Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18525

Full Text
ilIO-LIII OiBffO 11
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PARA A CAPITAL E Ll'fiAPE ONDE \*AO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 6^000
Por seis ditoB idem.......... ...... li'iJOO
Por Dm anno idem. .............. 23000
Cada numero avulao, do raes-no dia. ......... i$10o
:'-' ^rr-y^-rr-^
I &Jc\<-
Ift-MBA 28 BE JNlfl DE 1337
DIARIO
PARA DEXTRO E PORA DA PROT1MCIA
Por seis meses adiaatadoa............... } 13^500
Por nove ditos idem................. 20(JQ00
Por um anno dem............... 27(JOOO
Cada numero avulso, de dias anteriores........... (5160
NAMBUC
Propric&a&r ift Manod S\%ucitoa lie -tarta 4 fyog
- i
Osirs. Anaedee Prlnee A C.
le Parla, (-a jo nacaos gente
exclusivos! "e annanelos e pu-
blicarles da Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
3IOT!(0 U alOfila SAVAS
(Especial para o Diario)
- BUENOS AYRES, 27 de Janeiro.
De hontem para noje deran-ae
aqu 1S caaoa dotoi de cholera-
mor litis e S bito.
;3Fm Salto. ** caaoa e a oblloa.
MONTEVIDE'O, 27 de Janeiro.
gDaranip aa ulmaa i koraa. de-
ram-ae nenia cldade 9 caaoa novo
de cholera morbua e S bito..
H no lazareto 3t obitoa.
O Parlamento l rneuuyo e o Sena-
do adoptaram um projerio do le
apreaentatlo pelo memo banlndo o
general Santos do territorio, do iru
u a y.
LONDRES, 27 de Janeiro.
O chanceller do Theaouro foi der-
rotado naa elelcdea que acabaa de
ter lugar.
llavera negando eacrutlnlo.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
27 de Janeiro de 1887.
IHSTRUCGO POPULAR
HIGIENE Di
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DA8 ESCOLAS
alimento* e aubataaeiaa alimenta
rea. lilvlaao eclaaalOcacao. Coa-
posico doa alimento* neglmen
animal e rgimen vegetal. Begraa
hyglcnlcaa -
{Continuaba o)
Dos cereaes asados pira fater cerveja, os prefe
i idos sao : cevada, trigo, centeio e aveia (sendo
dentre estes mais usados a cevada e o trigo.)
A composiyo chimica des tes ecteaes, como
abaizo se v, mui semelhante :
Trigo
Agua...............
Amida..............
Destrua.............
Glutina..............
Albmina coagulavel.
Albumiua incoagulavel
Materia gorda........
Albmina insoluvel...
Materia cellulnsa.....
Materia extractiva....
Cinzas..............
1G,00
57,00
4,50
0,42
0,26
1,55
1,80
9,27
6,10
1,40
1,70
100,00
Cevada
18,10
53,80
4,50
0,28
0,28
i.5
2,10
7,59
7,70
1,60
2,60
100,00
parece ter certa influeicia as doencas do figado.
Nao eremos, porm, bem estadada anda esta in-
fluencia ; e, com respeito a cerveja limitar-nos -
hem s por sso a aconselhar o aso moderado.
Nao gastaremos tempo em tratar da cidra (be-
bida fermentada, muito empregada n'alguns de-
partamentos do noroeste da Franca, e prodaxida
pela fermentayo dosummo das miis e das peras).
No nosso pais nao geralmeote empregada a
cidra
Diremos, porm, algum coisa sobre outraa bebi-
das alcoolicas tses como o cognac, a genebra c a
s gurdente em geral.
E' velba (diz o Sr. Lapa) a distineyo dos es-
pirituosos em agurdente e a'ceol ou espirito. A
agurdente alcool muito aquoso que nao passa em
graduacao, cima de 22 Cartier ou de 62 cente-
simaes (). Epiritoe sao todos osalcooes de ama
graduacao superior da agurdente.
Em Portugal o termo agurdente mais genri-
co e serve para designar os espirites de 30 a 35
Cartier, sendo esta agurdente chamada fina em
relacao aquellas. Tambem Be ais agurdente de
cauna, agurdente de figo, etc., querendo significar
a origcm d'onde provem o alcool que entra na com-
posico da agusrdeote.
Se o vinho tem pelo abaso qae d'elle se faz os
inconvenientes que apuntamos,as guardentes,
os espiritos, sio duplamente perigosos, perigosos
pela gra-de quantidade relativa de alcool que
contetm. perigosos por ontras substancias irritan-
tes (toxicas algumas) que nelles entram, e ainda
porque se prestam mais fcilmente ao abuso.
(Continua).
(*) O aremetro de Cartier empregado espe-
cialmente para avaliar a riqueza alcoolica dos vi-
nho, etc.
?ARTE OFFICbI,
Faz-se germinar a cevada para o fabrico da cer-
v.'ja, pirque depois de gern-iuada a cevada contem
mais dextrina e mais asaucar (materias precisas
psrx ii t rinentayo que se pretende alcancar).
Kntra na comp siyo da cerveja o lpulo, urna
t.-epadeira da familia das urticceas, cujas flores
ieinruinas teein substancias odorferas e spidas
qae lhe dii) qimli ladea appeteeinas, concorrendo
muito para a sua duriyio e clanfijayo.
A rwpoairjin chimica de cerveja complexa.
Sai- quatro as substancias que entram immedia-
t ament na consntuiyan da cerveja : o acido carb-
nico, o alcool, o extracto solido e a agua. Da va-
riic&o deila^ provem as differenyas uas propriedv
des desta bebida.
A cerveja ctiutm desdo 3 at 8 vezes o sea vo-
lume de acido caibenieo. Apenas um \o'ume se
conse v* uella dhw Ividb ; e esse o qae persiste
no cepo oepois do liquido ter sido tirado Jas bo-
tijas.
O alcool eotrs na cerveja em proporyao do 2 a
8 por 100 As cervejas mais alcoolicas correspon-
den) pO'S aos vinhos mais traeos.
O residuo solido consiste em materias neutras
carbonadas, como o nssucar, a dextrina, etc., for-
mando este grupo os 7/8 de extracto solido.
Em cada litro de cerveja ha poaeo mais oa me-
nos 5gr.,5 de materia azotadas.
Em 100 partes de extracto t.a 0gr.,16 de mate
ria gorda.
Emquanto a acido, temos : o acido glycxco pro-
veniente]; da decompoeicao do assucar : nacido
aeetic3, em pequenissims quantidade; o acido lacti-
eo ; o i.cido siiocinieo : o tauuico o o galbico.
Pora d'isto ha ainda : sas ammoniacaes ; e ma-
terias corantes,
Com respeito parte mineral diremos que a cer-
veja deixa em 1:( partes 2 88 de cinzas, cooUm-
do potassa, soda, na', magnesia e ferro, unidas >-stas
bases aos cidos phosphorico, sulphurico, sylicico,
e ainda ao chloro. Predominam os phesphatos.
A cerveja muito mais asada no norte da Eu-
ropa (por exeicpio na Al lemn ha, na Inglaterra,
etc.) lo que naasrte meridional Ero Portugal ha
eerea de vinte nnos que o consumo de eerveja
tem augmentado consideravelai'nte.
At crto pmto esta bebida suostitueo vinho.
E' naturalmanto menos alccolica e de menor
preco, d* modu que nos pases, onde o viuho falta
oa rato e can-, a cerveja entra as refeices
Como substituto do vino.
QHa dns especies de cerveja : a branca oo ale, e
a preta oKpcrUr. Esta ultima feita com o mal
(farinb de cevada grelada), mais torrificado, ou
mais corrugado era cor com o extracto dchicorea.
Appliea-' a cerveja o gue dissemes sobre o
abaso dj vinbo, com diff renca de qne cat be-
bida (a eervtjaj rcuito menos slcoolica e por isso
menos perigoso, neste sentido, o abuso que della
se fixer. Conrtifue urna bebida salabree agrada -
vel usando se della com ssoderacio.
NSo ojcultarenK .ntretsnto que alguna iacon-
venientes algumas doencas oitsaio se diaem ori-
poada por esta bebida. Talvtz na aprecia y*
dalo se nao cont devidamente a influencia do
lima e se attribua eerveja o que produsido
peta huosidade, pelo fro a por diversas condi-
Sea elimatertcat. Nos paiaea tropieaea, a cerveja
n I oste rio do Imperio
O ministerio do imperio declaroo ao director
interino da faculdade de direito do Recife que,
cuidando o governo de promover a reforma do en-
sinonasfacaldadesde direito, ser opportuoamente
tomada em consideracSo a indcacilo qae apresen -
ton um dos lentes da msma faculdade, e a con-
gregayao approvon por nuanimidade de votos, so-
bre a conveniencia de novamente vigoraren) all os
avisos ns. 103 e 131 de 16 e 27 de Fevereiro de
1880, na parte relativa a > processo dos exames dos
estudantes nao matriculados, no caso de entender
o governo que se deva continuar a executaro dis-
posto no artigo 20 g 1" do decreto n. 7,217 de 19
de Abril de 1879.
Ministerio da afastlea
Por portara de 19 do correte : foi decla-
rado que, na couformidade do disposto no artigo 7
combinado com o 32, do regulament annexo ao
decreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885, o officiu
de escriva das execuyoes civeis do termo da Es-
tancia da provincia de Sergipe, passe a ser exer-
cida o exclusivamente p^lo serventuario vitalicio
do officio do 2 tabellio do publico, judicial e no-
tas do mesmo termo, Joao Antonio Hermenegildo
des Santos.
Ministerio Fazenda
Per decreto de 15 do crreme bi nomeado Io
escripturano da thesouraria de fazenda do Mara-
lo o 1 escriturario da alfan lega do Cear Mu-
noel Pedro da Cuaba.
Foi nomeado, por decreto de 15 do correntc,
1 escripturano da alfandega do Cear o t* ea-
cripturario da thesouraria do Maranho, Frincisco
Bernardino Dalmacio Dias da Silva.
Ministerio da Guerra
Foi dispensado do lugar de ajudante de or-
den, da presidencia da provincia do Amazonas o
alferes-alumao Arthur NapoleSo de Ol reir Mi-
dureirs, conforme pediu.
t.overno da Provincia
XPEDIBHTB nO DIA 24 DE DEZEMBBO DE 1886
Oflicos :
Ao Commandante das Armas.Deferindo o
reqaerimento do tenente do 2 batalhio de infan-
tera Francisco Teix-ira de Carvalbo, sobre que
versa a infarmacio desse commando, de 22 do car-
rente, sob n. 628, mando n'estt data, suster o em-
barque para a Corte do alteres do mesmo batalhao
Job Soares de Mello, qae dever ter immediata
meato aqaelle destino, lago depois que tiver deposto
como testemunha no oanselho de nvistigaco a que
est respindendo o referido tenente. O que declaro
s V. Exc. para sen conbecisnento e devidos fins.
Ao Director do Presidio de Fernande de No-
ronha.Remetto a Vmc. para os fins convenientes,
as guias de oitc sentenciados mili'ares que foram
para ah remettidos no ultimo vapor, por conte dos
de que trata o officio desta Presidencia de 11 do
correute.
Ao Juiz de Paz Presidente da Junta de alis
tamento militar da parochia de & Miguel de Ipo
juca.Haja Vmc. de informar, eom urgencia, si
nessa parochia ptocedeu-se este anno ao alista-
mente militar, conforme determina o artiga 6 do
regulamento n. 5881, de 27 de Fevereiro de 1875,
deven Jo, no caso negativo, providenciar no sentido
do ser quanto antes feita o dito alistsmento, sob
ptua de lhe serem impostas as maltas comminadas
no urtigj 122 do citado regulamento.
EXPF.D1EKTE DO SECKBTARIO
A' Agencia de Paquetes.Pe ordem do Exm.
8r. Presidente da Provincia aecuso o recebim nto
do officio em que V. Exc. participa, que o vapor
Espirito Santo ebegado dos portos do norte'
hoje s 6 horas da rranha, seguir para os do sul
boje mesmo s 'i da tarde.
Ao engenbeiro chefe da rcpsrticao das Obras
Publicas.S. Exc. o Sr. Presidente da Provincia
ficou intcirade peio officio n. 236 de bontem de ha-
ver V. S. mandada lavrar termo de recebimento
provisorio e pissar certificado de pagamento diante o attestado co respectivo jais municipal
em faeor do arrematante dos concertos do ayude
de S. Bento.
EXPEDIENTE DO DIA 27 DR DEZEMBRO DE 1886
Aetos : n
U Presidente da Provincia, attendendo ao
que requeren o 1 tabrlli&o, eserivo de orphns e
aun xos do termo de Palmares ten nte Ursino Tei-
xeira de Barros resolve eonceder lhe tres meses de
lieenya para tratar de ncg-cios de sea interese
oude lhe cunvier, devendo entrar no goso da mes-
m i licene.-i uo praso de vinte dias.
O Presidente da Provincia, de cooformidade
coma pr po.U d> D/. chefd de p .licia em ot-
fieio n. 1,245 de 21 do corrente mer, resolve, exo-
nerar, a pedido, o capitao Francisco de Carvalbo
Brasil do cago de 3 supplente de delegado 4e
Carapots, e nomear,' para substituil-o, Antonio
Cordel ro Misccno Tota.
O Presidente da Provincia de conformidad
com a propoata do Dr. chele de polica em officio
n. 1,245, de 21 do crrente mci, resolve exonerar
ito Alves Florencio e L-ouc de Carvalho Vir-
gem dos ca'gos de 2 e 3 *n},.leiifes ce >ubdele
gados do distncfo de Caraix.ti, e mmear, para
eubatituil-o, Joo Cordeiro Miseenoe Jos Vicente
da Costa.
OAkuu :
Ao Coinmandrnte das Armas Devolvendo
a V. Exc. o liHjueritoe mais papis relativos do
conflicto de 3 do cortnte, enre^pracjis do ezereit
e sentenciados no prosidio de Fernando-de Noro-
oba que V. Exc. snbmeUen ao meu juiz", por c-tK
ci o. 631 de 23, cbeme, fio resposts, dizer-lhe
.qae, examinando os ditos papis, eston de aceordo
com V Exc. quando enteude que sao priacipaes
responzaveis e devem ser sujeixs a conselho o for-
riel Joo Camello Pessoa da Silveira e os 2 ca-
detes Antonio Vicente da Slxa Cavalcante de Al-
buquerque e Virgno Brederodes Pessoa de Mello,
todos do 14 batalhao de intantaria.
Quanto s demais prayas qae, como diz V. Exc.
e se deprehende di parecer do inquerito, foram
levadas a tomar parte no conflicto, sem qae assu-
raissem responsabilidade directe, convinba que
sejam punidas correcionalmente na proporyo de
suas faltas, independento de conselho, como me-
dida de mais prompta conveniencia para o servico
e para a disciplina.
Tamicm de urgencia a substituiylo dessas
prayas e a final de toda a guarniylo, que nunca
all de ve permanecer por mais de seis meses, nem
ser tirada de batalhoes differentes, podendo, pre-
sentemente, ser reducido, o que facilita as substi-
tuicoes, visto se aobar no porto, prestes a seguir
para o presidio, onde vai estacionar, o cruzador
Imperial Marinhtiro, sob o commando do capito
tenente Jos Vctor Jelamare, com 140 prayas de
bordo.
Tenbo confianya de que com as medidas indi-
cadas e outras que o reconhecido selo e capaci-
dadede V. Exc. nao de sugerir, muito pode melho-
rar o estado actual do presidio. Na parte civil
toinarei as providencias e darei as instrueyes que
o caso requer para o fin de evitar a reprodacyo
de to lamentaveis acontecimentos.
Ao mfbmo. X)e cooformidade com o aviso
do ministerio da guerra, de 11 do corrent', trans-
miti a V. Exc. o incluso termo de recebimento
dos medicamentos enviados pelo Laboratorio Ohi-
mico Pharmaceutico do Presidio de Fernando de
Noronha e a pharmaeia militar desta provincia,
afim de ser substituido por outro, que sirva de
descarga ao encarregado do dito Laboratorio e
em que venham especificados nicamente os qae
foram all recebidos vista da guia que os acom-
panhou, passada pelo mesmo estabelecimento,
como solicita a directora do hospital militar da
corte em officio n. 105, de 27 de Novembro lindo.
Ao conselbeiro presidente do Tribunal da
Ilelayo d Recite.Transmiti a V. Exc. o re-
querimeoto em que a esse Tribunal pedem ordem
de habeos airptis os sentenciados Joaquim Morei-
ra e Jos Joaquim G yanna.
Ao mesmo.Transmiti a V. Exc. para dar
o conveniente andamento e opportnoa devoluyao,
a carta rogatoria expedida pelo Tribunal Commer-
cial de Lisboa s justiyas desta provincias para
inquiriyoes de testemunbas, a reqaerimento da
Companhia de Segaros Fidelidade.
Ao Dr. Inspector da Saude da Porto.
Transmiti a V. S. para os devidos effeitos a co-
pia inclusa da circular de 9 do corrente mez do
ministerio dos negocios do imperio relativo ao ap-
parecimento de cholera-morbos em Montevideo.
Ao inspector da Thessuraria de Fasenda.
Devolvendo a V. S. as 15 prpostas que acampa-
nbaram o sen officio n. 853 de 15 do correte mez
apresentadas para o fornecimento de gneros e
diversos artigos do almoxarifado do presidio de
Fernando de Norouha dorante o semestre de Ja-
neiro a Junho do anno viodoaro, recommendo-lhe
que faca lavrar termo de contracto com os con-
currentes cujas propostas foram preferidas pela
Junta de Fasenda e coasta da inclusa relayo.
Ao mesmo. -Commnnico a V. S. para os
fias convenientes, qae o bicharel Antonio Pedro
da Sv M irques em 17 do corrate mez aesumio
o exercicio do cargo de juiz municipal do termo
de Carnar.
A mesmo. Cjmmanico a V. S. para os
flus cmveiientes, que o baeharel Trajano Alipio
Temporal de M sumio o exercicio do cargo de promotor publico da
comarca do 3rejo.
Ao mesmo.Commooico a V. S. para os
fins convenientes, que o baeharel Helvecio de Car-
valbo Gomes Guitnares em 9 do correute mez as-
sutnio o oxercicio do cargo de promotor publico
da comarca de Cabrob.
Ao mesmo. Commanico a V. 9. para os
fins convenientes, qo9o 1- snppleale do juiz sub
stituto da comarca de Olioda, Alfredo SisoSes
Barbosa em 20 do corrente mez assumio o exerci-
cio do cargo de juiz da direito interino da reten
da comarca.
ao mesmo. Commnnico a V. 8 para os
fins convenientes, que no dia 1 do corrente mea
Antonio Joaquim dos Santos Mengabeira assumio
o exercicio docarg) de promotor publico interino
da comarca de Boa-Viste, para o qual foi nomea-
do pilo respectivo jniz de direito.
Aa inspector do Thesouro Provincial.De-
claro a Vmc, em soluyao do aen officio n. 296 de
3 do correnta que fica approvado o contracto de
locacao da casa pertencoute a Balbno Jos de
Carvalho, para servir de quartel ao destacamento
do povoado de Jatob na comarca de Tacarat,
pelo preyo de 10 meosaea a contar do dia 25 de
Outubro ultimo.
Ae mesmoA le n. 1867 de 13 de Maio do cor-
rente anno, determinando, de aceordo com o aviso
do Ministerio da Fazenda de 2 de Abril do mesmo
auno, qae os impostes do gyro commercial, os de
exportayo e outros connexos, sejam arrecadados
pela Alfandega, e estando essa disposiyo vigo-
rando n.s termos das instrueyes de 14 de Maio,
mui tos reduzidas ficaram as attribuiyoes do Con
salado Provincial, de modo que consequencia da
mesma lei a reorganisayo d'aquella repartiyo,
para o fim de reduzil-a a urna colle jtorta, mesa de
rendas, oa como melbor de 'a ser, simplificando o
serviyo, demiauindo pessoal e despesaa da collecta
de impostes e mais obrigaeoes. qae ainda estao a
seo crgo.
Pelo que, inenmbindo a Vmc. de estadar esta
reforma e ^presentarme as suas bases re flamen-
tares, preciso que desde j iuforme qual tem sido
a arrecadaylo mensai do Consolado, antes da exis-
tencia d'aquelleo impostes, durante elles e depois
que foram passados para Alfandega, temando para
isto e perodo de algons meses e accrescen'ando
em seguida a d-speza feita com o pessoal empre-
gado, inclusive ordenado, gratificayoes e porceuta-
gens, em cada um dos meamos roezes. de modo a
e poder eanhecer quantos por eeotos dos impostes
ficam livres para a provincia, deduzidas aa des-
ptCaB da arrecadacao.
Ao mesmo.Come sabe Vmc. o exercicio fi-
nanceiro de 1885 a 1886, ltimamente encerrado,
a presen tou urna receita de 2.570:98.:*80i e um*
despeza de 3.46i: 118^961, deizando, censequinte
mente, um dtfieit891:4334160, que e foi snp_
prido por meio de um rinprcstimo de 892:2i'0 em upo ices a jaros de 7 /<>.
Ora, u'estas condiyes vigorando no corrente
exercicio o mesmo oryamento (le n. 1,883 de 20
de Dezembro) e sendo certo que a renda, embra
melnor arrecadada, tende a diminuir como estado
desHiiiuiiddr do commercio, devido ao baixo preyo
dos priacipaes gneros de culturas, da proviuci
e outras causas, evidente se nb bou ver a cau-
tela de pronover por todos os modos a din inuiyo
da d-spezas, o exercicio corrent-: de 1886 a 18H7
ser fechada com um dficit igual ao do exercicio
anterior, dficit insuppriveV? por estar esgoteda a
au'orisayao de empreotiuio, e porque este meio ex-
traorymentario de snpprir a receita nao regular
e jamis dvve ser repetido para occorre.' s das
.tas fizas e ordinarias
A isto Mccrescente se que j temos verbas de
desbezas excedidas na importancia calculada, como
a da Asaembla Legislativa Provincial que func-
ciouou por. tempo qnasi tres mezes superior ao
marcado na lei, em seseSo ordinaria e txtraordi
nario, os juros do ultiini emprestimo e ontras, e
verse ha que a necessidade de economia, de moita
economa inesme, se nos iinpoe como o primo dever
da administraco da provincia.
Descuidar n'este aasumpto seria um erro inc I-
eolavul.
E,.pois, come a cargo de Vmc. est a fiscan-
yo da receita e da despeza, sendo essa repartilo
a que mais pode auxiliar-me no empenbo de equi-
librar urna cousa com outra, de modo a que nao
haja excesso entre o que se arrecadar de impostes
e a sua applicayo e distribiicao pelo serviyo pu-
blica, recommendo-lhe qae, era todas as vezes qae
Vmc. foi oavtdo e tiver de informar sobre des-
posas verifique a sua opportonidade, se pode oa
nao ser supprida embra auterisada por le, pois
absolutamente impossivel dar-se execac&o a todas
as autoriaacocs e mesmo verbas ainda oryamen-
tarias, estando no proprio oryamento de despezas
certas o dficit que precisamos a todo casto evitar.
Verifique, pois, no que he parecer, a natureza
do serviyo, su nao desses cujo adiamente para
quaodo melhorar o estado finauceiro posea preju-
dicar a interesse de ordem publica ou oppor em
barayos marcha regular da admioistraco, can-
vindo ainda que leve mais longe a economia, que
estude e proponha, dentro da le, quantas mediuas
os conhecimentos e tonga pratica de Vmc. lhe pos-
sam suggerir no louvavei intuito de diminuiyo de
desp-zas.
Sei qae n'este assampto ha mnita couaa que se
poder fazer smente com o auxilio do patriotismo
ds Assembla Provincial, em sua prxima reunio
ordinaria, mas at en to preciso nao se descui-
dar um momento do que pertence e pode ser feito
pela administrasen, preparndose os meios de, por
nossa vez, com medidas preparatorias, offerecermos
Asssembla as bases de ama rc-.i ,:anisayo fi
nanceira que possa habilitar a-provincia a cuidar
com a franqueza, que boje nao tem, por falta de
recursos pecuniarias, de seu desenvolvimento e pro-
gresso.
Do reconhecido selo d j Vmc, espero que pres-
tar a maior attenyao a estas recommendayes.
Ao mesmo. Sirva-se Vmc de informar de
quanto tem sido a despeza mensai com os empre-
ados da RepartiySo das Obras Publicas, nos l-
timos quatro mezes, inclusive o pessoal de conser-
vado e outras a cargo da mesma rrpartiyo, que
se fazem sem dependencia de autorisaya > expret-
sa desta Presidencia, por forya da lei oa dispjsi-
yes regalamenteres.
A junta classificadora do escravos do muni-
cipio do Recite.Em aviso circular de 6 de Abril
deste anuo, recommendou o Exm. Sr. Ministro da
Agricultura, Commercio e Obras Poolicas que es-
ta Presidencia provideaciasse para que o serviyo
da applicayo da 7* qnota do fundo de emancipa-
yao, estivesse concluido antes do eucerramento da
nova matricula de escravos a que se procedo, na
forma da lei n 3,270 de 28 de Setembro de 1885.
Tendo, porm, decorrido mais de seis meses,
depois que essa junta se reuni para camprimento
da circular de mea antecessor de 24 de Maio ul-
timo, sem que, ten ha sida apresen tado at agora a
classificayo dos escravos libertandos, a que alias
depende de ser ou nao approvada por esta Presi-
dencia, compre que Vinca, com urgencia remettam
copia da dita classificayo, einformem sobre o mo-
tivo da demora, attendendo a que a libertayo de-
pende ainda das diligencias recommendadas no
art. 31 do regalameato de 13 de Novembro de
1872 e art 4 do decreto n. 6,311 de 20 de Setem-
bro de 1876, e que restara apenas tres mezes para
tudo isto.
Ao engenheiro chefe da Repartiy2o das Obras
Publicas. Sendo de indeclinavel neceisidade,
para evitar dficit no corrente exercicio finaucei-
ro, diminuir e mesmo anpprimtr despezss ainda
quando autoriaadas ou com verbas oryamentariae,
pois est no oryamento o dficit sem os meios re-
gulares do suppril-o, recommoudo a Vmc qae
pelos modos ao sea alcance, realise as despezas
quantos cortes forem possiveis, euoprimindo as de
sua attribuiyao e propoado-me as qu dependerem
desta Presidencia, e ainda as da Assembla Le-
gislativa, para que sejam levadas ao conhecimen-
to dessa corporayo, em sua reunio do 1 de
Maryo.
Nao pode a provincia gastar com funceionalis-
mo e obras publicas mais do que comporta a sua
receita, da qual preciso ainda sabiiem os meios
de satisfazer os jaros e smortisayao da divida pas-
aiva.
Ninguem vive a supprir dficit com empresti-
mos.
O emprestimo meio extraordinario de receita,
e como tal s pde-se recorrer a elle em circams-
taucias tambem extraordinarias.
De sen zelo pelo serviyo pablieo e patriotismo
pela causa da provincia, espero o maior auxilio
neste empenbo da admioiatrayo.
Ao mesmo. -Cumpre qae Vmc. envi s este
Presidencia at o dia 31 de Janeiro vindouro, o
mas tardar, os 'datos necessarios confecyo do
relatorio que tenho de apresentar a Assembla
Legislativa Provincial na reunio do 1* de Maryo.
Mutatis mntfmdis ao engenheiro fiscal do
prolngameotv da estrada de ferro do Recife ao
8. Francisco e Caruar, Limoeiro, Caxan^," Olin-
da e Beberibe, Recite Drainage, Ribeiro Bo-
nito, Compannia de Beoeribe, Companhia Ferro
Carril, Locomotora Pernambucana, director das
Obras do Porto e Geraes, gerente da Companhia
Pernambucana, administrador do tbeatro Santa
Isabel, administrador dos Correios, fiscal da illa
minayo publica e fiscal do canal de Goyanna.
Ao engenheiro das'obras militares.Auto-
riso V. 8. a mandar fazer os reparas no canao de
esgoto e Utnna da fortaleza do Bruno, na impor-
tancia de 2905810, segundo o oryamento que
acompauli >u o seu officio n. 82 de 7 do corrente.
--Communicou-se ao commaodante das armas e a
Thesouraria de Fazenda.
Ao inspector de hygiene. Informe Vmc. so-
bre o pedido, aqui junto, de medicamentos ueces
sarios pharmaeia do presidio de Fernando de
Noronha.
Ao juiz de direito interino, presidente di jun-
ta de absteniente militar di comarca de Bom Jar-
dim. Declaro a Vmc em resposta ao seu offi ;io
de 16 do corrente, que. segando consta da infor
mayo do Dr. chefe de polica, de 22 deste mez,
sob n. 1,248, foram dadas as providencias no sen-
tido de que trata o citado officio.
Ao juiz de direito, presidente da junta revi
sora do aistaucnfo militar da enmarca de Palma-
res.* Declaro a Vmc, em resposta ao seu officio
de 10 do con ente, que o Dr. chefe de polica, em
officio n. 1,247 de 22 deste mez, participu-me ter-
se dirigido ao delegado de polica dessa comarca,
no sentido de que trata sea citado officio.
dem ao de Panellas.Decl ro a Vm\ em
resposta ao s< a officio de 6 do correte, que segaa
do consta de iuformayo do Dr. chefe de polica,
de 22 deste mez, sob n. 1249, foram dadas as
providencias no sentido de que trata o citado of-
ficio.
EXPEDIENTE DO SBCBETABIO
Ao coTimaudaute das armas.De ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, communico a
petiyo de Manoel Clementino Correia de Mello,
arrematante do servico da illamioayo publica de
Iguarass, sobre u qual iuformou esse Thesouro,
em officio de 18 do corrente, sob n. 318 :
Sim, recolhendo no Thesouro Provincial a im-
portancia da multa a que se refere o art. 184 do
Regulamento de 2 de Julho de 1879. a
Ao Dr. promotor publico da comarca de
Brejo. S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
ficou inteirado do assampto do officio de 18 do
corrente mez, e recommenda a V. S. que traasint-
ta a certido do sen exercicio.
A' Companhia Bahiana.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia ficou inteirado pelo officio
de boje, de que o vapor Caravcllas, entrado no dia
25 do corrente, da Baha e escalas, seguir para
os meamos portes a 30, s 4 horas da tarda.
Repartleo da Polica
SecySo 2.* N. 75.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 27 de Janeiro de
18S7.-Illra. e Exm. Sr.Participa a
V. Ese. que foram bontem reoolhidos
Casa de DetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do Io dUtric-
to da capital, Hiieodoro dos Santos Si-
queira, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do Rioife,
Alexandre Barreto e Idalina Maria da
CooceicSo, por offen-as moral publica.
A' ordem do de Santo Antonio, Gao-
deacio Francisco da Assumpcilo e Manoel
Francisco dos Santos, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto da Boa-
Vista, Manoel Luiz dos Anjos, por distur-
bios.
Por officio de 20 do corrente participou-
me o cidudSo Antonio Elias do Reg Dan-
tas, que por incommodos de saude, pas-
sou e exer jicio do cargo de delegado, do
termo de Taquaretinga, ao 1 supplente,
Manoel Florentino Bezerra Cavalcante.
Deus guarde a V. Exc. Ilim. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azeredo, muito
digno presidente da provincia. O dele-
gado encarregado do expediente, Salustia-
no Jos de Oliveira.
Thesouro Provincial
despachos do dia 27 de janeiro
de 1887
Francisco Antonio de Meira Lima, Felismina
Mara de Lemos Daarte e Alfonso Arthur Soares.
Deferido nos termos das nformayes.
Padre Antonio Graciano de A. Guarita. Defe
rido tomando se por termo a fianya o Acrecida.
Baltar Irmo & C Restitua ae.
Cantas do commando do corpo de polica, da
directora da Colonia Icabel, da irmaudade de N
S. do Bom Parto e 5 officios dos collectorcs de
Salgueiro e Flores.Approvados.
Antonio Jos Moreira e Joo Antonio de Al -
meida. Informe o Sr. Dr. administrador do Con-
sulado.
Padre Francisco Verissimo Bandeira.Oertifi-
que-ao.
1 Ierro el inda Brgida Canuto de Li oa, J. J. Al-
ves de Albaqaerque, Jos Paalo Botelbo e vigano
Augusto Franklin Moreira da Silva.Informe
o Sr. contador.
Loia Chaves 4 Irmo.Deferido, dando-se bai-
za na collecta do imposto sobre consnmmo de
agurdente com relacao ao 3 semestre do corrente
exercicio de 188687, nos termos do regulamento
de 9 de Desembro de 1853 e visto qae resulta da
iuformayo do col lector terem negociadlo suppli-
cante era o referido genero no l" semestre.
Manoel Jos da Silva Cabral.Ao Sr. thesou-
reiro para os devidos fins.
Contas das 249 a ?51 partes da loteras da San-
ta Casa.Haja vista o Sr. procurador fiscal.
Joo Candido Lima.Campra-se, rcgi.tre se e
fayam-se os devidos aasentamentos.
Browm s C.Nega-se provmeuto por nao pro
cederem as allegayes contra a sua incluso na 6a
diviso da classe n. 1; visto que foi remettida a
collecta do anno anterior e se nao provsr redueyao
na exteoso e desenvolvimento da industria dos re-
currentes.
Tbecdoro Christiansen.Dase provimento para
ser eliminado da collecta da classe n. 14, visto qae
prava e venficou-se pelo Consulado nao ser efive-
tivamente agente da companhia New-York Life
Insurance.
Antcnio do Carmo Ferreira.D-se provimento
para ser considerado na 1 diviso da classe n. 1,
da qual nao pode ser elimioando urna ve=es que
exrco a respectiva industria.
Brown & C, Theodoro Christiausen e Antonio
do Carmo Ferieira.Entregne-se pela porta.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 26 DE JANEIRO DE 1887
Mor-ira & C, Browns & C, do procu-
rador dos feitos, Elpidio Valeriano Perei
ra de Oliveira, Jo3o Antonio de Almeida
e Mello Vianna. -Informo a Ia seccao-
Manoel Luiz de Oliveira, Costa Campos
rfcC e Pinto 4 Santos.-A' Ia scelo
para os devidos fins.
Manoel Joaquim Gomes FerreiraDe
ferido, de aceordo com as infonnac-3 :s.
Gomes e Silva e Campos & Ferreira.
A' Ia seccao p .ra os devidos fins.
DIARIO DE FERAEiiiuCO
Itetrespecto poltico de liifi
POLTICA PARTICULAR DOS ESTADOS
EROPES
(Contmuacao)
Expulsos os pretendentes cora, mandou o
ministro da Ruerra eliminar dos quadros do exer-
cito lodos os principes oriundos das tamilias
que reinararn em Franca. Eram ellos, como
se sabe, o duque 'Aunale, o de Chartres, o
principe de Joinville, ele. mas a ordem minis-
V. Exc, em resposta ao seu officio n. 630 de 23, (erial attingiu tambem o principe de Murat. 0
do crreme, qae n'esta ata i autonaado o Arse-
nal de Guerra a satisfazer o pedido qu veio anoe-
zo ao citado officio.
Ao m-smo.De ordem do Exm. 8r. presi-
dente da, provincia,' restituo a V- Exc. o requer-
meo'o do 1 cirurgio do corpo de saude do exer
cito Dr. Francisco Jacinto Pereira di Mntta,
com a certido qne este solicitou, passada pela se-
cretaria do presidio de Fernando de Noronbo.
Ao Dr. Juiz do direito civel da comarca do
Recife.De ordem de 8. Exc. o Sr. presidente
da provincia, devolvo a V.'S. a carta rogatoria
espedida por case juizo s j istiyis de Portugal, a
requ'rimeuto do Dr. Antonio Joa Ferreira Alves,
p. ra itaco de Antonio Gouyalves de Aievt do.
Da refer-la rogatoria cons'.a o motivo porque
deixou do l Ao inspector do Thesouro Provincial. O
Ezm. Sr. presidente da provincia manda coumiu
moer a V. 8., para sen conbecimeto e devid s
ett'uitos, que h'-je ex irou o s-guinte despacho na
primeiro desses personagens julgoa-se preju-
dicado nos seus direitos de militar graduado,
e ingiu nesse senlido urna carta, em lermos
um tanto livres, ao presidente da Repblica.
Procedendo por tal modo, o duque d'Aumale
nao podia estar Iludido acerca los resultados
immedatos dessa deierrainaco. Desgostava-o
talvez a siluayao privilegiada era que a deferen-
cia goveruativa o collocara em relacao ao so-
brinho; quera sabir dessa posico esquerda, e
tanto mais incomtnoda daia-sc, quanto es-
lava servmuo de llieina a celias observages
maliciosas dos proprios partidarios da casa
d'Orleaus.
A ser assim, a carta do Sr. Grevy tere de certo

<
o effeito desejado : o decreto de expulsa ale
se demorou. 0 altivo duque foi unirse aos
seus, foi esperar uo estraugeiro que soasae
aquella hora decisiva de que fallara o minifesto
do conde de Pars. A mulher de Sganarcllo
gostava de apanhar pancadas, e era prestar-Iiie
pesstmo serviQO o impedir que o marido lhe ba-
tesse: o duque d'Aumale quiz ser pro3crp(, e
sem razao andana quera se lhe tivesse opposto
aos anhelos. Quanto aos seus direitos de ge-
neral, o ministro da guerra sustentou pcranle a
cmara dos deputados, era resposta a uma in-
terpellago, que os postos militares s dcrea
ser considerados propriedade inviolavel em re-
lago quelles que os adquiriram de cjafonni-
dade com a lei de 1831 Essa lei opp?-se for-
malmente a que alguem seja oflicial do exercito
francez, sem que haja sabido da escola Biililar
ou ganho a dignadade com a mochila s costas-
Ora, est provado que essas dina, clausulas
deixaram de ser observadas a respeito do duque
Aumale. Elle coraegou a sua carreira militar
como alferes, posto que lhe deram em 1837,
quando tinha apenas 15 annos de idade. Em
1838 foi!nomeado-tenente; aapito e comman-
dante de batalhao em 1838 ; teen te-coronel em
1840; coronel em 1841; general de brigafetem
1842 ; q, em fim, general de diviso em 1843,eom
a idado'de 21 annos!
Em ista disso, concluiu o ministro da gotera,
e a cmara deu-lbc razao, que as disposigoes
lgaos''\invocadas_peio duque d'Aumale e sem
amigos rratfpodiam favorecer aquelle em-favor
de quem se tinham flagrantemente violado.
A altitude do general Boulanger nesse inci-
dente con quislou-lhe os odios especiaes dos rea-
listas. Posto que a expulso do duque Uvesse
sido acto de todo o ministerio, foi o ministro da
guerra o alvo principal das vehementes censa-
ras da direila, no senado. Houvc um senador
desse grupo que retorquiu a uma phrase do gB-
neral Boulauger com oulra demasiado severa
O ministro julgou-sc gravemente offendldo, e
desceu da trbiuna sem terminar o seu discurso.
0 debate parlamentar deu ensejo a um duello
por cujo resultado se interessou vivamente a
populago parisiense, e que acabou com Bdici-
dade para ambos os contendores; principalmente
para o ministro da guerra. Este, effectiv amen-
te, grangeou novas e ardentes sympathias, va
augmentar-se-lhe de modo extraordinario a po-
pulandadu. De tal modo, que j nao fal-a quem
reccie, embra sem fundamento, que a denao-
cracia franceza venha de um momento para o
outro a suecumbir ao peso d'aquella grande nv
fluencia militar. E'o caso de dizer: galo es-
caldado at da agua fria tem medo, descnl-
pe-sernos o rifo.
Esperava-se que a expulso dos principes
trouxesse difficuldades Repblica, quer in-
ternas, quer externas. Nao vingou o mao agea-
ra. As eleicOes para a renovago parcial do
conselhos geraes pouco modicaram por esse
lado a situago anterior dos partidos, e portanto,
nao foram um desmentido ao triumpho que os
republicanos obtiveram as votagOes de 14 de
Fevereiro para preenchimento de alguns rugares
vagos na cmara dos deputados. ETverdade
que os jornaes inglezes, um tanto esquecidos de
caso de Carlos I e outros episodios da historia
patria, censuraram a lei da proacrtpgo. Has o
governo britannico seria incapaz d malquistar-
se com a -||publica por attengo ao3 principes
proscriptos. D. Quixote nao vio a luz as mar-
gens do Tamisa. A Inglaterra tora um espirilo
demasiadamente practico. O que ella desfija -
que a Franga lhe nao faga sombra no Egjpto,
nem em ponto algum dos mares extra-enropeus.
Ora o ministerio Freycinet nao se mostrava
preoecupado cora as conquistas martimas. Bas-
tara dissono seu programma -manter as ad-
quiridas, o que alias j nao era pouco, atiento o
estado pouco lisougeiro das inangas do pai* '
necessidade de muitas reformas de adminislra-
go interna. E n'esse sentido empregou o ga-
binete de 7 de Janeiro os mximos esforgos. Se
estes nao foram cordados do- xito desejado,
porque as condigOes parlamentares onocon-
sentiriam. Conseguio tornar leigo o ensiao pri-
mario, e oppoz-se enrgicamente a inufas-in-
U-ngoes menos acceitavois da volvel maforia da
caraara, taes como a suppressao da embaiaa
em Roma; tornoU geralmenlc applaudida a n
poIRica externa ; mas nao pode fazer vingar e
conjuncto de medidas econmicas e linanceiras-
que o Sr. Sadi Carnot, de aceordo com o pro-
gramma ministerial, havia apresentado no sen^
projecto de orgainento para 887. Foi," "real-
mente, na discusso d'esse projecto, difffcifnna
desde o comego, que o ministerio suecumbio.
Erraram os que o julgaram livre de-serios hi-
baragos, depois que o viram sabir rriumpfianle
das quesles acerca do Tonkin e Madagascar.
0 parlamentarismo tem isso do bom: 6 em
cierno productor do sorprezas e transformagoes
theatraos.
A extrema esquerda pedia a suppressao das
sui-prefoituras, e negava o crdito para manflS-
as. Oppoz-sc a isso o gabinete, que, todava,
pola bocea do ministro do interior c pela do pto-
prio presidente do conselho, compromallc^-se
nao s a estudar a queslo em tempo opporluao,
mas a rcsolvol-a oc confonoidaile co:n os dVse-
jos do partido radical,' na proporgo era que- o
pormitussem as necessidades adininistralis^as-
A medida da suppressao ora proposta em
principio de Doembro., 0 simples bom sea
cstava, portanto, ensillando que sena material-
mente impossivel cstarcm em 1." do Janeiro,
espago apenas de tres semanas,
.
I
i
suppnuda-
}
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JHkflBlBfl
feMHflMHldHhHMi
Diario de PernambcoScxta-
5^5
ancirJ de 1887
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iluras da Franca sem graorte iu inteiramen'e aa arterias caro'.idasaiv-
nuistrayo pnfchca. 0 snms-
Mrio estsro p**. no sea direito c enmpria una
alto jever oppemdo-se a .juo lhe negassem os
moios de ustitatagaode servico que s com mai
demora i r suppnraido ou passar pelas
modificacOes que a prudencia aconselhasse.
A extrema esquerda e a esquerda radical naff
attenderam a razo nenhuum. {'uimin-sc di-
reita que nao perde oecasio da contrariar a
administraco republicana, e derrotou e nuuU
lerio na votayao. Os eaquerdistas extremados
nunca sentiraui grande ropugaaucia por anas
uuioes fortuitas de que s os seus adversarios
naturaes tiram proveito. Mas se tae-s e tSo es-
tranhas alliancas podiam ser isentas de graves
cousequencias quando a direita constitmo urna
traegao relativamente insignilicante da cmara
dos deputados, n5o se d o mesmo boje que
esse grupo dispe. de um numero de votos supe-,
or, em mais de metade, quelle com que a ex-
trema esquerda pode contar. Pode-se, por cou-
seguiute. affirmar que nao toram os radicaes
que levaram o ministerio Freycinet a demittir-se.
Elies apenan concorreram para que os reaccio-
narios obtivessem mais urna victoria na cmara
Foi por certo a direita que supprnio os sub-
prefeiios e desorganisou o ministerio, como
ponco antes tinha querido desorganLsar a admi-
niatraco das fiuaacas, como pretenden desmo-
ralisur a auctoridade governativa na discusso
acerca da grvc de Vierzou. Esse procedimento
dos raonarcliislas absolutamente revoluciona-
rio, sem duvida, e indigno das suas pretcnces
a defender os interesses conservadores do paiz ;
mas conforme aos scus prejuizos e paixOes, e
isso Ibes basta : eslo al certo ponto no seu
papel. O que, porm, razoavelmenle nao se
pode comprehender, 0 que baja republicanos
canazes de auxiiial-os, s pelo pessimo gosto
de niostrarem a impotencia governamen'ai da
Repblica, como disse um dos orgaos mais acre-
ditados da imprensa franceza.
E' cerro que os radicaes se arrependoram im.
mediatamente da imprudencia, vendo-lhe as
consequencias. Quixeram emendar o erro que
osjornaes mais iususueitos Ibes censuraram
sem rebuco. Era, porm, tarde. O Sr. Frey-
cinet rucusou-se a connuar no poder, desde,
que nao podia mais contiar n'uraa maiona ca-
priebosa c sem cobeao.
Foi chamado o Sr. Floquet ao Elyseo. Apczar
das inslancias do Sr. Grevy, o presidente da
cmara dos depulados nao se quiz eucarregar
do governo. As circumstaucias eram difflcili-
mas, para que se encontrasse rpidamente um
organisador de gabinete como convirrha sita-
gao parlamentar.
A instancias do presidente da Repblica, do
presidente da cmara edo proprio Sr. Freycinet.
acceitou meritoriamente o Sr. Goblet a presi-
dencia do conselbo n'um ministerio em que li-
guram a maior parte dos ministros que compo-
aeram o anterior.
O programma do novo gabinete foi bem recc-
bido pela cmara. Ser sso urna garanta an-
tecipada da sua duracao ? Os precedentes nao
autonsam a pensal-o. E comtudo, romo dlsse
o Sr. Grevy, a estabiiidade ministerial mais ur-
gente necessidade da poltica franceza no mo-
mento actual.
(CoHium'a)
um
aa natrita
RECIPE, 28 DE JANKIRO DE 1887
Noticia do. Pacifico, e sal do
imperio
Pelos piquetes nacional Espirito-Santo e ine-
riciao AUlanfa tivemos as seguintes noticias do
\sul. ear que constara das rubricas Parte Oficial
e Interior :
\ l'.n'iOro
Datas de jornaes al 4 e telegraphica ar 21
de Janeiro :
Por telegramma de Iqu;que, com a data de 1,
sabiam-ae as seguintes noticias d > Eqaador :
Fora frito prisioneiro Va'gas Turres, qte era
um dos principies chefe da revolucio. Oitenta
borneas da orea da governo derrotaram eento e
setenta guerrilheima no rio Livon, na fronteira do
Equador, coa a Colombia, havendo de ambos os
ladea varios morios e fondos.
O presidente Ccerea ordenara o feehamento de
todos os partos do Per ans navios precedentes de
lagares infectados pelo cholera.
Fui promulgada urna le declarando nullos to-
dos os actos internes dos governos de Pirola o de
Iglesia.
O intendente de Valparaso dirigi ao decano
Jo corpa consular a seguate nota, datada de 2 do
torrente.
* Para (vitar falsos ncios e aa funestasconse-
qnenciaa eoxinerciaea que pidem dar-se nesta ci-
dade e em paizes estrangriroa, por causa do ap-
parecimento do chotera-uiorbus enrama provincia
lougin jua, parece-me conveniente levar ao oonhe
cimento de V. S. que esta intendencia reaolveu
mostrar a qaem quer que seja os te'egrarati as of-
ficaes que recebur sobro a dita epidemia, nicos
que podem merecer inteiro crdito a servir de ba-
se aos Srs. cnsules para as medidas que deVam
tomar na eepbera das suas attribuicoes.
Ficai-lne-hia, portanto, agradeeid se pedis-
te nos Srs. cnsules qua vle*seai a mnha repar-
ticao para coavencer se da realdade das cousas
antes de tomaren qualqu-'r resolucao, princpal-
snente no tocants transmisaao a outros pases de
noticias referent- s epidemia. Estimara que esta
nota fosse levada ao conhecnbento do corpo con-
sular de Valparaso >.
Os mdicos q'>e o governo chileno man iou para
S. Felippe informaran] o seguinte sobre a orgem
do apparecimento do cholera all.
Os habitantes das localidades onie ten havido
casos da epidemia, sao acoordes em affirmar que
desde 20 do m vamente pjr all alguns argentinos. Na mesrai oc-
easiao chegou a Santa Mara, acompanhado por
qnatro povs chilenos, um argentino chamado Eloy
ronzales, que lo bem se'occaltou all, que a au-
teridade nao pode oar com elle, apezar le serem
para iito varejadas algumas casas, onde se sus-
peitava que podara estar. Accresceotam al^uni
informantes que a primeira p^ssoa que doeceu
da epidemia foi um doi referidos pede*, norm ou-
tros contestan este facto. O qu parece mais c-r-
to que o germen da m.l'stia foi trnusroittido pe-
ia bagagem dos inencionados viajant-s. Sej co
' tao ir, to qae ni> resta duvida que o pninei-
ro caso verificado da molestia deu-se no da 25 do
passdo, as 8 horas da imite, e o doente foi um
peno de nome Jeronymo Alvares, o qal, depoi d>-
tor bebido agurdente, foi accommettido de voini
tos, cambra* no ertomago, nos bracis e as per-
as e de urna diarrha serosa abundantsima. Fo-
ac restabelecendo pouco a pouco e hoje parece es-
tar livre de perico. De ento em diante foi aug-
mentando o numero dos accommettidos e morre-
ran alguns .
__Ka corte foi publicado este teleg-amtna :
Valparaso, 21 de Janeiro.Consta que o cho-
lera fez a sua apparicSi m Santiago, onde fede-
rara hontsm 12 casos e 6 bitos.
Ka provincia de Aconcagja, ofligello confnas
a lavrar com grande iutensidade, elevndose a
64 o numero dos bitos em S. Phllippe, as ulti-
mas 14 horas.
H. Paulo
Batas at 21 de Janeiro :
- O Dr cliefe d polica prosegue as diligen-
cias para de cubrir o autor do assassinato de ras-
Mi di Ptta.
Gontinuou no da 19 o interrogatorio dos indi-
viduos a que nos referimos hornero.
Do auto de eorpo de delicio proced'do no cada-
ver consta a seguinte descripeodo f.nuaonto ;
Largas, iucode eontinuidaie de 7 centmetros,
direccao obbqua, de cima para baixa e detras pa-
ra adiaate, na refcio lateral direita do oessoco.
J/si faita por insuumebto cortante e perfurante,
ex.ttm a viia Jmrnlar corrcpinfi-nte
0 bjrzea l ateraes"rlirita na qa.irt** q-ainta ver-
tebras cervcaea, e devia ter produziio hemirrha-
4a fulminante.
Segu se pois de tudo sso qae.provavslmaute %
victima foi ferrda pelas costa, p*n pe'3 trajsoto
la arm*, pateco que o assassioo nao ataeou-a de
trente. ...
Poram detidosante- boiriem mais trez ndividaos
italiano para iHWrigiwKOds; que foran encontr-
is* eurtm:i vnda a-ridos Bamb i
jus iW'es aiti-rcatam de taca om p inho oa
trWiue tsbsusart-i-'intnto n* mi direita,
p,dert**-ce'.u! i, um* dr5*,.outia da
nutra de 1 "* P"^'"* pingoa
wifigde saugue.
Bjtascadula v'io MraubmeMids a crasasrcSi
mico pelomsst&osd4(aieu*.o Oh. Os*-C.r
nucir.
__ Di fauna escreye um correspondonte do
Diario de Sorocaba :
O Sr. Joeas da Almeida. Camargo tai pronun-
ciad > na art. 193, combinado con o- avfc-34 do co
digo criminal, como autor da tentativa de homic-
dia contra o capitio Joaquic Jos de Almeida,
ten Jo sido a sentenoa proferida em grande reenr-
str, pilo joiz de direilo di comarc, Dr. Pedro Ma-
rianni Jnior .
En Tatuhy fallecen o capit 10 Mano-l iheo
loro *J Carnario e Ssnsa, estlmadj jidadao a
quera cssa localidade deve multo e apartantes
servcos.
rio de Janeiro
Datos at 22 de Janeiro :
Conitmn rs noticias d carta do nasso corres-
pmdentepubTcarr.i na robrica Interior :
__Notiei-i a .Etwncio do Campo) n seu n :-
mero de 18 do cerrante:
Consta-nos quena n*>ite de sexla-feira para
sabbado nltimo, a 1 twra da madrugad, den-se
um incendiotisb taaanda da Abbadi-, Manti-
quera e mais outra do fallecido Sr. Dr. Povoa.
Felizmente os prejaisos rrio foram rooito
grandes porqaa logo que f i presentido o fogo, as
pessoasqaa ae acbavam as faaeadas apagaram
n'o. dusta-nos mais queaesst m'sma hora, j-
ram vistos dous individuos a alio, que fugiam
proeipitadameute. .
Este ultimo fa'to, reunid i a circunstancia de
sejiar o incendio em ponto divers-js de quatrofa-
zondas visinhas, faz acreditar que e trata de um
c. im-i ou, antes de um projecto sinisUo de se a-
condarem as fazeodas.
Aiod h pou;o ardiam ob cannaviaes da la-
zonda do Sr. Francisco Pmheiro e do Sr. Harao
de Miranda. H je neendiaram-sa quatro faaendas.
Onde r acabar isto o quil ser o intento dos cri-
minosos ? ,
A' p-Jiea qi: competo QriUM deseesfae
toe e prender os incendiarios3e que 03 hi. co-
mo aos parece .
- Lemos no Jornal do Commercio de 21:
Hmtcm, pjueodepois das t horas da. tarde
deu-se no cats l'haroux urna lam-ntavel oecur-
reaeia. ,
c Travou-se entre paisanos e rnuiutaeiros da
corveta russa Rynda, grande co. fleto, qt>8 njo
pole s r i vitado por cama da deficiencia do
peasocl de nossa polica.
O tacto ce to narrado do seguinte modo :
Alguns marinheiros rusios vianaaa da praia
de Sana Luzia conduaido um dos seus cora
nheiros, que estava muito embriagado.
Acompanhavara-nos, com grande risota varias
pessoas do povo. O prestito cr* to grande que
pareca urna procissao.. Aasim vierum at wo
eaes Pharour prximo ao das Marinhas.
. All do s piuanaa Manoel R.drigues doli-
veira e Antonio L'iis, vltercarain com um mari
n-ro russo e um delles atrou um* p^dra sobre
este que cahio fendo. A praca do corpo mi.itir
de poliea Paulo Adriano Moreira de Carvalho
que rontfavn a ess-Pbarour intvrveio na luta e
foi ferido na test*.
A mnssia do pevo era c ida vez maior.
Nesta oecasio desemharcaram de um bita e
de urna pequea lancha, atracados no ca,-a I ha-
roux, ulgun marinhoros russos o.ue estavam
espera dos seus coicpanbeiros e qua vendo um
destet ferido, ar nwam-se di sroques e remos e
o investiram sobre o povo.
Travou-se ento a VciJ'deira luta entre os
marinheiros e paisanos, alguus dos quaes trepan-
do sobre pilhas dn tijollcs, com estes aggrediram
os seus adversarios.
A prica ferida Paulo da Carvalho, com.
oof ro que acadiu, nao poderam, impedir o con-
flicto.
a Aos apitos de soccorro compareccram os
alferes >"ouza e Octaviano, commaudantea da a'
e 3 estacn policiaes, com os contingentes de
pracas que tinnam as estacoes. Tarde chegarm
porera. conflioto j4 tiuh cessado di-us mari-
nheiros estavam gravemente teridos.
Informaiam nos que alguns marinheiros foram
feridos a navalhadas poi capoeiras, que costumam
reunir se no caes Pharoux. .
m Manoel Rodrigues de Oliveira e Antonio bniz
acensado de serem os iniciadores do conflicto,
foram presos e reco hidos 3 estaco polc.al.
. A praca da oarpj de polica foi recoihida ao
hospital do seu quartel.
Pr ordem do Sr. coasul da Russia, que c. m-
parectu depois no lugar do conflicto, foram
os marinhei.-os feridos tranportados para bordo.
ola
Datas at 25 de Janeiro:
As noticias sao destituidas de interesse maior.
Lemos nu Diario de Noticias :
Apresentou-sa bontem ao Sr. Dr. chefe de
polica um individuo de nome Manoel Caetanode
Mello. .
facto que ests homem relata sendo veraa-
deirodenoU tal perver=ao de aentimeotos da
parte de quem o praticou, que nao temos palavraa
bastante incipivaa e decentes para noticial-o.
. Diz o paciente que no di 7 do mes prximo
passado n treguezia do Nova Boipeba e na fa-
zeada Serr, foi brbaramente surrado por ordem
do Sr. Francisco Athanazio Gomes, que nao sa-
tibfeito com sso mandn praticar no paciente urna
infamia, que a penna recusa-se a d^screver.
Segundo o queixoso a causa de tamanha bar-
baridade foi pretender elle casar-se com urna mu-
Ihcr, que j foi escravisada daquella faseda.
Parante aquella autoridad procederam os
mdicos da policia ao corpo de deiieto no otfen-
diio.
. To grave o tacto de qus temos noticia, que
dispensamo-nos de para eile chamar a attencao
das competentes autoridades.
Se ritme
Datas ato 16 de Janeiro :
Assumio o ejercicio do cargo de inspector da
Alfandtga, o Sr. Paulilio Fernandas Barros.
Na cidade de Lirangeiras eomecoua publi-
car-Be urna gaaeta hebdomadaria com o titulo de
O Laiangeirente.\
__Fallecen na cidade de Maroim o alteres hono-
rario do exercito Joan Bnpista da Rjcha Banha.
Alagoaa
- Datas al 26 de Janeiro:
Nada rtferem as folhas que mereca menco.
vapor que d.'aqu' parti levaud) os soccorfos man-
dados pelo governo.
Asaim, esperiva-se queco.Titas soccorro, e di-
minnii* js> a ro lior forc* da molestia, faeiI seria
eztinguil-a, e nvsrao poder-se-hia, sanio evitar a
sua propagaclo a outros lugares, enfraquecer o
seu desenvolvmeaf.0 por meiodo providencias ade
quadas. Mas o tslegramma do Paiu tira-nos estas
llusoes. O governo neohuma noticia recebes, ou
se receben nao as tem publicado, como eos turna
O estado sanitario nesta capital e no laiareto con-
tina a sr boa. ^
__ O riufl p^r aqu hi de mais curioso e tem
chamada a *;'oneA sen lo visto com gosto por
una o o* p.'sir p r outroa. urna polmica trava-
da ns*npren*aiairr) os Srs. seadjrAffonsoCelso
e dpoU-|ri Ces-irio Altfim, Jizendo-se cada um
{l II.JI|WjT*l""'i*' P'v ",ut'''- No i hi quem ignore,
jfaj Mf jolieai.i aorb.s, a'estreita amissMIquo
INTERIOR
Crre.ponde*icia do Otario ue
ivrniinbuco
RIO DEJANtilKU Cobtk, 21 de Ja-
neiru de 1887
Scmmabio:Not.cias de MattoOroeso. Recru-
descimento do cho'era em Curunli,
segundo telegramma para o Pait
Os Srs. Alfonso Celso e Cesario Al-
vim. Polmica em que ambos se
acham ejnpeotiidos. Couceit acerca do outro.Recurdaeao le um
tacto passado ha dez auno.Expli-
cacfto da Sr. Celso Sobre interpelut-
co do Sr. Cesario Alvira em'lo77.
Kemocio do juiz de direito de Ubi e
incidente que se lhe"aeguio. Nov
discussio entre aquelles i bre o mes-
mo incidente. O destino nulo e
ceg e urna obra de miser'ourdi,
segundo ot don contendores.Ques-
tdeS r-lativas Cmara Municipal.
A satisfncio com que aqu foi recebidar a noticia
por telegramma de Montevideo, a que me r ifen na
anterior, de' haver cessado o cholera em Matto-
(Jroaso, acaba d ser destito por outro telegrm-
ma de Asaumpcao publtc tizando que oi >gj' recrudecer novamente em
Curumba. As aoi9 as ufHciaes mais recentes que
d'aili temos sao de 16 do passado, e segunda ellas
a epidemia dscreseia, pareceado extinguir-se, pois
de 14 casos de bitos, por ola, havia baixado gra-
dualmente a tros, o um nenhnm cutro panto da
provincia se baria o mal manifeatalo.
At aquella dato anda nao havi* 14 chagado o
r desda ougjuanos (guindo putsapn
eir>. vwt-viorwsrioeware na lefislaaBra de IBCt,
com d 'putados pe provincia de Minas, jA eram
amigos, e da famlaridade que reinava entre ellos,
pode-s f-*' '^l P,r e-itas-palavras com qu o
mesrai Sr. Affouao Celsa o-imeca o seu primeiro
artigo :
Ho'ivo temP> n,' v*' 'flu5cj c"n 1ua r,r'
(asarlo Alvim fin* va-ge de inimidad oommigo,
t5o eatrerta, qO". a8 annun ponta dw ps todos os recantog d* minha e*sa, e
nimhum papel ee*Pav a bnlicu curiosidade,
bem onheeids de qasntos teem fortuna de pri-
var co-n S. Exc.
De serca de qoatro annos a esta parte quebron-
se essa iatimidade; e o Sr. Cesario Alvim, quando
tinK* de apparPcer na impiensa, para resrwnoer
n slgruma censura ou allusao que lhe era futa nos
jornae de ca provincia oa ira assembl provia-
ffat, nao dexva de atirar asiniiRC.is, quo nem
t)dos porcebiam, mis que o Sr. Alfonso Celso to-
mava cimo sobres?riptades a.si, coaformiagnra
declara. Entretanto, teaio se dado duiseleicois
snnatoraes durante osse pei(ro, o Sr. Aff.mso
Clso, rrtervind) tn organisaeo da resp'ctivas
chapas do lado libaml, nefaria ou consenta que
nellas fosse incluido o nome di 8r. Cosario Alvim.
Oltimamente, porm, oincilindo a remocn di
irmao do Sr. Alvim, de juis dedreiti de Uoa,
sede do diatricto que elle representa, pira a ca-
marn de Ssuta Brbsra, d) entrama supirior
na mesma provincia, com no artiguetes anony-
m-is publicados na Gazeta de Noticia, vals o mes-
mo Sr. A'vim imiren.a, acea: em ir, para di-
zer que, tendo um genro do Sr. Affmso Celso se
conf^ssado. em nma roda de amigos, autor de tass
artigo, o q'ae elle Alvim j.i sabii, usaim eoma que
todos os outro anteriores em que fora flagelado
subirn! di casa do Sr. eenad >r, a quem deve ex-
c!nvatnvute as iujurias qun se lhe tem tirado ;
dedarava que isto rjSi lhe aiitcrfa o ammi, acoi-
tumado cimo est* a bVer-se a neito d'seoberto,
e nem ti'm modo di mais qae vier e t*n bdi pro
mettido, | rincipalmento sabendo com-qnem tem
de haver-se; elle que nai couhece o caminho qu-^
leva as altas p.sicoos por mi das "yrgiversi-
C9S, das p "rfidiiis, das ia?ohrencia', das hunsi
Iha^Ses e t das deshon'sti-lades, quer bater se as
claras, pois nao teme cnontroa na imprensa.
Qaem cinhcce o Sr. Aftanso CeU >, saba qnc elle
n3i 6 hornera qn se faca rogar para aceitar par-
tida des'a ordem. Acndio no dia seguinte im-
prensa e paz-sea dipogijaodj Sr. Alvim, promoto
para a luta, com a prOTissa deque nSa insultara
o sen adversario, porque afina! nao teem codos
a mesura 'ndole e edu3aca.
Fb o Sr. Cesario AUim, cimo devia ser, o pri-
meiro atacar. No s?u artigo, todo rechoiado de
allus"s ferinas ao ssu conrendoi, que elle classi-
tica entre os estadistas do segundo reinado que
mais on menos se resumera em ter os olhoi e as
roaos supplices para o imperador, e ps sobre o
largo hombro popular, pisando e senlo pisados,
destaca-se-uma parte interessante. Nella o Sr.
Alvim p-ncurav* averiguarqual o papel qne o Sr.
Affinto Celso reservn se na famosa interpellacao
popelinas na sessao de 1877.
Nao foi S. Erc*!nterrogiva ello, qunm em um
da3 primeiros das de Julho de 1877, do posse do
instrumenta de contracto em commandta do r-r.
BarSo de Cotegip?, fornecida por seu socio Anto-
nio Januario da Silva, confereoto da Alfandega,
Dedio-me para ir sua casa, ra do Cattete n.
179 A, e ahi, em nome do partido liberal, lancado
tora da le em todo o imperio, commetteu-rae a ta-
refa, entregando-me tal documento, de arriscar-
me aos perigos e agruras da batalha que offa-
reci ?
Nao declarou-me S. Exc. ao. lembiar-lhe eu a
sua maior autoridade e aptidoes de tribuna para a
refrega, que o nao fuza por seu estado de saude
(era realmente mo), que o obrigiva a partir no
da seguinte para S. Paula, o que fes real
mente T *
Antes de responder a ess-s don quesitos, o Sr.
Alfonso Celso espraia se em urna serie de conside-
raciies um tonto malignas para chegar a este di-
lema :ou a decantada interpellacao foi um scr-
vico ao partido liberal, um acto de civism, um
asgo de heroicidade ou nao.
Na prmeira hypothese, visto que quem as-
signou, instigou ou mandou formutal-a, quaesquer
que foisamos movis que o iuspirassem, nao lhe
fes mal e antes preatou-lbe um grande servico pro-
porcionando-lhe ensejo de recommendar-se aos
civos e vindoum) tanto mais que a mesmo Sr.
Alvim ha 9 annos nao cessa de recordar esse acto
e engrandeel-o, como o mais brilhante de sua
vida tao no'.avel, proclamando a todos os ventos
que foi a sua interpellacao que derribou o ministe-
rio Casias e a aituacao conservadora o abri as
partas dn poder ao seu partido.
o Si fui o investigado-, observa o Sr. Celso, o
conselheire ou maudante do Sr. Alvim, S. Exc.
um ingrato para commigo. A revolta de fausto
contra Mephistopbeles, que o arrasta a perdicao,
comprehende-se; mas a de um jovem Telemaco
para com o sabio Mentor, que o condus a immor-
talidade, nao.
Considerada a segunda hypothese, isto : si a
intcrpellaclo nao foi um servioo importante, mas
simplesmente um aggravo pessoal, a que o Sr.
Celso mstigou o Sr. Alvim por medo ae facel-o,
como agora este inculca, realmente um tal pro-
cedimento foi mais que condemnavl, toKvil, torpe,
miseravel ; mas, pergunta o Sr. Alfonso Celan, o
do Sr. Cesario Alvim o que toi ento ?Perverso,
ou tolo.
< Perverso, contina alie, porque o quem agri-
de por conta aibea; telo porque, sem cogitar no
alcance do acto que lhe encommeudaram, na ret-
pousabilidade que a assumir, acceitou-a, sacrifi
cnudo-se. S
Mas o Sr. Alvim d'aquelles homens supe-
riores de quem se pode diacr quenunca foram
enancas : easceu j experto:
Pasaando aos quesitos do questionario, responde
o J'r. Affooso Celso negativamente ao primeiro ; e,
expiicaudo os f.tctos e restabelecendo a verdade diz:
\ npposioao lio -ral da cmara dos deputados
em 1877 foi das mais activas e enrgicas que o
paiz tem visto ; do grupa que a constitua nao era
o Sr. Alvim dos mais assiduos na tribuua.
< Ji em meiados da sessSo, ab rta desde Ja-
neiro, nos ltimos das de Junho ou primeiros de
Julho, sabendo S. Exc. que eo pretenda fater
urna exeursao i proviucU de S. Paulo, disse-me
na bancada : vais to ausentar, e, portauto, nao
tomars parte na discusso s por algum tempo;
d-ine os ap-utamentos que ti veres ; preciso fallar
mais, para nao descontentar os patricios.
< Emprazei-o para miaba residencia, oude efec-
tivamente o Sr. Cesarlo, examinando papis e
notas, tomava as suas.
Entre esses papis encontrava se ama expo-
sicao do Sr- Antonio Januario da Silva, acompa-
nbada do contracto social da casa Mass & C.
Aquelte senhor m'os levara, pediudo-me que com
elies jogasse, disentindo urna suspensa e posterior
demisou de c oufereoto da Afaniega da corte.
Inteirado do contedo desses documentos, e
aviatando-me novamente com o Sr. Antonio Ja-
uuano convideio-o a ir buscal-os, declaraodo-lhe
nao acceitar a misoo de que quera eacarregar-
rae e dando-lhe conselbos que nao ouvio.
Nao quiz pretr-me a abrir debate na tri-
buua da cmara, como nunca o institu em parte
alguma, sobre assumpto de Vida privada, do que,
na oecasio, tiveraa noticia varias pessoas, por
queixa do dumt'ido, que. baseando-se em relaco -s
de eurtesia contrahidas desde 1863, em cas de
amigo c-unmum. snppuoba-se com direife a ver por
mim esposada os seu reaeotimeotos.
Jmgaodo sem fundamento os ineus escrpulos
e admiran Jo-se de qde nao me quizease servir de
taes armas, o Sr. Alvim declarou-se prompto para
manejal-as, se Ih'as fornecesse.
R.-torqui -lhei nlo posso; este* papis per-
tencem a 'ulano, qn m'os confiou; pode vir bus-
ca! os qualquer da, para o que convidei-o, e t
elle devo entregal-oe. Se qaiieret, procura-o e
pede-lh'o*.
< D.usdu tres das depois, apparecen-me o
Sr. Antonio Januario, a quera restitu os docu-
mentos.
So de auaj raaos, directamente, ou por m'er-
meo de terceiros, passaram is do Sr. Alvim en
o ignoro.
Part para S. Paulo, nos primeiros das de
Julhi. e durante minha usencia te ve lugar a in
terpellaco.
Eis'o que succedeu entre mim eoSr. Cesario,
acercada contracto Nass, e S. Exc. annos de-
pois nverten, alias contra suas prmeiras declara
co s, reclamando para si exclusivamente a inicia-
tiva e a gloria do commettimento.
Nossa entrevista nio teve testem'Jnhas, e.
portanto, dir S. Exc. qu minha ualavra oppoo
a oua.
Ao segundo quesito responde o Sr. Celso qutf
falso qu'i elle tivesse allegado ranlastiaj pois 'que
o motivo da viagem a S. Pauto- foi lavar s-aa i s
posa aviaitar a saa familia) e* ausistir, pedia:-
de asHui ;o, iiiaugumeaa ofc e*t-^d* riel flrro
do Unte.
Aiutr-a 3' quesito, gui)>'U'Sr. Alvtinapur-
gunta se nao exacto que, regresando de sua
exiurto, deu-lhe o Sr. Celso o apaio .de sua res-
ponoabilidade, respoade este qu sim-nis termos
que Iba psreoeram justos e convanrente^, e que,
tendo aesignado com os compaoheiros da me no
n i, a raoco presentada na sessao de 20 de Ju
Iho, moetruunSo ter futido a responsabilidade do
faeu>.
Pretenda 8. Ere, interroga por sua ves o
Sr. A. Celso, qi" compartisse fambem a de bos
palavras e do modo orno collucou a questo?
Esia ninguem a quiz, nem o propria Cyriucu que
chamon em sen auxilio, porque o Ilustrado Sr
Silveira Martins comecou o aeu discurso, dizen-
do:
a O meu distincto ca^relgirraario, que fez a in-
terpellacao, rrSo ple responder aonobre ministro,
p;la estado de fadig era que se aeh, e pidi me
para a-H stituil o. Na. recuno ao meu- Ilustre
amigo e minha causa poltica servico tia insig-
nificante ; veaho em seu auxilio.
Eu creio no quo diso mbre ministro: ndo
divido da una probidade individual.
(O gripho da Sr. A. Celso)
Quando era esperada a replica da Sr. Alvim,
dr.n-se um incidente que veio deslocar a questo
da terreno em qoe se chava enllocada e em que
tora de continuar. O mencionado genra di Sr.
Affmsa Celsa, o Sr. Mosquita Baaros, formado em
ngeriharin, segnini-a eom a familia diiqui para
TTb, em cujo municipio resid e tem pronnedidc,
aa apoiar-sc na cidade e dirigndo -sa paca cas,
encantrou-se na ra com o mano do Sr. Alvim'
jniz roraovido. Trocaram palavras, e descarre
tran lo aqulle sobre e3te a sua bengala qus dila-
cerou-se prmeira pancada, forarn se As roa os ;
mas intervieram amigos que os separaran!.
O Sr. Cesario Alvim que 14 e?ti na faz o Ja te-
legraphau !o'a Gazea de Noticias, cmmunican
d i o grave attentado; e o Sr.. Mesquita telegra-
ph >u ao Sr. s.-u sogro que levou a imprensa o
caso, v amo lhe era referido.
Agora esto a liquidar quera foi o aggrnssor, o
qual dos telegrammas eontm a verdade ; do pir-
te A part* repetem-se os artigoa, citando-se tea
tcmnuhas e aoresentandoje cartas de pessoas
presentes que pauco ou nada adiantam.
No correr des9a nova discussa cada um fas,
As vezes, o sen desrio, mettenlo Batera um pou-
co ostranhi; e aasim que o Sr. Cesario A'viin,
ufana se d i ter fiualm inte arraocado a masca-
ra ao Sr. Affanso Celso, e por seo reputa-so opi-
rario de urna obra de miseiioJrdi* q\i aproveita
r a quintos o destina cago e tnAo leve a tratar
com o Sr. senador, a
Responlo o Sr. Celso, dizando qno toma nata
destas palavras, a que oppirtuniincutedar otra
co, aereditand i, porm, que as expressoe;destino
ceg e mosnggeri-aa ao seu detractar a l-m-
branca da infeliz lamilia Dupoy, que teve a d s-
dita dft encontrar os Srs. Alvim em seu caminbo
e enlutarla boje pelo suicidio, cuja causa con vera
a S. Exc. explicar : deslinaad essa lgubre his-
toria, verificar o publico quem o verdadeiro
operario da tal obra de miseriordia. a
Transcrevo todos os tr.-chos que ah (icara, al r.i-
gando-me talve* de mais, para que o leitor pasea
por si mesmo fichar a raziocom qne eu na ati-
noporque o Sr. Cesario Alvim quer agora ave
riguar, nos t;rmos em qu expoe, e tornar piten
te a resDonsabilidade do Sr. Alfonso Crlso em urna
questo de dez annos passados, e quando elle Al-
vim declara que nSo est a-rep -ndido do que tez.
Por mim, espero anda o que tem da vir.
Anda nSo terininaram as questoes suscita-
das proposito da ultima eteco municipal. Sb
to curiosos os incalentes que se tera dado que,
para nao exceder os limites qus o mea estado de
saude presentemente me impoj, deixo para outra
oecasio. Apenas dir-lhes hei por agora qne nao
obstaste a ultima deciso do pider judiciario, nao
se pode considerar a mesma Cmara definiti -a-
mente constituida, por acharera-se anda penden-
tes'dous recursos, um interposto perante o juiz do
distrcto, e outro perante o governo.
HfiViSTA DIARIA
2a CO Pernamburano-H ntem eata asaocia-
co commemoruu o 25 annivergario da sua crea-
cao e o 233 anuiv; rsario da Regtauraco Pernam-
bucana sob a dominio p rtnguez e expulao dos
hollandeses.
Estiveram presentes S. Exc. Rvdm. oSr. bispo
diocesano, S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
S.Exc. o Sr. brigadero coinmandante das armas,
diversos cnsules estrangeiros, alguns chefe de
repartico e muitas pessoas gradas, entre ue quaes
diversas senhoras.
A salla da* sessoes do Iustituto estava vistosa-
mente decorada para o acto, que fez as honras
militares o 2o batalho de infantera.
A' 1 hora da tarde o Exm. Sr. conselbeiro Pinto
Jnior, presidente do Instituto proferto o discurso
inaugural da festa. declarando aborta a sessao
magna commemorativa.
Seguio-se-lhe na tribuna o 1 secretario Dr.
lv.'gi-era Costa, que lea um bem elaborado relato-
no ; e logo depois coube apalavraao orador do In-
stituto, o Sr. Dr. Miximiano Lopes Machado, que,
n'um extenso e interessante discuiso, depois de
comprimentar o auditorio e memorar as datas
festejadas,'fez os elogios historeos dos socios falle-
cidos no anuo socia .
Fallaram mais osSrs: Di. Jos Isidoro Martins
J inior por parte do Conselho Superior da Socie-
dade Propagadora da Instrucco; Dr. Paulo Jos
de Oliveira, por paite do Conselho Director da
Propagadora do Poco da Panella; D. Anna de
Oliveira, par parte do ( lub Litterario Pinto
Jnior; Lindolpho Campello, por parte da Asso-
ciacio dos Empreg idos Pblicos Provinciaes e Dr.
Virginio Marques Carnero Leo, por parte do
C mselho Director da Sociedade Propagadora da
Iuitrucco Publica da Boa Vista.
Termiaou a sessao s 3 >/2 lloras da tarde, e
acto continuo foram os convidados examinar a
bibliotheca e o museu do Instituto, onde existem
documentos e curiosidades histricas digna* de
prego,
A' noite esteve a s Je do Iustituto Iluminada
externa e internamente, e para all ffl:io grande
nnmero de visitantes.
Tocaram as bandas de msica do 2o batalbo de
infantaria e a do O>rpo de Polica.
Ueaembarsailor Oliveira tnilraile
Embarca hoje para o Cear no paquete Espirito
Santo, o Sr. dse noargador Jonquim Jos de Oh
vera AndVade, ltimamente nomeado para a Re-
laco de Fortaleza, oude vai tomar assento.
Magistrado intelligente e die nquebrantavel bo-
neatidade, o Sr. desembargador Oliveira Andrade,
be de manter n'aquelle Tribunal oa foros que tem
conquistado pelo sea trabalho.
Deiejimos ihe prosp-ra viagrm.
nxiiiuio don profensoren de Per
nambuciiProeedendo-se bontem eleico dos
membros do conselbo administrativo desta socie-
dade, foram eleitos :
PresidenteRicardo Fonseca de Medeiros (re-
eleito).
Vice-presdente- Joo Landelino Dornellas C-
mara.
I secretarioAntonio Vieira de Barros.
2. secretario Intonio Jovino da Fonseca (re-
eleito).
ThesooreiroManoel Roberto de Carvalho Gui-
mares (reeleito).
ProcuradorBenjamim C. da Cunha Salles.
OradorTranquillino da ('ros Rbeiro.
Contelaeiroa :
Man .el Antonio da Albuquerqua Machado, F-
lii de Valois Correia, Simplicio da i rus Ribeiro,
Uemmiao Joaqnim de Miranda, Liberato Tibur
tino da Bicha Pitta, Adolpho Silvino Baudel e
Jos Firmmo Ribeiro.
Cuaapaabla Ptjenlx Pernambuca-
aaAuiauhi, ao moio da, essa Companhia re-
cebe propMtos em cartas fechadas e por inte-
> d -i corrector geral, para a venia de 10 de
so a a ae;'"
Locitmarora Pernamburana-A' ma
Visconde de Itaparica n. 7t amanh pelas 11 horas
do dia, reunem se os uccionistaa da Companhia
Locomotora Pernambucana, para o fim de, em as-
sembl geral, elegerem a commisso fiscal e ou-
virem a leitura do relatorio o parecer da supra-
dita cammisso.
Corpo SaoloHije, s 2 boras da tard,
reonem-se no respectivo consistorio os oontrades
de Nossa Senhora do Rosario, que se venera no
Corpo Santo, para tomarem conbecimento das con-
tas do anno findo.
lte>taura formam-no* que o 8r. Dr. Aftiuso Oiindense Ri-
beiro, j conbeci lo no mondo das lettras por di
versos trabalbns de mrito,, tem entre mosnma
tragedia moderna dos faotoa histarluoa d. R -
turica) de Peroambuco, em que figuaun ot lie*
roes desses tempo gloriosos e sao desenvolvidas
sernas e costumes da poca.
Deve ser um bom trubalho a julgar pelos ante-
cedentes da Sr. Dr. Oiindense, e teito com carne
ro, pois ao autor sobra taluuto e criterio para des
empenhar a ar la tarefa que empreh^ndeu.
Panada.Ante-hflnWir; 9 10-horaa d rroite,
Genuino Al ves Correia, estando a passeiar na
praia de Santa Rita, foi abeirado por um indivi-
duo c .nhecdo por Mano d Piloto, o qual, anta
urna recosa daquee, ferio-o com urna tacada no
exa direita.
O offiodido recolheu-se ao bosoital Pedro II
afim de s-r medicado.
O ntTensar evadio-se, e nem foi visto pfla poli-
ca, que nao teve sciencia do faoto.
Braatl Illusiirado Com esto titulo o*
Srs. Pinheiro & I- comecaram 4-uiib'icir na corte
urna 1-evUta, on arekiun de conhecimentoi ulei, que
promette apparcer duas vezes fincada utft.
O sea artigo programma, da peana do Ilustra-
do Sr. Pelix Perreira, dispensa nos de qiraesquer
Hprrcir.coea* Eil-o;
O Braxil Ilustrado, que ora appare.-e luz
da publicidad*1, mais do que um> simples tenta-
tiva Httcvaria, tatnbein o r -aunada de perseve-
rantes caloren e da uniticaoao'de ion peusamm
tos que de Ira muito, cada um na su espbera.de
aceto, lu;tim par urna idea, a qual n-'m por mo-
desta, mnima, rnaamo primora vista, deiza de
a-r muito til.
U* qninze annos. qondo pala prmeira vez e
peio Jornal do Commero proaurei attrahir a t
tenco dos ph'aotropis e do Ettado pira um es
tab'ieeim'ntj da maior benemer nci publica, qae
ate ento luetava cora M mal serias difficnldaae3
por voe"8 retitru* a panto dedesappareeer>
Lyceo de Ai tes e Oracios;no intuito de iesen-
volver ompirtar tao pr ,veitoao cstiibeio(am'nta
lembrei :i creaeo de a'guma* oflicinas, camii p;-e-
ceitu'im te seas estatutos fundara nta-a, e entro.'
nutras, proeure t irnar patente como seria de gran-
de vantagem urna uta da ravu'a em raaluia,
demonstrando o quanto d'ease r.iitmsculo artislio
depende o progreasi da inslraeco p>pul>r.
Desde ent.io, s.mpre que se me uffereeia en-
sejo, vmthva no assnmnt', tentan > meam mais
de una vez levar a ctfeito urna publieaclo qu i
auxiliasse cs?a propagando; iafelicacnte f-.ltiu
me tamb.-in --in)r o puneipal elemento >s gru-
vadona, Por diminutos om nam-srn ua paJiam
elies auxiliar-mi efficasnente, porquan'o torn :va-
so neeessario un concurso quasi quotidiano, o qu '
entre piamia seria pr demaia oneroso.
Em IS8 tive o psazer de ver o Sr. oonaelhei-
ro RoJoljlio E. de Siuza Dantas, como ministro
lo imperio, do Tetar a creacao d-' urna cadeir.a da
xylograpbi", mas em vez de sor no Lyeeo, como
o sempre pedir pola imprensa, e com ''erba es-
pacial pira mantoi-a cora a maior argiiesa, S.
Ere. codocou-a na Academia das Bellas Artes,
ou> sabatitnico 4 de gruvu-a em raedalbaa que
all eahira em desuso.
Externei, e por mais da urna vez, a minba opi-
nio desfavaravel a easa idea e vaticiuei desde
logo o qno do facto vao a suceeder; desde que u
nova cadeira er-i posta no mtvuuo nivel dos raes-
quinhos honorarios das antigs, tornava-e im-
possivel man 1,ir contratar no cstrangero um pro-
tcasor no caso da fundar urna escola de gravura,
e no paiz nnguera por certo satisfara todas 1.3
citidic.'s de un bam concurso, fui justamente o
que se deu.
A cadeira ficou vaga at agora, sendo afioal
eupprimida ou untes substituida, por urna outra
de perspectiva aerea e theoria das sombras.
Nao cabe nos estreitos limites d'este artiga,
nem esta oecasio opportuna para entrar em can-
sderae,es reapeito; mais de esp.ieo o a seu
tempo o ftireT na interesse d'eata mesma propa-
ganda.
s
to^*
Emquanto par um lado e par taes meios eu pro-
cura va despertar entre nos o gosto por urna arte to
simples quo til, e que to bolla qun vantajosa
carreira offeiece mocidade intelgente; por ou-
tro lado, o Sr. Manoel Pinheiro trabalhava mais
pratica e et&casmente em favor da.aobre cama.
Ha muitos annoa que este laborioso e iotelli-
gente industrial, dirigndo o seu bem montado es-
tabelecimento de artfes graphicas, applicava-se ao
estudo da xylographia, j gravando lettras e em-
blemas, j enaaiahdo procesaos de mpressao e re-
produccao do clichs ; e como em taes casos soe
acontecer; foi-se rsalisando em suas raaos o bello
apborismo monglicocom o tempo e paciencia a
folha da amoreira transformen-se em setim.0
amador tez-se artista to eonsummad i quanto
pode ser quem na sua propria vocaco tem o uni
co mestre; e o que no primeiros periodos nao
passava de mero passatempo, tomou-se um amor
predominante e com taes extremos que o levou
uii s a introdozir eaa seu estabelecimeoto offi-
cioas complementares de sfereoty^ia e galvano-
plastia, como a mandar Pariz um de seus filhos,
o 8r. Alfredo Pinheiro, espressamente estudar e
aperfeicoar te na arte zylograpbica.
a Como aquelle operario de Cromarty, de que
nos falla Smiiles, que depoi* de juntar specimen
por speciflien colhidos inconscientemente as pe-
drerra em que trabalhava, firmn a sua sua pr-
meira eollecco e guiada pelo que lhe ensmavain
os livros, sem auxilio de mestres, chegou a ser o
celebre gelogo Hugb Miller, aasim o Sr. Pinheiro,
applicando-se ao dezenho e gravar, toi dia por
da accumulando elementos grapbicos com os
quaes ora enceta esta publicaco.
A seu exemplo outros se toram applicando,
quasi que pelos mesmos processos intuitivos, e
pouco e pouco, assim se formou o pequeo ncleo
de arylograpboa que j tem permittido a publica-
5S0 de algumaa obras Ilustradas, seoo com m-
xima perfeico, pelo menos de forma a satistazer
os menos exigentes ; principalmente em relaco
trabalhos tecbnicos e didaticaa. Alguma cousa
pois j existe, o que compre congregar essas pe
quenas foro*, e no proprio interesse d'esses pon-
eos, encelar a propaganda pela i prensa : -eis o
principal objectivo d'eata publicaco.
Comprehende-se, vista do exposta, que nao
se trata de um peridico de grande formato, de
apparatosas gravuras e aprimorados artigos, mas
Blinde urna pequea re /ista Ilustrada, assumpto
por assumpto, teita com o concurso de todas,es-
criptores e artistasque levados pela mesma boa
vontade que anima os grandes editores, nos quei-
ram auxiliar u'esta benemrita empresa.
a E' um peridico do propaganda e conseguin-
teroente tem por fim desenvolvor quanto lhe caiba
em posse, o gosto pela gravurt e pelo desenho;
assim, pois frauqueando as suas columnas aos
trabalhos litterarios, o Brazil Illuslrado insta e
espera merecer, de amadores e artistas igual col-
laboraco graphea, semelbaoca do que se prati-
ca em outros paizes, como por exemplo Portugal,
onde senhoras n cavalheros da mais altadistinccao
esmaltara da primores as paginas das publicares
congneres d'eata.
Nao om peridico litterario este, na mais
restricta acepeo d vocabulo, mas como bem diz
o sub-titolo -um modesto archivi de conbecimen-
to* otis, isto : consagrado boa tico da tudo
quanto pode iustruir recreando, esoeciM'mente em
relacio as cousas patrias, historia, geographia,
uso, costumes, Aira, fauuarpaisagem e obras d'ar-
te do Brasil, c mo esbc este primeiro numero.
Tedcionam os seus editores dar esta pubiiea-
co, por emquanto, du a vezes por raez, procuran-
do sempre ser em dia certo, mas em todo o caso
publicando 24 nmeros em um anno ; tempo pelo
qual tomam o compromssa e o cumpriro com a
seriedade que de ha muito esto acoatumados a
servir o publico.
Establecida ba 35 annos e possuindo um
dos mais completos cstabelecimentoa typ igraphi-
ca* do paiz, uenhuma casa por certo se acha entre
oes em meihores oondi(d'S da 6mprehender e le-
var por diante tima publicaco desta ordem ; e
por conseguate nos casos de deaemp"unr-ae hon-
rosamente de seus compromiasos, Oxal o publi-
co, sempro generoso para com os comet meato no-
bre, anime e prvtej* este t-ntme, que muito po-
dar anda vir a faxer a bem da. inatrucco do po-
vo e apexfeicoamento das artes' grapbica, senlo
tamb"m das bellas artes as anas mais elevadas
manifeatacoes.
i Convdalo e eonjanetamente o meo amigo
Dr. Pire de Almeida, para dfrigir do accordo
c m os Ilustradores Piubeiro pai e filho, esta par
blicacao, aceitei o gracioso encargo menos certo
da minha competencia que da boa vontade'corr.'
qua dedicarei modesta empresa os meus limita,
dos conhecimentos litterarioa e sentimentos arts-
ticos. n
O/ Bra*II MedicoE'o titulo de um novo
semanario que oamecau a publioar-se na corte no "
dia 15 do correte : \
No seu artigo programma diz elle : I
O Brasil-Medico, surgiodo hoja na arenada
publicidade, tm a velleidade de vir preeneher
urna lacuna. Collocando se sob os auspicios de
alguna d'aquelles cliuicos, ereveatindo a forma
JMbdomadaii 1 espera poder prestar bons e utei
orvioo aquel'es quo ezercsm a me die i na en
ttos. .
Divulgando os traba!haa nacionaea remover
em certos limites a apathia e o iadifferentismo j_
que entorpecem e dominam o grnpo medico brssi- '
leiro. :
Registrar pois as locubracoes e o fructo da'
observecSo clnica e da exparimentaco dos me-
dicas nacionass, de maneira a servir de credo e '
norma de proceder aos que praticam a humanita- '
fia-arte de corar,-servir de estimulo despertador
de actividadae appcauo, vulgarisar os conh;-
cimanto sciontiheos purtra adquiridos aqu ou
alm-mai taes sao os intuito do tratil-Medico
O summurio do 1* n. este :
Tr.1'0illios originaos : Contribuico para o es-
tudo das arthrites intectuosas, pelo Dr. Julio de
.Vloum,;.-Uiacis de oachxB>parados aeeaapa-
o liada de. edemas o ascite, pelo Dr.-Ase vedo 80- \ '
at. )
Clnica tberapentica :Iodureto da calcio, pelo ".,
consrtheiro Dr. Torres homem.
Rsvta critica : Artigo inaugural, por Guy-
Pntin.
Revista dos jornaea estrangeiros: Da trae'a-
mento do cholera morbus, por Pina e Wlnternitz ; \
Sobre um novo methodo de resaaccao do jaelha, ^
pelo professor Al ing'um ; Contribuico ao e^"
tuda daa raanfestacoes, hemorrhagicas da ayp!!1
lis, pelo professor Andronico e De Lea ; Tnic
lamento uo eczema e do impetigo das criancaa'
com o omprego da cryaarooina iaternamente, pelo v
i>r. Stocqoart;Evtcnacdes gordurosaa e gtyeo-
anria, pelo Dr. Nobel; Uai aymptoma nao des-
cripto anda da tabe3 dorsalis, pelo prctessor Er-
ben.
Porto da Baha O Diario de Noticias da
ti .id i. publcou este telegramma :
Rio, 23 As 2 horas.
O governo imperial acaba de considerar caduca
a coowsso feita ao3 Drs. Francisco Iguacio Pflr-
roirae Mano-1 Jesuino Forreir, para aconstroc-
i}Xt de deas no p .r:o da Baha, em virtudes de
ua so haverern comc^ado, nem concluido as obras
nos prazoa mareadns na mesma coneesao.
Boato faino -A mesma falha pnolicon. este
cutro telegramma :
Rio. 24 A a 2 horas da tarde.
'arrea hontem aqu que apparecera o cholera
morona no Rio Grande do Sol.
') g'-vor 10 o mmtos particulares telegrapharam
logo, perguntando o que havia de verdadmro a
tal respe 11.
Hj-i sabe-se quo o boato atterrador nao tem f
felizmente o menor fundamento.
Cana de Oetenca Eis um mappa de-
monstrntivo df> movimonto da Casa de Detenco "V
do Reuife do 1 Ue Janeiro a 31 de Dezembro de
1836 : %
Entraram -2,806.
A saber :
Q'talidadc
Brancca
Pardos
Pretea
Indios
)y


-
Solteiroa
Casados
Viuvas
Mascolino
Feminino
Livrea
Escravoa
Estado
Sexo
Sabiam 1er
Analphabetoa
- Conifao--------
Instrucco
De 10-a 20 anno;
De 21 a 30
De 31 a 40
De 41 a 50
De 56 a 60
De 61 para mai
Idades

2,440
366
2,806
2,686
120
2,806
763
2,013
2,806
!
Nacionalidades
2,806
1
Brasilciros
Portuguezea
Francezea
Inglezes
Intalianos
Al lemaes
Hespanhoes
Africanos
Outras nacoea
A' ordem de que foram recolhidos
Dr. chefe de polica
Dr. delegado do Io distr cto
dem do 2* distrcto
Juizo de direito do 2' distrcto
dem do 3 distrcto
dem do 4 distrcto
dem do 5* distrcto
Subdelegado do Recife
dem de Santo Antonio
dem do 1* distrcto de S. Jos
dem do 2 distrcto de 8. Jos
dem do 1 distrcto da Boa-Vista
dem do 2* distrcto da Boa-Vista
dem do 1* distrcto da Graca
dem do 2* distrcto da Graca
dem dos Affogadoa
dem da Magdalena
I lem da Torre
dem do Poco
Delegado de S. Lourenco
Subdelegado de S. Louren;o
Afofivo da pri30
Morte
Tentativa de morte
iferimentos ou ofFensas pbysicaa
Roubo
Furto
Fallencia
Moeda falsa
Den iramento
Ripto
Resistencia
Demno
Injuria
Eateilionato
Falta de cumpritnento de deveres
Faita de cumprimento de deposite
Uso de insignias
Ai-mas defeza
Deaercao
Jogos prohibidos
Iufraojo le pastora
Disturbio*
Desordene
Embriaguez
Offensas moral publica
A' requisco dos cnsules
dem do* aenhores
Fgidos
Alienado*
Vagabundos
Administrativa
Sentenciados
Pronunciados
Sem declaracd
2 80
I
V

2,806
De Fernando
De diverso* lagares
cgrtttaram
3,806
ais
so
)


Diario de FeriiainbiiwsSexta--l'cira
-*.
-
1,026, qu" dntrNoa
Resentidos a diversas autoridades
ii?tntttdoa para Fernando d orean
do juiz
Fernando, rloertees 'de fesrlberi
Par o Hospital de Alnalos
Pura o Hispir. 11 de Santa gueda
Para diversos lugares
Fallece ram
Postas em liberdade
Recapitulando
Eatraram em 1860
Ii-greasaram
Exirtiam em 8i de Deiembro de
18S5
15.:
146
57
106
1
17S
19
2,392
3,062
8 i;
306
317
ji tem cabido alffuoiss chavas, que recrfidascan- | p- in cada um dos a
do embora 'u cala-, Smpte alo orna atptoa
'
3,129
M.biram 8,062
Jtistein 367
Trauafercniia-A festa de Noaea emba-
a da La, que costuma-se celebrar ni povoaio
do nteaino ame, na da2 de Fevereiro, fji transfe-
rida para o dia 13 do meimo mes, para ni ns corn-
il inodidade dja preparos da m ama festa e maior
brilhantiamo d'ella.
Tragedia* do BeclfeDeste romance do
Sr. Dr. Antonio Mari Carneiro Vlela foi dis-
tribuido houtem o fascculo n. 38.
Aa Colonias PortiwseaaDe. Lisboa,
oude publicado, recebemos houtem o o. 12, do
4* aano, desta excellente revista Ilustrada.
- Juie dr pac do i- dlnlrleio de t,
gados Assumio bontein o exercieio do cargo de
juia de paz desto districto, o 3, cidado Muuoel
Francisco de Souza. D audiencia na' casa de sua
residencia primeira travesea da ra Real, da
Tone, a quartas teiras, s 4 horas da tardo, e
despacha onde for encontrado.
Veriaaento leveAnte-bontem, s 7 ho-
ras d.i uoite, e na praia do Caldereiro, do 1 dia
tricto policial da freguesia de S. Jos, o na taver- (
na n. 8S, perter.cente a Jos de S e Aguiar, uui
c.ixeiro d'este, Theodoro Pereira Soares, na occa-1
siao em que sabia para entregar gneros a fre-
- guazca da visiuhauca, foi ferido ua cxa dircita
com unta facada, pelo menor Jos Alejandrina,
dopois de urna troca de palavras.
O ferimento foi considerado leve palo Sr. Dr.
Carneiro Lea.
A palicia tomn conheeimento do oacorrido.
iHohelroO piquete Cear levou para:
Alag-s 58:00 000
Baha 5:095*000'
Kio da Janeiro 15:350*000
paquete Espirito Santo tiouxe para:
' Diversos 17:000*003
Forialrr/i bo BrutnH^ntom, ao salvar
a fortaleza do Brum, por ser dia annivereario da
Restauraco Pernambncaiis, nao foi icado o pavi-
iho nacional. A razo d'essa falta foi estar o
mastro da fortaleza tao padre quiameaca desaliar,
e roeeiar se que ao car a baudeira viesse elle
baixo.
Directora dan obras de conseri*
cao dow parlnBoletim meteorolgica da
di i 26 de Janeiro do 1887 :
Horas l 3 S I i CtJ -a Barmetro a 0 T. hsao do vapor a a -*
6 m. 25o9 75949 18.11 73
9 29'7 76066 18.15 59
12 29o 9 7606t 18.47 62
3 t. 29 8 759*73 18.48 59
6 R8*! 7."9m4S 18. 70 07
* i

%
'y
Temperatura mxima31,3.
Dita mnima25">,8.
Evaporado em 24 horas ao soi : 8"i,0 ; som-
bra : 4a,l.
Chavanulla.
Direccao do vento : ESE todo o dia.
Velocidade media do vento : 3",14 por segundo.
Nebulosidad media: 0,25.
Sentencna nao ruodamentadUN
L'-ae. no. Jornal do Commercio da corte:
Pcdem-nos que avivemos a memoria des'.as an-
tigoalhas :
Seis dias depois de jurada a Conatituico do
imperio, o Sr. D. Pedro I, pelo seu ministro Cle-
mente Ferreira Franca, expedio a seguinte ordem
ao conde regedor, da casa da supplicacao :
Desej'.ndo Sua Magestade o imperador que oa
subditos deste imperio comecem desde j a gozar
de tidas as vaotagens promettidaa na sabia con-
stituicac, ba pouco jurada e sendo urna das princi-
paea a extirpacao dod abusos iDvcterados no foro
cuja marcha deve ser precisa, clara e palpavel a
" todos os littigantes, manda o mesmi augusto se-
nbor pela secretaria do estado dos negocios da jus-
lic-i, que osjuizes de mor aleada de qualquer
qualiiade, natureza e graduar >, declarem as
sentencas, que proferirem, circumstanciada < c>\><:-
cificadamente, as razoes e fundamentos das rn.'s-
ma, e ain'da nes sggravos chamados de peticio, nio
b por ser isto asurcasamente determinado no 7*
da ord. do liv. 3* tit. 66, orno par ser conforme
ao liberal syatema ora abracado; afim de conh 'ce
rem as partes as razoeg em que ftmdaram es jul-
- gadorea as suas decisds; alcaucaudo por este
inedo ou o seu socego, ou novi.s bases para ulterio-
res recursos, a que e'acreditaron! com dlreito.
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 du Marco de
1824Clemente Ftrreira Frauca.
Este illustre ministro era tambem da classe du
magistratura; mas conhecido pela sua energa,
nao duvii u reprimir o abuso de seus collegas.
Eatrou em duvida se esta ordem abrangia tam-
bem as justicia militares. O imperador, pelo mi-
nistro da guerra o brig.id-iro Juo Gomes da Sil
vtira Machado, fe* expedir esta ordem ao Cvuse-
lho supremo militar :
' Sendo couforme com os principios reconheci-
do de> direito que os juies, de qualquer grada-
cao que sejam, julguem strictamente s<-guudo o
ai.egudo e provado, e que os cidados aaibam os
fundamentos em que saentam todas as deciduos
qne podem iff.nier seus dir^itoi individauoa ; o
convindo, outrisiu, tirar aos julgadores toda a ar-
bitraiieJud ; sobre a natureza u graduadlo das pe-
nas, que houverem de impor, como offensiva dali-
berdade dus meemos cudalos; manda Sua Ma-
geatatio o imperador, pela Mtstawa de estado dos
negocies da guerra, declarar ao ccnselbo suprem
militar qu d'.ra em diante deve motivar as sen-
tencas que boaver do. proferir definitivamente, ua
eouformidade do qttese-tCBB'disposto no >rd. liv.
3 tit. 66 5 7., fieauJo igualji-nto o mesmo eou-
sclh) na intelligeneiu de que a disposivaj da pr;o
d) I." artigo do decreto de 13 de N vembro do
1150, em que lhc conceda a faeuldide de mino-
rar as ponas impastas pelo Regulamento militar
fio >u Baca vig'.r pelo art. 8. cap. I tit. 3.' da Con-
stituca> do Imperio.Paco, 10 de Abril de 1S24.
Joo Gomes da Silveira Machado'
E este tra o te -. po do absolutismo !
CUitaelleira Desta villa escreveram-nos
auCe-bonteui noticiando o seguinte :
T.iinou posee boje a nova Cmara Municipal,
e como Buajitoa-se duvida se podia ou uo tomar
parte na eleicao da m tbeu Rodrigues e-Silva, que alm de aer juizjcom
misjario de Serinbiem, aqu juiz di- paz do 4*
anuo, em cujo exercicio continua por ter sido pela
Reiacao, julgada nulla a respectiva eleicao proce
dida no 1 de Ju'lio do anuo prximo paaaado.
Deix iu Kssim de baver eleico da mesa e subuaet-
teu-se eoaaideraca do Exm. Sr. presidente da
provincia o occorrido.
t/tjk uiim c ra de qualquer duvida qne nao
po io ter maii asaeuto na Cmara o m^jjr Djro-
-. porque a'.m de ser juiz cominixinrio. fi
eleito v< redjr, acbando-se n:> exercieio da jns
de paz, visto rer o juiz do 4 anuo ; e ju'gidi
uulia a elie2o pela teiaco, contina no alludi-
du cxei-eieio. Min.ia opuiiaj sobre o casi fir-
11 no qu- preceitu.m a lei n. 3.023, art. 21 e o
decreto n. 8.21.', art. 20. aviao de 7 do Marco de
imperial de 7 de Janeiro.
Ountiui fita villa em complato abandono
par part? da ra i'ipalidade ; as ras achun-te
indas u ha uiai* de na armo que a C in ira
. ; a criac) de pircos extra
aria ; u in iu di ni i o deposito do toJ > p
, rtbtlando u:n ino chriro in^upp ir'
tante iu iczea andar He
vulos; irece. Xl.i
sei mesmo a> qu p jiito ebegaremua As iitc m
patibilidad s : nbuudaiD, o o* tical, q..-
l as tem, i'XCrce dous c.r^os,
eci ivio de j jiz.du paz.
so o Ubin2te ie Litu-
i ;n ben -
. ro
i: Balso EtJrov ii 19
anda na i finada, para os a^ricultorea e era
res qucademoram uestas altura*.
Pesadas nuvou- mu iam os laidas do
oceideate, em sueaessvas -passageas. prenuneiat
subsequautes chova-i, orno tambem iwpe-
rtenci** (sm ealculi fetas par U i versos-as ro .o-
otos de nomeada na vseasa popu'r.r, aaivo a.' uo-
vos ru'iios tornarem impplli laa pela* eorrentas
aerias de ooatiaixtdas nunees, c nao dtiixtrerr-
n>, corn'o seespre, a ver-navioi, entreguea i oos-
tumeira seeea, quaalo. para cumuh de cesgraca,
invade-nos o cholera morom pjr Matto Groaso, e
manifesta-ee anda miis tremendo o cholera basa-
marte, as fortalezas Oe Tacaral.
Bate termo, como muitos outros do centro, se-
ria de melhor sata*", se o governo tiraase par au-
mento as suas vi.-,t;i3 oiHoiaea do permetro da ca-
pital e esteudease om olbar de c:>aip liai.-por es-
ses sertas em tora, a ver que miserias miuam ca-
sas pov >acoes nasecutea. Tal uo su :eede p >
rut ; o governo b as quer como iafalliveis coa
triouintea, para o progruuo das quaes elle em
nada contribue.
< E estou convencido que *a a poltica tal como
, pura e necessaria, e nao como a compreheod^m
os ncssQS politii/ueiros, f ese a que alentasse una
povoacio naseentn, o tea progresso seria evidente,
irretardavel, romo nao euccede actu f.m adversario e cuida em desmanchar o que
outro vez; e par fim vai tudo de mal a peior. !!
Da reconbecida Deeessidade entretanto, de
ser elevada ata villa cathegoris d comarca,
depende a actual paralysacao de seu progresso
moral, viato como, preaa,aubjugado corselao
carro do camarca outru, que estreita-lbe o mbito
das suas lugitinas aspiracSes, noure-lhe a torc
moral, e va a pobre sempre n'uma decresceut-
progrossSo em prejuiz j mmifosto de todo3 o de
tudo. Ao passo que a elevadlo parcial do meio,
fazendo-se maia cftectiva e enrgica a aeclo da
juatioa, r. com esta es mais salutares principios
de observancia aos direitos de cad un cii to-
dos, traria um s resultado : todos unidoa trab i-
Ibariam no bem commum, visando o progresso e o
meiboramento da localidade.
J li, algores, e nao ani onde, mas tenh? cer-
teza que a queda das casas de detencao seria
um g ande aconteeimento do futuro. So assim
fr, muito distaot, pesso affirmar, eato os mo-
xoto*eiros d ase msgnum aconteeimento, u.ni vez
que s.n mte agora, uevid a iniciativa particular,
que trata-se da construir um) casa que com se-
guranza e comrnodidada offereca para servir de
cudria, funccio-ijudo ni masaio predio a cmara
municipal. O 3r. Antonio RuSno doj Sintoa
quem, com esforcia nao pequeas, trabalhi na
construeco desse edificio, que sendo (nao duvi-
do) um atrazo moral, nao deira todava de s;r um
melboramento material. O edificio em que p>r
ora art aquartelam i a collada e que serve de pri-
sao nao tem l essas seguranzas preciis, roas ua
falta de &utro melhjr sempre servo.
Duas comas ha neata t-ria que de nada ou
quasi nada servem, o so justamente as quo maia
deviam servir : urna, a cmara muuicipal, oura o
vigario da freguszia, parque ignaram o qil seja
deveres, mandatos, etc.
> Anda na a asao d'aquelia camira, do 7 de
Janeiro correte, houve um vereador que chitnou
a attenco do Sr. presidente pira que os fisca?s
ou empregadoa a quem competiasem, trabalhassem
na limptza das ras, obriganl) os moradorea a
caiarein suas casa?, a limparem as cacimbas, etc.,
urna vez que era de utilidade o irmas noa preser-
vando do terrivcl mal que est a nos accaminetter.
Vas ubaervaco )8, vaos pedidos, vas advert.-nciaa
que aull 'c i a mainria !
De moio queda noasa odillade nada espe-
rama, reapeito ao siuoimaito deati localidad).
Rj^^moa portauto ao ijxrn. Sr. preaidcnte la pro-
vuch qu: chame eata cmara ao cumpriment) de
3eus deveres, e, por sua vez, b-m ser, manjar-
no3 aUlOuiancias oa muuicoea a combate.'mas o
implacavel inimigo, pjia qne imp ssivel no sar-
to estabelecer-s'j ordo sanitario, tanto mais
que a cxrmploj passados, o centro o lugar...
daprimt'ia visita.
Do iwaao cura... nem bom Tallar. Deixe-
mos passar a tempestado e gmrdcmo-nos da...
Jaisea electiica.
Na da 14 do crrante fallecen victima de urna
tubcrculose pulmouar a espisa dj Sr. capito
Frauciaco de Queiroz Amiral, em sui tazenda
Varzea Grande, diatante 7 leguas desta villa.
A finada, eenhora distincta, gozava de geral esti-
ma entre todos que subiam apreciar suas impor-
tantes qualidadt'8.
O final de nossas festas, foi-nos como melhv
na i podamos eaperar, par quanto alm da tran-
quidade que sempre presidio a tolos es movi-
meotos festivos, tivemos algumas chuva?, que pos-
to ele v.'issem o grao de calor durante o da, trou-
xc-nos todava ooites frescas e aprasiveis, qun de
algum modo compensavam a temperatura do ni-
mos, por ventura mais exaltados em virtudo dos
variados effjicos do iudiapensavel cajurucaima !
As antaridades publie vo desempeubaudo
ica SI Jiaoi t.riwut
bem os deveres a seu carga. E' occasio de aqu
ceusnrarmos o procediinento ds muitos pas de
familias que uteiramente alheios aos principios
da boa edueacio que devem dar aos seus filos,
nao obrigan estesa frequentarem as escolas pu-
blicas que coutiuu-tm abertas dosde o dia 17 com
diminuta frrquencia, em relacao aa grande nume-
ro do meninos que aqni temos em condicoes de
trequentarem as escolas, mas que va so creando
inmersos n noite da mais crassa ignorancia, ad-
quirindo mos hbitos e costumes, devido ao mo
exemplo de seus indesculpaveis progenitores. Em
quanto nao se fizer vigorar a lei rigorosa e neces-
saria da obrigatoriedade do ensi.io. o que se ha
de ver par esses sertes.
O alferes Mauoe' Caelha Lins de Albuquer-
que procura dar incremento e bot mi re ha aos
negocios pblicos desta locdidade ni que diz res-
peito ao seu engraadecimento; mas dous grandes
odstaculos hJo de impar sempre nos baus desejos
de S. S., obstculos quo reputo insuperaveis
actualmente, a nenhum amor que tem os habitan-
tea d'aqui instruccio, e oriuu lo desee, porfiadas
queatiuucalas de pequenissima poltica.
Aiui, vamos fazer ponto final, pedindo des-
culpas aoa leitorea pela masaada u3o pequea.
Sem mais...
O alczar de Toledo. Ha dias trans
miitio-ns o telegrapho a noticia d" que este sum-
ptuoso edificio estava eujeito ac^ao destruidora
de um grande incendio, e os joruaes de Madrid
chigados boje publicam noticias circumstanca-
das a respeito da tao lamentavel aconteeimento.
Toledo acab do perder o melhor dos seus edi-
ficios, um verdadeiro monumento histrico, onde
se conservavara nquissimas preciosidades indus-
triaos e artsticas.
A origem do iacendio na) est bem averiguada,
mas a rcrao maia insistente a. que diz ter elle
cntnecadu na.quarto que as ord-nancaa e os phs-
rolciros tioham no vestbulo, na entrada principal,
enjo tecto corresponda aos pavimentos da biblio-
theca.
Nao se sabe tambem a que horas comecra o
incenlio. Pouco depois das 6 horaa, o capito
que estava de guarde notouum grande clarao, .-,
quando sthio uo pati^ para dosoobrir a origem de
tao estranbo facto, encontrn j dominada pelas
|;il)irrdaa toda a parte do edificio c rreipondente
oibliolb'ca e corpo lat ral ria direita.
capillo deu logo sisoaes de alarma, e pouco
depois todos os alumnos pertencentes academia
militar, e que i s'avam as respectivas salas de
estu-io, f-irinarain nu pateo, empregando todos os
iceioa pira dominarem o incendio.
Alm dea alumnos, acudiram o general Gal va
e omitas pessoas que habitavam na proximidades,
cousegmado aquello com risco de vida, salvar a
baudeira que tiuha sido offjseeida pela rainba
Oonstian.
O veuto quo soprava facilitav a eoojqiuuicacao
do figo na diversos compartimentos, annullando
toda a boa ordi m e tudcs os ectorcos imprcgadcs
por quauloa se empeobavam em salvar o edificio
e as suas preciosid-dea do poder destruidor do
fogo.
O alczar ae Toledo fico completamente dej-
truidi, restando 'elle apenas as grassas paredes
exteiijrea, ciK'grecidas pelo fumo.
E^ii um d!>s torrees estava instalNio o aiol da
(>j,v na, cade havia em deposito um grande nume-
ro de cartuchos c uiuita poUora : ea:a tetahradas
sp.lh.u 'e eios aterradores de noi-i cttastrophe
inajor e mais tercive, mas duia oliic:aea e alguna
u.'c risco de vida, subiram uo
j .ii e cjiMegirsin evitar o paegr, alagindo o
deaoccupiudo o deposito.
U alczar euee> ravj iiiU:ress:inti3im8 recorda-
rnos de 41 apaiina desde ot seculos XIII, XV e
XVI.
E-uva sita lo ua parte m*u elevada da tridade,
j defendido pelos riman, a e gados, conver-
:n cisteilj peics aiabcs, e em inexpngoavel
fortaleza pur Affonso VI.
. ant-iva se na rea de om qaadrado de 201
.s era dif-
ferente das outras, e tiuha sido construida em po-
cas di fie re irles.
Foi reformado em 1085 par Afimso XI, sendo
n'essa occasio melh irada a parto mais antig-i, a
quo dominava o Tejo.
D. Alvaro Sanm trabalhou moit') pela sua eon-
servacii) : e em 1518 o imperador Carlos V Irn-
carregou enriqu eEsjas e Alonso do Covarrubias
da couatrucel) da f,i.'lii4a e da grande escadaii
de hmra, qu" foi terminada pjlo celebre Herrera,
no t. mpo do Folippe II.
Dois grao les iuernliss devastaram cin picas
diffdreutes, este edificio : um em 1710 e outro em
1810 ; oquelle pista pelas tropas do archiduque
Cario-, e, o ultimo pelos franceses.
Depois do primeiro incendio, fai o carde*' Lj-
renzaao, celebre litterato. quem proceden a recons
trcelo do edificio; e n'essa c-casiSo foi onvjr-
tido em casi di caiidade, sendo euto sjMMa4<
all, com grande desenvolvimento, a iudustria da
seda.
Depoie de 1810 os francez-s ocenoaram Toledo.
fizeram do alcazur o quartel, tomaram poase da
algumas das suas preciosidades, e, pjr fim |bb*-
raio-lhe fogo, por ordem do genral Soal.
Conservou-so abaudonadopir muito lempa e em
1-^66 csimecou novamente a ser restaurado, sob a
direcco do general S. Koinilo.
Foi dorante o reinado do mallagrado Affonso
XII, que termiuarao as obras do alanzar, que rc-
lomiu o s,u primitivo aspecto, senda muito apre-
ciado e admirado por quantos visitaran] Toledo.
Coma dissemos, eata incendio faz desapparocer o
edificio levando com elle uina grande porcaa de
obras nataveis da industria e da arte. Entre as
primeiraa figuram nquiaaimae sedas, que forravain
os saldes regios e oram p-rfeita imitacao das ma-
nufacturas do seculo XVII, entre as segundas fi-
guram pinturas notaveis de Sauz, representan-
do a entrada de Carlos V ern Tuuis, a ent: ada
triumphal da mesmo imperador em Roma, re-
cibido debxj do pa'Uo pelo Pontfice, a entre-
vista de Carlos V com Francisca I, o a copia de
urna das batalbis em que fji hroe o imperador
Carlos V, pintado por Tciaao.
O general S. liomo, que tinha dedieado viute
e um anuos da sua vida, rcconatruccao de alca-
zar, e que sempre se tinha oppoato a iostallacoo
da academia militar uV.jut.lle edificio, nao poude
canter as lagrimas ao sabar a noticia de que o
fogo lha tiuha destruido o monumento histrico,
quo Ih: merecer tanta dedicajao e que etfe tan'o
diligenciara, envolver na expln idcr qus tinha ai-
caneado durante o seculo XVI.
(eilaaEfl'octuar-ae-hao:
ioje :
Peo agente Modesto Baptitta, s 11 horas, no
Caminho Novl n. 163, de m iveis.
Pec agente Putaa, ao meto dia, na rut do Vi-
gario Tenorio n. 12, do l bai e oarrroca e de 1
chalet.
Peo agente. Martins, a 11 horas, na ra de
Paulino Cmara n. 5, de movis.
Amauh :
Pelo agente Martin, a 11 horas, na rui do
Imperador n. 16, de predios.
H*-..% fauebre.Serio celebradas:
Uoje :
A'a 8 horas na matriz da Varsea e na Ordem
Teree-ra de s. Fraiciseo, por alma de Ig.i icio
Jaques di Coata Guimaraes ; a 8 liaras as ai-
trises de Sinta An'aa. Gravat e B^z-Troa par
alma de Alfredo Jos da Silva ; s 7 horas, ^ no'
Livramento, pjr alma de D. Rasa de Lima Fran-
ca Monteiro.
A'a 7 basas, na mitria da Ba*-Vista, por alma
de D. Julia Izaura Souto ; s 7 horas, no Livra
meuto, por alma de D. Juvcntina ofendes de Gar-
valho Cas'ro; s 8 hora3, em S. Francisco, po- al-
ma de Ignacio Jaoques da Cjsta Guimares.
Amaoh :
A'a 7 horas, ni Livramento, por alma* de D.
Mara Isabel dos Praziros', a 8 hars na matriz
da Boa-Vista, por alma da Jos Pinto de Souza.
Segunia-feira :
A's 7 horas, na t de inda, par alma do Frau
cisco de Paula Vilella da Q eiroz Fouaeca ; As 8
horas, na matriz da Boa-Vista, pir alma de D.
Vicencia A. Pereira Dutra.
Poaaageiro*'hegadas dos portes do sul
no vapor nacinuol Espirito Santo :
Carlos G. R idolph >, A. K. Calen, (Jarlos B
Barreta, Urbano M. de Moura, Capito ManaelC.
de A. Vasconcellos, sua senhora e 2 criidos, Dr.
Francisco B. de Barros, Antonio Jo3 de San-
t'Auna e sua senhora, Lydia (eserava), Alfiedo
(menor), Carlos Lapes de A. Rosa, cadete Salus-
tiano D. Tsfeio e sua senhora, 1 oxeaba, Juvino
1. L'it", Jos C. de Carvalho, Eurico Caldas
Brito, Francisco G. Martins, majar Antonio Fran-
cisco da Costa, Manoel Jos Barbosa, Manocl Per-
naodes, Roberto F. Nogueir, Maoool da Cruz,
Dr. Antonio Domiogues Pinto, Abdizi de Vas-
concelos, Ant no GusmSo Lyra, Arthur de li-
veira Cavaquinbo, Henrique de Oiiveira Cava-
quinho, Jos Rodrigues da Costa, Francisco Men-
dos da Fonseca, Mara Gozende, Sainstiauo Cor
rea de Araujo, Gaspar Augusta de Aodradey
Evangelina da V. Costa, Dr. Pinto Pesso i, A. Al-
vina, Bahieoss de Laceria, Manoel da Costa, Ama-
tor Brayer e 2 prseas de polica.
Chegados do sul no vapor americauo Al
lianca :
Tertuliano C. Vidal e sua senhora, Gco L. Wi-
uoor, Dr. Rodolpho Galvo, Dr. Cerqueira Lelte,
sna seuhora, 1 filho e 1 criado, Joo Ribeiro de
Brito, A. A. de C. Medeiros.
jOperario cirargicaFoi pratienda no
hospital Pedro II, ao dia 26 do corente, a se-
guinte ;
Pelo Dr. Malaquias;
Adiputaco da cdxa esqierd.i pel metbodo a
retalho anterior, reclamada por usteo-sarcoma do
joelho.
Caaa de DetencaoMovimento dos pre-
sos do da 26 de Janeiro :
Existiam presos 348, entraram 6, sahiram 4.
Existem 350.
A saber :
Nacioaaes 322, muheres 9, estrangeiros 9, ee-
iravos sentenciados 5, processsdo 1, ditos de cor I
reccao 4Total 360.
Arracoidos 322, sendo: bons 309, doentes 13.
Total 322.
Movimento da enfermara :
Teve baixa
*a**iA 8 [wrte ies-
3 de Feve
Liolerla
reato.
Bilbetos vouaa na Casa do Ouro, -mn dojla-
. Victtiti* u, 40
Tamawn achiun-se venda na Casa da Fcrtu-
ua ra 1" da Mary.o n. 23.
l-.umle latera da provinciaA 12
serie desta latera em beneficio dos ingeuuos da
Colonii Isabel, cuj i premio grande 2W:000000,
ser extrahda uo da 3 d"Fevereiro, as 44oras
da tr
Os bdhetes aehara-sed venas aa Reda da For
tusiti ra Lr.rga do Rosario n. 3"j.
Hatadonro t>cahiteoPoram abatidas nc
M i'adouio da Cabanga 62 rezos para o Consmno
do dia 28 de Janeiro.
Sendo: 41 rezes pertencentsa Oiiveira Castro,
t C^ e 18 a diversos.
Mercada Hunlclpal de *J. donO
movimento desto Mercado uo da 27 do corrate
foi o secutte:
Entraram ;
37 bois pesando 6,893 flas.
302 kilos de pcixe a 20 ris 6^010
65 cargas de fariaha a 200 ris 13000
Ib ditas d frdetas diversas a 300 re. 4J800
4 taboleirus a 200 reda
13 Sumas aiUtreis
Poram oceupados :
221/2 columnas a 600 ris
22 compartimentos do fariuha a
500 ris.
19 ditos de comida a 500 res
71 ditos de 1&*uiuqs a 4(uTi-rs
16 "ditos de saino a 700 ris
11 ditos de ressaraa a 600 ris
10 tnlhos a 2
7 dios a 1J
A Oiiveira Castro fe C.:
54 talhos a 1 ris
2 talhos a 500 res
Jeve ter sido arrecaduda neste dia
a qnantia Je
Reudimento de 1 a 26 do Janeiro
54 j 000
1*000
189444)
4:902*180
Poi arrecadada liquido at hoje 5:091*620
Precos do dia :
Carao verde 240 a 430 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idera.
Simas de 560 a 610 rjia dem.
L''ariuha de 240 a 320 *is a ettia.
Milho de 260 a 320 t^s id.'m.
Fejao de 560 a 1*000 dem.
Cemiterlo Publico Obtuano do dia 26
de Jaue.-ro:
Anastacio Pereira, Pernarab'.ico, 7J annos, sol
teiro, Boa-Vista ; velhice. r
Joi Jeronyma de Audr&de, Ric-Grande do
Norte, 33 annia, solteiro, Bja-Vista; gaatro in-
tente.
Iunnocencio Feiisardo da Silva, Periumbico,
35 annis, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Mauoel Salnstiaua da Hora, Pernambueo, 35
andoB, solteiro, R.cifa ; maniado pelo subdele-
gado.
ffedivoi
O Dr. Lobo Moscoso, do volta de sua
viagera ao Rio de Janeiro, conntia no
oxsrcicio de sua piofisulo. Consltuas (las
10 s 12 horas da maoha. Espociuld'ides
eperajrJes, parto e molestias do s nhoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto jiampaio 'l consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da cafa
a ra Barao da Victoria, n. 51. Rea-
deama ra Sute de Setembro n. 34, en-
trada pr-la ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo modiuo operador e par-
tero, residencia raa do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das ll horas da tnanha s 2 da
arde. Especialidade : molnstias e opera-
cies dos orgaos genito-urinarios do hotiiem
e da muliier.
Dr. Joaqaim L-mreiro mediio e par teiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, l.#
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Drogara
Francisco Manoel da dva dt C. d3nrr
ltanos de todas as especialidades pharm^
aeutic/vs, tintas, drogas, producios chimics
^ raedioainentos homcBopaticos, rua do Mr-
quez de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
tacado, rua do Mrquez de Olinda n. 41
Seriarla a Vapor
Serrana a vapor e officina de caxapina
de Francisca dos Santos Ala-da, uae
de Capibaribe n. 23. N'cste grande esta
bele.:imento, o priraeiro da provincia neste
genero, compra-ae e vendo se madeiras
de todas *s -qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assim como se preparam
obras da carapina por machinas e por pre-
50 som competencia Pernambu :o.
va e *D-tn o uaoaaatc de ial
cruB jimo acontec-
man a aito con' insbanjojos e
humanos do que t lo usar...
Alm dissjnttribaem-te a autora de outros
fictos e rt-f -rein algumas farcas, rujo dssempenh
aportad u t aa prenlas e'a ti qoe daaenvoU
veste empre nina salidariedade inahabwel. As
sim, noia, a morte d Chie> Pe i j, assasainado ni
referida mstta do Caia e de Puio Manado,
por questo.'.s de terca, oa matta do engenaj Ca-
inoriio sao a ti tribuidas. E uto saberes per-
ventura qual seria o nteressado na morte d um
correio ou estafeta na margen) do acude o Japa-
randuba?
Mais: i^narari meu querido amigo qocm t.otou
espancar Msnoel Januarii p-ir desmedida c vil
ambicao noa terreno* .dVste? R-'trat-tr de novo
isto io c de grande esfurco de memaria, parque
nao S3t multo di itante ea--e lempo.
Mais anda: quem se.n.1) t ou leu pai seria o
brbaro espancador da abastado portugus Ga-
briel Antonio por causa do una eacravos africanos. 1
euja posse disputa veis?
Estars acaso na ignorancia de quies tivesse.n
sido 03 inndr.tes de urna carn tui na eerra da
Prata? la tantos annos j !...
800 Oh meu illustre e valente Pedrn, isto de que os
2/60J ventos me foram mensageiros mudostem o poder
de abalar as emseieaeias de marinare e preciso
13*500 ama es'-iordinaria rigidez de animo para urros-
tar o effeito que produz o es'ygma do publico, >s-
11*000 peetador penitente de secuu brbaramente detes-
9*500 taveis.
28*400 Por minhas brenhas ebegou tambem ha annos a
112J noticia dj que foste a forca mitriz que devastou a
6*600 fortuna de Manoel Pedro, sendo teus pareutes a
20*000 causa da conpleta ruina do ceg Jjaquim Coelh>.
7*900 Nao te quero nenhum mal, nunca !
Apontsrrdo-te taes tactos, j talvcs gastos em
tua memoria-- tenho por fim nicamente abrirte
os olhos diante de nm abyamo toraz. Alm disto
nao fiea bem ao amigo que v o ouro servindo
de m-fa ao povo, no mei) de incoherencias estra-
nhas, por isso que, se t ba bem poneos annoa
Atila terrivel entraste pelo tribunal do jury de
botas e esporas, pretendendo esmagad a tudo l a
todos, inclusive ao juiz di direito (Dr. Joa-i Fran-
cisco da S. Braga, se nao me engao) de qcem de-
sejavas arrebatar una autoa, eomo b-ja te mostras
do um carinbo descommunal par outro juiz, sim-
plesmeute porque esti mostra-si hostil pessoa de
um cavalbeiro, teu iuimigo ? Nao, Pedro, t se-
gues caminh) errneo e teua ataques nio tero
rinso na opiniao; e nao seria mais digno, mais
louvavtl qu2 em vez de enveredares por estas si-
nuosidades de intriga?, improprias de grandes fi-
dulgos, te recolheeses ao campo da neutialdad',
onde as paiSoa eo calmas ? Nao ser verdade
3SO ?
Eu sei que deves de estar dando largas a ten
genio fogoso quo te obrgou a te ligart's em pugi-
lato com um teu irmao, ha uns dous annos,"por
causa de urna cana que o mesmo dera a um pasaa-
geiro sem teu assentimento; e alm disso Ion chien
chasse de race. Mas ba occasioes em que as con-
veniencis obrigam que focamos um osf ireo sobre
nos me8:nos. Melhor nj poderias ter aehad)
agora.
Teiiho te dito quanto quera por hoje. Nao sei
so mo fiz eomprehouder bem. Se assim sncceeu
eneb.T-rr.e-hei de cntentameuto e dar me-h^i por
plenamente feliz se souber que as .palavras de teu
amigo despretcncioso calharam em teu espirito,
excitada do odies vingativoi coutra o tenente-co
ranal Austriclno, que tem tdo a condigna hom-
bridade de nao fazer csso de tua vida.
Eu te felicito se souber.'s ianr uao da dignida-
de, tal com i devo ser entendido que rvspeitsr
cada um os direito* alheioa, ter amor a verdad-3 e
nao qu-rer ninguim para ootrem o que nao quar
pjr : si.
Abraci-te fraternalmente teu
Caboclo P. A. Botocudo.
15 de Janeiro de 1887.
O lonco
A noitaf era bella, a laa ;
a brisa cuma u.ts lolhss bfinc
n> longo vem vindo n'um 1
uia vulto embocado a t i camn
Q lam era ? onde ia I em horas to n
embusi-a de pirta? quclle vinjanfu ?
fuga, pirque? sera um prosoripto
um ente mildict) o'tal csminhsnte V
Can certa reserva 83U-J do longa
e o vulto de monje siqu-T nao notoo-'me,
na roi Ihe descubro a-gara, eaconida
urna arma homicida que a loa mostr
Q-iora s ? perguntei, acaso proouras
ignotas venturas, prazvres iii oleias o mundo ? detestas a vida 1
oh alma perdida por estes deserto* t
Parou, descebrj ;-3e ; entilo vi-lhe o rosl
aondd o dosgosto parece, imperava ;
nao teaias, amigo, me di^se, e calou-se
a Ina turvou se, o vulto chorava !
Depois praspguio : eu s>a um des"rcnte
que soffre innocente, um pobre, um mendigo
me diz m pots, procuro ai selva
de rastos na relva, p'ra mlm om abriga.
Amei urna estatua, human, inser
Ingrata, inveocivel e sem eoracao!
amei com delirio, souhei-a usa archinji
urna alma de aojo, oh crua illusSo.
Ergueuse de repente squella sombra
tumba-ido apa exange pela alfombra
o espectro foragido;
am gsrgalbir tnto horrsono estridente
no ar repercuti!... c o viaj-ir- deecrente
havia enlonquecrdo!
E ella, a inrrKta, o typo da inclemencia
Sorrindo da dosgraeanomeio da opniencia
mais tarde conheci.
Altiva, sempre altiva e fascinante
no sen olhar de fo$o inebriante '
a magoa descobn!
Nemo.
Eiei^io
-
r. "
Para que o publico e om nliompadp-
r<"N do Entado vojaui auem < o
Juiz d<> direito de Palmares
O juiz ie dirto de Parrrurfes, bacha-
rel Luiz Ignacio do Millo fnrreto, acaba
de excluir ni rcvisSo do jury 10.) jurados,
todos eleitores, o quasi em sui totali lado
propritarios, negociantes agatcultores, ho-
mcDs finalmente, independentes e perleita-
mente enllocados.
Foram todos excluidos oom as notas so-
guintes, que constam da^ actaFalta de
boa fama e bom senso.
Cada ama dessas exclus5es importa urna
l'tilLlLAlOLSA rlMM
Palmares
Meu velho e illustre amigo Dr. Pedro Af-
injuria, mna affronta ao exduiJo ; por-
tante, da nma s vez a'.irou sodre a face
de 105 cidadSos, 105 injurias. Em vista
de3ti procedimento poder esto juiz sof-
frendo qualquer desacato attribul-o a eate
ou aquelle-? Uicant Paduani.
Um prejudicado.
OEiffiJ.JessitaiMapi
Ji
Dos devotos que t;em de festejar o glorio-
so S. Franeisso de Paula na sua capel-
la do Casanga, no aia 13 de Fesr^eiro
prximo vindouro.
Juiz por eleico
Ollim. Sr. Pa noel Perreira Bartholo.
Juiz por devoco
O lim. Sr. Dr. Mano1 Gomes de Argollo Forrao.
Juizi por eleco
A. Exm*. Sra. D. Brasilia Nabuco d Ar-jolio
Ferro.
Juiza por devocSo
A Exma. Sra. esposa do lll.n. Sr. Manoel Ferrel-
ra Barthoio.
Eaerivao por eleicSo
Olllm. Sr. Dr. Manoel Perreira Barthoio.
Escriv) por devocao
O Ulm. Sr. Ermitto de Barros Pimcntel.
Eacriva por eleicSo
A Erma. esposa "Mo Dr. Manoel F.-rreira Bar-
thoio.
f>'r


i

y
y
I

Vicente E. d* Joo Rodrigues Reg.
Tiveram a'ta:
Joaquim Martina de Moura.
Tbeodosio Jos de S.nt'Anna.
Cira 11 ti extraordinaria lotera daa
alagoaa Esta grande fjteria, cuj 1 premio
grande 2,000:OUO<>UO, ser extrahirla imprete.
nvelmente no dia 12 de Fevereiro prximo.
Os blhetes acbain-sc venda na praca da In-
dedendencia ns. 37 e 39.
Lotera ile 11 nao tersen-A A' parte
da 1" lotera desta provincia, cujo pramio grande
600:000*000, ser extrahda no dia 5 do Fe-
vereiro, mpreterivelmente.
Os bilbeies acham-ae venda na Roda da For-
tuna, rua Larga do Rosario u. 3G.
Lotera da rdrteA ,a parte da 202* lo
er da corte, cujo premio grande de lOOrOOOi
ser extrahda amanha 29 de Janeiro.
Os biibetes aenam-se -venda ua Casa da For-
tuaa na Primeiro de Mnrco n. 23.
Tambem acham-se venda ua prac% da Inde-
pendencia as. 37 e 39.
Lotera do Cearft A 6* parte da 3* lote-
ra d>-8ta provincia, cujo premio grande ........
i iO:000/000 ser extrahda ao dia 2 de Feve-
reiro.
Os blhetes acham-ae -venda na Roda da Far
tana roa Larga do Rasarte n. 36.
Tambem acbam-se venda na Casa Fciis.
praca da Independencia ns 87 e 39.
Lotera to ParanEsta importante lo-
rene, cujo premio grande 300:000*000, p habi-
lita-se a tirar 10:000*0X1, ser extrahda impre-
ter i ve. 1 me ate no dia do crrente.
Ackam-seexpostoa veada os restos dos blhe-
tes na Casa da Fortuna roa Primeiro de Maro-
a. -23.
Lobera du RioA 3* parte da loteris
a. Hi.O, do aovo plaao. do premio d.> l'j\):01Xr*000,
ara extrahda uo dia te Janeiro.
Os bdbetes acham-se venda na Casa da r'o -
ana rua Primeiro de .-Marco.
Tambem acham-se venda ua piacu da nue
pen leticia ns. 37 e 39.
Locera de ncelo de SOOtOOOSOoo
A 2* partes da 15 lotera, cujo premio
graude de 3|70:OGO, pelo novo plano, sera, ex
trabilla impi'etoriveluieute no dja 1 de Feveieiio
ao sacio da.
Uilbetesa venda na Casa t'elis da praca da lo-
-.iependt.ncia na 37 .
Tsinhein acham-sa venda Koda di Fortuna
aa roa Larga da Rasara u. 36c ua Casa da For-
tuna rua Io Je Marco 11 23.
Frecos resumidos.
fotiso Ferreira
Consent.) que eu te escreva duas linhas em tom
de amisade intima como rc-corJacSo d'esses bous
tempia de noasa infauciu, que levamos a saltar
por sobre pontas de paos e a fazer garotageus n -,
maltas. Com urna diiferenea apenas: t, embora
menino, sempre tiveste teua ares de pacb ousado,
sem temer nunca as chiueias e os bolos, que sao
o correctivo das criancas travesstis; euum sim-
ples comparsa que te segus e ule. arrepiava todo
com a fumaca de teus tiros.
Crcsccmos Como em pequeas, nassa pojijio
contmnou- diamctralmente opposta: t com a ar-
rogancia impetuosa d- um filho de El-rei N06S0
S ohortens visto a realid .de de teua sonhos, cn-
brulhada no manto que fizeste com ns lacrimas
dos opprimidos ; eurecolhido obscuridade bru-
tal das selvas, loBge da civ|isai;ao, onde desem -
p> nh is o papel que deveria tocar-me por forca d?
raen viver despresivel e nmade.
Ab Pedro t tena aido de.maeiaio cruel Se-
luicola de ouvi Jo finoeu tenbo ouvido ossas ge-
midos pung lites quteem ti lo a ti como motor.
E' certo que p^r iffeito de tuss eacarumiiVras deves
de estar tvistaiite abatido, porque, como sub-s
t'2 y a du haut scqueucia natural da relatividade das lea que nos
regam
Mas apee.ir de tao boa lica", do advi rtencia
to salutar do destinoconsta me que comress a
arremetier de novo, apparentando pretcncao ue.v.i,
qual a de figurar 110 ononlo da poltica, pretenden-
do reconquistar o velho podero v abatsr caraetc
res, cora vioiacao das leis moracs que &o a verda-
de e a jnstica.
^Nosce te ipsum. Nao consrgoiiis o que di-si-jas,
meu caro e illustre Pedio Alfonso; digo-te coiu a
irauqueza humilde de amigonada para amigo
tudo...
E peimtte que uva autarisando da lib-rdade
que do s relnf.-s velhaseu te leuibre alf^uns
fac'.oa rial8ale8,dVntre c;a que forma vam teu pro-
grainmu na juvenlude, seiido qu- passare ligci-
ramcute sobre c!leJ, jiorque t deiejo ehitmnr-tc
ieiubriinca para a realida.le tiegr, que ser.a lulo
eterno p'ira aa c. nac- ucias saa dus quo te pr-
Surgo em raimares ltimamente um grande ni
voroio par ums Isabadas que atiraran, Bcbse o
juiz do direito. Faet triste, exacto, e t fuste
um dos mais tevcltados eonira el!c.
E' esp-.ntose, IVdro! Cuma ests BroJado !
Cunf isu-ta con) a calina do amigo que sent o vi-
ver separado do onn>.
E faicido |>o8 um confronta cnlre teu sentid
nvtual c teua paasados tetaspejo-l- me i- s
das : qmm mandn asaassmar na malta rie'ti n eri-
gen h) aa vtlho Cbarta, aqual anda lijo consrr-
Segue hoje s 4 horas da tarde no paquete
Bahia, afim de tomar assento do Tribunal da Re-
lacao da Fcrtaleza o Exm. Sr deaembargador
Joaquim Jos de Oiiveira Andrade.
O nome de S. Exc como acsgistrado integra e
tllustrado, como cidadao correcto em toda a sna
plenitude, e cavalledro de fino trato, van-ajos 1-
mente conbecido em todo o paiz, principalmente
nesta provincia, onde, alm de outres cargas
exercea S. Exc. a ehefia de polica com es ap-
plansos dos homens serios desta trra, e na corte
onde como juiz de orphaos manifestou 'alm de
talento e illuatracao a maior aotividade e zelo na
administraco doi negocios orpbanalogicos.
S. Exc. actualmente um das pernambucanos
que mais bonram a Ierra que Ibo deu o bcrec, e b
alta magistratura brazileira.
Felicitamos o Tribunal da Relacao de Fortaleza
pelo Ilustrado concurso que vai receber de S.
Exc, a quem desejamos prosperas auras.
B. Exc. parte da rua do Baro de S. orja
n. 29.
Ctro.
/
0 Contribuirte
E' s nal, em que muitos conservadores, que se acham
animados do desejo de manifestar p da imprensa as
suas ideas e oa seus sentimentcs, possam f.zel-o
com toda a liberdade e sem sacrificio pecu-
iiiari i.
Nao ir.pii 1 sensivel entre nos a falta de um
jornal dedicado a jurisprudencia, cm que se pos-
sam discutir as qm-sto-'S pendjn'^s, sem es longos
in'ervallos das 1 evistaa publicadas na corte.
Atteudendo a orna e outra cous, projecta-se
nesta cidade a pabcacao de um jornal intitulado
O ContrtbuitUe.
Alguna cavalheiros prcataram-se de bom grado
a agenciar asagnatu.as.
Ittlto 9~de l).it
Continua a funecicnar este catabelecimeuto de
educac), sito rua do Progresso n. 1 (Soledade).
O servieo >ia3 aulas acha-e distribaido d) se-
guinte modo :
Portugus e arthmeticaO-director.
Francs e latir O vice-director.
GeometraDr. Beruardo Los.
InglezDr. Julio ds Me.!'.
G ngraphia o historia Dr. Ayres Gama.
Rlitt.;ricaO vicc-drcc' r.
Philosopbia Dr, Arthur Orlaudo da Silva.
Algebra escieucias nat'iraesDr. AyresGuma.
, A censori 1 est a cargo des Srs. Dr. Bernardo
Jos da Gama Lins e acadmico Tranquilino G.
de Mello Leitao.
A aula infantil eot a creo ds Gimas. Sras.
Di. M.irin da l'alro.'inio U.hi Poit-a Cirieiro e
Mara Oliudina Pirra Ferreira, aimliaiUa pelejs
Srs. director, vi lireetar, '.ensores c .'.o-idenieo
Leopoldo Pires Ferreira.
Parj sis deinuia oformacois deve-se pr.curar
no instituto o dirtecr
N B. Tsnt mis aoja*do lastitato ornan na*
da aula nlantil, rs prpfsss toa t-.-, m re;n c:c.'s
.'. fim de ..;il-:lM'HRU'e a CiSiM lu-'l'ie, ,
03 alumnos nao se 01! uparem cm leei 011 r 03 zona
con-.puuh iros.
O .urce; 'r,
Luiz lia Casta l\rci'ira Porto C;:rriro.
Eavriv por devoco
A Esma. esposa do Dr.' Manoel da Trindadj Pi-
retti.
Thesoureiro
O Illm. Sr. capito Manoel do Nascimento C.Bur-
lamaqai.
^ Procuradores
Os Illms. Srs. :
Commeudador Luz da Veiga Pessoa.
Dr. Arthur Orlando da Silva,
lturique D. Tavares dos Santos.
Augusto Cesnr Stcpple.
Miguel de Abren Macedo.
Miguel Jat-de Almeida Pernambueo.
Dr. Miguel de Almeida Pernimbuco Filha.
Antonio Jos ia Silva Braga.
Augusto Frederico de Oiiveira.
Luiz Antonio Sequeira Jnior.
Theodomiro Duarte Ribeiro.
A.J. Csimbra Guimsrles.
A. Nunes Coimbra.
Pedro Alves da Silva.
Coronel Sebistiao Alves da Silva.
Dr. Eduardo Candido de Oiiveira.
Francisco Joao de Barros Jnior.
Carohno Goacalvea da Silva.
Jos Nogneira de Souza.
Coronel JosThomiz Goncalves.
Teneute-coronel Manoel Goncalvea Pereira L ma.
Procuradores
Oa Illms. Srs. :
G. Laporte
Dr. Francisco de Pauia Correia do Arauja. -
Jos Augusto de Asevedo Marques.
Juizes protectores
Rvm, conego Thclesphoro de Paula Auguito.
Rvm. padre Jos Procopio Pereira.
Rvm. vigario Marclllno Vieira da Silva e S.
Rvm. padre Dr. Manoel Cavalcante de Asaia Be
zorra de Menezes.
Illms. Srs. :
Vicente Nunes Tavares.
Commendador Joito Ignacio do Reg Medeiros.
Commendador Albino da Silva Leal.
Capito Manoel Correia de Araujo.
Thom Correia de Araujo.
Antonio Joaquim Correia de Araujo.
Theotonio Flix de Mello.
Satyro Serafina da Silva.
Dr. Augusto Serafim da Silva.
Francisco Gomes de Oiiveira Sobrinho.
Jos Rodrigues Ferreira.
Antonio do Reg Araujo.
Francisco de Luna Cautiuho.
Pedra Netto.
Domingos Cruz.
Alfredo de Araujo.
Jos Nunca Coimbra.
Carlos Lourenco Gomes.
Arthur de Mello. \
Juicas protectoras
As Eaias. Sras.:
Baronesa de Maribeca.
D. itargarida de Assumpcao Ferreira Marques.
Esposa do Illm. Sr. Dr. Manoel da Trindade Pi-
rvtti.
Esposa do Illm. Sr. ccmmendador Albino da Silva
Leal.
Esposa do I lm. Sr. Aurelio dos Santos Coimbra.
Esposa do 1 lm. S-. Francisco de Abren Macedo.
Esposa do Illm. Sr. Francisco J3s Rodrigues
Praca.
Esposa do Illm. Sr. Dr. FranciscoJdo Reg Barros
de Licerda. _,
E pesa do Illm. Sr. Antonio Jccquim Correia de
Ara ojo.
Espisa do Illm. Sr.Dr. Joaquim Correia de Araujo f
Esposa do Illm. Sr. Dj.Ecaaeisf5a Rgo-Banta^
Esp so da Illm. Sr Jos Nogueia de Souza.
Esposa do Illm. Sr. Dr. Eduardo Candido de Ol-
vers.
Esposa do Illm Sr. commendador Manoel Jos
Machado.
Esposa do Lira. Sr. Gauduo Ernesto de Medeiros^
Esposa do Ilim. Sr. Alfred > do Araujo.
Eaposa do Illm. Sr. Jos Gomes G..nches.
D. Francisca Plessemann.
Esposa do Iilm. Sr. Curios Laorenca Gom;-.
Esposa do 11 m. Sr. Dr. Francisco de Paula Cor-
roa de Araujo.
Juizas definidoras
A* Exmas. Sia# :
D. Francisca Adelaide Xavier Linf.
>. Tn'rezi .i- Juaus Oiiveira Borges.
O. Mara Alris de Oiiveira Borges.
I, M.ximilla Burlaicaqui.
1. Constancia rWprtua do llego.
I). Adela.de Lai.
1). Albertina Ost.li
i). Autuiua dn S.'.,-:; a.
D. AtBsS (-' i i.b:).
I) Francisca M reir da :cilva.
I). M .ri 1 Label da b S.-.
1). A il :.:'1.1.
D Amalia le O oeira PoinaiWu 0.
O. Mana I!
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Diario de PernambucoSexta-feira 28 de Janeiro de 1SS7
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D. Liara Rodrigues Ferreira.
O. Mura Tbeodolinda da Macedo.
D. Aliee de Piaho Borget.
O. Adela da Veiga Pessoa.
D. Mura Augasia da Veiga Penca.
JO. Hirtencia Wild.
D. Elisia Wild.
D. Aicie r.jaes.
D. Bmi Augusta da Suva Reg.
O. Eatfcer da Silva Reg.
D. Mari* Ibe de Barros.
Commisso da feta.
Os Itims. 8r.:
Asrtoaio do Pinbo Borges.
llaa* l do Naicimento Cesar Burlamaqui.
Augusto Cesar Stepple.
Ostinnn Ctroeiro de Moraes.
Antonio Jos da Silva Braga.
Lai* Lili Filho.
Henrique D. F. dos Santos.
Ermtta de Barros Pimentel.
Mano? I Doroingues.
Edavdi d* daca Pereira.
Artoaio da Silva Gomes.
AtfcirKf Narcizo Mala.
Artaur de Oliveira.
Ernesto de Vasconcelloa.
Joto Lima.
Aeio Reis.
Janeiro27-1887.
A* ro d) Imperador n. 16, 1 andar, abri es-
riptorio de advogaeia o 8r. Dr. Felippe da Souza
Lelo. Moco circunspecto, e sobretodo de nao
vulgar nptido, vai cortamente tornar-se recom
calado .1 consideraco das que quizerem ver seus
aegocioa bem amparados pelo talento, llustraeo
boaeatidade. A' este amigo, que comprehende
oarfeitameute a importancia do encargo, que Iba
proporcionar uui futuro auspicioso apresenta lhe
eu* sinceros embiras, como ao sen digno pai o
'8t 7>t .Miguel Felippa de Sou.a Leo.
Um amigo.
Rui do Baro da Victoria n.
14, andar
? proprietiria deste eatabeleci ment, j bastau
tecoah-cido pelos trsbalhos alli ejecutados com
estra e bom gosto, como tambem pela lbanea c
avaluer:3ino que costuma-se dispensar quelles
Toe din : tm&jtuqi, previne ao publico que, com a acquisi-
co que fez de machinas as mais aperfeicoadas,
cata a mi-smo eatabelecmento em condicoes de
tirmr retratos inalteraveit por precos inferiores
aos dos que teem ltimamente viudos dos Esta
do-uid.3, e assim que um retrato de meio ta-
aaanai natural tira-se pelo cueto di 15 XX).
Oateiier, modificad e reformada como acaba
da aer, tomn so o mais perfeito possivel para dis-
tribuico le luz, de modo qua pie-se trabalhar
aeaipro, com bom ou m > tempo, de 9 horas da
tasoh s 6 da tarde.
Aessas circuraitaoeias acrese: ser o pessoal
technico bibilitadiasuio e delle fazer pirte o pho-
tographo hejpanhil D. Joaquim Camelas di Cas-
troque trabalhou nos melhores estabeleciinentos,
dew; gen ;rr>, em diferentes paizss da Europa, e
areepeito de quem j os diversas joroaes desta
pravincia trataram
Do qu> fica dit" v se que est o referido esta-
belecimento em condicoes de executar com pericia
oacsqaer trabaihos de pbotographi*.
Al'i encoutrar-sa-ha sempre expostas venda
grande numero de vistas de alguns edificios
blicoe, pracas, roas desta cidade e seus arra
balde?.
Enfermldade aern ame
-isa
Milhares de pessoa padecen, a* quaes nao tin
nenhuma molestia especifica. N-> entretanto sen-
tem-se upathieas, insensiveis e indiferentes, co-
mem tem vontade, dormem sen) o desejado des-
canco e no todo sentem se miseravelmentea desva-
lidas sem causa plausivel. A causa apparente de
tudo isto provm Je nma retardada digesto, do
estada semi-morbldo do figado, da inactividade
dos intestinos. Afim de se restituirem os orgos
inertes a nm estado de salutfera actividade, nao
lin mais do que lancarem mi das Pillas Assu-
caradas de Bristol.
O Dr. Benjamn Wallis, de Bo3ton, de opiniao
que nao ha nada que com ellas se possa compa-
rar para os casos onde ha taita de energa vital
no estomago e suss dependencias, e onde existe
urna debilidade geral e depresso apparente sem
comtudo apreseutar urna distincta forma de mo-
lestia qoalqoer.
Todos os que padecem de p'ostraeo pbysica,
acompanbada do abatimento de esointo acbarao
qua as Pillas Assocaradas de Bristol Ibes servi-
rlo de Immenso beneficio.
- Ellas se acham acondicionadas dentro de vidri-
nhoa e por aso a sua conserraco duradora em
todos os climas.
Em todos os casos provenientes ou aggravados
por impureza do sangue a Satsaparrilha do Bris-
tol, dever ser tomada conjunctamente com as pi-
llas.
Acha-se venda em todas as boticas o lojas de
perfumaras
Agentes em Pernamboco", Henry Foster & C,
ra do Commercio n. 9.
cola primarla para meninos
cgos
RA VELHA N. 36
O iiieansr.vel professor particular, abaito assig-
mado. participa ao respeitav-'l pubco desta pro-
viaeiii, que abri em su colU'gio, sito A roa Ve-
leta, a. 36 (Boa-Vista), urna sola primaria e secun-
daria para meamos e adultos cgos, dirigida por
Francijca Victor C^lho, professor do Imperial
laaciruti dos Meninos Cgos do Rio de Jsneire, e
d* Aey'o de Mendicidade de Santo Amaro das Si-
iiaas .ie8ta provincia, o qual espontneamente of-
ferereu-ac pira tal fim.
Eapcra p rtanto, que esta escola s< j i bem ac -
tbida nesta capital, igualmente pede a protecc'j
de na c.dlegas e amigor, e de todos quelles qoe
o cabem apreciar de perto, o amor que dedica as
Irtri-as patrias, e ao progresso do seo pait.
O estabelecimento bem preparado como se aeha,
ttae ser visitado pelas familias iuteressadas, d^s
SJior.i da rnanba As 8 da noute.
A\ lattrculas para as aulas, desde j estarao
aberra^, para os cgos de qualquer idade, mediante
as icciiValidadeR seguiotes :
Primeir:is lettras 200
Francez, traduzir e fallar 4W0O
Msica 410 X)
As r.icnsalidades serlo pagas adiantadas no
tetii das matriculas.
I rari >, das 6 horas da tarde 8 da noute.
rc-bi meninos cgos, internos e meio pensio-
Mif.-is p r mensalidades razoaveis.
l!r. vemeute, haver aula de dansa e gymnastica
ara es cgos.
Raa-Velban. 36.
Julio Soares de Aztvedo.
Iiiglez e francez
Cnrsos thcoriooe ou praticos, conforme prefer-
tria os senhores interessados. Roa da Aurora n.
li, 2" undar.
RU DA^PRINCEZA ISABEL N. 4
Sob a diresgSo do bacharel Liuriado Car-
neiro LSo e do professor A. C.
Carneiro Leao
Adiuittem-se alamnos internos, meio
interno o externos.
Methodo pratico
Os alumnos recebero durante todo o
curso. noQos de phisica, chiini;n, historia
natural, agricultura, anatoma, pbysiolo-
gia, hygiene, etc., desenho e msica. Na
aula primaria o numero dos professores'
ser proporcional ao dos alumnos.
Escola particular
de instrnc$aO primaria para o
sexo masculino
CASA DE ENSINO MODERNO
36Hua Velka36
O abaizo assignado, participa ao Ilustrado pu-
blico desta cidade, que abri su:i Escola parti-
cular de iustruccio primaria para o sexo masculi-
no, ra Velha n. 36, (Boa-Vista) onde esme
radamente se dedica ao ensno de seus alumnos,
Educa e inatrue a infancia pelo melbor 6ystema
des principaes collegios da corte do imperio; onde
por algum tempo demorou-se passeio, cujo sys-
tima a delicadeza, a vocacao, a paciencia
intima para o ensino, fazendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminho da intelligencia, da honra
e da digmdade com santos conselnos e sus litos,
afim de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religno c da lei, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera merecer a confixnca e protecao dos
pas e tutores das creuncaa que queiram nprovei-
tar um rapid> adantemento de seus filhos ou tu
telados, e em particular tein t robusta em todos
os seos compatriotas pernambucanos.
Comquauto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os seus
puros desejos sejam coroados com a f lis appro-
vayo de todos os filhos do imperio da Santa
Cruz.
Espera finalmente, que o respeitftvel publico
aiba apreciar de perto o seu ve-dadeiro ensino
primario, onde rpidamente as creuncaa abruenm
e amam de coracu as livros, as sciencias, as let-
tras e as artes.
Mensalidade2(X10 pa^os adantados, no acto
da matricula.
Horario-das 9 horas da mauh s 3 da tarde.
Recebe meninas internos e meio-pensionistas,
por mensalidades razoaveis.
Ra Velba n- 36.
Julio Soaret d'Azevedo
Inslution Francaise de
Demoiselles
COE.LEC.IO
DE
N. S. das Victorias
O loa do Hospicio 10
As aulas abrir-se-ho no da 10 do corrate.
A directora,
Baronesa L. V. d'Herpent.
9fc
i
ADVOCACIA
O co selbeiro Dr. Manoel do
Nasciraento Machado Portella
j contina ao ezercicio de sna
j /profssao do advogado podendo
|' ser encontrado em seu escripto-
| (rio a ra do Imperador n. 65,
|)1. andar, das 12 a 3 da tarde.
Dr. Coei"
Medico, partelro e operador
Residencia ra Bardo da Victoria 15, V andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 69.
D4 consultas das 11 horas da manb as 2 da
tarde.
Attende para os chamados a qualquer hora
telophone n. 449.
Leonor Porto
Hua do Imperador n 45
Primeiro andar
Continua a executar os mais difiieeis
figurinos recebdos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeifode costura, em bre-
| vi dude, modicidade em precos e fino
gosto.
a;
Collegio
Ra do Baro de Borja n
( ulica do Sebo)
5>
O
de Nossa Senhora da
Ponha
RA DA AURORA N. 19
As nulas deste instituto comecurao a 7 de Ja-
neiro.
A directora,
Augutta Carneiro.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
cri.siicas, dos orglos respiratorio
senhoras.
}

I
{}
) i Todos rs cbamads
Presta-se a
or i di capital.
qualqoer chamado para
VISO
i!
}
I
do )
ser diriga
devem _
dos pbarmacia do Dr. Sabino, roa do j (
Baro da Victoria n. 43, onde ( indicar ) (
sua residencia. i i
Consultorio medico-
cirurgieo
O Dr Castro Jcsos, contando mais de 12 auno*
le escrupulosa observacio, reabre consultorio nes
ta cidade, ra do Bom Jess (aotiga da Cru
u. 23, l.o andar.
Horas de consultas
D? da : das 11 s 2 da tarde.
De uoite : das 7 s 8
as demais horas da uoite sera encontrado n>
riti travessa dos Remedios n. 7, primeiro por
lio esquerda, alm do parti do Dr. Cosme.
}
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
litta, ez-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar 4a casa
n 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cipto nos domingos e dias sintihcados.
Kcaidencia ra Sete de Setembro n.
84. Entrada pela roa da Saudade n. 25.
G
OHMERCIO
*r#ia foaaracrrJal
buco
de Perraaai
RECIPE, 27 DE JAtfEISO \>E 181-7
As tres hi ras da tarde
oiaeit* ojiciaes
em 10 e
A directora,
I. Adour.
Chapeos 2 caizes ordem.
Drogas 11 volumes a t' Manorl da Silva
E O.
Estante 1 caia ao Dr. Jos Marianuo.
Fnmo 153 volumes t Filho. 10 a Ventura V. I'ccna, 7 a Antonio da
Cunha Silva.
Feijo e ervba3 49 saceos a Antonio D. 4c
Figueiredo.
Livros 1 cu iza Joee N". de Sousa.
Miudezas 7 caizas a F. Lama C.
Malas 2 a engrudados a Joio Alves M. Guima-
6 enlist
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia:. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Collegio Amor Divino
RA DA IMPERATRIZ N. 32
As aulas abr;r-se-h3o no dia 10 do corrente.
A oir-ctera,
Olj/mpia Alaria deMcndonga.
>.-i-
sore Para, a 60 d/v. com 2 l(4 0/0de ra^!'
Merendonas diversas 300 volumes a Pereira Car-
conto.
(l president-,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario.
Eduardo Dubcux.
45NIMENTOS PBLICOS
M z Jo Janeiro
ALFANDKUA
> u y. :-5
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697.8&J699
30 751.429
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6.441*691
"J8:63/128
128.350 5970
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.. ; il
856;983098
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87:315/863
1:053 057
88.388/920
6:3155136
93J/00
7;2453S6
DESPACHOS DE IMPORTAgO
r nacional Eipiro-Santo, entrado dos por-
al, em 27 do corrent-, e ousiguado at
e de luqui do Norte ; roanifeston :
Carga do Rio de Janeiro
saceos Fernandca da CjU & V.
if 20 cairas a Ooimar.es ft Perntan
icco a D. Antonio F. Br>ga.
neiro & C.
Matte 2 surroes a Antonio D. de Figueredo.
Panno de algodio 2 fardos a J Rodriguen de
Moraes & Irmo.
Xtrque 451 fardos a Sanders Brothers A C ,
250 a Baltar Oliveira A C.
Carga da Bahia
Charutos 1 caizo a Costa Lima & C, 3 a Al-
meida Machado & C, 4 a Joe Autonio dos Stu-
to-, 2 a Sulzer Kluffininn & C.
Chapeos 2 caizeb crdtm.
Fio de algo Ja > 44 sa;cos a Joio Francisco Le-
te &C.
Panno de algodio 6 ftrdos a Souza Basto, Amo-
rm & C 17 a Lu:z A. Siqueira, 10 a Uougai-
veg Irmo 4 C., 33 a Ferreira 4 Ino3o, G a L.
Maa 4 C, 5 :i Antonio P. Carneiro da Silva, 10
a A. Lopes 6c. C. 61 a Machado A Fercira, 10 a
Bornee & C.
Pelleg 46 amarrados a Jos Cavalcante deCtr-
vallio.
Roupa 1 sacco oidem.
Vapor americano .iance, enlrado do Rio de
Janeiro e escalas em 27 do crente e consignado
a UTeory Forster & C, manifestoo :
Amostras 21 volumes a diversos.
Cognac 50 caizas a P .va Valeute A C.
Caf 30 saceos a A. D Figueirede, 96 a Fer-
reira Rodrigues & C, 70 a Ferreira de Carvalho
A 0 60 a Joo Fernandos de Almeida, 269 a
Pai va Va lente A C, 125 a anoel dos Santos
Araujo, 375 k ordem, 55 a Ferreira A Miranda,
105 a Joaquim Duarte Sicnc* A i>, 50 a Joo
Rogeno N- da Silva, 50 a Joo Moreira A C, 15
a Manoel M. de II. Cavalcanto, 60 a Maia & Ma-
galhes, 420 a Jo-iqum Ferreira de Carvslho A
C. 328 a Fe mandes da Costa A C 305 a Do-
mingos Cruz & C 145 a Maia & Rcaende, 176 a
Ferreira Carneiro A C, 50 a G mes A Pereira.
Fumo 22 volumes ordem, SO a Eanity Ro-
drigues & C
Fazcndaa 3 calzas a A. Amorim &, C, 3 a Nu
nes Focscca A C.
l'nnno do algodao 50 f^rlo a Luiz Antonio
Siqu.'ira, 25 ordem.
Vinbo 26 barris a Soares do Amaral Irm-s.
Vinagre 25 barr* a Fraga. Rocha A C.
Vap>r 'nacional Mandaba, entrad j da Baha e
carrega-
eacalas na me ama fdata e consignado Compv-
nhia Pernsmbncana, manfestou:
Algodo 182 saceos a Joaquim da Silva Car-
neiro, 100 ordem.
Assocar 171 saceos a Pereira Carneira & C.
Pellos de cabra 31 amarrados a ordem.
Panno de a>godo40 fardos a F. Ribeiro Pin-
to Guinires A C.
UfcoPACBOS )E~EXPl5TAgA0
Em 26 de Janeiro de 1887
Pstra o exterior
So vap-N- ing'ez Gwc.i h:'.ine, earregHram :
V*ta New-Yoik, J. l'ator c C. 905 saceos com
77,145 kilos de assucar mascavado; F. Casco
de Filho 224 saceos com 16,800 kilos de assnear
mascavado.
No brigue noruegoeuse Entina,
rsm :
Pura New-York, J. 8. Loyo & Filho 870 saceos
com 65,250 kilos de assucar mascavado.
No vapr americAOo Allianca, carregaram :
Para Ntw-York, H. Nuesch A V. 9,950 pollos
de cabra ; H. Stolzenbach Si C. 29,600 pellcs de
cabra c 5 barricas com 300 kilos do borracha.
Para o Interior
No vapor nacionl Espirito Santo, eerrega
rara :
Para Manara, P. Piulo & C. 65 bsrris com
6,240 litios com 4.000 litros do aguard nte e 20 barricas c.-m
1,189 kilos de assuc&r braoco.
Para o Para, F. A. de Azevedo 209 barrios
co-n 11,180 kilos de assucar biauc > ; J. L. da
Siiva Oliveira 25 barricas com 1,605 kilos de as-
sucar refinado.
No vapor nacional S. Fr ram :
Para Bah'a, A. Lopes & C. 100 saecac com
7,421 kilos do ulgodo.
No vapor americano Allianca, carregaram
Para o Para, F. A. de Asevedo 150 barricas
com 12,050 kilos de assucar branco ; Baltar Ir-
ados C. 600 volumes com 36,900 kilos de usu-
c:r braoco ; T. de Asevedo Soasa 100 barricas
com 11,210 k'los de assucar branco ; V. da Sil-
veira 500 barricas com 36,435 kilos de assucar
branco.
Para Marsnho, S. Guinarits A C. 20 barricas
com 2,367 1|2 kilos de assucar branco e IbO vo!a-
m ~b barricas com 2,625 kilos de assucsr branco.
No patacho Deniegenle Chance, carrega-
ram :
P^ra Pelotas, P. Carneiro A C. 30 barrica i com
3,140 kilos di assnear braoco.
No patacho- nacieaal ii val, carregaram
Clnica
tedlco elrurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoias e
criancas.
Residencia Ra da Imperutris n.J4, segunda
andar.
Emu sao de Lanian
& Kemp
A EmulsSo de oleo de figado de baca-
lbo com os hipophosphitoB de cal, soda e
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanman dt Kemp de Ncva Yotk,
melbor, a mais perfeita, e a mais efficaz e
sgradavel que ai agora se tero, tfferecido
ao publico.
E' um regenerador poderoso daa cousti-
tuiySes debis e um remedio certo para
todas as affecjSeB do peito, da garganta e
dos pulmSes.
sese s a Emulsao de Lanman &
Kemp nao coofundindo-a com as outras.
Vndese era todas as drogaras e pbar-
m acias.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras c
de criancas, com pra tica as principaes materni-
dades e hospitaeB de Paria e de Vieona d'Austria,
faz todas as operaces obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Baro da
Victoria (antiga rna Noval n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas da tarde.
Telepbone n. 467.
N. 4. Todos os ue tm tomado Emulsao
de Sjott, reconhecem a sua superioridade
sobre os outros remedios empregados at
hojo para a cura da tisica pulmonar, escr-
fulas, rachitis, anemia e debilidade em ge-
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
tuintes sao maravilhosas.
Um remedio eOlcazi (2(
BES NON VERBA
Aos que soffrem do peito recommendamos a lei-
tura da seguinte publicaco do Sr. Jos Mara
Lopes, morador na liba, dos Mariuheiros, em frente
cidade do Rio Grande :
* Ha quatro anuos que fui curado de urna
muito grave enf.rmidade, resultante de um res-
friado .
Senta dor agudiss^ma do lado csquerJo do
peito, toase secca e urna fraqueaa ezcessi /a em
todo o corpo.
* Em oito mezes de tratamunto com varios me-
dicamentos, nunca consegu obter allivio e cada
vez a ..molestia augmentava a ponto de me ju'ga-
r.-m perdido.
o Encontrando-me com meu primo e amiso Sr.
Manoel Joaquim, residente no Pevo N-jvo, elle
acouselhou-me o uso do Peltoral de (am-
iini'. do Sr. Alvares de S. Soares, de Pelotas,
elogiando-me muito este preparado e com tffeito.
em dona mezes de seu uso constante, restabeleci-
me de urna molestia qou me levava sepultura !
* O que digo verdade, e toda esta, ilhu o pode
airmar, pois nella vivo ha mulo de triota anuos,
onde tenho chcara e familia.
O leitor poder encentrar outros muito? at-
testadjs nos folbetos que acompanbam cada fras
co.
Ocposito, nicos ngoutes o depositarios geraes
em PernambuceFrancisco Manoel da Silva 4t
C., ra Mrquez de Olinda n. 23.
suficiencia, de couformidade com a dispotico do
decreto n. 8276 de 15 de Outubro de 1681 e mais
formalidades exigidas no art. do decreto n. 817 de
31 de Agosto do 1851.
E para que cheguo ao conhecimento de' todos
tuandei pastar o presente, qu ser afiliado no lu
gar mais publico e do costme e delle se eztrahir
urna copia para ser remettida ao Illm. Ezm. Sr.
presidente da provincia, para fim indicado no sit.
157 do decreto n. 9420 de 28 de Abril de 1885, de
30 de Agosto de 1851, art. 11; do 5 de Janeiro de
1871, art 2' com declaraco do dia em quefoi affi
zado e pubiiea Jo o presente edital, o que ser cer
tincado pelo porteiro dos auditorios, como dispoe o
art. 153 do decreto n. 9420 de 28 de Abril ds 1885.
Dado e paasado nesta cidad de Nssaretb aos
20 dias do mes de Dezembro de 1886.
Eu Joo Bcierra Vieira de Mello escrivao inte-
rino cscrevi.
Manoel Cabral de Mello.
Certifico que polo porteiro dos auditorios me fui
entregue a certido de afxaeo a qual do thecr
seguinte :
Candido Correia Dantas, poi teiro dos auditorios
de Nazareth em virtude da lei: Certifico que affi
zei na porta da cmara municipal desta cidade,
hoje, o edital convidando os pretendentes dos ofi-
cios de justica vagos pelo fallecimento do respec-
tive serventuario major Ignacio Vieira de Mello.
O referido verdade, dou f.Nasareth 20 de
Dezembro de 1886. ) porteiro dos auditorios.
Candido Correia Dautas.
E mais se nao continba em dita certido cima
copiada do proprio original a que me reporto e dou
le.
Eu Joo Bezerra Vieira de Mello, escrivao inte-
rino o escrevi.
EDIT&ES
Secretaria da presidencia d Pernamboco 21 dr
Janeiro de 1887.
. Seci;o, De ordem do Exoij 8r. Presidente
da Provincia em observancia ao desposto no art.
157 do decreto n. 9420 de 28 de abril de 1885,
ta$o pubco ao edital ab-tixo trinscrito, pondo em
concurso com o praso de 60 dias os cilicios de es-
crivao privativo deorphos e ausntese crime por
distribuidlo do termo de Nazarelb^
Pedro Frun.isco Corrti* de. Oliveira
O ir. Dr. Manoel Cabrl de Mello juiz
municipal de orp&Sos do termo do Naza-
ret por Sua M^gestade Imperial bnoro
Deus huarde, etc.
Faz saber aos que o preseu'.e edital vircm c
delle noticia tiveremea quem interessar possa que
icii indo-sc os offijios de escrivao privativo de or-
pbaos e ousent'-s e crimes por distribuicao d'eata i
comarca creado em virtude do decreto de 30 de
Janeiro de 1834, combinad" com a lei provincial
n. 526 de 2 de Junho do 1862 vago por ter falle-
cido o respectivo serventuario Major Ignacio Viei-
ra de M'.lo, convida os pretendentos, aos respec-
tivos offiaios a apresentaiem seos requerimentos
dentro do praso de 60 dias, a contar da data do
presente edital, segando dispoe o art. 11 do decreto
n. 817 de 30 de Agosto do 1854c decreton. 9314 de
16 de Dezembro de 1884 art. 7.
Faz ainla saber aos pretendentes quo deverr
vir instroides seus requarimentos com exame de
F. A. de Azevedo 2uO saceos com 15,000 kilos de
assucar branco.
No lugar sueco Hildur, carregou :
Para o ltio Grande do Sul, F. A de Azevedo
300 barricas com 31,350 kilos de assucar branco.
Na escuna dinamarquesa Clara, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sol, J. S. Loyo & Filho
400 barricas com 46,275 kilos de assucar brauco.
o lugar noruegut nae Lekna, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Maia 6c Bezende
630 volumes com 41,010 kilos de assucar branc< e
70 ditos com ';,812 ditos de dito mascavado.
Na barcada GratidSo, earregaram :
Para a Villa da Peuba, F. da Costa A C. 2
barricas com 180 kilos de assucar refinado.
MOVLMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 27
Santos e escala8 dias, vapor americano Allian-
ca, de 2,205 toneladas, cou.mandante J. II.
Keers, equipagem 66, carga varios gneros ; a
Henry F,.rster A C. '
Rio de Janeiro e escala8 dias, vapor nacional
Etpirito Santo, de 1,999 toneladas, cemman
dante Joo Maria Pessoa, equipagem 60, carga
\irio.- gneros; ao Visconde de Luqui do Nor-
te.
A raen j5 1|2 dias, vapor nacional Mandahu, do
222 toneladas, commandanto Alfredo Montoiro,
equipagem 26, carga varios gneros ; C'ora-
panhia Pernambucen i.
Battimor*41 dias, lugar inglez Nicanor, de 452
toneladas, capito J. F. Wolfe, f quij>agom 9,
carga furinba de trigo; a Machado, Lopes
A<;.
Navios 8ahidos no mesmo dia
Ntw-York c escalaVapor americano Allianca,
' C( remandante .'. B. Boers, carga varios gene-
ros.
Rio Grande do golPatacho nacional Rival, ca-
pito Francisco Jos Fernandes, carga asso-
car.
ArncajLogre iuglez AdamanMie, capito Jo-
sepb Clark, carga bacalho.
PilotasLogar noruegueose Chance, capito P.
G. Pedersen, carga assucar.
Ntw-YarkLugai americano Lewis Ehermau, ca
pito W. F. Collisoo, carga assucar.
O administrador do Consulado Provincial
dando cumprimento a portara expedida pelo Illm,
Sr. Dr. inspector do Thesouro em 19 do corrente,
faz publico a quem interessar possa, que, no cepa
ce de trinta dias uteis contados da data do pre-
sente edital, ser efectuada por esta repartico a
cobranca, livre de multa, das annuidades e mais
eervicos da Recife Drainage Company relativa ao
1 semestre do ezercicio de 1886-1887, conforme
a re ion o infra.
Consulado Provincial de Pernambueo, 22 de Ja-
neiro de 1887.
Relaco a que se refere o edital Bupra
Freguezia do Recife
Pas: Marques ds Olinda, Bom-Jesus, Alva-
res Cabral, Conuieroio, Bi.-po Sardinha, Torres,
Thom de Souza, D. Mara de Sonza, Vigario Te-
norio, Barreto do Menezrs, Maris e Barros, Bur-
dos, Amorun, Mocia, Tuyuty, Companha Per-
nambacana, Madre de Deus, Domingos Jos Mnr-
tins, Mascates, Restauracao, D. Maria Cesar,
Visconde de Itaparica, Pharol, Areial, S. Jorge,
Vital de O.ivena, Guararapes e Baro do Tria n-
pbo
Pracas : Assembla, Chaco e Pedro II.
Travess'is : Vigario, Madre de Deus, Campello,
Domingos Jos Martins, para o Corpo-Santo, auti-
ga do Porto, Bom-Jesus, Areial, para a Fundic-
co, Accidente, Guararapes e praca do Pedro I.
Beccos : Abrcu, Noronh, Largo, Piudoba, Ta-
pado c Pasofaoal.
Largos: Alfaniega, Corpo-Santo e Assem-
bla.
Caes : Companha, Bruao. e Apollo.
Frcguoza do Santo-Antonio
Ras: luiporadjr, 1- de Marco, Duque de Ca-
xias, Cabuga, Baro da Victoria, Trincheiras,
Larangeiras, Larga do Rosario, Estreita do lio-
sario, S. Francisco, Joo do Reg, lili* do Car-
valho, Roda, Pates, C.lab juco Vclh, Santo Ama-
ro, Matuias de Al'ouquerque, Paz, Paulino Cam
ra, Fogo, Livrameuto. Penha, Visconde de Inbau-
iini, Pedro lijoso. Nova di Praiu. Marcilio Uias,
Viraco, Lomas Valentina, Cor uel Suassuna.
Santa Tiiereza, 24 de Maio, Paioia, Marques do
Herval o Cidria-Nova.
Campo: Princesa.
Largu: Paraiso, Carmo, Peuha, S. Pedro e
Praceta.
Travessas : Queim-ido, Cruzes, Mrquez do Re-
cife, Bella, Qoarteis, Calabcuce, Ezpostos, Matriz,
Flores, Cano, Bomba, Livramento, Arsenal, 1 da
Prnia, 2 dita, Circereiro, S. Pedro, Vtacao, Lo-
bato, becco do Falco, Pociuho e i-oncoila.
Bccos: Da ru Bella, Calabouco, M>riyri"s, !
daCainba, 2- dito, 3- dito, Falco, 1- e2- da
Cadea-Nova.
Caes : 22 d Novembro.
Praca : Pedro 11.
Fiegiuzia de S Jos
Roas : Marcilio Das, Lomas Valentina, Coro-
nel Suu83un.i, S. Joo, Palma, Mrquez do Her-
val, 24 de Alaio, Dias Cardozo, Vasa o da Patria,
Padre Nobnga, Viejona. Cadeia Nova, Vital de
Negreiros, Fre Henrique, Dique, Assumpcio,
Domingos Theotouo, padre Floiiano, Chnstovo
Columbo, Jardim, Fortes, Autonio Henrique, No-
gueira, Santa Cecilia, Santa Bita, Nova de Santa
Bita, Praia de Santa Rita, S Jos, Pescadores,
praia do Forte, Ypirauga, Imperial e Luiz de
M-ndonc.a.
Travessas : Marlyros, Ramos, Pociuho, Cal-
dereiro, Gaz, Forte, I rata, Serigado, Copiares,
Nova de Santa Rita, S. Jos, praia do Forte,
Pente, Lima e matria de S. Jos.
Beccos : Palma, Caldcreiro, Gaz, Assumpco e
travessa de Santa Rita.
L .1503 : Forte e Mercado.
Freguezia da Boa-Vista
Ras : Iinp ratnz, Conceijao, Tambi, Viscon-
de ds Albuquerque, Aurora, Capibaribe, Ponte
Velha, Conde da Boa-Vista, Riachuello, Unio,
SauWde, Sete de Setembro, Hospicio, Carnario,
Rosario, Gervasio Pires, Atalho, Socego, Princ
pe, Santa Cruz, S. Gonzalo, Coelhos, hospital Pe-
dro II. Geueral Sosr., Coronel Lamenha, Alegra,
Leao Coroado, Baro de S. Borja, Soledade, Vis-
conde de Goynna, AttraccSo e Visconde de Pe-
lotas.
Traversas: Gervazi. Pires, Coelhos, talbo,
Barreiras, Veras, Quiabo, Joo Francisco, Man-
gueira, Campia e Palacio do Bispo,
Pracas : Conde d'Eu Santa Crus.
Largo : Campia.
Beccos : Coelhos e B. Goncalo,
Clrcatar n. Thesouraria de Fazenda de
Pernambuco, 22 de Janeiro de 1887.
O contador, servindo de inspector, para cuinprir
o que ordena S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, em officio de 19 do corrente mes, determina
aos senhores collectores das rendas geraes que,
com a mxima urgeneis, remetUm eata thesou -
raria um quadro, conforme o modelo junto, que
demonstre descriminadamente por sexo e idade, o
numero de escravos que attingiram a idade de 60
a 65 annos, no fim do trimestre de Outubro a De-
zembro de 1885, e nos dos sobseqoentes at o de
Outubro a Dezembro de 1886 ; ficando sem effeico
a exigencia contida na circular dista inspectora,
de 21 de Dezembro ultimo, sob n. 28.
Outrosim, igual demonatracSo deve continuar a
ser remettida trimensalmente esta thesouraria,
a contar do presente mes, especificadamente por
muuicipo.Cumpram.'
Manoel Antonio Cardoso.
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Secretaria da Presidencia ae Pernambuco, em
21 de Dezembro de 1886.
De orde n de Exm. Sr. presidente da provincia
e em observancia do art. 5* do decreto n. 8266, de
8 de outubro do 1881, notifico o Sr. juiz de direito
Goncalo Paes de Azevedo Faro que por decreto de
Dezembro do anno fiado, foi S. S. removido da
c-marca de Pod'A'bo para a da Aia na provin-
cia da Parabyba, ficando sem tffeito a anterior
remoco para a de Viamo no Rio Grande do Sul,
sendo-lhe marcado o prazo de 4 mezes a contardo
dia 9 para assumir o ezercicio.
O secretario
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
Couipanhia dos trilhos urbanos
do Recite a OJ.nda^e Beberibe
De ordem do Illm. Sr. presidente da assembla
geral, commumeo aos senhores accionistas que
foram archivados no dia 13 do corrente, na mere-
tissima junta cmmercial, os novos estatutos da
companha, e que por isso, de accordo com a Iri,
estao desde esse dia em vigor.
Escriptorio ia companha, 26 de Janeiro de
1887.O secretario da assembla geral,
Jos Antonio de Almcida Cunha.
Estrada de~ferro do Recife
ao S. Francisco
aYIuU
Trem de excursao de Cinco Pontae Ri

beir3o
Domingo 30 do corrente
Para commodidade das pessoas que desejarem
visitar os trabaihos de constrneco da estrada de
ferro do Bonito e o Engenho Centrtl de Rbeirb
(Usina Pinto), esta estrada expedir um trem de
excursao que partir de Cinco Poetas a* 10 horas
da manb, chegar a Ribeiro s 12 horas e vol-
tar de Ribeiro s 5 horas da tarde.
Os passageir03 para este trem pagaro a im-
portancia de urna passagem singela e terao di-
reito a ida e volta, comtanto que a volta tenha lu-
gar no mesmo trem.
O trem tomar passageiros as estates inter-
mediarias.
Cabo, 27 de Janeiro de 1887.
WiMt H^od,
Superintendente.
: -
VAPORES ESPERADOS
Marinho Visconde
Pernambuco
Advattce
da Babia hoje
de Hamburgo aje
de New-Port-News hoje
------..,-------0-------. Sentnl
Para o Re Grande do Sul, Amorim irmos A I BaMa
C. 25 barricas com 1,175 kilos de assucar branca; Trm
~ Fevcreiro
da Europa
o norte
dk> sul
3
3
14
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor Espirito Santo, esta adminsitraco
expede malas para os portes d) norte, recbenlo
imprecfos e objectos a registrar at 2 horas da
tarde, cartas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2 com
porte duplo.
Administracao dos correio? de Pernambu :o, 28
de Janeiro de 1887.O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Club de Regatas Per-
iianibucano
Em nome do eonselho administrativo deste club,
convido os senhores socios que estiverem quites
com o cofre socia', a apresentirem nesta secreta-
ria a lista do convidados para o baile de 21 de
Fevereiro vindouro (segundo dia de carnaval),
afim de se expedirem os respectivos convites.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
em 26 de Janeiro de 1887.O 1- secretario,
Osear C. Mo .teiro.
IRMA.NDADE
\. S. do Rosario da na'riz do
Corpo Santo
Sexta-feira 28 do corrente, pelas 2 botas da
tarde, haver s.'sso para prestaco de c.nt.is do
anno fin do, para o que se convida os irmoi da
actual mesa n gedtra.
Recife, 21 de Janeiro de 1887.
O escizro,
M. F. Velloso.
No dia 30 do correte, o|Exm. Sr. Presidente
da provincia, vai a Ribeiro visitar os trabaihos
da construeco da estrada do Bonito, e a Usina
Pinto alli construida.
A ferro-via de S. Francisco, expede das Cinco
Pontas, s 10 horas da rranb, um Irem de ex-
cursao, que tocar em todas ao estacos, pagando
sement passagem simples, que d direito a ida e
volts.
Pede-se o comparicimento dos Srs. Aceionistas
desla cidade c do interior, que aprov.irem a
oceusio, pois ahi spro recebidos pela Direc-
tora.
Companha Plienix Per-
nambucana
Nos termos do art. 15 dos estatutos sero ven-
didas desta companha dez accoes ns. 856 a 865.
Os pretendentes sao convidados a ar,resentar as
su os propostas em carta fechada, por intermedio
do corrector geral at o dia 29 do corrente. ao
meio dia, nes:e escriptorio.
Compmbia Pbenix Pernambucana, 21 de Janei-
ro de 1887.Os administradores,
Luiz Duprat.
Joo Jos Rodrigues Mendes.
Manoel Gomes de Mattos.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro ebefe, fac
publico que em virtude da autoriaaco do Exm.
ir. presidente da provincia, no dia 7 de Fevereiro
prximo vindouro, receb -se na S'crelaria desta
repartico, ao meio dia, propostas em cartas fe-
chadas e competentemente selladas, para a execn-
cao das obras de reparos das pontea de Iguarass,
de Araripe de Baixo, na estrada do norte, e doa
Carvabos sobro o rio Jsboato, na estriba da sul,
oreadas : a primeira em 1:679J180, a segunda na
de 2:6954280, e a ultima 67u.
Os crcamentos e mais condicoes dos contratos
acham-se a disposico dos senhores pretendentes
para serem examinados.
Secretaria da repartico das obras publicas de
Pernambuco, cm 22 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Joo Joaquim.de S. Varejo
'.*-.'
u
----------------------------------------------------^
WTHJJ )
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( KfGfVrl


Diario de PernambucSexta-Icira 28 de Janeiro de 1887
o


.
i

i
Monte Pi Popular Per-
nambucano
De orden do nosso respeitavel irmao director,
cientfico aos digno* socios desta scciedade, que
a primeira sessao ordinaria do cooselbo admiuis-
trativo, teri lagar qnarta-Wra 9 de Fevereiro
prozimo, por ser o dia 2 santificado.
Recife, 21 de Jaaciro de 1887.
O 1" secretario,
Benjamn Fonaeca.
LoteriaTa Colonia Isabel
A 12* aerie da 21* parte das loterias em favor
dos ingenuos da Colonia Isabel, acha-so cxposta
Venda, cuja cxtraecao ser no dia 8 de Fevereiro
Thesouraria das loteras para o fundo da eman-
sipacio e ingenuos da Colonia Isabel, 3 de Ja-
neiro de 1887.
O tbe8onreiro,
IFrancuco Gonccdvet Torra.
IRMANDAOE
DB
Nossa Senhora da Luz
Mesa provecta
De ordem da mesa administrativa e de accordo
com o art. 25 1 do compromisso, convido aos
' irmo3 ex-juizes, ex secretarios e ex-tbesiureiro
a comparecerem no domingo 30 do correte, s 10
1/2 horas da machi, no nosso consistorio, para
em mesa provecta, escolhercm os irmos para a
aleicao que te tem de proceder no da 6 de Feve-
reiro.
Saeretaria da irmaddade de N. S. da Luz, 26
de Janeiro de 1887.O secretario,
Jos Ramos de Ulivt-ira Jnior.
Coipanhia Locomotora Pernam-
bncana
i^vmliien geral
1 Sao novamente convidados os Srs. accionistas
dosta companhia a ccmparecerem cm scu escrip
torio ra do Visconde de Itaparica n. 7, s 11
horas do dia 2D do corrente, afioi de se reunirem
em sesso da assembla geral ordiuana, para es
proceder a eleicio da coannisso fiscal e ser lido o
relatorio da directora e o parecer da commisaao
fiscal.
Em virtude do art Gi do Reg. n. 8,821, de 30
de Dexembro de 1882, fuucconar a sessao com
qaalqner numero de accionistas que comparecer.
Escriptoro da administracao da Companbia L>
comotora Pernaubucana, cm 17 de Janeiro de
1887. S. de Barros Barreta, secretario da admi-
nistracao. ________^^________
Gymnasio pernambucano
Em 15 de Janeiro de 1SS
Pela secreu.rU do Gymnaiia Pernambucano se
declara aos e-.uliores pas de familia, e a quem
mais intereesar pjssa, que r abertura solemne do
"guiso at'St'wtificac liitersriq ter lugar no dia. 3
de Fevereiro prximo viodouro, e' desde ji se acha
aberta a inser pco da matricula para aquelles
que pretenderen^ estudar ,-.s teguintes disciplinas :
Lingna nacional.
Dita latina.
Dita franeeza.
Dita ingleza.
Dita allenvt e italiana.
Oeograpbia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Arithmetica e algebra.
Philosopbia.
Rbetoriea c potica.
Historia e chorograpliia do Brasil.
Scieccias natumes.
Desenho.
Gymnastica.
Instes.
O corpo don-uto do instituto composto de 15)
profesores, (.Lcupsndo-se cada um dclles somente
com a materia cnsinada ra sua respectiva ca-
deira.
O instituto aceita alumnos em tres catbegorias,
conforme se achara divididos, persionistus ou in-
ternof, raeo-pensionistas e externos.
Os pensionistas residirao no instituto, tendo
direito de estudar as materias de que ae corapoe o
curso, enainadas, seguudo o prograrama estabele-
cido : a ser alimentados ada e abundantemente,
tratados em suas enormidades pelo medico de
instituto, f >rnecendo-lhe tambem este medicamen-
to, a ter roupa lavada e engommada regularmente
duaa veaes por semana, banbo, etc. ; tudo iato p< la
mdica quantia de 400 por anno.
Os meio-pensionistas se apresentaro no esta-
belecimento nos dias lectivos, hora em qne as
anlas se abrirem, e desde ento at seren encer-
radas & tarde, sao equiparados aos otemos, tendo
como estes os meamos direitos quanto ao estudo,
alimentacSo e recreio, isto peia rao lica quantia
de 240/010.
Os externos t teen direi'o s lines e explica-
res das materias cnsinadas no curso, quaesqner
*qne ellas sejam, pagando op as ni acto da ma-
tricula a taxa igual a que pagam os alumnos no
collegio das artes.
Os alumnos internos devno apreaentar o cn-
xoval prescripto no regiment nter o u ter cor-
respondente na capital, para com promptido aa
tisfazer as pencoes e entra qualquer derpesa de
qae tiver elle necessidade.
Aa pensos erao pngas na secretaria do insti-
tuto, por trimestres adiantados.
O secretario,
Celso Tertuliano Quintella.
L,endon aad Brasillan Ba
United
Sua do Commercio n. 32
-'acca por todos oa vapores sobre as es-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capellistas n. 7 5 jNo
Porto, ra dos Ingleses.
(JOMPANHIA
|mperiai
DE
Baha
Lembra-so aos senbores passageiros de
as classes qne ha lujares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo,
Previne-se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que s se attender aa reclamaces por tai-
tas nos volumes qne fbrein reconhecidas na occa-
siSo da descarga.
Para carga, passagsns, encommendas edinheiro
afrete: tracta-se com o
AGENTE
Auguste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Professora de inglez
Na rna da Aurora n. 109-L precisa-se de urna
senhora que leccione ingles.
SEGUROS contra FOftO
E8T: 1803
Edificio e mercadorias
Taxa baixai
Prompto pagamento de prejuizoi
CAPITAL
Ra. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. Ra do CommercioN. 5
LEiLES
Companhia de Seguros
MARTIMOS e terrestres
Estabelclda em 1*&5
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1984
ilarilimos..... .,110:000$000
errestres,.- 3I6:000$000
4-1Ra do commerelo
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambneana
Ruado Commercio n.
8
CMPANH DB SEGUROS
COSTRA FO.O
Sorlh British & Mercantile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterlinaa
A GENTES
Adomson Howie & .
COMPANHIA D SECIJRON
NORTHERN
fie LOndresi AberdeeH
roxiro flnanrt'lrn (Oczeniliro IHS5|
Agente Pestaa
Leilo
De om chalet em construccao, edificado em ter-
reno foreiro, travessa em frente a capella de
Joo de Barros, ti nde um pequeo sitio bem ar-
borisado, medindo sesaenta palmos de frente, ca-
cimba, etc.
Um terreno no porto da Madeira em Beberibe,
jdnto a cetacao do mesmo uorae, limitando pelo
lado oppesto com casa e sitio do Sr. Leite Gui-
maraes, t"ndn cem palmos de frente e seiscentos
ditos de fundo.
SEXTA-FEIRA, 28 DO CORRENTE
A's 12 horas em ponto
No orroazem da ra do Vigario n. 12
Leilo
De bons movis
Coaslandu de :
Urna mobilia completa de pao carga com pedra,
1 cama francesa de amarello, 1 lavatorio com pe-
dra, 2 cadeiras do balanco de junco, 1 meia-com-
moda, 1 goarda-lonca, 1 mesa elaetica de 3 taboas,
12 cadeiras de junco, 1 marqueza. 2 lavatorios, 1
| marqnesSo largo, 1 dito estreito, 7 cadeiras de ja-
i caranda, 2 aparadores, l meza com 2 gavetas, 1
j banqainba, 1 cabide de columnas, 2 ditos de pa-
red?, 1 banqninha para p de cama, 1 candieiro i
gas, 2 parea de jarros, copos, garrafas, 1 tabea de
engommado e 1 jar rile, e mais alguns movis de casa
de familia.
Sexta-fera, 28 do corrente
A's lt horas
Na ra de Paulino Cmara (antiga Camboa
do Carmo) n. 5
O agente Martina,autorisado pela Sra. D. San-
tins Ferreira de Moraes, levar a leilo os movis
e mais objectos cima descriptos qne serao ven-
didos
Ao correr do martello
Precisa- se de um menino para hotel, qne tenha
pratica ; na ra da Madre de Dens n. 3, hotel.
A lusa-se
a casa da ra do Prcgresso n. 23, com commodoa
regulares e limpa ; a tratar na ru.i do AragSo
numero 37.
Ama
Prccioa-sede urna boa cosinbeira, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companhia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Para todo ser vico de urna familia de daas pos-
soas ; precisa-se na iu Ama
Precisa-se de urna ama para eosinha ; na raa
Dr. Joaquim Nabuco n. 3.
do
Ama
Precisa se de nma ama para cosinbar
do Marques de Olinda n, 56, 2* andar.
na ra
c
r
Capital oubsciipto 3.000,000 Fundos accumulados 3.134,34o* Beceila animal i Di premios contra fogo 577,330 De premios sobre vidas 191,000 De juros 132,000 O AGENTE, John H- foxwell. ti a COMHERDOCION.tO 1* AND4B
lARiTiHOS
coHPtMiit iu;u\min(t\A
DE
Javegaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Baha
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Leilo
Sexla-felra, 9de Janeiro
A'6 11 HORAS
Na ra do Conde da Boa Vista (Oaminho
Novo) n. 153
O agente Modesto Baptistn, autorissdo pelo Sr.
Firmo de Araujo, que se retira pora a Baha, far
leilo dos segointes movis e 1 piano : 1 mobilia
de junco, 1 cama francesa, 1 lavatorio, 1 meza
elstica, 2 caleiras de juuco de braco, 2 ditas de
balanco, 1 sof de amarello, i marqueso, 1 apa-
rador, 1 commoda, 1 quartinheira, 1 bonito relogio
para cima de mesa, 1 meza para escrever, 2 messs
de pinho, cadeiras avulsas, 1 berfo, 1 cadeira para
eacriptorio, 1 velocipede, jarros, tapetes, capachos,
quadros, copos, cabides looca e outros artigos de
casa de familia.
Leilo
Agt ute Pestaa
De um importante bo e urna boa carroca
com o sru competente encerado
*exi i-felra. 2 H do corren A's 1'2 horas em ponto
No ariuazem da ra do Vigario Tenorio
n. 1?
2- leilo
i
Escola Norma! !
Matriculas
Por ordcir. do Kr. Dr. director, e em observancia
da disposica) do art. 74 do regiment interno de
17 de Set< tnbro de 1880, fas-se publico a quem
interessar p^ssa, qne as matriculas deste curso es-
taro abertas desde o dia 24 do crreme at 3 de
Fevereiro prximo.
Os riqwriinentoa para matricula no 1 anno do
curso deverso ser instruidos com os documentos
seguintes:
1. Ccrtiao de idade maior de 18 anaos para os
alumnos d: :exo masculino e de 16 para os do fe-
minino-
2. Certificado on titulo de approvaco em exa
me as escolas publicas de instrueco primaria.
3. Polha corrida on certdo de nao haver 6of-
frido condemnacio por algum dos crimes que po-
pem motivar ao professor publico a perda da ca-
deira.
4. Attestado de moralidade paseado pelo pare-
ho ou autoridade, quer policial quer litteraria da
freguezia em que residir o peticionario.
Os matriculandos que nao poderem exhibir titu-
lo legal de exame era eccola publica de ensino pri-
mario, devero inscrever-se para es txnmes de ad-
misso, do que tratam os arts. ib a 77 do citado
regiment, o que comecaro no da 24 do corrente.
Para a3 matriculas do 21 e 3* annoe, basta que
as peticoea sejam documentadas com a certido de
approvaco no exsme do nnno precedente; guar-
dada a restricco do art. 21 do j mencionado re-
giment interne.
Secretaria da Escola Normal de Pcrnambuco,
10 de Janeiro de 1887.O secretario,
A. A. Gama.
Loteriade 4 A grande lotera de 4010 contos, em 3 sorteios,
fica transferida para o dia 14 de Muio vindouro,
impreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Thesouraria das Lcterias para o fundo de
emancipaco e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Dezembr > de 1886.
Olbesonreiro,
Francisco OoncalvesTeirc.
CospaBi]^ Segures fifi,
Segu no dia 89 de
Janeiro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga ate o
dia 28.
Enommeudas, passagens e dinbeiroe frete at
ia 3 horas da tarde do dia 26.
ESCRIPTORO
Ao Casi da Companhia Perrxanbucana
n. 12
Compashla liras lleira de nive-
SRco a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Commandante t' tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos ...rtos do
norte ate dia 3 de Feverei-
ro e depois da demora in-
dispcnsavel, seguir para
os f-t^s do sul.
Tambi
Paredes
{Da casa trra n. 25 da ra do
massa fallida do Joao Francisco
Porto.
Sabbado 29 da corrente
As 11 horas
No araiazem n. 16 da ra do Imperador
O agente Martius far leilo pela segunda vez
por mandado do Exm. Sr. D.-. juis especial do
commercio em :ua prosnca, da casa terrea cima
sita ra do T.mbia n. 25 e pertcnc.nte a refe-
rida massa fallida.
Sem dieta esem modifi-
cafoes de eostumes
Laboratorio central, ra do Viconde d.
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pliar
maceulico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria d<
Paris.
Elixir de imbiribina
Restabelece os disppticos, facilita as diges
toes e promove as ejec?oes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anmico?, debella a hjpoenm
intertropical, reeonstitue os hidrpicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e matamba
Muito recommtndado na bronchitc, na hemop
tyse e as toases agudas ou chrsnicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Plalas ante-peridicas, preparadas cora
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re
mittentes e perniciosas,
Vinbo de jurubeba simples e tambem fer
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficze8 as inflammacoes do figado e bao
agudas ou chronicas.
Vinbo tnico de capilaria e quina
Applicado na* convaleseencas das parturiente!
retieo antefebril.
Francisco Manoel da Silva & G.
RA MRQUEZ DE OLINDA -
Ao commercio
O abaixo assignado, como procurador de Tbo
mas Jacintho de Souza, actualmente em Portugal,
tendo liquidado sua casa de nego-.io, e a proprie-
dsde em leilo publico, por intervenco da agente
Brito, segundo snas ordena, declara que o mesmo
Sr. Thomsz nada deve a esta praca ; com tudo se
alguem se j.ulgar seu credor apresente-se no_praso
de tres dias. Recife, 27 de Janeiro de 1887.
Antonio Fernandes Gajo.
Recebe tambem c&rpji para Santa Catharina,
Grande d > Sul, Pelotas e Porto Alegre,trefe mo-
dio .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
ted Ues M\ Brasil 8.1 .
O vapor Adrance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 28 de Ja-
neiro o qual seguir depois
da demora necessaria para
Baha e Rio de Sandro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
* frete, tracta-se com oa
AGENTES
Henry Forsler 4 C.
N. 8 RA DO COMMERCIO 8
!. anda
AVISOS DIVERSOS
Alaga se o 3* andar da casa n. 8 ra da
Imperatris, excedente morada ; trata-se na ra
do Imperador n. 61, l- andar.
Aluga-se casas a 84CM) no becco dos Coe-
ihoe, junto de S. Goncallo : a tratar na ra ds
Imperatris n. 56.
AMA Precisa-se de urna, para caa de
familia ; na ra do Cabug n- 2 C
Precisa se de urna boa
da Aurora n. 81, 1 andar.
cooiuheira : na ra
Precisa-se de nma oosinheira p-rteita, e que
durma em casa, para casa de familia ; a tratar
na ra do Bar da Victoria n. 39-
ALUGA-8E o 2 andar do sobrado n. 1,
ra do Visconde de Pelotas, antiga do Aragao :
tratar i ra da Madre de Deus n 22.
n
DampschiMrls-iieselIschall
vapor Pernambuco
A!uga-seo"2- e 8- andar (juntos ou sepa
radon) da casa da rna larga do Rosario n. 37,
esquo* defronte da igreja ; a tratar no pavimen-
to terreo, loja de cabclleireiro.
lua senhora
Precisa-se de urna senhora de 35 a 45 aunos de
idade, que se queira sujeiur ao servico domesti-
co, e que entenda de fazer alguns doces ou traba-
Ibo de inass is. E' para acompanhar nm casal
sem ilhos, que vai para lugar prximo esta ca-
pital : trata-se n a ra Imperial n. 178.


txi**
tul
Ignacio Jarqncx da Coila
niarc
Jos Jjaquim Alves de Albuqnerque convida
aos amigos e prenles do seu sempre chorado
companheiro Ignacio Jacques da Costa Guimares
para assistirem a urna missa que por alma do
mesmo, manda resar na igreja de S. Francisco,
sexta-feira, s 8 horas da manh, stimo dia de
seu passamento ; protestando desde j sua eterna
gratido por s'm-lhant" acto d caridad-;.
~a
\ Precisa-s-.; de um pequeo de 10 a 12 anaos,
para criado, de boa conducta e que d& fiador ; a
tratsr na ra velba de Santa Rita n. 14, sobrado.
Veode se urna misa de jantar, elstica, cora
seis taboas, o-uio b>a. com piuco uso, em perfeito
estado ; tres malas Dar viagem, muito boas e
perfeitss ; urna jardmeira para flores, done jarros
em forma de tulipas, muiros ps de crotons e fi-
lamos, urna bomba para tanque, de cobre, muito
boa : na rn* do Marques di Herval n 23, loja.
Precisa-se de urna ama para cosinha; a
tiatar na ra da Imperatris n 41.
AGENTE
lignel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N,
Mesuro* martsiatAsi terrets?M
Neotes nltitno a unies. eotapwhia oeste pra^a
que concede aos Sr. seguradis isessfaiodt pafs
ment de premio em cada. s?tiGM aaaoy e ajw
equivale ao descont de cerca d IB por o sais es
avor dos segtirsdos.
Espetase de HAMBURGO,
por LISBOA, at o dia 28 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, pasagens, encommendas, dinhei-
ro e frete tracta-se com os
AGENTE8
Borstelmann & .
RA DO COMMERCIO N. S
1' andar
C-OMPAXIHU DES HEWAK-
RIIJ niHITIMt:
LJNHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante
ro, tocando na
Moreau
Espera-se da Eu
ropa no dia 3 de
Prvereiro seguin-
do depeis da de-
da costnme
para o Rio de Ja
Festejos carnavalescos da rna
dos Pires
O abaixo assignado, declara que nao fas parte
da comm'So paraquo fui nomeado, nem foi com-
binado para tal fim, pus faz esta declaraco para
evitar censura.
Marcellino Jos Baptitta.
ttciifo dospretcn-
dentes
O proprietario da antiga cavallarice ra da
Roda n. 45, de cavados de sella de aluiruei, faz
sciento ao pnblico desta capital, que d'bora em
diante tambem tem carros ce passeio para alugsr,
iguaes aos melhores desta praca, bem entendido
aos de alnguel, com fardamentos de accordo com
os carros, parelha para conducir carros, como em
outra cocheira nao tem ; aluga-se por preco muito
commodo, para assim obter se frrguesia : qurm
duvidur na que se escreve, o desengao da vista
dirigir-se ko estabeleeimnto e v>r.
Numero tclepbonico444
O bacharel Joao Vicente Pereira Dutra, Ro-
drigo Jacome Martina Pereira e o bacharel Jos
Jacome Martin Pereira, feridos de doloroso sen-
timento pelo falleciraento de sus presda mi, so-
gra e av, D. Vicencia Alexandrina Pereira Du-
tra, canvidam sens parentes e amigos para assis-
lirem a missa do stimo dia que se celebrar na
matriz da Boa-Vista, p> las 8 horis da manh de
31 do corrente, e por este acto desde j se confes-
sam profonda e eternamente agradecidos.
Aluga-sc
por 20CO o 2- andar do sobrado n. 55 da rna
da Gaia, com 2 salas, 4 quartos e cosinha, caiado
e pintado de novo ; tratar na rna Aujrusta na
mero 286.
Juvfitlna Hendes de Carrnllio
CoMtn
Jos Teixoira da Costa, Joaquim Mendes de
Souza Ferreira e cuas familias, agradeecm do in-
timo d'alma todus as pessoas que se dignaram
acompanhar os restos mortaes de ana espasa e fi
Iba, Jsventi-.-a Mendes deCarvalho Costa : e de
aovo as eonvidam para as missas que se bao de
celebrar no dia 28 do corrente, na igreja do Li-
vramenti, pelas 7 horas, e desda j se confessam
gratos. __________^^____^^__
t
A drogado
Dominio r. Ia amtt Lefio
Das 1U h -ras da manb* s 4 da Urde, ru
do Imperador n. 16, 1' andar.
Jos Pinto de Soasa
Os amigos de Jos Pinto de Souza eonvidam
seus amigos e prenles para assistirem a miss
do trigsimo dia, qnp ter logar no dia 29,
boris da manh, na matriz Ha Roa-Vi ata
s8
Cauuiua Autran Ut bouza e seos lh.-a CuiiVl-
dam aos parentes e amigos de seu presado cunha-
do e tio, Joo Baptista Rodrigues de Souza, i
assistirem as mistas qse tnindam resso'por aoa
alma os ordem tereeira ao Carmo, s 8 horas ds
tbanhi do da 29, trigcsimn d sen pasaantento.
CONill ATE' 0 FI DO HEZ
AU BON MARCH
8XRua Duque de Caxias81
PARA ACAB4R
Aproveilem antes qne se acabe____________________
CAMBRAIAS BORDADAS
Camisas de linlio com e sem collarinho
e setins finos de todas as cores
Por meUde do preeo
SO NA LIQUIDADO
A BOIS MARCH
81-Rua Bnqo$ 4 dxias-81
I
..-
I
I
s*
e
6
CJWsUWMT
JOSEPH KRAUSE 8: C.
Acaham de aogmentar o seu j km conhecid
mperante estabelecimenlo rna i
de marfo n. 6 eom mais
am saldo no f andar lignosamente prepa-
rado e prvido de nma exposi-
ffK te tkis it prala Porto esleefr^plt^
dos mais afamados fabricantes do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seos ame-
rosos amigos e fregnezes a visitaren.
o sen estabelecimenlo, afim de
apreciaren) a grandeza bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
MH ASERTO DI! 1 DI Ifllffi
C O M V V KC
fi
e

-
*
11
-

'
B
..-- "
A
DOMESTIC
Sao reconlieciaas ser as mais
elegantes, as mais daravels t
em todos os sentidos.
AS MELHORES
circulares com:
os estylo din
Tctepbone
Para prsjos, e
iilustras5es de todos
jani-so
Domestic Sewng Machine C.
NEW YOR, U. S. A.
1.158
Os proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicim ao respeiarel PUBLICO que receberam u&
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como taa
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambem que continuara a recebar por
todos os vaporas vinds da Europa, objectos novos e vendea muito menos que es.
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLPF & C.

N. 4RA DO
Coropra-se oiiro e prata velha.
CABUG----N.
P

.*s
ATERSejN
l.44-Ru t do Brum--N. 44
JUNTO A E? f Af?A0 DOS BONDS
Tem para vender, por pre< mdicos, as seguintos ferragens:
Tachas fundidas, batidas o caMo?
CrivafSes de di varaos tamanhoa.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, ideca, dem.
Bancos de ferro com secta circular.
Gradeamento para iardiin.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de iodos modefci
Portasd fornalha.
Vapores do forra de 3, 4, 5, 6 e 8 av^los.
Hoendas do 10 a 40 pollegadas ?e panado
Rodas d'agua, svatoma Leandro.
EncarreganJHW de concert*8, c asssntaraento do maobinismo a execacam qaar-
trabalho eom perfei^AO o presteza. _____^______________ -
*.--
rf\
I'
Daktwm, Chavos
Virus, tUJiocxM
raui
DEPURATIVO CHABLE,
| ESI Uto M 't CSiT
sttewista-
36
CHABLE
pfVRS
^ cirattsfc
Son 0BBHE4, Flores brunas,
PCfDAS SEMHU&,
FSGOTAHIEKTO. re-, ro.
CURATO DE'FEIffiQ CHABLE
Km todo o* boa*
Pkarmactu
V
......
"TV"
}




Ul

ScxUi--icifi 28 ele Ja
uro ue idu
&viecii&l.
i-
r
*
i
-\
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.
f o v'^

Aluga se barato
Boa dos Guarura pea n. 96.
Rui Visconde do Itapnrica n. 43, armazem.
Becco Campello a. 1, i andar.
Largo do Mercado n. 17, loja oom gas.
As cnida ra d. Corona Soaisuna n. 141
Largo do Corpo Santo d. 13, 2." andar.
Trata-ae na ra do Coinmcrcio n. 5, 1' andar
aeriptorio de Silva (Juimarw ft C._________ _
Ala
g'a-se
o grande sobrado ra Imperial n. 8, que foi do
allecido conselheiro Jos Felippe, com grande
terreno, di venas fructeirus, agu encanada egaz;
n tratar na ru-8treta do Rosario n. 8, escrip-
torw.
Alug-aiu se

O 1* audar e sotao di ra das Trneheiras
M.
O lo andar de n. 123 da ra da Gloria.
O andar terreo do rocsino, auibjs com agua e
boa quntaos,
A tratar com o Dr. Ciaudiuo de Mello, 4 rna do
Visconde de Albuquercjue, antiga Matriz da Boa-
Vista n. 25. _
x4_luga-se
o 2* aadsr do sobrado n. 35 triivessa de S. Jos ;
o 1- arreo do de n. 2? ra Vid.il da Negrei-
ros; o %' do e n. 25 i na velha ile Santa Rita ;
a l-.do d-j o. 34 ru;i fttrorfa co Koeario ; todo?
lioopas : a tratar ;ia na do Hospicio n. 33.
ga-sc
o prirueiro laclar do sobrado do pateo de S. Pedro
n. 4, tem agua c guz : a tratar na ra cstr ita do
Rosario n. 9.
Afa
Precisa-se de nina ama para ( servico dumestico
de urna casa de familia ; na ma do Cotovello nu-
mero 46.
m
w.
-
-
Precisa se de nmi s.ma para cosiiibr ; a tratar
no 1' andar n. 22, ra larga lo Kosaiio.
Prciso-se de uiua am^paru
lavar, engoimnar e faze raais
aldisas servieo do casa de fa-
milia : meuaa coa|irar e eozi-
sahar : na ra lo Midmelo n.
13. Dcvc dormir cin casa.
\K
Ra
Precisa-se de urna i>ma qn. 1& b-. cosinbar ; na
ra do Uarao da Victoria o. 30, i Ajius
recsa-se de urna tma para cosinbar e fearr
upis servido demestieo ta casa de urna familia de
qu\trs peasoaa ; rm rna doCommereto n. 36, 3
andar\eutrada pela ra do Torrea n. C6.
Ama
Na ri a da Auroca n. 131), prrciaa-se de urna
ama para casa de pequea familia, para lavar e
cosinbar.
Trieofero de Barry
Gcraut' s- snafoa,
bello-anda
aos mais calvos, cora a
tinba o r. caspa e remore
todas a* impurezas do cs-
eo da cabeca. Positiva-
mente hnpedo o cabello
de cabir ou de embramqno-
cer, iiifaiveimeate o
torna espoaso,' macio, lus-
troso e abundante.

Agua Florida de Barry
Preparada secunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. C o unieoparfuine no toan-
do que tem a *pprovacfio oficia! de
un Governo. Tcra dnas Tozes
cois fragrancia qnoqnakrner ontra
i deliro o t:: no. V' muito
rie, suave i a. V.'
muito mus fina e delicada, i.'
m.;- permanen'.o e agradssvd no
lenco. B' daas vezas mais refres-
cante no banbo e no qu:r:to do
doente. E' especico contra a
freraxidao e debilidade. Cura as
J.-ires de cabeca, os consacos e os
Ofig deamaios.
Xarope Je Yiia e Beiter No. i
! DI SAIr-O. DKFOIS DI UBaX-tt,
Cura positiva e radical de todas as formas de
tscrofalas, Sypniiis, Feridas Escrofulosas,
Aflecc5es, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
eDcasdoSangne^Figado, e Ems, Garante-se
que purifica, enriquece o vitalisa o Sangue
ratania e rano va o sy eterna inteiro. *
i
Sabao Curativo de Reoter
Para o Banho, Toilette, Crian
sas e para a cura das moles-
tias da pella de todas as especies
s ero todos os periodos.
Deposito cm Pernambuoo casa cta
Franeisuo iacoel da Silva & C.
.\TTES(!A0
Av;6-nu
Itaiu v........ Ji .':>
icos 0 ix^.- 1 >rno t
fie cLat^u
;, .-sos l'n";'.!"Z0s qu pelo
' ii- v.uii !>: recebe-
1 ^*jit". sdrtimento
:!'..-:, senheras
Ama
Precisa se de urna ama pura cesinbar ; na ra
do Uarao da Victoria n 9.
Ama
jciaa se de urna ama de meia idade
a Aurora n. 137.
na ra
AMAS
Urna para cosiuhsr e outra para servie 9 ligei-
ros, iaternos ; precisa se na I ..ja de fazendas n.
44, ra Duque ue Cazii>8.
C"
SM
Aluga-se o andar de tiun, da easa n. 23, rus
do Nogueira, com boa. quutal e cacimba : tra-
tar aa ra Duque de Carias n. 47.
Cosinheira
Precisa-se de urna perita cosinheirs, paga-ce
bem ; a tratar na prac,a do C.rpo Santo n. 15
priuieiro andar.
e*
"? Medalba de Ouro na Exposi^o oolvcrsal 1878 0"
9 BRDEOS (FRANCA) 9~
9 Depoclto tm tajas ea !erd.= s -Je Comestibles. #-
fa900fesoaf
-'' rfr:-
e crianza s<:-^ c-It-^r^ia e va-
riedad'' ^Mttt^z -i* bci i i i.i.avcjue do
preseuij v :-fc*> .i; |j-,v,{ m j^ue es-
tSo =o aK.niwi''.., v?i!;lasJt-M > rco e a ro-
ialO.
Eti .-: ) fs'abt lo iiiK-oto, j bas-
tante c'ili .ido .quer pel.i .> riamde e ca-
pricho v toii.s na bcum tr.bi!h7Jj previ-
ne aos *u- uiiiigea \-. Iri'^'n z<-s pr.ra lhes
evitar q ol.tira r a 8T. piejudi'*<8
OU i ludi'ii s, i^uk a-;, b :r ;.i c^iu ;i loja filial
da ru;iwti<> G-mj^T qu.iqa commeinla dtt.fi ser f-'if> t*-r
15-I1UAD'.' JJAUO DA VCTQRlA-15
Jo IVrrvia A ('.
C^ptro
I'recis.'i-w i'^,.: '..,a ,<, fi i. ili-, ije nm menino
(ii Kt aninn, (^e ri r..,.|.,i- n. fnu e h inc:a ; di-
r-ja-se a C-o'de Afri-tts.. >S, Ti. xni eira.
Funs ea & C, le.n'o l.-irwi(.do lujj f-u^ tran-
eacvo>'i ''Oinint reues eoai 0 >r. Ar.ionlj Duatte
do tifiieireda fcai ucni < ffritj- qualqiter docu-
nenfo ue posa* pparecer esta data, ieci-
fr. 22 e Jauiro de 1887.
Ao publico
i anmmci'ia para o din 19 de Fevereiro
u leuda em p-aci d sobrado nu pateo do Paiairo
i n. J3, por ed Illm. Sr Dr. jiui de direito
do ttfvei desta cidad--, previno ais s'-nberef pre-
:_:tes, (ye o solo d. dii i sobrado fjreiro a
Jouquim ue S Lopes Ftruaiid's, do qul soa pro-
curador, Faco o presente aiiuuucio paia evitar
que&tes-futuras. Recife, 26 de Janeiro de 18b7.
Antonio K. da Silva Antuncs.
Ao commercio
anoel Alves de Oliveira, socio da firma Mar-
tina & Oiiveira, catab lecida cem a>maaem de
sssucar :i ra do ViscouJe deltaparica n. 24, ten
de>nesta data encontrado outra peesca de igual
nome, participa ao rrspeitavel corpo commercial,
- para seus devidos cfFeitje. que assignar-se-ha de
liante Mmiiei Alurtins Alves de Oliveira.
i J.neir.. de 1887.
Jlanocl War.ias Alves de Oliveira.
Osinhcira
Precisa sede urna cosifibeira que en onda bem
'de scuoffieio, pmr-e bea e casa da pouca ta-
Blia ; na ra do Csbejr o. 5-A, lija.
Eioisiislra
P,-ecisa-ae de or ommadeira e que
'eosaboe tamber, para aaa de piquena familia :
a tratar no Caet da Coaapanbi n. 2. Fiefere-i
leterava e dtva dorm' em casa.

Forain iioatem ypprubudidos pelo subdelegad"
do Airaial dous cavullo.4, s^ndi mn rudado e outro
russo : quein sejulgar com dircito a tiles, dirja-
se ao itusioo, quo scio entregues.
C'osinbcira
Prccisa-ae de urna cosinheira : na ra da Au-
rora n. 137.
__
Peilcral de (mm (3)
Descliberta o prepara^H- do Alvares de S.
Soa res, du Pe Iotas
Apprxivado p.-la Exioa .Jnutn C"i;:ra! de Hygie-
ne Pubii'a,aue!orisdo pelo gover-.o iaiperial, pre-
miado c-iji :is n.eilitlhHS de-tmt da Aci;dt-mia Na-
cional de i'aris e Exiiobici"o lii-.sili-ira-Allem de
1881, e rod-ado de val-sos ntiektwdus mdicos e
de u.uiUf (u:r s d p^f :ia cariid.is de: toses
iBpkfe, br'i.t bil i>stbu:i. r- uqtatlj), fiiica pul-
monar, tui'ii-lmrfie, fottfu| do ligue, etc.
Procos sm -ag.reas : Rtac; "OO, Leis
dusia 132v>oO > aaai L'4.
PveftM as sub-ageneias :irasco 280, meia
dusia lOOO e dtui 2&00l>.
Agentrs e d-pnsitari. b guara ie.-ta prorineia
FRANCISCO MANOEL l.)A jIA'A & C,
ra Marquea de Oiind n. 31
Oleo para machinas
Superior qualiJauY, a GfiW a Uta em einee
galoej ; venle-se na faorica Apollo e de seuf
depsitos.
~" mi cartes
Mura .lo Livramento, velha ocr.-iKenaria e pau-
prrima, pede s simas caridosas q*3 I be mande
urna esin(,!a pelo amor de D' na .M..ra no becce
do Bernardo n 5l. E' nm* nbiit ifr*faricHilr.
IrsnrNro de PaU*M Vilclla #e
,ilroi B-oaM.-/<
O profestor'lmjini de Baiofl-' o>audd cele-
brar tima misa segdfida fetra 81 d. Janeiro, aa
igreja fcrthedral dV.lma (liFoe .-u di-iipi rto S" bstatbio,
fnil guari, trig"s:wo '"' de seu pas-
lamenio.
LO
PARA
)
EDUCACAO DOS INGEN
K^A^ibkM
AOS 24O:000$0OO

40:00081)00
20:000S00i
10:0008000
5:0008000
Esta lotera, cuja 12.a Serie da 24.a parte, ser extrahida
na ftuinta-feira, 3 de Feveroiro, s 4 horas da tarde, no Consis-
torio da Igreja Gonce-cao dos Militares, acha se venda as se-
ntantes casas:
Ra do Barao da Victoria ns. 40 e 43.
Cabug n. 2.
> Rangel n. 2.
Larga dO Rosario ns. 24, 36 e 42.
No mundo lotrico a nica que pelo seu plano, mais^ vanta-
gens offerece aos jogadores, e no Erazil, at boje, anda nao achou
nenhuma outra que se approximasse em vantagem na distribuico
dos premios, e para prova desta asserqo pedimos a attencao dos jo
gadores para a seguinte TABELLA comparativa dos referidos pre
mos distribuidos por esta lotera e as suas congeneres:
LOTERA 110 GRAO-PAR
D 70 i de premio do seu capital.
DEM DO CE4IIA
68 3j4 io dem.
dem de alagoas
73 3i4'jidem.
DEM DEMINASGEIAES
Menos de 81 \
SCOTT
DE OLEO PBO DE
Figado de i)acallio
COM
lIjpojihosplHtos ile cal e soda
&pirovada pela Juaa de Hy-
gfene e anorisada pelo
goverao
' o melhor reim dio at boje deocoberto para a
Hulea iiruuciiltcM esciopbnla. m-
cbitm aneusin.ebllitiadc em geral.
iieOuiun, Uo pello e da sarBuia. 'ft-.
E' muito superior ao oHo imples de figado de
)aculho. porque, alm de er ebeiro e sabor agr-
lavis, poasuc todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reeonstituintca dos bypopbospbitos. A' venda na
frogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
V
Professora
JJUuis seuhora coie peten temen te babiliada^pro-
pSo or a leccionar em eollegios e casal particula-
res, i.s seguintes materias : pertuguoz, francs,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques do
erval n. 10.
k

Tillan Wm
PARA TIN'GIRA
k
eos
EbU tintura tinge a barba eos cabellos ins-
tantneamente, dando Ibes nina bonita cor
e natural, inofensivo o slu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRAA'CEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Fre-ep, succeesoree de A.
CAORS ra do Bom-Jc3U3 (antitri da Urus
n. 22.
Cozinliciro oucozi-
tJseira
Precisa-se .!e um c-'zinbeiro ou de urna cosi-
nheira, nacijual cu eBtian^eiro, que cutenda de
sua artJi e se ja pvasca capaz. E' para ucempa-
nhar uin casal sim filhi s para lugar prximo
esta cpitl: da se b m traiamcnto e contrata-se
na roa Impiral n. 178.
'Xi

-) *
'*
Lotera de x4.?agas
fistraccao 'fi'erea-feira
de Fe ve rer
latransferivel
Bilhelcd venda na c; ea feliz, Pr 51
da ...:! jsndencia rs. ol e 39.
Um larapio
No dia 13 drs!e, !:i celia n. 1, no l5 a-.dar do
convento di Carmn do U -i-ifc, foi furtado um re-
lo.io de ouro, ecbortc. do e.-cap'itn uto Dplex^
com ?els pouteiios no mostrador, a sibar : qiatro
nos doi:s reguladores, um dcstes tem ulgarismo
riman! o outr portugus; o 5- pjut'.'iro no
ceatro, marcando os segundos na>'-reu!a$Io do
mostrador; abaiz> dellu o 6- ponteiro pequeni-
11 \ marcindo tiimbem segundos, e cima (em li-
nba rceta), fem um psiiieno rsmalhste esealpido,
foi t>.nibem furfadj juntamente com o relcgio
um CorreDlSo 'abein de ouro box. com o p so de
14 tita vas. Estes obji-ctos, bem conbecidos de
muit-ts pessoas, perten^em ao ubuixo asiirusdo.
que promete egaraute a gratificaci de 50OOO
a quem Ib'os restituiv e o duplo se deelarar Ihe
quem fpi o IndrSo. ee fe, 6 de Janeiro de 188?.
P.-.'iro Frunciseo A lelino de tirito Dantas.

Bi&irituie em premios mais de 85 1i8[o.
dem w
11...
12
75
Professor
Precisa-so do urna pessoa h.bitida paraenai-
nar p.irtuguez, msica e pian1) em um engenh
proxJ.na n urna estaco da via-ferrea de 8. Fran-
cibco, prefcrin-lo-s" algum que, alem das materias
aciins, tnsine taubem o francez ; a tratar na roa
do Hospicio n. 47, das 7 s 9 boias da manha e
das 3 a O da tarde.


Ama
Precisa-se de urna ama que lav.^,
fita mais algens servio is dceisi
Princesa I-;.bel o. 6.
eDgomme e
; na rna da
*oa
WKBstsn
SNDALO de m
Avprovado pela Junta d'Hygiane do Rio-d&-Janeiro
Sapprime a Gopahiba, as Cubebas e as Enjec$5es.
Cura em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da raaior
eficacia as affeccoes da bexiga, toiira as urinas claras yor mais
turvas que sejao. Deposito em Pars, 8, ru Vivenne.
GPPRESS&fl
TOfcec
Tila UGlhaM Bfll
> aue venetra to jieilo acalma o sjunpoma aep*oso, facdUta
roilsa as fonccAes dos oreaos resi.iratoros.
urplra-so a ".:m. .
a expectorao e /avorisa as hiaccAes dos orgaos resi.
Toa** m asacad* ea caaa *e> S. ESNC, SIS, i aa !C-!.sEre, em Par
DI III i I.
Fyendas bara'issimas!!!
Ircfnp sfiu eoinpet^nela
a 400 ria o covado !
H',o as seguintet vendida por
I indos fusi5es de listrihhas, padru s chiques
Setinetas di quadriohos a 3oO tis o dito !
Cretoues supiriores, 1 metro do largura, a 600 is o riit) !
CanohraiaB brancas bordadas a 6.-J000 h peca de 10 jardas 1
Lindos de qtu*dEi)b.os es:uteB a 200 e 2i0 ris o covado !
Merinos de todas s (Sres, a G00 ris o dito !
Esplendidos sortitueiitos de ls para vestidas a 500, 600 e TOO o ito.
Caxemires nuvidades a 1)5500 o 1#800 duas larguras.
Gasea de edres com palmas de seda a 800 ris o dito I
Meriods pretos e Caxemires, a 1000, 1^200, 10400 e 2,5000 o dito I
Velludilho bordado de'todas as cores a l000o dito !
Sctin maco de todas cores a 15000 e 15200 o dito !
Popelina branca para as Exm.a* noivas, a 500 ris o dito 1
Guarnieres de croeJrets para eadeiras e sof a 80000.
Vestuarios de II para criafM, (novidade) a 7)5000 e #000.
Meias Ivas para enancas a 20500 a duzia !
dem cruas para homem a 40000 e 5^000.
Cortes de fustSes para coletea a 20000 um !
Caxemira iogleza a 40500, 60000 e 70000 o corte !
Cheviols superiores, preto e azul a 20800 e 30500 o covado 1
Completo sortimento do casemiras, pannos e brins e inuitos outros artigos que
lembrados presenta dos leitores
>4M*>IM
????#
Peptonas Ppsicas
de CHAPOTEAUT
tUHCA a fabrica Pharmaooutlco d.o a Cierna*
Approrad- pela Junta d'Sygiene do Rio-do-Janeiro. Empregaaaa aos
Hospitaes de Pars e nos de Marinan
k Peptonao prodneto de digestao da carne de vacca pela pepsina de Ghapoteaut
extrahida do estomago do carneiro e transformada em um alimento soluvel, imme-
diatamente assimilavel, que vae ter a todos os pontos do organismo por meio da
circulacao venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-Ibes o estomago.
O Vinho da Peptona da Chapoteaut po isso indicado as molestias que
tem por causa as ms digestdes, as alleccdea do figado, dos intestinos, as
gastrites, na anemia, na chiorose; as molestias do peito, na dysenteria
dos paizes quentes, as digestdes difftceis e laboriosas. Este Vinho alimenta as
enancas, que nao supportao a comida, augmenta a aecrecao do leite das pessoas
que criSo e torna-o mais rico; fortifica os velhos e le\-nta promptamenle as forcas
dos eotmaleseentn.
A Conserva da Peptona da Ghapoteaut, que pode ser empregada interna-
mente e em clysteres, tem o poder de alimentar durante mezes os doentes mais
graves, como os tsicos, que nao pos sao tolerar alimento algum, os cancerosos, os
que soffrem da bexiga, dos rins e da medulla espinhal.
E' pnciso nao eonfundir as PEPTONAS DE CHAPOTEAUT com outros fabritcMS
oom carne d cauallo e vegetaes ferme. liados.
Deposito em Paria, 8, Ru Vivionna e as principaes Pharmaoias.

? WWVWVV W#Tf?WWf WW WWW fffff WWri

i
(Ingestivo o#m Pepsina, manase t'i'orureton alcalinos)
CONTRA A
MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
Ou limos Se succesM demonstrarlo i swrio.-ldiio deste iUcinento Mn excitar o Hsetlte e fazer digerir. COU :
DYSPEPSIA i VMITOS i DYSENTERIA
COUICAS T ACIDEZ C*0 ESTOMAGO* DIARRHEA
^M tticAor reeitnntituiuto pitra un *enm>aH <*N/>Yr/yuecicf PAKXZ, Ph**. 9. ra Le Faletier. -
serao
M CiHl i II,
[59-Rua DuquedeCaxias--59
SOTTAS REE1EBAO0RAS
do Dontor SARI'JEL VHOMPSON
A* Curaa mais inciperjjas sao defidas a cst" PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por Wflrilepcia tic tojas 3 pord.n crp-r..eotadaj
pek> organisnift consrvenlos a EXCSd03 9stat Oottaa dio Ti(or aos orjo eimcs dos Joussesos : carao infallirelmnte tajas as alTeccje
eaoaiaadu E8GOTAMENTO. taos como Impotencia, Espermatorrka, Pedas samlnaai, ic.
O Frasco : S Francos (em Franca..) X? _, ...,_ ,.^^__^
Tsts *asoo otio nao Ironjrer a rarea Ha ftbrtes registrada n ittitntl dT ser rtgoro3aiaontaL-racusado. ^^^^ tksti
haraaacla OEXXV, nuilUcheckoaart, SS. ^S TtmH.iio.
Dpotitaiaa i -J^rnaaaoco /fran M. da SJU.VA A C.
tf
IlBlVO



Diario de P^rtanAiH?-*-Sexta--teira
Janeiro de Htff

.*.

AttenHite
Be-oaocts da, ultima, iovenciin, para casamento,
ete,otambein maiinarias de perpetuas
fabricadas por Jo* Samuel Ipelh:> ; a tratar na
roa d '). 8 rt do
Marquex de Olioda o. 4S, loj...
1982. Eor*e."-jx: Ufia-n Cila: Acio.'.j ao P;;:-: Roetaa-
forc : Pn's,
fr$n Uidim* ce r, 1835,
Expsito to-raballio:.Ti.V
fu
3.1
UidbUqS nica
;n principias itilit e p&MfkattilK.
non
A rA&IiraA r*GMW e o melhor auxiliar
da ania de le le ui alnentaco Jas cnanciunas.
Experimentada com o melho'r xito as Crecliefi,
Hospilaes e Asylos, soberaua para as i'.n aneas,
pesabas ldosas. Iracas e as quo so(Tr?m 8
Metritis, -Saatralirias. molestia Jo Xntea-
tinos, FrissVo do Veatro rebeldes, c todas
as Affoccoes .iuenao permlttei?'. ao estomago
supporUr a .-iluneniacao ncoessam para a pro-
-.duccSo da Torra e da saie.
EIHHI A MARCA BEUSniM : 1 TIME
J*orMiaca.H.XI.V,eii Hordeaiut[Fftnr*)
Prnamtmco : Pran" XL. s> Silva *. O*.
W. I I. II I I MTflIMl
Relojoaria allema
Cario* Fuomf
Mudou-se do n. 4 para o n. 2 do mpimo largo
daconselbeiio Saldauha Marinhi (aotiga da Ma-
triz de Santo Ant'nio), onde est exc. ecodo seu
cfficio com zeloe perfeicij cerno semprc.
Clnica honneo-alln-
pathiea
O Dr. Francisco de Paula Sosres di consultas,
d'cra cm diante, no 2o andtr do tobrado n. 29 4
raa de Vital do Ntgreirrs, das 11 horas ao meio
dia. Na mesma eccisiao vaccinar, gratis oa
mediante remunerieac, a quetn c a presentar para
isto.
Os trafam*ntr>s coniinuarao a ser feitos pola
hOtEoeopathia ou allopatbia, Bgundo osai'.r proba-
bindarir ce rur-.i por um on entra doctrina.
A respeito i'.i vacciu, quasi toda esl capital
sabe qaano i annunciant prima n'cste r;m3 de
servico. Eap.'cialidndeaMoleetia de crianc*c
Varilas.
Oa chamades (por eerripta) serio para alli, ou
para sua rtsid.'uei. ruad'Aarora n. 123.
JatropM
Manipoeira
Er-se medicamento de urna eficacia rrocnbeeida
no beriberi e outras snoli-siias ero que.predomina a
bydroptMU, acka-sc mortificAdo em sua prepara-
co. racas a urna nova formula de um dietincto
medico deeta eidade, anlo creo somnte o abaixo
assigoado est habilitado nut prepaial-o de modo
a mejhorar Ibe o gosto e chsiro, sen todava alte-
rar- Iba as propriedad.s medicamentosas, que se
consrvate c .m a mesma nctividade, se nao maioi
em vista do modo por que elle tolerado peb
es t-mago.
tnico deponico
Na pharmacia Cuno-icio, ra do Mrquez de
Olind n. 61.
Fierra &e Mello____________
Cosinheiro
Precisa se de um, a tractar, a ra do Commer-
cio d 44.
Pastilhas vermfugas
de Se ring
o melhor especifico cintra vermis : deposito cen-
tral em casa de Paria Sobriobo & C, ra do Mr-
quez de Olinda n. 41.
i-HOBOCTOS E]IGL6610
;a ULYSS ROY, cm Pocis (Franf?
jnePRQUST, Sucr- & Genre
i. I'arfome enactlco aoa Vlsbos ta abra; ^^
de Kaoo.................lDOfrssco.1 Of
' ZKanclorcrJsBenclaiCognB" atnscoi 5CCa
Jnrfum os para todo o Urora .* 1U0 frssoct MOe
- 2i.'cnciaeIUjnmoadCra'la.oi!S0tmsoo3 60A$I
Depositarios em f-mnmc.-
&vt*n-3tor. Tit. da SXI.VA i C

%
0fc I

Carnaval
dio ao no3io |
a bella alvura vapo-1
rosa ipiefezacerjutacio-l
das tellezz in'fcuiat'e.
L. PAMAFIEU C
Pars, ra Kochechoutrt, 70.
itsriJ pb Perniit/buco : rrc"M.-*l SUVA O*
Sarao en 19 de Feverei'o, nos
saldes do Club Carlos
Gomes
Fede-se aos eavalleiros que subscreveratn para
este sar ,o, o obsoquio de entre^arem snas listas
para convites ao thesoureiro do club, afim de re-
ceberem os raesmis cim tompo.
A CDmmissS''.
Caixciro
Precisa-se de um c^ixeiro de 16 a 18 anuos ; na
ra do Hospicio u. 31.
.
ViNHQ DEFRESNE
TNICO-NUTRITIVO
COM PEPTONA
Carnt ttsimiUnl)
FERRO E LACTO-FHOSPMTO DE CAL HATUFttES
Sendo o Vinho Detresne d'um gosto delicioso, tam-
bera o nico reconstituinte natural e completo.
E o mais precioso de todos os tnicos; sob a sna
influencia, desvanecem-se os accidentes febris, renasce
. ippetite,forta!ecem-se os msculos e vollam as forcas.
Eniprega-se com xito contra a inappetenoia.os cres-
cimentos rpidos, convalescencas, molestias do
estomago (Gastralgia, Gastritis e Dysentoria), e
debilidade, a anemia e consumpeao.
DEFRESNB: Fornaedor dot Hospilaei, Panj, Autor da Pancreatina
(g todas as hvmaaas_
'h}mtai M. I

Aos LOOO:OOO$()0O
200:000|y000
100:OOOOOO



UiW JrlTERIA
DE 3 """""'""

i ir c
En! Pavor des ingenuos da Colonia Orphanelogica Isabel
DA
PROVINCIA DR PERN\MBUCO
ExtraecD a 14 ile Malo le 1891
O thesonreiroFrancisco Gn?alves Torres
\
mjyyfijijijiswwrirrfirircrcrrr-'m'{'mmmm**m*m .--si'
BRONCHITE8, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TI SICA, Asmas
Ctlll RAPIETA. B CERTA PILAS
Gottas Livoniennes
TROUETTE -PE17.R E T
Com CREOSOTB de FAI, AICAT&AO Oc NOBBQA e BALSAMO ie TOL
Este preparado. nfallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Viaa
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades medicas como o uuico efcaz.
o nico medicamento que aleen de nao fatigar o estomago, o foHifca, reconsttue e desperta
O tppetite : duu gotta$ pela miar Sea tarde bastam para triumphar aos casos mais rabeldvs.
DETE-U EXIG! 0 SELLO DE GARANTA DO OOVERMO IHANCES
Deposito principal: TROfTTE-PERRET, 264, bonle Voltaire, PARS
Ooootot v Pernambuco:ntAV BB. da SXXVA A O*, i su printae.Pniratc'as.
Para cosinheiro
icisa-ae de um bom a.udaure ;
Caminbo Novo o. llt O.
no hotel do
Celeste
Rodrigues de Paria & C aeabam de receber dos
8rs. Bento de Si C, urna esueoialidade em fb-
iao Rio-Novo, desfiado a capricho, com a marca
Coleste,cojo emblema oa seos fabricantes nao
deixam-se desmentir, porque realmente micio
aromatisado, fazendo cir mesmo iquelles que ja
o apreciaram, que os anjos agradecidos pela feliz
lcmbranfa o batejaram : ra de Mariz e Barros
n. 11.
Connbeira
Prec>sa-se de urna que dese-npenhe o lugar e
dunna em casa; ra Duque de Caxias n. 42,
por cima da typographia.
VENDAS
-I
Vrnde-ne a summa theologica de S. Thomaz
em 8 voi. : na ra das Cruzes n. 42, 1 andar.
Vende se um boin sitio na estrada de Agua
Fria, j"nto a bomba estremando cata o sitio do
Catao, com boa cusa, boa agua e melbores comino-
ios ; a tratar no mestio sitio, cu na ra Formosa
numero 25. __________________^___^___^
Vende-se portots de ferro, gradeamentos
para muros, jarains e trra co, bandeira de ferro
para portas, de differentes modelos, ditas de arcos
pira para portas de ra, dobradicas de chumbar,
gaUinheiros de ferro, carrocas para boi e cavalle,
ferrnlbos grandes rodas para carrreas e carnnbos
de Ifandegn e de mi ; no largo das Cinco Pon-
tas n. 4, defronl) do quartrl.
F rrcira & Irmo
Vendem i
Panno de algodo branco e riscado, das fabri-
cas da Baha e Rio de Jane ro, fio da algodo
para redes, superior quilidade, e alguna filtros
para purificar as aguas do Beheribe : oito de
Corpo Santo n. 25.
A HevoluQo
M.-4L
A' ra Duque de Casias, resolveu vender
os Beguintes artigos com 30 "/ de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a 1500 o covado.
Mm'ns de cores finos, a 900 e 1*200 o co-
vado.
Ditoa pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
2*000 o cavado.
Las msela o as de seda a 600 ris o covado.
Ditas cora listrinhas de seda a 560 ris o dito.
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Las com quadrinhos, a 400 ris o covado.
Gaze cem solinbas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim maco lavrado a 1*300 o covado.
Seda palba a 800 ris o covado.
Ditas do cores de 2* por 1*000 o covado.
Setim maco liso a 800 e 1*200 o dito.
Grs do aples preto a 1*800, 2*000 e 2*500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 rs. o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 rs. o dito.
Ditas pretas finas, a 500 rs. o dito.
Fust5es brancos e de cores a 320, 400, 440,
500 e800 rs. o dito.
Zephiroa finos, escossezes, a 500 rs. o dito.
Zephiros de quadriuhoa a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zephiros lisos a 1JOO0 o dito.
Alpacao de eor para palitot, a 1*000 o dito.
Velludilhoa lisos e liwrados a 1*000 o cavado.
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
dito.
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna,
KSeda esc^sstza a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 urna.
Ditas de crochet a 8*600 dita.
Camisas bordadas para bomem a 30*000 a dn-
ia.
Ditas para sentaras a 30*000 a dita.
Cortes de casiaira finos de 3* a 8*000 nm.
Casacos de laia a 10*00 um.
Fichas de retroz a 1 *0Ot) um.
Ditos, de peilucia a 6*500 um, (bordados).
Cachemira de cor a 1*600 o co'ado.
Flanella americana a 1*400 o dito.
Cortinados bordsdos a 6*0:iO e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para homens de 2*400 a 9*000 a du-
" Ditas para sentaras de 3*000 a 12*000 a du-
Mantilbetaa de seda a 6*000 urna.
Espartilhos do cioraoa a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*500 um.
Toilett para baptisado a 9*000 e 12*000 um.
Lencos brancos e com barra a 2*000 a dnsia.
Anqumhas a 1*800 rs. urna.
Brim de linho de cor a 1*000 a vsra.
Dito pardo a lsWO a dita.
Esguio amarello e pardo a 500 ris o covado.
Chales Je mirin lisos a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000, 3*500 e 4*000 um.
Cortes do cachemira para vestidos a 18*000
um.
Redes Hamburguesas a 10*000 urna.
Panno de crochet para cadeiras e'sof a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
Henrique da Silva Moreira.________
WHISKY
HOYAL BLEND marca FIADO
Whisky Esceeses preferiv*
:p. de canna, para fortifica
tu Iberes armasen*
N. 165. Tendo a Meretissima
urna Cumroercial por despacho de
ontem, em vista do srt. 1* do de-
reto d. 26b2 de 23 de Outubro de
^75, recunhecido ao negociante de
x igarros Manoel dos Santos Falcao,
i miciliado nesta praca e nella esta-
elecido ra de Vidal de Negrei-
: reros n. 30, o direito de marcar
s productos de seu commereio de
ganos rom o desecho supra, con-
i udo a denomina^ao de SUZANA,
x m cujo papel pn-t-nde envolver os
igarros quo expSe venda em seu
I rdito estabelecimento, fez este re-
istrono livro competente, que con
fjasj agesma verba que se l neste cxemplar.
Em cumplimento do supra dito despacho declaro que ficen sero effeito e re-
asatreda marea n. 134 que pertencera ao indicado Manoel dos Santo Falcjo.
"LSecreUria da Junta Commercial da cidade do Recifo, 18 de Maio de 1883.
O secretario,
Julio Quimaret.
ste excellente
io cugnac ou ugnardenx
-> corpo.
Vende-se a retaita nos
oolbados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cujo at
ose e emblema sao registrados para todo O Brasi
BROWNS t C, agentes
\lltliiCio
Vcnde-se ou permuta-se urna casa terrea si*a
na travessa do Falcao n. 12, com 2 alas, 3 quar-
tos, eos'nba lrs, grande quintal e cacimba, por-
to dando sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
Da mesma com a proprieta! is, e esta far todo
negocio por j ter o despacho do juiz, at para
tatal-a em leilSo. podendo apresentar os decu-
mentos aos permutadores, desejaodo tambem urna
por troca, anda que seja pequea, porm que es-
teja nova e tam consti uids. ________^^
Viveiro para pausaros
Vende-se dous g'andes e Bonitos vivehros po
p.eco conmodo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passaros qu possuia ; a ver
e tratar na ra do Imperado' o. 22. ^^^
Grande liqui^lafao
. na loja de mindzas
5o Hna Nova 5o
O proprietario do estabelecimentoBasar da
Moda, acien'ifica s Exmas familias qae em vir-
tude da prxima reedificacao do preoio em que
est estabelecdo, tem resolvido liquidar to-
das as 6UHB mercaduras, constando dr.miudetas,
pertum .r:as e artiges de muds, com grandes aba-
timentos, sendo que amitos artigos sao por preoos
ioieirnmente baratos, oomo sej>-m :
Grande variedad de plastrn? a 1*000 e 1*200
8..b.netes de areia oe Risger a 00 r.
Dit'S ingleses, grandes a 200 rs.
Dasias de dito* a 2*0t 0.
Garrafa de agea florida a 1*000.
Vaso cem opiata u 900 rs.
Frasco com extractos muito finos a 1*300.
Frasco con agua de colonia .mericana a 500 rs.
Papeia para forro a peca de 320 r 400 rs.
Goarniyoes, liabas, fitas, bicos, botoes e arUgos
de moda.
PARA ACABAR
400:000*000
IJ fRASFERIV EL!
Corre quarta-feira, 2 de Fevereiro
lu vigsimo (Testa importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0
111 1 wvvv
240:000*000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSFERIVEL!
Corre Quinta-feira, 3 de Fevereiro
LOTERA DE ALAliOAS
3OO:O0O$O0O
Esta acreditada lotera corre Tercja-feira, 1 de Fevereiro


m

.-

-
i
1LTC&&NS^1L1\T1S.I
600:000000
Esta seductora loleria corre sahblo S de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00^000
Os bilhetes dcstas acreditadas loteriasachani-se a venda na
RODA DA FORTUNA
36--Rua Larga do Rosario36
Bernardina Lapes Alheiro*
1

200:000^000
EXTRACTO DA 8* PARTE DA fn LOTERA
EM BENEFICIO Di SAMA GASA DE MISEBMHA
Ouiflta-feira 3 de Fevereiro
A0 MEIO DIA
Esta rotera, por algnm teropo retirada da circulado, devido a grande guerra que
Ihe promovern), como do dominio publico, vem notamente tomar o: seu lugar de
urna das vantajosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respcitavel publico a sna beoevol attenctt para, o plano das
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado nos joraaeB e iropresso no ver
so dos respectivos bilhetes. O plano desta lotera o nico que ero 50.000 nmeros
distribue -
12.436 premios, ou qaasi a quarta parte !
Ainda mais : esta a nica lotera quo premia todas os nmeros cuj s doue ab-
ganarnos finaes forem iguaes aos dos


QUATRO PREMIOS MAIORES
A SABER :
1OO0 s duas letras finaes do premio de........
60(9 s duas letras finaes do premio do........
50,5 duaB ,etra8 fina08 o Prem! do........
40JI e duas letra finae do premio de........
200:0004000
40:000000
20:000<-,00
10:000^000
Tambera sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
mA\m destes, tem esta lotera grande quantidade de outros premios de bastaate
importancia. E' tambera esta a nica lotera que garante que u comprar 100 nume
ros de terminales difivrentes 32 1/2 % indepondente dos premios avultados que
A's extrac$5es slo feitas em edificio publico o sob -mais severa fis-alisacSo p'nr
parte das autoridades. ?,, can
Os bilhetes acham se venda na agencia e em todas as casas, em baotos, &ao
Paulo, Campias, Rio Grande, baha, Cear, Maraoho, Far, Amazonas e em Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.-
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto da Bocha Montoiro Sallo
23B,s InguajtB23
0 mtis Simples, o
urDiBPBBrsAvir- 4
USADO NU ->
A Cm*m BIOOLX.OT peda oa Skr
VERDADEIROF
qn$ tm cada uux*
* tm cada folba,
tra\ tsenpta
em fat incarada
Firm
Eftkai dot REVULSIVOS
...Se svoa VTA JJL2fTTH!S
t r^TEIBO
i .ompradorM rna xilaa*
"i
r,
GOLIAT
A'Florida
Ba Duque de Callas IOS
Chama se a attenco das Exmas. familias pan
os precos seguintes :
Luvas de seda prcta a 1*000 o par.
Cintos a 1*000. /""
Luvas de pellica por 2*500.
Lavas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
0 par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs.
i metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Feotes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um,
Anquinhas de 1 *>'0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
ftntes para coed'com ioseripcao.
Babadores com pintura inscnpcSes a 200 rs.
Enchovaes para batir.ados a 8, 9, e 19*000
1 caixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Cap lia e veus para noivas f
Suapenc rioa americanrs a 2*500 ,
LS para bordar a 2*600 a libra
Mi de pxpel de cores a i00 ris
Estojas para crochel a i$00(* fs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a quaresia
Galio de vidrilho metro 1*.
Franjas de vedrilhn al*,
Luvas pretas de seda c Eecec'a. v _
fJ,Fianjas e galoes fines a 2*600, 3*e 4* o mfc
Para o carnaval.
Lindas DRsearas.
Bimagas de p* de arros.
dem dem de ouro.
Id Lindas franJKS de seda de eores com frocos pa-
ra eufeiur vesroarios de mas caras a 1* e 5*0 rs.
o metro, fasenda que j costn o metro.
BARBOSA & SANTOS
f-
i



Vende-se tainhas
de superior qualidade,V
em quartolas eembar-
ris, mais barato do que';
em outra qualquer
parte; na ra de Pe- j
dro Affonson, 11.
Turbina
Superior assoear ie turbina, especial para
doce. Refinaco fcalgueiral ; 445 numero tete-
phonico. Ra Marcio Dias n. 22.
Cabriotts
Veao-ee dns caorwets, sendo um l
e ontro cobertn em perfeito estado, para a*
donsca'vaUosj 6 tratar r^a Duque 65a Caxu*
* 47


}
1 1WB


fe* uaiiitfutwSexta-feir fc& de Janeiro de


V
f
.
1

L!TTRATll

jiJtru n outro

O palacio das cor ac es
CONT DEDICADO a'8 CBIANCAS
Mariquinhae tambem fo deitar-se, pon-
do a seu lado, sobre um travesseiro de vel-
ludo bordado a oiro e feito expressamente
para eua filbinha, a gentil e graciosa India-
na que fecbou os olhos como se immedia-
tamente adorraecease. Nao tardou muito
que Mariquinhas imitasse a pequenina In-
diana, e, minutos depois, dormiam ambas
a bom dormir. O aojo da guarda de ma
riquinbas, cerrando com um beijo as pal
pebras da interessante menina, nao lbe
baria apagado do rostinho anglico aquello
innocente sorriso, que tanto lhe enfeitava
as mimosas feicSss.
Estava a graciosa menina a dormir,
qaando despertou sentindo o hlito perfu-
nado de alguem que lhe dava um beijo.
Abri os olhos e vio Mariquinhas com ad
miracao que a sua pequea Indiana estava
levantada e que crescia, ciescie a ponto
de ficar da altura de sua raarai. Fra
ella quem lhe dra o beijo para despertal-a
e era ainda ejla quem lhe dizia, depois de
haver ereacido tanto :
__ Querida Mariquinhas, eu sou a fada
antiga das enancas e quero recompensar-
te, pois que s meiga e carinbosa. Anda-
va en em bus a do coraco mais bem for-
mado que deve ter a chave do palacio en
cantado dos coracoes, quando dei comtigo
parada com teu papai porta de um ar-
inarinho. Foi entd que tive a idea de
encarnarme no corpo da Indiana'que nes-
ae mouiento teu pai recebia do logista.
Apenas fui pairar tuas mosinhas,
apertaste-mo a tua mamSi, assim que che-
gaste casa. Desde esse dia tenho vivi-
do a teu lado e couheci que possuias o que
nento menos cimado
outros, entre os
fiel, do agrade-
por
quaeo es ue generes^
cido e do esmoler; e Todos alegres o sats-
feit-is. Agora olba para teus ps e vers
l em baixo, as sombras cavernas que
aervem de prsao, rauitos corac3e3 que se
eitortugara em agonas, asm fim. O a ves os
seus gritos, mas ainda os nao vs, porque
as trevas en que estad impedem que a
vist* penetra n'aquelle3 hbysmos. Vou
fazer d-scer um raio de lia, tirado dos
teus olhos. Vs agora? L est, pousado
sobre mu salgueiro, margara do esverdi-
nhado lgo da ambicii", um corsead de
avarento : tirita de fri porque nao ha ca
lor que aqueja, e, apesar do supplicio que
soffre, parece querer atirar se ao lago, onde
por vezes se v briibar tona um peixe
de escamas prateado3 que tem oauda de
curo e olbos de diamantes. Um pouco
mais abaixo has do ver outro a atirar lodo
sobre urna cruz que o esmaga com o seu
peso : um coracao do hypocrita, que
carrega o pesado Ira lio e contra o qual
a tira na sua raiva o lodo dos vicios e das
paixdes que quer occultar sombra desse
symbolo de virtule. Abi tens, minha que-
rida Mariquinhas, muitos outros coracSes
mos, quo soffre n, invejando a felicidade
dos que vivem c em cima. Estes nasce-
ram para a luz, como aquellas para as
trevas, e os que esUo l em baixo s con
soguera vir para aqui quando raconhecom
os seus erros e d'elles se arrependem ; en-
tao conseguem entrar n'est palacio, por-
que a misericordia divina tudo esqueoe e
perdoa. NSo acredites, porm, boa meni-
na, que os coragSis do palacio encantado
vivem somenta para si: elles tambem tra-
balham para levar o arrependimento aos
corajosa dos abysmos, e soffrem, vendos
na pratica do mal. A ti que s senhora
dcsta palacio, recommendo nd s que cui-
des dos bons que aqu esto, como tam-
bem que nd augmentes cora as penas da
tua indignajao o castigo dos outros. Eos
aos que
urna pouca de palha.
do escrivSo da fazenda do si
qua muito agradou, espo^-iajinante
pagavam decima.
Aocahir da tarde comee >u a tolia, e os
que nao danjavara deleitavam-se com aa
contorsSes do boneco do palha.
De repente no raeio desta oxploslo da
alegra, ouviu-sa ontre a uiul:id2o ura gran-
de grito de dor. O essrivao de fazenda
cahira do posto pegando fugo sata de
urna rapariga. Todos correrm para ella
n'u.n espontaneo rnoviraento de sy npathia,
affiiccao e d ; mas ehegados 4 distancia
em qu o fogo se poda coramunicar, o
iostincto de conservacoo moderava-lhes os
sentiutentos humanitarios. Ninguem soc-
corria.
Era urna formosa raoeoila, os olbos ne-
gros, cabello farto e escuro, tsz morena e
estatura desenvolvida. Nao era do sitio
porque ninguem a cooheceu. Tinha cham-
mas >:t a cintura, e como suecude serapre
em casos si militantes, deitou a correr le-
vantando os bracos. O vento atirava o fo-
go. Depois como ninguem lhe acudiese
comecou a rolar-so pelo cb3o, soltando ge-
midos quasi sur Jos, mas que horrisavam.
Quando todos so limitavam a olhar a-
quelle sioistro espectculo, soltindo excla-
mares vSa, apparaceu ura hornera em
mangas de camisa, rorapeu a muitido, dei-
tando ao chS> algumas raulheres moio des-
matadas, e lancou sobre a rapariga um co-
bertor de l ensopado em agua. Viu-se
Bubir um rolo de fu rao O rapaz envol-
veu corajosamente a rapariga no cobertor
e apertou-a contra si at se extinguirem as
chammas.
Antes de que as admiradas testemunhas
houvessem podido applau iir-lhe a bravura,
o rapaz tirou o cobertor, e viu-so a mulher
salva mas sera sentidos.
Abram, abram, dizia o intrpido e reso-
luto mancebo, sobracaodo a rapariga que
n'um pulo poz no melbor leito da sua
casae
eu procurava. Esperei at hoje para ver.voz e coioraj ters para elles o sorriso da
compaixo o do perdao, e assim consegui-
rs trazer muitos arrependidos para este
palacio. Ao bom, minha filha, protegers
e ao mo nao abandonars :4 esta a ma
xiraa que devos seguir, para quo na pr*ti-
ca das virtudes que Ja* ao teu sorriso a luz
que brilhava nos olhos de Christo, acbes
sempre a chave que abre as portas do pala-
cios dos eoraciJes, que o reino de Daus.
Apenas acaban de proferir estas ulti-
mas palavras, a boa fada desappareceu.
Mariquinhas, perplexa e sera saber como
devia voltar casa onde a raarai e o pa-
pai a esparavn); as raesrao tempo anciusa
por contar-lhes que a sua boa amiga In
diana lhe fizara presente de um grande pa-
lacio encantado, ficou afflicta e, dando um
suspiro, apertou as suas proprias mao3
nhas o seu proprio corceo...
Ouvindo um grito, Mariquinhas abri os
olhos e compreheadeu que o grito fora dado
pela sua Indiana, pela sua boneca, que
ella havia aportado contra o paito.
Ah tudo fra um souho!... Fada,
palacio encantado... tudo dosapparece-
ra I... Somente a sua filhinha continua-
va deitada alli a seu lado, sobra o traves-
seirinho do veludo bordado a oiro.
SOARES DK SOOZA JSIOB
\
e nao me- havia engaado, e agora, que
cabo de reconhecer que nao tens senao
cariahos para todos e que nao ha urna
contrariedade aue possa turvar a tua alma
lmpida e serena, quero mostrar, em re
compensa, que possues a chave da gran-
de porta do palacio do3 corajSes, do qual
eras rainha.
E' tendo acabado de proferir estas pa-
lavras, Indiana ou a boa fada, graciosa-
mente a sorrir, deu a ralo a Mariquinhas
e aahindo ambas pela fresta da jaaellaj fo-
ram ao palacio encantado.
Astiai que l chegaram, vio Mariqui
has um grande e magastoso palacio, cujas
paredes eram transparentes como crystal e
rilbantes como os raios do sol.
Entremos, disse-lhe a fada; ntre-
nnos, Mariquinhas. Este o formse e
encantado Palacio dos CorajSes, e nSo te
admires de ver que as suas paredes sao
transporentea e brilbantes. E' que aqu
s vivem os coracoes puros e esses s^o
etarnamdnts diaphanos e claros como a luz
de dia.Tambem nao penses que a chave
deste palacio urna chavo comraum; n2o:
a chavo cora a qual o abrirs sempre
esse sorriso anglico quo o bom Deus poz
em teus labios ; e livre-te elle de que o
percas,1 porque entilo nunca mais entrars
aqui. Agora vou mostrar-ta os corac5es
que vivem neste palacio e que teus serio
emquanto for teu esse sorriso de tanta raei-
guice e de taita mansuetude. Vs aqui
um coracao de mli : este o melbor dos
coracoes que habitara n'este palauio; ests
reparando de certo n'aquella gotta de san-
\gue que purpureja urna de suas azas, nao
^erdade ? Pois, Mariquinhas, alli que
est a fronte inexhaurivel dos seus sacri-
ficios pelos filhinhos. Este outro que vs
acola o de um irmo : repara que agita
impaciente as azinbas e salta par entre os
bosquetes de lilazes era flor; procura a ir-
masioha em quera vive o a quem estima.
Aquello que alli vi quasi escondido na
re va, o de um amigo : como raro,
tambem tSo pequeo assira, e modesta-
mente se oceulta, cora medo de qua os
outros possam entender que a sua ternura
arvore onde tentara betjal-a ouviu Mara
diser-lhe:
At rolta.
Ah estava ahi ?
Trocarara um aporto de .nao e separarais*
se, nao comprehendendo o que tudo aquil-
lo significa va.
Maria sentou-se debaixo da arvore, mui-
to pensativa, eso se retirou para o moinho
quando a sombra de Paulo desappareceu
no fundo da ehraneca.
*

FOLHETIH
O flOftCIJNBA
POR


?LO FEVAL



y
QRTA PARTE
O FALACIO ULl
(Continuajao do n. 21)
III
Ira ranada de laetqaenet
Este genero de oppo3c*o notavel p.-l
sua iunocencis, j era conhedd.i n-, texpo
de Horacio, que chama ao velho cortezao
do paasado," laudator temporis ast.
Mas digamos cm seguida quo n3o falla-
-va.m muito de politic* naquall i mulli l.aj
dourada, risonha, alegre o mascarada de
velludo, quo atravessava incessanteraente
03 pateo3 do palacio para ver as de:ora-
cos do jardim, e qua hifiuia principal-
mente para junto da rotan la de Diana.
Estava tudo na testa, e, ao o nome da
duquesa de Maine, sanio de alguma linda
bocea, era para la&tiraar a sua ausancia.
Ai grandes eniradas comecivam a fa-
zer-s O duque de Bourbn estava alli,
dsndo a tnao princeza , celler d'Agucsseau conduzi a princeza pa-
latina ; o lsrd Stiirs, euibiix-td.-ir de Io-
' ,lterra, era felicitado pilo pa Um rui !o eehoou do rapante nos salSia,
no3 jardins, um rui lo p-ra assustar tilas
aquellas seohoras, ura rui lo que fez osque-
cer a demola do regante e a ausencia -do
bora Sr. L. : o czar eslava no palacio
real, o czar Podro ta Russia, coaduzido
pelo marechal de T"ss, a quem charaa-
vam e-conductor de ras e seguido de
trnta guardas do corpo que esta vara en-
carrejados de nao o deixar nunca. Em-
I
.v -

Amor Fatal
A aldeia eslava em fasta. Era noite de
S. Joilo. Conforme o habito tradicional,
os camponezes acenderam fogueiras, e os
rapazes de ruaos dadas com as es'colhidas
do eeu coracao, entregaran!-se com enthu-
siasmo aos bailes de ro la.
As fogueiras, por um costuras felizmen-
te pouco generausado, erara espertadas com
tiros da espingarda e detonagSes de bom-
bas. Di vez em quando os rapazes do sw-
tio intrro Tipiara o baile, e... fuzillavam
as chara mas.
A maior fogueira n'aquelle anno estava
ao p da casa do Jos dos Moinhos. O
fiiho do caseiro, o Paulo, bavia-a prepara
do com una experiencia de artista no ga
ero. Tinha lenha para arder dois annos;
no contro, ura tronco do carvalh'o, susten-
tado par quatro ramos de pioheiro, era en-
prego diffi :il I Pedro da Rusia tinh os
movimentos bruscos e as phantasias sbi-
tas Tess e seus guardas davam algumas
vez -3 grandas carreiras para alcan$aI-o
quando elle esaapava sua respeitosa vi-
gilancia.
Estava hospedado no pal vio de Lesdi
gaires junto do arsenal. O regente tra
tava-o magaificaraeote ; mas a curiosidade
pariziense, violentamente excitada pelacbe-
gada deste selvagem soberano, nSo tinha
podido saciar se porque o czar nilo gostava
|U s se occupa8sem con elle.
Quando os transentes so embrava ?i de
sggioraerar se as pruxiraidades do seu
palacio, man lava o pobra Te?s com or-
dein de carregar. Este infeliz marechal
prefer ria fazer dez caropanhas. A honra
que teve de estar ao servido do principe
moscovita envelheceu-o dez annos.
Pedro o Grande vinha a Pariz para
completar a sua cducaco de principa ins-
taurader e fundador. O regente nSo tinha
absolutamente desojado esta terrivel vi=i-
ta ; mas fez boa cara e tentou pelo menos
deslumhrar o czar cora o esplendor da sua
hospitali lado.
Isto nao era muico fcil ; o czar nao
quera ficar deslumhrad*.
Entretanto, no nugnifico quarto de dor-
mir que Iba tinham preparado no palacio
de L !8 iiguire8, raandou collooar no meio
do quarto un leito da campanha e deitou
se. la a toda a parte, visitando os esta-
belecirnentos e conversando familiarme t-.
com os n gociantes, mas guardando o in
cogoito. A curiosidaia pirizienso nao si-
bia onda cncootral-c. Por caus disto exac-
tamente o das cousas extraordinarias que
se contavam. a curiosidade pariziense che-
gava ao delirio.
Os privilegalos que tiahara visto o
i.zir fazara assi.u o seu ra rato : Era al-
to, muito bc.n feit?, ura pouoo magro, ca-
b lloi cacuros, tez raoreut, desembiraya-
lo, olhos grandes e vivos, olhar pen-tran
te, algumas vezas feroz. No rao neato era
quo menos pansavara. ura tic nervoso e
corivulsivo decompuoba-lhe da repente o
rost. Ai tribuan isto ao veneno que o
escudeiro Z >ubow Iba tinha dado na sua
ioacia. Quando quera aeolber a qual-
quer, a sita physi momia tornava-se gra
ciosa e encantadora. Sabe se o prego das
gracas que fazem os animaes ferozes.
A creatura que tem o maior successo de
Paria o urso do jardim das Plantas, por
Maria amava-o.
Porque a tinha salvo?
Nao- Ninguem, com pratica de mundo,
poder suppol-o. Um beneficio, um gran
de favor prestado quasi um obstculo
ao amor.
Maria aaiava Paulo aera o saber porque.
O seu moinho deixou de trabalhar, com
regalaridade.
A apaixooada moleira passava a maior
parte dos dias no alto de urna colaa, ob-
servando a casa de Paulo. Ura mez depois
do desastre de qua ia sendo victima, en-
controu Paula na estrada e acercndose
delle com o deserabaraco proprio das ra-
parigas do campo, confessou-lbe o seu
amor com a raeama naturalidade e sem]ce-
ramonia com que lhe teria perguntado se
o pai o a irnia estavam de saude.
Paulo associando esta deelarajao abrup-
ta o singla lamina da podoa que um
mez antes o impedir de beijar a moleira,
teve medo de tratar com urna iouca, e fez
se desentendido. Das depois, andando
caca, Maria, qua o espreitava por todos
os lados, ia sendo atravessada pela carga
destinada a urna lebre. Paulo, ao vel-a j
demasiado tarde para suster o tiro, quasi
ia desmatando, mas a moleira no n pesta-
nejou. O rapaz animou-se entilo a darlhe
um beijo que foi aceito sam resistencia.
Dcpress.. .
Mais um estalo, e metade da casa ca-
bia, fazendo repudiar a agua a urna gran-
de altura.
Os pais do noivo forara os primeros a
chegar barca.
Vamos, mais um, gritou Maria, com
com toda a forca dos seus pulmoos.
Paulo ficara agarrado a urna travo n'um
montao de ruinas.
Nao vendo o perigo de cabir agua,
Maria correu para elle-
Vem, vem...
EntSo vio-se um espectculo terrivel.
A mai da moleira, magra, carabaleando,
louca de medo, arrastara-se at barca,
impedida por esse iostincto de conservado
innato em todos nos.
Um lugar para mira I um lagar para
mim / gritou ella, sentindo o ultimo peda-
io do sobrado faltar-lite debaixo dos ps.
S cabem quatro pessoas, respondeu
Maria ; o lugar que resta para Paulo, e
arremessando este para dentro da barca,
remou para o largo, com um riso feroz nos
labios, pessando s em que havia salvado
o noivo.
' Segundos depois, qua a lo os quatro iam
saltar na outra raargem, ouviram um ulti-
mo estrondo e virara submergir-se, com o
resto do moinho, a mai da moleira, gritan-
do por soccorro e amaldicoando a filha,
com os brayos levantados para o co.
[Continuarse ha)
A. Z. A.
A falinela
(FBAGMHNTO DE UM ROMANCE)
Paulo, o fiilho do caseiro, quo aoabava
de soccorrer cora tanta felicidade a rapa-
riga queimada, era ura rapaz de 25 annos,
cheio de vida e muito sympathico. Elle
qua tiuha posto o boneco no meio da fo-
gueira, portanto, era a causa remota do
triste acontecimento sobrevindo.
Por isso se expoz tilo animosamente.
A rapariga soocorrida era, com effeto
urna estranha.
Um dos rapaz33 que por curiosidade en-
travam era casa do Jos dos Mainhos, da-
se que era urna costureira da aldeia imme-
diata, outro que se se ohamava Engracia,
e um terceiro qua j havia danzado com
ella n'outra povoaclo.
A rapariga voltando a si, quando todos
se detavam a adivinhar, disse cbamar-se
Mara, ser moleira e nunca haver dansado.
Passra por alli casualmente de volta do
um casal onde fora procurar um lavrador
que que queria vender-lhe trigo.
As feridas nao eram graves ; apenas ti-
nha as pernas algumas queimaduras su-
perfiaes. O fato que ficara todo quei-
mado.
Depois de pensadas as feridas pela mu-
lher do boticario, urna irraii de Paulo deu
roupa a rapariga e este preparou urna ca-
valgadura para a acompanhar ao moinho.
Partiram ambos pouco depois da meia
noite, e n'um descanco Paulo vendo luz
do luar a formosura da raparg e, apandan
do-a distrahida estoad eu o pescoco para
lhe lurtar um beijo.
Os labios quasi iam Aleando o rosto en-
cantador da mocoila.
Maria deu um pulo :
Nao me toque, gritou ella com os
olhos incendiados, e a respiracao entre-
cortada.
Paulo teimou, mas a moleira cont veo
em respeito com urna podoa que trazia pen-
dente de um cordad poupado pelas cham-
mas.
Continuaran! o caminha. Quando chega-
ram ao moinho e que Paulo se retirou, Ma
ra sabiu s escondidas, seguiu o rapaz de
longe, e quando elle chegou debaixo da
que
ura monstro de bora humor. Para
os parizienses daquelle tempo, um czar
moscovita era cortamente ura animal mais
raro, raais phantastico e mais inverosmil
que ura vaso verde ou um macaco azul.
Coma.corao um alarve, segundo dizia
Vertin, um cozinheiro do rei, a quem ti-
nham encarregado da mesa, mas nao gos
tava da acepipes. Toraava por dia quatro
refeic3as consideravelmente copiosas. Era
cada refeicad babia duas garrafas de vi-
nho e urna garrafa de licor na sobremesa,
s'm contar a cerveja. Isto fazia por dia
doze garrafas de lquidos capitosos. O du
que d'Anlin, partindo disto, sfirraava qm
era mais capaz do seu sculo.
No dia em que o duque o recebeu no
seu castello de Petit-Bourg, Pedro o Gran
de n5o pole levantarse da mesa. Lava-
rara-n'o era bracos, tinha achado o vinho
bora. Perguntava-se qual a quantidade de
vinho para por neste estado o robusto sar-
raata.
Os seus hbitos amorosos eram ainda
excntricos que os seus hbitos de 'mesa.
Pariz failava muito disto ; n nao fallare
raos.
Assira' que souberara que o ezar estava
no baile, bouve grande, confusao. Isso nao
estava no prograraraa. Todos quizerara
vl-o. Corao ninguam sabia exactamente
onde estava, seguiara as indicacSas as mais
differaates e aa oorreotes da mul'.idd iam
empurran lo uns aos outros em todos os
cantos.
O Palacio Raal nSo a floresta de Bon-
dy ; doviam de esrfca acabar por encon-
trado !
Todo aquelle movimento inquietsva pou-
co aos no3so3 joga lores da ladsquenet,
abrigidos no pivilliao indiano. Nranura
delles lioha aberto mao. O ouro e os bi-
Ibetas rolavara subre a mesa. Peyrolles ti-
nha feito ama bacca sobarba. Estava ain-
da mao naquelle momento, Chaverny,
ura pouco paludo, mas rindo-so ainda.
Diz mil escudos ? dissa Peyrolles.
(Jorra, replicou Chiverny.
Com quf ? perguntra Navailles.
Sob palavra.
NSo se joga sob palavra era casa do
regente, disse o Sr. de Tresnes, qu pas-
sava.
E acorescentou com um tom de desgosto
protundo :
E' ama veidadeira tavolagem !
Da qual nao tira barato, Sr. duque,
O moinho cessou de trabalhar. A mai
de Maria, urna pobre velha, modelo de
virtudos, cabio doente de desgostos. A ra-
pariga nao se importou com isso, conti-
nuando a passar os dias no campo.
Urna tarde entrou no moinho muito con-
tente e disse mli que dentro de pouco
viria um rapaz pedil-a em casamento.
A mai depois de louvar a Deus, abra-
cou a filha regando a de lagrimas, e ex-
claraou : era tudo por isso, o moinho tor-
nar a trabalhar, nao assim ?
No dia seguinte fizeram-se os preparati-
vos para recebet a familia de Paulo. A
repreza do moinho engrossara com as chu-
vas torrenciaes dos ltimos dias, araeacan-
do deitar abaixo o caaebre, e j por duas
vezes o rio que levava muita agua, havia
s iludo do leito, derrubando urna parede
da pobre casa.
Paulo e os seus chegaram de tarde.
Maria foi b'i3cal-os na sua barca, td pe
Francisco Thedooro da Silva Amaral,
importantiasimo negociante da praca do
Rio de Janeiro, fallir. O caso fez sensa-
cad. Ouviara-se cotnmentarios a este res-
peito.
Aquillo urna vergonha, diziam uns,
acompanbando as palavras com gestos lar-
gos e attrahindo assim a attencad de todas
as pessoas agrupadas na esquina, sim,
aquillo .. ladroeira l Voces verlo !
D'aqui a pouco tempo comprar elle urna
casa ajardinada l para a Qavea ou para a
Tijuca, passear a mulher com vestidos
de Beda feitos no Guimaraes ou na Lam-
ber!, e, para disfarjaf maguas, tomar
urna assignatura para a primeira neca"
lyrica... '"V^ /
ram-se, riam se estrondosamente.
Quem soffre mais com esta quebra,
acudi um, o viscondo de B... pelos
modos o maior credor ..
Ora 1 que nao fosse tolo, aocrescen-
tava um terceiro.
O que eu duvido que o visconde
perca ou se resigne... acudi um outro,
e ainda um outro conclua com um movi-
mento indiffereate :
Que remedio ter elle I
Entre as senhoras a falleneia da grande
filha de Amar!, a mestra alienta" que era
tratada corao fldalga acompaohando sem-
pre a menina, os sarao das tercas feras
na sua casa das Laranjeiras, as toilettes
com que se apresentavam no lyrico, no
Cassino, etc., e exageravam soturnas em
clculos extraordinarios.
Todo o caminho foi o guarda lvros ou-
vindo a importuna msica, chtada pelas in-
cansaveis senhoras; ebegando ao Caj a-
peou-se.
O sol declinava dourando as aguas do
mar lisas como um lago. A lnhadaspal-
meras desenhava-se iramovl no fundo azi '
da serena e placida babia. Ao entrar e
casa pareceu-lhe entrar no paraso. Em
purrau o portad de ferro s atravessou ca
bisbaixo o pequeo jardim. A areia esta-
lava-lhe de baixo dos ps. No alto de um
jasmineiro manga, estrellado com as suas
perfumadas flores cor de ouro velho, gor*
geavam alegremente os passarinbos. No
peitoril da jaoella entreabeita da saleta
dorma estiradamento a gatinha branda, a
Fran-frao, a nervosa e levana Fran-fan, a
quem elle costumava amimar passando-lhe
a mao pelo dorso assetnado e airoso.
Nao se importou elle essa tarde.nem com
a cantiga das aves era com a elegante ga-
tinha ; sem reparar n'ellas deu volta ca-
sa indo entrar pela porta da sala de jantar.
A mai cosia, a um caoto, n'uma cadeira
de balanco ; vendo-oexclamou assustada
que isso mea Carlos, tao cedo''. E in-
dagou solicita se ello estava doente, que o
achava abatido... paludo...
Garlos socegou-a, sentou-se a seu lado
principiou a lazer a narracao do que se pas
sra no escriptorio.
Ella fizava no filho os seus tristes olhos
muito abertos, corao espantados de qua
viam, a costura cahiu lhe sobre os joelhos,
os bracos pendiam-lbe arredondados no ra-
ga 90.
Eu entrei s 8 horas, dizia Carlos, e
escrevi at s 11 e meia. Silva Amaral foi
cedo, estava terrivelmente paludo, tem en-
vallicado dez annos uestes dez dias. Eu
nSo sabia que o estimava tanto. Ao vel-o
hoje andar vagaroso pelo armazera, olhan-
do detidamente para as paredes, o tocto,
as saceas de caf empilhadas em grandes
rumas, para tudo, cmfim, como se se des-
pedisso e depois voltar silencioso para o
escriptorio, sent, confesso, apertar-se-me o
corac3o.*>-
Ao meio dia, os caixeros alinhados no
armazem como sentinellas promptas para o
primeiro signal, um silencio cortado pelo
esvoacar das moscas sobre as barricas de
assucar, infundiam ama soturnidade de
claustro aquella casa ordinariamente ale-
gre.
A
Vv
'-
--
quena e mal construida, queTcom o peso W** Amaral tinba outro aspecto ; nd era
de tres pessoas, quasi mettia agua pela fundada n descoBfian5a de tllicito proce-
quast mema agua
borda. Poderiara oraBarcar quatro pessoas,
mas com grande risco d irem para o fun-
do.
A estrada ordinaria estava coberta de
agua. Maria faz duas viagans por precau-
co.
Reunidas as cinco pessoas, ".oraecaraai
a fallar do casamento e a disentirem as
conJico^s. A mai, ainda em grande esta-
do de fraqudza, conservou-se de cama. A
febre consuma-lita a existencia.
Da repanto, quando a conversa estava
mais animada, ouvio-se um barulho sinis-
tro no sobrado do moinho. Um ruido de
travs que se desconjuocavam.
Livantarara-se todos aterrados.
Agua, agua I...
Ouviram-se cinco gritos de terror ao
raesrao tempo
dimento do negociante, mas sira no extre-
mo luxo da familia.
Pudra 1 diziam ellas, aquella pompa
arruinara a um Rotsahd, quanto mais
um Francisco Theodoro l
Emquanto as ras, em frente das vitri-
nes, as portas dos cafs e dos escriptorios
dosjornaes e das esquinas se commentava
o caso colorindo-o cada qual a sua manei-
ra, o ex guarda livros do estabeleci ment
fallido ata ves s-iva sereno por entre o zum-
zum das condemnatoriae observagSes, di-
rigindo-se pensativo para o seu chalet, na
Ponte do Caj.
Durante o tempo da viagam da cidade
ao arrabalde foi elle ouvindo duas senho-
ras que, sentadas a seu lado, repetiam os
oomes da mulher e da filha de Amaral
como cumplios do desastre. Lembrava

(Continua.)
VARIEMDES
teato abrir se como fendido em dua3 |uma os pick-nicks feitos na pittoresca ilha
metades. de Paquet, os escaleros enfeitados de flo-
Maria correu para a barca. res, o grupo dos msicos que as acompa-
Vonhara, venham, gjitou ella com nhava sempre nesaas excursSes...
urna voz suffocada. A outra recordava os bailes, os veroes
Todos se precipitaram para onde ella de Petropols ; os magnficos cavallos em
estava. qae passeava a elegante amazona,
respondeu Chaverny, que o curaprimentou
cora a md. Urna gargalbada auompanhou
esta reaposta, e o Sr. do Tresmes afastou-
se, encolhendo o1 hombros.
O duque de Tresmes, governador de Pa-
riz, tinha dez por cento sobre os lucros das
casas da j^go. Tinha a reputacad de sus-
tentar elle proprio urna dessas casas, na
ra Bailleul O palacio da Sra. princeza
de Carignan era urna das mais perigosas
tavolagens da capital.
Dez mil escudos, repetio Peyrolles.
Vou, disse urna voz entre os jogado-
ros.
E um maco de bilhetes cabio sobre a
mesa.
Nao tinham ainda nuvido aquella voz.
Todos se voltsram. Ninguem em torno
da mesa conhecia o hornera que aceitara a
parada.
Era ura rapaz esbelto, alto, trazendo
cabelleira curta sem p e collarinho de li
nho. Seu traje constratava extraordina-.
riamenta cora a elegancia dos seus vizi-
nhoe,
Trazia um largo gibad de barregana
castanha, calc5*s do panno cinzento, bo-
tas de bora eouro ; embuciadas e eogordu
radas. Ura largo ciuturao apertava-lhe a
cintura o sustinha urna espada de ofli:ial
de marraba. Sera a sombra de Jean
Bart ?
Faltava lha o cachimbo.
E urna cariada, Peyrolles ganhou os
dez mil escudos.
Djbro 1 disse o estrangeiro.
Dobraio, repetio Peyrolles, apazar
de estarem invertidos os papis.
Um novo maco de bilhetes cabio sobre
a mesa.
Ha corsarios. que trazem milhSes nos
bolsos.
Peyrolles ganhou.
Dobro ydjsse o corsario com una tom
de mo humor.
Dobrado, seja 1
As" cartas fallaram.
Com a breca l disse Orio, eis ahi
quareuta mil escudos rpidamente perdi-
dos.
Dobro I disse, entretanto, o hornera
de barregana castanha.
- i? en tao muito rico? perguotou Pey-
rolles.
O hornera de sabr nao olhou sequer
para elle.. A cento e vinte mil libras
estavam sobre a mesa.
nica
Ganhou Peyrolles I gritaram em c6-
ro os assistentes.
Dobro !
Bravo 1 disse Chaverny. Eis ahi
um bello jogador.
O hornera da barregana castanha deu
duas vigorosas cotovelladas nos jogadores po o marechal de Tess e o principe de
Reverencia
Nao po8so te esquecer, depois de amar-te
como louco te amei, e te amo ainda !
No poaso fugir-te, abandonar-te,
se ver-te p'ra mim ventura inunda !
Nd posso ante tu'alma soberana
n3o curvar minha fronte reverente,
se um ser angelical com forma humana
tu s de um coracd puro, intocente !
Hei de sempre te amar, morrer de amores,
seja embora loucura, urna utopia,
por ti viver soffrendo acerbas dores.
Deus, o proprio Deus, deseando um dia
a contemplar do mundo os seus primores
ao teu vulto, oh mulher, se curvara !
Nemo.
mente ; tinha o resto inundado de suor,
os cabellos e o vestuario em desordem.
atraz delle corra o marechal de Tess,
seguido dos trinta guardas encarregados
de vellar pela pessoa do czar.
Sire I sire I gritaram ao raesmo tem-
-
que o se-paravam do Pfyrolles e veio eolio-
car-se junto delle.
Peyrolles ganhou-lhe duzentas e quaren-
ta mil libras, depois meio milhSo.
._ Basta, disse o bomem do sabr.
Depois accrescentou framente:
Dem rae lugar, rocus senhores I
Ao mesmo tempo, desembainhou o sa-
br com urna md, emquanto que com a
outra agarrn Peyrolles pela orelha.
O que faz 1 o que faz ? gritaram de
todos os lados.
NSo tm ? respondeu o estrangeiro
da barregana, sem se mexer. Este bo-
mem um ladran 1
Peyrolles tentava desembainhar a sua
espada. Estava mais paludo que um ca-
dver.
Tomos aceas 1 Sr. barao, dase o
velho Barbanchois; a que ponto chega-
mos.
Que quer, Sr. bar2o, replicou La
Huoanday, a nova moda.
Toraaram ambos ura ar de lgubre
resigoacd.
Entretanto o hornera do sabr nd era
Sabia servir-se da sua arma. Um
o.
peti
molinete rpido executado ssguudo a arte,
fez recuar os jogadores. Uraa cutilada
secca e boro bpplicada quebrou em dous a
espada qua P-yrolles conseguir desem-
bainhar.
" Se te move3, disse o homem do sa-
br, nllo respondo por ti; se nd te moves,
s te cortarei as orelhas.
Peyrolles soltava gritos suffocados.
Propunha restituir o dinheiro.
Ser preciso touipo p*ra a multdao se
Gggloracrar ?
Um ajuataraento compacto so apertava
j em redor. y
O homem do sabr, agarrando na sua
arma pelo meio como urna navalha. prepa-
ra va se para comecar framente a opera-
cao litrgica que tinha annunciad quan-
do um grande tumulto se ouvio na entrada
do pavilbao indiano.
O general principe de Kurakne, em-
baixador da Russia junto da corte de Fran-
ca, precipitou-se no pavilbao impetuosa-
Kour*kine, em nome de Deus suspenda I
Todos olbarara para elle.
A quera cbaraavam sire ?
O homem do sabr voltou-se :
TeSs precipitou-se entre elle e a sua
victima, mas nao lho tocou e tirou o cha-
peo. Comprebenderam qua aquelle ho-
mem de gibad de barrgana era o impera-
dor Pedro da Russia.
Esta franzio ligeramente as sobrance-
ras.
Que quer ? perguntou elle a Tess.
Faco justica.
Koorakine disse-lhe algumas palavras
ao ouviao. Elle deixou immediatamente
Peyrolles e comecou a sorrir, corando um
pouco.
Tem razao, disse elle, no estou em
minha casa. Foi um esquecimento.
Comprimentou com a md a multidd
estupefacta, com urna gra$a altiva, que,
na verdade, ficavalbo perfeitamente, e
sahio do pavilhito, cercado pelos guardas.
Estes estavam habituados a estas eseara-
mucas. Paseavam a vida a correr rhe no
encalco. Peyrolles restabeleceu a desor-
dem do seu vestuario e guardou framente
no bolso a enorme somma que o czar nd
tinha querido receber.
Insultos de prncipes nao offendero,
disse elle, laucando em derredor um olhar
cauteloso! e impudente ; pens que nin-
guem aqui tem a menor duvid sobre a
rainha lealdaue.
Todos se afaBtaram delle, emquanto que
Chaverny replicava.
__Duvidaa, cortamente ud, Sr. de
Pryrolles, estamos perfeitamente crentes.
__ Ora gracas aisse a meia voz o fac-
ttum, nao sou homem para supportar um
ultra.
{Continuar te-ha)
Tvp. do Diario roa Duque de Cazias n. 42.