Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18524

Full Text
AIIO LIIN IOIBEO 21
>*
PARA A CAPITAL E LIGARE OVK SiO SE PACA PORTE
Por (res meses adiantados................ 6<$000
Por se8 ditos dem......'.......... 1^00 j
Por um anuo idem............... 23(5000
Cada numero avulso, do mestao dia. .......... lOo
DIARIO DE
QINTA-FEiEA 21 DE JNEIBO DE 188?
PARA DENTRO E PORA DA PROVDCIA
Por seis meses adiantados. ........... ? J 13J500
Por nove .-ditos idem................. \ 20,5000
Por um "nno idem........".......... ^27(JC00
Cada numero avulso, de das anteriores.......... #100
NAMBUGO
N


m
Proprieftafc tft Jttanoel ifiguctra fct Jara i Jilees
Os Sea. imeile Prlnee A C.
de Parle, i o nossos Agente
exclusivo >e annauclos e pu-
blieocffes d Franca e Iagla-
lerra
TELEGRAMAS


*"
SEOTIgO i A&3SCU 2A7AS
(Especial para o Diario)
PARS, 25 de Janeiro.
Fallecen o arceblspo de Lyon.
LONDRES, 26 de Janeiro.
.1 raalor parle das Jurase euro-
peas xnanlfeslam novos recelos de
saerrn para a primavera prxima.
ROMA, 25 de Janeiro.
Bespondendo a ama interpellacao
\ Cmara dos Depatados. o general
de Robllant, ministro dos negocios
eslrangelros. declaron qae o goTer-
no tem (oda a connanca na resisten-
cia da puarnirao Italiana de Mas-
suann em ,um ataque dos abyssl-
nlos.
BERLIM, 25 de Janeiro.
o Keicbstag foi con vacado para
exia-feira prxima.
(-AIRO, 25 de Janeiro.
es abyssinlos apoderaram-se da
cidade de Obassar.
BUENOS AYRES, 26 de Janeiro.
uurantc as ltimos 94 boras ele-
rsm-ae aqnl 19 casos potos de cbo-
lera-merbns e t bitos.
Km Salto. 9* casos e t bitos.
Ka provincia de Aconcagua (Chi-
le i 105 bitos.
ROMA, 26 de Janeiro.
Telegraamas annuaclam que as
tropas do re da Abyssinla tesis ata-
cado Massoaaa. foram completa-
mente derrotadas pela guaralcao
Italiana. *
Os abysslnios i i verana cerca de 900
mortos.
t Italia se dlape a mandar refor-
cos de tropas.
Agencia llavas, filial em Pernambuoo,
21 de Janeiro de 1887.
..>
\>
v-,
IHSTRDCCiO POPDLAB
HIGIENE Di ALIMENTARIO
(Extrahido)
DA BIBI.IOTHECA DO POVO E DAS E8COLA8
lmeiiiu < Miibotanclas alimenta-
res. iivisaoeciasiucaeo. Com-
poslco dos alimentos. Kegimen
animal e rgimen vegetal, asegras
ll>'gii*tea^
(C o t iin u a c o)
As aguardantes e 03 licores podem coaler de 40
h U5 / de alcool; e alguna, como o licor da absin-
tho, eneerram anda jarras substancias particu-
lares, verda leiros venenos (loxieot) para o orga-
nismo e cajos eff.-itoi nello se juntam aos causa
dos pro pri a toen te pelo alcool.
Em todas as estatisticaa se rnencana a triste
e desgracila proproen em que os individuos usual
c treqoentemente embriagado entrara na lista dos
criminosos e na dos alienados.
Muito de proposito iuaistnu >s u'esteponto. Pa-
rece-nos nm dever de quero escrere para o povo,
para classes menos instruidas e que menos podem
mstruir-s, apontar-lhes bem trisantemente os
inconvenientes desse abuso, infelizmente tao vul-
gar em Portugal.
Diremos anda duas palavras sobre outrss be-
bidas alcoolicas, taes como a cerveja, a cidra, o
coonae, etc. ; e depois, em traeos rpidos, comple-
taremos o qu'idro d a inconvenientes do abuso dos
alccolicos e suas ult riores conseqoencias.
A cerveia ou vinho de fculas urna bebida al-
ecolica resultante geraimeute da fermentacio da
cevada ou de outros graos de cereacs. Natural-
mente o nome de cerveja provem de Cures (densa
das messes ou cereae). E' mui antiga a cerveja,
pois sabe-se que era j coobecida na Gallia an-
tiga, na Grecia e na Hespanba, segando Plinio
refere na sua Historia Natural :Est inoociden-
I ,lms populis Sua ebrietas /ruge madida : pluribui
niodit per Gatliat, Hitpania que, nominibus aliii
tid rationt eadem (o que tradnzido qoer diser que
nos povus do Occidente se tirava dos fructos urna
bebida alcoolic, designada om verios nomea,
mas caracterisad-i p r idnticas qualidades, as
Gallia e na Hespaoba).
So Egyplo cerveja davam o nome do tilhum ;
n i Uespanlia o de coelia ou certa : na Gallia o de
erreisia.
0 frmenlo de cerveja tambem era usado por
estes fovoi para levednr o pao q-ie assim ficava
inais fofo. Giltiea et HUpcmiat frumento in potum
rttoluto apunta concreta pro fermento utuntur,^ da
Plinio. E accrestenta :<*J de cauta levior illit,
.tfiam coeierit, pai* ett. ( Ussia do fermento
(irado da espuma roucretada das fructas das Gal
liss e da Hespanb. Pica por esta causa mais leve
o po do qne empregando outros fermentos).
(Ai daiiias da antiguidade (refere aioda o mesmo
narurs'Uta) seiviam-se de fermento para amsciar
a pelle do rosto... quorum omnium tpuma artem
tarum ss facie nutr!.
lato oo* prova que o uso dos cosmticos as
damu uto moderno ; 'le epx*j remotss data
effectivamente a tendencia que as areaturas femi-
nis apreseotam psra aproveitar tod>s oa meios no
intuito de augmentar seus naturaes encantos.
Bom i que n'estes usos se n3o ultrapassem as re-
gras hygienicas, conseguindo-as agradar sem pre-
juiso da saude.
Nao cabe nos limites deste livriabo ezpar, nem
mrsmo resumidamente, o processo da fabricacao
da cerveja.
B, acerca da cerveja poucas palavras, diremos,
apenas as necesaariaa para comprehendermes bem
sua Dompoeicao e usos.
(Continua).
'ARTE OfFlGl
(.overno da Provincia
DESPACHAS DA PRESIDENCIA DO DIA 25
DE JANEIBO DE 18t7
Antonio Manoel Bezerra Cavalcante.
Informe o Sr. juiz de direito da comarca
de Cimbres.
Anna Joaquina de Jess.Iuforme o
Sr. iospetor da Thesouraria do Fazenda.
Alfares Bellarmino dos Santos Bul :3o.
Sim.
Fraacisco Vavier Ferreia. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Francisco da Fontoura Brito. A certi-
dSo pedida pelo supplicante acha se na
Secretaria da Presidencia.
Bacharel Jos da Cunba Liberato de
Mattos. Sim.
Jos Mauricio Al ves de Araujo. Infor-
me o Sr. Dr. juiz de direito das execu-
yoes criminaes da comarca do Recife.
Joao Jos do Nascimento. dem.
Manoel Rodrigues da Silva.Sim, qnan-
to a de 20 (0 somente-
Marianna Augusta de Mello Roirigues-
Informe o Sr. director da colonia Isa
bel.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 26 de Janeiro 1887.
Manoel Machado.
lie part cao da Polica
Secsao 2.' N. 73.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 26 de Janeiro de
1837. -Illm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que foram bontem recolhidos
Casa de DetencSo os aeguintea individuos :
A' minha ordem Bogerio Ezequiel GalvSo, Bar-
nab de Oliveira, Apolinario Antonio dos Santos,
vinios de Fernando ae Noronha como sentencia-
dos.
A' ordem do Dr. delegado do 1 districto Feli-
ciana Izabel da Conceicio por disturbios e offen-
sas a moral publica.
A' ordem do subdelegado do 1* districto de S.
Jos Joao da CoBt por distirbios.
A' ordem d p 2o districto de 8. Jos, Jos*
Gomes da SilvJr*ins.>reeo em flagrante por cri-
me da ferimentbs leves.
A' ordem do do 1 districto da Graca Manoel
Ingles, por crime de furto.
A' ordem do do 1 districto de Afogados, Joan-
na Mara da Paz e Mara Rita da Conceico, por
offensaa a moral publica.
O subdelegado do 2" districto da Boa Vista trou-
xe ao meo conhecimento que bontem as 4 e meia
boras da tarde, na ra do Norte d'aquelle distri-
cto o menor Joaqaim Libanio Tenorio, de 18 an-
uos de idade, ferio casualmente cont um tiro seo
irmo tambem menor de 6 annos, Armando Can -
dido de Oliveira.
Aquella autoridad tomando conbecimento do
facto mandou proceder a vistoria.
Participou-me o delegado do termo de Agua-
Preta, em oficio de 22 do correte Ibo communi-
2ara o subdelegado do 1 districto daquelle termo
que no dia 20 deste mes, pelas 7 horas da uoit,
no engenbo Capricho pertenceote ao mesmo termo,
Jos Elias Santiago, travou-se de razdes com um
individe conhecido por Caroeiro, dando em resul-
tado Santiago dar urna facada em seu contendor,
matando-o instantneamente.
O delinquente fui preso em flagrante.
O respectivo subdelegado mandou proceder a
competente vistoria u mais diligencias recommen-
dadas por lei, j havendo tido o inquerito policial
que instauran sobre o facto, o conveniente des-
tino.
Commonicou me o delegado de Pao d'Albo
que no dia 19 do corr-ute, prendeu Manoel Fran-
cisco de tal, a requisicao do delegado do termo do
N.zaretb, por estar all pronunciado em crime de
roubo.
O delegado do i* districto do termo da Es-
cada, em oficio d" bontem participou-me que na
madrugada de 15 do corrate, toi preso Joaquim
Fi-rrer* dos Santos, e apprehendido na mesma
occasiao um cavallo que a pouco tinha furtadu do
cercado do engenbo Bom Jardim, pertencente
iqnelle termo.
O respectivo delegado tomando conbecimento do
facto procedeu nos termos da lei, e tendo conclui-
do o iuquento j4 fes delle remessa ao Dr. promo-
tor publico da comarea.
Deus guarde a V. Exc. Ihm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Asevedo, muito
digno presidenta da provincia. O dele-
gado encarregado do expediente, Salustia
no Jote de Oliveira.
Thesour.. Provlaelal
DESPACHOS DO DIA 25 DE JANEIBO
DE 1887
Ficlden Brothers. Junte-so copia- das
intormacSes.
Oancalves- Coimbra d C. e Joao de Sou-
za Barros. Informo o Sr. contador.
*Galdiuo Antonio Alves Forreira, Anto-
nio Pereira Cromes, Lourenco Quedes Al-
coiorado e Ignez Barbalho Uoboa Caval
canto. Informe o Sr. contador.
Albioo Amorim d C, Braz Jacintho de
Sousa e Jos Fernandes de Mello e outros.
Ao Contencioso para attender.
Ponto da secretara da Assembla.Ao
Sr. pagador para os dviuos fins.
- 26 -
Dr. Urbuno Mamodo de Almeida. -
Curopra-se a portara de licenga.
Officio do Dr. drosurador dos feitos.
Volte ao Sr. Dr. administrador do Consu-
lado psra satisfazer-sa a requisiyao da con-
tadoria.
Mai.oel Adriano do Soma. Informe o
Sr. contador.
Francisco Antonio de Meira Lima, Af-
fonso Arthur Soares e Augusto Octavia no
de Souza.Hja vista o Sr. Dr. procura-
dor fiscal.
Offi.io do Dr. procurador dos feitos so-
bre reclama co de Eugenio de Moura
lial a na sua obra gloriosa: eis o principal dever
quo um dia so evoque com saudade o fim de urna re-
gencia que conquistara om reino.
\ infanta ezprime-ae com urna tal facilidade, em
um tom to apaizonade, com urna intJexio tao con-
victa, tao sincera e tSo enrgica, que nSo me can-
cava de admiral-a nao obstante conbecer ha muito
as soas raras prendas. Deixei-a completamente
DESPACHOS DO DIA 25 DE JANEIBO DE 1881 tranquilla acerca de futuro.
Mondonga, Demeteria Herminia de Moraes
Carvalho e albos de Mara Francisca Ta-
vares de Mello. -Ao contencioso para l-
ser o abono do debito exigido, visto j ter
sido pago.
Cousnlado Provincial
Antonio Luis Baptista, Adolpbo Jacintho Perei
ra, Esteves & Secades, Fonseca Silva C, Hen-
rique Luis Ferreira & C, Ignacio da Sillva Tei-
xeira, Jos Francisco Domingaes, Jos Cardozo de
Mello, Joo de Oliveira Braga, Mi noel Joaqaim
de Freir.im.
Antonio Florpes Raposo, Mara Francisca do
Qarmo.Deferida em vista das informacSes.
Mara Josephina de Mello Monteiro, Manoel Jos
Marques e sua rrn, Francisca F. de Lopes Bas-
tos.Deferido de acord com as informacSes.
Maria Emilia da Silva Manta.Em vista das
informacoes nada ha qae deferir.
Jos de Mattos e Silva.Sim, de acoordo com as
informacSes.
Inspectora ge ral da Instruccao
Publica
DESPACHOS DO DIA 25 DE JANEIBO DE
1887
lamenia Genuina Das, professora publica.
Cumpra-se e registre-se.
Joao Ferreira Villela de Araujo. professor pu-
blico.Como reinar.
D. Hemeteria Herminia de Moraes Carvslho.
Ao delegado litterario para proceder na forma do
art. 138 do Regiment das escolas, segunda parte.
Florencia Domingue da Silva. Ao delegado lit-
terario para proceder na forma do art. 138, segun-
da parte do Regiment das escolos.
26 -
Joviniano Jos Simes, professor publico.En-
caminhe-se.
Secretaria da instruccao publica de Per-
nambuco, 26 de Janeiro de 1887.
0 porte iro,
./. Augusto de Mello.
DIARIO DE PERNAMBUCO
1887
RECIFE, 27 DE JANEIRO DE
Noticias da Europa
Pele vapor francs Ville de Siaranhao e ingles
La Plata recebemos datas que de Lisboa alean-
cam a 14 ao correte, onse das mais recentes do
que as trasidas pelo ingles Aconcagua.
Alm das de Portugal, hontem publicadas, eis
as demais noticias :
Hespanh.i
Escreve o nosso correspondente de Lisboa em
8 do cortete :
Da visita de um dos reprter da imprensa fran-
cesa, permitti-me transcrever-lhe alguna periodos
curiosos, falta de assumpto mais palpitante :
O duqu i de Seeto, antigo mordomo-mr do
palacio do fallecido rei, foi encarregodo pela rai-
nha de dirigir a casa de suas filhas.
A raintta quis conservar junto de si esse velho rM.
servidor, outr'ora t&i poderoso. i -.-.-
As duss infantas sao encantadoras, especial-
mente a mais nova, qae sobresae pela sua modes-
tia e siogelesm. Conserva-se sempre atrsz de sua
irma, e nao esquece nunca o sea verdadeiro lu-
gar, sem que houvesse necjsa idade de indicar-
Ih'o.
Coataram-me que um dia, conversando a infan-
ta com um dos camaaistas, disse-lbe graciosamen-
te :
Meu irmao rei, minha irraa a princesa
das Asturiis, quem son eu entilo?
Minha senhora, acudi o cortezao, Voasa Al-
tesa a infante.....
A princeza encolheu os hombros, fssendo um
gesto que pareca significar :
Acho pouco!
E mais adianto :
A regente, que se reveloa urna verdadeira
rainha, logo uo dia immediato amorte do rei, est
firmemente resolvida a cumprir risca o seu de-
ver, em proveito do reino.
nao ae imagina fcilmente como a rainha ad-
quiri, de am instante para outro, o profundo co-
nbecimento de tudo : das cousas e pessoas, dos
acontecimentos e suas origens, da poltica e do
estado social.
Ha tempo, Sagasta devia consoltal-a sobre um
pr jecto de lei. O presidente encarregon alguem
de expor os pontos de vista geraes, e s escrevera
o resumo substancial e poltico do projecto.
Reuniado os dous documentos, Sagasta foi ao
palacio e comecou a ler.
A rainha interrompeu-o no meio da leitnm :
Isso nao foi eseripto pela mesma peona que
esereveu a primeira parte.
O presidente ^.irrio^se...... --
Oh! nao, o eatylo diverso.
A rainha foi infirmada do acontec ment de 19
de Setembro, na primeira hora do da seguinte.
Sagast O Sr. aqu a esta hora ? Succedeu de eerto
alguma cousa extraordinaria!
Sim, minha senhora, alguma couaa succe-
deu.
Mas visto que o Sr. se acha aqui, porque
j est tudo terminado, nao assim ?
Felizmente, miaba senhora.
Houve sangue derramado?
Sagasta referi-1 be qaaj* tinham sido os assas-
sinatos da vespera. Entilo a rainha comecou a
chorar : Oh! meu Deus que desgraca que gran-
de deagraca
Logo depois ieferindo-3e 4 princesa D. Isabel
cunbada da rainha regente :
Que excedente hoaiam poltico poidria ter
sido esaa malhor excepcional, a queai a regencia
vai dever a sua mais fiel alliada !
Consegu apenas pronunciar algumas palavras
de acquifceucia. dnrante a meia hora que passe
ao lado de sua alteza, que com a sua verve e o sen
habitual enthusiasmo, me expos eloquentemente a
sitUMcao, revelando ama sagacids'le admiravel.
Cunheceodo de ha muito o hoinem e o jiroalista a
quem fasia a honra de recebar, mportando-se
punco com a miaba provavel iudiscnpcao, atacou
pnmeiro a quesillo poltica. Alludio as grandes
qualidtdes da rainha, a sua dediocao memoria
do uhoradn rei, aaa brilhante campanba de am
nao i, sua clemencia, ao aen tacto poltico, i
aua modestia sera igual. Affirmou-me o seu firme
proposito de sacrificar, em torno da regento, tudo
que de qualquer maneira pasea diminuir a alta re-
presrntac&o da real viuva, durante os 16 annos
que mister consagrar, hora a hora, mmuto mi-
nuto, a faser sobrasahir cima de tudo, a influen-
cia, o prestigia, a suprema autoriade e os talen-
tos da soberana.
No comee-) da regencia, urna desasada opposi-
cu quis fiaer persuadir que existia desaccordu
entre a familia real, procuraud* provocar a des-
nit. 1'geuea com o estmalo d Nmor proprie.
Foi precisamente esas guerra traicoeira qae
c ineorreu para completar a harmona existente no
palacio.
it partid..s testemunbaram, por todas as for-
mas, a na boa vontade e patriotismo ; as anti-
gs hostilidades -desappareeeram, nao restando
em face urna da outra senao a monarebia e o ra-
dic-ilom >.
E' iuiJisoenaavel, pois, qae esta saonarchia seja
forc pela abenegaco de todos, pela saa forca
moral, e visto que o co qdu d,r nacao urna rai-
nha que possue todas as virtudes, 4 tnister auxi-
Tendo sido causa do harrivel incendio que
houve ha diss na ra do Cardeal Cisneros, em
Madrid, a inflammacio de petrleo depositado
n'utiia teada, a eamara municipal daquella cidade
ordenou qui desde o dia 1 do corrente mes ae fi-
zesae orna escrupulosa visita a todas as tendaa,
armasona ou depsitos em que se encontrem pe-
tralejAapiritos, aguaras e qualquer outra mate-
ria clnsamavel ou explosiva, mandando-se fechar
as tandas que nSo tenham as respectivas licencas
e no estejam as devdss esndicea de seguranfa
para os visinhos.
O' me.mo correspondente accreecenta em 14
do torrente :.
O ministro de Estado tem sido neste ltimos
das viditado pelo*nuncio de Sua Santidade e pelos
representantes da Hollanda e Pases Baixos.
O ministro dos Estados-Unidos teve urna confe-
rencia com o Sr. Maret, para, de commum accor-
do, determinar a prorogaclo do modn vivendi com-
mercial, entre aquella naco e a Hespanha, at o
dia 31 de Marco prximo futuro.
o joraaea de Madrid ebegados ante-hontem
publican) a noticia circunstanciada do pavoroso
incendio, que destruio um dos mais bellos monu-
mentos de Hespanha.
Q Aioacar de Toledo pareca estar predestinado
a ser destruido palas chammas.
Reconstruido ltimamente no reinado de Af-
foi.so XII, reuniam-se all preciosidades artsticas
consumid pelo fogo. Perderam-ae aa ricas sedas,
qae, destinadas a forrar o salo real,' se tinham
tecfd em teares toledanos, e eranpAa perfeita
imitsco das manufaefuras do secijfcsXVIl ; fo-
ram queimadas as notaveis pinturtf ile Saos, re -
presentando a entrada de Carlos V em Tunis ; a
entrada trnmphal do mesmo imperador em Roma,
onda foi reeebido aob o pallio do Pontfice ; a en-
trevista de Carlos V e Crancisco I, em Madrid,
depois de Pava, e a copia d'uma das batalhas, em
que foi um hroe o imperador, pintado por Ti-
ciano.
Anda se desconhece a origem do incendio.
Attrbue-se a um descuido no quarto que as or-
denanzas e os pharoleiros tinham sobre o vestbulo
da entrada principal, e cojo tecto corresponda ao
andar da bioiiotheca.
Tambem se nao sabe precisamente a que horas
o incendio prncpiou.
No domingo 7, pouco depois das seis e meia, o
capto da guarda notou um grande clarSo, e
quando sabio ao pateo para saber e que succedia,
vio com espanto, j dominada inteiramente pelas
labaredas, toda a parte do edificio correspondente
bibliotheca e o corpa lateral da direita. Deu
logo vos de alarma, e mandou toar a reunir.
Dos 600 alumnos pertencentes academia mili-
tar, aio internos 480. Estavam divididos em qua-
tro companhias, a 1 e a 2* das quaes tinham os
dormitorios e salas de estudo no 2* andar das dif-
ieren'es alas do Alcacar, e a 3 e 4 no edificio
iato chamado Capuchinhos.
udc se deram os toques,^jue o eapito evi-
tou ajue fosse o signal de incendio, para que o susto
e a precipitacio nao prsdasissem maiores desgra-
nas, os alumnos estavam as suas respectivas salas
de estudp. Accadiram immedtatameote todos, e
formaram no pateo. *
Quasi aimultaneamente com a formaco dos
alumnos no pateo coincidi o deaabamento da bi-
bliotheca sobre o corpo da guarda, tormando-e
deade ease momento urna enorme togueira, que,
poneos minutos depois, aagmenton com ama grao-
de detonaco que se auppde causada pela rarefac
ci do ar naa habitacea fechadas. Appareceu
logo o fogo na aalao regio e no aalo rabe, si-
toados na fachada principal.
Abateram-seemaeguida os dormitorios, as salas
de estudo, em qae momentos antes se achavam os
alumnos. .
Logo que o toque alarmou oa chafea e officiaea,
qae habitan cercajj do Alcacar, apresentaram-se
todos, sendo entre os primairos o general Calma,
o qual, apesar da terrivel impressi) que Ihe cau-
sn aqaelle quadro, penetrou no corpo da guarda,
e tirou de l a bandeira, dadiva da rainha Chris-
tina academia. Dous minutos depois, abata a
bibliotheca.
Camecaram logo a trabalbar para conjurar o fo-
go todos oa officiaea, soldados e alumnos, em nu-
mera do 350 humeas. Ao mesmo tempo, attrabi-
dos pelo clarto das labaredas, ebegavam as pes
soas que h tbitavam nos arredores da cidade, e to-
dos, swldalos e paisanos, impellidos pelo mesmo
sen timen to de abenegacao. tratar am de salvar,
cm os elementos de que dispunham, aquelle for-
moso edificio, que enUra teadtlr wiuiemt
destruido. )
O vento que o fogo se commlnicou a todo o al
caQft fex logo ver que era iraiossivel editar que
IsriTf-T'"TIT fflfr^""' 'V* "- completa-
mente destruido, conservando-se", vjsjliaj, as gas paredes exteriores, ennegrecidas pelo fadB.
Quando j o fogo tinha aasumido propjicoad at-
terradoraa, a idea de que em um doa torrese ha-
via.um deposito grande de plvora e cartuchos,
f.-s receiar urna catastrophe maior einis terrivel
Uous ufficiaes e vnrios alumnos aubiram entilo at
a o turreo, e, com immiuenie risco das propriaa
vidas, coas guiram, trabalhando denodadamente,
desoecupar o deposito e evitar assim um aovo pe-
rigo.
Nio foram esteris todos os esforcos, pois que a
elles se.deve o ser salva a caixa, em que estavam
guardados SO.OOj daros e todos os apparelhos do
gabinete de physica. Nao se conseguio, pjr n, a
deapeiio de todos es trabalboa, salvar a capella,
que Btcoi quasi totalmente destruida
Entre oa objeetoa perd loa 6 quatro dos quaes do pyst-ma Krupp.
As casinh s e as cavallariyas, situadas dbaix
das abobadas do edificio, nada soffreinm. Os cem
cavallos que as ultimas havia, foram retirados
lug i que o incendio se manifest.
Nio >e pode calcular ao certo asomma dos mu
o., mil duros a que sobem as pedas materiaes,
imiepeud- utement.- do valor do edificio. Sabe se,
apenas, que as ultimas obras de restauracao ae
tinbain ,'asto mais de 14 miiho-s de reales 1
H.uve muita falta de agua e enorme afusilo,
o que deu lugar a que o incendio se propagasse
de tal forma que o alcafar ricou completamente
destru do.
S deu tempo a qu sahissem os alumnos da
Academia Militar.
Et> ferid .e 17 pessoaa, entro ellaa 3 oioiaes
e al?uoa soldados eoaa muta gravidado.
Trhalhou-jo activamente, para se conseguir,
que o incendio nio oommuuicasse a outros edifi-
cio.
A fundaoio d'eatc alcacar de tempo em que
a eiJ.ide toi resgatada aoa manbometanos, soffiei
euzcesiivua modircaooes e augmeutos que lhe fi-
zeram diversos res de Hespanha, para tornarem
un>a babitaoio feudal n'um sumptuou palacio ^i-
veada do re. Carlos V. e Flippe II foram os
que mais dseuvolveram as obras n' aquelle tu
gestos i ua.fijio. Foi, porm, incendiado em 1710,
pelas tropas alliadas, na guerra da susccessao,
qiiHud > o arehiduqae d'Austria disputava a coros
Frlippe V.
Em I77 foi novamento reconstruido, e colloaa
da all a real casa da oaridade. **
Em 1810 oa traneesea, na retirada, larjjafam-
Ihe fogo, ficando em ruinas. /
Em 1853 inteutou-Mseoastraccjlvrabalhando
algumas companhias de sapadores, que colloca-
ram andaimes e deaobatruiram grande parte do
edificio que estava entulbada. Foi interrompida
easa faina em 1S54, ficando paralvaados os traba
lhos at 1866, em que ae recomeearam, soffrecdo
novoa transtornos pelo periodo revolucionario qae
stravessou aquella uacao.
Todava, deade 1866 at 1884, tinham-ae gasto
20 mlhSea de reales, cerca de 900 contos de ris
fortes. Actualmente davam-sa como concluidas
as obras e a ae trabalhava na ornamentaco.
Desde 1882 iostallou-se all a Academia Gnral
Militar, qae tinha muitos alumnos.
O fogo anda mais urna ves destruio e aniquil
lou os trabalbos o esforcos que se fizeram para le
vantar aquelle grandioso monumento a que Car-
los V. consagrara tanto empenho e affecto.
Em 21 de Desembro fiado, o senado hespanhol
votou 40,500 contos de ris (fortes) para restaurar
a marinba. E esta somma ser applicada na
construeco de 22 cruzadores de grande /elocida
de, 10 cruzadores torpoi'siros, 28 canhoneiraa, i
transporte de 1,000 toneladas e outros barcos de
menor importancia.
Na questo judicial, interposta pelos mar-
qjezea de Valcarloa e Guell, o tribunal correccio-
nal condemnou Mme. Rato (a princesa Rattasi),
pelo crime de diffamaco as Matiniea Etpagno-
es a 15 diaa de priaao e 200 francos de multa.
Franca
O gabinete Goblet, se nao conseguio urna ac
quiescencia calorosa, desarmou, comtudo um pouco
da m vontade com que foi acolhido Mais tarde
ae conhecer at que pento o bom accordo, anda
ao acceotuad >, poder e8tabelecer-ae. O aapecto
pacifico que nunca deixara de ter a politica ex-
terna da Franfa, e que ltimamente reveatio urna
feicao maia positiva, facilitar por certo a existen
ca do novo governo Tudo leva a crer que o Mi-
nisterio Goblet ir maia longe do que principio
muitoa auppoxeram qae poderia ir.
As esperanzas da direita eamoreceu em cada
dia que vai paseando. Se para aa manifestar ella
se exalta, scode logo o pretendente a dar-lhe con-
seibos, que bem parecem censuras aoa setos prati-
cados.
A extrema eaquerda, sem desarmar as suaa Car-
gas, conseguir por cei'to adextral-as nos succes-
sivos recootros, e nao deixar de tirar a I i cao qae
lhe ha de aprsveitar em futuros emprehendimentos.
A 9, de manb, i $. eiu>u-se a entrevista dos
delegados blgaros com e Sr. Flourens. O Sr.
Grekoff expoz a aitaaco difficil da Bulgaria, que
eat dtspjsta a fazer todaa aa cuncesaes compa-
tiveis com a aua independencia, mas er que a
candidatura do principe de Mingrelia incompa
tivel com a estbil ida de da liberdade no pas. O
Sr. Flourens explicou aos delegados que os recebia
como meros particulares, porque s a Sublime
Porta pode rallar em nome da Bulgaria; entenda
que o melbor meio para a Bulgaria sahir das suas
diffi/uldades sena tomar cm muita conta os fnti-
maatus da Buasia ; tal vez de lastimar que a re-
geucia blgara rejeite em absoluto a candidatura
do principe de Mingrelia ; a Franca deve sobre
tudo attender ao interesse geral da Europa, qae
a paz, e por isso nao pode senao recommendar
oa meioa mais promptos e maia aeguros para ae
chegar a urna solucio satisfactoria. Oa delegadoa
entao perguntaram ae aa potencias deainteressadas
oa questo poderiam ajudal-os a achar urna com
bnacio aoeitavel.
O Sr. Flourens replieou que s a Turqua tem
qualidade para isso; a Franca nao representa
papel particular na queatao.
A Republiqae FrancaUe e o Jornal de Dbats
approvam completamente a resposta dada pelo
Sr. Flourens aos delegadoa blgaros.
O artigo do Dbats muito enrgico contra o
governo blgaro. Condue disendo que se a Ruasia
e a Turqua, esto de accordo veremos a que
titulo os outros estados querem sustentar contra
ellas o governo doa dictadores e a deaauenca ios
talladas em Sofa.
Os delegados blgaros tinham dito em conver-
sarlo a um jornalista qae desejam que a Franca
prepare o terreno de urna compoaigo com a Rus-
aia, qual a pedem que admitta a manutencSo
ou da regencia eu da sobranU ; deram tambem a
entender qae os partidarios do principe de Bat-
tembeig poderiam levar a effeit* a sua reeleco,
ae a Ruasia persiatisse em qu- rer o principe da
Mingrelia e cbegaaax por qualquer meio a expulsar
a regencia e tobrani.
A Sepublique Francaise dis constar-lbe que no
caso de guerra a Gr-B'etauha porta freute daa
suaa tropas indianas o principe Alexandre de Bat-
teuberg, para combater os runsos.
No dia 11 de Janeiro effectuoa-se a abertura
da Cmara.
O Sr. Blanc, o mais velhos doa deputailos pre-
sentes, tomou a presidencia e fes urna ailocuco,
desejando que esta sesso seja mais felis que a
precedente e inaugure definitiva nente a poltica
de progresso, economa e trabalbo.
Declama que absolutamente necessara a uniSo
do' partido reinahlicau e gue a necessidade su
prema do momento appeiiar para a coneuwdia e
eatabelecer o accordo sobre as reformas a realisar.
Depois o Sr. Floquet foi eleito presidente da
Cmara.
"No mesmo uW. teve |||R >,J)ertura do benado:
A ailocuco do Sr. Caroot, quefc'mda grejai
dencia, manifestou as duas condicoes essenciaea
para as prosperidades da Franca, a estabilidad*
interna e a paz externa.
A gnerra, dis, nao faria o mal estar geral, os
p .vos saben n'o to bem como os governos, e os
proprios governos monarebicos aj obrigados a
contar com os povos. Mostrar/ a Franca impa-
ciente pela lucta, um artificio qae pode aervr
para triumpbar daa hesitacSes parlamentares, ma3
a Franca um pas de bom censo, onde o espirito
nacional nao tem necessidade de se taser reviver
com o temor do estrangeiro.
Nao existe em Franca nenhum pa.tido militar;
o exercito am corpo cssencialmeute cvico qae
deseja a pas, mas se qualquer acontecimento en-
gauar os deus desejos, o ex-.-rcito saber provar
que nao perdeu o tempo ba 15 anuos, e a Franca
saber como at ao seu ultimo filbo se armam
legi 8 para a defesa.
O Senado resolveu eleger no dia 13 o aeu presi-
denta.
As recitas do theaonro da Repblica fran
ceza em 1886 toram inferiores em 32 milbes de
francos s receitas de 185 e em 71 milhes
avaliaco orcamental.
A Franct produsio no di* 10 um verdadeiro es-
cndalo.
Nos bouleoards vendase a France, apregoando
OS vended jres .
A nova traco de Bazains >.
Os nmeros de jornal eram arrebatados das
roaos dos distribuidores.
Com ease ttulo publicava a France um
artigo, no qual ss suppe a existencia de
jecto de allianca entre a Atlamsnha, a
e a Italia contra a Franca. ^
Para demonstrar o fundamentoj^acto, afflrma
a citada folha, referindo-se a H>P!nh*. q"e "
uistro da guerra se preoccuo/**ctialmente.em es-
tudar os meios e element^ jes.nnos p,ra o caso
de urna guerra offen*i^contra# Frauc i.
Cita am eompea* de geograplnn militar du
Marival, quecftem um pleito dtalhdo de guerra
offensiva e feusiVa cantra a Frang*.
F*Ua>r"uui livro mytterioso, intitulado Ahypo-
qual se imprimiram pouquissimos exem-
, que foram repartid >s eutre alguns joruaea
__.pinh .es, tend.-se enviado tres txemplares ao
estad J maior aliemio, contendo estudo3 militares
*o?re oa Pyrmeua na previso d'uma guerra de
uvasii. .
Kecorda a viagni do principe imperial a au-
D 111 ti l
drid e dis que n'aqnella ocorsiao eelebroa cinfe-
rencias com o estado maior hespanhol.
Dis qae varios officiaea hespanboes e allemu
estudaram os Pjrinens.
Cita paragraphos d'uma memoria esciipta pelo
estado maior hespanbol depois d'eseea estados.
Affirma que a Hypothese fra pnblicada em 1884
e foi remettida ao estado maior allemSo, o qual
rncontroualguns erros de importancia.
Entilo foi encarregado Basaine de os corrgir,
examinando pessoalmente aquellea pontos dos
Pyrineus, acerca dos qu es versa va a divergencia
de aprociacoes.
O lvroaccreacentafoi logo rempresao com
as correcces de Basaine.
A France chama a attencAo do Sr. Boulanger,
ministro, da guerra sobre a gravidade que contem
as suas revelscqes e pade-lhe que as forcas do
exercito francs realizem manobras nos Pyrineas,
afim de que as tropas eonhecam o terreno e se
acostumem a exeentar n'elle as operacoes.
Reclama porfim, e com urgencia, jue se proceda
fortifica ;ao da fronte ira bespanhola.
Os periodicoa heapanhoes, reterindo-se a este
artigo, chamam-lhe O romanee da Franca.
Um telegramma |de Tonkio participa que nos
primeiros diaa de Janeiro numerosos rebeldes se
postarain em Thanhoa, fortificando-se slidamen-
te. Deram doua ataques successivos, maa aem
resultado.
Ficaram feridos 4 officises. 15 soldados euro-
peos e 27 indgenas, e morreram 5 soldados euro-
peos e 8 indgenas.
Foram eovlados mmediatamtttite para Thanhoa
reforcos de artilheria e infantera.
O Sr. Le Myro de Viiers, residente francez em
Madagascar, pediuofficialmeote para vr a Franca.
Pensa partir de Tamatan9 par todo o mes de
Marco.
Inglaterra
O parlamento britnico foi oficialmente convo-
cado pai a 27 de Janeiro. .
Sao definitivas as nomeaceade lord Northbreck
para secetario das Indiss, e do Sr. Wilian
Henry Smith ministo da guerra para servir tam-
bem como pnmeiro lord da thesouraria e leader
da cmara dos communs, marqnez de Salisbury,
Continuando a ser pnmeiro ministro, tomar conta
da pasta dos negocios estrangeiros, e lord Soides-
leigh deixar de faser parte do gabinete.
Sr. GUdstone esereveu urna carta a sr Vil-
liam Vernou-Harcourt na qual dis que o discurso
do S. Comiberlain. constitue um facto impr-
tante, e que deveria ser o modus vivendi do par-
tido liberal.
O Sr. Gladstone entenle que a projectada con-
ferencia deve ser publica para se evi ar qualquer
falsa interpretacSo; mas nem a local nem a data
esto anda marcados.
O governo ingles confion tanto na manutenco
da pas, que j nao manda para Chyp.-e, como a
principio resolver, as tropas viudas do Egypto.
Dssas tropas fieras em Inglaterra.
No Mediterrneo s permanecero as que ba
muito estavam destinadas para guarnecer Malta e
Gibraltar.
E j que fallamos na pas europea, vem a pro-
posito reprodusir aue a tal respeito escreve urna
das folhaa poltica m&ia auctonsadas de Franca:
A paz da Europadis ellanio est atnea-
cadt de lado nenhum. Na actual conjunctura,
aasenta no accordo dos tres imperios do Norte,
accordo de qi'e chave a allianca da Allemanba
com a Austria-Hungra.
Segundo as ioformaces que temos reeebido de
diversas capitaes, e por cuja veracidade respon-
demos, nao tem havido mudanca n'esta dupla
cooibinaco dos tres imperios.
Os tres imperadores contiauam collocados no
teireno dos tratados enropeas, e em particular
ao do tratado de Berlim.
Este estado de coisas exclae quelquer pertur-
baco da pas.
Pelo seu lado, outra folha importantsima de
Londrea dis ser impossivel qualquer conflicto na
Europa, por quanta, conaervando-se a RusBia na
reserva, a Austria seguir-lhe-ba o exeropio e nem
a Franca nem a Al lemanha podero mover-se.
Oa delgados blgaros, depois de fallar.-m com
lord I Idesleigh e de terem sido convidados por
lord Salisbury, foram almocar com o lord maire
do Londres no dia 4 de Janeiro.
Ao almcco, um delles, Constantino Kaltchef,
fez um discurso. U qual, em tormos commovidoe,
agradecem imprensa e ao publico ingles a sym-
pathia que mauifestaram pela independencia da
Bulgaria.
O governo e o povo blgaro ^diaao ellepro
varam pela sua lucta actual que s3j dignos da
liberdade e da auton >mia. Sao legtimos os uos-
8oa eifoic.s, como todos os qae tendem emnei-<
paeo de ama oacao. ^~^.
A Bulgaria reconhecida a todoa^ os-seua liber-
tadores. y""^
Segundo dizem Jegrammas de Vienna e de
Berlim, foi aconaefhado aoa delegadoa qae se en-
tendessem com/6 Russia, e governo ingles 4 de
opinio que ilevem procurar um medianeiro que
se emienda eoin aquella potencia adversara, pro-
metteucy.j nao s desempenhar esse papel, mas
apojaft'o e tndo que dsso se enCarregue.
\ A ssbida de lord Cburcill continua a ser o
motivo, que inspira serias appreheuss com
relaca j sustentaco do gabinete presidido pelo
marques de Salisbury.
O marques de Hartington nao esta va em Ingla-
terra ao dar se a crise, mas o obesa do governo
inmediatamente o solicitou para que voltasse da
Roma, onde se encontrava.
O mar oes de Hartington voltou logo para
Londres e parece que aa condicea do governo
conservador eram toes, que o marques de Salis-
bury nio duvidava entregar a presidencia do
uovo g .verno ao marques de Hartmgton, assegu-
ruudj Ine o apoto do partido cooservador.
O marques de Hartington tendo-s affastado do
Sr. Gwdstooe, ou antes affastndo-se dos lbe-
raes fa- pirte, omtudo, do grupo constituido pe-
los liberaes-unouistas. Em ves de acceitar o go-"
verno que ih- eia offerecido, declarou que raeihor-r
aervico padia prestar na posieo em que sea^
contrava. i ^
O mai quez de Salisbury teve de lancigP1
outro exp diente, e podo conaeguir^f* oespa,'-
uheiro, que visa substituir lord/*** .-, .
d. recomposco do gs|,ete'"brT '
csnvocr mai tarde o par/W ^ dea
verdade raudea condic^ d,e v}d*2?f?ZL,
dore,, porque a retir''le "rd Cbarch'iLf,^!f*
dev-r ter infl-ien^ P->'V* ^ gruP deCbam-
"^m rfl* reunio publica Chamberlan d
ai ...m ,>aodeu a percebtr a influencia quo M-
Lb,.'-.o no gabswte poda trazer pos i cao dos-
dos, ou dos grupoa parlamentares. E j*"
,erm noticias do quo a- paUvras de- Chm-
berlain nio p.aiaram desappercebidns a>i br. Wla-
ddtone, asiegurando-so que nio sci difficil qae ae
cheguu a um accid) entre o partido liberal dnx-
gido p-'lo Sr. Giadatou-, e"o grupo cvastia-i
pelos partidarios de Chamb-rlain.
Se urna fracci" d.s unimistas dsixa de ampa-.
rar o abuete cooservador, e so. a sabida o> lord,
^hurshill enfraqueee aa fitt-iras conservadoras,
nao fcil a sustentaco da Jabinete !n*-
E assim ou os conservadores terao do aband^
nar o polsr. ou ser necessario recorrer de ero-
dsMucio, psra pleitear mais urna vez, peraale-
a urna, a qu. stio irlandesa, que a cama- Ote 1--
das aa difliculdades, e a verdadeira origeor d B>-
dua os embaracoa. __
O partido liberal com o Sr. Gladatono *<****
encontrando se firme, sereno e umdo, o Paraos
contribulado pela sua pirtc, para, uao se corses--
m


Diario de Proambiieo
/
^

r
I
i
o
X
'ooder 4 violencia o ao vexarces a que os conser-
vadores se tem soccorrido, collsearam a questao
irlaudeza ein uui terteno to justo e sympatbico,
ae os gevernos da Gran-Bietunha nao- podem
tenar de olbar para ella coma maior attencli, e
procurar rcBo!vel-a segando os principios da boa
sno. .
Uladstonc c&hio peraoteo tuffragio, nlo porque
sufragio faltasee ao p irido liberal, mas por-
r'este se faccionou, e urna parte dalle, na ques-
irlandeza, se colLcm ao lado dos conserva-
ste.
(xladston* vencido permanece na sua posica >.
inclinado perante a vontade da naci, rente na
mstica da su i caaaa. Os qne o derrubaram, nao
fcgratn deaconeertal-o.
A questio irandexa por mu qua a qu. iram
affastar oa ludir, pess em demasa sobre a In-
glaterra, nao tendo podido at agora o comer
Sores encontrar diverso da poltica exterior que
aeimponha naci.
Na abertura do parlamento inglez a situacao
bogar per certo ao seu estado entiep.
O certo porm, que a crise ministerial onti-
aa no mesmo estado. L>rd Iddesieigb persiste
ero retirar ae do g .biuete. Poi adiada a reouilo
do eoBselbu em Osborne.
O seeret-ri i das colralas foi ofFerecido a lord
{Jad 'gan, que seria substitodo como lord do Pri
(tj -el p-r lord Iddesleigb.
^O al cirautado pedia a todos os comisan/tantea
Vm portos que digain o numero Ue marinbeiroj e
.Idados de n.anuha neeessarios para guarnecer
m navios actualmente desarmados.
L >rd Iddesleigh foi accommettido de doenc re-
ptutiua na Urde do (lia 12, acbando se de visita
esa .-si do lord Saiisburg. Expiron em poucos mi.
tos. *
illemanU
C^mpletou nos auna das de Desmuro 80 xn-
es de aervico militar o imperador da Allemanba.
O soberano receben uesae da todos os gfiaeraes
aonvuaiii.iutca de eorp a de exereito allealo- O
rtacipe- imperta', n nurae de todos ellea, dirigiu
e imperador a aeguime al locuelo :
. O exercito cougratul ae b je eom vssta mv
geat lie pelo dia em qu.;, ba oitenta anuos, foixe-
b: i.' as fiieiras militares prueiaus. Bastantes
?ce- me tem eabido a boa fortuna de vir cus 03
r>-. reseuUutes do ex rcito preseoca do nosso
befa militar e de ue gradecer o ler-uos cmdu-
sido a victorias ataombroo. Na solemnidaJe de
boj-, vosea mageetade ple lancir a vista para
aVsKseis anuos qae a paz abenejou lib-ralinente e
^ne tiran d.jdicadesaodeseovolvimenta tranquillo
ao augmenta d is f-reas do imperio, restabele-
J-. aepois de tanta e?pera e de tantas lucias.
Esta einpreza pacifica s poude ser levada a
abo porque a diieccio hbil e inUtigadade vossa
agestado levou a aptidio beica do exercieo i
prrfeicle, de que os soldados alinales podem- ter
eoasciencioso orgulho.
A mxima prussiana de que nao existen dis-
tK'Voes entre o pavo fl o exercito, porque ambos f-
sem parte do mesmo todo e esto semprc promptos
ystra a defea da patria, tornou-se o bem comtnum
de toda a naci, gracas ao cuidado de vossa oa-
gestade. Esta solidaricd >de a melhor garanta
t manutenclo da p->z.
beia-me hoje pennittido dizer que o nosso
ye va, unnime no seu hffecto, grito na sua fideli-
Urle at o sacrificio, confia n > seu 1 operador o
befe militar, conaidera-o eom jubilosa coufianca >
dtteaio*.da paz e faz votos do fundo do coracao
para qn-ia beneio de l)>.us coutinae a cobrir vos-
fHgestade. o
" mp rador respond u eom phrases muito ani
or..s e affectuosas. lleejrdju aa ideas de seu
que o incorporara no exercito esperando elle
_j tempos mel lores e refer use ao que desde
io fizera o exercito. Agrideceu a todos os re-
reseiitautes dj exercito e a todos os oftieiaes qu-
ao s achassem eui actividade es servicoes que
resta ram.
imperador abracou #m seguida o principe im-
perial e dep.is ruciminhando-Be para o manchal
de Moitke abracou o muito cardelmeuto e agra-
deeeu-lhe os servidos fui toa 4 patria.
Ao terminar a recepcio o imperador disse que
xi ia efcperava reerber os seus generaes no pri-
aeiro ae Janeiro de 1888.
A mmis8ao do Rtichtlag mautein a sua
aUitude contra o projecto de aagmento di exerei-
^^^.j-itoua prospotta transacciocal de Votar o
Jfecnvvr de paz por tres anuos. O principe de I5id
in k era esperad > em B-rlin no da 8 de Janeiro.
O Standard nao er n'uma allianca especial ru-
so altassao, porque seri. o fim da allianca austro-
a'lema. A A leinanha e a Ruasia sao duaa ini-
saigas que teem interesses em dizerem-se amigas ;
atas O principe d' Bismareh nao pode visar n'ou
Ira coi,a sena a solar a Franca da Russia.
li fcrindo-oo ao's boatos sbru urna prxima
erra er o Tempo poder assegurar, no tocante
Fiauc e Allemanba, que o actual estado de coisas
4 tranquillo e que, a nao soffrer Bismarck alguma
deesas tebres detriumphos que enlouqueceram oa
Narxiltoee, a All'mauha nao se atrever a intentar
ada contra a Frauca.
Uin peridico radical de Paria Le cri da Peuple
anuncia que ao reabiirera-ae as cmaras france-
ses, o depuUdo socialiaU Anide Boger, apresen-
aar urna propoata, assignaio p r todos03 deputa-
stoa do grupo operario, pedi.ido o desarmamento
ajeral europeu.
Na eommiesao militar c Beichatag allemao t')i
rege'tado o primeiro paragrapbo do pejeeto do
govtmo acerca do effeetivo do exntete, que diz
esn-i'o duraca do servico militar por sete so-
sos. Travou-se em seguida ducussao na qual to-
sar-m pare, de uoi lado o general Braessart e o
Sr. Jteobiai, sub-seeretrio d'eatado das financas ;
do outro oa Srs. Wuidthor^t e Richter, apoialos
peis >rs. St,iuf:eaberg, Riek-rt e Huene. A dis-
ease 1 ver ou soare os aeguiutes factos : os recur-
Ba aeceasarioa para fazer face a deapezas que
aige o augmento do exercito ; a situac..0 poltica
te ogoverno inv.cou para justificar os projectos
nsilitare8; a questo constitucional que se rela-
' ataun a dur&clo proposta para o aervico mi-
'cerca d'e'st^-ttllinio ponto, o Sr. Richter expoz
doutrina de que n-rSt* q"e 8e re88m Pel
trstema parlamentar, as leis J. impostse de con-
-nte militar devem ser Vutadas.p2" Cm este fundamento o chef dos pYogressistas op
ie-se a qunlquer projecto que, corneo setenari^
estringiu prer-gativas da cmara. ^N|
O Sr. Richter notou, alm disso, que o "cqverno
. acordara a4 ag.ira em que Reichstag vu^se
ais c-.da anno acerca da forQ das tropas de c.-'.-
Bnhode ferro, d organisacilo da marinba militar
do contigente martimo, do estado maior e do
unisterio da guerra. "
6r >c*a as declaracoes do chefe do centro, disse
Sr. Richter, p >der obter da cmara o augmento
do ex rcit > eom a coodiccao de que o servico seja
yor tres anuos, em vez de sete ; mas se o gjver-
ono quizernessas conliccoes, porque proci-
ia pretexto par diasolver a cmara.
O Sr. Wmdtborst., declarou em nome do parti-
do do centro, que votar um pr.jecto de servio,
tiiitar per trez anuos e lamentan que nao esti-
vesse presente o chanceller d 1 imperio ou alguem
ser pa'to do ministro dos estrangeiros que desse
eaclarecimentos ac'rca da situaco europea, prin-
eiuelmente de accordo en que s "vliuasia e a allemanba, em qoe esta potencia se
amprometti 1 a conservar-se neutral no caso de
guertia da priineira eom a Austria.
O gemrai nao responden acerca da poticaex-
(erna manteve o projecto c un o seu acto.
O S'andartpublica un tciesgramma de Berlim
esa que e eonatdeV muita melher a situaco po-
litiea. N* Bolsa falla s> mes00 da urna visita do
tsar a Berlim no da 22 de Marco, por occaaiao
do 9J- aautverrari natalicio do imperador Qai-
rberme.
Nauta M
O aonsistorio cr iin.hci que aeve ter lugar
es* Marco, por occisiio do anniyeraario da coroa-
aao de S. Santidade, ser preaiJido de um outro
coasistorio, pira a proclainac>r -los nuvua b sp-is
que b de o-scupar as s- is vagas de muitas dio
eses.
Mo consistorio de VlVc," seri cralos carde's
N nuncios de t'aris, Madrid Vienna e L oboi, bji-
Vndo portanto, um-raiide movimeuto no peaaoal
dial matico do Vnti^no.
Qrienie
Km Buebarest acaba uo da 5 de Janein o jul-
gaoieuto do processo do at'entado e o'ra a vida
do Sr. J. Braiiano. OriStoica Alexan ireje ,
que dip T'U os tiros d- revolver, f 1 coiideiun i
a 2i annos de trab.lhia f.rcados e o s a cumpu-
ee Muscil a l anu de priio. O depatado Pro-
veaos e oniros aceusad f-ram absolvidos.
Segundo consta ao Time, o .vemo bolgaro,
or ioapiraca da Ausma-Hmigria, dispae a
appelUr pra as potencias confinad i-lhes o cuida-
do de compur a aitunc o da Bulgaria.
O saflaBro jornal puohcou urna grave Doticit que
por ser inesperada, cauaou grande sensaedo em
todos 01 circuios politieos.
'I O correspondente parisiense da folha inglesa
cafirma ass termo mais cathegoricos a notieia
que deu ha d>as e que ans tarde se desioentio,
eom relacio a urna allianca, entre a Allemanba e
a Rus i a-
Se etse tratado de allianc. i e no caso de se ma-
nifestar ama conflagracao entre a Allemanba e a
Frauc, a Russia compromette-se a permanecer
completamente n-utral.
Se a guerra obelaste a rebentar "entre a Aus-
tria e a Ruasia, o giverno allemao observara
ignalmeute a nentralidade mais absoluta.
Nada a* aab'i a respeito das circumstaneiss qu*
ueeorroraai na eelebracao da aliianc* entre os dois
podero3os imperios do norte.
Secundo ons, foi feita por meto de cartas es**
os imperadores Quilhcrme e Alexandre. Circnla-
ram, todava, ottras vera&3s, segando as qoaea a
allianca foi feita em virtade da na tratado for-
mal, approvado pelos cbaBcelleres doa doia impe-
rios.
A noticia do Time objecto do animados com-
menta>-io8 em todos os crculos, pi que at ago
ra todos suppuuham que, n'um caso de canfl.cto, a
Allemanhs se collocaria resolutamente ao lado da
Inglaterra e da Austria.
Affirma-so, tambem, que o principe de Bismar-
ck se ai3 oppSa a que a Russia realise ama pol-
tica totalmente contraria aos interesses austra-
cos, se por esta meo conseguir evitar ama allian-
ca franco-rosas.
Segundo" d 1 zem de Berlim, o Austria aeaba de
acreditar a candidatura do princ'pe de.lfiigrc-
lia e bSo f ir oppoaicSo algama sua eleiio
pela sobrante blgara.
Vai-se desfaiendo, pone a pauc >, a lenda que
attnbaia ao priucipe Alexandre de Batteaberg
urna corajtem bellica extraordinria e um valor
aasombroso
Ainda ha nm anuo, as folhis russas eocareciam
a valenta do principe destbronad>, chamando-lbe
o herr," de Svuitza. Agora, eeguadournas cartas
publicadas pelo Jornal de S. Pftersburgo e
Alexindre de Battteuberg no puaa de um p>!-
tro.
Eis ama passagem dessas carta?, eseriptas por
um capitao :
No principio da batalha de Slirtza, 5 de No
vembro, depois desse cimbate no flinoo direito da
posicao, que estava sobre o meu commando, o prin
cipe d.! Ba'tenberg esta va de til molo desanima-
do, que nnnunciou pelo telegrapho ai primeiro mi-
nistro em Sofa, 4 intenco da se retirar para adi
eom o exercit > de Slivrdi'za. Em resposta a "sse
telegramma, o primeiro ministro Kiravellaff de-
daron ao principe que o conaelbo- de ministros de
cidira nSo entregar a capital sem combate, e re-
commenion-lhe que adoptasse a medidas neces-
saria para que os servios nao entrassera ero Sliv-
nitsa em quanto nao sucsumbiase na peleja todos
o; d-fensores.
Pela minh, no prin?ipT do combate, fui ter
eom o principe eli-lhe inletnri Aehavam-nos
n'amaposico vantajosa e Hvres de qualquer p -
rigo. Apenas aerbei a leitura, ooviram-se 03 pri-
meiros tiros Ped- Ihe iustruevo '8 ; e apezar de
uos acharraos fra da linha de combate e ao abri-
ga das balas, o priucipe, em vez de me responler,
meten as esporas no cavallo e desappareceu !
N&o commentarei um outro episodio frisante do
valo.- c da activiiad* di priucipe em Pirot, onde,
fagindo a toda a brida do campo da batalha, ins-
pirou as tropas um tal pnico, que levo na sita
fuga muitos droufinas e baleras completas, ci-
xo s testemunhas 0JCalare3 o cuidado dcdssre-
ver este, tact) ,
esmente se oficialmente o biuts do ter o go-
verno da regeusia Bolit*d o principe Alexandre
de Battenbergjvoltar para a Bulgaria.
Foi presa pela polica urna grande quadriiha de
falsificadores, estabelecida cm Conatantinopla, c
que evidentemente contava eom importantes rcla-
Voea nos altas circuios finanecros e governamen-
taes.
Em poder doa falsificadores foram encontrados
coupous falsificados no valor do 81, (37*:000OUO.)
O mais curioso do caso, porm, que tio imoor-
tante falsificacao fra feita para ser aneada ao
mercado como papel do emprestimo, que ogoverno
oltomana projecta reaBar.
__ A queatao da Bu garia :em por 8goia dor-
mido. Scmpre as insistencias inopportanas e im -
iiortuitas produziram o mesmo effeito ; nada re-
solvem, e nada conseguem.
A Russia ao ver que todos se inilinam para a
paz, apesar de armar-se, parece seguir no mesmo
pendor.
D'alli por isso j nao chegam noticias tao guer-
reiraa, e at parece que nao p-uos ee empeuham-
em espalnar as disposiyde3 pacificis do czar, que
prefero viver bem cum todos, a crear mais ini-
mieos.
Entre os tres imperios ira se d por bem firme
a allianca, ora por quebrada.
Qjando os tres imperadores se nao podem com-
binar, ao menos dous d'elles chegam ao melbor
accordo.
Podem assim fazer-se tres approximacoea de
dous a dous. Russia e Allemanba, Allemanha e
Austria, e Austria e Russia ; mas como, em pre-
senta dos Bilkaus, a ultima coinbinaca) nao pode
estabelecer-je, ficam apenas as nutras duas.
A Austria e AUemanha pareciam tao bem ae-
cordadas, que a Russia se mostrava descontente :
agora diz-se qne existe a combinaco da Russia e
Allemanha, o que provavelmente provoca o des-
contentamente da Austria.
Afigura-s- nos, porm, que a Allemanha nao
deixa de manter as relacoes mais eordiaes eom a
Austria, o que quer dizer qu a Allemanha per-
siste em conservar, on pelo menos, em apparen-
tar o bom accordo entre oa tres impelios. Em-
quanto as ms vontades se congracam, a questo
da Bulgaria est posta de parte.
A Turqua qie nao desineute nunca a lentidlo
eom que procede*6 que se oceupa della principal-
mente.
A Inglat-rra embaracada pelas quesies inter-
nas, fall de moihor, couvm-lh; que as cousas
corram assim.
E a Franca manten jo-xe na reserva em qne tem
estado, nao alimenta aa d scoufiaufas emb 'ra in-
fundadas, e conioi captan io as justas eympa-
tbas. .....^ -- '- '"'
A^aB-BSi 'Aercbndico^s po'e avancar mai
to caminho das suas aapiracoes, que Bao O ter
urna posicao mais preponderante na poltica cu
rop*.
Dia o correspondentede Venaa,_par*o- Tm~<
"H8. o Bixrer*e -lisso enriar?* ottieosam -iiti
grandes p itonciaa propostas para a 8olueo da
qui'Stao blgara.
Estas propostas abrangem cinco pontos. A Rus-
sia deseja que os regentea d'm a demisstl. ; qo>-
o ministerio asauraa o goveruo do pai, reservan-
do-ie duas pialas para o partido da opposic&o, aos
z mk 'Vistas; quo-iioi'a assein"la eeja el'ita um-
cameute pela w^b^'ria ; que a caudilatnra do
principe da Wingreha 8-j* apres-ntaia 4 aaaem
bla ; que m Rxnelm a asBimbia prviuci.l it
linaria aej convocada pira resolver 03 negocios
correntes.
C jornal 10les enteade que estas propistas sao
acceitavels, comante que as potencias aa comple-
lein cum dous aitigoa addiciooaes, estatuinto que
durante a no/o periodo eleitoraf o estado de sitio
nao p issa oer proclamado em nenhu.na part 1 do
p graitd-'S pnenciis em -ofia ; e que s--jam respei-
lalas a liuerdade de unpr osa e a de reauido.
N'estas coitdi oes enteade qae o p.vi blgaro na
tirria difficu daue cm manifestar novamenta a sua
opiniao. -
Todava segundo um des >acho de Vienna para
o Timet, a RuS'a d -siste da candi tatura do prin-
cipe de Mmgrelia para pmp ir a do principe de
Liochre'b.:rg; tem meihorado cnoai leravelinent-
as relacoes aus.ro-.u^sas : e ha esperance de
uma pr. inpta 8oloc;io pacifica da questj bul-
gara. "
A Sublime Porta avisou o embaixador da Kus-
aia de que nao receb -r os delegados bulgans.
A nm/micao f ita p-lo Tima d- que a Russia
desista da candidatura 'lo principe d- Mmgrel 1
p*ra (t por a do priucipe le Mi.'grelia para pro
por a do priucipe de Leucbtenberg parece infun-
dada.
A Russia poier fazer algoma coneessSo sobre
a eac .ib do priiieip-, mas uuuca antes da retirada
da reg-ucia.
D *- grande iinp rtanjia 4 viagem do Sr.
Znik.tr. que f.iivhain.do a GmstaD'in pa pela
P.,rla e (.eiO einbaixador rusoo Sr. N l'd..ff.
A Oreci. respmdenl) 4 11 t da -Porta refuta
as ll-gv0ea uo governo ottunano reSi^san lo-se
por chis qu -ncia a chamar ot consoles ihijusta-
mente inctimiuaOOS. ""->.
s* tas sma<-ra v
No dia 7 de Janeiro fsi dissolvidoe falksthing.
Halado l'ii'd
O relaorio da commiseo senatorial d>s nego-
Ieios esiraugeii-os approva o prujeeto da coostruc
ci do canal de Nicaragua.
O padre Glvue fot chamado a Roma para dar I cala as aulas preparatorias desse estabelecimen-
conta da sua conducta, pr r ter tomado parte na I to, independemente de despacho do respectivo di-
lueta eleitoral protegendo a candidatura operara rector.
de Henry (Jeorges.
Diz se que o padre Glyne se recosa a obedecer
ao cbamauento.
O senado acimelbaa o presidenta Cleveland a
negociar eo.n a repuvVri de Nicaragua a conces-
sio para o c-inal inter-oeeanieo. "
UTERIOR
i-iopagaadu bem da loiuii
gracio
(Jornal do Commercio da corte ds
18 do JaBeiro)
Aos cmesdados do Bras'l no norte da Europa
acaba de remetter a Ministerio da Agricultura
grande copia de exemplares, no idioma allemao, do
folbeto intitulado : A Provincia de S. Paulo,
afim deque distribuiudo-os coavciiieutemente, p03-
sam os mesmos cunsulaios prestar aos numerosos
inmigrantes, que Ib'as tem pedido, informacoes re
lativa 4s condivoes sanitarias e ao clima e 4 pro
darco daqnelin provincia. Por :aioi os seiti ca-
recieres extriuacc08 e inlriosecoa parece-nos cor-
responder bem o mesmo, folbeto ao fim av_aie
destinado, N1 texto, eacripto em lingaagem siii-
gela, acha-se noticia de tudo aqnito que pode iu-
teressar ao emigrante para S. Pauk>,pondo-se coi
evidencia por meio de dalos positivos, o progrea-
so da regiao as diversas mauiiestacoes do 1: ib 1-
Ibo. Anoexo ao [tolheto est uoa uiappa da pro-
vincia, uitidainentehlograpbado, indicando a* dis-
tancias kihimetncia do p-ito de Santos para aa
principies localidades, a allitude d-sta sobre o
nivel do mar, a temperatura media eta gs&os cen-
tgrados, a viaco frrea, em trat-gi, projectada
ou em eeBssraeedo, a navegaco fluvial, de vapor,
e as liabas de navdgaod, 1 transatlntica.
Dsie ewijuncto de dados resulra em emnma,
sem iiuu'iuiua la i^a para o laitor, uformaya > mui
completa acerca da provincia, > que .iajfavta a
noaao ver, relevante servirlo prstalo os:i >'. (1
pivoaincntd por ess nuclej de ho.n^ns ener^ic is
que, eoinp-eh.-udeulo lotidauv ute a necessi 1 uc
de aceeierar a obra di tiaoafor oae> dotra'oa'bo,
constituir un a Sociedad*" Promoiora da I.omigr.i-
510 de S. Pau'O. Dos difT.reutea tgib-iUtoa desta
natureza, que coabeeemos, neobuaileva a pri nasa
ao de que iratunoj, e uatur .("que eom o t-uopo
venka a ser eortqueoido aquel le re.) 'iorio d# 111-
formacss nao so:nente uteia para o emigrtnte,
mis pira todas as possoas que desejtreminteirai -
se das coudico-'s econmicas da provincia de S.
Paulo.
Registrando este meio de prosganla, no nos
eximirauos de accreaeentar que este aspecto lo
problema da mmigr.icio merece s r osjiidtrado
uni solicitante, ass.ot pelos pjieies pfovrneiaoa
Cjmo-pelos poderes geraea.
Cumprc nao perder de vate qao se por um b>io
eco 1 ao longe a notieia dia iaelh iraine tot int-o -
iiaziioa uoa diverao3 servicia la iasuii^racao, e
isto tende a 'ull :.r de molo favoravel ua dlrecclo
da corrente emigratoria para o Brasil, litamos p--r
outro lado co a temaros competencia que neate
poato nos c mtrap ista por nmeros 1a rc Oes do
globo.
O problema da imnijraeao avult.'U de importan-
cia e laodicou-se profuulamente n-s'.es ohimis
tempos. Nesta ultima dcal ten-se aoerto c >-
louiaao imme.-isos territorios, pira os quaes era
outr'ora mpercepttyel, ou qir.si uulia, a saluda de
emigrantes. O xodo europeu nao somante sol
citado eattrahido por todas aa incoes da America
mas ene iiniuhado o dirigido cooi empeuho pe! 13
govemos da Europa pai-a os aeua dominios e pos -
se-ses co'.oniaes. Desconvenc los da eSeacia Ua
sua estril resialencia ao moviineuto emigratorio,
tomar bordinar, p>r ineios auaaorio3, aa exigencias da
poltica c dmial.
A' face desta concurrencia aju Jada de todos os
lados por activa propaganda official, intuitiva a
neeessiilade de multiplicar eslorcos para que nao
sejamoi dealavorecidos na diatiibuica das e^n'e-
nas ae mil emigrantes que, anuo por auno, djPMoi I
1 Europa busca de novos uo is mtes do CrabaUi >.
A Bepublica Arg'ntina,~ baveudj tomado a oian-
teira de todos os pases da Ameria Austral na
introdcelo d- immigraotes nem pir ato se can-
aidera desobrigada de estar na brecha em trab .Iho
assiduo de propaganda.
A or.icoa eom o fligello, que a tem afiligido, ella
pnoecu-'U-ao, mais do que uuuca, cm fomentar i
entrada de immigraotes, trataudo agora inej/111 de
oriranisar as priucpius cidades da EuPipaiWar-
tiyoea especialmente destinadas a dar indic/c'") m
ao emigrante, adiffuadir infotmacoes e dadus re-
lativos vida econmica da republ.ca, a coufutar
apreciacoos inexactas, a promover, em guarna,
tudo o que puder contribuir para activar a cor-
rente emigratoria eom direccao patria, l'-.ll .-
va-se muito, entre nos, da propaganda sustentada
eom este intuito pelos nossos visinbos.
Vai para quatro anuos, us foro as productoras da
repblica, tolos os aeua elementoa de properidade,
riquezas naturaea, iostituicoes de toda a catego-
ra, foram inventariadas em interessante to ln-to,
da lavra do Sr. Litaiua, destnalo a servir de
guia ao emigrante.
Apesar disto, a repblica est empenhada em
re.rganisar sobre novas bases a sua empresa de
propaganda, cao regateando sacrificios para o cus-
tei 1 de reparlicoes fundadas na Europa e confiadas
de homena iutelligeutes.
Ella preseute que aos calreos etnpregados para
colouisar as possessiies europeas, amparados pala
benevolencia ou pelo influencia das autoridades,
ndispcusavel is mco-s americanas contrapr a
maior actividade para mauter c augmentar a cor-
rente emigratoria, que a tanto custj lograram at-
trabir.
Xa 1 ha muitos das, referindo-nos aos favores
promttidos immigraco pela provincia do Para,
alludmoa ao que se fas ua Inglaterra para enea-
ininhir a corrente emigratoria em direccao aos do*
minios e poseesses intf'ezas.
All o Eigrant's Information foard f\z publi-
car a curtos 111 ervailos uo CoLnial Office infor-
'"^oeS silecintas r1"45 r'-pa^s idas de clareza acer-
rca dos favores coi? 1".e auxiliam aimmigracao os
go vemos do Caad?' ^^V1* Galles do Su I, Austra-
lia, Meridional e Occia' nt-''' Tasmania, Nova.-Zij.J
Undia, Cabo, Natal.Sk^-SilSJ2>hJi-J>ttS^i aa-
turidades ioca<^-- "iiarn eom sympathia para o rxo-
-tzb tfife'ae eueaminha para aqu -lias regio s, acban
do todas as facilidades o emigrante qne deseja
tomar tal destino.
Estes exemplos patenteariam bem anecessidade
la propagan la, s<> idra preciso invocal-os. Sem
desconliecer que alguna pasaos tem is dado nesta
direccaa, par -ce nos que por este lado ba muito
para taaer. E' indiepcusavel que aejamos conhe
cid ,s pelo que real. ente somos ; que baja noticia
pr ifusam 'ote eapalhada d.ia nossos eatabeleci-
in-ut is c doaiaes ; dos r ixiiios qua dispensamos 4
immigraco; da situcli, qualidade e prego das
terraa d -voliitis. das cndilo s eom que o iinmi-
traute pode achar trabilbo n>s estabclecia-ntos
agrcolas, de (udi o idv emUn, que ple servr
pa a estimulo e instruccao dos que desejad emi-
grar.
O exemplo de S. Paulo sammanando os seus
el nclitos de riqueza e instrumentos de progresso
4 d'guo de ser imitado.
io termiuareinos san notar que as informa-
c--a daatinadas ao-emigra ites deve haver a maior
careza para impedir.i-quivoenco-s, que afiual re-
dundam em despiov- ito da causa.
Temos achato em f ilhaa europis, por exemplo,
que o governo do Brasil v> n 1 r trras ao immi-
jrau'e a proco mdico ou razoavel. Eta indic*-
yio vaga. O emigraute desej ir naturalmente
aaber a que pr> 90, calculado na in >ela de seu ais,
podrr adquirir trras no Brasil. S(5 assim Ihe
ser dado iuteirar-se da inodici la le do preco.
na quar-
das 3 s 4 horas da tarde, na pri-
dtVISTA HIARI
" -
IllMIIIUtO irae0.oICa-H 11 .j Huoo
lusntuto Arclieo >gici e Ix.-grap neo Pornambu-
eano, na fer a d'>a seu eaiyio, eom nemora o 25
aiiniversano da aua creaciio e o 253 da reitaur 1-
\-i 1 de Peni .inboco sob o domiuio purtuguZ,
^Mibf/via sido desapossado pelo batavo.
ae
da tarde aer4 celebrada uma ses-
era que usarao da palavra, dep is
sao mana.-
,|., p^^^^^^-do orador do Inaiituti, as pessoas
que prevrsJSeBte se iuscreverem para tal fim, ten-
do a preferencia os socios do mesmo Instituto O as
commiaso-s societarias que b nirarem a festi.
A' noite, o edificio em que funeciona o Instituto
estar iliummado e franqueado ao publico.
1 onta uoa que assis'i'io a fosca os Exms Srs.
presidente da provincia nispo diocesano, comman-
danteaM armas e ostras muitas pessoas gradas.
rarallMkde le Otr*llo -ll-je, na secre-
taria da Faoordade da Diretta, inieia-se a matei-
Essa matricula durar at 8 de Fevereiro
prximo; e desta data em diante, at e i* de
Abril vindooro, s serSo admittidos os alumnos
que justificar ;m os motivos de retardamento pe-
rante o mesmo director.
Os alumnos poderao frequentar mvs de uma
aula, comtanto que os que pretendere-n matricu-
lar-se as aulas de rhetorica e philosophia, mos
trem ter appreadido latim e fraucez. e nos aulas
de geograptii e historia raostrem saber o fraucez.
devendo a prova nestea casos ser dada por artes
todo pasaado por professrr publico ou particular,
autarisndo pelo governo para leccion.ar.
A matricula as aulas de linguas aer4 permitti-
da ateo fim do mez de Julli 1, e naa de scieneias
ai o 1* de Abril, c todas as aula serio aberuu
no dia 3 de Fevereiro proxim Vindouro, da coa-
formidade eom o art. 16 do regalamento daa au-
las prepa-atorias, sendo o reapestivo horario o te-
guinte :
Portuguez de 1 s 2 horas da tarde, na pri-
meara sala.
Latim de 1 & 3 horas da tarde, na segunda
sala.
Francez das 2 4s 3 hor^s da tarde, na terceira
sala.
Inglez daa 3 s 4 biras da tardo, na segunda
sala.
Philosophia de i s 2 hora9 da tarde,
ta sala.
Rbetorica
ineira sala.
Geographia e historia de l 4s 2 horas da tarde,
na priineira sala,
Arithnetca e geometra de 1 s 2 horas da
btarde, na t"rceiia sila.
Ioia Pinto e forro via de Bibel-
rs \ Benito.-No prximo domingo, 30 do
correte, S. Exc. o Dr. Presidente da provincia
vai Ribeiro, estacas da f srro-via de S. Fran-
cisco, afim de visitar a Usina Pinto, prxima
dtil, e a ferro va em coustrueco daquella enta-
yao 4 cidade do Bonito.
Acompanbaro h S. Exc. diversns pa3soas q*e
teem sido convidadas P'la directora da estrada
do Rio -ira), e segnirao todoa os convidados em
trem expresso q id largar di estaij'Io das Cinc)
Pon'as as U horas da minh do referi-io dia 30.
Tiro casualAnte-hontem, s 4 l[2 horas
da tarde, na rui do Nort.' do 2' diatricto poli-
cial da paroebia da Boa-Viita, o m?nor de 8
anuos Joaqnim Libanio Tenorio ferio cas talmen-
te eom um uro u:o seu irmao de nome Ar.uui
do, tambem menor de 6 anuos.
A autoridade p.Iieal tomn couheeinonto do
facfo. <
Homicidio.Em 20 do corrente, pelas 7
boras da uoitc, e no engeabo Capricho do tem
do Agua Pr.'ta, J <&> Elias Santiago, n'uuin lueta
que travon co u *im iudtvi luo, co ib -eido p ir Car-
ueiro, deu-lbe t) certeira faeada que o prostou
morto.
O delnquente foi preso e n fl igrantc.
Club Carlu Cime Nos saloe3 des:-
Club ha ver cut a noite de l'J de Fevereiro pro-
xmo um sarao carnavalesco.
A commissio ncarregada de promiver a refe-
rido siro conloo -30 dos Srs. Antonio Jlo de
Ainorim, Jos CI=meatino Henriqucs da Silva,
Miguel Jos Alves, Jos Ferreira Marqese Joa
Joaqnim Das Fernandes.
D veri ser una bonita f ata.
Ferimento leve-,Ante-hontcm. s 10
horas da noite, n 1 lu.jar Ga n:lleira, do i- da-'
trico policial de S. Jos; Liurentino Ferrci.-a
Gaya ferio coai urna f icada no bra^o esqu irlo
.loo Silviiio da Suva.
O d liuqueute foi preso, e o oflendido vistoriado
pelo Sr. Dr. J. J. de S .uza.
No referido da, s 5 1(2 h iras da tarde, e
na ra Inperial do alludide districto, Jos d
Silva Lins ferio levemeute uo crneo, dando-lhe
dous soceos, Mara Rosa das Dorso, pelo faci
de tur esta- o insultado estaudo embriagada.
Jornal de Medicina e tie Pbarma-
eiaDe l'anz recebdmos hontem o n. 12 deste
periolieo.
E' este o seo aummario :
Aos nossos collegas
Bolettm.Inflaencia do moral sobre o pbysico.
Osear de Araujo.
Academia das seiencias de Parz. Seaslo de
13 de D -zeu.br j.
Academia de medicinado Parz. Sessods di
30 de Njvembro, 7 e 14 de Dezembro.
Sosiedade de cirurgia de Panz.Sesaao de 2i
de Nivembro.Silvio doS Valle.
Sjciedade medica, los hisptaa.Scaaao de 26
Ae Novembro Silvio de S Valle.
R vista dos jornaesd: mediciua.Emprego do
perminganato de potasaa as queimaduras e as
geladuras. .Meio para prevenir as cicatrizea da
varila. Tratamento da glycosuria pelo aci io
salycilico.
Tberapeutica.A pepsina e seu valor em me-
dicina.\it. A de Azambuja.
Mdicos illuotres contemporneos, (contiuGacao
don. 11). Chareot.Osear de Araujo.
Bibliograpbia.Notiee sor i'hydrologie et la
cliinatologie da Brsi!. Midi Medical Osear de
Arauj 1.
Formulario.Tratamento da obsr.p icao
Noticiario,Pebre amirella Triehinose.
Hospitaes Batraeas. Exposioao universal de 1889.
As talaifieacoes.Escola de medicina.Acade-
mia das seiencias.Academia do medicina. A
ultima lelo do professor Pagot.O profassor Do-
mingos Freir.O jejuador M rlati. O Dr. Mon-
corvo n 1 academia de mediciua de Parz.
Inf.ir.jaf.oes ntes.
s?eMteJow carnavalesco. Ioformam
nos que a commissao organisado para tratar d >s
festejos que teem de ser feitos na ra do Padre
Muuis (outr'ora Nova de Santa Rita), rasolveu
nomear urna sub-commisslo para ageuciar dona-
tivos doa moradores da ruferida ra, c imposta
dos aegniu'.es cavolheiros : Domingos Joaquim
Seve, Jlo Barbosa, Manoel Felipne ds bauza,
Meno-1 Florencio de Mori.es Pires, Joaquim Do-
inicio Leopoldino Ferrrtra e Jlo de Souza Rui-
gel Jnior.
DonativoA Bxma. Sra. qoe brindoa o hos-
pital Pedio II eom um cartao ebeio de tioa de
lnho, toi D. Amelia Eugenia Gomes Pereira, e
nao Mara Eugenia como por equivoca foj.hon-
tem publicado.
OinbeiroO paquete talicia levou ante
hontem para a Iuglatarra 1:1X10.
Kossa Senbora da Samle do Poco
--Ten corrido animadas as noveuas de Nossa
Senhora da Saude do Poco da Pane lia.
Todas as noitea sao eutoados versos, por senho-
ras, e, depois da novena, qaeimado um fogo de
artificio, tocando a banda de msica do 14 bata-
Iblo de infantaria.
lilrectoria da* obras de coBserra
cao ilos portoBoietim meteorolgico d 1
i 125 de Janeiro de 1887 :
iora^ lili fin Barmetro a 0 T hsIo do vapor 9 0 i -a
6 m. 242 76'>00 19.35 87
9 29' 1 7t>0 12 29-4 760a>7 18.79 62
3 t. 29 8 759.^ 19.13 6a
6 27'-7 78i89 19.07 70
Temperatura n.axanai}..
Dita un auna24,2.
Evaporadlo em 24 horas ao sol: 6,0; 4 som-
bra: 3,8
Chuvanulla.
Dircelo do veuto : 8E de meis noite As 11 ho-
ras e 30 mi tutus da noite ; SE al m< ia noite.
Veloeidade media do vento : 2ia,2 p ir segundo.
N-hulosidade media: 0,4').
Eacola para meninos osioa -O pro-
fessor particular Julio Soares de Azevedu, acaOa
de abrir em si u c.liegio 4 ra Velha n. 36, uma
aula primaria e secu idaria para meninos cgos,
dirigida por Francisco Vctor Coelho, professor
do Imperial Instituto de Meninos Cegos do Rio de
Jauei'O a do Asylo de Meudi-idade du Santo
Amaro das Salinas desta provincia.
ti' uma idea louvavel e digna de ser acolbida.
Em outra pagina desta folba publicamos o an-
nancio respeetivi. '
yPBiacno liuararapes-Km complemento
nticia que Uemis houtem", sob esta epitrraphe,
temos a aeerescentar que, depois de ter o Exm. *t.
inspector brindado aos operarios das i-fBcmas e
aos respectiva mestres e coutra-mestra-que se
aehavam presentes, usoa da palavra o Sr. aju Jan
te 1* tenente Leopoldo Bandetra de Gonv*, que
em breve mas expressivas pbrases, felicitou aos
mesmos operario* pela pericia eom qoe se huuve-
ramna constioecao do Quararapet,
Por esta occaaiao, a innoceutalbinha do mesmo
Sr.-HJodaiite entregou a carta deliberdade a preta
L-isia proferindo o Sr. Dr. Olympio Marques al-
gumas palavras a respeito.
Alem da forea de linha prestan as honras 4
festa om contingente do Imperial Marinheiro,
tandeado desta ante-bnntem no porta a os meno-
res da compaohia de aprendizes marinbeiroa.
Aprovoitauos a opportunidade para sapprrmos
a lacuna que involuntariamente commettem 13 na
nossa anterior noticia, citando o nome dos habis
artistas mestre de calafate, apparelhd e veame,
Francisco dos Santos Costa, e Gamillo Candido
da Silva, e os dos de machinas e forreiro Jlo
Beato Monteiro da Franca e Manoel Jos Map-
t aro da Franca, e os ds director e do me-tre das
ollicinas de construeces navaes Rodrigo Nanos
da Costa e Francisco Augusto de Figaeredo, todos
os qua> s sa destioguiram na eonatruccao do pata-
cho Ouarurapet.
* CarldadeCbegou para roa Duque de
Caxias n. 61, L>ja das Listas zoes a 13 cader-
n ta deste peridico religioso, publicado na cida-
de do Porto em Portugal, os assignantea deata
cidade queiram mandar buacar na referida casa.
TransferenciaA lotera do Para que ee
extrahia s tercas-feiras de todas as semanas,
passa a ser extrahida todas as quintas-feiraa.
Ensllalo acadmicoAs aulas deste
collegio, que tanto se tem recommondado ao pa
btico pelos reiuit'id-,8 obtidos pelos seos alomaos
noa exames fitaea, nlo s no proprio estabeleci-
mento, como nos prestados noCarao Anaexoj
ae acbam regularmente funccionaudo.
Todas as disciplinas exigidas pira a matricula
em nossas (acuidades, como os damais preceitos
para a completa edaeacao de am alumno, sao aili
ministrados por um corpa docente composto de
professores reaonbeeidamente aptos e pratieos na
educaclo da infancia.
Reunindo o edificio em que funeciona, todos os
requisitos exigidos e necessarios boa hygiene a
salubridade, o aluna) interno, pnr do desenvol-
v menta iittellcctual, encontra tambsm all o pre-
ciso desenvolviuiento pbysico, proporcionado pela
regular destribu cao de seus servicos, alimentadlo
sania e abundante, e exercicioa proprioa sua na-
tureaa e idade.
O di- ctor e prnprietario desse et\lje!ecimciito
de edocacao, dedicado exclusivamente profissio
qao abracou, nao p 'Upa estoicos, como ate hoje o
tem demonstrad >, para o progresso dos alumnos
confiados sua direcflo.
Abaliudo o c.ij.io corporal, procura elle por
meio d", premios uo fi n de cada trimestre, incutir
no anim> de seus discpulos o aaor 4 instrucc,!;,
trabilaaudo e estudaudo, nao pilo temor, mis peta
desojo de 8obres-.hir e avantajar-se entre seus
e -ni aanheiros, d-Vido ao proprio merec ment.
Biim-ilnrilim Escr. vem-nos em 24 do or
rente :
Como (lie bavra noticiido na outra misaiva co-
SMOaram no da 17 do cirrente os trabalnos da 4a
e ultima sessa do juriy do anuo fiuda ; esomente
a 13 cooseguio o presidente do Tribunal for-
mar casa, e abrir a Be-sao, sondo jjftgadoS 4 reos
BOJ is proessos f iram considerados preparados.
i Dous desses quatro inf-l'zes foram proeessa-
08 por criine de morte e os outras porlurto du ca-
vallo e por erime de terimentis reputados gravea.
Um dos de mul, leve p ir descont dos seus pe
cados 6 au.ooi de prisao'com trabalho, e o o otro,
co 00 tivesso platicado o crime na pessoa de sua
sogra (della) obi.eve abaolvicio uuanim', appoi-
lanlo da d'cisai o juiz de direito. *
O.'cttpou a cadeira di promitoria publica o
tr. Epitlneio L'iilalpho da Silva Pessoa, a quein
o jniz d-^ direito Dr. Cas<'do Braoea'havia noinea-
do 110 di 1 13 para servir iuteriuam uro c lugar du-
rante a lieenCa do e'ctivo Dr. Uersilii.
Pde a juaiica que se diga : o Dr. Epitbacio
desempenhou satisfactoriamente os deveres da
. ccusac.>, correspondeu ao justo e merecido con-
eeit.) que se f z da biii iutclligencia. bem cultva-
la c desenvolvida para sua idade.
O Dr. juiz do direito inoitiu toj 3 os jurados
e suppleutes, que rec beudo a compotente uotifi-
cajo, nao se tujveram o coutinuaram no artigo
viO de em urna coranunicaclo 1 tticial (?!), parti-
cipir ao presidei'e do tribunal, que por inc
coinmolo de saule deixavam de comparecer sea
alo. ^
Dizem que a importaicia das multas excede
de um cont de ris. S- ajisira foi, est a nossa
muoicipalilade. eom uma verba bem aoffrivui que
poder ter applicaflo legal.
O que convem que o juiz de direito mande
logo extrahir os mandados pira promo7er-se a
cobranza, antes que apparecam 03 pedido- de rc-
levacla ; e que o presidente da Cmara active o
procurador da DJMBaM a fazer o ree-bimeuto dos
cobres. Duvidamos que o juiz do direito sustente
as multas.
A reapeito da jusiiea dos jalgadoe do jury
raqui ser bem t-n >r por padrlo os do d'ahi.
> E cquuto i:isti;uciio do jury, nlo fez entre
nos o que na Inglaterra, nos Estadoa-Uuidos da
America e t-m outros paizes, ter-ae-ba s mpre in-
coherencias e injusticas nosjalgados!
Os nossis juizes de tacto anda nlo quizeram
comprebender que commette um erro imperdoavel
e grandemente coudetnnado o juiz que sentenciar
contra prova provaiaa, e que posto que s Deus
j ligue rectamente Qiia justas est Dominas et
reetum jadicium ejas, deve o homem quanto em
auas forjas esliver, procurar imitar a rectidao
Divina, para socego da sua conauiencia e espi-
rito.
Etles devem atirar para bem longe esses ex-
emplos de injusticias e incoherencias e lembrar-se
de que bl> de ser julgados pela Samma justifa da
qual se tornam reos pelas decisoes injustas, ou
estas sejam de absolvilo do criminoso on de con-
lcinnafao do innocenteTtrribile est iudicium,
terribile juiieare,
Foram encerrados os trabalhos do jury, hoje,
e o Dr. juiz de direito neesa occaailo dirigi pa-
lavras de agradecimento em nome da lei, aos ju
lados que derain pro vas de d'.cuidado ao chamado
da mesina lei, e fez sentir em exprsalo breve a
importancia do aervico que acaba de prestar o Dr.
Epitbacio, promotor publica interino.
Declarou o Dr. juiz de direito presidenta do
tribunal que a 1* tselo udciaria do corrente
aun 1, ser convocada brevemente.
1. Reina nesta comarca a paz de Varsovia. Vi-
vemos em completa tranquilidade e socego publico
e particular
Taqiiar.ffln(ra Escrevem-nos. em 18 do
corrente :
Eslo concluidos os Colgares havidos nesta
serra, os quaes tendo onoecado antes do dia de
Natal, ple-se cizer que terminaram eom a festa
do padrueiro, o Glorioso Santo Amaro, no dia 15,
seudo muito concurrida, bastante animada e de um
esplendor extraordinario em comparacao aos de
mais aunos anteriores; baata dizer qne ti vemos a
nossa lapinha, que a novena foi cantada por se-
nboras eom acompanbameoto ao piano, msica de
orebeatra e de pmcadana, solo na festa, logo ar
titiciai, que em tuda isto houve suas allegorias e
que mais de cinco rail devotos viados at de cerca
de 20 leguas de distancia realh>aram aos pea do
(ilunoso Santa Amaro suas promessas, pedidos,
etc.
Se era bello ver o magnifico espectculo que
apresenteva esta villa nestes dias festivos, uchan-
do-se as ras 4 n te Iluminadas, 4 goato da ca-
pital, e a custa particular, illuminaclo que cuuti
ua permaneute a expensas de cinco cidadaos be-
nemritos, alo menos mteresaante era ver desfilar
toda essa populaelo noa das 16 e 17, afim de ae
rec .Iner a seus lares.
E no meio de tudo isto nlo hoove um s em
purrao, o qoe devido 4 boa ndole deste povo e
a s licitude eom que se houve a polica local. *
Ia-me esqu'ci-udo de dizer que tambem por
aqu uppareceu um equilibrista, que deu alguna
espectculos, cin os qu es distrahio a popalacio,
fazeudo at um Oeueficio uo qual levou 4 scena al-
uns trabalhos lo seus repertorio sob o Mulo a
Uabecada, e so qual couc.rreu a nata da locali
dade-o high Ufela trra, tocando a msica du
rante o espectculo.
Nada, porm, to digno de ser apreciado
como a simplicidade e os o. s'umes ainda primitj-
Vis da maior parte destes habitantes, qm nos djas
mais festivos, apezar do fri interno qoi se sud-
BORa no cimo desta serra, passam us nites iutei-
ras ein pleno relente, a cantar em desafio, ao som
das viul.s, galianas e charamcll.as.
Para dar-ihe uma dea deseas trovas aqu Ihe
transcrevo dous versculos dos que ouvi .m noite
de Natal, a dous grupos que me disseram perten-
cer a uma caravaua de iganos, que de tc.np s a
tempos costuma apparecr por aqu.
Iusulsos, com parecem aos leitore, ten ellea
todava ongem v< rdadeira e bas.am-se em factos
qoe a tradic&o rememoraconloa largos que aqu
nlo cabem :
J4 vai p'ra mais de cem annos
Meua a vos aqu vieram,
Bem no cume da Taqaara
Vi a casa qoe fizeram.
Cala a bocea meagajlo
Nlo me rcordes mais nada,
Que os males qne en teuho feita
P-tn-me a vida prsgueijada.
Deixando de parte esse movimento de espiri-
to, passarei agora 4 narraclo de outros casos que,
se por am lado nlo despertam a curiosidade de to-
dos, mostrsm todava que a sociedade prosegue
em sua marcha ; pRs assim o attestam os factos
que ae segoem :
Em 18 do mrz passado, Jos Clandino dos
Santos, ao retirar-se da feira de Vertentes, ouvin-
do gritos de soccorro em casa de oma-Jerusalom
aht ae achou, travando lacta em seguida eom
Manoel Pereira Lobo, qao sabio ferido gravemen-
te, sendo aquelle recolhido 4 cadeia, processado e
)4 pronunciado.
Em 21 do mesmo raez, realisou-se a revisa
do jurado que devem servir no eorreute anno.
A' 6 do andante, hjuve a festa de Nossa Se-
niiora do Rosario, 9 a da mfsmi Senhora, em
Vertentes, a 14 a piase da nova Cmara, deixan-
do de ter lu^ar no diu 7, por nlo se ter reunido
numero safHcienta. Acham-se, portaoto, j em-
possados os novos camaristas e juizea de paz.
Para completar a illuminaclo desta villa,
baata que mai, tres de seos habitantes imitem o
exemplo da io, ou que a nova municipalidade to-
me a si esse necesaario encargo, que do real
vantagem para esta villa.
Por nomeaflo de 8. Exc. Revma. o 8r. Btspo
Diocesano, prestan juramento e tomou posse hon-
tem do cargo de fabriqueiro da matriz e mais ca-
pellaa o cidadao Florencio Jos Roblo, homem
probo e de coraclo religioso, seatiraentoa que slo
aUestado por um de seus actos recentemente pra-
ticados, qual o da liberdade de sua nica escrava
de nome Rosara, de 27 anuos, sem onus tlum,
no dia do natalicio do nosso Redemptor.
Logo em principio desta mez, Alexandre do
Meneaos Silva, pronunciado nesta ornaren no ar-
tigo 257 do cdigo criminal, em Agosto de 1880,
obuva despicho etn sea favor na prescripcao que
requeren e provou, eeio que della bouvesse recur-
so cm vista dos depoimentos das testemunhas.
E' para lamentar, que. ha tanto tempo prati-
sado o crime e residindo o autor na comarca da
Victoria, desde que o perpetrou, e de onde nanea
mais s.ahira, s em Novembro ultimo fosse elle
preso 4 requisicio do subdelegv.io do 3o districto
desta comarca, quando j havia completado o tem-
pe'necesaario para allegar em seu fovor aquella
prescripclo, pois qoe deiuu at de entrar em jul-
gainetjto.n) jury ltimamente, e j quan.lo oreao,
pir'Vio ter a mais tempjbaixado o processo
antoridada proeesaante, visto como na alta re-
gil) dormio elie e sotnuo profundo de quaei todo
esse tempo.
J ti vemos algumaa trovoadas, prenuncio ds
bom auno, e eom ellas algunia chavas em varios
lugares.
A ta'inp'ratura tem oscillad.i entre 17'cent-
grados 4 noite e 24 durante o me.ior calor do dia;
o ar t-m estad nublado, notando-se cirros e
stractus durante % tardes.
Os e'.eaes c mais gneros comm?rciaes con-
iervaifi >;a preeea rnifteraveis.
Noccmiterii di nutriz foram inhumados de
18 de Dj::euibio uluio at esta data, 2 adultos e
2 prvulos.
Con.lu ado muito me apraz dizerlhe Au
revoir.
obre Vtfi-di O critico francez Arthur
Po i^in acaba do pubiic-.r era franca um lyro ex-
treinamoate curioso sobre Verdi.
Enc;ntrain-se aili pormenores intreasaotes e at
goi a il-jscoiihecidos sobre a vida o as otras Jo
eouij) aitor mas uotavei actualinenta.
D-sie livro, a que taremos occasilo de recorrer
mais de uin 1 vez, extrahimos hoje o seguate tre-
cho :
Ae rea de 25 kilmetros de Parma e no anti-
go ducado deste nomo, a uma legua apenas 3e
Batsetto, villa de 3,0 a 4,000 almas, aoaop do
Apen 1 no, est urna iildeia pobre e miseravel e Je
nome lt mele, que cinta apenas 200 habitan-
tes.
All vivia, ha disto po ico mais da aessenta
anuos, um casal honesta e trabalbador, que pos-
8Uia, na nica ra da aldea, um > asteria inesqui-
uha, a cojo producto accreaeeutava os beneficios
de pequeuo negocio de especies e licores, onde vi-
nh-im prorer-se oa habitantes da aldtia e os con
adini dos arredores.
Un dia, esta pobre aldeia to obscura e (lo
retirad, tai calma ordjuoictamcnfe, o que devia
jalgar-se resguardada de qualquer ncoutecimento,
foi o th'atro de uma scena de carnificina, e da
horror, de um drama sanguinolento e terri-
val.
Era em 1814, ao
exercit .3 francezes.
1 Oa austracos e os ruaoa, diante dos qu tes o
principe Eug-.-uio devia acabar por ceder depois
de t'-r feito pro ligios de valor, tinham iuvadidos a
Italia, que tornava deste modo a ser u campo de
batalha secular: avancavam as columnas serra-
das, devastando os lugares por onde atravessa-
vaui, semeando por toda a parte o luto e a ruina,
o terror e a morte
Os soldados ruaso3 sobretudo toruavam-se
notaveis pela croeldade, pe furor selvagem, dea-
truindo tudo, matando sem d os hablantes : ho-
mens e muiheres, criancas e vellios; queimand-j
as casas e as granjas, a queando aa cidades e 03
campos, nada deixando de p do que podiam des-
truir. .
Eis que uma manhl seannuncia a chegada
del les perto da pobre aldeia sobre a qual se diri-
giam.
o Enl mqueeidas eom esta notieia, aterrorisa-
das, as mulberes de Roncle, ulo sabendo para
onde tu;ir, nem como se prein a salvo, refugiam-
se eom os seus filhos na nica e modesta igreja
do logarejo, esperando escapar assim barbari-
dade daqnella soldadesca selvagem.
Mas, nada respeitando, os rossos, depois de
ter.-tn esquadrinhado as moradas, invadifam a
ra sma igreja, cujo solo ficou em breve tinto de
sangne das suas victimas.
U na destas malheres, que tinha o filho ao
seio, teve a presenta de espirito, no meio dos gri-
tos, daa violencias, da conftalo, de subir a esca-
da sem ser vista e trepar at o campinario.
Acacapada n'um canto, meia louca de medo,
atrevendoae apenas a respirar oa a mexer-se, all
ficou at que passaasc tudo, e foi assim que se
salvou cem o sen filho.
. 1 A pobre aldea, que escapou como por mila-
gre desu mortandade hornvel, era aquella que,
eom o b-u marido, cu i .a va da asteria da aldeia de
B mele.
Chamava-se este Cario Vcrdi, e o filho destes
dous camp raezes, o pequemno Giuseppe, que de-
vi duas vezes a vida 4 aua mli, era o futuro au-
tor de Nubuco e da Traviata, de UigoUtto, da
Alda e da missa de Rquiem.
Nlo foi a nica vez que Verdi escapou de raor-
rer.
Um dia, na idade de 12 anuos, ao r de Bussot-
te para R mele, eateve para perecer do modo sin-
giiar.
< Bra no dia de natal e ia elle tocar brgao na
niissa d'alva.
Obrigado a pr-se a caminho muito antes de
amauhecet para pi-rcorrer a distancia que o se-
parava de Roncle, a enanca cammlmva dirfijil-
in nt no meio da obacuridade profunda, nlo ten-
do por guia sinlo o seu habito de lser aquell 1
cainiuho.
N eacuridlo da noite nlo vio ama valla as-
gas profunda que Ihe fechava, por assim dizer, a
pjissagem; escorregou, cabio 4 valla que estava
entlo cheia d'agua, e surpiendido pelo fri, tran-
sido, tin ando, extenuava-se em esforcos notis
para sabir dalli.
Eotava j que nao poda mais, quando feliz-
meute nina aldea, que pa sava perto, ouvoi.lhe as
qu 'Xia e os gemidos; eorreu para elle, poz-sea
aj ..lal 1. e. a muito cuato, ple afiual tirar da
agua a p mre crianca.
Sem o auxilio desta malher, Verdi teria iufal-
hv-iin-iite morrido all, e a Italia cootaria muios
um grande artista.
icio looiavcl As orphls raptadas no 2*
district policial do Arrala], casara no hontem na
igreja io Monteiro, devido aos grandes esforcos
empregadoa pelo subdelegado Sr. Festana, auxi-
liad 1 peio digno vigario Jo&o Rodrigues da
Costa.
Cfti*f>aEflectuar-se-hio:
lioje :
Pefo oyente Alfredo Gnmar&es, ao meio dia, -4
roa da A uizade, de movis.
Velo agente Gusmdo, s 11 horas, roa do Mr-
quez de Olmda n. 19, de 144 balotes eom papel.
Velo agente Vestana, as 11 boras, no largo de
Apipueo u. 80, ao ea'a'belecmento ahi sito.
Araanhl:
Velo agente Moderfo Baptista, as 11 horas, ao
Cauiuho Novo n. 1P', de movis.
Pelo agente PeMna, ao meio dia, na tu do Vi-
terspo dos desastres doa
/
r^



i.vV.:
-L';'


......
]



itrio de iboc
gario Tenorio n. 12, de 1 boi e carrroca e de 1
chalet. .
Pefo agente Martin*, s 11 hora, na roa de
Paulino Cmara ti. 5, de movis.
Wi*u fuootarea.Serio celebradas :
A.8horas,.na igrej de Noss* S.-nhora do
Caimo, por almV. de Maaoil Alvaro d* Silva Agaur.
Amanh :
A'a 8 borai na matri* da Varo* e na Ordem
Terce;ra de S. Fra icisco, por alma de Ignacio
Jaque di Costa Gui-nar** ; s 3 hora* naa m*-
triaes de Sinto AnraV, Gravat e Bcerro* por
alma de Alfredo Jos iLi 3aW.
A's 7 hora, na matrix da Bm-Vista, por alma
de D. Julia Isaura Sjuto; s 7 horas, no Livr*-
mento, por alma da D. Juventina Mendes de Cnr-
valho Castro; s 8 horas, em 8. Francisco, por al-
ma de Ignacio Jacqo da Cista Guimaraes.
Se^unia-fcira :
Fraucissa dos Santos Marfyr da' Nascuieuto,
Pernambuco, 62 anos, viuva. Boa- Vista ; carci-
noma.
Coorado Dionisio Alvos, Pernaoaouco, 34 ancos,
casado, Boa-Vista ; cachexia typhilitca.
Manoel de Franca da Hora, Parahyba, 40 an-
as*, eolteiro, Boa Vista,; bronchite.
Arthur, Pernambuco, aiaa, Boa-Vista ; traque-
as congenita.
Jos, Pernambuco, 8 meaes, Boa-Vista ; con-
vnlsocs.
Vie-acia Alaxaudrina Pereira Dutra, Pernam-
buco, 72 Tirar.-f1"". Bja-Viata ; uteecao puro-
Unti.



b
-

m

A'a 7 hora*, aa di Oliuia, p>r alma do rran
cisco de Paul Vilella -> Qjeiroz Fouseca ; a* 8
hora, na matriz d B:>a- Vista, por alma de D.
Vicenc'a A. Pereira Datra.
Patftnaxelro Sahidos para o eul no vapor
nacionil Cear:
Conselheiro Fretas Hcnriques e sua iamiliu,
Dr. Jos Julio Fernandes Barros e sua seuhora,
Eduardo A. de A. Leo, D. Zaknira Pajnb, D.
Anna Joaquina F. B. Leao, V. R. Blanco, Aure-
lio A. Soare*, Jos Augusto de Oliveira, Joo Ka.
moa Guinnres, Luis Moreoa, aua seuhora e 2 fi-
lhos, Jos Antonio da Costa e Silva, aua senhora
e 4 filhos, 1 mepor e 1 criado, D. Josepha oo Pa-
v trocinb e 1 filha, Libjrio F. de Moura, alferea Jo-
a Soarcs de Mello e 1 criado, 2o tenente Jos
Thomaz Machado Portella, Liberata Mara do Li
vrameotoT Man -ei da Silva Cardoao, Benedicto
Jos de Sant'Anna, Alf re lo de Mello, Fraucisca,
Joanna, Salustiana, Maria, Joa-> e Florentino, Ma-
nual Gonealvea de Lima, Genfzmdo C. de Figuei-
do Mello, Maria, Tibureio I. L. M-iraillon, Fran
cisco Pereira da Silva, Manoel Nanea Fonseca,
Orestea da C Fernandes, D. Mara de Oliveira Falcad c Santos
Falcao.
Casa de aacler.caMoviniento dos pre-
sos do da 25 de Janeiro :
Existan preaoa 350, entraram 21, saturara 23,
Existem 348.
A saber :
Nacionaes 321, mulneres 8, estrsngeiros 9, es-
sravos sentenciados 5, pri-ceasado 1, ditos de cor-
reecSo 4Totaf 348.
Arracoados 307, sendo: bons 292, doentea 1&
Total 307.
Moviraento da enlcnnaria :
Tiveram a'ta: '
Romana, escrava, eentenciada, e Francolina
Francisca Mara de Josus.
Ciraude extraordinaria lotera da*
tazoa Esta grande Ijttri, cojo premio
grande 2,000:OJO*000, ser extrahida impree-
rivelmente no dia 12 de Fevereiro prximo.
Os bilhctes acham-se venda na praca da n-
dedendencia n. 37 e 39.
Lotera de ln-ternea-A 4' parte
da 1 lotera deta provincia, enjo promio grande
600:000*000, ser extrahida no dia 5 do Fe-
vereiro, impreterivelraent^
Os bilheies ncham-se 4 venda na Roda da For-
tuna, ra Larga do Rosario n. 36.
botera da reneA parte da 202 lo
reri da corte, cojo premio grande de 100:000*
ser eztrahida amanha 29 de Janeiro.
Os bilhetea ach :in-se venda na Casa da For-
tuna ra l'riineiro de Marco n. 23.
Tambem acham-ac rtmda na prafi da Indt-
peudeucia ns. 37 e 39.
Lotera do Cear- A 6 parte da 3 lot.--
ria dista provincia, cujo prmaio grande ........
4 0:000*000 ser extrahidani dia 2 de Feve-
Os blhetoa acham-se venda na UjJa da For
tun ra Larga do Rosario n. 36.
Tambe acham-se venda na Casa Feli,
praca da Iudepeudencia na 37 e 39.
Lotera do Paran-Esta importante lo-
tene, cujo premio grando 300.-0000.:0, .' habi-
lita-se a tirar 15:000*0)0, ser extrahida i-npre-
terivdmente boje quiata-feira 27 do camota
Achsm-seexpoatos venda 03 restos dos fcilhc-
tes na Casa da Fortuna 4 roa Primeiro de Maro
n. 23.
Lotera do BloA 3 parte da loteru,
n. 366, do novo plano, do premio de 100:000WXX!.
.ir extrahidit no dia .. de Janeiro.
Os bilhetea acham-se venda na Casa da Fo. -
tuna roa Primeiro de Marco.
Tambem adaam-se vendo ua praca da nue
pendencia ns. 87 e 39.
Lotera de Matelo de atOO000
A 2* partes j4 l lotera, cujo premio
de 3'?0:08W, pelo novo plano, sera ex
impnXeaknaflte M dia 1 de Fevereiro
acmelo dia. '
Bilhetea a venda na Casa Flix da praca da la
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda Roda da Fortuna
na rua Larga do Rosario n. 36e ua Casa da For
tuna roa 1 de Mtrco n. 23.
Precoa resumidos.
Lotera do 4irao-ParA 8 fiarte tes-
ta lotera aera extrahida quinta teira, 3 de Feve-
reiro.
Bilhetcs venda na Caaa do Ooro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40
Tambem acham-se venda na Caaa da Fortu-
na rna 1 de Marco n. 23.
runde lotera da provinciaA 12 '
serie desta lotera ein beneficio dos ingenuos ds
Colonia Isabel, cujo premio grunde 210:000*000,
aera extrahida no dia .. de Janeiro, a 4 horas
da tarde.
Oa bilhetes acham-ae venda na Rada da For
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Haiadouru publicoForam abatidas m
Matadouro da Cabanga 86 retes para o consumt
do dia 27 de Janeiro.
Sendo: 64 reaes pettenceutsa Oliveira Castro,
& C-, e 22 a diversos.
Mercado Municipal de 9. Jos-(
movimento deste Mercado no dia 26 do correte
foi o aegninte : _
Entraram :
28 bois pesaudo 4,642 kiloa.
571 kilos de peixe a 20 ris 11*4211
136 cargas de farinha a 200 rea 27*20
13 ditas de fructas diversas a 300 rs. 3*900
5 taboleiros a 200 ris t*O00
16 Suin .a a 200 res 3*200
Foram oceupados :
221/2 columnas a 600 ria 13*500
22 compartimentos de {ariuba a
600 r.a. 1MW
19 ditos de eomida a 500 ris 9*500
67 ditoa de legumes a 400 ria 6*800
16 ditos de su no a 700 ria 1 l*2n0
11 ditoa de treasaraa a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*OUO
7 dios a 1* 7*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talh'.s a 1 ris 54*000
2 Ulhos a 500 ria 1*000
Oeve ter sido arrecadada neste d
a quaatia de
CHRONiCA JUICIARIA
Junta mmerclal da eitlade tic
Reelfe
ACTA DA SESSO EM 20 DE JANEIRO
DE 1887
naaroENCii do hxm. sb. coumeuddo* aktomo
OOUKS DE MIRANDA LBA
Secretario, Dr. Julio Guimare*
A's 10 horas da mauha declarou-se aberta a
sessao, estando presentes os Sr. deputados Olinto
Bastos, eommendador Lopes Machado, Bettrao
Jnior e. Hermino de Figueirtdo.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior
e fea-ae a leitura do seguinte:
BaMHit
Oflcioa :
Do 15 de correte, da juuta dee rrctorea dista
praca enviando o boletim das coIacSea officiaes d>-
10 a 15 do presente mea.Seja archivad i.
De 15 do eorrente do Dr. inspector commercal
de Macei informando a peti.ao de Manoel A. da
Silva Antunes. Junte-ao a os papis do jietieo-
nai io.
De 8 do eorrente da Junta Commeicial de S.
Salvador aecusando a recepcao de orBco que I he
dirigi acempaohado da relacao dos commercian-
tee matriculados no amaestre prximo pa'sado.
Para o archivo.
Diario* Officiaes de na. 360 a 3G1 do auno pro^
rimo passado e de na. 1 a 10 do crrente auno.
Archiverr.-se.
Foram distribuidos rubrica os aeguintea li-
vros :
Diario de Willinm Hallday & C.. dito de Car-
Jicirpyda Cuuba i C, Copiador de Lima Coufiuho
^ C^dUode Martina Capito & C, dito de Jos
Pernra de Amares, dito de Tavares de Mello,
Genro 6c C.
A;signaram-8e es termos de en'Kga ao agente
de leilo Augusto Cesar Stepple dos livroa Diario
te sabidas e entradas e contas correnes que ten-
do sido de ua prnpriedade achavam-se archivados
pvr ter desistido do officio para o qua! fra de novo
r.umeado.
O Sr. eommendador presidente ej sciencia
a juuta e esta ficou interadt. do despacho que pro-
ferir a 14 do cerrente vista da urgen***) lle-
gada, ordenando o registro da njmc cao de Pau-
la Moreira da Silva eaxeiro despachante do vis-
conde de Itaqul do Norte, e baixa oo registro da
nomeacio de rx-d Costa Oliveira. .
DESPACHOS
Mappas :
Dos armasen* alfandeados ra do commcrcio
ns. 3 5 e 7.-Archive le.
Petices :
De Jos Pereira de Amares, adiada da prece-
dente sopsSo, solicitando carta de ccmmerciaate
matriculado. C*mo requer.
Da Antonio Jos da Costa Araujo, snb lito por-
tagocs, 45 anDos de idade, natural de iegoeaia
de Villarinho das Combas em Braga, e domicilia-
do com sua caaa de relogio ra Larga d > R sa-
ri > n 9, aolicitando reeonaiJeraco do despacho
proferido a 23 de Dizcmbn prximo passado. > fim
de ser ndmettido matricula de commerciante em
vista de 11 docuvntua que a psente,D ferido
(com os votos dos '-'rs. deputados Olintbo Bastos,
BeltrSo Jitkior e Figoeiredo, spndo votoe vencidoa
os Srs. commendadvres precidente e deputado Lo-
pe* Machado).
De Lua Antonio Siqn^ira, Affonso de Azevedo
Maia e Carlos de Moraes Gomea Ferreira, para
que seja archivada a alteraco de seu contracto
eocial somente referente a parte que os tres socios
tem nos lucros durante o periodo da aociedade.
Archve-se.
De D. Joanna Joaqoina Alvea Rbeiro, D. Fran-
cisca Theodora Al ve, D. Maria Joaquina Alvea,
D. Emilia Joaquina Alvea, D. Maria de Miranda
Alvcs representadas por seu procurador e Jlo Jo-
s da Silva, para que seja ai chivado o distracto
de sociedide da firma Silva & Alves, da qual eram
socios Joo Jos da Silva e o fallecido Joao Joa-
quiro Alves hije, representados pelos seos herdei-
rpa, near.d? atet Je posee do cstateleeimento d
0| Dr. Castro Jtau* tem o sea consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23.
sobrad.
Dr. Gama Lobo medico operado/ par-
teiro, rosideocia rua do Hospicio n. 4>
Consultorio : rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manli s 2 da
arde. Especialidade : molestias e opera-
v8es dos orgSos genito-urinarios do homem
e|.da roulher.
Dr. Joaqun Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ,rua do Cabug n. 14, 1."
andar, de 12 As 2 da Urde ; residencia no
Monteiro.
Rrocaria
Francuc Manoel da Sui <9: C-. dapo*
srtaios de tudas as especialidaaes pharma
jeuticas, unta, drogas, productos ebimie
a medicAruentoa homceopaticos, rua do Mr-
quez do Olinda n 23.
tlroRarla
Faria SoBrinho & C-, droguistas por at-
Uc&do, rua do Mrquez de Olinda n. 41
Seriarla a Vapor
/Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisca dos Santos Macedo, cae
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimeoto, o primeiro da provincia neste
genero, compra-ae e vndese madeiras
de todas as qualidades, serrarse madeiras
de conta albeia, assim como se prepara.m
obras de carapina por machinas e por pre-
go aem competencia Pernambuco.
Ja
i *
Pranoee," t*luiir e fall .r .'1HF
Miieie;- 4*000
meiaaiidade. ero pagas adiantadaa no
-ia laAbetaMaTv
rio, da* boraapda Urde 8 da noute.
meniu'ia ':gos, lnteraoa e meio-pensio-
itlae p r raensalidadea raaoaveis.
atre veinente, ha ver aula de dansa e gymnaatica
gara os cgoav
Rua VcU:
- diJuftgmt de Avedo. r
t'oaa cuum
ni
H KLiaCOLS A PEDIDO
A resaaura^o de Pernambnco
dodomiaiohollandez [i651)
Dos fastos da patria histori;
Hoje nos vem memoria
Um dia d'immensa gloria,
Urna pagina que exprime
Urna brilhante epopa
N'esta bella Maurca,
De que nao se faz ;da,
Um feito boroico, sublime !
Foi no da prazenteiro
Vinte sete do Janeiro
Que o vi! dominio catrangeiro,
De ferro o jago hollandex
Quebramos em mil pedaco3,
Rasgamos os fortes lacos
Que ligavam ncasoa bracos,
Pela nossa intrepidez !
Salve, hcies pernaaa^fKau .j
Sempre bravos, simpre ufan .,
Por prodigios sobrehumanos
Doa Guararapea nos montes,
Em que naa I utas tamanhas
Deltes mostrastes sanhas,
brastr a tantas facanhas,
C'roastes de loura as tontes I
Provaato se brasileiros,
Isto va lentes gnerreiros,
Como Vidal de Negreiros,
('amanso e Henrique Das,
Nobres padrdes immortaea
De herosmo, sem iguaes,
Naa batalbas colossaea,
as inais :\ nhidas puruas !
Foi Jo2o Fernandes Vieira,)
De fama to altaneira,
Que a frente da tropa inteira
Entrn n'esta capital
Co'outroa hroes destemidos,
Dondo bs batavos vencidos
Foram p'ra sempre banidos,
N'esse da festival !
Assim se den exterminio
Ao tyramiLo dominio
E varreu-se o esterquilino
Que aviltava este torrio :
O altivo Lc5o do Horte,
Coutra a hollandeza cohorte,
Realisou livre e forte
Solemne restauraco !
Recife, 27 de Janeiro de 1887.
8. P.
masado ileie
431
O viajante mpaido das Pilulaa Assacaradas de
B.'iatol, acha-*e perfeitami nte armado e precavido
oatra aquellas euiermidade* do cstoaiago, figado
e iLteatinos, commuas em tolo* na crimaa. A pri-
mara cousa fazer-ae, i,o eaao de uin ataqne bi-
lieso, a evacuaco ti \ jtStini Pilulas As-
suciradaa da rfsto, V^-t** este servico do
uja maneira rpida, < cm caustrem o miuimo
incpmmodo ou dor. \, -sa^qua c-IUb limpaa,
eliaa auaviaam e carain. Ellas centcem rm si um
eerto principio emoliente que tirita a rritaco; a
qual de outra forma teria lugar durante uina utu-
rJa purgacio. Durautc a sin cp -recao nao se
s'Tilo essas agudas, Uscinantos e espasmodicas
drea, que de ordinario aeompanham a accSo pro-
duzida por caaes catharticos minorara. Para o
trutamento de dyspepais, hemorrhoidis, affecco
do fijado, enxaqueea, suppresso, vertigeus, coli-
e>ifardenca do estomago, ellas nao jusiamout- o
rcnedo desejado, c i:euhuma outra medicina co-
ia pie suppiir o tm lugar.
JHpas e achain acoo!iJfci.adas dentro de vidri-
ulij e por isso a sua conaer/ico^ doradora em
todo o* climas.
Svtodos os casos provenientes ou aggravados
j W^hwrea do aanguo a S.ilauparrilha dw Bris-
tsr'devora aer tomada conjuucrameate cositas p-
i'.Jaa.
Ata%>*e venda em toda ao b-jtic.a e lojs de
Ac*ttjBptn Pernambuco, Henry Foater 4 C.'
rua 'do Comnercio n, 9.
7 &
Datume antigamente se mandar as pessoas
fi da pt-ito s margena embalsum idas pilos
maiitimoa, a sciencia moderna confirmou
erstume comoNs maio mais seguro de cura ;
como toiJojSMid* nao podo viajar, o pro
a teria^fiQiWRjjifyolucil i se o Sr Lagasse,
dASjrd.e|K'nid*iS*8e coiicrtitriido no Xarope
i rastm.taiirttsi sen nomera Seiva do Pinhj Ma-
rL'imo, ta? ^5al se < xfiahe da.a^vore, poudo assim
orfcned:o ao alcance de toio'o iuadj.
m
-'Jt* diarrhaa to frequentcs dorante o vero,
s^hrctudo as de Cbrac-ter ebrouico, dependem ge-
rlaiei)tc do mo estado c'o estomago, cuj ,s func
enes estSo pertuibadaa ou t.niim-si impossiveis.
Vojti 3 caeos, os alimentos chgara ana intestinos
iii digeridos c entretem a dia/rlia que uein mes-
'oo o rgimen lcteo cousegue faz-r i>arar. A* vis-
ta desta tenacdade, muitoj medwoa da marinha
f -inceza Cmpregaram as peptouas p-.ra alimenta-
"Tl-m os doentea e observarnm a eura da diarrha e
o redtabtsUc,iui<>nt) da talr. Segundo es es exem
los, nao besiane em recommendur aos nossos
leitoreso nao tlo/yinho daChapo.'e.iut, exclusiva-
raeu'e com- leptona pina de carne ce vnc-
ci, dsmdv'da em un vurn genero de Herpiia.
\ :______________.
Aos pwtuguezes
A aatisfacSo coa que Loj- vivo pe a aaudn re-
cuperada, faz com que venha impreusa agrade-
cer aos cos, de vir encontrar o verdadeiro e ni-
co remedio que cnrcu-me da terriv. I rnfermidaie
.tt\e ia me consumin^o ha nuia do 20 annog, em
Pjftug.il, onde fui tratado ora e ine.ro e sempre
;e; vim pira c em procura da gande, que
peri i tomando os verdadeiros pos unti-ha-
rh>idarios do pharmaceutico Lua C ros, e
TTue se veudem na trte, na drogara do Silva Go-
mes & C.
A m'mha tefrivel djenc era toda bemarrhoidas
c Z.raao esta publicaca.). guiando os doentea para
fcdadeiro rcmediR, creio ter cumjirido un dever
da gratido a Deus pela mii.ha saude recuperada.
Santa Risa, 28 de Janeiro de 1886.
Jos Lopes Eteve8.
Deposito: Fraactao Mano'l da Silva & O.,
roguistas rua-'Hirqnez de Olinda n. 9.3.
Escola p4fticular
de instrncfo prtwnria para o
sexo mas calino
CASA DE.BHSINO MOWHINO
36Kuf Velha36
O abaixo aasignado, participa ao Ujustrado pu-
blico deata cirfade, que abri aua jEacola parti-
cular de inatrueco primaria para o sexo masculi-
no, rua Velha n. 36, (Boa-Vista) onde esme-
radamente te dedica ao enaioo de aeua alumnos,
Ednca e iustrne a infancia pelo raelbor systema
doa principaea collegios da edrte do imperio, onde
por algum tempo demirou-se paaKio, cujo ays-
tema a delicadeza, a vocaeao^V paciencia
intima para o ensino, fazendo com que oa seas dis-
cpulos sigam o caminho da intellignnca, da honra
e da digmdade com santos eonselhoe e aSs lices,
afira de que venham a aer o futuro sustentculo
da patria, da religiio e da le, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera merecer a confianca e proteeco dos
pais e tutores das ereancaa que queiram aprove-
tir um rpido adiantemento de seus filhos ou tu
telados, e em particular tem t robusta em todos
oa aeus compatriotas pernambu canos.
Comquanto clisada seja esta tentativa, todava
espera que os seus iccansaveis esforcos, e os sena
puros deaejos sejam coroados com a feliz appro-
vacd de todoa oa filho do imperio da Santa
Cruz.
fiera finiafeote, que o Mtfpeitivcl publico
t\p.reciajr^46 perto o seu ve'daJotro ensino
rio, ou le' rltpidair.ente aa ereancaa abracara
r umam decoraco as livrog, as ^*i|s,;s let-
tras e ae artes. .49^ '"
Men3alidade-^2/0'>0 pa^os adiantadoa, no acto
da matricula.
""oraria.--.das 9 horas da manbS e 3 da tarde,
internos e ineiO/.pensionistas.1
nisoavea.
Rendimento de 1 a 25 de Janeiro
207*320
4:604*860
4:902*180
Foi arrecadaJo liquido at hoje
Precoa do dia :
Carne verde .120 a 480 ri o kilo.
Carneiro de 720 a 800 re idem.
Sumo* de 560 a 640 ris idem.
r'annha de 240 a 820 'ia a cui.
Milbo de 260 a 820 ria id-aa.
Feijio de 560 a 1*000 dem.
CelBiitorio Publica Obtaano do dia 24
de Janeiro:
Preaper Legoul, Fra-ca, 48 *no*, oltelro,
Boa-Vista ; tubereolos palmooare8.
Mara Angela de Lima, Peruambnco, 50 annos,
viuva, S. Jns ; cancro do tero.
Manoel Uraina R>driguea de Azevedo, Poroam
bnc, 39 anuos, casado, Poco ; tubrculo* pulnJ-
narea.
Pedro, Pernambuco, 8 mezes, Graca ; febre pa-
ludosa.
Gertrudea Monica G mcalvea, Portngal, 40 an-
nos, viuva, Boi-Vista; dysenteri*.
Firmino, Pernambuco, 18 mezea, S-nto Anto-
nio ; chd ria.
Joo, Pernambuco, 1 aono, S. Jos ; gaatro en-
tente.
Francisca ArtHina Ferreira, Pernambuco, 16
aauoa,olteir>t,S. Jos; tubrculos pulmonares.
Anna Idalina Viannii Lins, Pernambuo. 27
annos, casada, R-cfe ; tuoeiculoa pulmonares.
Catbsroa. Pernambuco, 30 annos, solteira, San-
to Antonio; enterite ebronica.
- 25
Joao Meo lea dos Santo, Pernambuco, 25 au-
no, aolteiro, S. Jos^ febre typhica.
dfa
ferragens sito rua do Marque da Olinda n. 58,
e o ex-socio JoSo Jos Alves com o de n. 56 e de-
posito a rua de Domingos Jo Martina, e do acti-
vo e obrigado pelo paas'Vo da extncta aociedade
com a faculdade de poder continnar a usar da
piedita firma.-Archive-ao na forma da lei.
De Jo9 Antouio Pinto Seroido para que 83 regis-
trera aa procuraeSes que lhe pasaaram e a Antonio
Augusto Pereira da Silva o commerciante desta
praca Antonio Goncalves de Azevedo e sua mulher
D. Rita Affonso de Azevedo.Sejam registradaa.
DeLeoniaa Tito Loureiro, para que se registre
a ncmencao de sen eaxeiro Ildefonso Esmeraldo
Gomes de Siqueira e se d baixa na de seu ex-ca-j
xeiro Manoel de Lemoa Duarte.Como requer.
De Manoel Lus de Oliveira, idem de aeu ca-
xeiro Antonio Reinaldo de Miranda Jnior e bai-
xa de Januario Gome do SantoaNa forma re-
querida.
De Joaquina Mauricio Goncalvea Roaa e Joao
Fernandea Juho, para que ae archive o contrac-
to de aociedade em nome collectito, que celebra-
ran aob a firma de Goncalves Rosa & Fernando*,
com o capital de 25:000* para o commercio de
gneros de estiva e eapeculacea de conta propria
e commissoea neata praca.8eja archivado.
De Doarte & C., para qoe se registro a noniea-
cao de aeu caixeiro Iamael Rbeiro JniorRe-
gistre-ae.
De Nunes Coimbra & C, para que se d baixa
no registro da nomeacao de aeua ex eaxeiro* Ana
niaa Goncelvea Coimbra e Raymnndo de Azevedo
Souza.Como pedem.
De Adolpbo Henrique Daia, Miguel H. Daa,
Eiisa Guillermina Naumann, Mora Francisca
Nanmann, e Julia Maria Naumann para que seja
archivado o cootrdeto de aociedade em neme col-
lectivo f ob a firma Adolpbo Daia & Irmoa, gen-
da nicamente ncl* predicto socio Adolpbo, com o
capital de 12:296*167 para a continuaeao do fa-
brico de carro8 rua de JoSo do Reg na. 14 e
16, deata cidade.Archive ae depoia de aatiafeito
o parecer.fiacal.
De Onto Jardim & C, baixa na nomeacao de
seu ex-caxeiro Jos Carlos Moreira, registre da
qne passaram a Augusto Ferreira da Rocha Leal
e a Jos Bento doa Santos Beruardes, sendo este
despachante.Sejam registradaa .aa nomeacoes e
d-se a baixa pedida.
De Jos de Mattoa e Silva, para que ae archive
o distracto da firma de Mattos & C. da qual era
tambem aocio Antonio da Silva Campos, cando o
ex-sotin Mattos de posse do activo e do eatabele-
cimento roa do Imperador n. 83, andar terreo, e
obrigado pelo pasaivo da extncta aiciedade.Pa-
go o 8ello do arebivamento, archive-se na forma
da lei.
De Manoel Archanjo da Silva Antones, infor-
mado p'-'lo Dr. inspector commercal de Macei, ao-
licitando titulo de agente de leilo desta praca.
Preste flanea.
Prestaran juranento de bem servir o cargo de
avaliad ires coonmerciaes durante o triennio de...
1887 a 1889, Joaquim Hngdlino da Silva Fragoao
e An'onio de S Leito.
Nada mais havendoa despachar clllm Sr. eom-
mendador presidente encerrou a sessao as 11 e
mmada maoha.

A! (arde
V
IHDICAQOES OTIS
esfsM
O Dr. Lobo Hoscoso, do volta de sua
viagero ao Rio de Janeiro, conotia no
oxcrcici de sna profia=ao. Consltuas das
10 s 12 horas da uianha. Especiald.de*
eperaroes, p.rto e molestias do s-nhoras e
intniuos. Rua da Qljria n. 39.
Dr. Ibirreto tinmpaw d consultas de
rotio-dia s 3 horas uo 1. anaar da casa
a rua 3 Karao da 'Victoria, n. 51. Resi
dencia rua Sete de Suterobro a. 34, en-
trada p.-la rua da Saudade n. 25.
Eu vi-a nao muito de tarde jan ella,
Sorrindo tito bella com a rosa no peito;
E a brisa corria subtil, feiticeira,
Risonba, fagneira com clico effeito.
A tarde encantada de manso fugia
E o sol se esconda com vagos anceios ;
Eu vi... pare-a scismar na ventura,
Talvez na docura de seus devaneios.
Alegre a avezinba arrulava contente,
Embalada innocente as azas da brisa
Mas grato lhe lora libar a fragrancia.
Da vida na infancia, que foge e desusa.
Mas tarde depressa seu peito s'inflamma,
Queimado da chamma d'ardentes amores,
E ella bem leda fruia a lembranca
De um co de esperance, de risos e flores.
E aps 1 que docura, que mgico encanto:
Dcscia-lhe o pranto da face cm carmim.
E lonco implora va, que nao me negasse,
Se o pranto da faca corria por mim.
E ella medrosa, ligeira confessa
De lagrima oppressa com glido riso:
Sou tuae no peito vivissimae flores
De gratos amores eu guardo, eternio.
Recife, 26 de Janeiro de 1887.
Paulino Quedes.
0 Contribuinte
E' snnsivel n'esta provincia a falta de nm jor-
nal, em que muitos conservadores, que ae acham
animado* do deaejo de manifestar pela imprensa as
auaa idaa e os seua sentimentos, poasam fazel-o
com toda a liberdade e sem sacrificio pecu-
niario.
Nao menos seusivel entre nos a falta de um
jornal dedicado a jurisprudencia, em que se poa-
sam discutir aa queatoea pendgntes, sem oa longos
intervallos daajrcvistas publicadaa na corte. *
Attendeodo a una e outra coma, projecta-se
Deata cidade a publcaco de um jornal intitulado
O Contribuinte.
Alguns cavalheiroa prestaram-ae de bom grado
a agenciar aaaignaturaa.
Escola primarla para meninos
cgos
RUA VELHA N. 36
O incansavel professor particular, abaixo aasig-
nado, participa ao respeitavel publico deata pro-
vincia, que abri em seu collegio, aito roa Ve-
lha n. 86 (Bi-Vista), una aula primaria e secun-
daria para meninos e adultos cgos, dirigida por
Francisca Vctor Credo, profesaor do Imperial
Instituto doa Meninos Cgo do Rio de Jsneiro, e
do Asylo de Mendicidade de Santo Amaro daa Sa-
linas desta provincia, o qual espontneamente of-
fereeeu-ae para tal fim.
Espera p rtanto, que esta escola seja bem aco-
Ihida neata capital, e igualmente pede a proteccSo
de aeua cullegaa e amigos, c de todoa aquellea qna
o sabem apreciar de perto, u amor que dedica aa
lettraa patrias, e ao progresso do sea paiz.
O estabelecimento bem preparado como se acha,
pode aer visitado pela* familias intereaeadas, das
9 horas da manb s 8 da noute.
A* matriitulaa para as aulas, desde j estaro
aberta, para os cgos de qualquer idade, mediante
aa mentalidades seguintea:
N. 3. Mais se tendes filhos debis que
por lulta de appitite csto do?ntes, dae-
Ihes a Emulso de Scott
E' maravillioso. cerne ora pouco tempo.
ro tomarem-na, restabelecem-so e como
aeeuoeram a energa c a sade.
Mt H8 Ab.it
Continua a funcionar este estabelecimento de
educacaj, sito rua do Progreaso n. 1 (Soledade).
O servico das aulas acha-se distribuido d> ae-
guiute modo :
Portugus e aritbmetica0 director.
Francs e latim O vice-director.
GeometraDr. Bernardo Lins. .
Ingle/.Dr. Julio de Mello.
6> ographia o historiaOr. Ayres G una.
Khi t ricaO vieedreetsr.
Philosophia-Dr, Arthur Orlando da Silva.
Algebra esciencias naturaesDr. Ayres Gama.
A censoria est a cargo doa Sra. Dr. Bernardo
Jos da Gama Lins a acadmico Tranquilino G.
de Mello Leito.
A aula iuiantil eot a corgo daa Exmaa. Sras-
DD. Maria do Patrocinio Ucha Porto C*rreiro e
Maria Olindina Pires Ferreira, auxiliadas pelos
Srs. director, viei-director, censores e acadmico
Leopoldo Pires Ferreira.
Par aa demais informacea deve-se proeurar
no instituto o director
N. B. Taato as aulas do Instituto como as
da anla infantil, os profesa ires taz*m repetiepea
afim de evitar completamente o enaioo mtuo, e
08 alumnos nao se Ocuparem em leccionar os seua
coinpanheiros.
O dirfctor,
Lniz da Costa Ferreira Porto Carreiro.
A o publico (1)
O Sr. Bernardo Jos doa Santos, residente no
Cerrito, municipio de Pelotas, provincia do Rio
Grande do Sul, querendo prestar urna homenagem
verdade, tornando publico aa virtudes do pcl-
loral de cambar, preciosa descoberta do
Sr. Alvares de 8. Soare^, de Pelotas, fez publicar
o seguinte importautisaimo documento, em diver-
sos jornaea da referida provincia :
Leva ao eonheciineuto do publico maia j
triumpho alcancado pelo popula remedio
toral de cambardesooboita e r
cao do Sr. Alvares-de. S. Soares, do Pck
Havia sea annoa que urna to* grave me
atormentava dia e noite, fazendo u
tarja abundantes escarros de aac;*<- '
com certeza uchavam-se 60a'SOF e en : .
fallivelmente de sueciianbir t trriv:'.
monar !
Um amigo aabendo do raeu estado, acou3e-
lbou-me o precioso pelloral le ranibar.
e somente cem o uso de 12 vidros diste mpor'an-
tiaaimo medicamento, consegu curar-mo radical-
mente, eentndo-me hoje forte e podeodo j entre-
gar-me a lides de minba fazenda do Cerrito.
Depoia deate caso, trnh i a onst'hudo a milita
gnte o peitoral de cambar, c tade tm
colhido resultados imp rtautea.
Actualmente fz uao deste preparado, com
muito aproveitamento, mioha fiiha Neufrides, que
tam'jem se acha s ffrendo -o p.-ito.
Fazenda do Deseanco, no Cerril', |24 de Oc-
tubro de 1884 Bernardo Jote do* Sant.*.Be-
conheco como verdadeira a firma upra. Em ti-fl-
temuiiho de verdade, o eseriv) de paz Ro'ddo
S. de Gouveia.
Uuicos ageutes e d. pairarlos geraes nota pro-
vincia Prasaelaco bdkI 'la"liv.i\ C.
a rua Marque de linla n. 23.
.. CiaXIiECIO
de S. Lni Gonzaga
Com este iitdlu f.indei no dia 15 de Nove**k*.
na rua do Hosdico n. 55 nm estabelecimento leo-
tinado instrueco primaria e secundaria de *-
nios..
Abalancar-se a emprezaa dessa ordem em fjisiw.
como a qoe atravesamos, incootestavelneaB
grande ousada e temeridad?. Antevi perfca-
mtnte aa difficuldades com que bavia de lutar,o
mil obstculos que se me antolhariam no camiako,
mas, a pozar de prever tudo isso, nao me oi poe*-
vel resistirlo deaejo de contribuir com o meu pe-
queo contingente para a grande tbra do levaaCav-
mento da instiaeco.
Ensinam-se no collegio as segnintes materias; -
leitura, calligrapbia, portuguez, fra'icez, i
italiano, latim, geographia, historia, arithn
geometra, algebra, philosopbia, rhetoriea,
vocal, piano, flauta, rabeca pyiunnscica, deeed
e convcrsacSo das linguas: iranceza, ingtet*
taliana.
A casa em que Ee acha o collegio nao pede s*r
mais adaptada para ease fim : satisfaz cabalmente
a t .das as exigencias de estabelecimentos deess
ordem.
Como resido com miaba familia estou em coa-
di^oes de receber meninos de mais tenra idade, a*s
quaea nao faltaro de certo caidjdpj o solicitado*.
Confiado ua boa voutado ^gSra,pais di-
milia para ellcs nppello esp ;ij Jtdjrjff eoa/jai-
varao na ardua e difficl tarSW^pdiicac5j seua filbo.'.
Beabrir-se-hao as aula a 7 de Janeiro v^sri-'sc
Scife, 19 de Des>mbrp de 1886.
Padre Manoel Lobato Carneiro da Cu
\ ( O eo selheir
iaaciuitjnto
contina no
ha n. 56v
Soares d'Asevex
Collegio Amor Divino
ABVOCACIA
tiro Dr. Manoel do
l*ab* uaWpb;'io de sup (
pcofissao de rlv%gaiio podendoj
ser enebntrano "em snu e.spto-v
Wra rua de Irapprn dar, d^.s 12 s 3 s. tarde.) J

RUA DA IMPERATRTZ N. 32
As aulas abrir-se-hao no dia 10 do corrate.
A directora,
Olymjria Maria deMendonca.
< 01.1.1:4.:o
DE
N. S. das Victorias
O Rea do Hoispicio J%.-.
Aa aulaa abrir se-hao no dia 10 do ooironte.
A directora.
Baroneza L. V. d'Hurpent.
Clnica medico-clrurcn
DO
Dr, Alfredo Gaspar
. EspecialidadePartos, molestias de senhoras e
criancas.
Residencia Ba da Imperatriz n.Jl, segundo
andar.
Leonor Porto
Rna do Imperador n. 45
l'r:u-. iro andar
Contina a execatar os mais diiic ia
figurinas recebidas de Londres, Pars,
Lisboa e Ro de Janeiro.
Prima cm perfeiciiode costura, em bre-
Ividadc, modicidade em precoa e fino
[goato. *
loslitulion Fraacaise de
Demoiselles
Rna do Baro de S. Borja n. 5o
(aotiga do Sebo)
0______ .
coniBcar ei. 10 fie Ja tt
A directora,
I. Adour.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
criancas, dos orgia respiratorio
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
or da capital.
A VIHO
Todos es chamadas devem sor diriga
dos pharmacia do Dr. Sabino, rna do
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
E ni u I sao de La timan
& Kerap
A Eraulsao de oleo de figa<$^3raN*,J*'"
lho coaj os hipophospbitos dv^a^'-tada e
pptassa, preparada pela acreditada casa
re Lanman & Kemp do Nova York,
ru Ihor, a mais peifeita, e a iuais effi;a*
agradavel que ai agora se tero ao publico.
E' um regenerador poderoso das coneli-
tuigoes debis a um remenio aorto para
tjdas as affecjoes do peito, da garganta '
dos pulrnoes.
sese t a Emulsao de Lanman
Ken.p nao confundindo-.t cod as outraa.
Vndese em todas as drogaras e prtar-
macias.
------
Dr. Joao Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de scuh at
de enancas, com pratica as prineipaes matera-,
dades e hospitaes de Paris e de Vieona d'AusCria,
faz todas aa opcraces obsttricas e cirurgiea*
concernentes as suas especialidades.
Cousultorio e residencia na rua do H.ii da
Victoria (antiga pa Nova) n. 18, 1- andar. ^
Cjusultaa das 12 s 3 hor;i? i tarde.
T!ephonc u. 467.
N
aj
?
**
jr *
1
1 V-
1
KDITES
Secretaria da presidencia d Pernambuco 21 de
Janeiro de 1887.
. Secco, De ordem do ExmJ Sr. Presiiuit
da Provincia em observancia ao desposto no ar.
157 do decreto n. 9420 de 28 de abril de l8a\
tar;o publico ao edital abaixo trsnscritn, ponda ejr
concurso com o praso de 60 diaa os ofHcicsJJf;*-,
crivo privativo deorpbos e ausentes e eraste p*M
distribuicc do termo de Nazareth
ij apcretario
Pedro Francisco Corrcia de Oliveira
^^

-!
Consultorio medico-
ciriirgico
O Dr Castro Jesua, contando mais de 19
de escrupulosa r>*ervacao, reafer
ta cidade, e ia^a^ B n. 23, i. anaar
Hf)''.1 de "-
De da -i as 2 d%tarde.
De note : daa 7 s 8.
J : mais boraa da noit? aeT encontrado nc
,--.. travesaa do* Bem 'iio n. 7, primeiro por
(jo csaa-jrda, alm jorcad do Dr. Cosme.
9$
Oculista
O Sr. Dr. Manoel Cabral de MeHtr j
municipal de orpaos do termo de Naxa-
ret( por Sua Magestae Imperial b batm
Deus huarde, etc.
Faz saber aos que o pj^aeute edital virema
delle noticia tiverem e a *jaa*a intereasar poasa qas
achando-ae oa officios de eaorivao privativo de oc
pboa e ausentes e crimes por distribuico d'eata
comarca creado em virtude do decreto de 30 de
Janeiro de 1834, combinado com a lei provincial
n. 526 de 2 de Junho de 1862 vngo por trr falle-
cido o respectivo serveutuano Maior Ignacio Viei-
ra de Mello, convida os pretendentos, aos respec-
tivos officios a apresentai em seus requer mentes
dentro do praso de 60 das, a contar da data U
presente edital, segundo dispoe o art. 11 do decreta
n. 817 de 30 de Agosto de 1854 e decreto n. 9344 de
16 de Dezembro de 1884 art. 7.
Faz anda saber aos pretendentes que deven
vir instruidos seus requermentos com exame dt
suficiencia, de conformidade com a disposico a
decreto n. 8276 de 15 de Outubro de 1881 e mas*
formalidades exigidas no art. do decreto n. 817 Ae
31 de Agosto de 1851.
E para que chegue ao couhecimento de todo
uiandei pasear o presente, que ser afiliado no la-
gar maia publico e do costume e delle ae extrahiri
ama copia para ser remettida ao Illm. Exm. .-r.
presidente da provincia, para fim indeado no mt.
157 do decreto n. 9420 de 26 de Abril de 1885, de
30 de Agoato de 1851, art. 11; de 5 de Janeiro ae
1871, art. 2- com declaracSo do dia em qoe foi afi-
lado e publcalo o presente edital, o qne ser cer-
tificado pelo porteirodo auditorios, como dispoec
art. 153 do decreto n. 9420 de 28 de Abril ds 1885.
'> e passado ucsta cidad" de Nasaretb ao
SiTi-t 4 Desembro de 1886.
u Jor. tuin '..iii '" Mello escrivSo inte-
esr.revi. aa*
fNttsitiool Cabr;.: .;.. dWf
retHfioo ^Hyjel* boreir ilos auditoras io.;
tt eertfflb de faxaeiV. qna I !.J HtM
andido Uor. ^.. ; atditOM
*
I
Collegio de iVossa S
Pen'.
RUA DA Ai
Aa anlaa desle usttuto
neiro.
19 '
Kmc-earo a 7 de Ja-
A directora,
Augusta Car neiro.
W
I c. Barreto Sampaio, medico ocn-
.tta, ex-ebefe de clnica do Dr. de
Wecker, d conaultaa de meio djia s
3 horas da tarde, no 1.a andar da casa
n. 51 raa do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia rua Sete de Setembro n.
34. Entrada pela rua da Saudade n. 25.
Dr. Ceio Lei
Uedtco. parelro e operador
[tendencia rua Bardo da Victoria n. IB, 1 andar
Consultorio rua Duque de Caxiaa n. 59.
D consultas daa 11 horaa da man a 2 d-,
tarde.
Attende para es chamados a
telephone n 449.
qualquer ho
Dr. Ferra da Silva,
das 9 uo meio dia.
consultorio, n.
Rosario.
I
soa taconeo? ou praticos, conformo prefer
os sensores interi asados. Rua da Aurora n.
9, 2- andar.
iseg.
C
de Nazareth em virtude u .
xei na porta da cmara municipal ito
hoje, o edital convidando os pretendentes doa o:
cio8 de justca vagos pelo fallecimento do respec-
tivo serventoario major Ignacio Vieira de Mello.
O referido verdade, don f. Nazareth 20 de
Dezembro de 1886. ) porteiro doa auditorios.
Candido Corrcia Dantas.
E mais se nao continha em dita certidSo acuna.
copiada do proorio original a que me reporto e dos
t.
Eu Joo Bezerra Vieira de Mello, eccrivd i
rio o escrevi.
O administrador do Consulado -TOViircTal
dando cumpeimento a portara expe'-Va pelo Ulm,
Sr. Dr inspector do The8ou.ro em 19 do eorrente.
faz publico a queui orerreapr poesa, que.no espa
co de trinta diaa ntcia cs/0Kaes da data do pre-
tence edital, ser effec^rada por esta repattico a
cobraoca, livre dej*olta, das annuidadeaa maia
scrvicoa da Be**5rainage Oropany relativa ao
1 semeetreifoxercicio de 1886-1887, conforme
a re ear\ra.
lado ProvinciaLde Pernambuco, 22 de Ja-
de 1887.
Relacao a que ae refere o odital snpra
Fregueaia do Recife
Pas : Marque de Olinda, Bom-Jesus, Alva-
res Cabral, Conmcreio, Bitpo Sardinha, Torre,
Thon. d^ Souza, Mari* de Souza, VigarioTe-
nori'., Barreta ae Menear, Maris e Barros, Bur-
ros, Amotim, MocJa, Tuyuty, Companhia Per-
oamboenna, Madre de Deus, Domingos Jos Mar-
uns. Mscales, R^?taurac5o, D. Maria Cesar,
Vacoude de Itaparica, Pharol, Areial, 8. Jorge,
Vital de O veira, Saasarapes e Bario *j Triun-
pho.
Pr9as : Assembla, Chaco e Pedro JI.
Travesaia : Vitrario, Maure de l)ee, Gampello,
Dcciingoa Jos Martiua, pra o Cbipo-uatu, ati
ua do Porto, Bom-Jesu, Areial, jer* aFundic-
ca?, Accidente, Guararapes e praca de Pedro I.

1



de PernanibueoQuintafeira

Beeoes : Abren, Noronha, Largo, Piudoba, IV '
pado e Pascfcoal.
Largos: Aitaadega, Corpo-Santo e Assem-
Wa.
Caes : Companhia, Brnm e Apollo.
Freguesia de Santo-Antonio
Ras: Imperador, V de Maroo, Duque de Ca-
xias, Cabug, Bario da Victoria, Trincheiras,
Larmngeiras, Larga do Rosario, Eatreita do Ro-
sario, S. Franciacc, Joo do Reg, liba do Car-
.valho, Roda, Patos, Calabonco Velho, Santo Ama-
ro, Matbias de Albuquerque, Pas, Paulino Came-
ra, Fogo, L'vramento, Penha, Visconde de Inhau-
ma, Pedro ffonso, Nova da Praia, Marcilio Dias,
ViracSo, Lomas Valentinas, Coronel Suassuns,
Santa Tb-reaa, 24 de Maio, Palma, Marques do
Herval e Cideia-Nova.
Campo: Princesa. .
Largas: Paraso, Carmo, Penha, 8. Pedrj e
' Praeeta.
Travessas aflfeitkado, Cruxes, Mrquez do Re-
cife, Bella, Quarteis, Calabonce, Expostos, Matris,
Flores, Cano, Bomba, Livramento, Arsenal, 1 da
Praia, 2 dita, Csrcereiro, Pedro, Vjiacao, lo-
bato, becco do Faleo, Pocinho e Concordia.
Beccos: Da roa Bella, Calabonco, Mtrtyrioe, 1-
da Camboa, 2- dito, 3- dito, Falcio, 1- e2- da
Cadea-Nova.
Caes : 22 de Novembro.
Praca : Pedro 11.
Freguczia de S. Jos
Ras : MarcUio Das, Lomas Valentina, Coro-
nel Suassuna, 8. Joio, Palma, Marques do Her-
val. 24 de Maio, Das Carioso, Passo da Patria,
Padre Nobrega, Victori*. Cadeia Nova, Vital de
Negrciros, Fre Heorique, Dique, Assumpco,
Domingos Theotonio, padre Fleiiano, Chnstovo
Colombo, Jardim, Fortes, Antonio Henrique, No-
gueira, Santa Cecilia, Santa Rita, Nova de Santo
Rita, Praia de Santo Rito, 8. Jos, Pescadores,
praia do Forte, Ypirangs, Imperial e Luis de
Mndone. .
Travessas : Martrrios, Ramos, Pocinho, Ca!-
dereiro, Gas, Forte, Trate, Serigado, Copiares,
Nova de Santo Rito, S. Jos, praia do Forte,
Peixito, Lim e matris de S. Jos.
Beccos : Palma, Caldereiro, Gas, Assumpco e
travessa de Santa Rito.
Largos : Forte e Mercado.
Fregnesia da Boa-Vista
Ras : Imperatris, Cooceicao, Tambi, Viscon-
de da Albuquerque, Aurora, Capibaribe, Ponte
Velha, Conde da Boa-Visto, Riachuello, Uniao,
Saudade, Sete de Setembro, Hospicio, Carnario,
Rosario, Gervasio Pires, Atolho, Socego, Princi -
pe, Santo Crus, 8. Goncalo, Coelbos, hospital Pe-
dro II, General Sora, Coronel Lainenha, Alegra,
Lfio Coroado, Bario de S. Borja, Soledade, Vis-
conde de Goyanna, Attracco e Visconde de Pe-
lotos.
Travessas: Gervasio Pires, Coelbos, Atolho,
Barreiras, Veras," Quiabo, Joio Francisco, Man-
gaeira, Campia e Palacio do Bispo,
Pracas : Conde d'Eu e Santo Crus.
Largo : Campia.
Beccos : Coelbos e S. Goncalo,______________
Secretaria da Presidencia ae Pernsmbuco, em
21 de Desembro de 1886.
De orde n de Exm. Sr. presidente da provincia
e em observancia do art. 5* do decreto n. 8266, de
8 de ootubrode 1881, notifico o Sr. juiz de direito
Goncalo Paes de Azevedo Faro que por decreto do
Desembro do anno fiodo, foi 8. S. removido da
comarca de Pao d'A'ho para a da ArCa nu provin-
cia da Parabyba, ficando sem effeito a anterior
remoci'i para a de Viamio no Rio Grande do Sul,
sendo- Ihe marcado o prazo de 4 mezes a contar do
dia 9 para assumir o ezercieio.
O secretorio
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
Segnla praga
De ordem do fila. Sr. inspec'or se tos publico
que s 11 horas do dia do 2o corrente mes, se;o
vendidas em praca, no Trapiche Conceico, 17
caixas marca diamante R no cento, ns. 1 a 17,
vindas de New-York, no vapor americano Finan-
ce, entrad* em Outubro do anno passado, contando
obras impressas em urna c6r, pesando 970 kilo-
grammas, abandonadas aos direitos por Leonardo
Koko..
3* seccio da Alfandoga de Pernambuco, 25 de
Janeiro de 1887.
O chefe,
Cicero B. de Mello.
DECLARARES
Club de Regatas Per-
nambucano
Em nome do oonselho administrativo deste club,
convido os senhores socios que estiverem quites
com o cofre social, a apresentarem nesta secreta-
ria a lista de convidados para o baile de 21 de
Fevereiro vindouro (segundo dia de carnaval),
afim de se expedirem os respectivos convites.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
em 26 de Janeiro de 1887.O Ia secretario,
Osear C. Mouteiro.
IRMANDADE ~
DB
\ossa Senhara da Luz
Mesa provecta
De ordem da ine-a administrativa e de accordo
com o art 26 1 do compre misso, convido sos
irmios ex-juizes, ex secretarios e ex-thesoureiro
a compareeerem no domingo 30 do corrento, a 10
1/2 horas da manhi, no nosso consistorio, pira
em mesa provecta, escolhercm os irmios para a
eleicio que ie tero de proceder no da 6 de Feve-
reiro.
Saeretaria da irmaddade de N. S. da Luz, 26
de Janeiro de 1887.O secretario,
Jos Ramos de Oliveira Jnior.
Alternado e Ululo* de approvaeao
o ni exorne DSS oxela primaran
De ordem do inspector geral se faz saber aos
senhores profeesores pblicos de ensino primario,
que no caso de Ibes ser solicitado por parte de
seosex-alumnos attestados Je approvaeao em exa-
mc primario pera admissai matricula na escola
norma), devem ter em vista, segundo a poca em
que tiver sido o exame, urt. 74 do regiment in-
terno de 31 de Julho de 1875 e o art. 8 do regi-
ment do 28 de Setembro de 1885, e que para o
referido firo somonte valem os exames do ultimo
grio, conforme foi decidido pela presidencia da
provincia.
Secretaria da Instrdccilo Publica de Pernambu-
co, 26 de J.neiro de 188i.
O secretario,
Pergentino S. de Araujo Gal vio.
Junta commercial
Esta secretoria fas publico, que foi registrada
'. &*-8scriptnra ante-nupcial celebrada entre Antonio
Pinto Guedes de Paiva e D. Rosalina Francisca
Pereira da Silva, para se receberem em matrimo-
nio mediante os pontos seguintes :
1.* Fica excluida a ommunhao de bens entre"
os conjuges, tanto a reapeito dos que presentemen-
te possucm, como dos que venbam a itdquirir na
eonstancia do matrimonio por heran;a ou de outro
qualquer modo;
2." 0 rendimento dos bens que os conjuges pos-
suem actualmente c dos que vierem adquirir du-
rante a soeiedade conjugal, serio applicados aos
encargos do matrimonio;
3." O esposo d.t a esposa com a quantia de
20:lO0J, que nao ficar sujeita a dividas anterio-
res ou posteriores ao casamento;
4.a Esta quantia ser pelo esposo .applicada na
compra de plices da divida garal ou provincial,
ou na de um ou mais predios, sendo que sio con-
siderados dotaes e portante invulneraveis oo bens
que com a dita quantia forcm comprados;
5. Se a esposa fallecer sen prole, o dote torna-
r ao esposo e se este Ihe nio sobrevi ver passar
aos herdi iros legtimos ou testamentarios d'ella;
6.* Por fallecimento do esposo, a esposa apenas
tr direito ao dote que nesta escripiura Ihe fe-
to, salvo o que o esposo Ihe quizor deixar em tes-
(amento.
Secretaria da Jonta Commercial do Recife, 20
de Janeiro de 1885. O secretario,
' Julio Guimaraes,
COMERCIO
No dia 3J i uorrente, o Eim Sr. Presidente
da provincia, vai a Ribeirlo visitar os trabalhna
da constrnecio da estrada do Bonito, e a Usina
Pinto all construida
A ferro vio d-i S. Francisca, expede las Cinco
Pontas, s 10 horas da manhi, mntrem de ex-
cursio, une tocar em tidas as estaco '6. pagando
smont- passagem simples, que di direito a ida e
volts.
Pedc-i" o comparecimento das "*r*. Accioniatas
desta : j.ide e do interior, que aprovi'itm a
eccasiio, pois sbi serio reetbides pela Direc-
tora _____________
Companhia Pheiiix Per-
nambucana
Nos termos do art. 15 dos estatutos serio ven-
didas desta companhia des actes As. 56 a 865.
Os pretendentcs sio convidados a a- iresenUr as
snas propostas em curta fechada, por intermedio
do corrector geral at o dia 29 do crreme, ao
meio dia, neste escriptorio.
Compsnhra Phenix Pernambucana, 21 de Janei-
ro de 1887.Os administradores,
Luis Duprat.
Joo Jos Rodrigues Mtndes.
Manoel Gomes de Mattos.
Lotera d 4000 conts
A grande lotera de 4000 cootos, em 3 sortcioa,
fica transferida para o dia 14 de Maio viudouro,
impreterivelincute, nos termos do despucho do
Exm. Sr. presidente, de hoje.
Tbesouraria das Loteras para o fundo de
emancipa gao e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Desembro d 1886.
O thesoureiro,
Francisco Gon^alves Tei res.
Monte Pi Popular Per-
nambucano
De orden do nosso respeitavel irmo dir>jtor,
scientifico aoa dignos socios desta soeiedade, que
a prmeira sessio ordinaria do conselho adminii
trativo, ter lugar quarta-feira 9 de Fevereiro
prximo, por ser o dia 2 santificado.
Recife, 24 de Janeiro de 1887.
O t* secretario,
Benjamn Fonseca.
Lotera da Colonia Isabel
A 12* serie da 24* parte das loteras em favor
dos ingenuos da Colonia Isabel, acha-se exposta
venda, cuja extraccio ser no dia do corrente.
Tbesoararia das loteras para o fundo da eman-
cipacio e ingenuos da Colonia Isabel, 3 de Ja-
neiro de 1887.
O thesoureiro,
f Francisco Goncaivet Torre*.
'
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro rhefe, faco
publico que em virtude da autorisscio do Exm.
prximo vindouro, recebe-se na cretana desta
reparticio, ao meio dia, propostss em cartas fe-
chadas e competentemente selladas, para a execu-
cio das obras de reparos das pontes de Iguaxjfyi.
de Araripe d Baixo, na estrada do norte, e dos
Carva bes sobre o rio Jaboalio, na estrada da sul,
oreadas .* a primeira em 1:679||800, a segunda na
de 2:695'280, e a ultima 67u.
Os c rf amentos e mais condicSes dos contratos
acham-se a disposicio dos senhores pretenden tos
para serem examinados. ,
Secretaria da reparticio das obraf publicas de
Pernambuco, em 22 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Joo Joaquim de S. Varejio
Companhia Locomotora Peram-
bocana
Aaaembla geral
Sio novamente convidados os Srs. acciniaj^
,dosta companhia a compareeerem em seulescrip
torio ra do Visconde de Itaparica n. 7, s 11
horas do dia 29 do corrente, afim de se reunirem
em sessio da assembla gcral ordinaria, partre
preceder a eleicao da commiseio fiscal e ser lido o
relaterio da directora e o parecer da commissao
fiscal.
Em virtude do art 64 do Reg. n. 8,821, de 30
de Desembro* de 1882, funecionar a sessio com
qualquer numero de accionistas que comparecer.
Escriptorio da administra^io da Companhia Lo-
comotora Pernambucana, cm 17 de Janeiro de
1887. S. de Barro Brrelo, secretario da admt-
uistracio.
(iymnasi peniamboeaim
Eos 15 de Janeiro de 1889
Pela secretaria do Oyunaia Pernambucano se
declara aos senhores pas do familia, e a quem
mais interessar posan, que a abertura solcmoe do
curso scientifico e litterario ter lugar no dia 3
de Fevereiro prximo vindouro, e desde j se acha
aberta a inacripcio da matricula para aquellut
que pnteuderem estudsr .-.a seguiutes disciplinas:
Liugua nacional.
Dita latina.
Dita francesa.
Dita inglesa.
Dita alleni*. e italiana.
Geograpbia antiga e moderna.
Historia sigrada antiga c ruederos.
Geometra o trigonometra.
Arithioetica e algebra.
Philesophia.
Rheterica e potica.
Historia e chorographia do Brasil.
Seii'i cihb naturaes.
escnbo.
Gymnastica.
Msica.
O corpo docente do instituto composto de 19
protestles, occuphndo-se rada uui delles smente
com a materia eusmada cm sua respectiva ca-
deira.
O iustituto aceita alumms cm tres cathegorias,
coufoime se achain divididos, personistas ou in-
terno?, mel-pensionistas e externos.
0s pensionistas residirio no instituto, -tendo
direito de etudar as materias de que se coinpoe o
curso, ensinadas, segundo o programma stabale-
cido : a ser alimentadas cadia e. abuodanteuieat
c5es das materias ensinadas no corso, quaesquer
que ellas sejam, pagando apenas no acto da ma-
tricula a taza igual a que pagam os alumnos no
collegio das artes.
Os alumnos internos deverio apresentar o en-
zoval prescripto no regiment nter o e ter cor
respondente na capital, para com promptidio sa
tisfaser as pensos e outra qualquer despesa de
que tiver elle necessidade.
As pensdes serio pagas na secretaria do insti-
tuto, por trimestres adiantados.
O secretario,
_______________Celso Tertuliano Quintella.
Escola Normal
matriculas
Por ordem do Sr. Dr. director, e em observancia
da disposicio do art. 74 do regiment interno de
17 de Settmbro de 1880, fas-se publico a quem
interessar possa, que as matriculas deste curso es-
tario abertas desde o dia 24 do crreme at 3 de
Fevereiro prximo.
Os requerimentos para matricula no 1 anno do
curso deverio ser instruidos com os documentos
seguintes:
1.* Certidio de idade maior de 18 anuos para os
slumnss do sexo masculino e de 16 psra os do fe-
minino.
2.* Certificado ou ttulo de approvaeao em exa-
me as escolas publicas de instruccio primaria.
3. Folba corrida ou certidao de aio haver eof-
frido condemnr.cao por algum dos crimes que po-
pem motivar ao profe?sor publico a rerda da ca-
deira.
4." Attestao de moralidade psssado pelo paro-
dio ou autoridade, quer policial quer litteraria da
freguesia em que residir o peticionario.
Os matrieulandea que uo poderem exhibir titu-
lo legal de exame em escola publica de ensino pri-
mario, deverio inscrever-se para oa exames de ad-
miesio, de que tratam os arta, ib a 77 do citado
regiment, e qne cometario no dia 24 do corrente.
Para as matriculas do 2a e 3 annos, baste que
as peticoes sejam documentadas com a certidio de
approvaeao no exame do mido precedente; guar-
dada a r.stricco do art. 21 do j mencionado re-
giment interne.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1887.O secretario,
A. A. Gama.
O Instituto Archeologico c Gcographico Per
nnuibucsno celebra o 25 anniversario de sua ins-
tallacio e o 253o da restauracio de Pernambuco
do poder dos hollandezes no dia 27 do corrente mes
1 hora da tarde no edificioEscola Modelo,
onda actualmente a sede do mesmo instituto.
Sao pois convidados para semelhante fim em as-
sembla gcral todos os seus socios benemritos,
honorarios, effectivos e correspondentes que se
acbarem nesta cidade do Recife.
O instituto teai a honra de convidar pelo presen-
te a todas ss associacoes li'terarias, artsticas e de
beneficencia, a todas ss autoridades nacionaes e
estrangeiras, ebefes de reparticoe3 publicas, aos
eidadios em geral para assistirem a esta solemni-
dade.
As Exms. Sras., tambem comprehendidas neste
convite, merecerio todas as attencoes e terio pre-
ferencia as cadeiras do sali.
Para conhecimento das pessoas que tivercm de
honrar a sessio com sua autorisada palavra, se
declara que antecipadamente se diiigro ao 1 se-
cretario para este providenciar na forma do Art.
28 dos estatutos, ultima parte.
A palavra ser dada 1" aos membros do insti-
tuto; 2* acs oradores das ccminisedes presentes;
3 sos cavalheires que tiverem de fallar, tjdos in-
scriptos por sua ordem de precedencia,
Secretaria do instituto. 23 de Janeiro de 1887.
O Io secretario,
/odo Baptiita Rigueira Cotta.
COMPANHIA DE SEGBOS
CONTRA FOGO
Norlh British Hercantile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterlluat
A GENTES
Adomson Howie & C.
(O JIPA* IIIA Dfi NEGARON
NORTHERN
de Londres e Aberdeen
rolraaiianreira (Oeiembro 1S85)
Capital oubscpto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
Beeella annual i
Da premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE, .
John. II- Boxwell
rui comiEnnocio n. ao i-i>niu
i.oadon and Braslliaa Ha
Umlted
Sua do Commercb n. 32
Sacca por todos os vaporea sobra as ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
Porto, ra dos Inglezes.
dual rsiam ror,
AGENTE
Miguel Jos Alves
- N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Seguro* mnriiltnoa terreslrea
Nestes ultimo a nica eoapanbia aesta praca
que concede pos Srs. segurades isetnp;Iode paga
ment de premio era cada stimo auno, o qne
equivale ao descont de cerca da 15 por orate em
avor dos se &nados.
"SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Per-
Companhla Phenix
nambucana
Ruado Commercio n.
S
IRMANDADE ,
S. S. do Rosario da nia'riz do
Corpo Sanio
Sezta-feira 28 do corrate, pelas 2 hoiaa da
tarde, ha veri sesso psra presta?o de Contis di
anuo findo, para o que se convida os iruio da
actual meta regedera.
Recife, 21 de Janeiro de 1887.
O escrivSo,
M. P. Velloso.
trttados em suaa enfermidsdes pelo
instillo, f irwecendo-ihe tambem este mediesmen-' To dos Res, Simplicio da Silva Co< Iho, Jos Cor
Mol a i u un inercia I
nuco
de Pernan?
- ,
KtiKE, 26 DE JANEIRO VE 18&7.
As tres horas da tarde
i.'otocet oficiaos
Aecoes da companhia dos trilhos urbanos do Re-
cife aOlinda e Beberibe do valor de
20UJ i 21U cada urna.
Aecoes da companhia de seguros Ampbvtrte, do
valor realisado de OJ a 150*1)00 cada
ama.
Cambio subre o Rio Grande do Sal, 60 d/v. com
2 3,8 0/0 de descont.
Vapor nacional Cear, entrado dos por-
tos do norte, em 25 do corrente e consig-
nado ao Visconde do Itaqui do Norte, ma-
nifestou :
Barris vazios 217 a Ainorim Irroaos
& C.
Borracha 3 caix8es a Luiz Miguel.
Fumo 20 encapados a Ferreira Rodri-
gues (& C.
Salsnparrilha 3 rolos a Jos da Silva
Reis.
Tabioca 43 encapados a Luiz Goacslves
da Silva A Pinto.
Vinho 43 cairas a Paiva Valento <& C.
to, a ter roupa lavada e engoinmads regularmente
duas vezes por semana, banbo, etc. ; tuQo isto p>la
mdica quantia de 400/ por anno.
Ui ibeo-peusionistas se apresen'aro no esta-
belccimeoto nos dias lectivos, hora em aun as
aulas se abrirem, e desde entilo at serem encer-
radas a tarde, o equiparados aos internos, tendo
como estes os mesmos direitos quanto ao estado,
alimentacSo e recreio, isto pela molioa quantia
de 240*010.
Os externos i tee n direi'o s li(es e explica
Editaln.18
De orJem do Illm. Sr. Dr. inspector deste the-
ouro e pr -Bidente do conselho de compras do cor-
ineiieo daOd pei, faco scimte as 8ra. Diogo Augus
U
Na hora da bolsa
Vende; am-se :
20 acedes das trilhos urbanos do Recife a
Olindi.
H*ccoes da compaubia Atnphvtrite.
O presidenta,
Antonio Leonardo Rodrigoes.
U secretario,
Eduardo Dubeox.
*l<:x ae Janeiro
':
A3s 25
.lim -i i 26
ALKANDEUA
70:859/719
. 020/30
117;973^936
3:935313
697;880099
- 121:909*279
VQt do Morankao, en-
e Lisboa, em 25 do cor-
-. *. jobi* _-i>. 3 a 25
la 26
j.n-Ano PBovmcur.
" di 26
Do 3 a 25
' osuva^sw >c 3 a 25
'"a !e 26
:435490
85:604^80!
1:05^99>
86--66,888
5:2984946
1:677/165
6:9764111
DESPACHOS DE IMPORTACO
Bar noroegueBse Fremad.
entrada de
0 consignada
liff em 24 do corrente
'", raanifestoa :
-rvao depedra 716 toneladss or-
Vapor francez
trado do Havre
rente e consignado a A. Labille, manifes-
tau :
Carga do Havro
Amostras 7 volumes a diversos.
Agua mineral 9 caixas a Furia Subiiulio
& C, 20 a Su!zer Kauffmann & C.
BotSes 2 caixaa a J. A. M. Guimsraes,
1 a Oliveira Basto & C.
Batatas 100 meiaa caixas a Paiva Va-
lente & C, 200 a A. Labille, 50 a Sulzcr
Kouffmann & C, 50* Risa 4 Queiroz,
25 e 50 gigaa n CirvalBo d C, 25 e 100
a H. Nuestb d C, 100 gigas a Costa
Medeiros, 200 a J. B. de Carvalho.
Bombas 1 cai,:a a H. Nuos.h d C.
Confecfjoes 1 cix: a Pereira Carneiro
ro &C.
Chapees 1 caixao a E. Migliorini, 1 a
J. J. Sarcaraos, 1 aCarv&lbo Forrlo-A C,
1 a J. CbristiaiH & C, ditos flores arti-
ticiaes 2 caixas a A. C. de Vasjoncellos.
Cachimbos 1 caixa a G. L iport d C.
Cscnisas 1 caixa a Ridrigues Lima & O
Cerveja 10 barris e 20 caixas ordem
Caljados 2 cait5es a F. de Carvdho
d C, 1 a Ouimarit'is Fonseca & C-, 1
F. R. da Sra.
Couros 1 caixa a Braga d S.
Drogas 10 volumes a Hermes de Souza
Pe ira & C, 4 a Manoel Alves Barboza
Succlwor, 1 a Q. Laport & C, la Faria
Sobrinlio'A.C., lia Francisco Manoel da
Silva d C, ?NRouquayrol Frires.
Enveioppes P-aixa a Nunes Fonseca
d C.
Espolio 2 caixas a J B^zerra d C, 2
a A. D. Carneiro Viatica.
Forma 1 caixa a D. A. dus' 1Rl8> l
G. Lap.,rt d C.
Frr.igens 2 volu es
d (J., 5 Samuel
Instrumento de msica 1 caixa a Deo
dato Torres d C.
Linternas de papel 1 caixa aos mes-
mos.
Manteiga 155 barra e 240 meios ditos
ordem, 90 e 90 a Paiva Valente d C*, 20
e 25 a Rosa d Queiroz, 45 e 45 a Jos de
Macedo, 25 e 50 a Fernandos da Costa
d C, 35 e 75 a Fernandes d Irmao, 20
25 a Domingos Cruz & C 25 e 50 a
AlbTrto Rodrigues Branoo, 30 e 40 ao con-
signatario, 20 e 25 a Fraga Rocha & C.,
60 e 80 a Souzu Bastos Amorim d O, 65
caixas a Pereira Carneiro d O, 9 a Paiva
Hali,i4av
a W.
- P. Johnst jP^ntVi,nna d C, 2 a Oliveira ,sto
Valento d C, t-' a Souza Basto Amorim
d C, 15 a Amorim Irmios d C.
Mercadorias diversas 9 volumes a A. D.
Carneiro Vianna, 2 a Eugenio Gongalves
Cascao, 5 a Gomes de Mattos Irmaos, 2 a
Odilon Duarte d Irmo, 1 a Francisco
Manoel da Silva & C, 2 a J. P. Pontes, 2
a Guiuarea F-inscca d C, 1 a Manoel
Colla$o d O, 2 a Emilio Roberto, 2 a Gui-
maraes Irmaos d O, 1 a Miranda d Sou-
za, 4 a GuimarSes Cardoso & O, 3 a
Francisco Lauria d C, 3 a Manoel M.
Ribeiro, 5 a Salazar d C, 2 a Netto Cara
pos & C 3 a Nunes Fonseca & O, 7 a
R. de Oruzina d C, 5 ordem,
Objectos para chapeos de sol 1 caixa a
Lote Bastos d C.
Perfumaras 1 caixa a Manoel Coliseo
d C 2 a Nunes Fonseca & O, 2 a Fran-
cisco Lauria & O, 1 a i. Cbristiani & C,
1 a Medeiros d C.
Porcelana 4 barricas a Antonio M. du
Oliveira.
Papel 1 caixa a Joaquim B. dos Reis,
1 a GuimarSes Fonseca A O, la Netto
Campos & C:., 2 ordem, 6 fardos a Ma-
noel J. de Miranda.
Queijos 3 tinas ao consignatario, 27 cai-
xas a J. Joaquim Alves d C 32 ordem,
10 a Fernandes da Costa d C, 16 a Paiva
Valente d O., lia Domingos Ferreira da
Silva d C, 10 a Souza Basto Amorim
d C, 6 a Guimaraes Rocha d O
Tecidos diversos 8 volumes a Bernet
dC, la Ferreira dC, la Luiz Lack,
3 a D. P. Will, 5 a Luiz Antonio Siquei
ra, 14 ordem, 2 a Craroer Frey d C, 1
a Rodrigues Lima d O, 1 a Antonio C.
de Vaacoucellos, 2 a Narcizo Mi* d C,
3 a Machado d Pereira. 3 a Francisco de
Azevedo A C, 1 Mend-.s d C, 2 a Eu-
geOlr^G. Cascao, 1 a Pclrocelli d Irmao.
Vela 6 aixas a Rosa d Queiroz.
Vidros 20 volumes a B. Duarte Campos
>sC., 5 a D. G. Torres d C 2 a H. de
Souza Pe.
deirs dos Santos e Rodrigo Car allio ir. C, con
tratantes do fornecimento dos diverses artigos de
fardamento daquelle corp.i, que no dia 26 do cor-
rente devrm ice iher a este thesouro a parte cor-
respondente a primeira prestaco dos mesmos
artigos, visto expirar no dia 27 o praao estipulado
para entrega da mesma prestac".
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 21 Je Janeiro de 1387.Servindo de secre-
tario,
Lindolpho Campello.
Li
MffiA FOGfJ
[he Liverpool & London & Glob
I\SIR.\\CE COM
itta & C.
1DM1SAD0BA
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabeldda em f*A&
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROSv PAGOS
ftt 31 de dezembro de 1884
ilarilinios..... 1,110:0008000
l'erreslres,.- 310:0008000
44Ra do < oiuuiereio
C
OMPANHIA
|mperiai
'ereira d C.
Carga de Lisbua
Azjeito de Oliveira 60 caixas a Domin-
gos Alves Matheus, 10 a Ferreira Rodri-
gues d O.
Bagas 2 barricas a Pereira Piato d C,
i a Martina Vi'-gas d C.
Batatas 42 racias caixas a Ferreira Ro-
drigues d C.
Cominos 15 sac;os a F. R. Pin'o Gui-
marSes d C.
, Cal 50 barricas a Manoel Cruz, 25 a
Pinto Alvos d C, T>0 a L^es & Araujo,
70 a Guimaraes d Valente, 25 ordem.
Ceblas 100 caixas a Ferreira Rodrigues
d C, 25 a J. B. de Carvalho & C.
Drogas 6 volumes a Faria Sobrinho
dC.
Ervadooe 10 saceos a F. R. Pinto Gui-
maraes d C.
Feijao 50 saceos ordem.
Fazendaa 1 caixa a Silva d Alvaro.
Joias 1 caixa a Reis d Coucciro.
Livros 1 caixa a Luiz A. Figueiredo.
Sardinhas 100 barricas ordem, 50 a J.
B. de Carvalho, 25 a Lopes d Araujo.
Vinho 45 pipas e 100 barris a Domin-
gos Cruz & C., 8 e 55 a Souza Bastos
Amorim d C, 20 e 40 a F. R. Pinto Gui
maraes d C, 4 e 10/5 a Joaquim Felippe
d Aguiar.
Brigne allemao Pinut, entrado de Hamburgo em
25.do corrente e consignado a Fonseca Irmios
t C, manifeston :
rame farpado 50 rodas ordem.
Alvaiade 20 barricas ordem.
Acido sulphurico 12 caixas ordem.
Horras do ferro 123 a Ferreira Gaitraiiles Se
C, 1,225 5 fexcs crdem, 96 ditos a W. llal-
Udsr os C.
Biscoutos 5 caixds ord-jcn.
Cimento 150 oarncasa A. D. Carneiro Van
a, 750 oedem, 250 a Albino Silva & C 500 a
11, Ftrreira de A. Nnscimento, 1,1(10 a Antonio
Bedrigues de Sonsa, 200 a Domingos Alves Ma-
theus.
Cerveja 30 caixas a Joaquim Ferreira do Car
val ao & C, 120 i ordem, 4 a Guimaraes & Per
man, 30 a F. Guedes de Araujo.
Cevadinba 10 garratoes ordem.
, (Jaudiei ros 1 ctixa a Manoel Joaquim Pereira.
Drogas 9 volumes a Hermes de Souzi Pereira
* C-
K'Vlbas 10 garrufea ordem.
Geuebra 30 e ixas a Guimaraes Rocba 4 C ,
150 ditas a Feruanaea Irmaos, 20 a Francisco
Guedes de Araujo, 30 a Costa & Meleno*, 30 o
200 garrafa :s erdem.
Lousas 1 caixa a Guimaraes Cardoso & C
Louea 6 caixas e 1 barrica a Jos de Macedo,
4 grades a Joaquim Perrtira de Carvalho & C. 9
ub a Dcodato Torrea & C., 30 ditas a Fernan-
des rmos.
Movis 6 caixojs a Silva Fernandes & C.
Machinas de costura 4 volumes ordem.
Mercaduras diversas 13 volumes ordem. 5 a
Otto Boheiea Succesaor.
SEGt'ROi contra FOGO
EST: 1808
Edificios e mereadoriat
Taxat baixas
Promplo pagamento de prejuo
CAPITAL
fts. 16,000:000/000
Agentes
BROVVNS 4 C.
Oleo 5 barra ordem.
Pregos 60 caixas a Gomes de Mattos Irmaos.
Phosphoros 150 caixes ordem, 5 a Fernandes
Irm?.os, 10 a Fernandes da Costa & C, 20 a Sou-
za Basto Amorim & C, 15 a Fraga Rocha & C,
40 a Ferreira Rodrigues & C, 20 a Soares do
Amaral IrmJos, 10 a Araujo Castro & C
Plvora 100 barris de quarto a Ferreira Gui-
maraes 4 C.
Pimenta 10 saceos a Costa 4 Medeiros, o a Joa-
quim Ferreira de Carvalho 4 C.
Palinha 1 fardo a W. Halliday C.
Pioceis 1 caixa a Otto Bohres Successor.
Papelo 10 fardos *a Bernsrdino da 8ilva Car-
valho.
Piano 1 caixSo i ordem.
Papel 1 caixa a Prente Vianna t C, dito de
eabrulho 2086 fardos ordem, 444 a Joio Fer-
nandes de Almeida, 250 a Fernandes Irmaos, 100
a Francisco Guedes de Araujo.
Sag 10 garrsfoe 4 ordem.
Sebo 20 barricas ordem.
Vidros 3 volme* i orden, 1 a Manoel Joaqu'm
Pereira, 6 a Ferreira Monteiro & C, 1 a W.
Hallidsy & C, 2 a Joaquim Ferreira de Carvalho
4 C, ditos para vdraoas,\115 caixas ordem, 55
a Ferreira Guimaraes 4 C.
Hiate nacional Aurora II, entrado de Maco era
25 do corrente e consignado a Carlos A. de
Araujo ; maaitestou : _
Algodo 52 saceos a Cunha Irmaos 4 C, 52 a
Carneiro da Cunha 4 C-, 20 a Gomes de Mattos
Irmaos .
Couros salgados seceos 57 a Joo Paes de Oli-
veira, 20 a Joo V. Alves Matheus 4 C.
Sementes de carrapateira 22 saceos a Gomes de
Msttos IrmScs.
Sal 25,60 litro 4 ordem.
EMPREZA DO GAZ
Pede-se aos Senho*
res coDsummidores que
querain fazer qualquer
comunicaco ou recla-
maca), seja esta eita no
escriptorio desta empre-
za na do mperador n
9, oude tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, equando or pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
lins Carvalho.
Dorante a auzencia
do abaixo as signado na
Europa todos os recibos
dessa cinpreza deve-
ro ser passados cinta-
loes carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor algum.
____George Windsor,
Estrada de ferro do Ri-
beiro ao Bonito
Por deliberacao da directora sao conviaddos os
Srs. accionistas arealarem no London xBrasi-
lian Bank, no prazo de 60 dias, a contar de hoje,
a 4* entrada de 10 o/ do vslor ncornal de suas
aecoes, nos termos do nico do artigo 4o dos
estatutos.
Recife, 7 de Janeiro de 1887.
secretario,
__________Jos Bellarm: io Pereira de Mello
THEATRO
DE
VACIEDADES
Companhia
Lyriea de operetas, italiana
Dirigida pelo distincto actor cmico
CIARE AM
HOJE
Qninta-fetai, 27 de Janeiro
nesta poca a apparatosa
t
Pela primeira ves
opereta em 3 actos
0 PETIT DUC
Precos e horas do costume.
Bonds para Magdalena, FernaBdes Vieira e
Atogados.
branco e 84 ditos com 6,300 ditos de dito masca-
vado.
No patacho nacional Rival, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmios &
C. 1,220 volumes com 100,867 kilos de assucar
branco e 175 ditos com 14,922 ditos de dito masca-
vado.
No vapor francs Ville de. MaranMo, carre-
garam :
Para Santos, Baltar Irmaos & C. 30 pipas com
14,400 litros de agurdente, 550 saceos com 33,000
kilos de asssuear branco e 450 ditos com 27,000
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Ceir, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, J. M. Dias 1,000 saceos
com 60,000 kilos de assucar branco ; V. T. Coim-
bra 1,009 saceos com 60,000 ki'os de assucar
branco ; M. do Nascimento 8,000 cieos, frneta ;
F. M. da Silva & C 35 caixas oleo de ricino ; M.
dos Santos 150 caixas oleo de ricini e 50 ditas
com cajurubeba.
Para Victoria, P. Carneiro & C. 103 saceos com
7,500 kilos de assucar branco.
No hiate nacional Deus te Gmie, carrega-
ram :
Para Aracaty, Fernandes & Irmo 5 barricas
com 300 kilos de asiucir refinado s 2 barris com
200 litros de mel.
k

f-

.
,7


-
- y
l



DESPACHOS DE EXPuHTAQAO
Em 25 de Janeiro de 1887
Para o exterior
So vapor ingles Derwentdale, carregaram :
Para Liverpool, C. P. de Lemos 100,000 kilos
d carocos de algodo ; A. Lopes & C. 244,000
kilos do carocos de algodo.
o vapor ingles Gwendcline, carregaram :
Para New-York, J. Pater & C. 100 saceos com
7,500 kilos de assucar mascavado ; Julio & Irmo
500 saceos com 37,500 kilos de assucar masca-
vado.
Na brigue noruegueuse Emma, carrega-
Pa'ra New-York, J. S. Loyo & Pilho 2,554
saceos com 191,550 kilos de assucar mascavado.
Na barea sueca Prma, carregoa :
Para Hull, C P. do Lemos 100,000 kilos de
carocos ie algodo.
Na barca portuguesa Novo Silencio, carre-
garam :
Para Lisboa, B. Oliveira & C. 600 saceos com
48,000 kilos de farinha da mandioca
Para o Interior
No lugar norueguense Lelcna, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, J M. Dias 850
barricas com 26,378 kilos de assucar branc i e 50
ditas com 5,528 ditos de dito mascavado ; Maia,
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 26
Rio Grande do Sul 33 dias, patacho nacional
Positivo, de 171 toneladas, cipito Antonio
Falco, equipagem 9, em lastro; a Amorim Ir-
maos & C.
Rio de Janeiro -23 dias, barca inglesa Plover, de
441 toneladas, capito A. Roulsoo, equipagem
10. em lastro ; a Boxwell & C.
Rio Grande do Sul24 dias, patacho bollandes
Johanna, de 205 toneladas, capito I. H de
Groutb, equipagem 7, em lastro; a Maia Re-
sende & C.
Navios saludos no mesmo dia
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Cear,
commandaute Guilberme Pacheco, carga varios
gneros.
BarbadosBarca inglesa Clarence, capito John
Wibb, em laatco.
PelotasPatacho norueguense Bifoget Chritte, ca-
pito C. Igens, carga assucar.
Terra-Nova Brigue ing'es Union, capito A.
Briosa, em lastro.
Santos e escalaVapor francs Ville de Mwa-
nhao, commandante Breante, carga varios g-
neros.
Bsbia Lugar ingles Leander, capito J. M.
Congdo, carga bacalho.
y
\
VAPORES ESPERADOS
Baha
Espirito Santo
Allianca
Marinho Visconde
Pernambuco
Advanoe
Senegal
Trent
do sul
do norte
do sul
da Baha
de Hamburgo
hoje
hoje
hoje
hoje
amanh
de New-Port-News amanh
Fevereiro
/'
/
da Europa
do sol
a S
a 14
J
k.
11 n.\ ^B! >


u
COMPAlMIlA PBg.'VtHL'CAXA
DB
ftaTegsco coste!ra por vapor
PORTOS DO SUL
Maoei, Penedo, Araoaiu' e Bahia
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 29 de
Janeiro, s 5 horae
-da tarde.
ivecebe carga at o
Pdia 28.
Enommendas, passagens e dinheiros frete at
s 3 horas da tarde do dia 26.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pamambucana
n. 12
Conpaahla Bahiana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
E' esperado dos ortos ci-
ma ateo div27 de Janeiro
e regressar para 08 mes-
mos, depois da demora do eos-
turne.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a fj-ete, trata-se na
AGENCIA
7ua do Vigario7
Domingos Alves Malhens
Uflied Ues TSiTSrasi! S..
O vm Allanga
Agente Pestaa
Leilo
Quinta-fara 27 da crvente
As ti horas
Da armaeXo, gneros e ruis utencilios
existentes na taverna sita a-) largo de
Apipueos n. 50.
O agente Pestana,couipeteutemeu te su tensado
far leilo da reterida taverna, em nm oa mais
lotes vontade dos J>rs. compradores no dia e
hora cima meocicnados, para pagamento dos 8rs.
credores.
Diario de Pernambuco---Qumta-feira 27 de Janeiro de 1887
- ---------------------T, -- --- -"
Leilo
De
E' esperado dos portos do
sul at o dia 27 de Janeiro
depois da demora necessaria
seguir para
ranho, Para, Barbados, S.
Thomaz e Xcw Yerk
Para carga, passagens, e eneonimendas trac ta-
se con os
AGENTES
ovis, loucas, quadros e
lastres para gas
CONSTANDO DE :
Uo> piano de armario e estrado, 1 cadeira, 1 mo-
bilia de junco compesta de 1 sof, 2 censlos, 2
eadeiras de bracos, 2 de balanco e 12 de guarn-
cao, 1 espelbo duurado, 1 csteira para forro de sala,
4 eeUgers, 2 vasos, 1 lustre de 3 bicos, e 2 capa-
chos de coco.
Urna cama francesa de Jacaranda, 1 coliao, 1
toilette de Jacaranda, 1 caira (bolir), 1 lavatorio
da ferro eom seus pertenoes, 1 estrira para forro
de quarto 1 capacho de coco e 1 cabide torneado.
Urna mesa elstica de amarollo, 1 guarda-comi-
da de madeira. 13 eadeiras de janeo, 2 bandejas,
1 relogio, 1 balauca, quadros, l.quartinheiro ferros
para engommar, camas de lona, telhas de junco,
regadores, bacas, moinho para caf e muites ou-
tros artigos de casa de familia.
QUINTA-FEIRA 27 DO CORREMTE
Ao meio dia
a ra da Amisade, casa de azulejo n. 6
[Capunga)
O agente Alfredo (Juimares, antorisado por
urna familia quo retira-se para n Europa far lei-
lo dos muveis e mais objectos, scima menciona-
dos, os qaaes sero entregues ao correr do mar-
tello.
IJm larapio

i

~s

'
or Advance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 28 de Ja-
neiro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Klo de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Hcnry Forsler & C.
N. 8 RA DO COMMERCIO 8
!. anda

DampfsCuifflaWs-Gesellschaft
i) vapor Pernambuco
Espera se de HAMBURGO,
por LISBOA, at o dia 28 do
corren te, segnindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, 'pasagens, encommendas, dinhei-
ro e frete tracta-se com os
AGENTES
Borstelinann & C.
BA DO COMMERCIO N. S
1* andar
COHPAMHIE DB HEMAVE
MES lIAftlTIME*
'. T> LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-ee da Eu-
ropa no dia 3 de
Ptvereiro seguin-
do depois da de-
Imera da coetume
para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Baha
Lembra-se sos senbores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Previne se ao seenhores recebedores de merca
dorias que ( seattender as reelamaces por fal-
tas nos volnmes que forera recouhecidas na occa-
aio da descarga. .
Para carga, passagens, eucommeudas a dinheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
4ugnste Labille
9-RUA DO COMMERCIO-9
Agente Pestaa
Leilo
De om chalet em construcclo, edificado cm ter-
reno foreiro, travessa em frente a capaila de
Jlo de Barras, t nao um pequeo sitio bem ar-
burisado, medindo sessenta palmos de frente, ca-
cimba, etc.
Um terreno no porto da Madeira cm Beberibe,
jiinto a estaeao do mesmo nome, limitando pelo
lado oppoato com casa e sitio do Sr. Lcite Gui-
maraes, t -odo cera palmos de frente e seiscentos
ditos de fundo. j
SEXTA-FEIRA, 28 DO CORRENTE
A' 12 horas em ponto
No armazem da ra do Vigario n. 12
Leilo
De bons moris
Constando de :
Urna niobilia completa de pao carga com pedra,
1 cama francesa de amarello, 1 lavatorio com pe-
dra, 2 eadeiras de balanco de junco, 1 meia-com-
moda, 1 guarda-louca, 1 mesa elstica de 3 taboas,
12 eadeiras de junco, 1 marquesa. 2 lavatorios, 1
marquesita largo, 1 dito estreito, 7 eadeiras de ja-
caranda, 2 aparadores, l meza com 2 gavetas, 1
banquinba, 1 cabide de columnas, 2 ditos de pa-
red?, 1 banquinba para p de cama, 1 candieiro
gas, 2 pares de jarros, copos, garrafas, 1 tabea de
engommado e 1 jarrle, e mais alguna movis de casa
de familia.
Sexta-feira, 28 do corrente
A's 11 horas
Na ra do Paulino Garuara (antiga Camboa
do Carino) n. 5
O agente Martina,antorisado pela Sra. D. San-
tina Ferreira de Moraes, levar a leilo os movis
e mais objectos cima descriptos que serao ven-
didos
Ao correr do martello
Leilo
Sexta-feira, t8de Janeiro
A'S 11 HORAS
Na ra do Conde da Boa Vista (Oaminho
Novo) n. 153
O agente Modesto Baptirta, autorisido pelo Sr.
Firmo de Aranjo, que,' se retira pora a Babia, far
leilo dos seguintes Bvovtia e 1 piano : 1 mobilia
de junco, l cama franews, 1 lavatorio, 1 mez
elstica, 2 ca-leiras de juuco de braco, 2 ditas de
balanco, 1 sof de amarello, 1 marquezo, 1 apa-
rador, 1 commoda, 1 quartinheira, 1 bonito relogio
para cima de meza, 1 meza para escrever, 2 mezsa
de pinho, eadeiras avalsas, 1 oerco, 1 cadeira para
escriptono, 1 veloeipede, jarros, tapetes, capachos,
quadros, copos, cabides. lonca e outros artigos de
casa de familia.

Compaiskia lira*lleira de ove
gaeo a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Bahia
Commandante Joao Mana Petsoa
E' esperado dos portos do sul
at o dia 27 de Janeiro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at afanaos.
Para carga, passagens, eneoromeadM valeres
tracta-se na agencia ... .
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
<
Leilo
Agente Pestaa
De utn importante boi e urna boa carroca
com o i-u competente encerado
Sexta-feira, t8 do correle
A' 12 hora em ponto
No armazem da ra do Vigario Tenorio
n. 1?
AVISOS DIVERSOS
LE1LUES
. Leilo
De 6 balotes com 144 resmas de papel de
cores, surtidas em perfeito estado
flu na f eir, 9 do correte
A's 11 horas
2fo armazem da ra do Mrquez de Olinda
n.19
O agente Gusmo far leilo por conta e risco
le qnem perteocer, de 6 balotes com 14* resmas
de papel de cores em perfeito estado os quaes sa-
rao vendidos cm nm on mais lotes vontade dos
compradores. ,., .. j
Em seguida serio vendidos diversos artigos de
movis, miudesas, candieiros, jarros, espelhos,
__ Alaga se o 2- andar da casa n. 8 ra da
Imperatriz, excellente monHq tratase na ra
do Imperador n. 61, 1' andar._________________
Aluga-se casas a 8*000 no becco do O*-
Ihos, junto de Goocalio : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.__________________________
AMX Precisa-se de um, para caa de
familia ; na ra do Cabng n. 2 C_____________
__ Precisa se de urna boa cosiabeira ; na ra
ds Aurora n. 81, 1 andar._________________
Precisa-se de urna cosiubeira perfeita, e que
durma cm casa, para casa de familia ; a tra'ar
na ra do Baro da Victoria n. 39-
~ALUOA-SE o 2 andr do sobrado n. 1,
rna do V.scoade de Pelotes, aatiga do Arago :
tratar rna da Madre de Deus n 22.
No dia 13 deste, da celia n. 1, no l1 andar do
convento do Carmo do Ktife, foi furtado nm re-
logio de onro, coberto, de eseapamento Dplex,
com seis ponteiras no mostrador, a saber : quatro
nos dona reguladores, nm destes tcm algarismo
remano e outru portugus ; o 5* ponteiro no
centro, marcando os segundos na circulaco do
mostrador; abaizo delle o 6- ponteiro pequeni-
no, marcando tambem segundos, e cima (em li-
nha recta), tem nm pequeo ramalhete esculpido,
e foi tambem furtado juntamente com o relogio
um correntio tan bem de ouro bom com o p> so de
14 oitavas. Estes objectos, bem conbecidos de
maitas pessoas, pertencem ao abaixo aseignado,
que promette e garante a gratificar-> de 50*000
a quem Ih'os restituir, e o duplo se declarar lhe
quem foi o ladro. Rccife, 26 de Janeiro de 1887.
Padre Francisco Adelino de Brito Dantas.
Leitura para senhoras
Broches nikelados e dourados a 25000.
Bonitos grampos dourados a 500 ris o
mago.
Esplendido sortimonto de galoss de vidri
lho.
Grande variedade de Jeques de eetim a
4*000.
Frizadores americanos para cabello a 300
ris o mago.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita collecro de plisss a 400 ris.
Brincos imitacSo de br Aventaes bordados para creangas a 2>000.
Chapus de fustlo e setim para crean-
gas.
Sapatos de raerin e selim para creau
gas.
Meias brancas e do cores fo de Escocia.
Pomada de vozclina de diversas qualida-
des.
Sabonetes finos de vogelina e alface.
Extractos finos de Pinaud, Guerloin, e
Lubin.
Lindas boiaas de couro e velludo.
Fichus de la para senhora a 1-v.UU.
Sapatos de casemira preta a 2*000,
Thesouras para costura de 400 ris e
3,5000.
Pacotea de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Im mensa variedade de botSes phantasia.
E milhares de objectos proprios paro tor-
nar ama senhora elegante, e muitos eu
tros indispensaveis para uso das familias
tudo por pregos admiravelmento modi
eos
Na Graciosa |
9 Rna do Crespo 9
Duarte &C.
Ama
r?Precsa se de urna ama para cosinbar ; na ra
do Mrquez de Olinda n, 56, 2' andar.
Para eosinheiro
Precisa-se de um bem ajudante ; no hotel do
Caminho Novo n. 118 .
s-_ ^aa^MHWsneOMiH
OSARROS INDIOS I
BBffleoios oso cnramr
Sem dicta esem modifi
ca?des de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde A. J
Rio Branco n. 14
da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
Esquina
Especficos preparados pelo phar
macentico Eugenio Marques
de liollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte
Repblicas do Prata e academia de industria d>
Paria.
Elixir de. imbiribina
Bestabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chlero-anemicos, debella a (hj poemis
intertropical, rtconstitue os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor de arucira e mutamba
Muito recommtndado na bronchite, na hemop
tyse e as tosse^ agudas ou chrenicas.
Oleo de testdus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o prmeiro reparador da fraqueaa do orga-
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas,-preparadas nora
pererina, quina e jaborandy
Cora radiealmente as febres intermitientes, re
mittentes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammacSes do ligado e bac
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applieado nes convalescencas das parturiente:
r etico antefebril.
Francisco Nanoel da Silva & G.
RA MRQUEZ DE OLINDA-
- k .' ...
I Hl
CONTINUA ATE' 0 M DO HEZ ^~^-
AU BQN MARCH
8Ra Duque de Caxiasg}
PAR acabir
Aproveilem antes qne se acabe ,
i-?-
V
. ^-.--.)

de GRIMALT e C
Pharrr. aceuticos em Paria.
Admittido na nova
phazmacopu ofti&l de Franca.
Apphovado 1-ki.a Junta central de
Hygiene do IJrazil.
liasta aspirar a fnnnea dos Cigarros
indioaparatazci'ilesappareceremcomple-
limente os mais violentos ataques de
Ait lima, a Tone nervota, Roquido,
Extincfo da os, Nevralgia facial,
Inwmnia, c tambem combater a Tilica
laryngaa.
Cada estojo lava a marca da (abrios, a
Irxa o aailo da Q himaui/T Ota,
PARS, 8, Rna Vvienne, 8
XAS PRINCVASS FHAIIIACIAS.
.
Ignacio Jarque da Coala tul
maraes
Jos J jaquim Alvos de Albuquerque convida
aos nmigos o pareotes do seu sempre chorado
conapanheiro Igoaeio Jaeques da Costa Guimaraes
para assistircm a urna missa qua por alma {do
mesmo, manda resar na igreja de S. Francisco,
sexta-feira, s 8 horas da manhS, stimo dia de
seu passamento ; protestando desde j sua eterna
gratido por 8emlhant'' acto de caridade.
"SI
O bacharel JoSo Vicente Pereira Dutra, Ro-
drigo Jacom Martina Pereira e o bacharel Jos
Jacome Martin* Pereira, teridos de doloroso sen-
timento pelo fallecimeoto de sua presada mSi, so-
gra c av, D. Vicencia Alexandrina Pereira Du-
tra, convidatn seos pareotes e amigos para assis-
tircm a missa do stimo dia que so celebrar na
matriz da Boa-Vista, p< las 8 horas da manh de
31 do corrente, e por este acto desde ja se confes-
sam profunda e eternamente agradecidos._______
CAMBRAIAS BORDADAS
Camisa de linlio com e sem coliarinho
e seliiis finos de todas as cores
Por melado do preco
SO NA LIQUIDAAO
AL BOIS MARCH
81-Bna Buqo$ d$ Caxias-81
', ':

Jn rnlina HendeM de Cars nllio
Coata
Jos Teixeira da Costa, Joaquim Mendes de
Souza Ferreira e suas familias, agradecer do in-
timo d'alma todas as pessoas que se dignaram
acompanhar os restos mortaea de sua esposa e fi-
Iha, Jsventina Mendes deCarvalho Costa ; e de
novo as tonvidam para as missas que se bao de
celebrar no dia 28 do corrente, na igreja do Li-
vramenti, pelas 7 horas, e desde j se confessam
gratos. ________________
A!uga-seo2- e 3- andar (juntos ou sopa
rados) da casa da ra larga do Rosario n. 37,
esquina defronte da igreja ; a tratar no pavimen-
to terreo, toja de cabolleireiro.
__ Precisa-se do um pequeo de 10 a 12 annos,
para criado, de boa conduela e que d fiador ; a
tratar na ra velha de Santa Rita n 11, sobrado.
V6ode se urna uaa a-- juntar, elstica, com
seis taboas, muito bw com pooco aso, era perfeito
estado ; tres malas para viagem, muito boas e
perfeitas; urna jardineira para flores, dous jarros
em forma de tulipas, muitos pos de crotons e fi-
lantes, urna bomba para tanque, de cobre, muito
boa : na rna do Marqne^d^He^val n. 23, loja.__
para liquidacao.
Sta Ilmlles
Leilo
Agente Britto
l>e fazendas, miudesas, 3 mobilias sin lo 2 no-
vas, 2 gnarda-veatidos, 3 guarda loucas, 1 secre-
taria, toilette, 5 espelbos grandes, commodas, me-
sas elas'jcae, eadeiras avulsai, quadros, jarros,
lonca, copos, clices, colheres, candieiros para ke-
rosene, muitos ootrot objectos.
'o arimzem ra de Pedro Affonto n. 4d
tilinta felra, 39 do corrate
A' 101\2 hora
C1MEIII DI 1
Fa/endas barassimas!
Sao as seguate vendidas por preeos sem competencia:
I-indos fustSes de listrinhas, padrSes chiques a 400 ris o covado !
h'etinetns dn quadriohos a 360 ris o dito !
Cretonas superiores, 1 metro de largura, a 600 ris o dit-i !
Carahraias brancas bordadas a 6)5000 a pera do 10 jardas !
Linhos de quarlriuhis es:ocez a 200 e 210 ris o covado !
Merinos de todas as cores, a 600 ris o dito!
Esplendidos sortimentos de lis para vestidos a 500, 600 e 700 o dito.
Ctareqnrea Bo*U*dea a 1(J500 e 1)5800 duaa larguras.
Gases de cores com palmas de seda a 800 ris o dito I
Merino* pretos e C^xemires, a 10000, 10200, 10400 e 20000 o dito I
Velludilho bordado de todas as cores a 10000 o dito !
Sotin tnaco de todas cores a 10000 e 10200 o ditol
Popelina branca para as Exm.*s noivas, a 500 ris o dito !
Guarnieres de crochets para candieiros c sof a 80000.
Vestuarios de 13 par i crianzas, (novidade) a 70000 e 80000.
Mcias divas para crianzas a 20500 a duzia !
dem cruas para homem a 40000 e 5)5000.
Cortes de fustSes para coletea a 20000 aai 1
Caxemira ingleza a 40500, 60000 e 70000 o corto .
Cheviots superiores, preto e azul a 20800 e 30500 o covado 1
Completo sorlim/nto de casemiras, pannos e brins e muitos outros artigos que
l'.-iubracios preseo9a dos'eitores
mm i)\ ctMLi i
59-Rua Duque de Caxias-59
e
COM1TT
JOSEPH KRAUSE 8: C.
Acabam de augmentar o sen j bem conhecid
mportanle estabelecimento na Io
de marfo n. 6 com mais
nm salo no 1 andar lignosamente prepa-
rado e prvido de nma exposi-
fi# # m de prata Porte eelMlro-;
dos mais afamados tkmm do
mnndo inteiro.
nonvida, pois, as Exilias, familias, seus mime
rosos ^amigos e fregnezes a visilarem
o sen estabelecimento, alim de
apreciarem a grandeza bom gosto com qne
o obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
aCHA-SS ABERTO DAS "1.1 DA ME
r>-
DOMESTIC
Sao reconhecioas ser as mam*
elegantes, as mais durareis i
em Jodos os sentidos.
. AS
Para prejos, o
iilusIrasSes de todos
jam-ae
Domestic Sewing Machine kL
NEW YOR, U. S. A.
n."

i
circulares
os estylo
come
diri-
r-\
-

Professor
Preeisa-se de nma peesoa hibilitsda para ensi-
nar portugus, msica e piano em um engenho
prximo a nma estaeao da vi-frrea de 8. Fran-
cisco, preferiolo-se algum que, alem das materias
cima, ensine tambem o francs ; a tratar na rna
do Hospicio n. 43. das 7 s 9 horas da mano e
das 3 as 6 da tarde._________________________
Erna seohora
Precisa-ie de urna senhora de 35 a 45 annos de
idade, que se qneira sujotr ao servico doinefti
eo, e que entenda de fsser alguna doces on trsba-
lho de massss. E' para acompanhar um casal
sem filhoj, que vh prs lngsr prximo esta ca-
pital : trata-se na rna Imperial n. 178.
A-m a
Precisa-se de nma ama qne lave,
faca mais alguns srv()t de casi
i Prweeza Isabel n. 6.
engomme e
: na roa da
ALLAN PATERSON b C
N.44--Ru t do BrumN. 44
JUNTO A E^ TAPAO DOS BONDS
Tem para vender, por pre mdicos, as aeguiutos i'erragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivajSeB de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
- Gradeamento.para iardira.
. Varandaa de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha. *
Vaporea de forc/i de 3, 4, 5, 6 e 8 cavaos.
Encarregam-ee de conoertes, eaasecta ment ac mauuiniamo a
trabalho com perfei$ao e preatea.
, l'Ecr.iqwi.r.
Foruocedor
privilegiado da Casa Real d Espanha
e de 0. M. a Rainha de Italia.
Ozea Pe.
Orea Sachst.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinajra de toilette.
Ozea Agua P*ra os denles.
Ozea Pasta para as dontes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabio.
Ozea Pomada
Ozea Fixativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream.
Estas exquisitas preparaces sao amito apre-
ciadas na mais distincta sociedade pela deli-
cadeza do seu perfume.
R El G E R o
TRANSPARENT CRYSTALS9AP
(Sabo transparente cristalino) ^ \,
reconii i < >nio i mais perfeito de todos os sabaos de toilette pelas suas
rielo aea.arpjaa o pela sua larga durajo.
I Perfumaras, Farmacias, Ac,
pru-.; i i ci.-nicao,
- .,,,; ...-iaci.
exei;tnam
qual
Os propietarios
u
do muito
i ""
i, a
condecido estabelecimento denominado
silo a ra do Cabula u. 4, c grande sortimenio ne mi* !ta mais oodcroaa e dos mais apurados gostos, co
bem relogios de todas ss quaJMade*. Avis.Hm tatnbem que v
todos os vapores viud* >a Euwpa, objeotoa oovos a vendeu
outra qualquer parte. _
NI6CBIj WOLFF & C.
-oitinuam a recabar pro
muito menos que e
N. 4-
Compr.i- m
RU\ DO
iba.
CARUGA----N.
j


0
Diario de Pcrnambueu Quinta-1eir& 27 de Janeiro de 1887
Y /y^
<

Aluga-se barato
i dos Guararapes o. 96.
Ba Visconde de Itapariea n. 13, armazem.
Boceo Campello n. 1, i andar.
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
As c&aasda roa do Coronu Suassuna n. 141
Largo do Corpo Santo d. 13, 2. andar.
TraU-se na ra do Coinmercio n. 5, Io andar
acriptorio do Silva Qoimaraes k C._______ _
Alug-a-se
grande sobrado rna Imperial n. 8, que foi do
allecido onselheiro Jos Felippe, com grande
terreno, diversas frutteiras, agua encanada egai;
a tratar na ru estreita do Rosario n. 8, escrip-
torie.
Alugam -se
O 1* dudar esoto da ra das Trineheiras
84.
O 1 andar de n. 123 da ra da Gloria.
O andar terreo do mesmo, amb js com agua e
bons quintaes.
A tratar com o Dr. Claudino do Mella, ra do
Viaconde do Albuquerque, antiga Matriz da Boa-
Vista n. 25.

Aluga-se
1
l
O 2 andar do sobrado n. 35 i travessa de S. Jos ;
1- e terreo do de n. 27 ra Vidal de Negrei-
rot; o l-.do de n. 25 ra velha de Santa Rita ;
o 1 do do n. 31 ra eslreifa do Rosario ; todos
iimpos : a tratar na rna do Hospicio n. 33.
Miura-se
i
primeiro andar do sobrado do pateo de S. Pedro
a. 4, tem agua e gaz .- a tratar na ra estr-ita do
Rosario n. 9.
"

Ama
cisa-se de nma ama para c servico domestico
urna casa de familia ; na ra do Cotovello nu-
46.
jik mm
/
Precisa se de umr ama para cosinbar ; a tratar
no 1 andar n. 22, ra larga do Rosaiio.
AMA
Precisa-se de urna ama para
lavar, eogommar e faze rutis
l^iius servirov de casa de fa-
milia : menos comprar e cozi-
nhar : na ra do ttiachuclo n
1.8. Deve dormir eni casa.
Tricoferc &? Barry
GaranU-ss (jneaz nan-
cer ecrescer o eaballoain Ja
aog mois calvos, cura a
tinta e a caspa a reniove
todas as impurezas do cas-
co a cobece. Positivo-
mente impedo o ua
de canir ou de embranque-
cer, e inalvelinente o
torn&4apeaso, maoio, lus-
troso abundante.
MMHIaV
Agua Florida de Barry
Preparada spgnnda a formuln
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao official do
um Govemo. Tem duas vezes
mois fragrancia que qualquer ontra
.'dura o obro do teiupo. B" multo
uta; a rica, suave o deliciosa. E'
omito mus fina e delicada.- E'
ninis permanente o agra'lavel no
lec<;o. E' duas vezas niais refres-
cante no banho e no qunrto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
denmaios.
larope ie Vifla fle Beiter No. 2.
A5TE8 DI U&ilrO. DKPOIB DE USAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formasde
scrofnlas, Bypbiiis, Feridas Escrofulosas,
Affecces, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encas do tiangue, Figado, e Rins. Garante-s*
que purifica, enriquece o vitalisa o Sangue
restan e renos o systema inteiro. 0
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
m todos os periodos.___________
Deposito em femambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C
i
Ama
Precisase de urna sma que saibi cosinbsr ; na
do Baro da Victoria n. 30, laja de machinas.
Ama
sa-se de urna ama para cosinbar e lazrr
ico demestico em casa de urna familia de
tro ptessoas ; na ra do Commercio n. 36, 3
andar, enVada pela ra do Torres n. 36.
Ama
Precisa -se de urna ama para cosinbar e lavar
1 praca do Conde d'Eu n 10.
Ama
Na na da Aurora n 139, precisa-se de urna
ama para casa de pequea familia, para lavar e
coemhar.
Ama
Precisa-se de nma ama para casa de ponca fa-
milia ; a tratar na ra de Pedro Alfonso n. 58,
antiga da Praia.
Ama
Precisa-se de urna ama para eugciniuar efaser
mais servico inferno de casa de pequea familia
a tr*tar na rna do Ba^ao da Victoria n. 57.
Ama
Precisa se de urna ama para tosinhar ; na ra
do Baro da Victoria n 9.
Ama
^/Precisa-se de nma ama de meia idade ; na ra
. ta Aurora n. 137.
AMAS
Urna para cosinbar e outra para serv? 9 ligei-
ros, iaternes ; precisase na loja de fazendas n.
44, ra Dnque de Casias.
csss
Aluga-se o andar de cima, da asa n. 23, ra
do Nogueira, com boa. quintal e cacimba : Ira
tr na rna Duqne de Cmias n 47.
Hara do Livramento, velha octagenaria e pan-
irrima, pede s almas caridosas que Ibe mande
ima esmola pelo amor de Drus. Mora no bocee
do Bernardo n. 51. E' nma obra de caridade.
LOTERA
PARA
EDUCACAO DOS INGENUOS
a_J\,
\
ATTE.\{!A0
Avisiroos acs nosaos freguezes que pelo
ltimo vapor ebegado da Europa recebe-
mos o mais moderno e elegante sortimento
de chapeos do bjI para borcena, senheras
e enancas, orles pela su?, elegancia e va-
riedade saii(.<2-Tn bem crianza que de
presente r'b-r um ; pruveitem que es-
to se avahando, vendas em porclo e a re-
talho.
Est? afredrtado fBtabelo; imento, j bas-
tante conbecido quer pala aoriedade e ca-
pricho d< todos os seus Irbalhas; previ-
ne aos us Btuigo o. fre<;u'ze.s para lhes
evits.r n" judicados
OU ilui'.ioY, qu> a b .r.'.rn ri.ni 1 ]uj 1 filial
da ru- il C>i:g. qu.!qu-r pe.lui.i cu en-
coinii'.etioa ever k r fetto |i.ra>
15-KUA DO 1;A:.\o DA VICTOU1A--15

Manoei jim-ff da Uva Aguar
A orebeatra d.. G"*b Otu>*tit&> r".imilla" tendo
do mandar ci iiiirar uoa fi^i por ilm de sen
finad 1 fmWtifl HmjI >I yra ao c^ovejU. de tS.ia tJealura d> (.r^n d'esta
cidade, s 8 b r.is 4a uiiali do d a 27 do corren-
te, convida aos ean pirevlas e juW'B pata asis-
tiiem a -3Re neto d>' f li j> p earidudp.
COLONIA ISABEL
AOS 240:000^000
40:0008000
20:000S000
IO:OOOOOO
5:0008000
Esta lotera, cuja 12.a Serie da 24.a parte, ser extrahida
na segunda-feira, ." do corrate, s 4 horas da tarde, no Consis-
torio da Igreja Gonceico dos Militares, acha-se venda as se-
guintes casas:
Eua do Baro da Victoria ns. 40 e 43.
y Cabug n. 2.
> Bangel n. 2.
Larga dO Rosario ns. 24, 36 e 42.
No mundo lotrico a nica que pelo seu plano, mais vanta-
gens offerece aos jogadores, e no Brazil, at hoje, anda nao achou
nenhuma outra que se approximasse em vantagem na distribuico
dos premios, e para pro va desta asserco pedimos a attenpo dos jo -
gadores para a seguate TABELLA comparativa dos referidos pre-
mios distribuidos por esta lotera e as suas congeneres:
LOTERA DO GM0-PAR
D 70 i de premio do seu capital.
IIIEM 1)0 CEARV
68 3t4 \ idem.
DEM de alago as
73 3i4*Toidem.
DEM DEMINASGEHAES
Menos de 81 fo
DEM DA COLONIA ISABEL
Distribue em premios mais de 85 l|8io.
DEM DO PARAN'
75 1
SCOTT
UE OLEO FURO DE
Fijado de bacalho
COM
de cal e goda
ipprovada pela Junta de Hy
glene e aulorisada pelo
goverao
E' o melbor rcm' dio at hnje deucoberto para a
(laica bronchiieN. ene! oiiinsEa*. r-
ciiiiiN. asicntla. i eMUitadc t*m eral,
defluxoa, loMMe cbronlra e affeccSea
do pella c da gursaula. ..-:
E' niuito snpirior ao oleo simples di figado de
sacalho. porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
iaves, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
'.ntivas do oleo, nim das propriedades tnicas
reconstitnintes dos bypopbcspbitos. A' venda na*
frogar88 e boticas.
Deposito em Fernamboco
Oleo para machinas-
Superior qualidadi, a 610J a lata ca cinc*
ca'o.'a; vrnie-se na fabrica Apollo e de seu
depsitos. # ~
Compras por atacado
O Pelioral de Cambar
tem precos especiaes para amelles que compra-
rom grandes porcoes. Distriin w se. imcressos a
qut ai os pedir, contundo as condivoes de vendas :
na ra do Mrquez de Olinda n. 23, drogara dos
nicos agentes e depositarios cenes
Francisco M, da Silva C.
Clnica honiBo-allo-
pathica
O Dr. Francisco do Paula Soares d:i consultas,
d'ura em diaato, no 2o andi.r do fotM-aio n. 29 &
raa de Vital d<: Nrgreirrs, das 11 boma <> meio
dia. N* mesmn oecnsiao vaccinar. gi-ntia ou
mediante remuuera^", quein ^c aprehflntBi" para
isto.
Os tratauvnt s c(>utinuara> a si'r feitos pala"
h'->iroe pathla ou pUnpatbia, s-gunOo <:-i r proba-
bilidad^ ce cura por un i ou cuira iou'riiiu.
A re9pcito dii vcci>ia, qnnsi 'o(i i esta captol
sabe \> .n'u o annuuL-iuitt:* >i i nt n'eate i-.in> de
servico. EspecialidadesMolestia de crianca
Varilas.
0 chamad> s (p r cstript-.) ecrao pnra all, ou
para sua rraidencia ru.-t d'Aurora n. 123.
,-*<*
/ :
1
l
-i* .
I
I
ii
:
AeaTjarao-ss as Cita
CotutHiinioa oc Cabellos e a JlarOa
t Cor natural
Si esa n ''Has An l'catHes sea LaTaym m ltm&
33 a^SOS DE EX5TO
. SALLES fila; J. KONEGH5TTI. uoccsaor
Perl3ni!a-CblBlc,73, lai TarS'js, PAE1Z
-.dgm $9 e~: kdt$ el principan Perf.mzriat o Oroiartu
r..!.,-i.Pip.,--^-.-,-o F-3-!r~M [>a SILVA *C'*,
Copciro
PiM>8a-EC ra ca;a de familia, de um meniao
d 12 an h, ene d fiador de sua conducta ; di-
nji-sa a Cu.' de Almas n. 8, Tamariueira.
O
comraercio
FutiS'ca & C, ten-lo liquidudo boje fuai tran-
;accot38 comnwrciaes com o Sr. Amonio Duarte
de Figueireda, ficar eem effeito qnalq>ier doeu-
inenlo que pu:-<-i apparecrr at esta dala Reci-
te. 22 de Jan. iro de 1887.

Aliento
Foram hontera apprehendidos pelo sobielegadj
do Arraial duus cavi-lloi, s rid t uui rud-. i > e outro
ru3so : quem se julgnr com direito a riles, dirja-
se ao mesmo, que hcrao entregues. _____

Carnaval
Sarao en f 9 de l'evcrei o. uos
saldes do Club Cirios
Ciontes
Tede-se aos eavalleiros que subsereverain para
este sarao, o obs-'quio d t-otregareui suas listas
para comits ao tbesoa>eiro do club, afim da re-
cebeem es m -iu s c -m lempo.
A i'Dinmias .
Caixciro
Prfciea-se dn nm ciixeiro de 16 a 18 annos ;
ra do Hospicio n. 31.
Vraiiriwcn de Fuma VilcJla de
Qnelrois h|||< a
0 profesar 1 rajan de Batcc>!" manda cele-
brar ama mitsa seganda fera 31 !) Janeiro, na
igreja ealhedri.l d<-Dndjt, fftlo dcjc:nso eterno
d alma desse sen discpulo, cadete do 'i- batalbo,
fallecido em Jagnario, trtgsimo dia de seu pas-
aanjejiip.
l
Fax
Preciea^atr-dotim-,- umem que-emienda de jar-
dim, plantas de capim e mus servidos \1endenlcs
a um sitio, preferindo te ratrangeiro ; a tratama
roa de Pedro Aff >nso n. 58, antiga <*a Praia.
CONTRA
DWlui-i Orlppe, BroachlMs,
briU/ff do Paito, o XABOPE c > PASTA peitoral
dsNAFd4 DELANGRENIEH *&o ie nma affisaci certa
verificada por UembrotdiiAciLiDLa de MfiiciQada Frmnca.
Bem OpUr, M OiancM affactadas de Tossd ou Coqueluce.
PASIS, ra YlcU-une, SS, VARI
Ao publ
ico
nado annnneiada p:ira o dia 19 de Fivertiro
venda em piaca d sobrado no pateo do Paiazo
>, por ed tal dilllm. Sr Dr. jois de dircit)
1 desta ei'i.id", previuo aos i' liberes pre-
i qne o solo do dito sobrado foreiro a
^Bn de S Lopes Peroaod'*, do qul ou pro-
Faco o pt-sente annoncio paia evitar
__itoet fatnrat. Recife, 20 de Jan. iro de 18b7.
Antonio B. da Silva Autunes.
li'iiaii Jn<-f|ii<-<. ff CoMla
iU'itwirJosi
A V'Uva |iai, m'idrnsia, ogros, av*. tos, cu-
ubados, irniaoi e f i-m 8 Ui lir.ad lgn/.t i) JiC-.a s
da Costa Guuniries, conridim aos p^re-ites e
mg's dotalltciio nin ass^stirem as miaxas que
man Jtic reaar p >r sua al'iM ni ord>'>n teiceira de
S. Franiisoo e na matriz da Varaa, no di* 2cJ do
conenti-, stimo de s-u fillpciim^ito, 8 boras
da manda ; pelo qu>- drtde j so coirtssim agra-
decidos.
CAPSULAS
Wathey-Oayls
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon

As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro delgao de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paria, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos org&os genito urinario.
JI24 Urna explicfo detalhada acompanha cada Frasco.
Exigir o Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & C"( de PARS,
que te acho em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
Carolina Emilia l bruo Soto, JjSo Ribei.o
Souto e Auclia Clara 8outo, iifr-de. oji c rdal-
mentc tadas as p> ssos que ao inpuubaraui ao
ceu>it>.-rio publico as leat-n moitaes de sua muto
presada fi h* c ra., Jrtia IiMjra Souti; e de
novament- convida n\ a todos us rus paeii'cs e
amigos p;;ra i csistireui n rr.'s-'-i d'< Be'.iin >riia, que
mandain Ctabnt p'iae 7 h>ias da tnanha do da
28 do crreme, na inxtiiz ca l!ox-Y -la. p 1> que
an'.fcipatn n fpm pteriifl r^n..) eiii.eMtn,
w
tuieubtiios euipirgad. S d w* a. i\.
entrada de ferro do Recife Caruai. agradt..'
todas as peesoas que se dicuarain aeau'pai.lmros
restos m-llB'3 de seu CJUipaiiheir i i'.fi d> Jos
da tjiiv.i ; 0 de nnvn CJOVldam p^ra ai-i-tirem es
missas de setinv> dia, ipie mandan t,(ebiar jcio
rep>uso ctcriiodesu alma, us iiia'riz-s de. Santo
Aulo, gravKt e lleserr^s. no dia 28 do corr-nte,
as 8 b >ras da ir,ii.l,j, por enjo B'-to de rrgiaj e
Caridade te cunfe.'Sain e'erna'ru'' pra'es
Peitoral de Cambar (3)
Descoberta e preparajai de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica,auctorisado pelo govemo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Acadrmia.Na-
cional de Pars e Exposicao Urasileira-Allemii de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos c
de mmitos outr s do-pesaoaa curadas de: tosses
simples, brouebites, aatbma, rouquidir), tsica pul-
monar, coqueluche, escarns de sangoe, etc*
Prr-coe na agencias : Frasee 24500, n.eia
dusia 13JO0O e dusa 24*000.
Preooe naa snb-egocias :Frasco 2800, meia
iusia 15^000 e dusii 28*000.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
ra Mrquez de. Olinda u. 32>
Lotera- de Alag is
Extraeco Terea felra i
de FcTcrelro *
Intransferivel
B:"icte8 vemia na ctea ivltfc, Pr^ga
da ->?nil('ntH ns. 37 < 39.
TtElen imue
PARA TIN-GIRA
barba e os cabellos I
MENT 6
Para os Cei-vetllo-s
' Empr3a?do oom j m&lor xito as oavalhari$as reaes de SS. MH. o -ipern lor do Brazil, o Kei da '
Balgioa, o Hei dos Paiseo-Baizos o o Re da Sazonia.
uppres>ao do E DA QUEDA 1 ^O PELLO
UAtCk
DI i .bp.ic.
35 dfsss de (xito
SB.V K. I V A. Ij
8 este precioso xop.co o nico que
1 suDstl tuc o caustico e cura radicalmente
I em poneos das as mantrnelraa, novas
'e autlgas, as Torcedoras, ContasSea.
i Tumore c InohacSoc das peniu,
1 Bsparavao. Sobre-Cennas, Fraqueza e En-
| gorf itamonto das pernos dos potros, etc., sem
' occaslonar nenhuma chaga, nem queda do pelto
| mesmo uuranlo o trataincato.
)n Paria : Pbarmacia GNEAU, Eua St-Honor, 7b. e i t> hi as Pharmaei
Os rcsuit.Vos cxtrnordlnarlos que tem '
Obo as diversas Afl'eecoe do i
Peito, os O itarrhos, Sroncbia,'
Molestia- le. Gargaufr., Optjtal- |
ma, etc., n5o dio losar a concurrencia.
A cura faz-si com a nido em 3 minutes, sem'
aor e sem cortar, neta respur o pello.
Esta tintura tinge a barla e os cabellos ios-
tan'aneamente, dando lhes urna bonita cor
e natural, nucnsivo o seu uso simples e
rpido
Vndese na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Ri/uqur-yrol Fre-es, succeasoies de A
CAORS, ra do Uom-Jesus antiga da Cruz
n. 22*
Cosinhcira
Prreifa-fp de rpri peii'a cesinbera, psga-e
bem ; a tratar rm 'i(,:i d> C ifW Siot.v n. 15
piinifiro andar.
Cozinhciro ou cz-
liheira
Precisa-se de um cozinbero ou de urna cosi-
nbeira, nacional ou estrangeirc, que entenda de
ua arte e seja pessoa capaz. E' pata cempa-
nhar um casal sem' filLos para lugar prximo
esta capital: d se bam tratamento a c niiata-se
na rna Imptrial n. 178.
Aviso
Cosinlieira
Precisa-se de nma, que cosinbe cm p-ifeir/So,
e de ara rapaz de 12 a 16 annos, para o servico
domestico de casa de familia.
Ao Cuimnercio
Manoel Alves de Olivcir, socir. da firma Mar-
tlns & Oliveiru, estabeleeida com armazem de
assucar ra do Viscoude deltaparica n. 24, ten-
do resta data encontrado outra petsoa de igual
notne, participa ao respeitavii corpo commcrcial,
para seus devidos cfi'etjs, que assignar-se-ha de
hoje em diente Manoel Martins Alves de Oiiveira.
Reefe, 25 de Janeiro de 1887.
Manoel Martina Alves de Oiiveira.
Coslufacira
Pieciea-se de urna cosinheira : na tua da Au-
rora n. 137.
O t nente-coronel conegj Manoel da Vera Crur
declara que a sua c su terrea n. 14, no pateo de
S IVdi.' desta fr-gueiin de Santo Antonio, nada
(leve de imp sto febre bens de riz, e portanto
su algurca >x cncn usl wW ella, certamei-
le urn ingaiK'. Va r$t* derUracil' para tvitar
duvidss. Recife, O de Jamiro de 1887.
Ctilorose, AnemiaCatnarro putrhonar, Bronchlte chronica,
Gatnarro da Bexlea, Phtisica, Tosse convulsa, Dyspepsia, PattfM,
Pardas seminaes, Catharros antigos e complicados, etc.
Boulevaxd Dcnaln, 7, em PAJUZ, e atas pri-aclpae tiarznaciaa.
XAROPE^eSElVAooPINHEIRO MARTIMO
de LAGASSE, Pharm¢ico de Bordea ai
Approrado pala Junta de Hygieno do Rio-de-Jaueiro
Os nwdicos francezes mandio para Arcacbon, perto de Bordeaux, os
doentes fracos do peito, afim de que respirem o ar embalsamado dos seus
l.inheiros e bebao a seiva que se extrabe do pinheiro maritimo. Estes
admiraveis principios balsmicos sao os que o Sr Lagasse concentrou no
seu Xarope e na Pasta de Seiva do Pinheiro Maritiiro, excellentes
peitoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Resfriamentos,
os Catarrhos, a Brouchite, a Rouquido, e ExtinccSo da voz.
Cstfi fruco Um mares dt fbrica, frms e o tello uul it nosst ou.
Deposito em PARS, 8, Rae Vivf.enne, e as principas Pharmacias.

TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHO..JOHANNO
DO
'D0UT(
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Secommendc-no nos casos que necesstto tnico* para reconstituir e roynorar
o organismo armiado por molestias, excessos, natureza do clima, Anemia, Chtoroal.
Amenorrnea. Cacbezia, riuxo branca, que tanto arruino a saudo das mulhercs.
Pobre* de Sname, Fraqueza geral, Debilidade, etc.
H.VIV1E1T, Sretrulata, 80, Boulevard do Straabotun?, esa FAJOS


i luanln
J


Diario de Pernamtoieo(linta--feira 27 de Janeiro de "I8&7
Attendite
Bouqucts da ultima invenca, para casamento,
te, e tambera capellaa mol-marina de perpetuas
lubricadas por Joa Samuel Butelho ; a tratar na
na do Bara da Victoria n. ?0, luja, e ras do
Marques de Olinda n. 43, loja.___________ _

PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
// Grande

=
?4
5
a


0 Remedio man efficsz a
Seguro que se tem desccberto ate
troje para ape '/ir as Ion brioas.
KOplAYOL FUERES

>WWNMJH>JJWWMWW*
KAWAWSAdoIAPO
RIGAUD & C'a, Perfumistas
PA.RIB, 8, Hua Virieojia, 8, PARS
(gxtracto de $ananga
.vr* dei*M
perfume pari o len-
co producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o norae de
Pirus japnica.
O seu delicado
proma, de persis-
;.Micia sem egual,
refresca o ar que
se respira, eapar-
ao mesmo
ao redor da
pessa que o usa,
res emanantes que revelam distinecao
c. elegai
- t: v.nda em todas ai Perfumaras
t.'3 r-%rndo
-"--..:. tiempo

Relojoaria alloma
t jirUis Furrttt
Mudcu-se do n. 4 para o n. 2 do roesm i l*rgo
do conselbeiro Saldanba Mnrinho (antiga da Ma-
triz cfficiu com zelo e perfeicao cerno tempre.
ltenlo
Um perfeito coBinhciro, franco, reeen-
temente cliegado da Europa, offerece-so
para casa particular ou gotel, carta neate
jornal a*A. L. ___________________________
Jalroph
Manipoeira
Esae medicarafnto de urna eficacia, reconhecida
no beribori e outras molestias em que predomina a
hydropeaia, acba-so modifieido em sua pr. para-
cao, iracas a urna nova formula de um dietincto
medico desta cidade, srnno que eomente o abaixo
asignado est habilitado- para preparal-o de modo
a melhorar lbe o goeto e theiro, sem todava alte
rar-lhe as propriedadS medicamentosa, que se
eonservam com a mesma actividade, se nao nsaior
em vista do modo por que elle tolerado pe*
ce t-mago.
I'niro deposito
Na pharmacia Conc-icao, ra do Marques de
Olinda n. 6J.
Becerra de Mello______^^^
Cosinheiro
Precisa se de um, a tractar, a rna do Commer-
cio n. 44.
ecial
Magnifico assucar refinado, sem igual neste
merend. Refinacao Salgueiral, 445 numero tele-
phonico. Ra Marcilio Dias-n. 22.
Esp<
fTKINSQN
>Ef.fMARIA INGLEZA
ajamada ha mais e um scalo; excede todas
as nutra* pelo sti^r^ime delicado eeiqoiiU).
TtVtr. Mf.dai.has dk Ouro
PARIZ 1878, CALCUTTA 14
*^ spots nowEM
JOCKEY CLOB I HSMEI
HELI0TR0PIO aUGSOLIA
Ara afamad de
LAVANDA INGLEZA DE ATKINSON
ouiros mu tos conn*?cios penaran per su
quilidade eodorfleiu-l e >".<1imiio*
PASTA 0IIERTAL f AIA IERTES DE ATKIiSM
sem rival para alTejar e emb^lecrr os denles
e pwservar as fce"ffi".
Mitr>-icitui*ioJt$osVi3 i: lieFiMotlttl
J. A E. ATKIUSON
24, Od Bond Street, Londres.
KarcadeFabrica Urna" Rosa branca"^
sobre ama Lyra de Orto."
Pastilhas vermfugas
de Ni ring
o moibor especifico entra vermes : deposito cen-
tral em casa de Faria Sobrinho & C ra do Mr-
quez de Olind* n. 41.
a k IHMS DORES de Dfiju^
^_ U |% roaunro do turaao dos ^"'w^n^
14JfcQ ** Elizir, P e Pasta dentifrioios *&f
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOULAC (Gironde)
DOM MAGDELONNE, Prior
2 MEDALHAS UE OUKO
Braielbs 1881 Londres 1884
Ah mus elevada recompensa*.
INVENTADO | A a ^^o'.ttti
a O uso quotldiano Di niric 10 dos XX. PP. Be-
nedictinos, com dosc de algu-
mas goltas com agua, prevem
e cura a carie dos denlos, em-i
branqueccos.fortalecendoe tor-
nando as geuglvas perre la-
mente sadias. ,
Prestamos um verdadeiro
servco.ss.-ignalando ao? nossos
lcltorea este antlgo.e utilisslmo
preparado, o ntethor cura-
tivo e o nico preservativo contra as
Afeecoe dentaria.
Caaoa lunoaaa em 1807______
e^fSEGUIN^SS3
Achs-se ttn MU boas Perfumera!, Pmrmaclss
e Drogaras.
.



\os 1.000:000$000
200:000*000
100:0001000
GRANDE .LOTERA
DE 3 SOKTEIS
Era favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
i
PR0V1NCH DE PERN Vi
B W 214 fifi Ma II1887
0 thesoareiro Francisco Gonfalves Torres
r
SADE PARA TODOS.
UNGENTO HOU-OWAY
]
O Ungento de riolloway um remedio intallivel pai oi males de pemas e do peito tambera pvra
as fehdas antigs chagas e ulceras. E famoso rara a gota e o rheumatismo e para toles as enfermi-
dades de peito ni se rtconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle no teem semelhante e para os membros I
contrahido; e unctura recias, obra como por encanto.
ssas medicinas sto preparadas tmenu o EtabeleHmento do Professor Hollway,
78, HEW OXFOED STBEET (antes 588, Oxford Street), L0H1.ES,
vendem-f coi todas as pharmac s do univerr x
t&r O eomnradoR* sio convidados mNilosameiiCe a examinar os rotulo de cada caiaa e PoM, s no teem a
direcsao, 53j.OforfSir-.r'-'-'"'1"~
falsificaooaa.
Protessora
" Urna aenbora competentemente habilitada, pro-
poe-Be a leccionar em cellegios e casua particula-
res, ea segnintes materias : portuguez, frasees,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques do
Uerva! n. 10.
Celeste
R i-irigues de Faria & C eeabam de reeeber dos
Srs. Broto de S & C, urna especialidade em fu-
mo Rio-Novo, desfiado a capricho, com a marca
Colate,cojo emblema os seus fabricantes n5o
deixam-se desmentir, porque realmente macio
aromatisado, faiendo crr mesmo iqnelles que ja
o apreciaras), que os anjos agradecidos pela frs
le [branca o balejaram: ra de Maris e Barros
u. Jl.
Corinheira
Precisa-se de urna que desempenhe o lugar e
durma em casa; ra Duque de Caxias n. 42,
por cima da typographia.

VENDAS
Vende se um bom sitio na estrada de Agua
Fra, jnto a bomba estremando con o sitio do
Cnto, com lapa casa, boa agua e melhorea commo-
ios ; a tratar no mesmo sitio, ou na ra Formse
numero 25. _____________^
Vende-se portdes de ferro, gradeamentos
para muros, jardins e terr-i co, bandoiras de Ierro
para portas, de differentes modelos, ditas de arcos
pira para portas de ra, dobradicas de chumbar,
gaiuheiros de ferro, carrosas para boi e cavalle,
ferrclhrs grandes rodas para carracas e carnnbos
de alfandega e de mao ; no largo das Cinco Pon-
tas n. 4, defronlt do quartel.
F rreira & Irmo
Vendem s
Panno de algodo branco e riscado, das fabri-
ca da Baha e Rio de Jane ro, fio dn algodao
pura rede, superior quil dade, e alguna filtros
para purificar as aguas do Bebcribe : oito de
Corpo Santo n. 25. __________________
A Kevolu<;o
A' roa Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 30 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer
Caehrmira bordada a 1/500 o covado.
Mirins de corea finos, a 900 e 1*200 o co-
vado.
Ditos prcros a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
2*000 o cu vado.
Las mesclaoae de seda a 600 ris o covado.
Ditas com liatrinhas de seda a 560 ria o dito-
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Liadas alpacas de cores a 440 ria o covado.
Las com quadrinhoa, a 400 ris o covado.
Gase em bolinhas de velludo a 800 ris o co-
vado.
etim maco lavrado a 1*800 o covado.
Seda palha a 00 ris o covado.
Ditas de cores de 2* por 1*000 o covado.
Setim maco lito a 800 e 1*200 o dito.
Groa de aples preto a 1*800, 2*000 e 2*500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 re. o dito.
Ditas de quadrinhus a 320 rs. o dito.
Ditas pretas finas, a 500 rs. o dito.
Fuates brancos e de cores a 320, 400, 440,
500 c 800 rs. o dito.
Zephiros finos, escossesee, a 500 rs. o dito.
Zephires de quadrinhoa a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zepbirs lisos a lfOOO o dito.
Alpaco de cor para palitot, a 1*000 o dito.
Velludilhos lisos e lavrados a 1*000 o e^vado.
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
dito.
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna.
ESeda escc/setza a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 urna.
Ditas de crochet a 8*510 dita.
Camisas bordadss para bomem a 30*000 a du-
ia.
Ditas para senhoras a 30*000 a dita.
Cortos de casisura finos de 3* a 8*000 um.
Casacos de laia a 10*00 um.
Fichas de retroza 1*000 um.
Ditos, de peilucia a 6*500 um, (bordados).
Caehrmira de cor a 1*600 o co'ado.
Flanella americana a 1*400 o dito.
Cortinados borddos a 6*000 e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par. ^^
Metas para homens de 2*400 a 9*000 a du-
va
Ditas para senhoras de 3*000 a 12*000 a du-
zia.
Mantilhelaa de aeda a 6*000 urna.
Espartilbos de ciuraca a 4*000, 5*000, 6*000
Toilett para baptisado a 9*000 e 12*000 um.
Lencos braocoe e com barra a 2*000 a duzis.
Anquinhas a 1*800 rs. urna.
Brim de linho de cor a 1*000 a vara.
Dito pardo a 1*000 a dita.
EsguiJo amarello e pardo a 500 ris o covado.
Chaira Je mirin utos a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000, 3*500 e 4*000 um.
Cortes de cachemira para vestidos a 18*000
um.
Redes Hsmburgoeaas a 10*fO0 urna.
Panno de crochet para cadeiras e sof a a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 vm.
Henrique da Silva Moretra._______
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escessos preferw
o cognac ou agurdenle de c&nna, para fortifica
> corpo.
Vende-se a retal ho nos tu Ihores armasen
nolhadoa.
Pede ROY AL BLEND marca VIADOcujon.
me e emblema sao registrados para todo o Brazi
BR'WNS (fe C, agentes _
AlU'lll'aO
;
N. 165. TVndo a Meretissima
'Junta Ciironier'ial por despacho de
1 houtern, vista do aTt. 1* Ho de-
,reto n. 26*2 de U3 de Outubro de
trjTJ, r. enheeido ao negociante de
igarroa Mnoel dos Santos Falcan,
.ioiui.iliado nesta pr-ca e nella e>ta-
bele.ido ra de Vi'al de Negrei-
greiroa n. 30, o direito de matear
ce pro'luitoa de aeu comroercio de
. garios iom o deVnho supra, cm-
t-ndo a denoninac3o de SUZAJA,
m cujo papel pr-t-nde envolver os
Frigarrus que exp5e venda efn seu
predito estnoele. iiurnto, f< l este re-
Igis'rono livro competente, que con
tuesinu vcriia que Be l ueste eX-iiptar
Em cun.primento do supr lito drspacho.de laro que beca serr. eflnto e re-
ristrada nm-ca n. 134 que pertencera ao indicado Manorl dos Santo* bakao.
8-tretara da Junta Commeruiai da cidade do Rm-ifr, 18 de Maio de iad.
O secretario,
Jicito Quimariies.
lotera do mu-
400:000^000
L\ fRASFERITEL!
Corre quarta-feira, 2 de Fevereiro
Um vigsimo desta importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0
I
i
t
. 240:000*000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSPERIVEL!
Corre segunda-feira, ^e Janeiro
LOTERA de alagoas
3OO:O0O#OOO
Esta acreditada lotera corre Ter ...
I*--'v

X .
..'

x.
600:0001000
Esta seductora lotera corre sahbado 5 de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00$000
Os bilhetes dcstas acreditadas loteriasachani-se venda na
RODA D FORTUNA
36--Rua Larga do Rosario36
Bernardino Lopes Alheiro*


-
?<
-
s
H ?
200:000^000
EXTRVCCiO DA 8a PARTE DA I* LOTERA
EM BENEFICIO Di SASTA CASA DE MISBRICORDIA
Ouinla-feira 3 de Fevereiro
A0 MEIO DA
Esta lotera, por slgum tempo retirada da circulacao, devido a grande grjerra que
Ihe promovern, como do dominio publico, vem novamente tomar o sea legar de
urna das vantajnsas loteriaa do Imperio.
O agente pede ao r<;speitavel publico a sua benvola attencau para o plano das
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado nos j.rnaes e impreeso no ver-
bo dos respectivos bilhetes. O plano desta lotera o nico que era 50.000 nmeros
distribue .
12.436 premios, ou quasi a quarta parte I
Anda roais: esta a nica lotera que premia todas os nmeros cuj. s dous al-
earamos finaes forem iguacs aos dos
QATRO PREMIOS MAIORES
A SABER
I00f> 8 duas letras finaes do premio de.......
60($ s duas letras finaes do premio de.......
s$0 a duaa letras fioaea do premio de.......
400 s duas letras finaes do premio de.......
200:0005000
40:0006000
2O:O00#<:K)0
10:OOU,JGOO
tem a
Vende-se ou permuta-ae urna casa terrea sita
na travs do Faleao n. 12, com 2 talas, 3 quar-
tos.copinba lora, grande quintal e cacimba, por-
tio dxndo sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
na'mesma com a proprietaiia, e esta far tjdo
m-gocio por j ter o despacho do juiz, at para
btal-a ero leilao.' podendo apr. sentar os dceu-
rnrntos aos permutadores, Cesejaudo tHmbem urna
por troc, aioda que s. ja pequ. na, porm que es-
tija nova e b> m fonstiuidn.
Vivcrro para pausaros
Vndese dona g andes e bonitos Viveiros po
p..Co ciuioio, sendo o m-ifvo da venda tero
d no acabalo com os pasanros qu possuia ; a ver
e tratar na roa do Imperado 22.
(raniie liquidado
na luja de nrudzas
&0 i*iia Wov
O proprieiario do e*-abeti cimento Bszar da
Moda, acien'ifica ii Exmas Nimbas que em vir-
tud'e da prxima reeOrfieacao do preoio em que
eaia estabeleeitlo, t. m resjlvido- liquirlar to-
das aiBUa ou-rcadnas, eonatando d<- m-udea,
pertomr'ase Mitigts de moda, com grandes bn-
tin.ent. s, tend que muitos art'gos sao por prreos
infeiraui ntH bnrato?, ooinn nji.U :
Qr>nde vnriedade de plastrn a 1*'HX) e 1*200
S b netes de areia oe Kisgesr h OO rs.
D't-s uigleze, grandes a 200 rs.
Duzias de dif s a 2*0" 0.
Qarrafa de agua finda a 1*000.
Vaso cem opiata 1 900 rs. mann
Frascos com extractos muito finos a 1 pSOfl.
PrHsco con agua de eol-nia .menean a 6< Papis para forro a peca de SiO 4'H) ra.
Ouarni^oes, linbas, fitas, bn-o, bolees e artigo
d moda. _
PARA ACABAR
Tambera sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiroB
FemAlm destes: tem esta lotera grande quantdade de outroa premios d* *******
ironorUncia. E' tambera esta.a nica loter.a que garante, que u comprar 1UU nme-
ros de terroinacSea aiff. rentes-32 1/2% dependente do^premi... -vultadoa que
PM"" loDOs'oS8. REM10S SiO PAGOS SE1! DESCOSTO
A'b extraccSes s3o feitaa em edificio publico e aob raaia aevera fia altaar^o por
parte das autoridades. a*K s
Os bilhetes achara se venda na agencia e era todas as casas, era Santos, Sio
Paulo, Campias, Rio Grande, bahia, Cear Mrar,hao, Para, Araazooaa e eu. Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.-
0 agente no Rio de Janeiro
Augusta 4a Rocha Hontro Sallo
23la de lruuayr.ni23
Miili>iiiiiiHiui).iiiiiHiiiMiiiiiMiiiiiniuiiiiiiiii!iiiiiiiiTiiindiiMiiiaiTnrmitT
ANEMIA AS VERDADEIRAS CHLO_ROSE
PILULAS DE VALLET
. NAO SAO PP.ATEADAS
Q aoa TALLET impreaao em preto r^*C oada punta,
A maior parte dos mdicos concn lio con a Ara-lftnin de mtdacJKS ^W
eUas rr.ereeem a preferencia que se Ihes di sobre os oa-roa ffBrruK_saBsV
Existen* numerosa* imitace* tas
PU.ILA T*i.l.KT
Exigir em cada extremidad* do ros-
eo uto iwspretso em quatro caas.
Ezifcr i
Knma girante
l prodmt.
a Aa*6MAToaA ^f J OA^^ O \%, J*h. ***
Venda na malor parte daa pharmaeia8
\W\.......""^T......ir'f"""""""ttn""""""""l"nfMimilini1
A' Florida
Roa Duque de Caxias jaT
Chama fe a attenco das Exmas. familias pasa
OS pr. eos seguintes :
Luvas de seda preta a 1*000 o par.
Cintos a 1*000.
Luvas de pellica por 2*500.
Lavas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs, a
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramos de flores finas a 1*500, -
Lavas de Ecossia para menina, lisas e borda-
dss, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentea de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um,
Anquiuhas de l*5e)0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Pliaas de 2 a 3 ordena a 400, 600 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentea para coed com ioscripcio.
Babadores com pintura e insenpeoes a 200 rs,
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 caiza de papel e 100 envelopes por 800 rf
Cnp li e veas para noivas
Suspende ros acmricanrs a 2*500
La para bordar a 2*600 a libra
Mao de p-pel de cores a '-00 ris
Estojos para crochet a .$000 rs.
Bico de coros 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*tO0, 4*000 e 5*000 a peca
Para a quarcsia
Galio de vidrilho metro 1*.
Franjas de vedrilho al*.
Lavas pretas de seda e Esencia.
.Franja* e galfiea fines a 2*500, 3*e 4* o meto
Para o carnaval.
Lindas mascaras.
Bimags de p* de arrea.
I leo idetn de ouro.
Id>(n pe fumadas.
Lindas traojs de seda de eores com froCos pa-
ra eufeitar vestasrios de ma* caras a 1 e 510 rs.
o metro, fateod qi.e i* cuati o o metro.
BARBOSA 8AST0S
3


".
;.,
i
'
Vende-se tainhtw \
d superior qualidade,
em quartolas eem bar-
ris, mais barato do que
er outra qualquer
parte; na ra de Pe-
dro Affonso n. 11.
__
Turbina
Superior assacar ie turbltia, especial pan
doce. Btftases fcalgueiral ; 445 nnssera tols-
phonlco. Roa MsreJtls Wastw 21.
Cabriolets
Van* se don* eabrioieta, sendo um deseoberte
a 4w'b cotjeftt, ea perteHo eaHe, para xm aa
doos cavalte; trata A ma Baqae de Oaiisa
a; 4T.
]
%
'&&
y-^^~


Diario de Pernamboco(lumia--f eir 27 de Janeiro de 1887
\
LTTRATl)*
-^s
'
**.%, araontoa las eom'ura escombro de la- 11 frs grita vara, invejosos da felieidade

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*?
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"-
I .
1 I
w

I
Cerneo
Era tarde. /
Nada de poder dormir.
__ Que diabo! dizia-roe eu. Porque nlo
durmo, porque o roaa leve rumor, o da
folha que se desprega do ramo, o da estrel-
la cear-se entre as nuvens, faxem-me
pensar em Unta cousa que passou e que
sunca mais ha do voltar ?
__Que tens tu, minh'alma ?
Deixei o.quarto e segui por uin longo
camnho que a ter a urna especie de cara-
manchel formado pelo encontr de duas
arvores, onde tantas vezes, ella, com o
rosto unido ao meu seio, fallava-me dos
mus castellos ou adormeca tranquillamen-
te, sorrindo como um anjo.
O luar doirava toda a planura e oodea-
va urna fita de prata ao longe, vagarosa
mente, como urna serponte enorme.
Era um rio.
As ideias, urnas sobre as outraa, amoa-
toavam-se no meu cerebro e todo o passa
do desfilava deante de mira religiosamente
como urna procisslo de monjas, olhos bai-
xoa, roatos paludos, vestidas de preto, ca-
mihhando de vagar entre as flores reclina-
das sobre as hastes, com olbos erguidos
para o co, vestidas de branca como noi
vas.
Eu disse as flores :
Flores 1 noivas, que, noite as frontes cal-
(mas,
larguis ao co 1 que mysterioso nume
Vai derramando sobre vossas almaa
Todo esse amor e todo esse perfume ?
Plores 1 Que harmoniosa cavatina
El essa que ouco em cada calx d'oiro ?
Qae lindo archanjo ou que muiher divina,
D olhos Szuos e descabello laoiro,
Em cada seio que se lhe offarece
Um vinho musical e ardente lauca,
Porque subindo ao c como urna preco
Desee trra depois como urna espr'anca?
O amor o amor 1 o amor !... Dis
seram-me as flores em coro
Fiiei o espaso. O iufinito passou por
mim e urna voz qus nao era deste mundo
murmurou-me ao ouvido:
De onde vens ? *
__Do passado nico azul da minha
existencia, porque o resto, alma errante !
vale muito menos do que esse nfimo ani-
mal a rastejar entre as folhas secc.is que
juncam a relva, aos ps daqueila velha ar-
vore, por onde duzentos ovemos passaram
deizando os vestigios da sua jornada.
O invern Mas quem sabe tambom
quantas primaveras adormecern! ao ba-
lanceo da sua rede de folhas e cantaram
sua sombra, antes que o dia nussesse, an-
tes que os crepsculos vieasem recolher os
ltimos raios do sjI, perdidos nos planaltos
distantes, como pastores as ovelhas desgar-
radas.
Ha corac3es que nunca puJerain dar
sombra e abrigo s esperances que lhe vi-
aham cantar ao p, porque o calor que
desprendiam raatava as logo que ellas se
lhe approximavam.
Olha, esta cabeca branca vale bem a-
quella arvoro sem folhas Da p, no meio
das outras parece urna velha contemplando
um grupo de criangas que salta e brinca
ao seu lado.. coehiaando e escarnecendo da
sote impolluta e veneranda velhic.
Arvoro! O tempo atirou te a sua pri-
meira vaga, e a vaga passou, arrancando
apenas um florlo da tua coro. real.
Porem outra vaga appareceu, mais ou-
tra, muitas outras, at que ura diz asordas-
te, e, Burpreza, terida no teu pudor de
matrona, aunaste te nua, no meio das ou-
tras arvores que mofavam da ti, dos teus
bracos seceos, do teu tronco esqualido e
mostruoso, como urna perna inchada, hor-
rivelmente carcomida de um lado, como se
um enorme parsita ahi vivesse aliroentan-
do-se da tua deformidade.
As folhas cobrirara-to o sop, sotopos
Fitaste-as com um olhar de idiota.
Interrogaste-as, porem, ellas nada rea*
pondtram.
Os pastaros carregaram para benrionge
os ninhos oceultos dantos na penumbra per-
fumosa e fresca da tua fronte, e boje a
mente, do tempes a lempos, um corvo
pousa no mais alto dos teus gaihos para fa-
rejar a crnica o orientar o rumo.
As tuas filhas repellem-te com asco ;
urna flor que desibroeha ao teu lado mor-
ro de sust o, ca caca erecta e hedionda / Os
teus momos, os roovinentoa dos teus bra-
boa esquelticos, ludo phantasma negro da
floresta, sem folhas como um crneo sem
cabollos, s?m ninhos como um coracao sam
crencas, espantara os colibris que erram
de rosa em rosa, como urna muiher de
amante em amante, e os namorados que
vinhara antigaraente trocor beijos na som-
bra que tu Ibes offerecias, tu bella prince-
sa d'hontora, tu, osgrouviada mumia
d'hoje !
Pobre arvore 1 Como triste a velhice !
A velhice suja o ^orpo como a misan-,
tropia suja a alma.
Eu son to velho como tu, velha do du-
zentos annos!
Escuta-rae. Emquanto os passaroa te
arrancaram os ninhos, sem ouvir os gemi-
dos que te estrangulavam a garganta;
emquanto o invern te deformou o tronco,
te haurio a seiva e te deixou na como
urna mendiga srdida no meio de todo esse
fausto que te crea; emquanto as flores
morrem de m<*do que estendas um dos teus
bracos de esqueleto para colhel-as e bei-
jal as e As tuas filhas riem da tua miseria,
eu to resseito e veaero. Quanta semelhan-
oa entre a tua pobreza de folhas e a mi-
nha pobreza de sonhos !
Um ruido pereorreu a floresta. A arvo-
re oontinuou erecta no seu silencio iraper
turhavel de espbingo.
Nem se moveu.
A mesma voz qua roe havia fallado,
fallou-me de novo :
Esta arvore est morta.
E eu porque vivo ? !... bradei-lhe.
O silencio da noite, a attitudo religiosa
da natreza, atravessada por um vago
murmurio, orchetra indefiuivel de seres
vivos e de seres rnortos, encheram-me a
alma do urna profunda f e reflectio-se em
meu coraclo o esplendor divino do teu
olhar, noiva querida e morta ...
Luiz Diniz.
do padre, deu.se oomeco ceremonia.
Para que dizer que Indiana comportou-
8e bem durante todo o acto, se ella cho-
rou, e muito T
Pois chorou, e chorou tanto, que a ma-
rnai, tomando a dos bracos da madrinha,
levou-a para a sala de jantar.
J alli estavam os meninos, que rece-
deram com gritos de alegra o vivas o pe-
queo cortejo de borboletas.
Indiana calou-se assim que chegou
sala do jantar, e nisso foi tilo ajuizada,
que nao houve um s menino que nao ga
basse a sua belleza e o seu bom corapor-
tamento.
Sobre a grande toalha adamascada que
cobria a mesa, a cradsgem, posta ao ser-
vido das meninas por ordein do papai de
Mriquinhas, havia collocado os pratinhos
de porcelana o todos os acepipes. Ao lado
de cada prato luziam os talheres symetri-
camente cruzados ; e os clices, os peque
nios clices, tinham faiscacoes de ruti-
las pedrarias, gracas ao sol que desejoso
de honrar a testa, manda va que alguu
raios festivos do seu palacio entrassem pela
janellas e fossem dar mais nns tona sln-
gres ao jantar das crancas. As garrafi-
nhas de champagne, quasi do tamanho dos
clices, tambem l estavam a promettor
no vos prazeres aos convivas que lhes dei-
tavam a pfometter novos prazeres aos con-
vivas que IIijs deitavam j urnas olhade-
las significativas. No centro da mesa gar-
bosamente pompeava um grande o vistoso
ramalhete, que emergia do bojuda jarra,
onde se espalhavam muitos faunos retoi-
cando-se na relva, ao p de um lagoca-
prichoso desenho de nao menos capricho-
so artista.
Apenas tomaram aeus lugares em der-
redor da mesa, a alaridade tornou-se de-
lirio ; quando foi a hora das saudes, nin-
guem mais se entenda : una fazain dis-
cursos, outros cantavam, estes tamborila-
vam nos pratos e reclamavam novos brin-
des e aquellos faziara travessuras aos vi-
sinhos,
A's oito horas da noite foram as enan-
cas para o salSo, onde os espera va o pap-i
de Mariquinlias, sentado ao piano. Quan-
tas quadrilhas, polkas e walsas dansaram,
Avaby a 11 e foi morto om Lomas no dia
21, tuda d Dezambr de 1868.
aV
Alferew Joo L.nts Perelra Jnalor
Sendo 1. sargento o 6. de volunta-
rio distinguio-se no dia 24 de Maio em
Tuyaty (1866).
No poseo de lferes e as fileiras do 43.
da mesma denomnelo tomou parte e foi
morto na segunda batulha feria n'esses
meamos campos cm 3 de Novembro de
1867.
' Alferes Joa la Costa e Souia
Foi morco no combate do Protero-Ove-
Iha em 29 de Outubro de 186/, quando
procurara g dgar urna trncheJVh inimiga.
Na ordem do dia do commando em chefe
do oxorcito em operacoes, encontramos o
seguinte trecho a seu respeito :
' ... O Sr. alteres em commissao Joao
da Costa e Souza substituio-o na posse da
bandeira (capitSo JoSo Barbosa Cordeiro
Ftitosa) e procurando effectuar a passa-
gem do flanco, cabio mortalmente ferido e
euceumbio pouco depois lutando j com o
inimigo braco a braco, contpraando o rl n-
co do parapeito. O desojo de gloria deste
bravo benemrito da patria era tal, segun-
do informa o commandante, que exercendo
o lugar do quartel mestre do citado bata-
Ibas (2. de infantaria) ofFereceu-se com
instancia para marchar, e assim pr3cedia
sempre quo tinha de entrar o seu batalhao
em combate.
Horreu do cholera raorbus e a seu res
peito diz o Dt. Taunay na Retirada da
Laguna: -Salvou centenas de existen-
cias dirgindo a retirada da nossa columna
atravez das solidoes que s elle conhecia :
anda depois de morto, como para conti-
nuar a ntervensSo benfica estendda so-
bre nos, a sua estancia do Jardim que na
agona suprema os seus ltimos olbarea po-
deram anda entrever de urna para outra
margem do rio, o seularanjal que era o seu
orgulho, de alguma forma salvou-nos mi-
raculosamente do cholera, pondo nossa
disposicao os seus fructos innmeros, soj-
corro inesperado cujo valor suppunhamos
pelo menos que elle exagerasse quando nol-
o proraettia..........................
patria. Esto individuo nSo alistado, nem
recebe dos cofre pblicos remuneracode
especie alguma. *
No da 22 da Setembro de 1866-debai-
xo das muralhas de Humayt foi morto.
Sargento Ignacio Lopes Loyola
Sendo 2* sargento do 10 batalbao de in
tantara distinguiu-se ha batalha de 24 de
Maio de 1366.
Toman io parte no combate de Sauce
em 16 do Julho do mesmo
morto.

r
anno, foi
FOLHETIM
O OOKCUNM
O palacio dos coraces
CONT DEDICADO a's CRUigAS
Estava tudo prompto para o baptisado.
Em darredor da mesa do gabinete con-
tiguo sala de jantar, transformado em
garrido baptisterio, urnas doze meninas
fallavam, riam o gesticulavam impacientes,
espera do padre que devia baptisar In-
diana.
Quem mais impaciento se mostrava era
a Mariquinhas, urna galante enanca de
oito annos de ida le, ma da pequenita que
ia ser levada pia.
Todos os petrech3s indispansaves ao
acto religioso estavam sobre a mesa, entre
rosas, cravos e violetas. Occupava o cen
tro urna pequea bacia de prata, dentro
da qual se mergulhava um ramo do ale-
crim que ia servir de hyssope, tendo ao
mesmo tempo a propriedade de livrar a
criaoca dos mos olhados. Cuidadosamente
dobrada, eBtava ao lado urna alvissima toa-
Iba de crivo. Junto da mamai, n'uma das
cabeceiras da mesa, para onde convergiam
todos aquelleB olhares, erguia-ae um mi-
moso e quasi microscpico berjo, dentro
do qual Indiana, de olbos fechados, pare-
ca aormir muito tranquilla, como senao
tora ella a principal personagem da festa.
Finalmente chegou o padre, um rubi-
cundo e travesso menino que, gracas s
importantes funeco.-s que ia desempenhar,
teve entrada naqu^lla pequeo eien.
Fechadas as portas, apezar das vivas
reclamacSes e protestos dos poquenoa que
POR
paulo nm
QRTA PARTE
O FLC1Q SSAL
(Continuagilo do n.
II
20)
A converso particular
Cor-
Micbault assestou a luneta para
cunda e dirigio-se para a porta.
Quando ia a transpor a porta o regente
accrescentou :
Mande-me um salvo conducto, sella-
do e asignado em branco.
Antea de sabir, o Sr. do Macbault as-
sjstou anda a luneta para o Coronada.
O regente nao poda estar muito tempo
tao serio :
Onde diabo v&o bascar estos myopes
para pr testa da espera '! resmungou
elle.
Dapoisac -rescentou :
Senhor, o cavalheiro de Lagardre
truta cominig como da poder a poder.
Manda-me embaixalores, e tiiz-mo elle pro-
firi, na su) ultima missivn, o conteudo do
salvo conducto que redama. Ha nisso pro-
vavelmcnto algum interesse em jogo. O
cavalbeiro de Lagardro exigir sem du
vida nroa recompensa.
Sua Alteza Real engaa se, dase o
Jorcunda ; o Sr. de Lagardre nSo exigi-
r cousa alguma. Nao est mesmo no po-
der do proprio regente de Franca recom-
pensar o eavaih.-irro de Lagardre.
- Com a breca I disse o duque ; era
muito necessario qnc viseemos este myate-
> e romanesco personagem. E' capas
nao pei nem mesmo elles o sabom ; mas o
que certo que recia noite todos se
retiraram, levando muitas saudades da-
queila festa que tao depressa havia fin-
dado.
[Continuar te ha)
Imperial marlnlielro Marclllo Das
r*obre e rude inariuheiro nao soubo o lu-
gar onde vio a luz nem o dia de seu nas-
cimento.
Intrpido marinheiro, porque sem espe-
rar postos e honras, elle sempre procura va
o primeiro lugar na peleja.
Fallando sobre Marcilio Das ha bem
poucos annos disse um jornal do Rio :
... 1) spreso da morte em face do
maior perigo, forja de Aleidas, bravura
inexcedivel que nao recuava diante da te-
meridade, cegueira em face do numero dos
inimgos a combater, abnegacSo porque
simples e rude marinheiro, nem sonhava
promoeo s animadoras, culto sublime, de-
vor de soldado na peleja, peito de rocha,
bracos de ferro, al na de fogo, natreza
de hroe, tal foi Marcilio Dias..
No dia 2 de Janeiro de 1865 o exercito
nacional auxiliado pela esquadra deu o as-
salto a Paysandu'.
Mariz e Barros, debaixo de cujas ordena
lutava o valente marinheiro, desembarcou
e assaltou as triacheiras inimigas
VARIEDADES
Resumo da campanha com o
Paraguay, seguida dos nomes
dos liras le i ros mais dfstlnctos
morios durante a guerra.
POE MELCHIZEDECH d'aLBDQDEBQE TJMA
(Conclusao)
Aireren i.ni* Augunlo Iilte Pacheco
Sendo 1. cadete do 3. regiment de
cavallarla ligeira addido ao 8. batalho de
infantaria tomou parte nos combates de 15
e 17 de Abril na passag^m do Paran e
as batalhas de Estero-Bellaco o Toyuty a
2 e 24 do Maio, diatinguindo-se pelo seu
valor em frente do inimigo. Sondo pro
movido a alferes tomou parte nos combates
de Sauce e Bonqueron em 16 e 18 de Ju-
lho de 1866.
Assistio aos combates do roez de Dezem-
bro de 1868 e foi morto no ataque de Lo-
mas Valentinas no dia 21.
Alferea Horacio llenrlquc dos Bel*
Combaten distinguiado-se em todos os
combates f ri ios no immortal mez de D z-
embro de 1868, subresahindo sobre tudo
no dia 21 em Lomas, onde foi morto.
9. tenenie loaqnloa Bernardlno
Oliutno
Sendo 1.a cadete do 1.* batalnao de ar-
tillara, assistio ao combate da liba da
Redempcab na madrugada de 10 de Abril
de 1866 e foi ferido na face esquerda.
No posto de 2. tenente tomou parte no
combate do Itorr a 6, na batalha de
Homem tamanho, segundo a ordem na-
tural, Uto nobra e tSo bom sob a sua ru-
deza, e cuja memoria vivera no coracao
daquelles que o conheceram e que soube-
ram aprecial-o.
Soldado fiailherme da Coneelcao
A este soldado deve-se om grande parte
a victoria do dia 24 de Maio de 1886, por-
que se elle nao houvesse morto o offieial
paraguayo que tentava incendiar o carre-
tame de municSes, nao teriamos mais com
que atirar sobre o inimigo e talvez a victo-
ria nlo fosse nossa.
Esto bravo soldado nSo teve recompen-
sa alguma, continuou no entanto a pelejar
pela patria este que da 16 do Julho de
1868 foi morto atacando Humayt.
Cidad&o Clabrlel Barbosa
Gabriel Barbosa o nome de um subdito
brasileiro asaassinado pelos paraguayos ero
Matto Orosso.
Na obra intitulada Retirada da Lagaa
diz o Dr. Taunay : Barbosa perseguido
por cavalleiros, sentindo affrouxar-ae-lhe
sob as pernas o animal cuja rapidez era a
sua nica probabilidade de salvac2o,> ape-
ou-se para vender cara a vida e s no meio
da estrada com a espada em urna roao e
urna pistola em outra, matou o primeiro
que se lhe acercou; depois de haver ferido
a outros suecumbio ao numero.
Soldado Leocadio Francisco daa
CbagA*
Esta valente o patritico soldado foi mor-
to ao combate de S. Borja em 10 de Ju-
dio de 1865.
A seu respeito diz o conego Qay na
sua desuripcito do combate de S. Borja:
O guarda nacional Leocadio Francisco
28, a-
"argento Domingos Dula Pinto
Com o i2 de infantaria fez a passagem
do Paran distingaindo-se nbs combates fe-
ridos no roez de Abril.
Entrando em fogo no combate de 16 de
Julho de 1866, foi morto
9' Sargento Lniz Ferrelra de Mella
Este valente soldado pertencia ao 1 cor-
no de cacadores a avallo e toi morto no
combate de 8 de Maio de 1867, travado '
entre os paraguayos c as forcas brasilei-
ras era operacSes ac sul da provincia de
Matto Grosso.
Cadete Jom Cnlaranclo de aidu-
. OHeruue Lima
Bateu-se sempre com omita bravura e
achando-se na segunda batalha do Toyuty
em 3 de Novembro de 1867 com 52 de
voluntarios, ficou sem vida no campo da
peleja,
. Cadete l*orflrio fos Fernansad
Este joven e valente militar fui morto
na batalha de Avahy em 11 de Dezembr
da 1868, j tendo antes se distinguido em
muitos outros combates.
Cadete Tcente Pinto de Almelda
Ftlbo
Distinguiu-se na batalha de Avahy em
11 de Dezembro do 1868 e foi gloriosa-
mente morto no dia 21 atacando Lomas
Valentinas.
Commlssario Carlos Accioly de Fas-
concellos
Era commissario do encoura^o laman*
dar, e foi urna das victimas da bala, que
no dia 27 de Margo de 1866, penetrou na
casa-mata do navio.
?
das Chagas do corpo provisorio n.
Foi um combate encarnicado, nao se ou-jehava-se n'um da em S. Borja onde resi-
que o rugir medonho do canteo I dia sua familia. Estava com licenca : to-
mou suas armas e se diriga para o lugar
onde brigava nossa infantaria. Por tres
va mais
abafando os gemidos dos moribundos.
O marinheiro hroe, na frente dos seus
camaradas caminhava conduziodo a ban-
deira auri verde.
Foi elle quem (deu o primeiro grito de
victoria e fez tremular na torre de Pay-
sandu' o pendan brasileiro.
Dapois deste combate passou-so para
bordo da corveta Parnahyba como mari-
nhnro de 1* classe, onde assistio batalha
naval de Riachuelo.
A Parnahyba fora atacada por tres va-
pores ini nigos e Marcilio Das sem deses-
perar da victoria, bate-se no convez com
grande numero de paraguayos que j tem
saltado par o nossu vaso.
Nao recua, porem, gravemente ferido,
tem a arrojo de atirar contra quatro para-
guayos .
Horrivelmente acutilado o Hercules de-
pois de matar dois, cabe sobre o convez
fazendo um ruido semelhante ao de um
grande monumento que cabe.*
c No imM de Junho, dia.a asmo jor-
nal que cima fallamos, expirou sereno,
sem ter deixado ouvir o gemido, sem ter
iudiciado nem consolacao pelo renome que
dexava, expirou modesto, tranquillo, sim-
ples como homem que nunca ternera a mor-
te, e que morria com a consciencia de ter
cumprido risca o seu dever...
Cldado Jos Fraelsco liopes
Servu de guia oxpedicao do norte e
prestou importantes servicos.
.. .V
de fazer um successo louco na corte e de
ruviver a moda dos cavalbeiros errantes.
Quanto tempo taremos de esperar ?
Duas horas.
Tanto melhor. Servir de interme-
dio entre o bailado indiano e a ceia selva-
ge m. Isto nao est no programma.
O criado entrou. Trazia o salvo-con-
ducto, assignado em branco pelo ministro
Le Blano e o Sr. de Machault.
O regente encheu os claros e assignou
Sr. de Lagardre, continuou elle,
escrevendo, nao tinha oommettido absolu-
tamente faltas que nao podessem ser per-
doadas. O fallacido re era severo em re-
lacSo a duellos; tinha razao. Os costu-
mes mudaram, gracas a L)eus! ha mut>
tempo, e as espadas conservam-se melhor
as baiohas. O perdi do Sr. de La-
gardre aera registrado arnaoha, e eis aqui
O salvo-conducto.
O Cor unda estendeu a mSo.
O regente nao lhe entr*"gou o documen-
to.
Prevenir ao Sr. do Lagardre que
toda a violencia de sua parte destr i o ef-
feito des'e pergaminho.
O tempo da violencia passou, disse o
Corcunda, com urna especie de solemni
dado.
O que qner dizer com isso, senbor ?
Quero dizer que o cavalheiro de La-
gardre nao poderia aceitar esta clausula
ha doua dias.
Por que ?... disse o duque de Or-
leans com descoofianca o altivez.
Porque o seu juramento o teria iater-
di;to.
Tinba entto jurado mais alguma cou-
sa do que servir de pai crianza ?
Tinha jurarlo vingar Nevers...
O Corcuada interrompeu-se.
Acabe, senhor, ordenou o regente.
O cavalheiro de Ligardre, respon-
deu o Ccreuod* lettamente, no momento
em que carrejara a crianza disse aos as-
sassines:
Morrerao todos s iniahas maos
Erara nove, o cavalheiro reconheceu se
te, estes morreram.
A's suae m3os? interrogou o regen
ta, qua empallideceu.
O Corcunda inclinou se framente em ig
nal de affirmacao-
E os outros dous 1 pe-guntou ainda
o regente.
O Corcunda heaitou.
Ha cabegas, Alteza, que os uhefes do
governo n3o gostam de ver cahir no cala-
falso, respon leu elle finalmente, olhando
para o principe de frente. O ruido que fa-
zem essas cabecas quando cahem abalam
o throno. O Sr. de Lagardre dar a Sua
Alteza Real a escolha. Encarregou-me de
dizer-lhe : O oitavo assassino um cria-
do, o Sr. do L no o amo, praciso que este hornero
morra. Se Vossa Alteza Real nSo quer o
carrasco, dar orna espada a esse homem,
e o resto rica por conta do Sr. de Lagar-
dre .
O regente estendeu segunda vez o per-
gamieba.
A causa justa, murmurou ello. Fa
90 isto pela memoria do meu pobre Felip-
pe. Se o Sr. de L-igardcro precisa de
auxilio...
Alteza, o Sr. de Lagardre pede ni-
camente urna cousa a Sua Alteza Real.
O que ?
Diselo. Urna palavra impruden-
te pode perder tudo.
Nao direi cousa alguma.
O Corcunda cumprimentou-o profunda-
mente, guardju o pergaminho dobrado na
bol jo e dirigio-se para a porta.
Entilo, dentro de duas horas ? disse
o regente.
Dentro de duas horas.
4 Corcunda sabio.
Tens o que queras '? perguntou o ve
lho portero L: Breant, quando vio voltar
o Corcunda.
Esto deu lhe um luiz.
Sim, aise elle, mas ag ira quero ver
a festa.
Ola 1 exclamou Le Breant, e bello
dansarino 1
Quero tambem que rae d3 a chave
do teu cubculo no jardim.
Para que t
O Corcunda deu lhe um segundo luiz.
Tem pbanasas exquisitas, este ho-
mnculo disse Le Breant ; aqui tem a
chava do meu cubculo.
Quero finalmente, disse o Corcunda,
que leves para o teu cubculo o embrulbo
que to confiei esta roanhl.
E tenho ainda um outro luiz pela
co nmissao ?
Tens doua.
Bravo I Oh que hourado corounda I
Estou certo que para urna entrevista
amorsa.
Talvez, dissa o Corcunda rindo se.
Se eu fosse muiher, amar-te-hia, ape-
zar da tua corcunda, por cusa d .s teus
luizes. Mas, interroropeu-se o bom velho
Le Breant, preciso um carto para eo
trar l dentro. Os piquetes de guardas
trancezes nlo gracejara.
Tenho o meu, disse o Corcunda ; le-
va nicamente o embrulho.
Immediataroente. ..Tome o corredor.
Vdte dtreita ; o vestbulo est illa mina-
do : desceras a escada. Diverte-te e feli
idades.
m

Urna cariada de laasqaenet
No jardim a oneurrenca augmeotava
constantemente. A mullidlo agglomerava-
se principalmente parto" da rotonda de Dia-
na, as immediac3es dos aposentos de Sua
Alteza.
Todos queriam saber porque motivo o
regente se fazia esperar.
Nlo nos oceupareroos muito con ns cons-
pirac3is. As intrigas do Sr. de Mame e
la princesa sua esposa, os manejos do ve-
lho partido Villeroy e da erabaxada de
Htapauha, anda que ftrttds era incidentes
dnmalieos, nlo entraro na nossa historia.
Basta-nos notar de passagem que o regen
te estava rodeado de inimgos. O parla-
mento detestava-o e desprezava o a ponto
de disputar lhe a todj o momento a prima-
zia : o clero era-Ib* igual, hostil por causa
da questao da oonstituiclo : os yelhos ge-
oeraes do exercito activo s tinham des-
preso p -la sua poltica ; finalmente at no
conselho da regencia, tinha da parte do
ertos membros urna opposi$ao systema-
tica.
Nlo se ple dssiroular que a ostenta-
cao tiaanceira de Law foi lhe de mmenso
auxilio para desviara animad versao pu-
blica.
Pessoalment", nioguem ; excepclo/dos
principes legitimados, podia ter odio muito
vigoroso contra aqueile principe que per-
tencia ao genero neutro, que nlo tinha
um grlo de maldade no corsclo, .roas cuja
bondade tinha um pouco de indifferenca.
S se detesta bem as pessoas que sa pode
ru amar tatmente. Ora, Felippe d'Or-
leana contava oomponheiros de prazeres
e nlo tinha amigos.
O banco de Liw servio para comprar
oa principes. A palavra dura 5 mas a
vezes sem ser mandado, foi s dispara
da, nicamente com licenca, investir a for-
9a paraguaya e de cada vez mitou um ini
migo. Mas embriagado pelo sea bom suc-
cesso, voltou quarta vez carga, contra o
conselho de seus camaradas e foi recebido
por urna descarga geral do inimigo que es
tendeu morto esta infeliz que teria sido um
bravo em exercito disciplinado.
1* Cadete Entbicblo Ferrelra Lusto-
sa de ous* Jacaranda
Fazendo parte do estado maior da 7*
brigada, bateu-se com bravura no dia 16
de Julho de 1868 no reconhecimento feito
s triacheiras de Humayt at ser morto.
Cadete Sargento Benewenuto
dos Passos Moa>a Bubln
Sendo Io cadete do 20 de voluntarios,
distinguiu-se no combate de Sauce em 16
de Julho da 1866.
Com. o 52 e na graduacao de 2 ar-
gento tomou parte na batalha de Tuyuty
em 3 de Novembro de 1867, e ahi comba-
te heroicamente at que urna bala o estn-
de morto. .
Francisco de Camerino
Tomou parte no ataqua de Curuzu' e
tornou-se digno de memoria porque sen-
do guiado nicamente pelos seus sent mon-
tos patriticos, combateu heroicamente as
fileiras da ba'alhlo 8o de voluntarios da
historia infiexivel nlo permiti escolher
outra. Comprados os principes, seguiram
se os duques ; o os legitimados fijaram no
isolamento, nlo ten-o outra consolaclo Be
nlo alguma8 visitas velha, como se cha-
mava entlo a Mme. de Maintenon, deca
bida.
O Sr. de Toulous subraetteu-se franca-
mente ; era um homem he bem. O Sr.
de Maine e sua muiher tiveram de procu
rar um ponto de apoio ao estrangiro.
Dizem que no tempo em qda apparece-
ram as satyras de Ligraoge, intituladas as
Felippinas, o regente insisti tanto com o
duque de Saint-Simn, eolio seu familiar,
que o duque consentio em ler-lh'as. Diz-
Escrlvo Augusto de Andrade
Alpoim
Morreu mmediatamente ao ser ferido
pela bala que penetrou na casa-mata do
Tamandar no dia 27 de de Marco do
1866.
Cadete Manoel Gualberto Facanba
Foi morto no combate de 16 de Julho de
1866.
Este cadete mostrou-se sempre bravo
em todos os combates em que tomou par-
te, e no ultimo urna chuva de roetralha
cortou-lhe o fio da existencia, contando el-
le apenas 19 annos de idade.
Cadete Antonio Joaquina Bodrlguea
Torres
Este joven e distiucto militar foi morto
na ilha da Redempqao na manhl de 10 de
Abril de 1866.
Tratando a seu respeito, diz o capitlo
Moura (hoje coronel): Tornando- so
mais saliente que todos, o 2 cadete Ro-"
drigues Torres, que moatrou adrairavel bra-
vura, tendo se principalmente em vista a
sua eurt* idade.
'/
Particular Francisco Pinte de
Aerada Crux
a E9te particular diz o tenente coronel
Pinto Paca tratando do ataque da ilha da
Radempclo, portap-se com tanta bravura,
que ainda depois de ferido no pescojo por
urna bala, nlo se retirou do combate senlo
depois de concluido.
Sabemos que este valente 01050 morrea
na campanha, porm, nlo encontramos a
data de seu fallecimento e somos levados
a crer que falleceu do lerimento recebido
na ilha da Rederapclo.
m
.

.

se que o regente ouvio sera pestanejar, e
mes ao rinio se, as passagens e u que o- mullidlo ; excepelo daquellaa infamias
poeta arrestando pela lama a sua vida pri-
vada e de familia, o mostra sentado, junto
de sua propria filha, mesa da orgia.
Mas diz-se tambero que chorou e que
desmaiou com a leitura dos versos que o
aecusavatu de ter envenenado aucaessiva-
raeuto toda a posteri lado de Luiz XIV.
Tinln razio. Estas aceusicSes, ainda
mesmo que sejam calumnias, fazem so-
bre o vulgo urna irapressle profunda,
t Deixam sempre alguma eousa disse
Beaumarchais, que era mostr nestas cou
sas.
O borne n que fallou da regencia com
mais iroparrialidade, foi O bistoriographo
Duelos, as suas Memoria Secretas. V-
se bem que a opinilo de Duelos esta :
A regencia do duque de Orleans nlo se
teria sustentado sem o banco do Law.
O joven re Luiz XV era adorado. A
sua educarlo estava confiada a rolos hos-
tia ao regente. Alera d'issq no publico
indifferente, havia surdas ioqueta55*s so-
bae a probidade d'este principe. Tema-
se de um instante para outro ver desappa-
recer o neto du Luiz XIV, como se tinha
visto desappareeer o neto o o av. Era
um admiravel pretexto para conspira;? s.
Com certeza o Sr. de M-ine, o Sr. de Vil-
leroy, o principe de Cellaraare, o Sr. de
Villar i, Alb-rotii o o partid j bretn hespa-
nhol nlo intrigavam por iateressa propri .
Qual. Trabaloavam para subtrahir o rei
as funestas influencias que tiuha.n abrevia-
do a vida de seus pas. f
Falippe d'Orloans a principio nlo quiz
oppor a estos ataques senlo a sua indioV
renca. As roelhor-'s fortificacSaa slo de
trra solta, um simples colchlo para mo-
Ihor metter urna bala do que um escudo
de ajo. Felippe d'Orleans pode por mui-
to tempo dormir tranquillo, protegido pela
sua indifferenca.
Quando foi preciso mostrar-se, mos-
trou-se.
E como o rebanho dos assaltantes que o
cercavam nlo tioha nem valor nem virtu-
de, bastou que se mostrasse.
Na poca em que se contina esta his-
toria, Falippe d'Orleans estava ainda
por octraz do seu colchlo. Dormia e a
algazarra da mullidlo nlo lhe perturbava
o 8oaioo. E entretanto, a mullidlo grita-
va bem alto, junto do seu palacio, debai-
xo das suas janellas, a at na sua propria
casa! Tinha muita cousa que dizer
&
-;
t
que iam alm do que era neceasario, ex-
cepelo daquellaa aocusacSes de envenena-
ro*mto, que a existencia do joven re Luiz
XV desmenta com energa, o regente da-
va grande margem maledeceneia. A
sua vida era ura desenfreado escndalo :.
sob o seu reinado a Franca parecia-ie
com um destes grandes navios desarmados
que vai a reboque de um outro navio. O
rebocador era a Inglaterra. Finalmente,
apezar do successo do banco de Law, to-
dos aquelles que so davam ao trab^lho de
prognosticar a bancarota imminente do
Kstado, encontravam auditorio.
Se naquella noite havia no jardim do
regente um partido do eothusiasmo, a ca-
bala descontentes tanbera l estava : des-
contentes polticos, dessontentea finan-
ceiros, descontentes inoraos ou distrac-
tos. A esta ultima cLsse, composfa de
todos aquelles que tinham sido mocos o
brilhantes do reinado de Luis XIV, per-
teociara o Sr. Bario de Hunandaye o o
Sr. bario de B^rbanchois. Nlo eram
grandes restos ; mas consolavam-se eatre
si, declarando qu* no seu tempo as damas
eram mais formosas, oa horneas erara mais
spirituosos, o co era mais azul, o vento
menos fri, o vioho melhor, os riados
mais ti-s e as chamins meuos sujeitas
fu maca.
(Conb'auar-e-Aa)
Tjp o Diario ras Duque de Casis* n. 43.

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