Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18664

Full Text
1J i I IJSEBO 83__________

PAR A CAHITIV E LUCKk OKUB MO E PACA PORTK
Bor tres masas ad anta ios-A*............. -S2S5
Por sei. ditos de................ -gW
Por um anno................ f*
Cada uslero trofeo, do djobtbo di:;............ t>i^J
OBiflBflMIlB
!&KJA--FEISA 19 DE ABBIL DE 1881
PARA ESTRO E FORA DA PROVIMCIA
Por seis meses adiantados............... 13)5500
Por nove ditos dem................. 20fJ0O0
Por um asno idem................. 27)JC00
Cada numero avulao, da dias anteriores........... $100
})r0pric>al>e fcf JHantiel Jtgiidra fce -tarta & .fdijo*


I

Os Sr*. Anieio 'rssise 4 12.
de Parla, sffi o-* nisso abantes
exoluiv9 ti anniaclo e pu-
hlleaeoss a *Vi.o.ca e lagl
trra
LE
H
:::::;: rAs.iw-a\a -s si...
DE
RIO
1 hora e
bido s 2
submarino
JANEIRO, 1S de Abril,
15 minutos da tarde, (ttece-
boras e 20 minutos, polo cabo
?o abbai!o. ICdo crente. S. XI- o
Impxraur leve um novo acee**o fe-
bril, do qual loso melboroa.
Teleiranmiis de Aguan Claran da-
tado* de hdiih-ni. dizem entretanto
que o eatado de *. M. watil"acto-
rlo.
Jm
Especial par o Diario)
ROMA, 18 de Abril.
O eaaselbo de regencia da Bulga-
ria val propor i grande* poten-
cias a candidatura do negando fllbo
de SI. o re da .necia e noruega ao
principado blgaro.
BUENOS AYRES, 18 de Abril.
ummenii' se a noticia do appare-
elaaento do cbolera-morbu esa Con-
cordia*
A Imprema argentina critica \ iva-
atente a quarentena impo*la no
Brasil aoa navio* procedentes de
Buenos A y re.
Foi declarado avulso, a plido, o juiz de direi- psnhia do 4"batalao ; Joao Pacheco da Assis, por
estudos, para a,4couipaobiado4"batalh io; Manoel
Joaquin Pereira, idem para a 1' companhia do 20-
batalhio; 4 tencutesda arma, os alfares: Polyearpo
Lopesda Fons'ca, por antiguidade ; Antonio 'arlos
ranhio, o juiz de direito I Pereira, idem, Jos Messias Ferreira Pires, idem ;
Francisco Pereira Mesquita. idem; Bemjamim Paulo
Correa, idem; Joao Alves de Castro, idem; Gus-
tavo Pereira de Mesquita, idem ; Antonio Jos
Duarte, idem ; Manoel Severo de Castilho, dem ;
Antonio Manoel da Silva Coelho Jnior, por estu-
dos; Manoel Lopes Carneiro da Fontonra dem;
Joaquim Melchior Carneiro de Mendonc*, idem;
e Jayrae da Silva Telles, idem.
Foram transferidos ;
Para o corpo de engenheiros, de conformidad
com o art. 4o da lei n. 3,161) le 14 de Junho de
18-3, ocapito do Io batalhio de artilheria Felippe
Feneira Alves.
Para o corpo de estado maior de 1" clas3i>, noa
te: moa do art. 6o da m?sma lei, o ca pifio extroun-
tn-rario da arma de artilheria Jorge dos Santos
Almeida.
Agencia Havas, lial
18 de Abril de 1887.
em Pemambuco,
HSTRUCCiO POPULAR
ELECTRICIDADE
(Extrahido)
DA MBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLA8
(o da eomarca do. Caeatfs, na provincia de S.
Paulo, bacharel Jos FeiiciaBO Ferreira da Rosa.
Foram exonerados, a pedido, dos cargos de che-
fe de polica :
Da provincia do M i
Luiz Duarte da Silva. j
Da das Alagoas, o juiz de dircito Altiuo Rodri-
gues Pimenta
Foi removido, a pedido, o.juiz de direito Manoel
do N isciinento 'a Fouseca Galvio, da comarcada
Santo Antonio dos Aojoi, em Santa Catharina.
para a de S. Fidelis, no Rio de Janeiro, ambas de
2a entrais.
Foram removidos :
O juiz Je direito Beato Fernandes de Barros,
daomirca de NoiSt Seahora da Graos, de 1'
entrela, par* a de Santo Antonio dos Anjos, de
2a, ambas na provincia de Santa-Catnarma.
O juiz de direito Francisco do Piula Olivaira
Bornes, da comarca de Queluz, de 1" entrancia,
cm S. Paulo, para a de Rezende, de 2a, na pro-
vincia do Rio de Janeiro.
O juiz de direito Francisco Marques da Cuaba
da comarca de S. Joao de Cahy, de Ia entrancia
par a de Algrete, de 2a, ambas na provincia de
S. Pedro do Rio Grande do sj.
0 j'iii de direito FrancUco J .s Moateiro, da
comarca da Christina, de Ia entran:ia, para a de
Muriah, de 2", ambas na provincia de Minas-
G2raes.
Foram deiignadas :
A comarca de Cacoade, de Ia entrancia, na pro-
vincia de S. Panlo, para nella ter exercieio o juiz
de direito Jos Manoel Pereira Cabral ;
A cmarea de Christina, de Ia eutrancia, na
provincia deMinas-Geraes, para nella t?r exerci-
eio o juiz de direito Arthur Henriques de Figuei-
redo Mello.
Por decretos tambem de J do corrate foram no
meados :
Juizes de direito:
Da comarca de L ireto, na provincia do Mar
nhan, o bacharel Hmrique Domingues da Silva ;
Da de Pjs dos Ferros, na d Rio-Grande do
Norte, o bacharel Joaqun. Cavalcante Ferreira de
Mello;
Da de Queiuz, na de S. Paulo, o bacharel An-
tonio Paulino Soares de Souza ;
Da do Nossa Senhora da Graet, na de Santa
Catharina, o bacharel Primitivo de Miranda Sou-
za Gomes ;
Da da S. Joo do Cahy, na do Rio-Grande do
Snl, o bacharel Tbom Joaquim Torres.
Cbefes de polica :
Da provincia do Maraohao, o juiz de direito
Candido Vieira Chave ;
Da das Alagoas, o juiz de direito Clemente de
Oliveira Mandes.
Foram coucelidas as demisnojs que pe-
diram :
Ao bacharel Firmiano da Maraes Pinto, do lu-
gar de juis municipal e de orphaos do termo da
Limeira, na provincia de S. Paulo; ao bacharel
Domingos Theodoro de Mendouca, de igual lu-
gar do termo do Turvo, na provincia de Mins-
Geraes.
Foram nomeados '
Juizes municipaes e de orphaos :
Do termo de Alemquer, na provincia do Pr,
o bacharel Francisco Correa Lima Sobrinho, do
de Angra dos Ruis, na do Rio do Janeiro, o ba-
charel Gamillo Aecioli Silva ; do do Turvo, na de
Minas Geraes, o bacharel Antonio Ribeiro Peana.
2* e 5o juizes substitutos da corte, os hachareis
Garlos da Silveira Martios e Antonio Barbosa Go-
mes Nogaeira.
ComnMadiMte aperior ds guarda nacios 1 da
ruar da j^hcsra aa provincia do Rio-Gata-
da dolSal, JoMrjJSB *** Fialho.
GLECTHK II tlK ESTTICA
( C o nlmu ai o )
CAPITULO V
Accnasukn*0 DA i.BCTaicroaD sbpebpicie dos
COBFOS. DbMSIDADE ELE' TRICA ; TESSo. ISFLU-
OCU DI FOBMa DOS COBP08. PODBB DAS POSTAS.
tlOOTTAVESTO DA ELECTBICIDADB ATBAVBZ DO AB
E O VACOO.
Eos qaalqaer corpo solado, electrisado positiva
ou negativamente, a electricidade accumula se
superficie, formando urna carnada tennissima. Esta
accumulacao poie provar-se por meio de urna es-
phera de cobre collocada sobre urna columna de
vidro.
Se electiisarmos a eiphera, pondo-a em contacto
com urna crigeio de electricidade, e em seguida a
tocarmos exterioruiente com urna hate de gomma
lacea terminada p>r nm pequeo disco" metallico,
recolberemos este urna porcao do fluido, cuja pre-
senca nos ser revelada, quando approximemos o
mesrao iiaca rt uma leve agualha magetica, sus-
pensa por um ti a.- seda. Se, porin, introduiin-
do a metma h^t !> > orificio to-arinos o interior
da aspliera, ae m'- i que nentiuma quantidade
de fluido pastar i.. > diaco, como pela mesma
experiencia se dem .is'ra.
Dtrwidattt ou espsiura elctrica a qqantidade
de electricidadd c umulada na superficie ; a den-
sidade augmenta ou diminue quaudo augmenta ou
diminae a carga elctrica.
Tent&Q a foro elctrica pela (iual os tomos
dofljido, (endendo a repel ir se, se escaparan)
para a atavwphern, e nao toasen actuados pela
forca contraria e igual que o ar Ihe oppoJ.
A densidade elctrica uao uniforme cm toda a
guperfieia do corpo electrisado, excepto se estetiver
a fora espherica. lato prova-se tocando succes-
ivassente differentes pontos de urna esphera ele-
ctrisada com o plano de prova, ou liaste munida de
um disco aetatlico, de que ji tratamos e o appro
ximarmos de orna agulha inagnetis-uia : o deavio
da Bgalha ser da mesma amplitnde em todos os
casos.
Outro tanto bSo aconter se applicarmos esta ex-
perieocia a nrn ellipsoide alongado pois observare-
mos fue O desvio mximo quaudo o plano de pro
va tiver tocado as extremidades do ellipsoide, e
mnimo quando tiver tocado a parte media.
Doqae dexamos dito couclue-se que a densida-
de elctrica, e portanto a tensao uugmnta as
partes agudas. Ora, sendo maior a tensao, evi-
dente qne maior o estorco que o fluido taz para
se escapar para a atmosphera D aqu, o chama-
do podar das pontai, ou propriedade que ellas pos-
nem de deixar escapar o fliido elctrico. E nao
as pontas determinan o exgottamento do fludo
posto.que com menor intensidade, em{todus os pon-
tos dos corpos electrisadns elle se opera, por duas
causas,a coodnctibilidade do are dos vapores que
rodeaoi os corpos, e a conducti .ilioade dos sola-
dores sobre que se apoiam.
O exgottamento atravez do ar variavel, segun-
do a tensao, o estado bygrometrico da atmosphera
a ranovaco do ar. No vacuo, onde a resistencia
a oppor a tensao uulla, toda a electricidade se
escapa promptameute. Alguna pbysicos, porin,
assegnram que possivel conservarem-se no vacno
M tensos elctricas mu fracis ; e Becqnerel
chega a sffirmar que. no vacuo absoluto, poderla
manterse indefinidamente uma certa tens&o ele
ctrica.
( Coniniw. )
liaiarfeiio la Fazeada
Por ttulos de 9 do corrate foram n ornea ios
praticantes :
Da alfandega do Rio de Janeiro, Manoel de
Freitas Arruda ;
Da recebedona do Rio de Janeiro, Julio Gesar
Moreira da Costa Lima :
Da thesourana do Paran, Pedro de Freitas
Saldanha.
Por titulo da mesma data foi nomeado official
de descarga da alfandega de Penedo, provincia
das Alagoas, Hercilio Augusto da Silva.
Ministerio da tierra
de 9 do corrente foram trans-
JARTE Vt'FICUi
Ministerio di Instlca
Por decretos de 9 do crreme :
Foi declarado sem tffeili o decreto de 15 de Ja
neiro ultimo, que norai-ou o u. si-mbargador da re-
lscio do Rccife, Francisco de Assis Oliveira Ma-
e^para o lugar de procurador dacoida, tobera-
ssa e fasenda nacional da m sma relaco, \isto
nao ter aceitado a nomescao.
Por decreto
feridos:
Para o 1 regiment de artilheria o teneote-co-
ronel commandante do 4 batalhio da mesma arma
Bernaido Vasques, e para este batalhio o coronel
commandant" daquelle regiment Candido Jos da
Costa. .
Para a 2a companhia do 5* batalho de infan-
tera, o cipitao do 2* da mesma arma Pedro de
Aqnino Moreira.
G mcedeu-se troca de corpos entre si aoa esptaes
de infantera Juio Augu4o da Serra Martios e
Carlos Maria da Silva Telles, es:e do 10 batalbao
e aquelle do 7o.
Foi reformado com sildo por inteiro e valor
da farinha, de accordo com o 3 do plano que
bsixau com o decreto de 11 de Desembr > de 1815,
o 2o sargento mandador do batalhao de engenhei-
ros, Maucel Ribeiro, visto contar mais de 33 anuos
de servico, e ter silo em inspeecilo da sau le jul
gado incapaz de u'elle continuar.
Foi nomeado 2 cirurgiio do corpo de saude
do exercito o Dr. em medicina Jos Joaquim dos
Santos Franca.
Por decretos de 11 do crrente foram promov
dos nos carpos de engenbeiros, estado-maior de 1*
classe e as tres armas do exercito os seguintes
oiciaes:
Corpo de engen/ieiroiA' coronel, o tenente-co-
ronel Cato Augusto dos Santos Roxo, p rmere-
cimento ; tenante coronel, o major Eduardo Jos
de Moraes, por icerecimeoto; major o capito
Antonio Ernesto Gomes Carneiro, por merec-
ment.
Corpo de estado maior de 1* cla*$e=k' tenente-
coronel, o major Joao Thomaz da Cantuaria, por
meiecimeno; tenente-coronel graduado, o major
Leonardo Jos da Fonseca L "ssa ; a major, o major
graduado Eduardo Jos Barbosa, por antiguidade.
Arma de artUheria= A* brigadeiro graduado, o
coronel do corpo de estado maior, Cirios A itonio
Pereira de Macedo ; a tenante-coronel graduado,
o maj ir do 2 regiment Jorge Diais de Santiago ;
capitaes, os Io- teueates Joili Carlos Marques
Hmriques, para a Iabatera do4"batlahao; Manoel
Palmeiro da Fontoura, para a 4a hetera do 3o bata-
lh; Luis Barbado, para a 4a batera do 1 bata-
lbao 1' teoentes da arma: os 2o- tenentes Edu-
ardo Marques de Soasa, Jorge dos Santos Rosa e
Garioaldmo de Faria Correia.
Arma de vavalleria=A' c-ipites, os tenentes :
Ant mo Jus Fernandes Lima, por antiguidade,
para a Ia companhia do 1 corpo; Raymuudo An-
tonio Fernandes de Miranda, por estudor, pra a
2 cemp>nhia do mesmo corpo ; a tenente da arma
os alferes: Paulo Nunes de Siqueira, por antigui-
dade ; Manoel Alves de Az vedo, dem, e Felippe
Piuheiro G irreia da Cmara, por cotudos.
Arma de infantera K' coronel graduado, o
tenent -corou I commaudante do 16 batalhao Car-
io Magno da Silva ; a tenente coronel gradalo,
o ru-ijor do 12 batalbao Feliciano Caliope Moateiro
de Mello; a capit&es, os tenentes: Jeremas de
Sousa Ginj, por antiguidade, para a 4'compauha
do 5o batalbao; Antonio de Bastos Varella, idem,
para a 3a cumpanhia ao 18* batalbc ; Maoo;l de
Alcntara de Souza Cousseiro, idem, para a8a com-
panbia do 5o batalhio ; Maximillo Augusto Car-
Beiro, dem, para a 2a coinpaabiJdo 2* batalhio;
Maximino de Faria Bangoim, idem, para a 6 com-
DESPACBOS DA PRESIDENCIA DO DA 16 DB
ABBIL DE 1887
Esa Julia Coelho Campos Junte a procura-
cio e volte.
Franeelina Francisca Maria de JessRaquei-
ra ao poder jadiciano.
Francisco da Fontoura BrittoProve ser ca-
sado.
Bacharel Joao Landelno Do-mellas Cmara J-
niorInforme o Sr. inspector da Thesouraria de
Paseada.
Dr.;J"oio Carneiro de Sonsa Bandeira.Remct-
tido ao Sr. inspector da Thisouraria do Faaenda
para attender, nos termos de sua informacao n.
223 de 15 do corrente.
Joao Pita ViriesInforme a Cmara Muoieipal
do Recife.
Joao Antonio Pessoa Guerra. Remettii ao
Sr. commaudaat* superior da guarda nacional das
comarcas de 0nda e Iguarass para mandar pss-
sar a guia de qua trata o art. 45 dodecr. n. 1,130
de 12 de Marco de 1853.
Petronilla Aurora de Mello. Certifique-se o
que constar.
Rouquajrrol Frres Pertencendo a divida de
que se trata, o exercieio findo, vai ser relacionado
afin de sollicitar-se o preciso crdito.
Secretaria da Presidencia de Pemam-
buco, 18 de Abril de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
te part cao da Polica
Seccao 2.' N. 371.Secretaria da Po
liciade Pemambuco, 18 de Abril de 1887.
-Illm. eExm. Sr.Participo a V.Exc.
que foram recolbidos Gasa de Detenco
os seguintes individuos :
No dia 16 :
A minha ordem, Marcelino Rodrigues Lima,
Joao Ignacio Pacheco, vindos de Tacarat, eorao
pronunciados, a Tiourcio, escravo de Beato de
Assis Biito, por distarbios.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Nobre da Silva, L indeli > de Si Lima, Joao An-
tonio de Sousa, Joao Joaquim Fernandes, Manoel
Antonio Vieira e Jos Demetrio dos Santos, por
crruoe de furto.
A' ardsm do do 1 distsicto de $. Jos, Osssdio
Secndh-j de Saltee, par distorbiot.
?'Mdeg do de Beim, Jo9 Vieira ao >r*sei-
H)isiHi a Aba Maria de Oliveira, por crime d
fsrto.
No dia 17 :
A' minha ordem, Vicente Janott, Emygdio de
Santiago, Jote de Sant'Anna Azevedo, Joaquim de
Sant'Aana I, Loureuoo Teixeira Palha, Ssveria-
no Peregrino da Cunha e Victorino Francisco do
Nascimento, viudos da corte, como sentenciados ;
Joao Correia de Salles C-jueiro, vindo de Ala-
goas a fin de responder uma ordem de babeas
corpus.
A' ordem do subdelega^ do Recife, Avelino
Jos de Lima e Joao Francisco da C >sta, por dis -
turbios.
A' ordem do do 1 districto de S. Jos, Joss-
pha Maria Soares, por dirturbios.
A' ordem do do 1 districto da Boa-Vista,
Francisco Honorato Cedrim, Anna Maria da Con-
ceicso e rsula Maria da Conceicio, por uso de
armas defezas, embriagues e disturbios. -
A' ordem do do 1 districto da Graca. Jos
Simplicio da Silva, Joao Baptsta do Monte e
Joio Ignacio Marques, por uso de armas defesas
e disturbios.
A' ordem do do 2* districto da Grsc, Antonio
Alexandre Alves de Sonsa, preso em fltgiante
por crime de tentativa de inerte.
Hontem pelas 2 horas da madrugada na
chcara pertencente a D. Annunciada Camilla
Alves Ferreira, no lugar Entroncomento do 1
districto da Graca, os ladroes por meio de arrom-
bamento conseguirn) penetrar na casa de resi-
dencia da mesma seuhoia no intento de ronbal-a.
Para isso coaseguirem fizeram dous bnraces
com pa na fecbadura de uma das portas e que-
b'ando oa vidros de urna janella poderain penetrar
no interior da cssa e d'ahi passaram-se para um
quarto qu contmunica com a sala de visitas em
cuja alcova existe um rico sanctuario com ima-
geus adornadas de joias de subido preco.
Tentando abrir a porta da referida alcova fo-
ram u'essa occasio presentidos por uma senhora
qae dorme nopavimeuto superior da mesma casa,
a qual aos gritos de soccorro fes aecudir os f-
mulos e pessoas da visiuhanca, bem como a pa
trulha que roudava.
Os ladroes a etses gritos de soccorro trataram
de evadir-ae, o que conseguram dexando na cal-
cada um toco de vela de espermaeste de que se
liaviam seivido.
O subdelegado respectivo procede a competente
vistona e diligencia dascobrir os autores de tao
audacioso crime.
Participou-me o delegado do termo de Cor-
Thesoaro ProTlncfal
DESPACHOS DO DIA 18 DE ABBIL DE
1887
Miguel Archanjo de Senna Santos.Ao
conUdor para attender
Dr. Procurador dos Feitos, Joao Orn
ci Franca, director do Arsenal de Guerra
e Jos Gomes Gnches.Informo o Sr.
contador.
Chaiatina de Oliveira Barros, Maria Ju-
lia Monteiro Pessoa, e L idovina Augusta
Xavier Mai* Barreto. Rgistre se e fa-
eam-se os asseDlami'.atos.
Dr. Antonio Venancio Cavalcante d'Al-
buquerque, Barao de Jaboatao, berdeirosde
Manoel lio irigucs Mucha lo Lima e Vicen-
te de Moraes Mello. Ortifique-se.
Manoel Marques de Aiaorim. Prove a
lesoccupacao.
pe D. Pedro c mais cavalheiros e chegando s 3
horas da tarde.
Eaptrito Santo
Datas at 7 de Abril :
L-se na Provincia de 27 de Marco.
Com a tempestado qne desenvolveu-se hont m
pelas 2 horas da terde, cabio copiosa chuva de
pedra em varios logares da ilha onde est edifica-
da a nosa capital.
No sitio do Morro do Sr. capitao Bastos, em
Jucutuquara e no Romio, foi enorme a quantida-
de de granizos, ulguns do tamanho de ovos de gal
linha.
r. Tambem na visinha villa do Espirito Santo
foi graude a quantidade do granizo que cabio,
alastrando a praca principal c quasi todas as
ras..
O total dos escravos ne. ta provincia, attinge ao
numero de 13,402 e arrolados 361 sexagenarios..
Babia
Datas at 14 de Abril.
Foram matriculados e arrolados os seguintes
escravos no municipio de :
rentes em otficio datado de 13 deste mes, ter no
dia 9 tambem do correnta etfectuado a prisa o do
crlinimss Manoel Gouualve da Silva, pronuncia-
do no termo de Garanhuns como incurso as pe-
nas do arl. 205 do cdigo criminal.
No sitio Agua Branca d'aquella termo Joio
Joti da Silva ferio gravemente com urna tacad
a Joaquim Goacalves da Suva, sendo preso em
flagraute.
Abno-se o competente inquerto que ji teve
destino conveniente.
Anda communicou-ma a referida autoridade ter
fallecido na respectiva cadeia Pedro Antonio de
Lyra, em cunsequeucia dos ferimentas que rece-
bera no dia 2 do crrante quando cm luta assas-
siuou a Pedro Beaerra da Cilva, procedeu-se o
exaine cadavrico que por intermedio do Dr. juis
municipal foi remettido ao Dr. proaotor publico
da comarca.
Em data de 15 do corrente, fes se r messa
ao competente juiso do inquerto policial procedida
soOre o roubo ua collectona provincial do termo
do Cabo.
Communicoa-me o subdelegado do ldstnc
to da boa-Vista ter ante-hontein remettido ao
Dr. juiz de direito do 4o districto criminal o in-
querto policial procedido contra Flix Ferreira
de Lima, por crime de feriraentos.
Dous gu*rdo a V. Exo. Illm. e E>xm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, milito
digne presidente da provincia. O chefe de
polica, Antonio Domingo Pin'o.
8IRI DE PERSSBCO
RECIFE, 19 DE ABRIL DE 1887 ~
noticias do snl do Imperio
Os vapores Pemambuco e Vttte de Rio de Ja
neiro trouxeram do sul as seguintes noticias e as
que constato da rubrica Parte Officia':
Uatto Gi-onso
Do nosso ministro da Assuiapyao receben o Sr.
miuistto Jo imperio o seguinte offieio datado de
17 de Marco findo.
Sr.Km uma cano i, das conbecidas com o
uomu de cani de pesca ou de montara,cheg-
ram aqu hontem, dopois de 17 dias de viagem,
dous homens mandados de Cuyabi pelo Sr. presi-
dente da provincia de Matto Grosso c->m commu-
nicaedis para esta legacio imperial.
As noticias de que foram portadores confir-
mam, felizmente, as que tive a houra de enviar a
V. Ec. a 13 do corrente unnunciando a terininacio
do cholera naquella provincia, e constara dos tele-
grammas que exped immadiatamente a V. Exc. e
a S. Exc. o Sr. presidente do conselho.
Sayas
Sob o tituloIndios, l-se no PuMicador Goya-
nc :
Pelo Sr. conego Xavier da Silva foi-nos entre-
gue a carta abaixo transcripta, dirigida a este
jornal, a qual pede instantes providencias aos go
vernos geral e provincial para que lancem suas
vistas para esta prsvincia, que est constantemen-
te soflrendo os horrores qae apraz aosferozes abo-
rignes platicar.
Eis a carta :Sr. redactor.Iuclnso rometto
o bilhete do nosso amigo, o fazendeiro Luiz Phile-
mon Bernard, que d noticia do primeiro ataque
dos indios acerca de trez leguas de sua fazenda.
Infelizmente tenho a accrescentar a essa triste
noticia a morte de Roberto Francisco Gabriel, no
segundo ataque do dia 9. Este laborioso lavrador
fsi encontrado com trez lidiadas na altura do c>-
raco, atravessando o corpo de um lado para ou-
tro, esfaqueado pela propria faca e atirado com
a cabera na enxurrada.
Rogo a V. que faca transcreve esta no jornal
de amanba, e faca uma supplica ao governo da
provincia, afitn de que lance suas vistas sobreest
freguezia, para qna acuda quanto antes com as
andidas prscissp, para nao se reproduzrem d'as-
tas sceoas qae dStao aterrorisaado os habitantes
da H. Joe de Mossamedes. >
BSIbeteAmigo Sr. vigario. Oa indios ata-
caram a casa de um aggregado do Chico Grosso,
roubaram tudo que estava em casa. A familia es-
capou milagrosamente, mas o dono da casa, que
estava na roca, nao appareceu. Fazenda, 9 de
Marco de 1887.
N. B.No dia 9 foi o segundo ataque de que
resultou a morte de Roberto, alen do ataque de
que tratou o bilhete.
Aldea, II de Marco de 188 .Padre Pedro
Rodrigues Fraga.
O mesmo Sr. conego Xavier pedio providencias
ao presideute da provincia, que mandn seguir,
sem perda de tempo, um destacamauto de 10 pra-
vas para S. Jos de Masamedes.
O Ingar atacado dista apenas cinco leguas desta
capital.
Ao governo geral rogamos uma providencia enr-
gica para acabar com estas depredacoea.
Por ejemplo : que promova seriamente a cats-
chose j tio exigida o tio pedida pelo bspo dio-
cesano.
Em vista deste estado de couais, o presidente
da provincia ordenou que sejam escoltados por
duas pracas os estafetas que seguem psra os di-
versos pontos da comarca do Rio-Verde.
IIIo de Jonelro
Datas at 12 de Abril:
Escreveram de Petropolis, em 11, to Jornal do
Commercio.
S. M. o Imperador parti boje as 8 horas da
manli em trem especial de Petropolis para a fa-
zenda de Aguas-Claras.
A antecipsco da hora, das 8 I|2 para as 8
horas, fez com que o bario de Cotegpe e umitas
outras pessoas que tencionavam ir despedir se de
Sua Magestade nio satisfizessem este desrjo.
Nao onstante havia na estacao grande numero
de familias e qnasi todo o corpo diplomtico es-
trangeiro.
Suu Magestade est ainda muito abatido, tanto
que ao descer do carro para o pateo da estacao
pedio uma cadeira para assentar-se; e nio ha-
vendo all porm sono bancos de madeira, apro-
veiton-se de um delles nao esperando a cadera
qne tinha ido buscar o Sr. Visconde de Garcez.
Acompanhiram Suas Magestades Imperaes os
dous mdicos insistentes Bario da Mottt Maia e
conselheiro Alvarenga, o desembargador Tosta e
sua senhora, veador e dama de Sua Hagestade a
Imperatriz, general Mirania Res, camarista de
Sua Magestade imperador.
Forao no mesmo trem o Dr. Luiz Berrini, di-
rector da estrada de ferro do Grao Para, Drs.
Joio Martina da Silva Coutinho e Carlos Claudio
da Silva, esta ultimo cunbado e representante do
Dr. Guilherme Augusto de Souza Leite, propie-
tario da fazenda de Aguas-Claras, onde Sua Ma-
gestade vai convalescer.*
A noite recebemos ainda este telegrama :
. Petropolis 11 de Abril (As 7 horas e 50 minu-
tos da tarde). ;
Suas Majestades partiram boje para Aguas-
Claras s 8 horas da manhi em trem especial,
achndo-se reunidos na estacao varioB titulares,
o corpo diplomtico, seohoras e cavalheiros.
Acompanbaram os visitantes o principa D Pe-
dro, os s manari'S Miranda Res, Tosta. Baiio
Motta Mais, D. Miria Tosta e conselheiro Albino
Alvarenga, Dr. Silva Continuo. Berrini Mar-
tB.
A's 10 horas e 20 minutos chegou o trem a
Aguss Caras, tendo parado durante o perenrso em
Pedro do Rio, Areal, onde se demorou 20 minu-
* estacao de A^ua'-Claras foram Suas Mag-
tades reeebidas pelo Dr. Guilherme Leite e gran-
de concurso de moradores do lugar, parti.do logo
o carro para a cap;lla da tazenda, cude Suas Ma-
gostadas fizeram oracio, dirigindo se depois para
o palacete.
O imperador mostrou-sn satistoito da nova
resideneja, recolheudo-se poucos minuto depois
aos feus aposentos a descancar da viagem.
Ao meio-dia alm >coo, tendo tomado durante a
viagem apenas agua.
O treus regressou 1 hora, volando o pnne -
Municipios . Escravos Sexagena-
matricu- rios ar-
lados rolados
Capital 3.172 87
Santo Amaro 5.822 170
Minas do Rio de Contas 349 6
Ilhcs 593 17
Cachoera 5.582 26
S. Goncalo dos Campos 1.706 9
Valenc* (09 4
Tapero 152 1
Santarm 87
Nova rioipoba 66
Cayr 46
S. Francisco 3.024 73
Nazirtth 1.101 33
Alagoinhas 1.945 18
Geremoabo 356 1
Maracas 508 9
Pombal 476
Sant'Anna do Cat 1.30 32
Lrnces 989 17
Brejo Grande 1.546 13
Inhambupe 1.322 16
Alcobaca 474 18
Sergipe
Datas at 13 de Abril :
No dia 2 ubrio-se a sesso da ass.'mbla provin-
cial.
) resultado j conbecdo da matricula era o se-
guinte :
Acaraj 183 escravos e um arrolado.
Villa-Nova511 escravos a 21 arrolados.
Larangeras836 escravos e 9 arrolados.
Alagoaa
Datas at 16 de Abril.
Nada referem as folhas qae mereca mencio.
PERNAHBDGO
Assembla Provincial
17a SESSO EM 1 DE ABRIL DE 1887
PJESIDENCIA I'} SXM. SB. DB. JSE MAMOBL 0B BABB08
WANDERLEY
(Conclusao )
OSr. Prxedes PitangaSr. presidenta
poucas palavras tenho a proferir em justifieacao da
ntilidade deste projecto.
V. Exc. e a Asaemhla devem ter sciencia de
que o anno passado diversos arrematantes de di-
simo de gado vieram a esta casa pedir dispensa
do pagamento de um anno do servido que haviam
contractado dando como motivo haver servido para
base do calculo o valor das arrematacoes feitas sin
aunos anteriores, e qae posteriormente a essa
epocha nio so a fazenda nio havia arrecadada esse
imposto, como tambem qae esta ba,e nio poda
servir por isao qae a secca havia teito desappare-
cer parte da criacio.
Nesse intuito a Assembla formulou um^trabalho
que foi levado lei nao sanecionada, o qual dis
pensava o pagamento do ultimo anno quelles que
se haviam encarregado desse contracto.
Porm, nio tendo sido a lei sanecionada, os con-
tactantes que tinham fiadores, e que estavam
obrgados ao pagamento do imposto, tiveram de o
faser forzosamente para nio sacrificarem a sua re-
putaco e os seus interesses
Esses mesmoi individuos voltam boje pelo pro-
jecto que se discute a pedir dispensa d aquillo a
qae foram obrigados por forct maior --a nio sane
ci da lei de 1886 a 1887.
Esta vsseoibli nao poda dispensar do paga-
mento de um contracto que estava findo ; era,
portanto, necessario que um pr-jeeto viesse auto-
risar a prorogscio deste contracto para faser et-
factiva a medida qne est na legislacio passada.
Em vista disso tomei a resoluca i de apresentar
o projecto que submetto apreciacio da Assem-
bla, certo de que nao faco mais do que justica
quelles que entraram no contracto, e que foram
preju li lados.
A Assembla, portanto, resolver como entender.
Encerrada a discarsio e posto a votos o projec-
to, approvado e dispensado de intersticio, a re-
querimento do Sr. Gaspar de Drummood.
Entra em 2* discussio o projecto n. 3 deste
anno, com os emendas a elle offerecidas.
O Sr. Barroa Brrelo JniorDirei
poucas palavras a respeito do projecto em discus
sio, cuja idea fundamental approvo, e que julgo
encoatra a maior aceitacio aesta Ilustrada Assem-
bla.
Ninguem duvida que as nstituicoes bancarias
possaui prestar relevantes servidos provincia e
que cumpre promover entre nao desenvolvimiento
de taes inatituics.
O projecto em discussio, porm concede favores,
por assim dizer, ampios de mais. Me parece por
exemplo que nao ha necessidade alguma que as
accoes do banco sejam iaentas de impostse go-
zem de todos os favores de que cogita o projecto.
G >m effeito, se o fim do projecto proteger a agri-
cultura empenbada, est alcancado desde o mo-
mento que as letras bypotbecarias forem iseutas
dos mpostos, etc.
Seren as accoes do banco isentas ou nio do im-
posto, isto nio tem influencia alguma sobre o valor
das letras bypothecarias, porquanto o passuidor
das letras b/potbecariss, nada tem que ver com o
posauidor das accoes, tem sim qae ver com os im-
poatos a que estio sujeitas ditas letras.
O Sr. Visconde de Tabatinga-Quer que pague
as accoes e nio letras.
O Sr Gomes ParantePorque nio pagam as
letras ? Que favores extraordinarios sao estes que
se concede ao banco?
(Ha outros apartes).
O Sr. Barros Barreto JniorC'mpreheude o
nobre diputado que tanto mais estejam cercadas
de favores as letras, tanto maior ser a cotaclo
que as mesmas terio na praca e por conseqaencia
tanto menor o prejuizo dot possuidores, dos por-
tadores das letras bypothecarias. (Apartes).
O negociante rico, poasuidor de accoes, nio esta
absolutamente n'essas mesmas condcoes ; elle tem
pela lei geral do Banco favores especiaes, e nao
ser a isencio de imposto e os favores do pre-
sente projecto para aa accoes que far com que o
banco deixe de realisar o seu capital, impossibilite
ou deseavolva as suas transaccoes.
Um Sr. D-vu-.adoQjal a alteraca que o
nobre deputado quer faser ?
O Sr. Barros Barreto Juuior-Nesse sentido
mandei urna emenda que acaba da ser lida. Re-
ptirei para o uo oro deputado : s gosarlo dos
ftvotei da presente lei as letras bypothecarias e
nio ns aro.-u do baicc.
A ou'-ra emenda que mandei referente isen-
ci i ds exercieio de 18S5 a 86.
E, Sr. presidente, a razio de ser desta emenda,
para que nao se diga que fazemos leis com effei-
to retroactivo.
A 3" emenda restringe ao praso de 10 anno* os
favores a letras hypothecarias.
O Sr. Gomes Prente d um aparte.
O Sr. Barreto JniorEu vejo que o nobre de-
potado nio me comprehendeu. Parece qae S. Exc.
ignora o mechanismo dos bancos raraes hypothe-
carios.
O Sr. Goaies PrenteNao, senhor.
O Sr. Barros Barreto JniorOa bancos ruraes
e hypothecarias nio teem por fim emirestar di-
nheiro aos mtuuarios, tem p-r fin dar-lhes apoli-
ces que correm um certo juro...
O Sr. Gomes Prentelaso eu j sei.
O Sr. Barros Barreto JniorMas entio como
que o nobre deputado nega que seja de enorme
vantagetn para os mutuarios cercar essas letras
de favores ? Na o que queremos cercar de fa-
vores esses titules de divida, t-ssas letras bypo-
tbecarias, a fim de que elles possam sem descont
ou com o menor possivel ser aceitos na praca.
O S.-. Gomes PrenteOs titulo ?
O Sr. Barros l irreto JniorSr. presidente,
(outros apartes). J tive a honra de apresentar
urna emenda referente a isem; ci do exercieio de
188586, e assim tenho a consolacao de ver que
ao menos neste ponto o nobre deputado est de ac-
cordo commigo.
Disia eu Sr. presidente, quo a 3a emenda refe-
re-sea deteriiiuacoes u prazo em que o banco tem
de srosar dos favores do projecto.
O fim dessa emenda obvio ; nio que eu re- *
ceie pelo rpido desenvolvimento dos beos entre
na. Infelizmente essas instituicoes, ainda nio en-
contrn aqui o meio de que precisam para pros-
perar o mecbanismo d'ellas ainda mesmo um pou-
co ignorado. Eu sei que o actual banco de crdito
rural vae encelando uma serie de operacoea com
toda a prudencia e eu aproveito a occasio para
que e9ta tribuna louvar a sua directora, a geren-
cia que tem sabido se oppor a muitos pedidos c
empeuhosprocurando cercar o banco de todas aa
garantas nos contractos at h j-i realisadoscon-
scientes de que da prudencia c probidad : cora que
sio geridos depende por va de regra a sorte de
semelbante instituicio. .
Um Sr. DeputadoE por isso qne se deu 10 >/..
O Sr. Barros Barreto JniorFaco os meus
sinceros votos para que continuem na carreira tao
bem encetada convencido como estou de que mais
depende da bonestidade e prudencia de sua direc-
tora o crdito de um banco de que do alluviio de
favores que porventura o cerqaem.
Mas voltando ao assumpto da emenda o que e
verdade que muito possivel que d'aqui a 10
aunos as operacoes do banco estejam de tal modo
desenvolvidas que possa esea iaempcao de imposto
e mais favores do projecto dar lugar a uma certa
defraudaba) das rendas provinciaes.
E' igualmente possivel bem que nada para de-
sejar (e digo seria uma caLmidade) que o banco
de que te trata tenha d'aqui a a'gun9 anuos cabido
em tal discreditoque alguns dos favores do presen
te projecto possam vir a causar serios prejuizos a
provincia. E' por isso que mandei a emenda que
acaba de ser lida, redusindo o prazo a 10 annos.
Ditas estas palavras, sento-me certo de que os
nobres deputados nio terio duvida em acceitar o
projecto e as emendas que tive a honra de offere-
eer consider icio da Aisemblca.
O ir. Coelbo de floraen (Nio de-
volveu).
Vem mesa, sao lidas, apoiadas e entram con-
jolletamente em discussio as seguintes emendas.
No periodo 1 auppriina se a phrase compre-
hendendo etc. -Barros Barreto Jnior.
2a No segando periodo, suppnma-se a palavra
Accoes B. Barret > Jnior.
3a Oa favores da presente le,dnrario pelo es-
paca de 10 annos, podendo ser prorogado dito prazo
por esta Assembla, quando o julgar conveniente
B. Barreto Jnior-
4' Supprima se o 2' periodo, que comeca pelas
palavrasAs herancas, legados etc. Gomes
Prente.
5a Depois das palavrasis telhas hypothe-
carias do banco, di^a-se : quanio cotadas ao par
ou cima do par, e o mais como est -> Costa Go-
mes.
O Sr. Ferreira JacobinaSr. presi-
deute, ceno que a ideia mai, til pode encen-
trar inpugnacio : a presente discussio um facto
que confirma a miuha proposicio.
Oa nobres deputados conhecem a erande ntili-
dade e vantagetn da creucao e deaenvolvmento do
banco de crdito real; reconhecem, c?mo confes-
sou o nobre deputado que acaba de sentarse, que
tem elle produzido salntares effeits dos agricul-
tores que se acbam atrasados e cercados de pri-
vages. Entretanto, os nobrea deputados regateiam
conco-so-se favores que ee dio e que se tem dado
a todas as empresas.
O S Gomes prente-V. Exc. nioapontauma
i que se tenha concedido desses favores.
O Sr. Ferreira Jacobina Tem 3e concedido
iaempcao de direitoa a quasi todas as empresas.
P-rtanto, o que se pede neste projecto aquillo
que se tem dado at aos coiuesaionarios de privi-
legios.
O Sr. Gomes Prente V. Exc. nio aponta um
so a quem se concedam esses favores.
O Sr. Ferreira JacobinaEu esteu resp mdendo
ao argumento de facto.
As concisaoes para privilegios de Pemambuco
sio todas sentando de direitos aoa respectivos es-
tabecimentos, e as proprias emprezas de locomo-
cao gosando de seinelhinte favor. Eutretanto uma
empresa de crdito destinada a auxiliar produc
cao que constitue a Dise da riqueza publica a
nica a que se quer regatear e3ae beneficio.
O Sr. Gomea PrenteE o nobre deputado quer
compirar urna empresa de lecomocio a um banco
de crdito ?
O Sr. Ferreira Jacobina-K' ne intuito de ani-
mar umaempreza com certeza de grande utilidade
que se faz cercal-a dessas concessoes.
Mas dizem os nobres deputados: ah vem favo-
res qae nio se concedeu nenhuma outra. Ah .
senhore?! isto ua ponto diff.-rent-. Qual
estabelecimeato creado em Pemambuco danatureza
daquelle de que se trata ? Na nio temos ne-
nhnin banco.
Esta dea da creacao da instituicao de crdito
real no Brasil, consignada creio que n'um lei de
1875, nio p le ser levada a eff.-it i. A iniciativa
particular estab leceu um banco mixto de crdito
real e commerciil no Maranhao, bem comaw S-
Paulo um do crdito real. O le S. Paulo nio tem
sido maia feliz que o n ss .
A inieiativa em Peraambuco nasceu e creon-se
da um oanco mixto que o governo nio aproveitou.
Mas tarde crcaram em proporcojs modestas o ban-
co de crdito real de qne aqu se trata e tfue, como
reconheceui os nob.es deputados, ja tem prestado
servicos reaes. Assim, os favores qce t.- conce-
dem todas as emprezas, na estendemos tambem
creacao Jejte banco.
Mas esses favores nio bastaram, sao precisos
outros mai>res. Mas quacs si i eases? (*)
A's letras hypothecarias fica concedido isen-
cio de impostes porsucc^si i, o advertidos as re-
particoes provinciaes, co "O fi.ncas.
(Joiitra essa lacugio ergu-so te dous argumen-
tos : Io, o da possibdidale da fraud ; 2, o de
que c.a letra* na) meree-m crdito, como dase o
nobre depu'ado pelo 13 disdicM I
O Sr. G.iues PrenteQoando nio eatao ao
k





4

par.
(Ha outroa aparte*).
O S:\ Ferr-ira Jacobina Portanto, Sr. presi-
de ite vejamos qu A a extenaao dessa argumen-
tacao.' O crdito d a titul juereu leo oa nobres
d plalos que reau'le da couc.-sai-o 4c favor r
MUTILADO
Ifta


Diario de feraambncTerga-cira 19 de Abril de 1887
ICj o crdito de urna etra riypotbtcaria nao
Tesfl'immediatamente de nao est-r ella enjerta o
pagamento de imposto de heranya. Vem do mu-
lo ea si mesmo.
Pois afigura-se ao nobre deputado que urna le-
tra bypothecaria ust na* coodicoes deesas letras
ccmmuns da crdito.
Se consderaimoa que a letra bypothecaria a
rfpresentaeao ue um immovel, coa 5 % menos de
sea valor, e que todos os bens hypot becarios g-
natela a'letra, qualquer que ella seja, tesa de ver
que o crdito de6te titulo resulta de sua propria
natureza e da ergauisacio de sua mstituicio, p >r-
qoe anda o capital do banco vem reforear a ga-
ranta do imtmWel bypctheeado offerecido pelo
santuario que receben as tura*.
Poitanto, Sr. presidente, o crdito de urna letra
hypotaecaria u resulta don favores da assem-
oin.^
O Sr. Gomes Parea-eEntilo para que se pe-
detses favores ?
Oitt. Ferreira JacobinaO nobre deputado sa-
ncr esa breve, nao teja tio soffrego, chegare-
snos la.
Mas, Sr. presidente, nao estamos em urna pro-
vincia pobre, em que nao superabunda o capital,
de maunira qus pira immobilisar os ca kaes se
nao prsocuram o ttulos de nstituicoes particula-
res da prefereucia as apolices da divida publica
-t geraae.
A conaeoaencia que estes ttulos sendo novo,
sao ccnheiidS bastante pelos capitalistas, nao en-
ecntram os mutuarios fcilmente, quem os tro-
quen] por dinbeiro; peio que \n-se imposibili-
tado de satisfazer as suaa necessidades e de evi-
tar a pressio que porventura acte sobre a indus-
tria agrcola por nao achar por urna letra hyjo
thecana quem d o seu valor em dinheiro.
Ora. a Asscmbla que tem o dever de suxiliar
esta grande industria, nica fjnte de fortuna desta
provincia, deve regatear a esses ttulos a coacessio
de poderem representar um* fortuna immobilisada
transmit di a herdeiros ndependenteoiente do
sello de herancas ?
Eis aqui o f vor.
Mas, Srs. fallemos cora franqueza: onde esto
as eentenas de contoB de res em inoeda papel,
prata ou ouro que os b meas ricos da eidade do
Kecife tem deixado a seus herdeiros? (Apoados)
O Sr. Cos'a RibeiroO dinheiro que faz parte
da herauca nao paga imposto
O Sr. Ferreira JacobinaNos vemos que as fa-
milias ,. abr n do a successio, dividern particular-
meateo capital representado em qualquer especie,
sean que ninguem pague Dor isso imposto. (Aooia-
dea).
Ntis deDutados provinciaes devemos antes am
parar a virtude do que sauccionar a fraude.
Asaim, sendo aa lettras hypothecarias ttulos ao
portador, mtdhor que o herdeiro digaReceoi
por successio do morto tantos contos de ris em
lettras hypoth carias, do que forcal-j a defrau-
dar os outros herdeiros e mesmo a fazenda.
Assiin, longe do favor de animar a fraude c a
Vfraudac,ao da fazenda, pelo contrario vem tornar
tranca a virtude do herdeiro e dos deinais possui-
dores da heranc,a.
Onde pois, que o projeeto causa a defrauda-
eio ? Anima a ? Nao, senhons, digamo* as causas
como ellas eio : a cdula, dinheiro igual a Icttra
hypothecaria; nos queremos, verdade, tornar
sais ambicionavi'is os titules do que a propria ce-
dula, e ento se algum capitalista quizesse ser o
depositario desta fortuna representada nesses ttu-
los, melhor seria para os agricultores porque certa-
mente tsse capitalista pagina uielhr do que outro
qualquer.
*0 Sr. Visconde de TabatingaApoiado.
O Sr. Ferieira JacobinaEisaqui opensainento
do autor do projeeto.
Purm, quer o favor exista, quer nao, nunca o
liebre depurado poder encontrar o meio de evitar
a fraude e a defraudacao da fnzenda as fortunas
representadas ene in.eia-pi.pcl, ouro ou prata e
lettras hypulhecana6.
N.staa circum8tancias o que fas o projeeto?
Anima aquelles que quizerem coeservar a sua for-
tuna em lettras hypothecarias, as torna mais appe-
:tciareis, de maneira qne o agricultor seja menos
prejudieado.
Como a Asscuibia sabe, o banco emitte as suaa
lettras ao par; i ra, cercar esses ttulos de todas
aa garantas e de todos os meios de ambicio para
sa donos do capital, minorar a situacao afflictiva
d> mutuario. (Apoados).
E por sso que nao duvido concordar con o
nobre deputado que aprescutou a emenda suppri-
r.indo a pal.vraaeces; porque o incu intento
beui ficiar directamente ao portador da lettra, ou
antes o mutuario que nao o Banco.
V. Exc. sabe e esta Assembia que o capitalists,
que vive no movimento do commercio aqu na ei-
dade, precisa ter o seu capital em ttulos de que
posaa e um momento pira o .utro tancar mo
para realisar as suas ti ausaceo-s.
D'abi resulta que a adinissao dessas lettr..t ni*
repnriivoes publicas anda om meio de tornar
esses ttulos mas appetuciveis, mais procurados
fot aquelles que precisam fazer negocios de de
psitos e aucas.
Ora, em que que poda haver aqui a defrauda-
cao da tazeuda? Porventura a provincia nao re-
ce!*} em caucao e garantiu aeces de compankias
desta eidade pelo preco e cotacio da praca ? Logo,
porque ho d- ser recusados estes titules, que tem
multo mais garanta do que as aeces de inuitis
companhias? (Apoados).
Nestas c.n Jico -s me parece que urna mani-
fiesta mjustica recusar o favor
Mas diz a emenda dos nobres deputados : nao
se receba sanio quar.do as lettras estiverem ao
*"
Os nobres deputados se referen] s negociares
das lettras ou sua emissie na circulacao? Se
se referem i em-ssio das lettras na circulacao, en-
lio eu direi que a emeuda nao poje prejudicar,
porque ellas sao emittidas ao par; se se referem
is transa'-coes que se do subsecuentemente i to-
mada ue;ts lettras tambrm direi que os nobres
deputados regateiam o favor porque nao querem
sustentar a negativa absoluta : pois tanto vele re-
eoabecer urna institucao til, reconbecer os seus
boas servicos e nr.o querer dar-lhe as precisas ga-
rantas para que os seus ttulos se convertam em
dinbeiro. (Apoados).
Assim, me pareen que uito pie ser concedido o
favor seno us condicoes que o projeeto deter-
mina.
A diminuico do valor da cotacao, prehen-
ebida por aquelle que tem na flanea, ou deposito,
usa inters se, e dado o caso, nao esperado, de um
di sastre do banco, ou que as letras possam por
qualquer cireemstanca, diminuir de valor, a fian
ea prestada, immediatamente reformada, de for-
ma que a provincia estar sempre garantida.
Os nobres deputados que alias abrem a discus-
sio, e pouca atteuc&o a ella prestam, fazem gran-
de qoesto de ciedito, attribuem as letras bypo-
tnecarias, certo descrdito. Nao ba tal; o que ha
entre nos, desconhecimento do titule, taita de ca-
aitaes bastantes pira empregal-os em ttulos desta
natureza, e contam ainaa com os juros bastante
elevados (apartes.)
Ora, suppooba o nobre deputado que o mutua-
rio apresenta-se fazendo a trausaccao no primeiru
mez do semestre e a realisa no da 15 do cor-
rente mea.
Sabem os nobres deputades que elle paga os
jaros desde a tomada do dinbeiro, mas as letras
nao tem interesses razoaveis pars o mutuario
(apartes).
Ora, eis aqui porque o projeeto obriga o banco
a entrar em compensacao com o mutuario.
O Ss. Coelho de Moraes O projecte di raais do
qde deve dar.
O Sr. i erreira JacobinaE' na opino de V.
Exc- Eu nao teria duvida em dar meios a agri-
cultura, de forma que o capital aprestntado em
bens de raz agrcola tosse oem reputado para os
qae possuen.
O Sr. Gaspar de DrummondO que de veri a-
nws faaer, era darmos curso forcado As letras hy-
pMnecarias.
Ha outros apartes).
I Sr. Ferreira JacobinaOs nobres deputados
confunden! o capital do Banco com o do mutuario.
O Sr. Coelho de Moraes di um aparte.
O Sr. Ferreira JacobinaV. Exc. se incommo-
da com os outros que enriquecem ; eu son o con-
trario, desejaria que todos fossem ricos, porque
sempre alguma centelha bavia de ebegar-me.
O Sr. Celho de MoraesPorm nao com de-
trimento da provincia.
O Sr. Ferreira JacobinaJ mostrei que o
e capital equivalente as letras bypotbecarias, di-
nbeiro, que nao est isento do imposto, e a fazen-
da anda nio recebeu de alguem pela fortuna re-
presentada em dinheiro.
V. Exc. connece que a letra bypothecaria um
papel que, passando para a mi de qual tuer, tem
valor. (Apartes). V- Exc. parece que desconhc
ce as oousas.
O nobre deputado deve saber que o psimeiro
aaosaidor o agricultor. Tanto mtior for a con-

correaciade capitalistas para acquisicSo das le-
rs, mnior tin.b devesir o lucro que ella deve
dai. O contrario disto descouhecer-se comp e-
tament e o movimento e mecbanismo dessa iuati-
tuicao. .,
OSr. Cielho de Moraes-Quantos ttulos ji
f ora ir imittidos ?
O Sr. Ferreira Jficobna-V- Exc. poderia f-
cilmente caber disto, se tivesse lido o relatorio que
foi distribuido. O autor do prejecto nio tem que
saber da i misso das letias. Mss, Sr presiden-
te, ana squi o ponto : os nobres depotados obscr-
Vi-ra qae as eineeat ruptessas sao demasiadas.
Em, pciem, ji nwotrvi que es favorea de que
trata o proj.ta saapaia tornar mais procuradas sa
letras. Ea prtfiro nma letra bypf.thecaria a urna
apolite da divida provincial.
O Sr. Gonvs PsrenteE cu nio, mes depon
des tes favorea tal ves mude de opiuiao.
O Sr. Ferreira JacobinaMso, Sr. presidente,
digamos cem fianquexa : qual o rreeio que pu-
dimos ter da pieferencia das letras hypothecarias
sobre as apolices da divida provincial ? Seri por
ventura o receio de descrdito ?
Nao, porque tos devemos cuidar em retirar da
circulacao as apolices, porque nao podemos conti-
nuar a vi ver de emprestimos.
O Sr. Visconde de TabatingaApoiad^
O.rr. Ferreira Jacobina Nestas condicoes por-
tant- se a successao dos anuos mostrar que as
apolices ficam no p de descrdito, sendo preferi-
da urna letra hypothecaria, ainda assim eu direi :
foi un b.neficio prestado i agricultura, e neste
caso o pras seri maior para aquelles que tivenm
mobilisado os seus capitaes em letras. Mas nao
v.jo nisso motivo par se gar favores a urna
institucao que pode dar os ra^lhores resultados.
Sr. presidenU, consinU V. Exc qae eu poesu
apreciar a emenda apre;entda o Io e que tra-
ta da reversao dos efleitoa da conces;o ao passa
do. V. I xc, sabe pcrfeitmente qual a utilidadc
do Banco, assim como sal>e que de toda a equi-
dade a concefsao do; favor, s de que trate o artigo
1-
Ora, 6e se reconhece que de toda a utilidade
essa institucao e que de equidade que ella gose
dessas eoncessoeg, deixar pagar pelo passado, li-
beitaado-a no futuro, o que nilo me parece lgi-
co. Se os motivos que <:: ordemlpublica. que apro7eitam no presentare n- fu-
turo, me parece que devem tambem aproveitar ao
passado.
Alm disto os nobres deputados sab-m perfeita
mente, o anno passad > este projeeto tal qual est
p.-issou na casa, e que os directores do Banco fi-
zeram os empreotimos apenes a praso de 10 au-
annos, comeco das transacces.
Mas nos sabemos e a experieucia est mostran-
do que es prasoo catreitos sobrecarregam o mu
tuaro, nao avoluinan io a misa de que pre-
cisa e juros, como a estreiteza do tempoos sobre-
earrega, n3o produziudo 03 effeit03 desejados. Da-
qui resultou que o Binco em consequencia da ani-
maco dessas coneessoes, abri mao do praso e tem
feito transacvoes por m iior espago.
Ora, nisso tambem bou ve urna coneeaso ao
agricultor, que nao pjde deixar de produsir gran-
des vautatreos, porque o espaco maior ni liquida-
cao do debito diminu" os e-forcos empregados
para a SHtisfacao das obrigaco-s.
O Sr. Visconde de TabatingaSem duvida.
0 rir. Ferrcir:.'Ja.-obiiia-Eu ouco que os'nobres
deputades s- levautam contra os favores e entao
dizem : nao h uve ainda aq'ii concessoe; iguaes.
Sera duvida. porque nio ha tamben, nesta pro-
vincia outras instituicoes da mesma natureza. A
nio ser o favor concedido no artigo lc, as cauces-
to s expressas no projeeto nao aproveitsm abso-
lutamente acs accionistas do Bnco. estes podein
auferir os lucros de seus capitaes, qu\! serio maio-
res OU menores.
Ditas estas palavras, gento-me, esperando que a
assembia resolva c. m > rnclbor entender.
Pica a discussao adiada pela bra.
Passa-sj
2* PABTE DA oaDEJI DO DA
Entra em l* discussio o projeeto n. 22 des'e
anno (ornamento municipal)
E' approvado o dispensado do intersticio a re-
querimento Entra em 3' discussao o projeeto u. 1 deste an-
no (orcamento provincial).
Vem i mesa, sio lidas, apoiadas e postas em
discussio conjanetamente con o projeeto as se-
guintes emendas :
N. 81. Ao 57, em ves de 5 diga se 0/0, sen-
do um reservado exclusivamente para amortisacio
do capital e juros do emprestimo que coutrahr a
Santa Casa de Misericordia para remir o seu de-
bito, emquanto existir o debitaDr. Pitanga.
N. 82. Additivo. O anno fiianceiro da pro-
vincia, depois da ssuecio desta le, pausar a
coincidir com o anno civil, pelo que o presente or-
cemento vigorar at o fim de Dezembro de 1888.
Goncalves Ferreira.Gomes Pa'eute.Coelho
de Moraes.
N. 83. Ao 36 aecrescente-se : a importan-
cia neceasana para colloeacio e illuminacio de 20
lamptocs na cidai'e de Timbaba. Julio de
Barros.
N. 8. Ao 15 do art. 1 accretcente-ee : ex-
cepto I tamb, que pagar 2. Soarcs de Amo-
rim.
NT85.'A tabella do 25 do arL 2." Bancos,
agencias filiaes e representantes dos airamos e ca-
sas bancarias, em vez de 10:0U0/, diga-se 6:l)0t).
Costa Ribeiro.Barros Barrito Jnior.
N. 86. Onde couber. 5J05 par. n gabinete
de leitura na eidade de G. yauua.Julio de Bar-
ros.
N. 87. Ao 32 do art. 1* ccrescente-se : e
500^ por qua r outro municipio.Costa Ribeiro. Joio de Oli-
veira.Jos Mara.
N. 88. Onde couber. Fica o presidente da pro-
vincia autorisado a despender at a quantia de
seis contos de ris com a compra de urna casa na
eidade de Bez rros para a cadeia da mesma eida-
de.Ratis e Silva.
N. 89. Para aer collocada ondeconvier : 1:0J0
para concertos das matrir.es de I'-squeira e Cim-
bres.Dr. Pitaoga.
N. 90. Illuminacio publica. Para c>llocacio de
20 lamprees na eidade de Pesqueira 7504.Dr.
Pitanza.
N. 91. Ao 47 do art. 1 supprima-se as pala-
vras, bem como os membros da Assembia Pro-
vincial, pelo que perceberem de suosidio. O mais
como est.Ratis e Silva.
N. 92. Ao 36 aecrescente-se : e quantia ne-
cessaria para coilocacao e illuminacio de 30 lam-
peoes na eidade de Itamb. Julio de Barros.
Amorim.
N. 93. Onde couber. Fica o presidente da pro-
vincia autonsado a despender a quantia de 4:0J0J
com a compra de urna casa que sirva de cadeia ua
eidade de Bom Jardim. Hercul.no Bandeira.
N. 94. Para o medico da Colocia Isabel 2:2004
Dr. Pitanga.
N. 95. Ao art. 2 3:0004 para construccio de
um acude na villa de Flores.Joio Alves.
N. 96. Onde couber. 4:0J04 para as obras da
matriz de Itamb-toares de Amorim.
N. 97. Ao 1 do art. l.<* Em vea de 3 / di-
ga-se 2 "/o- Ao 2 do mesmo art. em lugar de
de 2 /o diga-se 1 '/.Lourenco de Sa.Joio de
Oliveira.Joio Alves.Jos Maris.Joio de S.
Bario de Caiar.Visconde de Tabatinga.
N. 93. Ao | 56 do art. 2o aecrescente-se o final
do 62 do art. 1* da lei n. 1786 depois das pala-
vras inclusive.Ratis e Silva.
N. 99. Soecorro de beneficencia 3904 para au-
xilio io sustento e vestuario dos meninos recolhi
dos pelo vigario de Triumpho em urna casa para
iss j por elle estabelecida. )r. Pitanga.
N. 100. Pica a Santa Casa de Misericordia do
ieeife autorisada a pagar ;;o ciurgiio dentista do
hospital Pedro II, creado pela lei n. 1860, os seus
respectivos vencimientos qus serio equivalentes
aos demais cirurgioes daquelle estabelecimento.
Jos Maria.Ferreira Velloso.
E' lido e apoiado, deixando de ser votado por
falta de-numero, um requerimeuto do Sr. Jos Ma-
na, pedindo o adiamanto da discussio por 48 ho-
ras, at seren impressas no jornal da casa as
emendas apresentadas.
Fica a discussio entrrala na forma do reg
ment.
O Sr. presidente levanta a sessio designando a
seg inte ordeno do dia : 1' parte : coutinuacio da
antecedente e mais Ia discussio do projeeto a. 11,
2 dos de ns. 12 e 22, 3* dos de ns. 7 e 24, todos
deste anno ; 2 parte : 3* discussio do projeeto
n. 1 deste anno e 1* do de n. 100 de 1886.
N. 198. Ao art 2*: 4:0004 para um acude na
Pedra do Buique.Sopbrcnio Portella.
N. 199. Ao art 2* : em ves de 4:G0&4 como au-
xilio ao recolhiinento de Bom Conseih >, diga-se :
6:0004- Sophrcno Portella.
N. 200. Ao art. 2 : 3:0004 para compra de
cma casa que sirva de cadeia na Pedra do Bui-
que.Snphronio Portel!*.
N. 201. Suberaenda emenda n. 187.
2. A mensalidade dos alumnos inte: nos do
Qymnasio nio txcederi de 254.Rcgueira Costa.
Vigario Augusto Franklin.
N. 202. Onde couber. 504000 por esda um dos
escravos residentes no perinetro das diversas ci-
dnd> e villas.Jos Maria.
N 203. Ao art. Ia } 36. Aogmentc-se a illumi-
naajs) publica da eidade de Goyanna, com mais
30 lampeoes.- Julio de Barros.
X. 204 Os empregados pblicos que por forca
da emenda que os manda apoeei tar o forem, serio
com venc i,enios int< gracs desde qae tenhsm mais
do 25 anuos de servico.Jos Maria.
N 205. Ao 40 do art 2. Em vez de 1:1534,
diga-se : 2:9:04 como est no orfamento vigente.
Em 18 de Abril de 1887.Gaspar de Drummond.
Commisso de soccorros ao*
nufragos do vapor Baha
(Continnagao)
Lista das quantias receidas pela commisso da
paroebia de Santo Antonio :
Commendador Castro Rabello 2004000
('ominen ad. r Joseph Krause 1004'X)0
Commendador Man el Jos Machado 1004000
FrancisO Gurgel do Amaral 10'4000
Olympio Frederico Loup 10040O0
Commendador Joio Ignacio de Me-
deiro" R"RO 1004000
Sociedade Cmselheaeio Beneficente 1004000
Dr. Gonsalves Pinto 504000
Ant-nio do Carmo Almeda 504000
Fcnaodes Costa & a 5000f
Dr. Antonio de Chermont 504000
Ecr.prcza do Gaz 50*000
Dr. Lar.rino Moraes Pinheiro 504000
Manoel Joaquim Pereira .r.0400o
Os i mpregados do Correio BfifOO
Couto Santos C. 5 i*0(M)
Florismundo Marques Lms 504000
Francisco Xavier Ferreira 50*000
D. Coustauca Cunha 5OS000
Coronel Jos Fiuze. do O'.iveira 500(X)
L\ Iphino Lopes da Cruz 504000
Ednmundo Cox 504000
Os empregaJ s do Diirio de Per-
nambaco 34''O0
Vicente Tavares 204003
Joi. Christiaoi 204i00
Recite Drainage Company 20*000
Arthur Mello '04C0O
Manoel L >pes Ferreira 204000
B. Daarte ampvs 4 C. 204000
Guimaries Irmio & C. 204000
Coronel Mauoel Marti .s Fluza 20000
G. Laporte & C. 204000
Albino Amorim t C. -1-''J '""
Alv s de Britto fe C. 20*000
Nunes Fon seca it C. 204000
Albino Jos da Silva 204000
D. t'ynlia Rodrigues da Silva 2041.0 >
Jos boares de Seixas 204..O
A. Neesen 2040IKI
Agostioho S-mtos & C. 2040.0
Dr. Clodoalao de Souaa 2('4000
Coigreesu Pnarmaceutico J04000
Dr. Miguel Castro 304000
Anguato do Reg t C. 04000
Dr. Ceciliauo Mamede 204000
Antonio da Silva Parias 204000
Andrade Maia 1540JO
A. M. Vieira & C. li000
Carneiro do Cunha as C. 104'00
Fernuudes Silva & C. 10400o
Viauua Castro & C. 10/000
('. izui.iro Fernandes & C. 104000
Souza Oliveira & C. 10400
Fernandes & Primo 104000
Br-.ga St S 104OOO
Leite Bastos & C. 10*000
Azevedo & C. 104000
Silveira & C. 10*00*'
Godioho 104000
Rodrigues Carvalho de C. 104000
Manoel Joaquim iiibeiro & C. 1040CO
Anastacio de r-a Laurizb 10*00
Th.uoaz Carvalho & C 104000
Silva & Alvaro 104000
Emilio Soares 10f0)O
M.ndee & C. 104^0J
Dr. Jos Osorio de Cerqaeira 104000
Dr. Jacobina Ferreira 104O
Dr. Novaes 104000
Dr. Joio do Reg Barros 1040 JO
Dr. Francisco do Reg Barros 104000
Coronel P^dro Osorio de Cerquetra 1O4O00
Henrique Such 1U40UO
Mucbadoas Pereira 104000
Coiooel Ernesto Silva 1040JO
Jos Eleotero de Asevedo 1040JO
Dr. Joaquim Cirrea de Araujo 104000
Dr. Vicente Ferrer 104(100
Julio Fuostcnberg 104000
Dr. Barros Guimaries 104000
Duarte & C. 104000
Firmino C*ndido de Figueiredo 1040'K)
(^zar Lopes & C. 104000
Desembargador Domingos Alves Ri-
beiro
Deserto bargador Marcos Antonio
Luciano Eugenio de Mello
Dr. S. R. Winy
Antonio Augusto dos Santos Porto
Bario de Aguas Bellas
sanstnas apbksejiiadas na 3* Discussio no pbojecto
X. 1 DSSTB IOO (ORgiMSXTO pbovisoial)
N. 196. Substitua-se as emendas ns. 81 e 110,
pela sfguinte : ao 57 em ves de 5, diga-se 6 */e
e o mais como est.Dr. Pitanga.Luis de An-
drada.
H. 197. Aoart. 2: 1:5004 para illuminacio
da eidade de GaranhunaSophronio Portilla.
Uns Sergypams
Dr. Pirette
Jos C irdeiro dos Santos
Meiidonfa & C
Netto Campos c O.
Emilio Pereira de Abreu
Albino Antonio de Roxel
Joio Antonio de Almeda
Jos de Araujo
Andrade
Beruardino Cavalcanti Maia & (i
Um anonymo
Antonio Manoel Fernandes
Francisco de Salles Albuquerque
Joaquim Jos da Costa Vlente
Jos P. Res
Jerooymo da Paz Sarment
Barbosa de Santos
Guilberme Porto c C
Jaciutho Azevedo & C.
Um aoooyuo
Outro
Joio
Antonio
Antonio Maris
Veiga
Joaquim Ramos
Amaral Primo & C.
Ferreira Irmioa & C.
Manoel Saares de Figueiredo
Damiid Lima & C.
Joao de Araujo Cesar
Arthur i Desiderio
Agosnobo & Irmios
Aut.nio Francisco dos Santos
oV- Goucalves do O. Muuiz
Poutes & C.
Mailins
Sebastiio Fabia Custodio
Antonio Olympio
.Mano I Tavares
Uui anonymo
Luiz Lacerda
Costa & Irmio
Francisco de Sousa Martina
Pasqual Sassali
Mauoel Luis de Amorim
Alvaro Jos Pereira
Damiio Marques
Jos Antonio da Costa
Um anonymo
Das Guimaries 6c C
Joio ferreira C.
Adriano Pereira da Las
Manoel Joaquim Tavares
Um anonymo
Santos & Irmio
Antonio Rayiaundo
Pauliuo da Silva Pinto
Demetrio Brandio
Cypnuao Baptiata
Firmino Gomes Lsal
Silva fiamos
Silva & Reycada
Avelino francisco de Sousa
Um anonymo
Manuel Gomes
Francisco Joio de Mello Costa
Bario de Itapissuma
104000
104000
104000
1040)0
104000
104000
15000
1040JO
54OOO
24 '00
54000
2*000
5400J
54000
54000
24000
5400J
14000
14000
24('0J
24000
24000
14000
2400J
541O0
5401)0
44000
24000
240o0
54000
5*000
04OOO
14000
54000
54'KoO
54000
54<<0J
24000
54000
2400J
24000
2400J
14000
2400)
4500
14000
2*000
i#ooa
24000
2400J
4500
lOlO
.40 jo
3*000
14000
14000
2*000
14000
24 24000
14000
140 JO
140 JO
*50J
1400J
2*000
14000
24<)O0
240OO
14'KjO
14000
140 JO
4500
U00J
54000
Dr. Bruno Maia
D setnbargador Delfino
Dr. J. J. Seabra
Dr. Jos Bernardo Alcotorado Juuor
Dr. Lindolpbo Correia
Dr. Miguel Pernambucs
Dr. Eduardo Ferreira
Octavio de Mello
Dr. Portella Jnior
Dr. Joio Vieira
Nogueira de Soasa
Porto & Santiago
Medeiros & C
Campos 4 Ferreira
Pereira Ferreira & C.
Guilberme F. Ramos
Um anonymo
Maia Irmio C.
Z -f rio de An.irade
Zeferino Jos Costa Valente
Flix Ramos
Goncilves & C.
U i anony-nn
Das Silva & C.
Pedro
Antonio Jos Fernandes
Antonio Goucalves Pereira
Marques & Pereira
A. Ciridade
Mauoel dos Santos Fernandes Azevedo & C.
Jos Augusto Das
Joi Duarte Marques
Joio Gozende A V.
Jos dos Santos Oveira
Um anonymo
Manoel de Barros Cavalcante
Antonio Domingos Lima
Carine larze
Carvalho Leite
los Joaquim Alves de C.
Carlus Estaniblu
Domingos Ferreira
Ayres de Asevedo
Tooinas Carneiro
Um chrr.tio
I ;i l'inri Wanderley
FruucioCO Flix G.-n^ ilves
Jngt de Mattos & Silva
Um anonymo
Lopes Alheiro At C
Francisco lzidsro R. Carvalho
Jos Soares Nevcs
Mello < Biset
Bernardo Lopes Aiheiros
J. F. Carneiro
Papoula & Irmio
Joio Bastos a C.
liis ir Cousseiro
Osario A. S. Papoula
Duarte Lim* Jt C.
M. G. Braga
Sabino
Um anonymo
Outro
Leopoldo Santiago
Rodrigues Saraiva
Antonio Correia Vasconcellos
Arthur Augusto de Almeda
Domingos Pinto oe Freilas
Francisco Jos Lite
Doinuig Gomes de Amorim
Albino Jo? dos -autos & G.
Manoel Joaquim Alves da C sta
Antonio Francisco da Silva Maia
Amaral Irmio
Cilla* & C.
M Silva &. C.
Viuva Cimba
Innoccneio Nazareth
Um anonymo
Jos Villa-Cha
Vicente Lopes Braga
Antonio da Silva Ramos
Ferreira da Silva & C.
Antonio Ferreira
Um auonyino
Pereira Carvalho & C.
Oliveira Silva i C.
Joio Baptita Pinheiro
Francisco X ivier dos Santos
Ribeiro & Almeda
Francisco Lopes
Jos Avelino Barhosa & Silva
Bedel David
Baroosa Lima & C.
Manoel Francisco Freitas
Adolpho & Fcrro
Carvalho
Henrique da Silva Leitao
Jos Joaquim Medeiros
Gomes & Sil/a
Ro irigues
Vicent (Caf Ruy)
Joio Ferreira
Um anonymo
Ootro
Antonio Jos de Azevedo'
Um anonymo
Outro
Outro
Um anonymo
Ootro
Outro
Outro
Antonio Paulo Botelho
Um aoonymo
Jos Francisco Quedas
Joaquim J. Goncalves Gnimaries
Manoel Thom de Scusa liibeiro
Antonio da Silva F.
Jos Maria da Costa
Um anonymo
Antonio da Silva Forte
Francisco de Araujo Cruz
Antonio Alves de Souza
Francisco Marcelino Monteiro
Felicia Jos Vaz de Oliveira
Aquilino RibeinTde Oliveira
Victorino 4 S >bnnho
Jos Piedade
Cordeiro I: ma
Um Christio (Diario de Pernmmbuco)
Rodrigues Sobral & C.
Joio Ferreira & C.
Martina & Parias
Um anonymo
Joio da Fonseea
Joio Guedcs
Jos Bras da Conceicio
Vicente Alves Machado
Sebastiio Manoel do Reg Barros
Flix d Coutinbo
cubscripcio dos empregados da se-
cretaria do governo provincial pelo
Dr. Pedro Correia de OLveira
F. (Jo i mor a & C.
Emilio Roberto
Dr. Thomas Coelho Sobrinho
Coronel Joaquim M. Pereira Vianna
Desembargador Manoel Clementino
Carneiro da Cunba
D. Maria do Rosario Pinheiro, pro-
tessora de Goyanna
Professor Liberato Maciel da Rocha
Um ce rense
Commendadcr Antonio da Silva Gi-
rio
Directora do Club da Lavoura de
Ipojuca, remettida pela redaceSo
da Diario
Francisco da Rocha Accioli Wander-
ley, eugenbjiro, mandado pelo re-
daccio do Diario
Pela redac^io do Diario Francisco
Beltrio G. Silverio
dem Joaquim Augusto Xavier da
Maia 2 cadete
Dr. Ulysses Vianna
Redaccao do Jornal do Befe remet-
tida pelo gerente da companhia
de Bonds
Diario de Pernarxbuco assignatura
G. M., metade para a familia do
immediato Siiverio, outra para os
nufragos
Suhstripcio promovida por Sr. Jos
O. Anues J acornee Pires e outros
Subscripcio promovida pelo direc-
ter da Colonia Orphauologica Isa-
bel
Pelo Diario de Pemambuco, subs-
cripcio promovida pelo Sr. Augus-
to Paulino da Silva entre sene
collegas empregados no Thesouro
Provincial
Subscripcio dos empregados da Re-
particao das Obras Publicas
Commendador Pcrmimo Francisco
de Paula Mesquita
Colonia Orphanologica Isabel (27
alumnos)
Subscripcio do tenentc Paula Ma-
fra teita entre os empregados e
54000
54000
54'J0>
5*000
54000
5 40 JO
54OOO
5*000
5*0J0
5*000
54000
5S0'J
5*000
54000
5*000
I4OOO
.04000
54000
540-0
MtM
B
ln000
540 JO
54*)0
04OOO
104000
54000
54000
54000
540OO
34000
54OOO
54000
54000
541 0)
24000
54000
3*00.)
54IXJO
540OO
5/(K.O
5*000
3*000
540J-
55000
2400)
2*000
54000
f.4ti0o
:.o id
104000
105"00
1040'JO
104000
105000
oOOW
54000
10401
104OO0
55000
IO50OO
105000
14*000
65000
105000
105000
105000
55' KJO
55000
r>UOO
5*0! i0
:>6< 00
5500
54000
54 K)0
1040 o-)
5*000
5*000
10500J
54000
55000
55000
55000
55OOO
5 400D
55O00
1050OO
5500O
55OOO
550'0
54 550 JO
5.4000
55000
55000
54000
34J0
25OOO
2*000
25000
24000
25OOO
14000
15o.il)
2*000
2*00)
24000
24-00
24O0
2*000
150'0
24000
600
25000
150 o
25 1*00)
25000
2*000
500
15 240OO
14003
14000
150 JO
14000
25OOO
2*000
24100
24000
2*000
25003
24000
25000
24000
14000
240.0
I4OOO
25000
25000
5500)
54OOO
55000
a'ngnel dos enrres de um da
Sub.-crtpfij promovida entre alguna
empregndos do trafego da estrada
de ferro do Recf ao S. Francisco,
remettida pelo Si. Leonel Augus-
to da Silva
Club Cavalheiros da poca
Telegrafistas da via-'fenea do Re-
cite ao S Francisco
Empregados da Casa do Detenfcio
Antonio Jos de Azevedo, 1 pta-
oio bespanhol
Um anonymo, eutregue pelo Dr. Mi-
guel Figuera
13440! 0
684300
504'o00
155000
584'JOO
24000
25000
5:C 804890
leitura do se-
i.ecretario do governo, devolvcudo
Assembia Provincial Funccionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Manoe" de arros Wauderley, tendo comparecido
02 ftrs. deputados.
F. i lida e approvaia sem debate a acta da ses-
8ao antecedente.
O Sr. 1." secretario p.-oeedeu a
gumte expediente :
Uii oGi'.'io d
informadas as peticoe, te Phil.'meno R.ymundo
.Nunes de Lima c Tueresa Josephina .la Cunha
(jallos.A quem fez a requisicio.
Urna petieio da Soci-dade Uno Commercial
dos Mermaros, reclamando contra o imposto de
80 reis por litro de agurdente ou alcool, quer pu-
ro, quer transformado em iicor.A" commiss de
orQame ito provincial.
Foram approvados 03 seguiutes pareceres da
commissio do instruccio publica, mn dccluacdo
para a de legislacioa peticao d> D,-. Fehppe Ne
ry Coliseo, outro indeterindo a de Ccciln.no Jos
liibeiro oe Vasconcellos, e dous solicitando iufor-
inacocs sobre as de Julio Soares de Azevedo e de
N ssa Senhora da
moradores na fr-jguezia de N
Luz.
Adiaram-se por ter pedido a palavra o Sr. Jos
Mana, tres parecer da mesma cominissi >. iii.ie-
ferinda as petices de Joaquim Pedro da Rocha
Pereira, Thereza de Jess 11 .rros Lima e Julia
liara de Albaquerque.
Foi a imprimir, sob n. 87, um projeeto tornan-
do extensivo a .s empregados da Cmara Munici-
pal do Recite e da Santa C'-sa de Misericordia o
n.-pjsto nos art-. 42 e 41 da le 11. 1860 e regula-
incuto de 17 de Janeiro d 'Ote auno.
Ailiou-se de novo pela h ra a discussio do re-
quenmento do Sr. Jote Mana, pedindo infurmi-
coi-s sobre a noineacio de um subdel-gado militar
para Beberi.oe, tendo orado os Srs. Goin-s Pren-
te, Costa R beiroe Jos Maria.
Passou s- Ia parte r'a urdem lo dia.
Encerrou-.-e a 3" discussio lo projeeto n. 1 des-
te anno, sendo apoiadas mais dez emendas sob ns.
196 a 205 e um requerimento do Sr. Jos Maria,
de
a cou-petente au-
Saude ao porto Regressou da Bahia,
p3ra onde fra era procura Je melhoraa i sua
saude, o Dr. Jote Julio Fernandes Barros, digno
ajudaote do Dr. inspector da taude do porto.
S. 8. veio restabel cid>, e hontem, n nunciando
o resto da leenca, era cujo goso se aehava, reas-
suraio e exereicio do seu cargo.
Comprimeotal o.
niier*nrioAmanbifazrm 259 anuos
que se ferio em Pemambuco a primeira batalha
dos montes Guararapes entre brasileiros e hoan -
dezes, sendo estes derrotados.
rsao eseaoa Hontem ho meio da falleceu
no hospital Pedro 11 Fortunato Francisco Penna,
que no da 11 do corrente, s 4 horas da tarde, e
na rur do Jardim, fra mortalmcnte ferido por
Puilomeno de Souza com tres tacadas, facto que
opportunamente noticiamos.
Hontem tar Je prjcuieu-se
topsia.
Rolo c ferimento leve Ante-hontem
pela manbi e quando regressaVa para o seu quar-
tel. i procssio aos enfermos da freguezia de S-
Jos, a i-uarda de h^nra do 2o batalhio de infan-
tara, os eapoeiras em frente da msica jogaram o
pao e a faca a valer.
Uji moco, ceja nome nio noa soubeiam dizr, fi-
cou levemente ferido coip urna facada.
i!.usa e pngelo militar-Realisou-
so bontem a tarde a revista e passeio em ordem
de marcha da (orea da guaruicao, que haviamos
noticiado.
Lepois da revista passada pelo Em. Sr. gene-
al coininandaute das armas, a brigada, composta
le um piquete de cavllana, do 2- 14 bat^lhes
de infantaria desfilou do largo do Hospicio e per-
correndo diversas ras, toi at o fim da ra do
Bario do Triumpho im frente a estacio do Limo-
eiro.
Depois de um pequeo descanso regressou, dis-
solveudo-se no Caes 22 de Noverabro.
A marcha dos c rpoi desde a sabida at a en-
trada nos quarteis foi Jo cerca da 8 kilmetros,
sendo *et* em muita boaordetn.
O Sr. general Clarindj e m o seu estado maior
aeompanbou a forea em todo o passeio.
Os corpjs apresentarum se rigorosamente u^i-
formisudos e equipados.
Faculilaile Ue IsireiloEis o resulta-
do dos ex iiii'.-o de hontem :
lu anuo
Afiouso Dionisio Gama, plenamente.
Porfirio Nogueira Luna, simplesmcute.
Alberto Maguo da Runa, dem.
2 anno
2 Reprovadcs.
Joaquim de Paula Miranda Pessoa, siinples-
meuie.
J..i> Das Cardoso Sobrinho, dem.
Arthur CaValcaut d-.i Barn s Rabello, dem.
Arthur Henrique de Albuquerque Mello, idem.
2 Re pro vados.
Tribunal do jury do Iteciie. Nio
funccionou h ntein este tribunal por so terem com-
e adiamento dn discussio por 48 horas, nao se P-^ido 12 ju.zes de tacto
otando por falta de numero. pr'deute do jury inultou cm 20*030 os que

IflmfOQQ
540OO
54000
205000
55OOO
205000
54000
24000
24000
64000
3404790
504C00
25000
IO4OOO
594OOO
39:000
104030
1655000
184500
874000
924030
504000
2334600
Adicu se a 3a d'scussao do projeeto n. 3 deste
anno.
A ordem Jo da i : parte, continuadlo da an-
tecedente; 2* parte, continuae-o da antecdeme
e mais Ia discussio dos projeeto ns. 14. 27 e 44;
2 do de n. 21, tolos deste anuo, e 248 Je 1882.
Autoridatlc policial Por portara da
presidencia ''.a urovincia de 16 e proposta do D:.
che fe de polica de 15 do corrente foi n orneado r
Io supplente do delegado do termo de Altiuho,
Manoc Cordeiro da Silva Barros.
Mupprennao de delegadaPor porta-
ra da presidencia de 16 e proposta do Dr. ca>fo
de polica de <5 do corrente. foi suppiimida a de-
legada do distrcto de Bebedouro, do termo de
Caruar.
Patacho Pira pamaSegundo telegrsm-
ma recebido aute-hontein du Cuari pelo Exm. Sr
ehefe de diviso inspector do Arsenal de Marinba,
o patacho de gurra Pirapama, daqui sahido, a 4
do corrente, com destino a ilha das Rocas, para
onde levava um pharoleiro e mantimentos para o
pessoal alli existente, arribou aquella provincia
em consequencia de calmara e granas eorrentes
mariubas que encontrou em viagem.
O referido patacho tem de regressar eBta ei-
dade, para depois empre hender nova viagem is
Rocas.
Vapor Medaza Em vista da arribada lor-
cada do patacho r'ircpama ao porto da Fortaleza,
facto que pos em senas dilficuldades para se ali-
inent-irein os operarios que estio trabalhando as
Rocas, S. Exc o Sr.. inspector do Arsenal de Ma
ln'na socitou do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, que promptameate acquiesceu, a ida do vapor
Meduza as Rocas para levar mantimentos, e no
regresso trazer 14 operarios que conciuiram sua
eoojpreitada.
O Medtaa seguio hontem i tarde.
HihhIso Mcadeaslca H^, as 13 e 1|2
horas do da, devem reuuir-se os Srs. edemicos,
i lo ntn dos saldes da Faculdade de Direito, para o
fim de elegerem os seus respectivos representan-
tes na seesto fnebre que, em homenagem aos
nufragos do paquete Bahia, deve realisar-se no
prximo domingo 24 do corrente no theatro Santa
Isabel.
Cansara ManictpalPara boje, ao meio
dia, foi convocada urna sessio da Cmara Munici-
pal do Recite, afin de tratar de negocio urgente.
Nessa sessio devem tomar parte os supplentes
de vereadorrs que foram convidad s e sio os Srs.
Al-xandre Americo de Caldas Padilha, Demetrio
do Gusmio Coelho, Antonio Arthur Moreira de
Mendooca, Antonio Machado Gomes da Silva, Joa-
quim Jos de Abreu e Dr. Joio Clodoaldo Mon-
teiro Lopes.
Tneatro manta IsabelA companhia de
zarzueila bespanbola, cantn no sabbado ultimo a
sarzuella buffa, de Santistebam, e msica do maes-
tro Batbieri, intitulada lobinsn.
A respeito do libreto nada temos a dizer, urna
vez que a zarzuella foi extrahida da muito conhe-
cida novclla Robinson Crosu.
Da msica, diremos quej urna das composi(des
de Barbien em que mais se aecentua o estylo bes-
panhol, sendo a maioria dos nmeros de xusca
muito aproprados accao da pee, que no genero
em que esta escripta a partitura, urna agradavel
composicio.
A Sra. Pli como rainha Ananaz cantou regular-
mente es trechos de sua parte e sendo bastante
applaudida em todas as oceasioes que cantou.
As Srs. M e A. Sacanelles nio desagradaran,,
esta na parte de Leona c aquella na de Guiaba,
devendo, porn, a Sra. M. Sacanelles ter um
piuco mais de cuidado quando caracterisar-se.
Os Srs. Garrido, Ramos, Manso e Ourano, esti-
veram conformes as partes que represontarm, can-
tando todos com correccio e agradando em ge-
ral.
Os coros alm de regularmente cantarem, esta-
vam bem ensaiados nos differentes passos.
Os vestuarios sio bons caractersticos.
Ho domingo repetio-se Os Magyares que
nio foi em nada inferior i primeira noite em que
foi cantada essa zarzuella.
Para terminar esse apectaculo a companhia le-
vou a acea a comedia Juiso linal, que sendo
como o argumento urna cousa sem principio nem
fim, tem todavia urna msica bastante deleitavel
e na qual cantaram bem aoffrivelmente as Sras.
M. e A. Sacanelles o os Srs. Garrido, Manso e
Ramos, principalmente o terceto e o quinteto fi- ;
nal.
Senador do imperioSeguio ante-hon-
tem para a corte, no vapor allemio, o Exm. Sr.
senador Alvaro Barbalho Ucha C*valcante; que
aprnssou sua viagem em consequencia de ter de
levar em sua companhia urna de suas dignas fiihas
doente de beriberi.
Desejamos i S. Exc. prospera viagem e o com-
pleto restabeleoimento de sua chara filha.
Para o CearA' reunir ss ao seu bata-
lhio seguio para o Ceara, hontem, o Sr. alferes
Domingos de Mella Castro.
A<;radecendo a visita que S. S. nos fez em des-
pedida, desejamos que faca foliz viagem.
Cana de DeieacoNo da 13 do corren-
te o capel lio da Detencao, o Rvm conego Dr. An-
nanias Correia do Amaral, auxiliado pelos Rvms
padres Vuillemain, Moreira da Gama, Frei Pedr.
e Frei Jos do Carmo, oaviram de confisso, eo
deaobngs, a 220 presos, aos quaes foi distribuir
o Po Eucharitico. Tanto pela manhi como 4
tarde houve all sermio, a que assistiram os pre-
sos cootrictos e reverentes.
No domingo 17 houve missa resada pelo capel-
lio Dr. Anaoias, o qual depois do Evangelbo fez
urna allocucio aos djtentos, repetindo-a em pos do
santo sacrificio.
O sali, que servio de capella, gracas aos es-
forcos do administrador da detencio e seus em-
pregados, estava adornado decentemente e cheio
de flores, e assistiram aos referidos actos, alm de
todos os empregados do estabelecimento, diversas
pessoas elle estranhas.
faltaran), sorteando-sc 03 se^umres supplentes.
Freguczia do Ilec/e
Candido Francisco Lemos.
t'reguezia de Hanlo Antonio
Decio Augusto Rodrigues da Silva.
Gustavo da ilva Antones.
Fraucisco Or.incio de Araujo Lima.
Antonio Jos da Silva e Souza.
Dr. Manoel ioaquun Francisco de Moura.



Manoel Jos d '8 oauos Araujo Mello.
Antonio Francisco da Cruz.
Fregtiezia (te S. Jos
Antonio L'onardo de Algueses Amorim.
Jos Maria Ferreira Frauca.
-Jos Carlos de Si.
Manoel Pedro Alvares.
reguezia da Boa-Vi ata
Antonio de Medeiros Marra.
Jos da Costa Pereira.
Dr. Tristio tlenriqu'; ia Costa.
Dr. Adnio Luiz Pereira da ilva.
Jouquim Francisco Collares.
Dr. Francisco Jacinlbo Pereira da Motta.
Luiz Gouzaga da Costa.
Francisco Cecilio Fernandes da Silva Guimaries.
Major Luis Antonio Ferruz.
Jes Guilberme da Silva Duarte.
Manoel Aives Vianna.
Dr. Jos Honorio Bezcrra de Menezes.
Franeisc > Americo Das Barreto.
Dr. Feliciano Placido r'ontual.
Miguel 1 ereira Geraldes.
Joao Soares Pacheco.
Jos Affouso dos Santos Barros.
Jos Felippe Nery da Silva.
Freauezia da Graca
Fabio de Albuquerque Gama.
Leonel Augusto Pereira.
Amaro Ari'onso de Oliveira.
Fiegaezia de Afoqados
Arthur Hermes de Moraes e Silva.
Demetrio Affouso de Torres Temporal.
Alfredo Ferreira Baltar.
Fermento graveEm dias deste mez e
no sitio Agua Brauea, do termo de Corrente Joao
Jos da Silva, ferio gravemente com urna facada a
Joaquim Goncalves da Silva.
Foi preso em flagrante o criminoso, havendo j
tido o conveniente destino o inquerito policiel.
Foi prestoNo da 9 do corrente toi preso
em Corren tes, Manoel Gsn(alvs da Silva, pronun-
ciadono termo de Garanhuna cstno incurso as pe-
nas do artigo 205 de cdigo crimino!.
Boubo na collectoria provincial do
CaboNo dia 15 do corrente tez-se reroessa ao
competente juizo do inquerito policial procedido
sobre oroubo na collectoria proviucial do termo do
Cabo.
LadreoA's 2 horas da madrugada de an-
te-hontem e aos gritos de soecorro de urna senhora
que dorma n pavmeoto superior do predio da
chcara do Entrone-amento pertene -nte a D. An-
nunciada Camilla Alves Ferreira e em que esta
reside, tugiram diversos individoos que preten-
dan] saqnear o que de uielhor encontrassem no
pavimento terreo.
Com urna pa fizeram es assaltantes dous bura-
cos na fechadura de urna das portas e quebrando
os vidros de ama das janellas, entraram n um
quarto, contiguo sala de visitas, onde havia um
rico santuario com imagens adornadas de joias de
subido preoo. Foi na occasiio em que tentavam
abrir outra porta que foram presentidos e enta>
evadiram-se deixando sobre a calcada um toco de
vella stearina.
Acudiram immediatamente os fmulos da casa
pesseas de visinhanca e a patrulba rondante.
A autoridade. policial respectiva procedeu
competente vistoria e diligencia descobrir os au-
daciosos ladroes.
Naufragio do BabiaE"o titulo de urna
walsa para piano, composta pelo Sr. Lourenco
Thomaz da Silva, que nos offereceu um exemplar
dessa msica, o que agradecemos.
Mrectorta dan obran de conserva-
cao lio portnBoletim meteorolgico do
di* 17 de Abril de 1887 :
9 9
Horas S 0 ao J "5 Barmetro a 0 Te asi do vapor 0 03 g s
H a
6 m. 23'8 759">06 19.50 89
9 26-8 759">9l 20.33 77
12 29'3 i59n>23 20.77 67
3 t. 289 758-00 20.08 67
6 27-7 75833 20.02 73
Temperatura mxima30,"75.
Dita mnima23,50.
Evaporacio em 24 horas ao sol: 4,ra5 ; i som-
bra: 3,-1.
ChuvaO,1"'!. (Choviscos durante 5 minutos).
Direccio do vento : SE de meia noite at 10 hu-
ras e 16 minutos da manhi ; SE e SSE alterna-
dos at 7 horas e 9 minutos da tarde ; SE at meia
noite.
Velocidade media do vento : 1,<95 por segunde.
Nebnlosidade media: 0.49.
1" Cidade de Llmoelro- Escrevem-nos em
15 do corrente:
* Tic somante para cumprir com a tarefa a
que dediquei-me, que venho hoje dirigir-lhe a
presente. Tudo se tem conservado em plena
tranquiiidade, inslteravel o soeego publico, gracas
a energa e actividade policial, cargo do mui
digno capitio Antonio Pestaa, que tudo envida
para que a todos os ngulos da comarca posea
chegar o beni.fico sol da juatica.
Nio costumamos rasgar seda, nem tio pouco
fallar ou escrever, revestiodo-nos da fingida rou-
pagom da lisonja, cujas cores nio resisten) ao
mais tenue raio do sol da publicidade. Se esta
comarca teve em al urna pocha um delegado se-
I
<
I W1IUH L
. 1
|m J #


Diario de PernaiBbocy-"Terpa"fcira 19 de Abril de 1N87
ceder

'

.v
a

i
loso c fiel cumPidor de i.m deveres, nao
jamis uin ponto siquer ao actual.
. A agricultura ... .rcba cora alguina an.macao,
gracas s chuvas que tem ch.o, a quaea apar
de nao terow sido mu constautes, todava nos vao
serviodo bastante.
E' extr irduaria a aniraacao em que vai esta
cidade ; actualmente contain-se muito m de
trinta casa em construccao, a oianas erapre
esli em actividade, e quaai nao dio veuciuieuto.
Nio serio precisos inuitos anuos parar que
possa el a loroar-ae orna graudo e inaguifiea ci-
dadc.
O aeu clima, como to 1 a eabem, < um dos mais
purea "- aaudave8, onde aa pessoas doentes veno
eucontr.r aa aais das vezo o mais precioso dora
da vi la, a senda. Em commercio ja ee pede d-
ser, Que una das prim -ira fora da capital.
. Acabao* de ter uraproj-ct> da illu:
Asserabla, p-dmlo a eollocavao do trinta lam-
peras pira Cata u:dade. Prazt aos C>* qu: i=t..
uso ti iod em e nonio, poia urna da* palpitante-,
necessi ladea daqui.
Ao termo a triatiasima noticia descripcao do
lameotavcl naufragio do vapor Bahia, foi garal a
sen.im-uto que de todo* so apoderou. e h j- o
as.--umpto p iacipal.
Q i-in nio ao commove aute qualro desta na-
tureza? Asaiui que nos podeuio* f orlar ao cura-
prmeuto a lirado de concorrermos tamban ceui o
noaso mili >, em beneficio d;s noosos irr.iaos.
Una couiioiselo composU de alguus cavalbei-
- ro3 desta cidade eatio ageueaudo alguna douU
vos que br ventate serio remetiendo coininij-
SO.
O D0830 digno e prestimoso vgario Joaqu.m
Antonio da Costa Pinto, cuj coraco nao cesja
de pnlaar pela caridade, celebrou urna misa* por
alma da iatelize* naufrago* e outra fji celebrada
pelo Kvra. Prei Francisco, a pedido do meamo vi-
gario. Ambas toram coocurrid -.s, reinando o
maior respeito e veneracio.
O* alumno* da aula publica da ra de S. Se-
bastio, nao ti aram surdos aoa gemid is dos ;n-
felizes naur .',;. Aasim foi que entre s tia-
ram urna pique.ua sub3crpcio, a qual remetteram
Redaccao desee Diario, afim de aer entregue
commissao.
Actos desta natureza, as creancas, no rebento
da nova gen.co, sao dignos de todo* oa louvore
e digno* tambem anda de ser "m imitados.
No dia 12 do correte foi inaugurada a escola
nocturna para os meninos pobres e descalco?, na
ra de S. Sebastiao, regida pelo professor publico
Jos Augusto Porto Carreiro.
A'a 7 1/2 da uoite presente o delegado litte-
rario e grande numero de convidados foi pelo pri -
meiro declarada a berta a mesma escola. Dada a
palav.-a ao professor a cadelra, este em um bom
elaborado discurso desersveu o fira.a que deatinava
a escola, que gratuitamente offerecia e bem pa-
tenteou a utihdade da ins'rucco, e qual o dever
do cidtdao persntfl Deus, a patria o a familit.
Em seguida, foi dada a palavra ao profe*sor
Joio Jos Pereira, de Biixa Grande de Bora-.'eu-
selbo, que fallou sobre o saumpto. Ain a em
cont:nu*cao usar am da palavra o professor de
Bom J ardua Martinh) Jos de .leau* e a profes-
aora de Serra Verde Mana liosa Pereira, aue so-
bre a idea e Vantagem da escola, fallaram com
precisio e fora a muito applaudidos.
Usaram amb.'m da p lUvra os alumnos Anto-
nio Evangelista da Siva e Jos Ferreira Q lirin ,
que bem desempenharam a missai. A*s 10 horas
da noite fui terminado o tmbalbo.
E' um grande e aalutar beneficio de que vai
gosar esta cidade.
Jii se ach-jn matriculados 29 a!utuno3 na re-
ferida etcola.
Tivemoi aqu alguna aet03 da semana santa
gracaa ao zelo pouco commuin do nosso prestimoso
vigario, Costa Piuto.
\a noite de quinta-feira santa, foi extraordi-
nario o numero de fiis que foram b-ijar o Senh ir
exposto. A igreja estava preparada cm simpli-
cidade, ma* com muito bom go*to e espirito re-
ligiofo.
Acham se em andamento as ebras d> novo
mercado, que segundo a perspectiva, nao t vira
a ficar muito grande, como tambera muito bonito.
E' reaiment i urna obra que vea dar muito valor
cidade aforinoseanJo a.
Desta foima ficaram es concurrentes do mer-
cado, os maturos, livres dos rigores da* estacoes,
donde nao pticas veze*, muito* nao tem escapado
das tristes consequencias que disto resulta. E
havor nada mais repugnante do que vernos os
inatutos, que i>pesar de pagarem tanto u quauto
cada um de imposto para venderem scu genero,
ficam durante o dia com a cabeca o sol e ubuva.
Bom CuimclboEscrevem-noa em 6 do
correte:
S) animadoras as noticias que nos chegam
do invern pelo baixo e alto serto, nao restando
mais duvida de que o presente anuo ser para
todaa as provincias do norte, de urna abundancia
pouco vulgar.
tem cnido de Jaueito a esta parte, fj sorpre-
hendida esta villa com urna forte trovoada, vinda
do lado do norte, no dia 2G do passado, cujos ffei-
toa encheram de susto os seus habitantes, nlo s
pela sua grande duracao, como peloa enormes jor-
ros d'agua que corriam em toda a largura das
ras, invadindo diversas casas, onde produziam
graves deteriorament >8.
< Na tegunda-feira 28, acceleraram-se as se
menteiras, precioso garante de que, o indispensa-
vel milho verde, a clasaica cangica, e aa impaga-
veis papoohas, virio contribuir para realcar o
bulicio e regoaijo popular noa dias de S. Joao e
S. Pedro.
O presente anno, a cujos destinos preside o
iracundo Saturno, implacavel inimigo da bumani-
dade; segando a opimao do sapieutissimo Jerc-
aymo Cortea, parece querer deBcarregar todas aa
suas iras neata pobre comarca, outr'ora to paci-
fica, incitando os seus moradores pratica doa
mais ex-eraiidos criunes.
Alm dos deploraveis tactos registrados no
mez de Janeiro, cuja nomenclatura d acrevemoa
no Diario de 9 do passado, temos a addicionar
urna outra, nao meaos extensa e horrorosa, e que
bem mostra o pouco que vale por estad paragens
a vida e propriedude do cidadao.
< Em Caldeiroes, no dia 6, os individuos Andr
Avelino da Silva e sea Irmao Agostinho Alves
Yiauna, por motivos frivolos, deram 3 graves fa
cadas em Bertboldo Franciseo Cavalcante, e feri-
ram ainda levemente a Antonio Jos dos lautos.
a polica cumprio o seu dever, mas oa crimi-
no ;os evadiram-se.
Joaquim Geraldo da Silva, inspector da la-
goa das Domingas, ao passar a > dia 12 pelo sitio
Cancella, s<.5reu um tiro de emboscada, forindo-o
levemente.
O aasassino chama-9e Firmimo Lopes Padi-
lha, e -.. anda no mundo largo.
E' esta a engem do crime : No aabbado, 5,
regresssndo desta vilia o tal inspector, em compa-
nhia de Firmino, deelarou este quelle que, uun.-a
accudiria a notificacao para deligencias, e neai
tao pouco conduzria ofticios, porque um inspector
nao aignificava para eile causa aljruma.
< Paiavraa nao erara ditas, o inspector apea-ae,
derruba Firmino Lipes, applica ihe urna boa dose
de eaehacoea, e diz-lhe: Fique gabendo que ins-
pector vale alguma couza. Pirinino retira-se cora
oa queixoa bastante contundido*, mas prometteudo
tomar urna breve desforra, promesaa que cumprio
pontuaimeute. cono se t
No dia 13, em Cafund, districto de Taquary.
Felismiua Mara do Espirito Santo foi gravemente
espanca Diz-se que, goataudo ambos da Nimpha,
ioram attrabidos por urna garrafas que tem enter-
cada na casa onde se deu o facto, e que aunuucia
vender se u|li agurdente. Fraociscu Macambira
all estava a faz.r s maubar, quando apparece
Felismiua, sem duvida, timo uiesmo fito, at que,
tendo ambos bebido ^inaa do rasoavel, ultercaram,
resultando o qn-ja vimos de narrar.
No da 17, em TaquEry, Miguel, eecravo de
D. Eutalia Oiympia de Lyra, nio conseguindo
violentar a tuarafona Mana Fraucisea de Jess,
deu-lbe diversas panuada de tacio na regiao lom-
bar, das quaes ficou bastante maltratada. Appa-
recendo aigumaa pe**uas, Miguel evadi se. A
pa'icia procedeu o c-orpo de delicto.
Em consequcncia deste facto, e no dia se
guete, Joao Ribeiro Peasoa, Joo Pedro da Silva
e VicentJ Piriquito, apologistas de Mara Fran-
cisca deliberaram desaffrontal-a, surrando a Mi
gael; mas este deendeu-se galhardamente, i>,
bndo apenas com om leve feri'oento em um braco.
A'a 4 bo as da tarde do dia 22, no sido Japi
canga, diatncto da Barra do Brejo, foi aBasasinado
Beliaario Pereira de Ohveira, peloa individuos
Ualdiuo Francisco de Mattos e seos filhos Antonio
de Mattoa e Ricardo do Mattos.
Entre oa contendores baria iaimisade velha.
Nao couheciamo a B lisano.
Consta nos, porm, ter ido elle um boaiem
laborioso, de boai qualidadea, dado, porm, ao uso
immoderaJo da agurdente, cija iufl leoeia, exal-
tando-lbe o auirao, forna.ao ura objeeto de avr-
sio ge ral.
No dominio libfral foi elle preso e e.pao^ado
nio sabemos se j por effeito da suas exacerba-
Soe8- ii
< No fira do anuo prximo passalo aurrou elle
orutalmente sua propria railher, a qu.l veo em
urna lie para eata villa, afim de ser vist riada.
Belizrio anda fu preso por este facto, e
das dopos, a.ubemo tr sid ella po*to em iber-
dade, nao sabemos su por eff dto do alguma pro-
teeva*', se por ter a justica recouhecido razio ou
innocencia de aua parte.
E' da crer, portante, que Beliaario, talvez por
nada te- sofiviJo, pros guiase no seu enado c-imi-
uha, t o fatal dia 22do passado, quando os seus
assassinos, incitados, sem duvida, p ir algura novo
motivo, tiraram-lhe a existencia, e por urna ferina
barbara, segundo nos iuformam.
Depois que dous dos assassinos segnraram
Belizario pelos bracos, emquanto que ontro o ei-
faqueava. Em poucos momento* Belizano era ca-
dver.
E' escusado dizer qu-- os assassinos nao espo-
raram pela polica.
Deavendou-se o mysteri: que aiada ceultava
a verd*der,a origem do assassiuato do infeliz Joa-
qu'm, praticado no Git em a noite de 2 para 3 de
Julio prximo pasado.
J s Bernardo e Pedro da Bina, actualmen-
te presua ua cadeia d Macei, pjlo erime de furto
de cavalloa, denuociaram ao ublelegado de Ta-
qoary que J 'So de Lyra Bembem, preso neata
villa no dia 22 de Outulor. nio o nico culpado
n'aqu. lie aBsassinato ; que ellcs, bera como Anto-
nio as da Silva Queiroz, Quntiliano de tal, Jo .-
quim Delgad > e Pedro Leit-, sao todos cumplices,
e o praticaram para roubar, pela lrma seguinte :
O mfoliz Joaquim, appareceu all em companbir.
de urna mulher om quem vivia amasiado. Tra-
zia no bolso uis 30, quantia qus t>i vista por
Pedro Leite, em cuja casa estava hospedado.
Pedro L ite lembrou-se de j igar para poder
aoossar-*e d'aquella quaut a, e para sso convidou
Joaquim e os demai* viainhos.
Joaquim, porm, quando apenas tinha perdido
mil res, eonhecendo que todos os parceros fsta-
vam mancommunados para Ihe ganharem o dnhei-
:o, deu com o basta, com o que muito ee con-
trariaram 03 jogadores, deixando logo todos a mesi
doj.go.
* Maia tarde, convidam Joaquim para um pas-
seio em uma casa prxima, o eate, sem nada sus-
peitar, acompanha-os, mas, a poucos passos de dis-
tancia aggredido por todos os cjmpinheiros, que
da faca em punh 1 e agarram e cosem n'o a faca-
das.
Ao rec-jber o primeiro ferimento de Pe 1ro Lei-
te, Joaquim, de maoa postas, aoccorre-se de Joa-
quim Delgado, mas este malvado, em lugar de va-
ier-Ihe, responde-lhe com segunda facada, e assira
successivamente 03 demais.
Quando Joaquim expira, tiram Ihe o dinheiro,
as roupae, lirapam Ihe aa manchas de sangue, ves-
tem-lhe camisa e seroula de algodao, e retirara n'o
para um lugar ma8 remoto, (onde foi encontrado)
e para que nao fieasse alli vestigios de tao hediondo
erime. santrrain um cavallo no mesino lugar onde
jorrava o sangue do infeliz, e retiram-se, depois
de terem rateado os despojos da victima.
. O subdelegado de Taquary j proceden nque-
rito centra os culpados, e deigencia a captura de
todos.
O me3o>o subdelegado prendeu no da 27, no
sitio Pacas, a Juio Gailberme de Lima, por ter
este recebido e conservar em seu puder 2 cavalloa
de propredade de Antonio Pint) Jnior e J.iaquim
Salvador, de cujos cercados foran roubados por
Maooel Valerio e Maaoel de teL O* dou cuj.is
sio tidos e havidos como Idre3.
A' falta de numero legal de jurados, s a 23
reuns se a 2" essao do jury deste auno, na qual
oceuparam as cadeiraa de presidente, proraoto- e
esciivaoos cidaoios Drs. Prancisco de Castro Ra-
bello, Augusto Cesar Pereira Caldas e Anxuias
lago da Cunha, na ordem em nue estio colloca-
dos.
C .mpareeendo barra do tribunal o reo Jos
Romao da Costa (celebre Romai) pronunciado
110 art. 193 do Cdigo Criminal ; por ter ferido
gravemente a Pedro Vteira de Pontes no dia 3 de
Dezembro de 1884, de cuj03 f^rimentoa veo a fal-
lecer a 9 de Janeiro seguinte ; foi o reo absolvido
por decisao da maioria do jury, afiirmaudo esta ter
o reo comiuettdo o crime em legitima defeza.
< Rimio tem adquirido uma triste celebridad-:
una Ihe chamara Cabelleira, cutrs Cabo-preto, e
todos fogem d'elle, porque Romao d-i uma perver-
sidade excepcional.
Reo de muitos crimes, gracas escandalosa
proteccao que Ihe tem sido diap-;nsada pelas influen-
ciaa de ambas as polticas, a 3 proceasos o attin-
giram, doa cuaes fcilmente livrou-se de 2 na seB-
so paseada, expurgndose hoji do ultimo, e iato
com a bagatela de 9 mezes de cadeia.
N> eDtanto, O aneiao Antoniosioho e Praxodea
aiada soffrem os eff;itos dos ferimentoa, e Pedro
Vieira la est na efernidade, para onde foi calcu
ladamente mandado pelo seu assassino.
Pedro Vieira nao aggredio como o affirmou o
conseibo de sentenca. Romio, seu figadal inimigo,
reunindo um squito de individuos fio perversos
como elle, procurou-o, insultou-o. aggredio o, dei-
xtndo-o proatrado com um terinj'-nto mortal.
E' bom registrar o nome dos cidadaos que com-
pozeram o con-elho, por cuja conta devem correr
aa novas facanbas deste facinora. Sao t-lles :
Francisco de Albuquerque de Hillanda Cavalcan-
te, Livino Casado Lima, Candido Carlos Soares
Villela, Nicacio Lope da Silva, Joaquim Auteru
da Silva Vieira, Jos Ferreira Dotra, Francelin--
Braziliano de Fi^ueiredo Lima, Joaquim Guedes
Alcoforado, Henrique Ferreira Rabello, Loureoco
Bescrra da Silva, Antonio Martina Ferreira doa
Santos e Cypriano Oorreia Paes.
Oa 5 primeiroa volaram pela condemnacao,
maa ioram vencidos pelos 7, que atrmaram o qui-
sito da justificativa, proqosto pelo presidente do
tribunal, requerimento do advogado.
Romio f-i logo posto em liberiade. Incorri-
givel como nao ser preciso odecurso de muitos
mezes para que elle faca novas victimas, e eutao
teremoa occasiao e cintar bosannas ao patro-
nes.
No dia 24 responden o reo Antonio Luis da
Silva, pronunciado no art. 193 do cdigo criminal,
por ter ferido gravemente no da 19 de Agosto do
anno passado a Nemesio Corroa Paes.
Um facto raro e que muito i.npreaionou os
habitantes deata villa, foi o que observamos w
dia 26 d" passado.
Na gaveta de uma mesa que encerra ala
secreta da casa do jury, foi encontrada uma soflvi-
vel salamantiga, cobra agss veneoosa e cuja pi
.ada, dizem, nio ter cura.
< Ora, a tal sala rebocada, caiada, ladrilba
da, a giveta serve nicamente pira guardar os
livros preciosos do jury, e se abro durante as
se9soes deste ; afora estes casos permanece sem-
Cemitvrla paMI*)* Obituario do d-a 14
pli :
Raimundo Francisco da Costa, Pernambuco, 74
auno*, viuvo, Santo Antonio ; cchxia senil.
Joaquim, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista; en-
f rite.
Rosa, Pernambuco, 5 meses, Boa-Vista : ente-
rite.
Um feto. Pernambuco, Boa-Vista.
M-.ria Raymunda do Amor Divino, CearA, 50
anuo, solteira. Boa-Vista ; diarhea.
pre hermticamente fechada, a sala tambem s Juventino, Pernambuco, 9 mezes, S. Jos ; den-
tera serventa as mesmaa oecasiea, e como e ticio.
quanio aainhou-se alli aquella cobra?! E' uma | Adolpho de Carvalho Pae d'Andrade, Pernam-
mterrogasao quo to tos azcm a ueuhuui a ib res- I buco, 22 anno*, aolteiro, S. Jos; tubrculos pul-
ponder. monares.
Os supersticiosos attribuiram logo um tal Aprigio, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos; convul-
achado s clamorosas injusticas de que aquella
s.a a tem sido muda testcmuuba. Q lem ousar
pruvar o contrario ?
"-ao poda estar alli aquella cobra em cura-
orimento de urna missio ? Se um dos aete jura-
doa que liwraraiu o cabra Romao tivesae sido pi-
cado c. sualmcute pela salamantiga, que diriam a
ato os protectores de criminosos?! Nio o de-
sejavnoioa, mas, se aasim tivesse acontecido, tal-
vez que com o prejuizo de um membro, a socieda-
de nao tivesae tantos fastos tristes a lamentar, e
nem vivessemos tao expoatoa ao bacamarte e pu-
nbal dis sicorios.
< No dia 1 do corrente incetou a cmara mu-
nicipal a sua segunda aesaio ordinaria, encerran-
do a no dia 6, em cujos trabalhog nada appareceu
digno de mencao, excepto a decretacao de alguna
repxros na es'.rada que vai deata vil.a para Bai
xa-Grande, e que na eatacio invernosa fica iq-
transitavel.
Foi uma medida proveitosa devida ao verea-
lor Custodio Pinang, eque rauito vem aproveitar
ao Ir nsito publico.
" Ura laatimavel suceesso deu-se em dias do
mez passado no Riacho Grande, tc.-n 1 de Aguas
Bellas. Um rapaz a.li morador, conduzindo para
o rocado um seu irraao de 4 anuos de ida de, de: -
xa-o junto as cercas do dito rocado e volta a casa
ver ura objeeto que tinha deixado.
O pequeo ao ver se s interna-se as ca-
tingas, onde s pode ser encontrado 2 das depois
maia j sem vida.
Com destino a corte do imperio aeguio hoe
para essa capital o Exm. Sr. Dr. Bonto Ceciliano
d 8 Santos Ramos, depotado geral pelo 11 distric-
to desta provincia. S. Exc. vai tomar parte noa
prximos trabalhoa legislativo.
Acompanha-o sua Exma. consorte.
Bonaucosoi ventos oa conduzam.
Au revoir.
'.eiineiEtfectuar-ae-hao:
Hoje :
Velo aqente Pinto, 3 11 horas, na ra do Ba-
rio da Victoria n. 23, de ch.
Peo agente Guando, s 11 horas, ra do
Mrquez de Olinda n. 35, de armacao, balco e
miudezas ah sita.
Araanhi :
Pelo agente Peitana, s 11 horas, na ra do
Vicario u. 12, de predio e vaccas tourinas.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 hora, ra
Estreita do Rosario n. 31, de pianos e movis.
Quiuta-teira :
Cesario Ferreira da Cunha, Portugal, 28 annos.
aolfeiro, Boa-Vista ; intoxicaci' pelo arsnico.
Benedicta, Pernambuco, 2 anno.i, S mto Anto-
nio; gastro entente.
Um recemnasci lo, Pernambuco, Boa-V:*ta;
fraqueza eougenita.
Joanna Mara doa Prazere3, ignira-se a natu-
ralidade, 3 ) annoa, solteira, Graet; parto.
Domingos da Costa, frica, 75 annos, B 1a-Vis-
ta ; remettido pelo chete de polica.
CHRONICA JUDICIARIA
Su ata Commereial da cidade do
Reelfe
ACTA DA SESSO EM 14 DE ABRIL DE
1887
PBES OENC A DO ILL. SR. COMXEKDADOR 4ST0.NIO 00-
MR8 DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimara.es
A's 10 horas da manhi declarou-se aberta a
sesso estando presentes os Sra. deputados Olnto
Bastos, commendador Lopes Machado e Figueire-
da, faltando com participaco eseripta o Sr. de-
putado Beltrio Jnior, fji declarada aberta a
sessio.
Lioa, foi approvada a acta da sessio anterior a
fez-se a leitura do seguate:
EXPKD1ENTK
OmcioB :
De 9 do corrrente da Junta d. 8 corretoresacom-
panhado do boletim Ja cotacoes officiaes de 4 a 9
do corrente.Para o archivo.
D arios Ofliciaes de na. 81 a 91 faltaudo o n. 89
e tendo vindo em duplicata o n. 88. Archive-3e.
Distribuiram aa rubrica os seguinte* livroa :
Diario e Copiador de Lorega 4 C, de Loureiro,
Maia &. C.
pase de metter o dente, ainda fornuluu, em ina-
nuseripto para faser presente Provincia, jornal,
de uma, onde avancou que a patente de wven-
cio de direito natural cousa horripilante et
mesmo de qoadrupede, com que a Provincia mui-
to se desgoatou, tanto mais sendo nicamente com o
fim de offender o seu bom seuso jurdico !
Com opposices deste jaez nio aceitamos di*-
euasoe. Mintam, calnmniem, procurem oo dic-
cin lo das injurias, dos mexerco e da m-.Ha-
de, o mais escolhidos termos. Cada qual d o
que tem.
Nesae terreno, nem palavra. E' uma proraeasa
que cumprimog. Se articularen) factus, respon-
deremos com as pecas officisea.
Aos opposicionistas vehementes, fogiaos e mes-
mo injustos, todas as attencoes. A opposicao nio
faz mal ao governo, elle a quer, a.'seja como fonte
de esclarecimentos, nio se considera impecavel, e
se a d'scussio mostrar quando errou, a cooviccio
do erro uma vez formada importar iaraediata
correccio.
O actual presidente da provincia Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente de Azevedo, partidario firme, nio
transige com es principios de sua escola, e s
mente com snas ideas ha do administrar; mas
moderado pur indoie e pela edueacao poltica que
ten. recebido e praticado em sua provincia na-
tal, sabe conciliar as conveniencias partidarias
com a justica e a honestidad e.
Espirito recto, cumpridor fiel da le, o honrado
administrador da provincia, emquanto se conser-
var frente do governo, ha de ser uma garanta
para todos, sem diatincco de classes, de crencas
e mesmo de sentimentos.
S. Ere. nao tem receio que em tempo algum se
prove o contrario.
.Manis, 23 .le Jfr$i de 1887.
o Segaem-8e aa asignaturas. Trascrip-
to do Jornal do Amazonas de 2 de Abril
de 1887.
Crime de abairoaco
O Aviso do Governo
O Aviso do ministerio da justija publi-
cado nos jornaes de boje, declarando pce-
si leticia desta provincia que os crimes
de abalroa.nento definidos uo art. 12 d*
lei n. 3,311 de 15 paBsado (obalroamento voluntario ou pro-
posital) enlram na class,e dos crimes con
rnuns, competiudo por sao autoridade po-
licial abrir inquorito i!'., t-rmin pares-
tas palavras : iu lependeQteajnflte "*de
qualquer proced uento que tenba a Cap
tania do Porto p ira segundo preeefHfi o
decreto n 446 de 7 de Abril de 19*6
jeitar o abalroador ao pagamento' da t
demnisicao do damno.
Parece, portanto que a Capitana
A proposito do naufragio do va
por Baha
ni
baixa no registro da nomeacao de aeu ex-caixeiro
Eduardo Gregorio (roncalves.Como requer.
De Lorega t C, para que seja archivado o
contracto de sociedade em nome collectivo, nos
ter nos do art. 318 do cdigo commereial, que sob
dita firma celebraram Anastacio A Silva Lorega
e Jos Nicacio Alves com o ccpital de 3:000000
para a mauufactura de cigarros e su. venda por
, grosso e a retalho nesta praua ra Larga do l i -
Pelo agente Silveira, s 10 1/2 horas, a ra los sano n. 8. Archive-ae na forma da le.
Martyrios a. 14B, de movis, loncas e vidros. Da viuva Qoncalves para que se mande dar
MiM*nN fnebre.Serio celebradas : baixa no registro de aua marca om a denomina-
ioje .- i yoAmor, declarando que perdeu o 2- exeraplar
A'a 8 horas, na ordem 3. do Carino, pela alm* de dita marca.Dse a baixa pedid;.
de Antonio Alvea Lebre Sobrinho ; a 8 boraa, na De Lorega & C. para que se registre a marca
mati iz da Boa-Vista, por alma do D.-. Lliz de qu; apresentam cora a denomioacaoAmir, que
Carvalho Paes de Andrade ; s 7 horas, na ma- adoptarain para o aeu commercio de cigarros no
trz de Santo Antonio, pela alma de Vctor Ao- e8t.beieciraento rito ru Larga do Rosario o. 8
gelo de Almeida Rea Jnior. i Regiarre-ae.
A man ha : De Pereira & M A'a 7 horas, na igreja de S. Pedro de Olinda, neiro da C'inha & C, para qua se Ibes transfira o
pela alma de D. Mana Mafra Padilba; a 8 horas, | iivro Diario que pertencera a esta firma, e se rebi-
na matriz da Boa-Vista, pela alma de Antonio da ve o contracto de sociedade em nome collectivo que
1 orno se escreve a htoria !
Interrompemo, por hoje, a serie de considera-
res que propoaemo-nos taeer sobre o naufragio
Ido vapor Bahia, para trz;r ao conhecimeuto do
publico o modo porque, era cortas occasioes, espe-
cula-*e com os factos.
O Jornal do Commercio
DESPACHOS
Porto compete tomar conheimenta-Sfcr fa?
to do abalroamento do Bahia <: Pirpami.
Parece tambem que a Capitana do Por-
to est persuadida d'isso, porque sabidu
que prooedeu a um inquerito sobro aquelle.
facto.
Entretanto as capitanas dos pnrtos nu-
ca tiveram competen a para conheaer dos
abalroamontos acinteciios no alto mar.
O decreto n. 447 de 19 do M.io de 18'6,
que o que manda p5r em ex^cujo o
rtgulamento, para as capitanas dos por-
tos, e nao o de n. 446 de 7 de Abril de
1846, citado pelo Aviso, porque esse crea
um lugar de juiz municipal o de orphaos
na villa de Juadiahy, s loes dava compe-
tencia para conhecer dos abdlroaraentos
acontecidos det tro dos portes (art. 10'.)) :
e essa mesma lhes foi tirada pelo decreto
n. 2,03 J de 18 de Novembro de 1857.
D-;clara-se oeste decreto que o juizo
commereial e o titeo competente para o
julgamento dos prejuizos o damnos causa-
dos por abalroagao dentro dos portos io
v
*

imperio e no alto mar, deven lo as capit
da Corte, de 8 do cor- | nas dos portos limit r se a verilicar. i
Silva Ramos Neves.
Sexta-feira :
A's 8 horas, na matriz de S. Jos, pela alma de
D. Enediaa Augusta Serrano Travassos.
PaisageiroChegados dos portos do aul
no vapor nacional Pernambuco :
Dr. Jos H. da Costa, Dr. Alvaro Antonio da
Co*ta, Dr. Jos Julio Pernaudes Barros e su se
sob di-a firma cehbraram Pedro de Lyra, Pjreira
e Luiz Alves de Magalhaes, cora o capitil de
30:OO0j50O0 para a contio-iacao do coramereio de
fazendas nesta praca ra Duque d: Caxiasu 59
de cuja firma antecessora j era socio dito Pereira
com o nome de Pedro Ario de Lyra que por se
ter retirado da sociedade Mam I Carneiro da Cu-
nha, eflectuara este cootract > cora Luiz Alvea.de
nhora, Dr. Americo de Souza Gomes Pilho, Dr. Magalhaas.Deferida a transfereauia pedida e
Miguel da Silveira, Dr. Antooio Omeoa e 1 criado, > declaran os aupplicautes a quautia retirada pelo
Dr. Luiz Emygdio Rodrigues Vianna, capitao ex socio Carneiro da Cmha decaptale lujros
Manocl da Silva Rosa Jnior e sua seubora, alte- atioa de pagarem o competente aellj proporcional
rea Joa Soarea de Mello, Jacintho L. da Silva, e aatisfacara a ultima parte do parecer fiscal.
I ..:_ t_li__ j. t?_.___ r.*_ t __*..-. c *\- ...-_ r ._ ___i^ o_j ______________
Luiz Felippe de Souza Leio Jnior, Maria F.
Belra, Jos Augusto de Oliveira. Laria Basilia
das Mercs e 1 filha, Francisco de A. S. Maia,
aua senbora e 1 filha, Cyrllo Alves Pereira, Con-
rado Cobolthe, Albino Marcelino, 7 sentenciado e
11 praca, 1 carcereiro, 1 preso e)2 praca, Bento
Mnuvcia c 1 iina, Jacome Sampaio, Alfredo Vel-
loso da Rocha Passos, Antonio de Paiva Martios,
II Antonio Leonardo Rodrigues para que se
registre o couhecimento do imposto de corretor ge-
ral desta prac i.Seja registrado.
De Jos Ooncalves Pinte na qualidad.? de ge-
rente, para que seja archivado os estatutos dn
Cimpanbia Uaiua Pinto, que contera a u iraacio
dos administradores, acta da asaembla goral doa
accionistas, lista uomiuativa do3 subscriptores
Ignacio A. Bulcao, Antonio A. Blelo, Jo i o Areta, com indicacio do numero de accoes e documento
J. Rodriguea Teixeira, Franeiaco Silvestre da i de7idameute sellado, declaratorio de achar-su reali-
Silva, Joao Martina, Guilherme Antonio Caldeira, I sado o capital de 500:0J0/i000. Sejam archivados
iViprninA i*i.: .. i, ,. \T ..... .1 I'.,, li I 1 i*~\KnA:_ \ T .. 1 ^_.. -~. ^_ :_*______J____ ^_.L.a..H^ J_ ._ .__>_
Firmmo Vianna, Manoel Candido de Olivoira Men-
1 o l,--, Antooio Francisco L. Pindabyba, Jos
Borghesi, Virgilio Alves de Carvalho e Damiio
Vieira da Silva.
Sabidos para o norte no mesmo vapor .-
Jos Varandas de Carvalho, Dr. Jaeome Sam-
paio, alfares Domingos de Mello Castro, sua se-
nhora e 1 primo, soldados Francisco Marques e
e facam os interessados a publicacio de que trata
o 5- do art. 3- da lei n. 3150 de 4 de Novembro
de 1882.
De Loureiro Maia & C, para que se archive o
distracto de dita firma pela retirada do ex-:ocio
Joao Jos Gomes Loureiro, fijando o* outros dous
socios Ssraphim Ferreira Maia e Caetaao da Silva
Presado, sob o rgimen de iuvj contracto social
Lupicioio L. Rodrigues, P. Soques, Eduardo Mo- iofra iadicado.Archive-se.
re, Luigi Mil mi, Manoel da P.-,ixio e Sonsa, Ma- Dj Loureiro Maia 4zC-, para que se archive o
noel Vhom da Silva, sua senbora e 4 filhos, Ma- contracto de sociedade em nome colleetiv^ que
noel Rufino dos Santos, Rosa Alves, Joio Alves, sob dita firma celebraram Seraphira Ferreira
J. Bernardo de Andrade, Raymnndo Barbosa da Maia e Octano da Silva Presado com o capital
Cruz, Manoel Alexandre Lima e Manoel Mondes de 110:000000 para a contnuapio do commercio
Leal, Manoel Alves djs Santos. Luiz Barca Vas- de fazendas por grosso e a retalho nesta praca
ques, Rodrigo, J. Vieira dos Santos, Manoel V. ruado Lvrauonwn. 8.Seja archivado.
dos Santos, Bellarmino Fernandas, Minoel Alves Di Miranda St Souia para que se archive o con-
oTegVntVT*0 d"~*otMmm *'ar,a refre houve infraccao da polica do porta -para
- Decididamente os vaporea da Companhia
Pemamoucana, de que f-z parte o Pirapami, es-
taoatacados do mal deaomina lo caiporismo.
Na vespera da sahida d> Niger, de Pcroambu-
co, o vapor Giqui abalroou um navio do 7-orto do
Kecife, qiebraudo Ihe o mastro .
Quebrada deve ser a pena do autor dessa no-
ticia !
A excopjio da abairoaco do Bihia com o Pi
rapama o do choque que este recebera pela popa,
apezar Je arramado, uo brigue Osear, o qual par-
tindo a espa veo aobre elle, nenhum vapjr da
impanhia Pernambucan j esteva em collisa com
outru navio no parto desta cidade.
Vaga, como a noticia do Jornal do Commer-
ci, sem ser destella por uma declaradlo termi-
nante, poder calar no animo dos que sao facis
em aceitar qualquer uova ; m 13 para que produza
o effoito contrario que nos apressamos em con-
tstala, assegurando que; o Giqui toi o vapor
que daqui seguio para o lugar do sinistro do Ba
hia, e, que de l voltando, demorou-se o tempo ne-
cessano pira agualdar as ordeas da presidencia
da proviacia sobro sua viagem ilba de Fernn- | da de mpo3r.03 figurada nos exercicio= passado*
do de Norooha, a qual effectuou-ae no dia l(i do at hoje, 50 % e a permscio de resolucao desse
corrente.
Depois da abairoaco do Jith\a com o P i rapa-
ma livre aos jornaes de todas as partes noticia-
rem qne diarianente os vaporea da companhia es-
tio a abalror outros uavios.
Se assim que se escreve a historia...
Contra a mentira, porra. que o protesto nao
se f >r esperar.
Y.
Recfc, 18 de Abril de 1887.
o effeito nico de applicar a peoalid&de
que por ella c uber.
Nao v pas ulguem enganar-se com o
Aviso de governo, que parece desconbecer
esto decreto.
A Capitana do Porto nao tem o que fa-
zer no caso.
Um advogado.
16 de Abril de 1887.
A Asseinbla Proriuciaf
Oa cuiitribuintea para a rcceita orcamentaria
acata provinoia, veem, respeitosamenie, do alto da
imprenaa pedir aos Exuis. Srs. representantes
Assembla provincial que dignem se incluir do
orcamento que elaboram e que ter de vigorar na
futuro exercici > a medida altamente neceeaaria e
utilitaria a felei lade publica de a bter, na divi-
Amazonas
Pinto, Antonio Marques da Fonseca e Miguel
Grija.
tracto de socdade em nome collectivo que sob
dita firma celebraram Joao Baptista I' reir de
Chegados do sul no vapor francez Ville (te i Souza e Joa de Ctstro Monteiro com o capital de
Rio de Janeiro :
Mathias Petter, Paulo e Dr. J. Sepulveda da
Cunna.
Sabidos para a Europa no mesmo vapir .
W. Livia Manani Miglione, W. I. Brow*, F.
Geppert, M. Monorirr e Gaetano Laprovita.
Sahidos para o sul no vapor allemio Uru-
guay :
J. Schoer, Christino do Valle, sua familia e 2
criado, senador Alvaro Barbalho Uchoa Caval-
cante e 1 Gibo, Liiz da Fonseca' Mello e sua se-
Foi absolvido por decisao unnime do jury, i ubora, e F. A. Stelraann.
daqualapoellou o presideote do tribunal, nos ter- \ Opcrare* ciruricicaNForam pratica-
mos do art. 449 j Io do regulamento n. 120 de das no hospital Pedro II, no dia 18 do correte, aa

J- -
31 de Janeiro de 1842.
A'nda no mesrao da foram pilcados oa reos
ausentes Manoel la de tal e Guita vo de tai, pronun-
ciados no art. 201 do cdigo criminal, por terem,
este como mandante, e aquella como mandataria,
sarrado a Virtuosa Maria da Couceicio, em t de
Dezembro do auuo passado.
Manoella foi uuaame neote absolvida, e Gus-
tavo, oitado 1 eondemnado no medio do referido
artigo. Se elle tivasse matado, seria, por certo,
mais feliz.
Tambem estava ausente...
No dia 25 (apezar de santificado), foi julgado
o reo Joio Clemente da Rocha, pronunciado no
art. 192 do cdigo criminal, por ter espancado
m irtalrr-enle em Catimbao a Mreolino Gome de
Lemas Maciel, no d a 13 de Seterabro de 1875, de
cojo espancamentj morreu p neo* diat depois.
m Joio Clemente estava endinherado, e por is-
to pagou generosamente o advogado, que da
grei pontificia, nio houve embirac > para aer ab-
olvido unnimemente. Com este julgamento ea-
cerrn-se a aesaio.
Todos o* reos f rain patrocinados pelo bacba-
rel Joaquim Antonio da Silveira Jnior.
d contamo* mais uma preciosa fonte de ios-
truccio. A Sra. D. Orsminda de Ohveira Casa-
do Lima, abri nesta villa ama aulri mixta de in
trueca) primaria, no dia 17 de Janeiro, a qual j
conta 8 alumnos de frequencia
D. Orstainda, primorosa poetisa, e apreciavel
collaboradora do jornal O Trabalho, que ahe
luz em Pi de Assacar, muito pro.nctte fazer em
prol dainstruccao e lettraa patrias, com a suas
recoohecidus hab.litacoes e elevados dote de es-
pirito. Que D os e o publico a proteja o qu;
de earacio Ibo desejamos.
No domingo 6 do passado, ainda nos recrea-
mos com a ultima repreaeotacao do actor Oliveira,
trazeodo elle sceua o drama em 3 actosO cj-
raclo de mulher,recitaudo a importante poesa
Serracio do mare conjluindc a pedido com a
repeticao da comediaManda quem pode.
_ Funccionam regularmente as aulas publicas,
dirigindo aetualmente a de Barra Grande o Sr.
Joio Baptista Lusitano, cujo xercieio aaaumio no
da 7 do mez finio, por achar-ie licenciado o res-
pectivo protessor effecivo.
m No da 12 prestou juramenta do eargo de sub-
delegado do distiicto da Barra do Brejo o cida-
dao Jacintbo Jas de Alapenaa, para o qual foi
nomeado por portada de 24 de Janeiro.
N
seguiutes:
Pelo Dr. Malaquias;
Foatholouiia e aotoplastia com a mucosa piepu-
pucial Indicada por elephantiasis e phimosia do
penis.
Poalbotomia pelo termo cauterio, reclamada por
phiu osi* e cancros venerios.
Dilatacao do meato anuario e a porcao da ure-
thra da glande, pelo urethrotomo de Nelaton.
Casa de DeienroMovimcnto dos pre
sos da Ca*a de Deteu^ao do Recife no d io 17 do
corrente I
Etiatiam 379 ; entraram 18 ; sabio 1. Exis-
tem 39.
A aaber :
Nacionau* 3V.t ; mulbers 12 ; estrangetros 14 ;
escravos sentenciados t ; dem proceosado 1 ;
idem de correcio 4,Total -?96.
Arra^oados 3G2.
Boas 337 ; doentes 25 Total 362.
Movira-uto da enfermara.
Te ve baixa :
Jos Vicente Ferreira de Souza-
Liileriu iloUro-ParuA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:(l00'i000, ser extrahida no dia 30 do cor-
rente.
Bilbctcs venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joio Joaquim da Costa
Le te
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuaa ra Primeiro de Marco B. 23.
Eiaterla da provincia do Paran
A 10 lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 15:000000, ae extrahir
uo dia .. do crrente.
Bilh-tes a vouda na Casa da Fortun-i, rus
Priraciro de Marco n. 23, de Martina Fiuza & C.
Lotera da norteA 04 lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:000*000 ser extrahida no dia .. de Mar-
co.
O bilbetea acham-se veuda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fo: -
tona ra Primeiro de Marco.
Lotera para fundo de eaancl-
par.AoA 22 parte desta lotera cujo premie
grande de 6:00041)00 era extrahida no dia 19
de Abril, a 2 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For
una ra Larga do Rosario n. 36.
80:000OUO para a eontiuuacio do com ne ci 1 de
ferragena nesta praca ra do Marques de Oliada
ns. 64 e 66.Seja archivado.
De Mandes & Pereira para que seja archivado
o contracto de pociedade em n"m c lectivo que
sob dita firma celebraram Manoel Mend-s da Sil-
va Jnior e Eduardo Pereira com o capital de
30:2140o2 para o commercio deiraportacio e ex-
portacio de couros, solas, marroqums, artefactos
para selleiros e sapatoiros, neata praca ra do
Mrquez de Olinda n. 33.Archive-se na forma
da lei.
De Azevedo & C para que se registre a m-
meaeao de sen caixeiro despachante Justino Mi-
guel da Costa.R-gistre-se.
Nada maia ha vendo a despachar, o Illm. Sr.
commendador presidente eacerrou a aessao s 11
hora* e 1|2 da manhi.
puBLiCACoes a mimo
As opposices de nossa trra
E' seriamente de lastimar que em uma provin-
cia Ilustrada como a de Pernambuco, tenha baila-
do tanto o nivel moral Qas opposices que nio se
encontr meios de mostrar que se adversario po-
ltico de ura cavalhero qualquer, embora de fina
edueacao, senao injuriando e calnmniando.
Faz nojo, a expreasio propria, digamol-o
com pezar, ver o modo porque alguns enten-
dem se mostrareis opposicioniatas do presiden"
te da provincia o Exra. Sr. Dr. Pedro Vicente de
Azevedo.
Nio discute os seus actos; nem uma palavra
quanto s providencias governamentaea que tem
dado e se mostra disposto a dar em rclacolo di-
versos ramos de aervico publico; tudo sso nada
importa.
O que ae diz do presidente da provincia para o
magoar ?
Nada maia do que alguns palavr a tolos ou
ioeotcs. E' um perverso, foi quem metteu pi-
que o vapor Bahia, nao frctouuenbum navio para
explorar o mar no lugar em que se deu o naufra-
gio ou procurar capoeii as degallinhas pelas praias,
asaisle procaaea, reo confesao de que as auto-
ridades que nio cumprem bem com auas obriga-
coea, devem ser advertidas, emquanto nio for ca-
so de demissio, e finalmente em lempos passado,
quando e douto-ou, era to estpido que, em
fallar as tbcies que sustentou e foram publica-
das, porque nesas difncilmente ot sabioB serao ca-
A traDscrip5ao de ana artigo sob a epi-
grapheConsumou-se a iniquidadade
publicado pelo Rio Brano, de Manis, no
Jornal do Eecife de hontera, nos suggerio
a publicacSo da Manifestatjao honrosa
de que foi alvo o digno e prestigioso
chefe do partido conservador do Ama-
zenas commendador Clementino, na noite
do mesmo dia em que passou a adminis-
tracao da pro/incia ao presidenta nomeado.
Nao pretendemos entrar na apreciacao
do artigo a que nos referimos, queremos
soinente nao dcixar sem reparo a grave
injustica qui se faz quelle distincto
chefe.
A espontanea e singela manifestacao do
pariiuo representado por 179 cidadaos
dos mais listn .'tos e prestrnosos bas-
tante para desfazer o juizo apaixonado do
Rio Branco e destruir o effeito que se pro-
curou cusar aqu com a mencionada trans-
cripto.
Manifestacao honrosa
Damos boje estampa a hrilbante
manifestacao de que foi alvo o Exm. Sr.
vice-presidente d provincia, commenda-
dor Olementno Jos Pereira Gruimarihs,
no dia em que deixou as redeas da admi
nistracao da provincia.
' ella a prova mais eloquente do pres-
tigio real de que goza S. Exc. entra seus
amigos, como cidado e chefe poltico.
Aceite S. Exc. as nossas felicitacS^s
por mais essa solemos demoastracao de ta-
uoosiderac.ao e apreso s suas grandes qua-
lidadea cvicas e administrativas que re-
gistramos com prazer como uma das pa
ginas mais brilhantes de sua j longa
vida politiza.
Illm. Sr. commendador Ciementino Jos
Pereira Guinaraes, dignissimo Io vice-
presidente da provincia. Ao deixar V.
Exc. a alta administracao da provincia,
cuja cadeira tem j por tres vezes, no de-
curso de sua vida publica, oceupalo at
boje, sempre para felicidad o dos seus con-
cidados e engrandecimento deste aben-
coado solo, de que ha sido em todos os
lempos um dos mais valentee cooperado-
res, o partido conservador do Amazonas,
do qual e V. Exc. chefe legitimo e nico
representado pelos abaixo assignados, im-
pelidos pelos sentimentos de gratidao quo
ha V. Exc. sabido accender no coraco de
todos os Auozonenses e ainda mais pela
hamogeneidade de principio.? polticos, que
a V. Exc. o liga, nao- podia neste momen
to compacto e forte deixar de congregar se
em torno de V. Exc, para applaudil-o e
bemdizel-o pela brilbante administracao,
que como um eyelo de luz acaba V. Exc.
de fechar com a chave de ouro, nos fastos
historeos da provincia, mais urna vez de-
monstrando perante o paiz esso alto tino,
prudencia e sabedoria, que constituam os
traeos mais salientes no seu perfil politizo.
Nesta expontanea e hunisonna manifes
cao, Exm. Sr., vai ao mesmo tempo da
nossa parte um testemunho eloquente e con-
victo da profunda adhesao, levantado a
preco o purfeita calima que vota o partido
conservador do Amazonas, pessoa de
V. Exc.
debito assim diminuido dentro do anno financeiro
qne principiar era Julho do corrente anoo ; nio
s porque a*3im poder fcilmente extinguir se
tal Uebitocomo attcudera terrivcl erise que atro-
pina ao commercio, lavoura e eui geral a todos os
iitribuintes.
Em todos os paizea civilisados sempre foi tidu
em grande conta a difficuldade tinauceira e estx
iocoatestavelmente orinda da eacassez de meios
de jada um era particular. Entio todos os gover-
nos curari) de alliviar o povo do cruel veame
do imposto.
Em Portugal quando a divida publica assuber
bou ameacando tragar todas as forcas activas da
populacio um doputado houve que ergueu, no soio
do parlamento, -ua possante voz e eonseguio limi-
tar aquella divida a metade com o praso de uu:
auno para aua extiuccao de modo que quem evia
cem pagou cincoenta etc., e com evito dentro de
se8 mezea desappareceu o quadro do debito gra.
o estado colh-u cerca de dez mil contos e o paii
caminbou desaisombrado na senda do progres-o.
Porque os Nobres Representantes nio seguis
teo til exomplo?
Assim como os governos no3 terapos calamite
sos exigem do povo sangue e dinheiro e sempre.
pelo patriotismo, obtera 6 justo que attendam ai
povo nos casos crticos como 03 que atruvessamo:
o aliviem dosonus que circunstancias imprevistas
o eollocaram. Ninguem por certo haver, a nao ser
um egosta, um cnico; um perverso emfim, que.
c >n 'Mimar sem-lhante pedido pois eile fundado
na nopoasibilidaiie em que estio os ontribuiitec
de saldar o que devera a f z-'nda provincial
Qual ser melhor que por raeio de tal medida,
toda humanitaria, liquide-se dois mil contos dentro
de seis meses ou mesmo ura anno. ou que conti-
nu a figurar no qo.adro activo do th-'souro cerca
de cinco mil contos da dbitos e cinco mil accdei
em juizo liquidando nomeiode lagrimas e miseria
publica quatro a cinco contos de ris annualraea
te? Crem03 que a resposta ser era favor de nos-
so pedido 0 qual esDeramos ver convertido em lei
Recife 12 de Marco de 18S7.
Rsia do Baro da Victoria d
14, 9- andar
A pnprietaria deste estabeleeimento, j bastan
te conhecido pelos trabalhos alli executados com
meatria e bom gosto, como tambem pela lbaneza e
cavalheirismo que costuma-se dispensar quelle?
que dignam-ee de honral-o com a sua visita e
confiaoca, previne ao publico que, com a aequisi-
cao que fez de machinas as mais aperfeicoadas.
est o mesmo estabeleeimento em eoudicoes de
tirar retratos inalteraveis por preco inferiores
aos dos que teem ltimamente vindos dos Esta-
dos-nides, e assim que um retrato de meio ta-
ran! natural tira-se pelo custo de 15*000.
O atener, modificado e reformado como acabt
de ser, tornon-se o mais perfeito possivel para da-
tribuicio de lnz, de modo que pde-se trabalhar
sempre, com bom eu mo tempo, de 9 horas da
manhi s 6 da tard<\
A essaa circura itaacias accrescc ser o pessoal
technico habilitadsimo e delle fazer parte o pho
tographo heepanhol D. Joaquim Canelas de Cas-
tro que trabalhou nos melhores estabelecimentoa.
desse genero, em difivrentet. paize* da Europa, e
a reapeito de quem j 03 diversos jornaes destx
provincia trataram.
Do que fica dito v-se que est o referido esta
belecimento em condices de executar com pericia
quaesquer trabalhos de photographia.
Alli encontrar-se-ha sempre expostas venda
grande numero de vistas de alguns cificioe
pblicos, pracas, ra desta cidade e seus arra-
baldea.
Academia
Para amauha, s 11 e 1/2 horas do dia, n'um
doa aaloea da faculdade, aio convidados a compa
recerem os Hrs. acadmicos de todos os annos, no
intuito de eleger-se oa eeus representantes para a
sessao fnebre que realisar-ae ha no dia 24 do
corrente no theatro Santa Isabel, pieaidida pelo
Exm. Sr. Dr Jos Joaquim Seabra, em bomeoa-
gem aos nufragos do Bahia ; que suecumbi-
ram.
Ootro sim : previne-se que a eleicio far-ae-ha
com o unmero dos acadmicos que comparecereuu
para evitar protestos.
A commissao,
Paulo Silveira.
Heldeberto A. Guimariea
Cicero Vaaconcellos.
Luiz do Amara!.
Caosiano Lope.
Esmeraldino Banieira.
Salles Barbosa.
r
I


Diario de PernainbiicoTcrgaleira 19 de ibril de I3S7
%

Toase toa eicarroa de nsjue ()
Um honrado negociante do Cerro Pellsdo, muni-
cipio de Pelotas (Rio Grande do Sul). sch.ndc-se
gravemente atacado de urna enfermidade pulmo-
nar, toaaindo constantemente e algumas veses com
escarros da sangue, vio ana a.de recuperada com
o uso de algnos frascos d, Pbitibai. na Cambaba.
Esta maravilhosa cura aasrm attestada pelo
ex-enfermo, quo boje eosa a mais mvejavel sade:
Illm. Sr. Jo; Alvares de Sama Soares.
Pelotas.
< Soffreodo ha tres unas do urna toase pertinas
com escarros de sangu.', com carcter de urna mo-
lestia pulmonar, e depois de todo o mando aqu
julgar-pie pjrdido, resolv tomar o aeu grande re-
medio Peiloial de Cambar, e logo a tosse foi de-
clinando, deixando de deitar mais sangue, as tor-
cas foram reviguraodo-se e hoje, gracas a Dcns,
acho-me psrfeitameote curado.
PJe fuer o uso que quiser desta miaba fran
ea dedaraco e creia-me, etc., etc.Antonio Luit
de Oliveira.
O referido medicamento acha-se venda na
agencia a cargo dos Srs. Francisco Manuel
da Silva di C, ra Mrquez d'Olinda n. 23.
Frasco 2*500, meia duza 134 e duzia 24*.
A agencia remette a quem ptdir, condieoes ;m-
pressas, para as vendas por atacado.
319
\&o desanmelas bellas eunoraat
jando vossas forinosHS .nsdeixas principiam a
adelgasar. Fortificai e fortalec de novo O crneo
e as fibras amortecidas com o incomparavel e nrui
afamado Tnico Oriental. A natureza requer e
suspia por um apoio artificial afim de reproduzir
as fibrHS perdidas e este vigorador nutritiva da a
asutescia neceasaria. Se o crneo se acha rece-
-jido e exfoliado o tnico Ihe restitue nova vda
e da aos cabellas um lustroso esplendor to bri
;oanto e suave qual a seda a mais fina.
Acha-se venda em todas as prineipaeg pbar-
macias, drogaras e lojas de perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Forster 4 C,
roa do Commercio n. 8
Aos Srs. propietarios e ediflea-
dores
Na antiga e beui acreditada olarij d Brnto dos
Santos Ramos, ra do Vizconde de Albuquerque
outr'ora da Gloria) n. 85, encontrars os Srs.
iroprietarios e edificadores, os seguintes ob|ec-
106 :
Tijolos de alvenaria batida.
Ditos quadrados de diversos tamaubes
Ditos para forno de padaria.
Ditos de tapamtnto.
Ditos para cacimba.
Telhas.
O propretario drssa conceituada olaria eeienti-
fica aes interessados que todos os s- us productos
?ao manufacturados com o excellente barro d'agua
doce, do lugar Taquary, tornando-se por couse-
guinte reeommendaveis nao f para a sade, por
nao ser hmido, como o eo s a'agua salgada,
mas tambetn pela duraco. Outrosim, scienlifica
igualmente, que a forma de suas telbas maior do |
que qualqner outra, sendo estas, ao meso.o lempo,
mais leves por nao receberein durante o invern
grande quantidade a'agua, como succede coro as
!e burro d'agua salgada. Precos mdicos. 87,
rus do Visconde de Albuquerque, ouu'jra da Glo-
ria, 87. Entrada pelo lado do caes, defronte do
psssadico.
Pas, mais, tutores!
E do vosso dever aproveitar a occasio que '
vos offerecida para couhecer as disposicoes e '
aptidoes de votis filbos.
Vossa satistaco e o futuro delles d'abi de- !
pende.
lir. Viremonl, phrenologista actual- '
mente em Pernambuco, ui hotel D. Antonio,
das 9 as 11 da mauh e das 4 s 7 da tarde
cu as casas das fair.il as a chamado por es-
cripto.
Tclephone n 4
N. 9. A EmulsSIo do Scott fortifica e
desenvolve o systema osseo e nervoso das
crianzas debise rachiticas, e nSo ha nada
que posea se comparar este remedio ta >
agradavel a reconstitainte para a cura das
doengas devidas a m condigao de sangue
e debilidade do corpo.
I)r. Joo "iiiIii
hedico
Especialista em partos, molestias de scnhiras
de enancas, com pratica as prncipaes materni-
dades e bospitaes de Pars e de Vieana d'Austria,
fas todas as operacoes obsttricas e cirurgioas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Baro da
Victoria (antiga rna Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 hora* da Urde.
Telephoue o. 467.
Dr. Ferrtir* da Silva, consultas
das 9 ao meto da. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Advogade e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tera
abert> o seu escriporo de advogado ra Io de
Marco n. 4, onde tambera pode s.t procurado para
leecionar o ingles, francez e ailemo, pratica e
thenricameiite, nos collegina e casas de tamlia.
Tambem para a commedidade (ios estudantes
e empregados do commercio, resolveu abrir um
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escriptorio cima referido.
Dr. Paulo Caetano de
Albuquerque
Pego ao Sr. Dr. Paulo Oaetano de Al-
buquerque o obsequio de responder a mi-
aba carta de 20 de Fevereiro fiado.
Pode procurar-me ra Duque duCaxias
n. 91, que abi achara cora quem tractar.
Recife, 27 de Margo de 1837.
Bellarmino Dourado.
8
{}
!
}
I!
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Bailiazar da Siiveira
Especialidadesfebres, molestias das
riancas, iios urgSoa respiratorios e das
enhorna.
Presta-se a qualquer chamado para
fort da capital.
At'IVO
H
i!
I I
i!
Todos fs chamados devem sor dirig- I
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da j I
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
Curso Mico e pratica ta all
DO COLLEGIO
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem
Europa, com pratica nos bospitaes de Parir, Vi
nna e Loudrcs, onde dedieou-se ;. esludos de
partos, moltstias de senhuras e da pelle, oflerece
<>8 secs eervcos mdicos ao rtsp. itav. I publico
desta capital e ora d'ella, p >d. n I > ser procurado
no seu consultoriora da Cade'a u. 53, de 1 as
i horas da tard<>, ou em sua residencia tempora-
ria Ponte jl'Ucha 55.
COMERCIO
B'i*a <>inuierclal
COTAgOKS OFFICIAES DA JUNTA DOS COB-
UECTOKES
Recife 18 de Abril de 1887
Cambio sobre Pelotas, 60 djv. coro 2 0(0 de des-
cont.
Jambio sobre o Eio Grande do Sul, 30 djv. com
1 0(0 de descontc.
ainmo ubre Londres. 'JO d|V. 21 3,8 d. por
1*000, do banco.
,1 presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
i) eecrHtario.
Kuuardo Dubeux.
Hoii.'iienio bancarlo
RECIFE, 18 DE ABBIL DE 188
Os bancos mautiveram boje uo balcao a taxa de
1 3/8 d. sobre Lmdres c as relativas sobre as
otras pracas.
Vigoraram, portauio, officuimeute as seguintes
tabellas :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 3/8 e vista 21 1/8.
Sobre Par, 90 d/v 445 e vista 449.
Sobre Uamburgo, 90 d/v 551 e vista 556.
Sobre Portugal, 90 d/v 250 e vUt* 252.
Sobre Italia, vista 449.
s ,bre New-York, visu 2J370.
Do English Bank :
N>bre Londres, 90 d/v 21 3/8 e viata 21 1/8.
Sobre Paria, 90 d/v 445 e vista 419.
Sobre Italia, vista 449.
Sobre Hambnrgo, 90 d/v 51 e "ista 56.
Sobre New-York, vista 2*370.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 250 e vista 252.
Sobre as principaes etdades de Portugal, vista
257.
Sjbra liba dos Azores, vista 260.
Sobre liba da Madeira, vista 257.
Mercado de awiucsr e alcodo
RECIFB, 18 DE ABBII. DE 1887
Assucar
Este argo contina a ser cota do aos algaris
:uo8 seguintes :
:;.* baixo, por 15 kiles, de 2*000 a 2*100.
3.' regular, p>r 15 kilos, do 2*100 a 22.i().
3.' boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*100.
j. superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Uranco turbina pulvciisado, par i kilos, de 2*300
a 2*400.
Smenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
.{ruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
tetames, por 15 kiles, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo aos piceos go obtidos
j nforme o sortimento.
Algodao
Foi catado o de Pernambuco e (boas proceden-
cias, em trra, a 7*000 (firme) par 15 ki.os.
Palacno nacional Osear
Foi fechado o fittiinento deste patacho para
'arregar aqu, com destino a .Santn, aesucar a
110 ris por 15 kilos e aguardeute a 7* por pipa.
Vapor allemo Uurusuay
Sahio auteh .nt i levando par,, aaiilus a se
_ nute carga :
2,200 saceos cun assucar branco.
.'<.U00 ditos cun dito ma-cavado.
Jarregaram diverolS.
I ta.r Ingles Aureola
M'guio autehoutem para Ni w Yulk, cciiJuziodo
."'.59i saceos com a>sucar mascavado.
Carregou Johustoa Pttr i C.
O director deste estabeleciment, avisa ao pu-
blico, que, p*ra propagar o costo pelo cstudo das
linguas, abriu um curso de allemo, onde os alum-
nos podero appremW como theoricainente.
A referida cadeira regida pelo Dr. Eduardo
de Oliveira, que tendo residido quatro alios
e meio no mu couheeido collegio BREIDES
STEIN, u Suissa, acha-se perfeitamente habili-
tado, para bem desempenhar essa incumbencia.
Aquelles que quizerem se matricular ao dito
corso, queiram entend'T se com o director do Cl-
legin, ou com o Mr. IMuurlo Alfredo de Oliveira,
na ra 1* de Marrjj n. 4.
Jos Ferrara da Crux Vieira.
Vapor ingles De Bay
Sabio antehonlem para Liverpool, com 3.900
saccas com algodo.
Carregou John II. Boxwell.
Lugar Ingles Horoet
Sae boje com destino aos Estados-Unidos, para
onde levou 9.800 saceos com assucar mascavado.
Carregou Heoiy Forster t C.
Enlrsda* de a-murar e sslatodo
UEZ DE ABRIL
Binunas
Barcacas.....
Estrada de ferro de Ulin-
da......
Estrada de ferro de Ca-
ruar.....
Animaes.....
Estrada de ferro de 8.
Franciscj .
Estrada de ferro de Li-
mociro.....
1 1 (5 1 1
1 a 16 18.877
1 a 16 . .
l a 16 1 16 3.669 2.400
l 15 25.S67
1 15 1.121
51.934

994
5.163
161
5.638
1.133
1.171
EDITAES
14.266
Banco de Crdito ll.nl
At o da 15 do mes vindonro, de'ein ob ac-
cionistas do Banco de CreJitn htaal Uo Ptiriutm-
buro realizar a terceira entrad* uu val. c no-
minal de suas aec-s, na raso de 10 0/0, levau-
do-a sdu do banco, na rna do Commercio n.
34.
Este banco est pagando o sni primeiro divi-
dendo a razo de 4*000 por uccao ou 10 0/0 do
valor realisado de cada urna.
O pagamento faz-se na sede do banco, das 10
horas da manha s 4 horas da tarde dos das
tafia
Nota do Thcaouro dilaceradas
O recolhimento' de notas dilaceradas est salido
feito na Tbesouraria de Fazenda, as turc-.s e
sextas-feiras, das 10 s 12 horas da manhi.
Pauta da Aifauicita
LUANA DE 18 A 23 DE ABRIL dk 1887
Alcoo! (litro) 218
Algodo (kilo) 400
Assucar refinado (kilo) 151
Dito branco (kilo) 131
Dito mascavado (kilo) 067
Borracha (kilo) IWi
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf boro (kilo) 460
Cafrestolho {kilo) 3-0
Carnauba (kilo) 366
Cargeos de alfodo (kilo) 040
Car vio de pedra de Cardifi (toi.) 16*000
Couros seceos e>pichados (kilo) 58">
Ditos salgados (kilo) 500
Ditos verdes (kilo) 275
Farioha de mandioca (litro) 500
Fumo res'olho (kilo) iOO
(enelira (litro) 200
Mel (litro) 040
Mllho (kilo) 040
Taboados e amsrsllo (duzla) 100*000
luiporla^o
Vapor nacional Pernambuco dirgado
dos portos do sul, no da 16 e consi^uado
ao Visconde de Itaqui do Norte, iuut ttja:
0 presidente da Cmara Muaicipal do Re-
cife, em virtud" do art. 26 da le de i de Outubro
de 1828, convoca para negocio urgente urna s*s-
eo da mesma Cmara para amgnba, 19 do csr-
rente, ao meio di*, sendo incluidos neste convite
oa Srs. supplentes j convocados Alexandre A. de
Caldas Padilha, Demetrio de Grusmao Coelho, An-
tonio Artbur Morcira de Mendonca, Autuiiij Ma-
chad i Gomes da Silva, Joaquina Jos de Abreu e
Dr. J ai Clodoaldo Monteiro Lapes.
Secretaria da Cmara Municipal do Recife, em
18 de Abril do 1887 Francisco dj R.-go B. de
L.cenia, pro-presldcntc.Fraucisco de Assis Pe-
ndra liocha, secretario.
DECLARCOES
Conselho de compras da repar-
tilo de uiarinha
Supprimento de sobresalientes e materiaes aos na-
vios de guerra, tundeados uo porto desta capital
e s dependencias deste Arsenal.
De ordtT. do Exm. Sr. chele de divistto Jos
Mauoel Picaneo da Costa, inspector doste Arsenal
e capito do porto desta provincia, fuco publico
que ii> da 25 do correte, as 11 horas da inanha,
se contracta em conseibo, \sta de propostaa
apresentadas em cartas fechadas, por tempo de 6
nezes, contar de 1 de Julho a 31 de Dezembro
vindouro, o supprimento de sobresalentes e mate-
riaes aos navios de guerra fuidpados no porto des-
ta capital e i-s dependencias deste Arsenal.
As amostras deverSo ser presentadas at a
vespera do ui.i em que tem de se reunir o conse-
lho.
Os objetos a ootractar-sc sao os segu;ntes :
Abasteciniento do almoxarijado
A
Agulhas para bitacula, preco de umu
Agulhilo, dem.
Agulha para lona, dem.
<* guiha para brim, dem.
Amarras de ferro, dem psrkl)
Ancoras de ferro, dem.
Anc retas, idem.
Ancorotes, dem.
Arrebem, dem por kilo.
Algodao em rama, id.-ui.
Dito branco, idem.
Dit-> em fij, idem.
Azeite de sebo, litro.
Alvainde de zinco, kilo
Dito de chumbo, idem.
Azeite de peix-", litro.
Aleatrao da Suecia, barril.
Aiiia-raz, kilo.
A guillas meio-palombar, cento.
Ditas de palomOar, idim.
Alicates de ac, redondos, idem.
Ditis de bqo, quadrados. idem.
Acj quadrado, idem.
Dito ero 1) .rra, dem.
Dito fundido .s S. dem.
Dito i m Vrrgas, idem.
D.t- batido, idem.
Dito fundido em vario S S, idem.
Dito cm vergalbao redondo, ideo.
Dito em vergalbao sextavado, ideui.
Dito em vergalhao oitavado, idim.
Dito em balha, idem.
Dito para molas, idem.
Aldrabas de ferr, urna.
Ditas de metal aioarello, dem.
rame de cobr*, kilo.
Uito de ferro, id Dito de latji-, idem.
Ai'u'ii de latao, dem.
Arcos de f> rro, kilo.
Amxgro, dem.
Azas ou pegadeiras de lata i, qjalquir dimeoSuO,
id-i 31.
Azul ultramar, k lo.
Auiaiello francez, idem.
Arcliotrs alcatroadoe, cento.
Arco de pao para b-.rril. idem.
B
liandeira nacional de 2 12 pannos,' urna.
li.in leinn de ua^ilj de 4 pannos, idem.
lri;> branco. metro,
iiui de linho para velaino, id m.
Brinziio, ideal.
Kriin da ttaasia, idem.
ISaetilha ou fl iiit-lla branca, dem.
Balanzas horisoutaes com conchas de mstal, idem.
Balanzas para mesa com couchas, idem.
Baudija de pao, idrsa.
i; .: i- s ferrados, pequeos, idem.
Bal.es ferrados, grandes, idem.
Baldes de sola, dem.
Baldes de ziuco. idem.
Carga do Rio dti Janeiro
Chapeos 1 i-.iixao a Raphael ias & ('..,
1 a .^an arcJ3 & C, 1 a B^mardiuo da
Silva Carvhlho, 1 a Christiani (4 C
Caf 20 saceos a Domingos Cruz i C,
400 or.lem. 91 a Ftrreira Rodrigues &
C, 7 a Jote Jjaiiuim Alves v C, 283 a
.oaquin Ferreira de Carvallo & C, (50
leo es Lima & C, 57 a Alberto Rodri-
gues Branco.
Drogas 6 volumes a Pereira Crneiro
S C.
Fumo 24 voluntes a Sodr da Motta &
Filo. Dito em folha 10 fardos a Esnaty
Baiiki.
Livros 1 c ixao a Andr Santos.
Panno de algod3o 33 fardos a A. Lopes
& C, LO a A. Vieira & C, 6 Luiz Anto
nio Sequeira, 12 a Ferreira & IrmSos, 16
a Baltar Oliveira & C.
Xarque 400 volumes a Amorim InnSos
& C.,' 200 a Baltar Oliveira rdea.
Carga da Baha
Chapeos 2 caix5es a Antonio Pinto Car-
neiru & (.'.
Charutos 2 caixSes a R. de Drusina, 1
a Joao Vctor Alves Mathas 4 C 4 or-
dera.
Fio de algoiilo 0 saceos a Andrade Lo-
pe-a iS C, 20 u Ferr-ra IrmSos 20 or-
UCLU.
Fumo em folha 116 fardos a Esnaty
Banks.
Pelles 37 amarrados ordem.
Panno 40 fardos a Machado & Pereira,
26 ordem. 50 a Olinto Jardim & C, 81
a Ferreira & Iraiaos, 6 a Andrade Lipes
& C, 6 a Gomes de Mattos InuSos, 20
a Luiz Antonio Sequeira, 5 a 'Joaquim
Agostioho & O, 30 a Alves da Brito
&C.
Vollas 103 caixas ordem.
Vapor nacional Jaguaribe, chegado de
do Aracaju' e esuala no da 18, e consig-
nado a Compauhia Fernaiubucana, mani-
festou :
Algodao 61 saccas a W. W. Robiiliar.l.
Mercadonas 1 caixa oidem.
laxport^eo
BECIFB i 6 DB AbuiL DE 1887
Para o exterior
Na barca norueguense Dovre, carregaraic :
Para o Bltico, Borstelmanu & C. 'v0 fardos
com 37,53b' kilos de algodao.
Na barca no. pegense Brodrene, carrega
ram :
Para o Bltico, S. Brothers & C. 126 saccas com
9,598 kilos de alrtodo.
Para o interior
No vapor allemo Jote Gentbra, cartega-
raui :
P^ru Santos, Baltar Oliveira & C. 2,00;) taceos
com 120 000 kilos de assucar branco.
No vapor allema Uruguay, carregaiam:
Pura Santos, F. A. de Azeveno 400 saceos com
24,000 kilos de assucar mascavado e 200 diios
com 12,000 ditos de dito branco.
Para o Rio d Jaueiro, C. Marques 10,80 ) cha-
pis do Chile.
Bitaculas, idem.
Barquinhas de patente, idem.
Badames, um.
Belmases de ferro, kilo.
Belmases de latao, idem.
Borracha em leocoi, idem.
Botoes de metal para caixilhos e vidros, idem.
Breu, kilo.
Brochas chatas, dusia.
Brochas para pintar, urna.
Ditas para caiar S S, idem.
Bronce, idem. .
Bronzil, grammas.
Bules de folha, um.
Baldeadeira de folha, idem.
Bules de folha, um.
Bagottas SS, urna.
C
Conchas de ferro para cosinba, urna.
Ditas de ferro agaths, dem.
Cera preta para corrame, kilo.
Dita amarea, idem.
Dita em pao, dem.
Dita em velas, idem.
Dita virgem, idem.
Carmn, liquido ingles, vidro grande, um.
Cera em archotes, kilo.
Colcho de capim de 1 ",550X666. idem.
Cabo de lioho branco, kilo.
Dito de mauilba, idem.
Dito do cairo, idem.
Croks de ferro, um.
Co!beres de ferro, urna.
Compasaos para desenlio, um.
Cassarolas de ferio estanhado, kilo.
Dit-ie de I rri esmaltado, idem.
Chaleiras de ferro estauhado, idem.
Ditas de ferro esmaltado, idem.
Carretel do barquiuba, um.
Camurca, pelle.
Cadmhcs de patente, differentes nmeros, um.
(.'atracas de diversas dimensoes, idem.
Ditas com manivella, dem.
Cal branca, litro.
Dita preta, idem.
Dita de Lisboa, iiem.
Dita de Jaguaribe, dem.
Cadeados de ferro, um.
Cira da trra, kilo.
Dita branca, idem.
Cinzas azucs, idem.
Colla da Baha, l.1 qualidade, idem.
Dita de pellica, idem.
Dita de pintura, idem.
Colheres de tetro para pedreiro, urna.
Compasaos de ferro, um.
Correia oe sola singella de Tuke, idem.
Dita de sola dobrada de Tuke, idem.
C.bre em chapas, kilo.
Dito em barra, idem.
Dito em vergalbao, idem.
Dito em folba para forro, idem.
Dito em vario, idem.
Dito em folha, idem.
Dito em lencol, dem.
Chumbo em lencol, dem.
Dito em barra, idem.
Chaves de feuda ou parafuso, urna.
Ditas inglesas, idem.
Cimento Portland, barrica, idem.
I! irn.b.i em velas, kilo.
i ir, idem.
Cravos de ferro, cento.
Canoa de chumbo, kilo.
Caibros de qualidade, um.
_".-.i ii n:1o de ferro estauhado, kilo.
Cobertores d-: li, um.
Caderuae8 brsnzeados SS, idem.
Chinello de vaqueta para a oufer.naria.
Cimisola de brmi.
O
Dedaes de repucho, um.
iJainasco de l, metro.
Diamante para cortar vidro, idem.
Dobladlas de ferro reforjadas de junta, cempri-
das, de qualquer dmenso, urna.
Ditas de dito quadiadas para machina, de qual-
quer diuieusao, dem.
Ditas de dito batido, quadradas, de qualquer di-
inenso, idem.
Ditas de latao, compridus, de junta com exo do
inesmo metal, refoir;adas, de qualquer diuieusao,
dem.
Ditas de tatito, compridus, de junta, com exo do
mesmo metal, reforjadas, de qualquer dimeuso,
dem.
Ditas de dito, compridas ou de junta com eix do
mesmo m- tal, nao reforjadas, de qualquer di-
meuso, idem.
Ditas de dit i quadradas, reforjadas, de qualquer
diin.nsa.i, iaem.
Ditas de dito quadradas, nao reforjadas, de quer-
quer diniensao, idem.
Ditas de dito quadradas leforcadas, paramacbinas,
de qualquer dimensilo, dem.
N vapor inglez Coban, carregou ;
Para o Par, V. da Siiveira 400 barricas com
28,387 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Pernambuco, carrega-
ram :
Para o Para, Baltar Oliveira S C 300 barricas
com 18,000 de assucar branco ; F. A. de Azevedo
40U barricas com 26,000 kilos de acucar branco ;
Amorim Irma-a & C. 500 barricas com 32,912
kilos do assucar brnco ; P. Pinto & C. 10 pipas
e-nn 1 S U litros de aguardeute ; A. K. da Costa
70 barricas com 4,525 kilos de assucar retinado ;
P. Alves ce C. 45 barricas com 2,228 kilos de aa-
sucar refiuado ; A. Oliveira C. 3 eaixas com
30 kilos de doce : B. Oliveira & C. 41 saceos
com l0,375 kilos de unlho ; H. Oliveira 460 rocos
de sola.
Para Macaos, H. Oliveira 25 barra com 2,401
litros de agurdente e 20 barricas com 1,090 kilos
de hssucar branco : F. A. de Azevedo 130 barr
cas com 5,816 kilos de assucar branco ; Amorim
Irmaos C. 40 barra com 3,840 litros de agur-
dente ; P. Pinio de agurdente ; F. de Maraes 17 cascos com 2,310
litros de agurdente e 45 barricas com 2,32.> kilos
de assucar branco : *. Alves & C. 40 barricas com
1,092 kilos de assucar refinado.
Para o Cear, F. A. de Ase ved 5o saceos com
3,750 kilos de assucar branco.
= No lugar nacional M&ia 1; carregou :
Para Moasor, Aguiar Jnior 0 barris com 900
litros Je aguardeute.
>aliiN a cama
Barca inglesa Christiani Scrioer, Bltico.
Barca norueguense Glitner, Hull.
Barca norueguense Aino, Hull.
Biigue allemo 1. G. Fichte, Montevideo.
tingue allemo Jote Genebra, Santos.
Barca norueguense Brodrene, Bltico.
Barca norueguense Dovre, Bltico.
Lugar nacional avenal, Rio Grande do Sul.
Lg-r norueguense Arana, Hull.
Lugar norueguense Speranza, Canal.
Lugar inglez May, Hull.
Lugar ailemio Helene, Moutevido.
Patacho portuzaez Otear, Santos.
Vapor inglez Tinto, Liverpool.
Vapor nacional Jaguaribe, Parahyba e escala.
Vapor nacional Marinho Vitconde, Maeei e escala
Navio* & descarga
Barca inglesa Elhel, bacalho.
Barca dinamarquesa Arica, carvo.
Bajea ugleza Beltrees, bacalho.
Escuna portuguesa ooaquini, vanos gener.s.
Lugar inglez f.iuzie R. vVilce, bacalbo.
Lugar ingles Kalmia, ba'jalno.
I.,'ar inglez Haitt Tode, carvo.
P'.tacho nacional Andaluza, xarque.
Patacho allemo Mary, xarque.
Patacho portugus Joaquina, vanos gneros.
Oinkciro
O vapor nacicnal Pernambuco trouxe do su
para :
Maia l Rezende 5:0004000
Martms Fiuza t C. 2:000*000
Adolpho F. de Barros 1:200*000
Ditas de dito reforjadas para madeira, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de metal idem.
E
Eoxofre em p, dem.
Hito em pedra, idem.
Espirito de viaho de 37 a 90 graos, litro.
Kstanho em vergunba, kiU.
Dito em barra, idem.
Enxadas de ferro, urna.
Ditas de dito cale idas de a<;o, idem.
Enxs para ctrapioas ou dori'eia, idem.
Ditas para ditos ou doriteira, com cabj, dem.
Dita para carpinteiro, com cubo, idem.
Estopa da 'erra, kilo.
Dita de linbo, idem.
Escpulas de ferro, idem
Dita de lato, idem.
Escalas mtricas, idem.
Escarradeiras de ferro, idem.
Di'.as de ferro agatha, idem.
Ditas de folha, dem.
Etquadro de a?o, qualqjer dmenso, idem.
Estopa de algod i, dem, kilo.
Dita inglesa, dem.
Escovas de rainu para tubas de caldeira, qual-
quer diincnso, dem.
Ditas de cabello, dem.
Ditas iuglezas, dem.
Ditas de arauf, idem.
Espumadeiras d-- folua, urna.
Eimeril em p, kilo.
W
Plele SS, metro.
Po de vela d< urna qualidade, kilo.
Dte de algod >, dem.
Porquetas de ferro, urna.
Facas pira cosinbi, dem.
Frigideiras da ferro esmait.-idj, um i.
Ditas de ferro rstanhid i, idciu.
Puuil do folba. dem.
Fio de cobie, kilo.
Folhae de Piaudres grandes, Cliarioil, marca
X,XX,XXX, caixa.
Ditas dita grandes K ke, marca X.XX.XXX dem.
Ditas dita pequeas K-ke, mtica X XX,XXX
idem.
Forme.-, idem.
Fouces, urna.
Flor de onxofre, kilo.
Fczes de ouro, idem.
Peltro seceo, i.1- ;n.
Fechos de ferro, qualquer diineosao, um.
Fecbaduras de ferro para sruiaiijs e givetas
qualquer diinensai, urna.
Ditas de dito para gavetas, duas linuetas e duas
voltas, qua'quer dimeuso, ileui.
Ditas de dito (le i'iitalhar, para port.no eoin ou tem
mar^ani'tas, direita ou es.juer.1a, qualquer
dunenaa i. idem.
Ditas de dito de caizo para porta) com ou sem
Marmitas lireita ou i esqu^rda, qualquer d-
menso. dem.
Ditas de dito con ferrolho pira caixo, qualquer
diinenso, dem
Ditas de dito ile. bomba, qualquer duni-nso, idem.
Ditas de iiitw francesas, pialquer limenso, dem.
Ditas de dito de embutir, de lanceta, qualquer di-
iiientao, idem.
Ditas de ,:ito < m trinco e macaueta, qualquer di-
meuso, idem.
Ditas do dito de tambor, q.ialquar dimeuso, dem.
Dita- de dito de lanceta para portas de corre,
qualquer diinenso. i ein.
Ditaa de dito de agorja, com e sem canho, qual-
quer dimenr.i-', dem.
Ditis de rliro de broca, C' in inctacs e chavea, at
U20 0 080, dem,
Ditas de lato para armario e gavetas, com e sem
Calilla i. qualquer diiiienr', dem.
Ditas de dito ue taihar para portas, com inaea-
iierns de pao, vidro ou pore-lana, direita e
i-hquerda. qualipier dimeiieao, dem.
Dita de "*ir.t. ae enlalhar para p irtas, sem inaea-
uetas, qualquer dimeuso, direita c squerda,
idem.
Ditas de dito de eaixo para portas, c.im H sem
inac-netus direita c esquerJa, qual.jaer d-
m-uso, dem.
bitas de dito com micanetas de ,-i jrcs ou porce-
lana qualquer dim--iiio, idem.
Ditas de laiao p*a armario e gaveus, dm e sem
cuba i, qualquer dimeuso, dem.
Ditas de lati de entalliar para pirtas com ina?a-
netas de pao, vidro ou porcelana, direita e a
esquerda, qualquer dimeuso, dem.
Ditas de lato d entalhur para portas, sem ma-Ji
netas de qualqier dimenso, direita e es-
qulala, dem.
Ditas de lato de callao nara portas, com ou sem
masllelas, direita e esquerda, qualquer di
mea sin, idem.
D tas de lato com inauauetaa de vidro ou porce-
laua, qualquer ilimi-uso, idem.
a^aMaMa^aaa*aaaamwaa^a^a^ammwM
llendiateato pblicos
tienda peral
D la 16
dem de 13
XS DB ABBIL
Al/aniega
371:4624 lt>6
30:093*147
Renda provincial :
De la 16 58:241 349
dem < e 18 5:1894450
401:555/313
63:430*799
464-986/112
i e i 1 a 1 iJ
Icein Ue 18
De 1 a 16
dem de 18
De 1 a 16
dem u 18
Jtecebedoria
unialado Provincial
licciie Drainage
16:769*017
1:8014656
18:5704673
12:910/045
6:1404011
19.0504056
6:403/669
617/293
7:020/967
Mercado Municipal de J<*
O inovimento deste Mercado ucs dias 17 e 18 de
Abril foi o segunte :
Kntrarain :
851/2 bou pesando 10,855 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 50 ditos de 1.* qualida-
de, 10 de 2 dita e .5 e 1/2 ditos par-
ticulares.
685 kilos de peixe a 20 ris 13/700
100 cargas de farinha a 200 ris 20*000
16 ditas de fructas diversas a 300 rs. 4/800
14 taboleiros a 200 ris J800
3; Sumos a 200 ris 8/400
Foram oceupados :
47 co'umnai a >X) ris 28/200
46 compartimento i de fariuba a
500 ris. 23/000
43 ditos de comida a 500 ris 21/500
1 '5 ditos do legumes a 400 ris 70/000
36 ditos de sulno a 700 ris 25/200;
24 ditos de tressuias a 600 ris 14/400
2it tainos a "!/ 40/000
20 ditos a 1/ 20/000
A Oliveira Castro & C.:
IOS talhos a l,j
Deve ter sido arrecadada uestes di,s
a quautia de
108/000
400/000
3:296*360
3:696*360
Kcndimento dos dias 1 a 16
Foi arrecadado liquido .t hoje
Precos do da :
Carne verde de 300 a 400 ris o kilo.
Carnciro de 7 .0 a 800 ris idem.
Sumos de 56o a 640 ris idem.
familia de 210 a 32.1 ria a cuia.
Milho de 26'J a 320 ris idm.
Peijo de 640 a 1/000 idem.
Haiadouro Publica
Foram abatidas n< Mutaduuro da Cabanga 10W
retes para o consumo do da 19 de Abril.
Seudu: 74 rezes pertcncentes a Oliveira Casrr..,
-V (.)., e 26 a diversos.
D tro & O, 1 foi para a caldeira.
Vaporea e navios eaiperadoa
VAPORES
S. Franciscodo sul hoje.
Vi lie de Maranho-do Havre a 19.
Xigerdo sul a '\
Bkameny de Trieste a 23.
La Platada Europa a 24.
Espirito Sautodo norte a 24.
Euclidde Liverpool a 25.
Ceardo sui a 27.
a a vi os
Amandade Hambnrgo.
Apotheker Dirsende Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albinade Carditf.
Anne Catharineda Baha.
Bernardas Oodelewus do Rio Grande do Sul
Brothersdo Rio de Janeiro.
Catade Hamburgo.
Diudado Rio Grande do Sul.
D tas de lato de duas entradaaJa 1 # 2 chaves,
qualquer dmenso, idem.
Ditas de Utode embutir com caixao, qualquer d-
menso, idem.
Ditas de lato de embutir canastros, qualquer d-
menso, idem,
Ditas de laio com trincos e macanetas, qualque
dimeuso, i i, m.
Ditas de lato do tamborete, qualquer dmenso,
idem.
Ditas de ato do lanceta para portas, qualquer di-
uieusao, dem.
Distas de lato da agorja com ou sem canho, qual-
quer dimeuso, jem.
Ditas de ferr, idem.
Ditas de metal amarello, idem.
Ditas com macanetas (francesas) idem.
Ditas de metal soitidas, idem.
Ferro em chapas BB, kilo.
Dito em vergalbao, idem.
Dito em barra BB, idem.
Dito em cantoueiras BB, idem.
Dito inglez em barra, dem.
Dito inglez em varan, dem.
Dito ingles em 1 'hcjI, idem.
Dito inglez em cantoneiro, aera.
Dito Lawmoor em chapas, idem.
Dito Lawmoor era barra, idem.
'Mto Law.noor eui vergalbao. idem.
Dito Lawmcor em cantonearas, idem.
Dit> Liwnoor em va.o, idem.
Dito Lawmoor em lencol, iiem.
Dito da Suecia un barra, idem.
Dito da Suecia em vergalbao, llem.
Dito patete em barra, idem.
Dito patente em %"erga!bo, idem.
Ditos para arcos, idean.
Dito para grelha.-, dem.
Dto xadr.z em chapas, dem.
F. iro gusa, idem.
Dito iuglez em va:> redondo SS, idem.
Dito inglez era varo quadrado, idem.
Dito da Suecia em varo redondo, idem.
Fechos pedrezes, um.
Foles S?', idem
Pirrolhos de metal amarello, idem.
Ditos de ferro SS, idem.
G
Gauchos de lato. um
Dit..s de ferro idem.
Garlupes cora Ierro, idem.
Goleas para calafates, dem.
Ditas pura carpinteiros, idem.
Grozas de ajo, idem.
Casetas de algodao, kilo.
Dita de linho, id. in.
Dita elstica patente, dem.
Dita patente, dem.
Giz em pedra, dem.
Gomma lacea clara, idem.
GesBo, idem.
Gudanh is de ferro, um.
G mima arbica em pedra, kilo.
Gart.s rara cos'nha, dem.
Dito de i -rro, dem.
Gatos eom sapatilho, idem.
Ditos Bngelos, idem.
Ditos dobrados, dem.
Graixa do Kio-Grande em bexigas, kilo.
U
Hostias, nina.
K
K-rozeue, lata.
L
Lisa de panno branco, idem.
Dita de papel, dem.
Jita ile peixe, dem.
Dita de vidro, ioem.
Dita esmeril, idtm.
Lubril cadores, um.
Dita catroada, idem.
Di a de barca, idem.
Lita i (iii chapas para todas as diraciioss, dem.
Dito eic vergalboes, idem.
Dito cm tulla para forros, idem.
Dito cm lencol, dem.
Limas inglesas quadradas de 0,101 a 0,550, du-
zia.
Ditas inglesas chatas 1/2 canna, speras e abss-
tardaa e 0,101 a 0,550, dem.
Ditas inglezas parallelas bastardas, de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas de 3 quiuas bastardas e speras de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas inglezas uiaurcas chitas 1/2 canna de 0,101
a 0,550, idem.
Ditas inglezas maurjas parallelas de 0,101 a 0,550
idem.
ilas de quinas raaurcas do autor P. J-ichson de
0,100 X 0,02, 0,200 X 0,100 e 0,200 X 0,016,
idem.
Ditas ainendoiims maureas do mesmo autor de
0,100 X 0,009, 0,200 X 0,011 e 0,200 X 0,016
idem.
BBBBaaWBEBlB^BBaBHaBBBaBaBaiBaaBBBBaBBSBBBB
apa^aisBmmi
1) .mnede Terra Nova.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Erutedo Hamburgo.
Evorado Rio Grande db Sul.
Elyaado Porto.
Favoritede Santos.
Guadiauade Lisboa.
Jolantbede .Santos.
Julietado Ro Grande do Sul.
J. B. D.de Liverpool.
Joven Correiado Rio Grande do Sul.
Katalinaie Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Maggiede Terra Nova.
Mimosado Ro Grando do Snl.
Marinho VIIdo Rio Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
Nautilusdo Rio de Janeiro.
Our Anuiede Buenos-Ayrea.
Premierdo Rio de Janeiro.
Rosa Hilido Rio Grande do Sul.
Rivaldo Ro Grande do Sul.
Sparkde Terra Nova.
VVithelminede Hamburgo.
llovimcnto do porto
Navios entrado no dia 17
Cardiff45 dias, lugar norueguense HansTede->,
de 259 toneladas, capiio J. A. Josephsen, equi-
pagem 8, carga c-rvo de pedra ; a Estrada ce
Ferro d Caxaog.
Ro do Janeiro c escala7 dias, vapor nacional
Pernambuco., de-1999 tsneladas, commandante
Pedio H. Duar.e, equipagem 60, caga varios
gneros ; ao Visconde de Itaqui do Norte.
Navios saludos no mesmo dia
Santos e escalaVapor allemo Uruguy, com-
mandantfl F. Kier. caga varios gneros.
Porto e LisboaBarca portugueza Hersialia
capito Jos des Janlos L. Jnior, carga varios
gneros.
LiverpoolVapor inglez De Bay commandan-
te R Hall, carga algodo.
MossoiLugar naeiooal Maa 1*, capitao Jos
Maiia de Praho, en lastro.
Porto Alegre e escalaVapor nacional Arlndo
commandante Frank Condito, carga assucar.
Montreal-Lugar inglez Aureola capito Tho-
maz Brien, ca.ga, aasocar.
Navios entrados no dix 18
Aracaju e escala5 dias, vapor nacional Jagua-
ribe, de 412 toneladas, commandante Antonio
Miia Feneira Baptista, cquipagero 29, carga,
varios gneros ; Companhia Pernatnbueana.
Santos e escala7 diae, vapor francez Ville de
Rio de Janeiro, de 1008 tonrladas, comman-
dante Fousnil, eqnipagem 35, carga varios
geucro"; a Aligaste Libile & C.
Mco -12 horas, vapor inglez Orator, de 849
toneladas, comraandant-i J. i. Jones, equlpagem
25, carga varios gneros ; a Samuel Jchnston
& C.
Arachje escala12 dias, vap^r nacional Man-
dahu. de 222 toueladas, commandante Armando
Jote Pereira, equipagem 18. carga algodo a
Compauaia P.rnambucana-
Navios sahidos no mesmo da
Havre escala-Vapor francez Ville de K.e de
Jaueiro, commandante Foosnel, carga vanos
Now Foik e eacalaVapor inglez Portuense,
commandante Fred-Hews, carga vanos ge-
ner.s. ... u
Manos e escalavapor nicional .Pernambuco,
commandante Pdro Hypolito Daarte, carga
varios gneros.
4 '
1 W1HAII 1


Diario de PeraarabucuTcrfa-lcira 19 de Abril de 1887
i

-
Ditas cylndr.eas uiaurcas do mesmo autor 0,100
X 0,200. dem. n
Ditas laucbeiras inaur.as du mesmo autor deO,2oO
X 0,125, dem.
Dit.a curvas de 0,101 a 0,5oO, dem.
Ditas de 3 quioas do autor W. Walcs da 0,101
a 0,550, aem.
Ditas de 1/2 canna chatas e bastardas do meamo
autor, 0,101 a 0,550, idm.
Ditas pirallolua umurcas e bastardas do menino
autor, 0,191 a 0,550, idem.
Ditas speras do tnesmo autor, de 0,101 a V,550,
idem.
Ditas amendoeiras do mctuio autor de 0,101 a
0,550, dem.
Ditas de .co, tima.
Limatoes in. ;Ii :es quadraios de 0,101 a 0,550.
duzia.
Ditos inglez-s redondos de 0,101 a 0,550, idem.
Ditos cylindros de 0.2U0, idem.
Lona da liussia >arga, metro.
Dita estreita, idem.
Dita iugiez, larga, idem.
Dita estrena, idem
Dita dealgodo nacional, i :n.
Lanteruas de patente, urna.
Lav atnos de ferro, utn.
Lencol de brim, un.
M
Ifealba branco para gaveta, klo.
Dito alcatroade, ideui.
Merlina, kilo.
Mo.nbos para caf de Fry, de 6, 8, 10, 12, 14, Jt,
18 e 20 si os, ara.
Medidas de ferro decimacs para seceos, jogo.
Medidas nruricaa .le tjihi, temo.
Morim, meti.
Machado, idem.
Malhos do ferro, idem.
Martello de car jiuteir', idem.
Mart;i!o de pedr.'iio, idem.
Metal uiuiit:, k lo
.Metal patente, idem.
Metal ni tita, l.leu>.
Metal cin fnlha, dem.
Moro- nto, kilo.
Mu 5ua bruna- ados, de n.
O
<)culos lie alcance, mn.
Oleo liub:.va, kilo.
Ocre, dem.
Ouro eui pa >, livr>.
Oxido de forro, kilo.
!
Pas de ferro, nina.
fas de ferro o un pauta, idem.
Ps de ac, idem.
I' Pedraa de ..i ir, idem.
Pedras de amolar, id Pedra de rebol", idem.
I'jdiu ile moer tintas, i iero.
i'ui'l:...: :i' de vidro e luiiyj, id* in.
Penetras de rame de ferro galvauisado, idem.
Pendras de rame do Mito, idem.
.''cutirs de tabello, ideiD.
' neiiM de rame, idem.
Peneira de sed tcui tuinp-, id in.
Pera pome, k. !>.
Pedra podre, dem.
Plronlagina, dem.
Putassa tm pedra, idem.
Pixe da Suevi, litro.
Pincela tsccpeiroa, dem.
I'J preto, lein.
Pcatelas de ferro, dem.
l'uas c. uipletae, idem.
Hiego." de cubre batido, idem.
II.tus de robre de embutir, idem.
jJitos do biouze, ideu.
O.ti s de cobre para torro, leiu.
i)iUs de c. bre Oe tulhamar, idem.
Ditos de ferro para forro, ilem.
Ditos de ferro de peso, idem.
Ditos de ferro, grandes, Ceiito.
Dit s de ferro, pequems, klo.
D.tos batelliufaos, dem.
Ditos de Ierro, de batel graud< =. idem.
Ditos d- ferro, de bate! pequeos, iden.
Hit' s de ferro, ripaes, idem.
Ditos estopares, idrtr..
Dito de trro, iaibr.es, idem.
i Jilos de embicar, dem.
Ditos de ziuco, dem.
Ditos d ferro de galvaaisados, dem.
Ditos de cobie ripal.
Ditos balmazes, idem.
Ditos de. ferro, de costado, dem.
Ditos Ditos de cobre, de batel, idem.
Ditos de cobre de costado idem.
Ditos de cobre, para l.p i, idem.
Dit< s de ferro, de guaruicao, idem.
Ditos francetes. dem.
Ditos de ferro, de soalhn, cento.
Ditos cabio i de pnrceliaim, uin.
Ditos cab ya dourad idem.
Puuees, idem.
I'arafusog de ferro com porcas, qualquer dimec-
so, idem.
Ditos de porcas, cetn eepelbos, idem.
Ditos de ferro, de cabica cbata, differentes dimeu-
tois, grosa.
Dit< s de ferro, cab oa redonda, diTerentes dimcn-
toes, dem.
Ditos de latao, de cabeca cbata, Jifferentes dimen-
oes, idem.
Ditos S, uin.
Ditos de metal amare lie, idem.
I'inceis de Malta, um.
Ditos de seda, idem.
tratos fundos de ferro, a gal ha, um.
Ditos traveseos de ferro dito, dem.
Ditos de ferro, eslauhados, idem.
Ditos de ferro, esmaltados, idem.
Ditr.s de ful ha, um.
Piassafa, kilo.
Pharoea para topes, um.
Dito paraos lados, ver ic c encamado, idem.
Pannos para mesa, metro.
Pocaro de folha, um.
Piato traversa de f Iba, idem.
Dito redondo de f .Iha. dem.
Pelie de carneiro pr-pirada, urna.
B
11 unos de faia SS, um.
It o.te oe ferro galvauisado, idem.
Ka-i'as de f rro, dem.
! .iigo, kilo,
lilo re, idem.
Katociras, uuia.

Sapalbos de ferro, idem.
D t. s de bronze, dem.
Ditos de metal, idem.
.xtatite, id'm.
Sabio esa pe, klo.
Selio mu velas, dem.
Dito coado, idea..
Sleaiiuat tm velas, i:cm.
Di-s em arehutes, idem-
eoadaiexe, dem.
Serrote par cortar earne, um.
Sola iugleza, orna.
l):ta da trra, dem.
Sangue de drago, kilo.
Seeca jte le zioco, kilo.
Dito do chuuib), 'dem.
Sida lorte. idem.
Seoc Miie de ouro, kilo.
Satr,.s ue farro ca.caQ.a6, urna.
T
The.ouras para cortar metal, dem.
Torno de ferro de bancada, kilos.
Tornos de mesa, um.
Tornns pequeos de mi, dem.
Torqoezea, urna.
Trados de rosca de todas as dnnenno s, idem.
Ditos d" cnlher de totas as dimentoe, idem.
Trena meinca, idem.
Tub< s de ferro, idem.
Ditos de ferro para calduiras, idem.
Ditos de ferro para estaos de ealdeiras, idem.
Ditos de lato para caldeiras, idem.
Ditos de latao para estaos de oaldeiras, kilo.
Ditos de cobre, id-un.
Ditos de chumbo, idem.
Dito- de metal, id> m.
Ditos de borracha, idtn.
Telhts de sinco SS, um .
Tij >Hos ingieres, um.
Tachas de bomba, idom.
I) tas de lineo, idem.
Dita de cobre, dem.
D.tas de ferro, idein.
Trincal, id, m
Terra de senu, crua e queimada, idem.
Tubo.- de tinta, franceses, bisnagas, um.
Tinta azul ultramarina, kilo.
Dita amarella preparada, idem.
Dita branca de aiuco, idem.
Dita branca de chumbo, idem.
Dita palba, dem.
Dita preta preparada, idem.
Dita verde preparada, dem.
Dita encarnada preparada, idem.
Dita azul preparada, dem.
Dita roxo-terra, idem.
Torneiraa de estanto n. 1 a 10, urna.
Ditas de metal curvas, idem.
Torcidas fiancezas, metro.
Terrina de ferro, ngha, idem.
Terrina de folh.-., dem.
Travesseiros de espim cu de crina, um.
Ditos de palos idem.
Tojos de janipab i, dem.
Taboas de piubo americano differentes espumas
metro quadrado.
Dita de pmho da Suecia, metro corrido.
Dita de pinbo de liijra, dito, dito.
Dita de cedro da Baha, dec. cnb.
Dita de amarello de assoalbo, dem.
Dita de costado de pao carga, idem.
Dita de costadnho, dito idem.
Dita de cedi para forro, dem.
Dita de cedro de (1.025, idem.
Dita de eidro de 0,019, dem.
Dita de louro par assoalbo, idem.
Dita de pao cart;a de 0.013, idem.
Dita de pao carga do 0,02 i, idem.
Dita de pao carga de 0 037, dem.
Dita de pao costado, idem.
Dita de pao costadinbo, dem.
Dita de i marello, para forro, dem.
Dita Dit. de amarella de 0,019, idem.
Dita de imi'.rello de 0,087, idem.
Dita o :. iii-ire I;-i de costado dem.
Dita de amnrello de costadnho. dem.
Dita de piuho da suecia de 0,019, idim.
Dita de piuho da Sucea de O 025 d> ui.
Dita de piuho da Snecia de 0.035, dem.
Dita de piuho da Snecia de 0,075, idein.
Dita de louro para forro, idem.
Dita de pa i carga de 0,019. idem.
D la de pinlu da S leda de 0.037, idem.
Dita de picho da Soecia de 0,000, dem.
Toros de janioabo de 2,64 a 2,80 de cumprimento
e de O,: 5 a (.'65 de dimetro no Topo maisgrosso
e que nao tonham nc*. um.
1
De ordem do Sr. presidente eonvido os Srs. bo-
hos paties e remador, s que cuustituem diversas
tripolaces das embarcacoes de-ste Club a se re-
unirem em sessao do conseibo administrativo, que
dever ter lugar s 7 horas da noit de 20 do an-
dante, na sede respectiva afirn de se tratar da
I roxioia regata.
Recite, 18 do Abril de 1887.
Josquim Alves da Fonscca,
Secretario.
Gremio Recreativo Familiar
De ordem da directora convido a todos os so-
cios a comparecerem em uossa sede ra de Mar-
cilio Das n. 91, 1* andar, na quarta-feira 20 do
corrente As 6 horas e meia da tarde afirn de re-
unidos em numero legal de assemblca geral tra-
annos de aesumptos iinpoitintes e elegtrmos um
presidente cm vii tude de uchar-' acephalo este
cargo.
Secretaria deste Gremio em 18 de Abril de
1887.
O 2 secretario interino,
Cleodon de Aqaino.
Loteras para o Fundo
de Emancipadlo
A extracco ria 22a paite tiesta lotera
gruja da
horas da
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illra. Sr. inspector, taco publico,
que no da 20 do c rrente, s 11 horas Ja manh,
serio pagas no Arsenal de Guerra as pecas costa
radas para o mesmo arsenal durante a primeira
qninzena do mes de Marco ultimo.
Tbesoururia de Fasenda do Pernambueo. 18 de
Abril de l887.=^Servudo de secretario,
Jos H. Olivara Amaral.
N0RTHERl\
de liondreN e tberdeen
Poncmo flunncelra (Uezembro 1885)
teto lugar hoje nn consistorio
an
2
Vdros curvos para phaies, brancos e encarnados
dem.
Vidro* de.vidraca brancos e decores, idem.
V'isscra8 de piassava com cabo, idem.
Vori tinas de roscas para calafate, dem.
Verni* branco de boneca, kilo.
Dito de colher, idem.
Dito brauco francs, eucorpado, dem.
Dito amiiello, dem.
Dito de pincel branco e prcto, vidros grandes.
Dito de queim ir nos, kilo.
Dito de alambre, idem.
Coneeiflo dos Militaras,
tarte
Thesouraria das loteras jura o Fundo
de Eroincipaciio, 19 de Abril de 1887.
O thesoureiro,
Franc$co GoHfalves Jorres.
Sociedade Segredo Amor da
Ordem
De ordem do presidente, tac convidados todos
osObr.-. dcsta Aug.'. Oft.-. para reunirem-se
em sessao de poese da nova administracao, que
tera lugar sexta feira 22 do corrente, s 6 horas
da tarde, no lugar do costme.
O secretario aahoc,
Julio C. C. Ayree.
Lotera de 4100 contos
Escola de Aprendizes Marinheiros
De ordem do Illm. Sr. commandante, fajo pu-
blico quo na secretaria destn escola, se raeebera
no dia 26 do corrente inez, s 11 horas da manha
propostas fechadas para o forueci ment de farda-
mento para aprendizes iiiariiihoi.o.-', durante o se-
mestre de Julbo a D.-zemlno do corrento anno,
sendo :
Bonet de pann; cun aro de aeo, blusa e calca
de panno ; copa, calca e camisa de briin ; calca e
camisa de algodo incida ; e< lebao para macea,
cobertor de la encarnada, macea o sacco do lona,
Itnco do seda e sapatos de bezerro.
As propostas deverao conter os precos de cada
um dos artigos bem assim viren acompankadas
das amostras, que no cuso de accitacao tic.iao
depositadas na secretaria.
Dos aitigos mencinanos podem ser aceitas pro-
postas distinctas, para o supprimcuto de calcado e
colcbao.
O proponente dever declarar que si sujelta a
todas as disposicoes o ordem que reg;m os con-
tractos e fornecimentos do miuinterij da marnha.
Eac la de aprendizes marinheiros de Pernam-
bueo, 18 de Abril de 1887.
Jos Eliseu C. de Almeida,
Official de fazenda.
Capital oubsciiptc
Fundos aucunjulados
Recella annnali
D premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
3.000,000
3.134,34o1
A grande lotera de 4000 cootos, em 3 sortcios,
dea transferida 3ara o dia 14 de Maio viodouro,
Dito branco e preto a- S. Freir, vidro -r. nde. apretcrivelment.-, nos termos do despacho de
Dito seccati vo ingles, kilo. Exm Sr pre8dente, de hoje.
pata virfrauu d 0,0020, 0,004, uo.
Dito copal. dem.
Dito iret.lico, idem.
Dito erystal, dem.
Dito Bcrt B'ank Japn, lata.
Dito Be.rt Weamirag, d'in.
V.rde Paria, klo.
Vernis de coaltar, dem.
V'eide cumposto, idem.
Dito nativo, iJeir.
Verde fraiice*. iuem.
Dito ingles, idem.
Vrrmrlhao da China, idem.
Vi ti-' i-
Dit.s ii'u-iezes Je 0.0020, '0,005, idem.
Dito da Bohemia, dem.
Dit s lavrad.is, id'in.
Ditos estudiado*, idem.
Dit. s do no i s lisos, idi 111.
Ditos de cores curvos, dem.
Ditus opacos, id' m.
Ditos para espelbos, id' m.
D'tos muscelina, dem.
Ditos redondos para viga?, dem
X
Zarcd", kilo.
Zineo in barra, i lein.
Z'neo im f-lha, idem.
Codicoes
l. Todos i s rticos tero de primeira quali-
dade.
2 Serio entregues pelos fornecedores as por-
coes que Ihe forem pediias pelo alin larifado e
pelos nnvios le guerr<, uiprazi de tres das,
contados da data em que o* podidos forein d.'tpi-
i ludi-s pelo Exm. Sr. inspector.
3.a Os gneros (carao sujeitos .1 approvuca tu
reprovaci do perito que fdr designado para ejta-
miual-ri*.
4." Os f.rm redores pagaruo as multas de dez
por cento do valor dos eneros no caso de demora
ma i irrigas e de vinte por cento ns de falta de
entrega, < u v* i 'c.ao por in qualidade, indemui*
sando ueste caso a fazenda nacioual da diSeren-
ce que se der entre o pr eos ajustados e os p r
que torein comprados os geueros nao f jrnecid os
ou rrjtitados, salvo se ton m iu mediatamente
sub8tiriiidcs poi nutro da qua'idade contratada.
5." pagamento Ja importancia dos forneci-
mentos sera feito pela Tbssouraria de Fazenda A
vista dos documentos que obtiverem os fornece-
dore*. e depoia de aatisfeito o sello provincial
6.' Couforme o aviso circular do Ministerio da
Merinlia n. 172 de 28 de Janeiro do corrente an-
no o fornecedor ficar sujeito a mais sesseuta dia
de supprimeuto, alui do pra/j estipulado no con-
tracto, sem qu^. esta circumstancia lhe d direito
pro-ogacao do ajuste.
7. Os objectos fornecidos t serao pagos no
mez s< guintc :
Observasoes
l.< Nenhuma pioposta ser recebida sem que o
propouento della declare por extenso, sem claro
algum, emenda, entrelinha ou rasnra,o preco de
c.da genero.
2.a Nao ser aceita proposta sem que o nego-
ciante declare que se sujeita ao pagamento da
multa de cinco por cento do valor provavel do
foroecimento durante o praso para que este an-
nunciado, se uo comparecer uesta secretaria pa-
ra ass-gnar o contracto, no praio de tres dia*,
cootados daquelle em que fdr notificado pela im-
prensa, como determina o avioo de 28 de Dezcm-
bro de 1874.
3. Conforme o recommendado em avi30 de 11
de Mai de 1880, nao s-rilo admitt'das as propos-
tas dos negociantes ou firmas sojiaes que nao
aprrsentarem os documentos seguintes :
Certidao da matricula da junta c mmercial :
B.lhete de pagamento do imposto de industria
no ult.tr. i Bimestre.
Certidao de contracto social exhibido do regs
tro da junta e inmacial.
4.* X. nhuma proposta ser recebila depcis do
dia e hora designados ueste annuncio.
5.* Os prop meiit. s apresentarao OS documentos
exigid s poli avis i de 11 d.- Maio cima referido
Ues dms anteK do prazo marcado para o recebi-
m uto das pnp.stas, para a iic cao.
Secretaria d nupcccao do Arsenal de Marinhi
de Peii-amboco, 14 de Abril de 1&87.
O secretario,
Antonio da S'lva Azcvtdo.
Tbcsouraria das Loteras para o fundo de
omaucipavo e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Dezembn de 188b'.
0 thesotireim,
Francisco GoiivalvcsTeires.
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John. H- Boxaell
KUA UUCOHHEBCIO \. ZOf IMItH
SEGUROS
Vf ARITIMOS CONTRA FOGO
Companhla Phenlx Per-
oambacaoa
Ruado Commercio u. 8
17 n"
CO.WR.1 lOt.O
\orlh Brilish k Hercanle
CAPITAL
t:ooo.Oo de libras sterlinai
AGENTES
Adonison Howie&C.
Xa secretaria da Santa Casa artendam se os
seguiutes predios :
Ra do lijm Jess u. 12, loja e I andar.
Iaem idem u. 13, 8- e 3- andares.
dem do Vigai io Thencrio n. 22, I" andar.
I 1 ni do Mrquez de linda n. 53, 3' andar.
dem do Apollo n. 24, 1 andar.
dem da Madre de Deus n. 20.
dem idun n 10.
dem da Moda n. 45.
dem idem n. 47.
ld< m idem n. 49.
dem da Lngoeta n. 14, 1- andar.
dem da Guia n. 25.
Becco do Abreu n. 2, 2" aadar.
dem das Boias n. 18, sobrado de dous andares
e loja.
Kua da Aurora n. 37. 2- andar.
dem da Detinco (dentro do qoalrn) duas
casas.
Cou^oaiaiiii i
dos Iriliios urbanos l ucc
Olitida e Bebcribe
Assemblca geral extraordinaria
2 conv'Htacau
De ordem do Exm. Sr. Dr. presidente da aisem-
bla geral, sao pela 2a vez, convidados es Sre. ac-
cionistas a se reunirem em assembla geral ex-
traordinaria, conforme o requerera a directora da
Compaiihia, afim de ser consultada a sua opiuio
sobre a innovacao do contracto permittida pela lei
u. 1,859 de 1885.
A reunio se < ffoituar As 11 horas do dia 21
do mez corrente, no esciiptorio da compaohia,
ra da Aurora.
Tendo a assembla de deliberar sobre assump-
to cogitado no art. 65 do dec. u. 8,821 de 30 de
Dezembro de 1882, a assembli para validamente
se constituir carece di presenta de Srs. accionis-
tas que no iiiriim j representem dtus Cercos do ca-
pital social.
Secretaria da assemb't ^eral da Co-npanliia de
Trilhos Urbanos do Recite a linda e tcberibc,
13 de Abril de 1887.
O secretario,
Jos Antonio de Almeida Cunlia
THEATRO
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESUS-N.
HexaroN marisiasoa terrestres
Nentes ultimo a umea ocapanhia acata praca
^ue concede pos Srs. seguradla isetapajode paga
meuto de premio em cada stimo anno, o <&3
equivale ao dsseonto de cerca d 1& por aaato
vor dos seuurados.
Companhla Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macsi, Villa Nova, lrenedo, Aracaj,
Estancia e Baha
O VAPOR
Marinho Visconde
Cammandante J. J. Coelho
Segu impreterivel-
uente para os portes
cima no dia 20 de
Abril, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
_ 'nicamente at o 1 2
da do dia 20.
Para carga, passagens, encommeadas e dinhei-
ro a frete, trata-so na
7litta do Vi gario7
Domingos _4Ivcs Matheus
aoyALMAILlTfl,A^
COMPANY .
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no di
23 ou 24 do corrente,seguinde
depois da demora necessaa
ra para
Baha. fSlo de Janeiro Honre
video e ESacnos-Ayre*
fara passagens, fletes, etc., tracca-se ctm os
C< >NSIGNATARIOS
Adaiusn Howie <&G.
M. 3- RIJA DO COinERCIO N. 3
DO
1-
00M.MERCI0
andar
Umied Sities A Brasil I. S.~S.~.
0 paquete Einance
Espera-s de S .
N'ews, at o dia 6 e
o qual i eguir
demora noieSJ&ri
Maio,
epi'o d*
pira
lONTRa ruiro
he Liverpool k London k Globe
\mwm compam
i a
EMPRKZ4 ARTSTICA
blB^HOE CQMPAHHI& OE ZAR2UELLAS
fl8 Efli
18
E de t> da ustica que seja attendida a ptelo
d alguijs accionistas, pediudo a reconsidoracilo do
acto da diiectoria, que annullou as accoes ['erten
restes an Sr. Francisco r'eneira B'irgfes.
O Sr Borges foi quem sub-icrev u maior nume-
ra de accoes da compauliia ; prestou-lhe relevan-
te* servicos ; e, p r 8'>> nu d-.-ve ser eliminado
della, por um caao rio forca inaior, c mo demous-
tr u se na alludida petico.
A assembla acial tem os poderes neessarios
pura reformar urna deuisao, oriunda de uterpre-
taca.1 assai litteral do citado srtgo : e de pie
suuiir que assim occorra, para nao fLar privada
a companbia das luzes e esforeva de um homem
intelligenie e illulrado, como o Sr. Birges, que
justifJcMi | l'ii'in- nte a snpposta falta, que abri
espaC'> ii decisao da directora.
Recife, 19 de Abril de 1887.
Um accionista.
Capitana dr porto
_ Sendo preciso conhecer-se o lugar onde reside
Eduardo Castilh", caoitao da escur.a nacional
eit de Ayosto, He ordem de S. Exc o Sr. chefe
de dviso Jos Manoel Picaneo da Costa, cnpitao
do porU-, asenr. o fuco publico para sciencia do
referido Sr. (Jutilho afim de que o mais breve possivel, o faca constar
a esta repirtcSo, verbalmente ou por escripto.
Secretaria da Capitana do Porto de Pernam-
bueo, 15 de Abril do 1887.
O secretario,
Antonio da Silva Asevedo.

Errada de ferro do Ribeiro ao
Bonito
De ordem da directora sao chamad, os Srs.
accionistas desta empresa, para no prazo de 60
das, a contarde hoje, recolherem ao London ce
Brasilian Bank, a 5' entrada de 10 0,0 de suas
accCes, nos ter nos do ai*. 9" 2o dos estatutos.
Recife, 9 de Marco de 1887.
O secretan,
Jos Bellarmino Pereira de Mello
Assembla geral extraordinaria
SEGUNDA CONVOC>9AO
Nao se tendo effectuado {por falta de numere a
reumao da assembla geral convocada para bontem
14 do correte, sao novameute convidados es se
nhon-s accionistas da Companbia de E iifcaca i, a
reanirem-se na sede da mesma companhia, ao
largo de Pedro II o. 77, no dia 19 do corrente ao
meio dia, para em ass -mbla geral extraordinaria
dehberarem sobre a reforma dos estatutos em vi-
gor, e especialmente do art. 13, sendo a deste no
sentido da reclamaco feita pilo Sr. Francisco Per-
reira Borges, conforme r. priposta do accionista o
o Sr. Antonio Carlos Perreira da Silva, apprcva-
da na sessao de assen bla geral ordinaria de 1 de
Marco prximo fiado.
Nos termos do a-t. 65 do decreto n. 8821 de 30
de Dezembro de 1882 e de accordo com o art. 48
dos estatutos a assembla geral ora couvocada
t se julgar constituida com a presenta dos se-
nlures accionistas que no mnimo represen!, i.n
d.us tercos do capital social,
lecfe, 15 de Abril de 1887.
Gutlavo Antune.
Oirector secretario.
SOCl>4DE~
Auxiliadora d,i Agrinilmra de
Pernambueo
Consieltao adminiirativo
Previne-se a lodosos senhores membros do C6n-
seibo, quer eleitos, quer de jure, qie pelo Illm.
Sr. geronte t i marcada .ara u dia quaita-leira -.0
do correte, uina sessao rxtraordutarta, na qual,
alm de outros i tsuroptoa, tratar-se-ha da con-
servnjao uo orcameuto p'-ovnieial da laxa di; ex-
portacilo sobie o assncur, da r Convite do Ceutro da Iudustria e Cjmmercio do
Assucar, ltimamente creado no Rio de Janeiro,
e d.-.s ii v..s tabellas de frotes e de passagens^ oa
vi* f rrea de Caruai.
Venfic.:r-se ha a sessao s 2 horas e 30 minu-
tos da rar le do cima citado da 20, na sede to-
cial mi t-ctreita ilo R sario n. 29. e deliberar
se-ha com i s iicuibio* que c ui;.ire ereo, na for-
ma d- art. 30 dos tstiitutos
R(cife. 13 de Abril de 1887.
II-.'in i iiio Augusto Milet,
Secretario gem.
Associa^o commer-
cial bcneficeiita
Nao t -i..l j comparecido numero sufficiente de
associados o conseno 'res do predio em que ella
tcm sede, para se constituirem em assembla ge-
ral extraordinaria, saj de novo convidados os
mesmos fenhor. 8 a comparecerem do edificio desta
as3ooiacao a 1 hera da tarde do dia 18 do corren-
te, afim de apreciarem oa pareceres dos cngeuhei-
roe, a quem a direceo mandn ouvir acerca da
ruina em que se acba o mencionado predio, pelo
ludo do mr, e provid nciarem uo sentido- de re-
paral-n Hiites que desabe, como est orevia'o.
Nao i lutmit- poder fuuccionar a assembla com
o numero qie reuuir-se, pe^o que *odos compure-
esm asra que pi ssa ser assim fcilmente habilita-
da a directora mandar fazer os urgentes reparos
na parte do predio damnificado, afim de que por
esta forma possa vencer to grande obstculo e
eximir-te da parte da resoonsabilidade que lhe
toca por estar dirigndo esta associacao.
Recife, 16 de Abril de 1887.
Josquim Alves da Fonieca,
Secretario.
Director de scena
D. Valentn Garrido
Maestro-director
D. Antonio Sel falle
HOJE
Tcpfi-li'ira. 19 do corren!
Recita (ultima de aniMlgnatara)
r-, >." A pedido geral, a sublime zarzuela em
dous actos
MARINA
desempenbada pelss Sras. Pl e Sae.anelles e pelos
Srs. Manso, Garrido, Duran, Ramrez e Ruiz.
Coro gera1.
*."A divertida zarzuela cmica-bufia em um
acto
IKZVR DE MIIVAS
pelas Sras. rh\, Sacanellrs (VI.), Duelos, Saca-
nelles (A) e Ruz e pelos Srs. Ramos e Garrido.
Coro de senhoras.
Precos do costume
A'a 8 lloran.
Haver trena pai a Apipucos e Olinda, e bonds
para todas as liabas.
Qlllata-felra-Ultima fancgo.
Kola As pessoiiB que tenbam tontas penden-
tes pro ou cont, a einpreza da c< topanha de zar-
zuelas hi spanhi.l :, sirvam-8t* saldal-as na Conta-
dura do theatrn, das s 11 horas da manha,
desde a cireulacao deste programina at sexta-
feiea.
i.-; iou aud ISrasan 3a
llmtte
Kua ;lo Commercio n. 32
Stota por todoB os vaporea sobre as oa-
as o mesmo b-inco era Portugal, sondo
m Lislioa, raa -los Cipoll3Sas n 7 No
Porto, ra ios Inglczea.
ffiRITIIOS
CHARGEIRS BEL'XIS
Baha e Rio de <*aaefrt
Para carga, pussagens, euc .um t, ..ubciro
fres, tracta-se com o<
AGENTES
\d
i ompanbta Fraaceza de WaTega-
eo a Vapo*
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
boa, Pernambueo, Baha, Rio de Janp-o e
Santoa
0
vanee
K' esperado dos portos do
sul at o dia 25 de Abril
depois da demora necessaria
seguir pa.-a
linrauho. B*ar. Barbados, *i.
Thomaz e \ew-York
Para carga, passageus, e enconimendas racta-
'0 com os
AGENi'.:*
Hcnry Ihrs'er 4C.
N 8 KUA r.O COMMERCIO S
i.' ai-.da
Coramaradante Brant
E' esperado da Europa
at o dia lt de Abril, se -
guindo depois da indispon
savel demora pora a Jta-
: in. R'o :!t' .'ane.:-o
e Manlnv.
Roga-se acs Srs. importadores de ".arpa p.-los
vapores desta inha,aueiram anrescnti.- uentro de 6
disis a contar do da descarga das alvareng.. |.uC*
quer reclamaco conccrneutc a volumes, que po-
v'Putuiateubam seguido para os pi.rtos do sul.arx
de se pederem dar a tempo as previdencias ueces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhiioa u se
responsabilisa por extraos.
Para carga, pacsagens, eucsmmeudas e dinheira
n frite: .'rata-so com o
Augusle Labille
d RA DO COMMERCIO ?
- T. c-feira,
. 19, ter logar o lelau de mo-
vis, louea. vdros, electro pate e bronces, bem
como 1 bilb.ir e carrinbo pira meninos, no pavi
monto terreo e sobrado da ra do Barao da Vic-
toria n. 28.
Lcilo
OAIPANHIA
A PERA !
IXIKOS costea Fi;0
EST: 1803
Edificios e mercadoricu
Taxis baixas
Hrtmpto pagamMalo de preiuoa
CAPITAL
Ka. lti,0O0:
Agente*
JJROWNS & C.
S. *Ra ilo CtimmerfioN. ft
Compa&hSa Brasllelra de .\ave
s;&foa Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante JoSo Mana Pessoa
E' esperado dos ..vrtos do
norte, at o dia 22 de Abril
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para os
p---tj>8 do sul.
Recebe txmbem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Peloras, Porto Alegre e Rio firaude ti j
Sul, frete moda- .
Para carga, passgens, cncommendas e valores
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN 9.
COMPANHIE DEN jKUVAVB
kicw iAitinni:
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
Commandante Baulc
E' esperado dos portos de
sul at o dic 21 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux.
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se &os senhores pa^aageiros >ie todat
as classes que ha lugares reservados para cst*
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
i-'az-se abatimeuto de 15 ,'0 em favor das fa
milias composta de 4 pesso-is ao met>os e quept-
garem 4 pas.^agcus inteiras.
Por excepeo os criados de familias que terna-
rom bilbetcs de proa, go.-.im tambero uVatfl abati-
mci-.to.
Os vales postaes s se do at s da 19 pazos
d-j contado.
Para carga, passageus, eucoinmenuas dinheir
i frjte: tract-te con o
AGENTE
lypste Labille
RUANDO COM EKOIO-9
Da cbixa icrea diamante I dentro WeL
cm baixo, n. 564, com cha verde
Terqafeira l'J de Abril
A's 11 hor.-.s
0 agente Pinto levar a leilo por conta e risco
de quem pertencer a caixa cima mencionada des-
carregada de bordo do vapor iuglez Trent com
a varia d'agua do mar, s 11 horas, na loja da ra
Nova n. '8 poroccasio do leilo de movis, ob-
jectos de electrn-plt-te e bronze.
Leilo
De urna armucoie amarello cnvdra(ada, com
balea i e 2 airaacoes nglezas, e diversas miudesas
Terjafeira, 19 do corrate
AS 11 HORAS
Ao correr do martello
No armazem a rita do Mrquez de Olinda
n. 85
EM SEGUIDA
Um cavallo.
Por interveDcSo do agente
(iiismao
Lcilo
de urna serafina, diversos livros, objectos de
Branye e Electro-plate, 1 secretaria, muitts ou-
tros movis, e chicotes para carro.
Hoje, l!) de Abril
A's 11 horas
No sobrado da ra do Baro da Victoria
n. 8
Agente Pinto
Por oeeaio do leilo de outros
movis
Leilo
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
ttstabeiecJd* em i*..
CAPITAL 1,000:000 j
SINISTROS PAGOS
Me 3f de dezembro de 1884
Harilimos..... 1,110:0008(100
rerreslres,. 316:000$000
44Ra do C ommerelo -
com1 ^iiai.v i'Hus.t vtut.:c. .>'.*
DE
.'uvcsaco Costcira or Vapjr
PORTOS DO NORTE
P'trahybn, Natal, Macan, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acnrahu e Camossim
vapor Jag-waribe
Commandante Doptista
Segu no dia 23 do
Abril, s 5 horas
da tarde. ReceV.i
carga ar o da 22
noommendas passagens c diuheiroa afrete at
as 3 horas da tai do di dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Cfnnpanhia Pemaml"ir.avsi
h. 12
De movis, vidros, objectos de electro-
plate e bronzes
A saber :
Urna mobilia com 1 sof, 2 consolos, 2 cadeiras
de bracos e 12 do guaruicao, 1 divn e 2 poltro-
nas estufadas, 2 estantes, jarrea e vasos para flo-
res.
Urna secretaria do Jacaranda'
Duas estanti-8 onvdragadas, 1 mesa para advo-
cado, 1 mobilia de pulha para menino, 1 mesa re-
donda, 1 banc-'i pira riurra.
Eleciro-plate c bronzes
Salvas, galherciras, vasos, porta -cartees, 1 can-
diero p*ra gz, gi-rmfas, COlheres, porta conser-
vas e mnitoa ouIioj objectos deelectro-pate e bren-
tes.
Urna mesa elatica, grande, 1 guarda lou.a, J
paradores, 12 eadeiraB, 1 relogio de parede, 1
filtro, ccpjs e clices.
Um guarda-vestido, l guarda-roups, 1 comino-
da, 1 cama francesa, 1 dita de mogno. 1 berco de
balaustre, marqmzoe: e muitos outros movis Oc
casa de famil a.
Terca-feira i do correnc
Agente Pto
No sobrado ra do Barao da Victoria
n. 28
Em continuaejio
Um bilbr e todos seus pert< nces, 1 carro
4 rodas e arnios para 2 caneiros.
PRINCIPIARA' A'S 10 1/2 HORAS
Para Muranhao
Segu para o porto cima uestes das a barca
portuguesa Vaico da Gama ; para curga e passa-
gairos tratn-se com oa consignatarios -Jos da Sil-
va Loyo 4 Filho.
I eilao
de mobilias, guarda Icucu?, cams francesas, mar-
qurzoes, apparadores, relogios de parede, ditos de
nikel para cima de un sa, 1 cofre prova de fogo,
quadros, jarros, copos, colheref, talheres. espe
lhos, diversas qoalidados de bebidas e miudezas.
Quarta feira 20 do corrente
A's lt horas
No arroazera da ra do Mrquez de Olin-
da n. 19
Por inlerveneo do agente
Gusmo
r
MUTILADO


-
Diario Leil
ao
de 1 piano em bom estado, Jo fabricante Bord, 1
dito do fabricante Blondel, 1 mobilia de Jacaran-
da cos 1 oof. 2 clislos, 1 jardin-in, 1 cadeiras
de bracos e 19 Je goarninaedo, 1 mCs, 2 cnsules,
1 jardineira, 2 eaderit da brap e 12 de guarni-
co, todo de mogno; i cama francesa, 1 toilef, 2
marqaexofS, 1 frnarda-roup. 1 caasaoda, 1 berco,
2 cadeiras de bulan;". 2 espregjicaieiras, 1 me-
ga elstica, l guard-commkla, 4 aparadores, 1
estante, cadeiras de june), 1 consolo, 1 lavatorio,
J cabide, 1 quartinbeir*, 1 mesa, 2 pares de eta-
gers, 4 pares de jarros, 2 esenrradeiras, 1 tapete
par sof, 2 ditos para cima, 0 ditos pequen js, 2
eapacnos, quadros, caodieiros, lonc*, copra, cli-
ces, tslberes, colheres e outros maitos artigJS de
casa de familia.
QUARTAFEIRA, :0DO CORRENTE
A's 11 horas
No Io andar do sobrado da ra estreita do
Rosario n. 31
O agente Modesto Raptiata, aatorcado por uma
familia que se retira para tora do imp rio, tara
leiiio do que cima se declara.
Age
Leilo
nte Britto
do martello
Vender em leilo ao correr
para liquidacao :
Tres mobilias de mogno, janeo e amarello, 2 se-
cretarias e 2 camas de Jacaranda, 1 guarda-louca,
2 estantes, onarquezes, cadeiras de junio o ame-
ricanas, aparadores," 1 maquina preguear, commo-
j das. bercos. 2 relogios de parede, 1 lustre de vi-
dro e 4 candieiro8 de metal para gas carbouien, 2
apelhos, qnadres, jarros, louc*, vidios, chapeos,
fuzendas, miudeznse outros artigos
No Brmasem da ra Oe Pedro Affoaso n. 43.
QUARTA-FLIKA, 20 DO CORRENTE
Principiar s 10 1|2 horas ___
Alaga-s* s t- S- andties, juntes em sepa-
rados, da casa ra larga do R ja ario n. 37, es-
quina detrooU d igreja: a tratar no pavimente
torreo.
= Precisa-se de nm-i am i qu i seja de meia
dad e de conducta afiaiicd,p>tra ti atar de urna
doeute ; a tratar ni ra Jo Cotovello c. 123.
Joaqmm Antonio di Coata r'erreira declara
ao publico e espec smente ao commercio, que se
retira temporariamente para Eurepa, e qne na sna
ausencia deixacoo) seus procuradores: em Io,
2- e 3- lagares os seas amigos Antonio Alves
Pacbeeo, Lino Peraandes de Azevedo e Jos Oon-
calves da Coata, na ordera em que Re achacn col-
locados ; e encarregad.s dos negocios de Duarte
Antonio de Miranda, e quera procurador os '
seus amigos Antouio Alves Pacheco e Victoi Ma-
thias Braga, na meioi or Jein em que se acham
col lacados.
Declara mais que nada por debito eentrabidj al 31 de Marco passado, e
particularmente nada dev* at es .a data, quer
aja jor titulo ou docuu- uto, quer seja sem do-
cumento.
Recife, 18 de Abril d- 1887.
J:-aquim Ant.mi da Costa Ferreira.
Agradecimento
O abaixo assigeado ugradece a Soc cale Be
neficeate Conciliacao roa da Imperairis, a mo-
neira com que reerbeu a p xo assignado na qual recorra a todos os socios
da precitada sociedade, pedindo a todos que al-
te..dendo as circumstancias poseo lisonge ros em
que me acho, deferase o meu pedido como loe
aprouvesse; lido o meu pedido emsessa.foia
minha petico deferida, mareando por intermedio
de sea tbesoureiro entrerar-me a quantia de 604.
R-cebam pois os socios e <- respeitavel chefe
da B. C os meus eternos agradecinentos.
Recife, 17 de Abril de 1887.
Antonio Pereira de Sousa .
CUIOADO COM
AS falsificacOesi
PARA
O LENCO O TOUCADOR
E O BANHO.

jente Pestaa

Do vaccas torinas e un garrote
loarla felra, O lo correle
A's 11 horas
Na ra do Vigario Tenorio n. 12
O agente Pestaa competentemente autirieado
e por eonta e riso de quem pertencer, vender
no dia e horas cima mencionados, tres vaccas
terinas com crias q uro garrote dem, e um bilhar
com todos os seus pertences.___________________
Age ate Pestaa
r
Ao commercio
J. Pereira 4i C. participam a esta prac* que
v. n Jer.-.m sua fabrica de vinagre sita ra do
BarSo do Triurapho n. 75, quem tiver tazer al-
gurna reclaroscilo queira dirigirse ra do Bom
Jess n. 27, cu & mesmi fabrica at o dia 21 do
Crrente.
Recife, 18 de Abril de 1887.
J. Pereira & C.
Professor
das casas terreas sita (ari
travessa do Pombal Bo-Vis-
Das partes
meira na
ta).
O agente Pstame por mandado do Illio. Sr. Dr
juiz de orphos, vender as partes das cases sitas
a primeira na travessa do Pombal em as quaea
funeciona ume. bt-ra montada fabiica de pao de
roilho, a vapor, pertencentes ao espolio do subdito
pertugnez Jcacuim de Oliveira Maia.
Quartafeira 20 do correvte
A's 1 horas
No armazem da
n. 12.
Vctor Angelo de Almuida Res
Jnior
Os alumnos da quina cadeira do spxo maseuli
no da fr-gnezia de Santo Antonio, abaixo assigna-
dos, sent los pelo prematuro passamento de seu
colleea, Vctor Angelo de Almeica Res Juaior,
maudam resar urna miss^ pelo repouso eterno de
sua alma, uodiaquarta f.ira 20 do co: rente, s /
hin.s da u.anbS, na matriz de fjanto Antonio e
envidam MM carinhoso.- pais e prenles, betn como
o, demais retlcgaa do m.-sjjo finado a candade de
assistirem-n., e rogaren a Deas pelo ^eu descan-
co eterno. Q ,, .
5- escola publica de Santo Antonio, 18 -e Abril
de 1887.
Antonio Luiz Cavalcante.
Jlo (i Felicio de Araujj.
Manoel Mana da Silva.
Andi Avclinode Rant'Anna.
Domingos Tertuliano da S. Birles.
Julio Luiz Cavalcauto.
Jeremas Firmo.
Joo Baptista Larangcira.
Joo Maciel da Costa.
BF*m-------- .......
O bacharel Joaquim Cavalcante Leal de
Barros cnsiaa rnath'.maticas pelos novos
progratnmas e prepara aln-onos para exa-
mes na corte.
Tambem se prop3 a ensinar em casas
particulares outras materias.
S Ruar da Palma-3 3
Convenio do Carino
O vigario provincial avisa aos forciros e rendei-
ros, que nesta data fica nom-ado procurador do
patrimonio do convente do Carmo desta capital o
eommendador Manoel Camillo Pires Faleao, con
frade da ordem
Carmo do Recife, 18 de Abril de 1887 =Fr. Al-
berto de Santa Augusta C do Vasconcellos.
ra do Vigario Tenorio
Agente Silveira
Leiao
De movis, louyas e vidros
U asete Silveira. devidamente autorisado por
urna Exma. familia levar a leilo os seguintes
movis ao correr do matello :
Urna mobilia de mogno a Luiz XV, consolos com
pedra, 2 cemmodas, 1 secretaria. 1 espelho, 1
cama franceza, cadeiras de guarnida >, beos para
joge, mesas, consolos, marquezas, marqnezoes, 1
cofre inglez, 1 espingarda, mesa elstica de 4
taboas, 1 aparador, diversos lotos de ferramentas
para jardim, louca para jantar, dita para almcco,
copos, clices, compoteiras, jarros, iauternas, can-
diciros, 1 tapete para forro de sala, e mais mo-
vis patentes no acto do leilo.
No andar ra dos Martyrios n. 14G
Qiiinta-felra % 1 do corren(c
A's 10 12 horas
Agente BurJamaqui
Leilo
Do un sobrado de um andar e
urna armaeo no pavimento
terreo ra Dlreita de Alosa-
do*, sob n. 19, em solo pro-
prl.
Quinta-feira 21 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do I nperador n. 32
O agente cima, bastantemente autorisado, le-
var a leilo o sobrado cima mencionado, o qual
acha-se bem localisado para qualquer estabeleci-
mento, por ser de esquina. Os Srs. pretendentcs
pedero desde j ir examinal-o.
Em continuaeo
vender o mismo agente 1 cofre, pranchoes de
pinho de diversos tamanboe, prensa e machina
para copiar, cantoneiras, ou aparadores, e nitros
muitos objectos, que estarlo vista no dia o lei-
'liio. no mesmo armazem cima.
AVISOS DIVERSOS
A'.uga-se casas a 840UO no becco dos Coe
Ihos, junto de (Soncallo : a tratar na ra d>
Imperatris n. 5o.
AMA Precisa-se de urna para o ser vico
nterno de urna casa de familia ; a ti atar na ra
Duque de Caxixs n. 77-A. ou no Entronca ment.
entrada dos Aflictos n. 33.
Quem precisar de urna professora para en-
sinar primeiraa lettras, doutrina, principio de
msica e pian*, dirija-se ao Caminho Nevo nu-
mero 128.
Aluga-se o predio da ra do Barj de S.
Burja n. 26, com co'nmods para numerosa fami-
lia com agua gaz encanados : a tratar na ra
dos Pires u. 59, ou em Olinda ra do Bomfim
numero 49.
= Precisase de urna ama pira cojinhar, para
casa de pouca familia ; a tratar na ra do tiara;
da Victoria o. K
= Precisa-se do um Bswioo pura eaixeiro, coin
pratica de molhadns ; n:>. ra de Hartas n. 11.
Alujase a casa do Dr. Castel'o Ijrauc, sita
ra de Mathias Ferreira, em Olinda ; cbnves
para ver, est na 1 ,j i de barbeiro contigua ao
mesmo predio, tem ipua encanada B oons com-
modos: trata-te no Recite, ra Duque de Caxias,
es;riptorio n. 23
-= Pede se aos estudantes abaixo, que decla-
rem as suas moradas ou apparecio a ra do Im-
perador n. 16 :
Jos Luiz Cavale.-mte fie Mendoniji.
Henriijue Aaxencio da Si va.
Fr:nu'U. n Cav-lc^.cte ilr- S Aibuquerque.
Benj- i.io Auj-! mi ji'ir.-i CLOBprmr e co-
adunar, pnra ei- i de prqn'nai familia ; a tratar
na ni i do MareilfO Dias u. tft. 2- andar.
Ifmdame Faiiry Silva, modisa a cohtureira
ma do limera i rn. 60,1- andnr; partindo para
Parie, no correte tne aioard as ordena de suas
M. freguezae, c apr. veita .i occusio para
decer a protee^ao e consi lerac i, ijue lhe dis-
iram np ctMi c in qu-' t-vc trausucgoes cou.-
m< rcimeStJ|ldl|ilHra que uada deve a p-asca al-
guua nesit nMca, e que nao deixa pessoa algn-
ua enflpflHSlirla da sua olcina de c 'aturas e mo-
daF, eJjsHffoi serppre nica cortadora e directora,
nio teado nunca quem h subtituisse ou r.pre-
ii ntJsiTr. risto que todo o trabalbo era feito e ad-
ministrado por ella mesmo.
rJlCllll
Arrenda se o engenho Gaiabeira, meia legoa
distante da cidade de Jaboato, muito b>m de
agua, com trras para safrejar at 2,001) pes de
assucar, grande casa de viveud.i, pomar, etc. : a
tratar cora os propri'arios ra da Imperatris n.
49, 2- andar.
Cosinheira
A ra da Soledade n. 54, proeisa-se de urna
ba cosinheira.
AMA
tnIonio da Silva Ramos .leve
Agostiaho da Sil* Neves, Tb >maz Coelho de
Alm*ida Sobrinlio, Antonio Carljs Chichorro da
Gama e Arthmr de Lima Campos agradecem a to-
das as pessias que aeompanharxm at a sua ulti-
ma morads os restos mertaes do seu sempre cho-
rado irmo e amigo, Antonio da Silva Ramos Ne-
ves ; e novameute as conv.dam para assistir as
missas do stimo dia, que tero lugar s 8 horas
Ja manu de quinta feir 21 do corrente. na ma-
triz da Boa Vista ; pelo que deade j se coufes-
sam eternamente irrates. ___
'-i-
Intonlo da Sll%a KamoM Seres
I) icingos Joaquim d-. Fonseca e sua seubora,
Jos Jeiutbo Bori^s Dinit e sua seuho.a, convi-
dam aos seos pareotee e amigos, assiin cerno aos
do seu fallecido e sempre lembrado amigo, Anto-
nio da Silva Ram^a Nev?, para assistirem as
missas, que por su* alu.a. mandam resnr na quin-
ta-faira 21 do corrente, iiuio do seu passa i eoto,
s 8 horas da mauhil, ns matriz ia Boa Vista,
D'lo que ae coo/esosin 4rsde j agradecidos.
5
I A ^ '-'
O. Eoedln* 4usustc Sirrann
Traiso
Alice Esteliu Vieira da Silva, alteres Sizino
Vieira da Silva e D. Amono Res Vieira, cenvi-
d m aos parales de sua .- mpre lembrada madri-
nha e comadre D. Enedina Augus'a Serrano Tra-
vhsso aeeistirein a musa que pe descanco eter-
no de sua aliaa mandam resar na matriz de S.
Jos, pelas 8 botaO da mauba do dia 23 do cor-
rente. Desde j agradecem s pessoas que se
dignares) assistir a este acta de religito e cari
dade.
Precisa-se de nma ama para lavar e cosinha.
para daas prss^us ; a tratar ua ra dos Pires n
54, taverna.___________________
V ende-se
um sobrada com bastante commados a ra de S
Jorge n. 13, com grande armazem no fundo com a
frente para a ra do Pharol ; vende-se tambem
urna casa terrea na mesma ra n. 33, com o tundo
para a mesma ra do Pharol ; a tratar na ra do
Baro da Victoria n. 65.
Atten$io
Mordidura de animaos
e reptis venenosos
Jcs Emigdio de Cbristo Leal, residente
ero Olinda, ra do Amparo n. 35, tendo
ti ta do com a reci'a pela qual seu finaa'o
pai o tenente Felippe Manoel de Cbristo
Leal, preparava pedraa usan -, atraben-
te de qualquer veneno, tem para vender
ditas pedras acompanhadas de uma indica-
cSo iinpressa.
Estas pedras turo sido applicad&s em
crescido numero de pessoaa e auimaes mor-
didos de cao daranado e cobras de diffe-
rentea especies, inclusive a cascavcl, sem
quejmiiis teaha kI iado a cura em um
s caso. Portanto es senhores apreciado-
res da caca, e pessoas resi entes no campo
prevenido com tal antidoto estilo isentaa
de vir morrer de taes mordiduras um p-
rente, uno amigo, um companheiro, final-
mente, racional ou irracional.
SSo conbecidus estas pedras a mais de
50 annos, empreadas sempre com bom
xito o bom resultado.
Hara Nafra Padliba
Io anniversario
Leod gario Paiilha e Antonio Henriques Mafra
mandam resar uma mis?a s 7 hora da maulifl de
21 do eonente, na igreja de 8. Pedro em Olinda,
por alma de sua extremosa espesa e filba, Mara
Mafra Padilha, para cujo acto convidam os pa-
rentes e amigos, onfessando-se desde j agrade
cidos f.odos que comparectrem.
- -wmamramKrma
tent de Prelian Gulmares Jnior
Bento de Freitss Guimares, Mana Amelia Ro-
drigues Guimares, Mara Clementina Rodrigues
da Cruz, .Manoel de Freitas Guimares, O ivia
Clementina Rodrigues Gnimaies, Candida Rosa
Rodrigues Gilmaries, Antonio Joe Lopes Tei
xeira e sua :"imilia, Dr. Augusta Coelho Leite e
sua f: mi lia. agradecem a todos os seus parentes,
amigos e calingas do seu cempre pranteado filho,
neto, irmo e cinhade Bento de Freitae Gu m.-
res Jnior, os disvellos e cuidados que lhe prodi-
iralisarHm rt or ote sua ccitenfermidade e uc m-
pmharam seus restos ao emiteno Pub.ice, o de
novo lhe rogam o caridoso ntcqoie de ossistirem
as missai que por seu ete^n" repuso m.i'.idam ce-
lebrar na matriz da Santo Antoio, peina 8 horas
da m uili de ;uinta fera, k'l do eerrente, stimo
dia de seu iaii. cimuuto.
Kaymonda Fraorimca da Coata
Candida M. Barroso e su-, inuii, Lu Goncal
ves Agr, s-ia mi e rmi". i- J F. Mon-
teiru, su i muiber e filho, inda -jttt atl'is peio
infausto paseam nto de sua prezada nina, a\ e
bis a\, Rayrnunda Francis-n i agrade-
cem ai pessoa que arompaiiharaiu a mesma fina-
da a sua "iltima atorada ; e de novo convi-
dam aos seos par-mes e amifr s e a. a da finada,
a sssistirem as tnissts quarta-teira. 20 do eonente. 7- dia de seu fallec-
ineot, na Ordem Terceira do C irioo, s 7 horas
Ou oiaub ; pelo que desde ja se confessam agra-
dec dos
Para cosinliar
frecisa-sc de uma
ama para cosinliar,
mas quecosinhe bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da ra Duque de
Caxias, por cima da y-
pographia do Diario.
E3
f
Dr. Laiz de (annilio Pses de
A mirtillo
Uma pessoa ^rata meinori i de seu bemfeitor
e hmigo, Dr. Luiz ae Carvalbo Paes de Andrace
manda celebrar umi mi.-a por sua alma na ma-
triz da Bo.i-Visia, s H Mras da manh de te'-
ca-feira 19 do corrente mez, stimo dia do seu
infausto paesamento. Para assistir a esse acto Ja
caridade, pede o comparecimento dos parentes a
amibos do finado.
Carlim Morelra da Uva
Viscondo e Viscondessa de Itaqui de Norte e
seus fi'ho, mandam cilebrar missas na igreja do
Hcrpo Santo, no dia 23 do corrente, pelas 8 horas
da roanh, 1 anniversario do passsmento de seu
pranteado filbo e irmo, Carlos Moreira da Silva,
e convidam para assistir a esse acto s pessoas de
sua amizade e do finado. Desde j se confessam
gratos s pessoas que cmoirerem esse acto de
religio.
Tricofero de Barry
Garante-se que faz nas-
eerecrescer o cabello anda
aoe mais calvos, cura a
'.iaha e a caspa e removo
odas as impurezas do cs-
eo da cabe<;a. Positivo-
mente impee o cabello
d o cahir ou -.le embranquo-
rer, e infallivelmento o
, irne esposso, macio, us
; oso e abundr.nte.
WMfUfc.''
Agua Florida de Barry
T; parada segunda a formula
orgmal usada pelo inventor em
1828. E'o nico perfume no mun-
do que tem a approvaco officia'. de
um_ Governo. Tem duas Tesos
luais fraffraneia qnr- qnilqner ontra
ednraodobrodo tenipo. E'ruuio
msis rica, suave e deliciosa. E'
rauito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavcl na
leoco. H .i, --zas jiius refres-
cante no boB9 i E ""aaito do
docnte. E' especiucc contra a
frouxidSo e debiliJade. Cnra as
dores de cabeca, os cansaeos e os
desmaios.
Tarop fle Viia Je Beiter So. I
kai
jrrBS DE USAIi-O. CPOB DE SAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
tscrofnlas, Syphiiis, Feridas Escrofulosas,
Aifec(;5es, Cutneas e as do Courc Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
ancas do Sangue, Figado, e Rins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitasa o Sangue
s restaura e renova o systema inteiro. #
Sabao Curativo de Reuier
Para o Banho, Toilette, Crian-
cas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Approv-d >s "ntoriarjis pela inspecto
ria geral de hygienre rio Rio de Janeiro.
Deposito em Pemambuco casa de
Francisco Mtnoel ra Silva & C.
A! s ira-se
a cas* terrea roa do Vijconde de Aibuquerque
n. 170 e al'ja do predio l roa do Marques do
H-.'rval, trav-ssa do Piciuho n. 33 ; a tratar no
largo do Corpo 8anto n. 4, andar.
P1LLAS
JURUBEBA
BARTHOLOMEOtC*
Pharm. Pernawbuco i?;
\ Curo as Seaoes. c todas as robres ,p~
iotermittentea. f
S ANNOS DE SUCCESSO!
y^sx-''~ a assignatura
l
Sem dicta esem inodifi-
cafoes de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde d
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente -.Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
maceulico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvudos pelas juntas de bygiene da Corte.
Repblicas do Prata e academia de industria d<
Pariz.
Elixir- de irabiribioa
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeeeoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hj poemi
intertropical, rtconstitue os bydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor da arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, na hemop-
tyse e uas tosses agudas ou chrouicas.
Oleo d testudus ferruginoso e cascas
laranjas amargas
E' o primeiro reparador d* fraqueza do orga
oismo, na tysiea.
Pilulas ante-peridicas, preparadas iom
pererina, quina e jaborandy
Cnra radicalmente as febres intermitientes, re
mittentes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e ta.nbem fer
ruginoso, prpparados em vinho de. caj
Efhcazes uas infianimacocs do ligada e bac
Hondas ou eliionicas.
Viuho tnico de ci.pilari e qutna
Appcado as cosvarcscviicas das paiturieiitei
retito anfefebril.
francisco Ssanoe! da Silva C.
-RA MRQUEZ DE ULINDA
WOLFF & C.
14--EUA DO CABluT-N. 4
^i*este muito < onhecido eslabclccinicn-
(o eiicootr. t-A o respeiiavel pubSIco o mais
variada completo oorliineuto de JOS.&M
recofsidas sempre dirrciaiurinto os :.-.el!o-
res r brcantes da Kuropn, e qu prisnatii
pelo npu a 'o gafto do inundo eleguni**.
Ecoi adereces completos, Siorfim pula-i-
ras, alflnetes, voltas de uro cra%j;ia co
brilhantcs, ou perolas, aitne's. eacnleta-,
botoc.H e outeo inut. ias p"*--p -
dc*ite genero,
ESPECIALIDADE
liu relogios de uro, prat e nickel para borneo, senboras e meniucs Anm anai
acreditados fabrican:* s da F rica.
t'ara todos os rtigos d-.-< .. casa g ran-
te-se a boa qualidade, assim como a medici-
dade nos preces qu<-i silo sem eonapeteucia.
.fiesta casa tambem coucerta-ic qual-
quer obra de ouro ou prata e tambem rr.pu-
gios de qualquer quilidade que seja.
4Ra do Cabug4
k
0 48 ra Duque de Caxias
Chama a attoncao d'-s Exroas, familias para um explendido sortiui?nto de fa-
zenilas que vende pur presos sera competencia.
E* bom ver-se para acredilar-se
Etamine de l com palmas de seda, ]0;>009, a pega.
Carobraia bordada com 10 jardas, 5:$i5U0, a dita.
Guarnic5es de veiudilho bordadas a vidrilho, 7C00, uma.
Lindas cachemiras broche, 1<5500, o eovado.
Cachemiras de cores, 800 rs 1#000 o 1$?.00, o dito
Damasf de seda. 1-I00, o dito.
Setim Macan, 800 rs., 10000 e 10200, o dito.
Dito preto, 10200 a 10400, 20000, o dito.
Gorgurinas de listrinhas, 320 rs., o dito.
Selim damass, 320 rs o dito.
Lindas las de quadrinhos, 400 rs., o dito.
Ditas alpacas lavrad-is a seda, 320 rs., o dito.
Las com listrinhas dei oeda, 560 rs., o dito.
Ditas com bolinhas, 1500 rs., o dito.
FustSo branco, lino, a 400, 440, 500 e G00 rs. o dt-.
Cortes de cachemira para vestido, 200000, um.
Cretones escuros e claros, 240, 280, 320, 360 o 400, o eovado.
AlgodSo de duas larguras, 800 rs., o metro.
Bramante de quatro larguras, 10200, o dito.
Dito trancado do duas largtras, 10200, o metro.
MadapolSo gema de ovo, 60500, a pega.
Cortinados bordados, 60500, 70000, 80000 e 90000, o P.r.
Colchas bordadas, 50000, 60000 e 70000, uma.
Ditas de crochet, 80000, urna.
Grinaldas com ricos veos, 100000, uma,
Leques do pao, pretos e de cores, 500 rs., um.
Ditos de papel, novidade; 700 rs. e 10000, um.
rtigos para hornens
Cortes de easemira de cor para costumes, 250000 um.
oitos de dito de r para caiga, 50, 00, 70, 80500, um.
Ditos de fustSo par* col-,te, 10000, 10800 o 20500, um.
Ditos de la e seda para colef, 60000, ua.
Casemiras de cores para 10600. C0OOO, 30500 e 40000, o eovado.
Dita diagonal e alco'.-hoada, 20500, 40000, 50000 e 60000, o dito."
Dita SedSo, 20800, o eovado.
Cheviots azul e preto, 10200 e 30800, o eovado.
Grande sortimento em brins brancos e de 10 es, casinetas moleskins, rneias,
gravatas, lencos e outros trtigos que se lembrarSo na preeenca dos fregu zes.
da Silva Moreira.
Henrique
CREME QSMHED.A
SA RSETE, EXTRACTO
Al-U l DO TOUCADOB
POS OE ARROZ
COSMTICO, 3RILHANT1NA
OLEO, POttiSADA, VI1VAQRE
*fr
i\ A Pertumaria OSMHEDIa assegura aos
|j^ Pl-IBNTES f IBIS
B^^ itriBbtie eterna i (r um igUMl
SILVAACi*
CAJIRUBEBA
PREPARADO ffllOSO DEPURATIVO
MOFADO Pili JOWA DE HYBIBNE PDBL1C1 DA GOETE
Antorisao por decreto imperial de 20 de Junho de 1885
Coraposcio de Firmino Candido de Figueiredo
EMPREGADO COM A MAIOR EFFICACIA N'O RHEUMATISMO
DE QUALQOER TATUREZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LECCORRHAS OU FLORES BRANCAS, NA ASTHMA
bronchites (molestias das vas respiratorias), xos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANGUE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORMaS DA SYPHILIS
PropagadorA. P da Cunha
As ropcrtam.es curas, que este importante medicamento tem produzido, attes-
tadas por pessoas de elevada posicao social, fazeni com que de toda parte seja elle
procurado, como o melbor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, cano oondicao de uma circularlo benfica e efficaz, eis em
quo consiste principalmente o meio mais seguro de conservar a sade o de curar ss
rxolestias que a impureza do sangue occasiona.
O Cajrubba, pela sua accao tnica e enrgicamente depurativa, 3 medica-
mento quo actualmente pode conseguir esse resultlo ae.n prejudi ar nom alterar as
funecoes do estomago e dos intestinos, porque nao conten substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que constituera a baae principal d'este medicamento.
As muita3 curas que tem feito, estao comprovadas pelo testerauuho dos dis-
tinctos e conhecidos cavalleiros que firmam os attestados, qua este jornal tem publica-
do em sua secgao ineoitorial.
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
3PE^.3STJ^3rVXSXJGO
A- venda -m uiuliaa ptarmatlrs doBrazll e lo csiraageiro
VPHi
rflllrlAK) L
I








J

i


Diario de PermambiicoTcrfa-Ieira 19 de Abril de 1887
Mua-se
um casa coa. coma. Jos par erando fraatts,
eitio arbJriatdo ; na Ponte de Ueho* n. 10.
Alaga se barato
tua do Gus Turupes n. 96.
Ra Viaconde de Itapirica d. 45, armazeni.
Ra do Tumba n. 5.
Ra do Viscoudc de Goyanna n. 163, com igna
e gaz.
Largo do Marcado a. 17, loja coro gaz.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
frata-ae na ni do Comm rc-io n 5, 1 andar
a-'riptorio de Suva (iiinir3e & C.
Ama
Precisaba" de una boa coainheirt, para casa de
peqaena familia ; a tratar n Cues da Companhia
B. 2. Prefere-te escrava e devc dormir em casa.
Ama de leite
No largo do Corpo Santo n. 19, 2- andar, se
precisa de uina ama de l> ite.
Aluga -se
a casa da ra.do Hospici n. 10, com grandes ac
conlniOalaeSes para cJlegio ; na ra Duque de
Oaiias n. 9.______________________________
Abura se
ol- andar do sobrado no lirgo de 8 Pedro n. 4,
tem agua e gaz ; a tratar na ra istreita da Ro-
bario n. 9.
Ahig-a-se
a loja do sobrado no largo de S. Pedio n. 4, tem
agua : a tratar na ra estreita do Rosario n. 9.
o commercio
Vanoel Joaquim Alvos dos Santos encarrepar-se de esc. ipturacss coromertiHPs por
partidas dobradas. Piuca de Pedro 2o u.' 81, 1*
andar.
Ama
Precisa-so de urna ama que saiba eosinhar ; a
tratar na ra do Cabug a. 14, 1- audr, do meio
dia s 2 horas.
Engcnho para arrendar
Arrenda-se o engenho Serra, distante meia le-
goa da estacao do Cabo, me com agua e tem
tedas as obras em bom estado ; quem o pretender
pirija-se ao seu proprietuno no iveifi-, a ra lm-
(r al n. 20?, ou ao engrnho Novo do Cabo.
iie assucar
Cajiiibek
O re dos depurativo.*
Cura de Syphilis e Asthma
A'trst otie asendo uso do CAJU'RUBEBA
por man ce um iuc. n m d que sifliia em um
olho 6ijuci C'in>: Mrente restabelecido. e app-
cando em peaaoal do engenho que fofirlam de ty-
pp'i e de astlunat c rretabelcceram-ac tambein.
.ugeiih Findnba, 7 Je liarlo de 1887.
Felippe d- S e Albuquerque.
Viiiii) da Mourisca
Proprlo para uicsa
JiJi Ferreira da Gusta, ra do Amorim n.
t4, acaba de reei b3r una partida d vinh s tm
cascos excessivnmrnre grandef, e como deseja
tornar bem conhecida sta superi.ir qualidade, que
se faz recommendad ) pela etia punza e bjm pa- |
ladar, resalve vendtr esta reineaaa no seu esta-
belecimento em barris de quinto e de dcimo, p>r
precos muito razoaveia, para o que chamara a
attencao dos seubores apreciadsres, assim como
a 38 denos de boteia.
Apparelbos econmicos para o coziraen-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
D08, sendo mdica en prc*<;o e el
lectivo em operaco
Pode-se ajunt;.r aos engenhos existentes
do systcraa velho, melhorando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
qu**!idada.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
ina :binismo aperfeicoalo, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especificares e rnformajSas com
lrows '.
5RA DO COMMERCIO-5
Cosinheira
Precia-se de urna cosinheira ; na ra do Vis-
conde de Albuquerque n. 44.
Caridade
Um peccador pede pela sagrada vide, paixo e
inorte de Nosso Senhor Jess Christi, preces pelas
almas de nossos infelizes irmaos, fallecidos no
naufragio do vapor Bahia. l'm P. N. e urna A. M.
muito valor tem p< rante Deus
Aos doenles que necessitem de
mudanza de clima para resta-
lielecereni-se
0 povoado cha do Csrpina j fst considerado
pela muior parto dos mdicos e provado pelas
pessoas que aqui se teem restaoelecido, rom > o
uelbor clima em toda a circumvismhanca do Re-
cife, onde se respira ar puro e gosa-se de p sseio
agradavel as u.elhores ondicQes hygienieas,
por estar situado em grande elevacao, cima do
nivel nao e do Recite como de Pao d'Alh), L -
moeiro e Nazateth, looge des miasmas e humida-
de de pwBtaiWB, riot de Mrio man qee ae peaje
salnbridade. A facilidade de transporte, com
ama viagem apenas de 2 1|2 horas pelo caminho
de ferro, acommodidade de encontrar-ee aqui urna
asa onde pot urna tuodica pnalo tem-s um as-
edado quarto com o preciso, boa e sadia h limen-
tacao, deve resolver a quem precisar restabeleeer
a ssde a fazer por aqui um passeo. Para infor-
macoes minuciosas, no Recife o Sr. Laurentiuc
Simes ra de H rtas, r.finscio n. 7.
Carpina, 15 de Abril de 1887.
Jos Joaquim de Muraos.

at
rr

rt*
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
N
e>t
V
se
0 Remedio mQ3 efficoz e
Seguro que se tem descoberto ate
ho/e para expe'lir as ion trigas.
R00KIAY0L FUERES
XAR
VINHOoeJURUBEBA
BARTHOLOMEO a Ca
Pharm. Pernamburo
nicos preparados de JIJRlTBEBA re-
comniendados pelos Mdicos contra as
Soencas do Sitom^o, riendo Bayo
e Intestino. erda do Appetlte., te.
15 Annos de bom xito!
EXIGIR A ASSIGNATOR/,

Jalroph
Manipocira
E.-se medicamento de uma eficacia r conhecida
no beriberi e outras moksias cm que predomina a
bydropcsia, acha-se modificado em sua prepara-
V;1o, .-ragas a ama nova formula de um distincto
medico desta cidade, s-dqo que somente o abaizo
assignado est habilitado para prepaial-c de modo
a uielhorar Ihe o gosto e chriro, sem toiavia alte-
rar-lhe as propriedad.-s medicamentosas, que se
conservan com a mesina actividade, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado peb
es t-mago.
Huleo depoNito
N'a pharmacia Conceicilu, ra do Mrquez do.
Olinda a. 61.
Becerra de Mello
Paga-se bem
Na ra do Imperador n. 45, 1 andar, precisa-se
de uma bja cosinheira, uma engommadeira e um
meaino | ara recade. E' de condica, dermindo em
casa.
LIQIDACM
PABA AGABAH
FAZKXDAS E ROl'PAS
75-Rna Diin \\ Caxas-75
I ni bom negocio
Vende-se a posse Ar. kiosqoe da ra Nova co
p da ponte da Boa-ViS'a ; a tratar no mesmo.
losque
Tra9passa-se um em b m lugar ; informase na
traversa do Arsenal de Guerra n. 9.
Ensino primario e secundario
Urna pessoa habilitada cffer>.cr-8e para ensinar
ere algum engenho as sei>unte6 materias : pjr-
tuguiz, trancec, latioi, historia, pbilosophia e pri-
meiras lettras. PJe ser procurado na ra Impe-
rial n. 17.
lan idiai
PARA TINGIR A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, liando Ihe uma bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vendr se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Freres, sticcessoreg de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da Crui
n. 2*
Acabarao-se as Cas
('minmiica ac- Cabello t a Baroa
i Utr natural
[Baifc obi rrai ApcacOes wm umm nen FrejaracJD
35 AKNOS DE XITO
j E. SALLES fils; J. MONF.GHETTI. suooasoor
Perfainista-Chlmici. 73, rna Turb jo. PABIZ
flactfam-M em : Jsi as principies Ptrt.m'.riai e Drogaras
[^kmxWttmPtrn.inljuro Fraor-M. la SILVA AC\
Caixeiro
triado
Precisa-se do um criado de 12 a 14 annos
ra do Paysand n. 19 (Magdalena).
Menina e menino
Preeisa-se de uma menina de 10 a 12 annos de
idade, para caca de familia, para andar com urna
criancinha de dous anacs, trata se bem e d-s
de vntir, e o menino para taaer compras, median-
te um pequeo ordenado mensalmente ; a tratar
?i ra Velha n. 36, collegio.
-" Na mercearia da ra de Paysand n. 7, preci-
sa-se de um ciixeiro eom pratica, de idade de 12
a 14 annos, e que d Gane* de sna conducta :
Plalas pro-gamas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparaeo puramente ve}
getal, teem sido por mais de 20 annos nproreitadas
com os melbores resultados as seguintes moles-
I tas : affecces da ^lle e do figado, sypbilia, boa
I boes, escrfulas, ehaeas inveteradas, erysipelas e
' gonorrhas.
Modo de iioal a*
Como purgativas tome-se de 3 a 6 por dia, be-
oeado-ae apos cada dse um potico d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar
Estas pillas, de invenci dos pbarmaeeuticoi
Alireida Andrade & Filhos, teem veridictum do
Srs. mdicos para sua melhor garanta, toroande-
se mais recommendaveis, por serein um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
osadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
* trocarla de Patria Sobrlubo tv
*-\ BBA DO MRQUEZ DE OLISDA 41
Por 2:$o<;o
aluga-se a casa terrea n. T8 da ra do Padre
Nobrega, limpa e com 4 quartos, 2 st las, quarto
de engommados, cosinha, quintal, apparelho de
limpeza e cacimba meieira : a tratar na ra do
Padre Floriano n. 5, 2- andar.
A' Florida
Ra Duque de Cavias n. loa
Chama-ce a atttncio das Exmas. familisa par
oa precos segu ntes :
Cintos a 1/000.
Luvas de pellica por 2500.
Luvas de seda cor granada a 24, 24500 e Si
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. t
metro.
Albuns de 14500, 24, 34, at 84.
Raines de flores finas a 14500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda
das, a 800 e 14 o par.
Porta-retrato a 500 r., 14, 14500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 24, 24500 e 34 uma
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 ra
Eapartilbo Boa Figura a 44500.
dem La Figurine a 54000.
Pentes para coco com iaacripcSo.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 124000
1 eaiza de papel e 100 envelopes por 800 re
Capella e veus para noivas
Suspensorios americanos a 24500
La para bordar a 24800 a libra
Mao de p*pel de coree a 200 ris
Estojos para crochet a .$(100 rs
B.co de cores 2, 3, e 4 dedos
de larpura a 34000, 44000 e 54000 a peca
L-ques transparente* a 34000
Id. m preto a 24000
Lindos Broies a 34000 140!)0 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Linha para machina a 800 ris a duzia, (CBKj
Bordados com dois dedos de largura 6(XI ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 14200
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques cem borlota a 800 rs.
Bicos brancos pira s -fineta, cretone e chita pa-
ra correr binados a 14000, a 1450:) a peca com
10 varas, barata.!
Albuns de chagrero, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6, 74 e 8000.
Meias de Escossia para senboras, a 74500 o par.
Lencos de linh > em lindas caizas,
Bico das libas muito fina proprio para toallas
e saias.
dem japonez proprio para a!vas e requets e
toalhas de altar.
dem brancas com 5 dedos de largura, a 34090
a peca com 10 varas.
Caizas com sortes de jogo de mgica proprios
para sali, a 54000.
Sabonetes de diversas qualidades.
Bolsas de couro para menina de eseola.
Collarinho de linho a 300 ris um.
Grande pecnincha em espaniliios
de llnbu a SftOOO. um.
BARBOSA & SANTOS
Materiaes de consinicfio
Presos rediiz dos
A Companhia de difcar>3o, tem resol
vido d'ora era diaute, p.ra as vendas dos
productos da sua olaria a vapor do Taqua-
ry, o seguinte :
Tijolos de alvenaria grossa,
formato commum, descarrega-
dos em qualquer caes, o m-
lheiro 22O0O
Ditos, formato ipglez, idem
idem 18000
Ladrilhos idem 3r>,5000
Telbas communs, idem 38|5000
As compras de cen a quinhentos mil
r:s, terao um descont de cinco por cen
to, e d'ahi p. ra cima dez por cento.
ira
Na ra Imperial n. 299, precisa-se de um me-
nino de 12 a 14 anooe de idade, brasileiro nu por-
tugus.
VENDAS
a"

CAPSULAS
Mathey-Caylus
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Enoolucro delgado de Gluten nao fatigo.ntinca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia. a Cystita
da Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgaos gento urinarios.
IU4 Um tiplieaco detalhada acompanha cada Frasco.
Exigir as Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & C', de PARS,
^ que se acho em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
Veade-ae um eogeuho.o mel or possive d'a
gala, grande, com mattas e capoeirous, varzeas
largoi corregos, perto do Recife e uma legoa da
estac..o de S. Lourenco, est todo montado, por
isso que tem todas as obras de t.jolo. Alem da
plasta que tambero se vende, tem hoje '0,000 pea
de caf, 10,000 de bauaneiras e outras ructeiras.
Para melhor ioforma^ao pdeui os pretendentes
dirigir -se ra do Imperador n. 81, onde acha-
rio uma descripeo minuciosa ao Illm. Sr. Sebas-
tiao do Reg Barros, pessoa autor.sada. O nego-
cio de gr ude vantagem.
Vende-se uma cadeira de piano, muito boa
obra, dous jarros tulipas para botar flores, e ps
de flores lindas para ornar salas : na ra do Mr-
quez do Herval n. 23, loja.
= Vende-se cinco quadros da importante his-
toria romana, muito bonitos, por preco commodo,
dous jarros para flores em tulipas brancas, tres
malas para viagem e uma cadeira de piano, de
Jacaranda, obra muito boa, e ps. de flores para
ornar sala ; na ra do Marque do Herval n, 23,
loja.
Vende-se uma taverna muito boa e com
pouces fundos no Arraial ; a tratar na ra larga
do Rosario n. 14.
Bom negocio
Vende-se um estabelecimento de molhados, pro-
prio para principiante por ter poneos fundas :
quem pretender dirija-se refinacao da na do
Lima, em Santo Amaro das Salinas.
c
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel par* on males de pernas e do peito tambem pvra
as frulas antigs chzgas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as entermi-
dades de peito na se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e linduras recias, obra -orno por encanto.
Coas medicinas ato preparadas smente no Estabelecimento o Profetsor HoLtawAT,
78, NEW 0X0BD 8TBIET (antes 683, Oxfera Straatt), L0NLAE8,
___ vndanse em todas as pharmac s do univerco.
OT O compradoras slo convidados respeitoaamente a examinar os rtulos de cada oaixa e Pote, ac no team a
diraccao, 533. Oztbsd Street. 3S0 taUificaooes.
Cimento
Fcnseca irmaos & C. vendem cimento inglez,
marca pyramide, e cimento hamburguez, por me-
nos preco que em outra qualquer parte.
A Loja
Das Listras Aziips
A na itiiqite dcCaxias n. 61
TELEPHONE 211
Recebem as seguinfes fasendas
Juanitasetim de lindas cores matisndas a 15000.
Cortes de Vestidosbrancoa com quadriohos a
5000.
Cazemirasinfestadas todas as ores a 1*3200-
Merin8infestados melhor qualidade todas as co-
res a 800 rs.
Cor'es Bardadosde cambraia branca a 5500 e
6*600.
Fustao fia-ancosuperior qualidade a 400 e 00 rs.
Guarniesesbordadas du cambraia victoria mui-
to largas a 54000.
Babadose entremetas tapados, transparentes, e
de fustao verdadeiro a 600, 800,1000, 1(200 e
1500 a peca com 3 metros.
Luvasde seda todas as cores com 4 b^toes a
2*000.
Grinaldas-com ricos veus de Blond bordados a
Si, 10*, 124 e 154000.
Colzas de DamascoCom borlas de seda a 304 -
Cortinados Bordadospara cama ou janella a 64,
8|e 104.
Tapetespara sof, cama e portas por todo o
preco.
Leques de Setimpara noivas de 6. 8 e 104-
Renda Hespanho lapreta padro miudo a 2/ o
covado,
Madapoln americanosem gomma igual aoCami-
seiro a 6f 000.
Bramantecom 4 larguras a 900 rs., e de linho
superior, a 24.
Toalhas Felpudaspara banco, ou para rosto,
para todos os preco*.
Leques a Juanitacom esmalte a 500 rs.
Crotones e chitas=novos padres a 200, 240, 280
e 320 ris.
E outras muitas fasendas que ss veedem por
menos que as outras lujas.
As Ezmas. Sras. que nao possam vir na loja
queiram mandar buscar as amostras na
Loja das Listras izues
Especial fumo
Victoria n. 69.
(jaraiihuiis
vende-se oa ra do Barao da
k f\ v LHA DE BOKRT~
0 aVJ3 CHIYBIER
DIPLOMA DE HONRA
atotvintectaiio pelo Alcatrio,
orneo 9 blum/co, o Que muito
ugmmotM t proprieddet do
0 OLEO de FIGADO
E lCU0 FERRUGINOSO
4 s nica praparaeSo oua permuta
administrar o Ferro sem prc.
du/ir Pristo de Vssure, nam
Incommodo.
IMSITO feral a rilB
11.ruis riaa'-IiBiurtrt. 21
)m SSS^I
iLFEfiRUGINOSOlP
*^Sp
z^fi*
S
w di ib*** *"7 ~wi i
Oriam a '""
RKCBITADO PO TODB AS
Celetoriiladas lecAs
D\ FRANCA DA ElBOfA
nu
MOLESTIAS 00 PEITO,
'AFFECQOES ESCROFULOSAS
CHL0R0SIS,
ANEMIA, DEBILIDADc,
TSICA PULMONAR,
BWONCHITES. RACHITISMO
Vinho de Coca
L1CRNCIADOS PRUA INSPRCTOJtU DE I IMPERIO DO BRAZIU
Vinho do Porto e vinho
verde
de superior qualidade, em caizinhas de uma du-
ria, e por prevo muito resumido ; vende se no ar-
mazem n. 54 da i ua do Mrquez de '.'linda.
Cabriolets
Vende-se dous cabriole(3, sendo um descobert*
e outro coberto, em perfeito estado, para om ot
dous cavallos; tratar ra Duque de Caziar
n. 47
Novis
de afamado fabricante Tb^net, de diversos pa-
dres e cores, tanto em mobilias como em pecas
avultas, a vontade dos senhores compradores e
por precos sem competencia ; vendem-se ao ar-
maseis n. 54 da ra do Mrquez de Olinda.
WHISKY
HOYAL BLEND marca VlAOU
Este excellente Whisky Escesses .eriva
so cognac ou aguarden.?, de canna, para lOrtifica
i corpo.
Vende-se a retalho nos n. Iheres artnazens
nolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADOcujom
me e emblema sao registrados para todo o Brasi
BROWNS & C, agentes
.'nlio de Riga
MATHUE3 AUSTIN & C, receberam ultima-
monte um completo sortimento desta madeira,
como sejam : pranchoes e tabeas para assoalho,
da melhor qualidade e de diversas dimensoes, e
que vendem por precos commodee, 6 reducidos,
conforme os lotes ; no armnzem do caes do Apolle
n. 51, ou ra do Commercio n. 18, 1 rodar,
Molestias das Creanpas
XAROPE DE RABIO IGDADO
de GR/MAULT e Ca, Pharmaceuticos
Approvado po. Junt d'Hygiene do Rio-ds-jacen.
-< I T IO
*** ^rop? ^"e rel sua reconher)da efflocia, figura na Pharmacopa iraccesa
iSdteoo ate 884), goza da melhor reputact en're os mdicos 'oo^s os paizes
Substite o oleo de figado de baca': So pela ii:tellKente combinoslo intima do iodo cem
o sueco de plantas antiscoibutic~, como o agrio, o rbao e a oochleejia bem
conhecidas na medicacSo dos adultos e das creuncas pelo iodo e o enxofre que1 ellas
contm. Este xarope convm s creancas pallidas, iracas, sem appetite, predis-
postas a certas molestias, como a ozagra, as rostas de leite, o engorgitamento
das glndulas do pescoco, que desapparecera debaiso da sua accao.
Essensialmente depurativo e inoffensivo, nao caustico como o iotlureto de potas; e o lodureto de ferro, mas como est".~ 6 empregado para forlificur os temperamentos
debis e para con.haler a tsica, as tosse?; cutoi-rhaes, o infarte das glndulas,
o moa humores, as molestias da pella e lod.is as que sao devtds u um vi"1'
do saiKrue.
SaOaCc:" ES
Deposito em ^ARS, 8. Ruc Vivirr.nc. su f : -:a: e ir--'
!-ra r>-ra-t>ff^>-^i-n-
^- ..-.

Vos 1000:000*000
200:000*000
100:0001000
LOTERA
UlWlli
DE 3
?m favor dos ingenuos da Colonia Orphanoloffica Isabel
DA
PROVINCIA. DE PERNAMBUGO
ExtracQu a u de Maio He 1837
Ir tliesourepoFrancisco Goncalres TVrrc

>0OO00POO0OO0OOO0O0000OO0OO000000O0<
TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHOootorJOHANNO
DO
'DOUTOR'
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
BecommfndSo.no nos casos que neccssit5o tnicoa para reconstituir e reg-enerar
o organismo arruinado por molestias, excessos. nalureza do clima, Anemia, Cbloroals.
Amanorrbea, Cachexla, ritaxo branco, cue tanto arruino a saude das mulheres,
Pobreza de Sangue, Traqneza reral, Sebllidade, etc.
H. VIVUSIT, Drog-ulata, 50, Boaleyard de Stras^our?, em PAEIS
*'*i* ?.^.?...?,?_? ? ?.?.? ? 4 ?'*;
FERRO GIRARD
Approarado pela Accdemla de Medicina de Pariz.
Approvado pela Juncta Central de Hygiene publica do Brasil.
O Professor Hrard encarregado do Relatorio Academia demonstrou que
fcilmente acceito pelos doentes, bem tolerado peto estomago, restaura as
forcas e cura a ohtoro-mnemia; que o que distingue particularmente este
novo sal de ferro, que nao causa priso de ventre a qual combate, e elevn-
dose a dse, obtm-se dejecces numerosas.
O FERRO GIRARD eura anemia, odres pallidas., caimbras de estomago,
empobrecimento do sangue; fortifica os temperamentos traeos, excita o
appetite, regulariza as regr-ns e combbte a estf.rilidade.
Deposito em Paria, 8, rna Vivienne nai principis Brgarias e Pharmaba

J1FII UM &
Ra de INrco n. 6.
Participad ao respeiiavel publico qit-, leudo uginentado seu
tBhlK-lecimento de JOIAS com mais un* aeccao, no pavimento terreo,
r-nm especialidaes em artigos He ELECTRU-PLATE, convidam as
ExiS. tamiliaR o seus numerosos freguezes pura vigitir 8*"U estabele-
cimenio, onde eni:ontrarao um rquissirno sortimento de oias de ouro e
pr;ta, perolss, brilhantes e outras pedrs preciosas, e relogios de ouro
prata e nikel.
Os artiges que ecebftm directamente por todos os vapor s"
?xe--utado8 pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
is:nilos-Unido8.
A par das joias de subido valor acharao uma grande variedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
.-asquientos, b; ptisados e nniversarlos.
Xem em relacao ao pre^o, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontraro concurrencia n'esta praja.
oooooooooooooooooooooooooo
DE
MELISSA dos CARMELITAS
BOYER
XTnico Successor
dos CaxTaa.elita.s
14, Ra de 1'A.bbaye, 14 -
CONTRA :
Apoplexia Flatos
Cholera Clicas
Enjdo do mar ; Indigestes
Febre amarella, etc.
Ler o prospecto no aval ra envolvida
oda rldro.
FALSIFICflQES
D-vc-30 exigir o letreiro branco o preto,
em todos os vidros.
se}a qual tdr o tamanho.
DEPSITOS EM TODAS AS PHARMACIA*
DO a7nirere.
Exigir a Assignatura
de
oooooooooooooooooooooooooooooo
ooooooo
(U IOOUMTO di FEM t de tftlW I
TRTKTA AKNOS t% bou EzltOtea demoart aaat
a acacia liconteataio d'eataa PUala, qnamnni laaa
aaatm os aaemenios preetsca pmrt a -rjt**--yAo 4a rmsaas.
Taita mi proprledadea (naeiu awiat*;
o tasrsBTo a rauti tmo'*
o nvdlc*ment< do. v*1to ooatim u
* a-tlortf nhior iw>
rea ata upoettf
mp'tbrcimtntp 4e 3aoa
JffacfOei etc-ofulotaa, tt
HpMU hm: J. na W 6'MH-iatU-tmx toa
*VajaaMo:rRa.M-Ii.c!aea.TA*
PARS
O quinium Labarraque um Y: em :e toico et febrfugo destinado substituir toda* a
ontras preparages de quina.
O quinium Labarraque contem todos os principi S activos dos vinhos mais generosos.
O quinium Labarraque prescripto com vantagem aos coovalescentes de doctas graves, as parturientes e
todas as pessas iracas ou debilitadas por uma kbre lenta.
Tomado com as verdadeiras pilulas de Valla, sao rpidos effeitos que produz nos casos de Morse, tuu-
mia, cores pallidas.
Em razao da efficecia do Quinium Labarraque, preferive!
o em copo de licor, no fim da referi e as pilulas de Vallet antes. ^SMVicj
Vende-se na mor parte das pharmacias sobe a assignatura : Y
parte
Fabrioaoo e ataoado
assignatura
Casa L. FRERE
19, ru Jacob, Paris.
r

\.


M

flBM
Diario de PcrnambncoTerca
UTTERATM
h
Instituto Archeologte* c Ceo-
graphlco Pernambucano
RELATOBIO APEESENTADO PELO 1 SBCUE-
TAMO DO INSTITUTO ABCHEOLCGICO^E
GEOGKAPHICO PEBNAMBCCAHO, HA S8SSAO
MAGXA ANNIVEESAKIA DK 27 DE JANEIEO
de 1887.
(Continuado)
No sesso de 5 de Noverobro lea o nos-
so cousoeo o Sr. Franqueo Augusto Pe-
reira da Cjsti urna Breve Noticia sobre a
creagao do Tribunal da Relagao desta Pro-
vincia.
No intuito de publicar um Diccionario
Histrico. Geoi/ruphico e Estatifico da
Provincia de Pernambueo, tero o nosso
consocio consagrado ltimamente as auas
?igilTas eoraposigilo deasa obra monumen
tal e a ella pertence o intaressante arti-
go, coni qui oceupou a attengao dolos
tituto.
Nessc trabalhj reoor^-nos o nosso con-
socio que, autes da reorganisagao, dett
mi
d
^ ant o da Babia, criado por Felippe
3o em 2 lhe o do Rio de Janeiro, o do Maranh),
cuja criacio data da 23 de Agosto de
1811 -e hwalroonte o de I'ernarobuco.
Este Tribunal, o raais mederno dos que
entao funeeionavaro e cada um dos quaes
eompreh ndia em sua jurisdiccSo diversas
Provincia, oi creado, como no lembra o
nosso consocio, por Alvar do 6 de Feve
i reiro de 1821,
A sua sla era na Villa do Recifj^ e ti-
nba por Districtos os territorios, no s
deT'eroambuco, que naqnella poca con-
tava tres Comarcas, Recife, Olinda e S-r-
tao, como das Provincias da Parabyba,
Rio-Grande do Norte e Coar, tendo a
res da Ordem Carmelita, a qual, no Capi-
tulo 11, menciona que o restaurador de
Pernambuco descansa em humilde sepultura
na capella mor d'aquella Igreja, do lado
do Evangelho.
E as rasSes quo aetuaram no espirito do
nosso consocio para se louar na afirmati-
va dessa escriptor, nascem da combina'jao
da verba 6.' do testamento de Vi*ira cora
o resultado das pesquisas, que se fizeram
em 1875, na ilha da Mideira.
Coro cff-sito no seu testamento, pe u
elle que o depositasen na Igreja do Car-
ino de Olind, em quanto nSo seemstruisse
um cirn-iro, que mandara fazer na capella
mor da Santa Casa da Misericordia da-
quella Ilha para seu encerr e de sua rau-
Iher D. Mari* Cesar.
Ora nao se tendo realisado a eooatrucgao
desse carneiro, uem at a morto de sua
esposa, porque esta, que lhe sobreviveu
foi sepultada na Igreja de S. Thereza de
Olinda nem d'abi em diaot-, como se re-
rificou das pesquisas, qua sa procede-
ruu na ilba da Madeira, conclu o nosso
consocio ser por domis admissivel, qua na

icio cue, autes ua reo:- 'imi.^.m, ubm -___
a2 pLuhi ". 2,342 de 6 de Ag.ato P-pna ^^o^J^d^"-
U873 reiQ.ia.n-s, a quatro os Tribunaes do com o su ped lo, fora Vie.ra. depoBta
:= do, lhe dessera sepultura os seus testa-
menteiros, curaprindo desta arte, na pacto
que lhes foi possivel, as suas disposigoas
do ultima vontade.
A estas eonsideragSes, que poero em re
levo a vrncidade do que affirma Fr. fila
noel de S, .adiciona o nas-) consocio ju-
diciosas refloxoas a respeit" do crdito,
que nos deve merecer esa* escriptor, o
qual, eompmdo nro livro, como as Memo-
rias Histricas, destinado a proclamar os
mritos e a reputac&o dos bomens celebres
da sua ordem, d-veria ter sua diaposicSo
os mais verdicos e valiosos subsidios o as
informac8e8 mais exactas e fidedignas;
pela qu nao se comprehende, qu', 8m
fundamento, assignalasse a Igreja do Car-
mo de Olinda, como o lo jal d% sepultura
o do Ma-! de Joao Fernande. Vieir..
ranhoe devendo sor presidido pelo Go Concluid. pelobr. CosJ a lottor.de
vernador e O.pitno General da Provincia. sua interesante Memoria que toouvi-U
Apezar de croado em Fevereirode 1821, com .ttoncio pelo Instituto, deliberen es a
s, annoe meio depois, fui inaugurado, o! AssociocSo, sub proposta s
que teve lugar a 13 de ,
sob a presidencia do seu p
-osto de 1822,1 previa lieen< que se mandasse proceder a
riroiro Chau- excavagoes, na Capella mor d'aquella Igr -
celler, o Dezimbargador Lucas Antonio
Monteiro do Barros; terminando nesta par
te a Menioria do nosso eoasocio,, que, i
j* e ahi, no lado do Evangelho, deseobri-
ram-sa effoctivaraeut?, envoltos em espes
sos carnadas de cal, e de mistura com ou-
diversos ossos humanos,
Um mar de telhados estendia-se em tot-
eo d'elle.
Nada mais ouvir, a nao ser urna espe
ci de murmurio inlistincto.
Era a lamentado incessante da grande
cidade.
O da coroecava a cahir
Sob os ra:os do sol poente as ardosias
dos telhados brhavam como escamas.
O desconhedlo julgou salvo, mas nao
tardn a conlie er o seu engao.
N> bonlooard iniltid agglomerava
se.. As carruag^ns e o* mnibus para
vam.
Vii mover-so um* espicie do formi-
gueiro humano, qu" engrossava di minuto
para minutar.. Teve um i-stre-neoimen-
t. Todos os olhtres dirigiam se para
o ar. Viam-no entao?
L'.ngou so in listinctamanto para traz de
um chamin e esperou.
Passaram se alguns s-gundos.
O alamor continuava a subir, como um
rugilo de tempestado que se levanta.. -
Conservava-se agachado na penubra,
agarrando-se de ps e rpSos.
En torno d'elle as charains, unidas, in-
numeravi'is, pareciara mastros partidos.
Paria nunca lhe havia parecido tSo mons-
truoso, tao g'gantesco.
Todas aquellas casas que o seu olhar
abrangia estavara chcias de gente, que ia
gritar contra elle, ama!dicoal-o, sem o co-
nhecer.
09.nh3, por todos os jornaes, o seu
nomo honrado, respeitado bt entilo, seria
atirado :o atassalhamento da multidao.
F>'z um gesto feroz.
-- Nao nao nun' !
E paron do repente.
Um mrio sbito apoderou-sa d'elle, pre-
gou-o, por assim dizer, ao t-lhado.
A? trap'-iras qu" o rodeiavam tinham-ss
ab.Tto ao mesno tempo e por ellas appa-
recians diversas cabegas.
All I All /
Tinliam n'o visto, apontavam'n'o com o
ded.>.
O'u um salto extiaordinario e, com o
auxilio dos ps e das mios, como os ma-
cacos, desappareceu p >r entre a floresta
de cbamins.
As pessoas qtiii .i perseguiam tinhara
saltado para o telhado *, co-n passo vacil-
lante, procurava'n orientar se.
Em baixo a multidao batia palmas.
MonMnHi
tmbeos a
instante Ak
contestavelmente, off,rece a vantagem de tros fragmentos,
se encontrarom ..ella reunidos todos 08 da-na sua roa.or parte ja destruidos pelo tem
dos relativos aos nossos Tribuna*, de 2 p<>, os quaes resolveu o Instituto subma-
inetancia e especialmente desta Provincia, ter ao conheemento de urna commissao
Leu ainda o roesroo Sr. Augusto Costa medica, para esse fim nomeada
uro importante trabalho sobre o lugar, em ^^^^(Oontinu.
qne repousam os restos mortaes de Joao 0s
gr^f: .^upb,, m Jb|0 SEGREDO DE DANIEL
tmulos, na phrase de Hervey, nao tem
conseguido estender por sobra aquelle no-
uie o manto do esquecimento, qu?, no di-
zer de L-.martine, urna segunda raorta-
a cor-
POR
JULES DEGASTYNE
PROLOGO
III
{ContinuactL)
Um grito de terror sahio de um leito,
lha ; tem, entretanto, contribuido polero |
smente para que se levantem duvidas so
bre o verdadeiro local da sepultura do il-
ustre Madeirenss.
Essns duridas, porem, parecem agora re-
solvidas com a descoberta que acaba de
fazer o Sr. Augusto Costa, na bibliotheca
do Convento do S. Francisco de Olinda.
No in eressante trabalho, de que nos deu depois urna forma faminina, descarnada,
leitura, depois de tragar o histrico das! levantou-se, ternficada.
pesquisas e excavagoes, a que procedeu o Soccorro I soccorro gritou urna voa
Inetituto em 1864 e 18G5 na Igreja da Mi j ronca
sericordia d'aquella Cidade e das diligen- Nada receie, murmurou o homem,
cias que para o mesmo fim promoveu o, nao qnerj fazer-Ihe mal.
Sr msjor Codeceira, na ilha da Madeira, Com o olhar procurava em torno de si
declara o nosso consocio haver verificado um ojecto alto, um mocho para ebegar
qne o locl da sepultura do here de S. itrjpeira que via entreaborta por cima da
Jorge nao foi outro, senao a Igreja do Car-1 cama,
mo de Olinda. Nao vendo nada, pnlou para cuna da
Funda-se ello para assim se pronunciar cama, sem se preocenpar com os gritos
n'um trecho da preciosa obra de Fr. Ma- agudos da doente, suspenden s forg de
noel de S, que encontrn na referid, bi | pulso e saltou para o telhado.
bliotheca, intitulada Memorias Histricas, Ah respirou.
O ar fazii-lhe bem.
dos iustres Arcebispos, Bispos e escripto
rOLHETlM
JOSLARONZA
Paris p.recia-lhe deitado a seus ps.
Nis alroofadas dos mnibus, os
sos, de p, par9c;am querer dirigii
reria.
O fugitivo soltou uro grito de angustia.
Estava perdido.
Tinha visto ero ciraa do telhado o uni-
forme dos guaras pdiciaes. .. os capace-
tes reluziraro sob a acco do sol poente.
Senta toda aquella gente encarnigada
traz delle.
Tinha todo o boulevard, Pariz inteiro,
amotinado contra elle.
Parou cflvgante, coberto de suor.
Pegou no lengo para enxugar-se.
O lengo ficou sujo de sangue, sangU3 da
sua victima, de que tinha ainda a face co-
berta.
Soltou um grito abafado, arremegou o
lengo para longo e comegou a lugir outra
vez, impellido por urna nova raiva, saltan-
do de telhado em talhado, desvairsdo, lou-
co, transpondo abyamos... admirndose
do fiear vivo depois de cada salto terrivel
que era obrigado a dar.
Por um momento teve um lampejo de
esperanga.
NSo era para elle que a multidao olhava
Todos os olharea dirigiam-se para o lu-
gar de onde elle havia sahido, todas as
attengo :s pareciam voltar-s p*s fln^P
lado.
Que se passaria ?
Um episodio terrivel, que o fea .atremev
cer, apezar da grvida de de sua situagao.
Um episodio que o tez pwar, curioso,
com a respiragao suspensa eomoosontros !
Escondido atraz de urna pared?, levan-
tda entre duas casas, poz se
olhar, esqueceo|-se por um
sen p:-oprio perigo.
Eotre os perseguidores mala aulaciosos
tornou-se saliente um gm.rda da paz, em
cujo peito brilhavam diversas rnedalhas de
salvagfto.
Tinha sido no dos primeiros a langar-se
e ".ons-rvava-se na frente de seus comp
nheiros, de que pareca ser o chefe.
Da baixo applau iiam-n'o e animavam-n'o
O valeate ailiado, tao indiffarente com
o perigo como o desesperado a quem per-
spguia, fazia como esto prodigios que ar-
rancavam a multidao exclamagSas de ad-
fuiraguo e quasi de terror.
O rumor que vioha de baixo augmenta-
va-lh-i ainda msis o arior.
la... ia... quasi sem reflictir agora,
quando de repente soltou um grito... gri
to de angustia horrivel que foi repetido
pelas mil vozes do boulevard.
O p aeab iva de faltar-lhe e escorrega-
va sobro o plano iuclinido de um telhado
sem nada a que agarrar-se, sem que a3
roos trmulas encoatrassem o qer quo
fosse para detel-o-
Os seus companheiros, com a face con-
trahida p ir adianto e viam no escorregir para o
abysmo, s im poder soccorrel-o.
Fez se immedii.tamente um profundo si-
lencio-
Toda a g.mte estava offegante.
As palabras gelaram no3 labios de to-
dos.
O d^sgragado continuava a escorregar.
desveirado, com os olhos esbogalhados de
horror, sentinde j em todoi os seus mera-
br,js invadidos pilo medo do eemagamen-
t0, com o pensamento voltado pira tquel-
1-g que perda e deixava.
Era horrivel !
O da estava ainda bastante claro para
luminar todas as peripecias do drama,
para graval-as em todos aquellos cerebros
voltados para o ar.
O assassino nao pareca menos impras-
sionado que as outras pessoas. Com as
roSos estendiias, os olhos esbugalhados,
pareca implorar o co pelo desgragado,
prestes a soccorrel-o, desesperado por cau-
sar a morta de um outro homem.
De sbito um grito estridente parti da
multi 12o ; o guarda da paz, com oa ps
para diante tinht chegado a extremidade
do extremidade do telhado, tocava coro
a poota jggragado guarda da
paz... A suas respiragotis confundiam-
8e... Vrain-o amarrar roda do corpo
do infeliz a corda que tr&zia na mSo; de-
pois este abandonando o seu ponto de
apoio, deixou-se escorregar lentamente pelo
cabo at a sacada prxima...
Estava salvo.
Os applausos redobraram.
Os bomberos tornarara a subir um a
um, e um suspiro formidavel sahio de to-
dos os pontos off'gantos.
O assassino respirou tambim, mas ao
mesmo tempe a angustia apoderou-se de
novo delle.
A cegada ia comegar. .. era para ella
que aro agora voltar.
Effectivamenta da todos os lados j o
proiunvam com o olh .r.
Sahio do sal e8conderijo para recome
gar a sua carreira.
Mil olhos o viram mil gritos se crgue-
rara, rail dedos o upontaram.
Os telhados encuerara se de gente.
Comegou a correr.
Saltou chamins, deixou-se escorregar
de telhado em telhado, perseguido pelo
clamor, pelo alurido, pcla3 ameagas e gri-
tos de morte.
Tinha os olhos ujectados de sangue,
os pulsos crispavatB-selhe, urna zoada
nvadia-lhe o crneo, impedndo-o de ou
vir, urna nuvem espessa tomava-lhe a
vista.
A sceoa tornava-se cada vez mus si-
nstra com a aprosimacao da noito que
coraegava a envslver os telha los era um
veo negro. O sol tinha desnpparecido
completara! n'o e o urna lnha de sangue.
Se polesse ao menos esperar a noite,
ainda lhe restara algum* esperanga, mas
agora via gente por toda a parte, adante
e atraz e si. Todas as trapeiras vomi-
tavam gente.
J nao sabia
cuno- do telhado. Estavam todos espera de o
POR
JACQLES DL FLOT E PEDRO MAEL
PRIMEIBA PHII.
o i:\k.wa
(Continuagao do n.
IV
8G)
E
voltando :
Mas o senbor disse-roe ha pouco que
tinha morado na roesma trra que esse
Jubb. Que trra essa ?
O He8panhol recolbeu-se.
__Eu disse as regioes. Lewis Jubb
urna especie de potentado cosmopolita,
cujo poder estando se pela Asia e Ocasnia.
Foi as costas de Malacca, em Singapoor,
n. Batava, que encontrei vestigios desso
homem.
Quo est dizendo ?
A verdade pura, aquillo que todos
lhe poderlo diz-r, des le Shang Hai at
Sydney.
Ah I excUraou Maximiliano, estou
gostando do ouvil-o. Entao esse homem
um pirata ?
Miguel serrio.
O sonhor o disse. Esse comprador
de bens seguramente, um dos humeas
msis poderosos do nosso tempo. Na nossa
velha Europa policiada e... policial, ac-
crescentou elle, rindo do trocadlho, nao so
er na existencia de taes homens. Con-
sideram se como roythos as narragS^s que
fazemos delles. Entretanto nao lia nada
mais real. Lews Jubb um cuta vivo,
se nito uro demonio. E' rei da trra dos
piratas. Commanda como senhor. Invisi-
?el, desconhecido, domina soberanamente.
Metade dos pavillioas negros do golfo de
SySo, os piratas das costas de Malacca e
do Japao, os convictos da Nova Galles obe
decam-Ihe. Jubb tem um i eaquadra e um
exercito. Tem tomado navios mercantes
debaixo dos cauh3;s dos navio? de guer-
r.
Mas, exclamou Maximiliano fra de
si, como pi'i le tal homem, semelhante pi-
rata, paaseiar lvremente, exercer impune-
mente os direitos de um cidadao do mun-
do, honrado e usando dos saus direitos, elle
que est em guerra aberta com a socieda-
de intera.
O Hespanhol sorrio.
Bem v, que o senhor Francez,
Sr. Arbaod, isto incrdulo e valente.
Como Jubb contina impune ? Oh I meo
Deus 880 fcil de explicar. Priraera-
menta seria preciso apanhal o.
Muito bem I mas quando elle vai a
Melbourne, por exemplo, quando intenta
nos tribunaes aceftas, como aquella que
roove contra mim, seria fcil de apanhat-o
na armadilha da sua propria impruden-
cia.
NSo tSo fcil como pansa. J se
experimentou. Em Anckland, em 1872,
urna vnva ingleza--e pego-I he que tome
nota de qne era urna inglezaaecusou o
positivamente do assassinato de sen mari-
do. Os juizes marcaram a fianga em qua-
tro mil l:bras esterlinas, isto cero mil
francos. Jubb depositon a somma, sem
pestanejar, obrigando-se a voltar dentro de
um anoo o entregar-se s autoridades se
toase preciso. Voltou ao cabo de um ao-
no, dia por dia. O inquerito o justificou,
a viuva deesbio da acgo, e elle deu aos
juizes vinte e cinco mii francos de recom-
pensa.
Mas iss> abimin iv.d urna ver-
dadeira denegago da justiga 1
Clanos deu uro. risada.
Ple ser denegagSo da justiga, s-i
quizer, mas nem por iaso deixa de ser
normal simples. O senhor nao conhece
os ingleses. Comtinto que nilo se toque
no pavilhao da Gr-Brotanba, pde-se fa-
zer tudo. Ora, de notoredade publica
que os mercenarios de Jnbb nunca insul-
tarais abertamente a bandeira ingleza.
Maximiliano passeiava na sala com pas-
aos largos.
com esse homem que terei de
lutar 1 exclamou elle.
Infelizmente, airo.
E l, nos seus dominios, no seu pro-
prio terreno Isto eu mesmo nou ao en
cintro do perigo, vou langar-me de olhos
nbertos na armadilha que elle possa pre-
parar para mim.
O Hespanhol interrompeu se por uro
gesto.
Pois nao veio elle procralo mesmo
em Pariz ? O senhor nao est mais garan-
tid aqu do que na Australia. Alen dis-
se, nao perca de vista quo por emquanto
o senhor para elle o aoico inimigo.
ver despadagar-se da calgada, e aa excla-
magoes do horror partiram l de todos 08
lados, quando o viram balougar-se no es-
pago como uro hdalo de sino. Tinha
langado a mao ao cano da beirada, e con-
serva va se agarrado. Era urna demora na
queda ; roas nao estava salvo porque as
forgaa iam faltar lhe e elle sera obrigado
a despenhar se. Entretanto, os seus com-
panheiros nao paravam no telhado. Os
bombeiros agitavam-se. Pouco depois vo-
se um que, deuando-se do barriga para
baixu, deixou-se escorregar em drecgao
ao agente com urna corda na ralo. .. Vi
ramo amarrar a corda ao cano de urna
chamin; depois um outro bombeiro,
deitando-se como elle, agarrou-o pelos ps,
emquanto um tarceiro segurava o seu col-
lega. Em um abrir e fechar de olhos, os
bcis bravos soldados quo all estavam for-
mararo urna especio de cadeia humana,
cujo primeiro anel chegou afinal at ao
pobre gnarda da paz.
Era tempo.
O desgragado i. largur as raaos.
Oiva-se em baixo, np meio do silencio
aflictivo que s to*, o lv roua qne de
io^t tato a insto.te o*>qpa.a do poito o
pebre homem, o easUr anisOro dos seas
ervos dteodtda.
Os espectadoras daquella sceoa medo
nba ergueram bravos, que pareci.m urna
descarga de fuzileiros, deps, ac-clamago\'8
enthusiastas.
O primeiro bombeiro tinha .final chegs-
sapaacoaassaa^^^s^
Por emqusnto .. que quer dizer ?
Clanos tnha-se levantado.
Sr. Arband, disse elle, desculpe-me
se vo.1 despertar lembrangas dolorosas. Ha
muito tempo que sou o amigo intimo, o
confidente de Stephan. Antes que o se-
nbor o soubesse, em vista da morte do Sr.
seu pai, j nos tinhamos desconfiado deon
de part o golpe. NSo podemos esclare-
car o mysterio ; mas, creia que nos tam-
bero temos recursos importantes. Nos ve-
laremos aqu emquanto <> senhor lutar por
l. 3e o Sr. Ronval deu-lhe o conselho
de. partir, foi para dividir a attengao do
inimigo, para afastsr o perigo de urna ca-
bega jue lle cara.
Mmba irraa I exclamou Maximiliano.
Sim, sua irma.
Mas se o poder desse miseravel ta-
manho como o senhor o descreve, nao po-
der alcangal-a sem poupar-me ? Oh I essa
ameaga horrivel.
Por esse lado, pelo menos, podemos
tranquillisal-o quasi absolutamente. Roa-
val communcou-me os seus projectos, o
seu amor, porque, por mais estrsnbo que
isso parega, elle est ap ai sonado pela
sua joven irma. Um homem seguro,
ioteiramente dedicado e que, sccresuentou
lia com nm sorriso de orgulbo, todos os
Jubb do mundo nao podorao derrotar, ve-
lar por ella como a sua sombra, a todos
es momentos, nrevendo e afastando os ob
sUculos.
E quam esse homem ?
Eu 1 reppondcu o Hespanhol.
O mogo encarou-o longo tempo.
E depois de um silencio :
Mas quem ha de garantir me a sua
dedicagao ? Que interesse tem o senhor em
proteger minha irm f
Os olhos de Clanos brlharam.
A minha dedicagao a Stephan, res-
pondeu elle. Eu era pobre, elle enrlque-
ceu-me ; eu era infeliz, elle felicitou-me.
E depois, eu gosto dos mogos ; tenho syro-
pathia profunda peljs entes bellos e va-
lentea, como sua irma e o senhor, por
que...
hmrque ? perguntou Maximiliano.
- Porque sou pai.
Duas lagrimas deslsaram pelas faces
brouzeadas do Hespanhol, cujas feig5.-8
revesiia n 8' de urna nobreza incrvel.
M Sim, confio no senhor. A'vante, pois,
e coragem para lutar com L-Wis Jubb.
Logo que Miguel Clanos deixou 6 jo-
ven Arband, Rosa entregou a este urna
carta.
Era un convite das autoridades para
comparecer uo da seguinte.
que caminho tomar, para
quo lado dirigir os passos.
Parou offegaute, desanimado, como a
corga perseguida por urna matilha do
caes.
De resto nao poda ir odiante.
Urna fosso, urna ra, abra agora entre
as casas.
Era impossvel transpola, e impossivel
era voltar para traz
A multidao que o comprehendia o seu
embargo, a sua pertnrbago, a multidao
roplacavel, cg-, soltava novos gritos de
triumpho, batia palmas ; como um momen-
to antes, um bombeiro avangava com urna
corda na mo.
O hornera estremeceu.
Com o olhar, medio o abysmo abarlo
deante de si.
Pare:eu querer precipitarse mas an-
tea de poder executar o seu projecto sen-
tio-aa preso, pela corla, cerno por um
laco immovel, aniquillador : em um mo-
mento estava cercado com os canos dos
revolveres apontados para elle.
Nao tentou resistir... e deixou-se levar.
Da multidao partiram gritos selgavens.
No boulevard apenas se via urna massa
negra, instincta, envolta na escurido da
noite.
O assassino, mettido por urna trapaira
abarts, cabio como urna massa inerte em
um quarto como aquelle por onle tinha
fgido.
Amarraram-o de novo, mais slidamen-
te, depois fizeram-o descer.
A' proporeSo que e aproxima va da ra
as vozes tornavam-se mais claras.
Distinguia-se as injurias, e as vocifera-
g3>s.
Mal. 1 uno ansaios !
En 8-83*83^10 e eslava preso.
A justiga acaba va de deitar-lhe a mo.
J nao havia esperanga 1
A imagem da mulher e dos filhos appa-
receu-lhe de novo. Deixou cabr a eabe
ca sobre o peito, com o cora(So despeda-
gado por urna dor sobrehumana, perdido
nos seus tristes pensamentos.
Tudo se lhe tornou ento inifferente. ..
Deixou-se arrastar, empurrar, ameagar...
Metteram-o em urna carro ge m... O
desgragado ouvio a multiiao gritar s por-
tinholas, sacudir a caxa, puchsr os caval-
los... Estava longe ri'allt. O seu es-
pirito estava com aquelles a quem que-
ra poupar urna hora de dS<-, custa do
seu singue, de toda a sua vida.
S recuperou a presenga c'e espirito
quando se vio diante i!o Coromssario.
Estava em aun sala qa.drada, cuja
mobilia se coupunha de urna mesa a de
ulguas bancos, Iluminada por uro bco de
gaZ.
Ouvia-se, en torno da sala u na especia
de rugido surdo que, de minulo a minuto,
torna va-se mais amiacador ; mas nenhum
curioso tinha podido panetrar.
Estava s com o magistrado e seo secre-
tario .
Os agentes tinharo ficado atraz da por-
ta, que estavam guardando.
O commissario examinou-o por alguns
instantes, e pareceu assustado com a ex-
presado da sua physionomia.
Como so chama? parguntou lhe brus-
camente .
Nao ohteve resposta.
De onde vera ?
O mesmo silencio.
Porque matou aquella homem ?
O assassino pareca no ouvir.
O magistrado fez nm gesto imei.gador.
Ah I nao qujr tallar! Havamos de
obliga lo a soltar a iingua !
O desconhecido levantou-se impetuosa-
mente.
Os olhos fascarara-lie.
Nunca! ex.l inou ella com um tona
enrgico, nun a liao-de saber quem sou,
de onda vonhoe porque conunetti este cr-
me!... Tu o quanto po3so diz-r que
nao sou um ladrao nem ura criminoso...
que o bcraem que morreu mereca cem
mortes... Nao aasassinei. Fz justiga 1
justiga I Alm disso nio o quera matar...
Foi Deus que o feru !
O homem pronunciou cst.s palavras com
um ar exaltado, cora os olhos no cu.
O commissario encolheu os hombros.
J conhecamos eesa historia, muito
aotga replicou o commissario etocouuma
campainha.
Entraram dous agentes.
Lavem esta homem para o deposito
e guardem o bem !
Depois, voltando-se para o assassino :
Veremos amanha se est em melho-
res dispo8goe8. A noite boa conse-
lheira.
Nem amanb, nem nu.ica, bao do sa-
ber quem sou !
O magistrado fez uro gesto e levsram o
preso.
Prliuelra parte
Maximiliano, pois, l foi no dia imme-
diato, sendo introduzido no gabine e do um
substituto joven, de ar agradavel, que lhe
fez varias perguntas.
Reparou as feiges do homem que
praticou contra a sua passoa o attentado
de qu o senhor apresenton queixa.
PerfeiUmente E s devido mi-
nha generosidade tl. pode elle fugir.
Queira explicar a scena.
Maximiliano fez a narrago pedida.
O substituto passou mo pola testa.
Sabe, disse elle, que esses indicios
pouco nos podem guiar as nossas pesqui-
zas ?
Ha em Pariz alguam que poder dar
juetiga informagSis mais ampias.
Quem ?
O Sr. Miguel Clanos y Pacheco, re-
presentante principal do Sr. Stephan Rou-
val.
Muito bem I Vamos mandar cha-
mal-o.
O substituto deu algumas ordena a urna
especie de escrivo sentado na ante-cama-
ra.
Mcia hora depois, o Sr. Clanos entrou
no gabinete do magistrado.
S pode repetir o qoe j tinh. dito .
Maximiliano.
Alm diaao entregou o lengo de seda
vermelba com as iniciaos J. L.
O substituto convidou os dous homens
para acompanhal o ao cartorio.
__ Eata, disse elle a Arbani, a faca
que o senhor affirma ter arrancado da mao
do criminoso ?
Sim, sonhor, reconhago a.
Clanos tomou a arma e examinou-a at-
tentamente.
De repente deu um grito.
Que ? perguntou o substituto.
Olhe, disse o Hespanhol. Confirma-
rara-se as suspeitas. Ahi na lamina ha
duas letras entrelagadas, gravadas a burd.
O magistrado e Maximiliano olharam
com avidez.
Coro eff uto via-se distioctamento perto
do cabo aa auas letras L. J. entrelagadas,
como no lengo.
Decididamente, os indicios tima vam se
manifeatos.
O substituto despidi se dos doua ho-
mens.
Meus seuhores, disse-lhes elle, 0 meu
papel est terminado. O inquerito vai se-
curso. Mas parante o Sr.
guir o seu
enhores terlo
juiz de instruego que os
de depr.
Como era de esperar, dous das depois,
o Sr. Clanos foi chamado pelo juiz ie in-
etruegao.
Este velho, severo e fri, fez o Hes-
panhol passar por um verdadeiro interro-
gatorio.
O senhor, comegou elle, deu novos
indicios iastruego. E' do meu dever
perguntar-Ihe qual a sua proveniencia.
Estou prompto a responder.
Bem. Como veio parar em seu po-
der esse lengo de seda vermelba ?
Gragaa a indicag3es precisas, rece-
bidas antecipadamente.
De onde lhe vinbam essas informa-
g5es ?
Dos diversos ernpregados da nossa
agencia.
Entao a sua agencia um posto de
policia.
Miguel sorrio.
A reputagao, replicn elle, da casa
Rouval n3o est por fazer. O senhor sa-
be que tomamos a peito os interesaos dos
nossos clientes ; por isso pro juramos andar
bem informados.
Ah f exclamou o juiz com um vis-
lumbre de irona, eis ahi urna cousa que
lhes faz honra, meas senheres. E o se-
nhor est em posigao de justificir easa pre-
tengo ?
Perfeitamente, temos agentes em to-
da parte do mundo.
E esse poder .. oceulto.. nSo des-
perta o ciume da prefeitur. de policia ?
Vivemos as melhores relag*as.
O juiz mordeu os labios.
Com effeito, urna nota confidencial
do Sr. director da seguranga diz-me que
s tem que lonvar os seus boas servigos.
Clanos impertigou-se.
__ Elle disse a verdade. Temos lhe
prestado alguns servigos.
Por um momento o representante da ca-
sa Rouval sentio que o olhar penetrante do
velbo magistrado titava-o.
Esse olhar embotou se contra o sorriso
tranquillo de contant .inento que illuminou
o rosto do Hespanhol.
O juiz nao ple deixar de sorrir.
__ Ah I devoras ? disse elle com incre-
dulidade.
Depois, voltando s suas perguntas :
Ento, foi informado pelos seus agen-
tes ? Mas, nesse caso, o seu primeiro de-
ver era informar, por ua vez, justiga.
Miguel fez um. creta significativa.
Senta, sem duvida, o riso de
magistrado.
O senhor sabe, disse elle, que a can-
fianga nSo se impos. Ora, eu tenho mui-
to pouca coofianga Das luzes da justiga
francezs.
Essa justiga gaba-ae de ser a priraei-
ra do mondo.
As viagens pittorascas toroegam a tor
nar-so raras em Franga, porque as estra-
das da ferro n.ultiplicain se. D'aqui a pon-
eos anuos, nao haver cem kilmetros a
peraorrer era diligencia. O coramercio e
a commodidade ganharara com isso ; mas
a originalidade perder-se-ha de todo. A ori
graalidade perder so-ha de tolo. A ori-
ginalidade, atiuul, menos preciosa que a
vida de um pai/ e a vida circula pelad
vias frreas, qua parecem ser as veias de
urna regiao.
(Continuu
AfllEMDE
Logo griphos
''As decifrag3es dos publicados no nume-
ro antecedente sao :
Do Io Epaminondas.
Do 2oEuropa.
mofa do
Na Franga, sem duvida.
E compriroentando :
Eu sou hespanhol, Sr. juiz.
Visivelmente contrariado, o magistrado
deu por finda a conversa.
Sobre esse assumpto basta. S me
resta perguntar que interesse o seu patrio,
o Sr. Rouval, pode ter na conservacao das
dias do Sr. Arband.
Clanos levantou se.
__ Caramba Que interesse ? Ora di-
ga, Sr. juiz, o senhor nao se nteressaria
pela vida de uro homem, da qual depen-
desse receber tres ou quatro milhois ?
A replica foi paremptoria.
O juiz de in8truogo levantou se.
Estou satiafeito senhor. Agradecen-
do lhe as minudencias complementares que
o senhor acaba de ministrar ao inquerito,
lerobro lhe que deve ficar disposigo da
justig como testemunha.
Miguel compriraentou.
Procurarei ser-lhe o mais agradavel
possivel.
E, satisfeito por t?r podido mostrar a
sua Buperioridade ao desdenheso represen-
tante da justiga, o agente da casa Rouval
sahio triuraphantemente do Palacio da Jus-
tiga e entrou no coup, que o esperava ao
p da grande escada.
A partida de Maximilianj foi precedida
de urna saena de lagrimas no momento em
quo se separou da irm. Bartha nao que-
ra mais deixd o partir ; pareca preza de
pre8antraentos sinistros.
Por ura escrpulo de solicitude, a Sra.
Francs tinha evitado contar menina a
tentativa cujas circunstancias mysteriosas,
augmentadas pelo rumor publico, eram re-
feridas p.'la impransa.
Nenhuma dor devia ser poupada ao jo-
ven Arband no momento cruel da separa-
go.
O seu amor augmentou com essa idea e
com mais violencia, ainda por parecer-lhe
sem esperanga. De certo Renata nao o
ama va ; ella ignorava que paixlo rdante
tinha feito nascer no coragJo do mogo.
Fatava-lhe o tempo material para pro-
var menina altiva o desinteresse comple
to da sua cbamma respeitosa. Que proba-
bilidade poda elle ter de a encontrar lirre
quando voltasse ?
(Contnuar-se-A-
Typ do Diario ra Duque de C
xias a. -tt



'
WT