evitar esses lesos,
fez a trege*, pelo quartel mestre do corpo e
nais urna praca
Por esse acto, a gr>.nle perspicacia do
tinado commandante assemelhuu-se a u na
grande simpleidade.
Pois que 1 A responsabilice do for-
necedor cessa des le que faz ello entrega
do objecto contractadoj e essa responsabi
liJade existe, somonte, parante o Ciuseliio
de Compras.
E tendo aci na me refer lo ao parecer
da commissao quo examioou o fardamento
ontractado para o exirciciode 1585 a
1888, parecer que obitvo por certidao,
aqu o transjrevo, como uma prova irie-
cusavel em meu fa* or.
A commissao nomoada pela presiden-
cia, arim de examinar se as pegas de far
damonto fornecidas por contracto para o
corpo de poli ia desti capital, conferiam
om as amostras archivadas no Thesouro
Provincial, tendo so reunido n> inesm >
Tnesouro e proce lendo os exames neces-
sarios, veritic >u quo as calcas silo de brim
de algodao e linho braceo e da panno de
lasul; as fardas silo de brim de lnbo
trigueiro e de panno de la azul, e entre
estas algumas de cor raais escura que uos
parece superiores ao panno da amostra; os
capotes sao de panno de la encorpado com
a trama toda de algodao, parecendo esta
commissao qu" todas estas pegas de far-
damento conf'-rem, exatameote, com as
amostras, bem como urnas cileas de brim
branca e urnas de panno de la, pertencon
es an fornecimento passado o que nos fo-
ram aposentadas pelo Sr. commandante
do corpo de polica.
Convm notar que a ideia predominante
era a desigualdade eutre *-s pegas do far
damento e as amostras ; e coma essa d 8-
igualdade n.1o foi encontrada, a prevencilo
do commandante foi buscar, ainda, algmas
pegas pertenecntes ao fornecimento passado
para determinar a pretendida desigual-
dade.
Debdde Todas as p-gis iouferirm
com as mostras !
E, ii'estas condgoes lavrou-se o tormo
de recebimeuto, que foi assigoado pelos
Srs. Drs. inspector, contador, e procurador
riscal, merabros da commissao, coronel
commandante e major do corpo, como ludo
consta do documento, cima citad j, passado
na secretaria do Thesouro Provincial, aos
23 do Margo de 1887, pelo fficial Liniol-
pho O. dos Res Compeli.
Urna circunstancia releva aind* notar,
si bem que ella j me tenlia referido e
fi : nao bouve urna s entrega de farda-
mento. de quants tenb- fcito at boje,
que nao fosse por voto unnime do conse-
Jho de compras.
Parece-rao de grande valor essa cir-
eaaiatancia, pjis que oj cincos membros
de quo csse se co.np8e, nenhum encon-
irou motivos para oppr-se, nem foi venci-
do pela maiori i, soropre que tinbam de ve-
rdear se en bavia cumprido o meu con
tracto.
Isto s, poderia eu julgar suffi-iente para
annullar de uma'vez aquellas consuras va-
gas e indefinidas de que tenho sido alvo e
quo affecta a terceiros, os quaes como cu,
cstio aci na dMlas.
N:lo quiz, porra ; entend reunir tolos
os factos e todas as circunstancias, fazer
esta Ionga exposigSo, por minha reputacSo
a salvo e dizer aos embusteiros : eis a
verdade!
Recife, 23 de Abril de 1887-
Joo Rodrigues de Moura.
Despedida
Embarcaudo hoj i para a corte, nilo
me foi possivel despoJir-rae pessoalmente
de tolos que me honram com sui amiza
de, o por so aproveito roe deste nuia pa
ra cffirecer aos meus amig03 os servigos
que na (rt. ordenarom a
Joo Juoencio Ferreira de Aguiar.
Recifo, 21 de Abril de 1887.
t
Paquete Bahia
4
commissao acadmica ao
Si
OFFERECIDA E DEDICADA AOS NUFRAGOS
E S SUAS EXMAS. FAMILIAS
8enh r Deas das deigrac-ados 1
Dize-me vj, Senhor Deas,
tic mentira... te ver.inde
Tanta h?rror pirante oa Cos?.'
Casrao Alves.
Meu Dj9 que scena ternvel t
Acs vate o quitro de Marcj,
Q'iand > n a imite se viram,
Dj Oeeam.10 espago...
Noite serena... mar quieto.. .
Deixiva se ver de iv rto
A esteirintaafaceira,
Qae elK no mar deix tva,
Q lando D>-lle se quebrava
U:na das ond >s. ligeira...
A noitt! era de cacuro !
O silencio alii rcinav i
No mar e no firmamento
A paz de Deus s ecoatrava !
lioinpla i-sJa cala ari i
O linio vapar Ba/iia
Em buica de nosias Ug-ts.. .
No Pirapama, atrevido,
Tjrnou-se to destemido
Seu commandante uas vagas .'
o Senbor Deus ds dc_'racados
Dizei-me co oj foi Uto ?...
E-i--e corceo inhumano
Teria r-caso previsto?!
Ob desgrac, lameotavel!
Oh coracSomiseravel,
Al Je vj, Se ihjr Deas .'...
Militas desgracia surgiram,
Militas familias sintiraoi,
As perdas dos ti bns seus !!!
Familias nteiras f. r.:m
Habitar naque !_ abysmo ..
Para jamis serem vicias
I) ) socixlC'mmuuifm > !
E oa sepultura martima.
Onde a riqueza foi victima
De mui futuros nsonhos !...
Mil esper8ncaeloorreram !--
Nem urna rest i tiv.'niin,
Que esclarcccss: seu? sonb s !
quellc berc nsritim
Que ao abvsroo baixo i:
D)8 mastros a tona d'ogua,
Vuita gente s ap< goc...
Uas gritavam-ai q'ie morro I !
Outror, p'ii-tm soceorro---
A vos' o D.-us Nazareno !
I'ara livral-os da morte,
.-ss.i dura e cii sort-
t> amigo- -Cacacno !
Muitos astim pereeeram...
N-ssa catastrophe-- primeira---
Ss um bom Kinig3---t-itci :
L inbro tambem o Corveira !.. .
E a todos, v*, morios--vivo,
i.N vos reudeinos, capitiV09,
Humaoidsde e amor !
E aos vivo mortes-rezamos
As Pnces, com que amaos
Ao uosso Dcus---Creador !)
D U8 nautas bem corajosos...
Aureliano e Silverio,
Aehatio jar repouso -
Nj Mar o seu- -C-miterio 1
E o seu collega-- cova'de,
N2> v, que se Ihe alai de,
---O odio cruel da vida ?
Nem o vapor- -Pirapama
E nem tu... ters a fama
Da nossa Patria sentida !
E eu ?'; qu sinto no piito
Uma agona po9sante. ..
V.-nhu deitar nuia Ingrima
D ) coraco arquejanto. ..
- -Acoeita*', almas cutidas --
Das perdas de tantas vidas ? ...
Acceitae ? que mcree-is---
Que se invoque a L) viodade,
Q le no munao a---C'aridade---
S rve de manto a llecifc --Abril de 1887.
Alpiniano Cavalcante Marque,
nal, fr o pnlha liberal v de retrotome
liga .'...
Tegicupapo Ma'co de 1887.
O Scnh t Lima, Viiinho de cima.
!-.-
Gralido
Tendo-me retirado do engtnha Prado, onde lc
cionava os filhos do Sr. Francisco Pinheiro de
Meneses, proprietario do referido engenbo, nao
poaso deizar de cordialmente agradecer-Ib i a cou-
sideraco e distinecao de que sempre usou para
commgo.
No meu espirito fiear bem acceotuado o trata-
msnto liaongeiro que o mesmo "seohor digaou-se
sempre dur-me, e efferego i S. 8 os meus dimi-
nutos prestimos onde aaer que a sorte me eolio
que. Kccife, 23 de Abril de 1887.
Basilides t. L. Silva.
= No dia 22, s 6 h-.ras da maaha, quando o
Sr. Melchiades das Chagas Moura sabia de sua
casa tranquilamente, foi aggredldo pelo preto afri-
cano de nome Jos 17, estabelecido no Pombal,
dando-lhe soco na face, que o ferio, e apesar da
voz de prisao que Ihe toi dada pela prafa de po -
licia Januario Albino de Freitas, evadi -ae o cri-
min .so, rrfuginiTdo-se cm casa do commendador
Au.: usto, residente no Pombal, pelos fundos do
sitio. O criminoso nao esta a primara que com-
mette, jioiais contando eom a proteccae de pes-
s me que sempre st disposto a dar guarida a
semelbantes individuos.
Melchiades das Chagas Moura.
Grande legsimo uncresno :
A Phrenologia pode prestar melhorea servicos
humaniiade do que todas as outras scieocias
reunidas.
S m o seu concurso qaantas dispoB'coes trans-
cendentes fieariam desconhecidas? Por isso
dever dos paes de familia aproveitar a occasio
que Ihes offerecida para couhecer as aptides
o disposivoes de seus filbos.
Pelas combinacoes das regrss da Phrenologia*
da Physii gn una na e da Cbiromancia o Dr. de
Viremout pode assignalar os principaes acn
tecimentoa fufaros da vida, e affirmsr absoluta-
mente as grandes linhas de um horscopo.
At r. meio dia o Dr. de Viremont pode ser
procurado no hotel de D. Anttnin, Camioho-No-
vo, tclepbone n. 49.
Das 7 s 9 horas da noite encentrada em seu
esenptorio, no patej do Paraso n. 26, loja.
Cada consulta no domicilio ou em seu escrip-
torio 50OO.
Por familia e enancas, proco convencianado.
Prximamente ter lugar uma conferencia gra-
tuita em que o Dr de Viremont tratar da Phre-
n-ilogia, sua historia, seas intertsses humanitari-
os e suaa rela<,'oes com a Phy=i ignomania Cli ro-
mancia.
Hilo allcerce* mo eillOelo
3ie
Porque que todas as prepararles ordinarias
para o cabello da) resultados tilo desanimadores ?
E' simplesmente porque o seu cff-ito puramente
superficial. Ellas huinedecein as fibras p ir um mo-
mento, e evaporando se deizam-nas miis seccas
que d'antea, a ana composico nao tem consisten-
cia alguma a sna virtade ueubumi. Mui dife-
rente a operaco deafe rio e raro aformoseador
e vigorador vegetal, h je tao cjnh cido debaizo do
nome de Tonici Oriental!
Elle estimula os vasos do crneo, e a cutcula o
abserve entai reeebido pelas raizes, e passa em
seguida s fibras capillares, lubricau i i-as e nu-
trindo-aa. Os meamos elementos que nompoem as
fib.as, tormam uma parte dos engndientes do tni-
co,para renovar e conservar o cabello e dar-lhe
vigor, brilho e espessurapor certo que nao tem
igual no mundo.
Ene ntra se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Ageute em P-rnambuco, H^nry Forster & C,
ra do Commercio n. 8.
de uma expectoraga? do c6r esverdeada ; J*? FranciscoiParedes Porto, situada em solo
cansago constante sei. quo o somno parega
proporcionar descango algum; euervagSo,
irrtagSo e moa present montos; deliquios
e vertigens ao levantarse ito repente ; pri-
a3o de ventre; esta io secco, o veces, ar-
dente, da cutis; condgao espesa o em-
botada do sangao, escassez e cor muito
tinta da urina, que deposita um sedimento
depois de permanecer por algum terapo em
repouso; devoluglo requente do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outras ve-
zes algum tanto doce; palpitado do cora-
gao; manchas apparentes ns olhos; e no-
tavel prostrafiio e dcbidade do paciente.
Todus estes symptomas costumam apre-
sentar-se por seu turno. Acreditase que
quasi urna torga parte da nossa populac&o
est affectada da dita enferraidade em al-
guma das suas variadas formas Como
regra geral, os mdicos sa equivocara a
respeito da natureza desta doenga, cujo
verdaleiro nome dispepsia ou indiges-
t8o; enfermidade que se cura nfalhvel
mente por meio do Xarope Curativo da
MUi Seigol. Este medicamento tera obtido
em ambos os hemispherios urna reputagao
justitcada Incontestavelmcnte por suas
grandes virtudes. Vende-so em todas as
bonicas, e pharmacias e na casa dos pro-
pretarios, A J. Whit, (Limited), 35, Far
ringdon Road, Londres, E. C, Inglaterra.
Profcssora
i
Esta conpaubia nao podendo embarcad no va-
! or Espirito Santo por falta de lugar para ella,
.aorar mais ama semana n'esta capital dando
tres espectculos.
O primeiro ter efieito na terca-feira 2b' do cr-
vente e ser aunaaeicdo por progrmalas e jor-
nats opportunamente.
O secretario,
Jos Darn.
Conforme te:c sido annunciado, no tbealro Santa Isabel, s 8 horas da noite de
domingo, 24, a hoinedagein memoria do nufra-
gos uurtus, do vap,r Baha, e promovida pela
Academia sob a iniciativa da commissao abaizo.
Asaim, poi -, por etf o meio, espera ella que a
concurrencia publica nao se far esperar. E isso
ser mais uma demoustracao de que o liecife
ama grande alma que nao deiza de acercar-se em
redor de todas aa desventuras humanas.
A sessSo e >r presidida pelo Exm- Sr. Dr. Jos
Jonquiui Seabra. Oa camarotea de Ia e 2" ordeus
achar se-ho dispjsicao das Ezmaa. familias ;
cujo comparecimento ser iucoatcetavel.
A' entrad i di theatro estar um commissao
de senhoras p.rareceber aa esportulas que a ge-
nerosidade de cda um per.nittir.
Recife, 22 do Abril d: 1S87.
A cmiaissa ',
Peula Silvern.
H:ldeb<>rto tuimarSea.
Cicero Cejar.
Luiz de Amaral.
C-iSsiano Lipes.
E-m ralduio Bandeira.
S liles li.nhisa.
Of vo vendo..
Mandn o Jornal de fe logo dt'.QM pro-
gramma....
Cnora a Provincia na camasentida falla
doZ.
A minha visinha Anineia, vendo quo agora o
Jornal era o org > libeial, perguntio-me : e
a Provincia !... > Visinha vou Ihe ezplicar.. .
en li tim tim por tim tim; o Jornal dizia as-
sim, sem ua causa commungar. No prozramma
veja bem, entre muita cantilana ; diz Uiysses o ""
Vianna, que nSo engaa a ninguem- Trco ne t>er
nbum de firmeza, da corea mm a illus > *...
veja t qu^opiniSo .. R: .: o Credo pela inteire-
aa ) aom d'aquella erneta, qual o da tronpa de
caca, bem aiaa a populaba, qae o programma
todop a !... Diga lodo, diga diga, s-nhor visi-
nho de cima., nao se ce aenhor Lima...
Venceu ainda a b irriga!... Dos instrumen-
tos de corda sectarios sa i c nveneidoa, qnerem aba-
far, destimidos, a ideia que trasborda fljnra pois,
ao bacalho, ^ue tanto gosto Ihes d, as trras
do Cajar, t 6 castigado o u.n. Percibo agora
v sinho : est dentro o Sigismundo, saiba porm
todo mundo, que sere dos c de fr a. En nunca
tai liberal, viaioho, havia de o ser, para isa gente
comer ? nao compro ma
Eis a cousa no que dea : o s;nhor de Vascon-
cellos, veio quebrar me os elos, qaando o Jor-
uil vmdeu. Com Anineia eu me encontrava,
no topo de njsea escala, qnando ella, b visinha
amada, faceira, o Jornal bnacava...
Arg. Arxa vos persiga, gente nova do Jor-
L'.t senhora competentemente habilitada, pro-
poe-s a leccionar em cellegios e casas particula-
res, as seguiutes materias : portugus, francs,
msica e piano ; a tratar na roa do Mrquez do
Uerval n. 10.
i 'na niivciu escura encobre a
luz do sol 4a nossa eiisteneai
A' incerteza da vida junta-se o mysterio
te-nebroso da morte Em qtianto que, por
ara i parte, esse primeiro grito infantil que
nos annuncia que outro ser acabado unirse
nossa especie, inspira uma alegra profun-
a, por outra parto trememos do espanto no
ouvir o bater horrvel das azas do anjo ex
derminador A voz omnipotente da in-
fluencia suprema que governa o universo
decretou nosso destino, a senteuga fatal foi
pronunciada e todos os homens estilo con-
deronados a morrer !
Sera duvida alguma, a morte inevita-
vel. NSo poiemos, porm, retrdala?
E' esta uma que-tilo quo seria de uma ira
portancia incalcularel, ainda se tratasse s-
mente de ganhar uroa hora de vida, pois,
animados d'esse sentimento sublime que se
chama instincto, estamos sempre resolutos
a dar batalha com um valor indomavel ao
nosso inimigo mortal em favor do glorioso
privilegio da existencia Aquelle senti-
nento a voz espontanea da natureza, e o
nosso dever consiste em obedecer. Va-
mos, pois, a ver; possivel retardar a
morte ? Iadubitavelmcn'e o pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quem
as cstuda convence se que u'ellas se coin-
prehende a dita possibilidade.
'Os que se acham dota !os do valor e
uizo necessarios para se cobrrem com o
escudo que a propria natureza Ihes propor-
ciona para esto effeito, podero repellir os
ataques iucendiosos do inimigo da vida, al
que as faeuldades vitaes vao poaco n pou-
co ein decadencia era ama velhce madura
e ditosa, e at que o anno da luz sa Ihes
aprsente com aspecto risonho e sem ter-
ror, para os conduzir, como n'uma visao
delicioaa, a essa regio r.'splandeceute que
brilha mais lm das trevas do sepulchro.
O destruidor toma diversas formas, mas
d a preferencia a de um inimigo moral que
devora actualmente as partes vitaes da so-
ciedado moderna. Martyrisou j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
paiz.
Que inimigo est 1 Quer o leitor sa-
se tamb'.-.ra victima da crueldade
deste tyranno? Pergunto a si proprb se
atonnantado por algum dos symptomas
que vamos enumerar: dores de cabega,
das costas e das espaduaa; falta do appe-
tite; aceuraulagSo de uma lama viscosa,
espessa e pegajosa em roda das gengivas o
dos dentes, sentindo-se simultneamente
um sabor desagradavel, especialmente pela
Siiia do Baro da Victoria n.
14.3 andar
A pr aprieta na deste estabelecimento, j bastan
te conh-'cido pelos trsbalhoa all ezecutailos com
mestria e bom gosto, como tambem pela Ihaneza c
cavalheirismo que costuma-se dispensar qnelles
que dignam-ie de bonral-o com a sua visita i
confianza, previne ao publico que, cora a acqnisi-
cao que fez de machinas aa mais aperfeicoadae,
est o msmo estabelecimento em condices do
tirar retratos inalteraveis por precoa inferiores
aos dos que teem ltimamente viudos dos Estt
dos-Unidcs, e assim que um retrato de meio ta
manho natural tira-se pelo custo de 15^000.
O atolier, modificado e reformado como acaba
de ser, tornon-se o mais perfeto possivel para dis-
tribuicao de luz, de modo que pdt-se trabalhar
sempre, com bom eu nji tempo, di 9 horas da
manha s 6 da tardo.
A essas circam taacias accrescc ser o pes3oal
lechnico habilitadiaaimo e delle fazer pirtc o pho-
tographo herpantul D. Joaquim Caulaa de Cas-
tro qne trabalhou nos melhorea estabeleciraentoa,
desee genero, em diff.-rentes pailas da Europa, e
a respeito de quem j oa divers s jornaes desta
provincia trataram
Do que fica dito v-se que est o ref-'rido esta-
belecimento ein-conJices de ezecutar com pericia
quaeaquer trabalhoa de photographia.
AIU encontrar-se-ha sempre expoatas venda
grande numero de vistas de alguua edificioa
pblicos, pracas, mas desta cidade e seua arra-
bales.
VVi\AH\l>i>
DR. CLODOALDO LOPES
RA ESTBEITA DO HOSARIO N. 4
foreiro de marinho, avallada por 800^000.
O dominio utd dos terrenas de marinha us 296
e 29o A, sitoa ra Imperial (freguezia de 8.
Jos), cujosjterreaba p ineipiam do oiio da casa
n. 27 e terminan ui ao n 6o da meama ra Im-
perial, ambos com alicetces na frente, rnedindo
em t-jJa exensJ) d? frenti 37 raetrue o6'J ceuii-
metros e 11 metros e 40 centmetros de fundo,
perencentes a Praxedea da Silva Guarni, e ava-
liadoj por 160J00O.
_ O dominio til do terreno de marinha alagado,
sito rus de Santo Amaro (fregaesia da Boa-
Vala), o qual principia da esquina do r/ombal
al a pontcsinh i da mesma ra, cim a exteneo
na frente de 270 metros e 80 centimetros, perteu-
cente aos herdeiros de Jjs Vaz Salgado, ava-
llado por 150*000.
A casa terrea de tijolo e cal n. 70, sita ra
dos Gua arapes, edificada em teneno foreiro de
marinha, pertencento a Ridriguea Doarte & Ir
mao, avaliida por 1:200/.
A casa de taipa n. 6. sita ra do Sol (fregue-
sia da Varzea), com quintal ceicado e diversos
arvoredos fructif-ros, pertencente a Manoel An-
selmo dj Figueiredo, avallada por 400A.
Oa quaes beus foram penhora Jos pela fszenda
nacional e vo ser vendidos para aeu pagamento
e castas.
. Recife, 5 de Abril de 1887. = Eu, Jos P. do
Reg Barra, eacrivao, o cacrevi.
0 solicitador,
Luiz Machado Botelho.
C. C. 0. D.
Devojao de S- S. das Mercez em
S Jos de Hiba-mar
Assembla eral exiraordluarla
De ordem do nosso irmo prea dente, convido a
todos 03 noasoa ir mos para comparecerem em o
noaao consistorij domingo 24 do correte, s 10
horas da manda, para um i aaaembla gcral ex-
traordinaria, afim de tratar-se de negocio muito
urgente devocao.
Secretaria da devoeio do N. S. das Mercez, em
24 de Abril de 18870 secretario,
Dantas Bastos.
CointniftNo da reala de S. Goocallo
de santo i.:ro das Sallna'ii
De ordem do Sr. presidente desta commissao,
sao convidados todo3 os membrog da. me*n coro<
misso a reunircm se no consistorio da resprctiva
capella, no dia 26 do correte, s 7 horas da
noito, afim de tratar-ke de assumpto concern nte
a alludida festa Santo Amaro das Salinas.
23 de Abril de 1887.-.0 2- secretario,
Pedro Antuncs Ferreira.
ED1TAES
Edital n. 13
uanha; tristeza dcscahimento acompa-
nhados de somnol 'cia ; umrs vezes a sen-
sagao de uma catg.t pesada no estomago,
e outras, debilidades na bcica do mesmo
orgJo, n&o haver.d s.-'isfagS.) alguma em
tomar aliraenfr*; spjcto tristonho e cor
amarellenU nos or >s ; estade fri e pega-
joso dan raaos e do ps ; uma tosse secoa
ao principio, acomp 'bada, porm, depois
0 administrador do Consulado Provincial, dan-
do cumprimento ao quo dispoe a le n. 1860, faz
pblico a qnem interessar posta, q>ie uo espac
improio.ravel de trinta das uteis, contados ae 2
de Maio prximo, dar-se-ha principio nesta re-
partido a eobranca, livre de multa, dos imooatos
seguiutes, relativamente ao 2- semestre do exer-
cicio corrente do 1886-87.
3 0/0 sobre o gyro de casas coinmerciaes a re-
retalhe.
10 0,0 sobre estabelecimento' fra da cidade.
12 0(0 sobre escriptonos de advog.idj8, solicita-
dores, cartonos e consultorios mediis.
20 0(0 sobre estabvlecimentos da cidade
MMH por escriptorios de descontos de letras.
l:'!i() por casa de garantir hilnetes.
l:OCH) por casa de vender o. lides de outras
provincias.
2500 pjr tonelada de alvarengas, canoas, etc.
20>>4 por escravo empregado em servico me-
chanico.
200 rs. poi baralho de c irlas de jogar.
Imposto de repartidloempreheadeu lo :
Parte !
1 Casas de com isso-s de cousignacoes e de
commissd s e consiguaees.
2 Ditas ou depo8tj< de vender em groase car-
vio de pedra em tern. ou sobre agua.
Parte 2*
3 Lojas de vender joias smente, ou joias e re-
logios.
4 Ditas de vender relogioj sjmeute.
5 DiUs de vender pianos, msicas c instru-
mentos musicaes.
Parte 3
6 Fabrica de rap Meuron.
7 Ditas de sabio, iuclujive a que se acha na
frrgiit-zia de Afogadoa.
8 Ditas de ctrvej, vinagre, vinhis, genebra,
licores e limonadas gazozas.
i* Ditas de gas.
10 Ditaa agencias e depsitos de gaz.
Parte 4
11 Empiezas anouymas ou ageuuiaa deatas.
1 Companhia de Bebcribe*
13 Bancos, agencias tiliaea e represtntantes dos
meamos e casas bancanas.
14 Campanillas, ag;>.cas ou casas de seguro ou
qualquer pessoa que no carcter de ageute de
conipanhias de seguro izer contrato desta natu-
reza ou promovel-os, com exeepeo doa que teem
ade nesta provincia e contrataren o servico es-
pejial d > art. 13 deat-i loi. ,-
15 Armazcua alian legados, de depsitos ou de
recolher.
16 Casas de jogo de bilhar.
Consulado Provincial de Pernambuco, 20 de
Abril de 1887.
F. A. de Carvalho Moura.
O Dr. Joaquina Correia de Oliveira An-
drade, juiz de direito privativo do or-
ph2oi c auzmtes nesta comarca do Re-
cife, e seu termo por S. M. o Impera-
dor Constilu iional o S.mhorD. Pedro II
n qu ni Deus guara etc.
Faco saber aos que o presente edital viitm ou
delle noticia tverem que no dia 26 do corrente,
depois da audieencia deste juizo na respectiva sala
irao a praca para s rem arrematados por quem
maiorpre;) ofFereee. um terreno na Esrada Nova
de (".nanga, com 31 i pr.lmoa ua importancia de
624000, e urna parte na cas i de pedra e cal, sob
o nunvx.i 25, na meama Estrada Nova de Oax in-
ga, na importancia de 300000, cujoa precos servi-
rlo de base ao p> da arrematadlo. E vo a
pr^ci a requerimento de Franciaco Xavier de
Atbayde, inventariantc des bens deixados por seu
sogro Meuoel de Jesus Jordo Caldeira.
E para que chugue ao coubeemento do todos
mandei passaro preaeute que ser publicado pe'a
imprensa e affixsdo no logar do coatume.
Ddo e passado neeta cidade do Kecife. Capital
da provincia de Pcmambucj aos 22 de Abril de
1887.,
Eu Manoel do Nascimento Pontea, eacrivao o
sabscrevi.
Joaquim Corre a de Olivaira Andrade.
i omite Licraro Acadmico
_ sta ociedade convida a todos os seus conso-
cios e collegas para assistirem a uma missa que
por alma do nosso consocio .Jos Jeronymo de
Araiijo Cerveira, manda celebrar na matriz da
Boa Vista,- pelas 8 horas da manh do dia 25 do
corrente, trigsimo de seu passamento.
A soeiedade desde j se c nfeeaa eternamente
grata a todo3 aquelles que se dgnarcm compa-
recer.
O 1- secretario,
Luiz Gonzaga Bac-llar.
M nte pi dos volunta-
rios da pat' a
Elelcao
De ordem do Sr. presidente, convido aos senho-
res socios para Bess2o de eleico uo dia 25 do
coi r. nte mez, s 4 horas da tarde, no 1- andar
ra Duque de Caxias n. 11.
Chame a attenco dos senhores socios para o
qae determina o 2o do art. 27 dos estatutos.
Secreta)ia do Moute Po dos Voluntarios da Pa-
tria, 22 de Abril de 1887.
O 1- secretario,
J iao l'anlo Rosa Cesar
CorroJo geral
Exame para o pro linalo de qua-
tro lascaren le prallcatatesi
Faco publico que at o dia 16 de Maio prximo
futuro acba se ab-rta nesta admiuistracao a me
cr pcito p^ra o ex me doa candidatos quatro va-
gas de praticaatea, devendo o ex-ime comc(ar no
dia 18 do dito mez, s 11 h ras da manha.
As materias, sobre as qua"8 versar o exame,
sao : exercicio de ealigrapbia e orthographia, ari-
thinetica climectar, comprebeudendo o aso dosva-
tema mtrico e nocoes geraes de geographia.
O conhecimentn das linguas estrangeiras :ar
direito a preferencia,
Para serem admitti ios uiecrpcao, dever&o os
preteodenti s provir eom certidao que nao tem
meuos de 18 nem mais de 30 annos de idade, e
aprescutir certificado medico de boa sade e
quaeaquer outros documentos que o i abonera.
Adminiatracan dos correios de Pernambuco, 22
de Abril de 1887.
O administrador.
Affooso do Rgo Bairos.
Por ordem do br. director deste clob ficam es
senhores socios avieados para reunirse domingo
24 do corrente, para sesso ordinaria, s 11 horas
do da, na sede de sos fua'coe:.
Antouio Mathias de Albuquerque,
1 secretario.
Hospital Portuguez de
Beneficencia
AsNeniblcu oral
De ordem do Illm. Sr. proveder, convido os se-
nhores socios a reunirem-8c em assembla geral,
na sede social, no domingo 21 do corrente, s 11
horas da manhS, afim de dar-8e cumprimento ao
que dispoe o i do art. 17 dos cattalos, e dar
posse nova junta administrativa.
Secretaria do Hospital Portuguez de Bcneficen-
ca em. Pernambuco, 18 de Abril de 1887.
Fi liciano de Azevedo Gomes,
1* secretario.
Assoeia^o Commer-
ci.al Beneficente
Nilo obstante ter podido deliberar a As-
sembla Geral, desta Associagao com o
pequeo numero de socios o cousenhores
do predio que servo de s le, que compa-
recerem na segunda convocaco, marcada
para 18 do corrente mez, todava a direOr
toria, tendo <-m vista a importancia do
assumpto que determinou essa convo:a-
s2o, que tratarse do concert urgente
do referido pret, extraordinariamente
pelo lado do mar, ameacando desabar, en-
tendeu, anda uma vez convocal-os de
novo para l hora do dia 26 do corrente
mez, afim de que fique ella habilitada a
tratar de tSo nadiavel necessidade, certos
de que se ainda na > comparecerem, ser
ella obrigada a lancar mao do fundo de
beneficencia destt associa^ao, para ser
applkaio n referila construccio, caso
chegue ello para fazer fa:e do que tiver
de se despenderj e no caso contrario, li-
mitar -se-ba a lavrar o seu protesto, ficando
'cargo daquelles que nao couip recerem
tilo grande responsabilidade, que se aggr.i-
var com o esperado desabamento.
Recifs, 22 de Abril do 1887.
O secretario,
Joaquim Alves da Fonseca
Lotera de 4000 contos
A grande lotera do 4000 coutos, em 8 sorteios.
fica transferida para o dia 11 de Maio vindouro,
impreterivelment-, uos termos do despacho o
Exin. Sr. presidente, de boje.
Tbesourara das Loteras para o fundo de
emaucipacao e ingenuos da Colonia Isabel, l de
D.zcmbr de 18S6.
O (beaonreiro,
Francisco GoncalvesTetres
ompanhia de Kdifinrau
Asssembla geral extraordi-
naria
Terceira convicacao
NSo so tendo effectu?do por falta de nu-
mero a reunan de assembla geral convo-
cada para houleui 19 do corrente, sSo no-
vamente convocados os Srs. accionistas da
Companhia de EdifioaeSes, a reunirem se,
na s le da mesma Companhia, ao largo
de Pedro II n. 77 no dia 25 do corrente,
ao meio dia, para, em assembla geral ex-
traordinaria deliberaren) sobre a reforma
Jos estatutos em vigor, e especialmente do
art. 13, sendo a deste no sentido da recla-
maco fcita pelo Sr. Francisco Ferreira
Borges confor ne a proposta do accionista
o Sr. Antonio Carlos Ferreira da Silva,
approvada na sessao de assembla geral
ordinaria de 1 de Marco prximo lindo.
A reuniilo se effectuar com qualquer
que seja o numero de accionistas presen-
tes, como preceila o art. 65 do Decr. n.
8,821 de 30 de Dezembro de 1882
Recife, 20 de Abril de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario. _

THEATRO
le
geraes ia-
Jaizo dos Feltus da Fazend.i
Nacional
Eacrivao Bego Barro**
Ferante o Sr. Dr. Lindolphi Hiabello Correia
de Aranjo, juiz substituto das feitos da azenda
desta provincia de Pernambuco, te vender em
praca publica no dia 29 do corrate mez de Abril,
pelas 11 horas da manha, depois da audiencia do
mesmo jais, oa bens seguiutes :
A casa terrea de lijlo e cal n. 293, sita ra
Imperial freg issia de S. Jos), pertencente a
Os reccb dores da recebedoria declaran) aos de-
vedjres dos impjstos de industrias e profiases e
predios, do 1* semestre, e taxi de eacravos de
I8b6 a 1887, que estSo procedendo a cobranc de
ditos moostua nos domicilios dos devedores as
freeueziaa da cidade e de fra, com a multa de
6 0/0 Kecife, 18 de Abril de 1887.
Joaquim Hurgolino da Silva Fragoso.
Manoel G. Ferreira da Silva Jnior.
Serapbim Vctor de Miranda.
IRMANDADE
DO
Senilr Bom Jesus das Dores
Tundo de pro~eder-se a eletcio desta iruianda-
de a 11 horas d manh do dii 24 do corrente,
de conformidaou cm -.s urdciM terminantes doSr.
Dr. juiz de residuos e capel as, convido a todos os
irma n d* mesma, pira no dia e hjra cima indi-
cad 8, comparecerem no e-nsisturio da igreja de
S. Goncallo, afim Je assistirem a misas v.tiva.
que ter lugar s 9 huras daqiielle dia, e em se-
guida proceder se a dita eleic^o.
Secretaria da irmandade do Senhor Bom Jesus
das Dores, 21 de Ahril do 1887.
O secretario di commissao,
Urbano F. rnai d. s da lo.-a.
lO.II\4-< 94
BENEFI6IO DO ACTOR
Fernando de Lima
Prmeira e nica repreaentaco do drama em -1
actos e 11 qnadroa, ornado de msica, mutac,oes,
etc., etc.
OSNILlGRBS DE SANTA CECILIA
Principiar as 8 1/2 heras.
TIMOS
COMIMMIIA C'KH.XAMB! CAXA
DE
Navega^o costera por vapor
r-ORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Baha
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 28 de
Abril, a 5 horas da
tarde.
iiecebe carga at o
dia 27.
Encjmmenda8. passagens e dinheiros frete at
is 3 horas da larde do din 28.
ESCR1PTORIO
Ao Caes da Companhia Perrxunbucana
n. 12

Companhia de Trilitos urbanos do
Recife a (llinda e Beberibe
Asseaibla Geral 3.a coavoeaco
Insistindo a directora na reuniao da As-
sembla Gral, nos termos das duas ante-
riores convocis :s, por ordem de 3. Exc
o Sr. Dr presidente convi io ao Srs. Ac-
cionistas a se reunirem no dia 2 de Maio
no esciiptorio da companhia s 11 horas
do dia, segn lo a ettra da le, sendo esta
a terceira convoaaco, funcionar a assem-
bla com o numero de accionistas que com-
parecerem.
Recife, 22 de Abril de 1887.
O secretario da Assembla Geral.
Jos Antonioo de Almeida Cunka.
4! 6 f
o. ^- h.
United States k Brasil &
0 paquete Finalice
fcspera-se de N'.', .--
News, at o dia 6 c Maio,
o qual J eguir i iep)*a da
demora nes35iir; > o ia
Baha e Rio de -aoeiro
Para carga, passagens,ens nim.-nlas ;dinheiro
frete, txacta-se com 03
O vapor A.dvanee
"\j E' esperado doa portos cj
sul ate o dia 25 de Abril
depois da demora necesaria
seguirpara -
Haranho, Para. Barbados,*!.
Thonaz e .\ew -York
Para carga, passugens, e encou,monda; tracis-
ta com os
AGESTES
Heirv Ftirsl^r 4 C.
N 8 RA*J;0 L.OMMERCIO $
/ andas



i

e Peri&aiybut^
panhia Bahtana de navega-
c* a Vapor
Macei, Viffa Nova, henedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
E' esperado do* dorop- ac
ma at o dia 25 do Aibril
e regresaar pan os mea-
mos, depois dademora docot
turne.
Segu impietcrivcl -
mente para os portn
cima no dia 2 7 je
'Abril, a 4 horas da
Itarde. Recebo carga-
uuch mente at ol
dia do dia 27.
Para cafga, pasaagens, encommemlas e dinhei-
ro a frate, trata-ae na
7itm do Vigario7
Doibiij s AI ves Matas
tas, 1 t< ilett de p > aetim, 1 rica cama francesa
de jaearani com bonita talhi, 'i marqoesdes, 1
cabide de columna, 1 .lavatorio do araareilo, 1 las-
tre de mtal para k rosene e diversos tapetes.
Uui nobi de junco de encost alto e consol-
los com pe ira, l ioi|>ortante guarda v'sti'os de
atnarello, obra muit o b< en acabada, 1 guarda roa-
pa de aman lio, candieiros de ga e 1 bnea oe
amarello.
Uui guarda i uch lieanarell, 1 guarda prata
de mogr, 1 mesa e adici de t taboos, cadeiras
para salla de j miar, 1 qu irtinhoin, ariaradorea.
lonca de jiotar, vi i os, 2 frutiraa de vidro, 1 ba-
ria grande de folba e outros muitos movis.
Quartu leira 97 do ccrrenfe
A's 11 boros
Sj 2- andar do brado n. 37 da ra larga do
Eosari entrad, p la ra cstraita do Rosario
0 agente Martin-, tiutirisido por Tima familia
Coaapatala liras lleir acitos Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear,
Commandante o lMenente
checo
Guherme Pa
E' esperado dos portos do sul
at o dia 27 de Abril,
seguir depois da demora d-
dispensavcl, para os port'f
. do norte at Man os.
Para carga, passageus, encommeudas valere
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
BoyalOiiiiMst
Vapor extraordinario
O vapor Nile
que se'retirou paia Ejrop>,fai Kilo des movis
e mais obj ctos cima qunf..rsm transportados pa-
ra o referido sobrado ra lar,; do Rosario e se-
ro vendidas ao correr eft wartell .
Leilo
De 1 escaler, 1 silva vida e 1 pa- a curvo'
salvados do vapor U hia.
QUART EPEIRA, 27'DO CORRENTE
A's 11 horas
No Arsenal de Marinha
O agente Modesto Bautista, por mandado do
Exm. S'r. Dr. juis do commercio, a requirimento
do Dr. curador de auseutea. tara Uilio do que
cima fe declara.
De 3,039 'andadas-de registro
Rio
1 de
nambu
ra com
Sahir do porto do
dn Janeiro no da
Junho prximo cotn.es-
oala para Babia e Per-
o, segualo depois di potoca domo
malas e pass igciros para
LISBOA E SOTHA3IPTON
Desde j recebe-se encorntaondas part
camarotes na
AGENCIA
Ra do oinmercio n. 3
1" andar
AdamsonHowie &C.
AGESTES
1-
BaDipfsfliilIahrts-esellsthaft
O vapor Valparaizo
Leilo definitivo
Do sobr-ido d<- 3 andares n. 25 a ra do
Livra-i.euro e-.-.i terr.-no fcr ir>.
Quarta feira 27 do currevte
A's 11 h'jra<
RA 00 IMfJUtADOR S. 22
O ag-i.'- le i>'rm.iii.i N i --i'uea de
Exm. ar. I) .' ifs du Direito Pitvaiivu d Orpbaos
e ausentes a i. qinrimento do Sr. ;oo Goncal-
ves de S.ua* 1$ rao credor d, espolio do Jos
Mam r'erieim d Cnnha, Uvci a lia. O sobra-
do aei.iia em solo foieiro, a 6T*< prtettieiit a des-
de j i iw;. n x.ihii OUir iu.f rtrac'o o ni'-snw ag> nt) d^i.
<"<"'

m
u uua ii..-a ttr.B coiii ispsv-i-.n- 80-
ta u. 82 no pateo do T reo, est mpa ; a tratar
na ra do rV* n 5 tatvffi i.

ru<. -
nbeira.
. i do L):. '.'i ri.noira Leite,
i miz ii iv un bsa cosi-
,,. u .arcad
piis da demora nr> '
Para
inri para
Lisboa e Hanibiirgo
pasagen?. tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMHERCfU N. 3
1* andar
f ni Camossim
Segu no di
recebe carga ;
Mceda n. 1.
30 do cciiccte escuna Joaquina,
a tratar ecn o Pess^a, ra da

* t
l eilo
De 1 guarda vestido de aur.rel.n, 1 guarda lou-
ca de dito, mobitias, esm s francesas, 1 biem
bo de madeira, saboni-tos fiuria d.' diversas qua-
lidodea, espe^b is. borc 1 cufie grande prava
de fogo, 1 dito fiaucez, miudtzaa, vinbp, co
goae, jarrOB, quadros, venazitntts c outros ob-
jeetss.
Segundafeira 25 do corrente
A'a II liorna
No ariDazera da ra do Marqoez de Olin-
da n 19
l*or latervencSf Gusmo
Lc4o
De movis, espelh< s e obras de ourj
V agente Btitto, autr.risado p 'o Sr. Marculino
ArrjC+o da C"3ta, que se retira pra o-nrt, vend-
r em Ieiio o eegninte :
Urna ni bilia de junco, 1 cama francesa, 2 m r-
qnezoes, 1 cemmoda, 1 toucador, 2 aparadores,
2 bercos, 1 macbioa de costura, { cadeira para
adeogad >, 12 cadeiras de jur:>, 1 dita le ba-
taneo. 6 cadeir b um<'ricanas, cabides, quartieke-
ra, 1 mesa elstica, bancas, 1 secretaria, 2 lava-
torios, etageis, grandes espelbas, 1 relogio de pa
rede, 1 lote d.i livroa, tapetes, jarros, 1 graudt
caixa para arma i_r, bab Je folba, salvas de
metal, loac*, lanternss, serpentinas, copos, cli-
ces, trem de cesinhi e outros objeetoi aj c.-rier do
martello.
Segundafeira 85 do corrente
A's 10 12 horas
Na ra das Trincheiras o. 38, andar
I'ree:sa-sc de urna ama eoaiubeia ; n-.. ra
Nova ir. .M, phKrmacia.
= Existe urna ama de Icite no FundSo. c na
jasa do Sr M noel Gouealves Boa Ventura u. 10;
quem pretender, dii ja-se.
- Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos
de d.idr, que t nha pratic i de molbados ; na ra
do VisCD:de de Qnyanna n. 60
AMA Priciea-so de ums, de roa conducta,
para cesinhar e lavar para p^uea familia ; ra ra
da Ma'riz da Rea-Vista n. 3.
Obras destine e vinho
da Mourisca
Justi. Teixeira A C.-Snecesaore?, 4 rua da Fe-
nha n. i, reeeberam de Lisbia pelo ultimo vapor
oa contentados c-o*ts, balaios c roup-ir^s de vime,
ellejptenenfe ncabndos, qn vendein pir prc,os
moito razoNTeiae ao alean- d m enbores pieten-
dentes, pelo q'ic cbamam a ntt nei ; como bem,
'em exposto venda o lUl fHiimI \itibo da Meu-
risc, o meihor vinho de panto, iPtu.-Jmcnte neste
merc-.d-i, o q'ie p>r sua pu za e stpff?ar quali-
dad-. a .lo tem agradadu ; nao pr cis > ricom-
in-ndh-o, elle proprio se recoimnend i
Aos Srs. prafwterios e edifica-
dores
Na untiga a bem acreditad:'. o!ari>' de B- nto des
Santos Uam s, rua do Vitecntfe de Albuquerque
(oatr'ora da ('.jriu) n. 85, eneontraro os Sr?.
proprintarics a cditicadore.-, !: segnintes objec-
tos :
Tijol'S de aivenaria batida.*
Dit.a quadradoa de di>e s.a t, manbos
Ditos pira fumo '1 p-i lar
Ditos de tapnini nto.
Ditos para cacimba.
Telbss.
O propietario dssa conceituad^ ciara tcient-
fica aos interessadi s qu" todos os s sao manufacturados com o exceliente barro d'agua
doce, do Ingr Taqnary, lornande-sa por conso-
gurnte recommendaveis nao t para a sade, por
nao ser hmido, como o sao os d'agua salgada,
mas tamben) pela duracilj. Outrosim, scientifica
igualmente, que a forma de suss tulbas maior do
q^ue qualquer outra, sendo estas, ao mesa.o terapo,
mais leves per nj receberem durante o invern
grande q antidade d'agua, c m i succede com as
de barro d'agua salgada. Precoa mdicos. 87,
rua do Visconde de Albuquerque, oatr'ora da Glo-
ria, 87, Entrada p*lo lado do caes, defronte do
puseadico.
Ama
Agente Britto
Leilo I
Da casa n 30 da rua de Jardim, freguezia
de S Jos e da casa n. 35 da rui Di
rcit.i de A fugad, h.
Terca felaa, 24* d > corrate
A's 11 horas
ATa rua estreita do Rosario n. 24
O agente Modest > Baptiza, autorisadj far
lcilao das casas cima e dar ca csclarecimet-tos
prreisos.
Prec sa se de urna ai- para cosiiihar ; na rua
de Pedro AAtaMS n. 58, ar,iga da Pitia.
;
Viente Pestaa
Leiio
De urna mei., agua Ma a na d) Padre Fio-
riano o. 70, a quai r< r. 1 li' vendida livre 0 dtseinbara;ada de qtialquir
onns.
asna Ma, Z1 do frrenle
A's 11 horas
Vo armazem rua do Vigario tenorio
tt. 12 '
Leilo
De boas movis, I -uca, vldros e quadros
Constando de him solida mobilia de Jacaranda
a Luis XV com l e,ijeira8 de guarnico, 2 ditas
de braco, 2 ditas de bln^>, 1 i<,f, 2 eonsollos
e jardineir vm p-dra, 0 quadrss oleegrphias, 4
pare de jarros finos, 4 ditos de loaca p*r i plaa-
l'rsneiscn rircH t> Ilcgnliics
Breie
O bsahucl Lii Uariji de Migalho3 Breves,
sua mnlber, fibose g-nr, agridecem ccrdilncn-
te as pesso..s quo se dtgnar m acompanhar ao C -
uiiterio Publico os restos uoriaes de sua presada
filha, irm e cumiada Prancca Pires de Maga
lb3es Brev>?; edf novo as c nvidam p.ra ksss-
tir a missa, que mandan el. orar na ignja de
Sauta Rita, As 8 horas da m.ir.ba de 26 do sorr.n-
te, stimo diado seu |sii mi utu, pelo que se o. -
fiesatn sunmaminte era
Perden-se
na ucito de quinta f.ii i 21 do c irreute, da pracu
do caes do Ramos para o tbeatro de Santa Isabel,
urna pu'srira de ouro com urna csm-ralda de va-
lor, rodeada de pequeos brillantes, simulando a
dita pulaeira um annel de medico ; pede-se apes-
Eoa que a tenha achado para entrgala no esta-
b lecimento balnearia do Sr. Medeiros, ou na roa
Doque de Cax;as i>. 8t5 lja, p !o que geri ra-
zoave'mcnte gratificado.
i
m %
Aluga te o 1- c 2- andar-s do predio n. 27
roa d Imperador, caiad'- pintad dn ini'j, tundo
bong otBmo&M o agua ; a tratar ua illa Duque
do 'axins n. 47.
Aa
A-..c
boa, jui :.
tmperatri;
" Alu<>. b'.- a ci.sa du Di. i .: lel'o Blanco, sita
4 rua i Matbias Perreir>., en Oliuda ; chaves
para r. '-?: na I j i de bar iro e.vntigua ao
metm i... ;i 'm tapa e caada b i.u cotn-
moil.':: trate-.-. no KeCilt, .. : -u Uuque de Casias,
es.'riptorio n. 23.
Mi-Jene F uny Silva, modis'a e cettureira
i ruado niiemlirn. 50,1" andar; partiado para
l'aris, uo torrente mes aguarda as ordena de suas
ExmaB. ieuee, e apr^v. ita .> oceasio para
agiade;-e a proteceao e cou?idet..s;ao, que lhe dis-
pi asara ir, s.s cusas c;'m qni' t ve trausaegoes coui-
mt-rciat-t', e declara que nada deve a pesaos al-
guna ueeta praca, e que nao d' ixa pesso.i algu-
uu encarreguda da sua oflicina de c aturas e rr.r-
das,e qu: foi scuipru uuica cortadera e directora
nao tend nunca quem a substituase ou repre-
E'esperado dos ; Sf- sentaese, visto que todo o trabalho eia faito e ad-
is do sul st o dia 1 ministrado por ella mesmo. _____
de Maio e seguir/ d* ; -_ plPfc8..8e de osnn ama: na iua~do"Bm
Jess n. 42, qoarto arder
Pr ciss-se de nma ama para cosnbnr e com-
prar ; nu iua Vidr.l de Nigieircs n. 134.
Silbar
Vi-nde se um bilhar c m suas pertencas, a pc-
eo cnimido ; iafirnwcos ni caes do Capibaribc
n. 4
Ao publico
Pe!o presente cirr.ujunico que assnmi o com-
mandti d > palbab to hrspanhol Dos Hermanas,
disdc o da 20, tendo se retirado do n.e.mo o ca-
pitSo D. Joan Mol1, fioond > pagas todas es contas
relativas ao rele id) navio Pirnarrbueo, 21 do
Abril de 1887.
Tcmaz Mscalo:
im VI_S QBOiBIAS
-rrrni.Ke!rsB
(fierra efiffff Aa bsziga,
"a da canal ds arito, i
'lus-cir orosiats,
irU \sr.ea Ca (trino, %
Aralb na urina, fe.
..... :'." r t ;::: .
lu boi negiCHi
Vende-so a possa J k: ^sque da rss Nova o
p da pon'.e dn b.a Vis'a ; a tratar no invern.
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
| IFAUIVEL para estrolr as L0MBE1GA?
Esta Vennlfaro rKommeido pelo ffyl
\ Mi sabor a(ra4iTd e consmjio inteloids jf/
Eligir a asignatura :
irirU.k"COLIET-.-jlSE iPriiikv. Fmf~M.^sn,Tl*r>
Wsmmmmamm*mmmmMmmmmammMKMmKO!.r-^.r
Hnsque
Traspasa-se um em b- ni rugar ; Soforma-ss na
rsver.sa do Areni.I'de Gui na .. i. "
IVicofero d Barry
Garante-se que faz as
oerecrescerocabelloaiua
aos mais colvss, con a
iubn e a caspa e reniovo
todos as impurezafi do ais
oo a cabera. Positivu-
mente imperte o cab.llo
de cahirou do embi-anqno-
rsr, e nallivelmento o
timaespesso, inocio. la-
oso s abundante.
f2X
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formul
-1 nsada pelo invontor em
18y9. E1 o nico perfume no mun-
do que temnnppTOvneloofficin'. t
um Governoi Tera dras vezes
niois fraeranciaqus qnalqner outra
eduraodobrodotenipo. E'mni-.o
meis rion, bu.176 o deliciosa. F,"
moito mais fina e delicada. E'
mai? pers.nonto e agradarel no
Ionio. 2 > -lat --zas mais refres-
cante no br.u... --oaito do
doente. E' eRpecifioj contra a
fronxidSo e debilidade. Cura as
dores do cabeca, os cansacos e os
deamaios.
Xarope Se Vida fle Renter So. t
AITTES DE USAI^O. DEPOIS DE USL--S.
Cora positiva e radical de todas as formas do
sscrofulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
Aflecc5e8, Cutneas e as do Courc Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
enoas do (jangua, Pigado, e Bina. Garntese
que parifica, enriqaece e vitalisa o Songas
restaura e renova o systema inteiro. &
Sabao Curativo de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
a em todos os periodos.
Approvad is ititorisa i-i-* n-U inspecto
ra gernl de hygienne do 'li.i de J;i:tro.
Deposito em Peruambu'jo casn de
Francisco M;noe! da Silva & C.
Atienda o
Frccis :e de io:'s cr :d s de cei:i i-l-.it e de
ba cond.i'a p -Ir -se it era vos, :.. iinicl ; a
iatar ca tus d M lie de l;ue u. 3.
eisi MJdiesi
A(ss 5:000^000
Bl.hctcs garantidos
23 -RUA PRIMKIRO Dfi MARgO 23
Martius Fiza & C t>i.ti i Xj)'sti t ven
da os scus i:f.irtun-du biSieies g-ranli-
dos da Ia lut.'ia da provfucia i be ni ficto
da Sonta Casa ri< Iftaericoniia do Re.if.j.
PRECOS
1 lit'iro 35 0t>
1 t ry 1000
K:; uoi'fu e usa
1 inteiro 2^700
1 tti 900
iOHua 1. deMarfo (jmlo ao buvrc)--2<)
Adimirem os presos
Bramante de linlio, coto 10 palmos, a 1(5900, o metro.
Bramantes de *lgod3o, eom 4 1 rgura, 800 rs., 1(5000 o 1*100, o metro.
MadapoloVs, a 3^800, 40500, 50UOO, 5t5OO o 6)5000, a pee..
Di!o< aiu>-riofiB( s, com 24 j-.ntas, a 7)5800 e 80000, a peq.
Algoroes, a 30000, 4^000, 40 ,00, 50000 o 50500, a peja,
Cretoncs escaros, cores ficas, a 320 e 360 rs., o eo*ad.
Ditos claros, lindos pa!r5>B, a 2S0, 300 i? 320 rs., o cov do.
Pt?renlf8 do cores, fZDda 8.iprior, a 240 rs., o -ova io.
Ditos do cores escuras a 200 r* o cu?hde.
Zphyres de c8re a 160, 180, 200 e 240 rs., o corado ; n'uito largo?.
Sutiuetas, de c6res, a 32, 3;0, 400 e 440 rs. o covado.
Creps de cores, para acabar, a 3(30, o eovado
Batiales de c6res, reuito Urgas, a 160, 240, e 280 rs., o covado.
Qsnsbraias brancas birdadi., a 50500, a pe^a c Diins, ciu retalhos, s 700'is a ver'.
Aip.i-;8 di (ores, lisas, de preco do 600 rs., o nevad, p >r 280 rs., o ..ovado.
S..rg*lins de todas ns c6re?, da mclhir qnali laie, a 240 rs o covrdo."
Chius tii).-s gara cobett, a 280 o 320 rs., o twvock.
Gangi'S muito tiuas, cod Ln os desmhos, a 280 o 300 rs., o covado.
Eegttiao ptirlo, para tstidu8 e vestuarios do crii^aa, a 380 rs., o cov.io.
Pao da Cuota, de lialrt.s, a 10100, o covado.
Dito ':to, de quadros, 8 10.00, o covado.
Brins dn cores para calcas, a 240 is., o c vado.
Ditos de linho ce c es, a 10500, 10800 e 20200, n v-ra.
Dito de dito braceo n. 6, a 20400, a vura.
Cas n.iras do cotes, para costumes, a 10800, i covado
Ditas em cortes para caifas, com iistras de t a, 60000 e 100000, un,
CoberUs forradas) com dous pannos, a 30000, uiui.
Lences de linho s algodSo, a 20000 e 30000, um.
Cortinados de cambraia bordada, a O05CO o 80000, o p r.
Ciumbres para homum, a 50000 o 60000, um.
IVlhas felpudas para rosto, a 30500 e 50000, a duau.
Ditas grande?, para b:inli s, a 10500, u;na.
E-p-.rtiliics tnos de todos, es nmeros, pira senhora, a 50000, uta.
Babadcs e entremeios borda 1 i i.s, de linho, rendais, a 20OOi e 205 0, ut:.
Ditos, -> la, felpudos, a 5000, um.
Lingos br n os, a 102?OO, a cluzi?.
Ditos de esguio de linho, a 40500, a riuz a
Meias de cores, lisas, pira homens, a 40800, a duzia.
Diti8 dn tio de Es-.-ossia, eruas, p.\ra l.o n<;ns, a 110)00, a duzia.
Dit s iit:8, rendadas p-ra n;eniois de 6 mez-s cima, a 500 rs o r.
DittiS de la, de cores, para homens, a-10200, o p-.r.
Ditas de algcdi-, de cores, com Iistras, muito fi:-a pr" s.'r.h:.ra, a 100000 e
140000, a ruzia.
Ci.iiiisas de lil, sm punho e sera collarinhos, por b r.it i preco.
Golletes de fl.ntlla com mangas o seiu ellas, de'diflfrentea precia.
Custutucs de banho de mar, pura sentara, n 100000.w.
Ditos de dito, pana homens, a 80000, um.
Ditos do i'it'i, p-ra meninos, a 50000, un.
cpalos para o mesmo fim de dffi;r ntcs tamaitos.
Grande s rtimento du arigoa p.-.ra Ir ens, ?-. j: de larais s As linho, itas
do meias, gravitas, pniihca, cli.-irinh>=, ceroolaa e miiit-is oti'r s quq lembrAremia na

'
CURA CERTA
le Codas as Affeoces pulmonares
si b I
i'iH*
pres'nya d'nqii il s ijn" ; dignarco. vitit
' A' rua Primero k )h ,.
Tc:ephne n 158
AMARAL &
lUQ.iti

H
c.
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeirc

CAPSULA
;reosotad
toDr.FOH
U.-lcLi Preataaa
\ <-<>'-- ">
S^ v?*y*? ,X"Vt tyj
y
Todos aqtic^w que so&emj
\ !o p2to, devem experimentarj
Mv C psu1;^ do Dr. Fournier.'
n 'juiBi/oo :
j M. rta SiLVA & C.
os di (glrdi $rroz especial
PREPARADO COM BISMCTHO
OH. PAY, Perfumista
FJ^RIS, 9, le-cia de la Paix, 9, I"1 AJRIS
iwa '.-.
I i
Comprie-$e
Qiii m tiver pura vimlir n.-.a casa rtW rnss ta
Unio, Mrquez do H'rval, Aurora, Fertnosn,
caes rie Caniharil 0 em H f::"i drij-se run do
Bnr.) dn Victoria n. 37. _' nudr, pfa nuuhi,
ou a tarde, que eos ntrara i- qitts tratar,
4 ma
Piec-isa bc do nma i a a pa a s- nir n d te i-
ces ; u tratar na i eto b. I(i.
-.-i.lv> i.
raTA tl*ANE/. ].u> barba,
a ubi v:Jro. um ptjara^tc
em lavajfm.
FlL-Ot
ivro
Os : kta pol :nn ac smb-
i .- iBi i i i i i ra* a t-ssig-
Ill.tU! ;-. .; IS 8, I :". 8' lf t. 'udl)
m;.is rt.-pyj i e.irriifi' : q-nn qoizer pode
nitresM.- aa*ru4 '.unci.-: <:>< de-'. La*
p ii K C, 46 ruu d Imperador, on ao gente
!
triado
I>OES2Sr^Ja\.S
111
VIKH0 E KkQPE m JURUBE
BARTHOLOMEO &
l'H^i.M. PERNAVIBCCO
nicos preparados do Jurniieba apnrovadoi pela Academia e Mefcisa, ej
I recommendados pelos Mdicos contra a3 Nloiostias do Ectoinago, Perdr :. s
[ ti:e, Cgest5es elttDcels. Dysp \--J.a e todi) as V na Oiarrhea ca.-onicn, ; H ..39013, etc.
"'- WBfik
.------- .
Licenciado pela Inspectora Geral de Hyglne do Imperio do Braztl,
Dores do Estmago, Dynpepsiaa,
Anemia., Febres, etc.
Pitesn t\ v,:,. < 1-" i !< 1:' a.! i ai r. ; ; ra
ru [?B'.
F.C^A-OA Hra dar M
oracos
euu CT prlmi-lvii
*ar|irl to Parla- Tir.Z,tOJ., t7, rua ti? ui, fin
'- Ptmaob+ta: r&Ati- M. la WLVa O-
Conulanti d> VIh'iir Souza
Prlo
Alvar d-MU > C'jutiubj d Vli n cjnvida
a tudaa as pcsoHi de in aoiizadc para aasieti-
rouj a miaea qm ero 111 i,," A alea do-sea 11-
di'oso sebrinho Constanci d Vilhena Soati R.
manda regar no eonveiito do Carmj, a 8 horas
do sea
d manbrl do dia J5, tr ,
ni' nto.
Peitoral de Cambar
(5)
PRECOS
as ag<-ncias : frasco VOO, l2iiuz:a 13/ f
duzia 24*000.
Ns nli sfcneias : fraico 2/800, 1,2 tluzii.
150O(i e 0-0.
Agentes e di a p-rra eoi t.J.. a pru-
vincia Kraacieco .M da Silva & C, a rua do
Mrquez d O'inda p
Emroninadriri.
o
Prccisa-Ee de nena enaomaudeira boa, qne
q'ic.ra eieoinpanlirr 1 a pina a corte : di-
rija bc i rua IirpeK! n I
lona
AIdjii se Pina ex" 1 < sitio 11 ru>\ io
^-'infi-a n, 38 ; tiau c c en .Jos Ant u o_ ato
Compeobia Inran-bn:- pa 1 b'
Medalhai
de oimo
PARS, VISNNE, HICE, etc.
O Quina-Laroche uo i um qnalquer preparado, porm o resultado de mibalim que
qrangenwaosct lu'.or as metis alias recompensas do Estado. O mesmo ferruginoso.
Faris: 11 i. Wi mi Orouot, a na Ph.-.:"nasisa.
Premio
de 16,600 ir.
em LAROCHE Pharmaceutico
'aga^sc bem
. Na ma do Imr.ermlcr n. 4ft, 1 andir, precisa-10
de uer,a b.a coainhi-ir 1, usa en_ .11 narifiia e um
menino | ara recada E' de con e;is>.
f&ABTIM
ft/iBffirt ti 8t M.^otUd t iilrht di Inlttcrn,
ao nnito ,Jv Uurtnlm *rt*iBjc.
AAIXA- BRiiafiTE LIQUIDA
GRAlXAeP,sT*UNCTU0SA
OLEO jara AEBEI0S
Euio-.SK niMssirlo icn,\tfKt>e^*%
va todM u Hjraiaa.
DEPOSITO OSRAL KM LilORCB:
k t,*j*m rau- a. u bu #.
7ijvvv%vv^r'ife^vG-ii\iJ9'i/*m'9t'9v*'jv\J0m
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETT, 03 BANHOS E CUiDADOS A Vkt\ AS CMAKCAS
Este SABOHKT1S, verOadelro antisptico, o maz efflcaz para a cura Oe todaa at
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CA R B 0 NIS D ETERG ENS
r.acai votsas Criaacat com o SAFO u.umoxis iWTERGEXS afm de protegel-o% contra
o 8RAIKPO, a VARILA o at PEBRE ESCARLATINA
Estes SABOSETES sao recommendados pelo Corpo medico nteiro porqne prevmem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e aaaptao a quaXavtr ctims,
ARCA tUi FAB1UCA NOS ENVOLUEROS B NOS PES
X>ex>oslto uoral: "W. "V. WKIGHT SC C, Soratii-waur, .ONDHE8
Em Pernamhuco : Fran Ts/Z. da SILVA & _>.
^a>a,aa.a,*^.^^Aa,a.a.a.^a,a,>a.^a.^a.^>^^..rrlr|>

XAROPE dRIINVILLSER
Laureado pela Academia de Medicina
Cavahe/ro da .eg/o de Honra rT'.l**"^
00
SATOd.CAL Gr-EB-**-
O piiospi'^to de Ou a suDstancia mineral msls abundanf > do organismo e toda vea qne sna
quEnUdade cornial diminu: resulta uffiaa'fcccSu ortanica grave.
Mais d.i cinco mil cura*, a mor parte jiilii.Vada pelos Pri'fejsores e Metllcos da.s Facutdades
forao oolioas :ii e zero rom gao o irojic <'.<+m*' Bminrttlicr osse classlficado
tclte inelbor; Inspcdu a cario o queda d'is denles tao frequentes dejis da pronliez.
Dar>s!to: Pbarmacla VEBSKQtr, 3, Maco da la BUgdaleino, 91
Em Perntmbuco: JFBAX- SI. tUi sil, VA *C, 3 ea principad Pbvmiciu Oro/fu?.

mi



LHHfl
.*.
\


<
v
/
I
Diario de PeruitmbncoDomingo 24 de Abril de ISS7
\lu?a-se
Ama
Preciea-se de uma boa coainhfirn, para caa de
ama casa com comm-doa par* grande familia, peqatna familia ; a tratar no Cae. da Companhia
eitio arb"r8ado ; na Poute de Ucha n. 10. a. 2. Pr.fere-teeacrnya edeve dormir em casa.
Ahigi-sc barato
ftua d*s Qaarrape8 n. 96.
Ra Visooude de Itapsrica n. 41, armazem.
Raa do Vjscoudc de Qoyanna a. 163, com igua
e gax.
Largo do Mercado n. 17, loja com agua
Roa Viscoud: G yanna n. 167, c in gua e ga
Roa C'.r n.:l Suassuna n. 141, quarto.
rtk-ae na rui do Coinmereio a o, l' andar
iscrtptorio dt Silva duimurae & O-
Precisa-se de .orna ama que taiba eoeinhar ; a
tratar na ra do Cabuga n. 143 1- aodr, do meio
da'as 2 horas.
Cosinheira
Na rus do PsysRud n. 19, precisa ae de ama
boa C3sinh"ira.
i)e.,ptliila
m.
''
A lima-se
urna sala com dous quarfje
Pedro II n. 73, loja.
a trtar do largo de
Precisa-se de una ama para cosinhar e com-
prar ; na ra Primeiro de Marco n. 25, lf ja.
AMA
Aluga-se
a loja doBobrado no largo de S. Pedio n. 4, tein
agua ; a tratar ta ra eotreit* Alujase
a eaaa terrea ra do VUcoode de Albaquerqoe
n. 17U e a loja do prtdio ra do Marques do
Herval, trav esa do P.ieinho n. 33 ; a tratar no
nrgo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.___________
Vinlio da Mourisca
Proprio para mesa
JoSo Ferreira da Costa, ra do Amorim n.
.'} acaba d" ice bsr nm psrtida d viohus em
cascos escessivam -ate grandes, e como dfseja
tornar bem conhecida 'Sta superior qualidsde, que
se fax recomtnf ndado pela tua pureza e bjm pa-
'adar, rcsslve vender eata remessa no seu esta-
beleciment em barris de quinto e de dcimo, p:r
preeoR muito razoaveis, para o que chamara a
attencao da arnhoreE apreciadores, assim como
nos donos de botis.
Em retalho vende se em casa dos Srs. Justo
Teixeira & C. Suceessorce roa ja Penha n. 8
leniia e menino
Prisa-se t urna laniann de 10 a 12 annos de
idade, para asa de familia, puta andar c*m nina
criancinba de d. us aunes, trata se bem e d-a.
de vttir, e o menino para tazer compras, mediau-
te uro pequeo ordenado mensalineute ; a tratar
na ra V'elba D. 30, colhgio.
Precisa-se de ama ama para otinhar e lavar
na ra da Poute Velha o. 16.
Ama
Prccisa-se de nma cosinbeira
po Santo n. 17, 3- andar.
no largo de Cor-
AMA
Precica-ta de urna cosinheira p.ra casa de fa-
milia ; na ra de Pedro Affjnso n. 34.
Ama deleite
Nao podendo dwprdir-ne e agradecer peaaaal-
mecte aos meas p.migos as muitas pro 'as de ami-
ade que durante a minha molestia tenho reetbido
o faco por meio doate, f.fiVrreceiidu-lhea oa ineus
prestimos na cidade do Porto onde pretendo residir
por aigum trmpn.
R eife 21 de Abril de 1887.
Bernardo Jos Ccrreia.
Aviso
Piecisa-se de urna
ra dos Pires n. 53.
ama de Jeite ; a tratar na
Engenlio para arrendar
Arrendase o engenho Sorra, distante meu le-
gos da estacao do Cubo, mc com agua e tem
tedas as o'.'ras em bom estado; quera o pretender
pinja-te ao seu proprietario ro ttcolV, roa Im-
erial n. 203, ou ao engenho N.ivo do Cabo.
de assucar
Tiisri liaiii
PARA TIN'GIRA
bprba e os cabellos
Esta tintura tinge a barba e <-s cabellos es
tan^anenmeute, dando lhcs nova bonita rr
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vendr w m BOTICA PRAVCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Brere*, sucoessores de A
CAOR-S, ra do Bom-Jesua (antiga da Crur
n. 2?
I'rofessor
Obachtrel Joaquim Cav.-loante Leal de
Barros cnsiaa iotb ni a ticas peloa novos
programmas e prepara alunnos pt ra exa-
mes na corte.
TambciD se propSa a ensinar pt> casas
pprliculircs outras materias.
7t Ruar Ja Palma- 7 i
Oleo de balipii*
Antes ^ue ee a;sb' ; n-. ra da Praia n. J.
Apparelhcs economifos p'ira o cocinen-]
te e cura. Proprio para engenhos peque-
os, s'-ncio mdico em preeo e ef
ffectivo em operaco.
Pode se ajuntar aos engenhos existentes
do systeaia velho, melhorando muito a
quadade do assuoar augmentando a
quar-tidade.
Ol'ERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandps ou engenhos centraea,
.na -liinismo aperfeicoaio, systeraa moder
no. Plantas conipletas ou machinisruo
separado.
E8pecifica<3es e inf-irruri^Sss com
Itl'OWIil &'.
.-RUA DO COMMERCIO-5
J. C. Levy avisa ao publico que Ernesto &
Leopoldo, ex-socie.s da firma J. C. Levy & C,
ten do tomado pee, da nnssa f>illida, respoosabi-
lisando-se pelo pagamento aa; cr.dores, de coa-
formidade com a concordata concedida e aceita no
juizo do commercio, ficando assim livre e desem-
barazado peranto os credores daqwlln masas.
oSerece seus serviecs aos seus umigos e fregoezes
na pharmacia Central, ra do Imperador n 38,
cbando-se a referida pharmacia reconstituida e
premunida dos medica aentos miis novos e eepe-
tiadades pbartuuccuticas de todos os .r ais acre-
ditados fabricant>'8.
AVISO
Ci noertam se machinas de costura de
qualquFr fabricant0, bombas o toda e qual-
quer qualidade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PREQOS SEM COMPETENCIA
39-El 10 M-JBD-39
DQENA$dpESTOMAGO
DIGESrOE DSFFICKIS
Dispepsias, Gastralgias, Anemia,
Perdn de Appp.tite, Vmitos, Diarrhea,
Debiliaade daz Criancas
CURA. SBQURA S RPIDA PELO
Jalroph
Manipoeira
Ee medicamrnto de ama eficacia r conhecida
no beriberi e outras molestias em que predomina a
hydropesia, acha-se modifictdo em saa prepara-
cao, ;ra;as a urna nova formula de um distincto
medico desta cidade, s-nrio que somente o abaixo
assignado est habilitado para p.-eparal-c de modo
a melhorar lhe o gosto e cheiro, acm todava alte
rar-lhe as propriedad;8 medicamentosas, que se
eonservam c m a mesma nctividade, se nao maior
em vista do modo por que e elle tolerado pelo
estrmago.
nico depoMlio
Na pharmacia Conceicao, i roa do Marques de
Olinda n. 61.
Hi-r.orm tfe Mello
PilfM)
Compr-se um piano pequeo, f.rte, d e rez cor-
das, em bom estado de conservacSo, quem ti ver
ppareca roa de Marcilio Das n. 00, lija.
20$000
Alugrise o 2- i.ndar do sobrado n. 62 roa da
Guia, com 2 salas grandes e 3 ^uartos, caido e
pintado ; trata se na li.ja.
Ensillo primario e secundario
Urna i e*s:ia habi'itadn ifferic--se para ensinar
en> algum eogeuh) as seguintes uinterias : por-
tugus, francez, latim, historia, philosophia e pri-
ni. iras lettras. \' le ser procurado na ra Impe-
rial n. 17.
Cruz das Almas
v.m frente cuacara do s. Ton
Ahigs-se ama casa com todos os commodos para
pcqaona familia, edificada a moderna, entre as
duas ebtacOeB da va frrea ; & tratar ut ra Pri-
meiro de Margo n. 85.
Nateriaes de construyo
Precos rediix'dos
A Companhia de Edifioscao, tem reaol
vido d'ora em diante, p ra as vendas dos
productos da sua olaria a vapor do Taqua
ry, o seguinte :
Tijoloe de alvenaria grossa,
formato cooin.um, descarrega-
dos em qualquer caes, o mi-
Iheiro 22^000
Ditos, formato inglez, dem
idem 18^000
Ladrilbos idem 3.' 000
Telhas coran uns, idem 385000
As compras de ce.u a quinhentos mil
ris, terSo uoi descont de cinco por cen
to, e d'ahi para cima dez por cento.
tnico-Digestivo
com O nina, Cfhsu t I'epstna
Adoptado era todos os Hospitaes
medalha; as expoiqOes
1 PARS,r ,aErpyr3.-34,eem'odasasPharmacio.
ansas! tgsg>w*
Maria da Conccico silva Pape
Domingos da Silva Ferreira, Marcolino Jote
Pupe, Juvenal Soriao Pupe e J< s Lino Pupe,
agradeccm a rinandude do Sintissimo Sacramen-
to da matriz da Boa-Vista e a tudas as pessoas
que se dignaran) accmpauhi,r at o cemiterio pu-
blico, os restos mortaea de sus presadsima irma
e mi Maria da C nceJcao Silva (upa e de novo
canvidam os si us amig-s para cuvirem as rcissas
que em tcncao da alma da finida, maudum resar
na matriz da Boa-Vista, as 8 horas da manha da
dia 26 do corrente, 7- di i de eu falleciroento, por
cujo acto de oarid;ide antec:pam os seus agrade-
cimencos.
Recife, 22 do Abril de 1887.
VENDAS
Cimento
VINHO gilert SEGUIN
ApproTado jpela Academia de Medicina de Franja
AIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar aa Febres,
e como Fortificante as C'onvalescenfa, ebilidade do Sangue,
Falta fe .Vcnstriiarao. Inappetencia, Digetttem tli/ficei*,
Enfermtdadea nervosa, Dbil idade,
Pharmacia G. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Depositario* em Prnuoalmn : FAN"" M. da S'LVA C*.
CAJIRUBEBA
PHEPARADO VINKKO DEPURATIVO
P JOMA BE fflflH PBUGi DA ME
Auorisaio pw cro imperial d 20 & JunlH) dfi 48^3
Composcio de Finoine i andido de Figueiredo
EHPHKQADO COM A MAIOB EFFICACIA NO RHEUMATI8MO
DE QUALQUER TATUREZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LEUCORRHEAS OU FLORES BRANCAS, NA ASTHMA
bronchites (molestias das Tas respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANGUE E FINALMENTE
AS D1FFEBENTES FOBMaS DA 8TPHILIS
t
Comuienilatlor Cnndio Alberto So-
tlr Os filhos, genros a Betos do commendadvr Can-
dido Alberto Sodi da Motto, convidam aos pa
rentes e umigos d- finad i par.* a-ai.= 'irr:) a inis-
sa que ruaodam cel'bcar na mutriz da 15 .a- Vista,
is 8 li-ras d-i mHrihit do d':i 'b do corrente, tri-
gessiino di do s> u fajltjcuoento, pelo que se con-
fwsam muit" pratos
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que esto importante medicamento tem produzido, attes-
iadas por pessoas de efcnnJa posicao social, fazem com CjUb de toda ptrte seja elle
procurado, como o melhur o mais encrgico deparativo do singue.
Depurar o sangue, como eondicSo de tima circular,a'j benfica e efficaz, eis em
que consisto principal uento o meio mis seguro de conservar a aaie o de curar as
molestias que a iaipui za do tanguo occ^siona.
O Cajrubba, pela sua accao tnica e enrgicamente epurativa, o medica-
mento que actualmente pd > conseguir esse resultado ae d prejudi.ar tiem alterar as
func(,r5-s rio cstoiongi) o dos intestinos, porque nSo conten substancias nocivas, apegar
do vigor depurativo dos proiuctos que cons'itu:in a base principal d'este medicamento.
As muta3 curas qu1? tem feito, rstio comprovadas pelo teten:unho dos dis-
tincto8 e conhecidos cavalleiros que tirtnam os attestados, que este proal tem publica-
do em sua seceso inertjrh.l.
Deposito eeilral. Fabrica Apollo, ra lospido 79
3PE3B.3Nr^.XWX3BXTGO
A' lenda em mulla* ptarmaclrs do lirazii c do eairangelro
VERDDEIRO
IELIXER. DR GUILUl
Tnico Anti-Catarrhal e Anti-Miilioeo
Preparado w PAUL GAGE, phanr.acemco de Miase, i
pm.a rAri'i.!)*nE Iie i-aris
NICO PROPRIETARIO DE ESTE MEDICAMENTO
rllIS.I, ra li Cmelis-Saint-fitnuii, I, PABIS
Mais de Kctetit'i armo* >' sueoetuo um dtotaJo eftemeit
inconle.HTel Jo Elixir de Guilli* ; en nedicumMo o nuil
econmico e o nmi^ rommodopan ser emprwmd* qQroomo Por-
gante ou Daporatlvo.
Hrsroiifiar ou fnUifacor*
aifir o 1-rMii Elixir tt tuili ti a Ir Pili GiE
J>anhnrta com O
^TAUIIIIO [FITC1TAJ
iqmUitmPemambuc*:Tr,U.iiiant&.
MOLESTIAS
DO FIGAD0
UGESTES
diffictis
r.HEUltlATISmA
G0TTA
m %tMu
''aria j'irrtt/a dfr-r srr
r II ATADO VBI1K A OIUOKM 1IO
PEBRES
C0HTAGISAS
Fluxoes
DO PUTO
mOLESTIiS
das Mulheres
e das Crltngas
8
ITMM Tietarii
de na fusto agradare!, adoptad*. ;oin _
petoe meh>iorea Mdicos da parlz, cura ox Dtfivxu, Cti*,_To$m,
, Cmltrrt milmmtr. Irrwlittm 4* sat. dM VU wrimm'iwt
t.U.i**litkV
grtuide exlt ha
" V*, 1"
lA ficcife*.
I'hi (unnio linnrinK. Je N>nna
Os emprr^jidoe e-operarine di abrica (Jodi-
iiho, cordiulmente pgradLcem s pessoas que se
dignaran] ,cou>puuh>r aa ceuiiterio publico os
restes mor tuca de seu i ni: toso companbeiro, For-
tunato Francisco de S< nna ; e de novo os convi-
dam. bem como aos pareutts do tinado, assUti
rem a rnissa do stimo dia, que orindum rtsar na
igjeja de S. S. do "Tere", pelss 6 Loras da ma-
cha de 25 do corn.nt'", por cojo lt(,uio desde j
so ronfessam grat(.s.
a
Francisco osneN Uariiues da
Fununca
T r i ge simo din
Victorino Marques da Fonseca, Dionisia Maria
de Oliveia e teus fi.hos i :iudam resar urna missu
no dia '5 do andunte, lelas 7 lj2 h-.-ra da ma-
nbS, no convento de S. Francisco, tor alma de
seu nditoso pai, giro e cunb^do, Francisco Go-
mes Marques da Fonseca, taicido em conse-
qnencia do Daofragifl do paqnrte nacional Baha ;
e para aseistir a vaW acto de religiao, convidam
acs prenles e amigos sens c do finado, confes-
sanndo-se desde snmmi'ueute grat.s.
Fonseca irm2os & C. vendem cimento_ inglez,
marcapyraraide, e limento hamburguez, por me
nos preco que em outra qualquer parte.
WHISKY
HOYAL BLEND marca ViAlX
ste cxcellente Whisky Escasas t .eriv.
o cognac on agurdenle de cauna, para coi-tifien
j corpo.
Vend.'-ee a retalho nos .i lbrca rciaseni
coihados.
I'ede BOYAL BLEND marca VIADOcujon'
ne e ouiblema so registrados pura todo o Braii
BBOWN8 & C, agentes
Vende-se
um sobrada com bastante! commodos a. ra de S.
Jorge n. 13, cora grande, armazem no fundo cem a
frente para a ra do Pharol ; vende-se tumben
urna cuan terrea na mesma ra n. 33, ctm o fundo
para a mesma ra do Pharol ; a tratar na ra do
Barao da Victoria n. 65.
Cabriolis
Veudc se dous cabriolet3, sendo um de3eobert.
e outro coberto, em perfeito estado, para um on
dous cu val :: tratar ra Duque de (Jaxia>
n 47._________________________________
Vende-se
Purgativo Julien
C0NFEIT0 V0TAL, LAXATIVO E XEFBIGERANTE-
contra PRIS.O DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hygiene pubuca d?> Brazil
Late purgativo exclusivamente vegetal se aprsenla sob a fima e um confeito agra-
davel, que purga com suavidade sem o menor incommodo. E' admiravel contra as afeccoes
do estomago e do figudo, a ictericia, bilis pituita, nauseas e gazes. O seu effeito rpido
e benfico na enxaqueca, quando a cabeca est i*so falta o appetite e a comida npugna, as inchaces de venf/e causadas por inflammaco
intestinal, pois no irrita os orgSos abdominaes. Emflin, as molestias de pelle, usagre e
cotivuLtdet da infancia. O Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as
creancas que nao acceitam purgativo algn, pois o pedem como se fosse uoa pastilha
de chocolate sahidu de cofeitaria.
Deposito em Paris, 8, Ra Vivienne, e H33 principaes Pharmacias e Drogaras.
4os 1000:000^000
200:()00000
\
I, III \ Di
DI 3
n favor das ingenib da Colonia Orphanoiogica Isabel
PROVINCIA DlfpERN.lMBUGO
Wafa a 14 s Maia u M
0 tiiesuureirFraucisco Ooni;alvcs TVmtc
IPILDLAS DIGESTIVAS DE PANCRSATINA
de DEFRESNE
Phurmaceutto de 1a Ciaste, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Paccrcatina .'mpregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso f)
I digestivo, cnie so corieca, visto como tem a propriedade d<; digerir cS
tornar assimilaveis nao smente a carne c os corpus gordurosos, iriaste
tambem n pao, o amido o us fculas. : .-
Qualquer que seja a causa da intolerancia ausencia de aucco gstrico, inflaiumacao, ou ulceracoes co estomago, ouBm
do inte:-,i:>, 3 a 5 pilulas ds Pancreatina de Defrssne deuois da co-ct
.mida, Bcmprc alcaiu.am o? rr.elhores resultados e so por isso prescripta
(|||pelos mdicos contri as ^eguintes affec<;5es: p^
a Falta de appetite. Arala.
Ms digestes. Diarrhea.
Vmitos. i Dysenteria.
Flatulencia estomacal.* Gastrites.
urna merciaua eui um
fregue^ia de S. Jcs ;
B'.sario n. 1.
dos melborcs p utos da
a tratar na ra larga do
PdIio de Riga
MATHUES AU.STIN & C, reeeboram ultimt
m. Lte um ccmpletn sortimeuto desta madeira.
como sey.iv. : pruuchoes e taboaa paia assoalbo,
da n-.i Ih .r qualidade e de diversas dimensoes, c
qae v-'ndem por precos commodos, 6 reducidos,
conforme os loted ; uo armazem do caes do Apolle
n. 51, cu a rtia d i Cju.nv r< io n. 18, 1 i'udar,
vestidos
Vende-se 4 guarda
vestidos novos, de a-
ntarelio; a traetar com
o agente Martins.
/
V Horida
1. leueute Henrique Clbrlntlano
Braone e r. Manoel Cario, Hl
belro do Asevedo.
O ebefe de di vita.1 inspector do Arsenal de Ma-
riubi, es officiaes da armada e mais empregados
d'i mesmo aisei.'., teridos d- mais Jiingeote dr
pela morte de 6eus indiloeos ciapaiiheiros e ami-
gos 1. ente llenrique Cbristiano Braone e Dr.
Wanoel Carlos Ribeiro de Azcvido, victimas do
horroroso naufragio do vapor Bch'ia, na noite de
de 24 de Marco, c uvidam aos sus aiuigos e dos
finados para assw'tirem ae missas que pelo eterno
descanso de suas almas mand>.m celebrar na igre-
ja dd Carpo Sunte. segunda feira 25 do corrente s
8 horas da anh. ______,
Hypolllo Xavier l'oiilinbo
Man* el Amonio Rodrigues Pinheiro e sua mu-
Iber, teudo rscebido per telegramma a infausta
noticia de haver f.llecido no dia 2 do corrente,
no MarachSo, seu gro e pai, Hypoto Xivier
Coutinbo, mand.nra celtbrar inisaas na matris da
Bca-Vista, s 8 bor;is d manb do da 26, stimo
do seu fallecimento, e convidam para assiatir a
esse apto s p ssn-.8 de sua an.izade -, pelo que se
c ati'Ssam desde j agradecidos.
Vrenle Perreira a
/ ilv< lea
D. Maria Leopoldina e sens filhos eonvidam a
seus parentes e amigos, para no da 27 do corren.
f, is 8 horas da m*nb, ouvir as mi-sas que per
alma de seu sempre li mbrado esposo o pai, man-
dara celebrar na mitria de Palmares, e desde j
agradecem a tedos qu se digaarcm comparecer a
este acto de piedade.
Joaqnim Rnyauodu Pires, JoSo de Moraes
Martins Filho, Jote Roto de A'raeida Bmga e
Aaiao Karuumu do Reg. Boto, ttndo de mandar
resar missas ns-igieja de N. S. do Carino, aso
horas da maub do da 25 do crreme mes (se
gnnda-tfira). por alma de seus iufeiises amigos e
collegHg, CacHcrn Hinriqu'S, Ccnstai.cio de Vi-
Ih.na .Soma Bn'.o. Autvnio :c Mour:i Riu e Jote
Jeronyioo de.Arauj Cerv:ra, convidara a todo?
es seus prente*] aikiges e colegas, hem como es
dos ralltcidjs, a comparecen u> na refer ia i*r*j,
efim de SMstiia^nas ; xIj que .fle eonfeisam
desde j Bummameiite grates.
f\ua Duque de Caxlas o- IOS
Chama-Ee a atteufao rNs Ezmas. amias par
os procos segnintes :
Cintos a UOO.
Luvas de pellrea poi 2*500.
Luvas de seda er granada a 24, 24500 e di
o par.
Titas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. c
metro.
Albuns de l500, 2f, 3J, at 8/
Ruines de flores finas a 14500,
Luvas de Ejcoseia ptra menina, lisia e bords
das, a 800 e 14 o par.
Pvrta-retrato a 500 r* 14, 1*1500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 8l>0 rs. um.
Auquinhas de 2/, 25C0 e 34 nma.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 r
Rsnsrtilho Boa Figura a 4*1500.
Ideui La Figurine a 54000.
Pentes para coco com ioscripejo.
Enchovaes para balizados a 8, 9, e 124000
1 eaixa de papel e 100 cuvelopes por 800 ri
Capilla e veus para noivas
SuspenC' rics americanos a 24500
La para bordar a 24800 a libra
Mo de pipel de cores a 00 ris
Eslojos para crochet a .$000 rs
Bieo de cores 2, .1, e 4 dedos
de largara a 34000, 44000 e 54000 a pees
L. ques transparentes a 3*1000
Id< ra preto a 24000 '
Lindos Broxes a 34000 140i0 e 500 ris
Loques para menina a 200 ria.
Linha para machina u 800 ris u duzia, (CI5K
Bordados com d .is d.'dos de Urgura 600 ris
3 da ios 800 ris, 4 dedos 1 *V00.
Garrafa i'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota :< 800 rs.
Bicoj branc.s pura s-tinta, eretone e chita pa-
ra correr babados u 14060, a 1450i) a peya com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrera, veludo e verbo', i na para
60 e 60 retratos a 64, 74 e 8000.
Mcias de Escossia para senhoras, a 14500 o par.
Lencos de linh > cm lindas cania,
Bico das Ilhas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem jsponez proprio para alvas e'rrquets e
toalhas de altar.
dem bransts eom 5 dedos de largura, a 34000
a prca com 18 varas.
Caixas com sertes de j'go Je mgica proprios
para salo, a 5000.
Sbonetes de diversas qualidades.
Bolsas de eouro para in>-nioa de eseola.
Collarinho de linho 5(0 ris um.
trane perhiiicua em euparHItaofi
de linlio a aOOO. uta.
BARBOSA dt 8AOSTS
Dtscoum
P^ OLBY
Gastralgiar
Ule:rage-r :nceresas.
Eaferasidaf.ca de figado. s*
Emmagreci nnto. (^
Somnolenciadpois;oomer,;voitnitosq:8acoi/-..:iuh, o < i^ez'ffi
PANGi!EfiTKA DEFfISSME era frasqninho ootn a dos,
radasinhos depois da comida.
Em cm je DFi\ESMS autor da Peptona, BABIS,
"ni ^'"
-.. i c ie- -
U-!-l!'

ELIXIR &VINH0
iDig; e stivo s
TROUETTE-PERRET
de PAPAlNA (Pepsina vegetal)
sao os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQESDO ESTOMAGO: GASTRITES. GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PFSO NO ESTOMAGO, M DIGESTO. ETC., ETC.
UM CLICE LOGO DEPOIS D.\ COMIDA BASTA PARA CURAR OS CASOS MAIS REBELDES
venda as principaes Pharmacias e Drogaras.
Venda em yrosso tm Pars :TRODETTE-PERRET, boulecard Vollaire, i6i
Devi-H erigir Sello la 0H7A0 dos FABRICilTES sobre os Frascos para evitar as Falsllicacoii.
Depsitos em Pernaml ac : FRAN M. da SILVA tCe as principaes pharmacias.
A RDVOLUGAO
0 48 rua Duque de Caxis
Chama a attencao dss Exrnas. familias para uro explendido sortimento de fa-
zendas que vende por precos aero competencia.
' koia ver-sc para acreditar-se
Etamine de l com pl as re*soda, 10:^000, a pee.
Canibraia bordada com 10 jardas, 5)5500, a Jila.
Gaarnic3c8 de vtiudilho bordadas a vidrillio, 7000, uma.
tandas cachen.iras broche, 1(5500, o novado.
Cachemiras de cores, 800 rs 1#000 e 1)5200, o dito.
Damasb de sida, 1*5400, o dito.
Setim Macan, aOC tb-, 1,5000 c 10200, o dito.
Dito preto, 1,5200 e 1^400, 2^000, o dito.
Gorgurinas de listrinhas, 320 rs., o dito.
Setioi damass, 320 rs o dito.
Lidas las de quadrinhos, 400 rs., o dito.
Ditas alpacas Lvradjs a seda, 320 rs., o dito.
L5s enm listrinhas de seda, 560 rs., o dito.
Ditas com bolinhas, 600 rs-, o dito.
Fustao branco, fino, a 400, 440, 500 e 600 rs. o dito.
Cortes de cachemira para vestido, 20(5000, um.
Crotones escuros e claros, 240, 280, 320, 360 e 400, o rovado.
AlgodSo de duas larguras, 800 rs., o metro.
Braoiate de quatro larguras, 10200, o dito.
Dito trancado de duas 1 rgiras, 10200, o metro.
Madapolao ge;ia de Ovo, 60500, a peca.
Cortinados borHa-los, 60500, 70000, 80000 e 90000, o par.
Colchas bordadas, 50000, 60000 e 70000, urna.
Ditas da croen t, 80000, uma.
GrinaliS cem rico; veos, 100000, uma,
Leques Je pao, pretos e da (Ores, 500 rs um.
Ditos do p Artigos para homens
Cortes de f.scmira de ir pura costuros, 250000 um.
'os de dito de i 6r para caiga, 5)5, 60, 75, 80500, um.
Ditos de fusta. para colite, 1$000, 10800 e 20500, um.
Ditos de IS e soda para oolet*, 60000, ua.
Caseniiras de cores para 10600, y0OOO, 30500 e 40000, o covado.
Dita diagonal < ahochoada, 20500, 40000, 50000 e 60000, o dito.
Dita SedSo, 20800, o covado.
Cheviots azul e preto, 10200 e 30800, o covado.
Grande sortin.ent> era brins breos e de es, casinetas moleskins, i.-eiaa,
gravatas, 'ancos e outros artigos que se l^mbrarSo na presenca dos fregu zes.
Henrique da Silva Morara.
Vecde-se em toda i pirte
SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, Mm CordSes
Para evitar as Contrafases
Exigir a marem dt Invenlpr imprimida
em eada nuperuorio.
Meta* parm TarUte
KPOSk Techlos. eUicot algoiUo eeds.
MLL.L.ERET,
m
FUNDAS MILLERET^
A Cmmm BUUeret reammenda ai
nai Fundan anatmicas -,
nai Fundas invisiveit, pan f
etnier ai herniat e quebradura! ai tnni.
HJIceii.
CIXTTOU PARA 1 BiUWl I (
LE GONIDEC. Succesr, -49, rum J.-J. oussaau, PARS
DEPSITOS KM TODAS AS PRINCJPAKS PHARMACIAS


I
M|MHHB^B
Diario de PwBambaeoDtuniDgo 24 de Abril e ISS7
L!TTERATl)i\

Instituto irctoeologlco e CSco-
graphco Pernambtican.
ELATORIO APRESEJJTADO PELO 1. SECRE-
TARIO DO INSTITUTO ARCHEObCGICO E
GEOGUAPHICO PKBHAMBOCAHO, HA SSS3AO
MAGNA ASnOVfiaSABIA DE 27 DE JANEIRO
DE 1887.
(Continuaglo)
O nosso consocio, Ur. Joaquina Loureiro,
leu, como relator, na sess.lo de 23 de Ou
tabro do anno pnssado, o paree r da cora-
roisaiio incdica.jnomeadapelo Instituto para
emittir a sua opinilo sobra oa o3aos exhu
mados da pvesnmida sepultura de Jlo
Fernandos Vieira.
Antes de responder aoi que3tos propos-
tos, fuz a coraraissao a descripglo geral
dos ossos, subtttidos ao sou exaroe, os
quaes, segundo declara,, resumam-sa eiu
fragmento* de tara, nhos to diminutos qu:
rapessivel determinar a que parte d> es-
queleto perteneero, sendo pequeo o nu-
mero d'aqueles que pode-so diaer aqu
os*o estiverano uoidos e muito menor ainda
o dos qua permitiera um cstudo roaia ou
rntnos completo ; cumprindo observar que,
nos fragmentos de pequeo tamanho, apa-
as exista do teeido ossea a substancia es-
ponjosa, tendo desappareoido a substancia
compacta, e fieanio too3 reJuzidos pela
presslo digital a urna subst-ncia pulveru-
lenta, devido a ter o esqueleto permaneci-
do por tempo muito longo debaixo aa tr-
ra e aeglo lenta, continua e prolongada
do calrico, que desenvolvia-so no lugar.
D.screveado os ossos, que per minera
um estudo mais ou menos completo, assig-
nala a coramissao : 1.' a clavicu'a direita,
a qual mel 15 eentimetros de compri
ment, notando se nella diversas rugosida-
des, qua etn alguns pontos slo bastante
salientes; 2. a omoplato, da qual a escpu-
la direita a que so acha manos deteriora-
da e mede do ngulo superior ao inferior
16 centmetros, sendo largo ette obso e de
taraanho nlo pequeo; 3.- os dous fmures
que slo bem expressos e de igual eapes-
sura, estirado o esquerdo bastante es tra
gado, tendo o direito 10 centmetros de cir-
cumferencia, sendo o canal inedullar bas
tanto largo e inedin lo 30 centmetros de
comprimento, sem fallar as extremida fes
superior e inferior que nlo existem ; 4.
o coxal, que nao es"! completo e do qual
s pode ser estudada urna parte do illeo
esquerde, onde se encontra a fossa Ilaca
interna, que v-3e claramente ser concava
e nlo achatada ; b.-o maxillar inferior, do
qual a parte esquerda de pequeo tama
nho, deixando ver a direita, de um modo
bem saliente, o tubrculo mentn ano, o
orificio do roeamo neme mais prximo do
bordo alveolar, que do inferior, o estado
desto bordo e a eatreteza do canal denta-
rio, estando igualmente bastante gastos os
cinco dentes encoutrados; 6." os parietaes,
que sao de grande apessura, apreser.tan-
do a sutura bi-parietal ou sagital j oasi-
ficada ; 7.- por ultimo algunas phalanges,
que, si nao sao de grande tamanho, tam
bem naj sao piquonas ; nada mis apro
sentando ellas digno de raenclo.
Depois desta descripglo geral o especial
dos ossos subraettidos a sen conhecimento
entra a cora oiss.lo em considerado s scien-
tificaa de grande alcance com as quac*
respondo, pela maneira seguate, aos que-
8tos proposts pelo Instituto :
Io Quanto a seren de um ou mais indi-
viduos os oss: s encontrados, que o cxaini
minucioso de todos elles, a coraparaclo en
tra os fragmentos do todos 03 tamanhos e
dimensoes, 03 pontos syractricos, a igual-
dade de espessura e desenvolvimento, ne-
nbuma duvida deixam pairar de que per-
tencessem a um s individuo.
2o Quanto ao sexo que o sru grande
desenvolvimento em tamanho e espessura,
as ciroaontaneUs que revolara torera dei-
xado as insereoes musculares fortes ira-
pressoes, o nlo achatomeato la fossa Ilia-
ca interna, a proeminencia da curva da
oUvicula, a pouca convexidade da curva do
fmur, tudo leva a affirmar quo fossera de
pessoa do sexo masculino.
3o Quanto a idade, que a ossificacSo
das saturas craneana) o estado gasto do
bordo alveolar do maxillar inferior, a ap-
prosiraaglo do orificio raentonina lo bar
do superior da ra xdia inferior, o estado
gasto dos dentes^ o phoaon >no da rarefac-
glo da substancia os3ea, particularmente
nos fmures e na < navcula e por lira a
1 rgura do cand roelullar dos fmures,
autoruam a diser, que prtoncess-i n .1 ii
individuo do ida lo superior a 50 e raes no a
60 annos.
4o Quanto ao tempo da inhumaedo do
cadver, que atten lando ao estado de pul
veri sacio, em que est a ruaioria dos oi-
80S, a falta da cabeca das bumero3 e ain-
ta destruido la raaior parto do esque-
leto, de presumir que foese de longa data,
podendo ser de muito mais de seculo
5o Qianta finalmente a existencia de
metes na sepultura, de enoolta am a
substancia calcrea, ahi encontrada, que,
i ;t rpretan !c-3a as reaceSas resultantes de
erapregj dos pro^essos liiraieoj, verifica-
se, do mistura com aqaolU substancia, a
existencia de cil, zinco e ferro, senlo este
c;n pequea quanti lado e os d^us prinei-
ros em propor^o'S equivalentes
Foi ost, era resumo, o pareiT qm so-
bro os 0380S encontrados ni pr -sumida se-
pultura de Jlo Ferna* les Vi ira, apre-
sentou nosso consocio o Dr. Jeaquin Leu-
reiro, como relator da commisso, para
esse fim nomeala, a qual tirou-sa com
vantagon da injambencia, qua lh 5 foi con-
fiada.
e a esp^ranca entrm-Iess novamente nos Un fri raorta
ooracS.s ^>niaadj o lugir ao t nnr que'
por ura mmente sa np>jarara de ambos.
IV
Cinco annos se paasarara sera resultado.
Assim que se installou, Daniel cscreveu a
Reustan para d .r Iba o ondereco. Termi-
nando :i carta, nizu gracejanlo: Estava
eauripto que 03 rocibos erara inutois entre
vt.lbo3 amigos eorae nos. O mou primeiro
enidado foi su nir o que me dsta. il^s
nJlo cstou por iso inquieto. Uta tove res
posta. Attribjio nss > nfanMi i preoeeu-
pajBes d 1 sea a'nig), occupvdo era instal
lar a c.si : depois disso notnsig) qua o
banpteiro ngardava un boa noticia para
ilar-he; era seguida leinbrou se de que a
carta alvez s; tivesse extravalo, que o
banqueiro tiv-.-sse errado a direc^-K) ..
Esereveu outra vez. O inesmo silen ;io
Ura pouco contrariido cora o mutismo
do sou amigo Daniel, nSo tlnb, todava,
verdadero temor. Acreditara raas depres
8 ne fira do m^ndo do que era urna infa-
mia do sen araigo.
Entrettnio, o dinheiro que trouxera
corasigo, gastava-sa rpidamente nos tra
ballios-qu foi obrig\d) a erapreheu ler.
A eduea^o de tiul pira quera foi pre-
ciso mandar vir ura professo,* do Maxieo,
era muito dispendies 1. Da eluca^X-o de
Alce, encarregara-se Mme. de Serves era
pessoa. O fi talgo solones vio o mmente
era qte tcaria baldo do rejursos. Foi a
Puebla, levantou por eraprostirao o que
pola sobre as trras deixadas per seu ir
(cao, iato muitu pouea cousa, porque
esses terrenos pouco valiam, eraquanto as
miu :3, que na opinlo des entendidos ellas
Confluida a leitura, d.diberou o Institu-1 concham. njo fossem entrega i explo-
to que se lhe agraieeetM o serv5) pros-1 S-. ^.W ea^l df vez3S m'
u tra- lbQ*no- bifairapo3sivol abandonar seme
lhantes prababili iados. Era preciso ir at
talo, bem como se remett'sse o se
bdha secco, a quera compete final
pronunciarse sobra si o restauraicr da
Pernsrabuoo do poder Hdlandez, est se-
pultado, come se presume, n Igreja do
Carrau de Olinda
(Contine).
atravessou lije o cora-
tivesss engaado .' se
55
OSEGREDODEDANIEL
POR
JLES DEGASTYNE
-(*)-
Prlmelra parte
m
(Continua^ao)
Chgarara afinal, ara peuco impacientes
por verem as propriedades que berdavau.
A de8llu83o foi amarga.
A casa de habitculo pederi > roceber dez
mil iranios era Franja; mas as trras
eram extensas, llavia deseonfitncas de qu
existiara nellas raiaas iraeortantes. Co-
mejeu a faz?r investi^acSes ; ma3 pira as
continuar era precia) gastar di.iheiro, o
se o resultado tosse negativo, o dinheiro,
absorvid 1 fi:<;m periido o nada ou quasi
nada se pedera tirar da propriedade.
Taes foram as informacSis sumraarias
fornecidas peb intendente.
DanH de Serves nao ficou muito satis
Cato.
Aquella famosa heranca poda acabar
por dar-lhe mais prsjuizo quo luero, mas
era ainda cedo para desesperar. Era pre-
ciso pelo contrario raetter ralos obra e
gara perda de tempo.
Foi o que fez.
Tratava-se da felir. lade, do future de
sua raulher e de seus filhos.
Para voltar para a Franja preciaava ad-
quirir fortuna.
Havia de ronseguil-o ou suecumbiri na
uta.
Anm, era vez de se lastimar, aniraou-o,
FOLHETIM
JOSLARONZA
POS
JACOUI'S DL FLOT E PEDRO MAL
N K (; I \ IM PARTE
O PIRATA
(Continuado do n. 90)
II
Carmen Pacheco, ou antes Clanos.
Mas a acu nsrae accrescentava o do araan
te, com quem devia casar em Singapoor,
um tal "Jos Laronza 1
Laronza I exclamou Triguero. J
sei a seu myterio est explicado. NJo
ha mais duvida. O ehefe dos piratas que
o sorprehenderam n3o seno esse La-
ronza.
Devras.
NSo hi nada mais certo. E se fallo
niste, porque ha apenas viute das; esse
mesmo bandido, meo prisioneire, devu a
vida nunlia clemencia.
A' sua clemencia! EntSo tem poder
discricionario ?
O tenente sorrio
Nao! Eu at deroguei a lei sobre a
materia. Todo o pirata preso enforcado
no la8 da verga do seu navio- Mes, na
occaaiSo, esse hornera broa proveito de
urna recordacSo que mn imponha ura de
ver.
Ah disse Maximiliano, nesse caso
pejo lhe qne desculpe a minha ndiscrc3o.
Nlo ha indisericao, meu amigo, rc-
plicou Jo.lo. Nao lhe occolto nada. En-
tretante, sem arrepen ler-me da minha in-
dulgencia, eu a lastimo, simpletmente por
que a existen a desse miseravel p le ser
funesta a outroi viajantes.
Domis, prefiro, accrescentou elle sor
rindo, submetter-lhe o caso. So nSo quer
julgar a cousa, fijar, p>r isso sendo meu
cumplice. Tome tent.
Arbaud opertou a m.lo do oiBcial.
Consinto de bea vontade era cemp r-
0 fira. Nesse meio tempo o Sr. de Serves
leu na quarta pagina de ura jornal ura an-
nuncio de einisso feita pelo banco dos
Dous Mundos, director o 3r. R;ut3n
Correu ao enderezo n. 60 bis do beulavard
Sebastopol.
Eis a razo mor que o ba.nqueiro nu
havia respondido s suas cartas. Como ti-
uha mudado de domicilio, as missivas ti
nham se extraviado. Daniel nSo contiecia
Paris 8ufr;ientem;ute, para saber qua '
as cartas perdem se poueas vezes, princi-
palmente quhn-lo o destinatario ura ho-
mem cunbecido come Reustan, mas o fi-
dalgo partilhava a raaior parte dos erros
dos provincianos a respeito da capital, onde
imaginara qua tudo se perda fcilmente,
03 objectos e os corac3s.
Eaureveu de nevo urna carta mais sria
desta vez, na qual nao falln do recibo
extraviado.
Para maior seguranja mandou regs-
tral-a, o dorraio depois um pouco mais sa-
] t8fetO.
Pedia trozentos mil francos a Roustan.
pr risava delle3 na volta do correio.
Tendo expedido a carta, dissa sua
I mulber :
- Nlo nos inquietemos mtis.
Cs'.revi para Paria para raa mandareni
trozentos mil francos. E' mais do que pre-
cisamos.
Admiro me, dissa Auna, que j o
nlo ten has feito, porque depositaste di-
nheiro antas da nossa partida.
Quiaheotos mil francos.
- E' urna pequea fortuna.....onde
a collocaste ?
- Em casa de um banquero, meu co-
nhecido. Oh est garantido, accrescentou
o til..lga como pira inspirar confianca a
si mesmo ; e vou raceber o meu dinheiro
na volta do correio. mas como o cid-
prego era bom, custava me retirar essa
sorama. .. prefer esperar, fazer ura em-
prestan e aqui.
Daniel corava.. Era a primeira vez
que menta.
gao.
E se eu rae
aquelle hornera ?
Nao ceneluio o seu pertsaraento.
Era tambem a prim-ira vaz qua uraa
suspeita franca lhe vioha mente.
Aoabeu ahi acenvers, o ospirou, o sua.
mullid nunca soube, com que angustias.
Os dias, os mezes pS3arara-s, Rem-
tan nSo raspindia.
Expadio telegramnas. Os telegrammas
nSe ferara mais felizes.
O desgranado coraejava effectivam ute
a perder a paciencia.
Suamulher, vonfo-o preoeeopado, al
flioto, n5o ousava interroga! o.
Dz'u que sa, que havia entre elles um aegreio, o
primeiro segredo desde qua so casaram.
Daniel emmagrecia de angustias. Co-
raeyava a toraer tolas as catastrophes. ..
Talvez que Roustan jivessa sido infeliz ;
qua o seu dinheiro tivesse sido arrastado
no de3astre "o neste caso que havia de
fazir? J lutava com diffieuldades era
casa... AraanhS viria a miseria; seria
obrigado a ven (er s um padaco de pS)
aquellas torras que j tioham custado tan-
te diabeiro a seu ir.nlo a a elle, o que tal-
vez encerrassem as suas ontraohas, gran-
des fortunas. Ninguera sabe o q.;e ella sof-
freu 11.4qut.dle accesso febr 1. E nlo padia
fzernida; rail projectis, c ida qual mais
irrealisavel lhe passavara pela cabaga..
la at lembrar-sa de escrever ao prefei'o
de polica, mas n3o tove coragera de o fa
zer. Alen disso, no funlo do corejao, t-
nha ainda urna esperanca.
Chegou entretanto o momento era qua
nlo pedia mais hasitar. Era preciso tomar
uraa deciso... Reatavara-lhe apenas al
guraas notas de mil francos.
Uraa manhS, sua raulher vendo-o mais
triste e mais desespralo qne nunca, dis-
se lhe : -
Porque nao vais, tu, a Paris
Ir a Paris/ Havia muite tempe que pen
sava nisso. Mas nao ousava propol-o.
Urna vipgem a Paria uraa cousa
para muites mezes, disse elle. E' praciao
deixar te.
Ella sorrio com ama resignagto dolo-
roa.
Quando necessario. ..
E como hilo da viver aqui ?
Farei todo o possivel para espa-
rar-te.
E ao... T
O desgranado calou se. Nao sa aoimeu
a ir a t o fira do seu pensaraento.
Se eu voltasse sem dinheiro ? ia elle
a dizar.
Mrae. de Serves adivinhou.
Lancou se-lhe nos bracos.
Vivaremos cerno puder.mos. Araa-
mo-nos bastante para sf-r.uos felizes mis-
mo sera fortuna.
Elle baijou-a solucando.
Querida raulher! querida mulher I
Ella nunca lhe fizera uraa censura, nun-
ca lhe dirigi uraa pergunta
Via-o muito affli :to para aug.neotar-lhe
a afflioeSo.
E os nossos filhosT disse elle por
entre as lagrimas?
- Far2o como nos; trabalharlo.
Fui cu pela minha negligencia, pela
minha imprudencia quera os arruinou a
todos !
Ella coutinuou a beijal-o, procurando
conaolal o, acalraar-lha as maguas.
Daniel parti.
J o aptesantamos aos leitores sua
chegada a Paris. A viajera foi cheia da
peripecias. Como levara corasigo a quantia
estrictamente aacessaria, acontecen que
quando chegou ao Hivre nSo tinba dinhei-
ro para timar a estrada de ferro. Teve
que fazer a viagamap, apquentado polos
cuidados e por tormento* do tode a esp-
cie. Estavam para partir dous vapores...
mas a ultima Inri aqu-lle m que quera
embarcar, n&o tondo podido recbelo a
bordo, Daniel teve qua esperar pelo se-
gundo. Ora, o prineifo, o Fsperanca,
aquelle em que a mulher e os filhos julga-
vara que elle ia perdeu se totalraente na
travesis.
Elle, porera, ignorava-o e nao podia sa-
ber at que ponto o destino o tinha favo-
recido a prineipio, sera duvida para feril-o
mu's cruelmente mais tarde.
Cinco dias depois de seu desambarqae
no Htvre, chegava Daniel a Paris, cober-
to de p, exhimt) de fadiga.
Espero, para mandar naticias a sua
raulher, que tivesse liquidado o negocie.
Informoi-sc irameliataraente do cnlere-
90 do Banco dos Dous Mundos.
Era o raearao que tinha lido no jornal :
boulevard Sebastopol. 60 bis.
Dirigi se pira l depois da in lagar o
caminho.
Vraol o no cornejo o prologo chegar
aa b^nco, e penetrar cora Roustan no ga-
binete, d onda devia sahir alguns minu-
tos depois, coberto de sangue. Qua se
passou entra dous horaens ?
' o qio vamos contar no capitulo se-
guinte.
X
Daniel de Serves entrou no gabine-
te do director do banco dos Dou3 Mun-
dos com o coracio despedazado pelas
torturas seflVidas durante quasi ura anno.
A apparencia de luxe do seu amigo torna-
va Ihi a dor mais sansivol. Olhava era
torno de s eono'desvairado, gelado pela
reccpcSo qua Roustan lhe tinha feit). Rms-
tan por seu turno pareca contrariado, ve-
xado.
Palavra, exclamou elle era tora ale-
gre, para dissimular a sua psrturbagao,
nao era capaz do reconhecer.
D'onda veas ne33es trajo3 ?
Venho do Mxico.
Sira, sabia qua eslavas l.
Mas pode se vir do Mxico sea se fiear
como ests.
- Fiz a p a viagera do "Havre, disse
com teisteza Deniel.
Roustan fes ura inoviraento de sorprezi
exagerado
Ap? Isso que so pode chamar
phantasia. Fizeste alguraa aposta?
Nao ; mas nao tinha mais diuheiro.
tir a responsabilidade de uin hornera oomo
o senhor. Portant, p 'e fallar sem
ceio.
Oh I a historia n&o er longa, vai
ver.
Estoi onvindo.
BeJtaratn se ero uraa raiz de arvore, que
sabia nod-esa e resisten e do solo.
Joo vonecou :
J me tem viajado per aqui, ter ou-
vido fallar nos pavilhSes negros ?
Sene rtuvida. disse Arband. S5o tra-
tantes vaient-:s, aggiemorajilo heterognea
de paties de toWa a especie. Dizem que
elles tin um eaics o entrincheirado no Del-
to do rio Verraei'to.
E isso mesmo. Pois bem urna as-
so. ia^So anloga, alvez raesrao uraa rami-
ticaco desse poder, parece ter se formado
no norte rio Paeifieo, ehegando at s pro-,
xiraidades de Sunda. Sabe que esconderi-
jos inacces8ve8 garantem pirataria as
enseadas de Samatra, da Java, d>e Bor-
neu e da Nova Gui. Mesmo Nicobar e
Cexlo foroeeero-lhes, era caso de necessi-
dade asylos, qnando persaguidos. Do fun-
do des3es escondrij s loncam se sobre os
navios mercantes q.e saqueiam e mettem
a pique, depois de matar a equipagem. A
esse respeito ja B&be .alguraa cousa. Pois
bem essa asso:.a;ao tem eaa frente al-
guns europeus -
- E foi coro esses europ:us que o se-
nhor teve de iatar ? Foi as suas fileiras
que en^en'rou Laronza?
E eis como :
Havia dias escavneos fuudeados em Pon-
ta de (ralles, orando o semphoro fez sig-
nal, que u n vapor :on bandeira inglezs,
que levava carvo e pedra para Madrasta,
tinha sido atacado per piratas, entre Cey-
lo e Nuober. O Jtan Bart era o nico
vaso de guerra co porto. Era, pois, do
meu dever levantar ferro c dirigirme im-
mediatamente ,a:a o lugar indicado. Eu
tinba, alera disso, o mais vivo desejo de
encontrar os .Vlalaio*, que tiveram o arro-
jo do atacar un navio do mil e saiscentas
toneladas.
Dous dias depois i' perdor do vista a
costa, avistamos igindo para leste urna
em nares,Ao de ijuerta, cujo apparelho nao
era era o dos j'.io.-oe malaios, nem o dos
navios induos. a sua mastreayao tinha
alguraa oous ie americana e do iogleza.
Era evidente r :e .irn europeu tinha dado
o plano c aros.dro sua execucSo. O
molelo era meio malaio, meio cbinez. En-
redado, aprcei para ella.
Entilo r ".o tinba bandeira ?
N'.o, rote caro. E foi justamenta
por iso que riquM to admirado.
Na distancia de duas railhas mandei dar'
re- i um tiro de plvora secca, o qua, como sa-
! be, urna iutiraacao para iyar bandeira.
Nada de resposta, seno certt agittfSo a
borlo do brigue, que fugia com vento em
popa. Icaram os ctelos, e por consequen-
cie a sua marcha foi accelerada.
Mandou dar o segundo tiro de peca
regula mentar ?
Sim, sera hesitar, e como o ci ladSo
nfto podia ter tanto desejo de evitarme se-
nao porque teve a phantasia de abordar o
vapor carvoeiro, dei lhe caya mandando
activar os fogos do vapor.
Sem duvida, nSo levou muito tempo
paro alcnzalo, comraandanta ?
Mais tempo do qua pensa, doutor.
O tratante voava, tinha vento feico a,
infelizmente, poucos dias antes, o meu po-
bre Jean Bart teve um desarranjo no eixo
do hlice. O pirata deitava as suas oito
milhas e meia, e eu apenas dez.
Coraprohendo que lhe fossa diffiul
apanhal-o 1 Mas por que nlo metteu a pi-
que cora os seus<:anh3i8 ?
Foi uraa fantasa, doutor. Eu que-
ra saber o que era aquille e apanhar vivo
o capitSo do brigue. Depois, urna abor-
dagera cousa tao divertida I
Quer dizar comraovente ?
Se quizer O brigue fugia. Era bre-
ve avistamos trra. Era o archipelago de
Nicobar. O pirata arriou os ctelos, bra-
ceiou a estiborde as velas redondas. Coito
vento a um largo entrou no archipelago.
Eu estava a urna milha de distancia e dis-
tingua p:rfeitaraente todas as manobras de
bordo. Ella preparava se para o combate
e punha em batera popa oito pecas de
pequeo calibre. Era urna mpmfestacao
de resistencia.
E de resistencia calculada.
Par isso nao ma descuidei. Mandei
armar a chalupa o a lancha, e destribui
metade da minha gente, cerca de sessenta
horaens, revolvere, sabres e machadinhas
de ubordagem.
NSo compreendo bem por que que-
ra lancar ao mar as suas lanchas.
Entretanto, saba, meu amigo, qua os
jun -os chinezes, de fundo muito chato, e
por consequencia calando peuia agua, po-
dem entrar pela foz dos rios de ponco fun
do. Ora, as Nicobsrs, s1o cortadas por
pequeos curaos de agua, cuja approxima-
cao vedada s eijbarcacSes do calado do
nosso aviso.
Ah compreendo. O pirata chega
va costa, e o senbor quera segnil-o de
perto.
' Justamente O meu patife, sbita-
mente, metteu o lame a sotavento, e na
Davias escrever-me. Bara sabes quo
estou serapre tua. disposicao, que tens
em raim ura amigo dedicado. Pobre ami-
go 1 Deve3 estar candado.
O banqueiro approximou uraa cadeira.
Senta te.
O Sr. do Serves estava pasmado. Con
servava-se de p. a tremer, cora as pernas
vacillantes. perguntan lo a si mesmo se
n3o era vi. tima de ura mo sonho.
Mas, murraurou elle, ta escravi mui-
tas vezes.
E' verdade, disse negligentemente o
banqueiro, racebi nraa carta era qui rae
pedias trozantes mil francos. Mas trozen-
tos mil francos uraa quantia importante
.. nao so d um auxilio de trezantos
mil francos > ura amigo, ainda mesmo a
ura amigo intimo.
Daniel estremecen.
Um auxilio ? ICaJ nao foi um auxilio
que te pedi, bem sabes. mas uraa res-
tituicKo.
Roustan rio se.
Urna restituicSo T
A olera come$ava a apolerar-sa de Da-
niel.
Creio que nao negars, exclamou
ella, que te confiei quinhentos mil francos
antes da minha partida ?
O ba queiro oontinuou a gracejar.
Quinhentos rail francos I Enlouque-
ceste.
Daniel levantou para o ar os pulsos fa-
chados, em um aceesso de do: e de das-
preso.
volta de uraa ponta entrou por urna ensea-
da de fundo de areia, e depois metteu se
por um rio que desagua alli. O vento do
mar continuava a soprar. O navio s pa-
rou fra do alcance dos meus canhdes de
14.
Coraprohendo agora, comraandante,
que o senhor presidente, lembrou se de
tuto. E como terrainou o negoeio ?
E' muito simples : mandei arriar a
chalupa e a lancha e doi ordena ao mou
inmediato, o segn le teoenta, qua all es-
t, que dssa caca ao brigue o o tomassa.
E' aquelle moco que traz o braco so-
bro o paito T
E' esse mesmo. Foi ura talbo que
receban na abordagera desses bandidos.
Mas nSo nada. Elle j vio e ainla ha de
Ver cousa peior.
A cousa estove quente, nao assira ?
Ura tanto. Os marinheiroa remaram
vigorosamente e era duas horas chegar*m
a tiro di. espingarda. O castello de pop'
do brig ie estava formidavelmente armadoa
como disse ha poner, com toda a artilbaiia
de bordo. Os piratas, em numero de cen-
to e cincoenta, receberam os meus bomens
com uraa descarga geral. Os artilheiros
nSo valiam grande cousa. A carga das pe-
cas passou por cima das erabarctcSes. Mas
a fusilara raatou rae dous horaens e ferio
sete ou oito.
Admira que esse Larooza n3o fizesse
apontar melhor os canhoas.
Oh nao ae ple exigir de um ex-
raestre de navio mercante que meca exac-
tamerate o arco da sua trajectoria e saiba
calcular distancias.
Ah eolio elle foi mestre de navio
mercante ?
Sim, ver logo pelo seu interrogato-
rio que elle navegou nessa qualidade. Por
emquanto volto abordagem ..
Vendo alguns dos seus feridos pelas ba-
las dos malaios, os meus bravos puxarara
pelo remo e n'um momento atracaram ao
junco.
Urna chuva de metralba derribou ainda
alguns. Mas, com impeto formidave!, qua-
renta bomens, agawaodo-se aos cabos pn-
denles e ajudados pelas saliencias do cas-
tello de po, a subiram ao convez, repellin-
do os malaios.
O iuiraigo era superior em forjas. Os
bandidos estavam armados at os dentes, e
um destacamento disposto como atiradores
fuzilava os aggressores vontada. Ao ca-
bo de dea minutos a popa estava tomada.
Ura segundo mestre gageiro, Poulignen,
um gigante...
Eu o conheco. E' aquelle que est
prohibido de batar-se c.m menos de qua-
Ah miseravel! mhwravel I
Nilo poda dizer mais nHi. tinha a
vez estrangulada, estava atordoado, como
se 'i/esse re.ccbjdo uraa pancada no cor-
ceo.
O olhar de Reustan amorteceu.
Nlo consinto que me injuriera....
Levantou a irlo para tocara carapenhs.
Daniel deteve o.
NSo. una palavra ainla, disse elle
con voz supplic. E' rapessivel que nlo
te lonbres. Fui levar-te o dinheiro tua
casa, ao teu eseriptor, perto da Bolsa.
L;inbras ti do ma teres visto? Lembras-
to dn que essa dinheiro a minha vida,
a vid* de minha mulher e de meus fi-
lhos? E' tudo quanto me resta. Foi para
rohaver e3te dinheiro, que ta esta viagera,
qu-: soffr mil torturas mil fadigas. N;la
podes ser cruel a esse ponto. Brinearaos
juntos out'rora". Tu nlo eras raau, nao o
pics ser gara. Eu nada te fiz... Coa-
servei de ti urna grata record 15S0.
O olhar de Reustan parecia brandar-se,
Daniel teve ura lampejo de esperanga.
E' verdade, disse o banqueiro, lem-
bro-nie .lo tudo isso. Terei muito prsz?r
em ir e n tu auxilio, era tirar-te de diffi-
euldades. De quanto Da quanto precisas
inmediatamente- ?
J to disse: trezentos mil francos.
Roustan 8 iceudiu a acbela.
Ainda 1 Mas trezantos mil francos nlo
ae emprestara assira sem garantas... '
Queres dez mil francos ?
O olhar de Diniel desvairava. Era da
mais
Nao peco uraa esraola, disse ella cora
ura t>m feroz... o que eu quero o meu
dinheiro I
Ah ah exclamou o banqueiro...
recomegas...
E o rosto fez-se lhe lvido.
Patife rugiu Daniel. .. Negar o de-
posito feito por ura amigo... porque sabes
que pardi o recibo.
Roustan encolheu os hombros.
A quem fars acreditar que se perde
ura recibo de quinhentos rail francos !
Quiz outra vez tocar a campainha.
D'esta vez o fidago agarrou-lhe no pul-
so cora tanta forja, qua elle soltou ura grito
de dor.
Nao grites, nilo chames, disae ello...
se nao queres que ougara o que vou di-
zer-te.
Soccorro tontou gritar o banqueiro,
o procurou dsemb3racar 39.
Mas Daniel era vigoroso, a raanteve-o
agarrado pela gola, quasi ajoelhado.
E's ura patife, dase elle em voz
baixa. Recebaste as minhas cartas, todas
as minhas Aquella era que te dizia que ti-
nha perdido o reciba. Mas podia ou des-
confiar 'le ti? Seduzista-raa pelos teus mo-
dos, mas em vez de res procurar-me como
amigo fosta como ura ladrao, para roubar-
me
Roustan, paludo, banhado ora su r, ten-
tou de novo deserabaragar-se.
Daniel raantinha o seguro.
Osolhasdo banqueiro desvairavam. A
espuma vinha lhe aos labios.
torze bomens. A sna ferja prodigiosa
legendaria na marinba. Era um trunfo
grande no seujogo.
Sem duvida. Ello s, vale vinte
horaens. Tinha se munido de urna barra
de cabrestante, e fazendo-a gyrar por ci-
ma da cabeca saltou entra as duas linbas
de atiradores. Da cintura para cima es-
tava completamente n, os seus msculos,
entesan I o-se como cordas nos esforcos que
fazia, espantavam os piratas.
Devia parecer um monstro
Foi gra(.as a elle quo o meu inme-
diato venceu. Tinba quinze horneas fra
da combate, quando Pouligoeo, invulnera-
vel, comecou a esmagar as cabacas prog
nathas dos Tagals. Em menos de tres
minutos tiaha aborto ura claro em torno de
si, emquanto outros, por ordena do segun-
do tenente, voltavam as pegas para o ulti-
mo refugio dos piratas proa.
O chefe dos piratas, o tal Laronza, ti-
nha se entrincheirado alli com a sua me-
lhor gente, emquanto os seus atiradores
divertiam Paugnen.
-- Esse prazer devia-lhes custar caro?
Ah 1 sem duvida, e por mais hbil
cirurgilo que seja, creio, meu caro doutor,
que nSo teria conseguido concertar as ca-
Jecas desses demonios-
Seja como for, elles foram metralbados,
e aos gritos de : < Viva a Franca, oa l-
timos sobrevivontes foram acutilados.
E como se portou Laronza ?
Parece-me que defendeu-se como um
leSo. Com a mSo direita servia-se de ra
sabr o cora a esquerda de uraa machadi-
nha : e mesmo depois de vencidos todos os
malaios, elle continuou a defenderse, des-
afiando a todos.
EntSo, tinha dado ordem que nlo o
matassem ?
Evidentemente. Sem isso claro
que, a despeito da sua bravura, a minha
gente teria fcilmente dado cabo delle, que
ainda abri a cabeca de ura dos meus roe-
lliores gageiros e ferio o aeu immediato
nd^braco.
Poulignen atirou-lhe s pernas urna ma-
lagueta presa a uraa adrica e lancoa-o por
trra e n'um abrir e fechar d'olhoi amar
rou-o de tal modo, que lhe foi i rapessivel
fazer o menor monmento.
Durante o combate a lancha ficou ava-
riada ; urna bala de pega tinha lhe varado
a borda na linha de fluctuago. O meuira-
raodiato foi obrigado a encalhal-a para ta-
par o buraco. Emquanto se fazia esta
operacSo, o pirata, comquanto guardado
por dous bomens, tentava, .posto quo feri-
do desembaracar-se das cordas que o pren-
dan?.
So acorro 1 ladrlo assassino quiz
elle gritar.
Mas Daniel focheu-Iba a bec:a com o
pulso fechado.
Nao quero era matarte, nem roa-
barte... mas obrigar-te a ouvir as verda-
des. A tua infamia vai talvez causar a mi-
nha raerte e a dos meus. Mas que te im-
porta isso? Ficas com o dinheiro. E has
de rir te, quando eu sahir d'aqui, com a
boa pega que me pregaste... porque nlo
tenho recurso contra ti... Fca com tudo
e s feliz, se podes, mas ienho a convicglo
de que nlo has de ser feliz com essa di-
nheiro.
Largou o banqueiro e atirou-o para lon-
go de si.
(Continn'a)
Estava ferido, entlo ?
Sim, e o seu ferimento devia ser bem
doloroso, porque era em baixo do braco.
Mas o tratante tinha consciencia da serta
que o esperava. Via se dentro em poucaa
horas, com a grvala de linho ao pescogs,
balougado pela brisa na laes de urna verga.
Nlo creio que tivesse medo da morte ; mas
as naturezas dessa especie o instincto da
conservaclo existe como nos outros, e taos
ousas fez elle que conseguio desembaragar
o braco direito e comecou urna Iuta cora
03 dous mariuheiros, qua por um mo-
mento pareceu que acabara com vanta-
gem para elle.
Quao o recurso neste temperamento !
Os meus homons ^conseguirra ven-
cel-o. Entlo, para recobrar a h'berdade,
tentou outros meios. OfTreceu-lhes di-
nheiro, quiz corrompl-o", prometteado-
lhes lugares de cootramestres a bor lo dos
seus navios. Como deve suppor, os meus
bomens nao lhe pr es tarara ouvidos. O se-
gando tenente, tambera, ameagou de o
mandar amordagar, se o visse abrir a boc-
ea.
O seu immediato nlo o fez passar
por um primeiro interrogatorio ?
Laronza recusou responder s suas
perguntas. Reservava-se para fallar em
presonca do conselho de guerra que ia sa-
via!-o para o outra mundo. Durante um
minuto, elle pareceu ^ter uraa syncope. O
tratante voltou a si e comegou a fitar o se-
gundo tenente, persaguindo-o cora o olhar,
como se o quizessa raagnetiaar.
Diabo/ comraandante. Saba que um
hornera dessa tempera era capaz de apo-
derarse assim >,do seu joven immediato.
Saba que a medicina boje tem verificado
casos extraordinarios da forga magntica.
Eu o*creio. O segundo tenente con-
fessou que sentio certa perturbaglo e vio-
se forgado a mandar vendar os olhos do
seu prisoneiro. Tara bem, de 70 dizer que
eu mesma soffr, depois, uraa especie do
mal-estar, como se tivesse a sua suggaa-
tao, cada "ez qua o olhar do Laronza en
contrava o meu ; mas volto narrag3o.
Concertado o escaler, metteram nella. o pi-
rata, que entlo deixoa de offerecer resis-
tencia. Foi amarrado a um banco, e a
volta realison se sem neohum incidente,
sem qua o bandido pronunciasse urna s
palavra, nem soltasse uraa s queixa.. ^^
(Continuarse hr )
V
V

Typ. da Diario ra Duque da C*sias n fc

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