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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
u
V
ANNO L. NUMERO 271
PAR A A CAPITAL E LUG ABBS OXDB tlAO SE PAGA POBTE
For tres mezes adiantados................ 69000
Por seis duos idem..................139000
Por um anno idem..................24&000
Cada namero otuIso ...*.,,.... .. ., J320

QUOTA FEIRA 26 DE N0VEMBR0 DE 1874
PABA DEMTBOE FOBA DA PBOVIUCIA.
Por tres mezes adiantados............... CPTM
Por seis ditos idem.................
Por note ditos idem................
Por am anno idem..................ITpOOO
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIRQA DE FARIA ft FILH0S.


t
m foi. 6erardo Antonio AlYes A Filhos.no Pari; Gonjaltes & Pinto, no Mnranhio; Joaqnim Jose de Ourara d Filho, no Ceari} Antonio de Lemoa Braga, no Aracaty ; Jolo Maria Julio Chrvai, no Airi; Antonio Marques da Silva, Natal; Jose" J
Pereira i'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Joao Gomes, na.Vflla da Penha; Be'armico doa Santos Buicio, em Santo Ant* ; Domingos Jo$i da Costs Braga, emBaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar dai Akfoas; Aires & C.na Bahia; A. Xavier Leite A C d Rio Janeiro-

P
.
PARTE OFFICIAL.
Governo da proviucia
EXPBDIEOTE DO 111* 6 DK AG0STO DE 1874.
f secgSo.
Officios :
Ao Exm. bfigadeiro commandante da9 ar
um.Sirva-se V. Ex:, de man.I ir pdr em liberda-
de o recrula Jose Kaymundo de Sanl'Auna, que
l>covou isencio legal.
Ao inspector do arsenal de marinha.Pode
V. S. comprar direciamente no mercalo, attenta
i argencia qae ha na sua acquisicao, os objectos
consumes do seu otlicio de honteiu datado, sob
D. 94, os quaes sao precisos para a lancha em
ronatruccaa nesse arsenal, cum desiiuo a capita-
nia do porto da provincia do Kio Grande do
i*otto.
Ao mestno. Mande V. S. de9ligar da
companhia de aprcndizes marinheiros o menor
Rodoipbo Cordeiro, e eutrega-lo a sua mai Maria
Rita do flego.
Ao director do arsenal de guerra. Defe-
nado o requerimento de ioaquim da Costa, sobre
qua versa a sua informacao de hontem dalada,
b o. 677, autonso Vmc. a mandar admitlir
na companiua de aprendizes artiflces des9e arce-
aal, o menor Joaquiin, iiilio do 9upplicante.
Ao mesrau. -Ao commissario de policia do
liianicipio da E-ca.1a e Gamelleira, Thomaz Mi-
reira de Carvalbo, mande Vmc. fornecer 2i pares
da sapatos, devendo logo remetter-mo a conta
para ser paga pelo mesmo preeo porque sao for-
uecidos ao governo geral.
Ao conselho de coinpras do arsenal de guer-
ra. Promova o conselho de compr.s do arsenal
i.-.' gnerra a acquisicao de duas panel'..is de ferro
para SO pracas cada uma, constantes do pedido
junto, as quaes sao preeisas a companhia de apren-
dizes ariilices desse arsenal.
2.' secgao.
Ados :
0 presidente da provincia, a vista da propos-
ta do Dr. chefe de policia em oQicio n. 913, de
lioeieui datado, resolve exonerar, a pedido, do
i-argo de t* supplente do subJelegado de policia
da Freguezia de Taquaretinga do termo de Limoei-
ro a Juao da Costa Bezerra
0 presidente da provincia, altendeodo ao que
i-eqaereu Jose Antonio Pestana, resolve exonera-
lo do cargo de 2 supplente do jniz uiuni:ipal e de
jenhaos do termo de Limoeiro.
Offleios :
Ao juiz de direito da comarca de Bom Con-
-eiho.Remeua-me Vmc. com argencia as infor-
macoes e document-)! de que tratam o decreto de
88 de marco de i860 e a circular de 28 de junho
de 1805, atira de regalarmente ser instruida a pe
!i;io em que a S. M. o Imoerador pede o senten-
dado de justica, iose Frrira do Oliveira, 0 nerdlo
da resto da pens a que fora eondemnado em 16 de
Ao juiz municipal do termo de Panellas.
Accoso o recebimeut > do offlcio de 16 de ialbo
cado, em que Vmc. comraunica, sem declarer
motivo, que o conselno municipal de recurso dei-
x.iu de reuoirse na 3* dominga de abril, como
dstermina o artigo 36 da lei de 19 de agosto de
1846, e em resposu Ibe declaro que designo a ul
tima dominga do m- / corrente para ter lugar a
reuniao do mesmo consellio, o que nio se ellectua-
ra e, por qualquer motivo, oao liver a junta qua
Uucadora da freguezia de Panellas concluido os
sens trabalbos, ponjuanto ate a presen e data nio
remetteu a esta pres-dencia copia da revisao da
-lualiflcaQao como e de seu dever.
Ao commandanle do corpo de policia.
Maude Vmc. recolher ao quirtel desse corpo as
oi(o pracas que seguiram para Goyanna ; cinco
do deslacameuto da colonia Isabel ; as sete de
Bom Jar Jim ; duas da Capunga ; duas da Varzea ;
duas do Poqo da Panella ; I'm- da Passagem ;
(uatro do destacamento de Cipoeiras c oulras qua-
iro do de Ponta de Pedras.
3.' sec(do.
C'tflcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Kemettendo a V. S. as inclusas comas, relativas a
telegrammas expedidos por convenieneia do ser-
vico publico, autorisi) o a man Jar pagar sob res-
poosabilidade desta presidencia a respectiva im-
purtancia.
Ao mesmo.Reraetto a V. S. os incluso9
prett, para que mande pagar ao sargento Pirmino
Francisco de Barros, os vencimentos das pracas
da guarda national deslacadas na villa da Escada
duxanie o mez de julho tindo, segundo solicitou o
re>peetivo commandante superior em officio de
houtem datado.
Ao me9aio.AutorisanJo ne?ta data o con-
; ii) de compras do arsenal de guerra a promo-
vera acquisiQio de duas panellas de ferro para
:.0 pracas cada uma, com destino a companhia de
aprendizes artifices do mesmo ajsenal ; a9sim o
i jmmunico a V. S. para os lias couvenientes.
Ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar ajus-
tar cootas e passar guia de soccorrimento ao al-
f'area Alberto Soares de Azevedo, que vai seguir
para a Babia, visto ter sido transferido do 2 para
0 18' batalhao de infaotari>.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar a Manoel
le Oliveira Junior, a importancia dos inclusos
prets relativos aos vencimentos das pracas de
guarda nacional destacadas durante -os mezes de
abril, maio e junho na villa de Flores, segundo
solicitou o respectivo commandante superior era
officio de 3 de junbo findo.
Ao mesmo.Representando-me o inspector
-l i arsenal de marinha a urgeucia que ha na ac-
qiisicao dos objectos mencionados no -u offlcio
de honlem datado, sob n. 94, junto por copia, com
destino a lancba quo, em virtude de aviso de 10
(I- abril ultimo, sc esta alii conttruindo para a ca-
liilania do porto do Pio Grande do Norte, auto-
risei-o a comprar ditos objectos direciamente no
iuerca lo, e ass m o communi;o a V. S. para sua
direccao.
Ao mesmo Expeca V. S. suas ordens afim
(1) que seja enlregue ao Dr. juiz de direito da
comarca de Nazareth a quantia de 2O05OOO para
*occorrer aos indigentes alii atacados da variola,
n que devera fazer sob responsabilidade desta
presidencia caso nao baja credit) na respectiva
verba.
Ao mesmo. Segundo comraunicou me o
Kxm. Sr. ministro d-s negocios da ayricultura,
commercio e obras publicas, em aviso de 23 de
julho ultimo, sob n. 26, ja foi contemplada Da dis-
sribuicJo de erf lit ; sra o corrente exercieio, a
despeza reialiva as obras do passadi^o em coo-
f truccSo entrc os bairro? de Sanlo Antonio e Boa-
Vista desta cidade; o que declaro a V. S. para os
lias convenientes.
Ao mesmo A' vita do attestado e raais do
jutnentos inclusos, mande V. S. pagar ao padre
Baailio Goncalves da Luz, vigario collado na fre-
guezia de Tracanhaem, os vencimentos de sua
congrua, a contar de julho de 1873 a junho d
1'irrente anno.
Ao inspector da thesouraria provincial.Pa-
ra 03 fins convenientes, commuuico a Vmc. que
hontem foi demettido do cargo de guarda da ca-a
de detenc&o Cliraeric Alves de Farias Pedrosa e
em sen lugar nomeado Jos6 Pereira Monteiro
Pes?3a.
Ao mesmo.Con'ormando-me com a sna to*
t rmsclo datuda de hontem, sob n. 316, autoriso
Vmc. a mandar eolregar a Mano?l Gomes Silverio,
thesooreiro da irmandade de Nossa Snnbora do
Livramento da cidade da Victoria, o producto re-
cdhido lies?a thesouraria das loteriasi\ 32" e 7i*,
exirahidas em beoeticio daqueila irmandade.
Ay. mesmo. -Para, os fins convenientes com-
muuico. a Vnw-que, em-24-d-jttM ultimo) on
trou em exercieio do cargo de commissario de po-
licia do municipio de Itambe Juao Evangelista de
Souza.
Ao raes-rao.Attendendo ao que requereu o
goarJiao do convento de S, Francisco desta cida-
de, na qualiJade de admiuistrador das obras da
mesma igreja, autoriso Vm:. a mandar entregar
ibe, independente de fianQa o producto da loteria
que correu em beoeQcio da igreja, exigindo-se-lho
a preslacao das corapetentes contas, logo que node
a obra.
Ao inesmj. -Tendo justiflcado as faltas da
das, durante o mez de julho proximo passado, pela
professora de Duarle Uias, ilenedina Floresta dos
Santos Cordeiro, assim o communico a Vmc. para
sua inlelligeucia e tins convenientes.
Ao mesmo.-Por acto desta data creei uma
cadeira do sexo feminino na Pedra Molle, fregue-
zia do Poco da Panella ; o que communico a Vmc.
para seu conhecimento.
Ao mesmo.Remelto a Vmc. a inclusa copia
do olllcio do commissario da guarda local do mu-
nicipio do Limoeiro, para que provideneia em or-
dera a serein pagos os vencimentos do mesmo
commissario e das pragas da guarda local pela
respectiva c llectoria provincial.
Ao mesmo.Segundo participou o.director
da escola normal em offlcio de 4 do corrente, des-
de essa data foi desigoade o professor da ssgunda
cadeira do seguud, anno bacinrel Ayres de Albu
querque Garaa, para leccionar na segunda cadei-
ra do terceiro anno, que estava sendo occupada
substiMrtivamente pelo professor da primeira ca-
deira do segundo anno, o qual, por seu melindroso
estado de saude, nao pode contiauar em semelhan-
te sub9tituicao. Assira o commuuico a Vmc. para
os devidos effeitos.
Ao mesmo. Mande Vm:. intregar, indepen-
dente de Sanga, ao padre Antonio Joaquim Soares,
vigario da freguezia de Salgueiro, o producto re
colhido nessa thesouraria de uma loteria extrahi-
da em beneficio da malriz daquella freguezia.
Ao mesmo Mande Vmc. pagar a Antodio
Zacharias da Silva Coelbo a quantia de 3004 em
que importou o fornecimento de trezentos exem-
plares de problemas de Arithmetica e ex-rcicios
de calculo por M. Laigey, feito a inspectorla da
instruccao publics.
4" secgao.
Actos :
0 presidente da provincia resolve crear uma
cadeira do sexo feminino na Pedra Molle, fregue-
zia do Poco Ja Panella.
0 presidente da provincia resolve remover a
professora da Conceicio dos afilagres, Domiogas
Paulina Ayres, para a cadeira do sexo feminino,
ultimamente creada na Pedra Molle. freguezia do
0 presidente da provincia, attendendo ao re-
querimento do padre Francisco Virissimo Bandei-
ra, professor pubIi:o de iostniecao primaria da
cadeira do Rio Doce, em que pede jabilacao, re-
solve oomear para inspeccionalo aos Drs. Pedro
de Athayde Lobo Moscoso e Eimiro Cesar Cou-
linho.
0 presideute da provincia, attendendo ao que
re juereu o professor da prim ira cadeira da sexo
masculino da freguezia de S. Frei Pedro Goncalves
do Recife, padre Miguel Vieira de Barros Marreca,
e tendc en vista a informacao da inspectoria da
instruccao publica de 3 do corrente, sob n. 209,
resolve conceder Ihe dous mezes de licenca com
ordeaado para tratar de sua saude.
Offlcio9 :
Ao inspector geral da m.'truccao publica.
Por acto desta d*ta creei uma cadeira do sexo fe-
miniuo na Pedra Molle, freguezia do Po;o da Pa-
nella. e para ella removi a professora da Concei
;ai dos Milagres, Domingas Paulina Ayres.
Ao mesmo Os trezeotos exemplares dos
problemas de Arithmetica e exercieio de ealculo
que se acharn ni secrelaria dessa reparttgio, deve-
rao ser di>tribuidos pe;os professores primarios, re
mettendo Vmc. quajru ao Rvd. Frei Fidelis, na
colonia Isabel.
Ao mesmo.Tendo em vist o que requereu
a professora Ilenedina Floresta dos Santos Cordei-
ro e sobre que mformou Vmc. em offlcio de 4 do
corrente, n. 211, por despacho desta data jU3tifi
quei as faltas dadas na cadeira de Duarte Dias,
durante o mez de julho proximo passad;, uma vez
que a referida professora renunciou a licenca de
dous mezes que obtivera por despacho de 22 do
mesmo mez.
Ao director da escola normal. Fico certo
pelo officio de 4 do c rrente, de haver Vmc. na-
quella data designado o professor da segunda ca-
deira do segundo anno, bacharel Ayres de Albu-
querque Gama, para leccionar na segunda do ter-
ceiro anno, que estava sendo occupada substituli-
vamente pelo professor da primeira cadeira do se
gundo anno, o qual, por seu melindroso estado de
saude, nao pode continuar em semelbante substi-
tuicao.
Ao Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
Tendo por acto desta data nomeado V. S. e o Dr.
Ermiro Cesar Coutinho para inspeccionarem o Rvd.
padre Francis;o Virissimo Bandeira, professor pn-
biico da cadeira de instruccao primaria do Rio
Doce, que requereu jubilacao, espero que aceite.
esta commissao.
0 auto da inspeccao sera enviado a secrelaria
desta presidencia.Mulatis mutandis ao Dr. Er-
miro Cesar Coulinho.
5." secgao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publica!. Remetta me Vmc. copia do contrato
celebrado por essa reparticio com Watson &
Smith para a construcijio do passadico que deve
ligar 09 bairro9 de Santo Antonio e Boa Vista du-
rante a execucao da nova pome, afim de ser sa-
tisfeito o que exige o ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas em aviso de 30 de
julho ultimo, sob n. 26.
Ao su erintendente da Western and Brasi-
liau Telegraph Company, Limited. Fico inteira-
do pelo seu offlcio de hontem datado de estar esla-
belecida a commuoicac.ao telegraphica entre o
Brasii e os palzes da America do Sul, por via de
Montevideo.
Portarias:
Os Srs. agenles da companhia brasileira de
oavegacao a vap >r mandem dar passagem para a
Bahia, per conta do ministerio da guerra, no vapor
P'u-ani, ';: r^ln d) iwrt*>, ao alf?r* Albert)
Sore da Awsvedo. que sendo do -i' baUliiiio do
tofaataria foi transferido para 0 Ih' da mesma ar-
ma, e beni a^sim a senhora desse oliicial U. Lep-
poldina Augusta Soares de Azevedo.
Os Sr-. agenles da companhia brasileira de
navcg;'i*ao ;i vapor facam transportar a Babia, por
conta do ministerio da guerra, no vapor Parana,
esnerado do norte, o eadete Joao Pedro de Car
valho, que foi transferido do 9 para o 181 batalhao
de iofaotarn.
EXPKD1ENTE DO SECRETABIO
1.' secgao.
Offlcio :
Ao Exit, brigadeiro commandants da3 ar-
mas. S. Exc, o Sr. presidente da provincia
mania declarar a V. Exc, cm resposta a seu offl-
cio de hontem datado, sob n. GiO, qtw fleam ex-
pedidas as nn^'ssarias ord as pir- o transports a
Bahia, no vap"-r Parana, d) alfere? Alberto Soa-
res de Azevedo e de sna seafnra, e bera assim do
eadete Joao Pedro de Carvalho.
2.' secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. 0 Exm. Sr. presi-
deate da pi uviu'.ij mail fct accusar o fecBWiueuto"
do offlcio de V. S., n. 939, de hontem, communi-
cando haver deroittido na mesma data o guarda
da casa de deten<;ao Elimario Alves de Fan i Pe-
drosa e nomeado em sea lugar Jose Pereira M >n-
teiro Pessoa.
. Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda communicar a V. 3., em resposta
ao seu offlcio n. 939, de hontem datado, que resol-
vera sobre o augmento da guarda local do muni-
cipio do Cabo.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. pie3idente da pro-
vincia manda communicar a V, S., em resposta ao
seu offlcio n. 936, de hontem datado, que em 4 do
corrente f)rnecera-se armamento, fardamento eli
vros ao sargamo da guarda local de Bom Jar-
dim.
Ao mesmo.De ordem de 5. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, commumc > a V. S., qae. por
portaru desta data, foi exonerado Joa i da Coita
Bezerra do cargo de 1 supplente do subdelegado
da freguezia de Taquaretinga, coaforrae solicitou
V. S. em offlcio n 943 de hontem datado.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
nncia manda communicar a V. S. que nesla data
foram dadas as convenientes orJens a thesouraria
de fazenda no sentido de ser enlregue ao Dr. juiz
de direito da comarca de Nazareth a quantia de
3004 para soccorrer aos indigentes alii atacados
da variola, flcando assim respoadido o seu offlcio
de hontem datado so'o n. 935.
Ao me-mo.-O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimenio do offlcio
de V. S., n. 942 de hontdin, communicanio Ine
achar-se organisada a guarda local do municipio
do Cabo, constaodo de 10 pragas, 1 sargento e o
respectivo commissario edizer Ihe qoe opportana
mente resolvera sobre o augmento do nuraero da
mesma guarda.
Ao juiz de direito da comarca de Nazareth.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda re
metier a V. S. os tres inclusos tubes com lympba
vaccioica e bem assim communicar que expedio a
necessaria ordem a thesouraria do fazeodt no
sentido de serentregue a V.S. a quantia de 200*
para soccorrer aos indigentes ahi atacados da va-
riola, segundo requesitou o subJelegado do I*
districto dessa eidada em offlcio a que se referio o
do Dr. chefe de policia de boutem sob n 935.
Ao juiz de direito da comarca de Limoeiro.
De ordem de S. Exc. o Sr. presid-nte da pro-
vincia communico a V. S. que, por portaria desta
data, foi exonerado, a pedido, o 2* snpplente juiz
municipal e de orpiiios desse termo Jose Antonio
Pestana.
Ao presidente de conselho de revisao da
guarla nacional de Boa-Vista e Ouricury. 0
o receuimento do offlcio de V.-ft, ds 22 de jalho
ultima, eommuncando haver na mesma data en
cerrado os sens trabalhos o conselho de revisao
da guarda naeional desse municipio.
Ao commandante superior da Escada. S,
Exc. o Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. S. para os flas convenientes qoe, por
offlcio desta data dirigido a thesouraria de fazen-
da. expedio-se a necessaria ordem afim de quo
sejam pagos os vencimento9 das pracas da guarda
nacional deslacadas nessa villa durante o mez de
julho ultimo, segundo sollicitou V. S. era offlcio de
hontem datado.
Ao commandante superior de Flores. Para
os fins convenieutes communico a V. S., de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da piovincia, que
nesta data mande-se pagar os vencimentos das
pracas da guarda nacional desiactdas duraote os
mezes de abril, maio e junho na villa de Flores
na conformiiade do seu offlcio de 3 de julho ul-
timo.
Ao commissario de policia do municipio da
Escada. De ordem de S. Exc. o Sr. presideote
da provincia communico a V. S. que nesta data se
expedio ordem ao director do arsea-l de guerra
para fornocer 24 pares de sapatos destinados a
guarda local desse municipio, conforme solicitou
em seu offlcio de 4 do corrente.
Ao commissario de policia do municipio de
Itamb6. 0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda accusar o recebimento do offlcio de V. S.
de 26 de julho ultimo, communicanio haver na
mesma data entrado no exercieio de seu cargo.
Ao commissario de policia do muuicipio do
Limoeiro. Em resposta ao seu offlcio datado de
3 do corrente, tenho a dizer Ihe, de ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, que expedio se
a necesaria ordem ao thesouro provincial afim
de serem'pagos os seus vencimentos e os das
praca9 flesia guarda local pela respoctiva colleclo-
ria provincial.
DESPACHOS DA PBESIDENC1A, DO DIA 24 DE N0VEMBR0
DE 1874.
Aula Maria da Purilicacao Quaresma. Pa9se
portaria nomeando a supplicante interinamente.
Bernardino de Senna Costa Feilofa. Encarai-
nhe se.
Cyriaco Antonio dos Sant.s e Silva.Nao pode
ser aceila a proposta do supplicante, visto n5o ha-
ver quota coasigoada para ease lira.
Carolina de Almeida Torres.informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
Ferreira & Mathuns. Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Tenente-cormel Francisco Carneiro Macbado
Rios.Sim
Francisco Americo de Aragao Rabello.Deieri-
do com o offlcio desta data ao Sr. inspector do
thesouro provincial.
Jose Xavier Carneiro de Barros Carapello.Pas-
se portaria concedondo a licenca pedida, com or-
denado somenle.
Major Justino Rodrigues da Silveira. ?a9se por-
taria concedendo a licenca pedida.
Bacbarel Joaquim Corre*a de Oliveira Andrade.
-Sim.
Joaquim do Freitas Leao do Amaral. Informe
o Sr. Dr. inspector da saude publica.
Maria Magdalena da Naiividade.Deferido com
o offlcio desta data ao Sr. inspector do thesouro
provincial.
(iCRKCIA TRLEORAratCA HAVAS-REUTER.)
licrBina *a lc novembro.-O go-
verno allcuiho acitha dc :tatorisar
o eMtanclccinicnto de um Banco
Imperial da Allemanna.
aiilMo 'it.O consul da Republica
Argenliua em Milao acatnt de sec
presti p-.ic caasa de sua FalHeacia dc
seis miliiAca do francos).
Koui.ioipt in 31. O pTfjsictc in-
Klcz UINHO, da real mala, ticve cim-
diizlr para o Bio do Janeiro 0V.OOU
cm oiiro para o governo brasi-
1 elro.
^fca dfft Junalrt ^fc. ysMMgosi o in*-
qafcte naeional OBflEATft Saiilo pa-
ra Sew-lork, pela Bahia e Pernam
buco. o paqnete amerlcano MEIi-
RISIACK.
NOTIVIAS COHMERC1AES.
Londres M.-Aluxa do degconto
nu praca cnuiimia a ser e meio por cento. Consolldadoa
de 3 o o. roR account, a 93 1/4. Fandos
brasilelros de 5 O/O. do anno de
1MG5. a ion. Cafe -. calmo : precos
flrmes sem alteracao; Assueair s
transaccdes quasii tiullas I precos
nomlnaes.
Liverpool 8 1. Algodao : calmo ;
precos Brines sem alteracao t ven-
dcram se hoje doze mil fardos.
sendo mil e cem procedentes da
America do Nul i o fair de Per-
namhuco a S d. por libra.
Aiilui-rpia 34. -*'afc i calmo i pre
cos flrines sem -acao.
Uuvri' 31. ii"'ni; Idem.
Alfodiio : trans regulares ;
precos mniio 11 _es t o ordlnario
de Pernantbuco 93 francos por SO
kllofrs.
amburgo 3 a. Cafe s calmo ; pre-
cos Urines sem alteracao.
.Har.seiha 34. Cafe > transaccoes
regulares ; precos muito flrmes-
\siucar t de Pernambuco 33 fran-
cos e SO centitnos por SO kilogrs.
Mew-YorK 31. -Camblo sobre Lon-
dres i-so. Onro 111 3/4. car.-:
calmo; precos Onnes sens alterac&ot
O do Rio FAIR IS, e O GOOD 18 1/3
crnts por libra. Algod&o : medlano
uplands 1 a Y/8 csim por libra; as cbe-
jradas de hoje aos portos amerlca-
nos elevaram-se a once mil sac
cas.
Bio de Janeiro 85. Camblo sobre
Lojidres sem alteracao. O me re a-
do de cafe esta quieto t a primeira
qtialiil3 OAOOO.
Balifs 85, -Cambio sobro Londres
3 1/4 d. bancarlo. 3 1/4. so 1/8,
3 is e 30 / d. particular. Cam-
blo sobre Paris 304 reis por fran-
co.
i;iiii*ii(v (omiKiimi,.
Londres 34. O deposito total do
*n p trr J rafi e qninbentas foncla-
das; durante a seinana foram em-
trcgues quatorze mil toneladas t e
descmbarcaram dose mil.
(AGENCIA AMERICANA.)
Londres 24 de novombro,0 vapor Ml-
NHO, da real mala, leva para Buenos Ay-
res cem .nil libras estorhfiljs, por conta do
emprestimo feito & Republica Argentina.
Liverpool 24.Algodao: continua fir-
mo ; vcnJas boje, do procivJencia brasilei-
ra, 1,100 fardos; precos inalterados
Havre 21. Ajgolao : firme ; venduram-
se bojo 1,200 firdos.
Lisbon 24. Sabio para o Rio da Prata
pelo Brasii o psqueto francez MENDOZA.
Bahia 25 ds 3 h. e 25 m. da tarde.
Cambio sobre Londres 20 l[i banco, 20
1|8, 25 1\'* o 20 7i 16 particular ; sobre Pa-
ris 364 r. particular.
Pard 25 ds 3 b. e 15 m. da tard*.
Os bancos restringiram as operagoes. Pu-
blicou-Si hoje A TftlBUNA ; continua no
seu proposito e na mesma linguagem.
llio 25 is 2 h. da tarde.0 mercado
monetario conserva-se firme ; porem sem
alteracao nas laias. Saiiio hoje para o
norte o paqnete arnericano MER.nlMACK.
Vai sahindo con destino ao Pard a corveta
nacional VITAL DE OLIVEIRA.
Rio Grande do Sul 23. Sabk) boje para
Pernambuco a barca ARMIZIJSDA.
DIARLUJJ PERflrlMBUOl)
RECIFE, 20 DE NOVEMBRO DE 187*.
Noticias da Europa.
Hnntem as 10 lioras da manlift fuudeoa no la-
marao o vapor inglez Neva, trazeudo datas de Lis-
boa ait; 13 do corrente. Djs joruaes e carlas co-
Ibemos o que segue :
franc*.
0 projecto de perpelnar a assemblea nacional
ate a expiracao dos poderes do marechal Hac-Ma-
lion, de Ibe lirar o seu caracter constituiDte, e de
encarregar de organisar a republica tal qual exi-<-
te aclnalmente, encontra poucas sympathias.
As fojhas republicanas de todas as cambiantes
rejeitam este piano ; cs jornaes seplennaliatas re
pellers o. Nao 6, porem, impossivel um revira-
in-ni". >
At6 agora s6 se conhece a id6a por roeros boa-
tos; o seu promotor principal, publicista perma-
n-nte qua se prepara para entrar na arena da po-
lernica quotidiana, o Sr. de Girardio, ainda nao
desenvolveu os sem argumentos, e 6 bomem para
embaragar cs sens contraditore3, ate mesmo sus-
tentando uma these erronea.
Entre os debates que se apresnntaram logo des
de o prineipio na assemblea nacional, espera-se
uma grand.' disenssio sobre a renuvacao das can-
didaturas oflkiaes, otBciosas ou agradaveis.
Desempenharam claramente o seu panel nas re
centes eleiijoes dos conselhos geraes, e motivaram
da parte destas assembleas am certo numero de
ioqueritos que nao sabtram a favor dos agentes do
governo.
A opposicio encontrara ahi armas efflcazes pa-
ra Bdtnbater o ministerio, se flier suas as tbeoria9
ile algnns dos seu* inembri s f0^re a legiiiraidade
da uitervnsaa da auiuniadu para inaretr a.< mas
preferencias; isto da partu de um governo que sa
tinha organisado para faier respeitar n- treguas
dos parlide9 6 uma theoria bastante audaciosa e
dillicii de defender.
0 Patriota de Ajaccio pnblica uma carta-
prograinma do principe Napoleao aos eleitores de
Ajaccio.
Beeeraa a sua luta contra a politica do Mexico
e d Montana, a sna particioar-vi na politica don-
de resultou a liberdade da Italr, a annexacao da
Sabuiii, u a livre troca; a sua oopoeieAo as candi-
daturas i.Tlcincse a gnerra du 1870
0 princlpd Napilel> declara reprovar a politica
reaccionatla o clerical dos chefes impcrialistas.
aJSxistem dous parlidos, di. elle : a reaccSo
o pi grl no. Ex sou pelo progreo.
Nada de dictadoras; o priocipe Napoleao
quer um governo demoeratico, com instruccao
gratuita, organiaactao do exercito, modiGcagao dos
impostos, emancipagio das commuaas, separate
da igreja do estado, liberdade de iraprenaa, direito
de associ'aQao, snppresslo dos einbaracos admiois
trativos que se oppoem ao clejenvolvimento do
commercio, e termioa repellindo a accusafio de
ambifao pessoal.
Este manife.-t.i fez grande bulba no muudo
politico. V^ se d'aqui a confirmacjiolde nm schis-
ma profaodo no campo bonaparti>ta, schisma que
podera eogrossar ainda e prejudicar a auidade de
ac;ao deste partido, segnndo os elementos deste
partido se inclinarera mais para o rleriialismo da
imperatriz, ou para as tenJencias revolucionarias
do primeiro principe de sangue da dynastia na
poleonica.
ITALIA.
0 ministro dos aegocios eslrangeiros o Sr. Vis
oonte Venosta n'dm discurso aos seus eleitores ca-
racterisou a attnvle da Italia na politica exterior
deslarando que ainda i(ue contra ella bouvesse na
Europa um partido abertamente bostil, a Italia de
sejava viver em paz com todas as poteucias.
No interior o governo occupar-se-ba das qnes-
loes mais argentes, a situacao floanceira, e o res-
tabelecimento da seguranca publica em algumas
provincias.
Os jornaes italianos mostrara-se muiio affec-
tados com uma carta qae appareceu na Tribuna
de New York e da qual results que Garibaldi con
seniira em receber dos seus araigos da America
soccorros em dinbeiro que ibe eram indispemaveis
para occorrer as despezag da primeira neccssidade.
Os j >raaes araericanos acompanbaram esta air-
la com commentaries, em qe acensam a Italia de
iogratidi) e comparam a Belisario o libertador das
Duas Sicilias, a quern o proprio Victor Manoi,
em uma circumstanoia solemne, ehamou o a h-r .<
legendario do seu paiz.
Os jornaes italianos respondera a estas argni-
{oes dizendo que ja em 1800, e depois por di-
versas vezes, o governo italiano tentou preencber
o seu dever para com o bermita de Caprera, mas
que esle sempre declinara lodos os olferecim ntos
que Ihe eram feitos, e qie por vezei rejeitou ca-
tegoricamente,
Kniretanto que reconheeem que estas recusas
nao podem desempenbar a Italia do seu dever, e
elles propoem que o parlamento tome em coasi
dera^ao usta questao para pagar a divida con-
Irahida pelallalia.
0 Daily News que ba algum tempo mostra
uma grande prcdileccao pelas noticias de sensaQao
diz que acaba de receber de Roma a noticia de ter
o imperador da Allesanha responjidr a carta do
pontifice, em que este se queixa da perseguicio
da Igreja calbolica.
0 imperador teria dito qae o seu mais vivo de
sejo era viver em paz com a igreja, mas que era
obrigado a proteger o estado contra os ataques
'''Esta noticia, porsS!!.".na3 ^(SmSi
da eorrespondencia Mwada ha tempo entre o papa
e o imperador Guilherme.
A Impreii'a allema nao tern ate agora feito allu-
sio alguma a segunda edicao desta eorrespondea-
eia.
0 governo ingles, era consequencia da solncao
dada pelo gabinete francez a qn^wtSo do Ortnoque,
acaba de decidir a snppressio da missao offlcios*
que ainda maniinha junto da Sanla Se. Uma fo-
Iha italiana a Fanfutla, conflrraa esta noticia, e
da-a como official.
HOLLANOA.
0 commandante em chefe da segunda expediQao
neerlandeza de Atchin, o general Van Swielen, di-
rigio a um jorual hullandez uma carta em que af-
flrina que o fim da expediQao foi completameole
couseguido, e que os acontecimenlos deram razao
a poliiica que elle nao havia cessado de recom-
raendar.
I.NGLATERRA.
I'm telegrrmma de Gwalior, na India central,
annuncia a captura de Nana-Sahib. Nana Sa-
hib era aquelle pacha que. por occasiao da re-
volia dos Cipayos, trabindo a palavra dada, fez as-
sassinar uma colonia de officiaes a fuaccionarios
ingleze?, que haviam cahido em seu poder com to-
das as suas famllias.
Quando as tropas inglezas cbegaram a Av-np iri,
em que o drama tinba succedido, so encontraram
os cadavares dos seus compatrioias barbara, trai-
rueira e cobardemente assassinados pelo bomem
em quem se tinhara conliado com sua: mulheres e
Qlbos.
0 autor desles assassinates tinha desappareciJo,
e nunca foi possivel apanbal-o. Dizia-se que se
tinha occuliado em algum vale desccobecido do
Hymalaia.
As noticias recebidas nao nos dizem se acaso
foJ descoberto o seu retiro, e ahi apanhado Nana-
Sahib, on se este querendo tornar a ver o theatro
das suas facanltas, fora ahi por acaso reconhe-
cido.
Os joraaes inglezes recordam os attentados e
tornam-se ferozes com o pensamento de que vai
receber o casligo de seus crimes :
0 Daily News exclama : < Nada de piedade. Se
a pena de mort? |devia estar abolida FDtre no*, se
ria preciso retardar a abolicao para um ser tao per-
verso, cujos crimes sao uma vergonba para os ra-
dios, uma nodoa sobre o seu paiz. 0 castigo do
culpado, monstro por tanto tempo poupado, .-era o
unicoe jusO lim da revolta de 1857.
Os jornaes inglezes publicam mnitos pormenores
sobre a captura da Nana-Sabib, mas de toda a
parte sifrgem as duvidas sobre a sna identidade :
o individuo preso di'z ser ocolpado; o maha-
rajah Sciodia de Gwalior julga reconhecer nelle o
antigo chefe indio Nana Sahiu ; mas os medicos af-
lirmam que o prisioneiro 6 mocp de mais, para po-
der ser o crimraoso dos massacres do Gownpore ;
parece lambem certo que a confissao do prisioneiro
fora feita em perfeito estado de embnaguez.
Por outro lado diz-se que o makarajab de Gwa-
lior fora n'outro tempo am inimigo pessoal de
Nana-Sahib e que prefere sacriQcar o miseravel
qne se acha preso, a deixar escapar o verdadeira
Nana-Sahib, em caso de duvida.
Vai abrir-se um inquerito e onvir as necessa-
rias lesteoinnhas para se provar a identidade de
pessoa.
DIN AM ABC A.
A gazeta da Allemanna do Norte sob pretexto
de reclificar a versao do Tagespress relativamente
as explicacoes que o ministerio dos estrangeiros, de
Uerlira, dera ao enviado da Dinamarca sobre a et-
pulsao do? subditos dinamarqnezes do Schleswig
do None, nao faz mais qae conllrmar aquella ver-
sao.
Diz, porem, que o governo allemao n?.o reco-
nheceu que tivessem sido commettidas faltas pela?
autoridadts locaes, por excesso de zelo, o protesta
eonl.'a a? ininuacoe3 dos iorn*esestrang iros, que
atlribaera a Allemanha velleidades de interven^ao
nos negocios do Hespanim.
0 governs allemao tomando a inici itiva do re-
count cimento do governo de Madrid, p'la Earo
dera, segundo diz o jorual ofllcial deBerlun, a me
Ihor prova da sua politica esseuci.il n 'a i p i
relalivaroente a Hespanha.
0 principe da Dinamarca ehegou n i d'u tH
de oulubro a Berlim onde visitou o princi(w impo
rial da Allemaniia em Colsdam e dalu parlio
o castello da Muskao, residencia ^do i-riumpe Pre
derico, dos Paizes-Baixo3, av6 de sua mnlher.
AU.EMANH -.*
0 governo allemao apresentoti so conselho fe-
deral o projecto do orraraenlo d3 gneira para o
exercieio proximo, qne deve ser snbmellido ao pa; -
lament-). Os creditos pedido olevam-se aJW ai-
Ihoes de marcos, on 51 roilhoes mais qoe part
o exercieio preeedeate.
0 conselh i federal oenrpx-se tzrnfiem o> dar t
uluma redaccao ao projecto de lei tobre es kaa
eos, qne deve ser um dos primeiros snjeitos m >
hbtracoes do parlamento. O relitorio da coauais -
sao mostra muitas divergencias de opinia \ retali
vamente a diff^rentes preceitos formulados no an
li projecto.
MM disposieow foram approvadas unaaiae
mente.
O artigo 37 que prohibe a eirolacao na Kiln-
manha de tolas as nolas do banco represent ad
valores em tkalers ou em marcs que nio leaaaai
sido emitlidos pelos banco* alleraies aotorisado*
foi uma das dispo*ico*< naaniin-tn-nie approva
das Deste raodo os billietes do gnnde dacado dc
Luxemburgo achar-se hao exclaidos do irop-r:1
apezar das vivas inslauciaa do representante dogo-
verno 'graodncal.
No dia 29 de outubro abrio-se o parlaoteat' i
allemao sob a presidencia do imperador.
0 discurso imperial e impo.tante especialtMOln
em relacio a poliiica exterr>r. Aliud: a injas-
tas snspeilas b de qae tem sido objecto a poliuci
do sea Rover a i, e a proposilo apoic a sobre o po-
der actual da Allemaolu e sobre a resolo^ao 4e
sd fazer respeitar. afBrmando ener ^icantente a saa
?ontale de manler a paz.
Itesulta, alein dis suspeilas de que se trata, e segundo as qaaes.
como se sabe, os governo* de H jinha e de Ita-
lia nas suas desinlelligencias com a Franca Mtiaia
obedecido as excitacoas do Sr. de Hi--nark, aiada
nao seintroduziram nas relacoes clliciaes.
Dizem de Berlim ao biity Newt qae w
depulados ultramontanM estao re*>lvi to* a i
pellar o Sr. de Uismark sobre a qnestai do
1j de Arniin logo desde a aberlora do parlaa
A acri.i civil inteutada pelo c m le de a mm, so*
forma de queixa em difTamacao e tendeala a obri-
gar o flsco imperial a jusuncar o seu direito de
posse sobre os documeotos reclatnados ao Sr. tt
Arnim, tendo sido rejeitada pelo tribunal do art-
meira instancia como iaadmissivel, foi apreaaata
da agora peraoteo tribunal de s-guoda
cia.
A Gazeta d i Cruz pubUca a e>te respaiio
communica^ao que Ihe foi dirigida por u
do conde de Aruim, porlanto este ulumo
testa o caracter official dos documenloa da tjM
reivindica a posse; mas jnlga-se aatorisaao a
conservar etles doenmeotos, pelo motraa de so re
ferirem ao confliclo sobre7indo eat-a e le e o eaaa
seller do imperio, qne tem am caracter anaaeiil
mente pessoal e qne nun-a os lizera entrar aos ar
chivos da embaixada.
0 coade de Arnim foi pon em liberdadf
provisoria por autorisacao do irilmml da priaMsrs
instancia e sab flanca. 0 sea e.tid> de sadde
processo esti quasi termini
orevemeuta em julgamento.
Foi julgado em Wurzborug o assassin} Kullmann
pela tentativa de assassinate contra o principe d
Bismark. 0 reo na aalieocia ap-esent a se e
raro cinysmo, daado lodes os pormenores da saa
mallograda teu'ativa, da saa premediucao. aaal
buindo-a a suas ideas religiosas. 0 tribunal: n
demnou-o a 14 ann s d trabalhos forcados e a V
aanw de vigilancia e a d^gradac-i) crnca,
0 reiebsrath austriaco, duranie a sossio qo-*
acaba de comecar, tera a mesma |>h\>i Miomia qnr-
na se3Sao preejaente. Os d:putaujs feleralists
dissidentes galhcianos, tcheques, e moravios. coa
tmuarao a brilhar ahi p la sua ausencia. O oica
mentodeposto pelo Sr. de Prelis afMHaal um:.
viva Parpreza.
Esperava se am delicit ; ,i erise liaanceira qu,
A Austria ac.iha de atraves?ar, parecia mesnao d->
ver tornal a maisconsileravel. Amla que M
deficit seja coberto por uma n .va eroisao de uta
los de reuda, o que aggravara para a Au-tria o la
toleravel far 1 > da diida publica, o ministerio espe
ra encontrar nas economias a etlec'.uar e sobretud*
na reforma de todo o sys'.eina de impostos, o
meio* de cbegar a equilibrar as receilas com m
de.spezas e a con juistar ssim um ideal proseguid
havia mais de um seculo por todo* os govtrno^
que na Aus ria se lee-n succedido
De certo, os recurso* ds Au'trU cisleitanea sa
imnensos, e uma boa administra(aosecandadapor
felizes conjancturas politicas e por boas colheitas.
cons gnira fechar o abysmo do deficit, c'intact >
que a politica dos gabinctes que n'oairos tempos
abriram e profundaram, nao venha pOr-se de tra-
vez da regencracao do paiz.
Este desperlar das antigas tradi(oes auslriaea*
nao 6 muito para receiar actualmente, ma?, por
outro lado a nova politica 6 muito coniratiada pe-
las corrente* hoslis que reinam nas alias esphera*
para que se possa ter na sua lorca e na saa dara-
i;io ama conlianoa absolula.
As apprehensoes sobre este assumpto manifes-
tar-se-hao provavelmente logo, nas primeiras set-
sdes do reiclisrath. 0 discurso proounciado pel
ministro dos cultos e da instruccao publica, o Sr.
Stemayer, peranle o* seus eleitores de Voicttbert.
fornecera ampla matfria para interpella^oes.
programma governamental qne elle expoz nao e it
bom agouro se se compara com os voios do pat:.
0 ministro disse que a politica do gabinete coa -
titucional liberal, comprebeodia tres evolucoes
Na primeira o ministerio esforcou-se de emaneipsr
o parlamento das dietas, por nreio das eleicoes d-
rectas, e de assegurar assim o livre jogo das in--
tiiuifoes parlamentares. Nr-^egunda o minister, i
comagrou-se a regular as relafcoes entre o es'ad)
e a igreja, sobre as bases legaes, asssgannd) t
independencia e a autori Jade do poder civil. K' j
qae pretende ter feito por meio das leis c mstitt
cionaes.
Qaanto ao terceiro period j que se enceia, e de^-
tinado as reformas ec^nomicas e finaoeeiras.
0 parlamento podera aceitar com coolianca es:
annuncio de uma nova era economica e flaaneesta
para a Austria, mas nio sera todo Je aecordo a*
que o gabinete tenha resolvido a qae'tao da r> -
forma confessional, fazendo votar leis de qaa aao
trata de exigir a exesucao. e que nio re*oiva i
todos os casos previstos.
0 Sr. Stremayer respondeu a ama interpellaeao
directa, feita por um dos sens eleitores sobre a In
troduccio do casamento civil obrigatorio. por men
de uma evasiva, equivaleate a conflssao Jo qae o
gabinete Auersperg jamais tomara a iniciativa de--
ta reforma capital.
0 auditorio do ministro nao pirece mmto con-
vencido com os seus argumentos, e mesmo Uox.
joruaes pretendem qne os eleitores marcaram a
sua desapprcvacio p.>r meio de assobios *-
quentes. .
u auligo ministro o Sr. lierbst, o mats bi.-
Ihante orador do reiclisrath, e que so sopponl a
pertencerao caiupo u is bberae- doitrinarios, aci-
h i e,,r eleili presidente do clnh parlanr nt.ar
. E' I'.ma coaquista preciusa, *ee smcj/a
para iijj .. ista. 0 Sr. liorb I irax o
parli-i'J :"*-'
ros>,
ill
iIi-O .-.
-- .V. il .;. .; I i*-'-' mil*
o.-sala a import ile irae e poJ :
> il-*- ,., id ;eirai uc.)ju p j
rate i'J I >
trn>voa i ipostoJ aobra as icaiza.
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9
Ifoyy fe Peniambuco Qutta feira 23 de Novembro de 1874 .*
*. -..
V
sobre o capital, sobre a transmissao de bens,
sobre as patentes, sobre os alagoeis, s/*re os
objectos da-equsumo, sobre as associacoos in
dusiriaes e floanceiras, sobre as minas, a cai, o
porte de armas, etc, etc.
Entretanto a necessidade faz lei, e jamats neeas
sidade maw inexoravel lera obrigado urn oaiz a
recorrer aos meios extrerao3 para fazer faee as
*uas necessidaies e honrar a sau< eomproraissos.
Duvid.i-.iq porem, em Pesih qoeo Sr. Gayczy ganhe
a parlida.
Na Croacia os debates da di6ta da Agrara tes-
temunham grande pa'ilicacao nos espirilos, e a
volia da opiniao publica as ideas moderadas Uvo-
raveis a uniao com a Hungria.
Esta feliz mudanca e, em parte, obra do ban,
o Sr. Mazuranies, e a consequencia da subida ao
poder do ministerio Ghyazy. Ea todo o ca e do reino ilavo, que o reino magyor tera do
recciar actaalmente gr<>odes embarajos.
PRIXCIPADOS DANl'lllANOS.
Conflictos graves a:abam de rebantar na
Herzegovina que por tantas vezes tern sido 9 '.hea
tro de lutas saogrentas entre os turcas e os mon-
tenegrinos.
Em Podgorilza, oidaleda fronteira da Herzego-
vina, os turcos, sob pretoxto do vingar 0 assassi-
nato de um dos sous compatriots, cahiram sobre
os raonlenegrinos, que frequeutam 0 merc-ada de-la
cidade, e que estavam desarmados; assassinara n
bastantes.
N'outra localidade do distrieto de Piperi, todos
os religiosas de a 11 c mveat e grande uumaro d;
seculares e de iiiulhere* foram degolados.
Apezar do a I >c.ttnauto dos costumes e da civili
sacao que segoirain 0 eslabelecimeato de um go-
verno regular no p-us-i riio do Montenegro,"os
seos*habitantes nao p lera:n si ida aa qaalidades
da saa rac.a. Res-bti terriveh represalias.
Informacoes da Coa-tantta ipli dizem que a can
sa destas graves dewten*, f.tfa a reensa.d s
ehristios de obelecer a or to u Jada p-'lo governo
turco de desarmar a p i(>ah*>.
lofurraacois a i-ri.c 1- c >u!irmam que a luta
entre a peput ; 0 cltri-o.a e us turcos fora nraito
inartifera. JJo nu iwrj das viclimas contam so
ruuitoj mOo'eaegruio-, mi* lambent muitos ehris-
tios snbdftos ott n.ui .-.
Pareee quo a l* > ta nomeou uma eomnissao
mixta de horn n* de c inllaoci, pan fazer um in-
querito sobre os acuntctm?ntos de tVlguri'.za. 0
Montenegro f.i coavijajj a fazer-se represestar
ne;ta eoramissSo por u:n d;legado, mas antes de
aenm esia proposta, psdio a adraissio de coa-
soles eslran^eir;?.
A Torqaia rejeitra 0 pedido dj Minte negro de
dtBiltir consoles c irangeiros no Inqoerito a que
so v;>j proceJer sob.-e os a:ontecitnet;!os de Pod-
goritz.
Es4e pedido era mtuto juslifiealo pola p^rciali
dadd bein eonbecida das autoridades torcas nas
eontestacdos entre os sens sttbdttos; e tssitn a re-
cusa da I'urta caafou uma sorpreta que the nio e
favoravel.
Uiz se de 6c itan da Albania que muitas prisSes
so tern tffectaado cm lodgoritai e quo u governo
lure), para assogurar a maiutemj.io da ordeni,
enviira rcf re- a guarni;ao desta localidade
Dizem de Constantinopla qae as tre> gran-
dos potencias : A Aastro Hungria, a Allemanha e
a Russia, Szeram um3 teotativa siraultanea juui"
t!a Pyrtj para Hie n-tiflcar a saa int^ncao de eon-
eloir tr.'.taij.- de cjmnvrcio eom os dons estados
tributuio', a Itonmaoia 0 a Servia
A Poit eomo sc psperava, respoodea por uma
recusa pereiiiptoria, invocando as etlipala^des ex-
pressas do tratado de Paris.
A Gazela S'cimA ;- biiea uma sorrfSpondect-
cia d>; Belgradj ornjjue diz que 0 govemo uttoooa-
no dirigira ao- rcpfv-entaates das gra^d'is poten-
cies uma Dotj ideatlea para pedir 0 seu pareeer
sobre 0 diretta quo reivindicam is eftida vm-
Mllos.
0 fim d:ste procidimento injolito seria confir-
mar a-js o!aos da Earopa, quo as opinides das dif
fcrentes potencias nio sao aecordes, e ate nie-m >
cjntraditjn>.-i sobre e&tfl assuuipto.
S.ibe-se que a (nglaterta nega ate mesmo a R>u
mania 0 diroito do cdnctnir cjtivenroes eommer-
tiaes e que ;^ as ndmitte para a Servia, que naj
''ta icjluida nas indtca;5es do tratado de Pa-
ris. >--a
A Franja c da mesma opiniio do gabinete ia-
glez. ....-J.j
A Italia uai rej ita em priacipio a reivindicaciio
d's estados tribatario?, mas nao quer pela saa
i..rte concluii tratado al;a*n com a Ronmaoia,
Laizem qae os judeas nao gozam dos direitos ci
- i-^.... .-..<, .-urvir-see-tle-t* livergenna, para
a opp.ir coaw prttcxto da sua recusa as preteu-
tj3.es dos governos de Belgrado e do Bucharest.
Mas se a Russia ea Austria, eojos territories
sao Lmitropaes los estados Daa'ibianos e a Alle-
manha quo ten) alii polerosos inleresses que sal
vaguardar, persistem na Mia ratencao, a recusa da
Ports, e a 0;>i:i>n, > divergente das oulras potencia-1,
nao impodirao le concluirem as conven;oes com-
merciaes que tern negocia !as, e a Porta e os go
era >s divergentes, nao po-lerao i:np?Jir, nein in
Vililar taes convencSes a n.io qaererem resusci
tar por uma eaova tio seeuniaria a questao do
O.iintc.
O principa Carlos di Rmmaoia enirou depots
de uaia I inga aoseocia em Buch.irest.
Logo d- p. is ila sua v,,lta a?itio as grandes
raaaobras d) exerciti, quo ,-e effectaaram nos ar-
redoras da eapital e que terminaratn por uma bri
I ante (esta miiitar.
Os olficia. s o.-trangeiro, que assistiram a esta3
manobras elogiaram a b a <.rganisa>,ao e boas
qualidades de>te exerciio.
alas ha uma ?o:ubra a este quadro : um b ,m
exercito e enstoso para um peqoeno estado, e a
sitnacao cconomica d 1 Rou;nania aeha-se em con-
dlcoes pouco satijfactonas.
_A folha ol'drial diz aos seus eoneidadSos que
nao desanimem c aao dosespereoo da sorte do
paiz.
0 paiz, diz ella, atravessara vlcioriosamente a
crise actual ?e a confiauca ptibliea e a dedica
cao da n^Sj Ihe nao faltareai.
Eslas connssoes tornam bastante difficil a reali-
sacao das aspiracoes aiubicio-as que se altribuem
aoi horaens pulilicos da Roumania.
GUKCIA.
que existiam dlssontimentos entre 0 exbai\aior
de Hespanha e:o ?arls e 0 sett gowrao-
t 0 Sr. de La Vega de Armijo, fa/ia, sejond
lizom aquellesjomaes, uma politiea pessoal, 1
rta de sua propria auDriJale,' dado comrnuoipa
cao da nola que ultimemeBte apresenteu ao go-
vexno Jraocoz aos seas collegas. acceditados Junto
das ontras potencias estrangeiras.
Uma caita de Madrid, afflrma po.6m, que es-
tas inf'rraacoes sio erroneas :
t Nao existe dissentimento a!gum envre 0 em-
baixador de Hespaaha ens Paris e 0 seu goveroo ;
pelo contrario ha entre elles a raais perfeita cora-
munidade do idea. Quanto a nota que lot appro-
vada em Madrid antes da ser remettida, nao Tot
co.Tjrauuicada aoi oatros represeotaates d lies-

Jeira, era que si c-tm-iiuntcava ao^govnnn4o|B* j X.l> qaeremis
rat da Ia-iia oie d-rei (l>. Pelro v) niio c-c.t':
ra oorarnatapi* da pena ao roo Xaraaa-Lda -sea-
tencialo a pena ultima.
t Ctimo aotamos eatao a falta le forraalidades
deste acto, quasi completamente igoorado, parecia
flajrante.
t Q goverao dessa enoca, ministerio histonco,
nao deu publicid sentcuca.
< Ojoraal, ofa/i, orgio aa'governo historico,
eujo centra 6 p*widido"uelo dafae de Louie, mos
pauaa, senio por ordem do raiaistro de estado, tra^a ignerar o facto ; depoi: della puWicado can-
caias instrac^ocs nao deixaram de ser seguiias tinuoa, >jere:n, a aawour Bosttivaaaeate que D.
en% todos os pontos poto embaixador em Pa- Pedro V nao havia eoaarmada essa seoteaca.
ris. t D'aqni naturalmente a acensarao ao gabinete
Urn despacho dirigido de Paris ao Times, faz de 1857, de ter enganado 0 rei, e de ter arrogado
receiar entre a Allemaaha e a Fraora complicacy's a si as prerogalixaa sob pretexto dos af-gocios de Hespauha. F netavel quo 0 nobre duque de Louie" teaha
t 0 c rrespoaleiire do jornal iaglez, desmentin- deixado correr a discussSo scbre este ponlo, sein
do oboato juo a chancellaria imperial tive-se in- aesdarecer nas reunioes do C9ntr> a que activa-
teujao do fazer apeiar 0 memorandum do gabinete mente preside, e onde se estabelecea a posi^Jo
de Madrid, ajunta qae este boato se poderia tornar que 0 partido toinaria oe^e assa^ipto.
uma realidade se a Allemanha achasse uma outra < 0 dilemma estava e3tabelecido ; on 0 marqaez
poteocia disposta a fazer com ella a demoastrajao de Sa.hoaralo soldado que sempre se achoa a
de que se trata. E" preciso, porem, deixar ao frente do partido iprogrtssista, commetteu oma ar-
Times a responsabilidade das saas revela^oes. bitrariodade exprdindo uma portaria de lal Impcr-
0 jornal bespanhol a Iberia pareee couflrmar taaeta, sem conbeciraento do este boato : 0 conseniimento do soberano, era cujo nome recu-
Segundo noticias que recebemos na tarde da sava 0 perdao ao'oadetnnado; e e hontem (2'v de outubro), a ultima bora, nao passa- seria sulflcieate para deshonrar 0 esta iista, que
nam muitas boras sem que e Allemanha dirigisse nao tivesse os hoaroso3 preceJeates da lar^a car-
a-- goveroo francez uma eaergica nota em apoio reira publica, do anciao que todos respeitamos, e
das nc-ssas reclamacoes, porque, segundo informa- que eum dos heroes das lutas pela liberdale.
cioes ndedigaas, as orde.is e disposir^Sas emanada- Nesta hyp.,these 0 duque de Louie, que nao livera
jraci
acouiir
. u'.u.',uon. 0 proprio
I'.:iiz nio tern culpi de iguorar estis 9U.rcessos iuo
poiiam pelo lapso de tempo ter esqueeido aos pro
p 10s que figuraram aelles. 0 nosso empenho e
unicaraente renabele:er a verdade historica para
qae a discussio nlo a3sente em bases inexacias.
Mils uada. 0
Apezar desla historia mtnaciosa dos factos, 0
Patz respoode reservandose para quando liver
wsto todo 0 processo I
' ILa dos jornaes que ataca 0 cumprimeato da
pena de nwrte, se ella for imposta ao re") miiitar,
apresentav* era abodo das suas apreciacfies a no-
ticia do umi confereneia entre S. M. el-rei D. Fer
nfnJo-00 Sr. Alexandre Hercofano, diaendo que
Alexaaora Herculano se prozmaciava contra a ap-
phca^io da pena ultima no caso sujeito.
AioJa quiado ul convwsacao, ou conferen-
ci 1, podesse tor existido entre os personagens era
questao, a posicio de cada am delles conserva-os
afastaios do- negocios de publica administracio e
nao podia ter outro caracter, ime 0 de uma sim
pies opiniao particular. 0 Sr. Alexandre Hercu-
lano, querendo manter a sua neutralidade nesta
discussao dinge uma carla ao Jornal do Comnur-
ao negando 0 facto, cstranhando qqe 0 envolvam
em assumptos que Ihe nao pertauee deoidir ; eis a
Is escriotos do Sr. Herculano sao sempn
couhecimento de facto tao importante, reconhecia
a sua iahabihdade e ineompetencia para.oespi-
nhoso cargo de presidente do conselbo de iiiluis-
tros
Ou 0 proeesso segoira os tramites legaes, e
D. Pedro V recusarao perdio ao reo iueaelle
rocorria, tendo ;id) ouvijo 0 conselho de es-
0 silcncia dos mir
vivem e da maioi
i > ministerio do interior e dos negocios esirangeis
ros, nao foram Melmenie cumpridas pelo prefeito
dos Baixos Pyreneus, nera pelas deraats autoridades
da fronteira.
0 facto cnwlve nma gravidado que nao pode
occultar se aos nossos leitores. A insi;tencia do
governo de Mac Mahon em sustentar no seu posto
o marquez de .Vadaillac pareco que 0 um protesto tado.
vivo contra as reclamacoes do governo hespa-I N'este caso 0 qua signiflca
nn"'- (nistros dessa 6pa.:<, que am la .
a Prepara-sc outro de-embarque de arraas para pane dos conseliniroj da estado ?
os carlistas. | a 0 Jomald* Hotfe de 9 de novembro vem es
a Um navio suspeito est3 ancorado ha ires dias clarecer a questao :
em um porto franco*, e eid-se que sera cm argosj Se hao t.vessiaios pr-'mettido aos illusfres col-
das reclamagoes do consul do Hespanhi, sefara a legas do Paiz, da,- l&es raais algutnas iuformajoos
vela segunda-feira, com 0 proposito de deserabar- acerea do suppliciodo Naraaa Lola, seriaatos obri-
cir o arcoamento, na proxima semana, nas cosus gados a fazel 0 em an; no Jo cretito dos Srs. mar
do mar caotabrico. quez de Sa e duque de Louie, e em honra da mo-
0 patriotisnio veda-nos ser nnis explicitos. \ moria dos Srs. Juiio Gomes, Elias da Cunha Pus-
A Ep ca acode a acalmar a natural excitacno sna e Jose" Jorga Loureiro.
da opiniao publica, dizendo que espera que se uao \ A ser v.>r lade qua 0 Sr. D. Pedro V nao lives
coafirraem as ncticias dadas pelo Times e pelo sa recusa]) usar do poder moderador a favor do
Iberia, as quaes coincidiram com oulras mais sa-' reo;cj;njer.-aU:noiitddisseramireiHecl) do^utz,
tisfactorias, segundo as auaes 0 governo francez j uadecia a pala.ra honradissima do Sr. marquez
pareee resolvido a afugentar lolo e qualquer pre- [ do Sa que aunu^ciou '.mente a abstenjio do
sal*, das sess3as iA camara para a uniirsosa
des!a para 0 theatro, e para us meetiu
0 Rvr Sr. mefs cfcaotfe Jo
untcipa
Coasiituio-se 0 tribuual arbitral para resolver
sobre a multa imposta a companhia das agaas do
Lis.ooa.
texto de questao, ou de queixa.
|rei, e qae por es*-
lajao fol causa "de ?e
us jornaes mglezes publicam um despacho de.cumprir a sen' a 0 illustre veterano sob
banianJer dizendo que os carlistas inceuJiaram [ a mais terri-el a^i.u>d que pode passar sobre
duas manafactiirai e casas de operarios por rneio j um noinistro do pelroleo, a algumas eenWaaa de passos de Bii- : abnsado da conQanja real. So teria para defeza a
bau. a guarnieao nao deu um s6 liro para 03 ira-! alia opiniao queraerecem as qualidades do lustre
l,ellir- [general, 0 seu bxiuso decoro de miiitar e de ho-
a qnestao do navio hespanhol Nieoes, que de* mem de bem, e a inquebranlavel lealdade com
pois de ter desembarcado em Hespauha muniQoes.quiem serviJo a cocoa e 0 paiz no dilatado espa
destmadas aos carlistas, 'e tinha refugiado no pe-1 qo de sessenu e quatro aanos, decorridos desde 0
queoo porlo fraacei de Sow*, e que liahasiJ) eu- anno de 1810 em que sent,u praci de cadete no
licgue pblas autoridades francezas ao vice consul re pimento de cavaliaria 11 ate aos nossos tempo-'
Jc II'spanha, ainda nao tcrminau. alcanganJo ciuco reinados, e haveodo sido muitas
Pareee que a Hespauha pedio qua os mart- j vezes iniuisl 0 depots qae 0 duque do Braginca 0
obetras do Xiecei foS*em eutregaes as autoridades oharaou pela prmuU'a vezaosseus coaselaos
nespanboias como Jeseit.res. Esies foram provi-' uoveaibiJ de 1832.
sornmento internados e nao sa totaot. ainda resosj t Nao era mel'n.r a situa;ao do Sr. duqua de
iacao alguma a seu reapeito, mas e pouco provavc- \ L-juIO e dos seus collejjas do ministerio,
em
qae a Franca Salisfaea a e.-ta oovareelamacia, vis
to que 0 crime arguido aos mariuheiros hespanhoel
nao e de direito conimum.
t Fj2e1r.se grandes esforcos juuto ao governo
hespanhol para saUar da forea 0 aaefe caihsta Lo-
zano, de.-ertor do exercito carlista, e que mandou
assassioar barbaramente cioco empregados civis
do carninho de ferro de Murcia, sem fallar das
sorumas importintes roubadas aos habitaotcs das
povoacoes percorrilas pela sua baoda, e que olio
toaciuaava nmetier para L alres, para 0 caso de
um nvirameuto da fortuna.
Os jornaes de Madrid que desejam um accordo
com 0 earlistno, para elevarem ao throno 0 princi-
pe D. Affoaso, filho de U. Izabel, fazera do prkie*
O^uiPJiJie/s.onaixemJntcr^s^'^^
Lozano, entretanto, comp na-se cobardemen-
te. Para se jastificar perante 0 eooseUu) de guerra
lanja sobre 0 principe D. Affonso, a responsabilida-
de dos assas-matos, e dos roubos por ellc commet-
lidos com uma barbaridade sora igual.
Circulou a notieia da sublevac-io da guarnt-
<;ao carlista de Esiella em consequencia da falta de
paga.i.entos e de terem sido fuzilados 4 ofikiaes e
18 soldado*.
0 correspondenta miiitar da ladcpendcncm
Belga, que se acha ao norte de Hespanba diz que
a -nearsio teatada pels general carlista Mogrovejo
gen:
de Mna
So
O ministerio grego decompGese, apezar da
maioria que pareee possuir na camara recente-
mente eleita.
Retirou-se ja, pedindo sua demissio 0 ministro
das linancas o Sr. raparaichalopoulos, era con e
queacia de desintelligencias co.n 03 seus colb ga:
em questoes de adraini.- tra^io intern.
0 ministro ios negocios estracguros 0 Sr. De-
lyannis pede agora a sua deraissao, por estar em
divergencia de opinioes com os seus collegas so-
bre as providencias a toraar relativamente a) pro-
cedimeuto da Iurquia paia com os greges resi
denies em terrilorio ollomano, aQm de os obrigar
ou a provar a sua nacionalidade ou a sujeitar-se
ao indigenato ottomano.
CHINA.
Diz 0 North China Herald, que se acaba de des-
cobrir em Tieutsin uma perigosa conspifajio con-
tra os estrangeiros.
Os membrcs dtsta conspira^ao pcrtenceai todos
ao exerciio.
Aioda mesmo contando com 0 qaa possa haver
do erroneo ou de exagerado oestes to^tos, a mas-
sa de estrangeiros receia uma crise.
O chefe da liga e, segundo se afflrma, o general
Whang que posue a confiauca de gracde numero
de offlciaes e las tropas do sal.
Um dos conspwadores preso^ declaron qua
piano da liga era saquear Tieutsin e uui'.ar todos
os estrangeiros.
Tres canhoneiras ehinezas eeUo aneoradas no
porlo, e todos os consules pedirata rtforijat
HE.sPANHA.
Sobre esse paiz escreve nosso eorres ooudente
e Lisbda:
em Lasiella, 101 impedida pelos movimentos rapidos
e habois manobras do general Blanco, e do gene-
ral Viilegas, e tev'e de limitar se ao valie
e d abi retrogradar para a Biscaya por
morrostro e Balraaseda.
0 carninho de ferro do norte esta por agora ao
abngo das iuterrupcoes com que os ameacava a
campanha intentada p.,r Mogrovejo.
Diz 0 mesmo correspondents qae as preleaii-
das submiss5esde batalhoes ou de chafes carlistas
de que tratam contmuamente os jornaes de Ma-
drid, e os telegrammas de Santander, se nao reali-
sarn nunca ; que 6 verdade existirem divides no
campo carlista, provenientes de rivalidades, que e
agitam a roda de D. Carlos e de diversas earnbian-
les de opinioes enlre os partidarios, mas que nao
sao tao foite;, netu tio graves que levem os care
nstas a uma separacao mais ou menos geral.
Acaba so de se operar uma mudanca no esta-
do mamr carli.-ta: 0 general Elio, que se tinha re-
ttrado depois do levantamento do sitio de Bilbau,
Toi tornado a charnar, e retoraou a direccao da
guerra. O general Mendiri cta sob as suas or-
dens. D. Carlos esta em Estella.
t Os carlistas atacarara de improviso a cidade
de Avila nas As'.urias.
Foram repellidos, mas 0 hclo da sua appari-
gao n uma provincia que ale aqui tiaha escapado
aos desa^tres da guerra. 6 de si basianto grave.
t Dizem taiiibem de Vich, em 26 do outubro, que
u. Affonso e sua esposa D. Maria das Neves (I)
tilanca), que tinham iido obrigados a retirar para
0 norte, era consequencia das habeis -manobras do
general Pavio, que tendo sido este general desiitui-
ao de suas funccpes, no momeuto em que ia obler
um resultado decislvo sobre as forcas carlitas es
Us tornaram a passar 0 Ebro no dia 21 com qua-
iro mil homens e entraram em Sea de Urgel.
0 general Lazerna cominaadante do exercito do
norte deixou 0 seu exercito, ou por ter sido demitti-
do do sea commando, como um iffirma 0 telegram
OU de Santander, ou por ter sido chamado a Ma
dnd para assislir a um
tmpurtante conielho de
miui.-tros, como 0 afflrma um tei'gramma desta ci
dade.
Comecaremos hoje pela circular diriKida pelo
Sr. Sagasta, ministro da governacao, de a*eordo
com 0 conselho de -
ministros, aos jorernadorea rogo" car
das provmcias, tendo por Qm iospirar laas con-
ban^a acerea da excellencia e legitfmidade do pro
cediraento que 0 governo tern adoptado para a
onstituicao deu'nitiva do paiz, e para a conferva-
cao da ordem publica, logo que se tenha n:labe-
Iecido a paz.
A circular do Sr. Sagasta, refere-se, ainla
qae era terraos ob.curos, ao c racier cons'iluiule,
que devem ter as primeiras conlas que se renni-
rera; e por ontro lado ao receio que lera 0 ro-
verno ae qae os partidos nao tenb m a forca m
fmS,a,^ara conterera P^ raais tempo as suas
impacieaciat e cOnf^rmarem sa com a ab.lata
ltSimqp^odlC,adUra' Q iDlere9Se ta P-*
Sao estes os dous pontos que a impren-a dos
divers os matues commenta a seu '.,? 'f^1 a Politica< '"-a da convenient da
paauiu da berrano para se par a frente do exer-
Alguns jornaes eslraogeiros, e especialmentel
O.TiTnes ae Gazela de Augsbttrgo angaocianmj
Pode bem ser que a impoieocia do gabinete
actual em domar a insurre.igao e a necessidade de
fazer lespeitar a disciplina nas regioes superiores
do exercito, n5o fosa^m eslranhas a estas operacoe.-
contradUurias. *
iadicou-se como successor do general Laaerna
0 general Morioaes, que am cbefe capaz, mnito
tubil, amado doe soldados, e bem cnhecedor do
paiz; mas como elle pertence ao parlido avancado,
e nao em Madrid como suspeito.
* Fiaalmcote, 0 general Lazerna vollou aLogrono.
tendo obudo do goveruo a promossa formal de Ihe
enviar todos os reforcos que elle exigio, para reco-
raecar as suas operavoes. E'secundado pelo ge-
neral Monones.
Os carlistas roroperam 0 fogo contra Iran no
Ju 4 de nuvemjro ; 0 espirilo da guaraicio era
excellenle. No dia 3 cviitinuon 0 fogo
hstas enviarara no dia 3 1,300 projectis. occasio
nando alguns mortos e feridos, e ioceudiaodo al-
gumas easaa Entre os projectis foram disparadas
algumas b las ineendiarias.
Diz a Gazela qae os tiros certeiros da praca da
Irua tem causado aumenwas baixas enlre 00 car-
listas.
Um telegramma de Madrid, da II, diz que de-
pois de nma periinaz resistencia, os carlistas aban-
donaxam as firmidaveis pasicoes de S. Mar'i^- a
0 forte de .S. Marcial, levand deste algumas p'e-
cas. 0 delegad > do governo fez a sua entrada cm
Irua, doncle iftlegrapbou as 4 h. ras da tarde, notl
cianJo o facto, a dizendo qua as forcas vicloriosas
eoroaram asaltuns que cercara Irun.
PORTUGAL.
|03
, a quem
nao podia t^r-oe occull-iJoaiuetla execogSo, e qu^
uao ignorariam a irregalaridade lastimisa Ja que
procedera, se com elfeito so houvesse realisado em
conlieci:oent') do rei, o. tuppiicio.de Naraua Lala.
A favor Jo Sr. da jue estava unicameutt n-jsse'casu
a cinliaiiQi qua a todos in-piram os sous lutigo?
services e a leriedide do seu caracter.' .Aos outros
minisiros ja todos lallecidos, so po.liasewir do am-
pa/o a ho.-.rada mamoria que deixaram.
a E ale 11 da euor.iw rcsponsabililaJe quo pa
sava sobre todos esses horaeas publicis, licaria re-
gi-tra Jo na historia tao estraaha successo, nao so
l>ara veigorha do partido Kberal, raas tambem
oara convencimento pnblico 0 que nas ?.ltas re-
gioos chega a foliar 1 lealiada e o decoro, com-
mons oas relaroes ordinarias da vi.ia. Seria de
----------. -.^u, v ajrjra-ntar. ., ^u,rAf
t Felizmente nao eram exactas as iuformacdes
qua a tal respeito cbleve o Paiz. ne:n acerea da
legafRade com que so houve o goveroo desse tem-
po, se suscitoa no nosso animo a minima duvida.
Otamos a execucao de 1837 para mo.-trar que
0 Sr. U. PeJro V, apezar Ja sua iucomparav.I bon-
dade, livera alguma -vez por necessario saerilicar
a clemeacia a justiea, e que os seus honrados con-
selheiros nao julgaram na sua conscien ia deve-
rem acoaselhar iha tudalgencia.
Se nao tivessem .-ido ok ervadas lodas as for-
raahdadas legaos, o exemplo nao provaria c.-.bal
mente a verdade da nossa asseroio, mas nesse
p-rato fomos justos com 0 parlido progressi.-ta, e
pugnimos sempre palo seu credito ne^to imoor-
tanie negocio.
Nao basta, porem afflrmar. Importa para
honra de todos narrar como correram os ttrmos
do processo depois que foi man Jado ao poder ex-
eculivo para ser apresentaio ao rei.
a RemetliJo 0 processo pelo aiioisterio da ma-
nnha ao do reino, foi mandaJo correr peios con-
selheiros de estado qua nesse tempo eram 0 car-
deal patnarcha, e os Srs. du iuo de Saldanha, du-
que da Terceira, barao de Cbaneelleiros, viscande
de Lastro, Rodrigo da Fonceea Magalhaes, Anto-
nio Jose de Aviia, Jose Bernardo da Silva Cabral e
conde de Thoraar. 0 visto do patriarcha 6 de 10
de outubro de 806 Seguiiara-so os dos Srs. du-
que da Terceira e Fonaeea Magalhaes. E" de 19
0 do Sr barao de Cbaneelleiros, e seguem-se "os
dos Srs. Silva Cabral e Anloaia JosO de Avda.
Concluidos os vistos, foi convocado para 0 dia
16 de dezembro desse anno 0 conselho de estado,
e deu se aviso da convocacao ao miuisterio da ma-
rinha. Nao sabemos se 0"conselho de estad) .*he
gou a reunir se ou se nao pode dar eniao 0 seu
vot>. E cerlo qae no dia segninte, 17 de dezera
pro, participava 0 ministerio do reino aos conse-
Iheirus de estado ter el-rei permitlido que no dia
immediate, quaru f.iira 18, ao raeio iia, houvese
na secretana do reino uma confereneia do conse-
lao de e tado a tal respeito.
t Nao coasla 0 que sa passou nessa confereneia
Ja disseraos que das aetaa e papeis do conselho de
estado politico, nao so passam certiddes. Sabe-se
porem, qae 0 conselho foi de novo convocado para
0 dia 8 de Janeiro de 1837, e que no processo ia
consulta do procurador geral da coroa, 0 Sr. Pedro
de Souza Miranda e Castro, a favor da coramuta-
cao por vanos fundiraent03, sendo 0 principal nao
ter bavido recurso de reviaia.
*i*2 ,elBbr80 d0 pareeer deste magistrado, 0
w. L Pedro V, tendo ouvido ocnnsHlhn do o.i*h
Os escriptos
lidos com prazer:
Li-boa, novembro 4.
.Wifu enaro redictor.Acabo de ler n'ura jor-
nal de hoje uma singular nolicia.
Segundo pareee, live, nao sei quaado, uma
larga confereneia com el-rei 0 Sr. D. Fernando,
subro a applicable da pena de morte ao soldado
Antonio t^oelho. Con.-ta que me porlei galharda-
ramte, combatendo semelhante oena como illiberal,
e eltvando me aos apices da indignacao por um
facto, de caja existeucia ma faltam as provas que
a hi-toria e.\ige para a credibiiiJadn, 0 faclo de
se ter exigido do reo uma declaracio qua Ihe era
nnciva. Creio qae 0 auJitorio applaudio 3 miuha
energia: digo 0 auditorio, porque, sem ouviates,
como apreciar a energia das minhas paiavras, ou
saber s quer se as proferi ?
Podia fal'ar com el-rei 0 Sr. D. Fernando so
bra esse assumpto. Sorao3 amb03 simples cida-
daos de um paiz livre. Teraos ambos 0 direito de
raanifeslar as uossas opiniSes, dt as debater entre
nos ou com outrera, acerea de qualquer negocio
publica. Mas 0 exercicio dessa direito, quando
encerrado nos limites do lar domastico e da vida
privada, naocahe sob 0 dommio da imprensa, No
tempos que ja la vao cahia sob 0 dominio do3 es-
pias da iuoafiJoiuia. N.io supponho que a im-
prensa seja sua herdeira. Por outro lado, nera a
lei, uera os poderes publicos, nem 0 caracter, que
nao temos, de funccionarios do estado, nos cha
mam a diliberar sobre a penalidade d-J3 nossos
codigos, nem sobre os destiuas da um reo. Nio
podiamos, portanto, ter conferencias a tal respeito.
Sou iilho da imprensa 0 pouco quo posso
e valho devo-o a ella. Lamcnto-a quando a vejo
precipilar-se, arra-tada pela cegaeira das paixoes
political, de.que vivo inteiramenta afastido. Com
11 paiz e como 0 paiz, assisto em silencio as lutas
das parcialidades que disputam .enlre si 0 poder.
Nao me associo a ellas, a zelo a miuha abstencao.
E' pur i3so que veaho pedirihe um canto do sej
jornal^ para desmenlir a novella da confereneia.
' Nas poucas semanas qua acciJentalmente te-
uh 1 resiJiio em Lisboa, prazer de que prouvera
a IX'Us me podesse ja am.nhs privar, fallei uma
unica vez com el-rei 0 Sr. D.-Fernando, e a nossa
couversacio versou exclusivamente sobre assump
tos ruraes. Nessa coujuuetura confesso que nem
sequer me passaram pelo e3pirito as qaestioes de
direito peaal e da disciplini miiitar que possam
referir-se ao doploravcl successo, cuja impcrtaacia
e cujas consequeucias ie debatem na imprensa
politiea. Nos tibios de crenc'3 e falhos do amor
palrio, nao tao de aumirar estes esquccimentos.
Sabe, meu cbaro redactor, quaalas opinioas
qua uao sao minhas so me teem attribuido por
quantos actos nao praticados tenho sido accu3ad>
ou applauiido : quo ruins ou uobres Ltuilos tem
descobei to em niirn os circuraspectos, que vastos
designios litterarios ou nao litterarios me tem adi-
vinhado agudos engenhos. .\ao me defendo, nao
agradeco, nao rectilico : calo-me. Sabe lambem
que quando tenho vonlade do dizer 0 que sinto
sobre qualquer questao social que reputo grave,
nao von segreda-lo por casas parlieularee : uao
fago canferencia'. Escrevo, e nao me esqueco
""'"* *" H0" uonic v quando 0 escripto pode envoiver a minima rtspon
sabilidadc.
Facil 6 que eu tenha ideas minhas sobre sys-
tema penal^sobre disciplina, sobre exercitos per-
manentes. Espiritos mai3 broncos qua 0 meu
pea-am n'essas cousas as vazes. Ha conjunctu-
res, por.^m, em que as doutrinas dssinteressadas
nao se furiani ouvir entre 0 tumultuar de paixoes
ardsntes.
0 tribunal eucarregou 0 rc-psclivo escrivao 0
Sr. Mello Archer de raaolar 0 processo com 0
visto as paries, e depois a cada um dos membros
do tribunal, que so se reunira depois do mesmo
processo ter sido visto por todos aquelles que t-;era
direito de 0 exarainar, segundo 0 comproniisso que
foi cm tempo assignaJo.
t Iteunio-se novamente a commissaa da rtfor-
ma do codigo penal.
a Foi approvada uma proposla sobre classiOea*
;4o Je crimes feitapalo Sr. Carneiro, resolvenio-s-
que se encarregassem differentea membros de fa-
zarera relatorios e classes de crimes.
OSr. Dias Fcrreira foi encarregaio da classi-
Beacio dos crimes que podera ter relates interna-
cionaes; o Sr. Carneiro, dos crimes contra as pes-
soas; 0 Sr. Henrique Uidozi, dos crimes contra a
propriedade; e 0 Sr. Silveira Ja Multa, das contr.:-
vencoes.
Falleceu 0 bispo da Braganca, Alves Feij6 ;
sacerdoie rauilo esiimado e que fora ftispo de Cabo
Verde.
Ja foi aasignado 0 contrato para a canalisaeao
das aguas em Loandi. A companhia acha-se or
ganisada.
t Abri )-se S. Carles no dia 29 Je outubro com a
Urtaaua, e a at6 hoje tem-se cantaJo alera daqiiul-
la opera 0 Rigoleto e a Luerecia Borgia, com igra-
do putilico. EaJbentes todas as nvitas.
Para 0 dia 17 annuocia-ae no theatro da D
Maria II a 1- representacao das Subi'Jtonai da Mo-
here, traduccio Jo viscoude da Castilho, cm bene-
Bcio Ja aclnz Carolina Falco.
Conheco ara pouco as destrezss da politiea
nnlitanto. Ha de ser astuto o que achar o raeio
de me induzir a por a ruao nas alavancas das ca
tapultas qae as parcialidaJai disparam umas
contra as outra-, fazendo projeeti* de am cada-
ver e de um desgraeada, cuja alma dilaceram, na
solidao de um calaboueo, 0 remorso, 0 terror e a
duvida. Para myn a sepullura e santa; sio
santas as fuadas agonias humanas, ainda quando
associadas ao crime.
, tendo ouviJo 0 couselho'de esia'do
de cujos votos nao temos notieia, absteve se de
usar do poder moderador.
0 conselheiro de e-ta lo mais moderno que ser-
via da secretario, como e uso, escreveu no proces-
so a seguinte nota :Cnrapra-se a sentenca Dou-
se pane ao ministerio da marioba, eo Sr. marquoz
de Sa, ministro daqne'l.i reparticao, a8iim 0 com
mnnicou ao governad.r geral da India era porta
ria de 19 desse raez para so cumprir a sentenca
0 qua se realisoa em 3 de tnaio na praia de Danao!
E-tas informacoes nao se negara a ninguem
nas estacdes ompetentes, porque nao sao conQ-
deaciaes. Procuramos obtelas para credito do
[paiz, e dos seus biraeos de estado.
Agora paroce-nos cabalmente deraoastralo
que 0 Sr. D. PeJro V, principe eaclarecido e con
scieacio.o, para quem os deveres do seu alto oOl-
ciq de rei eelavara acuna de todas as consiJeracues
sujeitau eniao a fui rara boadade a obrigaeio de
ser seveco, e a propea-ao beragna da sea animo a
crcuaisiancias imperiosas daquelle tempo a a ne-
cessidade de exemplo. Nem vbstou ao'campri-
menlo de tao doloroso dever a consulta de oroiii-
r*dor geral da corda em favor da commuur io
apezar de ser fundada na falta do recurso de-re-
1 E' de crer qua 03 conselheiros de esiado fos-
sem pela execucao da sentenca. Os ministros de
rto. aius em negocio de tal gravid3de teriam
a 0 dir. ito publico destes reinos consagrou, en
tre outro3, dous poderes: 0 poder da justiea e 0
poder da clemencia. Acima de ambo3 so poz a
responsabilidade perante Deus. Nao me coube a
raira exorcer nenhura delles, nem ma cabe limita-
los ou dirigiI-03. Tentar por qualquer modo, com
quilquer intuito, e era qualquer sentido, actuar
pela compu!*ao moral sobre um ou sobre outre,
afflgura-se-me um attentalo contra as institui-
coes do p?.iz. Pode haver quem sinceramente
pense de diverse modo: respeito as convic^des
aiheias, mas permitta seme ser consequente
coraraigo. Sou, etc. A. Herculano.
0 governo continda aattenderacima de tuda as
questoes militares, a organisacao do exercito, e a
collocar 0 paiz em posifao de se defenJer em
qualquer eventualidade.
Para isso, estuda a commissao, de que na nos-
sa ultima caita fallamos, depropor as modiaca^Oes
do codigo^disciplinar do exercito ; 0 governo tra-
ta da acqui-icao era IgranJe escala de armamen-
tos aperfeicoados, e de fazer estudar as necessl fa-
des de arraamento tanto das differentes pracas de
guerra, como das.linhas de Lisbva.
a Uma portaria foi dirigida ao nobre marquez
de Sa da Bandeira presideute da commissao das
fortiflcacoes de Lisboa, para indicar com toda a
brevidade, os ponlos que preeisam ser fortificados,
numeros de pecas, etc.
Contmuara os exercicios de brigade, para 0
emp.-ego simultaneo e combinado das differentes
armas. 0 ultimo foi no dia 4, sendo 0 piano e a
direccao geral do sinui.ticro confiada ao general
Carlos Maria de Caula, ajudanle de campo d'el-rei,
e um dos raais illustrados offlciaes do nosso exer'
cito. 0 thema era, impedir um reconhecimenlo
sobre a estrada de Lisboa, apoiando se sobre
as linhas, na serra do Monsanto. As manobras du
artiiheria e da cavallaria foram rauito bem pla
neadas e executadas com rigor e precisao. Os
movimentos r*pidos e quasi perfeitos.
a ma portaria publicada na ultima ordem do
exercito louva 0 general, com especialidade, e 0?
coraman laoles ds differentes brigadas, e dos
corpos que entraram no exercicio.
t Afflinca se que no primeiro de dezembro pro
ximo, 3era publicada a sentenca proferida pelo
arbitro escolhida pela Inglaterra e Portugal, 0 ma-
recbal Mac.Mahon, na questao dos direitos a ama
parte do territorio de Lourenco Marques, ao sul
de Macambique.
c 0 processo es'a campleumente terminado, *>
so falta 0 verediclum final.
Pelo qua 3e coahece do processo, pareee nao
iHu)licias du linerica
Por via de Lisboa recebemos as seguinles :
ESTADOS UN mOS.
Alguns smigos pulilicos do presideute Grant emit-
tiram a opiniao de qae era presenc.i da reaci;ao que
se pradut no sul dos Esiados-Unidos coulra as con
sequencias da victoria do norte na guerra de sepa-
raciv, e da deslocacao do parlido republicaoo qua
pareee a panto de se effectuar, era convenieute
nio introduzir mudancas algumas na magistratu-
ra suprema da Uniao, quando os poderes do presi-
dent terminassem.
Este projecto qua assegtraria ao Sr. Grant uma
terceira eleicao, foi mal acolhido peia opiniao pu-
blica. Nenhuma lei se oppoe, mas todos os prcce-
dentes a couiemn3m ; e elTectivameDle e iucompa
livel iuo so com as iradicoes, mas ainda com o es-
pirilo das constituigoes americanas.
Iut-jrrogado por differentes vezes sobre este as-
sumpto, o Sr. Grant tera-se sempre reeusad0 a dar
uma resposta clara. Liraila-se a declarar que nae
tam amipicioes, _e quo nunca as?irou as honras po
liticas, e qae niio poJe tornar-se responsavel pelos
boalos quo cirauliin.
Um caniidato rabicioso, mas habil, niio fall.iria
de outro modo. Washington era anaiogas eircuras-
lancias, decliuou claramenta as honras da uma ter-
ceira aleifio, e 0 general Grant devia ter bem pre-
seate 0 exemplo do seu prelecessor.
A chegada do navio Amotn enviado pola
Prussia as ilhas Samoa para reclamar 0 pagans*
lode u.na in;emuisacio pr mettida a colouos alle-
maes, c um fact0 conlirmado. Segundo as infer*
maco is do consul da America uas ilhas dos Nave-
gadores, a iuJemnisacao nao foi paga, e cm repre-
salias, teve 0 navio a'llemao de recorrer a con.is
cajao dos terrenes em litigio.
A Gaztta Nwionatfornece alguns e.clareciraen-
tos sobre a origem desta conteuJa e approva a so-
lucao euergica qua 0 governo aliemao Ihe deu :
a Os inleresses coramerciaes da Allemanha, dizes-
te jornal, tomara cada vez mais imporlancia, e
a exigem a proleccao efflcaz do oavilhao alle-
a maj.
Diz um telegramma Je Washington que 0 go
verno dos Estados-Unido3 dera ordem para um
navio de guerra araericana se dirigir para 0 archi-
pelago dos iXavegadores.
Iiiionnacpes flJedignas dizem que a presenea do
Arcona no archipelago Samoa, foi bast.nte para
obler opagamenlo da indemnisacio estipuiada com
as.aut)ridades dss ilha m favor dos I'olonos.alla-
maes, pane em raoeda e parte em leiras. Diz-se
que 9 governo das ilbas reconheceu a legitiinidade
aa recraraacio v que eicgiou 0 procedi.uento jusi0
e benevolente do capitao da corveta allema, ne.-ta
conjanctura. Pela saa parte 0 capitao do At corn
prometteu reeora nendar ao ieu governo que desis-
tisse da uma parle da indemnisacao pedida.
Alflanca-se qua a raissao do capitio do.trco
na nSo era occuparas ilhas de Samoa oa ama par
le deste terrilorio.
0 Arcona abandonou
aquella paragens.
Receia se que 0 na,vio araericana Tascarora, en-
viado pelo governo d5s Estado j-Unidos para aqucl-
las paragens, em qujfe muitos americanas teem for-
mado e.-labelecimantps, seja causa de um conflicto
entre 03 governos da Allemanha e das Estados-
Uuidos.
Os americanos parecem inquietar se com as dis
posieoas do novo imperio aliemao, a julgar pela
poKmica de alguns jornaes e pelos factos que tra-
tam de fazer acreditar ou de engrossar.
Um telegramma de Nova-Yo k, denanch inlri
gas pruvocadas pe a Allemanha no Mexico para
ahi crear uma colonia, emprestando dinbeiro ao
thesoaro da republica.
Nao se deve ligar granJe importancia a e las
denuncias. A marinha mercante da Allemanha
loraa grande desenvolvimeuto, 0 qae provoca 0
d-senvolvimento da marinha de guerra, e a neces-
sidade para esta de possuir depositos em que os
navios do estaJo se possam refugiar, e refazei se
em caso de necessidade, mas daqui a conquista ou
acqnisii;ao destas colonias propriameute ditas, e
principalmenle de colonias que possam prejudicar
ou fazer perigar os interesses dos Estados*Unidos,
ou da Inglalerra, ainda vai longe.
immediatameote depois
REVISTA DIARIA.
Questao rellgfoaa. -0 Exm. Sr. Dr. jniz
de direito do i. distrieto criminal da coaiarca do
Recife, en-'iou ao Sr. Dc padre J.-aquim Graciano
de Aracijo, 0 seguinte offlcio :
a Recife, 16 de novembro do 187i.-Illm. e
Rvm. Sr.Po accordo com 0 que me foi determi-
nado pela presidencia da nrovincia em 14 do cor-
rente, passo as mSos de V. Rvma. 0 aviso do mi
nisleno do imperio de 30 de setombro ultimo e 0 de
12 de junho de 1873, a que ellese refere, para, no
prazo de 8 dias, cootados desta data, campra V.
Rvm. 0 que 6 determinado no citado aviso de 12
de junho, expedido era virtude da imperial reso-
lucao, que deu prjviraento ao recurso in:e-po.-.lo
pela irmindade do Santissimo Sacramento da igre-
ja matnz de Santo Antonio desta cidade contra 0
acto do Rvm. bispo de Olinda, D. Fr. Vital, que a
declarar.i ioterdicta. Dous guarde a V. Rvm.-
Illm. e Rvm. Sr. nadre Dr. Joaquim Graciano de
AraujogoTeruador do bispado de Olinda.-0 juiz
de direito, Stanoel Clementina Carneiro da Cu
aha. 0
AJessa offlcio dea 0 intimadoa seguinte respos-
Recife, 23 de novembro de 1874.Illm. c
Exm. Sr.Em resposta ao offlcio da V. Exc, data-
lo de 1G do corrente e recebide no dia seguinte.
ta
haver davida, que 0 presidente da republica fran-
ceza dara razao a Portugal. A Fraoca ja decidio
a favor de Portugal a questao da posse da ilha
Bolama, que nos era disputada pelos Estados Uoi
dos, e nessa questao, 0 nosso direito nao era tio
elaro e posilivo como na questao de Louren-o
Marque'.
As raeraorias do visconde de Paiva Manso so
bre esta qutstaa sao rauito elogiadas, pois estabe
En 13 do corrente escreve nosso coivespoa-
dente de Lisboa:
Continda a -Jjscussao acalorada sobre 0 di -
reilo, a legaiidaoe e a oppcrtUGjJaJe da upolica^u
da pena de morta no soldady AMunio Cuelho, a-
sassioo do alferes Biil'.
A discussio eontiada a cofror ^paixonada,

acia
era taes casas entre a opiniao do rei a as dos se
nnuiUros.
Taes sao, pois, as traces mnito b
do lemado doSr. D. Pedro V e do parlido progre!-
ifota chamado ao goveroo pela sua confianoa.
Uemencia ua maioria dos casos, e severidade
quando as eircumslancias a exiglam. Ha outros
ducumentos do mesmo reinado nos quaes se ma*
uiiesta a iirmeza do principe e dos sous ministros
no doloroso dever de obstar com 0 rigor extremo
a laraentavel frequencia de srimes atrozes.
Daremos notieia delles. Aui verSo 03 nbssos I"
presados collegas do Paiz oradoxes dos irais cons. ti
E'
Cnegou a Lisboa hoje no vapor Neva 0 ex-
marechsj francez Mr. da Bazian^. Dizem un-
ue se destina a toraar em Hespanha ura cemmans
imporunte, por indicactjas de chancellaria
.prussiaaa ; dizem oulros ime vem estabeieeer-.-e
em Portugal, e esperar melhores tempos, para po-
der regressar a Franca.
Celebraram sp no dia U de novembro exo-
quias pelo anuiversario da morte de D. Pedro V.
Asaistio a familia real, ministerio, altos funcciona-
rios, e deputac/Jes de todos os corpos da guaraicao
da capital, e de diversas associates.
Coatinna tambem a discussao sobre0 froa-
oradotes dos irais cons- tao dos pacos do conselho. A dircussao .passou da I Pernambuio.i
cate-rae iizer a V. Exo. qae, nao estando en no
governo do bispado, nada tenho que ver com oe
avisos de 30 de salembro ultimo, e de 12 ie iunhn
de 1873,Deus gaarde a V. Exc.-Illm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Clementiao Carneiro da Cunha, juiz
de direito do 4 distrieto criminal da comarca do
Recife
Eis 0 theor do aviso em virtnde do qnal fo-
ram intimados os governadores do bispado :
t Ministerio do imperio. Rio de Janoiro 30 de
setembro de 187-.-Illm. e Exm. Sr. S. M. 0 Im-
perador, tendo ouvido as seccoes dos negocios da
jestica e do imperio do conselho de estado e 0
mesmo conselho, bonve por bem resolver: que
seja aoeil:. a nomeacao dos governadores do bispa-
do de OlinJa, feila pelo Rvm. bispo D. Fr. Vital
r que sejara intimados os ditcs governaiorrs para
cumpnrem no praso de8 dias 0 aviso de (2 de iu-
nho de 1873, expedido em virtude da imperial re-
solacao que deu provimento ao rt cur-o nterposto
pela irraandade do Santissimo Sacramento da igre-
ja matriz de Santo Antonio da cidade Recife e-'nira
0 acto do raencionaio bispo qua a declarara inter-
dicta; e,no caso do recusa, sejam responsabilisa-
dos. 0 qco communico a V. Exc. para s devidos
effeitos.-Oeas guarda a V. Esc.-Joao Alfredo
Correa de Oliveira.Sr. presideute da provincia de
1 nail
aquelles qn*> 0 aubstitairem nas reJeis di g- er-
nacao, saoerio soff.-er as p<-aas que Hie fo om
inposlas, |, r cumprirem as ordtns do sea oh-.fe
Go verno do bispailo. Por provi.-ar de
43 d<> corrente foi nonieedo 0 Rvm. Victorian Jose
dps Santos IVrtunato, por um aano, eoadjnctor da
frasuezia d Santo Antonio do Recife.
rroviucia da Paiafcyba, a bcrdo
do vapor Mania: 1, da cumpaniia per Bar bociaa,
boniem^o Exm. 6r. commeniador pre. ideate da
provincia f,-z seguir para a capiul da I'arab -ba
cera pracas de linba, aUm de all auxili.r a sn Jo-
cacao do prv.nuni.raento mani.'estado no ternos
de Inga e da, Caropioas, sob os protr-tos de se
opporem as i-is Jo recratamento, dos aovaa pe<.
e medidas, lu knposto pessaal e do reginjento de
cusia. felizii.eR'. ate as ultimas d.tas -em or tra
consequencia mais do que 0 desrespeito as at to-
ridades pol ciaes.
IVIos vapores Gequid uu Para, hoje oa .-mathi,
devemus rt-:eLer os poimenures das ce-utT'ii-
cfas.
Inspectorial da sauJe do .->orl
Por portaria da presidencia da provinc.a. tfe II
do corrente. foi coocedida umi hcenca ia jui ro
lias ao Dr. Pedro de Ath yde Lobo Muc >-., w.
pec'or da sau !e do |iorti, s.-ndo de*'goI. para
sub ii; lil-odurante vis-. ie-np, iDr.frfstii Hea*
nque ia Costa.
fury d3 Recife. ~?re;eotes h juizes de faclo, c in iderou se in.tillaJa a 6.' e ll-
liina sessaj do ar.n>c.Jeiite ; e foram ? :- -<-n:.i-
dos 20 broeessoa par* sercm juijadis.
Sorteado a CoeseUW da sentenca, ficou est* cotj-
po>to dos segQinles .--rs. : Cl triado Ferreira Cat**,
Manoel Gomes le ?*, Jote Fraaebeo Caroeiro, Ka-
vio Goncalves L-m Ang-lo Cu.Iidio iiairi.
Franca, Silvino Aat lo lloJrigu.'s, Jos I'urn iran-
quilmo Lemos Uuarte, Kranci-co Igo-cio Ja .\ --
deiros, Francisco Aataaso Ja !t **, Kranci-co Pau-
lino de Almeida Albuqaorqoa, Uciluno Rvarifaefl
aos Passos e Joaquia Francisco de Moraea.
Eatrou em julgameDto 0 reo M-to-iel Svei de
Lima, preso em 2 de julho de 1872, por tar a-sas-
.nado um mdivii;-> do nome Pedro Ce-ar, .i
becco do Pogoeteito.
Foi absolvido, em virtu MociedacEa Propn^aitora ila .-
truroau Puulira.- Pelas 7 horas da soul-
13 dc corrfnte, preseales del tnembrcs do ean -;-
Iho >uperior, ceTdreu tile a sua terenra setsao no
eorrante acno.
Foi lido 0 segninte expediente :
Um ofllcio da E.;-1 Sr. commenJaior pWsM>
le Ja provincia, pedfoao 1 sclareci.neutos s^bre a
estad 1 e servi os prestaJos par esli vriedale.du-
raute 0 eorren'e aauo. Resolvou-.-e a respait >,
[lieu solicit' e dos conselho.* |>arociiae algu-
ma* iiiformacij.-s st-bre o estado das e c.ii.s lu :-
dada*, e dirigidas s b seus au^picios, beiu como
wrerca das cecessidades mats palpiiaut.s pi-ia
sou mat >r irn-t eir.ento.
PjUi do coii-dho parcchi-'l de Santo Antoar ,
-endu um convidaudo 0 onselr.o sup nor pas*
assistir zos examcsdii alumnas da e-cola oorai J
das seuhoras, s qaaes comecarain n. dia 10 e
outro, para assis'ar a solenniJade Ja eolr>ga tks
preinius te de-tinceao e diplnaas cocfendos ii
alumnas qne conclu.ram 0 curse, c.lebraodo-sa
0 acto no eJifieio em que funcc. >na a mesiaa
cola, a rua de Pelro Aff-aso, pelas II 1/2 bira^,
do dia 22 do coneule.
Dous da Sociedadl rromolora da Inrtnu-
Pablca, uo Pia.iriy, iccusando um a recepcao at
feliaiacao corigratulatoria, que pelo c-inxlao su-
perior lesta .-ociedade Ihe fora cirigida ; entro
remittendo doas txeoj:lares lot s^u* e*l.lots, e
coi.: sociadado e uma bibl otheca pcpuiar, qua cauta *
para mais de mil volumes, 0 qae era prnripa -
raente devido a gran le c loperacao do Exm. t
presidente d dita provincia. It. Adolphu Lam--
nha Lin., e peJmdo coadjuvacio para aqacMa t -
biii theca.
Um do-Cinb Popular-ennvidando a Socieoade
Propagadora a sa fazer represeutar oa ses-Ja lc-
netire, que ia eetebrar em a noule de '.6 do cor-
rente, em memoria do sea lallccdo soci) o Pr.
Alexandre de Soaza Pereira do Carmo.
Outro do conselho parochial da freguezia 1!
-''1--.1 Senhora da Uia;a, commuoicando haver a
companhia ilnliana, sob a direccao do Sr. BoMrici.
dado ub beaeSeio em favor daquelle aaaariha,
solicitando ao mesmo tempo qae \n conselt 1
lOpefter se dignas>e de emfrrir aos princi
paes raeu.-hr >< daquella c mpanhi). 0 timlo de s
cios honorarios, por semelhante s^rvifo.
Inteirado 0 cooscllio superior, deliberou loMaa-
mente a in.-teria exareda em cada um dos crta* <
officios ; sen !o one quanto a biblialbeea do Piai. -
hy, se remeltesse duas crdleccoes da Retina Mm
sal e dous exeranbres dos osiatalos de-u socie
dade ; quanto ao do Club Popular, foi noneada
uma commissao eoenosta dos Srs. orador, aei-
damico Bandeira de Mcllo, e professor Augnsi 1
Wanderley ; c quauto ao do conselho parechul
da Graca, depois Je Ji-cotido, ficou a saa s laci-
adiada, para quando se cncluis?e a refurma di)
estat' tos, vi-tu como ja liavfam ontros em io*ai.
cas circumstiocias; toraando parts aa diseussi.-
os Srs. Dr. P.oto Junior, Rego Madeiras, a prc-
fessores Moraes Kello, Krag *o e Mealeiro l-is
soa.
0 "Jr. Bandeira Ja Mello common-coo que a
commi-sai nomeada para cumprrneniar ao sea
socio honorai i > 0 Exm. Sr. Conselheiro Juio Al-
fredo, cumprio fielaieute 0 seu maudato ao dia i%
do corrente, sendo mui attenciosamante re-ebid
por S. Exc, que, cm eloquenles a exprtsiva
phrases, agrad ctn.
Foram alada apresenladas d as propoUs, as-
sijrnaJas pel>s Srs. Bandeira e Moraos MHto :
uma propondo para socio bonurario 0 Exm. Sr.
lor. Adolpho Lamenha Lius, pre-ideale da provin
cia do Piauhy, e ooira para socios corresp- udea
tes os Srs. Drs. Poiydoro Cesar Borianuqu**, M-
no 1 IldefuaMi do .'..uza Liata a Jose Furtado dt
Mendouca.em alien^ioacs relevanles services pras
tados a causa da in>truc?ao publica, inslailaoJ.
alii a^ Sociedade Promotira da ins/racf-9-
0 Sr. presidente commuoicou ter raceaido ain-
da, em resposta as circulares dirigtdu a divers' -
cidadaos pre-taoles, as seguiotes quaaiias : 3t>J
do Sr. cominandador A- looio Gomes de M.randa
Leal, e Mj, do Exm. Sr. barao de Guararii^s, U-
zendo logo eolrega drllas ao Sr. tbesoareiro, 3
3ual propoz que, assim cuilo aos oulros so agr-
ccesse o auiulio qu es^es senbores prealavasa a
sociedade.
Em stguda, 0 mesmo Sr. piesidoale, fee aa tt-
gaintes declaracoes .
Que tendo iuo domingo ultimo (IS do corsent- >
em compani.ia do Sr. thesoureiro da suciedJe./.
convenlo de Sanlo Antonio de Olinda pedir, pr
obsequio a e>ta sociedade, aa Rvm. Sr. pa ire aw--
tre Fr. Antonio de 3. Camilla de Leilis, digno gax*
diao Jesse c.uventn, pan aJ.uitur grataitasnaaie
na casa Je eJuca.;,".o <>lii dirigida sob seas boc*
auspicios, algnas alumnus internos e ontros axtei-
nos, meuores, ljlhos de pessuas pobres a 4* K*-
fcrencia-orohaose de ji-ns custamos, dignnlii
localidade, elie mui prompla e generosameale, ac-
cedeuda as suas rogalivas, respondeaUses
continuando no anno vindiuro a maoler
estabekcrraecto, teria a niaior li-facio <*-
sivel da nella admiltir alguns alaonos iotaaaaa a
exlernos nas r< feridas condicdes, subre cniot au-
mero e e.-c-. iha entao accordaria com 0
superior da s ci dade.
Outrosim, que, undo se dirigido do dia
(18 do corrente) ao Sr. ctanceadador
Marques de Amorim, digno director a |
do cullegio fuudado nesta adade, sob s 11
de Santi Genove:a, para rogar-lhe igaal Sanaa,
fora tamhem cavaih- irasameute recebido p raaa* -
le stnhur, que Ibe disse tinha 0 nuns subida ora-
zer de pre-tar esse servi;o a esia sociadada, as
qua, altendeada ao facto de tar ja aasjaaaV ata
cullegio, as sua- expensas, alguns alaoiswa
nos e externos, parentes de p*tso* menoi
cidas da fortuna, apenas poderia, por oca, 1
mittir J his : lumnos interoos, de 7 a IS astaas 10%
preferencia, crpLa s) assim como
mesma epoca se! iJoinnes externos,
anlas do dilo seu cullegio ; sendo qae, a
essas hypotheses, accurdara coin 0
perior sotre a escuiba e mais renniillas <
Finalrai -ite que, tendo procurado no
(18) enleudi-r > com a soperiora a
coli- gin fnaJa '0 nesta ci tade, s b a I
& Ji.se, para 0 sexo leiuaLiao, pndai n\% ifuil
favor, 70 i|oe i>sp>ndea Ihe ion toda a dWinadraa
aqueUa sou riora qae, ha muilo, eram ju 1
asset os>> as .i.ai res Jej >s, o.s daaes,pr4
taiicias bc:u aiheias de soa roulade, nao tiaha pedi-
do aiud.i 1-0. ar, mas qae, para Jem nstrar mm
sea liro a y. op : ... a Joiiss.agratiMia de
.Igawas orpl.-ias, eouKi alumnas iutanua aa 4rta
sea Bulkgiii, -0 podeiia I r uma reapaata doaaki*
va e provavtloMose satisfactoria, cm fevereira da
,



w>
>
k



I
1
Dmrk* d*Bmsaafaaao-----Quiuta feira 26 de tfoveinbnjF de 187L




anno vindiuro, qaaatlocornogaisfs 05 respcetivos
trabalhos ; assiirreaa^^de ja podia fraoquear
Umbem gratuitartrem* paTa a.jatlfa epoca a eseo-
la pcwaria, qua sustenta em sea collegio, pm
aliomi* alumnus externas ; aeere6ceataudo que
soBbbo numaro e de.-uais condifoes procuraria
faze-io de accerdo com 0 conselbo superior.
Observj-j mais, que se tinlia animado a tomar
to4aea imeialiva a vista do prograrama .d so
ciedade, isto e, propagar a instruccao "publi-
ca nesta provincia, por todos os meios posuveis,
desvaneoend -se moito de haver obtido la> pleno
e salbfactorio exito deua sua primeira teatativa ;
0 qne esperava, que merecessi a approvacio da
quelie eonspicuo conselbo.
Na mesrna espeolativa, propunha que, depois de
serem b>rn explicii..meote consagradas naacta to
das as referidas occorrencias, qua se dirigisse, em
iiome do coaselbo superior da sociedade, a cada
tuna dessas pe 'SMS, uma c>rta assaz honrosa e
mui signifisati<.ado acrisolado reconhecimenta do
coomHio superior, pelo louvavel procedioiento qne
tivtnara, atiendenis aquella sna regaliva, cuja
realisaca) e" anciosaueute aguardida ; praticando-
se igualmente 0 mesmo para com 0 Exm. e Rvm.
Sr. D. abbale do mo3t3i-o de S. Bento 'e Olinda,
Fr. Joao de S. Jose Paiva, pelo sen identic) pro-
eedimento, como consta da ac:a da sessio anie-
rior ; sendo approvadas ananimemente todas essa*
propjsus.
0 Sr. presideate, declaroa ainda qne, lendo ido
asststir aos exames, que S3 procederam ultima
mente na eacola normal das senboras, fundada
pelo conselbo parochial de Santo Anlonio, teve a
satisfacao da observar 0 grande esmero e zelo da
parte do3 respectfvos professores, bem como 0 bas-
tante aproveitamento das alumnas.
0 Sr. Dr. Pinto Junior propez, que 0 cin-ellio
superior, conforme 0 fez 0 anno passado, conferis
s alguns premios as alnmnas da referida eseola,
qm f'ram approvadas com destinecio, qaor no
primeiro, quer no segandoanao, como incentivo e
emulacao, ja a concorrencia a mesrna eseola e ja
aaestudo : 0 que, sendo apptovado, assim delibe-
rou o conse'ho superior, inenmbindo aos Bra. pre-
sidents e secretario para, de accordo com os do
conselho parocaial de Santo Antonio, sob cuja di-
recjao se acha aquella eseola, resolverem sobre a
natureza e escolha dos referidos premios.
E, nada mais havendo a tratar, levantou se a
sessio as c' 1/1 da noute.
Via-ferrea deLimociro, Pelo vapor
iaglez Neva vieram nontem noticias de que o pes-
soal tecboico, para a estrada de ferro do Recife ao
Limoeiro, deve ter partido da Iuglaterra no vapor
iaglez Brit'inma, da liuba do Pacifico, qne 6 aqui
espera-Io a 6 de dezembro.
Para o sul do imperil* ">m 21 rece-
Lidos eiu uosso porto, levoa 0 Neva 312 passa-
geiros.
- Diuheiro. -0 Neva levou de ncssa praj.a pa-
ra a do Itto de Janeirj 100:00) 000.
O vapor & Salvador levou Ue nossa praca pa-
ra a do Penedo o:700;000.
Feriuaento grave.-No lugar Polunario,
do termo do Brejo, o menor Pedrv. Regis Maciel,
flllio do tenente-corond Jose do Rego Couto Ma-
ere', foi ferido gravemente c m am tiro por Jose
Ferreira Curleiro, que coosegaio evalir-se.
A8s:\8sinato.Nd dia 8 do forrente, no lu-
gar Jard;rc, d-> termo do brejo, fai encontrado 0
cadaver de Antonio Francisco Alves. Da vteturia
a quo se proceJeu, venlicou-se que a morte foi 0
resuifado tot, que Irgrou evadirse.
Pustiliiuo. Acaba de sahir a lot 0 n. 2
des^e jornal criiico.
Miasoeg 0111 Ponlc Ejcrevetn-Dos desa locali lade :
d) a sua frento 0 abastadoe prestinvno agricultor
Htm. ^r. baraode Goararapes, o Dr. juiz de ca-
pella?, agricultjres Laiz Ftamisco d3 Paula Ca-
valcante Laeerda, Joaquim Romeiro d^i Gouvnia,
Joao Chrysostomo deOlivcira Peligio, Dr. Lxuen-
co de Albnquerqoe, administrador Ja capella An
toQio Jose Vlaana, 0 professor e a professora do
lagir coin algmnas alomaas, esperava com satis-
bgao n> dia 23 do correnlf as 4 boras da tarde 0
Chegsn hontom a esU cldadfro Dr. Pergeuti-IC.** AiBoqmrqne ris*, lh A. da Garvaftw, Lugar portuguet -CiVft-afvb oara dcaont*b
no Saraiva de Araujo Galvan, juiz municipal deslai Antaaio J. Viefra, Antonio F. R>noo< Salvador irapiche Canbai ^^
padre inestre capus:iinho Fr. Caelano de Messina
Siliriulio, quevioha apostolar noste povoado, afin
de pro;nover e conseguir a reparaeao ou quasi
construe; 10 da capella, sob a invoeacao de Nossa
Seabora do Bom Conselho, a qual apenas contain
a pequena e mode?ta capeila ro6r, necessitando
poruutu d-j mais que e oecassario para comjile-
meato da igreja, adm de poder e.-ta prestar-se a
devocio e celebrac .0 do que eoastitue 0 nosso
culto.
c Apos a chegada, qu^ realisoa si no meio de
rdpetidas saudaeOes, ao esta'upido das foguetes
qoe seni par subiam ao3 ares annunsianioa vinda
do esperadobsmfeit.r eccle>iastico das localiJade?,
por i.n-i-' a sua passagem e sempre assigoalada
pelas obras importantes, que cjDs'.ituem solidos
m<">numentos da lerr.braoca do povo agradecido, di
rigiram-se todos ao povoa;! >, oDde 0 illustre levita
do Seaber, depois de feiia a oracSo do estylo. pro-
ferio uma breve e expressi^a aliocucao no meio
de profundo sibmcio, e cmvidou 0 circumstantes
a arrotoar 0 terreno e limpa-lo, removendo os pe-
daros de tijolos 0 arbuttos geceoa que alii se
acbavan prexhnosa capeila,
t li.m i.i elle mesnso 0 exemplo, pois que foi
i|u n pruneiro encetoa 0 trabaino, este connnuou
coin ardor e elUeacia ate quasi oilo lioras da
noile.
A musica em passeiata, com imrnenso acompa-
ubaminto, perornu 0 povoado, depois de haver
locado na casa destimda a residencia do missio-
nario, estmdo esse presente.
Xao lendo a capel a p.lrimonio, c dfl esperar,
pois, que os habila,..t"s de ta localidade, consoios
do? bons e loacaveis desejos de qaa se acha pos-
suido Revm. Fr. Caetauo, para realisacao das
obras da capeila, 0 auxiliem cam seus donativos
paratao sablime fin, reunido a palavra autorisa-
da da 1.1 -lie ministro du allar, apresentara 0 anhela-
do desideratum, que outro nrio 6 senao terse uma
simples e nudesta casa de oracSo, a qn3l at estara
indubitavelmcale 0 eapirito relig'wso e civJisad)
d:shabitantes desta localidade.
Prnnnncia -Xj d:a 21 lo ccrrente foram
julgados pel) Dr. Candid) Freire., juiz mnnieipal
do Cabo, nenrsos nas pona? do art. 203, nas quaes
l' -ram pronuaciados a prisJo e livramento, Pauli
DO da Cruz e sua mulhcr Matiiilie Lsaadra Miria
da Concei?ao.
Missas funeSircs. Na rnatriz da f^egue-
zia do Po;o da Paoella, das 6 as 8 boras da ma-
uha de 27 do correnie, minda 0 Sr. Mamel Fran
cfaeo Coelho Juoior celeirar algamas raissas pela
alma do Dr. Alexandra do Souza Pereira do Carmo.
Modas. A'loja do Passo, rua Primeiro de
Marco n. 7 A, acabam do chegar : boas lavas d
pellica, muit) frescas, tanto prslas e brancas,
como de cores ; bem como filo branco, de sfida,
liso e bordado.
Rua Vein*. Pedem nos que recommende
mos a attencao da policla da freguezia da Boa-Vis-
ia, uma sala de daoga estabeleeida nessa rua, que
pelo modo porque termina seus easaios dancantes
galope infernal ediaboliso-tornas8 0 mais pos-
sivel incommoda, aos que Ihe fleam eonvisiaboa.
Blames de preparatorioa. -0 resnl
talo do dia 2o, foi o seguinte :
Lingua nacional.Plenamente 2. simplesmente
13, reprovados 7.
Latim.Distinegao 2, plenamente9, simplesraen-
te 6, reprovados 3.
Inglez. -Distinccao2, pleaamente!), siraplesmen
I !6 e reprovados 3.
Revista.Recebemos 0 n. 10 da quedpu-
blicada no li; de Janeiro pela associacio de
;;narda-livr.)S, alii instituida
offerta.
Nazareth. Escrevem-n
'11 do eorrente:
Araanha d :<. ter lugar a
sessao do jury desta comarca,
do juiz de direito, Dr. Joao Hircano, gera'meute
considerado como magistrado digno da toga que
Ihe foi confiada.
Se for coneluido a tempo 0 processo que esta
sendo inetaurado contra Jose de Souza, por crime
de ronbo de cavallos, onze serao os processos
aprwentodos a jnlgamento, comprehendendo am
defies ehieo reos; e maior seria 0 nuraero se dous
crimtnosos, d'aqui nmettidos para a casa de de-
teTiclo, nSo estivsssem impossibilitados de vir res-
ponder ao jnry.
Carre como certo que os bcharets d'e?t-
'iro, despeitados com a nomeafSo do advogado
Macdlo, para exercer interinamente 0 lugar de
promoterpaWiso no impedhnento do effectivo, Dr.
i>ttoi, fizeram parerf^para nio se encarregarera
das defezaa dos presos pobres, para as quaes fo
ren nonseados pelo juiz de direito I
B' talo facto, revela elle tanta falta de cari-
lde, qne jamals 0 acreditanamos se nao visseraos
a frente dessa gente, am notavel epublhano
irana. Em todo caso Ibe diremos com a mais
s'rieta- severa imparcialidade, nu promettemos
observar em nossas noticias, 0 qu' testemunhar
mas daraate a sessio do jury, referindo por essa
eeafiat) 0 namero de prooessos julgados, qnae os
reos e riatnreza dis crimes.
agrad'.-cemos
s dessa cidade em
terceira e ultima
sob a presidencia
comarca, cadavcz mais gordo, de prazer pwmi*
oblido do tribunal da r^leue provimento ao re
curae interpostj do despacbo de pronuncia contra
elto-pnferMo pelo Dr. jtHz de direito, em process*
por crime de responsabilidadt, de euja decisao.
profortda pelo dho venerando tribunal, em 17 dw
eorrenie, sefundo pessoa bem irformada, teve aa-
teriormente notieia a familia do Dr. Pergentino,
dada pelo bem conheciJo ex-v luntario da patria,
e etpirilaaso escrevinhador da Prooincia, seu ad
mirador, amtgo e alliado politico
Hoje, em regosijo pelo triampbo oblido, vai
ser oflerecida ao Dr. Pergentino, pelos seus nu-
merotos amigos uma samptuo-a parti Ja, a qual,
em vista do calcnlo geralmente feit \ deverao com-
parecer, quando menos, quinze pessoas, entre mo-
cos, velUos e meninos. Espera-se, pois ja foi an
nunciado, que sera pronunciado de improviso urn
formi iavel d.seurso de feiicitacao ao Dr. Pergen-
tino, qne em agradec'menio pronunciara um ou-
tro, que concluira com as mesmas palavras que,
segundo onvimos de pessoa de fe, proferira eHe
logo depois de baver chegado a esta cidade, isto 6,
que, tendo por si 0 egregio tribunal da relacao,
zombara inteiraaiente das deauncias e processos.
a Hontem, por fal'.a de comparecimento do de
iegado de policia, deixou de reunir-se 0 conselho
peremptorio para julgar um guarda local. E' es-
ta a segunda vez que isto se da, alias sem motive
plaosivel.
a Acabamos de 3aber que am certo Dr., resl-
dente nesta cidade, vai ser fiador de am sea pri-
me, pronunciado em crime aliancavel, bypotbe-
caodo uma ou duas casinbas que possae, ja sujei
las a hypotheca legal, e que 0 mesmo Dr. que me
diiem ser amigo iolimo do Dr Pergentino, apezar
de varios despachos, ainda nao fez a incripc3o da
mesrna hypotheca legal, nem sellou es autos de
invenlario feito por fallecitrento de sua virtuo-a
esposa para serem jnlgadas as pariilhas, conclui-
das ha dous annos pouco main ou menos I
a E-ta desigoada a primeira audieocia do Dr.
juiz de direito para a nquericao de testemunhas,
em um outro processo contra 0 Dr. Pergentino,
por crime de resp msabilidade. Vamos tratar de
ler a denuncia para Ihe darmos de outra occtsiao
uma notieia mais cireurastanciada a respeito.
Vapor II tn tiiiiii I).1 Aracajil pelas esca-
las el leg iii aniehontem ao escurecer esse vapor
da companhia pernambucana, trazendo datas : do
Aracaju' ate 13 e de Maceio ate 23 do eorrente.
Lemos no Jornal do Aracaju :
a Ainda em tempo pnblicamos os nomes dos ca-
valheiros que e mpo-;m 0 directorio, a cujo cargo
lerio de ficar os festejos do dia 2i de oulubro de
1875, anniversano da emancipar^ao da provincia.
a Us Exms. Srs. Barao do Aracaju'.Barao d-
Japaratuba.Barao de Itabayana. Barao de La-
rangeiras.BarSi da Estancia.Coronel Antonio
Jose Fernandes de B.irros.Coramendador Sebas-
tiao Gaspar de Almeida Boto. Tenente-coronel
J >ao de Aguiar Telles de Menezes.Caronel Pedro
Antonio d-rOliveir 1 Ribeiro.Dr. Manoel Simoes
de Mello. Coronel Domingos Dias Coelho e Mello.
Prancisco Melchiades de Cirqueira.
a Procuradores. Dr. Norberto Jose Diniz Villas-
Boa?.Thomaz Narcise Ferreira. Capitao Arnobio
Afro de Alcantara.u
s Existencia de generos em deposito nos tra-
piches desta capital nc dia 31 de outubro ultimo :
212 caixas e 8 saccos com assucar branr.o.
182 caixas e 118 saccos com assucar mas-
cavo
2 saccas com algodao em rama.
0 390 couros salgados.
a lnaugurou-se no dia 8 do eorrente, pelas 4
lioras e meia da tarde, 0 scrvico da liuha telegra
phica nesta capital, de commuuicacao com 0 sul
e norte do imperil.
> A esse acto assisiira 11 0 iixm. Sr. presidante
da provincia e sea secretario, 0 Dr. chefe dj p>
licia, 0 presidenle da cainara municipal, diversos
funccionarios pualicos, e muitos cidadaos de dif-
ferentes classe-.
Na porta da agencia achava-se callocaJa uma
guaraa de honra, tendo adiante a musica da com-
panhia municipal, a qual ainda, depois de relirar-
se a guarda, conservou-se em frente do ediDcio
cxeculando alguraas pegas ate 10 lioras da mite,
quando lerminou-se a festa.
a Trocaram se diversos telegrammas entre as
provincias de Sergipe e Bahia, Pernambuco e
Alagoas, nos quaes, todas ellas manifestaram a
satisfajJo de que se achavam po-suidas, por mais
um meio de fraternisacAn, que sem duvida alguma
Dies p odigalisa 0 subjime invent).
Com effeito, todas as palavras sao poucas,
!>ara traduzir as emoQdes que nos devem domi
har, a todos, ante tao bella e magestosa realidade.
a Se ha alguma cousa que neste inundo possa
despertar 0 emhusiasmo das muliijoa, e adtuira
cm sem igual, e ce tamente esse noderoso meio
de com'iiup.icaca.) que ni? proporcionoa 0 genio
mais koberbo, sobre qoera bao de chover as boncaos
de todas as geraeoe-, agradecidas eextasiadas Jian-
te de uma ereacao dos mais fecuados resultados.
Neabuai espirito, por mais avesso as leis do
progreeso, e da perfectibilidaJe. podera deico-
nhaeer as immensas vaniageus a colher-se na
pjsse de tao real beneficio.
a E.r. geral, a humanidade ludo tern a ganhar
corn a eliiuinayao das distancias ; a intelligoncia
alarga se, 0 pensamento voa, e nessa reverberacio
das ideas, que ja nao eucontrara tropejo em sua
traasmissao rapida, como 0 pensamento que as
g;ra, muila luz, muito progresso manda nos a fe
que esperemos do prodigioso invento a que nos
referira s,
t E' de todos 0 bem, do elemeoto official, como
e mais ainda, do commercial e outros.
1 arabens a provincia de Sergipe.
Inaugur.iu-se no dia 13 do eorrente a so"ie-
dade -Monte Pio dos Artistasdesta capital.
b As 11 hora?, presentes no saiao da camara
municipal um extraordinario numero de socios, e
de eavalheirrs de diff-rentes classes, dignaram-se
comparecer 0 Exm. sr. presideate, 0 illuslre Sr.
Dr. chefe de policia, e entao principiou 0 acto so-
liame da iuaugurar^ao, recitando um discurso
anal go 0 Sr. Urbano Soledade, que presidio a
aessao.
Depois de am peq'ieno latervallo, preenchldo
pela execucao de algumas pe^as mu-icaes, reci-
lou uma allocugao o Sr. alfere3 Uamiro Rodri-
gues da Costa.
a Em seguida tomou a palavra 0 talentoso Dr.
Eugeoio Funtes, que por grande espaco de tempo
prendeu a attencao do audilorio com um lindis-
sim 1 discurso.
c Itecitou ainda um discurso analogo 0 Sr.
Angelo Puliciano, que como am horaem pratico e
exp-riente, desenvolveu-se perfeitamente.
o Teaaos grande prazer em noticiar essa im-
partinte festa dos operarios.
t Ilije que todos caminhamoj cm b;:s:a da
civi-isaQao ; hoje que nos esplendidos banqaetes
do progresro, ja nao ha quern ouse plantar linhas
divisorias entre as differentes classes sociaes, pois
que todo um mundo reconhece a nece uoiao e idenlifuagao de todos os seres pensantes,
para 0 aperfeicoamento de tolas as camada% para
os triumphos d )- aagrados principios da or Jem e
d j liherdrde hoje bualmente que os privilegios
tern absolulamente cessado, e 0 hemem e na so-
ciedaie considerado, nao pelos brazoes de fami-
lia, mas pelos brazdes do proprio merecimanto ;
de^em todas as classes congregar se para a reali-
sacao do bem commum, devem todas procurar
pelcS raeias ao seu alcance atlingir a altcra a que
liverr-m direito, na ordem social.
a A soeiedade -Monte Pio dos Artis'.as-tern
fins verdadeiramente nobres ; que prosiga ani-
mada, certa de qne os iiomons do bam coracSo
hao de sempre auxilia la, promovendo a sua es-
tar.ilidade e 0 seu real engranecimenlo.
,,;,I.uteria. A que so acha a veada e a 126.
a beaefieio da igreja do Rosario de Serinhaem,"
que corre no dia 28.
Lcil&o. Hoje; na feira femanal a rua do
Imperador, havera grande queima de moveis, ob-
jectcs do euro, quinqailharias e muit- art j-s do
nso domestico.
Cagp. de det*ncaa.Movimento da casa
de delencSo do dia 2i de novembro de 1874 :
Existiaro 318, eatrou I, sahiram 5, existem
314.
A saber:
Nackmaes 236, maloeres 9, e3trangeiros 27, es-
cravos 4JP, e8cravas 1Total 314.
Alimentados a casta dos cofres publicos 233.
A saber:
Saos 237 e enfermos 16.Total 253.
Pasaagelron. Chogados dos portos da
Europa no vapor inglez Neva :
William Oito, Julia Carn<-iro, E. A. Burle, Bea-
triz Burle. Carolina S. Burle, Cablno Guiayest,
William Wuatt, James H Wijatt.John Lilly, Mario
Lilly, J. F. de Souza Azevedo e sua familia, Justo
J. GomesTeixeira Ay.pg Koirigues Alves, Manoel
F. de Carvalho, BQnvenut > da Silva SalJanha, An-
tonio F. Games, Th resa de J S. Gones, Jo;i Ro-
drigaes da Silva, William K-lley, Hillida e saa
esposa, Simao Saraiva da Conha, Fraaoiaee X.
Ferreira, Paulino J. da C. Am
de
H H da Graga.
Satrtdos para os portos do ?nl no mesmof
Vapor :
Manoel Otero Carpinteiro, Jolo Caetano, Ermin-
do Deocleciano de .Loyola, Lufz Barauna, Jose Perei-
ra.Raposo, MAnoel Jase Pereira, >raat A: Lapbao,
Francisco Ferreira Viaaoa Baodeira; Roberto Per
eira, Jose Pinto Ferreira de Oliveira, Joio Pinto
4e Oliveira Souza, D. Julia Augusta de Monte
Pacbeco, 2 filhos e 1 filha, Anselmo, Josepha e
AWre, Delpbina Lee, Maria Lee, Dr. Edaardo
VelToso, Dr. Joao dos Reis Silva Dantas e 1
Uw.
Chegados dos portos do sul no vapor naclo-
Hal Mand'ihu. :
Francisco Melcbiades e 1 praca de policia.
- Sanidos no mesmo vapor para a Para-
ibvba:
11 4 oflrciaes, ICO prajas, compostas de exercito e
aaarinha.
' Cemiterlo publico. -Obituario do dia 24
do eorrente:
Um manor, de 6 mezes, qne fora encontrado na
matfiz de S. Joe, 0 qual fallecen de tosse con-
valsa.
Thereza Maria de Jesus, parda, Parabyba, 46
anoos, viuva, Boa Vista ; variolas.
Joao, pardo, Pernambuco, 1 dia, S. Jose; con-
vulsdes.
Gabriel, escravo, preto, Peruambuco, 7 annos
e 8 mezes, S. Jose : telano.
I.uiz, escravo, preto, ignora se a naturalidade,
88 annos; solteiio, S. Jose; hepatite.
UBiJCACOES A FtBiflB.
Srs. redactores.Lvn&o aa Provincia de 25 do
eorrente uma pub'icaclo assignada peloinimigo
dos patoteiros, na qual pede providenctas ao
Exm. Sr. conselbeiro presidante da relacao sabre
0 monopolio qae existe acerca das folhas cor-
rida.
Pernvtta 0 autor da tal pablicacao, qae lbe
diga com fraoqueza : ou S. S. esta mal informa-
do, on pretende occapar-se no mesmo trabalho
de tirar folhas corridas, e nao tern adquerido fre-
gaezes.
Os continuos da relaca > nao conhe:em da le
galidade ou nao legalidade da foi ha, apenas es-
crevem como deteroiina a lei, e pouco se impor-
tant qae ellas sejaa tiradas pelo Sr. Amaral, ou
peloinimigo d h patoteiros, apenas veriOcam se
nas folhas fallarain todos os escrivaes da cidade,
e nada teem que ver com os peliciooario*.
A legalidade pertence as autoridades perante
quen furem as mesmas apresentadas para 0 lim
que pretenderem os sapplicantes.
Quaato a introdncjao do Sr. Amaral no tribu
nal, tern este alii entrada como outra quabjuer par
te que leva oapeis para serem despaehados, e ate"
mesmo 0-Sr. inimigo dos patoteircsquando
la for.
0 trabalho de tirar folhas corridas e" como 0 dos
despachantes, e procuraiores, quanto mais procu
ram servir bem, nwis freguezes adquirein. Pro-
cure 0 -Sr. inimigo dos patoteiros -servir bem a
411am 0 procurar, quo tera mnilo qae trabalhar
em tirar folba3, se e que se dedica a isso, mas
nao procure sob a capa do anonymo ferir a re-
putacao dos continuos da relacao, que se exercem
um lugar de pou:a posic^o, procuram sempre
conservar intaetas as suas reputacSes.
0 amigo da verdade.
itesposta ao Sr. enearresado da co-
branca das dividaa da massa rI-
lida de Benta da Silva A C.
Tendo se puohcad-i em alguns Diarios de Per
nambuco, uma relacao da referida flrma, onde se
acha 0 nome do annuniante, como deve-
dor da qaantia de 112 6i0, declaro que nuoca li-
ve transacQio alguma com aquella Grraa, sou com
effeito de-edjr deign il quantia ao fallecilo Ma-
nuel iiibeiro Bastos, isto, ha annos, e nao t-nho
satisfeilo nSo so esta como outras quantias que
devo, pois, estanlo a lutar com um desalmado
usurari-o desde novembro de 186i, teabo cahido
nesta e era outras faltas pelo pon -o recurso de
qua disponho, pois qum te n lido quatro causas
judiciaes, um conflicto de jurisdiccao, 3 causas por
parte da familia, proveniente das mesmas causas,
e nao dispondo de grandes recursos, nao pode,
pois, deixar de cahir em grandes falta?.
Logo qua termine a luta, qae julgo no fin, nao
so satisfajo este debito, como todos quinto devo
ainda mesmo os que estiverem prescriptos.
Recife, 24 de novembro de 187i.
Al. A. Caju'.
. Ponlc dus Carvallios.
Aos tabeliaes publicos.
Alteaclo.
Lendo no Diario de Pernambuco de 30 de outu-
bro eorrente, 11m annuucio de Brasiliaoo de Ma-
galbaes Castro, respondendo outro de um herdeiro
do casal do finado Joio Francisco Paes Barreto,
e sendo 0 abaiso assignado consenhor da proprie
dade Poate dos Carvallios, por ter comprado a?
paries a dous herdeiros, vem tambem 0 abaixo
assignado protestar contra quaiqtier aforamento
feito, por julga-lo illeg al e criminoso ; e pede
que ninguem taca negocio com 0 referloo Brasi-
liaoo sobre a mes.ra propriedade. Declaro que
nesta data von proper ao mesmo Brasiliaoo a ac-
r.i.) compeleutc, para 0 que 0 chamei a concilia-
cao.
Recife, 20 de novembro de 1874
Joao Chrysostomo-de Oliveira Pvlagio.
IV. 12 1. Vale a pona o cxperimcii
tar-se a sail tie "? Se assim 6, leitor doente,
sois convidad-j a seguir no trilho da grande mul-
tidao que encontraram melhoras e allivio, quando
elles quasi que liaviam cessado de 0 esperar,
nas I'll al is Assucaradas de Bristol. A extensao
da sua operacao medicinal c vasta. E las nao so
proluzera.oseffeitojos mais bcneficos era todos os
casos immediatos de molestias do estomago, do
figado e dos intestinos, mas tambem em grande
numero de casos fortuiios. Nos casos de espas-
mos e ataqnes convulsivos, sao ellas tida], nao so
pi-los medicos os mais experimeatados, com) tam-
bem pelos nao iniciados, como 0 mais completo e
perfeito de todos os remedios. Ellas renovan 0
systema geral, ao par que braodamente movem 0
venire, e por is-=o, nos casos d^ prostracao physi-
ca, que tenba sido motivada pela idadc, uma cons-
tituigao fraca, on por qualquer um outro soffri
mento especifico, ellas para isso s3o iaaprecia-
veis. Emquanto que os outros purgantes debi'i-
tam e causam colicas e nauseas, ellas pelo con
trario recuperam as forjas e rofrescam 0 espirito.
As pilulas ai'ham-se acondicionadas dentro de
vidrinhos, e por is30 conservam-se perfeitas e in
variaveis em todos os climas. Em todos os casns
de impurezas do sangue, a Salsaparrilha de Bris-
tol, deve de ser administrala jun'araente com as
Pilulas.
JUNTA DOS COIUIETOKLS
Praca do Recife, 85 de navena-
bra de 1894.
AS 3 HORAS DA TAHDE.
COTACOES 0FF1UIAES
Algodao do sertao sorts 7*300 dt 15 kilos,
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 26 1|2, e do
banco 26 1|4 d. por I*.
Cambio sobre Paris a 90 d(v. 365 rs. 0 franco,
do banco, hontem.
Dito sobro dito a 3 drr. 370 rs. 0 franco, doi
banco.
Cambio sobre Hamburgo a 3 djv. 457 rs. por
R. M do banco.
Cambio sobre Lisboa a 3 d|v. 108 0|0 de pre-
mio, do banco.
Cambio sobre o Rio do Janeiro a 8 div. an par.
Cambio sobre 0 Rio Grande do Sol a 20 d|v.
ao par.
B. de Vaseonceilos
President*.
A P. de Lemof!,
Secretario.
4LPA7VDKUA
^endimsmo 40 dia X a 94. .
Mm do dia 25' .
715:3424950
14:3131745
729 656.695
Dciarregam hoje 26 ie novembro de l;a.
Palbabot^ amerieano J. Baugir mercad >rias
para alfandega.
Hiate national -Deus te Guard? -generos nac'.o-
naes para 0 armatem.d'Avila.
reira, Paulino J. di C. 'm rim, Francisco Luis [ Brigae porluguez Rio Vouga lagodo ja 4e>
Almeila, Gabriel S. Rap,isr> da Can InBa.' \ ~h-,j ; .-.. '. Apollo.
Paticbo inglez Georgim -kerow ja dbspacaa-
*> parao cms 6\> ApaUa
Tapor iiacioaal- Bahia -(esperada) iMtrw aa-
. ciuoaet oara irapiche di conpanbia.
Vapor inglez Neva mercadorias e bagagens
para alfantlega e tMpiche Cancel ^o.
liiipori-a^ite.
uiate oaciaaal D,ut te Gar*r, eatrado de-
Maeo em to* do correote e eousiguado a BarUw-
loaren Loorenpi, manifBstou :
iif,d*P M Mccs a Giiaes de Mattes lrmfte?. |
tara da analha 1 barrica aos mesmos.
Jisteiras de palha de carnauba 10 meUws a or-1
dem.
Paiba de caraatiba 300 molhos a ordem. Pelles'
ne caroeire 1. fardo a Gomes de Maltos kmios.
Sal ttio alqueires aos coosigaattrios.
Vapor naciooal Mandahu, entrado do Ara-
caju na o#sma data 0 consignado a oompaohia
lrnambucana de navegacao costeira por vapor,
ma nifeston
lafCJJBKDyWA DB RfiWD** INTERN AS GE
P.AES DE PERNAWJOC-
landimentc do dia-2 a 21 47:140^679
dre do dia 25 85*4195
4-7:9964874
tanou&oato do dia
idats dc flla 25
CONSOLABO PROVINCIA..
2a24
RECD7E DRAINAGE
Rendimento do dia 2 a 24. .
Idem do dia 25......
95:598*396
5.604J170
101:202-^566
35:812*840
I
35:812*840
AGfeNCIAS PUOVINCIAES
Liquidos espiritoosoa.
Assucar 519 saccos a Borstelmann & C, 110 a *endimentu de S a 23 4:690*865
M. Jose Alves. Algodao 50 saccas'a Albino Ame- 'ldem do dia 24 524*294
rim & C -------
Couros salgados 104 a M. Jotii Alves, 116 a Pe-
reira Carndro, Maia & C.
Parinha de mandioea 116 saccos a Pereira Vl-
aana 4 G, 50 a D. da S. Torres, 16 a Francisco
Goncalves Torres.
Mflho 160 a Pereira Vianna & C.
Oleo de ricino 95 latas a Francisco Goncalves
Torres,
Bacalhao, etc.
Rendimento de 2 a 23 4:568*088
(dam do dia 24 *
Generos de estiva.
Keudtmeuto de a 25 4 241*270
Idem do dia 24 417*068
Palbabote amerieano J. P. Auger, entrado
de New-York em 2i do eorrente e consignado a
Jorge Taso, manifestoa :
Ban ha 50 barris a ordem, 100 a Tito Livio ]
Soares, 50 aos consignatarios. Breu 50 barricas a ;
ordem, 50 a Antonio Francisco Corga, 50 aos con- |
sigaatarios. bolachinhas 100 barriquinhas aos
consignatarios. Barricas abatidas 100 a M. F.'
Marqus.
Farinha de trigo 45 1 barricas a Jose Jacome '
Tasio, 300 a Joao Quirino de Aguiar & C
Kerosene 1000 caixas a Antonio Fraacisco Cor-'
ga, 500 a Tito Livio Soares, 200 a ordem, 100
ao consignatario.
Oleo de figado de bacalhao 1 caixa a Ltpa
Primos.
Papel 1000 resmag ao onsigpatario.
Remos 58 a Bellrao & Filho.
Farinha de trigo, etc.
aendimento de 2 a 23 8:743*072
Idem do dia 24 *
5:215*157
4:568*088
4.358*338
-------------5:745*072
Rendimento de 2
idem do dia 24
Fnmo, etc.
a 23 2:464*069
387*022
Vinagre. etc.
Rendimento de 2 a 23 1:581*0O8
Idem do dia 24 *
2:851*991
1:581*008
Vapor inglez Neva, entrado dos portos da
Europa na mesma data e consignado a Adamson
Howie 61 C, manifestcu :
Amostras 21 volumes a diversos. Artigos de
Pri3 1 caixa a Damiagos Manoel Martins.
Calfado 6 caixas aos consigaalarios, 2 a Vaz
& Leal, 1 a Alfredo Gibsin, 1 a Joaquim Antonio
de Araujo & C, 1 a Lyra & Vianna, I a Mireira
Halliday & C., i a Vaz Junior & C. Camisas 1
caixa a Alfredo Gibson, 1 a Cramer Frey a C.
Cart5es 1 caixa a Jose Luiz Goncalves Ferreira
& C. Cba 6 caixas a Luiz Antonio Siqueira, 5
meias ditas a Jose Joaquim Alves. Chapeos 6
ciixas a Keller & C, 4 a Vaz Junior & C, 1 a
E. A. Burle 4 C, Coures 3 caixas a Monhard
Melller & C, 1 a Moreira Halliday & C. Elas-
tico 1 caixa a ordem.
Globoe geographicos 2 a Luiz Antonio Siqueira.
Gravuras 1 caixa a Moreira Halliday & C.
Iraagem 1 caixa a irma Lezat.
Joias 1 caixa a It. Hyvernat 4 C. Dita e artigos
de Paris 1 caixa a Lehinann Freres & C. Ditas fal-
sas 2 caixas a Vaz Junior 4 C. Jornaes, livros e
cigarros 2 caixas a De Lailhacar & C.
Livros 3 caixas a Silva Cardoso 4 Pessoa, 2 a
Theodoro Simon, 2 a Walfredo & Souza, 1 a
Euuardo Fenton, I a H. Forster & C, 1 aKeller 4
C. Lavas 1 caixa a Papouli & C.
Manteiga 45 barris e 70 meiosdilos a Fernandas
4 Irmao. Meias 1 caixa a Vaz Junior &C. Merca
dorias diversas 6 caixas ao mesmo, 4 a Alfred)
Gibson, 3 caixas a Vaz A Leal, 1 a Antonio Pinto
da Silva, 1
24:616*754
Tbesouro provincial rJe Pernambuco, 2&
de uovembro de 1874.
0 escrivSo,
J. C. M. da Silva Santos.
Banco Commercial de Braga.
lorge TasMO.
37Rua do Amorim37
Saca qualquer quantia a prazo ou a vista so
bre este Banco ou -nas respectivas agencias nas
leguintes cidades e villas de Portugal, ilhas adja-
eentes e Hespanha, a saber :
t'orlugiil
Agueda.
Araarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Arco de Baulhe em Ca-
beceiras de Bastos.
Harca.
Barcellos.
Beja.
Caminha.
I Chaves.
I Castello Branco.
i Coimbra.
i Castro Daire.
i Coura.
a 11 Ledebour, 1 a Mendes, Azevedo & ; pamiiirao
C. Miueraes 1 caixa a M. R. Mastanns. Modas 1 oZZT
c^ixa a Alfreio Gibson, 1 a Antouio C. de Vsseon-'
cellos. Molles 1 volume ao* consignatarios.
Obj^ctos de ferro 12 paeas a Brasiliau Subma-
rine Telegraph Company. Dltos diverso3 1 volu-
me a mesrna, 1 a Alcoforado, Vieira & C, 1 a
Du3rte Irmaos, 1 a Luiz Antonio Siqueira, 1 a
Keller 4 C. Ditos de escripiorio 1 caixa aos mes-
mos.
Papel 5 fardos a Jose A do3 San'.oe Andrade.
Perfumaria 1 caixa a Laiz Antonio Siqueira. Pre
sunto 2 caixas a Jos6 Joaquim Alves & C. Pr;Vi-
>0?s 5 a ordem.
Queijos 74 caixas a Antonio F. Corga, 50 a Soua
za Bastos 6c C, 43 a Autonia F. de Carvalho, 45 a
Jose M. da Rosa & Filhos, 40 a Beltrao 4 Filhos
40 a Lehre & Reis, 3$ a Fernandes da Costa &
C, 3j a Cardoso, Martins & C, 3'i a Domingos
Jo;e Ferreira Cruz, 34 a Paulino Jose da Costa
Amorim & C, 23 a Joaquim Jose Leilao & C, 17 a
Jos6 Corr6a Braga, 13 J .se Joaquim Alves 4 C,
10 a Mills Latham & C.
Relogios de ourojl a Moreira Halliday 4 C. Ron-
pa 1 volume ao Dr Na'geli, 1 aCeciliaho Mamede
de Almeida.
Tecidos diveno3 104 volumes a Killer & C, 50
a Cfamer Frey & C, 41 a ordem, 31 a Braga S>n
& C, 27 a Al joforado, Vieira & C, 22 aos consig-
natarios, 16 a Mills Latham & C, 10 a Monhard,
Mettier & C, 5 a Brown Thorns >n & C, 4 a Gon-
calves Irraacs 4 C, 3 a Garneiro & Nogueira, 3 a
E. A. Burle 4 C, 3 a Moreira, Halliday 4 C, 3 a
H. Le labour, 2 a Luiz Antonio Siqueira. 2 aOliu
to, Jardim & C, 1 a Alfredo Gibson, I a A. C. Vas-
eonceilos, 1 a Joaquim iloaleiro da Cruz, 1 a Tei-
veira Elias & C.
Velas stearinas 200 caixas a Keller 4 C. Veos
de algodao 1 caixa a J. M. dos Santos Aguiar. Ves-
timentas 1 caixa a Vaz Junior & C.
Melgaco.
Malbada.
Mirandella.
Monte-mor o velho.
Mon^ao.
Oliveira de Aremeis
Ovar.
PenaGel.
Porl'Alegre.
Pinbel.
Ponte de Lima.
Portimao
Porto.
Povoa do Varzim.
Pov9a de Lanhoso
IVeoa.
I Covilha. Silves.
lEsposende. Santo Thvrso.
Elvas Tavira.
I Estremoz. Torres Novas.
Fafe. Tbomar.
Valenfa.
Vianna.
Figueira. Villa do Conde
Gouveia. Villa Ponea de Aguiar.
Guarda. Villa Real de S. Autonio.
Guimaraes. Villa da Feira.
Lagos. Villa Nova de Cerveira.
Louie. Vinhaes.
Lamego. Vizeu.
Lisboa. Villa Real.
Movimento da Beira.
Unas.
Fayal. Funchal.
lli-r.puil.ia.
Badajoz.
Barcellona.
Cadiz.
Caceres.
Campinas.
Coruna.
Ferrol.
Madrid.
Orense^
Padron.
Pintivedra.
Puentearea?.
Santiago.
Vigo.
lESi'aCITOS DE EXPORTACAO NO DIA 24 DI-
OUTUBRO DE 1874.
Parj os portos do exterior.
No lugar francez Rio Granite, para o Havre,
cariegou : H & Labille 1,297 couros salgados
co.o 15,564 kilos; Keller & 1 sacco com 50
kilos de cafe ; A. Burle & C. 1,506 couros saiga
dos com 18;072 kilo3.
Na barca portugueza Gratidao, para Lisboa,
carregon : J. J. Goncalves Beltrao & Filho 1,000
couros salgados com 12,000 ki'os.
No navio nacional Marinho, para o Rio da
Pata, carregou : A. Loyo 149 barricas com 17,283
kilos de assucar brauco e 113 saccas com 8,028
ditos No navio hespanhol Tres Dorotheas, para
Barcellon3, carrtgou : A. Loyo 149 barricas com
17.283 kilos de tssucar branco e 113 saccas com
8,028 ditos de algodao.
Na barca nacional Claudia, para o Rio da
Prata, carregou : Amorim Irmaos & C. 150 cascos
com 52,800 litros de aguardente.
No lugar hespanhol Ihemoteo III, para o Rio
da Prata, carcegon : Amorim IrmSos 4C. 375 bar-
ricas com 37,636 kilos da assucar branco.
No vapor inglez Neva, para o Rio da Prata,
carregou : P. Caroeiro, Maia & C. 500 barricas
com 64,485 kilos de assucar branco.
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no hiate nacional fti-
val, carregou : A. Loyo 1,000 saccos com 76,000
kilos de assucar branco ; M. L- Pae's Barreto 200
ditos com 15,000 ditos de dito ; J. A. Silva Araujo
200 ditos com 15,000 ditos de dito.
Para o Rb Grande do Sul, no lugar portu-
guez Luia, carregou : M. L. Paes Barreto 600 vo-
lumes com 47.233 kilos 6>. assucar branco.
Para o Ceara, no brigue nacional floio, car-
gou : J. A. Silva Araujo 12 pipas com 5,760 lHros
de aleool.
CAPATAZ1A DA ALPANDKGA
Readimento do dia 2 a 24. 12:033*601
Mam do dii 25 148/855
12 182*456
VOLUMES 8*HIDOi
tin dia 2 a 24......
Nu di 23. t
Primeira-parts .
Seganoa porta.....
Terceira porta .....
T'tpicie Ccncoisac .
20,408
99
121
156
129
29,913
BARITBIOS
CONTRA 0 FOGG.
A companhia Indemnisadora, estabelecid<
lesta pra$a, toma seguros maritimos sobr>
aavios e seus carregamentos e contra fogi
im edificios, mercadorias e mobilias: nj
ua do Vigario n. 4, pavirnonto terreo.
OS
Mriliino
SSftYigO XA1UT1MO
> Aiiagaa doscarreg^dai no tranijat da
46
46
coalra-fogo
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 3*.
Seguro coolra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS RROTHERS d C.
11Corpo Santo11
Companhia Indemnisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000^000.
Thomaz de Aquino Fonceca 4 C, successors
agenles.
Est. companhia toma seguros maritimos e ter-
restres, daado nestes o sepumo anno gratis aos se
gurados.
Rjia do Vigario n. lO.
COMPANHIiTALLIANCA
seguros maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahi^
em 15 de Janeiro em 1870
CAHTAL i.pOO^OWOOOi
Toma seguro de mercadorias e ditiheiro
isco maritimo em natio de vela e vaporet
jara dentro e f6ra do imperio, assim com-
sontra fogo sobre predios, generos a fa
ondas.
Agente : Joaquim Jose* Goncalves BeltrSo
u a do Commercio n. 5. 1 andar.
KOVMEMTB M POBTfl.
Navios sutraios no dii 25.
Assu 12 dias, hi-ie nacional Deut ie Guarde,
de 139 toneladas, capitao U. Cv Pessoa, equipa
gem 8, carga sal e outros generos; a B
rtE.
Aranjd e escala 8 dias, vapor
dahu, de 222 toneladas, rnmsnaadm
equipafem 16, carga asascar e osrtm
a companhia iimwaawiiBi
SoatbamptM e pertoa iw........tiu H
por ioglcz Neva, de IMS
dante W*W. Herbert,
varios Reoeros; a Adomsoa tiuvia AC
Navio* sahido* no
Bahia e portos iotermedins V
Snlvmor, eommandanle AaSow i Oa Sum
trao, carga varirs generos.
Parahyba Vapor naciooal Handakm, om
dante Marinho. em laetro.
New York Esc ana ingl-ra Jnlia, capita*
jamin Brigd, carga assucar.
Canal Brigue iagta Vfiilit, capitao
Cranch, rarga a>suear.
Rio Grande do Sal E-cun.' aacii nal
capitao Manoel Antonio As SoosB, i
luaar.
Buenos Avres e portos int-rnsedios Vapor i
glez Neva, eommaodante W. W. Herbert, raf
parte d que tronxe da Europa.
Obtervacao.
Passou no dia 24 do corn-ate, .
Bahia para Europa o lugar alleaiic Kite,
Tampke.
ao-
TclTAfS:
0 Dr. Angnsto Egydio de Castro Jeaot, juit -
phaos e a senles do termo de Serinha-m <* rm
id area do Rio Formoso, provincia de Peroainl
co, per S. M. imperial e constitutional o Sr. D.
Pedro II, a quom Jaw paatAa, etc.
Fa?o saber ao qoe o preseme cl-ul vmos, qsta
por este joito fora-n arreeadados, e postus in ad-
ministra^ao os Ire detxadut por Jo?# Nicolao.
Bezerra, qae era natural do t-r.nj dc Barreir e qne falleccu sem b-rJeiro- pre-entea, pelo qae aa
convida aos herdtiri, -tu-ces-nres da dito toaa*. e
todos ?quc!i-- qse leobati direito a ditos bem a
virem habi!ilar-se w i raio de 30 dias e reqoorer
o que for a bem oV m-u direito.
E para qne eh-*.!' a n liciaa T'Inn, nr paainr o
presente, que stra f!;xado r > lugar M etftoaar a
publicadu a* Ires ';.- un* j-iraaei da capttal.
Dado e passadj iv?\.< villa de Seriobaeas, tot a
men signal e soM >, ijns e ca Viha sem aalto cl-
eans*, aos 18 de ::!..-.. de 1874.
Eu, Joio Pessoi da iljiiu. e-;nvio oettravi.
Aiig.i'j E-yjAiO de Cmtiro Jesus.
U I Im. Sr. inspector du tbesouro proviacial
manda fazer publi:-", qu- e.n cumprifnealo4a *
dem do Etm. Sr. pre-i.l.-ni- da provincia, os 23
do eorrente, t in d.- ser ;'. i nialada bo dia 26 da
novembro proximo wnduUTu, t. ranle a junta ia
fazenda do inc-m-i tiiesouro, a utira dos reparoa do
cnpedramenlo do 1* e 2* Uncos da astraaa de
dabnare', orctda em lt:880j, e de..ixo das eco-
Pi(des abaixo transcripUs.
As pessoas que se propozerera a esta arreaaata-
qao, comparecara na sata das s-ssoes da referida
junta, no dia acima indicado. pelo meio dia.
E para constar a qnem interessar posa, se saaa-
dou faze pub.ioj pelo pie-L-uic hian>.
Secretariado thesouni provin-rial de Ptroasala
co, 30 de outubro de l*7i.
0 serrt-urio,
Miguel Ada* Tcrreira.
GtawolM f-peci.es para aairumataeao
das (bras.
1.'
As obras de reparos e empedratrento do 1* a 2*
lane>s da eatrada de Palm-res a Pimenteiras, aa
iiojortaneia de 11:880 serao execn>a (orBUdade com o resp-e.ivo orc.-meniu e diMaaiiw
juuiss, approvadas pelo Exm. Sr. presideate aa
provi.icia, e io.-tru*^oJi do eugeuneiru cucaireaa-
do da Gsealitacig dos trabalata.
2.'
prazo de 15 dias, c os conciuira na de 5 nsea*.
este ultimo prazo con!.'do depois de Undo o pri
meiro.
3.'
Os pagiavntOS serao feilos era qu.t:,, presUcC4
iguaes, a pr por;io dos trabalhos >.xccatadus.
4.'
Finalmente, em tuJo mats que asjai nao vai -
peciQcad), seguir-sc-ha o q e aretpeito dispfc <
regulamentc de il dc feveieiro de ls*4.
Cabo, 16 de outubro de 18;i. Assigaaao, c.
eugenhf-iro Joaquim G Coelho. /
i.ouforrce.0 official Ma laaaaJa de Siqoeira
Varejao.
Conforme.-Miguel Au*)iiso Ferrei a.
Inslihil) Arrteol-'gic:! c fie gw-
pliic) Pcrna'Kbncaef..
Havord S"ss3o ordinaria quinla-feira, ?
do eorrente novembro, pelas 11 liora* <1
manha.
OR I-L1I Ini nu
1 Discussao >'.o balauccte sprsentailo
pelo Sr. thesoureiro,trir > r-trv i.e julno a
setembro d: 1ST4..
2." PafajaaaH e mais trcbalbos de c
missoes.
3. Palestra littoraria.
Secrtaria do IosttUUotS3 k novembrod*-
1874.
J. Soares ii'Azeved ,
Secretario p-rpetuo
tOSSI'LAUO PROvINCtA!..
Ne-ta roanrtlnln arrecada se nnatninte dna-
te o eorrente inez as imporuneias dor afaataaV s
encanament-s, dderenjase annuidades devida? a
companhia Recife Drainage, no trimestra de jul i
a dezembro de 5372. pelos predios sit- s a< ra"."
d<> Mirqnez do H.rval e Padre N ibrega. isto de
conforraidade com i portaria do Sr. in^peclcr I
Ihesouro provincial e as novas rela^des eai sat>-
tituicao as primeiras.
Consulado provincial de P;-rnambucj, 8
dc novcmriibro de 187 i.
0 ajministrador,
Antonio C. Maehado Rios.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
O-Sr. orbeniano de Aquno Fonsec .
caixa da cotnpacbia do Beberibe, ach.-
se autorisado a pagar no reu escripta
rio d rua do Vigario Tenorio n. 19, das 10
boras ds 3 da tsrde, o 53 dividmilo des' 1
companhia findo em 31 de outubro ia
corretite anno, ua proporcS i de 39300 p*.r
apolice: provina-se aos Srs. accionist -
qui o pagamento seri realisaJo em moecia
dc conrc.
Escriptorio da cimpanhia do Beberib-,
14 de novembro do 1971.
0 secretario,
Luiz Manoet Rodrigues Valenfa.
Oompanhia Fidelida e
Seguros marilinos o terrestres
A agencia desta companhia toma s-goros auri
timos e terrestres, a premios razoaveia, danJo a --
ultimos o solo livre, e o setkao anno gratnit.1: >
segurado.
Feliciano Jose" Gomes,
^__________________Ag-nte.
0 Illm. Sr. iaspeitor do thesouro previad i
manda fazer pallicn, qoe am europrimento da a*
dem do Exm. Sr presidente da provincia, de It
do andante mcr, tem de ser con'.ratad-i pwraale a
junta do mesmo 'hesoaro, no dia 2C do eorraata
o foraeciinento dos moveis precis-)* para aa eseaiaa
do sexo ttasculiao, do Campo Granoa, rstrath an-
va de Beberibe, Coelhos, Camoo Verde, N 8. ao >'
de Maranguape ; e do feminino. { eadein is X
S. da (Jrjca, na Capauga, como m ve da taaelt*
abaixo meccionada.
As pessoas que qnizerem cont-al;r n rcfari h->
farne-iir.ento, compartrjam na sal' da^ oda referida junta, no Jia acima indieado, p>
mpio dia.
S rrclarla do l",..^snro provincial, 10 o^ aovwt-
bro dc 1871. C seerrtarta,
Uifnei Afi'.r.si Ferr*a.
TA.
G jjadr^s com a efflfio do b?oh'>r C'linn^la
I


torn 0,mW 4e altars e 0,m44 de largara, am 10#.
6 mesas de amarello com l.rall de comprimen-
to, 0,m*5 de largara e 0,m75 de altura, com pes
torneados e daas gavetas, uraa 22*.
6 cadeiras de braoos, de amarello, uraa 16*
12 cadeiras siogelas, uma 8}.
6 estrados de louro com I,m60 de coroprimeulo
l.raiO de la-gura e O.mtS de altura, am 20 J.
18 classes oa mesoes de amarello com 2,m6i de
comprimento, 0,m44 de largara, 0,m72 de altura
na frente e 0,ra76 de lado opposto, com des tor-
neados, conteado 4 tiateiros e 3 traslados em qua-
dros, am 34?.
24 baacos de amarello (assento de palbiuba)
com 2,m64 de comprimento, 0,m25 de largara e
0,m45 de altura, com pes torneados, am 25*.
6 pedrat para calcnles com l.mO de comprimen-
to e l,m2 de largara, uma 10*.
18 abides de amarello com 10 lornos, um 5*.
6 regoas de jacaranda, uma 500 rs,
<3 escrivaoinhas de metal, uma 3 '.
1 tbeares singelos, mm 10*.
fi jams, uma 5*.
6 cocos de folha de fi-rro, am I?.
18 bacios com tampas, um 2*.
6bos de amarello, um 7*.
Coaforme.
__________________M. A. Ferreira.________
ffeomaz de Aquino Foiceca & C.
Soccessores
saoeam per todos os vapores, sobre as segaintes
pra cas :
Lisboa. Regoa.
Port. Cbaves.
Braga Villa-Flor.
Vianna. Mirandella.
Vtseu. Alijd.
Goarda. Favaios.
Goimbra. Braganca.
Guimaraes Lamego.
Rio de Janeiro.
.Na raa do Vigario n. 19._________________
SANTA CASA DA M1SEKICOKD1A DO
RECIFE.
A HI rua. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer pablico qae
aajsalade suas sess5es,o dia 18 le novembro,pe-
ias 3 boras da tarde, tern de ser arrematadas i
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
a tres annos, as rendas dos predios em segaida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 94.......301*006
Raa larga do Rosario.
2* andare loja n 24 A fechada 310*000
%" andar n. 24idem......408*000
3.'andar n. 24 A idem 251*000
Hua de Antonio Henriques.
Casa terrea n. 26 ... 99*000
Largo da Campina.
Idem n 11 (fechada). idem. 120*000
Rua do Coronel Snassuna
* andar do scbrado numero 94 386*000
PATRIMONIO DOSORPHAOS.
Rua do Commercio
Sobrado n. 30.......800*000
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada).. 400*000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. U.......202*000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 6026000
Casa terrea n. 34......2 2*000
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
f andar do sebrado n. 27fechada 243*000
! andar do raesrao idem .... 240*000
Loja do mesmo fechada.....300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada). 1:400*000
Rua da Senzalla v :iha
Idem n. 16........209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25.....209*00(
Idem n. 29......201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 anriaresu. 12 (fechada). 800*000
Idem n. 14.........600*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 103......207*000
Os preiendeuics deverao apresentar no acto da
arremat a3 suas rianeas, ou corcparecerem
acoropau s dos respeeuvos liadoros, devende
paear ale I reaila, o preirjio da quantia en:
mento com ' peza e pn.. sppareihos.
Secretaria nta Casa da|Miserieorfiia do Re
cife, 17 de sstembro de *874.
0 escrivao,
" -'.'- R 'liii:'.,-s -1? S't'izc.
Gabioete portuguez de l.eitura.
(Directorja)
Pede-o acs Srs socioi effectives que se acham
era atrazo para com a thesouraria do* gabinete,
6 obsequio de durern curuprimenlo a pritneira
parte do 2." do art. 12 dos estatutos, afim
de qae a direcioria possa dar as providencias
qne Ihe hao sido extgidas por algucs soiios, e
beoi assim poder cumprir o que estatue o 3.
do art. 69.
Secretaria da directoria, 18 de novembro de
1874.
V. Ferreira Chares Junior,
Secretario,
Di&no de j^eraombaoo Quinta feira 26 de Novembro de 1874.
Ferreira Baltar Junior pa go do sea capital e lu-
cres.
Secretaria do tribunal do commercio, de
Pernambuco, 24 de novembro de 1874.
0 ollicial-maior,
Julio Guimardes.
Esta secretaria faz pablico qae neita data foi
registrada a oscriptura antenuptial de dele, cele-
brada entre os conjuges Carlos JoSo Baptist* Le
crerc e D. Aana Maria Virginia Falqae, da qaal se
vd qae os beat dotaes com qae a esposa entrou
para o casal, no valor de 89:351*790, Toram os
segaintes : 31 apolices da divida publics ; 22 ditas
da divida provincial; 20:767*190 drabeiro depo-
sitado em conta correate no London and Bratilian
Bank Limited ; mobilia de sua casa e joias de sea
aso ; mercadorias e aimapao da loja de chapels de
sol, n. 4, a raa Priraeiro fle Marco desu cidade ;
e que, atom de oatras claasulas, neon estabelecido
qne o casamento nao tera regalado por carta
d'amctade, segnndo o costume deste imperio ; qae
niu bavera coinmuohao des beas com qae cada
am dos eiujuges entrou para o ca?al. nem dos
qae adqairirem na con-tanci do matrimoniu por
qaalquer titulo qae seja ; que a esposa flea o di-
reito de contionar em sea none por preposto oa
administrador sob sua admioistracao e inspeccao
e commercio por ella adoptado ; e qae os rendi-
mentos dos bens do espofo serio applicados aos
encargos do matrimoni), e os dos da esposa ella
destinara uma parte para o predito fim, e dispora
da oulra parte coma Hie aproover.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 24 de novembro de 1874.
0 official maior,
Julio Guimardes.
Pelo consulado provincial se faz publico que
do dia 30 do corrente finda-se o prazo marcado
pelo Exm. Sr. presidents da proviacia, para ter
execucio os arL. 78 e 79 do regulamento de 6 de
abril ultimo, qne determinant que os generos im-
portados de oatras proviocias por via terrestre
deverao ser acompanhados para prova de sua pro-
cedencia, de uma guia do proprietario, e por elle
assignada, da qual conste declaradartente o lugar
d'onde vem os generos, quaes sejara elles, a quan-
tidade dos volumes, marca delles e o nome do
conductor, devendo essa guia ser apre?entada pelo
conductor na primeira collectors qae ficar na di-
receSo ou proximidade de sea transito, do ponto
da procedencia a esta cidade, para que seja com
o visto do fiscal ou collector, aatbenticada a mes-
ma procedencia, sem o qae sera o genero conside-
rado prodaccao da provincia, e nenhuma oatra
prova poder a snpprir essa falta.
Consulado provincial de Pernambuco, 25 de no
vembro de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Cm piano forte, uma mobilia de jacaranda, com precisos aeha-se em poder ao mesmo ^gente, onde
1 sofa, 2 consolos com pedra, 2 cadeirss 4) bra-' pode desde ja ser ezaminado pelos Srs. pretenden-
eos e 12 de guarmcao, qaadros com Unas gravu- tes.
ras, liacos e cortinados, veuezianas, 6 eadeiras de
balance, 2 mesas de sofa, 2 ditas redondas, e estei-
ras forro das salas e quartos, 2 console* de jaca-
randa ctm pedras.
Stklat de Jantar
Uma mesa elastica, 1 goarda louca, I apparador
de armario, 2 ditos torneados, 1 gaarda comida
de arame, 2 cadeiras de balanco, i relogio, 12
de guarnieao, tapete de coco, 1 Oltro, 1 appare-
Ibo de loaca para jwtar, 1 dito para cha, 1 dito
para sobre mesa, 1 apparelho de electro-plate, 6
duzias de collieres, 3 dazias de facas cabos de mar
um, garfos de metal, 1 galheteiro, copos, calice-,
garrafas, campoteiras, bandejas, toalhas de mesa e
guardanapos do Mnho, am relogio, e i cabide para
cbapeos.
Quartos
Uma cama franceza, uma dita de bronze para
2 pessoa', 1 dita de ferro para solteiros, comraodas,
mesas redoada, mesas com gavetas, guardas rou-
pas, espelhos, lavatorios, cabides, cadeiras, e qua-
SrVw.
Casinha e dispensa
Mesas de pinbo, flandres, poles, trein de cosioba
e outros objectos.
A 1 HORA EM rO.NTO
Vender-se-ha tambem am rise gnarda|roap
com espelho na porta do meio, 1 magnifico toilet
e 1 bom lavatorio cm tampo de pedra, tudo de
mogno massicp e em optimo estalo de conserva.-
cao.
Nexta-feira 4 de deiembre
POR INfERVENCAO DO AGENTE PINTO
Na Passagens da Magdalena, casa junto a pon-
te grande, em que moravam os empregados da ca-
sa commercial de Phipps Brothers & u\
As 10 horas e 13 minutos partira da estacao da
iNOVISSIMO
Appari^ao e desapparitjSo de uma menitia
de 14 annos, que brbe, come e falla com
o espectador.
0 professor Gris d'Appremont tem a honra de
parlicipar ao respeitavel poblico desta cidade, qae
sue essa verdadeira maravilha, que agradou ex-
traordinariatreote nio so im Franca e na Alleina-
nha, como na Italic, e outros paizes onde tem
estado. As familias nao devem perder a occasiao
de ver objecto lio curio*o.
RUA DA IMPERATRIZ N. 1
Entrada 1:000 por pessoa, e.500 rs por
crianc,a.
AVISOS mm
i OMIA.\III\ BR i*ai-KIBA
DE
VAVEGACAOAVAPOR
Portos do norte
Commandante Guilliermc Wa-
dington.
' E' ejperado dos portos
do sul ate o dia 27 do
corrente e segnira para
os do norte depois da de-
mora do costume.
i'ortos ao ni.
Commandante C. 4. Gomes
E' esperado Jos porlos do norte
ate o dia 28 do corrente e se-
guira para c do sul, depois
da denora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
rata se no escriptorio
7RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Agenles.
CONSULADO PROVINCIAL
De conformidads ccm a portaria dj Sr. inspec-
tor do thesouro provincial se declara aos contri-
boinlts que deixaram de realisar o pagamento da
seus dehitos devidos a cempanhiaRecife Draina-
geno -emettre findo em junlio de 1873, pelos
apparelhos, d fferenca dos mesnios, encanamentos
eannuidades, que o pod.'m faztr, vi.-to achar-se
prorogado o rtcebimenlo ate o fim iJo corrente
met.
Consulado provincial, 18 de novembro de
1874.
0 administrador,
Antonio C. Machado Hios.
Pelo thesouro provincial r-e lusnda fazer pu-
blico, que vao novameute a prag3 perante a jun-
ta do mesT.o thesouro, no dia 3 de dezembro pro-
ximo vindouro, as arrematac,oes seguintes :
Obra da bomba do Fragoso, orcada em 840*027,
e a obra da ponte de Mj6s, no rio Tapacura, na
estrada da Victoria, orcada em 1:485*0-0.
Secretaria do thesouro provincial de Pernambu-
co, em 23 de Novembro de 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira
Heal cmiipauhia de paquetes in-
glezes a vapor.
Xo dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Douro, commandante Twaites,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-9e na agencia
ma do Commercio n. 40.
Companbia ullfctncu maritinaa
portnense
Kmpreza de navegagao entre o Brasil e Pot
tugal
PARA 0 PORTO
Barca pc.rtu?ueza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
Iratar com os seus consignatarios Jose da Silva
Loyo & Filho.
Nojdia 27 do corrente, as 2 horas da tarde,
.inda a audiencia do Sr. juiz de paz da freguezia
de Santo Aolonio, a qual tera lugar na sala das
audiencias, v3o a pra^a para serem arrematadas
a quern mais der, 18 cadeiras de junco, enrernisa-
das depreto, por 60*, 1 par de consolos, enverni-
sados, por 10% 1 sofa de junco por 30*, 1 par de
lanternaspor 2% 4 quadros com moldura dourada
por 20$ ; os quaes foram penhorados a Manoel
Moreira de Souza por execugio de Francisco Pe-
eira de Meirelles.
Tribunal do Commercio.
Esta secretaria faz publico qae foi ne*ta data
escripto no numero dos commerciantes matricu-
lados Francisco Gurgel do Amaral, cidadao bra
zileiro, casado, natural da prcvincia do Ceara,
de 28 annos de idade, domiciliado e estabelecido
nesta praca com sua casa de commercio de fa
zendas por grosso e a retalho.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 23 de novemhro de 1874.
0 official-maior,
Julio Guimaraes.
Esta secretaria faz pablico qae foram arcbi-
vados na forma da lei :
0 contrato de sociedade de Aprigio Fortana &
C, da qualjazem parte um commanditario e o di.
to Forlnoa, com o capital em commandita de
30:000*000, para o commercio. por tres annos, na
cidade da Fortaleza, provincia do Ceara, de com-
pra e vendo de mercadoriat e todas as negocia-
c5es lieitas.
0 contrato de sociedade de Miguel Jise da
Costa e nt nio da Silva Matter, sob a firma
Costa* Silva, com o capit.l de 4:379,980, para
o commercio, por tre*. annos, uen cidade em
uma tevfirna siU a rBa Imperial n. 167.
0 di.-trato da socie.iit\ por expirar o prazo
do contrato, de Baltar, Oliveira & C, de coja
Jirma faziam part" Pranriteo Ferreira Baltar,
Francisco Ferreira Baltar Junior, Henrique Ber-
nards de Oliveira e Jo-e Perrei a Baltar, ficando
oactivo e passivo a cargo lus ex-socios Francisco
Ferreira Baltar, Henrique Bernardes de Oliveira I
t Jose Ferreira Baltar : e retirando-se Francisco I
CoJiipanbia Persiamlmeana.
Porto do Aracaty.
A carga qae de hoje em diante for embarcada
nos vapores da Companhia Pernambucana com
destino ao porto do Aracaty, sera entregue na ci
dade do mesmo nome, sendo transporlada da bar-
ra, (onde os vapores cosiumam fundear), em lan-
chas do propriedade da mesma companhia, inde-
pendente de qaalquer exigencia de pagamento
por este servigo
Da mesma forma sera transportada a carga
qae for embarcada no porlo do Aracaty para
quaesquer outros portos da escala.
Recife, 16 de novembro de 1874.____________
Para o Macao
Pretende seguir com mnita brevidade o palba-
bote nacional Joven Arthur, recebe targa e pas-
sageiros : a tratar com o sea consignatario Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus
n. 57.
Para o Rio (16 Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
Isabel, tem parte de sen carregamento engajado :
para o resto qae Ihe falta, trata-se com o sen con-
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, rua
do Bom Jesus n. 57.
Costa d' Africa
Segue da Babia em 30 deste mez, para o porto
de Onnim, na Costa d'Africa, a barca portugneza
Josepkina, tendo bons commodos para passageiros
Librae esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Olj-
veira & C.
Rua do Commercio o, 42.
LEILOES.
LEILAO
DE
novels, Hao ejt*liil, louca e ob-
jectos das electro>plate
Sexta feira 4 de drzembro
Seado:
Sala ale viwita
Leilao
DE
moveis, louQn, crystae*. candieiros a gaz,
carteiras e burras
Send*:
Um piano foite, 1 mobilia de jacaranda, 1 lus-
tre de crystal, 1 dito de baonze, arandellas a gax,
laoc.as para cortinados, 4 pares de cortinados e es-
carradeiras.
Uma mesa elastica, 1 guards- louca, 2 aparado-
res com tampos de pedra 2 ditos envidracados, S
ditos torneados, 4 garrafas e outros objectos.
Uma cama franceza de jacaranda, 1 goarda roa-
pa, 1 toilette, 1 lavatorio, 2 marquezSes, 2 cad as
de ferro para meninos, e muitos outros objectos
de casa de familia.
Daas carteiras e 2 cofres.
SEXTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
AO CORKER DO MARTELLO .
Por intcrvearilo do ajjenio Pinto.
No primeiro e segdndo andare* do sobradj da
rn:i do Horn Jesus n. 42.
LEILAO
Xo
DE
moveis, loogas e cofres francezes
SEXTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
is 11 horas da manha
armazem da raa do Impe-
rador n. 48
SENDO:
Mobilias complelas de jacaranda, ditas de ama
concorrentes do leilao.
O leilao principiara as 10 e mela horsa.
Terceiro
LEILAO
fallida
DOS
bens e dividas perteocentes a* roassa
de Rostron Rook * as L1 Ik.ras da manha
Em o 1* andar do sobrado da rua do Marqucz
de Olinda n. 37.
0 agents Dias, levara pela terceira vez a leilao,
por despaebo do illm. Sr. Dr. juiz especial do com-,
mercio, no dia e bora acima indicado.", os bens e
dividas pertencentes a massa fallida de Rostron'
Rook & C, os quaes sao os srgaintes :
Os fiireitos que teem os referidos fallidos no do-
mi nio e pos.-e na metade dos terrenos de marie ha,
titos no Caes do Ramos, e aforados perpetaaraente.j
ao conselheiro Felippe Lopes Netto, terrenos ava-'
liad s todos em 56:624S60O. |
0 direito que teem n'uma casa e sitio no largo
da igreja da Torre, tendo a frente para o norte
com 200 palmos, e o fundo para o sul com 800, fi- j
caudo entre o .itio do Sr. Gau'.ier e a propriedade
da familia do Barao do Rio Formoso, avabada por
3:O00S00O.
E as dividas na importancia de 273:i27882.
0 mandado em o qual se acham descriptos os
devedores corn as respectivas quantias e daias dos
vencimentos dos titulos, e todos os mais esclare-
cimentos precisos, acha-s* em poder do agent?, on-
de desde ja pode ser examinado pelos Srs. preten-
dentes.__________________________________j
Agente Pestana
leilao I
DE
70 barricas co n cerveja Bass, em botijas
inteiras e meias ditas, e 2 caixas com su-
perior cba verde
QUfNTA-FEIRA 2t) DO CORRENTE
HOJE
A'Sll HORAS EM PO>TO.
Xo ariuazeui do Sr. Auues
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 70 barricas
com corvoja Bu.-a, m butijas i:.teiras e em meias
ditas, e 2 caixas com superior cha verde,
Em urn ou mais lotes, a vontade dos Srs. com-
pradores.
Feira Semanal
cofres francezes, cadeiras de amarello, para sala
de jantar, sofas, censolos, lavatorios, carteiras pa-
ra escriptorio, 1 repartimenlo para dito, machinas
de costora, camas franceza?, marqaezdes e mar-
quezas, estantes, 1 meio apparelho de porcelana
para jantar, diversos rewolvers, e muitos outros
objectos que serio vendidos ao correr do martello
A's 11 horas do dia acima
LEILAO
DE
S4o palmos de terreno do sitio a Aguasinha no
Porto da Madeira, em Beberibe. na estrada que
vai a cidade de Olinda, pelo Forno da Cal, do
quarteirao de 1,040 palmos, em seguimento ao
terreno vendido a Antonio de Souza Rego, sepa-
rados por uma estrada.
SABBADO 28 DO CORRENTE
as tl l|i horas
Por interveneao do agente Pinto
Em sea escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
LEILAO
Do sitio do Salgadinko n. 5.
com boa casa de moradia.
SABBADO 28 DO CORRENTE
0 agente Pinto levara a leilao, a reqnerimento de
D. Alexandrina Maria do Sacramennto Pereira, in-
ventariante dos bens deixados por seu marido, e
por despache do Illm. Sr. Dr. juiz da 1* vara dp ci
vel, o sitio do Salgadinbo n. 5, o qaal sera vendi-
do para pagamento dos credures, as ll horas do
dia 27 do correnje, no escriptorio do referido
agente, na rua de Bom Jesus n. 43.
Leilao
DE
Diversos objectos, abaixo declarados, per-
tencentes ao pacho Invenclvel, nsufraga-
do na barra do Assu'.
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
\> caes do trapiche do Loyo,
0 preposto do agente Pestana, competentemente
autorisad >, fara leilao por conta e ri>co de quem
pertenct-r, dos salvado- do patavbo Invencivel, nau-
fragado na barra do Assd, em um ou mais lotes,
a vontade dos Srs. compradores.
A saber:
2 mastros de peroba usado
1 arco degavia.
1 ]' tr. nca de pinho.
1 caranguejo.
I lote de cabos alcatroados.
1 bujarrona.
mobilias completas de jaca-j
randa e amarello, santua-
rios, mesas elasticas, 1 ri-
ca secretaria, espelhos com
molduias douradas, qua-;
dros com ftnas gravuras,;
camas francezas de jaca-'
Em continuacao
HAS
1 casa- terreas sitas a rua Vinte e Quatro de Maio,
i antiga rua da Cadeia Nova, us. 37 e 39, com as
seguintes commodidadrs: 2 salas, 3 quartos,
cozinha fora, quiotaes murados, cacimba e cam-
brone, cada uma, as quaes reudem mensalmen-
27^500, servindo de base pelas daas casas a of-
fer! a de 4: of 0000.
Sabbado 28 do corrente.
as It horas
anda e amare-.lo, gliarda;No escriptorio da rua do Bom Jesus n. 53,
i j I primeiro andar.
lOUCaS, pianOS, COmmOCiaS O agente Pinho Borges, banslante autorisado,
. -~._: j;a-. .,^*-^ i vendera as referidas casas por conta e risco de
e IlieiaS dltaS, CiyStaeS,; quem pertencer.
r* I mnmn n ,,,)* I Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar,
ODjeCuOo tie OUrO e praua, e qualquer esclarecimento, com o mesmo agente.
relogios dej algibeira de
ouro e prata, miudezasdi-j
versas, marquezoes largos!
fk ActrPitr 9 pnino'nrf'nciiarma^0. generos e perten^as da taverna da
taS rua do Rangel n. 77, esquiua do merca-
do novo.
Em lotes
SABBADO 28 DO CORRENTE
0 agente Martins fara leilao, em lotes, a vonta-
e perten-
muito sorti-
LEILAO
de 2 canos, guardas comi-
das, liguras de porcelana,
jarrospara flores; quarti-'
TlhpirnJ pahldpR cnmrHl dedoscompradores, d'armacao,generos
iiU.t/11 as, C-aUl'ltJf?, gUd-XUa ^as da taverna acima, a qual se acha n
TOUpa, gUarda VeStido, Um ^ deI?sneiTboras da manha, taverna n. 77.
lustre de gaz carbonico,
redomas devidro, machi-
nas de costura, grande
quantidade de trasteS avul- Uma casa terrea em Sant'Anna.
,. -, Uma pequena dita em a rua do Coronel Suassuna.
SOS, e immenSOS artlgOS UO Um terreno de marinha narua Imperial.
~~ J^^,^4-:a^ .-,., x Quarta-feira I9 de dezembro
uso domest.co, que serao^ A>g n horas damanhg
VenUldOS a queima TOUpa, Em a rua do Marquez de Olinda n. 37, 1- andar.
A SABER :
0 agente Dias, competentemente autorisado, le
vara a leilao, no Ja e hora acima indicados, uma
casa terrea edificada em terreno rendeiro, em
Sant'Anna, segunda de gradil e portao de ferro na
frente, depois da estacao desse mesmo nome, a
qual tem 3 salas de frente, I para jantar, 4 quar-
tos, grande coziaha guaroecida de azoiejo, com ja
nellas em ambos os oitdes, 1 porta e 4 janellas de
frente Essa casa qne poisue elegaocia solidez, e
completamente nova e falta Ihe apeoas o ladrilbo
de daas salas e piatura.
Uma pequena casa terrea ediQcada em solo pro-
prio, em a rua do Coronel Suassuua (antiga An-
gosta), n. 223, com 2 salas e 2 quarloc.
Um terreno de marinha na raa Imperial, sob n.
313, com 40 palmos de frente e 260 de fundo, eon-
tendo alicerce para uma casa.
. Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
os referidos bens, e para qualque' esclarocimento
de qne precisarem, a raa do M*r.|>iez de Olinda n.
se dara.
res coastantes das eantelas seguintes, visto ter-
se findo o prazo das transactors e seas donos nio
as reformarem.
A saber:
N. 1502, 1303, 1565, 1883, 1784, 1835, 1868,
1938, 2050, 2091, 2095, 1192, 2254, 2256, 1181,
1342, 2397, 2436. 1448, 2458, 2481, 2617, 1711,
1737, 1738, 2750, 2799, 2802. 2807, 2867, 2871,
2896, 2929, 2945, 2972, 29S7/3007, 3023, 3034,
3037, 3045, 3060, 3065, 3076, 3093, 30S6, 3110.
3149, 3151, 3174, 3175, 3183. 3i90, 3193, 3194,
3195, 3197, 3205, 3206, 3207, 3111, 3213, 3218,
3120, 3223, 3227, 3234, 3235, 3242, 32?0, 3251.
3254, 3260, 3262, 3268, 3273, 3277, 3280, 3285.
3288, 3293, 3298, 3300, 3304, 3309, 3312, 3318,
3320, 3321, 3326, 3327, 3334, 3339, 3341, 3354,
3358, 3366, 3373, 3384, 3394, 3397, 3399, 3406,
3410, 3415, 3419, 3432, 3444, 3460, 3468, 348",
3493, 3500, 3508, 3517, 3327, 3529, 1533, 3553,
3556, 3572, 3579, 3589, 3596. A' trvessa da rua
do Duque de Caxfas n. 2, 1* andar, podendo di-
tas cautelas serem reformadas, pr.gando o prcmio,
oa resgatadas ate-o baler do ma.-tello.
1008000
"'Aluga-se pelo tempo da fe*ta, ama casa aataMo
fresca, na raa de S. Pedro Novo n. 39, em Otis-
da, com daas grandes salas e 4 quartos, coxraha
e quintal murado, com agna eanat'tada : a tratar
no Recife, rua do Livramento n. 3.
Cnzmheiro
Na raa da Alegria n. 40, ain la
cozinheiro, orefere-se escravo.
e precisa de am
(I'Zinheira
Grande
DE
bons moveis, crystaes, louga de porcelana,
1 faqueiro de prata de lei, pec?s dobra-
das, objectos de electro-plate, e outros
muitos objecto; em perfeito estado, e 1
carro americano de 4 rodas, com pouco
uso.
DOMINGO 29 DO CORRENTE
as 1111* horas
no sitio da povoacao do Caxaoga
A. saber :
Sala de visits.
~ Um piano de jacaranda, do fabricante Achroder,
1 rica mobilia de faia, a medalbao, composta de 1
sofa, 12 cadeiras de guarnigao. 2 ditas de bracos,
2 ditas de halango, 2 consolos com tampo de pe-
dra, 1 cadeira de rCsca, 1 porta-charntos, pares
de escarradeiras, 4 pares de jarros riqnissimos, 2
ricas serpentinas de electro-plate, pares de lanter-
nas. bolas de vidro, tapetes grandes e pequenos,
descanros de p6s, porta-cartas de pedra, diversos
quadros symbolicos, 1 candelabro de electro-plate,
para 6 luxes.
1 quarto.
Uma cama de jacaranda, em perfeito estado, 1
rica toilette de jacaranda, com tampo de pedra e
espelho, 1 toucador de mogno, com pedra, 1 lava-
torio e pertencas, 1 bidet, 1 pdrta-agiia e 4 cabi-
des de faia.
2 quarto.
, Uma cama de ferro, com molla, que serve de
cadeir, 1 guarda veslidos de amarello, 2 cadeiras
de balanco, 2 ditas de ferro, 1 banquicba de ama-
rello, 1 cabide e 1 cama para crianca.
3 quarto.
Uma commoda de amarello, 1 lavatorio e per-
tencas, 1 cama de ferro, 6 cadeiras de guarn cio e
2 cadeiras de balanco.
Sala de jantar.
Um guarda-loaca de raiz de amarello, 2 apara
dores, 1 mesa elastica, 1 rica c:-.ixa de ehario, pa-
ra cha, 1 apparelho de porcalana fina para cha, 1
dito dilo para jantar, 4 garrafas de crystal para
vinho, 1 fructeira de crystal, 2 ditas de electro-pla-
te, 3 pares de compoteiras, ealices para vmho, di-
tos para champagne, copos, galheleiros de electro
plate, 1 sofade palha, 6 cadeiras de dita, 2 cadei-
ras de balanco de dita, 1 fru:teira de pedra, 1 re-
logio de parede e desperUdor, e cadeiras avulsas.
Cozinha.
Um armario de cedro, 1 mesa de amarello,
jarra de barro da Bahia, deposito para gaz, 1 fo-
gareiro e diversos tr. ns de coziuha, e outros mui-
tos outros artigos domesticos, que se acham pa-
tentes no dia do leilao.
Tendo de mudar de residencia o S*. Joao Anto
nio Monteiro, por sua ordem fara leilao o agente
Pinbo Borges, dos moveis e mais artigos acima
raencionados, na casa em que re.-idia na povoacao
de Caxanga.
Os referidos moveis e objectos sao recommenda
veis por serem de goslo e pouco usados.
0 mesmo agante avisa aos concurrents* que de-
pois do leilao havera uma companhia de ganha-
dores- para faerlitar os traoa*portes d seus lutes.
A's tO l|2 boras da maulia piiiia am lieiii ex-
presso (|ue conduzira gratis os concurraatee.
0 leilao principiara logo que chegue o trem.
Caixeiro
Precisa-se na rua de Marcilio Diis n. 24, com
14 a 16 annos.
Aluga-se o armazem e o i. andar do sobrado
da rua dos Burgos n. 11, assim como uma quarto
por detraz da rua da Sanzalla Velbat ^Becco Tapa
do) e uma outra casa na rua do Lobato n. 4 (Ire-
guezia de Santo Antonio): a tratar ca rna da
Praia n. 20, com Jose Feliciano Nazareth.
Declaracjio
0 visconde de Suassuna tendo visto no Diario
de hoje (24 de novembro) um annuncio para ir a
leilao de venda o sitio da Torre, no largo da igre-
ja, n. 6, como pertencentn a massa laHfoa de Ros-
tron Rook & C, vem declarar que esse sitio e Je
saa propriedade, q e o comprou em pra^a do juizo
da fazenda ha muitos annos, e que dell-) sempre
tem estado de posse, e por iaso prole: ta contra
quem o comprar, e contra elle mantera o seu di-
reito. E para que ninguem se cbame a ignoran
cia, o abaixo assipnado, proenrador do mesmo
Exm. Sr. Visconde, faz o presente annuncio.
Recife, 24 de novembro de 1874.
BasJMo Luiz Coelho.
Precisa-se de ama boa cozinheira, paga se
na roa do Barao da Victoria n. 44, loja.________
Engoinmadciras
Para casa de familia precisa se de doae boas
engommideira>, que entendam de eostora ea-
saboado, paga se bem : no Uangaioho, sitio n. 2,
com portao de ferro e maro ciozento, antes da roa
da Amizade.___________________________
'wozuiheiro
Quem Drcc.-ar alugar am escravo cozinheiro.
de id.de, mas baitante robasto e entendido na
saa arte, dirija'se a raa do Atalbo n. 9, oitio da
caixa d'agua, na Boa-Vista._________________
CRIADA
Na raa do Visconde de Itaparica n. 31 precisa
se de uma criada que seja sadia, para andar com
crianca. _______
Offerese->e am moco ctiegado do serlao,
para criado de algam senhor advogado, oa mesmo
casa do familia : a tratar na raa do Livramenio
numero 3.
Precisa se toinar a premio de 5 a 6 contos
de reis, com hypotheca em am predio qae va'
o dobro, nos suhurbios desta cidade : a tratar na
rua da ConceicSo. na Boa Vista n 18. das 7 .
10 do dia e das 2 a 4 da tarde.
Aluga-se
Um escriptorio no primeiro andar da raa cj
Commercio n. 4 : a tratar no armazem da mes-
ma casa.
Aluga-se o oiimeiro e srgundo andarea d>
sobrado sito a rua de Lomas \aleotioas n. '*.
com bons comiiodos para grande familia, bem
como o primeiro andar do sobrado sito a rna d-j
Marcilio Dias n 85, com commodot sufficientes
para pequena familia : que.n pretende-los, dirija-
se a raa Nova n. 17, que achara com qaem tra-
tar____________________________________
Bom negocio.
Para prinripiante aluga-se a casa n 279, a raa
Imperial, com uma armario nova, ou vende-se a
mesma armacao, conforms se convencionar : a
tratar na casa contigaa, da pcrao.
Accoea entre amigos.
30 premlea.
Visto terse perdido os accoes que tpm no u-
lao os numeros oeguint s : 92. 9i. M, 96. 97,
99, 100, 112, 113, 114, 116, 117, 118, 119 e Mt,
declara-se pelo presenta qne ficam cm effeito.
Querc preci.-ar d-i uma boa ama Je leite po-
de (in igirsa a rua da i'aiao o. 35
u auauo asMgnado declara ao oublico e com
especialidade a, c tm.nercio, que nesta data com-
prou ao Sr. Gregorio Jose Garcia a sua taverna
sii.i a rua do 1 ombal n. 16, livre e deseinbaraca-
da de qualquer onus: se alguem se julgar credor,
queira a^res:-.:..r seus titulos no pnzo de tres
dias, a contar desta data, rlndos os quaes nio ;?
responsabilisara por qualque- debit., qae pos.-i
apparecer.
Recife, 23 de novembro de 1874.
______________Si I vino da Co5ta Michade.
Alugara-je duas boas casas pan passar-st a
festa, no lugar do Caxanga,send'i i> rto do banho e
da esta;ao : quem pretender. nja-se ao titio da
Ilha, que achara com quern lar.
Ao com aiercio.
Os abaixo a-'.::. ; > fjzem publico, e com es-
peeialkiade ;.<" r -..oiiavel corpo de commereio, qc
nesta duU ui.-solverara amigawlmente a Micedad-
que linham na taverna sitaa ruaestreitado Rosar.'.:
n. 19, que eyrava sob a razao de Oliveira 4 lMa,
flcando o sccio Dias com o activo e passivo da
rncsraa firma, e o socio Oliveira page de son ea>
pital e lucrns a desonerado de toda e qual^a-r
responsabilidade.
Recife, 19 dc novembro de 1874,
Jose Alves Dias.
________________Domingo* Jorge Oliveira.
0 abaixo a>.igna d.Clara ao respeiU'-l
publico, que ninguvm l^^a n>gocio de qualid
alirn r;a Coin -:i> *.-gra > Sra. 0. Maria Magdal-i i
Ttlies de Va:. ., II..-, .- hie a casa d. 19 do p-
teo da Paz, nos Afogadus.visto ella t-r de dar c
da parte que conbe em partilha a saa mnlher '
Isabel da Costa Ni.gueia.
Recife, 21 de novembro d* 1874.
Manoel do N..sciine!ito i'acheco Medii
Precisa-se de um escravo de meia idsde para
serviQo de sitio : na rua dj Uarqaez de Olinda
o. 18.
Ama
Precisa se de uma ama para cozinhar
para casa de familia de ires pessoas :
a entender-se na rua do Cabuga n. 3,1 ja do Col-
lar de Ouro.
Precisa-se de uma ama que eozinhe e com-
pre : na rua da Concordia c. S3.
Precisa-se de uma ama paia comprar e
cozinhar para pouca familia, que seja livre ou
escrava : na rua da Cruz n. 52, 2." andar.
,\tvi Precis*-se do uma ama que saiba en-
.fi.iiJ.rti gominar com perfeicao para casa de fa-
milia : a rua Duque de Caxias n. 91.
f
Precisa-se alugar uma escrava para vender
na rua : a tratar na rua do Cabuga n 3, 2* andar.
Nova u. 28.
Precisa-se de uma ama escrava,
que saiba engommar, e mais servigo
de casa de pequena familia : na rua
Ama
Precis;, se de uma ama para cozinhar:
na rua-Oireita n. 30.
por conta de diversos
HOJE
A's 11 horas da manha
NA
FEIRA SEMANlL
6-Rua do liiipcrador-M
ARMAZEM
INovo leilao
DAS
arraaijoes, moveis, drogas e mais utensilios
ex is ten tes em a botica denominada Popu-
lar, sita em a rua da Imoeratrisn. 71,
perteocente-s d massa fallida de Conceives 37, escr ptono do reiferido ageut ,'
Fialho & C. ^
Vui'ta-feirr. 10 oe div.f mbro Vf \ffl ^
A'Sll HORAS DA MANH> AjM
0 agente Dia-, c.mpet^ni'-mente autorisado pe- WP^fl*A^-^A
lo Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, levara DE
novamenie a leilao, no dia e hor.i acima indicados, T At a o
asarmac5es, moveis, dro:;is emais a'.ensiliosexis- u vl Ao
tentes em o referido estabelecimento. No dia de (ezembro proximo, se fara leilao por
0 mandado contendo tcdos os escJarecimenlos imerven^o do agente Martins, de todos 09 penno-
AMA
Precisa-se alugar uma ama
que saiba cozinhar e com-
prar : na rua do Imperador
n. 10.
Preeisa se de uma ama para coi.ohar : na
travessa do Corpo Santo n. 25.
Manoel Jose Monteiro
Torres.
Keller & C., administra-
dores da massa fallida de
Manoel Jose M. Torres, pa-
gam aos credores da mesma
massa o primeiro dividendo
a razao de 19 por cento.
uaSiDOODBO
Al ft:0?00
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'cra fffs j
n. 30, e ca.-a do coslumt
0 abaixo assignado acaba do vender ik>s seus
liuito felizes buhetes a sorte de "OO40OO *m
meio bilhete de n. 3671, e nm bi bete inleiro de p.
24:0 com a sorte de 100 alem 3e oatras ort*
meacre- de 40^000 e 20*000 da lotena qae e
acaboa de extrahir (IS3*) ; convida aos possaki.-
res a virem receber, que promptamente seri
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para yir ao sea esUbelccimento eon:-
prar os rauito felizes bilbetes,qa9 nao deixarao de
irar qaalquer j remio, como prova pelos me. innuncios
Acharo-se a vocda os rouiio felizes bilhetes f.. -
'antidos da 1* parte da Isteria a benericio r>
igreja do Rosario de Soriohaem, qa? se extrihi-a
ao dia &abbado, 2S do corrente mez.
Inttira 4*0011
Meio 2*000
Oe tOO^OOO paracim..
Inteiro 3*500
Vleio 1*780
Recite, 12 de novembro Joao Joaaiim da Conn O:
Ens^ommadeira.
Precisa se de uma eogoromadeira para engou-
mar para duas pessoas: a ratar na trave?a da
rua do Vigario n. I, das 9 horas is 4 da tarde, j
no segundo sitio, depois da estacao do Chacon.
L-iaiii todos.
Pede-se ao Sr. J >li> ccm casa de peahores na
rna das Crazes, que nio entregue a pessoa *lgu-
ma, senao au propn > duno, a caatela n. 3,272 ; e
bem conheefdo do Sr Julio 0 dono desta caatela,
Sor ja ter pago juro* da mesma, depois de per-
Ida.
- Gregorio Joae Gr.;ia nao pode vender saa
taverna sem entender se com
C. A: von du Lindttt.
Carles Walter, antigo e bem conhecido rel>
oeiro desta pra^a, scientifica aos seas namer -
sos freguezes e amigos desta e de outros pro-
vincias limitrophes, e ao illustrado publico em ge-
ral qne ten lo mudado 0 sea estabeiecimento da
raa da Imperatriz n. 18, para a casa n. 17 da
mesma raa, confroote ao antigo estabeleciment?,
ahi se acha prompto para exeratar quaesquer
obras de relojoaria e mecbanica ( as mais diff
coltosas) como sejam, concertos e obras novas
em qualquer relogio de uso commnm, eehrono-
metro de algibeira e maritimos. e 0 respectivi,
regulamento destes, coja exactidao garante dan-
do como penbor a sna reputacio de artisU (que
tem-se esforcado ate agora em manter iliezs,)
e bem assim encarngase de qoae-qner con-
certos em instruments de physica, para 0 qua se
recommenda aos Illms. Srs. engenheiros e ca-
pitaes de navios mercantes e de guerra. Avisa
a seas freguezes do interior, e de mtras provin-
cia*, qne qaalqoer obra executada em saa ca5a,
quando a receberem sera accompanbada de um
recibo e sea eanmbo collocado na caixa da sea
relogio afim de evitar enganos, como garaotia de
ditas obras serem executadas pelo mesoto annan-
ciante. Os precos serao os mais modieos poi-
veis, e se observara tula- presteza na execocl"
do trabalho. _____________
Aluga-se uu>a cii terrea com sotio, na
travessa di Paysandu 11. 4, lugar da Passafem,
entre a ponte pecuena e a grande, confroate ao
sitio do finado Dr. Firmo : a tratar no large do
Carmo c 1, taverna.

*fm\


I
Oiario de Pernambuoo Quinta feira 26 de Novembro de 1674.

P
V
>

?
\f
GELO
N\0 HUl M\IS FA.LTA BTE, G1HLO
AGORA HA COM ABUNDANCIA
Gelo para almoqo Gelo para cerveja
Gelo para lanche Gelo para refrescos
Gelo para jan tar Gelo para sorvetes
Gelo para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixe
Gelo para conservar came
Erafim, gelo para Todos; e para qualquer Cso
NA
FABRICA NOVA DA VIUYA STARR
Caes do Capibaribe n. 38.
santos JUTi ZfSS&f 6 hraS da mnM M 5 h-or" d' ** *** e
.*, N" B. ^iios de 9oanti" granges para os vagores ou para fofa da cidade devem ser
ie cos com antecedencia.
ESCRIPTORIO Rua do Comraercio n. 40.
FUNbigAO mTferSo
4' na do Barao do Triumpho (ma doBrom) ns. 100a 104
CARDOSO 4 IRMAO
AVISAM aos senbores de engenhos e outrcs agricultores e ao publico em geral qu
continuam a raceber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina 8 ne-
oesaarias aos estabelecimentos agricolas, as mais modemas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado.
V Spores de ior^a, de 4, 6, 8 e 16 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
UaiQeiraS de aobresalente para vapores.
HOenaaS mteiraS e meias moendas, obra como nanca aqai veto.
TaiXaS IUndldaS e batidas, dos melhores fabricantes
KodaS d agUa com cubaje de ferro, fortes e bem acabadaa.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos faitl eytpon.
Sombas de ferro, derepucho.
AradOS de diversas qualidades.
donnas para assucarJgrandes e peqoenas.
Varandas de ferro fundido, franceis de di versos e bonitos *#*.
rOgOeS irancezeS para leDha e carvSa, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido
P6s de ferro
Ma china
Valvulas
Correiasiiiglezas para maChinismo.
oaUCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam com promptidfio qualqufcr obra ou in&chiiit, pai.'a o -qce tees
sua fabrica bem montada, com grande ebom pessoal.
n'nCOmmendaS maDQ,am T'r Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de LondreE
icom urn dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar *ssentc:
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das m8smas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brurn) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banheiro.
ardim.
FUNDICA0 DO BOWMAN
RDA DO BRDH N. 2
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e outros agricultores, e compradores de ma
.hinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
to compieto que ahi tem ; sendo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
truccto pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUND1CAO
V aporeS e rOdaS d agua dos mais modernos systemas e era tamanhos con-
venientes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para descarocar
algcdlo.
MOendaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
XiOdaS dentadaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MachinismOS para niandioca e algodio, e para serrar madoira.jser movS a^t
BombaS de patente, garantidas........ IffaaaEeV VaPr-
lOdaS as macninaS e pecas de que se cotfuma precisar.
FaZ qualquer COnCertO de machinismo, a preco mui resumido.
r OrmaS de ierrO tern as melhores e mais baratas existentes no mercado. -
I^nCOmmendaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo a" vontade dot
clientes, lembrando-lhes a vantagem de facerem as compras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade pdde lhes prestar auxilio.
Arados americanos e >nstr*mentos agricdas.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMAO
tiBELLEIREIROS
Premiados na exposiqao de 1872
ESCRAV0 FUGID0.
Fogio no dia II de outuhro proximo passado o
escravoJose, mulato, altura e corpo regulars?,
pernas arqueadas para fura, pes cbatos, falta de
dentes na (rente, levou eamisas branca? e de al-
godio de lislras, cal(as dc ca?emira e de algodio,
chapeo preto de feltro. Este escravo ja foi pegado
no engenho Carrapato, termo do Rio Formoso. 4
de presninir qoe toroasse o mesmo destino ; roga-
se as auloridades pollci-es e capiUcs de campu a
sua apprehens-o, e leva lo a raa D. Maria Cesar,
outr'ora Senaala-N'ova, n. 30, jw ;e graiificara.
Na raa do Rojari^ n. t6, ha mais nma es-
crava para alugar.
Qu-'m precisar (ie urn official de machinista
ferreiro com as habililaco-is necessar as para qual-
quer trabalho tendente a ferro ou metal, e lomar
conta do manejo de engenho, sendo (6ra desia pro-
uincia, p6de dirigir-se a rna larga do Rozario n.
S3 que achara com quern tratar
illeiifiio.
Aloga-se oma casa com sotao, na rua (!a Boa
Hora n. 6, em Olinda : a tratar na rna dos Gua-
farapes n. 10. ou em Olioda, no Varadnuro n. i.
Aluga se o terceiio audar do sobraJo n. 12
sito na rua de Marcilio Oias (outr'ora rui Oireita
defronte do oitao da igrrja do Livramento, por pre
co modico: quern precisar, dirija-se ao primeir
andar do sobrado n. 36, na mesroa rna.
iir. Alexandre de Nousa Pereira do
Carmo.
O i.baixo assfgnado manda celebrar, pelo eterno
descanso d'alma do seu pretado e senipre |pm-
brado amigo o Dr. Alrxaodre de Sanza I'ereira
do Carmo, uma missa as 8 horas da niauha do
dia iB do corrente, no convento Oe Nowa Se-
nhora do Carm-, e coovida nao to a Exma. fa-
milia, pareutes e amigos do iliu-tru fiua.lo, como
tambem aos sens amig. s para assitUrem a i .-ie
acto piu e religioso, pelo (|ue dt-sJe ja se confessa
eternamente agradendo.
Joajuim Bernardo de Mendjnc?.
Dr. Alexandre de S >uz Perdra do
Carmo.
Uh anigo do finado Dr. Pereira 11 Carmo roan-
da lesar uma miua pelo eterno reooaio de >ua
alma, na igreja da Graca, na Capunga, sabbado 28
do eorrentp, a* 8 horas da roantia.
- frecisa-se de um eaixeiro cm aiguma pra-
lica de taverna : no pateo .!a Santa Cruz n. 12.
RUA
DA
'MPERATRIX
H. 83
|1." aUDA&|
^2^
m

3=fEfll0Q
RUA
4^f^fy'
DA
1MPERATR1Z
R. 8Jj
l. ANDAR.
Acau*m de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas. melhores con*
iicQoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
quillo que Wr tOTdente i arte de cabelleireiro.
Fazfsm-se cabelleiras tanto para homenscomo para senhoras, tupete, chignon,
coques modemissimos, traBQss, oachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu
mulares, (lores, bouquets todoe qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acba-se provide do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, reeebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e flgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 28 */ menos que outro qualquer, garantindo
perfei^So bo trabalho, egrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, taoto no estabelecimento como fora ; vende-se rabellos em
porc2o e retalho e todos os utensilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
41 Rua (lo linperador 41
O novo proprietario deste acret'itado o bem montado estabelecimento, com o fim. dp
?onservar os creditos de unico neste genero, tem reformado e melhorado completamtmte
o mesmo em ordem a poder sstisfozer qualquer pedido para as provincias da norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todsasprepf>raQ6es, aceio e medicidade nos pregos,
compativel com este genero de drogas.
Chegou a grande remessa que fizemos de pharmacia homeopathica de J.
Epss & C, de Londres, composts de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiacs para dentes.
Tem a" disposicSo dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me
dice do povo, ja^ em 3.a edigao.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate* 120, d escolha do com-
prador .
ESSENIA COKCENTRABA
DE
DE
Premiada nas cxpo-
sicoc-s de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MECALHA DK FRATA.
AWTOCAORS
4 M G
Apniila pa;a
f T
I
tolnro
o
Ou a fulura.
Tempo ou oscasiio
fcm quo se devem .
Realisar. .
AIkima casamentos
Para o que. .
Desde ja e ja. .
A ccnfeitaiia. .
Do Campcs*. .
Sem rival. .
Esta se preparando
Para furnecer tudu que e
Necpssario. .
Acs aoiv< s e aoa convidados
Isto e. .
Bonqnetes de novos tostos
Bandejas de n vos gn.-to?.
Tudo a capricho
Dos proprietario.^ da. .
C'rtnfoil. : i;t do Ca-ipos
24 Imperador 2t
E no intuilo de merecer a preferODcia, nao "cm
poupado dpsppzas pnra apresentar
O que hu de. rsit-lhor e nunca vi.-t>.
\os senhores
pin to res.
(Se litiSiacii a IS
Pharmaceutico
Peia
Premiada na expo-
sifao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA DE MER1TO
Dlen
no arma/'--m

galito
de tintas da rua
dor n. ?..
0
do Impcra-
mmm mm e. j. soom
eseola de Paris
Successor de
I
a
Tratamonto puramente vegetal verdadeiro puriBcador do sangue. sem mercurio.
A Eseencia de Caroba e" um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangGe.
como sejirtn : as molestias Stphiliticas, Bocbaticas e Escbofhlosas, Rheumatismo, Empevoen?, Dab-
tbos, Ur.ccRAS, EbcpcSes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos qne tem produzido a Essencia de Caroba, por toda part*
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como nra dos medicamec-
tas mais seguros o mais energicos para a cura de todas cs molestias de natureza wphilitica
f.ivoubatica. "r
& cada frasco Mompanha uma inslruccao para a maneira de usar.
N
^grnu
Precisa-f>e alngar nma negriaha para
oroa crianca de Id meze? : na rui
B. 129.
carregar
"otovcllo
Aloga- e a s;.la e aicova oo l.
mo toda o i* andar, proprio para >
peqaeaa familia : a tratar n i rua
Caxias na l"ja n. 32
an I ir e mes-
.'I. i;) ( Q
J'. Daqaa de
ipera amordedura de cobras.
| Chocolate homeopathico.
Para bexigan como prcservat.ivo. Cafe homeopathico.
China cruzeiro, para intermitlentes.
Schyous, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysia.
Tmtura mSi d'arnica, para contusdes, cor-
tes, etc.
ria.l
enao A CHEGAREM
Opodeldock d'Amica.
DitodeRhus 1
>para rhematismo.
Dito de Bryonia j
Acha-S') cotistantemeuta a- testa do estabelecimente e
oara$$es o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
GONSULTORIO HOMEOPATHICO
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes.
Jeric6, para rheumatismo.
Matta-matta oujaboti, para losses.
Pemada anli-darirosa
Ccnlra as affeeeues cutaneas, darihros, comicboes, etc., etc.
Ingnento de tmH
Para cura das boubas, olceras, chagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
ROUQDATBOL IBfflAuS, SUCfiES OSES
Botica Franceza
22Rua do Bom Jesus 22
AKTTGA RUA DA CRUZ )
!ih m\
ts
J-Mhi-i
to?
mm
Espirito
ra.
de Hahereman ou de campho-
Cactuc grande florus, para pneumonias
molestias do coracdo.
inspeccionando todas as pre-
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N.45 A.
LO JA DE JOIAS
DE
JOSE JOAOUll MAS DO REGO.
lato sim ja nao e liqaida^So 6 queima !
O pmpnetarw deste nov. estabelecimento aturdido com o inesperado estridDr dos gritos que
,__i de todos os anpulos desta grande cidade, annunciando a liquidacao dog estabelecimentos de joias ;
, receioso de flcar >OSINHO, apezar de bem avaliar as grandes vabtagens que neste caso deveria an-
ferir; tomou a inabalavel reolncao de QUEIMAR todas as suas joias, com o unico fim de eneorporar-
se a grande caravaoa, e, rom ella, segnir em romaria para.......6 segredo I
A pyra esta ardente as victiraas aguardam brilhantes o moraento do sacrificioso fa
os saerificadore?.
Isto posto, espera se, cemjusta r.-rao, nma grande concurrencia do3 amantes da econ
jae nio devem perder o enspj't dese proverera de objectps taes; e devem-n'o ainda assim fazer,
qua depois de todas 0ss liquidacoes, com o nnvo anno, acabamse as JOIAS desta cidade, e nao
tera publlso aooda dellas s p>v=?a prover.
A eilas A eltas !
Tintura japoot-zn.
Si e citi'n approvada pelas ;i tad imias do
sciencias. reconhecHa superior a toda te-n nppareri'lo ate" hoje po6itO princi-
pal 4 rua da Cadeia do Htcifu, liojo Mar-
ques de Olinda n. 5i, l andar, e em todas
as boticits e casas de cabelleireiros.
Salsaparrilha de Ayer
PARA PTKIFICAR O SASGl'E.
0 renome de que go?.a este ex-
cellente remedio 6 devido a milh*-
res de corns qne tem operado, mu-
itas das quaes sao verdadeiramente
maravilhoeas. Innumeros sio as
casos em quo o systhema,
do saturado dapodridao
midades escroftlosas, tera
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
N. 7 Rua do Barao da Victoria, outr'ora Nova' H 7.
O dono deste estabelecimento tendo de ir a Europa, vende a precos baratissimos odos osseus
atrigos, como sejam : ,
-urgemi
mm iiK mil
j
Gargel da Amaral & C.t a rua P impiro de Marcn n 20 a, receboram um grande sorlimento
de cnapeg de sol de eeda, lisa e trao;ada, com bonitos cabos de unicorne, margm e madeira, e
vendem-os a 6 e 7#, seno'o esie preco meude do seu val. r.
Calcado fraocez
para homem
enhora,
ineninoM
e meninas.
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
Mobilias de vime e de faia.
Vende-se muiio em aonta, cadeiras avulsas, de
balanco, de bracos e de dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
irifice. agua de flor de laranja, agua de toillete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmelicos, muitos artigos delicados eui perfuma-
ria para presentes em fraacos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de different63 tamanhos
d'agua de Cologne,, tudo de primeira qualidade
dos bem conbecidos labricaotes Pivor
Bods pianos.
de
e Coudi*fv.
Dos melhores'e mais modernos modelos
Blondtl : vende-se. troca se e aluga-se.
Quinquilharias.
Artigos de dtfferente* goatos m
phantasias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas
camvetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixmhas para retratos, bolsiohas de velludo,
ditas de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, upete para lanternas, malas, bolsas
de. viagens, veneaianas para janellas, e3terioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens,
globos de papel para iUuminacoe3, machinas de
faier ca/6, espanadores depalhas, realejos de veio,
accordaos, carrinbos, mamadeiras de vidro para
dar leite as criaDcas, e muit s nutros artigos.
Brinquedos para Qieninos.
A maior variedade que se pode dpsejar de to
dos os brinquedos fabneados em diflerntes partet
da Europa, para ?ntrettmentos das criancas, tudo
a precofc mais retuiBidor que e |,ts*)Viji.
cma, parecen-
a podridao de cniei*
omlosas, tem sido
promptamente restituido A saiide.
As aneccoes e desordens, apgrava-
das peia contaminacao escromlosa,
BX6 produzirem dores mortificantes,
lira sido tam radical e tam geralmente enradas por elle, em
Uxios os pontos do Imperio, que o publico mal precisa de ser
icformado das suas virrudes e do modo de usal-o.
0 veneno escrofuloso e um dos mais destruidores inimieos
da raca humana. Ora. senhorSa-se oeculta e traicoeiramenW
do nosso organismo e deixa-o fraco e inerme contra molestias
rataes. Ora, patenteia a infeccao de que corrompeu o corpo
e entao, em momento oppbrtuno, lavra rapidamente sob almi-
ca de sms hediondas^ formas, ja na cutis ja nos orpuns
Hsass. Neste ultimo caso deposita, muitas vezes, tuberculos
nos pulmoo. no figado, no coracao^ etc., quando nao se man-
itesta em vcoes, tumores, etc.
A inim^.1 tam pcrigoso e tam perfido nunca se deve dar
raarula, op.vcui.< e sempre melhor do que combattel-o.
Ateim, antes a- nppjirecerem os proprios $umpthomas actims.
o usa da SALS* -. hHIZBA. HE A.X1CH podera evito
rtfultados funestos.
As pessoas que softi->m de ErytipeUu, Fogo de S. An-
fojtto, Dartrot. Bmpfgnu, Rheumatismo, Tumore,,
mcerai, e sensibilidade dolorosa nos ouvidos, oluos, &c
d&-nos ossos; Dyspepsia ou Indlgestoes ; Hydroptsia,
Molestias do CoraeSo e do Figado, Bpylopsia, Xsv-
ralsHm e de vanas outras affeccoes do systhema muscular
nervoeo, acharao seguro allivio usando desta SAJ.SA^AS.
JtlLHJL DEI A.XES.
A Syphilis on Molestias Tenereas sao curadas com o
n uso, posto que seja neccssario mais dilitado espaco da
leBipo para subjugar tam impertinentes enfermidades.
A Zeueorrhea, ou Florts Branras, as ujceracoes nteri-
nas e em geral as molestias das mulheres sao tambem allivia-
dM e mtenormento curadas por seu effeito purificador
vjgorativo.
PARA O
Natal-folia
Da fvta trdos desejam
Ver o dia resplendent?,
Dia que nos leva a racnte
Do iulinito as alturas :
Oade os anjis o amor beijam
E a caridade feslejam,
Tef m as al.nas ^ellulturas
.Nas estrf lias (tuc flaiumejara I
E nesse dia em que tem
Do jubilo t*-f ar o seio,
Saiodo Ihe bem do ratio
A ciatrra da alegria :
E' prtciso que os amantes
Da inra |astronoraia,
Venham ja e quanto antes
Do Campos ac a.m*xem.
Porqne so assim terao
A ?ciencia do prazer :
Comer bem, melhor beber
Sem receio da maldade
?Jein da vil soper^ticAo,
Qoe jamais conseguirao
Supplant r a libeMade
No* carceres dain .uisicao I
iiua do Imperador n. 28
Do pr. zer viva o reqninte
Alrgre coao o trovao,
E da mesa a descripvao
Rarem : e a guiute :
Mesa giganta.
Presuntof, nirbres. paics, <-h e hoguicas ; Uioibot de potaat e de caroeiros .
aves cm iMMrtV, ;e ixt-s e '.c ucnlio ; caiaax0esn
osira*, Ufoatas e cob r-os cim hetvilhas; cinservas
ligBHWI n rtwipifni ; 'junjus diaengis, pra-
tos e londrintis ; dices cm alda e da goiaba .
fiuclns cm eonscrvas, ia?s9, ^mecdoas, ui'
imeixu ; ai< iria, Uloarta e macarrio ; .raru'.?.
topk ca e cimsorett ijualidadcs de massas ficas e
uuuientes ; etui, mite, cafe e ch colale fraocez,
bespanbol, pcrtngntz e naiunal ; )n la hinb-.
bilinhos e coofeHos, manteiga iogleza t fraaceu,
baiiha, arroz, batata", ccbolia^, alhts, aminho-.
piii:euta, mn-ta:da e niuliio Inglti; cerv^Jas, ci-
dra, ctiampagnp, cogna--, geo^bra, hcpiredina,
bittprs, lieorcs e agt:ardente de canna ; viobos
de Lisboa, Kigueira, i^r:ivellos, O Hares, Bair-
rada, Bastos, Porto, Bortooha e It .ideiux ; ci-
garros, chaiuios c uma gratide ( gigantt ? ) qoafl-
tidade de vlctnaltws raras e excii.nie, iio fal-
laado nas r>pecialida-ies dos pp-parados fraacezes,
allemae-, inglezes, loroos, cbineies, holl iodeze*.
litlianos, prustianos, hambnrguezes e imeii'"!-
uos I
Alem do que:
Euoontra-se um immonso depocito de oovida-
des, como sejam : velas iurada*, (?) tjrek as (!) e
de e.cores, bilhas, quartmhas, e ouir s mui-
tos objectos de grandes phantasias ; as maravilhcso oleo de mmamena prepar?do exprc-
samonte.para combatera gigan'omania > app.a-
car o systema nervcto I Ver tara c. er.
Distracc,ues: >.
Os ani.'.ntes das pa'ejiras e bra onga, enc u-
trarlo no fun lo Ha astabtlv.'im- v m de mui-
U> fresco e tfoa fria, bao'os macios p nan as-
aeiadaa, dts icadas io rtrvi^o dus lunch*, qoe o*
mtsmos amaolea podirio nbef irea a m ma-
vicso de uma elegante nonta : ihi res eaolorcs am ricacf s e n p o co r>]ava4M
por uma bkharia dtooictlica MaMMM
Moralrdadf) da coufji.
E' imm-nso o :or'.imento
E ?e \ende pelo eaoW,
Pelo qne d wuito ju:t
So ao Carols tptar ;
Visto que e um ; r! n'->
Dos cr-neros o paladar I
Precisa-se nlngar BOW pscra>"i
na rua rl;i Imperatril n. I", i- andar.
a in?
Triiunpho da
i *
t


:'* -

/
-v; -
fl%
Em tempos modernos neithum d
meato ope nrom.iier revolofio no t i 'o de
cartr anteriormetito en voga doqut o
PEITORiL I ftHCLKiTl!
TAMO N6 TRATAllEZn
DA
fosse, Crapo,
Asthma, Thisica,
Rooqnidao,
Bronchi
Toaae Covtajiaa,
Dorr-sde hte,
bpectiirogan de Sanguv.
Gomo em toda a grande serie de eufmeai*
dades da Gai-^anla, do Peiia>eu>
Or^jSos atonaentam e fazem solTivr a humaii lado.
V miineira antiga do earar consislia geral-
j mente na applicac;ao de reaioatoria*, san-
{gnas sarjar ou appliear exteriormene un-
guentos fortissimos compostos de subsUn-
eias vesicantes, afiin de prodazir empolhas ;
cujos differentes modos de curar, nao faziam
senao enfraquecer e dimitiuir as iot^as it
pobredoente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa aaaj a en-
fermidade a destruicao iniviiavel oe sua
victima I Quam diflerente i pois o effeito
ad mi ravel do
PEITOSAL SE iUZLmm
Lra vez de irritar. mortificar e cauzar inaa-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor
Allivia a irrita^do,
Desenvolvo e cntendiinenk-,
Fortifica o corpo
e faz coin que o systema
desaloje d uma maneira prompu e rapid,
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Oi
melhores votos em medicina da Europe, (<*
entes dos collegios de medicina de Berlim-
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relacoes analogicas, e alem disso a aaaa>
riencta de milhares de pessoas da America
Uespanhola, as quaes foram curadas com
PEITORAL DE AiXACAHLITA I
Deve-se notar que este remedio se icba
inteiramente isento de venenos, anto mine
raes, como vegetaes, emquanto que akjnai
V^matismo e a Ootta, quando cauaados por'accu- I deSteS "J"?08' ? Pa/ticularmente aqwaUea
mulatoes de matenas extranhas ao sangue, cedem-lhe facil- I QU6 Sac> dadOS SOD a IOrma de OPIO. e aci-
meate.de mesmo mndn n u.m. n___,. r.______~ I .... v-
meate, de mesmo modo o Mal do Figado, Congestao ot
In.tammacao do Figado, Ictericia, quando sio oriundaa
ue :uaus residuos no sangue.
A Salsaparrilha e am excellent* reetaurador da
forest e vigor do aysthema.
Assim, todos os que soffrerem Languor, Phlegma, De*
jstaio.'. Insomnia e que s&o incommodados com Appre-
hent,n .s o Temorts Xervosos ou qualquer outra aneccio
provom-Kte de Debitidado, aehario So seu podcr renovador
O maia seguro expedient* de prompta cura.
PRBPABADA FOB .
J. O. Ayer & Ca, Lowell, Mass., E, Vj,
CMsftioos Practicos e Analytic**.*
VENDE SE FOR
do hydrocianico, formam a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes tao a-
cilmente se engana a crodulidade do pu-
blico. A composijio de anacabuiu ptito-
ral acha-se linda e curiosamente engar af'ds
pm frascos da medida d cerca de ir*o
quartilho cada um, e como a diso .;>i. at
toma e so d'uma collier pcqueim sta
geralmeute i applicacio d'um ou ae* uat-
cos para a effectuacSo de qualquer cura
Acha-se a venda em todas as boticat*
11. Frosteis & C, ageutes.


3
Biario de Pernaitttftio Qumta tefr 26 dte Kbvdmbr*. de WW4
Toda attea^ao
Ret illu s*, com frente para a rua. 4a Amizade,
sobre 19i palmos de [undo, uma porgao de opinO
terreno imr:i edHi-.agao, tirada do sitio contigao
i igreja de S. 1>M do Uanfuinho, d) prega de
So* pur pilino. Aquella (rente e toda murada,
beai como a parte posterior e a lateral extrema :
M pretsndentes poiera eaten ter se com o Sr Dr.
Wiiruvio y
Afilhados e afilhadas de An-
tonio de Azevedo Villa-
rouco.
Manoel Azevedo de Andrade, lestamenteiro do
iund.. aoi uio de Azevedo Villarouco, fax scieote
para cmhecimente dos ioteressadus, que atti bun
tern, 10 do corrente me*, Ihe foram apresentadas as
eertidoes de baptismo d)s afilhados e afilhadas do
due lia.ij" em numero de 8, e sao as seguintes :
Anloola, Olha lepitima de Manoel Bento de Mendon
ca e de sua mullier Roza Maria de Je us -Anto-
lio, filno legitimo do Dr. Miguel Joaquim do Cas-
tro Ma arenlias e de sua malher D. Isabel Emilia
Ouocalve- MascarenhasUmbe.ina, filna legitima.
- de J"Se Ferna-des Bastos e de sua mulher Candi
' 4a 11-h *t i i de Jesus BastosAntooia, Glba legi-
tima lie J -se de Azevedo Villarouco e de sua mu-
lher Maria Fraucisca de Brilo -Jofephina, fiiba le-
gitima de Joan Macfcado Brandao e de sua malher
Roza M.tria Jh Oh veir-t-M-irh, til ha legitima de
Franci>e<> Xavier de Sa Leila > e de sua mulher
Rita Baptista*de Sa Leitao -Joao, fllho legitimo de
An; nio Gungalves Ferreira Junior e de sua mu-
lher Guilbennina 6oncalves de Paula Ferreira
Carolina, lilha legitima de Francisco de Aniural e
de sua inn Hit Enilia Roza de Jesus.
Faz mais scieote o abaixo assign;, do, que, per an
it c .'llm e *.-.vtn Sr. vigario per.l deste bispado,
e-ti urn fllho do fioado Joao Martins Ribeiro pro-
duziutio sua ju-nficagao afim de provar que tarn-
bam e afllhado do referido Villarouco, visto que a
oertntao de baptismo por elle exhibida nao prova
oia-iaiie para poder ser attendido.
Lecuia inais o abaixo assignado, que tendo
mauifado pubhcar em Portugal um anauncio con-
* vidsndo os atilhados e afllhadas do mesmo Villa-
rouco i|ue n'aijuelle reino houvessem, a igualraen-
te se hahilitarem com suas eertidSes de baptismo a
eonc r;er ao legado quo Ihes foi deixado; aguar-
daebegada do proximo paquete da Europa a 25
eu 26 do corrente mez para ver se por elle vem
aigunM certitao ; e logo em acto continuado pro-
ced- ra a divisao da qnantia deixada com a igual
dade rricnromendada pelo testador.
Recife, ii de novembro de 4871.
ilannel Azevedo de Andrade.
de Palm-ires
Na padaria dtnotfiinada Maurity, site na pracs
deste Dome, easa de azulejo, n. 3, desta villa, eela-
belectaiento de Francisco Seiaphieo de Assis V*s-
eonsellos, (.ibrica-se com a maior perfet^ao, lim-
pesa e barateza. pao, bol.cba, tudo quanta se
p6de obter da farinha de trigo 0 annunciante
protesta servir com esmero e agrado a lodos quan-
tosquizerem honrar eeu eitabelecimenlo e se cons-
tituirem freguezes e coosumi lores.
I

itito Pimaui.
Ruada'Roda n. 48, sobrado.
Prime res li-ttres, portuguez, francez, in-
g'pz, dis-mri'i linear e musica.
S-li a ilircegao do professor Herminio
feodriguus de Siqueira funccionam ditas au-
las cxios os dins uteis.
R ( be iluratios iuternos, raeio pensio-
aistas Pltprnns ; f mece todo o material
pars escripta o livros aos principiantes, por
pre^t'S muitn razoaveis.
Alugam-se
B as casas de campo. na Cruz das Almes
Pot" d i'aodla ; a tratar com o commendad
Tas.-o.
Bons banhos e dormida fres-
ca no Munteir u
Aiiij>. s :,||i pur preco eommod.) uma casa pe
i'j i que t-m 2 salas", 3 quartos, c zinha e boa
i ii i p perto do rio : a tratar na rua Nova,
teja n. 7.
Criado
Na rnj di Alearia n. 4<, se precisa de um
a ; iriuclpio '.le c izinha.
Atuga-se a r-\<\ da rua do Viseonde de Ala
bu] mmu n J5, tenii um an Jar, sotao e pavi-
m>::;o terreo, com gaa e gaz, pintado de novo :
a tia.ar na rua do Vig,rio Tenorio, armazem de
3i s-ames, n. 5.
- Aluga-s- a a :1a e a alcova do 3.* andar do
tobrado o 7o. a roa Duque de Caxias, proprio
para m ; >> s It iro- : a tratar na loja.
D '.-apoare cu no dia \i do c :rrente, da ilha
do N'lguHra, uni boi manso, de carroca, sendo
pan lee e-irdo, de cfir eastaoho al.aecnto. eon
as pita? furalas, no pescoyo marcas da canga,
h i in I'hoelltio granle c n uma correia de sola
eom fi -'n. e u o p.^dar-o de corda nos chifrc:.
11 :.'( pr ibahilidide de ter sido furtado :
qacm ncmCzt nu o e--mi 'i-ia. q:i sera, generosamente gratlQcado.
- IVLii-a-se de duas amas, sendo uma paia
c-uinbar n couprar e outra pari ongommar e
i wt- a rin rfri Cnnetrdia u 43.
Alugase a loji do sobrado n. 29 da rua da
: ha i arvalbo : a tratar na rua das F>arangei-
i.s ii. 1, i andar.
DeclaracSo.
l\evr I mAo & C pelo prsente declaram te-
retn pa id., uma letra de s^u sa'iue datada dt 5
o\; oi ii p dp-t- ann'i a 5 mezes oe prazo. aceita pe-
I Sr. v a i el lose Mendes Bastos de Garanhuns,
i! i!;".. i d- 8 05. cuja letra foi periida em
viagem (| GaranhoiB para e*ta c'dade, rozam
pfils 'i> quer que a tenha achado o favor de
entr'^'l a nest. eidade no armazem Baliza, a rua
do Un a ni n. .18, visto do nada servir a re-
fi.-ri.-l i | rja estar prevr.iilo o aceitante da
-re-uis pi -6 p.igira aos abaixo assigndo.
Recif t'l de novemhro de 1874.
Neves, Irmao & C.
Moleque fugido.
GratiQca-se com 50,000 reis a quem pegar For-
tunato, moleque de 13 a 14 annos, preto, baixo,
chvio do corpo, rosto e cahega redondos, nariz
chato, cabellus carapinhos e cortados de fresco ;
ausentou se na tarde de 10 de outubro do corrente |
anno, com camisa de madapolao, calya de brim
de eor, desboUda, e cbapeo de massa preto. Gra-1
tiflca se na rua da Cadeia do Recife n. 39, ou na
rua da Aurora n. 165.
ADVOGADO
B4CBAREL JHAQDIH GUMNES M;
SUVA HELLO.
S3 Boa estretta do Rosarlo 98
primeiro Rinlar.
| Consoltorio medico
jV w>
if. Dr. M.irll'o.
/ RUA DO VIGARIO N. I, i ANDAR.
J Recem-chegado da Europa, onde fre-
j quentou os hospitaes de Paris e Londres,
'ii podera ser procurado a qualquer hora do
*y dia ou da noite para objecto de sua pro-
fy fissao.
Fi Consultas das 6 as 8 horas da manha e
X do meio dia as duas horas da tarde.
d GRATIS AOS POBBES.
V Especialidades : Moiestias de seuhoras,
J da pelte e de crianca.
Cravos
Na rua da Uniao, 8traz do Gymnasio, ns.
47 e 49, vende-se serupre cravos brancos e
encarnados.
soil
uma grande rasa terrea com bastantes commcdos,
sita na eslraJa do Lucas : a traiar a rua do Vi-
gari> n 31._________________________________
Casa no 'axanga.
Aluga se duas casas na povoacio de Caxan-
ga, tendo uma dua sal^s grandes, 8 quartos e
I gabinetr, grande terrace e cacimba ; e outra
com Juas p< qdenaa salas, 3 quartos e cozinba,
anibas proxunas ao rio e a estayio : a tratar a
rua dos Pi rcsn.J 22.
Atlencao
Continua se a furnectr comedoria3 para fora,
in hidandp.-e | var em casa dos assignantes, mais
em eont do que em outra parte ; lambem nos
encarregainos de fazer eomida para qualquer col-
lenio que os Srs. directores tenham de passar a
fe.-ta : quem precis** dirija se a rua estreita do
Ro?ario u. ;fo, defronte do escriptorio do Dr. Leo-
nardo.
Nairarvessa da rua
dasCmzcs n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinlieiro sobre pe-
nhores de ouxo,pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a qnantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
'iWtt fK& si asai
1KB ^5 ws, K^ira
Compram-se
as coHacijo^es delois provinciaesda Pernam-
buco, dos annofi de 18i9, 1855, i860 e
18U'J : nobta typngrep^.
5NDAS-
E' s6 quem vende a 600 rs.
Cambraias braocas Lordadas, com listras e qua-
dras, abertas e tapadas, fazenda maito Gna, com 5
palmos de largnra ; por termos grande porjio re-
solveraos render barato para ecabarmos ; 6 fa-
zenda de !ti09o covado, e nos estamos vendeodo
por 600 rs. o covaJo, dao se am*tras : na rua do
Crespo n. 20, loja de Guilherme & ;.
I
Vende-se
Al
uga-se
0 i.' andar e armazem da rua de Pedro Af-
fonso n. 59, o sobrado de um andar e sotao da
rua do Ifo-ptcie n. 65, e o andar e armazem do
sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 : a tratar na
ran dii Vijpu-ki n. 31.
CASA DA FORTIM.
AOS 4:000^000.
lILHETES gakantidos.
A' mo, Primeiro de Mar$o 'outr'ora rua do
Crespo j r.. in e cn-aas do costwme.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
iizes bilhetesnm meio n. IS64 com 4:0005000, um
inleirj n. 3970 com 2< OiOOO, e outras sortes de
iii e 20^* da lotena que se acabou de extra-
hir (125-), eonvida aos possuidores a virem re- tefins"pasta^"espada\C^
noliur r-a OiMir^riiiiiinflj rtr% OA.Inmn com rlnLUfn J rf .. *. *- ..
Esta encpuracado 11 1
Aruji mole em pedra dura
Tanto daate aiiae afnra
Sr. Ignacio Vieira
Roga-se ao Ulm. Sr. Ignacio Vieira de Me 11
scrivao na eidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cltriT aqsaUe negoefe que S. S. se cemprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jomai, em ;
Bus de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou i.fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motivo 6 de novo chamado para d
flm, pois S. S. se deve lembrar que este nejoci
de mais de eito aaaos, e qtundo o Sr. sett fllho
achava nesta eidade.
um terreno em Beberibs de baixo, com 50 palmos
de frente e 500 de fundo : a tratar na rua de Vi-
I dal de Negieirosfl. 137.______________________
Vende-se cinco bats de carroga, gordoi e
;anso .a tratar na olaria do viveiro do Mqnht.
|i Vende se oa seeuiutes preai )3 : uma graude
olaria & rua do Vkconde de Goyanna n. 63, com
' moitos commodos aiuda para padana, e boa serra-
"ria, t80do urn extenso terreno, com oplimo porto
de embarque, e muitas frucietras : a easa terrea
d. 05, na menna' roa. Junto a dita olaria ; e um
barreiro aos Remedios, com excellente barro para
tcrdas as obras drolana : a tratar ou com o ..
Jose Camello, das 3 boras da tarde as 8 da unite,
no Caldtirtiro, ou na estagao da Hangabeira, e no
Arraial, sitio do fiuado M. MarceUno Jose Lopetl
A03 5,000 covadol 4el$.
A 1S9 rs.
Na loja do Pavao vende se iazinhas de muito
bonitos uostos e deJieados padroes, faaenda nova
no mercado, pelo didiiiisto preco de 160 rs. ceda
um eovado ; quem deixara de fazei vestidos de
12 tao bonitos e por tao pouco dinheiro ? Forne-
eem se as amostras: na rua da Imperalriz nume-
ro60._______________________________.
LIQUfDA^AO.
O Paris n'America esta liquidando os caljados
peles segointes precos :
feBotinas de duraque, de c6res, oom caano alto e
laco, aLuizXV a5j000!!l
Botinas de duraque, de cores, bordadas. canno
alto, a6,4 III
Botinas de duraque eom lace a 3(.
Botinas pretas gaspeadas, canno aho, a if, St e
6*000.
Botinas lias e enfeitadas, para tbenina* a 3/,
Bi tinas de Sorer, de cordovjo com ponteira ee
verniz, para homem a 8a. Aproveitem, que 6
barato. ___________________
s* Cura das herniaB, pelas fun-
Vende-se
uma can la villa de Barreiros, na rua do Co*
mercio, por preco modico : a tratar eom Tun
lrmioa4C_ fiU ,
das de borraeha.
v^Ji^
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje co-
taver- nhecidas.
Vende-se
na
Pliarniaela e Drogarla
Burtolomco A'
Grande liquidagio de fazendas Unas e do B*^~ Ru.a lar8a do Rosari. ~ a*
mfclhor gosto, para vestidos de festa, na] VaCCina. VaCCina.
loja n. U, a rua Duque de Caxias. Tendo b Sr. Dr. Jose" Lourenco de Magalhaes,
Popelinas de modernissimot padrdes, eovado a montado na corte urn complete service deste ar-
S00 rs. tigo, tern aqui aberto nm deposito da melhor e
Vende-se nma pequena armayao de
na com todos as anas pertenffts, nos Afogados, a
ma do Bn6": a tratar na mesma._______________
Festejos
mais recente, cujos tubos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A
. 34 -ma larga do Rosario 34.
Ditas de ditos a 13500.
Ditas de ditos a 12400.
Ditas de ditos a U600.
Cambraias orgsndys de padroes e cures ioteira-
mente novos e modernos, eovado 320 r~, cortcs
de cambraias braocas para vestidos, boidado
com babados, a 6.
Chapeos m^ieruos.gostaallemao, para senhora, area fina de JVlOreira Ct U..
proprios para a estacao da festa, *
e Imperial fabrica de rape
ns, pelo
juali-
. a SJSOO.
Ditos de diversas qualidades, para home
barato pre?o de 2# 2*500, 34 e 4^.
Camisas f ranee us e inslezas, Je divers,
dades, a 1*500, f*. 2.501 e 3*
Collarinhes de linho, lisos e bordados a 400 rs.
Toalhas de unbo para rosto a 4('0 rs.
Lengos finis com barra, duzia UiOJ
Ditos ditos brancos, duzia I 50-
Metins esc cezes, inteiramente Oftvos,
para cbarabres, eovado 240 rs.
Me as finisiimas, para senhira,duzia a 3
Lazinbas, chitas, cambrias, madapoldes
| d5es, brins, por preees baratissimos, bem como
i outros muitos art gos que se acham expost is para ;
os amigos do bora e de barato, por 25 0|0 raenos
que em outra qualquer pane, finalmsnle tudo, j
tudo se acha em liquidacao. _______|
da Bahia.
Oeste excellentc rape, que se torna recommen-
davel aos amantes da boa pitada tem estabeleci-
do esta fabrica o sen deposito a rua do Commer-
cio n. 5, que venJem por junto e a retalbo, fa-
zundo se vaotagem a quem ci mprar poryao.
proPrios Fio (ie algodao da Bahia.
Teem para vender Joaquim Jose Gonyalves Bel-
300. trao & Filho. a rua do Comraercio n. 5.
Salsa parrilha do Para.
Chegada recentemenle teem para vender Joa-
quim Jose G.ngalves Bellrio & Filho, a ma do
Commercio n. 5.
Loja de fazendas
Dl
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas moito boas para roupa
m eninas a 160 e 200 rs. o eovado.
La pretas. superior, a 400 rs. o eovado.
A\$ acas de cores finas a 320 e 360 rs. o eovUc
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fazenda fina, a 600 rs. <
eovado.
Chitas de cdres a 240 e 280 rs. o eovado.
Metins de cores miudas a 280 rs. o eovado.
Cratooes, o melhor que tem vindo ao mercado
400 a 440 rs. o eovado.
Cambraias krancas, bordadas e abertas, fazend.
ris Qoa qua tem vindo ao mereado, t fazend:
2*000 o m.tro, por 1*000 a vara ; i p*
chincha.
Ditas pretas com Bores miudas a 100 rs. o covade
Cambraia transpareate, Gna, a 3* a \ eca.
Dita Victoria, ona, a 4*000 a peca.
Organdy de assento braneo e de cores, m flo
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o covsaV
E' peehineha.
Cortes de oasemlra de cores aaodernas a 1*500 .
corte ; 6 fazenda de 8*. E' peehineha.
Camisas de linho finas, lisas, a 35* a duzia, e fa
zenda de 55*.
Brim braneo de linho a 1*400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o eovado.
Madapollo irancet verdadeiro, 24 jardas, a 9* -
7* a peca.
Algodae T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorio preto de seda para vestido e para eoll*
a 3* o eovado
Toalhas alcochoadas a 4*500 a duzia.
Colchas grandes a 3*500 uma.
Cobertas de ganga, forradas, a 3*.
Lencocs de bramante a 2* nm.
Uncos de linho, abainhados e em caixmhai
3*500 a duzia.
Ditos de caca de cores abainhados a 3*500 a da
zia.
E outros muitos artigos que se vende por n>
nos do qne outra qualquer parte e para se 4*
So na lorern queiram niandar ver a; amostras.
enganaja de
Gnilliern,c & C.________
Para o fabrico de chap6or
A NOVA ESPERANCA recebeu o arame propn
para armacao de chapeos.
E. A. DELOUCHE
24-Roa do Marquez de OHoda l\
Alia n vidide.
0 Baraleiro, a rua 1 de Marco n. \t acaba de
receber grande sortimento de entremeios e babadi-
nhos tapados e transparentes, de todas as largu-
I ras e vende a 1,000, 1,200 e 1,500, fazenda que
jsempre cu9tou 2,500; a uma experiencia n6s os
eonvidamos
Livros novos
Esqulna do beeco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
ma n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dc ,,
algibeira, de todas as qualtdaies, patente suisso, V", f n-', .2
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores, CaAdbetsmo 12*
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas Kapmnfen i rfiavena de cha 12
de todps as qualidades, tudo por precos muito ba-1 aenn ~-.A c!,a.veDJa
rates.
Fechaduras de broca.
Teem para vender Joaquim Jos6 BomtlVH
tran & Filho, a rua do Commercii n. 5.
Bel
Proprios para bailes.
Chegaram era boa quadra, para a loja do Passo,
riquissimos coites de seda com larga* listras
achamalotadas e liniissimas cores; cortes de tar
latana com palraas bordadas a prata, proprios
para oailes : so na laja do Passo, a ma Primeiro
de Marco n. 7 A.
E' sempre assim-
AO SEXO AMAVEL.
A Nova E O Monte Lima
tem um complete sortimento de galao-e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para officiaes, canutilhos e
enfei,tes para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquf-r fardamento, como seja : bonets,
ceber na confonuidade do co.lumesem descon
to alguro.
Ac4iam-se a venda os felzes bilhetes garantidos
ii 1' parte Ga^ lotena^ a benefleio da igreja
do Rosario de Sermhaem (li6 ), que se extrahi-
ra sabbado, 28 do corrente ioez.
PRECOS,
Bilhett Inteiro 4*000
MeiobjlhPTe 2*000
Em porrao de lOO para cf ma
Biiiiete iuteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoi'l Martins Fiuza.
Ao Sr. Justino Fereira rio
Moraes.
0 abaixo assigiadpi arrematante das dividr 'a
massa fallida de Joao H^ino de Souza, pede ao
Sr. Justino Pereira de Moraes. ra irador na Imma-
culada, o favor de vir a rua Direiti a. 21 ulli.tiir
sua conta com referenda a mesma missa.
Recife, 23 de novem ro de 1874
Jse Ricardo Paria.
das, abotoaduras lisas e "douradas, para criado
etc.; assim como uu complete sortimento d
ranjas, galao falso para ornamento, cordSo de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte: na praca da
Indeoendencia n. 17. junto a loia do 6r. Arantes.
Soares A liberdade do cammerc.o, 8.*
Regras da vida christa
Vianna Relampagos (poena) 12."
P. Chagas Terremoto Uf arger Scenas da vida da Bohemia, 8"
Sim5es Dias Cordi de Amores, 8
Lobato Os fidalgos do enracao de
ouro, 2 vol.. 12.*
Rodrigues Estud.mtes e costureiras, 8
Milner Resumo de grammalica iogleza
Escrich t'asamen'.os do diabo, 3 vol.
com magnidc-.s estampas
Este aotavel romance e do m9:>mo auler
da Malher Adnltera. Acha se quasi
esgotada a edtcao.
Ponson Dramas da Aldeia, 3 vul.
Dito Mwidade do rei Henrique, 5 vol.
Dito S'.gunJa moiidade do rei Henri
rique, 2 vol.
Dito Os ba>tidores do mundo, 3 vol.
Sonvestre 0 rei do mundo, 2 vol.
Camillo 0 demonio do ouro, 2 vol.
Livrarta Popular, a run
ii. 5.
3*000
1*5J0
1*000
1*000.63, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, que
3*00o !acaba de receber diversos aitigos dealia novi-
500 dade, os quaes estao expo3tos a vunda em dito
1*500 I estabelecimento. 6 bom que venham aprecial os
l5i'0 .para por esta forma satisfazerem os caprichos de
2;000 snas elegante's toilettes.
2*000 A Nova Esp3ranc>>, nao qu-jrendo tornar-se
massante, limita se a mencionar alguns artigos
3^30) dos mais em voga do nundo das modas, os quaes
2:0O0 siu os seguintes :
lioOO Liados ciotes de couro e filigrana.
Modernos bctoes de ago para vestidos.
4*500 Novos leqiie*, grandes, matisados.
Elegantes flvellas de 350 para veilidos.
Delicad is raraos de Qores de laraageira.
Bolsas de couro e filigrana, prcprias para tra-
zir pendeDtes ao cinto,
4 001
9*000
4*000
5*000
4,000
3,.000
Xovu
BAZAR
DAS
FAMILIAS
Rua Duque de Caxias n. 60 A
Y
araa
iesta
Vende-se
A ug in m: tres casas na rua ao Cor one I
Suassuna, preparadas de novo, e com comoicdos
sufilcientes : de ns. 103, 193 e 198: a tratar na
rua Direila n. 8.
a tavern* da travessa do Peixote n. 30, livre e
desenibara^sda de qualquer debit.) : a tratar na
mesma.
Vende-se
Aluga-se
Cnii'ado
os armazens ns. 65 e 69, na praja do chafariz em
Fora de Portas, um onde teve tenda de ferreiro
o fallecido E. Mahult. 0 outro que esteve occn
pado com venda de molbados, para o que 6 op
timo pela localidade e ser de esquina. ambos livres
e desembaracados de impostos: a trataT com o com-
mendador Tasso. _______________________
PARA 0 PUBLICO VER
IloOna
Por que razao o Sr. teuente Jose Caetano da Sil -
va n*T indemnisa ao Sr editor da America ?
Precisa-se foliar ao Sr L;banio Residio de Car-
val'o, escrivao da culeotona de Santo Aotao, a
negocio quo nao deve ignorar : no largo di As-
semblea n. 7.
t Vxeiro
Offerece se nm raenino para caixeiro de laver-
na, com alguma pratica : a tratar na rna Direi-
ta n. 10, rellnacao.
Goftts dc eakello.
53.Rua Duque de Caxias.53
Angusto Porto, recebi'ii lindos e elegantes co-
ques de cabelli verdadeiro, cintos de couro com
fivelas deuetal, popelinas de seda elfnho, rieas
toalhas e lenens de labirintho que vende por
commodos precos.
Precisa so de 1:500 j a juros, dando-se por
setruraBca hyp theca em um predio que rende
2i*000 mensaes, pagando so os juros tedoi os
mezes : a quem^convier, annnncie, para ser pro
curado.
a ca a terrea n. 47, sita a rua Bella, em Pal mares
no melhor ponto de negocio : a tratar na rua do
Livraraento n. 4, loja.
Iliniiis.
Aln.
pJatH^.
e caiM
th.l e
muMiri
i- 7
}0u- l
i Pmi.
ip ni i dos l!nnii-. no Arrai.il, com
' H ar-dioca, macacheira e grande baixa
ii, t in Hxeellentn. casa para rcoradia, ba-
- avores frnciif.-ras : a traur no
6 as 8 iiora3 da manba e das 5
n ni rua d'j Amorim n. 56, das
** ta de, nos dias utets.
i,.i se o prftneiro andar da caa da rua
im n, 69 : a traiar na praca da
-i ; JO
Da se 2:200^ a juros sob alguma casaer-
rea e mais algum era escravj : na^rua do CWo
lo4 Suassuna n. 86.
** a m-mmmmmmmmm
m nimiu TflRin m
| MEDICO-CmURGICO
ft DO
ik Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTBI"0 E OPERADOR M
Bua do Vlsronde de Albuquer-jB
que n. m
ESPECIALIDADE
W Molestlai de nenhorai o
&t menlaos.
Consultas das 7 as 10 horas da ma-
nha, todos os dhts.
M| Das 6 as 8 da noite, na segundas, quar-
2 tas e sextas-feiras.
f|( Os doentesque mandarem os seus cha-
OL mados por escrlpto at tO boras da ma-
5 nha serao visitados era snas caaw.
^K
0 ac'.ual administrador da grande propriedade
Apipucos, aohando se em embaraQos para poder
regularisar o interesse de todos os consenhores da
mesma propriedade, por isso pede aos mesraos con-
senhores que tenham a bondade de comparecer
no escriptorio da capella de ncssa propriedade, a<
3 horas da tarde do dia 29 do corrente, para uma
renniao extraordinaria, aDm de mostrar os emba-
ragos que tem encontrado em sua actual admin is-
tra^So, assim o espera o mesmo adminhirador que
Vv. Ss., alem de seus interesses, comparecam no
dia acima indicado. Apipucos, 14 de novembro de
1874.
Aluga-se a casa terrea n. 8 da rua do C
pitao Antonio de Lima, em Santo Arnaro : a ta a
tar cdaj MalernUs-Lenr^a rua da Guia n. 54, pra
daria. Com o mesmo oontrata-se nm amaasador-
Precisa-se fallar coin os seguintes senhores,
na ma Primeiro de Mjrco n. 16, primeiro andar.
Dr. Candido Vieira da Cudha, de Sergipe.
Tito Antonio da Canha, da Bahia.
Domingos Olympio B. Cavalcante, Sjbral do
Ceara.
Manoel Pantaleao da Silva.______
Precisa se atuirar urn criado que entenda de
servico de casa s de sitio: na Capo iga, eutrada
da barreira, sitio n. 2
Qual 6 a loja que vende ba-
rato ?
E' na rua do Livrament n. 4.
0 que vende ?
Queira ler para saber.
Fazendas, chapeos e roupas feitas.
Perfeito sortimenu pa'ra todaas classes.s
Pannos finos e casemiras, brins de linho braneo,
pardo e de cor, ditos de Angola, ditos de algodio
brando e de ccr, gang's de liuho e de algodao,
de e6r e amarello, madapolao de diversas quali-
dades e prejos, algodao braneo de listras e azu
de varias marcas e precos, chitas, metins e per-
jcales, baplistas brancas e de cores, bnlhantiuas,
j alp-cas de lindos desenhos, ditas com palmas de
i seda e listras do c.ela, ditas pretas e brancas,
i chapeos de sol para homem e senhora, menino3 e
I meninas, ditos para cabe?a de homem senhora,
| meninos e meninas, ha grande variedade aonde
{se v6 os de castor a 1* c 2*, camisas de todas
as qualidades e prejos, para homem e menino,
ditas de me.as, ceroulas de precos de um a tres
mil rdis, calcas, colletea e paletots, havendo gran
de quantidade para escolher a vontade ; tambem
ba cambraias branca; e de cdres ; assim como,
muitos outos artigos que deixamos de publiear :
chegucm ao amigo do bom e barato, a raa do
Livrame no n t4.
Vende se uma casa terrea nova e bem. cons-
truida e com commodos para nnmerosa farnilia,
sita a raa do Naseecte o. 20, que olha para a
via ferrea do Recife ao S. Francisco : Tratase na
rua Imperial n. 217._______ __________
Breu, breu, breu
No armazem de Jorge Tasso, tua d* Amorim n.
i37, eno caes do Apollo, atraazem de farinha de
! trigo, do comuiendador Tasso. _______'
Aos Srs. deengenhos
Chila com 4 palmos de largnra, fazenda muitn
superior, a 26o rs. o eovado, proprias para escra
vos: so a ma do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherme&C_____________________________
Doce tino de goiaba
Vende-se no deposito do pateo d o Ter^o ns. 4 e
a, pelo barato prego de 800. 900, 1*000 e 1*200 ;
6ssim como grande sortimento de caixos pequa
nos, proprios para embarque ; ha requeijao todas
as tercas-ffiras e sabbados, por preeo comraodo.
A loja Agrado e Seriedade, sita a rua da Ira-
peratriz n. 16, vende por baratos precos 12 para
bordar, de lindas cores, e fitas de sarja do todas as
cores e larguras, assim como de setim.
Ch.} verde e preto
Amaral, Nabuco & C declaram a seus amigos
e freguezes que receberam pelo ultimo vapor
de Europa, nova remessa de cha verde e preto,
garantem sna boa qua'idade e vendem no seu
Bazar Vhtoria, ma do Barao do Victoria n. 2.
ENDE-SE
uma balanca decimal das melhores que tem
parecidi neste genero, podendo pesar ate
kilos : no armazem n. 3 da rua do Vigario.
ap-
50O
Traves.
COMMA*.
Compra-se chubo velho, cobre e lktJ : no
armazem da bol amart-l a. a iraveesa da raa do
Imperadw.___________________......
Compra se rhomno veiho, c,.bre e'laio: no
armaiem da Luia amarello., ni travessa da rua do
Impcrador."
Vende-se traves de louro e qualidade ; para
ver no caes do Ramos, e trata-se com Joaquim
Rodrignes Tavares de Mello, a praga do Corpo
Saoto n. 17, !. andar.
Gal de Lisboa
Vemle-se cal de Lisboa: na praca do Corpo
Santo n. 17, andar, escriptorio de Joaquim Ro
drigoes Tavares de Mello
Lustres, candieiros e aran-
dellas paFa gaz.
No novo estabelecimento, Grande Exposielo, na
rua do Imperador n. 33 junto* ao escriptorio da
companhia do gaz, vendetn-se lustres, candieiros e
arandellas de differen^s tamanhos o raodernos
gostos, tanto de vidro como de bronze, e tudo dos
melhores fai'ricantes quo ba na IngJalerra. Tam-
bem so vendem globos ao bonitos padroes, chumbo
e tndo o mais que for preciso para o servi;o do
gaz. E como os donos de.-te estabelecimento man-
dam vir de conta propna e se querem acreditar,
vendem tudo mais barato do que quatuuer outro,
I paia o que os compradores podem eaperlmentar.
Vende se uma casa terrea na ma deP ay-
sandu, estrada da Magdaleaa, com 4 quartos, 2
salas, corredor indepenlente e forrada, com quin-
tal mu'ado : trata-se na ma de Hiortas sobrado
n. 48._________________________________
Boa acquisicjio.
Uma pessoa que urgentemente precisa retirar-
se desta provincia, vende por 3:500* uma beran-
ca de 16:000* solidamente garantida. Nio e um
pleito que se va tentar exposte as contingencias
do julgamento, mas um direito ja liqudado e
apurado por senteo^a proferida pelo supremo tri
bunal de justica, em erao de revista. Na rua de
R.achuelo n. 22 (outr >.ra rua do Destino se dira
quem vende.
Grande-taidade.
Chapdos de sol de seda tran^ada muito boa, ar-
macao especial, a 7*000. So na rua do Marco
n. 14, loja de Gusroao & Leal.
Rua do Crespo n. 20-
Alpacas lisas com barra, fazenda muito larga
6 de lindas c&res, para vestides, e presta-e para,
roupa de meninos ; veade-se pelo dirainuto pre
fo de 280 rs. o eovado, aproveitem se antes que
se acabe : a ma do Crespo n. 10, loja das tres
portas, de Guilherme & C. Dao se amostras eom
penhor.
Vende-se o estabelecimento de molhados,
site a rua de Pedro Affonso n. 61, bem afregueza-
do, tanto para o mate como para a praca, serve
fiara qualquer principiante em razSo de ter poucos
undos: a t alar no caes do Ramos n. 24._______
CanUia de Lisboa.
Soleiras, hombreiras, capiteis e sacadas, a ven-
da por prego commodo : a tratar no armazem n.
23 da travessa do Corpo Santo.
Tauchiiitz Edition
COLLECTION OF BRITISH AUTHORS
Each volume-!'200
Popular Iifbrary. rua Nova n &9
Reis e Silva & Gnimarles, proprietariis dest.
bem conhecido estabelecimento de fazendas fina-
convidam aos teas fregneees e amigos a sortireaj
se dos artigos indispensaveis para a feta, artigo-
da ultima modr. e de fino gosto, os quaes se ven
dem por modieo prtjo.de forma quo igual nao si
eneontra em outra parte.
Ainu de.qne o puldico aval:c o qt;e levam dit..
oflp.Tecem a sna precijsa consideracao a seguint;
menjao:
Riquissimas pclinaises de gorgoran preto, rica
mente enfeitadas, pelo dimir.ute prefo de 36*.
Lindissimos casaquinhos de gorg.rio preto, ri
camente bordadts, sendo curtinhc conforme a roc
da, pelo diminuto preco de 12.'O>0 cada um.
Riquissimas saLidas de baile, de la e seda, pan-
sent, ra, inteiramente novidade, pelo diminut>
pre;o de 12*000.
Liudissimas capinha de la e seda inteirarrcn-
te novidade, pelo iiiSignificante preco de 8*000
10* .00 cada uma.
Riquissimos cachinets de la e seda, pelo dirainn
to prego de 6i000 cada um.
Um complete sortimen'o de :apellis com veio d'
blonds, proprias para noiva.-, |tlo diminuto pre?<
de l'i>, %& e 20* cada uma. E' barato E c.
mo sao lindas ?l
Riiuis.-inios lacinhos com flvela, pr.prns par;,
pescoco dc Mdnru pelo diminuto f-rejo de i*50i
cada uma.
Lindas gravatinhas de cor, proprias para senh-
ras, pelo diminuto preco de 1*000 cada uma.
Liudissimas rosas com alfiuetes, proprias par;
peito de seuhoras, pelo dioiinulo preco dc l*ot
cada ora.
Cambraias brancas, bordadas do cores a 15, fa
zenda modercissima, pe!o prego de 540 rs. o c,.
vado.
Cambraia traisp.srente, com duas larguras, pi.
prego de 13*000 a peja.
Cambraia traEsparente fina, Suissa, a 6*500 i
peca.
Cambraia muiti fina, Victoria, a 7*100 a peg*
Meias de cures para homem, pelo diiuinute pre
co de 8*000 a duzia. E" barato 1
Riquissimas eaixinhas. cada uma com nma do
zia dc leng 'S de iiuho ja abaiuhados, p lo dimi
nuto preco de 5*5o0, 6*, 6*50;i e 7*.
Grosdebaples preto, fazenda muito superior,
1*200 o eovado.
Setim braneo, Macau, fazenda superior, a 2*2< I
o eovado.
Riquissimo sortimento de popeliuas de linuo, pe
lo diminuto prego de 440 e 500 rs. o eovado.
Riquissimas faias do seda, fazenda moderci.-
raa, pelo commodo preco de 2*200 o eovado.
I'upelinas de linho e seda, padides io:eira
meute Be vos, a i*C0j e 1*800 o c ivado. E* ba
rate I
Grosdenapoles cor de rosa, fazenda muito supe-
rior, a 1*600 e 1*700 o eovado.
Um complete sortimento de las e alpacas da se
da com listras a 700, 800,900 e 1*. uito ba
rate 1
Um coraplelo scrtimento de 15s, a 180, 200, 24f
320 e 380 rs. o eovado.
Madapoloes, Elephaute, com 20 vara?, a 4*40(
a peca.
taadapolao, Maravilha, com 20 jardas, a $**X
a pega.
Madap'lao fran:cz, Madraste n 55, a 6^200 :
pega.
Madapolao superior franc.z n. 60, a 7*000 i
pega.
Assim como um grande scrtimento de chit is t*
earn, claras e ontros artigos.
REIS E SILVA X GUTMARAES.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANCA acaba de receber ague;
tes milagrosos anneis eiectricos, cura infallivel A r-
nervosos.
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANQA vende papel de baa
proprio para cigarros, de diversas larguras.
Insignias maconicas e cadei-
ras para viagem
Amaral. Nabuco k C. vendem insignias magoni
cas para diversas graos, e ndnnt a abnr e fechsr,
proprias para viagem : no-Baur \uioria, raa do
p&ar11 da Victor4a n. 2.
Maripoza
A S*0 rs. rovad*
S6 ni rua da Qu-imaHo n. 13.
JUNTO A' LOJA DA MAGNOLIA.
Haripozt brancs com lindas listras abertas fe-
te diminuu oreg> de 320 rs. o eovado j aprovei-
tem que peehineha, sd o 43 l) igual.
Din m amostrai com peohor._________
Pre;i-a- de uma araa escrava de bna con-
dnct?,, pa; ti do o prvigj da u.. a eas* uHrw-
gciraile ia : a tratar ra ni '* Attrc-
ar r. W
PAGINaCAD INCWKB I


Biarib dft'fceEBfltobiK^ : %iiiita itira 2d M Uore&heo r
>.
*
Ao baraleiro
A' ma 1 de Maico n. 1
Coufronte ao arco de Santo
Antonio.
Os proprietarios dmta estabelecimento, tendo
gande deposito de fazendas de la, linbo, soda e
ilgoJao, e acbando-se proxima a oceasiao do ba-
anco, rcsolveram fazer grande redncgio em pre-
cos, aflra de que naquelld tempo oto teohara gran-
de trabamo em balangos ; a saber :
corte por i&. E' fazenda que sempre custou 7 J.
AMAZONAS, linla fazenda para vcstidos de
passeio, a 500 rs. o covado.
GROSDENAPLES de cores, verde, eocarnado,
franco, cor de rosa e cravo, a 900 rs., If e
1*200 rs o covado. Quem e qne nao coraprara ?
POPELINAS de linho, de quadros e listras, bo-
aitos gostos, a 500 rs o covado. Aproveitetn.
POPELINAS de linho e seda, gostos inteiramen-
te novos a 900 rs.
01TAS com listras largas assetinadas, o mais
moderno que tem vindo ao mercado, a 11.
CRETONE francez com listras e de quadrinhos
de cores e pretos a 400 e ilO rs. o covado. Isto
so no baraleiro I
DUO francez de listras, proprio para camisas
e vestidos a 300 rn. ? pois so se vendo se p6de
crer.
ES ill AO de linho e algodao, proprio para ca-
misas, fronhas, etc., etc., com 7 jardas, a 3*200, e
com 10jardas a 4*500 a peca.
MUSSULINA branca, com listras, para veslido, a
400 rs. o covado. E* pechincha I
MAOAPOLAO franceictm 20 varas, por 4*500.
E' barato.
CASEMIRAS de cores, para costumes (roupa de
homem) a 3* o covado. Ver para crer 1
LAS escocezas, csiamos acabaodo aos pregos de
120, 180 e 200 rs. Apressera sel
CHITAS escuras e Claras, fazenda Gna a 240,
260 e 280 rs. ; so a rua Primeiro de Marco n. 1.
CHAPEOS de alpaca, para sol, para seuhora, a
2*000. E' admiravel I
BRIM branco a. 5, e.xjx isigao superior, a 2* a
vara.
CAMISAS de cretone francez de cfires, a 2*oC0
uma.
CAMISAS brancas, ingletas e francezas, gran
de sortimento por preros baratissimos.
BRIM pardj traugado, para 280 rs. e 400 rs. o
covado.
BRIM Angola, superior, a 500 rs. o covado; isto
s6 na loja do Barateirol
CHAPEOS de sol de ssda para homem, fazenda
superior, a 8iiOO, 9*000 e 10*000.
BAPTISTAS maiisadas, gustos miudinbos a 300
rs. e 360 rs. o covado ; so confrunto ao arco de
Santo Antonio!
LENCOS de linho superiores, abashados a '!$,
4*500 e SjOOOJa duiia.
TOALHAS felpudas superiores a 6*500 a du-
iia. Em outra pane veDdem por 9* I
MEIAS cruas, scpfrores, para homem, a 4*,
4*500 e 51. E' pechincha.
BOTINAS superiores para senhora, a 4*300 o
par.
ATOALHADO a'.cochcado, fazenda superior, pa-
ra mesa, a. 1*500 a vara.
ALGODAOZ1NHO I ranco, com pequeno toqne,
a iiSOO, 4* e 4*500, e marca T, a o* a pega.
Alem das fazendas acima mencionadas, encon-
'.rarao muiias outias que sgradarao em qualida-
de e pregos, e que para nao massarmosa paciencia.
de nossos freguezes, as dcixam s de eEumerar,
So no Baraleiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
Loja de AgosJinho Ferreira da Silva Leal & C.
Nao se enganem
Pois sao os verdadeiros baratciros I
Aos legitimos fogoes econo-
micos.
Acabarn de chegar a esta cidade os ver-
dadeiros fogdeseconomicos, jd muito conhe
cidos nas provincias do Rio de Janeiro,
Minas* S. Paulo, Scrgipe, Rio-Grande, Ba-
ijia e Alagoes, aonde teen raeFoeido do pu-
blico a msiur aceitaflo possivel, e sao jt
preferidos aos de qualquer outro systema,
conhecido pela sua muita solidez, especta-
lidade na colloca^ao, moderno system*,
a sobretudc grande economia no combusti-
vel; trabslham com lenha, coke, carvao de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
ohos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita fatnilia, coUegios, boteis,
jasas pias, hospital's, etc, .Uham-se ex-
postos 30 publico, aonde se-darao todas ae
jiplicagoes necessarias: r.a rua do Viga-
on. 12
N.72. Rua da Impera t riz N. 7 2
EM LIQUIWACAO.
Tendo recebido diversas qualidades de fazendas que ha tempo tinham feito encomraenda e
agora estando era liqnidacao resolvrn que estas fazendas fosem venrlilas nas mesmas condic,5os o
qne e mmta vantagem para os compradores, isto no Bazar Naeional rna Ja fniperatriz n. 7.
Organdy* branco a 400 rs.
Vende se organdys branco com listras muito
Gno a 400 re. o covado.
Popelinas a 1:000.
Vende-se popelinas de cores muito flnas a 1? o
covado.
Alpacas de cares a 400 rs.
Vende-se alpacas de cores para vcstidos a 400
rs. o covado.
Laatinhas a 120 rs.
Vende se laaziuhas para vestidos a 120, 240,
320 e 400 rs. o covado.
Alpaca lavrada a 640 rs.
Vendese alpaca lavrada para vestidos a 610 rs.
o covado.
Granadina a 500 rs.
Vende-se gr nadiaa pretacom listras brancas a
500 rs. o covado.
Percales flnas a 400 rs.
Vende-se percales flnas para vestidos a 4C0 rs.
o covado.
Chitas Gnas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. o covado.
Cassas de cSres a 260 rs.
Vende se cassas de cores flnas a 560 e 320 rs.
o covado.
Carabraia victoria a 3!.500.
Vende-se peca de carabraia victoria a 3 500,
4* e 5|. Cambraia transpsrente a peca a 3*,
3*500, 4* e 5*.
Cortinados a 6*.
Vende-se cortinados para janellas a 6* e 7$ o
par.
Chalet de l-i a 640 rs.
Vende-se cha'es dc l.i a 640, ditos de raerin6
estampados a 1*600 e ?*.
Cortes de casemira a 5*.
Vende-e cortes da casemira de ceres a 5*,
5*500 e 6|.
Corertas de ehita a 2*. ,
Vende-se cobenas de chita a 2* e 2*500.
Colchasde fustio a 2*.
Vende-ss colchas de fustic a 2*, 3* e 4*.
Pustao branco.
Vende-se fu-'ao branco para vestidos de senho-
ras, organdys branco Qno a 640 o metro.
MadapolSo a 3;.
Vrnde-sepecas de madapolao enfestndo a 3* e
3*500 a peca, ditas ditas Gno a 4*500, 5* e 6*
dito francez Boo a 6*, 79 e 8*.
Algodaozinho.
Vende-se pecas de algodao de todas as quali-
dades e barato:
Bramante.
Vende se bramrinte de 10 palmjs para lenc6es
a 1*600,2* e 2*500 o metn.,
Algodao enfestado 900 rs.
Vendese algodao de do as larguras enfestado a
900 e I* o metro, dito tranjado a 1*280 o metro.
Graode lii-piidr.r.Sn de ronpa feita.
Vende-se ceroulasde alg a 1*200 e 1*5 0. camisas brancas a. 1*800, 2* e
2*500, ditas de linho bordadas e lizas a 3* e
3*500, paletots de alpaca preta a 3*500, 4* e
4*500, ditos de dito de cores a 2*, camisas de
Ihnelta a 2*. ditas de chita a 1*280 e 2*.
d
dc
Aos meainos
A NOVA ESPERANCA, a ma Duque de Caiiw
n. 63, acaba de receber nm bom sortimenta de fl-
nas bonecas que fallam, que riem-se e cboram ;
tambem as tem mudas e surdas on surdas-mudas
venham ver se nao e terdade.
E*
SARER-SE
Que a NOVA ESPER.VNCA, a rna Duqne da
Caxias n. 63, bem conbecida pela superioridade de
sens artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas enccromeudas de mer.adorias de sna
repartigao, que pela elegancia bem mostra aptidao
3 bom go-to de sous antigos correspondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
i rna Duque de Caxias n. 63, eonvida a sna boa
e constante fregnezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, aQm de apreciarem ate
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANQA nao mero des massantes (verdadeiros azucrfajs) com
extensos annuncios e nem pretende dwerever a
''mm ens idade de objectos qne tem expos to s a ven
da, o qne seria quasi impossivel, mas limitar-se-na
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
e toma a liberdade de aconselhar ao bel'o sexo,
qne a visitem constantemente, para depois qne
Mmprarem em outra qualquer parte nao se arre-
penderem, a vista do bom e e:coihido sorUmento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de sen toilet
sem que d* um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duqne de Caxias n. 63, a qnal acaba de rece-
ber os seguints artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settis para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bcnitas sabidas de bailes para senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes faebas de tonqnirn.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracbi
(gosto novo).
A.' rua do Cab^a n- 3 A,
Os profrictarios da Predilecta, no intuite
conservar o bora conceits qne teem merocido
respeitavel publico, distinguiado o seu estabeleci-
mento dos mais qne n guciam no mesmo genero
veera scientiflcar aos sens bons freguezes qae pra-
veairam aos seus correspondentes nas diversas par-
cas dlSuropa para Ihes enviarem por todos ospa-
i-jetcb os objectos de Inxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
laqcelles paizes, visto aproximar se o tempo dc
festa, em que o bello sexo desta linda Veneza,
mais ostenta a riqueza de suas toilleKes ; e co-
mo ja recebessera pela paquete francez divers o
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tornam mais recominendaveis,
esyerando do respeitavel publico a costnmada
.xmcurrencia.
Aderecos dc (artaruga os mais lindos que teem ,
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d !
vellndo, sendo diversos tamanhos e uaratos pre-
os.
Adorecos complatos de borracha pr. prios para i
luto, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
BotSes de setim preto e de cores para ornate da
pestidos de senhora ; tambom tem para collets
alitot
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimea-
der seda, de paiha, de ^chagrim, etc., etc, por
oarato preqo.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loci,?
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a alteac&o das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes !ornam-se as criancas am pouco im-
pertlnentes por falta de um objeeto que as ea-
tretenham.
Camisas A) linho lisas e com peitos bordad;*
para homem, vendem-se por preeo commudo.
Ceroulaa At linho e de alguuio, de diversos pr>-
os.
Caixinhas eom musica, o que ha de mais Undo,
com dislicos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coquea os mais modersos e de diversos forma-
ios.
Chapeos pars, senhora. Receberam nn sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para maninas.
Entremeios estampados e bordadoe, de lindoc j
lasenhos.
Cura dos estreiteeato d'uretra
pela facil applica^ao das
SONDAS QUYAES
DE
GOIHA ELAST1CA
As ma modernas e aperfei^oadas de todas
as conhecidas
Yendein-se
NA
PHARMACIA E DROGARU
DE
Bartholomeu & 0.
34 Rua larga do Rosario 34
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatinhas qne
a Magnolia, a rua Duqne de Caxias n. 45, acaba
de receber I
Escovas electricas para dentes, tem a propria-'
iade de evitar a carie dos dentea.
Franjas de soda pretas e de cores, existe am"'
crande sortimento de divercas larguras a barato;
preco.
Fitas de saria. de gcrgnru, de setim e do cha
n>lf'.e, de divercas larguras e bonitas cores.
Fachas da gorgurao muito lindas.
Ft. re artificiaes. A Predilecta prima em con-
crvar sempre am bello e grande sortimento des>
tag flores, nao so para enfeite dos c^belloo, como
ambem para orcaio de vestido de noivas,
Gaioes de algodao, de li e de seda, trances, pr*
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos da cambraia e de seda de diversas eoras
para sennora.
Lig&s de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Lfvros para oavir missa, com capas de madre-
perola, mariim, 5so e velludo, tudo que na -da
bom.
Pastes de tartaruga e marfim para alisar as c&-
bellos; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marnm, Osso e dourados por barato preco.
Perramarias. Neste artigo esta a Predilecta bam)
provida, n5o ad em extract js, como em oleos
bachas dos melhores odorcs, dos mais afamados
Tabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Condray, Gosnel e Bimel ; sao icdispensavais para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Receban a Predilecta tun bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o qae ha de melhor
gosto e os mais moderno recebea a Predilecta
de or arcto preco, para Hear ao alcanc*
qualquer bolsa.
la, etc.
Fundas Heraiarias
ELECTRO-MEDICAES
Para ligar perfeitamente e curar radkal-
mente
as quebradoras
Esses fundas estabelecidas sobre os connect-
mentos medicaes e anatotricos man tem as quebra-
duras as mais vclomosos e difflceis, irnpedindo o
sen desenvolvirceoto. Bites teem uma accao elee-
trica qne na generalidade dos caaos opera uma
enra radical sem qae o doente se sajette a prea-
cripcao algoma, a excep^ao do uso eontlnao del-
las. A cura opera-se do periodo de It a 90 me-
zee conforms a hernia mais on menos antiga.
Uoico deposito em Perxiambuco, pbarma-
cia e drogeria de B. rtbolomeu & C.
____ Rua Urga do Ro.ario d. 34!_______
CASA
Vende-se on aluga se nma casa terrea em Olin-
da, com grandes commodo*, gaz e agna encsnada :
a tratar na rua 1* de Marco n 6.
Popelinas a 1$ e 1$500 o
covado
0 DescDgano recebeu am grande sortiraent) de
poptlmas de seda, de iindissimos padides, fazenda
que se vende por 2J<0, esta vendendo pelos di-
minutos preco3 de 16 e 1:300a covado..E' grande
poebineha ; a ellas, antes que se acabem : na rua
1* de Marco a. 25, junto a tya da esouina, DSo-se
as arnoMras com penhor.
Cimeulo Portland
0 verdadeiro cimento Portland em barricas de
180 kilos: vendem Lebre 4 Reis, a rna do Amo-
rim n. 58.
fazendas e artigos de alta
novidade
LOJA DO PASSO
fttia Primeiro de HIar$o b. 7 A.
gCordeir* simoos A C, proprietarios
leste importante estabelecimento, no louvavel pro-
jrosito de nao desmentirem o conceito que os
'eus sumerosos freguezes Ihes tem dispeusado,
icabam de receber de sua conta o mais nco sor-
imento de sodas, popelinas, las e artigos de ul-
ima moda em Paris, e continuarao a receber
ior todos os paquetes daquella procedencia ; por
sso chaman a attencio de seus fregueies e os
nnvidam a darem nm passeio ao seu estabeleci-
nento, garantindo-Ihes qae encontrarao a reali-
lade do quo fica dito, e para pr va dao um pe
lueno resumo, cujo infr-.lKvelmente despertara a
ittencSo dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes/ e dao
imostras m* dianto penhor.
A.r*cf{os iiUiiius moda.
Cortes da vestido de linho guarnecidos de bieo
la mesma fazenda e cor, trazendo fivella, bolca,
.into, etc etc.
Riquissimos chapeos para senbora, de cores e
iretoa,
(-ortes de cambraia brancos com lindos bor-
tados.
n' -a do cores com eafeites da mesma fazenda,
nrino, etc. etc.
Capas de li para meninas e senboras, guarae-
udaa de armiubo.
Vestuarios para baptisado.'
^iquissimas camisas b"rdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivaa.
Aicas colchas de seda, para casamento.
Oortes de seda, liodas cares,
iorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinhas do dclicadiss padroc-s.
Setim Macao do todas as cores.
Qrosdenaples pretos e de cores.
Velludo preto u damasco de seda.
jranadine preta. e de cores.
?iio de seda branco e preto.
.^ieas basqtiinas de -eeda.
^asacos de merino de cores,
ilantas brasileiras.
Capellas e manias para noiva.
Cambraia de cures, oitas mariposas brancas, ds
ores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, listras, etc
3rics de linbo para vestidos.
Pustao de cocas.
Saias bordadas psra senhora.
. Grande sortimento de camisas de -Hnho lisas a
K-rdadas. para homem.
lUeias do cores para hr.mem, senbora, meninos
< meninas.
Sortimpnto de chapeos de sol para bomens e
enhora.
Merinas de cores para vestidos.
Dito pt eto trancado e de verao, bombaiina, can-
io, alpaca, etc. etc
Atoalhado de linho e algodao para toalhae, e dito
jardo.
Damasco de li.
3rira de linho branco e de ccrea.
Setins de lindas cores com Jistras.
Chales de merino de cores e pretos
Oitos de touqnim e ditos de casemira
Can.isa8 de chita para horno** (*tas defla-
jella. '
Ceroulas de linho e ditas da algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc
Lencos bordados e ditos de labyrintbo.
Ricos cortes de vestidos de tarlataoa, bordados,
>ara bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de la, a dUaa da crooket.
Efepartilhos lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores,
ileias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Popelinas.
Neste artigo temos um variadissimo sortimanto,
iso s6 em gosto como em qualidade.
La.
.oca listras de seda, ditas com pal nas bordadas,
litas transparenles e da outeaa muitas qoaliiades.
Lnvaa
le pellica brancas e de cures, do verdadeiro fa-
>ricante Joavin.
I'lnalmente t
apetes para, sofa, cadeiras, cama, entrada, ate.
.snbraias brancas, chitas de todas as qualidades,
oadapoloes, esguiao, t.retanhas, bramantes, algo-
loes, cullarinhos, punhes, meias para homem e
enhora, punhos e collarinhos brancos e de cd.
-as para senhoras, gravatas para homem e senho-
a, peitos bordados, lencos de linho brauaa. e de
-.ares, ditos de cambraia de linbo, toaJbas, guar-
tanapos, panno fino, eta., etc.
Loja do Passe
Rua Primeiro te MW50 b. T A
antiga do Crespo.
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprioa pare senbora, ( nhima
moda) : a Magnolia a rna Datiaa de Cax^aa ai.s*
6 so quem tem.
Papai, mamai.
Como aio lindas as bonecai de cera qua. eba-
mam papas, matnai, eharam, andam, etc. So na
Magnolia ft rua^Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rna Duque de Caxias a. 45, re-
cebeu gaiolaa de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaroa j a ell u antes qae se aca-
bem.
e-se
No escritorio de Thomaz de Aquino Fonceca k
C Sucoeasores, a rua de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Cimento Portland verdadeiro.
Cera art velas e em grumo, de Lisboa.
Vinbo Shecr.y.
Vinbo dj.Porto em caixas, finiasimo.
Idem em barris de quinlo e decimo, fino.
Retroz.
Fio.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. 19, vendese 0 seguint a
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, Gnissirao, em cai-
xas de dnzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez em caixas de dnzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
Mn rcmessa.
Vinho verde rfe Amaraiile
Convida-se os apreciadores a virem apreciar j
qne ha de mais exccllente neste artigo; vende-
se em decimos e a retalho, em c.sa de Pdcas
4 C, a rua e^treita do Rosario n. 9, junto a
greja._________________|____________________
.1!'-talh is de las.
0 Pavio vende uma porcao do retalhos de lis
para vestidos tendo grandes e pequenos, que li-
quida barato para acahar, assim como uma por-
' eao de cassas e chitas pretas qne se vendem por
qualquer preco para acabar : na rua da ImpT
' tr'z n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilbos, a 3/500, 41 e 5?,
0 Pavao vende um bonito sortimento dos mais
modenos espartilhus que Teode a 3a5l0, 4/ e
5'SOOO.
Peehinca cm Iencos trancis a 2 500.
0 Pavao vende duzi s de I. n^s Hnissimos de
cambraia branca para mao, sendo
E' h silo
A* almofadas bordadas de li
cebeu a IVova Epera_fat a nu
Caxia. p "
I'a.jaa
Cortinados para camas
Na loja do Pavao vende se nm graadi aatf-M a-
to de cortinados bordados proprias para raina.
jonfllas, pela barato pre^o de8, 9 e 10,000 n
par, assim eomo cole as de danasco para cat as
de noiva a 10 e 12,000 i6i- e p*c: nha a
rna da Imperatriz n 60, de Felix Pifeire ia
Silva._______________________________ _
Sedinha.s a 1^500 o cov
Venham antes que ae acattfn
a rnal.' de Marro n. T a.
na l'.ja Pa

Wilson Rjwe (_ L. vendem ao sea arauuw
a rua do Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul araeneano.
Excellente fio de vela.
Cognac de qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
( sempre se vendeu a 4.C00 a duzia e li.juida- e a,
'. 2/500 por ter grande porcao de duzia.-. ditos abai- j
. nbados a 2$, ditos cbinez s muito fin1 s e ditos
| francezes escuros mu:to Qnos para quem toma
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Vende se cassas de cores para veslido a 240 rs.
o covado : na loja do Pavio a rua da Iroperatriz
n. 60.
Camisas.
Vende-se uma grande porcjio de camisas bran-
cas com pcito de linbo o de algodao, por muito
| menos do seu valor, por estarem um ponco enxo-
; valhadas, assim c mo stmulas francezas e de al-
godao a i.500, ditas de linho a 2} e 2,,500 para i
| acabar : na loja do Pario rua da Imperatriz n. CO j
de Felix Pereira da Silva.
Ronpa para homem para acabar ate' ao l_ (
do anno.
Na loja do Pavib liquida se nma grande poi .ao
T%i f_ >3 BS-'iS SfltVtt- de roupa para horn; m como sejam : calgas de i
OM JM. H;2 a VJF-Li *W K*& brim d'Angola, ditas brancas, ditas de castmira de !
Na loja do Pavao vende-se madapclSes franco cor de 65 ate 12?, ditas dc brim de cores, palitots
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6.000 reis, e fraks de panno preto, de alpaca e alpacao," as- :
dito muito Duo com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as- j sim como le casemiras de res, culletes brancos,:
sim como um grande sortimento de madapoloes preto e de cores, saaim como ruupa branca de to- j
inglezes de 4,500 ale 8,000 e 9,000 : a rua da Im-, das as quulidades, nao se olha a prt juizo, o que se i
A 120 rs. o qovado.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende se para aca-
bar uma grande quantidadc de ias, rcstos de di
>eroa si-rtimeetos, desde 120 rs. ate 500 rs.; no
tando-se que, quando havia sortimentos comple
tos. se vendiam a lj280 e U600 o covado, ha
grande varvdade em padroes, os que primeirr
chegarem melhor pechmcha farao, a clla a rua dt
Imperatriz n. GO.
too ha (|H8iii Vfida mais; a i *!
Gama & Brito, com ;rmazom de mofkafna a_a
largo da Sai.ta Croz n>. 2 e i. vendem maat ya i .-
fazenda qne! gleza em barril KO e 1,000 r por :-a grammas ; vinho de niar,i a 1,200 i g.rrafa. 4N
Figueira a 440 a g nafa, a cauada a I.'.h) r
g&z (Dcvr,.-) liquido a 240 a garr.-fa, v< las striiiara
a 560 o m;c>, velas econ< nica< a T60 o n_f,
cl>a pcrola a 3,200 rs. cada 4j0 .":; > a'-
j<.far superior a 3,000 rs. cada ".'M a.a
coinpieto s/ iliioeiito dn bi-c. iios em -ata*.qi -
vendem por pr 'o baratissinn.s, heivllba* r,-i -, -
zas a 640 a laU, marn.elada n uit > Una af 40 i.
a lata com nuiakilo,qneijos fre>cs, az<-it<* de Lisboa a 640 a grur-.fa, assnear J p.n-i
sorte a 320 rs. kilo, dito de araaada *-tt* a SH
o kilo, dito de terctira sorte a 240 kilo, vinhn _i
Porto, em Larril, a 800 rs a garraf-, dii
rafado das marcas mais acre .i':-ida a l."A^
1,200 e 1,500^: o que pole', hav^i -.r e
tudo mais a v.made dos c linpra torn, : .1 t d*
que encout aiio a rn.-^.r saactrMaI ra%
possivel : no largo da Santa Cruz u i 4; rati-
zetii de Gama Silva Drilo.
Vende-se
peiairiz n.60, de felix Pereirrda Silva.
Saccos
Vendese saccos de estopa cm nm inQ-HlW | "~t ""'"'""
defeito, pr prios para en?accar farinha, milho, etc.
pelo diminuto pre^o de -20 rs. cada um : na lo
ja do Guimerme & C, a rua do Crespo n. 20.
qutr e liquidar a;6 ao fin do anno.
Cambraia Victoria e Iransparente
Na loja do Pavao veude-;e urr: grands sortimen-
to de cambraia Victoria e transparent para ves-
tidos 'tendo 8 1/2 vara cada pessa de 3,600 para
ciraa, isto na rua da Imperatriz n 60 de Feiix Pe-

Casaquinhos
a rua do Crespo n. 20.
Linho d'Alsacia
Collarinhos dc linho para acabar a i .
a duiia.
Na loja do Pavao liquid* se uma grande porcao
de dnzias de cottarfbhos de linho, por estarem um
Souco enxovalhados, pelo bar.-to preco de 4; a
uzia, sendo fazenda que sempre se vendeu por
Casaquinhos de go.Torao de seda, pretos pro- \ '* ^ pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja
prios para senhoras, fazenda muito fiua que sem-1"6 rellx ereira ..a silva.
pre se vendeu por 20$, estamos >endendo por nn ~ tnaiesae casemira a #.
6/ cada um ; bio so na loja do Guilherme 4 C. I KP Pavao vende ch.ales . ebinezes, sendo mnito grandes, que sempre ven-
: deu a/je 8 ., liquida a 4|. D tos de la, muito
jencorpados, com listras, a 3:. Ditos de quadros,
azenda muito boa 2 ; assim como, cm bonito
! forti.nento de ditos de merino, lisos e de quadros,
Linho-do Alcacia com listras, abems, fazenda vende de 2# ale 5.. e 6* : a rua da Imperatriz
rosito larga, padroes lindos e imeiramente novos, n. 60, loja do Pavao. de F. Pereira da Silva.
proprio para vestides de senhoras e meninas, pelo| Popelina de linho a 400 rs. o covado.
baratissimo prego de 440 rs. o cuvaio ; daosei 0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
.-rmestras : a rna do Crespo n. 20, l"ja do Gui- mais booftss popelinas listradas para vestidos que
ie & C. vende pelo barato preco de 400 rs. o covado, la-
Si vandose nao desbotam ; assim como, bonitas e
51T* O'^-* 11 TlTl moderoas laz.nhas com listras de seda a 640 rs.
Cl-L u^v, 1.-1 JLJlX I o covado. Ditas transparenles com palmiiihas a
C i 500 rs., sao bonitas. Bareges de nma 6 c6r, pelo
SargMim de cor tranvado proprio para fcrrro de barato preco de 400 rs. o covado, 6 pechincha :
vestidos e outra qualquer i bra e vende se pelo [ na rna da Imperatriz n. 60, loja du Felix Pereira
diminuto preco de 160 rs. cada covado : a rua da Silva.

-a
na rna do Vigirio n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto eatjjSRNMo, em bar1 t ; z
ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa, sbj.lt:-.r -y '4_a
Retroz d-; Porto.
Cimento Portland, I. gitimo
Cortes decabiniira a
e 6^000.
Na loja do I'svio, vci) semira para clt;a a h9, 5S e 66 < 0, lt
muito fin. sde uma so c6r com litras "i '.i-
lo, fazenda qne sempre sn vnit!< u -. 'j$ a
105000, liqui.iase a 6000 ,:ia -cbai :
a rua da Imperatriz n, 60, ce ;ii\ fm i t
dc Silva.
Cal de Lisboa novisMmt
Vende so em grandes e prqueiiai ;
dua Dinila n. 14.
Para concertar im \m*
A NOVA ESPERANCA, a rnr. Pi!t; d- .
n. 63. rerehe'i ''psta nen>aaria Baha
verdade]
- .i
As unicafl
Crespo a. SO, loja do Guilherme C
E m\\ as senhoras.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
icipa ao bello sexo que acaba de receber da Eu-
opa, um compieto sortimento de artigos de ulti-
na moda, e como acha desnecessario fazer um
nfadonho anuuncio, por ja ser bastante eonhe-
ida, e caprichar sempre em ter bons correspon-
tontes, sendo a pnmeira que apresenta o qne ha
le m&ts moderno a por pretos mui razoaves, por
sso limita-se a descrever aomente o seguinte:
5ettas douradas.
3icos de cores, tanto de seda como de guipure.
Seines dourados, de madreperola, marfim, tar-
taruga, osso, etc.
inbidatt do bai>e.
Pf esemea, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
Eolhabas e punhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, martini, velludo, etc
Sapatinhos de setim para baptisado.
camlsae bordadas para senhoras.
Mgaw de seda.
fraaaja* mosaicas.
idereroa de tartaruga.
t'oita-'de madreperola.
[ulseira* de madreperola.
Linda- flores para cabeca.
oiaaa de velludo.
Perrunaa-rbs doa melhores e mais afamados
tabrkantes,
ctiapcos de sol para senhoras.
*ltae de vellud-. de todas as cores e larguras.
Moscas.
Quereia hvrar-vos destes maklitos insectos? eom-
jrai uma machina de matar moscas por 3^000
u Magnolia, 4 rua Da qne de Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duqne de Caxias n. 45, ven-
ts o verdadeiro Vigor de Ayer, quo impede a
Ahida dos cabellos.
Sardas e panos.
S6 tem sardaa e panos quem quer; porque a
dagnoUa, a rua Duque de Caxias n, 45, tem para
'endera verdadeira Cuticaleria, qne faz desappa-
fleer estas manermem poucos dias.
Vinho verde.
Colchas para camas-
Na loja do PavJo vende-se colchas de fastao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
Especial chegado no ultimo vapor, tem paia a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,800
vender em barris de quinto e de Colares em para c'raa e Jitas.de metim escarlate forradas com
decimos, no seu escriptorio a rua do Commeiv-io .madapolJo a 5*,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
n. 5, Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho. de Felix Pereira de Silva.
Grande descoberfa
Curativo das molestiaa do
peito pelo
Xarope de suljahlio de seda
DE
Jk. BflRXET
fcte importante medicamente qne acaba de ser
reconhecida pelos datinctos Drs Zalloni e Paraa-
:hevaa como nm verdadeiro especifico contra a
phtysica, segnndo provaram nos grandes nume-
ros de casos por efJes experimentados, como se vi
aa sestao da academra de Paris de 24 de marco
do corrente anna, encontra-se aaicamente no
Deposito da tharnweia e drogaria
de
Bartholomeu A C.
N. 34 Rua larga d Rosario N. 3*
mum m nm.
A! pra^a circular do Apollo
vende-se:
Tijplos de rnarmore, tie differcntes ta-
manhos e qualidades.
Tijolaa francezes, sextuplas.
Cimento Portlaod. verdadeiro.
, -t zulejos grandes muito proprios
Dara rodanee.
Azulejea verdes e amarellos, tamaaho
regular.
Muquluaa de desc&rcg&r algodao.
Cadeiras de ferro, assento de palhi-
nha, proprias para campo.
Cortes de vpslid-s p-^ra liquidar.
0 Pavao vende a4;,5J c 6 corte de cam-
braia branca com eafeites bordados de cor, fa-
zenda que sempre vendeu a 7* e 8J, e liquida a
4^ para acabar. Ditos brancos de cambraia abt r-
; ta com listras e lavradiuha?, que sempre se ven-
deram a 102, liqaidam se p. r 5. Ditos Benoatao
com lindos enfeites de c6", fazenda qne val 12;,
liquidam se a 0.. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 34 ; e pehincha : na iua aa Impe-
ntriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pechincha para crian^as.
Meias a 2o00 a duzia.
Toalhas de fustao ara mesa a 2 500.
0 pavao vende toalhas ue fustao p;.ra mesa de
jantar pelo bar- to preco de 2^300, 6 pechincha :
na loja do Pavao, a rua da Imperatriz n. 60,
loja de F. T. da Si va.
Gros preto a if.
0 Pavao vende grosdenaples preto a IS o co-
vado e dabi para cimi. ale it : na rua da Impe-
ratriz n. 60,- loja de Felix Peieira da Silva.
Brins de Angola a 22, 2 500 c 34.
0 Pavao vende- cortes dos verdadeiros bins de
Angola a 2;., 2*500 e 3$ ; e pechincha : na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende b.nii.s metins de cores para
vestidos, pelo barato prego de 280 e 320 rs. o
covado; assim como, um bom sortimento de chi-
tas de todas as cores, padroes modernos e iixos,
Fielo barato prego de 280 ate 360 rs. : 4 rna da
mperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da Siiva
Bichas bainbarf,i:t*ia* ;; l
ia '^i" do Varan-*- -*p %' K IpX-HSHS oatiAjaai. igri-
ja de S. Jose do Manga nho, com n > > w-a \*
issobradada eontias aeon n,. la "..-, t i un-
do, com dnas frentes ervi1as Mrpanio d*lan%
dando para a rua d An izade para a Mav-
guinho. Tem de terreni proprio 105 i'-^.. fo
hrgnra e :>5i Aa fundo ; e ;: ca-;i w .1. '! p:\~ m
d irente e 84 de fundo. A si;<: .rfi > a r
possivd [ara mcrada, e quem SS_*ar i i:;i--a>. .
baslante terreno para isto, pmiladai ;a ti.. !a
Amizade. lYni agamas plant-.roes !.; g i ie-
creio, havendo ba.-iaut>> agna fcrm :.da ; r '-,
cacimbas, un a das quaes e nova. _s__Btai
com o Sr. Dr. Wiiruvio qn-m o | r-1 ndrr.
_ 500 rs. o covado
paj
!-
0 Deseng. no esta quei-
mando
0 proprietario desta estabelecimento tem resol-
vido vender as fazendas exi.-u-ntes em sen estabe-
lecimento, por menos do que em outra qualquer
parte.
Vanzinese de seda.
Vende-se esta fazenda de lindos patroes, de lis-
tras e palmas, pelo diminuto prego de 320 rs. o co
vado, por ter uns toques de mOfo, e graode pechin-
cha. Esta fazenda tambem serve para Into, per
ser tada preta ; e fazenda de 24500 o covado.
Damasco de 18.
0 Desengano esta vendendo damasco de la de
lindos padroes e de duas larguras, pelo baratissi-
mo prego de 1J0OO o covado, e fazenda de 24500.
> prove item qne o Desengano esta queimando.
Casaquinhos de gorgnrat de seda.
0 Desengano esta vendendo casaqninhos de gor-
gorSo de seda, enfeitados, pelo baratissimo preco
de 64000 cada nm, e grands pechincha. A elles
antes qne se acabem.
Organdys a 320 rs. o covado.
Vendem-se Organdys de listras, branco, pelo ba-
rato prego de 320 rs. o covado. Aproveitem.
Madapoloes de 455000 a pe$a.
0 Desengano esta vendendo madapolio francez
eom 20 varas & 44 a pega; dito muito fino, a 54,
34500, 64 e 74 a peca ; e grande pechincha.
Algodao marca T, largo, a 44, 42500 e 84 a
peca.
Ricos cbapeOs'de sol de seda, com cabo de mar
fim, a 124 cada um; e pechincha.
Baplistas de lindos padroes a 400 rs. o covado.
Lizinhas de cores, bouitos padroes, pelo diminu-
to prego de 160 e 200 rs. o covado. A ellas antes
qne se acabem.
Cambraia Viet ria, a 34500, 44, 44500 e 54 a
peca.
Alpacas de cores, li e seda, bonitos padrees, a
500 rs. o covado ; e graode pechincha.
Matins de cores, bonito j padroes, a 280 e 300 rs.
o covado.
Chitas elaras de lindos padrdes a 240, 260 e 280
reis.
E outras muitas fazendas qae deixa de mencio-
na-. as .para nao sa tornar enfadonho, por isso o
proprietario eonvida a todas as pessoas a fazerem
nma visit* a aeu estabelecimento, afim de sorti-
rem-se do bam e barato. Rna do Crespo n. 25.
junto a loja da esqnina.
toas-
mi
Ira d'.
Salsa parrilha
Muito novae grossa.
Vende-se por barato prego, em porgio ou a re-
talho : na ma larga do Rosario n. 34.^_____
E' com as noivas
A NOVA ESPERANgA, rna Duque de Caxiaa n.
36, acaba de receber boas meias de seda proprias
p:-ra aoi"as, e os apreciaveis ramoi de larangeira
Na loja do Pavao vende-se lizius j .
de cores mnito modernas pelo i;,i
de 500 rs. o c vado, para acabar ;
e fazenda qne jamais se vendeu p -
dois cra.ados ; ja ha pceas : a rua tfa I r.--tiia
n. 60, loja do Pavao, du Felix Perci .> I ^i.a
Para p: darias e taverns
Sal fino e mnita alvo : vende c na rua imp
rail n. 5, armazem.
LSzinhas brilhoutes a 72u rs.
0 Pavao recebeu um bouito sorii;n t. rl:, rna a
lindas lazinbas brilhantes, sendo d iTTilrlaifcli
miudinhos, parecendo de uma to cCr, c n o difla-
rentes cores ; esta farr-nda tem um br Rkt> c-aj
seda e bastante largura, e v-ndesn a 721 ra, >
covado : na rua da Im, eratriz n. CO. ioja it 1 I ?
Pereira da Silva.
LSzinhas mode: Das a 320 rs.
0 PavSo vende boniUa la/inha* de iua lr ol
tendo de tolas as cores, pelo barato pre. d- 31
rs.^o covado ; sendo fazeuda que stn,,>:e s.- reofri
a 500 rs., e pechincha : na rna da Imp ralrai t.
CO, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para cadeiras
0 Pavio vende uma porgio _sajM I
chet, proprios para enco>t> de cad. j-.s
fas, que vende por precos baratissimos :
da Imperatriz u. 60, lija de Felix Per
Silva.
C6rtes de organdy a 2; .00
0 Pavio recebeu am bonito soriimentj dr .orU;
de organdy, malisados, para ves i.lo, qu- v, tid>
pelo baratissimo prego de 2 400 o cortv, e <-h:o-
cba : na rna da Imperatriz n. 60, loja .' !" i;
Pereira da Silva.______________
Sao de listras
Iiftzinhas a d-AO rm. m ev_.da.
So o 43Queimado- Son i3
JUNTO A LOJA DA MAttXOUV.
Lazinhas de listras, gostos a pru.-s.iaua, ad.i
muito linda a 00 rs. o covado.
Aproveitem antes qne se acabem.
Dao-seamostrascom pt-nm r.
Pedras de martoore
Vende-se pedras de m rmores, da divwu* ta-
manhos, com duas polegadas de gros ura, pria i
para muitos misteres : a tratar com Joao !.-t<- d i
Canba Lage*.
Bartholomeu & 0.
PABA
Liquida^la de conlas
vendem por barato prego
SALSA-PARRILHA
DO
PARA'
34RUA LARGA DO ROSARIO 3\
E' pechincha,
k 160 rs.
Farinha demandioea supe-
rior.
Tem para vender, Joaquim Jose Goncai-
vet Beltr5o & Filho, a bordo do palhabou-
Rosita, fundt-ado o pe" do oaes do Collegio.
e para tratar a bi>r>lo ou no seu escriptorio :
i rua doCommprcio n. 5.
?ro-
ve_-
Chocolate do ^aranhao
Unico depot-tl uesta cidade, em
Tavares Carreiro C, rua Direiu n. 14, onde w
vende pelos prfv"" vaotajptna da fabrica
Vende se a
sa de Jose ^96, tem poucos
Salsa-parrilha do Par
Tem para vender Antonio Luiz de Oiiveira Ax*
vedo, no sea escriptorio, a rna do Rom Jesns nu
mero 87.
Laainbaa de cores, padroes mnito liu!
prios para vestidos de senhoras a meaina*, e
de-se pelo diminuto preco de 140 rs. > cova*,
nor este preco so ae encontra na rua do 0<*;. a.
a), loja de Guilhaime A C. ; 440 aa am Leques gigantes
SO quem tem dos mais modernos t a Magnolia
a rna Poqae de Caxiaa n 45^____________
Vende ae o armazem n. 18, silo i o caer dt
Capibaribe, tendo om tarreno oom 47 palm. it
frente para o mesmo caes e 295 de f .ndu : < pes-
oa qne quizer, dirija-se a rua F rm.'a n. 43.
uverna sita a rna ion
fundos, proprla para
principiante : a tratar nt mesrja*. ^___
psj
Sal do Asbu
t_
Tem para vender Antonio Lou de Meant
Aaevedo, a bordo do palhaboto Johra Aruiu : a
tratar com c capiiac a bordo, on i ria-
torio, a rua do Bom Jesus n 57.


Diario de fernambuoo Quint* feira 26 de Novembw de 1874
UTTERATUBiL
Socieilnrfe P*o>paga IruccSo 1'alilica.
eculds. Cora effeito, o homem desde o
'comoro do m'undo vio-se sempre cllocdo
entre dous inimigos: d'um lado a natures.
da Ins- eicrior ; e 'd'octro Jado, o homem, seu
semclhante. Do primeiro iniiaign trium-
=
:M-.^n.--------
D1SCUKS08 PRONUHCIADOS NA KSC0L4 NORMAL,
POROCCiSlAO DA DESfRtBUIQ.lO DOS PRE
MIOS A08 ALUM.N'OS UESSE EsTADELECIMEMTO
NO D1A 23 1)3 C0RKF.NTE.
I
a materia, transformando e accommcdan
do-a ds suas nescessidades, aos seus praze-
I res e d sua gloria. A conquista da mate-
jria pela intelligencia traz como resultado o
Discurso do Sr. Dr. Jos6 Austregesilj iflue*'uenl de sua liberdade, ecom esta a
liodrigues Lima. .sua emanopacdo.
' e atiendermos, senhores, para a msnei-
Eil-os, sao sold.aios. Eis corao sio os r3 pl.i qual sp ha desenvolvido o elemenlo
sn! hdos da milicis, com que temosepraba- social ou material da civilisagdo dos povos,
tid > pela causa do pmgressu e da civilisa- cfcegareraos ao seguinte resultado : o des-
Va0- envolviraoiito material ha serapre se-
Ou ante* sao os sacerdotes ds religiao guiJo uraa marcha.natura!, gradual, suc-
d'este templo ; e eis como mandamns derra- eessiva e Iogica. Para provar esta asser-
raaros beneficiosda instrucgdo. .gdo soria necessario, senhores, percorrer
Acabam de ser gloriosamente investiJos' a nisloria do aperfeigoa mento material de
dos titulos conquistados d custa de taotos todas as nagOes, e semelhante tarefa levar-
esforco3 d'elles e nossos, e jd se preparaia me hia muito longe, e eu receio cahir no
para a laboriosa cxpodigio. I tedio dando ao assumpto mais largueza do
E por unicas armas ndo possuem mais do quo a que comporta o estreito espago de
que o diploma que tem & mdo direita, e os am discurso.
sentiraentos de abnegagdo e desinteresse que! Mas, pergunta-se, o mesroo teria acoute-
tnnsportar para os factos as ideas ai nwisiretalutaraente mdosa obra : introdinio suc-
gr.ndiosas, esculmndo assim com honra, cessivaraente reformas uteis na mai r oarte
gloria e immortalidade o seu nome.nos fas-/ Jas casas de deteogdo : o systems de em-
tosid. bistoria nacional. preitadas tubstituio pela .dmraistragdo tan-
Ha, Sr. ministro, um grito d'enthusias-1 to para a alimentac&j como Dara o traba-
pha o homem dommando pela intelligencia mo que caractensa esteseculo, 6 tliberda- Iho dos detentos : regulamentos determina
de ; herdeiro das tradicgdes de 89 e 93
atravessando o espago e o tempo a
de tende a enthronisar-ae como
guardam no coragdo.
cido ao desenvolvimento moral dos povos?
Ainda que orgulhosos de sua invcstidura, Nao, e nao ; quandj o homem achou-se
vede-os transluzentes de modesta alegria, face d face do homem, a luta travou-se, e
que se parece com resigoada tristeza ; de o primeiro resultado della foi
olhar firme
e sereno, corao quorn tem a
consciencia da dureza da luta, e a c'erteza
do triumpho.
Elles tem r&zio. 0 magisterio primario
C" um sacerdocio trabalhoso e de iraraensa
respcnsabilidade.
Quern ndo revestir-se de coragem, quera
escraviddo
dos mais fpacos: a husnanijad^ dividio-se
lego entre oppressores eopprimidos, tyran-
nos e vassallos, senhores e escravos.
0 elemento intellectual ou moral, alids
o mais important* da civilisagdo, faltou,
por isso que foi estorrado, logo ao mscer,
em seu desenvolvimento. Mascedo ou tar-
e
liberda-
a unica
Deusa que ha de reinar e dirigir os desti-
nos dos povos. Tu lo tende a se uniformi-
sar em seu regago ; a* imprensa livre para
essrever e d tribune livre para fallar e dis-
cutir, juntaste outras conquistas mais para
a liberdade emancipacdo da escraviddo,
trabalho livre, instrucgdo livre, e com
pouco nos daras tambem \suffragios livres
para governor e igreja livre para orar.
As alumnas e alumnosda escola normal
nao teem para um patriota e liberal como
V. Exc, uma offerta de maior valia j elle; e
ellas reconhecem que o mimo e iosignifi
cante e nSo estd na altura do real mereci
mento de uma t3o distincta e illustrada
personagem ; mas pedem que o aceite a
penas como uma prova de gratidio para
com um ministro que, como V. Exc, tanto
se ha desvelado pela causa da instruccflo
publica deste imperio.
n8o poder renunciar 10 fausto e asgrande- de cs opprimidos reclamam contra a op-
zas sociaes; quem nao souber resistir ds se- pressSo ; uma nova luta setrava, da qual
ducQdes da ambicSo p do interesse, jdmais devem sahir vencedores os antigos venci-
poderd elevar o nada a Lado na phrase do dos. A historia, senhores, nio s'esqueceu
abbade Beesau que diz o menino e* nada, e antes registrou em seus totes o nome do
e o menino e tudo. primeiro tyranno que teve a humanidade :
A abnegajflo e o desinteresse formam a Nemrod, se chamava el!e, foi o primeiro
circumferencia que fecha o circulo das vir- que pela forga conquistou ttrras, o fez de
tudes, que devem decorar a alma do mestre Babylonia -a capital de seu vasto imperio ,
primario : sao as bases do Evangelho d'esse'e datii em diante a histo ia nos apresenta
sacerdocio, de sorte qua faltando uma.d'el-' uma longa serie de usurpadores e tyrannos,
las, corre perigo a causa da instrucc,ao pri- aos quaes, os povos deslumbrados por suas
maria e da educa^do. I victorias e riquezas, denominaram heroes.
Tambem, para o mestre ambicioso e es- j Mas Deus quer, senhores, que as mesmas
peculador todas as recompenses sociaes, se- guerras, violeneiais e iovasoes oppres-
riam mesquinhas, porque.pira os benefuios ;sivas, sirvam d'instrumento coutribuindo
da instruccdo e da educ <;ao ndo ha pre^o ssim como um dos mais poderosos elemen-
sufliciente. |tos de civilisagao. L'm povo, cujos conlie-
Poroutro lado, depositario dos mais sa- .cimentos scientificos sdo mais desenvolvi-
grados penhores sociaes ; interprete dos dos traz com a violencia d conquista os fruc-
mais innocentes corarOes, testemunha cons-'tosde seus trabalhos d nm outro menos
tante das expansoes naturae, e espont!ness|adiantado : Ihe nnprime com a sua domi-
da infancia, poder descricion^rio entre Deus'uacSo urn bera estar material, qu^ elle ate"
e a sociedade junto ao menino, contrahe olentao desconhdcia, ou g zos intellectuaes
professor primario a nobre, porem espinho-'aos que teria ficado por muito tempo extra-
sa obrigacio de preparar os h )mens futuros nho E'assim, senhores, que Alexandre
para Deus e para a sociedade, e quao ira-Magno transmittio ao Urienfe a emancipa-
mensa e a responsabilidade do quedesmen- ?ao intellectual fundando a cidade de Ale-
te essa confianga! quem nao tiver a cora- xandria e fazendo della o centro- do coin
gem de semelhante sacrificio, afaste se, fu- mercio e da litteratura entre a (Jreeia e a
ja, nSo se anirce a tocar na infancia, nodi- Asa. Outras vezes a guerra prepara a ci-
zer energico do barao Degeiando. I vilisaQao do povo vencedor tornandoo
Apezar, porem, d'esse immenso peso detributariodas ideis scieuiidcas do povo ven-
trabalho e de responsabilidade, vos mos-jcido. Assim, a Grecia governav Roma
trastes, Srs. alumuos-mestres, na altura d'es-! por meio de seussabios e artistas, ao-passo
se ministerio sublime, porque soubestes'que Uoma dominava a (Irecia por raeio de
moldar vossos coracOes aos principios, que!seus proconsules
vos imprimio este instituto: agora, nada del Seria necessario, senhores, folhear a
hesitagOes; tende coragem, e ide derramar j historia de todas as nagoes para provar que
a instrucgdo por todos os cantos d'esta nos-{as cousas se teem assim passado. Mas creio
sa terra ; ide mudar a sua face, na expres- 'ter dito bastanta para me fazer coraprehea
sSo de Leibnitz. I der de todos v6s.
Eia, ndo olheis mais para o polo das ri-; Senhores, a humanidade assistio porlon-
quezas e seducgOes sociaes; encarai s6mente g)sseculos ao vergonhos> espectaeulo do
a placidez d'uma vida modesta ebenefica ; dualismo, isto 6, da separagfio absoluta dos
que ides gozar e a unica estrella que ahi vos dous elementos essenciaes da civilisagao, do
conduzird e a pie^ade christS. | desenvolvimento material e do desenvolvi-
N5o tendes que verter lagrimas de sau ia mento intel ectual ou moral. Foi nos tem-
de d8S grandezas que acabais de renunciar pos Inodernos, nos soculos 17, e_18, queos
e deveis exultar-vos s6Tierite pelo beneficio,' philosophos concordaram na necessidade
que a mans largas ides fazer aos nossos con-1 da intima e rapida uniao das ideas e dos
cidaddos. I factos, e do desenvolvimento correspon-
Dos homens nida mais deveis esperar do'dente da sociedade e do homem. Curapre
quo a estima eo respeito, de Deu?, pordm, 'qua o element) material nao caminhe mais
toda a especie de recompensa, que soja do! avangado que o desenvolvimento intellec-
Ceo, e assim e que devemos comprehender! tual ou moral, ( u vice-versa. Como co-
a maximaquem da para a instaucgao em-1 nhecer-se um grande melhoramento social,
presta ao Senhor.
Se encontrardes embaragos em vossa mis-
sem que venba aeompanhado de um, hello
desenvolvimento intellectual, de um pro-
sdo no systema organico de nossas leis de' gresso analogo nos espuitos ? C como o
ensino, lembrai-vos que devemos nos acos- j melhoramento social pode se communicar,
tutnar a responsabilisar menos as leis do; se dilfundir sendo for pelas ideas, sobre as
que sua execugao : exacutai-as, observai-as
serapre com espirito de rectidao o de verda-
de que encontrar os inconvenientes, e solugdo a todas as
duvidas, porque, deveis saber que uma
lei de ensino nao p6de conter disposigoes
tao providentas que convertara o mestre
mdo em bom, nem disposigoes tdo mds,
que tornem mdo o bom mestre ; suas amea-
gas, e suas promessas nunca penetram a
area do circulo estreito em que o professor vi-
ve em intimo colloquio com os subditos de
seu modesto imperio. Seus erros, ou seu
z8lo s6mente sd) sentidos e conhecidos pela
sociedade sempre tarde e pelas suas conse-
quencies inevitaveis.
Portanto, o bom exito de vosso ministe-
rio depende muito mais de vosso zelo e de-
dicgao, do que das leis, que pretenderem
rcitriugir ou ampliar vossa liberdade na es-
tolha dos methodos de ensino, e dos meios
disciplinares, que julgardes apropriados ao
rni;ter, a que vos encaminhais.
A lei de iustrucgao nada mais tem que
fazur do que crear a escola, preparar o mes-
tre a estebelecer as materias que devem
se; i-usinadas : o resto e do mestre.
M.i escola s6 vejo o mestre, o discipulo,
e o methodos comprehendendo a disci-
plin3.
D:sie modo concorreremos todos para a
realisagdo da max ma de Laboulaye, elle
disso uma verdade nas seguintes palavras
Nao ha hoje obra mais christd, e mais
a patriotic, que possa ser emprehendida
por uma grande sociedade do que sejam
as escolas ; 6 o triumpho e o beneficio
da civilisagao.
Pois hem, o poier fez sua parte: creou
as escolas: esta escola curaprio seu dever :
prepnrou o mestre : agora fazei o que vos
cumpru, Srs.,derramaio beneficio e alcan-
gai o triumpho : porque sois os obreiros da
civilisagao.
Discurso do Sr. Dr. Luiz Carlos de Ma-
gal hues Ureves.
Sen .ores.Dous factos constituem, em
geral, a civilisagdo dos povos : o desenvol-
vimento do estado social, e do estado intel-
azas das doutrinas ?
As ideas s6s, senhores, zonbam das dis-
tancias, btravessamos rikarese se fazem pjr
toda a parte penetrar e comprehender.
A perfeigdo da civilisagdo, portanto, coa-
sista nao sdmente na uniao de seus dous e
lementos intellectual e material, mas tam-
bem na sua simultaneidade, extensao, faci-
lidade e rapidez com que .nnbos se auxi-
liara e se gernm mutuamente.
Eis aqui, senhores. o typo o mais- com-
pleto e perfeito da civilisagao. Se fago
delle applicagao d provincia de Pernambu-
co, eu vejo que a sociedade pernambucana
apresenta o espectaeulo do mais completo
divorcio entre os dous elementos civilisa-
dores.
Por toda a parte grandes desenvolvimen-
tos materiaes, mas so os confronto com o
desenvolvimento intellectual, que confras-
te, que desigualdade I Vivemos, senhores,
no meio de muitos gozos materiaes, mas
raergulhados em um abysrno de trevas pelo
que pertence ao desenvolvimento dos espi-
ritos.
Honra e gloria portanto dquelles cida-
ddos que tomaram a si o palriotico empenbo
da diffusao das luzes pelos seus corapro-
vincianos. A sociedade propagadora da
mstrucgdo publica e filha individual de alguns cidadaos que por ella
hdo tudo sacrificado : os nomes do Dr. Joao
Jos6 Pinto Junior, Dr. Augusto Carneiro
Monteiro da Silva Santos, Dr. Manoel do
Nascimento Machado Portella, Dr. Olympio
Marques da Silva e professor Vicente de
Moraes Mello, e outros, sao credores da gra-
tiddo de sua provincia natal; para com
patriotas ha contrahido a provincia
uma divida insolvavel que serd attestada
pelos beneficios que jd se vao colhendo de
t&o arrojado e grandioso commettimento
Senhores, cumpre-me terminar, muito
tenho abusado d'aquella attengdo e bene-
volencia cora que me honrah ; mas nSo de-
vo fazel-o, semquedirija a palavra ao no-
bra ministro do imperio, objectivo princi-
pal, espontaneo e livre desta festa.
Sr. ministro, e grande, magestoso e im-
poneute o aspecto dos tempos que correm;
lectual; o desenvolvimento da cocdicgdq, a vida j rra em borbotocs por toda a parte,
exterior a geral, eo da uaturcza interior e"
pessoal do homem; n'uma phlavra, o aper-
f^igoamentQ da sociedado e o da humani-
dad.
A mhos, senhores, sdo o retultado de um.?
luta, comegada desde a origem das so. i
des, e proseguindo com ardor 'alravez d.s
as ficgoes esvaem-se como o farno que n
ares e^acossado pelos veotos, us procoocai*
tos desapparcc.'ii.inte a ra?So culta do ho-
mem.c quando osolassoma nahorizmlo
a c p^cieiicia des!' povo eU-vanJo-se aio
1'az jusliea ao patnotwrao daquelles
que, coiiio V. Exc, d. ijiciosavcis emifc
Hliestflo pcuitenciaria.
BEUTORIO APRESENTADO AO NINIOTRO DA
I03T1CA PELO ADMliMSTRADOR DA SECMIRAN-
CA PULL1CA E DAS PRISdES DA BELGICA
(Contmuagao,)
As sallas, em que os preso. dormiam era
coramum misturados sem distincgdo de ida-
de, foram strbstituidas por celluJas, em que
cada preso fieava isolado a noite.
Este progresso era immenso.
Desde entdo foi Gand que tornou-se mo-
dello para os criminalistas do sectrfo 18.
Foi nestas felizes innuvagoes que a Ina-pera-
triz Maria 'Thereza se impirou, para pro-
seguir em outras partea do paiz a reform.
tdobem inaugurada na grande metropole
industrial.
Assim, desde 3 de Janeiro de 1776 esta
illustre Soberana procurou induzir a C6rte
Suprema de Justiga de Bruxellas d meditar
si nao converia abolir successivamente. a pe-
pena Capital, ao menos para a maior parte
dos casos-, applicando-se exclusivanaente aos
crimes nxyis atrozas; providenciaodo para
que em todas as pruvincias os estabeleci-
raentos destinados d cazas de correc^do es-
tabelecessem escolas, trabalhos, que deves-
sem servir de correcgdo e punigdo,. e que
fossem com rigor appiicadas com a publici-
dade necessaria contra os detentos, afim de
que a vista freqjienta d ^stas pumgoes inspi-
rasseao publico-um horror ao crime, maior
da que produzia a pena de morte, e que
oem disso, a sociedade tirasse alguraas van-
tagens dos trabafhos dos criraioosos.
Ale'm das vantagens resultantes do novo
systema para a saiide e moralidade dos pre-
sos, nao so deveria esquecer as que deviam
produzir sobre elles o trabalho forgado or-
ganizado de modo, tal d servir menos a es-
peculagao, e mais a emenda dos culpados,
e a sua educagdo professional.
0 germen dos- melhoramentos que leva-
ram o regimen actual d tao alto grdo de
parfeigdo, existe ainda todo inteiro na orga-
nisagdo da nova- prisdo de Gand.
Infelizmente as- boas inteng.6es do Goveroo
d'entdo, em favor de outras prisdes do Rei*
no, ficaram sem resultados.
Um so estabeleci mento, a prislo de Vil-
vorde, teve uma organisagdo- & immitagdo
da de Gand.
Menos de dez annos haviam decorrido
depois da abertira desta ultima prisdo, annos
de prosperidades e bons resultados, e j$
raodificagSes desastrosas introduzids pelo
Imperador Jose" II marcavam a decadencia
da instituigdo.
Jonh Howard, visitando a em 1873, e-
rificou que os trabalhos tinham cessado em
grande parte, que a alimentacao estava ccn-
sideravelmente reduzida, e que uma quart,
parte dos presos estava na enfermaria.
E qual fOra o motivo que tinha determi-
nado o Imperador d supprimir os officios?
Foram, a acreditarraos- em Howard,.as
representagoes de pessoas interessadas, que
encontravam nestes trabalhos um obstaeolo
d realisagdo de lucros consideraveis para
suas industrias.
0 espirito de innovagdo e de lucro estra-
gou a obra primitiva, e impedio que senao
prehenchessem as grandes vistas dos que
fizeram construir esta oasa.
Por ephemeros quetivessem sido os feli
zes resultados desta importante fundagao o
pensamento, que presidira d sua instituigdo,
consrvou-se fecundo: a Casa de Gand, d
pezar das innovagoes desasadas, qpe a des
naturaram, servio de pharol aos reformado-
res do velho e do novo continente; e foi
na sua generosa e ao mesmo tempo sabia
organisagdo, que os philantropos dos Estados
Unidos. colheram no fim do seculo passado,
as id^as refo*madoras, que deram nasci-
mento aos dous systemas peoiteooiarios, que
ha longos annos, tem agitado a opiniao e
preoccupado os legisladores.
As prisdes. a"Auburn e de CharryHMt,
na America, as de Glocester, de Milbamk,
e de Glascowt na Inglatewa, eis os primei-
ros fructos. do pensamento, que creou a pri-
sdo provincial de correefdo de Gand.
Nao me demorarei aa apreciagao do re-
gimen de nossas diveesas casas de detengdo,
duranto a epoca da reunido deste paiz
Franga. As sabias reformas prescriptas para
o regimen peniteaciario pelo legislador
constituinte de 1791 ficaramsetu execugio,
e todos os abusos dos tempos anteriores: e
se o legislador de 1899 oontribuio para in-
troduzir se uma classiticagdo mais regular e
mais just a em diversas casas de detengdo, o
regimen dellas em oousa algum. foi me-
lhorado.
Na casa de correcgdo de Gand, ndo fal-
lando de outras, onde se tinha visto antes
reinar a ordbra, a moralidade e o trabalho,
ndo se vio mais sendo a exploragao odiosa o
immoral dos presos, eotregges i todos os
vicios pelos industriaes, cuja ardenteam-
bigdo ndo tinha outro fim, sendo tirar o
maior proveito do trabalho dos condem*
nados.
A idea de emenda e da educagdo pelo tra-
balho cedeu o lugar ds omprezas e especu-
lagdes particulares.
Este systema, tdo contrario ds verdadeiras
nogOes do regimen peni'.enciario, ndo tar-
dou em produzir os resultados desastrosos,
que trazia em geriueu : a prisOjs torna-
ram-se vordaJeira.s e>colas do vicios, e a
piogressaona crimlnahdade veio demonstrar
d rocieJade assustaJa a importaucia de uma
bo^ orgauisagau dus iugares de detengdo,
sob opouto-de vsta da moralidade pu-
blica.
0 govorno dos E'aizoa B:iixos,' ferule polos
rigos de um-i rga.M org>nis^ao'*.tte
ram a organisagdo e administragdo de diver-
sas : a educagao moral e religiosa dos de-
tentos foi tambem objecto de sua solicitude ;
mas, d pezar destes g andes melhoramentos,
que tasteraunhavam o ardor e o zilo da ad-
minstragdo, o regimen das prisdes mantinha
abusos, que cumpria fazer desapparecar.
Foi para isto que se dirigiram todos os es-
forgos do governo filho da revolucdo de
1830.
Ndo delinearei aqui todas as reformas e
melhoramentos introduzidos no nosso regi-
men penitenciario depois d'aquella 6"poca :
iimitar-me-hei a mostrar que, desde os pri
meiros annos, pr gressos notaveis tem sido
realisados pela administrajdo, e que quasi
todos os grandes abusos, legados de outras
eras, desappareceram inteiramente.
Classificagdo mo'al e matarial dos deten-
tos : separagdo dos sexos ; suppressao da
dormida em comraum : separagdo dos me-
nore*, dos adultos: suppress5o dos abusos
da Cant'ne (taherna) : organisagdo melhor
e mais Lrga do trjbalho : desenvolvimento
da instrucgdo mor.d e religiosa, taes sdo as
reformas principaes, qua a administragdo
p6de assignalar, e que tanto tarn contri-
bujdo, se ndo d emendar, ao menos d mo
ralisar a populagdo de nossas detengojs.
Porem, por mais importante que fosse
esta reforms, ndo correspond ia as verda-
deiras necessidades.
Uma questdo grave se impunha ao estudo
do govern j.
O regiinen das prisoes, tal como se acha-
va organisado, preenchia o frra d que o
legislador deve propor-se para assegurar a
repressao e a emenda dos culpados ?
0 numero cresceute das reincideacias nao
testemuutiava, que este regimen offerecia
inconvenieotes e apresentsva perigos reaes
para sociedade ?
A vida em eomraura ms prisoes durante
o dia, com sepnragdo a elite, ndo deix-ava
o eaminho aberto d todos-es abusos, d todos
os vicios que engendra a mistura de geate
perverse e corrorapida ?
Depois de estudos conscieaciosos o gover-
no peosoo que d este respeito uma reforms
radical era necessaria : esclarecido por tra-
b.lhos de homens notaveis, que se occupa-
vam da reform, peaiteuciaria,- esclarecido
pela ex-periencia de am system, que ndo
tinha produado sendo resultados insuffi-
cientes> abaivlonou o eaminho seguido ate
entao, e transformou uma parte- de nossas
prisoes- em-casas de detengdo cellulares.
Esta traosformagdo teri produzido 6s re-
sultados falizes que a sciencia peaiteuciaria
ligad este systema T
E' o que examinaremos-mais tarde. Acre-
dito que demoostra/ei, sem difficuldade,
que a aova via em que ogoverno sel.ngou,
ha alguns annos, e jd fecunda em resulta-
tados, e que, em-ura futuro. que ndo estd
Jooge, o paiz colherd o fruta dos sacrifieios
que tem feito, para a inauguragao de um
sy6tema que tende cada vez. mais a genera-
lisar-se aa Europs.
primeiro ens.io do systema cellular, dia
e noite, foifeito era 1835, aa casa de cor-
recgdo de Gand, aonde se eonstruio .Igu-
anas cellulas, segundo o typo-da penitencia-
ria de Philadelpaia; e pouco depoiam
quarteirdo cellular foi tambem erigidooa
prisdo de Vilvorde.
Estas eelullas eram especialmehte desti-
nadas :
1/ Aos detentos postos em obsera^do
n. entrada, e antes da sahida.
2. Aos detentos paaidos disciplinarraen-
ta por faltas graves, e que em vista da dura
gao da pena ndo podiam ser recolhidos aos
calabougos.
3. Aos detentos, cujos babitos viaiosos
podiam exercer uma funesta- influencia sobre
a ordem e a discipljna do- Estabeleciioanto
ou sobre a moralidade dos3us corapaubei-
ros de prisdo.
4. Aos detentos, cujos aatecedentes-favo-
raveis, boa conducta ou idaire pouco av.n-
g-tda reclamavam uraa excepgao d regra or-
dinari. do Estabeleci mento.
Depois o governo fez construir successi-
vamente diversos estabelecimentos, cujas
aberturas tiveram lugar da ordem seguinte:
1.*Prisdo de T.ongpes em 1 de jineiro
de 1844.
%,"Prisdopara mulberes em Hruxellas
1 de agosto de 1850.
3. Prislo de Marehe Id de dezem-
bro de 1850.
4."Prisdo de Leige 1 de Janeiro de
1851.
5.Prisdo de Bruges27 de Janeiro de
1851.
6.Prisdo de Dinant1 de iulho de
1853.
7.Prisdo de Verviers 1 de agosto de
1853.
8."Prisdo para mulheres em Liige
8 de agosto de 1853.
9."Prisdo de Charleroi 1 de Janeiro
de 1854.
10.Prisdo d'Anvere4 deoutubrode
1857.
11 Prisdo de Courlrai 12 de iulbo
de 1856.
12.Prisdo de Hassett 2 de fevereiro
de 1859.
13.Prisdo ceatral de Louvain 1 de
outub.ro de 1860.
Ik.Prisde de Gand1 de setembro de
1862.
15.Prisdo de Termonde14 de agos-
to de 1853.
16. Prisdo de Mom 1 de novembro
de 1867.
17.Casa de detengdo de Louvain1
de maio de 1868. |
Ale'm destas prisdes, que estdo occupadas
existem outras em consti ucgdo : sdo as de-
tengoes i'Areon, de Tor mi, e de Huy.
0 primeiro destes Estabelecimentos, boje
concluidos, serd ocoupado brevemente : os
outros dous ndo tardardo em receber a po
pulagao que se Ihes destina.
0 numero de cellulas para homens, que
comportam estes diversos estabelecimentos,
aleva-se a 2,701, 'sem contar 256 alcovas
de ferro. nos quarteirdes desoccupados ; o
que rapresenta commodos para 2,957 de-
tentos. -
Tal e hoje a importaucia das prisdes cons-
truidas segundo o svstema cellular.
0 que resta, pois, a fazer para completar
este systema e dotar o paiz de um regimen
p,nileu<;iario uniformed
Continuar d marchar ua senda encetada,
e traiisformar, successivamente, as diversas
prisdes secundarias, que estao ainda sob o
regimen com.num.
Estas prisdes sdo as de Mellina, de Fur-
nes d'Upares, de Neuchatau, de Nivelles,
d'Audenarde, de Tumhont, de Namur, e
do Hruxellas.
Suppondo, segundo os dados da experien-
cia, que o numero das cellulas par. homens,
que ainda fleam d construir, attinge a cifra
de 800 d 900, o numero total de cellulas '
oflensas graves foram condemn.dos i baas
sever.s, deve ser submettido A uaa Mfr.
e d um. disciplin. rigorosa, quj permittaa
obter resultados f.vor.veis. qoe o systama
cellular turn em vista.
E', e defe ser, uma verdadeir. casa 6%
repressio, destinada i iotiraidar os mad. a
para presos do sexo mascul.no se elevar.a i reJShWr por todos os meios .qoeiles, qZ
MM, sem contar as alcovas Mus crim^t ea u|ai||W. 0 regii n
Esta transformagdo se impoe d adm.n.s- desUcasa, appropnada d long, duracio S
tragao, ndo sd pelo estado relativamente de-
ploravel era que se achao estes estabeleci-
mentos, mas ainda pela necessidade de uni-
formisar o systema de nossas prisoes secun
darias, permitticdo estabelecer a classifica-
00 dos detentos sobre melhores bases, clas-
siQcagdo, que a concurrencia dos dous sys-
temas torna difflcil, sendo impossivel.
Esta trausformagdo permittird, por outro
lado, (logo que o Codigo Penal mililar tiver
recebido a sancgao do poder legislativo)
traosferir os presos da casa de Vilvorde
para as diversas prisdes seccundarias, e con-
coder d esta populagdo uumerosa as vanta-
gens dj regimen da separagdo noite e' dia.
As estatisticas demonstram que os mili-
tares, em prisdo^preventive e condemnados
por disergdo e vend, de equipamentos, se
elevdo annualmente, termo medio, enor
me cifra de 800.
Quando as nossas casas de detengdo ndo
se abrirem mais, para receberem esta cathe-
goria de detentos, a cifra media annual da
populagdo masculina e aduita de nossas di-
versas prisdes, que hoje d de 4,600 ddten-
tos, pouco mais ou menos, descera d 3,800.
Desfalcando desta popwlaedo a da prisdo
central penitenciaria de Gand (seja de 700
detentos) ficard a somma de 3,100 detentos
raasculioos e adultos, que facilmente serdo
alqjados nas prisdes cellulares.
Si, nas cilra3 preceJentes, ado levo em
coota a populagdo dos mendigos validos, eu-
cerrados nos depositos, que se eteva a me-
dia de 800 do sex* masculino, 6 porque
nada me faz preverr que o governo use da
faculdade, que lbs concede a lei, de sabmet-
ter esta cathegoria de condemnados ao re-
gimen ceHular de nossas casas de detengdo :
mas se a isto um drase resolver ogoverno,
o numero de cellulas dispjniveis serd mui-
to sufficijDte,- sa atteader se a dupla cir-
cumstancia, de que a execucao desta me ii-
da terd o effeito de diminuir os delictos da
mendicidade e da vagabuudagem, e de quo
a reducgdo das penas cump-idas era cellu-
le, adraittida em priucipio pelo governo e
pelas camaras, trard uma- diminuigdo na
populagdo media annual uc nossos estabe-
lecimentos penitenciarios.
Esta transformagdo da populagdo de nos-
sas casas de repressao trard-a imeusi van-
tagem, de poder se realisar era a ssas pri-
sdes secundarias todos os melhoramentos,
que reclama o regimen cellular, e que exer-
cerarauma influeueia incontsstavel sobre a
intruegdo, e emenda dos condemnados d
ellas*" recolhidos.
Qoer isto dizer, que o governo eotende
supprimir todas as prisdes em commum T
Evidentemente que ndo.
A experienci. demonstra, quo nem todas
as cathegorias de presos poden* ser sub
mettidos ao regimen cellular. Sera contar
os condemnados d trabalhos perpetuos (d
menos que a duragdo da prisdo em eeilula
ndo seja limitada por let), ha outras cathe-
gorias-de condemnados, aos quaes este re-
gimen nao poderia ser applicado sera iueon-
venieutes.
A prisao central de Cand cootiauard, pois,
d receber um certo numero de deteutos, e o
governs examinard, se depois d.6upressao
da prisdo de Vilvorde, nao couveria apro-
veitar e6te estabelecimento, para nelle encer-
rar cartas cathegorias,,que nao podessem
Bear e:a Gand, e cuja condicgdo ndo permit-
tird a applicagdo dn regimen de separagdo
continua.
Alem disto, tem s" reconheeido-, geral-
meiite, que os menores delinquents ndo
podem, sem inconveniente, ser submettidos
d este regimen ; e tambem para elles reser-
vard a.adminisrragao estabeleciraentos es-
peciaes, organisados por raan-:ira,quea vida
em commum durante o dia ndo possa pre-
judicar a sua educagdo e regeneragao.
C?uanto as mulheres, detentas-na peniten-
ciaria de Namur, nada me parece justificar
a prisao dellas em uma casa submettida ao
regimen de separao&o sdmente d noite.
Estdse de accordo hoje em que podem
ellas, se.a inconveniente, ser eacorradas em
prisdes cellulares, e 6- d este regimen que
sdo ellas subraettidas em nossas prisdes se-
cundarias. Converia, desde entao, que es
tas casas que offerecem commodos, mais que
sollicientes, fossem destinadas d receber esta
populagdo que, segundo a gravidade da in-
ffacgdo, se repartiria pelas prisdes mais ou
menos iraportantes.
Mas o governo, introduzindo o regimen
cellular na maior parte das casas de deten-
gdo, pretende estabelecer um regimen uni-
forme,,igualmente applicavel d todas as ca=-
thegorias da detentos f
Evidentemente qua ndo.
0 que conv^m estabelecer em todas as
casas de prisdo, que sdo susceptiveis de ap-
plicagdo deste regimen, e a separagdo con-
tinua : e previnir os effeitos fuuestos das re-
lagdesdos detentos entre si : 6 impedir que
os presos corrompidos nao exergdo uma
malefica influencia sobre seus companhei-
ros, cuja moralidade deixa ainda prever a
sua emenda.
Mas 6 evidente que a regra da separagdo
devera variar, conforme for o preso, simples
detento, pronunciado, ou condemnado.
Na detengdo preventiva deve ser ella ap-
plicada pura e simplesmente, sem nenhuma
aggravagdo : na detengdo peual terd ella de
satisfazer d outras necessidades : e" preciso
que ella faga o condemnado expiar a of-
fensa de quese tornou culpado, porem, con-
forme esta offensa for mais ou menos grave.
Conforme for a conducta do condemnado, o
regimen d que for submettido serd tambem
mais ou menos severe Assim, a separa-
gdo contiouada serd para uns uma vanta-
gera, que elles seriam os primeiros d re-
claranr o beneficio ; e para outros um cas-
tigo, que terd corao consequencia ndo sd a
expiacdo e a intimidagdo, como tambem a
suaemeada.
Estas consideragdes fazem comprehender
a differenga que existe, e que doverd sem-
pre existir, entre o regimen da casa central
penitenciaria de Louvain eo das outras ca-
sas secundarias cellulares. Neste amide
Estabelecimento, que encerra detentos de
todas ascalhegorias.com excepgdo dos con-
demnados a trabalhos p.erpetuos, mas que
ndo rec-be condemnad.TS d penas da cnrU
duragdo, o rogimun pr-nitenci.rio e, e devo
ser, anplicado com torlo n rig-M
exigenoias.
DostinadO d servir de meio do inlimagdo,
de,expiagao e du tmuU d'aquelles, que por
penas que os condemnados ahi devem earn-
prir, se differenciaru ainda do das c.sas oa
prisdes secundarias, pelos resultados que
deverd produzir. Porque se separafao
continua com todos oa meios moraes que
concorrem com ella, e, por justo tituk,
consider.da, como devendo produzir a
emenda do condemnado, e sob a condigio,
de que esta separagdo sej. bast.nte looga,
para que o preso possa aproveitar-se de to-
dos os meios postos em acclj para trazara
su. regeneragao.
Sob e*ta titulo, a prisao de Louvain se
achard sempre nas coodicdes as maisfavo-
raveis deste systems, do que as prisdeaie-
cundarias.
Sem duviJa n-stas, como na penitencia-
ria de Louvain, os detentos, p-w pauea qae
seja a duragdo da pena, ex pen men.a rio o
effeitos henefiuosd.9epar.gdo cootiuua : sua
moralidade, como em Louvain, aatari ao
abrigo das culposas seducgdei dog detenles
corrompidos, e o concerto crimii
os companheiros tornar-se-ba
mas ndo corapenssrdo os etTaitos 'pnsitivo3
que sd a prolongagdo da separagia pdde
produzir.
Estas conjideragdes explicsm tambem' o
porque e preciso ligar pouc irnportaneia m
prova dj systema nas prisdei wcund.riss,
com relagdo d crhniaalida le e d reincidencisr
0 regimen destas casas terd, sem duvida.
uma iutlueucia beneie. sobre a cHmia.ti-
dade e a raincideacia, mas serd ante, i
vantagens negativaa, que aos resultados po-
sitivos do system, csllular, que se Jevert
attribuir.
A reform* do press- e uma obra tsata
ndo se trata sdmente db fcize lo esquecer o
vicio, mas tambem de rmrlar Ibe o craeter,
reformar s -us costumes e seus h*bitos.
Como querer, pois, quo esta regeneragao
seja completa ao fim de atguos mazes T
0 que se ndo coulestard e; qoe so menw
a separagdo terd tido para o deleato a van -
tagem de o ter preservado do coatagio do
mal durante a sua detengdo, a de te-lo sub
trahido as seiucgoss perniciosas 4e com-
panheiros perversos.
Tem cora razdo preoccupada- osaapiriUH
saber, se o regimes cellular tal qaal ten:
sido applicade entre ads, tem produndo re-
sultados favoraveis com relagao-a eriauoa-
lidade e a reiacidencia:
Ogoverno ndo tem sido o ultimo a pre
oecupar-se deste ponto importante, e aada
tem aegligenciado para obter todas a in
fornafta proprias & esdarecer a sua cons-
cieneia nesta materia. Mas comprabeode
seque semelhantes pesquizas ndo pddem ear
obra de um dia: para apreciar com segu
jancj e verdade os resaltados de am systema
aovo/ d preciso ndo apressar as eoaeiusdes.
0systema cellular, applicado em todc-o
seu rigor, ado funccion. n. Belgiea aaoio
d alguns annos : quasi oove annos w tem
passado depois da abertar. do Estabeleci
mento, que, unico, sa podia prssUr i ua
estudo- aprofuodado e completo, pelas ra-
zdes que ticaram expestas.
Apenas quatro annos sio pissedos, de-
pois que-a Administragdo prescraveu medi-
das no seatido de reuair todos os -elemeatot
necessaries para conbeoer-se os effeitos deste
regiraea; sobre a reincidencia.
Entretanto, depois de ter coraparada a
estudado, pdde allinnar, desde jd, qae a
systema cellular tam sahido victcrioso aesta
prova, ndo s6 sob a ponto de-vista du
reincidencias, como tambem com relagdo
a todos os pontos em que os adversaries
deste systema estdo de ascordo.
Murtalidade. suictdios, casos de ioucures
nas nossas prisdes cellulares, tudo tem tido
cuidadosamento obssFvado, e testemuabado
a sem razdo dos teiaores dos adve.-sanos do
novo -systema.
Se cousultariaos as estatistic*. desde o
anno de 1851 ate 1860, tkar-ra^ admira-
dos-da progressdo,. quasi continue, da cri-
minal idade.
Assim, em quaato no periedo quinque-
nal de 1831 d 1835 a populagao media co-
nual dos detentos, divididos pelos nossas
diversas prisdes, era de 4,925, esta mesm.
populagdo depois de terattingido de 18<6 i
1850 a enorrae somma da 8,4-23, chegou,
no periodo deoorrido de 1856 d 1860, a
6,986 presos.
I.' preciso nao esquecer, que ate esta ul-
timo periodo, o systema cellular ndo fuoc-
ciondra, sendo em algumas prisoes secun-
darias de pouca irnportaneia, excepgao feita
das casas de seguranga de Liege, e de Bru-
ges, cuja absrtura ndo remoniava eutdo d
tempo bastaote longo, para ter podido pro-
duzir seus effeitos.
Se langarmos, entretanto, um golpe de
vista sobr* as estatisticas do periodo decor-
rido de 1860 ate hoje, isto e, no periodo am
que o regimen c-dlular recebeu considerate)
desenvolvimento com creagao da prisaa
central de Louvain e de alguraas g'aades
prisdes secundarias, reconheceremos qae a
media annual da populagao de nossas pri-
sdes, longe de seguir uma aurcha faseeadeo-
tejeomo no periodo anterior, ten le, ao con-
trario, d abaixar gradualmente. Assim, ao
periodo trieaal de 1860 i. 1862, de 1863 d
1865, de 1869 d 1868, media ds popula-
gdo annual foi, compreben lidas as prisoes
centraes e secundarias, de 6,377 : 5,833 :
e 5,342 presos : uma dimimiig*o de 1,035
detentos em 9 annos, ou llu por anno.
0 resultado oblido pelo estudo da popu-
lagao de noss.s diversas prisdes, nas epoeas
acima indicad.s, ndo estd em desaccordo
com o que fornece o exarne da estdbstic
criminal durante os mesmos periodos. As-
sim, em quanto que no decurso de 1854 i
57 a cifra dos condemnados e dos absolndos
por infraccdas civis se elevou i 26,07*, ve-
mos que nos periodos seguintes o numero
dos condemnados e dos absolvidus da mes-
ma cathegoria reduzio se d 2i,736 no pe-
riodo de 1858 d 1862, e d 24,639 no de
1862 d 1865.
Este progressivo decresciraunto seguird o
seu cu'so diir.-tnie o periodo nrreale.T E'
o que serd dtnicil aflir nar nr auseucia de
elementos estaiistioM campletoa. p..rca
nada auto'isa a ^ippor-s-, quo o mo.i.uen
to da criminili lade durante sle periodo
ndoestaj. em ralarJo com a poiui!sgd> Me-
dia annual de now $9
repranto. ::u jj .ffa
desta populagdo tende a dimii.uir de.nno
era anno.__________{ConUnuar se-ka.)
YP DO D1AH10. -itua DUQUa DK CAXU?
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