Diario de Pernambuco

Leonilla Berr ardina Pachec >.
Leonilla Barbosa da Silva.
Maria do Carmo do Nascimento.
Senhorinha Maria do Carmo.
Emilia Maria da Conceicao.
Mara Minervina do Bom Parto.
Joanna Mana da Soledade.
Maitinha de Lima dos Prazeres.
Olindina Jovita da Costa.
Amelia Francisca das N'eves.
Leonarda d'AssumpcSc.
Consagracao da imprensa
O extraordinario e progressivo consumo
do afamado Peitoral de CamtSBr prova,
escreve o Diario de Noticia, de S. Pau-
lo, que nao ha e nem -houve preparado
medicinal que offereca to bons resulta-
dos.
Tambem o Mercantil, importante folha
daquella capital, honrou este conhecido
medicamento com urna lisongeira aprecia-
9I0, de que extrahimos o seguinte tre-
cho :
Pela sua grande efficacia e proressvo
uso que delle tazem boje as priroeraa no-
tabilidades medicas, quasi um dever da
imprensa apontal-o aoa doeotes.
03 AGENTES
Francisco Manoel da Silva slk t
Olinda, 16 de Navembro ,e 1890.
O vigario,
Conego Jos Voz Guiterres.
m'qm mjpxt mMMt
r m:w* ::s::s
Sinceros psames pelo prema-
turo Htssamento de sua
idolatrada consorte
121290.
Ribeiko da Silva.
Kf eebedorla do Estado de
Pr mam buco
26.071 922
1:918*799
Uo dia 1 a 11
dem do 12
27.000-7J1
Do dia 1 a 11
dem de 12
ccll> Uralnagr
1:51847)8
134296
1:3)1*094
Mov me Dio do porto
Navios entrado no dia 12
Havre e escala20'lias, vapor francs Entre
Ros,* de 2, 134 toneladas, commandaote Cre
quet, equipagem 35, carga varios gneros ; a
Augusio Labille.
Para e escala6 i 2 horas, vapor inglez Juno,*
de 701 toneladas, commandante J. D. Dowse,
equipagem 31, .urea varios gneros ; a Pe
reir Carneiro A C.
Baha e escala-7 das, vapor uacional Principe
da Grao Para,* de 308 toneladas, comman-
daote Julio C. Laeerda, equipagem 28, carga
varios ger.eros; a Pero Ozono de Cerqoeira.
Babia e escala7 dia, vapor nacional Jacuhy
pe, de 382 toneladas, comoandante Francis-
co R. de Carvalho, equipagem 30, carga va-
rios gneros; Ccmpan :ia Peraambucana.
Babia e Hacei 3 das, vapor infles Norse
man, de 816 toneladas, commandante Lacy,
equipagem 52, carga ros tulgrapbicos; a
Compjohia Submarina.
Navios taidos no metmo dia
N;w-Yj k-Lugar nacional Duas America?,
capnao l-V 11 asco uou5.1l ves Je Mallos, carga
assucar.
Buenos-AyresVapor ioglea E hiope, com
mandante W. Tylor, carga varios guiieros.
ftOlOlOJOlOt

Mercado Municipal de 9.
O movimeoto desle mercado 00 dia 11
zembro (oi o segu uto : Entra rain :
31 bois pesando 3,992 kilos.
932 kilos de peixe a 20 ris
12 cargas com farinba a 200 t.
16 ditas de froctas diversas a 300 rs
31 1,2 columnas a 600 rs.
7 suiuos a 200 re.
73 Uboieiros a 200 rs.
1 escriptorio a 300 rs.
lose
de De
184640
2*400
44800
18*900
14400
14*600
300
35 compartimentos com-larinha a 500 274500
134000
ioortaco
auri 11 de ouSHBao 0 1890
raa c exterior
Nj vapor unslriaco Zichy para liba de Lo-
mas, earregru: M
A. Caragci.vs, 18 coaros seceos salgados com
216 kilos. ,,
Na vapor inglez Pitosi#, para Liverpool,
carregaram:
Renua ceral
Do oa 1 a 11
dem de 12
183:881*123
4-8.021*383
213:9024806
Renda do Esu de Penumliuco :
00 dia la 11 64:683*811
dem d' 12 i 2 427*336
SO ditos de comidas a 500 rs.
92 ditos de legnmes e fazendas
400 re.
14 ditos de somos a 700 rs.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
6 ditos de camarfcs a 200 rs.
41 (albos a 24
Rendiraento de 1 a 10 do corrente
36*800
9*800
34400
1-4200
82400C
847.V
2340J34O
2 579*080
77.1114467
omiua tolaJ 291.0144273
Segunda sec?au ua Alfandega dePeroembuco
12 e Dezemhro de 1890
O toesoureiro,
Florencio Domingnes.
> O chefe da scelo,
.'A. Rodrigues Piob'iro.
Prejos do nia:
Carne verde de 200 a 48J ris o kil, -
Suinos de 560 a 640 ris id. m.
Carneiro de 640 a 800 dem.
Parinha de 240 a 320 ris a cola.
Milho de 320 a 360 ri3 ideiu
Feijo de 500 a 600 idtir.
Vapores a entrar
HEZ DE DEZEMBRO
Europa....... Montevideo...... 13
Norte.......r Braz............ 13
Europa....... Potos............ 14
Sul.......... Allianca.......... 17
Sul.......... Pernatnbuco....... 17
Europa....... La Plata.......... 20
Norte........ Aivanct.......... 21
Sul.......... Traa............. 22
Nonc........ -logos........... 23
ful.......... Seguranca......... 26
Sul.......... Mandos........... 27
Declaracao
Os abaizo aseignados, ofSciaes do 2*
batalhao de inf mtaria, declaram positiva-
mente, que nSo sao solidarios com os ar
tgos publicados 00 Jornal do Recife de
10 e 11 do andante, os quaes sao da la-
vra do tenente Villarim, e qne a despe-
dida feita a este official e alferes Masca
renhas, foi apenas urna prova robusta de
amisade e consideradlo como simples com-
panbeiros, e nSo com idea poltica ou de
censara a quem quer que seja, que assim
queira interpretar.
Reeile, 13 de Dezembro de 1890.
Tenente Agnello Lopes Pereira.
Tenente J0S0 Affonso de Mello.
Alferes Victoriano Costa.
Alferes Joo Jorge de Campos.
Alteros Pomplio Jorge de Campos.
Ao publico
Acabamos de vender o cavallo Apollo e reti-
rar-nos denilivamenle do turf.
Assim procedemos porque, alm dos actos
menos lcitos doejcckevs, principalmente na
corrida de 7 do corrente. tivemos de enfrentar
com lairdes de casaca e luna de pellica, cuj 1 lula
nao podemos nem."devemo3 aceitar; porque,
para estes nlo resta nos outro recurso senao a
mentar o roobo vergonboso de que^lomos victi-
mas n quella. corrida.
Q ex -propietario di ApMo.
Protesto
Sabendo que se tera profundo comprado-
Sara as casas ns. 16 e 18 a ra Nunes Machado,
reguezia da Grzc ciimpre ma protestar contra
a venda das reurdas casa?, que vo ser re
vindicadas pelo seu verdadeiro proprielario,
aclualmeote em Portugal, mas com procurado
res constituidas aqu para i..l rlm.
"Recife, 11 de D.zembro de 1890.
Como procurador de Francisco do Goulo Gui-
ostries))
Cecilio G Minar des.
Vapores a sabir
Mez DE DEZBMBBO
Santos e esc.. Jn*o............. 13 as
Santos e esc.. Entrerios.......... 13 as
Sol.......... Montevideo........ 14 as
Sul.. ....... Braza............ 14 as
Norte........ Pernambuco....... 18 as
New-York.... AUtanca.......... 18 as
BoenosAyres. LaPtata.......... 20 as
Santos e esc Aivanct.......... 22 as
Mudanza de consultorio
Dr. Freitas GaimarStes participa a seue
amigos e clientes que mudou seu cnsul
torio d? ra Duque de Casias n. 57 para
a meama roa n. 55 onde contina a dar
consultas das 11 1 hora o tem .sos resi-
dencia no Cajueiro n. 4. Telephonc 292.
SUMOS
Urna pessoa curada de surdez o sum-
bidos nos onvidos por um remedio simples
enviar gratuitamente a descripcSo a
quem a desojar. Nicholson, 1575 Sgod.
Estero, Buenos Ayres. x
Mudanca de consultorio
O Dr. J.oao Paulo participa aos seus
amigos e clientes quo mudou seu cnsul
torio para o Largo do Corpo Santo o
19, 1." andar (antigo consalterio do Dr.
Raymundo Bandera) onde pode ser pro*
curado todos os das ntes de 1 as 3
horas da tarde.
Telephone n. 190.
Recife, 11 de Novetibro de 1890.
S YICTIMAS DAS FKBftKS
O Elixir nl-febril Cardoio. appro-
'ado em 21 de Margo deste anno pela Inspectora
ieral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem hoje
presentar-re bumanidade sotfredr do mon-
to inieiro, como laboa de saivaco que ao infe-
iz naufrago lbe enviada por mo omnipotentet
O Elixir nntl r>bril Cardos, appli-
ado em moilissimos casos de febres, tem, como
or milgre, levantado do leito da dor a comple-
op moribundos.
Este remedio, com posto sement de vegetaes
inteiramente iaoffeosivo, anda mesmo na mais
n.mosa e tenra enanca.
As seoboras, no estao de paridas, ou no pe-
odo de incommodos naturaes, podem usal o
beposltos
Drogara dos Srs. Franclcco Manoel da Silva
k G., a ra Mrquez de Olind 1 n. 23.
Pharmacia Martin?, a ra Duque de Caxias
1 88.
Pharmacia Oriental, ra Estrella do Rosan
-.. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Barko da
v clona n. 14.
Pharmacia Imperatriz, a ra da Imperetriz,
1. 49.
Depoalto geral em casa do autor
a noel Cardoso Jnior. 41 roa
cHreila do Boaarlo n. 1*.
.AUestados
. Sciemtirjcamos ao respeltavel publico qne alm
os alicatados a que damos poblicidade hoje,
oram curados 600 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
>3 tratados pelo Elixir aoti febril.
Dos uuNBBeru' testados que temos, damos
-m seguida principio a sua publicaco; e isto
astara para que sejam conhecidas as virtudes
o Elixir anti febril Cardoso.
N. 91
Recife, 23 de Abril de 1880.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.-Tendo lio
obsequido por V. S- com u.u frasquiobo de seu
preparado Elixir ante febril, venbo commonicar
:ti- o bom resultado que colhi na sua applica-
clo: sendo accoinmettida de urna pertinaz febre
a Bita uo professor de piano MamiaGoncalvea
Lima, foi medicada com quinino, mas sem resol-
tado, veio para a nossa casa no Casanga em pro
enr* de im-lboras. e sendo lbe ministrado o seu
Eluir, no tira de poucas doses acbava se ella
completamente livre da febre e entreva em fran
ca roir. al'.'scenfa.
Ccnsequentemenle, altendendo a este e a ou-
tros promptos resollados de que tenbo sciencia,
posso assegurar Ihe que 6 urna maravillosa des-
coberta a que V. S. acaba de fazer e que multo
grata lbe ser a bumanidade sorTreJora em usan-
do do seu Elixir e livre dos raaos effeilos resul-
laotes do qomino.
I'oder V. S. fazer desla o uso que lhe apro-
ver.
Assiguo me com verda derafo
De V. 8. atiento, amigo, criado e obrigado.
Aurelio dos Santos Goimbra.
N.92
Recife, 10 de Ou'.ubro de 1880.
Sr. Manoel Cardoso Jnior. Amigo e senhor..
Tendo sido accommeltiuo de urna febre palus-
tre, cha mi-i diversos faculta ti vos o que 00 espa-
90 de dezoito dias anda conservaba a mesma fe-
bre ; iodo om amigo visitar me dtsse-me que B
zesse uso de seu Elixir ante feb il o qoe j lioba
dado a orna sua Olha e .se acbava restablecida
o que com effeito man lei ver um frasco de seo
ante febril, temei algumis doses e no espaco de
dezoito dias j me acbava comotetaineuie resta
belrctdo, o que s a esse seu benigno 1 reparad
dr-vo o raeu prompto restabelecimento; anda
devo accrescentar que em seguida foi ae.com-
metlida mlnha lilha com a mesma febre e cha-
mando om facultativo para ver o que era tris
se ser febre, de meo Voto proprio appliquei lbe
o mesmo seo preparado o que em tres dias es
tava completamente salva o que venbo por meio
desla agradecer lbe tae u'-.l remedio.
Sou de Vrac. amigo e criado.J0S0 Ferreira
Braga. .
N. 93
Recife, 12 de Selembro de 1890.
Cidado Manoel Cardoso Jnior.- Commouico-
vos qoe minba Sitia Maria do Carmo Machado
Guimaraes, foi accommetda da terrvel epide-
mia de varila.', e grecas ao vosso ioallivel Eli-
xir ante-feb-il, nico remedio que osei 00 tra^.-^
ta ment do dito mal, Uve o grande prazer dec.
vel a era poucos dias, completamente restabele *
cida. o que me leva a crer que o vosso miraco-
loso Elix r deve ser por toda bumanidade con-
siderado o nico e infallivel antidoto contra tio
funesto mal.
Com a ma'8 elevada estima e consideracao
confesso-ifi vosso amigo e obngadissimo J^-
auim Macudo Mendes Guimaraes.
N. 94
Beberib 25 de Agobio de 1890.
lllm. Sr. Manoel Cardo o Jnior. -Tendo; il >-
cido de variolas.minha riiha de nome Josepii* >*u
dade de 4 mezes em dala de 23 de Julbo .u x -
mo passado ; por iudicBcio de um amigo, rtcoi -
ri ao seu u.aiavilhoso remedio que lem a d-no- -
mnao de Elixir ante febril Cardoso.
Nao calcula o senhor quo benfico foi o re-
uit do, poique estando minba fllha com uuia
febre xtraordinaria e usando o seo remedio
promptamente modiQcou a e fez incontinente
pparecer as varilas, que sem oosodcoulro
qoalquer u edicamenlo acba se perfeilameule
restabele;ida.
Fazendo o Sr. Cardoso o uso dcsta como lbe
convie.r, declaro que sou morador uo Fundao em
Beberibe, onde poder o senhor dispor de um
amigo e criado moito grato.J0S0 Aurelio da
Cunba.
JE 95
Recife, 27 de Agosto de 1890.
Sr. Manoel Cardoso. Possuido da maior sa-
tisfaco oiftjc-lbe estas linhas.
Tendo adoecido em nossa casa um dos meas
filbos, Jesla molestia que aciualmen_te devasia a
iiissa populagaoa varila,um amigo aconse-
Ihou me o uso do seu Elixir ante-febril, e suc-
cedendo-se o contagio as outras creaness, Uve
durante o caito prazo de qttinz das, cinco va-
riolosos em nossa casa, os quaes felizmente se
reslabeleceram com o uso i!o seu prodigioso Eli-
xir. Peranle ISo as;, rubroaa cura pepo lbe que
faca publico estas tinbas a bem da bsmaaidade
scrTredora de tSo cruel enfermidade.
Subsr.revo-me com gratido dcsejando-lhe mil
venturas por to feliz descoberta.
Sem outro assompto criada c obrigado De-
metrio Chrysostomo Pires de Sonsa.
(Estavam sellados e reconhecido?.)
1

h-
1
, Oonsaera^oes medicas
O Peitoral de Cambar na aba'ibada
opiniSo do il'nstre clnico fluminense Dr.
Julio Augusto ^amacho respo, um medi-
camento empregado c m grande provoi-
to as diversas affecjiles das vas respira-
torias, espoaialmente quando chronicas j
segundo o eminente facultativo da Barra
Mansa o Sr- Dr. Urias da Silveira, um
auxiliar no tratamento da fysica pulmo-
nar. >
OS AGENTES
FraacJseo Manoel da Silva t C
Bul DO MABQEZ DE QLXSD,


Diario de Peraambuco--Sabbado 13 Je Dezeiabro de 1890
b
\
^
Tendo eu soiencia de que algumas pes-
aoaa aproveitam as garrafas, 7aaias com
etiquetas de vinhos de minha caaa par
veuderem outroa vinhos a titnlo do Bom
Palhetea Boas. Collares que rece
bo directamente e bem aaaim jutraa qua
lidades, chamo atteocSo a do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meus vi-
nhos, para que n3o se deizem ilhidir c
aviso os de que s dovem considerar come
verdadeiros os que compraren! em mee
proprio eatabelecimento ; a muito que cat
ven Jo a casas retalhadoras e por isso ia
siete para que os sen horca compradora
aotem o que deixo dito
Recife, 16 de agosto do 1890.
Paulino de Oliveira Hait.
Mudanza de escriptorio
Mignel Jos de Almeida Pernambuco
advogado e procurador dos Feitos da Fa
senda do Estado, mudou seu escriptorio
para o predio n. 79, praga 17 de No
vembro (amigo pateo do olltgio), ende
pode ser procurado das 9 \2 horas da
machi s 4 da tarde.
* crean a da anta C*iaue Hl -
erlrordla Rlusain ae ara-intea
caaa*t
Ras :
Roa da Alegra Casan. 46
Vigario Tenorio Io ailar c. 2-"
Dita 2. andar n. 15
Domingos Jos iartis, ftrra u. 118
uompanma Pernambucana loja n. 30
Burgos, terrea D. SI
Lapa n 2
neceo do Abren 2* andar n. 1
Qaadro da etenco n. 4
Ra Imperial cxm ierra n. 151
Sitio da (Jasa Forte u. 15
Ra do Bom Jess 3 andar n 13
Roa doAmorim n. 47
rtoa da Aurora n. 37 2o andar
Ra da Pama o. 34
Ra do Marques do Herval, robrado e
loja n. 11.
30*000
25*000
10*600
10*000
i5*000
14*000
14*000
8*000
6*000
28*000
25*000
!o000
58*330
6*660
50*000
60*000
DO
CAMPO GRANDE
PR0JECT0 DE INSCfOPjO
Fas He unta grande e
deseoberla
Importante
as eminentes qualidades medicinaes
da Anacahuita, alvore esta que cresee
as immediagOes de Tampico, no M-
xico. 0 Peitoral Anacahuita, compsto
e preparado com o balsmico succoi de
dita arvore, tem enebido o mundo de
espanto eadmirago. Os proprios mdicos
confessam. que nunca se Ihes havia en-
trado na ideia, de que se podesse extra-
fair de nenbum producto da tena,
um especifico to maravillioso c com-
pleto para a cura das enfermidades da
garganta e dos igaos da respirado. A
tosse d' um carcter o mais confirmado
e violento, desapparece sob a sua mgi-
ca influencia, dentro em poucos dias, e
s vezesmesmo dentro de algumas ho-
ras depois de se baver tomado urna
garrafa do mesmo. A rouquido por
mais cavernosa e profunda que seja
promplamente desvanece e a voz d' en-
tro em pouco recobra c adquire toda a
sua coslumada clareza e sonoridade. Os
bronchitcs se a'liviam mediante o seu
uso. Cura os plunides feriaos e inllam-
mados. Os que padeccm de asthma
principian) por respirar com desafogoc
regularidade, logo depois de se baver
tomado as primeiras doses. O catarrho
declarado incuravel desapparece or-
dinariamente ao cabo de urna semana.
Erofim a sua excedencia e grande ellica-
cia nao leve, nao tem e netn ter igual
por meio de todas as mais medicinas
tendentes para o mesmo fim.
Como garanta contra as falsificagoes.
observe-se bem que os nomes de Lan-
man &Kemp venliam est .ipadosem le-
tras transpar ntes no papel do livrinbo
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-sc venda em todas as boticas t
drogaras.
Thesouraria de Fazcnda
SBSTITH'AO DE NOTAS
De ordem do cidadlo Dr. inspector,
aco publico que, conforme o cffi^io da in-
spectora da Caixa de Amoitissco do 1.
do correte, sob n. 88, as notas de
5O)JO00 da 5.* estampa scrSo substituidas,
afim de evitar-Be a falsifieacao d'ellas e o
prrju'so que poesa resultar da sua conti
ouaco na circulado, ficando marcado para
essa operacao, sem descont, o praao de
seis mezes a contar d'aquella data, de
vendo comecar o descont na forma eatu
calecida pelo art. 13. da lei n. 3.313 de
16 de Outubro de 1886, no 1.a de Margo
de 1891
Em 16 de gotembro de 1890.
O secretario da junta,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna-
EDITAES
1.' scelo. Secretaria do governo do
atado de Pernambuco, em 6 de Dezem-
bro de 1890.
EDITAL
Pelo presente edital ae faz publico que
nesta secretaria se acha, para ser entre-
fue ao interessado, depois de pagos os
evidos direitos, a patente concedendo re-
forma do posto de coronel ao tente co-
ronel commaodante do 7." batalhao de in-
fantera da guarda nacional da comarca
do Recife, Pedro Osorio de Cerqueira.
BECLARACOES
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Perante a juua administrativa desta Santa Ca-
sa em sua sesso do dia 16 do correte, serio
receidas proponas para o forneciraeoto de pao
e bolachas aos estabelecimentos desta cidade e
igualmente ao uolleg.o das orpbs na cidade de
Olinda para o trimestre de Jaaeiro a Marco do
anno viudouro.
As propostas deverao ser em cartas fechadas,
devldamenle selladas e com fiador idneo.
Secretaria da Santa Usa de Misericordia do
Recife, iO de Dezembro de 1890.
(Jescrivo,
Pedro Rodrigues de Scuza.
Greiio do* Prolksores Prdros
IJIelr*o
De conformidade com" o disposto ao art. lo
eos estatutos desta sociedade, sao convidados
todos os seus asaociados a se reunirem domingo
U do cor, ente, s 11 botas da manh, na sde
social, para em asaembla {feral elegerem o
novo con9elbo director para o futuro armo de
1891.
Secretaria do Gremio dos Professores Prima-
rio* do Estado de Pernambuco. 11 de Dezeinnro
de 1890.O i- secretario,
Joviniano Simoes.
Vice-consulado de
Hespanha em Per-
nambuco
Scientifico aos subditos hespanboes residentes
oeste dislricto consular, que em 31 do linele
mes, terraioa o praso concedido pelo governo
provisorio dos Estados Unidos do Brazil, por
decreto n. 479, de 13 de Joddo ultimo, para os
estrangeiros residentes ooBnzil qae queiram
conservar a sua nacional)dade, fazer a declara
cao de que trata o art. Io do decreto n. 58 A, de
ti de Dezembro de 1889
Dita declaraco conforme faculta o art. I." do
dec-eto n. 398, de 15 de Balo do correte ; nno,
pede ser feta i.&o someote oas Intendencias
Municipaes, delegadas e subdelegadas de poli
cja, mas anda perante este vice consulado.
Viceeoaaulado de Hespanha em Pernambuco,
10 de Dezembro de 1890
Francisco Alfonso Monteiro
Eacarregado do vice-coniulalo.
Companhia de Trilbos Ur-
banos do Recife a Olin-
da e Beberihe
Aos Srs. accionistas
De accordo com o art. 16 do decreto de
Janeiro de 1890, que reformou a lei n.
3,050 de 4 de Novembro de 1882, e visto
como sera convocada para o prximo mez
a assembla geral que tem de joigar aa
contaa da Companhia, achando ae no es-
criptorio da Companhia, daa 10 herasjdu
da as 4 horaa da tarde, a disposicio dea
Srs. accionistas os segui tes documentos
para seren examinados : copias do ba-
taneo, da relacSo nominal dos accionistas,
da lista das transferencias da accSea du-
rante o anuo.
Escriptorio do gerente, 5 de Dezembro
de 1890.
A. P erara Simo es.
Hippodromo da Campo
Srrande
AssenblJ geral extraordinaria
De ordem do Sr. presidente alo con vi
dadoa oa Srs. accionistas para em assem-
bla geral extraordinaria se reunirem na
secretara desta empresa, segunda-feira
22 do correte s 6 horas da tarde, para
ser apresentado o reLtorio da cmanselo
especial eleita em 25 de Agosto, para
examinar as contaa da directora paseada ;
e tratar-se da reforma do3 estatutos de ac
cerdo com o 9" do art. 15 da lei que
rege as sociedades anonymas.
Secretaria do Hippodromo do Campo
Grande, 6 de Dezembro de 1890.
Albino Fernanda de Azevedo,
Servindo de secretario.
Thesouraria de Fazenda
Eaaprezas e coapanilla* dlrer
aa.
De ordem do cidadlo inspector, tran
sor evo em seg ida, do Diario Offieial de
8 de Novembro ultimo, o decreto de 4 do
mesmo toe, na parte referente a prescri
pc2o de matricula para aa emprezaa e
companhiaa diversas, que gosam ou pre-
tendem gosar de isenclo de direitos, ac-
crescentande que oda no da 17 do cor
rente o praso marcado para apresentaco
dos documentos exigidos para a referida
matricula:
Art. 3. Ser organisada regalar e
definitivamente na Directora Geral daa
Rendas Publicas do Thesouro Nacional e
oas Thesourariss de Fazenda em livro
proprio urna matricula de todas as com
panhias, empreras ou particulares, que ti-
verem a seu cargo a fundaclo ou o cas
teio de servicos oa obras de recoohe
cida utilidade publica, e s qflaes houver
sido concedida isenclo de. direitos por dis
posiclo de lei fra da tarifa ou concesslo
especial por decreto do poder competente.
Art. 4.a Yodas as Empresas, Compa
nhias oa particulares que estiverem no
caso do artigo antecedente s3o obngados
a requerer a matricula Directora Geral
das Rendas Publicas na Capital Federal e
s Thesourarias nos diversos Estados, de-
clarando e provando com d; eumentos au
thentieo*: ^
c 1.* O titulo da Companhia ou Em-
presa, ou o nome do concessionano ;
2. A lei, decreto e contracto de con-
cesslo :
3. Se gosa de garanta de juros pelo
Governo Federal ou Federado, de quaoto
e sobre que capital ;
4.a Se a obra ou servico que determi
nou a concesslo est concluida ou em ex-
ecucao, e oeste caso quaodo deve ser
concluida.
c | 1. A matricula deve ser requerida
dentro do praso de trinta das, coLtados
da data deste decreto na Capital Federal,
e contados do dia em que fr elle oficial-
mente conhe ido nos diversos Estados.
"c 2. O praso para o requerimeoto da
matricula d*s Lovas concestoas se conta-
r do dia em que fdr oficialmente publi-
cado, ou o decreso ou le a concedendo a
isenclo.
Findo este praso, consideram-se ca
ducas e nullas de pleno direito por aban-
dono, e renuncia todas as concessdes de
isenclo de direitos que olo esnstarem
da matricula do Thesouro Nacional ou das
Thesourarias
t | i. A Directora Geral das Rendas
Publicas e as Thesourarias de Fazenda
foioecerlo aa Oompaahias, Emprezss ou
particular e qae houverem preenchido
essas formalidad, um certificado da ma-
tricula com as njcessarias declarac5es.
Em 2 de Desombro de 1890.
O seuetario da Junto,
Dr. Antonio Jote de Snt'Anna.,
Para a 6a corrida que se realizar domingo, 21
de Dezembro de 1890
t. PAREO INICIO 1.000 metros. Cavallos de Pernambuco que nlo tenham
ganho em distancia superior a 800 metros aos prados do Recife e
eguas de Pernambuco, que nle> tenham ganho no pareo ConsoIacJo
na corrida de 9 de Novembro do correte anno. pbehios : 200dOT)0
ao primeiro, 40i$000 ao segundo e 20000 ao terceiro.
9. PAREO PROSPERIDADE 1.100 metros. Animaes pungas que nlo te-
nham ganho nesta dista cia na corrida de 19 de Outubro do correte
anno, podendo entrar animaes de Pernambuco. premios : 200i)000
ao primeiro, 40(>000 ao segundo e 20)5000 ao terceiio.
S..PAREO EXPERIENCIA 1 050 metros. Animaes de Pernambuco que
nlo teobam ganho nesta ou maior distancia no Hippodromo nestea 6
meses e que nao tenham ganho nos pareos Experiencia em Setembro
e Outubro do correte anno. pkkmios : 2'J00J ao primeiro, 40|>0O')
ao segundo o 200000 ao terceiro.
4.* PAREO VELOCIDADE 1-000metros. Anima-e de Pernambuco podendo
entrar animaes pungas que como taes n&o tenham ganho no Hippo-
dromo premios : 2005000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000
ao terceiro.
5.J Pareo TRILHOS URBANOS 1609 metros, Animaes nacionaes at meio
sangue. premios : 3OO0ODO ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000
ao terceiro.
O." PAREO -HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE 1.400 metros. Animaes
* de qualquer paiz. PREMIOS: 4000003 ao primeiro, 800000 ao segn
do e 400000 ao terceiro*
9. PAREO HARMONA 1.400 metros. Animaes pelludos que olo tenham
ganho no Hippodromo em 1890 podendo entrar animaes. pungas.
premios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao
terceiro.
8. PAREO PROGRESSO -1.100 metros. Animaes de Pernambuco que olo
tenham ganho em maior distancia no Hippodromo n'estes 5 mezes.
premios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segando e 200000 ao
terceiro.
Observncoes
De accordo com o art. 5. do O digo de orridas nlo pod-.r ser inscripto
nos pareos Experiencia e Progresso o animal Piramoo e no pareo Progresso o animal
Templar.
Neohum p reo se realisar sem que se inscrevam pelo menos cinco animaes
de tres proprietarios d.fferentes.
A inscripclo encerar-se-ha terca-feira, 16 do correte s 6 horas da tarde,
na secretaria do Hippodromo ruado Imperador n. 55, 1 andar.
Fernandez de Azevedo,
SERVINDO DE SECRETARIO.
Eitrada de Ferro Sul
de Pernambuco
EDITAL
De ordem do director engeoheiro em
chefe, se fas publico qae at o dia 25 do
corrento 1 hora da tarde, recebem-ee no
escriptorio central, em Palmares, pronos
tas para o forneoimeoto de 30 mil dor-
mentes de maleira de le, com as dimeo
soes 1," 85X0," 20 XO,- 13.
Os dormeotea serlo saos, de quinas vi-
vas e isentos de branco, endae, brocas,
nos cariados ou qualquer o u tros de feitos
Serlo rectos, de seccSes reiaagalarrs,
com os topos cortados em esquadria e
tendo at faces serradas, ou perfeitameote
lavradas a machado.
Versar a concurrencia sobre o praso
em qae deverlo ser entregues, o modo de
pagamento, a idooeidade do proponente e
os preces, por duzia de accordo com aa
classes abaixo indicadas.
1* classe
Amarello vinhaticoPao ferro, Aroeira,
Braaa, Pao d'arco rdxo, Sucupira-mirim,
Catajuba e Oiticica.
2.* classe
Angelina amargoso, Cajacatioga, Embi
riba preta, Pao d'arco amarello.
3.a classe
Massaraaduba, Loaro cheiroso, Pao car
ga e Pao santo.
Cada proposta dever ser acompaohada
de um certificado do deposito de 2000000
feito>na thesouraria da Estrada.
No acto da assigoatara do contracto
eotrar o proponen te eseolbido com a
caucao de 2:5000000.
Palmares, 9 de Dezembro de 1890.
Na ausencia do secretaria o 1. escripta-
rario,
Sebastiao ie A'.'rtjnrXjn (i' o
Juizo dos Feitos da Fa-
zenda
Eacrlvo Cintra
No dia 19 do corrente a depois da au-
diencia do Sr. Dr. j'iiz substituto d)8 feitos
da Fazenda, se ha de arrematar a quem
mais der o seguinto: i
A otaria n. 85 a ra do Viscoade de
liada e a 1:5000, para pagamento do que
deve a mesma fasenia o teoente Evaristo
de Soosa, outr'nra herdeiros de Henrique
Jos Vieir* da Silva.
A casa n. 70 a ra do Padre Nobrega,
mei'agua medindo 8 metros e 91 ceot
metros de comprimento, e 3 metros e 15
centmetros de largura, com ama salla, 2
pequeos quartos, oosinha e pequeo qnin
tal, avaliada em 3000, para pagamento
do que deve a mesma fazenda Anna Ma-
ra da Luz.
A caaa de pedra e cal n. 20 a iua da
Ventura (Caponga) mediado 5 metros e
30 centmetros de largura e 15 metros e
10 centmetros de comprimento, com 2
janellas e 1 porta de frente, 2 salas, 4
5uartoe, eosinha fora e torraco na trente,
quartos para criados, sitio murado com
portSo de ferro, diversas arvores de fra
cto, cacimba co.n tanque para banhos
em terreno proprio, e tendo a casa
janellas nos oitees avaliada em 2:0000000
para pagamento do que deve a mesma
Fazenda Candido da Costa Dourado.
A casa n. 47 a ra de S. Jos medin-
do 4 metros de largura e 14 metros e 8
centmetros de comprimento, tendo porta
e janella de frente, 2 sallas, 3 quartos,
cotinha fra, pequeo quintal murado
com cacimba meeira, corredor ,ao lado e
sotlo interno em sallo, precisando a casa
de concert avaliada em fl:O3O0OO para
pagamento do que deve a mesma Fazen-
da a Baronesa de Cimbres.
Os alogneis da casa n. 3 sito no Forte
do Coinrora freguezia da Graca com 4
janellas e 1 porta de frente, 2 gabioetes,
2 quartos, 2 sallas, eosinha tora, sitio
com fructoiras e cacimba avaliados em
960000 aonual para pagamento do que
deve a mesma Fazenda Luis da Costa
Porto Carreiro.
Recife, 11 de Dezembro de 1890.
O solicitador da Fazenda,
Rotilio de Lima.
" *
a sede des i** GV mpa-
nhia, icceilfcndo os es-
tatuios pr jectados as-
sm como :
Directores os Srs.
Commen dadorJos
Leopoldo Bourgard
capitalista.
Eugenio Chalinene-
gociante.
Fiscaes
Eduardo A. Burle
capitalista.
Dr. Augusto A lves
Portella Filho.
AlfredoMelzg:erne-
gociante.
Associacao da Prati-
cagem
De ordom lo cidadao 2. tenente pratico mor
convid aos Srs. pintores qae qaizerem pintar o
torrea onde funecionou a Sade do Porto, no
Caes da Linguete, a virem no escriptorio da As
sociacao da Pralicagem at o dia 13 doOcorrente
das 9 as S horas da tarde, afim de examinar dito
torreo. e a presen la rem su.-s propostas.
Escriptorio da Praticaeem, 9 de Dezembro de
1890.
O escrivio,
Joao Bapti8ta Esteves de Souza.
Derby Club de Per-
nambuco
Pela directora desta sociedade em seselo
de 10 do corrente e de conformidade com
o art. 53 do cdigo de corridas, foi ea
pulso do Pi ado da Estancia, o jockey Ma-
noel da Silva por nao ter disputado o
premio do 6.a pareo da corrida de 7 do
corrente, qoando montava o animal Apollo.
Secretara do Deiby Club de Pernam-
buco, 11 de Dezembro de 1890.
O secretaaio,
M. J. Andrade.
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pernambuco
De ordem do Sr. director engenheiro
chefe se tas publico que nos dias 12 e 13
do corrente, haver um trem especial
para Tigipi, partLdo da estaclo do Re-
cife a 7 horas da noito e voltaodo da de
Tig pi s 9 e 20 minutos.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Pernambuco em 11 de Dezembro de
1890.
O secretario,
Vktaliano P. Ribeiro de Soitza.
Hospital Porluguez
Assembla geral
Sao convidados os seooores socios desta in*-
titoicao a comparecer domingo 14 do crreme,
s 11 horas da man ha, n sede do hospital, para
eleger a junta administrativa de 1891.
Secretaria do Hospital Portoo?z, 10 de De
z.nibro de 1890.
Manoel L. Ferreira,
Ia secretario-
Instituto Beneficente doaOf-
ficiaes da Guarda Nacio-
nal.
De ordem do capilAo presidente, sao de nove
convidados todos os socios do mesmo Instituto,
afim de reunidas no dia 1S do corrente is 6 1,2
horas da larde, na cede social roa do Impera-
dor o. 39, 1.* andar (entrada pelo oitao). proce-
ier-se a deicao para novos fnnecionarios. S
tomara parle na referida eleico o socio qae es-
tiver diplomado e quites com os cofres sociaes.
E feita a eleicSo, a nova directora fara publicar
nos jornaes os nomes de todos os socios que es
tiverem atrasados e a exclosfio dos mesmo?.
Secretaria do Instituto, 6 de Dizembro de
1890.
O l." secretario,
Manoel Antonm do.C. Randelra.
Estrada de Ferro Sul de Per-
nambuco
De ordem do director engeoneiro em cnefe se
fai publico que, al o dia SO de Dezembro cor-
rente, a 1 horada tarde,receoero se no escripto
rio central, em Palmares,propostas para forneci-
mento de material de escriptorio, coostruccao e
ollkinas, dorante o temestre de Janeiro a Junbo
dp anuo prximo vindooro, de accordo com a
relaco e nodelo, que se a, haru no poder do
agente da Estrada de Perro Sul i Pernambuco,
na estacao de Cinco Pootas.
i Cada propista deveri ser acoaipanbada de
Albuquerque, sobre pilares de pedra e UIDa ce-tidaujde deposito, da quantla de 1084,
cal, com um forno bastante grande e em feita na UieEouraru da estrada,
perfeito estado, terreno foreiro a marinha, No acto da asstenatora d0^'r>c'/oeP^
j onnftiorn na teourana da estrada, em rtiobeiro ou muios
ava.iada em 2:OOO00CO, para pagamento da divida pnbca (Reraes) a quantia de 8:0 Q*
do-que deve a Fazenda do Estado Antonio ;0 proponente etcolhido para fornecimento de
Francisco das Chagas. materiaes de coostruefo e officinas e500C00 o
A oarte da casa terrea e sitio, sita a eacplhido para toraecer ohjectos de escriptorio.
j* D c ,. j ,' i Palmares 9 de Dezembro de 1891).
ra do Bemfica n 54, medindo 16 metros Na ausenCia do secretorio, o 1" escripturano
e 20 ceotimetros de largura, e 19 metros Sebastiao de Alboquerque Araofo. s
e 20 centmetros de comprimento, coa 6 ;
janellas e 1 porta de frente, e 4 janellas ;
e 1 porta nos oitSes, 5 sallas, S quartos, i
cozinha fra, sitio murado, jardim e mul-
tas fructeiras, e com portSo de ferro aa
frente, em solo foreiro avaliada em 2:5000,! DE
para pagamento do que deve a mesma
WMPAffiXA
Hotel Ittternatioiial
o
tanhia
fazenda J. J. A Albuquerque. Pernailla>U 5
A casan, 53 a ra da Cadeia Nova, i gta ComD
medindo 4 metros e 40 centmetros de I
largurae 12 metaos e 40 centmetros de aCna ge definilvamen-
comprimento, tendo porta e janella de
treete 2 sallas, 2 quartos cozinha lora, te CnSttuda COIl O
quintal murado e cacimba avahada em.
l:O00tf para .psgameoto do que deve a capita] Q 250,000^.
mesma fazeoda Sevenoe da Costa Albu-, **t ^^ r %
qurque" oa j a A assemtdea consti-
A casa n. 24 a ra do Socego, em so o x*" **ODV- "*
proprio e em bom estado medindo 4 me- tuma og aCCIOnistaS
tros e 93 centmetros de largura, e i, #
metros e 50 centime^os de comprimento, J;en0 .ge reumildo a
com porta e jandlla de frente, 2 sallas, 2 "T" v
quartos, coainj fra, quintal ao !*>.? (Japital Federal Onde
com 1 rptala, tendo neste3 quartos, ara- w**|/*"** *- ^^
Arsenal de Guerra
A commissao de compras deste arsenal preci-
sa comprar de prompto, no dia 13 de corrente,
numero avallado d lwO s de osso preto, gran-
des e pequeos, para blusas.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernam
>uco, 11 de Dezembro de 1S90.
O ""secretario interino,
Hermino Jo> de Azevedo Pepra.
Instituto dos Profeso-
res de Pernambuco
Em virtode do art. 35 dos respectivos estatu-
tos, convido todos os socios deste instituto a se
reunir em sua sede a ra Velba n. 135, s 11
bora3 do dia 16 do corrente, afim de elegerem o
coneelo administrativo qae o tem de dirigir oo
anuo de 1891.
Secretaria do Instituto dos Professores de Per-
nambuco, li de Dezembro de 1800.
. 0 1- secretario,
Antonio Jovino da Fonseca.
Alfandega
Edital n 91
Primeira praea
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que s 11 horas do dia 15 do corrente mez,
serao arrematadas porta desta reparticao, cinco
caixas com 51 qoeijos e 15 caixintias contendo
15 queijos, sendo esies volme? de marca BB,
vindos pelos vapores francezes Vle de Ciar e
Ville de Montevideo, entrados em 91 ea7 de Ju-
nbo do corrente anno, cons soados a M. J. C.
Cardo?o. com opeso total de liS kilogrammas.
J. seccao da Alfandega de Pernambuco, 11 de
Dezembro de 1890.0 ebefe da seccao,
M. A. Rodrigues Pinheiro.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
De ordem do cidado Dr .Inspector deste Tae-
souro, faca publico que boje 13 do corrente,
paga-se i classe de professoreB de 3. entrela,
ncatido scientes aquel e- q e aao receberem oes-
te da llcaro p-ra depois de esgotada a ultima
Outrosim declaro que os pagamentos princi-
piarao as 10 horas oa manha e termnar&o as
z da tarde.
Thesouraria do Thesouro do Estado de Per-
nambuco, 12 de Dezembro de 1890
O escrivSo,
______________ Alfredo Gibson.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do cidadao Dr. inspector, f.co
eciente aos interessaos, que no acto de paga-
mento feto por esla reparticao, devem verificar
se o dioeiro metlico apresenta qotlqaar Ue-
presao ou defeito que o inuiilise, para reclama-
rem na mesma occasio. por quanto fra dessa
opportunidade nao ser receida reclamaco al-
guma na mesma reparticao.
Thesouraria de Fazenda do Estado de -vr-
aambuco, 11 de Dezembro de 1890.
Pelo secretario da joma, o escripturario,
_________Jos Jpaquim Pereira do Reg.
Aiheneu Musical Per-
nambucano
Elelcio
Convido os senbores socios de qoalquer ca*
tb-goria, para reunidos em a?sembia geral,
rocederem a elelcio do novo coneelbo, no dia
K do corrente, pelas 7 oras da noite, conforme
di.-poe o art 31 dos nossos esUtntos.
Recife, lt de Dezembro de 1890-.
O r secretario,
Manoel Americo.

Faculdade de Direito du
Recife
Lista dos examinandos de rbetorca
1 Manoel Benlo de Oliveira.
2 Luiz Beltrio de Andrade Lima.
3 Sab.no Romarize Silva.
i Joo Oellro de Andrade Lima,
o Edmmido Lemoi L ssa.
6 Domingos Firmino Pinheiro.
7 Joo Jj de Arruda Jnior
8 Erasmo Mart ns do Rio
9 OsWdldo de Carvalho Soares Bta'do.
10 Jos .Nodden Almeida Pinto.
11 Aotunio Alves de Carvalho.
12 Sebastiao Fabio do Amaral e Silva. '
13 Gaslo Lins Vieira de Araojo.
14 Paulino de Sonsa Limeira.
15 Abas de Albuquerque. Martina Pereira.
16 Antonio Henriqoe Lopes de Barros.
17 Francisco Machado Teweira Cavalcsnt?
briobo.
18 Joo Gaedes Correia Gondim.
19 Jos Joaqoim Lopes Patury.
20 Jos Ayres de Souza.
21 Artbor Heraclio Gome?.
22 Joo Silverio de Mello.
23 Pedro Alves da Luz.
24 Ernesto Miliano da Silvelra Lessa.
25 Joaquim Ribeiro Dantas.
26 Pedro Martins da Costa.
27 Primitivo Geraldino da PurificacT).'
28 Carlos Paes de Oliveira.
29 Jos de Oliveira Santos.
30 Pedro Celestino da Silva.
31 Olympio Ensebio de Arroxellas Galvo.
32 Hroes Jos Carnoso.
33 Joa-juim Sampaio Cardse
34 Deraosihenes de Olinda Almeida Cavalcatv-
te.
35 Domingo? Ca .-aleante de Souza L Qo Piltiu.
36 Raymundo O.-este? de a guiar.
37 Eulogio Epiphaoio Antuhes.
38 Argemiro tiajona de Tymbira Juruc.
39 Emilio Bonifacio Ferreira de Almeida.
40 Francisco de Assis Mello Montenegro.
41 Canato Clemente de Oliveira Gaimares.
42 Manoel Carpinteiro Pe es Jnior.
43 Alderico Guimates Bastos.
44 Antonio Angosto Ribeiro.
io Manoel CaeUoj de Barros Campello.
46 Antonio PWlrp Hugties.
47 Alfredo Afi'oiiso Serrano Travasso.
48 Jo.- Francisco Rih i Machado Flho.
iO Pedro Eiysio deM.c. .o Franca.
50 Arnaldo Moreira B.i s.
51 Jos Elias Monteiro l.op--
52 Joaquim Goncalves C -.o:
53 Victorino Duarte Per.
54 Joao Jjaquim Fev- ru Guio.
55 Joaqun PWi.o de Fieia?.
56 Hermiiio Niniann de M -lio Ribeiro.
57 Antonio Austrag- sillo Rodrigues Lima.
58 H" rlyo An nade Yaz de Oliveira.
59 K i.!, ii Esdras Eustaquio Embiraaso.
60 Pedro de Alcntara Esperidio Muniz.
6i Josino de Araojo Pereira.
62 Manoel Das de Araorim Esteves.
63 Antonio de Lellis e Soosa Pontes Jnior.
64 Francisco de Assis Frota.
65 Virgilio Goncalves Torres.
66 Estevo Lellis de Souza Pontes.
67 Jos Francisco dos Passos Gaimares.
68 Malaquias Goncalves da Rocha.

-r
:
i eT
MARTIMOS
nited aiar.es and Bra_
M.S.S.C.
O vapor Aliianpa
E' esperado dos portes do
Bul ateo dia 17 ie Dezem-
bro, e depois da demora
do costme seguir para
tiaranho. Para, Barbados, 9.
Thomaz e Xew-1 ork
Para passagens carga, encommendas e di-
eiro a frete:. trata-se com os AGENTES.
O vapor Advanee
E' esperado de New York
ateo dia 21 de Dezembro
e depois de pequea de-
mora no seguir para a
8 ah a, Ulo de Janeiro e Mantos
Para passagens, carga e encommendas tra-
ta-se com os AGENTES
O vapor Segurancia
E' esperado dos portos do sul
at odia 26 de Dezembro, se-
guindo depois da demora ne-
cessaria para o
Par*. Barbados, 8. Thomaz e
Xewlork r
Para carga, paBsagens, eucommendaa edi-
heiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rna do Commecior8
1 andar

m
IbMlf K
Lioyd Braseire
PORTOS DO NORTE
O vapor Brazil
-ommandante o eapitSo de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do or
te aw o dia 13 ie Dezembro e de-
pois da demora indispensaTCi
laegnir para of portos do su!,
ecebendo carga a baldear no Rio de Janeiro:
jara Santos, Cananea, Iguape, Paranagu, Ante-
bina. S. Francisco, Itajahy, Santa Cathanna, Rio
rande, Pelotas e Porto Alegre..
As encommendas serao recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
io largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, frete< e encommendas trata-
se com os AGENTES.
PORTOS~DO SUL
3 vapor Pernambuco
C>m mandan te Antonio Ferreira da Silva
E' espetado do sal al odia 17
de Dezembro e depois da de-
" lora necessaria seguir para os
wr sr v
x>rtos do norte at Manoj.
I ;t j^______a


s<
u
Oiari
Sabbado 13 de Dezembro de 1890
m

at 1 tora
trapiche Barbosa
do din da gaida, no
no largo do CorpO SsntJ n 11.
Aos Srs. carrefildorea pedimos a tua ttcoc&o
para a datMtrra W* dos coTir^cimnitos, que :
No caso de haver algoma reclanwcao contra a
oompanhia, por varia oa perda, dte ser (eita
sor escripto ao agente refp'tivo do porto da
jttrarp dentro de tret das depo de finan-
da.
Nao procedendo ota formalidade a compsnhu
Im isenta de toda a responsabllidade.
tve*. casaagcic, frates c cn-omme'Bdas Ira-
AGENTES
Vereira Carne i ro & C.
t>
\o andar
Companhia Bahiana de Nh
vegacao a Vapor
Maeei, VUla-Nova, Penedo, Araca-
j, Estanca e Babia
O VAPOR
Principe do GraoJPar
AIM9-e O- e 3- andares a rfca'la n. 8 a roa do Poeo
0 1- de o. 18 a .ra Vi Iba de Santa Bita ; o 1-
terreo'en. 31 travesa de S. los; ol- den.
16 a'rua de Horias ; o-'de n. 66 roa de Mar-
cilio Das ; o de n. 14 4 roa do Aragao ; a
casa o. 4 roa de Paulino Cmara e a casa n.
1 C travesea de Maria Cesar, no Espinheiro : a
tAtar na ma do Hospicio n 33.
Alogam se crotons e palmeira. Tenoein-se
roseiras, parreiras e era vos ; fuiem se bcuquets
para casamenios pur preco comuio..o, e outrss
mais vartidades de floree e vende s flores e
tamben amor perfeito : na roa do Caldeireiro
nuaero 48.
Ainda esta para fe alagar para qoem
quiier pastar a festa na Vanea, estrada do Am-
bol, mbilo perto da estsco e do rio para ba-
nho por ser no fundo do sitio, tem conmodos
para familia grande ; trata se na caa defronte
da "averna pintada de arello. ___
Atuga se en Jabtaatao, Tba do hnperadtr
n. 13, orna grande casa conteodo quar > grao
dea quartos, cctii.ha externa c uo> xrVCJe so
to ; os fondos dio para o vio Jaboitao e tem
grande terreno : a tratar n Asgo da Patria n.
7, casa defronte^tt murb que ni para a eslavo
de Carnei .
Htont de S ccorro
MUTA ATTENCAO
Aluga-se
Commandante
Tendo se perdido a cautela n. 14 589 do Monte
' de Soccorro : inga se pessoa que a acbou o
Oa melhorea cigarros, que ha hoje obsequio de lvala ra Barao de 8. Borjan-
U -to de fono picado como* daafiado ale JJ, prole ando se ftier Valer o d.reh, 4 mesma
os-MINHA EPERAHgA. '^IL
Olhai oom attenefio para o envolucro dos '
cigarros onde se l a palivra ESPE-'
RANCA. -
Ha muito auem venda cato por lebre 1 i Doas casas novas ra da Casa Forte ns. 42 e
as grandes merciaria, as casa, de "c
refjicCes, as tabacrias, nos salHes de
*<. Deposito central. gaxg< trombones, helicons, pietons, *0
Fabrica Minha Esperanza (rinetes, flautas e flautn, vioioos, veo
Boa larga do Rosario n. 21 A
44, Ccm 1 salas
ro e agua encanada
p; daiia.
a tratar no mesmo correr.
Teolphone 191.
Lacerda
Seguir para o-
portos a c i m ;
indicados no di
15 de Desembro
as 4 horas da
. .*.
tarde
Para carga, passagens, eocommendas e ainne-
to a frete trata-se com o J
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueir;
17Rtf fto Vicario 17
Pacc St;eam Navigation
Cmpanj
STRAITSOFMAGELLAN LNE
O paquete Potos
Segundo ordena superiore3 nao communkar
com a trra este paquete, seguiodo en din-ito
ra para a Iba Gran Je, onde ar qurentena.
AGENTES
^tisoii, Sons ., Limited
14RUADO OOMMERCIO14
O Sr Maooel Torquato ae AraaJ Saldanha
venha padaria do pateo do Terco diier alguma [
cousa d'aquelle negociubo ; nao se eocontra o
seuhor em parte algoma.______________,,
Precisa se de um opeiro e de nma
ama par o servico eterno ; na roa do
Pires n. 28.____________________________
Precisa sedean caixeiro que teona bas
taflte pratica de n*gncio, na roa de atfta Rita
Nuva n. 7, pretere se portugus.
Teodo-se perdido a cadernela n. 15,402,
roga se a qoem a acbou de entregar na
Econmica, que sei gratificado.
Rojal Mail Steam Pvcke
Company
O vapor La Plata
Lfis. Espera-se da Earopa ate o As- O
HaiHSfDezembro, seguindo depois da de
HVqi, ra uidiepeosavel para
Bahi. Rio de Janeiro, Santos.
Moni, video e Bnfdos Ayres
Para carga, ericommndas e passagens, trata-
se com os AGENTES.
Precisa se de urna ma ; na roa do Rangel
n. 19, tambem v precisa de urna menina de 8
a 11 anuos para andar com crianca. ___
Alnga se umi boa casa com excelleote
sitio, no Arr-tat ; a tratar ns Casa Amarella ta-
verna do Lino.________________________
Precisa ce. na roa -Ja Conceitio n. 6, de
una ana ;ue taiba cosinhar ou de roa, ou algu-
ma rapariga de casa que qpeira Begoir,senrlem
po determinado, com ma familia para o Rio de
Janeiro depois d'ananba.
Vende-se una loaceira muito boa e en
perfeito e tado, um marqoezo de Jacaranda,
un tostador de dito moio bem feito e una nesa
m4ilofcoa para dvofido, ma pQnena wtante
con a competente mesa, Uiuilos pes de arvore
da fortuna, arbasto de salao, toya, tudo noito
jen coLta : Caminbo Novo o. 118.
Pica pena < Afeito a acce depcnin; da Pi-
' que con esteqo<' ia corr*r com a ultima lote
' ha do nez correte. Gato uquelles que acei
taram bilbete, previne se aos que pagararo,
'que receban de quen vendern a rnportan-
! cia.
AlugxieJ barato
Viscocde de Goyanna n. 163
PidioAffonso, arnaaen o. 46.
Ra Aguazinbas em Beberibe n. 7
Roa riaparic* n 43 I. andar.
Traveaaa -.tu armo, b i n. 1.
Largo do Mercado n- 17. loja.
Ra do Calabouco n. 4. dem
Corcnel Suassnna n. 141 A
Roa Pedro Affonso n. 46, Io. andar
Vi-conde de Itaparica n. 43 armazem
4 tatar arca de ^omnercio o. : andar
escriptorio do Silva 'nimarSc- A '.
Criado ou feitor
Precisa se de un pan sito, preferiodo e jij
idade c portngoez ; na ra Nova ou- j
jiSocsilo, pratos, csrrilhSes, tringulos,
'zabumbas, caixas e toda a eorte de ica
tranmntos para formt.r urna banda de
200 maestros!
Livaria Contempornea
Ra 1." de Margo n. 2
Ramiro M. Costa & C.
Malas de viagem
cons
malas
Ciix de meia
mero 15.
Milita attenc,o
No becco dos Ferreiros o. 6, pregueia se
recoria se babados da ultima moda.
i
Compram-se patacoes
rortuguezes, bespanbes, etc., etc. a tratar' b*
puado Conimercio o 38, pBga-se bem
O FUM
Higyenico Nacioal
E' sent de qualquer ccmposiySo
iumica e nociva.
E' escolhido dts melbores qualidades do |
inmo.
Um pacote de 50 gramms cusa 200 rs |
Fabrica Minha E^perioca
Ra largado Rosario 21
clepbooe *! ________
Livraria Industrial
OvaporTrent res.
A Fabrica de Teei-
do da ^orre, precisa
de meninos, e tuuihe-


ndispensavel para
Lisboa, Vigo e
E' esperado do.-
portos do sol no
uia 22 deDf-zem
bro, egwodo de ,
pois da demer-d
I
Santbampton
Rtducqao de pasiagm
Os Barateiros! !
E* s neste estabeledmento que pode
ii trar fazei.das finas de gostos lin-
por rejos rasioaves, como se-
K. 7BOA DO BARAO DA VICTOBIA--N 7
Neste c tabelecinento vende se o segoiole :
Obras de Castro Nbaes, annolada por Jo
Martiniano de Souza.
GramroatlCB.
Antbmeiica.
Doutrioa.
A livraria Contempornea tem
tantemente grande sortimento d<-
pn prias para viagem.
Deposito o 1." andar do estabeleci-
mento.
Ramiro M Costa fe C
Ra 1. de Mary-' n. 2
REALEJOS
Caixas do msica de diversos tama
nhos, encentra se grar.de variedade na
Livraria CoiMBporaoea
Ra 1." de Marco n. 2-
P^nl-forro
Fara stt!a. qnarto, gabinete e corre-
dores.
GuarnijLs de indissimos desenbos.
Molduras douradas.
Livraria Contempornea
Ra 1. de Maryo n. 2
firand$ Papelada
Altissima novidade em cart3es para
I*ar(lelpae5ea
Convite e
VUltfM.
Livros para escripturacSo, carteiras,
s de bolso e copiadores de cartas.
I yrafia Conte Roa 1. de Marco n. 2
Pata a cura effica t prompta ia*
Molestias provenientes de im-
% pureza do Sangrue.
E' utiKi loiiciim audar a flizer expe-
riencias c(. :-:isiuras hifcriore com-
postas do tndigenas cj .liccia nio confirmada
pela Bclcucla, cinqnonto que a molestia
cada vez vai ganbando terreno.
Lancem mi, sem demora, de um re-
medio garantido cuja efflcacia seja facto
nssignalado e inquestionarell
. O Extracto Composto Coscbntraih)
pb Salsapaiuulda e Ayer couhecido
e recoramendado pelos mdicos mais in-
telllgentes dos palzes adlantados, ja
durante 40 annos,
Centenas de mllhares de doentes
tCm colhid-bencficios do sen emprego e
sao outras tantas testemnnhos da soa
efflcacia positiva e lucomparaveL
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER Se CA,
T.owell, Mass., Est.-TJnidos-
oEPoarro can.
Precisase
De una perita co i; n ira ;
nunero 1 A.
na ra do Cabug
Arma^o
mmm.'
RHEUMATSMO
mpnpezas do Sai^s, Erapces, Es^
. falas, Hceras, SipMlis
o toda affecefio de natiiroza '
eruptiva cu rmoss*
SAISAPARHILII
DE BBBT0L
0 Remedio c- Faailia por excllectla T
Ama
Precisa-se.' de urna ama de meia ida-
de, que lave, engomme e cosinhe par
casa de familia, e que durma em easaj
quemesliverneslas c'ircumslanciasdirja-
se a ra da Malriz da Boa Visla casa ter-
rea d. 3 para tractar.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinbar en ca
de familia, em Beberibe ; a tratar no pateo da*
Tergo n. 63 padaria._______________________
Ama
Precisa fe de una ama para ptqueca familia
na ra do Rospicio n 30.
:
Ama
a' Lisboa Ia classe
%' joc'.hanpton 1' data*
Ida
20
58
Ida e Mi:
* ?0
4 42
Camarotes rofervados para os pasaageiros >
Pernamboco.
?are-.-..a<- ', fre;cB.eaconmendas. trata t
AGENTES
Amorkn Irinao & C
N Rea do Boa JessN. 3
Variado sortimento de papel.
Tinta para impresaio e para carimbos debor
racha e metal.
Livro8 de instruccSo pnnaria e secundaria
Graude sorlinento de chromos.
Vistas para co3mcranas.
Artigos para esenptorio.
o teu otigo canpronlso ; na ra Ptdro Affoo
to o. S6, pois o lempo bastante.
LEILOES
Agente Silveira
Leilo
Be movis, plano, lencas, qna
dres eJarros
Sabbado, 13 do correte
't 11 hora
No Io andar roa de Santo Amaro n. 2
0 agente Silvtira, autorisado por urna familia,
levar a le:lao os seguutes novis : 1 ajobilla
de amarello. entalbada, cowolos com pedra, 1
{lao, 1 cadeira para o mesmo, 1 cama franceza,
dita de ferro, 8 guardas vestidos, 1 louc.dor,
I guarda-louca, aparado; es, 2 maquinas psra
costura, misa elast
pssaros
diaaimos
jare:
Voil'- de la, padrees inteiramunte no
vos, inenns idem, iduni, caohemiras la
i Tradas, o que pode haver de ra*is lindo
em gostos.
', Cambraias da China, idem catun, idem
com salpico c lisaa, Victoria e traospa-
rentes, grande sortimento de cretrnre
; (padroes de voile) de gostoa attrahentes po^el, con un pequeo sitio.
Crep da China, inteira novidade. | oes de coqaeiros e oBlras_arores
Etamines de coras, liaos, e rendados.
Fnstes broncos. Linons cem barra, o
que ba de mus rico para vestidos, chitas
idem, idem e amitos ontroa tecidos a phan-
tasia.
Las de quadros a 200 rs.
i Merinos idem, fez^nda de 800 rs., por
240.
Voiles de II e algodao a 240 rs. o co-
vado
i Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de ama largara a 280 rs. o co
' Baptista republicana a 20 rs. o co-
VbdO
Variado sortimento de setinetas e cre-
tones, para chambres.
i Grande e variado sortimento de chitas
ciarse, de cores e escuras. dem chama-
lot, padrees exquisitos. dem voilas, gos-
tos inteiramente noves. Caaaoos de Jer
......
AtUnqao
Bogase ao el lado Usaoel Tbona de Albu-.
auerque Maianbo de vir ou mandar fta^Utnt "g1" h depoe'tu oa artigos tbeizo
PARA ENGENHOS
QUIMA".\:S & VALENTE, partid
| pain aos seu fregoeses e Illms. Srs. de
tm grande
mencionados
' garantiodotudo de primeira quklidade e
Boa morada \ f*7 em eTp^uf*' *8aber
jUega-^ amaejAUentacasa meiificada, com i^ll HOVU u 'JLASuOtt
boas a<-.con3rBad4i% para familia e ptima agua -. ..
ao iSSl Dtta deJaguartbe.
; margem da estrada, distando tres minutos de ( mtilfft PnW//>t//
viagem ara aestacao do Zunby ; a tratar nar KylTflCIllV JL VniUt 11,
ma da Palma n. SI, ou na Alfandega con Paes
de andrade.
tica 1 importante vi/eiro para ggy pgja 8enhoraa> vestuarios idem, par
F,,o.v,,cadeirasdeguarnicao. 1 conmoda l ^ Toalhaa felpuda pava rosto e
sof cadeiras de balanco, consolos, meras, loo ~ ", '
arros, tapetes e movis, patentes no acto do ban&o, brancas e ae ooree.
timento de aveataes, idem,
cas, jar
leilaa.
Agente Burlamaqui
Leilo
Terca felra, s de Dezembro
A's liberar
Ko armazen da ra do Imperador n. 41
O atente acina, por mandado e com asisten-
cia d Dr. juiz substituto dos feitoa da fazeoda,
vender em leilo o seguinte : |
Urna ciara no largo dus Coelhcs n. l3.ot)re
pilares roben de lelb.e, perteacenie a Vicen .
te des S otos B rros ; una armaco e utensilios, cestas da palha e cliagnn e muitos oo-
pertenc nh-s a Joo Casimiro da Silva Gtuvjea ; tros artigos que seria enfadonho mencio
am nal So E' so nos barateiros!!
Oleo de mocot.
DOCE DE CAJ Oleo* americano*
Recbese encommendas para este tad especiaes para machinismos.
saboroso doce, quer de calda^ quer secco' Atvgtito Ao 'A'i
muito bem fcito e de o?t
< ncarregando se a pessoa
na-o em latas bem arrai
pera embarque, e prezentes
dirija se aos Afflictos, segundo sitio depois
da capella.
e de ptima qualidade,
de acocdccio-'
s propriaB,
quem quser
I
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.


Vieira, preclsa-se
nos para 'nade.
Para criado (5 gaioeo
) o B da estrada de JoBo Fernoude KeTOZerW tflBXplOSWO.
Graxa em beidgas.
Gaxeta de h'nho.
de um menino de t a 1 an |
Costureiras
PRECISA SE de perfeitas costureiras ; no
atelier de madame Fanny, ra BarSo da Victoria
n. 16, gabrado.________________________^__
osinh$ira criado
Peecia-se ; a tratar na ra do Commer-

co n.
32.
lpudaa ,
Crrace sor
idem de ba
beiros, para enancas.
Para hmeos
Grande rort'imento de camisas de fia
nella, r.ho e algodao.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretaa e do ceras, en
tre ellas destacam-se as de 76000 o corte,
para eos tu mes.
Alero das meroadorias que cima diosa einaenta, a pessoa que a tiver, querendo
mos, temos am esplendido soxtiioeoto d< restituir leve-a quelle logar que recebar
PAVOA
Fugio ou furtaram do sitio n._ 5 da Es
trada de Fernandes Vieira, urna pava
Potassa da Russia.
(em caixa*, barriquinhas, latas grande
equenas.)
Formicida Capanema.
(i C'-orpo Santo --*
de pedrautensilios
aceugui- peritnceiites a Feliciano Beierra
Soasa ; urna arma^o de amarello e utensilios,
ernaentes a Joaqoim da Silva Perreira ; ama
dita perteocenle a Pascbali Joselli, cuios bens
eelo peBborados por execuco da FazfEda
deste Estado, para pagamenio ae imposto*.

AVISOS MTtlSOS
GUIADO
Precisa-as de um criade, de 12 a 14
annos de idado ; no 3." andar de predio
n. 42 is, ma Duque de Ctxias, por cima
da typograpbia do Diario.___________.
Alogam se casas caiada e pintadas son a
ios fudB de S. Goog:>lo. a 8* tratar na ma a
mperatr^z u. 76._________ .
Alucie-o sobrade n. 4 a ra y Vijsan
ii. am commodos par grande fadiiti ; ira
tar airas da matns de Santo Ai ionio n. 4.
l^trt se e engomma-se roupa de homein
com todo assele e prumptido na ras da Inpe-
ratritii. 36 l. andar._______________________
Voude ( un boa piano do tibor V/gnes
pr v'' favorvei : oa roa das Cruzes O. 11.
Alsgau se o sobrado do becco do Padre n. 10
e o i" audar da ra do Arcorim n. 15. roa do
Apollo o. II.
A' RA 1 DE MAKgO N. 1
Bcrtanlin) llampos I .
's maes de familias
QLEBEIS VOftSOS FILHOB BEMPEK SAOIO .
Adminttrae-lhen o X ARO PE ou a
Pilulas Veraipnrgavas
DO DR. CALASAWS
urna gratifies co
Tnico Ju-Mutamba
Est tnico, preparado com plantas de pra '
prledades conbeciaas pelo aosso publico, c
melbor de todas as preparaces at boje deseo .
be.rtas para impedir a queda dos cabellos, dtssi :
pai as eiispas e es conservar no mais fornoso
estado, alm de ser un nagniticOjPerfune para ,
a le lete. .
Encontrase venda en todas as principan-
pharmacias e loias de miudesas.
Duzia 10000 | Vidro 1#006
Deposito
Pbaramci Martina, Ra Duque de Caixas 0 w <
Ca
rvao
Approvado pela niustrada Hygien Pabllc Oa Cor'..
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1885.
COMPOSI9O
de
firmino Candido de Figueiredo.,
Atiero
- Alug se o sobrado d tui andar ra de
76, e a casa trrres B.H 4 ruj do
n a tratar na ra Primeiro de
jKSoik
Precisa se de um .criado pv* serv
raente de caa : a tratar no Payo
ao moro que va
ervico.!ao#o-
da Patria, na
para a
Caj
Gomara re caj em qaalqoer pcrc&o : na roa
da Aurora n. 133, das o horas da manna at S
da tarde dos das atis.
: \"- .t-----------------------
ptima* preparaces de aastraa Vende te aa padaria de UeUo Bifrt, ri a
e rbuibarbo, para aezpoiaSo completa, sem Larga do Rosario u. 40, u 400 rs. a bar-lea,
dores era incommodo, dea vermes
intestinaes ou lombrigas
(DAS CUUHCA8 E D08 ADUI/TOB)
SIfi ANNOS DE SUCCES81 ifl-jBta casa fonrron!c
* Esta ezeellentes preparaces nao ne- \ e8iacao de Caruaifi.
eessitam de purgativos como auxiliare
fisto serena purgativas por si mesajas. >
Ae peasoaa que tm *.rmea seatcm co
Ucea, tem constantemente diarrhas, ind.s-
posicAo, aeoeacte de corpos qae te movem
nos intestino*, etdurecimeiito do ven tre, e
;4 vseee, vmitos. Raage os deaie, T*n
detdansem, e **gj*na* !paasoan esliere
vermes com aa feaes oa com as materias
dos vomito As craaafe apresentam ss
pupillas dilatadas e inapetencia.
As pillas Urvms* iuiieato o npme de
DR. CAIASANS e ato cor de rosa.
I
Empregado com a maior effkacia no
tktumatismo de qualquer oaturea,
en odas as molestias ia pe/U, as h.
Uuatrrtu'as ou flores brancas, eos Jj-
sotTrimcntosoccaswnadospela impureza
do sangtu, e finalmente a* lifferente*
formas di syfhilis.
Prfcica se
UJioa h t).
GOSJ
de uros
eir
coMoheira
na Pente *?
II.
Pede-*e ao Or. Argemiro Aioxa qae appa
nm \o Pino da Mr* d. aUn de reseiaer
adaellr aegock- do Sr. Luiz Ferrrrra da Cruz e
Saeeitantedaletlra.
1 caixa-dVapiUlas
DAS
Mace
DROGARAS E
MACIAS
0 t, t
gra y ** t rtw ^ Unpa a
Ca4f ^ara ilug-airse I
0 2- nadar do predio n. 3 da ra daj Auro~.,'
Jornal do Seo fe com Jote Antonio de Mqueira. |
A cfave est ns 1 andar.
Dse Nos pfinjeiros sci '!.'." uiu
colher da de chi j>ela manli e corr
noite, puramente ou diluida eai agua
e em seguida udar-se-Ua para coliie.
,s das de sipa para os adultos e rao-
tade p.axa as enancas.
Redimen Os doeate deven ato-
ster-se apenas do alimento acido e f>ar- jjr
duroso; devem usar dos banho fros ou i1"
momos, segando o otado da molestia.
OCOTITO 01KT1A1
Fraacitpo Ma'off 'da^Slva & 6.
'fl Ptrnambuco
wwi 111111
Veode se urna armagSo envidracada e enver
nisad, propiia para qaalqoer negocio ; na ra
de Fernandes Vieira n. 24. _____________
Bom negocio edepou-
co capital
Vende Be a padaria na cidade da Victoria,
ra do Livramento, qr.e faz 5 e 6 arrobas de
pao por dia e 15 e 16 as sextas e sabbados, sem
contar com bolachas e maseas docrs. O dono
faz todo negocio por se acbar en cia da esna
tiesta idade c nao ter quem tome fineta. Se o
comprador nao Ibe fer bem, e o dono se restabe-
lecer torna a comDrar pelo mesmo que venden-
A tratar na Ca^ba do Carmo n. 8, segundo
andar._____________________'
Casa funeraria
Prara de Haclel Pinhelro n St
Os abaixo asignados, successores do finado
Jos Martin8 de Alroeida, leudo obtido por des-
pacho do Exm. Sr. Dr. juiz do comnercio, au-
toritaQao para continuarera com a mesma cass,
pelo presente cnvjdam aos credorea do nesmo
nnado a apiesentaren seos ttulos para eren
reconliecidos e providenciar se sobre os devidos
pagamentos. Ouirofim. convidau aos devedores
do mesmo tinado a liqnidarem seus dbitos den-
tro de oito dias.
Recife, 11 de Dezembro de 1890
Albino HenriquesdeAlmida.
Pedro A. de Almeida.
Henriqueta Maria de Almeida Gomes.
Residencia e padaria
Alego se c sobrado da ra Capitn A-:to
de Lima n. 30, com commodot para grande f>
mil ; este sobrado tem no fu'-do um telheirc
com dons fomos em perfeito estado, propriot
para qualquer nuilaria ; a tratar na litbograpb
a roa Mrquez de OJioda n. 8
Precisa-se de urna cosinheira
Corpo Santo n. 17, 2- andar.
no pateo ate
Cosinheira
Prccisa-se do urna coiinheira
do Rosario n. 30. loja.
na iua Larga
Refinador
Precisa se de nm bom r. finador, homem sol-
teiro, qne queira ir para una ridsde prxima
da capital ; a tratar na ra Mrquez do Herval
numero 73. -
ihes derem
de
sortimento
tsl iberia
4 MARAVILLA
Kova loja de mindeeis e perfumaras
A ma Ouque Caxlas n. G7
RODOLPHO, ANTUNES & C. deses
josob de concorrer com os seos serviyos
*o publico d'esta cidade, veem faer o
ieu manifest, pedmdo todo auxilio e pro
teccao as Exmas. familias e ilIuBtres ca-
7aIheiros, para o esfobelecmento cima
denominado, comprometendo se desde j
a vtnderem pelo menor preco possivel, e
dispensar todo cvalheirismo tichndo pe-
ohor.ditsimos a todos que
preferencia.
Ligeiramente damos noticia de alguns
rtigos que cumpSem parte
iaMARAVILBA.
Finas me|as para seuhora ,homens e
criany^s.
Agradveis perfumaras dos meihores
fabricantes.
Sortimento de puchos e coErinfcos para
homens.
Completo sortimento de fitas, todas as
ires.
C.mmid&B ouapensorios para'Lmer.s e
arfn^as. .
Grande variedade em bordado.', toda
as larguras.
Novidad^s em srtigos pifa prseles.
Elegantes e c-mmodos espartilhos para
lenhor-s e meninas.
Enxovaes para bptisados.
InteressanteB boneces e catanga*.
Bonita* caixas com papel c enveloppe
ie phantasia.
Finas cutelarias.
Elegantes e finas camisa* para senio-
ras.
E um completo sortimento de todos os
artigos que faaem parte da tficina de
:r..balho de qualquer Exma. que nio pre-
dsamos dizer que v 67RA DUQUE DE CXIAS 67
A MARAVILHA
Prf cisa se de um? ama para eosinhar e engoaa
nar, para casa de pequea familia ; na' ra ar-
quea do Herval n. 1W.______________________
Air a para menino
Precisa se de urna ama para menino ; na Gra
jja, d. fronte da igreja, casa amarella._________
Ama
Precisa se de urca ama para lavar e engoas-
nar; na roa Pedro Affonao n. 53, 2- andar.
J
.
y
i
Ama
oa rcaDav
Precisa se de orna para cosinbar
que le Caxias n. 61_________________________
Ama
Precisa-se de una ama que saiba cosinhar e
comprar; a tratar na ra da Imperatri n. *>
segundo andar._______________________-
Ama
frecisa-se de urna ama para casa ae pequen
familia ; a tratar na Capanga, travessa das Gra-
cas n. 3, ou ra Nova n 15.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar c ea
gommar para duas pessoas ; na ra Estreita do-
Rosario d. 4, segundo andar._________________
Ama de leite
Precisa se de urna ama de leite com urgencia
ba ra da Concordia q. 47.
j
I
1
Cosinheira
Precisase de urna cosiohoira ; rama larga-
do Rosario a. 30, loja. :
3
-i
Preciia-se
De urna ama qae seja boa cosinheira e qne
eotenda bem de liu pesa na suu prolissao que
durma o rasa em que se eurpreRor. psga se
bom oidenaiK); a tratar na iva doPiic.-pe ra
mero l
casa n. 18
Lima ; a tratar na
de Oltoda n. 8.
Aluga-se
" P. roa Cep^rao Antonio dt
IUhoraphia & roa Mrqae
Especial sopa de tartaruga
Hoj
, ra estaursot Gomes, ra das La
Tinmero *.
I -!>-t m. ao
Boa ideal..
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Motile de sao-
corro de qualquer joia, brilbactea e rea*-
gios, paga-se bem tju ra do Cabugi v
n. 14. Loja de roloioeiro. '_
..... __. ___
Lautela
Jote Francisco da Corta Perreira, empregado da-
Correio deste Estado
Este seohor tem dito a diversas pessoas qae*
Ibe perguntam porque razo elle nao resiitue a
senhora o que receben para Ibe entregar, eHa
nsponde cyoicamente :Eu que ne importa
que mechamem t eo liropo ccm sqoillo isto....
dise elle a um tal corrmendsdor; meu pal
rico, o administrador meu :m:iio. o govera^
nao se importa com essas cousas, a muller >
quizer metta me na cadeia ; ella cao ten'di-
nfieiro pars gastar, ora bolas. I-so o qne
consta elle dizer na rep. rticao quatido Ibe lal-
m nesie negocio, ou em qur-lquer parle e
qne se ache.

.
^
Criado
Precisa c rf* uir rrra^o qur f strjs rnatrteafa
qo; na roa EU\lla do Ilo.-< lie- u. 'i. ^^^^
Cosinheira
e engomfadeira
Precisase de unr- cos-
nheira e de urna en gomad ei-
ra tratar com o mordo-
de Palacio.
mo
De
nfza.
Frecisa-se
(fficiafs de cigarreiro na fabrica Ve-
Vinho
Pelo Itimo vapor recebemos una important*
eneesa do delicioso vinho madero, analysad*
ida junta de bjpiene da Capital Federal.
O VINHO MADURO, puro da uva, o meme
roe ten vindo ao mercado, j ueste estabetoci
npnto se encon'.ra-
SEMENTBS NOVAS da Sores e fccrtslica e
odas as qualidades.
AZEfTE pare de oliveira em laabaa de me
jun litro.
Em bebidas finas, como sejam ch
:idrt, vinhos Bordeaux, Port,' Dbaro, (aal
im, licores de diversas qualidades, nao teas
tus.
Qoeijos de todas as qualidades e o aprecia*
i-queijao en latas. ___.
Enfim, completo sortlfliejito cefenere* ?
prineira qalidade paraaaa boa despensa
jrcoe semcopetencia .
Roa estreita do 'RoarJo nomero 9
l^cas Mendee& C.
i
i
Veade.se barato
'Dnf importante wcca^


de Pernambuco-Sabbado 13 Je Dezembro de 1890
FRE
WHI-NUTRITIVO
A'W
COM
PEPTONA
mwiim omMALMOT, ha mamna i m*
O Fin** *> ftftii! ~D*fri%e 6 o mis precilo dos ton ico, cotem a
fibra muscular, o ferro bemaUeo e o phospbtto de cal da carne de Tttcca, o nico
reconsutulnte natural e complato.
jBito Delicia Ftn**, que desparta o appetlte, restltue as 'oreas ao es to-
ma so e memora s dlgeso, como reconsUtalnte IncomparaTel. qu it, por las que
escerra o elemento plstico dos masclos que susts s coniumpcio. colore o
etngue djrscrssladapels anemia, prenne os desTios da columna Terebra!.
O Vina* ,* ^ftnmBmfir*0m lmp8e-se em todos os cas de aflecces
das Tas digestirs o de enfermldadee de forma deprimente, agudas ou cnrn'c~'
como as dyspepslas. ulceras do estomago, etc., e no marasmo, chorse, w;
cachera, tiatca pulmonar, etc- Derem usai-o egualmente as pessoas'? consmiucso
dbil, as criancaa cuja saude posU em risco pelo cresclmento rpido, as maens
culo Tlgor oomnmmnmdo palo trabalho do aleltamento. ,i,^.
OEf RESE o prlmelro preparador do ritis* *e rrptoma.Cuidado eom u imitacees.
A Vaiajo: ata toas* M atis aertditadu
MAI* BARATO
Ven le a
.Loja das Listras Azues
61-RA DUQUE DE GAXIAS-
Faze*;das baratas
61
vmm 80 ou
'Ir tt^
FFSMXC MAX?
250:000^000
LOTBHI \ DO GH40PAKA'
Pramio maior 128:dfc80
Lotera do Grao Para
Prmio maior 80:008$ 900
Extracta' alternadamente todos os sab-
bados. Buhe tes venda as casas do eos*
teme.
V
1
CURA SEGURA das MOJ.ESTAS SECRETAS
Ktdtlht de Prafa na ExposigSo Universal de 8srce!ona em 1888
Medalha de Ouro, Pars, 1885. -^-Diploma de Honra. Pars, 1888
e Injecco de
KAVA KAVA
* DO DOTOR FOURNIER
BLENNORRH AGAS
8PERMATORRHAS,
URTHRITES, CORRIMIENTOS
Estas enfermidades, recentes ou antigs, curam-se radicalmente em alguns das,
an segredo, sem rgimen nem tisanas, c sem cancar nem perturbar os org los digestivos.
Exija-ee eobre cada pilula eobre cada eaixa. sobra cada rotulo,
a asoignature. Kgmm*$amm' ~
PABIS,
da Madeleiae, 22, FABZS
J


:oo
ESMN) DE PEHNAMBUGO
M BJ4N|1CI0 DA
15

A, 1,1..* parte da, 2.* lotera (leste Estado ser
trabida ^preter velm^nfce lera-ieira 16
de Diezeu.brOv
Todos os pedidos de bUhetis desta lotera
devem ser dirigidos thesouraria rui arga
do Rosarion. 9 1 andar.
PEJX)S CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
Voile de II, phantasia, cores finas, a 200
e 240 rs.
Organdy voile, lindas cores, a 240 ra-
Tecidos phantasia em ramagens a 160 re
Etamines com ramagens, todas as corea,
a 300 rs.
Creps de listas em urna s cor, rosa,
creme, verde, azul e perola, a 6 rs
Gases, phantasia, duas larguras, cures cre-
me, braceo, azul co e rosa, a fUO rs.
Cassas finas nanaucks, cores segu-as, a
280 rs.
Cachemiras de cores e p i.-iuo c ni .istras
e ramagens, tecide de 13, infestadas, a
10000 e 16200.
Merinos intestados, toderas cores, a 400 re.
Percales e chitas finas a 200 re.
Linhos de quairinhos a 100 re
Cortes de zephiros, ph.mtasia, em quadri
nhos, contendo 16 e 1/2 covados a
44000.
Cortes de vestidos bordados a 10|>000,
cores creme, azul, sali ou, verde, etc.
Cortes de vestidos, caauaB phantasias, com
nove metr s a lt'K) cada corte
bramante de 4 larguras a 700 e 10000,
o me ro.
\toalhado braceo e de cores a 10000 e
10200.
Ghiardanapoa fiaos a 10800 e 20000 a da-
it.
O eados para mezas redondas cu quadra^
das a 40500 cada panno.
Cortinados bordados para cama ou janella
a 60000 o par.
Cortinados de crochet a 80000 o par.
Cortinas de cores, em crochet, novidade, a
10600 o metro.
Colcha de fustao, brancas e de cores, a
20000 e 80000.
Cobertas forradas a 20500, com dos pan -
nos.
VladapolSo americano, largo, com 10 va-
ras cada peca a 35500.
VJorim das lastras zoes, pecas com 20
jaras a 70000.
MadapolSo para todos os preces desde
40000.
\lpodlozinho a 20300 a pica e miito
larga a 50000.
irim p rdo para roupa de meninos e ves
tidos a 300, 360 e 400 rs.
muitas fazendaa que se d por todo
preco.
CURA CERTA
d.. MOLESTIAS NERVOSAS p./o
XAROPE HENRY MURE
Born ex'tb verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Paris
PELA CURA DE
CotivulsOcH, Vertigeua
Crines nerisus
E&oquecas, Tonteiras
Cunyeatoea eerebrtiea
JiiHimiin
Spermatorrha
Un Folheto milito imporrite dirigida grttulUmenU i qualqusr pessa que o pedir
Epi/epsiti iljjmferin
Chaven
Huafero MSpitepnia
Jloletia (lo Cerebro
e d tJnpinhfteo
IHnhete amaucarado
I HENRY MURE, em Pont-Saint-Esprit (Franca)
Nakvj. diis
A KA DUQUE
Espartilhos a 30)00, e mais prec s.
Luvas de sed-, t- das as cores, a 10500 e
20000
Flores para enfeites de chapeos ou vesti
dos a 10UX), 10500 Leques phantasia a 800, 1000), 10500 e
transparentes a 20000 e mais prego .
Fitas de tnda, ch-.ra lote, gorgorSo e phan-.
/ tasia, todas as cores, desde 4 0 rs.
Grampos e pentinhos, phantasi desde
320 re.
Broches d ouro tino com negras, desde
10500.
Bordados tapados, todas as largaras, a
400 rs. e atis precos, 3 metros.
tfeias finas brancas,cruas e de cores para
hornera, senhora e meninos.
Fichus prateadoa e de phantasia para to-
dos os precos desde 500 rs.
Mantilhas de renda hesi anhola preta e
crome a 30000.
Baleias fortes a 200 rs., e cobertas desde
400 rs. a dnzia. -
Capel las com veos de blond e seda a
70000 e mais precos.
lia loja das
isiras Azues
DE CAXIAS~:8I
Enchovaes para baptisados, completos, a
600 0 e mais prec/ s.
Tampos d fronhas grandes e pequeos a
700 re.
Crochets para esdeiras e sof desde 70000
o completo.
Loncos brancos e de corea psra- meninos a
102U) a duzia.
Lene's finos br. neos e de corea, grandes,
a 106t /.:, 20000 e 20500 a duzia.
Lig s pA senhora e merinas, todo proco.
iunsa.< -frur cez s pata mediros a 2'550O.
Jaiisaa t u; tUdaa^para senhoras a 30500.
Oaaacos brancos, penteadores, a 20500.
'amisas de flanella, brancas e de coros
para todos os precos.
Juarda-p americano a 40500 para todo
os tamanhos.
Toalhas felpudas a 40000 a duzia o mam
precos.
Lences felpudos para banho desdo 10500.
Belgas de tapetes para viageos a 40000.
Bicos brancos, prefs, cren:es e de todas as
cores, desde 10800 a pega.
E muitas mindezas que se vende mais
batato.
Listras Azues
-

VERDADEIRAS PILULAS do D" BLAUD
Empregam-se com ptimo xito ha mais de ao aataoa pela maior parte dos FacutU
tos Prancezes Estrangelros para a cora da ANEMIA, CHLOUOSE (cret pmUMoa)
ffma^A da wteni*
A insereio no novo Coltx Francs, outrofllmofactodsnaTer a Jnnt d'Xrslene do :
verlcado a elcacla d'estas FUstUa, autorlsando-lnes a venda, escasa qualquer encomio.
>mam*tmm sia# m**mtt swsMsr MiM auaa ol nitt,
DB800NFIEM-8B DAS HVHTA9E8
OTA. Ai Ytrdidtlru Pllulit do 1* Blau* ala n nnim mulo em rrtxni 191
i* 0*100 PHeiu, mu ni/no por miado.
PARS, UA PATKWNB. DEPSITOS KM TODAS AS PBJMOIPAH PHAiMACIAS

vv* ?t.t.'.i irt.tTi.rn.i.H'rnTt n
VMJK-SS BM TODAS AS I-KIUCIPAES PHAHMAC1XS B UBOOAaiAS.

*.-J

44r8CA B4RA0 0 TMIPIM4
-'loas a vapor
i'-loen as.
Completa BOrtnecto de chapos, capotas e gorros do fantasiaa em toda
quadadea.
Fitas, rendas o bicc de seda o algodo de todas as cores.
geooro o negocio.
Raphael Das & .
% Ba dp5 3ar^o da Victoria 2
wm*mFmpmm*mm
"i ....... i *
do Dr Linarix
^morondo pi* Faculd+de d* B&*d.aJa* de JP+rm
O Myrtol Linarix apresenta-se sobre a forma de Glbulos embregado. com .
0 naior successo contra as
AFFECQOES CHRONICAS DO PEITO
Defluxos, Bronchite, Catarro, Asma, cora oppressao a Palpitando*.
Os GLBULOS da MYRTOL LINARIX tamao-se na dose de 8 por dia :
Spela manila, 2 ao mcio dia, 2 ncute.
Todat as pettom que tornan o VERDADEIRCS GLBULOS D4>
DT LINARIX fio unnime em rteonhecer que resjiirao muid fc'tlmente.
Exjase o* Vordadeiros Glbulos Linarix de Clin a C ", de Pauiz
que te enctmtrOo na drogariae e na pharmaciot. /
mmememmmm^mmmwmmmemmwemmmmmmmnmmmwm^^mnwmmmMwmeemMmmmm^ammmMmmrrmme0
i
i
OPFICINA DE COSTURAS
Grande loja de fazenda e modas de alta novidade
HDAME KOBLET do yolU de Paris provine aseus numerosos fregueaes que
t m a a disppaicSo um variado sortimento de cortes de vestidos de todo* os feitios
m mudidades. GuaroicSes, galSea, fgaro de seda, sedas lisas o lacradas, suraba,
4hasasJotos pretos e de cores, chapeos enfeitadns, leques, meias de seda, espartilhos,
iatoo de conro e de metalfivellas de 890, etc.
PARA CASAMENTO -Colchas.camisas de sarao, sauU da let, grinaJdas, meias
kraneas, faiendaa e enfeites e muitos outros objectos de bom goato esoolnidos por
-rombo ms mais aflamadas casas do Paris"
PRECOS MITO RAZOAVEIS
RA DO CABUGA 1 A
kJ*
GRAGEAS
FORTN
INJECCO
le mmtm
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e vias respiratorias
O Peitoral de Candar, que iocontestavelmente ama
das mais brilbantes conquistas da sciencia medica e un dos mais nota-
veis trium:b8 quo o eogenbo do homem ha conseguido em proveito da
hurgan ^ '-e, tem tua alta recoairr.eB(lc&o r" elogios unnime da
imprenaa, as dintinccSes de que tem sido cumulado por diversa cor
poracSes scientficas, tanto nacionaes como eatrangeiras, e na vos do
povo, que ha de transmttir a fama, de sens beneficios de geracSe a
gera98o-.
Esto precioso medicamento coraalo Cactos camprovados qual-
quer toase, laryngite, coqueluche, bronjhite, asthma, tuberculoso, etc.
Vende-se, a 3#50U o fraseo, 130000 meia duzia e 244000 a
doaia^ e~" todas as boas pharmacias e drogaras.
u. juicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuco
FRANCI800 MANOBL M SELVA & C.
23-RUA MRQUEZ DE OUNDA23
CAPSULAS THEVENOT
Tratamento das doencas do palto
a todo os dograoa.
Alcatro.
Alcatrao Cnasotata Toi.
lOftQfOHlUO (Ether iotlolonaad^.
Creosota loaoforruatia.
1 Creosota ae futa.
Cita He ligado as bacathu c rao sotado.
\ Balsmicos crootf-----
pfsaaartos osa FmxaifBuao i rsvaar at. aa azaTA a


R ^das d'agua.
aixas fuedida- e audas.
Ta.'xas Latidas, seai cr*vac
Arados
rPEClFIOS
DO'CELXBRE
'!.-, Hmphreys de Ho\^a York
. aso mais do ) sanos, himples. r^uroSjOm-
- o oarsios. A veade ^ac DrogaiUfl e rhMi
? j > iadpaes o sute gaiintidas do Hundo.
CUBA
. jfcre, Oon?stao, InflamnjacOes ..........
. i ehre e Colic caaiadas por tx.mbrlgss...
^ CMem,ChoroIn3omals.d<-"nantas.- ....
:. 5IrrhrdeCtUdccf Adalloa...........
5. reierta, BWsdoB*rrlgB.CoUcabUlw,-i
.. Colerina, Cotera-MorUcVomlios.... ......
7. Tooe, contpo^io. BooqnWao. Branciilto..
. DorZe Dnua e de Csra. o SevrsWa.......
Mor Se SSSL tnoaes. yerUgein
. lliDprusia, IadlestSo,Prwioa- Venaa.. .
'. #nrrnw\a iloBeara Escai-aou-Demc^
rao&....__.................................
". JLencorTbcti iToresBr:n.-3is,i;eararrorii--.i
. (,'ioii|>. russt ! tcbenmaiUmaVBorsrbeumatcas.
Resaco. -I.ilrlta. Febrc lnVrmlttente......
. acBozrkoidTUb^Almotrelspaa. Imarum c .
I. O>tijiUr 3. Jnjnrro, acudo oo ctuonsso. Detlaic
' X Oo l. Ama, M$u>vao<
ESPECFICOS
Dr. Hmphreys de Nova Yoik.
Em nao mala de 30 annos, simples, seguros, effl-'
cazes e baratos. A vena as Drogsrias e Phar-
macias principase e mala garant Jas do jiundo.
o. CU*A


-
i Sppuracuo dos Odos. Surcz
(lo.
aid .."., --
23. i>croi'los, Inchacow e aceras
i't Debilidade eral, ou ehyslcn
HT.droii
ili ou nhj
iBralacoes
fl ludas.
. Siufl0 ae iu, .wm .....
. .Molestias otuinai-ian. Clculos ou i-.-j
na BexlE.................................,
Impotencia, Dehllldade nervosa, feminr...
CaeBBhana Becco, ou Aphi:: .
lucontlnencia de Oniina.Ourtoar^ua
.. Mcnstraaefto) JoJoJoioo.yrurltu.........
. Mole-.ioo>Oo*o^oPalpltaca ^. Ei.yleuHiswJIalcadnco.Oottocoral, Bail.a;
4. Dlofcthwi^Biiima^ode'Oar^ta;.....
i Coaceotoes Chroaica, I>8rdaCss>e9-..
O Manual do Dr. Hmphreys, U paginas cobro
as Enf enrodados e o modo de cural-as, se d* tratis.
pedoe o sea boticario oa 4
IirMPHEEYS' HBDICIKB CO.,
I Falto. Streot, BBW VOkh.
NICOS AGESTES,
Para vendas em grosso em
PERPAMBCO
Furia Sobrltho C.
drogara
A' Ra Mrquez d ORnda n. 1
dez vezes, olto ?ezes
8. ...
4. Djarrkn os enancas e Adultos
gte,e^a2nS,?^^.^
7. Tosse, Coustipoc^lo. Rouquldao, Bronchite..
8. Dor de Dentse de Car, eNerralgu......
A Kr.r^MJla^!Ka?fe,:::
11. gappressa. daBegra. Bscassa ou Demo-
raai* Jbt .1 '. ..'...................
1S. Lenco rrb ea, Flores Brancas, Regraprofusa
13. Cronp, TosskncB, Difflonldadeae Respirar
la. Kheamatisno, l)resrneumticas..........
\t i^&t^^^oSSa^SSin-o-
externas, simples ou sangrentas......-.;....
18. O ph l h n 1 mi a, olhos traeos on lnOammados.
lg. Cntarro, agudo ou cluonlco, Defluxo........
SO. Coiiueloc.be, To.se cspasmodlca..............
U. Asma,.' -olacSoaMcultosa.................
22. Sappars-v''""s v loojSsrdex...........
23. EscrotmIa>, iBi-b-ieocs e Cceras.............
21. Debilidalc ireri-,. ou phTsica..............
25. Ilvdropeslo, A'-'iniulacBeaPuWaa...........
26. Erijoo defllxr...a'nsea Vosrltos......u-y
27. Molestias ouliiuirlas. Clenlos ou Podra
28. Iirpo:^a^',"D!:'i:^ner06seBal .
29. Chaeninhasna B-*.ca,.uaAphta..........
80. Incontinencia K Omina. Onrlnarena
Cama ....................-:.............
31. Meastrcac:>i> ..l.^v, l-ninto.-..:
82. Molesti tlCori.;rto. Palpltaeoea, etc^.
SS. Epylci>-le, Val eadudo, Gottacoral. Baile do
ti. DipbtheTia,Samal^donargaaV.....
85. Congestdes Cantaleas, IX.rdoOnbogs-...
O wnTiTipl do Dr. Humplireys, 1*4 paginas sobre
as Enfermldadtie o modu i!ocneU graUa.
pede-seao eu boticario os i
HCMPHBBVS- MEDICINE CO.,
100 Fclton Street, NEW YORK.
nico depoeit o para yendas em
groso na impena! drogara "do F.
Manuel da Silva & C.

I



. .. ....

i i i
u .
diofrpnr1' as eniinrurin* a as>
agas asi alguns mtaotoo coas
saprs das ParoUa do Urebtnthla* da
Tras ea ifaatro d'estas parolsus
si instantneo, de sno
ddse nioflxer ofloito
sela do torsMiiisais lasa 1
Relojtwia


dasjatacoas a laif aaaw
uitausa qs osa oada naro staeM
Attenco
Pe1t-f -'O Sr. Alpipiano skrque?, eiiipre/s^
do C,'T*,i>. i|"-e enha ou mande \pr uftia ca'l'
sob d 4S-000, roa Bario pois '> faz uta aoDo.
-----------------.....- -......-------------------------1........----------------------------....... "
Duas casas acabadas de novo, com asoleio,
nma na roa Marques do Herval n. 233, e outra
oa roa do Ipyranga o. 4; eada nma teco 2 quar-
toB rosioba externa, agna e grande quintal; a
tratar na rija, Marques qo Her*al &% ItSI,
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabelecimento de relojooria
acaba de receber um grande sortimento da
relogios de ouro, pratd e nikel, da impar- *
tanto fabrica americanoWalthan Mass,Tsr-
dadeira espeoialidade em perfeicSo o rsv
gulamento infallivel, e se vender por preeoa
mdicos. Assimcomo relogios de parede
de cim de mesa, com despertador o oaa
ha de mais elegante.
Conviclam se ai pessoas qae qniseresa
um rlogio de confianca a vrem a esa
estabelecimento quo capricha em vender
relogios dos melhores fabricantes, com a
fim de bem servir os sens amagos o &*
gueBe8.
Rua cio Cabug tt. 14
8a\ta de ForP^
to
'9
! lo mondo,
asi tasovIsiialenle na awaud en oscasionar
.tuo ao Uuifn* a sal cor. resaas.
s dudo-ihe o rigor fle^esiario.
Mcctflape da J*m*t$ee *r*it*etd*$.
V a nt tiatt ti Paris,40 fc 42,Rue St-Laiarc
s su ronu as rniaucus
Bidm o mnnio iatelro.
NADA DE
?BROADEIR
qas abanta
FIRMA
atrae
O mala
simptaa
o mala
ocnmodo
- -
o mala
effloax
dos
'asavulaivea.
EXIGIR
te vasca
' -1
'
V Tmmdm sn todas ata Phwmmetam
I aaaus>i avasroa yictoria. :
Tpanio__________
I
r



w
era vi mi
____uns____
ALPAFA em lardos a 60 ris o kilo e solU
i 31 loaiqner porgicRa ds
Vad
pequet, So e seas
oertenees. iara t v,rna. por prego commodo ; a
fratar o Prucaldo looflnt-iro Jobo Alfredo nu
mero 1 B
Bom negoci
o
Vende-fe a padaria da ua Bella n- 31 (Pal
mares). Desmancha diariamente 40 arrobas de
larinb de pao e 3 barricas para belacna. Alu-
rufl commodo e garanta Ja cbavt da casa : a
tratar na mesan,'ou na Tabararia Miranda, a
ra ds Florentina n. 36. Becife.________
V estidos e aventaes
de cambraia bordados, brancos e de cores, para
meninas, recebecompleto sortimento.
An Paradla de Datura
Vende-se
O acreditado < s'anelecimento de aiendas de-
nominado a Revuluyao, sito ra Duque de
Caxias n. 48, o motivo da veada o seo proprie
tario querer retirar se; a tratar oa meama .-as
Bonecas
lindas, com ricas toilettes de seda e luvas de pe-
tica da altara de n eninas de & e 6 auno?.
%n Paradla dea Daaae*
Manteiga superior
Manteifra ingiera em latas, i.' qnalidade, vi
nagre portuguez especial, em garrafas, precc
sem i,ua] ; na roa do Crespo n. 11, loja de
Poto. n
Sedas, fitas e leques
Esplendido sortimento.
Au Paradla dea Daaaea
Vrinho puro de Santarem
Da quinta do Darral
Os proprietarios do Annaiero Central, re.
lo Cabugr' n. 11, avisan aos seus dio'.'.nctos Ir
ova remessadeete especia! \iniio, o quai o
ecommenda por ser puro da ova, e so se rea
Iba em ten armasem.
Joaquim ChristovXo (',
Telephone 447
Buzios e conchas
de madreperola cem pinturas e esculpidas em
alio relevo.
Au Paradla dea Daaaes
Boyal
oiisif
Ble-id larca ViAW*
Este xceilente Whisky Escoces pr>
fanvel ao cognac oa agurdente de caiu
para fortificar o cono.
Vende-se a retalho nos melhores ara
seos de moihados.
Pede Hoyal Blead marca Viada
oajo nome tono Brasil.
BROWN3 4 C, agectea
Medeiros & C."
Particrpam aos seos amigos e freguezes que
mudaram o seu estabelecimento de livro?, pape
laa, typograpnia e pautaco, denominado -Li-
vraris e Papelara Paristenee, para a roa do Im-
perador o. 79, onde esperam continuar a rece-
ber snas oraeos.
Variedade
A MARAVILHA expe a venia por precos que
convida, um bonito sortimento de cortes de ves
lidos brancos bolacos, igualmente bonitos bor-
dados transparentes, largura de 50 centmetros.
6-Rua Duque de Caxias-67
Rodolpho, AntoafN & C.
Aos senhores deengenhos
Tri-sulphito de cal
uprrior a ral de I.tubo e potaasi
Para slve^r e limpar o as?ocar *
Vendern Goimartes & Valente
6Gorpo Santo6
A pre^o sem com-
petencia vendem P-
rente Vianna & C.
i
FOLHETIM
k
POR
tMWjMUC.
Bni arquea de Ollada n. ti
Armazem de cerveja, vi:
ohos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unicf
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dortmunc
e do/chocolate Ph. Sucharc1
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri
ca de charutos Dannemanr
& C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas lti-
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha d<
tnico febrfugo- a besobstruestb >. "a Expsito Univer-
En;pregado na debilidade gera), doencas do estomago, convalescencas depoia S31 (Je 1 21TIZ, em 1 Oo9.
o parto, febrea palustres, molestias do figado e bayo, falta de appetite, anemia, calo-------------r------------------------------------
'>, cores pallidas ou falta e sangue e doencas nervosas. Vende-se DaratO
E' um recontititainte de energa, aromtico e agradayel ao paladar. Feijao nav. a 820 rs. a cuia, no largo do
Mercado numero 12. ,
m, CARLOS BETTENGORT
'ottiiniiflasICIUlI
GIIANBK DEPURATIVO M SANGUE
Elixir snii-rbeumatico, anti ayphilitico e empregado em todas as molestias de
elle, erysipella, darthros on empigens, beri-beri, anthrazes ou carbnculos, canoros
eneros, feridas oaiiceroBas, ulceras, gosorrheas chronicas, boubas, bubosas, escrfu-
la e todas as doencas qno dependem da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do seu gonero, o que est provado
>ela preferencia e aoceitacjto que the di o publico.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#OOO.
ira i ::.i^, mk
LOUP BKRTROZ
PRIMEIRA PARTE
Urna mulher as nuvens
(ContDuaclo do n. 282/
II
CMK) os das sXo pequeos !
JIiihii iliilsanVl sem outra rma de
proceaso, Emmlnuel fea o cerco em regra
do seu atdier. 86 os quadros foram res-
peitados; fieariam all nicamente como
lembranca de familia. O material, porm,
alo escapou destruicao, e sobre os des
trocos dos cavalletes, pioeeis e palhetas,
Emmanuel, sem testemunhas, jurou nunca
mais tocar em um ateo d'aqiwlUa .objec
tos dora rente malditos.
A' tarde, quanaa a velha voltou do la-
vadouro, elle comaigiicou-lhe a sus reso
lucSo, tomada sbitamente, e que no da
inmediato poria em. execu5&o.
Os meus quadros nao produzcm com
que prover nossa subsistencia, aceres
centn elle ; tenho maita forca de vonta-
de para abandonar esta profissSo" liberal
para a qual nasoi, que tem sido o objecto,
em todos os instantes, da minha perenne
solicitude. A arte repudia me. digo 1 he
adens! Amanha ron procurar un em-
prego qualquer, que nos d do viver bem
ou mal.
Meu filho, responden lhe a velha,
ooi heco o teu coracXo ; os sacrificios que
te iinpes, sao grandes, tens me dado pro-
Um frasco 3|, urna duzia 30SOOO
WJECCAO^BETTENCOIRT
ABT1-BJLENORRHA6ICA
Gura radical em seis das
Em pregada com eptimo resultado nes corrimentos agudos ou chronicos da
rethra ou vagina, leocorha ou flores brancas. Este medicamento de urna grande
Acacia,
Um frasco 1#500, urna duzia 15|I000.

VBNHO TNICO
Lopes & Araujo
Para eoyehos
Continoam a ter em seo estaelecimenta gran
da-depsito das mer^dorias abaixo declaradas
onde os Illms. seobores de engenbos poderac
se supprir para a nova safra, a precos sem com
pelencls. ., .
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
Oleo de mocot.
Aiete de coco.
Dito de peixe.
Dito de Garrapato.
Pixe em latas.
Graza em bexigas.
Gaxta deliobo.
Potassa da Rnssia.
Ra do Livramento n. 38
brande sortimento de bicos de algodSo r
de'seda, branooe e de cores.'
vros de tortea a 300 rs.
Ubuns de pellucia e de chagrn, for
moderno, imitando nm leqne.
dem para eremos, poesas e miasw.
Sspadinhaapara criaacB.
8olya de couro para cobrfcn$a.
Savalhas e Roger Aml-> amerit anaj
ctricas e de 2 laminas, -aSaores eos.
i maesa propria para afilar.
Ramos de flores para baile e casamento
de 1500 a 4*000 um.
0 Cabelleira eqgenheiro invento a 500
rea.
lalSes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 15500 a
jabonetes para tirar codoas de casemiraa,
sedas, ISs e outras far-endas finas de
800 ris.
Ocoles e pince-aez finos, lloarados, b-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Sspartilhos para 4, 5, 6 e 7*000.
Qollarinhos e punhos de borracha.
Manetas de vidro a 500 ris.f
Soleas para menino de eschola a 2*000.
jabonetes para banho com desinfectaste
a 40. ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e
. 8*000.
Aaneis e brincos com pedra imitando bri
lhante.
RA DUQUE DE CAXIAS N.103
rs
Com lacto-phoaphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinacSo destes heroicos
aedieamentos. Emjiregado no tratamento das molestias do tpeito, do estomago, ane-
las, menstruacSes cifficeis, debilidade geral, cores pallidas e todas as vezes que se
iner fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular.
Jonvm s peasoas cu senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
:eeer as criancas. Ete remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que se
munciam por ahi. *
Um frasco 3#OO0, urna duzia 30#OO0
Xaroaa 4a jaramacar composto
GRANDE PECTORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluzo,
ossea simples e convulsas, coqueluche, constipacSes, asthma. bronohite, oatarrho
hronico e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peito ral que Be conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2500, una duzia 24,000


k n GRAN33E PtTRIF13AnaE D SAIT5UE
Qemprego da OAROBINA deve dirigir-se a^ombater as seguintes moleslas :
* diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrimentos do artero,
ffeagoes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicaa, effec-
^es venreas rebeldes, paralysias, molestias do coraolo, da garganta, rheumatismo
irnico e gottoao, molestias de pelle, assim como tedas as enfenaidades derivadas
la impureza do sangue.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
COMPAMIA M PRODUCTOS MEDICIN188
31-RUA DOS ORIYIS-31 ^
uo de j %m:iho *
Vendas em grosao e a retalho em Pernambnoo
Francisco Manoel da Silva & C.
Pao centeio
Mello & Bisel tendo recefcido nova remessa d<
farinna centeio. avisa aos sens fregueses qnt
x)ctinuaru a fabricar este delicioso pie centeic
todas as tercas e sextas-feiras ; na ra rea d<
Rosario u.
Presentes
E' tal a variedade, que pede-se a quem desejar
fater algum presente a fineta de orna visita.
%u Paradla dea Daaae
BA BARO DA VICTORIA N. 38
Vende-se
Um hotel bem apropriado para principiante,
por ter poueo capital, eft motivo dessa venda
ter o proprielario estabelecido oatro negocio ; a
ra tar na rna da Roda n. 39.
Vende-se
Um bom litio na cidade de Nazareth, entre a
estrada de rod> gem e a estagab da via-ferrea,
denominado Bella Vista, contendo multas arvo
res de frnctos. grande casa de vivenda, com 2
salas, 2 saletai, 4 qoartoB, cosinha ora, estriba-
ra grande, todo de pedra e cal, e mnito terreno
para p!antacos : a tratar na rna Duque de Ca-
xias n 30, padaria de Beirao & Almeida, que
dar todas as informacOes precisas.
Taverna
vas bastantes do teu affecto, e com certeaa
nlo ha de ser hoje que en v faser oppo-
S9S0 ao que a taa vontade deaeja. A des
graca tem posto a coragem em pro va des-
de a tua te ara infancia: tena resistido,
bem sei, ao infortunio, ainda urna vea te-
nho pr.zer em verificar que sempre te
tens mostrado digno de substituir aquelle
bom esposo, aquelle temo pai, que a mor-
te arrebatou, to moco, ao amor, ao affecto
dos sena.
Quando entrn no atdier de seu filho,
comprehendeu que luota, que combate se
tinha travado n elle. Nanea tinha encon-
trado em seu filho, modelo de cndara,
urna vontade tSo enrgica, e, apesar de
nao estar ao facto da sitasc&o, attribuio
aquellos factos dor que elle senta pela
morte do seo pobre amigo, ao desespero
que prodaziam certamente os revezas ano*
ceasivos, que desde algans annos coroa-
vamos esforcos de Emmanuel.
Sem facer a menor ebservaclo, sem moa
trar na physionomia a mais leve emogao,
nem formular a menor censara, apanbou
um por nm os pedacos de madeira, reu-
ni a erina que eatava do chao, collocou
tudo a um canto do quarto, e emquanto
seu filho eacrevia ama carta reoommen
dando se a nm amigo, ella restabeleceu a
ordem no atdier.
Podi ha ver, como j dissemos, maita
nraeria n'aqaella casa, mas a discordia,
que de ordinario o apanagio da desgra>
ca, nunca penetrou no sexto andar da ra
Saint Maur.
IU
O ACCIDENTE DO BOSQUE DE BODLOQKE
Seis mezei depois, isto em fins de
Outubro, o regresso dos burgueses a Paria
estava concluido. N'aqaella auno, o sol,
prodigo de seus favores annunciava om
verao de 8. Martinho como ha muito tem-
po nao bavia; isto n&e impedio, por esta
ou por aquella relo, que a gente vo'tasse
para a capital, anu de preparar-.se para
ai reuni3es familiares, para as festas e
concertoe.
Eramanuel tinha piatado este tempo a
bater as calcadas de Paria a procura de
um emprego. Mas tudo era intil ; re-
commendacoas, proteccSeB, pedidos dirigi-
dos de todos os lados, o resaltado foi
nullo, e todas aa noites elle voltava para
casa extenuado, tendo, como solacio, ape-
nas vagaa esperances para o dia seguinte.
Ao pequeas economas faifas durante
o tempo de Eduardo foram depreesa devo-
radas. Os amigos, sabido, rareavam a
propongo que a miseria augmentava e
em breve s tinha a seu lado um limitado
numero de camaradaa; esses eram sem
duvida, dir-ae-ha, os bons, os verdadei-
ros, os que nanea noa abandonam ; mas,
como elle, eram pobres, e como elle,impo-
tentes para sahirem das difficuldades.
Mas dorante aquellos longos mezes, du
raute aquelles das sem ni o, nem urna
queixa, nem nm gesto de desanimo havia
sabido do peito d'aqnelia mZi qne soffra
mais que o filho.
Pelo contraro, noite, antes de Em-
manuel voltar para caaa, tinha o cuidado
de enxugar aquellas lagrimas que rolavam
silenciosas peloa soleos cavado pelos sof
frimentos, pelas privacSes e pelos aborre-
cimentos .
Ah! quando n aquella idade se lucta
com tanta forca contra a fomepois que
nem sempre se coma todos os dias na ra
Saint Maur d ae prova de ama coragem,
de a ra abenegacSo, que s pertencem
idade viril.
Um sabbado tarde, Emmanuel, j nao
sabendo para onde havia de dirigir os pas-
aos, tomou, nao se sabe como, pela ave-
nida dos Campos Elysios, que percorreu
com a mesma indifferenca com que no an-
uo anterior se tinha mettido na Feira do
Pao Doce.
Os extremos tocam se, e isto tSo ver-
dadeiro, que nos bairros rices, on le a
gente feliz parece confinada, encontrara-
se desgracados, esfaimados, que matam o
tempo admirando as fachadas daquelles
palacios, Jes^librs dos lacaios, on para
melhor dizer, que se embriagam com
aquelle laxe, insensato, desotfreado, cam-
, pando naquelles sumptuosos palacios.
A fome diminue as raoaldv^es de nm
Vende se a bem afreguezada taverna da roa
da Concordia n. US, propria para principiante,
(motivo sen dono mudar de ramo de negocio.
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor 1
jue de maior novidade tem a populoaa e
grande cidade de Pars, os mais importan
:es artefactos da ultima moda.
?apel bordado com muita fantasa, proprie
para cartas.
'romos de seda e de oleographia.
'aixas de msica com manivella para lj,
20 e 34000.
Jaixas de msica, com corda, fechadas
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
12 fticos enxovaes para baptisado a 7(5, 8)J
94, 10 e12^000.
dem muito finos para 160 a 200 um.
rimaoBinhos com sombra com fitas e bicot
vde cambraia transparente a 30 e 30500.
Jm grande sortimento de porta-tranca
para 500, 10 e 10500.
Jrrampos dourados e com perobM a 200 t
500 rs. nm.
dem de celuloide e dourados a 200 e
300 rs. um.
Estojo para deaenho de talagarca a 30000.
Sandeiraa de II dos Estados-Unidos do
Brasil a 10503, 30000 e 40000, confor
me o tamanho.
Grrande sortimento de bolsas de pellica c
de chagrn para 2, 3, 4 e 50000, pan
senhora e meninas.
Carteiraa cem estojo a 3, 4 e 50000 e
10500 e 20000.
48Ra Baque de Caxias48
Este acreditado estabelecimento de fa-
zendas est fazendo a ultima liqoidacSo
das fazendas abaixo mencionadas
A SABER:
Sargelim de todas as edres a 200 rs. o
eovado.
Colchas de cores a 20000, 40000 e 50000,
urna.
Cortinados bordados a 60000 e 70000 o
par.
Atoalhado de linho com pequeo defeito
a 30400 o metro.
Camisas finas de meias a 10000 ama
Cobertaa forradas para casal a 20500
ama.
Batistes do cores a 160 rs. o eovado.
Toalhas para crianca a 100 rs. ama.
Ceroulaa francesas, a 10000 ama.
Atoalhado de algodao a 10200 o metro.
Crotones escaros e clarea a 200 e 240 rs
o cavado.
Gruardanapos c.m franja a 20000 a duzia.
Espartilhos couraca a 40000 nm.
Collarinhos e punhos de borracha por
10500.
Ditos de linho e punhos por 10500
Ditos de cretone de cor a 300 rs.
Camisas francezas de cretene a 20500
urna.
Lencos de linho a 20000 a duzia.
Bramante de linho a 10600 o metro
Dito da algodao a 600 e 10000 o metro.
Ricos cortes de etamine de 140000 por
80000.
Cortes de casimira para costumes por
140000 nm.
Surah de linho novidade, a 320 rs. o eo-
vado.
Voile de algodfto a 200 rs. o eovado.
Etamines de cores a 280, 300 e 320
o eovado.
Merinos lavrado a 500 ra. o eovado.
Zephires de cores a 1>30 rs. o eovado.
Las de corra a 200 e 240 rs. eovado.
Cachemira de quadros com listas de seda
a. 10000 o eovado.
Cortes de ntetim par vestidos a 60000
um.
Ditos braceos bordados s 120000 e 140000
um.
Ditos do cachemira bordada a 250000 um.
Cortinados de crochet a 100000 o par.
Gravatas modernas a 10000 urna
Fechs de retroz, a 10000 um.
Toilettes para baptizados a 60000 tfm.
Tapetes para portas a 20500 um
Lene* s de seda exposie&o a 10000 om.
Capas bordadas a vidrilho a 250000 ama.
Vestidos de Gersey para crianca a 60000
nm.
Cortes de fusto paca collete a 600 rs. um
Organdy de linho, ultima moda, a 240 re
- o eovado
Lavas de seda a 10000, 10500 e 20OCO
par.
E' muas outras fazendas que serio
vendidas por menos 50 [0 em vista de
proprietario querer se retirar, assim cmo
vende-se todas as fazendas e armacSo a
quem pretender, garantindo as chaves da
casa, a tratar no mesmo estabelecimento.
ARBV0L(!A0
Ra Duque de Caxias 48
___HeBrtqneda Silva Morelra
Las escossezas
com listras de seda, fazenda moderna a 500
i
Aa Paradla dea i>
individuo, mas nlo tem influencia sobre
isso a que se chama a corosidade, ao de*
sejo dever.
E eis a razfio por que aquelles desga-
jados passeiam por aquellas avenidas, pe-
los boulevarda, nSo para estender a mSo,
mas para se distrahirem a proporcionar
aos olhos um espectculo que engae mo-
mentneamente a fome, que sopite por
um instante os repaxamentos do esto-
mago.
Foi nestas condicSes que, paseeiando
machinalmente, Emmanuel chegou at o
Arco do Trinmpho. Ahi parou um in-
stante, olhando para aquelle formigueiro
de carruagens, que escureciam a grande
avenida; depois, no fim de algans se-
gundos de reffexao como um homem que
acaba de tomar urna resoluoSo sbita, pe-
retrou no monumento mageatoso, cu jos
arcos gigantescos se destacavam no azul
do co.
Urna brisa fresca, quasi fra, soprava
com violencia, atirando turbilhoas de poei-
ra para o meio das carruagens que a le-
vantavam.
No meio d'aquellas novena de p, viam-
se alguns chapeos com topes de lacaios,
ou as crinas fl actuantes dos soberbos cor-
eis.
A vista d'aquellas doze avenidas, que,
como os raios de ama roda vSo reunir-se
no seu centro, nSo embaracen o nosao jo-
ven artista.
Com um passo mais ligeiro, dirigi se
sem hesitar, como quem tem um fim de-
terminado, para a avenida do bosque de
Boulogne.
De tempos a tempes, sob pretexto de
tirar o lenco, puxava do bolso am pedaco
de pie que tinha comprado.
Era o almoco. Na vespera dissera
velha que ira comer casa de ama ami
a; d'esta maneira, ella nlo sera ebriga
a a repartir a sua magra racSo.
NSo era a primeira vez que esse meio
era empregido, mas quando ao pedaco de
pSo a sua bolsa lhe permittia juntar urna
ou duas fatas de paio, ou nm pao de cho-
colate, Emmaniel retirava-se para ama
roa um ppuco deserta, e tomava a sua re
ris
ea
TINTURA INDIANA
PARA UNGIR INSTANTAKEAMENf
BARBA E OS CABELLOS
Esta preparacSo que acaba de ser
reformada pelo seu autor e hoje a
mais perfeita qne Be pode desejar
para dar aos cabellos e barba urna
bonita cor preta ou castanho.
E de um emprego fcil, comple-
tamente inoffensivel e nlo altera o
brilho dos c: bellos.
VENDE SE
BOTICA FRANCEZA
ROIQYROL FUERES k G.
22-Ra do Bom-Jesns (anliga da Cruz)-22
Chapeos e capotas
chicsretirou aalfandega um esplendido sorti-
mento.
Aa Paradla des Uanaes
Cortinados
de cores _*
novidade
Cortinados de tilo e crochet, ultima
a 8/000 om par, sao de 20*.
Robs de cambraia bordados para senhora, a
3*000 nm.
Chales de casemira, lisos, a i*500 um
Na rna do Crespo n. 21, loja do Campos.
BiJhar
Superior panno para biihar tem
Aa Paradla dea Dai
lea
IM iRHi'S SIS & t
boticas.
Sabao maravilhoso para limparm
taes de todas as qualidades, mar-
mores, madeiras, trens de cosinha,
soalhos, paredes, pinturas, etc., etc.
Sabao indspensavel em casa de
familia; poupa tempo e trabalho. | H
SAPOJO
Nao se usa para lavar a roapa.
Vende se em todas as casas de drogas, perfumaras, ferragens, armazenzer'
DEPOSITO GERAL EM CASA DE
HENRY FORSTER efe G.
feigab tranquilamente. Urna fonte Wl- lzante de jpedrarias, ^e aue
lace qualquer foraecia a bebida, e fazia
com que a frugal rcfesSo do pobre rapaz
descesse com mais facilidade. Fatigado,
pois que tinha andado toda a manhS sem
parar, escolheu um banco varo junto de
um canteiro de grama e sentou-se.
Recostado n'esse banco, depois de ver
desfilar durante alguns momentos os ca-
valleiros, amazonas, ou carruagens que
cortam aquella ra, com as abas do cha-
peo cabidas para o lado, para se preservar
dos raios do sol, senlo muito quentes n'a-
qaella poca, pelo menos aborrecidos, ti-
nha-se, pensando na sua agua furtada,
abandonado a urna doee somnolencia. Que
tempo ficou elle assim ? E' o que nSo se
pode saber.
De repente, um baque secco, gritos di-
lacerantes, vieram arranoal o do seu som-.
so. Um landau, passando por um coup
qne ia a galope, esbarrou com este e fel o
virar sobre a calcada, a doas oa tres
metros de Emmanuel, que, despertando,
atirou-se de um salto, com risco da pro
pria vida, cabeca do cavallo espicacado
pelo medo.
A violencia do choque foi tal, que o
coeheiro do infeliz coup cuapido a un
des passos, foi cahir debaixo das rodas de
um omniboa, "que lhe esmagou a cabeca.
Em consequenoia d'este accidente, o
transito foi interrompido pela aconmula-
9S0 das carruagens paradas sbitamente
e a maior parte d'ellas collocadas em urna
falsa posiclo. Os couheros nao achavam
sahida para safarem se d'aquel le labyrin-
tho. Era um verdadeiro tumulto, um in-
ferno.
Os cavallos rinchavam e batiam com os
ps, cheios de impaciencia; os cooheiroa
praguejavam ; os lacaios, apeados das be
leas, abnam aaportinholas s peasoas que
o medo fzia fugir em todas aa direccSes;
os guardas da paz, em numero insufficien-
te, mattiplicavam-se para restabelecer a
ordem, e dorante esse lapso de temp?,
Emmanuel, auxiliado por algans transe
antea, depois de arredirem os destroc
do infeliz coup, tirava debaixo da car-
ruagem urna senhora, com o vestuario re>>
estava des-
lumbrante de graca e de elegancia.
Por um effeito verdaderamente provi-
dencial, a moca, que podia ter de vinte a
vinte e doirs annos, estava, com grande
pasmo da multidlo, si e salva. O desas-
tre para ella cent istia em alguns arra-
nhSes, am pedaco de renda, e a cauda do
vestido rasgados : om dedo apenas, apa-
nhado pela portinhola, que com o choque
se abri e fechou outra vez, estava contun-
dido ; a pallidez do sea formoso rosto, o
desmaio em que foi encontrada, eram-cor-
tamente devidos emocSo-
Transportada para o mesmo banco que
Emmanuel oceupava pouco antes, deram-
lhe a beber um cordial, que tinham ido
bascar a urna casa prxima, emquanto,
em urna maca, trazida a toda a presea da
mairie, installavam o corpo do desgracade
coeheiro.
Abrindo os olhos no fim de alguns ic*
atantes, a 0109a encontrou o olhar de Em-
manuel que, de joeihos junto d'ella, lava-
va lhe delicadamente as mSos pequeninas,
-branca como leite, maoias e avelludadaa.
Assim que vio Emmanuel, cahindo de
novo para traz exclamou com ama voz
meiga e cortada por um suspirio:
Ah! Mme.-Liebert dlsse verdade !
Ninguem ligou importancia aquellas pe
lavras, que segundo una eram o preludio
de am delirio, muito natural depoia de nm
abalo Uto grande.
Levantada a carruagem, apesar de mu
to averiada, foi julgada capaz, havende
cuidado, de continuar o passeio, e a dea-
conhecida tendo recuperado pouco a pouco
os sentidos, Emmanuel, com o tom mais
agradavel, offereceu-se para acomprnhal-a
at sua casa.
Ella recusou, agradecendo com o seu
mais gracioso sorrso
^Continuar $e*ka)
1
!

Typ. do Diario, Boa Dupo-


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18586


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I
\>
1~
h

DE
Propriedade de Manoel Figueira de fvrta efe Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NO SE PAGA PORTE
Por tres meses adan lados.
Por seis ditos idem......
Por um anuo idem.....
Cada numero avniso, do mesmo dia.
64000
12)9000
230000
(5100
Sfro nossos
feotes exclusivos
estrangelro
Na Franca e luglalerra os Srs. Amede, Prifiee ^C, residente em
Paris ra de P.
Na Allemanha o Sf Heino Eisler reside-ule-e Hamburgo
MEMORIA DOS LOGASES TEM/EBATUBA DAS
AVB8.8A INFLUENCIA NO 3EU CARC-
TER E INTBLLIOENCTA O CANTO. O
NINHO.
(Continuado )
Jaro
Ha qaem toaba comparado a educaco do pa-
pbalo a da crianca. Sea mais lgico, diz
Buffjn, equiparar a educaco da crianja do
papagaio.
Outra questo moito interessantc, com relaco
ao papagaio, Saber se se ouve qoaodo falla.
.A ir mi de Bollo o, mad. Nidaolt, en ama oota
transautUda ao irmo, affirma qae o sea papa-
gaio nao se ouve quaido falla, mas que julga
que fallam. Mallas vezes Ihe tem oavido pedir
) p a si mesmo, e responder, dando Ihe
.seare.
O dito papagaio, apezar de goetar da voz das
enancas, odia va-as.
Pe) contrario, tirina urna intima affeico co
zinh-ira, buscando a por toda a parte al en
contral a.
Tendo a criada padecido orna eofermidade
lODga e dolorosa, dorante todo o tempo que a
ouvto qoeixar se, qoeixoo se elle tambem, como
se algama cousa Ihe doesse. A sua primelra
viita diaria era para ella. Mas tendo silo des
pedida a criada, o papagaio-manife toa, desde o
primeiro dia, o mesmo affecto a aova cosinbei-
ra. antes qu s seos cuidados loe bouressem
podido nspinK e fvu*ir i>ra, qualqu v cousa a
ua aff-tiaa
Lmenlo nsia ultima expaasao. Mas, se pro
va frivolidad* ao eotim-T.lo do Jiro, o5o anecia
a sua Inteligencia
Jaco era um babil adulador, que tiavia com
preheodido qoanio ha a esperar das eriadas ;
acariciando as. Tendo sido bem succedido com
o proeedimenio da primeira, julgoo cooveoieote
appiical-o a segn la Qaem ousar chamar Ihe
tolo ?
0 talento dos papagaios desta espade nio se
limite-diz Bnffooa imitar a fJtart1^; copla
tambem cortos gestos e movi mentogr^.
Sciliger vio am qae Oaocava coafCuwabya
aos, repetindo a saa" caoco. Gosur^As ouvir
canur ; e, quando algem dancavasne*Ja pre-
saltava elle taibem, ainda qje com pon-
iente e paira va desmedidamaote.
Porque preciso saber se que toaw os papa
gaios sao affeicoados.ao vinn>, angfetodo aode
flespanha e aflmo'catel. sendo c o tempo de Plinio. os accessos de alegra qae
Ihes inspiram os vapores deste liquido.
Bulln parece comprazer-se incorreodo em
contradicsOes. Depois de haver reconb*fldo a
lntelligeucia de. oapagaio, dix :
. Eila liugoage.m sem ideas 15o rara como
reteses ; maaofodeixa de se- engragada.
A proposito disto, refere a seguinte anedota
apaobada porWillODgby em Clusio.
Certo papagaio, ouvirque Ihe diziam : n,
tootibo/ri ra" erTeetkamente ; exclamando
em eeguida^ Grande tonto qoem me faz
rir' *
ulro, tiae havia envelhecido com seu dono e
repartia'fJni ea> as doencas da, idade, acoslu
mado a dio our te nao esUs pala : Es-
loa d.cn'.e quando Ihe per>;uoiavam : Qae
tem, lourinbo, qae tens l? .
Estoa doente 1responda em tom doloroso,
e, approxiraaodo-se da caslnh?, cootinuava
esiou doenle I ,
Nos enaaes ae Constantino Manasss tacootra
se a historia do principe Leao. filho do impera:
dor Wasilio, coBdemoado morte por este pai
inex rave, que se nao commovia com os gemi-
dos de quanioe o rodeavam, mas cojo coracio
brbaro se enternecen ao ouvir as lameutajoe'
do papagaio, que aprender a lastimar a a
do pobre mancebo f ;
(Contmu o)
DIARIA
nos: Tttte taimo ; e accresceotou mais tarde :
Repttj, rema calma, nao ha novidades que prenun-
cia* qualquer movimento.
0 qae iaferir de tio cathegorica resposta,
alias por nos presumida em face do silencio d0
mesmo correspondente sobre os assamptos dos
boatos, senao que taes boatos eram e sao real-
mente falsos r
Demais, se como disse o respeiavel contem-
porneo no sea artigo de 10, o governo exercia
fiscalisago cuidadoia no servicj telegraphico,
MSTRDCCiO POPULAR
L imwmiL SAS A7SS
-, E. MENAULT
ItARAVILHOSA ORGANISAClo DAS AVB8.
SL'PKRIORlDADE DOS SENTIDOS.EXTIN
9X0 DA VISTA, PROPORCIONADA A RAPI
DBZ DO VENTO. PERSPICACIA DOOVI-
DO.CQRRESPONDKNCIA ENTRE A VOZ E uac A ADiclo. SEN8D31UDADE OERAL. nao s sobre o feito pela Telegrapho Nacional,
"" mas tambem no realisado pela Wettirn ani Te
legraph Company, como se geraram taes boatos,
na completa auseaa de acucias (elegrapbicas ?
E se bavia razao para esses boatos, porque,
cuidadoso como o correspoaderile telegraphi-
co do Jornal do Beafe nao Ibe commuaicoo essa
razio, os fundamentos, serios ou nio, das alar*
mants noticias, qie o collega julgou-se coa.
o direito e no dever de transmittir aos seos lei-
W ?
Bem o collega qae todos esses motivos pon"
derosos sao os que justificam a falsidade dos
boatos; e, pois, contestando estes, acoimando- os
de infundadas, nao fomos sedozidos pelos p-in-
cipios da escola do D.. Pangloss, dos quaes tan
10 nao somos sectarios que, ainda correndo o
risco de parecer pouco patriotas, nos temos
abatido de disentir assumptos que interessam
ao paiz. -
Veremos todo cor ie rosa ? Nao ; com certeza
oao vemos assin ludo que se tem praticado
oeste, nos deaiais Estados e no governo provi-
sorio do paiz. Mas, temos reservado a nossa
critica, sedozidos pela razao capital do salus po-
pttli.
No periodo difiicuUosissimo que atraveasa o
puz soo todas as relaces, urna bem entendida
reserva os> critica no3 precen e contina a pa-
r.cer nos necessaria, indispensavel, para uo
perturbar a orgaaisaco dasforcas em movimen-
to, para oao prejudicar nem o presente oem o
futuro das instituisOes creadas a 15 de Novem-
bro de 1889, as quaes adberimos franca, since-
ra e lealmeote desde o seu ini;io.
Nao, repetimos, nao vemos todo cor de rota
como ao honrado collega do Jornal do Retife
aprouvioeinuar. Mas tambem nao vemos todo
sombra tomo" um co plmbeo, horroroso como
senja. ~. ----------,------,--
ca graca, e cahtndo 00 cho cimo qae multo se _
"'Saaodseeinbebedaya, ealooqaecia de con- majsa^lJempastade, e ameacando desabar
das ontras Lobas era igualmenteflsoaksado ; e
foi isto que contestamos, ponpt la' diziara
tambem os boatos.
Quaoto a local do Jornal do Commereio. ateto
de que ella nao era aqu condecida nos dias iOe
II, e, pois, por ella nio poda guiar se o hon
rado collega, accresce que, como outras que tem
dado folhas do Rio de Janeiro, nao passa tambem
de boato.
Nem areomeote o Ilustre collega do Jornal
io Recife com aquella local Tempo houVe em
que o Jornal io Qommercio era realmente o orgao
de poblicidade fluminense mais seguro em suas
noticias. Ser assim boje f Nao ,q eremos,
por qnanto temos visto repetidas rectihcacOes
s saas locaes. Nao Ihe fazemos critica por
isso ; mas a prudencia aconselha nrn pouco de
cautela 00 accohimento de certas noticias ma N **<> viriI c ontade 80Perior
nifestamente tilbas de boatos.
Depois, a retirada dos minietros, de que traa
a local do Jornal do Commereio, deve ser urna
conseqoencia das premissaa estabelecdas pela
Gonstituico, logo que esta tenba forja de ohri
gar. No mais que diz a local que est a coo-
jeetnra, a sopposicSo, o boato; e por este oao
deve' fazer obra o Jornai do Rec-fe, pois j vio
1
quanto tiafaam de infundados aquelles qoe deu
curso na saa ediep de 10.
Tambem 0S0 colhem os argumentos que pro-
curou tirar honrado o llega, eTu.pr'das suas
conjecinfiSyfSo facto da nom'easfio de um ge
neral para do das emendas apresentadas pela commieso
qae foi snbttiettido o projecto de Constiiqc.
Quanco oomeacao do general para um car-
go civil, aao faci anio, solado. E' repro-i
ducc&o de ouiros, filhos da sitascao ainda anor-
mal em qae estamos. Alm dieso, dt-pois da
enrgica adeoistracao policial feita oa capital
federal pelo Or. Sampaio Ferraz, era difficil en
coatrax-lhe successor idneo ; e na capital, des
de longos aanos, como sabe o honrado collega, ha
mos ferme tos qae demandara para sua repres
PARA DENTRO FORA DO ESTADO
t'mezea adiaatadoi. ....
.?e ditos idem...... 20*000
Por BB auno idem...... 26J000
Cada numero avulso, de dias anteriores. 100
Quaalo as emendas ao projec'.o coustilaeloaal,
6 cedo de mais para julga! as, pois faltam-nos,
us como ao collega, bases seguras para apre
ciar o seu valor intrnseco e extrnseco, quer no
essas emendas consubs'anciam divergencias?
qaem ihe disse que ellas sao a del tradcelo do
pensamento do Googresso, e que por tanto,, este
as adoptar ?
0 mandatario nao raro excede os poderes do
mandato; e nos corpos deliberativos nos parla
mentos, freqdentemente se v seren regeitados
bpabalhos de commissoes eleitas com geral ac-
quiescencia.
Estas, como as que, proposito, faz o honrado
ollega do Jornal do-Reo fe, sSo, porm. meras
conjecturas. A verdade, metra, completa, que
faliam nos elementos para julgar com cooheci
ment de causa da procedencia dos recenies boa
tos sobre divergencia entre o Congresso e o go-
verno ; e o que temos todos por averiguado, tan-
ge de confirmar. desautorisa taes boatos, por
qaanto a:ima de todos elles paira a mo;o de
plena conQaqca .que ao governo provisorio deu
o Congresso.
E' esse por ora o facto positivo e real. Todo
mais, desde a fiscalisago dos telegrammas da
capital para os Estados e viee-versa, at as cri-
pont-j de vista poltico e moral, quer no das roo seS desordena, divergencias, e tuti quanti espa
diticacoes qae possam prodozir as rel?Q6es do ir,ado sob a forma de boatos, todo 6 falso, tudo
Conaresi-o e db foveroo balela de espiritos que se emballam como
QuttUiaeTrou, por xempto, ao collega, que fuod volumus fadle cedimut.
farte orri
******
bneo
RECIFE, 13 DE DEZEJiBRO DE 1890
Boatos falsos
O fi.inrado coilega do lornal do Secife, asse-
verarxio hontem qoe nao (ora quem dera circu-
lagao aos boatos" de crise, ditergencias, desor
deas, eio, na capital federal, boatos que com
fundamentos serios qoeexpozemos, acoimamos
. de nfondados, de falsos; julgou-se entretanto
- obngado a cooteatar-aos, qoando a verdade
qae, serum referilas aos boatos alludidos, nao
tocamos 00 nomc do honrado contemporneo.
Porque, pois,-sbptnhoo-se o respeitavei col
lega ? O tu proprio artigo o diz atravez de
Mas peripnrases, dos seas bellos periodos ar
redohdados. O-cbniemporaneo, sabedor dos boa-
tos, como l taiiciu o lomos, deu Ihes maior
corto,'Uiimeniou Ibes a circuiacao, compen-
dMBd-os n'om artigo, que estampou em anas
columnas de 10 do corrate.
Ni**, portento n.zoavei que o collega pease
agora em exiiui.' se itsa njsu-ja.-aotl.-aie, tan-
lo mans quando, no sen artigo de hiniem, Insis
tm ver os oorisODtes polilicos seriamente
turbados, divisa progooscos de commocOes
SCiaes, sem contar o mais, que nao disse ca
ramate, aws que se percebe as entrelinnas.
' E nao ser essa poltica, qae o collega faz es
ge em boatos infundados, urna poltica
vtsionarta. poltica de conjecturas, de sopposi
t, qae apoia se simplesmente em boatos, que
niogaem sabe como se geraram, e dos quaes
uiuguem quer lomar a responsabiiidade, que o
o collega repodia ?
kes ooatos circolam desde muilos dias; e
itu nenbnm facto ainda ie prodosio que
me on Ihes d ao menos visos de pro
le. Ao invez diaso ; ioterrogado por nos,
so corresponded.} te'.egraphico do
ueiro, coja seriedade o collega conbece,
leve tambem por aaxiliar, responden
como valbo edificio arruinado pelos alicer ees,
Entre esses extremos pontos de vista que
aos'cetlocamos. Sommado ludo quaoto se tan
fdto^um aaoo esta parte, e todo devida-
mete pjnderado, se o espirito menos exjgante
enxerga algnos erros ua massa enorme do tra-
balbo realisado, o nais exigente espirito encoa-
tra nesse gigantesco cabedal muito trabalho til,
mnito producto de ioqaestionavel valor poltico,
social e moral.
Por que, pon, lado condemaar, tudo malsi-
nar ; porque em tudo acbar deleito*, em todo
encontrar ruinas e destrocos ? E' est* politi
ca qae chamamos vinoNoria, meticulosa edotntia.
Nao nem nunca foi esse o nosso ideal, e temos
cooflanca em que oenbnma sitnaco aos collocar
nessa attitude de opposiciomstes quani meme.
E dhto temos dado muite's provas. Para ao
citar seoSo fctos de hontem, lerobraremos ao
collega do Jornal do Reafe qae, embora adver
sarios declaraU s da sUuaco Ooro Prelo, em
bora comoateado-a, jamis loe faltamos com a
justica, deixaado de recoahecer os actos boni,
poneos verdade, eolio platicados.
Nao, ainda urna vez o dizem>s, nao vemos tudo
cor de rosa; mas, tambem, nao nos calmeamos,
como o collega, do ponto diametralmeate op-
posto. Somosdosqae sabem que o sol tem
manchas e falbas na sua pbotospnera ; mas nao
nos inscrevemos no rol dos qae Ibe conlestem a
lomioosidade e at o sen papel de motor no
quadro harmnico da vida universal.
Foi por essa razio, e nao por outra, e em ne-
nbnm caso incitados por terceiros, seja quem or,
que, d posse de elementos que nos pareceram
bons e valiosos, declaramos falsos os boatos
espalhados oeste cidade, desde os que se refe-
riam perturbacoes da ordem e crises ministe-
riaar. at os que diziam respeito Qscalisacio
dos telegrammas expedidos pelo Telegrapho Na-
cional e pela Wt*ni.
Pergunta, porem, o honrado eolleg se tere-
mos inleira razio ; e, logo fazendo. obra por
urna local do Jornal io Commereio do Rio de Ja-
neiro, assevera qoe ha crite ministerial e al caisa
social (!). e addnz, em segalda, urna tantas re
flexoes para provar que o gobern exerec tisca
lisacio nos telegrammas expedidos para fra do
paiz.
Entendimo-Bos, porem, antes de todo. Re
ferindo-nos aos boatos, para desaotorisal-os, nos
fallamos, em referencia fisclisacio dos tele-
grammas, nos expedidos peto Telegrapba Na-
cional e pela yfestern, e nem ao de leve tocamos
no servico effectuado pela Brasilian. auHmirine.
Contestamos que a fiscalisaco se exercesse
n'aqoellas lionas, e addnzimos provas convin
ceotes. Qaaoto ao servico da Su*ar*o, aabia-
moa qoe ama bem eotendida fisclisacio* era
exercida ; edizemoso? entendida, de ndus
tria ; por quanto, ante o facto constante da trans-
misso para a Europa de noticias assnstadoras
e mentiro?as, nio devia cruzar-o bracos o go-
verno, deixaado que perielitaejem no velbo coa
tinento os nossos crditos eiotereises polticos.
Assim, deixamos de acceitar o amael con-
v.te do collega para irmo3 jastos Submarine.
Damos o facto por averiguado ; bus o honrado
collega ba de coavir em qoe, na asa edico de
10, incorreo ea colpa aseverando que o servico
l.overno do Estado de Pe
4.* sceloPalacio do Governo do Estado de Per-
nsmbuco, em 3 de Deaembrp de 1890.
0 Desembargador Govrnador do Estado, attendendo
ao que requereu o cidadlo J0R0 Ramos, commerciante
nesta cidade, e '
Considerando que as classes proletariaa no Brasil
precisan! de babitacSes bygienicas, por isso que residem
actualmente em quadros 00 corticos, pobres de lux, de
ar, de agua e de ontras oondicoes indispensaveia de
vida ;
. Considerando que as vistas do Governo ee devem
voltar para este aasumpto da real magnitude, dispensando
cuidados aqueiles que constituem a classe mais laboriosa
da sociedade e proporcionando-Ibes reenrses imprescindi-
veis para ponpal os a morte por moleatias de natureaa
infecciosa, que encontrara n'aquelles corticos um meio-
apropriado ao sea desenvolvimento ;
Considerando, finalmente, que a varila, qae reina \
anda nesta cidade, teve como principaes feos -de irra-
dis2o essas residencias insalubres, diaimando operarios, ,
que formaram o maior numero dos enfermos recolbido ;
ao hoapitel de Saaia Agaed a, usando das attrib&icSes
-que Ibe ato conferidas pelo Decreto n. 7, da 20 de No-
vembro de 1889. ". "
Art. I.6 Fica o inspector do "Thesouro do Estado
aatorisado a mandar lavrat termo de contracto com o ci-
dadfto Joo Ramos para a conatruccao de. Evoaeas ou
> Villas operariaa mediante as seguintes bases:
1. Os edificios serao conBtrnidoa de conformidade
com aa clausulas seguintes :
2.' No praso de tres mezes, contados desta data, os
Slanos dos diversos typoa de babitacSes serSo aprsente-
os ao Governo, que, onvida a Inspectoria de Hygiene,
os approvar com aa modificacSes que entender con ve
nientea.
3-* Para levar a effeito as construcoes o concessio*
tnflo se obriga a incorporar urna companhia com o_capi-
tal qoe for necesaario. A companhia ser constituida
dentro de praso de seis meaes, .contado da data da appro-
vacao dos planos.
4. As conatruccSes comecarao dentro de seis mezes,
contados da date da orgaaiaacao da oompanbia.
5.* No praso de quatro annos, contado do come50
das construccdes; dever a companhia ter edificado ha-
bitaBes para duas mil pesaoas (2 00 pessoaa) podendo,
dentro 00 depois do mesmo praso construir maior nu-
mero.
6.1 As habitecoes serio de quatre classes :
1 Para urna pessoa.
II Para duas pessoas.
ID Para familias at seis pessoas on oito, entre
adultos e creancaa.
IV Para familias at doze pessoas entre adult>s e
creancaa.
- 7. A companhia nio podar cobrar de aluguel men-
sa! mais do que as seguintes quantias : ^^
Para habitecoes de 1. claaae 8*000
\ \ \ 3> 22*0000
4. f W00
8.a Conforme a situacao e eonfiguracao dos terrenos
em que so tenham de construir os edificios e aa condicoss
da populaclo a que estes se destinaren!, a companhia
poder adoptar qualquer dos typos de habitscSes indica-
dos nos planos deque trate a clausula 2.a ou agrupsr habi>
tec8es de typoa diversos.
9. Nenhum edificio ser construido ao rea do chao;
cada predio ter um porfi de 0,abO a 1 metro de altu
ra, conforme o typo da construcefio.
10.a As habiteSs poderfio ser de um ou dons pavi-
mentos. .
11 Todas as habitares serfio arejadaa por meio de
janellas. devendo cada compartimento ter, pelo menos,
urna jan ella ou porte para o exterior.
12.* Cada h.bitacfio, excepto as destinadas a uma
ou duas pessoas, ter entrada independente, latrina com
Water-closet e encanamento d'agua potavel nos lngsrer
prximos canalisaco da Companhia de Beberibe.
13.a A companhia Iluminar gratuitamente a gas ou
luz elctrica todos os corredores, pateos e mais com-
modos de nao commum.
14 a A Oomaoahia facultar a acquisicao das casas
de familia aos respectivos locatarios, mediante pagamento
do preco convencionado, um prestacSes mensaes dorante o
praso qae nfio exceder a 16 anuos. No caso de ser o
contracto rescindido por arrependimento do inquiliao ou
falte de pontual pagamento, as quotas pagas serSo res
tituidas cim deaucyfio de 3 [0. -
15.a A Companhia montar, a expensas suas do em
pregado incumbido de velar sobre a conservagao do as
seio e boa ordem nos logradouros e commodos de uso
commum.
16.a A Companhia ter um ou mais mdicos encar-
regados do tratemento gratuito de seos aquilinos, e aos
* qoaes incumbir tambem a fiscalisago bygieuica das
babitagea, assim como a organisagfio de relatnos que
serfio seroestralmente apresentadj: Inspectora de Hy-
giene, e comprehenderfio, alm de informacoes sobre o
estado sanit rio a eatatistica noso!ogioa e mortoaria das
mesmas habitecoes.
17.a A Companhia obriga-se :
I. A*^fe,f ^w com Watef-.e/ots do melbor
systema, providas de deposito automtico desinfectantes.
II. A crear e mante-, para cada grupo de habitecoes
em que houver, pelo menos, 3 -' m en i aos de 5 a 10 an
nos de idade ou para doas ou mais grupos proxinos com
igual numero de meninos uma escola mixta de instracefio
primaria do l.v grao com o programma de ensino das
escolas publicas e sujeite a mesma fisclisacio.
III. A crear uma lihba de bonds, respeitados os di
reitos da Companhia similar existente, logo q'ie seja oe
ctjssario ao servico de transportes.
IV. A construir mercados, mediante approvacfio da
IntendenDi, quando o grupo de residencias distar mais
de 1 kilmetro dos mercados existentes.
V. A reverter ao Estado, no fim de 20 annos os
mercados e linhaa de bonds.
18.a Ficam concedidos Companhia:
I. Isencfio, por 15 annos,-dos direitos do Estado e
municipaes, presentes e futuros, para os materiaes de
construcefio, objectos e apparelhos destinados realisa-
9S0 das obras.
II. Isencfio, por 20 annos, do imposto de decima e
do de transmissfio de propriedade, ceasando a isencfio si
a Companhia alienar os edificios.
III: Direito de desaproprisefio, conforme a lei n.
816, de 10 de Julho de 1855, relativamente aos terrenos
em que tiver de edificar, comtento que nao baja nelles
edificio sujeito ao pagamento do imposto predial ou sen-
t deste por lei.
19.a Constituida a Companhia ser-Ihe ha concedido,
nos termos da lei, o dominio til dos terrenos que, por
ventura, per te ngam ao Estado e em que pretender con-
struir e que o Governo nfio julgar conveniente reeervar
para outro fim de til idade geral.
20." Reconhecendo se, no correr dos trabaUos, a
conveniencia de modificar os planos ou a dispasiefio das
habitecoes, o Governo reeolver, mediante acord com
a Companhia, sobre as slteracSes que devem ser obser-
vadas nos no vos edificios e nos que bouverem de ser re-
construidos.
21.a O Governo reaerva-s o direito de mandar exa-
minar e fiscalisar a execuclo das constraccSes.
22.a A Companhia afio poder transferir a terceiros
os direitos, vantagsns e onoa da presente commissSo.
3.a A' intracgfio de qualquer daa obrigacoes, a que
a Companhia fioa sujeite, ser punida com a multa de
100*000 a 2000O000, sa'vo a das clausulas, 3.*, 4 a e
22.a que importar a caducidade da concessfio.
Art. 2." Ficam revogadaa as disposices em con-
trario.
O secretario do Governo faca publicar o presente
Decreto, expedindo aa ordens e communicacoea noces-
sanas. %
Jos Antonio Correux da Silva.

Jos de Siquera Campos.Deferido com offi
co de boje ao commandante das armas. '
Jos Bernardino Ferreira.Autoriso, a contar
do prximo futuro semestre em diante, a sup-
rressao do apparelho da Companhia Recife Draf-
nage, collocaodo na casa em ruinas, sob n. !0.
sita ra do Clabouco, por ccn=titoir logo de
pendencia da casa n. 19 da roa do Sol, com a
clausula de ser reposto logo que reconstrua-se
Leopoldina Feliciaoa do Nasciment. -Infor-
me o inspector geral da instroeco pabca.'
Luiz Jos de Freitas.Informe o Dr. juiz de
direito do 2a districto criminal da comarca des-
ta capitel.
Modesto Vieira Celso.Deferido com officio
desta data aos inspectores da Thesouraria de
Fazenda e do Tbesoaro do Estado.
Manoel de Miranda Ao'Dr. jaiz de direito
do 2 districto criminal da comarca do Recife
para informar com urgencia.
Marina Mara da ConceicSo.-Informe o Dr.
chefe de polica.
Maia e Silva CInforme o Inspector da
Tiif-sourarla de Fazenda.
. Oliveira Castro & C.Dirijam-se ao minute
rio da marinba.
Octavio Augusto Furtiido de Meodonca De-
ferido com officio deste date ao inspector da
Thesouraria de Fazenda.
Pbiths Adelino da Coste Doria.Ao Dr. i
promotor publico da capitel para requerer o
que fr de direito.
Rodolpho Romolo Rodrigues Rosa.Io^r.'j
o commandante geral da guarda local, faaeado
observar ao requerenle que nio pode dirigir-ee
a este governo sem ser por intermedio do seu
commandante.
Dr. SAioo Piouo.-Iafornie o inspector da
juota de hygiene.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco. 12 de Dezembro de 1890.
Oporteiro,
H. M da Silva
aa.ariicao da polica
.~- scelo. N. 280 -Secretaria da Po-
lica do Estado de Pernambuco, 12 de De-
zembro de 1390.
Cidadlo governador.Participo-vos que
foram recoluidos hontem Case de Deten-
efio os seguintes individuos:
A' ordem do D\ delegada do Io districto da
capital, Jio Jos Cavalcante, por crime de fur-
to ; Carlos Magno, por crime de deflorameoto.
A' ordem do subdelegado do 1 districto da
Boa-Vista, Mara Emilia da Silva Braga, como
galano; Rita Mara da Conceico, Mara Antonia
da Cooceicao e Francisca Mana Guerra, per em
briagaez e offensas moral pub:a.
Commnnicoa-me o delegado do termo de
Agua-Prete Que no dia 27 do mez Hndo e no en-
feoho Piraogy fra preso em flagrante o lodivi
ao JoiRaymoodo Bispo por ter Ido a casa de
Rufina Mana da Con eigao. armado de faca de
Krafa, ptstoia e ccete e espaacado a mesnsa
ufioa, aggredindo ainda a outras pessoas qoe
acudiram em seo soccorro, aso as offeadeado
por toe iercB a lempo toma io a pistola, i
Foi lavrado o auto de flagrancia e proceden-
se contra o delinquente narormadalei.
No dia 4 do correte foi preso pelo- dele-
gado tfe Palmares oinJividaode nome Francis-
co Antonio de SaJln, conhecido por Francisco
de Barros, pronuaciad no artigo 157 do cdigo
criminal e um dos autores do roubo praticaao
em 10 de Agosto do corrate aoao na casa do
cidado Manoel Jos de Oliveira Diis.
No dia i do correte foram recolbidos a
cadeia do termo de Flores os criminosos Sebas
tiio Ferreira da Silva e Leonel Ferreira da Silva
pronunciados ambos bo artigo 192 do cdigo
crimioal.
Os referidos reos j tendo sido sobmettidos a
julgameoto foram absolvidos e appellados pelo
respe'" o Dr. jaiz de direito da comarca.
jtraram em exercicio as autoridades
policiaes seguintes :
Major FraDCisco de Siqaeira Cavalcante, sub-
delegado do districto de Apipocos.
Joo Cordejro de Almei'a, delegado do lermo
de AlagOi de Baixo, oa qualidade de 1 eupplea-
te.
Sade e fraternidade.Ao cidadfio Des
embargador Jos Antonio Correia da Sil-
va, digno governador do Estado.O che-
fe de polica, 6audin9 Eudox'o de Bruto.
Tbenooro doEilado de Pernambnei
DESPACHOS DO DIA 11 DE DEZEMBRO DE
1890
Carolina Das de Albaqu rqac, Jos Joaquim
Dias do Pego Jnior eteneute coronel Antonio
Al ves de Carvalbo Cvales ole Conceico.Iofor
me a Contadura.
Jos Balcalioo Goncahc^Lima.Haja vista o
Dr. procurador fiscal.
Francisca Aurora da Silva, Antonio Joaquim
da Silva, Elias Augusto & C Basilio Magno da
Silva Guimar&es. Castro Medeiros & C, e Manoel
Jos Vieira.Informe a Recebeooria.
DESPACHOS DO DIA 11 DE DEZEMBRO DE
1890.
Abaixo asignados, moradores no termo da
delegada de polica de Laga dos Gatos.Iole-
ferido.
Agostinho Jos de Oliveira.Segundo .o aviso
do ministerio da justica de 20 de Novembro, o
pagamento dos veocimentos do peticionario de
peode de ordem do ministerio da fazenda, a
qaem, em 18 de Jaoho nltimo se commuaicou a
aposenlaco.
Antonio Feroande3 Daltro e sea irmi Ciernen
tina FerBandes Daltro.A preteoo dos peti
cionarios j foi resolvida, como consta do officio
do delegado da Inspectoria de trras publicas
de 26 de Novembro ultimo.
Antonio de Catro Leao.Sim.
Antonio Soares de Queiroz.-Informe o Dr.
jaiz de direito do 2 districto cnmiosl da co-
marca deste capitel.
Antonio Duarte de Figueiredo. Informe o in-
spector da Thesouraria de Paseada. <
Americo Vilella Pereira do Lago. Indefertdo,
visto ter j apostillado o titulo o commissano
oomeado para a guarda leca! da municipio de
Sjlgnelro.
Capitio Amador de Barros Cavalcante Lins.
Nuda ha que resolver, i vista da ioformacio n
214 de 9 do corrente mes, do director geral de
obras publicas.
O mesmo.-Nida ba que resolver, vista da
informaco n. 214 de 9 do corrente mez, do di
rector de obras publicas.
Braga & S.Informe o inspector do Tbesouro-
do Estado.
Bernardioo Maraohao.8im, com vencimeo-
tos oa forma da lei.
Ernesto de Oliveira Cavaleaote.-Seja entre-
tregues os documentos mediaote recibo.
Flix Joaquim Ferreira de Carvalbo Sio,
semdireiio quota para o expediente de qoe
trata o g nico do art. 46 do regulameoto de 18
le Janeiro de '1888. ,
bielden Broinars.Deferido com ofticio desU
data ao inspector da Thesouraria de Fazenda
Francisco Camod.Ioformd o Dr. jan
de
direito do 2 districto criminal da comarca des-
ta capital.
Major Hermenegildo Eduardo do Reg Mon-
teiro.Aguarde a reuniao do congresso legisla
tivo de Estado.
Irineu Henrique Cordeiro.Sim, com veoci-
mentos na forma da lei.
Ignacio de Barros Wander!ey.Concedo.
Jos Loiz de Souza.Sim, pos termos do offi-
cio dirigido boje ao Inspector do Tbesouro do
Estado.
oeU Iva Fraoco.Aguarde o orgameoto do
exercicio vindouro.
Jerooymo JoSo Pioto.Iisteure ae o processo
disciplinar sobre o aasumpto deste requer-
meato
Commendador Jerooymo da Costa LimaSim,
ros termos do officio de boje dirigido ao inspe
ctor do Toesouro do Estado.
O mesmo.A pretenco do supplicante foi
hoje resolvida dos termos do officio dirigido ao
inspector do Tbesouro do Estado.
Joaquim Cbrislovio CInforme o cidadao
nspector da Thesouraria de Fazenda.
Inaperlorla eral la traeca* Wa
bllr do Eilada de Ptruakocii
despachos do dia 11 de dkzesbeo
de 1890
Jos GuDcalves dos Santos.Compra se e re-
gistre se a apestilla retro.
Joo Fernandes Soares.-Cumpra se e regis-
tre se a apostilla retro.
Herculano Hygino Nones Bandeira.Compra-
se e rgi8tre-se a apostilla retro.
Francisca Arcelina dos Santos.Cumpra-se e
registre-se a apostilla retro.
Manoel Mannbo Cavalcante de Albuquerque
Compra-se e registre se a apostilla retro.
Carlos Jos Dias.Campra-se e registre se a
apostilla retro.
Agosta Elvira Ucha.-Justifico.
ServiliaooCorreiiMaia. Compra-se e regis-
tre se a apostilla retro.
INTERIOR
NORTE DO BRAZIL
Pelo vapor nacional Juno, hontem ebe-
gado do norte, tivemos as seguintes no-
ticias :
Balad da Par*
Datas at 3 de Dezembro :
Tinham se dado conflictos diverso*, en-
tre praoas de liaba e pracaa de polica,
procurando a imprensa oposicionista fo-
mentar oa odios e incitar os nimos, adrede
eepalhanda boatos alarmantes.
A Provincia do Para, a* esse prop
es -reveu a 2 do corrente :



de *&r.
;o Sabbado
No erreial do Naaareth, ante-hontem I polica, factoi cujas cousequeneias
HaeaTio Negrito, que andava prapalajsdo
ir o corpo de polica asaltar o quaeael
do batalhao 15a de iafantotk.
i Na situaclo meJrodrosa em que os
agitadores de queetSeov entre polis e
aa pracas de linha poaeram o ata- cidade,
levando ao lar da famili o deaasocego e a
descoafiaoca, bsm procedeu o illustre mi
rnhtiro.
f Soube se depois que Macan > Negrito
empregado das oficinas-dj O Demcrata.
Assim f Bss possivel capturar a todos
Jnantos se incumben! de derramar no seio
a populacao boatos alarmantes e a espe
enlacio cessaria por urna ves. >
Na sua SeccSo Oficial a mesma folha
den publicid*da a aeguinto declraselo, sob
o tituloPerturbacjto da ordem Publica :
c A populaos > da capital tem aasistido
com iodignacao aos factos altamente de->
pooeotes contra a nossa civiliaacio, occor-
ridos neefetrataoca das.
c A ordem publica tem estado em jogn-
as natos ds alguna cidadSos que nao sa
bem comprehender a gravidade dos atten-
tades que provecam.
c To lameotaveis acontecimentos tos
des o sabem, alo movidos por dous jor-
naei da oposiclo, O Demcrata e o Diario
i Noticia.
c A simples leitnra de seus artigos edi
toriaes mostra perfeitamente a intencao
com" que alo escnptos.
t Traaer embaraces ao Governo. crear
ama situacfio grave para a Repblica, na
Mas nafcciia* pac
uhDento.aVaaoaptuaaw
dade, implantando
de
a
commandanm das armas do hstati
qualidade de. auctoridade- upen
exerqja entonos, reclamo* do
ao seio d'aqeales corsoa, .qui^
polticos -ou antes do perturbar
publica neste Estado.
c Como chefe e reuponsavel immediato
pela subordinacSo e disciplina que devem
reinar presentemente na guarnicao fue
tenho a honra de administra:-, principios
estos de qne, s ltimamente, devido a
pequeas questoes suscitadas entre alga-
oas prac-s das j ciadas corporales* e
cuja procedencia ou iioggestoes ser des-
coberta por meio de im rigoroso inqueri-
to, se ha afastado os gupraeilados corpas
de hnha, venho rog^r-vos providencias,
como julgardes mais (ooveniente" e acerta
do, no sentido de serem as sobreditas re-
daccoes respossabilisadas como factores
mamfeatas da perturbadlo da ordem e da
reprodcelo das tristes oceurrencias a que
acabo de alludir.
c Saude e fratercidade.Bento Joti
Fernandee Jnior, coronel.
Commeotando, escreven no dia 3 a
citada folha:
c Jamis em Estado algam da Unilo o
Qoverno tem salo de maior prudencia
o moderac&o do que no Para.
t Ninguem peder diaer que a admi-
ntstraclo do Sr. Dr. Justo tenha commet
tido urna immoralidade, urna violencia ou
urna injustioa.
No sul da Repblica ella merece os
exemplar.
vernafktr QOMlon o .^Mpirita^do alumoli "
ntrige alime* poosioj mal
siaaaia entendida,- si peantaasacte, mereojdjfts
coma* #or qaumbaia cojiae a atoratas, abjpfps,
ordem4 J
de tod)(s pomse inooovefejit^na^Uaa
co anormal qoe a esocoJ*9
ando.
i Tratndose de pravas do ezercito,
as medidas repressivaa s poderiam ser
pedidas por urna anctoridade militar e,
assim, correcta a recia macio do Sr.
coronel Fernandes Jnior, a quem o Sr.
Govt rnador do Estado presta a forca mo
ral e a consideraclo que merece aquello
venerando soldado.
< Os conflictos entre pociaes e pracas
i de linha certo nlo baveriam passado das
primeiras escaramuces, se os directores
d'um partido' poltico anarohico deizass m
de levantar meaq-ninhas intrigas, a que o
povo em geral nlo prestou o mnimo eres
dito, poreeffl que poderiam ser admittidas
como factos por um ou outro espirito in-
genuo de soldado crdulo.
c A toda a forca procurou-ae ateiar um
incendio, provocar por qualquer meio
urna conflagraclo, qne ta!ves trouxesse
em resultado urna guerra civil sanguino-
lentisaima e intil.
t A ambicio voraa dos estmagos con-
torcidas em largas sacuidelas de cam-
bras esfomeadas julgou lubrigar, ao fim
da collislo que pretenda suscitar, urna
lucilacSo de ante maohl promettedora
victoriosa, que produzisse o desabrochar
das realidades monetariamente rompen
sadoras.
c A realidade, porro. foi a dece jcIo
atroa com que a sorte feriu os ganando
sos exploradores d'uma situaclo anormal,
em que o patriotismo deve ascender a
regiSes superiores s lucias partidarias
d'uns grupitos anmicos de sympathia po
pular.
< Foi entio que voltaram se os espe-
culadores para a banda do Qoverno, ta-
chando o de cobarde, quando s foi pru-
dente; declarando o .tibio, quando nlo
quiz ser assassino; dizendo o desampa
rado de poder material, quando conta
com elementos para suffocar conjuracSea
criminosas e tem a seu lado unarn nanfinai
dade de militares de linha honrados e pa
triotas, que sabem antepor e frivoliaV
des dos sebastianistas os sacrosantos pe
nhoree da digoidade da farda i impolluta,
do amor da patria, dos principios de or-
dem immanentes a disciplina d > soldado
perfeito
t A attitude do Qoverno do Estado
correcta e lgica, porque representa a
auctoridade publica no exercicio do re-
freamento de abusos prejudicia.es po
pulacSo e porque um acto que smente
a opposicao, com os seus desmandos in-
criveis, suscitou.
c O Sr. Dr. Just i Obeemont tem o
apoio material e moral da popnlaclo pa
raense, que confia na sua administeaco
criteriosa, no pundonor dos corpos da
guarnilo e conbece a fundo os planos
d'um partido especulador que vegeta
n'uma inaniclo revoltada, sem populan-
EsUdo do O Sr. Dr. Justo nlo quer registrar | <**de, sem animo para o arrependimento,
fara.-Quartel em Belm, Io de Deaem na sua adminstraclo o uso, embora forca- rotdo de impotencia, ra veso e naUo na
ro de 1890.-N. 182.AoSst-Drc Justo do, dos meioe que esto ao alcalice tu
Leite CherTont, digno Qovernador deate sua auctoridade ou as desastrosas conse-
Estado __ Como nlo vos extranho, os quencias que trariam os excessos de urna
deas jornaef denomioados Demcrata e 'iaiqua e condemnavel op^osiyao.
Diarto de Noticia, que se pubfieaa nesta t Appellamos, pois, para os sentimen
eapital, tm nestes ltimos dias, em artigos tos de justica e ?e patriotismo de todos
sditoriaes e n'outras secs5es, procurado i aquelles que collaboram para o engrande-
inconveniente e criminoaaminte'aocender cimento desta trra, afim de que concor-
a indisciplina nos dous corpos da- linha ram no sentido de restabelecer a tran
desta gnarniclo, servindo-se para isso dos quill dade e a ordem publica.
tactos que infeliamente acabam de dar se Em outro artigo esereveu a mesma
entre pracas dos ditos corpos e do de iolha :
.Uto em que se trata da constitu! a de adminis:raolo coriectae
definitivamente, indpor a forca publica Quaes os motivos po. da celeuma
eontr. a adm.nistraSio, promover a des- levantada pela opposiclo, dos excessos e
ordem at a anarchiaeis os seus inten- desabrimentos de linguagem de dous or-
tos s suas vistas. 8*08 a9 paWicdades que especulam com
Tuda a moduraolo e prudencia do Sr. tranquillidade publica, e exploram a
Gobernador tm sido insaffljientes para simphcidade e boa f dos soldados de nos
centet a lineuatem inconveniente e crimi o exeirito, que at boje s team glorias
nosa .dos jornae. da opposicio. regirtrar em sua carre.r. nd.Ur do ser-
RespeiUdor, como da libsrdade de '9 da patria?
im^fens, o Sr. Qovernador tem at boje Nlo ha consideTacao alguma que jus-
-pregado a maior tolerancia para com a tinque um procedimente to incorrecto.
opp^icSo, por isso quereoonhece na im- t Os factos que se- ble- rep^odusido
prensa seria e moralisada um motor pode- nestes ltimos diaa nlo podem ser mais
roso'd progresso e dos direitos sociaes.' caractersticos do espirito- de desorganiaa-
ende comecam o abuso e o crime. : Repblica.
A imprema opposicionista chegou a Nlo se tem em victo o bem-estar da
te ponto, e responde perante o Qoverno populaclo essencialmente laboriosa e pa-
e perante a gravidade desta poca de re- cifio* desta trra to oheia de vida, e de
eonstituiclo nacional, por seus desmandos futuro; nlo se attende ae 8ocego e a con-
e espirito de conspiraolo contra as novas flanea do commercio, um dos nwis podero
instituioSes. i80> faotores de nosao progredimento so-
c Pelo officio que abaixo publicamos,'cial ; nlo se respeita a tranquilidade e
est claramente demonstrada a irregulari- repouso das familias paraensesl
dade de conducta dos dous jornaes refe | t A opposiclo desenfreeda de urna po>
ridos, insuflando as pracas do exercito ^ litica sem orientaclo plaesivel conserva a
insubordinaclo e revolta.
cidade em alarma, de alguna dias a esta
- Nestas condijflas, o Sr. Qovernsdor parte!
ssnds declarar que responsabilisa aquellos I O Gouerno possue a forca moral e os
dous orglos pelos factos que se esto dan-! elementos legaes para dominar & conspi-
do, e caso se reproduza a sua condnota, relo; mas nlo quer empregar a violen-
vrte- na forcosa necessidade de decre- ,cia antes de exgotar os meios prudentes
tar medidas enrgica* e extremas, a exem e moderados.
lo d que se tem fe>to na Capital Fede- t Eat no intorease de todos, sem ex
rale nos outros Estados da Unilo. cepcio de claases oa de individuos, man-
: ter a ordem publica e evitar o emprego
c Eis o officio a que nos referimos: das medidas extremas.
ton TiCMb^ w
Ktado mo Haranho
Datas at 5 de Desembro :
O Nacional, nica folha que recebemos
des te Estado, nada refere, digno de nota
Rendea a Alfandega em Novembro
275:764*892
Eilado do Plauh)
Datas at 8 de Desembro :
O Cearente nica lha que des te Es
tado recebemos, nenhumi. noticia contou
de interesse geral.
ASSOGIAgES
MiQsterio dos Negocios da Mdriua5* seceo N. 8,541.
De accordo com o perecer doeoaselho naval exarado em con-
salta n. 6.J58 de 11 de Setemb-o ultimo, reslvo, de conforiuida-
de com o decreto o. 79 de i3 de Desembro de 1889, apprsvar e de-
terminar que seja execotase o refal*mento que a este acompa
aba para a praticagem do portj do Recife e das barras e costa do
Estado de Pernambaco.
0 que vos declaro, para os de-idos effeitos, em solacio de
veas! officio o. 43 de 7 de Jlbo do corrente aooo.
Saude e frateroidade. Bernardo Vfandtnkolk. Ao capitao do
porto do Botado de Pernamboeo.
Kulauenlu pa a a praliraaena do porto do ase
elfe e ds barra e eoata do Eiado do Per
namkaeo.
TITULO I
DA PBJlTICAGBM
Capitulo I
Dn organiiuco do pessoal
Art. i. A praticgera. Unto das barras e porto des cidade,
como da cesta desde as Candeias at Po Anarello, no Esdo de
Pernambaco, ser exerela por ama Assoeiaeo de Praticos soto a
direcca > de um offi-ial reformado da armada, noseado pe)o Ga-
teros Federal e composta de um pratico oir, des primeiros pra-
icos, inclusive o ajudante daqaelle e o tbssooreiro, seis segundos
orticos, sel* pralrtacte, um'ese ivfco e um escreveote.
Art. 1." 0 pratioo-mr serl rjomaede pelo Geveroo Federal,
mediante proposta fundanntada do director da Assoeacto, que
a trausmiuir ao govemador do Bstado, com iafjrmacto a Secre-
taria de E-udo dos Negocios da Marinha.
Art. 3. 0 ajodsnte do pratico mor ser igaalmente notneado
pela forma estabelccida no artigo a meced ente.
Art. 4* PtM'es-lagares de pratico mor c ajudante deste se-
rse propestos os cidadaos qoe reunicvm os requisitos segniates :
Boa conduca civil e moral, conbecimeotos praiicos de rumos,
anobras, apparelbos e amarraco de navios ;
Approvacko como prmeiro pratico e pela lrma prescripta
este rt-gulameoto.
Art. 5.* Nin.'uem seri admiUide ao lagar de praticmle sem
kcver provado :
i*. Qae cidadao brasileiro e maior de 18 anuos, qae sabe
Mr, eserever e cootar, qae tem aoc6es la arte de mariabeiro, que
eonbece os ramos a aguiQa ;
l*. Que tem navegado, peto menos, tres anaos ;
3*. Qv esta habilitado para dirigir navios de doas mastros
at 14 ss de agaa ;
4o. Ter nocoes da praticagem da costa desds a. Babia at o
Para.
Para a obtencao destss nocC a podera o director facilitar o
sabarque necessario.
Art. Para os lagares de segundo pratico exigido :
1 Ser maior de M aouos ;
i* Ttr boa conducta civil e moral ;
3.* Ser approvado ao exame a qae coacorrer ,
%.*" Ser apto para dirigir "uwtw qne demandem al 13 ps de
agua.
Art 7.* Para os lagares de primeiro pratico tambem exigi-
da, alo s a prova de boa conducta civil e moral, como a da ap-
srovacao nos exames prescriptos no presente regulamente.
Capitulo II
Dos exames
Art. 8.* Os exames dos praticos serao feitos perante ama
somrnissao, composta do director, de um eommaadaate de navio
de guerra nacional, mas de graduaco ou antiguidade Inferior
daqaeile, oo de algam offi:iai da armada, na falca do dito com
aodaate, e de um capiUto de navio mercante, nomeados pelo
asmo director.
Art. 9.* Os examinadores serao doas primeiros praticos es-
solaidos por sorteio em oresenca da commissao cima menciona-
ib, os quees serao resMidos pelo pratico mor.
-^SUrt. 10. Aa director competa, ne acto do exame. ftscaluar o
pleno camprimento das obrigaces dos examinadores, come ar-
apeaics ; lembrando Ibes, qaaado interrogsram o examinando,
aquelles pontos ou mrtinas qae por eesenciaes nao devam pas-
sar em silencio, am de se poder formar do mesmo examinando
! jniso o mais consciencioso.
Art. 11. Aos doas examinadores compete, dorante o exame,
interrogar cada um por sua vez, sobre manobras, estabelecimen-
tos das mares, tanto oo porto como ( a d'elle, direeco das cor-
rentes as diversas estaces do anno, sondar dentro e fra do
Eorto, des e as Candeias al Pao Amarello, canaet>, canalletes,
ancos, recifes, ramos e distancias,qae uns e outros guardara en-
tre si, e com os differentes ancoradouros no porto e fra do mes
me, marcas das ei.tradas e sabidas das barras etc., e tambem o
qae dis respeito ao apaneiho, amarrsoes dos navios nos tncora-
doaros internos e externos.
Art: 13. O espago de tempo dos exames ser de trinta mina
tos para cada um examinador, podendo ser prorogado por mais
tnnta minutos si a commissao julgar necessaric.
Art. 13. Concluido o exame, se recomer a commissao' a ama
sala, com o pratico mor e os dous praticos argu nles, e abi, con-
f renciaodo entre si estes tres ltimos, e dando o patnco-mr
dita commissao as necessarns informacoes, icerca da conduela,
aptidAo, assidaiddde, desenvolvimenio e mesmo das faltas do exa-
minando (oo caso de ter), procederao A votacao sobre a qualidade
de sua approvac); dcpois do que a commissao, apreciando o
acto do exame, e as informacoes ministradas pelo pratico mor,
juagara debaitivamente sise conformar com esta votacao, man-
dando o ..irectc lavrato competente termo. Si, po'm, a mesma
commissao nao se conformar com a votacao, e julgar o acto im-
procedente, fara lavrar dtsto termvpe'o referido secretario, de-
vendo o director man lar proceder s outro exame dentro do espaco
de tres meses, sendo excluidas do novo sorteio para examinado-
res os comes dos dou praticos qae serviram no exame anterior.
0 resallado d'este acto ser definitivo.
CAPTULO m
exs mnitnooes i nevasca do ouraoToa, pratico mb b mais pis-
SOAL DXPSSTiCAGflI
Do director
Art. 14. 0 director da associaco a primeira anlori lale da
mesma associaco, suas ordens sao termioantes e obngatorias
para os empregades da pratlcagem, exerce superior inspeccao
sobre a execucao de todos os servicos, e sobre os programlas
dos exames para a almisso oa as oclaco, sos qaaes presidir;
regula e determina, de conformidade rom o presente regolameoto
e ordem do goveroo /ederal, o qae perteacer associaco da pra-
ticagern. NUs seas impedimentos, o director sera substituido pelo
pratico mor. 0 director, como chefe da associaco, o nico res-
poosavel pelas medidas que mandar execatar, e 6 o nico orgio
of&cial e legal que pOe a associaco em relaco immediata com o
Ministerio da Marinfw e com o governador do Estado, e sempre
que fzer subir presenca lo governo federal oa do citado gover
Dador qualquer proposta, dar sua opioiio sobre ella. O director
da associaco s recebe ordens do Ministerio da Marnba, Benbnma
ontra aot-.ridade tem iagerencia no rgimen da associaco, e no
exercicio de suas attribaicoes s se commoaica directa e verbal-
mente com o pratico mor oa com quem suas veis flxer, em todo
que fr relativo ao servico da praticagem. Alm das attribulces
qae I he sao conferidas pelo prseme regolameoto, ao director im-
cambe:
1.* Corresponder-se directamente, em objeeso de servico da
pratlcagem, com qualquer autondade civil e militar;
I* Isformar ao governo federal e ao governador do Estado
sobre os iadividuos qae julgar idneos para os lagares relativos
ao servico da praticagem, quando nao Ibe competir a oomeaco;
3.* Romear, dentre os empegados da amioistraco, na falta
ou impedimeato de qualquer d'elles, quem os substitua interina-
mente, dando lego parte d'esse acto ao governo faderal e ao go-
vernador do Estado, si o provimento do emprego nao fr de sna
competencia;
4 Dar lioencaaos empragados da praticagem sem perdn de
vencimento, nao excedendo de 8 dias;
&> Informar auoualmente ao governo federal sobre o com-
portamento e modo por qoe desempenbam os seni deveres os em-
preados da praticagem ;
6.* Manter na asscesacfto a maior ordem e regularidade, pro
corando inspirar a todos os empragados principios de disciplina,
respeito e pudonor;
7.* Iniciar o detalbe do servico geral, ordinario e extraordi
nario, des empreados sab suas ordens;
8.* Fiseabsar e dispendio de todas as qaantias recebidas para
as desposas da associaco :
9.* Determinar e regalarisar o servico da eacrlptnrac|o;
*0. Rsqaisuar para o servico da pralicafsm o material e
qaaesquer artefactos necessarlos ao mesmo servico e bem usa
compra de vros precisos para oa registros e lancameatoa;
Dezei
44. Impor cofrecionl e administrativamenle as penas pre-
senptas n'este regulameot
!i A presentar teteyaa^pyerno,. no ultima raes do
Mmtfvil, um relatdjpii^HbojpaHMBa > sob os pontos de
vl^Bo servico e da .adaJBB-acC, d '. praticagem, compic^ben-
^^a conta dos t-acaltoo* 4 *4B^bW or5IIDenl0 da3 dei
peispar;; o anno futurQve a projHp dos melhramentos, modi
BcapJLs ou reformas, coaducaateamSoi ajjeba dos trabalh'ds da
s^sBcfto;
. Assignar e cabricarai foljMS de nayamento e oulras, de
confo/mldade com 0,'BescrjJW na fab'ili, junla a estj regula-,
;"a* Assistir, sempre qoe jolgar coaveoienle, ao servico da
praticagem, e desempesbar este e lod is os outros servidos e obri
gsces que Ibe forem preceiluadas no presente regola mt no.
D) pratico mor
Art. 15 Ao pratico mor compete :
i* O'gsnisar a escala dos individuos empregado3 r.o servico
da praticagem;
Io Dcialbar o servico diario dos praticos, iniciado pelo direc-
tor e ii ais empregados as embarcaces do servido da praticagem
e provideaci.ir, quando os individuos detalba'os para tal servico
nao forem sufflcienes, por motivo de maior numero de navios, oo
por falta de comprimento e molestia de um oo mus dos mencio-
nados individuos;
3 Ter todo o cuidado em que os praticoa e domis emprega-
dos as embarcaces da pralicagim cumpram os deveres que ib-:
sao tmpostos por ete regulamento e quaesquer ordens posierio
res dadas pelo director, tendentes polica do meamo ou em coa
sequencia de oatras da capitana e governo do estado :
4* Dar parte ao director de todas ae oceurrencias diarias de
servico da praticagem, e faltas ou delicio* de seus subordinados ;
8' Designar nos ancoradouros dentro do pnrto, sujeitos a ca-
pitana cu alfanjega, a posico mais conveniente para ancorarem
os navio \ tendo em vista o porte, lonelagem-e calado d'agua des-
tes, em relaco capacidade e fundo dos ditos ancoradouros
6a Examinar, amiudadamente O estado dos diffnreates anco-
radouros fra e dentro do porto o das barras de entradair em um
ou mais dias de cada mez, com todos os pra'.iuantes e apren Uses,
sondar os bancos, caoaes e canaletes, lamo no porto como fra
delle, e observar a direeco das correte* <; sua veloridade, de
vendo, nao s fazer os dev dos apontameatos sobre estas oo oo-
tras quaesquer materias relativas a praticagem, > dar ao director,
no tim de cada mez, coala do resoltado de taes trabalho cem as
refljxes que ju'gar convenientes, de forma que na directora se
possam, depois de feitos os preciaos registros, notar as alteraccs
que tiyer soffrido o fondo das barras, caoaes, ancoradouros, bao
eos e sua extensa, mas tambem informar acere i do desenvolv-
meato, capacidade e conducta dos praticos e mais pessoal;
7 Obserrar as quatro pbases da loa. em cada mez lunar,
as occasies das baixas e preamar das mares, t mu i Jo aota do
tempo, s ndar em taes oacasies. am de se conbecer a hora dQ
estabe ecimeato das mares dentro do porto, difirenos entre ellas,
ele va gao das aguas e alteraco do funde, formando de todas es-
tas observares om mapna a qne addicionar aquellas reflexes
qne julgar mais adequadas, apresentando o depois ao director;
8* Administrar a arrecadaco e conservacao de todo o mate-
rial pertencente a praticagem ;
9" Substituir o director em seas impedimento?.
D< ajudante do piatico-m^r
Art. 16 Ao ajuda ite do protico-mr co:upel-:
1 Coadjuvar o pratico-mr no desempenho ds obriga,ces
do cargo deste ;
1* Su'osUtuIl o em suas faltas ou impedimento';
3 Dosempenhar os encargos que Ibe forem prescriptos na
escala do servij) om os ootros praticos, salvo qoanio re'eber
ineaubancia. especial*
Dos praticos
Art. 17. Aos praticos cora pe e :
1 Cimparecer.na estaco.da pra icagem conforme o detalhe
feito pelo pratico-mor, e, alm disso, sempre qoe fore chamados
para obje.-to de servido;
f Dir gir a amarracSo e desamarracao das embarcac -s que
pilolarem, e bem assim das que auizerem moda- de aucoradouro ;
3 Dr conta aoprati.o-mpr das oceurrencias bavidas duran
te o servico de que tenbam sido encarregados.
Art. 18 Nenhum pratico subir para f a da ciiade sem li-
cenga, qoe poder ser concedida at tres dias pelo prrtico mor,
at oito das pelo director e por mais tempo pelo governo do es-
tado, precedendo reqaerimeoto dineido a este porintermedio do
mesmo director, qae o far acompanbar com sua infonnacao, de
pois de ouvir o pratico urV.
Art. 19 Os praticos antes de atracarem a qual mer navio
fra do porto, duvero saber se tras carta de saude limpa; se a
resposia foc pela afli''motiva, subiro livri.-ment e, depois de se
informar do commandaote, capito oo mestre soore a iotenco
com que demandam o porto e qual o calado do agua do navio, o
dirigir conv< mentemente ; se a resposta, poriu, for negativa,
au aH-acarao, e da. parte de fra, pedirn as informacoes cima
mencionadas, colWcando e na posico qoe mais convier, para
dar diroccm ao navio at o aocorad,ooio da quareotena, pnie deve
funJear, caso 8/ define ao porto, fasendo o desde logo icar a
bandeira de qaareoteoa e seguir tolo o mais questiver estabe-
leoldo pelo regalam .mo da polica sanitaria.
Art. 20. Depois que tlveram atracado o navio e tomado conta
da praticagem, devero os praticos saber; do capitn ou mestre se
tras plvora oa materias ioflammaveis a boro.3 ; no caso negativo,
poderse fu idear o navio em qualquer dos ancoradouros que mais
Ibe convier, e, no afirmativo, nao poderlo leval-o para o aico-
radeare interno^sem ter desembarcado a plvora ou ditas mate-
rias com as cautelas eslabelecidaa pela, polica naval do porto,
fazendo-o fondear no ancoradoaro. externo, para ahi proceder ao
desembarque.
Dos pra ti can tes
Art. 21. Sao leveresdo3 pratican'cs :
1." Auxiliar os praticos as operages da sondagem para o
reconhecimenlo dos caoaes e dos bancos ou baixios, e bem assim
em qualquer outro servico de qu: os meamos praticos estejam
eacarregad08;
2 Pilotear os navios, franqueados pelo presente regulamen-
to, sempre que para es se lina forem a uto usados.
Doescrivo
Art; 2i. Sao.d-veres do esctivo :
1.' Escripturar o livro dos asseoUmentoi de todo o pessoal,
o de carga oo inventario do material, o do talo, o da receita e
despera, e o do fuude de reserva, alm das ordens de fclhas de
pagamentos do registro de entrada e sabida das emb rcaces e de
todo e qualquer irabalho de escripia qoe lhe fr ordenado pelo
director oo pratico mor ; w 1-
2.* Este empregado ser proposto pelo director ao ministro
da marinha, am de ser nomeado, e s poder ser denittido em
virtods de prooesso por crime de falta de execoco de seas de-
veres ;
3, Hiver no escriptorio um escreveote como auxiliar da
escripturacao, sendo este nomeado pelo director por proposta do
pratico mor ;
i. Todos os livros serao abarlos, rubricados e encerrados
pelo director;
5.* Toda a escripturacao ser feita de accordo e conforme os
modelos de os. 1 a 14, Indicados no regolameoto geral, mandado
execatar pelo decreto n. 79 de 23 de Desembro de 1889 e anne-
xos a este regolameoto.
Capitulo IV
Dos vencimentos do director e dos empregados da praticagem
Art. 23. Os vencimeatos dos empregados da praticagem sa-
hiro dos reodimentos provenientes dos servicos por elles presta
dos, as entradas e sabidas dos navios nacionaes e estraageiros,
tanto de guerra como mercantes, qoe demandaran o porto desta
cidade e que oecessitem deseervicos da praticagem.
Art. 24 O pagamento do servico da praticagem ser regala-
do segando a tabella annexa a este reglamelo.
Art. 26 Todo e qualquer rendimeato da praticagem ser
recomido a nm cofre, de qual serlo clavicularlos o pratico-mr,
o ajedante deste e o tnesoureiro.
- Art. 26 O rendimento da praticagem ser divid lo em tres
partee :
1. Ordenados fxos dos praticos pratieaotese escrivo ;
2:* Vencimeatos dos praticos e remadores ;
3.* Gratificacoes do director, pratico3, praticaotes, escrivo,
escreveote e costeio.
YeuciaieDto8 sonases
O director (gratificaclo).......4:800*000
O pratico-mr (fixo) ....'. S:400|D00
O ajudante (ixo)........1:6004000
Nove primeiros praticos, cada om 1:2004000 (fixo) 10:800/000
Seis segundos ditos, cada om 900* (fixo). 5:400*00')
Seis pratleanles, cada om 480* (rixo). t:fc#00r>
O escrivo (Sxo)........ 9004000
O escreveote (gratificacio) ... 6004000
Boas patroes, venevoento mansa! de cada om 90* 2:1801000
Dezoito remadores, vencimeoto mensal d3 cada
um 75*........ 16:2004000
Deduzdos estes veaetmeotos frxos, vencimentos dos patres
e reondores, gratifl :sco do director e do escreveote e o custeio,
o qae restar dividir se-ha, como graticaco, em partes propor-
cionaes aos vencimentos fixos, peto pratico mo ajudante deste,
primeiros praticos, segundos ditos, praticaotes e escrivo, qne
vencer o mesura qoe os segundo prtieos.
Art. 27. 0 pratico oo praticaate, quaaio impel ido por mo-
lestia comprov da, mas curavel. receber smente o ordenado
lxo.
Art. 28 Os patres e remadores, qae faltarcm aa ponto dia-
rio, nao percebero os vencimentos correspondentes aos das em
qoe nao comparecerem.
Capitulo V
Di arrecadsco, distriboico e contaMidade dorendmeata da
pratlcagem
Art. 29. Log) qae o pratico oo praticante tiver concluido o
servico da praticagem, cajo ptodacto faca parte do rendioaeoto,
dar orna parte de seo servico ao pratico-mr assignada e datada
por si e pelo capito 00 mestre do navio, afim de o escrivo or-
ganizar a devida conta. que, depcis de assignada pelo dito pra-
co e rubricada pelo director, seri debitada, em-livro proprie, ao
navio com declaraco do nome do commandaote, capitao oa mes-
tre, dono oa consignatario, dia, mes e tono am qne teve logar o
servico e, tjnalmeute, o numero de toaelagem e ps de agua qoe
eotfto calara.
{I* Para esta oobrtnca se far o calclo pela tabella anne-
xa a este regolamento : obaervaodo-se que leda a eotrida pga-
la a quaotia qoe marca a tabella, si flor ea franqua; se- amar
rar, mais a metade e, si reqaisitsr prttica especial, mais orna
anlntaaarte. ..
f* Ka sahidt pagar o meemo qorna entrada.
3* as modaocas de om logar para ootro pagar sempre a
tal, pagar mais ama qu int*
metade, e, si requisitar pratico a
I-arte.
Art. 30- Feita a cobranpa, creditar-se ha o devedor, e, reco
Ihendo se o dioheiro ao respsetivo cofre, se extraoir de om livro
de talao o competente conhacuoento em forma, que o director rn
bricar no alto da margena, e, fazendo-se no talo a nota da qnan
ta recibida, ser esta nota asignada pelo thesoureiro.
Ari 31, Dentre os primeiros praticos, ser escolhdo um por
maionade votos para o logar de thesoureiro, o qual servir om
anoo, podendo ser reeeito.
Art 31 No terceiro dia til de cada mez sommar se bao as
quaniias recebidas, am de serem fetas as folhas de pagamento
dos empregados da associaco. Estas folnas tero o vitto do pra-
tico mor e a rubrica do director.
Art. 33 No Qra de cada anno civil o respectivo escrivo or-
ganizar, em duplicata, um balancele de todero rendimento arre-
cadado, por arrecadar, sua distribuido, divida activa e passiva,
devendo om exemplar flear archivado e ser outro enviado dire-
ctora, para Ibe dar o competente destino. *
Capitulo VI
Do material da praticagem
Art. 34. A as3JCiacko da praticagem ter um rebbcador, de
forca de machina precisa para rebocar qualquer navio e qoe tam-
bem possa cooduzr prompms soccorros a qualquer lugar da cos-
ta, e prestar servicos ao Estado sem remooeracjio alguma, ama
catraia de boa marcha a vela rom doze remos de palamenta para
levar praticos e soccorros aos navios f a do porto quatro balea-
ras com seis remos de voga; quantas lanchas sejam precisas para
amarraco e desamarrago. de navios, maiertal ex^usivam^nte a
cargo da associaco, Besado no entretanto os navios com direito
do utilisar se do pessoal de bordo,
Ari. 35. A catraia ser construida de inaneira tal, que leona
a necessana capacidade para receber urna ancora com a respec-
tiva amarra de ferro, afim de que com mais presteza se posssa em
tempo levar soccorro ao navio qae deilo precisar nos ancoradou-
ros externos, ou em qualquer ootro ponto dentro dos limites da
costa a cargo da associaco.
Art. 36. O pratico mor regalar o emprego das embarcaces,
em que tenham de sahir os praticos destinados a dirigir oa.ios,
que se apresentarem em (reate do porto pedindo pratico oo soc-
corro.
Art. 37. Tanto o rebocador como a catraia e as baiteiras da
assocUc.o andariio sempre manidas de regimeaios de signaes e
ban leas proprias, pasa que, f a do porto, possam fazer a- com-
municaces designadas nos meamos regimenlos de signaes.
TITULO 11
Capitulol
Dos capites oo mestres dos navios que tivtrem de ser dirigidos
pelos praticos
ArL 38. Todo o capitao ou mesire que demandar a costa do
porto do estado de Pernambuco e precisar de pratico, icar
no tope de proa a bauieir.. designada no quadro de distin-
ctivos, mandado por em execoco por aviso de 48 de Janeiro di
4850. arrecadando a logo que receber o pratico.
Art. 39. Eo todo caso, lo?o que o pratico entrar no prtalo
do navio, que tiver de dirigir, o capito ou mestre Gca obngado
a deca rar- me puolica e solemnemente quantos ps de a?ua cala
o navio. E caso o capilo oa mestre negu o calado de agua, tor
nar-se-oa o ooico responsavel pelo que possa acontecer por este
motivo.
l." O navio, que se apresentar em frente do po to pedinda
pratico, c quando este che.g-.tr a bordo nao quizer utilsar-se da
seu servico, pagar como se tive3se fundeado no Lamaro.
2. 0 navio que nao qulzer'fuodeai, mas sin. con3ervar-se
sobre a vela at receber noticias que espere de trra ou por ootro
qualqoer motivo, tendo o pratico a berilo, pagar o mesmo qoe
se fundeasse no Lamaro nao excedendo ao sol posto a estada da
pratico a bordo ; si, porera, exceder, andando a vela, pagar de
cada najcer ao por do sol oprescripto na tabella, para fondear no
Lamaro, e por cada noite a quantia por inteiro
Art. 40- Todo o coromandanle, capilo oo mestre obrigado
a ;atisfazer o pedido do ortica, tendente ao bom desempenho da
praticagem. de que se acha encarregado, bem como a ter safos e
promptos ancorotes, virador, ancoras, amarras, etc., etc.
Art. 41. Nenhum c:mmindante, capitao ou mestre poder
maltratar a qualquer p-tico ; devendo quando este se comportar
mal, dirigir ao capito do porto urna queixa em regra logo qae
der fundo, para que o mesmo capitao do porto resolva, na forma
das dispoaices do respectivo regulamento, oavindo o director da
associaco-
Art. 4*. Todas as vez?s que a bordo de om ni vio "acontecer
algum desastre ao pratico, que o impossibilite de exercer as soag
futicces, icaro de novo o signal p'diado pratico.
Ari. 43 Neobom navio poder entrar sem pratico para o an-
coradooro ioterno, urna vez que o sea calado de agua exceda oo
seja igaal a sete p3.
Art. 44. A excepeo de canoas, lanchas de coberta e algam
biate, que esteja a par destas djias classes de embarcaces de-
mandando at seis ps de agua, nao se poder desamarrar oa
amarrar a qaatro cabos nos diberenles ancoradouros qualqoer
outra embarcaco maior, sem estar seu bordo um pratico oo
praticante.
CojMuto //
Dos commandantes, capites ou mestres das embarcaces que
pretenderen) sahir
Art. 43. Todo o commandaote, capito oo mestre que teo-
cionar sabir, pedir pratico na forma qae preceitaa este regola-
meoto ; dar parte ao Pratico mor oo ao seu ajudante, com decla-
raco por escriptoo numero dos ps de agna e tonelagem, em
qne se acha o navic do da em que pretende sabir, devendo mos-
trar nesta occasio os documentos que provena estar, o navio dea-
embarajado, am de poder seguir sua viagem, compriodo ao
pratico mor ou seu ajudante marear a hora da partida ; si, porem,
por qualquer circumstaneia o navio deixar de sabir, ser obrigado
a permanecer no mesmo ancoradooro.
Art. 46. As disposiges dos arts. 40, 41,42 e 43 sao applica-
veis aos navios qne tiverem de sabir.
Art. 47. Si o commaodante, capta 1 ou mestre recusar o pra-
tico a quem por escala couber o servico, e por qualquer circums-
taneia exigir outro pratico, ser-lhe ha isto concedido, comante
![ue fique o navio sajeito a pagar mais a quinta parte daquillo que
or estipulado na tabello.
TITULO DI
DAS PENAS POR INFRACCO DAS DISPOSICOBS D0 PRESEKTE BXGUI.AMBHTe
Capitulo I
Das que dizem respeito aos empregados da praticagem :
Art. 48. Todjsos praticos sao reapoosaveis pelas faltas que
commeterem oo desenpenho dos seos deveres como praticos.
g 4. As faltis serao ponidas pelo director, segando as aitri-
baices qae lhe coafere o respectivo legulameato.
S 2.* Com recurso para o cooselbo da capitana, seguindo-se
processo anlogo ao estabelecido no ltalo VII do regolamento
mandado execatar pelo decreto n. 447 de 19 de Maio de 1846, e
no cooselbo entraro doas primeiros praticos como vogaes
Art. 49- Todo e qualquer individuo empregado na pratica-
gem que transgredir as dieposices dos regulamentos da polica
naval aifandegae sanidade, ficar sujeito a gospeaso, por urna
15 dias, ea malta de 4* a 30*, pelo director, qae reverter em
beneficio do fondo de soccorros ja capitalisado.
Art. 50. O pratico qne sem causa justificada recosar se ao
servico para qoe tenha sido nomeado, ser pela primeira vez sus-
penso por 45 dias, pela segunda por 30 das e pelaterceira demit-
tido, precedendo juluamento do conaelho da capitana pela mesaaa
forma do $ 2. do art. 48.
Art. 51. S->ro considera^tragados da pratj os patres e remadores das lanchas das baleeras e rebocador,
como os patres e remadores das anchas empregadas nos serv-
coa de amarracioe desamarracao dos navios, ficaaio toioeiie
pessoal subordinado ao pratico mor, afim de ser manida a ordem
e disciplina.
i.* Ficam sojeitos s penas de saspeoso, malta e demis-
so. segundo a gravidade do tacto.
S 2* As saspenses sero de 1 a 15 dias, e as maltas de 54
a 104; e a exoneraco qqaodo or jolgada necessaria pelo pratico
mor, precedendo auaaenoia do director.
Art. 52. 0 pratico qae, sendo legalmeote incumbido de diri-
gir om navio, o encalhe oa perca, entrar em processo la capita-
na, como determina o j 2.a do art. 48, nao podendo exercer suas
fttoeces de pratico sem que primeiro o con -el to o jolgoe afim de
reconoecer:
i.0 Si o sinistro teve lugar em consequencia.de forca maior
on oatras causas alheias vontade do pratico ;
2V* Si por erro de offi: i o da parte do pratico;
3. Si de proposito, on por qualquer ootro motivo reprovada.
Quando se provar pelo processo que o pratico est compre-
hendido no primeiro caso, ser elle considerado justificado e con-
liDuac no livre exercicio de suas faneces, devendo perceber
seas vencimentos do tempo qae deixou de trabalbar, esperando a
conefuso do referido processo. Quando se provar que se acha
comprebendido. no segundo caso, ser sujeito a saspeoso de uta
a tres mezes. Qaaado se provar qoe esta comprebendido no ter-
ceiro caso, ser demittido e entregue s autoridades competentea
para proeederem na rma da lei.
Art. 53. Si qualqser embrcaco encalhar e perder-se, depois
qoe o pratico teeba se retirado de seu bordo e provar-se qoe o
sinistro dea-se, porque o referido pratico retirou-se antes de estar
esta em posico convenientemente navegavel e livre de perigo,
dever o dito pratico'eotrarem processo,aa forma do art. 48, i>
cando sajeito s penas que lhe forem impostas.
Cajitulo II
Das penas a que ficam sojeitos os capites 00 mestre das embar-
caces
Art. 54. Qualqoer capito 00 mestre qoe tentar sahir ou entrar
para o ancoradoaro interno, e mover se nene depois de entrar sem
pratico. ama vea que o respectivo navio cale mais de sete pea de
agua, ser multado na qoantia de 20* a 504, em beneficio da
cofre da praticagem, flcaado em todo caso responsavel pelos dai-
nos que cansar oa receber, conforme o regulamento das capitanas
de portos.
TITULO IV .
CAPITULO I
Dispose8e$ gerau
Art. 55. S quem tiver '.talo de pratico das barras, bortoa,
etc. do Bstado de Pernambuco poder respoosabilisar-se pela
praticagem a bordo dos navios dentro e fora do porto ; depoJa
disso, todo aquello que, sem ter o respectivo.ti talo, se apresentar a
bordo de qualqoer navio paradeaempenharas.fuacces de pratico,
ser preso ordem do director, para este entrgalo autondade
competente, como exercendo emp-ego e moceos que sao vedadao
por lei.
Art. 96. Ser permittido, entretanto, aos capites oo mestraa
tomamra, ao casta onde nao hoover estabeleclmeoto de pratoa-
Nem, BOMoa cem< u scartsu liiJrttiaaceas desee poatoai a
Umareo, mas, si elle pretender passar d'aai para dentro do porta
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Diario de eraafifcbueoSabbado 13 tle Dezembro tie 1890
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sem que tenha a bordo o respectivo pratico. flcar* sujeito ao dis
ao u no art oi, salvo quan(o a Uto fur obrigado em cooteqtren
ca ile torca maior.
Art. 57. Todo o individuo empegado na praticagcrn suri eco-
aiderado como hornera da vida do m cea do art. 68 do regulameot) das capttaniaa de porto de 19 de
Haio de 1816.
Art. 58 Os praticos osario dos uniformes autorisdoi no
plano annexo ao decreto o. 5268 de 13 de abril de 1873.
Art. 59. Ao pratiro-mr, depois de 5 annos de servico stm
nota que o desabone, ser concedido o uso das divisas de S.' '*
nente da rmala.
Art. 60. Todo o pessoal empregado oa praticagem s"rf obri
gad), oaa so a dar parte ao prati;o mor da sua residencia, atim de
que possa ser chamado a servico desta associaco a qualquer hora
do dia ou da noite, como tambem a ter domicilio dentro do muni-
cipio onde fanceionir a associaco.
Art. 61. Qaaliuer cobranca pelos servicos da praticagein fi-
ar a ca go do respectivo tbesoureiro, que proceder a ella den-
ro do puzo de tros das; e no caso de raaior demora de paga-
mento pe! parles debitadas, seto motivo justificado, Hcar o
tbesoureiro com direito de proceder a cobranca por melos judi-
daes ; todava mister guardar as devidas alineles, quaoJo o
navio for de guerra.
Art. 61. A Associaco da Praticagem do Estado de Pernam
buco cocseivara cap.tallado um fundo de reserva que denominar-
s -hamrot'' pi ; seos jaros serurSo para soeccrer os praticos
iuvhIk'os ou seus bei'l'iro, conforme as seguintes ditp-aMioas :
Paragrjpho nico. O pratico que provar.TegaImentu,acbar-se
imposaibihtado de continuar no sergo n tivo d'esta associaco
Eior desastre, velhice ou molestia, lera seu ordenado lixo, de cou-
ormidade i:o:n a classe a que perteacer.
Art. 63. Para o fuoJo de reserva-monte pienlrarao os
pratico3 e pratioanles ocmeados depois do aviso n. 5586 de 13 de
Dezembro de 1886, c^m 10 % dos seos vcr.cimentos mensaes pelo
prazo de dei annos, ifitn.de ter direito aos soccorros do ref. rido
moute-pio; e todos os praticos actualmeati existentes em servi'o
concorreio mensalmeme para o diio monte po com 3 / dos seus
Toocimentos, i-mquanto flierem parte da a sociaco.
Art 64. Dos ju-os do fondo de reserva deJuztdas todas is
despea- com penses e soccorros, o resto reverter ao mesmo
fundo reducido a dividas dos Estados.
Ar(. 65. Por falleclmento do pratico, torio direito a peoso :
Paragrapho nico. As' viuvas, lilbas solleiras e Blbos menores
e as filhas viuvas.
Art. 66. Na falta d'estes herdeiros, terj o mesmo direito :
Paragrapho uoico. As mes e irmas d os meamos praticos qus
nao dispuzercm de outro amparo.
Art. 67. Si fallecer algum dos berdeiros, si passar a maiori-
dade o berdeiro varao, si casar algum t das viuvas, filhas oa irmSs
solteiras, a penso que cada um recebla reverter ao fundo de re
serva.
Art. 68. Qunado o pessoal cu material da praticagem mar-
cado n'esle regulamento nj ror aufficiente, o praii o mor propor
ao director o augmeoto preciso.
Art. 69. O pratico mor organisar urna escala diaria para oj
servicos dos prati:os, e acuelle que no detalhe flcar de servico
pe noitar oj edicio qnie fnn:ciona a associaco, sendo respon-
aavel pelas faltas cummettidas du ante a noite, em caso de
slnistro, e dai parle do eccorridoao pratico mr^tJm d'este dar
as necetaaries providencias, communicando ao director.
Art. 70. O director da.praiicagam inspeccionara esao servico
na zona uo littoral que estiver sob tua junsdicco ; e para eesa
inspeceo Ibe serte abonadas as passageas e ajudas de casto que
forem oecnssanas.
Zea ooMSi #" I S DE CALADO
SSpiSeSStSfiSf ? 3 i ^ S
iSSvSSSSH^iicss
UUMItMitUMtiMMM--'--
sgg3g:!33SS:;


UKUUUUUKMitlIWItiiUlC

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SCO M
lili!!!

5 OtO3C-45CJ!^-SJi"~O0C~l
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Secretaria dV listado do Negocios da Marinha, 8 de Novembro
de 1890. -F.du rio Wandenkotk.
Este regulamento i ntrar em vigor do dia,..l de Janeiro em
diante.O pralico-mr, director interino, Herculano Jos Rodrigues
yinheiro, a U nenie.
REVISTA DIARIA
Banco Enaioaor de Peinamburo-
No palacete da Asscciatao Commercibl Bcnefl
cente, i ffectuou se bontem, as II horas da ma
ba, a atsembla geral dos accionistas do liaoco
Emisor de Pernamburo, para ter lugar a instal
lacio desse importante estabtlecimenlo de ere
dito.
A reuniao foi muito coacor:ida, adiando se
representados mais de 3/4 do valor do capital
aubf cripto do mesmo banco.
Presidio a reuniao o Sr. Antonio Barrosa Fer-
tundes, m dos incorporadores do banco, e re-
preseniaute de grande numero de ac^oes sub
scriptas no Rio de Janeiro.
Depois de verificada a p^escoca de numero
legal, proceda u-.-e leifao da directora e com-
miss'.o fiscal, eudo eleitos por grande maioria :
Directores em emambuco : presider.le, Dr.
Jos Eusuquio Ferreira Jacobina, commendador
anoel Joi da Silva Guirnaraes e Dr. Jos Mar
clico da Rosa e Silva.
Directo: es. no Rio de Jaaeiro : Antonio Bar
r co Fern n Jes e Jj; Pereira GuimarSes Joaior.
Commi^sao fiscal em Pernamboco: teocnle-
coronel Corbiniauo de Aquiuo Fonseca, Carlos
Pinto de temos e Domingos Lacombe.
No Rio de Janeiro: commendaor Costa Braga
e Andrelii.o Leite de Barcellos.
orlfdadr dos Artlolaa M eolia ni oo
e liilrtita associscao celebra amanb
O 49.* an ni versarlo ie sua instaIIacao e 10 da
rcauguracao do Ly. do de Artes e Offlcios, a seo
cargo.
A's 11 horas da manda, aps a celbrelo de
ama mis-a aa capella do estabelecimeoio pe'
Rvui. Sr. vigano Francisco Joaqu'in da Silva,
come^ar a sissao magna, sendo nesta occaao
diatribuidos por S. xc. o Sr. desembargador
goveroador do Estado, os certificados dos en
aea dos alumnos do Lyco que Be babilUararo
darante o anno.
Teruwn .da a sesrao litlera ia, aera franqueada
ao pu U'-o a "xpoicao de bellas artes, em que
figuran nao ?o os trabalhos dos alumnos do Ly
cea, cao tambem moitos oulros de diversos ex
positores, .lmde urna primirosa coiiecyao de
quad.-os originies dos nossos artistas mais dis-
tinctos, laee como Pedro Ame;ico, Vctor Meirel
le, Aurelio de Figueiredo, Parreira, Franca J-
nior, Fianoo de S, relies Jnior, Arceoio. Ga-
dault, e outros, com o Um o Um de proporcionar
novos elementos deesiudos aos alumnos do esta
belecimento.
Aexpo-icao conservar se ha aberta i noite as
sim como as seguales, e mesmo dorante o dia
da s mana das 10 as 1 horas da Urde.
! Parte
Io Thema e variaces para bombardioo em ut,
pelo amador Aesis Pinto.
V Doo concertante (de Allard) para dous vio
linos, pelod Srs. Tlaviano Martins e Cassiano
Silva.
3 Elvira, divertimento para clarinette sobre
motivos do Ernani. pelo professor Martins Vi*n
na.
4* Ii Trovatore (Carlos Gomes) brilhante pban
tasia para flauta, pelo professor Lidio Purpurara
de Olivei a.
Tomam parte ainda alguns amadores e o dis-
tincto professor Candi lo Olio no.
A grande orchestra ser regida pelo professor
Antonio Uartins.
Club Brpufelirano e Beln Reu
nio-se ante-h.mt m 11. este club, soo a pre.-i
Jeacia do cidadio J. Bocha Lima.
ipprovada a acta de 4 do correte, o cidadao
presidente informou que o clob se fez tepresi n
lar no enterrsmeiito da virtuosa esposa do Dr.
Jos ladero Mar.ins Jnior.
Em seguid resolveo-se que fosee nomeada
urna commissao para dar psames ao Dr. Mar-
tina Jnior e assislir as mis>*s do 7 da, e que
se Ianca8se na acta um voto de profundo pesar
por lo doloroso arontecitnenlo.
Faculdade de Direito Rectiiii acao ao
resultado dos actos do 5. anno do dia 11 :
Rrfyruunito da Silva Perdigio, plenamente
Eusebio Brandao da Hoeh. dem.
Mantel Carlos de Mello Cesar, ilem.
Marti Francisco Duarte de Andrade, dem.
anoel Luiz do R^i-'n. >implesment^.
Um reprovado.
Os exames do 3 anno de hoje em diante m
rao is 1 horas da tarde.
Hoje lerao logar os exames oraes de rheto
rica as 101/3 boras da maoba, e depois a escri
pta da i-turma.
- Resultado dos actos de bontem :
l* anno
Antonio de Azevedo Silva, plenamente.
Cicero Chaves Ferreira Campos, iJem.
Osear Odon.Martios Barbosa, simple-mente.
Cicero da Matta Piolo, idem.
Aristides Dantas Cajue.-ro Pacelar, i tem.
Candido Cavalrante de Mello Filho, idem.
Keunio ac llnale*- Devera reunir se
boje ao meio dia, o'uma das salas da nossa Fa-
culdade, os esluianles de direito, para tratarem
de assumptos que interessam a classe.
varrlnarao animal naencanamen
o Hoje de 1 fts 4 bocas da tarde llavera ca casa
em que faaciona a escola do encanamenlo ana
sesaio de vaccioaci) feiu pelo^ Drs. director e
sub.-t.tuto auxiliar da Io.iiuto Vaccinieo Mun;
opal.
i>,eivico BBillbarS' boje superior do da
de
Todo o edificio aeja-se ornado com esmero e i
apurado gosto artstico, e de crer que a festa 10 a^^ Ci,iio Wanderley.'e rzi a ronda
ane a directora da benemrita sociedade promo- j vi8ita 0 c^m^ao alferes Reg Barros.
Te este aooo seja urna das mais inleiesssaoi.es ei q j, bata[bao dar! a guamic&o da cidadecom
esplendorosas. i o inferior para a uara. do botpital militar,
Oa*lauinj8 qoe im de recebar cert ficado de j _oe sera dada c^ praca< da batera,
ixame sao os segaintes: pax dia ao quartef general o cadete Ro
1. radeira de Portugoez -Freacisco Ochoade do|no Garca.
Gnsmo, liypolito tugeoio de Souia, Joao Ma-
aoel de Mira Wanderley. Jos CoKeu de Araujo,
Joaquim Carneiro dos Santos, e Maooel Baltbazar
do Nasiimento.
J.' cadeira-de PortuguezPedro Hugo Salgado
Accioly, M r*l Ramis la Cuan. Jnior. Aulonio
Bernardo Qointeiro N to, Augusto Jeronymo
TTutzenchell, e Javentino Ambrosio de Souza.
InglezJos Pedro de Abren e Lima e Maooel
Correia Libirio.
Arithmetica-Bemvinao Loreto, Abilio Teixei
ra Lius de Barros Loreio, ManoeJ Correia Libo-
ro, .. Rubn de Almeida Gomes Peona.
GeometraJoao Hjnieterio Gooveia e Silva e
Marcellino dos Saotos.
Vaccinaeaa dlrecla-Reolisou se boa-
tem no Instituto Vaccinieo Municipal a 16* sessao
de vaccinasao publica com lympbaextrahida di
rectamente de um ritello de 7 mezes de idide
offerecido para o servico do Instituto pelo Sr.
.'oao de Oliveira.
Pbratn vaccinadas 35 pessoas, sendo esse
oervito fcHo pelos- Drs. Bastos le Oliveira e
Viera da Cuoba, mdicos director e substtu o
auxiliar do referido Instituto.
apical Par|one de Benedeen
Ia--Amanh4, as 11 Doras do dia, reunem-se
em asembla geral os roctos do Hospital Por
tagnes d Beneficencia, para elegerem a nov>
junta administrativa no anno de 1891.
Ferro la Ceatral-Hcje, neflalinha fer
rea. pavera, nm 'rem especial qne, partindo do
Recife para Tigipi, as 7 boras da aoute, a'alli
regrrssar s 9 hora- e 20**.
era i pe e Alagoaa- As folhas qne des
tes Estados nos vieram bontem pelo vapor Pria-
do te GrSo Vara e qne alcangam de Sergipe
7 e de Alagoaa a II do corrente, nada trazem
que meeca menc&o.
Beneno de atao-Am nbi, ? 5 boras da
Urde, na capella do povoado de Beberbe, ter
logar a beojo dos respectivos sinos, ass'Stindo
ao acto o desembargador governador do Estado.
o general commandaote das armas e os demais
paranympos eleito*.
Tocara ama banda marcial.
Concert- Realisa se luje as 8 horas da
noUe na sede da iocudade Atbeneo Mus cal Ga
poguense, o grande concert promovido por al-
goodiiituloe e proiiWpfrf algP8 do maestro
Atotim Martin Viarna.
o oocerto precader ama aessao awgna, qoe
.eoowcaf serba, com a ouegr. i o retrato a
.J,j i,o roferido ma. slro, gcafilPS fferU de
a'eumas familias-
TSm seguida abrir se na o concert, o qoal ter-
avpart por ama soiare.
rimommaB do concert e.o qaoe &g*e:
-----------TanjDi
lino, pelo Sr. J. Cassiano
3 Sacho (**>) bnljiaalw variages, pelo
tadjBaa* fnaala
^naaoMarimi
-Pedem not
Uniforme n. 5.
Kspectaenlo en benedrl
esta puolicacao:
A commisio eocarregada de promover um
espectculo em favor do cidadao Hermes Cara i
ro Machado Rios, tendo se dirigido aos amado
res do corpo scenico do Club Dramtico Familiar
atim de solicitar Ibes o sen valioso coo encontrando por parte dos dslinctos cavalheuos
a melhor vontade e desinteresae, resolveu reali
sar o dito espectculo na aoe de 20 do correte,
no Tbeatro Santa Isabel.
A commissao, previne, pois, a lodos aquelles
qnedesejaiem auxilia! a honrando com su-s pra
sencas essa festa paramente humanitari:-, e
procararem os bilb'Jtes em mao dos il sttres ci
dadaos qoe compOem as commissbes dos diver
sos bairros, cojos nomes ja foram publicados
oeste Diario.
Cidade de NasarethDizem nos
A 8 do corr> nte. te ve aqu logar, a festa
padrceraa Iaimaculada Con.elcao. que cunslon
de missa cantada, procissao e Te deum.
A noite qoeimaram se algu* fegos de artifi-
cio, sobresahlndo nm lindo nalSo offertado pelo
artista 3. Me^alle.
A's 8 e 1/1 boras da noite comegoa r> leHaa
da socied.de b.-neliente, qoe correa com ah
A' D. Joaquina E. de L ma Ferreira, ra
Nov de Sania Rita 2000
A' D. Lu'za Mara Tavares da Silva, ra
da Boda p. 15 2JOC0
A' D. Clara Antonia do Monte, ra do
Areial do Portea. 51 2J0OO
A' D. Mari. P. de Menezes Leal, ra Im
penal a 266 2*000
A' D. Rita Maiia da Fon le, roa do Pa-
dre Floriaoo o 63 2*000
A' D. Theresa de Barros Accioti, ra
de Malhias Ferreira n. 14 2*000
A' I'. Elvira Sobreira de Mello, ini da
Concordia n. 78 2*000
A' D. Mara Joanna da Silva, ra do
Padre Nobrega o. 2*000
A' D Senborioha dos Santos Bastos, tua
das Carrocas n 4 2*000
A' D Caihanna Bertholeza dos Reis, ra
Imperial n 13 2*000
Al). Mara Juv. n:ia do Livramenlo,
bec-o do Bernardo n. 51 a 2*000
As pessoas contempladas venham oa mandem
ver nesl lyp. grapbia os Seos cbulos.
Eis a cana :
Ollera de retrato.CidadSos rodadores d
Diario de P'emambuco A commissao incumbida
de fazer a ofTerta do retrato do Exm, Sr. conse
Iheiro Joao Jos Pinto Jnior, congregando da
Faculdi.de de Direito desta c'dade, em virtnde da
carta que o mesme Sr. conselbeiro lbe dirigi,
na qual parliripava qoe nao acceilava o valor
material do infamo retrato e que a commissao
dsse ao importe o destino qoe lbe apr.aves;e.
resolveu a mesma commissao restituir s pes
soas que subscreveram as respectivas quan-
tias.
Tendo, porm, a commissao necessidaie de
dar por fiada a ^ua missao e tendo ainda em sea
peder a quantia ae 33*000, restante da subscri
pcao, e nao apparecendu os seos eabscriplores.
toma a libardade de passar s voseas generosas
raaos dita quantia, rogando o favor de a distri
buirdes com algumas familias oecessitadas.
A commissao asstm proceden3o, espera que
os subscriptores que deixaram de procurar as
saas quotas, appro>arao essa sua deliberacio.
Agradeceado vos este ob.-t quio, somos com
estima o coniideracio, etc etc., Antonio Noguei
ra de Scuza, tbesoareiro da (ommiSSo. Recife,
12 de Dezembro de 1^90.
BapciaadoaEm aditamento a noticia qoe
bcotera demos sobre a Colonia Saassuna, com
muoicam nos:
Foram bapttsados cinco changas, sendo duas
filhas de ol'nos estrangeiros.nascidos j no na
cleo, servndo de pidnobos o cidadao director
Agosiiubo Neves e sna Exraa. me, tomando orna
d'e las o oome de Agostinbo.
A Bxma. Sra. D. Albertin, tilha do cidadao
majur Maooel G oyilves da Silva, tambera se
dignou de servir le madrinba de urna das refe-
ridas pria.'o*.
ClnJb Bepnbllcano Fre Caneea-En-
viaram-nos o seguinte :
Por coi vite do Club Fre Caneca devem ir
hoje assis'ir o embarque dos militares ultima
mate chamados, a servico, capital federal, os
membros das outras associacOes republicanas
aqu existentes.
Beneno de tmiz mAmanh, na cidale
de Olinda, tem lagar a cenmonia da benco "3
imayem do Senbor do Bom Fim, tocando por
esca ocasio a msica da sociedade 13 de Maio,
da mesma cidade.
InaClCnto I de Abril No3 dias 9 e 10
do correte fizeram exame o; alumnos da rula
iofaulil anner.a ao Insiitnio 19 de Abiil, acredi-
tado esUbelecimenio de instiucco deste Estado.
A commissao examinadora foi com posta do
director do esiabelecimento bacharel Lu z da
Costa Ferr ra PorteCarreiro, do professor An-
tonio Vieira de Barros, como pre-tdente, da Bxaa
Sra. D. Auna Isabel de Oliveira, como examina
dora, das Ex:uas. Sras. Da. Josephi Alixandrina
Porto Carrriro e Mana Oliudiua Prea Ferreira,
professoras da 1.', 2 e 3.' series, e do Dr. Leo
,, h.. i poldo Pires Ferreira, p-ofessor da 4.* serie.
l l m vista das provas exhibidas fetos alamoos,
foi este o resultado :
1. serie
i JoSo de C. Madel Pinheiro. disiinccio ; Fer
loando Candido Martins e Manuel Pbilomeno de
Oarvalho. plenamente, nao tendo ctmparectdo
Oscsr P. Vianoa.
i. terie

ma. ao prodasindo a qoaoiia de HaOO r48 ,, eo S(lveir dUlinf^0 ^ J0 A
foar_dosnd.gen.e8 Jwmmn, Jos Joaqaim da Corta, Eduardo H
i norridos Wea?er, Arthur P. de Lemos, Alfaro T. Coimbra
1 e Aln.- J. de Mello, plenamente.
3.* serie
Andr Emile Munitr, Joo P. deC. Barros,
Maooel Guimares, Octacilio da C Lima e Frao
cisco Martias dislincjo ; Samuel R. de Brito,
Joo de Castro Munttiro, Henrique Stepple, Pedro
T Allain e Ivogeno Coimbra. plenamente, leode
foliado Luiz C. de Oliveira Andrade.
4 serle
Carlos P. de Lemos, Jos de M Porangaba,
Annibal D. Teixeira, Hercules Weaver e Horacio
Martins, distioeco ; Alberto P. da Cunha. Ar
thur S. da Silva, Ulysses D. Fernandes e Joa
quim Azevedo, pl< mente.
Exanaes primarlos*No dia 7 do coi*
rente na escola publica de Apipucos, regida
pelo professor Jos Simoes, ^erante a commis
sao i xaminadora composta do delegado littera
rio, do S-. Manoel Antonio de Azeveao Jardim e
de professor da cadeira, taran examinados os
pelo respectivo
Lopes de Azeve.b, Josepbi- rnelro no art. :i03 combinado cem o art. 34 do
Beinou em
caridade, que foram bastantemente
verdadt-ira fraternidade, dignos de iinaco.
Para n al -No paquete nacional Brazil,
esperado do oorte, devem embarcar le j-i com
destino cipital federal os Srs. tenenle Joaquim
Querino Villarim e alferes Migol Arthanjo B..n
tista, ltimamente chamado aquella capital prfo
mioistro dafiii-rra. ,,.. 1-mmm
Agradecendo-lbes a vjstia. de. despedida cem
que nos bsequiaraip, descsmo8-Hc3 p/nspera e
te|to fiagem.e promptaregresso ao sejp de suas
nananaamenCoEm 27 do mez fiado Ce
Novembro, em ierras do engenta Piraogy, Jo
Uno de Agua Preta Jos Baymundo Bispo es-,
ancou, em su? propria casa, a Rutina Mana da
oncegao, e teaion iffepder divetsas pesoas
qoe acudinm essa infeliz, nlo o faaeodospor
ter sido desarmado.
O delinqaente foi preso.
captura -Forkm presos e recolbidos A ca aegbiutes alumnos, habilitados
dna professor :
E4do uorreote, era-PaloUiras, P/anoaco vn I i* grao--Jote Igaacio da Silva, Joa Pedro do
ionio desales, conbecido or. Francisco de Bar- Croz, Pedro Antoaio Macharlo da Silva o Jpje
rea pt^nuociado no arL 369 do Cdigo Cri- Uurle Ftlho.muito adianudos ; e Joo Romuailp
bas
citado Co
da Crus, adiaatado.
1* grao-liapian Lopes Ferroira e Joo
fredo imparto do Mello, arto aiatados e
Aflouao Lppes Ferreirn, aajaaudo.
No. mesmo dia pa aafp/ida localiUado^na
Saaaalao ififlB Tr" T'f "^ "^^ P"- eccol^rifida pei* profeasa4Urto da CCW-
bl* TreoDemois :2#000 par* distribuir coa. cap *
familias necesitadas. idlesp>lir*rio, do *'&*S*Hfc*2F
Aitradeceado a incansbeoci, bsomos ssim a. Rtoelre,. da professora a.adeira,( oao>#ob-
distrlfcatBO : idcstUdasexame as sofaiPAW aiwuas .
o*iual;
g, no dia l.*vem Fjpref, os cnmipp^o- > b,
Uio ^freirdaSilvae LjorjeJ Fetrelrda SU'
ivsabos proannelados do art. 191 do "*
(.ligo.
Maria I-abal Rodrigues
tocia de Paula rio Monte e Mara rio
(.'arma da Cruz, ramio adiaaU lai ; e Severina
Mara di Gonce, cao, abantada.
3 "grao-- Antouia Neveade Mello, pleaameote.
No da 6 do correte, sob a presidencia do
re?pnctivo delegado Iliterario, procedes se
exame dos alumnos da cadeira de eoslno publico
mixta da cidade de Jaboato, regida pela pro"
fessora D. Digna de Santa Rosa, si rv.ndo do
examinadores a referiaa profssora e o Capito
Migael Arctaanjo da Silva Braga ; dando o se-
guinte resultado :
Io grlo Alexandriaa Elisa Brandao, Marii
das Dotes de Jess e Aquilino Gomes Magnata,
muito adiaotados.
2- grao Amelia Romana Brandao, muito
;.diantada ; Joao Mannho Rodn.'ues Braga e
Jos Marinbo Rodrigues Braga, dianiades.
3- grao-Joanoa Amelia da Cuuha, approvada
com distincto.
Faltou ao exame o alumno do 1- grao Manoel
Pebronio do Amaral.
No dia Io do correte, 30b a ptesideocia
do respectivo delegado i.tierrario Dr. Aqui'no
Porto, tealigaram se os exames das ainmnas
Habilitadas na segunda cadeira do -1 so femi
nio da cidade da Escaria, sendo examinadores,
o Dr. Prancisco BrederOdes de And-aie e a pro-
fessora da cadeira D. Claudioa Maria da Con
ceigo.
Foi este e resultado dos meamos exaraes?:
3.* graoJulia Isabel da Confia Santos c Jos
phina Marid M)uteiro, dbiiae(o.
1.* grao-Mara Antonia da Atsampcao, multo
adiantada.
1* graoJulia Paulina Pereira Lago, Mara
d: s Dores e S Iva. Marciooilla Benta Soares Ca-
valcaote, Diooilla Benta Soares Cavalcanie, Cor
d 'lina Benta Soares Cavalcantee Maria Candida
da Silva Poite, adiantadas.
No dia 9, foram tambem examinadas as
alumnas habilitadas na i* cadeira da mesma
cidade, regida pela professora D. Quiteria d'Al
meida Bastos, compondo se a commissao exa
minadora, do referido delegado luterano, da
p:ofessora e do Dr. Francisco Brederodes de
Andrade, sendo este o resoltado :
2 grao Maria das Dore* e Silveira e Maria
da Conceico, muito adiantadas.
No da 1. do correte lveam. lugar os
exames da 1.' cadeira do sexo feminino da cida
de de I tamb, regida pela professora Tule Gue
des de Mello, sob a presidencia do delegado
lit'erario e serviodo de examinadores o profes
sor Jos Ignacio rie Albuquerque Triudade e a
professora da cadeira-
O resultado foi o segointe :
1." grcNicolcta deMTandaHenriques.'Pau
lina Pereira da Concaico e Joaquina Clemcntina
Cavalcanie. muito adiantadas-
2 gro-rPrancelipa Otlonia Vidal e Ce.illa
da Silva Vidal, mnito adiantadas.
No dia 3 doeorrente, sob a presidenca do
delegado lilterano, commendador Rodrigues
Porto. 9 sendo examinador o professor Idalino
Izidio da C. Vieira, foram examinados os alum-
nos das escolas dos exos mascdlino e feminino
do povoado do Cedro, regidas pelos professores
Jo.- Viril i .no de Mello e D. Pculioa Genuiaa da
S Monteiro.
Foi este o resultado dos exames :
l.# graoLuiz Pereira Pontes. Joo Rsymon lo
de Lea, Marta Camilla da Silva, Francisca Ma-
ria da Conceico e Blyxa H. de Azevedo, adan
lados.
3. grao -Joao Mariano de Pontes. plenamente.
E o alumno particular Joo M.Monteiro de
Pontes, que oblendo permissao para ser exam
nado na forma do art. 86 do regixeolo, foi ap-
provado as materias do 3 o grao.
No dia 4, no salo do Club Liiterario, sob a
presdesela do mesmo Jelegado litterario e sen-
do examinadores o professor jubilado Silvestre
Antonio de Soa&. e o professor Jos Vidiciano de
Mello, comejacam promiscuamente pela proa es-
cripta os exames dos alumnos da Ia cadeira do
sexo masculino d'esta cidade, regida pelo po
fessor Vicette da Silva Monteiro e das I' e 2* do
sexo feminino, regidas pelas professoras DD. Ro
salina Olympia Becerra de Mello e Felisbina Co i
stanca de Azevedo, terminando no dia segointe
pela prova oral com r seguinte resultado :
1 grao- Nudo Augusto de Oliveira, Jos Fio
reacio da Silva, Joo F. de Souza e Silva, Ca
rila E. Pompilio da S.,.Benvenuta F. de S. e
Silvae Mana Adelaide de Olivera, adiantados;
Ohi Marta 8. Linratra, nana G. Vieira Mata--
(torta, Maria >'. de A. Gambo i, Maria C. Bezena
Florelo e Laurinda Leopoldma C. V., muito
adii nladas.
i grao -Manoel F. F. de Souia e Jos Q. Cor-
reia de S, adiaotados ; O lila Pompilia da Silva,
Olindioa Kodrigues Leite e Francisca M. da S.
Limeira, muito adiantaaos.
3grao -Maria C. de Oliveira Porto e Marta
Amalia de Azevedo, distraeco ; Mara Francisca
da ilooceigiio, plenamente.
Proclamado este resultado, foram premiados
os alumnos que. mais se distingniram nos exa
mes, offerecendo o delpgado lilterario am lindo
bouqaet a cada um dos professores que deram
alumnos a exame, sendo loe tambem offerecido
um outro pela alomsa disliocta D. Maria Caro-
lina de Oliveira Porto que o'essa o;casio pro-
ouociou com applausus nm discurso.
No da 4 do corrente mes, oa escola publi
ca do seculo feminino da povoaco de Alagoi
ohas, regida pela professora Bstber Crespo Mao
so, perante a commissao examinadora, compos-
ta do delegado lit'.erarw, protessor Manoel Pon-
seca de Medeiros e da professora da cadeira,
liveram lagar os exames das alumoas dadas por
habilitadas pela respectiva p ofessora, cajo re-
sultado foi o s.-guite :
Io grao
Amalia -Cavalcaule Montenegro, muilo adianta-
da e < lotilde Aydea Torres Galinrio. adiantada.
2 grao
Amalia Cavalcante Montenegro e Maria Can
dida do 0'. a llanta Jas.
3 grao
Otegaria Mues de Ol.elra. Joanna Thomazia
Cnalegree Aana Tnerew de Jess, approvadas
cem b'isuncco ; Eroesliu* Firma Leal e Maria
Candida do O", approvadas plenamente.
Ea seguila foi distribuida a cada alu-noa urna
raensao boarosa.
Na escola, purem, do sexo masculino do mes
mo povoado, deixa de haver examea em razad
ro respectivo professor Maooel Fonseca de M
d.iros ter tomado posseda cadeira em Novem
bro uitino, nao teoito encontrado alumno algum
no caso,
No da 6 Jo correte, oa escota publica do
Uexo mascolino nos Milagrea, ejj Olinda, pre
seole a commissao examinadora composta do
delegado Iliterario Dr. Jos Joaquim Alves de
Albuqnerqae, do examinador, professor Jos
Augusto Pono Carrei'O e do professor da cadei-
ra, Tertuliano Ernesto de Moraes Carvalho, pro-
ceden se ao exaiie dos alumnos^ sendo este o
resultado:
! grao
Manoel Vfnaneio d.: Oliveira e Peleo Paulo de
Oliveira Ferrer, pouco adiantados.
fgrn
Miguel Archanjo Gondim a Cosa e Joo Pau
lino Machado, pouco adiantados.
3* grao
R.y inundo Manoel Jo.- do Espirito Santo e
Maooel Eduardo da Rocha, approvados plena-
mente.
No dia 6 do correte foram sobmeldoi a
exame as alumnas dadas como habilitadas ai
3" cadena da freguezia de S. Fre Pedro Goot
calves do Recife, regida pela professora Df
Fraocelma Maunoa da Silva Albuquerque, sob a
presidencia do r. Augusto Costa Gomes, .dele
gadO lilterario do distrteto, e sendo examina-
dores o professor oome do Beojamim Ernesto
Pereira da Silva e a professora da cadeira.
Foi este o resaludo:
1* grao
Luiza de Franca Rodr.gues de Oliveira, Ama
de Almeida Rei-, adiautadas ; B.-Uba Chrvsosto
ma Beniamim. moilo ad|aaUda ; e Maria Joaqmj
na da Maternidade, adiantada.
f grao
Mara Florezia Monteiro Psasoa, raa.to adiaq
tada ; e Jose^bina L-al Pereira da Costa, adtan
tada. !
3* gto
fj JWnita Beatriz de souza GerarJ e Mara San
cottigb criminal ; segando no mesmo prt. 133.
e o terceiro no aft. 105 do dito cdigo, porque
no di f4 dt'Abrll do anno pas8ado,:porocca
*!*? de nm cooBicto occorrido no Prado Rernam
buCarro, tntoniu Marcelino 'entou matar a Ma
noel Jacintho de Santa Aona, desfecbando-lhe
um tiro de pistola, coja carga se empregou em
ura braco-do mesmo Mauoel Jacintho, que foi
assacsinar'o por ama punbalada por Jos de Ben
to, sendo ferido gravemente por Nicolao da
Oama o nrlividuo de nom'i Loaren;o Jos da
flora.
A sesso foi presidida pelo Dr. Sigismundo
Antonio GoncaWes, jdiz ce direito do 3.'dis-
trielo.
Produz o a aecusacio o Dr. Gervasio Fiora
vante PlreB Ferreira, promotor publico.
Os roi foram patrocinados pelos Drs. Jos
Mara de Albuquerque Mello e Luiz Drummond
Compoz se o conselho de sentenca dos se-
guintes cidados :
Victorino Trajano da Costa Fialho.
Antonio Rufino de Andrade Luna Jnior.
Francisco de Paula Mendes.
'Vicente Perreira Pinto.
Antonio Jasuino Marques.
Anacleto da Silva Ramos.
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
Rodrigo Jacorae Martins Pereira.
Manoel Antonio Viegas.
Jos Antunes Ferreira.
Christovo oe Barros Gomes Porto.
Manoel Aotonio Ribeiro.
De co iformdade com as iecisOes do jury que
responden negativamente aos quisitos sobre os
pontos pmeipaes da causa, por seis votos quan
to ao reo Jos de Beoto, por oito votos quant.)
ao reo Antonio Marcelino e por des votos quan
toEio reo Nicolao Gama, foram os ditos reos ab
solvidos e coodemnada a intendencia as cus-
tas, appellando o Dr. juiz de direito presidente
do jury para o superior Tribunal da Belacriio.
Foi levantada a sesso s 6 e meia boras da
tarde.
peclarl* do* Portas e Obra* Pu-
blicas Federar* aa Pernambm o -
Recife. 11 de Dezembro de 1890
- Boletim meteorolgico
1 . "O
Horas IH Barmetro a 0 TensSo do vapor a 33
6 ra 9 ti 3 t 6 13. t 28'2 29'4 30 3 17',7 768-46 TS9-81 :59-36 757-31 757-65 16 66 18.45 18,15 17,34 17,96 79 64 62 34 63
Temperatura mxima31 25.
Dita minima-22 .25.
Chuva Direcco do vento: ESE de meta noite at 10
horas e 50 minutos da manhi; SE al 11 horas
30 minutos ; ESE at 7 b iras e 5 minlos da
tarde; E at meia noite.
v'oiocidade media do vento3,-49 por fe
condo.
Kebulosidade media.* 23.
LeHaei Effeclnar-se eo os seguintes :
Hoie :
Pelo agente Silveira, s 11 horas, ra de
Santo Amaro n. 2, de movis, piano, loucas, etc.
Paaaagelros Cheg.dos da Europa no
vapor fraocez Entre Rxos :
Joaquim Rodrigues dos Saotos e Jos da Costa.
Cbegados do norte no vapor ingles Juno :
Joc Baptista Alvares, Joaquim Lucio de Al
buquerqoe Mello, Joaqoim Lu z Pereira, 1 sar
genio e 2 pracas.
Cbegados do sul no vapor nacional Princi-
pe ifo Groo Par:
Jos Antonio Ferrari, Antonio Jos Mendes,
Manoel Gomes da Silva e Maria da Cunba.
Cbegados de Macei no vapor inglez Pa
raense :
J. T. Paterson, Carlos A. Silveira e sua se
ahora.
Cbegado do sul ao vapor ing4ez Lan
casier :
.Ueoiique Jos S. Araujo.
Cbegados da Europa no vapor austraco
Ztch-j :
Hermann Freter e sua senhora, Manoel Vic'.o-
rlno.
Cbegados do sul ao vapor nacional Jac-
hype :
Joaquim Ionocencio do Espirito Santo, Aure-
lio O. do Espirito Santo, Victorino S. de Espirito
Sacto, 2 menores e 1 criada, Miosa Urania da
'onceic&e, Joaquina Maria da Conceico,-Manoel
Gomes da Fonseca, Belmiro Galvo Jnior, Ma
noel Jo; quim dos Santos Patafy e Solero Jos
de Moara.
Caaa de DetenedoMovlmenlo dos pre
jos da Casa de Detenco do Recife, Estado de
Pernambuco, em 11 de Dezembro de 1890.
Existais 523, entraram 6, sahiram 16, existen)
513.
A saber:
.Sacionae 474, maltiere= 23, eatrangeiros 16.
- Total 513.
Arragoadot 482.
'ons 452.
-.'osnies 19.
Lioucos 5.
Lo a cas 6.
Total 4*2
Movlmento aa enfermarla
Ti ve rara baixa :
Porfirio Bispo de Francs.
Candido Ferreira Gomes.
Joo Baptista Ferreira.
Foram visitados os presos desse estabeieci-
mento por 190 pessoas, sendo 64 bomens e
126 mulberes.
Hospital de ansa Astneda O movi-
meoio deste esta belecimento (para variolosos j
no dia II de Dezembro foi o segointe:
Bxietiam 7
Entraram 4
S-'hiram curados 1
Falleceraa 0
Kxistera 74
Hoaj. Ital Pedro II O raovimeuto dt-s'e
estabelecimento de candade, do dia 11 de De
zem Dro foi o segointe :
Entraram 13
Sahiram 6
Fallecern % 3
Existem 492
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.:
Moscoso s 8.
Cysnetro s 10.
Barros Soorinho s 6 1(2.
Berardoasll i|2.
Malaqulas s 9 3(4.
Puntual is 8 3(4.
Vieira da Cunba s 8 Ii2.
Simes Barbosa s 10 Ii2.
O cirurgio dentista Numa Pompilio s 8
horas.
O piarraaceutico eotron s 81(4 horas da ma
ohcsahio s3 da Urde.
O 1* dito entrn s 7 3|4 da manhi e sahio
6 da taran
O 1* ajadante do pharmaceutico entrn 61(4
da manb e sahio s 4 1|2 da tarde.
Lotera do Estado de Pernambnc
-A 10* serie da r lotera desto Estado, ser ex
trabida impreterivelmente ao dia 16 de De
asslbro (terca feira), 1 hora da Urdo, no con
statnrio da igreja de Nossa Senhora do Boaano.
do--Santo Antonio.
.a-oiern do Hilado do 6ram-Par>
A 1' serie da 44* lotera cojo premio grati
da de 150:000* ser extrahida HOJE 13 d-
loaembro (sabbado).
A 3* serie da 36* loiena, deste Estedo, coje
premio grande de 120:000*, ser extiahina
de Dezembro (sabbado).
Al cha Gome* de Oliveira, approvadas com disiinc-
o.
rtbnnai da #aae*z *o aafa Hoq-
tem foram tobmefidos .*. jalgauenlo ne te tri-
bunal osjdasednktoie. Ferreira Dias, soobecido
por
aaeolOv'
aTreito
como
ndia .. de UezeraDro (sanoaao). r"B*ido<^ Fraikfurter A Liebewnano.
A 5* serte da 43* lotera, cojo premio gran- *ZW-- A^Uacos .nmes
% e de 60:000*000ser extrahida no dia .. de
camote.
t-oterin da *aaranbdo A 6* -feri^
*t te 300:000*000, ser extraada no dia 17 6r
Dezembro {coarta-leira i
.enaltarla pnbllenObilui-rio do da 11
de Deiembro de 1890 :
LeopoldiPurfuoaiWmCiO 4 annos, Boa Vista,
hydropaobia. _.
Benedicta Maria da Conceico, Pianby, 11 an- ____________
r*a^i^^,0erCHLOV2STpaSab fewcScTAntanib Perefue Mel
Appellacoes
annos, solieira, Boa>Viste, taberentos pulmona-
res.
Sebas.io da Silva, Pernamboco, 12 anuos, S_
Jos, varila.
Luiza Mvia da Conceico, Pernambuco, 68 au-
no; ooltei y Boa Vttatdiarrba.
Maooel, Pernambuco, 5anno?, Boa Vi;ta, des-
iatheria.
CHROHICA JDDICIARIA
Tribunal aa Retaeo
SESSAO ORDINARIA EM 12 DE DEZEM-
BRO DE> 1890
PBESIDBHCIA DO CIDADAO DESEMBABGADOS
QU1NT1NO JDE MIBANDA
Secretario, o A's boras do costme, presentes os cidaaioa
desembargadores em numero legal, foi aberta a
sesso depois de.lida.e approvada a aeta da an-
tecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram se
>s seguintes
JUL'OA'MBHTOS.
Habeas-corpus
Pacientes:
Demetrio Joaquim Frand.-co.Adiado.
Francisco Pinto de Oliveira. Julgoasapreja-
dicalo.
Prorogago de inventario
InvenUrianteD Maria Joaquina Peixoto Dflar-
te.Concedeu se o praso pedido.
Apgeliago crime
De FlorestaAppellantc o nizo, appellado Se
verianc Francisco dos Santos. Relator o desem-
bargador Monteiro de Andrade. Mandn se a
novo jury, unnimemente.
Appellasoes civeis
De JaboatoAppellante Joo BaptisU Gomes
Penna, appellado Antonio de Barros Cavalcante.
Belator o desembargador Pi'es'Fdrreira. Revi-
sores os desembargadores Monteiro de Aodrada
e Pires GoncsJves. Foram despresados os eta-
bargos, unnimemente.
Do Recife-Appellante ojnizo da provedoria,
appellado Hen-iqu- Bernardos de Oliveira, como
tutor dos menores tilhos de Joaquim Francisco
Collares. Belator o desembargados.Maxtins Pe-
reira Revisores os desembargadores Delfino
Cavalcante re Pk-s Ferreira. Conftrmoud**-1
sentenca contra o votO'iadeeembargadortPires
Ferreira.
Appellacao commercial
Do H :" Appellante Antonio Jot'Morsifa,
appellado- Azevedo A C. Relator o desembar-
gador Oliveira_Andrade. iRevisores os desem-
bargadores Martins Pereira e Delfino Cavaicante.
Reformon se a sentenca, contra o voto do des-
embargador Martins Pereira.
Embargos infrtngentes
De Mamanguape- Embargante Joo R d Ipha
Velloso de Azevedo, embargado Modesto -irnes-
to de Ges Lyra.- Relator o desembargador Pi-
res Ferreira. Revisores os desembargadores
Monteiro de Andrade e Pires Gongalves.Nao e
tomou conhecimento dos embargos, nnanime-
mente.
PA88AGENS
Do desembargador Delfino Cavalcante ao des-
embargador Pires Ferreira :
Appellacao civel
Do Iteei.Appellante O ilaro de Souza Li o,
appellada a Fazenda Nacional.
Do desembargador Pires Ferreira ao desem-
bargador Monteiro de Andrade:
Appellacoes crimes
Da Victoria Aopellante o joizo, appeliado
Daciano Nicacio da Paz
De Agua PreUAppellante o jnizo, appellad
Joaquim Gorcalo dos dantos.
Ao desembarcrador Delfioo Cavalcante :
Appellacao crime
De Agua Pre'a Appellante Casimiro Rodr-
gu Do desembargador Monteiro de Andrade ao
desembargador Tavares le Vasconcellos :
Appellacao crime
De Muricy-Appellante o juizo, appellado Ma-
no.! Francisco da Paixo.
O desembargador Pires Goncatves, como pro-
motor da justica, dea parecer nos seguintes fei-
tos :
AppellacOes crimes
Do Altinbo Appellante Antonio Joaquim Be-
zerra du Moraes, appellada a jubtica.
De Arela Appellante Maooel Bernardo de
Senna, appellada ajastica.
Do Recife Appellante Dionisio Manoel Fer-
reira, apptllada a justica.
Da Victoria Appellante Goncaio Gomos da
Silva, appellados Joaqnim Manoel da Silva F-
Ibo e outros.
Appellacao civel
Do Recife Appellante o cnsul de Portugal,
appellado Raymundo Pereira da Oliveira.
Do desembargador Oliveira Andrade ao des-
embargador Martins Pereira:
Appellacoes crimes
De S Bento Appellante o jalao, appeMaao
Manoel Ignacio de Lima.
De Goyanna Appellante o jnizo, appellado
Epiphani j Rosa Caetano.
Do Recife Appellante Joaquim Te.He'4e-Me-
tieses, appelUda a jastica.
Do desembargador Martina Pereira ao desem-
bargador Deltino Cavalcante:
Appellacao crime
De Agua PreUAppellante o juizo, appellado
o menor Jos.
Appellacao commercial
Do Recife Appellante Jos Francisco Bittea-
court, appellada D. Malhilde Camello Pessoa de
Figueiredo Cato.
DILIGENCIAS
Com vista ao desembargador promotor da jus-
tica :
Appellacoes crimes
Da Princeza Appellante o juizo, appeUaao
Joo BeUarmino de Siqueira.
Da Parabyba Appellante o juizo, appellado
Antonio Camillo de Souza.
De Caruarn Appellante o juizo, appellado
Manoel Antonio do nascimento.
De Garnai Appellante o joixo, appellado
Joo Joaqoim Limeira.
De SalgueiroAppellEnte o promotor pooHce,
appellado Joaquim Antonio Ribeiro.
Da ParabybaAppellante Sabino Troclo, ap-
pellada a justica.
DI8TBIBUIQOB8
Recursos crimes
Ao desembargador Oliveira Aadrade:
De Barreiros Recorrente o juio, recorrida
Joo Moreira da Silva.
Ao desembargador Martins Pereira :
Do Recife Recorrente o jnizo, recorrido
Francisco Pinto ue Oilveira.
Ao desembargador Delfino Cavalcante ;
Do BeeifeBecoi rente o juizo, recorrido Laii
Jos An'unes.
Ao desembargador Pires Ferreira:
De Pal nares Recorrente o juizo, recorrida
Andr Cursino Machado.
Aggravos de petico
Ao desembargador Tavares de Vasconcellos.*
Do Recife Aggravaotes branles & C. ag-
gravaJo Antonio da Costa Mello.
Ao desembargador Oliveira Andrade:
De S. LourencoAsgravaote Antonio Francw-
co da Costa, aggtavado D. Abbade do mosteire
de S. Bento de O.inda.
Ao desembargador Martina Pereira:
Do CiboAggravantoTbVagode Queiroz Bar-
ros Lima, aggravado Agricio Berem.
Ar. desembargador Delfino Cavalcante :
Do RecifeApgrav*nte Joo Aalowo Frr.ocis-
co de S,iggra vados Medeiros, lemio & C
A-i desembargador Pires F;rreira :
Do Becife Aagravantes MelcbisedecX daSll-
w Machado e outro, ajzgravados os mesoi -.
Ao desembargador Mosrteiro de Andrade :
Do Re:ifeAggravante Haber John Permann,
_^ba>rancic o Nss^-iMwm&Wty*-***00 m
Jote de Bento, e Nicolao Jo=lgnae.o de Mello, Pernao*oco,
s bwvp *TSsBflraasrBai.f *-
Ao dasembargadcrMonteiro de Andrade :
ir Ba Jardim^-AppelUnlt o juio, ppeaa-
d o menor Francisco.
vo desembarga'lor Tavares de VascBBntdloj:
ne Bom JardimAppellante o juizo, ppeUa-
.I* inloaio Jos de Sanl'Anna.
Ao doaambargador Oliveira Andrade:
Do flnrabun8AppeUaoteo juito, appelladc
Manoel Jt s Becerra.
Ao desembargados Martins Pereira:
De Barr iras Appellante o inixo, appellaao
^-.
-.
-?!


^
Ao desembarga;
*' vltofiat--ppel1antes Alex
idos Goncalvea Looreoo


Diario de Pernmbuco-Sabbado 13 de Dezembro de 1890



Ao deaembrgadoHres Ferrera:
Do Recife -uix Ferrara da Crot,
appellado? Gordal", :uoba k C.
Eocerrou se a sesslo ao meto ata.
SPORT
Prado PenwfcncM
Aunaba a corrida desle prado, qoe se an-
nuocia ama bella lesta sportiva.
Como quer que seja, porem, o seu progranuia
a ioscripcSo prometiera om agradavel ntrete-
nimenlo, qoe justificar aquello cnceito.
Eis os neiBoa palpites : -
i pareoMr Boy. Conforme. Viogador.
2* pareo-Boa Vista, Humilde, Telegraajma.
3 pareoPiramoo, Maurily, Templar.
A. pareoAttila, Granada,Theresopolis.
5 pareo-Apollo, Gambetta, Gladiator.
6 pareo-Taspher, Pluto, Village.
7. pareoBoa Yuta, Lucifer, Mouro.
A directora do Derby Club resolveu expellir
do Prado da Estancia o jockey Manoel da Silva.
T*l deliberaco foi determinada pelo proced
ment do mesmo jockey, que montando o Apollo
oo Grande Derby Club naodisputou a corrida.
O Hippodromo do Campo Grande ja pablicou o
projecto de lnseripclo para a sua 6.* corrida,
que devera ter lugar no dia 21 do corrente.
Esta inscripclo fecba-se no dia 16 a tarde.

Foi efectivamente vendido o cavalia Apollo.
A Coudelaria Fraternidade fez a acquisicao
aesse bello animal pelo preso de 5:3004000 ; e
fet am bom negocio.
Com o seu novo entraineur nao lbe erSo os
desastres frequentes.
Na Semana Sportiva lemo? o seguinlee conciso
jaixo sobre Aroold :
Aroold, o sympaibieo jockey que entre oa
oito se tem distinguido, meaos pela sua incoo
teetavel pericia do que pela sua honestidade,
alias rarissima entre os seos pares.
Ou M\ oo o desastre de Apollo.
Ave, em qoe est comprebendldo o engeno Tra-
piche bypotbecado, nao aectltei a lucia, parque
leudo sido o eugenho Fluminense levantado em
trras daquelle engenho, ja gravado de um onus
hypotbecario, acbava se tambern compreneoflido
naexecucao. ....
O Sr Prisciaoo teria mati tarde de resumir-
me todo o engenho Fluminense, Portan.o pouco
?Qligiam-me suas invasoes.
Saccede. porem, que o Sr. Prisciano ameaca.
Nestas condicOes, para que nao supponba que
intimida-me, nao s irei proseguir na execucAo,
comoopporei resistencia legal ao seu annunciado
desforco-
Quanto ao Sr. commendalor S.queira Bruto,
descance o Sr. Prisciano que elle para repelil o,
na defesa dos seus direitos nao precisa valer-se
do prestigio official de delegado de polica do
termo. ,
Quanda isto se der eolio o Sr. Prisciano re
clame.
O Sr. comra'nJador SJqu'ra Brillo bastante
prudente e moderado, mas nao se intimida com
ameacas-
Sera mais avisado o Sr. Prisciano, se quizer
d marcar as duas propriedades amigavel ou judi-
cialmente, no que esiou de accordo.
Recite, 12 de Dezembro de 1890.
Gaspar de Drummond.
m
PDBLICiCuES A PEDIDO
Ao publico, ao governadore
ao chefe de -polica
Sob esta cpigraphe o Sr. Prisciano Accioly de
Barros Lina protesta pelas columnas do Diario
de 11 a> correte contra a turbaco, que em
trras do engenho Fluminense, comprado aos
berdeiros do Hnado desembargador Regueira
Costa, diz estar fazeodo o commendadcr Siqueira
Brillo qne se acba agricultandc o togeobo Tra
piche confinante daquelle outro.
Accrescentao Sr. Prisciano que por ora limita-
se ao protesto pela impreosa, aguardando se
mais tarde para o desforco, qoe em deteza do seo
pretenso direito pretende tomar.
Por minba ves limitme tambem, a contra
protestar, aguardando me par reagir contra o
desforco amoscado.
Em *ida de meo Pai o Sr. Prisciano invadi por
veses o engenho Trapiche apo.-sando-se de ter
ras, a pretexto de penencerem i Fluminense.
Era um procedimento. que irrita.va aos babi
[antes daquelle municipio e qoe ennecian) bem
os limites entre os doos engtobos.
Isto fuccedeu ja nos ltimos lempos de vida
de meo Pai qoaodo elle nao poda mais ligar
attmcao senao aos sete palmos de Ierra, em que
teria de descaocar.
1 Morto meo Pal, o Sr. Prisciano redobrou as
invasoes. .
Como fjsse pensamento ineu, na qoalidade de
om dos ce88ionarios pro?eg' ir na ejrecocio que
ja ero grao de penhora movem os berdeiros do
filado Gibriel Antooio contra o espolio do mea
Haver aerstatos, vistoso embaodirameato
entre arcos e postes de folhageos, e as noites
da vespera e dia elegante illumnaco. giornc.
A's 7 horas da noile comegar a ladanba de
encerrameqto, na qual aluda pregar o Rvm.
Padre Pedro. Findo esse acto se arriar a bao
deira com o msmo brltbaotismo com que fai
basteada.
A's 9 e 23 minutos partir om trem para o
Becife ,n
Tigipi, 13 de Dezembro de 1890.
A commistao da (esta.
No paleo da igreja eBtarso dispostos, e devi-
damente ornamentados, vario; botequlns e bar
raca, nos quaes o publico encontrarbebidas
refeisoes contento, e por preso mdico.
Segu boje com destino a Capital Federal o
cidado Jos Costee d'Oliveira digno presidente
da Companbia Miaerva Procesa} Pernambucano
que ,vattratar de n?gocios tendentes a mssma
com pan oa.
Recife, 13 de Dezembro xle 1890.
Antonio de Benicio de Rochedo.
Programma
DA VESPERA B PKSTA DE NOSSA 8KNHOEA
DA COKCBI^IO DE TiaiPl
Hoje 13 ao meio dia urna salva real e algumas
gyrandolas de fogoeles anounciarao aos neis
devotos da Bantissima Virgem da Conceico a
vespera de sua festiviJade.
A'8 3horas da larde igual quantidade de o-
guetes serio atacados.
A's o e 80 minutos chegar do Recife a banda
de msica do Arsenal de Guerra, que vira to
cando at o pateo da igreja, onde permanecer
para abrilbantar a ultima novena, que foi dis
tribuida commisso geral da fe*ta.
A's 6 horas haver urna olra salva real e va-
rias girndolas de foguetes
A's 7 horas da noite lera comeco a novena,
que ser acompanbada orcheslra, e tambem
os versos. .
Antes e depois des e acto tocar a referida
moska militar.
A's 9 e J3 minutos haver um trem para con
doiir ao Recife as msicas de orchestra e mar-
cial e mais as pessoas qoe se quixerem retirar
servindo para esse trem os biibeles do com-
mom. ,
A's 5 horas da mansa de 14 outra salva real
e Varias girndolas de foguetes dispertarlo os
espiritos religiosos, annunciando Ibes o grande
dia em que, por sua generosidade, se ir* feste-
jar a Excelsa Rainha dos Aojos.
A's 9 e 20 minlos ebegar do Recife a en-
cllente banda de msica de corpo de polica,
cojo itinerario ser em direitura igreja.
A's 11 eotrar a festa sendo celebrante oRvm.
vigario de Afogados eservindo de dicono e sub
dicono dos outros sacerdotes.
Haver tolos e acompanbamento de orebes
tra, o qoal foi confiado ao insigne maestro Ma-
noel Angosto. "
Pregiri ao evangelbo o Rvm. Padre Pedro da
Purillcaco Paes e Paiva.fque eloqueotemeule
desenvolver as exctlleocias da Ccnceijao de
Mara.
Du ante a tarde tocar no pateo da igreja a
msica de polica, que exihibir as mais lindas
pecas de seo vasto repertorio.
COMERCIO
Revista do Mercado
- Rkcivk, 12 da DEZKHBBO de 18SO.
O movimeoto oa praca constoo de transacedes
00 mercado de cambio e no de algedao.
Bol
sa
WtAQOI
OFFICIABO DA JUNTA DOS OOB-
RETOBES
Reei/t, 12 Dezembro de OSO
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 15 d/v. com o
deiconto na razio de 9 0/0 ao aono.
Cambio sobre Rio Grande do Sol, 60 d/v. com
0 descont ic raiio de 9 OA) ao ;noo, boolem-
ambio sobre Santos, 30 d/v. com 0 descont na
razio de 9 0/n ao anno hontem.
Cambio sobre S. Paulo, 90 d/v. com o descont
oa razio de 9 0/0 ao aneo, hontem.
Oito sobre dito, 60 d/v. com o descont na razio
de 9 0/0 ao anno, boolem.
o Dresldeote,
Antonio Leonardo Rodruroes.
O se ere tari o
Eduardo Dubeax.
t ____
(amblo
PBAQA DO RECIFE
Os bancos cootinoaram a saccar a taxa de hon-
tem 22 3/8 bavendn mais procura ao fechar do
iit quando os bancos reliraram para 22 1,4 no
inal.
Papel particular continuou a ser escasso, ha
Teodo peqoenas transacc6;s a 22 9/16 pela
ma
PRAt,A DO RIO ')K JANEIRO
O mercado abri a 22 3/8 bancari j, baixando
mais tarde para 22 1/4. por falta absoluta de pa-
pel particular.
TABELLAS AFFIXADAft
Hascavdos
SrotOS .
R ume
Usinas .
U400
1*2:0
J9X>
2A400
1*500
1*360
140 m
*600
K exportaeso fea pela alfanden at o da 11
do correle,constou de 7.927.420kilos, sendo..
4.651.859 pra o exterior e 3.275.561 para a inte-
rtor.
As entrada? verificadas nesle mei at a data
de boje sobem a 160.492 saceos, sendo or:
Vapores .4 oimaes...... Via frrea de Cantero. Va-frrea de S. FrauciM* Via ferr 1 deLimit n M.irai 6.298 4.048 41.282 29.923

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* i: : i g 1 S j -4 #
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'Ma-u a 851000, or pipa de 480 litros.
%i>ol
Oola-se a 140*000 por pipa de 480 litros.
Mel
Ota-a a i.O.'O'X 1 or pina de 480 litros.
Hartos % descarga
Barca noroega?nse Ebeneztr, carvao.
Barca noroetniense Favjrit, carvio.
Barca ooroegense Fama, carvio.
Barca noroegoense Cap, carvao.
Barca nacin l Marinho 14, xarqoe.
Barca noraegueose Christian Scriver, carvao.
Barca noroeguense lierta, carvao.
Barca ooruegense Amil, carvio.
Barca iogleza Rose of Devo, assucar.
lUrc nacional Mana Angelina, vario gneros.
Bngue portugeez Adelina, arios gneros.
Bngue dinamarqus A. Muthias, varios gneros.
Lugar nacional Tigre xarque.
Lugar nacional Zeqtunha, xarque.
Lugar alL'mio Lomse Lubeke, varios gneros.
Pauclio nacin i Elysa, xarque.
Patacho allemio Mane van Oldendrop, xarque.
Patacho bol and 'Z Nicols Fraat, xarque.
Patacho nacional Social, xarque.
Patacho noroegoense Rabbeka, xarqoe.
da llfaudeca
13 DE OBZEMBBO DI
4lSodao
Honve pequeas vendas do de 1* sorte do ser-
lio a 7*100 e do deTimb.ba a 74000.
A exportacio feitapela alfandega at o dia 11 do
corrente consto4e7$2,595 kilos, sen lo 479.218
para oexte'iorsts*377 para 0-interior.
As entradas verificadas oeste mez at a data
de boj^ sooem 7 7ft.eea8,senJo por :
Barcaca
Saccas
Vapores
Aoimaes
Via ferr,
vi* ferr
Via. Ierre
e Caruam
e ?. Prar.c seo.
lo .imoei'o
oroma
822
399
1029
680
168
4.612
7.724 8i.oc.is
se
fbram
A asacar
OS presos pa^os ae agricultor, flor 15 kilos
i seguintes:
Safra nova
. 2*300 a 2*800
. 2*100 a 2*200
raucos .
Sonetos.
Pauta
Alcool (litro).......
Ugodao em rana (kilo) ....
Agurdente........
Arroz com casca kil 01 .
Assucar retinado (kilo) .
Assacu branco (kilo) .
Assucar mascavado (kilo)
Bagas de mamonas (kilo) .
Borracha (kiloi......
Couros seceos espichados (kilo) .
Cearos seceos salgados (kilo) .
Courpa verdes (kilo).....
oarocos de algodio (kilo) ...
Carrapateira (kilo) .
Carvio de CaraifT (too.) .
1 acio (kilo) ....>..
Caf bom (kilo)......
Caf restolho (kilo)
Carnauba (kilo
Fanniia de mandioca (litro)
Genebra (litro)......
Graxa (sebo).......
laborandy (em folha) kilo .
Itel (litro)........-
Milbo (kilo.......
Pao Brasil (kilo)......
Pbospnatc de cai da liba Rata (tone-
lada) ..... e .
Sement de carnauba (arroba)
sota (meios).......
Tatajoba (ti o) .....
Taboas de amarelio em praocboef
(doaia)........
1890
260
407
150
80
260
160
87
100
1*070
389
329
225
16
100
1VJ000
400
800
733
550
050
200
41t
200
80
75
030
11*000
15
2*850
020
100*
ELEI Dos fieia que teem de festejar a Virgem
Senhora do Rosario de Olinds, oo anno
de 1891.
Juisa por eleijSo
A Erma. Srt. D. Leopoldina Mara da
CoooeicSo.
EaoriTA por eleijSo
A Exma. Sra.^D. Mara Honorios Rodris
goes da -Silva.
Juisaa bemfeitoraa
As Ezmas. Sras. DD.:
Mara Miquelina Rodrigues.
Floriana, esposa do Sr. Jos Caetano Ri-
beiro.
- Joizes por devo$2o
Oa Illms. Sra.:
Manoel do Nascimento de Jess.
Manoel Francisco Ribeiro.
Alfrres Emigdio Antonio Soares.
Alferea Samuel M nteiro de Lima Bote-
lho.
lorentioo Pereira de Franca.
Teneute Manoel Nunes Vianna.
Francisco Xavier de Oliveira.
Primo Ferrera Borges.
CapitSo Antonio Samico de Lyra e Mello.
Jlo Chrispiniano Ferrera Borges.
Jos Amonio Soares.
Antonio de Mattos Peixoto Jnior.
Juicas por devocSo
As Exmas. Sras. DD. :
Idalina, esposa de Sr. Adelino Antonio
da Silva Guimar3.es.
Mara Amelia, esposa do Sr. Manoel Joa-
quim da Costa Carvalho.
Quintiliana Laura Gomes.
Isabel Maria da Cuaba Goyanna.
Idalina de Oliveira Rouzool.
Joaona Baptista de Mello.
Idalina Maria da Conceic&o,
Idalina Mara Wanderley.
Joaona do Nascimento.
Eliaia Emilia Soares.
Ambrosina Leonor Matbeus.
EscrivSes por devocSo
Oa Illms. Sra. :
Rufino Augusto Mendes.
Manoel Uiysses de Carvalbo.
Francisco Borges da Silva.
Hermogenes do Lima Serpa.
J0S0 Baptista da Silva Ramalho.
Pedro das Chagas.
CapitSo Fortunato Jos de Sampaio.
Cyprano Jos de Sant'Anoa.
Jaetaoo Jeronymo.
Jos Augusto Teixeira de Farias.
T. Tavares, 1.500 saceos com 112,500 kilos de
assucar mascavado. ...
P. Cascio & Filho. 3,000 saceos com 225,000
bulos de assucar mascavado.
No vapor ingles Shaflesburg, para Liver
pool, eMtttum ;------_ ,__- ->
T. Tavares, 14 saceos com l.OaO kilos de assu-
car mascavado
No vapor americano AUtanca, para Naw-
Yj1 W carregarsm :
P. Carneiro 4 C, 4 000 pelles de abra.
Rossbacb Brolhers, 73.892 pelles de cabra.
No brigoe portegues Adelina, para o Porto,
carregaram : nin '
O. J. da Silva Neves. 8 barra com 1 010 litros
de agurdente e 1 barril com 25 ditos de mel.
S. Guimaries A C. 400 saceos com 24,000
kilos de farinna de mandio:a.
No patacho dinamarqats Anna, para Esu
dos Unidos, carregaram : .4
F. Cascio Filho, 2,000 saceos com 150.000
kilos de assucar mascavado.
Paro o interior
No vapor allemio Montevideo, para Rio de
Janeiro, carregaram : .anM, ,
Borstelman A C, 300 saceos com 18,000 kilos
de assucar branco e 300 ditos com 18,000 ditos
de dito mascavado. ,
Maia & Resende, 500 saceos com 30,000 kilos
de assucar branco e 500 ditos com 30,000 ditos
de dito mascavado.
Para Santos, carregaram : ^ ^
S. Guimaraes C, j.000 saceos com 60,000
kilos de assucar branco e 1,500 ditos com 90,000
ditos de dito mascavado.
C Burle, 461 saceos com 27,660 kilos de
assocar branco e 1,100 ditos com 66,000 ditos
de dito mascavado.
No vapor austraco Z-'chy, para Santos,
carrea ara ai :
P. Carneiro i C, 1,660 saceos co n 93,600 kilos
de assucar branco e 1.7t0 ditos com 1OI8OO
citos de dito mascavado, e 50 pipas com 24,000
litros de alcool.
No vapor ioglez Leucast-1; para Porto Ale
g e,carreaaram : .,.
P. Carneiro & C, 580 volumes com 44,970 kilos
de assucar branco e 120 di os com 10,560 dito
de dito mascavado.
No vapor inglez Juno, para Santos, carre-
goo :
M. F. Leite, 1,000 saceos com 60,0 0 kilos de
assucar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carreaaram :
P. Pinto A C, 110 pipas com 52,800 litros de
agurdenle e 21) ditas com 9,600 ditos de alcool.
No vapor nacional Brazl, para Rb de Ja-
neiro, carregaram : *.-iii
P. Carneiro A C, 1,625 saceos com 97,500 kilo
de assucar mascavado.
M M. Lima, 900 saceos com 54,000 kilos de
assocar mascavao e 160 ditos com 6,000 ditos
de dito brando.
D. F. Porto Bailar, 80 pipas com 38,400 litros
de agurdente.
No biale Correio de Maco, para Maco,
carregoo i
J. Baptista, 2 barricas cam 208 kilos deassuCar
branco.
Na barcaca D Smh, para o Natal, carre
gou :
M. C. Pai va, 3 saceos com 180 kilos deas-ucar
branco.
Pa.a Macahiba, car.egou :
M. Moreira, 10 caixas com 80 litros de ge
nebra.
Para Parabyba, carregoo :
R. Pessoa, 6 saceos com 420 kilos de assucar
branco.
Hecadlutcntos pblicos
M*X D i'EZtVBBC
Al'aniega
Jos Joao do Rosario.
J0S0 da Matta Rigoletto.
EscrivSes por devo^So
As Exms. Sras. DD. :
Petronilla, esposa do Sr. tonente Liberato
Prisco Ribeiro.
Hermina, esposa do Sr. Joao Honorio dos
Santos Porto.
Mana Virgioia da Silva.
Maria, esposa do Sr. Antonio Jos de Pi
nho.
Henriqueta Maria do Monte.
Clara Joaquina dos Pseos.
Theodora Maria de Mours.
Joanna Paula Madeira.
Francisca Xavier de Franca.
Angela Mana da Rocha.
Theodora Maria da Concei$ao.
Maria, esposa do capitSo Francisco Mer-
ques da Silva Mendes.
Xampita, esposa do capitSo J<8o Francis-
co da Lapa.
Juizes protectores
Os Mi. Srs :
Jos Ignacio Pereira
Jos Quintino da Fonseca Ribeiro.
Monoel dos Pasaos Quatorze.
Manoel dos Santos Castello Branco.
J080 Clemente de Santa Rosa.
Profes.or Eleutero Roberto do Espirito
Santo.
Professor Benjamn do Carmo Lopes.
Joaquina Jos de Aaevedo Santos.
Joao Baptista Chaves.
Graciliano B. Al ves Ferrera.
Caetano T. da Silva R.beiro.
Arcolmo de Oliveira de Souza.
Rufitlo Nunes Sete.
Jos Nunes Correia.g
Antonio Coelho de Almeida.
Fr* cisco Nogueira de Lima.
Antonio Canuto de Mello.
Francisco Profiri Nunes.
Juicas prote eU ras
As Ezmas. Sras. DD. :
Amelia, esposa do Sr. Joao Sacerdote
Serpa.
Joeepha, esposa do Sr. Manoel F:or:ncio
da Trndadc.
Thereaa, esposa do Sr. DamiSo Ignacio
Pereira.
Cosma, esposa do Sr. Guilherme Pereira
das Neves.
Maria, esposa do Sr. Jos de Medeiros.
Josephna, esposa do Sr. Luiz Pinto dos
Santos.
Rosa, esposa do Sr. Antonio Mirandolino
daTLapa.
Maria Emilia, fi'ha do majar Jos Geraldo
de Lima.
Francisca Maria da Conceiylo.
Francolina, esposa do Sr. Jos Joaquim
de Sania Anna.
Antonia, esposando Sr. Joao Evangelista
de Barros.
Felicia Maria da ConceicJto.
Maria Honorata dos Prazeres.
Rota, esposa do tenente Albino Fracc'sco
das Cbagas.
Mordomoa
Os Illms. Srs. :
Apulco Jos Chrispim.
/
Jos Moreira do Vale.
Francisco Caetano Chaves. ''
Antonio RomJo do Sacramento.
Alferes Miguel Hilario Pereira de Ase-
vedo.
Professor Mansalino Monteiro de Lima
Botelho.
Professor Dionisio Maciel Monteiro.
Manoel da Rocha Souza.
J0S0 Faustino Nunes da Silva.
Eleutero da Ro.-ha Wanderley.
Tenente Joao Ferrera Martina Ribeiro.
Leopoldo Mon tarroyo.
Manoel da Rocha Bandera.
Alipio Queiros.
Antonio Pedro Ralis.
Capitao Vital Marques Cjrreia,
Francisco Gomes Tavares.
Joaquim Candido de Santa Anna.
Joao Baptista de Souza.
Feliciano Candido de Aguar.
CapitSo Candido Guedes Alcoforado.
Trajano Francisco do Amparo.
Luis Thom Gonzaga.
Jos Eleutero das Neves.
JosS Ferrera Carneiro.
Leopoldo Marques d'AtsampcSo.
CapitSo Antonio Martina Pereira.
Tenente Astolfo Adolpho de Paiva Vianna.
Tenente Calixto Jos de Mello.
'Mordomas
As Exmas. Sras. DD. :
Clementina Maria da Cruz.
Maria Rita Marques.
Martinha Maria da Coi.cec2o.
Emiliana P
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