Citation
Diario de Pernambuco

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
if
fu
LIIJI MIMO 10
PAR A CAPITAL E HftAHK! 0*,DK SAO SE PACA PORTE
Por tres meses adiantadoa............... 65000
Por seis ditos idem....., ....... 1V0OOO
Porumnno idem......'........... 236000
Cada numero avulao, do awi dis. *'.......... ^10q
SQIA--FEIEA 14 DE JJJ2D0 DE 1881
PARA OEflTTRO E PORA OA PROV1MCIA
Por seis mezes adiantados............... 13(5500
Prndts ditos idem................. 2O0OUO
Po m anno idem................. 270(00
Cada nadiero avulso, de dias anteriores........... 0100


|)r0prtirai>* tft Jttaiwel Jtgurira be Jara 4 Silbos
-
V
Os Srs. Aaaede Triase A C.
le Parla, ! rvcluivoA -we annnnelos e pu-
blicncSes da Franca e Iojea-
lerra.
T
V
TELEGRAMMAS

.


'
:::.:::: pabticulab so :::::
RIO DE JANEIRO, 13 de Janeiro,
as 12 horas e 10 minutos da] tarde. (Rece-
bido 1 hora e 25 minutos, pelo | :abo sub-
marino).
Foi nomeado esjsjrtparario da
riiixouraria de Paseada da prowln-
nia da Parnhjba. En 1 al lo Henri-
qaei.
PARAHYBA, 13 de Janeiro, s 2 horas
e 20 minutos do tarde. ^Recebido s 3
e 15 minutos, pela linha terrestre).
Cnegou boje aqui paquete nacio-
nal PERAAMBUCO.o sisal negu a lar

de para o Recite.
Nao lem viudo pormenores) acer-
ca da epidemia em araruna e Tel-
xcira.
-*-





;ss::;::- tfusu sms
(Especial para o Diario)
LONDRES, 12 de Janeiro.
I'oi no meado minlNlrodaft colonia*
a Sr. lleiirr Bollan.
ROMA, 12 de Janeiro.
O general D. Mximo Santos, ex-
prewldente da Repblica do l'ru-
xuaT. visitn na segnnda-relra o ml-
Istro des negocios eatrangelroa do
gabinete Italiano, e na terca felra
H. n. o re Humberto.
LONDRES, 13 de Janeiro.
Por occaslo de]vlsltar o marques
de Salisbnry. fallecen repentina-
mente lord Iddeslelgb.
WASHINGTON, 12 de Janeiro.
O Senado adopton o projecto de
negociace* entre o governo dos Es-
iado I niiiox e o de Nicarasua. rea
tlvamenie a abertura de um canal
Interocenico em Nicaragua.
BERLIM, 13 de Janeiro.
ORelcbatag proaegue na diacuaaao
doo crditos referente* so augmen-
to dos effeciivoa do exerclto alie,
nao.
BUENOS-AYRES, 13 de Janeiro.
va ltimos boletn da epidemia
lo cholera moruna, eonalgnam i
Em Bueno* A) re*. I A cano* nove* e
bitos i
Em Roarlo. 4 caaoa "ovo* e 3 bi-
tos I
Em Cor do a. t casos e 1 obllo.
__ Ka provincia de Aconcagua, no
Chile, dersm-se bontem 11 obltoa de
citolera morbu.
Agencia Ha vas, filial em Peirnanjbuco,
13 de Janeiro do 18h7.

INSTRDCClO POPULAR
CHLS5A a s ;s ranos
ia do professor J. J. Rodrigues)
.
{Extruhido)
DA BIBLIOTECA DO POVO E DAS ESCOLAS
lC o n t i n u a c a o)
Sfm casos especies h p..rcentagetn de 5 por
100 pri' inspirar confianc* ; na lavagen* amp a
e demoradle, por exemplo. das paredes e sobrado-
de qua.o, onde nao poasa incominod&r o ebeir.
doa cidos.
E' bom potir., e sempre mais seguro, nar do
acido phenico em solue > hyiroglncerie* na d.-e
de 10 a 0 por ceno cjuforuie caso.
;}ue.oe tahei em Uvagens de sobrados e p
, nos sobrados usiiaes de roadeira
entn em pregar se como desinfectnu
i cl,disulvido em agua ua done de
Jco faz-iPJ Wf modo seguinte,:
tgeU de casa, de grandeza ordinaria,
qnasiptteia de agua, sosp. nde-ae oina btueca coro
Klt) s>500 gramolas de bou chloreto secc--em p;
este, dissolvendo-se a pooeo e psuco, vai c iminu
meando so liqaido ne principios olnveie activo
qoe oontm, com excluso da maior parte da un,
qqefie* dentro da respectiv boneea.
in ests gua, que se deix* saturar priroeim
qu uto t.ir possivc!, se posta a panno ou a escora
respectivo sobrado, qu- depon amp'ameote la
vade son sgaa limpa e competentemente enxut >.
A desnfecco das paredes pode efectuarse da
mesma maneira, excepto qoando aejam forradas a
papel, que ao deve haver duvida em sacrificar,
molhando-o primeiro com agna phenica saturada,
ou melbor anda com a solucSo de chloreto, cima
especificada.
Preferivel porm, nestes aerv908 ao chloreto de
cal, por evitar as nodoas qne s vezes produz a cal
depois de secca, e ser mais fcil a lavagem poste-
rior desiofecco, sao as chamadas agua* chlora -
da de Jiivell e de I .abarraque, que cunvr diluir
a ponto de se poierem empregar sem maior iucom-
modo do operario, que fr eicarregado deite ser-
vico.
Voltando, porm, ao acido phenico :
Como 8 agua nao dissolve temperatura ordina-
ria maia de 5 porcento desta substancia, pode ae-
Ihe excitar a solubilidad" misturaudo-o com algnm
alcool, o que tem varios inconvenientes, ou juntan-
do-lhe glyc.rna ordinaria, o que excellente.
Com este liquido oleoso edoce tornam-se possiveis
e facis as soluces phenicas concentradas, succe-
dendo, com vantagem maoifesta dos qne estiverem
expostos as euai exhnlacoes, que o ebeiro destas
nao muito proauDcisdo e que nao sendo o liqui-
do, tempeatura ordinaria, conpletamente vola-
til, a aceito do acido mais demorada e por aso
mesmo mais efficaz.
Permitti-me agora, meus senhorea, que, antes
que me esqaeca, vos faca algnmas e indiapeusaveis
observaces sobre desinfectantes e antispticos.
Todos os miciobicidas matam por igual, logo que
seja conveniente a dse em qne se empregarem.
Sob este ponto de vista tao oom o chloreto de
zinco coma o chloreto de cal ou o solphato de cobre
A escolba ser entao determinada pmas vezes pelo
proco, outras pela snas qua'idades especiaes,
muitas vezea pelo perigo ou inocuidade relativa
(pa'a o bomem) que derivar do seu uso.
Ha certoa desinfectantes que atscam com tal
violencia a materia orgnica que, a par do micro-
bio que destroem, vSo reagindo sobre tudo que
acompanha, gastando nesta aeco collateral muito
mais substancia de que a que seria precias para a
condemnado microbio. Tal a agua oxygenada
o teicrobicida por cxeeelleaciamas de que a
dsepratea, pela multidSo de oxydacoes a que da
lugar, deve ser muito superior dse, que eu peco
I cenca para chamar theorica. Taes sao os pe
manganatos e os bichromatos de potassio e de so-
dio, excellentes desinfectantes, mas que, para nos
darem certeza de nma completa esterilisaco, te-
riam de oxydar primeiro, quanto o exigissem as
respectivas afinidades, todo o excipiente do viras
infeccioso. Sob este ponto de vista especial o su-
blimado corrosivo, o sulphato de cobre, o chloreto
de sdco, o boro salicylsto de sodio, e, em nltim
lugar, o acido phenico, sao dos mais recommenda-
veis.
J nai succede o mesmo com o cbloro ou com o
chloreto de cal, productos especieaes cuja sccSo
to enrgica que d para tudo, mesmo em dees
mnimas,ou com o acido snlphuroso, cuja aeco
complexa e variavel por veses, deficiente, exi-
gindo por isso, sempre, o emprego de grandes d-
ses.
Acido sidphuroto E' este um dos mais velhos
desinfectantes que se conbecem e, anda boje, em
muitas circumstancias, o nico emprega 'o. E'
tambem, faca se-lhe essa justica, se algunas du-
vidss se offerecem sobre os seus effeitos, applicado
convenientemente, nm excellente antisptico,de-
vendo repntar-se bem afortunados es microbios,
que lbe resistirem E' sem duvida, mais demora-
do e muito menos efficaz do que o cbloro ; mas at
certo ponto compensa esta desvantagem com a fa-
cilidade da sua mampulscao e seu baixiseimo
preco.
A substancia productora deste acido o enxofre,
na dse de 30 a 40 grammas por metro cubico de
ai. Dividida a porcao total pelo recinto que deve
ser fumigado, parece prcferivel usar-se do enxofre
em p molhado com alcool, que se accende por
quaiqurr meio. Pode inflammar-se dentro de pra-
tos ou capsulas de folha on de qoaesquer outros
recipientes adeqnados, comtanto que o sobrado
fique a coberto de qualquer derrame do enxofre
acceso.
Constitue o enxofre um bom recurso, em tempo
de epidemias,podendo-se, falta d'elle, recorrer
s pyntes portuguesas, tao vulgares como baratas.
E' com as pyrites naeionaea que a nossa Fabrica
da Povoa fax o seu acido sulphurico
O acido snlphuroso, a secco, pouco activo.
Havendo porm o cuidado de salpicar primeiro
com agua as superficies do aposento fumigado,
a bumidade, qne d'aqu resulta, coadjuvada pelo
calor desenvolvido pela combustao, accelera e ex-
cita as propriedades toxicas do gas que, pelas di-
versas resecos a que d lugar, produs o effeito
que se pretende.
A desiof ccio pelo gas sulpburoso exige porm,
para ser completa 2 a 3 dias pelo menos.
(Continua).
'ARTE FFICUi.
Governo da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO 12 DA DE
JAKEIBO DE 1887
Augusto Jote Mauricio Waaderley, o mesmo,
Isidora Marinho Cesar e Man >el Antonio de Albu-
querque Machado. O estado finauceiro da pro
vincia nio p rmitie, p ir emquanto, a reabertura
da eac Anaatacio Joc de Asevedo. tiim, mediante
recibo.
r. tuno Jos de liveira Cobra.Deferido com
o offiVio desta data ao Dr. oh te de polica.
Eui^gdio Joaquim de Sant'Aona.Informe o
{ir. ii.epcctar du Ihtan Provincial.
Francisco Piulo de Magalbaes. Informe o Sr.
inspector da Tbeaouraria de Pazenda
Gal di ni i Diniz Kib> iro da Cuuba.Sun, pagan
do o su plicxit'e as coinedurias.
(i neo-o Oeroneio feix to de Aibuquerque.
liifo'me o tjr. Dr. ib f de polica.
J s esar da Mua. Informe o Sr. inspector
da Tbesouraria de F.i u ij.
J -*edr-> M ..aiii na .Neata data aotoriao o
Thrr.inro Proviunai a eacnp'urar o debito por
pt rteiicvr e*t- a exercic u rjnoo.
J a K. a-ciaCJ Leite. Deferido com i.fficio ao
Par, br-g.dein coiimnii Imite das armas.
J Prnneisco d' Mello. Iut rme o Sr. bri
g .il^rro comuiau iai.te das aro a-.
Tne toi.ij Amaneio d Hoss* Cavaicnte e os-
ir a.t' nj'-i:id) ao 8r. eng nb ir ch-f<* d* Ke-
pMixeA'dns Dbras Pubi-cas para atteuder ao pe
lid ta su, p icxiites, m termas
SereUria da preatdHi ia de Per na m
bui-o, em 13 de JsutMTO 4i 18">7.
t) p rt ir>,
Franctlino Chacn.
Repartao d.i liria
Sec^-ao 2? N. '-i. .6- r-t ru da Po
!\.--. ile Pi-riioiubu o, 13 de Janeiro Je
i 7. -IlLii. e fcgis- Sr. Part ipj a
V. X-. qu" t>ruiu bont-iM reeoIlil-iuS a
I^imi ne tt-u(,ao scgumt-8 iuiviiuas :
A' orleui do Ur delegado do l .listrcto -> *-
pi al, Amooi '.ornes He A'i ron ou Jo o Ig a-
co, como criminoso de uioite un Jaboato, uii-
liba diaposicao.
A' urJem d > sub i< legado do Reoje, Isidoio
Sarra.ior daa M r. i e j.,.<]iiiui Antonio de Pa-
rias, como vagabund .
A' ordem iodo 1* di.iricto da Bsa-Vista, l&>
Fraueiaco de Luu, Fai(stuio Faria fessoa i
dro 'OHO da C i a, o pnoi iro por uffansaS a
ral pub ica eos ultimo por disturbios.
O subdelegado do 2* districto da Boa-Vista, em
offico de hontem datado, communicou-mc que an-
te-hontem, s 4 horas da tarde, na curva das
Salina- periencente quelle distrcto, o subdito
portugus Jos Tavares, guiando urna carroca
deu lugar a que esta passtsse sobre os ps de Pe-
dro de tal, que all se achava spntado e o ferio
levemente.
O ferido foi conduzido para o hospital Pedro II
afim de ser tratado, e o offenjor que foi preso em
flagrante prestou fianca provisoria.
O respectivo subdelegado tomando conhecimen-
te do tacto pi osegue nos termos da lei.
Communicou-me o delegado de Limoeiro em da-
ta de 12 do correte mez, que foi preso pelo sub-
delegado do 2a distrcto d'aquelle teimo, Joo
Francisco da Silva, por estar pronunciado em cri-
me de homicidio na comarca da Pao d'Alho.
Deus guarde a V. Ezc.Illm. e Exra.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O dele-
gado encarregado do expediente, Salustia-
no Jos de Oliveira.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 13 DE JANEIRO
DE 1887
Padre Floriano de Queiroz Coutinho. Deferi-
do, tomando-se por termo a fianca offerecid..
Manoel (lardoso Jnior.Certifiqne-se.
Contas de Angelo Vieira Sampaio e do collec-
tor do Rio Formoso.Approvad-8
Diogo Cirios de Alm ida Albuquerque.Fa-
C'-iiE-se as notas da portara da liecnca.
I edro Antunes & .Deferido, dando-se hai-
xa no collector, visto que para ella nao honve jus-
ta causa, comj informa o Consulado.
Isidoro Bastos de Oliv ;ira Fielden Brothers e
Dr. Urbano Mamede de Almeida.Informe o Sr.
contador.
Manoel Luiz de Moraes e Silva.---Deferidonos
cermos das nformaces.
Manoel Marques de Amorim.---Indeferido, vis-
to achar se occupado o armazem n. 16 ra do
Visconde de Itaparica pelo novo inquilino com o
mesmo genero de negocio sem que em tempo fos
se provada a sua desoecupafo e declarada a ir
responsabilidad^ que orarequer o proprietario in-
competentemente.
Jos Loure co Franco e Manoel Clementino Cor
rcia de Mello.--Deferido, p -deudo licitar.
J. dos Santos Oliveira.Deferido, ficando ir-
responsavel p?lo debito anterior o novo inquilino
qne estabelecer-se no pavimento terreo do pre-
dio n. 53 roa do Barao da Victoria, coja desje
cupacao se prava.
Niemayer Cahn & C. -- Nega-se provimento
a vista das nformaces e do disposto no art 6 do
regulamento de 7 de Outubro de 1873.
Saunders Brothers & CBest.itua-se.
Maris Josephina da Silva Dubourcq.--Indefe-
rido, visto que das nformaces resulta nao estar
desoecupado o pavimento terreo n. 39 ra de D
Mara Cesar.
Alfredo Quedes Alcoforado. Begittre-se e ta-
cam-se as notas.
A. Augusto de Magalhes. -Volte ao Sr. con-
tador.
Jos de Azevedo Maia & C.--Sellados os co-
nhecimentos, volte qnerendo.
. ____ #
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DA 13 DE JANEIRO DE 1887
Custodio Araujo & C V 1* seceo para at-
tender.
Jos Mara Wgiet.--Certifique-se.
Companhia do Beber i be. Lenifique-se o que
constar.
Mara dos Martyres Tavares dos Santos, An-
tonio Pereira Gomes, Qaldino Antonio Alvos Fer-
reira. --Informe a 1 seccao.
Antonio de Souza Bras, Salaaar & C A' 1*
secgo para os devidos fina.
Jos dos Santos da Costa Moreira.---Indeferi-
do em vista das informacos. v
Antonio Joaquim de tianr'Auna, Joaquim Fran-
cisco das Cbagas > Silva, Antooio Mana Marques
Ferreira, Francisco Pstrocelli 4 Irmaos, Jovinia-
no da Bocha Pereira, Joaquim Fe. uand s da Ro
cha, Antonio Serafim da Silva, Joo Euthimio de
Brito Macedo, viuva de Virgolino de C, Guilher-
irte Spiller, Cont & C.-Sim.
Francisco Hilarino de Oliveira Maia.Sim.
Silva Ayre8 & C, Eduardo Martina Corris.
Indeferido em vista das nformaces.
Joo Goncalves de Sonsa Bairo.A' 1* seceo
psra informar.
Companbia da estrada de ferro do Recife Var-
sea.S- lie o coobecimento para tirar despacho.
Baltar, Oliveira c C.--Iuforme a 2* seceo.
INTERIOR

O clima littoral da provincia de
Pernambuco
(Da Revista de Engenharia)
DEDICATORIA
Ao Illm Sr. Dr. Paulo de Amorim Salgado
Pernambuco
Si nao fosse a dedieseo rsrissima de V. S.,
baldados teriara sido os meus mfdffoa de reunir
"S dados necessarios, que serviam de base a ete
trabalho, com i j o tinham sido ant s de ter tido
a fauura de saber de quantus sacrificios V. S.
capas pira servir sciencia e ao ptiz.
Oxal que O 3raz;l tivesse muiros ciiados
como V. S., eujo patriotismo se mauifeste pe"
exercicio de rarissimas virtudes cvicas, e nao por
palavras I
De qu-ilquer merecimento, que ter ossa est<-
in- iieato trabniho, urna boa pa.te, seno a ma>o
perte. ce a V S. de quem me orgu h ser
Admirador e amigo dedicado e agradecid
F. H Obaeiert.
INTRODCgO
T"ffi'8 riiante do nos obs- rvacei m teorologi
chs. timu't'inea, teitas sub a dir< ccao do d'guis-
simo diiector ua repartilo das ub.-as P.ibicc.-
ud tro lugarea da pp>viucu de Peruambuco, um
rab-lbo uuico no Brasil al h je e de muito me-
feciuoln'o.
O izar de aproveitar para a gersco actual es
s ira1 albo notave de alguna hornen dedicados i-
ver ndeirameote patnouia, riui-n'e porque ain 1
oio s- c m.iletou o d-c-niuo, seria acaiibaioeut..
Mf utifico, m'Jit m~l cabido. Euiret .uio uo d' i
x .moa de l->stiyi*r, qu" uo fv.ae p. Bivel cou-
ciuil-o, fiiiauio to i-ini-nt" d'ius a tres aon-.e
p.ra al o alto a be oirrrgado do tr.b illios o ampregado
da c lonia l.i b-1, que se presta va a fater gratui
tamente as ooserva oes diarias e nao haver all
outra pessoa com habilitares precisas. 0 va-
lor peculiar J'eoU- trabalbti eta na simultaneida
de das uUs> rvuco-a diarias, follas sob a mearon
direceo e conf id^^H H""8 D'rui-'90''i ema-
nailus d'clla, d<- ioiUI Hwilii.-ente e piestam a
o ni pstuu comprativo do clima da zoirs littoral
da provincia de Pcruanbuco.
; As obaervsccs na cidade do Recife (Pernam-
buco: lat. 8 8,4'; long. W. de Ore 34,5l'; altitude 3 m.) feitas pelo pngenheiro Sr
Ceciliano Mamede Alves Ferreira, >>bragem 8 an-
cos cempletos, do 1<> de Marco de 1876 at 29 di
Fevereiro de 1884; as da cidade da Victoria (lat.
S. 8,9'; long. W. Greenwich ^50,27'; altitude
161 id.), feitas pelo engenbeiro Sr. Francisco Ame-
rico de Arago Rsbeilo, foram comecadAs em 1
de Outubro de 1876 e terminadas em 30 do 8e-
tembro de 1884, faltando-nos, porm, 12 mezes,
de lo de Ontubro de 1877 at 30 de Setembro de
1878 (7 anuos) ; e afina! aquellas da Colunia Isa
el (lat. 8. 8,45'; long. W. Greenwich 35,42';
altitude 229 m), fritas pe'o Revdm. fre Amonio
Aibano, comprebendem o perodo do 1 de Agosto
de 1876 at 31 de Marco de 1884, menos a p cu
de 1 de Agosto de 1877 a 30 de Setembro de 1878
(6 1/2 annos)
A d'stancia, em lmba recta, da costa do Atln-
tico calculamos para a cidade aa Victoria em cer-
ca de 56 kilmetros, e psra a Colonia Isaoel em
cerca de 76 kilmetros.
Segundo os pbenomenos meteorolgicos, per
liares regio littoral, tanto a Victoria, quauto a
Colonia Isabel e Palmares pertencem a essa re
gio, bem que do ultimo lugar p<-ssniui< s smente
um resumo completo das observaces das diret-cea
dos ventos (de 1877 a 1882), publicad nos Esta-
dos Unidos. (1) Embora termos empregado to-
dos os meios ao nosso alcance, anda nao uos f i
possivel eomplctar as poucas observaces que pos-
suimos de Palmares e Quipap, esUces do pro-
longamento da ferro vi a do Recite a S. Francisco,
oque teria silo de importancia, nao tmente para
ser. m incluidos n'este estudo, mas tambem para
poder espacar, o mais possivel, o limite da regio
littoral com o eon'imental (o serto).
Por ora, portanto, nao podemos tracar o limite
d'esta regio littoral seno linha recta de, quanto muito, 80 kilmetros da
costa do Atlntico, presumindo, todava, estar
muito mais afastado d'esta costa.
I. TEMPERATURA
Em toda a parte do nosso globo o clima littoral
on martimo distingue se do contimental pela pe-
quea amplitude das osciliacoes (variaces) da
temperatura, j por si bastante pequea zona in-
tertropical e diminua io com a lacitude.
Na cidade da Victoria, porm, essa amplitude
maior, pelo que o sen clima approxima-se bsstau
te ao clima contimental, bem que em outro senti-
do nao deixa de possuir o carcter do clima mar-
timo, como mais adiaute demonstraremos.
TABELLA I
TEMPERATURAS HEDAS ANNUAES
I
08
Kecife Victoria -I
3 161 O 3 O
O
1877..... 26.3
1U78..... 26.0
26.5 25.2 23.8
1880. .... 26.5 24.9 23.4
4881..... 26.6 24.9 23.9
26.0 26.3 23.8
1883..... 26.0 24.5 23.7
Amplitude . 0.6 1.8 0.7
Como se verifica pela tabella I, precedente, a
amplitude (variaco) das medias snnnaea 0,6'
na cidade do Recife, qnasi a mesma, isto 0*,7'
na Colonia Isabel e l.b' na Victoria, sendo as
temperaturas medias geraes do anno: 26,,3' em
Peruambuco (Recife), 25, 1' na Victoria e 230,7'
na Colonia Isabel. N'es'as mdiss descobre-Be s
diff renca devida influencia da altitude, qne
conforme as mesmas observaces pela formula de
Laplace calculamos cm 161 m. para a eidade da
Victoria em Jil m. para a Colonia Isabel, verifi -
cando-se tambem que a dimiuuico progressiva
da temperatura de 1 por cada vez 200 m. (Liis)
ou 170 m. (Humboldt) de elevaco nao se manifea-
ta as temperaturas medias annuaes d'estes dous
lugares da regio lictoral; porm mais se appro-
xima meda obtida por observaces, calculndo-
se menos 1 de temperatura par cada ves 100 m.
de elevaco n'esta regio littorl, to prxima, ao
Equador o que dara para a Vicf ria a media an-
nual de 24*,7' e para a Colonia Isabel a de 24".
Esta tambem a iminuico da temperatura cal-
culada :heoncamen:e seg indo a altuude(1 por
101 m.; para o ar perfeilamente s< eco.
Considerando se as temperaturis mximas e
mininas, absolutas dos annos e mez- s nas t-ibellas
II e III, nota-se rambem que o climt da Victoria
se distingne por seu carcter um unto continen-
tal com nma amplitude aperidica, mxima e ab-
soluta de 27*,4/, emquanto as mesmas amplitudes
aoeriodicas do Recife e na G -i'in t Isabel sao
quaai iguaes, isto 21',0- e 23,9'respectiva
mente Este mesmo carcter do clima d- Victo-
ria sobresahe principalmente nas temperaturas
mxima?, absolutas dos un s e do anuo. Se-
ment em tres mezes (Julho, Agosto a S-'embro)
a mxima temperatura observad i durante, sete
anuos na cidade da Victoria tein sido menor do
que em R cife, anda qu aquella est 158 m
mais alta do qne esta cidaoe.
TABELLA II
TEMPERATURAS MaXIMaS E MNIMAS ABSO-
LUT/S DOS ANNOS *
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TABELLA HT
TEMPERATURAS MXIMAS E MNIMAS DOS
MEZES
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Segundo a altituue as temperaturas minims
absolutas da Colonia Isabel deviam ser menores
do que as da Victoria, entretanto sao quasi iguaes,
e de presumir que na Victoria talvez seriam
menores, se tivessemos um maior numero de annos
de observaces.
Nesta anomala revela-se o effeito de urna causa
secundaria, do vento que mais~adante explicare-
mos.
Nao nos estrmham ss temperaturas m*xima,
ubsolutaa dos mezes, menores na Colonia Isabel
do qne na Victoria, porque se explicam pela posi-
co mais elevada da primeira.
Todas essas circumstancias realzara anda mais
o carcter excepcional do clima quasi continental
da cidade da Victoria, que em consequencia
muito mais saudavel, conforme geralmente ad-
mittido i ara um clima desta natureza, do que
aqnelle do Recife, visto ser urna temperatura ele-
vada e continua com pequeas variaces de nm
effeito bastante desf-voravel sobre o organismo
humano e mesmo obre o carcter do povo.
Segundo s altitude as temperaturas mnimas
absolutas da Colonia Isabel deviam ser menores do
C|ue as da Victiris, mtretanto sao quaai ilutes, e
de presumir que na Victoria talvez seriam meno-
res se tivessemos nm maior numero de annos de
observaces.
Nesta anomala reveis se o effeito de nma causa
secundaria, do vento, que mais adiante explicare-
mos.
Nao nos estranham as temperaturas mximas,
absolutas dos mezes, menores na Colonia Label do
que na Victoria, porque se explicam pela posico
mais elevada da rimeira.
Todas essas circumstancias reslcam anda msis
o carcter excepci 'nal do clima quasi continental
da cidade da Victoria, que em consequenci*
muito mais eaudave, conforme geralm- nte ad-
mittido para nm clima desta natureta, do que
aquelle do Recife, visto ser urna temperatura ele-
vada e continua com pequeas variaces de um
efleito bastante desfavoravel sobre o organismo
humano e mesmo sobre o carcter do povo.
TABELLA IV
MEDIDAS E AMPLITUDES DAS TEMPERATURAS
EXTBEMAS
*-
TABELLA V
TEMPERATURAS MEDIAS
Janeiro..
Fevereiro
Marco ...
Abril....
Maio-----
Juobo ...
Julho....
Agosto ..
Setembro
Outubro .
Ncvembro
Dezembro
Anno------
Amplitude
Recife Victoria
3". 161
8 annos 7 annos
0 0
28.0 26.5
28. 26-7
27.6 26.1
26.2 25.8
25.4 25.0
24.5 23.9
23. b 23.0
24.3 28.2
25.4 23.6
26.9 24.8
27.5 26.0
27.9 26.3
26.3 25.1
4.6 3.7
25.0
24.4
25.2
24.5
23.4
22.3
21.4
21.3
22.2
28.5
24.8
25.1
23.7
4.1
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As inesmas. baervaces su^c t< o estudo das me-
dias e amplitudes ..erudicaa resp>divas das tem-
peraturan extrsmaa, representad ua tabella IV.
As amplitudes destas medias tHmbem sao maior -
ua Victoria do quena Colonia Is* el,nao ob-1.1.1
a ultima ficar em situaco inai"< elevada ('le 68 111,)
eas desta sao superiores aquellas do Recife He-
ihor do que nas. temperaturas manmas e mini-
nas se descobren) neslas medias das tciiij eratu.a
extremas, que as amplitudes quotidiniias dos meze-
daestacao quente sao uiaures do que a dj: mez s
da t sraeao fra e chuvo'ea.
As mJias geraes dos mezes mostra a tabella V
Embora calculadas das tem-i ra'uras mxima e
mnimas observadas, um p.uco superior Ss o lina
verdadeiras, revelam salientemente o ff ito elevaco cima do nivel do mar. Ellas sao me-
nores, em todos os meses, na Colonia I.-ube.l do que
na Victoria, bem que t ni-ute em consequencia
das temperaturas mximas menores, visto que as
medias mensaes das niinimas de smbos os lugarea
sao qnasi iguaes, o que anda mais fica reatado
pela simples cumparaco das duas mtixs annuaes
das temperaturas mnimas fl9*,4' 19,6'.
As pequ- nss amplitudes (variaces) das tempe-
raturas medias extremas (tab. IV) sao caracters-
ticas do clima littoral, particularmente insignifi-
cantes na zona intertropical, como cima j fi.-a
apostado : entretanto nos lugares da inai -raiti
tudo se approximam um tanto as grandezas res-
pectioas, observadas do cuma continental, isto ,
tornam-se maior.s.
Estas amplitudes mensaes no Recife sao pouco
maiores do que as de S. Bento das Lages, (2) tal-
vei porque ss ultimas nao foram deducidas da
obser vacao de dous therm merrt 3 ocm ndices de
mnima e m xima temperatura, emquanto as me-
dias, mensaes e snnual (24,9') em S. Bento asj
Lages, (3) sao quasi as mismas da Victoria,e
portanto, neste i-entido tmente, a elevaco de
130 m. correspondera 4 1/2, de latitude on a
elevaco de 29 m. um grao de latitude, theori-
cameute fallando, porque as caneas secundarias
tem influencia saliente sobre o clima qnalqaer
de lugar, at em regies bastante prximas, enjos
climas sc to semelhsntes como no litoral das
provincias de Pernambnco e Baha.
Julho o mez mais fri, nao comente uestes
tres lugares, mas tsmbem un ti dos os lugares do
Rrasil, cujas temperaturas ernhecmrs, a saber:
em S. Bento das Lages da B> hia, i2.b'), no Rio
de Janeiro, (2 ,8') (4) Juinville, (15V'), Pal-
meira, (14,0'), Santa Cruz, (12,0'), Taqnara,
(12o,9'), PeloUs, (12.0' (5) e na cidade do Rio
Grande do Sul, (.33'; (6).
Na zona torriaa ao sul do Equador os mezes do
verSo (Dezembro, Janeiro, Fevereiro) sao os msis
q uentes, tanto nas cidades do Recife, da Victoria
e na ( donia Isabel, quanto em S. Bento das La-
p s. .No Ro de Janeiro e Rio Grande do Snl s
mentP 8 <*oas o'timos mezi s do veio (Janeiro e
p0 vereiro) e o primeiro mez do outono (Marco)
3ao os mais qoentes. Tambem na Col na Isabel
0 de Marco pertence a esse grupo dos mezes cali-
dos.
TABELLA VI
ASOMALtA MEDIA DAS TftMFEBATDBAS
Janeiro..........
Fevereiro........
Marco...........
Abril ...........
Maio............
Junho ...........
Juihi............
Agosto...........
Setembro.........
Outubro..........
Novembro........
Dezen bro........
Auno............
Beeife Victoria

3.2 6.3
4.1 6.1
3.9 5.7
3.6 5.1
3 2 5.0
2.7 4.2
2.4 4.2
2.6 4.4
3.2 5.2
36 64
3.7 6.8
3.7 6.7
3.3 5.6
Colonia
Itabd
4-.S-
5.0
4.8
3.7
3.5
3.5
3.3
8.5
4.0
4.6
6.2
5.2
4.0
Parece que fl Mohn, disendo, que : na aona
trrida os meces do esto nao sao os mais calidos *
e que < quanto mais prximo ao Equador, tanto
mais a poca mais qnente do anno se observa nos
mezes da primavera e do outimno, emquanto os
meses dovero e inverm sao menos qoentes,
(7) anda nao conhecia as observaces brasileirae
o snl do Equador, bem que as de S. Bento das
Lages, do Rio de Janeirn e algnmas de Pernam-
buco j foram publicabas ant es de 1883. (8) Nes-
te continente sui-amerieno fmen'e ao norte do
Equador e no Para, oa*n*xes mais calidos do an-
uo sao os da primveriF(v. g ne Para, G- orge-
t wn, P> ramaribo, Cayenna, Bogot, Qu to) e do
outi.muo (v. ff. em Caracas e Bogot).
Dos mezes qu tetes o mais jlido Fevereiro,
tanto nas cidades do Recife, (*!), da Victoria,
(26,7) e na Colonia I* b 1 (2',4), quanto em 8.
Bento das Lage-, (26,8) e no Rio de Janeiro
(26*6).
A amplitude anou! das media mensaes gerae
(Vide tab V) de 4*,6 no Recife, 3 7 na Victo-
ria e 4*,1 na Colonia Izi.be!, emquanto em S Ben-
ti das Lages da Bab de 4*3 e n Rio de Ja-
neiro 5,8.
Na zona t mp> rada do Brasil, Janeiro o mez
msis que-ote, M-ndo : nnp'ilude animal das medias
meiisat's : 9*3 >m Jomviile, 9,2 na Plmeira,
12 7 em Sa-t' Cius. II 2em Taqura. 12 ,2 em
Pilotas, e 10,6 1 a rid.oeon Ri- Grande do 8l.
T\ELLA VII
AIOMJSMA ABS'LOTA DAS TSMPErATBBAS EXTREMAS

Janeiro.........
Fevereiro.......
Marco........
Abril..........
Maio.........
Juno ..........
Julh...........-.
AgOetO .......
:'i te bro ... ....
Oiiiuuru......
N vembn.......
I) sembr......
Anuo........-
f Recife 1, Victoria
1 9 8 12.1
8 8 10.5
8 8 10.9
8 7 10.0
7.3 9 7
6 l 7.9
9.0 9 0
K 10 3
9 3 10.0
8.1 121
9.1 11.6
10.0 11.f.
1 .5 1J.7
Colonia
Isabel
9.3
10.3
7.9
9.4
7.7
6.7
7.1
8 5
7.8
8.4
9.3
8.6
11.1
O clima littoral da pn.vnc a !> P rnambuco se
revele t.muera iteals vai^v'vt> ape i' meas, q e
ehaiii-im isau'malia ou variablnlaie das tempera-
uias ui'a, dof me>es e do un 1, represe- tuda na
tabella VI ; ell p 411 na enire. os ir. picos, po-
r-m no R-'eifv mal r do que un S. Bento das
Liges (9) e no Rio d Jamuro (10)
O facto aeter maior esta mi nii^iiH na Colonia
Isabel em comparaci com aquel a do R cif ex-
plicase pela aititute dn prim>ir ; mia.nao se ex-
plica do mesmo inorf'', p rqo.- na Victoria maior
do aue na Colonia Libe!, visto ser -na-or a altuu-
le Ata. De qualquer lo'ina que estudamos a
tenrperatnra do cima littoral desvendada pelas
observaces simultaueas na provincia de Pernam-
buco, sempre deparamos com a uieaa anomala.
Esta variabi idale na Victoria oiui'o semelbante.
aquella ce Roma, Floiencae Verona im Itali;., (Uj.




-__
f ;

S'.,:
|i.
iaBO
_*.->.,
r




Diario de PernarabncoSeita-feira 14 de Janeiro de 1887

Aa modi6c8Coe pois que o clima tiTlcral experi-
menta com a altitode creBCCnle 0*t aaala-
ga aquella que e observan as latitudes maio
'Calculando- Jrandezas que indicara quanto
eafastam as-temperaturas mximas e mnima
aba lutaB da media menaae e annuae, isto u
anomala ou variabilidad* absoluta dn tempera-
turas extrema absolutas (vid. tab. VII), btem-
a naturalmente valorea muito maiores do que
aquelles da varabilidade oa aMenaua media ; po-
rra comparando-* ese* valora* entre i, ***t
tm a meara, obaarv.i'c** j .xarada a respe*
da varabilidade das media*. Todavta notawl
que esa auouiali* a Cotona Isabel tto seme-
Ihaute a da cidada 4o Ree*, inf-rindo-^e det-
facto que deve hairer urna cansa secundaria, a qual
destroe o effeito da altitud*, e cata aera a cao
da suoaialiaji algaua vezes afanada. A-
molla, entio, prapna do mima da Coioat Isabel
enio do da Victoria.
II IlL'MinADK
A quantidade d'agua da atmosphera no estado
gaseso 3U condenaado depois da temperatnra, o
elemento climatolgico mai importante.
Nao pouinde senao aa mdi menaae oaa
obrvea respectiva, nao no pesi*t Wter-
mir.ar o periodo quotidiano (12) o qual, qnanto i
humidade relativa, ****** bem notavel.
A acguiute tabella VUI rB**enU a humtdade
absoluta, sto c, a qoanf.dade do vapor aqaoao da
atmoephera, pnmeiro pelo prestito (tepo), qu*
ere*, em millimetro da columna baromtrica,
deno peto paso a gramma (?) no metro cubico
dotar, o qmai juntamos pafa evitar erro na nter-
pietcSo-destaa grand. as*.
.TABELLA VIII
hmida aaOLCT muia
fe fi3 S.? -3 =
3 3 T?. ? : 2.3
= 3-3 3
5 a ^ r...... o
O O .......

*ri,t4w.-*H- tOIN0r>tCSt
o'aooictcooO,otcit*'>-'>
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.; m a r. ^ -j w -^ ^ ?: i "-'' '-
T)
a.'
'
o

crs
I

vel neate sentido O eflma da Colonia teabet, pe-
cialtnnte doraato o mese*, ds Ooiobro a Maros,
emquanto a influencia hygieuiea ct^fia~o approxima um Muto AqueH da clisa
c ar seeco, c ffereeendo, poi, aos habitante da
regto littorul aa eoudic&es de cura climatrica,
mod^rnarntuteem un, particul.irmeute dorante a
estvo queate : a Victoria totnnirdo-ae, eorfo,
o Petrcpuli de Pernambuco.
Pode haver na provir.cia de Pernambuco um
Ingar sncarior noat ntido, mas nao o cnbeec-
noi por ratta da kaervacoVa meteoroljgica. Nio
dainmo* p8r eatn tecasii- eem amar a at-
t*gao pan *** valor peeuliar d acmrlbairt*
eltnrvucosa. Un lugar deserto 4ea modo peda
toraar-se a centra aoia>ado d id como patito
de reunii de eaaaoa e familia, qoe foge* do
calor e da humidade da ettnclo qunte do lo-
gare b*tra-sar, isto i. ui lu.far amcura clima-
trica, cuj *->to t'Hi-ae aotr4* tio salat^r
para o organnwo, desde qae fui procurada em
maior eacala, romo modernaineute tem tido lugar.
Neto clima Iittoral o habitante, que gozara de
aadc, fcilmente scffrem de obesidnde. Os phy-
si'jlogistaa nao teru difficuMade e dtscabrir o
deaeuvolvimeuto maior do yte!na muscular e
({laudular eob a influencia aa maior humidade
relativa.
Para compreheadar o caraetar dos habitante
do litoral brabileiro, partieulannente da auna in-
reriroptch, b.Bta cornual al o grande exciubi-
lidnde aerroca, a acriaida*! iucausavel e apres-
tada do norte-americano, que < eipliea pelp
maior seceura relativa do alima dos Etados-Uai-
do. Jo paulist distiagae-se pe txcitabili-
dadrt e aciividade rauit) maiores do braileiro da
zona litoral, porque a de um clima do nn-nor:
humidado relativa ^59 por ceuto em S. Paulo que?
a medi* anunal de quatro anuos d observa
cues), os p'analtos d* zona subtropica.
O que significa, portaoto, eob a. p-oo de vista
da njg* n -, um clima como o da Ticrora para o
habitante os lugare meaos al*adoa o meas*
tavoreeoada neg o litoral, desmo aprecia-
co os; medie coaip<-tcf*--s. ...
Na ha agal-o que o clima da Victoria aindn
r,v o.dofct^do;-Uai>ta, cuj iafluraaia fjt fio
bem deacript* por fe l>sor na MgfMMM paM-
vra. .
. L'on das trait pl-yaiologiqu' de i ameri-
caia c'i*t t'abseace aoiaboopoiit- Parcouroz Us
roe de H-wYork, de Bostot, de Khibrdelphic,
sur cen indi vi das qui voa coadok-o* voaao ren-
contrerej: p'ine un qui ais de la corpnlence en-
cate e Crouvera-t'U lo pttt so.wwutr qu +**
dWidu eat u trauger ou a'ong ne etrapgre.
( qui lous-frappe aartoat ebea las Ao>iuauas,
c'eet la longueur du eou; non pas. bien entead".
qu'il aient e coa bsoluu><'nt plus long que nous,
mai paace qu'iSAUt plw grl-, prau dauourt
plus allsng A U-ur tour les Anrwains, rei-ou-
uimeac nu.-ti*aieBt l'orpiea (et fce Bisilien)
aox caactrea contraires.
tas jrecijtUc $es aijuoa j tiveiaeg oeewiat,
de fallan em o nowo trabnlho sobraa gao da dluva no Bral. Tendo, norm, publica
do postwiormeHie em lingua aliwn la traJiaiho
mai coorecto e augmentado *wbre o 'MMo aa-
suropto, tiaduzimo pura este euaaio a parta lela-
tiva. ,
A zona litoral da provincia do Pernammico (<-x-
eepro talvea a su parte sen*' utetuaai) permutas
reaiao das chavas do ovtomno (Marco, Abril c
Maio) e ttitvrflo (Jauh-> Juia., e Agosto), a uossa
quart regio braaeira. (Vida tabella
TABELLA X
I.SHJVA8 OAS
TABELLA Xir
l'ROB VDILIDAOK I1R CHOVA
Janeiro
l'evero*
laruo
Abril. .
Msio. .
Jsjuh j .
Mbo .
ApetJ .
Matabra
Outubro.
Norerohro
Drzembro
Aano
X!


. '
Muito mai importante pra a climatographia e
a humidade relativa, isto a pio-orcSo porce*Ul
da quantidade di vapor aquoso, que existe, para,
aquella mxima, que pode "xistir no ai com a tem-
p.ratura reapectiva, porque de uina influencia
incisiva sobre oa organismos.
Segundo Pettenkofer e Voit um homem ex-
pelle par dia 900 grmmas de agua, pela pelle e
palos pulusoes, iata 0,6 partes ou 640 grammas
pela pelle somente, e oscillacoe de um por canto
da humidade relativa do ar j determinan) mudan-
oa pwacptiveis da transpira^o. Lliminoindo a
trantpiracao, augmenta a trereco da ruiiu, as-
alto como em muitos casos a nos intestinos. Os-
_ -feiHifipa repaatmas da humidade tom por ei um
effcito muito seosivel sobre um organinno doente.
Em qrimeiro lugar manileetatn-ire por augmento
cu, diraiuuicao repentina d* prossao ao sangue.
O aangu menos aquceo do habitante da
elimaa seceos acta como um estimulante mai in-
tensivo obre o eystema nervoso, elevando tuas
fuocgoes ; oa effeitos o exeitamentos (uervsi-
dodei e insomnia. Ee efleito tambera e observa
a principio nua organismo sios, traneportados em
aa clima seueo ou o clima de lugares elevado
(Victoria), e e nsaniteata poi urna certa agitaco.
0 alima de lugares elevados, at com maior humi-
dade relativa, iguala nest sentido ao clima sece
de lngar<-s mai baix>, porque em virtude da
pressau atmospberica diminuida augmenia a tran-
SDrscffo. .
" O a- hmido (c a pressn atmosphTrca aug-
aaenuda) tem, poia, as iiflVnaiaa eguintes_ sobre
o iioto organismo : depreefao das funecoea do
tya'eana nervoso, somuo tranquillo, augmento oa
exhaincao do dioxydo eurbonico, ciroulaco do aan-
pue maia demorada. Pelo contrario, o ar eeeo (e
presslo du ar diminuida) Km a iefluencias
,qoe si-Ruve: agitaco nsrwa, insomnia, pulsa-
/' coea mai apreesadas, maia seceura da pehe, de-
preteio do calor. (Thomaf). (13)
As oscillacoes p temperatura, portanto, exereem
sobre o organtana* urna uflosncia diera segundo
o ar lr relativaaacnte hmido ou accci. Send-
elevad a bumidad) relativa, um resfrismento in-
swnificante do ar ji acia sensivel e nccivamciite;
no arseeci, pelo entrar, nio est acompaobado
de enHC!o desagradavel alguma, nem de couse-
qaeacia nociva. (G. von Liebig) (14.)
Os habitantes dos d-s-rt,, e de regioes seceos
em geral supporUm sem -conforto oscillacoe
grandes da tnaperaturs, que nos climas mai h-
midos podem tornar-se muilo nocivos. (15)
TABELLA IX
NDIAS ITESSAES DA HCMIDADB BSLATIVA
Jaae ro .
Fevereiro
Mnlr, .
Abri'l. .
Maio.
Junliu
Ju.h-i .
Aguato .
Seteinoro
Outuuro.
'Novembro
:zembro
Auno. .

Seeife Vietori*
8 anno 7 auuoi
_______
IO'J.8 84.5
151.S 6.2
150.3 101.1
277.3 l;.t.2
378.0 Uo.
580.4 142.
7l.l 170.2
3.0.1 ;U3.
173.1 48.8
6.0 10.9
28.9 21.9
51.8 '28.8
2971.7. 1050.5
i,
3 3
a
-2
.2?*
3(i.l
46.6
77.7
144.7
193.0
144..8
154.7
124.9
49.9
19.2
19.5
25.'.)
107.
Recife Victoria
0.42 0.35
0.40 0.35
0.67 0.46
0.62 0 66
0.65 0.55
0.90 0.67
0.72 0.71
0.77 0.68
0.60 0,47
0.24 0.26
0 25 0.24
0 25 0.25
41.53 0 46

0.27
0.23
0.45
0.56
0.59
0.6 i
0 74
0.?0
0.*)
0-2)
0 19
0.21
0.45
Recife
. /"
Janeiro .. .
Fvvereiro .
Mareo-----
Al-nl.....
Maio.....
Junho ....
Ju.no. .
Agosto. ..
Setecobro .
Oatabr -
Naverabro.
Dr sembr.
Ana.....
Victoria
62
62
67
73
74
78
78
75
69
60
56
56
68
Neata provincia as maiore quantidales de
chuva ae precipitam nos uiezea do Mio (na Co-
lonia Isabel) e Juino (iris cidades do Kecito e da
(Victoria).
O tempo da clrava na cidade do Recife j ao
meca em Fevereiro, s vejes inosmo em .Uuieiro,
ese prolonga at 8etmbro, emquanto que na <2o
lonia.Iaabel e na Victoria aura, de Marco at
Agosto (outomoo e invern). Nestes daua lugk-
rec>he pir anua um luetro J chuva apvuas
(guindo as observaces de 'i !/* 7 auno),
inda que nao fiquern siuo m uiua distancia oa
50 a 70 kihmetrus da costa do Atlntico. Em
couiparaco s consideraveis quantidades de chu-
va, de quati trira metros, a esdade do Recife,
pur ora nao podemos explicar aa pequeas quan-
tidades na Victoria e Colonia Isabel ainao pela
supposico de estairm silaadaa na sombra da chu-
va daa elevayiea ou iu;mtuna,. isto ao lado
septentrional ou accidental das mesnuu. Oa ha-
bitantes destes lugares o verificaro, visto que
nao possuimos um aom mappa da provincia de
Pernambuco e aiuda ao tivemoa a fortoaa de
visital-a.
Na cidade do Recife o mezes mai seceos sao :
Outubro, Novembro e Uezeuibro (primavera as-
tronmica), e na Colonia Isabel e Victoria aes-
tacAo mon perdura seis a ete m<-ie, do Siesm-
bro at leveieiro* Marero, veses (primavera e
vero); potm os mise mai secco tuoibem alo :
Outubio, Navembio e Descubro, como no Rs-
cie.
Urna eorreJaeao do tempo ebuvoso com as dua
cutmiaacoea do sol no zenb nao se deac-bre aa
observa^oes de 1 a 8 aano da provincia da
rVroambuco.
As chuva do uutomno e invern desta regiao
tem lugar com vintos fortes, muita vezes tom-
petuoso8 de Se S, emquaato qne dnraote t es-
taco secca predominan) vales ae E e NE (Vida
a tabella XV).
TABELLA XI
EDIAS DOS PIAS DB CUUVA
Da medias meuaae ts uea calculado a proba
bidad da provincia de Pernambuco, bem que iguorem a
si nesta mdas eatao ou uao ioelnidos o da
nm ra-ii' s que 0. 5 inin. de chava. (Vid a ta-
bella XII).
Os meza de Janeiro no K-cife e Marjo na Vi'
etoria e Coonia Isabel so relativfimente seceos,
Visto que as quantidades de chava, que cahem eaj
quatro a cinco das por cada vez e. dez da arada
So pequeas. Bem qoe no Recifs o mea de Ju-
nho ntaiscnnvcBo (0.90) que Julho (072), toda-
va neb> a ehuvas cao muito mai copiosa, isto-
4, em l 2 :3. Comparando se, oeste seotido. os mezas d-
Ai-il0.5C) e Agosto (0.68) na Victoria, deseo-
bre-ae que, e,..liora seja nmu chuvaao o ultimo,
as chovas de Abril tilo muito maia copiosas aa
propnreo d* 5: 9
O inesuio se descobre aa Colonia Isabel pela.
>omparacao de Maio (0.59) e Agosto (070), a sa-
ber, qua a ebuvaa de Maio sao vais copiosas,
na proporcao.de 6 : 14 do quo a de Agoato, o
mesoco do que aqurlUa de Junho (0.64) e Jubo
(0.74), aioda que a probabiiidade de chuv do
priinciro -ja menor do que a dos outros mizi-c.
Nos mezes inais st-ccos (Outubro, Novembro e De-
zemoro), de todc os tres lugares ba probabiiida-
de de- quatro a cinco das de sol depois do un
dia cura mioiioa quanrrdade de ehuva de (1: a 8
mm.J
Quanto :io numero dos das de ttrovoad p.>r
roez, nao possuimos o* dados. Consta-nos, pt-
rm, que no Recife trovoada detconhecida.
Os cultivadores da cauua ueste eiiin littcral',
portauto, perderium o seu trabalho, se qniae*sem
fiafir a seiueutora como os da 15 .ln-i nos mezes
de Ontubro e Novembro, porque estes, com razo,
ooutaui com ifaa pequcu* estaco chuvita uestes
,] r; (50). Entretanto, amtlhor poea de proce-
der aoplauti.. da canoa na zona littural d8 ambas
ai provincia (Pernambuco e Bohio), Aempre uoa
mezes de Aguato e Setembro, segundo tusina
os resultados das observaces ndometricaa de
?. Beuro das Lig^-s e do (t-cife. As canna vi-
gorusas, nas^iJas com ehuvas suffloiontea nos
ltimos mezes da estaco chuvosa, moihnr se des.
euvolvem e mal facilmi-nt; reiateui sacra da
primavera da ver;o, ae nao tr exceas.va, do
que aquella plantadas com as primeiras aguas da
estacaa ebuvusa rcaisuui s chuva posteriores,
particularmente seuuo tilo contiderave eomo ua
cidde do Recite e provavelmente em muitoi lu-
gares da provincia de Pernambuc.', que fioain pro-
ximoa btira-uazr. Esta prafica de alguna agri-
cultores da provincia da Babia, de plantar canoas
com ns primeiras aguas una trras sufficiwit. -
mete ptruieaveis, e qor, s vezes, d boui ro
aullado, provavelmente tura-em apropnaaa para
a Victoria e Colonia Isabel, nao pode ser epuaa-
Ibada aos cultivadore da canua d-. pn.viucia de
Perouoibuco, cu^aa propsiedadas esta^ proxitnas^
.costa do Arlanueo, e, consta-nos, tainbcm nao
esta em use. Parec-nos, que. semelhantes cau-
nas wcnbetn sero u>en s saethariuas do que as
Iplantadaa .do fiu. da ebUico chpvosa, e nio duvi-
dantoa qun, um esrudo comparativo, h. de verifi-
car qu>- temo nizao,, -isto qui) a luz solar, mala
jinunaiva o meaos ,iutewempda, em virtude do
aneaos anuviamenlo lyid* pag .11) da primavera e
ido vur-o. c j meihor fabricanta do asaucar, e esse
effeito do> sol d.ve exercer-sa i com a mxima in-
teusidade, particulanmeite uo primeiro periodo da
jevoluco vegeta) e nao postesjor.neute, para qe
ipoasa ter lpgar a proiui^io du mxima quantid^r
de do aetucar oa canna. Eii um problema a es-
tada*, a saber, a evolusJe da panna nos diveraos
periodo, seguodo aa auas praticas na aemeuteira.
.jmalhunOes estudos devam, pqrm, ser feitos du-
raaw algn aunjs, para qua o effeito do tempo-
varuive dsappareca no reaultndo medio.
)r. F. M. Dbabseei.
(Cooma)
tivSTi. DIARIA
Colonia
Isabel
68
69
74
76
79
81
81
79
75
68
64
65
73
A tabella IX da media mensae nos ensioa,
que o clima de Fernaubuco (Recife) o maia
hmido, emo em geral d* :odo o lugares bei-
ra-mar, e o da Victoria o maia secco, relativa-
mente fallando, mquanto o da Colonia Isabel pos-
loe ou*- o mesmo grao de humidade (73) que o
clima do Kecife (74). O mezes de Junho, Julho,
Ago.to (invern) e Setembro, ntro.tanysao ma;
hmido e o outro, de Outabro at Marco, mai
seceos aa Colonia Isabel do que na cidade do Re-
cite ; a-bumilade relativa de Marco e Abril
igual em ambos oa lugares, sendo, todava, mais
seoaivel no Recife. O clima deste tres logare
da regio lUtWal conservan), tambem nete sen-
tido, o mesmo carcter relativo cima j descri-
to. differenca da humidade relatia entre Re-
cife e Colonia Isabel de nm lado e a Victoria de
outro lado nio to pequea, a saber, de 6 a 18
por canto na primavera, de 6 a 13 por cato no
otemno e aV 2 a 4 por ceuto uo invern ; dyu
tabra Marco (primavera e verao a.troo**o)
esea differenca n aior ao Ratife qu na Colonia
faw do Rocife ba de, pois, exercer a in-
do mar homi-lo sobra o
poOco mai favora-
Deztujbro
Janeiro .
Fevereiro
Msrco .
Abril .
Main.
Junho .
Julho .
Agosto .
tKtembro
Outubro.
Novembro
Anno. .
Recife Victoria
8 auno 7 auno* 1
7 6 7.0
12.9 11.0
11 3 .7
7.6 J4.4
18.7 16.7
' 2>0 17 0
27.1 20.1
22.6 22.3
24.0 21.1
17.9 14.0
7.4 8.1
7.4 7.1
194.5 169.1

i*.
S ""*
Q
6.6
8.4
6.4
14.0
16.8
18.3
19.3
23.0
21.8
15.0
7.6
5.7
162.9
O namero de das com.preeipitaeoes aquosa
(vide a tabella XI) e nm c.emeato climatolgico,
que deve eer dado ao p da quantidades de chu
va medidas, vito que para a vegetico de m-
xima importancia o numero das das, sobre o
quae se distribue a quautidade de chuva havida
por mea. Coui preeipitacoe aquosa notav
pode haver grande secca, i a ebuv cabir t4
mente em um oua oa en poueo das do _mes, em-
quanto os outro, com temperatura maior, forera
dia de sol. Dividindo-se a midia do diae de chuva
de um mea (ou tatnbem de um iapode tempo me-
nor) pelo numero de todo o ais do oj-qio m obtero-e ma exprewo p a probabiiidade de
chuva uesw pe iodo. Oa alg-rmos da probabi-
iidade de chuv flo uona ,B)dida muito mus
certa sobre sa um ca-Oto offre de ecca no verio,
do que o da q-wutidada de ehuva, a por isso sio
multo mai importantes para a g-ographia ve-
geta I e prcblema da cultura do solo. No nuraoro
ios din de ebuva tiio se inclu oa da com
aaantidade de chuva menor que 0. 4 am. (19).
I^rmula de i-adeiraPor acto da pre
sidocia da proviucia de 11 do correte foi oonec-
did a permuta que requeren m orotessoras Ama-
lia Mara Vieiru de Barro e WaJdetrude Pri-
mitiva da Fouseea Telles, esta da cadeira du Eu-
cruxilbada do Reaariuho, e aquella, da 4.a cadeira
da treguezia de S. Fre Pedro Gon^alves ^0 ^"
Oife.
Tliratru de Variedades Ante-bontem
deu em primeara repreaeatacao a compaobia o-
nial de operetas cmicas itabana, que actuabneo-
le ae acba funeeionaudo no tbeatro da fabrica No-
va Hamburgo, o B-ccacto bella produceao do fe-
t< jado maestro Snpp.
Nio desejamos ser tazado de exagerados a rea-
peito do modo p rqoe interpntou e caatou a com-
panbia o Boccacio, ma, no parece que meibor e
mais harmnicamente nao foi anda aqu cantada
a referida o riere tn, crendo poaermosanirmar que,
api-t de j terem sido cantadas com geral acei-
ta cao neta poca e pjr esa compaauia _otras
operetas* aeubuma anda exooieu nem fai mai
correctamente executada, quer na parte dos artis-
ta, quer aa da orebeatra.
Quem conhece ae difiieuldades co um it'grcte de cicbestra pira dar urna justa ixe-
ciiQa as msica de Supp, nio p le deixar de
felicitar ao regente, pela ooa execuco que deu ao
Boccocio.
Dos artista que t-:m feito aqoi a parte de Boc-
eado, foi a Bra. Adele Nr.gh-1, talvcs a que mai
correctamente a tem interpretado, porque esaa e-
i,hora t>-ve a felicidad de dar urna teicio e um
chic tal Hf protogcnista da opereta, que muito
agradou, aecresceudo a isto mera graca immensa
quaudo cantava.
A 8ra. Nagbel aobreaahio em todos o duettoa e
ansa que cantou, mcrecendo assim os applausus
de que foi alvo.
A bra. Springer, apezsr de ter urna parte in-
significante para o aeus crdito de cantora foi
urna agrada vel e son ra Beppa, cuja voz como
srmpre agradou, especialmente na aria e no ter-
ceto do 2* acto. i
. A Sr'a. Bellegrandi, cautou com sentimento e
jompn h"ndi'U a pirte de Beatriz de que estava
enc.irreg.ida, como j haviu feito quando aqu
cautou aquella parte de outras vezes.
A Sra. Duraad, fi, quer na Drte cantante,
quer na dramtica urna oda e apaix)nada Petro-
i,u:a, ana a qual o publico cou aatiafeito.
O sr. Milyua a.quem j em diversas pocas te-
mos visto facer o Orlando, parece que vai eada
vez te tuwMi.lo um piiucipe de Falermo mai
pe feito, triando assim novo admiradores ao seu
talento.
O Sra. Fiearra, Migliazzi, Dominici, conarn
cioaau.eate e com espirito toram Figaroni, Troin-
bolino e Paadolpbo, agradmdo gempre que can-
tarara Lellio, t-V* como interprete o Sr. Cbristo-
toli, o uttuca u-.>8 agradou, lauto o trabalbo d'esse
artista, como eo de amigo de Bocicio.
0 caros cant.ram regularmente.
A repsese.ntacao do B ,-cacio. nao pretndeme
que fosse aenta de alguma falta, principalmente
Ue cortes e em primeira repreaentaetto, mas, repe-
limos ae uo foi a vez cm que maia correctamen-
te foi esa* opert-a a sceua, toi, com certeza a ver
em qu t -ve m iis luxo o mise en scene.
dula Ue paz da l're(cii do Seca-
re Acna-se ezereendo o cargo de jui de pz do
2 anuo da freguexia de B. Jos do Recife por aio-
da a'> ter prestado juramento o; o Br. Pedro
J,.. Corrcia.
Imperial MarlmbeirnE^te navio de
guerra nio sabio ante houtem para Fernando, po-
rra, siui hunem.
Fi traferida a ua viagess por ordem da pre-
sidencia ufim de poderem embarcar diverso pre-
so sentenciadcj, que effeutivamcata eu>bai csram
em a. d*24.
BabiaPelo vapor aliemio Rio, entrado hou-
tem da Baha, tivemoa olbas desta provincia at
8 du correte.
Oommunicarsm i Gazeta da Balita :
' Na segunda-feira (3) na cidade da Feira de
Suni'Aniih, s 2 horas da (arde, na praca do
(iommercio, o individuo de nome Manoel Jos d>
Nascimeiito,.aigredis a Angelo Ferreira dd Al-
meida sobre quem disparou don tiro de rewol-
ver e tendo o aggrcdido procurado livrar-se do
seu Bggressor foi anda perseguido por elle que
cravou-lhe, em diversas partes do cerpe, 6 faca-
da cujas profundidades nao podemos precisar,
poiquanlo hora em qu* uo loi commuuicad
esta notiiia ainda uao se havis procedido a eorpo
de delict".
O ataasbino diz na prisio, pan loi preso c<*
flagraste, que commettell n ta fara vingar-H
de ana Mima que ba 2i- ana** bavia aaa*r*
nado t Ma pai, a'elle.
!*4* Mal ou nio esto amito ; certa que
o criminoso revelou-ae um bomem de matinctos
perveraus, por que nao vulgar qoe a aangnc
trio ee arranque a existencia de um uosso sume-
Ihaute.
Loge ajos o facto, Angelo Ferreira falleceu
quasi nos bracos do povo que, preso de indigna-
ci. ijiiiz jimtlcar o asaasaino estrangulando le
o qne nSo sft i ff.etuon pela prompta interreuciio
do activiasiiao cmmaud.tnte do destacamento l-
fere* Antonio Augusto Percir* Ouei'>s, que, con-
egoiado aprisionar o referido criminoso, obteve
tambera que a multido duminaase es seos impr-
eca de colera, mereceodo, anda urna ves, louvores
pelo modo por que tem procedido no poli came uto
da cidade, apezar de ter a seu servico 8 praca..,
Spena...
Naiciownto 10050 anda. P Je contar 30
anuos. Possue urna pbvsioaomia agradavol; usa
b gode, cabetlus ondulados e pretos : estatura
mediocre c senta-se bem com o crimu que praticou
po. que diz elle, vingoo a morto de seu p.-.i Era
empregado n'mn do armasen de farao dtsta ci-
dade.
Lomos no Diario de Noticias de 7 :
Hje 1 hora da tarde tomou poaao a nova
cmara municipal, achanda se presentes os ira.
vereadorea Drs. Augusto Guimares, Antonio Eq.
zebio, Baptisia Cucalves, Virgilio de Carvalbo,
tenente Luiz Jos da Silva. Dr. Bcluraiiuo 'J ata.
teneat' Francisco L. de Azevedo, AlexauJre Her
culi'.no, coronel Francisco 1 .'afeseiro, cap'to J.-
Pereira de Alraeida, Or. lunocencio O^s, Joao
Lourenco de Scixa.
Nia compM-ee<.Tam ao acto o Sr. aerea lores
Dr. Virgilio Gordilbo e Guerra Pire, capito
Prantriai Pire, enrnuel Auicnio Jos Rodrigues
e cipito lt"dngucs Germano,
OSr. Dr. Augusto Franca, ex-presidente da
cmara traatact, praferio urna br libante aliuc-u?
i.-'.o apropriada ao .-.ele-.
a Poram couteridns duaa carta do liberdade
s escravinadas de nouse Mana o E'clvioa, pelo
Lirro de Ouro.
o Execntaram diversas poca aa msica depo
ii^ia e do 9" balalnio de infantaria.
Empoaaada a causara procedeu-se i el'iijao,
sendo eacolhida presidente, pur 9 votos, o .ir. L>r.
A, Guiiuai-ii-s. e vicepresidente obr. Ji. Autouio
Kuzebio, por 11.
Caolionrira laiiiiraiiy Sabio lioatem
para o norte eoin destino ao Para, a eauhoaeirn
'Guarany du armada ncli>nnl.
Pnquele reaamBiico Deve toca ao-
je uo poit desta cidatle o paquete nacional Per-
nambuco, era viagem do 1101 tu para o ul.
Vena uelle, como ja noticiamos, o Sr. desembar-
gadjr Delfioo Augusto Cavaleaut^ de Alboquer-
qui^ removido da reiaco do Belem pasa a de Per-
uambuco.
FeriiuenU leeA' 4 horas da tarde de
11 do corrate, na curva da estrada de Sintu
Amaro daa Snliuaa, 2" diatricto policial da paro-
chi iia H/u-Vi-t 1, uma carruen qoe era guiada
pelo subiito pottuguez Jos Tvares, paesou so-
bre os ps do Pedro d tal, que aili estava secta-
do, i. iv 1 iiu i mo! he um feriraento leve.
O uffendido toi recolhido ao hospital Pedro II,
e Jos Tavares, consideradoofleoeor, foi preso em
flas'raute, sendo solt aps fianza, que prestou.
CapturaO subdelegado do 2a- elutricto du
Liiuoeiiw caprurou, 4 12 do correutd, o iadividao
de uoiur Joiio Francisco da Silva, por estar pro-
uuociado em erimo de horaicidio na comarea de
Pao 11'rtllio.
Fenlejo rnroavaleeo* Communi-
cam-uo :
Na ra da Duque de Casia nao baver este
anno o pernicioo brin.-;oedo d'agua, por quanto
prepanun-se o moradores para lser festejos du-
raute os tres diaa de carnaval.
Para levar isso a effeito. oi escolhida a se-
guate coatmisaao :
< Antonio Mar.,ulano de Veras, Henriq.ua da
Silva Moreira, teaeute Francisco Das da Costa,
Albn ) Narciso Main, Dr. Manoel Clemeutiuo du
Barro Carueiro, Dr. Manuel G. de Argollo Fer-
rio, Jos Albino de Aoreu Cardozo, Alexandre da
Fonseca Fernandc, Automo Las Rodrigues
Almeid, Antonio Pinto da Silva, capilio r'edco
Alexandrino Maia e Silva, 4io Mendonca, Joio
Jos Beserra, Manoel Carueiro da Cuaba e J-.
Barbosa de Carvalho.
Santo Ainar elebra amanhS, 15, a ir-
mandade do eautiasimo Sacramento de Santo An-
tonio a missa cantada do glorioso Santo Amaro,
pelai 7 horas da uianbi, estando expoato o mesmo
Santo uoite.
UlubeiroO vapor Mandaltu' sabido pura o
suIlevou para :
Macei 21:000*000
Penedo 5KWO400O
eiele&a cnaiorlai em *. Paulo
Um teb'gramrna da corte, em 7 do wrrente, para
o Jornal f' Noticias da Babia, diz que toi o se
guiute o resultauo da votac&o para a formacio da
lista trplice senatorial por S. Paulo :
Conaetbeiro Antonio Prado 2,8S0
Conaelbeiro Duart de Azevedo 2,556
Dx. Rodrigo Silva 2,501
Conaelheiro Queiros (liberal) 1,172
Pburol 00 ai- FranclNCo do SulDo
da 15 de Fevereiro prximo vindeuro em dianta,
seri exhibida aa foa e margem aireita do Rio S.
Francisco do Sul, provincia de Santa Catbarina,
urna luz-branca e fea Iluminando 270- de hori-
gonfe, desde o rumo 8. E. pelo Oriente Norte e
Occidente at o SO.
O apparelbo da lo dioptrico da 6' ordem.
O plano focal elava^ae 95 metro* cima do nivel
medio da mares e a luz seri viaivel da distancia
do 12 inilh.HS com tempo claro.
A ca8a do guardas tem a formarectangular,
pintada de brancoe lica perto do pbarol.
Po8cao geographicLattae26- 10- 15-
S : Longitude5: 22*50-' O. Rio de Janeiro, l gitude48; 83- 10-' O. Gr., e longitude 50- 53-
22" 0. Pariz.
. Sebaallaa da CaboA j tradicional
festa de S. .-ebastio, padroeiro da cidade de San-
to Agostiubo do Cabo, celebra-se no da 23 do
correte ctm a coatumeira pompa.
Amanhi seri basteada a reapectiva bandeira, e
ao prximo domingo comec>ri o septenario.
Tocar no acto do levantamento da bandeira a
banda do 11" batalbao de intanteria.
Igreja da Sania CruaA nanha, dia do
railagroao Santo Amaro abbade celebrar sc-ha,
7 hora do dia, uma m8a rosada.
Hiver, como de cogtnme, exposicSo du ima-
gen) do meamo santo, das 6 i 9 horas da noate.
prolongando-se a refeiidj exposicio at o dia 24 do
correte, como de costme nesta igrej.
Durante essas nontes de exposico sero fntoa
dos pal.; devoto caticos sagrado em ai-ciio de
grabas ao glorioso san te e
' Piiilo-aopbla e Huelorlca-ORvm. Sr.
Dr. Jerenymo Thou da Silva acaba de publicar
doua livro, ntidamente impreo e bem escriptos
sendo um intitulado Manual Rhetorico e t'oetico
de 270 paginas, e outro Manual Philosophmo de
Sao ambo esse msiioaes off.'recido mocida
de, que se dedica, carreira das lettras e ajo 8rs.
ustud antea o recomidendam", eer tos de pe em
ambos encoutrarao de medo elaro e coneso o que
necessario e ao eatudo e exame de Rbetorica e Phil
osoDbia qualquar que teja o programla do goverpo.
a exemplares a venda na Iivraria Econmica
do Sr. Nogueira de Sousa, custando 30U0 eada
exemplar. ,
Agradceme ao Rvm. 8r. Dr. Jeronymo Tbo-
m a off-rta qu no fes de um exemplar de cada
um ds Mannaes.
Ferra-vla de PapacaraNo praso legal
da concurrencia a berta psra o contracto da cons
'.rucoio oe juta fe ro-via que partiudo de urna da
eaucoes (Canbouho PC Poco do Conaelbu)
proloogan.ento da vi
terminar na villa de
ineira de Garaohun
ao Emygdio ou suas
bida na secretaria do
otada pelo Sr. Sevettoo
nonte eoronel F.-aueisco Pereira de Carvalho
Luis Laci.
Cabera quebrada Huntem, as 2
horas da tarde, apresntou^ie lia 4- estico da
guarda civica, Manoel Alves M*:. branco de cer-
ca de 40 annos, queixando-se contra o meato for-
neiro da padaria onde trabalhava, sita do Campo
Verde, e pertencente um Sr. Pedro de tal, o qual
mestre fornero descarregara- Iba urna pancada no
crneo com urna forma da padaria, abrindo-lhe
urna brecha na fronte.
A autoridad policial competente tomou coohe-
cimento do faci, para proceder de accerdo com a
lei.
BouboO S. Olegario Saraiva de Carvalho
Neiva morador no Io andar do obrado ra do
Livramento n. 24, e que st-ern- Beberibe passau-
do a festa,' foi ate-bontem Urls vtr so havis
alguma novidade era aa* casa, qoe lloara techada.
Ao entrar na ala de jaotar viu abena ama
janella qne deiXara jarrada, deeentiaudn do
caso, descobrio que os ladroes baviaai all pene-
trado,, tendo conducido diversas- pecas- de ronpa
ua e da familia, bem como taiherea de prata, vi-
ere, crystaes e aj o relogio de parede !
A autordade policial respectiva tomou coi.heci-
mento do facto.
Avalia*se o ruubo em 8t)0Ci0j
Uatna Ante-bontem, s 3 ';', borasda abite
e na ra do Duque de Cala, foi preao o indivi-
duo de nome Joio Antonio, creoulo, anda moco, o
qual, perseguido pele clamor publico, furtava da
toja da t-izviida.t dos Srs. Mendes & O, i ra do
Cabugi ae. 8 e 10 um chale fino de la. que es-
tava i raostra u'uina das portas da referida I. ja,
que deixara o objrcto furtarto n-> meio da ra
quaudo era perseguido.
Estar p 1 poucus das, come- da lei na Cusa
do Deiencio.
CadverH ai tem, cerca de 'Choran da tarde
o subdelegado do 1* diatriclo da paroebia Ha Boa-
Vista foi avieado de que, .en;re es mangues exis-
tentes uo a!,1 gado frunt, iro i fabrica Apollo, no
largo do Hospicio, estava o cadver de cma tnn-
Iber de cor preta. de origera aJrricana, parecendo
ter mai li- tO annos.
Acuella autoridade, verificando o annnncio,
mandou trauspoitsro corpo para a matriz da
Uoa-Vista, atiio de ser recunliecida a au'ouria da
lufelix e verificada a causa da morte. Mss, at a
hora em que escre vemos, 6,da tarde, nem urna nem
octra cusa e p ude eaber^por falla de qaem re-
conhe^esae oaeai!nver pela.e ausencia de peritos que
ftaeesem o exame cadavrico.
A rnulher quaudo foi irafportada. j tDha o
do geverao s com caninas dos caminhos
de ferro da lieenca para eonvertarem em Ij2 I.
aa Suas obrigace. O governo quer evidente-
mente reservar para ai eaa vantagem, e foroar
as compHBuiaa a acceitar a propostas aara o
rtsgate das liubas para o estado, o qae asta men-
te patritico.
IppHruruo aluilraAo inventar e te!e-
phone, Bell por certo nuaca paascu pela cabeca
a appleacio iniltra que o seu apparelbo bav'a
de ter am dia n'am caso extraordinario que re-
centemeote cobno de luto urna familia de Bru-
xellaa :
A tilba de casa, rapariga torni?*a, jolgava que
um rapa, que vrsitava aseiduatnenta os pas,
ia pedilHt em esBscnto. Gcende foi a saa sor-
presa e a seu desespero so saber qne o ra; az era
noivo de etra. Eeis o que-imaginon a pobre sa-
pariga..
O rapas ett em Ma casa, quando a carapanbia
elctrica o chama ao telepbone. n rapariga.
S o ssuhor quem talla ?'
Sou, minba senbon.
B'yerdade qne vai casar com fulana. rV
Asaira o espero.
Botio, receba o meu adeo*...
Oo^af
o ruido de urna detouacio Ihe levad* pelo
telepbone. A desgranada acabava de dar. um tiro
de reaolver no coraco.
O acsllmo na KtatnaaComo na maio-
rin da uace eor>pea, oacoolismo)efsito taes
progressos ua repblica balvetica, duraste os ul-
timo-aonos e aa enfermidades mtntaesj.os suici-
dio 3 o erimes tem adqnerido lio sssostador
desenvolvimento, aobretudo nos cantoea-de Berne
e de Solease, que a autoridades ai caem pedido
perm^necSr indifferente3 em frente dos estragos
que produz a embriagues, o vicio qae mai envi-
lece a bomtm e que o converte, por saa propria
vonWde, ib ser mais irracional.
Nu impossibilidude ds impedir a venda das be-
bidas alcoohcaa, o goveino.auisso trata qpe sejam
bem rectificadas e saiam por precos muito elc-
vaiiae.
Kilo se psdia coneegair este ui sem> modificar a
coaetituicao; e povotpor urna maoria de 2,000
votos, auionsou j em.25 de Uutubro de I880 a
r^M'si do Cdigo fuudamental.
O conselho federal a-jineou Orna coaamseoccm
o encargo de propr uuia nova !ci orgauica e essa
euiuioissao acaba de srraular tres p1qiectos que
foram examinado por urna delega^-L* do oouseiho
aaeional, e que a assembl* feaeral ter de discu-
tir este invern. O primeiro o'aqurlles estabelcee
U^--

i?
KSmSSSU **" e3COf \*"J* -i ^-r oeb.ua .eeLIica
, _r 1. o i casa que poaia-im o apparcibos lyecisu uara a
Sena a.morto natural, ou sen* violenta? s > ?1j i 1 K p>^.oa> mmwm a
. ... '' .__,_ ., reciia^acaoaaos alcoois veoeuosos. umv ico. uror'V-
Sefu a iiiMiz Igoma evadida do Ayto de-;. ,_"",, .v, >J'"'Z"v 0 iieo e\c, do aeool tbyiico puro ou espirito oV
-viuho.
Mendicidade?
' preciso inquerir.qncD) era e3Sa infeliz e qual.
a cau.-a d" sua morte,
Muirs vezea, em taes casos, 50b as apparencia
de urna morte natural ocvulta-^e u.-n IrtaM ai:.-.
A' joiicia eumpre indaga.-.
IHrectorta da &*>rmn de con*erv*
cao iloa j.ori di* 12 de Janeiro de 1887 :
1 1 S'S 0 1
rlora 111 '
Bsal P3
-------
6 ID. 26-3i
9 28 i
12 303!
$ t. 29 3j
i 278
i Barouvtro
O"
: T.nsao
do Tapar
760-13
7ii 759i73|
758"Mti
709-34!
18.73
18.16
19.31
17.99
18.43
1
-3
3
U
hi
80
M
do
8. Prancisco, va
.asando por Pal-
rente e Lagoa
apena* foi reee-
ia proposta lir-
ia de Aodrade, te-
Temperalura mxima30 8.
Dita miuima&,,i>.
Evanorac) eui 24 horas ac )ol: 8<*f-y som-
bra: 4,3-
Chavanulla.
Din-, v-Vi > vento : SE todo o da.
Velojidade media do veiifo : 2",8-2'.por segundo.
Nebiiloaidade media: 0.52.
upeeacae erurnoaa Foraro pratea
das ao hospital.Pedro 11, no da 13 de Janeiro, as
scfuiute:
i'elo Dr. Pontual :
Aaputac&o do braco direito peto- njetbodo eir
cu :i-, reclamada por esmagaoiemo. il bra^o em
moenda de engenho.
Pelo Dr. Berardo:
Dua irdaetomia ptica iadieadas por leuco-
ma central.
Del vidasaento de aderhensia da conjuntiva pal-
pebral inferior, consecutiva i queimadma.
Boa-baletaa i>ue*caa*ola A es-
plendida e- lieceii i de lepidpteros e colepteros
borb admirada aa exposicio Sul-A-meneaia, foi offere-
cida pelo seu dono. Sr. Rutar, a S. M. o Iinpea-
dor Gait^erme, que se digauu ae*ilal-, mandan -
do que, dep-o de eucei-rada a rposcao, foese a
dita eolleceao reeolhida esa uui dos museu da ca-
pital.
A exposicio continua alias a attrahir grande
concurrencia, teado excitado geral interesse no
pablteo. A 8 de Novembro fo honrada cora a vi-
eita da S. A. R. o prncipe Proderico Cario da
Prussia, que por varias, veze manifeston a admi-
raaao e satisfaeio que-Iba eausava espectculo tio
novo. Mas eetou usuipando bo dominio do corres-
pondente espeeial do Jornal do Comm^rcio. quem
cempete dar conta aos noaso leitores do que e re-
fere a exposicio brazileira.
Flora bramlstolra I.'--se no Jornal do
Agricultor :
Nariqawsima flora paulistaas, muito com-
mu urna planta denominadaLii3obrfvo.
Este arbusto, Monadelphi Octrandria, de Lin-
neu ; Polygaleaa, de Jeasen ; e classifeada c-.mo
M jodia Brasliaasis, palo distiocto professor Au-
gusto St. Hilaire, gosa de propriedades medici-
uae, e come tal muito empregado polo serta-
nejos nos casos de febre palustre.
O pequeo arbusto muito ramoso e espi -
aboso; aeus espinhos sio terminaes, delgados e
rectos; olbas alternada, lanceoladas e margina-
da, tenues, ioleiras glabras, lustrosa e curta-
mente pceioUdaa r flvea axilares, solitaria e pe-
dunculadas; pe-lunculo levan*ado, delga Jo, e rec-
to; cerolla azullada e depois aamreUada, de tre
petalos, o di'US lateraes eap-talado, e com urna
mancha rexa na parte superior, do centro em
forma do capacete, iati-iro, agniihoado, piicadoem
pane superior destituido de crista ; ealix de cin-
co spala, tre peqoenos, herbceas e desioaes,
dou petalai Je dspostos em forma de asa; fruc-
to, capsula inlehisoento, bilocular, coditorme,
comprimido com pice quasi retaso; septo verti-
cal e estreicissimo.
A raz bastante amargosa o de cheiro forte
e penetrando, a parte mais empegada de toda-a
planta, como in:uo, para oombater as tebres.
O pag do Chavante applica a inusao da
caca da raz desta planta adecada com mel de
abeiha Mandagaary, no casos da maleitaa.
Gozando de temanba tama, qual gosaesti
planta como antifebril, digna de ser cooveuien
ti mente eetuflada o applicada, t-m prep^raco
pharmace.utica que a torne maia agradavel na fe-
bree palustres, que na* *stacoes ealmo tanto
daiino causam ao habitantes das margeos de al
aun rn desea provincia.
Como o liraio bravo exiatem outras muitaa
plaas na rcqui8ima fl ira pauliatana, qoe fosan)
ue propriedades medicinaes, e que muito bem po-
Jiam subatituir certa drogas nocivas i humaui-
dade .
As conversCe.-N'oma corresponpencia
de Berln, encontram-se f s seguate dado pre-
ciosos :
A dimioQicib gerl da taza do juro urna
preocenpac..1 do dib. Quando se fundn o impe-
rio a taxa usual do valoreB de renda fia era de
5 j. na Allemanha. Em 1879 torncu-se quasi
ger-1 a taxa de 4 [.. Ha apena um anno que
ee converteuem 4 -1. nm roilhar de obrl(?acoes
.de caminhos de ferro resgatao'os polo estado, e a
di 'ida rural da AUeicaaha, que se eleva a muito
inilbare de marco, era igualmente eatabelecida,
julgava-se que de um modo duradouro a 4 ..
Mas quasi repentinament') surgerr. em toda linha
eonvcTies de 4 em 3 1[2 [.. Ha poueoa mezes
apenas que comecvu esta nova pbase, e em 15 de,
Outubro bavia ji convertido em 3 1|2 1. a som-
ma de 1.450:000:000 marcos (32l.25:U0*fl0O)
pruduzindo estes valure no juro maior. 328 m-
ihoes eram ebrigaces do estado e de caminhos
de f.-rro, 59 milboea de einpr.-tim is municipaes
e pruvinciae, e maia de um milbio de lettras, e
obrigaco.es de cedito roral. Todo 01 cultiva
dores procuravain o enejo para se'alliviar e re-
ducir a. despea8 de produceao. E' de aoppr
que o estado pruasiauo, cujos caminhos de ferro
tati > eobreoarregadoa com mata da nm milbar em
obi igo5ai_buque prveipitar urna nova oonver-
tiiu deita Valorea, o que pareo* ji estar indicado
Aicra d'isto,pfcrmit?ir-se.ha sement fabricar as
fabricas que posomn produzir diaiiamute 2 becto-
Biroa de acooi de SQgros, tendo de pagar um im-
posto de 61 11 85 fraueos por hectahtro, assim como
umdireito an ilogo aos acool i:nartad.s do estran-
g ira. De maue-jra que o estado ter de contar
uiurugri-sao uirio anuual de A,b 10:0'J'.'ii, coutaud.i
que se coneumai) na rei.uWisa 12*',0!J hectolitros
de kMoi, iiigreo que ae repartir entre os esn-
toes tinra compaasar h peda qoe oecasiena a
a soppreasao d-j impostos re^ionaes de-consumo.
PrSo segunda pnjerto egjr-se-ha aos distila-
dore que veu.Uin ao estado os aeus productos, sem
serem r> criticados, por prespsentre 5!*a 70 francos
o hectolitro de- 80 graos, e qpe teriau de flxar-se
anuualineute, entregaudo o guwrno oaacools obti-
doe, par>. os ladattriaesos transformaretn e recti-
ficar.ui, os qua-e lirio denegar o hencoiitro razo
do 16'J a l7kKfraucos.
Pe.o terceuo piojecso,. ficiiro estancados oa
alcoois, adqjpriodo o estado da fabrica ou encar-
regaudo-sea adibioiatra(io publica de tabrical-oa
ito que 03 republicanos tuiesos, diante da exi-
gencias da saude e da moralidacto publica, uo
achara n-3nveniriit'8.ftm prescindir da thuorias
dos ecououiiati.s e attender s roluui.ii.cea do bem
pahliee.
Qo.i n-.lo o Sr. Legjftlc, ein re^wsentacao do con-
selho federal e coran eocarregado do departamento.
do interior, aceitoao pnmeiro. projecto por oitn-
v-toa soDtra a aouimissao pronuticiou-se nr
favor Jo estanco, o-, em pres< nca. das obs- rvncoe
do diractor da estatistica, Sr. Miliiet, tenoinoi;
por aprovar nm psoieetomistoeonsentindo em qua.
eeja o, estado cncarregado comprar no estrao-
geiroduas tereapartes do aleool, que haja de.-
gastar-se, fabricar a metade da outra terca parte,
exptopriando diversas fabricas de destillacao e
adquirir o reste das lu ou 200 fabricas que con-
tinuara funecionaudo e que terio de procurar w
loateria prima na Suissa.
A minora da cocuniatao deteuder, na assem-
b;a federal, o primeiro pr j-cto do eonselhs..
Kiniariisiio italianaVaras foi has ita-
lianas publicar i-u ns seguiotes linhas relativa^
-mente i eroigracio para o Brasil :
Comrnaoica-noa a legacuo do Brasil qae o. go-
verno imperial acaba de fazer aos emigrantes a
seguimos conce^es: Pagamento integral da.
paasagem da Ewopa para o Brasil aoa- qua se
destnarem. a estabelecimento agricola ua qual i-
dado de trabalhadores, com ou sem contracto de
locadio de servijas ;Pagamento p,;roiaJ da paa-
sagem tlogo qne o governo se hjuver entendido
para este m cora as vompaubia traasatantieas)
aos emigrantes que detejarem cstabeleccr-so
custa em trras devolutas do Estado, as qoaea
Ihe sero vendidas, ja medida e demarcadas, a
preo moderado, paga val vista cu a prosa.
Alm d'estes favores comproraette-se o go-
verno a taze construir estradas, escoU a igrejas
para uso dos emigrantes qoe se collocarem nos
estabelecimento colouiaes existentes no imperio
bem como a conceder todo o auxilio ueceBsario
prosperidade e ao liesenv^lvimeuto dos novo n-
cleo que vierem a ser fundados, a
lgnal noticia ter de eer publicada em outro
paize, a vista des orden expe-tidas s legaco-s
e aos consulados geraes do imperio, e natural-
mente despertar nos ceutroa populosos pude pre-
domina a tendencia da eraigracs, o deterjo de ob-
ter os favores promettidos.
Pela nossa parte Hpplaudims a resolacao rela-
tiva i passagem, pirque a uosso ver, nao recebe-
remos seuo escaaso coat agente de emigrantes,
emquanto o transporte para o Brasil tor mais caro-
do que para o Estados-Unidos e para nutres re-
gioes empeuhadas na obra da oolonisacao.
Trata-se de serviQu que pode considerar-se em
via de orgaoisaQio. Notaremos comtudo que a
noticia officialmeute commuuicada imprensa
italiana nio tio clora a respeito do pagamento
integral da passagem quanto fra conveniente.
Com effeito, ella nio basta para guiar o trabalha-
dor agrcola que des-jar trausp irtar se para o
imperio ; nio Ihe indisa o modo nem autoridade
jperante quera poder declarar aquelle desojo. A
promessa i vaga, podeudo por este lado despertar
esperances que, mallogradas, nio serio de bjra
effeito para augmeotar a corrento emigratoria.
Outro lauto nio occorre quanto ao pagamento par-
cial, por se haver subordinado a realisacio da
promessa ao accordo que para este ara intenta o
giverno celebrar com as companhias transatln-
tica. N'este poDto nao poder haver equivoco ;
quanto a passagem integral, porra, estamos cor-
tos de que ae providenciar para que neuhum euii-
grunto posea ser inUuzido u erro.
Segundo acaba de ser declarad? presidencia
do Paran, o goveruo imperial nao ae comprome;-
te ao pagamento integral da paasagem senao no
aso do destinar-so o emigrante mediante previa
autorisacao, a estabelecirceuto agieelas.
A omissio desta clausula na noticia cima trau-
iscripta pode dar canea a apreciace meuo ex-
actas da resoluca do governo. Convir decla-
rar iudiapensavei a autorisacio previa e indicar
o modo como esta poder ser solicitada e ob-
tida.
Lembraremos t.:mbem que a noticia officlal de-
veri especialisar entre os auxilios promettidos ao
immigraote, o desembarque gratuito, o agaaalb*
e transporte dentro do imperio por conta do esta-
do. Taes favores, tundeado a preservar o p-culio
do immigrante, aio para exercer grande influencia
a be n da emgracao para o Bra-il.
Vecrivel iuflueucia da imaginnoAa
obre a aauue humanaKoderiamoa ci-
tar mil ancdota para demonstrar a terrivel in-
fluencia da imagiuacio sobre a saude humana ;
bastam, porra, para todas, eltas. No gyro das
experieucias individutes e familiares ba alguraas
auaioga historieta.
Dou irracs foram mordidos por um cao : ora
delle parti pouco depois para a Hollanda, d'ou-
de nio voltou i patria sel o depois de pasando
uec annos. Viudo entilo a saber que o imo ti-
nba morrido de bydrcphobia, fazia poseo tempo,
uiorreu de suato.
Em Mona, am distincto amador de bellas ar-
te sabe de casa, sentiudo-se bem ; acba rom tal,
que o observa com espanto e cora intereste lita
pcrgonU CJUBO esta.



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Diario QlMtMM ?
Nada, sinto me ranito bem.
Tatito muluur ; mas acb/S-te um tanto pal-
udo.
Ao volUr do caminho o> otro: <_yr~'^
Que te'ns, ca>o'Ap?iani ?
I*!.
Esta com um c6' muito mi.
Appian caioccou a eutristeeer-e e segtto o ca-
n-Abo ; mas depois de p.ucaa passos v om logis-
t seu cenbecido na porta da i-.ju, que loe grita :
Sr. Appiant, egi deene ?
E Appiam comecou deverna a s ;ntir-se ineoin-
id ,ddu e responde :
Mas, creio sentir-me mesmo um tanto mal.
Antes do ebegar ao caf, onde eostumava alm-
far, cahio de Tora docnte e fz-se coudazir em
carro a casa, e foi para a caro*.
Urna senbora deixou -le dar esinolas a ora po-
bre, e este indignado Ih propbetisou que d.otro
de seis meses morrena. Ella tomu tal susto que
sera mezes depois morrea.
Tambem o papa Cleraeute e Pelippe o Bello cit
tados enuipMrecrr.ru diaute dv Tribunal de
Deus, um deutro 40 das e outro um anuo pelo
Grande Mestre dos Templarios, morreram depois
das pocas indicadas.
Em 1750 eiu Copenhague algaas mdicos,
querendo estudar os effeitjs da imaginicao, obti-
veram que om- deli;iqueut- coadewaado marte,
morrease por meio mais suave, de urna hemorrha-
ia. Depois de ll-o condumio com os olhos ven-
dados ao lagar em qae devia morrer, picaram-no
ligeramente as pernas e uos bracos, imitando
itrt'ficialmei>te o rumor Ai saugue, que teri de-
Vido sabir-1 ti-! das veas, Pouco depois o delin-
quentc foi atacado de syneope, e suor fri, decon-
valsOeb e morrea em duas horas e meia, sem ter
perdido saogue aenhuro.
* Cem, mil pessoss vomitam, porque vin vo-
mitar, ou ouvem fallar de vmitos.
A historia conserva as memorias de doloro-
sos scenas de epidemias phsntasticas, ras qaaes
inassas de h.>mens c de mulheres se julgavara
transformadas em lobos, em caes, em gatos e em
demonios.
Um medico inglez curoo um doente de maitc
lempo de urna paralyaia da lingua. que nenbum
tratamento tiuha pidido curar. O medico quiz
uuj dia adoptar um instrumento por elle inventa-
do, do qual se esperara um bom resultado no
doeute. Antes de proceder operacao, lhe intro-
dnzio na bocea um thonnornetro clnico. O doen-
te imaginou que aqui-lle era o instrumeato que o
para bom, e grita chea de contcntainento, que
podo ja mover a lingua perfeitamente e se acha
curado.
E quein nao conhece a historia eterna das
piiulas de melo de pi e extracto de aicassus,
que segundo os casos, fazein dormir ou curar?
vi ilA<>mErKictuar-ae-hao:
Uoje :
Feto agente Sepp/e, s 11 horas, na ru.i do
Imperador u. 22. de casa terrea do becco do Veras
ii. 1.
Pelo agente Brito, s 11 hor.is, ni ra da Palma
u. 31, de tres bois e duas carracas.
Pelo agente tinto, s i 1 horas, em trente da
m-ias caixas com baca-
Cemiterio pao leo.Obita*io do di* 11, que ao di- 29 !* Dex.imbro prximo fiado
de Janeiro
Casimira Augusto d* 8Ivh, Pernambuco, 72
annos, casado. Ba.i-Viit; leso '*o coracao
M-n-ia Rayuuuda da Cmceicao, Ceer 35 aunas,
casada, S. Jos ; tubrculos pulmonares-
Mana, 35 ann.s, solter*, Boa Vista; hemor-
rhagis, cerebral.
Cotdoiin Mara dos Rea, Pernaujbueo, 40
ann,s, viava, Baa Vista ; tubrculos pulmou*-
reg.
Joanna, P< narabjc, 5 mezes, S. Jase ; cou-
vulnles. ,
Mat'iias Gomen da Fonseoa, Pernambuco 16
ann >?, saltotro, oi-Vista ; febre rypbioa.
Estephanea, Peraambuco, 16 mezes, Rjcife;
convuUoes
Julia Quiten* Mara da ConceicXo, Pernsmbu
co, 4 ) aunos, aolteira, Graca ; epilepsia.
Um recemnaacido, S. Jos ; pelo subdelegado.
O caJavr de um hamsai remettdo pelo subde-
legado da Graca.
Um recemnaacido, 8. Jos ; pelo subdelegado.
12 -
Manee), Pernambuco, 3 anuos, Graca ; abeessa
pernicioso.
Mirandslian Mara da ConceicTo, Pernambuco,
10 aunos, B*-Vist; tubereutas pulmonares.
Antonio da Costu, Atrica, O. annoa, solteiro,
Bo.t-Vista : diarrha.
Jo.) Paula da Olivar*, Peruaiubuco, 25 annos,
casado, Boa-Vista; uleracSes.
Antouio, Pernambuco, 37 annos. Santo Antonio;
espasmo.
Adalberto Perrera das Chsgs, 28 annos, sol -
teiro, 8. Jos: alcoolisma agudo.
s 7 horas inaia ou oenos, voitando ao fon-
oho o Dr. jui de diroito Luiz Igaaui'v ,ie
Mello Barreto, ero oo^apaohi*' de dona me-
nores, ao ehegar perto de- uraa p' qujni
casa qae guarda a bo.nb-i que fornece
agu.i do rio para os depsitos da estrada
de ferro, foi enexperadameot aggredidj
por individua de cor, que siniulava descan-
sar em um gradil existente do lado da
u>e8tua casa, o de latago om punbo des-
texou-lhe tres vergastadas que o offjnde-
ram, desapparecendo immediatamen'.e s
carroiras. Posto que ninguem tivoase pre-
seauitdo o attentado, e nem fosae o auotor
, ., i a j.j grande eseepcao neete uartreular. A doae aem-
do crirae reconhecido pelo o offandido to- pre moderada, smdoquatro plalas o namero usual
davia foi elle visto, antes da pratica do
deiieto, e no mesmo lugar indicado p.do o
Tenhf* corageai, Sr.Mando ; resigne se ao sea
infortunio.
Por veuiura ignorar que Deus escreve o direito
por hnhas-tortas ? !
At breve.
Palmares, 12 de Jaaeimdo 18B7.
Um velho conservador.
"-----------atame^-j--------------
t'nsa rrvoluri no tralomeaui ca
(b rilen
418
Miniares de pessoas coiiEderam as piiulas ape-
ritivas orno urna especi de ni-iiiciua qae destre
a sua efficaeia pela cantioaacao. u> outras paia-
vras, pensam que por mais pequao que aeja a Ra-
mera a tOmar-se ao pnueipio, el es ver-se-ho obri-
gados para o fim a tomar grandes aea. Porm
as Piiulas Asaucarad*^ de Brisrol, farmatn orna
ofundiilo pe-la testeraurrba ao 32, o pos-
triormenta pela de fis. 13, que declara
que vira um cajjra muito escuro, mago,
Inglez e fraecez
Cursos throricot ou praticos, conforme preferi-
rem os siii'.iore iatur.a*adu. Kua d> Aurora u,
19, 2- andar.
Goilegio de tesa Sfinhor.: da
Penlia
RA DA AURORA N. 19
As auias deste instituto owaecanto a 7 de Ja-
neiro.
A directora,
Angosta Carneiro.
para um adulto, e seis a dse maior. U rffeito
que. ellas produaem permanente, e mo necea -
ario o repetil-as afm de se evitar u-na recahida.
Paiava pnsia do ventre, dores ds cabeca nervosas
desordena biliosas, calefrios e febres, incommoios
da esto.nasa, debiiidade gi-ral, clicas, irreirnUri
lto a de corpo secco, com urna pea na i dadus do sytema temiaiiio, ellas oousttaem ama
milo apressadamente parchando vir ame-
droatdo, e nessa carreira atravessou o rio.
Esse individuo foi visto nessa occasiao
por diversas p-issoas, que reconhec-raui ser
Silvestre de tal, tendo-se pintado com p
preto para nao ser coobecido, sendo que
no acto da travessia do rio alguns meninos
Augusto, Pernambuco, 6 aunos, Graca ; ttano.! gritavara pelo Doma delle, e Silvestre fazia
stgnes pedindo que nao pronuaciaasem
seu uome, testomunha de fls. 30.
Esso individuo, segundo diz a mearon
testemuuba, proeurava o engeobo Trombo
ta, e era de seu conhecimento desde' qus
(oorou as proximidade da Ponte de Ja-
paranduba, sendo que ltimamente ouvira
ilizor que era morador nos engenbos San-
to Antonio ou Poco.
A testemonha de fls. 3ii verso, accres-
centa que Silvestre depois do crimo fora
ensootrado por Sab:*stiao Leasa ao chegar
porta de um morador o engenho Trom-
beta, aebando se montado em uro cavado
russo pedrez, que estava tod > molhado.
Sendo interrogado Sebaatio Lessa (fis-
39) confirma essa circumstanaia.declaraodo
mais que esse encontr ti vera lugar no dia
29 do Deaerobro, d^s oito as oito o meia
Carlos; Pernambuco, 1 mez, Graca ; ttano.
Pedro, Pernambuco, 1 itez, S. Jos ; espas-
mo.
Feliciano Francisco X*vier de Hollanda Cha-
cn, Pernambuco, (35 annoa, viuvo, Affjgadoa :
lesao cardiaca.
Mara Francisca H. de Aadrada, Cear 50 an-
uos, solteira, Boa Vista ; tabercnlos pulmona-
res. I
INDICARES OTIS
s 11 horas, na roa do
25, da pharm&cia ah
Sero celebradas
alma de
tarde. Especialidade : molestias e opera-
v5es dos orgios genito-urinajios do hornero v;8tre. no dize^ rtHS. teatemnobas,
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro.
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.*
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Moateiro.
i renrii Brcix-maker
Frora Worth's Estaoliahment, Paria and
Ciudad de Landre, Buenos-Ayres, just
arrived, offers her services to brasilian
and foreign families. Ptterns receiwed di-
rectly froro NiohoUon & C5051S.
PaulChurchy&rd London and Worths
Housa Paris. 50 Eroperor Street, 1"
floor.
Vacrlna
Vaccinieo -8 as quartas e sabbados, na
inspectora de hygieue ra do Barao da
Viotoiia n. 32.
rrouaria
Francisco Manuel d-i Suba & C de-
jit&ros de todaa as especialidaaes pbarms
couticaa, tintas, drogas, productos chimict
a medicamentos bomoeopaucus, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Drogara
Paria Sobrinho acado, ra do Mrquez de Olinda n. 41
Seriarla a Vapor
Serrara a vapor e ojficina de carapina
de Fraucisc.* dos Santos Maccdo, uae8
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta"
beleciinento, o primeiro da proviaeia neste
genero, compra-se e vende se madeiras
de todas as qualidades, cerra-se madeiras
de coDt.i albeia, assim como se preparara
obras de carapina por machinas e por pre-
90 sem competencia Pernambuco.
PlBLlaCOEX A i'EflillO
Alfaniega, de eaizas e
Ihuo.
Amanha :
PZo agente Gium&o,
Bario da Victoria u.
sita,
UIin rusiebren.
Roje :
A'a 7 horas na matriz da Graca, pela
D. Joaquina Rodrigues M. de iiveira.
Amanh :
A'a 7 horas, em S. Jos d.- Riba-Mar, pela alma
da Claudiuo Jos Ui&s ; a S horas, ua matriz de
S. Jas, pela alma d'i D. Mara Magdalena de
J-sua; h 8 horaa, na matriz do Corpo Santo, pela
alma de Jos Joao de Ainorim ; s 8 horas, na
matriz da Boa-Vista e na igreja do Monteira, pe-
la almide Liucio d* Silva Autunes : s 7 horas,
na Madre de Deus, pela alma de Antjnio Fernan-
dos Vellozu.
Cana de ItelencaoMovimento dos pre-
sos do da 12 de Janeiro
Eslstiam presos 370, entraram 7, aahiram 2,
Existem 375.
A saber :
Naciouaes 318, mulheres 6, estrangeiros 10, ee-
cravjs sentenciados 6, processados 2, ditos de cor
receo 3Total 375.
A/rac/j*dos 344, sendo: bons 332, docntes 12.
Total 314.
Movimt uto da enfermara :
Tiveram baixa :
Mananl Frauuiaeo de Brito, conhecido por Chi-
cote.
Jala Praaeeliua da Souza Lima.
Teve alta :
Josepbina Amelia de Parias.
I.iXi-riu do tiro-ParA 6 fiarte ies-
ta ioteria sera eztrahida terca-tera, 18 do Ja-
neiro.
Bilhetcs venda na Casa do Ouro, ra da Ba-
ra 1 da Victoria n. 40
Tambem aebam ae venia na Casa da Fortu-
na ra 1" de Marco o. 23.
Lotera do CearftA 4 pirteda 3> lote-
ra d^sta provincia, cojo premio grande ........
4 0:0'J00O0 ser eztrahida na dia .. de Janei-
ro. '
Os bilhotes achaoi-se venda na Roda da For-
tuna na Larga do Rosario n. 3t.
Tainoein acbam-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39.
I.oierln de Macelo de SOOtOOOSOOO
A 19* partes da 14 lotera, cujo premio
grande de 2t'0:000, pelo novo plano, serri ex-
rr..lii '<( Tinpreterivelmaute no dia 14 do corrente
ao meio dia.
llhetesS venda na Casa Feliz da praca da In-
iiepend* ucia ns 37 e 39.
Tambem aeh im-se venda Roda da Fortuna
1111 r-K Larga do Rosario h. 3tie u* Ch-a da For
tuua ra Io de Marca n. 23.
Precoa resumidos.
Uraiie lotera, da provincia -A 10
serie desta latera em beneficio dos ingenuos da
Colonia Isabel, coja premio grande 240:000^000,,
terft extrahid uo di* 17 de Janeiro, as 4 horaa j haje Pe'* mpreensa a recaptluliifo do
da tara*. inqu-rito pelo audacioso attentado de 29
O bUaetes aebam-se vead na Rada da Fo.- j fje Dezembro findo, do que o publico tem
la^ATod^A03.npar6e da lotens | noticia, visto como por elle se demonstra
n. 366, do novo plano, do premio de 100:000#000: | a veracidade dos meus aseertos qttando
* c, eztrahida no dia .. de Janeiro.
Os bilrietes acham-se venda na Casa da For-
tuna a ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da nue-
pendenci* na. 37 e 39.
botera da rorie A parte da 20> lo-
ter. da corte, cuja premio grande de 10O:000i poli"iues da "cidade c seu fiel comalheiro
Sneth;,dil'1l'J'* ".**!*&-. a. = I FJla bemalto esie trabali.o da p ,1 ca,
'3s bbetus acham-se a venda oa Usih da For- f
tuaa a roa rtimeiro de. Marvo n. 23. j Pkra convencer da verdal* da autora, que-
Tamoem ach un-ee vena na pray da Inde- desde logo tocu co animo de todos, subin-
p. lidencm 113. 37 a 39.
Hatadouro PublicoForam abatidas m.
\ .talouro daOanauga 58 rexea para o conauu'
ac dia 14 de Janeiro.
Seudo: 44 rezas pertencentsa Oliveira Cistr ,
& C-, e 14 a diversos.
Mercado Municipal de *. 4om*.<
id iinnxmti 1 ueste Mercado no da 13 do corrale
f i o se^uinte :
ntraram :
34 bois pesando 0,346 kilos.
340 kilos de peixe a 20 ria 68C0
95 oargas de tarinoa a aU'ris 194*100
22 ditas le fructas diversas a 300 rs. ClIiOO
3 taboleros a 200 res '>"0
12 Samas a 200 res 24400
Foram ocenpados :
. 23 1/2 coiumuas a 600 res 14JU0
11 e mpartimentoa de farinba a
500 ris. 11*01.0
19 ditos de comida a 500 ris 9*500
71 ditcs de legomes a 400 ris 28*4)0
16 ditos de saino a 700 ris 11 f H)
10 ditos de Iressaras a 6 ris 6*000
10 taibos a 2* 204XKX;
filias a 1A 3*900
A iiveira Castro & C.:
54 talb.Mi a 1 ris 54*000
2 talhos n fOO ris l*0O<'
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quautia de
Medico
O Dr. Lobo Moteo*, de volta de sua
viagem ao Rio de Jan -iro, contina no
oxercicio de sua protisso. Consultas des
10 s 12 horas da mauha. Especialidades
eperacoes, parto e molestias de abofas e
meninos. Ra da Qloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
raeio-dia s 3 horas no 1. andar da casa, da manha> *ndo lugar o encontr em urna
a ra H Baro da Victoria, n. 51. Resi I que e8t s,tuada a,e,u da P^eira do
dsncia ra Seta de Setembro n. 34, en- I engnho, estando Silvestre em oompaahia
trada pela ra da Bandada n. 25. i d mitro cabra.
O Dr. Castro Jess tem o seu cnsul- Diz *< Sebastiio Lessa que fez-lhe
torio medico, ra do Bom-Jeaus n. 23, I f 8Pec10 e8tado em cava1'
sobrado eni ^^ estava tnontado Silvestre, pare-
ar. Gama Lobo medico operador a pay- j Cft>^> teiro, residuncia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A. <
Consultas das 11 horas da manhS s 2 da
cura especifica. *
Ellas se acham acoodiciouadas dentro de vidri-
uhos e por is80 a sua conserracao doradora em
todos os climas.
Em todos os casos provenientes on aggravadcs
por imourea do saiiieae a vS-itsapnrrilha de Bris-
tal, dever sur tomada uoojuactameatc com as p-
lalas.
Acha-se venda em todas as boticas e lejas da
perfumaras.
Algente* em Peruambuco, Henry Foeter & C,
ra do Commercio 11. 9.
Todos fojtthec*m a enfermidade denominada
ozegre, qne se desenvolvu na lunneia, pormntin
todos sabem que facilim) coral-* e alliviar
cases angiohas dando-lhes a fbucta jiieu.
Este in-'.-licatnento, qo tomara com gasto, poia
possae a orma e o saber de um confeiN, obrando
pono depurativo, cura em p lueo lempa a m olestia
-a previne as convulsoes tao frequentea as pocas
criiicas da infancia.
oli ie Uwm primaria e se-
Ecola lofttatii milla
Ra do Visconde de Goyanna ir. 67
Urna sen hora catupetentuiiieutc habilitada par
cipa aos pais de familia, que no dia 15 de Janei-
ro, na casa cima indicada, abro u.na escala in-
fantil, propoudo-se a leccionar pruaeir&a lattrai,
trabalhos de agulha, fl >res e francs; mediate
razoHVcl meiisaiidade : tratar o* mencionada
rila n. 135. fi aflmitfe-.-e criancas do sexo mas-
culino, que nao tenham mus de 9 annos de idade
Consta mais do inquerito que o offundi-
na comarcn, nem
seus actos como juiz poderiam motivar o
attentado de que foi victima, pelo que Sil-
sim
Ao publico
.' H. Imperador e ao* al
tos poderes do-estado
O juiz de direito de Palmares
Venbo completar o mcu sacrificio, dan
avanci peranta a delegada de policia e ha
dous dia* pela imprensa, ter sido seu arro-
jado autor mandante o teen te-coronel
Auatriclmio de Castro S. B., tendo por
cumplices algnmas das actuaen autoridades
K.-udim- ato do 1 a 12 de Janeiro
Fai arrecudado liquido 11U; hoju
.Jrv'i do dia :
iw verde 330 a45 ris o kilo,
l-.iroeiro de 720 a 800 oi-s idom.
1 nos de 500 a f?40 rtis dem.
r irii.ha do 'V> 11 j'2'1 'i'-is a euia.
Milbo de 2fK> a S.'O res id*i,..
Feijo do 560 a 1;'.
193*600
2:2f*020
1:4U8*6i0
do o seu mrito, se se atteuder, que o dig
no delegado que o formulou Sr. lente
coronel Pereira Ljm, oantm as amino-
res relaeoss de amisade om w Sr. Austri-
i.liuio, no entauto que s o coaheci n'etsa
occ.-siao.
Saive-se aasiin a i Jeta de qual quer sus-
peicau.
Peaa ter escapado esse aparthado a
Hedara^io quo d't lie resalta, que o enge-
nhoPoco de que u'ell-j ss. trata, a
propiieda'le do ^. Austiioliuio, de 'ujo
nome aeh* .u., biu lhe tica um titulo de...
Btrit, asoiiii coma que olvidasse dizer,
qu os eogenhoa Trombetus, e Santo An-
tonio, 61 iii o primeiro d arrerrdamentas
de um Sr. seu sobriuho e outro de mais
um pirent-, seus inti dos, margoro d>
rio, pala o primeiro do- quaea-tui VHttn
passar a nudo o guarda cnata qua maojigre-
dio, e que o Sr. rttfadfir'gada mandou vir
do serlo, como coadiCf&o de sua nomea
cao, em quinto qu S'l-. stn- que foi en
contrado uo cavallo mol liado, por ter tam-
bem p.issado o 110 e buscada o outro en-
genho alias bem prximo, o famigerad
guarda costts d<> Sr. Aus;rielinio.
Sobre t;io negra *ssumpto, nunca mais
darei urna palavra.
R cit--, 12 do Janeiro do 1887.
Luiz Ignacio de Mell Barreto
BGAPITULAfX DO IXQnKBITO
plisrnente mandatario.
Geralmente respeitado, dizero as testo-
munhas, s ulgumas autoridades policiaes
submettidas a processo de responsabelida
ue se queisavam do offendilo, 00 que eram
acompanbadas pelo tenente-coronel Aus
tri.-liiiia, como elle o confessa no aucto de
p.Tguntas de fls. 43, dizendo que crom
peu suas relacdes com o mesmo ofendido
em vista das perseguie5s a seus amigos,
e por conbecer que era nada era att-.ndi-
do por elle*.
O offendido attribue ao teceote-coron-fl
Austriclinio e a esses seus amigos a auto
ria do crirae, como mandantes, com o m
de arredal o da comarca, e accressenta uo
auto de perguutas, de fls. 3, que o plano
da aggreaslo foi combinado sob icepiragS-s
do Dr. Fiel Qrangeiro, que alias, declarara
que, so nao podesse fazer obortar o mesmo
plano, iria para a capital com anteceden-
cia, ausencia que de laclo tez achando-se
no Recita quando se praticou o erirae I !
Os autos de perguutas def* fls. 19 fls.
21 v. confrmam o juizo do ofXeudi lo, e
acurescenta que antes do crime Manoel
Antonio dos Santos, conho 'i lo por Minoel
da Jaca, offi-ial de justica do foro, dissera
perante militas psssoas que J0S0 Felippe
Nery Napoleao, por alcunha Joao Se-
nhor, entrara no exercieio da subdelega-
cia para desfeitiar o offendido, o que
sustentado pelo referido Manoel Antonio
dos Santos a fls. 35.
Dizem mais que em easa do Dr. Manoel
_F'alc2o e na preaenca de varias pessoaa, o
segurdo supplente de delegbdo capitao
Adolpho Firmo declarara que naquclles
poucos dias, o juiz de direito havia de
apanhar de chicote no mesmo lugar onde
efectivamente se consumou o attentado-.
Esse facto igual.>-i:ie condrmado pelo
Dr. Manoel Falco a fls. 40, e sondo con-
testad, por Adolpho Firmo, o mesmo Dr.
Falcao no termo de contraatacan de fls.
41 de novo o sustentou.
Feito assim o resumo do presente inque-
rito se ja elle remeftido ao Dr. jui munici
pal para dar-lhe o conveniente destino.
Cidade de Palmares, 5 de Janeiro de
1887.
(Assignado). O delegado de policia.
Manoel Goncaloes Per eir Lima.
Aos portugueses
A satisfaca cent que boje vivo pe a Bande- re-
cuperada, f-iz com que venha imprensa agrade-
cer aos cos. de vir encontrar o verdadeiro e ni-
co remedio qae curoa-me da terrivel enfermidade
que ia me coasnmindo ha mais de 20 aunos,.em
Portugal, onde fui tratado com esmero e sempre
doeote; vimpirac em procura.da saude, que
reuuper- i tomando os verdadeiros pos anti-he-
uiorrhoidarios do pbarmaoi'Utico Luiz Carlos, e
que se vendem ua corte, na drogara de Silva Go-
mes & C.
A miaba terrivel doecct era toda hemorrboidas
e f.iz-ii'io esta publcacao, guiando os doentes para
verdadeiro remeds, creio ter enmprido 1 un dever
da graiido a Deus pela minbasaude recuperada.
Santa Bisa, 2& de Jauciro de 1886.
Joto japes Kkteves.
Deposito: b'r<.ucisco Mano-i da Silva
droguistas ra Marqaez de Olinda n. 23.
Do professor
Jos Maria ole Hollanda Cavalcanti
Praca do Coode d'Ea n. 2, 2o andar
(Entrada pela rui do Hospicio)
Escola particular
Joann Clara da Lipa Coelho participa ao Srs.
pas de familia que abre sua aula no dia 17 de
Janeiro, assiia como lecciona tambem msica,
piano e dansa, quera pretender dirrja-de roa do
Viseoude de Pelotas n. 31, casa de sua resi-
dencia.
Collegio Amor Divino
RA DA IMPERATRIZ N. 32
As aulas aonr-se-ho uo dia 10 do crreme.
A oirectera,
Olympia Mara deUenionca.
Alhoneu Brezileiro
N'ette eollegio, os trabalhos da anno lectivo
comecaro sexta-teira 7 do corrente, coaf.irme o
art. 1.a dos Estatutos.
4 de J ueir > de 1887.
O director,
Jos Marques AcauS Bibeiro.
Declara c,o
Na parte da policia, publicada uo Diario
de 9 do corrente, figura como preso, por
crirae de furto, pelo subdelegado do 2o
diatricto da Boa-Vista, Manoel Isidio Go-
mes do Nascimento.
Nao conheoendo ninguem com esse no-
me alm de mim, trates de verificar o que
aqaillo quera dizer, e cheguei ao conhe
cifcnto do que o individuo preso Li Ma-
noel Apolinario, conhecido por Maaoel do
Mangle, de 30 annos de idade, preto, sol
teiro, natural de Olinda, pwlreiro e assig-
nalado por urna cicatriz na face dtrrdta.
Na occasiao da prisSo Manoel Apoli-
nario ou Manoel do Mangue, que alias foi
meu discpulo de pedreiro, den como sen-
do seu o neme que me pertence ; e d'ahi
o equivoco da policia. a Casa de Deten-
cao, porm, onde Li recolhido, sendo aper-
tado para dar a sua filiacao, cenfessou o
seu verdadeiro nome, qae de fado figura
nos registros daqu -lia prisao.
En e elle divergimos muito : eu sou ca-
sado, e elle solteiro; eu lenho mais de
45 annos, e elle ten apenas 30; eu sou
officiai de peureiro, e elle simples pedrei-
ro ; eu sou pardo e elle preto ; eu nao
tenho cicatriz alguna-e elle tona um gilvaz
na faoo direita.
A difforeoca, cois, grande, tanto mais
que nunca prattquei criraes como esse de
que trata a parte de polica, e domis vivo
exclusivamente do trabalho honesto. 1
COLLEGIO
de S. Luis tionzaga
Cam este titulo tuodei no dia 15 de Navembro,
oa rus do Hosoicio n. 55 am estabelecmento des-
tinado in9truccao primaria e secundaria de me-
ninos.
Abalancir-se a empresas dessa ordem em poca,
como a que atravesamos, incontestavelrnente
grande ousadiu e temeridad?. Antevi perfeita-
uwnte as difficuldarles com que havia du lut.ar, os
mil obstculos que se me antolbariam uo caininba,
mas, apezar de prever todo isso, nao me tai pasgi-
vel resistir, ao desejo de contribuir com o meu pe-
queo contingente para a grande obra do levauta-
mento da iuBtruecao.
Eusinam-se ao collegio as Beguintes materias :
leitura, calligrapbia, poituguez, iiancez, uglez,
italiano, latim, geographis, historia, arlhmetica,
geoi>ietriH, algebra, philosopbia, rhetorica, msica
vocal, piano, rttuta, rabeca gymuastca, rX-genhu
e conversaba das luigaas: franceza," i.igii '- e
taliona.- < .i \
A ca;a em que se acha o collegio nao pde ser
mais adaptada para esse fim : satisfaz cabalmeute
a tjrias as exgeselas de estabelecimentos desea
ordem.
Como resido com minha familia estoa em con-
dces de receber uieouos de mais tenra idade, aos
quaes nao faltaro de certo cuidados solicitudes.
Confiado na boa vontado dos Sr. pas de fa-
milia para elles appello esperando que me coadju-
varo ua ardua e dilficil tarefa da edueaco ds
seus rilb...j.
Keabrir-se-bao as aulas a 7 de janev vindouro
Becife, 19 de Dezembro de 188b\
Padre Manoel Lobato Carneiro da Cunha.
Collegio de X. S. da Paz
Fago sciente aos Illms. Srs. pais de fa-
milias, tutores e correspondentes, que as
aulas deste collegio ra do Barao da
Victoria n. 46, reabrir-se ho no dia 10
do correte.
Recife, 4 de Janeiro de 1887.
A directora,
Maria da Paz c Freitas.
Esternatota. Luis
Ba do Imperador n. 55, "andar.
Com o nome acimx abrlr-se-ba no dia 15 de Ja-
neiro do anuo piorimo futuro de 1887, am esta! ele.
citn uto de educaeo, or.de msiuar-se-hao tooao
ns material do curso de preparatorios, h ven de
tambem om curso nocturno dns mesmnsmaterina.
e um outro eoiamercial, no qual ensinar ae-ha s<$-
mente fraocez e inglez, theoriea c praticamente
senda este das9 s 1> 1/2 da noite;
Estatuto
Art 1. Os paes, tutores ou correspondentes,
deverao acompanhar o estndante uo dia da matri-
cul!-, para nao t rmitriealsl-o, como tambem para
tomar canhecimento do rgimen dmeipljuar do 0t-
ubeleciinento.
| i o Aquelles que nao tivercTi quem os apr-
sente, tambem seru acntoa matricula.
Art. 2 O pagamento da matricula sert.rt
mena.-ii u aantadamente a coiaecar daoccawao
da matricula.
1. Por cada matricula pagr.r o estudoate
5uC0, baveodo urna dfferenca de conforraidade
com o numera de materias que estudar no estbe-
le cimento.
Art 3 0 Cada nula constar de 1 1/2 hora, sen
do urna para tomar a lico do dia antecedente e
meia para explicar h do da seguinte.
Art. 4 "Nao baver aulas as quintas-feiras,
porm todos os alumnos deveui comparecer uo es-
tabelecmento nW.es dias hora de anas respec
tivas aulas, para urna sabbatina, segundo a qual
os directores daro attestados na poca dos tra-
mes. -
No estabeleeiaiento enc-ntrarao 03 Srs. pas
correspondentes ou tutores e os Srs estndnntes o
estatutos como accresceotameuto de tudo maiB
>,ue aqu se omitte e que os sceutificario do que
bou ver de mais particular, e bem aasim da con-
veniencia do methodo n'este estabereetmente em-
pregado.
Os directores,
Luiz J. de F. e O. Sobrinho.
Augusto J. C. Braga.
Lyceo Triadeipbice
Directora
MARA OLINDINA DE MELLC
30Ra do Hospicio=3Q
Coinccam no dia 15 de Janeiro as au-
las deste estabelecmento de edu.-ssao do
oreDtnas.
"O enaino primario, em virtude do regi-
ment das encolas, expedido em 20 de Ou -
tubro de 188 comprehendendo tres graos,
est a cargox da directora e di suas ir-
raas. O ensioo secundario, que minis
trado pela directora e por professores do
recoohecido njfrbciaiento, coniprehende tres
series a saber : -

I
I
1* serie
correcta
Banhos de Olinda
Coraraunico aos freqventadorea do trem dos
banhistas e ao resp>:itavel publico, qu. te-
nho construido na praia de Olinda, onde
me acharei diariamente das 5 s 8 horas
da manhil, uns poucos de qunrtinhos de
madeiras, proprios para as pesso^s que te-
nham de tomar a roupa de banho, onde
encontrarlo toda a cornraodi lado e acolhi-
mentu compativeis. Assim como que os
alugo mensalmeote a 2$ por pessoa, tizen-
do abatK quando fr fnmilia, que os oceu-
pe ao mesmo tempo.
Os quartinhos tra chave, e sero vigia-
d )s com toda a segaranca. Com o paga-
mento dos -?-i mensaes ter direito o ba-
nhista a que se lhe guarde e lave a roupa
de banho. Quem tomar um bmlu avulse
pagar 500 re. por banho.
Brevemente ser inaugurado o botcquim
onde encontrarao os banhistas caf fresco,
cognac, etc., etc., tudo preco rauho m-
dico.
Approveitem em quanto tempo.
Olinda, 3 do Janeiro de 1887.
Manoel, Jueencio Bezerra de, Mello.
Lingua nacional. Leitura correcta de
prosa e verso, grammatica e anaiy.se. co-
pias e dictados, exeraicoa da redac9o ei
declamar^o.
Lingua trancezu.Exeruicios de leitu-
ra, traducciio, composigo e converaacSo.
Arlhmetica. Exercicios de clculos o
problemas, systema mtrico.
2* serie
Lingua inglez i. Exerci.ioa de leitura,
traduc^So, composigao o conversar.
Geometra plant. -Nogoes geraas e pro
bleoias simples.
Geographia physica e poltica cora exer-
cicies as cartas e espheras.
Lingua
Collegio de Santa Lucia
A directora d'este eollegio avisa aos illusties
pais do familias tutores de suas alumnas, que se
dignaram conserval-as n'este estabelecitneuto de
fnstrucco primaria secaodaria, durinte o correr
do anno de 1A86, que o mesmo collegio se abrir
no dia 7 de Janeiro do corrente aun -.
Ensilla-de n'este collegio : primeiras lettras,
portu-,'uez, inglez e 'france (fallar e escrever),
geographia, historia, anthmetica, desenbo, msica,
piaa, todos os trabalhos de agulha, e flores de to-
das as especies.
Outrosim. tambem declara a todos os que qui -
serem honrar s seu collegio com a preaenca de
Domis, esae individuo, que malvola I suas tilbis oa tuteladas, que as menealidnde^ se-
mentu deu O meu nome no acto de ser I "U assim distribuidas: ensino primario, internas
filbo de Domingos do Espirito *>* meo-peusion.stas 25*; externas 5#!: epsino
italianaExercicios de leitura,
traduegao, compoBcSo e conversacao.
Historia geral e especialmente do Bra-
Costaographia. ., >
Alm desias materias e de trabalho de
agulha, ensina-se desenlio e msica em
dias eepeo.iaes.
O estudo e observacao couveneerara a
directora de que o intermito sempre
prejudicial s aiumnas, e tende a des-
truir os lacos que devem haver entre pai
e lilhas, pelo que o Lyceu s aceita aatm-
nas semi-internas c externas
Os pagamentos serao regulados pela go-
guinte tabella :
Externas
Do curso primario 205OOO por trimestre.
Do secundario 25500O por trimestre.
Semi-internas
Do curso primario 250000 por mez.
Do secundario 300000 por mez.
Recife, 29 de Dezerooro do 1886.
Maria Olindma de Mello.
1

*

.-.-

*. -
&
raimares
Copia. Detc inquerito est provado brutal ttcntado!
Na > no? traue a miiiirrin sorpresa o-artigele,
que nem insignificante em pess:mo portu^m z
Uo Sr. Mandilo, vu de aiguin a leal -,iei|ites.
iuserio 110 Diario de 8 do correte, no qua1 teve :>
-rulra oreteoco de vir OOOtastT r. ff.-nsa a"r z.
de que ful victima o honrada juiz de dreilo, e aii -
da mais; que tal tacto nao tn.ha contri tadu a
p-'P'il-icao desta comarca, e qu^ tila digno naftw-
nuio r't'SBe visitado porquasi todos oa teaj baUi-
tmiles, gente da melbur socedade, sem uisiiuei,- -
de cor poltica !
E*e acooteclmeoto d not.ried iae polirnu dmi
arimitte contestacau.
U Sr. Maudio. peyau-se a prmeia
silvK^o; porm, foi mal saceedido invneauU> o tea
teinunnu do diftnoSr tenente-Cm-oiiel Pnera Lima
porque, Como gvralmeuie sabido aqu, deu-fe o
contrario ; aquelie cavalheiro, sem iuleuca..
clarara o quauto se ir-aravilhava, a sa'isfeca^ que
esperiaieiiiava, observando as manitestacca pu-
blicas e expantaneas, de tpra era alvo o honinu.,
magistrado, lego ap* a prpetraf/To do siugo!:ir e
preso,
.Santo e Antonia Maria da Con>:ei(o: e,
pois, nao podia ter, nem tem de tacto,
uenhura dos meus sobrenomes.
Faco esta declaragao para evitar duvi-
das e tranquillar as pessoas de rainhas rc-
lasf5es, cujo bom conceito desejo continuar
a merecer.
Olinda, 12 de Janeiro de 1887.
Manoel Izidio Gome Nascimento.
Un* remed eOJcaz (2(
BES NOS VERBA
Aos que soffrein do peito reeommendaroos a lei-
tura da seeuinte pubticaciio do Sr. Jos'MKria
Lope, morador na liba das Jiariubeiro;, em frente
cidade do Rio Grande :
Ha quatro annos que fui curado de urna
muito grave oi.fermidaoe, resultante de um res-
friado.
" Senta dar agudissim do lado esquerdo do
peito, tosae secca e urna fraqoeza eessi .'a em
todo o corpo.
< Em oito mezes de tratamento com varios me-
dicamentos, nunca consegu obter ahivio e cada
vez a molestia augmenta va u panto dme jnlga-
rcm perdido.
Eucoptrando-me com meu primo e amigo Sr.
Manuel Joaquim, residente na Povo N-.va, elle
acout>e>bnu-me o usa de Pettural He Cani-
llara, do Sr. Alvares de S. toares, de Pelotas,
i,l...giaudo-me muito cate preparado e Cora cffeito.
em d-.ua meies de seu uso constante, restubeieci-
uie ae um moie-ti ; q-iu me levava sepultura !
O que i0 verdade, e toda esta ilba o pode
affi-rom, pois uelia vivo ha mais de trota muu,
onde tei.ha chcara e familia. >
t> Intoi palera enneiitrar outr.is inuitos at-
tostadas uos fhet"a que acompanbam cada fias-
co. ^
Ucpoi-ito. uniet's agentes e depositarios geraes
t-m 1'eriiHii.huceFmueisco Manoel da Silva ot
C, 111 > Margue de Olinda n. 23.
Collegio Parthenon
O diectar ta ealleuio declara aos pis de
seus ulaunus e au publico em peral, que mudou o
seu C'.ie^io para a ra do Hospicio n. 3, hijo
pretlio offerece basiaules Caminados o coniyes
kvgieuicaa ; butrusim, que recebe alunos imer-
iios, tem 1 internos e ezternus, e as mil-a enteca
ra* a fuucciouar a 7 de Juair.i d 183?.
O director,
Ovidiu Aivea Mauuya.
-ecundario, internas 4if ; meio-peusionistas 3l> ;
externas 1?>$, teodo as meio-pensionistas direito
penua, papel, caeta, tuna, lapis, e as internas di-
reito ao mesmo e roupa lavada e engommada.
Roa Ouque de Caxlas (ao'iga do Queimado)
o. 50, segando andar.
A directora,
Auna do Reg Barretto de Almeida.
Escola particular
de iiislruci'o primaria para o
sexo masculino
CASA DE ENSINO MODERNO
36Kua Velha36
O abano assigaado, participa ao Ilustrado pu-
blico desta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de iustruccao primaria para o sexo masculi-
no, ra Velba n. 36, (Boa-Vista) onde esme-
radamente se dedica ao eusino de seus alumnos,
Educa e instrue a iufancia pelo melbor sjstema
dos principaes collegios da corte do imperio, onde
por algum tempo demorcu-se pssseio, cujo sys-
wma a delicadeza, a ocacao, paciencia
intima para o ensino, faz o 1 com qne 08 seus dis-
cpulos sigam o caminho da inteligencia, da honra
e da digmdde com santos couselhos e sis ligues,
afim de qae venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religio e da lei, e um verdadeiro
cidado braaiieiro.
Espera merecer a confiaDca e proi*cco dos
pais o tutores das crenvs que queirmn aprove-
l%r um rpido adiant',uK,uio d' t-ens filhus ou tu-
telados, e em particuUr liu t robusta em todos
os seos compatriotas pernambueiino*.
Comquauto ousada ceja esta teutativn. todava
espera quo os seus iiicusvi-is eeorcas, e os s--us
puros desejos sej ni caioados eoui a fi i.z appro-
vacao de tud.-s os fihos do imperio da Santa
Cruz.
E*p?ra finalmente, que o refpeitavel publico
saiba apreciar de pertu o hu ve'dadeiri) enaino
primario, onde rpidamente as creancua abrucam
o amam de carncau as livrua, as scieucus, as let-
tras e aa artes.
Menaaliiiade2j000 pago i^Tuintados, no neto
da matrica.a.
Horario-das 9 horas da munha s 3 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pcnsiomstaj,
por iceosalidades raaoaveia
Ra Velha n 36.
Julio Soares ctAttvedu.
Instituto Philomatico
Ra do Visconde de AIbuquerqu2 n. 33
Intrnalo eiiemnin
DIRECTOR
Bacbarel Olinlho Vctor
As aulas deste collegio estaro abes^M do dia
1 do corrente em iaute.
INSTTITO
Dezenove de Abril
Rna do Progresso n 1
As auUs deste'estabelecmento de edueacao
abrem-se na dia 7 do correte.
Aiia Srs. oumnos hue f requintaren) o estabele-
cmento durante o anuo prximo paseado, roga-se,
caso queiram continuar, o sea compartimento
naquclle dia para regulandade ns servico das
aulas.
Contiuua a receber alumnos internos, meio-
pensionistas e externos, sendo que desta ultima
classe gmente para a aula iufant;l.
Para mais informacoes poderao os Srs. interes-
sados procurar ao collegio.
O director,
Luiz da Costa F. Porto Carreiro.
Recife, 4 de Janeiro Extrnalo Leovigildo
Acaba de abrir se com este uome um curio da
primeiras lettras e preparatorios ra da Peuba
n. 23, 1 andar. E' o seu director o Sr Ueovi-
gildo Samuel da Silva Costa, moco preparado e
pratico no magisterio particular.
Segando nol-o informara o plano de ensino
d'este Externato o melhor p.'ssivel e o paga-
mento das rnensolidades o mais rasoavel, pelo qua
o sen director espera o bom acolhimeuto do pu-
blico.
Extrnalo no Recife
Curso primario e secundario
DIURNO t NOCTURNO
Nj.'ste estbelecimento ra do Mrquez de
Olinda n. 1, continuam a funccii.nar as respecti
vas aulas, accrescendo as de msica e stenogr-i
pbia.
O corpo docente eompoe-se do director, abai:, >
assignado e mais dos Srs. : baeharel Jos Alca
de AssumpcSo Menez'';, acadmicos Aatuiiio da
Silva Guimares e Joo Joaquim da Costa Leita
Jnior e professor Locadia Bello.
Pedro Esteita C. Lin-<.

!
I
**
* *
'
Inairacco primaria e ersintfBria
para o sexo remlaiao
lua do Visconde de Albunuarque r. WB
Directora,
fi. Jan'a Capitalina Martn Ht
As aulas d'esse estbelecimento s rea'-r.-.i-i *ti
ilia 10 de Janeiro corrente.
Recebe uiumoos interaos. semi-interai.s t
i ternes.
llinRl I
^
}


iario de PernambucoScita-I
4 de Janeiro
Consultorio medico- {InstitulioD Francaise de
cirurgico
O Ot Castro Jess, contando mais de 12 anno*
de escrpulo obeervacao, reabre coasaltorio no
U cidade, 4 roa do Bom Jeras (antiga da Crus
a. 23, 1. ndar.
Horas de consalla
De dia : das 11 as 2 da tarde.
De Doite : das 7 is 8
as demaia hora a da ooite ser encontrado n<
sitio a travesea dos Remedios u. 7, primeiro por
tao a esquerda, aleas do portao do Dr. Cosme.
Leonor Porto
Wi


1

i
I
Ra do imperador
Primeiro andar
n 4.
II na do BarSo de Borja n 50
(aatlga do Nebo)
0 hj ItctFO tosie csllegio
cup era 10 58 JanaiPd le
m
A directora,
/. Adour.
EDITAES
Contiua a exeentar os raais dfficeis
figuriaos recebdos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, ea bre-
Ividade, inodicidade em precos e fino
[ gnsto.
Cliatea medico clrur.? i
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EapecialidadePartos, molestias de senhoias e
Ra da Imoeratriz n. 4, aegund*
en tincas.
Residencia
andar.
'v alista
Dr. Ferrara da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Dr.
Medico, panciro e operador
Residencia ra Bario da Victoria n. 15,1-andar
Consultorio ra Duque de Caxias n/69.
D consultas das 11 horas deAnunna As O*
Atiende para oa chamados / quulqner hor.
telephone n 449.
Oculista
)_ yr. Mattos Barreto. ex ebefe da elim
ea de olnj do IV Moara Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
dico aggreRado do o
desta cidade.
Consultorio, ron do Impera
i andar, das 12 3 3 horas da tarde.
I Residencia, Ou.inbo Novo n. 159.
As opetacoes sao rcitas sem dr,
meio da cocaiua.
Cousultas e operacoes, gratis aoi
bres
lo de Janeiro e me- |
opitl p.il'i H \,
[mperaior n. 65. 1* ',
por
po
Dr. Barreto Sampaio, medico oeu-
lita, ex-ehefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia a
3 horas da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 ra do Baro d Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sute de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25..
MEDICO HOMEOPATHA
|)r. Ballliazar da Silveira
*
i
1}

i
ADV01ACIA
O co selheiro Dr. Manoel do
Nascimento Machado Portella
contina no exer-icio de sua
profissao de advogado polendo< '.
aer encontrado em aeu eseripto-j
rio a ra de Imperador n. 65, | (
1. andar, das Y as 3 da tarde. ( )
Dr. Feroandes Barros
Medico
Consultorio roa do Boas Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Especialidadesfebres, molestias das
crivncta, dos Jfifi rMoiraio.-io
senhora a.
Presta-se a qualquer chamado par*
ot i da capital.
VISO
Todos es chamad- devem ser dingia
dos a pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Bario da Victoria n. 43, onde sa indicara
aua resideucia.
Ut depurativo vegetal Mfj
Med *o tyuintdhi
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de tio grande fama infallivel na cura de todas
aa doencaa syphiliticas, escrofulosas, rbeumatica
e depelle, cohm tumores, ulceras, dores rh.umati
cas, osteocopas e nevralgicas, blrnuorrbagiaa agu-
das e chronicas, cancros syphilitieos, iuflnmma
coes visceraes, d'olbos, onvidna, garganta, nfea
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assirc como na alopecia ou qn.du
do cabrito, C nos doencaa determinadas per satu
rucan mercurial. Dao-se gratis filhetua onde se
eucentram numerosas exp .'riencias feitas Com este
especifico nos bospitaca pblicos B muifos attesta-
dos de mdicos e documentos articulares. Fas-se
descont para revend'-r.
Deposito em casa de Faria Sobrinhc & C
lici do Mrquez de Olinda n. 4!.
N. 4. Todos os ue tm tomado a Emulsao
de S'Ott, rei-onhcem a sua superioridade
sobre os outros remedios empregados at
lioje para a cura da tsica pulmonar, escr-
fulas, rachitis, anemia e debilidade em ge
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
tuintes sao ruaravilhosas.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em psrtoe, in iK-.stias de senboras
de criancas, com pratica as princpaes matrrni-
dades e hospitaea de Pars e de V'ieana d'Auatria,
faz todas as operaco^s obsttricas e cirurgkas
coneernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na rn do Baro da
Victoria (auliga ra N >va) n. Ib", 1 andar.
Coneultas das 12 as 3 hanie 1 tarde.
Tlepbone n. 467.
cli.i:.io
UE
N. S. das Victorias
l o Roa do HoMvIelo IO
As aulas abrir se-hao no da 10 do eorronte.
A din-ciara,
Baroneza L. V. 'Hirpert.
Advogado
O Dr. Clodtiaidn Lopes mudou seu g-b-
nete de advogcia para o predio n. 4,
ra Estreita do Rosario, e tm sua resi-
dencia no predio n. 40, ra da Palma.
COMMERCIO
olsa cummerelal de i'ernan-
buco
aECIFE. 13 DE JA i'EIRO OK 18*7.
As '.res ora da tarde
'-'oiauoes uiciaes
Cambio sobre Londres, a 90 d/v. 22 1/2 d. por
14, dj banco, hjutem.
Dito sobre dito, vista, TZ Ii4 d. por 1, do
banco, no'it.m.
U uresideuur,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U socMiano,
Eduardo Dubeux.
l- bt Janeiro
ALt'ANUBliA
U. 3 a 12 don o-j id 361 074523 57.4214.b'J0 4l8.496i4l3
bjID PaoVlMCISL De a 12 leui 13 55.10jj7.J y.6i7u3,{ 65:187 08

icla'- 483.664).U^i

aowmioBia_-l>< 3 a 12 tae-ii -. 13 14 762 205
15:f.94C52
Cisisclaihi i^uisiscial D' 3 a 12 Idi'iu un 13 74:33674 l;IS9 621
7:-;7*370
RaJira naAvNaa Ideui d* 13 . 3 a 12 2;D'37^28< 6o7;7 2:6 8.00
0 Dr- homaz Qarcez Paranhos Montene
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, jviz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Becife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc. .
Fuz -i-ber aos qu>o presente edital virem ou
dVlle notiei tiverun, que por parte de Domingos
Pinto de Freitas, administrador da masaa fallida
de Jos Tarares Pnhe-ro, Ihe foi dirigida a pet-
co do theor sf guinte :
Petico-II. Exm. Sr. Dr. jai do commercio.
Domingos Prnto de FreiUs, na qualidade de ad-
ministrador da masaa fallida de Jos Tavsres Pi-
iibein>, quer interromper a prescrpclo daB Iftras
jumas do acceite de Pedro Correa de Miranda, Joa
Rodrigues Puntual,, Joaquina Jos H-dlrno, Jo5o
Po da Silva Valli-nca, JoSo Carlos Beserra Ca-
vaicante, Luiz Halano da Cunha Andrade, Igna -
ci T.-ii' ira de Barros, Jos Rodrigues Pontual,
Joc Tho-nas d>; Aauiar Junicr, Antonio Neito de
Barros Lourcrn, Jo&o Francisco Coria de Arauj,
Mnnoel Oe Barns N--tto Oavalcante. Jos Wi-nces-
lao, A R. T. B-atos, Sergio D. de Moura Mattos c
Manoi I .los Luia Hibeiro, e coiao quer que os snp-
plicados inorrin em lugar incerto e nao sabido,
para qne tenba lugar a ctaco pr i ditos o sup
plicante reqH<-r a V. Exc. se digne de o admittir a
justificar o al egado pKS--ando-ae depuis os respe-
ctivos editaes, tudo de conformidad com a le.
Nestes termos, sendo esta distribuida por depen-
den fla- Pede a V Exc deferimento. Espera re-
jebvr inrn-. Recete, 10 de Janeiro de 1887. O
advi gado, G.>mea Prente.
Eat.>va sellada na forma da le. E miia se nao
coulinba em illa peticioaqui copiada, depois deu
se o iier-patho d i theor seguinte :
DespachoDesinbuida. C m-i| requer, desig-
nnudo o eBcrivao, dia. p 10 de Janeiro de 1887.Montenegro. fi
E mais ee nio continba em dito despuclio aqu
hein e fielmente copiado, em vista deste des, uch
tora te:;a a distribuicau teguinte :
DestribuicaoA' Ernesto SilvaOliveira .
E maia se nao continua em dita deatribuicao
aqu copiada, depois Via se o formo de protesto
que do theor seguinte :
Termo de protesto.Aos 10 de Janeiro de 1887,
4m BSBB cartorio, peraute mm e as testemuuhas
seguintes compareceu o snpplicante per seu predi-
iaiur, Cussy Juvi-ual do R go, e pr este t- di'o
q te redaxia a termo o protetto cjnstantte d.. pu-
ti(ao retro que offerrcia como parte deste. Do
que tiz este. Eu, Emento Micb ido Freir Pe.-eira
da Silva, Cussy Juvenal do R-co, Francisco Ma-
nuel de Almeida Jnior, Autouio Barbosa C>r-
dfiro.
E oais se nao continha em dito termo de pro-
testo aqu bem e fi- luiente -opiado, depois via-se
que leudo o juatificiute p-oduzd < etias teemu-
nhas que depuzeram tonvenientemeute acerca do
allegado na p tico aqu transcripta, o rispectivo
fazen io sellar e preparar oa autos oa fel os c ncln -
S'-s que nestes va se a seuienca do tbeor se-
guinte :
iSentenc*.Vistos.Hei por justificada a ausen-
cia em lugar incerto dos justificados oiiiido que
sejain elles intimados por editi.es eoaa o praso de
tnuta (lias do protesto de t. para irtterrupc.it> da
areseripcVi dos ttulos dcfiV efli, cusas .-.-causa.
Recife, 11 do Janeiro de 1887.Tliouiao Garcea
Paranhos M.>a'enegre.
E mais se nao coutmha em dita sentenca aqai
COfiada.
Em virtude desta aunfnea o respectivo eaerita
foi naasar o pr. sent edital peo qnl o seu th-*cr
chun", c;to e be por citadas oa JQSlifieadoa ausen-
tes un lugar incerto e nao sabido, para que eour-
pan caui ante este juizo demro ao pras Je triuta
diaa por s ou por s us bastantes procuradores,
allegando e provando tudo quaiito tor a bem de
seu direito e jnstica.
E par* que che ue a> cinhecimento de todos
tnaiiJ m p-ss.ir o presento id'tal, que ser publ
cado pela impruuaa e atfixsoo nos lugarea do cos-
tuuie.
Dudo e passado Reata cidale do Recife capital
da proviocia de Peruambuco, aos 11 de Jneiro de
1886.
Subscrevo e assiguo, Emestu Machado Frc re
Pereira da Silva.
Tkomaz Garcez Paranhos Montenegro.
;j Seccao.Secretaria da presidencia de
Peruau.buco em 13 de Janeiro de 1887.
Por cata secretaria se t-t publico, de ordem do
Esa. Sr. presidente da prjviucia, que dentr^do
praso legal, fe apresentada urna nica propPUS,
teifa p.r Sevenuo Saraiva de A'rada, tenente
gorunel Francisco Pereira de tiirva ho e Lu Lack,
para a ecoatruevao de uina estrada de ferr#,deb;
(la streita, que parlindo de urna das ettacoe
(tanh tinho ou Poco do Co-Ibo) do Prclongauvntio
da estiada d ferro o Recife ao S Francisco va
terminar na illa de Papaeac*. passando pelos
povoadoa C irrmtea e Lagoa lo Kmygdio <>0 suasiinmediacoes
conforme a lei n. 1871 de 31 de Maio de 1886.
Pedro Fruniseu Coi rea de Oliveira.
fia Scelo.Seereteria da preaideucia de
Pernaoibuc em 10 de Janeiro <*e 1887.
Por esta secretaria s- fa publico de ordem do
Exm. Sr. presidente da pro vi ocia, para cu:ihe
cimeuto do cidadao Manuel Mara de S- ixas Bur-
ees, que; seguudo decidi o mibitterio da agrien'-
tura commercio e obras publicas no aviso n. 7, de
27 de Deveinbro ultimo, nao da ooinp> tt-nria d
Boverno iuiperal ieol\er si.bre a manulencao do
dito cidadao Da peste de trras de suaprupriedade
na c. inare de PaimHres, invadidas segundo allega
pelu ber-o confinaut Herculauo Ant-oio J.if Mur
r quim ; pelo quedeve o su plicante recurrer ho
poaer judieiario.
Pedro Francisco Correiu de Oliveira.
Edital
Os Meninos da Candi-
nha
A directora desta societade carnavaleBca, cin-
vids a todos os sucios para se reunir, m no dia Ib
do cerrente. na bora e lagar do costume, a6m de
tratarem de negocios relativos i mesma sociedade.
O secretario,
Mardx hu.
O Sr. io-p-'t-tor geral da Inatruecao Publica,
manda t-ir constar 4s prfessoras Amalia Mara
Veirs de Barros e Waldetrudes Primitiva da Fou
seca Telles, < saa da cadeira da Enernaiihada
do Rozarinhe na trcguesia de Noaaa Senhora da
Graca, o aquella da 4 cadeira da freguezia de
S. Fre Pedro Goncalves d Recite, que por ac
prosideucia da provincia (fe 11 do eorrente, p-r-
mittiu-se-lhes perinutarem as cadi iras qne regein ;.
e se Ihes uia.-ccu o praso di quinze das a contal
d'aquella data para tomar p tc e asaumirein o
o exercicio de euas cadtiras.
Secretaria da Instruccao Pobli:a de Pernan
buco, 13 de Jan*.rod 18b7.
O .'Secretario,
Pergentino Saraioa de Arau/o Galvao.
DECLARACSES
Inspectora de hygieue
Amas de lelte
De ord--m doliim.Sr. Dr. I-siaictordehygien" e
para cumprrmeuto do srt. 26 3 do Regulamento
sanitario vigente, declaro a quem icteresssr p.iasa
que nea tstabelecido nesta iuspectoria uir stvvo
diario de ex .me das amas de Itite, de.vendo aquel
las que quisereui se d-riieara este mister ah' c- m-
paieceri'm afim de urna voz julgadas as eoudi-
voea exigidas obterm o respectivo atteatado
Iuspectoria de bygiene de P.ruambuco, 13 de
Janeiro de 1687,
O secreteo,
Gv.ilr.rme Duarte.
Couroa salgados seceos 130 aos mesmoa.
Pellea 1 amarrado aos mesmoa.
Escuna alloma Frita, en'rada do Ro Grande
do Sul no dia 12 do crrante e consignada a Pe-
reira Cameiro & C, manlestoa :
Farinha de mandioca 3,4(0 saceos aos consig-
natarios.
DESPACHCyS DE IMPORTAgO
Hiate nacional ddelina dut Anjos, entrado da Mi-
c4o, nodia 13 40 eorrente a c ns'gnado a Ma
noel Joaquim Pessoa, mavn.atM :
A'godio 256 sarcas a Gom-s 'le Mattos IrmSos,
21 1. Jiiha Irmos 4 0. -Ja P.irentu Vi->na \. 0.
Cera de CArnaubi 51 treos a Cunha Ir
moasfc C.
Sal 10,^40 litro consignatario.
Jxlate nacional Camelia, entrado do Ric-Grande
do Norte, no da 12 do errante e ciiiaigOHdo a
Hanel Jos da Cuuha Porto, mai.itelou :
Assnear 800 saceos fereira Cameiro & C.
4!g dSo 173 saceos a H. Stulsenback 4 C.
Brea 15 barricas ao meamoa.
Lugre portueuez Costa L060, entrado do Porto
no da 13 do crtente e consignado a Amorim Ir-
mos & C, manifeatoo :
Agu rdente 12 pipn a .Alberto, Rsdriguea,
Branco.
Albos 109 canastraa a Paiva, Valente & C, 100
a Domingos Alves Matheus, 89 ordem, 34 a J.
F. Ferreira.
Axeite 2 eaixaa ao mesmo.
Feijao 75 saceos ordem, 50 a F. Quedes de
Arsujo.
Farello 200 saceos a Mendes Lima t C.
Folladoras 2 ca-xoes a Vianna Caatrn &. C.
Folhaa de louro 5 fardos a F. R Pinto Guima-
lies 4 C, l a J. F.Ferreira. 1 a Paiva Vafearte
o 0., 1 & ordem-
Impreesoa 1 caxa a Suares 4 C, 1 a H. Fer-
reira Bailar.
L -ca 1 ea:xa a Soares C.
Noxea 2 canas a J. K. Ferreira.
Palt.s 2 cales F. R. Pn'o GoimarSes & C,
2 a .1. F. Ferreira. 2 a Jos Jsaquim Alves 2 a Joan Feruandes de Almeida, 2 ordem.
Piano 1 a Knan s Ot O.
Preenntos 6 barra a F-rreira Rodrigues 4 C.
Preg a 2" harria Wiiliain Hilliday 4 C, 20
a Almeida Machado 4 C.
R.lhaa 35 aacco. a F. R Pint Giiin.araes O, 36 a Joo Feruandes de Almeida, 13 a Paiva
Val- ufe C, 4 a J. P. Ferreira, 15 4 ordem.
Salpico-a eaxas a Pereira Ferreira Ae C, 1 a
Ant nio de S. Duarte Pereira
S-pato* 1 caixao a Theodomiro C. Duarte R-
b> ir-i.
Vitih 20 p1?" e 185 barra a Cunha rmas 4
C, 45 barris a Adatna>-n H re 4 C. 3 a Anto-iio
Joa Pereira. 1 a J-a G n^lvf Das,5 e 115
eaUas a ordem, 280 a J ag.i.m Duarte Si.D5a 4
C. 2(> a A'b-i'o Rilriu-a Brneo, 51 a Aagaal 1
r'i^ueired A O-, 113 r\ K. Piato Ghpttaraaa &
C, 20 a H Ferreira Bdtar, 2) a Adamaon Howie
& C, 1 -i0 a Baila 1 raaos C, 100 a P-re^
Perreira 4 C, 5 a J. F. Ferreira. 43) a Cu-iha
Irma s 4 C, 30 a Fernandes d* Oosta & C, 1 a
Honra 4 Martina, 4 a F. H. de Araoju.
V.me 13 voluaiea a J. F. Ferreira.
V;!A'.H<)S '>!-; K.XH(y:TA(;.\0
Em U de Jaoeiro de 1887
Para o eiiernr
__ pfa barca iag't a rhanderra_g /r. carregou :
Hr, Liveipod, J. H io-well l> 18 sacia com
43.016 kilos de a's-o lio ; G. de Matfua Luas
)5 tacc-B c-om 82.623 kilos de algo ao.
N variTinglez Bonawsta, carree-, am :
Pra NVw Y.-.k, H. H'erater 4 U .531 saceos
com 18',85kilua de asauc^r roasevado.
No pata' ho ina- ez Brasil, carregmi ;
Psra NVw-Y.ik, M. J daR-cba 1.000 saceos
cm 75,000 kilos de assnear maecavado.
No bnguc p*rtuj;ui.z S. Lourtneo, earrega-
ram :
Para o Porto. P. Ca neiro 4 C. 70 couroa sal-
gados com 490 kilos.
Na barca pjrtuguera Cames, carregaram ;
Para o Porto, J S. L>yo 4t Fillio 1,500 aacc b
com 112,500 kilos da asaucar maacavado.
Para o Irtifrior
No patacho nacional Allianca, carregou :
Para o Bio (Laude do BOL S. G. Unto 420
barricas com 4(',3tri> kilo de assucar branco e
18.) ditas com 18,7.0 ditos de dito masca, vado
Nu bris'ii" ii'.roeguens-! frei, cariegaram :
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmaos 4C.
840 saceos com 63 i>.l kilos de assucar branco.e
300 ditos com 22,500 ditos de dito inascav&do.
= No patacho uorucgueuae Byfwjed, ca rega-
ra m :
Para o Rio Grande do Snl, H. Lundgnn 4 C
4,000 cocos, fructa ; E. M. de Barros 13 pipas
c m 6,700 litros deaguardente.
No vi-por ingles Araltitect, carregaraui :
Para Sautos, P. Carueiro A C. 1,090 saceos com
60,00 > kilos de assucar mascavat:.
Tio rapir n>gl z BjitaviiUi, carregaram :
Par* n Para. F. A. 1 AzeveJ-o 250 voiumes
com l7,06 kilos do aau.r bi-mco ; Barbiaa
50 voluntes com 16,294 kiloa de assucar branco.
o hiate nr.coiial Iris, carregaram ;
Para M0.8 -6. E C Beltro & Irmio 62 vola-
mes com 3,8v)3 kilos de a sucar brue.
Declara ci
J. S. L iy* 4 Fuho tranaferir.im para Uru
guayana talo o asauear earregado na barca na-
cional Mara Angelina para o Rio Gra) te do Sul.
Dia 12
i-ara o exterior
Na barca ingieza Chanderuagor, carrega-
riiin :
Para Liverpool, P. Viaona 4C. 462 saccia com
9,5^3 kilos -, aigodao.
Na barca ingieza Befen Isabel, carr-garam :
Para NtW-Yok, J. Patcr 4 C. 9,000 s eos
com 675,< 0J kiloa de assucar masca vado.
No l-r irijlez Flora. CMiregar.ini :
Para New Y-rk. J. A. hoy i i-'iiiio 1,018 saceos
com 76.350 kilos do asaucar mascavado
Ni vapor alie.oao Rio, carregaram :
para trunca, V. Neesed 1,510 couroi salgaJos
com 18, 20 kilos.
Para H-mburgo, P. Brocheton 4 C. 1 barrica
cam il kiloa de eucar branco
Na barc portugu 1 Cumoe, carregaram :
Para o Porto, H. l-iioa4C. li5 saccaa 'din
8,189 kilos do i.lg.do e 9 ditos com 037 ditos de
resiiuo; de aigodao ; A. da jiiva Campos 4 ai-
ricat com '-Jl kn s do assucar branco ; Maia So-
tiriuho .* C. 3 barricas com 275 kilos de asaucar
briiiico o 1 barril com 40 litros de agurdente.
Para o Interior
No brigue nur giienae Frey, cairegou:
Para o RwGransta do Sul, V. da Silveira 250
barricas com 24.730 kilos deassJCir branco e 35u
ditas c nu 38,550 ditos de dito mascavado.
No pattet noruegneuse Hermod, carr ga-
rain :
Para o Rio Grande do Sol, J. S. L 600 barricas coin 02,497 kilui de assnear branco.
No patacho nurueguenje CAance, canega-
l-ira Pelotas, P. Carneiro C. 70 pipas com
32,900 litroa de agurdente.
C. C. E.

Club Coinmerefal Enlcrpe
Sar.o dausanto
Para esta feata, que deve ter lugar a 5 de Fe
veitiro prximo, r.-ga->-e aos senhorea socios nao
coinpnh' ndidos no srt b d> s estatutos, o ubre-
quio de enviaren) as auas notas de convites esta
a-cretaria e de procurarem os ingrtssos em poder
do r. thesoureiro.
Secretaria do 3lub C^inruercial Euterpe, 12 de
Jaieirode 1887.O- secretario,
F J. Amorim.
Juizo Paulo Baptista de Jisus, 1* juia de pas do 4
distrcto da paiochia de Nossa Senhora da Paz de
Af.'gados, fas se lente a quem interessar posaa
que acha se no xeruieio das tuneces do sen car-
go deade o dia 7 do eorrente e dar& audiencia as
quintas feras, pelas 9 horas da manhana casa de
aua residencia.
Estrada da Emberibsira, 10 de Janeiro de
1887.
Paulo Baptista de Jess.
Escola Norma!
Hatrlculas
Por ordem do br. Dr. director, e em observancia
da aisposicao do art. 74 do regiment interno de
17 de Setmbro de. 1880, tfutte publico a quem
interessar posaa, que as matriculas deste curso ea-
tarao abenas deade o di lo do eorrente ut 3 de
fcVvereiro prximo.
Os n querimentos para matricula no 1 anno do
torso Jeverao ser instruidos com os documentos
seguintes :
1. Certiiia-i de idade muior de. 18 anuos para 03
aluimn-a do sexo masculino e de lo para os do fe-
minino.
2.* Certificauo ou ttulo do approvaco em rxa
me naa escolas publicas de iostrueco primaria.
3 o Fo'ha corrida ou certi'tao de nao haver eof-
fndo condemoscao por algum dos crimes que po-
pej motivar ao profeesor publico a perda da ca-
deira.
4.* Atteatado de uioralidade passado pelo paro-
dio ou autondade, quer policial quer littcrariu da
freguezia em que residir o peticionario.
Os matnculaudos que nao poden-m exhibir titu-
lo legal de exame em ercola publica de enaino pri-
mario, devirao iiacrever-se para (a 1 mines de ad-
mitsao, do que tratain os arta. i5 a 77 do citado
regiment, > que romecarSo no da 24 do correte-
Para as matriculas do 2' e 3o minos, baata que
as peti^o-'a sejaui documentadas com a certid&b de
approvacao 110 exame do >.imo precedente; guar-
dada a r stricciio do art. 21 do j mencionauu re-
gimeuto intirn-. ,
Secretaria da Escola Normal de Pcrnambuco,
10 de Janeiro de 1887.O secretario,
' A. A. Gama.
Estrada de Ferro do Recife a
Caruar
De ordem do Illin. Sr direcmr taca publico que,
a contar du dia 15 du correte e ciuquiiiito a li-'ha
ao achar ein Caacave!. oa trra P. 1 e P. to-
Caro na 1 staco de Tegip seinpro que h.uver
pa8sageiros ou bigagens ausB deatiiioonpr.ee
dentea das esticues, aleas de Jaboatiio; uao sor
freudo, com sao, al:cracao alguma o borno em
vigor.
Secretaria do Prclonc^mento da Estrada d-
ferro do Recife ao S. Fraucisco e Estrada de
ferro do Recife a Caruar, era 12 de Janeiro de
1887.
O Io escripturario servindo de secretario,
Victaliano Pernambacaito Ribtiro de Sj>ua._
S. R. J
Sociedade Recreativa Juvcnlude
Commenioraciltt lo annliersarlo
da inaiallaco da Itlbllolliera esa-
rao bluxeairal en O de Pe*-retro.
Roga-ae aos Boejoa que desejar-ra lrar coiivi
tes para este sarao, a dar auas not s na secreta
1 i 1 da sacie iade.
Secretaria da sociedade Recnativa Juvcntudo.
6 de Janeiro de 1887.
Joa de Medirea,
2o secretario
Tesouraria e
De ordem do ifci. Sr. inspector, e de eooformi-
dada como aviso do Ministerio da Guerra dr 22
de Novembro ullimo, faco publico qu-t no dia 30
do eorrente, perante a aessao ds junra, ae lecn-
bein propostas 010 carta fechada e sellada, para a
venda de 12,513 paree de calcado manufacturados
no presidio de Feruaudo de Nornba e exiateotea
uo Arsenal de Guerra, onde p-iderao aer examina -
dos peioa proponentea, mediaste permiaso do
resoectivo director.
Theaourana de Fazeuda de Pernambuco, 22 de
Dezerabro de 1886.O secretario.
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
pipas com
barra c.in
__ Na barca sueca Sophia, carregaram :
Par Santos, S. Giumara-a ii C 55 pip
26,4i litros de agurdeme e 250' barri
V!4,O(J0 ditos de dito.
No vapor inglez Archilect, carregaram :
Para o Rio do Janeiro, H Burlo ot O. 1,100
saceos com '6 000 kilos de assucar branco e S00
ditis com 36,000 ditos de dito mascavado ; F. A.
da Azeve.do 400 saceos coro '4,000 kiloa de assu-
car branco ; P. Valente 4 C. 400 oaccas com
35.520 kilos de H'godao.
No vapor nacin! Pernom. Para o Rio de Janeiro, F. A. de Azevedu 300
pm ees com 18,000 kilos de assucar branco e M
ditos com 12,000 dito* do dito mascavado
No vapor nacional Sergipe, carregaram :
Para Babia, A. Lopes 4 C. 96 saccas com
7,526 kiloa de aigodao.
__ Na barcaca J. Palmeira, carregaram :
P*ra Macahyb, M. A. Senna 4 C. 4 barricas
eoai 240 kilos de asaucar retinado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 3
Porto i diaa, lugar p>rtuguez Costa
Lobo, de 31 toneladas, capUSo Auto-
uio Ribeiro doa Santos, eqmpagein 11,
carga varios gneros; a Amorim li-
maos & 0.
Santos e escala 9 diaa, vapor alleinao
Rio, de l,22 toneladas, coinmandante
A. Barreti'.y, eqtiipagotrX 40, oarga va-
rios geros ; a Bart lolohjeu & C.
Sonidos no mesmo dia
O ara- Barca russa Animo, capitto A
W. Smitslund, em lastro.
Macei -Patacho inglez Glod Fleece, 0-
pito John J. Salt, oarg* bacalbo.
Araci'.j e escala Vapor na ioual Uanda-
hu, omuiandandanto Alfredo Montciro,
carga varios gsnero.
ParahybaPatacho inglez Rosevear, cap
lao Moses Parr.snor, carga bacalbo.
Rio Grande do Norte -Baroa suec* Axel
capitao J. F. Haggatsoo, em lastro.
Rio tirando do Sul -Brigue iioru-gueus-
Frey, capitao N. Pederaen, carga assu-
cac
VAPORES ESPERADOS
Pernambuco
S. Fraucise
Araucania
Har
Principe do
Para
Vle de Santos
S'yer
rator
Ceiird
La Plata
Pernambuco
Ks\ro Santo
TrerU
GrSa
do norte
do sul
da Europa
do sul
da Babia
da Eorupa
do sul
de Liverpool
do norte
da Europa
de Hamburgo
do norte
do sol
boje
hoje
a 16
a 17
a 17
a 18
a 21
a 22
a 23
a 24
a 25
a 27
a 29
Santo Amaro das Sali-
nas
A mesa reg.'dora da irm.uJadc de Santo Ama-
ro da Salinaa faz TCieme a neua iimitos e *
devotos e devot s do milagroso tanto, que por
deliberaeao da n.ctma m< ea toi Iranafcriia a feata
de sen padrteiro para o dia 6 d- f.ver iro proli-
mo viodouro, e que no dia de Saiit 1 Amaru, 15
do crrente, em aua igreja sera resuda uta rniaaa
a horas in-mba ; estando uoate dia at aa 9
hraa da uoite a ign ja abeita par oa devotos e
devotas do milagroso santo que dcscjareui fara r
suas ur.-c.'a e promeacas-
O escrivSo,
M. J. Silva.
Lotera da Colonia I. abr
A 10a serie da 24 pairo das loteras em favor
dos ingenuo da Coiouia Laliel, aili-e rxposta
ven a, cuja extraccao ser n> dia 17 do cnente-
Thesuuraria das lotenaa para o fundo d iriAii-
cipacao i'nrenuos da l'ulonia Isabel, o do Ja-
neiro de 1587.
O thesouri n\
f Francisco Goncalves Torres.
Abertura das escolas
publicas
De ordem do Sr. Dias;ector geral da instiuc-
cio publica, faco saber aoa senhorea prof. asores
pblicos de inatruccio primaria, uue approxman-
do ae o dia em qu-, de couf rmidade com o art.
37 do regiment das escolas publicas, devem aer
estas teabertaa, e ture d ndo que, em algunas
localidades, por se terem ictimio pelas ferias ha
profesacrea, deixaodo ellea de com> car seos traba-
Ibos no dia marcado, tem cesta daia aquella
autor idade, por circular dirigida aos delegados
Iliterarios, recommendado a atricta obaervancia
do citado artigo du regiment, e pelo presente
edital se dirige ig1 al recominendacao a lodos oa
professore8 que regem escolas publicas.
" Secretaria da Instruccao Publica de Pernambu-
co, 5 de Janeiro de 1881.
O secretario,
Pergentino 8. de Araujo Galaa*__
Banco do Brasil
Paga-se o 66 dividendo na razao de 9*>000
por aeco ; na ra do Commercio u. 6, primeiro
and r.
Arsenal de Guerra
O consciho de compras tecebe propostaano dia
20 do curr- nte at s 11 hras du mauha, paia a
compra dos artigos seguintes :
Aniigem para iiifretolla, mttros
Algoao mesclado, metros
Arrcio para carroca
liau encarnada, metros
Bonetes de panno mescl, para mu.'icos
Bonete de panno, sem rala c sem listra
para sentenciado
Basta azul, metros
Bornaes de brm para vveres
Batanea de cima de mesa, com pesos at
lOkilos
Chapeos de Braga, com a legenda S
Caaeuira branca, metro
Cadeiras de braco, de Jacaranda
Ciutuioes com ferragms e pelas iguaes
ao 6gurino
Cartuxeira8 de couro, idem, dem
Crrelas para cunts
(jjrreias para capotes-ternos
Cvirreia8 para marmitas de urna praca
(pans)
Canudo de tolha para inferior
Canee, s de mtal Oranco
Esteiras de palha
Espadas cum b.inhas, para msicos e
iguaes aa que u-ain oa battlbocs
Flauella de la alvadia, uier:os
Guarda-felxos, iguaeo ao figu.ino
Jarro de lenca
Jarras de barro com torneiras
Latas grandes de t Iba, para aparar zaf
nu coador
Meias de aigodao (pares)
Marmitas de f.lha, de urna praca
Vlurintaes de dita para rancho
Oleados espesaos de 5 metros dec uipr-
inent... para UiSa8 de rancho 16
Panno fino meada para msicos im tros 66
H.itronas ce couro, iguaes ao figurino 36
fallas de sola, para cmturoes 426
Sargclim de cor, metros SI
Serrote para carao 1
Tamauuos, parva 1*>
Previne-e que nao sero tomadas em consde-
racao as propootas que nao foram teitas na forma
do art. 64 do legulamento de 19 de Outuhro de
1872, em duplicata, com r ferenea a um artigo
mencionando o nome do proponente, a indicacao
da cisa commercial, o pr.n;-i de cada artigo, o nu-
mero e marca das amostras, declaracio expressa
de. aujeitar-ae multa de. 5 '|... no caso de reeu-
sar assignar n contracto, bem como as de que tra-
tara os arts. 87 e 88 do regulamento citado.
Secretat ia do Ars nal de Guerra de Pernam
buce, em 10 de Janeiro de 187.
O secretario,^
Jo Francisco Ribeiro Hachado.
Estrada de trro dcRi-
beir. ao Bonito
Por deibere<;au da directora, chama ae atten-
cao doa Srs. accin atas que anda nao realisaram
a 2 entrada de auaa acces constantes ds caute-
las ns. 16, 18. 19, 28. 32, 47, 48, 59, 64, 66, 68,
69, 70, 75, 77, 79, 86 e 101, para o que diBuoe o
2 n. 1 do art. 9 doz estatutos.
Recife, o de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
Estrada ie ferro do Ri-
beiro ao Bonito
Por delibs.racio da diieutoria sao eouvidadoa oa
Sra. ae^i-iiiistaa arealsarem uo Londou a Braai-
lian Bauk, uo prazo de 60 diaa, a contar de hoje,
a 4 entrada do 10 o/, do valor n m>'ual de suas
aeces, nos termos do nico do artigo 4o dos
istatutos.
Recife, 7 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Joa Bellarmino Pereira de Mello
Gabinete Portuguez de
Leitura
De crdem do Exm Sr. Visconde da Silva Loyo,
preadente da aaaembla geral, convida os seuha-
res aocioa accionistas a reunirem ae na sede so-,
alai no domingo 16 do crente, aa 11 horas da
inanba, afim de proceder-ae a leitura do relatarlo
da directora e eleicao da commissao do examj de
cooUb. J
Secretara do Gabinete Portugus de IoCitura
em Pernambuco, 11 de Jane ro de 1887.
Sos da Silva Ralrigaea.
t.oatcuia aod Brailian Ba
LimUeti
Ra do Commercio n. 32
.-acca por todos os vapores sobre aa ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
oa Lisboa, ra dos Capellistas n 75 No
Porto, ra dos Inglezes. ^^
3
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N
Sesrorow marliiSROB) e lerreatrr
Ne^teB ultimo a nuica eoapanhia aesta praca
que concede roa Sra. acgnradia ist-10pelo de paga
ment de premio em cada stimo anno, 0 Ja**
equivale ao descont de cerca d 15 por cont em
avor dos segurados. _____________________
"" SMMt
CONTRA FOGO
! he Liverpool & London &|61ob
Lotera de 4^>0 cantos
A grande lotera de 4000 coutos, em 3 aorteios
fiea transferida wra o dia 14 de Maio vindount,
mpreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Theaouraria daa Loteriaa para o fundo de
emancipacio e ingenuua da Colunia habel, 14 de
Destmbro de J886.
O thesoureiro,
Francisco Goncalves Tei res.
lymnasiw Peniambucaiio
Km l de Janeiro de ^ J
Pela .> er<*taria do Gymoasio Pernambucaao, e
de ord m do Rvdm. Dr. regcd.r, ae declara a is
pas de familia e a quem mais ioternsear poesa,
que no dia 8 do con ente mez, abrir ee-ba o anno
lectivo para os alumnos da aula primaria, nos ter-
mos do art. 186 do regiment iuteruo de 19 de
Abril de 1>76, pprovado pela le provincia! n.
1,497, de 10 da Jutihi do anuo de 1880.
O instituto recebe alumnos em tres catbegorias
conforme se acham divididos pelo citado regimen-
t: penaiooistas ou internos, ineia-peusinuistaa e
externos.
Oa pensionistas residirn na luatituto, tendo di-
reito de eatudar aa materiaa preacriptas no pro-
pramma esUoelccido, a ser alimentados sadia e
abuuciantemente, t.-atados em suas ente'mdadea
pelo medico >la casa, ter roupa lavada c enguin-
uiada regularmente duas vezea per semana, ea-
beilerero scuipre que fur necesaario o bauho duas
vexe por semana.
(Ja in-.io pensionistas se presentaran no eatabe-
leciioento nos diaa lectivos. As horas em que 9 ao'a
se abrir e deade entilo at ser euceirad tarde,
berilo equiparados aoa internos, qaanto aos esta-
dos, ahmentaco e recreio.
Oa externos s teein direito 4s lcoes e explica-
9oes do respestivo prufeasor.
A pen-io dos int;rnos de 400\ e dos meio-
penaiouiatas de 240*1, paga por trimestre adianta-
doa na arcretaria do mesmo instituto.
Oa externos, porm, nada pagarao. "*
O secretario, r,
Celso T. Fernandes Q>-Jntea.
COMPAHHIA
COXTK.i POI-O
Korlb Brish Mercantile
CAPITAL
tooo.000 de libras terlinaa
AGENTE
Adomson Howie & C.
COMPAXHIA ~ DS WEGUHO
NOaTHER
le LOuilrra e bordeen
roMlcft** flnaneeira (leiemftrol*S6)
Capital oubsciipto .OOO.OOO
Fundos aecumulados 3.134,348
1 Recolta onaual t
Da premios contra fugo 077,--iU
De premios sobre vidas 191,000
De juros 13,000
O AGENTE,
John H- Boxwtll
uva connKHnovio vte i-mb
SEGUROS
VIARITOIOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix Per-
auanhucaua
Ruado Commercio n. 8
IlijjimofiJUii
Gomwiihi. de Seguros
MARTIMOS E TERRESTKES
llabeleJda eml'&*
CAPITAL l,000:000|;
li
SINISTK03
SI
aaos.
'AGOS
de deiembro de 1884
.91W:000$000
Wreslres... 3I6:OOOSOOO
4t-Hua do 'ooimerelo
I
36
513,70 |
1
S07.50 i '
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*Ei:tt con-tka FOGO
EST: 1>3
Edificios t meroadoriat
Taxas baixa
Prompto jti/a-iunto de prejtiizo
CAPITAL
Ka. 16,000:000*000
Ayentet
BROWNS 4 C.
N. 5Rua do CommercioN. 5
MARii
(OKPt\UII PEBXAMBtCiXA
DE
!*avcsa<* coste!ra por vapor
PORTO* DO NORTE
Parahtfhi, Natal, Macau, Mossar, Ara
caty, Cear, Acara hit e Camossim
O vapor Pirap-una
Conimandanto Carvalho
Segu no dia 20 at
Janeiro, a 5 horas
-fia tarde.
ecebe carga at o
Pdia 19.
' Enciirmeiidas, pasaagens e diubeiros a frete ate
A 3 horas da tanto do di 8.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pemambucana
n. 12
Campa a lila Haitiana de navega
cao a Vapor *
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia Baha
0 VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos oonop aci
ma at o d>a Ib de Janeiro
e regrossar .ara 08 mes-
. mos, depois da demora docos-
' turne.
Para carg, passagcns, eneoramcndss e dinbei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
Segu iuipreterv-1-
inente para os p- rtos
cima no dia 15 do eor-
- rente, a 4 huras da
*inrde. Retebr carga
Punic*mete at o \2
diado dia 13
Para caiga, passagens, encomiiie
s frete 'rada--se na agencia
7 lina do Vigario 7
Do ni I ni' s AIvcs Mathcus
OlARIiElRS IE15IS
ompanhSa Francexa de *aveg-
eo a Vapor
Linha qukiactial entre o Havre, Lia-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro o
Santo
o nw ViJie u Sos
Cominandaute H-nry
E' esperado da Europa
at dia 17 de Janeiro, se -
guindo depois da nJisucn
savel demora para a Ha-
bla, atlo de Janerrn
e St*nto.
ga-ae ao Srs. ic.pori adores de carga \> 'lo
vapores desta linha,qucirain upresentar dentro de i
lias a contar do da di'*cara das alvarcu;;
quer reclamacilo concernentc a voluntes, que po-
ventura tenham seguido para os portas do sul,afn
de se podereui dar a tcnipo aa providencias necee
j.'irias.
Espirado o referido prae a co-npanhia nao
--sponsabilis por extravio*.
Para carga, pataagens, encommendas e dinheiri
i fr Ah^iisW Lab'lle
_9 RA OCOM.V1EKC10 3________
i iu:: nila lira.' ilelra de nvve
Sftgioa Vwpor
['ORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gomes
' esperado dos portos do sul
at o dia 17 de Janeiro, e
seguir depois da demora in-
disper.savel, para os porte."
do norte at Manos.
Iliario de PernambucoScxta-cra 14 de Janeiro de 1887
^
5
Uin dito de ous andar a e grand- solea, sito a f
ra de Domingos Joa Martina n. 38, reudendu
mensa luiente 75W0O.
Uin. caaa terrea sita ao largo de 8. Pedro n.
14 c. m salas, 2 quurtOB, 2 sofos. quintal e ea-
cu'ba, leudindo intosalinente ibi 00.
Uui importante sitio na Baixa Verde n. 5, ter-
reno pioprii, com cxl'cII'ut'S cuoiuiorlea para
grande familia, rendendo mensalmmite 334333.
Para quslquir inforiiiayao ctm o mesmo ageute.
AVISOS DIVERSOS
Aldea se o 2- andar da casa n. 8 ra da
Imperatns, excedente morada ; trata-ae na ra
do Imperador n. 61, 1* andar.
Aluga-se casas a 84000 no neceo dos C< t-
hoe, junto de S. Goucaiio : a tratar na ra d
Imperatriz n. S.
Preuisa-se de perteiUs c>8iiir- iras, paga-se
b.-in ordenado ; na ra do Imperador n. 50, pri-
mero andar.
--= Aiug-e o 2" andar da cnsa du Pateo do
Corpj Santo n. 17, sendo nuritn freso e c. m bs-
tanles emiiOn d''s pura familia, acha-se todo cun
cirtado. c liado e pintado ; a tractar no 3* andar
da mMua.
EXTRACCAO
DA
10." &rie da 24 lotera que se extrehir na igreja da Conceicaodos Militares
EM 17 DE JANEIRO AS 4 HORAS
SOB O SEGUINTE
Urna srnhnra habilitada propoe-se a Itceio-
nar priim iras le'trn*, grammalica, ariihaietica,
He, -in alguui n.gciiiio : na ra Imperial junto
ao u. 146.
.-Vtig-i se o 2 e 3- andar (juntos oo sepa
ra'iu-i da rsa da ra larga do Kosario n. 37,
ei-qi.in.i defronle da igreja ; a tratar no pavimen
to teneo, leja de cabclleireiro.
Alu-a-se o armasem e 1- andar i ra do
Imperador u. 89 ; a tratar com Luiz de Moraea
(jumes Fcrreira.
AMA Precisa-se de urna, para casa de
familia ; na ra doCabugA n.2 C
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
DA
Para carga, pasaagens, encon>menda valorea
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
vapor Pernambuco
Commandante, o capta o de fragata Pedio
Hyppolito Diiarte
E' esperado dos ,rtos do
iioric at o dia i4de Janei-
ro e depois da demora in-
' dispcnsavel, seguir para
,os p'-'is do sul.
Beeebe tamOem carga para S'snta Ctharina,
Grande d> Sul, Pelota e Porto Aiegre,treto mo-
die .
Para carga, paaggeas, eniommendas e valores
trafa-ae na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
0 vapor ingle/ "A
S'gnir n-stes diaspara o Rio de Janeiro e San-
to, recebe carga e enc"intneiida8 a frete mdico ;
.... i a tratar com <>s consigoa tanoa Jobnstou t"ater &
L-ndas e d.nhenc c rua do Comm,rci, n. l5.
Aluga-sca casa terrea n. 129 ra Vidal
de Negreiros (Juco Pontat), com 3 quartoa, 2
g andes salas e quintal gnuide ; a tratar vm Fra
de Portis, ra do Pilt-r n. 6, taverna, at as 11
horas da manh, ou depois das 4 horas da tarde.
O abaixo assigoado pofsue urna prupriedad''
deieira c:nn 800 brabas de testada e u>aia de
meia legoa d>i fundo, coutendo na mesma proprie-
dade trea olh"s dV.gua permanentes, e tambem
bastantes arvoredos fructuosos, de diversas qua-
lidades. Dita propriedade sita na Canhfistula da
villa do Pillar de Tuip, na provincia da Para-
hyba oo Norte, un quarto de legua para o povoa-
ao de Casta fistola de JoSo Goncalvea. Acha-se,
r.itiibem nmesmo terreno urna cusa de telba e
taipa, sendo o terreno eberto a maior parte de
m .ti e capueirao groase e um ayude : quem pre-
tender cmnprHr, dirij-i se ao abaixo assigoado, na
misma piopriedade, que achara com quem tratar,
e preoo n: >n ve I
Estrvao Al ves de Araujo Pereira.
Prccisa-se de nma senbora solteira ou viuva
para morar com familia nos arrabalJes dista ci-
dade, e leccionar p^rtuguez, fraucez, piano e ser-
vio io de aeulba ; trata-se na ra da Moeda n. 9
ou nos AfRictos n. 13.
COLONIA ISABEL
COffliOiS PELi LE PriDNICIlL 1.184?. EIPPBW80 PELO EXM. 9L VIGE PRESIDENTE FIOOCU
PR ICIO Ot l DE SETtMBRO OE '"*
4o,ooo bi'hetes en vigsimos l|ooo .
Despezas

v
Lisboa e Porta
C(|illNHH PKK.1lltl.
DE
avesaeiio Coslefra por Vapor
Fernando de Noronha
0 vapor Giqui
Commandante Lobo
r~"^~~!f^s. Segu no dia 14 de
Jnnetro, pelaa 12 ho-
ras da manba.
Recebe carga at o
Idia 13.
Passagc jS at as 11 horas da tnanha do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
ae la Campanilla PerMaabn
cana n. t *
Segu e m breviHade para os portos cima, a
barca portugutza Novo Silencio ; para o resto da
; carga que falta, trata-se .or Baltar Oliveira &t
i C, roa do Vigsrio u. 1, 1" aniar.
Rio Grande e Porto
I xllegre
Segu com brevidade por ea
tes ilias o logre nacional Jai-e
nal, de primeira clsse : a tra
tar na ra do Marques de
Olnda n 4.
iLOKS
Hoje, as 11 boras, deve ter lurr o leilao de
89 caixaa e 140 meias eaixas cvm bscalbo viudo
de N^w-Yoik, no navio AUianja, e existentes no
armazem do Sr. Aunes
eOHPAXIHE DK* MKNMAt.lt-
KIKM HAMITIMKM
LINIU MENSA L
0 paquete Niger
Commandante Banle
E' esperado doa porto do
sul at o dir. 21 de oorrente,
seguindo, depois da demora
, do costume, para Berdeanx,
tocando em
Dakar e L.lsboa
Lembi.i-se aos senhores passageiroa de todat
as clase* que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Fax-se abatimento de 15 % milias composta de 4 pissois ao menos e que pa-
garem 4 pastagens inteiras.
Por axcepcao os criados de familias quo toma-
rem bilhetea de proa, gsam tambem d'nste abati-
miento.
Oa vales postaes s se da at dia 19 pagos
Je contado.
Para carga, pasaagens, encommendas t dmbeiro
(rete: tracta-se com o
AGENTE
4opste Labille
9-RTTA DO CO.MMtU(JI()-9
imedSUiesMii! Brasil H8.
Leilao
De 89 caiicns com bacalhio e
eaixas com ditu
140
meia3
14 DE JANEIRO
A's f i horas
No armaztm do Aune, em frente da
Alfandcga
O agente Pinto, levara a leilao por eouta e ris-
co de quem perteneer, 89 eaixas e 140 romas com
bacalli'i ltimamente descarregadas de bordo do
navio Allian^a existentes
No armazem do Sr. Aones, em trente da
Alfandega
Leilao
o mor All
Agente Britto
De 3 bois gordos e man-o?, 2 carrosas de
4 rodas e I de 2 rodas, todas c-n per-
eito estado.
O agente cima a mandado do Exio. Sr. Dr.
juiz de direito e da pnvedo'ia em sua presenca,
e a reqoerimeuto do inventariarte o Sr. Antonio
Jos Ferreira Retinador, levar a leilu os referi-
dos bois e carroyss, perlenceutes ao acervo de
Antonio Pereira de Sampaic.
Me\(a feira, 1 do corrale
A's 11 hor-s
i2ua da Palma n. 31
E' esperado dos portos do
aul at o dia 27 de Janeiro
depois da demora neccisaria
seguir para
Haranho, Para, Barbados, M.
Thomaz e Sew-I'ork
Para carga, paasagena, encommendHa tracta-
com os
AGENTES
O vapor Advanee
Espera-se de NewPort-
News, at o dia 28 de Ja-
neiro o qunl seguir depois
da demora necesaaria para a
Baha e ttl de Janeiro
Parn carga, passageos, encommrnda 9 dinheir.'
fre:e, tracia-ae com os
AGENTES
Hcnry Forsler k C.
N RA DO COMMERCIO 8
1.- andar
Pacific Sieasi toigalioa lonipan
v STRAiTS OF MAGELLAN LINE
O vapor Aran cania
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 16 de Ja-
-miro, e seguir de-
Ipuie da demora do ooa
Ptiimf para a
Babia, Rio de Janeiro e Valpa-
Leilo
Precisa se de urna boa cusiuhe-ira ; na ra
da Aurora n. 81, 1 andar.
Alnga-se a casa da ra do Caj n. 26 : a
tratar na ra do Sebo n. 36.
Aluga-se por 15*000 o 1* andar do n. 74,
com 2 salas, 4 quartoa, 2 gabinetes e cosinha ; 1*
andar do n. 23 ota 2 salas, 4 qaartos e cosinha,
asseiados : sitos na ra de S. Jorge ; tratar na
ra Angosta n. 285.
.Na roa Direita n. 25, 2* andar precisa-se de
urna ama para c.- de pequea familia.
Precia so de erna ama
dor a. 16, 2 andar.
Preciaa-se
na ra do Impera -
de urna ama ; trata-ae na rua
do Caldeireiro n. 39, taverna.
Precisase de nm ciixeiro de 14 a 16 annos,
com pratica de refinaco, dando fiador de sua
conducta ; a tratar com Palmeira & C, rua
larga do Ros aria n. 27.
1
i
i
i
1
9
23
400
premio de
dito de
dito de
dito ilc .
dito de .
ditos de .
ditos de .
ditos de
......2:000&
...... i:000*
para todas as centenas, cajos dous jlgarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inciusive
-1-.
Precisa- se de urna cosiubeira perfeita, e que
durma em casa, para casa de familia ; a tratar
na rua do Bario da Victoria n. 39-
Vende-se a acreditada taverna da rna do
Caldeireira n. 39, excrllen'.e ac-quisicao para um
principiante, por demanstr de poucos fundos, e o
motivo da venda por doeuca de seo dono : tra-
ta se na .resma.
Precisa-se dd um caixeiro com pratica ; na
rua de Pedro Affmso n. 2.
Offerecc-se
Um moco com bastante pratica de molbados
seceos, quem precisar dirija-se rua Impon al n.
153, ou por cartas cont aa inicias J. M. A.
Costureiras
Precisa se de perfeitaa em veatidoa ; na rua da
Aurora n. o9, 1 andar.
Ama
Precisase de orna ama que K ve e engomme
bem ; ua rua do Hospicio n. 3.
Ama
Na loja de fazendas rua Dnque de Caiias n.
44, precisa-sede duas amas, urna perita coainhei-
ra, paga-ae muito bem, e nutra para servicos in-
ternos
raizo
din-
Para carga, pasaagens, encommendas
heiro a freto tracta-se coro oa
AGENTES
WHson Mona *: C, UmiCed
N. 14- RUA DO COMMERCIO N. 14
Da casa terrea nn becco do Veras n. 1, em solo
proprio, perteoceate ao espolio de Jos Ala-
ba m a.
Mexta feira 14 do corrate
A's 11 horas
Rua do lmperai r n. 22
f"0 sg'n'e Stepple por mandado e asistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo ae orpbaos
a ansenies, a requerimento do cuusul de Portugal,
levar a leilao a casa terre% n. 1 no becco do Ve-
ras, em solo proprio, periencente ao espolio de
Jos Pinto do Souza, conhecido pjr Jote Alaba-
ma. Os prctendentes desde j pjde"> examinar a
dita & aa. ________________
Ultimo !nlao definitivo
Da importante pbarmacia o drogara sita
rua do BarSo da Victona n. 'J, perta-
cente 4 toassa fallid de J. C. Levy
C.
Mabbado, i de Janeiro
A'8 11 hora
O agnte Guama", aut irisado por msndado e
cora assistencia do Exm. Sr. sr. jnis de direito
do commercio, a requerimeuto do Dr. curador fis-
cal da maesa fallid* cima m-ncionada, levar a
ultimo leilao a supra-dita pbarmaci* e dmgari,
servindo de base a tffefts) feilofoi adiado para anbbario, 15 do c.irietite, por
despacho do mesmo juiz a requerimento du Dr.
arador fiscal da masaa.____________________^_^
Agente Pestaa
Leilao
De predios que serao definitivamente en-
trpgues-
Terca feira l* do correte
A's 11 boraa
No armazem rua do Vigario n. 12
O ageute Pestaa, vender livre e desembara-
cado de qualquer onus, duis tercas partes do so
brado sito A ru do Vigrio n. 12, do qnal n-
aniino o mesmo agente e paga meuea'mente ...
38|389.
Colleg o iffflericano
Aa anlas abrem se seguoda-feira 17 do eorrefl-
e. Recebe pensionistas, meio-peusioniVas e ez-
teraas. ____________^______
II!

O abaixo assigoado gratifica oom a
quautia cima a quem apprchender o caval-
lo de sella que fartaram do sitio de Bebe-
ribe, ao Sr. Castillo Branoo, na noite to
dia 12 do correte aez, a 4 horas da
madrugada, com os seguintes signses :
castanlio andrino, muito gurdo, frente aber-
ta, com a roao e o p esquerdo calcados
de brsrico, tem a marca no peito, de col-
leiri, por ter andado alguns dias em ca-
briol-t. Quem o apprchender porte leval o
no sitio cima, ou rua do Caes do Cpi-
baribe n. 2, escriptorio, que receber a
quantia cima.
Recif.:, 13 de Janeiro de 1S37.
7ooo Mar'a A de (jliwira Filho.
Barbeiro
Precisa ae o m ureencia de um nfficial de bar-
beiro. perito >m seu trabalhn ; na rua Duque de
Caxits n. 18.____________
Engomm^deira
l'reeisa se de um bi* entomroadeira, aomente
para duaa pswua homem a rculher ; ua rna o
Coi. 'or lie. n. 115. Io andar.________
1 dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero aa extracclo for mais alio
1 dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400$ para toda a centena do 1" premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 premio .
99 ditos de 100$ idem idem do 3o premio .
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditos de 3:000$ para o 2' dito
2 ditas de 2:000$ para o 3o dito
2 ditas de 1:100$ para o 4o dito
2 ditas de 850$ para o 5o dito
4,000 terminacoes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 termioac5es de 24$ Dar o 2o premio inclusive
OBSDSDB.'VaA.gOaBS
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quando as terminacoes do i." e 2. premio* forero
iguaes, a d'este passar ao algarismo immediatamente superior. De9 passa a 0 e de 0ai. Os premios sr
pagos sem descont algum. m
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de Janeiro.
17 de Dezembrode 1886.
O THESOREIRO,
francisco Gongalves Torres.
00:0009
l!8;8oo| *
681:2oo$ -
240:000$ .
40:000$
20:000$
10:000f -
5:000* ' .
18:000$
23:000;
*""Wvv4il:00Ui M T5oor"
1:000$ ",
39:000$
19:800$ '
9:900$ V
8:000$
6:000$ .
4:000$ .-?
2:200$ : .
1:700$ <
90:000$
96:000$
681:200$ ( *
ALL'AN PTERSON &
N.44R 1 do Brum--N. 44
c

JUNTO A E? TA^AO DOS BOATOS-
Tem para vender, por prec mdicos, as guineas ften&ou*
Tachas fundidas, batidas e caldcadas.
CrivacSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, idem.
Ditas angularct, idem, dem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para fardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelo
Portasd fornalha.
Vapores de torca de 'd, 4, 5, t e 8 .-fivailoa.
Moendaa de 10 a 40 pi*egadao de paaadura
Rodas d'agu^, systema L andr.
Eccarregam-se decoii-.e-rt"-.. -as.viument<> n> madiitiisino xectttam <|uai
traballio com perfeiyA preftUix.
nf
EXPOSTION ^ HIV-1878
Hdaille iOr^tCrtiaaClleTaler
LIS PLUS MUTIS ReOHPERSES
AGUADiVINA*
E.COUDKAY f
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I
I.
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Assistcnte xaminada
Kirmin* M i.ciana Carnro mndou sua re-
al -neit paru'ob. cej
ni" n 9." v
COMA m 0 FI DO HEZ
AU BON MARCH
gX-l.ua Duque de CaxiasBl
P.1BA ACABVR
proveilem antes que se acabe
-A
Antonio fernandea VellOMO
Manoet V- man 'es V-\lo* no t. rceiro anni-
VPrsario do fnlie -nnen'o de seu presado tio, Anto-
nio Feroandi s Ve lato, manda pelu repiuso eterno
de fia alii;a, Cetebrar U'na mssa na igreja da
Mi-ir| -le I)i!i, aabbad 16 do <<,rrente, pelas 7
hor>i!-#l* omi'hil
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Novo e delicio
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i;o, producto da
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O seu delicado
.49KJ aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
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ncio ao mesmo
tompo ao redor da
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I


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V
r. -
H
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am

Oriental.
X // *
V
VA*'''
o
Alujase
o grande sobrado 4 ra Imperial n. 8, que toi do
fallecido conselheiro Jos Felippe, com grande
terreno, diversas frueteiras, asjua encanada egaz ;
a tratar na ra estreita do Rosario n. 8, escrip-
tori.
ALuga-se barato
Ra do Nogueira n, 13.
Ra do Bom Jess n. 47. 1. andar.
Ra dos Guararapes n. 96.
Ra Viaconde de Itaparica d. 43, armazem.
Travessa de 8. Jos a 23.
As caaaada ra do Coronel Suassuna n. 141
Largo do Corpo Santo o. 13, 2." andar.
Trata-** na ru. do Conmercio a. 5, 1 andar
aoriptorio de Silva (Tuimarite fe C. /\
Ahiga-se
o i* andar e terreo do sobrado n. 35 travessa de
S. Jos ; o 1 e tarreo do de n. 27 ra de Vidal
de Negreiroa ; o 1- do de n. 25 no* velba de
Santa Rita ; o 1- do de n. 34 ru/.i estreita do
Rosario ; o 1- do de n. 24 rna d/> Aragio ; a
casa n. 35 i ra da Viraeao, todos impos : a tra
tur aa roa do Hospicio n. 33
Precisa se de m ema para cokinbsr ; a tratar
no 1- andar ii. 22, ra larga dV> Rosaiio.
Tricofero de Barry
Garante m que m aa
eerecreseer*cnbsUt> anda,
sos mais calvos, cura a
tinta e a caspa e remove
todas a impurezas eo Aa cabera. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir en de ambranquo-
oer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
"Mi.**'
i* f\
*Alk*Wi
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor era
1820. ~E o nico perfumo noraun-
do que tem a approvacao offirin'. de
una Govarno. Tem duas vezes
nutfa frairrancia qnpqanlquer outra
linraodcbroiWtempo. E'mir.to
tuis rica,suave e delirio.-a, E'
milito mais lina e decadu. I".'
jiM permanente e agradare! no
lenco. E1 i na.-, vezas mais refres-
ante no banho e no quaito do
deente. E' especifico contra a
foousidao e debilidade. Cura as
lores de caneca, os cansaros e os
danmaios.
larope ie Tilla Je Beiter No. 2.
Peptonas Ppsicas
de CHAPOTEAT
'harmaceutico do 1* Clamase
i ene
pprorad- pela /traa d'Hyglene do Rio-de-Janeiro. Empreadas ata
Hospitaes de Pars e nos de Mariana
A Peptona o producto de di gesteo da carne de vacca pela pepsina de Chapot eaut
xtrthida do estomago do carneiro e transformada em um alimento soluvel, imme-
diatamente assimilavel, que vae ter a todos os pontos do organismo por meio da
circularlo venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-Ibes o estomago.
O Vinho de Peptona de Chapoteaut po isso indicado aas molestias que
tem por causa as ms digestSes, as aifecedes do ligado, dos intestinos, as
gastrites, na anemia, na calorse; as molestias do peito, na dysenteria
dos paizes quentes, as digestes difficeU e laborio$as. Este Vinho alimenta a
enancas, que nao supportao a comida, augmenta a aecrecao do leite das pessoas
que eriao e torna-o mais rico; fortifica os velhot e lo-nta promptamente aa forcas
dos comalettentm.
A Conserva de Peptona de Chapoteante que pode ser empregada interna-
mente e em clysteres, tem o poder de alimentar durante mezes os doentes mais
graves, como os tsicos, que nao possao tolerar alimento alguna, os cancerosos, os
que soffrem da bexiga, dos rins e da medulla espinhal.
W prees nao confundir as PEPTONAS DE CHAPOTEAT com outrms fckriemimt
com carne de cavalio e vegetan fermentado*.
Deposito em Paria, 8, Rao Vivienne as prindpaes Pharmaclas.
Precisa-Ne de una ame para
lavaw, entornillar e fu/e rntais
algun aervlcos de casa de fa-
milia : menos comprar e'eozi-
nhar : na ra do Hiachuelo n.
13.
Ama
Precisa- se de urna ama para comprar e cosi-
ibar ; na ra Duque de Caxias n. 28, segundo
andar.
Ama
Precisa-sc de uina ama para casa de duas
pessoai ; na ra de S. Joio n. 55.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosiabar
para casa de homcm solteir" ; a tratar na rna de
Pedro Affenso n. 23.
Ama
Precisase de urna ama pra comprar e cosinbar
em casa de familia, mas que saiba fazer o servico
na ra do Cabug n. 16, 3- andar. ;
Ama
Precisa-se de urna ama para coaiBhar ;,na ru
do Mrquez de Olinda n. 56, 2* andar.
Aula particular
Ra Mrquez de nerval n. 31
Asna Ibeodora SimiV-s, participa ao respttv
vel publico e em particular aos pais de suae alum-
nns, que aua aula de iuatrucc primaria abrir-*'
ba no da 10 de Janeiro prximo vindouro : en -
trosim, que contina a aceitar aJumnas internas,
rseo-pensi misius e externas
Recite, 30 de Dezembro de 1886.
Escoh mx'iT particular
Rnn Velba o. 6. casa terrea
Laura Adelina jar iva (jalvio, titulada pela
EaeoU Normal da sociedade Propagadora, parti-
cipa aos pas de familia que a quisnrem honrar
oom aua confianza. que no da 11) do carrete abre
ana aula, contiua a Irccionar em sua residencia
4 supra-citada rus, aa materias exigidas pelo ni-
timo reguiameuto da inetruccao publica, reiteran-
do-Ibes aa se- urancas de que tudo envid ira para
que seus flboa colham tods aa vantagens que
tem di ei'o de aspirar.
Casas baratas para
alugar-se
Aluga-se o 1- andar do sobradan. 88 e 74 na
roa de 8. Jora*, e o 2- andar n. 55 a ra
Guia, todos com hastmiles ormea-do para rasa
lia a hmpoa : a tratar na ra Augusta n. 286.
jrXZS SE USIr-O. DXPOIS DE USAL-0
Cura positiva e radical de todas as formas de
scrofulas, Syphilb, Feridas Escrofulosas,
Affecces, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda-do Cabello, e de todas as do-
ncas do tangue^Figado, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangus
s restaura e reno va o svstema inteiro. 0
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
8as e para a cura das moles-
as da pella de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito era Pernambuco casa d
Francisco Manoel da Silva & C.
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de jacalho
COM
Bypopfcosphilos de cal e soda
4ppr>ada pela nnla <3e liy
glenc e autorisada pelo
jsoverno
E' o mclbor remedio at hoje descoberto para a
(laica iinoi-hlien. escropbDlas, ra-
, cHIUn. a<<( >n. lebllldadc *>m ecral.
ilrflx, toase eliruniru ort-c^e*
Jo alo da (aruanta. w,
' E* muito auper-r ao oleo simples de fgado de
oa>*aibo. p<>rqtie, alm de ter ebeiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes inediciuses e nu-
cntivas do oleo, alm das propredades tnicas
reconstituir):, s dos bypopbospbitos. A' veuda mu
rrogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
lloco secco do, caj.
Compra se, sendo '.irm claro, bem secci e poi
prev'o modiL'o ; na ra do Imperador n. 35, me'
ciara.
Os proprietarios do muito
*. *
condecido estabeleciment denominarlo
. MUSEU DE JOIAS
sito a roa do Cabug n. 4, communic&in ao respeita"el PUBLICO que receberam u*
grande sortimenlo de joias das mais modernas e dos muis apurados gostos, como tan-
bem relogios de toda! se qualidades. Avisan) tambe ni que tontihoam a RMflfaer po
todos os'vapores viniis .1* Europa, obj^ctos nuvns e venien mno menos que sai
outra quaiijiier p:rte.
MIGUEL WOLFP & C.
N. 4RA DO CABUG----N.
Compra-s ouro e prata velha.

ELIX
Pepsina, Mantume 6 VhU>rur*tom alcalinomt
CONTRA AS
MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
Os Joros de sueees MnMtrarii i ssperbridtds diste msdicarpeno sin excitar o apetite e fazer digerir. CURA :
DY8PEPSIA i VMITOS j. DYSSNTERIA
CLICAS
ACIDEZ O
ESTOMAGO
T
DIARRHEA
vaJtZZ,Ph'
o w^rZ/>Of reetniHlHiiintr tura aif l*eHHiiua enfmqiwviilajt. f^
9. roa Le Palatler. fcpwiurios mi Pentmbuco : FRAN M. da Sn.VA It O*.
Agrimensor
Alfredo Duarte I; \ titulado pela escola
polytechnica trabalbos lalativos a 9 : pr- fi*sao. P le ser pro
cumio no engenbj isoirn. da Prat, esta^au du
Calende.
~00:000$>
Lote.ia de A^agiS
Extraceo Zexta-felra 14
do correte
Intransferivel
Billi-ies venda aa esa foliz, Praga
da Iti'lcpendrDi-in ns. 57 e 59.
Compras por atacado
O Priinral de Cambar
tem prei;os tspecines para acuelles que compra-
rcm grandes porcea. Distribu m se imprea^os i
.qui bu a pedir, cootendo as condiedes de v -;i.i i- :
na r. a do Aiirqucz ile Olindr, n. 23, drogara dos
nico.- ; gentes Francisco M. da silva C.
AMAS
' Na rna da Uiiiiio n. 31. preeiea-se de urna ama
pera cosinbar e mais servido domestico, o de outra
pira menino. .
Ama
Precisa-se de urna ama para engommar ; na
ra Imperial n. 42.
Pharinacia do Tere*
O propietario da pharmacia do Terrjo, scienti-
ea ao commerci>. que drixou de ser seu empre-
ado desde o da 9 >io corrate o Sr. Alezandre
dos Suatos Selva por soa livre vnntade.
Professora
Uma seobora competentemente habilitada, pro-
la-se a It-ccionar em cellegios e casas partcula-
-ef. ai seguiotes materias : portogufz, {ranez,
msica e piano ; a tratar na ra do Mrquez do
Herval n. 10.
A.
Para eiujoiniiiar
Pieeifa-se de una amo para engo.-omur e ou;rcw
servK'BB domesr-cos ; no3- andar do predi,* u. 42,
. roa lauque (ie Csxias d jr cima da typugrupbMi
do Diario.
ATTEXfAO
Avisamos aos niveos fregu^zes que pelo
ultimo vpor chegaifo da Eur. pa reiebc-
tDOs o mais moderno-c- ti-gante sortimento
de chapeos de sol para borne ns, senhoras
e enancas, ftcs pela sua clegnnciae va-
riedade tadefaaat be tu i'rian^a que de
presente rec-'ber ura ; mystwtfao que es-
tao se acabando, vendas em poryo e a re-
talbo.
Este a'n'dt.'Kio esraboledinf nto, j bas-
tante conhwido quer pela seriedade e ca.-
priebo de todos os seus trib;i!hos ; previ-
ne aos seus amigos e freguez^s para lhes
evitar que continen a ser prejudicaios
00 Iludidos, que acabaram jora a b.ja nli;i!
da ra de Cabug. quaqu'r pedidu ou en-
cotDmenda dever s'-r frito para
-RUA D BARAO DA ViCTOKIA-lO
lawe Fericlin 1 O.
Precisa-se de um, a
ci n. 44.
Cosinheiro
tractar, rna do Oinmcr-
Um perfrito cosinheiro, fr.nnc z, recen-
temeuto cliegao d Eurjoa, olierece-so
para casa particular ou gotol, carta neate
jornal h-A. L.
Bellezas de ilecifc
Polka para pianf. compisi^ao do Sr. Ai.'sael
Doioinjjilcs. autor das polkas Marr.i j ci*se,
Ca'ouro a Z- >ii-i-i b'itn'f. ra do Imperador u. 55.
Virare ii
0 ntlhor e mais puro de todos os vnlies de
mesa, que eencontrum actualment- no nosso
mercad. Marca J8S 8algueiral. A Venda na
travetsa da Madre de De..', a. 21, Joao Pernaudes
de A!ir> ida.
D artros, Chavos
Virus, Ulceras
rato
DEPURATIVO CHABLE.
la Uda f larsBrtai ti DiItmsi
Ond itencnlrt iritis
IsUnaCkaMi.
36 1
^e Vv\e^e
CHABLE
AR/S
^000 Do
%> iirasM* ^V
GOKQHRHH, FLORES oranca,'
Petan nmmiES,
ESG07*mEHT0, etc., ate.
CURATO DE FORO CSiBLE
^ Em todos aa boa
Fharmaciat
o adres
JT*
Aprovcitcni!!!
Basar lo paaaarosi
Ba do Bom Jess numero 28
Este estabelecimeuto para acabar. eBt venden-
do to os os ps8sarcs, gaiulas e geni rjs existentes
no Difiso, tudo por preco o mais barato possivel,
e psra liqnidnr.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios geraes n'Bta provincia
FRANCISCO U DA SILVA & C.
cem armazem de. drogas a ra do Mrquez de
Olrada ii. 23.
Pre5os: Frasco 2*580, 1 2 dusia
13J000 o dusia 240U0
Sitio
"Alu^a-se un sitio na Capung, travessa da
Ventara n. 3. cem rauitos arvoredoa de diversas
fructas e de excedentes quaKdade*, casa com 3
salas, 7 quartog e cosiuba, e 5 quartos fra, galli-
nheiro com grade de ferro, tanque para banho,
ditos para deposito oara aguar, cacimba de boa
agua para beber, ro no fundo do eitio para ba-
nho ; a tratar no mesroo, das 0 as 9, e das 4 s
6 da tarde.
Altendile
Bonquets da ultima invencao, para casamento,
etc., e tnmbein o-peilas mortuarias de perpetuas
fabricados por Jos Samuel Botrlho ; a trarnr na
ra do BarSo da Victoria n. 20, loja, e ra do
Mrquez de Olinda o. 43, loja.
.4 earidade abre as portas
do eo
A infeliz viuva, Mara Jos da C nceico, mo-
radora na ra de Santa Cacilia n. 25, e que se
acba prostrada no leitj da dor, quasi paralytica,
supplica e estend: as mios, pedindo s benvolas
almus e endosos toracJes dos habitantes dssta
cidada uma esmola.
A mesma infeliz viuva tem comsigo uma filba
meca, que vive honi-stamente a si-u lado, n que
u.iindo nos de sua mai os seus rogos, nao cessa-
ro tambero derogar as b:ncaos cehstes sobre
todos aquelles que se condoerem do duplo infor-
tunio que pesa ha teinpo sobre a mi e a filba.
Chartat srper omniu.
PASTIXHAS
D6 ANGELM & MENTRUZ
se
3
i
2-
fie
s;
s*

S9
49
3
Hara Magdalena de Tesns
Jos Gomes de Oveira. Manoel Figueira da
Silva, suis inna?, ^obriuhos e mais pareutes,
agradecendo do intimo d'ulioa ais amiges que se
digoarain acompanhar os restos mortaes de sua
prrzadissima nii o tin Hara Magdalena
lio Jexui. at o Cemiti-rio Publico, rogam-lhes
anda muito encarecidamente o favor de irem as-
sis'ir a mssa do tt rimo diu, na igreja matriz de
S. Jos, a qual ttr lugar s 7 horas da manbS de
sabbado, 15 do corrente.
Bastantemente reconbecdos, antecipam a mais
eterna gratidao.
0 Remedio mais efftcoz o
Ccguro que se tom descocerlo ate
hoje para axpe'/rr as Lon trigas.
ROQRl'AYOL HIERES
i enram!
Sem dicta esem modifi-
carles de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde do
Rio-Branco n. 34
Esquirla da ra do Reqente ,Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
maccnco. Eugenio Marques
de Hollanda
Aparovados p(-las juntas de hygiene da Corte,
Bepublicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbiribina
Kestabelece oa disppticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeef5ea difficies.
Vinho de ananai ferruginoso e quinado
Para os chlero-anejnicos, debell a \b] poemia
intertropical, r coiistitue os hydroplwis e beribe-
ricos.
Xarope de flor d arueira e mutamba
Muito recomo ndado na brouchite, na betn-ip-
r.yse as toases agudas ou chrenicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
K' o primeiro reparador da fraqueza do orga
oismo, na tyeica.
Piluias ante-peo iieas, preparadas com
percrina, quina e jaberandy
Cura radealmetite as Cabres inrerroitti'utes, re
mittentes e perniciosas.
Vinho de jurabeba simples e tainbem i'or-
ruginosi', preparados e ai vinho de caj
Enlcazes as iufl.tnina^ocs do fgado e baer
sgudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado xs convaleocen^aa das parturientes
retico antefebril.
Francisco Manoel da Silva k.
RA MRQUEZ DE LINDA -
Superior assui-ar lie turbina, e?peciul
doc^. Ri-fiiHcftiL l-algiv-irai ; 445 numero
ph^uieo. Roa MhtcIo ')ia8 n. 2
p'T
leifr-
l'rof;4s> ra
Uuia sonbora habilitada niamat- ras inherentes
a nMPasfKo primaiia, bftsiwiusa pnra iecc onar
m catas pititulares ou i-n. algum dos nossos
arr),bald-8 ; a tratar na na de S. Joan n. 55.
Capuosa
AlngR-so sm sitio ecn arvors de frncto c casa
pintada de nnvo ; n travessa das Pernambuca-
n;i3 n 1 : a tratar ni ra da Concordia o. 57.
GOfTAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL. THCNIPSON
Aa Caras mais inesperada! sao deridas a esto PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por eicellcncia Je todas a perlas eiperinuaiadas-
pclo organismo consequenles a I^CCESSOS do PRAZERES.
stsjs Cottas dio vignr aos -orgaos teinaes dos Jous sexos : cura infallnelimote todas as alscoSo
ienoBunadas ESGOTAMENTO. Us como Impotencia. Er.pcrmatorrlifea, Perda Beminass, ole.
O Frasco : S Francos (era Franca.) XT _^ s-,.--.
Todo (rssoo que oto troaitr t Hirca de Fabrica regstrala j-a amitmtura^z mum ''
dsvs ser rlgorosamerits recusado. _^tz^-~* rf,J'a
ftSUB, Pliarraacia CEX.ni, ra Bocbschonart, aa. ^/ rnducto.
Depositarios em Pernambuco : FRAN M. do SILVA A O.

\
\

lS2, Bni-deoos: MaUlli de *w;
l-loier. bhjjitia Oe Preta; noche-
fort : ffan^o 'daths 49 Prt'i.
frande mooefo,. -1SS3, Amaterdam:
0ri,aibi oe P IBS,
ExpoKco d* t r* balBO lAOCat
liaentaro Rtm
A VA.ZITJfTI.'y WTSXTl r>
(U una (e lu ti: l-
Expenin
Hospital s. -.-;,;.
p-jssoas j.-
Caswlti. *-. ti i*o-
t'.no, Pr'j-j--
-
suppui
oeijSo ils lo'' i
mem i"s
PhmnnavKt fl
ie Flrn .
Vil X V.
Fio. -,''rM (F-3joh
OS, ::.Vf.ti. c.
Mtdrifa
A Trausa'IanUsih" HauVlsgeaeHsK-ltaff, Oat-'-
r > Herm. Petersou Ai C, mudua-se da rus Birpo
.nb* n. 1, para a roa. Marques de OJiuc* nu-
il
Borracha para dis
Vendfm U.driKues de Kiria & C, k rna de Ma-
ri* & Barios n, 11, isquioad rnn do Am-irim.
Plalas purgaiivas e depurativas
Estas | iiuls, cuj prepsracao pi'rametite ve
efal, f,t m ful i por mais de Oannis af mxd M "< bares rrsflisvtjea nn k< pniofes molcs-
a : aT\- ""s, hsX-j fulka, ihaeji-s iovt-ti'maati, ervsipelae t
tpum bes.
l8ido 1 i r*i v',.-: !vm*-m de 3 :i ii py di,
hi Hit um Bsec ii'ajio.t aOc>-
Con' lia ao..-intaf
Eft pSaJifS, i iovi-iuSii il. pliaiinacvurie-i
Allpeid Aiior:iiif ir Film?, ti-.-in vtridictum dos
Sr8. tned'pcii rir- un melix r fiiintin, NM-smruJr*-
ie mais ri-f ui: n'lavii, por s'-rein tense^pt,
auvgiiiro e Vt poura dieta, o quo pnien. *)
saaas em VKtjreni.
iiA\l->E A' VENDA
' droscartn et- l-arlu Wt>r ti UVA DO MAKOLK/. DJt DUNDA 41
SunO haral
AlujTH-se. nuii'i> barato a eami n. '7 General Sera, antiga o Joemiiu ; a tratar junto.

JSEPH KHAUSE ft C.
Acabas ik aipenfr o sen j bem conhecid
mportaiite estabelecimento ra Ia
de uiai'fo n. 0 com mais
a saldo no Io andar liixiiosamente prepa-
rado e prvido de uma xpesi-
i& & ilns t prala t Frf teMi$fk&
m mais afamados fabrtaties do
mundo inteiro.
nonvldj, pois, as Exmas. lamillas, seus ame-
rosos amigis e repezes a visitaren.
. o seo eslaheletimento, aOm de
apreciarcm a grandeza bom jjosto com que
nao obstante a grande
despeza, o afKtim em honra
desta provincia.
IG-uE ABBRT BIS 1 U IMITE
OMVr,r
Claudlno looi Dia
Aviara efitbos dofalbcido C audino Jos Das,
ccnvirJam a todos oa seus parentes e amigos n aos
do fallecido, para assistirem a missa que mandam
celebrar por sua alma na igreja de S. Jos de
Riba-mar, no sabbado 15 do corrente, stimo dia
de sen f .leci .-.i uto. Desde j agradeeem a toaos
que compsrecerem, dando ats'a urna prova de
mu atnizade.
Pastiibas vermifn^as
de Nc
ring
o melbor especifico cintra vermes : doposit' cen-
tral em ca9a de Paria SobrioboSs C ruado Mr-
quez de liiida n. 41.

.--
Joaquina Rodrigaea M. de
Oltvcira
Tbcmas de Oveira. anda fVrido do mais dolo-
roso eentimento, convida m todos os seus purentes
e.amigos para assistire n as ioib;aa que manda
C8ar por a ma de sua idolatrada erpoia, Io anoi-
versario de seu passaucnto, na matriz de N. S. da
Qraca, sexta feira 14 do enwcnte, p?las 7 horas
da msnba, antecpando seu eterno reconhecimeiito
a todos que c imparte, rem a este acto de reli-
Locio da Silva Adunes
Mara Francisca de Oliveira Antones, seos fi-
bos, filbas, enteadoa, genr >s e oras, convidan) os
seos parentes e amigos, e aos do seu presado filho,
mi e cuobado Lucio da Silva Antones, falle-
cido no dia 9 ao correte, para assistirem s mis-
sas que inmidam celebrar, sabbado Id da crrente,
s 8 hars da irianha, na m.triz da Bi-Vista,
pelo que antecipam os mais sinceros agradecimen-
tos. Aproveitam a occasnio, para mautestarem a
todas as pessnas. que se dignaram insistir ao en-
terraroento do fallecido, e, sna eterna gratioio.
Recite. 12 d- Jan-ir oe 1887.

Este remedio precioso tero gozado da accelta
Co publica durante cincoenta e sete annos. com-
e^ando-se a sua manufactura e venda em 1S27.
Sua popularidade e venda nunca forlo t.to exten-
sas como ao presente; e isto, por si rnesmo,
oerece a melbor prova da sua eficacia maravH-
hosa.
Nao hesitamos a dizer que nao tem deiado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adultos, que se acharo afflic-
tos destes mimigos da vida hu nana.
Nao deixaroos de receber constantemente
attestaoes de mdicos em favor da sua eficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificacOes, da
sorte que deve o comprador ilr muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
yermiftic fle B. A. FAHNESTOCK
t
GP?H$$I
tsEi/iUiAS
S4TJlKEi-3iJ'LHS
tsplra-e a f-jaj.-~ croe aener. no peito aestina o yuiptoina jemoso, fsclllta
aerecairey e i'irvtHls aa fuaccOos VeeseMeass sfeej em esas ota S. K.*rtV. **>,t
T
iitfivO
ftiDri IM ilva Anlanes
Isabel de Fijiieiredo Atuoe3 manda celebrar
no da 16 do corrmte m-n uma mit-m icio *t- rno
repeuso de seu prenaao e-puno Lucio da Silva An-
tunes, na iirreja d" Healeire, pelns 8 h nas da
manba, stimo uia do u pissauoutojf e envida
a todos os pan n!es e amigos para assietir.m,
pelo Qn d*p,i*' ia ?* tiev^-'i-fla B:rRTa
eaiaflsaflsaHsBsanftBBSBaBKSsaBHsaHsaHHKB
liinc i..it ele Auiuijm
Anna Marqo
g'nriip. Cf,nviOnni sjejej .- t paneiki>s e Nmipo- do
seu t&WddO -s s, [>ii e sopro. Jop Jimio de
Amono, par asstarrem >a iriiasas do 1" anniv r-
enri ii.. K.-n f..j ..i.' UrtAo lucrar mi ira
t.riz do C rp Si!.-, aa H Rr*e d in-mlia de
sibbadD I a e 'rnn'.. .1 rs 1 en :o di-s./e ji a
todo qu, .i j sre erem asea ai-t de religio
ciririii"
Jatroph
a
..; Esse medicamrnto de urna efH:-acia re^onhecida
no beriberi e outras mol siias cm que predomina a
bydropesia, acha-se n-onific/ido em sua prepara-
cao, -ragas a uma ihivh forsscl*) de ora distinct*
medico deaia cidade 11 '' que -rnente o abaixo
assigoado es' hab' lailo o-.ra pn-paral-O demodu
a in.lhoriir Ibe rar- Ihe as propri conservara c ;i>: a m.->ui, .-u-t.vidxde, se nio maor
em vista do 1.0,1.1 pur que elle tolerado pe
esUmago.
s ii<-<> itepoMlto
N'a ph.incRcis Concic'., rna de Mrquez le
Ulindt 11 61.___________ \
Para escolas coegios e aulas
^pHicniarcs
Encontram.ee ven i, a r>-t:ilho e cm grosj,
com mportant. ahatun nts, t..do 03
I,ivi-o* enrulare*
So armazem d-: G. Laporte & ti, ra do Irapera-
d-.r u 4'
Te.
Vinho verde pufo
Ribiji
J..ga do Rosarir);
ApproradM peJa Junta d'EygJene do RJ&teJau&a
Sappriroe a Copahiba, as Cubebss e as Knjec^cps.
Cura em 4 horas \txfo e qualqupr eorrimer.to. E' da maior
eficaeia as alTccQoes da bexiga, torna as urinas claras por muis
turvas quo ^ejao. Deposito era Pars, S, rne Vivienno.
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Diario de Pemambnco Sexta-feir 14 de Janeiro de 1887
I
Esp
ecu
Magnifico Ruenr refiuado/ em igu*l neste
merend. Kcfinacito KaltyaJiral, 415 numero tele
phonico. Ba MrvjiRrW8 n 22.
lariiiaM
PARA TINGIR A
barba e os cabellos
mura tinge a barba e 08 cabellos ins-
tantneamente, dudo lboa uina bonita cor
e natura!, inofensivo o seu uso imples e
rpido.
Vebde-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouquf-yrol Freres, ucccMore de A.
CAOIW, ra do m-Jsus Jautig da Croa
n. aT ___________________
Curso primario e se-
cundario
ma Mrquez de llerval n S3
Jos de S uza Coril. :ru Sh:ihh. participa no res
peitavel publico e em particular aos pas de seus
alumnos, que aeu csubnlosmento av inetrucco
priciaria e secundaria ubnr-se-ha no dia 10 de
Janeiro prximo vindouro outK.eiw, que contina
a aceitar alumnos internos, n.ci .-pensionistas e
externos.
Beeife, 30 de Dezerabro de 1886.
k, aliss caSsi
Mara do Livramento, velha oetagenaria e pau-
prrima, pedo as felinas aridoaas que Ibe mande
nana esmola pelo amor de Deus. Mora no beceo
do Bernardo n. 51. E' urna obra de earidade.
?!
VENDAS
Vende-se porto, s de ferro, gradeamentos
para muros, jarltus e rcrr.co, b^udeiras de ferro
para poriao, de ditFeren'es mod 'los, ditas de arcos
pira para portas de ra, dobradicas de chumbar,
gallinheiros de ierro, atr rocas para boj e cavall.i,
ferro!ht-s grandes, rodas jara carrreas carrinbos
de alfandega e de nao ; no largo das Cinc, fon-
tas n. 4, defronte do quartel.
Vende se a tavetna sita A travesea do Prin-
cipe n. 12 ; a tratar na metma.
Vende-te urna pbxrmac>a n gularmeiite mon-
tada, ceta be lee da em Ipoju.-n ; a tratar na mesina.
Venia de eogenho
Vende-se o eogenho Serra da Prata, outr'ora
O sadui. cr.pei'o. a urna I ec a de Calende, com
terreno para 2.000 paca de aaaucar, de tnuito boa
produceao par* diversos l< g'iins. ora casa de
viveni.a, destilaciio, casa de iarinlia movida 8
set'i, ftrihrH, fe, tudu milite bem mintadn.
Faz-fe negocio a prato, com a'guin dioheiro a
?ista : a tratur cun o j.rnprietario, no mesmo en-
g-'nh", Priroeao Dua'te Ribeirn.
itom emprego de
capital
Vende-se por barata prt co o sobrado n. 25 da
ra da Moeda, de uro andar e tota", slidamente
construido e em ptimo estado de censervaco,
riidendo animalmente 696*000 ; a tratar na ra
Duqua de Caxias n. 73.
Leitura para senioras
Broches nikelados e douradosa 25O00.
Bonitos gratnpoa dourados a 500 ris o
ma$o.
Explcudido sortirneuto de gal5ea de vidri-
lho.
Grande variedade. de lequss de setim a
4,8000.
Frizadores americanos para cabello a 300
ris o roa^o.
Setas de pbantasi.i para cabello.
Bonita collecclo de plisis a 400 ris.
Brincos imitacao de br;lh..ntc a 500 ris.
Aventaes bordados para cranlas a SJrJOOO.
Cbapus de fustao e setim pera cran-
las.
Sapatos de merino e setim para crean
jas.
Meias brancas e de cores fio de Escocia.
Pomada de vozclina de diversas qualida-
des.
Sabonetcs finos de vogelina e alfaoe.
Extractos finos de Pinaud, Guerloin, e
Lubin.
Lindas bolsas de couro e ve iludo.
Fiebus de 12 para senbora a 15800.
Sapatos de casemira preta a 2$000,
Thesouras para costura de 400 ris a
35000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de botSes phantasia.
E militares de objettos proprios paro tor-
nar ama senbora elegante, e muitos nu-
tros indispen8aveis para uso das familias
tudo por presos adroiravelmente modi-
rsSliUCTOSMGLG
"
iimsPROUST, Sutr- Gen,%
coa
l Graciosa
9Ra do CrespoJ
Pirarte &C.
Oleo para machinas
Superior qoalidaoV, a i*400 a lata de cinco
galoes ; vuae-se na fabrica Apollo e em seos
depsitos.
i Prtame nantlao ni tibm wm K*n
d MAoc.................stSOfmmf **
- ^anatourncthGognKv- lOOtraaco SCO Ce
* ^xrhaaatfaTHUtitmotlAnOf^M 100 fiMOoe OOa
* KaejJacWIJunondeTa'l.o:K/rmoo bOO
., De[K)(>lUra em f-^iiamiai/
Totb l Mfla
. V-nde-ae a taverna bem afregoesada, no Forte
de Mnttos, o motivo da venda te dir ao compra-
dor : a tratar na na de Mariz e Barros n. 9.
Liquidado de Fin de
Tainlias
Vende-se tainhas
de superior qwalidade,
em quartolas eem bar-
ris, mais barato do que
em outra qualquer
parte; na ra de Pe-
dro Alfonso d. 11.
w/viNHQ DEFRESNE
TNICO-NUTRITIVO
COM PEPTONA
fCarn tisimilatel)
FERRO E UCIO-FHOSPH*rO DE CAL NATURAES
Sendo o Vinho Deiresne d'utn gosto delicioso, tam-
bem o uni30 reoonstnte natural e completo.
o mais precioso le todos os tatucos; sob a sua
influencia, desvanecem-se os accidentes febrs, reaasce
. nppetite,forUlecem-se os msculos e voltam asforcas.
Kiuprega-se com xito contra a inappetencia.os cres-
cimentos rpidos, co-.valescencas. molestias do
estomago (Gastralgia, Gastritis e Dysenteria), a
debilidade, a anemia e consumpcSo.
DEFRESNE: twsiv ia H-epiuas. Pam, Autor da Pancreatina
tedas as gharmacias_______
-Hjtojci M. ir, MUVA Se
Aos l.000:000$000
200:000*000
100:0001000
lillUll: LOTERA
DB 3
V
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Eitec a 14 ile Mi He 1887
0 thesourciroFrancisco Goncalves Torres
DOMESTIC
Sao reconheciaas ser as MU*
elegantes, s mais luraveis
em todos os sentidos.
AS MBLHOEES
Para precos, e circulares com<
)Ua8trac3es de todos os estylo dir>
jain se
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Cll BA.PIDA. OlTiPBtiS
Gottas LiYoniennes
TROUETTE -PEURET
Com CRBOSOTB te FAI, ALCAT&AO ie .VOBUBSA e BALSAMO te TOU
Este preparado, nallivel para curar radicalmente todas as Molestias. das Vias
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades nedcas como o nico efflcas.
o nico medicamento que alafn de nlo fatigar o ettomtgt, o fortifica, yconatitua e desparta
o ippetiie : duas gottai pela mas i e tarde battam para triumphar aos casos mait rabeldu*.
OEVE-SE EX I GIF i BELLO DE GARANTA DO OOVERKO FHAHCES
Deposite priiripai: TR0 TTE-PERRET, 264. bonto' Veltaiw. PARS
% Onotitot f"' rernmnh-ue*,:TBAM~9*. SXX.VA* O-.IMf prtadKMPraaf
limo!!!
59Kaa Dafloe fle Caxias- -59
Lindsimos riscadinhoB a 160 200 rs. o eo-
vndo!
Nansuk, cores firmes, a 160 o dito !
Cretones claros e escuros a 24'I e 280 o dito!
Popelinas com listas de seda a 240 e 280 !
Meias Superiores para enanca a 24 a dozia !
(uardaoupus de Imbo bardados a3 a dita.
Atoalbana alvo,2 larguras, a 1 20) o metro!
Bramaote8 superiores a 900 e 1 300 o dito!
dem de puro linho a 2 o dito !
Setinetas lisas e bordadas a 400 o covado !
Betalhos de setins e sedas que se liquidan! por
metade do custo.
Setim inaco de cores a 800 e 1/ o covado !
Popelina de seda branca a 500 rs. o dito de
800 rs.
Pannos de ditierenfes corea para mesa a 6(0,
l200e UtOOocovaio.
Damascos de las para eolias, 2 metros de lar-
gara, a 1 800 o dito!
Cretooes asaetinados, idem, a 800 o dito de
14500,
dem com lindas paisageus para chambres a
400 rs. o dito.
Cortes de casemira iogleza a .'.500, 4/500 e
6/000.
Cheviots superiores a M o covado, 2 larguras
Casemiras diagonaes a 1 800 e 2400 o dito.
Fianella americana azul, a 1/400 o dito I
Ficbns de la a 1/500 e 2/.
Chales de casemira bordado a seda a 6/ sao
de 15/ cada iim.
Capas de la de todas as cores a 3/, 41 e 5/.
Esgiiioes para ciisaquiohoe a 4/ e 4/500 a pee.a.
Madapulo americano a 5/ e 65, 24 jardas.
Camisas para senhora (s'lo bordadas) a 3500 e
5/000.
Saias de excellcnte fazenda a 3/500 e 45.
Vestuarios de 12 para enancas, de 15/, para
acabar, a 7/ e 8/.
Cortes de fustao para coi Jete a 2/!
tiranoe percao de letallxis de chita, brim, lis
e muitos artigos que se ven iem l.arato.
Chapos para enancas a .'.
dem para scnboras, de 12/ e 15, para liqui-
dar, a 6 e 7/.
Sil-Una Duque dcCaxias59
Caraeiro | Mi &C.
A evoluco
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguiuti-8 artigos cora 30 % de me-
aos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a 1500 o covado.
Mirins de cores fiaos, a 900 e 1/200 o co-
vado.
Ditos pretos a 1/200, 1/400, 1/600, 1/800 e
2/000 o covado.
Las mesclaoaa de seda a 600 ris o covado.
Ditas cora listriuhas de seda a 560 ris o dito.
Ditas com bclmbaa a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Lias com quadrinhos, a 400 ris o covado.
*Gaze cem oolinhas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim macio lavrado a 1/300 o ovado.
Seda palha a HH) ris o covado.
Ditas de cotes de 2 por 1/000 o covado.
Setim maco lito a 800 e 1/200 o dito.
Gts de aples preto a 1800, 2000 e 2/500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 Hk o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 rs. o dito.
Ditas pretaa tinas, a 500 rs. o dito.
Postos braoeoB e de cores a 820,400, 440,
500e800rs. o dito.
Zephiros tino.-., escossejea, a 500 rs. o dito.
Zephiree de quadriuhos a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zephirus lisos a 1JOO0 o dito.
Alpacio de cor para palitot, a 1/000 o dito.
Velludilbos usos e lavrados a 1/000 o e-vado.
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
o dito.
Ditos, ditos a 3>B, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1/800 urna.
fiSeda esC'SS'za a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 4/, 5/, 7/, e 8/000 orna.
Ditas de crochet k 85i 0 dita.
Camisas bordadas para homem a 30/000 a du-
la.
- Ditas para se> ho: as a 30000 a dita.
Cortes de casimra finos de 3/ a 8/000 um.
Casacos de laiaa 10^00 um.
Ficbs de retroz a l/00t) um.
Ditos, de pe.lucia a 6/5O0 um, (bordados).
Cachemira de cor a 1/600 o colado.
Fianella americana a ls400 o dito.
Cortinados bordados a 60JO e 7/000 o par.
Ditos de crochet a 24/400 o par.
Meias para bomeus de 2/400 a 9/000 a du-
zia.
Ditas para scnboras de 3000 a 12/000 a du-
ia.
Mantitbetas de seda a C/000 urna.
Espartilhos de cnura a 4/000, 5/000, 6/000
e 7 500 um.
Toilett para baptiaado a 9/000 e 12/000 um.
Lencos branc- f e com barra a 2/000 a duzia.
Anquinbas a I 800 rs. urna.
Brim de liuho de cor a 1 000 a vara.
Dito pardo a 1/0OO a dita.
Esguiao amarello e pardo a 500 ris o covado.
Cbal>s Je mirn lieos a 1800 uw.
Di ros estampados a 3/000, 3500 e 4/000 um.
Cortes de cachemira para vestidos a 18/000
um.
Redes Hamburguesas a 10/000 urna.
Panno de crochet para cadeiras esot a 1/000,
1/200, 1/600 e 2/000 om.
Henrique 4a Silva Moreira.
Cochcira venda
Vende-se urna coebeira com bons carros de
passeio, bem localisada e afreguezada, por prejo
muito mdico em razio de seu dono nao poder
administrar Da* ter de fazer urna viagem ; o* pre-
tend nt-s ach rao com qoem tratar roa Duque
de Caxias b. 47.
t*6*.
Medalba de Ouro Expsito univer*) H7t W"
v "'" "--------------------------------------------
LOTERA do cear
400:000^000
LXriUSFEIliVEL!
Corre quarta-feira, 19 de Janeiro.
Ira vigsimo d esta importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0
i.

v
s
-# BORDCOS (fBNf*)
% Deposifos m foda tend'i dt CometiMdt- >*
v..
'
, 240:0001000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
MTRANSFER1VEL!
Corre segunfi^-feira, 17 de Janeiro
i

'.., ..
0,P
.. '-. .
L0TERI4DE ALAfiMS
200:000*000

:.




ti
Esta acreditada lotera corre te rea- feira, L Ae Janeiro -
. v ^ .
----------------------------------------.-------------------------------------------1-------------------------------------------------------------. *' '------------------------------------------------------------------------------------ i -\
I' .
600:000000
Esta seductora lotera corre sexta-feira. i de Janeiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00^1000
Os bilhetes destas acreditadas loteriasacham-sc venda na
RODA DA FORTUNA
36-Rua Larga do Rosario36
Bernardino Lopes Alheiro,
200:000^000

EXTR4CCA0 DA 6a PARTE DA .* LOTERA
EH BENEFICIO Di SANTA GASA DE MISGRIGOEDA
Terca-feira 18 de Janeiro
AO MEIO DIA
Esta lotera, por alguno teoipo retirada da circulado, devido a grande guerra que
Ihe promoveram, como do dominio publico, vem novatnente tomar seu lugar de
urna das vantejosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respwtavel publico a bus benevoU atteucSo para o plano das
LOTERAS DO QRO-PARA', por extenso publicado nos jeroaes e i>iipresaono ver-
so dos respectivos bilhetes. O plano desta ldteria o nico que em O.&X) nmeros
distrbae
12.436 premios, ou qaasi a quarta parte!
Ainda mais : esta a noica lotera que premia todus os nmeros cuj. s dous al-
garismos finaes forem iguaes aos dos
QUATRO PRESAOS MAMES -
laM
dio ao rco3to
a bella alvura vapo- j
rosa que lez a reputa.go 1
das tel/eza* da Antiauidatie. [
L. PANAFIEU
Baria, ra Bccnscflouert.
SjsmUsiIMbIHmMMsm :Franc"M.4S
. n. t
lisava*o,J
mwmmammmws*

1005
605
50*
405
A SABER
a duas letras finaes do premio de.......
s Huas letras finaes do premio de........
s duas letras finaes do premio de.......
s duas letras finaes do premio de.......
200:0005000
40:000_000
20:0005000
10;0005000
Tambera sao premiados todos os amaros das centenas dos quatro primeiros
premios. -_._._;_ ___.'
Alm destes, Um esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante^
importencia. E' tambera esta a nica lotera que garante quem comprar 100 nuroe-j
ros de terminaSoes uiffrrentes 32 1/2 % independente dos premios avulUdos que
posEam sabir na extracjao. ___________
TODOS OS PREMIOS SAO PAGOS SE DESCONT
A's extr.iccoes sao feitas em edificio publico e sob mais severa fia-.-alisai^o por
parte das autoridades. ? c o.
Os bilhetes acbamae venda na agencia e em todas as casas, em baotos, bao
Paulo, Campias, Rio Grande, Babia,. Cear, Maraohao, Para, Amazonas e era P,er-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO, -
0 agente no Rio de Janeiro .
Augusto da Bocba Honeiro Gallo
23Ra de Iruguayaa23
0 man Simples, o mi ffaoitfo e o mait Eltcaz dot REVULSIVOS
TTo-T^Tta-aa-g-iq-ffi A_-y.T. FAMILIAS e atoa VXAJA3rTBiS
USADO O MUNDO INTEIRO
a, CkSNi M0OLLOT pea ao Sni^. Medico comprador tra
VERDADEIRO PAPEI RIGOLLOT
ftu m cada uta
t *m c*d* falkm,
tni acrtpt*
m flote incarnudm
Firmi
m\
A'Florida
Rqa Duque de Caxias n IOS
Chama-e a utu-u^ao da Eimaa. familias para
es pr>coa seguiutea :
Luvas do seda preta a l^OOO'o par.
Cintos a 1000.
Luvas de pellica por 2*500.
2 cairas de pi>pel e envelopes 800 rs.
Luvas de seda cor granada a 2, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.cainos para homem a 3*.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. a
metro.
AlburiB de 1*500, 8*, 3*, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvas de Eacossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 el* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*E00 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 8c0 rs. um.
Aoqoinbas de 1 *5H0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisas de 2 a 3 ordena a 400. 500 e 600 rs.
Espartno Boa Figura a 4*500.
dem La Figurina a 5*000.
Pentes para coco com inscripcSo.
Babadores com pintura e insenpeoes a 500 rs.
Estojes para crochet a IftOOO rs.
Bico de cores 2, 3, e \ dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qoaresia
Galo de vidrilbo metro 1*.
Franjas de vedriih a 1*,
Luvas pretas de seda e Escocia.
Fianjaa e galfes fines a 2*600, 3*o 45 o metro
Para o carnaval.
Lindas mascaras.
Bitnagas de p de arroz.
dem idem de ouro.
dem pe fumadas.
Lindas franJHS de seda da cores com i reos pa-
ra eufeitur vestuarios de mas caras a 1 e 500 rs.
o metro, fazenda que j custou o metro.
BARBOSA & SAMOS
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excediente Whisky Eacaesai prefernw
io cognac ou agurdenle de i corpo.
V!ini-afi a retalho no a. liica nrai'n
aoibudos.
Pede BOYAL BUENI> marca VlADOeujo u-
e e embh;uiH o registiadoa para todo o Bruai.
BHt)WNS dt C-, agentes
Bom negocia
Vende-se um estabelecimento { de nolbado e
psdaria, em Palmare! (Un*) largo da feira, a me-
Ibor localidade d i lugar ; a tratar no roeama,^
rua Direita n. 16, viado branco, e o motivo da>
venda te dir ao preiendcate.



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Diario <1c miainbocwScita-fcira 14 de Janeiro de ISST

LCTERATu*






"
XAUER KEIWSTEM8
TRADUCA!)
DE
piLEimo ai; faii
(Continuar t
CAPITULO VIII
A C1LAD*
Depois, voltaudo se para a mulher, ac-
crescei.t'u:
Vamos, v-raos M^gialena, da nos
depressa um gabinete, viohos nos, e lico-
res sonidos. Eu e este seahor temos mul-
to que conversar.
Vio para a sala n. 3, toruou Magda
lena; eocaminhc easo senhor, j sabe o
caminho.
Perfeitumente. Veuh*, meu burguz,
continuo u Lenidas, precedendo o senhor
de Vannoy, vou ter a honra de indisarlhe
o caminho.
O velho modelo fez subir o bauqueiro
o andar superior, e abriu urna porta cin-
zenta, sobre a qual estava escripto o n.
3 com tinta pr^ta.
Esta porta dava entrada para u>n gab-
nete que recebia la apenas por urna tres-
ijga co.o quatro vidros, que dava para ura.
roa estr-ita a iramun la.
: As paredes estavam sujas e luzidias, o
s.-ibr-do hmido e caruuchoso. v
A mobilia compunha-se de una mesa
estreita e cou.pridB, coberta com ura tica
do todo esburacado e cheio de p, un ve
Iho randieiro suspenso do tocto, e *\:
guns quadros de molduras pretas qu^gaar-
ueeiam ess-s iocriveis lyograpUia8 que
tornaram n'outras eras /jo populares as
aventuras da Torre de Njfesle.
O senhor de Vannoy /acabava da olhar
com espanto e desgo&to para tudo isto,
quando appareceu a Magdalena, oarregala
de garrafas de diversas formas, e de co-
pos pequeos e grande^.
-ouidas desarrolhoiu. as garrafas; en-
, todos os cftp ,$,- -upoia disse com in
.ente faroiliaridadc, que fez corar o se-
.hor de Vaonoy contra sui vontade :
Entao, meu burguez, parece-me que
ha alguroa novidade, para vir procurarme
c tio longe.
- Nao se engaa.
Entao vem dizer-me que j deitou
alguma linba ?
Vnho.
E o peixe caiu?
O que quer dizer em hnguagem tao
clara ?
, Que vi Mauricio Torey.
v/ Quando*?
Agora niesroo.
Bom.
E araanhi vae conrgo para Essonne.
Sosioho ?
Nao, vae tambem o seu amigo Gil-
berto.
Awea das do* h -ras dep na do meio da a
.v >\ di esl<; -.-ngaiolada.
Aiju t-in i..i iuil franoos adianta
ios.'R c-ber o r-sti depois de araanhi.
. = E' qumii bt-, meu bur^u'z. Es
ton eh-in d-' ce Sano*, e fio-Ihe o rest
t l. Ag-ra < safar, e nio p?nse
iu'8 Mi mi.i-, o r sto oraraigo...
O arnl^T 'in Vaun.-y o que mais deseja-
va era 8 hir o'aqu lie antro. Mas no mu
fi.eutu em qno ia franquear a porta do ga-
biii-i'-, Leoin las charaou o.
A proposito, Iba disse ello, aa notas
do banco cirrem aqui. Dme finta
francos p >r. pagar a deapeza, e empree
te-me .em sous; depois ajustaremos con
taa...
O senhor de Vannoy den ao iseravel
o que lhe pedia, e apressou-se em desap
parecer*
Leo id .s bebeu rpidamente alguns co-
pos de licor e vinho, e foi juntar-se no
quarto do fundo, no andar terreo, ao IN
a:nig > Galimand, e a un terceiro persona-
gero, de phisionora'a duvidosa, sentado
masa, em frente do pac de Pamela, com o
qual jognva o ecarte.
'No momento em qne Lenidas entrav
n'eata casa, o des onheiido de m catadu-
ra nizia a Galimand, deitando as cartas
na mesa:
Cinco trumfos pelo rei, sua c8posa e
Galuehet, 3>8 roubado meu pobre ve-
lho!... y
Se o sonbesBe, replicou Gauj&hd,
dando uio murro ena cima da mesa, se o
soubessc, se o penaas3e sequecf dava-te
urna sova, que at os diaboa/uo inferno
acudiriam I... .- /
N3 assins que en ,-n entando, meu
velho. Isto qu-r diz- que tu fizeate o
tufi^aifi !... Vamosv/nao fallemos mais

I
- Viu a pequea? perguntou Leni-
das.
Ni, o foi urna felicidad*, porque
me recouheceria, e o artista teria quebra-
do icnmediatameote todas as relagSs com-
roigo.
Mas est certo que a pequea conti-
nua a estar em casa d'clle ?
Absolutamente certo.
Magnifico 1 A que horas parte 1
A's oit>da mnhi.
E quando volta ?
A' uoite, bastante trie; no ultimo
omboyo.
__ otio temos o dia todo nossa dis-
posieo 1
Todo.
__ N'esse caso, negocio decidido. P-le
contar com isso.
__ Responde pelo reaultado?
Ora essa I... Respondo por tudo.
n isso. ~~ .
E o de8Conheci'o metteu na algibeira a
moeda de cinco francos que Galimand lhe
deu com apparencia da muito man humor.
Lenidas voltoa a aentar-se no mesmo
lugar em que estava antes de levantar se
ao lado d< a s--m dois aco'ytos.
A sua pliy-i mente que estava muito satisfeito com o
resuludo lugar1.' .
Glimand baten lhe no hombro, e disse-
Ihe:
Edt.1o quera era qne to procurava (
Nao aiivinhaste?
Palavra que nao.
Que auiuia! que tu 3 Foi o tio
Vaunoy !...
Ah ah escamn Gallimand, era
o tio Vaunoy ?
Era carne o osso.
Vinha por oanaa daquella historia ?
Exactamente
E quanlo qne trabalhamo*?
A'iuanha, sera mais demora.
Entao o gebo havia do largar algum
parn.
Algum, meu velho.
Foi brazileiro?
Nm por isso
D<-ixa ver
Olha.
E L raninas tiro
nota de mil fratten,
companhe'rr-is.
Parto du tros ?
Tu entao ent-i-a
mente ?
Est L-laro.
Vamos eato beber.
Pedo alguma cousa.
__ Aqui nio vai absolutamente nada por
cansa da Magdalena, replicou Lenidas.
Alm d'ieso, j mo cohib de tratar oa
uieus negocios ena lugares pblicos. A
rusta sabe isso o adinira-se.
- Para onde varaos entio ?
J Para casa do bosem que mora por
debaixo da rainha casa; um amigo 6
nao nos con prometiera.
Priraeiro do que tudo, disse Gali
roand, trabemos beta o plano para ma-
nh5.
Eat tudo leit >, r--spondeu Lenidas,
nio verdal-*, de Tircis T
.""ira, respoadeu o terceiro persona-
gera, cuja ainistra pbysionomia contrasta
va singularmente cora o nomo jua acaba-
ra de dar-lhe Lenidas.
Eutio a pequen, tornos. Galimand,
estar raanhi ?
Est cUro. porque o banqueiro
leva couisigo os outros.
E Tircis que vi ter com ella ?
l'ois podara I Bem sabes que de
nos tres o nico que ella nio coohece.
Da accordo ; mas acreditas qne ella
nio desconfiar de cousa alguma ?
Absolutamente de nada ; a cousa es-
t bem proparada.
E a casa ?
Est prompta.
E a carruagem ?
Tircis tem urna s suas or
Onde?
Na ra Pepiniere.
Bom ; e os cavallos ? /
Alugam-se em Soudri. /'
E o facto do coeheiro? ., '
Vem com a c.rruagem. Acabaste
com as perguntas ? Ests satisfeito ?
Sim e nio. /-/
Diabo, ^le ijtteres tu mais ? Por
que dizes tu'sim e nio?
ti jo a pequea gritar ?
/* Ora isso impossivel.
Olha que ha de ter grande duvida.
Nio te lembras do que ella fez em casa
da Belzebuth ? Anda mo doem os ou-
vidos.
Affiruio-ti que nio gritar. Alm
d'isso, en sou o pai. Niuguem tem nada
que dizer. Mas tu tena sempre medo.
Eh I eh gato escaldado...
De agua fria tem medo.. Isso
veiho.
da algibeira urna s
yi-; mostrou aos seus
disse o dosconhechlo.
no negocio, decida-
I
4
'
:
1
Ouve, Lenidas, nos arriscamo-nos
ir para a cadeia.
Quem nio se arriscou, nio perdeu
nem ganhou. E, alm d'isso, o geb est
compromettido tambem, e proteger-nos-ha
sempre.
Isso tranqnilisa-me um pouco.
E' urna felicidade !
Onde nos reunimos ?
A'raanhi, s dez horas da manhi,
em nimba casa. Varaos Barreira Bran
ca, jun*.amo-nos a Tirjis que est nossa
espera com a coragem.
Est combinado, disse Tircis.
Agora vamos arranjar dinheiro, con
tinuou Galimand. Depois de manhi te-
remos duz-ntos amareoa cada um. Nio
ser nada meu. Viva a alegra e as bata-
tas Vm a proposito, porque Pamela
zangou se com um suje.ito que lhe fazia
bem, e deixou me a secco !
E os tres dignos companheiroa sahiran
juntos da taberna do Jardim de Italia.
Na manhi seguinte,, como tinham com-
binado na vespera, urna das carruagens do
senhor de Vaunoy foi buscar os dous ami-
gos s oito horas da manhi.
Leontina tinha ficado a, e passou toda
a manhi absorta em deliciosos sonhos, e
comparando com urna embriaguez mais
fcil de comprehender do que de exprimir
o seu paasado tio triste com o risonho
porvir.
A's onze horas da manhi. e no momen-
to em que ella acabava de almocar, eatrou
Jos.
Menina, lhe disse elle, est l tora
um sujeito que lbe deseja fallar.
A mira T
Sim, menina, um senhor todo as-
seiado.
E quer fallar-me, a mim ? exclamou
Leontina mnito admirada.
E' verdade. Disse muito claramen-
te : A menina Leontina Aubry.
Diga-lhe qne nio posso recebel-o.
Foi o que fia.
E entio ?
Insisti; diase que a procurava para
urna cousa da maior importancia, e que
nio podia adiar-se. Parece ter moita pe-
na de que o senhor Mauricio nio esteja
em casa.
E' rapa ? .
Nio, seahora," nm hornera de m ia
idade.
Leontina hesiton.
Durante ura instante prsisiiu na r"so
lujao de nio recebor nioguem ; mas refieo-
tiu qne talvgE so tratasse de alguma cousa
seria, e que podia interessar Mauricio, e
deu ordem a Jos para mandar entrar o
desconhecido para o atelier, onde iris ter
com elle. -j.
Jos obedeceu.
No fira de um instante, Leontina, ten'
do coberto os scus magnficos cabellos lou-
ros com urna mantilba preta, abriu a por-
ta do atelier, c encontrou-se de cara afea-
ra com o recemchegado. *-."
Era Tircis, como j Sabinos.
Ura fato compltamete preto, asseiado,
camisa cuidadosamente engoramada e gra-
vata^branca metamorphoseavam n'o abso-
lutamente.
Talvez para o olhar severo de um obser-
vador, nio tivesse. a pbysionomia de ura
bomem de bem ; mas com toda a certeza
nio tinha apparencia de um bandido. In-
clinou-se reapeitosamente diante de Leonti-
na, e disse-lhe:
Desculpe roe, minha senhora, vir pro-
eurs!-a a esta casa, onde nio devia apre-
sentar-me, e creia que foi necessario urna
circumstancia extremamente imperiosa, tal-
vez a mais imperiosa de todas, para me
obrigar a perturbar a sua tranquillidade.
Desgracadamente, nio dependa de mira
proceder de outro modo, e por si mesnio
est desculpado o meu procedimento.
Aa palavras precedentes foram pronun-
ciadas lentamente, em tira grave e quisi
i solemne.
Nio o conheco, senhor, respondeu
* Leontina, nio posso adivinhar o que tem a
dizer-me, mas, ao ouvil-o, sinto urna in-
quietacio involuntaria e incomprehensivel,
que lhe poco faja ceasar o raais breve pos-
si re. Ameaga rae alguma dejgraga ? Vom
aqui mandado por alguem ?
O desconhecido inclinou-se novamente.
Minha senhora, respondeu elle era se-
guida, venho aqui da parte do seu pai...
De meu pai? balbuciou Leontina.
E cropallideceu, ao mesmo tempo que
um tremor convulsivo lhe percorria os
merabro8. .
rraistir-lhe, senhor?... Tuuo est osque-
oido... e perdoado!...
i Santo e nobre coracio I murmurou o
desconhecido fazendo o gesto de enxugar
as lagiimas, qno o enternecimento provo-
cara.,
Vou immediatamente ver meu pai. .
tornou Leontina.
Mus sabe onde elle mora?.-.
Nio na mesma casa?
Nao, rainha senhora.
Entio d me depressa a sua morada,
aenhor. Nao quero perder um s instante;
receio ch<-gar tarde.
Sen pai estava sem recursos e sem
abrigo quande caiu doente.
Oh I Deus meu I
Mas foi recolhido pnr pessoaa carido-
sas, que o levaram para sua casa, e est ac-
tualmente no campo, perto da Neuilly...
Entio, senhor, diga-ine onde essa
casa.
Como pense i que nio hesitara ura
s momento em cumprir esse acto de de-
dicacio filial que vinha red mar, quix por
sua disposico a minha carruagem. Pe-
dir-lhei-hei nicamente o favor de a deixar
partir s, porque tanho de visitar alguns
doentes n'este bairro.
Senhor, balbuciou Leontina, atando
rpidamente as fitas do seu chapeo, e pon-
do um chaile, nio qu-iro prival o da sua
carruagem... O criado do senhor Miuri-
cio vai buscar-me qualquer outra...
O senbor que tero h fazer, minha se-
nhora, aceitar o meu offereciment.
Porque ?
Ropito-lhe que as possoas era casa
de quera est sen pai habitara ura peque-
nino edificio situado no campo. Esta casa
til tem numero, ncm indicacao do ra, e
ser rae ha completamente impossivel, como
fcilmente comprehende, dar indicac5es
precisas, e nio poderia descobril-a fcil-
mente. O mou coeheiro, porera, ha mais
de urna sumana que me conduz todos os
das a essa casa ; condece perfeitamente
o caminbo, perfeitamente.
Aceitarei, senhor, interrorapeu Leon-
tina que, na perturbacSo do seu espirito,
nao podia reflectir no que havia de aingu-
lar na insistencia do medico, aceito e
agradeco.
E quando parte, minha senhora?
Ira mediatamente.
Leontina tocou urna carapainha.
Jos, disse ella ao criado, vou sa-
De meu psi!... repetiu ella cora es-
panto. Oh I Daus meu, o que me qusrjbir...
elle ? E porque rasio se lembra de miin?! Se a senhora ainda nio
Deseja ansiosamente tornar a vl a... | do quando chegar o senhor
Nunca I Nunca I exclamou Leontina hue hei de dizer-lh^ ?
com despeito.
Ao menos, minha senhora, permita-
me, tornou o desconhecido, perroitta-me
que eu cumpra at final a minha triste mis-
aio. San pai est doente, gravt mente do
tiver volta-
Mauricio, o
- Vou escrever-lhe algumas linhas.
Leontina pegou n'uma folha de papel,
sobre a qual tracou rpidamente as se-
guintes palavras:
Todos os ivoos tratos infliiig dis 4 sua
infancia, todaiv i-s infimias i'i.postas sua
mocidade, desappareciara da aua memoria,
aem deiiar nelU ovtfnor vestigio O de-
ver filial dava lhe una xjrdem absoluta;
obedeca sera hesitocio.
Atinal devemos concordar xgue para
urna rapariga tio meigi e tao nobr^tente
generosa e dedicada corao era L-mtin^,
o luco estava bera armado, o trama n*r-
feitaraent^ urdido, e a simpli-d.lale (' dos
raeios de execuyio era nma garanta)' do
resultado. )
Apeuas Leontina chgoa ra co/ra o
seu guia, eat j ultimo abri a porta ote um
lindibsimo coup j
Suba, miuha senhora, disse ellp.
Depois fechou a p >rta, em seguida ao
momento em que Leontina se sentava, e
disse para o oebeiro :
Para Neuilly, e nio poupea o caval-
lo ; ficais s ordena desta senhora para
quando quizer voltar pira Pars. ^
A carruagem parti com ura anaamento
bastante rpido. \
Engaiolada I... murmurou o suwpos-
to medijo, no momento em que ojcoup
desapparecia i esauina da ra Pilage. ^ ,
E acompanhou esta palavra caracters-
tica cora ura gesto que mal se criara com
a severidade do seu fato doutoral.
Agora, tornou elle, tirrado da algi-
berra ura cigarro, que se dispoz a gocen-
der, agora o resto lom Lenidas, e ama-
ubi teremos na algibeira uns cobres fa-
ZOaVcis !...
E desceu algremele a ra, assobian-
do urna aria de opsra cmica.
No momento eui que so dispunha a en-
trar n'uma casa de pasto qui est situada
na ra de S. L >urenco, quasi em fronte
da Chausse d'Antio, e que se chama, pelo
menos assim o julgaraos, casa de pisto do
Monte Branco, urna mulher, de andar pe-
sado e vulgar mas vestida com a mais
pretenciosa elegancia, apressou o pasa i
para se approximar delle.
Conseguio-o, e bateu-lhe familiarmen-
te no hombro.
O supposto medicou eatremeceu, segun-
do o costume daquelles que nio tem a con-
seienca socegada, e voltou-se rpida-
mente.
Baa dias, Tircis I lhe disse entio a
mulher que o fizera parar.
Ola! exclamou ello rindo,
nhora Belzebuth I Muito bons dias
vai de sa .e ? ..
ente... e eu, seu medico assistente nio pos-
so oceultar lhe que considero todos o* re-
cursos da soiencia como incapazes de o 8al-
var.
- Oh I meu Deus! meu Deus balbu-
ciou Leontina, o que me diz, senbor ?
A verdade. Nada, absolutamente na-
da, senib a verdade.
Entio meu pai est a morrer ?
Assim o julgo minha senhora. O me-
dico o coufesaor da alma e do corpo,
substitne quasi o sacerdote quando o sa-
cerdote est ausente. Seu pai oonton-me a
sua vida, e o mal que lbe havia feito, e as
suas faltas sio verdadeiros criraes. Soco-
guei-o ; tranquillisei-o.
n Disae-lhe que o perdi do sua filna
lbe destruira os reroorsos, porque ella es-
t arrependido, e do seu leilo de agona
que me manda aqu para lhe supplicar que
Iheperd8e. Diise-lhe tudo quanto lhe de-
via dxer, roinba senhora ; agora taja o que

v
FOIHETIH
O COKCND'A
POR
PA10J17AL
tercera parte
ASHZH3SIA5_DSAOi
(Continuado do n. 7)
VII
Medir Lula
Mas H*nrque estava pensativo e triste.
Responden :
As horas j nio nos pertencem.
Aurora pegou-liie na* mios e olhou para
elle tio ternamente, qu- o p >bre Luiz sen
lio dfrbaix daa palpebas aqu-lie calor qu-
proceile e proroca as lagriiUiS.
Tamb 'm sefire ? Henriqne ? mur
fiiurou ella.
Elle roeneou a cabeco, tenanlo sorrir,
e respondeu :
Engaas, Aurora. Honve um di
-em que tive um soaho tio bello, que tirou-
me todo o repouao. Mas aso foi apenas
um uia e nio ra mais que um sonho* Des
pertei, nio tendo mais esperanyas, liz ura
juramento, cumprirei a minha missio. Che-
gou o momento em que a miuha vida Vh
mudar. Estou muit* velho ago a, minha
querida filua, para recoraejar nova exis-
tencia
Muito velho I repetio Aurora, que
mostrou tolos os seus luido* deutes, sol-
tando una ga-g-dhad*.
Ue&tru Luiz nio Be rio.
- Na minha iule, disse elle baixo, 08
ontros tm j urna familia.
.Aurora loruou-so de rep-nt- seria.
__ E nio tem nada diaso, eorique,
roen amigo, a me tem n niim !
Mostr Luiz abri a bo :ca vivamente,
mas a plvr<* pralysiu-Hie nos labios.
Abaixou os olbos ainila urna vez.
S id tem a mico, n-p tio Aurora :
e qM*u eu para si ? Um obstculo sua
fclicifc.ie !
Eli qinz Lmpedil-a de continuar, mas
Aurora proaeguio:
S .beui o que dizeio ? Dizem :
Ella nio nem sua filna, nem sua ir-
ai. nem su mulber...
Dizm...
Aurora, nterroropcu roestre Luiz por
sen turno, ha dezoiti annos, que toda a
minha felicidade.
E' generoso e agradeco-lhe, murmu-
rou a in.>r;a.
Ficaram un instante silenciosos.
O embaraco de metre Luiz era visivel.
Foi Aurora a primeira que rompeu o si-
lencio.
Hmiuue, disso ella, nada sei dos
seus p-nsaiuentoc, nem das suas acs&es ;
e co-n que dirtito lhe faria urna recrimina-
cio?
Mi fstou siropre s, pens empre ero
si, o meu nico amigo. Estou bem certa que
ha horas ra que aiiviuho.
Q-iau lo meu corayio se opprime, quande
as lacrimas ac lera-me aos olbos, digo
com migo :
Se nao fo>8H eu, urna mulher amada
alegrara a sua solidan, elle pedera mos
irar s era toda a parte com o rosto desco-
b-rto.
Hrariqu, fz mais do que amar-me co-
rao um b-iin pai; respeita-me e deve ter
repnnii.io p.,r jiiuha causa os transportes
do seu Qpn 90.
A.mil-) parta da alraa.
Aupor linha com effjitj pensado. Mas
a diplofjacia innata as filhas de Eva.
lito era prin ipil.ii' nte um estratagema
para aab r. O golpe nio produzio resal-
udo.
Aurora e t-e esta fria resposta -
Qu n a tilha, e*k engaada.
O uli> r 'te m-atre. Luz perdia-se no va-
cuo.
O temp'i passa, munnuron elle.
Depoia, d- aubito, e COIUO 86 foSSO im-
pjB.-el Ollt T-81 :
Quondo nio me tornar a ver mais,
Auror, re cor lar se-ha de mira ?
As b-llia c3 es da moga desapparece-
ram.
S meatre L <>z tivesse levantado o
olhoa, tena viio tola h aua alma no olhar
profun *< que ell 1 lli- UdqOU.
Vai leixir-m-? balbuciou ella.
__ N.\o. diese iiiestre Luiz, com a roe
alterada ; nio sei .. taires.
fvupphco In I mur nuron ella, tenha
piedado aigo.
Como H nrique nio lhe responden, Au-
rora coniiuuou, bauluda era lagrimas :
'ial.-ez uio me qifira levar comsigo
porque teuho sido exigeiite e injusta. Ob I
fcl-iiriqua, meu amigo, nio fui eu que lhe
lallei uas uiiuhas lagrimas. Nunca o la-
rei! Meu Deus 1 sei perfeitamente que fiz
mal. Sou feliz, viato que o vejo todos os
dias. Henrique, nio responde ? Henrique,
nio quer ouvir-me ?
Elle tinha voltado a cabeca.
Aurora pegou-lhe no pesclo com um
g>sto de crianca para forcal o a olhar para
ella. Os olbos de mestre Luiz estavam
banhados de lagrimas. D ixou-se cahir da
cadeira e poz se de joelbos.
Henrique, Henrique, diase ella, meu
querido amigo, meu pai, a felicidade seria
s para si se fose feliz ; mas quero parti-
li.'ar das suas lagrimas I
Elle abravou-a com um movimento cheio
de paixio.
Mas de repente os bracos atroux>ram-
se-li.e.
So nes dous lounos, Aurora diss
elle cora u u sorrigo amargo e contrafoito.
Se nos visaera I Que sigjitica isto ?
Significa, replicou a mofa, que nio
r-nuociava asaim, significa que est egois
ta e m) *sta noite, Hinriqne. D-sde odia
me disse : t Tu nio s minha fi-
Meu amigo:
Meu pai est agonisante ; arrepende-
se, e mandou-me pedir que fosse vel-o.
Fajo o que me aconselharias que fi-
zesse ; obedeco a esta supplica suprema.
t Fica junto de ti o coracio da
t Tua
Leontina.
a 8e-
Como
Leontina metteu n'um subscripto este
bilhete, fecou-o, e entregou-o a Jos.
O medico nio pode evitar um senti-
mento de mal estar, diffijilmente dissimu-
lado, emquanto Leontina escrevia aquellas
linhas.
Vamos, senhor, disse ella em se-
guida.
O medico offereceu-lhe inmediatamen-
te o braco para descer a espada.
Nenhum receio pessoal, nenhuma in-
qnieta^io, nenburaa deseonfianca stravea-
- Ah I exclaraon Leontina, com efifu- sava o espirito da pobre innocente,
sio, e cora os olbos cheios de lagrimas,! Via apenas sen pai, dando talvez na-
me pai soflre, roeu pai est^moribundo, quelle momento o u ro, c
arrepende-se, e charaa-me.
lhe ditar a sua conssiencia.
Corao hei de I do em vio por sua filna ausente.
CAPITULO XIX
MIMA E COKTRA MINA
__ Entio como vai de sade, minha
querida senhora Belz buth ? repetio 0 falso
doutor com ar risonho, e o mais galantea-
dor do mundo.
Menos mal... menos mal... tornou
a inculiadeira no mesmo tora.
E o que faz por aqui a estas ho-
ras ? *
__ Trato dos meus negocios, meu esti-
mavel senhor Tircis.
- Isso vae correndo, hein ? Est sa-
tisfeita ?
__ Assim, assim. Mas nio roe queixo.
E' necessario resignarmo nos c n'este mun-
do. .. o palavra que nao sou das raais in-
felices.
Ainda bem ?
Oh sei que bm.
Nio sou, mas palavra de honra,
que a estimo 1 O diabo me leve se eu sei
porque.
_ E' uro ratio este Tiris!
__ Vai entio p ra casa com toda essa
presea.
Oh nio. .. von muito longe d aqu,
pelo contrario... do outro lado do rio.
Pdese saber aonde?
Pode ; poia, porque nio ? Vou ao
pala-io da Justina... Bem ve que o meu
paeseio seiio.
C Continua )
ero que
Iha. mulou muito.
Ni dia'em que me

T?
pedio o perdi<
do Sr. marques de Chaverny ? R-cordo
me disso, Aurora, e part Mpo-lbe que o Sr
marques est de volta a Pariz.
Ella nio re.spood meig olh-rteve tio eliquentes sorprez s
que Henrique morda o labio. P gou-Hie
nas mios que beij >u eouio ae quizesse afas
tar-e.
Ella conteve-0.
Fiqne, disse ella ; se isto continua,
um dia, quando entrar eui casa, nio me en
outrai raaia. Vejo re.tiro me. M.-u D--us I nao sei o qu-' iei
le feer ; w*u tic r hvr-. de unm, de um
CfTilo que ae loroa muito p za lo.
Nio t ra ie upo, murmurou mestre
Luiz. I*fa 1 ix-r-me., Aurora, nio pre-
rloa fu.ir
KxpuUar me ha l exclamou a p<-br
atoja, que a^ ergueu a-ta tifoso rece
01 10 UiM cno |U 1 d nio lio pito.
.Vi aire Luz obii' u rto con asiaioa
hstaVa 11 inda }ntt<-M U o lo outro: A.1
roa, scntoU aobre u-u paqu**Bd iau| -
cora a c.b'C' OHijoStaJa jor-|ii,.a da m
iri Luiz
- O qu np; t li .v.i, .1 urnurou ell ,
para *u acr f bz, iqUUI f lli, U iiikjU',
tio pon :a oon-a I Ha tanto ttjpii \f p r
di O IU U aorriso N.'lJ OataVI tK api con
tente o "l-^V-s qu^nio mu pe cipit-.va 011-
tr'ora ao sen encontr.
Os dedos de mestre Luiz alisara a*

lindas madeixas dos seua cabellos, onde a
luz da lampada produzia reflxo8 doura-
rados.
Faca corao outr'ora, proseguio ella,
s lhe peco isto. Diga-rae quando ae jul-
gar fehs, diga-me principalmente quando
tiver desgostoa, afir de que me alegre
comsigo, ou que to la a sua tristeza passe
para o meu corajio. lato consola. Sa ti-
vesse urna filha, Henrique, urna filha que-
rida, nio seria assim que procedera para
com ella ?
Urna filha repetio mestre Luiz, cu-
ja fronte tornou-se sombra.
Nada sou sua, sei, nao m'o torne a
diz-r.
Mestre Luiz passou a mi pela fronte.
Aurora, disse elle, corao se nio ti
vesse ouvi 10 s suas ultimas pahvraa. H-
urna vida brilnante, u ua vida de praze-
r.-s, de honras, de rimezas, a vida dos fe-
lize.s deste mundo. Nio a couheces, minha
hlha.
E p*re que preciso conhecel-a ?
Quero que a ceuhe$as; preciso,
aceres en ou abaixando a voz mo grado
seu.
T-lvez tenha que fzer urna eseolha ;
par ea -olber, preciso couhecer...
Lvantiuse. A expreaai do s u no-
br rosto dalli em di.nte mostrou urna re-
soluco nrme e rrflutila.
E' o su ultnjio dia de duvida e de
ignorancia, Aurora, .liase elle lenta ninte ;
allanto a mim, talv-s seja o meu ultimo
lia .le rao id ido e de cspe.ranc.
H-uriqu- em nome de D-us 1 ex-
j|,,|u..ei ex taraiu a mona.
Al-atri L iie l;vantou os olhos para o
-.
r*MC lo segundo a minha cons.im-
cia, murmurou elle ; Deus teet-muiiha ;
11 I. t iimiI o A leus, Aurora, c.nti-
iiu u ell ; oo dormir esta febit... P antes de tranapr a soleira da porta, enr
viou-lhe um sigoal de caneca paternal e ura
beijo.
J vm
Daa-
Aurora ficou s.
abava de ter com Hen-
A conversa qne ac
seu amigo, tinha tido
um desenlace moroen'o, Aurora nio deu grande attenSio
tio imprevisto que estava estupefacta e co- a tudo aquillo. Que lhe importavaro aqueue
_____1___l o. A nabec esta- bmA movimento e aquella ruido ( Alas
pasaava duas
a- e
rt u .r,.co Na la yiro diznr the : que-
n que a su. iiipr-sao s j sunta e eoui
p eta li^. i .ra,, tej a prevenirse, de agir
Ottia u>u tl.^i de ,-g in o. Kec.ne-ae uui-
,:a.U'<<' q'', por raais siug.il.res que se-
) i a> na venturas _._
poi ru'JB iniolia vontade e por ti u fl hnai,
a- U

mo que moral nente cega. A cabe$ esta
ra em fugo. O corayio, triste e magua-
do, concentrara se em si mesmo.
Acabava de fazer ura esforco pnra sa-
ber ; provocara una explicacio do melh'ir
moio"po todas aquellas er gen liosas finuras que a
propria mgenuidade nio ex le s mulbe-
res- Ni s nio tinha alcangado a expli-
cayio, co 00 ainda mais araea5a ou pro-
messa, um horizonte mysterioso sa abria
diaiite dellt.
Heuriqae dissera-lhe: Nio dormir
esta uoite Disse-me raaia : Por mais
si.,gul.res que piscara parecer lhe as suas
aveuturas desta noite, ellas terio por ori-
geui a minha vontade e por fim o seu inte-
r'8se.
Aventuras Da certo a vida errante de
Aurora tiuha eiJo at all cheia de aventu-
ras.
Mas s -ti amig 1 tinha a responsabilidade
ieli.s; s-u amigo collocalo sempre junto
d 11 cuno urna vigilante oentinelli, como
U'ii salvador infallivel, poupava-a at o
l-rror.
t\ aventuras daquelU noite deviara mu
dar de aspecto. I* aflFrontal as s.
Mas que aventurus seria u ess>s ? e pa
ra q.iu asas meias p^lavr s? Seria neces
aano conhejsr una vida muito diflf rente
daqu.Ua que at entio tinha levado ; urna
vi
dos ieliz-8. < Para escolher,t ti-
r fl t:, consulta a eua r-zio antes do'deroses c
uli .m-llie dilo. Escolber sera duvida en-
nolte terio
ii^ mu a minha vonta
111 rea. S taMr em me loriar
1 ntia c inti .nci. De perto ou do tan-
gs, vl> pf i
1 I u ln a mi e tornou o caminao do
>e 1 qu ri part miar.
Aii-.t-., nuiH-e apprehenaiva, seguia-o
com os olhos.
Cueg .nao ao alto da oseada, mestre Luiz,
tro aquella vi la de.seoiih"Cl* e a actual.
A es.-olna nao estara f.-ita ?
Tiaiava-se d saber de que la lo da ba-
lanca estava Henrijue, Seu amigo. A U-
io lhe idea, atravez da perturbaQio, sua
jKntio osjilhos dobrarem-se. Escolher I
pe- primeira vez naaceu nell* este pun-
gente p-nsam nto : Se sua mai estava de
ura lado da balanza e Henrique do ou-
tro ?...
E' impossivel exclimou olla repel-
lindo -ate peusaraento cora todas as suas
f'ory.s: Deus nio polo querer isto.
aqueile movimento
vio em um carro que
lheres preparadas para a festa :
Iba.

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l
I r
'
v
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*
-
Entreabri os reapoateiros da janella e
encostou-se ao peitor.l para dar um pouco
de ar fronto eii fogo.
Havia um grande movimento na ra.
A multidio agglome.rava-8e em torno da
entrada do Palacio Real par* ver pasear
os convidados.
J havia a fila de lteiras e cadeirinhas
entre du.s alas de curiosos. No primeira

mu
i!.ai e li-
* .,-
As lagrimas saltaram-lhe dos olhoo;
depois urna especie de dealumbramento se
produziu diante de seus olhos.
__ Se minha mai eativesae alli I pensou
ella.
Era possivel; era provavel. Eotio olhou
mai| atteoUmente p ra o que se podia ver
dos esplendo es da feata. D^> outro lado
dos muros do palacio, adivinhou outros
esplendores e maiores.
Teve como que um vago desejo que em
breve augmentou.
Teve ioveja d'aquellas mocas esplndi-
damente vesudas, que traZiam pendas no
pescoso, peroUs e fl -r-s no cabello, nio
das fljres, nem das parolas, nem dos en-
feits, mas porque estavam aenta las junto
d suas mus. Depois nio quiz mais ver,
porque todas aquilas alegiias inciUvam a
aua tristeza. Aqueiles gritos contantes,
aquella sociedade que se .agitar, amelle
borboriobo, aqueiles lisos, aqueiles esplen-
dores, os ecbo* da orchestra que tocava ao
longe, tudo isto lhe peyava.
Occultou a cabeca incandescente ent]
as mios.
Na cozmha, Joio Mara BrrrichoO des-

BL
mpenhava junto da velha Francisca, sua
v, o papel de serpete tentadora. Nao
tinha tido, gra$as a
para lavar. Aurora
Ueui, inultos pratoa
e mestre Luia s se
iinbara servido de um talher cada ura.
Em componsacio a ceia tiuha sido abun-
dante na coainha. Francisca e BerriJioa
tiveram o que era para ouatro.
(Continuar te ha)
"Trp- do Diario roa Duque de Ca as u. 4V;
jm
nni-u,---, > in, ...