Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18638


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Full Text

A1I0 LIIT IDIBIO SU
F1B1 A CAPITAL B LICAREK OKDE BAO As FA PORTE
Por tres aeso salianUdos .
Por mi dito* idea.....
Por os anno idem.....
Cada oamero avolao, do mesmo da.
6J090
12|000
23)9000
100
DIARIO
DOlfflGO 16 DE SETEMBBO DS1888
FAKA BEHTRO E FIIA DA PRO TES CA
Por aeii maaea adiantados.
Por novo dito idem.....
Por ato ddo idem......
Cada Damero avulso, de dias interiore

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18*600
201000
27*000
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J)rojme>a>r bt JHanocl Jtgiictria He Jnxia k iUjos
TELEGRAMMAS
.
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PARTCULA DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 14 de Setembro s
4 horas e 15 minutos da Urde (pela linha
terrestre).
A Cmara dos Depatados nSo funecio-
nou boje.
No Senado foi votado era 3* discnssSn o
orcamento do Ministerio da Jastica.
mwm popolb
ummm
DB
PORTUGAL BBAZIL
PELO
Conselbeiro Joao Hanoel Perora da Silva
[Continuac&o)
XIII
Datado de pensamentos altivos, de designios
patriticos, de energa iodomavel, de atilamento
tecundo, pode-se appllidsr verdsdeiro poltico.
Devotada sea instituto, procuruu honraUo sena
empecer a marcha livre dos goveruos civis e nem
obstar ao progresso da naci. Sacerdote da igre-
ja eatbclica, nanea se desvien am pice dos seas
dogmas e doctrinas disciplinares, quando ama
ves reprovou Ihe o papa proposifas enunciadas,
nao hesitou em retiral-as e declarar que errara ;
e pelas missoes que promover directa ou indi-
rectamente no Brasil, conquistara maitas tribns
de gentos para o seio da religio, fomentando
por este modo a extensa} do sen caito e das seos
proselytos.
Como poltico comprebendia as aecessidades do
sea tempo, e adivinhava o futuro, porque muito
conseguio faser, e milito anda dtsejava alcancar,
e nio pode ; sustentou e defeodea a liberdade dos
gentos, a igoaldade dos ebristos novos ; oosoa
censurar a expnlao e pereeguiyoes dos jadeos,
que se conservaran adbesos i sua religo e coi-
tumes, declarando que como bemens laboriosos
dedicados a industrias proveitosas, eram atis
antes que prejodiciaes ao estado como se tinba
pensado ; apregoa aiafia doutrinas de direito, to-
lerancia e jastica qonoje salo geralaente aceiUa,
mas que eram en to ignoradas ; e oppos-se sempre
a perseguicoes por erres de entendimento, p?la que
e tornon alvo da inquisic), e foi apootado por
ella como bomem perigoso.
Accrescia anda que em seos sermoes e es-
ciiptos preflgava os despotismos dos res, as ar-
bitrariedades dos grandes, os vicios do clero,
a venalidade dos empregadns pobijoe, as extor-
ses do magistrados, as vexacoes do poro, ss
proemencias do berco para a valia e honras em
ves do mrito, e soppria mssim nao raro a falta de
liberdades da tribuna parlamentar moderna. Ama-
dor de applaasoe, van glorias e popularidades, como
orador ssgrado particularmente, sacrificaba h
miado para agradar aos contemporneos e afiei-
cosr-lhes as sympatbias, quer a saa conviccSo
propria, quer o s nioej, saperstiooes e gosto depravado e corrupto
luterano do scalo, fallando em influencia dos
astros, vaticinando futuros lidos no corso das es
trellss, e enunciando paradoxos e snbtilesas n>) s -
ticas, empregando argucias e trocad ilh os p advogar excentricidades.
Deizava ooro fino e de lei pelo coro falso ; nio
porque os confondisse por ignorancia, mas porque
sabia que o falso lisongeava mais aos leitores
cuvintes, e mais lhe attrahia a admiracao dos con-
temporneos.
Como particular, conservoo sempre carcter se-
vero e coatumes moralisados : nooca easoo a ca-
lumnia, que nao raro o deprima nassuas qualida
des de poltico e de litterato offendel-o nem ligeira-
meote na vida e hbitos domsticos.
Parece, todavia, que nelle imperava a rasio de
p'eferencia ao cornco, e qae mesmo Compsnhia
dos Jesutas se mostrava ad tieso e firme mais por
propsitos honrados qae par uffeicao intims. Pos
to que folgasse com as pompas das cortes e cari
cas de principes, apresentava-ae modesto e sim-
ples sempre conservando soa roopeta de j*suita, e
manifestando a maior pobresa, nio em apparencia,
mas na realidade, porqoe permanecen constante-
mente pobre, e deaapeg ado de desejos de fortuna
(Contina)
PARTE OFFIt I AL
FALL que Assembla Legislativa Provincial de Peroambuco.
uo dia de saa Installaco, a 1 de etembro de 1n8.
dirigi o Eim. Sr. Presidente da Provincia Desembar
gador Toaqalm los de Oliveira Andrade.
Senfrore Memlfros da Jflssemhla Legislativa Provincial.
No pleno gozo do direito que reconheceram e garantirn^ os arts. 71 e 72 da
ConstituicSo, modificado pelos 1. e 2. do Acto Addicional, elegeiwros esta pro-
rincia aos 30 de Novembro do anno passado, e confiou-vos assim o fiel cumpnmento
das attribuicoes que se derivam dos arts. 10 e 11 do mesmo Acto.
as condic5es difliceis e melindrosas em que se acbam os seus interesaos mais
vitaos, acredita ella que a vossa lustracSo e patriotismo saberSo elevar-se a altura
da magna responsabilidade que vos corre da aceitacSo do tilo nobre quSo afanoso
mandato de guial-a e amparal-a.
Certo eu de que jamis desmentiris essa confianca, asseguro-vos que sobram-
me desejos de ministrar-vos auxilio e que, conseguintemente, por feliz me dare,
se de alguma utilidade puderem ser as informacSes que venho trazer vossa reflec-
tada apreciacSo e levantado criterio.
FHhos dilectos desta heroica trra, conhecedores dos seus recursos e necesssi-
dades, depositarios das esperancas do aeu futuro, eu vos felicito pela escolha de que
vos fizestes dignos e, por minha vez, asss confiado, espero que me habilitareis com
os raeios de bem servil-a.
FAMILIA IMPERIAL
Congratulo-me comvosco pela graca que nos concedeu a Bondade Divina, per-
'mittindo que, aps a afflictiva ausencia de mais de anno em consequencia de grave
enfermidade, regressasse Sua Magestade o Imperador, com b6a sade, patria que
tao estremecidamente o ama.
Sua Magestade a Imperatriz, a quem os esplendores do throno lluminam
sempre como veneravel modelo de todas as virtudes e que, constantemente ao lado do
Asgusto Esposo, foi para Elle o anjo da esperanca e da cohsolacSo. nao soffreu em
sua preciosa sade e teve a ventura de presenciar tambem a fe**orosa effusSo de
affecto e indizivel jubilo do povo, que ancioso aguardava esse feliz regresso.
N'esta provincia nao poucas foram as manifestacSes de geral .regoslJ Por
esse auspicioso acontecimento. Na cathedral de Olinda, como na igreja de Nossa
Senhora da Penha, desta cidade, celebrou-se solemne Te-Deum, a que concorreram
pessas de todas &i classes sociaes em numero admiravel.
No dia 22 do mez findo, recebendo da Serenissima Princeza Imperial o bceptro
que, por duas vezes, em suas Augustas MSos, se enriquecer e ornara com a reful-
gente e inrmorredoura luz da redempcSo, reassumio Sua Magestade o Imperador a
suprema direccSo do Estado. _
A mesma Serenissima Princeza, seu Augusto Esposo o Senhor Uonde d Jiu,
Sua Alteza o Principe Senhor D. Pedro Augusto, que constantemente acompanhara a
Suas Magestades. e Toda a Imperial Familia gozam perfeita sade.
ELEMENTO SERVIL
le n. 3.353, de 13 de maio de 1888
A Princeza Imperial Regente, em nome dex Sua Magestade o
Senhor D. Pedro II, Faz saber a todos os subditos do Imperio que
Geral decreten- e Ella sanecionou a lei seguinte:
Art. 1. E' declarada extincta, desde a data d'esta le, a
Brasil.
Art. 2. Revogam-se as disposicSes em contrario.
Mando, portante, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execucao
da referida lei pertencer, que a cumpram e facam cumprir e guardar tao mteiramente
como n'ella se contm. r\k~.
O secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras
Publicas e Interino dos Negocios Estrangeiros, bacharel Rodrigo Augusto da
do Conselho de Sua Magestade o Imperador, a faca^primir, publicar e correr
Dada no Palacio do Rio de Janeiro,, em 13 de Maio de 1888, b7. da
Independencia e do Imperio. ^ <
1 r Princeza Impeeial Regente.
Rodrigo Augusto da Suva.
Bastara talvez dizer-vos: Desde 13 de Maio do anno que corre, o elemento
Ta sr urna recordaclo histrica : a emancipacao incondicional e ,mme-
de urna vez do solo do Brazil a damninha planta que o atrophiava ; nao
a e aviltante excepcSo os sublimes principios proclamados nos arts. i. ,
6 Tl7T da nossa Constituiclo ; os tribunaes j nSo enfrentam o homem. cooaa.
Pens porm, que esses breves trechos, que humanidade considerar
das maSrPag.n de sua historia, merecem bem que os recordemos sempre,
e que nao me era cito esquecel-os n'esta opportunidade. ^t_^_ d ^
^ Alm d'isso, cumpre-me registrar aoui um facto ^J^^Jj,^
cumatancias verdaderamente pasmosas. Aquilo que a tantos es^pintos ^
a verdadeiros estadistas se afigurava nuvem prenhe d\ ^pea^e ap-z deoonvt
8ionar a sociedade brazileira e arruinar a fortuna pubhca-a extinccao u"
do elemento servil-foi aceito pela Naci, em auasi sua totalidade com delude
.Oagria, constituio-se motivo de entusisticas fe-taa. enruen a.nda i
N'esta provincia, por mais previnido qe estivesse o espirito de muitos, tive
sempre a fortuna de verificar que careciam^e fundamento as noticias de crimmoso
procedimento da parte de alguns ex-propriB|jpoe de escravos contra a liberdade dos
emancipados ; noticias que nunca deixaram deaimcer a mais escrupulosa investigacao.
Ao contrario d'isso, sinto verdadeiro praaer em poder assegurar-vos que com-
pleta foi a obediencia Lei de 13 de Maio; qbe muitos ex-senhores fizeram festas
aos novos cidadSos ou Ihes ministraram recursos, para as suas primeiras aecessidades;
que tem estes dado exemplo, nao esperado, de Qoralidade reputada inoampativel com
a sua educacSo, voltando ao trabalho as propris fazendas, muitas das quaes nunca
foram mteirasnte abandonadas, e algumas tm tao louvavel fama que actualmente
regeitam trabattadores.
Secundando as leae* intengSes do OVrerno Imperial, fiz expedir, logo depois
da publicacao da Lei, a seguinte circular : /
5.a^eccSo.Palacio da Presidencia de Peroambuco, em 16 de Maio de 1888.
Reservado.
Podendo succeder que a alguns agricultores nao seja favoravel a primeira im-
pressao, resultante do conhecimento da L^i que felizmente extingui o elemento ser-
vil no BrazH, convm, quanto possivel, evitar, no interesse mesmo d'elles, qualquer
manifestagao n'esse sentido.
E' hoje dever de todo o cidadSo e ainda mais das autoridades empregar a
maior prudencia, concorrendo para que, eti pouco tempo, sedissipem errneos precon-
ceitos, porventura originarios do infundad^ teceio de ser a extinecao do elemento servil
um perigo fortuna particular c o aniquiUmento da lavoura.
Na execucao, portante, da circular flbtensiva, hoje expedida a todas as autori-
dades judiciaria8, recommendando, de acCordo com a ordem do Ooverno Imperial, a
execucSo inmediata da lei citada, So contm desprezar os meios suasorios e brandos,
no intuito de evitar resentimento ou actoj de hostilidades entre os emancipados e os
seus ex senhores ; o que muito confio do ?elo e criterio de Vmc.
NSo ser menos proveitoso e conteniente que procure convencer aos agricul-
tores da necessidade de effectuarem, quito antes, contractos de locacao de servico
com os emancipados de suas fazendas ou e outras, quando prefiram elles deslocar-se,
como parece natural; certos os meamos agricultores de que devem proceder com a maior
lealdade, j para com estes e j para con os outros fazendeiros, evitando os meios de
seduccSo ou que possam prejudicar ao coi}ceito>"e b6af dos contractantes, crear inva-
lida ies ou dispertar ambicSes, a todos nocivas.
Procure Vmc. fazer comprehenderaoa primeiros que, habituados os ex-escra-
vos ao trabalho, vida do campo e parea aubsistencia, fcilmente se agruparSo as
fazendas de boa prodcelo, se os proprieti[riosJhes concederem residencias, como faziam
antes aos sers moradores livres, permittinao-lhes do mesmo modo a cultura da
pequea lavoura, alem d'aquella a que se obriguem pelos contractos, e constituindo-se
protectores zelosos dos seus interesses e direitos.
Se assim procederem, se derem os fazendeiros exemplos de fiel execujao dos
contractos, se souberem ser pacientes e prsurarem vencer com brandura os primeiros
desvos ou desculpar faltas muito attendi^pis no novo rgimen e muito esperaveis de
individuos tSo mal educados, evitarao gralBeB dificuldadcs ou a miseria que a tantos
ameaca, e, salvando os proprios interesfes, concorrerao para a calma e pacifica tran-
sicao do trabalho escravo ao trabalho livre ; o que constituir o maior titulo de gloria
para a sua patria.
E' muito de crr que, em principio, recusem os emancipados contractos es-
criptos, enxergando n'isso nova e odiosa sujeicao; cumpre, pois, proceder do modo
mais conveniente, esperando que o tempo os leve ao conhecimento das vantagens de
actos mais garantidores dos seus direitos obrigac5es. Deus Guarde a Vmc.Sr.
Juiz de Direito da comarca de... _
-D5TIJSU8TRACAO DA PROVINCIA
Nomeado por Carta Imperial de 25'de-Marco do corrente armo prtoiacnti desta
importantissima provincia, tomei posse e prestei juramento de to honroso cargo no
dia 1G do mez seguinte.
A profisso de magistrado, a que me dediquei sem outra anterior nterrupsao,
conservou-me quasi sempre tao distanciado do seu territorio e alheio aos negocios da
administrac&o,' que julguei prudente, necessario mesmo, utilisar-me do adiamento dos
con6ada aos
Imperador o
a Assembla
escravidao no
. festas, ergueu
poz termo s cruesas qae provocavam represalias ****
coTtransicioassombroaa, to nistoaas relacoes ntreos ex-senhores
vossos trabalhos, deliberado pelo meu digno antecessor o Exm-. Sr. Dr. Ignacio Joa-
quim de Souza LeSo, em consequencia dos motivos expostos no acto que em seguida
4-a Scelo.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 8 de Fevereirode 1888.
O vice-presidente da provincia, attendendo a que, em virtude da deliberajao
constante do officio expedido ao Thesouro Provincial a 2 de Junho do anno passado,
o exercicio financeiro de 1886 a 1887 foi prorogado at 31 de Dezembro ultimo,
para que o subsequente comecasse desde logo a coincidir com o anno civil, confor-
me dispSe o art. 4. da lei n. 1884 de 30 de Abril de 1887; que a vista d'isso e do
art. 114 do regulamento de 2 de Julho de 1879, o dito exercicio s estar liquidado
no fim de Abril prximo vindouro, sendo por laso, sement possivel d'ahi em diante
conhecer-se com precisao o estado financeiro da provincia e as medidas que a respeito
convenha adoptar-se; '
Attendendo ainda a que a citada lei n. 1.884 dever vigorar ate di de Dezem-
bro do corrente anno; e assim, se a Assemblda Legislativa Provincial se reunisse no
1. de Marco, conforme determina a lei proviicial n. 154 de 1846, que, alias, convm
alterar, alm de ser obrigada a votar com prsjudicial antecedencia a lei orcamentana
para o anno de 1889, fuccionaria sem o conhecimento preciso da situacao financeira da
provincia, por nao estar ainda definitivamente encerrado, ao tempo de seus trabalhos,
o refirido exercicio em liquidacao, donde resultara ou a prorogaclo, por longo prazo,
da sessao ordinaria d'aquella Assembla, ou, tlteriormente, a sua convocacao extraor-
dinaria, com sacrificio intil dos commodos e iiteresses dos representantes da provincia,
e grvame para os cofres pblicos com o pagamento em dobro de subsidio e ajudas de
*tisto *
Resolve, usando da attribuicao conferida pelo art. 24 2. da lei de 12 de
Agosto de 1834 adiar para 15 de Setembro vindouro a reuniao da mencionada
Assembla Legislativa Provincial. (Assignalo) Ignacio Joaquina de Souza Leao.
Nao encerrarei esta seccao sem faffir penosa, mas devida referencia a um
faeto do qual tendes vos inteiro conhecimento ; por isso que a nenhum cora$ao bem
formado deixou de alvorocar dolorosamente: refiro-me prematura e inesperada
morte do Dr. Manoel Euphrasio Correia, as 4 de Fevcreiro d'este anno, quando
contava menos de tres mezes de administrac|o desta mesma provincia,
seus cuidados por Carta Imperial de 24 de <>utubro do anno passado.
Pela primeira vez em Pernambuco a campa, ante a qual emmudecem ou se
anniquilam todas as paixSes, teve de baixar sobre o fretro de um dos seus adminis-
tradores ; mas justo proclamar que a honraram pungidas lagrimas de muitos, consi-
deraclo e respeito de todos.
NEGOCIOS ELEITORAES
Dei as necessarias ordens para preesjehimento, .das vagas de vereador havidas
as Cmaras Municipaes do Bonito, Cabo, Iagazeira, lagoa de Baixo, Pedra, Itambe,
S. Bento e B6a-Vista, sendo duas por fallecimento e as demais por aceitacao de em-
prego publico retribuido.
Tendo sido submettido deliberacao dq Governo Imperial o acto que esta pre-
sidencia adoptou, relativamente s ele55es di vereadores e juizes de paz do munici-
pio de Ouricurv, o Exm. Sr. Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio,
no Aviso em seguida transcripto, n. 1.984, de 11 de Junho ultimo, declaren prevale-
cer a eleicao procedida a 15 de Abril do anno passado; do que dei conhecimento a
respectiva Cmara e ao Juiz de Direito da Comarca.
s N. 1.984.1.a Directora.Ministerio dos Isegocios do Imperio.Kio de Ja-
neiro 11 de Junho de 1888.Llm. Exm. Sr.A seccao dos Negocios do Imperio
do Conselho de Estado, ouvida sobre a resolucao que essa presidencia adoptou e
s consta do ofBcio n. 13, de 21 de Mar$o do corrente anno, relativamente as eleifoes
t de vereadores e de juizes de paz do municipio de Ouricurv, foi de parecer, em con-
< sulta de 23 de Abril ultimo, que prevalece a eleicao alli feita a 15 de Abril do anno
c passado, porquanto: .
A relacao do districto, tomando conhecimento do recurso interposto ex-offiew
da sentenca que invahdara essa elei9o, julgou, por accorolo de 28 de Julho, nulla
c a mesma sentenca, visto que ao juiz a quo nao fora apresentada reclamaclo contra
c o acto eleitoral; e, ppis,' ficou este subsistindo, e prejudicada a eleicao qne poste-
riormente eflectuou-se a 22 de Julho; j i n
t NSo" exacto que a dita eleicSoM de 15 de Abril deixau de codcluir-se. u
proceaso eleitoral correu sem reclamaclo alguma e terminou s 7 horas da tarde,
t achando-se a essa hora lavrada acta e publicada por edital a hsta dos cidadaos vota-
dos. Faltava apenas a transcripcao da acta no livro de notas do Tabelhlo; form-
lidade que deixou de ser preenchida, nao por fraude, mae porque a mesa eleitoral
t entendeu nio dever prolongar os trabalbos alm daquella hora, vista do que dis-
p5e o art. 132 do Decreto n. 8.213, de 18 de Agosto de 18* 1; sendo que seme,
. ik... r.i.________:_ a~ t,a,,Aa Am nada nreindira. a pIpcSo ^Decreto citado-
veis.
e os
apera
'emancipados, que nem um abalo compromeettedor aoffreu amda o em, onae
calma e regularmente a tranafonaaelo do trabalho.
se
t lhante falta, a n5o provir de fraude, em nada prejudica a eleicao (Decreto
s art. 217 n. 1) por nio ser substancial.
t Addua a dita scelo que easa presidencia cumpre expedir ordem para que
s se proceda a 2." escrutinio da mencionada eletfclo, afim de completar-se o numero
de vereadores eieitoa, pois que someste seis o foram no 1. escrutinio: e indica, este
t alvitre, porque, realisada a eleicao pelo systema da lei n. 3.029, de 9 de Janeiro de
s 1881, complementar a que tem de effectuar-se novamente, e, por este motivo, nao
t se lhe pode applicar a regra do paragrapho nico, in fine, do art. 3. do Decreto
n. 9.790, de 17 de Outubro de 1887, que refere-se hypotheee diversa, qual a do
preenchimento de vagas que occorram durante o actual quatriennio, e depois deelei-
tos todos os vereadores que devem comp6r as cmaras.
Conformando-se o governo com este parecer, assim o declaro a V. Exc. para
c os devidos effeitos.
c Desta decisao resulta que deve-se censiderar prejndiada, alm da eleicao de
e 22 de Julho do anno passado, a que se tiver reali8adq,_j^4 do corrente mez, nos
termos do citado Decreto n. 9.790, conforme essa presidencia ordenou. Deus
o Guarde a V. Exc.Jos. Fernanda da, Costa Pereira Jnior. Sr. Presidente da
Provincia de Pernambuco.
Em vista de representacao de eleitores do districto de paz do Jupy e do respe-
ctivo jhz de paz, determinei que os eleitores daquelle districto se reunissem para
actos eleitoraes na Capella do Lagedo, ficando assim sem effeito a portara anterior,
que designou a Capella de Nossa Senhora do Rosario ; e por este motivo adiei pai
15 de Outubro vindouro a eleicao que devia ter lugar a 24 do corrente para preenchi-
mento da vaga de um vereador do municipio de S. Bento.
Attendendo ao que representou o Bacharel Manoel Henrique Cardim, deter- ,
minei Cmara Municipal de Bom Jardim, sob as penas da lei, que deferisse jura-
mento e dsse posse ao referido Cardim no cargo de vereador da mesma Cmara,
para que foi eleito; o que foi cumprido, segundo communicou-me o respectivo presi-
dente em officio de 17 de Julho ultimo.
De accordo com o art. 5. 2." do Decreto n. 9.790, de 17 de Outubro de
1887 expedi os seguintes actos :
4.a Secjao.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 19 de Abril de
t 1888.
O presidente da provincia, tendo em vista os officios de 12 e 15 de Dezem-
bro do anno passado do Dr. juiz de direito da comarca de Barreiros e da respectiva
Cmara Municipal, determina, de accordo com o art. 5. do Decreten. 9,790, de 17
de Outubro de 1887, que os eleitores do 2." districto de paz da parochia de S. Mi-
guel de Barreiros se reunam para actos eleitoraes na sachristia da Capella de S.
t Jos da Cora Grande; continuando a reunir-se no Pao da Cmara Municipal os
eleitores do 1. districto.
4.a Scelo.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 19 de Abril de
1888.
* O presidente da provincia, tendo em vista os officios de 16 e 22 de Dezem-
bro ltimos do Dr. juiz de direito da comarca de Rio Formoso e da respectiva Ca-
< mar Municipal, determina, de accordo com o art. 5. do Decreto n. 9,790, de 17 de
Outubro de 1887, que os eleitores do 2." districto de paz da parochia de Nossa Se-
nhora da Purificacao de S. Gonjalo de Una se reunam para actos, eleitoraes na Ca-
pella existente no engenho Santa Cruz, da referida comarca; continuando os eleito-
res do 1. districto da mesma parochia e os da de Nossa Senhora da ConceicSo de
S. Jos do Rio Formoso a reunir-se nos lugares j designados.
4.a Seccao.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 19 de Abril de
1-888.
O presidente da provincia, tendo ero vista o officio de 17 de Dezembro do
anno passado, do Dr. juiz de*direito d comarca de Iguarass, determina, de ac-
cordo com o- art. 5. do Decreto n. 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os elei-
tores do 2. districto de paz da parochia de Santos Cosme e Damiao de Iguarass
se reunam para actos eleitoraes na Igreja de S. Goncalo do povoado de Itapissuma:
cpntinuando os eleitores do 1." djstrieto da referida parochia e os da de Nossa Se-
s nhora da Conceiclo de Itamarac a reunir-se nos lugares j designados.
c 4.a SeccSo.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 23 de Abril de
1888.
a O presidente da provincia, tendo em vista os officios de 30 de Novembro e
t 15 de Dezembro ltimos da Cmara Municipal da Pedra e do Dr. juiz de direito da
s comarcado Buique, determina, avista da disposicSo do art. 5. do Decreto n. 9,790,
de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores do 2. districto de paz da parochia de
t Nossa Senhora da Coneeifao da Pedra se reunam para actos eleitoraes no consisto-
* rio da Capella de Santo Antonio, existente naquelle districto; continuando os elei-
tores do 1. districto a reunir-se no lugar j designado.
a 4.a Seccao.Palacio da Presidencia de Pernambuco,*em 23 de Abril de
1888.
a O presidente da provincia, tendo em vista os officios de 15 e 16 de Dezem-
bro ultimo do Dr. juiz de direito da comarca do Bonito e de 11 e 13 do corrente
< mez, do mesmo juiz e chvrespectiva Cmara Municipal, determina, vista da dis-
e posijao do art. 5. do Decreto n. 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores
a dos districtos de paz da parochia de Nossa Senhora da ConceicSo do Bonito, se reu-
a nam para actos eleitoraes nos lugares seguintes :
al.0 districto de paz!Paco da Cmara Municipal.
a 2." districto.Aula publica do povoado Bem-te-vi.
a 3." districto.Casa das audiencias do respectivo juiz de paz.
a 4. e 5. districtos.Capella de Nossa Senhora das Dores de Capoeiras.
6." districto.Casa das audiencias do respectivo juiz de paz.
a 4.a Sec5So.-^Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 25 de Abril de
a 1888.
a O presidente da provincia, tendo em vista os officios de 20 de Dezembro do
a anno passado e de 13 de Janeiro ultimo do Dr. juiz de direito da comarca de Flores
i e da respectiva Cmara Municipal, determina, vista da disposicSo do art. 5. do
a Decrete n. 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores do 2. districto de
a paz da parochia de Nossa Senhora da ConceicSo de Paje de Flores se reunam para
a actos eleitoraes na Capella de Santo Antonio do povoado Carnabyba; continuando
a os do 1. districto a reunir-se no lugar j designado.
a 4.a Seccao.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 26 de Abril de
1888-
a O presidente da provincia, tendo em vista o officio de 17 de Dezembro ul-
timo, da Cmara Municipal de Ipojuca, determina, em virtude da disposicSo do art.
5. do Decreto n. 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores do 1. dis-
tricto de paz da parochia de Nossa Senhora do O' de Ipojuca se reunam para actos
eleitoraes no predio em que funeciona a escola publica do sexo masculino; conti-
nuando os do 2. districto a reunir-se no lugar j designado.
a 4.a SeccSo. Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 26 de Abril de 1888.
a O Presidente da Provincia, tendo em vista o officio de 23 de Janeiro ultimo
i do Dr. juiz de direito da comarca de Cimbres, determina, em virtude da disposicSo
i do art. 5. do Decreto n. 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores dos
i diatrictos de paz das parochias de Sant'Agueda de Pesqueira, Nossa Senhora das
( Montanhas de Cimbres e Nossa Senhora da ConceicSo de Akgoa de Baixo se reu-
i nam para actos eleitoraes nos lugares seguintes :
PAROCHIA DE SANT'AGUEDA DE PESQUEIRA
al.0 Districto.Recinto da capella de Nossa Senhora MSe dos Homens, que
i serve de Matriz.
2. Districto.Capella de Nossa Senhora da ConceicSo do povoado
a Alagoinhas. J wt_.
c 3. Districto.Capella de Nossa Senhora das Dores do povoadoPoeto.
PAROCHIA DE NOSSA SENHORA DAS MONTANHAS DE CIMBRES
1. e 2. Districtos.Sachristia da igreja Matriz.
PAROCHIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEICAO DE ALAGOA DE BAKO
a 1. Districto. Paco da Cmara Municipal.
a 2." Districto.'Capella de Santa Rita do povoadoQuitimb.
c 4.a SeccSo Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 4 de Maio de 1888.
a O- Presidente da Provincia, tendo em vista os officios de 2 de Janeiro e 23
a de Fevereiro ultimo do Dr. juiz de direito da comarca de Petrolina e da respectiva
cmara municipal, determina, em virtude da disposicSo do art. 5. do Decreto n.
a 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores do 2. districto de paz da paro-
a chia de Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina se reunam para actos eleitoraes
a na capella do Senhor Bom Jess do Bom-fim do Caboclo ; continuando os do 1."
a districto a reunir-se no lugar j designado.
4.a SeccSoPalacio da Presidencia de Pernambuco, em 8 de Maio de 1888.
O Presidente da Provincia, tendo em vista os officios de 30 de Novembro,
t 9 e 31 de Dezembro do anno passado do Dr. juiz de direito da comarca de Pa-
c nellas, e de 30 do referido mez de Novembro e 10 de Janeiro ultimo da respectiva
c cmara municipal, determina, em virtude da disposicSo do art. 5." do Decreto n.
a 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores do 2." districto de paz da paro-
a chia do Senhor Bom Jess de Panellas se reunam para actos eleitoraes na capella
c de Nossa Senhora da Conceiceo de Lagoa dos Gatos ; continuando os do Io dis-
tricto a reunir-se no lugar j designado. j.Mfl
a 4.a SeccSoPalacio da Presidencia de Pernambuco, em 23 de Mao de i
" O Presidente da Provincia, tendo em vista os officios de 16 de Deaemb)
ultimo, da Dr. juiz de direito da comarca de Goyanna e da respectiva cmara n

J


-

i Dimti ie rtrnambncoDomingo 16 de Sctembro de 1888
c Bicipal, determina, em virtude da iiepoqlo do art. 5." do Decreto n. 9,790, de 17
ota Oulubro de lb87, que ob eleitores dos districtos de paz das paroehias de'Nossa
< Senhora dojiCKide Goyanna e 8. Lourenco de Tejocupapo se reunam para oto*
efeitoraes asi daares seguintes :
PAROCHIA DE NoSsA 8SNHOBA DO O'
c 1. .i.? Districtos.Consistorio da respectiva matriz.
2. Districto.Consistorio da igreja de Nossa Senhora das Dores da
c Goyanninha. ______
i'AKOCHJA DX S. LODffltafO DB nSMfllMAFO
c 1. e. 3. Districtos*Consistorio da respectiva matriz.
i 2. Diatricto.Igwja de Nossa Senhora da O' de Ponas de Pedas.
c Outroaim determina que os eleitorea da parochia de Nossa Senhora do Ro-
c zario de Goyanna continnem a reunir-se no lugar ji designado.
4.a SeocoPalacio da Presidencia de Pernambuco, em 26 de junto de 1888.
O Presidente da Provincia, tendo em vista o officio de 15 deMaio findo da
t cmara municipal de Gloria de Goita, determina, em virtude da diapotico do art.
c b.'do Decreto n. 9,790, de 17 de Outubro de 1887, que os eleitores do 2.a dis-
c tricto de paz da parochia de Nossa Senhora da Gloria de Goita se reunam para
actos eleitoraes na igreja de Santo Antonio, do povoado Duarte Dias, continuando
a os do 1. districto a reunir-se no lugar j designado.
c 4. Seccao.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 3 de Julho de 1888.
t O Presidente da Provincia, tendo em vista os oficios de 5 de Janeiro 12 de
fjnnho ltimos, do juiz de direito, da. ornarca de Quricury, determiBayiem virtude da
<. ehsposicSo do art. 5.a do, Decreto n. 9,790} de 17 de Outubro de 1887, que os elei-
.torea do 2. districto de paz,da parochia de S. SebastiSo de Ouricury se reunam,
in para actos eleitoraes, na capella existente >no povoado Santa Cruz ; ontBuando os
do 1. districto a reunir-se no lugar.j designado.
t 4.* SeccSo.Palacio da Presidencia do Pernambuco, em 2 do Agoste de 1888.
< O Presidente da Provincia, .tendo em vista o officio de 12 de Julho
findo, do Dr. juiz de direito da comarca do Brejo da Madre de Deus, determina,
m virtude,da disposi^So do art. 5-, do;Decreto n. 9,790, de 17 de .Outubro de
, 1887,rque.os eleitores do districto de paz de Jacarar se reunam, para actos elei-
tomes, na igreja de S. SebastiSo deJatob, e os do de Santa Cruz na igreja de S.
.Bou Jess dos Aflictos.
4.a seccao.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em i 4 de Agosto
.de 1888.
.i4.rO- pnesideate da provincia, tendo em vista os officios de > de Desembr do
*mo passado, 4 e 29 de Julho fiado, do juiz de direito da comarca do Caruar,
resolve em virtude da disposicao do.art. 5." .do decreto n. 9.790, de 17 do Outubro,
ide 1887, determinar que os eleitores do districto de paz de Jupy se reunam para
c actos eleitoraes na capella.de Nossa, Senhora do Rosario, exitcente no aneara dis-
i .itricto.
4.a seccSo*Palacio da Pnesidencia de Pernambuco, em 31 de Agosto
de 1888.
. ,0 presidente da provincia, tendo em vista o abaixo assignado de eleitores
do districto de paz de Jupy e a representacSo do respectivo juiz de paz, de 21 do
correte mez, determina que os eleitores do referido districto se reunam para actos
eleitoraes na capella de Santo Antonio do Lagedo ; cando assim sem effeito a
portara de 4 do citado mez que designou a capella de Nossa Senhora do Rosario.
(Contina).
excotDdo do golfo de Oseta, para, aa preparar
Mtf ii niuatA intai m m >mb1^u___ a
para partir qoaato antea e aproviiioor-sa da esa* toda da Franca
Bepartifo da Folela ,
2 seccio.- N. 06Secretaria dePoli-
cia de PeiDfambuco, ero 15 de S'tembro de
>1888.- Jllm. e Exm. Sr.-Participo V.
ic, que foram hontem recoibidos Casa
de DdPDcao ob seguintes individuos:
A' i iiinba ordero, Pedro de Almeida
Beis, J, s Trizeira sorio, por disturbios ;
Joao SebastiSo Evangelista, rindo de
Gamelleira a espera de comrounicaeSo offi-
cisi.
A' ordem do Dr. delegado do 2 dis-
trictj 'a capital, Luiz Paulo de Arnujo,
por disturbios
A' ordem do sublevado da freguezi
de Santo Antonio, Hiiarino Jos Rodri-
gue Lopes e Joo Jos de Lima, por dis-
tar b s.
A' ordem do do 1* distrito da fr guezia
de S. Jih, Anua Maris da Conceicl >, por
disturbios; e Jaaquim Gomes d Oli? ira,
como vagabuudo, miaba disposicSo.
A' ordem do do 1 distrieto da Boa-Vis-
ta, Francisco do R'-go Ramos, por distur
bios e iffenaas .moral publica.
A' ordem do de Belm, Antonia Msria
la onceiclo, como alienada, minha dis-
posieao at que tenba o conveniente des-
tino.
Pelo delegado do termo da Gloria de
Goita, ib i remettido ao juizo competente, o
querito pobcial procdido contra Severioo
JVancisso da-Rocba, por crime de estupro,
platica (o na pessoa da menor Anna Crio
ta da .ConceicSo.
Forsm boje romettidas a esta repartilo
Elo,subdelegado do 1 districto de S.
t, 7 facas de p nt, 3 na val has, 1 ca-
ivete de mol, 1 punhal e 1 bengala de
estoque, tomados por aquella autoridade a
desordeiroR que se disea, officiaes da guar-
da nacienal.
O delegado do termo do Brejo, trcuxe
ao meu conbecimento que no dia 17 do
es passado, no lugar Alagoa Verde da-
qnelle Termo, o individuo de nome Manoel
Gomes de Oliveira assassinou com qnatro
.tocadas a Antonia Joaquina de Ssnt'Anna,
sendo capturado pelo inspector de quartei-
rSo Honorio Pereina das Cbsgas.
Aquella autoridade toroou conhecisento
do facto, ibrio o competente i n que rito que
j teve O destino legal.
Pelo del.gado de S. Bento fo remettido
raa juizo ct ptente o inqnerito poli iil
procedido contra Joio de Oliveira Valenca,
per ter este no dia 2 do mez pasado ras-
gado um mandado espedido pelo respeti-
vo juiz municipal.
Deus guarde a V. ExcUlm e Exu
Sr. desombargsdor Joaquim Jos de
Oliveira Andrsdfi, rouito digo presidente
da pro vi ni ia. O (befe de policio, Francia-
t Dcmingues Ribare Vianna.
Hccebcdorist l*ro\iirnl
DESPACHOS DO DIA 14 DE fcElEMJRO
DE 1883
JcSo Bsptitts da Rertarreico (2 peticoea), Po-
eidenio Ern Un Pinta Lioso, Joe AugoMo Diat,
Clrto Boto de Abrto e Laca, Mhuo-i Fraacieeo
da Silva e Jo.- Raymu:.6o Induro. Ceit.fique-oe.
Ppenlo Irai .A l1 oeccSo poro oa devidoa
fina.
Carloa Alvea Barbota, ordem terceira de 8.
FrnciicoInftrme a 1* aecofto.
-- 15
JoSo Csncio da Silva Cordoville, Dr. Luia
Erojgdio Bodriruea Viaooa, Igoacio Praneiaca
de Coooeico Richa, Americo Alvea de Mrndeuca,
Alfredo & C. .VKrtu.hu & C, Qomes de Mattoa Ir-
muf, Lqi da Crua Me: quila e Etperacco Maria
da Laz.--lDtorme a 1* aeccSo.
Adriano Gh>ncalvea da Roih e Ernesto da Bo
cha turoeiru --Ctrlifiqce-ae.
AntuDio Cordeiro & C--Saltarac* a exigencia
do 1* aecv&o.
Candido Sadr & C.-- Informe o 1* tercio.
BitSo > Petrolini.Intorme a I> aeicio.
Joaquim Boarea de Piobo.' Franeiaeo Antonio
Brand o Cavalcante, Jcsquim Araojo Saldoiiba e
Vi cents Asa tts ci de Olindo Serpa. --Oertifiqoe-se.
vio e viverea.
i Un diviiio eomprebendendo o ftm. o liisiii,
o flgare e ca paqafnct torpedeire t, dirigi so
n'ofta OMona noite para Napole, itb o oomman-
do do almirante Locera.
Outro diviiio formada pelo. Dndolo, a ***
Slcftta e o Gaita, parti no dio t> guite para
Meaaina, ia ordeno do contra almirante Martines
Em Goal a fiearao b ot naviot AffondaUre a
Saeta. "
O LtjMNlo e o StromkoU, qos etUvom faaendo
xercicioo de tiro ao alvo porto do llonte-Cbnato,
tambem receberam ordena para se irem abeatecer
o Npelea.
No dio 25 de Agosto, a esqnedra de*e entrar
prempta para as etncentrar toda no porto de Ao-
gutta, d'onde aegnir para o Levante, a wdent
do olmiraate Lovera.
A ettat nofciat alarmante! scereacenta o Opi-
nione a seguiote nota, qae pareca irnica :
A partida da eeqnadra para o Levante po-
car, de certo, mnitoa eommeatarios. Se eafeatoo
bem informado, o gjverno affaatando a esqiodra
daa coatot da Italia, teve em viata provar tu? o
soaaoSw do as poktttco exterior inteiraoente
pacifico.
Se eote foi, realmente, o intuito do govern ita-
liano, nata den reanltado. A partida da eiqwdro
itabara paro o Levante c n 'orren, polo couwrio,
para toaot-rem man oorpo-oa boatoa de umi oeco-
ptcSe da TripolUaoa pela Italia. Eates booxw tem
ptrtiatido at agora, tim dtamentido eath^ rico.
Um telegramma de Boma pora o Daiy Tde
grsph inspirado ifficialmente, tem urna gr.ude li-
gntica eo paifea.
O teJegramma de 28 de Agoito a dia toe tem
caoaado aerpresa nca cirenloa rffieiaea daqaolla
capital ca commentarroa teit s pela imprrna* ea-
trangeira a viaita do Sr. Criapi a Fnednchariche
e ao sen encontr eom e eonde Kalooky.
Aiaevera-ae que etaea aecnteeimeutoa em naia
alforam a p-litica geral da Eur pa e que. poi-
tanto, neobont ae.ntecimento de ricpci nal frrsV
italiaoa no Mediterrneo enoobrom ipropoiitoa
lia* da paa, um forte oiinaaoto de eoparaaoa do
O peridico concloe: oe na primeira viaita de
Criapi, o objecto da entrevista fui a Basis, d'es-
U ves foi a Franca que fes sa despesss.
O PrndenblaU dia qos a entreviaU de Criipi
com o Conde de Kaiotki provs que sa relacSes
cordisea, qse exatem entre os doia Eatados alha-
dos nao tm aoffrido slteracso algasia. A atilidade
d'eata troca de ideas tant maior qse se trata de
ama poca, em qos, speaar de ama tranqaillidade
relativa, reina pir toda a parte a incertass.
Seria fra de proposito attnbair a eiti entrevis-
ta tendencias aventnreiras oa aggressivas.
Nem em Friedricbarucbe, otm om Eger.ee tem
tsbido do quadro da ptlitica da pas.
Intereasea vitaes obrigan a Iulia o ter esnatsn-
temeote em viata a mauutengo do qoilio#io ac
Crrespdepcia do Diario de
PertuimlHieo
tual no Mediterrneo, a a Austria Hungra rew PORTUGAL U8B0A, 3 de Setsmbro de
nbece todas legitimidade da poltica da Italia.
Alm diaeo, no Oriente, interetses ideuticoa per-
milt- m nos poltica cominom Aaitria Hungra
e a Italia. Podemos, poia, encerrar com aatiats-
cio a entrevista de Eger ; todoa o amigos da pas
se regoeijrau), vendo affirmar de novo ama all in-
ca conbecida para salvaguardar a pas ns Eu-
ropa.
Outroe periodiaos attribuem igualmente entre
viata de Eger orna s'gpificBcAo pacifica.
O jornal a frlilik de Praga,' cummeataodo o
discurso prot-rido pulo imperador Qoiihermf II
em Fraoi'foctanr-1'Oder, por oecaaiio da victoria
de Leipsig; da que o un parad-, r foi a S Peten
bttrgo para obter a certeza da aeutralidade da
Bnsaia no caso de guerra entre a Allemanba e a
Km nca. O discurso de Francfort prova que nao
obteve essa certesa e que, a. Ruana nao deixar
ea magar a Franca.
Eita apparico da Po'ik tem aua importancia
por causa das relaces evidentes dos velbjs tebe-
qaes com os centros afficiaes rosaos.
O Monitor Oficial da Imperio publica o tsxto
das eaitaa que u imperados diriga so fotdrmare-
cbakMolike por uccaaio da d*miso deste.
O texto cfBcial perteitamente ooutjrme no es-
vidade ae devem eaperar para um tuturo prximo, gencial com oa telegrammai expedidos por esea oc
A npprai^o de que aa manobras da enqaadta, oaaiio.
Eacuiado i diaer que espirito
hostis Franca, tida cerno 'absurda, pois que cartas exprim-'m a maior sympatbia
sernelbsntes propoiitoa estariam em ecntradircio
berta com a poltica geral da Italia desde 1882,
poltica qne te nao pode nem de ve alterar levianu
mente.
pbrosea daa
pora com.o
illnttre veterano.
Segando um telegraesms de Berln pora o Stan-
dard, parece qne o principe de Bismank aconse-
Iboa o Sr. Crisp a-oSoprocarar presentemente
AfBtma-se, pertanto, qne t quem dosconhecer ama nova exrenead de territorio na i frica, porque
de todo o estado real das causas poder attribuir a aituacio da Europa nj permute que se enviem
ao Sr. Crisp o deaejo de proveear a Franca., para lora as foress eonsideraveis que a poltica de
Pelo contrario, aingotm osis do que elle deg*pi
nata reconeiliac>, como j4 o dea a entender sa
oecasiio propria.
Os boatos de que a Italia quer mandar outra
expedicSo a Mas-ouab aio tao infundados como i s
qne disem qne o govcrnoitaUan abandonar este
territorio.
Dersm se instrueces ao general Baldenera para
em caso nenbum pasaar alm das poticSes qne
sc'na losen te oocopa.
Qasnto ao cbtmameato do eonde Niegrm eiph -
oxpanto col, mal exigira.
rVi 83I I' A,"Mtiai avenida das Tulas,
em Berlim, a entrega s lemni dos topes da ban-
deiras aoi guardas de cerpo, que eram commanda-
doa p lo aetu*l imperador aotea da ma asecnci i
alebrono. U.imperad.ir eh-gooa oavallo, ao qu-
drado formado, pelas tropas, e peo ferio urna ail.i-
cucSo, em quedisae: .Espero que estes reg-
mentoi sabero sustentar alto e defender a honra
destas bandeiras. *
O socialiatattfjiebnscht ficou .eleito deputado o
Bgyoito
Est indiipsto de i.Je Abbssbev, filbo pri-
mognito do kbediva.
Oa derviches aucaram ltimamente o forte de
sforbamosas perto de Maddi-Hslfa, mai foram re-
peludos, perdendo centenas de mortos.
Um despacho do Cairo para o Standard dio que
se eipera um novo ataqae doa mahdiitai, e que
lavra profundo deacooteotamanto entre as popula-
coei sabmettidsa ao Mshdi.
EXTERIOR
case que o Sr Crisp s Jbe mandoa pedir que paramento federal por 26,000 votoa entre 41,000
viene a Millo, por ser este o ponto de encontr, votantes.
mata pnximo e cenveniente para urna conferencia, Patlsiesi ofaixos)
em qne elle deseja informal-o do que se pooson Disem de Haya a 3l-deAgow, quete o > e m
orm o principe de Biomaiik e conde de Kalnoky. firma o boato de ter fall-cidu o re Solberme; o
O jornal Exereito de R, ota, deameat* em 19 que osa estado causa todava .serias proocoupacSes.

MARIO DE PERNAS5EUC
RECIFE 15 DE SLTEMBRO DE
\olila* da Europa
18*8
Theaur Pr*vinci*l
DESPACHOS DO DIA 15 DE SETEMBBO
DE 1888
Antonio Joe de 8.m' Anna, Candido Jos
de Lim,- Manf 1 Luis Paes Barreto, Car
les Fe mandes Beleuot e Pedro de Alcsn-
tra Leitao Filgueira.- Ptgae se pela caiza
de depsitos.
;Jriiguel Aflcbanjo Jos Fernandes.A'
Beeebedoria Provincial para attender.
R. de Draaina & C Jos Ransos ds
Maria e Antonia Augusto dos Santos Por
o. Infern o.Srvicoatador.
Silva A Almeida e Antonio da) Silva
Pontes. Entregue se pela porta.
Lais Paulino Cavalcante de Albaquer-
Iie, Joe Marcelino Alvea da Fonseoa,
bdi M de Carvalbo, Antonio Pedro de
Barros Cavalcante, Wenceslao Pinto de
Paiva, Julio dos Santos Cbristo e Msnoel
Pereira. Certifiqese.
Tbomaz Jos de Mello, Antonio Rufina
de Andrade Lana e Mara Albina, de Oli-'
vera Costa. Liquidada, esoripture-se a
divids.
Joe Luis Ribeiro. Hija vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Antonio Lopes. Informe o Sr. Dr. sd-
MD>trador d Receb doria Provincial.
Jote Peixoto.A
Completamos boje a restaba das noticias, tra-
zidas nte-boutem pelo paquete iDglea Trent Sob
a rnbrica Exterior vai publicada a tarta do aoeso
correspondente de Lib, a.
' Halla
Agora a aituacio menos asurregada de mes-
eos, os notioua .pacificas, -se nao dissipsram sa
bellicoaas, quaai aa centrabalarc m. Falla se at
de urna arbitragem, indicada pela Allemanba,
para a solucao do conflicto de Massauab, e dia-se
qse s Sr. Crisp abandona a presidencia do coose-
Ibo a a pasta dos eatrangeires, c nfetisndo atsim
a derrota da sna puhtioa de pr^vocac&o Franca ;
por entie eatra oixerea, porm, anda ae divisam
prevencS e aabrt-saltos.
. A Bf/orma toma outra vea a tallar em eoneen-
tracio de tropaa e tiabalhos de f-rlificacie as
fronteiraa tomainas da Tripolitana.
Apesar do carcter oficial deste jornal, os teas
collegas lie liano* par, cem nao dar crdito a se-
sselhanUB autisiat, embora ooeaidectm a toa pro-
pilacSo como om tymptoma significativo.
Ao metmo tempo lotormam de Boma a 27 :
Digam o qne aisserem, prepara se aqui ama
espedieao-colonial. I Massauab oa i Tr-
poli ? Activa ee a organisacio dos destacamen-
tos que di verlo embarcar em Novembro.
O Sr. Crupi, que eti netta occasiad em entre-
vista com o ro, deve enviar, logo qos volte, or-
dena definitiva e secretas eiqnsdra do Oriente
qu-, detde esta manb, ee acba reunida aeste por-
to de Angosta, tob o ce amando do almirante
Zonera.
A' entrevista de Fredricberocbe attribne se
ama sigoifiesco p litica.
O Sr. L'iiipi, qne tem posto eos relevo a dittinc-
c2o da ma perscntl dade, aflSimsndo os seas in-
.ccnlettsveit do'ea de estadista Hastiado e enr-
gico, tei rtperads na gsre de Fnedrubtruche pelo
tbaucelier de ferr, que ihe traveu do braeo> con-
i Gaiiudo o i ana cairuag m, e tu,bes se diriguem
o tsstello mde, em c< nfen neta intims, se trsva-
iam certonente oa mais inp.rtantta problemas
dajastics tuternaeional.
Stbre o qne ie patiou all podim faxer-se, e
ji se tem leuo, aa taais i xltavagantes c. i,j> ctuiae,
pedem lorm r te os maia ungulares juitoi.
A Italia, perjudico tffecto 4 poltica do Sr.
Criipi, entrar do tsmbtm no eaminho des cmje
Cloras, de cpiniao qoe a entrevista doa deas ia-
tadistaa ba de ser prtveitcsa pas uropa, eoo-
tu na na toa afiiimativa, de qoe aa tres potnscias
s liadas nio teem rssio cu interesse de qualqoer
ordem pora deiejar a guerra, bem cosco de qne a
Inglaterra, embra nio obiiguem qoaetquer tra-
balboa, ti m de.figurar, por fe rea daa circumstan
eiaa, no ajsttma representado ptlai tres poten-
cial continentaea albadae, e nao pede outra e< uta
qne nio s*;a a mtnuleneio do .ttam que, c;mc
lird Salisbniy tornoa bem claro no si u oniurt
pronunciado no banquete de lord Mayer, em Lon
drei.
Esta entreviifa romo a sos-se snnoneis com o
conde, de JKalmki, uo jde ter outro objectivo,
qne nio teja Car nevas garants i pas.
' miiter, perm, considerar como pensar s
este retpeito o gabinete de S. Petirsburgo, e paia
qao se prepara a repblica francesa.
Centinuam .a predominar as -infotSMCoet e os
conjecturaa pacificas, comqasnto algn dos indi-
cios tranquillisadoiea se nio accentnam. Por exem-
plo : o biato da sobatitoicio do Sr. Crisp, na
patta dos setrsogeiros, pelo eavalheiro Miegra,
parece nio ter ostro fund ment qoe nio teja o
facto de ter aido eate estadista, actualmente re-
presentante da Inglaterra oa corte de Vienna,
chamado a teda a prest a Milao.
Afirma se qoe o Kr. Crisp nio rerpondtri
ultima nota de l. Ooblet.
Noa cireolca polticos contidera-te este acto
do goverao italiano c no um resultado da cci fe
rrnciade Frwdiit. btmebe e dos conselbos, dsdsa
Dario J t Peixoto. A obrigatSo ao
r j > i5 ( pelo principe de Bitmank i Ita a, deveiio levar
dnimo atsenta na produce*, real da faen-, B^cra ,fOIIIM 0 UL|Cf0 c" F"'0Jcv,,r
iade.criscao, e na bypotbese tendo sido
% apanb de 45, est sojeito ao respectivo
a/iador a dizima na proporclo dttsa tota-
4de en bora tenba se desfeito do terco
taasaliude um vei que a obrigaclo
aJh> transiere se com s venda parcial de
jateas para outra faienda,
J. Lio Carneiro Pinto.Ruqaeir a
Debedoria Provincial.
Sao obstante rata meltora m-mentsnea da
foacio, ningoem dnvida de que ene c. i flicto re-
nasveri mais cedo id as larde a d.ipeito do
or.p. no da Franca de centeraar a paa en.qu.ato
a toa digiidade ih'o reimittir.
Ha diaa lia-se na Cpmioie :
virtooe de id> io,oa telegitrbiea rmaaa-
da do miniaietio da marusla s iec> bia cm Gaeta
a neiie de S1 de Agosto, a esqoadra italisaa
interrempeo io ueciat.nenie os exercicies do ter-
periods das graades aaaobrss fas etUva
o ^o v>r no teme dispoticio para enviar urna aovo
expedicio a frica, e deelara qne, nem o gover
no p-de decidir tai, sem a ppro vacio do parla-
mento.
Inslati rra
O governo initiez mandoa procestar o deputado
nacicnolitta Redmard e e jornatista Walsh pelo
papel qoe ambos tem representado as eviec.des
dos colonos recalcitrante da Irlanda.
O correspondente do Jornal dos i>#s/ em
Londres, assegora que o convenio u' celebrado en re a Oran-Bretanho e 'Italia tem
a seguintes beses : A Italia pori 60.t)00 ho-
rneas i ditpi sico da Inglaterra, caso esta tivesse
de intsrvir na Asia Menor para snitentar a Sa
blime Porta ; e a Inglaterra ebriga-ae a proteger
os ecstas da Italia ao caso de guerra som a
Franoa.
K' no dia 15 do prximo Setembro que aer pu-
blirada sfmultanesmente em Londres e em Berlim
a resposta do espawMata ingle aoa medieua -i>o
mies. *
Powr* mta vo'iitne di' IDO paginst, erm o ti-
tulo Frederieo o Generlo e o* ftut medico; e
costar 300 ria lrtee. da notas moeda.
A tiragem de 100.000 exemplares.
A-rainbs Victoria eopferio o pariato a air Joba
Savile Lumley, x tmbaixador da Gran-Bretanba
em Boma.
A convenci dos assurarea foi sssignsda s 30
de Agosto pelai potencias qoe tomaram parte oa
confrrencia, alvo a r'rt.tea, o Brasil, s Uinamar
ca e Saecia, que reaervsram a sua adbesio. A
Austria fea tamben certas reservas.
Os delegados voltario a reunir-se d'aqoi a oito
meaea afm de examinarem aa legialscaes adopta-
das para tornar a convenci efficas.
Neticias de Londres dio como octo que s raraha
Victoria nio ira a Berlim, ccm< se aaanncira, e
que poata de parte a idea de qoa'quer entreris-
t da rainha com sea neto, o imperador allemii.
Os fondos alltmies deseem na corte inglesa son-
eideravelmente.
Alleasamlia
A conferencia de Peterbof, do imperador da Al-
lemanbo cem o da Barsia ; a de Friedrichiruthe,
de Criapi c m Bitmaic k; e a d'Eg r de Oiapi Jom
o Conde de Kslni ki, paite a cus sita tignifiem-
cio poltica, dam nea ase a riflectir no papel qoe
representam ca agentes diploualicos, mrmmte
das qnatro glandes potencias, Allemanbi, Aus-
tria -Hungria, Italia e Bossia, quando se trata de
queatoei, em qoe teda a Europa ae deve eonsne-
rar interessada.
Vejemos como, signas periodios impottsatea
tm apreciado a conferencia, de Crisp com Bit-
marik :
O 'lvmtt fas sa legnintes obtervtedes aeste res-
pe ito :
O encontr doa dois estadistas rio deve ib-
selutsmente inquietar a rpiniio publica, por ler
urna ne\a tfitrntcio da f( rea da alliauca das to-
ttncita centraet da Europa.
i Algona peridicos depois da visgem do Imper
dor Gailbeime a Peteih, f, disism ttaserariemente
que etta allirnca fra abaodenada, imquanto qie,
pelo entrao, nio t existe, mas fiea sendo a gi-
raetia principal da pas eur. pea.
O .Daily Nexct er qne a reapparicao do bculsu
gitmo pooe ter sido a causa que deteiminou a vi-
sita de Crisp a Bitaar k, embira a imprtnsa ita-
liana at segure qne ella tinba, sido decidida ha tea-
pos.
Em todo o raso o b ulangitmo nm tacto de
i.atun sa s eccopar lar gmante, dorante 48 horas,
os d,.i8 ettsdiatas.
Aqu explica r peridico a nova pbate, m ase
entito o bcnlangismc ; depcis contins:
A aitoecio eorepa tem fetopiogrefsos depeis
da visgem de Cri.-pi Allemanha, no outomno ul-
timo.
As r.liioes entre Battia e a Alleminba
eiam, ba des mesea, pouco oa nada ecrdiaea.
O csar nio quera schar-se em Slettin cssj o
vilho impeadtr ; elcgiot exagera los chegavaa'de
Paria a S. Peterabargo e toda a gente acreditava
qne aa batea preliminares de nona allanca entre
ca doia poiae baviam sido ettabeltcidat, allianes
qne oodis ser o signal de urna grande goeira.
Neataa circumstaneiaa a poltica natural de Bis-
marek foi a da rracuterieio da pas.
visita de Crisp leven a Italia para a slliaoca
auatro-allemi.
A Italia e a Austria eram dois espinbos ns gsr-
ganta da potencia do Horte, e o principe de Sis-
mare k tinha necettidade do empregsr todo o se
eogenho para persuadir o caar, do qoa a nova com-
binscie nada tinba especialmente com a Buttia.
A Italia ocenpava um noticio particular no
Mediterrneo e tem ama rival senio ama inimiga
aa Franca e na Basta.
CrUpi, dspois da visgem de Friedricbsrsche,
nio deixou de owniettar se as receiot relstivsssf-
te ios progretsos da Basta do lado de Centtanti-
nopla e nio conteve a tus determinacio de nio
permittir que o Mediterrneo ae tome om lago- tul do Attss.
lutso. Um ontro perigo para a Italia a smbi-
cao cresetnte da Oreis.
Tedas ss qm n5et asodernai entre sa necoes iio
puraneate cenmerciaes, e a Italia e a Grecia es-
li sempre svalavindas por cauca do fjnar1-'-
ccmmeicial de L'\ante.
Oo italian.a lm intimamente protegido a Bat-
a.ia, rerqoe cim qoe nasa Bulgaria lorie signi-
fica enflaque eme oto da Grecia e da Bntaia.
por ieco qoe o ge verno tem taatentado cem toda a
toree o principe Fernoodo.
0 pi ueipe de Bitavank tem consegaida teas pe-,
rsr as teto e\0. i do gevemo italiano cem retpeito i
s tosceptibilidades do ciar.
A sselaor vanugta, que Crupi pode esperar da

Qosl foi o resaltado da entrevista de Pteradf?
A parte certas queeloes de *rdem secuBdarw,
entre a impreosa ruasa e a imprenta ailema,
aquella conatante em sustentar, qaa .. Kusaia
nio abandi na o programma de pas. Somos por
itso levadoa a cir, que esta, lioguagem exprime o
aeutameoto do eabiuete rasso, e que os duus im-
peradores se entenderam em Ptecbof sobre as
bases daquelle programma.
A qaestio da Bulgaria que o verdadeiro ponto
aegro, nio se affigura insoluvel, ama ves que se
psitam concilitr oa legtimos intereases da Batis
cornos da Austria Hungra O problema poder
reaolver-ae diplomticamente.
Sis estes oa desejos de todos os que considerara
a pas da Jaropa a maia solida garanta da eivili-
sacio.
A idea de aibitragem de ama-terceira potencia
para reaolver a conten .a fraoco-italsana aobce o
.caso de.Mastaoaiv aventada pela Gazeta Nato-
mal 4~ -Bcitirn, ftnoi.-..iojcic auuibiH* pela
iaprenoa rosea < pela opima e oa arbitragem
ibase.aropjsta em S. PStersburg>nio n duviJa
que obteria o attentimento do governo imperial,
que por tal modo removera as difh'culdades peri-
gosas antes de a qaestio entrar no terreno da
honra nacional. A opimio predomiant em S.
Petersburg qne a entrevista de i-'riodrwhsrube,
ha de meinnrar a situaoao geral.
Segando participam de S. Peterabargo, o Bario
Marocbetti, embaixador da Italia, pedio ama li-
cenc* de algans m cao- prende-se a rasoeo polticas e que nio ser
para estranhsr o resfriamento de ce'seoes entre
as cortes de Boma e de S. Peterabargo.
Parece qoe ba ideas de enviar para Massauab,
conculca russo, din>mrquex e grego, afim de se
sontrabalaneax all a n fl isnaia italiana.
TDiqnla
Disrm de Conatsntiaopla a um jornal rnsse qoe
caosca grande esnsaeio nss espheras cffieisee e
principalmente no palacio do. turnio,,ama bro-
chara clandestina qoe ba das appareceu n aquella
cidade.
O autor do folheto, depois de criticar vivamente
a sitos ci actual do imperio ottomano, dis con-
eluindo que o onico meio de melborar aquella si-
tuaco iDtroduiir na Turqua rgimen parla-
mentar depois de ter obtido a abdicaco do aaltio
actual.
A polica procara activamente o autor da bro
chora, que tem por titulo Honia,) Um Sonno), j
fes maltas pritdes e visitss domiciliarias ; muitos
jornalistaa tem sido alvo de vigilancias secretas
Oa jornses receberam ordem de nio rallar na
brochn.
A nota da Turqua sobre s qocstio de Maa-
onab concebida < m termos enrgicos; maito
resumida e calorla :
A sublime Porta protesta cem indignscio contra
as arlegscoea do governo italianoqne : a sob Ta-
a ettemana deixara de existir >m Massaoaah
e que o art. 10 da cor.vercu oe Saes coostita'
ama renuncia da Porta aos teas territorios n
costa occidental do Mar Vermeiho.
Esta nota foi. enviada pelo governo toreo a
todaa as poteneiss turpat.
Em resqesta circular da Turqua, relativa ai.
caso de Massaoaah, o Conde de Ka n ky de-
claren :
Qos nio tendo a Austria ulereases de especie
sltuma es Masskonsb, e maateodacoaa a Italia
relacoes amigaveis, nao aeba motivo para objeo-
(io no facto de os subditos aostriaces n'aquella
regiio serem collocsdos sob a jurisdiccio italiana.
Bismaik responden:
Que sem examinar a questio de direito, a Alle-
manba, abstem-se de ci n'ranar a ceo da Italia.
Todava, Biamank e Kaln, ky, app.liando para
o scetrdo entre ss tres potencias do Mediteiraneo,
acrnaelham a Turqua a nao insistir no roteito.
O Sr. Goblet, pela aua parte, declama que a
Franca adbere absolutamente cireutar da Tur-
qoia.
Faltam ainda as xsspostss da Inglaterra da
Battia e ds Italia.
reala
Urna oorrespondencia de Italia, publicada pelo
Epkimtrit, de Alhenas Sttrgara que a vinda da
etquaara italiana is agats da Gicia tem per fim
ma demonstracio naval centra a Grecia.
Est noticia cansoa ns Bolsa viva seosacio.
Vanos jornses, atteadeudo a ssobilisacioda es-
quadra francesa de reserva e aos movimentos da
eeqnadra italiana, annunciam o prximo comeco
ds hostilidades.
O pnico tem-se, todava, diaipado.
Msrrocot
Est salvo o tultio, a respeito da coja sorte j
bsvi tic graves apprehesEoea.
0 euliao ancioso pr vingar a aftronta que Ihe
tinba sido feita, intetncu-ee tanto s tiaimpra-
dentimente qoe os kabilat rebeldes o cercaram ao
Elle psrm, e ss toas tropas, pratiesndo verds-
deiros prodigios de valor cooteguirtm romper a
cerco e de minar es rebeldes qus ptoposeram pas e
deram f das ss satitfscoes dendas.
SnCocsds a tevolla e completamente restsbele-
cida a ordem e o prestigio ds autoridade, o mltio
e a foros qoe o aeompanhava, eegoio a marchaa
fercadaa para Zimmour, tojo kabils lbe renden
bcmeoagem e o botpedto cem glandes bsnrss.
A notkio da salvscio e vietoria do sultio f< i
recebiaa em Tnger cem o maior alvoreco, porque
.parda do inpeadir, as actnaet sireomnaociaa,
asiia logar ainrg*oiacip gi rs' '
De teda a parte t
fct ds tribus pora
do imperio.
moflo principes s esa-
.4888
Est snnaneisda oficialmente a emisto de....
390,000 obrigacd's de 4 e meio por eento para
convenio do 257,627 obrigacora do eapreatimo de
5 por cento de 1881, expropriaeio das fabricas de
tabacos e despesas extraordinarias de 18881889
na coniorroidade daa leit de 22 de Maio e 23 de
Junbo de 1888 e decreto de 13 de Agosto de
1888.
Estss < brigacoes sao de res (fortes) 904000
francos 500libras 19.18.0, marcos 406, fljrins
de H .llanda 238, reemboUaveis ao par no praso
de 75 anous por aorteios semettraea, efectundo-
se s primeira amortisacio a 1 de Abril de 1889.
Jaro annasl 44050 (forte), francs 22,50, li-
bras 0 17.11,marcos 1827 flirins de Hollsnds
10 71, pagavel aos semestres em 1 de Abiil e 1
de Outubro de cada anuo, em Portugal, Paria,
Londres, Berlim, Francfort, Amsterdam e Bruxel
las.
Oa jaros e o capitsl dos titul s amortisados ais
isentos de quaetquer impostos em Portugal, tanto
no presente como no futuro, com xc.-pcao do im-
posto de rendimento, ficando entendido que o pa-
gamento m Portogal das obrigacoi-s amasoadaa
a poder4 effaotuar se quando tenha sido cobrado
quelle imposto noa nltinsoa 5 anuos.
aie asee impsato nio ti ver sido pago, dedusir-te-
ha i- importancia.cerreapoodentna acto do reem-
bolso daa- obrigaeas aortisadas.
% A subscripcio ser a berta nos das 10 o 11 do
corr uto das 10 horas da manb is 4 da tarde.
O preco da emissio de 85 360 (fortes) com o
juro de.de o 1* de Outubro de 1883.
Ptgaveie da seguate forma : no acto da aab-
seripeo 74200; no acto da des tribu 'cao 174600;
de 20 a 25 de Outubro de 1888124000 e d *) .
25 d. Novembro, de 1888-28430 Totil 8543t>0
(fortes).
Os subscriptores recebem no acto da sabserip-
cio cauteias que serio opp nanamente trocadas
pir ttulos provisorios emitudos polo goveruo.
Os sabtcnptores que tfic unrem a lib rt. ti
total oa occasiin di destribui(io, terio direito
bouifi-aci d 360 ris, o que redus o prre> liqui-
do a 854000 (tortes)..
Depon da destriboicio, os subscriptores terio o
direito de liberara o os seas ttulos em qu Iquor
poca, sendo-lbeg b mifi ,-ada a antecipacio i ra-
sa do juro de 4 por.cento o auno.
J Em Lisboa msubsunpeio ter aberta no cofre
do uiiuisterio da fasenda. Banco de Portugal,
Banco Lusitano, Baneo Commercial de Lisboa,
Banco Lisboa e Ao.ses, Sociedade Geral Agrco-
la e Pioanceira de Portugal, Banco Nacional Ul-
tramarino, Caixa Filial do Lendon & Brasiiao
U-.nlt, Fonsecu Sant s & Vianna, Merck & C, e
l 8. Moser e sm todo o reino as agencias do
Banco ds Portugal.
O mencionado aoauncio designa, ..lm disto,
qaaes as natas bancarias do Porto, Braga e Gai-
maries onde estr aberta a subseripca ..
Convertdo :Oa poasoidorea das obrigacoes no-
minativas de emprestinio.de 5-por cento de 1881
teem d:r ito a recebar um igual numero de tirulos
do novo tundo de 4 1|2 por cento e mais 54000
(tortes) em diaheiropar cada obrigacao sendo ibes
concedido o praso de 10 dias, que terminar em
liada. Setembra SfllUaL para daclaraieoa ae prefe
rem a reembolso das suas obrigaedes em dinheira,
como ae preacreve no decreto de 28 de Agosto ul-
timo.
Esta datliira^js-davom-aer- taitas no cofre ge
rl do miaiit-.rij d fasonda e aas agencias do
Banco de Portugal, as capitaes dos districtos e
cantinete do rein,.devendo ficar .depositados em
troca do recibo ot respectivos ttulos com os Com-
petentes reqnrrimentos, quando estejam em condi-
cvs de mmobilidade temporaria e seja iodispen-
vel autora cao judicial par o reembolso a di -
nhe.ro.
Os.portadores de obrigacoes'so portador do em-
preatima de 5 por cento de 188L podero, por oon-
cesaio especial, e de aeoordo som as-aasas em qne
se abre a subseripcio, obter em troca deesas obri-
gacrs urna eautella repreaeatando igual numero
de ttulos do novo fundo de 4 \\' por oeoto a mais
a quautia de 54000 (fortes) por oada nm, para re-
ceberet opportunameote do governo, ea troca da-
quella cautilli. os competentes ttulos provisorios.
No dia 31 de Agosto ultimo, a casaSterm Bro-
thers, de Londres anouaciou a amortisacio ou
couverao em obrigacoes de 4 1)2 por. cento das
briacoes do mprestimo pqrtuguez de 1881, a
partir da 1* de Outubro.
NoJforntng. rotlde IR do mes passado sa-
bio um artigo em que a situacao de Portugal ante
os diversos Estados da Europa, ta sensata como
eloqoootemeate descripts.
Foi transcripto squi pelo Commereio de Portu-
gal o sucoeseivameiite por outros jornaea.
E' tio lisongero o modo como somos tratados'
pelos ingleses, que tambero nao resisto a trans-
ere ver para este retrospecto o artigo em questio:
que nio seja um aoontecimento da mais alta sig
nicci poltica, nao deixa eomtudo, de se pres-
tar a ci nsderaces interessantes. Nada mais
fcil, tal vea, do que dar vulto actual importan
ca das alliancaa dyuaalicas ou exagerar os ver-
dadeiroo tesultados orticos dos actos de cortesa
internacional, ainda que, por.entro lado, nos de-
vemos convencer de que ss grandes potencia ni
podem coatar com todas as possibilidadei da in
fluencia nacional e que as figuras dos taboleires
polticos teem um especial valor entre ellas. A
Blgica, a Bulgaria o a Grecia sionm bello txem-
.pto de nacionalidades que forsm postas em evi-
dencia, mais pelas exigencias dos seos visiabos do
qoe peLs seas proprios eiforcot, e bem pode suc-
ceder qae Portugal, al aqui completamente alheia
do ds complieacoes europeas,, pasta vir a ser, por
sen turno, om factor, atis ou.mrnos poderoso4ida
suluco de slgomas das grandes questdes qne
constitaem s alta poltica.
Nio pode este, por qualqoer forma, elevar-se
pelo valer estratgico da aua poeicio, colloeado,
como esta, entre a Hespaaba o Atlntico, na
parte maia oecidentel do continente, aem pelo sen
poder militar, pea, no caso de guerra, apenas po
der ditpr de r0,(X)0.ftomens s.bre urna popu
1. ci de 5.009,000 de habitantes, mas por cutros
motivos a sua ailianca solicitada e se torna de-
sejada a sua amisade, metmo nio havendo motivo
para receiar a sua bostilidade. O rei de Porta
gal D. Lojs casado com orna filha do fallecido
Vctor Manuel, sendo, por con equencia, ennbado
do actual rei de Italia. Seo Glho, o principe her-
deiro D. Carlos, csu em 1886 om ama filha do
Conde de Pars, emqusnto qae am sobrinbo do rei
s principe Fernando de Hobenaollern Sigmarigen
foi solemnemente declaiado herdeiro pretumptivo
de.seu tio o rei da Boumania, qoe ni. tem filhos
Acta mente estas ailiansas cellocam a Casa de
Braganca esa intima oonnexio com.algans dos
mais bellos problemssda diplomacia europea.
O rei Lais nio peder davidsr da capacidade
dos pequeos estados, reflectindo qne a fuadacio
da moderna Italia foi realmente posta quando Ca-
vour, com sagas audacia, levanteu a pequea es-
pada da 8ardenha no meio da grande Incta da
gaerro da Crimea, e qae a sua vid* tem sido lou-
vavelmeate isenta de todaa as smbiodes, e tendo
precedido cem rara oradeocis regeitando a offerta
qae lbe tes o general Prim quando qais collacar
sobre a tua cabeca as duas coidas de Portugal
e Hetpanha. Maitas veses os seonteeimentos teem
mais torca qoe os individuos. O valioso.tervico
prestado na ultima guerra rosso-turca palo ejer-
cito na Boamama e a tua policio dominante na
embocadura do Danubio, interpondo-ae eomo um
natural obstculo a ama invaaio da Basta sobre
a Bulgaria, d o mais momentoso interesse 4 atti-
tudo neutrsl ou nio neutral do rei rouosaieo e
d'tta maneira o oltimo periodo do qaestio ds
Oriente pede ser, n'um momento dade, largamente
influenciado por nm joven principe perteoc-nte i
familia doa dona soberanos que acabam de confe
reaciar em Berlim.
O dovidoso tacto erm qae o governo da Re-
pblica escolheo a r.ccanio do cstam. oto do prin-
ciie herdeiro de Portugal para expulsar do terr-
terio francs s familia ds toa nciva, aere necea-
saris menta ter srigiasdo reteentmenlos de parte
da cas reinaste ds Portagal
thi. a nm forte goy^^?Xl^ ""f
que frm. de gobern u *"
actaalmeate aquelle pas. .,.. h ^! ?
tumpto. em que o. do. soberloo. X JS.
mais interesMdos do que na questio doWe?!s
uoti negocios da Franca. Agor. a Alle^lnha!
manteado su posioio no Europ, procoraM
m. amo tempo estabelecer um forte dominio !
mercil e colonial e para este fim sdquirio Urroa
d; mioioi em diversos pontos. Portugal tem ota-
da extensas possessoes, reatos do vssto patrimonio.
qua herdou dos saos soldados o dos seos estadis-
tas e dos seus navegadores na poca afortunada
das arriscadas empresas do superior talento do
infante D. Henriqus e do arrojado valor de Affoo-
so de Albaquerqne.
Ein dona pootoa importantes, eatss possessss
delimitam os oovos dominios sllemies. Na costa
occidental da frica os allemies reclamam ama
vasta extentio de territorio baixo do Cabo Fri e
logo ao sul da provincia de Angola : nio se deve
oceultsr que o titulo da posse da Allemanba
contestado, invocando direitos de priorid.de por
parte da Inglaterra. Na costa oriental tambem o
protectorado da Allemanha emZanaibar vagamen-
te definido, limita coma provincia de Mocambique.
Neohuma d'estat poesestoes tem rsalmente verda-
deiro valor para oj teas poesaidores europeas,
porm, a tua grande exteBsio e reeursos offere-
cem excepcional ocessiio para mutuamente ae ajus-
tareis no vos lmites, troca eu ceasio de territorios.
E' provavel e talves o seja realmente, que este
afumpto seja considerado de primeira importancia
pejo gove-rno allemio e se a viaita do manarcha
p .rtuguea a Berlim tem algoma relacio com elle,
peta influir na prosperidade da Allemanha mais
do que quaetquer convencoes que posaam vr a
negociar se.
Pela nossa parte, se indicamos algans dos si-
suirptox que posssm ter oceupado a attencio do
imperador e do sea real hospede dorante as anas
converaacoes particulares, fasemol o sem o menor
sentimento de duvida cu receio. A nossa allianosT
com a Allemanha sincera e duradoura, batead
no mutuo interesse a na mutua estima. A nossa
actitud- perante Portug,l de tradicional amisade.
Nem a lugUtetra nem Portugal podem esjueeer
a pericia e valor com que repeiliram juntos a onda
mvasora nao liobas de Torrea Vediaa e com que
mais tarde consolidaran! no tbrono D. Mana IL
mi do actual rei, quando sir Charles Nspier, ga-
uhoa a grande batalha do histrico Cabo de 8.
Vicente, duss veses ja consagrado ao herosmo
britannico pelas victorias de Jervis e Bodney.
N'um mais tranquila e talves mais sgralavel e
nio menos patritico modo de apreciar a tormos
patria da (James e dos Lustada, ae D gnea de
Caatro e de D. Sebastiio, lembraremos que est
trra cncerra 03 restos de Henry Pieldmg e que o
su rei estreitoa recentemente os lasos de syaj-
pathia que ligam os dois paises, dedicando ao
seu povo urna excellente traduccio das obras de
Sh-.k^pi are. a
E' h je que, pelas 5 horas da tarje te realias
a sessao rsal extraordinaria psra o juramento de
S. A. o Principe Real, como reg.nte do remo, em
palacio das cortee, reunidos ambos os corpos colle-
gisladores na sala das seatoes da Cmara dos De-
putados, sob a direccio do presidenta du Cmara
dor Paret.
0 Sr. infante D. Auguato exercer ne9te seto
solemne as fuoccoas do titulo de dignidade de
oondestavel do reioo. Og repVesentantes da naci
tomaram lugar, sem precedencias a um o outro lado
ds throno, licabdo os pares do reino a direlta e os
deputados a etquerda.
As demais formalidades da receneio das p'ssoai
reas sao s que se usam as sesses solemnes de
ab rtora e encerramento das cmaras.
Logo qae S. A. o principe real se assentsr na
cadeira coilocada para esse fim sobre o throno,
prximo a de el-rei, temario asiento em seas
respectivos lugares, os parea e deputadot, o con-
selho de ministros e o conseibo de estado. 0
presidente da cmara dos pares, coadjuvado entio
por doua mocos tidalgot, apreaentar a S. A. o
Prinppe Beal os Sagrados Evaogelhos, eobertoi
com ama eras, e poado sobre estes a tua mi di-
reita prestar, em conformidade com as les, o
juramento aasitigaado nos seguintes termos :
Juro maoter religio catbolica ap stoliea
romana, a integndade do reina, observar e tasar
observar a Coobtitaicao poltica da naci portu-
guesa e mais les do reino, e prover ao bem geral
da naci, quaato em mim conber.
Juro iaaalmeate-guardar fiielidade a el-rei o
tenbor D. Luis I, e entregar lbe o governo, logo
que regrsase ao.reino.
S. A. tendo concluido o seu juramento, ler na
diecun ad.quado i natureaa deots seto, profe-
rindo o presidente da cmara doa parea, lago esa
aeguida, urna breve resposta ao discnjso do regen-
te, jinda a qtal S. A. dar por terminado o objecto
para qoa foi convocada a reuna i sxtraordinari
daa cortes geraes da sacio portuguess.
Urna salva de artilhena, igual a da entrada,
anounciar a sabida do principe regente.
-Dos f actos e circo instancias do juramento do
principe real regnte, perante ss cortes geraes da
navio, se lavrar auto em cinco aotographos idea-
ticos, sendo destinados dois delles para os archivos
daa camsrss legislativas, um para S. A. o principe
regente, outro para o ministerio do reino, eo
quinto pora o real archivo da Torre do Tombo.
Na miaba de 24 do mes passado narra va -Ibes
oque at entio era conbecido aqui acerca de um
coi flicto de una pescadores portugueses com os
saouros o autoridades marrjqoiaaa em Laracbe.
Noticias de 31 de Tnger dio conta da maranhs
das negociacoes entre o representante de Porta-
gai e o governo marroqoino sobre o coiflicto de
Laracbe,
O gaveras do sultio mostra-se renitente a dar
satisfacoeg a Portugal, fandsndo-se em qae a ia-
formacio aberta pelas autoridades portoguesas
d.ffere ds informaco feita pelo govemador marro-
qaioo.
As autoridades de Larache negam a. aeg^ssis
que s ffreram os pescadure portugueses. Entre
os europeos e algans moaros leso produsido- irrita-
tscio o proeedimeoto das aotoridafle de Laraess,
cuja popuiacao toda pr. tente, u o brutal att i tsdo.
A attnude do representante de P, rtugal firms,
digna e prudente, ti ge a tmisso do capiti
do porto e-Co vice gov,-mador ie Laracbe, o cas-
tigo dos pjincipaes autorcB da hggresso, asna
indemnitscio pata os pescadoresieride, e quea
pracade L-.ra.he saude com ama salva de 25 tiros,
o psvilbio portugus, qae ser slvorado n'um na-
vio de guerra.
No dia 30, ae atrio dia, chegon a Tnger a ea-
nh oeira portuguesa Bengo.
Ha dia a esta parle que os jornaes de Lis-
boa se oceupam de om caso de indisciplina occor-
rido em L -urenc) Marques (frica Oriental).
Os soldados brancos daqoella praca amotinaraa-
se centra os seus oficiaos. Eram os do errpo ds
polica o qu*i desde muito est em mes coudicoes
de disciplina.
Entendern) elles dever dirigir ao governador
do districto, Aseredo de Vaseoncellos, urna recla-
macioqoalqaer, qae se sappde ser relativa a det>
contoa no pret, e dirigiram-lh'a n'uma carta 4a
que am soldado foi portador.
O governador. para castigar este proeedimeoto
endemnado pelos regulam ntos militares, mandoa
prender o soldado, ao que as ou tras pracas mostra-
ram querer resistir.
I..formado disto o Sr. Aseredo, den ordem para
qoe todo o corpo formaste junto doquartel, e apre-
sentando-se-lhe, tes lbe urna allocucao de censura,
qoe terminoa rasgando a carta, anda fechada!
qae Ihe tinba aido.enviada.
Ette acto, porm, aggravoa a situacao.
A soldadeaca amotiaon-se completamente, ponda
em risco a vida do governador, qae, todava con-
seguio retirar-se i I leso, e desde esse momento reeu-
sou-se a obedecer tanto primeira autoridade do
districto, como ao commandante, e julga se oa
aos i fficiaet mais graduados, o capitio e o tenenta.
Nio fes, porm, oatros disturbios, nio ataco
petioat nem propriedsdes e at eontinuou a des-
empenbsr regularmente os tervic a de polica.
Netta situacao, o governador cbamou a ti o b-
talhio negro de cacadorea 4 e fes desembarcar a
parte dispomvel da goarnicio do Douro qae es
tavs no porto, mas nio atacoa os insubordinados
Beuuio estes elementos da defea n fortale*. >
metteu-te celia. ""
Tendo o commandante do corpo pedido demia.
tio, foi -lbe logo concedida, sendo n meado nan
o btti.air am .Ifere., por ss entender qae o.
offices mais graduados nio seri.n. < bed,dss
p-Iossoldadot, nstoralmente por terem quer.do fa-
sel-os entrar na ordem. qwi"o
E tal era o estado das cosssi i data das ultimas
noticias.
f4io portento, exseto, qos estivossess pasosa
ss autoridades, como ae telegr-phou para Loadnos,
nem parece.qae hoavitse motivo para as aenhoraa
so lertm refugiado a bordo sa embarcacoes, ooaaf
aj.
-'-i


Diario de PcnwnbecoDomingo 16 de Se tambre de 1888
S
tambe* conste de on dos psaaaeiaa* talegraa-1 flp?**dff*?j">>^?
aio, a TStooio, lo re-
as sbrtsaisnm da vo-
A. evidencia* tonuda* para reprisair.a ted-lur o. 8r*. Pheelsnte de Cmara Barro* Lint,
havendo presente* 84 Sra. deputados, verifica-se
*jiHn a w cada d
5*o foraui promptas e enrgicas.
A esta* horas deve ter partido para I*r**#n
Marques a corveta JsWfelte eom (oda a furo* de
sanabagem de qoe ae podesee dispar, e eaaa torca,
juata com a gu roicio da Do*ro devem *er sum-
eientes para domiaar o movimento.
Entreunto, Umbem ae expediram ordena para
que a LteroJ, de estacio na estacio aa Atrio*
Oeesdantal, e ae posesse a caaiab para outra
Por am telrgremma oficial recebido a 31 de
Agosto sabe se que a sitaaclo melhoroa, e qae
ama parte das praoes da eorpo de pilicia mostrea
deaejo da depr aa arma, pedindo qae aa manden
par o continente.
O despacho diiia qoe ie reaUbelecera a tran
qaillidade aam effasio de ssogue. Nio ha neohum
habitante implicado na revolta.
O navio de guerra inglea, reclamado pelo oon-
al daquella naci em Linreoco Marques, foi dis-
pensado de ir aquella porto.
As f jreas enviadas de M c Ambique nio eneon-
traram neeeaaidade de empregar aa armaa para o
eaatigi doa culpados, loga quj ae apare qaaea
ellas jam.
O bravo official de marinha, Sampaio, commin-
iante da estaca* naval de M icambique foi por te-
legra mina do ministro interino da marinha e ul-
tramar, eucarregado de asumir o commaado inte-
rino de Loarence Marques, commi**4oqueceitou,
apesar de d ieote.
O conseibo de investigacio aeri constituido por
off raos da armada f sendo parte daa guarnieres
doa navios de guerra mandados ir para Lon-enco
Marques.
O major Cjpriano Jardim, (innao da 8r.
Conde de Valoneas,) qne sa acba esajgaris diri-
Sdo a onstrucci de um balio perqu inven-
s, fea ha das alli ama ascendi, elevando-se a
1.600 metro, afim de estndar os effoitoa da in -
fluencia dos raios solare e da sombra projectada
pelas navens no qae importa a sabida e desoda
dos aerstatos.
Brevemente re-alisar outra ascencio com enge-
beiro e electricistas trncese* O 8r. Jardim
tenciona vir a Lisb>a no balio qae in veo ton.
Foi confirmada no supremo tribunal de jus-
tica militar seoteoc de 2 conielbo de guerra
Jse condemnava o alferes-alumno Marinho da
ras por ter assassinado aleivosamente no con-
dicipulo s a, o Cabo Pereira.
Foi I he uegado o recurso de revista, bailando o
processo 4 primeira instancia afim de ser ejecu-
tada a s ntei ev
Ni) dave pois t desgranado, que os alienistas queriam salvar, sob
pretexto de que am epilrpetico larvado. Tenho
pena da famiiia,Kente h.u-ata em boa pjaioao,cajo
appellido fica eoodoado pela tristissima evidencia
em quefoi posta por lio notav 1 processo.
A manbi, primeiro anniversano do fallec
soento de Antonio Aigusto do Agniar, presidente
que foi da Associaci) Iodustrial Portaquesa e ini
ciador da actual expisicio indaslrial e agrcola,
irio os socios d'aquelia importante associacao, e
por convite da direce>, grande numero de iodus
triaes e operarios, ao cemiteno occidental depositar
coroia no tmulo do finado estadista.
A entrada no recinto da exp isicl o ser gratuita
e 4 noite estar f -na i* E' de crer que muitissi
os op-rarios se associam qaella dem nstraci o a
am d s nossos bomens pblicos que mu tem teito
pelo desenvolvimiento eprogresso da industrio por
tuguea, dep ns de Fradess > da Silveira.
U Fgaro de Pars, u'uin d .a seus ltimos
amaros dina que, ap-sar d>s dasmen'idos offi-
eioaoa, contina a tallar-seem Vienun de p oj -oto*
de casamento entre a archi -duquesa Valeria, filba
soaia nova do imperador d'Austria, com o 8. A. o
daqie dj Porto, fi.ho segando do rei de Por-
tugal.
No que o Fgaro nao falla nos projectos hy
otheticos di ibe ser ofire-'iii soii da Bul-
garia.
O Sr. Verder far brevemente o d psito
exigido p-li e.'o.ri muuicipai de L sbdi pa~a dar
principio 4s b.-'.s da ponte destinada a ligar b.
Pedro de Alc-intara e in a Qraca.
Affi'mi-ae que um opulento e booradiasimo n -
gociante da noasa praca se aas.ciou a empresa
eoocessioniria.
El re o >r. D. Lais a 23 de Agosto eatava
esa Munieb, nnde viaitou aexposicio artstica, indo
4 noite 4 opera
No da eeguiute continen a visitar as igrejas,
as galenas, os mseos, ludo ismbem vei minucio
ismenb) o tbeatrj da Opera.
A 25 parti para Nuremberg, deve ido chegar
em v6 a O >Durgj pira visitar sen ti i o principe
Ernesto V.siuna iepois o eaSS-illo de T'u iab:rg,
perto de Wlte,ranausen, dem irando-se alguna das
ea R inbard abrunn (Qotba) para cactr ni tapada
qae nieta o cisteiio.
8. M. ac.mpaobado pelo Sr. marques de Pena-
Sel, minia ro de Punngal em Berlim.
Ao meio da de 25 de Agosto ch^gou 3. M. a
Nurem->-Tg, s-ndo c burg i mea
trr. H >,p 'lou-se no bote! de Biviera. A' tarde
foi visitar muitaa corjaidad-s da idade media.
A 26 parti com a sua CJmuiva para Ueiuhards-
bruuu, onde ch gou tarde.
Visir m sea to o pnacip; Ernesto de Saxa Co-
hflrgo O tba* e rec-beu a visita do duque J >rge de
Saxe, Meiumgen, K Idburgbansen. Depois foi para
a grande ccala d<9 veadus, dis o telegramma, de
ale ae u.nulue que nunca 8. M. eatevs mais vi-
goroai, f luineate.
A 31 ch- ,u 8. M. a S gmarigen, onde fqf visi-
tar sua irmS a Sra. intauta D. Auto na.
Acerca de ti. M. a raiuba nao tem viola (ele-
gramma. Creio que, a Sra. O Mara Pa anda est
com a-u filhi o Sr. tufante O. Alfonso, aa estaca
de bauDia para onie ultimameute se dirigir,
qnanlo novain -nte se aparroj do Sr. D. Luis.
Um telegramma de Halg.stein, de Su, dis que
8. M a ramba, sen fiho e comitiva sahiram u'a
quelie da s 6 da man ha, caca das camarcaa
as montanbaa. Mataram 5 camurcas. Regres-
saram ao bote ama bora da tarde.
Projeava-se outra cacad* e ama pesca s tro-
tas. A 3 de Seteabro partiriam para Munich.
A qaeat&o da elevacio do preeo do pao, em
Lisboa, baie em retirada.
Na capital, semsaboria completa. Em Cintra tem
s senbores duques de Bragauca dado daas I0res
espe, didaa no palacete do Bdiogio onde est&o pao -
Ssndo o vero.
Houtem foi o baile da Sra. duquesa de Palmella
aa sua c-aa de campo em Cintra. Segu se o doa
8rs. condes do Paco do Lumisr. Depjis retirada
de S S AA. ItK. a 5 do correte para Cascass e
debandada succ ssiva das familias da corte para
aquella villa. E'a estaco de btubos da alto-roda.
De tuda a parte onde se veraueia vem todos os
das para os jornaea as alegres narrativas de pie-
ates, saraos, concertos, representacoes tbeatraes,
bailes etc. etc.
A expasicao da Avenida da Liberdade parece
ama necropole. b as noites de concert que al
gomas dutias de pessoas alli voeapairecer un bo-
eejar. As toiradas, arrai.es e cirios fra de Lis-
boa, nio tem couta.
L.
. mais.,.
Procede ada-se pos
sao reeolbidsM 82 eedalastqns aparada* dio o se-
sTuiata resultado : Pbaelaate da C imara 17 votos,
Barros Lins 15, a vista do qoe fiooa a meea interina
constituida canto cima,
O r. Barros Barreta (pela ordem) fas
ligeiras con.ideraco -s sobre a elaieao da mesa.
O 8r. presidente declara terem sido enviados i
mesa dous diplomas de deputalos p*lo 2.a dis-
tricto, nm do Dr. Maximiaao Lipes Machad) e
outro do vigario Joto Rodrigues da Costa ; mas
como so am d'elles devia ser relacionado eoasalta
a casa para que esta delibere a tal respeito.
Cootuitada a casa resolve seja apaa* relacio-
nado o diploma do 8r. Dr. Lopes Machado.
O 8r. 2 secretario relaciona os diploma* dos
seguintes 8r*. candidato* Antonio Gomes Corroa
da Crus, Dr. Beaiasain Rodrgaos de Freitas Ca-
recilo, Bario de Caiar. Dr. Divino dos Santos
Pontual Pilho, Ja venci Taciano Maris, Dr. Lio*
ri neo Aogasto da 84 e Albuqaarqae, Bario de
Itapissnma, Dr- Jos Maria de A'buqaerqae Mel-
lo, Dr. Joi > Clodoaido Monteiru Lopes, Dr. Fran-
cisco Poseante da Cmara L'ma, Dr. Gaspar de
Drommond, Dr. Ignacio de Btrro* Brrelo, Dr.
Antonio Venancio Cavbante de Albuquarque,
Dr. El siario Angosto de Moraes, Dr. Joto de 84
Cavalcaote de Albuquerque, vigario Joto da Cos-
ta Beaerra de Carvalno, Bario de Granito, Dr.
Francisco Cornelio da Fonseca L'ma, Dr. Jos
Vicente Meira da Vaseonceilos, Jnio Al ves Be
serra Cavaicante, Dr. Jos Marianno Casneiro da
Coaba, vigario Aagu*tFrank.n Moreara da Sil-
va, Dr. Juliio Tenorio 'de Albuquerque, vigario
Julio Maria do Reg Barros, De. Francisoo de
Barros Lins, Manoel Rodrigues Porto, Dr. ly*
seo Maehado Pereira Vianna, Dr. Joio Aoguato
do Reg Barros, Dr. Felisbioo de Mandnos e
Vasooneellos, Irinen M .cedo de Albaquerque, Dr.
Jos Cordeiro, Dr. Francisco Tasares Netto, Dr.
Antonio Jos da Costa Ribero, vigario Manoel
Qooealves Soares do Amirim, Dr. Maximiano Li-
pes Machado, Dr. Leonardo de Albaquerque Ca'
valuante.
Proeede-se a eleicio das daas commisades de
verifi.-aoio de poderes, ando este o resaltado :
t. commiesio : os 8rs. Jos Mara, Pha lante
da Cmara e Loarenoo de S4, cada am 19 v t is,
obteado 3 votos cada am os Sra. Meira de Va*
coneello*. Drummond e Barros BarreW, havendo
sido recolhidas 22 cdulas
2 commissio: os 8rs lysses Vianna, Ja ven-
ci Maris e Tavares Netto, cada am com 1? vo-
tos; obteado am voto cada nm os Srs. Jos Maria,
Phaeisnte da Cmara e Liureaco de 84, tendo si-
do ree.lhidaa 20 cdulas.
A estas com niasoos sio remedidos os segaintes
papis que se auham s^bre a m-aa : os diplomas
apresentados, as actas daa jautas apara i'ras do
l, 8: 4; 5, 6, 7, 8, 9 10, 11, 12 e 13* dis-
trictoa e mais aa seguintea actas d mesas paro
cbUes : 12 do 1* disrrioto, 11 d. 2-, 4 do 3\ 7 do
4, 5 do 5o, 5 do 6, 6 do 7o, 7 do 8, 5 di 9, 11
do 10, 7 do 11, 10 do 12* e 10 di 13'.
O Sr. presid ote coa vida is daas commissoes a
ecuparem se dos seas traoalbos e levanta a ses-
ti>, convidando os Srs. depota ios presentes a se
reunir m a manbi a mesma bora.
RBVISTA D1ARU
Hija pelas 7 horas da noite ka- q<*a a oloaia parteqaeaa d'eata dad* deiiberoa
aa sagaada-feira 17 do cor- briadar o Exsss. 8rs. onselheiro Jiio Alfredo
Breads Oii*aira,Dr. Joaquim Nabaio a Qr. Jos
Marianno C irneiro da Caoba, pelo facto da pro
aalgaoi)dlei II de Maio.
. O mimo
qu>rque.
BioliothecarioProfessor Ernesto
iSSEHBLEA PROVINCIAL
Assemblea ProviHCial
1 8ES8O PREPARATORIA EM 12 DE
8ETEMBR0 DE 1888
r^KENCIA DO XM. SB. BAHAO DE ITAPISSMA
A's 10 horas da manbi, presentes os Srs. Bar*o
de Itapisaama, Uiyases Vianna, Jos Maria, Jos
Marianno, Lourenco de 8, Bario de Caiar, Ja
venci Maris, J Ja; AIv^b, Irineq Macedo, Tavares
Netto, Benjamn Caraoi lo, Davioo Pontual, Eli-
siario de'Moraes, Correia da Croa, Rodrigues
Porto, Angosto Franklin, Beserra de Carvaibo,
Joio Aogasto, Barros Barreto, Felisbino de Men
doea, Clodihldo Lepes, Meira de Vasconcellos,
Gaspar de Diummond, Barres Lins, Julio de Bar
ros, Pbaelaole da Cmara, Cornelio da Fsnseca,
Costa Ribeiro, Antonio Venancio, Bario de Gra-
nulo, Rodrigues da Costa e Jos Cordeiro, asaume
a cadeira presidencial o Sr. Bario de Itapissnma
* c- nvida para scrvn m de secrtenos interinos
os Srs. Pbaelante da Cmara e Devino Pontual,
na forma do regiment interno.
Comparecen) depois de aberta a sessio os Srs.
Soares de Amorim, Joio de 84 e Leonardo Cavai-
cante.
O f)r. (issp .r de Draassaososisl (pela or
dem) reqorr que se consone a cata sobie a con-
veniencia de ser ou nio vb-mado o Sr. Barras
Los para oceupar o logar de 1.' secretario ime
rico, em virtode de julgalo mais moco do que o
8r. Pk*elaat d Caasara.
(minhli Pronnrlal Inatallou se
hoTten, 1 hora da tarde, a 1* ssasio da 27* le-
gislatura.
A sessio ab io-se ao meio da e foi presid:da
pelo Exm Sr. Bati de Itapisauma, bavendo com-
parecido 29 Srs. depata ios.
Aonunoiando se a ebegada do Exm. Sr. desem-
bargador presidente da provincia saiiO a rece
nel-o ama cimmiaao comeada pe > presidente da
Assemblea e comp sta dos Srs. Drs. Jos Marianno
Vianna e Gaspar de Drummond ; e, segando os
termis do regiment interno, S Exc toma ido as-
aento 4 diroita do Exm. Sr. Bario de I'.apiasuina,
procedeo 4 leitura da saa Fulla
Deoois de declarar o presidente da Assemblea
iostallada a Ia sessio da 27* lsgialatura, S. Etc.
retiroa-se, preenchidas as formalidades do es-
tylo
Urna guarda de .honra do 2* batalbio d-i liaba
fes as continencias devidas a 8. Exc, salvando a
f rt ilesa do Brum.
Em eegmda foram lidas e approvadas as actas
da sesaVi de 11 e das r umo s de 12 e 13 de MWio
de 1887 e da sessio antece lenta.
Procedendo-se 4 eleif&o da mesa ficoa ella cdn
stituida com oa segu ates Srs. :
PresidenteBaria de Itapissuma.
1 vice-pr. s'denteBario de Caiar4.
2* viee presidenteDr. Antonio Jos da Costa
R ->eiro.
1* secretarioDr. Jos Mara de Albaquerque
Helio.
2 secretario Dr. Joio Angosto do Rago
Barros.
Bopp'entes dos secretariosOr. Francisco Ta-
vares Netto e Javencio Taciano Maris.
O Sr. presidente levantou a sessio desigoando
a aeguinte ordem do dia para amanbi : eleicio
das commiasdes. ,
Fsallss prealdeoelatlComecamos h je a
publicar a falla com que 8. Exc. o desembargad ir
presidente da provincia abri bootein a Ass inbla
Provinei 1
Desde muit >s anooi os relatorios dos presidan-
tea eram distribuidla impressoa algum tempo de-
pois de ser iostallada a Asaembla.
Agora, porm, 8. Exc sem davtda para facilitar
aos Srs. deputad 8 o estado e coabecimento dos
negocios e iateresses da provincia, maa mir o sen relatotio a tempo de poder ser elle da
tribuido, como foi hontem, poroccasio da iistal-
lacaida Aasemb.a.
Foi um bom servics prestado pela administra-
ci e qae, estamos certo, conorreri para o adan-
la nento dos trabalhos legislativos, com o que a
provincia t t ri de lncrar.
Em sea reUtario S. Exc. foi mou:io80 sobre to-
dos os ramos do servco publico provincial e prin
eipalmente sobre os qae mais interessam a pro-
vincia.
Opportaoamente nis occoparemos de alguna as-
snmptos deaenVlvidoa no reratirio.
Prumuioria de Pao d'AlooPor acto
da preiidencia da provn :ia datado de 31 do pas-
eado foi demittido o bacharel Manoel de Moraes e
Albaquerque do cargo de adjunto do promotor
publico da comarea de P4o d'alho.
tauarila, nacional Por acto da mesma
data toi transferido, a pedido, para a reserva o
eapitio da 1* ompanbia do 6* batalhio do snrvico
activo, Antonio L-ouardo R .dngu-s, finando ag
greirado ao 1* baUlbio da seesma reserva.
Eteltorea do JnpjT-Por acto da mesma
data deiermnuu ae que os eleitores do Jupy se
reuuam para actos eleitoraes na capaila de Santo
Ante nio do Lagedo.
Autoridades policiacaPor acto da
mes na data loi nouseado Manoel Leite do Naaci
ment Barbosa para o logar de 1 supplente do
subirle ado do 2* districo do termo de Grvate,
em sabstituicii de Jos Tnbmss Baserra de Lima
que mndou de residencia.
Por acto de 1 do correte foi exonerado o ha-
chare! Jos Mauricio Borges do cargo de 3# sap-
pltnte do delegado do 1* districto dVsta capital
por ter sido nomeado jais manicipsl do termo de
S. Bento.
Irvlco de *jor*iieAo Entram hoe de
superior de dia a praoa o Sr. eapitio J. J. Al ves
e official de ronda o Sr. teen te Jis Carneiro Ma-
ciel e amanhi os Srs. eapitio Francisco de 84
Barreto e alteres Joio Pi da Fonseca.
A guarnicio da cidade ser4 dada hoja pelo 2
batalba. e amsub p-lo 14*.
Commandario as guardas da Thesourana
Fasenla boje o Sr. alferes Vicente *>eira
L.ma e amanhi o Sr. alferes Manoel Quiutiuo dos
v numero dos uniformes ser4 pal hoja e par*
Suarda de honra-Para a instaUaoio
dos trabalhos legislativos prov.nciaes formn hon-
tem ante a Assemblea Provincial urna guarda de
honra dada pelo 2 batalhio de infantana sob o
commando do tenente-coronel Lai* Antooto Fer-
'"rsqaete Msrsnhso Este vapor da
Compaubia Brasile.ra sahio bootem as 4 hora* da
tarae do porto de Btlm em vi*gem para o snl.
us atarte e do l-Sio e.perados boje :
Una pon os do norte o vapor norte americano
Uiaece dos do sal o Galici o A^esa e o Par
s/ssata e emt*easj4o--A veoeravel ordem
terce ra de 8. *rauc.sco celebra boje e aesanbi a peinera
fete do sea psdroeir* eos a pompa brilhaeUs-1 bag4 n.- 6_A, o neo*
. mo do costme.
ver4 as vsspara
reteme*, pelas 10 horss da manbi, a mi*** i
lemne em commemorsoio a impressio das enaga*
do Seraphico Padre 8. Francisco, a* qaal prega-
r ao Evangelho o Revm. Sr. vigari* da Victoria,
Americo de N sra as, e as 7 hora* da acate o Te-
Dessn Laudanm, no quI pregar e Ravov Sr.
conegj Antonio tuttaquio. cajos aotiajswrio pre-
ced los e encerradei pela banda marcial da po'i-
oia, senda a crchestrs, qne, entre oatras msicas,
execatari a missa da ordem, regida pelo maestro
Soares Risas. Estario em expisioii, 4s* psssia*
qoe te apreseatarem decentemaute vestidss, alm
das igrejas e dependencias, o hospital e consisto-
rio, das 7 4s 9 hora* da noite do da 17.
Outrosim, lio coavidad tolos os senhires
candidatos approvados para entrarem de irmii*, o
ao* irmios novicia ii despachados para profassa-
rem, a eonoarecerem aos e oatros ni referid! dia
17, pelas 10 hiraa da manbi, aa de realisaram
snas en-radas e profissoes.
Tarta lea a da Brasa -Daa broa tem a cal-
va do esty.o a finales* do Bram por osissiio da
inatallacio dos trabalhos da Asaembla Provin-
cial.
EaeoltaRegressoa hoatem da provincia da
Parabvbt a escolta qae foi acompaabaaio o de-
sertor da companbia de cavallaria Mauwl Fer
reir da Silva.
14' ba(albao--Apresent)0-*e hmtem so
quariel general viudo da Parabyo di Norte o 2"
cadete do 14 batalhio Luis iguanoda Cista.
Presidie de Peraaaaa de Morenh
Expadio-se ordem para qaeragresse do presida
de Feraaado de Nir.inha o soldado di 14' bat*-
Ihi) Marcoliao Janaario Paraira qai cimplata a
2J do correte o tomp de sarvici a que se havia
obrigado.
BeserlerAprascntoa se bon'em compiten
temante escltalo o desertor di 14 batalhii Jia-
quim daNaseimanto, captar ido na villa de Paea-
taba, provincia do Ceari-
Rrqurrlmeni > ladeferlda 3. Exc. o
Sr. general inleeno o raqi'nmei: i em que o
sildado preso para sentaaiar Aatonio G .ncalves
Lima pedia para por eoata do estad) acomia-
uhal-o sa* o ao presidio de Fernando de No-
rasaba.
Masiva ds % batalhio Amanhi toca
idurante o da no hispual pirtugaes a banda de
msica d > 2* b ittlhi > d: inta tana.
Humea da 14 fcaialnuT icar ams-
nha no TeOeum qua aera ceearaia na ordam
terceiraa banda da miisica di 11 batalhio.
dala d'arm&sj Ciasta-oos qua a distiasta
e emprebaodedora otfioialilada do 2' batalhio da
;nf d'armas no qaarte! di sea bitelni.
Para isso, tomos informadas, j4 o ministri da
guerra mandou torneear 50 armas aprop.iaJaa ai
exercieio de es -rima da bay metas.
FuneralH. mtem tiveram lagar na igreja
da Cmceici d s Militares as exeq ias solemnes
em sufragio d'alma do Dr. Joio H rcauo Al ves
Maciel, mandadas celebrar pela Exma. familia
deste.
O servici divino foi feito eim granda solemni-
dade por numeroso grup > de saeardjtes, com o
acompanbameuto de etuelleote orchestra de esci-
Ihidos professores.
O templo trajava pesado lucto ; na saa aava cea
tral erguia-se entre o coro e o erasairi um eleva-
do e sumptaoso catafalco qaa oceupava quasi toda
aquella nave e esteva circumdado da innamero
tocbeiroa, dispostos entre as calamaas, que o gaar-
oeciam e a parte eeatral da construccio encimada
por orna figura allegme.
as goa/mcoaa negras franjadas da ouro que
coiriaco as sacadas das tribunas e os parapaitss
dos palpitos e em letrss pretas sobre discos de
fuado braoco diversas inscripcas recordavam os
carg s de magistratura e as cominissodf qae azar-
eara o Dr. Alvos Maciel.
A o di muirs pessoas da familia do nissi
praoteado amigo, aotamna enlreos circumstantes
o* Drs. chela da pilicia, Frailas Hmnqacs, Joi)
Vieira, tea nte-coronal Fias* de liveira, Salas -
tii i do Rago e oatros.
Todos mostravam ni semblante o petar qae
seotiam pelo passamanto daqnelle qae siabs sein-
pre manter am carcter hiarado e*amigo.
A saa respeitavel familia reiovsmis a manifes-
tacii das oossis conlolencias.
remiii t.1 iterar lo da CaboEeta *o-
ciedaie que tem aeaa sCda na cidade deste nono
elegeu no dia 12 do orreate a saa nova directo-
ra que ficou asiaj conatitaida :
PresidenteDr. Epilacio da Silva PeiSia.
VicepresidenteAgricio R. de Araojo Lins.
1 secretarioClarindo H Lias
2 ditoFrancisco Campillo Lins.
AdjunctoPadre Joio Baptiata da Araojo.
TneaoureiroFlorentino Cavalcaote de Alba
destinado ao oouselbeiro-Joio Alfredo
osa obelisco de euro, massioo, ravajado de alvis-
simis bnlhao'-ei ecircuudadi de um delicado rami
de loareiro fabrieadi em prata.
Nii s o obiliaco oim i o raao de loaros a**ia-
Um sobra ama pasta com eap* de vallado aaal se-
maads de estralias de prata, o qua fas com jas se
destsqae magniiearnaate em admiravel coo-
janeto todo o trabalho de ourivesaria.
Na face anterior do obaiise ha ama finissima
mecripcio eooerraalo s competente dedicatoria, e
par* :etrtt de invuairo a tii precioso trabalho
mandara** o* Srs. Rjs & Coaeeiro fabricar ama
caixa d* jasaran ii com ralavia e eom forro da
setim braoco, qoe verdadera,inte ama obra
admiravel.
Os mimos dsstiaadj* sos Drs. Naba e Jos
Marisaao ciastaado de paqueo obeliscM tem-
osas com iatorpoiae com gisroicSas da briiban-
tes, bam cimi da ascrevaeiahss da prata eom
bailas caeta* e paaaas de ouri oravej aas de po-
dras fiaas : brilhaitas, rabias, peroUa, etc.
Tidoa estes obj'Ctos foram ex'cu-ais as co
nhaaiias ofil.-inas dos Srs. Rais A Coucairo, ourives
e joalbairos de fin gisto.
A cincepoiodis diversos artefactos da oaro e
prata partease ao Sr. Au;uit> Raa qua iumtas-
tavelm^nte revela sa-nos uia espirito fioam'ate ar-
tstico e largamnau edusadi em tado qae d>s res-
pailo aos mistaras 4e saa pro&ssii.
A exasacio das varias pacas e de todo o traba-
lho,
ai S
tistes uaeuaaes. q i: milito cupraram pira o
bom xi ti ds tarefa.
Em vista desta omito trabslhieda aptidio
tecbuica que nos acabam de fornicar os Srs. R ns
Si Ciaceiro, pdie-se asseverar qae entra oi ba
esse ganero aristas que hoaram a saa classe e a
esta provincia.
Ganosa 'da fardeCim este titulo ini-
cese koctem a puoiicacli de umt niva folba
diKi*.
A saa divisa aoalysar factos eom toda im
parcialidaie, sem jamis offander individualida-
des, o bam publico, o bmalicio dos frasos, ,
emfim, ama folba di povo e para o povo.
Brilbautes e oobres crede iciaes sil estas di
iliuitre collega, so jual sauiamis cim siasari ja
Dili e deseja nos-ib; looga e prospera existencia.
iblloltiec* Provincial Coaunuacii
las obras uff.-recidas a esta repartilo durante o
ae* de Jalbo fiado :
Pala directora das obras publicas di ministerio
Ja agricultura :
Revista de obras publicas e minas, pablicagii
me nal da Assiciacio dis Eigeaheros Civis Por-
tugueses, os. 219 e 220 de Marco e Abril. Lis-
Doa, i88d, 2 foihetos.
Pela secretarla do arnisterio da gaarrt:
RiUtirid do m nisterio di guerra de 18S8. Rio
de Jaaeiro, 188i, 1 vilumi brochali.
Pelo Iistitut j do Ceari :
R-vista trimensal do Iustitati di Ceari. Aam
4e 1888, 2* trica-stre. Caar4, 1488, 1 folbato.
Pela Exma. Sra. profassora D. Toaren Jos-
p lina da Oaaha Sallas :
Compendio de grammatiea portuguesa, extrah-
di dos m lis a na veis graom t ticos, mo iern is, p>r
Tnaresa Joeepb na da Caoba Salle*. Recife, 1888,
1 toan; eacaruad i.
Palo 8r Dr. Jos Americo do* 8antos:
R;vista d: Eigeubaria, ns 185 a 19J le Mm
i Jalbo do cor.-eate anuo.. Rio da Janairo, 188S,
6 nmeros.
jRevisi i da lista dos jaisss de direito pei* ssdam
de saa* aatiguidada* at di da Desemhre- da 1887
Rio de Jaaeiro, 1 foi hoto, i
Popalaoij esersva e liberto* arrolsdos. Ests-
tistrea orgsaisad* vista do* dados da outrieni*
e de asroiaeaeato eaeerral > a 3t> de Mareo de
1887. Brss. 1888, 1 volu na brechad.,
Pelo Exm. Sr. ooosalheie* Dr. Nieilio Joaquim
Moreira :
O Aixiliador da Industria Nacional, do* m^ses
de Janeiro a Juuhi d* corrate anno. Rio de Ja-
nairo, 1888, 6 amares.
Pelo dr. Ju Pernea les ds Barros Liai:
Federaoio das pnviaoas. Carta dirigida aos
membros da Sieiedade Libertadora Alagiaoa, por
Jos Feroanies de Barros Lima. Raoifa, 1888,
1 fui hato.
Coaaelki iliterario Simio se hmtem
o Cmsalbi L Hararu, sib a prasideaci* do Dr.
inip'ctir geral.
Fjram Vidas e approvados es segaiates parece-
res:
Da 1* sacois, relster o prifessor Fragoso, sobre
a obra, em mauuscripto, intitulada Sucintas
licooes da moral cvica esoilar ou guia da infan-
cia, pelo profesiir Jiaquim E ias da Aibaqser-
qae R-giBarroa; eoaolaiado qae aii est ella
no caso de ser approvada.
Da 3< saccii, relator o Dr. Jos Diais, sobre a
petioi da prifastura Fraaiisoa Guadas de Oli-
veire, requerduii a gratiUcecii de mariti; cm-
eloindiqua est ao casi ser informad* favoravel
mente.
Da mesma seeoio, relator o Dr. Biguaira Cos-
ta, sibre a petioii do professor Beliarmioo Gia-
des Alcoforadi, reqaaraodo a gratifijaoii do bms
tiii rica e delicadamente feus.ciab em parte Mrvieos; conclualo que est no cato de serst-
r. Coaeairo, sicio da casa, e aa parta, a ar taolido.
de
de
Miranda.
Commissio de syodicancia :
Luis Chacn.
Joaquim da Silva Das.
Crisp tjorreia C'eapo.
Est coovocada para o di* 18 a asaembla ge
ral da poaae.
Feata do Cajnelro Realisa-se boje a
tradicioual fasta lo Hiapital Portugae* com o
esplendore magnificencia, de. que seinpre tem
sido reveatida eaaa feata.
I bataibiio de IntentarlaEis a or-
dem do dia bailada pel> Sr. coronel Buya com-
mandante do 2 bata'bo :
N. 993. -Com a assistencia das priucipaes su-
tondades da provincia, represeotautea da mpren-
sa, divciaaa associaco a e am pablio numeroso e
selecto, inaugurou-ae no di* 7 do corrate, a bi-
bhotbeca creada pelos officiaes e cale es deste
batalhio.
Os esforcos empreados para a realisacio de
tio importante commattimento, garantem o sen lu-
mia jso futuro.
Para a installacio da bibliothaca, devida a ini-
ciativa dos meus dignes comtnaodaios, concorre-
ram valiosamente, com sea auxilio pessoal os Srs.
alferes Joaquim Qnrino VilUrim e cadete vago-
meatre Pompilio Jorge de Campos, miatraado-ae
aquelle incanaavel para qae se coasolidasse a ids,
de aua existencia.
Apesar de j4 ter esse distincto official o sea
elogio na realisacio deaaa grandiosa empresa, nio
devi perder a ocoaeiio, que se me offorece, para
loaval-o por ha ver, des tacan Jo-se dos seas com-
panbeiros nos servicie por todos prestad-s, con-
corrido brilhaotemente para o estabalecimeato de
tio u'il institu vio.
Oemp-nho e porfa manifestados pelos Srs.
commaodantes de companhias alferas quarfel-
metre e ag ote para que todas as depeodencias
do quarte! estivessem na altura de ser visitadas
pelo publico qae conoorreu ao oossi convite,
credor dos maiores elogios, apesar de j4 estarem
acostumados ao selo e interesse qae tomam el es
por tudo o oue dis respeito a sustentacio dos ere-
ditos doste batalhio e do bem estar das pracas
que tii dignamente commanlam.
Nio devo esqaecer taabem o louvavel eoapor-
taroento das praoas pela boa Vntade que dan-
straram para que a testa do da 7 oorrespoodesse
4 geral espectativa.
Sobre todos, pjrm, aos qaaes profundamente
me coafesso agradecido, quero salientar -o m u
illustre immediato, o distioctissiiui 8r. major
Luis A. Perras, a qoem incontestavelmente se
deve todo o briihactism e impmeocia do acto de
inaagaraoio o qee quis demonstrar, anda ama
ves, que a saa pod-rosa intelligencia, provado
selo e esmerada lealdado, estio seoipre ao servic '
da disciplina, prospendade e excedencia do corpo
qoe tio sabiamente Bscaiiaa.
Urna ves estallada a bibliotbeca, tomamos a
hombros a grave reaponsabilidade de ana manu-
tenoio, cumpre-nos, portanto, nio eemoreoer no
glorioso programma qae nos impusemis, eap rau-
do qae todos qaantos se inacreveram para a
grande obra de saa realisacio, eontioaem com
seas eafireos para que perdure e se engrandece o
monumento que t > laboriosamente erigan is.
(Assigaadoj.FrederiM C. flas/, coronel com-
mandante.
A MlatraccAo-Danoslna-se auim am novo
qaiosenaro que hoatem coiiecoa a publicar-se
n sra capital.
Desejanus-lhe vida longs e ebeia de prosperi-
dades.
A Exposlrao Destribuio-se hontem esta
interrssaute revista critica e humorstica.
Na pagina central reprodu a 5* pagina d*
Revista lUtu'rada da corre, a 507, sobre o dra-
ma ae saug ie da ra do Uruguay ana de qo
tem oecupadt os jomaos sob o tituloOs
do adulterio.
Agradecemos o obsequio da remessa de nm
esercplar.
Brindes-A ch*m-sa ha dia* expoatos na
dos Srs. R-ia ****"<> rasMo C*/
ios ohj*etf sos
Pela redaccii da Qaie'.a de Noticia, di Rio da
Janeiro : *
Almansk da Gazela de Noticia para o auno de
1838, i BOiami brmalo.
Atlas de geographia estatistica, pir V. J. C.
Pars, 1 vo urna brochado.
Pela I npr -nsa Nacional :
Cmara dos Sra. deoutalis. Decursos dos
Eims. Srs. conselbeiros A ves da Araoj e Too-
ioi C.rini. Rio de Janero. 1833, l fu.hato.
Tere-ira parte. A iai.migr.cii pelo Dr. Aati-
mo Jiaquim de Albaquaique Paes. Rio de Ja-
aeiro, 1888, 1 fulhnti.
Estatutos do Clab Norte Rio-Graadease aporo-
vados em aasio da assambra g-rai em 8 de Abril
de 1838 Rio de Jaaeiro, 1.^8 1 folbeti.
Reatorio sobre o malbommaut j do fabrico do
cimaoto, composto de podra calcrea e lama oa
vasa do mangue, privilegio concedido a Cyro Dao-
oleoiano Ribeiro Pess de Carvaibo Rio da Jaaeiro, 1888, 1 folbeo.
Esa da N>rmal da c te. Prorram naa da 3* e
is> ,o.ios. ._, Ju j^..._ iaaa, u f^iw^tax
frogrammas do enaiao das dioicas da Facnlda
de de Medicioa do R o da Jaaeiro para o anao de
1888. Rio da Janeiro, 1888, 1 folbeto.
Faculdade de Medicina do Rio da Jaaeiro. Pon-
tos para as tbeses dos alumnos qua teem de d>u-
t>rar-ae no anuo de 1839. Rio de Janeiro, 1883,
1 f ilbeto.
Re^ulation of the Pont Captainciea. Pablishei
by order of the Governemeat. Rio de Janeiro,
1888, 1 folbeto (duplicado).
fr >pista apreaentada assemblea geral, filan-
do a* forcas de trra para o anao fiaaaceiro da
1889, p-li ministro da guerra cooselheiro Tu >mas
Jos Ceiho de Almeida. Rio de Jaaeiro, 1888, 1
foiheto.
F>ada a leitara dis pareceres, pne-dau se ai
intarrogatjrio do professor Jos da Calasaas Rufo
Dsarte, no processo qia Ihe foi instaurado, em
virtade de repressataoi) do delegada litterario de
Palmeira de Garanhuns.
Aeeaaalaato ^> dia 17 do mes paseado,
ni lagar Alag t Verde, do termo do Brejo, Ma-
nad Gimas da O.iv -ira ssaseima com qaatro fa-
ca! a a Aatiaii Joaquim de Saat'Aiaa, sendo
Captura i i poli aap'ctor de quarteiri) Hjuono
Pereira das Chagas.
O mqueriti pr.cedido palo respectivo delegado
leva j o conveniente destina
BeanHes oeleeaHihijs as segaintes :
Dj 1 iititato Litterario Oliadanse, s 10 hiraa
de da, na ale social, em ussemaia geral, para
pres'.acio de cuitas, a qutl ai verificar eom o
amara le s icios qua comparecer.
Di Instituto B u 'lieauti da Ociaas da Gur-
da Nacional, ai lt horas da miaba, em asaembla
gsrai, adm de tratar da assump.o de importancia
social.
Di Clab Carlos Gimas, a 11 hiraa da maahi,
em ass-m'i a geral, afin da pr>ceier-se a, leitara
di relator o Ja directora filia e elegar-se os no-
voj fanccoiarios qae teim de dirigd-i at Se.am-
bro de 1339.
Di Clab Litterario Martias Jaaiir, is 11 horas
da mtuhi, na seda social 4 ra di Imperad ir n
41, 1 a liar, para, em iduio oriiuana, tratar-se
sobre diversos assumptos.
Di Moute-Pii l'ypigraphici Peraambicaaa, 4s
10 horas da mauhi, ua *de aocial, em as sem alea
geral.
airee tona daa ouraa ae coacerva
cao do* partea de Peraaeaeaoe Se-
mfe 14 de Setemaro de 1388.
Boletim mteoroloieo
dramas
dora*
6 m.
9
18
8 t.
6
20'0
S5--9
28,.2
26'-9.
2R- -4
Harn tro
O
762*32
763 "86
7627J
761-22
762I7
Teosio
do vapor
14 93
19,04
17.97
17.50
17.96
a
a
33
tona, da prevnola do Espirito Ssnto, cajo |
bastante animador, conforme se v do sa
esa outra seeoio deste Diario. A extracsso tar
lugar no da .. de Satemero.
Lotera da Para- A 3 parta da 21* lee*
ra, pelo ivo plano, cajo premio grande ds...
120:(XW*000, ser4enrahrda, segadda-feTra.lt de
Setembro.
Casal arla Pataleo -Obitaasio de dia 18
de Seteabro :
Heanque ds Silva Moreira, Portugal. 731
casado, 8- Jos; hematuria.
Antonio de fiollanda Cavaleante, Pernaaba.su
62 nona), solteire, R.'Cife; broneh pneosssana*
Francisco Antonio X.vier, Perosmbneo, sVaa
nos, tiuvs, Recifa ; padecimento chronco.
Maaiel, Pernambaeo, horas, Recife: frasqeeas
congeoita.
Maniel Barnardo, Pernambaeo, 40 annoa, soita
ro, Boa Vista{ fehra renitente palustre.
Ganaino, Pdraambaeo, 20 anajs, solteiro, Boa-
Vista ; hepatite aguda.
13
H radiad* Candada da Miranda 4esriq*j*n,
Pernambaeo, 63 anuos, casada, Cabo; tubercalssM
pulmonar.
Jjao Baptista Silva, Pernambaeo, 22 auaos, sol-
teiro, Boa-Vista ; asthma car i. ac
Leonor, Pernambasea, 4 mea,'*, S. Jos; atree-
aia.
Elias Ignacio dos 8antos, Pernambuco, 2t
S. Jjs; convulsoss.
Barnardino, 20 annos, solteiro, Graea;
xia.
Llaidas Antoaio dos Santos, ]Perosmbueo, 48
anuos, solteiro, Bia-Vista; broach) pneuuouie.
Francit;* Mara da,Concsioi), Pernambaeo, 78
mus, silte.ra, Boa-Vista; tubercul s palas-
nares.
Auna Francisca de Asis, feru muco, 64 sa-
nos, viova, Bia-Vista; tubcrculjs patmoaarea.
Josepba Mara da. Coucicio, P.rahyba, 28
annai, viuva, Bia-Vista ; ay ihase heptica.
Maria Bonfacia do Ripiritj Santo, Parmmhe>
co, 20 anuo*, solteira, Bia-Vista; febre perai-
eiosa.
J aquin Gomes Barbosa, P mamoneo, 86 as-
aos, Be. a ; febre intermitente.
Dami.ai, P.-rnambaco, 2 das, Santo Aatosd*;
espadan.
14
Francisca Pinheiro de O iveira, Pdrnambaco, 23
ana is, s lceirs, Saato-Aatouio ; pneumona.
Josepba Maria da Coneeigaj, Pernambuco, 48
annos, silteira, Q -ac ; bem irrhtgia.
Desiderio, Pernambuco, 30 annos, casado, Bia-
Vista; deliriam tremens.
Cosme, Pernambuco, 5 lias, Santo Ant ma;
esqaamo,
Mari* Francisca de Jeaas, Pernambaeo, 95 an-
nos Greca; conges tio cerebral.
Un feto, Pernambaeo, S- Jos.
CERONICA JUDIC1ARIA
sf aula Coiauaereial da cidade da
Recife
DE SETEMBRO
86
76
G
6 i
71
> r~ --------- "
Temperatura mxima28*,75.
Dita mnimala',75.
Bvaparaoio em 24 horasao sol: 9,"6, som-
.ora: 8a,9.
' Chavaaulla.
Direeoii do vento: E com pequeas intcrrapoSes
de ESE durante todo o dia.
Ve.ocidad i media do ve i'o: 1 ",37 por segando.
Ne bolos i da de media : 0.3.
Boletim do porto
Altara
14 de SettjosWo 1115 da maahi
615 da tarde
0-19 >
716 da manbi
1.-95
0.-87
2-07
0.-61
R -rulamento das capitanas dos partas, a que
se retere o decreto n. 417 da 19 da Maio da 1816.
Rio de Janeiro, 1888, 1 folbeto.
Decreto n. 9,916 ds 4 da Abril de 1881 Cret a
Reparticii C-ntral Meteorologa* e meada execu-
tar b re-ulameato qae a deve regar. Ris de Ja-
neiro, 1888, 1 folbeto.
Mmistre des Affairea de la Marine. Rgle-
loeQt da Burean Central de Mtoroiogie. Ris de
Jaaeiro, 1888, 1 folbeto.
B-latoru da Assiciacij Protectora da Infancia
D'amparada apresentad) em sessio da assembli
geral a 22 de Fevereiro de 1888, pela directora da
mesma assocacio. Rio de Janeiro, 1888, 1 fo-
lbeto.
Projecto de reorganisaoia das forcas arregimen-
tadss por Antonio Gabriel de Miraos Rago e Al
freso Candido de Moraes Reg. Rio de Janeiro,
1888 1 folbeto.
Lmgua Verncula. Noooes de analyae phine-
tica, etyniil igica e syataxica por Pacheeada Silva
Inoior a Jo-s Ventara Boacoli. Rio de Jaaeiro,
1888, 1 foiheto
Arii Rea. A eleetroligia em 1883. Rio de
Jan-iro, 1888, ,1 veame brochado.
Alfonso Celso. Marc is inlustnaes e noms eim
mascial. Rio de Janeiro, 188a, 1 volme bro-
chado.
Almanaek do Ministerio da Guerra ao anna de
188K. Rio di Janeiro, 1888, 1 volante bro-
chado.
Cmara dos S ;uhares Deputados. Discurso pro-
naasiado na sesaiade 7 de Jaobo de 1888. aa
i i be forjas navaja palo deputad Aatonio
C Cmara doa Senbores Dapatadis. Discurso pro-
nunciado na sessio de 4 da Junh> de 1888 sobre
f jrca naval, pela depnlado Pedro da Cuaba Sat-
irio. Rio de Janeiro, 1888, 1 foiheto.
Ornara dos Seobires Dep talos. Discursos
protrrilos na sessi; de 22 de Man de 188i sobre
a nt-rp liacio ao Sr. ministro da agricultura pelo
depta lo rtanoel Rodrigues Peixoto. Rio ds Ja-
oe.r-, 1888, 1 f jlbeto.
Provincia da Baha. Parecer da commissio de
einstiiuioio e legisiacla sobre a eleicii da 14*
dis'ncti. Rn de Jaaeiro, 1888, 1 folbato.
RgiUm-oto dj Museu Nacional. Rio de Ja-
neiro, 1888, 1 foiheto.
B-latorio aibre as aguas mineraes di Pocis de
Caldas, Lambary e Caxamb apresentado ao Mi-
ais erio do Imperio pelo De. Jos Agistinbo de
Soas* Lima. R o de Janeiro, 18?8, 1 tolhete.
Reatorio do Mmisterio da Fasenda de 1888
Rn d* Janeiro, 188S, 1 v,um brochado.
Reatorio do Ministerio ia M.rinha de 1888.
Rio de Janeiro, 18d8, 1 volume brochado.
Reatorio do Vi misterio da Gu -rra de 18o8 Rio
de Janeiro, 1888, 1 Volme broehado.
Reatorio e syuopse dos trabalhos da Csasara
dos Senbores Deputados na sessio do anuo de
t8?7. Rio de Janeiro, 1888, 1 volme bre-
chado.
Orcamnnto da receita e despesa do Imprio para
0 exercicio de 1889. Rio de Janeiro, 1888, 1 vo-
lme broeado.
asd^ur/IWa receita e despesa do Imperio no
px. rcTci j de 18851886. Rio de Janeiro, 1888. 1
dame brochado.
Reatorio dos trabalhos do Senado para ser
apresentado na lt sessio preparatoria ea 27 de
Abril de 1888. Rio de Janeiro, 1888, 1 fo-
lbeto,
R*vafeo da lista dos deasanbargadore* pds or-
dem de so as aojtigaidais*. R'i da Janeiro, 1888,
1 folbeto.
Leiies EftecEuar-se-nii :
Amanbi :
Pelo agente Brito, s 101/2 horas, 4 roa do R n-
gel n. 48, de movis, piano e mais oatros objee-
tos.
Terca-feira :
Pdi agente Silveira, is 11 horas, 4 roa do Im-
perador n. 45, de urna casa e terrenos.
Miaeasj faaeoreeSerio ceteorada* :
Amanbi :
A's 7 horas, na igreja do Popo, pela alma de D.
Rita Rmaaa dos Pranres; 4< 8 hiraa, oa nutrs
d* BSa Vista, pala alma de D. Hsrmaliada C. d.
Miranda H-ariques.
Terca -feir :
A'a 5 birss, aa igraja do Terce, pela alma de
Heorique da Silva M reir.
PaaeaelroaSabidos para 0 lu no vapor
nacional Bupirito Si'Uo:
Antonio Pinto da Silva Cabral, Claaiiam Luis
Pinto, desembargadjr Domiaga Aatani Alves
Ribeiri, sua familia e 3 eriadoe, engeaheiro Alfre-
do Silveira da Soasa, sua s mh ira, 2 filis e 1 cria-
do, om nendador F. Masm, Maria Amelia de Aran-
jo, Rosa Mana da Araojo, Ricarda Jos Brasiliea-
se, Antonio Joaquim dos Santos, Vicenta da Costa,
Eugeaio Daiproo, Jos Pealo, Antonio Pinto, Jos
de Soasa, soldado Maaoel Baptista Gmesio, Ale-
jandre da Silva, Cosme Damiio, D. Bairoso, Jos
Oaldino de Figaeire lo, voluntarlos da armada Luis
de Franca, Joio B tptista de Sant'Anna e sua se-
nhra, Dr. Jjs Joaquim das Naves, eapitio A.
Mariaho Cavaicante e Henrique Ci.
Ch-gados da Europa no vapor frenes* Palle
de Pernambuco:
E K .u aaun, Maris Isabel da Fonseca Pinto,
Igoes da Silva, Mana Miquilina Rodrigues, Ve-
nancio dos Santosi Rosas e saa seabora, Joaquim
Carme) e James Davis.
Chegalos da Earopa ni vapor allemio Cea-
Henrick Vegeloi, Harmsn Niem yer, Caetano
Pereira da Silva, Manoel (J-o.ho de IrJarros e Fran-
cisco Manoel.
Cana ae DetentadoMovimento dos pre-
sos da Casa de D.'cenicio do Recite no dia 14 de
Setembro de 1888:
Exisiiam 369 entraran* 10; sahiram 10 ; exis-
tem 369.
A saber:
Nacionaes 343 mulberee 15; etlrangeiro* 11 ;
Total369.
Arraooados 292.
Bms 275
Doantes 17.
Total92.
Movimento da enfermara :
Teve baixa :
Roberto Abren de Soasa.
Hospital Pedro IIO movimento deste
estabeiecimeoto de caridade, do dia 14 de Satm
bre, o segainte :
Entraram 10
Sahiram 24
Falleeeram 1
Existem 491
Poram visitada* a* respectivas enfermara* pe-
lo* Drs.:
Cysoeiro 4a 10 1|4, Barros Sobnnbo 4* 7 1|9,
Alcebiades Velloso 4* 10, Pontasl 4* 10, Bstevii
Cavalcaote is 8 1|2 Bersrdoa* 11 hora*.
Maiaquias, acba sa licenciado.
Moscos o nio com parece a.. ,
Simdes Bar bisa idem.
Cirurgiio dentista ama Pompilio, i* 8 ho-
ra*.
Pharmaoeutioo entrn 4* 8 1|2 e sabio is 4
horas.
Ajadante do pharmaceatieo entren 4* 7 1|2 e
sabio as 4 horas.
Isolnria da VletarlaAoham-se 4 venda
es bUuete* da 8.a lotera da cidade da Vic-
ACTA DA SE3S0 DE 13
DE 1888
rasaiDBicc a do illm. as. coaKKHDiDoa Antonio oo
sras na mmeasM lsal
Secretario, Dr. Juli Qmmarie
A's 10 horas da manba, declarou se aber a
sessii estando presentes os Srs deputados Olio-
to Basts, comm'ndaaor Lopes Machado e Hsr-
miuo da Figaeiredo, fal't ido com participaeio
ver al o Sr. Beitrio Jnior.
Lia, foi approvada a acta da sessio aotenor, -
e fas-se a leitura do segmnte
axpanissTa
Officio de 6 do corrate, da Jante d,s Corre
torea desta, Bfsas, envan 11 o ba etim das cota-
ooea >ffi;ia.'d de 3 a6'Ji presenta mas. Par* o
archivo.
D 11 de 10 do correte, do agente de leiles
Tocatas Jos da Guamil, aecusando o recebimea-
to da cjia da reaelacij de 28 de Jaabo prximo
paeslo 8eja aruttivajj.
Diario Ofician de as. 237 a 239 Arch-
vete-se *
Foram distribuidos i rubrica os segnintes 11-
vras :
Diario de Joaquim Oiarta Si.no-s tC.,e doas
eopiadores, om de.Arthur Jasci & 0. e outro de
Jos de Soasa Aguiar A Q.
DBSPAcaos
Peticdes :
Doa agentes de leudes Augusto Cesar Stepple,
Joaquim M.ximiano Pestaa, Tuinas Jos ds <
Guarni e Francisco Joaquim Ribeiro de Brito,
suimutt ni i a registro o eouncimento do imposto
de sena officioa. Alcanam cada asa* d'ealas piti-
o3aa o despacho : Registre ae.
De Laouidas Tito L lureyo, para qoe se d bai-
xa no ragiatro da nomaaclj de seu ei-caixajrtf'll-
detonso E tre a mmeacio qae passara a Jos Moreira Ra
moa. 'uno reqner.
Da Manoel da Barros Cavaleante, idem, quanto
4 ti im cay i. i de s-iia Caixeiros.Deferida.
De Antonio Carlos Parreira da Silva, para qoe
se registre o conbecimaoto do pgame to do im-
p ato de interprete de camm-rcio desta praoa.
Sej i regiatrado.
L): G'auino Jos da Riaa, idem quan'o A es-
criptura de contracto ante-napcial que celebrara
com D Carlota Liyola da Rosa. Rcgistre-se-e
publique se.
Da Antonio Xavier B ierra, natural do Rio
G.-aidadj Nirte, de 41 aouia de idade, domici-
liado e eatabelecido cilade da Victoria desta
provincia, cim o comuicrcio de miudasas e ferra-
gens, soiicitsndo carta de comm reante matri-
culado. S4o attestantes do crdito commercial do
imaetraate os commerciantes matriculados Gomei
de Mattcs Irmiis, Parante Vi aun i & !. e Euse-
bia da Cioha Beltria. Cerno requer, depois de
satiafeito in totum o parecer fia 'al, sendo o Sr.
pr aidente e Figuairedi votos vencedores, para
satisfaser in Mam dito parecer ; e votando os
Sra. deparados Onnti Machado, smsete para sa
tistaser-se a primeira parte do mesmo parecer.
Da Arthar Cascii ot U para que seja regis-
trad i, com o segredo da le, o contracto de seeie-
dada em c immaadita, qu sob dita firma celebra
ram o solidario Artbur Ginealves Forreira Gas
eio com am commanditario, com o capital de
30:0001, sendo o fou lo em eommandita de.......
20:0001, para o commarcio de commissSas e eon-
sj-wyo s por coota propria oa slhcia o -ata praca.
Ragistre-se c sa o segrel) recommeaiado ao
art. 312 do cdigo commercial e aviso de 24 de
Agosto de 1877.
Ascaocaram o despacho Regstrese a* se-
gaiates p t coas, s-licitando o registre de aomsa-
c5es de caixeiros :
De Albino Farnandes & C. '
Di Carpinteiro Peres & C.
De Antonio Francisca.da Crus, para qoe di sr
baixa no sea ex-caixeiro Sodolpho Paiva de Oli-
veira e se registre a nomeacio que aprsente.
Como requer, depois de satiofeito o parecer.
Da Jobnstoo Pater A O, consignatario* do V*-
pir austraco Ziehy, solicitando o registro de am
documenta.Sej* registrado.
De Aatonio Joaquim Vinfaas Maia, psra se n-
gistrsr a procaracio que Ihe paseara D. Idalin*
Lcitio da Silva Cardoao, viuva de Joo A bino de
AbreaOardiso om poderes para o distratada
sociedade.Regiatre-se.
Vuto nio haver mais o que despachar o lila.
Sr. oomm-nl-dor presidente encerrou a sessio >
11 hora* da manbi.
1NDICAC0ES TEIS
O Or. Barros Waia^ires
Pode ser procurado no eaoriptorio da re-
dacrclo d'eate Diario, & raa Duque de
Casias n. 42, 2. andar.
Advocado
O bacharel Bimi/acio de AragAo Faria
Rocha, modon o sea eaoriptorio de advo-
oaeia para a rur. do Imperador n. 22, 1.
andar, onde aera encontrado das 10 horas
da manbi a 3 da tarde. *
O Dr. Milet mudou o sen essriptorio d*
advocaoia, para raa do Imperador n. 22.
O bachnrd Joaquim Timador, Cisneir'
s* Albuquerque, tem sea est:riptorio da *d-
veoauia na eidade do Cano, podeaJar*
bem ser procurado no sea eagenho (
tallo, tregueaia d'aquelle notne.
a
*r
9


Diario de PcrnambicoDomingo 16 de Setcmbro de 1888

Dr. Bornto Sampaio d oonsultas de
aaajn dia a 3 horas no 1.* andar da oaas
roa do Bario da Victoria, n. 51. Boa
dancia roa Seta de Sotombro n. 34, a.
trada pala roa da Saudade n. 25.
Dr. Cerqueira Lee, tem o tea eeoripto
rio 4 roa Duque de Casias n. 74, daa 12
ia 2 hora da Urde, e desta hora en diau
te em sua residencia 4 roa da Santa Crus
a. 10. Especialidadesmolestias de se-
nioras e orianoas. Telepbone n. 326.
Dr. Joaquim Loursiro medioo e parteirc
Consultorio na roa do Cabug n. 14, 1'
andar, de 12 as 2 da tarde residencia no
Honteiro.
O Dr. Alvar* OuimarSes chegado ds
orte, dedica te medicina em geral, e
oom aspecialidade as molestias do coracio,
palmees, figado, estomsgo e intestinos, *
tambem as oonvulsdes e oatras molestias
das enancas. Reside 4 praca Conde d'Eu,
n. 28, 1." aodar, e tem couaultorio 4 roa
de Bom Jess, n. 45, onde diariamente di
oonsultas do meio-dia as 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses la-
gares. Telepbone n. 381.
Dr. Castro Jess, medico e operador
Pratica a lavagem do otero quando e como
4 acooselbada. Consultas das 11 as 3 da
tarde em soa residencia 4 ra do Bom
Jesus (antiga da Crus) n. 23, 1. andar.
Occallata
Dr Femira, oom pratica nos principa
bospitaes a clinicas de Paria e Loadres,
44 consaltas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ras
Larga do Rosario n. 20.
errarla a tapor
Serrara a vapor e oficina de campia
de Francisco dos Santos Macado, caes de
Capibaribe n. 23. este grande estele -
cimento. o primeiro da provincia neste ge-
nero, oompra-se e vende-se madeirai
de todas as qualidades, serra-se madeira
de conta albeia, asum como se preparan!!
obras de carapina por machinas e por pre
eos em competencia Pernambuco.
Drogara
Farra Sobrinho A C, droguista por
atacado, roa do Marquen de Olinda n. 41.
rosarla
Francisco Monoel da Silva <& C, deposi
tarios de todas as especialidades pbarma-
oouticas, tintas, drogas, productos obimi-
oes e medicamentos homeopticos, raa de
Marques de Olinda n. 23.
PUBLICACOES k PEDIDO
i eoDisil8s3o de Colonlsaco
desta cldade
- Considerando na grande questao imme
diata a abolcoa transforma 9S0 do tra
balbo que se offerece aoa nossos olbos,
entendemos emittir tambera a nossa bu
mude opioiSo, confessando antes de tudo a
nossa fraqueza, ante o grande problema
que ttister sem perda de tempo resolver ;
e tendo em vista o sppello que faz essa
Ilustre commissSo, encarregada de tao
importante qulo momentosa tarefa, como
se v dos trabalbos iniciados em sua ses-
aSo de 3 do corrente mea, relatados no Dia-
rio de Pernambuco de 5, resolvemos con-
correr com o nosao frco contingente, por-
que pensamos que nem um t brasileiro
pode ficar estacionario ante esta radioal
evolucao ; assim pois, entremos do assump*
to, com a nica pretenoSo de demonstrar
os nossos bons desejos relativamente ao
acert que se deva tomar emoperacao de
tanta magnitude para o futuro bem-estar
da nossa cara patria.
Quanto a 1* questao, diremos que ten-
do o Brasil oilboes de lbos quepere-
cem mDgua por salta de trabalbo, nSo
seria justo lancarmos mao do estraogeiro
com exclusao de nossos patricios, aos quaes
nunca se off-receu urna verdadera inicia-
tiva de trabalbo bem organisado, como
agora soe fazer-se ; pelo que nao temos
necessidade de buscar em pas longinquo
colonos que nos forcarao a urna dupla des-
peas, com risco de nao preenober elles o
nm a que dos propomoB
Assim pensando, temos ainda duas gran-
des considerares a fazer, que servirlo de
complemento ao que abi fiua dito : a 1* a
'.IMERi'.ifi
TELEGR4HIAS
Servico da Agencia Havas
LIVERPOOL, 14 de Siembro.
idu.
n. 9 vende ae t\
AJsSDCAS:Saaieal
O Se reroambnro
I.*, per quintal.
ALGODO:temad o.
i AIR Se Pernambuco vende ae
a *> */ S. per libra.
Venda* do da StOOO fardes.
I
NEW-YORK, 14 de Setembro.
ASSUCAR1 Pirase.
FAIR BEPIN1NQ de Pernambuco
ende ae a S /* e. per llura.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
15 de Setembro de 1888.
Revista do Mercado
Recife, 15 db setembbo db 1888.
Poueo me Tinento ae obaervoa no mercado.
O mercado etteve poaeo redolido e na Bolsa
oram negociadas 36 lettraa bvpotbecarias a....
95#800cadm ama.
A. poaico doa diversos mercados oi a que da-
mos abaixo :
Baba
OTACM omcuBS DAJOHTA DOS .O-
2KCTOBB8
Reate. 15 de Setembro lie 18M
Lettraa bypotbeearias tem juros a 954500 cada
aaaa, a entregar at o fio do crreme nes.
Cambio obre Rio de Janeiro, 10 d|v. com 1(2 0,0
de descevto..
Cambio aobre Londres, 90 d|V. 26 i(X d. por 1*,
do baooo, booteJi.
Cambio sobre farto, 90 div. 101 0/0 de premio, do
saaeo.
OaaeoaM oe letras, 9 0/0 ae anno.
absoluta necessidade da mutacao de pes
sosl, pssaando os do sul psra o norte e
vioe-veraa, porque, principio inquesona-
vel que o individuo na sus trra difficil-
mente deixa oe seus hbitos e oostumes :
a 2* i que admittimos que se preenoha um
ncleo de colonos alstales on turos, oom
tanto que oecupem estes separadamente a
rea que Ibes for distribuida e tratem da
cultura a que msis se tenha spplicado.
Este facto tem por fim despertar entre
os nossos a eaulaclo, par que assim pro-
ourem igualar aenlo exceder, devendo aer
oonbecido todo o movimento colonial por
meio de relatnos ou boletini.
Quanto a 2a, 3'., e 4*. questao fioam res-
pondidas oom o que acabamos de expender.
Quanto a 5*. Conforme o ramo de cal-
tura de que ttnham mais pratica ; entre-
tanto isto depende necessariamente de bons
directores que conbecam theorioa e pratica
mente a nitureza do solo e o genero de
cereaes que Ib seja sais apropriado.
6*. No oaso de sua eff-ctividade, parece-
nos qu o nosao representante em qualquer
dos pases (Alte-macha ou Turqua) de ver
empregar toda sua actividade na esoolb* de
familias morigeradas, oom as quaes se bajo
de fazer os contractos.
7*. Os cnsules daquellas nacionalidades
deverao auxiliar as commisedes, tomando
todo o interesse, sana de remover qualqu r
dificuldade no sentido de attraLir-se colo-
nos daquellas regiSes.
QianCo a 8.a questao, deverlo aa cm-
misaSea auxiliare, mutuamente, nomeaodo
agentes de propaganda, quando se fazer
neceasaiio, no que ser 2o aproveitadaa de
preferencia pessoas que reuoam em si aleco
da moralidada, conbecimentoa tbeoricos
praticos, o que ser possivel encontrar, nao
sera alguma diffi uldade.
Assim poder a commissao dar prestes
expaoso a propaganda e mais smplo des-
envolvimento as suas operseSes.
9.* Para resolver esta questao se dever
crear quauto antes urna caixa por iniciali
va particular, para occorrer de proropto a
todas as despezas, seodo o capital despeo
dido pago pelos cotres geraes, com um
mdico juro de &'|, p.-la verba colouisa
;4o.
10.* Parecendo-nos possivel e mesmo
rasoavel a creacio de sociedades no senti-
do de acelerar e engrandecer a propaganda
de colonisacao, deixemos que out >s mais
proficientes na materia se oecupem de es-
tudar as bses e coodic3-a das mismas.
Quantoa 11.% 12.*e 3.* nos parecen ra-
soave8,e assim respondemos affirmativamen-
te a cada urna de per si.
14.' Os arrtndameutoa ou aforamentos
para stabelecimentos desta ordem, alm d-
onerosos ao estado, trariam aerios embara
eos ao mesmo na formacSo dos contractos,
nao podendo dispor daa trras como Ihe
aprouvesse, difti^uldad: que logo drsapp-
reee seado as mesmas pertencentes ao go
verno que as deve comprar. Quanto, po
rm, aos colonos, parece-nos que mclhor
convm o trabalho de parceria, evitando
assim que mais fcilmente caiam n>> visto
e conseguintemente no crime que disper
dicem o tempo e plantem a indisciplina e
mau exemplo.
15.a Para responder satisfactoriamente
esta questao seria mister fazer-se urna ou
diversas ex-ursoes, que nos hauiliuagem
emittir juizo mais seguro ; todavi-., prio-
ri, baseados em intormacS;s criteriosas,
apontaremos : G^ranhun?, Correntes, Pl-
meira, Cha de Carpin*, Timbaba, trras
aU/'aoeutes a colunia Isabel.
16 Respondendoaffirmativameutea esta
questSo, nosso parecer que s se dpve
excluir em tal assumptoa especulajao, que
s Si o que abi submetio ao vosso ulto cri-
terio e esclarecida sprecior^So nenhum v. -
lor tem, uem tio pouco'vos guiar me-
Ibor acert, ao menos julgo t< r cumprido
um de ver ; e como cada uin d o que tem,
sirva a bja iotecJo para merecer a vossa
benevolencia e dispertar no vos incentivos
que tragam luz a questao.
Quem escrave estas liabas passa a dar-
vos a seguinte noticia.
Reside nesta capital um bomem qm ple
ser um bom achado as actu es iir.-uns-
tancias, porque, alm de seas oonheejmen
tos de sciencias naturaes e de botaniza eu-
tende de negocios deoolonisscTo,pcs cons-
ta-nos que j o Governo Imperial se utili-
sara de seus ser vicos a respeito. .
Conheoe quasi toda a Earopa, de onde
natural, tem viajado toda a America do
Norte e Sul e cochees 4 fondo os oostumes
da Bueoos Ayres : falla correctamente o
italiano, o francs e satisfsotoriamente o
portugus, e naturalfsado cidadto brasi-
leiro ; entretanto, vive eutre nos esquecido
s despresado ; s se tem tornado oonbe-
cido devido nicamente aos seus esforcos,
pelo que tem deteriorado sua saude, lutan
do aempre com a adversidade.
Nao conbeoemos ninguem tSo habilitado
para orientar-nos na ingente questao da
evoluca-> do trabalbo que tanto nos deve
preoecupar ; o seu nome bastante conhe
oido nesta citado pelo que, pie ser pro-
curado e consultado da parte da coronis
sao em aua residencia.
Recite, 6 de Maio de 1888.
O patriota.
A.ocommercio
O ibaizo aasJgoado too do da rstirar se ao pro
zimo vapor de 16 da eerreota para a Earopa afim
de tratar de saa saude, seieatifica a quem inte-
resaar poaaa qoe deiza como seas bastantes pro
caradores os tira. Prancii o le Soasa Dusrte, Ar-
tbar QoDcaives Maciea t D mnroa Gomes Cr-
rela, pata trataren! de seos negocios qaer com
merciai a qoer particnlare AproveiU a occ;io
de prevmr aos 8rs. seas fregaeses e amigos qoe
o aeu empregado 8r. Jos Wenceslao fica na di-
receo da sea estsbilecimento crim qaem mea-
mos enhires devero eotender-ae relativamente a
vendas e recebimentos de baki.
Recife, 14 de Setembro dr 1888.
Antonio de Souai Duaite Ferreir.
GaraohuDs
u oresiatnte,
Augusto Piuto de Lefios.
U secretario.
Pedro oae Pinto.
Jenable
Oa bancos oio affisaram tabellas, maa aaccaram
a 26 3/8 d. apparecenJo p>acos tumadoiea.
Em papel particular coualoa pequeas traasac
coea a 26 1/2 d.
O mercado fecboa firme.
Ni) Rio foi ontado o papel bancario a 6 3/8 e o
particular a 26 i/2.
Algadae
Nio bouve vendes.
A exportado, fVits pela alfaodega neste mea
at o da 14, attinfcio a 407.865 kilos seodo 334 d 8
para o exterior e 73.547 psra o interior.
A Provincia re boje traz com esta epi
graphe urna publicado, datada de Qara-
nbuns, em que s procura urdir urna intri-
ga torpe, pondo se em jogo nomea de pes-
soas o autoridades respeitaveis e que sabem
com ho'obri iade cumprir o sen dever
Nsro o coronel Antonio Viotor precia
para rnsaminbar a defesa de sea filho doi
auxilios agora tSo offerecidos pelos seta
adversarios, nem o digno Lfr. juiz munici-
pal o -irlegado de polioia, capillo Cor-
deiro sao capases das diatribas qu3 ihe sao
attribuidas
Quem estiver a par dos negocios de Qa-
ranbuns conhecer logo a falsidade do
cootedo do referida publicaco, que, apa
zar df datada d'alli, indica, que foi aqu
egeripta e somonte com o fim de molestar
as pessoas que nella sio indicadas.
Aguardamos, que de Gar-nhuns nos
beguem informayS-s para entiio desmas
cararaios o siga^iario da mesma publioa-
(5.0.
Bses, 15 de Sstembro de 1888.
O imparcial
ma lagrima de saudade
; Derrama
Mara Nimiaia
Sema
den
cobre o tuinuij de
Caltlino Pimo
lartioat
s
esposo de urna sua am'gi
;N' stimo dia do seu passa
ment.
''
O peltorsl o primeiro reme
dio para o pelto
Un honrado negooiaote do Garro Pella-
do, municipio do Pclotis (Rio Grande do
Sul), ai.-hando se gravemente atacado do
urna erfermitade pul nonar, tossindo con
gtantemente e algumas vezas oom osj-.rroa
de sango?, vio saa aauin recuperada oom
o uso de rJguns frascos do Peitoral de
Cambar.
Easa maravilhoaa cura assim atiesta-
da p-lo ex-enfermo, que h'ji gosa a mais
iuvejavel ande :
< Iilm. Sr. Joa Alvares de Souzi Soa
res. -Pelotas. Sffrendo ha trea annos de
urna tosse pertinaz, com essarros de san-
gus, com carcter de urna molestia pul-
monar, e depoia de todo o mundo aqu
julgar roe perdido, resolv tomar O seu
grande remedio Peitoral de Cambar, e
lugo a toase ,ioi de.Uando, dc-.izando de
deitar mais aaDgue, aa foryasJoracn -evi
gorando se e ho|e( grabas a Deua, acho-
me perfeitamente curado.
C P le fazer o uso que quizar desta rci-
nba franca declarac&o e creta me, etc.,
ets.
Antonio Luiz de Olioeira.
Elixir deGabeca de \egro
Sedalivo-anti-riieDaialiC
Formula do Dr. Mauta llosa
GRANDE DEPURATIVO
EncontrA-s* noss^guintes lugares; Dro-
gara de Faria Sobrinho ra do Mr-
quez dft nda n. 41. Puarm.cii Frao-
cez= ra do BarSo d* Viitoria n. 25.
Pharmacia Oriental ra Estreita do Ro-
sario n. 3. Pharmacia P nho ra Baro da Victoria n. 51. Pharmacia dos
Pobres ru> Lirga do Rosario. Pbarmaeia
Minerva no pateo do Tergo. Pharmacia Bar-
tbolomeu Successor-s ra L-rg* do R;.-
rion. 34. Botica Francesa ra da Cruz
n. 22. Pharmacia I.uperutriz ra da
Iuipertriz o 49. Pbarmaeia do Terco
no pateo do Terco. Pharmstia I. Rioti-
ro Su cessor pragt do Cade il'Eu n. 22
l'h-r nseia Central iua do iTpradi.r n.
38. Pbroacia I'iip'Tial ra do R o-1
dcfrouie do mercada.
Deposito
iY 10 Ra da ttuz-i i
OE
CABERA DE NEGRO
GRANDE DEPURATIVO SEM MER-
CURIO
Formula do DR. 8 A NT A ROBA approvado pela
Inspectora Oeral da Hygiene
Cura oom maravilboao effeito o rhenmatiamo agndo
e chronieo em todo* os saos periodos
DEPOSITO
19 -RA DA CttZ N -19
NOTA.Para evitar qualquer falaifieacao, de-
claro que todos os rotlos e prospectos traaam s
miaba assignatara.
Antonia Rosalina Santa Rosa.
Ao commercio
O abaizo atsigoado acientifics a qnem inters-
ar poasa qne a'esta data subatabeleceu os poderes
como primeiro pr jcurador Je sen irmSo Bemardi-
no de Souia Dusrte, a. toalmeote a ilha da Ma-
deira, ao segando procarador sea irmio Francisco
de Sonsa Duarte, para todo aqaillo qae fr cou
ceraente as anas csshs commerciaes e negocios
particulares.
Recife, 14 de Setembra de 1888.
Antonio de Soasa Duarte Ferreira.
5^*1
Cuidad Sr. cu Hedor
Pergunta-se ao es.:rivilo da rollectorin
da Victjria, para que lia da ser pej.rit,
qu sendo de tio pouco tempo s:-m conlie
c<-r o a, b, c, sophisra .r a letra da le so-
bre os contribuintes, o julgar qne eul
lector e> nao es-'rivo, fazendo daquelle
um ente nullo. Tome um conselh'> cau-
tellacaldo de gailinha nao faz mal .
ninguem. Nao suba tanto ua trapessa
por que, snio a corda bambt e as vezes
poder juebrar-se.
O CabeUeira.

As entradas realisadas st e data de boj,
ram de 5.435 tcese, sendo pora
fo-
ar cacas
Vapores .
Animaes.....
Via-terrea de arnar .
Via-fen ea de 8. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
Soi
secas
i 00
924
2 278
118
SM
l.ttiJ
5.435 Saccas
Ultimas cotacoes efe frea-
me nto
C-rn j.ndo aqu, paia :
Liverpool (>*m vapor)algodio, a 3/16.
Uanai aatuear, a 2/6 e 5 %.
Kotadn-Uuidosassocar, a 26/ e 5 */o
Santoiassncar, a 120 *eis.
Carrejando do Ki > Grande do Norte, para :
Estados- Ua>di aaaracar, a 30/.
Vapores despachados*
Vap. iog. Tren!, para :
Bnenoi-Ayre 100 caceos com (jos X'ructa.
Montevideo : 5 barricas com abacaxia, 100 ate
coa c m cocos (fracta) e 1 caixa com espanadort.
Carri'g. di veri oa.
Vap. nac. Uandab, para :
Macei : 215 fardos de xarqoe.
Penedo : 320 tardos de xarqna, 440 caixas com
sabio, 8 ditas com velas, 18'2 barricas com esta-
car brsDCO, 50 garrufoea cum geoebra, 10 ditas
com alcool e 1 caixa com doce.
Villa nova : 25 garrafea com alcuol.
Aracaj : 85 fardos de xarqoe.
Ca'rreg. diversoa. f
Pocos de Baldas
C opiniao do sabio, do Ilustrado e hu-
manitario medico, que annualmente con
sultado por centenares d pessoas, inclusi-
ve os seus Ilustres collegas, que vo para
l em busca de saude.
Pedro Sancbes de Lroos, doutor fran-
oez formado pela faculdode de medicina
do Rio de Janeiro, etc. Attesto, sob o
juramento de raeu grao, que tenho applica-
do aempre com bom xito, no trntamento
do rheumatismo, da syphilis, das affei^Ses
cutneas e das cong atoes bemorrhoidaes
oa preparados do Illm. Sr. Luiz C ros
de ArruJa Mendrs, de S. Carlos do Pi
nhal, onde S. S. ezerce com tlenlo e con-
sciencia o mister de pharroaceutico
Pocos de Caldas, 1 de Julho de 188S.
Dr. Pedro Sansbes do L?roos.
A firma esta recoohecida pelo tab liio
Antonio Caudido Barbosa.
N. B.O anti rbeunaii o paulistno
0 especifico contra os rlieumat;s:r.os. O
licor anti psorico com as pjlulae depurati
vas on com os pos depurativos de Men les
sao genuiaos depurativos anti sypbilitic >s,
e os pos auti-hei: morrhoilari.is esp-cialida
des contra bemnrrboidas e os incommodos
provenientes delia.
T.idoa estes preparados sao espeti.li.la
1 i-s e nao sao pacacis qne se annunciam
para curar fulo q't^nto enf-rmidade.
Deposito na drogara de Fran.seo M noel
da Silva & C.
Dr. typrianu M.iia
Este Ilustre c conceituado m"dico da
Cinara Muni pal de Polutas, onimissario
v -einaior e ex-delega.to da saud i publi
C->, fi'rmou o seguinte atiesta do :
Atiesto que o Peitornl de Cambir
do Sr. Jjs Alvares de Souza Soare, pre-
arad j de urna arvoro aromatiza dt-uouii-
.