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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
11 pimm
^bs^ssi^bbBh
AMO L AIUHEBO 267

*
J
PARA A CAPITAL B LIIGiBBS OIDE WAO 8E PAA PORTE.
Por tres mezes adiautados............ 69000
Por seis ditos idem................. 139000
Tor am anno idem.................. 949000
Cada numero avulso ........ ... ... ... t ... "A #ii0
XITSTBUCCAQ PDPULAS
ao barometro e applica-lo
mmlanlias acima do nivel
Elenientos de playsica
LIVllO TERCEIRO
CMmsm
capitulo i
b a rod ethos
Medida da allura das monlonhas
j>elo barometro.U emprego mais iinpor
uale que se leai dadu
i oiedir a altara das
dos mares. .
i^om elTeito, se concebermos a atmosphere divi-
dida em camadas horisoutaes de igual espe3sura,
em cem camadas por exemplo, um barometro, col
locado ao nivel dos mares, supportara o peso rtes
^is cem camadas, e ja vinos que, para fazer equi-
liorio a esse peso, elle attiagira roediaroenie a al-
tura de 76 cenliraetros. Mas se elevarmos esse
barometro oa atmophera ate acima da decima Ca-
nada, e claro que elle nao supponara mais do
(|ueo peso das 90 camadas que se achara acima de
si, peso que necessinamente e menor do que o
q:ie elle supportava no primeiro caso. O inercu-
rio nesse caso devera nbaixar-se no barometro, e
abaixar-se-ha tanto mais quanto mais elevado for
flste na atmosphere ; de sorte que se fosse possivel
levar o barometro ao lirnite da atmosphere, alem
desse limite nenbuma pressao elle recsberia ; e
pjis o nivel da columoa seria o mesmo que o da.
cuba ou do pequeno ramo do siphao.
I'ma vez que o barometro baixa a mediia que se
.. eleva na atmosphere, da quantidade de que elle
baixa pode-se deduzir a altura a que e elle leva-
do acima do nivel dos mares.
Se o ar tivesse setnpre a mesma densidade ate
u limite da atmosphera, um simples calculo faria
oohecer essa altura; visto como, sendo oar qua
li dei mil vezes menos pesado do que o mercurio,
se se achasse que o barometro tinha baixado de
um centimetro, d'ahi se coneluiria que a columna
di ar, que faz equilibrio a de mercurio no tubo,
tambem baixou dez mil vezes mais ou cerca de
cm metres : e, pois, tal seria a altura a que se
t-ria elevado o observad.r.
Mas, a densidade do ar decrescendo a medida
qae o observador se eleva, visto como as camadas
d- ar supportara um peso cada vez menos consi
deravel, a medida das alturas pelo barometro nao
6 tao simples como acabamos de suppor ; por isso
e que 6 por meio de formula* aluebricas se pode
determinar a altura das moo anhas por meio das
indicates barometri.-as, istoe, por meio da altura
aa columna de mercurio no tubo baromeirico.
I IEITOS PRODUZIDOS PELA PKISSAO ATMOSPHERIC*
Aressao atmosphsrica se transmitte em todosp
03 sentidos.-E' preciso que se suba que a pres-
sao da atmosphera nao se exerce, como a gravi-
dade, somente de cima para baixo, nao.
Segundo o principio de Pascal, de que tratamos
0... capilulo primeiro do livro segundo, e em vista
di Huidez dos gazes, estes da mesma forma que os
tiquidos, transmitted! as pressoes em tudos os sen-
i:dos ; de onde resulta qae o peso da atmosphere
nao so se faz sentir de cima para baixo, mas tam-
bem se exerce lateralmeute e mesmo de baixo pa-
re cima. Demonstra o um grande numero de ex
perieucias : por exemplo, nos hemispheres de
Magdeburgo, (de que tratamos mais acima neste
eipitulo), quer se os puxe no sentido horisontal,
quer no sentido vertical, sempre se veriuca que e
preciso a mesma forre para separalos.
Aindase verilica que a pressao atmosphenca se
exerce de baixoj para cima pela seguinte expe-
riencia :
Eachesed'agua um copo commura, e cobre-se-
u com uma fulha de papel, que se ruantera com a
polraa da mao, emquanto (|ue com a outra mao
voltase o copo ; retirando depois a mao que sus-
tera o papel, ve-se o copo Hear cheio, sendo a
agua e o papel sustidos pela pressao que se exer-
.-.- de baixo para cima.
Sam a presen;a do papel, a agua con'.ida no co-
po dividir se hia para tleixar entrar o ar, e a ex-
i'eriencia nao poderia ser salisfactoria
0 uso do argdo (bomba de extrahir vinho) de
iiue geralraente todos se servem para a prova das
viahos, umbem e fundada sobre o elt'eito da pres
sao atmospherica.
Esse instrutnento 6 ura tubo de foiiu de ferro
galvanisado terinmado na part^ inferior por um
pequeno cone inveriiJo, (especie de i"unili tendo
uma pequena abertura no vertice. \a outra ex-
treraidade ha tambem ama abertura susceptivel
de ser fechada com o diido pollegar.
Euando abertas as duas extreiuidades do instru-
aiento, iramerge-se o tubo n'uma barrica de viuho
r-ade elle se enche pela abertura inferior.
Se depois reiira-se o instrument} fechando-o
com o pollegar na abertura superior do tubo, esle
iica e permanece cheio por elTeito da pres3ao do
ar na abertura inferior.
Mas se, collocando o tubo acim i de um copo,
retira-se o dclo da abertura superior, immediata-
rnente a pressao atmospherii^a faz-se equilibrio
nas duas aberturas do tubo, e o liquido, obedecen-
do ao seu peso, is.to e, a acQao da gravidade, pre
cipita-se, cahe nd copo.
(ConUmar-se ha)
______

ARTE OFHCIAL.
Oioverno da
provincia
os 1874.
SXPEDIENTE DO MA 28 DE JILH'
i' secquo.
Olficios :
Ao Exm. brigadeir > commaalante das ar-
cias Deferindo o requerimento de Tneolora Ma-
ria do Espirito Santo, recommendo a V. Exc. que
mande inspecciooar novamente o recrnta, til ho da
supplionte, Miguel Gomes de Amorim, remetten-
d^-meo respective termo dc inspeccSo.
Ao inspector do arsenal de marinba Sirva-
a-; V. S. de mandar por em liberdade o menor Joao
Oias do Couto, que consta me ter sido remettido
pelo Dr. chefe de policia, com destioo a compa-
nhia de aprendizes marinheiros.
Ao mesmo. Pode V. S. coraprar as doze to-
neladas de carvao de cok, offereciJa* por vends
pelo negocianie Antonio Jose Dantas, a preco de
50*000 cada tonelada, entregue nesse arsenal, vis-
to a necessidade que de tal objec:o ;em esse esta-
belecitnento, e nao haver o const!h> de compras
CoUtractado o sao fjmecimento. ji por tr*s vezes
aauunciadu a f.il.a de prupone^'.r'- Ficj assnn
re-pondido o seu officio de 25 do oorrenlc, sob
ii. 79
2.' secfao.
Aetos: ,
__Opresideoio da provincia, de conforrnidade
cm a proposta do Dr. chefe de poiieia em officio
v. 904,4a hoDlem datado, e a visu da grande ex
tensao do territorio do termo do Exu, resolve
crear mais dous districtos de sabdelegacia, sendo
um, que deve ser o segundo, sob a denominac^o
Arartpe e outro que deve ser o 3, sob a denomi-
saQaode Bodocd, alem do que ja existe, qae 6 o 1,
com o nome de Ex&, tendo os limites seguintes :
Primeiro districto, Exii, priccipiara do sitio tan-
na Branca pela estrada real ate a povoacao de S.
Jcao do \raripe, nos limites dos dous termes
do Exu e Graoito toeando nos sitios e fazendas
Coona Verde, Tassinhos, Barro, Oaro, Carahibas e
Colonia ate Araripe ja mencionado, flcando esta
povoacao e os lugares referidos pare o segundo
districto ; da povoapio do Araripe, seguira pelos
limites dos dous termos, ao nascente, ate o sitio
Santo Antonio do Carrencudo, e d'ahi rodeando a
serra, ate o sitio Canna Brava, Qcandotodos os si-
tios e fazendas comprehendidos deotro deste cir
culi pert"Qcendo ao pricqeiro districto ; segundo
districto, S. Joao do Araripe, principiara da me-
nu povoacao do Araripe, seguindo pelos limites
dos dous termos ao poente, ate o Boqueirao, ro-
deando a serra ate Canna Brava, licando dentro
deste circulo ao poente da povuapao do Araripe,
pertencendo ao mesmo segundo districto ; tercei-
ro districto, Bodoco, compreheudera o restoda fre
guezia do Exu' e o que foi desmembrado da fre-
guezia de Ouricury.
0 presidente da proviucia tesalve consiJerar
sem elTeito a portaria de 22 do corrente, que no-
meou para o cargo de cjinmissario de policia de
Serinhaem o capitao do exercito Manoel Eloy
Mendes.
0 presidente da provincia, autorisado pela
lei n. 1,130 de 30 de abril do corrente anno, re-
solve nomear para o cargo de coramissario de po-
licia do uiuuicipio de Serinhaem a Joaquim Bamos
da Silra Moreira.
0 presidente da provincia, de conforrnidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 901, de hontem datado, resolve considerar sem
etleito a portaria de2 djcorreote. que demittio a
pedido, do cargo de primeiro supplente do delega-
do do termo do Cabo, o cidadao Bernardo Ferrei-
ra de Barros Campello.
0 presidente da provincia, a vista da pro-
posta do Dr. chefe de policia em officio n. 90i, de
hontem datado, resolve demittir dos cargos de
subdelegado, primeiro, segaado e terceiro sup-
plentes do primeiro districto do termo do Exu', a
Antonio Ulysses da Silva Peixoto, Gesario Gongal-
ves de Alencar, Alexandre Geraldo de Carvalho e
Goncalo Saldanha de Alencar.
0 presidente da provincia, de conforrnidade
eom a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 901. de hontem datado, resolve nomear para os
cargos de subdelegado de policia do primeiro dis-
tricto do termo do Exu', primeiro, segundo e ter
ceiro supplentes do mesmo subdelegado, os cida-
daos Manoel Martiniano dos Santos, Joao de Arau-
jo Albuquerque, Vicente Ulysse* de Oliveira e Jose
Soares de Souza, na ordem em que se acham
0 presidente da provincia, de conforrnidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
d. 904, de hontem datado, resolve nomear para os
cargos de subdelegado de policia do districto de
S. Joao do Araripe, primeiro, segundo e terceiro
supplentes do mesmo subdelegado, os cidadaos,
tenente Cesario Goncalves de Alencar, Goncalo
Saldanha de Alencar, tenente Manoel Ferreira Lias
e Jose Lourenco de Albuquerque Fon3eca, na
ordem em que se acbam.
G presidente da provincia, de conforrnidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em officio
n. 90i, de hontem datado, resolve nomear para os
cargos de subdelegado de policia do districto da
Bodoco do termo'do Exu', primeiro, segundo e
terceiro supplentes do mesmo subdelegado, os ci
dadaos Jose da Costa Araujo Filho, Manoel Jose de
Andrade, Manoel Antonio de Barros e Antonio Ma
noel da Silva, na ordem em que se aeham.
0 presidente da proviucia, a vista da pro
posta do Dr. chefe de policia em oflkio n. 902, de
hontem datado, resolve demittir dos cargos de sub-
delegado e segund; suppleute do districto de Lage
Grande, do termo do Bonito, a Felix Ferreira da
Cunha e Bento Vieira Pinto.
0 presidenie da prov.ncia, de conforrnidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 902, de hontem datado, resolve nomear para os
cargos de subdelegado de policia do districto de
Lage Grande do termo do Bonito; ao primeiro snp
plente Antonio Francisco de Andrade, e de primei-
ro, segundo e terceiro supplentes do mesmo sub-
delegado, aos cidadaos Vicente de Araujo Pinheiro,
Sizenando Pereira Maltoso e Francisco Manoel
Leite, na ordem em que se acham collocados.
0 presidente da provincia, a vista da propos-
ta do Dr. chefe de policia em officio n. 900, de
hontem datado, resolve demittir a pedido, dos car-
gos de delegado de policia do termo de Villa Bel-
la, a Audrelino Goncalves Lima e de subdelegado
do districto do Biacho de S. Domiagos, do mesmo
termo, a Joao GoDcalves de Araujo Lima.
0 presidente da proviucia, de conforrnidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 900, de hontem datado, resolve nomear para os
cargo?, de delegado de policia do termo de Villa
Bella a Joao Luiz de Magalhaes e de subdelegado
do districto do Riaclio de S. Domingos, do mesmo
termo, a Manoel Joaquim I.imueiro.
0 presidente da provincia, attendendo ao que |
requereu o promotor publico da comarca de Cim-
bres, bacharel Joaquim Francisco de Barros liar -
reto, resolve conceder-Ihe trinta di?s de licenca
com vencimenlos na forma da lei.
0 presidente da provincia,'attendendo ao que
requereu o alferes secretano do bata hao n. 35
da guarda nacional do municipio do Brejo, Tho-
maz Alves (1 Kego Maciel, e a vista da informacao
do respectivo commandanle superior em officio de
IS do corrente, resolve conceder-Ihe a guia de pas
sagem, de que trata o arl. 45 do decreto n. 1,130
de 12 de marco de 1853, para o municipio de Cim-
bres, onde tern fixado sua residencia.
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.-Em resposta ao of-
ficio de V. S u. 890, de 24 do corrente, submet-
tendo a decisao desia pr sidencia o officio do de-
legado de policia do termo de Floresta, em que
propoe a substituicao do destacamento de- guarda
nacional nor outro do corpo de policia, tenho a di
zer-lhe que nao pode ter lugar essa substituicao ;
devendo o mesmo delegado, no caso de nao pro-
cederem regnlarmente as pracas daquelle desta-
camento, requisitar do respectivo commandante
superior outras mais disciplinadas e moralisadas
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal dos municipios do Brejo e Cimbres.Para co-
nhecimento deV. S. e devida execucao, eommnni-
co Ihe que por portaria desta data mandei conceder
guia de passagem ao alferes secretario do bata
lhao n. 35 da guarda nacional desse municipio,
Thomaz Alves do Rego Maciel, pare o de Cimbres,
onde fixou sua residencia.
Ao commandanle superior interino da guar-
da nacional deOiinda.Ao commissario de poll
cia do municipio de Olinda, major Francisco Luiz
Yjraes, mande V. S. entregar os objectos seguin-
tes, que se acham em poder de commandante do
batalhao de infantaria n. 9 dr --da nacional
desse municipio, a saber : dui v- com ga-
vela, dous jarros de madeira b xos.
Ao iaiz de direilo da com rrtary;
AQm de que Vine, proceda n. lerraos da lei.
inclusa remetto-lbe por copia a u^uncia que Jose
Rodngues Nogueira e Ernefto Paulino de Olivei
re no contra o primeiro supplente do juiz muni-
cipal e de orphaos desse termo, Antonio Leonel de
Alencar.
Ao juiz municipal e de orphaos do munici-
pio do Cabo. -Em resposta ao officio de Vmc, de
23 do corrente, communicando que estava sendo
processado pelo crime previsto no art. 129 8*
do codigo criminal o escrtvao interino desse juizo
Joaquim Thomaz Ribeiro Varejao, em face do qae
solicitaria de novo a sua demissao, tenho a dizer-
lhe que Vmc. deve aguardar o resultado do mesmo
processo.
3.' sec(So.
Actos :
0 presidents da provincia, attendendo ao
que requereu o fiscal da collectoria provincial do
municipio de Cimbres, bacbarei Joaquim Fraa-
cisco de Barros Barreto, resolve conceder-Ihe um
mez de licenca na (orma da lei.
0 presidente da provincia resolve nomear
Sebastiao Mendes Bandeira Guimaraes para o la-
gar de escrivao da collectoria provincial do mu-
nicipio de Bezerros. ,
0 presidente da provincia 'resolve nomear
Napoleao da Costa Moreira para o lagar de escri-
vao da oliecloria provincial do muaicipio do
Brejo da Madre de Deus, licaudo exouerado de
igual cargo Joaquim Ramos da Silva Moreira.
Offlcios :
Ao inspector da thesooraria de fazeada.-
Mande V. S. entregar ao prefeilo da Penha. frei
Venancio Maria de Ferrara, a quantia de 9:9904,
produclo liquido da 1' loteria das concedidas por
decreto n. 2,316, de 16 de julho de 1873, para as
obras daquella igreja, na conforrnidade da ordem
do thesouro, sob n. 119, de 11 do corrente.
Ao mesmo.A'vista das razdes expostas em
sea officio de 25 do corrente, sob n. 151, serie H,
autoriso V. S. a mandar salisfazer, sob responsa-
bilidade desta presidencia, por conta do miaisterio
da agriculture, commercio e obras publicas, as
despezas que houverem de ser bilas eom o me-
Inoramento do por la desta capital, ate qae o go-
vern-; imperial, a quern nesla data submetto a ma-
teria, resolva a respeito.
Ao mesmo.Tendo nesta data autorisado o
inspector interino do ar.-eual dejnarinha a com-
prar ao negociante Antonio Jose Dantas, que as
offerece a venda, 12 loneladas de carvao coke de
boa qualidade a preco de 50J cada uma, visto a
necessidade que de tal objecto tern o mesmo ar-
senal, a uao haver o respectivo conselho de com-
pras podido a falta de proponents effecluar o
fornecimento, apezar de anounciado por tres ve-
zes ; as-im o communieo a V. S. para os Qns
convenientes.
Ao mesmo.Transmilto a V. S. para os de
vidos fins 14 ordens, seudo 7 do thasouro nacio
nal, de ns. ill, 116 a 120 e 122, 2 do ministerio
da guerre, datadas de 11 e 19 do corrente, e bem
assim 5 em duplicata da reparticao do ajudante
general, sob ns. 1057 a 1061.
Ao inspector do .tbesouro provinrial.-Ro-
metto a Vmc. o incluso recibo, para que mande
pagar a importancia de 6 j ao sargento da guarda
local de Jaboatao, qae a despeodeu com a conduc-
i;ao do armamento e fardamento para a guarda
local daqoella villa; segundo solicitoa o mesmo
sargento em officio de bontem datado.
Ao mesmo,Na conforrnidade do que solici-
toa o Dr. chefe de policia em seu officio de bon
tern datado, sob n. 897, e a vista da inclosas con-
tas, mande Vmc. pagar a Antonio Jose da Silva
Marques oa ao seu procurador a qaaotia de
14J200, proveniente das despezas feitas nos me
zes de maio e juoho deste anno com u sustento
mares.
Ao mesmo. Remelto a Vmc. as inclusas
claasulas por copia, pelas quaes obriga se a com-
panhia pemambucana a fazer as viagens nellas
mencionadas e a outras conJicoes, afim de que se
lavre o respectivo contraoto nessa reparticao.
Ao mesmo. Remetto a Vmc. as 3 inclusas
contas da quantia de 25*630, despendida nos me
zes de abril a junbo deste anno com o forneci-
mento de luz e aguaao quartel do.de-tacainenlo do
termo de Iguarassu', para que mande effectuar
o pagamento ao respectivo delegado de policia ou
ao sea procurador, segundo solicitoa o Dr. chefe
do policia em seu officio de bontem datad \ sob
n. 896.
Ao mesmo. Mande Vine, pagar ao padre
Jose Francisco de Souza Barboza, coadjutor da
freguezia de Sanl'Anna de Bern Jardim, a sua con
grui correspondeote ao tempo decorrido de 15 de
rnarc-j do anno passado a 1 de marco ultimo, aa
conforrnidade do alteslado juuto.
4.' aecQ&o.
Officio :
Ao regedor do gymnasio provincial. Pode
Vmc. fazer uzo, conforme solicita em seu officio
de 27 do correute, da correspondencia official ha-
vida i-ntre essa regedoria e esta presidencia, com
relagao a liceoca requerida pelo professor d; in-
glez do gymnasio Dr. Felippe Nery Coliac-j.
Portaria :
A' lllma. caraara municipal do Recife.
Transmitto a lllma. camara municipal do Recife
copia do officio que o engenheiro fiscal interino
da companhia Recife Drainage dirigio a esta pre-
sidencia, datado de hontem, relativamenle ao as-
seio das latrinas publicas da cidade, afim de que
a lllma. camara providencie no sentido indicado
no mesmo officio.
5." secgao.
Portaria :
Us 5rs agenles da csmpanhia brasileira de
navegacao a vapor mandem Jar passagem para o
Rio Grande do Norte, por coata do ministerio da
marinba, no vapor Parana, ao3 guardiaes EmK
liauo Pereira Cavalcante e Matbias da Fonceca ;
ficando prejudictda a portaria de hontem na pane
relativa a estes guardiaes.
EXPEDIEBTE DO SECRETARIO.
1* secgao.
Offlcios :
Ao commandante da corvela Recife. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo provi-
decciado para que tenham passagem ate o Rio
Grande do Norte no vapor Parana os guardiaes
Emiliano Pereira Cavalcante e Mathias da Fonseca;
assim o manda declarer a V. S. em resposta ao
seu officio desta data, sob u. 26.
2.* secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia communieo a
V. S. que por portaria desta data foi coisiderada
sem effeito a demissao de Bernardo Ferreira de
Barros Campello do cargo de 1 supplente do de-
legado de policia do termo do Cabo.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communieo a V. S. que nesta
data se cxpedio ordem ao commandante superior
interino da guarda nacional do municipio de
Olinda para fazer entregar ao respectivo com-
missario de policia os objectos existentes em po
der do commandante do batalhao n. 9 da mesma
guarda, devendo o mais ser opportanamenje for-
necido, e ficando assim respondido o officio de
V. S., n. 894, de 25 do corrente.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda commanicar a V. S., em resposta
ao sen olHcio de hontem datado, sob n. 896, que
ja foi expedida a necessaria ordem ao tbesouro
provincial para ser paga a importancia do forne-
cimenio de luz e agu* >* quartet rfe.deUcamento
do lenno de iguarMS>Y, refotrva no* meres u'abril
a junho deste anno.
Ao mesmo.-De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, inclusoslremetto "a V. S. os
tiiulos de nomeacao de delegado do termo de
Villa Bella e subdelegado do districto do Riacf.o
de S. Domingos, 8e conforrnidade com o officio de
V. S., n. 900, de hontem datado ; de nomeacao de
subdelegado do districto de Lage Grande do termo
do Bonito, e de 1*. 2 e 3 supplentes do mesmo
delegado, de confermidade com o officio n. 902, da
igual data ; e 6nalmnte de nome icao de subde
legado, 1*, 2* e 3* supplentes do districto do Sxu',
Araripe e BodocO, do termo do Exu', de confor-
rnidade com o offlciD n. 90i, tambem da mesma
date.
Ao juiz de direlto da comarca de Paod'Alho.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
SABBADO 21 DE NOVEMBBO DE 1874
PARA DENTRO E FOR 1 DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados................ CPTM
Por seis ditos idem '................. lSMo*
Por nove ditos idem................. aOjftftO
Por am anno idem.................. STfOtt
DE PEMAMBUCO.
PROPRIEDADE IDE MANOEL FIGUBROA DE FARIA FILHOS.
tf frs. 6erardo Antonio Alves d Filhos, do Pari; Goncadrea dt I'mio, no Maranhio; Joaquim Josd de Oliveira d Filho, no Ceari; Into* de Leniuf Braga, no Aracatj ; Joio Maria Jnlio Chr vex, no And; Antonio Marquea da Silra, Natal; Jo$6 JostiM
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa dvenha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Ant* .; Domingos Josd da Costa Braga, emQaxarethj
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Kachaeo, no Pilar das Alagoasft Alves d C.na Bahia; a A. Xavier Leite d C. v Rio Janeiro'
cusar o rapebimento do officio de V. S, de 16 do
correute, vmmunicando ter eoeerrado a segunda
sessao dojiary desse termo em li do corrente.
51- AO
S. Exc. o;
muaicar
uesta da
prov
pen lid*
memo
formidadi
gen to da guarda local de Ja loatao.
presidente da provincia manda com-
V. S. para os Fins convenientes qae
xpedio a necessaria ordem ao thesonro
aiiiyude ser pagj
a couduccio do armameoto e farda-
a guarda local dessa villa ; na oon-
e seu-officio de hontem datado.
3.# secgao.
Officio
Ao i spector do thewuro provincial.De or
dem de S Sxc. o Sr. presidente da provincia com-
munieo a '. S. para os de vidos fins quo poracto
desta daU foram omeades : Sebasliao Mendes
Baodeira uimarees, para o lugar de escrivao da
collejtoru provincial do municipio de Bezerros,
por ter si exouerado Joaquim Ramos da Silva
Moreira, < Napoleao da Costa Moreira, para igual
carbo na o Brejo da Madre de Deus.
4.' secgao.
Officio
Ao aefeilo d j hospicio de Nossa Senbora da
Penha. 4 Ex-?, o Sr. presidente da provincia
manda cofimunicar a V. Rvma. pare os tins con
venientes iue, na conforrnidade da ordem do the
souro nacional, sob o. 119, de 11 do corrente, ex-
pediram-tt as necessarias ordens a tbesourana de
fazenda para ser enlregue a V. Rvma., o pro
ducto liquido da 1' loteria das concedidas por de-
creto n. i,3iU, de 16 de Julho do 1873, em auxi-
lio das obras dessa igreja.
5.' secgao.
Offlcios :
Ao Rvd. Fr. Fidelis Maria de Fognano, di-
rector da colonia izabel.Remetto a V. Rvma., de
ordem de S- Exc. o Sr. presidente da provincia,
os livros constanles da inclusa relacio, afim de se-
rein recolhidos a bibliotbeca dessa colonia.
lielagdo a que se refere o oljicio supra :
1 volume :Manual do agricuilor dos generos
alimenticios.
1 dito :Regiment j dos superintendentes, guar
das-mores e olficiaes deputados pare as minas de
ouro.
1 dito : Cabras de Cachemira e de Angola, etc.
1 d to : -TratiJo da culture da canua de as-
sucar.
1 dito : -Novo guia para o ensino da gymnasti-
ca nas escolas publicas da Prussia.
1 dito : A crise da lavoura.
1 dito : Caihecismo da agriculture para uso das
escolas de mstruscao primaria do Brasil.
1 dito : Exposicao fniversal.
1 dito :Nolicia sobre o L'arana.
1 dito .Cacau Exposicao universal de 1867.
1 dito :Descripcao do apparelho de lab near
assacar, assentado n> eng^aoo Jacaracanga (Ba-
hia).
1 dito : Relatorio da commissao representando
o Brasil na oxposlcio-*irienBa d'Atitri-
1 dito : -Relatorio sobre a>-looias da provin-
cia de Santa Catbarina.
Ao engenheiro encarregado das obras ge
raes.-O Exm. Sr. presidente da provincia manda
commuuicar a V. S. que tiveratn o conveniente
destino as tarifas de piecos elementares e cum-
poslos, qae acompanbaram o seu officio sem data,
sob n. 31.
EXPEDIENTS DO DI* 29 DE JULHO DB 1874.
1.' secgao.
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro Commandante da annas
i'ransmilto a V. Exc. o incluso requerimento e
mais papeis, em que Paulina Maria de Hollanda
Cavalcante e Constanca Maria de Hollanda Caval-
cante pedem uma pensao, e bem assim o meio
soldo da patente de seu irmao, o alferes em com-
missao, Beliarmino do Hollanda Cavalcante, falle-
cido em coosequencia de ferimentos recebidos em
conibate, atim de que faca constar as peticionarias
que deveni dirigir-se ao ministerio da fazenda,
quanto ao meio soldo que pedem, e que pare ter
audamento a peticao de pensao deveni apresentar
os documentos mencionados no aviso do ministe
rio da guerra de 18 do corrente, qae me sera
devolvido com os referidos papeis.
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de dar ao al-
feres do 9 batalhio de iufantaria, Prancisco Mar-
ques de Oliveira Brito, eoHhecimento do conteii to
no aviso do ministerio da guerra, de 2d do cor-
rente, referente ao requerimento em que esse offi-
cial pedio contar antiquidade do posto desdo 18 de
agosto de 1869.
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar p6r
em lioerdade o recruta Luia Silvino do Nascimen-
to, que provou isencao legal.
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de dar suas
ordens pva que se recolha a esta capital o desta-
camento que se acha na villa de Iguarassd
Ao mesmo.Constando de communicacio da
secrelaria dos negocios da guerra, dalada de 18,
que por portaria de 16 do corrente foram conce-
didas ao 1- cirurgiao reformado do exercito, Dr.
Manoel Enedino do Rego Valency, 6 mezes de li-
cenca pare ir a Europa ; assim o declaro a V.
Exc. para seu conhecimento.
Ao inspector do arsenal de marinha.-De
termioando o Exm. Sr. ministro da marinha em
aviso de 18 do corrente que nao seja autorisada
por conta da verbaobrasdespeza que exjeda
ao credito concedido a tuesouraria desta provincia,
visto como da somma votada para a mesma veroa
no municipio da cdrte nao pode ser dislrahida
quantia alguma ; assim o communieo a V. S. para
sea conhecimento.
Ao mesmo.Recommendo a V. S. que, com
a audiencia dus engenheiros encarregados de es-
tudar o raelhoramenlo do porto, contracte com o
Ba'rao do Livramento, ou com quem raelhores van-
tagens offerecer, duas alvarengas devidamente
tnpoladas e com a solidez preclsa, para receberem
0 apparelho destinado a perfuracao e exame do
mesmo porto, devendo ambas as alvarengas ter 50
pes de comprinienio pelo menos. Outrosim, au-
toriso V. S. a contractar as 3 pessoas que os mes-
mus engenheiros Ihe apreseotarem, para ines ser-
virem de interpretee e ajudantes trabalhos, per-
cebendo cada um delles ate ig diarios.
2.' secgao.
Actos:
0 presidente da provincia resolve conside-
rar sem eff)ilo a portaria de 25 do corrente, no-
meando para o cargo de sargento da guard local
da Escadae Garaeileira a Joso Fernandas deAze-
vedo.
0 presidente da provincia resolve remover o
sargent) da guarda lo*al do municipio de Pao
d'Albo, Manoel Joaquim de Lima, para igual car-
go em o municipio de Gamelleira e Eicada.
0 presidente da provincia, autorisado pela
lei u. I,l3u, de 10 de abril do corrente anno, re-
solve nomear sargeoto da guarda local do muni-
eipio de Pao d'Alho a Firmiao Venancio do
Araujo.
Offlcios :
Ao Exm. conselheiro presileate do tribunal
da relaoao. Para os fins convenientes, cjmmanico
a V. Exc. que em 22 do corrente solicitoa-se pelo
ministerio di justica que o da fazeoda habilitasse
a tnesouraria desta provincia a pagar a quantia de
19Qs, despendida com a acquisicao de moveis para
esse tribunal.
Ao juiz municipal de lpojucs.Expeca Vmc.
suas ordens aos escrivies desse juizo afim de qae
entregaem ao ajudante fiscal do termo os manda-
dos da fazenda provincial, que por quatquer mo-
1 tivo se acham em poder dos mesmos escrivaes,
-
visto como e aquelle funcciooario o competente
para promover a execucao de taes manlados.
Ao commandante do corpo de policia.Em
resposta ao officio de Vmc, n. 307, de 27 do cor-
rente, consultanJo si.o delegado do termo do Li
moeiro deve regre tacamanto, deixando acephali a respectiva delega- Cj0 dehmtem datado. sob n 91L
alaa^- '*'** ial ^ rt'l.t. hllfiiT HDHIiL Itlr rat in imm 1
lp^^^" r *^^f*,^p^*r* Hatr HW^fr li V If DB \- US 17 uTOT/ pU37S auvelP
tuii-o, tenho a dizerlbe qne o mesmo delegado de-
ve alii conservar-se ate ser exonerado, regressan-
do entrelanto o mesmo destacamento.
Ao mesmo.Ao commissario de policia do
municipio de Santo Antao, alferes Antonio Fioriauo
de Mello, mande Vmc. foruecer fardamento, excep-
to calcado e gravata, para 10 pragas, correspondeo-
te a ura anno, de conforrnidade com a respectiva
tabella.
3.' seccSo.
Offlcios:
Ao inspectjr da tnesouraria de fazenda.
Em aviso n. 22 A, de 30 de junho proximo Undo,
declare o Exm. Sr. ministro dos negocios da agricul-
ture, commercio e obras publicas, em solucao ao
officio dessa thesooraria, de 27 de abril deste anno,
que naquella data expedira as necessarias ordens
para que seja posto a disposicao desta presidencia
o credito de 3:4174930 com applicacao >s despe-
zas da verba > terras publicas e colonisacao > do
actual exercicio ; o que communieo a V. S. para
os fins convenientes.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. a inclnsa
portaria concedendo ao 1* cirurgiao reformado
do exercito. Dr. Manoel Enedino do Rego Valenga,
6 mezes de licenca para ir a Europa, afim de ser
eutregue ao interessado depjis de haver pago os
direitos devidos.
Ao mesmo.Para os fins convenientes inclu-
sos remetto a V. S. es decretos de nomeacao de
Joao Baptista da Rocha Biixa Lins, Herculano
Theotonio da Silva Guimaraes, Manoel Francisco
Wandcrley e Manoel Maria Mendes de Silva Junior,
para os offlcios de justice do termo de Gamel -
leira.
Ao mesmo. Remetto a V. S. para os fins
convenientes a inclusa portaria de nomeacao de
Martiniano Leite da Silva para agente do correio
da villa de etrolina nesta provincia.
Ao mesmo. A' vista do incluso recibo,
mande V. S. pagar ao capitao Jcse Firmo Pereira
do Lago a quantia de 30.000, em que importou o
alnguel de 6 mezes da caia que em Petrolina, do
termo de Boa-Vista, serve de qiiarlel ao respectivo
destacamento, segando solicitoa o.Dr. chefe de po
iicia em seu officio de hontem datado, sob n.
in,
Ao mesmo.Para 03 fins convenientes com-
munieo a V. S. que por aviso do ministerio da jus-
tica, de 22 do corrente, foi declarado a esta presi-
dencia terse solieitado na mesma data do da fa-
zenda que essa thesouraria fosse habilitada com a
quantia de 190J000, para pagamento da despeza
com a expedieao de moveit destinados ao tribunal
4a icUijAu Jesia ciuaoc.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munieo a V. S. que por aviso do ministerio da jus-
tica, de 20 do corrente, foi declarado a esta presi
dencia terse solieitado do ministerio da fazeoda,
na mesma data, o pagamento da quantia de .
37f 125, despendida com telegrammas em servico
daquelle ministerio.
Ao mesmo.Para conhecimento de V. S. e
devida execucao, incluso remetto-lhe por copia o
aviso do ministerio da justica, de 22 do corrente,
relalivo ao pagamento da gratificacao da qaantia
de 1004000 ao juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Ingazeira, aqaal dere correr por conta do
credito concsdido pare os servicos da rubrica ajus-
ticas de 1" instancia a e nao por conta do credito
da rubrica eveniuaes.u
Ao mesmoRecommendando o Exra.Sr. minis-
tro da marinha, pelo aviso de 18 do corrente, que
se na j fare por conta da verba a obras despeza
que exceda ao credito coaoedido a e.-ta presiden-
cia, visto como da somma votada para a mesma
verba no municipio da cOrte nao pode ser distra-
in Ja quantia alguma ; assim o declaro a V. S. para
seu conhecimento.
Ao mesmo.Remetto a V. S. o incluso pe-
dido feito pelo conselho economico do presidio de
Fernando de Noronha, afim de que o mande satis-
fazer, nos termos da t\ii informacao de bontem da-
tada, sob n. 180, serie H.
Ao mesmo. Estando concluidas as escadas
do hospital u ililar, segundo informa o engenheiro
das obras militares em officio de bontem datado,
sob n. 115, remetto a V. S. a inclusa conta em du-
plicata, para que -mande pagar ao contractantc
Joviniano Xavier de Souza a quantia de 340*000,
preco pelo qual foram ellas contractadas.
Ao mesmo.- A' vista do incluso attestado,
mande V. S. pagar ao padre Manoel Lopes Rodri
gues, vigario collado na freguezia de Nossa Se-
nhora da Penha da Villa Bella, a sua congraacor-
respondente aos mezes de abril a junho deste
anno.
Ao mesmo.Nesta data autoriso o inspector
interino do arsenal de marinba a contractar, para
serem postas a disposicao do engenheiro encarre-
gado de estudar os melboramentos do porto, duas
alvarengas devidamente tnpoladas, e com a solidez
e capacidade precisas para receberem o apparelho
destinado ao exame do dito porto ; e bem assim
a contractar tres pessoas, quaes forem indicadas
pelos referidos engenheiros, para servir-lbes de
interpretes e ajudantes nos trabalhos a sea cargo,
vencendo cada um ale 4x000 diarios. 0 qae tado
communieo a V. S. pare seu conhecimento, decla-
rando qua semeluante despeza devera correr por
conta do credite de 10:000:000, concedido pelo
ministerio da agriculture, commercio o obras pu-
blicas, e de que trata a ordem do thesouro, n. 121,
de 15 do corrente.
Ao mesmo.Tomando em coosideracio a sua
informacao datada de 27 do corrente, sob n. 163,
serie H, remetto a V. S. o incluso cerlificado do
engenheiro em chefe da reparticao das obras pa-
blica?, e autoriso-o a mandar pagar sob a respon
sabilidade desta presidencia a prestacao devida
aos empreiteiros da obra do passadico contraclado
para servir de communicacao provisoria entre os
bairros de Santo Antonio e Boa-Vista.
Ao inspector do thesouro provincial.Para os
fins convenientes communieo a Vmc. que por por-
taria desta d la foi considsrada sem elTeito a no-
meacao do cap ta t honorario do exercito Manoel
Eloy Mendes para o cargo de commissario de po-
licia do municipio de Serinhaem, sendo para o
mesmo cargo nomeado Joaqaun Bamos da Silva
Moreira.
Ao mesmo. Bemetto a Vmc. o incluso reci-
bo, para que mande pagar ao capitao Jose Firm
Pereira do Lago a importancia de 30*0C0, prove
niente do alngael de 6 mezes da caia qae em Pa -
trolina. do termo de Boa- Vista, serve de cadeia; se-
gundo solicitou o Or chefe de policia em sea ofl-
Ao mesmo. Ao commissario de policia do
municipio de Santo Antao, alferes Antonio Floria
no de Mello, mande Vmc. fornecer os livros de
que trata o artlgo 43 do regulamento da guarda
local.
Ao mesmo.Mande Vmc. pagar a Joaquim
Luiz Vieira Junior a importancia dos inclusos pre-
ts, relativo' ac vencimontos das pracas da guarda
nacional destacadas durante os mezes de maio e
junho na villa de Barreiros, segundo solicitoa o
respectivo commandanle superior em offlcios de
13 de junho e 10 do corrente.
Ao mesmo.Bemetto a Vmc. a inclusa cenla
docnmenti>da, para que mande pagar aos empre-
zarios da illuminacao a gaz desta cidade a impor-
tancia do gaz consumido na casa de detenclo
nos mezes de abril, maio e junho ultimos.
Ao mesmo. -Para ter em o conveniente des-
tino remetto a Vmc. 80 exemplares impressos do
regulamento baixado em 23 de janh> undo, par*
a? collectorias provincjaes.
Ao mesmo.Mande Vmc. pagar ao capita/;
Jose Firmo Pereira do Lago a importancia de.....
1144240, proveniente do fornecimento feito ao*
presos pobres da cadeia do termo de Boa-Viau
desde 31 de mar^o ate 8 do corrente, aa confirm-
dade da relacao e conta juntas, remettidas pelo Dr
chefe de policia em officio de bontem datado. too
n 912.
Ao mesmoCommunicando o commandante
do corpi de policia em officio n 306, de 27 do
corrente. nao ter sido possivel durante este rae
reduzir a 500 pracas o corpo de policia, por s*
acharem no centro da provincia 98 das qae tea*,
de ser elimiaadas, autoriso o pagamento do res
oectivo soldo e mais vencimenlos dessas 98 pra-
cas.
4' secgao.
Actos :
0 presidente da provin :ia resolve remover o
professor Jeronymo Theotonio da Si va Loareiro
da cadeire da villa do Triumpho para a do Exu.
0 presidente da provincia resolve remover o
professor, padre Jose Procopio Pereira de Maga-
lhaes, da cadeira de Malbadioha para a do Gra-
nilo.
0 presidente da provincia resolve remover
o professor Ricardo Fonceca de Medeiros da eadei -
ra de Jurema para a do Bniqne.
O presidente da provincia resolve dtsignar a
cadeira de Cabrobo para nella ter exercicio o pro-
fessor da extinctacadeira da Camboa de Paod'A-
lho, Manoel "elippe doMonte.
0 presidente da provincia resolve desigoar a
cadeira de Cimbres para nella ter exercicio o pro-
fessor da extincta cadeira de Olho 1'Agua dos
Bredos, Benedicto Marques Vieira.
0 presidente da provincia resolve remover o
professor Henrique Clorindo Taylor da cadeira da
povoacao de Vicencia para a de Pao Ferro.
Offlcios :
AoExm. presidente da provincia da Para-
hyba Com a inclusa copia do officio do Dr. chefe
do policia, de hontem datado, sob o. 907, respondo
ao qua V. Exc. se servio dirigir-ine em 22 do cor-
rente, solicitando a remessa para essa provincia
dos recrnlas Joao Jose Ribeiro e Francisco Jose de
Oliveira, qae foram capiurados pelo delegado de
Itambe, afim de serem proces:ados como ladroes
de cavallos no termo de Pedras de Fogo.
Ao provedor da santa casa de miserieordia.
Pode Vmc, segundo inforraou em sens offlcies
de 24 e 28 do eorreate, sob ns. 57 e 65, entregar
a educanda do collegio das or phis, de nome Maria
Emilia, a sua raai, Luiza Cc.stantina Mahaapt, Ol-
io reauerimento nesta data deferi_ _
Ao pio-presidente da camara municipal aa
villa de Serinhaem Satisfazeodo o qne solicitoa
Vmc. em sea officio de 27 do eorreate, remetto I
tubos com lympha vaccinica, e dous exemplares
impressos de instmccdes para a innoculacao e con-
servacao desse preservative
5." secgSo.
Acto :
0 presidente da provincia, cm solacaoao qae
rejuereu o conego vigario Si mao de Azevedo Cam-
pos, que se diz senhor e possuidor legitimo, ba
mais de vinie annos, dos terrenos do sitio de saa
casa no extincto aldeiamento da villa da Escada,
resolve declarer que, nao tendo o referido cone-
go legitimado a sua posse no praxo marcado, nao
pode proroga-lo ; cumprin-lo requorer a respectiva
camara municipal pelo direilo de preferencia qae
Ihe assiste ao aforamento provisorio. ate qae o go-
veroo imperial resolva si o acto. da presidencia,
que determinou que esses e outros terrenos nio
leg limados lizessem pane do palrimonio da mes-
ma camara, deva on nao prevalecer.
Olficios :
Ao eogenneiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.Providencie Vmc. em or-
dem a qne a estacao telegraphica da via ferret do
do Recife a S. Francisco na cidade da Escada
transmiila gratuilameote, de conforrnidade com o
art. 10 do decreto n 1245, de 13 de outubro de
1853, quaesquer telegrammas que no exercicio de
suas funcgoes forem expedidos pelo juiz de direilo
da respectiva comarca.
Ao eogenbeiro Luiz Jose da Silva, encarre-
gado da medicao das terras publicas.Remelto a
Vmc. pare os lios convenientes copia do aviso n
22 A, de 30 de junho ultimo, em qae o Exm. mi-
nistro dos negocios da agriculture, commercio e
obras publicas recommenda a esta presidencia
qae exija do engenheiro encarregado das raedi
goes de terras publicas o relatorio dos trabalhos
executados e infonnacoes sobre a bracagem do
agrimensor.
EXPEDIENTS DO SKCR8T*RH).
2.* secgao.
Offlcks :
Ao Dr. chefe de policia. De ordem de S.
Ex. o Sr. presidente da provincia, communieo a
V. S. qae ne-ta data se providencioa de acordo
com o seu officio n. 908, de honiem datado.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia, inclusos remetto a V. S. bare
faier entregar ao senlenciado de jaslic* Jose Can-
dido Ferreira da Silva, recolhido a casa de deten-
ca>, a informacao e documentos por elle reqoen-
dos em 16 de maio ultimo, afim de iasirair so*
pelicao de graea.
Ao raeirao.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communieo a V. S. em res-
posta ao seu officio de bontem datado, sob n. 912.
que o tbesouro provincia I ja se acha autorisado a
mandar pagar a importancia despendida com o
fornecimento feito aos presos pobres da cadeia d
termo da Boa-Vista, desde 31 de marco ale 8 do
corrente.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S. para os fiat'
convenientes que por offlcios desta data, dirigido*
a tnesouraria de fazenda e ao thesouro provincial,
aatonsaram-se os pagamentos dos alayaeis da
casa que em Petrohn?, do termo de Boa-Vista, ser-
ve de quartel e cadeia; ni conformidaJe do qae
solicitou V. S. em seu officio de hontem datado
sob a. 911.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Barreiros.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communieo a V. S. para os
fins Cunvenientes que por officio desta data tnan-
dou-se pagar pelo thesouro provincial os venci-
menlos das pracas da guarda nacional destacadas
durante os metes de maio e junho oa villa de
i'.arreiros; na conforrnidade dot prets qoe acorn-
panbaram os offlcios de V. S., dattdos de 13 de
Janho e 10 do corrente.
Ao jaix de direilo da cimarca da Escad*.-
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pma
cia, communieo a V. S. qae nesta data se- k*
ordem ao superintendent la estrada de lerro ao
Recife ao S. Fnncisco para qne fossera gratuita-
mente expedidos os telegrammas qae V. h. boater
de trensmiitir no exercicio das funccoe* do sea
cargo, e ao Dr. chefe de policia para mandar pa-
gar Ihe a quantia de 3*900, por V. S. despeudida
eom alguos telegrammas ; ficando assim respoa-
dido o sea officio d 24 do corrente.
Ao comraandinte do corpj de uolicia. Da
ordem de S, Exc. q Sr- presidente da provincia,
corprflBOioo a V. S. que nesta data s expedio or-
dem ao thesouro provincial para pagar o sotde




9jfeti0.de Pernambueo Sabbado ?1 de Novembro de 1874
inns vencimentos das 98 pracas, qae iado nao qiialiilafc, U4, seroB*a qualtdad*** a 87: suas eenseq jeucias. A autoridade, quelmiaape

podera u ser eliraioaJas desse corpo, em conse-
queneia de se atetiarem no interior it provincia ;
eoQforme solicmw V. S. em -sea tflicte a. 1)06, de
J7 do corrente
Por esta secrelarh se oromniree ao*r. Joao
Oaptista da Roch'a Baixa Lias que ni thesouraria
de faiTida se acha o litalo de saa nomea^io para
o cargo de 1 tabelliao do publi -o judicial e notas
do termo de Gamelleira.
Iguaes a Hercnlaoo ThcMonio da Silva Gui
maraes, Manoel Fransisco Wanderley e Manoel
Maria Mendes da Silva Juniot, que foram nomea-
dos para o mesmo termo: o priroeiro i tabelliio,
o segundo parlidor e distribuidor e o lerceiro par
lidor e cuntador.
5. seccuo.
OQicios :
Ao engenlKtro chefe da rar^nicaQ das obras
publicas.De ordem de S. Exc. o Sr. pre.-Mea-
te da provincia, remetto a V. S. dez exemidares
impressos das disposicoes complementares incor-
poradas ao rcgulamenio des A) administrador dos correios.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda coraraaniear a~V.
S. que nesta data remetteu e para a thesou
raria de fazend i a poriaria de nomeacio de Mar-
tiuiana L-ite da Silv* para agente dessa rep&rticSo
na villa de Peir uliaa, nesta provincia.
Liverpool 19..ilgodao : firnKssirno
pre^os ioa'.terados; veadas de hoje 3,200
fardos do Brasil. Assucar: frj%uo ; o
carregaraento do WAHENVY vindo da
Bahia, foi vendido a 22, e o do REtNE
RES MERS, vindo do Msroim (Sergipe) a
21 lj2.
Havre 19.-Cafe: venderam-se 1,806
saccos ; o do Rio a 99 e ojde Sautjs a 104.
Algodio: cotou-so hoje a 91, tanto o di
Pernambueo coino de Sorocaba. Cou-
ros.: mercado firrae.
' Uili\S
^mmmtzmm

(AGEN'CIA TELEGRAPHICA 1UVAS REUTER.)
Paris 19 Ie nereiabrii-. O (,-i-ncrai
de (.']khv ailiuu u licciK-ianiento do
ciuiiinei'iiic raciia ilcrlim li. -ti|Ui i-Iirjoii o prin
-i-je de <;:iriscii;Ui!i', (>rint nittlro iIh itiidsia.
aterliin 111. -O priiicipf de Gorlo
rlutUafT love iima l<>n;,;.> ronfercn-
cia com o |>rim*i> lie Kisiuark. c
em tiinl i vollou para S. Peters
blirgo.
!%apoleH 19. Mcssentu membros
da Nucledade denomlnndn c\mmoiiist\
acubam tie tier pretos par ordem
do gitverno iiaiiano.
Madrid !'.. O governo licspaulrol
acaba de publicar uma amiilsiia
(fi'iai itai-a lodo* os delictos de im
1'n'iisa. e de suppriuiir luilax as III-
liimas resriccoes.
Berlim 19. O prcsldeale do rkiciis-
TA0 alleoaao icsi-ami o cargo. e>n
conarqueiieta de urn vota dorav ravel desse corpo coliecliio na
qui'sdio da roacordala cntre u go-
verno e os bancos alleniaes.
Roma SO. -Acala de nifiii rliesnr
o inintslro plenipolenciario do gn-
verao de Peru junto ao governo do
Wan* Padre.
c.>&^%-^Vo

lb%%\*
Paris 20. UNfPERSO acalia de
paltlicar breves do San to Padru Pio
IX coutendo inatruccueu aos bispos
ciit ii'ara c de Olinda para f|ue se
a-onscrvem icrrnes na resisteueia a
fiEaii'iiaria.
tito la Janeiro, ao. O governo
Oriental do I riuuav acuha de en-
rtgBT ao Buwt-rnu lie nucnuH njrvm
n canlioncira iasurgente PARANA'.
Rio tie Janeiro SO. f'hegou bon
Sem o vapor inarlez DONATI. Mahio
lioje para a Kuropa, pela Babia e
Pernumbuco, o paquete inglez SQ.
It ATA. clu linlia Baliia ao. -( !n-:;o:t o vapor inglez
LEillMir/. e sake ainanlia.
XttTfCIAS COHHEUCI.lE.
Londres !.A lava do desconlo
ftaix .ii iia praca a qaatro e meio
por cento. ou'sa! dados de 3 o o.
ton accjhnt. si 3 1/4. Fun-Jos brasi
leiros de 5 O/O, do anno de 1SG5.
a itt'l. Cafe : calnio i precos firmes
Inalterados. Assucan transaecdes
quasi nullas : ir-e Liverpool lt. Algodao > anlma-
do t precos firnies : venderam-se
Itoje qiiinze mil fardos, sendo tres
mil e duseutos de procedencia da
America do Will ; o fair de Pernam-
bueo S d. por libra. Assucar : cal-
moi precos Unites inaltcrados.
Antuerpia 10. -Cafe i transacci'ies
re^ularcs : prer?os muito firmes.
Havre 19. Cafe : calnto ; precos
tlrmes Inalterados. Algodao: a'ni-
inadii t precos firmes o ordinario
de Pernambueo a 91 francos por
59 bilogrs.
Bamburgo 19.Cafe : transaccoes
regulares : precoa muito firmes.
Marselha 19. Cafet transaccoes
rejrulares i precos muito firmes.
\Hsucdr i o de Pernambueo a ao
francos e &O centimos por 50 i.i
logrs.
New-York 19. -Cambio sobre Lou-
dres I-S5 1/9. Ouro 111 1/1. Cafe :
caluio ; pre\os (nuns inalterados :
o Ao RioTAia IS 1/4, e o good 19 1/4
cb.nts por libra. Algodao : mediano
uplands 14 3/4 cents par libra; as cbe
Sadai de hoje aos portos america-
nog elet aram-se a vinte e um mil
fardos.
It to de Janeiro SO. Camblo so lire
l.ondres SO 1/4 d. hancario. SO S/S
a SO l,S d. particular. Canibio so
bre Paris 3SI rcis por franco ban-
ado, e 300 re is particular.
Bahia SO.-Cambio sobre JLondres
SO 1/4 d. bancario.
REVISTA DIARIA.
O Sr. minlstro do Intperlo. No dla
18, as 8 horas da maoha, geguiram n'um trem es-
pecial da linha de S. Francisco, para a estarao de
Trombetas, os Exms. Srs. conselheiro Correia de
Oliveira e commendadsr Pereira de Lucena, di-
versos amigos e senhuras.
Entre esses amigos que eram cerca de 50, (Igu
ravara deputados i. assembled geral e provincial,
e mnitas ouiras pessoas di$tincUs e qualiGcada*
que iam acompanhar o Exra. Sr. conselheiro, uos.
ale Trombetas, outras ate a colonia Isabel, para
node se dirigia S. Exc.
i\a estagao da villa do Cabo, o trem teve pe-
quena demora. Alii algumas pessoas esperava-n
o Sr. eonselheiro para acompanhal-o t Sr. barao de S. Braz e outros tomaram o trem nes-
sa estacao, Na da Escada a demora foi de hora e
meia.
A rei?epcao ne^se lugar foi importaute. Toloo
adro da eslacJo estava c berto de arcos e emban-
deirado. Havia muito povo reunido, musica e
grande numero de pessoas qualificadas. sera dis-
ticcfao de partidus.
ao parar o trem, rauilas gyrandola9 de foguetes
f'iraiii atacados e queimadas 31 bombas.
Recebido o Sr. conselheiro Correia de Oliveira
com fl >res e acelamacoes, foi hospedado em uma
casa e pecialmente prcparada, onde Ihe fui tervido
um abundante almoco.
Nessa ca-a foi S. Exc. cumpriuentado por mui
tos cidadaos importantc, receben uma tommissao
da camara municipal, que leu Ihe um diecurso de
fel.citacSo.
Tainbem receleu os alumnos da escola publics,
recitando um delles uma allocucao. Outros cida-
Uos recitaram tambem di'cursos.
Depois do almoco foi S. Exc. a ciJade visitar
as obras da matriz. De volta tomou o trem. 0
enthusiasmo foi immense, e cedendo a elle o Sr.
Dr. Aquiliuo Porto, moco talcntoso e de ideas li-
beraes, dirigio ao S-. conselheiro um animado e
eloquente discurso, quo foi muito applauJido.
Da Escada aconpanharam o Sr minist-o diver
sas p.?ssoaj importantes, e entre cllas os^Srs. barfies
de Aracagy, Escada e Pirangy, e Drs. juii de.di
reit), jniz "municipal e promotor.
Em Gamelleira parou o trem para a rmchina
taiuar agua. Havia muila gente recniJa c gran-
des foram as acclamagdes.
Em quasi todas as estaijoes por onde passtva o
trem, via-se povo reunido e bandeiras, foguetes e
vivas por toda parte, e tambem fl.-rei airadas
solire o trr-m.
De Gamelleira foi o trem direito a Palm?re?
teudo naque'la estacjao recebido tambem muitos
cavalheiros distinctos, em cujo numero cju'^m-se
os Srs. coroneis Barros Wanderley, O riolano
S'el.oso, Dr. Wanderley e Paes Barreto.
Em Palmares crescido numero de pessoas esta-
va a-c.imuladi na estaeao. Havia alii grande
euiLioiieiramento, arcos, etc. 0 povoado estava.
por assim diter-se, em grande galla. Immenso foi
o etuhusiasmo.
0 Sr. co..selheiro e 03 seas amigos fjram hos
peJalos em uma magoifica e espajosa casa. Alii
recebeu uma commis^ao da camara municipal,
que It u a S. Exc. um discurso de felieila;ao. Outros
discursos e poesias foram recitados. Um grupo
de 13 meuiuas da tscola publica, todas vcslidas
de Lraueo e enfeitadas com capellas de II res de
laranja, tambem foi alii victoriaro Sr. conselheiro,
sendo que uma dessas memo a-, leu c<>m arte e
wihiwia.mrt ina lindA p.ip.sia r|n.. s/inf mn^ Daft
poder aqui transcrevela, visto como e preciso nao
iornar muito extensa esta noticia.
a's 4 horas foi strvido um lauto jantar, no qual
remou a maxima animacao.
A's 5 horas seguio o Sr. conselheiro para Pi
meaieiras, acorapanhado por mais do 50 caval-
leiros, regressando para esta eidade e outros pon-
tos da linha a< senhoras e muitos dos qne tiniiam
ilo >6 aiompanliar o illustre Sr. conselheiro ate
Trombetas.
0 trem chegoa de volta a esta eidade as 9 ho
ras da noite Nelle vultar.m lau.li- in a musicas
que linham seguido desta eidade.
Do que fica descripto, vtise que o Exm. Sr.
Correia de Oliveira e sempre bem recebido em to"
dos C8 lugares onde vai, o que prova o grande
apreco e a considi'rac;io que merece nos seus
comprovincianos. E' fora de duvida qae S Exc.
tern lido demonstragSes tao estrondos'as como
aioda. nao as teve nenhum outro nesta provincia.
Digam em contrarlo tudo quanto queiram, a
verdade ha de er somente esta.
Vestividade religlosa.-Deixara de ef
fectuar-se amanna a do Santa Cecilia, qae se ve-
nera na igreja de Nessa Senhira 1o Livramento,
por achar se tal igreja inter Jicta.
Nio qutrendo porem, a respectiva irmandade
que esse dia passe desapercebido aos Deis, resol-
veu expor duranle todo elle a adoracao dos mes-
mo; a iraagera da veneravel Virgem martyr.
Sorprcsa. -Acerca da noticia que hontem
demos sob essas rubricas, recebemjs hontem do
Sr. F de Paula Reis o seguinte :
Estacao do telegrapho terrestre no Recife, 20
de novembro de 187i.-Srs redarrtores AoDiario de
Pernambirco.Li em sna Revista Diari i de hoje
sob a epigraphe Soipreza I publicado um tele-
gramma de felicita^aV que, por ocxasiao de inau-
gurar-se o fio telegraphico da Bahia para Sergipe
e Penedo, Ihes enviava a redacca) do Jomal da
B ihia. Cumpre me declarar a Vires, que ne-
(AGEnCIA AMERICANA.)
Paris 20 du novembro.A gazeta ultra-
moDtioa L'A'/rL'VfSpublicou hoje um breve
do ssuto padre Pi) IX, dirigido a is Oispos
das dioceses brasileiras do Pard v, Olinla,
actual nonle presos, para que se sustenten
iGrntes na luta contra a uiagon ria.
Parei 20 6. I h. da tarde.0 promo-
tor publico da capital deu li mt-'m a
denuncii contra o governador do bispalo
por que nao cumpno o aviso do g.iverno
imperial mundando levantar os interlictos
angados pelo diocesano.
Rio 20 ds 4 h. da tarde.Cam bio sobre
Londres 26 III bancario. Sahirsm os
paquetes inglez SORITA, ebrasileiro BA-
HIA. JJoticias recebidas de MonteviJeo,
dizero qua a canbanira argentina rebulde
jP^iiiJVi'-eiUregou-se voluntariiraente ao
governo, levando aqielles que a conduzi-
ram um olGcio do commaadante delta, 0-
bligado, que desembarcou em Montevideo
com toda a gaarnicSo. Corre que o gover-
no argentino impedio a sabida da corres-
pondemiia da Bahia 20 s 3 b. e 25 ra. da tarde.-*
Cambio sobre Londres 26 lji bancario.
L-mdres 19. Consolidados 93 1(4.
Fuodos brasibiros 101; ditos argentinos 91;
.^litos do Uruguay 6i lr2. Caf(5: mercado
nhum telegramma no dia 9 do corrcnte nem de-
pois, no sentido de que tratam em sna conceitua-
da Revtsta Uiaria, foi recebido"nesta estacao, quer
para redacr;5es e quer para as associagoes desta
capital. Apenas rtcebemos uns olto telegramraas
de felicitacao, sendo udos entregues. Sou etc.
Conhecendo o zelo com qne o Sr. Reis exerce o
seu cargo de chefe do servico telegraphico terres-
tre nesta Drovincia, nao queremos sobre elle lan-
car a culp'a da nao recepcao do telegramma de
qua se trata, mas sim dar a conhecer ao illustrado
collega do Jornal da Bahia que naj recebemos o
seu cumprimento, e qae por isso nao Ih'o retri-
buimos.
Dinbelro.- 0 vapor Condt iTEtt, levoude
nossa praca pira a do Para 49:155,000,
O cacique Catriel. N j bxercito do gene-
ral Rivas, em Buenos Ayres, figtira como se sabe,
uma divisao de radios commandada pelo cacique
Catriel. A divisao corapoe-se de 803 lancas. Ca-
triel e um indio joveD, Qlho do celebre cacique
da Pampa gu- tinha o raeimo noiue, & de estalura
e forrnas atiileticas; e o inais feroz da sua iriou,
respeiiado e teraido pela sua deslreza no jogo da
lansa e do hcao; governa a sua tribu com gran-
de rigor e crueidade e as sentences pjr elle dicta-
das sao per elle ines.rao execuaias. E siraul-
taneamente guerreiro, patriarchs, ch;fe e ver-
dogo.
?tuoHiao reli^iosa. Reunio se um nu-
meroso congresso reiigioso, em Brighton; nelle o
nosgo bispo de Winchester, que assistira a conferen-
cia dos Veikat Cath-Aicos, em Bonn, leu uma me-
moria sonre aquelle aconleciraento, descreveado
do segainte modo o effeito produzido pelas ultimas
declaracoes do papa :
0 dia 8 ee dexembro de 1834 assignalou tal
vez a era mais importante da historia da igreja,
desde o eDBcfHo de Trento.
O dia 18 de Jalho de 1870 tornou se mais
conhecido, e e possivel que 9eja mais lembrado;
mas os decretos do concilio do Vatieano foram
apenas a d-nsequencia da aceitacao qae teve na
ciiristandade o dogma ds Immaeolada Conseigao.
Sem duvi ia alguma, estes decretos constiluem um
grande pa>so avanle.
Em 1854 foi a Immaculada Conceicao procla-
mada pela santa Se" de Roma, e, spezar de aceila
pela totafidade da igreja romana, nao havia ainda
sido deerttada per urn concilio geral. A auionda-
de daquella Se foi depeis declarada infallivel por
um concilio qoe se dizia eenmeoico. Os mais ha
beis, os mais eruditos theologos da igreja allem.i
declararam-se eniio em oppoalcao. O qne ihes
campria fazer ?
a A igraja de Roma havia-s* resolatanent?
apartado pouco a pouco do caiholicismo priroitivo.
Todos os padre3 e todo< os seculares eram obri-
""*" a acpit?r os deertos doe-onci!i-i e toda a
n.is decaseis apnos, tini imposto um arlig) de le,
era agnra decrarsda absoluta.
A Mat as bulas de todos os papas, passados
efiKurs*, seden.S autiiidade de verdade mfalli-
vol, e ajnguem podera dizer at-e, onde cheg.ira pa-
ra o futro a forca" da innovacao ; era obvio que
se deria protestar ; a historia dos protestos, po
rern,e a recerem pouco a pouco e sermn esquecidos ou en-
Uo fomenta/em out schisma. Os allamaes que nae
approvavam os decretos do Vaiicaoo bem o saLiam.
A sua posigSo era a de catnolicos qae sustentavam
a opiniao de qae o concilio do Vatieano ?. havia
aparlado Jo verdadeire catteolicismo, ao passo qoe
eiles liravam firmes na sua crenca.
A principio, como era nnural, recorreram ao
concilio de Treato. Keiraira-se e.-te em uma eposa
de difficuldade especial para a igreja, artm de re-
solver todas as coniroverstas e decidir tolas as
questSes.
c E se pjqt) de apiio, pordm, nio Ihes servio
de nada perante os ultraroontanos. Aqaelles que
tirmemente mantinham toda a doutrina do conci-
lio Trideotino, mas duvidavam dos nevos decretos
do Vatieano, foran considerados tao infractoresa
lei como os que a rejeitavara inteiramente ponto
por poiito.
Os chefes do movimento velho cntholico, on
mats acerltdamente da renitencia velho calholica
ao movimento, eram homens de profaoda erudi-
fio e de vastas concepcSes. Deallinger, o mais
eminente denire elles e o que menos disposto esta-
va a obrar com preeipiiacao, coaservarase por
muito tempo nos hmites acantiados da idda de
Roini, suspirara peli reuniao das igrejas ; era de
opioiao que a igreja do orienlo nao deia ^er es-
quecida na grande questao do consenso calholico,
havia concedido algum caracler catholico a igreja
angelieana e ate mesmo reconhecido que os pro-
testantes e evangelistas do continente deviara ter
o seu quinhao na nossa communhao christl Po-
diam homens desta ordem reeonbeeeivcoroo ver-
delro ecumenico am concilio ao qual nao assistio
bispo alsum oriental, e para o qual, se se convi
daram bispos anglicanos foi apenas como fazendo
parte de uma corporacao de hereges sem impor-
tancia, qae poderiara, se quizessem, ajoelhar] aos
pe"s paternaes do chefe da christandade, confe9sar
os seus erros e submetter se as suas ordens ? Po-
duriam elles tambem esqaecer se de que a grande
maioria do concilio fiira composta nio de bispos
das grandes dioceses, mas de raens creaturas do
Vatieano,algun 409 qnaes nao tinham dioceses,
bispos in part Huts ou bispos com seles nomi
naes?_
Nao podiam os vethos catholicos do sen ponto
de vista, reconhjcer semelhante concilio. Nao po
diam, pordm, desconhecer, e isso sem duvida Ihes
ferveu na idda, qae o coaciMo de Trenlo e outros
concilios puramente aceidentaes incorriara pelo
menos na mesma pecha.
Os velhos catiiolicot, convencidos alem disto
de qoe era o pipa que se havia afastado deiles, e
nao elles do papa, tinham dese saslenlar em dir-
tied terreno. A sua posicio devia ser semelhante
a di'S reformadores anglicanos, isto e", deviam ver-
se obrigados a recorrer a antigaidade para resis-
tir a3 innovacoes do Catholicism) em contraposi-
q&o ao romanismo, mas nio tinham um unico bis-
po allemao para se colloear a sua frente, quando
na loglaterra, fosse por que razao fosse nao falta-
riaru bi po3 que adherisiem a ref alem disso uma rebelliio provocada por causa dos
iggravos raaes, c assira achou dclio entre o povo.
O* velhos catholicos, porem, apenas eram homens
de inslruccao, dosgostosos das innovacoes doulri-
narias da curia romaoi; e estes, apezar de muito
n.ais importantes, pouca mossa faziara no espirito
do povo. Por isso que os velhos eatholicos tive-
raru de Irabalhar isorados, sem 9eu9 bispos para
guia-los, e com pouca esperanca de enthusiasmo
popular para dar-lhos coragem e foica.
Os velhos catholicos de Bono, continuou elle,
nao adopiavam senao os tres credos catholicos,
promptos, a bem da tranquiltidade, a renunciar ao
Ulioque Asseguram nos ma to categorioamente
que nao su?tentavam a aatoridade ecumenica do
concilio de Trento e quo se achavam dispo-os a
recorrer a fe e a9 praticas da igreja nos primciros
seis seculos do christianismo
Se, so porque nao fallavatn a linguagem da
igreja ingleza, nao os houvessemos de escutar e
lh--s fechassemos os coracfies, o nosso anglicanis
mo isolado b?m cedo deixaria de ser uma felicida
de, como ate agora tem silo, para o nosso
paiz.
Os velboa cohoiicosje"*^*vida, flzerarn o
maior esforco qne ?e*sftce, alim de reunir a
christandade. Em Colonia, en 1872, e mais aioda,
em Bunu, era 1874, convidaram merabros das igre-
jas ingleza e americana para se reunirem nelles
homens qne representsvam todas as escolas do
pensamenio reiigioso entrw nos, memhro9 das igre-
jas grega, russa, scandiuava, luiheranos e refor-
mado9, e apresentaram-lhes propo9tas para um
accordo qae obteve quasi unantmeaceit^^io.
Se os vellus catholicas puderem sustentar a
sua posicao de christios primitivos e segundo as
escripturas, de conformidade com o progresso chriss
tao, salutareconservador, podemainda vir a sero
melhores medianeiros para a uniao doe dous ele-
mentos adversos da christandade. Alem dis-o, se
existe no continente europeu nm elemeoto qual-
quer que possa intervir entre os dons grandes
exercilos, o ultramontaoismo de um lado e o ma-
terialismo atbea do outro, cada qual deiles avan-
eaodo com denodo, ameacando-se mntuamente,
atim de veneer e subjugar todos os obstaeulos,
esse elemento deve ser uma corporacao como a
dos vejhos catholicos.
i Nio poderiaraos, (: verdade, prever o futoro
de am movimento como este de que trataraos. An-
da cercado de perigos, rea.cionarios, progressistas,
iraslianos e ninguem poderia dizer se alravesaria-
mos incoluraes pjr entre elles, realisaodo-se as es-
perangas dos que Ibes sao favoraveis. Aqaelles,
porem, que suspiravam pela paz de Jerusalem,
devem aoxilia-lo com saasoracoes, sua syrapalhia,
suas luzes, e talvez com as suas esmolas. Ate agi-
ra tem-se opposto tfm nobredique a tyrannia e a
meiiiira, sem se doixarera levar aoerro e a des*
crenca.
Toda a christandals esta em perigo; toda a
crenca sofTre snas provancas ; todas as igrejas es
tao abaladas. Sem duvida ;e segair os dictames
e% opanhias que tem garantii do goverao geral
ii proirineial, so deveinpagar i upostos pelo que
exceder aquella garantia.
* Accreacenta o relatorio : No intaito, alem
deou:raarazfles,de tornar mais certo o anameoJo
dos dividendos futuros a razio de 5 0|g,oi accip*
nista coucordarcm em 1871 foriuar um fundo es-
pectal de 10,000 libras tiradas da receita. Vorao
agora pelas contas apresentadas que este fundo
chegou a sorama desejada, ao passo que os divi-
dendos annunciados desde essa dpocaloram melho-
res do que esperavam os direclores eqtao. Os ele-
vados priucipios porque se rege o governo brasi-
leiro e ocuidado corn que sa> tralados os nego
aos da eompanbia, levam os direetores a esperar
que os dividendos era geral continnaraena actual
proporcao, padendo mesmo excede*l-a araa vez ou
outra. >
Urn urtista de merito. -A" rua do Ca-
pibanbe n. 42, reside e tem offlclna o Sr Henri-
que Blard, subdito francez, homem intelligente e
ariiita de merito.
Occapa se o Sr. Blard no fabrico de pedras ar-
liflciaes para construcgao, e neste mister revela
uma aptitaomnito dtsttncta.e quoconvem seja co-
nhecida, vistocomoa suaindustria artistica pode
confvantagem ser aproveitada no embellezamento
dos edidcios que diariamente sao, por assim dizer
construidos no Recife.
Procurando tornar o fabrico das pedras artifi-
ciaes barato e accommodado a todas as bolsas, o
Sr. Henrique Blard conseguio preparar com os ma-
teriaes da provincia um cimento bydraulico perfei-
tamente igual ao cimento chamadoromane.empre
gado pela Franca nae suas obras hyoraulicas.
O fabrico deste cimento, qae constitue uma in-
dusiria intHiramente nova no paiz, faz se muito eco-
uumicamente; e. quer por este lado, quer pelo das
coniieoes hydrauli-as do produclo, merece este
um detido exarae, e utilisacao real nas obras pa-
blicas e parliculares, para o que o reoraraendamos
aos interessados nessas obras, da mesma forma
que recommendamos as pedras artificiaes do Sr.
Blard, alias suceptiveis de serera lavradas, escul
pidas, cinzeladas, etc., etc.
Quem quer que se queira certificar do que leva-
raos dito, nao tern mais do que enteader se Cjm o
mesmo Sr. Blard, a rua do Capibaribe n. 42, onde
podera examinar as pedra- e o cimento e collier
toda9 as informar;5es de que carecer.
Exatnes de preparatories. H-ratem
20 do corre'ite ti;eram exames :
Latim. Distim.ao 1, plenamente 8, siraplesmente
1 e reprovados 5.
Francez.Plenamente 8, siraplesmente II e re-
provados 11.
Inglez.Plenamente 11, siraplesmente 17 e re-
provados 4.
I.uteria. -A que se acha a veada d a 126
a benefieio da igreja do Rjsario de Serinhie ra,
que corre no dia 28.
L.oteria do Mo.-Por telegramma do Rio,
sabe se que a loteria 538 corre hoje.
Leiides. Hoje (21 do cor/ente) effectua o
ageriie Pinto, em seuescriptorio a rua do Bom-Je-
sus n 43, o do sobrado da mesma rua n. 61, casa
terrea da rua do Imperador n. 6 I, as 11 horas.
A's He meia effectua o mesmo agente o de
um terreno no lagar Torre, conforme se actiam
aonuneiados na secgao competente deste Dia-
rio.
Hoje effectua o agente Mmras, as 11 hiras
do dia, o leilioda armacaa, lustre de crystal e di-
versos atensilios da loja da fazendas da rua da Ira-
perarlriz n. 49.
Casa do detencao.Movimento da casa
de deteucao do dia 19 de novembro de 1874 :
Existiam 303, entraram 2, existent 305.
a saber :
Naeionaes224, mulneres 11, estranzeiros 31, es-
cravos 38, escrava I.Total 305.
Alimentados a custa dos cofres pablico9 2i6.
A saber:
Saos 2*8 eenfermos 18.Total 24ti.
M >vimento daenferraaria do dia 19 de novembro
^e87*!4 :
Teve baixa :
Lourenco Josd de Araujo, febre.
Tiveram alta:
Hermino Josd Qiaresma.
Joao Baptista Evangelista.
Passagreiros. -Sahidos para o Aracaty
no hiate brasileiro Dens te Guie :
Manoel Alvares F<-rnandes e sua sua irma, Vi-
cente Fexine, Braz Fexine, Manoel Jamacuru, Ja-
cob Fexioe, Vicente Fexiae, Lauiindo Joseph e
Firmo Francisco da Cunha.
doCemiterio publico. Obituario do dia 19
corrente :
Francisco Le5o Cardoso, pardo, Pernambueo, 30
annos, solleiro, Boa-Vista; hvpertrophia do cora-
eao.
Rufino Damasceno de Castro, preto, Pernambu-
eo, 12 annos, viuvo, S. Josd; interite.
Adelaide, branca, Pernambueo, 7 Inezes, S
Josd ; coavulsSes.
Agostinna Maria da Conceicao, parda, Peroam-
boco, 78 annos, viuva, Olinda, S. Pedro Martyr;
estupor.
Rosa Maria da Conceicao, pi'da, Pernambueo;
24 annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II,
tuberculos pulmonares.
Maria Bemard>na de Medeiros Mello, branca,
Pernambueo, 42 annos, casada, S. Josd; iclen-
cia.
Manoel Tavares de Lyra, pardo, Pernambueo,
19 annos, solteiro, P050; tetano.
Rufioa Dolores Maria Candida da Silveira, bran-
ca, Peroambaco, 57 annos, solteira, Santo Anto-
nio ; erysipela.
Maria
srr.
iHRUiNiiJA JIBM;!AR!1
da sabedoria, da caridade e da piedade, deixar 0
campo livre aqaelles qae se atiram ao meio do
combate, tudo arriscaodo a bem da verdade e pe-
lo amor de Jesus Cnristo.
Via ferrea do R.-.-ifc- ao S. Fran-
cisco.Leraos na coerespondencia de Loudres
para 0 Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro ;
0 A estrada de fern de Pernambueo moslrou
a media entre a de S. Paulo e a da Bahia quanta
ao seu estado aufere algum lucro com que dimi-
nue oexcessivoonus da garantia, que no semestre
passado import ju em 22,000 nbras ; tendo, po-
rem, uma parte de capital nio garantido, 0 seu
saldo liquido, naqnella penodo, nao Ihe permilte
dar nm dividendo na razio de 5 1/4 0/o
As suas contas apreseotadas, relalivameote an
anno passado sao as seguiutes : Receita total do
anuoque terraina em 30 de jnnho de 1874 89,189,
18 s. 2 d., dila de 1873; 104,718, 10 s. 8 d.; dim:-
dimrauicao, 15,528, 12 s. 6 d. : ao passo que a
despeza, ex luindo as diffiren^as de eauibio, e do
material rodame extraordinary, foi no auuo que
terminou em 30 de junho de 1874, 54,144, 19 s.
10 d. ; dito 1873, 35>562,19 s. 9d. ; dimrauicao
1,417, 19 s. II d.
Do relatorio djjdiirectorespublieado hoje, cons-
la : qoe as fortes inoadacass qae hoove neste
semestre provam a solidea da estrada e das obras
eni geral, e a nao ser a ioterrupcio daranie um dia,
os trens de passageiros trabatharam regularmente
tern que houvesse accidente algum.
Acham-se prestes a embarcar duas lojoraoti-
vas e doas waggons para alimentala (lenders )
e co-no foi conveocionado. de antemio com 0 go-
verno imperial, 0 pagamento destes carros sera
tirado do rendimento do trafego. A ebegada des-
as maquinas a Pernambueo all viara muito 0 tra-
'baliu das actuaes quando tiverem de ser eropre-
gadas no servico do trafegi darant? a estagas de
mais movimento.
1 A visita de sir Joba Hawskshaw a Pernam
buco, para dar parecer sobre 0 tnelhsramento do
port), pndera facilitar o prolongamento da.estrada
de ferro las Cincos Poatas aid dentro da eidade do
Recife. Emquanto isso se nao fizer, a estrada na 1
sera tao uiil como devdra ser ao commercio ; e
agora que Pernambueo esti em commuaicacio
com a Kuropa por meio do telegrapho, nao se.d^ve
demorar por mais tempo aquelle prolougaownio.
Os direclores consentiram ultimameDle,coiao me-
dida tempo'tria na oilboar.io de uma liufea de
tramway dentro da esUcao lerminal das Cincus
Ponlas, para 0 tranipor. e das
cife e para alii.
Em outras occasion ja Iratoi da exigencia
das aatoridades locaes de Pernambueo que que-
narn cobrar impostos sobre os divideadug da com-
psnhia. Pusteriormentf foi esse assuutpto. sujeito
ao governo imperial, qoe decidio 0 casa lie nonro-
samente como haviam provisto os directores.e cml
TltlKI \AI. DA HKIYVCAO.
SESSAO EM 20 DE NOVEMBRO OE 1874..
PRESinENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgtlio Coelho.
A's 10 horas da manhi, presenles os Srs. des-
embargadores Silva Guiinaraes, Loureufo Santia-
go, Reis e Silva, Almeida Albuquerque, Motta,
procurador da coroa, Accioli, Domingues Silva e
Souza Lean, abrio-se a sessao.
Era seguida o Dr. secretario precede j ao sorteio
dos aljunlos para os recursos e aggravos de pe-
ticAs :
N. 89.Aggravante Luiz Schmalte, aggravados
Moura k C. Foram sort ados os Srs. desembar-
gadores Reis e Silva e Accioli.
Carta tostemunhavel.
N. 6.Aggravante bachard Joao Ferreira de
Almeida Guiinaraes. aggravado 0 juizo do corn-
mtrcio. Foram 9orteados os Srs. desembargado-
res Almeida Albuquerque e Soaza Leio.
JULGAMENTOS.
Habeas corpus.
Paciente Amancio Bispo Cordeiro.Concedeu se
soltura.
Paciente Ant nio Francisco de Mello. Conce-
deu-se ordem e mar -ou se 0 dia 27 do corrente
para 0 seu julgaraento.
Recurso de fallencia.
Recorrente 0 juizo do commercio, recorrido
Francisco Rodrigues dos Santos. Relator 0 Sr.
desembargador Silva Guiinaraes. Sorteados os
Srs. desembargadores Accioli e Reis e Silva.Im-
procedente.
Denuncia.
Jdto Alves Camello Pereira contra 0 Dr. juiz de
direito de Bom Jardi n. Relator 0 Sr. desembar-
galor Silva Guimaraes. Sorteados os Srs. desem-
bargadores Souza Leao e Reis e Silva. Iraproce-
dente.
Prorogacao de inventario.
Inventariante D Maria Catharina de Leraos Fer-
rio. -Concederam 0 prazo de 6 raezes para inven-
lariar os bens de teu G iado mar id j.
Appellacoes crimes.
De Ouricurv.Appeilaote 0 juizo, appellado
Antonio Dias Monteirodo Monte. Nulio 0 pro-
cesso por iocorapeteacia do (Oro.
Do Pao d'Alho. Appellante 0 juizo, appellado
Francisco Furtado de Oliveira Cabral. Improce-
deme.
mbeiro da Silva, embargada Feiieiaaa
Olympja. -Desprezsdos os embargos.
PVSSAGRN'S.
Do-Sr. desembargador Silv* Gtimaraes aj
desembargador Reis e Silva :
AppeJIaf 0 commercial.
Do Recife,Appellautes Manoel da Silva San-
tos e ontros, appellados herdeiros dc Manoel Luiz
Goncalves.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargalor Reis e Silva :
Appellicao crime.
Do Pilar. -Appellante 0 juizo, appellado Fran-
cisco, eseravo.
Appellacio commercial.
Do Recife-Appellantes os adminislra lores da
massa fallida de Igoacio Fe.-soa da Silva, appellada
D. Maria Ainceia Pessoa da Silva.
Embargot infriogentes.
Do Recife. Erabargante a corapanhia Draina-
ge, embargado Joaquim Dias da Silva Guimarie9.
Do Sr. desembargador Rets e Silva ao Sr. des-
embargador Almeida Albuquerque ;
Appella;ao crime.
Do Cabo.-Appellant Miguel Pereira de Cam
Iho, appellada a justica.
Do Recife.-Appellante0 juizo, appellado J>ao
Bapiista Alves Monteiro
Appellacao commercial.
Do Recife. -Appellante Manoel da Silva Ponies,
appellado Luiz Antonio de Siqueira.
Do Sr desembargador Almeida Albuiuarque
ao Sr. desembargador Accioli:
Appellacio civel.
Do Cabo. -App Mantes Manoel Ignacio de Al-
baqnerque Maranhao e outros, appellados Manoel,
Ignacio, Laurenlioo e outros.
Appellacao commercial.
Do Recife.- tppellante Elias Emiliano Ramos,
appellado Manoel Alves Ferreira.
Appellacoes crime.
De Nazareth. Appellante 0 juizo, appellado
Rodopiano Rodrigues da Sila. >
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva : 1
Appellacao commercial.
Do Recife.Appellantes D. Maria Candida Gon-:
calves e outros, appellados os curadores da fal-
lencia de F.-ancisco Antonio Pereira.
Appellacoes civeis.
Do R cife.Appellante Jo-e, por seu cerador,
appellado Dr. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcante.
D'Areia.App llante Manoel Valerio dos San
tos, appellado Floreotino Antonio do Sobral. |
Do Sr. desembargador Souzi LoJo ao Sr. des-
embargador Silva Guimaries :
Appellacio crime.
Appellante 0 juizo, appellado Augusto Pereira
da Rosa.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
DiLimoeiro. Appellante 0 juizo, appellado
Christovio Gomes da Silva.
De Pao d'Alho. Appelante 0 juizo, appellilo
Josd Alexandre da Cruz.
Appellacao civel
Ao Dr. curalor geral e ao Sr. desembargador
procurador da coroa:
Appellante 0 juizo, appellados Felizardo Anto-
ni) e outros eseravo< ; appellante 0 juizo, appel-
lado Joaquim Pereira di Silva.
Assignou-se dia para 0 julgaraento dos segain-
te? feitos :
Appellacao crime.
Do Recife.Appellantes Antonio Joaquim da Sil
va e outro, appellada a ju-ti^a.
AppellacSes civeis
Do Recife Appellantes Luiz Francisco de Albu-
querque Mello e outros, appelladas Anna, e Maria
de Albuquerque. Appellante Pedro Alfonso Vala
dares, appellada Iria, por seu curador.
Appellacoes comraerciaes.
Appellantes curadores da massa de Jose Anto-
nio da Silva Macbado. appellada 1). Anna Julia de
Barros Machad >. Appellant: Joio Qairioo de Aguil
lar, appellados Tasso Irmao i C. Appellantes Go-
me3 Neves & C
DISTIUBUIQOES.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do Rio Forraoso.Recorrente*Justino Rodrigues
da Silveira, recorrida a justica.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
De Nazareth.Rreccrrente 0 juizo, recorrii)
Antonio Francisco Caroeiro.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife.Re corre rate 0 juizo. recorrido An;)
nio Valerio dos Santos Neves.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Do Cabo.Recorrente 0 juizo, reoorrido Manoel
Francisco Cruz.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Recife.-Recorrente 0 juizo, recorrido Mar-
colino Ftmira da Rosa.
Appellacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Accioli :
De Agua Preta.Appellante 0 juizo, appellados
Estevao, Sebastiao e Joaquim, escravos.
AoSr. desembargador Domingues Silva :
Do Rio jFormoso.Appellante 0 juizo, appellado
Joaquim Pedro Patriola.
Ao Sr.. desembargador Souza Leao :
Da Imperatriz. -Appellante Victor Josd Maximo,
appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Do Barreiros.Appellante Joaquim Jose do Nas-
cimento, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Da Imperatriz.Appellante 0 juizo, appellado
Man e! Antonio do Nascimento.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Da Victoria.Appellante Manoel Joaquim da
Boa Sorte, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque.
Do Bom Jardira.Appellante Josd Vieira di Sil-
va, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Accioli : '
De S. Miguel.-Appellante Gabriel Marinho Fa!-
cao, appellada a justica.
Appellacoes civeis.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Do Recife. Appellante a- massa de Sebastiao
Jose da Silva, appellado Antonio Valentim da Silva
Barroca.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De Alagoa Nova.Appellante 0 juizo, appellado
Vir^inio, eseravo.
Encerrou-se a sessao as duas horas da tarde.
PfiBUSACOE& A PEMM
A opiioti.-ito nrovlnciataiia.
Me&tir e c .lurnniar, deprimir hrnmssritoi pei
nambucauos que teem prestado relevantes servi;...
a esta heroica provincia, e araissao principal e tal-
vez uuica dos escriptotes da Provincia (oapel), 401
dizem ser crgao do partido liberal de Pernan
buro.
T ..l'i< is J.as apparesem artigos iwdos de ods>^
politicos, de Imguagem rebemeota e de-abr.dj
que longe de hmrar a iraprensa pernambucan:.
tem pelo contnr.o a prustituido e eoatribuido par..
0 deaeredito entre nos, de cerias euiidades pobtica
e de homens que se incnlcam scienlifkos.
II
0 des.jo de a.vnrio ao poder, faz com que 0-
provincianos neguem a luz da verdade, procurer!
marear 0 brilho e a gloria dos mais H'vados fei
tos, e nao passim ver com buns olhos o aclo* pra
tieados por aqaelles que dingein 01 destiaos d.
nacAo.
De t ido se aproveiuta, ate dos fa -to* os mais in
signili "antes, para fazerea motira e asseotarem so
bre elles suas balerias. Condemnam b"je 0 ju<
ainda hontem luuvavam, qu.ndo os sens correli-
gionarios estavani na poder.
Todas as ref rma taafdm e nteis eorro a d-
plemento servil, lei!,.ra| e nc utiento, r-c-nti*
das pelo paiz DOfll 1 necessarias ('ran. e tao c-rnn
; batidat de um BK do estranhavot pelos honten d..
ProrinC'i.
Nao d.-cui^m irincipios, nao fstabrlecem doo-
trinas, na nos oKstran os err >< e os males prati-
cados pelo governo, ni > apresentam refornias mai-
uteis ou ineQtores, 00 enlretanto comhatera, cen
suram, bla-phemam somente porqu o parti : da
ordem e d>- paz, r partido que tem durante estes
poucos annos d;- iljminio prestado inimeu---
reaes sorvicos a 1 pii!, dotando-o das mats bellas
-instiluico;s e da* :n is sublimes refornias (> qoe
nunca poleram con-eguir os liberaes, quaulo Bo
1 poder) nia Ihes cede o mando
De facto ; qual 0 peroambucano, qual 0 liberal
sincere, qual o boaMSl d-.> povo quo nai eoodeui-
! nara a opposi^ao .-\siemaliea (eita pulus provnav-
nos a iilusire periiainbucanos, a cnns.ocu s rila-
dios que se a:liam a frente da aJmioislracao dor-
oegoeios public's? Qiem podera oogar a amfct-
Qa-j qoe domina a algous de eus escriptores, 4>-
subir ao poder"* Quom podeia descoolieeer qor
1 os protinrianos para bem sat inteo-
tos e m-llior realisar^ra as suis esp rancas, quoti-
! dianamente se serreot do oome do povo die quem
dizem ser defensrres perpetuos, guards avane.d i
dos direito-* DOBGocados pelos janisaros, jeia situa
cao actual ? E sc-m duvida por isso que Mi
mundo alllrma qoe Of provinrian's, esereveni para
' 0 es'.rangeiro ler s acreditar na sinceri I.1J- d -
snas doutriuas, t> nao para nos, peroambucaai-.
quo na ligau.o? .1 muiiina attenrao aos seas conn
uuado' queixur.-s, aos seus sennoes dV lagrim*-
Na verdade, 8 >-. procmri'tn^s, 0 povo p-rnam
httOJSO de-ci" do vos-as promeisas, elle e*u ; -
conviclo de qoo algon dia vos consetairoV- pal
par o poder, s-?ru!' mats tyranoos qae o aesf> tas e uao mais .os leuibrareis do imm adurid
tdotO0 pOVO
I"
Nao preteademos negar as vantagoas e aid toes-
mo enlendemos ; .e 6 essencial e mai neres^ru
a opposicao politica, eila serve de barreira aos ex-
cesses e desvarios dos g .vernanle*, previae a'
fraudes, estimula ao governo para bem servir a >
' paiz, concorre poJerosaraento para as kpaa Mfn>
raas, evita aaates immensos que surginam se o*
encarregados dc poler nil tiveisem a certezi d
I verem seus actos apreciad as e sujeitus a c-n-jra
dos seas adversario-. Mas o que 06s reprovan><
e deplorarao3 de eoraoio, como peroambucau >. e a
maneira de laser epposieto ao goerno actual ac
los taes escriptores da Prorinria (jornal).
1 Uma opposU'to cskulista que piuta com core-
appellado Estevao Jose da Motta.! J*** os fant"*Cl.i"m'jns; q4ue SJTT12E ,0-
dos veem, fluctuan lo a todo vento de dootrina*.
banindo de suas t 101-iras a grande lei nitural da
justica, servrado -< sempre de linguagem aUcaate.
uao respeitando 1 que lia de mais caro na vuV.
I humana -a low a ets a numa de cooducta dos
'p'oriii' ianos. Mas 0 que nos dest-jamos repett-
I remos, e uma o; potieio naoralisada, fraoca e leal.
; que teaha em aura a interesse do povo e coalribaa
j para 0 augment a e prjsperidaie do paiz, fazed'
j h.'je causa coui.t.u u coat 0 governo, pondo de par
j te 0 elemento politico all at de debellar se a hydra
'fatal do jesui'i-'n. qoe invade a aaaaaa largo*"
'solo p-ruainbuiMrio, atim de, convergindo toda at
I lencio e aawrcos, piir-se termo a questao relig:oa
! provocala por algur;; bispo} e agora sastentada
1 pelo elerigo.
E' assim que daw proceder tola opposicao qae
aliiiijn a felicidade 1, piit e uuuca rensurar o c>>
veruo (como faxem os preruicioaaaaa), daodopor u!
' modo forca e vida aos iuimigos do jovo ou aote
da bumanidade.
Concluindo por hoje, proroettemas escrever al
gans artigos sobre po itica e combater certas doo
trraas dos prtKtn '""n$ Ni) descutireraos perso-
nalilades, nem diriiirem^ off nsas aos dossos ad-
versaries politico".
Recife, 19 de acvembro de 1874.
F. C.
Tribunal do eomuieroio.
ACTA DA SESSAO DE 19 DE NOVEMBRO DE
1874.
PRESIDS,:v.:iA 00 EXM. SR. CONSBLlfBIBO A.NSELMO
FRANCISCO PBRKTTI.
A's 10 boras da manhi, presented os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Lopes Macbado,
Alves Guerra, e 0 Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc.
0 Sr. conselheiro presidente abrio a sessao.
Lida, foi depois approvada a acta da sessao snle
cedente.
BXPBDIENTE.
Ottaioa:
Jornaes officiees de as. 274 a 277. Para 0 ar-
chivo.
Foi dislribuido 0 iivro protocollo do correlor
geral Bernardino de Vasconcellos.
DBSPACBO&.
Requorimentos :
De Cardoso & C. successores da .extincia Grma
Gomes & Cardoso, pediado perraissao para escrip-
lurarem nos livros daqueila extinsta firma. Como
requerem.
Da Figueiredo k Irmao, subraettendo a registro
a mraeaca a de seu caixeiro Francisco Sarroso Pe-
reira. Rogistre-se.
De Joaquim Ooncatves dos Santos, trazendo pa-
ra registrar a sua nomeacao de caixeiro da casa
commercial de Harisraendy k Labille. Na forma
pedida
De Antonio Pinto Lapa, Josd Pinto Lapa, e Joa-
quim Ribeiro da Silva, solicitaudo 0 registro do
distract) de sua soc edade. Vista ao Sr. desem
bargador llsjal.
De Miguel Jos"ni--do Rego Barros e Beroardi
no Alves Bar^
to Banaaeiras.-Appe lante e juixo, appellados ZSEfSR ITCut *r Vm&
Bernardino Gomes de Amorim e outros.-A novo tTSSJ%
jury 0 rdo Francisco Pereira Cavalcante.
le Nazareth. Appellante Maria Josepha da
Conceigao.A novo jury.
De Barreiros.Appellante Manoel do Espirito
Santo e Silva, appellada a justica.A novo jury.
Appellacao commercial.
Do Recife.Appellante Josd Antunes Guima-
raes. appellado Mauotl Josd Guedes Magalhaes.
Condrmada a smtenja
Appellacoes civeis.
Do Recife. -Appellantes Joao da Cunha Soares
mercadorias do Re-" Guimaries e outro, appellado Joio Antonio Gomes
Guimaraes.Gonfirmada a senteufa.
Do Recife. Appellante a fazenda, appellado
Antonio Rodrigo LyraContirmada a santenca.
Do Recife.Appellante Manoel Joaquim do R^j-
gO Albuquerque, appellado Ernesto Joso Foiippe
Santiago.-Roformada a sent^nca.
Embargo? infringeiitos.
docreto de IS in inlho ultima daelarau qn al Da Bseada.B^-'rgtnl? Or
') Alves
dor tiscal.
IA>_ fc ARECER FISCAL.
De Primo P.cheoa Borges & Filho, firma social
pediudo mitricula.Na forma pedida.
De Francisco Gurgel do Amaral,, cidadao brasi-
leiro matricula de comraerciaue.Deferido
Da Francisco Ferreira Baltar, Henrique Berna-
des de Oliveira, Francisco Ferreira Baltar Junior e
Jose Ferreira Baltar, registro do sen distrato. sociaj.
Proceda-se ao registro nos termos do decreto n.
4,394v
De Duar.e Amaral 4 C, registro. do conlralo
junto era duplicata. -Salisfagaiu 0 parecer fiscal.
Nao ha vi-ndo mais n da a dee pacha r 0 Exm.
Sr. conselheiro presidente encerrou a .sessio as II
boras e I|2 da maobi.
Ao poto pernanabiicassoa.
Temos nolad0 que muito de pro osito uma pen-
ca, destinada a dar a loz escriplos vasados am
a aides desasados e cutversivos de todos os boos
principios, vai em estylo corriqaeiro, de quoad"
em quaado nlilisacdo se do n me de partidu lib
ral para oas Irevas ferir a caracteres, digaea -
apreciados pel is proprios liberaes ; nio esses li
berae, aos quaes, servin lo me da express*) do Sr
conselheiro Joao Si'v ira de Souza, charaarerao-
ct5es imarovisados invilioeoaoM por si julgan
os outros, mas us libiraes que araara 0 progress >
sabem fazer justica ao adversario, sem enUod-i
que ha baixeza uo reconhe.imenlo do merito do ea
da um.
Tem-se infringidc 39 regr.is da civiMado; torn
se feilo pra;a de cd'w- peipteuioos 0 seatimoalo*
ponco nobres; e tudo no mtuito de fazer depre-
ci.ir 0 mereciraenl e servir;o3 de homens dedica
dot ao paiz, para dr ganbo de causa a vai Jade e
orgulho de que.o nac tern coragem e dignidadepre-
c:>a para lirra^f esses desce ncnavados artigos corn
a sua assignatura. B dizat alto e bom som, e com
todo 0 vigor da dialeciica. em que consiste a ne-
nhuma imporiancia da dedicacio deaaaa dadi :
ao sen paiz. tio rude e vilmente atacados.
Se assim ftaosseoi, nio recusariamos entrar aa
.'ata, onde com cemn, colheriamos a palma, poi
nio d possivel que a verdade se deixe sopitir 00)"
erro, e nera 0 justo pe'.o icjusto.
Porque, porem, a P, 0: nia, que aspira 0 lug.r
de orgao do partido literal de Pernambueo, ni
comprehende que arligcs, como 0 que publicou eu
seu n. 40, cjmpr mcltem a moralidade e bonesi
dad-i do partido e desacrcditam a sua diroccao 1
Cam effeito esse artigc nio pode deixar de ca.i
sar serial appreheasSes a ? homens hoaeslos r
\otU que se interessam ; ela sorio do partido li
paral I
Ao partido liberal de Peroambaco, os redactor-
da Provincia (panel, teerr? dislribuido pap is tris
tissimos e por demals ridiculos.
Papeis trislisslmos. pcrque nao teem elles (re-
dactores) respeiiado a diversas clasoas, one ao de-
empeobo satisfactory de um detor do gratidio.
saudam ao illustre ministro do imperio.
Papeis por d-mais ridicules, porque tem se j
gado e empregado meic ri liculos, iaoVcentoa
mentirosos com 0 l!m de riJicularisar as jusias *
8ensata3 ova<;5e9, que 0 p vo e os amigos do -on
selheiro Joao Alfredo; Ihe teem dirigi lo.
Tivemos por ventura^aiguaia palavra deeeaeu
ra para 0 qae os redact t-s da Provincia fizer--.
no embarque do Sr. Vila-Bella'
Porque a Provin^i- nao procede para so mo ox )
do m-sino modo que j rocedemos para eomoigo f
Na verdale d presiso confessar qne naaea atan-
ptensa deslnstrou e sacrific >u taoto 00 jriaaaaai-.'-
de ura partido e corxprametleu seriameolo a aau
band-ira, com es'a fazendo a Protincta como par-
tido liberal!
EntreuotonV: deixareaxs de ser justo para com
0 partido libera'. afastandc de si a resfaoa-abilid*
do pelos escriplos da "rcrn&a. pois nao c aside
ramos os redact res dess- orgao autorisados pal>
partido liberal a des?onside ar onomt deaaayl-
daiao distincto e respsilavel, como d Sr. oaaae-
Ibeiro Joio Alfredo, em juj 0 partido tmeatl .*>
iodo 0 imperil v', am pen!:r segaro de jasliaa, aa
sitaacio dominante.
Odeslina quo a mfatuv^o e 0 pedaatisma, qtae
em algum tempo campau da illustraeio assoaao-
lam ao partido liberal, sera usaslroao aa algaaj b-
beral sincere, que vio srredado aaaaa grape
satos aao eontiver os d'>:r.iado deiles, o
do partido 0 dcscmbosltiv., <,a* em noftotaajpo
delle ja fbt posto fo a, per ic^Bveoieat*.
Cnidc de si 0 psrtido libera*j tele da salrar-oe
do abysmo, qus lbe e-ti r;*irando a prrfrsofopwa
do t'iti^ f;." 1-* ^o^to-raaior.
iiflMt


g Jink} de Peniambuco Sabbado 21 de Novembro de 1874.
Lli.povd.de Pernambuco, ri flasse rasbilico pa- os
rente de Souto raaior!' dasabono
Naote'iUun^s, povb'daPeraamboco : ease pa-1 Firrao, p*am, no lestemuaho da rainha cans
reutepesihumo doSoato-iaaiQr ja iovadio e diffv ciencia; firme nas trawsoes do-nvsu-p*sada, e
uiou o sagrado de uraa familia caio chefe e li-lsobreUdo eon-veojMo do criteria da Santa Se,
l)erai | fnuaca me resorvi a defendr-rae deurdi'd'uras tao
Da-lhe as coslw, povo- de Pernambuco, porqae' v:s como os sus autores, e qae niio poderiam,
tramas qae la ahagatn frequeoiemente erai^uasi d us anao
bono da ramhaMategridadn.cathanca. mdifferenea relit
scisma declarado,
t03araeote en protects
e so o que ell a merece I
Nio ves como elle prefere sobre tado manchar
a repuiacao dos homeos de bam i
Nao ves oomoelle seatira contra o hourado mi-
nistro doimperi >, conselheiro Joao Alfredo, a quein
Hi, povo ds-Pernauibueo, satilas como urn esladis
ta disiineto e patriota J
Corre, povo de Peraarabueo, vai ler o artiga da
Vovincia, e admirar como ura ospinto peqasnino
e vaidoso se revela Uo invejoso, por ver urn tea
creio eu, deslrnir a reputaca) de soldado (leF da
fe, qoe adquiri por servicos que o pontiQcado re-
onbeceu e espontaneatuente distinguio com at
mais significative provas de aprcco. Servian*,,
qae nao prestou, nem ha de prewar nunca a turba
de agiotas, qae, marcantilisando a verdade de
'.'eu*, falsilicara e delurpam as mais puras e sanias
nocSes da religiao de Jesus Christo, por conta de
quern vao inundando este paiz, que foi seaipre
tao devolado a cruz, de principios os dais raino
ami
a cruz, de princij u rait
patricio coberlo de glorias, e collocado em posieio' sos da moral social e christa
etevada, cousa q'ie a iuveja so pole censenlir aos' E porqao, sem faltar a urn so dos pontos essen-
ciies da crenja ealholica me nao tenho associadiao
essa cruzada desatiuada e intoierante, em quesa
prudeneia, a caridade, a brandura e o amor ,do
proximo perJeram o norae, e a diseussao pacilca
e decente foi banidaocmoiadigaa do catnolicismo,
eis-me assoberbado do dia para a noite dos mais
nojenDs improperios e tratado com todas as sus-
peitas e asperesas de um mimigo jurado da
igreja !
E:ta estupidissiraa accusagao de que nao es-
tiverain iseutos varoes eraineutes em santldade,
corao os Jerooymos, Barnardos, etc. (porque arre
mutants exclusivos da verdade eterna, os houve
em toios os tempo*) rouito me teria amoBnado,
se, algrn dos aaiecedente3 da rainha vida, me nio
lil bos da Bahia.
Povo Je Poruambuco, l o artigo da Provincia,
ri da inepeia de seu anlor, e pede-llie a provi do
que alii esta dito.
Ainda esperas, povo de Pernambuco, que ao
Kxm. viiceude de Camaragiba, pecara a publica-
<;ao da carla, que a elle escrevea u:n certo dra-
maturgo in fini *
Ouve, povo de Peroambuco o que vamos dizer,
e depois saberas com* sao meniirosos os redacto-
rss da Procincia.
Em que tempo ja se crearara tantas esoolas de
iastrucgao potucj, qaautas se teem creado presen-
temente f
Quando a iastruccao publk-a mere eu tanto do
nao passara a couraga da viriaJe, qae protege- o fcfii
tjomem oobem. ^sos de victoria
Incompetencia
doppder temporal, em negocio que estjapa a sua
jurudiccao, suspandera osinterjictos, como em
caso seraelttaote *roceJea o veaeravel D. Fr. Cae MinJe barrear a bocca do curtijo e appefle p
tatio BranaSo, aftfbispo de -Braga e ex bispo do ''a a ge^te bonradado parti-Jo liberal que preseo
Para. temenie" ?6 pode salvar a sua cau com o seu
Jestu modo salvariao principio da liberdide e. valio*o apoio.
inJependenia da igreja, e aoine-mo tempo procu 0 a-tual directorio liberal e lntru-o : batre*
rava eviiar os effeitos do escandalo, e da pertu ba- annos qae (indaram os poderes qae Ihe foraro cm-
elo; escanialo que nao pode deixar de renullar d i ferido*, e nao e convocoa mai* o partido liberal
prisao e condemnacao dos altos lunccionarlos da para eleger novos dire^tores. Temeram se do re-
igreja com violenta preterigio das formulas cano- snltado do v-jto da seu partido e preferiram ap-
nicas; e pertubacao qae tambem nio p6de deixar pellar para o de*poti^mo : arrogaram-se seuhore*
de re.'Uliar da funesla de3harmonia nas relates de culello e barago do infeliz partido liberal, e em
dos dous poderes, qae o Divioo Fandador do (seu nome vJd fazendo tolo :> genero de tropeha*
Christianismo ordenoa que vj'/ejsem unidos e in- contra os proprios que cssustentam.
seperaveis como primeira condicao da paz e feli- Ainda ama vez pedimos ao cooselheiro SHveira
eidade entre os homens. qae nao deixe perJer se a causa liberal: ponha se
Se se tratasse de pOr em qu stio a aseitacao de a testa da gente sensata de seu partido; codvo
qualquer dos dogmas defloidos pela igreja ou pelo ^ qae a, (aga eleger urn novo djrectorJo, eralim, po
seu chefe vi-ivel, ahi a transaecito seria inadrnissi- Bha lerrao ao desealabro do partido.
a pra^a- publiea ostentar grandeza da-
meimo eharaais/")'a^Mza.
modes! n. Sefai o dicta-
mad nio vinde* inveolar in-
as para lanfaraoe-n5ons, fazendo dtllas tro-
vt-l, inexcusavel aos olhos de Dea*; tratase, po-
re", de materia mixta e discipHnar, em que 6" li-
cilo aos dous poderes o discutir amigavelmenle ate
onde chegam os limites de cada am, e qaal o meio
mais consenianeo de desatar a diUicuMade.
Por Deus Sr. con*elhairo, nao abandone a causa
do sea partido. Sal-ve o de uma mcrte ignomi-
niosa.
Lembre-se de que ja se trabalba nas trevas e
sob jurameato de sigillo dos loiciados para reali
E' isto oque se esta fazendo, e at&o presenle o sar-se a jaicQio dos liberae* comos cleric tes,
Saato Padre nio proferio a sua ultima palavra pela cojo partido esta em via de orgasisacjto, e islo sd
'jverno, quanto tern mereoido do actual iniuistro fortalecesse o exemplo de Uo illoslres victiraas da
da imperio ? j tnaledicencia e por caja intercessao espero mere-
Gomo, pois.dizera que o miaiitro do imperio nao' cer de Deus a graja de permanecer flel aos prin-
qcer qae o p,vo aprenda a ler f j cipios sacrosantos que me emballaram no berjo e
Pois podes cumpreheoder, povo de Pernaaibu- quo por tantos annos teem constituido todas a'
e j que o ministro que nao quer qae o povo apren- coniolac.5es e delicias do men esptrito. Divergen-
da' a ler, tavoreca tanto a in*truc;ao publica T cias ao modo de app icar esie ou aqaelle principio
Ve bem, povo de Peroambuco, nao percas de disciplinar so poderiam ser con*iderados lapses
vista o que'escreveu o dramaturgo I gravi*simos no tribunal da inquisicao hespanhola,
Accusa-se o teu patricio, por ter nomeado am a cojo* manejos e pesqui*a* nao escapou o pro
outro teu patricio para bi*po de tua proviucia, e prio santo [gnacio, e mais tarie o pa ire Auiooio
ete terse revelado pouco evangolico. Vieira e outros. ...
Mas quern e que poJia ad;vintiar o que o bispo QuinJo, em 1866, a heresia aqui alcou o collo
viria p'ralicar depoi* de nomeado i e ameacou de graudes estragos as sementuiras da
Povo do Peroambuco, por que nao se aejusa ao fe, achei me a sos no arcar tremenio com o mais
HVQitro, que niaieoa bispo dj Para o Sr. D. An- famigerado contender. Debalde procurava entao,
t >a ode Mace lo. que la e=ta fazendo o rae-mo iiue em torno de mim, o? dous irmaos Tarquinios e
D. Vital aqui f outros que hoje alardeiam brasoes de apurado
E' que talvez o mini.'tro que nomeou D. Anto-! catholicismo. Bisonhos e mudos como os caes de
nio flino daiialiia. seja tambem filho da Bahia, e' que (alia o prophela, metteram-se na seiva espessa
o dramaturgo, que dizein ler predileecao pelos ba- jdo egoismo, da indifferenca e do medo, e como
hianos so eucoutra motivos para censurar ao mi- que ate fugiam de fallar comigo I Entso so en-
Diatro actual, por que e filho de Peroambuco, e contrei couferto em uma epiatola consoladora com
nomeou bispo de fernajubuco, um lilno de Per
nimbuco,
Eisahi, povo de Pernambuco, como os taes pi-
h-i'.tas nio quere.n que saias do es laecimento, em
qae foste atirado.
Povo de Pernambaco nao li5ite qae censuram
tsmbem ao ministro, porque colloc-'U na caleira
0. nreaidente de Pernambaco, um pernarabucino
(i.^no deste nome, e que tantos benellcios esta fa
zeado a sus proviucia ? .
Pergunta, povo de Peruambaco, aos Gatoo3 lm
provisados, que presidenle ja fez mais beneficios a
esta provincia de que o actual ?
Elles queriam, povj de Pernarobue >, que esti-
vasse na presidensia am iiliio da Bahia, porque
a-ham que to, povo de Pvjroambuco.'nao ten* um
patricio dlgn) de sentar se na cadei-a presidi-a-
cial. _
E diga que amain a estinnm a ti pov, de Per-
oambuco!! elles que nao qaerem que tu apparecas
em cuusa alguma!...
Povo de Pernambueo, poi3 aqu.-lles ineptos nao
disseram qae o miuistro inclteu sua terra por
! ilxo da llabia 11
Povo de Pernaiubuco, p i* o ministro que tao
patriod se tern revelado liavia de am ;-quiuliar sua
terra, quando amesqainhanda esta, elle amesqai-
uaava a si propriu !
Poderas conceber. povo do Pernambuco, que o
ministro que tanto se orgullia de ser pernambuca-
i. meltease sua provincia por baixo da Ba-
b.a ?
Vai, povc de Pernambuco, admirar o que esta
escripto e puolicado na Provincia, e veras como alii
s. se procura de-acreditar-te e ridicularisar-te..
Vai, povo de Pernambuco, ler o escripto e depois
volta as MStM ao pareute posthumo de Soato-
M,-.i >r, que devera aates crregir-se de snas mazel-
Ijs, do quo liieatir para in.rear o merito de ,um
l^i disliucto comprovinciano.
Volta as costas ao parmte de Soato-Maior, povo
J.- 1'eraaiabuco I
Sr$. rtdactores.-O St. Antonio F. R. Sette.no
/ ario de hoje transcrevo do Diano d>$ Alamos
. correspondenota de seu digoo sobrinno, o ba-
Cbarel Fraoeisco Rodrignes Selte Filho, o qual >-ra
vez de respuuder e refutar os factos arguidos
c ntra su pai' o juiz de diroito da comarca de
Porto Calvo. em uma publicaqao assignada por
iniui'i Alves Teixeira. e insert* no Diario de
Pernambuco de:6doniez proxiino pas.-ado, en-
lei '-'U mr.ibor attriliuir a auloria desse escripto
ao bacbarel Jose Ruberlo da Cuolia Sales, promo-
t r publico daquclla comarca, para o aggreJir de
. ,i modo vioienlu.
Xada sabenos por ora d) que vai pela comarca
da Porto Calvo ; mas e o Sr. Sette Filho quern ays
,i.z iae alii o prouiolor pablico e o jniz municipal,
, abas circamspecto e moderado, esta) em
larmonia eom ojaixde d.reito.
P de mnito bem ser que tenham elles dad-i la-
j i .i essa desintelligeocia ; mas se o promoter e
to e o jail municipal espirito fractt, cuiuo diz o
s -. Sette Filho, nodetiamos, sem querer offender
a a Oigno pai, citar l!ie niuitos, que nem a pr i
veetaidade, nem a experieqpia da da tern I :-
i. mais pnvlentes, nem mais relleetidis.
Em todo o caso, pore -, o Sr. Slte Filho, nos
i iproperioa one dirige ao promoter publico de
P irto Calvo, deu uma b nita prova de sua :m
educ-Qa.i. .
E desde quo S. S. eut-nde cme o homem de oem
. .' prefei ir que 'o mareem virjuttificar us /<
que the tao arguidot, la a peara de toque, por
ade bom se pode apreciar os quilate3 dos seu.--
scntimentos de digniJaJe, de que tauto blasoda.
njanto ao Sr. A. F R. Sette, diremos apeoaa
i i improperios e iualtoa uio sao arguments
cm que se refutera factos arguido3, a tranaeripejo
ia I'orrespmdeacia de seasobrinho n-.-uhama .'e-
fea tern para seu irinao.
Recife, 20 de novemoro de 1874.
Um amigo.
v
Ao cotmnercio.
Eu abaixo assignado declaro que nao pag-.
l.irasque garanti pelo Sr. Lidislau Rudolph, de
Araojo Cesar, negocianto desta praga com loja de
:_!uJezas na rua de Marcilio Di0s, por tcr feito
e:ta transac^ao no caso delle se arranjar eom to-
dos os seas credore*. eomo disti est.io scientes;
Qaando no melhur arranjo de seus negecios,
? lccede que os Srs. Lentos 4 Guerineaux, depoia
d terem aceitado letras novas com minha firms e
cmo abate de 60 por cento, arrependemse com
oailoa dias e me eatregam tres letras, ficaadj de
r.rnhara effeito aquella transacgSo.
P.ir'.anta, nao tratei mais do arranjar negocio
? ilium com os outros, *isto os ditos senho-
r.-s serem 03 maiores credores. Devendo por isso
:ar sem effeito toda aquella concordata e aceite
J] letra garantida pop mim, e 03 Srs. credores
c in direito as suas letras velhas, que 0 mesmo
S". Lalislaa nio tem a uieaor davida em as ?r.-
tregar.
Recife, 28 do outubro de 1874.
Manoel Cavakante Ferreirt Mello.
.%o pablico.
Os redactore3 da Uni'lo ( antes dM 1*00 J, aftei-
i r,->T muitis mazes, a maltratar-me e ferir-me
na minha ausencia, sem qae nunca os tivesse
oileudido, e palo coatrario os tratado sempre com
t:u'a a benevolencia, proseguem no sea 'gaobil
a;o?toladode doestps contra mim.
0 paiz tem sido testemuoha do silencio qae te-
nio conservado diante desse systeraa de organisa
da e brulal aggressao de que com espaala de
tcda a gente, me tem feito alvo 0 jornaljsmo, que
fela mais atroz das ironias se diz orgao da reli-
J1*0- ...
Estava no firme proposito de continuar a ouvir
ci.m 0 mesmo despreso esse su^sarar confaso de
iajarias, raentiras e diffanaoi; da confraria sacri-
i^ga, que se apresenta como erapreit'.ira prWile-
giada da grande obra da regenerate catholica
oeate imperio. Mas vejo qui 0 meu silencio tem
a&irocoado a aggressao a sido tornado como en-
pres^I) do medo de aitepor-me face a faee aos
desabrimentos verrinarios dessei gi^antes py|-
nieus, que ahi nargiram con pretences de terem
.-cehido de Deus a iminediata incumbencia de
aorkem e fecnarem a3 portas do ce) a quern
inito ihes aprouver.
Nio e so isto. Do meu silencio teem elles
vjlila. para urdirem contra .nun t- sorte de
-'ili'i-'es daiiai ate Rtrai. doode ;- y"l>* jt\'_
m rr, a i A-
qae me honroa 0 santissi.no padre P:o IX, d
quern a todo 0 transe me querem separar, e nas
apologeticas refereocias, qae nas suas pastoraes
fazia aos meus escriptos 0 preclaro metropolitano
D. Manoel Joaquim da Srlveira.
Pois bem : os dous irmaos lerriveis, qu3 hontem
:'ugiam 0 corpo ao latego das iojurias, por amor
de Caristo, hoje ousam affrontar a minha fidelida-
de catholica I
Nao liavia eu nunca passado pelos olhos umso
na.iiCro desse cartaz incendiario chamado Uniao.
0 que ella escrevia contra mim, sabia-o por iofor
ma;3as de outros. Gonfeaso que me custava crer
que 03 seas redactores, que se assoalhavam inter-
pretes de uma religiao de cariiade e de mansidao
me .iccommettessem com tie desusado furor, pelo
simples facto de haver me inclinado mais a paz
do que a gaerra entre a igreja e 0 estado ; por
havr pn.curado sempre que se harmooisasssm
as divergencias suscitadas por mutao e salular
accordo, sem quebra da digaidade de ambos
e sem nenhura darano dos iuteresses calholieos.
Se me achava em erro, cumpria que os noTOS
procuradores da te, me insiruissem omaoran
dura que requer a doutrina^io evangelica, e nao
cebrirem-ir,e de asqaensos -baldoes, como se 0
espirito das trevas os houvesse instigado a punir-
me assim pelos servico3 auleriores por mim pre*-
tados a igreja I
Agora mesmo, regressando a minha provincia, e
nau pretendendo envolver-rae em cousa alguma,
ale por que o meu ctaJo de saiide nao 6 bora,
fui obiigado a pespoiider a urn cenvite, qua me
Gzera 0 Sr. gdvernadir do bispdo, para compare
cer n'uma reuoiao de saceiJe'.es no semmano de
Olinda.
Na minha resposta, em que allegava os motivos
pelos quaes nao podia absolutd^eate comparecer,
emitti a minha opiniao scbre o objeelo da rcu-
niio.
Qae ha nisto de reprehensivej e censaravel 1
Qaereis faber ? Os irmaos Tarqumio3, que se
arvoraram em mestres da lei ne.-la diocese, e
con^tituiram elles dous um tribunal da fe, onde
sio julgados nao so os aulores como os seus es
criptos, tiveratn artes de vibraroilus inqnisitoriaes
sobre a miutia carta, e eil os a morder a forto 0
contends d-lla, em ar de pedagogos tbaologicos,
invertendo a* minhas iatjacoes, pon-lo em duviia
a genuidade, e opportun dale da citacao que fiz da
dontrina de Santo Agostinho, e S. Thomaz ;i
e para reqnintar a sublimidaJe do rid cclo, ou do
insulto, nao se esquecerara de especifi ;ar a minha
qualidade de autor da hisloria de Jerusalem, como
se essa honrosa autori i, que elles com toJos os
33U3 vomito3 negros nio poderao denegrir.tives-
ie alguma cousa de commum com a questa> do
dia Nao so ve nisso 0 proposito deliberalo em
qae se acham esses falsos inqaisidores de me
provocarem ainda mais do quo 0 teem feito ?
Goasa notavel! 0 finado Dr. Braz Floreutino,
que valia mil vexes mais do que os seus dou3 ir-
maos juatos, poi3 era homern de espirito recto, e
illustrado, nao se dodignou de, no seu excellente
opasculo sot re 0 casamento civil, citar com loa-
vor e distincgao ura traballio meu acerca desse
assumpto ; eutretanu hoje os seus dous mes.nos
irmaos, duas mediocridades notaveis, so abalancam
a morder em torn de escarneo os meus bnmitdes
i.Tibalhos a favor da religiao !
Isto so se responle com 0 sornso do Jes-
prezo I
Ainda nao e tndo, poriim. Ate" 0 brinde, qae
era Goyanna dirigi ao meu amigo 0 Sr. miuiilro dj
imperio, veio a diseussao, e com a deslealdade que
caracterisa 0 tartufo, em vez de reproduzirem 0
briode, tal qual recuQquei, reproJuziram 0 inex-
acto!
E quem me c^usura por ura brinde digno e me-
recido ao Sr. conselheiro loan Alfredo ? 0 Sr. Dr.
Tarquiuio de Amaranto, que ate bom pouco tem-
po, mesmo depoi3 do aviso exp' dido pelo miniate-
rio do imperio, nao periia moueao Je clevar nu-
vens de inceoso ao mesmo Sr. coaselhairo, e bem
assim ao illustre Sr. visc>mda do Rio Branca !
Coutradicijoes e miserias da natareza humana I
Por hoje naJa mais direi em resposta as ultimas
aggressi5e3 das irmios Tarquinios. E como elles
se julgaram autorisaios a destatar malevolaraeule
trtchos ou palavras da minha carta ao Rvm. Sr.
governador do bispado, apresso-mc em submetlel-a
ao juizo do publico. Ha, pore.n, am ponto que
deve explicar. QnanJo fallci do levantameato djs
interdielos, achava-me na persuasao de que 0 mes-
forma solemne com que 0 successor de S. Pejro
costuraa decidir as controver-ias susciladas entre 03
fleis. Proferida essa palavra augustae inUllivel
sobre 0 caso sujeito, nenbum catholica deste lm
parlo, confloem Deus, se ma avantajara na snbnaii-
sa e prompta obediencia a voz do soberano pastor
das almas.
Eis aqui (ormnlada, em termos rapidos, a mi-
nha hnrailde opiniao, qae passarei a^ajeltar;a san-
ta Se.
Deus guarde a V. Exc. Rvma.Recife, 14 de
novembro de 1874.Exra. e Rvm. Sr. governador
do bispado.
(Assignado) Joaquim Pinto de Compos.
Srs. redactores. Por obsequio. qaeirara dar
publi eidade em sea conceiluado Diario, aos dosa-
meLtos seguiotes pelo qae mnito grato ihes serei.
Recife, zO de novembro de t874,
Luiz Keller.
N. 1.
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque, ba-
charel founado em sciencias sociaes e jaridicas,
pela faculdade de direito do Recife, deputado a
assemblea geral legislativa, t' vice presidente
da provincia da Parahyba, etc.
Altes 0, por ser verdade, que ten Jo feito uso
das agulhas electricas, quo rae foram fornecidas
pelo Sr. Luiz Keller, senti me em poucosdias no-
tavelmente melhorado dos meus padecimentos de
asthma, que me atormentava ha alguns annos,
parocendo-me, pelo rtsullado que al6 o presenle
tenho obtido, que ficarei isento de tal incom-
modo.
Recife, 20 de novembro de 1874.
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
N. 2.
0 i>baixo assignado, tendo sido mordido por
uma vibora venenosa e de cor ea*tanha, que
immediatamente Ihe fez inchar a mao_ direila
ate o sangradouro, ficando a pane da nrao mor-
dida roxa ftm circulo; por msinuacao de um
amigo, recorri ao tratamento das agulhas elec-
tricas, e de feito, dirigi-rae ao ?r. Keller, que
me Jez 0 favor de vender um apparelho, et
plicando me a maneira de usal-o, e com gran-
da adm ragio minha, vi o resa tado em me-
no3 de oito dias, desapparecendo-me totalmente
0* 3ignaes de envenenamento que me deixou 0 tal
animal.
Receba, pois, oSr. Keller os meus sinceros
agradecimentos edesejo-lhe que os que recorre-
rein aos seus apparelhos sejam tao felizes, como
eu, gragas a Ileus, fui.
Recife, 19. de novembro de 1874.
Antonio Maria da Costa.
mente, porque (res ou quatra famintos ambicio
sos contain mais facilmenta aleancar os gozos do
poder.
Pobres mocos! De3mioIados vethos crianr.as I
Nem se leiabram ao menos ids fabula do bode e
a rapoasa. Nao.veem que afinal represenUrao
0 pap I de Dode.de cajo dorso servio-se a rapou
ta para safar-se do popo.
Tenha 0 Sr. c mselheiro Sil'eira certeza de que
tera companheiros dedicados.ique sinceramente 0
ajudarae na ebra da regeneracio do parti lo libe-
ral nesta p ovincia, presentemente acephalo, a
diseriQlo de uma meia duzia de motos (e velhas
tambem) sera 0 neoessario criterio, sem 0 menor
tino politico.
rtecife t7 de novembro de 1874.
Um liberal sincero.
Alijtirnruo.
a Sepulcbrum patens est gn-
thur eorum; linguis sui* dolo
a se -gebant venerum, aspidem
a sub labis eorum.
Pl. 13.
II
100 Sr. govern idor do bispad) (lcara revestido de
toda a larisdiee^j orliniria da diocese, excepto as
prerogativas iualienaveis do episcopado. Deade
reserva subre esse ponto, lollitur
prerogativas
que houve
questio.
Recife, 20 de ayvembro do 1874.
Pinto de Campos.
Eis a carla:
iiExm. e Rvm. Sr. Chegando a esta capital, en
I Central um oflicio de V. Exc. Rvma., era qua me
convida para comparecer hoje as 9 boras d 1 ina-
nha no seminario de Olinda, hora exacUraeate em
I que recebi 0 citado offlcio. E porque me 6 physi-
; eamonteunpossivel cumprir, como desejava, 0 pre-
! :eito de V. Ex^. Rvma., e constar-me igualmeata,
! por ser publico e notorio que 0 Um da convocaQio
do clero e para protestar contra um novo avis 1 do
minbterio do imperio, expedido sob consulta do
conselho de estado, relativamente ao leva itaraento
dos inlerdictos langados sobre as irmandades dosta
eidade, apresso me em declarar, com todo orcs-
peito, quo na minoa humilde opiniao e V. Exc.
Rvm. 0 uniuO, a quem compete, para afasiar toda
a apparencia de eonjurac3o contra as leis do paix,
protestar contra esse arbitrio da forca ; protesto a
que moralmente adhirirei, como catholico que tem
por principio inconcus3), que na esphera espiri-
:ual nenhuna ingerencia pode ter outro poder, qua
aao 0 da Igreja, mas qua nao deixa do raconhecer
tambem com 03 dous grandes mestres da dontrina
catholica, Santo Ago3tiuho e S. Thomaz, que doys
:asos, ha em que as leis injustas obrigam no foro
da consciencia, e i quando no enmprimento deltas
pode resultar escandalo eperlurbagao, circunutfln-
;ki em que cada um deve coder de seu direito, se-l
oundo aquellas palavras do Eo.mgelho :
Se alguem quizer constranger-vos a dar mil
1 pmos, dai dous mil: se algaem quizer toraar
( a vossa tonica, entregai-lhe a vossa :apa.
(. Math. v. 40)
Isto posto, ouso accrescentar qae se rae achasse
n posis|o de V. Exc. Rvm., e tendo eraconside-
Ticao o estado deplorabilfcsimo em qae vai esta
v .. ..i le a cnmoleta paralvsaaao das nrliaa-
*
Ainda algiisuas pulavras subra
o nrgii'. do partido libornl it
Provinciu.
Sob a epigraohe suppra, pobIicamo3 alguma* ob-
serv.i^oes sobre a marcha que os redactores ac-
luaes do jornal a Procincia tem dado a esta 01 gau
do parliilo liberal, hoje cenvertido em flagelfo do*
proprios que fornecem us meios pe.:uuiarloi para
a sua sustenlacao.
No correr de nosso escripto appellamo* para o
Exm. conselheiro Joao Silveira deSouza, lioenl de
creuja* sioceras, homem piudeute e proves to nas
lutas dos partidos, como 0 uoioa, hoje, capaz de
reorgauisar o partido liberal nesta provincia, de
pur termos aos desmaudos da sua unprensa, infe
lizmenie a discricio de alguns mocos estauvides
e de uus vethos-meninos, lao trcfegos e nnpru-
deutes como 0* primeiros.
Em suslentacao do juizo que formamo* da co
ragem civica e lirneza de enracter do Sr. conse-
lbeiro Silvena, cilamos 0 acta de justi;a por elle
praiicado, quando aa ultima congregacao dos lea
les da faculdido de direito se propoz uma felicita-
Qio ao conselheiro Joao Alfredo, ministro do impe-
rio, e narraudo 0, demos coma dilas pelo conse-
llieiro Silveira, a* palavra* que serviram para ex-
plicaeao do seu veto, sempro valioso, e preponde-
rante.
0 juizo imparcial do Sr. coaselhelro Silveira so-
bre 0 conselneiro Joao AlfreJo incommodeu os
redactores da Procincia, que assim vjam contra-
riada* as suas apaixonalas apreciacdes >jbre 0
merito de seu geueroso adversaria.
Faltando a esles CalHes mprovuadot ? coragern
para de freulo alaearrm 0 coaseloeiro Silveira, co-
mo tinbamia feito a OUirns libaraes disiinctos, mas
que nao sao do vulto deste, comeg.ram a sorrelfa
e a puridade, a fazer obra com as palavras atlri-
buida3 ao lira ceaselbeiro, e como ruins viloes a
julgarem-no por si.
G-.iegauJo esta vileza aos ouvid )s do conselheiro
Silveira, entenJeu e-te ser conveniente rectilicar'a-
palavras ijue llu drain i.ltribuiJa3, a ao imsmu
tempo lan^ir c^m nobreorgulno um cartel de des-
afio aos que, se d.zeudo seus crreligionario;, tao
su> uno proui-avam manchara sua repula$ao; e
coiividal-os a uma diseussao fiauca e leal, digna
do homem de bem e nao a intnga baixa e vil, so-
inenle propria da gente de nossas cozinhas.
Em nosr-o fraco entender 0 conselheiro Silveira
aao tiulia naaeaMdade de rectiricar 0 que di3semos
sub luioruiaviao de lerceiro (e que em substancia
nao loi alterado pela sua rectiucacao), porque. S.
iiAC. c=ia muila aCima dos juizo* destej vtliJesi-
nh>s microscopicos, que da wom para 0 dia se at-
vorarn em juizes implacaveis das reputagiiai
al'aeias; esta superior as cijti;as de?tes liberaes
de occasiao, impiovisados Sdalgotes sem renda*.
Comlado agradecenos 0 cavalheirisma com que
se diguou tratar nos, prova de sua liaa educaeao,
e dos priucipios de sa juslica que prufesia, p^uco
se ihe dando da c6r pohtica da pessoa a quem
julga.
Aceitamos tun prazer a correc^ao feita peio
conselheiro Siiv^jra, tauto mai* quanto nao disse-
tnos nuuca, qua no vota da congregagao havia
uma sjguilicavae poiitica, e uem pjdiaa.es suppor
0 conselheiro capaz de pegar no luribulo da lison
ja, como iaria qualquer desles Caloes impiovisados
seus eensores, re para tauto se aprtsentasse oc-
casiao.
Nao duv-damns que 0 no?so ^nformante hyper-
bolisasse ura poaco 0 mode com que 0 conselhei-
ro Silveira sa axprimio, mas sem aiterar na essen-
cia 0 seu pensainento.
Gom a coragern que 0 nao abandona nas occa-
sions mais criticas, disse 0 conselbeiro Silveira, que
(nao garaulimos que fossera exactamente e?ta* as
suas palavras), na questao religiosa estava mais
proximo do conselheiro J. Alfredo, de que dos Srs.
Zacarias e Figueiredo, pois nao admittia liberal
ultramontano de Syllabus debaixo do brag", etc.,
etc, etc.
l-Vil ja ex lota abundintia cordis, como quando,
por uuia carta ao Sr. E.-de Mello.se dirigio, ha pou-
co tempo, ao directjrid censurando a marcha qae
leva 0 orgao do partido, reprovando a opposigao
brutal desenvolvida contra a administracio do Sr.
Dr. Lacena, carta, que nao foi publicada a iostan-
cias de dous amigos particulars do conselheiro
Silveira, e em prejuizo da causa liberal.
Saberaos qua de3de a recepcio desta carta re-
solveram os improvi*ados senhores feudaes do
partido liberal, convertido em feitoria de improvi-
Os ullramontaoos, qua se dizem unicos e ver-
dadeii o crentes em Deus, preleodera a toda transe
ter os foro* de innovadores, e ate ousar dar aos
termos de nossa lingua esdruxula inlerpretaca\
mas sempre adaptada ao seu inaleavel modus Vi-
vendi.
Pnciso e repellir taes tartufos, e reagir contra
essa invasao de barbaros, qae tentam avassallar
a huraanidada, e barbarisar a lingua.
E corao nao ser assim, se 0* toleramos nas
no3sai> igrejas prolerir-m as maiores barbaridades,
e inlecencias em sua meia lingua, e por Tim ainda
03 chamamos sautos padre*, e a3 suas areuga*
santas missiies f
E como nao ser assim, se os toleramos nos pul-
pitos e nas oscolas ensiuarera ao povo, a as cri-
ancas, qae 0 regicidia nio a" peccado, e qae J.
Clement, a Ravaiffac foram 1103 santo* ?
E corao nao ser assim, se os consentimos nos
corredore* de nossas igrejas fazcrem feijoadas a
moda Mosca. e onda >aa santas e beauueas rau
Iheres de altos colhurno* deseullir ro arios, e
cautar ladainhas ?
E come nao ser assim, se os consentimos nos
coiilissionarios indagarera com linguagem licen-
ciosa por peccado*. qua nem por sennas vieram
a mente de nossas Blhas, e par gesto* lbe3 paten-
tearein ac.or-*, que jamais viram, ou imagiuaram r
E como nao sar assim, se os consentimos dize-
rem a* oossas raulheres, que de no* se separem, e
que C01U1.O8CO nan couvWam, porqae somos ma;ons,
exeommungados f
Ate quando abusaras de nossa paciencia mirinca
e devasladora alluviao de gafanliotos t
Dizem geralm.nte os ties santos var5cs : F
abjurou a mar maria.
J5*iiqe as ruas, laverna*. fracas pubiicas a
lupanares "corn voz era ihbIiI1.ii, ora enganadora
e titubiante a gloriBcarem-se com fades, qua in-
dicam'fraquezas de uu>, e a muiia infamia deTI.'S,
que vil, e cohardetnente se envolvem na sacro
santa tunica de Ghrisio para cammetter em seu
santo nome irapacis, falsidaiss, e vilezas I
Mas 0 quo c abjurar a ma^onaria ?
E' ella religiao, oa seita para ao separartm-no?
delta praticarmos a abjuracao 1
Abjurar 6 retratar-se alguem com juramenfo
de uma douirina, o,ue se tem por erronea.
Qaal a douirina, quaes os novo* rudimenlos da
fe chritA professados pelos masons ?
0 maoon, que se desl ga da ma^ouaria, abjura r
Nao. "
0 individoo, que eBtra para a maconana nao
encoutra ahi um n,vo Deus, e nem ao desligar-se
arrenega D.u*, religiao, ou seita alguma, apenas
nao faz mais parte daquclla sociedade.
0 de-ligamento da maconaria podera se chamar
perpino, mis nunca abjuracao.. -
Perguntainos : o empregado publico qua presta
jurament) para eutrar no exercicio do seu cargo,
,10 pe'dir sua exoneracao, abjura ?
Nao se desliga de um emprego, onde prestou
juraineut 1 para exerce-lo?
Qua ligaeao coin 0 governo, esse jnran eato
prestado, quando s; rompem podera deuoonna-
rem se abiuraeao i
Nao, rail ve.es nao.
0 solJado, ,ua jur.u ban Mr a, 0 curaior do
menor, ou do oistravel, que jure a bem defeode lo,
quando sc exofleraw. aquello de defender a pa-
tria, esta de curar'Wnieoor, abjuram ?
Nao, mil vezes nao. .
0 magon, que jura pertencer a uma loja ina^o
uica, quando por circamstaucias ve-se ferQado a
retirar-se da magenaria nao abjura, e nem Uo
pouc- perjnra.
4Nao abjura porque nao 6 ella religiao, <.u sena ;
e nem perjura porque elle nao revela 0 segredo
(e jurou para nao deseobrir segredo9, e se segre-
tlos existera na maconaria), mas declara qae nao
qaer mais fazer parte d'uma sociedade.
Isto 6 abju ar ?
Isto e perjurar ?
Perjurio commetteu D. Vital, que escandalosa,
e de.'faQadamente veio a pablico declarar qae
ao jurar oriedieocia a eon>lituiQao fez restricQoas
menlaas I
Ungv.is suit dolose tgebant.
D. vital uaoabjur.u, perjurou ; uao perjurou
mentio I x .
Sem coaecao livre, espontaaeanrmta iurou per-
juiande .
Jurou perjuraodo com rara a am bem terreno, a
um bem temporario, a uma vaidade I
D. Vital jurou perjurando com vista a mitra de
Pe.nambuco. _
Livre, espontaneameute c m tengJo firme de
illudir, visanJo 0 seu bem estar MENTIO a Deus
e aos homens. ,.._,
Qaem mais censuravel, ran* peccador r Os ul-
trammtano', que livre, espontaneameote, sem
coaccio juram perjurando, ou os macons no mo
memo de expirar, atormenlados pelas dores e af-
flici-oes, cercados das familias, que choram, e do*
pad'r s qua ihes promettem a presenca di Deus,
0 reino da g'.oria por ama simples desligacao ?
0 macoa nao quebra 0 seu juram-nto, nao des-
cobre 0 qae se tem passado nas sessoes do sea
Augusio Tenplo, mas declara nao querer mai3
perie acer a maconaria.
Isto e pejurar ?
Isto nao e perjurar, e nera abjarar 6 desli-
gar-se. .
E nos, macons, com 0 que n>s vanglenaraos,
nao perieguiraos os quede n6s se deshgara.e nem
tao pouco origamos alguem a que se nos ligue.
A caridath qua pralicam s, e as idea* que prs-
gamos ou sao volunUnameute aceitas ou entao
nao nos servem proselytos, que sejam arrebanhados
polo terror, pelo engano, pela trapaca, ou poi
meios lndinaos do borafin.
JNao ergperaos fogueiras onde em um dia se
queimem 300 ou 400 creaturas' em autos da fe
para impor as nossas ideal humaoitanas, qae sao
Ha laotos seculos, que vos arvorastes em direc-
fores da hamanidade a todavia mostrais sempre,
que 9 is crassos ignoraotes, on antes cami.ahais
sempro per lortuosidade, tendo por capa a meuti-
ra, e 0 embuste, que por Qm desfazeis com os- pe*
oque nodes feita com as maos.
Caminhais por vias tortas a portanto nao podais,
e nanca podereis chegar ao jasto e aa honesto.
Todos os caminhos levam a Roma, ma* 0 vosso
vo3 levara a Gaeta, ou a fonaleza de Santa Cruz,
se ainda nao vos levar a paitigens mats longi-
quas.
CreJa me, santos varoes, camwbais inuitoraal e
nunca poderei* cbegara bons fins.
Quereis dar tado a Deu*, (so 0 papa e Deus), e
nada a Cesar, mas sabei, que 0 propno Meus vos
ordenoa, que desseis a Deus 0 que e de Deus, e a
Cesar oque ede Cesar... mas para on le ia-
mos I...
No leito de dores impondes aos fraco* macons a
abjuracao, islo 6, a deHgacao', mas da qua ma-
neira ?
Sujeitando vos as mais ridiculas condicoas.
Desceistao baixo, amoldai-vos a tado, com tau-
to que pos*ais apanhar uma ABJURACAOjpor es-
cripto I
Eavergonhia-vos, san'os varoes.
Se 0 Christo vos vi-se nssses moment is, se coi-
templasse as vossas infamias, arrepender-se-hia de
ler vindo ao raundo libertar a humanidade I
A abjuracao por escripta vos serve de toda a
maneira: assignada pelo raagon, por algura paren -
te ou amigo, feita antes de morrer, e boras mes-
mo depots de fallecer.
Custa a crer qae os que se dizem discipulos de
Christo descam a praticar taes aclos que era vaz
da elevar a saula religiao do martyr do Calva
rio a vao lancando no ridicule 1
As abjura.oes forcadas arrancadas d'um raori-
bundo, qua valor podem ter ?
Falta de sacramentos, falta deceremonias fune-
lire.-, falta de euterrameuto em lugar sagrado, a
desolacio da farailia e por 0 infallivel cortejo de
diabos, diabinhos efogo infernal, tud) vein a fren1
te, para, arrancaruma desligacao, qae mais tarde
se dan Jinina abjuracao, que 0 ignorante, a orgu
Ihoso padre vai mai* tarde aprasentar como tro-
ph6o de uma victoria alcanc>da sobre ura cada
ver.
Mas ai desses padre* se mais tarde a victiraa li-
vre do moleslia, livre da coaccio, poder fallar I
Eataa veremos 0 qua se deu com Antonio de
Freitas e Silva rm Fribargo, provincia do Rio de
Janeiro.
A expirar no leito de dores fonjado por amoacas
brulaes, e rauodanas de um padre, 0 coacto pelos
rogos da familia desligou-se da maconaria, porem,
mais tarde no pleno gozo de suas faculdades, livre
e esponlanearaente.fez a seguinte declaracao.
Publica forma.
Eu abaixo assignado, Antonio de Freitas e Sil
va, de-laro que 3e aojurei a maconaria nao foi por
que ella seja contraria a religi*oi le Christo, mas sira
porque acnando-me, doente.e desejaudo me confes-
sar, mandei chamar 0 vigario desta fr*guezia, que
declarou-me, nao me confessaria sem que eu ju
rasse em corao nSo pertenceria mais a maconaria,
pelo que assim procedi, sendo certo que SO' OBRI
GA80 como fui pelo dito vigario assim pracederia.
E por constar e er verdade, mindei passar a pre-
*ente declaracio, que assigno com as testemunbas
abaixo. -
Nova Friburgo.'SS dejunho de 1874.
Antonio de Freitas e Silva.Joaquim Mariz de
Mello Cosla.-Antonio Ferreira Gomes.-Jose da
Sil-a Neve?.Francisco xvier Saraiva e Jose
Joaquim de Oliveira Marragao.
Reconheco vt-rdadeiras a* lirmas 9upra. Nova
Friburgo, 23 de junho de 1874. Era testemnnho
de verdade (0 signal publico).JWo Jose ia
milk.
0 que dizei3 santos variies a esta abjurar;io for
tada .'
Que valor tem ella ?
Perante. Deus qual 0 merecimento da- tal pa
dre?
Recife, 15 de novembro de 1874.
Lafayette.
No patacho araoricano Ernest, para Par-
tiaod. carregou: H. Forster & C. 1,279 aaeeoa eorj
9o,925 kilos de assucar mascavado.
No patacbo hespanhol Felisa, para 0 Rio d 1
Praia, carregou : P. Garneiro, Maia & C. 10 case s
com 28,160 litros de aguardente.
No- lagar fraoc^z Rio Grande, para 0 Havft-,
canegou : J. da Silva Guinaraes 3 volames eou
:t50 ki'os de folhas medicinaes.
Para ot poriot Ao :nti.r
Para 0 Rio d* Janeiro, no hiite naciooal .1-
cat, carregou : M. L. i*aes Barrelo SOU ?a:c< s
com 37,500 kilos de assuear bratco.
Para 0 Rio- Grande do Sui. no lugar porti -
guez Laia, carregou : M. L. Paes Barrete SIO
saccos com 41,250 k los de assuear braoco e t:0
volumes com 24,24-3 ditos de dito mascavado.
Para 0 Rio Grande do Sui, na barca nacion il
ilimi-sa. carregou : i. F. Baitar 200 volames cc a
15,000 kilos de assuear branco.
Para 0 Para no vapor naciooal Conor d k 1,
carregou : Araorim Irmaos & C. 200 barrica* c a
15,670 kilos de atsacar branco; P. Viaaaa & :.
cO dilas eom 3,769 dito*. da dito; J. C. Goncalv* s
400 ditas com 31,134 ditos da dito ; J. J. Goncalvi s
Beltrao & Filbo 100 ditas com 7,119 dilas da dito :
para 0 Maranhao, Vaieote & Iriiiao 15 dilas co n
897 ditos de dito refinado.
Para 0 Ceara, no vapor naciooal Ifojme ^
carregou: M. A. Senna 20 barricas com 1.27 4
kilos de a-sucar reGnade ; Reg), Uarros & G 6
ditas com 2S9 ditos de dito : para Macao, F J.
Vaz de Oliveira Junior 2 ditas com 215 ditos ce
dito : para Aearacu, M. J. Pessoa 3 ditas com 325
dilo3 de d;to branco ; Moraes & irwa > 10 barris
com 960 litros de aguardente.
Para Macao, na barcaria Veronica, carregou :
A. M. da Silva I barrica com 75 kilos de assac V
branco.
Para a Vilia da Peaha, na balcaca Uniao do
Sorte, carregou : A. I 1. >pc* Teix-ira 1 barrira
com 60 klos de assorar re'inado, e 1 volume ccm
20 dito* de d>ce.
Para Maman.' 1 |. oa bareara EspUn e,
carregou: J. J. Rjdrigu.s V.indes 1 volume cim
40 kilos de doce.
UPATAitM
Aandimento d<- .
Ila do di> 20
voli;k>--
io dia 2 a 19.
No 6la 20.
>nmeira |*ia
lgond& porta
Nrceira porta
ri vpict-e Ccxwaicao .
9:83iJJ7*
. 609^1^1
hIKi
10 443*7"1
24,<83
7C
2,.ii
25.-W1
SERVICO HAP. m no
v.araogas deacarrepdas no ir?p'cba d
altaadeca.
10 dia 2 a 19 .....
io dia 20. -
f" 'rapicbe Onc*'v c .
IKCBBBiKJfUA US RfiNDAS -NTt KNAi RABS DK PRi'.NAi I." <
taattaeaiQ a SatS 3U:J75|!S
tm do du 10 **J
3H:958.rv
linhas
soube
p. S. Depois de escripta* estas
uac 03 sanlOJ pttiroo tttJo Krtrtt#-
Unuda era num.ro de NOVENTA (tirando-se cs
nove fora fica ZERO), e por um voto de adhesao a
I). Vital (?)deliberara nao obedecerem a qualquer
oidem do governo I
Na Aliemanba em um dia QUIME.S10S pa-
dres foram pastas debaixo da cobertaenxuta e
po'tanto nao sera de admirar que em Pernambuco
em um so vapor sigara 90 padres para Fernando
de Noronha. 0 presidio tem 1,400 sentenciados.
A cada padre tocam to 3entenciado3, ou a c.da 15
padres toca um sentenciado. E nao seria in -Ihor
qu a cada sjntenciado to:asse 15 padres para en-
stnaraler, esrever, douirina, etc.? Teriamo*
em Fernando lugares para VINTE E UM MIL PA-
DRES. _____
!i. 385.Tratanienlo radoziul tlu
cahellu !-E* bem claro, que so os poros do
cran^o acham so obstruidos com oleos, e assim
per esta fnrma a ventila^ao natural impedida, as
s.ecrecoc3 qua produzem a cor, e nutrem 0 C3bel-
lo, lornam-se viciadas por estas materia* inertes
fazendo com que 0 cresciaient 1 do cabello seja
taroio e vagaroso, e sua qualidade dctenorada.
Desfacam-se, pois, d"fe semeihautes composijoas,
ruins c embarac.osa31 Conserve-se a cuticula da
cabeca limpa e livre de toda a caspa e esfola-
'e tenha-se a* raizes do cabello em propno
ia-.!
GOH8U1.A1K'
ooto in d:a 2 a .:>
NCI A.
RE'.IFE DRAINAGE
Pieudiraento do dia 2 a 19
idem do dia 20......
67:77449
4.017. m
71:*'5JI12
34:522*2z-(
ihim
:t4:873ii'"<
AOEHC1A3 moviMIAOP
Liqaidos esuiiHaasoe.
^endiraento de 2 a 18 3.2>2j."i<<>
'dam do dia 19 2401065
...
Baealbaa etc.
Aendimento de 2 a 18 3:2764886
"dam do dia 19 7:9*l"2
1:005, I
C.IJCS,
0 uso e applicaeao
vigorante vegetal 0
estado de limpeza, mediante
deste excelleulo e admiravel
Tunico Oriental.
0 seu principal objecto e lira e de conservar os
poros abertos, e 0 cabello luzidio, resplandecente.
basto e brilhante.
ilrruia.
Na correspondencia bontem j.ublicada, do Sr.
A F R Sette, leia se- habituade aescrevernos
e em vez de nosso filho, leia-se -nosso sobrinno
Generos
^en^imento de 2 a 18
Idem do d:a 19
de estiva.
3-7f."
lOi
Aendimeato <1e 2 a IS
derado dia 19
Farinba de trigo, ate.
3-.72SJ071
8li*60O
W:i <
4:537 v "-'
\eodimento de 2
Uem do dia 19
Fumo. etc .
a 18 l.'Jiii,'..'
98.-SO
letidini.nl
dem do '
ide2
19
Vinagr
a 18
-------------2:0.:;
9. rtc.
1.030**44
111
.._ 10: -
l:95i5".i

Tbewuro provincial Je Pemambuo.' ->
ie novembro 0 escrivao,
.1 ''. M. da Silva SaalO'
J
-
m


n*
JUNTA DOS CORKETORES
Psru^t* do Kecife, 90 de noveau-
brw de 1S94.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotac5es officiaes
Mgedao da Parahjba i' sorte 7i2C0 por 15
kilos posto a bordo a frete de 3|4 e
5-O|0.
Assucar bruto eswlhido U800 por 15 kilos.
Carabio sobre Londres a 90 d[V. 26 7|I6 e 26
1|2 d. por U, hontem.
Cambio-sobre Paris a 90 djv. 363 rs. 0 franco, do
banco.
Cambio sobre 0 R!o do Janeiro a 8 dtv ao par.
6. de Vasconcenos
Presidoute.
A P. de Lemos,
Sacretano.
Oompanhia
do
Iadeiuaisailor 1
Porto.
CAPITAL 2,000: OOOiJOOO.
rhemaz de Aquino Fonceca k C, Wmtcessot
agentes.
E?ti companhia toma seguro* maritiraos
restres, dando nestes 0 ;eptim"> anno gratis
guradns.
tf-ua do Vigario u. 19.
<
a 1
Cl
ALFAN'DKO.^
Aendimamo do dia 2 a i9. .
Idm do dia 20.
337:975*147
34 080*848
-;.72:055;995
MPAHH1A ALUIHCA
ieguroB mftritimos e terr*
tres estabelecida na Bahi
em 15 de Janeiro em 18 7!
CAPITA!. 4,000:0005000.
''oraa seguro de mercadorias e ,.co maritimo eru navio de v la e "*
>ara dentro e f6ra do imperio, assim
ioiitra fngo sobre prcdios, generos o fa-
oudas.
A gente : Joaquim Jose Gon^alvM B tri
c.a do !k'miiiercio n. 5, i andar.
sados fidalgos, desgostar o conselheiro Silveira a .as raesmas do Christo,' ma* que e_nsiaamos e exer
ponto de ser elle for^ado a retirar se do directorio lejtaraos iem o emprego da pressao, 40 terio, ao
para nao ser solidario com sens despropositos : e logo, do veneno a da agua Tufana.
como se nao frwse islo b'aitanle eraprehenderam a
louca tarefa de difamal-o, fazendo correr 0 boata
entre a grei liberal, de qua tao nobre caracler ha-
via apo:>uiado da rriigiio liberal.
Esta guerra surda e de emboseada, feita por
certo judas auxilialo par Jim embugado, tarn re-
crudescida desde a dia em que a conselheiro Sil-
veira, por dever da amisade, visitou 0 conselheiro
Joao Alfredo.
I Aa ch^irar es'.'x noHoia ao directorio. houve deixal '"ie n* maens
A desligacio do macoa se acaso fosse perjurio
nio seria mais aeicu'p vai do que 0 macou.pratica
tal acto com as vistas Alas em Deus, com viata em
gozos f.Jra deste mundo? _.,.'
0* ullraraontanos tendo a frenta D. Vital juram
perjuranda. com vistas interesseiras e mercena
rias. .
Serio tae3 perlurios agradaveii a Deus r
Se eouvem mais obedecer a Deus, qae a Cesar
Uo*carregam hojo 21 de'novembro de 1874.
Brigue perluguez Rio Vouga lagedo para 0
irapiche Conceicao, para despachar.
Lugre inglez Alice bacalhao ja despachado
para 0 irapiche Conceicao.
Escuaaalleuw-tfaaweJ-farinha de Irigo jades-
pachada para 0 5* ponto.
ImportacSo.
Hiate nacional tnae-i Arthur, antrado do Assii
em 20 do corrente e censignado a Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, manifesloa:
Sal 800 alqueires aos cousignatarios.
023PACHOS DE EXPORTAtAO NO* DIA 19 !Hi
OUTUBRO DB 1874.
P*ra os 9rtot da exiqrior.
So vapor inglez Warrior, para Liverpool,
carregou : E. J. da Motta 100 saccas com 9,360
kilos de algodao; Braga Son 4 C. 200 ditas com
14,942 ditos de dito ; 5. Brothers & C. 16,244 ditos
de dito.
No brigue inglez Willie, para 0 anal, car
[regou : Simpson Si C. 2,000 saccos com 150,000
kilos de assucar mascavado.
37
encu Ci.;:Li:ernal de IUi;
Tasso.

Jorge
-Rua do
Amorim37
Saca qualquer quantia a prazo cu a vi- \ ?'
bre este Banco ou uas respecuvasagenc a* n
teguinte* cidades e villas de Portugal, ilhas alja-
centes e Iiespanha, a saber :
a*ortnsal
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Agueda.
Arco de Raulhe era ca-
becciras da Basto?.
Barca.
Bareellc--.
Beja.
Braganca.
Chavus.
Cuiiubra. f
Coura.
Covilha.
Castello Branco.
Caminha.
Blvas
"stremos.
Bvora.
Guarda.
Gaimaraes.
Gonveia.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
No navio portuguez S. Lourenco, para a Ana Espojwnde.
atiiur-
m, aexai os one di S. Mijnol. carrenou : A. de Souza R"3o 1 tar-1"amalicao. .
Mir-aMla.
MoncSo.
Mealbada.
Monte mor o
Oliveira de A
Ovar.
Penafiel.
Pinhei.
Ponte de Lima.
Portimao.
Porto.
Povoa do Variim.
Port'Asefa.
Povoa de Lauho-o
I


Ill
Diario Rgueira.
Fife.
Tbomar.
Tavira.
Torres Novas.
Valenca.
Vianna.
Villa do Conde.
Villa Nova da Gerveira.
Ohm
Santo Thyrso.
Villa Real.
Vinbaes.
Vixea.
Villa da Feira.
Villa Ponca de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio.
Moimenta da Beira.
Funchal.
Unas.
Madrid.
Barcellona.
Vigo.
Puenteaveas
Heapanha.
Fayal.
Cadis.
Orense.
Corona.
Badajoz.
SE6UR0S
IMAR1T1H0S
E
CONTRA.0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
esta pracn, toma seguros maritimos sobrt
aayios e seus carregamentos e contra fogc
m edificios, mercadorias e mobilias: w
ma do Vigario n. 4, paviraento terreo.
SEGUROS
SI ritimo e conlra-fogo
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 84.
Seguro conlra-fogo
CHB LIVERPOOL d LONDON dt GLOI
INSURANCE COMPANY
A gen tew
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
OG POBTfl
Navio sahido no dia if).
Aracaty Hiate naeional Bens te Guie, capitao
Manoel Franciso Salles ; carga diffetentes ge-
neros.
Navios enlrados no dia 20,
CabodaBoa Espern;a 32 dias, brigue inglez
Adela, de 237 tonelad s, capitao J. Evans, equi-
Eagera 9, era lastro; a ordem.
o da Boa Esperanca2) dias, escuna ingleza
Mary Annintj, le 168 touelladas, capitao R. NVil
liam, equipagem 8, em lastro ; a ordem.
Assu7 dias. pallnbote national Joven Arthur,
de 99 loneladas, capitao Joaquim Mariano de
Souza, equipagem 7, carga sal, a A. L. de Oliver
ra Azevedo.
LisboaSO dias lugre portuguez Cidral, de 220
toneladas, capitao Joaquim Adrian da Silva,
equipagem 13, carga vmbo e oulros generos ; a
Silva Guimaraes & C.
JSavio sahido no misino dia.
Portos do norte Vapor brasileiro Conde d"Eu,
coramandante Andre Antonio da Fonceca ; car
ga assucar e oaTos generos.
DiTA$,
Fernambuco, declara aos contribnintes dos diver-
sos impostos do exercicio de 1872 a 1873, a cargo
da collectoria de Naz-reth, que Ihes lica marcado
o prazo improrug-.vel de 30 dias, a contar da pu-
blicacao d'este, de conformidade com a lei n. 891
art. S3, para solicnarem da secgao do contencioso
asguias respectivas, aHm de recolherem seus de-
bitos, certoa de que, uao o fazendo dentro d'este
prazo, se procedera a cobranca judicialmente, fa-
zendo publicar para isto a relacao dos d^vedores
abaixo jtraoseriptos.
Seccao do contencioso do the-ouro provincial de
Pernambuci), 16 de novembro de 1874.
. Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
Jlelaeao da dhida do exercicio de 1872 a 1873
provtnieu'.e dos impostos da decima, 4 e 8 por
cento, aguard ca'-es, a cargo da collectoria de Nazareth :
m> oh .,- I,lla d0 Bom Jesus.
JN. 3o. Virgmio Bezerra Carneiro da
Cunha
N. 42. Francisco Bazilio Carneiro da
Cunha Miranda
Bua da Concordia.
a. 17. Joaquim de tal
., ,. Rua da Soledade.
> 11. D. Manoella de tal
Rua do Rosario.
H. 31. Idem idem
da
Rua da Soledade.
A. 19. Migoel Firmino dos Anjos
N. 19. A. Antouia Maria da Silva
N. 25. Silvana da Silva Vasconcelh*
N. 27. Bellarmino Jose Gomes
N. 50. Idem idem
Rua de Pedro II.
>. 1. Jose de Mello Vasconcellos
N. 10. Candido Francisco de Melio
Rua de Riachuelo.
N. 17. Candido Celeslino Vello-^o
Silveira
._ Rna de Tamandari.
N. lo. Joaquim Pedro
,, Rua do Rosario.
IS. Idem idem
Rua de Paysandii.
N. 8. Ignacio Vieira de Mello
Ha. 25 e 27. Dr. Jose Maria Cardoso
Rua Nova.
N. lo. Antonio de Lemos Souza Junior
Rua doRo9ario.
N. 29. Marceiiao de tal
N. 28. Vicencia Thomazia de Moraes
N. 32. Manoel-de tal
N. 51. Antonio Tiburtino
Fundao de Tracunhaem.
N. 7 A. Pedro Pajeii
_ Largo da matriz de Tracunhaera.
N. 3. Luiza Maria da Conceicao
N. 8. Lutier Antonio dos Santos
.. ,_ V'ira?ao da matriz de Tracunhaem.
XV. 13 Rosa Maria Bezerra do Sacra-
mento
N. 15. V'enancb da Floresta
W. 17. Anna Cavalcante
Rua das Flores.
VT ? 3 nerdeiros de Jose Bertinsian;
N. 19. Rita do Tatupeba
x, Rua d0 Sal-
N. 7. Joao Gongilves
N. 2 Alexandrina do Tirapua
, Rua do Rosario de Allianca.
H. 8. Joajnim Ignacio Grude
N. 16. Jose Joaquim de Cangahu
N. 27. Anna Verdete
JV. 30. Maria Alagoa Secca
IN. 33. Joao Ipacio Ribeiro Grande
., Fnndo da Matriz.
In. I. Herculano Ferreira da Silva
r ,. n .. Rna do Commercio.
N. 14. Fehciano Bernardo de Almeida
Rna do Tambor.
N. 1. Miguel Joaquim
-N. 8. Joao Ignacio da Silva
Rna Direita da Victoria.
Ns. 29, 36 e 37. Maooel Joaquim
Monteiro
Rua da Viracio da Victoria.
N% 1 e 2. Idem idem
.r. .- Rna Direita da Victoria.
- N. 40. Joao Barboza de Mello
N. 47. Anna Maria da Conceicao
N. 50. Os berdeiros de Joaquim Goons
de Souza
Rua da Viracao da Victoria
IV. 10. Caetano Jbfe dg Sac!a Aaarf
rV. 19. Emilianod? '..\
Kravwsa da Victoria.
>. I- Jos iiiim de Ssn:a Anna.
Areia da Victoria.
It i. U?.r:e! Vioo.iasr da?:!va
8/486
l2,S12o
21424
3^636
3*030
3*634
3*630
2*424
4*344
3*030
7*274
19*399
t.*062
3*636
3*030
18*187
16*973
I4.-549
3*03C
3*636
3*636
2*424
6*062
4*848
3:636
2*424
1*818
2*424
3*636
1T615
2:424
33636
6S062
35636
2*424
2/424
2*424
3SC26
35636
2*424
2*J2i
136767
6*566
4*848
3*636
4*84
2*42i
3*036
Acude da Alagda 4a Carro.
N, 4. Jos^ Telles Gomes
N. 8. Francelma de tal
Ns. 8 e 9. Uanoel Mariaaao Canto
N. 10. Joaquim Tavares
DireiU da Alagoa do Carro.
N. 2. Idem idem
Acude da Alagoa da Victoria.
N. 13. Aureliano Tavares
Difeita da Alagoa do Carro.
Ns. 3 e 5. Alexandre Jose Cor re i a
. Baixa da Alagda Secca.
Ns. e 8. Joaquim Marque9 Ribeiro
Becco de Santa Anna.
N. I. Idem idem
Baixa da Alagda do Cairo.
N. 29. Anna Rosa do Castro
N. 35. Jose Flor
N. 43. Jose1 Rodrigues
Commercio da Alagoa do Carro.
N. 1. Joao Casimiro
V. 3 Joaquim O'rimando
N. 17. Uanoel Bezerra Castilho
Becco de Santa Anna.
N. 4. Manoel Catraio
Boa Vista de Santa Anna.
N. 3. Jose Theotonio
Sol de Santa Anna.
Ns. 2 e 3 Paulina Maria da C oeeicao
N. 11. Manoel Srverino
Nova de-Santa Anna.
N. 2. Antonio Martins
Pateo da Matriz.
N. 9. Joao Pinto de Souza Neves
Bom Jesus.
N. 48. Jose" Antonio liuarque
Pedro II.
N. 6. Jue Carneiro da Silva
N. 20. Jose Augusto de Oiiveira
N. 32. Francisco BasiUo Carneiro da
Cnnha Miranda
N. 29. Pedro de Oiiveira Mello
Rosario.
N. 34. Maria Antonia Pedroza
Sol de Tracunhaem.
N. 2 Ignez Gaedes de Moura
Baixa da Alagda Secca.
N. 8. Joaquim Marques Ribeiro
Commercio da Alagoa Secca
N. 4. n iin!inn Jose de Mello
Direita da Viet ria.
N. 29. Jose Vaz Monteiro
N. 37. Manoel Joaquim Monteiro
Viracao da Victoria.
N. 6. Jose Ferreira da Costa
N. 18. Joao Barboza Alves de Oiiveira
Acude da Alagda do Carro.
N. 3. Manoel Francisco Xavier
N. 9. Manoel Marianoo do Canto
Direita da Alagoa do Carro.
X. 8. Uanoel Barboza Camello
N. 10. Francisco de Pontes Tavares
Angelica.
N. 3. Antonio Jose Pegado
N. 4. Bellarmino Marques de Oiiveira
N. 6. Joao Francisco Pegado
Xa do Tipi.
N. 2. Simao Dias de Oiiveira
Terra Preta.
N. 1. Ladislao Sebastiio dos Anjos
N. 2. Luiz de Franca Paz Barretto "
Ardia de Cima.
N. 1. Severino de Deus Quaresma
Progresso.
N. 1. Joaquim Qaaresiaa Junior
Marolos.
N. 1. Cesario Julio Cesar Tavares
Pao Amarello.
N. 1. Antonio Joaquim dos Santos
Guia do Cedro.
N. I Firmino Marinheiro
N. 2. Laurentino Gomes
N. 3. Joao Pedro Italiano
Cacboeira.
N. 1. Joao Gualberto de Souza
N. 2. Damiao Machado
Pao d'Alves.
N. 1. Faustino Ferreira dos Santos
N. 2. Seraphim de Farias Cavalcante
Teitandaba.
N. 1. Amaro Gomes d Oiiveira Canto
Ri beira.
N. 1. Benigno Tafares Pessoa de Vas-
concellos
N. 2. Joaquim Marques Bezerra
A cud in ho.
N. l. Igudciu Ojui^alves Ua ailva.
Tenda.
N. 2. lose Francisco Barboza
Agui Branca.
N. 2. Jose Ignacio de Vasconcellos
Paroia.
N*. 3. Cosme Dias
Pagy.
N. 1. Paalo Bezerra dos adjos
Pedro II.
a. 17. Orlando Miquilino da Almeida
Paysandii.
N. 11. Ignacio Vieira de Mello
X. 23. Dr. Jose Maria Cardozo
Pedro II,
X. -22. Pcaneisco Basilio Carneiro da
Cunha Miranda
Pateo da Matriz.
N. 9. JoSo Pinto de Souza Neves
Bom Jesus.
X. 48. Jose.Antonio Bturque
Soledade.
N. 21. Joaquim Soares Came Viva
Sol de Tracunhaem.
N. 2. Ignez Guedes de Moura
Baixa da Alagda Secca.
N. 8. Joaquim Marques Ribeira
Commercio da Alagda Secca.
N. 4. Quintino Jose de Mello
Rosario de Allianja.
-V 3-4. Alexandrina Maria da Conceicao
u i Direita di Victoria.
-\. 19. Francisco Dias de Arauio
N. 29. Jose Vaz Monteiro
Direita da Vicencia n. 37. Manoel Joa-
quim .Monteiro
Viracao da Vicencia n. i8. Joao Barbo-
3a Alves de Mello
Acnde de A. do Carro n. 3. Manoel
Francisco Xavier
Dito n. 9. Manoel Mariano do Canto
Direita de A. do Carro n. 8. Manoel
Barbosa Camello
Dita n. 10. Francisco de Poates Tavares
Augelica n. 3. Antonio Jose Pegado
Lado do Pajeu n. 1. Manoel Felix Pe-
reira Firme
Matariseiro n. I. Manoel Antonio de
Castilho
Dito n. 2. Jose Antonio Teixeira
Terra Preta n. 1. Ladislao Sebastiao
dos Anjos.
Dita n. 2. Luiz de Franca Paz Barreto
Areia de Cima n. 1. Joao Felespepe da
QSouza
Terra Preta n. 2. Severino de Deu
Quaresma
Progresso n. 1. Joaquim Quaresma Ju-
nior
Marotos n. 1. Cesario Julio Cesar
vares
Carnaiiba n. Antonio Carvalho da Siva
Pao Amarello n. I. Antonio Joaquim
dos Santos
Jaguameirim n. 1. Fidelis Gomes d-
Velleso
Dito n. 2. Andre Pereira da Silva
Guia do Cedro n. 1. Firmino Mari-
nbeiro.
Cedro n. 2. Laurentino de tal
Dito n. 3. Joao Pedro Italiano
Barauna a. 1. Manoel da Silva Gnima-
raes
Cacboeira n. 1. Joio Gualberto de Sou-
za
Dita n. 2. Damiao Macbado
Dita n. 3. Joio Baptlsta Frade
Campestre n. 1. Manoel Joaquim de
Sant'Anna ,
Pao d'AIvei n. I. Faustino Ferreira d-.s
Santos
Dito n. 2. Serafim de Farias C.
Forte n. 1. Emiliano Rangel de Andra-
de
Teitanduba n. I. Amaro Gomes de Oii-
veira Coutinho
Ribeira n. I. Benigno Tavares Pessoa
de Vasconcello9
Dita n. 2. Joaquim Marques Bezerra
Acudinno n. 1. Ignacio Goncalves da
oilva
Juca de Floresta n. 1. Manoel Francis-
co Ferreira
Campo Grande n. f. Jose Ferreira Coe-
Ibo
Camoodongo d. 1 Antonio Barachi
Limeira n. 1. Felix Soares
L'meiririba n. 1. Herculano de tal
Alagoinha do Ramos u. 1. Maaoel B.>r-
;[i
ceioo 3,535
12* 125 Tenda n. 1. leaquim Barbosa Coelho 3,533
3*636 JParoes n. 1. Jose Antonio 4e Moura
8*6981 RolBi 3,535
3*636 j Ribeiro de Pedras n. 1. Manoel Nunea
I Xavier 3535
6*062 Dito n. 2. Verissirao Nunes 3,535
Ribeiro das Varas n. 1. Bellarmino Coe-
4*848 Ibo 3,533
Pagy n. I. Paulo Bezerra dos Anjos 13,135
8*486 Baixa de Alagda Secca 0. 8. Joaquim
Marques Ribeiro 11,227
10*304 Dita n. 51. Manoel Eliziario de Andra-
de 11.257
1*212 Acude da Alagda do Carro n. 2. Ma-
noel da Rocha Lemos 11,227
2*424 Dire la do Carro n. 2. Manoel Paz Bar-
2*424 reto 11,127
2*424 Dita n. 12. Jo>e Vicente de Araujo Pon-
tes 11 227
35636 DireiU da Vicencia n. 29. Jose Vaz
3*0311 Monteiro 11,227
2*424 Alagda do Carro n. i. JoS Libalde de
Marta 22,454
9 : Seccao do conteacioso do thesouro provincial de
Pernambuco, Id de novembro de 1874.
3*636 0 1 i.nkial.
Horacio Vulfrido Peregrino da Siloa.
3*636
2*424
2*424
5*388
2*694
5*388
4*309
8*981
4*309
1*615
1*615
3*232
into
1*615
2*694
2*153
2*153
yem para praticar ae immoralidades e desordenM
declare, para sciencia de qnem quer qne 9eja, que
jaraais consentirA esta subdelegacia em taes ftuje-
coes.0 subdelegado,
Dflcio de Aquino Fonceca.
2 $153
2S694
23694
1S796
IS 796
1S796
1S347
1*347
1*347
1*347
1*347
2:694
1*347
lr615
1:613
1?6I5
2? 245
28245
2?24o
2=245
2i?233
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, juiz de dtreito especial do commer-
cio, nesta cidade do Recife de Pernam-
buco, por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, etc., etc.
Faco saber ao9 que 0 presente edital virem e
delle notieia tiverera, que no dia 17 de dezembro
do corrente anno, na sala dos auditorios, depois
da respectiva au tiencia, em praga publica deste
juizo, se ha de arrematar por venda, a quern mais
der pela execucao de sentenca, em que e exe-
quente Salvador de Siqaeira Cavalcante, e exe-
cntado Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Ca-
valcante, que corre pelu juizo da priineira vara
civel desta cidade, e cartorio do escrivao interino
Leopoldo Borges Galvio Uchda, do valor de ....
16:876*320, do principal, juros e custas ; a qua!
execucao f.jra penhoradacpela execucao que por
cste juizo especial do commercio, move o dito Joa-
quim Salvador Pessoa de Siqueira Cavalcante,
contra 0 mesmo Salvador de Siqueira Cavalcan-
te, para pajamento da quanlia de 20:872*450,
valor contado nas respeciivas execucdes.
E nao bavendo lancador qae cubra a quantia
acima declarada, a arrematacSo sera feita pelo
preco da adjudicac&o, na f:rma da I i.
E pnra que chegue ao coohecimenta de
todos, mandei psssar 0 preseDte, que sera
publicado pela imprensa e aUixado nos lu-
gares rto costume.
Cidade do Recife, 12 de oovembro de
1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento, escrivao 0 subsr;revi
Recife, 17 de novembro de 1874.
Sebastiao do Uego Barros de Lacerda.
Companhia FidelidaJe
Seguros maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma seguros mari-
timos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
nitimos 0 solo livre, e 0 setimo anno gratuio ao
segurado.
Feliciano Jose" Gomes,
_______________________Agente._________
Thoiiiaz de Aquino Fonceca 4 C.
Snccessores
6 meirinho
e a pobre
Previne-se to pubheo, qae por motivo algum
sera transferido o espectacnlo, assim eomo bave-
ra pontualidade na hora acima annunciada aflm
do que as 8 horas da noite esteja findo todo o di-
vertimento.
Principiara as 5 horas.
saccam por todos os vapores, sobre
pracas :
Lisboa.
Porto.
Braga
Vianna.
Vispu.
Guard.i.
Goimbra.
Guimaraes
Rio de Janeiro.
Na rna do Vigario n. 19.
as seguintet
Regoa.
Coaves.
Villa-Flor.
Mirandella.
All jo.
Favaios.
Braganca.
Lamego.
S. Jis6~Rna do Aleerim.
Empreza Jose Gongalves.
Sabbado 21 do corrente. Beneficio do
Socieiiade Recreallva Euterpe.
Por deliberacao da directoria desta sociedade
convido 'aos Srs. associados a comparecerem no
recinto da mesma sociedade domingo, 22 do cor-
rente, as 4 boras da tarde, para em assemblea
geral tratar-se de negocios tendentes a mesma so-
edade.
Secretaria da sociedade Recreativa Euterpe, 19
de novembro de 1874.
0 1 secretario,
________Carlos de Aranj".
UM MYSrERIQ
9*m
li
f.
UjT.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
0 Sr. .orbeniano de Aquino Fonseca,
caixa da compaabia do Beberibe, acba-
se a.utorisado a pagar no seu escripto-
rio a rua do Vigario Tenorio n. 19, das 10
1?6I5
2:694
t-OKf
2 = 694
i;6lo
1*796
1: 796
862I
161166
1-310
13*640
8)300
i'242
6*768
3-5'3o
0:819
3*53o
3*5:5
6 567
0*367
6,367
9,850
6,567
9,850
4,293
4,293
3.533
6,819
6,819
4,293
horas as 3 da tsrde, 0 53 dividjndn desta
companhia findo em 31 de outubro do
corrente anno, na proporc.So de 3^000 por
apolice: previne-se aos Srs. accionistas
que 0 pagaraento sera realisado em moeda
de cobre.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
14 de novembro de 1974.
0 secretario,
_______Axi'-s Manoel Rodrigues Valenga.
A eamara municipal do Recife faz constar a
todos os seus municipes que em consequencia da
visita que fez a esta provincia 0 conseftieiro Joao
Alfredo Correia de Oiiveira, ministro do imperie,
resolved em stssao de 11 do corrente, quese de-
nomine Praca do Conselheiro Joao Alfredo0
largo da Magd?lena, no 2 diatriclo da fregnszia dos
afogados,
Paco da eamara municipal do Recife, 11 de no-
vembro de 1874.
Jcronymo de Souza Leao,
propresidenle.
Franisco Augusto da Costa,
,______________________Secretario.
CONSULAUO PROVINCIAL.
Nejta reparticao arre.-ada se novamente du:an-
te 0 corrente mez as importancias dos apparelhos,
eneanamentos, difl'erenfas e annuidades devidas a
companhia Recife Drainage, no trimestre de julho
a dezembro de 1872, pelos predios sitf.9 as rua
do Marquez do Herval e Padre Nobrega, isto de
conformidade com a portaria do Sr. iaspeclnr do
thesouro provincial e as novas relacoes em subs-
titaiyao as priraeiras.
Consulado provincial de Pernambuco, 2
de novemmbro de 1874.
0 administrador,
Antonio C. Machado Rios.
0 Illm. Sr. inspector do thesouro provincial
manda fazer pnbhco, que era comprimento da or-
dem do Exra. Sr. presidente da provincia, de 141
do andante mez, lem de ser contratado peranle a I
junta do mesmo thesouro, no dia 26 do corrente,;
0 fornecimento dos moveis precisos para as escolas
do sexo masculino, do Campo Grande, estrada no-
va de Beberibe, Coelhos, Campo Verde, N S. do 0'
de Maranguape ; e do feminino, 1 cadein. de N.
S. da Graca, na Capuuga, como se vd da tabella
abaixo mencionada.
As pessoas que quizerem contratar 0 referido
fornecimento, compartcam na sala das sessoes
da refenda junta, no dia acima indicado, pelo
meio dia.
Secretaria do thessnro provincial, 19 de novem-
bro de 1874.0 secretario,
Miguel Alfonso Ferreira.
TABELLA
6 quadros com a efligie do Senhor Crucilicado
com 0,m66 de altura e 0,m44 de largura, um 10*.
6 mesas de amarello com l.mll de comprimen-
to, 0,m65 de largura e 0,m75 de altura, com pes
torneados e duas gavetas, >ima 22*.
6 cadeiras de bra^os, de amarello, uma 16*
12 cadeiras singelas, uma 88.
6 estrados de louro com l,m60 de comprimento,
l,ro40 de la.gura e 0,ml5 de altura, um 20*.
18 classes ou mesoes de amarello com 2,m64 de
comprimento, 0,m44 de largura, 0,m72 de altura
na frenle.e 0,m76 de lado opposto, com dds tor-
neados, contendo 4 tioteiros e 3 traslados em qua-
dros, um 34..
24 bancos de amarello (assento de palhinha)
com 2,m64 de comprimento, 0,m25 de largura e
0,m45 de altura, com pes tornesdos, um 25*.
6 pedras para calculos com i.mO de comprimen-
to e l,m2 de largura, uma 10S.
18 cabides de amarello com 10 tornos, um 5*.
6 regoas de jacaranda, uma 500 rs,
6 escrivaninhas de metal, uma 5s.
6 theares singtlos, um 10*.
6 jarras, uma 5*.
6 cocos de Iblba de ferro, um 18.
18 bacios com tampas, um 2*.
6 cunos de ainarello, um 75.
Conforme.
M. A. Ferreira.
Depois qne a orchestra, reguia pelo maestro
Silvino, houver exccut.id' nrm hriihante ouverlu-
ra de seu reperloric, sub.ra a scena pela primei-
ra vez neste theatro 0 important drama do dis
tincto escriotor Dr. Franklin T vora, er.i 3 actos
intitulad.. :
, -- OE TAMfLIA
aeguir-se-ha depois a linda comedia em 1 aclo
ornado de musica, inlitulada .:
Bolsa e caehlmbo.
Finalisara 0 espectaculo com a muito applau-
oida comedia em 1 acto do -escriptor Esdras de
Souza, intitulada :
O distrlcto em cstado de itio.
Principiara as 8 l|2 horas.
0 resto dos bilhetes acham-se a venda no es-
criptorio do theatro.
0 beneflciado desde ja torna-se summamente
grato ao respeitavel publico.
relic*, 1 secretaria de dito, 1 mastrodon-
da, 1 banquinha, l escada, 1 mocbo para
carteira, i piano de mesa e I maquir.a
de copiar cartas.
HO JE
Na lojada rua da Imperatriz n. 49, dero-
minada-ACTlALIDADE.
Alfonso Guimaraes & C. teodo dee re irar
desta provincia. farao leilio para kquidar pelo
maior pr.'^o, por inlermedio do agenio Martini,
da armacao e mais objectos acima descripi '
existeotes em sen estabelecimento de tueadas a
rna da Imperatriz n. 49.
as 11 horas da manha.
Agente Pestana
Ultimo leilao
Companhia allianca inaritima
porttieuse
Empreza de navegagao entre o Brasil e Por-
tugal
PARA 0 PORTO
Barca portujrneza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
tratar com os seu3 consignatarios Josd da Silva
Loyo 4 Filho.
Brtgue Raio ao Parti
Esta prompto desde ja a receber carga a frete,
para 0 dito porto, visto ja ter parte engajada : a
tratar com Amorim Irmtoi & C.
Pacific tan Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
DO
sobrado de um andar da rua do Bom Jesus
n. 61, edificado em chaos prnprios.
Da casn terrea ua rua ua Imperatriz n. 00,
e 10 meia-aguas da rua doCamarao n.
9, eililicada em chaos foreiros.
AS II HORAS DA MANHA.
Os administradores da raassa fallida de Pe*e.r
de Mello & C, levario a leilio, por intervenes Co
agente Pinto, os predios acima meockmados bv-
Eothecados pelo socio da referida massa, Amor'0
opes Pereira de Mello, os quaes crao vendifl^
para pagamento das mesmas hypotheeas, as II bo-
ras do Jia acima uito, no escriptorio do reftr.d i
agente, a rna do Bom Jesus n. 43.
Os rtfendos administradores desejando nltinar *
venda destes predios no leilao daquelle dia, ,1- .
ja terse efTectnado a venda dos outros dons pre-
dios, assim como a venda das lazendas e mind '?.-.-
ben* que perteociam a referida missa de Pereira
de Metlo & C, convidam aos novos pretender.' a
comoareoerem no dia, horn !u?ar supramei,
nados.
_^1
DC
um terreno no lugar da Torre, a estrada d
a direita depors da p'oute, no fundo do s.t. !a
fannlia do fallecido Francisco Gomes de Ol
ra, com 200 palmos de frente e 800 de frr
contendo duas pequenas casas fmeia-agua<
uma magnifica area, tudo em solo rroi
com cer:a naiiva.
iioji;
ras II t| haraa
For interveocao do agente Pinto
Em seu fs.'riptorio, a roa do Bom Jesus n i :
LEIL40
(DE 4013 TONEADAS)
Espera-se dos por-
tos do sul ate 0 dia 22
do corrente, e depois
da demora Co costu-
me seguira oara Li-
verpool tocando em
Lisboa, Bordeos, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinbeiro a frete
N. B.Nao. sahira antes das ires horas da tar
le do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Bowe A C.
t 4 RUA DO COMMERCI1 0
Thesouraria de fazenda
Manda 0 Illm. Sr. inspector annunciar, que de
ordem do Exin. Sr. ministro da fazcoda foi espa-
cado ate 0 fim de junho de 1875 0 prazo marcado
para se dar principio a subsiiiuicao das notas de
503 e de 2? da quarta estampa.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco, 14 de
novembro de 1874.
JucTtndiano Rodrigues de Oti .'eira,
________________Secretario dajnnta.
GONSLLADO PROVINCIAL
De conformidade com a portaria do Sr. inspec-
tor do thesouro provincial se declara aos contri-,
buintes que deixaram de realisar 0 pagamento da jnio Luiz le Oiiveira Azevedo, a rua'do
seus debitos devidos a companhiaRecife Draina- -n. 57.
ge-no semestre findo em junno de 1873, pelos
appai-elhos, d fferenca dos mesmos, eneanamentos
e annuidades, que 0 podem fazer, vi-to achar-se
prorogado 0 r^cebimento ale 0 fim do corrente
mez.
Consulado provincial, 18 de novembro de
1874.
CoHipiiiihia Peraambncana.
Porto do Aracaty.
A carga qne de hoje em diante I" r embarcada
nos vapores da Companhia Pernambucana
DAS
artnacoes, moveis, drogas e mais uten-i ..-
existeotes em a botica denominada IV
lar, sita em a rua ua Imperatriz 11. ..,
pertencentes ji massa fallida de (iottrVv- -
Fielho 6 C
SEGUNDA-FEIRA 23 DO CORRK.M!
ASM HORAS DA MANH>.
0 sgente Dia-, competentemente antori-'ad
lo Illm. Sr. Dr. jniz especial do commercio, lev.- .
aJeMao, no dia e hora acima indicados, as an:. -
CoeSj moveis, drogas e mais utenilios exisfntes' i
o referido estaVlecimenln.
OmanJado contendo tcdrs os esclarerime: I -
precises acha-se em poder ao mesmo agente,
ode desde s-r examina-ln nelo Srs. pretdent- o
r-.....-....... com
aestmo 10 porto do Aracaty, sera entregue na ci
dade do mesmo nome, sendo transportada da bar-
ra, (onde os .vapores costumam fundear), em lan-
cbas de propriedade da mesma companhia, inde
pendcntA de qualquer exigencia de pagamento
por este servico.
Da mesa* forma sera trausporlada a carga
que for embarcada no porto do Aracatv
quaesquer outros portos da escala.
Recife, 16 de novembro de 1874.
Para o Macao
para
0
:-
Pretande seguir com muita brevidade 0 palha-
MHe naeional Joven Arthur, recebe carga e pas-
agejros ; a^tratar com 0 sen consigoatario Anto-
Bora Jesus
Ta-
8,481
6,819
8,481
'8,481
6,819
8,481
4,293
3,052
2,272
2,272
5,052
3,052
6,819
4,242
6,567
6,567
13,135
5,052
6,567
6,567
SANTA CASA DA MISEBICUKDIA DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
ttisencordia do Recife, manda fazer publico one
ovtsalade suas sessoes,o dia 18 Je novembro.oo-
0 administrador,
Antonio C. Machado Rios.
Real companhia de paqneles
glezes a vaper.
tit
N) dia 20 do cor-
rente espera-se da Eu-
ropa o vajior inglez
Neva, com ma nl ante
Wert. o qual depois
da derrjora do costu-
me seguimpara Buenos-Ayres, tccandonos portos
da Bahia, !!io de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor iuglez Douro, commaudame Twailes,
a qial depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. "Vicente e
Lisboa.
Para passages, fretes, etc., tratase na agencia
rua do (.ommercio n. 40.
as 3 horas da tarde, tem de ser arreraatadas ,
ruem mais vantageos offerecer, pelo tempo de um
as rendas dos predios em seguid;
a trns annos
1'clarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 94.......301*006
Rua larga do Rosario.
z. andare loja n 24 A fechada
?. andar n. 24idem. .
J." andar n. 24 A idem
Rua de Antonio Henriques.
.asa terrea n. 26 .
310*001
408*000
251*000
| A barca rirtngueza Gratidai. -apiiao' Borges
Pe-^iaua, va>. sahir breve : trata se com Siiva Gui-
i raaraes 4 C, praca do Ccrpo S: cto n. $, 2 andar,
ou ;om o capitao.
Idem n
99*000
120*00(i
386*000
Largo da Campina.
11 (fechada). idem. .
Rua do Coronet Suassuna
andar do sobrado numero 94 .
PATRIMONIO DOSORPHAOS.
' Raa do Commercio
Sobrado n. 30.......
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada).. .
Becco das Bofas.
Casa terrea n. 18.......42l*00f'
Rua da Lapa.
'..asa terrea n. 11......
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 .
Casa terrea n. 34.....
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27fecbaia .
! andar do mesmo idem ....
Loja do mesmo fechada.....
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada).
Rua da Senzalla velha
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25 .
Idem n. 29 .
, Rua da Cruz,
sobrado de 2 andares n. 12 (fechada).
Idem n. 14..........
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 103......
Os pr6teDdentes deverao apresentar
arremat
acorapan
pagar ale
800*000
400*000
202*000
602^000
22*000
153*000
243*000
240*000
300*000
1:400*000
209*00t
201*000
800*000
600*000
->Tt
207*000
no acto da
as snas flancas, ou comparecerem
a dos respectivoa fladores, ^evendc
renda. o premio da qnantia em
o predio qua contiver estabeleci-
%1, assim como o service da lira
apparelhos.
- nta Casa dalMisericordia do R.
17 de sstembro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Ro&riguet dj Sou&v,
Segunda-feira 23 do andante mez, vai de |
novo a praca a casa da travessa do Pocinho n. 18,
hn.ia a au uencia do Dr. juiz de orphaos, ao meio
dia, avaliada por 1:600?.
- 0 administrador da receberloria de rendas
internas geraes faz sciente pelo presente edital, as
pessoas abaixo mencionadas, umas por morarem
fora da cidade e outras por se ignorar o lugar da
residencia, que tendo sido multadas em virtude do
art. II, pela infraccao dos arts. 5 e 10 do regula-
mento 4129, de 28 de marco de 1868, devem vir
realisar o (ayamen'oda multa que Ihes foi impos-
ta, no prazo de oito dias, contados da publicacao
nettp, sob pena de prisao : devendo este ser pu-
blicado pela imprensa.
Recebedoria de Pernambuco, 20 Jo novembro
de 1S74.0 administrador.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Relacao a que se refere o edital supra.
Joao Hermenegildo das CanJeias, moradcr na
Venda Grande, multado em 120".
Candida Cavalcante de Miran la Varejao, igno-
ra se a residtneia, multada em 40*.
Francisca de Souza Leao Christiansen, resi-
dente na Passagem da Magdalena, multada em
40:000.
Joao Jose de Carvalho Moraes, morador cm Fer-
nandes Vieira, multado em 60?.
Arrematagdo
Segunda feira 23 do corrente, depois da audien-!
cia do Exm. desembargador juiz de orphios, vai a
pra^a de venda a parte do sobrado n. 78 da rua
da Imperatriz, pertencente arfnada D. Rosa Maria '
do Espirito Sante, no valor de 10:981*186, com o
abate da quinta pane 9:2523218, a requerimento
da inventariante, para pagamento de dividas e le-'
gados. podendo os pretendentes verem o escripto
em mao do porteiro dos auditorios. i
ADMINISTRACAO DOS CORRE10S DE PER-1
NAMBUCo, 21 DE NOVEMBRO EE 1874
Uatan a expedlr-se
Pelo vapor naeional Ipojuca, esta administracao
expede malas para Paranyba, Natal, Macao, Mos-
sor6, Aracaty, Ceara, Acaracii e Amarracao, no
Piauhy. hoje 21.
Recebem-se jornaes, impresses de qualquer na- I rua do Vigfri) n 7.
tureza,>j cartas a registrar, ate 2 horas da tarde 7.------------., -.-----------------
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1(2 LOSUl d AillCa
com porte duplo. ; s da Dahia em 3Q ^ m^ para q
na Ccsta d'Africa, a barca portugneza
I
Jn
DE
um bem piano, morei'!, louca, vidroi
trem de cozinha, existentes* no hote:
rua doMarqaez de Olinda n. '.,
meiro andar.
STERC.4-FEIRA ^4 DO COBRNETE
AS II HORAS DA MANHA
0 agente Da^. competentemenle aul.Ti.ado
ara a leilao, no dia ehora ,-cirr.a mdicados. -
moveis eniais artig,lS exist ate.- em refr '
hotel
A saber:
I'm bom piano, 1 espelho com nwlliai ta
da, Igoarda-looca de amarello, imes.ela--
de dito, 4 consolos de d>lo, 1 mesa redonda de
to, 1 qnartmheira de dilo, 1 aparador dedi'-t I
mesa para jogo I relogio d,- parede, 18 cad
de guarnieao, 2 cabides, l deposito para faca I
marquezao deamarel'o. leuca para almoo a
tar, c.ipcs, ealijes e parrafas para vinh>\ im!- -
metal, 1 trem le ozmfci, v'nhos elicores de
versas qmh .. !es, e muii utros arligos que --
Urio paten! ... das Srs ronenrrente--
dia do leilan.
Seguudo
0 brigue portuguez Triumpho, -pretende seguir
com muita brevidade : para carga e paisageiros
jrata-se com os consignatarios Thomas de Aquino
"on -. ca & Q snccesire*. rua do Vi
IMS
dividas ai 3 na iinportaucia de........
8:073Jb'.ii |.rtencentes a massa fall '.
de Paulo Feraaintea do Mello Gui nar"
QUARTA-FEIRA 25 DO CORRE.ME
A's 11 horas da manha
No escriptor lo, i rua do B>m Jesus n. i. .
primsiro an^ar.
Poroundado do film. Sr. Dr. jniz especial
commercio desia cida le. o agente Pinbo BorgM -
vara a novo lailaj as dividas acima declaradas
clusivamente 3 lettras: os Srs. pretendentes pod-
desde ja vir -: r.imr a lista dos deved. res "..
mesma bum do escriptorio acima indicado
inarm o. i;
JOIAS
nu-a u Hio tie Janeiro
pre! al9 seguir com muita brevidade o I'rigoe |.
uabel, Mm parte de sen carregamento enga aao
par resto que Ihe falta. trata-se com o seu.con-
sigc- no .-.nijiiio Lu:.-. J Oiiveira Azevedo, nta
do I: < r> J- -is n. 57.
Para o Jf ara.
Prewnde segnir com muita brevidad-: o paiha-
bote n-en Arthur, tem parte de seu carregamen-
to engajado, para o resto qne Ihi falta trata se
com seu consignatario Antonio Luiz de Oiiveira
A_zev 'o. a rua do Bom lb.-as a. 5:.
Rio de Janeiro.
Krtjjue .
Sahira corn brevidade :
Hanlo.
para carga trata-se
na
0 administrador,
Alfonso do Rego Barros. -
' Joseph! ,i, tendo bons commodos para passageiros.
N" ''i' :'"; i 'V-. m far:, l-i-
luiervocao A: jg l;,.-..aS) ^ tu(JjS t pP
re^ coniantes d.v, cautelas segnintes, vlsto i-
se u,d o prazo das transaccoes e seus donos .
as r.f.rmarem.
A saber:
JL IS?! ,:"-;! il6::- ', 1784. IK.15. If
I9IC, 20-iO. iO'.i|, Jjljij. 2192 2254 2-3fi *'
till- V3 B0' 2799' "8 2807 2867 to !
&& ?3 K ?97J- W. 3007, 3023 :
30)/. 3045, :108ft, 3085. 3076, 3093, 3096, : I
in? 'i\$Ll'H74' il73>3m>3,9'3|93. ':|
2i,?' iill' 2!05- 3iCKi- m'- 28l. 321.3, 3i
3220, 3223, 32:7. 323; 32W 3J 32'0 32
3*54, 3260. 3262. :i265, 1273. 3277. 3280. M-
3288, 3293, 328, :llno. 380%, :<:#. 33lt. 3
-1120, 3321, 3326, -37. 3<3K M3$L 33*1, U
3338, 3360, 3373, 3384, 339V, 3397, 3J99. 31
3il0, 3415, 3i:9. 3132, 34ii, 3460. 3468 3i-
3103, 3500, 3.iuf. 3517, 3J27, 33J9, 2o33 33
dooo. 3372, 337y, 3389, 3596. A" travessa da r
do Duqne de Caxias n. 2, f andar. podeodc
tas cautelas serem reformadas, pagando o pre"
ou resgaladas ate o batsr do maitello
que for sefc
men to com.
peza e preco
Secretaria
cife,
2/424
1l\r. 'Trigr.aro x i. Cw^a Marti it Ccn-
Subdalegaca de policia -la fr ecia da -ioa-
visla, 19 de novembro da fSri. ~ Che-jn o ag|
conheciment-i desta suok-legac.a qu-j se'pr^inilr i
6,507.: n? difficto .ii!'a catv.--;. e forosf-f* m?3%
loatrasfn-"';?^ seawlhactes, au; nzicamenfaUv
Santo Antonio
Grande novidade *
ritimo espeetaoulo no presente an-
no em dia nantiflcado.
Deflnitivamente
Domingo 22 do correote.
A's ft horas em potato.
Sohira a scena o important* e apparatoso drama !
bistorico em 4 actos :
ft rti juslicelro. !
>c 1 Librae eslerlioas.
Venlem Augusto F. d'OIi-
0
veira & \j.
Rna do Commr-rrion. \l.
IS0*D*FRS0S
\lMis

Dirj. litn e
t>nIaadt i
I'ma elegante armaciio
fiteiro enm andi?iro de
lustre d1 rrvgfe!. \ .<-. \: -
v.*. ::.*r;>:.,! I as, 1
AMA
Precisa se *\e uma toia
para cozinhar, preferindo-se
escrava: a tratar 4 rua do
Capibari be n. 40._____
Casa na Varzea.
Para passar a fe.-u aluga se uesse povoado asu
boa casa, com n mios commodos e grande sitio
por 4C*000,men--*: a fallar na casa junto, ore
tem terr*co
P.VW n r.|T,;;1.0 VRrt
'.iat :r
... r-r.- J 4,
A at) ajftft-' u aao Memnisa ao sr. annnr da Amtncm i


Diario de Pernambuoo Sabbado 21 de Novembro de 1874.
4
(
Urgencia
Deseja-se foliar com o Sr. Antonio Vicente de
Magalhaes on sea procurador, a negocio da sea
interesse : na rua do Imperador n. 83, primeiro
an Alaga-se a casa terrea n. 58, a rua de S.
Joao, para peqaena familia, preco de I4?00a por
mez : a tratar na rua estreita do Rosario n. 17,
das 10 as 2 horas da tarde.___________________
Nao havendo solieitado anomeacao de escri
vao do hospital militar, nao me sorprebendea o
actoque jalgou sem effeito essa nomeacio. A re
serva, porem, qae bouve em guardar-se o motivo
determinativo desse acto, e qae me sorpreheade.
Recife, SO de novembro do 187 i.
Jo=e Uarcelino Alves da Ponceca.
Atteneao.
Manoel Francisco de Sal tea
com loja de inearnajao de imagens, no paleo do
Carmo n. 7, encarrega se de apromptar qnalquer
imagem com toda a perfeiclo, assim eomo tern am
grande sortimento de imagens promptas, qae troca
por barato preco ; veobam ver e expenmentem.
Recebe qualquer obra com a coadijAo de receber
dinheiru no sahir da obra.
Precisa-se tratar com qaem qaeira vender
200 feixes de capim, diario, mandaodo botar do
porto, pagando-se da mesma forma : qaem tiver e
qairer vender, annancie para ser procarado.
Aluga-se por comtnodo pre$o o 2* e 3* anda-
res da casa a. 3 da rua da Penha, e a casa terrea
n. 31, na Capnoga, rua da Ventura ou porto do
Lasserre : a enteader-se com o proprietano, no
segundo andar da casan. 41, a rua do Range).
CASA DO OURO
Aoi 4:OOOEOOO
Bilhetes garantidos
flue; 4o Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seas
mafto felizes bilhetes a sorte de 700*000 em
meio bilbete de n. 3671, e am biihete inteiro de n.
24-0 com a sorte de 100?, alem de outras sortes
menores de 10*000 e 50#000 da loteria que se
acabou de extrahir (123*) ; convida aos possuido-
~es a virem receber, qae promptamente serao
pagos.
0 mesmo abaiio assignado convida ao respeita
vel publico para vir ao sea estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qnalquer premio, como prova pelos mesmcs
annnncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 1* parte da leteria a beneflcio da
igreja do Rosario de Seriohaem, que se extrahira
no dia sabbado, 28 do corrente mez.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De lOOjjOOO para eiina.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife. 12 de novembro de 1874.
Joao loaauxm da Costa Lett*
? ? ?
A
Aponta para
On a futura.
Tempo ou occasiab
Em que se devem .
Realisar. .
Alguns casamentos
Para o que. .
Desde ja e ja. .
A confeitaria. .
Do Campos. .
Sem rival. .
Esta se preparando
Para fornecer tudo que e
Necessario. .
Aos noivos e aos convidados
lsto e. .
Bouquetes de novos gostos
Bandejas de novos gostos.
Tudo a capricho
Dos proprietaries da. .
Confeitaria do Campen
24 Imperador 24
E no intuio de merecer a preferencia, nao tem
ponpado despezas para apresentar
0 que ha de melhor e nunea visto.
CASA DA F0R11A.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua fo
Crespo,- n. 23 e cisas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
ires bilhetes am meio n. IJ6i com 4:0006000, uni
Inteiro d. 3970 com 200*000, e outras sortes de
40* e 20* da loteria que se acabou de extra-
nir (125"), convida aos possuidores a virem re-
ceber na conformidade no costume sem descon-
to algam.
Acham-se a venda oa felizes bilbeies garantidos
da 1* parte das loteria? a beneficio da igreja
do Rosario de Serinhaem (126'), qae se extrahi-
ra sabbado, 28 do corrente mez.
PREtXXS,
Biihete inteiro 4*000
Meio biihete 2*000
Em porcao de !<>#. para < ima
Bilnete inteiro 3*500
Meio biihete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Aos senhores
pintores.
Oleo de linhaca a 1*800
o galao
>To armazem de tintas da rua do Impera-
dor n. 22.
Declaracao.
Neves, irniao & C. pelo presente de.'.laram te-
rem perdido uma letra de seu saque datada de o
de maio deste anno a .'i mezes de prazo, aceita pe-
lo Sr. Manoel Jose Mendes Bastos, de Garanbuns,
da quantia de 8C0*. cuja letra toi perdida era
viagem de Garanhuns para esta cidade, rogam
pois a quern quer qae a tenba acbado o favor de
jntregal-a nesta cidade no arraazem Baliza, a rua
do Livraraent) n. 38, visto de nada servir a re-
ferida letra por ja estar prevenido o aceitante da
mesma qae so pagara aos abaixo assignidos.
Reeife, 19 de novembro de 1874.
__________ Neves, Irmao & C.
Aos Srs. pintores.
Oleo de linhaca, o galao 1*800, no grande ar
mazem de tintas a rua do Imperador n. 22.
Aluga-se a casa da ma do Visconde de Al-
buquerque n. 25, tendo am andar, sotao e pavi-
mento terreo, com agua e gas,* pintado de novo :
a tratar na rua do Vig rio Tenorio, armazem de
massames,-n. 5.
0 tenenle do t> batalhao de infanuria de
Imha, Jose Ignaxio Ribeiro Roma, lendo no Diario
de hoje un chamado'do administridor do Hotel
Restaurant Bordeaux, a negocio de seu particular
interesse, protesta contra o referido aununclo,
porquacto nenhum negocio teen, nem nunca teve
com aquelle hotel, e prevalecendo-se do ense*jo
declara que nada deve nesta praca nem fora dclla.
Recife, 19 de novembro de 1874.
0 abaixo assignado faz sciente a quem in-
teressar, que tem justo e c< mraiado com o Sr.
Jose Mamede da Fcnceca, a armac'o e ntencilios
de seu deposito de cbarutos e eigarros, na pra-
ca do Condo d'Eu, esqa na do becco do Tam-
bia, por isso, se alguma redarmc-So houver a
fazer, depois dos tres dias da data do presente
annuncio nSo sera attendida.
Recife, 19 de novembro de 1874.
________________Manoel Placido da_________
Aluga-se a casa da rua da Palma n. 63, mui-
to fresca e com grandes accoramodacSes para fa-
milia : a entender se com o Sr. Bernardino Pon-
taal, a rua da Madre de Deos n. St.
N rna das Trincheiras n. 39 se alaga uma
casa terrea, nova, com 4 quartos, 2 salas, cozinba
e quintal. A casa e sitaada em uoja das melhores
mas da freguezia de Santo Antonio.____________
ESCRAVO FUG1D0.
Fugio do dia II de outubro proximo passado o
escravo Jose\ mnlato, altura e corpo regulares,
peroas arqueadas para fora, pes chatos, falta de
dentes na frente, levou camisas brancas e de al-
godao de hstras, calcas de casemira e de algodao,
chapeo preto de feltro. Este escravo ja foi pegado
no engenbo Carrapato, termo do Rio Formoso, e
de presnmir qae tomasse o mesmo destino : roga-
se as autoridades polici'es e capities de campo a
sua apprehensao, e leva-lo a rua D. Maria Cesar,
outr'ora Senzala Nova, n. 30. .|ue se gratifieara.
S
S.
CO a c&
rt CO CO > r m*
CD Cn 9 0
o * X
o "1
- o 6*
m o o
+7* " o
o t
J3 o

09 ft>
Collegio da Conceigao.
0 director desse collegio, sito a rua de S. Fran-
cisoo n. 72, se've se do jornal para pedir pala
ultima vez as pessoas que Ihe sao devedoras de
mensalidades antigas e deste anno, dinheiro de
emprestimo e de fiancas que pagou, que se dignem
saldar seus debitos antes que elle se veja forcado
a lan?ar mao de raeios que deseja ainda evitar.
Para os devedores de3ta provincia da o prazo de
15 dias, para os do Rio Grande do Norte e Para-
hyba e Alagoas 30, a conlar desta data.
Recife, 3 de novemdro de 1874._____________
Aluga-se a sala e a alcova do 3.* andar do
sobrado n. 70, a rua Duque de Caxias, proprio
para mofos solteiros : a ira-tar na loja.__________
100^5
Fugio da povoacJio de Caranhas, tcrmo da villa
de S. Joio do Cariri- Ve'ho, o escravo Uraz, raula-
to de cor clara, cabeil s chegando a carapipha, al-
tura regular, eheio do corpo, nariz chato, olhos
acastanbadoe, perteito de dentes na frente, faItan-
d)-lhe queixaes, barha nao mnito cerrada, pes
cambidos, com signaes de ealor de flgado nos cal-
canliares, cam marcas de relho nos quartos, cabe-
ca grande, tomador de torrado, cachimbista, sam-
beiro e gostador de ra^ariga : quern o pegar, le-
veo a casa de sen s?nhor, o abaixo assignado, que
-recebera a gratilicacao aciina, e mais, conforme
seu trabalbo : pede-se as autoridades policiaes que
por sua vez empreguem todoa os meios para a
captura do mesmo escra."o, e protesta se eontra
quem o tiver occulto. '
Alexandre Correia de Queroz.
AVISO.
0 ac'.ual administrador da grande propriedade
Apipacos, acbando-se em tmbara?os para poder
regularisar o interesse de todos os consenhores da
mesma propriedade, por isso pede aos mesmos con-
senhores que lennam a bondade de comparecer
no escriptorio da capeila de n 3 horas da tarde do dia 29 do corrente, para uma
renniio extraordinaria, afim de mostrar os emba-
ra;os que tem encontrado em sua actual adminis-
tracao, assim o espera o mesmo adminis radur que
Vv. Ss.. alem de seus interesses, comparec;am no
dia aciraa indicado. Apipacos, 14 de novembro de
1874.
Alaga se pelo tempo da festa uma boa casa
muito fresca, sita a estrada da Torre, a margem
do rio : na rua do Marquez de Olinda n. 62.
fUNDICAO DO BOWMAN
SUA DO BRDH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS Senhores de engenbo e ontros agricultores, e cornpradores de ma
chinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
to complete que ahi tem ; sendo tudo superior em qualidade e fortidlo ; o que com a ins-
truccjlo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUUAR DE SUV FUNDICAO
V apOreS O rOClaS Q aglia dos mais modernos systemas e era tamanhos con-
venientes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para descarocar
algodio.
MOClluaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
KOdaS dentadas para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MaCfliniSIDOS para mandioca e algodSo, e para serrar madeira. I ser movidos a mac
RoTYihan j .j )Por a.8u* vaPr'
uuniucia de patente, garantidas........ ton animaes.
lOdaS aS HiaCIllIiaS e pe^as de que se costuma precisar.
r az qiialCJUer CODCertO de macbinismo, a prego mni resumido.
rOrmaS ue ierrO tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
JjDCOnilJieilQaS. Incumbe-se de mdndar vir qualquer machinismo & vontade do
clientes, lembrando-lhes a vantagein de fazerem as coinpras por intermedio de pessoa
enttndida, e que em qualquer necessidade p6de lhes prestar auxilio.
AraQOS aHLeriCailOS e instrumentos agricolas.
RUA DO BRUM N. 52
ASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMAO
uABELLEIREiROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
na
MPERATRIZ
(!
ASDAR.i
3

RUA
DA
IMPERATRIZ
H. 823
1." ANDAR.
Acauam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con*
dicgOes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. r,'a-
qnillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscomo para senhoras, tupete, chignon,
ooqoea modemissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros to-
mnlares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran
geiros, xecebe directamente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /0 menos que outro qualquer, garantindc
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
ESSENCIA
COKCENTRA0A
Premiada nas expo
sitoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MF.DALHA DE PRATA.
Pharmaceutico
Pela
escola de
Successor de
Paris
ABISTIDE SA1SSET E.
Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA DE MERITO
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A Essencla de Caroba e nm remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias qne teem a sua origem na impureza do sangue.
como sejam : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Escrofixosas, Rhevmatismo, Empingens, Dar-
tros, Ulcer as, ErupcSes, etc. etc.
Os prodigiosos "effeitos que tem produzido a Esaencia de Caroba, por toda pane
onde ella tem sido apropriadamente cxperimentada, a tem feito adoptar como am dos medicamen-
tos mais segaros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitica
boubatica.
A cada frasco acompanha nma instruccao para a maneira de nsar.
Pomada anli-darlrosa
Centra as affecijocs cntaneas, darthros,
Para cura das
comichoes, etc., etc.
de lawlia
boubas, ulceras, chagas antigas, etc.. otc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
ROUQUAYDOL IBMAuS, SUCCESSES
Bclica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
AMIGA RUA DA CRUZ
Fnrtaramdo engenho Tbese, termo do boni
to, a 3 mezes passados peaco mais ou menos, 2
qnartaos, sendo um rosso, preto com 8 annos de
idade e o outro rnd.-.do, com 9 annos, tendo cada
am delles o ferro seguinteE N G de um lado e-
T E Z E de ontro. Gratinca-se generosamente a
luem leval-os ou deJles der noticias certas no en-
genho acima.
Convem saber que pessoa alguma se pod era di-
rer dono de taes cavallos. por quanto todos os ani-
maes cavallares que sao marcado com e ferro aci-
ma dIo sao negociadjs e morrem dentro do cerca-
do do mesmo engenho.
A' rapazeada.
Neiva & Bastos tern aberto o sea bem prepara-
do hotel da Uni6i e-n Agaa Fria de Beberibe,
junto a taverna do Sr. Regis, aonde os aDreciado-
res dos pn sepios achario excelkvites petiscos, como
tamnern amanhi, dia da grande festa de Santo
Antr nio, qne alii se venera ; por . f a'iiiv.i; n de f*n* p:-tricio'. tarj| .5"'!on.i?
Civ:: ?- ::} a :.: r.: :.i s:.. ., ^ .
No Rosario larga rua
0 trinta e seis continue *
A dispor d'um novo sortimento
De cestas, atjafates, balaios e ber^os,
Aos interessarlos chegou o momento
De tudo terem a iniimog pregos.
Ao antigo deposito de pao e cestas da rua lar-
ga do Rosario, chegaram da Europa us muito
prestimosos acafatea de vime brancos e de cores,
para todos os niisleres das familias, especialmen-
te de costuras ; bercos volantes para criancas ;
balaios de meninos aprenderem a andar ; bande-
jas medianas e grandes de distribuir roupa en-
gommada ; balaios roapeiros de deposito de rou-
pa servida ; ditos de botar papeis rasgados nos
escriplorios e cartorios; ditos faqneiros de vime;
ditos com pe para pdr frnctas na mesa ; ditos ra-
sos de por u pao idem ; pratinhos de vime idem ;
ninhos de cmarios para viveiro ; maracas cober-
tos de palha, for.es ; conde^as e condecinhas,
estas para doces seccos e aquellas para acondi
cionar ronpas brancas e de cbita, de quem passar
dias no campo ; cadeiras de vime branco, com
bracos-; cestiohas' Unas, oplimas para as senho-
ras nos passeios depositarem objectos de raiude
zas ; cestinbas de correia-madeira, de meninos
nos sitios apanbarem frnctas ; cestas ue vime de
todos os numeros para fazer-se as compras no
mercado ; canastras de correia madeira, optimas
para a trafico de padaria ; capaci.ua compiidos e
redondos, nio grandes; gigas de vime grosso, pro-
prias para as prensas de algodao depositar as
amostraa ; rolo de cera branca em novello, para
lazes. Cenvidaruos pois aos nossos bons fregue
zes desta cidade, da Parahyba e Alagoas, deter-
minem -nas ordens que serao fielmente cumpri-
das, por inflmus precos aos anteriores.
Aloga-sc a casa terrea n. 8 d rua do Ca
pitlo Antonio de Limi, em Santo Amaro : a tra-
tar cf\i\ M^orn'is '/ ni ^ rua di flow n. 5i. p\-
ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
. 7 Rua do Barao da Victoria, outr'ora Nova4 N 7.
0 dono deste estabelecimento tendo de ir a Europa, vende a precos baratissimos odos ossens"
atngos, como sej>m : '
Bods pianos.
,wns melhores e mais modernos modeLs de
Blondel : vende-se, troca se e aloga-se.
Quinquilharias.
Artigoa de differentes frosto* r
phantaiaa.
Espelhos, leques, Invas, joias d'ouro, tesourinhas
caniyetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
ditas de conro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, oculo, pince-nez, ponteiras para
charutoi e eigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, mah?, bolsas
de viagens, venesianas para janellas. esterioco-
pos, lanternas magicas,co9moramas, jogii? da gloria
de damas, de bagatella, quadros com paisagens,
elobos de papel para illuminates, machinas de
fazer cafe, espanadores depalhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, mamadeiras de vidro para
dar leite as criancas, e muitos ontros_arligos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se p6de desejar de to
dos os briDquedos fabrjeados em differntes parte
l1"w'. n,ra entr^imentcs das crianvi, tuaV
Calpdo fraiicez
para homem
enbora,
meninos
<* meninas.
Botas e perneiras inglezas
de montaria.
llobilias de vime e de faia.
Vende-se mnito em conts," cadeiraTavnlsas, de
balanco, de bracos e de dobrar.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e p6s den
triflce. agna de flor de laranja, agua de toillete,
divina, norida, lavande, pos de arroz, aabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de dlfferente9 tamanhos
d'agua de Olopn*"!. tndo de primeira onalidarle
e louaray. h precos ma* renm3f cm; e pc^lvsir
PARA EWOJIMAR
Precisase de uma ama,
forraou captiva; preferindo
se desta ultima condicjio, que
saiba engommar e para ou-
trosmisteres decasa de pe-
quena familia; a rua do Ca-
pibaribe n. 40.
Aluga se
a casa terrea da rna de Vidal de Negreiros n. \'\
(outr'ora Imperial), terdo & quartos, i salas, qnin-
tal e ca-.imba : a tratar na rua do Crespu u. 17,
1 andar._________________________________
Andre iveiipof ereira da
Ha nma carta para este aesbor : na rna do Co-
rooel Suassuna n. 1:
Camlidu Martins lie Almeida
Rogase aos parentos o amigos do
GnaJo Dr. Candido Martins Je Al-
meida o candosi) obsequio de ouvi
rem uma missa, qo t-.ra lugar na
igreja da Gloria, as 7 horas dalna-
nha do dia i\ do corr nie (segun-
da-feira), pelo 6* anniversario do
sea oassamenlo.
Manoel Antoni'fr'crrciru.
- r?r.
I ft i ,
Palcheria Maria do Canno Fer-
reira J> rge. Manoel Antonio J>irgp,
Casemiro Lucio Jorge, Maria Fer
reia Jorge e Francises de Avsia
Jorge, inna e sobrinhos do Onado
tGmj.SIBm Manoel Antonio Ferreira mandam
rezar missas pelo tterno repouso do mesmo lina-
do, na igreja matriz de N. S. daEscsda, sabbado
21 do corrente, as 7 boras do dia, selimo do sen
tallecimento ; e pr.ra as-istirero este acto de re-
igiao e caridade, convidam a todi s seus i armies
e amigos, e aos do linado, nio tendo feito iga.il
convite para assistireiu ao entcrro, nao .-6 pela
distancia do lugar, como por ter sido icpcntino o
falleciroeolo.
Hnrin Santos.
Jos6 Aotonio da llosa, tendo de
mandar celt biar uma missaua igre-
ja matriz Je Agua-I'reta, as 9 horas
do dia 27 dj corrente, por alma de
D. Maria de Barros Wanderley dos
Santos, trigesimo dia de sen pasta-
mento, por i>so eoovida aos parea-
tes e amigos do marido e da finada para issistiretB
a este acto, e desde ja se confessa agradecido .is
pe-soi.s que ^e diguarun appare:er a este act i de.
caridadf.
Collegio de Santa Genoveva.
Curso de ferias
E*lao aberlas no dia 16 do corrcnle as aolas
de preparatorios robre que ver-am os ox-mes de
fevereiro a nurn>. Estao a cargo &> aulas : de
anthmelica, geometria e algebro o lllm. Sr. Jose
Ferreira da C/uz Vieira ; de pfcilascpbia, geogra-
phia e hi-toria 0 I'lm. Sr. Dr. K!i7n de Soaza
Martins ; e de rhetorica e poelica o lllm. Sr.
Francisco Altino Correia de A'anj \
l\Jtt ha mais cabellos
brancos.
Tintura japon>za.
S6 < unica approvada pelas a :a lemias de
sciriicias, ie"conhc'i'l.i superior a tola jn"
tem apparecido pal a" rua da Odcia do Recife, boje Mar-
quez de Oliuda.n. 51, i ndar, e (.'tii tu las
as botiens e casas do csbelleiroiros.
Parts, 36, Rua Vlvienne, D
H333I3 sftDicis srtcui
BAS KHPRHMIDAIUS DBS sexdaes, as UflMfMi
TA1R*S P ALTBBACOrS DO SAROCB.
I l:),000curas dasimpin-
lens.puslulas, kerpet,
I sana, comixoa, acrU
luonia, e allerfoes, vi'
__|i.-(r;sos do sangue, vi-
rut, c ulleiat oes no sangue. (Xarope vegetal
sem mercurio'). u.>par>ti ese Bt.VHM mi\kba:* tomao-se dons por
semana, seguindo o tractamemo Depurativo: *
empregado n.is mesmas molestias.
I Este Xarope Citracto dt
|lerrodeCHABLE,curi
mmertiaiamenie qual-
Iquer purgarao, rela-
\xacao, e debilidade,
e luuulmeiite os jiuxos e Jlores brancas das
mulheres. Esta iuieccao "benigna empregasu
torn o Xirope de CUrdeto dejerrO.
CMmUM) Pomada que as cura emsdial.
POMADA ANTIHERPETICA
CoDtra: nas afleccoes rutaneas e comlxoet.
PI/.ULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do *' Calle, cada frasco vrai .ccompabad*
de ua folbeto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
DEPURATIF
PLUS DE
COPAHU
I Cura calarrhal,
coqueluchei, irritaft;!
nervoiai las dos bTOif
ehios todas as dotntm
do peilo; butaso doenU
m. eolbe rchdes deate xarope IV Forget.
9r. CH1BU am Paris, nw VlvlemtM, S.
Sirop du
d-FORGET
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
bello, restituicao de sua cor
evitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello 4 nma preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por meio do seu nso o
cabello 11150, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor que lhe 6 natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie muitas vezes, posto que nao
em todos os casos e neutralizada.
Nio ha nada que pode reformar o cabello
depois dos folliculos estarem destruidos, e as
glandes cansadas e idas, mais se ainda restarenl
algums podem ser salvadas e utilizadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essas substancias
deleterias que tornam muitas preparacoes de este
genero tarn nocivas e destructivaa ao cabello, o
Vigor sdmente lhe e beneficial. Em ve de
jrojar o cabello e o fazer pegajoso, o censerva
limpo e forte, embellizando o, impedindo a queda
* ? topar-se ruco, e por consequinte previne a
caivicie.
_ Para uso da toilette nab ha nada mais a dese-
jar ; nab contendo oleo nem tintura, nab pode
manehar mesmo o mais alvo lenjo de camhraia-
perdura no cabello, lhe dd um lustre luxurioso,
e um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, e necessario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressar 0 effeito, envolvendo a barba de noite
cent um leno molhado no Vigor.
PHEPABADO POD
Dr. J. C. AYER & CA., Lowell, Massn
Kstados TJnidqs,
CAf-^oj lYactlccs r J.r.aljtlCQt*
^T3TDBJ SH5 POB
Engommadeira.
Precisase de nma engommadeira para 1
mar para duas pessoas : a >raUr na travena 4*
rua do Vigario n. I, das 9 boras is 4 da urde, on
Dosegnndo sitio, depois da Ktacao do ttat*"n.
No dia 16 de mei de ootobro projinii pa*-
Md>, do corrente anno, desapparec fca senhora, o ocro Mantel, sem ner.hu 1.a ruii,
1 in I pxrece ter 50 annos aonr>s, e r j.-ura regolarr* minlo preto, tem dn es -aos e
cria baikw, com algun. CjoeMei brani^M, tanto oa
li.uba coin-) na .v.li-i; ; levou ves tilo cal^a
atul e cajiisa de riscido, e foi comprado a J i-
quim bartwsa de Siqaeira. morador em Pesqueira.
d'i n-le e 0 n<-gro filhD. Qaem 0 pepr lere-o
casa de ua seniiora, oa Pas-apem ria Magdalesa.
rua ie sera bem n:er.nipen-
sado._____________________
I'rtcua-je xlugar uma etcrava cj;jiiheira ;
na rua da Imperatriz 0.15, 2* andar.
PARA 0
Natal-folia
Da f sta lod'is desejara
Ver 0 dia retplendcnte,
Dia qne nos leva a menie
li>> iiiliiiitu ii alturas :
On.le os anjos 0 .mcr beijam
E a caridade festejam,
iYem as almas Mi-ultoras
Nas estrellas qup llammpjam I
K nes^e dia em qne ten
Uo iubiio ra-par o ek),
Saiado Ihe bem do meio
A cratera da alegria :
F.' pr-co q:ie (is .-.mantes
Ua [nra fa.irr.n imia,
Wnbam ja a qsJato antes
Do Camp< s so a-mszem.
Por|iie fo anfan terao
A tdencia do praitr :
Comer \icm, meibor bebt-r
' Sfrn receid da maldaje
NVni da vil rupersti^ao,
Que jamais conseeuirao
Supplant-r a liherdade
Nos carceres daiii uisirij I
\{m do \wfmim n. *28
Do pr>zcrviva n requinte
Alegre c no 0 ir- van.
E da me?a a .eseriprao
Iteparem : 6 > si guinte :
Mesa gigiata.
Presnntcf, fiambre*. pars, ehearica*,!
e Uognicuj locnbae de p a ves cm 'conseiv.is, te ixes ostras, lagoslas e eoe 10. 'turn he;vilba*; ronservas
i.gumes e ehaapignons : qneiiei l_MfiLpn-
tus e lonJrinos ; dceta en am e de goiaha :
fruct.TS em conservr., panaa, amendf-as. n ameixas ; aletria, talharim v. insi'-rrai ; ararota,
topi ca e dMoenla qualidade. de m*sti Cnai e
nutrienti's ; cha, mate, c.,U- 0 ch e fraa
iiesi-aohol. ptrtngnei e na imal; b !. Iiinhr.-,
brli'nhos c eoefeitos, man) hi iogle?. e I nem .
banha,arrot,batatus, eeboilas, aAoa, r-mrimo<,
Ipimeflta, mostaidU e nmliio ing. ; r
dra, champngc, rogM<*, grnebra, hcs|u~
bitters, lict-rw e agnardenf de caona i
de Lislma, I-'igncira, Carciveil.s, Cn-Umnt. Hair-
rada, Bastos, i',.rto. DiT^cnhi e Bt* .;. 1-
garros, cbarutos a '.^a grai lei gifaM> I 1
tidade de vietnalb iara< e eanw M< 1 i. fa:-
laad.i DU e;pp('iaiidades d < r ; nd Iraac
allemies, ingltzcs, tur-o.-, cbi-mm, i 1 -i. I
ms, prosslar -. hamtiurguezei b hi. : ra-
tios !
Alem do que:
Euccntra-se um immenso depositx 4
its, :. sejam : w 1 | 'M 1
do eeores, inihas, qoutiahtc e un s
0* objnetos de grandes pbatfai as
maravlibcso oleode mmamoiu | rpparnr
|sai_.MBte para combatera gig
:r 1 -;.'. ma uervoso I Ter 1 ara c i-r.
amaales d.i- pale /as I i^ing*
irarab oo'hrado do estab mento,
_ t fresco e agon fria, I m macios a 1 J-
Isei.daa, des-isadas ;> ?orrl i 1 :..-.
mtynos amantrs poa rao Mwomrcm a 1
de una elegante muska romfoaH dosi
Ihores cant ros' aiafficaoi ie I
por un.a biehai '-; n .
Moralidadt da cow i.
F.' im r : an
E se va-'i 1 !.. 1 -..-. .
Pelo i)UC 1 Ut jlli I
S1 1 Caitpcs
Visto qne e nm r r nto
Dos generos
Aiuga-se o :;* aadar eon Ho da cv.
raa .'.. Lnperatria n. N : a mt 1 na run da Pi
ao da Victoria n ;i".
- Al.igi- e a sah e alcova u^ I. .. ...-
1! 11- an :", ,. rio gara
pe^nena fmilia : a tratar "-. d I
; ija n. 'ii.

.

Para a boa consewa<; lo
SdCA BELLO

Elle urn pre?cnlivo Mgart certo cont-a
1 ralvice.
Elle f>a e restaura fon;.i 0 >?:iid.le i j*ilc ca
cabe.i.
Elle -Ie prompto faz rrssar a queda pretra-
tura dos cabellt-s.
File ii grande riqneza de lustre aos ct-
bellos.
Elle doma e faz preserver 05 cabei os, em
qualquer forma ou posicio que s. des-
je, n'um estado forncoso, liso e m.-.cio.
Elle fuz crescer os cabellos bastos e comp-n-
OS.U
Elle conserva a "peWa 0 o casco da cal-e^a
limpo e livrc de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornareLi bran-
cos.
Elle conserva a cabe^a n'um estado le fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao 6 demasiadamente oleoso, gordc-
reu' ou pegadio.
Elle nao dei_ menor cbeiro deSJr'K,-
vel.
Elle 0 melhor artigo para
cnanras. u,,
Elle 4 0 melhor e 0 mais aprasivoi J^.
para a boa conservagao e arranjo cos ca-
bellos das senhoras.
Elle do dos cabellos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHOIIl SH
PODE CONSIDERAR COMO CO1'
PLETOSEMe
TOKIOO ORIENTAL
0 qu.l preserva,limpa, fortifkaeafrnoea
O CABELLO.
Acha-se a venda nos tabelecur.t->i-.s de
H>Frrster A C., agtttfs. E em ^oilas as
nrincfr^'-'S k)?a 4f perfarrgras e bctkss.
os cabellos daa


Diano de tmixwovcco^ (&afcfoado 21 de Foveaifere de WH

i..
Toda attencao
se, coin [rente para a rua da Amizade,
: m pafmos de fundo, nma porcao tie optino
twrre para L-difL-ac&o, lirada do sitio eonttguo
migr&i* ae S. Jose do Mahgatnno, do preco de
5*4 pur ilmo. Aquella freute 6 toda murada,
tmtmoa parte posterior e a lateral exlreroa :
oe (uret-udentcs poiem enten-'er se com 0 Sr Dr.
W _____________________________
Afiihadoseafilhadas de An-
tonio de Azevedo Villa-
rouco.
Maaoel Azevedo de Andrade, lestamenteiro do
iUa*. AstuDio de Azevedo Villarouco, faz sciente
para emhecimento dos interessados, que ate h n
tMs,M> do corrente met, Ihe foram apresentadas as
cutidetn de baptismo das afilhados e aOlbadas do
drte fiado em nuraero de 8, e sao as seguintes :
Asttoaia, filha legitima de Manoel Bento de Mendon
C> dsoa mulher Roza Maria de Je-usAnto-
m. Mho legitimo do Dr. Miguel Joaquim de Cas-
tro Masearenhas e de sua mulher D. Isabel Emilia
fhttilTt MasearenhasUmbe^ina, lilha legitima
tk frit Fernai des Bastos e de sua mulher Candi-
da Hi'b dura de Jesps BastosAntooia, filha legi-
6m da 1 se de Azevedo Villarouco e de sua mu-
tter Maria Fraucisca de BriloJoephina, filha le-
gMasa de Joao Machado Brandao e de sua mulher
fcaca Maria de Oliveira Maria, tllha legitima de
Ftaaeiseo Xavier de Sa Leitao e de sua mulher
&U Baptists de Sa Leitao Joao, filho legitimo de
Asiatic 6odclive- Ferreira Junior e de sua mu-
tier 6Bilhermina Goncalves de Paula Ferreira
Carubca. filha li-yitima de Francisco de Amaral e
d*soa mulher Eu.ilia Roza de Jesus.
Yit n-.ais scienle 0 abaixo assignado, que, peran
fasoiUn. e l.vm. Sr. vigario per.-1 deste bispado,
sta am Who 1I0 fins do Joao Martins Ribeiro pro-
daaido sua justificacao afim de prevar que lam
beta i afrlhado do referido Villarouco, visto que a
tMftdio de baotismo por elle exhibida nao prova
o &a.'ttate para poJer ser attendido.
Btsiara mais 0 abaixo assignado, que tendo
aaaxiado publicar em Portugal urn annuncio con-
'*_,.. '0 os alilbadu9 e afllhadas do mesmo Villa-
Tvact> que p'aquelle reino houvessem, a igualmen-
U ae aabilitaroin com suas certiddes de baptismo a
oaa.rrer ao legado quo Ihes foi deixado; aguar-
iaaebegada da proximo paquete da Europa a 25
oa 26 do eorreote mez para ver se por elle vem
*3f i:Ta eerlidao ; e logo em acto continuado pro-
eaaVra a divisao da quantia deixada com a igual-
dadt recommend3da pelo teslador.
lietufe, it de uovembro de 1874.
Alannel Azevedo de Andrade.
iTITliTO PARTICULAR.
Rua da Roda n. 48, sobrado.
Prime ras leltrss, portuguez, francez, in -
ajb-t, <'csenho linear e musica.i
S"b a direcfSo do professor Herminio
Rixirigues do Siqui-ira fimccionam ditas au-
ias tedos os difis uteis.
R evbe alumnos internes, meio pensio-
ap*-is<> exlernos ; f.rnece todo o material
flira escripta c. livros aos principiantes, por
pjegos muito razoaveis.
Escravas.
Precisarn-se de duas que sejam peritas engora-
auJeffss e que entenlam de e stura e ensaboa-
Sm, aaga-sa bom aluguel : no Monguinhi, sitio n
f3com moro cinzen'.o e prriao de ferra
Alngaffl-se
*&j casas do
f .;/. '\, Pan-jlla ;
Ti-...____________________________
Bonsbanhos edormida fres-
ea no Monteir>.
nga se lli por preQO eommodo nma casa pe
lisj^ ii :n i silas, 3 quarto*, c zinha e boa
rsei; 'see perto do rio : a tralar ua rua Nova,
pa n. :.
Villa de Palinans
Na padaria denorcinada Maurity, nia m praca
de.-te nome, casa de azulejo.'n. 2, ua.-ta villa, esta-
belecimento de Fraur.isco Seraphico de As.-is Vas-
con:ellos, fabrica-se com a imhii perfeifae, lim-
peza e. barateza, pao, boUcha, e tudo quanlo se
p6de obter da farinha de Irigo. 0 annuneiante
protesta servir com esmeue agraJo a todos quan-
tosquizerem honrar seu estalielecirneuto e se cons-
tituirem freguezes e consumilores.____.________
Moleque t'ugido.
Gratiflca-se com 50,000 reis a quem pegar For-
tunat", moleque de 13 a 14 annos, preto, baiso,
cheio do corpo, ro-to e cabeca redondos, nariz
chato, cabellos carapinhos e cortados de fresco ;
ausentou se na tarde de 10 de outubro do corren te
anno, com camisa de madapolao, calca de brim
de cdr, desbo'.ada, e chapeo de massa preto. Gra-
tifica se na tua da Cadeia do Recife n. 39, ou na
rua da Aurora p. 165._______________^^^____
O ADVOGAD0
Ernesto d'Aquino Foneeca.
Pateo de Pedro II, n. _____
2 andar
Aluga-se o 2* andar do sobrado n. 70, a rua Da-
due de Caxias : a tratar na loja.
campo, na Cruz das Almes
a tratar com o commendad
Criado
roa da Alrgria' n. i<>. se f.rccia
ha prineipio .le eozinba.
de um
Piecisa se tlng.^r uma eserava para vender
: .'. tratar na rua lo Cabuga n. '!, 2* andar.
. Vidros para espdhos
. os tamuihosede superior qualidade :
aa rua da Imperatriz n. 25. Corta-se tarn
ypi:inde dos c.'iiipradores._______________
Aloga-se
casa o. 32 da rua d Marcilio
a tratar na hi;tica da rua lar-
dai lojas da
.. [ma Direita) :
.-- Rosaxio n. 3i
IS

u
*
V
m
* 1.
MEDICO-CmURGICO
DO
Dr. Podro d'Atliayde L. Moscoso
PARiEl 0 E OPERADOR
,aa do Vlconde de *ir>uqucp-^
que n. S9. m
ESPEG ALIDADE
.Viol-.-*fin* clc HenhoraB e 'Of
mciiinos. mt
msnltas das 7 as 10 horas da ma- S
doJ; todos 03 dias. *5P
Das 6 as 8 da noite, nas -eguudas, quar- m
ta e sextas-feiras. '.
Os duentesque mandarem 03 seu3 cha- S?
ji r ripto at 10 horas da ma- agt
vbsrierka v;

K-i
Modista franceza
k&
Ym casa de mademois lie Eugenia Lecomte tern
' :ra:it vestido, proorio para baile, vindo de
?aii, o qual vi-nde se.
g> 2.^ -i s = 2 j
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' .-. <* a re t 13

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. 5 5. 3 ..
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a.

lItttdi:Rbstaurant de Ror-
" \ m iwig.-.iqp i n dea UX
lob OtftJH7jffla^R-?.Tft^KO nWKtctonadus, > favor de
trecerem n > dilo hotel, para ?e eutenderem
-l ^8tc|-iJhQb^'aIf:r, a neg'Cto de sen* particnla-
- '''tftzOVG
lose ls::ftiB!Jt:!eirX) Roma.
I* cat!-).
e a casa J3 raa lo Vhconde de Pe-
o Aragao n. Ir, eom 2 ?alas.
ADVOGADO
.B ACHAREL JOAQL'IM GUEMES DA
SUVA HELLO.
S3 Baa entroi 1st do Kosnrlo *3
piimiiro andar.
OcXVX>iX*CX vXVOOOC^
I
I
Consultorio medico.
DO
Dr. Hnrillo.
RUA DO VIGARIO N. 1, S. ANDAR.
Recem-ch#gado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
podera ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
i lousultas das 6 as 8 horas da manhi e
do meio dia as duas horas da tarde.
ORATES AOS PORRE5.
Especialidades : Moiestias de senhoras,
da pelle e de crianca.
Cravos
Na rua da Uniao, atraz do Gymnasio, ns.
47 e 49, veode se sempre cravos brancos e
enearaarlos.
Fedido
0 redactor do periodico America Illuslrada man-
de indemnisar ao abaixo assignado.
Manuel Rodiigues Pioheiro.
ALUGA-SE
uma grainie casa terrea com bastantes commodos,
sita na estrada do Lucas : a tratar a rua do Vi-
gario n 31.
Tfi;Ci*5*?e \jv uuo^auioo. o\ uuy Ullia Jiai
Mlx-^fW-*e W*i|*<*- OLINDA
Alugam se duas casas terreas c m battantes
Aram jd is, encananvnto d'agua e gaz,- qaintaes
grandes e murad^s, na rua de S. Pedro Novo ou
Pa.-so Castelhapo : a tratar na rua do Queimado,
escrMorio do Sr. Dr. Castello Branco, por cima da
loja do Sr. Rulim.
De^appa^eceu de uma casa de familia, bo
arrabalde i'arnameirim, um par do trineds de GU-
I' i, em forma de globo (phrase vulgar, a balar) e
um pin;.; nez de m>>la, inglez, "com o nome
do fabricante, um tr.incelirn fino, preso ao rnesmo,
tudode ouro : cliama s a alten^ao dapoliciaso-
bre o rapt, r .le taes objectos, assim c. mo pede-
se a qualquer pessoa que noticias dolle liver, ou
que Ihcsi'jam m^smo offereeidos a ngocio, a bon-
dade de dirrgir se a e>ta typ.graphia, onde dir-
ge -ha quem e sea legitimo dono.
Casa no < 'axanga.
Alaga se duas casas na povoacao de Caxan-
ga, ten to uma duas sal.s grandes, 8 quartos e
1 gabinete, 1 graude terrapo.e cacimba ; e outra
com luas pequenas salas, 3 quartos e cozinha,
ambas pnximas ao rio e a eslacao : a tratar a
rua dos Pires n. 22.
Sa,bonete vegetal pre-
servativo do conta-
gio venereo.
A desc berta do um meio preervativo
da InfeecSo syphilitica tern occupado a
atten.ao de muitos medicos n<.t;veis
r\ desde epi.ca rnui remota, a isto movidos,
/ sem duvida pelo desejo de pouparem a
liumaniuade as funestas conseijuencias
do coutacto e absorpcao de um pus tao
maltlico.
0 Dr. Antonio Ferreira Moutinbo, dis-
tincto medico na cidade do Porto, e ho-
mem abastado, que com o mais desin-
teressario empenho se entregou por i \)
longos annos ao estudo e ensaios para at-
tingir um tao louvavel quao humauitario
desideratum, julga ter descoberto subs-
tancias vegetaes, que reunidas em for-
ma de sabonete, produzem com efflcacia
e de uma maneira infallivel o pretendi-
do effeito.
Sua conviccao e tal, em vista de nu
merosas exneriencias feitas no hospital
da cidade do Porlo, e do bum resultado
que o publico tern obtido do uso de tal
prepara^ao, que elle offerece o premio de
um conto de reis fortes, ( cr.mo se le" no
jornal Actualidade do Porto de 2 de
ruaio deste aono ) a quem Ihe provar a
improflcuidade de seu invento.,
Por autorisacao do Dr Muutiuho, o
unico deposito de sens sabonetes para
esla provincia e para todas as^ provip-
cias do norte, e a Pharmacia Central, e
para obstara qualquer fraude sfcrao con-
siderados falsilicdos todos os sabi.netes
que nao levarem o rotulo deste estabele-
cimenlo.
Ph rmacia Central
38 Rua do lruperador- 38
PENMES
JTa travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Ama de leite
Quern necessilar tie nraa ama de leite, efcravi,
sadia. sem vicios, e que nSo salve a run, dirija-se a
' rua da Aurora n. 39, 2 andar.
I Ama
Olinda)
I'recisa se de uma ama, f.irra ou es-
erava : a oua da Cadeia, ( Marquez de
p. 52, 3.* andar.
Ama
Precisa se de umi ama para cozinhar
para casa de familia de tres pessoa*:
' a entender-se na rua do Gabugi n. 3, loja do Col-
lar de Ouro.
Ama de leite
I
i Precisa-se de uma ama de leite : na rua de S.
Bom Jesus das Crioulas n. 40.__________ |
i I Aluga-se o arraazem e o 1. andar do sobrado
da rua dos Burgos n. 11, assim como uma quarto
por detraz da rua da Sanzalla Velha. (Bcceo Tapa-
do) e uma outra casa na rua do Lobato p. 4 (Ire-
guezia de Santo Antonio): a tratar na rua da
Praia n. 80, com irtae Felrciano Nazareth.________
Ama Precisa so alogar uma ama que sirva
! Allldj p2ra carregar um meniuo de 10 mezes,
' e mais algum servlco : a rua do Colovello u.
129.
Aiiki Je leile.
Esta encouracado I! 1
Aarna mole em pertra dura
Tanto da ate que a funra.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Me 11
escrivio ua cidade de "Nazareth desta provipcia,
favor de vir a rua Dnque de Caxias a 36, a con
eluir aquelle negocio que S. S.' se compromettep a
Precisa-se de uma, para |uma
poucos dias dias : pa rua Direita n.
da torre do^l.ivraraento. ._____
crianca
2, de
Burilis.
A-os 5,0^0 eov&rlos dela
\ leo vs.
Na li*ja do Pavao vende se !iizinha3 de muito
bonitos eostos e deficados padrBes, fazenda nova
no raercado, pelo diminuto preco de 160 rs. cada
om covado ; qaem dehtara de fazer vestidos de
la tao bonitos e por tlo pouco dinheiro? Forne-
eeore as amostras: na rua da Imperatriz utrae-
roJO^_______________________________
CIIjCADO
LIOBlDAQiO.
0 Paris n'Araerica esta liqnidapdo os calcados
pelos segointes pref03:
p> Botinas de duraque, de c6res, com canno alto e
iaco.a LuizXV aSjOOOIII
Botinas de duraque, de cores, tordadas. canno
alto, a6i III
Botinas de duraque com laco a 3|.
Botinas pretas gaspaadas, canno alto, a 4#, 5* e
6*000.
Botinas lias eenfeitadas, para mepinas a 3|,
Bi tipas de Suzer, de cordovio com ponteira ee
vern'rz, para homem a 8a. Aproveitem, que e
barato.________________________________^___
ilvonie Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
Vende>se
uma casa'on villa de Barniroa,
mereio, par preco matiico : m
Innaos & C.
do Cora
Taiw
de
Aluga-se o sitio dos Bhritis. nn Arraial, com
plantacao de mandioca, macaeheira e grande baixa
decapim, tem excellente casa para moradia, ba
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em zAo e mnilas arvores frnctiferas : al tratar po
Qns de dezembro de 1871, a depois pira Janeiro, ^ rnesmo sitio das 6 as 8 horas da manba e das 5
passou a fevereiro e abril de 1872;e nada cumprio;; as 7 da tarde, ou na rua do Amorim n. 06, das
a por esta motivo e de novo chamado para d
3m, pois S. S. se deve lembrar que este negoci
de mais da eito annos, a quando o Sr. sen nlho
achava nesta cidade.

10 as 3 da-tarde, nos dias uteis.
E. A. DELOUCHE
24-Roa do Marqnez de 01inda--24
Esquina do beeco Larga
Participa a sous freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarab um grande sortimento
de relogics de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostos e qualidadus, relogius di>
algibeira, de u as as nualida.es, paten te suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
!;ios de onro, inglez, descoberto, dos melhores
abricante3, cadeia de onro, plaquet e prata, lunetas
de tod?s as qual.dades, tudo por precos muito ba-
ratos.
O Monte Lima
tem um completo sortimento de gafao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para officiaes, canulllhos e
enfejjes para bordado. Tambem se eccarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espaUas, dra^onas, cliarlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado
etc.; assim comb um completo sortimento do
ranjas, gala i falso para ornamento, cordao do la
com borla para quadros e espelhos (conforrae o
gosto da encr.minenda)- tudo pur muito menos
preco que em ouira qualquer parte : pa praca da
Indeuendencia n. 17, junto a loia do Sr. Arantes.
Tendo-se desencairimhado os talSes ns. 7,648
e 8,964, pertoncentes ao seguro de vida no ban-
co Uniao, da cidade do Porto, em Portugal, a favor
do padre Jose Lopes Dias de Carvalho, fallecido em
22 de novembro de 1870, na fregue'ia de Santo
Antonio, de Garanhuns, nesta provincia de Per-
nambuco, seu pai e herdeiro Joao Rodrigues Dias,
residente no lug;r do Sarnadella, freguezia do
Pombeiro, juigado de Argaeil, no d.to reino de
Portugal, assim o faz publico, cbamando qualquer
interessado aos ditos lalSes para que no prazo de
30 dias, contados da data dsta publicacao, o ve
nbam reclamar na mesma cidade do Po to, e nao
ofazendo ficara o dito herdeiro habilitado para re-
eeber do dito banco o que se liquidar desde o anno
de 1870 em que floalisou o seguro
Aluga-se
os armazens ns. 65 e 69, na praca do chafarii.em
F6ra de Portas, um onde teve ten 1a de ferreiro
o fallecido E. Mahult. 0 outro que esteve occu-
pado com vfnla de molhados, para o que 6 op
timo pela localidade e ser de esquina. ambos livros
e desembaracados de impostos: a tratar com o com-
mendador Tasso._____________________________
Moleque fugido
Fortunato, moloque de 13 a""i4 annos de idade,
preto, baixo, cheio do corpo, rosto redondo, boni-
' tos dentes e cabello cortado de fresco ; ausentou-
se na tarde de 10 do corrente, com camisa de ma-
, dapola >, calca de brim de c6r, desbotada, chapeo
de massa preto, conduzindo um serrote grand" e
' uui amarrado de tres tabicas, sobre o beigo supe-
rior andava ultimamente com umas fendinbis.
GratiSca-^e a quem leva lo a raa da Aurora nu-
mero 165.__________________________________
Alugam se tres casas na rua do Coronel
. Suassuna, preparadas de novo, e com commodos
: sufflcientes.: de ns. 103, 193 e 198 : a tratar na
' rua Direita n. 8. .
Casas.
Aluga se a loja de moradia da casa n. 61 da
rua do Apollo, e a casa na Ca.mnga n. 54, porto
D do Jacobina, ou rua das Pemambueanas ; a cba-
ou no Man-1 _.______i .-.* __, ta t..-.
ve
da
para ver, es'a na casa
Cadeia n. 3, Recife.
n 55 : a tratar na rua
Aluga se barato
o andar terreo do sobrado da rua do Visconde
de Albu juerque, outr'ora da Matriz, p. 24 : a
ratar na rua do Cabugi n. 11, loja.
Pardiuho ou moleque de 12
a 14 annos.
Precisa-se de-nm que seja activo e fiel, para
servico de casa e algum maodado, paga-se bom
alugel : no caes do Appollo n. 69,
guipho, sitio n. 2. ________
Atteneao
Contlnaa se a fornewr coraedorias para fora,
mandando-se levar em casa d->s assignaptes, mais
em capt i do que em outra parte ; tambem ncs
encarrPgamos de fazer oomida para qualqner col-
Rojanol 35,defronte do iscnptorio do D, Lee- ^MI^^S \t^^S^Z
^I ,,,_______- in o appreheuder que o luvem no mesrao engenho,
' que sera bem gratilkado.
I Engenho Varzta-Grande, 20 de novembro da-
1874. .'>, ... -
Cavallo furtado.
Furtaram, pa madnigada de 20 do correoie, do
engenho Varzea Grande, da comarcada Victoria,
um cavallo melado-rapnza, de seis annos de ida-
de, cacete, tendometade das clinaa cortadas, uma
cicalrizna roao esquerda, proveokote de uma en-
choada, uma rel-dura p'ura dos Joel hos, cirta se
Aluga-se
0 I' andar do sobrado da rua larga do Rosario 1
d#qnnnns, bnm ^motal e p- n. 44 0 2* andar e armazem da rua de Pedro Af-'
, -jT..]* .no^'Velhan 2Q- foBsb n.'S9, 0 sobrado de ftm' andar e "sotao da' Ataga-se
'se He1 dmsl^irfas^sendo ama para ua do Hospicio n. 65, e 0 andar e armazem do combastan
sobjad" da rw do nra Ie?n? n. 83 : a tratar na
BfcHhiKS salgadas
_j uma cass em Olinda. rea do BomSm,
^bastantes cnitsmodos, quintal morado, e mut
to nmxitra..1os h.tnhos e da estacJo do Carmo
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje eo
nhecidas.
vende-se
na
Piiarmaeia e Drogarla
de
Bartolomeo A C<
A"
34. Rua larga do Rosario 34
Vaccina. Vaccina.
Tendo b Sr. Dr. Jose Lourenco de Magalhaes,
montado na cdrte um completo servico deste ar-
tigo, tem aqui aberto um deposito da melhor e
mais recente, cujos tubos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A"
34rua larga do Rosario 34.______
Progranuna.
No dia 22 do corrente, ba-era a festa de glorio-
so Santo APtonio, (da Agua Fria de Beberibe)
sendo 0 celebrante 0 Rvm. Sr. padre mestre Fr.
Joaquim de Santa Maria Cunha, e orador 0 Rvm.
Sr. padre mestre preg.dor da caiieila imperial e
vigario de S. Pedro Martyr de Olinda, Fr. Joao
de Santa Thereza de Jesus. T
A tarde sera preenchida com 0 divertimento da Imperial labllCa QQ
tabna perigosa, tocando nesta occasiS-3 uma banda
de musica as mais lindas pagas de seu reperlorio ;
subirao aoardiversos baloes a contento do res-
peitavel publico, e a noite fechar se-ha 0 diverti-
mento com uma ladainha.
Agua Fria, 20 e novembro de 1874.
0 1 seer tario,
Luiz W. de Carvalho.
N B.HiverS trens expresses, se h u>. r con
currenca.
I
rap6
area fina de Moreira & C.,
da Bahia.
Oeste excellente rape, que se torna recommen-
davel aos amaptes da boa pitada tem estabeleci-
do esta fabrica 0 seu deposito a rua do Commer-
ce p. 5, qae vendem por junto e a retalno, fa-
zendo se vantagem a qoem cc mprir porcao.
Compram-se
as collecr;6es de lois provinciaes de Pernara quim Jose Gcncalves Beltrao
buco, dos annos de 1849, 1855, 1866 e Comraercio p. 5.
Fio tie algodao da Bahia.
Teem para vender Joaquim Jose Goncalves Bel-
trao & Filho, a rua do Commercio n. 5.
Salsa parrilha do Par&.
Chegada recentemente teem para vender Joa-
4 Filho, a rua do
mm
LIOUIDACiO
NA
Leja de hmtm
Dl
Rua do Cresp n. 20.
Las de cores miudas muito boas para ronpa
meninas a 160 e 160 rs. o eovado.
Li pretas, superior, a 400 rs. o eovado.
A\o acas de cores finas a 320 e 360 rs. o eovado
So se vepdo.
Ditas com listras abertas, faaenda ftna, a 60* r.-
covado.
Chita* de cdres a 240 e 260 n. o covado.
Metins de cores miudas a 280 rs. o covado.
Cretones, o melbor qae tem viado ae OMreadt .
400 440 is. o eovado.
Cambraias brancas, bordadas aaartM, fazet di
mais fina que tem vindo ao nwroado, a hxacdt
de 2|080 o metro, por 1*000 a van; a pa-
chincha.
Ditas pretas com floras miudas 1200 rs. o eovadc
Cambrata transnarente, fina, a 3| a peca.
Dita Victoria, fina, a WOOD a peca.
Organdy de assento branco de cores, eon Hi-
res miudas de seda e de a 400 rs. o eovadc
E' pechincfaa.
Cortes de easemira de cores modernas a 5*901'
corte ; 6 fazenda de 8*. E' peeMncba.
Camisas de linho anas, lisaa, a 35* a duzia, a fa
zeoda de 55*.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a id
7* a peca.
Algodao T, largo e snperior, a 5* a peca.
Gorgorao preto de seda para vestido e para col -
a 3* o eovado _
Toalbas alcocboadas a 4*800 a duzia.
Colchas grandes a 3*800 uma.
Cobertas de gangs, forradaa, a 3*.
Lencoes de bramante a 2* nm.
Lencos de linho, sbainhados a am canrmhai
3*500 a duzia.
Ditos de caca de cores abainbados a 3*500 a da
zia.
E outros muitos artigos que se veode por mt
nos do que outra qualquer parte a para se d*
So oa lorem qneiram mandar ver as aaostras
enganaja de
Guilhernic 1 C
1869 : nesta typographia.
ClIUMBO
Velho
Fechaduras de broca.
Teem para vender Joaquim Jose Guncalves Bel-
trao & Filho. a rua do Commercio n. 5.
I'roprlos para basics.
Compra-se chumbo velbo, cobre e latao
armazem da boL ainarel a, a travessa da
Imperador.
Chegaram em boa quadra, para a loja do Passo,
riquissimos cortes de seda com largas listras
achamalotadas e lindissimas cores ; cortes de tar
rua j, latana com palmas bordadas a prata, proprios
J para oailes : so na laja do Passo. a rua Primelro
de Marco n. 7 A.
no
Vr:KIJSr
, E' pechincha.
A 160 rs.
Lazinbas de core*, padroes muito lindos pro-
prios oara vestidos de senhoras e meninas, e ven-
de-se pelo diminuto preco do 160 rs. o covad>,
por este preco so se encontra na rua do Crespo n.
20, loja de Guilhejme & C. ; dao se amostra.
Leques gigantes
So quem tem dos mais raodernos e a Magnolia
a rua Duque de Caxias n 45.
Madeira peihiiirha.
Na rua do Queimado n. 47, loja la FRAGATA
AMaZ0X\S, se vende :
Can>braias francezas de cor muito finas e boni-
tas a 500 rs. a vara.
Lindas alpacas lavradas finas e de tolas as co
res a 500 rs. o covado.
Llsinhas verdadeiras, largas e de.quadriobos a
300 rs. o covad e outras mnilas fazendas igual-
mente baratas-a dinheiro.
Farinha de milho
Vende-se farirlha de millio moida a vapor, diaria-
mente, da i qualidade, para cuscus, 12 patacas a
, arroba; da 2", para cangiea;e pao de.Provenca a 11
| patacas da 3% para angii, a 10 patacas ; da 4
para mangunza, a 9 patacas: na rua do Cotovello
n. 25, casa ae azulejo:_______________________
E' sempre assim.
AO SEXO AHiVEL.
A Nova Eperanija, a rua Duque de Caxias n.
63, toma a lioerdadede avisar ao bello sexo, que
acaba de receber diversos attigoj dealia novi-
dade, os quaen estao expostos a vunda em dito
estabelecimento. e bom que venham aprecial-os
para por esta forma satisfazerem os caprichos de
suas elegantes toilettes.
A Nova Esperanca, nao querendo tornar-se
massante, Iimita se a mencionar alguns artigos
ds mais em voga no mjndo das modas, os quaes
sao os sc-guinles :
Liodos ciotbS de couro e filigrana.
Modernos botoes de ago para vestidos.
Novos leques, grandes, matisados.
Elegautes fivtllas de aco para vestidos.
Delicados ramos de llores de laran^eira.
Bolsas de couro e filigrana, prcp.ias para tra-
zer pendenles ao cinto.
Vende-se o armazem n. 15, sito no caes de
Capibaribe, tendo um terrenocora 47 palmos de
frente para o mesmo caes c 295 de fendo : a pes-
soa que quizer, dirija-se a rua Formosa n. 33.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu eseriph'rio, a rua do Bom Jesus no-
mero 57.
- i'ara senhoras
Como sao lindas e modernas as gravalinhas qn6
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber I
Breu, breu, breu.
No armazem de Jorge Tasso, rua it Amorim n.
37, e no caes do Apollo, aimazera de farinha de
trigo, do commendador Tas90. _______
Aos Srs. deengenhos
Cbila com 4 palmos de largura, fazenda mnito
superior, a 260 rs. o covado, proprias para escra
vos: so a rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherme & C.
Doce fino de goiaba
Vende-se no deposito do piteo do Terco ns. 4 e
a, pelo barato preco de 800, 900, l*000_e 1*200 ;
6ssim como grande sortimento de caixo.s peque
nos, proprios para embarque ; ha requeijao todas
as terras-ffiras e sabbados, por preco c-.mmodo.
Lazinbas brilhautes a 720 rs.
0 Pavao recebeu um bonito sortimeut) das mais
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadrinhoo
miudinhos, parecendo de uma so cor, e tendo ditle-
rentes cures ; esta fazenda tem um brilho corns I Vende se duas casas por c >mmodo pre?i,
seda e bastante largura, e vende-se a 720 rs. o ;sendo nma na rua da Pone- 'elha n. 47, e outra
covado : na rua da Im.eratriz n. 60, loja de Felixr-no DeCco do Quiabo p. I, Boa-Vista : a tratar na
Pereira da Silva. [ ma da 'ionceicao n. 22._______________________
Lazinbas modernas a 320 rs. a loja Agrado e Seriedade, sita a rua da Im-
0 Pavao vende bonita.-v lazinbas de quadrmhos,! peratriz n. 16, vende por baratis precos la para
tendo de tolas as cores, pelo barato proco de 320 border, de lindas cores, e fitas de sarja de todas as
rs. o covado; sendo fazenda que sempre se venden
a 500 rs., e pechincha : na rua da Imperatriz p.
60, loja de Felix Pereira da Silva.
Crochets para-cadeiras.
0 Pavao vende uma porcao de panos de cro-
chet, proprios para en'osto de cadeiras e de so-
fas, que vende por precos baratisMraos : na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
C6rtes do organdy a 2$i00
0 Pavao recebeu um bonito sortimeuto de cortes
de organdy, matisados, para vesiido, quo vende
pelo baratissimo preco de 21400 o corte, e pechin-
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva.____________________________
CHAPEOS PAR* SKNHORA.
A Predilecta, a rua do Caboga n. 1 A, acaba de
receber um Undo sortimento de chapeos da ultima
moda para senhoras e meninas, e vende por pre-
c js^commoflos^_______________
cores e largura?, assim como de setim.
Boa ocasiao.
Na loja do Bom Past, r, a roa da Imperatriz n.
2, tem para vender-se nm apparelho de photo-
grapbia com todas as suas perlencas-, do fabri-
! cante J. H. Dallmeyer, e um excellente pantogra-
! pho, do acreditado fabricapte Adrien Gavard. Os
precos sao os mais razoaveis possiveis.
(Mverdee preto
Amaral, Nabuco & C. declaram a seus amigos
e freguezes que' re de Europa, nova remessa de cha verde e preto,
garantem sna boa qualidade e veodem no seu
Bazar Victoria, rua do Barao do Victoria n. 2.
Lustres, lampadas e aran-
dellas.
Obra de gosto e muito raais-flaYato do que
Sao de listras
LAzinhas a 940 rs. o covado.
S6 o 43Queimado-S6 o 43
JUNTO A LOJA DA MAGNOLIA.
Lazinhas de listras, gusto* a prustiana, fazenda j0 muito linda a 200 rs. o covado. marclo n. 5,
Aproveitem antes que se acabem. j Vende se, sellado e enfreiado, wn cavals
DSo-se amostras com penhor. rudado apatacado, com todos os andares : a trata j
era
ontra qualquer parte, teem para vender Joaquim
& Filho, a rua do Cora-
- Vende se uma casa terrea na rua de Pay- no pateo "da Ribeira, acoogue p. 2, ou na rua ve
saudu, estrada da Magdalena, com 4 quarlos, 2 lha de ^anta Rita n
salas, corredor indepen lenle e forrada, com quln- |
tal murado : trata-se na ma de Hortas so'arado j
n. 48.
VENDE-SE
tmw vum L
Mhripoza
Jk 390 rs. o covado
S6 na rua do Queimado n. 43.
JUNTO A' LOJA DA MAGNOLIA.
Maripoza branca com lindas listras abertas pe-
lo diminuto preco de 320 rs. o covado ; aprovei-
tem que e pechincha, so o 43Barateiro sem
igual.
Dao-se amostras com pppbor.
- Preolsase de nma ama eserava de baa con-
dueta, para todo o servlqo de ns,a casa estran-
a ?ira dp oonca familia : a tratar na rua da Auro-
- j-
uma balanca decimal das melhores que tem ap-
parecidi neste genero, podendo pesar ate 50O
kilos : po armazem n. 3 da roa do Vigario.
I
40$ a duzia
de camisas ioglezas, de linho, bordadas, muito fi-
nas, com collarinhos e sem elles, e pechincha : na
rua Dnque de Caxias n. 88, loja de Demetrio
Bastos.
Sal do Assu.
Tem. para vender Antonio Luiz de "liveira
Atevedo, a bordo do. palhabote Johen Arleh- : a
tratar com o capiii0 a bordo, nu p^ seu escrip-
Para o fabrico de chapeot
A NOVA E3PEP.ANCA recebeu o arame propn
para armaQao de chapeos.
BAZAH
DAS
FAMILIAS
Rua Daqoe dc Caxias n. 60
Para a festa
\
Reis e Silva & Gaimaraes, prnprirtarios desu
bem conhocido estabeleciiaenlo de fazendas fiaas
convidam aos seus fregoezes e amigos a sortirex-
se dos artigos indispensavei* para a festa, artig- j
da ultima moda e de fino fosto, os quaes se ven
dem por nudico preco, de forma que igual b5j -
eacontra em outra parte.
Alim de que o publico avalie o qae levam flto
offerecem a aua preciosa con-idera^io a seguin'
mincao:
Riquissimas polinaises de gorgorao preto, rica
mente enfeitadas, pelo diminoto preco de 36J.
LinJissimos casaquinhos de gorgorao preto. n
cameote bordados, sendo cortmhos conferme a u.
da, pelo diminuto preco de 12*Of|0 cada um.
Riquissimas saMdas de baile, de 15 e seda, jar.
sentura, inteiramente novidade, pelo dimiaut
preQo de 12*000.
Lindissimas capinhas de la e seda inteirarren-
te novidade, pelo icsigniiicante pre^o de 8*0f
le y oo cada uma.
Ri.|Uissimos cachinets de ia a seda, pelo dimiou
to preco de 6i000 cada um.
I'm completo sortimento de ^-apellas com v:
blonds, proprias tiara noivas, pelo diminoto wee.
de 10*, I3j e 20< cada nma. E' barato E <
mo suo lindas ?!
Riquissimos lacinhos eom fheta, propris par.
peseoco de senhoras pelo diminuto preco de I*;-'
cada uma.
Lindas gravalinhas le cor, proprias para i
ras, pelo diminuto preco de 1*000 cada uma.
Liudissimas rosas com a'finetes, pnyri; > H
peito de senhoras, pelo diminuto preco de U
cada nm.
Cambraias brancas, bordadas de cores a la, fa
zenda molernissima, pelo preco de 340 rs. o c
vado.
Cambraia transparente, ci.m duas larguras. pel
preco de 13*000 a peca.
Cambraia transparente fina, Suis.-a, a 6j50(>
pe^a.
Cambraia mnito fina, Victoria, a 74200 a p'c
Meias de cores para homem, pelj dimiou: j ,r -
CO de 81000 a duzia. K' barato I
Riquissimas caixinhas. cada nma com nma du
zia de lencos de linho ja sbainhados, pdo d'T
nuto prec de 5a5U0, 64, 6*300 e 7*.
Grosdenaples ,.reto, fazenda muito superior
1*200 o covado.
Setim branco, Macau, fazenda superior, a 2*J<
o covado.
Riquis.-imo sortimento de popelinas de linb\
lo diminuto preco de 440 e 500 rs. o covado.
Riquissimas laias de seda. fazenda moderni-
na, pdo c u modo preco de 2*200 o covado.
Popelinas de linho e seda, padroes Intei'i
mente pi-vos, a 1*600 e 1*800 o eovado. E
rato I
ijrosdeoapoles c6r de rosa. fazsoda muito .i|'
rior, a l*60t) e 1*700 o covldo.
Um comuleto sortimento de las e alpacas de +
da com listras a 700, 800,900 e 1*. E' raaito bi
rato I
Cm complelo scrtimento do las, a 180, 200. Tv
320 e 380 rs. o covado.
Madapoloes, Elephante, com f- varas, a 4*
a peca. .
Madapolao, Maravi'ha, com 20 jardas, a 5****
a peca.
aladap. lao francez, Madraste n 55, a 6*20" i
peca.
Madapolao superior francei n. 60, a 7*00f .
peca.
Assim como nm, grande sortimento de chits* *s
curas, claras e ontros artigo*.
REIS E SILVA & GUIMARABS.
Aos nervo8os
A NOVA ESPERANCA acaba de receber aquat-
ics milagrosos anneis electricos, cura infallivel dci
nervosos._________________________________
500 rs. o covado ^e alpacas
de seda
\a raa do Queimado m. 4S
Valrm SA rovado.
Alpacas de seda com list's*, largura a> ekia,
padroes bonitos, pelo diminuto preco da Mt ra.
o covado ; so o 43 e quem tem, Juoto a loia la
Magnolia-____________ ;
Aos cigarreiros
A NOVA BSPERANCA.veoie panel de Ufe
proprio para cigarros, de diversas larguras.
Insignias maconicas e cadei-
iagen
ras para
Amaral, Nabuco k C. veodem insignia* naeoui-
cas para divarsosgraos, e cadeiras a abrir e lech a,
rias para viagem : no Baaar Victoria, rma la
da Victoria a. i.
Vende.-sa cal de Lisboa
Sa nto n 17,1* amar.
Cal de Lisboa
na praca
oVCoyc
escriptorio de Joaqnia Ha-


Diatio de FernamDuoo Sabbaido 21 de Novembro 4e. Ibli..
ri
'
.
iro
A'rua lde Marion. 1
C'onf'ronte ao arco de Souto
Antonio.
Os proprietarjos deste estabeleeimento, tendo
gande 'dSposito de fazendas de la, linho, seda e
alg6d5o, 'e achandose proxima a occasiao 80 ba-
lance, rasolveram fazer graode reduccSo era pre-
'os, afil anque naquelle tempo nao tenham gran-
de trabalho em balancos ; a saber :
GORGORAO de seda preto, para collete, urn
corte por 2/. E'fazenda que sempre custdn 7/.
AlUZOJrAS, linaa fazenda para vestidos de
passeio, a 600 rs. 0 covado.
GROSDENAPLES de cCres, verde, encarnado,
rrsneo, cdr de rosa e cravo, a 900 rs., 1/ e
1/200 rs 0 covado. Quern e qoe nao comprara?
POPELINAS de Imho, de quadros e listras, bo-
nitos gostos, a 800 rs 0 covado. Aproveitem.
POPELINAS de linho e seda, gostos inteiramen-
le novos a 900 rs.
DJTA8 com Itetras largas asselinadas, 0 mais
moderno qne tern vjado.ao mercado, a 2/.
CRETONE franeei com lislras e de qnadrinhos
de cores a pretos a 100 e 440 rs. 0 covado. Itto
so no baratei'o I
WTQ>**ocez 4o lislras, proprio para camisas
e vaetidos.a 30Q.rs.; pois so se vendo se pode
crer.
ES iU AO de liribo e algodSo, proprio para ca-
misas, fronteas, etc., etc., com 7 jardas, a 3/200, e
com 10 jardas a 4/500 a peca.
MUSSULINA branca, com listras, para vestido, a
400 rs. 0 covado. E' pechincha I
MADAPGLAO franco; ccm 20 varas, por 4/500.
E' barato.
CASEMIRAS d cores, para costumes (roapa de
homem) a 3/ 0 covado. Ver para crer t
LAS escocezas, estamo- acahin io aos precos de
120, 180 0 200 rs. Apressem se!
CHIT/AS escuras e Claras, fazenda fioa a 240,
260 e 180rs. ; so i roa Primeiro de Marco n. 1.
CHAPEOS de alpaca, para sol, para sen bora, a
2/Oeo. E' admiravel I
BRIM branco n. 5, exposieio superior, a 2/ a
vara. 1
CAMISAS deretone francez de cores, a 2/e'OO
uma.
CAMISAS brancas, inglezas e francezas, gran
de sortimento por precos baratissimos.
BRIM pardj trancadp, para 280 rs. e 400 ts. 0
eovado.
BRIM Angola, superior, a 500 rs. 0 covado; isto
so na loja dc Barateiro I
CHAPEOS de sol de seda para homera, fazenda
uperior. a'3500, 9/000 e 10/000.
BAPTISIAS maiisadas, gostos miudinbos a 300
rs. e 360 rs. 0 covado ; so confronte ao arco de
Santo Antonio I'
LENCOS de lioho superiores, abanhados a 3J,
4/500 e S/OOOJa duzia.
TOALHAS felpudas superiorea a 6/800 a du-
zia. Em outra pane vepdenj por 9/ I
MEIAS cruas, superores, para bomem, a 4/,
4/500 e 6/. E' pechincha
BOTINAS superiores para senhora, a 4/500 0
par.
ATOALHAUO alcocboado, fazetda superior, pa-
ra me--a, a. 1/500 a vara.
ALGGBAOZINHO branco, cow pequeno toque,
* 3/500,4/ e 4/500, marca 7, a 8/ a pega.
Alem das fazendas acima mencionad&s, encon-
trarao mnitas outias que. sgradarao em qualida-
de e precos, e que para nao massarmos a paciencia.
de nossos freguezes, as deixanvs de ennmerar,
So no Barateiro
. A' rua Primeiro de Marpo n. 1.
Loja de Agostinbo Ferreira da Siiva Leal & C.
Nao se enganem
Pois sao os verdadeiros barateiros I
Grande liquid&cji de fazendas
NO
BAZAR
N.72.Rua d
a
Imp era
DE
Mendes Guimaraes & lrniaos.
Tendo os proprietarios deste estabeleeimento resolvido diminuir 0 grande deposito de fa-
zendas, entenderam fazer esta grande liquidacSo, c jmo se ve* dos precos abaixo mencionados :
Chilas largas a M 60, 200 e 280 reis.
Vende-se cbitas francezas e flnas a 120,280 e 320
0 covado.
Lazinhas a 120 reis.
Vende-se lazinhas para vestidos a 120, 240, 320 e
400 reis 0 covado.
Cbitas para cobertas a 280 reis.
Vende se chitas para cobertas a 280 e 360 reis 0
covado.
Alpacas de cores a 640 reis.
Vende-se alpacas de cflres, flnas, para vestidos de
senhoras, a 640 rdis 0 covado.
Metim de Cores a 320 reis.
Vende-se metim de cores para vestidos de senho-
ras, a 320 reis 0 covado.
Cassas finas a 280 reis.
Vende se cassas francezas; finas a 280, 320 e 360
reis 0 covado.
Cambraia Victoria a 3/000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3/,
3/500 e 4/000 a pec.i.
Cambraia traosparente a 2e 3/flOO.1
Vende-se pecas de cambraia transparente a 3/,
3^300,4/ e 5/.
CorUnados a 14/000.
Vende se cortinados bordados para camas a 141'
16/ e 18/.
Ganga amarella a 400 reis.
Vende-se ganga amarella para vestidos de senho-
ras e roupa pararaeninos. a 400 reis e covado.
Brim de cores a 400 reis
Vende se brim pardo e de cores para ca'cas 1
400 reis 0 covado.
Toalbas para rosto a 700 reis.
Vende-se toalbas de linho para rosto a 700 e 800
reis cada uma.
Chales de li a 640 reis.
Vende se chales de la de quadros a 640 reis, cha-
les de metim a 1/160 reis, chales de merio6
lists a 2/, c chales de merino estampados, a
3/600, 4/ e 8/.
Aberturas a 2009.
Vende-se aberturas de liuho bordadas, para ca-
misas. a it e 3/500. Diias de algodao a 200 e
400 reis.
Cortes de casemira a.5/000.
Vende-se cortt-s de casemiras finas para calcas a
5/, 5/500 e 6/
Cortes de brim a 1/400.
Vende se cortes de brim de cdtes a 1/400. Ditos
de brim de Angola a l/O0 e 2/500.
Cobertas a 2/000
Vende se cobertas de chitas de cores a 2/.
Colchas a 2/000.
Vende-se colchas de fustSo para cama a 2/, 3/ e
4/.
Paletots a 3,000 rs.
Vende-se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
5,000 rs. ;'calcas de casemira pretaJe de core
leies de casemira preta e de cores, e outra s
tas roupas feitas baratas e fazendas qoe est
quidando no Gacar Nacional, a rua da Im
Iriz n. 72.
Wilson flows'& L. te*eio sen timum
ru*do,ComBjerqk(,n.-l4
vardadcijio pinno Ofe Jkcdfc urn. auiertfane-
Excellente no de vela.
Cogntc de qiuUidladv
Viobo da Borteanx. ^
Carvao de Pedra de todas a* qualidvtaa._______
A 120 rs. o covado.
Na rua dalmperatrim. 60, vende-se para aca-
bar uma grande quaotidado de las.restos de dl
versos sortimeetos, desde 120 rs. ate 300 rs.; no
lando-se que, quando havia sornmentos comple
tos, se vendiam a 1/280 e 1/600 0 covado, ba
grande vari-dade em padroes, os que primeirt
cbegarem melhor pechmcha farlo, a ella a rua di
I Imperatriz n. 60.
Na loja do Pavao vende-se madapoldes france
zes mnito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
dilo mait. flno com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-
I sim como um grande sortimento de madapolSes
! ingleiea de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60; de Felix Pereira da Silva.
Vende-se
1 orio de Thoreaz de Aqnino Fonceca &
C. Suu ores, a rua de Vigario n. 19, primeire
andar: ?
Cimento Portland verdadeiro.
Ce--a em velas e em grumo, de Lisboa.
Vhrho Sherry.
Viebo do Porto em caixas, finisskno.
Idem em barris de quinto e deckno, lino.
Rctroz.
Fio.
VENDE-SE
Na Tua do Vigario n. W, vende-se 0 segnfct e
Cimento de Porlisnd, em primeira mao.
Vinho do Porto, eogarrafado, fisissimo, en cai-
xas de duzia.
Dito dilo em barris e ancoreta<<.
Vinho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
CASA
Vende-se on aluga se uma casa terrea em Olm-
da, com grandes cimmodos.-gac e agna encsnada :
a tratar na rua dt Margo n 6.
Aos legitimos fogoes -econo-
mic&s.
Acabam de chegar a esta cidade os ver-
iadeiros fogdeseoonomicos. ji muito conhe
cidos nas provinces do Rio de Janeiro,
Minas, 6. Paulo, Sergiee, Rio-Gracde, Ba-
hia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aceitac^o possivel, e sSo ja*
preferidos ?.os de qualquer outro systems,
coohecido pela sua muita solidez, especia-
lidade na collocajao, raoderno systema,
e sobretude grande ecooomia no combusti-
vel ; trabalham com lenha, coke, carvSo de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
nbos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, ooliegios, hoteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acbam-se ex-
postos 30 pubSico, aonde se darSo todas as
^xplica^fies necessarias : na rua do Viga-
0 !,. li
Aos menioos
A NOVA ESPERANgA, i rua Daqae de Caxia*
l. 63, acaba de receber um bom sortimeutu de fi-
nas bonccas qne fallam, que riem-se e choram'
tambem as tem mudas e snrdas ou sardas-mudas
'/enham ver se nao e cerdade.
Peates girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) : a Magnolia a rua Daque de Cax^as n. 45
e so quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera qo-3 cba-
! mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duqae de Caxias n. 4-5, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissimos medelos,
Koprias para passaros ; a ell is antes que se aca-
m.
Cimerilo Portland
0 verdadeiro cimento Portland em barricas de
180 kilos : venden Lebre A; Reis, a rua do Amo-
rim n. 58.
Pedras de marmore
Vende-se pedras do marmores, de diversos ta-
manhos, com duas Dol.'gadas de gros^ura, proprias
para multos misteres : a tratar com Joao Jose da
Cunba Lages._____
Vinho verde.
Especial chegado no ultimo vapor, tem para
vtnder em barris de quinto e de Coljres ftn
decimos, no seu escrintorio a rua do Commercio
n. 5, Joaquim Jose Goncalves Beltrao A Filho.
Chocolate do Maranhao
Unico deposit) nesta cidade, em casa de lost
Tavares Carreiro & C, rua Direita n. 14, onde st
vende pdos precos e vantagens da fabrica.
Para
concertar meias
A NOVA ESPERANGA, a rna Duque de Caxiai
n. 63, recebeti desta necessaria linha.
Asunicas verdadeirae
Bichas hambnrgnezas qnp vem a esie marcao
a rn> do Marauez deulind .51
Sacco
s
ARHAIEH 1)1 TAM
A1 praea circular do Apollo
vende-se:
Tijolos de marmore, de differentes ta-
manhos e qualidades.
Tijolos francezes, sextuplos.
C'iniento Portlaod verdadetro.
, Azulejes grandes muito proprios
pera rodap^s. v
Azulejes verdes e amarellos, tamanho
regular.
Haqiaians de descaro^ar algdao.
Cadeiras de ferro, assento de palhi-'i
uk*, proprias para oampo.
Vende se saccos de estopa c-ns um pequeno
defeito, proprios para n>aecar farirma, mimo, etc.,
pelo dhnraato preco de 320 rs. cada um : na lo-
ja do GuHberme 4 C, a rua do Crespo n. 20.
Gasaquinnos
Casaquinbos de gorgorao de seda, pretos, pro-
prios para senhoras, fazenda uiuito fioa qne sem-
pre-se vendeu por 20/, estimos vendendo por
6/ cada nm ; isto so na loja do Guilherme & C.
a rua do Crespo n. 20.
Linho Wmk
Linho de Alcacia com listras, abertas, fazeeda
mnito larga, padroes liniios e inteirameute novos,
proprio para vestides-de senhoras e meninas, pelo
baratissimopreco de &40 rs. 0 covado; dao-ee
amostras : -a rna- do Otspo 11. 20, kj.i do Gai-
'Uierme^i C.
Sacgelim
Sargelitt do cur tran^iJn proprio para forrc de
W com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Daqne de Caxias n.
I vestidos e outra qualquer obra e vende-ae' p^lo
I diminuto preco de 166 rs. cada covado : a rua
?% Crespon.SO, lojado Guilherme-& C._______
iFarinha defiiaadioca supe-
grossa. dor.
ttSSUSZ tiSffi 34^ U H Para vender, Joaquim Jose Goncal-
--------------------------------------_________1 ves Beltrao & Filho, a bordo do palbabott
VJE 1 UE-S.E n.i.ini-..n i-J ^"'^ ^^o ** P do oaes doCollegio,
Salsa parrilha
Muito nova e
36, acaba de receber boa< meias de
para noivas, e os apreeiaveis ramos
Cortes de casimira a
e 6#000-
Na loja do Pavao, vende-se cortes de a-
para calga a i$, 59 e 6^000, ditos
! ja~de S. Jose do'Mangu nho, com'Saa^vJsSSi! Para }r^ar a bor^ ou n0 seu escriptorio
assobradada e outras acomn3oda?oes, todo mnra-t* rua do Commeroio. n. t S.
de laranfe ra 5' COm duas fraltes 'el"viIas P0!- Porfio de ferro, '
ue lardDfecira dando para raa dl AmiaAe e para a do Ma. j
proprio 1% palmos de '
para a rua
'guinbo. Tem de terreno
E' buuilo
semtra
; muito finoede uma so cdr com listras ao
1 do, fazenda qoe sempre se vendeu
103W0O, liqaida-se a fijJOOO para acabar: }
i rua da Imperatriz n, 40, de Felix Pereira '
da Silva.
largura e 354 de fundo ; e ;
de frente e 84 do fundo.
Eossivel para mocada, e quem quizer edificar. tera
astante terreno para isto,. pelo lado da rua da
Amizade. Tem a'gumas plaotacSes de gezo e re-
creio, htvendo bastante agua forneeida por duas
cacimbas, uma das qcaes e nova. A entender-se
i

As ahnofadas bordadas de la matisadas qup ra-
(Caxias r
la-
A 500 rs. o eovado
Cal de Lisboa novissima
Vende se em grandes e pequenas poreoes :
< ua Direita n. I i.
na
Na loja d.j Pavao vende-se lazinhas japonezas
jde cores muito rooderrts pelo *aratissimo preco
! de 500 rs. o covado, para acabar ; notando-e qne
, e fazenda qae jamais se vended por menos de
dois cruzados ; ja ha pooeas : a rua da Imperatriz
n. 0, loja do Pavao, de Felix Pereira da Silva. i
Cortinados para camas
-Na loja do Pavao veade se nm grande sortimen-
to de cortinados bordados proprias para camas e
janellas, pelo bajato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
par, assim como colchas de damasco para camas
de noiva a '10 e H, rua da Imperatriz n. ^0, de Felix Pereira 4a
Silva.-
;Retlbos de las.
0 Pavao vende uma porciio de retalhos de Us
para vestidos teudo grandes e pequenos, que li-
quida barato para acabar, as.-im como uma por
cao de cassas e chilas prelas que se vendem por
qnal juer preco para acabar : na rua da Imp r.
tr.t n. 60, de l-viix Pereira da Silva.
Espartimos, a 3/500, 4/ e 5j,
0 Pavio vende um bonilo sortimento dos mais
mode-nos espartilbos que vende a 3/51.0, 4/ e
5/000.
Pechinca em lencos branccs a 2 .'iOO.
0 Pavao vende dnzi-s de lencos Gnissimos de
cambraia branca para mao, sendo fazenda que
sempre'se vendeu a 4.000 a duzia e li.juida-se a
2/500 por ter grande por cao de duziat, ditos abai-
nhados a 2., ditos chinez s muito linns e ditos
francezes escuros muito finos para quem toma
rape.
Cassas de cores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores para vestido a 240 rs.
o covado : na loja do Pavao a rna da Imperatriz
n. 60.
Camisas.
Vende-se uma grande porcao de camisas bran-
cas com peite de linho e de algodao, por mnito
menos do seu valor, por estarem um pouco enxo-
valbadas, assim como seroulas francezas e de al -
god io a 1$500, ditas de linho a Ij e 2:500 para
acabar: na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60
de Felix Pereira da Silva.
Houpa para homem para acabar ate ao Gm
do anno.
Na loja do Pav3> liquida se nma grande porcao
de roupa para homem como sejam : calgas de
brim d'Angola, ditas brancas, ditas de casemira de
cor de 6 ate 12 ditas de brim de cores, palilols
e fraks de panno preto, de alpaca e alpacao, as
sim comode casemiras de ceres, colletes brancos,
pretos e de cores, assim como roupa branca de to
das as qualidades, nao se olha a prejuizo, o que se
quer 6 liquidar ate ao fin do anno.
Cambraia Victoria e transparente
Na loja do PavSo vende-se nm grande sortimen
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos t-ndo 8 1/2 vara cada pessa de 3-GOO para
cima, isto na rua da Imperatriz n. 60 de Felix Pe-
reira da Silva
C-tllarinhos de linho para acabsr a 4-
a duzia
Na loja do Pavao liquida se uma grande porciio
de duzias de collarinhos de linho, por estarem um
pouco enxovalhados, pelo barato preco de 4? a
duzia, sendo fazenda que sempre se vendeu por
7$ e pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.,
Chales de casemira a II.
0 Pavao vrnde chales de casemira com gostos
chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven-
deu a 7/ e 8,,, liquida a 4,. Ditos de la, muito
encorpados, com listras, a 3;. Ditos de quadros,
azeoda muito boa 2 ; assim como, um bonito
fortijiento de ditos de merino, lisos e de quadros,
vende de 2-> ale 5. e 6/ : a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao, de F. Pereira da Silva.
Popelina de linho a 400 rs. o covado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonitas pepelioaa listradas para vestidos que
vende pelo barato preco de 400 rs. o covado, la-
vando-se nao desbotam ; as*im como, bonitas e
modernas lizmbas com listras de seda a 640 rs.
o covado. Ditas transparentes com paimiohas a
500 rs., sao bonitas. Bareges de uma so cdr, nelo
barato preco de 400 rs. o covado, e pechincha :
na roa da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira
da Silva.
Cortes de vestidos pira liquidar.
0 Pavao vende a 4.;, 5/ e 6/ corle de cam
braia branca com eufeites bordados de cor, fa-
zenda que sempre venden a 7/ e 8/, e liquida a
4/ para acabar. Ditos brancos de cambraia aber-
ta com listras e lavradinhas, que sempre se ven-
deram a 10/, iiquidam se per 5/. Ditos Benoaiao
com lindos eufeites de co~, fazenda que val 12j,
Iiquidam se a tic. Ditos de cassa de cores com
7 varas a 3/ ; e pechincha : na rua da Impe-
ratriz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pechincha para crian;as.
Meias a 2/500 a duzia.
Toalhas de fustSo para mesa a 2-300.
0 pavao vende toalhas de fustao para mesa de
i jantar pelo bar* to prec-o de 2/500, e pechincha :
! na loja do Pavao, a rua da Imperatriz n. 60,
j loja de F. T. da Silva.
Gros preto a 1/.
0 Pavao vende grosdenaples preto a 1/ o co-
vado e dahi para cima, ate 4$ : na rua da Impe-
ratr-z n. 69, loja de Febx Pereira da Silva.
Brins de Angola a 2/, 2,500 e 3/.
0 Pavao vende cortes dos verdadeiros bins de
Angola a If, 2/500 e 3/ ; 6 pechincha : na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende bonitos metins de cores para
vestidos, pelo barato prego de 280 e 320 rs. o
covado; assim como, nm bom sortimento de chi-
tas de todas as cores, padroes modernos e fixos,
pelo barato preco de 280 ale 360 rs. : a rua da
Imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da Siiva
0 Deseng,no esta quei-
mando
0 proprietary deste eslabelecirtento lea m
vido vender as fazendas existentes em sen i
Iqcimento, por meios do qoe em outra
parte.
Vanzinese de seda.
Vende-se esta fazenda de lindos patrSes, 4tB
tras e palmas, pelo diminuto prec<> de 390 rs. ca
vado, por ter uns toques de mofo, e grande pectHa
cha. Esta fazenda tambem serve pan luia, par-
ser toda preta ; e fazenda de 2/500 o covaaa,
Damasco de li.
0 D-sengano esta vendendo damasco 4.'. la -
lindos padroes e de duas largura*, pelo ban
mo preco de 11 COO o o vado, 6 fazenda de f
Aproveitem qoe o Desengano esta queimaoaa.
Casaquinbos de gorgora de sei*.
0 Desengan) esta vendendo casjqoinbo*is fw
gorao de seda, enfeitados, pelo t aranssiau fM|>
de 6/000 cada nm, e grande pechincha. A aflas
antes qne se acabem.
Organdys a 320 rs. o covado.
Vendem-se Organdys de listras, branco, pelo la -
rato preco de 320 rs. o covado. rrmTrrhi
Madapoldes de 49000 a peca.
0 Desengano esta vendendo madapollo t.acti
com 20 varas h 4/ a peca ; dito muiio Boa, .- Si,
5/500, 6/ e 7/ a peca ; e grande pecbincaa.
Algodao marca T, largo, a 4/, 4/500 etii
peca.
Ricos chapws de sol de seda, c m cabo ae aaw-
fim, a 12/ t; da nm ; 0 pechincha
Baptislas de lindos padroes a 400 rs. o ana* .
Lazinhas de cores, bonitos padr'-es, pelt Italian
to preco de 160 e 200 rs. o covado. A eBat mtm
que se acabem.
Cambraia Viet ria, a 3/500, 4/, 4/500 eSJ t
peca. fc
Alpacas de cores, la e seda, Donitos padr>\ a
500 rs. o covado ; e grande pechincha.
Metins de cores, bonitos padroes, a 280 e JBO n.
o covado.
Chilas claras de lindos padroes a 240 260 2W
reis.
E outras mnitas fazendas qne ietea i*a meutk-
na- as para nao se tornar enfadonho, por iaa* a
pro; rietario convida a todas as pessoas a faaenaa
uma visita a sen estabeleeimento, afiui de -or-
rem se do bem e barato. Raa do Crespo 2fc.
junto a loja da esquina.
\h In queiii vetitla mais \wti*"
Gama & Brilo, com irmazem de molhadus an
i largo da Saola Cruz ns. 2 e 4. vendem uv-mt- iga ic-
gleza em barril a 800 e 1,000 rs. por cada 4*)
grammas ; vinho de maca a 1,200 .. g irrafa atu
Figueira a 440 a garrafa, a Canada a 3,4U>n.,
gaz (Devos) liquido a 140 a garrafa, v<>| is steariaas
a 560 o'macn, velas economical a 760 o map-,
I cha perola a 3,200 is. cada 450 grammas ditoal
jofar superior a 3,000 rs. cada 450 grammas, oat
complete sortimento de biscoitos em iata,o t%
vendem por precos baralissimos, he.viltus france-
zas a 640 a lata, marmelada muit) fiin aC40 r-
a lata ccm meia kilo, queijos frescos, azeite d ic.-
de Lisboa a 640 a garrafa, assucar de pnmein;
sorte a 320 rs. o kilo, dilo de segonda sort^ a 2C
o kilo, dito de terceira sorte a 240 > kilo, vi -.be da
Porto, em barril, a 800 rs a garrafa, dito engar
rafado das marcas mais acredi'.adas a 1,000,
1,200 e 1,500^: o que pode" haver de minor c
| tudo mais a vonlade dos compradores, oitas o>
' quo enconl. arao a makir sinceridad'* e agrai.i
possivel : no largo da SanU Cruz us. 2 c 4. aima-
zem de Gama & Silva Brilo.______________
S6 na Chapeleria da Moda.
\a pi'oi-a da I idepciidcii. ia m.
\\ c
Oofckas para camas
Na loja do Pavao vende se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
Sedinhas a 1|S500 o covndo. 'Lvr0' cober*as *? ** e de pretone, de 2,500
^w \y \s\jyuva\s. i para cima ditas de metim escarlate forradas com
madanolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.
Venham antes que se acabem : na loja do Passe.
a rua!."' de Marco n. 7 A.
Acabam de receber um completo e varud-i sarfc-
mento de cbapeos de palha da Italia para ^enfe*
1 ras e criancis, ricamente enfeitados e de gostos oc
mais modernos qne ate lioje tem a;>Mrec mercado, assim como tamb m reeeberam um va-
riadissimo sortimento de chapeos de cupa mat- r
aba dura, para bomem, e vendem mais barata 4:
que em outra qualquer parte.
Vende-se
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto eogarrafado, era barris e au
ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qoaiidaaa
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo
A 4$000~
L4 para bordar, lindas cores, sapatos de traae:
a 1/, botinas para senhora a 2/ e 3/. rano abc
fltas de sarja de tocfos os numcros e l.ods core*,
a precos baratas, sapatos de castor a 2/ lrafta im
carretel Alexandre, de 200 jardas a %0 rs., kr-
zegnins francezes para bomem a 5/ : na loja a>
rna da mperatriz n. 16.
Para padarias e tavern as
Sal Pino e mu ito alvo : vende e na rua haj .
rail n.5, armazem.
'"
7.
125.
a
DOS PREMiOS DA Is PARTE DAS LOTER1AS CONGEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 330, A BEHEFICIO DA IMPERIAL CAPELLA DA SETANCIA, EXTRAHIDA EM 20 DE NOVEMBRO DE 1874
SS. rREMS. NS. PREMS.
8 *t
15 45
32
39
4i
53
55
67
73
75
80
86
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91
95
96 mr>
107
15
17 3
21 4*
29 -r
31
39
40 j
44
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86 4*
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95 -
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12
18
21
2*
36
50
57 ^m
67
271
85
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306
35
46
50
62
89
97
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8
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41
52
54
58
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65
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26
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45
45
4*
NS. PREMS
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io
24
26
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44
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69
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3
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10
13
14
15
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57
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NS. PREMS.
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15
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24
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4*

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99
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5
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5
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NS. PREMS. NS. PREMS.
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15
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53
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64
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97.
1201
10
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15
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27
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NS. PREMS. INS. PREMS.
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21
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-f. 48
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94
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9
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14
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23
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58
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79
86
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94
96
97
3709
19
24
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40
PP.EW.
48
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3803 8 15
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34 *
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67 4#
75 .
76
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lf 22
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58 _
lU _
62 i
m U
70 *
*1 4
91 i


8
3iario de Pemambuoo jr- Sabbado 21 de Novembro de 1874.

LITTERATURiL
Questo peuitenclterla.
ESTADO DAS PalSOES D.VHIUSSIA.
liesposta nos i/uesi'.os formulados pila
Commissao orgahisadora da Conoresso
penitenciario de Londres em 1872.
(Continuagao.)
Trabalhos f oread js, prisclo, detencao em
umo fortaleza, simples detencao.
Esta ultima e apenas applicada is ligeiras
COntravengoes, e ndo exc-de ao maximo do
seis semanas.
Nao ha pris-iu especial para os qu devem
soffrer a pona da dctengao em uma fortale-
za : nestes casos e a pena cumprida em lu-
gares rnra isto d^stinados em um recinto
fortifieado.
Quanto as outras ponas ievem, em regra,
ser os condemnados encerrados em pris6es
especiaes.
Nos lugares i m que, por circumstancias
excepcionaes, ha ncessidde de si-rvirem-
se tin uma so prisao para a applicardo de
differ.ntes I'speeies de perns, a sepamgao
das diversas cathegorias de condemnados 6
ao means complota.
Presentcmetite exLtem :
Estabeleciment^s para applicagdo
exclusiva de trabalhos forcados.
Idem, para cumprimeiito da peua
de prisdo, e de simples detencio.
Idem de caracter mixto.
29
55
Por decisdo das autori lades alninistra
tivas os individuos condemnados a" simples
detengdo por certas contravengoes [mendici-
dade, vagabundagem, prosliluigio profes
sional) poiem ser subnettidos, depuis do
cumprimeiito da pena, a" uma privagdo do
liberdade ulterior, e ne-to caso sdo roco-
lhidos a* uma casa de correccdo [Arbeits-
haus, work house).
0 numero dos estab-leeimentos desta
espeeie efara-se a 16.
A sua despeza corro pur conta das pro-
vincias e nao do Estado.
3." quesito.
.Em que proptrcSo o regimen cellu-
lny, e o regimen em commum sdo ap-
plicados ?
As prisoes na prussia contom accommo-
dacoes para 20,500 presos.
Quaren a e sete estabelecimento3 sao pro-
visos de cellulas, para prisoes solitcrias
noite e dia. 0 numero destas cellulas e de
3,2i7.
A penas ha uma prisdi, exclusivamente
destinada d rigorosa execugdo do systema
de isolamento coinpl -to.
Nos outros o regimen cellular e o de pri
sao em commum sao applicados.
As ce lulas para isolamento, s6mente a
noite, chegam a 2,000 ; numero insufli
ciente, sem duvida, mas que vai de dia em
dia augmentand.i.
4.* quisito.
Quaes os resultados destes dous sys
temas !
Qual delle preferis, e quaes os mo-
tivos da vossa preferencia ?
nas prisdes em que o systema cellular e ap-
plicado exclusivamente sobre um numero
consideraval de condenwados, segundo
as disposicdes precisas para a educacio pa-
nitenciaria.
Nos eftabfleclmcntos, em que o numero
de cellulas e diminuto, e sullkiente apenas
psra cooler os individuos que por motives
de disciplina ou de po icia nao polem per-
manecor nas prisoes communs, e preciso na-
turalmente esperar resultados inteiramentel
differentes. resultados que com tudo nao
devem ser lancados d conta do systema pe-
nitenciario.
Pelo que diz respeilo ao systema de pri -
sao collectiva posto em pratica, com pro-
hibigdo aos presos de se communicarem,
com separaeio ou sera ella durante a noite,
e uo qual tantn quanto no cellular se cuida
do ensino, das cousol igdes da rehgno, e
das boas leituras, ndo queremos imraHV
que tenha elle absolutamente exercido uma
influencia nociva sobre o estado geral dos
presos: porque em algurnas ^prisoes, em
que so a Imitte a prisao collective, os dados
estatisticos relativos a awrtalidade e dsn-
fermi lades demonstram resultados propor-
ciniialmeute satisfatorios ; e alem disso al-
guuiis vezes se uota excellciite disciplina,
e extrjordinana industria entro os presos.
E' verdade, que para alcan^ar-se e man-
ter s (com relagao a estes dous ultiraos
pout s) um eslado de cousas inteiramente
satisfatorio, sao iodispensaveis, em regra ge-
ral, numerosos castigos discipliuares, c^sti
gos cujo effeito tende mui frequentemente a
0
Nao se pode assegurar de uma maneira
absolula, que a applicacao dos doussyste-
mas aos criminosos endurecidos no crime
tenha produzido, ate hoje, resultados seusi-
velnente differentes, quanto a reforma
dell^s.
Sfgundo as experiencias feitas, especial-
mente na Prussia, tem-se apenas admittido,
que o numero de reincidencias contra a
propriedade. por aquelles re is que anterior-
mente cumpriram penas em prisoes cellula-
res, diminue.
A' par destas experiencias alguns exemp'os
de melhoramento duravel nao deixam de ap-
Sarecer, mesmo entre criminosos obstina-
os ; o que se nao tem obtido com o syste-
ma de prisao em commum.
A infljencia moralisad- ra do regimen cel-
lular, e sua superioridade sobre o de prisSo
em commum nao podem, entretanto, ser
attestadas com plena certeza, senao com
relagai aos criminosos que, excitados pela
occasiao, ou levados por uma paixao, cahi-
ram no crime.
Nao se pode contestar, que um grande
numero de criminosos desta espeeie, sub-
mettidos ao regimen cellular, tem voltado a
sociedade completameute mudados e cor-
regidos.
Responderiamos com muito mais certeza
ao quisito proposto, se elle se limitasse a in-
fl-.encia exercida pelos.dous systemas sobre
a conducta dos criminosos durante o tempo
da prisao.
A este respeito nao se deve duvidar, que
o isolamento, tal qual e praticado na Prus-
sia, isto e, nao se tendo s6mente o preso
completameute isolado de seus companhei-
ros, mas submetteado-os tambem assidua-
inente i trabalhos appropriados & suas ap-
tidoos, fazendo-os participar do ensino, da
assistencia aos ofiicios divinos, facilitando-
Ihes leituras de livros escolhidos, fazendo-os
\ isitar frequenteraente" pelo empregados,
pelossacerdotes, pelos medicos e professo-
res. tem produzido os mais favoraveis re-
sultados, tanto sobre o physico e moral dos
pre>os, como a respeito da conducta delles
sob o ponto de vista da disciplina, e pro-
ducc^o do trabalho.
Vccrescentaremos, que ainda se n5o ma-
nifestou na Prussia nem um dos iaconve-
nientes ou males attribuidos & este systema
penitenciario, por aquelles que se consti-
tuiram seus adversarios.
Neu'oum dos trites phenomenos assigna-
lados, como pcrturbacdes d'alma, desarran
jos das faculdades intellectiiaes, suicidios,
enfraquecimentos physicos, vicios contra a
natureza, preguica, eespirito de revoltas,
n5o tem apparecido entre os presos isolados,
senao rarissiraas vezes.
Oaspecto sanitario e relativameote bom,
e certa expressao de embrutecimento, que
frequoutemente se ve impressa na physiono
mia dos criminosos, nio se nota sen5o raras
vezes entre nos.
Em geral os presos isolados amam o tra-
balho ; ouvera o ensino e as praticas reli-
giosas com mais attencao, do que os outros,
e eniregam-se a* conversacoes cheias de gra-
iridade com as pessoas que os vem visitaf.
AsinfracQdes da disciplina e consequen-
temente os castigos, que dellas resultam, s3o
comparativamente raras entro os presos iso-
lados.
Quanto a desordens graves, ha muitos
8DQ0S, que se nio registra uma.
r.onvem notar, que este juizo favoravel
nao se basea, senSo oas experiencias feitas
lrritar os coixlemoados e d fevbar-lhes
coragao as influencias regeneradoras. -
Alem i)u que e facto mui conhecilo, que
raramente poderi a dirtccfio, mesmo a mais
vigilante de uma prisao destinada ao sys-
tema collectivo ou commum, extirpar o pe-
rigoso espirito de camaradagom entre os
presos, ou impedir entre elles lacos de um
caraeUr unmoral, lagos que constituera a
praga a mais formid&vel destes estabeleci-
mentos.
Mais que tudo, basta o grande numero de
presos para por si so tornar, em regra ge
r,il, impossivel a admioistracdo de uma pria
sao collectiva, conhecer particularmeute 0-
individuos, co no so faz preciso, para urns
ellicaz e boa classilica^ao.
Quanto a porgunta. qual dos dous syste-
mas se deve dar preferencia, e porque ra-
zao, a resposta ja" estd dada no que fica ex-
posto.
Entretarto con vem que n8o prevaleci o
testemunho favoravel ao systema de prisao
cellular [isolamento) para admitti-lo como
o unico syst-jina de prisao.
Diz-se uma verdade, dizendo-se, que um
grande r.uuiero depresoj, taes como os epi-
lepticos, os doentes, e todos aquelles cujo
estado mental jd e anormal ao entrar na
prisao, ou tornou-se depuis nao devem, por
causas de facil compreheosao, ser submeSti-
dos ao regimen cellular.
Tambem ha grandes duvidas acerca da
applicagao deste systema aos condemnados
d penas de longa durac.ao, sem grave pre-
juizo da saudo delles-
Emfim, sem levar em coota diversas ou-
tras difficuldades, a adopi;So da prisdo cel-
lular, como systema exclusive de reclusdo,
e combatida com os resdtados favoraveis,
que tem tido em alguns estados- Europeus
a applicacao do systema denominado pro-
gressivo, combinagao engenhosa dos doos
systemas, isto e, detencao cellular, e deten-
cao collectiva ; o que ad.ditto um estado
intermediario entre a prisao e a liberdade,
assim como permissdo ou licenga parasaliir
da prisao nos casos de boa couducta. [Sys-
lema gradual Irlandez).
Si se deseja saber, se estas experiencias
s3o admittidas com proveito na Prussia,
diremos, que presentemente a solucao des-
ta questao e objecto de serios exaraes.
boos e nteis empregados, individuos que
possuam uma probidade a todaprova, san-
gue frio impertubavel, firraeza inabalavel,
mas, que sejSo benevolentes, e tenham um
certo grdo de intelligencia, e de inslruccao
moral e religiose.
Ma Prussia escolhem-se, de preferencia,
os funccionarios e empregados entre osan-
tigos militares.
8 quisito.
Existem escnlas especialrhente desti-
nadas d educacdo dos directores e em-
pregados das prisoes?
Se nSo existem concordsreis na crea-
580 de uma espeeie de escolha normal
e porque razoes ?
disposicio do Codigo Penal do Imperio Al-
lemao, ser soltos a seu pedido, sub condi-
tions, se ja tiverem ciimprido 3 quartas
paries da pena (mioirao, um anno] e se du-
rante todo este tempo tiveiara conducta irre-
pretiensivel.
E' 0 ministro da justi^a quem, depois de
ter recebido a inforraacSo da adniiuistragao,
ordena esta soltura provisoria beneficio
5. quisito.
D'onde provem os fundos necessarios
d manutengdo das prisoes ?
Em quo proporcdo concorrem os
presos para esta manutengao por seus-
trabalhos ?
Os cofres geraes cobrem o deficit que
existe entre as despezas e as receitas propnas
das prisoes [trabalho industrial ou agri-
cola, pensOes vagas pelos presos ndo conside-
dos pobrcs etc).
Cada preso custa annualmente, termo
medio-83 Thai:
A media das receitas de todos os gene-
ros de Drisoes regula annualmente por cada
preso28 Thai :
(0 producto liquido do trabalho e de 25
thalers por preso, e 0 da3 pensdes 3 thai.)
0 deficit d cobrir pelo estado e, por cada
preso55 Thai.
6. quisito.
Quem nomeia os directores, e em-
pregados das prisoes ?
Qual a duracdo de suas funcgdes ?
Os directores e funccionarios superiores
sdo noraeados pelo ministro competente ; os
empregados subalternos pelas autoridades
provinciaes.
Os empregados superiores, depois de um
certo tempo de prova, sao declarados ?i-
talicios.
Os empregados inferiores estdo sugeitos d
demissSo : entretanto podem igualmente ser
declarados vitalicios, se ti?3rem servido
muitos annos, tendo sempre apresantado
conducta irreprehensivel.
t.* quisito.
Que habilitagao, e que qualidade sao
necessarias aos directores e emprega-
dos ?
0 maior numero destes possuera
actualmente estas habilitates e quali
lidades ?
Alem de integridade pessoal, e de suffi-
cientes conhecimentos geraes e especiaes, 6
preciso que 0 director e erapregidos supe-
riores de uma prisdo sejSo dotados de um
talento de obsemcSo prompts esegura, e
de um discernimento justo e agudo, para
bem apreciar e julgar a individualidade dos
presos, e penetrar no intimo de seus cora-
goes.
Exige-se, alem disso, um caracter ene.'-
gico, e severidade, moderada todavia por
uma certa benevolencia, e por uma impar-
cialidade complete.
Emfim, devem tambem possuir algum ta-
lento adrainistrativo, estar familiarisados, ate
um certo grdo, com a parto techaica das
artes e ofiicios, e ter mesmo alguns conhe-
cimentos de agriculture,
Qaanto aos subalternos, bastao ordinaria-
Nao ha eicolas.
0 estabelecimento d'es -;olas para os empre-
gados superiores nao parece urgente, visto
como estes empregados possuemgeralmeate,
desde a sua entrada em exercicio, uma ins-
trucgao sufli;iente, e que podem, por meio
de um estudo assiduo das leis e dos livros
conceruentes ao regimen das prisoes, adqui-
rir facilmenste no exercicio de suas func-
gdes admioistrativas, os conhecimentos es
peciaes que ainda nao tenham.
Eu| compensagdo seria muito para dese-
jar que se estabelecesse este genero de es-
colaspara os empregados inferiores, cuja
instrucgdo adquirida em uma escola prima-
ria nao utTerece, senao raramente,'base suf
ficiente para um aperfeicoamento ulterior
de seus conhecimentos, aperfeigoamentoquu
excede d rotina ordinaria do servigo.
9." quisito.
Que vencimentos (ou pensoes) sajj
concedidos aos directores e emprega-
dos que se tornam iucapazes de ;ser-
vigo 1
Os empregados, que se tornam iucapazes
de continuar nO servigo, recebem uma pen
sdo, cuja suiuuia e regulada pelas leis que
regem as aposeutadorias dos empregados pu-
blicos.
Sdo precisos 19 annos, pelo menos, de
servicos, para queo empregado tenha direi-
to d uma peusdo, cuja soraraa vai augmen-
tando por cada anno mais, ndo podendo
nunca exceder d mais de 3/4 dos vencimen-
tos percebidos.
10 quisito.
Qudl a differenga entre as condera-
nagOes d prisio, d reclusao, e d traba-
lhos forcados ?
As penas applicaveis, seguudo 0 Codigo
Penal, distinguem-se do modo seguinte :
l.A pena mais forte e a de trabalhos
forcados, que se applica fcmporariamente,
ou a perpotuidade.
0 minimo e de um anno e 0 maximo de
15 annos.
Comprehendo, para 0 condemnado, 0
trabalho forgado sem restricgao, tanto no
interior como no esterior das prisoes pent-
tenciarias ; etem, como eonse^oencia legal,
inbabilitar o- eondemnado para o servigo do
exercito ou dia armada, e para todo e qual-
quer emprego publico.
Sfcf A prwao-~cujo maxirao e de cinco
annos.
Os oondemoados d esta pen nao podem ser
constrangidos d- trabalhos, qoe ndo estejam
de harmonia com a sua capaeidade, e po-
sigio sooial; e peia que sejara empregados
for a das casas do detencao e preciso que
elles nisto concordam.
3." M detencao em uma fortalezaque
pode ser por toda a vida ou por urn certo
tempo, e cujo raastmo nio excede de 15
annos.
A execugao desta pena tem lugar em for-
talezas, ou em outras localidades- isoladas.
. Prisdo simplesimposta por peque-
nos delictos-.
Esta pena, que nao vai nunea alem de
6 semanas, comprehende a simples privagao
da liberdade: entretanto pode ser aggrava-
da pelo constrangimento ao trabalho, quan-
do se trata da vagabundagem, da mendici.
cade, da prostituigao professional.
Os condemnados desta cathegoria podem
tamhem ser empregados, contra a sua von-
tade, em trabalhos fd>ra das prisons.
0 minimo da pena de prisao; ou de sim-
ples detengao em uma Fortaleza, assim eo-
mo de-simptes deteacio, e de um dia.
A' toda pena de trabalho forgado pode
ainda 0 juiz ajuntar a degradagao civil ; as-
sim como d pena de prisdo, s6mente nos
casos em que a sua duragdo fdr de 3 mezs,
e a lei expressamente admittir a privagao
dos direitos civis ; ou quando por circums-
tancias attenuantes tenha sido 0 tribunal
obrigado d impor d pena de prisdo em vez
da de trabalhos forgados.
Nos casos de detengdo em uma fortaleza,
ou de simples, prisdo, nao podem estas penas
ser aggravadas pela perda dos direitos
civis. v
A pena do trabalhos forcados e a de pri-
sdo podem ser diminuidas em todos os casos
em que a sua duragdo for pelo menos de
16 mezes: mas, quando se trata da pena
de detengSo em uma fortaleza, ou de sim-
ples prisdo, nenhuma diminuigioe prevista
por lei, e ndo p6de ser alcangada senao pela
clemeneia do soberano.
Em todo 0 ensino dado aos detentos adul-
tos tem-se mais em vista ensinar-lhes d re-
llectir, e arranca-los d este triste embrute-
cimento, causa muitas vezes dos crimes, que
enriquece-los de novos conhecimentos uteis
ou necessarios.
Quanto men >s 0 ensino actuar sobre a
rnemoria, ou exigir uma aclividale pura-
mente mecanica, tanto mii delle se apossa
est3 que e revogado no caso em queo indi- 0 individuo, mais elle se incute no seu es-
viduo, assim solto.comega d ter md conducta pirito e no seu ooragdo, e mais efiicazmente
ou ndo satisfaz as condigoes que lhe foram preencherd 0 seu fi;n supremo,
impostas, para garantia da vigilancia que E' qusi escusado dizer quo neste ponto,
deve ter a policia sobre 0 seu modo de 0 ensino das verdades invariaveis da reli-
viver. giao e da moral, praticadp do uma maneira
A pena s6 6 considerada inteiramenleidigua, dove ser rico de satisfactorios resul-
cumprida, depois que se finda 0 prazo da jtados.
liberdade provisoria, sem ter sido r-vogada. "0 ensino religioso nas prisoes p6de, pois,
No caso Contrario ndo so conta ao preso o.ser considerslo como uma das bases mais
tempo, quedurou 0 favor da liberdade pro- importautes para a reforma moral do preso.
visoria.
Alem desta, nenhuma outra reducgdo de
pena pode haver, senao por graga do So-
beran).
13 quisito.
Tem os presos alguma pane nos In-
cros de seus trabalhos ?
Qual ? Esta parte p6de ser aug- "0 pelo que diz respeito as prisOes, assim
mentada na razao da boa conducta f
21. quisito.
Pessoas de ambos os sexos, extra-
uhas d administragao das prisoes, po-
dem ser admittidas junto aos presos,
para cuidarem da sua reforma moral 1
As pessoas, que mostram interesse noto-
como outras particulares de conducta incon-
testavelmente boa, p6dem, d pedido seu,
Concede-se ao preso uma certa parte d) teringresso nas prisoes.
producto do seu trabalho, parte que ndo
deve nunca exceder de um certo, e que
Entretanto uin frequente commercio, de
pessoas exlrauhas d administragao, com os
nas
neste limite e susceptivel de diversas mo- j presos tem sido encarado como incompati-
dificagfies, segundo a boa ou md conducta. vel com 0 caracter da penalidade, e com a
do preso, e ozelo que presidio d execugdo! manutengao da ordem eslabelecida
de sua tarefa. prisoes.
A parte do beneficio ou lucro concedido
ao preso e deposilado no cofre da prisdo.
E'-lhes permitlido dispor da metade desta
parte ate uma certa somma, precedendo
para isto licenga da administragao. A ou-
tra metade s6.nenre Ihes e entregue na oc- : niero de prisoes.
casido da soltura difinitiva por completo
cumprimeiito da pena.
22." quisito.
Ha nas prisoes escolas do Domingo ?
Estas escolas existem em um graude nu~
li quisito.
Quaes sdo as outras recompensas
concedidas para estiraular 0 zelo dos
23." quisito.
Os presos tem permissao de esc
e receber cartas ?
Sob que regras ?
or,
presos
Os presos nao podem escrever nem rece-
ber cartas, sem que tenha n obtido autori-
Alem da parte nos lucros do trabalho, 0 sa?ao particular do director da prisdo, auto-
regulamento nao Ihes concede nenhuma | risagdo que ndo se Ihes recusas, sendo em
outra recompensa por terem bem e cons-,casos excepcionaes
cienciosamente trabalbado.
15 quisito.
Quaes sao as infracgoes, as mais fre-
quentes, dos regulamantos das prisoss ?
Sdo, em primeiro lugar, ligeiras faltas da
tordem eslabelecida, taes como, qaebra do
silencio, pouco acceio, rixas com os compa-
nheiros etc.
Estas infracgdes em 1889 foram de 57
por cento.
Em segoida vem as infracgoes por con-
ducta tnconveniente, insolente, erecalcrtan-
te para com os empregados : foram estas em
1869 de24por cento.
A terceira e ultima classe de iufractores
do regulameato, e a dos que evitam ou ro-
gem do trabalho. 0 numero destes iu-
fractores foi em 1869 de 19 por cento.
A administragao expede as cartas, depois
de as ler, e entrega as que vemdirigidasaos
presos, se ndo coutera ellas alguma cousa
suspeita ou iuconveuiente.
Em geral e o Capellao da prisdo quem
se encarrega da entrega das cartas dingidas
aos presos, e ao mesmo tempo aproveita-se
dessa occasiao para tomar couheciinenk) das
suas relagoes e de seus negocios, e assim
encontrar meios de melhor cuidar da salva-
gao de suas almas.
2V. quisito.
t.Hiaes os effeitos da correspondencia
dos presos com os seus amigos ?
Tal comoe permiuida, a correspondencia
dos presos com seus amigos e pereutes prc-
duz, em geral, um effeito salutar sobre
elles.
25.* quisito.
Podem os presos- receber visitas de
seus amigos?
Estas visitas ndo sao- admittidas sendo
excepcionalmente, e quando a moralidade
do visitante e perfeitamente conhecida.
26. quisito.
Como sdo reguladas estas visitas ?
Ha entre 0 preso e 0 visitante um
empregado encarregado de ouvir as
conversas
16 quisito.
Quaes-sao os castigos empregados nas
prisoes ?
C% diversos castigos que content 0 regu-
lamento sdo:
1.?Degradeijao para a segunda- classe.
2.'Privagdo do direito de dispor de
parte do peculio, e tambem de melhor tra-
ta mento nos dias de festas.
3.Prisao solitaria nas cellulas destina-
das aos-infractore da disciplina, prisdo que,
segundo a gravidade da falta, pode ser
acompauhada da privagao de toda- a comi-
da queote, de interdicgdo de todo 0 traba-
lho, da privagao da luz do dia, e da ca-
ma.
Estes diversos castigos podem, se as cir-
cumstancias exigirem, ser executados em portiealarmeiHe destinada d este fim, e na
umacellula> cujo soalbo seja guarnecido presenga de um empregado, encarregado
de sarrafos ou ripas. d^ ouvir a converse.
4.0Acoites, tao s6onte para os ho-
mens, e cujo maximo e de 30 cbicotadas.
Estes dous ultimos castigos, a saber, pri-
sao em uma cellula guarnecida de sarrafos,
pena cuja duragao ado deve exceder de 14
dias, e que ndo se executa se nao de maneira,
Os objectos do ensino prescripto sio:
Hisloria sagrada.
Leitura.
Escripta.
Arithmetica.
Canto.
Desenho.
As ligoes de leitura effectuam-se de ma-
neira d ensinarem-se simultaneamente a bis-
toria patria e geograpbia. As ligoes d'arith-
metica sdo baseadas sobre as necessidades
praticas da vida social.
Em surama, os detentos se dedicam com
zelo a instrucgdo, que se Ibes offeree*, e
seus progresses sdo bastante satisfactorios.
32.* quisito.
Ha biblioiaecas nas prisoes ?
Como sao ellas formadas ?
As prisoes estdo provides de bibliothecas,
compostas de obras edilicantes de religiao,
de livros de instrucgdo e de recreio.
0 total dos volumes destas bibliothecas
montava no fim do anno de 18S9, i
144,418, dos quaes 42,210 destioados d re-
creagdo e a instrucgdo, 23,745 servindo as
necessidades das escolas, e os outro* i edi-
Gcagao religiose.
33." quisito.
Os presos leem muito ?
Quo livros preferem ?
Quo infljencia exerce a leitura sobre
elles ?
A maioria dos presos le com voutade e
zelo. Udo roconheci Ja prefereucia as obras
de bistoria e scieucias iiaturaes ao alcance
do povo.
A infiueucia que sobre elles exerce a lei-
tura e das melhores.
34.* quisito.
0 estado sanitario das prisoes t mao-
tido por um bom systema de esgotos *
Sobre este ponto tem se prestado a atten-
gdo a mais minuciosa, para que as prisdea
se mantenham cm bom estado.
35. quisito.
Qual e a quanlidade d'agua destina-
da a.> necessidades das prisoes ?
1. ella de boa qualidade ?
Cem d cento e vinte litros d'agua, por
dia, sao considerados indispeasavcis para
cada preso. A maior parte das prisoes sio
fornecidas d'agua de boa qualidade.
30. quisito.
As prisoes sio bem ventiladas ?
Todas as prisoes, novanoente coostruidas
no decurso dos ullimos 40 auaos, estdo pro-
vidas de um systema de veutilagao artificial,
na maior parte reun.dos aos apparelbos de
aquecin.entti.
Nos estabelecimentos mais antigos ha
meios de veutilagao mais simples, porem.
de effeito insufliciente.
Para nelles reaovar-se safikientemente o
ar e preciso ter 0 cuidado de abrir frequen-
temente as portas e as janeUss.
a7. quisito.
Quaos sao os meios empregado* para
conservar 0 asseio nas prisoes?
Ou este empregado e apenas um
guarda do preso, sem comtudo pertur-
bar 0 segredo dos que conversant t
As visitas fazem se cm uma salada prisdo,
27." quisito.
Qual o- effeito moral destas visitas ?
11 quisito.
Existe uas prisoes um systema de
classificagdo dos presos ?
Como e applicado ?
Quaes os seus resultados ?
que 0 preso tenha, de quatro em quatro
dias, uia descangov e 0 castigo corporal,
ndo podo ser autorisado pelo director-da
casa penitenciaria, senao em virtude de um
procesao verbal, em que tomam parte todos
os empregados superiores, inclusive 0 me-
dico e o capellao. Se a maioria dos func-
cionarios recusa- consentir nesta pena, a
decisdo e deferida- d autoridade provincial
competente.
17 quisito.
Ea uma couta exacta dos castigos in-
fligidos ?
Ha am registro exacto de todos os castigos
impostos, e que e submettido regularmente
d autoridade provincial competente.
18 quisito.
Ha Capelldes em todas as prisoes e
para todos os cultos ?
Os ba em todas as casas de detengdo e
para todos os cultos.
Determinant os regulamentos que os de-
tentos, condemnados pela primeira vez e os
que 0 sdo como reincidentes, devem consti-
tuir duas classes differentes, e que tanto
quanto permittirem as disposigoes das pri-
soes, devem estar completamente separadas
uma das outras.
E' justamente nas grandes penitenciarias,
destinadas d prisio collectiva, onde a execu-
gao desta ultima medida encontra maiores
difficuldades. Neste caso a classificagio
dos detentos e em geral sem importancia.
Em sum ma, a classificagio em uzo lirai
ta-se particularmente d separagdo dos mais
mogOs dos mais velhos.
-Pararealisar-se esta separagdo encerram-
se, quando isto e possivel, os primeiros nas
cellules desponiveis.
12 quisito.
Podem os presos por boa conducta,
e pelo trabalho alcangar uma diminui-
gdo da pena ; e porque regras se faz
esta redifUfcao?
Os presos, condemnados ou d trabalhos
19 quisito.
Quaes sio os deveres dos Capelldes ?
Os capelldes das prssdes sdo obrigados d
celebraros ofiicios divinos nos Domingos, e
uma vez no correr da semana.
Sio igualmente obrigados d administrar
os Sacramentos aos presos em epochas fixas,
e d cumprir todas as outras funcgdes pro-
prias do Parocho.
Sio tambem encarregados do ensino reli-
gioso, e da inspecgio da instrucgdo primaria
d cargo dos mestres contractados. .
Emfim, e de seu ministerio cuidar com
sollicilude da salvagio das almas dos presos,
P6de-se dizer, que em geral 6 bom, as-
sim como pode-se considerar estas visitas, e
a correspondent escripta, como um re-
medio ellicaz ao sentimento de abandono, e
de desgosto que facilmente se apossa do
preso.
28. quisito.
Qual 0 numero proporcional dos
presos, que sabem ler ao eutrarem na
prisdo ?
Sobre 100 condemnados d trabalhos l'or-
gados, ba termo medio, 83 que sabem ler :
quanto aos outros detentos nas diversas pri-
soes, a proporgao 6" mais favoravel.
29. quisito.
Ha ,escolas nas prisdes ?
Em todas, com excepgdo de quatro pe-
quenas prisdes.
30. quisito.
Em que condigoes, e em que pro-
porgdo sdo os presos admittidos d fre-
quentar estas escolas?
Nas prisdes cellulares sao todos os presos,
sem excepgdo, admittidos na escola.
Entre os detentos collectivos, escolhe-se
de preferencia os mais mogos, assim como
aquelles, cuja educagdo tivesse sido muito
negligenciada, mas cujas faculdades intel-
lectuaes promettem algum progresso em re-
lagdo a sua educagdo ulterior.
Tanto quanto permittern a extensdo do
local e 0 numero de professores, de que se
dispoem, estende-se 0 mesmo favor ou be-
neficio as outras cathegorias de presos, fa-
zendo-os ao menos participaj de um certo
curso.
Em 1869 0 numero total dos presos, que
larmente os detentos ou nas cellulas ou nas
enfermarias.
Quanto aos outros presos os Capelldes sdo
encarregados de faze-los vir d sua presenga,
quando elles 0 desejam, ou quando qual-
e para este fim sio obrigados & visitor regu- frequentaram a escola, durante todo 0 cur-
so do anno, foi de 4,309 ou de 15 por cen-
to da media de todos os presos, e regulan*
do de 4 d 6 ligoes hebdoroadarias por indi-
viduo.
A esta cifra de presos, que gozaram do
mente, sob uma boa direr-r.ao, rira, ?ei:.znj for^iQi^c/l^pi^ pofc*-*8?i-4ui uo
quer circumstancie exige a sua assistencia ensino, deve juular-se ainda a de 9,722,
espi ritual
20.* quisito.
Que importancia ddes ao ensino reli-
gioso, como meio de reformer os
presos ?
' cuja instrucgdo limitou-so d bistoria sagrada,
e d religido ; e a de 2,047, que tiveram
tambem em particular ligoes de canto.
31. quisito.
0 que s'ensina nas escolas ?
Que pi'.gi wo oc i Yarrem-se uma ou mais vezes por dia t*
dos os corapartimeutos da prisao, e lavara-
se irequeutemenle.
Todo 0 edificio e caiado ao menos uma
vea por anno.
Entretem se o asseio dos vasos de noite,
etc. etc., lavando-os e desiufectandc-os com
cuidado.
Ascamas sdo continuadameate examina
das, afim de conserva-las com o possivel as-
seio, e principalmeute preserva-las dos ver-
roes.
Por toda parte a limpeza das prudes pode
ser qualificada de exemplar.
38. quisito.
Como se mantem 0 asseio dos presos
Todo preso recem-chegado, logo que *e
lbe abrioassentamento, e submettido i uma
limpeza geral e complete, obrigando-o *
tomar um baubo, cortando-se-lbe os cabol-
los e fazendo-se-lhe a barba, e danda-se-lbe
roupa braoca, e vestuario limpo.
Durante a prisao e obrigado a lavar to la-
as manbas o rosio, e as mios, e d pen tear
se cuidadosamente 1 todos os sabbados e de
rigor lavar toda a parte superior do corpo.
e ospes.
L'ma vez, ao menos, por mez os presos
tomam um bauho geral. Fazem a barba
duas vezes por semana. 0 corte dos cabel-
los s6 tem lugar, quando for isto neces
sario. -
A mudanga da roupa do corpo se fu unaa
vez por semana, e a da cama todos os ma-
zes. De quatro em quatro mezes reoova-M
a palha dos colchoes. Os cobertores de li
sao lavados todas as vezes, que esta necessi
dade se fizer sentir.
Emfim, 0 asseio do detento nada deiia a
desejar.
39. quisito.
Como estdo dispostas as latrinas ?
Nas cellulas ba water-closets ou simple>
vasos que sedespejame lavani regularmente.
Para os detentos em commum ba latri-
nas, collocadas em edificio ou compartimeno
to especialmeote destinado d este fim, ou
em lugares reservados na mesma prisio.
Uma parte destas latrinas e provida de um
apparelbo de lavagem ou de opera r a sepa-
ragao dos liquidos dos solidos: a rnawr
parte dellas, porem, ainda se acham no pri
mitivo estado, e ndo se podem conservar
inodoras, se nio i custo de frequentes lava-
gens, e constantes desinfecgoes.
Em algum as prisoes ba cubes de madeira,
cujas tarapas conservam-se cobertas d'agua,
e que tem um conducto pelo qual se esca-
pam as emanagoes fecaes. Estes cube* sao
collocados nas officinas por Iras de um anta-
paro ou biombo.
Este systema tem sido julgado satisfacto
rio, desde que se tenha 0 cuidado de vasar
disinfectar i miudo os cubos.
0 despejo das materi s fecaes se effeclua,
ou pelo despejo parcial, ou por meio de ca-
nos d'esgoto, provide* de um apparelbo para
lavagem dog mesmos.
40 quesito
Qual e 0 systema de illumioaglo dos
dormitories e das celluUs ?
(CMUaaa.)
If UM Uuuuu. vtv vm
.
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1