Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18511

Full Text
II NMEBO 8
PARA A CAPITAL *2 LIGARE* OXDE MA SE PAGA PORTE
Por fres mexes adia-ntafos. r frisas!^...... 65000
...... moo\)
itos idera......
idem......
Itabo, do mesnoo dis.
h
246000
,$100
QUABA-FEBA 12 DE JAHSEBO DE 1881

Propriefcate te Jtttwfcl ^f rir| 1>* Jara M\oe
^-r.
PARA DK\TRO E FORA DA PROFTMCIA
Por .seis meses adiantados............... 13(>500
Por nove ditos idem.........,....... 200000
Por um auno idein.................. 270000
Cada numero a vulgo, de das anteriores. .......... 1100
NAMBUGO
Os Sr*. Anedce 5'rloee fc C.
de Paria. os nossos agentes
exclusivos ve anuncios e pu-
blicncSes da Franca e Iogla-
trra.
TELEGRAMAS
i



I
.i




j
SESTlp ?SIICLAS 20 SZAB2C
RIO DE JANEIRO, 11 de Janeiro,
s 3 horns.e 40 miritetos da tarde. (Rece-
ido s horas, pelo, cabe submarino).
Fol declarado'arnlno o Jalz de dl-
reiio dacomnrra de Biarno. na pro-
vincia do Maranlifto. Antonio Jone
de ttonsa, Freitan.
Fol nomeado 1. escrlptnrarlo
da ASfandesa da Parnlivba. o *. da
Tnenonraria de Faxrnda da nieaima
provincia. Antonio Paala*
Segalram para o norte no pa-
quete nacional o depatado Lonren-
co .de Albnqeieriioe. o deienilra-
dor Franciaro de Faria Lemoi. O
nr. ClaudJno Pina. Cyprlano Fee
Ion Filho e Espirito Santo.
PARAHSTBA, U de Janeiro, s 3 horas
e 40 minbS do tarde. (Receido s 5
e 40 minutos, pela linha terrestre).
K*t re*lalelccidoojreldese da
provincia. Dr. Geminlano Brasil.
A polica conseguio npawtguar o
coaflicto que ne dea em Bananel
ras.
Aparecen urna epldoaa de fe-
fcre man em Villa Telxelra.
O prealdente da provincia provi-
dencila de forma a eren occorrl-
do <>. habitante deaie lagar.
*y
*
SEB7IK -- ::'-:'::- --?:
^Especial para o Diario) _
ROMA, 10 de Janeiro. J
tqai ebegoa o teneral t. Mximo
iamtOM. ex-prenidente da Repblica
do Uruguay.
MADRID, 10 de Janeiro.
O alcasar de Toledo fol devorado
par una Incendio.
PARS, 10 de Janeiro, tarde.
Corpe o boa lo de urna prxima en-
Ireviata entre SS. Mil. o rei da llalla
eo lawrraiinr .la A nutria, devendo
ea entrt'vii;i ri'alioar e e Ve-
nesa.
BUENOS AYRE.S, 11 de Janeiro.
A epidemia de cnolera-morbu di
alone de Intennldade na Bepabllca
Argentina.
Ka> aliiman 21 Hura*, apena* ae
deram O cano novo* el bito.
MONTEVIDEO, 11 de Janeiro.
A cpldetuln de cholera -morbos fol
aNi nema cidnde.
Agencia Ilavas, filial em Pernambuco,
11 de Janeiro de 1887.
1NSTR0CC0 POPDLAR
Boiss s seus ranos
(CosteMia do preiessor J. J. Rodrigues)
(Extrahido)
1>A BIBLIOTECA DO POVO E DA8 ESCOLAS
yC o n i i n u a c a o)
Embora Koch affirme que alguno raros micro-
bios resistein durante muito* diaa so chloreto de
xineo em a doae de 0 p>r 100. nevemos ter rale
tacto por al latamente excepcionae, estando era
todo o caso ha uoaaa ini-o o empregarm >s aqu.-lle
sai *m *'' r doae A ana extrema aolubilidade
tudo c o a todo se prests, pudendo n* afoi-
rirnc r que cm nosao poder est o matar-
moa ou dei .ruios de rnur, valer, qualquer mi-
b uoierobicid, que a boa ou mi for-
tuna Ihe d sar inoradla.
A dse fiara nasa baeia destinada a urina?, nao
deve exceder o volume de um pequeo copo de vi-
no ou de iicor, 30 a 40 grainuut do liquido con-
centrado,
BMUriT/J a fiO gr-mmai para a desinfecco
dos Vmitos, ou das feaea,-^odt'ndc), na dse de 1
at X) por 100, servir na drsinfecvao daa pas, dea-
infeccio que (como ja diaoeuio-) prefenvel fxer
qom o chloreto d ca, que nao i incompativeLrcou o
chloreto de xioco. ^S
'pkm'o iltt cobre Mi tabella, qoe vos li, de
alKtJ^Hrfultados obfldos pelo Dr. Miquei un
le M nt SJuris,_>iotB8tea |Ue auppou
do igual ih eiicr,
e oppe putr^fi
e*?i
E', todava, smpre bem peque aa a dse, por aso
que 0,9 por 1000 grammas (qoe tanta peca appro-
ximadamente o litro do excipiente) menos do que
1 por 1000.
Representando a energa do solphato de cobre
por ICO, a do chloreto de zinco pouco excede o n.
17 e a do eulpbato de ferio o o. 8.
As propriedades antispticas do acido phenico
apenaa attingcm, segando o Dr. ftliqne!, 28 cente-
simos das do sulpbato de cobre.
E j qus uatuu coro estes confrontos to curiosos,
comparando as qualidades estenlisantes do acido
pbeuico com as do chloreto de cal, reagindo ambos
sobre caldo em plena putrefeccao, servindo-me dos
nnmerrs que apresentei, sob a reeponsabilidade de
Jalan de la Croix, notarei que o poder microbicida
do acido pbenico mal chega a 16 millesimos do
que caracterisa o chloreto de cal na hypothese
referida.
Se me parece tal vez exaggerada, por circumstan-
cias que nao pssso expender agora, esta enorme
differen^a entre a for^a dos dous productos, serve
ella no emtauto para justificar o descrdito relati-
vo que.boje afflige o acido phenico.
Comparando agora o snlphato de cobre com o
acido -phenico, coojonctamente pela energa e pelo
preco^ podemos dar por liquidado qoe esta ultima
substancia, pelo menos, em epochas normaes, pelos
precos miudos de Lisboa, 8 vexea maja do que a
primeira ;iatoquer dizer que. com a aiesma des-
peza, se obtem prximamente 28 veres mais effei-
to com o sulphato de cobre do que com o acido pbe-
nico, cotando-se este acido por precos agora inve-
rosimeis, e que, ae fossem mettidos em culculo nao
fariam mais do que aggravar a supenoridade re-
lativa que apontei.
No momento actual a diff .'renca seria de 40 ou
mais.
O sulphato de cobre, cuja reaccio levemente
acida, nao pode dizer-se caustico na dse de 5 por
}00, era que recommeudado, sendo prefenve
nsal-o na dse de 1 kilogramma por 10 de agua
(10 por 100, para que os dejectos, desinfectados
por este corpo. tnantenbam sempre a relacao mini
ma de h de desinfectante por 100 do mixta, desin-
fectado.
Quando os desinfectantes teem um valor mnimo
(como ora succede non este), antes se eiaggereajj
as dses do que, por mal entendida economa, se
reduzam sem provefto por vezes em perijo evi-
dente. ** N
O sulphato de cobre (capa rota 'azul) ^>ode -ser
empregado na deainfeccao das pas, embora para
isto nao valba o bom chloreto de cal ; .pode sefj
aproveitado na esterilisaclo das fdes e dejeclos,
embora en Ihe prefira nesta parte, pelos motivos
referidos, o chloreto de zinco ; excedente na la-
Vagem das maoa e a deainfeccao superficial do
corpo dos cholencos ; e tum pleno cabimento na
deainfeccSo das roupas, quer a qnente quer a trio
(a quente na dse de 2 a 3 por 100, a fro em dse
nao inferior a 5 por 100).
E' emfim inmensamente preferivel ao sulphato
de ferro (capa roa verde) cujos effoitos microbi-
cidas sao demasiado modestos.
O tulphato de f.-rro, cujo iosigoificante casto
nao excede de 3U res por kilogramma, convida
efectivamente ao aso ; mas, alm de mnito infe-
rior aos desinfectantes que vos citei, tem anda o
grave inconveniente de se peroxydar em presenca
da atmospbera, produsindo nodoas or de ferra-
que nao.mentesioJifficeisde l'^i^")^^ n a rwopa e tratan o fato.
_o sr intil leiabramo-aaa/n'aste aarjmento,
de que a desiafeceto, ds que-tratamoaj nio a
deainfeccao conforme a idea que d'lla fasiam os
antgoe.
Cuidavam os chimicos, qne nos precederam, que
desinfectar equivala a destruir o mu cheiro das
materias patrefeitas, cajas emanaces cnicas
tanto offendem a nossa pituitaria. Se, porfc, as-
aim muitas vezes, algumas ha em q&e al pro-
ceao de fiscalsacao antisptica. l|t)pJeAioente
absurdo.
A deainfeccao, que nos preoccnpl, nao ataca ge-
nto indirectamente a parte odorfera di materia
suspeita,e sob o ponto de vista da pituitaria, bem
veles que um qaeijj Gruyere deve ser militares de
ves< amis perigoso do que o vomito qaasi inodoro
de um cholenco. *
Sno8tancias ha que, esterillando absolutamente
urna materia putretei'a. Ihe nao prohiben! os deaa-
gradabilssimo8 efluvios outrss pelo contrario an-
nul lando o cheiro resoltante de vario* productos,
que podem ser fcilmente absorvidos, deixam livre
o microbio, qoe nempor isso ae mostra menos dam-
nnho e perigoso.
(Continua).
\/
ujesmo ifl ito,
Quer i'o dize;
agua oiyge
^^^Hka apon
1 u ligua oxygeiada
litio de Cal jo ne.:-
r, para produzr
\-> 18 vezes
I 5 centigramii
rse do
I deci,
4 do Janeiro de 1887. Ia saegao. Acen-
sando o recebimento do officio de V. Exo ,
n- 689 de 29 de Dezembro prozimo fiado,
acompanhado do rotatorio agresentado pelo
major Estevo Jos Ferraz, acerca dos
acontecimeatos, que ltimamente tiveram
logar no presidio de femando de Noronha,
sirva-ae V. Exc. louvar ao referido major,
em nome desta presidencia pelo bom des-
empenho da commissao de que foi incum-
bido. (A83i"gnado.) Pedro Vicente de
Aaevedo, presidente da provincia.
(Assignado) Joto Clarindo de Quroz
brigadeiro coaimandante das armas.
(Contormo) O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordena interino
e enoarregado do detalhe.
Repartico da Polica
Scelo 2* N. 17.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 11 de Janeiro de
1887. -Illm. e Exra. Sr.Participo a
V. Exc. que feram recolhidos a Casa de
DetencSo os seguintes individuos :
A' miaba ordena, Benevides de tal,
como alienado, vindo de Muribeca at que
tenha tlestino conveniente, e Manoel Fran-
cisco da Cruz, por disturbios.
a' ordem do subdelegado do 1* distric-
to da Boa-Vista, Joeepha Augusta do Vin-
te e Dionisio Goncalves da Costa, por dis-
turbios, minha dispo3;So.
A' ordem do de Belm, Francisco Igna-
cio, minha diaposicao.
O delegado do termo de Santo Antao,
communicou-me que no dia 1 do correte,
Antonio Bento de Lima, assassinou a
Constantino Gomes da Silva, com um tiro
de pistola.
| O delinquente foi preso.
Na mesma data Jos Augusto, de Souza,
conhcido por Jos Cabocio, espancou a
Manoel Pedro da Costa Comes.
Da vistoria a que se procedeu, reconhe-
ceu-se serem graves, os ferimentos, sendo
o frelinquente tambem preso e se a cha re-
colhido respectiva cadeia.
Aquella autoridade prosegue nos termos
do inquerito policial.
Communicoa-me o delegado de Agua
Preta, que no dia 3 do corrente mez, no
povoado Campos Frios, pertenceote aquel
ie termo, foi encontrado no rio Jacnhype,
em estado de putrefac(So, o cadver de
Jos de tal.
Pelas diligencias procedidas pelo subde-
si njqppbate approvada a acta da ses-
eo te." *
legado daquelle distncto, soube que sao o ir.J'* Mariaiiit, falla de deputadop ge-
Con- ^*" Affonso LastosaOTo me refiroa V. Exc,
ter-
*
3ARTE 0FFIC1AM.
i.nveruo da Propnela
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 10 DE
JANEIRO DE 1887
Adolpho Aatolpho Lina de Albuquerque-Be-
mettido a juntn medica provincial a queui o peti-
cionario ae ap'esentar para aer inspeccionado.
Abaixo assignado de moradores de Tejicupapo.
Iuforme o Sr. inspector geral da Instracc&o Pu-
blica.
Catt.no Cyrisco da Costa Moroira e Joaqnhn
Jos d* Silveira.Nesta data antoriaado oprl-
gadeiro commandante daa Armas a fazer aqu de
novo o predio para quartel general.
Qaanto ao pagamento pedido dirijam-se & Toe
aouraria de Paseoda para relacionara importancia
rio alueuel referente ao trimestre de Abril a Junbo
de 1S831884, na cenformidade da ordem de The
aouro Nacional de 26 de Novembro ultimo, n. 258.
Ferreira de Oliveira Irmaoa.-'-Sim, com as res-
tricea do eatylo.
Joao Rufino doa Santos.Ideas.
Jos Joaquim Alves Si C.dem.
Res pantos. IJem.
oneveva Ka da SiUa Corroa Gomes.Nao
pode ser de/erida, em vista da informacao.
J, 'i Ignacio Kibeiro R'mi. Nao sendo caso de
abertura (te p-rdiiio, aguarda o que a Tbcsooraria
de Fazenda v eolicitar do^overno, nos termos
da iot ruiaeao de 8 desti. mez, n. 8.
Ludu'iqj Gi>mea da Silva.Eui 25 de Feverei
rod 1883 mandou se.dar ao supplicauts a guia
que pede.
Dr Pedan lBlinlM Seuto Maior.A proh bi-
eio dc^uaeoj^Bae, e compiebeude os das lecti-
vas (*. 16^8" d*reau de 6 de Ftvereiro de
1885). ^F* .
Secretaria da Presidencia de,Pernam-
buco^ em 11 de Janeiro 1887.
O porteiro,
Francelino Chacn.
("ominando da* Armas
QUARTEL GENERAL IX) COjlaWpAS ARMAS
DaPERKAMBOCO, 5 DE .TA! W> Dfcl88i
Ordem do dia
Curoprindo o quo de
dent-j da provincia, n tiffi-1> alm
cripto, louv.) ao Srv"mj-ir '> 14"
do infaDlaria, Entevo Jos 1
bom dcseuipeiiho da coaiiiisaao qui llw fui
confiado no presidio de F> rundo do N
nh, por occasiio do ultimo confli to qo-
;ar entro pra9;iS lo itestaca-
^nleftiajns, iDuQfaatndo
laesuw di P,rw
^L^La^
ra e saa amazia Carolina Alaria da
ceico, os quaes se acham presos.
A mesma autoridade prosegue nos
mos do inquerito policial. .
Eai ofiicio de 8 do corrente o deftgado
do termo da Escada communic^u-me ter
feito remessa ao Da. promotor publico, o
inquerito policial que procedeu contra o es
eravo Basiilio pertencente a D. Joaquina
de Salles.
Em data de hoatem avisou-me o cida-
dSo JoSo Flix Pereira, que naqaella data
assuoiio o exercicio do cargo de delegado
do termo de Palmares, na qualidade de Io
supplente.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente d" Ase vedo, muito
digno presidente da provincia. O dele-
gado enoarregado do expediente, Salustia-
no Jos de Oliveira.
Thesouro Provincial
despachos do dia 11 de janeiro
de 1887
Padre Floriano de Queiroz Coutinho e
Dr. Antonio Adolpho Coelho de Arruda.
Haja vista o Sr. Dr. procurador.
Pretdo Corpo de Polica.Examine-se-
Beroet & C.Volte ao contador.
Jos Augusto de Mello e pret do Corpo
de Polica. Pague-so.
vSaundres Brothers & C, Orlem 3" do
Garran, Dr. procurador dos feitos e Fran-
cisco Maooel da Silva & CInforme o
Sr. contador.
J Francia ;o de Mendonca Pinto. Fa$am-
e as Dotas da portara de lioenca.
Galdino Aotonio Alves Ferreira. Infor-
me o Sr. Dr. administrador do Consulado.
%
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 11 D JANEIRODE 188,
Fooaeca Irmioa & O.A 1 aeceao para os
vidos fius.
Luiz Marcellino de Oliveira, Rodrigues.-A' 1*
aecc>> para attender n i forma da lei.
Ji-s Goneaives aa Silva e outros, Manoel Joa-
qun. Gomes Ferreira, Flix Jos Felveio, Manoel
Luiz Uibeir.i, Jos Luiz Gonzaga.Informe a 1M
aecvao. *
J.wquim Moreixa Rei. Deferido de accordo
com aa iiif'ruiiicea.
Auna Seuhorinha da Silveira.Informn a 1*
secvao.
Mana da Silva Girio.A 1* scelo para osae-
vidos bus.

fERKAMBBCO
E' lida e
san anteode....
O Sr. 9 secretarlo procede aleitura do seguinte
4- ,FtaU>IESTK
Um abpxo assianmd ) dos tachygrapboa eontra-
tautes d^pauhanapto dos debates desta Assem-
bls, reqaerendo*^ne se declare se teem elles di-
reito ou nao indeajnisacao de que trata a clau-
sula 1 Ia de seu contrato.A' commissao de poli-
ca. ..V
E' iido apoiiufck julgado objecto d3 delibera-
cao, c vaj a imprimir um projecto sob rfrlOM, au-
toriaundo o presiden.te da provincia a mandar ad-
mittir no- G/mi.aaioy por conta da provincia, o
menor Mano* I Aavar da Silva.
t? tamWm lidoe eem del>atc approvado o pa-
recer de oommissa> respectiva sobre a redaeco
do projecto n. 10. ;9te aano.
O Sr. AtToasao Loalonn Sr. presidente,
jnlgo ma no devejJe vir tribuna para justificar
um requerimentn.'que vou apresentar casa, a
proposito 'de um ntsumpto de grande importancie.
Aasim, nio o espirito poltico e anda menos
deapeitos e pretQnces pessoafs o que justifica, a
amiba- posicao nesta tribuna; venho, porm, soli-
citar as providencia enrgicas que est de nos a
exigir nos'{ramo da administraca > publica, que tem
sido HBsA descurido e que'vai descendo por um
plano incsTnado, coa grave prejuzo dos diaheiros
pblicos. Refiro r ao prolengamento da estrada
de forro de 8. Fratcisco.
Sr. presidente, 'aoaado o partido conservador
subi ao poder, julgamos que medidas serias se-
riara tomaoap, a*in:uito do realisar-se urna ver-
dadeira economa na construccao desta estrada de
ferro ; e assim julgamos, porque o Sr. conselh.'iro
Joo Alfredo, que tanto navia profligado o proce-
dimento dos engsnheiros, ao ponto de chamal os
caixeiros do empreiteiro, era o chefe do partido
que assiipia a direccao dos negocios pblicos que
tinba de ditar as icis no paiz e sebretudo nesta
provincia.
Entretanto, o que vimos ? O actual governo
incumbi o Sr. direetor da estrada de ferro, Aris-
tidea Gal vio, de fazer a fimpa. .
') Sr. Jos Mari-i^Apoiado.
O Sr. Affonso Lnatosa... completa nos era-
pregados, ten do apenas em mira o inters se pol-
tico.
O Sr. Jos ManaMuito bem.
O Sr. Affonso LustosaAssim, vimos emprega-
dos de merecimento serem despedidos e substitui-
dos por outros que tinhara apenas em sen favor os
servidos de acompanharem de facao cinta, os
candidatos do distncto em suas excursoes eleito-
raes.
O Sr. Jos Maria-*Apoiado, urna verdade.
O Sr. Afl'mso LustosaAssim, Sr, prasidente,
observamos que no nscriptorio central abriram ae
largas vlvulas admieo > de empregados, de
modo qoe os lugares multiplicaram-se, que o ser-
vico que d'sntes era feito por um passou a ser
feito por amitos. Vimos trabalbo d oceupar pe-
queo peasoal ser rxecutado por 20, 30 auxiliares,
vunccmlo as diarias de 31 a 9 j, e entre estes te-
nentes, capities a at tanentea-coroneis.
VozesOh! oh !
O Sr. Antonio VictorSou depatado par aquel-
lo districto, mas Adnca eompauhei-me de nin-
guem de faca/) A tunta.
ca, qu < alias de tal ordem e to reconhecida ne-
cessidade que basta para indical-a a ennnciacio
da materia do mesmo projecto.
Na seasao ordinaria d'este anno, quando Uve a
honra de apresentar este projecto, exiatia na ver-
tente do riacho Calafate ama velba ponte, mal
construida, e qne j estava ameacando mina.
Apresentei e projecto autorisando o presidente a
despender com urna nova ponte sobre esse lugar,
at a qnantia de 2:OJO000.
Esse projecto infelizmente nao po ie entrar em
discussio n'aquella sessio, em virtude d; affluen-
cia de outras materias que p&receram mais urgeu-
tea. Entretanto, constando-me depois que essa
ponte bavia desabado, e at em occasio eau que
passava um carro puxado a bois, en dei scieocia
a esta casa de semelhants facto, renaerendo at
urgencia para que fosse esse projecto discutido-,
mas teto nio poda ter lugar. Wiraado ante o que ente* vio
Posteriormente coostoa-me que da cidade da I
Escada, alguem se entendeu com o presidente da
nebro depatado con-
estera mesmo certo de que
ordarii e^asmigo. T^
N vimos na va permanente, trabalbo este qne
se execnta com insignificante despeza, doplica-
reni-se os-lnyares, vindo a ter pengenheiroresi-
dente mais dons auxiliares, 4 mestres de linhas,
um mdstre dos mestres, 21 cabos de turma, todas
estas oompostas de 8 a 10 horaens, sendo que nem
todo date pessoal de profiasionaes habilitados,
maa da simples eleitores, apenas preparados para
dar ganbo de causa aos candidatos conservadores
do districto.
Senhores, eu represento o 9 districto, que
atravessado na extensao de 80 kilmetros por essa
va-terrea e que, portanto, soffreu mais do qoe
muito* outros, do que o do nobre depatado, por
eiemplo.
Nio posto, pois, deixar de clamar contra taes
abasos, contra esse desperdicio doa dinbeiros p-
blicos.
O Sr. Goncalves FerreiraV. Exc pode di-
ser-me se eats mestre dos mestres liberal ou con-
servador ?
O Sr. Affonso Lustosa E' conservador; se
fosse liberal, seria com certeza demitt.do, porqua o
Sr. Aristides Gal vio tornou-se para V'v. Eics. nm
mero instrumento e exiga para a admisaao de em-
pregados a nica condicio de serem eleitores os
concurrentes. <
(Apoiadosda, bancada liberas).
Eu app-ilu para os factes que estao no dominio
publico, cJP r leso qoe apresento o requerimento ;
nio mo dase, por espirito de oppoaicio e
muito meno por despeitO-
O governo imperial fes muito bem, devia mesmo
demittir todos oa lijberaea, porque nos nos chava-
mos mnio mal coltecados n'aquella asmosphera.
O Sr- Goncalves srreiraA estrada anda est
ebeia de liberaos.
O Sr. Affonso Lust09aDepois de tudo isto,
appareaan nma tarca. O nobre ministro da agri-
cultura, JWez mais taxendeiro do qne ministro,
julgaudo.setn duvida qne a classe de engenheiros
ae podia eMipafar a um lote de eacravos...
sr.*Je MariaE' orna verdade.
'SJSiffo LusU^i-------oque fez ? Man-
iSesa vigor um decreta existente -, mas por
'- quera Pelo Sr. Aristides Galvo,
ttbohtem.
J nobre deputado iojojfte.
iaaE', ama verdade ; ap-
O S.
dou__
em f%f'
esse tran
Uu_-Sr.
Fin
numero de. ess
que hnvsse n
engao, ienbo
um verdadeiro
o decrete, reduzindo o
e todos ni acreditamos
,de nma redaeco ; mas,
houve tal redaeco, hsove
... O Sr. Farias foi ar-
vorado sin chrisrsadj-r... Assim, mudou-se a
deaguaJEto l*$fr\ H.q|S|iII, p >r exemp,s$qu..-
era nienjWanV l'oba pxsspu a'ser medidor.
O Sr. Cost*l|'rjriro--Derarn Ihe as honras de
biipo, qr^iwo uem pode obriamar ..
O Sr. ASMaso Lustosa*sV' houve absoluta
aalnte economa algoma, e a razio de ser do
requerrseme que vou submeiter consideraco
da Asataibta.
4sseuibla Provincial
KtSE-nA EM 10 DE DEZEMBEODE 1886
eataiutacia no f.xsi. sr- db j.t hahobl ds B^njno*
WABOBHBT
Ao m> io da, felfa a chamada e verificaado-se
iar-ni pieaeme os Sr. liatis e Silva, Juveucio uainent
ii, J = .van, Antonio Vctor, Joo de'"
i es daiiv, Constantino de Aibuquen
r*rn J.c bina, ASjuso Lustosa, Herctt;1
10 ir*. Gooontres Ferreira, Andr ias, A
aWsttspo W^naerley, Barro Brrelo Jun
Cos Gjin-, K go Barros, Perreir Vellose, Itos
e mlv.., Ridrigu-s Hurto. Swares de Amoriui, Go-
.reu e, l igobertofJ4,ipihronio Port-lla, Au-
Julgo que sto no seltdireito : que podor de-
ii*tir-, todos oa libaraea; o*,, que nao tm o
to de dizerosMiri! fcnjii st rodu
o Vlesper
gusto Frankliu e
iJ-Ura abe
C iiipreusn
. t'aii
de i(>|Uon
(Joat i,
ae Barros, o Sr presidenta fi
os Sra. Joo de Oliveirnt'!
Praxsdes Pits/iga.
^^kii.! Mello, Coelho de MoracsJ
Alvos, Luis de Audrada,
B9rAo de Caiar.
Se Toduccoes, obstan-
heiros pubiieos. A es-
um verdadeiro Qui-
Galvao nm verdadeiro
uenmento do Sr. Affonso
osa sin de ser oppcrtu-
subraettido discussio.
>ia,do e sem debato appro
ito :
a para continuar a dis-
^^Htarenciaa de Tacazat Gon-
~
Ao p roquer
io d'estel
me pelo
a su u
provincia, no intuito de mandar construir essa
ponte; e erfectivarneute 8. Exc. deu principio,
mandando orea esse trabalho. No principio da
sessio, eu requer informacoes de S. Exc sobre
este facto. Efe resposta veio o officio di presi-
dencia declarando o seguinte : (l).
Recebendo esta resposta ao meu reqnerimeuto,
apressei-mo em pedir a V. Exc. que fosse dado
para a ordem do dia o meu projecto,' afim de que,
discutido, podesse ser apnrovado n'etta mesma
s-sao, visto qne a materia era nrgentissima.
Effeclivamente, Sr. presidente, a materia da
maior importancia e da maior nrgencia. A ponte
sobre o riacho Calafate de absoluta neceasida e.
A vertente d'esse riacho corre por um valle, que
mede quarenta palmos de profundidade ; de sorte
que no invern nao posnvel tranapot o, porque
as nascentes do rio Ipojuca, onde aqoelle desagua,
retrocedem e poem-no em estado de nio poder ser
atravoMado.
D'aqui j v V. Exc. e v a Assembla a neces-
sidade absoluta da reconstruccio d'essa ponte,
visto que com a queda da outra ficou completa-
mente interceptada a communicacio publica -por
esse ponto da cidade.
N'estas condicoes, Sr. prosidente, parece-mo que
o projecto de quee se trata nio pode deixar de ser
approvado, e, como ha j om orcamento, avadan-
do em 2:800^000 a reconstruccio d'essa ponte, eu
me agnardarei para na 2.a discussio offerecer urna
emenda augmentando o valor da autorisacio con-
signada -ne projecto.
Feitas estas considerares, creio que tenho
mostrado a conveniencia, a ntilidade e a necessi-
dade da ponte a que o projecto se refere, e sent-
me, esperando a approvaco d'elle.
iltviSTA DIARIA
Pe, que banha o povoado Campos Frios, o cadver>
j putrefacto, de Jos de tal.
Pelo exame e diligencias mandadas proceder
pela autoridade competente, caegsu-se a verificar
que a morte de Jos de tal foi violenta e crimi-
nosa, sendo indigitados como coniventes no de-
licio Jos Caetano Moreira e sua amasia Cordolina
Maria da Conceicio, os quaes foram presos e es-
tao sendo* summariados.
Ansalversarlo Amanh fazem 61 annos
que foi espingardeado, no largo das Cinco Pontas,
o chete da malograda revolucio do Equador Fre
Caneca.
O que seria ?.O Sr. Manoel Joaqnim de
Santa Rosa, moradorjds predis terreo n. 105 da
ra Imperial, sabio para OJinda pela marina de 9
do corrente, deixando lechado o dito predio
dalli v,iltou pelas 10 horas da noite, ficands logo"
Umpea da cidadeHoje deve celebrar
saa primeira sessio ordioaria a nova Cmara Mu-
nicipal, que foi empoaaada no dia 7 do corrente.
Nio precisamos e nem temos o in'uito de enca-
recer a sua misso, que, embora dfficil e penosa,
nao isenta de glorias, e ser proveitosa e til
ae os Sra. Edis quizerem bem comprir i honroso ^rr4
mandato qua Ibes foi confiado. I
O noaao fin ontro. Cogitamos apena^ de cha-
mar sus, attenco, come assnmpW que d de palpi-
tante interesse de actuaUdade, pan a limpeza da
cidade, que diz respeito imjiediatamente hygie-
ne publica.
Est patente todas as vistas, que o servico
actual da 1 impera da cidade o peior possivel.
Os caes que bordam o rio Capibaribe vivero api-
nhados de monturos em todos os pontos. As pra-
vas, roas e travessas ostentara montes e montes
de cisco e toda a eapecie de iramondicias. Em
muitos predios os quintues sao focos perennes de
podridoes, que exhalam gases pestilenciaes. No
geral, as babitacoes nio estao caiadas, seqnr ex -
teriorraente. E, como se isto no fosse de sobra
para malainar a salubridade publica, subsiste o
detestavel svstema de serem aterrados com aa
varreduras das mas e com todos os residuos das
babitacoes os lagares pantanosos, sem ao menas
serem cobertos esses esterquilinios com um pouco
de cal e areia !
Pode dar-se maior abandono daTcidade aos hor-
rores de urna peste que, sob o sol abrazador d'es-
tes tempos de vero, venha por ventura manifes-
tarle aqu ?
Entretanto, nm dos mais serios deveres das
Edilidades zelarem pela salubridade publica,
procuraren ellas, ebsiar s cansas, permanentes
ou accidentaes, que possnm damnificar a hygeno,
pondo assim a bom retas a sade, o que importa
dizer, a vida des seas municipes.
Sob esse ponto de vista a Cmara Municipal
do Recite, que findou agora o seu quadriennio,
cumprio mal o seu dever, pois qoe se, ha dous
anuos, instigada pela opini.lo publica, atirou-sp
lica com afn que denotava os melhores intuitos,
bem depressa esmorecen na faina, descurou quasi
completamente os aasumptos hjgienicos, e a on-
aeqnencia foi voltar a cidade ao estado anterior
aquel le afn, se que nio ficou em peiores con-
dices.
Facto este que todos os munieints do Recife
podem attestsr ; o nao eremos que os actnaea
Srs. Edis o desconhecam, tantas e taes sao as
cansas de insalubrid'ade por toda a parte derra-
madas.
Nest situpcao, e diante da possibilidade da
visita de nm hospede, que tanto tea de importuno
quanto de cruel, nenhuro assumpto deve mais e
noJkormeute incitar e desafiar o selo da nova Ca-
masi Municipal do Recife do que o da bonifica-
co da cidade, no ponto de vista do seu assei.. e
limpeza, dous factores necessarios de ama boa by-
gienc.
Urganise, pois, a nova Edilidade esse servico
por modo mais convinhavel; prescreva as regras
a seguir-se na especie ; faca-is snnpcir eocru-
pulosauieuta:; e ganhnra o s-u p>iraero e mais
vrente louro na batalha que agora encela.
17 rtifficil a empresa ? Tanto melbor, '^rque
maior Str a gloria.
ierslpec aiaKoan Pelo vapof1 baKfano
Strqipe receemus %llyjde Aracaj at 9 e u-
Macelo at 10 do i-omB^ Uoias e outras nada
referen! digno de not .
Para sarasa al Um nosso patricio, o
8r. Fraukrn&ilHniQ Diuiz, leve a feliz idea de
substituir por bisgas de papel picado as de agua
isa, aempre iueomuiolativas, as de pos,
SCVh
Dinuptormou, pois, una pequeos saqui-
nhos dt) papel, garbosamente eufeitados, couteudo
pedamos diminutos do papel de cerca vanadas, e
os tem expjstos i venas em toda aa lojas d- mia-
des ia. na
E' um innjncente passatempo para o carna-
val, e que merece ser bem acoibido pelo pu-
blico, Unto mais quanto com ser de industria na-
cional nada perdunJa confronto com os melho-
res similares que vn do eatraugeiro.
Club Carlos aSsnea Esta associscio
fumeiona boje, s 6 horas da tarde, cm sessai or-
dinaria.
Aaaanaioato No termo de Santo Antio, c
no dia 1 do corrente mez, Antonio Bento de Li-,
ma, aasaaaiusu com um tiro de pistola a Constan-
tino Gomes da Silva, sen lo preso em flagrante.
Bapanramcnlo No mesmo termo e data
referida, Jos Antonio de Souza, cogoominado .lo-
s Cabocio, espancou a Manoel Pedro da Coala,
produziudo-lhe toiiaas graves, aaguudo declara-
ran) os peritos que vistoriaram o offendido.
O delnqueme foi ig jalmente prese.
HomicidioDe Agua-Pieta mandarai
que, a 8 do corrente, foi encontrado u
Ao pe do referido predio, ha outro em ruinsdV
com o n. 103. Na parede divisoria dos dous, di^
lado da sala da frente, havia um grande rombo,
pelo qual podia passsr urca ou mais pessoas.
No pavimento da sala de jantar ha e fundo buraco, tendo a margen) a trra delle ti-
rado a urna especie de tampo fdita de betume,
denotando obra muito antiga, e parcecudo ter sido
retirada da escavacio.
O Sr. Santa Rosa commnnicou o tacto polica,
accrescentandoo que era realnada Ihe ter sido
roubado. 0 subdelegado do 2' disKricto de S.
Joe fez algumas pesquisas infructuosas.
O qne seria ? Por emquanto ninguem sabe.
O MargalE' este o titulo de um drama era
8 quadroa, que o Sr. Silveira Carvalbo acaba de
extrahr do romanceLa Grande Marmire, de
George Ohnet, dedicando-o especialmente ao_
Congresso Dranatico Beneficente, em cuja sede* *
fez a le tura.
Consta-nos que ser elle levado scena no fim
do corrente mez, uara o que oo tem poupado es-
forcos o Congresso, attendendo ao merecimento
da peca, que se diz ser nm bom drama.
Retinta e exercicio de fosoHojc,s
4 1/2 da tarde, o Exm. Sr. general Jos Clarindo
de Queiroz, commandante das armas dssta pro-
vincia, passar revista ao 14 batalhio de infan-
tera no Campo das Prinzezas.
Em segjida haver exercicio de togo, feito pelo
mesmo batalbio.
Betratois. Acham se em expo3cio na Li-
vrario Industrial, ma do Barao da Victoria n. 7,
os retratos crayon dos finados Dr. Jos Tibur-
cin Pereira de Magalhes e seu irmo Germano
Pinto de Magalhes.
Slo trabalho do intellgente artista Sr. Vtra-
Crnz, que se eamerou especialmente no do Dr. Jo-
s Tiburcio, cajos traeos pbysionomicoa sio repro-
dozdos com admiravel fidelidade. ^
t*nbelro. O vapor Sergipt trouxe de sul *
para :
J. F. Faria Oliveira 100*000
Marcolino Silveira 50#000
Oenembariiailor DellMo Cnvalcan
te. Deve chegar amanbi esta cidade, no va-
por Pernambuco, em que parti do Para, com sua
Exma. familia, o Sr. desembargador Delfino Au-
gusto Cavalcante de Albuqucrqoe, que, depois de *
urna ausencia de cerca de 10 anoos, volts sua
natal, por ter sido removida pelo Governs
Imperial para a tyelacao desta provincia, onde
S. Exc. licuar honrosa tradico, qne como -
noecrjDro dmagistrstura do paiz deia na pryviu-
cia do Para, em que fez-se respeitar e estimar pe-
la sua rectido de espirito, poresa de intences.
firmeza de carcter e sempre esclarecida compre-
henaao de seus deveres de magistrado.
S. Exc que j foi magistrado nesta provincia,
conta nella admiradores qns se felicitan) pela sua
volts, cerfos de que a justica aqu vai ter mais um
ministro que asfapnra e a nossa sociedade entra de
iioo na ppsse d'esse datinctissimo cidadao.
Nos, que conhecemos de perto ofism. Sr. des-
embargador Delfino Cavalcante, nos suppomos or-
go de todos aquelles qne nio perderam aioda a
reminiscencia de to honrado pernambocanoaB ta-
zeaaos votos pelo seo feliz regresso esta ierra,
qoe S. Exc. tanto estremece.
Em seguida transersvomos do Diarii do Grio-
Pard, as palavras com que essa folba em seu No-
ticiario de 2 de Dezembro ultimo, narrtarlft"des-
pedidas, que os siembros do Tribunal da Ridacio
d'all fizeram ao nosso digao amigo, pondo em re-
levo a estima e admiraco que soube elle gr
de teda aquella provincia.


1


*- -do ante-hontem a nltima sessio ordinaria
dosTributial da Heaco no corrente anno, em r^-
zo das ferias forenses, que comecaram bontem.
resol ver am os senhores desembargadores unnime-
mente, e sobre proposta do venerando Sr. desem-
bargador Jos Quintino do. Castro Leo. consig -
nar na respectiva acta nm voto de reconbecimento
ao Sr. desembargador Delfino A. Cavalcante de
Albuquerque, pela maneira digna porque exereca
os espinhoaoa cargos de membro d'aqoelle tribunal
e de procurador da corda, soberana e fazenda na-
cional, durante o longo espaco de 9 aun os.
s Por essa occasiio, to ios os Srs. dnsembarga-
dores e juizus que servem actualmente na Relacio,
sem distinecio de cor poltica, manifeatarara-se a
respeito do Sr. desembargador Delfino, com pala-
vas de profundo reconhecimeuto, tazendp sentir
a S. Exc. o pesar com que perdiam um compa-
nheiro tio distiucto a todos os respeitos.
Pela nossa parte, interpelando os sontiraen-
tos de toda esa provincia, nao s* nos nssociamo-.
de coraco ao voto do egregio tiionnal, mas ac-
or racen tamos, que o iUuetro Sr. desembargador
Delfino deia era ted is os paraensosaiuceros ad-
miradores do sen carcter boa jstj e rectido de
inteiices-
< Tendo S. Exc. de partir brevemente para
Pemaubuco, para cuja K-jiaco acaba do ser re-
movido, comprimo um dever testemunhando a
S. Exc- o uoSeO apreco e particular couideracao
pela aUa piuoa.
Se, edmo n^licos, nio tivemo occasio de
receber fJvois de S. Exc, t^voresqae alias non-
es solicitamos, romo cidadi>a lelicitamo nos de
termos podido apreciar de perto a pureza de, seos
sentimmitoa e.ajrxsJSleaa de sua alma
A r-.-viucflj fcflS s.W aquilatar o mateci-
mcuto .10 diqufl Mez votos ps que, em gar-
.ninrmeo, 111er-y7 sl|i|nv. a coMaidcracao a qne
tem as p-Us qualidades distinutas que o ornara,
tanto tumo .magistrado, como no sen carcter de
cidadi.', ch to de familia e amigo. *
Inttittito Oi'isenovc de Ab-llEste
est^ le -nnenu .ie educaco e inateceo primaria
Ssecun aria, sito ru* do Progwoao n. 1, fun-
,itu e dingi'lo p-lo Dr. Luiz Port.iCarreiro, abri
bOas au'as ti intein, como se vi do do auuuneio
eui ouiru seceso.
Tendo a vantigem de ser morada de familia nf>
pri'pno predio do collegio, proporciona o respectivo'
director aos seus alumuoa, par da e |e.ll.ctual, o tratara-nto canuh.bo que ssbem dis
penaar as seuh .ras.
Vapor SlqalPor ordem superior h
transferid- d.: ho,.t in para o dia 14, ao meio dia,
a eahida deste Wpor para o presidio de Fernando,
de Noronha.
Tragedia* do BeclfeOeste romanc
do Sr. Dr. A. M. (Janeiro Villea diatgbai
bontem a f..rma n. 36.
(iablnete Porincncz de Ce!
Para o prximo domingo 16 do correa
horas, est convocada urna rcunio da
geral do Gabiuete Portugus de Leitura.
T.-r a referida assemnla geral do o
tura do rotatorio da Directora c de el
coinmiesao de exme de contas.
Hurte dolorosa.Conaunic
Alga Secca :


m



2
Diario e PemambocoQnarU-leira 12 de Janeiro de 1887

x
-
No di* 8 do coi i cute, pelma 7 horas da ma
nb, no eogeuho Curupaty, cahio detaitradamen-
te nataxa com mel a' ferver Francisco Xavier d
Morant Filho, de 25 annos de idade, e seabor do
referido' engenho.
Foi geral o sentimento esta localidade, Onde"
o infeliz moco goauva estima de todos. > *
Morle repntla.Teodo sido pteao cor-
reccionalmente o indi/iduo Francisco Fernande,
que se dera ao vicio de embriague, e residente
etn Alaga 8>eea, da comarca de Nasaretb, snece-
deu que por ai noite fosse atacado de urna
apoplexia fulmnense, do que falleceu, segundu
exame feto no cadver prrr ordetn da policia
FallecImeeBaaVictima de urna tffeecio
. pulmonar succotabio no** 5 do corrate, pelas
sete horas da non, na cidade de Naaaretb, Jos
Pinto de Sonza Hssnea, proprietario, e filiado ao
i partido conservador.
Centava 42 anuos de idade. paseados n'uma
vida laboriosa e honrada.
Tendo duas filhas aaturaes, perfilhou-as ao
morrer, deixaodo-ihes e que possuia.
O finado era feralmente sympatbisado.
cihIItu(< Arrbeolodco -Amanha, a ho-
ra do costnme ha ver sesso ordinaria do Iosti
tuto Areheologico e Geographico Pernamboeano.
I.nirria to HuraEm eonwqeencia de te
haver interrompido a commumcacao entre o Ma-
rauhfio e Para, deixamos de publicar boje o re-
sultado d'esta lotera, o que taremos amaub
Ponte dn aaiein da Magdalena
Chamamos a attenco de queru de. direito com-
petir, para um grande buraco que existe no lastro
d'eata ponte, perigoaissinso pela sua posico.
Quanto mais cedo cuidai-se de seu reparo, tan-
to menor ser o trabalho n'clle empreado, como
diminuta a despeza feita com o metmo.
De da para dh, com o transito feito por esta
ponte, augmenta o dito buraco, que, a nao ser rir
tempo concertado, dar em resultado gravea e
desastrosas consequencias.
Directora das obras de eoaserva
ralo don poriooBoietim meteorolgico d
di i 9 de Janeiro de 1887 :
;;
fio




lloras V Barmetro a Tfiiso do vapor X 'i 9 a
6 m. 263 75*>t3 19.20 74
9 28 8 759-89 19.25 66
13 297 759-68 19.62 63
3 t. 290-5 758*81 19.28 63
6 278 758n>97 18.92 68

'






.1

m
Temperatura mxima3050.
Dita miaima26*,0.
Evaporaco em 24 horas ao sol : 7",3 ; som-
bra : 4>,6
Chuvanulla.
Direccao do vento ESE todo o dia.
Velocidade media do vento : 2n>,65 por segundo.
Nebulosidade media: 0,52.
Ilonpltal Porlataex-O mnvimento das
enfermaras deste hospital na semana linda foi o
seguinte :
Existiam em tratamento...... 20
Entraram.................. 7
Sahiram curadas........
Falleoeu..............
Ficam em tratamento..
27
4
1
22
27
Manoel Car-
Entrou de semana o Sr. mordomo
dozo Jnior.
tiamellelraEm 10 do corrente oscreve-
ram nos desta villa o seguinte :
Que tenham pas&ado boas festas o que ce
sejo redaeco do Diario de Pernambuco.
Depois de minha missi va que me fizeram o
favor aceitar em son conceituado jornal poueo te-
nbo a accrescentar ; porm, como tiveram a bou-
dade me perreittir continuar a dar noticias do es-
tado e occorrido nesta villa limito-me a noticiar o
pouco movimento que teve este lugar.
Estava marcado o dia de boje para se pro
ceder a leico de juizes de paz desta paroehia
em virtude de ter sido julgad* nulla a anterior
nao tendo sido hontem insta liada a meza, e hoje
tambem nao sendo organisada at a hora manda-
da p. la lei, o mesario Bartbolomeu do Reg Bar-
ros, requereu ao presidente da mesa o eocerra
ment dos trabalboa eleitcra 9 e um quarto e nao estava inda orgausada a
mesa. Sendo iato approvado, deixou d*aver elei-
c". Nao obstante ; compar ceu a maior parte do
eleitorado, voltando alguns delies contrariad]asi-
mos.
Tambem deixou de tomar peese no dia 7 a no-
va cmara municipal, em virtude de nao compa-
recerem todos os membros da voiba, e o presiden-
te negar-te a deferir juramento aos novos eleitos;
de forma que ficamos na mesma, anciosos como
estavatnos esperando que toma8sem conta os no-
vos camaristas com a prcmesaa por elles feita ae
tratarem do bem estar ; melhoramentos do lugar.
Foi marcado o dia 12 para haver a tal poete.
No dia 1 do corrente, a soeiedade dramtica
desta villa den um espectculo em seu theatrinbo;
levando scena diversas comedias ; esteve bem
eoncorrido e agradou bastante.
Preparam-se elles para breve levar scena o
dramaDicinla e para melhor desempenho vo
convidar a artista Apolcnia Siiva para ajudal-os
visto como nao ha pessoas anda habilitadas.
Continua com milito progresso o gabinete de
leitura recebendo continuadas offertas, jipor socios
j por particulares. Foram cffereeidos peto socio
Manoel Araujo 200 diplomas lithogrsphados; alm
deste donativo t< ra feito o mesmo outros benefieios
aVsto estabelecimento, merecendo assim a grati
dao dos seus consocios.
Desembarcando aqu o soldado, que desertoa
cara o sold do destacamento de Barreiros, alueou
ao italiano Salvador um eavallo de cuito de 120A
e foi andando, deixando o pobre com as maos na
eabeca!
Continua uo exercicio do seu cargo de jniz
municipal o Dr. Joo Lopes de S. ramos.
Por hora nada mais que merece attenco.
Aa inpira;ft? d memoria dea
sjrandeExtrabimos do Corriere de ttenov,
de 10 e Deaembro ultimo o seguinte
Antes que se feehe para sempre o tmulo de
Mareo Minghetti, exhortamos a todos os joveos
especialmente, que elle tanto estimava e aos quaes
diriga aquella fervorosa, fjennda o _fascinadora
palavra, a deplorar a perla dolorosissima, immen-
ta, mas sobretodo a inspirarem-se nos ex.mplos
por elle deixud%s.
Poucas vida* de horaens Ilustres foram peto
bem pnbiico, mais activas, mais laborio-as dt
qne a de Marco Minghetti, e talvez nenhnm dei-
xe excmplus ti- admira veis na vi Ja publica quaa-
to os que elle nos deixou.
Para elle a poltica era nina paixai e uro dep
ver, nSo o instrumento de umbioes vis e de in-
tcreeees nao patriticos.
Para elle o culto liberdade era inseparavel
daqui-lle pela ordem. / _
Para elle a lucia era um debito da cidadao,
e elle morrea as trineheiras.
-. Toda a ana vida foi propagania de ida te-
euudas, na poltica, na sciencia, na arte, usa let-
tras; nenhnm camp da humana operosidade foi
portflle deiaado inexplorado.
Alma das astociacoeS polticas, infunda nos
morosos o vigor da Inota e ineprava a todos ele-
vados sentimento*.
Elle est morto, e a Italia o chora ; o re e a
patria eslo de luto, o parlamento est coberto de
futo, de Roma -m Bolonha (oi>de nasceo) sao os fu-
nreos toques f$or toda parte reepira-sa a tris-
teaa.
Nada mais legitimo, mais nobre da que este
ruto, que o maior tributo de honra grande me-
moria, mas estril seria este pranto, se o povo ita-
liano nao quizesse ou nao sonbesse ioapirar-se na
lembranca, no exemplo das virtudes, dos ensioos
encerrados as paginas gloriosas da vida de Mar-
eo Minghetti.
< uspiretno-nos a% sua memoaa, as luctaa
pelo bem, tobamos constancia na propaganda das
ideas tas, e no cilto patria c a casa de Sa-
boia.
< Eia aqui o nosso voto no dia triste dos fune-
raes d'nm dos italianos que melhor tem honrado e
servido 4 patria e o rei.
L.etifi+nEffectuar-#e-hc:
Hoje:
Pe? agente Pinto, as 104|2 horas, na ra do-Riv
ebuello a. 7, de movis, toncas, vidror, etc. e urna
vacca e 1 cabriclet.
Peto agente Modetto BaptUta, \0 1|2 horas,
a ra da Gloria a. 104, do estabeleeimeato abi
tito. '
Pato aqettft Gutmdo lis 11 horas i ras Bom
Jess n. 28 de movis gaiolas passarss gneros
de estiva.
Amanha :
Pelo agente Gusmio, 11 horas, na roa, do Mr-
quez d liuda'n. 19, da vaceas da trra, carueiros
e. garrotes. A
Velo agente Modetto' Baptisla, s 11 horas, n
roa, Estreita do Rosario n. 24, de faxendaa e um
sitio.
Peto agente. Pestaa, s 11 horas, 4 ra do,V-
gatio n. 12, de boi e carroga.
Sexta-feir :
Pelo gente Stepp/e, s 11 horas, n ru* do
lmperalor n. 22. de cata terrea do beeco do Vi
n. 1
MiMaM tamenreM.Serio celebradas:
L.,e :
A's 7 aeras, em S. Francisco, pela alma de D.
Clannda Amelia de Meadnnca; is 8 horas, aas
capel las do alootcird e Apipueos, pela, alma doma
jor Miguel Jeaquim do Reg Barrea.
Amanha :
A's 7 hora, no Espirito S.nto, pela alma de Ao
tonio Correia de Vasconcellos.
Sabbado :
A's 7 horas, em S. Jos de Riba-Mar, pola alma
Ulaudino Jos Pas.
Casa do Dewacao-Movimento dos pre-
sos do da 10 de Janeiro :
Existiam presos 388, entraran 6, sahiram 21,
Existcm 373.
A saber :
Nacionaes 317. mntheree 6, eatraageiros 9,ee-
era vos sentenciados 6, proeessados 2, ditos de cor
reccao 3Total 373.
Arracosdos 314, sendo: bons 326, deentas 18
TomI 344.
Movimento da enfermara :
Tiveram alta :
Antonio Francisco de Aranjo.
Frnnciaeo Rodrigues da Silva.
Jos Jeronymo dos Santos.
Joaqnim Claudino daa Neves.
Lotera de alaeetPor tolegrsmma re-
cebido pela Casa Feliz, aabe so qae, aa 18.a
pa- da 14 lotera extrabida em 11 de Janeiro
toraoi premiados os seguiutes nmeros :
31.187 200:000*000
17.217 40:000*000
13.298 20*00*000
19.352 10:000*0011
3.633 5:060*000
Premio de aoOO*
3.736 8 7(6 11.422 12.558 14.838 17.267
26.397 27.537 31.984
rrcnaloM de i :OflO*
1.362 1.419 1.509 3.231 4.554 5.443
5.755 6.216 6.859 10.400 14.931 18.139
18.672 22.884 24.112 25.339 26.254 26.974
30.459 32.162 33.171 34.112 36.285
Approximaroea
31.186 4-OOOiOOO
31.188 4:000*000
17.216 2:000*000
17.218 2-.000*C00
13.297 1:800*000
13.299 1:300*000
Os nmeros de 31.101 a 31.200, excepto o que
sahio o premio grande, estilo premiados com.....
400*.
Os nmeros de 17.201 a 17.300, excepto o que
sabio o premio de 40:000*000, esto premiados
com 200*.
Todas as centenas cu jos dous algaliamos terini-
narrm em 81, esto premiadas com 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que terminarem em e 8
esto premiados, com 20*
Eioleria do ro-ParaA 6> liarte les-
ta lotera ser extrahida ter$a teira, .. do Ja-
neiro.
Bilhetcs venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rao da Victoria n. 40
Tambem arham-se 4 venda aa Casa da Fortu-
na roa 1 de Marco n. 23.
IiOterln de lllnns tieraen-\ 3' parte
da Ia lotera desta provincia, cu jo pramio grande
600rOOO*OOJ, ser extrahida no dia 13 do cor -
reute, impceterivelmente.
Os bilbetes acham-se venda na Roda da For-
tuna, ra Larga do Rosario n. 36.
Loli-ila do Cetra- A 3a parte da 3' lote-
ra desta provincia, enjo premio grande ........
4i4):OO01000 ser extrahida no dia 12 de Janei-
ro.
Os bilbetes acham-se venda na Roda da For
tuna rria Larga do Rosario n. 36.
oserade Mcela de oOiOOOSOOO
A 19a partes em 14> lotera, eejo premio
grande de 2f 0:000*, pelo novo plano, ser ex
trahida impreterivelroeote no dia 14 de corrente
ao meio dia.
Bilhetea venda na Casa Feliz da praea da In-
dependencia na. 37 e 39.
Tambem acham-se venda Roda da Fortuna
na ra Larga do Roaario n. 86e aa Casa da For
tuna 4 ra 1* de Marc/O n. 23.
Precos resumidos.
Lotera da rdrteA parte da 202 lo
teria da corte, cujo premio grande de 100:0004
Mri extrahida no da .. de Janeiro.
Os bilbetes achim-se venda na Casa da For-
tuna 4 ra Priineiro de Marco n. 23.
Tambem acbam-se veuda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
brande lotera da provinciaA 10 '
serie desta lotera em beneficio dos iogeuuos da
Colonia Isabel, cujo premio grande 240:000*000,
ser extrahida no dia 17 de Janeiro, s 4 horas
da tarde.
Os bilhetes acham-se 4 venda aa Reda da For
tuna 4 ra Larga do Kosario n. 36.
Lotera do RioA .31 parte da lotera
a. 866, do novo plano, do premio de 100:000*000,
er4 extrahida no dia .. de Janeiro.
Os bilhetes acbam-se venda na Casa da For
:una ra Primeiro de Margo.
Tambem acham-se 4 venda na praca da nae
pendencia na. 37 e 39.
Matadonro PunllroForam abatidas n<
Matadouro da Cabanga 73 rezes para o consume
do dia 12 de Janeiro.
Sendo: 55 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
e C, e 18 a diversos.
Mercado Municipal de' S. foaO
movimento oeste Mercado no dia 11 do corrente
foi o seiruintc :
Entraram :
35 bois pesando 5,763 kilos.
570 kilos de peixe a 20 ris 11*400
73 cargas de fariaha a 200 ris 14*600
7 ditas de fructas diversas a 300 ra. 2*100
3 taboleiros a 200 ris 600
12 Sumos a 200 ris 2*400
Foram oceupades :
25 columnas a 600 ris i5*0( 0
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*000
18 ditos de comida a 500 ris 9*000
68 ditos de legumea a 400 ris 27*200
11 ditosde suino a 700 ris ll*9iK)
if ditoa de ireasuras a 600 ris 6*000
10 tainos a 2* 20*UX)
3 dios a 1* 3*000
A Oliveira Caatro 4 C.: .
54 talbos a 1* ris P. 54*000
2 tainos a 500 ris 1*0W
Oeve ter sido arrecadada neste dia
a quantiade "f* 189*200
Mdicos
0 Dr. Lobo Moscoso, d> volta de ba
viagem ao Rio de Janeiro, contina no
ozercicio de sua proiissSo. Consultas das
10 s 12 horas da manhS. Especialidades
eper.ii;i>es, i;;rto o molestias de snhors^s e
meninos. Ku.i da Gloria n. 30.
Dr. Barrito 'ampait<\ consultas de
meio-dia s 3 hora oo andar da ^aea
a ra fea Bario da Vctor, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Satembro n. 34, en-
trarla pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Catiro Jetus tem o seu cooaul-
torio medico, a ra do Bom-Jess n. '23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador, par
teiro, residencia rua do Hospicio^ n. 2.
Cnsul torio : rua Larga do Rosario &4 A.
Consultas das 11 horas da maujiil s 2 da
laffda. Eapeoialidade : -Mbieass apera-
eoes dos orgaos genito-utsnjros da hornern
e d* mulher.
Dr. Jaaqaim Loureiro medico ^parteiro.
Consultorio na rua do Cabug n. 14, !.
IHDICAQOES UTEIS
andar, de 12 3 2 da Urda ; residencia no
Monteiro. *
frenen Urea maker
From Worth'8 EstabliAment, Pars and
Ciudad de, Londres, Btenoa-Ay/ei, just
arrivef, offers her servioes to brasilian
and foreign families. Patterns receis'ed di
rectly from NichoUon'A p.O-J S.
PaulChurchy&ni Lofidon and WfjrthB
House Paria. 50 Emperor Street, lst
floor.
Dreiartt,
Francisco Manoel da ifBrri St C depo-
sitarios de todos as ospocialidaties pliarma
ceuticas, tintas, -drogas, productos f^uiuiict
I sido objecto do g.-ande commercio pelos bancos,
que sao oa intermediarios en're o exportador e o
importador.
0 cambio alto ou baixo depende sempre de mul-
tas circumstancias internas ou externas*
Qjando ba muitos vendedores de' letras que re-
presentan) ouro, ellas sao mais oaratas; razo por-
que, nessa occasio, foi de grande valor a expjr-
taoao.
Quando, porm, ha poucas letras e muitos opm-
oradoret^alla: sao mais caras : itto acontece com
qualquer objecto, [em razo de ter sido supe-
rior a importaco.
Dar e-ha o mesmo acontec ment havendo ase*
tasa ; porque estes iriam satitfaaor, fra do naiz,
es saldos da mai ir impo/taco, dando-te d'est'arte
um retrahimento de capitues, que tornariain as
letras de oam'iio e oa juros cares, at que o metal
voltaatm, lato, porm, so te pedo tanr, aug-aen-
fauio-ae a exporta^o, como par veaes tem awu-
teoida. ,
Cat j idntico tem-te dado na Inglaterra. Ha -
vendo papel e augmentando a exportaco contra
a itnporUe&o, veetn oa metaes saldar a diffe-
renea.
Sao estes os tactos que constantemente se com-
provam as transacydes bavidas no muudo con-
mereial.
Tomar por empreatim-ntaeUes onde elles sS)
escassos e pagando juros, um erro fiuancciro,
precario e aem nenhum resultado para qualquer
paiz, salvo, porm, em caso de guerra estran-
geira.
Cuncloamos !
De todos os ngulos do imperio eato appare-
cendo oa reclamos ; e a nao baver urna mudenca
de SYStema fiuanceiro, de decennio em decennio.
mais fcar compromettido o futuro de nossos
filbos.
Assim, p>is, para que tcnhimos urna melboria
rpida na crise que atravestumos, faz-se preciso
que a lei n. 1083 de 22 de Agosto de lriii'i s-ja
reformada, afim de dar elaaterio ao ere lito publico,
estiihrlecendo-gt- ao mesin-.i tempo as provincias
banco de cmisso, convertendo-se as ttpoliees em
pupel-moeds, e decretando -so desde j a granle
na'.uralisaeao.
Rocile, 8 de Janeiro de 1887.
Joao Fernandes Lopes.
--------------------ggSiB-BfS-- ---------------
mediciirai;nt*e notnoeopatis, rua do Mr-
quez de Olinda n 23.
Drogara,
Faria Sobrinho & C.t drq^uistas por at-
acado, rua do Mrquez de Olila n. 41
Senaria a Vapor
Serrara a vapor e officina da compina
de Francisc dos Santos ffiajr.do, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande est-
belecimcnto, o primeiro da pavi-.ia neste
genero, compra-te e vende se roadeiras
de todas as quaiidades, serra-se madeiras
de eonta alhei, assim como se preparam
obras de carapina por machinas o.-por pre-
go sem competencia Pernaa)bn;o.
Questes eeonouticas
(Continuando)
Antes de haver empreg de ctpitaes em ttulos
do governo, os capitalistas, quaado os productos
baixavam. entravam no mercado para ejpeeular ;
mas agora etses capitalistas, com todo o capital
empregado em apolicet, viveui somlra d seus
joro, que ditera ser certos, porque a/oorcentagem
de 5 [, duplica o capital de 14 em 4 annos. No
entretanto o governo vive se estorcondjj, toioj os
annos, para equilibrar os seas orgimentos, e os
contribuiutes un dnculdade de eatisfaserem oa
iiopoatoa que lhcs sao tributados.
Em taes emergencias, pos, seria prudente Tie o
governo emittisse annualmente vinte mil con'os de
reis para o toa especial do reagats de vinte mil
apoliee) g-rmet (iato la-iueei atinaalaiente) at a
sua completa extmevao. Para nSo apparecerem
queixas, faca o governo o sorteio da nuiceracSo
das mesinas auolices, segundo o systema adoptado
petos bancas hyp'jtbcearios com.o sorteio de suas
letras em eirculaoio. Aasim, o goerno ganbar
mil contos de res com a *.eeao do pagamento
ros de 5 (. e no njkde 15 .nt havVri -r- J
nos orcaraentot um siidJi 4.{ai4^cfe%xfiix| Wlf
contos, nao entrando em linha de couta os nwlho-
ramentos que adveeiii d'estlto. transacc,o* eotn
giro do meio cireulaute. j *
Um exempio :
Qiem presentemente posssir 30 atoobees e rece-
ber O valor nomiril dellas. que vinte conloa de
reis, edificar um predio, o qual tica' sendo capi-
tal. Reoebendo a renda fixa do mesmo e pagando
a deeima ao governo, desta forma pasta o capital
Hiictuaute para outras oaos, que o ernpregaro ; e
por ieto que goza do n-nne de capital circulante
c sempre a reprodnzir capital, nao podndo nin-
guem o conservar fixo por multo tempo o circu-
ante, seno o qne fr preciso para suas despe-
an ou pagameutci facer.
O capital qne serve de intermediario sement,
pode ter de papel, prata, oar->, eobie ou chumbo
cem tanto que goze de crdito e seja bem aceito
por todos, circulando com facilidade.
Todos os paizea esto adoptando o dinheiro de
papel pela faeilidade de transporte.
A propria Inglaterra, qne possrje bastante ouro
talvez o paiz onde circula a maior sesma de va-
lores em papel-moeda, almdat notas que ha do
Banco. A mor parte dot pagamentos sao geral-
meute feitos com cheques dos Banzos pariietitares.

cadeia debaixo de refles de sua sold^^H
lando no'en tanto orna resistencia, cojr
lavrou dous das depois, como jurou oSHo]
dando iito legar a que o infeliz, baseado princi-
palmente no inquerita que exhibi demonstratido
tantas violencias, reqneresse-me urna ordem de
babean-corput, a qual, tomo era do mea dever
coacedi, dando depois proviment) ao seu recorto,
em cuja deciso per torca doart. 18 3 da lei
de 20 de Set-tmbro de 1871, decretei a responta-
bilidade d'essa autorid-tde.
Juiz que tal fizestes !
Desvairado o Sr. Austriclinie, em sua colera,
suppomto mal de mim e dos teas amigos pois cla-
mava em publico me terem mandado para desmo-
raliaa'-o, como se o juiz que se presa, e que tan-'
toe testemunbos tem dado de sua isempco, fosee
objecto de consignaoio, ou de encargo inconfessa-
vel, o Sr. Austriclinio eom e genio de fogo que
todos lhn reo>nhecem, junto sua ^erversidade
de animo nao quit ver em nosso aato a conducta
correcta do magistrado, que, ero todja os tempot
e occasies infla n'esta a mais critica que na vi-
da Ihe ehega, tem sabido eempre colloear-se ci-
ma de todas aa paixuta, sSm ao_ menos Ibe deixir
v-r a colera que o acto que acoima de inicuo; e
arbitral io. teve por fortuna minh* aviancco un-
aime do Tribunal Superior pira o qnal ex-officio
recorr, como me vanf^lorio de ter sorte igual a.
pronuncia que decretei, contra esse subdelegado.
Em que poit vos off^ndi, desalmados ?
Ao publico
A' A. n. o imperador e aos altos
poderes do estado
O jniz de direito de Calmares
Com orehende o publico o sacrificio que taco,'viodo
en proprio fallar-lhe do inaudito atteutado de que
fui victima na minba de 29 de D.-annbro ultimo,
ao regresear do banho em coinpanhia de duas
cranlas, que caminbavam meu lado, pois
tambem compithende, que, tem revolta da todot
oa sentimeutos nobres do liomem, nao se recorla
lauta audacia, e menos se pode dar conta ao pu-
blico daa circumstancias que a ac:rcam; mas,
hornera da lei qne nao se pertenee e magistrado
que tem foros ganhos a cunta de indiaiveis saeri-
fleios na langa e doiorosa perigrnar;'io da vida, e
perianto crditos telar, torca que lar; um
estorbo supremo, sobre mim mcamo para trazer-
Ihe a luz de que acaso carece, quando nao basten^
ao tantas inaiiifestaeoes externadas at pefcs too-
prensa em meu abono, e dest'art-prnnnnciar#o
seu veredictum : se n obra do cobarde foi a pena
brutal inflingida ao juiz que se-trastia i,eJa'3,vekj1.1i redas tortuosas do odio e rias:.psixites, oo se o m^L03 t...
consclbo da perversidado de um riVo que ateiV tt. n fjv,irP<
...... asnoHa A ;,..tl,.o nir, l.r.. ...I .^' ..
O dinheiro a grande roda da circolacao e o
instrumento do commercio. 8abe-te que ha abun-
dancia delle pela taxa baixa dos juras : e falta,
quando nao chegapara eumpletartedas as trantac-
ces pela taxa alta dos joros ; aeorftfeimeato e3te
que se reproduz em todas as pracas eomaereiaes.
O papel-moeda que circula no Brazil itio eat
nos mesmas condicoetcomo tem estado etn oirtros
paizes, que teem lanzado mSo delle coso recurso
para as grandes crises e meiosbellicosoa.^ Alm
disso teem em circularlo papis representando
apenas moeda fiduciaria, e qns> nao garantida
pelo governo. Ao envez : o papel -moeda-brazi
leiro garantido peto governo e tem curso/breado.
E' preciso nao confundir urna cousa coa oatra
e f.izer distioco do valor do crdito dd*VialqueT
peiz relativamente ao seufuturo, para- entao sa-
ber so que garanta tem o meio circulante em pa-
pel, se ou nao de conveniencia publica, e se pode
ser convertido em capital aacional.
Existe entre nos dns cUsses de p||rl f*t_naTle
circulacilo interna denominada. pspl nanjlii ;
e outra intermediaria na expurtaajftfdenominada
letras de cambio. ^v. \ ^
Qual da duas classes, po.^^r tDt^B^gajnntia
pntr 1^.4 ? .a. M- *
J
entre
Ni
ou a
s?
'ser a primeira, ^gxrani
segunda que nnncajiaaaa d
roo
p*el de
Rendimento de 1 a 10 do Janeiro
1:

Foi arreeadado liqmdo at hoje
Precos do dia,:
Carne verde 320 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 720 res idem .
rannha de 200 a 320 -is a cuia.'
Milho de 260 a 320 ris id-m.
Feijao de 560 a 1*00 i
1:997*520
Cemlterio PublicoObituario do dia 10
do corrente:
Claudino Jos Diat, Pernambnco, 39 annos, ca-
sado, Santo A- tonto; aneurisma aortioa.
Lucio da Silva Antunes, 39 annos, catado, Boa
Vista ; aneurisma aort ea.
Sebascio, Pernambuco, 7 annos, S. Jos ; t-
tano.
Sebastiana Tbeodora, Pernambuco, 81 annos,
viuvs, Affjgades; velbice.
Joo Jote dos Res, Feroumbuco, 35 annos, sol
teiro, Boa-Vista ; let cardica.
Joo Baptitta de Houza, Pernambuco, 27 sn-
Dot, i-Vista; broncho pneumona.
Jetnna Marta da Coneeico, Pernambuco, 6
soltetra, 8. Jos: bemorrbagia.
o cJi
ea, Aii
crdito particular, conaervatBijfc -em grande es-
cala no paiz e sem limites ?"'".
Tendo-se, pois, procurado amatgarantia para os
portadores das notas dos baaos de ementas, de-
-viamjpta bem, neste caso, es ceireuerontderrs da
lei n. 1,183 de 22 de agostb. de 1360 tejf-cpgitado
de urna outra "aramia para os pedidores uaquel
las letras, os quaes tem ttdd granjfea prejuizos
no entietanto, os postaidores de notas Jos bancos,
at entao, nunca sofiferam prejuizo.
Havendo, portaoto, liberdsde sem limites para
taca letras, citaremos um exemplo, alm de ou
tros muitos que conheoemos, aumente cea} o tira
de demonstrui a sua puuoaj asantiz,
Um negocianteem ctWtnajo---tca;to
prado auna casa nportMpa. a%*ta prac, raba
letra de cambio 90 d/veyate-Paria, remetteu-a
a um seu correeponte desaa prac} afim, de
a presenta da para o aeccite, efJMNS prtxeamraei-
ciai.
Eflectivsnrente foijtcceita^j irecamblada por
falta de pagamento. Sendo aqui apeessVrtada ao
saccador, este recusou-seJUa^H i pagal-a,eui
vista de suas condico-'s ttiticSj aint^ciacs, '
zar de ser homem de bete.
evolvida a letra para a
dado o respectivo acceiunte
e possuia a roapa de uso, en!
ella em lailn a quaotia d^^j
fracs. Taedo, alm dial
referido aeguconte fe
vedor aeceitante, eate,
gir pranatro'ptis
'aqui que o mais ***^^^^L
qao fosse satpeusa a penhora, ei
pensou quebrar a espada da justica, cujo brandir"
imparcial o smedrentavs. J*
Mil grabas, entrentanto dou a Deua, peto, -fprtu-
na de dispensar-m<3 do dever de apontar o sicario
pjs com a presteza eom que o verbo divinte a luz
na obra da creacjfo, cm a mesmissima, po' fac-
tum, surgi aquella que veto mostrar o inundo o
cuidado do mais audacioso crime nos vis escondri-
jos da eobardia ; mas empenliudo para com o pu-
blico, s-.'b a ininha houra de magistrado e de enva-
lhero, do vir em pessoa traser-Ihe a verdade,
nem por etses favores da sorte me julgo dispen-
sado do coiopromisso que meimpuz.
Seja dito por miuha v.*z, com o coracao
sangrando, que fui victima do maior detacato que
se pode imaginar, por amo. do fiel desempenho
dos meas deverea, sendo reo con/esio e principal
de to nefando crime, o entilo delegado de policia
e presidente da Cmara Municipal desta maltadada
trra, digna de melhor sorte, o tenente-corouel
Auttriclinio de Castro Sa Barreta t
fcstava-ino roaeryada trra ae met ber^o (
qiiUl m hora vdtej, ao terutode 31 aguaos de vida
^ubliea, pom brevri nterrup5"1o), o golpe tremendo
quu me vestio de.lnto ; mas delle alo me eovergo-
nhor -porque junte a pez da coascienoia que em to
triare emergencia me deixa proseguir de eolio er-
guidiwteoho em meu favor a opinio publica de
toda minha comarco, (como confio que terei a do
resto do paiz) manifestada polos testemunhos de
bondade, com que me tem confundido toda sua
popula cao, sem distineo de cor poltica, (a Iqusm
por sao mesmo confessando minha g.-atido dirijo
com todas as foreas de minha alma um aperto de
me). excepeo nica em taes manifestarjoes dv
tcelerado, seus seis sobi inhos e primos, e a maioria
do suas autoridades policiaes que contra mim
conspirou, e Ihe servem de testa de ferro para os
1 horrores, cujo preco ao longo inculca prestimo
que nunca teoe e nem j mesmo pode ter.
Ouca- nos o pubiieo. com a sinceridade que nos
propria, a historia donde derivam os odios do Sr.
Austriclinie, e jolgue em sua serenidade de animo
a qual dos dous infama to medonho desatino.
Vindo para esta comarca, ainda nao ba 9 me.es.
nSo me cujtou conheeer^ quo pessimamente oa-
iniubava a administraco da justica, porque as
peas que Ibes punba o Sr. Austriclinio arvorado
do dia para a noite s-.-guudo vim achar, em ho-
mem necessano, traQava a rbita em que a mesma
devia girar, e particularmente no respeitante ao
crime pois, coosiituido por mera jactancia sua e pro
lector desbragado da totalidade dos aesaasinos do
termo, deo-me logo a magoa do ver que os seus pro-
tegidos de presos s tinbaino oome,pos por decreto
seu com responsobili Jade alheia, desde que nunca
exerceu o cargo, dia e noite, com inaudito escn-
dalo vagavam pelas ras da cidade, usando at
oanhos no rio, e o que peior provocando deeor
dens^em habtaeoes de pesaoas de conducta duvi-
dosa.
To crescida medida de desmoralisaco, deo-tae
logo a altura da influencia perniciosa do Sr. Aj
triclinio, e simulando, com dor n'alma ignorar a'
triste verdade que se (lava para com os presos,
desde que a vergonha ia outros de preferencft
compreheadi collocar-me na attitude de meu c
clusiVo dever, para melhor defender meu poato.
At ahi v-se o sacrificio a que levaram-me ot
bons desejos de evitar o primeiro desguato ao Sr.
Aostriclinio, pois conhecida primeira vista a
irritabilidade de sen genio e o exagero de seus
assowos, com os quaes pensa poder dominar a tudo
e a todos, e a prudencia me serveria de arma para
l*Val-o bom camiuho, como conceb, mxime
nio ignorando que o toleravao cavalheiro a quem
melhor devo o meu ccracao.
Va esp'.-ranga !
O Sr. Austriclinio, atrabiliario de todot os
tempos, com fumacas de mandan, exhibio-se-me de
modo cruel, trnta e poneos das depois do meu
exiTcicio. pois nao bastando-lhe a caballa mais
desenfreada que desenvulveu na cidade em prol
dos assassinos que protega, d:Io mcliindo em seo
jugo as ameacas brutaes filhas legitimas de sen
genio, rotspeu no arrojo de completar a sua obra,
perante o proprio Tribunal do Jury, na 1' sesso
que presid, subindo a >ua animosidade a violar a
incommunicabilidade do Jury de si-utenca, intro-
mettendo-se com elle, no' arder de sua desesperada
paixio protectora !
To grave era a afironta ^A lei, que esquecide
do homem, como o esquejo eempre, quando eum-
pro o meu devorase vi o refractario que ;,tV mal
proceda, e entilo, em honra de meu cargo e da
minha autffonomia nao nade poupar o dr. Auatre
clins9*a minha advertencia.
D'ahi as primeira billis do Sr. Austriclmio,
contra mais um juiz, que, ae seu dizer, os amigos
Ihe manda vam, pois tinba o mesmo. deleito de to-
ldas os seus antecessores, (um s dos quaes nao
daapou seo veneno) de saber se collocar na sua.
^^3k, sem o menor vislumbre de oBtentacao, pan-,
leo sempre sua conducta pelos conse'hos- ds
drncia que a experiene a dos annos sabe dar.
.Mais nao se foge ao destino, e o Sr. AustricH-'
nio pura ser o que acercando-ae nos cargos da
policia de individuos sem impuisco, desde que
me cabe dier mais, exepajo ue um sea sup-
la qne por isso mesmo" qnpsi nunca serve,
l^niz a surte qne ha 3 oa 4 mezes o* subde ezado
de etrto, d'esta cidade etn. diligencia nocturna
camiuho. logo apa veo trazer-ine o pedido de
habeas-corpus de dma oulms infelizes aos quae>
atrozmente violentara o subdelegado dos Mutuns.
em desabato de- odios velhos contra o senhor de
engenho do qiral sio moradores e de um d'elles,
eom os quaes vive em riza por queaioes de tenas
que trazem em juizo, provaudo-se-me evideucia
esaa verdade, jnnto ao facto estupendo de ter o
mesmo subdelegado s caladas da noite, en com-
panhia de uin squito de 50 a 60 borneas armados,
sem motivo contesaavel, nem o menor colorido ae
legxlidadc ido tirar da suas moradss esses des-
gracados, d'onde amarrados foram t'-r ao tronco
do engenho de qne rendeiro etao mosmo subde-
legado, de cuja priso violenta e desbumaua os
mandei vir para as diligencias do acto, tendo ain-
da essa antoridade em pessaa com os seua sequa-
2es va reja do a casa de pnrgar d'aquelio engenho
e d'ella tirado de um eaixo que *rrua>b?u, scii
armas de tog>!
Nao careno de dizer, que dian.e d.s tanta absur-
do cumpr o meu devenj coneodende a irnpe'.rada
ordem de habeas-sorps, como r subequrnte sol-
tura das victimas, e anda por f orea da me sin i lei
decrete' a responsabilidad d'-ssa antoridade, cu-
ja deciso, pelo recurso necesario que interpoz
tive o gosto de ver uuaaimeiLCnte continuada pelo
Tribunal Superior.
Krodigio adroiravel Inspiratao eeleste ou sa-
tanics, o Sr. Austriclinio, limpand a espum-t que
Ibe veio aos labia?, pelo desespero do mais nm
gol(je, seu ver. com voz de quem chora, coitailo!
veto tallsr-me ni sua cresceute desmoraiisafo,
pela couducta a que o olirigava a miuh-t impar.-
cialidade, e dai;dn::ne por te iz diante das fran-
quas que me abra, at o poni de pedir-mc flue
com o meu cooselh i corrigiese seus defeilos, a*rv
me d'ellas pTa diier-lhc corno verdade que fle
seus dissaU.in!3 eia elle o nico eulpodo p>da m
sorte de 8^ acercar de horneas impossioeis para os
We-gds. t
*V*-J*nto, como se mo 'em dito qu* sr-mDre
baixo, peque-tino fazer d; mas u justica que
nao mooda que se teulia-em bolsa para reinir as
laeajidades |)3 que so desprestigias por suas
aos, (ihnca tive melhor occasio pira dizer-^-i
que maneja de polsb forte a
Vindes tegui
que s tem Com
nM
aga!
MI
- o !
o juiz aeaso que maneja a
espada imparcial da uatica, rjuem vos fre, qp a
propria lei que o rrvota em seu braco ? Para
que nao rebeHai-voi-contrR ella ?
Cobardes, mil vezei ,oobarde# )
Wdratrao a qnem sabis
^^Rda da justica. qne nao
'rde e que outra arma
Var urna atroz injuria
em Honra de su i tega !
Malditr sejas p,9;\o gocal, que me vedas o
un-eo desabafo .'
Filhas d'> Tncara-n! as vossat aceas de sangue
nao vd anjam.tanto, purquo do meio do morticinio,
salvasteis a principio, da autoridade que sempre
Mtpeitasteis do quu itou testemauho recordando os
tempos aaudosos que sei vi, entre vos ; emqoanto
nue um villo U mbrado das trevas d'onde veo,
no meio'da las c da civiiissco, com mo sacrilega
t-ntou assassioal o! .'
Parabeos, pois povos das brenbss, vosta es-
trella mais luzente!
Avante! Avante !., Obrriros da desmoralisaco
do secuto! Prosegu, querendo, vosso caminho,
que as laso* do o ho ne abaodonaro para
proseguir un meu !
E aeja-ee magistrado em nosso pata correndo-
Eutretanto o infortunio que nao paira em sewJ "/ at t, djH!ln Poder nainba'r a esperanza
.a-j. -j_ de urna reparar] condigna!
Sabamos do intento damnado do Sr Aush-i-
cljpio que do mesmo nao faaa' mystene, deela-
rando-o a quem o podesse ouvir, coaao ontre tanto
fazia a policia que conspirou, iudcando'"at o sub-
delegad^ da ctiade em roda de amig 'no-
meado hacines e meic com a coriHrr^5 de umx
parte dessa empreza, e que aida anda de orde-
nanca a tras) o lugar do attentado, e ondeeffec-
tivamente se den, como foi anuunciatlo tres dias
antes, que seria dentro delies, pelo # supplente
do delegado, tendo ainda a scienci dada pelo
Sr- Q'- ^lel Grangeiro.'caoefapcntanie do grupo
djs conspirado*,'' a p-ssoa respeitavi que rae veio
dizer; acrese-, otan Jo esse cqjjcga, a quem sem-
pre distngi,que-como nao poda se por meu
lado, Jiria para a capital, como o fez uns seis
iea antes,- e voltaddO consumaco da obra
m qnem entretinha relaces roa ? erH, Prec,8 1**, *"-. Austriclinio
seiis affectos, P)is soeiavel I voz.trcmula de quem falta a verdade naca
idade do cargo me tem en- ''" fg", viesse dizer em seu ir,
ido que anu, como em to- atonu q'" cora o facto de qt
Era Msyijoefoch Boni'is, cumo obreiro d'essa empreitada veioJi
raiopo, a.o grado meu, o Sr. Miguel de Barrdf,
3" supp'ente do delegado entao em exercicio, e
sobriubo predilecto do Sr. Austriclinio, um dos
poucos oavhlhuiroa com qnem entretinha relaces,
para correspor-der aos
por natureza, a necessi
jinado o viver retr-ahdo que aqu
da a parte, tenho levado
Entretanto, oceupande o primeiro lugar na esca-
la dos protegidos d<> Sr. Austriclinio, ofamigerado
assassino tciieniii Otbon, o me6mo por quem ma-s
extremeeido se mostra case senhor e por amor de
quem nem trepiioii tosultar no tribunal do jury,
durante breve suspenso dos trabalbos < sm miaha
ausencia, o reopeitavel cavalbeiro Sr. Dr. Manoel
de Barios Wanderley, que o soube repellir, esse
mesmo reo, dizemos, que abusando da liberda-
de tliegal em que o t-izia anda sen protector, ba
fnaoos.de. oto anno, fngto da cadeia pelo mesmo
*rirne e ini,s otru de qSo ha nsezea i absolv dc-
nitivamenta, e que^sor ^iltimo reoolhido pjrisn,
dista pu*licamenv qe M-MO fosse jalgado fu.
ria do mesmo modo,\endo disto cert.es o delegado,
pois que tal arrojo'era de notoriedade publica, a
qnal se estendia ao proprio destacamento i or tel-o
oovido do to : comparecen do o mesmo a julga-
menssjaa ultima sesso du jury e por desaso do seu
proteger "deixando de ser julgadopor se ter esgo-
tado a'urua. pelas recusas de ostentaco que mau-
dou Jfezerf }uandp a boa sorte do reo a cabala a
demoBwnava, .ineulpando-se-me aind i par itto,
por uovter contra direito submettiiio e a julga-
meoto dfe novo no seguinte dia, quando a pratica
de todas os tem;-oj, autorisada p -lo aviso de 2 de
Abril de 1836, manda me, como fz, addiar o jul-
gamento para a seguinte sesso peridica, e a
sciencia do direito aconselba y es je delegado, di-
zemos, que ainda na noite uue sobreveio a esse
adiameoto procurou-nos no tribunal do jury, sima-
lando querer ouvir-nos sobre os meios de acaute-
lar a nova fuga de Othoo, o que nos levou a di-
zer-lbe qne deitasse urna tentinella visto, no
saldo da Cmara, onde dorma, por suas nmuni-
dades, em companhia dos outros que nao a tinbam,
e de portas abertas, com despreso desse aviso da
prudencia e do deer, e com a maior frescura veio
I* i nna nal u macih-J BAUVII i n tu II Ktin flKinP
para que ao longo-riio o aJcacasse a metralha.
Dcus premei-1b| ttboa vontade!
Nao quiz crerTeati.pendn, como fui o desatino ;
lludi-me, sem dever fazrf-o, suppondo um pouco
mais de_ bom senso ue S Austriclinio, pois com
pretentes grandiosas esse hornera, al a de ser
Bardo, cujo titulo desde inuito tempo propala, nao
era de peusar, que se quizesse chafurdar se na
lama, caldudo assim aos ps o principio de auto-
ridade, que tanto mais devia respeitar, quanto sua
paixo Ilegitima nao pode abafar os bfjjdos da
opinio quando por fortuna reconhece sua en-
(SJtriiaco no magistrado, que, sen? odios, nem
aflvico, e tem euuoprido o seu dever, t^udo ain-
da tur egido a sua idade. ( <
Como ves cefeqdeis pois ?
Ves^onliu eterna ?
O Sr. Austriclinio sobre ser c barde, desee a'
*fiido no infortun o, pus ablndouajjo da cos.-
cc-:in, t;ma as aricas ao calumniador, s-m pensar
que ota sua fhga a Tipinio revoltada o psegue
ai. obrigal-u a confeasar que a sua victima est
cima da vil calumnia.
' Piizeis bem *
O magistrado que no mci*de sua maior pobre-
za Uo houve lingua quemo iofamasse, pela cer-
teza que t-des trio d que o ouro nao O fascina ;
aqueiie. mesmo que o inundo ssjbe, que apezar de
creur;as firmes em todos osj tempos, na- tve, nd
tem e ucnr teA'quti ver eom a pul tica de seu
(Jaiz, cuj.* rumores na su cotu deixa passar-
Ihe aos ps, para melhor jnlgal-os cerno jai Iflt
vando sua iscnipco uo peuto culminante de nao
ejercer o direito do voto, desde que veste tima
toga ; era preciso que o Sr. Austriclinio, com
arreira
interro-
que foi
man Jante que o attri'ouia a conquistas de amor !!!
Miseria das miserias Por tal c.minho nunca
leproso algum se eseapou.
Sirva-me de balsamo pura lavar me da mais
'

vil calumnia, o abono eatrondoso que fazem mi-

para* prisio de um Hscravo fgido, a/hando em
A letra de cambie, como todo't a>bem, toi mvenJ" I t*mba em seu raminho, um pebre mortal de qnem
tada palos jajfetps para o fim egnj&al da' traca sis*] tsatm rixa, depois de HesarrnaJ-0 da faca que
espitaos de?Mftgaa paia. l'ltsj^ajaeitte ella tea!mo outros trazia, o fes prender traten
diter- nos pela manb seguinte:Otbon fugio e
menospresando a verdade de qne tanta smplicida-
de c compromettia altamente perante a lei e a
opinio.
To grande ataque soeiedade e mesma lei,
em frente das syndicancias procedidas peto Dr.
juiz municipal que demonstrara ser o nico col-
eado dessa fuga o mesmo supplente do delegado,
bem se v qne en ma po_'ia seguir o caminho er-
rado de outros, deixando na impunidade o crime,
como o da primeira tuga, e entao, torga me foi res-
poosabilisar o Sr. Miguel de Burros, emborao men
constrangimento, aenao sincero pesar, pelas reia-
yyt's que com elle entretinha at aquelle dia.
?"Eriste contingencia do magistrado f
'.Q que en futa com dor n'alma, ateava-lbes no
cornean o fogo infernal do odio e da vingancm
. .o. musi do magistrado to santa, que nao
*.dttBo ao espirito envenenado conbecel-a, e me-
t nos veneral-a !
A verdade qne esse acontecimento triste para
mim, simplesmente pela razao que externo, a res-
ponsabilidade do Sr. Miguel de Barros, foi a co-
rea dos meus desgostos, porque se com respeito
aos estranhos qne obraram por conta propria o Sr.
Anstriclini vocifera va, espuma va, quena fazer
convenios, ainda que cem Sata-i, e Ibe appare-
cesse, para me ver as costas, jtpramor ce seu so-
brinho que r.bravu nrteonta albeiaf sur inspiraco
de aeu proprio tio, o idolo/idolatrador de saa alma,
d'onde Ihe vem a torca, a vida e at o-ar qp* res-
pira, facjl ver o seu dnespetd ; 4ws indifferente
aodevassar da razSs^paralmo pela npnsciencia do
dever, fui tranqnillo aten cao^obo despresando
com placidez os mais horrorosos ataques, as mais
negras ir/jurias que seus e%pleiteiroj me assaca-
vam pela imprensa liberal, sem nunca deporem
de mim : como tambem dfesprezei, ccuStiserando-
ne da nao imputabilidade dos signatarios, 'ot in-
sultos inauditos, as iujuriaj d(lnil|r|a*ane a cabera
pensante dos conspira ara,a|ir*va, com honras
oe ut-teza escripia principalmente neste
proepsso, sem nem sequr seSvir-me dos rtSnBdios
da lei, ou nao os admittindo na frro do decreto
Je 0 de Oatubro de 1821, ou fazendo-os respon-
-sabilislr. .
nba conductn todos os cavalheiros que no mesmo
toram ouvidos, alias teaiores do toda a excep-
co, at mesmo o que de mim disse, um dea mais
oncarnifados inimigos gratuitos, o actual 2- sup-
plente do delegado, cumpice provado do crime,
com o nico peusemento de eecapar-se.
Veredas oppostas Deixemos-lb'cs ir.
E nem carecamos de to sinceros Talentos
abonos, porgue a nessa idade, o retrahimento sa-
bido da vida que levamos, junto ao lufa e as do-
res d'alma quu alguna annos nos abaten), teriam
o maior protesto, contra tanta vi lana.
Mas, o Sr. Austriclinio, de degro em degro
na escala do aviltameoto pisando o ultimo baten-
te para ir ter ao mais fundo da lama, pensa sal-
var-se no batel da poltica cheio de esperancas
por sen audacioso invento brada pelo Diario
fc" falso que o juiz de direito teuha sido visitad
por grande numero de pessoas da comarea porque
um juu parcial e perseguidor e s alguns li-
beraese gente do grupo insignfica.--.te do Sr. Dr.
Pedro Affonso foi quem o procurou, pois qitt 'com
isto quer o mesmo especular.
S o arranco de desespero poderia autorisar o
Sr. Austriclinio a to rasleira inverdade, pois
alm das demais falstoades de seas Cassettes que
to tem o mrito de melhor o descobrir no crime,
ainda que nao houvesse a prova robusta de ser o
sen guarda costas Silvestre vm dos meus aggres-
sores, nao ba especuluco possivel para a caso,
venha ella de qnem for.
_ Com o crime provado, e com a ineamia nunca
iiingucui especulou.
Deixe luzir a verdade, Sr. Austriclirj
ella se inopoe, embora sua m vontad
de para outras paginas da. vida a ostentara do
sen divercio com ella.
E' possivel que venha a impunidade, jembora a
tensteo da soeiedade e a prova valen! qne o
inqueiito d contra o culpado, pois na posico si-
lenciosa a que o cargo me prende,, s posso seguir
o alvitre de aguardar a condemoafo moral do...
Lzaro qne me soj .ti.
Olheo como quizer a poltica, quo o triste es-
tigma nao ao Ihe apagara, porque qnem tanto se
enlmela ter muitos que Ihe vircm a face.
Magos eterna !
Poderiamos estar Iivres de ti !
Mas.................................+ --.
Palmares, 10 de Janeiro de 1887.
Luiz Ignacio de Meti Barrete.
que
;
A Franja en (887

E, diz-se bozr.'res, planejam-so scenas de san-
gue e denBSAaiha contra o juiz que assim cou-
duz-se, lcvaVj0r maior altura a sua isempco !
Mas>ahJ que me esqueci, um queixume do
mas pi* itfSUmMuceptibilidude de um grao se-
nhor, psra> nt dizer de um... pobre COaAo !,
pois em'hanra de meu cargo, enxugando as lagri-
mas de nm desval id--, que em queixa sua me pe-
dia a proteeeio da justisa, contra as violencia*
de snbdetogxdo de policia do distncto de Jaqnei-
ra, ba pouco tempo tambem processei-o ; mas il-
udindo alio &r. Austriclinio, com seus costn-
meiroe jnanejos, quando nao pode supear o braco
o juit, contormiudo-ire enm as provas dos autos
lanecentei a sua creaiura, despronunciandoM JO-
i em miuin* cons^ e ic a cri.i.iuoso !
Nlb ont esta luz eMtprica quf.o Sr. ARtri-
inttf v8r Jbssu istinp^a* Paciencia !
Ej pois, %v le esta, se em una acto
pratiquei, e menos contra vos e ot
rjq acensis ta-
im tkaBlSat minh
saliente m
Voatos si
Ha sanito tempo qas, com o coraco tras-
pastado de dor e cheio de tristes presen timen toa
assictimos ao lameatavel espectaclo que nos
presenta o bello paiz da Franca, ontr'oraa glo-
ria do povo civilisado, o aroitro dos destinos da
Europa, orgo de toda aa nobres aspiracoes da
humasridade.
Onde est elle? para onde vai!.'.. Lemas-
eom desespero os jornaes fraucezqs, pois tentatn
destruir o que se admirava, profanar o que se
reapvitava.
Dopois dos terriveit assaltos da guerra com a
Allemauha eda communa, o pan,digam oque dis-
serem os republicanos com sua m te, cha-se
anda fortemente abitado; e, se depois de 17 annos
consecutivos de repblica, elle nao se rftabelee.eu
inteirameote, pode-ae dizer que ala o ser
{jamis.
Depois de M. biers.qae,- ainda que, sem cons-
tancia nat ideas, possuia o amor da patrie, e urna
raa babilidade, do nftrechal de Mae-Mahon, que
representava a coragem e a.'digoidade militar,
chegamos ao Sr. Julio Grevy, o qual s pensa jos
coelhos de MontbousVVandrey e em adquirir
novos predios custa dos alegres tatribuiotes
Elle, poim, deve !embrar-se de que ebegou ao
extremo limite da vida humana; e prtanto deve
pensar em ir assignar recibos no outro mando,
o qae provavelmCnte ser antes da aspiraco de
sua nova ordem, (esperamos qua ser o ultimo
presidente da Repblica Franeeza) urna e divisi-
vel. Nova ordem, que elle t devo morte de
Gambett, e. a incapacidade dos homens do es-
tado francs, no armo'da desgrana em qne vi-
vemos.
Eis sqci o estado daquella naco, daqaella que
o illustre Victor Hago chama va o espirito ornan-
do, daquella que governava o universo e diante
da qual tremiam as mais terriveis potencias.
Mas ai! Richelien tifi substituido por Freyci-
net, Carnot Broche e Sarceau o sao pelo inhbil e
criminoso Boulanger, especie de general Boum,
po( Gerolstem, por ayte presumpeoso ignorante
qae foi ministro da guerra ero 188; e que deixou
He si as lem brancas que sabemos.
. Assim como a^toyrnajftaielo apodera-se de todo '
o corno quando nao* 5 mimado por urna
alma nica ep ido todas as forca
X



PeruambacoQuaria-fcira 12 de Janeri
o* ruis poderosos 01-
. aspirarn; assim
tados.
l'cn pair, outr'oaaW^MBCM de vid e t fl^B
estar destinado 'ir desmembrado coro,
lonia? Anda nao; o tito lata no fi
moa apenas o teinpo e applicar os
aarioa para extirpil-a.
Paisemos rapidsniftUe m r'vista as differeutes
formas de governo t^g^jtcypbiica, o Imperio e a
Monarchia.
untariamente eicIniJo d'ella, o que
isol reJpoudea um dia na tribuna ao
res: griteo), griteo, cbaama, se-
ra vef iade Ihes digo, todo o* seas
nunca podero chegar altura do mea
Minos.
r me dir que nao ten-
kncei ufo tenhjodi-
m fcia ocea-
tnB oai".
odio coobe

-

Um impruiedfe
do a hoara de ser
reito do fallar.
Mas aquello qao^fl
silo de callar-.-'
Com effeto, um 1870,
cido Kepublic*, a sari orno ,">! i ido e como
oficial mais moco do' butiihio dos eslraogeiros
chamado O* amigo da Frauc *, biflMbao eom-
posto de 300 homeiis. perte.nce.ntij i Salifica,
HolUnda, 4 Inglaterra, [taiin, laepaMa e
Austria, e qne regou coin iM saugue os eitnpps
de bataihaae Cbaiillos, de Petit ttry, de Buxen-
vnl e de Charapiguy; coramauiado .pelo bravo
general Van der Meere, teudb por sjndante
quando era ministro da, guerra na Blgica eos
1830, o tio daquelle qne esereve estas paginas,
A Hep'rtUL'H, certaroetate, em theoris.o ideal
dos goveiruos; mais Jim i-leal, em Franc p-lo
meaos, eouio pro juramos m sirar em urna obra
feita, a pteasa om dm momento dtffic.il quando ti-
uhamos 20 annos, enja obra mtitaUd i ).'F.spagne
t-uuve, apezar de vaos clainores.de certos ^no-
, antes, incapazes de asrignar seu nome, alcaucou
seis ediecea em mni>9 de 3 meses, emquanto que
n) mesano anno (1873) da CAdresse au ro a Voc-
eada* dv 'J9 Septembsr veuda-sn 60 em Pars
uutia de 60,000 exemplaies ; a Repblica 6 posa
um ideal que tennina-se, como dase. M. Tbiers,
pela taJVsrlirltl'tr- ou pelo saugue.
Se a forma de governo que melhir deveria
manifestar a voutade da uacao, tu rn nem a que
exige um respeito aosoluto" da loi e um desenvul-
vimentu moral sem o quat as maesas, cortadas
por algaba, abdican) 'n seu favor um poder ficti-
cio ; e -se eacravo quando se treme ouvindo o
rumor de alguns grosseirjs de mos suj je, e mais
anda qaandVse ajoelba diante do sorrico augusto
de urna alteza* com a veste bordada e um pouco
tnais sujo, eis ah tudo! ,
Esta minoridade, teodo empregado, Deus sabe
dos meios, par) chegar ao poder uo icci'u diante
dos mais indignos meios, para caoscrval-o, ainda
n:Csmo que fosse necessario ojhqJ ir matar na Tu-
nizia ou em Tonki 100,000 pobres diabo3. Nao
/ assim, Sr, Julio tferry ?
O desinteressa foi Saropre couaa rara, e urna
Repblica como aquella que se deseja, reclama
urna naci calma e perfeitiasima.
O mais que se pode alcanzar um si nnlacro,
urna destas Repblicas rachiticas, que sao apenas
um despotismo mesquinho, exereido sobre a povo
emanme de sua frivola liberdade e de sua nao
ui-nr.s absurda igualdade por alguns favoritos.
E seguida veem as nuvens, as sombras,; os
diecionanos modernos esgotain'so para aehar se
qaaficativoa capases de d -signar estas astucias.
- A Repblica em franca, deve indubitavelmen
te cikir no despoismo, nesua despo^aiDO deeret-
grado cujos effeito manifestaram-se nos trittes
lempos? da comui;iu:i, ou no leso /ti = ino sobre
sofrragio universal; % fiea cuioprido o tacto, e a
vontade da nsco que, 'mediante algumas cargas
de cavaJJaria e alguos tiros, proclama o imperio
de boa vontadit'iulgaodo-por festo preco ter al-
c- mgado a orden, a paz e o socego.
i*: Van tanda O veo que sobre episodios lamenta-
vea) nos nao quttcmos tornar culpado *> rgimen
do Imperio, que d-u a Franya 18 annos de pros-
perid-tde e de gruudeza.
*Comprehende-e que om botana chegue >So
subida honra; e o bem que pode faz r ao puiz des-
culpa al certo ponto os meios empreados para
' Tchrgar a apooeri>i-a<> da situacao; mas sreeiso
"ir at o fim, sob pena de vec surg'r os phantas-
m.is d'um pifsaJo esquocido.
Imperio a expressao da forya e d*o poder ;
por este meio que elle agrada e sedua, Foi sob
o Imperio que a nacao frauceza conquisapu maior
gloria e chegou ao auge da grandeza. Horm. o
imperio ten lo por base taes principies, nao pode
nrestar os servicos esperados pernio com a condi-
co da afastar e es juecer estes meamos principios
e de tom r pela torea o que a razio lhe recusa. '
urna nsurpaco continua.
S um homem como Xapwleo I, pode desca-
pai-o i perdoal-o.
Foi scinpre urna lucta entre o talento e a naci,
e o que acontece quando em lugar 'um talento
eximo Napjleao I cabe-se sobre e, quasi demente, como NapolIo III.
0 b.im xito justifica algumas vrzes aos plboe
do'povo, esquccimento das tbcorias poetas em pra-
tica antecedentemente para aiuangar o fiai dese-
jado. Mas no primeiro desastre, o mesmo povo
chamado sobeano, retoma os scus direitos e pede
cantas severas ao mandatario que torna reapon-
aavel de suas desgr-.gas.
Nao pjssivel ter em Frang como ebefe do
Kctado inri homem sem tale ato, pois ver-se-bia
...rio mais urna variedade de Repblica e nada
mais A idea d'um imperio fundado sobre a von-
tade da nago d'um imperador suieito ao povo,
que ello governa, podera ser boa? Creio que
nao. O Imperio que nos coubecciuos neceasita
absolntameote de dous auxiliares, de dous satel-
lites, anda que u'.-ste momeuto tenha O espectro occolto, com razo, da democra-
cia, como um espautalho, dizando, tolerar e
mpprovar medida* despticas, e a torca aimada, a
glora militar para stvit de diversas 89 preoecu-
pacoes da nacSo. Beubor do suas aegoes e certo
de sen poder, o paiz pode: ia talvez fazer tmba-
Ihar o mechanismo complicado e formar opposi-
gao : seria porem preciso ter tempo ; o o teremos
pira perder em experiencias e aperfeicoamentos2
Resta a monarchia, ella tem talvec sur.s des-
vantagens como tudo o que humano, porem tem
incontestavclmente sua parte sil, e representa tu-
das aa antigs e gloriosas trauiccoea da i ranga.
es koneurs anx hys de Franee, tizerarn gloriosa-
mente a volta do mundo emqaanto es emblemas
tniagog coa fizerum t a volta dos cadatalsos as
a;3os do povilhc.
Nao sao boje em dia os seus in-ais zelus-x par-
tidarios que lhe causam maiores piejuisos? subo-
Os bancos de emisso
Fernandes Lepes
do Sr,
Em verdade nao ha nada melbor neate modo
do que bancos o maia bancos de emisso, e mais
emissao ; mas en acho-os bous com ama con-
dicgao, que me aeja concedido a mim tambem um
banquiuho, ou ao meaos urna trepega, para eu
bater moeJa de baratissimo casto, raser de tiras de
papel valores de*5QA, 1004, 200* e 500*.
E s fosse isto com tim previlegio a mim s
concedido, tanto e immensamente melhor, porque
ou larra,.estampar tantos mhares de contos de
ria que, segundo a tbeoria econmica do Sr. Fer-
nandes Lepes, nao baferia falta de dinheiro ar-
pis ou criae moneara'algama que nao fosse ira-
mediatamente-aauada p-ir novas emissoes. Nem
ellas chegariam a dar-se. porque em .tedas as oc-
eioes das safras e reeolhunentos de dinheiros de
corr.nanliias para pagamentos semeatraes de divi-
dendos, auando apenas se fosse seatindo a mni-
ma tscasaez de monia por aquelles recolhimentos
e augmento do movimeoto do de mais pelo tempo
da safra, eu ira logo batendo mais papel moeda.
E nao se pense que eu porque nao possuo um
predio, nem urna accSo ou apolice, nem um vintem
ns fim do roez, uo daria canta e exceliente conta
do recado; por quanto, com este privilegio nao
fattariam firmas de grandes capitalistas qne se me
prestassem com bons interessss que eu lhes da-
ria.
Ena verdade para onchr o Brasil de dinheiro
papel e assim nunca tiaver taita de numerario
ueste vasto Brasil, e riqueza immensa, resultado
das mil industrias que com tanto capital, rebeota-
ria da trra, como a agua do rochedo tocado pela
vara de Moya, nJo seria necessario mais que um
n btnc* com feculdade sempre de descripeicnaria
emisso tota a vez que fosse seutida a necea-
sidade de nova emisso.
E com efioito muito melhor seria um s banco
do que muicos, porque se evitariam tantas formas
de est .mpas, tantas coatas, fiscaes, etc., etc., po-
dendo fcii t satisfacer todas as necessidades
sem inconveniente algum.
% o melnor de tud? que mais bea emprega-
dof que seria a concesao de um tal privilegio de
que a mim, que son verdadeiro patriota, como nao
ba outro que por esta patria tenha feito tanto e
com tanto sacrificio e sem viso de interesse algum,
que, e trabalhando pela patria nunca serv a par-
tido algum, ( repblica nao partido entre nos,
nao faz bem nem mal) que sou um homem honra-
do e bou, que s odeio as cousas mis. pirm nao
a homem algum, qua nunea furtei nem a alguem-
eneanei.
E nao se deve dispensar do privilegio a facul
dade de fazer sempre que lar necessario nova
emissao; porque, st-ja de quanto fr a primeira
emisso, que aeja mesmo o dobro do papel em cir-
eulacao, 200,000 contoa puco maia ou menos, a
falta uu criee monetaria se daria logo no outro
anno pelo mesmo tempo da safra a de taes re-
col bimeotos. E a razo clara.
Passada a safra, todo este dinheiro que veto para
acudir as mltiplas transaegoes a que ella d rri
gem, nao ae retira do paiz, como se Sarta Se fcaee*
ouro o nosso meio circulante ; poia qae o otro
quando uo tem tanto que fazer como tinha, a*
retira em parte. >
i'ieando, pois, uo paiz este* 250,000 contoscha-
madoB ou emittidos com o inoviuaento d'affayaem
mais esta occupagSo, ficaria fotmaatdo urna s maesa
com os outros 250,000 que j temoa,^ teriamos -
to o numerario em temoo ordinario de 500,000
contos em lugar de 250.00J que temos.
Ora sn com 250,000 coutos que temos em eircu-
lago, 1 kilogrammo de carne 400 res, 1 kilo-
grammo de pao 320, urna pega dt madapolo
7000, urna caiga d casemira 20*000, um borz -
;uim francez 12*000, o auguel de ama casa
40*000, o salario de um traba hador braga! 1*000,
1 libra sterlina 12*000, com 500.01 0 contos em
circulagao tudo isto e tudo o mais duplicara de
preco, e assim todos os 500.(,00 coates serian oc-
cupados pelo prego dobrado de toias as cousas.
Pcrqaanto :
A relago entre o dinheiro e as cousas de tro-
ca de dinheiro pelas cousas.
O dinheiro um genero como fodaa as outras
cousas. Quando o genero abunda barateia.
Quando o genero dir.heiro abunda, barateando,
d-ae maw diubeiro pelas mestnaa aousa que an-
tes da sua abundancia castavam nynna. Sen lo
a abundancia ao uobro.. preo de tudas as cousas
seriam no dobro.
(jando tudo j est assim assentado nos pregos
do dobro, vem de repente a nova safra e acba o di-
nheiro todo oceupado, com o prego dobrado de to-
das as cousas que foram submdo pouco e pouco,
dorante o tempo da desoecupaco datemiaso.
Ora os procos babituaes das o>asas subidos
tanto ou quanto lentamente,, nao' podem desccr
com o repente com cae vem as safra-, como o tem
provado o facto; pois nio obstantes falta de di-
uiieiro que se tem sempre dalo' airante as safra*,
1 pregos nao deseen, o do ouro,*que o aeu ter-
mmetro, nao dece tio pouco.
Todo o dinheiro pois, todo oceupado, quando vem
a nova 'afra, eis aqu de uovo a crise, a falca de
dinheiro.
Portanto necessario que fique o concessio-
nario (ou sej i eu ou o sr. Joo Fernandas, se o
governo sem patriotismo o prefer:r a u.iin, nao re
eonbecendo os meus superiores servicos,) iudis-
pensavel que o concessionario fique com o privile-
gio de emitir mais, papel cada ve', que se der
neceesidade delle, que sempre a maior, no tempo
das safras.
Ora as actualmente para acudir s transaccoes
das safras carecemos por ventura da emisso
igual ao ineio circulante que temos, 250,000 con-
tos, quando, todo este diubeiro oceupado as trans
aego* ordinarias pelo dobro dos pregos daa cousas,
vier a nova aafrii, j carecemos de emitir mais
500,000 coutos.
A o publico (I)
O Sr. Bernardo Jos doa Santos, residente na
Cerrito. ir-unieipio de Pelotas, provincia
Grande do Sal, qaerendo prestar urna homenagem
verdade, tornando publico as virtudes do pe"
(oral de cambar, preciosa deacoberta do
Sr. Al varea de S. Soares, de Pelotas, fea publicar
o seguate iinportantisaimo documento, em diver-
sos jornaea da referida provincia i
* Lxvo ao conhecimento do publico maia um
triumpho alcangado pelo popular remediopet-
lural de cambar Adescobeita e prepara-
cao do Sr. AlvareadeS. Moars, de Pelotas.
fiavia seis annos qae ama toase grave me
atormenta va dia e noite, fazendo ltimamente dei-
tar j abundantes escarros de sangue : os pulmoes
com certeza achavam-ae affectadoi e eu teria in-
fallivelmente de suecumbir terriveltsica pul-
monar !
> Un amigo sabendo do meu estado, aconse-
lhou-me o precioso pelloral de ramuar,
e sement com o uso de 12 vidros deste mportau-
tiasimo medicamento, consegu curar-me radical-
mente, sentindo-me hoje forje e podendo j entre-
gar-me a lides de minba fazenda do Cerrito.
Depos deste caso, tenhi aconselhado a milita
gente o pelloral de cambar, e todos tm
colbido resultados importantes.
Actualmente faz uso deste preparado, com
muito aproveitamento, minha filha Neufndes, que
'am'jem se acha soSpendo Uo peito.
Fazenda do OMcango, no Cerrito, 24 de Oa-
tubro de 1884.ernardo Jos dos Santos.Ro-
conbeco como verdadeira a firma su pea. Em tes- I
temunho de verdade, o eserivlo de paz Bold&o
S. de Gouveia.
nicos agentes e depositarios geraes nesta pro-
vincia Fraactaco Haaoel da Silva A C.
a ra Mrquez de Olinda n. 23.
Inglez
e francez
tCureon tbeorioos ou praticos, conforme prefer
ha os senbores interesaadoa. Ra da Aurora o,
|?, 2- anda*.
Collegio (te Ptossa Seohora da
Ponha
KA DA AURORA N. 19
Aa aulas deste instituto omecaro a 7 de Ja-
neiro.
A directora,
Augusta Carneiro.
Escola Infantil mivla
Ra do Vizconde de Goyanna n. 67
Urna senhora competentemente habilitada par
cipa aos pais de familia, que no dia 15 de Janei-
ro, na casa cima indicada, abra ama escola in-
fantil, propondo-se a leccionar primeiraa lettrai,
trabalhos de agu ha, flores e franee*, mediante
razoavel rnensalidade : a tratar na mencionada
ra n. 135. S admitte-se eriangas do sexo mas-
culino, que nao tenharn mais de 9 annos de idade
COLLEGIO
OXVZE DE AGOSTO
5
Director
Bacharel Manocl Sebastio de Araujo Pedrosa
Ra do Vlseonde de Albaoueraue 95
V. (ANTIGA DA GLORIA)
COLIiKKl
de S. Luk Gonzaga
Apparelko telephonico n. 302
Sendo j muito laatiutavel a negago actual aa estu'do, e nao devendo este collegio augrasn-
tal a de modo algum, nao admitti. alumnos para prestarem exames fra desta provincia, porque u&o
resta a menor du vida de que este, alimentan Jo a esperanca de serem mais fcilmente approvados m
outras provincias, ainda estudam menos.
. Alm diaso, quando ae approxima a poca de sahr nada fazem, pensando nicamente as
peripecias da viageuj, em qae vapor devero sefuir, que companberos tero, etc., etc.
O pretexto por alguns allegad de nao havaj aqu exames de sciencias no fim do anno, dea- -'
appareeeu cura o decreto e 2 de Outubro que manda proceder a exames geraes de preparatorios aa
meama poca em todo o imperio. 11
O collegio admute comente alumnos internos e externos. '
As aulas para o seguute anno lectivo sero abertas no da 10 de Janeiro.
Benuliailo doa exame preaiadoa aa Paculdade de Direlso teln mamau*
deale Collegio dar aie o anao de 1SSS
Poriuguez Bhetorica
I
Slga-tie a traca da naoleotla al a
sua orlgem
414
Urna enfermidade local, nao ple ser carada
simplesmente com um tratamento local. Por exeni-
po : neuhuma applic&co teita parte afFectada,
pode radicalmente curar as bemorrh^idas. O ha-
bito o costume do corpo, o qual a cansa primaria
da molestia deve ser mudado Para es se fim as Pi-
lmas Aaaucaradas de Bristol o mais fino-alterati-
vo vegetal que jamis foi composto, justamente
justamente a medicina que se deve usar. A priso
de ventre e quasi sempre nvariavelmente a causa
immediata desta aflictiva molestia. O estado nor-
mal dos intestinos para logo mudado, mediante a
accao das pilulas. A indgesto e arelo morbosa
do figado, proJuz constipaco do ventre. Estes in-
commodos sao promptamente remediados com este
poderoso agente vegetal, us orgos adquirem para
I logo a sua costumada elasticidade, poudo-se em
estado de perfeita sade. Desta forma, pois, sao
os symptomas e a causa da molestia eonjunctamen-
te removidas e all acabam para sempre.
Ellas se acham acondicionadas dentro de vidri-
nhos e por isso a sua coneervaglo duradora em
todos os climas.
Em todos os casos provenientes ou aggravados
por impureza do sangue a Salsaparrilha de Bris-
tol, dever ser tomada conjunctamente com as pi-
lulas.
Acha-se venda eia todas as boticas e lejas de
perfumaras.
Agentes em Pernarabuco, Henry Foster a C,
ra do Commercio u. 9.
Extrnalo do Recite
Curso primario e 8ecun(1rir>
DIURNO S NOCTURNO
Neste estbelecimento ra do Mrquez de
piinda n. 1, coutinuam a funecionar as respecti
vas aulas, accrescendo as de msica e stenogra-
phia.
O corpo docente compoe-sa do director, abaxo
ssiguado e mais dos ara. : bacharel Jos Alves
de Assnmpco Menezer, acadmicos Antonio da
Silva Guimarles e Joo Joaquim da Costa Leite
Jnior e o professor L oeadio Bello.
Pedro EstelliU C. Lins.
Anld e mstracco nrimara ese-
Do professor
Jos Maa de H'Manda Cavalcanti
Praga do Conde d'Eu n. '2, 2 andar
(Entrada pela ra do Hospicio)
Escola particular
Joaona Clara da Lapa Coelbo participa sos Sra.
psis de familia que abre sua aula no dia 17 de
Janeiro, assim como lecciona tambem msica,
piano e dansa, quem pretender Jinja-s* ra do
Visconde de Pelotas u. 31, casabe sua resi-
dencia.
Com este titulo t.indei no dia 15 de Novembro,
na ra do Hospicio n. 55 um estbelecimento des-
tinado instrueco primaria e secundaria de me-
ninos.
Abalangar-se a emprezas dessa ordem em poca,
como a que atravrssamos, incootestavelmente
grande ousadia e temeridad -. Antevi perfeita-
intntc as dilficuldades com que ha va de iutar, o*
mil obstculos qae se me antoibsriam no camnho,
mas, apezar de prever tudo isso, nao me foi possi-
vel resistir ao desejo de contribuir com o meu pe-
queo contingente para a grande obra do levauta-
aento de instrueco.
Kuium-se uo collegio as seguiates materias :
leitura, calligraphia, portuguez, francez, inglez,
italiano, latir, gebgraphia, historia, ariihiuetica,
geometra, algebra, philosopbia, rtnuorca, msica
vocal, piano, flauta, rabeca gymnastca, detenho
e conversaco das linguas: francesa, iugleza c
taliana.
A casa em que se acha o collegio nao pode ser
mnis adaptada para ease fim : satisfaz cabalmente
a tidas aa satigencias de estabelecimentos dessa
ordem.
Como resido com minha familia estou em con-
digoes de receber meninos de mais tenra idade, aos
quacs_no faltarlo de certo cuidados solicitudes.
Cornado na oda vontade dos Sr. pais de fa-
milia para ellos appello esperando que me coadju-
varo na ardua e difficl tarefa da educago de
scus filb )-.
Reabrir-se-ho as aulas a 7 de Janeiro vindouro
Kecifc. 19 de Dezembro de 1886.
Padre Manoel Lobato Carneiro da Cunha.
Collegio de V S. da Paz
Fago sciente aos Illms. Srs. pais de fa-
milias, tutores e correspondentes, que as
aulas Jest3 coliogio iua do Baro da
Victoria n. 46, reabrir-se hilo no dia 10
do correte.
R;cife, 4 de Janeiro de 1887.
A directora,
Mara da Paz e Freitas.

Banlios de Olinda
o,

titaindo o homem a idea, representan io-o ao prin-
cipio, um grup >, urna fraeco da naeo rodea va o
in< narcha, proscripto e exilado.
Este grupo enhusiasta teria, se dependesse
'elle somante, feito as concessoes pedidas para
proclamar pelo paiz* o restabcleuiment) da reale-
za. Cbegar seja como fr. actualmente a ten-
dencia geral dos partidos da Repblica
Ella acabou de inaugurar isii ^fraque*) a era das proscripcocs e das persegui-
goes, (comprebende-se que cu quero tallar aqu
do exilio ridiculo e intempestivo dos membros da
familia d'-Irleaus).
O principio a propriedkde da nagilo.
A monarchia posto que uo srja em si mesmo
urna forma de governo melbor do que as outras na
Europa, principalmente em Frang, a nica
que pode ofierecer garantas de firmeza, a nica
que com ama bate solida, ero principio reconheci-
uo pelo povo como iodiscutivel. taris cui pouco
tempo acarretar a Fran.si as bxmpai ns doa ou
iros povos o o respeito que as asneiras innumara-
veis do governo actual lbe fizeram perder.
Xeiihum* fraqueza, uenbuma consideragao pta-
soal era pcrmittida quelle a quem taUva ctb-
a guarda deste deposito pesado e sagrado, e
toa trausacco seria vergonhosa. Foi o que
sempre omprebendeu o Sr. Coudo de Cbambord;
longe de censural-o deveriam resp-ital-o. pois
firmeza no paassdo era urna earantia para o
aro. Infelizmente, elle entr.g u sua bella al- ,tei
jBa Dous antes de aaaistir ao triuinpbo da. aii.i
cansa ; mas u eppirito bcou eolre t-s.
Emquanto o Conde de Chuin lord viven, m
se, escreve, e prxdam-i. por tooa a paito favor
e contra todos : Viva Heurique V !
.na vez restabeleedn o prineinlo pela nago,
as consequencias verJadeirami-oie j i ras deeir-
ein (le si mismas, segn lo o eapuico le tempo e
n marcha do pruicresso. N.V sao eo! maia fa-
vores, sao aperfeig lamput- aos quaes um rei de-
ve presidir eum o auxili > das pe-atoas honestas e
eaciarecid d paiz. O abjs > do Duder de um
n> nerauo legiimi temivel uo norso trmp .
Nao temos ji visto Uin autocrato ante ip.r a.o
asjirages lib'-'aes de seu pov<''? Quercos fal-
lar, j ileveut tr c-mprelieudido, do Czar da los
sin Allexaudre II, a quem assassinaiam covarde-
mente; t-'OJplte exemplo par a outras !
Precisaramos nio 'uio ?' ^"i2, ou d'um len-
r.^ue,IV, mas d'um Luiz XI. Por.im t ffeetiva-
mento aa fraifoezas de Lua XVI c de seu irroo
Luiz XVIII qss cmpremettersm on perdetam a^
monarchia.
Ests eouv'lcdjo. que tan
rom >-u respo:' pelo
bem que nutro i saiaba p ..ata;
Acabada a safra tudo dobra de preco, e na ter-
cera safra careceeemos de emitir maia mil contos.
E assim por diante...
Ob! que abiudanca de dinheiro, que riqueza
inmensa.
Nio h*ve pais ta rico como o Biasil. A In-
glaterra nos tirar o chapeo, e en. (se for eu o
concessionario,) como ficarei eu vivo! !
Gastosamente cederei ao Sr. J0J14 Varnajses a
gloria da ideia.
Quanto porm aos bilhetes ao fortc&or que o
Sr. Joo Fernandes Lopes quer" que se faculte,
pela revtgaco da le que os probioa a>oadsto sao
concordo, por que, teda mundo podendo bater es
tas tuodas peqaeuaa e grandes, do-se mboes de
falcatruas e prejuizos, sem conta, e prsjudicam
minha fabrica de papel moda.
Recite, 21 de Janeiro, de 1887.
Affomo de Albuqueroue itllo.
A Emulsao de Scott nio urna
novo, pois ba longos annos que
N. 2.
remedio
est se usando na Europa, nos Estados
Unidos e amitos outros paizes e tem sem-
pre dado os melhores resultados na tiaica,
as molestias dj peito e da garganta e as
broncbtes ebronicas.
Curso preparatorio
O bacharel Jos Horacio Costa lecciona
preparatorios ra Primeiro de Marco n. 18, pri-
meiro ndar.
Collegio Amor Divino
RA DA IMPERATRIZ N. 32 .
As aulas abrir-se-ho no dia 10 do corrate.
A air'ctr.ra,
Olympia liara deendonca.
Alheoeii Brazileiro
N'este collegio, os trabalhos do anno lectivo
comees;o sexla-tera 7 do crrente, conforme o
art. 1.a dos Estatutos.
i de Janeiro de 1887.
O director,
Jos Marques Acau Ribeiro.
Cororouniuo aos freqi'.entadores do trem dos
banhistas e ao respeitavel publiio, qua te-
nho construido na praia de Olinda, onde
rae acharei diariamente das 5 s 8 horas
da man ha, uns poucos de quartinhos de
macieiras, proprios para as pessoas que te-
nbaui de tomar a roupa de banho, onde
encontrarao toda a commodidade e acolbi-
uu-uto compativeis. Assim como que os
alugo mensalmente a 2^ por pessoa, fazen-
do abate quando ior familia, que os occa-
[i ao iiuomo tempo.
Os quartinhos tm chave, e seriio vigia
d )s com toda a seguranza. Com o paga-
mento dos 2$ mensaes ter direito o ba-
nhista a que ae ibe guarde e lave a roupa
'devb'nho. Quem tomar unt banho avulso
pagar 500 rs. por bando.
Brevemente ser inaugurado o botequim
onde encontrarao os banhistas caf fresco,
cognac, etc., etc., tudo prego mur.o m-
dico.
Approveitem em quanto tempo.
Olinda, 3 do Janeiro de 1887.
Manad Juvencio Bezerrn de Mello.
Augustj Tavsres de Lyra, plenamente.
Edgar de Nsvaee Carvalho, approvado.
Sebastin Fsbio, idem.
Joo Evangelista de Aiboqoerqae Maranho, dem.
Jos Henrique Cesar de Albuquerque Jnior, idem
Manoel Vieira Brrelo de Alencar. idem.
Joo Evangelista de Souza Vianna, dem.
Fausto Ta.credo dos Santos Porto, idem.
Quatro reprovados na prava escripta.
Dous reprovados na prova oral.
Francez
Luiz Odilon de Olivcira, distinego.
Edj^ar de Novaes Carvalho, plenamente.
Augusto Tavares de Lyra, dem.
Manocl Vieira Barre tu de Alencar, idem.
Bernardo Augusto de Lima Braga, approvado.
Jos Henrique Cesar de Albuquerque Jnior, idem.
F&asto Taucredo dos Sanios Fort, idem.
Abilio Cesar Pessoa de Mello, dem.
Um reprovado-na prava oral.
Ingles
Jos Antonio Pinto Janior, plenamente.
Joaquim de Souza Lea-.), idem.
Joo Barbosa de Mello Jnior, asprovado.
Jos Bonifacio Pessoa de Vello, idem.
Joo de Aquino Uibeiro, idem.
Um reprovado na prova escripta.
Latim
Quatro reprovados na prova escripta.
Historia
Manocl Barbosa de Freitas Cordetro, plenamente.
Odilon Augusto Kibeiro, dem.
Antonio Luceno da Motta Silveirs, idem.
Francisco Gomes de Araujo Sobrinho, approvado
Jos Bonifacio Pessoa de Mello, idem.
Joaquim de Souza Leo, idem.
Joaquim Moiiteiro Guedes G/dYidim, idem.
Joaquim Ignacio Kibeiro, idem.
Dous reprovados na prova oral.
Gecgraphia
Miguel Antonio Ribeiro, plenamente..
Odilon Augusto Kibeiro, idem.
Cisme Damio de Albuquerque Maranho, idem.
Thomaz Evaristo Pessoa de Mello, idem.
Miguel Archanjo Feruandes Pimenta, approvado.
Manuel Correia Pessoa de Mello, dem.
Jos Bonifacio Pessoa de Mello, idem.
Joaquim Iguaco Ribeiro, idem.
Joo Emiliano da Costa Albuquerque Filho, dem.
Joo Jos de Figueiredo, idem-
Joaquim Monteiro Guedes Gondim, idem.
Joo de Aquuo Ribeiro, idem.
Luis Pessoa de Mello, idem.
Luiz Jos da Silva, idem.
Joaquim de Arroda Faleo, dem.
Luiz Odilon de Oliveira, plenamente.
Jos Bonifacio Pessoa de Mello, approvado.
Bemvenuto Prxedes de Oliveira, dem. ,
Odilcn Augusto Ribeiro, idem.
Henrique Cesar Pessoa Lins, idem.
Arilhmetica
Jos Antonio Pinto Jnior, plenamente.
Miguel Antonio Ribeiro, idem.
Francisco Gomes de Araujo Ssbrinho, idem.
Joo Emiliano da Costa Albuquerque Filho, appro-
vado.
Eotaciode Albaqueique Coimbra, idem.
Joo Joaquim Correia de Oliveira, idem.
Dous reprovados na prova escripta.
Dous reprovados na prova oral.
Geometra
Manoel Barbosa de Freitas Cordeiro, plenam?r/fc?. '
Joo Emiliano da Coata Albuquerque Filho, idem
Jos Antonio Pinto Jnior, approvado.
Joo Joaquim Correia de Oliveira, idem.
Estacio de Albuquerque Coirabra, idem.
Phosophia
Manoel Barbosa de Freitas Ccrdeiro, approvado.
Resumo
Dstincco 1
Plenamente 19 h
Approvados 41
Total : 61 bem succedidos, 18 reprovados
Perdeu 29 % dos que foram Sabmettdos a jnls
gamento, nao contand- os qee foram reprovado-
sem atestado do director.
Nao este o resultado ambicionado pelo collegio,
posto que d para reprovades menea de um terco
de seus exames, quando vimos que em diversas
bancas foram reprovados dous tergos e mais.
Curso primario
No da 25 de Novembro, no salo respectivo,
perante urna commisso examinadora presidida
pelo director do estbelecimento o composta ae
professor publico Flix de Valois Correia c do pro-
fessor da cadeira, prestarais exames fiuaes de pri
meiras lettras os alumnos seguate* :
Jos Paulino da Silva Guimares, distinecao.
Ral da Silva f-mto, plenamente.
Luis Felippe Carneiro de Lacerda, idem.
Julio Americo de Medciros, idem.
Trajano Chacn, idem.
Joo Clementino Carneiro da Cuuha,*idem.
Paulo Cesar Paea Barreto, approvado.
Pedro Pi Paes Barreto, dem.
JeSo Baptista Pinheiro Lyre, idem.
Jos da Penha Bezcrra de aLiuzes, idem.
Osear Martina Ribeiro, idem.
Osear de Gusmo Coelbo, idem.
Manoel do Carmo Bezerra de Meoezes, ideti
"'
*. 1
-1
as.
-:
lslitiilioj] Franfaise de
Denioiselles
Rna do Barp de *. Borja n. 5o
(aotlga do Sebo)
0 3119 lectiFO Mi collegio
1 10 He J

Collegio de Sania Lucia
A directora d'este eollegio avisa aos illuaties
pais de familias e tutores de suas almonas, que se
dignaram conserval-aa n'este estbelecimento de
nstrucgo primaria e secundaria, durante o correr
do anno de 1886, que o mesmo collegio se abrir
no dia 7 de Janeiro do correte auno.
Ensna-ae ueste collegio : primeiraa lettras,
portuguez, inglez e francez (fallar e escrever),
gecgraphia, historia, arithmetica, desenho, msica,
piano, todos os trabalhos de agulha, flores de to-
das as especies.
Outrosim, tambem declara a todos os qne qui -
serem honrar e seu collegio com a presenca de
(saas filhas ou tuteladas, que as measalidades se-
rs assim distribuidas: eneino primaria, internas
40; meo-peasionistas 254 ; externas 5 j!: ensino
secundario, internas 45*\; meio-pensionistas 3Uj ;
externas 15/, tendo as meio-pensiooistas direito
penna, papel, caeta, tinta, lapis, e as internas di-
reito ao mesmo e roupa lavada e engommada.
Ra Duque de Caxias (andiga do Queimado)
n. 50, seguudo andar.
A directora,
Arma do Reg Barrelto de Almeida.
A directora,
1. Adour.
'
Lyceu Triadelpbico
Directora

eArl is
medica-
oon ten-
do'grande nuavero tos elementos qua eu-
trfra na compasiiflo do corpo humano.
tuedicoa d2o preferencia aos
meatos otuveis, faceta dt. uigerir,
E'
por isso*que 11-s ucousclhaio o Xarope de
qiliua fertigiooso, de Grne.ult A C,
o
seu
que,
sabor agradavel, sempre
bem acocho pelo estomago. Este xarope,
aMymalla^ciiam iotimamenle combinados
o plKsafa>to 9s) trro e a quina real, com-
bate com os m lliorea resultados a le.acor-
Cti.i, a anemia e o eoipobjaeiment do
satigue. E' de urna bella vt do Jos, e
em cada frasco deve exigi'fts comogai ,1.
tia a morca do fabrica.- e o sello sfa casa
de Grimault C.
. E' geralmo te aa.bido-,q*o os aoceaaos
de 6m e noite. O dw.e'&ipe&i acntiodo gr*nde,
oppresao, tdo pl supportar a posicjlo
horizoptal, a togs e furt;, a
respjib^av precipi' torna e pal-
udo e desfigurado, ou lvida e indiada.
Tomando nestes cacos alguajos l'u-oajas
dos igateos- indios dnsjtt^mault & C. a
jsJsaectoracSo se ata: a respiracao
vota e a ataque desappars|ie antea mesmo
liwirucfii primarla e aecunslarln
ara 0 sexo feminino
Ra do Visconde da Albuquerque n.
Directora.
V
D. Hara, Capitalina Martina Ribeiro.
As aulas d'esse estabslecimento se reabrirji) w
dia 10 de Janeiro crrante.
cc'uj alumnos internos, semi-intemoa e v
temos.
Instituto Philomatie
Ra do Visconde de Albuquerquj n. o
luterualo e cxieruaio
DIBECTOtt
Bacharel Olifilho Vctor
As aulas deste collegio estaro ab^t^ do lia
10 do correte em oante.
Sf
D^zeiiove de Abril
Ra do Progresso n. X
As auUa d' st* e:tabelt;Cimen%b de edutavQ
abr. m-se no da 7 do correte.
Ai Sra. oiumnos hile frequentarem n est
.-iuiento durante o anno prximo nasaado,*Qca-e,
cavo queiram continuar, o seu osh>A'<> uaquelle da para regulandade SjS|o a
aulas.
Couliuua a receber alumoosftpJpaH
pensionistas e externos, sendo quafl y uk
classe mente para a aula lifaolQH
Paramis iuformicO s poderij o
sadoa paocarr no collegio.
O
Luis da Costa P.
Ktcife,. i -e Janeiro de lc&7,
Escoto particular
k iustrucfo primaria para o
', sexo masculino
^CASA DE ENSINO MODERNO
36A-liia Velha36
O abiixo assgnado, participa ao Ilustrado pu-
blico fiesta cidade, que abri sua Escola parti-
euiarJe iustrucedo primaria para o sexo mascnli-
rWo, ra Velha n. 36, (Boa-Vista) onde esme
rudamente se dedica ho ensino de scus alumnos,
Educa o instrue a infancia pelo melbor systcma
dos priucipaes collegios da corte do imperio, onde
por ait'um tempo demnrou-se passeio, cujo sys-
tema a delicadeza, a vocacao, paciencia
intima para o ensillo, faz-ndo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminho da inleiligencia, da honra
e da dignidade com santos couselbos e sas licoes,
fim de que venham a sur o futuro sustentculo
da patria, da religi io e da le, e um verdadeiro
ci'iado bnssileiro.
liapera merecer a confiuuc" e proteccio doa
pais e tutores das creaucas que queirain aprovei-
tar um rpido adan temen lo de seus bisas ou tu-
teUdi.-s, e esa particular tem f robusta em todos
os seas compatriotas peruambueanas.
Comquant ousad* seja esta tentativa, todava
espera que os seas incansaveis esforcos, o os seus
puros desejos sejuin coroados com a fi liz uppro-
1 do todos os fibos do imperio da Santa
"E.^perSi, finalmente, que o respeitavel publico
saiba apreciar de perto o seu ve-dadeiro ensino
HasssBsWie rapidaineure as cresneas abracam
orajio as livros, us Bcieocias, aa let.
la^Hpis artes.
,li;iade'26(P0 pagos adiantados, no acto
itncnla.
o das 0 horas da manha s 3 da tarde.
neniaos internos e meio-pensiontstas,
||dades r.isoaveif.
Ilaa Velha n 56.
Julio Soarcs d'Azevedo.
KARIA OLINDINA DE MSLLC
30=Rua do Hospicio=30
Come^am no dia 15 do Janeiro as au-
las deste estbelecimento de educaclo de
meninas.
O ensiao primario, em virtude do regi-
ment das escolas, expedido em 20 de Ou-
tubro de 1885 comprehendendo tres graos,
est a cargo da directora e de suas ir-
mas. O ensino secundario, que minis-
trado pela directora e por professores de
reconbecido merecimento, comprebende tres
series a saber :
1* serie
Lingua nacional. Leitura correcta de
prosa e verso, grammatica e analyse, co-
pias e dictados, excr^icios de redaccSo e
deca macSo.
Lingua tranceza.Exercicioa de leitu-
ra, tradueyao, composijao e conversarlo.
Arilhmetica.Excrcicioa de clculos e
problemas, systema mtrico.
2 serie
Lingua. inglesa.Exercicios de leitura,
tradcelo, composijao o conversacSo.
Qeometria plana. NofSes geraes e pro-
blemas simples.
Geographia physica e poltica com exer-
cicies as cartas e tspheras.
Exteraato Luiz
Roa do Imperador n. 55, 2. andar.
Coro o nome cima abrir-se-ha no da 15 de Ja-
ueiro do anno prximo futuro de 1887, um estbele-
cimento de educacao, or.de ensinar-se-ho todas
as materias do curso de preparatorios, huyendo
tambem um curso nocturno dss mesmas materias,
e um outro commercial, no qual ensinar se-ha se-
ment francs e inglez, theorisa o praticamente
senda este das 9 s'10 1/2 da noite.
Estatutos
Art. l.o Os paes, tumores ou correspondentes,
devero acompanhar o es ldante no dia da matri-'
cula, para nao t matriculal-o, como tambem para
tomar conhecimento do rgimen disciplinar da es-
tbelecimento.
1 Aquelfes que nao tiverem qaetn os apr-
sente, tambem eerao aceitos matricula.
Art. 2.o O pagamento da matricula ser teito
mensal e adiantadamenle a comecar da occasiao
da matricula.
1. Por cada matricula pagar o eatudante
5U00, haveudo urna differenca de confurmidaau
com o numero de materias que eatudar no estbe-
lecimento.
Art. 3. Cada aula constar de 1 1/2 hora, sen.
do urna para tomar a licao do dia antecedente e
meia para explicar a do dia segoiute.
Art. 4" Nao baver aulas a quintaa-feiras,
porm todos os alumnos de vem comparecer no es-
tbelecimento n'estes das hora de suas respec
tivaa salas, para urna sabbatina, segundo a qaa!
os directores darao attestados na poca dos) exa-
mes. '
No estabelecijiento encentrarlo os Srs. pas
correspondentes ou tutores e ou Srs estudantes es
estatutos como accrescentsmento de tudo mais
que aqu se omitte e qae os seientificsro do que
houver de mais particular, e bem assim da con-
veniencia do metbodo n'este estbelecimento em-
pregado.
Os directores,
Luiz J.dcF.e O. Sobrinho.
Augusto J. C. Braga.
,1


Oculista
Lingua itaanaExercicios de leitura,
traduccao, composijao e conver?agao.
Historia geral e especialmente do Bra-
zil.
Co8mograpbia.
Alm desias materias e de trabalbo de
agulha, ensina-se desenlio e msica em
das eepeciaes.
O estudo e observado convenceram a
directora de que o internato sempre
prejudicial s alumnas, e tende a des-
truir 08 lajOB que devem haver entre pais
e ralbas, pelo que o Lyjeu 80 aceita alum-
nas seini-internas e externas
Os pagamentos serao regulados pela se-
guate tabella :
Externas
Do curso primario 20$000 por trimestre.
Do secundario 2?0G0 por trimestre.
Semi-internas
Do curso primari-> 25fi0D por mez.
Qa secundario 30)JOJ0 por mez.
Recife, 29 de D-zemoro do 1886.
Mara Olindina de Mello.
Dr. Barreto Ssmpaio, medico ocn-
ltu, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no l.o andar da casa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Scte de Setembro n.
34. Entrada pela roa da Saudade o. 25.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senboras a
de enancas, com pratica as principaea materni-
dades e bospitaes de Paria e de Vieana d'Austria,
faz todas as operajoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Bario da
Victoria (antiga rna Noa) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 a 3 Wat d tarde.
Telephone n. 467.
Dr. Fernandes Barros

Medico
i
O co selhoiro Dr. Manoel do
Nasciraento Macbado Portella
contina no excr-diio de sua
profissao de advogado podendo
ser encontrado em seu escripto-
I I rio a ra de Luperador n. 65,
|)1. andar, das 12 s 3 da tarde.
Consultorio roa do Bom Jess o. 30.
Consultas de meio dia 3 horas.
Residencia rna da Aurora u. 127.
Telephone n. 450
Advogado
jg0 Dr. Clodoaldo Lopes roudou seu gabi-
nete de advogacia para o predio n. 4,
ra Estreita do Rosario, e tem sua resi-
dencia no predio n. 40, ra da Palma.
S=c=^
Oculista
Dr. Mattos Barreto. ex chefe da e
ea deolh) do 'V Moar* Brasil e
policlnica geral do Rio de Janeiro e
di.o aggrcgado do opital f?*lro
desta cidade. i ^j
Coneultorio. rnn do Impera ior n. 65, !
andar, daa 12 o 3 horas dn tarHe.
Kesidenc, Ciojnbo i\Tovo n. I9.
As operacoes sdo fustas aem d^r, por
meio da cocana.
Consultas e operacoes, gratis aos po-
bres



Diario de Pernambuco---Quarta -fcra 12 de Janeiro de 1357
Clnica medico elrnrglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoias e
cr ancas.
Residencia Ra da Imperutricpr 4, segunda
3'jlisla
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 roa Larga do
Rosario.

f-


Leonor Porto
Roa do Imperador a- *>
Primciro andar
Contina a execatar os mais difficeis
figurinos recsbidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicAo de costura, em bre-
(vidade, mod cidade em precos e fino
gosto.
Dr. Goelto Lslte
> -
Medico, parteiro e operador
Readencia ra Bar So da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
D consultas das 11 horas da manba il 2 ds
tarde.
Attende para os chamados a qualquer hor
telephone n. 449.
EDITAES
Edltal n. 9
O administrador do Consulado Provincial, em
cumprimento do que diepoe a lei h. 1860, faz pu-
blico & quem nterestar possa, que no espaco di;
30 das uteis, contados de 2 de Janeiro do anno
prximo vindsuro, dar-se-ha principio ne6ta re-
partico a cobranca livre de multa do= impostas
abaixo declarados relativas ao 1" semestre do
exercicio de 1886-1887 :
3 0/0 sobre o gyro de casas commerciaes a re-
taiho.
10 0/0 sobre estabeleciinentos fra da cidade.
12 0/0 sobre escriptorios de advogado e solici-
tadores, consultorios meaicos, etc.
20 0/0 sobre estabelccimentos commerciaet.
200000 por escriptorio de descont de letras.
1:0001000 por casa de garantir bilhetes.
1:1 OOiOOO por casa de vender bilhetes.
25500 por tonelada de alvarenga, canoa, etc.
2040GO por escruvo empregado em serv.cj me-
anico.
200 rs. por bara'.ho de cartas de jognr.
Consulado Provincial de Pernambuco, 28 de
Deaeinbro de 1886.
P. A. de Carvalho Moura.
DECLARACOES
des Braga & Faireira, Uverna 72/0C0
Travesa da Matriz n. 2. Francisco
Soares Quintas, encadernador 40*000
Ma'hias de Albuquerque n. 25. Cle-
meHs Kueler, tintuaria 66*600
Largo do Carmo n. 9. Phites Adelino
da Costa Doria, casa de pasto 24*000
Livramento n. 7. Campos & C-, caiga-
dos 90*000
Dita n. 21. Fernandos & Primo, cal-
cados \ 108*003
Dita n. 29. Francisco Jos Fernandes
Marcos, calcados 90*000
Dita n. 31. Antonio L. Ferreira da
Lu, cabelleireiro 60*000
Dita n. 35. Francisco de Salles e Al-
buquerqut, calcados 90*000
Dita n. 37. Antonio Lina de Albuquer-
que, calcados 90*000
Penha n. 33. Neves Pedrosa & C, ta-
verna 60*000
Largo da Penha n. 8. Francisco &
Adriano, Uverna 90*000
Dita n. 10. Manee! Pereira da Silva &
C, taverua 108*000
Visconde de Iuhauma n. 4. Cypnano
&c Baptista, eigarroa G0*0J0
Dita >. 26. Santos Irmo, loja de fer-
gens 72*000
Dita u. 28. Joaquim Modesto da Silva,
fazendal t>'000
Dita n. 34. Jansen Ebla, botica 90000
Dita 48. Piuto Oliveira c C, fena-
gens
Dita u. 3.
taver-
905000
7200
.liiizo de paz da Boa-Viageni
Paulo Baptista de Jess, Io juiz de par do 4
districto da parochia de Nossa Senhora da Paz de
Afogados, faz scieute a quem interessar pojan,
que acba se no xercieio das fuuccdes do seu car-
go desde o dia 7 do torrente e dar audiencia xs
qnintas-feiras, pelas 9 horas da manha na casa de
eua residencia.
Estrada da Emberibeira, 10 de Janeiro de
1887.
Paulo Baptista de Jess.
Relacao das alteracdes dos contribuiutes da fre-
guezia de Santo-Antonio, sobre o impasto de 30
20 e 12 por cento de conformidade com o art. '-
da lei n. 1860.
Imperador n. 2- Jos Dativo, encana-
der d'agua e gaz
Dita n. 61. Jos Pi Cesar, bilhetes e
cigarros
Caee 22 de Novembro A. Joaquim lia-
mos & C, tavern*
Praca Pedro II n. 6. Manoel (Sementi-
na Ribeiro, alfaiate
Duque de Caxias n. 89. Manoel Anto-
nio Pilrao, calcad, s
Bario da Victoria n. 53. Oliveira 4 C,
cigarros
Triocheiras n. 1. A. Ventura, serra-
lbeiro
Ditan. 23. 'lavares c Le i te, tave-
Travesea das Cruzes n. 2. Silva Tel-
les & C-, casa de pasto
Dita n. 6. Joo Teixeira Barbosa, ru-
nileiro
Joao do Reg n. 36. Siqueira C, ci-
garra*
Travessada ra Bella n. 8. Fradique,
acougue
Travesea dos Quarteis n. 41. Antonio
J. M. de Rivar, cigarros
Santo-Amaro n. 28. Manoel Jos Fer-
nandes, taverna
Travessa dos Expostes n. 10, Feroan-
24*000
80*000
72*000
60*000
135*000
10*000
40*000
7*000
60*000
20*000
36*000
24*000
36*000
72*000
COMERCIO
tcolsa commerclal
buco
de Pernal
8ECIFE, 11 DE JANEIRO 9E lb*7.
As tres boras da tarde
'otacoes ujicioc
Cambio sobre Lisboa, 90 d/v. 136 0/0 de premio,
particular.
O presidenta,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
HBNIMENTS PBLICOS
kaKDA gkbsx.
De 3 a 10
tk di 11
Mii ae Janeiro
ALFA.NUhlA
i50.791*4G7
44:344*899
ifjtwax raoviaciiL
De da 10
.em o* 11
40.332775
6:77654
295:136*366
47:1091323
Fontes ce Gomes,
na
Ditan. 11. Israel Irmo & C., taver-
na
Dita n. 19. Luis Olivieri, chapees de
sol
Dita n. 27. Pascboal Jaselli, niiude-
z&s
Dita n. 31. Vasconcellos <& C, taver-
na
Dita n. 41. Silva & Iimao, caf moi -
do
Dita n. 52. A. L. da Silva Campista,
fazendas
Dita n. 55. Goncalves Dias Se C, ta-
verna
Dita n. 63. Silva Marques & C, ta-
verna
Pedro Afionso n. 16. Joo Pereira C,
aruiazem de xarque
Dita n. 46. Mello & Irmo, aruvaem
de xarque
Dita n. 56. Francisco Iglezia Lopes,
armazem de xarque
Ditan. 58. Antouio Jos Lopes Bra-
ga, arinazein de xarque
Dita n. 64. Epiphanio Jos Bezezra,
armazem de xarque
Dita n. 21. Ferreira Girio fc C, ar-
m,i :ii de xarqnn
Marcilio Dias n. 35. Miguel Francis-
co de Assis, ofiicina de violas
Dita n. 21. Jovmiano Bezerrade Me-
nezes, officioa de vi das
Dito n. 7. Prnuj Felicia 10 de Barros
Melle, funileiro
Dita n. 9. Jos de Moura Aceioli, b r-
beiro
Dit- n. 43. Francisco Antonio da Sil-
va Ros, < Iticina de selins
Dita u. 47. Miguel 1 ereira dos Santos,
barbeiro
Dita u. 53. Lscerda 4 C, chapeos de
sol
Lomas Valentinas n. 15. Perira cigarros
Dita n. 30. Luiz dos Santos Selva,
taverna
Travessa da Concordia n. 9. Cesar
Jnior, cigarros
Palma n. 37. Joaquim Carvalho &
C, taverua
Largo da Praeeta n. S. Manoel da
Silva Faiias, armazem de raate-
riaes
1 Seccuo do Consulado Provincial,
z-mbro de 1886
O chefe,
J. X. C. de Barros Campelb.
Alten.e'>3 encontradas no Isncsmento dos impos-
posios de 3 %, 20 % e 12 "/. na freguezia da
Boa Vista, no exercicio de 1886 a 1887, pelo
laucador Izidoro T. de Mattos Ferreira.
Imperatriz u. 4. Dr. Alfredo Gaspar.
intdico 12*00)
Dita ii. 10. Jos Lauria, sapateiro 245000
Dita m. 12. Manoel Jos dos Santos,
barbeiro 60*000
Dita n. 14. Lenidas T. de Loureiro,
camisaria 60*000
Dita n. 13. Matbeue Dla Kcs, sapa-
teiro 36*000
Dita n. 30. Jos Joaquim Antones Cor-
deiro, barbeiro 24*'XX)
Dita n. 33. Pereira da Silva, loja de
fazendas 108t00
Dita n. 34. Cardoso & Bitteocoort, ta-
verna 1085000
Dita n. 36. Joao F'ancelino Domingues
Carneiro, funileiro 48*000
Dita n. 52. Carneiro de Soasa & (.'.,
eamisaria 60*0 JO
Dita ii. 58. Pereira & C, charutos e
cigarro* 725000
Dita u. 68. Antonia F. Simes, alfaiate 36*000
Dita n. 70. Joviniano da Rocha Perei-
ra, calcados 90*000
Dita n. 76. Francisco Durante, miude-
zas 90*030
Dita n. 78. Antouio J. de F. Filtio,
p'-iotogrsphia 40*000
72*000
72*000
81(900
995900
60*000
905000
005JOO
72*000
120*000
725000
50*000
605000
45*000
72*000
20*0)0
19*200
145100
21 000
19*200
19*200
305000
36*000
36*000
36*000
6O*0CO
90.000
29 de Do
icai
CBBBOOBIA D> 3 a 10
>u d< 11
C IHSCLADO H3i-VI.NC1AI.-D- 3 S 10
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11:9395773
56:410*117
10:764*155
67:171*272
1:5645332
898*775
2:463*107
-LTERAC0 da pauta
Pra a semana de 10 a 15 de Janeire de 18S7
Algud&o am rama, 340 ra. o kilo,
laucar branco, 128 ra. o kilo.
A asnear refinado, 186 rs. o kilo.
Fumo em rolo, ordinario ou restolho, 400 rs. o
kilo.
Alfanaegt de Pernambuco, 8 de Janeiro de
188G.
Os conferentes,
A de A. Marques.
Vasco da Gama Lobo.
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Vapor nacional Seroipt, entrado da Baha e s-
calas no dia 11 do correute e consignado a Do-
mingos Alves Matheus, manifestou :
AlgodSo 173 saccas a Pereira Carneiro & C.
150 a Ferreira Rodrigues t C, 8 a H. Nuvscb
x C.
Alfafa 120 fardos ordem.
Azeite de peixe 3 barra a Beltrao c Costa.
Couros saleados seceos 200 a Pereira Ca.neiro
& C, 180 a U. Nueach & C.
LI barriguda 28 fardos a Pereira Curueiro
&C.
Panno de algodo 25 fardos a Silva Guimaraes
& C.
Peiles 6 fardos e 39 amarrados a H. Nuusch
4C.
Queijos 18 volumes a Fernandes & Inn.los.
Brigue inglez Union, entrado de Gasp no da 9
do correute e consignado a J. Pater & C, mani-
festou :
Baealho 2,528 tinas e 132 caixas ordem.
DbiPAGHU> MEXPKTAgAO
Em 10 de Janeiro de 1887
Para p exterior
Ni vapor alie-ao Rto, carregaram :
Para Hninburgo, Borstelmann & C. 4'25 fardos
ci ni 84,143 kilos de algodas.
No vapor inglez Bonavista, carregaram :
Para Ntw-Yoik, H. Forster & C. "500 saceos
com 37,501) kilos de assucar masca vado.
So lugar inglez Flora, carregaram :
Para N'-w- York, J. S. Loyo & Filbo 1,390 saceos
com i 01.250 kilos de assncar masca vado.
No pstacln ingles Echo, carregaram :
Para New-York, J. Pater & C. 600 caceos com
39,600 kilos de assucar mascavado ; Julio & Ir-
mo 2,000v aaeco* com 150,000 kilos de assucar
mascavado.
Na barca portuguesa bratiddo, carrega-
ram :
Para o Porte, S. Guimaraes & C. 340 saccas
com 2:V;98 kilos de algodo.
Na barca portuguesa Cande, carregaram :
Para o Porto, S. B. Amorim & C 200 saccas
com 16,027 kilos de algodo ; H. Rabello 1 bail
esu: 40 litros de agurdente e 4 volumes com 2,44
kilos de assucar branco.
Para o interior
Na esenna portuguesa VhrUtina, carrega-
ranj :
Para o Rio Grande do Sal, Bsltar IrmSos & C.
20 piims com 9,600 litros de agurdente. 90 saceos
com 6.750 ki|<>a de assucar branco e 10 ditos com
750 ditos de dito mascavado.
No patacho nacional Alianca, carregaram :
Para Porto-Alegre, C. Oliveira & C. 70 saceos
com 5,50 kilos de assucar branco e 30 ditos com
2,250 ditos de dito mascavado.
No brigue noroegueasa Frey, earregaram : .
Para o Rio Grande do Sol, Amorim Irmios &
Dita n. 82. Jos M. de Lemos Duarte,
miudesas
Dita o. 88. Dr. Maduro da Fonseca,
medico
Dita n. 5. Jacintho P. Pontea, cigar-
ros e charutos
Dita n. 13. Mauoal Joaquim Goncil-
ves, louca
Dita u. 19. Couto i C, cigarros e cha-
rutos
Dita n. 21. Agripinn Branco, barbeiro
Dita ii 3.1. Viuvu Virgolino & C, cha-
* rutoo cigarros
D.ta u. 49. Ricna & Ferraz, caf
Dita n. 55. Viuva Brito Mello, droga-
ra
Dita n. 61. Dr. Meira de Vasconcel-
los, collegio.
Dita n. 63. Pereira & Rodrigues, ta-
' vera*
Dita n. 65. Jos Ramos Souto, taverna
Dita n. 03-A. Lauriano H. de Miran-
da, barbeiro
Dita n. 69 e 71. Henrique Jansem, bo-
tica
Dita n. 77. Bastos & Ramos, ferragens
Conde d'Eu n. Pinto Figueiredo a:
C, taverna
Dita ii. 20. Bernardina S. Guimaraes,
taverna
Dita n. 32. Jos Martina de Almeida
& C casa mortuaria
Dita n. 11. Jos Maria Gomes da Sil-
va, refinacAo
Dita n. 21. Joao Jos dos Santos, lou-
ca de barro
Conceicao n. 6. Andr Isabel, taverna
Visconde de Pelotas n. 1. Joo Manoel
Pedreiro, casa de pasto
Dita n. 19. Joao Duarte Ribeiro, funi-
leiro
Viseonde de Aluquerque n. 104. Jos
Emygidio Ferreira Lima, taverna
Dita ii. 83. Bellarmino A. rouxa, ota-
ria
Capibaribe n, 10. Joo Antonio de
Ar.iuj -, officioa de carrosas
Dita u. 12. Joao N> Babia, ferreiro
Dita n. 14. Albuqucrque & C, CO-
cheira
Pateo da S-.nta Cruz n. 2. Joaquim
Cista & C., taverna
Dita n. 8. Dr. A. Imbassabr, medico
Dita ii. 10. Antonio Ferreira da Silva,
taverna
Dita u. 12. Domingos & C, taverna
Aurora u. 5. Dr. Vieira da Cuuha, me-
dico
Dita n. 19. Augusta Carneiro, collegio
Dita u. 65. Arthur G. Maces, taverna
Dita n. 113 Manoel Pereira Bernardi-
no, taverna
Dita n. 179. Manoel Martins & C, es-
taleiro
Viseoude de Albuquerque n. 33. Dr.
Ulinthj Vctor, collegio
Conde da Boa-Vista n. 77-A. Manoel
P. de Albuquerque, SQongue
Dita n. 79. Carneiro & C taverna.
Dit n. 143. Ignacio da Silva Teixei-
ra. taverna
Riachuelo n. 56. Joaquim N. Ferreira,
acougue
Dita n. 52-A. Euzebio B. de Santa
Ri=a, aougu
Hospicio u. 10. Baronesa de Berpeor,
ecllegio
Dita n. 30. Mana Olindiaa da Mello,
collegio
Hospicio u. 3. Albino Ferreira dos
Santo', taverna
Dita n. 1. Kloriano Passoe, acaigue
Dita n. 53. J. M. Aciua Ribeiro,
collegio
Dita n. 55. Padre Manoel Lobato C.
da Cunha, collegio
Rosario n. 53. Santos i Silva, cigar-
ros e charutos
Dita n. 60. Magalhes t C-, casa fu-
neraria
Camaio n. 17 A. Symphronio D. de
Queiroz, acougue
Gervasio Pires n. 14. Jos Silveira
Mar'in, afougue
Dita n. 1. Manoel Jos Ferreira Net-
t >, deposito
Truveasa de Gervasio Pires n. 9.
Francisco r*iuto de Magulues, pa-
daria
Socego n. 1 A. Virginio A. de Lima,
taverua
Principe n. 1 A. Mancel do Nasci-
in.-nto, deposito
Santa Crus n. 20. Floriano Passos,
acougue
Dita n. 1 A. Manoel Carneiro, cigar-
ros e charutos '
Dita n. b. Rodrigues de Mello, ta-
verna
Dita o. 5 A. Jos Maria Campas Bar-
bosa, armazem de fariuha
Dita ii. 17. Crus Mello & C, casa de
pasto
Coeihos n. 10. Cathariua Masearella,
taverua
Dita n. 12. Jos Martins da Armada,
taverna
Largo dos Coelbos n. 26. Julio Costa
4 C, taverna
Dito ii. 13. Vicente dos Santos Bar-
ro, olaria
Dito u. 27. Prxedes F. Cavalcante,
taverna
Travessa dos Coelbos. Antonio Perei-
ra Dutra, olaria
Cironel Lamenha a. 50. Antonio Mar-
72*000 tme Saldanha, olaria
Bario de S. Borja n. 50. I. Adour,
12*000 collegio
1 Dita n. 54. Albino Azevedo & C. ta-
1C8*00| verna
Soledade n. 49. Antonio Soares Rapo-
120*000
bOlOO)
48*000
60*000
90*000
60*000
60*000
90*000
90*000
4C*000
1^0*000
90*000
90*000
108500O
56*000
150*000
30*000
54*000
48*000
24*000
120*000
40*000
30*000
250GO
96*000
90*000
12*000
72*000
725000
125000
WffDQ
75*000
90*000
40*000
60*000
28*803
72*000
60*000
19*200
28*300
00*030
09*0.0
1805090
21500J
100*000
1605000
33*000
20*000
125000
2i*;)00
COSOo'O
90*0O*)
72*000
36*000
4Q0O
21*6C0
30*000
30*000
20*000
36*000
43*000
60*000
24*100
21*600
24*000
Joao de Oliveira
Jos Fran-
28*800
80*000
72*000
28*800
64*800
28*800
43*200
36*000
casa terrea
te
45*000
285SOO
45*000
80*000
so, acougue
Nympnas n. 16.
Braga, taverna
Fernandes Vieira n. 46.
cisco'Mondes, taverna
Ditan. 63. Jos Francisco Ferreira,
taverna
Pombal n. 2 A. Mancel Tavares de
Mello, taverna
Ditan. 16. Antonio M. de Azevedo
Furtado, taverna
Ditan. 7. Joe Dezesete, taverna
Dita n. 11. Augusto da Costa Cardo-
so, taverna
Primeir.i becco do Pombal n. 1. Pe-
reira & Pinto, padaria
Visconde d-o Goyanna n. 153. Dr.
Jos F. da C. Vieira, collegio
Dita n. 63. Manoel Nunes da Silva,
olaria 245000
Capillo Antonio Lima n. 4. Jos Ra-
mos de Oliveira, padaria 72*000
Dita n. 68. Oliveira & Alipio, ta-
verna 64*800
Estrada de Luiz do Reg n. 38. An-
tonio Soares Raposo, acongoe U8*800
Dita n. 40 Silva Campos ft C, ta-
verna 605000
Ditan. 50. Clarindo, acnugue 24*000
Fu o ::e.lo n. 4. Manoel Jacintho Go-
mes, tav -rna 30*000
Estrada Velha de Santo Amaro n. 9.
Rosa Maria de Lima, taverna 185000
Largo de Santo Amaro u. 6 A. Ma-
ria Umbelina de Jess, taverna 21*600
Dto n. 6 B. Beato Jos Ferreira, ta-
verna 25*200
Travessa do Maduro n. 3. Felippe A.
de S Baha, taverua 185000
Dita. Joo Carlos Ferreira, taverna 145400
Ditan. i. Casimiro M'iriuho Caruoi-
- ro, taverna 185000
Travessa da Maria do Norte n. 3. Ju-
viniano Joaquim Alves, taverna 305000
Estrada de Luiz do Reg n. 54 A.
Antonio do Reg Mcdeiros, teverua 21 600
Dita n. 47 D. Sevenuo Antonio da
Rocha, uverna 72*000
Travessa do Palacio do Bispo n. S.
Anna Ferreira da Silva Leire, col-
legio 205000
Viseoude de Albuquerque n. 26. Ma-
ra Capitulina Martina Rioeiro, col-
legio 60*000
Prugresso n. 1. Luiz da Costa F. Pin-
to Carreiro, collegio 805000
Hospicio n. 3. Ovidio Alves Manaya,
collegio 60*000
1 seceo do Consulado Provincial, 31 de De-
zembru de 1886.
O chefe,
J. X. C. de Barros Campello.
Alterares para mais encontradas no lan-
<;miento da dcima urbana da (reguezia
da lioa-Vista, com referencia ao exerci-
cio de lo86 1887 pelo lanador Izilo-
ro T. Mattos Ferreira.
Travessa do Maduro
N. 6. Urna casa terrea arren-
dada por
N. 10. Una casa terrea dem
idem
N. 12. Urna casa terrea idem
idem
Urna casa torrea idem
idem idem
N. 52 A Urna
idem idem
N. 29. Urna casa terrea dem
idem .
N. 31. Urna caaa terrea idem
idem
N. 47 B. Mraa casa terrea
idem idem
Travessa do Noite
N.. 1 A. Urna casa terrea idem
idem
Ra do Norte
N. 9 Uica casa terree idem
dem
L- rgo da Igreja
36*000 N. 8. Urna casa terrea ide:u
idem
N. 11. Urna casa torrea idem
idem
terrea idon
dem
C. 430 barricas com 49.392 kilos de assucar bran-
co e 30 ditas com 3,355 ditos de dito mascavado.
Ni vapor inglez Architecl, carregaram :
Para Santo, P. Carneiro 6e C. 2,400 saceos
com 14UKX) kilos de assucar branco e 4,000 ditos
com 240,030 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Sergipe, carregou :
Para Baha, F. A. de Azevedo 300 saceos com
21,0 0 kilos de assucar branca.
No vapor ingl.-z Bonavitta, carregou :
Para o Para, P. C- de Alcntara 600 barrica)
com 42,163 kilos de assucar branco.
No hiate nacional Joao Valle, carregaram i
Para Maco, M J. Pessoa ',075 saceos com
farinba de mandioca o 90 dit s com mi ho ; P.
Alves [ C. 2 barricas com 199 kilos de assucar
retinado.
No hiate nacional Iris, carregaram :
Para Maca", J. P. de Oliveira 26 barricas com
1.1150 krlng le, assiiciir arnaco ; P. Alves c C. 10
saceos com 750 kilos de assucar branco ; A. Car-
neiro 8 saceos com farinba de mandioca.
Para Mossor, P. Alves & C. 15 barricas com
938 kilos de a.sucar brnnc >.
Na barcada Flor de Mario, carregaram : i
Para Maoianguape, P. Alves & C. 5 barricas
com 300 kilos de assucar retinado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 11
Santos19 dias, barca russa Aiino, de 780 tonela-
das, capitn A. W. Smitslund, cquipsgem 15.
em lastro; a II Lundgrin & C.
Rio Grande do Sul35 dias, lugar noraegnense
Chance, de 235 toneladas, capitao P. G Peder
seu, eqnipagem 7, em lastro ; a Pereira Cap
neiro & C.
Babia e> encala14 dias, vapor na:inal Sergipt.
de 411 toneladas, couiraandante P equipagem 27, carga varios gneros ; a Doiniu-
gos Alves Matbeus.
Terra Nova33 dias, lugar inglez Morning Star',
de 213 toneladas, capitao Thomas D. G, M.
Cann, equipagem 8, car a baealho; a Saun-
ders Brothers & C.
Nttvios sahidos no niesmo dia
MaranhoVapor inglez Sorteman, commaadante
Lacy, carga apparelbos telegrapbicos.
BabiaBarca ingieza Maria, capitao John Socw,
carga baealho.
Maco Hyate nacional Joo Valle, mostr Fran
cisco Honorio Canuto, carga varios generes.
VAPORES EdPERADO
Pernambuco
AraiMmua
Par"
Ville de Santos
Niger
Cear
La Plata
Pernambuco
Espirito Santo
Trent
N. 18.
idem
N. 3. Urna casa terrea idem
idem
N\ 7. Urna casa
idem
N. 9. Urna casa terrea
idem
N. 13. Urna casa terrea idem
idem
N. 11.
idem
N. 15.
idem
Urna casa terrea idem
Urna cssa terrea idem
Largo do Cemiterio
Umacusa terrea idam
144d00
lOOO
96,5000
120,5000
72000
965000
960000
15030JO
192,5000
180^000
1500000
1204000
180,5(000
264000
720000
960000
3OO0OOO
1200000
Ia secQilo do Consulado Provincia!, 31
de Dezembro de 1887.
O chefe,
7. A". C. de Barros Campello.
Correio geral
Mala a expedirse hoje
Pelo paquete inglez Bonavitta, esta administra-
Cao exped malas para o Cears, Para, Barbados,
S. Thomaz e Xew-Yoik. recebendo impressos e
objectos a registiar at 1 hora da tarde, e caitas
ordinarias ate3 boras ou 3 \\2 com porte duplo.
AdiDinisti'.ie~o dos corrcios de, Pernambu -x>, 12
de Janeiro de 1887. O administrador,
Afionso do Reg Barros.
Instituto Archeologlco geogra
i>hico Pernumbucano,
Quinta feira 13 do corrente, hora do costume,
haver sessao ordinaria.
Secretaria do Instituto Areheologico e Geogra-
phico Pernau-bucano, 11 de Janeiro de 1886.
Baptista Regueira,
1* secretado.
Os Meninos a Candi-
nha
A directora desta aocieiade carnavalesca, con-
vida a todos os socios para se reunirem no dia 15
do correute, na bora e lugar do costume, atim de
tratarem de negocios relativos mesma sociedade.
O secretario,
Mardocheu.
Gabinete Portuguez de
Leitura
De crdeo do Eim S'. Visconde da Sil7a Loyo,
presideute da asseuib'a g< rl, convido os snio-
res socios accionistas a reunieui se na sede so-
cial no domingo 10 do coi rente, s 11 horas da
maulla, anu de proceder-se a leitura do relatorio
da directora e eleicao da cooimisso do examj de
cootas.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco, 11 de Jane ro de 1887.
Sot da Silva lodrigaes.
Instituto dos Professores de Per-
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. presidente deste institu-
to, convido os senhores socios para se reunirem
em assembla geral, as 10 horas do da 13 do
corrente, afim de eleger-s ; o conselhi adminis-
trativo que tem de dirigir asta sociedade no cor-
rente anno. Recite, 10 de Janrro de 1887.
Antonio Jovino da Fonseca,
_________ : secretario eervindodel-
Ese^rNorial
Matricula
Por ordem do Sr. Dr. director, e em observancia
da disposicao do art. 74 do regiment interno de
17 de Settmbro de 1880, fas-se publico a quem
interessar possa, que as matriculas deste curso es-
tar So a bertas desde o dia lo do correte at 3 de
Fevereiro prximo.
Os requeriraeotos para matricula no 1 anno do
curso ileverao ser iustrnidos com os documentos
seguintes :
1 Certidb de idade maior de 18 anoos para os
alumnes do sexo masculino e de 16 para os do fe-
minino.
2.* Certificado ou titulo de approvacao em fa-
me as escolas publicas de iusiruegao primaria.
3 Fo ha corrida ou certido de aao haver sof-
frido condemnacao por alguin dos crimes que po-
peai motivar ao profeseor publico a perda da ca-
deira.
1." Attestado de moralidiide passado pelo paro-
cho ou autondade, quer policial quer litteraria da
freguezia em que rcaidtr o peticionario.
Os matnculandos que nao poderem exhibir titu-
lo legal de exaine em ercola publica de enaino pri-
mario, deverifo iuscrever-se para es exames de ad-
inissao, de que tratam os arta. i5 a 77 do citado
regiment, c que (OuiecarSo no dia 24 do corrente.
Pura as matriculas do 2o e 3* annos, basta que
as peti(3i>8 sejam documentadas com a certido de
approvacao no exame do j.nno precedente: guar-,
dada a r-striecSo do art. 21 do j mencionauo re-
giment interna.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
10 de Janeiro de 1887.O secretario,
A. A. Cama.
Abertura das escolas
publicas
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da instruc-
pblicos de instrueco primaria, que approximan-
do-se o dia em que, de conformidade com o art.
37 do regiment das escolas publicas, devem ser
estas rcabertas, e succedendo que, em algumas
localidades, por se terein retirado pelas ferias os
professores, deixando elles de com car seus trtjba-
ihoi no dia marcado, tem uesta data aquella
autoridiide, por circular dirigida aos delegados
litterarios, recommeudado a stricta observancia
do citado artigo do regiment, e pelo piesente
edital se dirige gsal recommeudaco a todos os
professores que regem escolas publicas.
Secretaria da InstruccSo Publica de Pernambu-
co, 5 de Jaoeiro de 1887.
O secretario.
Pergenlino S. de Aravjo Galeao.
Inspectora e hygieiie
t


..
De ordr.m do Illm.Sr. Dr. Iospector debygiene e
para cumprimento do art. 42 do Regulamento
De ordem do Illm. Sr. inspector desta repart- I """""'o vigente sao convidados os Srs. mediejs
cao, faco publico que no dia 12 Jo correute mez, I Pharmaceuticos, dentistas, e parteiras a mandaren)
paga-se as classes de obras publicas, Ilumina- i etU Inspectora es seus drploraas,
cao secretaria da Hs.eu.bia provincial, relativa j nm de serem ri>S!rd<>8; 8
ineute sus veneimeutos do mez de Novemaro pro Ja '
-
N. 2;B^
dem ?'
N. 6 B. Uin casa terraa idem
defi *v
N- 6 C. Uaa casa terrea idem
idem
N. 6 A. Urna casa terrea idem
idem
Estrada Velba de Santo Amaro
X, 12. Urna casa terrea idem
idem
N. 26. Urna casa terrea idem
idem
N. ID. Urna casa terrea
idem dem
N. 1 E. Urna casa terrea idem
idem
N. 1 F. Urna casa terrea idem
idem
N. 1 A. Urna casa terrea idem
idom
N. 11. Urna casa terrea idem
idem
casa terrea
960000
1440000
720000
840000
Urna casa terrea idem
Urna casa terrea idem
Urna casa terrea idem
Um sobrado idem
do norte amnnh
da Europa a 16
do sul a 17
da Europa a 18
do sol a 21 *
do norte a 23
da Europa **
de Hamburgo a 5
do norte a 27
do sal a 39
N. 11 A. Urna
idem idem
N. 11 B. Urna casa terrea
idem idem
N. 11 C. Urna casa terrea
idem dem
N. 19. -Urna casa terrea idem
idem
Cipitao Antonio Lima
N. 18. Urna casa terrea idem
idem
N. 22 Urna casa terrea idem
idem
. 24. Urna casa terrea idem
dem
N. 26. Urna casa terrea idem
j.iem
N. 52-
idem
N. <2.
idem
N- 21.
idem
N. 25.
idem
3 becco do Lima
X. 1 B- Urna casa terrea idem
idem
E. 13 A. Urna casa terrea
idem iiem
Luiz do Reg
N. 16 B. Urna casa terrea
idem ide.ro
X. 16 E. Urna casa terrea
idem dem
N. 40. Urna casa terrea idem
idem
N. 40 S. Urna casa terrea
idem idem *
N* 44. Urna casa terrea idem
idem
N. 52 B. Urna casa terrea
. idem idem
X b A. Urna casa terrea
idem'idem
>4 A. Urna casa terrea
ern idem
N. 52 E. Urna casa terrea
idftm ideo
Nih, ftirft Urna caaa terreo
4800000
840000
960000
960000
96O0O
1920000
720000
900000
960000
960000
1200000
2160000
2000000
2000000
2000000
1440000
1920000
2000000
5000000
5O0OO'
2400000
1200000
1200000
1445000
3600000
3600000
2400000
2400000
2400000
2404000
xiu o paseado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, en 11 de Janeiro de 1887.
O escrivo da despeta,
Silviuo A. Rodrigues.
STO
Sociedade Recreativa Juvenlude
Cumuiemoriie'i do A3 nnnicraurio
da niiiiiiiu a<> da bibilotbeca e sa-
rao blmeairal tu U de Fevereiro.
loga-se aos soelos que desejarem tirar convi
tea para este sarao, a dur suas notas na secreta-
ria da socie iade. .
V Secretaria dalsociudade Recreativa Juventude,
6 de Janeiro de 1887.
Jos de Medices,
2 secretario
ou ttulos
excluso dos que
feito na extincta Iuspectoria de
saude publica, visto o citado regalameuto ter dado
nova forma a ditos registros.
Iuspectoria de bygiene de Pernambuco, 8 de
Janeiro de 1887, ^
O secretario,
Guilerme Duarte.


CompanUta os
Mi
Tiif Manos
e fiel itt
Dividendo
Por deliberaeao da directora e de accordo com
as estatutos em vigor est marcado o dia 10 do
corrente [.ara nclle se encelar o pagamento do 24
dividendo da companhia a razad de 8 0|0. Para
este tm ser encontrado o Sr. tbeeoureiro no es-
criptorio da companhia das 10 horas ao meio dia
at o dia 15 do corrente. Desse dia em diante
em todas as tercas-feiras e sabbados que torem
dias uteis, ou segundas e sextas quando furem
aquelles santificados, as mesmas horas. Por eeta
metma occasiao far-se ha o pagamento dos juros
das debenlures que para tal fim devero ser exhi-
bidos pelos seus 'portadores.
Ljeriptorio do gerente, 4 de Janeiro de 1887.
A. Pereira Simos.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. iosp< ctor, faco publico
que ns dia 13 do corrente, pelas 11 hora* da ma-
nh, aerante a sessao da junta, recbem-se pro-
postas para o fornecimento de objectos de expe-
diente precisos a esta repartico no crrante se-
mestre. Os pretendentes ieverao apresentar as
competentes amostras.
Thesouraria de Fazenda de Pernambco, 8 de
Janeirodc 1887.O secretario,
Luiz Emydio P. da Cmara.
Lotera de 4000 eolitos
A grande loteria de 4000 contos, em 3 sorteios,
fica transferida para o dia 14 de Maio viudouro,
impreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de hoje.
Tbesouraria das Loteras para o fondo de
emancipaco e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Dezembro de 1886.
O tbesoureiro,
Francisca Goncalves Taires.
-----------------------^--------i------------------------------
Cumpantla Santa Tberesa. empre-
arla do atoaatecimento d'agua
tus para a cidade de Ollnda.
DIVIDENDO
De ordem da directora communico aos Srs. ac-
cionistas que no dia 10 do corrente com-car-se-na
a pagar 6 15.* dividendo da companhia, razio
de 6 por cento.
O pagamento ser effeetuado na ra do Impe-
rador n. 73, segundo andar, todos os das uteis,
at 15 do corrente, das 10 horas ao meio dia, e
d'ahi em r>iante em qualquer dia til, das 8 s 10
horas da manha.
Escriptoiio do gerente, 4 de Janeiro de 1887.
A. Pereira Simoes.
I
r

i
ta
Companhia dos trilitos urbanos
do Recite a 01 ndae Bebe ibe
Basos de Olinda
Em vista de reclamaco de varios freqnentado-
rea dos bantaos salgados das praiss de Olinda, im-
posibilitados de irem actualmente morar naquslla
cidade, resalveu a directora desta companhia
crear urna assignatura mensal, especialmente para
osbanhrbtae, dundo direito a urna viagem redonda
por dia mediante o pagamento de 10. Assigna-
tura que comecar a vigorar do dia 1 de Janeiro
de 1887 at segundo aviso ; sendo que, para
maior vtnugem ser expedido desse dia em dian-
te um trein extraordinario, sabido da ra da Au-
rora s 5 oras da madrugada, parando apenas
as estacoes em que eiistirem assignanfe-, e vol-
taudo na mesma conformidade s 7 horas, de
Olinda. Os senhores banhistas terSo tsmbem o
direito de ir pelo trem ordinario das 5 1|2, do Re-
cife, assim como de voitar pelo trem ordinario das
6 1[2, de Olinda ; sendo- que nos trens extraordi-
narios serao tambem admittidas aa passagens
avulsas da Ia claase oa nossa tabelia. "
Escriptorio da companhia, 24 de Dezembro de
1886.=0 gerente,
A. Pereira Simes.
Banco do Brasil
Paga-Be o 66* dividendo na razao de 9*000
por accao ; na ra do Commereio n. 6, primeiro
andr.
Troco c substltulcao de notas
do Thesouro Nacional
De ordem do Illm. Sr, inspector so faz publico
que as sedlas, que forem apresentadas troco
ou substituidas e que estiverem dilaceradas, de-
vem vir devidamente concertadas, de modo que
possam ser inmediatamente carimbadas.
Outro siin, para cobhecimento dos interessados
abaixo se transcreve os seguintes a'tigos do re-
gulamento annexo ao decreto n. 9370 de 14 de Fe-
vereiro de 1885 :
Art 126. Nao ser permittido o troco de notas
nevas de grande valor por otitras de pequea im-
portancia.
Art 128. As estates de amcadacao nao po-
dero recusar o recebimento de notas dilaceradas
ou das que, estando em substituido, Ihes forem
apresentadas at o dia em que terminar o prazo
para o seu recoihimento sem descont, < comtan-
to que taea notas sejam verdadeiras, a?hcin-se
completas, nao se componbam de pedacos, e nao
tenham carimbo ou marca que ditficulte-lhea o
exame ou as inutilise.
Art 131. A nota dilacerada em um ou diversos
fragmentos, tendo mais de metade de um s lado,
sera trocada na Caixa de Amortisicao ou as Ihe-
sourarias de fazenda por outra de igual valor, se
fr recoohecida verdadeira.
A que ti ver a metade ou menos da metade, e a
que, tendo mais de metade,lor compostados dous
lados extremes, t poder ser trocada, anda que
reconbecida genuina, se o portador justificar,
satisfaco da junta administrativa da Caixa, que,
por forca maior, foi consumida ou extraviada a
por cao que falta.
Art. 132. Os fragmentos de notas que se nao
poderem trocar, serio restituidas ao portador, de-
pois de marcadas com o signalsem valor.
Taeeouraria de Fazenda do Pernambuco, 31
de Dezembro de 1886. .
O secretario,
Luiz Emygdio P. da Cmara.
Lotera da Colonia Isabel
A 10a serie da 24 parte das loteras em favor
dos ingenuos da Colonia Isabel, acha-se exposta ,
venda, cuja extrac?o ser no dia 17 do corrente.
Thesouraria das loteras para o tundo da tinao-
cipaco e ingenuos da Colonia Isabel, 3 de Ja-
V
1
neiro de 1887;
O tbesoureiro,
' Francisco Goncalves Torres.
IRMANDADE
DB
IV. S. da Conceleo dos Mili-
tares
De ordem do irmo vice-presidente, convido a
todos os noFSOs irmos pira que, reunidos no con-
sistorio da nossa igreja pras 6 horas da tarde do
dia 13 do corrente mez, procedam em mosa geral
a eleicao da mesa regedora que tem de tuaccionar
no anno compromissal do 1887-88.
Secretaria da irmandado de N. S. da Conceicao
dos Militares, 8 de Janeira de 188'i.
O secretario,
J. Alves Cavalcante.
I


"'.*


Diario de PernambucuQ,uarta--fera 12 de Janeiro de 1887
'-

Estrada de ierro de Ri-
beirat> ao Bonito
Por deliberscao d dirsftoria, chnnm se atten-
cao dos Sr?. accionistas que a>nda nao realisaram
a 2* entrada de soas acgoes constantes dn8 caute-
las ns. 16, 18, 19, 28, 38^47, 48, 59, 64, 66, 68,
>9, 70, 75. 77, 79, 86 101, para u qe dispde u
$ 2 u. 1 do art. 9 do* estatutos.
Recif.-, 5 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
Lomon and Brasillan Ba
Uniiteti
Ra do Commerc n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capelstas n 75 No
Porto, ra doa Ingleses.
36
513,70
1
:07,50
10
1
7
395
1
13
1,(50
4
40
40
o
10
w
i
8
17
Arsenal de Guerra
O eonselho de compras recebe propostas no dia
0 do cirr.nte ateas 11 horas da mauhiS, paia s
mjhm das artigas aeguintes :
.Aningtcn para intretclU, metros
Algooo uiesclado, metros
Arreio para carroca
Baia encarnada, metros
i..metes de panao uiescla, para msicos
douete de panno, sein raa e sein listra
para sentenciado
Jacta 2iil, metros
-Joruaes de brirn para viveres
B.Wnca de ciaia de mesa, com pesos at
10 kilos
Chxp-os de Braga, com a legenda S
Csea na branca, metro
Cadeiras de brac, de Jacaranda
Cintuies com ferragvn* e pelas iguaes
ao figulino
Cartuxeira de cauro, idein, idem
Crreas para cantis
Ojrreias pra capoles -ttrnos
torrejas para marmitas de urna praca
ipar.) ,. c .
Canudo le tolha para interior
Chuocus de mtal uranco
.suiras de paiha
Kapadas com bambas, para msicos e
iguaes as que uam os batalbes
Flaneila de la aivadia, metros
(iaarda-feixos, iguaes ao figu.ino
Jrro de l"Uv*
Jrras de barro com torueias
Latas gaudt de tolba,para aparar af
uo coador
Mtdas de algodao (pares)
.Marmitas de follia, d* urna praca
Vlarmitaes de dita para rancho
dec uipn-
16
36
4.6
51
1
15
i conside-
na I TU,.;
io'IrtTi dt> legulainenlo de 19 de Outiihro de
lb7, em duplicata, com referencia a uto o artigo
mencionando o uome do pror.ouentc, a ndicaco
ua cisa commercial, o prego de cada artigo, o nu-
mero e marca das amostrae, declaracao expressa
,ie suieitar-ae mulla de. 5 |. uo caso de recu-
lar assicuar o coutracto, bem como as de que tra-
tara os arts.87 e88 do rcgulamento citado.
Secreta; ia ao Arsenal de Guerra de Pernam-
buw, em 10 de Janeiro de 1887.
O secretario,
JotFraacisco Rjbeiro Machado.
TIIKATK0
CuHPlXIllt PKRS Wrtt C *A
DE
*arega^o Costeira por vapor
Fernando de Xoronha
O vapor Gigui
-Commandante Lobo
DE
VARIEDADES
Conipanhia
Ljrica de oprelas, italiana
Dirigida pelo diatiocto actor cnico
U FCAERA
HOJE
Quarla-feira, 12 de Janeiro
Primeira represcntaciio da interessante e mag-
nifica opereta cmica em 3 actos, msica d maes-
tro Dopp :
BOCCA.QO
IYma parte toda a c< ropauhia.
Precos e horas do costume.
Bouds para Magdalena, Fcrnaudes Virira e
Atacados.
Trem para ApipucoN,
11
Segu no dia 14 de
Jar* tro, pelas 12 ho-
ras da rnanhi.
Recebe carga at o
dia 13.
horas da ui.nhi do dia da
:i
>
i
i
2
2J
10
t
Amanda,
culo.
AVISO
quinta-foira, haver
especta-
SUBuil
O,cailos spesBOS de 5 metros dec
mentu para uiess de rancho
Patronas ce couro, iguaes aorjgunno
Fallas de sola, para cmturdes
Sargelim de cor, in-jtros
Serrote para carne
Tamlicos, par.s
Previne-se que nao serio tomauas er
rcio as propostas que nao forain te i tas
SEGUROS
MARTIMOS contrafogo
Companhia Phenix Per-
nambucana
Ruado Commercio n.
CompaahCa Uahiana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, tenedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
ciegue impreterivcl-
uente para ob partos
acuna no dia 15 do cor-
rente, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
dia do dia 13.
Para raiga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete i racU-se na agencia
7Ra do Vigario 7
Domingos Vives Matas
Paasagv^aat as
partida.
ESCRIPTORIO
raes da Conpaabia Pcroanba
cana a. fla
Limed SUles M\ Brasil 8. & C.
Vapor inxjlez Bonavista
Sfgu'rA para os pirtos do
norte no dia 12 do corrente,
cem cscalu ao
Cear, tlar.-mlio. Para, Barba-
dos, N. Thomaz e New-York
Para carga, passagens, cncommendas e dinheir
frete, tracta-se com oe
AGENTES
Henry Forster k C.
N 8 RA DO COMMERCIO 8
i.* andar
DE
.^avegacio Costeira or Vapor
PORTOS DO SL
Penede e Aracajii
0 vapor Mandahu
Commandante Mafra
Segu no dia 13 de
Janeiro, as 5 horae
da tarde. Recebe
carga at o dia 12.
ncommendas passagens e dinbeiroa a frete at
a 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes diz Companhia Fer^ambucaia
n. 12
parede, 12 cadeiras de junen, 2 ditas altas para
meninos irem mesa. 1 dita com carrinho.
Sais
Um relogio, 1 sof de vime, 1 mesa redonda
com pedrt. 1 filtro. 1 espreguicadeira, 2 carteiras
pequeas para meninos e 6 cadeiras de guarni-
eio.
Un fegao de ferro e gaiola de ferro para gar-
ratas.
Louca, vidros e crystaes
Apparelhos pare cha e jantar, copos, clices,
garrafas, comp Electro-plate e crystoffle
y Apparelhos para cha com 5 pecas, nrnas para
agua quente, galheteiros, lindas fructeiras, pali-
teiros, cjllieres, talheres, sfclvas, bandejas, porta-
conse vas, portagelo, todo de apurado gosto e
acharase completamente nevos.
Andar superior
Urna cama francesa, 1 toilette, 1 lavatorio, 1
mesa de cama, tudo de Jacaranda, 1 guarda ves-
tidos, 1 marquezo, 2 camas de ferro pira meni-
no, 1 eabide torneado, 2 etagers, 2 cadeiras, 1
gnarnicio, 1 berco de balaustres, 1 cadeira priva-
da e muitos outros movis.
' QURTA-FEIKA 12 DO CORRENTE
Na casa da rita de Riachuelo n. 7
O commendador Joaquim Lopes Machado, ten-
do mudado de residencia, faa leilo, por interven-
cao do agente Pinto, de t dos os movis e mais
objectos da casa em que rssidio, ra de Ria-
chuelo n. 7.
Os referidos movis tornam-se reccmmcndados
por s-rcm novos e de bom gosto.
A entrega tffectuar-se-ha em 24 horas.
O leilio principiar s 10 1/2 horas, por serfm
muitos os lotes.
Em contnnaco
ama vacca tounua com cria e 1 cabriolet ameri
cauo, coberto.
Em eontinaaeo
De duas camas de ferro inglezas com colchoes
de mola, 2 commodas, cadeiras de balance, 1 es-
taele, 1 ehifanier, tapetes, quadros a oleo e 1 se-
lin inglez completo.
Papel par forro de sala e quartss, objectos di
versos, crystaes e vidros de cores.
Qnarta felra, 18 do corrente
Sabbado, 15 de Janeiro
A's 11 horas
O agente Guimao, autirisaslo por msndado e
com assistencia do Exm. Sr. Dr. juis de direito
do commercio, a requeriraeuto do Dr. curador fis-
cal da maisa fallida cima mencionada, levar a
ultimo leilo a supra-dita pbarmacia e drogara,
servindo de base a efferta de 30:(XO000, cu o
leilo foi adiado para sabbado, 15 do coriente, por
despachado mesmo juiz a requerimento do Dr.
curador riscal da massa.
AVISOS DIVERSOS
Alugase o 2' andar da casa n. 8 ra da
Imperatrrz, excedente morada ; trata-se na ra
do Imperador n. 61, 1- sfldar.
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Ooe-
ihos, junto de 6. GoncaUo : a tratar na ra dt
Imperatric n. 56.
Precisa-so de perteitas costureiras, paga-se
bom ordenado ; na rna do Imperador n. 50, pri -
meiro andar.
Jalropli
Manipoein
Esse medicamento de urna eili;'acia reconhecida
no beriberi e outras molestias em qtfe predomina? a
bydropesia, acha-se modificido em sua prepara-
co, .rracaa a urna nova formla de um distincto
medico desta cidade, sendo que rnente o abaixo
assignado est habilitado para preparal-o de modo
a meihorar lbe o gosto e cheiro, sem todava alte
rar-lhe as propriedads medicamentosas, que se
conservara com a mesma a .tividade, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado peb
es t> mago.
(airo depoNilo
Na pharmacia Conc-dcao, ra do Mrquez d -
Olind n. 61.
-
r
f
Agente Pinto
Por occasio do leilo dos movis e mais objeo
tos da cusa em que residi o Si. commendador
Joaquim Lopes Machado.
AGENTE
Miguel Jos Alves
N; 7RA DO BOM JESS-N
Segai-oa maritlato* lerreatre*
Neates ultimo a nica companhia aeaU praca
que concede os Srs. cgoradia iieapciode paga
meato de premio em cada stimo auto, o que
equivale ao descont de cerca, di 15 por oeato eo
avor dos segurados. ^___^^
CONTRA F060
The Liverpool k Londoo k Glob
INSIRRANCE C0MP4M
iers k G.
COMA DE SEGUS
CONTRA FOGO
Sortb British & Mercanlile
CAPITAL
i:ooo.ooo de libras sterllnaa
AGEN ES
AdomsoniHowie & C.
COIIPAVIIa" D~NEUROSi
NORTHERK
de liOndre* e Aberdeea
Pinli'iw Un anee ira (Deseoibro I8S6)
3.000.000
3.134,34l


Capital oubsciipto
Fundos accnmulados
Beceiia annual t
Da premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
O AGENTE,
John. H- Boxtcell
UVA COHHERDOCIO H> SO 1 1 \l M
CHARGEIRS UUHIS .
< 'ompaahla Francexa de navega-
cao a Tapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pcrnambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
San toa
O nm lie de Santos
Commandante Henry
E' esperado da Europa
at odia 17 de Janeiro, ee-
guindo depois da indispon
aavel demora para a Ba-
ha. Mi de Janeiro
e Manto*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p lo
vapores desta linha,qneiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarenga a u-
quer reclamacao coucernente a volumes, que po-
ventora tenham seguido para os portos do sumaria
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nic se
responsabilisa por extravos.
Para carga, patsagens, encommendas e dinheiro
frete: trata-se com o agente
Auguste. Labille
________'> RA DO COMMERCIO 9
Compaobia Ura&ileira de n.ve
gseoa Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Commandante o Io teen** Carlos An-
tonio Gomes
' esperado dos portos do sul
at o dia 17 de Janeiro, e
seguir depois da demora io-
dispensavel, para os portes
do norte at Maoaos.
Para carga, passagens, encommendas valere*
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
vapor Pernambuco
Commandante o capitdo de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos ,rtos do
norte at o dia 14 de Janei-
ro e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
os po-tos do sul.
Recebe tambem carga para Santa Catharina,
Grande d> (jal, Pelotas e Porto Alegre,trete me-
die .
Para carga, passgens, cncommendas e valores
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9



577,330
191,000
132,000
IMMDORi
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelelda em 1*55
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de i884
Martimos..... 1,110:000^000
Terrestres,- 3.6:00$000
4J_Rna do Coinincreio
(ompanhia
Jmperiai
; oh pwiita: de HENSiAve-
K1ES AKITI91JBM
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
Comniandaiite Banle
E' esperado dos portos do
sul at o dit 21 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Berdeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas so menos e que pa-
garem 4 pastageus inteiras.
Por excepcao os criados de familias que toraa-
rem bilhetes de proa, gosum tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaos s se da at e dia 19 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste
9 RA DO COMMERCIO9
Pacific Sleam Navigaon CompaiT
STRAITS OF MAGELLAN UNE
O vapor Ara u cania
E' esperado da Euro-
pa at o dia 16 de Ja-
neiro, e seguir de-
Ipois da demora do eos
turne para a
Babia, Ro de Aanelro e Valpa-
raizo
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-ecom os
AGENTES
wllson Sons A c .. Limited
N. 14- RA DO COMMERCIO-N. H
0 vapor inglez "Ai ilecr
seguir nrstes dias pera o Rio de Janeiro e San-
tos, recebe carga e encommendas a frete mdico ;
a tratar com ns consignatarios Johniton r/ater &
C.. rna do Commercio n. 15.
JLeilo
(lo correr do martello)
Para liquidar
De um grande e elegante viveiro com mesa, 1
dito menor, tamhtm de goato, 1 par de fiteiros al-
tos com vidros, 1 dito pequeo com yi, 1 dito de
foiha com vidros, 1 armario com pratileiras e 2
ditos por baixo do niesmo, 1 fiteiro peqnene, pin-
tado, com 8 vidros, 1 fructeira com quatro ordens,
grande porco de bous passaros em boas gaiolas,
como srjam : sabias da mata, capoeiros, patatives
da Parshyba, caboclinbos, canarius de canto e de
briga, sabiras, saogues de boi e outros muitos
passaros e alguna gneros como s<-jam : conservas,
licores, loucas de barro e outros gneros que se
tornam enfadonho mencionar.
O agente Gusmo competentemente authorisado
fara leilo de todos os pertences gneros, passaros
e gaiolas existentes no estabelecimento de passa-
ro a ra do Bom -Jess n. 28.
Quarta feira 12 do corrente
A's 11 boras
POR INTERVENCAO DO AGENTE
= Aluga-se o 2 andar da casa do Pateo do
Corpa Santo n. 17, sendo mnito frese i e com bas-
tantes commedos para familia, acha-se todo con-
certado, caiado e. pintado ; a tiactar no 3o andar
da mesma.
Alnga-'e o 1- andar do sobrado_n723 ra
da Penha, com agua e gas, e muito perto do mer-
cado, o qual acha-se limpo por ter sido caiado e
pintado ltimamente ; a tratar na ra do Impe-
rador o. 31, armatem do gaz.
frecisa-sc d urna ama cosinheira; na ra
Nova n. 51, pharmaeia. '
Urna spnbora habilitada propoe-se a leccio-
nar primeiras lettras, grammatica, 8rithmetc,
btc., em algum engenho : na ra Imperial junto
aon. 146.
A'.uga se o 2- e 3- andar (juntes ou sepa-
rado*) da casa da ra larga do Rosario n. 37,
esquina defronte da igreja ; a tratar no pavimen-
to terreo, loja de cabclleireiro.
AlDga-se a casa da ra
tratar na ra do Sebo n. 3tt.
do Caj n. 26 : a
AMA Precisa-se de urna,
familia; na ra doCabug n.2-C
Dar caa de
Aluga-se o armazem e 1"
Imperador n. 39 ; a tratar com
Gomes Ferreira.
andar a ra do
Luiz de Moris
Gusmo
Leilo
Labille
de um burro pampa, aca-rozio com lavragens par-
das, proprio para cabriolet ou sella; urna sella in-
gleza e urna victoria com arreios.
Hoje, 12 de Janeiro
A' 1 hora da tarde
Na ra do Riachuelo n. 1
Pooccaslfto do leil&o de moris,
loucaM e wldroat
A's 10 horas e 20 minutos partir para alli um
boud que dar passagens gratis aos concurrentes
ao leilo.
Aluga-se a casa terrea n. 129 ra Vidal
de Negreiros (Cinco Ponan, com 3 quartos. 2
gjandes salas equintal grande: a tratar em Fra
de Portas, ra do Piler n. 60, taverna, at as 11
horas da manhil, ou depois das 4 horas da tarde.
O abaixo assignado posaue urna propriedade
de trra com 800 bracas de testada e oais de
meia legoa do fundo, contendo na mesma proprie-
dade tres olhos d'agua permanentes, e tambem
bastantes arvoredos fructuosos, de diversas qua-
lidadcs. Dita propriedade sita na Canafistula da
villa do Pillar de Tuip, na provincia da Para-
hyba do Norte, um quarto de legoa para o povoa-
do de Canafistula ae Joao Goncalves. Acha-se
tambem no mesmo terreno urna csa de telha e
taip, sendo o terreno coberto a maior parte de
mata e capneiro grosse e um acude : quem pie- i
tender comprar, dirija se ao abaixo assignado, nu ;
mesma propriedade, que achara cem quem tratar, j
e preco razoavel.
Estevao Alves de Araujo Pereira.
Prccisa-se de urna senhora solteira ou viuva j
para morar com familia nos^arrabaldes desta ci-
dade, e leccionar portuguez, fraucez, piano e ser-
vicoa de agulha ; trata-se na ra da Moeda n. 9
ou nos AfRictos n. 13.
Para escolas coegios e aulas
particulares
Encentrara se venda, a rttalho e cm grorao.
com importanr.s abatim^ntos, todos os
i.i' No armazem de G. Laportc & C, ra do Impera-
dor li. -1C.
A caridade abre as portas
do eo
A infeliz viuva. Mana Jos da Ccnceico, mu-
idora na ra de Banta Cacilia n. 25, e que se
acba prostrada noleiu da dor, quasi paralitica,
supplica e estend- as mitos, pediudo s benvolas
almas e endosos coraces dos habitantes aesta
cidada urna esmola.
A mesma infeliz viuva tcm comsigo urna filha
meca, que vive honestamente a seu Udo, e que
uuiudo aos de sua rc:ii u seus rogos, no cessa-
ro tambem derogar as biucaos celestes sol).--
todos aquelles que se condoerem do duplo inlcr
tunio que pisa ba tempo sobre a mi e a filba.
Chapitas srper omnia.

PASTILHAS
De ANGELIM & flENTRUZ
=3

w H
^
45
W
1 -
-T3




S3
-



.
Ti
43
0 Remedio mats efficaz e
Ceguro que se tem descoberto ate
hoe para axpe'.lir as ion trigas.
ROVKIAYOL FUERES
sa
Leilo
Lista i Porto
Segu com brevidade para os portos cima, a
barca portuguesa Nooo Stienc\o ; para o resto da
carga que falta, trata-se com Baltar Oliveira &
C, ra do Vigario n. I, 1' andar.
glggjgg^gBBP^PJPgBigsap
LtlLUEi
O bond da linha Pernandes Vieira pelo Hos-
picio, das 10 hor&s e 20 minutos da manha, de
boje 12 do corrente, dar patsagem gratis aos con-
currentes ao leilo de bous movis, finos crystaes,
electro-plate, quadros, espelhos e oatros objectos
da casa da ra de Riachuelo n. 7.
DK
'
REGIROS contra FOtO
EST: 1803
Edificios e mereadorias
Tazas baixas
Prompto pagamento de prejuito
CAPITAL
fia- 16,000:000*000
,'BR0WNS*4 C.
jN. 5Ra do CommercioN. f
COaPlKHU lEK.\AHl|!_C.t.V4.
DE
ftavegaeo costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
Commandanto Carvalho
Segu no dia 20 at
Janeiro, s 5 horas
da tarde.
ecebe carga at o
dia 19.
Encjtnmendas, passagens e dinbeiros frete at
s 3 horas da tarde do dia 8.
ESCRIPTORIO
Ao Com da Companhia Parnambucana
t n. 12
IiteSseiaierttscle
DampfschilMrts-GcselIscha.
O vapor Rio
E' egmdo da Ba-
hia xt l do corrente,
segoimio depois da de-
mora necessaria para
Lisboa e llambnrgo
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
ruadoJSpaRon. S a
t* andar
Leilo
De urna taverna sita a ra da Gloria
n. 104
luart- i'eira 13 do corrente
A' 10 Ij2 horas
O agento Modrsto Baptista competentemente
antorisado far leilo da armacao, gneros e uten-
cilios existentes na dita taverna a um s lote ou
a rttalho e tornando-se recommendavel por serero
os gneros noves, n gaiante-s as chaves da casa
Grande e variado
Do bons rpiweis, tinos crystaes, porcelanas,
rros, figuras, rices espelhos dourados,
objectes de electro-plate e orystoffle
A saber:
Sala de visita
Um piano torte e quasi novo de H. Hertz, 1 ca
deira para o mesmo, 1 mobi-ia de Jacaranda mas-
sisso, a Luiz XV, com 1 sof, 2 consolos, 4 cadei
ras com bracos e 16 ditas de guaroicuo, 2 espe-
lhos grandes para cima de consoles, 1 dito oval
grande e dourado, 4 jarros para ores, L figura
de biscuits, 2 grupos colloridas, 2 dchepcans, 1
tapete grande forro da sala, tancas, cortinados e
borlas.
Gabinete
Urna secretaria, 1 cadeira com rosca, 1 porta-
chspos, 2 etagrs, 2 cadeiras de balanco, 2 espre-
guicadeirar, 6 ditas dourdas, 1 mesa para jogt),
2 escarradeiras, 6 capachos de coco, 1 porta-ear-
tocs, 1 telcoscopio com vistas o esteira forro da,
sala.
Quarto da toilette
Um guarda-vestidos do Jacaranda, 1 guarda-
vestidos imitacao, 1 tapete, 1 lavatorio, mesa
com abas, 2 etagers, 2 quadros, 1 mesa de Jaca-
randa e 1 coasnoda.
Sala de jantar
Urna mesa elstica grande, 1 guarda-louca en-
vidraeado, 1 aparador com tampo de pedra, 2 di-
tos de ftargew, 5 quadros grandes, 1 relogio de
De 2 voceas da tena muito mansas, 1 aoviiho e
1 carneiro manso, proprio para crianca
Em continusco
De 1 piano do fabricante Henry Hers, 1 tnoci-
lia de amarello a Luiz XV" com tampo de pedra,
camas francesas, marquezoes, guarda vestido, 1
mesa grande com tampo de pedra, registro e en-
canamente de gaz, 1 cofre fraucez, quadros, relo-
gios, jarros, espelhos, miudezas e muitos outros
artigos.
Quintafeira 13 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Oiinda
n. 19
Por intervenruo do agente
Precisa se de urna boa
da Aurora n. 81, 1 andar.
cosiuheira ; na ra
J4 Vende se a taverna sita travessa do Prin-
cipe n. 12 ; a tratar na mesma.
= Vende-se urna pharmaeia regularmente mon-
tada, estabelecida em Ipojuca ; a tratar na mesma.
Gusmo
Agente Pestaa
Leilo
De um expeliente boi com urna carrosa,
pertencento ao espolio do subdito portu-
guez Ignacio Joaquim da Rocha.
Quinta-feira 13 do corrente
A's) 1 hiirnn em ponto
Na ra do Vigario n 12
O agente Pestaa, sutoriaado pele Exm. Sr.
Dr. juis de direito de orpbos e ausentes, a reqne-
nmento do Cnsul de Portugal, vender no dia e
hera cima mencionado, 1 boi com carroca perten-
cente ao espolio do subdito pe-tugues, Ignacio
Joaquim da Rocha.
Leilo
De urna caiza com 25 pecas de fustao, 3 prcas de
gpanno proprio para rede c 30 duzias de meias
de cores para hoiucns.
Ittlnta feira 13 do corrente
A's 11 horas
Na ra Estreita do Rosario n. 24
O agente Modesto Kantista far leilo do que
cima se declara, por conta e risco de quem per-
ten cer.
Leilo
De um sitio eom mil e tantas palmos de frente
outro tanto de fuod*, paite arborizado, com ria-
cho no fundo em toda a exteuso, com banbci-
7ro, porta d'agoa, tem propuices para baixa de
cap'in e criacio de vaccas, com urna cas* de
pjjra e cal com 3 sala, 6 q tartos e eccheira,
cosinba fra, na estrada do Arraial, perto ca
eeti.jo da Casa Amarella.
tilinta felra 13 do corrente
A's 11 horas
Na ra Estrea do Rosario n. 24
O ageute Modesto liaptista, autorisado, far
leilo do sitio cima e dwr as informsces preci-
sas.
Leilo
Da casa terrea no becco do Versa n. 1, em solo
f proprio, pertencente ao espolio de Jos Ala-
baos.
Sexta feira 14 do corrente
A's 11 horas
Ra do lmpera'r n. 22
~ O sg"nte Stepple por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito privativo de orpbaos
e ausentes, a requerimento do cnsul do Portugal,
levar a, leilo a casa terrea n. 1 no becco do Vai-
ras, esi solo proprio, pertencente ao espolio da
Jos Pinto de Souza, coobecido pjr Jote Alaba-*
mi. lOs prctendeutes desde j pode1" examinar a
dita c. sa. r__________________|
Ultimo lilao definitivo
Da importante pliarmacia e drogara sita
ra do BarZoVa Victoria n. 2b, perten-
cellle loassa fallida do J. C. Levy
4 C
Precisa-se de ama
pateo do Terco n. 32.
O
y}
ce
ama para cosiuhar ; no
(Inmuno Jom ItiaN
A viuva ofilbos do fallecido C'andino Jos Dias,
couvidam a todos os seus parentrs e amigos e aos
do fallecido, para arsistirem a missa que mandara
celebrar por sua alma na igreja de S. Jos de
Riha-mar, no sabbado 15 do corrente, stimo dia
de aeu f-.l'ccijitnto. Desde j agradecein a todos
que couij'.-.r-rerem, dando assi>a urna prova de
sua ainizad".
o
s

.11
9
- ^

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a
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3
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EuGEflio Marques deHjllada.
yjjt/wadae&

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. j Rheumatie mo. Cancros, Bobas, Inipl|ens?V
etodaoas moleetfls qetenhao sna oru^em
na impureza dr, sange dendaa sjphtliA.
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ALLANPATEHSON
N.44Eu i do Brum--N. 44
JUNTO A E^ fA(JA0 DOS BOJOS
Tem para vender, por pre^ mdicos, as seguintes t'erragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
^ CrivacSes de diversos tamanhos.
Rodas do espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
JS3^ Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de Torca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-ae de conoertos, e assentamento de machiniamc e QS9Ck(ia quaj.
trabalho com perfeicSo e presteza.

1 lMI I
B9P mtB^mWsWBtM


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I I


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V
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Diario de Pcrambuai-^(juarla-feira 12 de Janeiro de 1887
Aluga-se
o grande sobrado ra Imperial ?. 8, que foi do
fallecido conselheiro Jos Felippe, coin grande
terreno, diversas fructeiras, agua encanada egaz;
a tratar na nu estreita do Rosario n. 8, escrip-
torio.
Aluga-sc barato
Ra do Nogaeira n, 13.
Boa do Bom Jess n. 47, 1. andar.
Roa dos Guararapes n. 96.
Ra Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Travessa de S. Jos n- 23.
As casasda ra dr. Coronel Suassuna n. 141
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar,
frata-se na ra do Cou.mercio n. 6, 1 andar
escriptorio de Silva tiuimaraes & C.__________
Aluga-se
"o 2* andar e terreo do sobrado n. 35 travessa de
S. Jos ; o 1 e terreo do de n. 27 rna de Vidal
de N'egreiros ; o 1 do de n. 25 ra velba de
Santa Rita ; o 1* do de o. 31 ra estreita do
Rosario ; o 1- do de n. 24 4 ra do Aragao ; a
casa n. 35 ra da Viracao, todos limpos : a tra-
tar na ra do Hospicio n. 33._______________
Aluga-se
a casa e sitio ra do For:e Coimbra n. 3, na es-
trada nova de Beberibe. Os pretendentes dirijan) -
se ao cartnj do fallecido maj >r Porto Carreiro,
ra do Imperador u. 42, a eutenaer-se com o Sr.
Pires Ferreira.
alma
Precisa se de orna ama para cosinbar ; a tratar
no 1' andar n. 22, rua larga do Rosaiio.
AMA
Precisa-se de una ana para
lavar, engoniniar e faze roais
alguna servico de casa de fa-
milia : menos comprar e cozi-
nliar : natrita do Riachuelo n
13.
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinbe bem ; no
2- andar do predio n. 4 ra de eauto Amaro,
bairro de Santo Antonio.
Ama
Precisa- se de urna ama para comprar e cosi-
nbar ; na ra Duque de Caxias n. 2*>, segundo
andar.
Tricoffero de Barry
Garanto se que faz cas-
car ecreseer o cabello anda
aos ruis calvos, cora a
tinta e a caspa e remove
todas os impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cabir ou de embranquo-
cer, e infallivelmente o
torna espeaso, macio, lus-
troso e abundante.


Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor era
1829. E' o unioo perfume no raun -
do que tem a apprevae&o oficial de
un Governo. Tera duas veaes
inais fragrancia que qualquer outra
f dnraodobrodoteinpo. E'mnito
mei* rica, suavo milito mus una e delicada. E'
mais permanente e agradarel no
lenco. E' duas vezas niais refres-
cante no nimbo e no qnarto do
doente. E' especifico contr a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, oa causados e os
denmaios.
arope ie Via le Benter lo. I
airrrs de rsr-o. bepois de sal-4.
Cura positiva e radical de todas as formas de
fscxofulas, Sypbis, Feridas Escrofulosas,
Aft"eci,'es, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdadlo Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue^Figado, e Rins. Garante-ss
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e reno va o svstema inteiro. -
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho. Toilette, Crian
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
a em todos os periodos.
Deposito em Pernambueo casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe bem, para
duas pessoas em casa de haiceui solteiio ; na ra
da Palma n. 37.
Ama
Precisa-sc de n ama para casa da dui
pessoas ; na ra de S. Joao n. 55.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar cosiuhar
para casa de hemem aolteire ; a tratar na ra de
Pedro Affcnso n. 22.

Ama
Precisa-se urna mulhor de idade, que queira
ir para a cidMe da Victoria para servir ama
familia de duas pessoas ; na roa do Barquea do
Herval n. 124 se dar* intormacSo.
Ama
Precisa-se de nma ama de mei a idade ; na raa
da Aurora n. 137.
Ama
Precisa-se de urna ama que lave, engomme e
cosinbe, e para o mais servico de urna casa de fa-
milia de duas pessoas ; na ra do Ranget a. 55,
loja.
Ama
Precia-se de urna ama para comprar t coeinba'
em casa de familia, mas que saiba fazer o servico
4 na rea do Cabus n. 16, 3- andar. >
Ama de leite
Precisa-sc de urna ama de reite, sadia e sem
filho, paga-se bem ; a tratar na ra da Mangueira
numero lo.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite ; na ra do
Alecrn n. 33.
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira ; na rna de Fer-
nandes Vieira n. 3.
Aula particular
Rna Mrquez de Herval n. 31
Anoa Iheodora Simots, participa ao respeita-
vel publico e em particular aos pas de suas alum-
ans, que sua aula de instrucc.'to primaria abrir-se-
ba no dia 10 de Janeiro prximo vindouro ; oti-
'rosim, que contina a aceitar aluuinas internas,
ra-io-pensi mistas e externas.
Recife, 30 de Detembn re 1886.
Escol'i mixa particular
Boa Velba n. OS. cata terrea
L' Escola Normal da eociedade Propagadora, parti-
cipa hos pas de familia que a qniserem honrar
Ma sua cmanci. que no dia 10 do oorrente abre
sua aula, contiim-i a l> ccionxr em sua residencia
-. supra-citada rna, as materias exigidas pelo ul-
rAo regnUrr.eoio da inetiuccao publica, reiteran-
. do-lhes as e urtncas de que tuda eavidir para
que seus filhos colham todas as vantagens que
tem di Casas baratas para
alogar-sc
Aloga-se o I* andar do sobrado n, 23 e 7 i na
rna de 8. Jorge, e o 2' andar n. 5.' a rna da
Guia, todos com bastantes c muicdos pura t-,mi-
lla e hmpos : a tratar na ra Augusta u. 266.
de poro
larga do Bosario;
N
SCOTT
DE OLEO PRQ DE
Figado de bacalho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
ipprovada pela tonta de Hy
gieuc e anto'isada pelo
goverao
E' O melh.- (loica ItrouctiUi-*. e*-crui>iiiilan. ra-
ekltisi. anenla, i'ehilbiadr n ;;cri.
dcfluxio, lOMite chruiilca e nIc*ee;oea
<*o peii ti (carsantn. '">
E* mmto bitpi-ror ao ok-o Aiuipies de figado de
oecalbo. porque, alm d? ter eln-iro e sabor agra-
Javeit, posaue tedas as virtudpa medicinaes e nu-
cntivaa do oleo, aira das propriedadea tnicas
reccnstitnititts dos hypopho&plntcs. A' venda nat
f rogaras e boticas.
Deposito em Pernumbneo
Teas o Ribeiro,
ATTEJifAO
Avisamos aos nossos freguezes que pelo
ultiioo vapor cbegdo da Europa recebe-
mos o mais moderno i el-gante sortimento
de chapeos de sul para boitvns, scahoras
e criancas, estes pe-la sua elegancia e va-
riedade tati'taz'in beia presente recfber ur.i; apravoitein que es-
tilo se acabando, vendas era pory.lo e a re-
talbo.
Este acred'tado eslabele nento, j bas
taote onli'H'ido quer pela serie pricho de toiios os seus Irabalhoa; prev
ue aos a us amigos e (re^upzes para lhes
evitar que irontintiTi a sr prejudica'los
ou Iludidos, que aaburarn erun a l"ja filial
da raa do Oabug. qualqu. rjpr-di(io ou en-
commenda de-Ver s-r tVitu pura
15--RUADO Bd-RAp DAVI0T0RIA-15
tlnm l"<-i trun rt i:.
Purgativo Julien
C0NFEIT0 VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE
"RE
APPROVADO PELA JNTA CENTRAL DE H\'GII
JUCA DO BlUZIL ^
Este purgativo exciusiaametite vegetal se aprsenla sob a forma de um confeilo agra-
davel, que purga com suavidade sem o menor incommodo. E' admiravel contra as affecoe$
do estomago e do figado, a ictericia, bilis, pituita, nauseas e gazes. seu efleilo rpido
e benfico na enxaqueca, quando a taboca est pwu, a uuc^u unnuy, litigua suju,
falta o appetit e a comida repugna, ras irichacoes de ventre causadas por inllummacao
intestinal, pois nao rrita.es orgios abdominaes. Emita, as molestias de pelle, usagre e
eowiuU64s da infancia. O Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as
creancas que nao acceitam purgativo algn, pois o pedem como se fosse urna pastilha
de chocolate sahida de confeitaria.
Deposito em Pars, 8, Ra Vivienne, e as principaes Pharmacias e Drogaras.
Borracha para limas
Veodtm Rodrigues de Faria & C, ra de Ma-
riz os Barros n. 11, esquinada ra do Amenm.
Costureiras
Prccisam-se perfeitas, paga-se bom ordenado: na
ra do Imperador u. 50, i." andar.
Criado
Precisase de um criado :narua do Sebo nu-
mero 26.
Porteiro
Precisa- se de um homem para porteiro ; na ma
do Sebo n. 26.
Assistentc examinada
Firmina Mercnciana Carneiro mudou sua re-
sidencia para o becco da matriz de Santo Anto-
nio n 9. *
Pilnlas pnrgamas e depurativas
de Campanba
Estas pilulas, cuja preparaco pursmente ve
{etal, teem sido por mais de 20 annos arupreitadat
em os melhorcs resultados as seguintes moles-
tias : affeccoca da j-elle e do figado, sypbilis, bou
bea, escrfulas, cbagas inveteradas, erjsipalas t
ironorrhas.
Modo de [mal a>
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
aendo-se apos cada dse om pauco d'agua aaoja-
da, cb ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, de invencao dos pharmaueuticos
Almeida Andrade & Filhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melbor gacantia, tornndo-
lo mais recommendaveis, por serem um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
nadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
> drogara de Parla Mohrinbo A
Al HA DO MRQUEZ DE OLISDA 41
iuuwwwewageieewae.....>, h
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOIIXTTB, OS BANHOS B CUIDADOS A V A* CRIANCAS
Este 8ABOHKTK, ver*tuutv antimeptUt*, o mala effloas para a cora de todas ai
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBONISDETERGENS
Lavai vastas Criancas com o SAPO CABiiOXIS M>ETERGEX8 afim de proieget-ot contra
o SRAMPO, a VARILA FEBRE ESCARLATINA
Estes SABOXETKS sao recommendados pelo Corpo medico lntelro porque prevmem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e te aiapto a qualquer clima.
MARCA DE FABRICA NOS EXVOLUSROS X NOS PES
X>oxioadto aersil: "W. "V. WBIOHT & C\ Southwark, tONDRES
Em Fernarabuco : Frau" "&/L. da SILVA & ^J*.
Distratoi1
Os abaiio assignados declarara para os fina con-
venientes, que amigavelmente disaoHreraoi a so-
cieiade que tinbam no estabelecimeato de bi'bar
no andar terreo do sobrado n. 83 da roa do Im-
perador desta cidade, e que gyrava sob a firma
commercial de Mattos & Campos, cando o socio
Mattos responsavel pelo activo e pabsivo do refe-
rido estabelecimento, visto o socio Campos ter se
retirado satisfeito do seu cipital e lucros. Rectfe,
31 deDezeabro de 1886
Jos de Mattos e Silva.
Antonio da Silva CVcpo*.
-ONT#.^ TOOA
MOLESTIiS^flS ORaHHUS
zsrtcuvnssti3
Catarro cfironisa a sxiga,
rritavs do canal da arates,
Molestias de o rstate.,
facotiasr.cla da Uri/ta,
tela na urina, etc.
,. Phapmsceutico-Chimico,
?AM3, t. S3* cuinauorz, 1t, PARS
Atindate
Bonquets da ultima nvenclo, para casamento,
etc., e tambem capells mortuarias de perpetuas
fabricados por Joa Samuel Botelbo ; a tratar na
ra do Baro da Victoria n. 20, luja, ra do
Mrquez de Olinda o. 43, loja.
AproYcitem!!!
Basar de pastaros
Eua do Boin Jess fOTosaro 28
Este estabelecimento para acabar, est vendeu-
do toos os passaros, gaiulas e geni ros eiistentes
n<> mesmo, tudo por prtco o mais barato possivel,
t para liquidar.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios gerses n>'sta provincia
FBAN'CISCO Ai DA SILVA & C.
com armazem de drogas ra do Marqoes.de
Uhnda 23.
Prec>>s : Frasco 2580, 1/2 duxia
13000 e duzia 245000
^
SUSPENSORIO BiLLERET \
JElaico, sea ligadnrai debal as ctxu
__ Para evitar o falsiflcaee,
exigir a firma do inventor, estampad
em c/ida suspensorio.
FSDAS DE TOSOS OS SYSTEMAS
RSOlSTKADO
MEIAS PARA VABlZES
MILERET, LEGOSISC, sccCTsar,Parir, 43, r. J.-l. Bmw
i ii i mu mi li l 1 ------------"~"~"""^""^
Lilleratiira moderna
PARA A
LIVR1RIV CORAZZI
v
l
Maria do Livramento, velha octagenaria e pau-
prrima, pede as almas caridosas que Ibe mande
nma esmola pelo amor de Dhus. Mora no becco
do Bernardo n. 51. nma obra de caridade.
M
r*itUi
*<
MfeSAMAl
IAa**AAASASSAAAA*a**aAAAMa^aa**l
coran
AU BON
10 FU DO MEZ
MARCH
1lu Duque de Caxias1
PARA ACABiR
Aprovtitca antes que se acabe
CAMBMIAS BORDADAS
Camisas de linho com e sem collariuho
t seus linos de (odas as cores
Por melado da preco
S NA LIQU1DACA
|
r
AU
81-Roa Boque de axias-8
lii Vu nambueo:
F.lUiSllnfcO*
Este MBHCajioBIITO da wo gusto agradaveJ, adoptada ooin grmndo osito ba
*ais ue?,o ajiaoB pelos mctHoiea Hedios de Parlz. cura os Defluxos, tnue.Tosm,
mrm da tonuc. Cown MmMr. smutitr s za*4>. OA Vsas wwk Saclcz.
U1GE8TOE9 OCrFICSIS
Dispepsias, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appetit, Vmitos, Eiarrhoa,
Debihaude das Cciangas
GURA SEGURA B HAP.'DA PCr.O
TON!CO-3IGE5T!VO
com Quina, Co&t e I'epuina
Adoptado em todos os Hospitaes
MEDALHAS KAS cXPOSIQOES
PARS, r. LaBrayrc?4, e emtadasasPharmacui.
Medico
O Dr. Argollo, n.ndando-se fcmporariarr.cnte
para o Cszang4 por incommodcg di- sadc, dar
consultas em seu consultorio as tercas e sextas
feiras, das 12 s 2 boras d tarde. Para chama-
dos na pharmacia oriental, ra estreita dj Ro-
sario n. 8, em qualquer di.
Hara magdalena de Vesos
Jos Gomes de Oveira, Mauool Figueira da
Silva, bem como suas irmas, summamente agra-
decidos s pessoas que se disrnarain acoinpanhar
at o Cemiterio Publico os restes mnrtaes de sua
prezadissima rr.ili, Mara Magdalena o-
Jeaus, convida-as pura a missa do stimo dis,
a qual ter lugar sabbadi 15 do corrente, na
igreja matriz de 8. Joa, pelo que antecipain seu
mais profundo reconheeimento.
- DE
Soai es Quintas *fc C.
ACABA DE
CHEGAR A BIBLIOTHECA
DAS
Htu;-sc sdchk'*
COLLABOKADA
Por (Diferir lartins
OBRAS PUBLICADAS
I
Historia da Civilisaoao Ibrica.
IIIII
Historia de Portugal.
IV
O Brasil e as CoIodhs Portuguesas.
V--VI
Portugal Contemporneo.
VII
EUmentos ffe Antlirnpologia.
VIHIX
As racas bumauaa e a civilisacao.
X
Lingistica (no prelo).
XI
Systema dos Myros Religioso.
XII
Quedros das Intituicoes,
XIII
O iAegiaen das Biquczas.
XIV
Taboas do Chronologia e Geographia Histrica.
XVXVI
. Hi-toria da Repblica Romana.
OBR^S DIVERSAS
TH. BRAOA.-O povo portugue seus osos e
cnstumes.
ANTONIO DA COSTA.Criscianicmo o pro-
gresso.
DOMINGOS DE AZEVEO Metho'lo da lin-
gua hanceza por Olendorf. Aprte^coado.
Prazeologia da lingu-i frauerza pulo mesmo. /",'
ConverS'Cao familiar dediuado s senb >ras u.'&ai-
leirns o poitoem-zaQ.
QUEIROZeORTIGAO-0 Mysterio da estra-
da de Cintra. 3' edigdo.
A. PIMENTEL Musa das revolocSsa ; 'estado
sobro as cn.-'S populares de todos os [povoa
civilisados.
reuin a
SOARES QUINTAS & C.
Largo do cousellieiro Saldanlia Mariaho.a.
4 (antigo da matriz de Santo Antouio)
PERSAMBUCO.
I' '



Os proprietarios do rauito conbfecido estabelecimeato denominado
MUSE DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberaro ue
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como ts
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambem que continuara a receber po
todos os vapores vinde da Europa, objsctoa novos e venden' muito menos que m>
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLPP & C.
N. 4 RA DO CABUGN. 4
Corapra-se onro e prata velha.
Antonio Crrela de VaNconcello*
Manoel Joaqa a de Andrade e Jos Juaquim
de Andrade (pnsentrs), Jos Correia de Vas^on-
eell s e Thercza Mari de Jess, seus avs, Emi-
lia Candida de Vasconcelos, sua mai, e Ignez
Candida de Vascoucellos, sua tia (ausentes), agr-
decem coriialmente rodas as pessoas que se
dignaran) acompanhar os restes uiortut-s de seu
presadissimo to. filho e irmo, Antonio Correia de
Vasconcellos ; e de n v.> convidam h lodos ca
amigos do fallecido a assistirtm as missas do s-
timo dis, que mandara celebrar pelo repongo de
sua alma, quinta-feira 13 do corrente, s 7 boras
da niauha, na igreja do Espirito Santo, por cojo
acto de caridade e religio se confessain desde j
eternamente eratos.
MMmimmm
N1C* B TNICA
DE r-l-UtOi. DE FILLiOL
(IISTANTANEApinibarte. ROSSDAundiruiciUi
i um Kilro, um pnjsaraj* u < T>rncoi
em bnien, ) sua Cor primlfjv
^atoc'il tai Par: riLIIOL, 17, ra liriesse, tUt
fi-xii6.,fo : FaAN M 4a SILVA Pharmacia do Tere*
0 propriefario da pharmacia do Tergo, scienti-
fica a eoromercio. que deiion de ser seu empre-
gadu desde o dia 9 do correte o Sr. Alexandra
dos Santos Selva ptir sua livre vontade.
Engoifipdeira
Preci-.a-ae Je um bu engoratnadeira, somente
para duas pessous homem a mulber ; na ra da
Concordia n. 115, Io anriar.
Mudanza
lluriua uiana ue Ueuiioniii
Manoel Cardoso Juni *, testamenteiro da mes-
ma, agradece a todos os seus amigos e ais p-uen-
ti da fiaaj i a grata que Ihe nzeram de assistir e
acompanhar ao cemiien publico os restos m r-
taes da Exaa. Sra. D. Clarinda Amalia de Men
douca, pelo (jim summamente (rato, rogando
ainla o obsequio de assistirem a missas c me-
mento, que teao lugar no dia quarta-feira 12 do
corrente, no convento de ;?. francisco, pu'ts 7 ho-
ras A Transatlantische Handelsgeselischaff, outr'o-
ra Heim. Petersnu &c (,'., mudou-se da ra Bispo
Sardinha n. 1, para a ra Mrquez de Olinda nu-
mero 22.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiahar ; na ra
i do Mrquez de Olinda a. 56, 2- andar.
| Doce secco k caj
Compra se, sendo bem claro, bem sceco e por
j preco uiod.co ; na rea do Imperador u. 45, me~-
I ciara.
r,rn*cnlor ot Sut Utjvtuilt ? do Cnnito a .': Utrlaha bnu mica.
OAIXA biuuuhte LIQUIDA
GRA!XApastaUNCTUOSA
OLEO para ASE3I0S
tUs*iHsiHrlo lirinaaaa'MfgiD
* io toas as (raits.
Agrimensor
Alfredo Daarte Hibeiro, titulado pela escola
polytechnica da corte, encarrtga-6e de qusesquer
trabalboe relativos sua prefissiio. Pode ser pro-
cura io no engeubo cetra da Prata, estadio de
Catende.
Ailencao
200:000
Lotera de Alagas
Cxtrac^o Zexta-felra 14
do corrente
Intransferivel
Biihetes venda na isa feliz, Praca
da Independencia na. .7 e 39.
Compras por atacado
O i'ciiiu ai de Cambiar
tem prefos especiaes pi-ra a iu<-cs cine compra-
reui graudes porces. Distribn'in ec iinoressss -
qui ii us pedir, contend) as condicoes de venda :
na rudo .Marques rk'Olinda i;3, drogara dos
nicos i gentes e d-noMiario fiemes
FrantBio M. d bdv C.
Um perfeito cosinheiro, francez, recen-
temente hegado da Euppa, ofFerece-so
para casa particular ou gotel, carta neste
jornal a-A. L.
Bellezas do Recife
Polka para pianr, .complica" do Sr. Misael
Domingues, autor dt.s polkas JJui-.I ja disae,
Calouros e Zaza : vend na casa Vctor Pralle
Succt ssores, ra do Impcrsdor u. 55.
Virgein
O melhor e mais puro de todos os vinhos de
mesa, que se encontram actuameut<; M nosso
mercadu. Marca JSS Salgueiral. A venda na
travessa da Midre de Deus u. 21, Joo Fernandes
de Almeida.
Majiia- Jli&nel Joaqnia (io^ttego
DttrrOM
Os filhos, netos, ntras e gtnros do finado nraj .r
Miguel Joaquim do li go Barros, possuidos do
mais profundo pesar, g<-adecem do intimo d'alrr.a
pessoas que se dignaran) acompanhar os restos
mortaes de seu idolatrado pai, av e sogro a sua
ultima morada ; e dj novo is convidam para as-
iistirein as missas do sitimo dia, qu- por sua alma
mandan) resar na igreja do Mouteiro e capella de
Apipucos, s 8 horas d inanli do dia 12 do cor-
rente.
Sitio
.
Alujase um sitio na Capuogs, travessa da
Ventura u. 3. eom inuitos >rvoredos de diversas
fructs e de ezcellentes qualidades, casa com 't
salas, 7 quartcs c cosinhs, e 5 quartus fra, gal I: -
nheiio com grade de ferro, tanque para banho,
ditos par deposito para agu-.r, cacimba de boa
aeu para beber, rio no fundo do sitio xiara ba-
nho ; a tratar no mesmo, das 6 s ', eias 4
G da tarde.
Turbina
[iKPOab GE
ae
RA. KM LOIIDlS:
il Holborn, 07
ntllf U QlTlfel*.
Para efl!>oniniar
o
ecifa-se de nma amo para engoromar e ouiros
jervicoa domes* eos : no 3' andar do predio n. 42
ma Duque de Caxias p-r cima du typogfrjiliia
do Diario.
Cosinheifo
Precisa-se de um, a trac'.ar, na do Contocr-
co n. 44.
Poruocedor
privilegiado dr- Casa Real e de C. X a Rainha de Italia.
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Essenci*.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os denles.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabio.
Ozea Pomada
Ozea Fixativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream
Superior, sMucar ie turbina, especial pir
doce, liefinaeilo ^alg^eirai ; 44,< numero lelt-
ph.':icr>. lina Mnrcilio '>aa n, ''
Prof Uma senhora habilitaba as materias inl erenfes
aintt'ucva priranio, ollerp.ce-se p-ira lotconar
ni casas phittakres ou em agum dos uosos
arrabald s ; fritar na raa de fi. J .a> n. 5"i.
Ca|iiiia
I A'upa-se cm sitio cmn nrvores de fracto e casa
pintada de novo ; n." travessa das Peroambuca-
uas a. 1 ; a tratar na ra da Concordia n. 57.
*"
Estas exquisitas preparacoes sao niuito^pre
ciadas na aais distincta eociedade pela deli
cadeza do seo perfume.
yy vi p ECER'S
IRNSPARENT CRySltSIP
(Sabf.j transparente cristalino)
reconiecido como o mais perfeito do todos o sabaos de toilette pelas suas
propiedades hygienicas, pelo seu arona c pela sua larga duracao.
Oefiftia : .- .iaaoij..., Tcrramaritis, farmacias, Ac.

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Diario de PernambucoQuarta-feira 12 de Janeiro de I8S7
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Especial
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1/
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1-
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M
Magnifico nasucitr reinado, tem igu*^ neste
mercado. Kefinacao Saigoeiral, 445 numero tete-
pbonico. Ba Marcilib Diat n 22.______________
TiiiiMa
PARATINUIR A
barba e os cabellos

ata tiulura tinge a barba e os caballos hs-
tantaueamentu, dau4-lbes uini bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FBANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Fre-ee, suecessoreo de A.
CAORS, roa do Hoco-Jess (aotig* da Ctuj
n. 22.______________________________________
Curso primario e se-
cundario
Ra Mrquez de Nerval n. 33
Jos de S' uza Cordeiro Simoea, participa ao res-
peitavel publico e em particular aos pas de seus
alumnos, que seu estabelecimeoto de iostruccao
primaria e secundaria abrir-se-ha no dia 10 de
Janeiro prximo vindouro; ontrosim, que contina
a aceitar alumnos internos, mei >-pensionistas e
externos.
Recife, 30 de Dezembro de 188C.
Boiu emprego de
capital
Vende-se por barat > prec.-> o sobrado n. 25 da
ra da Moeda, de um andar e KotSo, slidamente
construido c etn ptimo estado de conscrvacao,
rendend > animalmente 6964000 ; a tratar na ra
Luque. de Caxiaa n. 73.
Venda de engeoho
Vende-se o engenho Berra da Prata, ootr'ora
Ocsadia, copeiro. a urna lgoa de Calende, com
terreno oara 2.000 pVs d assuear, de muito boa
produc(ao para diversos l"gumes, boa cas* de
vivenda, destiladlo, casa de iarinba movida a
agua, estribara, etc., tudo muito bem miutari.
Fnzse negucio a praso, com algom dinbeiro
'ista : a tratar com o proprirtario, no mesmo en-
i genbo, Primesio Dnarte Kibeiro.
Leilura para senlioras
e dourados a 2S000.
dourados a 500 ris o
Profcssora
J" Urna senhora competentemente habilitada, pro-
pe-se a lacrimar em collcgios e casas particula-
res, as seguiutos materias : rK-rtogacz. franctz,
msica e piano ; a trati.r na ra do Mrquez do
Herval u. 10.
VENDAS
Tainhas
Vende-se tainhas
de superior qualidade,
em quartolas e em bar
ris, mais barato do que
em outra qualquer
parte; na ra de Pe-
dro Alfonso n. 11.
Broches nikelados
Bonites grampos
MsM.
Esplendido aortinento de galoes de vidri
lho.
Grande variedade de Icques de setim a
4,5000.
Frisadores americanos para cabello a 300
ris < mai.o.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita collecrtao de plisaos a 400 ris.
Brincos mitaca.-) de br''lhnte a 500 ris.
Aventaes bordados para cranlas a 2(5000.
Chapeas de fustao e setim para crean-
ca.
Sapatos da merino e setim para crean-
gas.
Mcias brancas e do cores fio de Escocia.
Pomada de vozelina de diversas qualida-
des.
Sabonetas finos de vogelina e alface.
Extractos finos de Pinaud, Guerloin, e
Lubin.
Lindas bolsaa de couro e velludo.
Ficbus de 13 para senhora a li>?00.
Sapatos de caBeraim preta a 2)5000,
Thesonras para costura de 400 ria a
3,5000.
Pacotes de po de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Iramensa variedade de botoes phantasia.
E milhares de objectos proprios paro tor-
uar ama 6enhora elegante, e amitos nu-
tres iodispensaveis para aso das familias
tudo por precos admiravelmento mdi-
cos
F
PERFUMA* IA DO HUNDO ELMMTV
DEL.ETTREZ
64, 56, Ra Richer. 54, 65
CREACO PARIZ NOVA
-* EIVAL
SUAVIDADE
ooncentra^ao
\a Graciosa
-Rna lo Crespo -1
Duarte &G.
'ara quem queira
principiar
Vende-se a armacao existente na casa sita ra
de Pudre Moniz n. 5, e garante se as chaves da
mesma : a tratar na estrada de Laiz uo Reg
nomero 40-K.
Oleo para machinas
Superior qualidade, a 6*400 a lata de cinco
cales ; venae-se na fabrica Apollo e em seus
depsitos. ________
VERDADEIROT "P T) [\ V LIQUIDO
PURGATIVO Lili U IPILULAS
CIERRE
PHARftfl A0g @TTI
CENDRE DE LE >OT
pntCATir le
TEIXTIIE PtRUTIVI Wj CODtl lllLCORB,
Os Purgativo Lo Roy jusUficam
'sua reputacao secular e sua superio-
^idade por milhares de curas; hoje sio
"adoptados por toda a parte, de preferencia
ra qualquer outro para cura rpida e pouco
A vis Esse
R O Y^"onerosa das
MOLESTIAS CHRONICAS
mal conhecidas, mal curadas, e consideradas sem
razo como incuraveis. Nao existe medicacao mais
ifflcaz contra os humores, pituitas ou biles alterada
r que provocam ou entreteem estas longas afTeccoes; nao
Dn Mmdui recueiiiui ni ttiiie^ia rgconsiiiuinte mais enrgico contra as reincidencias.
litas upi^i:qiiei, m tu sr Ai jr ,
Afia de evitar as Contrafases:
Se deve recatar cont irwfficax ou perigoio qualquer Purgativo
^>e Roy liquido ou em pilula que nao tahis da 1 SA
^Pharmacia Cottin, genro do Cirurgio IjC Roy J Ru de Seine
Ru de Sela^K n&o traiendo a attignatura ao lado tobrta rotulo. | PARS
Aos 1.000:000*000
200:000J000
100:000^000
H1III LOTERA
DE 3
Etn favor dos ingenuos da Colonia Orphanologiea Isabel
DA
PROVINCI i DE PERNAMBUCO
Ex raecui a u fifi Haio le 1881
0 thesoureiroFrancisco Gon^alres Torres
DOMESTIC
Sao reconbeciaas ser as nal*
elegantes, as mais durareis -
em todos oa sentidos.
AS HELEORES
Para preces, e circulares com
lustrares de todos os estylo din
iam Be
f Domeslic Sewng Machine & C
NEW-YOR, S. A.
tephone n. 158

VINHOgilbert SEGU N
Apprevado pal* Acadamia dm Mdloina da Pran9a
A EMC EMENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vio de ama eHicacia incontestavel como Antiperiodico para cortar aa Pebre,
e como Fortifican** naa Convaleac*nea*, Debilittade Watt* d*s Menetruaeo, ln*ppeitm*ia, Hgestee di/Jicei*,
EnferntidadAf mtvomu, Detltaade.
Pharmacia O. 8EOUIM, 378, ra Saint-Honor, PARS
De, ibur.o : FRAN"0 M. da SILVA C".
CREME OSMHEDIAI
SABONETM, EXTRACTOl
AtlUA DO TOCADO
POS DI ARROZ
COSMTICO, BRILHANT1NA
OXJCO, POMMA.DA., VXNA&RJE
A Perfumara 0SMHEDIA assegura aos
Plibhtbs f ibis
furnteit eterna i Car ta tpul
tm Pmumlma> FRAir" W. da SILVA C".
Tima mu
Vende-se a taveroa bem afregoezadi, no Forte
de Mi ttoe, o motivo da renda se dir ao compra-
dor : a tratar oa rna de Mariz e Barros n. 9.'
Liquidaco de iim de
*
anno!
59Una Dnane fie Caxas59
Lindistimos riscadinhos a 160 e 200 rs. o co-
v- ido !
Nnrjouk, cores firmes, a 160 o dito! .
Crotones claros e escuras 9. 240 e 280 o dito!
Popelinas com listas de seda a 240 e 280!
Meias superieres para enanca a 21 u dozia !
Guardanapos de linlin bordados a 3< a dita.
Atoalhans alvo, 2 larguras, a 1320.I o metro I
Bramaotes superiores a 9()0 e 1200 o dito !
dem de paro linho a 2< o dito .' *
Setioetas lisas e bordadas a 1'iO o covado !
Ketalhos de aetios e sedas que se liquidam por
metade do custo.
Setim maco de cores a 800 e 14 o covado !
Popelina de seda branca a 500 rs. o dito .' de
800 rs.
Pannos de ditTerentes cores para mesa a 6C0,
1*200 e 1 i 600 o ovado.
Damascos de las* para colzas, 2 metros de lar-
gura, a 14800 o dito!
Cretones assetinados, idem, a 800 o dito I de
14500.
dem com liadas paisagens para chambres a
400 rs. o dito.
Cortes de casemira inglesa a 34500, 44500 e
64000.
Cheviots superiores a 34 o covado, 2 larguras
Casemiras diagonaes a 14800 e 2400 o dito.
Flanella americana azul, a 14400 o dito !
Fichus de l a 14500 e 24.
Chales de casemira bordado a seda a 64 sao
de 154 cada um.
Capas de l de todas as cores a 34, 44 e 54.
Esguides para casaquinbos a 44 e 44500 a peca.
Madapulo americano a 54 e 64, 24 jardas.
Camisas para senhora (s-o bordadas) a 34500 e
54000.
Saias de ezcellente fazenda a 345'JO e 44-
Vestuarios de la para criaocas, de lo, para
acabar, a 74 e 84-
Cortes de fustao para collete n 24 '
Grande porcao de retalbos de chita, brim, las
e muitoa artigos que se veniem barato.
Chapeos para crianzas a 34-
dem psra senhoras, de 124 e 154, para liqui-
dar, a 6 e 74.
50Raa Duque de Gaxias59
Carneiro fla Cnulia & C,
A K^voluQo
A' rna Duque de Casias, resolveu vender
os seguintes artigos com 30 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a 14500 o covado.
Mirins de cores finos, a 900 e 14200 o co-
vado.
Ditos pretos a 14200, 14400, 1*600, 14800 e
24000 o covado. **
Lia mescladas de seda a 600 ris o covado.
Ditas com listrtnhas de seda a 560 ris o dito.
Ditas com belinbas a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Las com quadriohos, a 400 ris o covado. '
gGaze com bolinhas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim maco lavrado a 14300 o covado.
Seda pallia a 800 ris o covado.
Ditas de cores de 24 por 14000 o covado.
Setim maco liso a 800 e 14200 o dito.
Grs de aples preto a 14800, 24000 e 24500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 rs. o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 rs. o dito.
Ditas pretas fiuas, a 500 rs. o dito.
Fustoes brancos e do cores a 320, 400, 440,
500 e 800 rs. o dito.
Zepbiros finoi, escosseses, a 500 rs. o dito.
Zephires de qnadriuhos a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zephiros lisos a 1J000 o dito.
Alpacao de cor para palitot, a 14000 o dito.
Velludiibos liaos e lavrados a 14000 o cavado.
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
o dita
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 14800 uma.
QSeda escosstia a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 44, 54, 74, e 84000 uma.
Ditas de crochet 84500 dita.
Camisas bordadas para homem a 304000 a du-
ia.
Ditas para se.-.hoias a 304000 a dita.
Cortea de casiaira finos de 34 a 84000 um.
Casacos de laia a 10/00 nm.
Ficbs de retroza 14000 um.
Ditos, de pellucia a 64500 um, (bordados).
Cachemira de cor a 14600 o co ado.
Flanella americana a 14400 o dito.
Cortinados bord.dos a-64000 e 74000 o par.
Ditos de crochet a 244000 o par.
Meias para borneas de 24400 a 94000 a du-
ela.
Ditas para senhoras de 34000 a 124000 a da-
LOTERA do cear
400:000^000
IX TU ASFKRIVEL!
Corre quarta-feira, 12 de Janeiro.
Um vigsimo (Testa importante lotera esta habilitado a tirar
20:0O0$0O0
)
I
i
1

240:000*000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSPEBIVEL!
Corre segnnda-feira, 17 de Janeiro
Ai
.

lotera de alagoas
2OO:O0O^OOO
Esta acreditada lotera corre terc,a-feira, 11 de Janeiro
.


Mantilbeas de seda a 64000 uma.
Espartilhoe de cwraca a 44000, 54000, S4000
e 74500 um.
Toilett para baptsado a 94000 e 124000 um.
Lencos brancos e com barra a 24000 a duzia.
Aoqumbas a 14800 rs. uma.
Brim de linho da cor a 14000 a vara.
Dito pardo a 14OO0 a dita.
Esguio amarello e pardo a '500 ris o covado.
Chales de mirn lisos a 14800 um.
Ditos estampados a 34000, 34500 e 44000 um.
Cortes de cachemira para vestidos a 184000
um.
Redes Hambnrguezas a 104000 urna.
Panno de crochet para cadeiras e sof a 14000,
14200, 14600 e 24000 um.
Henrique da Silva Mortira.
ACchcira venda
Vndese uma coebeira com bons carros de
passeio, bem localisada e afreguezada, por preoo
muito mdico em rszao de seu dono nao poder
administrar pr ter de faser uma viagem ; os pre-
tendentes achura* com quem tratar ra Duque
de Caxias n. 47. '
MMtaWU
04iS,_______
P CLERV
nd-ie em todi
apactu"
^00;000$000
Esla seductora loleria corre sexta-feira, 13 de Janeiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00$000
Os billietes dcstas acreditadas loteriasacham-se a venda na
RODA DA FORTUNA
.Ifi-Rua Larga do Rosario--3(l
Bernardino Lopes Alheiro,
200:000$OOO
lotera d ora. do f wv
E\TII ICCAO ll\ 4a PARTE DA 1" LOTERA
EM BENEFICIO DA SAMA CASA DE BISEBICOBIA
Terca-foira 11 de Janeiro
AO MEIO DIA
Esta lotera, por algum teropo retirada da circula(3o, devido a grande guerra que
Ihe promoveram, comu do dominio publico, vem novamente tomar o sea lugar de
ama das ventajosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respoitavel publico a sua benvola attencao para o plano das
LOTERAS DO GRO-EARA', por extenso publicado nos jorbaes e impresso no ver-
so dos respectivos bilbetes. O plano desta lotera o nico qua em 50.000 nmeros
distribne
12.436 premios, ou quasi a quarta parte !
Anda mais: esta a nica lotera quo premia todos os nmeros cujes dous al-
galiamos finaes forem iguaes aos dos
QUATRO PRECIOS MAIOKES
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE com SANTONINA
imuiva Sin iMtrilr u LOMBRlGiS
btt Vermifns;ovrKomiiiiiildg pela /l
ses uUr htitI < cooserT^o ioMllUa. yf/ 'I /l \
Etitir t auignatun : f V*/
Paru^k" camn-4'itGE. !^^f^^^lc^.^lA">l.^tsay^*c^
1000
60
505
405
A SABER
As duas letras finaes do premio de.......
s duas letras finaes do premio de.......
s duas letras finaes do premio de.......
s duas letras finaes do premio de.....
200:0005000
40:000000
20:0005000
10:0005000
Tambem sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
premios.
Alm destes, tem esta loteria grande quantidade de outros premios de bastante
importancia. E' tambem eBta a nica loteria que garante quem comprar 100 nme-
ros de terroinasSes difR-rentes 32 1/2 % independente dos premios avultados que
possam sabir na ex trcelo.
TODOS OS PREMIOS SAO PAGOS SEN DESCOMO
A's extracSes s3o feitas cm edificio publico e sob mais severa fiscalisacao por
parte das autoridades.
Os bilhetes acbam-se venda na agencia e em todas as casas, em Santos, SSo
Paulo, Campias, Rio Grande, Babia, Cear, Maranho, Para, Amazonas e em Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto da Rodta Montoiro Sallo
23Ra de Urnguyua23
XAROPEd reinvsllier
Laureado pela Axademia de Medicina gj
_^_ CaraAMMALegio de Honra rr*f3&
O Mtoapbato de ca a suDstancia mineral mais abundante do organismo e toda ve* (rtt sai
QiianUdade normal diminue resulU uicaaatccao orgnica gra-7e. M(v,lrftq rtM B.piades
Mais de cinco mil curas, a mor parte j^IlVada PCtosPwfcjsorese Mdicos^ Farades
forao obUdas ltimamente e lzero cerfn que o Xarope do D- KeinvUlier roajp ciassincauu
como o Sr>eciflco mais seguro cooira a TUloa pulmonar, Broncnlt lea, ane
Xacnltlamo, Debilidad do Orfasamo. O Xarope do tV BeitM
arianieiite as criancas facilita a donUco e o cresclmenlo :nas maes e
lelte mellior; Imoede a carie e queda dos dentes tao ftequentea desos <
lette tora a
es.
Em
Darnito i B*armaoia yrxtUSKOJTB, B, Plaoe do la Magdaleln, VAJUZ.
Pernambuco: FRANm Jf. da SIVA 4b C*, 9 nt orino/pie "'
Mu.
A' Florida
Ra Duque de Casias n 103
Chama-ce a attencao das Exmas. familias para
os precos seguintes :
Lavss de seda preta a l0Q0o par.
Cintos aOOO.
Lavas de pellica por 2^500.
2 caixas de papel e envelo pea 800 rs.
Luvas de sed& cor granada a 2/, 2500 e 3
o par.
Suspensorios p&ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para homem a 3.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuns de I 500, 2t, 3f, at 8{.
Ramcs de flores finas a 1J500.
Lavas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a800e 1* o par.
Porta-retratt, a 900 rv, lf, 1/500 e 2*.
Pentes de nikei a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 1560, 2, 2 500 e 3 nina.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000. ,
Pentes para coe com inscripcSo.
Babadores com pintura e iDscnpces a 500 rs.
Eslojos para crochet a .$000 rs.
Bico de cores 2. 3, e 4 dedos
de largara a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a quaresia
Galao de vidri lho metro 1*.
Franjas de vedrho a 1*,
Lavas pretas de seda e Escoca.
Franjas e galoes finos a 2*500, 3*e 4* o metro
Para o carnaval.
Lindas mascaras.
Bisnagas de p de arroz.
dem idem de ouro.
dem peifamadas.
Lindas franjas de seda de cores com freos pa-
ra eufeitar vestuarios de mascaras alie 590 rs.
o metro, fazenda que j custou o metro.
BARBOSA & SANTOS
WHISKY
ROYAL BLEND marea V1ADO
Este encllente Wbisky Escessaa preforives
io cognac oa agurdenle de canna, para fortifica
> corpo.
Vende-se a retalho noa tu lheres armazens
oolbadoa.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO enjo no^
ne e emblema sao registrados para todo o Brasil
BROWNS & C, agentes
VVVV PANCREAT1NA DEFRESNE
AitfUU ofAkMmnle m Hosfifi d$ P*rU
aa Marinha Fra*ce%a.
O mais poderoso d'entre todos os aceates
dlgesUvos conhecidos, a Pancreatlna Dv
frene emprega-se sempre com resultado
provado contra:
X-astlo I Oastrltea
Vas dicestSea Oaatralclaa
rutnlencla do estomafo
Somnolencia ap6s as refeicOes
vomito* detsrmlnadoa pal* grvidas
Bofermldadas o Osado
Tomada depois das refeicSes desperta e excita
o appeti te dos convasascenles, combale e detem
o emagreolmento dos tsicos. A ^_
A PpnereaHna Befreme em jx> e em
pttuiat vende-se em todas as pbannaclas.
wmm> a*a*a*aaaa*
5

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asi
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1

.



8
Diario de Pcrnamihico tyuarta--fcira !2 de Janeiro de lSSj
L1TTERAT
XAVIER EMO^TPIX
traduc^ao
DE
1MLKRHO DE F.IIII4 ,
(Continuando)
CAPITULO XV
UM DESENLACE
t Lsontina, me dizia entila, siberoi
dominar-me, para nac mo namorar de si;
t, finalmente, se acontecer esaa desgrac,
juro-lhe que lh'a occultaroi... Bem v que
n^da tem a receiar-
t < Dzia isto, Mauiiio, o curopriu a sua
'^BriSmessa, como ura homem de bem que .
'orno ura homem de palavra. Hoj.-?, contra
su vcmtade, apesar de ludo, aroa-me, e
. Pois bem, farei de ti a minha espo-
sa, e, perante Deus, que me ouve, peran-
,j. to minha roa*, que nos lbenla, juro-toque
.^H so a ti pertencerei !...
L'oniina, louca de felicidade, approxi-
tnou-se do artista ccm movimento uresis-
tival; de novo lbe cingin o pescoco com os
seus bracos, e, deizando cair para traz a
sua forinosa cabeca, ficou suspensa dos
seus bracos.
Mauricio pegou n'aquella cabeca lio
gra iosa o tilo pura, puzoa-a lentamente
para si, e os labios dos dois amantes un
ram se o'um b^ijo inebriante, e, no emtan-
to, casto.
Depois, as maos de Leontina separaram-
se, e a pobre creancs, despedacada pelas
coramocSes suecessivas, deizou-se cair no
fauteuil que j conhecemos.
Mauricio vellou para o lugar em que
esvera a seus ps.
Durante a scena 'precedente, o anjo de
Leontina, o anjo do pudor e da santa igao
rancia, nao tioha tido urna s vez ocoa-
tiao de velar a fronte com a ponta das
suaa azas.
Ueste momento, a porta do atalier abri-
se de repente, (Gilberto parou no limiar
para contemplar o grupo encantador que
tinha diante dos olhos.
Bravo... exclamou elle com voz con-



*

, nolh'o occultarei, en tambera o amo!... trafeita, e bateado as palmas. Desenlace I
de castidude e de can- algaein para te apresentar.
eu,
Leontina L 5011 tina quer que en
louqacca de felicidade!... exclamou Mau
ricio cora um transporta de alegra, que pa-
reca delirio, e cobrindo de beijos as duas
maosinhas que Leontina lhe. abandonava,
e que apoiava sobre os seus labios arden-
tea e sobre a sua fronte abrasada.
Sim, amo-o I... proseguiu Leont la,
radiante de amor,
dura, mas amo-o cora um amor niuito ra
tenso e muito grande para que conainta
em ser sua mulber. Mauricio, salvou-me,
ama-rae, fez elevar a minha alma, e dis-
pertal a... devo pertencer lbe, e perteoco-
Ihe completamente... Sou sua... sou tua...
Aqui me tens, Mauricio:, faz do mim tua
amante... quero-', oh I sim, quero o, meu
amante adorado... Aqui t^ns a tua Leonti-
na, que te d o seu 'JOMO, como j te deu
a sua alma... Ama rae o roaia te rapo que
poderes, e, no dia em que me nao tiveres
j amor, nao me qaeixarei... tere sido
bastante feliz... terei vivido bastante !. .
E, ao fallar assim, a casta creanca, a
iSade o sublime di-
Fim do quinto e ultimo act>l... Extraor-
dinario xito!... Pares chamadas!...
Cabe o panno !...
Sim, desenlace, respondeu Mauricio,
e to feliz quanto possivet.
Bem vs que tenho razio para sp-
plaudir.
Mas approxiraa-te, Gilberto, tenho
Alguein ?
Sira.
Mas a te vejo a ti e a Lsonna no
atelier, se nao mo engono.
Exactamente. Apresonto-te Leon-
tina Aubry, daqui a pouco a sanhora Tor-
cy, miaba esposa.
Primeira ingenua I... Galn, primei-
ro galn I... E' isso!... Eu encarrego-me
do papel do urna utildade, e f*co de ta-
bellio.
Nao gracejes com cousas serias,
dase Mauricio em toia de
quem a propria ingsnu
meu amigo,
censura.
Eu i ai gracejo absolutamente nada.
Ento o que qures dizer ?
cacao inapiravam u:ua linguagero de bac-; __ Quero dizer que lhes annuncio a
chante enamorada, lancava oa ssus acan- legada do dote.
dadores bracos em volta do pescoco de i Que dote?... perguntou Leontina,
Mauricio. sorriado ao ouvir as cmicas phrases
1
do
Oh! querido anjo!... querida filha futuro autor dramtico,
da minha alma -. exclamou o artista, O dote contido nos grandes cofres,
apertando com delirio de encontr ao seu pezadas burras, o carteiras de um rico
peito a formosa Leontina. ; banqueiro, que d pelo nome de Vannoy.
Depois, quasi no mesrno instante, ofs- V.0 esta manha, e, solicitado por mim,
tou-sc vagarosamente d'ell, porque receia- j vai chegar e fazer urna razzia no atelier,
va nao poder lutar victoriosamente contra! pagando vista.
as surprezas dos sentidos o contra os trans ; Vamos exclamou Mauricio, amor,
portes que d'elle se apoieravani. ; araisade, riqueza, muita felicidade jun-
Julgas-me t2o covard*. murmurou Mau- ta !... Tenho vontade de atirar o meu an-
ririo, que acce; o sacriflcio que me offere- jQel pela janella f6ra
oes?... Nao, rail vezes nao'
O amante
respeitar-te-ha... conservar t2-ha pura e
sem macula para o esposo 1... Amo-te, ou
antes, adoro-te, o oraeuoome seroteu!...
Saberei tornal o bastante glorioso para que,
no seu irradiamento, desapparecara as man
Como os doges faziatn ao Adriti-
co, toroou Gilberto, rindo.
Depois, approxiraou-se de Leontina, pe-
gou-lbe na mo, que beijou respetosamen-
te, e disie lhe ''ommovido :
Adivinbt-i lia muito terapo j, Laon-
chas involuntarias de um'issado que nSo I tina, o amor que iospirava a Mauricio, e
te pertence 1 mesrno, por causa desse amor, estudei-a
< Viveste no lado, Leontina, porque a atteotamente, o devo confessar-lhe que o
m sorte te havia feito nasaer n'esses lo- \ fiz cora bastan desconfianca. Do estu-
gares mas esse lado nao manshcu os teus do, porera, rasultou a cooviocao de que
pea immaculados era parte alguraa Mauricio poda descobrir
4 Jan-te que saberei fazer te respeitar | tao grandes e t2o serias qualidades ^ reun-
por tod*, como eu proprio te reapeito 1... ,das a tao eaplendida forraosura. E' digna
S terpi despreso, odio e desdem para|delle, e elle digno de si. Deize-me unica-
o.mundo que recusar receber-u como tu mente esperar que nao se apoasar do seu
mereB8 !... Apoia te no meu brago, que | coracao complttaraente, e que me deixara
te amparar serapre ; forte, e tenho f no sempre um cantinho disposiglo do seu
futuro, sendo tu minha corapanheira. Diz :' fiel amigo.
reeusas ainda ser, na vida e na eternida- j Ter dUp]0 lugar em os nossos cora-
de, a roetade de mira mesrno?... 5033, respondeu Leontina apertando a m5o
__Mauricio, pertengo-te, e repito-te que ^ Gilberto, porque ha bastante tempo ja
CAPITULO XVI
VU. DESILLU8AU
Agora, meas queridos amigos^isse
Gilberto, depois de ter ouvido as conddea-
cias amorosas da Mauricio, o tomado par-
te nos seus projoctos de futuro, que de-
viara trazar corasigo bastante folicidade
para os dous esposos ; agora permittam-
me que lhes falla tarabem de mira.
De certo que o permitimos, repjicou
Mauricio com vivacidade.
Sabem muito bem que tamben eu
tinha o corajlo chsio de esperancas, \jue
por. um lado se refriara a c usas da lit-
teratura, o por outro a do amor.
E confiamos, interrompeu Leontina,
em que essaa esperancas h2o de meta mor-
phosear se em b.-llas o excellentes reali-
dades.
Deas a ouca M.is infiliz.nente... -
Qual a razao dessa exclaraacStf de
duvida e raelanjholia? pjrguntiu Mauri-
cio.
- Porque acabo de certificar-me de
urna cousa muito trist:.
Qual?
E' que,1 so o futuro pode ser risonho,
o presento tempestuoso.
Ora adeus exclamou Mauricio.
E' como te digo.
Desesperas 1
Nao; mas oomeco a sentir me singu-
larmente disposto a voltar s minhas pri-
raeiras ideas a respeito da facilidade das
estras litterarias.
O que te tinha eu dito?
Tinhas razo. Quantas decep^oes !
Quantos obstculos! Quantos pesares!
Quantas angustias Emfira, que espanto-
sa quantidade de attrictos nesta machina
ainda to nova.
Tu vias tudo cor de rosa, moa bom
amigo; mas creio que presentemente as
vea demasiado tenebrosas...
Oh nao !
Em6m, vejamos o que ha ; em qus
alturas ests?
Em que alturas eston ?
Sim.
Eatou ura pouso menos adiantado do
que antes de ter partido.
Diabo !...
Nao avaneo... recuo.
Mas para onde ? ... Como ?... Por-
que?... Explica-te, meu querido a raigo,
se queros que saibamos o que se passa,
porque nao podemo adivinhar.
Sim, senhor Gilberto, accroscentou
Leontina, explique se, talvez esteja Iludi-
do a respeito do estado dos seus negocios,
e, em todo o caso, se tem pesares, de-
ver nosso pariIhal-08... nao verdade,
Mauricio ?
De certa, minha querida filha.
Querem entao ouvir o odyssea dos
meus infortunios ? disse Gilberto.
Queremos.
Oucam entao.
Oh! com toda a nossa attenjao...
respondeu Mauricio.
E n&o riam demasiadamente.
Fica deseanjado.
Comeco, disse Gilberto, dirigndo-se
mais particularmente a Leontina, babe
muito bem, ou antes, nao sabe que cheguei
a Paria a cavallo .sobre o manusenpto de
urna comedia mirifica, com que contava
positivamente para chegar s alturas aldo-
raes da fama.
lucao de o inoomraodar regalare quotidia-
namente at ao dia em que, para se ver
livre de mim, tivesse lido a peca.
Curapri a minha plavra ; e, no fira
do tres mezas tinha feito urna serie de pe-
didoa e solicitayjjs, que me fizeram attin-
gir o mcujHjj^ _
f Ura rV ^, nem quente nem fro,
aem bom nem mau, dava-me ireito a urna
leitura.
Houva para isto as mesmas difficulda-
des que j narrej. Era neoesaario estar
eempre porta da coramissSo..
i Decidi-me a iaso com um desespero
concentrado, e a cousa amea^ava a demo
j-ar-so durante um qusrto de seculo, se o
commissario imperial, cora urna bondade
e delicadeza, de que lhe eston extrema-
mente reconhecido, niSo tivesse o cuidado
de aplsnar um pouco as difhuldades.
< Erafim, recebi hornera a feliz noticia
- de qua a leitura teria lugir hoje.
E nao nos disaeste nada I exclamou
Mauricio, ah fizesta muito mal.
A intencao era excelleute: quera
causar-Ibes urna surpresa aununciando-lhes
a minha recepcSo.
ft'l Continua.
fr A urna hor.\ em ponto, hora indica-
a no meu boletim, f zia a minha entrada
ytao anctuario, levando o meu manuscripto
"debiixo do braco.
O sanctm.ii i'.-.tava vasio.
c Confessb que eslava muito cominovido
*ebetrando nos arcanos mysteriosos da ca-
sa de Moliere. Portanto aquella moment-
nea solidao causou-me grande prazer.
< Antes de ir raais longo e para mais
fcilmente perceberem o quadro que vou
eabocar, necessario que saibara que a
sala da commisaao urna grande casa, no
centro da qual est urna mesa immensa co-1
feerta por um tapete verde.
Ao redor das paredes e da mesa dois |
ou tres canaps, e um certo numero de
cadeiras^e poltronas eslao symtricamente
collocadas.
< Ah! se nao houves9e n'aquella sala
aquella grande mesa e aquellas canaps,
quantas pecas recusadas teriam sido accei-
tes cora grandes acclamacoes !
Nlo imaginara, nem podem imaginar,
o immenso papel que desempenham aquel-
las movis as deciaoes da commissao !
' E' a elles, nicamente a ellos, e nao
aos raembros da coramissao, que deviam
dirigir se os furores dos auctores despreza-
dos !
Quanto a mim, voto-Ibes um odio
profundo, immortal, infinito; oacrediti que,
qualquer dia, farei a diligencia para me
vingar.
< Rem-se !...
Pois meus amigos, oicam e julguem.
1 Depois de alguus minutos em que es-
perei, oa senhores commissonados designa-
dos chegaram lentamente, tranquillamente,
e com a appparencia de homens extrema-
raeute aborrecidos.
Tinham, affirmo-lh'o eu, a apparoncia
de pobres martyreB, condemuAdos a algum
lento e horrivel supplicio.
t Com elles apresontaram-se dois sujei-
tos extremamente graves, vestidos com
calculada negligencia, ambos raembros do
Instituto.
Estes sujeitos, homens'de alta scien-
cia e de incontestavel raerecimento, trava-
rara, sem perder um segundo, e em voz
baixa urna importante discu3sao sobre os
rS R
alta e intelligivel, Vuomenclatura dos per-
sonagena da minha poca.
< Immediatamenta depois, comecei o pri-
meir- acto, e deligenciava accentuar o dia-
logo da minha obra.
Cheguei ao fim do acto sem que me
tivesse atrevido a erguer os olhos de cima
do manuscripto.
Eotao, emquanto beba um ou dous
goles de agfft, ousei laucar um tmido olbar
sobre os meus ouvint;s.
t Oh meus araig|i que decepcao !...
1 Nunca consegl^rm descrever-lb'a ; ha
palavras que exprimam qual era a appa-
roncia d'aquelles senhores !. .
Esperava ver nos seus rostos algum
signul que me animasse...
< Esperava encontrar nos seus olhares
alguma benevolencia, ou pelo menos, atten-
cio !...
lato custa pouco.
c Mas qual !...
t Uns eBtavam estendidos sobre os ca-
naps.
t Outros cora os cotovellos apoiados na
mesa, o cora a cabeca oceulta entre as
maos, parecais prestes
delicias de ura profundo somno.
(Continua).
a entregar-se
6 atrav
do
do Itorr no
VARIEDADES
Resumo da campaoha com o
Paragoay, seguida dos aomes
dos forasileiros mais dstiactos
raOrtos durante a guerra.
POR MELCHIZEDECH D AI.BUQBMRE T.IMA
(ContinuacSo)
Capillo astavo.de Heneze*
Destinguiu so em alguns combates <
principalmente no ataque do Curupaity
em 22 de Setembro de 1886.
Foi morto no dia 1 de Agosto de 1867
as linhas avanzadas.
Capilar, Antonio Bablm
Como tenente commandante de urna li-
nha de atiradores do 11 de infantaria des-
tinguiu-se no ataque de Curupaity, onde
foi ferido.
Pouco depois desse ataque recebeu a no-
ticia da sua proraojito a capitao em com-
(bsso, posto era que foi confirmado por
estudo era 1 de Junho de 1867.
Falleceu era consequencia de molestias
adquiridas na campanha a 7 de Outubro
do mesmo anno.
Caplto-tenonte Bonifaeio Jouquim
de inii'iiina
Commandando a canhoneira Beberibe,
tomou parte na campanha do Estado Orien-
tal do Uruguay de 1864 e assistio ao bom-
bardeaaento de Passandu', destinguindo se
muito.
Com a raesraa canhoneira acheu-se no
ve feriment
iro do anno se\
CapltSo Ernesto tiooralvcn Ponteo
Esteve no ataque do Curuzu' eia^-de
Setembro e no ataque de Curupaity 22,
des tingue-se por sua bravura.
Sendo capitao do 57 batalhao de vafl
tirios foi assassinado no acaraparaeato^m
J corpo do exeroito m 23 de Outubrovw
1866 pelo soldado de nome Targino Jos
da Cruz.
Capitao Ldaardo Emilio Martlnelly
Destinguiu-se em Sanee e Bouqueron
nos dias 16 e 18 de Julho de 1866, com-
mandando interinamente a 5" companhia
do 8o batalhao de voluntarios, combatendo
cora enthusiasrao e animando os soldados.
Achou se em quasi todos os combates do
sanguinolento e immorredouro mez de De-,
zerabro de 1868 e destinguiu-se muito no
dia 21.
Este bravo official cuja espada brandira
desde as fronteiras inimigas at a sua ca-
pital, encontrn a morte no ataque do Pi-
rebeDuy em 12 de Agosto de 1869.

Capitao Antonio Jos Fernando*
Cora o 9o batalhao de infantaria atra-
vessa da metralha inimiga a pante do ito-
rr e a 11 de Dezerubro de 1868 ach
a morte na grande batilha d.-Avby.
Capltfio Manoel Htlflpo da KocUa
Achou-sc no combate de'16 de julho da
1886. a combaeu cora calma e sangue
fri. p
Falleceu em 7 de Maio de 1867 no
acampamento da 3a
ria.
divisad de inanta-
-K
t Esta comedia leve-a ao Theatro-Fran-) velhos poetas suecos e scaudinavos.
facas de mim o que quizeres.
I que somos dous a 'estimal-o.
FOLHETIM
O OOMHJNBA!
POR.
rALD ?7AL
TERCIIRA PARTE
asaasiiSDSAsosi
(CuntinuajSo do n. 7)
VI
A deaeoberta
t Henriqu disse com urna profunda ma-
gos :
K __ Aquell-s que estao collocados muito
aho, tm vertigens. Nao se deve
cez. .
< O Theatro Francs mandou-a para
a casa de nm sujeito muito amavel que se
encarregava de tomar eonhecimeoto d'ella,
na sua qualidade de examinador encartado.
Apreasei-me, como faoilmente devem
suppor, em ir procurar este influente por-
sonagem que, na sua qualidade de homem
muito amavel, me fez voltar sua casa
nove vezes seguidas, nem menos ama.
t Finalmente, um da encoutrei-o por a
caso, e de improviso, e dei-lhe em primei-
ro lugar pane da minha inabalavel reso
< Examinando aquella i)tponente sssera-
bla, nao pude dentar--de' sentir um es-
panto,
Entre todos aquellas homens encarre-
gados de julgar urna obra dramtica, nem
um s tinha escrpto para o theatro 1...
Isto nao o nec plus ultra da alta phan-
tasia ?...
Emfira, colbcaram diante de mim o
pulpito de rigor, e o classico copo de agua
cora assucar.
Installei-roe, e comecei a 1er em voz
pouco de p no fundo de um pobre tu-
i mulo.
E qual a mi, fosse ella duqueza ou
prima do re, nao se semina orgulhosa em
ter por genro o cavalbeiro Henriqu de
I Lagardre, o raais bello, o mais valente, o
mais leal dos homens ?
o Certamente sou apenas urna pobre
crianca ; nao poseo julgar os grandes da
trra, nao os conhejo; mas se ha entre
csses fidalgos e fidalgas ura coraao bas-
tete perdido, urna alma bastante pervert
da, para dizer-me :
Aurora, esquece Henriqu, o teu
amigo.
Olbe, minha mai, isto enlouquece-me I
Urna idea extravagante acaba de fazer-me
suores frios. DisBe commigo: so minha
raai...
i Mas Deus me livrode exprimir seme:
lhante cousa por palavras. Julgaria blas-
phemar.
t Oh nao,, s como te soohei, e te ado-
ro, minha mal. De t s tere beijes e sor-
risos. Qualquer que seja o grande nome
que o cu te tanas dado, tens alguma cou-
sa melhor do que o nome, o co aco. A
idea que tive, ultraja te... perdi.
< J me f dta claridad : deixo a penna
e fecho os olhos para ver o teu meigo ros-
contar to n0 raeusoDho. Vera, minha mai ado-
o reconhcimento dos principes. E fJlJ,f venj>
domis, continuou elle, abaixaado os olhos, Eram estas as uhimaa palavras do ma-
que 8ervico se pode pagar com esta moeda nU8crpt0 de Aurora. Aquellas paginas, a
odios, o reconhcimento ? Se a dama por gua melhor couopanhia, lia as amava.
quem ti/esse urriscado a minha vida e a Encerrando-ae no escondrijo, disse-loes :
minha honra nao podesse amarme, por ^,e amanha !
estar muito em cima e cu muito em baixo, fa n0te. As casas illuminaram-so do
iria para to longe, que nilo saberia mesmo outro lad0 da ra Saint Honar.
se ella me insulta com o seu reconheci- A porta abriu ao mansamente, e o ros-
mento. to simplorio do J080 Mara Berrichon des-
i Tenho a certeza, minha mS, que o taC0U.89 n escuridfto sobre a parede mais
corcunda fallou de ti. clara da sala prxima, onde havia urna lam-
< Ah bem verdade, minha mai Por paa#
tua filha elle arriscou s vida e a hoora. j0e0 Mara era o filho d'aquelle pagera
Fez loai, muito mais: deu a tua filha de-, peqUeno que irnos, nos priraeiros capitu-
zoito affboB de altiva raocidade. Com que|Io8 d'esta historia entregar a carta de Ne-
se ha de pagar cata gen^rosidade inaudita? Ter8 a0 cavalloiro de Ligardre.
dia 11 de Junho na batalha de Riachuelo | Ber feriQ0.
onde se cobre de immarcessiveis louros.
A' 20 de mesiDu raez e anno (1865)
urna bala prosta-o no convez do seu navio,
palco de seus actos de bravura.
... Na occasiao em que a nossa esqua-
dra forjava a barranca do Mercedes, diz
o autor dos apontamentos biographicos,
Bonifacio de Sant'Anna achando se grave-
mente doente e n5o podando por isso cora-
mandar o seu navio, que esteva entao en-
tregue ao seu immediato, fez um esforco
poderoso Ievantou-so, e apesar da inteira
prohibisao que tinha, fnandou se conduzir
ao passadico de onde quera compartilhar
a sorte de seus compaaheiros.t
Nascera no dia 5 de Julho de 1822 na
cidade do Rio de Janeiro.
Capitao Ensebio Napoleo
Como commandante de ama linha de
atiradores do 51 de voluntarios, bateu-se
valoro8amente na batalha de Avahy ora
11 de Dezembro de 1868, j tendo no dia
Capitao Joaonim Fabricio de Uattos
Caramandando o 32 de voluntarios to-
mou, no dia 3 de Setembro de 1866, par- ,
te no ataque o tomada de Curuzu' e a 2?
no de Curupaity. onde o seu corpo bateu-
se com denodo atacando a direita do ini-
migo guarnecida de numerosa artilharia,
que fazia vivissirao fogo, notando-se algo*
pecas na sua extrema dircita que parecaos
desmontadas.
O bravo capitao Joaqnim Fabricio de
Mattos quo commandava interinamente o
32 de voluntarios cohio morto, quando
mais animava os soldados para esae posto
de honra.
Capitao Firmnu l.nlz de loicuncel-
los Ferrelra
Combateu com o 2o de voluntarios na ba-
talha de 24 de Miio de 1867 o auxiliou o
capitao Antonio Pedro da Silva ("falleceu no
Jia 15 do Agosto de 1835, como coronel)
a tomar urna pega ao inimigo, prestando
assim um importante servico.
Esteve no combate do Sauce em 16 de
Julho, portando-so com muit ooragem at

Minha raai I
se engaa, nSo
minha mai como elle
verdade V Como o ama-
O pagem roorreu soldado:
mai s traba um noto.
sua
vclha
riae, como roe desprezarias, se todo o meu ( __ Minha m^n:.'', diaae Jo2lo Mana,
corayao, menos a parto que te pertence,; av pCrgnnta ao quer que a sirva aqur
cao loase deflo I No me anim*ria a dizer
isto, porque na sus presenta abjwma cousa
rae iinpede s vezea.de falUr, inti> que
rae faco tmida da UTna maoeira diversa e
muito mais do que no tempo da minha in-
fancia. Isso cao seria injid:.
nma infamia Mis sou
criou-me. Sem <
alvou-
oe.
Ura
ou
|U'i"" "~J j --- -j a^BaBir^
na sala.
Que hora*; silo ? dtan Aurora desper-
tando em sobresalto.
Sao horas deosiar I minha menina,
responden Berrichon.
Como Urde diste consigo
Depois accroscentou :
rvam me uqui.
Da melhor vontade, menina.
Berrichon trouxe a lampada que colleson
sobre o ibgo.
No tundo da cosinha, que era no fim da
sala, ouvio-so a voz forte da velha Fran-
cisca. *
Os reposteiros nao estao bem fecha-
dos, Joao, disse ella, fecha-os. Berrichon
encolheu um pouco os hombros, apresron-
se em obedecer.
Palavra, resmumgou elle, dir se-ia que
temos roedo dos gales 1 Berrichon estava
um pouco na posicao de Aurora. Ignora-
vatudo e tinha muito desejo de saber.
Ests certo de quo elle nao entrn
pela escada ? perguntou a moca.
Se estou certo ? repetio Joao Maria.
Por acaso se podr estar oerto do alguraa
coasa em nossa casa ? Vi entrar o corcun-
da tarde. Fui eacutar.
Fizeste mal, interrompeu Aurora se-
veramente.
Quera saber se mestre Luiz tinha
chegado. Quanto a er curioso, nao o son
E nao ouviste cousa alguma ?
Nada, absolutamente nada.
Berrichon estendeu a toalha sobre a me-
sa-
Onde teta ido ello ? perguntava en-
tretanto a si mesma Aurora.
Ah l ora essu, disse Berrichon, a o
corjund- podo saber disso, minha menina,
e muito exquisito ver ura hornera to rec-
to como o Sr. cavalheiro, quero dizer mes-
tre Luiz, viver intimamente com ura cam-
baio torio como um saca-rolhas I
Ello entra o sabe pela porta do lado.
Nao elle o dono da casa ? inter-
rompeu ainda a moga.
Por iaso, exclamou B-tmchoo, se-
nhor do entrar o sabir, de so fechar cois o
seu macaco e nSo ae zangara com uso. Nao
irapede que os vizinhos digam mal, rain >
raeoioa.
Conversas demas com os viznbos,
Berrichon, disse Aurora.
Eu 1 ex.uainou a ensoga. Ah Se-
nhor Dcua, se podessera diz -r-lho 1 Entau
sou ura tagarella, nao verdade ? Jiga,
minh* av, eontinuou elle, collocando a aua
cabetjDura na porta, sou um tagarella I
&l sei disso ba muito terapo, disse a
honrada mulber ; um preguicoso tsm-
bem.
Berrichon cruzou os braos sobre o peto.
Bom 1 uisse elle, u esa melbor I
Entao preoiso enforoar me, se tenho to-
dos os vicios, mais simples. Eu quo wro-
ea digo ama nica palavra a ninguem.
Quando passo, ouco o que diaera, os abi
tudo. Ser isso ura peccado ? Asseguro-
Ihe qua fallara Mas nao me envolvo na
conyeraacao de todo a aquellos tendeiros.
Apezar do que, continuou ello mais baixo,
mal podemos conter-nos quando nos fazem
perguntas.
__ Perguataram-te alguma cousa, Joao
Maria?
Matas, rainha menina.
Que te perguntaram ?
Cousas muito embarazosas.
Mas, finalmente, disse Aurora com
impa incia, o quo te perguntaram ?
Berrichon comecou a rir com um ar in-
nocente.
Pergontirara-mo tudo, replcou elle :
quem somos, o que fazerao, de onde vio-
roos, para oude varaos, a sua idaie, a ida-
de do Sr. cavalbeiro, quero dizer de mes-
tre Luiz, so somos francezes, se somos ca
tholicos, se ficamos aqui, ao nao gostava-
raos do lugar quo deixmos, se o confes
sor da menina de Saint-Eustacho ou de
Saint-Germain Auxerrois.
Tomou folego e continuou :
Isto e quillo, porquo viemos morar
na ra do Chantre en lugar do ir morar
raais longe ; porouo. razio a menina nunca^
saho ; <, a este respiuto, a.rira Moyueret.
apostou com a Gruichard quo a menina ti-
ulia utuaperna torta; porque o raestraLuiz
sahy tantas vezes ; por q^e motivo o eor:
cunda.. Ah 1 ioUsr/omjeu el*, o tor
.-.uuda .que oa $*&!" A ta aiahaurdii;
se quo elle parece ter negocio cora 9 dfc
E tu te envolves uestes mexencos,
disso Aurora.
tisi engaada, rainha minina ; nSo
ha niogu-ra como ou para saber guardar
as apparen^iaa. M as inullur-'s uriocipullente. Ah 1 meu
Dus, as raulheresl Nao poaso por oa ps
na tua sera tic*r cora as orelhaa a arder...
0 t rrichon' ra u anjinhol gr ta rae a
regit- te dou u u pjuco de vinho. E excell n-
te, iii-ni'a. Olha, ollia, diz a gor.la ta
vemeira, to o u u caldo. A mulher qu-<
eo i raiiit-iga at a do procuralor.
Eu passo altivo como un criado d*> boti
cario. A Gri -hard e a Moynerit^ a Bala-
haut, a regt'iira de defronte, a raulher da
raantegt e s outras perdem o seu terapo.
laso nio as -orrige. Vej como ellas fa
zem, iniulu menina, iufrrorapeu-se dllo,
vai nr-sf. A B .lahaut ragra o us 1
oculos. E' elegate e bem frita aquolU
moniaal E' d si que ella falla. T*ra
vinto aaaos, olo Tcriadc, meu amor ?i
< -Nao sei, respondo ea. Depois diz a
Moyneret e ninguem dir que sobrinha
de um simples forreiro. Nao verdade
qua elU sua sobrinha ? -Nao digo eu.
Entao de certo sua filha ?Nao I E
procuro retirar-me. Mas desojo ^ouvil-as 1
Formam um circulo em torno de mim. A
Guichard, a Durand, a Morin, a Bertrand.
Mas se nao sua filha, dizem ellas, en-
tao sua raulher ? -Nao.Sua irraa ?
NEo. Comol como! nao nem sna mu
Iber, nem sua irraa, era sua filha nem sua
sobrinha 1 E' entao urna orpha que elle
recolbeu... urna crianca quo educou por
caridade? -Nao, nao, nao, nao, grito eu
com toda a forca.
Aurora collocou sua linda mao sobre o
braco do Berrichon.
Ten8 feito raai, Berriohon, disso olla,
com voz meiga e triste ; tens mentido.
Sou urna crianca que elle rocolheu, sou
uraa orpha educada p >r caridade.
__O que menina l quiz gritar Julo Ma-
ra.
__Na primeira occasiao quo ellas te in-
terrogaren!, prosegua Aurora, responder-
Ihe-has isto. NSo mo envergonho. Para
que oceultar os beneficios do meu amigo ?
Mas, minha menina...
NSo seria. urna pobre crianca aban-
donada? cotitiouou Aurora. Se nlo fosae
ee, os seus beneficiad...
- Se raeatre; Luiz, como e preciso cha-
mal-o, "ouviss .-aria encolerisado I
Caridade Beneficios ldfS8a a menina.
__Queira Deus que nSo pronunciem
outras palavras fallando dell e de mim 1
raurrauron a moga, cuja fronte paluda tor-
nou-se corada.
Barricbon approxraou se vivamente.
- Sabe entilo ? balbuciou elle.
O que ? perguntou Aurora, estreme-
ceno.
E como a crianca h^sitasse, ella e
se imperiosa o disso :
Ordeno-te que falles.
Berrichon,abaixou os ulhos, araarrotanlo
erobarjado o gaardaoapJ que
tnSo
O que ftllam dase olio, mexericos,
nada mais' que mexericos. Disen isto :
Sabemos parfeitaraente qua ella ram
to joven p*ra ser seo pai. Visto que tora
tantas pteauc5)?, nao seu marido...
Ababa, disso Aurota, com -
banhada em saor.
Tomou parte nos combatas de Dezem-
bro de 1868 e a 21 rocebeu um ferimento
do qual falleceu em 23 do Janeiro do anno
immediato.
Capitao relelo Jos da Silva
Falleceu* em 1 do Janeiro de 1869 do
ura ieriraento recebido na batalha do Ava-
hz onde se havia batido como um bravo.
Capitao Francisco Plato da Motta
Foi morto no combate t de 24 do Setem-
bro de 1867, combatendo as fileiras do
5o corpo de cacadores a cavallo.
Cap ido Cillcerlo de Almelda Varen
Jjestioguiu-se muito do ataque do Curu-.
zu' que assemelhando-se a ura leao, a tiro a-
contra as bateras inimigas com intrepidez
que a todos admirou.
Falleceu em 15 de Abril de 1867 a bordo
do hospital ambulante D. Francisca.
J(Contina).
. Ora, minha menina, quando nao '^se
nem pai, nem irmao, nem marido...
Aurora cobrio o rosto com as maos.
VII
Mestre Luiz
Berrichon arrependia-se amargamente do
qa3 tinha dito. Olhava cora torror para
Aurora, qm solucava, e dizta comsigo :
So ella entrasse ueste momento.
Aurora estava com a cabeca baixa. Oa
seus lindos cabellos ftJlpsm-lhe em ondas
sobro as m5es, atravez'das quaes corriam
as lagrimas. Quando erjunu-se, os olhos
estavara hmidos, mas sangua voltava-
Ihe s faces.
- Quando nao se nem pai, era ir-
mao, nem marido de urna pobre moca
abandonada, disse ella lentamente, e quan-
do so tem o nome de Henriqu de Ligar-
dre, -so seu amigo, o seu salvador e seu
bomfeitor. Oh 1 exclamou, pondo aa ralba
e levantando-as para o co, as proprias ca-
lumnias mostrara-rae quanta superior aos
outros homens. Visto que o julgara capas
de fazer o quo os outros fazera o que ello
nao fez. Amo-o muito, o sorao elles a cau-
sa de adoral-o como a um Deas.
Muito bem, miaba menina, diss Ber-
richon, adoro o, s para os fazer enrwve-
oer.
., Henriqu, mnrmurava a moya, o ura-
co ente no mundo que me protegeu o qui
mo araou I *
)n! aira para araal-a exclamou Ber-
rochen, que voltou rio novo a tratar da me-
sa, quo porunto terapo abandonara, garan-
to lhe. Todas as oaanhs, oavimos isto
eu e n av. Como passou ella a noito ?
O sbu soraao foi tranq^lju/r' Fizeram-lho
companhia hontem % ^^^ttriato ? 1M-
sejaalguraa coaaa ? E quas^ pode)
sorprender ura dos seus fie
tao content, tio alegre.
i, airfaf.
Si.u, disse Aurora, fa

Ora esaa, minha menina...
Falla, B -rrichon, quero !
-
ainda d molo, disao i
ineama, ello bom, ama-me Como aua Jila
fronte
a- ar naticioso.
sbela.
3 assumpto era ama to
sou coraco. quo
ico do seu inter-
frijlias, qua se oceupava
i a seu confideot:
(Continuar-te-ha)_______
-iO> Uaautf de xia > *
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