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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

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Full Text
ANUO LIII NUMEBO 5
PARA A CAPITAL E LIGARES O'.DE SAO NE PACA PORTE
Por tres raezes adiantados............... 65000
*or seis ditos dem.......... ...... 1?($000
Por um anno idem...............v^. 2400o
Cada numero a valso, do mes-no dis..........Jttk &l%
SABBABO 8 D! JANEIRO 11887
PARA DESTRO H PORA DA PROTDCIA
Por seis mezes adiantados. ...........
Por nove ditos idem................
Por um anno idem............*ak, .
Cada numero avulso, de das anteriores.......^. .
1350O
2o,jwoa
270COO
#100 i
^
Ipxoptabe tft JHaiwel Ii$naxfa t>t Jara i Jtog
'
O* Wat. Amrderc 'rlBf e A (
le Pars, i u> os ncssos gente
e-vclusivj >e annuucos e pu-
ncacSes da I raer e Iridia-,
ierra.




1T

TELEGRAMMAS
.227150 PASKCMtvjf 2IASI0
RIO DE JANEIRO, T de Janeiro,
s'i? horas e 50 minutos da tarde. (Rece-
ido 2 horas e 10 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Trianipiioii a chapa conservadora
na eleico senatorial uavia hon-
lem em S. Paulo.
A Una lirn componta com o coa-
eltaelroM Antonio da Silva Prado e
Ha noel Antonio Daarte de Aievedo,
o Or. Rodrigo .aguato da Silva.
^o^HiuclcinslMiIftComjinnliiii
do Facilito embarcaram Hontem
para a Europa SS. AA. a princesa
imperial e seu e*poo o Sr. principe
Conde d'Eu.
::."::;::- asocia savas
(Especial para o Diario)
LISBOA, 6 de Janeiro, s 3 horas e 45
minutos da tarde.
Por decreto real fot di**olvida a
Cmara don Deputados de Portugal.
.eiido convocada a aova cmara
para 3 de Abril.
A* elelce para eana cmara de-
vero ter lagar it> de Peverelro.
BUEN03-AYRE3, 7 de Janeiro.
El o boletlm do cbolera-morbaai
a ultima-* 9i hora* i
nenas-A Tren. 1 casos novse O
bitos.
Bossvreo. s casos novo. e I bito.
t ordo va, 3 casos novo. e abltos.
Tlirunian. 8 bitos.
, Mendosa. 9 bitos.
PARI3, 7 de Janeiro.
O Priaclpe de Btsmarcli Informon
ae Sr. Bcrbette. embaixador da Vrau-
ca em Berlim. que as vistas da Alle-
auanlia sao todas pacificas e que o
goverao allemo conlina a esfor-
ear-se pela manuten* da pa* na
Europa.
VIENNA, 7 de Janeiro.
O Principe da Servia trata de con-
federar as pequeas nacionalidades
da pennsula dos Balitan.
BERLIM, 7 de Janeiro.
./ f
f provavel que o joverno decrete
o estado de sitio em asunten, na Ba-
vier.
LONDRES, 7 de Janeiro, s 2 horas da
tarde. v
O presidente do conseibo de minis-
tros, marques de Sailsbnry. trocou
a pasta pela de ministro dos nego-
cio estranaeiros. que pertenela a
lord Iddbslelgb.
O ministro da guerra. Smltb. trocou
*ua pasta pela de 1> lord do tbe-
sonro. occapada pelo Marques de
Salisbury.
t.ord Xortbbrocb. Col nomeado se-
cretarlo de estado da Irlanda.
O novo ministro da pasta da guer-
ra ate agora ignorase qbem seja-
Agencia Havas, filial em Pernambueo,
de Janeiro da 1887.
1NSTRCCI0 POPULAR

0 HOLESA l SSS HlaKOS
^'{Conferencia do prossor J. J. Rodrigues)
(Extrahido)
DA BIBLIOTECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Conniaf o)
O raunicipe credalo, que all pausase Daqaelle
listante, nao deixaria da bradar n'um contenta-
mente intimo, apena cortado pelaa lamentacea da
mucosa pituitaria : rate Chiado verdadeiramen-
te um cumulo de desinfecco municipal! Poia,
ineua aeubores, ae o microbio j estivease em Lia-
boa lora poeaivel que elle talteasse o tal moncipe,
s para que eate bouvesse entre o numero das suas
iilusoea perdidas maia aquelle cumulo... de desin-
fecco enmarara A dses empregadas eran
oeeeasariaroente mautficiontes, maia do que iluso-
rias, perigosaa, pois concedan paassporte a qoaun-
r loco de infeccio para viagem deseaneada
pela bocea, pnlm'ies e visearas dos pbenicadoa ha-
bitantes de Liaboa.
Eaipiesrado na dae precisa, pasaaria a ser
caustico, o ebeiro tornar-ae-bia demasiado incom-
anado, e o municipio teria de cinpsnhar os emble-
mas da aua magistratura para poder acudir s
erapcoea ftidas das 5:100 aarjet&a de Lisboa e
aos virulentsimosefflavioa das lamas muaicipaes.
Lembrem-ae de que o acido pbeuico imparo est
a 600 iia o kil", e ba falta delle ; e lembrem-ae
tambem de que o acido phenico puro exeede hoje
por kilo o preco de 2000 e 3000. J tive quem
me propuzesse venda delle a 3200 por cada 1000
grammaa, o que a maior atroeidade de que pos
so, n'eate momento, dar-voa noticia.
Em vea do acido pbenico bastara quo*ae regas-
aem as mas macadamisadaa e mal ebeiroaaa (maia
aarde voliarei a este ponto), urna duas vexes por
dia, com agua contendo 3 kilos de bomchlereto de
cal por pipa de 600 litros.
Naa sarjetas e, sobretudo nos orinoea de incoita,
a dose devia dobrar ou triplicar, sendo a adeainfec-
cao feita 2 ou 3 vezes por dis). conforme a urgen-
cia do acaso.
Para me nao afaatar porm da ordem, que me
impuz, vou aoalysar liudamente os diversos des-
infectantes, que vos indiquei, fazendo apenas agora
urna uniea e rpida digresso para, vos fallar da
agua, que deve beberse cm tempo de cholera
flagello que (felizmente este !) est mnito distante
ainda deBta noasa boa trra.
Nada ba, senhores, que possa substituir a agua
na aua benfica miaso de nos matar a sede; e por
isso meaqio mistr que par medo de urna epide-
mia poasivel, nao vamos alterar completamente os
nossos hbitos a espeito daquelle precioso liqui-
do. excedente a agua do nosso Alviella, excel-
lente pela sua composicao chimica, excellente pelo
resguardo com que colbida e trasida para dentro
dis nossaa casas.
Sao urge, pois, que fabriquemos aguas uigene-
rit, para que as bebamos com a convieco de ns
engolirmos com ellas quaiquer microbio suspeito.
Nada de exagperoa nesta parte, porque ate cor-
reramos risco de contrahirmos incommodoa graves
para fugirinos <% doeocaa por oa problemticas.
Um conselho apenas vos daiei a tal respeitp,
conselho tenicamentt applicavel durante o tempo
de urna epidemia de cholera. Fazei ferver da
manha a agua que vos foi precisa para a bebida do
dia, em urna caldeira de tolba de flandres com a
capacidade de tres litros pouco mais ou menos e
mnuida de urna tampa, que a resguarde bem, du-
rante o arrefeciment, do contacto do ar. Esta cal-
deira dever ter nma pequea torneira, que pode
ser de cobre ou de eataobo, por onde ae tirar a
agna que tiver de ser bebida.
Teudo o liquido, aasim preparado, o grave in-
conveniente de nao conter are, por ter perdido
parte dos saes caralreos que primitivamente con-
tinha, de ae approximar da agua destillada, que
nao vos aconselho,parece-me bom, depois de ar-
refecida a agua, que ferven, deitar-se-lhe dentro
o conteudo de urna pequea garrafa de agua gazo-
za (carbnica), colbida em nasceote de localidade
D8uspeita, o que, tornando a agua maia leve, aju-
dal-a-ba a dissolver algum sal calcreo, do que
tiver aido precipitado durante a ebullicao, E' o
mais que ouso lecommendar-vos e deve ser isto
maia qne aoEcente. O exaggero neate ponto ,
repito, peloa incommodoa que traz popalacao,
perfectamente condemnavel.
Terminado eate paaaeio pelos dominios da agua
potavel, vamos finalmente, meus senhores, e j nao
aem tempo, entrar no eatudo dos desinfectantes
que vos aconselhei. Irei fallando dtlles pela or-
dem por que foram aprcaentado. ^ _
1* Sublimado tJOtTovo na dae de urna gramma
por mil de agna (um litro).
E' de incontestavel efiScacia eate perigoaiaaimo
soluto. Perigoso j, e muito, na dse cima refe-
ridamuito maior perigo offerece qnando, pela
evaporaco, se tiver reforcado a quantidade do sal
mercrico, que Ihe d todo o valor.
Deve ser absolutamente prohibido o seu nao
quando nao teja directamente facalisado por pes-
sea idnea,e severamente empedida a aua venda
quando nao seja previa e competentemente auto-
risado por f*- ultativo. E' esta*ama cirenmatan-
cia que nao deve aer olvidada por droguistas ou
pharmaceuticoa, nicos vendedores do cbloreto eo-
iuvel de mercurio, maia vulgarmente denominada
sublimado oorrosivo.
Na dcainf;eco superficial dos cadveres de cho-
lencos, na lavagem das mSoa de medicoa e enfer-
meiros, que dilles tenham curado, torna ae preciso
este desinfectante.
2 Chloreto de cal aecco, 95chlorcmetricoa pelo
menos. Braoco, pulverulento, um pouco hmido,
cheirando a chloro, elle por aua barateaa e ef-
ficacia, um dos maia preciosos e maia facis mi-
crobicidaa Tem a vantagem de desinfectar per-
fetamente quaeaquer lquidos e dejectos em dses
relativamente pequeas ; a de impedir a putrefac-
cAo de detritos solido maia ou menos hmidos (o
lixo, por exemplo), quando a dae nao fr dema-
siadamente pequea e a ana actividade se nao di-
luirse por grandes maesas de ar ; e a de destruir
o ftido resultante da visiohanca de canoa e de
quaeaquer immuodiciea nao s por causa da nota
odorfera do chloro que exbala e esconde o cheiro
a que me retiro, como tambem pela accao directa
que tem sobre os efluvios que nao resisten!, em
parte pelo menos, ao poder cbimico d'aquelle gaz.
Na dos* de 5 por rento (um kilo por 20 litros de
agua,300 a 400 grammaa por urna tijela da casa
de formato regular), ptimo para a deeinfeceo
das pas. Cooum laval-as primeiro com agua tor-
rencial, a fin de ser maia completo o resultado.
400 grammaa, que podem cnatar 40 rea, ebegam
perteitainente para du deainfeccoea ; e tanto
basta entre da e noite.
(Continua).
?ARTE OFFlCifll.
Uoveruo da Proviada
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 5 DE
JANEIRO DE 187
Companba Pt-rnambucana.Iofcrme o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fazenda.
Francisca Mara da Conceico Azevedo.Infor-
me o sr. commandante do corpo de polica. ,
Secretaria da Preaidencia de Peraam-
buco, om 7 de Janeiro 1887.
- O porteiro,
Francelino Chacn.
< ommaullo das Armas
Quartel general do commando das armas de
Peruambuco, 3 de Jaueiro de 1887.N. 2.
Ulm o Exm. 8r.
Havendo aido publicado no Jornal do Heeije, de
31 de Dezembro preximo paaiado, sob a epigrapbe
Para o Exm. Sr. general commandante das ar
mas, e asaignadoO Vigaum artigo em que a
diz aer o couaelho de avestigacao n meado para o
descobrimeuto dos reapoaaavea pelo conflicto da
noite de 26 de Outubro ultimo, insinuado pelo aja-
das*! de ordena deste commando f ouvi, a seme-
Ibunte reapeito o preaideute do ineatno conaelb^,
v^ndo-se por aua reapoata, coustante du incluso
officio, em original, aer inexacta tal accuaace : o
que julgo dever commumear a V. Exc, a qnem
eua guarde. Ulm. e Exm. Sr. Dr. Peiro Vicen-
te de Azevedo, muito digno pieeidente 'la provin-
cia.__O brigadeiro Jos Clarindo de Qaeirot.
Sala das seasea d>a couselhos de guerra em
Pernambueo, 3 ae Janeiro de 1887.Iilu. e Exm.
f}r,__Em cumpriroeoto a ordem de V. Exc, conti-
da em officio le 31 do prximo paaaado, mandan -
do-me que, na qualidade de prraidentcdo conselho
de iuvestigacto doa factoa criminosos bavidos en-
tre pracasoo 2 batalhio de infantaria e a guarda
cvica, informe sobre a pubhcacAo a pedido inser-
ta no Jornal do Jiecife, vb a epigraphe Para o
Exm. Sr general commandante das armas .as-
signidoViga.
Compre me informar a V. Exc. que inexacto e
que diz a tal publicacAo, porquanto oa officiaes que
fazem parte do dito conselho, teem as babilitac's
precisas para bem desempenbarem asfunecoes que
Ihea foram confiadas e por motivo algum consen-
teriam que o ajudante de ordena de V. Exc, ou
qualquer outrein Ibes fosse fazer insinuacef, e en-
volverse naa artribuicoea que n3o Ihe compete.
Tenho por costume s aceitar cargos que satisfac-
toriamente os possa desempenhar.
Declaro a V. Exc, que como presidente do re-
ferido conselho, teria autonoma precisa para nao
consentir tal abuso, no que tenho certeza seria
coadjuvado pelos dous outros membros, visto como
s nos esforcamos para descobrir a verdade e de-
cidir o que for ae ju tija.
Creio ter assim cumprido a ordem de V. Exc, a
qnem Deus guarde. lllm. e Exm. Sr. general Jo-
s Clarindo de Queiroz, dignissimo commandante
das armas.Justino Rodrigues da Svtira, presi-
dente do conselho de inveatigacAo.
Repartico da Folela
Secs&o 2* N. 7. Secretaria da Po-
lica de Pernambueo, 7 de Janeiro de
1837.-Illm. e Exm. Sr.Partecipo a
V. Exc. que no dia 5 neohum foi reco-
Ihido Casa deDetencSo.
6 -
A' ordum do Dr. delegado do 1. dis-
tricto da capital, Aatoaio Marrjal do Miran-
da Pinheiro, e Antonio Rodrigues Queroz
para averiguarles policiaes.
A' ordem do aubdelegado do 1. die-
tricto de S. Jos, Antonio Maria da Con-
ceicSo e Manoel Francisco da Paixao, por
diatrbioB.
Em officio de 2 do corrente, communi-
cou-me o delegado de Canhotiabo que no
dia 25 de Dezembro ultimo, s 11 horas
da noite, naquelle termo, Jlo Cavalcante
de Albuquerque Cajueiro, altercando eom
o sub-lito portuguez Jos da Costa Gtongal-
ves, no estabelecimento commercial deste,
resultou sabir Gontjalves ferido levemente
no rosto, de um tiro que Ihe desfeixou
Cajueiro. >.
O clelinqoenta se evadi.
A autoridadelocal toranando conbecimen-
to do facto prasegue nos termos da le.
A inesma autoridade commanicou-me
que em data de 31 tambem do mez pas-
eado, pelas 4 horas da tarde no mesmo
lngar cima referido, Ovidio do Nascimen-
to Bruno Wanderley, ferio com urna faca-
da a Pedro Joa Guedes 2. supplente do
aubdelegado daquelle termo, em sua pro-
pria casa.
O delinquente foi preso em flagrante-
Da vistura a que ee proceden reconhe-
ceu-se ser leve o ferimento.
Aquella autorldadu remrftteu o inqaerite
policial ao juizo competente.
Por communcac,&o do delegado da Glo-
ria do Goit, datada de 3 do corrente mez,
fui sciente de que se acha rscolhido ca-
deia daquelle termo Antonio Luiz Bezer-
ra, por crime de furto de cavallo.
A mesma autoridade prooedea a inque-
rito e fez remessa ao respectivo juiz mu-
oioipal.
Communiuou-me o administrador da casa
de DetencSo ter fallecido na enfermara
daqaelle estabelecimento o detento Jos
Felippe de Lima de tubrculos pulmonares.
Deua guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O dele-
gado encarregado do expediente, Salustia-
no Jo$ de Olivelra.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 7 DE JANEIRO 3E
1887
Flix Jos Felicio.Sellados os documentos,
volte quereudo.
Pedro Antunea & C, e Joa de Olivcira Castro.
Haja vBta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Jcs Avelino de Almeida.Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Jeroormo Odn Ferreira Cabral.Ao Sr. con-
tador para oa devidos fina.
DIARIO DE PERBAMCO
RECIFE, 8 DE JANEIRO DE 1887
Noticias do Uruguay e sal do
imperio
O paquete nacional Bahia, entrado hontem do
aul, trouxe aa aeguintes noticias:
I iucuii;
L mos naa folhaa da corte :
Mooteviao, 29 de Jezembro :
Effectuou-se hoje imponente manifestacio po-
pular em tavor do actual presidente da rep-
blica, general laumo Tajes, que foi muito victo-
riado.
Houve um grande banquete, sendo pronun-
ciados importantes discursos, lonvando o proce-
der do governo e declarando que O povo deposita
n'elle inteira confianca, e conta que saber mau-
ter a paz e fazer reinar a prosperidade na rep-
blica. ,,:
Gravas continuacfco das enrgicas medi-
das sanitarias adoptadas, Acarnos at agora intei-
ramenvelivreadofligello, que assola a repblica
Argentina.
O Sr. Dr. Jos Vasquez Sagastome, enva-
do extraordinario e iniansiro plenipotenciario a
Estado Oriental, recebeu do ministerio das relacoes
exteriores o seguate telgramina :
Montevideo, 2t de Dezembro :
o O J*r. presidente da repblica julgou conve-
niente mandar dissolver 5 batalhio de can-
dores e a escolta da presidencia, fazendo ao mesmo
lempo varias alteracoe no pessoal da admini-
stracSo. Posso assegurar a V. Exc. que a or-
dem e a paz publica esto perteitemente garan-
tidas.
Hluaa Seraei
Datas at 26 de Dezembro :
So povoado de Firacanjuba, da Uberaba, foi
assassiuado Jacob Leme por Zacharias de Queiroz
e An'ooio SilverioduCarvalho^vulgo Antonio Ma-
rianoo. O assassinado raorreu emxonsequencia de
dona tiros que receben.
Naa Cvas, povoaco A roeia legua da mes-
ma cidade de Uaeraba, Evaristo Theodoro do
Souza, crianca de 12 anuos, disparou no tiro do
garrucha contra Nicolao Risso, indo oa projectis
cravarem-se em tjma porta. AJAaa de aer um me-
nino de muito mi ndole, embriaga-ae constante-
mente.
Fngiram da cadc'a da villa da Franca, doua
preses, indo com ellos aa quatro prscas da guarda
da mesma e da de Monta Alegre tres.
Falleceram: em Pasaos 1). Maria Therepa de
Castro, viuva do m-.jor Candido Rodrigue da Silva
e em Uaeraba o negociante Francisco Joaquim da
Cruz.
Blo de Janeiro
Datas at 31 de Dtzembro :
Ao cnpito do porto da provincia de Pernam-
bueo ixpedio o ministerio da maiinba o seguute
aviso, com data de 27 do corrente mes :
< Por immediata resolucAo de 21 do corrente,
Sua Magestade o Imperador, confonnando-se com
o pareo.r da aeccAo de guerra e marinba do con-
selho de estado de 3 de Outubro prximo findo,
sobre o officio n. 227 de 8 de Maio do anno pas-
sado, em que V. 8. consulta se tem competencia
para fizar ae lotacoes ou eqaipagens das embar-
caces Bujeitas sua fiacalisaeao, houve por bem
mandar declarar !he que o art. 2, 3, do regu-
lamento annexo ao decreto n. 5,585 de 11 de
Abril de 1874 dispeusou as embarcacoes brazilei-
ras que ae empregam no commercio de cabotagem
das formalidades de entrada e sahida, de que tra-
tam os arta, os 18 e 19 da regulamento de 19 de
Maio de 1846; que o art. 3 daquelle mesmo re-
gulamento autorisou aos capitaes oa mestres a con-
tractaram livremente os individuos que devam
compor as respectivas tripolacoes ; e dispondo o
art. 4' que o rol de equipagem aeja enviado pelo
official do regiatro do porto a capitanas, para oa
devidos cffeitos, nao seria razoavel que a es'sas rc-
particooa competisse a attribuicAo de fizar lota-
c5es nos navios, ditiieultando assim o expediente
psra seu fcil movimento ; sendo certo que, nem o
regulamento das capitanas, nem algum ontro acto
official Ihea confere tal attribuicio ; o que a V. S.
communico para seu conbecimento e os fins conve-
nientes. *
Sob o commando do Sr. chefe de diviso Ma-
noel Carneiro da Rocha partiram a 31 para a Ba-
hia e era seguida Abrolbos e San'a Catharna a
corveta Nictherohy e o cruzador Almirante Barroso,
em viagem ae oa'.ruccao com aspirantes o guar
das-marinha.
Corveta NictherohyCommandante, capitn de
fragata Francisco Goulart Rollm, immediato 1'
tenentc Joa Gonsalves Leite; otficiaes: 1 l-
ente Jos Fructuoso Monteiro da Silva, 2" te-
nantes Joo Augusto do Amonen Rangel, Tan-
credo de Castro Jauffret, Seveiiano Antonio de
Castilho, Francisco Cesar da Costa Mondes, Ca-
rino da Gama de Souza Franco, Jos Lidoino Cas-
tello-Branco, Narciso Prado de Carvalho, medico
Dr. Antonio Ferreira da Silva, pharmaceutico Er
nesto Alcoforado, official de fazenda Romualdo
Seixas, Io machinista Msael Bandeira de- Mello
2 macbjnista Jos Maria Teixeira; ,10 guardas-
marmha e 32 aspirantes (l4 e 3 anno do curso
superior da sacla naval); dona machiniataa de 3*
classo, doua de 4' classe e dous praticantes de ma
chinas; um mestre, dous guardiies, um enfer-
meiro, um fiel do coinmissario, dous escreventes,
um calafate e dous carpinteiros ; 25 fuzileiros na-
vaes e 350 pracas entre as quaes foguistas, cria-
dos e coainbeiros. Ao todo 352 pracas.
Crutador Almirante BarrosoCommandante -ca
pito de fragata Luiz Felippe Saldanha da Gama,
immediat i, Ia tenente Joo de Miranda Ribeiro
Sobrinho ; officiaes : 2" teaentes Es:ovo Adslino
Martina, Silvio Pellico Belchior, Ludgero Bento
da Cunba Motta, Joo da Silva Retumba, Virtu-
lino de Magalh&es Moreira Sampaio, Manoel Theo-
dorico Machado Dutra, Joo Augusto dos Santos
Porto 3 Alvaro Augusto de Carvalbo; medico, Dr.
Guilbercao Belmonte; Io machinista, Francisco
Goncalve Lopes de Souza ; official de fazenda
Jos Thotnaz Nabuco Cirne, e pharmaceutico Ma-
noel Jorge da Paixo, 30 aspirantes (2 anno do
curso superior da escola naval), doua 30- machi
oistas, tres 4" machinas, quatro praticantes de
machinas, um mestrr, tres guardies, dous carpin-
teiros, um calafate, um enfermeiro, um fiel do com-
missario, um escrevente, qnarenta e oito imperiaes,
foguistas, seis criados, um despenseiro, quatro
coainheiros e duzentaa e duas pracas, ao todo 324
pracas.
Foi publicado o decreto n. 9680 de 20 d
Novembro ultimo, pelo qual foram approvadaa as
clausulas do coutracto celebrado com Joo Jos
Crrela de Moraea para o servico de navegaco
por vapor nos ros Tocan tina, Araguaya e Ver-
melbo.
Ficou pendente o mesmo contracto da approva-
codo poder legislativo, sendo concedidas ao con-
cesssionario os seguintes favores :
1. Isenco de di re tos para o material rt ac-
tuante que importar, destinado ao servico da na-
vegaco ;
2." Ceasao gratuita do material fluctan te e
fizo pertencente ao Estado e que actualmente se
acha ao servico da navegaco do Araguaya, a cargo
do mesmo empresario ;
3.o Preferencia para acquisicAo das trras de-
volutas situadas as margena doa mencionados
i ioa ou dos seas afluentes, urna ves que neates
eatabeleca navegaco regular de vapor ;
4.* Privilegio oara a navegaco de vapor noa
meamos rics, Tocant ins, Araguar e Vermelho, du -
rante 20 anuos, a contar da data da inauguraco
do servico da navegaco ;
5." Subvenco annual de 125:0001, durante 10
annos, a contar igualmente da data da inaugura-
co do aervico da navegaco.
Approvado que aeja o contracto pelo poder le-
gislativo, uo ae tornar&o eflectivo-s os favores
cima mencionados antea qus o concessionario
tenha realisado as obraa necessarias a melhorar
aa condi(oea de navt-gablidade doa rios supra-
mencionadus, segundo planta approvada pelo go-
verno, e, adquirido o material fluctuaute, haja ini-
ciado a navegaco mediante autorisacAo previa.
Baha
Datas at 4 de Janeiro :
Aa noticiaa ao de menor interesse.
Lemos no Diario ae Noticias de* 3 :
< Em viagem doa Leuces, onde fra capturado,
para a villa do Monto Alegre, falleceu repentina-
mente no dia la do mez ltimamente fiado, no lu-
gar denominado Canto Escuro, Jos Antonio Chum
badinho. um dos mandatarios do assasaiuio do in-
feliz Abrabam Saback da Baixa Grande.
< Jos Antonio fra por diversas vezes requisi-
tado pelo Dr. uiz municipal de Monte Alegre, em
cujo termo se dera o crine, afim de eoucluir-se o
procesao em que aquello e outi-os individuos oceu-
patn lagar importaute.
o Accedeodo, por fim, o delegado dos Lencoos
s requisicoes do Dr. juiz municipal, envin, es-
coltado por quatro pravas de liuha, commandadas
por um cadete, o referida Jos Antonio Chumba
dinho, o qual era depoa:tar3 de todos oa prome
ores de lo sanguinolento drama.
Desgraciadamente, porm, a morte repentina
de Joc Antonio impedio que autoridade com
ptente toasen, relatadaa todas aa minuciosidades
do horroroso crima quo enlutou urna grande fa-
milia da Baixa Grande.
O delegado do Mundo Novo, cm cujo districto
falleceu Jos Autonio, proceden o competente
exatne cadavrico e mais diligencias legaea, fi-
nando exhuberantemente provada. a identidade do
asaaaiuio. *
Durante o mez ie Dezembro arrecadaram
circulou nesta capital o boato de que se tinham
evadido 12 sentenciados da cadeia desta capital;
o que logo depois se confirmou ser exacto.
Verificamos cnto que os presos fizeram um
arrombamento no tocto de urna priso, qne con-
tinham 37 presos e com escada de cordas iam des-
enlo para a ra, quando ao descer o duodcimo,
foi presentido por urna das sentinellas do quartel
da compaahia de linha.
Este preso foi ahi assassinado.
< Dado o alarma, corren a guarda para o lagar,
e pondo-se no encalco dos ltimos que descerara,
poderam prender a dous que eppondo reaisienca,
foram feridos no conflicto.
r Os nove restantes conseguiram chegar a La-
vada, onde embaicando em ama canda foram sal-
tar na chcara do cnsul ioglez, no Mutange, e
ahi foram presos 3 ao meio da, estando um com
urna perna quebrada e outro com uuia luxaco em
um p, lesees estas occasionadas na deacida por
oceasio da fuga.
< Consta-nos que foram presos mais dous, um
em outro sitio na mesma estrada do Mutange, e
outro no distrizto da Levada.
Escreverom de Porto Calvo em 23 de De-
zembro, ctala faina :
Sabbado, 18 do corrente, du-se na povoaco
da Leopoldina, um brbaro assassinado em que o
soldado de polica de nome Manoel Xavier de Oli-
veira, foi autor e o laborioso, mas pobre agricul-
tor Manoel Borges, foi victima.
o O malvado soldado, que com 3 facadaa, des-
pachou para o outro mondo, um homem pacato, e
estimado de odos, nao respeitou ao menea a pro
senca ou antes a casa do honrado capito Juvencio
Ramos, homem na Leopoldina muito merecida-
mente conceituado, e sem ter o menor receio de
cousa alguma, continuou a andar na ra insul-
tando, aem que os companheiros se movessem
prendel-o.
Rrcebedoria Geral 61:881/>98
dem Provincial 103:730*607
Alfandega, renda provincial' 131:216*312
dem, idem geral 078:4 4A475
Da importancia da renda geral da
Alfaudega pertencem ao tundo
de emancipaco 49:110*600
i lagos*
Datas at 6 de Janeiro :
Da cadeia da capital evadiram-s?, a 30 de De-
zembro, 12 oreaos, dos quaea foram capturados 8,
faltecendo um em conseqaencia de ferimentoa re-
cbidos no acto de resistencia.
Sobre esae facto, assim discorreu o Diario da
Manha de 4 de Janeiro :
Ao Bsaanb-.'cer do dia 31 de Dezcmhro ultimo
PERNAMBUCO
Assembla Provincial
DISCURSOS DO SB. DEPUTADO JOS MASA,
AS SESSOES DE 1886
"3ESSO DE 17 DE JULHO
O Sr. Jos MaraVou responder ao dis-
curso que acaba de profeiir o nobre deputa i o qne
ma preceden na tiibuna.
S. Exc. disae qne o seu fim, dirigindo-se As-
ajmbla, era defender o seu amigo Nicolao das
accasbcoes ieitos, porquanto foi elle o nico dos
acensados quo nao teve defeza.
Acho que S. Exc. na foi fiel quando assim ae
expressou, porquanto Nicolao, tinba aido defen-
dido.
Quem nao teve a menor defeza foi juatamente
aquelle que foi maia aecusado e que tem poaico
mais elevada ; foi o Sr. Licerda.
(Apartes.)
Sim, foi o Sr. Lacerda, qae foi violentamente
acensado pelo nobre deputado pelo 5." districto,
e qae est indefezo, sem que se levante algoem
para refutar as aecnaacoej aerias e gravea aqu
prodoaidaa contra S. Exc. pelo meu amigo o Sr.
Rogoberto.
(Ha um aparte do Sr. Rogoberto.)
O Sr. Gaspar de Drammond, hbil como sa-
bio i tribuna para fazer ama defesa embora palli-
da S. Esc. o Sr. presidente da provincia, mas
aerivou completamente ao Sr. Lacerda, deitan-
do -o indefezo ; de aorte que eu imaginava que o
nobre deputado a quem rsapondo, pedindo a pa-
lavra tinha por fim mostrar que o Sr. Lacerda
nao o homem aqu pintado, que o Sr. Lacerda
nao nutre o intuito de anarcbiaar o Bom Jardim.
Ha um aparto do Sr. Hercalai o Bandeira.;
atoa disendo quo elle fei aecusado e penaava
que S. Exc. tinha eate fito : demonstrar qae sao
infundadas as apprehensoes que nutre o meu ami-
go pelo 5. districto ; que o Sr. Lacerda, derrota-
do trea ou quatro vezes por aquelle districto, uo
esto homem vingativo, do alma pequenlnB, qae
pretende, para satisfazer as suas vingancas e os
seua caprichos, levar a deaolaco aquella co-
marca.
Mas S. Exc abandouoa o Sr. Lacerda para de-
fender o Sr. Nicolao, que alias j havia sido de-
fendido pelo Sr. Drammond ; e, Sr. presidente, se
nao fosse o receio de eu ser taxado de incoheren-
te, eu, que naturalmente tomo a defeza do homem
abandonado, tentara a do meu Ilustre prente o
Sr. Lacerda
Um Sr. Deputado V. Exc prente do Sr.
Lacerda ?
O Sr. Jos MariaAo menos parece.
Pode ae dizer que aquelle cidado foi nesta casa
atirado aos caes, a despeito de haver aqu quem
tenha o rigoroao dever de defendel-o.
Mas o que vejo en ? Accuaa-se o Sr. Lacerda
de tramar as trevaa, de urdir um meio, um modo
nao proprio de um homem que ae prza ; de to-
mar urna vinganca negra, propria smente de um
homem de alma pequea, mas nao de urna alma
nobre, grande e generoaa, como devdra aer a alma
de Exc, illuatro rebanto de homena verdadei-
ramente fidalgos pelo aangue e pelas accoea.
O Sr. Herculano andeiraE elle o .
O Sr. Joa MariaNio quero contcatar ; mas
o que quero tornar bastante clan"-, para que fique
bem patente, que nesta casa, onde teem asaento
peaaoas quo a todo*o transe deveriam tomar a de-
feza d'aqu-lle cidalo, foi elle completamente
abandonado, completamente esquecid-, quando nao
ae deixa oassar sem inmediata reaposta, qualquer
accasa$o, por mais leve que aeja, ao mais insig-
nificante eabi-ro policial.
Demonstrada esta falta de consid jraco aquelle
cidado, passo a occapar-me de outro ponto do
requerimento.
S. Exc achou que o Sr. presidente da provincia
tinha mui be a procedido, respondendo pela forma
por que conhece a Asse nba ao juiz de dircito
interino de Bom. Jardim.
(Apartes.)
Q-iauda, Sr. presidente, constituase urna inva-
lidado o conteudo do officio do juiz de direito da-
quella comarca, o presidente da provincia sendo
criterioso, circumspecto e serio, nao Joven* usar
da forma porque usou em ae officio em r aposta
aquello magistrado (apartes) embora tivessa de
censurar o sea procedimiento ; oeste caso deven*
tazel-o na altara de um homem que oceupa aquel
la poaico.
(A poia dos e apartes).
S. Exc. poderia responder o juis de direito que
nao havia razo para o sea officio, poderia censu-
rar o seu procedimento, mas devoria fazel-o na
altura de um bomem que oceupa aquella posico.
I. Exc poderia responder ao juiz de direito que
nao havia razo para o seu offico, S. Exc. pode-
ria censurar o seu procedimento, mas deveria ta-
zel-o em ama linguagem alevautada e digna, mas
nao na linguagem propria de eapadosios....
O Sr. Gomes Prente d um aparte.
O Sr. Jos MariaEu por honra de S. Exc. o
presidente da provincia acredito que aquelle offi-
cio Maa foi maudado redigir por aquella forma,
que i. Exc o aasignou na meio do expediente
aem ter-Ihe prestado a devida attonco e que foi
eacnpto ajn duvida algUJia por al^um capadocio
que tem......ou na aua secretaria ou no seu ga-
binete.
Agora respond jrei ao nobre deputado : o offi-
cio dirigido pelo Sr. Dr. juiz de direito e que S.
Exc na i coubece, nao foi eserpto em linguagem
de capadocio. Se S. Exc, tivesse hontem estado
nesta casa, e assiatid. ieitura do offljio dirigido
pelo juiz ae direito, teria visto que tora elle ea-
i-ripto em linguagem muito decente e circunspecta
demonstrando assim que aquelle que o dirigi nao
um capadocio,'como appronve ao nobre depurad*)
dizer em aparte.
O Sr. Gomes PrenteFoi nma retaliae>G.
O Sr. Joa MariaAinda bem, Sr. presidente,
que S. Exc. d eate aparte ; elle dao dranonsrra.
aeno quo S. Exc com o fim de retaliar tSendo
aquelles que nao o offendem.
Al-n disto S, Exc. nao o devia tel-o feito eaa-
quanto eu nao tiveaae terminado a phrase------
(Ha um aparte do Sr. Gomes Prente).
... e quando quizease retaliar devia ter a eo-
ragem de fazel-o com relaco a miro, mas nao ao
magistrado que o nao tinha eflendido, e qne aleta
do maia nao esta va em aua presenca para dar Itn
a merecida resposta.
O Sr Gomes PrenteV. Exc. dase qne o Sr.
presidente da provincia era um capadeeie.
O Sr. Jos MariaAo contrario, en qae acu
adveraario de S. Exc, mas um adversario leal,
declarei que era tal a lioguagem osada do oficio
que eu acreditava que S. Exc no meio, como ac-
cede naturalmente, de um grande numero de ofi-
cios qae constitaem o expediente da sua secretoria,
tiveaae-o aaaignado ter preatado a devida atteaiao,
accreBcentando qne provavclmente a pesaos in-
cumbida de fazer a minuta era algnm capadocio,
qae ni o se importen de comprometter S. Exc
O Sr. Gomes PuenteNao conbeco capadocio
algum na Se crean a do Governo.
O Jcs MariaNao sei se V. Exc. couheceoaiiaa
O Sr. Gomes PrenteE duvido qne o Sr. pre-
sidente da provincia asBigne officios sem prizoeira
ier.
O Sr. Jos MariaOra se rssigna.
Um Sr. DepntadcV. Exc. j foi presidente de
provincia ? Como sabe que o presidente aaaigaa
aem 1er ?
O Sr. Jos MariaNao preciso ter-se sida
presidente. Em orna provincia como esto, onde o
expediente enermissimo e tendo-se ccsfiaDeaBoa
empregados da secretoria, pode se asaignar aem
prestar ao menos a devida attenco a todos os
officioa.
O Sr. Gomes PrenteNao conheeo o officio.
O Sr. Jos MariaO officio do juiz de direrta
era muito criterioso; (apartes) dizia qne asgondo
Ihe communicara o juiz municipal (e enviava por
copia o officio deste) o delegado em exereicia, en
nao sei quem vociferava ira urna tavernalacia-'
rando que com a capangagem e com a fosea pu-
blica bavia de vencer a eleico.
Um Sr. DeputadoPeco que perpunte a Sr.
Dr. Costa Gomes que jaizo forma desse juis aairsi
cipal.
O Sr. Costa GomesE' um moco asalto das-
tincto.
O Sr. Jos MariaUm deputado conservador e
goveruista acaba de dizer que fas o juizo nais l-
soogeiro do juiz municipal.
Ora, ae aasim eate cfficio do juiz naniripai
em exercicio nao podia conter urna inverdade, \


;


mentira ; logo era urna ce-usa seria e o Sr. aresi-
dente da provincia nao pedia responder pela tanas/
porque o tez.
Um Sr. DeputadoMas esse juiz naa Re-
ligionario muito exaltado,
O Sr. Jos MariaMas capaz de mentir?
(Ha um aparte.)
Diz S. Exc. que o juiz exaltado asas aSa a
mentiroso ; logo o que continba o sea officio era s
verdade, logo o delegado '.;e polica tinha declara-
do em urna taverna qae tinha capangas forc*
publica para anarchisar a comarcaeque venasria,
fosse como fosse, as eleices.
Nestas condices, sendo o juis mnnieipsl ineasas
de mentir, ao juiz de direito nao canpria a
communicar o facto ao Sr. presidente da pro
e ae eate nao quera tomar provideaciaa, ao
? ao de vera ter usado dessa linguagem.
(Ha diversos apartes).
O nobre deputado com o intuito de acensar
juiz de direito, com o fim de pintal-o nesta casa
como um partidario exaltado, capas de commetter
todos os attentados, todas as violencias, disae qne
esse Ilustre magiatrado tinha em caminbo sallada
um preso.
(Ha um aparte).
O Sr. Pereira do Reg esta completamente de-
fendido, porquanto a nnica accuaaeo qne ae le-
vantou contra elle foi esta, que em viagem acitara
um preso. O nobre deputado Sr. Rogoberto dase
que ia em companhia do juiz de direito e narrone
facto como ae deu.
Efectivamente, se eu fosse juiz de direito, e
faco justica a qualquer dos meus collegas qate o
fosse, encontrando um preso amarrado desde es
ps ate a cabeca e pergantando o motivo porqne
elle ia assim, e dizendo-se que era por embaasgaai
e demonstrando esse individuo que nao esteva esn-
briagado, e quando estivesse, faria cotr qne a se-
ieguins da polica pozeasem esse bomem esa liber-
dade.
(Trocam-ae apartea )
Dase S. Exc. que nao iria Boas Jardim
tir a eleico, porque na joga o pao, dando
entender qne ha o intuito da parte do- governo ate
conflagrar a comarca. (Apartea).
S. Exc antecipadamenta dcclarov nesta casa
que nao iria aquella comarca, porquanto S. Ese.
nao joga o pao, sendo bastante claro e espreuivo,
e ao depois que nos reclamamos fn qae Se Esc
procuran pasear urna mao de cinsento masa san
declaraco, to claro quanto espontanea. (Apartes)
Poia, pode-ae por ventura acreditar qne n'aaas
localidade, onde ha maioria contra o governo, aa
pessoas que acompanh-tm essa materia vio nrope-
aitalmente perturbar a eleico ? Para qne t Par
perdel a?
Por ventura ter duvida S. Exc de qne a neja-
ra de Bom Jardim contraria ao governo ? Nao,
por certo, porquanto aa victoria csoseenlivaa afe-
udas pela oppoaico noa altimpa p-itos eteilornee,
demonstram claramente qae a maioria centra
governo. (Apartea).
Ainda agora mesmo, na ultima eleico aJE sen-
da provou-ae o que eatou disendo ; ficou d.i
trado irrecusavelmente que a maioria coa
governo.
(Trocam-8e apartes).
Neatas condices, evidente se torna qtw ni a
opposico que pretende conflagrar a cotaares de
Bom Jardim, ma8 o governo que pretende t*-
zel o, per laso qce quer forca vencer elaie^a
quando tem do seu lado a minora.
Di8ae o nobre deputado que eu Sido aqneU lo-
calidade levo o intuito de aiiarchiaal-a; en^aanai-
se; irei com o fim de dirigir e aeonseibtr oa ann
amigos, para iinpodir que aeja torturad.', a ei alea-
toral, para dirgil-oa neate aentido, eUr a sea
lado e ser teatemuuha das violencias que eUes sof-
frerem e sofFrol as eu tambem, porque e isto o qae
sempre tenho feito ; e3tar ao lado dos tnen cor-
religionarios quando precisam doa meu ssrvi
S. Exc. julgou que me faria, disendo qne swrn-
ralmente me acompanhariam o Nicolao e o BiMeaV
do. Nao me cffende, nao, Sr. Conto qoe se
acompanharo e saiba o nobre deputado qne aa
dous homena do povo verdade, maa >aX^B2*. **"
mena trabalhadores, que vivem do. ajsjr S
rosto ; ao dous homena dedicados, fjejB
cas firmes e que nao ae deixam csttai ajek
our.i daqoellea qae...
O Si. Herculano Baaleira d uo ps.rte.
O Sr. Jos Maria-Merecen me, digo ao nobie
deputado, esnaa attenvo-s, porqne ae na acompa-
nharem o faro nao por ganancia, nao por ui-
nberro, que nao teuho para dar, mas por d^Sea-
cio e amor cauaa que ellea abracan e qne
mesma cauaa que eu abraco, auccedendo taires
que essea que acompanbam o nobre deputado, na
o facarn to deiiuteressadamente como elle-
O rJHerculano Baudeira di um aparte.
Acredita o nobre depo'adey
gui'm, que atiroo aa chapas r





I -':".

i
*





de Pernambnco---Sabbado 8 de
de 1887








ti'.



"



I

.'

j.
Li----------------------------- --------*--
ar aa na icfclo d I* e- tJususBbia s-re per
acto de dedicaco e nio c m outro fia ?
E, 39 o nobre deputada nao ai cootider des-
honrad* por aconopaabni aquello individuo, muito
teos en. e Roseado c Nicolao me acompanba-
Tem para Bam-Jardim, porque o lario pelos aentl-
zsento que veobo demsnatrar e nao-pelas mesnas
raxoea e cautivos que lavaran acuelle hornera que
rive,/e*nf orne aqu ja aa dase, de ser eleitor, e ati-
rar obre a urna da Ban Jardn um maaaa ds
sdalas.
(Trocan s diveraoa aparte.)
Fique rsajatrada ana aanaes dssta casa qss o
abre deputada, sssasr A peuaaaaaoto ds govsr-
o, declaro qae aa* iria a Baca Ja riba, posen*
na mi emqM ortsampho opeo, S. Exe. na
wy*a.
Sr. Heseolao BandearaSs dase iaao ja dei
a razo, toi porqu stfpvindo dizer ao ""Ara dapa-
tado que ia lsssntauos bews da boas jaardinenaes,
teceiava que hoaveaae maito pao.,
O Sr. Jos Marralato denota qae ha o intuito
a parte do gorerno de conflagar aquella co-
j, atare*.
' Pois fique saHendo o n bre depatado, que nao
sou tara Bom-Jardi-n com o intuito de levantar
euoSietos, que nio sao necessarios ; ao contraria
ate esforesrsi para que o pleito corra ahaja e pa
lficamente, por quautu s poderemoa com isto ob
tcr vaotagero, pois que o nosao trimnpho ser car-
toeomo aempre all o tem sido; mas nao me su-
jsicarei a rugir ante a attitade que assumir o go-
tctbo por intermedio doa seus agnasis.
m Sr. depatadoO governo nao interven na
eeicao. ...
O 8r. Jos MarraSe o governo nao mtervi&r,
fique eerto o nobre depurado de que nos, opposi-
o que temos forca, que teos maioria, nio ire-
laos perturbar o pleito eleitoral, mas resistiremos
a pe firme se o governo nos provocar, porquo en-
eootrari quen a-io procura, ma quera tambem
salo eng'ita.
( Trocam-so diversos apartes).
Portante, aquelles que teem a cabeca cheia de
earaminholas, que pensam que nos vivemos anda
ao tempo da idade media era que o seuhsr feudal
iaspanha e o servo obedeca, enganam-se.
Vivemos en una paa livre, onde todos ais
jgeaes e o governo por mais prepotente qua seja,
e os miniaros por mais audaciosos e ranfarroes
se procurem aer, nio encontmrao nos comicios
eleitoraes escravos que curvem a cervia ; mas ho-
asens livres e independeates que os encararao face
afaee. .
Ji la foram os lempas destas distinecoes; ja
ellas desappareceram as bramis do pastado;
ate tanto vale aqueile que tem a fea alva, cora
aquello qus a tem tostada ; noje Unto vate aqueile
ase tem sangue arul, como aquello qae o tem ver-
aselbo; boje todos sao iguaes, pobres o rios se
soofdndem ; e fiqae o fidalgo convencido da soa
derrota, v lamental a no centro da sua babiacio,
mas nio queira vencer por estes meioa, porque
ero oequer sao dignos para aquelles que os pra-
carr, alm terio occasiio de encontrar quem os
lepiUa.
O nobre depatado limitouse a diser dnas paia-
sias, terminando por esta pbrase: nio tenho
nada mais a dizer d'onde dednso que V. Exc.
sabio tribuna para dar um conselho ao Sr. Eo-
goberto, para que V. Exc. nio se deixaase levar
yetes meua cantos, cantos que nio sio de sereia,
j. srt:' isso nio sou, tanto mais, sendo um bomem
**. nem, ao menos conbece a escala.
j. Exc procede com criterio e circumspeccio ;
8. Exc. noa sena actos deixa-se levar pela geaero-
de sea coracio e grandeza de sua alma ;
Exc. nio precisa do meu incitamento, porque
de incitamento carecen) aquellea que nio tem bros
Mae os tem obliterados.
j? acbre deputado, nao carece do mcu conseibo,
bre deputado proceder do modo que Ihe
_.osefcar a sua consciencia e, portanto, agrade-
*conselho qie deu S. Exc, qae s subi i tribu-
cta, ereio, com este fim, mesmo porque S. Exc. nio
attingio o verdadeiro, isto nio defenden o sal-
timbanco Nicolao.
SESSAO EM 29 DE SETEMBRO
Sr. Jos Mara (pela rdem) Sr. pre-
aidente, en nio me posao conformar com a decisio
de Y. Exc. porquanto ella nio fundada na jus-
C
i
a
"O regiment, como muito bem diz V*. Exc,
bastante claro ueste ponto : Da o regiment :
Effectivamente: as sessoes extraordinarias
evci servir aa meamas commissoes. Se presen-
tas eativeaacm os seas membroa, V. Exc nio tena
aae nomear memoro algum porm. desde que se
ucbam ausentes, necessario que V. Exc. nomeie
j e j urna commiasao para dar parecer sobre a
eleieao procedida ltimamente no 9." districto
afiaa de nio prejudiear o direito d'aquelle foi elei
-o.
Imagine V. Exc. que amacha se repete o mesmo;
a raesm razio milita para que V. Exc. nio no-
ueie boje a couiniissio, prevalecer amauhi, de-
aois e sempre. Ora, isto ir at o cfioito.
Espero, portaoto, que V. Exc, vista do que
venho de expor Bornear urna cummissio para dar
jaarecer sobre a el.icao do 9 districto.
SESSAO DE 2 DS OTDBEO
Sr. 4o Mara (pela ordem) Effeeti-
ramene o caso de ficarmos embaracados ; eu
aa sei se o presidente da provincia quer brincar
com cousas serias.
A Assemblea funecionar mais de 4 mezes, sen-
do em mais de dous tercos composra de conserva-
dores, quero dizerde adeptos do sou partido,
aprsenla um projecto de orcamento, qua discu-
tido c:>m toda a largueza. As idaa, propo8tas pe
ka insignificante maioria liberal sio deaprezadas;
e o orcamento concluido sendo feitura e e ex
alusiva do partido dominante.
Esse projecto vai i presidencia, que lhe nega
anecio.
E' convocada uovamente a Assemblea; compa
recem os deputados libaraes, os conservadores fo-
rem, nio sei se por disconsideracio ao presidente
da provincia, nio sei se como um protesto lavra-
do conra o seu acto, negando sanecio aquella le,
n ainda ae inspirados pelo proprio presidente...
O Sr. Soloiiio do MelloQue c mais eerta.
O Sr. Jos Mara -. para qae nio se reuna
do a Assemblea Provincial, nio baja occasiio de
natentearem i proijcia os membroa da minora
Uberal os actos de desacert praticados por esta
asma administracio.
rorventura nio tem forea S. Exe para obrigar
oa seos amigos, representantes do seu partido nes-
Ih casa, a decretaren um orcamento quo sej* a
expressdo genuiua expressio dos sentimentos pa-
triticos ?
O qu ctrto, qualquer quo scia a razao que
aja motivado a fuga dos representantes do part
do conservador desta casa, que bastante de
- psente dos crditos da actual situacio semelhan-
tofacto.
O Sr. PitaagaApoiado.
O Sr. Jos MariaE, nio jwrgando suficientes
ases factos, cunoprindo o seu rigoroso dever, a
inori.. liberal, auxiliada p r um digno memoro
-ia maioria concervadora, que, conforme particu-
Jaraiente extemou, nio se deixa dirigir ao talaste
A'aquelles que nio pensam befr, a minora libe-
ral, digo, auxiliada por esse digno memoro do
partido conservador, eumprio o seu dever ; e de-
licadamente coa.munica ao presidente da provia-
eia o resultado do acto que praticara, do acto le-
giato que praticara, e o presidente da provincia,
, por oflSa, o secretario da presidencia, cum-
! prista ordena do presidente, procede por esta for-
ana ingu)*r e impropria de um bomem de edu-
cacio median.
Se S. Exc. o Sr. preaidente da provincia en-
tenda qae a Assemblea Provincial mal baria pro-
edldo ; ae nio quena conservar no archivo detua
aeevetaria a comuiunieacio da Assemblea Provin-
eiai, deveris, como re jempre acontecer, devolver
pelos meios legaes-o cfficio desta casa, envolvida
en um outro, dandi as razos que motivaascm
o seu procedimer.to; mas jimiis taz'lo pela for-
ma porque o fez; porqu-se suppoz S. Exe. que
offendeu a Assemblea ('rovineial em ana dignida-
d, engaoou-so plenamente, porquanto a offensa
reca directamente sobre aqueile ou aquelles que a
* pratiearanr.
Tambem nio pode S. Exc. o Sr. preaidente da
provincia basear o sen acto na circunstancia da
ji baver adiado a assemblea, porquanto a assem-
blea uto teve commanicaco detse tacto.
V. Exc. nio s no da em que diz ter adiado a
assemo a nj remetfeu a V. Exc. Sr. ppaiden
te, OU.O devena fazel o immediatamente, o offi-
axo em que communicava a portara de ailaaaent i.
como nio O mandou publicar pelo diario offieial de
hontcm, o que demonstra que essa portara foi an-
te datada, o qae prova evidentemente qae esse ae-
eneial foi realisado aps a reunio da as-
tcaJaies, aj.Oi mesmo o ofHeio deaueasa, coman
^Bk o recoobecimtoto do noseo distincto
eetfegs, o Sr. Affbnao Lastosa (apaiados), tanto
aaaiojqae, teada S. Exe. o illastre Sr. 1- se-
cretario, se dirigido a secretaria do governo o se
entendida cutn o Sr. secretario, este nio lbe caia-
monicou acto presidencial, nio se referi ao of-
ficio que (rnente horas depois foi a V. Exc. en-
tregue ; et se isto nio bastante para demonstrar
nne o acto presidencial foi praticado posteriorraen-
te ao fanecionamento desta casa, eu provoco ao
presidente da provincia e ao seu secretario para
que eob palavra de honra, me contesten que easa
portana e case aseio foram lavrados na secreta-
ria da presidencia muito depois de ter sida ntre-
gos> orBsadesta casa, mata depois de tsr sido
detavids asae rasamo ofieio e- anda depsav-jue,
V. Exc Sr. presidente, e s digno Sr. 1- aavsU-
ria estendaram-se com o Sr. secretaria da presi-
deateia.
8enhoreo, que pala vasa sio precisas para esti-
goMtisar o procaitaacato da um pmidente que
asta data ofikias, qae fahifiea am asta pafa aa-
sim jestificar urna illegalidade e urna grosseria
qae praticara com una eomporacao que na bierar-
chia social acba-ae em plano superior aqueile em
que est S. Exc. o Sr. presidente- da provincia?
O presidente da provincia delegado do gover-
veroo geral; a Assemblea Provincia] ana eor-
poracio que recose o mandato df ma poder sops-
rior ao governo, qua o da soberaaia paaaiar,
porque, segundo o nosao systama de governo, a
sobcraua est no povo e o pova delega poderes
aos seus representantes, que, dest'arte, acbam-se
como ji disse, em plano superior ao governo, que
delegado do imperador, que por sua ves recebe,
como nos, e menos ao que nos aiada, o mandato
popular. Nos somos, portanto, na provincia o po-
der superior e assim aa picardas que porveotura
o presdante da provincia nos pretenda fazer nio
nos ferem, porque nos estarnas coUccados ampo-
aicJia muito mais elevada que S. Exc.
Pergunta V. Exc Sr. presidente, o q'is hace-
mos de fazer Nos uio temos que fsaer coosa aU
goma. Este officio pea esta irma devnlvido serve
apenas para demonstrar quo presidente da pro-
vincia recebeu a conmumeatio desta assemblea ;
serve apenas para demonstrar que S. Exc. est
inteirado do acto da assemblea, que o acta da as-
semblea foi legal e qu-i B. Exc. est seiente de que
o nosso Ilustre colleg foi reconhecido, que tio
deputado como qualquer de nos e mais ds qae
aquellea que faltara ao cumpriinento doa seus de-
veres, que nao corapareccm a esta casa o iiie por
esta forma dcsmor.iaaia o governo, desmoralisam
o presidente da provincia !
(Muito bea .')-
o mais valbo, pro- L"*nfc
cedeu-se sob propasta do Sr. Tito Lisio votacio Ba provincia de Tucuman.
Cosme de Si Pereirs, por ser
le proas!
espantosa a propagacao do cbolera-morbas
o este
Si Pereira
r. Di.
Hsplveu a
sidente pela
Dr. S Pe-
;. Barros de
proclamado
Fon-
Gaxa Econmica e Monte de Soe-
corro de Pernambnco
Batneos em 31 de oreutro de
CAIXA ECOSOMICA
Activo
Thesouraria de Pazendaconta de
depsitos
Thesouraria de Fazendaconta de
juros
Monte de soccorroconta
sagem
Caixa
de pas-
639:121*000
268:110*300
77:408*577
10:632000
Paspas*)
Depsitos em contas correntes
Monte de soccorroeonta de juros
990:272*377
990:5031897
4:7681480
995:27377
MONTE DE SOCCOREO
Activo
Emprestiinos sobre penhores
Valores depositados
Movis
Cadernetas
Apolices da divida publica provin-
cial
Caixa econmicaconta do juros
Caixa
119:789*436
153:6644377
6:055*227
210*404
1:0004000
4:768*480
4:392*li98
.Possio
Capital
Cautelas de penhores
Caixa econmicaconta de passa-
gem
Thesouraria de Faaendacoata de
empreetimo
Saldos de penhores vendidos em
leilio
289:880*622
18:181*215
153:664*377
77:408*577
36:057*440
4:569*013
289:S80622
S.E.& O.
O gerente e guarda livros,
etao D. Ferreira Coelho.
Londun Sr.
BrazUiaa eant i.i
fliai
Capital do Banco 1.000:000
do pago 500:000
Fundo de reserva 260:000
BALAN50 DA CAIXA FILIAL EM PEBNAMBCO,
EM 31 DE DEZEMBBO DE 1886
Activo
Letras descontadas 253:705*030
Letras a receber 652:057*880
Empre&timos, contas correntes o
outras 2,865:834*130
Garantas por contas correntes o
diversos valores 1,278:918*160
Caixa em moeda corrente 1,136:483*160
Depsitos :
Em conta corrente
Fixo e por aviso
Passivo
645:991*240
6,186:698*360
nomiual para o cargo
o resultado da votacio
Dr. Prxedes Pitaoga 9 votos,
6 ; sbstendo-ae um de votar.
Empossado no cargo de p
Prxedes Pitaoga, e sob propoits
Cmara proceder eleicio do vieqj
meama forma, e dea este resulta "'
Teneute-eoronel Corbioano 8 yj
reir 7, Alvos da Fonseca 1 v
Lxeerda 1 vsto, sendo o mais
eteito.
Em ssgaida o Sr. presidente nossou as
naiasids, qae ficarxm aasim completas :
PuWsa'n : Al ves da Foaseca.
MfieagSm : CKmaco da Silva.
Manad* : Tito Livio.
Mas i iiisirii: Casada to Torres.
Ctmiterio ds Aos Amaro : Gsrbioiano
seca.
Cemileriot suburbano* : L^urenco de 8.
Limpeta publica earboriaac&o : Ferreira Costa.
uavle publica : Dr. S Pereira.
Aferi&u : Cistello Branco da Rocha.
Legislarlo : Dr. B.irros de Lacerda.
Pkitti jfahciati. : Gabriel Cardoso.
Em seguida, bavendo o Sr. presidente prgnun-
ciado um longo discurso, anlogo ao acto de pos-
ee, deferia juramento a diversos juizes de paz e,
levantando a seaaae, marcos para haver nova,
quarta-fdira prxima ao meiu dia.
VallecmenlsVictima de nma febre per-
niciosa do que foi aceommettido ha quatro das,
f-tlleceu na madrugada de bou tem, oantigo e acre-
ditado negociante Antonio Crrela de Vasconcel-
los, estabelecido ra Primeiro de Marn.
Tinba o finado 56 aunas de idade, era homem
muito estiaaavel pelos seus modos braados e inai-
nuantos e pelo seu carcter proba e recto-, e gosa-
va de geral estima, espeeialmeata na ciasse que
perteacia o da qual era ornamento.
Figurn seaapre o cosa vautag-ui em todas as
commiasoes de caridnde qae, de alguna annos para
e, focara orgaoisadas nesta cidade para sosenrrer
s victimas de qualquer calamidade que stSiia
cate pas oa do seu aaaciaaento Portugal, '
prestou relevantes servicoa tanto colonia porta -
guesa aqai residente, como aos estaoaltcimentos
que aqai manteas cssa colonia, com especialidade
ao Hospital Portugus e ao Gabinete Portugus
de Leitura.
Mais de ama vea foram reconbecidoa taes servi-
dos em documentos pblicos de Portugal, e agra-
ciado com coodecoracoes o honrado negociante
Vasconcelios; mas era tal a sua modestia, que ja-
mis qo's elle tirar os respectivos ttulos, e at
se affljgia quaado aiguem o trata va por eoujm;-n-
dador.
A' isso juntava elle um amor eotraatiado ea-
ridade. Nioguem recorra em balde bolsa do
honrado negociante, para socuorrer um infeliz,
seis que easa bolsa se abrase franca e generosa.
Os poores perdtrain nelle. p irtanto, um ptimo
arrimo.
A sua perda foi tambem dolorosa para o com-
mercio. A muioa collugaa auxiou elle em apu-
ras serios, e muitos cuaseguia soergaer de urna
queda desastrosa.
Tudo eso poe em relevo a grandeza e nobreza
de sua alma, para a qual pedimjs Deas a paz
dos justos.
O corpo do finado foi depositado na igreja do
Espirito Santo, un Je. hontecn tarda, foram cele-
orados por aua alma os suffragios da igreja, aa -
sistindo ellea numerosa concurrencia de amigos
de todas as ciasse,', piis em todas tinba elle ex-
tensas e serias relacoes.
Em seguida, e eom numeroso acompanbamento,
foi o corpo levado para o Ceouleria de Santo Ama-
ro, onde foi inhumado.
dala de Direito de Tacarais!Em-
barca noje para Peoedo, de onde spguir para
Taearat, o Dr. Jos Novaes de Souza Carvalho,
jais da direito uomeado para easa comarca.
Homem de reconhecido talento, de carcter
serio, e educado nos salutares principios da jus-
ng, o Dr. Souza Carvalho ha-de ser um magis-
trado integro, o sera duvida restabelecer na sua
comarca o raapoito le, sendo urna garanta para
a ordem.
Boas ventos o levem so seu destino.
Ctaefe de Bllela -S. Exe. o Sr. presidente
da provincia, receben telegrammas, communieando
que o Sr.'Antonio Domingos Pinto, cliefe de polica
da provincia^ chegou uo dia 5 Taearat.
t'erro-tlu de Kibeiriio ao Bonito
Os accionistas dessa empresa deveaa effectuar, no
Lanaon and Brasiliaa iianc-k, e n<> ptaso de 60
das contados de boje, a qoarta entrada do valor
de suas accoea. a razio de 10 0/0.
Ulnnoiro vapor Aianyx trouxe do norte
Miguel Jos Alvos 3:750*000
O paquete Bahia trouxe do sul para :
Henrique Burle & C 52:000*003
Manoel Martin* Fiuza 10:000*000
Francisco Goncalves Torres 6:000*000
A A. dos Santos Porto 4:0004000
Paiva Valente & C. 4:0000"0
O. Lopes Albeiro 4:000*000
Augusto Octaviano de Souza 2:0004000
Melpomene Oliadenae E' boje que
reaiisa esta sociedade e sea espectculo em bene-
ficio da viuva U. Maria Carolina da Cruz, levau-
do scena o dramaConde de Aguillare a co-
mediaTyp Braaileiro.
Se por mais de nm titulo esta sociedade j me-
rece o nosso cooceito, com o presente espectculo
cajo producto destinado como a um fim tio hu-
manitario ainda mais se nos torna ella digna e
merecedora de noasas attences.
rerimr.nio leve A'a 11 horas da nai'e
de 'b do mez passado e em Canhotinho, estando
Joio Cavalcanti de Albnquerqu Cajaeiro a alter-
car cam o subdito portuguez Joe da Costa Gon-
calves, no es tabeleci ment eom coerc al des te, Ca-
jueiro desfechju-lhe um tiro no rosto, ferindo-o
levemente.
O criminoso evadio-se, e a respeetiva autoridae
de conformidade com a
icio gavrroo
!ve5i
imaajjl
lo IsHBoi
< Tres hospitasa estio j completamente cheias
de pnssoas atacadas.
Mais dons, mandados abrir pelo governo da
repblica, ficario promptee em brevi
E' espantoso o numero de vioti
De Rio Quarto, onde o flagello
tragos terriveis, peden, com a maor urgencia,
mdicos, dinheiro e medicamentos.
MllaicreDa cidade da Victoria telegrapha-
ram para a Gatcta de Noticia* da corte de 22 do
paseado :
A Folha da Viooria asticiou usa (acto mila-
groso succedido nesU eapital.
> Una moca de 20 anaaa de idade, aqai resi-
dente e qae estava aleijada, vai para 8 annos,
resoh'ea fazer urna romana- ao eos vento da Pe-
usa, a fim de ver alli a imasjsai de Haass Bsahora,
Apa fervente ora otan a aspa disigio-se
ao sitar, afim de asis ds perto ver aquella
imagem; nesse momento resvalando a muleta, ca-
bio aobre o soalho e a aleijada, com geral assom-
bro, consegaio manter-se de p cosa oa olboa titos
na virgen.
Qual nio foi o seu assomb-o, quando reco-
nhecea qae poda catuinhar, o qae fez desecado a
ligeiroa p-tis*s a eseada do convento !
Esta moca vai aer retratada.
O caso milagroso produzi j geral admiracio
nesta cidade.
nireetorta da obras de conserr
cis do pariosBoletim meteorolgico dj
iiii> d Janeiro de 1887J:
v H- o * o
Horai o, o ao Barmetro a IV mo do vapor a
0 a
J -3 s
F
6 m. 26-l 758*62 18.42 78
9 27 9 759>51 18.92 68
12 29'4 7&9">63 17.35 57
3 t. 29-4 758>36 17.83 58
6 27*8 75882 17.96 65
Garantios por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar
1,716:927*960 2,362:849*200|de policial providenciou
_____________ rlei.
I OutroTambom em Canhotinho,- mas no da
31 do dito mez, pelas 4 horas da tarde, Ovidio do
Nasci ment Bruuo Wanderley ferio levemente
"12:000*000 com urna facada a Pedro Jos Guedes, 2. sup-
lente do respectivo delegado, em sua propria
S. E. & O.
Pernambuco, 7 de Janeiro de 1887.
W. H. Billn, manager.
Wm. Bill, accountant.
6,186:698*360
Cmara Municipal do HeclfeAbri
se bontrm a sessao ao meio dia, achando-se pre-
sentes 9 vereadores, sendo presidida pelo Sr. Dr.
Antonio dr Siqueira Cameiro da Cunba.
Lida, foi approvada sem debate a acta da ses-
sao antecedente.
O Sr. Dr. Antonio EstevSo de Oliveira, advoga-
do da Cmara, bavendo pedido a palavra, offere-
ceu em nome dos empregados daqnella repart
ci nm retrato a olea do respectivo presidente,
qae agradeced a prova de estima e consideracis
que lhe era dispensada, havendo tamben orado o
8r. Dr. Manoel Francisco de Barros Eego, que
propoz, sendo approvado, fosse dito retracto* col-
locado na sala das sessoes/ajl*
Elh seguida, comparecern! os seguintes Srs.
vereadores eleitos, e que tem de servir no qua-
trienuio de 1887-1889, aos quaes foi deferido ju-
ramento o dada a posse, depois de prestado o ju-
ramento do eafyli:
Eleilos em 1" eterulitio
I. Dr. Franc;sco do Reg Barros de Lacerda.
2." Tenente-coroncl Manoel Gencalves Ferreira
Costa.
3. Capitio Antonio Samico de Lyra e Mello.
Eleilos em 2* oru-iio
L Dr. Coame de S Pereira.
0. Capitio Jase Rufino Climaeo da Silva.
6 Dr. Prxedes Gomes de Soasa Pitaoga.
7 Antonio da Silva Ramos Naves.
#. Tenente-coronel Corbiuiaoo da Aqoiuo Fon-
seca. _
9." Capitio Gabriel Ildefonso das Nevls Car-
doso.
10.* Tito Livio Soares.
11.* Joaqun Alves da Fonseca.
1S.0 Capitio Agostmbo Bezerra da Silva Caval-
cante.
13." Capitio Luis Bernarda Castello Branco da
Rocha.
14.o Major Joio Francisco Antones.
15.' Capitio Deodato Go calvos Torres.
16. Tenente-coronel Loorenca de S e Albu-
qoerqoe. /
17 Joio Jos de Amorim.
Assumindo a cade ira da presidencia o Sr. Dr.
casa.
O criminoso foi preso em flagrante delicto, ha-
vendo sido remettido ao juizo competente o nque-
rito policial.
Para quena fr a romaria do Mon-
te-Aa.aob rcalisar-se-na em Olioda as tradi-
conaes festa e romaria capeila de Nossa Se-
nhora do Monte.
Para facilitar a ida e volta dos romeiros a com-
panhta de trilhos urbanos do Itecife Olinda e
Beberibe, o horario dos tren entre esta o a antiga
capital ser o seguate : at 2 1/2 horas da tarde
nio naveta alfracao alguna no horario eom<>ium;
porm das 3 1/2 em diante at as 8 1/2 es trens
ordinarios estacionario no Varadouro, voltando
d'abi exproso at a Eocruxiihada e Recife a ho
ras inteiraa at as 8 horas da noite. Assim ha-
ver trens entre o Recite e o Varadouro em cru-
zan-.en na Encrnzilhada s 3 1(2, 4, 4 1|2, 5,
5 1,2, 6, 6 Ii2, 7, 7 Ii2, 8 e 8 1|2, sendo restobe-
lacido o trafego ordinario da liaba entre o RecifeJ
e o Caroso daa 9 1)2 horas por diante.
A EataceRecebemos o n. 24, de 30 de
Dezembru fiado, desta revista de moda;. Tras
figurino colorido e fslha de moldes.
' Fbulas de La Fontalne Desta im-
portante obra, versio portugueza de diversos lit-
teratos, editada pela casa David Corazzi, de Lis-
boa, recebemos as cadernetas ns 19, 20 e 21.
Trunos urbanos do Beelfe a. Olin-
da e Beberibe---Na melhoi ordem rraosita-
ram uas tres seccoes desta ferro-via 10,914 pas-
sageiros avulsos, 912 assignantes e diversos gra-
tuitos, na vespera e dia de Res, 5 e 6 do cor-
rate.
O rendimento nesses dous das fui de 1:750*,
sendo a venda de blhetes soptrior a 217* do
auno passado em igual periodo.
A carga no dia 5 renden 47*860, haveodo um
augmento de 17*600 aobre o rendimento de igual
da em 1886.
Fe*li> do sM e Amanha, na respecti-
va ermida de CfM |,. ctlebra-se a festa'de Nos-
sa Senbora do Monte, avenda uussa solemne a
11 horas o ladainba ii, horas da noite.
A' tarde serio largados diversos aerstatos e
tocar no atrio da ermida urna banda de mu-
sica.
A noite, depois da ladainba, ser queimado am
bonito fogo de artificio.
Dorrl velDa corte telegraphara.ri, em 8 do
corrente, ae Diario de Notioias da Bahia :
Rio, 3 s 2 oras. Oo presidente do conselho
e ministro da fazenda, recebeu hoatem tarde do
nosso ministro em Buenos-Ayres, o #telegraroma I
eguinte :
temperatura mxima30.5.
Dita miainta26*,C.
Evaporacio em 24 horas ao sol: 9n|,0 ; som-
a: 5,0
Chuvaaulla.
Direecia do vento : SE de meia noite at 9 ho-
ras e 5 minutos da manba ; ESE at 9 lloras e 30
minutos da maulla; E at 9 horas da tarde ; ESE
at mesa noite.
Veloaidade media do vento : 2",73 por segundo.
Ncbulosidade media: 0,66.
Poii'lllio Escrevem-nos em 5 do cor-
rate :
Comcnm'is por comprimentar essa illastre re-
di celo, a quem desejamos am auno de maltas de-
licias e prosperidades.
a No dia 23 de Desembro, findo, s 4 boras da
tarde, sabio da igreja matriz do Divino Espirito
Santo desta cidade a proeissio do jubilen, presi-
dida pelo Rvd. pro-paroeho,conego AugnstoAdal-
pho toares do Kuscw-tter. c >m assistSDcia do
Rvd. canego Antonio D.imiosu de Vaecocellos
Aragao o de diversas irmaudades ; poreorj-eO as
principses russ desta cidade, visitando aa ig.-ej:is
de N. S. Uo Livramento u N. 9. do Rosario.
O natal aqu toi bem festejado.: a. missa foi
celebrada pelo Rvd. pro-paroeho, meia noite,
na igreja matriz, n um altar adrede preparado, em
frente da mesmaigreja, com toda decencia con-
digna a to santo acto.
A' esforcos dos Srs. J. Dirci Padilha e M.
R. Pinto dos Santos ac.hava-se decorado o atrio
da igreja ; tendo de nm lado nm corete, que foi
oceupado por urna banda de msica, regida pelo
professor Antonio Sabino Ferreira de Araujo, e do
outro um bazar de preadassos cuidados de Sr. Fe-
liciano E. H. Braaileiro, qae a isso se prestou.
H uve liumnaeio gisrno erfogode artificio, in-
clusive am intere.-Bunte bailo, que, em conclasio
foi largado.
' Ao terminar a missa, foi soltada urna salva de
vlnte e um tiros de bombas reaos, e muitas gyran*
dolas de ioguetes fenderam os ares.
Foi calculado cm tres mil o numero de fieia
qae sfisaio, mas, terminoa tado religiosamente,
sem nenbum incidente lastimar ; depois do que,
a msica deu urna passeata na cidade, receben-
do o seu regente A. Sabino muitas eaudaces :
assim carao a commiasao promotora dos festejos.
* A tempo nie gozavamos urna festa tio dolei-
tavel !...
Mil oilocentos e oittnta e ele foi aqui recebido
com grande en thusiaerno !... Traga-uos elle a
felicidade o que almejamoa.
" No dia 3, do correte, aa capella do engeoho
Ramos, teve lugar a festa do Menino Deus, ha-
veodo missa cantada pelo Rvd. pro-paiocho,etc,
temo precedido aove noitea de novena.
No da 33, domingo, na igreja de N. S. ds
Livramento, desta cidade, havera festa de S. Se-
bastian, basteando-se a bandeira no dia 14, s 5
horas da manhi.
O Club Enaaio Dramtico Pao d'Alhense, se-
gundo nos informaram, dar no correte mos um
espectculo em beneficio da actris D. Angelina de
Serpa Brandio. E' de esperar que hja bastante
concurrencia, em virtude de ter agradado otraba-
Ihodoa amadoras platea Pao d'Alhense.
Nada mais digno de mencio, a nio ser qae a
ordem publica continua inalteravel e a polica ca-
minha regularmente.
< Au revoir.
Villa de *i. BeatoEscrevem-nos em] 30
de Dezembro prximo findo :
Continuam com grande animacio os festejos
do Bom Jess, cuja festa ha de ter lugar no dia 6
de Janeiro do prximo auna de 1887 ; e falla-so
qae teremos procissio,^a festividade religiosa mais
apreciada pelo nosso povo do serto, e tio apre-
ciada qae o bello sexo, o que nio se v ah na
cidade, aconpanhi-a com verdadeiro jubilo, sendo
eempre destinado um andor para ser condazido
pelo mesmo.
Eaperava-ae, vista da grande falta de di-
nheiro, que nio foaaem brilbaotcs os festejos do
Bam Jess; mas o nass* povo tem sabido corres-
ponder o appello feito pelo nosso digno a bondoso
parocbo.
Amanhi finda o anno de 1886 e apenas tive-
moa ligeiraa neblinas, aa quaes, em vez de mitiga-
ren], antes tem feito recrudescer e ealor, o qnal
tem se tornado msupportavel n'esses ltimos
dias.
> Permita o Ente-Supremo que o auno que tem
do comecar depois d'amaobi, traga-nos muitas
chuyas e dinheiro, e que com aa primeiras desap-
parecam oa recelos de invasao cholenca, molestia
terrivel em todos os tempos I
Diz-se qqe as chavas dissipam o cholera, e
ainda era aua maior intensidade, urna boa trovoada
tal o desapparecer.
Nao sou.destelpeniar : em 1856 choveu|muito,
o que nio impedio que o cholera se conservasse
entre nos quatro mezes, e aempre que aa novena
deapejavam chuvas em grande abundancia, reap-
pareciam muitos casos novos, e os convalescentes
peioravam muito quando nio morriam !
A nussa edilidade nada tem feito, afim de
preservarnos da intensidade do mal, se por ven-
tara tormos pelo mesmo visitado !
Dizem que temos nma commissio sanitaria,
A mas esta ainda nio dea sigaal de vida ; no en tan-
to continuam os parcos a paeseiarem pelas ruaa e
a empoTcaiharem as aguadas. Nao se obriga os
moradores caiarem snaa habitacoes, e nem se
distribue pelo povo os preceitos e regras que deven
desde logo observar!
Conaeote-se vender-so as feiras fructos nao
sazonados o carnes de reaes viotimas de envenena-
mentos das vagens de" catinga de porco !
a A feira do dia 25 foi quasi nulla, e os vveres
per causa da oscassez foram vendidos por precos
fabulososj Sempre foram assim as feiras do dia
seguate ao do Natal.
O municipio gosa de tranquillidade, e a ca-
deia (contina sempre inmunda), depois de se
conservar sem hospedes, tem um, chegado aqui de
Canhotinbc, no da 25 do corrate, e indiciado por
crime de ferimentos gravea.
< A morte tem ceifado uessses nltimos dias, vi-
das bem preciosas. O povo, acostomado a obser-
va* um ou dois bitos mensalmcute tem se asus-
tado com isto.
< No da 19 falleces de hemorrhagia, depois do
parto, D. Maria Luisa d'Otiveira, esposa de Joa-
qun Jos de Sant'Anna ; no dia 24 tallecen Au-
na Joaquina do Sacramento, espasa de Manoel
Januario Bispo Caninana ; no dia 23 Casemiro
Jos de Souaa e no dia 29 D. Tberesa Maria de
Jess, esposa de Francisco Aires dos Santos.
Mies carinbosas, morreras muito mecas, dei-
xando numerosos filhos, lamn tos dos bons coraces
e bondade de. qae jera dotadas, e os esposo se
familias na mais desoala d6r.
A' estes enviamos dossas condolencias !
Casimiro Jos de Sopza, accommettido de tu-
berculoso, too procurar) allivio nos ares d'esta
villa ; mas, em estado aqui chegou, qae nio teve
tempo da levaatar-se ) A trra lhe teja leve .'
Esta ser a.Ultima do presente anno, e por
isto seria cenanrvel se nio desejassemos Ilus-
trada redaccio do Diario de Pernambuco, e aos seus
assignantes nma boa entrada d anno novo, acoro-
panbado de sade, venturas e dinbeiro. >
O Bacillo do Berlberl -L-se na Revue
Scientifique de 18 de Dezembro prximo passado:
J de ha maito est o beriberi iavrando as
indias neerlandesas sob*forma epidmica... A
commisaao ltimamente Horneada para proceder ao
estado d'aqaella molestia, em Atjeh, o composta
dos Dr. Cometiesen inspector do servieo medico
d'aquellaa poeseaedes hollandezes e Sugenoza me-
dica militar Japonez, de opiniio quo dita moles-
tia, geralmente attri buida alimentacio, doenca
infecciosa, de natureza parasitsria, cojo bacillo
pathogeno maito parecido com o do carbnculo
maligno a bacteridia o Davaiad, mas de rlimnaai
ainda menor.
Enejbtra-se elle no sangue, nos polmoes, nos
msculos do coracio, nos lquidos pericardito e
cerebro-spinal, assim como na medulla e nos er-
vos periphicosdegenerados,',mediante urna amplifi-
cacia de 560 dimetros e o emprego das cores
de arilina.
" Sabe-se que os principies symtomas do beri-
beri sio em fefte i to paralysias o bydropesias consi-
deradas como de origen migelitica.
Segundo reza o parecer dos cima citados m-
dicos, o bacillo beribcrico pode ser cultivado
sobre a gelatina almeatieias, crear-se e reproducir-
se fora do organismo, o qae explica a transotiseao
da molestia pelas roupas dos efiectados. Comtudo
ainda nao tai notado caso algn de contagio di-
recto. Pensa a commissio qae a introduc, ao do
germen infeccioso verifica-se polos ergios da
respiracito, e com eflvito nao se pode cttribuil-a a
agua pois em Atjeh a sgna pota vel provena de
pucos artesianos e a bordo dos navios de guerra,
onde grassou tambem a molestia, s se b?be agua
destilada.
A etiologa classica a:trihue o beriberi ali-
mentacio com arroz avariado ; o que allis nio
imcompara vel etn a natureza infecciosa da moles-
tia, cumprindo n'este caso procurar no arroz ava-
riado o terreno de cultura natuial do cognmolo
incriminado, da mesma torma que se est boje
procurando ao milho mofado o mero organismo ao
qual 6 distribuida outra molestiaapellogra, eonsi
derada ainda nio ha muito tempo como typo das
molestias devidas alimentacio.
O facto geralmente aceito, da immunidadei
resultante de um primeiro ataque de beriberi |
mais urna razio para acreditar-se na natureza
microbiana de taa terrivel molestia*.
O preti fenle Cleveland Segundo um
jnrual de Washington, o presidente dos Esiados-
Uuidos, o Sr. Cleveland, nio tem cessado do en-
gordar desde que mora na Casa Branca e pesa
actualmente cincoen'-a libras mais do que quando
entrn no exercieiodo seu carga. Coinecindo a
ficar inccnuiudadu cam a sua gordura, recorreu o
presidente a un medico sueco, quo lhe impoz os
seguiates exercicios :
Etn primeiro lugar deitar-se da costas, os bra-
cos colladas de cada lado orla da* calcas e le-
vantar us pernas para o 'ir, m-intendo Matute o
resto do corpo na poaicao que lbe deu, exercicic
extremamente fatigante. O segundo moviinento
o mesmo que o primeiro ; mas urna vez levantada
a perna, deve o presidente tazel-a audar roda
de si mesma con a maiar rapidez, de nancira que
deaereva una serie de crculos oo ur con o calca-
nbar o os dedos dos ps. O terceiro movimento
nia meaos difEeil. O presidente obrigado a
deitar-se de brucos, o rosto por trra, e a levaa-
tar-se em seguida, manteado sempre o corpo tio
estirado quanto possivel e apoiando-se apenas na
ponta dos dedos das mi? a dos ps.
O medico sueco prommetteu ao presidente qae,
se este fizer regularmente estes exercicios tren
vezes ao da, a gordura nio tardar a desappa-
recer.
Inwcrtpcdes indlglna* em Faxlna
Do Sr. Dr. Domingos dagaaribe Filho acaba do
reeeber o ar. Dr. Orville Derby a seguate com-
municacio :
Espirita-Santo da B.ia-Vista (8. Paulo, 13
de Dezembro Tendo ccaaiia de ir Faxina,
procure! infarmar-ne acerca do sitio onde diziaui
existir ioscripfoes em enormes rochas bem como
thesoures enterrados com os restos aortaes de un
padre a quem se attribae haver levado riquezas
para a residencia doa ludios. Fui ao Dora, loca-
liiade indicada, a 3 leguas de distancia de Fa-
xiua, e all notei cariosidade desprezada, o quasi
descouhecida, ape'zar da sua autiguidade. Rete
rir-lhe-bei etn poucas paivra-o que observe!,
certo de que o mea amigo ter opportunidade de
verificar por si mesmo a importancia do caso.
Em toda a zona de S. Paulo, que vai de Fa-
xina ao Itarar, o solo granitico e de elevacio
admiravel, hivendo cortea profundiasimos noa lu-
gares por onde correm os rios Apiaby, Perituva e
Itarar. Em um dos barrancos, denominado Tam-
bes, v-se o antigo cemiterio dos indios.
Da rocha, que tem de altura mais de 401 me-
tros, desprendeu-se enorme massico qae deu
pedra inclinafao maior de 10 metroa. Esta incli-
nacaa o a parede formada pelo massico despren-
dido formaran o abrigo que foi procurado pelos
indios para o repouso das seus mortor.
r as paredes deste abrigo notam-so figuras
que inpressionam, gravadas na pedra e pintadas
com indeleveis tintas vermelba e preta : o que in-
dica estado de civilisacio, talves recebida dos je-
s litas. Parece que oa indios insculpiram naqusl-
las figuras a historia da tribu. Notei entre os
desenbos :
< Urna figura humana com eneites de pennas
na cabeca e uo pescoco; urna palmeira toscamen-
te gravada e pintada; parcao de baracoa de forma
circular, sendo dispoatos 24, mais eu menos, em
lintra recta ; um circula com dimetro de 15 polle-
gadas, tendo riscos dentados na extremidade ;
dous outros concntricos, em forma de relogio,
tondo 60 divises ; logo depois, a figura de um
dolo e diversos riscos, todos pintados com tinta
preta muito firme ; ama figura do Sol com
urna f ; um T ; seis outros circulas ; mi o p
humanos bem gravados, etc.
Na muralha acham-se fragmentos de ossos,
dos quaes lhe envi pequea amostra por nio dis-
por de instrumento com que arrancasse outro
maior.
Referiram-me que um individuo, na esperan-
za de esentrannar dalli riquezas, fierra grandes
excavaepes, as quaes achou oseadas humanas ;
nho. Domingos M. Pereira Monteiro, D. Mari i.
Cunea Pires Ferreirs, Marcellino Poppe, Her
gasea Neves, Floriaao Brio, John H. Luiz/^H
mingos Mafra, Alvaro Floras, Manoel EiQop^H
Mello, A. Martin*, Benvenata e Rosa, Maooel
s Machado e 1 escravo, Dr. Joaqun Josjje OH-
veira Andrade o sua familia, Augusto, Cecilia e
Manoel, Joaquim da Silva, A. dos Santos Falcio,"
D. Raphaela R. Guimares Villar, Francisco M.
Coelho. D. Maria de Oli*_H Joio Ben-
niog, Jos Monteiro. Atfj^H Jos, Manoel Go-
mes, Autonio Joaquim Ferspjs e 2 companheiros,
Dr. Jos Mananno C. B. Cavalcante, furriel
Francisco L di Gsea Vasconcelloa, Manoel Jos
Ferreira, Franciaoo Lamego, Virgilio O. B. de
Araujo, Raymundo Seisas, Manoel P. Patricio
Costa, Jo Auto, Acacio Joaqaim de Carvalho,
D. Emilia Torres, Cupertino de M. Bastos, Fran-
ciaao da Costa, Wenceslao Jos Bsptista, Antonio
de Jeaob e Domingos Lauria.
Hospital Porinraez-O movimenn das
enfermaras deste hospital na semana fiada foi o
sega inte :
Existiam em tratamento...... 22
Entrn. ..ti............... 1
f
Sahirara curadas..
Falleceu.........
23 j
....... 2
....... 1
Ficam em tratamento........ 20
23
Entrn de semana o Sr. mordamo Viscoade da
Silva Layo.
Casa de DetencoMovimento dos pre-
sos do da 6 de Janeiro :
Existiam presos 384.Existen 384.
A saber :
Nacloases 356, mu heres, 5, estraugeiros 11, es-
cravos sentenciados 6, processados 2, ditos de cor-
reccio 4Total 384.
Arraqoados 347, sendo: bous 326, doentcs 21.
Total 347.
Nia hoave movimento na enfermara.
Mercado Municipal de a. *o*
movimento deste Mercado no dia 6 e 7 do cor-
rente foi o seguinte:
Entraram ;
57 bois pesando 8,860 kilos*
1312 kilos de pexe a 20 ris 26*840
47 cargas do farioba n 200 rie 9*400
7 ditas de fruetas di versas a 300 re. 2*100
10 taboieiros a 200 ris 2*000
35 Suinas a 200 ris 7*000
Foram oceupados :
47 columnas a 600 ris 28*200.
44 compartimentos do farinha a
500 ris. 22*000
30 ditos de comida a 500 ris 15*000
133 ditos de legumes a 400 ris 53*200
33 ditos'dc- euiuoa 700 ris 23*100
18 ditos de fressuraa e. 600 ris 10*800
20 tainos a 2* 40*000
4 talbos a 1* 4*000
A Oliveira Castro & C.:
108 tainos a l ris 108*000
4 tullios n 500 ris 2*000
Oeve ter sido arrecadnda neste dia
a ouantia de
Rendimento de 1 a 5
343*640
893*589
1.247*220
e, tendo levado um crneo, reparn mais tarde a
profaaacio, que o enebia ae affliccio restituindo-o
trra. V-ae com efiato no sitio am montculo
de trra recentsmente envolvida, debaxio da qual
devem existir, segundo o meu guia, esqueletos,
urnas, etc.
Eu e o Dr. Ucha, jais municipal de Itapeti-
ninga, apreciamos durante algumae horas esta lo-
caltdade para a qual, por bem da sciencia, invoco
a sua esclarecida atteofio.
liel AeaEllectaar-se-hio:
Hoja :
Pefe agenteGusmo,i 11 boras, na roa do Mr-
quez de Olinda n. 19, de movis e miudecas.
Peto agente Brito, s 10 1/2 horas, na ra de Pe-
dro Afionso n. 43, de movis, miudezas, laucas,
vidroa, etc., etc.
Peto agente Pestaa, s 11 horas, ne armazem
do Sr. Anues, de 224 caixas com bacalho.
Seganda-feira :
Peto agente Pestaa, s 11 horas, na ra do Mo-
tocolombo n. 24, de armacio, gneros, etc., da ta-
verna ahi sita.
Terca-feira :
Peto agente Gusmdo, s il horas, na ra Ba-
rio da Victoria n. 25, da pharmacia ahi sita.
Peto agente Pestaa, ao meio dia, na ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, de predios, o de um excelien-
te boi o carroca.
Mismas fnebres.Serio celebradas:
Hoje:
A's 7 horas, na igreja do Caxang, pela alma
de Antonio dos Santos Coimera ; s 8 1|4 horas,
oa matriz de Santo Antonio, pela alma de D. Dul-
ce Alves Simes Barbosa.
Segunda-feira :
A's 7 1/2 horas, na Madre de Deas pela alma de
Thomaz Nuaea da Canba ; a 7 horas, aa Santa
Cruz, pela alma de Francisco de Leos Dnarte ;
s 7 1(2 horas, na igreja do Espirito Santo, pela
alma de D. Isabel Carolina da Veiga; s 7 horas,
na matria da Boa-Vista, pela alna do alteres Apo-
lioario Luis de Carvalho.
Terca-feira :
A's 8 horas, aa matriz da Boa-Vista, pela alma
do teneute-eoronel Francisco Cavalcante de Al-
buquerque ; a 9 horas, na matriz do Cabo e no
convento de Ipojuea, pela alma de Joaquim Ma-
noel do Reg Barroto ; s 7 boras, em S. Fran-
cisco, pela alma de Joaquim Manoel do Reg Bar-
reto.
ramagelros Chegados dos partos do sul
no vapor nacional Babia:
Jeio Jos Marques, Jos Luis da Franca Pi-
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Canas verde 320 a 560 rla o kilo.
Cameiro de 720 a 1*000 ris idem.
Suinoj de 560 a 800 ris idem.
raneo de 200 a 320 *8 a cuia.
Milho de _';.' a 32>> res idem.
Feijao de 560 a 800 idem.
Lotera da i'OrteA H parte da 202* lo-
tera da corte, cujo premio grande de 100:000*
jera extrahida no da .. de Dezembro.
Oa bilbetea acbam-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acban-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera do Grao-Para-A 5> parte ies-
ta lotera acra extrahida teri;a-teira, 11 do Ja-
neiro.
Bilhetos venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu-
na ra 1* de Marco n. 23.
Lotera de Hia* tieraes-A 3' parte
da 1* lotera desta provincia, cujo premio grande
600:000*000, sar extrahida ao dia 13 do cor-
rente, inpreterivelmcnte.
Os bilbeiea acham-se venda na Roda da For-
tuna, ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera do CearA 3* parte da 3* lote-
ra desta provincia, cujo premio grande ........
400:000*000 ser extrahida no dia 12 de Janei-
ro.
Os blhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera de Macelo de 'ootOOOSOOO
A 18* partes da 14* lotera, cujo premio
grande do 290:000*, pelo novo plano, ser* ex-
rahida impreteriveimente no dia 11 da crrente
ao meio dia.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda Roda da Fortuna
na ma Larga do Rosario n. 36e na Casa da For-
tuna ra Io de Marco n. 23.
Presos resumidos.
firande lotera da provinciaA 9
serie desta lotera em beneficio dos ingenuos da .
Colonia Isabel, cujo premio grande 240:000*000,
ser extrahidano dia 10 de Janeiro, s 4 horas
da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera uo MoA 2* parte da lotera
n. 366, do nevo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida boje 8 de Janeiro.
Os bilhetes acbam-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da nue-
pendencia ns. 37 e 39. _
Mntadouro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 78 rezes para o consumo
do dia 8 de Janeiro.
Sendo : 61 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
& O, e 17 a diversos.
Cemiterio publico.Obituario do dia 5
de Janeiro :
Ema crianca, Pernambuco, Boa-Vista; pela-
subdelegacia.
Maria, Peraambuco, 7 annos, S. Jos; febre
typhica.
Jos, Pernambuco, 32 annos, solterro, Boa-Vis-
ta ; inanicio.
Pedro Francisco, Peraambuco, 50 anuos, casa-
do, Boa-Vista ; tubrculos pulmonires.
Francisco de Leos Duarte, Pernambnco, 62
annos, casado, S. Jos; tubero los pulmonares.
Anna Luiza Soares, Peraambuco, 60 annos, so1-
teira, 8. Jos ; ictericia.
Antonia Joaquina de Sant'Anna, Pernambuco,
16 annos, solteira, Uraco, ignora-se a molestia:
pela sobdelegacia.
Delana Maria da Conceicio, Pernambuco, i
annos, casada, Boa-Vista; tubrculos pulmona-
res.
Americo Fortuna de Almeidu, Bahia, 22 annos,
solteiro, Boa-Vista ; accesso pernicioso.
Maria Carolina Ferreira de Carvalbo, Pernan-
buco, 76 aones, viuva, Boa-Vista; lesio cardia-
ca.
_ 6 -
Jos Goncalves da Silva, Pernambuco, 32 an-
nos, casado. Boa-Vista; tsica pulmonar. \.
Antonia Maria da Conceicio, Pernambuco, 22
annos, solteira, Santo Antonio; tsica pulmonar.
Miguel Archanjo Raphael, Pernambuco 40 an-
nos, casado, Boa-Vista ; syphilis.
Manoel Antonio de Azevedo, Portugal, 57 an-
uos, viuvo, Boa-Vista ; paralyaia.
Marianno Tbemoteo de Albuquerque, Pernam-
buco, 60 annos, viuvo, Boa-Vista ; cancro da pa-
rtida.
. Marcos, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista; con-
vulsoes.
Telespbora, Pernambuco, horas, Boa-Vista;
hernia umbelical-
INDICARES OTIS
Medica
O Dr. Lobo Moseso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, contina ne
oxeroicio de sua profisso. Consultas das
10 s 12 boras da manha. Especialidades
enerarles, parto e molestias de s"nboras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
rneio-dia s 3 horas do 1. andar da casa
- '*
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-aP
/>
Resi-
a n
trada pela roa da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jetus tem o seu consul-
j medico, roa do Bom-Jess n. 23,
ida.
Dr. Gama Lobo medieo operador e par-
teiro, residencia raa do Hospicio '**
(Jposultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas^
tarde.
cdns do
e da ni
11 horas da maoha as 2 da
Jdade : molestias e opera-
gentto-arinarios do homem
Hrocaria
Francisco Manoel da Suva & C- dono-
stanos de todas as eapecialidaaes pharm*
ceuticas, tintas, drogas, productos j*"*
e medicamentos homceopaticos, ra do Mr-
quez do Olinda n 23.
tocar!
* Faria Sobrinko & C, droguistas por at-
aoado, tta do Mrquez de Olinda n. 41
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de ffranciao* dos Sadtos Macedo, oaes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-ee e vende se madeiras
de todas as qualidades, serra-ae madeiras
de conta alheia, assitn como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre-
go sem competencia Pernambuco.
Preacb Dresimaker
JTroro Worth's Establishment, Paria and
Ciudad de Londres, Buenos-Ayres, just
arrived, offers ^ers services and forejgn farailies. Patrons received di-
rectly from Nioholaon d C.5^51S.
PaulCburchyardLondon and Worths
House Paris. 50 Emperor Street, 1"
floor.
Dr. Joaqcdm Lonreiro medico e parteiro.
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1/
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
A' 7 horas da noite entrar a ladainha,
e finda esta, queimar-se-h um lindo fogo
de artificio fabrioado pslo insigne Wtista
Francolino Mello.
Catende
PIBLACOS A PEDIDO
Palmares
Procura se a forciori convencer-se com Cordooa da Silveira Pontual.
pequeos e insignificantes artigos no Diario,
que o Sr. Dr. Mello Barrreto juiz de airei-
to desta comarca, um magistrado justo,
enrgico, e impareial, e que tem produsi-
do muita sensacao o incidente que se deu
no dia 29 do prximo passado mez.
Protestamos contra estas allegacoes c em
tempo opportuno provaremos a parcialida-
de de um homem que tem sido o terror
de todas as comarcas que tiveram a in-
felicidade de telo como como magistrado
fqae o diga Tacarat).
E' falso, faldissimo do velho conservador,
o Dr. Mello Barrete, e tem sido visitado
por alguna liberaos, e conservadores e es-
tes do pequeo e capitaneado grupo pelo Dr.
Pedro Affonso que forma daquelle inciden-
te urna questo poltica como de tudo po-
der imformar o Sr. coronel Pereira Lima.
Palmares, 6 de Janeiro de 1887.
Um conservador.
Melhodo Abilio
Nova prova e surprehendente den hontem o Sr.
Barita de Macahubas dos resultados do sea metbo-
do de leitura abreviada no curso que, convite
do Sr. ministro da Guerra, abri este me no
Quartel do Campo da AcelamacSo para os oda
dos analpfcabetos da 1" e 6 batalhoes de infao-
taria.
A prova do poda ser nem maia satifactoria,
nem maia oompleta ; pois das 45 pracas que fre-
Su< ntaram o carao, maia d terca parte leu com
iciKdade, promptdao e desembaraco nao a nu-
merosa parases eacriptaa em grandes cartes,
como todas as palavras e phrases indicadas pelos
Srs. Ministro da Guerra, Visconde da Gavea,
commandantes e alguna assiatentes, as quaea
eram formadas na Imprenaa Escolar aggregada
ao apparelho escolar mltiplo do 8r. Baro de
Macahubas.
O resultado obtido pelo decaao doa noaaoe edu-
cadores om a applicavo do sea methodo de lei-
tur n'aquelle curso, com 17 licoes apenas alter-
nadas entre os dous batalhoes realmente admi-
ravel, si se considerar que d'aquelle8 soldados
talvex neahum, como asseveraram os commandan-
tes, matriculou-se voluntariamente
A ultima pbrase dada pelo commandante do
1 batalho, e I ida com rapidez por nma das
pracas, foi a segninte :
O methodo do Sr. Bario de Macahubas
proveitoao para nos. *
O Sr. Ministro da Guerra, Vjsconde d Gavea
e maia pesaoas presantes felicitaram ao Sr. Baro
de Macahubas por aquelle brilhante resultado.
( Da redaeco do Diario do Rio de Janeiro de
18 deDexembro de 1886. )
Prova dtaproveitamento Perante o Srs. con-
aelbeiroa miniatro da gaerra, ajudante general
Visconde da Gavea, commandante e offieiaes dos
1- e 10- batdboea de infantera den hontem o
Sr. Barj de Macahubas, uo quartel do campe da
Acclamacio, urna prova do aproveitamento que
tm tido as pracaa analpbabetas dos dito bata-
lhoes, matriculadas no curso de^ leitur*, que abri
all este mu o meemo Si. Bario.
Somante com 17 licoea alternadas, entre os Jois
batalhoes, metadi das pracaa que frequenta-
ram o curso, leu cam promptdao e desemba
race.
Assistiram tambem, alm deoutras Srs. emeiaes
os Srs. major Dnarte, ajudante de pewaoa do Sr.
ajudante-general, o alteres Peixoto ajudante de
ordena do Sr. ejnselheiro ministro da guerra.
Quando ioi a hora da refeio dai pracaa, Ss.
Exc8. foram ao refeitorio do 1- batalho de in-
fantera onde aasistiram ao rancho das pracas,
provando a comida e mostrando-se aatisfeHos.
Tanto a chegada como 4 sahida de S. Exc. to-
cou a musiea do 1 batalho de infantera.
(a gazetilha do Jornal do Commercio, da sass-
ma data.
gJPerante os Srs. miaistro da guerra, ajudante-
general do exercito, Visconde da Gavea, commaa-
daotce e officiaes dos 1 e 10- batalhoes de infan-
tera, deu hontem o Sr. Baro de Macahubas, no
quartel do c mpo da Acclamacao, urna prova do
gproveitam nto que tm tido as pracas analpha-
betas dos ditos batalhoes matriculadas no cur-
io de leituri, que pelo seu methodo alli abri este
Smente com 17 licoes alternadas entre os dois
corpos, matade das pracas que frequentaram o
curso leu com promptdao e desembarace.
Terminad) oexaiue escodo hora da reeicaodaa
pracas, aquellas autoridades, a convite do com-
mandante do 1- bataibao de infantera, foram ao
refeitorio deste batalho, onde assistiratn ao ran-
cho, tnostrando-se satisfeitas.
, (Da redaccao do Paiz, da meama data).
Prograrama da resta da Excelsa
ftenUorado Monte, esn Ollnu. do-
miusu to torrente
No da 9 (domingo) ao romper da au-
rora, bavor um salv de 21 tiros e diver-
aas giraadjlas de fogo, annunciarao aoi
fiis devotos da Excelsa Senhora do Mon-
te, qm chegalo o seu dia. ,
A's 11 horas do meamo dida celebrar-
se-h a roissa et.ntada, sendo a orchestra
dirigida pelo insigne maestro capitao For-
tunato Jos de Sampaio.
cara no pateo da mea-
ma Ermida a banda da msica do 14 ba-
talho de linha e subirSo ao ar diversos
balSea feitos a capricho.
Ao Esas. r. prosildeate da proiaca
O abaixo aaaignado, 8* supplente do subdelega-
do desti distrieto, nao loe convindo por maia tem-
po exeicar dita cargo, vem do alto da imprensa pe-
dir sua demissio, no que espera ser por V. Eae.
attendido.
Catende, 6 de Janeiro de 1887.
Jos Alves de Sousa.
Bielda
des devotos de ,N. S. a virgem da Do-
res, erecta na matriz de N. S. da Es-
cada, que teem de festejara mesma vir-
gem no anno de 1887.
Jniz por eleicao
O Ulm. Sr. roajor Manoel Antonio dos
Santos Dias.
Juiaa por eleicSo
A Exroa. Sr. D.Rosa Messias dos San-
tos Monteiro, esposa do IUm. Sr. Deodato
Luiz Francisco Monteiro.
Juizes por deroclo
Os Exins. Srs :
Baro de Taquaretinga.
Baro de Pirangy.
Os llims. Srs. :
Dr. Sergio Hygino Dias dos Santos.
Dr. Andr Dias de Araujo.
Tenenteooronel Silviano Moreira Caval-
oante. ^
Capito Manoel Cavalcante Barretto Lins
Capito Henrique da Silveira LinB.
Capito Antonio de Lima Ribeiro.
Bartbolomeu Valeriano da Silva.
Antonio Dias Lameiro.
Revdm. Sr. Joo Garlos de Moura.
Capito Goncalo Jos de Mello.
Juiza por devoco
As Ex mas. Sras Ds.:
Carolina da Silveira Lins.
Luiza Dias de Araujo.
Tbereza de Mesquita Wanderley.
Maria de Mesquita Wanderley.
Rita Anglica Wanderley.
Francisca Emilia Lias.
6 lo, reqoer um cerU aapprimento de umrato,
ni MTeeatir mai oi^reaso uu vexama dtopMs
da comida, dotes do lado dreilo, pasadlos ou oon-
gtiaaco do veutre. A roraa produsidas por esta
poroeTnoomoaravel alterativo vegetal,incom-
pletas e permanentes. '"\-j
ellas se acbam aeondiciajiadaa dentro de^idri-
nhos e por iaao a sua caniervacao daradora em
todos os climas. ,_
|s os caaos provenientes ou aggravadss
esa do aangue a SaUaparrUha da Bns-
ser tomada conjBncwmente coa as pi-
Candido
Amelia Bezerra de Sena.
Esposa do Illm. Sr. Bellarmino
da Silva.
Esposa do Ulm. Sr. Raymundo de Andra-
de Lima.
Esposa do Ulm. Sr. tenente Golumbo Lati-
no Xieira de Souza.
Esposa do mejor Francisco Xavier Goncal:
ves da Rocha.
Juiz protector
O Exm. Sr. Dr. Henriques Marques de
Hollanda Cavalcante.
Juiza protectora
A Exoia. Sra. esposa do Ulm. Sr. Dr.
Aquilino Gomes Porto.
Juiz pespetuo
O Illm. Sr. Jos Fernandos da Silva
Potte.
Juiza perpetua
A Exma. Sra. D. Francisca de Senna Sal-
les.
Juizes betafeitores
Os IIIras. S-fi. :
Joo de Barros e Silva.
Manoel Antonio da Porciuncula.
Tenente Alvantino Nunes da Costa Agr.
Juizas bemfeitoras
As Exmas. Sras.:
Esposa do Illm. Sr. Liberato Jos Mar-
ques.
Esposa do Illm. Sr. Joaquim dos Santos
Lessa.
Esposa do lilao. Sr. capitlo Jos Lucio
Monteiro da Franca.
Escrivo por eleico
O IUm Sr. tenente Jos Amaro da Costa
e Silva.
Escriv por eLicSo
A Exma. Sra. D. Maria Amalia de Ct.stro
Leo.
Escrivo por devoclo
O IUm. Sr. Juvencio Silvino de Barros.
Escriv por devojo
A Exma. Sra. esposa do Ulm. Sr. Aurelio
de Araujo e Silva.
Procurador geral
O Illm. Sr. alferea Olympio de Souia Cir-
ne Lima.
Procuradores
Os Iilms. Srs.: _
Alferes Bernardino de Senna Ribeiro.
Alferes Hermogenes Sancho Bizerra Ca-
valcante.
Joo Carlos Cavalcante de Albuquerque
Filho.
Antonio Ito do Reg Barros.
Joaquim Ito do Reg Barros.
Alferos Antonio Joaquim Alves de Barros.
Alteres Joaquim Francisco de Souza Cha-
ve.
Francisco Dioniaio Guedes da Fonceoa.
Lupicino da Silveira.
Sebaetio do Mello Oastello Branco.
Generoso Jos de Moura.
Manoel Vctor de Mello.
Procuradora geral
Exma. Sra. D. Maria Sancha Bezerra
Cavalcante.
Procuradoras
As Exmas. Sras. D.:
Tbereza do Nascimento Damasceno e
Silva.
Isabel Mananna Ferreira.
Frrucisca de Paula Guedes Alcoforado.
Camilla Rosa da Costa Faria.
Nizia Baptista da Costa.
Joaepha das Dores Soares.
Maria Ita do Reg Barros.
Maria Emilia da Cunha e Mello.
Guilbermina Helena Muniz de Souza.
Elisa Augusta de Siqueira.
Feliciana F> ancelina de Souza.
Candi ja Olympia da Matta.
Thesoureiro
O Illm. Sr. alferes Guilherme Muniz de
Souza.
O conego vigario,
Simao de Azevedo Campos.
a venda em todas aa boticas lajas de
Agentes era PerBambaco, Henry Foster Cn
roa do Commercio n. 9.
O xarope de rabio ioflado de Grimanlt popu-
lar na medicacao das criaaja, para eouibater o
lymphatismo, pallides e flidea das carnes, id-
chacao das glndulas do peacoco, erupc5es di pai-
te e fraques do peito. Excita o appetite e tavo-
reeea aigeetio. .
Compre nour que o xarope de rbao lodado de
Grimault -preparado a trio, que owdoexiate nelle
no estado de combiasco intima com o sueco das
plantas, que por conaMpaW ai.o se deve contun-
dil-o cjm as mistura xarope antiscorbutico e
tintara de 3do que laxem certas pharmacenticoa
para substituir 0 xarope de rajjao lodado de Gri-
manlt A cor e o e o iodo se aeha no-Otado livre.
A cada passo oncontram se acunaras quo se
queixam de anemia, dores de estomago, cansa?i
frenes : voz traca,' caminhar lento, a cutis desco-
rada, a circulacao pouco activa ou paralyaada,
desordena provenientes da pobresa do sangue em
principios mineraes indispensaveis para a mann-
tencao da vida, especialmenta do ferro tio neees-
sario ao organismo quanto o ar aos pulmoes. Nes-
te caso os mdicos receitam o ferro de Leras que
nao irrita, nao produx praiode ventee eaaaimila-
se rpidamente, ao paaso que as pilulas grageas e
pos sobrecarrogamo estoniano e atravessam os in-
testinas como corpos inertes.
Sarpresadeu a muita mente 1 (6)
O acreditado negociante o Sr. Emygdio Pinto
de Oliveira, agente consular de Portugal, rea-
dente em Santa Victoria, ttio Grande do Sul, re-
metteu ao descobrder do Peoral de Cambar,
Sr. S. Soares, urna importante declaracio assig-
nada pelo Sr. Vasco Jos Pereira d'Avilla, que
ha longos anuos soffria de urna gravo enfermida-
de pulmonar, sem ter mais esperanea de curar-se
ltimamente, aggravando-se seus soffrimento3,
recorreu aquelle precioso medicamento, e nao foi
preciso mais que siguas frascos para o curar ra-
dicalmente.
Este prodigioso resultado, que sorprondeu a
muita gante, corre divulgado em todos os folhetos
annexos a cada frasco do peitoral de Cambar.
nicos agentes e depositarios em Pernambaco,
Francisco Manool da Silva & C-, ra Mrquez
de Olinda n. 23.
^ INST UTO
Dczenove de Abril
Roa do Frogresso n. i
As aulas deste estabelecimento de educacao
abrem-se na dia 7 do correte.
Aos Srs. olumnos hue frequentarem o eatabele-
cimento durante o anno prximo paasado, roga-se,
caso queiram continuar, o seu comparpcimento
oaquelie da para regularidada no servico das
aulas.
Continua a receber alumnos inernjs, meio-
pensionistas e externos, sendo que desta ultima
ulasse smente para a aula iafant'l.
Paramis informaco?s podero os Srs. nteres-
sados procurar no collego.
O director,
Luis da Costa F. Porto Carreiro.
Kecite, i de Janeiro de 1887.
Ingle/ e rancez
Curaoo theoricos ou praticos, conforme prefer
rem o senhorea interessados. Eua da Aurora n.
19,2' andar.
N. 11. A Emulso de cott restau-
ra a saude aos tisicos, purifica o san
gue, afasta do organismo toda sorte de
affecc3es escrofulosas e fortalece aos de-
bis e enfraquecidos.
Excita o appetitc, estimula o organismo
e augmenta as carnes e as forca.
Collcgio de Nossa Seohora da
Penha
RA DA AURORA N. 19
As aulas deste instituto eomecarao a 7 de Ja-
neiro.
A directora,
Augusta Carnet'ro.
fe J, ls Js
Nio extranheis illastre pernambucanos, em tio
meia de tempo, a nowa segunda viuda
le com o taeseao fim de ageociar es-
ivoe, em favor do nosso pobre est-
Candado da cidade de Campia
Paraliyba do Norte, pois assim o
tes precisea do referido estabe-
uma
lidaa!
mil res tiramos pela primeira vea
Que vos parece, neos irmos, esta
m recalhimento que sustenta vinte e
oito a dea orphas e educandas desva-
ra por urnas alm das so'weditas
precisos^ pbfque tasemos um acerescimo na casa,
na parta,posterior com trinta e seis palmos, e cojo
servico'futamos 200*00J.
Tiveosos mais urna casa eom aviamentos para
taaba,ao que gastamos 1001000. Nos foi pre-
ciso embucar toda casa por dentro e entijolar al-
guos aaloes, oude por certo gastamos 100/000.
Temos grande uecessidade de remontar as cr-
eas do vuto rocano que circunda todo o patrimo-
nio da Santa Casa, cajo terreno est ebeio de
roca, iavas, frocteiras e ostras plantas de roca.
N'esse servido gastamos mais de 10OJ000. Para
cooclusao deatas conaas, dirigetn-ae desta vez as
raesmas esmoleres Francisca Mara da AssuuipcSo,
Theodora Mara de Jess e fiachel Mana de
Jejus, a pedade dos fidedignos pernambucanos
imalorando um eamola pela qual poseamos remir
aa necessidadas da referida Santa Casa.
Atteadei pois, caridosos pernambucanos, s de-
bis forets de duas jovens pobresinhas expostaa
tantas ultrajes, e aos rigores das estacoes, a dis-
tancia do camnho e por im a corrupto do se-
clo.
Hamens, mulheres, meninos, gentes de todos os
estados, estendei a vossa m%o benvolas em soc-
corro d caridade e das referidas jovens no des-
empenho de tao ardua missao.
Nio se diga, porm, que nao podem dar asmla
para outra proviucia, pois ninguem ignora que a
caridade nao excepta provincia, porque a patria
dos caridosos a inania) celeste.
Cidade de Oiinda, 4 de Janeiro de 1887.
collcgio de .V 9. da Paz
Fajo sciente aos Illms. Srs. pais de fa-
milias, tutores e correspondentes, que
.aulas dest9 collcgio ra da Baro
Victoria n. 46, reabrir-se ho no dia
do correte.
Recife, 4 de Janeiro de 1887.
A directora,
Maria da Paz e Freitas.
as
da
101
Programma da
festa
Pella e laaoeeate ignorancia
4IO
Segundo a opiniJo do finado 8ir Astley Cooper,
nenhuma pessoa dever saber, por qualquer seosa-
cio pbysica que aeja, que poasue um estomago.
Uomtuo aquelles que diariamente sao admoesta-
dos da existencia uesse orgio, por moio de dores
e todos os mais cooeounmittantes da dyspepsia
cujos estmagos dibrem imperteitameate, seg.yo
de certas seosatoes indescnptivejs. e cujo syste-
ma ..teiro aofire o v se flagallado por ease mem-
bro rebelde; eeses diremos que experimentara e
ueem *) menos una ves as Pilulas Asaucarada de
Bristal. Tio certo como cites astim o facam, suas
martyrisadas existeacias enoontraro tm breve as
meluoras desejadas. Elles ento por sua ves, es-
qaeeerse-ha que teem estmagos, salvo qnando o
appetite, creado por este genial catbartico estoma-
cal, lhes lembra que o regenerado e robustecido or-
Santo Ihristo ''os Hilagres
No domingo 9 do corrente, ter logar na igreja
do Divino Espirito-Santo, a festa do Senhor Santo
Cbristo dos Milagree.
A's 4 Ii2 da madrugada havera missa resa-
da por iniencao dos devotos do Senhor Santo
Christo.
A's 11 horas entrar a missa solemne.
Ao Evangelbo, depois que a orchestra tiver
executado orna bonita symphonia, far o paneg-
rico, o eloqcente erador sagrado commendador
Manoel Moreira da Gama, vigario desta fregue-
sa. A' noite ter lugar urna ladainha can-
tada.
A banda de msica do 2- batalho, execotara
as melhores pecas do sea repertorio, no sabbado
ao ineio dia e no domingo de madrugada, antes e
depois da festa, e noite.
ftecife, 6 de Janeiro do 1887.
Os encarregados,
Miguel Jos Barbosa GuimaiSea.
Manoel Joaquim Alves Bbeiro.
Escola infantil mixta
Ba do Visconde de Qoyanna n. 67
Urna senhora competentemente habilitada par-
cipa aos pais de familia, que no da 15 de Janei-
ro, na casa cima indicada, abre Dina escola in-
fantil, propondo-se a leccionar primeiras lettraa,
trabalhos de agutha, flores e franee, mediante
raxoavel mensalidade : a tratar n mencionada
ra n. 135. 8 admrtte-se crianeaa do sexo mas-
culino, que nao tenham mais de 9 aunos de idade
COI.t.EtIO
de S. Lue Oonzaga
Com este ltalo tundei no dia 15 de Novembro,
na ra do Hospicio n. 55 um estabelecimento des-
tinado nstruccSo primaria e secundaria de me-
ninos.
Abalancar-se a empresas dessa ordem em poca,
como a que atraveasaawa, ncontestavelmente
grande ousadia e temeridade. Antevi perfeita-
mfnte as difficuldadea com que ha va de lutar, os
mil obstculos que se me antolhariam no eaminho,
mas, apeaar de prever tndp iaao. nio me toi possi-
vel resistir ao desejo de contribuir com o meu pe-
queo contingente para a grande obra do levauta-
meoto da instruecao.
Ensinam-se no collego-as seguales materias :
leitura, calligraphia, portugus, fraocez. ingles,
italiano, latim, geographia, historia, artbmetioa,
geometra, algebra, pbilosophia, rbetorica, msica
vocal, piano, flauta, rebeca gymnsatca, deeenho
e cooversacao das liaguas: traneexa, igteaa e
taliina.
A casa em que 6e acha o collegio uao pode ser
mais adaptada para ease fim : satisfaz cabalmente
a t idas as exigencias de estabelecimentos deesa
ordem.
Como resido com minha familia estou em eon-
di^es de receber meoinus de maia tenra idade, aos
quaea nio faltarao de certo cuidados e solicitudea.
Confiado aa bda vontade dos Sr. pais de fa-
milia para elles appello esperando que me coadju-
vario aa ardua e difficil tarefa da educacao da
seus filbo.
Beabiir-se-bio as aulas a 7 de Janeiro vndouro
Kecifc, 19 de Deambro de 1886.
Padre Manoel Lobato Uarntiro da Cunha.
da padroeira Nossa
Senhora do Bom Suocesso dos Nave-
gantes, que en venera na igreja do Pi-
lar. |
No dia 7 do corrente, sexta-feira, pelas
7 horas' da tarde ser levantado o estan-
darte da angusta padroeira da igreja para
o mastro, carregada por meninas, acompa-
nhada pela msica do Corpo de Polica, no
dia 3 ao meio dia ha ver urna salva tocan-
do a mesma msica, assim como noute
na ladainha, no dia 9 as 5 horas da ma-
nila depois da missa rezada tocanao a
mesma musid, baver urna 6alva avisan-
do aos devotos o dia da festividade da pa-
droeira, s 11 horas entrar a festa, sendo
o pregador do evangolho e do Te-Deum o
capello-capito padre Leonardo Joo Qre-
go, a tarde havfer alguna balSes, e tocar
a mesma msica, noute depois do le-
Deum ser arreiado o estandarte da pa-
droeira do mastro para a igreja com as
mesmas formalidades, finalisando o acto
com um lindo fogo de artificio, feito pelo
artista Pedro Ciodoaldo Teixeira.
Banhos de Olinda
Communico aos freqr.entadores do trem dos
banhistas e ao respeitavel publico, que te-
nho construido na praia de Olinda, onde
me acharei diariamente das 5 s 8 horas
da roanh, una poneos de quartinhos de
madeiras, proprios para as pessoas que te-
nham "oe tomar a roupa de banho, onde
encontraro toda a commodidade e aoolhi-
mento compativeis. Assim como que os
alugo mensalmente a 25 por pessoa, tazan-
do abate quando fr familia, que os oceu-
pe ao mesmo tempo.
Os quartinhos tm chave, e sero viga-
djs com toda a seguranga. Com o paga-
mento dos 2 mensaes ter direito o ba-
nhista a que se lhe guarde e lave a^ roupa
de banho. Quera tomar um banho avulso
pagar 500 rs. por banho.
Brevemente ser inaugurado o botequim
onde encontraro os banhistas caf fresco,
cognac, etc., etc., tudo prejo mur.o m-
dico.
Approveitem em quanto tempo.
Olinda, 3 do Janeiro de 1887.
Manoel Juvencio Bezerra de Mello.
Allicoeu Brazileiro
N'este collegio, os trabalhos do anno lectivo
comecario sexla-teira 7 do corrente, conformo o
art. 1.* dos Estatutos.
4 de Janeiro de 1887.
O director,
Joti Marques Acau Ribeiro.
C'OLJLECilO
DE
N. S. das Victorias
IO Kua do HoMpldo
As aulas abrir se-hio no dia 10 do corrente.
A directora,
Baronesa L. V. fHerpent.
inalrucco primarla e secundaria
par* o sexo ieminiuo
Kua do Visconde de Albuquerque n. 26.
Directora,
D. Maris. Capitulina Martins Ribeiro.
As aulas d'esse estabelecimento se reabririo o
dia 10 de Janeiro eorrente.
Recebe alumnos internos, semi-nternos e
ternoe.
ex-
Instituto Philomatico
Ra do Visconde de Albuquerque n. 33
luiernato e extrnalo
DIRECTOR
Hachare. Oliftthd Vctor
As aulas deste collegio estarao abofes do da
10 do eorrente em diaMte.
Collegio Amor Divino
EUA DA. IMPERATRIZ N. 32
As aulas abrix-ge-hio uo a 10 do corrente.
A Directora,
Olympia ifrd de Mendonca.
AdYOgado
O 'i)r. Ciodoaldo Lopea roodou seu gabi-
nete de advogacia para o predio n. 4,
rur* Estreita do Rosario, e tem eua resi-
dencia no predio n. 40, ra da Palma.
Collegio de Sania Lucia
A directora d'este eollegio avisa aos Hasties
pais de familias e tutores de suas alumnas, que se
dignaram conserval-as n'este estabelecimento de
instruecao primaria e secundaria, durante o correr
do anno de 1886, que o mesura collegio se abrir
no da 7 de Janeiro do corrente anno.
Eoana-se n'este collegio: primeiras lettras,
portugus, ingles e /ranees (fallar e escrever),
geographia, nistoria, arithmetica, desenho, msica,
piano, todos os trabalhos deagulba, e flores de to-
das as especies.
Outrosim, tambem declara a todos os que qu<
zerem honrar e seu collegio com a preaeoea de
suas fithas ou tuteladas, que as mensalidadea se-
ro assim distribuidas : ensino primario, internas
40; meio-peasionistaa 254 ; externas 541: ensino
secundario, internas 464 ; meio-pensonistas 304 ;
externas 15/, tendo as meio-peosionistas direito
penna, papel, caeta, tinta, lapis, e as internas di-
reito ao mesmo e roupa lavada e engommada.
Ra Duque de Carias (an*iga do Qoelmado)
n. 50, segundo andar.
A directora.
jlnna do Reg Barretto de Almeida.
Escola particular
de instruefo primaria para o
sexo masculino
CASA DE ENSINO MODERNO
36Kua Velha36
O abaixo asignado, participa ao Ilustrado pu-
blico desta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de instruecao primaria para o sexo masculi-
no, a ra Velba n. 36, (Boa-Vista) onde esme-
radamente se dedica ao ensino de seus alumnos,
Educa e iostrne a infancia pelo melbor svstema
dos principaes collegios da corte do imperio, onde
por algum tempo demorcu-se passeio, cojo evi-
terna a delicadeza,. a vocacao, a paciencia
intima para o ensino, fazendo com que os seus dis-
cpulos sigam o camnho da intalligenca, da honra
e da dgnidade com santos conselhos e ss licoes,
afim de que venhain a ser o futuro sustentculo
da patria, da religijo e da lei, e um verdadeiro
cidadao brasileiro.
Espera merecer a coufianca e proteccao dos
pais e tutores das ereancaa que qoeiram aprovei-
tar um rpido adantemento de seus filhos oa tu-
telados, e em particular tem i robusta em todos
os 8 eos compatriotas pernambucanos.
Comquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus iocansaveis estarces, e os seus
puros desejos aejam coroados com a feliz appro-
vacao du todos os fiibos do imperio da Santa
Crox.
Espera finalmente, que o respeitavel publico
saiba apreciar de perto o seu verdadeiro ensino
primario, onde rpidamente as creanoas abracam
e amam de coracao as lvros, as sciencias, as let-
tras e as artes.
Mensalidade240^0 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horariodas 9 horas da manb s 3 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensonistas,
por menaalidades rasoaveis.
Ra Veiha n- 36.
Julio Soares i Azevedo,
lustituon Francaise de
Deiooiselles
Rna do Baro de 9. Borja a. SO
(antiga do sebo)
0
cipi ei 10 99 Janeiro l&
W.
A directora,
J. Adour.
Lycen Triadelpbico
Directora
MARA OLINDINA DE MELLO
30^Riia do Hospicio=30
Comegam no dia 15 de Janeiro as au-
las deste estabelecimento de edneagaos de
meninas.
O ensino primario, em virtude do regi-
ment das escolas, expedido em 20 de 0u-
tubro de 1885 comprehendendo tres graos,
est a cargo da directora e de suas ir-
mSs. /O ensino secundario, que minis-
trado pela directora e por profeasores de
reconhecido merecimento, comprehende tres
series a saber :
1* serie
Lingua nacional. Leitara correcta de
prosa e verso, grammatlca e anaJyae, co-
pias e dictados, exeroicies de redacjSo e
declamacSo.
Lingua tranceaa. Excrcicios de leitu-
ra, traduccSo, composiclo e conversasSo.
Arithmetica.Exercicios de clculos e
problemas, systema mtrico.
2( serie
Lingua ingleza.Exercicios de leitura,
traduccSo, composicao o conversacSo.
Geometra plana. NocScs geraos e pro-
blemas simples.
Geographia pbysica e poltica com exer-
cicies as cartas e espheraa.
Lingua italianaExercicios de leitura,
tradcelo, composicJo e conversado.
Historia geral e especialmenta do Bra-
zU.
Cosaographia.
Alm destas materias e de trabalbo de
agulha, ensina-se desenho e msica em
dias especiaes. +
O estudo e observajo convenceram a
directora de que o intrnate sempre
prejudicial s almona, e tende a des-
truir os lacos que devem haver entre pais
e filhas, pelo que o Lyceu s aceita alum-
nas 8emi-interna8 e externas
Os pagamentos serao regulados pela se-
guinte tabella :
Externas
Do curso primario 20(5000 por trimestre.
Do secundario 25,5000 por trimestre.
fisjmi-internas
Do curso primario 250000 por mea.
Do secundario 30#OQ0 por mea.
Recife, 29 de Dezemoro do 1886.
ikfar Olindina de Mello.
Collegio Parthen
diieetor deste eollegio declara sos-pais de
teus alumnos e ao pabiioo em feral, que modeao
seu eollegio para a ra do Hospicio n. 3, sf*
pe _
predio offerece bastantes eommodos e eoadisSea
bygienicas ; outrosim, que recebe alan.aos iotes*-
noe, semi-inturnos e externos, e aa aulas cossee-
ra fonecionar a 7 de Janiro de 1887.
O director,
Ovidio Alves Maaaya
Oculista
^c=
Dr. Mattos Barreta, ex-chefe da clni-
ca de olho do J V. Uoara Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
dico aggregado do opital Pedrj
desta cidade.
Consultorio, roa do*Imperador n. 65,
andar, das 12 3 3 horas da tarde.
Residencia, Cin.inoe alovo n. 159.
As opera^oea sao feitas sem dor,
meio da cocana.
Consultas e operacoes, gratis aos
brea
Clnica medico eirurstaa
DO
Dr, Alfredo {aspar
EepeciklidadePartos, molestias de senhoras
criancaa. v
Residencia Ra da Imperutris n. 4, segunde
andar.
Leonor Porto
Kua do Imperador n 4 5
. Primeiro andar
Contina a ezecatar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fine
gosto.
Exteruatn H. \m\t
Ra do Imperador n. 55, 2. andar.
Com o nome cima abrir-se-ha no dia 15 de Ja-
neiro do anno prximo futuro de 1887, am estabele-
cimento de educacao, onde ensinar-se-hao todas
as materias do curso de preparatorios, huyendo
tambem am curso nocturno das mesmas materias,
e um outrocommercial, no qual ensinar se-ba se-
ment francs e inglcz, theorca o praticamente
senda esta das 9 s 10 1/2 da noite.
Ettalutos
Art 1. Oa paes, tutores ou correspondentes,
devero acompanhar o estudaute no dia da matri-
cula, para nao ( matriculal-o, como tambem para
tomar conhecmenta do rgimen disciplinar do es-
tabelecimento.
1 Aquelles que nao tiverem quem os apr-
sente, tambem serio aceitas matricula.
Art. 2." O pagamento da matricula ser feito
mensal e adiantadamente a comecar da occaso
da matricula.
1. Por cada matricula pagar o eatudsnte
5uG0, havendo urna differeu<;a de conformidao)e_
com o numero de mataras que estudar no -
lecimenta.
Art. 3.0 Cada aula constar de 1 1/2 ',
do urna para tomar a licao do dia ant
meia para explicar a do dia segninte.
Art. 4.* Nao baver aulas s qir1
porm todos os alumnos devem comp
tabelecimento n'estes dias hora de i
tivas aulas, para urna sabbatina, segund
os directores darao attestados na poca dos exa-
mes.
No estabelecimento encentrarlo os Srs. pas
correspondentes ou tutores e os Srs. estudantas
estatutos como accrescentamento de tudo mais
que aqu se omitte e que os scientificar'o do que
bouver de mais particular, e bom assim da con-
veniencia do methodo n'este estabelecimento eot-
pregado.
' Os directores,
LuitJ. deF.eO. Sobrinko.
Augusto J. C. Braga.
i
Oculista
Dr. Barreta Sampaio, medico ocu-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Weeker, d consultas de meio da s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia roa Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Cos Me
Medico, parteiro e operador
Residencia ra Barda da Victoria n. 15, V andar
Consultorio ra Duque de Cxiaa a. 59.
D consultas das 11 horas da manna s % ds
* Atiende para es chamados a qualquer hort
telephone u. 449.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de criancas, eom pratiea as principaes materni-
dades e hospitaesde Pars e de Vieana d Austria,
faz todaB as operacoes obsttricas e cirurgicaa
coneernentes as suas especialidades^ __
Consultorio e residencia nsdraa do Barao da
Victoria (antiga ra Nova) n. K,-i- andar.
Consultas das 12 s 3 hora da tarde.
Telephone n. 467.
Dr. Paula Lopes
De volta de sua viageut Europa, re- J
abri seu consultorio ra do Marques dej
Olinda n. 1. I
Especialidades: Molestias de creancas e
) nervosas.
[ Tratamentos pela electncdade (Electro
# therapia '
><
Consultas : De 3 hora s 4 da tarde.
Residencia : Ba da Soledade n.
Telephone* n. 93 e 4
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio roa do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia rna da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
ADVOCACIA
O co selheiro Dr. Manoel i
Nascimento Machado Portella.
contina no exercicio de sua
profissao de advogado podendoj
ser encontrado em seu escripto-
rio a ra de Imperador n. 65,
1 andar, das 12 s 3 da tarde.
i

'ilisla
Dr. FetTfcira da Silva, consultas
das 9 o meio da. Residencia e
consultorio, n. 20 raa Larga do
Rosario.

- 1i
.* ;
-r

L.
Collegio 15 teMaio
(Cormor do Bispon. 3)
A directora (leste collegio tem a-honra
de coaimunicar aos pais de familia e espe-
cialmente aos de suas disoipulas, que no da
7 de Janeiro, comecar a funccn.nar este
estbelecimento, que se deuica ao ensino de
seguinte : portuguez, francez, inglez, msi-
ca e pino, assim como bordados de todas,%
aa quadades, trabalhos de la, evochete
costuras de qualquer especio.
Parantmdo zeloao tratamento, a par 09
esmero na educaSao das alumnas, esp-ra
proteclo dos Srs pais ou tutores par*
quasn apptlla.
cife Dezembro de 1886.
A directora,
Auna Ferreira da Suva Leite.
WSf-e. ."
%
}



4


'. K
Medico especialista
O Dr. Arthur Coste, de volta de saa viagem 4
EanjM, tnde frequentou virios hospitses de Pa-
ria, dedicando-se eom especialldade a o esta io das
slsstisi de pelle e syphili'.ic&s podo ser procu-
rado temporariamente para o ejercicio de sua
ararrastn praea do Conde d'Eu n. 7, 1- andar,
r

i
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
criaaeag, dos orgibs respiratorio
aenhoraa.
Prestase a qualquer chamado para
orid eapital.
AVISO
Todoe os chamadas devem ser dirig*
do* i pharmacia do Dr. Sabino, ra do
I diario da Victoria a. 43, onde se indicar
| ioa regid eucia. i
Consultorio medico-
cirnrgico
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 annot
e eaempalosa obscrvacSo, reabre coasaltorio nes-
ts eidade, & rna do Bom Jess (antiga da Croi
a. 23, I. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De aoite : das 7 s 8
Naa dentis horas da noite ser encontrado no
to 4 travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tfo eaqaerda, alm do porcao do Dr. Cosme.
i
Ucr depurativo vegetal iotiiKo
DO
Mcdi o Qaintella
Este notebiliesimo depurante que vem preced-
alo de tao grande fama infallival na cura de todas
as doencau eyphiliticas, escrofulosas, rheumatica-
de pelle, coma tumores, ulceras, dores rheumau
eaa, osteocopaa e nevralgicas, blennorrhagias agu-
ata e tronicas, cancros gyphiliticoe, inflamma
Sea riaceraes, d'olhos, ouvidoa, garganta, intes
tiooa, etc, em todas as molestias de pelle, simples
oa iiathericoa, assim como na alopecia oa qaeds
raban mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
eaeantraai numerosas exp priendas feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
doa de mdicos e documentos particulares. Fas se
descont para revender.
Deposito em casa de Fara Sobrinhs & C
Ba do Mrquez de 01 inda n. 41.
Ao publico
Oa abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas industriaes e rtulos das
aaaa preparaooes na junte commerciai do Rio de
Janeara de confe rmidade com as prescripcoes das
lea da imperio do Brasil, declarara e participan
aoa iatereasados, que como nicos propietarios,
tent direito exclusivo de nsar as marcas indus-
triaba e rotlos relacionados com manufactura
fabrteaco e venda das srguintes prepararais ;
Agi de Florida de v array e Laman.
Toucj Oriental.
Peftar de Anacahuite.
Putilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Launan & Kemr
Esaalsio de oleo de figado de bacalho com by
pophosphites, de Lanmara & Kemp.
Salsaparnlha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
agnento de aveleira mgica de Bristol,
c qve, portento, perseguir a todos os falsificado-
rea oa imitadores das ditas marcas ndustriaes e
rtulos, procurando que sejam castigados com teda
eeveridade da lei.
Tambem acautelamos e publico contra todos
aqlie que intentem substituir as nossas prepa
racee cima mencionadas com artigos falsificados
roe levan rtulos ou marcas industriaes que imi-
Uaa sal soasas.
Lamnan Em 3 de JaWiro de 1SS
Pola Secretarla do Gymnaxio Pernambuuw, e
de ordem do Svdm. Dr. regedor, se declara aos
paia de familia e a q'iem mais interessar possa
que no da 8 d > crrente mes abrir-se-ha o anno
lectivo i ara os alumnos d'aula primaria, nos ter-
mos do art. 185 do regiment interno de 19 .fi
Abril de 1876, approvado pela lei provi acial n.
1497 de 10 de Juoho do oooMe 1880.
O instituto receba alumnos em tres ca'hegorias
conforme seacham divididos pelo citado regimen-
t ; pensionistas ou 3ternos,*meio pensionistas a
externos.
Os pensionistas [reaidiro no instituto, tendo di-
reito de estiudar as materias p/escriptas no pro-
gramma estabelecido, a ser alimentados sadia e
abundantemente, tratados em suas enfermidades
pelo medico da casa, ter roupa lavada e engom-
mada regularmeute duas veses per semana, ca
bellereiro sempre que ior necessario e banho duas
vezes por semana.
Os meio pensionistas seJapresenterSo no estaba-
lecimento nos das lectivas, s horas em qoe o aula
se abrir, e desde entao at ser eneerrada tarje,
ser^o equiparados aos internos, quants aos estndos,
alimenticio e recreio.
Os externos so tem direito s licoes e explica-
ces do respectivo professor.
A pensil > dos internos 6 '! 400 e dos mi)
pensionistas de "i40, paga por trimestre adan -
tedos na secretaria do mesmo instituto.
Os externos, porm, nada pagarao.
O secretario,
Celso T. Fernanda Quitadla.
Edital n. h
O administrador do Consulado Provincial, em
cumprimento do que dispoe a lei n. 1860, faz pu-
blico a quem interessar possa, que o espaco de
30 (as uteis, contados He 2 de Janeiro do anno
prximo vindturo, dar-se-ba principio nesta re-
partiera a cobranca livre de multa doo impostos
abaixo declarados relativos ao 1* semestre do
ex-rcicio de 1886-1887 :
3 0/0 sobre o gyro de casas commerciaes a re-
talho.
10 0/0 sobre estabelecimentos fra da eidade.
12 0/0 sobre escripforios de advogado e solici-
tadores, cousultnrios meoicos, etc.
20 0/0 sobre estebelecimentos commerclaer.
20JJ000 por escriptorio de descont de letras.
2^1:000f000 por casa de garantir bilhetes.
l:i OOOO por casa de vender bilbetes.
2*500 por tonelada de lvarcnga, canoa, ete.
20*000 por escruvo empregado em servicj me-
anico.
200 rs. por baralho de cartas de jugar.
Consulado Provincial de Pernambuco, 28. de
Dexembro de 1896.
F. A de Carvalho Moura.
Eletc&o da Irmanaade lo X. S. bo
B*aa Parto, ereela as Igreja de 9.
Kebawtlo cna O tala
De ordem da mesa regedora, convido a todos
os innos desta vfneravel irmandade, para no do-
mingo 9 do correte m jz, comparecerem
consistorio, afim de reunidos, proceder-
ci dos novos funccionarioi, segundo a lei
so compromisso.
1
ia nos Trios r
a Ola i
Festa doMoat.e
Como de costume, ser o seguinte o horario
dos trena da cempanhia entre o Recife e Ulinda
no dia 9 do correte. At s 2 1(2 da tarde nao
baver alteraco alguma no hsrario commum ; das
3 1|2 em diante at s 8 1(2, porm, os trena or-
dinarios estacionario no Varadouro voltando dah
expresaos at a Encruzlhada e Recife s horas
inteiras at s horas da noite. Havendo assim
trens entre o Recife e o Varadouro em crusamen-
to oa Eoemsilbada, s 3 1(2, 4, 4 1(2, 5, 5 i(2, 6,
6 1|2, 7, 7 1|2, 8 e 8 1(J; e sendo resfabelecidi o
trafego ordinar o da linha entre o Recife o Carmo
das 9 2(2 em diante.
Escriptorio do gerente, 7 de Janeiro de 1887.
A. Fereira Simoes.
Csmpantta Sania Tberexa. tu
arla da aaaaleelaaento d's
loa para a eidade de Olloda
DIVIDENDO
De ordesn da directora commnnico sos Srs. ac-
cionistas que no dia 10 do correte comecar-seba
a pagar o 15. dividendo, da companhia, razo
de 6 por cento.
O pagamento ser efFectuado na ra do Impe-
rador nt3, segundo andar, todos os dia* u
at 15 do corrrnte, das 10 horas ao meio
d'ahi em ante em qualquer dia til, das 8
horas da manbS.
Escriptoiio do gerente, 4 de Janeiro de 1887.
A. Pereira SimOt.
5T". CompanhiaLocomotora
Pcrnaiiibucana

e EKlfo Oa o M iiito
Dividendo
Por deliberacio da directora e de accordo com
s estatutos em vigor est marcado o dia 10 do
correte para nclle se encelar o pagamento do 24
dividendo da companhia a razSo de 8 0|0. Para
c-icfiin ser encontrado o Sr. thesoureiro no es-
criptorio da companhia das 10 horas ao meio dia.
at o dia 15 i corrento. Desse dia em diant
em todas as tercas-feiras e sabbados que iorem
dias uteis, ou segundas e sextas quando forera
aquellea santificados, as mesmas horas. Por ee.la
meema occasio far so ha o pagamento dos juros
das debentures qu." para tal fim devero ser exhi-
bidos pelos seus portadores.
Escriptorio do gerente, 4 de Janeiro de 1887.
A. Pereira Simos.
DECLARACOES
Cavalcante
onteocioso
para o for-
gnarnicSo
de
EDITAES
Capitana do Porlo
Aviso aos navegantes
Tendo entrado em concert o pharol da barra
at finalizar se os referidos concertos, f se accen-
der setn ter rotecSo, mostrando aireute para
este s luz vermelha.
Capitesia do Porto de Pernambuco, 3 de Ja-
. de 1887.
O capitJo do porto,
Jos Manoel Picango da Costa.
COMERCIO
Isa eommerclal de
buco
Pernse
BttJIFE. 7 DE JANEIRO ^)E 1867.
tres horas da tarde
Cotaciet of^siaet
Cambio sobre S. Paalo, a 60 d/v. com 2 1|4 0/0 de
det cont, em 5 do corren te.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dnbeux.
HKND1MENT0S PCBLIC0S
Mes de Janeiro de 1887
ALPANDEGA
De ordem do Illm. Sr. inspector, conido os
Srs. Manoel Joaquim Alves da Costa, Francisco
Pinta de Magalhes, Manoel Paulo de Albuqu^r-
que. Antonio Soares Raposo, Joio Ignacio Ribei-
ro Roma e a Sn. D. Candida, Julia
Rosa a virem assignar na seccao do
desta thesouraria o termo de contrato
neciaento de vveres aos .corpos da
dfst.i provincia.
Tbesoorari* de Fazenda de Pernambuco, 7
Janeiro de 1887.O secretario,
L. E. Pinheiro da Ca nsra.
Correio geral
Mala a expedirse hoje
Pelo paquete Alianea, para a Babia e Rio de
Janeiro, recebe se impressos e objectos a regis-
trar at 10 horas do da, e cartas or linarias at
11 horas ou 11 1(2 com porte duplo.
Pelo vapor Baha, esta administr&co expede
malas para os portos do norte, recebendo impres-
tos e objeclos a registrar at 2 horas da tarde,
e cartas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2 com porte
duplo.
Administrado dos corrcios de Pernambu o, 8
de Janeiro de 1887. O administrador,
Affonto do Reg Barre*.
Collegio Saota Cruz
Ba do Marques do nerval n. ti
A directora do collegio Santa Cruz faz sciente
aos pais de suas alnmnas e no respeitavel publico
que abrir-se-ha este estabelecimento no dia 10 do
correte mt'z. Recebe meninas internas e exter-
nas, e meninos de 8 e 9 aunes de idade. No mes-
mo collegio ofierece-se urna senhora para entinar
piano em casas de familia, garantiodo em poucj
tempa o adiantamento de suas rlsai pulsa.
Estrada de ferro do Ri-
beiro ao Bonito
Por deliberacSo da directora sSo convidados os
Srs. accionistas a realisarem no London & Brasi-
lian Bank, no prazo de 60 dias, a contar de boje,
a 4 entrada de 10 0/, do vslor nom'nal de suas
aecu, nos termos do nico do artigo 4 dos
estatutos.
Recife, 7 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jos Bearmi 10 Pereira de Mello
ia
Estrada de trro de Ri-
beirt> ao Bonito
Por delibera cao da directora, chama se atten-
900 dos Srs. accionistas que anda nao realisaram
a 2* entrada de suas sccoes constantes das caute-
las ns. 16, 18.19. 28. 32, 47, 48, 59, 64, 66, 68,
69, 70, 75, 77, 79, 86 e 101, para u qne dispoa o
g 2 n. 1 do art. 9 doz estatutos.
Recife, 3 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
Helpomene Olfndense
De ordem do Sr. presidente, |so convidados os
Srs. 88co8 par reunirem-se no dia 9 do correute,
s 10 Loras da manha, em sua tele, afim de pro-
ced^r-se 4 eleicao dos novos funcionarios, isto de
conformidad* com os estatutos. Olinda, 5 d Ja-
neiro de 1887. O secretario, Juvino Vunha.
Abertura das eseolas
publicas
De ordem do Sx. Dr. inspector geral da instruc-
Qo publica, fa^o saber aos senhores profesaores
pblicos de iustruccao primaria, que approximan-
do-se o dia em que, de coofjrmidade com o art.
87 do regiment das eseolas publicas, devem ser
estas reabertas, e succedendo qu, em algumss ser trocada na Uiixa de Amortisico ou
Troco e sil sJJiiivfso de notas
do Thcsouro Vaciou.il
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico
qu as sedulas, que forem apresentadas troco
ou substituidas e que estiverem dilaceradas, de-
vem vir devidamentc concertadas, de modo que
poasam ser immediatamente carimbadas.
Outro sim, para cobhecimento dos interesados
abaixo se transe rev os seguintes artigos do re-
gulamento annexo ao decreto n. 9370 de 14 de Fe-
vereiro de 1885 :
Art 126. Nao ser permittido o troco de notas
n'vas de grande valor por outras de pequea im-
portancia.
Art. 128. As estacoes de arncadaco nao po-
dero recusar o recebimento de notas dilaceradas
ou das que, estando em substituido, Ibes forem
apresentadas at o diaem que terminar o prazo
para o sen recolbimento sem descont, comtan-
to que taes notas sejam verdadeiras, a?bem se
completas, nao se componbam de pedaecs, e nao
tenham carimbo ou marca que ditficulte-lhea o
exame oa as inutlise.
Art. 131. A nota dilacerada em um ou diversos
fragmentos, tendo mais de metade de um s lado,
us be-
ASSEMBLEA GERAL
Pelo presente sao convidados oa Sn. accionis-
tas desta companhia a se reunirem em asaembla
geral ordinaria, no sen escriptorio ra do Vis-
conde de Iteparica n. 7, s 11 horas do dia 8 do
correte, afim de ser lido o relatorio da adminis-
tracao e o parecer da commissb fiscal.
Escriptorio da administracao da Companhia Lo-
comotora Pernsmbucana, em 3 de Janeiro de
1887.
S. de Barro Brrelo,
Secretario.
Capellana
Matriz de Sanio Antonio
A mesa regedora da Veneravel Irmandade do
S8. Sacramento da matriz de Santo Antonio desta
eidade, precisa conractar um sacerdote que se en-
carregue da capellana da mesma Irmandade, que
tem a vagar pela retirada do actual capellao Frei
Lourneo dalmmaculada Conceicao p-.ra u provin-
cia da Parabyba onde vai reger nma fregnezia na
qualidade de vigario, convida-so portante a qualquer
Sr. sacerdote que pretenda a referida capellana, a
entender-se com o irmao juiz Antonio Augusto dos
Santos Porto que se acha autorsado a effectuar o
contracto.
Consistorio, 3 de Janeiro de 1887.
O escrivao,
^^^^ Heorique C. Barret* d'Almeda.
localidades, por se terem retirado peles ferias os I eourarias de fazenda por outra de igual valor, se
profeescies, deixando elles de cotnrenr seus traba-1 fr reconbecda verdadeira.
h>*Koa KSAX-
lv 3*5
trai o. 7
:l

De
> ib
Ss
150:625*860
33:1496y7
20.857788
5:8u5*533
183; 735*557
26:663 321
Fumo 129 volumea ordem, 8 a Soares d'Ama-
ral Irmios.
Malas para viagem 3 volumes a A. M. dos
Santos, 2 a Ferreira Monteiro & C
Mercadorias diversas 60 volumes a Pereira
Carneiro & O, 1 a Mendes Lima & C.
Mindezas 2 caivas ordem.
Mobilia 11 volumes a Vianna Castro & C.
Papel 7 caixas ordem.
Panno d'algodSo 50 fardos a Ooncalves Irmios
&C,
Xarqne 209 fardos a Amorra IrmSos & C.
Carga da Baha
Charutos 1 caixlo a C. R fassos, 1 a Giima-
res Irmos & O, 1 ordem.
Courinhos 12 amarrados ordem.
Mercadorias 1 caixa a R. de Drusina C.
Panno de algod) 11 fardas a Andr Lopes &
C, 5 a Cramer Frey & C, 66 ordem, b Ma
chado & Pereira.
Ihos 110 dia marcado, tem nesta data aquella
auterijade, por circular dirigida aos delegados
litterarios, recommendado a stricta observancia
do citado artigo do regiment, e pelo piesente
editel se dirige igal recommendavao a todos os
profeBsores que reges escolas publicas.
Secretara da Instrucco Publica de Pernambu-
co, 5 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvao.
Se redo e Amor da Ordem
Sao convidados os membros desta sociedade a
reunirem-se em sessc ordinaria, no dia 11 do
correute, s 7 horas da noite, no 3- andar na
do Imperador n. 14, xfim de proceder-se a eleicio
geral para o novo anno O secretario ad boc,
Joa.i Slveira.
Club Concordia
Fortsetzung der am 17 ten Decembcr vertagteo !
Hanptvenamm'uugSumstag den 8 Januar abends !
praccis 8 uhr.
Das directoriua.
Lotera de 4000 coates
A grande lotera de 1000 con tos, em 3 sorteios,
fica transferida para o da 14 de Mio vindouro,
imprelcrivelmeDte, nos termos do despacho do
Exui. Sr. presidente, de hoje.
Tnesouraria das Loteras par o fundo de
eirancipavao e ingenuos da Cok na Isabel, 14 de
Dezfinbrj de 1886.
O thesoureirn,
Francisco Ooncalves Toi res.
Lotera da Colonia Isabel
A 9a serie da 24a parto das loteras em tavor
dos ingennes da Colonia Isabel, acha-se exposta
venda, cuja extraccao ser no dia 10 do corrento.
Thesouraria das loteras para o fundo da'emao-
cipacao e ingenuos da Colonia Label, 3 de Ja-
neiro de 1887.
O tbesoureiro,
Francisco Goncalvex Torres
A que tiver a metade ou menos da metade, e a
^U'1, tendo mais de metade, r compoatados dous
lados extremos, n poder ser trocada, ainda qnp
reconhecda genuina, se o portador justificar, a
satisfacSo da junta administrativa da Caixa, qoe,
por forca maior, foi consumida ou extraviada a
porcao que falta.
Art. 132. Os fragmentos de notas que se nao
poderem trocar, serio restituidas ao portador, de-
pois de marcadas com o eignal3<-m valor.
TVeeouraria de Pazendh de Pernambuco,' 31
de Dezembro de 1886.
O secretario,
Luiz Emygdio P. da Cmara.
J.4SJ;!'
-
acauaoarA De 3 a 5
210:398/878
6:777i239
975/085
POVIMCIAt.
de 1
Z
3a 5
nuTiMS ^e 3 a 5
We 7:752324
25:256*167
1L54568
3: 797/735
422/055
17a/94l
C01/S96

DESPACHOS DE IMPORTAQAO
O vapor nacional Baha, entrado dos portos do
ni no dia 7 de Janeiro, e consignado ao Vizconde
e I'aqni do Norte, maniteston :
Carga do Rio de Janeiro
Anasaea 2 e Castro Babello.
Capeos 1 caixo a J. J Samarcos, 1 a B. da
rvalho, 2 a Adolphn & Ferro, 2 a Mais
| de C, 1 a Rapbael Dias C.
Cate 103 saceos a Amorim IrmSos & O, 100 a
liveira & C, 60 a Pereira Carneiro 4 C
^Bolate 2 caixas a Pereira Ferreira & C.
Vapor francs Sully, entrado de Lisboa no dia
7 do correte e consignado a Augusto Libille,
maniteston :
Alfazema 1 fardo a Rouqun'yrol Freres, 3 a
Costa Lima & C.
Agua inglesa 1 caixa a Ronqusyrol Freres.
Azeite de oliveira 127 caixas a Domingos Cruz
& O, 15 ditas e 10 bams a Souza Basto Amo-
rim & C
Baga 1 barrica a J. A. do Valle.
Bagaco 20 caixas a Pinto & C.
Batatas 150 lj2 caixas a Ferreira Rodrigue; &
Companhia
Castenbas 1 caixa a Beato S. da Silva.
Ceblas 30 caixas a Ferreira Rodrigues & C,
16 a Joio F. da Coste.
Cominhos 7 saceos a Silva Guimares & C.
Cevada 8 barricas a Victorino Silva.
Cal 50 barricas a Guimares & Valente.
Dece 1 caixa a Caeteno da Silva Presado.
Eructas eeccas 2 caixas a Antonio A. da Silva
Res, 1 a A. F. Santos.
F. rragrns 1 caixa a W. Hall Hay & C.
Farello 5 saceos a Affonso Taborda, 150 a Bai-
lar, Oliveira & C, 290 a Paiva VaJente & C, 200
a Domingos F. dn Silva Si C.
Impressos 1 caixa a Andr Santos, 2 a G. La-
port & C.
Linba 1 csixab a Maia & Silva.
Pedras 73 a Hypolito Velloso Pederneiras, ditas
para moinho 60 a Albino Silva & C.
Pregos 14 barricas a W. Halliday ft C,
Rosarios 1 caiva aos mesruos.
Sardinba* 50 1|2 barricas a Joaquim da Silva
Carneiro. '
Touciuho 40 barra a Silva Guimares & C, 33
a Cnnlia Irmos & C.
Vinho 10 pipas a Paiva Valente & C, 1|2 dita
a G. Lsport ot C, 4 barra a Pereira Carneiro &
C, 4 ditos a Manoel Pireira Cruz, 15 a Nunes
Fsnseca & C, 26 a Joaquim da Silva Carneiro,
4 a Pinto C.,6 J. P. Botelho, 1 a Antonio
SBBra Santos, 10 a Mendes Lima & C, 11 a
Czetano da Silva Presado, 1 caixa a Antonio A.
da Sil?*. Reis, 8 a N'etto Campos Se C
DESPACHOS DE EXPOH1ACA0
Em 5 de Janeiro de 1887
Para o exterior
No vapor ingles Jetmond, carregaram :
Para Liverpool, F. Casco Filbo 317 saceos
com 23,775 kilos de assucar masca vado ; Coste 6t
Medeiros 350 saceos com 26,250 kilos do assucar
mascavado.
No vapor inglez Bonaviita, carregaram :
Para New-York, H. Forster & C. 5,000 saceos
eom 375,000 kilos de as9ucar masca vado.
No lugar ingles Flora, carregaram :
Para New York, J. 8. Loyo 4 Filbo 600 saceos
com 45.500 kilos de assucar mascavado.
Na barca portuguesa Camoes, carregaram :
Puta o Porto, M. Lima 4 C. 206 saccas com
U,i kilos de algvdau ; J. S. L yo A Filbo 500
saceos com 37,500 kilos de assucar branco e 1,509
ditos com 112,500 ditos de dito mascavado.
Para Lisboa, J. M. T. de Csstro 1 saco com
75 kilos de l barriguda.
Para o Interior
No patacho norueguense FrUhyof, carre-
gou :
Para Uruguayana, S. G. Brito 958 barricas com
96,500 kilos de assucar branco.
Na barca nacional Maa Angelina, carrega-
r m :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. Loyo 4 Filbo
600 barricas com 62,174 kilos de assucar branco.
No vapor americano Alianea, carregaram :
Para Santos, H. Burle 4 C. 40') saccas com
30,206 kiloa de algodao, 1,000 saceos com 10,000
kilos de acucar branco e 1,000 ditos com 60,000
ditos de dito mascavado ; Maia 4 Rezendo 1,150 1
saceos eom 69,000 kilos de assucar branco e 2,800 ;
ditos com 171,COll ditos de dito mascavado.
No vapor iuglez Euclides, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, J. M- Das 400 saceos
com 24,000 kilos de assucar brano ; H Borle 4
C. 360 saccas com 26,76M kilos dealgodo.
No vapor nacional JaoiMirioe, carregou :
Para o Cear, A. J. Gomes 100 pares de ta-
mancoe.
No hiate nacional Bom Jess, carregou :
Para, o Natal, J. Bsptiete ICO saceos com fari-
nha de mandioca.
No hiate nocional iris, carregaram :
Para Maco, Oliveira 4 C. 3 barricas coro 290
kilos de assucar branco.
II
fHJS 3E23 =-=3 "-- njfmait^.
Companhia dos tfilhos urbanos
do Recife a Mndae Bebe ibe
nanttoM de Olinda
Era vista de recia maco de varioj freqaentado-
res dos b&nhou salgados das pruna de Olinda, in-
possibilitadoa -le ircm acta I mente morar naqu;lla
cidnde, resolveo a directora desta companhia
ciear urna assignatura mensal, especialmente para
os banhibtes, dando direito a urna viagem redonda
por dia medante o pagamento de 10/. Assigna-
tura que comecar a vigorar do dia 1" de Janeiro
de 1887 at segundo aviso ; sendo que, para
maior VLntagem sera expedido desse dia em dimi-
te um t.em extraordinario, sabido da ra da Au-
rora s 5 horas da madrugada, parando apenas
as estacoes em que existiiem assiguante<, e vol-
tando na mesma conformidade s 7 horas, de
Ulinda. Os seohores banhistas tero tambem o
direito de ir pelo tr cife, assim como de voltar pelo trem ordinario das
6 1|2, de Olinda ; sendo que nos trens extraordi-
narios serio tambem adunttidas as paasagens
avulsas da 1" classe la nossa tabella.
Escriptorio da companhia, 24 de Dezembro de
1886 =0 gerente,
A. Pereira Simoes.
986 toneladas, commandante Viel, equipagem
31, carga varios gneros ; a Augusto Labilla
*C.
Santn26 dias, barca norueguense Ogir, de 547
toneladas, capito Otto Kr.-.ky, equipagem 11,
em lastro; a H. Lundgren 6 C.
ObsertxtgSo
Nao h;uve Bullidas.
Entrados no dia 7
Ntw-York e escala22 dias, vapor americano
AUianea, de 2,205 toneladas, commandante Ja-
mes R. Been, equipagem 66, carga varios g-
neros ; a Hcnry Forster & C.
Rio de Janeiro e escala8 dias, vapor nacional
Baha, de 1,9991meladas, commandante Silve-
rio Antonio da Silva, equipagem 60, carga va-
rios gneros; ao Viseme de Itaqu do Nor-
te.
Aracaj e escala6 dias, vapor nacional Mandau
hu, de 222 toneladas, commandante Alfredo
Monteiro, equipagem 26, carga varios gneros ;
Companhia Pernambocana.
Rio de Janeiro18 das, lugar americono Pres-
cillt, de 611 toneladas, capitao E Browner,
equipagem 10, em laotro; a Burle 4 C.
Terra-Nova40 dias, barca inglesa Elen Isabel,
de 240 toneladas, capitao John F. Olsson, equi-
pagem 12, carga bacalho; a Jonhston Pater
& C.
Para e escala10 dias, vapor inglez fonavta,
de 837 toneladas, commandante D. Anderson,
epuipsgem 31, em lastro; a Henry Forster
fcC.
Rio de Janeiro18 di*s, barca norueguense Alfa-
Ln, de 445 toneladas, capitao N. A. Nielsen,
equipagem 10, em lastro ; a Henrique Burle
4C.
Baltimore49 das, lugar americano Lovne Hher-
man, de 386 toneladas, capitSo W. F. Collison,
equ:psgem 8, carga farinha de trigo ; a Henry
Frter 4 C.
Navios sahidos no mesmo dia
BahiaCorveta de guerra austraca Saida, com-
mandante capitao de mar e guerra Hermanno
II -inze, carga municoes de guerra.
ParabybaLugar norueguense Fri, capizao C. B.
Torressen, em lastro.
Santos e encalaVapor francs Sully, comman
danto Viel, carga varios gneros.
Rio Grande do NorteHyate nacional Bom Jess
mostr Ciementino Jos de Macedo, carga va-
rio gneros.
VAPORES ESPERADOS
10
O vigario provincial, Fr. Alberto, desejando
collocar bancos de madeira com pea de trro no
corpo da respectiva igreja, nu'iero de ciucoenta,
rscebe propostas at o da 8 do corrente mez, em
sua celia. Carmo do Recife, 3 de Janeiro de
1887.
EMPREZA DU GiZ
'Pede-se aos Senho
res cosuramidopes que
queiram fazer qualquer
comunicaeo ou recla-
maco, seja esta feita no
escriptorio desta empre-
sa ra do mperador n
29, oi.de tambem se re-
ceber? qualquer cont
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermilio Francisco Ro-
drigues Freir -e Manoel
Antonio da Silva Ol
veira, e quando or pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ta Carvalho.
Durante a auzencia
do abaixo assignado na
Europa todos o i recibos
dessa einpreza deve-
ro ser passados cm til-
los carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor algum.
George Windsor,
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambucana
.Ruado Comrnercio n. 8
CijiJiiit p Sen fll
tLoadou and Hraslllan Ba
% Limitis
Sua do Comrnercio n. 32
racca por todos os vapores sobre as ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dot Capellistas n 75 No
Porto, ra dos Inglezeu.
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em 18&&
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de I8H4
ttarimos..... -J,H0:000S0O
Terrestres,.- 316:0008000
#*Ra do Commereio _
COHPAWHIA flBClUBO
NORTHERN
de Lftnrtrc* e berdecu
Poslc*flaanceira (neiembro l*S>
Capital oubsciiptp 3.000.000
Fundos accumuladoB 3.134,34
Kcoi-iln ftnnual:
D premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
*
HU CO!
O AGEKTE,
John. H- Boxwe
IMEROOCIO W. *6 I* \IHI
TIIEATKO
DE
VARIEDADES
Companhia
Ljrica de operetas, italiana
Dirigida pelo distincto actor cmico
GBZaBB RUI
HOJE
Salivad. 8 de Janeiro
Primeira represen tacan nesta poca da brilh-ni-
te opereta cmica em 3 actos
A FILHA
DE
m


T^ma parte toda a companhia.
Precos e horas do costume.
Trem para Apipocos e bonds para Magdalena,
Fernaudes Vicira e Atogados.
li
ROYALMILSTEAI PACKET
COPASV
0 paquete Trent
E' esperado daEuropa no dia
9 do corrente, seguind*
depois da demora necessa
ra para
Maceta, Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, trefes, etc., trac (a- se uujoi
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
OfiBuU PEBKAUl'CANA
DE
ftavegaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Ara caj' e Babia
0 vapor Jacnhype
Commandante Esteves
Segu no dia 8 ae
Janeiro, s 5 hora*
da tarde.
Recebe carga at o
Eiicommeudas, passagens e dinbeiros frete at
3 horas da Urde do dia 8.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Parrvanbxtcana
n. 12

!L

.!
s
Pacific Sieam .Aavigation Compan
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
O vapor Araacania
AGEXTE
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS-N
atesaros mariiaiss irrrrslrrs
Nestes ultimo a nica eoapanbia aeata pra^a
qne concede sos Srs. segaradrs iseaipcao de paga
ment de premio em eada stimo anno, o jae
equivale ao descont de cerca,d 15 per canto em
avor dos segurados.______________________
CONTRA FOGO
he Liverpool & London k Olob
(IVSUBRANCE COMPAM
SBunaars Brotlers & G.
COMPAMA DESBS10S
COSTRA FOGO
iNorlb British & Hercantile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterllnaa
A GEN ES
Adomson Howic & C.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 6'
Rio de Janeiro24 dias, barca inglesa InJitrtan-
ce. de 406 toneladas, equipagem 10, em lastro ;
a Boxwel t C.
Trieste e escala26 dias, vapor inglez Pne Eran-
ch, de 1,104 toneladas, commiudant H. D. W.
Schell, equipagem 23, carga farinha: a Johns-
ton Patcr & C.
Havre e escala24 dias, vapor francs SaUg, de
Trent
Pernambuco
Para
Ville de Santo
Aeoncagua
Niger
Cear
Lo Plata
Pernambuco
Espirito ianto
Trent
da Europa a 10
do norte a 13
do sul a 17
do Havre a 18
da Europa a 21
do sol a 21
do norte a 23
da Europa de Hamburgo a 24
a 35
do norte a 27
do sul a 29
(JOMPANHIA
Jmperiai
si:irRos contra foco
EST: 1803
Edificio e mercadoria
Taxat baixas
Prompto pagartusHta de prejuitoB
CAPITAL
fia. 16,000:000*000
Agente
BROWS 4 C.
N. 5Ra do CommereioN. 5
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 16 de Ja-
neiro, e seguir de-
pois da demora do coe
'turne para a
Baha, Rio de Janeiro e Valpa-
Iraizo
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-aecom os
AGENTES
Wilson Sons *fc C, Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO -N. 44
topiTai PKBiiirBic xa
de
VavegaeSo roseira por Vapor
Fernando de Xoronha
O vapor Giqui
Commandante Lobo
Segu no dia 11 de
Jancfro, pelas 12 ho-
-ras da manha.
Recebe carga at o
dialO.
Passagt, js at as 11 horas da manha do dia da
partida
ESCPJPTORIO
cae* da Companhia Pe rea moa
_________cana n. 1_____
toaiMMHA PEBXAHBUCANA
DE
*aTcgaeo Coste!ra oor Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Commandante Mafra
Segu no dia 13 de
Janeiro, s 5 hor*s
da tarde. Receba
carga at o dia 12.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cauda Companhia Pemambuwna
n. 12
A
.:!'/
r
{


3
Para Pelotas
fu* com toda a brcfidad pira o porto cima
sebo noruegoense Byfogtd Chrtie, por ter
or parte da eargu ug>ijiia p para o reato
m W. W lobilhard.
Agente Pestaa
Leilo
DE
LElLUES

Hoje 8. a 11 ht ijMi i ponto, deve ter lugar o
Ictlio de 224 caixas eam bacalho, desiarregada*
Quarta-teira, 12, fiecta agente Pinto o lei-
13o de bon moven, 6noa crystaes, electrj-platea,
objectos de msjolica, vidros do corea e papel para
firro de sala, na caaa da ra de Riachuelo n. 7.
No
Leilo
l
De 224 caixaa com baoalho reccntemente
desearregadas de bordo do vapor ioglez
Ctarentt.
Em um ou mais lotee voutade dos com-
pradores
Sabbado, n de Janeiro
A's 11 Loras
No armazitm do Annes, em frente da
Alfandcga
Brown & C, tara leilo por intervencao do
ageute Pitd, de 224 caixas marca diamante H
dentro, coro bacalbao, desearregado de bordo do
vapor inglez Cearense e existentes no armasem do
Sr. Aones frente da Alfandega.
I ni coHinaacao)
2 barricas com presuntos ingleses.
ditas com girrnfis c 10 eaixas com latas de milbo em conserva.
15 ditas com com garrafas de cognac.
Leilo
De orna arroscas, balco, miudzas. mobilia?,
movis avalaos, chapis, jarros, 3 espelhos gran
des, relogio de parede, 12 cadeiras de junco, 1
candelabro com 3 luzes, lanternas, quadros, lou-
-^a, vidros, vinho em barris o garrafas e muitos
tutrcs artigos, no armazem
Ra de Pedro Affonso n. 43
Agente Britto
Sabbado 8 do corrente
A's 40 1[2 horas
Tercafeira IVao corrente
A'S 11 H0KA6
p.rinazem e agencia do leilSes da ra
do Vigario n. {2
O agente Pestaa, competentemente autorisado,
vender a quem mais der o sobrado da 2 andares
e grande sota, sito a roa de Domingos Jos Mar-
tina n. 33, rendendo m:nsalmente 75J000.
Da a partes no sobrada sito roa do Vigario n.
12 as quaes rendem 4034000 por auno, do qual
inquilino o Sr. agente Pestaa.
Urna casa terrea sita ao larga da S. Pedro n. 4,
rendendo 3JO000.
Um importante sitio com excellento cssa, para
grande familia, em Bebenbe, na roa 'Agiasinha
n. 7, terreno proprio, acha-so alagada por 300*.
Os predios sordo vendidos pelos makres precas
do leilo por ter de se retirar para tora seu pro-
pietario, por gravea incommodos de saude.
Grande e variado
PRECI8A-8E de um cosinbetra, na rna da
Imperatriz n. 34, Standar, d e preferencia a
urna tnulher honesta e que durma em caaa.
AMA Precisase de urna, para na de
familia ; na roa do Cabuga n. 2-C
Pre
mero
^
Criado
de um criado ; na ra do Sebo nu-
Leilo
S
4 ^
De 1 mesa grande com tampo de podra, 2 pianos,
1 mesa redonda grande, inobilia de amarello
com rampa de pedra, 1 balco com grado de for-
ro, guarda loucas, guarda-vestidos, espelhos,
camas fiancezas. marqnezoes, quadros, miude
zas e oulros muitos objectos.
(Sabbado, do corrate
A's U horas
37o armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Gusmo



*


i,
Agente Pestaa
Leilo
Da arrnac3o, gneros e mais uteneilios cons-
tantes na taverna sita ra de Motoco-
lotnb n. 24, Afogarlos.
Segunda felra lo do oriente
A's 11 horas em ponto
Agente Pestaa
Leilo
JDe um expeliente boi com urna carroja,
pertencente ao espolio do subdito portu-
guez Ignacio Joaquim da Rocha.
Ter ca-feir 11 do corrente
*' Ilhors
,. Na ra do Vigario n 12
O agente Pestaa, autorisado pela Exm. Sr.
Dr. jai de orphos e ausentes, a reqnenmento
do Illm. Sr. Vicente Nones Tavares, encarregado
do Consulado de Portugal, vender* na dia e hera
cima mencionado,, 1 boi com urna caxroca perten-
cente ao espolio do subdito po'tuguea, Ignacio
Joaquim da Rocha.
4 e ultimo leilo
DEFINITIVO
Da importante pharmacia e drogara da ra
do BarSo da Victoria n 25, pertencen-
le massa fallida de J. C. Levy & C.
Terca-feira 11 do corrente
A's lt horas
Scrvindo de base a offerta de 30:000^000
O agente Gusmo, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juia de direito especial do eommer-
io e a requerimento do Dr. curador fiscal da
cnassa fallida cima mencionada, levar 4'a ul-
timo leilo definitivo, e com assistencia do mesroa
juiz, aarmacao, mercadorias e utensilios existen-
tes na phsrmacia e dregaria sita rna do Bailo
da Victoria n. 25, podendo os pretendentes exa-
minar o mandado em poder do mesmo agente.
De bons movis, finos crystaes, porcelanas,
jarros, figuras, ricos espelhos dourndos,
objectes do electro-plate e crystoffle
A saber:
Sala de visita
Um piano forte e quasi novo de H. Hertr, 1 ca
deira para o mesmo, 1 mobi:ia de Jacaranda mas-
sisso, a Luiz XV, com 1 sof, 2 consolos, 4 endu-
ras com bracos e 16 ditas de goarnicio, 2 espe-
lhos grandes para cima de consol, s, 1 dito oval
grande o dourado, 4 jarros para ft.'res, figuras
de biscuits, 2 grupos colloridas, 2 c.chepeans, 1
tsp-te graude forro da sala, lancas, cortinados e
borlas.
Gabinete
Urna secretaria, 1 cadeira com rosea, 1 porta-
chapeos, 2 etag'jrs, 2 cadeiras de balanco, 2espre-
guicadeirar, 6 dirs douradas, 1 mesa para jago,
2 escarradeiras, 6 capachos de coco, 1 porta-ear-
tol-s, 1 telcoscopio com vistas e eateira forro da
sala.
Quarto da toilette
Um guarda-vestidos de Jacaranda, 1 guarda-
vestid, s imitaco, 1 tapete, 1 lavatorir, mesa
com abas, 2 etagers, 2 quadros, 1 mesa de Jaca-
randa e 1 commoda.
Sala de jantar
Urna mesa elstica grande, 1 guarda-louca en-
vidracado, 1 aparador com tampo de pedra, 2 di-
tos de etargers, 5 quadros grandes, 1 relogio de
parede, 12 cadeiras de junei-, 2 ditas 8ltas para
meniuos irem mesa. 1 dita com carrinho.
' Sais
Um relogio, 1 sof de vime, 1 mesa redonda
com pedra. 1 filtro. 1 espreguicadeira, 2 Carteirss
pequeas para meninos e 6 cadeiras de guarni-
^o.
Um fogo de ferro e gaiola de ferro para gar-
rafas.
Louca, vidros e crystaes
Apparelhos p*ra cha e jantar, copos, calicea,
I garrafas, compateiras e porta-queijos.
^ Electro-plate e crysb'ffie
Apparelhos para cha com 0 pecas, urnas para
agua queme, galheteiros, lindas fructeiras, pali-
teiros, colheres, talheres, sslvas, bandejas, porta-
conseijas, porta-gelo, tudo de apurado gosto e
acham-se ccmpletamente novos.
Andar superior
Urna cama franceza, 1 toilette, 1 lavatorio, 1
mesa de cama, tudo de Jacaranda, 1 guarda ves-
tidos, 1 roarquero, 2 camas de ferro pira meni-
no, 1 cabide torneado, 2 etagers, 2 cadeiras, 1
guarnico, 1 berco de balaustres, 1 cadeira priva-
da e muitos outros movis.
QUARTA-FEIKA 12 DO CORRENTE
IVa casa* da ra de Riachuelo n. 7
O commendador Joaquim Lopes Machado, ten-
do modado de residencia, faz leilo, por interven-
cao do agente Pinto, de todos os movis e mais
objectos da casa em que residi, ra de Kia-
chuelo n. 7.
Os referidos movis tornara-se recommeudsdos
por s irem novos e de bom gosto.
A entrega f ffectuar-se-ba em 24 horas.
O leilo principiar is 10 i/2 horas, por scrm
muitos os lotes. <
En coatnuaeio
urna vacca toorina com cria e 1 cabriolet ameri-
cano, caberto. ,
Em contlnuacSo
De duas camas de ferro inglezas com eoleboes
de mola, 2 commodas, cadeiras de balanco, 1 es-
tante, 1 cbifanier, tapetes, quadros a oleo e 1 se-
lin inglez completa
Papel para forro de sala e quartos, objectos di
versos, crystaes e vidros de cores.
liiaria feir. 1 do carrate
Agente Piolo
Por occasiSo do leilo dos movis e mais objec
toa da casa em que residi o Sr. commendador
Joaquim Lopes Machado.
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, caja preparaco puramente ve
etal, teem sido por mais de 20 anuos aproreitadat
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeccoes da pelle e do figado, sypbilis, bou
ooes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
onorrbas.
Modo de ual-as>
Como purgativas: tome-ae de 3 a 6 por dia, be-
eendo-se aps cada dse um pouco d'agua aaoca-
da, cb ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar
Estas pilulas, de invenco dos pharmaueuticot
Almeida Andrade & Filhos, teem verididum dot
ara. mdicos para sua melbor garanta, tornando-
te maiB recommendaveis, por serem um segure
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
osudas em viaeem.
ACHAM-SE A' VENDA
> drosarin de larin Mobrlnlio dr
Al -BOA DO MABQEZ DE OLINDA 41
da Vict
mi*i *ninar
H
gontc Pestaa
e ultimo leilo
Dos importantes sitios e casaa terreas, ter-
renos, pertencentes ao espolio do subdito
portuguez Antonio da Silva Pontes Gai-
m a raes.
Jercafeira 11 do corrente
A o meio dia ero ponto
Jio armazem da ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, autorisado pelo Exm. Sr.
r jaiz de orphos e auseutos, e a requerimento
do Illm- Sr. Viienie Nones Tavares, encarrega-
d# do Consulado de Portugal vender em leilo
com assistencia dos meemos senhores :
Um grande sitio com excellentes terrenos para
manter urna boa engenhoca, j pela grande ex-
tenslo e fertilidade dos mesinos ; no lugar deno-
minado Salgadinha n. 12, com 7u6 metros sob
rm eneontrar a margem direita do rio Bebe-
ribe' e pelo leste com e sitio olho d'agua, por
urna reeta que partindo da porteira val encontrar
os triihos urbanos do Recife a Olinda, com excel
e grande sobrado de vivenda, lagar magnifico
ra creaco de gado, terrenos foreiros a Santa
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o 2- andar da casa n. 8 ra da
Imperatriz, excellente morada ; trata-se na ra
do Imperador n. 61, 1" andar.
Aluga-se casas a 8*000 no boceo dos Coe-
Ihos, junto de S. QoncaUo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.________________________
AMA Precisa-se de urna, de boa conduc-
ta, para todo o ser vico de casa da pequea fami-
lia e que nao durma fra ; na ra da Matriz da
Boa-Vista n. 3.__________^__________________
Precisa-so de urna ama para caaa de pouca
familia ; na ra dos Martyrios n. 15S._______
Precisa-se de perfeitas coatnreiras, paga-se
bom ordenado ; na ra do Imperador n. 50, pri
meiro andar.
<
4
te -
para creacitn de gad ,
Casa de Mirencordia, achando-scalugados e dan-
do bom rendimento.
Um terreno com 232 palmos de frente, foretro a
Santa Caaa d Misericordia do Rocife, na estrada
de Belm, dividindo ao norte com trras de Mana
Felippa, e ao sul com a prirxeira ra projectada.
Vui dito com 116 palmos de frente, e tambem
J00 de fundo, frente para a estrada do ferro, tam-
bem na entrada de Belm annexo ao terreno aci
tam, e foreiro a Santa Casa de Misericordia.
Urna boa e grande casa terrea roa de S. Pe-
dro Mrrtyr em Olinda n, 10, com 3 janellas e 2
portas de frente, 2 satas, 1 gabinete, 5 quartos
cosinha fra, quintal murado, achando-se aln-
ada ; em perfeito estado de conservacao.
Um excellente sitio, na estra de Belm n, 7, ter-
reno propoio, com 300 palmos do trente, murado
cou> porta o de ferro, 560 de fundo, diversas ar-
vores truetnera, excellente casa de vivenda para
rande tamili-, quarto para criado, cacimba com
boa agua, achando-se alogado pelo quantia de
400*. servindo de base a qfferta do Sr. Ventura
Pereira Pena.
Em eontiniiaf ao
a excellente aitio -ia Baixn Verde (Capunga)
terreno proptir, com grandes commodos para
rendendo meosal 33*333.
casas terreas ns. 1, 1 C 3, na Baixa
mexas ao mesmo sitio rendendo cada
nsal.
formaci} a tratar com oaf^n-
^^^^^Kem MU eicriptono.
AMAS Precisa-se da duas *mas, urna
jara cosinhar e outra para eervicos domsticos :
a tratar na roa do forres n. 36, 3- andar._______
= Aluga-se o 2 andar da casa do Pateo do
Corpo Santo n. 17, sendo mnito freso e com bas-
tantes commodos para familia, acba-se todo con
certado, cado e pintado ; a tractar no 3o andar
da mesma. ^^_^_ '._____________
= Eu abaTxo assi'rnado declaro que nesta data
t*nho contractado para vender. I ao Sr. Mauoel da
Cmara Jnior, o meu estabelecimento de mollia-
dos, sito ra da ResUnra^o n. 57, livre e des-
embarazado de quaiquer onoe ; e d.-sde j aviso
toda e quslquer pessoa que se julgar credora a
apreaentar suas contas no prazo de tres dias, a
contar da data leste.
Ricife, 4 de Janeiro de 1887.
Manoel Barbosa Ribeiro.
= Precisa-ee de um caixeiro com pratica
molbados ; na ra de Pedro Affonso n 2.
de
Alngae o l- andar do sobrado a. 28 ra
da Penha, com agua e gaz, e muito perto do mer-
cado, o qual aeha-ae limpo por ter sido caiado e
pintado ltimamente ; a tratar na ra do Impe-
rador n. 31, armazem do g*z^_______^^^^^^^
__ Urna familia que tem de retirar se da pro-
vincia, vende por barato preco urna mobitia de
amarello, con rendo 12 cadeiras de guarnico, 4
de braco, 2 de balanza, 2 consolos com tampos de
pedra el sof, tudo em muito bom asi, assi
como outros trastea indispensaveis para casa de
familia ; na ra do Principe n. 16._________
Precisa-se d- urna ama
Nova n 51, pbarmaeia.______
cusiubeira; na rus
Urna senhora habilitada propoe-se a leccio-
nar primeiras lettras, grammatiea, aritbmetic,
etc., em algum engenho : na ra Imperial junto
ao n. 146. ______a___________________
Alagase o 2- e 3- andar (juntos ou sep*
rados) da casa da ra larga do Rosario n. 37,
esquina defronte da igreja ; a tratar no pavimen-
to terreo, loja de cabclleireiro.
Alega-se a casa da ra do Csj n. 26 :
tratar na ra do Sebo n. 36.__________________
-~ Qu>-m precisar de urna profeasora para en-
sinar particular primeirss lettraa, portuguez, doti-
trina, bordados, florea de couro, madeira, papel e
panno, francs e italiano, dirija-se ao Caccinho
Novo n .128; deixir bilbete com ]morada.
Os proprietarios es-
to preparados para
supprirem coks (car-
vo) por pre^o mode-
rado, entregando-se o
mesmo as casas das
pessoas, que compra
rem de 10 saceos para
cima,e tambem se ven-
de e ai saceos avulsos
na Fabrica do Gaz ou
na ra do Imperador
n.29.
O carvo coke sem
duvida nenhuma um
perfeito desinfectan-
te ; na sua combusto
nao faz fumaca que in-
commode, e nenhuma
outra substancia soli-
da combustivel pode
ser comparada com o
mesmo em economa
efficienciae limpeza.
E tambem especial
para quaiquer fogo,
forno, ou cal deira a
vapor que tenha cha-
min.
Vende-se do mes-
mo modo alcatro
(Tar) em latas, bar-
ris, etc., etc., que de
g" r a n d e valor, espe-
cialmente nos climas
quentes, como este
para perservao do
ferro, da pedra, tijo-
los, ladrilhos, asphal-
tos cu para effeitos an-
an te-spticos.
Outro &im, ha a ren-
da, por preqo muito
diminuto agua de
amonio, que o me-
Ihor preparado para
destribuic,o das sa-
\as, formigas, tem a
mesma benfica e di-
recta influencia sobre
a vegeta^o supprin-
do o mais salutar ele-
mento fertilisunte.
Quaiquer informa-
cao de presos e par-
ticularidades se obte-
ro na Fabrica do
Gaz, no escriptorio
ra do Imperador n.
29 e pelos nmeros
telephonicos 39 e 40.
QuminadePelletier
cs trez Armas
\o de Quinina Pelletier
por todos os mdicos, por
ramente puro, contra as
[lecas, as Nevralgias, os
3B de f ebre.contraasfebres
ktenles e paludosas, a
rheumatismo.e os suores
nocturnos. Cada capsula, da gros-
sura de urna ervilha, contm 10 centi-
grainmas de sulfato, e nella l-se
PELLETIER. Estas capsulas tem.
accao mais prompta e mais
segura do que as pilulas e* _
confeitos, e engole>n-se mais fcil-
mente do que as hostias.
Deposito em PARIS,8,Rue'vivienne
e na prinoipiet Pharmacia e Droiarias
Porteiro
AU BON MARCH
S-'-Rua Duque de Caxias81
PARA ACABAR
Ter ama pequea Testa o freguez que atingir o gasto de S$
Precisa se de um horneen para porteiro; na ra
do Sebo n. 26.______________________________
V s s ist en te e xaminada
Firmina Mereociana Caroeiro mudou sua re-
aidencia para o beco da matriz de Santo Anto-
nio d 9. v
1F32, Bordeaax: Modaiha 0a Bromo;
L!ois jrra/A tfe Prai; Boche-
fort: Mencio U Kedtlbt d* Pnt,
rjfltfe meseta.-..) 683, Amsterdam:
Heclalh da Prati Oouraaa. 1885,
ExpoNco de Traba!ho: Admiuio
LIN
Alimentara" Rica
kC pinciplc-3 uout*s; pLssrhiUdM.
A FffRIiVHA VIXSUOS o mclhor auxiliar
da ama de loite na aHmentccao das crianclunas.
Experimentada com o ir.c.hor xito as Creches,
Hosplla<3 e AsylQs, sutierana liara as Crtancas,
pessoas idosas. Hcas c W que sofTrcm de
Oaairitls. Oastilirias. Molestias d Intes-
tinos, PriEo ao Vontre rebeldes, c todas
aa AflcccOcs qve no pennlUem ao estomago
supportir a amcnlacao necessaria para a pro-
ducto da lor<;a o da 'sade.
ETIG1. A Ki-.CV KEf-iSrRADA : k TIRGEM
JPliartnaciaM Kl,l\,cn ftofiraiis: (fr'.ips)
le Farncmbuc* rraa" 2. di. Silva A. C*.
cnrain
Sem dieta esem iuodifi-
caynes de costiinics
Laboratorio central, ra do Viconde d
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
maceutico Eugenio Marques
de Ilollanda
Approvodos pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria d>
Paria.
Elixir de imbiribina
Keatabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejecces difficies.
Vinbo de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chlero-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, rt-constitue os bydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommtndado na bronebite, na bemop-
tyse e as tossea agudas ou chrenieas.
Oleo de testudus ferrugiaoso e cascas de
laranjas amargas
F/ O primeiro reparador da fraquera do orga
nismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com
.i,:.pf re ria, quisa e jaberaady
Cora radicalmente as febres intermitientes, re
mittentes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer-
ruginoso, preparados em vinbo de caj
Efficazes as inflammacoes do figado e bar;:
gudas ou ebronicas.
Vinbo tnico de capilaria e quina
Applieado as eonvalescencas das parturientes
retico antefebril.
Francisco Manoel da Silva & G.
RA MRQUEZ DE OLINDA
5U*
VINHO
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
#:k^teiv % ri^<
JOSEPH KRAUSE 8: C.
Acabara de augmentar o sen j bem conhecid
mportante estabelecimento rna i
de marfo n. % com mais
am salo no 1 andar lnxnosamente prepa-
rado e prvido de urna exposi-
fi 4e tras de prata & forte eetaln-pMi
dos mais afamados fabrieaites do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos .amigos e freguezes a visitarem
o seu estabelecimento, aim de
apreciarem a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
AGBA-SE Un DAS 1B DI BTB
e
DOMESTIC
S.lo reconliecicas ser as mal*
elegantes, as mais duraveis
em todos os sentidos.
AS MELHORES
Para precos, e circulares com
illustrajoes de todos os estylo dirv
jam se
Domestic Sewins Machine 41
NEW-YOR, U. S. A.
Tetephone n.
_ __. y
Os proprietarios do muito conbecido estabelecimento denominado
MUSEU DE MAS
sito a ra de Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberaro un
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tzi
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambem que continuam a receber por
todos os vapores vinds da Europa, objectos novos e venden muito menos que en
outra quaiquer parte.
MIGUEL WOLPP & C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Compra-se uro e prata velha.

es
as
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ESRIO MAGUES DEHUUAliDA
"X nheumati8mo.Carero8,8obas,brf^eTu5 t ~
(odas as moleettas que tenhao sua ongem
."< ia impureza do sange derida a svphilis.
*k---------------------'"~,
, vio mum mamut** -i
Xieo v***Ojaot Aa co^oxm*. o, vntcXxoiJbad dfiotoA.
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vomu. autois
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^ASORATOfllO^ENTAAt OEyO0UCTOSll0IClM|-
4 ,0AF0RAt^A8ttRA te
'Pr Ra do Vseond do Rio B raneo
KIO!f: JANlKO
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T ~M. .^3^-^-. .


!

6
Diario de
I
'i i un ,' ii i =
=
,* CUIDADO COM
AS FALSIFlCACES'
(p. ^
PARA
O LENCO O TOUCADO
E O BANHO.
se barato
Bu do Nogueira n, 13.
Boa do Bom Jess n. 47, 1. andar.
Boa doa Guararapes n. 96.
Ba Visconde de Itaparica o. 43, armazem.
Travessa de S. Jos a 23.
As rniwiHr ra do Coronel Suassuna n. 141
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
TraU-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
a seriptorio de Silva Quimarae fe C.
Aluga-se
o 2S andar e terreo do sobrado n. 35 travessa de
8. Jos ; o 1- e terreo do de n. 27 ra de Vidal
de Negreiros ; o 1- do de n. 25 ra velha de
Santo Bita ; o 1 do de n. 34 ra estreita do
Bosario ; o 1 do de n. 24 rus do Aragao ; &
casa n. 35 roa da Viraco, todos limpos : a tra
tar na roa do Hospicio n. 33
Aluga-se
ama sala propria para, escriptom : na ra do
Bom Jess n. 38, 1- andar.___________________
Tricofero de Barry
Garante-so que fas nas-
eex ecrwc^o caballo anda
aoa mais calaos, cura a
tinha e a caspa e remova.
todas as impurezas de) cas-
co da etboca. Positiva-
mente inipede o cabello
de eahifou de enibranquo-
oer, e infallivclmente o
toma espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segnnda a formula
original usada pelo inventor em
1S29. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao official de
un Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia, que quslquer outra
> duraodobrodotempo. E'muito
nicis rie, suave o deliciosa. Ej
ruuito mais fina e delicada. E
mais permanente e agradavel no
lii.ro. E' dos vezas mais refres-
cante no bnnlio e no quarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
desmaios.
Jarope ie Viia le Eeiter No. 2.
ALCATRAO DE GUYOT
DKOf DE GYOT
O Aleair de imyt seCTe para preparar uma ag6a de alefra, muito efficaz e" agrtdavel aos
mais delicados estmagos. PWflJEb sangue, au doencas dos pulmos, catarrMo da heigoa e afftec&es das mucosas. '-. -~
Aleatra de Gmjot fo experimentado com vantagem real, nos pnncipaes hospitaes de Franca,
da Blgica e Espanha. .. .
Durante os calores e em lempo epidmico ama bebida hygienica e preserradora. tm t tiqto casta
para preparar doze litros (Turna-bebida salutarissima.
O Aleatri de Cuyo* AlTHe TICO vendido em vidros trazendo
ao rotulo e com tres coros a assignatura :
Vesda a vare}* na wr parte das a*iarmacaa. Fabricacao
t tasa >. IHIKi: 1, rae Jacob, Parto.
Aluga-se
a loja do predio da travessa do Pocinbo n. 33,
propria para estabeleci ment commercial; a tra-
tar no largo do Corpo Santo n. 4, 1- andar.
Aluga-se
a'casa e sitio ra do forte Coimbra n. 3, na es-
trada nova de Beberibe. Os pretendentes dirijam
ge aocartorio do fallecido majar Porto Carreiro,
ra do Imperador n. 42, a entenaer-se com o Sr.
Pires Ferreira. '
Precisase de na ama para eosiuhsr a tratar
no 1 andar n. 22, a ra larga do Rosario.
AIITESEFa*I/-0. DSPOD DKTMUj-.
Cura positiva e radical de todas as formas da
escrfulas, Sypnilis, Feridas Escrofulosas,
Affeecoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo oom perdadlo Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue^Figado, e Rins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
a restaura e renova o systema inteiro. a} 4
Sabao Curativo de Reuter
Hotel do ,
LARGO DO CARMO
CANTO DA RA DO SOL DA DO EGYPTO
MAR AIVHAO
A. CASSINA-o.E^.K3srrK
ALMOOS E JACTARES
Ao commercio
Os abaixo assigoados participam ao commercio
que neeta data concordaran formar nova socieda-
de no armasen) de fumo sita ra de Marcilio
Das 31, a qual gyrar d'ora em diante sob a
nova firma de Samuel Esnaty & Banks. Recife,
5 de Janeiro de 1887.
Samnel Esnaty.
Adolpbo Banks.
Borracha para Simas
Vendem Rodrigues de Faria & O, ra *e Ma-
ri 4 Barros n. 11, esquinada ra do Amorim.
Para o Banho, Toilette, Crian.
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
i m todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
1im.j
Precisa-ae de asna ama para
lavar, engommar e fazer mais
alguna serviros do casa de fa-
milia : menoN comprare coz-|
nltar : aa ra da Riachuelo n.
13._____________'^________________
Ama
Precisa-se de uma ama para coainbar e que
durma em casa do emprego ; na na da Conceiao
n. 4, 1 andar.
Ama
Ama
Na ra da Palma n. 37 precisa-se de uma para
csinliar.______________________^^___^_^__
Ama
Precisa se de uma ama que saiba bem cosinbar
e engommar ; na ra da Praia n. 11.
A's
Mara do Livramento, velba octagenaria e pau-
prrima, pede s almas caridosas que lbe mande
uma esmola pelo amor de Dous. Mora no boceo
do Bernardo n. 51. E' uma obra de caridade.
Pastilhas vermfugas
de Pe ring
o meihor especifico contra vermes : deposito cen-
tral em casa de Paria Sobrioho & C, ra do Mar-
ques de Olind n. 41.
200:000$
Lotera de Alag as
EitraccoTerca felra 11
do correte
In transfer vel
Buhe tes venda na ci.aa feliz, Prafa
da Independencia ns. 37 e 39.
Tendes toane on ofrrel* do pello 1(4
Usai o meihor remedio, que o PK1TORAL DE
CAMBARA', e veris como voeso scffnment dcs-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen
tos e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da Silva & C, ra 4o Marques de Olinda
n. 23.
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
Bvpopuosphitos de cal c soda
Approvada pela luota de Hy
glene e aotorlsada pelo
governo
E' o mellior raswdio at htje deocoberto para a
tlalea brooctilie. encroplinlaa. ra-
rbili*. ant-siila. refcllWaoe em eral.
deflnxOM. i>e cbrorilca e nlfeec*e
do pello e U gariEaiasn. *?>
E* muilo superior ao oleo sioiplea de figado de
Sacalbo, rc;rque. alin de ter cheiro e sabor agr-
daveis, psau.^ u>n as virtiidca inedicinaee e nu-
tritivas Qo oleo, Hlm das propriedxdea tnicas
recoBstituint. s dos hypopbosphitos. A' venda na
(rogaras e bit'.;-s.
Deposito em Pemxmbuco
IM.UGURACA0
Em 1 de Janeiro de 1887
MARCA DE FABRICA
VINHO
DO
Dr Gabanes
pnnOK5 (m uimesiw lAcnfHBfwrrt ttamx
et KroiMniMTrrRE n a lecmce irmioc MIERES
ig,7.'.yr.-asrj kportat i o w fsss
I
KINA-CABANES
0 Vinho do B' Cabaoes, submettido 4
approvarao da Academia de Medicina de
Paris. ii rcconliecldo como um tnico
enrgico (por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da Carne), que d ao
saogue forea, vigor e energa.
Os Snr* D1* Trouueau, Onrard e Vel-
pean, professores da Faculdade de Medicina
de Paris, o receitam todos os das com o
meihor rito s muUteres enfraqueadas por
excessos de toda especie, trabalho, prateres,
mensCruaco, edade crtica e amamentacao
protongada. E extremamente culcaz contra
o Fastio, Ms digettBet, Dytpeptu, Gastritis,
Tonturas e Vertigcns.
D resultados maravllhosos nos casos do Anemia, Chlorose, Pauperismo do sangue, Esttrt-
lidade das mu/teres, Fiares brancas, Perdas seminaes. Impotencia prematura, Eumagrecintento
geral. Tsica pmlmonar, Pebres tercas, Intermitiente, Palustres, Sndemicas e
Epidmicas.
U Vinho do S' Cabanes, pela energa de sua accao cordial, desenrolve as toreas, activa a
circulacao do sangue e e muito recommendavel para as convalescencas.
Faz cessar os vmitos tio frequentes durante a gravidez, augmenta a secrc^ao do leite nos
nutnzes c d extraordinario vigor as crlaucinnas de mama; gracas a inQuoncia dos seus prin-
cipios tnicos, soberano nos casos de Diabetes, Affeccao da'meduUa, Hysteria, BpiUpsta,
Bachitismo e cm geral, cm todos os casos em que preciso recorrer um tnico poderoso, que
d vigor e restaure as forras dos aoentes.
Como aperitivo substltue com grande vantagem os Uquios perniciosos como absintbo,
vermouth, etc S um preservativo -)reciado~peios viajantes c uiarinlujiros, como anU-epie-
mico e antidoto da iel.ru auiareila. Vomito o outras BXoIastias tropicaes.
Deposito geral: TROUETTE-PERRET. 264, boiletar Voltaire. PARS
MOTA. Para evitar a contrafac(6es, ti ie dre
acceitar as garrafas qui tiyerem incrustadas no vidro
as patarras : Vinho do D' Cabanes, Paria, e
sobre os rotulo, tiras de papel que enrotnnr o
artalo a a marca de fabrica,
a assignatura do Dr Ca-
banes e o sello da garanta
do govarno francaz.

Depotitos em M^mambuco:'.
X. da SILVA A. C, e as principies Pnaraada.
Chargeurs Reuns
Augusto F. de Oliveira & C, communicam ao
commercio d'esta prs^a, que teado obtido, ins
tancias snas, a exonera;So de agentes da compa-
nbia Cbargenrs Reuns, acba-se encarregado da
mesma agencia o Sr. Augusto Labille.
Aula particular
Roa Mrquez de Herval 31
Anna Tbeodora Simes, participa ao respeltn-
vel publico e em particular aos pas de suas alum-
aas, que sua aula de instrueco primaria abrir-ae-
ha no dia 10 de Janeiro prximo vindooro ; on-
trosim, que contina a aceitar aluamas internas,
TOPio-penai mistas e externas.
Recife, 30 de Dezembro ae 1S86.
-i*
Caixeiros
Ofterecem-ee dous rapases, um de 13 annos e
outra de 15, o 1 pura balco eo 2' para qualquer
ramo de negocio, ambos sem pratics, pois ngnra
fji que completara a educacau possivel ; a tratar
cerno pai dus nresmes, no Corredor do Bispo nu-
mero 2?.
Profcssora
J^Uobiv senbora eompetenfemento habilitada, pro-
pe-se a ltceionar eio cvllegios < casas particula-
res, s PCguiBtes materias : portugus, francs,
msica e piano ; a tratar na ra do Mrquez do
Herval n. 10._______________'_____________
Ao commereio
Nos abaixo aisignadcs declaramos ao pnblico c
ao respeitavel esrpo commcrci), que detde o Io
(te Janeiro do corren'e nno, dJSBolveoio amiga-
veimente a aociedade que tinbamosna estabeleci-
neato de molhados, sito largo do Mercado n.
12 e que gyrava nesta pr(* s^b a rasao social de
Gome Ferreira A C rerifitttdo se o sncioMsnoel
Joaquim Gomes Fer*rcira, pago d<- sej enpital e
lucros, e exonerado de t.da e qualquer reaponsa-
bilidade e o tocio Autenil Fruneiseo da Silva
Maia de posse do estabelecimento e responsavel
pelo activo e psssivo da referida sosiedade.
Recife, 4 de Janeiro de 1887.
Manuel Joaquim Gomes Ferreira.
Antonio Francisco da Silva Maia.
ATTENfAO
Avisamos aos nossos freguezes que pelo
ultimo vapor chegado da Europa recebe-
mos o mus moderno e < legante bortimento
de chapeos de 8j1 para hoioens, senhoras
e enancas, estes pela sua elegancia e va-
riedade satitHzem bem crianza que de
presente reetber ura; aproveittu que es-
tSo se acabando, vendos em porcito e a re-
talbo.
Este acreditado esfabelciimento, j bas-
tante ennhet ido quer pela seriedade e ca-
pricho de todos os seus trabahos ; previ-
ne aos sf us amigos e ireguezes para Ibes
evitar que continen) a ser prejudicados
ou Iludidos, que acabaran) com a loja filial
da ra do Cabug. qualquer pedido ou en-
comroenda dever ser feito para
16-RUA DO BARO DA VICTORIA-15
Jos Ferrelr *S C.
JEspecial
Magiiifieo assucar refiuado. tem igusl neste
merend. Kefi>acan Sa'gueiral, 445 numero tele-
pbonieo. Ra Marcilio Dias n 22.
Cosinheiro
Precisa se de um, a trac tar. ra do Commer-
cio n. 44.
.. wmmssirrvui

M
! GI8AEE0S INDIOS
de GKIMAOT.T e C
Pl?.r::.ceuticos em Paria.
Admittido na nova
ph-iruiicopa oJiai do Franga.
Al'l'IIUVAIl'i !)!* IrKtA CENTRAL DE
Ivcucse no Bra/.i:..
Rusia ::-iiji.ir ;i lormea i!os Cigarros
tMMQa)|israRiser4fMpparecere!ii omplc-
Liuurito os in:iis violentes neones de
Attitma, a Toise naronvi, l'.j/Hidao,
Kxtiiu'ctto do, voz, Nevra'ijiit facial,
insownia, e tambein combitii a Tsica
lanjngca.
Cada estojo levn a marc^ do "abrica, a
"r-r ano tollo da O MMAU.'/r Os.
PARS, 8, Ra Vivienne, 8
i has mmcirlts maksucias.
Bellezas do liedle
Polka para pianr>, compuicao do Sr. .Vliaael
Domingurs. autor dss polkas Mnn.ai j disse,
Calouros o Zx : vend>> na casa Vctor Pralle
Successoree, ra do Imperador n. 55.
Approxmande-se o fim do anno c deso-
jando apresentar aos nossos bons e benvolos
freguezes nm sortimento completamente novo,
liquidamos apte^osbaratissimos uma grande
variedade de artiges e teeidos de seda, la,
linho e alguns cortes de casemira, ditos ci?
peyas, algodoes.madapolocs, toalhas felpudas
para rosto e bauho e muitos outros artigos
que nao deixarao convir.
aeJLaxrxaro 3 os mzj>jj?l
Costumes de excellente (azudas para
senhoras 10$000.
Ditos ditos ditos para homens 8500o
Ditos ditos ditos para crianf as 5|000
ffl
JUOTO DO LOIVRE
a^^n^j^w^ri.^TAiay>*j\*i*r**
Q
larope daDusart
A0 LACT0-PH0SPHAT0 DE CAL
Approvatio3 pela Junta d'Hygieue do Rio-de-Janeiro.
ai'Ui**"
O Lacto-Phosphato <* cal, que entra na coaposii;o do VINHO e do XAROPE
de C'JSftBT, o medlauimr.to ini'is poderoso que se conhece hoje para rostaurar
as forea de certos doente-i..
Consolida c. etidireiti' os ospfl das creanras I:.achitict.s, toma activos e vigorosos
os Aao.cxccnles Xttoklns e lyni[>haticos e os qnf "3 ttCDO latinados em conseqi>e!:ciu
do rpido crescimentok Facili'ti a cicntrisagao das cavernas do pulmtio nos fsicos.
Sendo administrado as mulheres durante a gravidez ellas atiavossao ledo o per
da jrestacao sem a menor fadiga, sem nauseas, sem vmitos, c d&o a luz ai c.reangas
fortes e vigorosas.
O Lacto-Phosphato 3 cal administrado s amas e s niaes que criao os filhos,
torna o leite irais rico, mais nutritivo, e preserva as croancas da diarrba e de otrusl
molestias, que se declarao durante o crescimetito. A denticao opera-se sem fatigar uI
creanca, sem que apparcr;ao eonvulsoes.
O VINH3 e o XAR3PE de Lacto-Phosphato de cal de DUSART de^pertao o
apptite e evantao as forcas dos convalescentes devem ser empregados esa todos!
os caaos em que o corpo humano se adiar fdt' Deposito em Pin/, a, ra Vivienne
Casas baratas para
alugar-se
Aluga-se o 1- andar do sobrado o. 23 e 74 na
rna de 8. Jorge, e o 2* andar n. 55 a ra da
Guia, todos com bastantes commedos para fami-
lia e limpos : a tratar na ra Augusta n. 286.
Costureiras
Prccisam-se perfeitas, paga-so bom ordenado: na
ra do Imperador n. 50, 1." andar.

Lilleratnra moderna
PARA A
L1VMUIV C0RAZZ1
DE
ca es Quintas A C.
ACABA DE
CHEGAR A BIBLIOTHECA
DAS
&CIENCI4S SOCHE*
COLLaBORADA
Por (SMitirira JHartin*
OBRAS PUBLICADAS
i
Historia da CivilisacSo Ibrica.
IIIII
Historia de Portugal.
LV
O Brasil e as Colonias Portuguesas.
VVI
Portugal Contemporneo.
VII
Elementos de Autbropologia.
VIIIIX
As ra^as humanas e a civilisaco.
Lingistica (no prelo).
J.
Svstema dos Mytos Religioso.
XII
Quadros das Instituicoes.
xm
O Rgimen das Riquezas.
XIV
Taboas de Chronologia e Geographia Histrica.
XV-XVI
Historia da Repblica Romana.
OBRa-S diversas
TH. BRAGA.fe povo portugus seus usos e
costumes.
ANTONIO DA COSTA.Christianismo e o pro-
gresso.
DOMINGOS DE AZEVEDOMetbodo da lin-
gna franceza por Ulendorft. Aperfeicjoado.
Frazeologia da liogua francesa pelo mesmo.
Conversado familiar dedicado s senhoras brasi -
leiras e portuguesas.
QUEIROZ e ORTIGADO Mysterio da estra-
da de Cintra. 3a edico. .
A. PIMENTEL.Musa das revolucoes ; estudo
sobre as cangoes populares de todos os povos
civilisados.
PEDIDOS A
SOARES QUINTAS & C.
Largo do conselheiro Saldanha Mariano n.
4 (antigo da matriz de Santo Antouio)
PERNAMBUCO.
Este remedio precioso tem goiado da accelta
(3o publica dorante cincoenta ssete annos, co
eeando-se a sua manmactura e venda em 1827.
Sua popularidade e renda nunca forao tSo exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a meihor prova da sua efficacia maravH-
hosa.
NSo hesitamos a der que nao tem deicado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
cranlas quer em adul'os, que se acharan afix>
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantentento
attestaedes de mdicos em favor da sua eficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias udsificases, de
son que deve o comprador-ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
TaBiillfiHBilBCI
CoriDheiro
Precisa-s." de nm cosinheiro com urgencia ; o*
Restaurant Lisbonense, bf eco do Caj a. 40.


Ama
Precisa-se de uma ama que cosinhe bem ; no
2- andar do predio n. 4 ra de danto Amaro,
bairro de Santo Antonio.
Ama
Precisa- se de uma ama par comprar e cosi-
nbar 5 na rea Duque de Caxus n. 28, segando
andar.

Ama
Precisa-se de uma ama que cosinhe bem, para
duas pessoas em casa de bomem solteiio ; na ra
da Palma n. 37.
Papagaio
1
-
Thomaz Manes da Cuiilia
Antonio Jos P. reir e sua espesa, tenlo rece-
ido a infausta noticia do passmnento de sea pre-
sado sogro e pai, Tbomaz Nones da Cuaba, no
reino de Portugal, convidara acs seus parentes e
amigos para aaaistirem as missas que se rao reja-
das pelo eterno repouso do mesmo finado, na
igreja d* Madre de Deus, as 7 1 [2 horas da ma-
nila do dia 10 do correte, stimo do seu falleci-
me ito ; desde j se contessam eternamente gra-
tos quellea que se dignarem assistir a esse acto
de caridade >e religiao.
Fugio da rna Direita 11. 23, no dia 6 para 7,
um papagaio falador, com correute; pede-se a
pessoa que o achou o tavoi de o trazer, que
bem recompensada.
r
I ;
* 1 -
1



1
>
W t*"
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w VjP-
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w
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J

K *
K -
T^_^
ser
Joaquim naiioel Oo Ileso Brrelo
Francisco Manoel do Reg Barroco, sua senhora
e seus filhos, Guilhermino Joaquim do Retro Bar-
reto, sua senhora e seus filhos, Balbina Joaquina
do Reg Cbagas e seus filhos, rmSos, cunhadas e
sobriuhos, agradecem a tolos que acomp*nharam
os restos mortaes de eu mui presado irinao Joa-
quim Manoel do Reg Barreto, do engeaho Setu-
bal ao cemiterio publico da cidade do Cabo, e de
novo os convida para assistirem s missas do T
dia que maudam celebrar pelo repouso de sua alma,
no dia 11 do correte, pelas 9 horas da manha, na
matriz da cidade do Cabo e no convento de Santo
Antonio de Ipojuca, confessando-se desde j eter-
namente gratos.
-
Joaquim Uanori do Beso Barreto
Joo Polycarp Soares Rozas, manda celebrar
no dia 11 do correte uma missa pelo eterno re-
pouso de sen amigo Joaquim Manoel do Reg
Barreto, no convento de S. Francisco do Recife s
7 horas da manha, e convida a todos os amigos
para assistirem, pelo que desde j ae eonfessa
grato- ________^_^_^____

Tcnentc eororil Francisco Calat-
eante de tliiuquerque
Alfredo Cumia de Oliveira, Francisco Gomes
Prente, Miguel Jos de Almeida Pernambuco e
Pedro Francisco Correia de Oliveira, convidan)
aos seus amigos. para no dia 11 do correte mez,
s 8 horas da manha, ouvirem as missas qne mau-
dam celebrar na matrix da Roa-Vista, palas almas
de seus amigos e pre.limosos correligionarios te-
nente-coronel francisco 'Hvalcante de Albuquer-
que e seo tilbo Antonio Cavalcaote de Albnquer-
que, brbaramente assaesinados em Jatob a l
de Dezembro do anno puesado.
FranclMCo de Lcmos Duarle
Felismiua Maria de Lemos Duarte, seus filhos
e genroe, agradecem cordialmente todos os pa-
reotes e amigos a prova de atteacao e considera-
cao que demoostraram, compareceado ao enterra-
mentj do seu presado esposo, pai e sogro, bem
assim todas as irmandades que tambem se pres-
tarm a comparecer ao referido acto ; e de novo
corvidam todos os parentes e amigos do mesmo
finado a assistirem as missas e memento, que se
bao de celebrar por sua alma em a igreja da San-
ta Gru, segunda feira 10 do corrente, s 7 horas
da manb, stimo dia do san infausto passamento,
pelo que se confi-saam suinmamente penborados
or mais esta provn de religiao n caridade.
BK-*>t*WB>HB--VBl


.

.


Alfere* Apolinarlo de Cnrvalbo
1- anniversarlo
A viuva e filhos do alfares Apolinario Loiz M
Carvalbo, convidad a todes os seus parentes e
amigos e de seu presadissimo esposo e pai, ^>ara
assistirem as missas que mandam resar segunda -
feira 10 do corrente, na matriz da Boa-Vista, as
7 horas da manha, e na S em Olinda, s 7 horas
da manha ; desde j se confeseam eternamente
agradecidos todos que comparecerem a este acto-
de caridade.
tm


Isabel Carolina da Veiga, viuva do solicitador
Manoel Luiz da Veiga, manda resar missa pela
alma deste na igreja do Espirito Santo, s 7 1(3
horas do dia 10 do corrente, 1 anniversario do
passamento do mesmo ; e desde j se eonfessa
grata s pessoas que se dignarem assistir a esse
aeto de caridade.
Antonio doa Santos Coimbra
Aurelio dos Santos Coimbra, sna esposa e filhos
convidam aos seus parentes e amigos para assis-
tirem a missa que mandam ressr na igreja ds
Casanga, s 7 horas da manha do dia 8 do c rente, por alma de seu presado pai, sogro e av.
1 anniversario de seu fallecimeoto ; e por este
aeto de caridade e religiao, anfecip^m os seus
Rgradecimenti.s aos que se dignarem compa-
recer.
Ralee Al ven Imfles Barbosa
Carlos Alvs Barbosa e ana mulber, convidam
eu parentes e mriges, a assistirem a algumas
missas que por alma de sua cuchada c irma, Dulce
Alves SiODoes Barbosa, maudam resar na matris
de Santo Antonio s 8 1/4 da manha do dia 8 do
correte, trigsimo dia de seu passameote.
Antecipam seus agradecimentos a aquelles que
e dignaram asfistir ei-te acto de rfligiXo.
Hara Carolina Ferreira de
Carvalno
Thomaz Ferreira de Carvalbo, Joco Ferreira de
Carvalho, Jos Victorino de Paiva Jos Francisco
de Paula Ramos, filhos, genios e rsis parentes,
siucerameate agradecem s pessoas que se digna-
ran) aeompanhar es restos mortaes de sua sempre
lumbrada mi, sogra e a\, Maria Carolina Fer-
reira de Carvalho, e denudo as convidara eaos
demais parentes e amigos, para assistireio as mis-
sas, que por alma da mestna, s-.'riio resadas oa
matriz da Boa-Vista, no dia 11 do corrate, s 8
horas da manha, stimo do seu passamento, e por
cajo acto caridoso prattstam sua-eterna gra-
tidao.

H|BH
, ., .--ft-te .... .7..- t-..,.-,^ j><|.,-- :-.


Diario de Pernambueo-- Sabbado

Janeiro de 1887

Para engoramar
Precifa-se da urna amo para engommar e oot*os
servias domeos ; no 3- andar do predio n. 42,
rrua Duque de Caxias por cima da typograpnia
do Diario.
TSfiF"
PAEATIKGIBA
barba e os cabellos
_JTinTura tinge a barba a o cabellos ins-
tantneamente, dando-lbea una bonita cor
e natural, inofensivo o siu uso simples e
rpido. 4
Vende-se a BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Freres, saccessorea de A.
CAORS, ru* do Hom-Jesus (autiga da Crut
n. 22.
O melbor
mesa, que
marcado.
travesea da
de Almeida.
os viuhos de
ite no nosso
venda na
Joio remandes

Corso primario c sc-
eandario
Haa Mrquez de He r va I n 33
Jos de Snnza Cordeiro Kimoes, participa o res-
peitavel publico e em particular aos psis de seus
alumnos, que sen estabelecimento de instrucco
Srimara e secundaria abrir-se-ba no dia 10 de
aneiro prximo vindouro; ontrosim, que contina
a aceitar alumnos internos, meio-pensionistas "
externos.
Recife, 30 de Dezembro de 1886.
Aula particular
CFrancisca Luiza Sampaio, declara aos pais de
suas alamuaB e ao publico, que a sna escola con-
tinuar na mesina casa ra de S. Jorge n. lili, e
a aulas comecaro a funccionar a 10 de Janeiro.
MOLESTIAS
CORACAO
Asma, Catarro
CURA CEBT-A.
COU O ZMPMOO DOS


iGranolos Antimoniaesl
Dr PAPILLAUD
Helitwio wrsrol da icjdemia dt IMiein ii rarii.
lisnvUM |ila Juta e Hygleo do BraiiL
Dense exigir ubre cad Frasco o nomt* d
B. M0T7SNIER fc L. PAPILLAUD
i..i*usrro ukkal .
Pharmacia GIGOH, 15, ru Coqollirs, PUUZ
Em Pernambuco : KAI" I. di SttW P._
Turbina
Vende-se a taveras b
do Mattos, o motivo da
dor : a tratar na ra de
fiffli nt
".i......'-""
! IM .
guezada, ao
se diri a
is e Bar:
Superior assucar ie turbina, especial para
doce. Refinaoio balgueiral ; 445 numero tele-
phonico. Ra Marcilio Via n. 22.___________
Bouqnets da ultima invenco, para casamento,
etc., e tumben) capellas mortnarias de perpetua,
fabricados por Jos Samuel Botelbo ; a tratar na
ra do Burilo da Victoria n. 30, leja, e ru do
Marques de Olinda n. 43, loja.
VENDAS
Escoh mix'a parliciildr
-
Vesta d. 38. casia terrea
Laura Adelina araiva Galvao, titulada pela
Escola Normal da sociedade Propagador, parti-
cipa sos pas de familia quo a quizerem bonrar
com eua conanca. que no dia 10 do corrate abr
ua aula, contiu* a Uccionar em sua residencia
supra-citada ra, as materias exigidas pelo ul-
timo regulamemo da netruccSo publica, reiteran-
do -Ihes as se- urancas de que tndo envidar para
que seus filfcoe colham tedas as vaotagens que
tem direito de aspirar.
Aos 1.000:
Leitura para senhoras
Broches nikelados e dourados a 2^000.
Bonites grainpos dourados a 500 ris'o
majo.
Esplendido sortimento de gal3es de vidri-
lho.
Grande variedade de leques de aetim a
J0OOO.
Frizadores americanos para cabello a 300
ris o maco.
Satas de pbantasia para cabello.
Bonita collecrSo de plisss a 400 res.
Brseos imitagao de br'lhnte a 500 ris.
Aventaes bordados para creancas a 20000.
Chapeas de fustao e setim para crean-
$as.
Sapatos de merino e setim para crean-
cas.
Meias brancas e do cores fio de Escocia.
Pomada de vozelina de diversas qualida-
des.
Sabonetes finos de vogelina e alface.
Extractos finos de Pioaud, Guerloin, e
Lubin.
Lindas bolsas de couro e velludo.
Fichus de 13 para senhora a 1(5800.
Sapatos de casemira preta a 20000,
Thesouras para costura de 400 ris a
35000.
Pacotes de p de arros a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Ira mensa variedade da botes phantasia.
E milhares de objectos proprios paro tor-
uar ama senhora elegante, e muiros ou-
tros indispensaveis para uso das familias
tudo por preces admiravelmento mdi-
cos
Na Graciosa
3 Ittia do Crespo-1
Duarte &C.
-
a -
.

200:000$000
100:000^000
i LOTERA
de 3 somos
Em favor das ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROWCIi DE PERNAMBUCO
Bztraccas a 14 Os Malo iIb 1887
0 thesoureiroFrancisco Goncalvcs Torres

M:
veras&c;
MEBlCAHIElffOJ FUHDAS E T1ST1 1
TODAS AS QUAtlDAOtS ri------;,%
PHARMACE UTICOS
^>
IUCTJI CHIMICO-PHASWACEDTICBS-E
=n ESPECIAUOADES M FAU
m
[57;Hado Bupe de Gxiafe,57
~c>
'"W?.'.; Durante o anno findo aviaram-se 10:118 receitaB, destribuidas pelos seguintes
illustres mdicos :
Barros Carneiros 2,553, C. Leite 1,224, C. da Cunha 669, AdriSo 469,
Loureiro 389, Mello Gomes 325, Cysneiro 322, AndradeLima 219, Santa Rosa 198, Tei-
xeira 192, Ferreira Alves 191, Malaquias 179, Pontual 164, Barreto Sampaio 156, A.
Velloso 151, Coutinho 149, Maia 141, Mathcus Vaz 140, Sin>3es Barbosa 134, Bandeira
131, Berardo 129, Argollo 118, Cerqueira 118, Curio 118 Ferreira 116, Barros Sobrinho
114, S Pereira 105, Jos Flix 88, C. Lao 85, PiUnga 82, Bonnet 74, JoSo Paulo
70, Costa Gomes 61, Carreiro da Silva 57, A. Gaspar 56, Seve 54, A. BeltrSo 54.
L. PessOa 50, F. Velloso 49, Esteva 46, B. Moraes 40, Soares31, Themudo 28, G.
Lobo 27, Maduro 25, Bettencour? 20, Imbassahy 15, Paula Lopes 15, Moscoso 14;
Castro 14, Cmara ) 2, V. da Cunha 12. Seixas 12, Souza 9, Bottas 8, Vasconcellos
8, F. Barros 7, M. Barreto 6, Taques 6, Dourado 6, Coimbra 5, Domingues 5, Leo-
poldo 5, M. Falcfto 5, Calistrato 5, Virgilio 4, P. Moreira (dentista) 4, Balthazar 4,
Lyra 3, F. fieltrao 3, A. Seraphim 3, P. de Brito 3, Chateaubriand 2, Nereu 2, B.
Falcao 2, Cavalcante 2, Bazilisco (dentista) 2, Lagreca 1, Tristao 1, JoSo Raymundo
1, T. Hornera 1.
N'este estabeleeimento continua se com a actividade e,perfeicio parajtoda a
manipulaao que lhe for confiado a qualquer hora do dia ou da noite para o que tem
na sua frente urna campa elctrica atm de aecudir com mais promptidao aos chama-
dos da noite.
ndica-se a residencia de todos os medicas da capital.
V enle-se
duas casas terreas, sitas nobecco da Bomba a
el- neceo da cadeia nova n. 3, e urna putJI da
eaaa o. 15 i rna dos Pescadores : a ttatarV
da Concordia a. 239.
* WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este excediente Whisky Escesscs preferive
10 cognac on aguarden. de carina, para fortific*
3 corpo.
Vendese a rctalbo nos h, lheres armarens
nolhadoa.
"Pede BOYAL BLEND marca VTADO cujo nc-
aie e emblema sao registrados para todo o Braa
BKWNS fc C, agentes
Vende-se
i>PJ
urna casa com boas accoromodacoei, sita em urna
das melborea nas da freguexia da Boa-Vista ; a
tratar na roa Vidal de Negreiros, casa n. 138.
Liquidado de fim de
auno!!!
59~BQa DnaoB fle Calas59
Lindissimos riscadinbos a 160 e 200 rs. o co-
vado!
Nansuk, cores firmes, a 160 o dito!
Cretones claros e escaros a 240 e 280 o dito!
Popelinas com listes de seda a 240 e 280 !
Meias superiores para enanca a 24 a duzia !
Ouardanupos de linho bordados a 3f a dita.
Atoalbans alvo,2 larguras, a 1J200 o metro!
Bramantes superiores a %0 e 1J200 o dito!
dem de puro linbo a 2< o dito !
Setinetas lisas e bordadas a 400 o covade !
Retalboa de aetios e sedas que se liquidam por
metade do custo.
Setim maeo de corea a 800 e 1/ o covado !
Popelina de seda branca a 500 rs. o dito de
800 rs.
Pannos de difierentes cores para mesa a 6C0,
U200e 11600 o covado.
Damascos de las para colxas, 2 metros de lar-
gura, a 1 800 o dito!
Cretones assetinados, idem, a 800 o dito I de
1J500.
dem com lindas paisagens para chambres a
400 rs. o dito.
Cortes de casemira ingiera a 3500, 44500 e
6*000.
Cheviots superiores a 3 o covado, 2 larguras
Casemiras diagonaes a 1*800 e 2*400 o dito.
Flanella americana azul, a 1*400 o dito !
Fichus de \i a 1*500 e 2*.
Chales de casemira bordado a seda a 6* sao
de 15* cada um.
Capas de la de todss as cores a 3*, 4* e 5*.
Esgoioes para casaqninbos a 4* e 4*500 a peca.
tadapolio americano a 5* e 6*, 24 jardas.;
Camisas para senhora (sio bordadas) a 3*500 e
5*000.
Saias de excellente fazenda a 3*500 e 4*.
Vestuarios de la para enancas, de 15*
acabar, a 7* e 8*.
Cortes de fustao para collete a 2* !
Of ande porcao de retalhos de chite, brisa, lis1
e muitos artigos que se vendem barato.
Chapeos para enancas a 3*.
dem psra senhoras, de 12* e 15*, para liqui-
dar, a 6 7.
ll-Rna Duque de CaxiasS9
CrBBiro fla Cnnha & G.
A ttevoluco
A' roa Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 30 % de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Ver para crer5
Cachemira bordada a 1*500 o covado.
Hirins de cores finos, a 900 e 1*200 o co-
vado.
Ditos pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
2*000 o covado.
Las mesclaaas de seda a 600 ris o covado.
Ditas com listrinhas de seda a 560 ris o dito-
Ditas com belinnas a 600 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Lis com qusdrinhos, a 400 ris o covado.
2J(iaze com bolinhas de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim maco lavrado a 1*300 o covado.
Seda palba a 800 ris o covado.
Ditas de cores de 2* por-1*000 o covado.
Setim maco lito a 800 e 1*200 o dito.
Grs de aples preto a 1*800, 2*000 e 2*500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 rs. o dito.
Ditas de quadrinhos a '320 rs. o dito.
Ditas pretas finas, a 500 rs. o dito.
Fustoes brancos e de cores a o20, 400, 440,
500 e800 rs. o dito.
Zepbiros finos, escosseses, a 500 rs. o dito.
Zephiros d quadrinhos a 180, 200 e 240 ris o
covado. *
Zephiros lisos a 1(000 o dito.
Alpacio de cor para palitot, a 1*000 o dito.
Velludilhos lisos e lavrados a 1*000 o eevado.
Cretones finissimos a 240, 260 e 240 e 300 ris
o dita
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna.
njScda escosseza a 360 rs. o covado.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 orna.
Ditos de crochet s 8*500 dita.
Camisas bordadas para homem a 30*000 a du-
ia.
Ditas para senhoras a 30*000 a dita.
Cortes de casinira finos de 3* a 8*000 nm.
Casacoa de laia a 10*00 um.
Fich de retroz a 1*000 um.
Ditos, de pellucia a 6*500 um, (bordados).
Cachemira de cor a 1*600 o colado.
Flanella americana a 1*400 o dito.
Cortinados bordados a 6*000 e 7*000 o par,
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para homens de 2*400 a 9*000 a du-
Ditas para senhoras de 3*009 a 12*000 a dn-
sia.
Mantilhetas de seda a 6*000 nma.
Espartilhos de craraca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*500 um.
Toilett para baptisado a 9*000 e 12*000 um.
Lencos brancos e com barra a 2*000 a duzia.
Anquiohas a 1*800 rs. nma.
Brim de linho de cor a 1*000 avara.
Dito pardo a 1*000 a dita.
Esguiio amarello e pardo a 500 ris o covado.
Chales Je mirin lisos a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000, 3*500 e 4*000 um.
Cortes de cachemira para vestidos a 18*000
um.
Redes Hamburguesas a 10*000 urna.
Panno de erochet para cadeiras esota a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
Henrique 4a Silva Moreira.
Coeheira venda
Vndese urna cocheira com bons carros de
passeio, bem localisada e arreguesada, por preco
muito mdico em rszi) de seu dono nao poder
administrar per ter de faaer nma viagem ; os pre-
tndenos acharao com quem tratar rna Duque
de Caxias o. 47.
Taverna
Vende se urna taverna com pouco capital, pro-
prift para principiante, retalba soffrivelmente, aln-
gnel rasoavel, tem uuminodos para familia, o m
tivo por que se vende se dir ao comprador ; a
tratar na ra do Capitio Lima n. 32.
lotera do cear
400:000^000
lNfRASFElUYEL!
Corre quarta-feira, 12 de Janeiro.
lm vigsimo tiesta importante lotera est habilitado a tirar
2:0O00$0O0
240:0001000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSFERiVEL!
Corre segunda-feira, 10 de Janeiro
..
y
t
I

LOTERA de alagoas
I
a
2OO:O0O$OOO
Esta acreditada lotera corre ter^a-feira, 11 de Janeiro




\
^m
600:0001000
Esta seductora lotera corre sexta-feira, 13 de Janeiro de 188
Um vigsimo habilita a tirar 30:00$000
Os bilhetes tiestas acreditadas lotera sacha ni-se Yenda
RODA DA 7
."(5Riia Larga do Rosario30
Bernardino Lopes Alheiro.

*
-..
<>-l'l i I j 1 \ 36

- -
200:000$OOO

- -yj*......
L0TEM1 DI Pifllll DO
EXTRACCO DA 4a PARTE DA lm LOTERA
1 BENEFICIO DA SANTA GASA DE MISERICORDIA
Terca-feira 11 de Janeiro
Florida

AO MEIO DIA
Esta lotera, por algum tempo retirada da circulaso, devido a grande guerra que
lhe promoveram, comu do dominio publico, vem novamente tomar o seu lugar de
urna das vantajosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respeitavel publico a sua benvola attencSo para o plano das
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado nos jornaes e impresso no ver-
so dos respectivos" bilhetes. O plano desta lotera n nico que em 50.000 nmeros
d8tribue
12.436 premios, ou quasi a quarta parte!
Arada mais: esta a nica lotera que premia todos es nmeros cujes doos al-
garsmos fnaes forem iguaes aos dos
QUATRO PREMIOS MAIORES

A SABER:
100* s duas letras finaes do premio de...................... 29?!5?!!
60,$ s duas letras finaes do premio de...................... nVwSnnn
50)5 i di" letras finaes do premio de...................... a/vwvnnn
40* s duas letras finaes do premio de...................... 10:000*000
Tamben s5o premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
premios. -,
Alm destes, tem esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante
importancia. E' tambera esta a nica lotera que garante quem comprar 100 nme-
ros de terminasoes differentes 32 1/2 % independente dos premios avultados que
poesam sabir na extraccao.
TODOS OS PREMIOS SiO PAGOS SEH DESCOMO
A's extracs3es sao feitas em edificio publico e sob mais severa fiscalisacSo por
parte das autoridades.
Os bilhetes acharo-se venda na agencia e em todas as casas, em Santos, bao
Paulo, Campias, Rio Grande, 'bahia, Cear, MaranhRo, Para, Amazonas e em Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.-
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto &z Bocha Hoatoiro fialo
23Ra de l]ruguay&Da23
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Lnunado da Ftculdade de Medicina da Paris. Pramio Hontftn
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bronrareto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as afleccoes seguintes:
Asthma Insomnia, Palpitacoes do Coraofto, Epilepsia, HaUucna^ao,
Tonteiras,' Hemicrania, Aifoc$oea das vas urinarias et para calmar toda
especie de excitacao
1123
Urna axpliacio detalhada acompanh* cada Fraseo.
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:

ti

KANANGApaJAPAO
RIOAUD & C'a, PsrfumisUl
PARIS,'8, Roa Virtonna, S, PARia
'
(Extracto de Kananga
Novo e delicMe
[perfuma pari o len-
co producto da
preciosa flor cnhe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, espar-
igindo ao mesmo
lempo ao redor da
'pessa que o usa,
as suaves emanacSes que revelam-distinccao
e elefanca.
Aeha-se venda em todaaaa Ptrfumtna
Olee para machinas
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de-se nos depsitos da fabrica Apollo.


ario de fcroajnbueoSabbado 8 de Janeiro de 1SS7
LITTRATl)R*
XAVIER * TRADUCglO
DE
PALERHO E FARIA
(Continuado)
CAPITULO IX
O MTEHROGATOKIO

intimo de
que
se


:.




;
i
V Jantaram em sua easa *
Jantaram.
Com quem ?
Cota Galimand, amigo
Lenidas.
__E'o pae de urna rapariga
chama Pamela, n3o verdade ?
i Exactamente.
E foi durante esse jantar que deu
a beber esse violento narctico a Leonti
na?
Senhor I balbuciou a Belzebutb.
__Nao negu 1 Bena v" que era intil.
Os promenores?
Confesso que deitei algumas gotas
de urna infusao de belladona, preparada por
um cbimido meu amigo, no copo da peque-
a. .. mas ignorava completamente que
dessa bebida podesse resultar qualquer
perigo. .-,-
No emtanto, sabe .muito bem que ura
narctico sempre __Nao, senhor, nao sabia. Alm disso...
Alm disso o que ?
Nao sou eu a quem o senhor devia
tornar responsavel.
A quera entilo ?
Ao pae; ctava aqu, vu tudo, e ap-
provou. .
Sei muito bem que o pae um ma-
me ; mas essa cumplicidade nao pode ab-
aolvel-a, senbora Belzebuth.
Emfim, o senbor pede-me a verdade,
e digolh'a.
Dando esse narctico a Leontina, o
que qneria fazer ?
Adormocel-a.
Com que fim ?
Um Bimples gracejo.
Mente.
Mas...
Mente. dig>-lh'q eu E' conhecida,
" senh'ora Belzebuth, todo3 sabem qBe ex-
plora ama vergonhosa e infamo industria ;
a sua casa urna casa infame, e foi pra
entregar Leontina a um misera*el, que
provocou um somno psado e profundo,
como a morte.
Nao, senhor, ojio. Jaralhe...
Anda !...
Mas...
Ah 1 nao quer dizer a verdade? o-
terrompeu serenamente Mauricio, dando
dois passos para a porta. Paz muito bem.
O juiz ser por certo mais hbil e mais
feliz do que eu... *
A Belzebuth comecou a tremer.
Fique, senbor, balbuciou ella, fique ;
dir-lbe-hei tudo...
A Belzebuth calou se durante alguns mo-
mentos, como para ordenar as suas recor-
dagoes, depois disse, ao mesmo tempo que
- um sorriso rynico o horrivel lhe entrea*
bria os resequidos labios, e lho descobria
os dentes posticos:
Sabe muito bem, senhor, e por cer-
to muito melhor do que eu como a rapari-
ga bonita.
Depois ? disse Mauricio com desgas-
Sabe que ella e o pae viviam na
maior miseria, e que desejavam melhorar
de norte, o que muito natural. Diabo!
As espaduas da pequea sao muito bran-


cas e muito bellas para que se coa ten tas se
com um triste peda 90 do pao, e os seas
pesinhos muito bonitos para patinharem na
lama indefinidamente.
Pretende dizer que Leontina veiu,
pedir-lhe para a fozer ganhar dinheiro ?
exclamou Mauricio com vivacidade.
Oh 1 nao, n3o isso precisamente.
Foi o pai que sabendo que tenho bons oo-
nhecimentos e que sou muito servigal, veio
suppUcar-me que desenvolvesse sua filha'
como fiz a Pamela, a filha do seu amigo
Galimand. Por outro lado, um homem mui-
to rico e muito respeitado, que conheco ha
j muito tempo, tinba visto Leontina por
acaso n'um armazem, onde trabalhou al-
alguns mezes e achou a muio do seu agra-
do... Oh! senhor, n3o se enclense!
apressouse em accrescentar a Belzebuth,
vendo que Mauricio empalledecia e cerrava
os punhos, quer saber tudo, e eu digo-lhe
tudo...
Sim.. sim... continu, estou soce-
gado, articulou o artista com a voz inter-
cortada pela commog3o.
A Belzebuth proseguio :
O tal velho em questSo (nao sei se j
lhe disse que elle era velho) pedio para
ceiar com Leontina. Era muito innocente;
consenti de muito boa vontade, porque sa-
bia que elle era muito rico e muito gene-
roso, e pensava que poderia fazer a felici-
dad da pequea... Nao quera seno bem
pobre creanga. mas nao torno a cahir
n'outra... a bondado, c n'este mundo
muito mal recompensada.
Mauricio encolheu os hombros com urna
expressio de profundo despreBO
A Belzebuth continuou :
Tudo se ia pssando admiravelmen-
te, mts parece que a pequea tinha algum
amor no coracao... nao quera ouvir tal-
lar em ter amante. Ah I agora explico per
feitamente a sua recusa que tanto me sur-
prebendia, e acredite, senhor, que se tives-
se tido a vantagem de o conhecer.
Ah exclamou Mauricio, o que quer
dizer ?
Ora, senbor, quero dizer o que o di-
go...
Julga-me o amanto de Leontina ?
__ Mas parece-me... Em todo o caso,
seria sempre um cumprimento a fazer-
lhe...
Pos engana-se.
O que?
Leontina nao tem amante. Nem eu,
nem outro!
O peior para o senhor.
Leontina honesta, completamente
honesta, e sempre o foi. Entende, se-
nbora ?
E' possivel 1 replicou a Belzebmth
com indifferenca, nao teaho razo alguma
para duvidar... O caso que, sempre
lh'o repito, estava convencida que ia fazer
a falicioauj da pequea ; tinha arranjado
o negocia", com o pai e tinha preparado
o jantar, m seguida ao qual devia apresen-
tal-a ao tal figurEo.
Que infamia !... murmurou Mauri-
cio, que s com rauita difficuldade conse-
goia conter a sua indgnaclo. ,
Como a pequena^odia resistir, tor-
nou a Belzebuth, como estava quasi certa
que resistira, e que afinal de contas se tra-
tava do seu futuro, julguei que me Beria
permittido forgal-a a sor fehz. Foi entao
que tive a idea de dar-lhe a beber urna
pouca de belladona misturada coa vinho.
A idea, apesar de nao ser nova, nao era
m por esse motivo. Mas, afinal. ..
Mauricio, cada vez mais paludo, bata o
p no tapete com crescente impaciencia.
Por fim, para acabamos, com isto,
continuou a Belzebutb, porque veja muito
bem que est sobre espinhos, dir-lhe-hei
que, ou porque a bebida nSo tinha produ-
zido o seu effeito, ou porque as forcas ti-
vessem voltado a Leontina no momento em
que chegava o digno homem que quera
ser o seu protector e o seu bemfeitor, ape-
nas lhe tinba pegado na mao, sabio do seu
lethargo, repellindo-o, e comecou a gritar
por soccorro com tanta forja, e por tanto
tempo, que o proprio diabo teiia acudido.
-------
Se tudo quajfto foi pos
yar ^^Bexplicar as ^Etagen da
brilhanto po3|1b que se lhe oflWecia e po-
deria|W so apresentar outra vez. .'" Mas
quafr A pequea forte, orno ura turco
o como dous auverguezes EmpurraB
e fugio como doida pala escaria abaj
pai entilo correu a peraeguil-a, e.
Eu sei o resto. .. interrorapou
ricio.
Entilo sabe m N2o, porque n3o sei nada ainda de
um modo preciso de tudo quanto se pas-
sou antes do dispertar de Leontina, e em-
quanto ella estava entregue sem defeza ao
seu curaplice.
Mas nao se passou cousa alguma.
E' incrivel.
O tal senhor pegou lho na mSo, rep-
to-Ihe, e ella dispertou logo.
Entao nao foi commettido nenhum at-
tentado e nem mesmo houve a tentati-
va?...
Afiirmo-lhe que apenas lhe tocou com
as pontas dos dedos.
E' bem verdade isso ? .
Ah 1 Deas do co Fago todos os
juramentos que quizer, e eu seja enterca-
da, se esta nao a verdade. Alm d'isso,
pergnnte a Leontina, ella contar lhe-ha tudo
.
orno, e preciso des-
tosa assim nSo sei
cangar.
A Belzebuth eatrou no seu quarto de
dormir
^- Luiza! exclamou ella.
Miaba senbora? espondeu a criada.
Traze-me um clice de coracao e
um frasco de marrasquino. Creio que dous
ou tres copitos ato farlo mal nenhum.
Pelo da adiante. Laonidas e o seu arai-
6o inseparavel Adolpbo Galimand foram,
como pessoas bem educadas que erara,
prestar as suas bomenagens senbora Bel-
zebuth.
Esta ultima, mal curada anda das
comraog3es da manha, apezar dos calman-
tes qu% tinha tomado sem descanco, sob a
forma de preparados alcoolicos. recebeu
sufficientemonte mal os seus cumplices.
Ah! fiseram-n'a bonita, exclamou
ella no momento em que Luiza os intro-
duzio no seu gabinete, e por pouco me
F0LHET1M
exactamente como se passou, e ver que
nao lhe minto.
Fallando a'este modo, a Belzebuth tinha
recuperado o seu sangue fri, porque via
qiii d'alli para o futuro, estava ao abrigo
de qualquer perigo, e que a sua ultima af-
firmutiva a cabava de alliviar o sea inter-
locutor de um peso enorme.
Mauricio reflectio durante alguns instan-
tes ; dnpois disse ;
Nao a denuaciarei, mas cora urna
condicab...
Aceito, seja qual for.
Dar-me-b ura ultimo asclarecimento.
Qual?
Preciso saber o norae e a morada
ds88e miseravel.
Qual miseravel ?
Aquelle.qne lhe psgou para lhe- en-
tregar Leontina.
O seu norae ?
Sim.
Ah 1 pede-me urna cousa impossivel.
Porque impossivel ?...
- Porque tomo por testemunbas todos
os santos do paraso em como o nao sei.
.Ora adeas E' impossivel.
= E' como lhe digo.
=- Mas anda ho pouco me disse que
conhecia esse hornera La muito tempo...
= E' verdade.
Entao...
= Conheco-o, mas ignoro completamen-
te como se chama. Ponha-se no meu lugar.
Tem bastante peoetracSo para compre-
hender maravilbosamente que todos estes
senhores que me honrara com a sua oon-
fianca vera mnha oasa s escondidas, e
que n2o me dizem nem 08 seus nomes,
nem os seua ttulos... e eu, percebe oe cer-
to que sou sufiacientemente diacreta para
nao procurar deacobril-os, todas as vezes
que nao m'o dizem. No emtanto, se o
deseja, e nicamente com o fim de ser-lhe
agrada vel, informar- me-hei, procurarei,
cousa,
de ac-
nao metteram em bons lencss 1... Podem
gabar-se I...
O que acontecu?... O que ha de
novo ? perguntou Galimand muito admira-
do.
O que ha entao de extraordinario,
Deus do co ?... exclamou Lenidas.
O qne ha ? Veio esta manh a mi-
bella
O CORCNM
POR
PAULO
S7AL
sa de ve
TERCEIRA PARTE
AS ME1IQBIAS DS ASQBA
(G ntinacSo do n. 4)
rv
onde Flor empresa um orlllegio
c NSo sei o que hoave, ms Aurora s
vinha de longo em longe. Estavamos mais
fras urna para a outra. Quando Henri-
que, o meu amigo tallou, o meu corucao
(bedeceu.
As cousas e as pessoas de que elle
gosta deixam de agradar-me.
i Nao assim, mnha mi, que
mar ?
i Pobre Flor, se a visse, nao deixria
de cahir-ibttoosbrajos. .
o Devo der-lhe, mnha mu, urna cousa
que precedeu pouco partida de roinba
amiga, e que me causn ura a grande d-3r :
Ilenrique ia deixar-me, eu a fiear s, e
muito tempo, muito, sera o ver. Dous an
ooe, mnha mai, dous annos, comprehen-
de ? Eu que todas as roanhAs despertava
om o bfijo de meu pai! Eu que nunca
pbssei um da inteiro sem o ver. Quando
me lembro daquelles dous annos, parecera-
roe mais compridos qae o resto da rainha
existencia.
t Sabia quo Ilenrique juntava urnas pe-
quenas economas para eraprebender urna
viagem : devia visitar a Allemanba e alta-
lia. S a Franja lho estava vedada, e pu
porque. Os motivos dessa via-
tambsm um segredo para mira,
da, em que sabio pela manba, ae-
i OMtume, entr'i no seu quarto
E^H^^IS*01 ordem. A secretaria es-
tava aberta ; em cima da mesa da secre-
taria estava um mago ne papis a narella-
cidos pelo tempo. Dessjs papis pendiam
dous sellos igaaes, cem brazSas, e esta pa-
lavra latina por divisa : adsum. O meu
contessor, a quem pedi a explicacSo da-
quella palavra, respoodeume :Aqui es-
tou !
Lembra-se, mnha mai? quando Hen-
rique correu em meu soccorro em Venasco,
pronanciou estas palavras, atacando os meas
raptores: < Aqui estou 1 aqui estou
c Os papis tinbam ainda outro sello,
que parecia pertencer a urna cape Ha ou a
urna igreja. J urna vez tiaha visto stes
paptis. No dia em que fugimos da casa
das margens do Arga, sahindo de Pam-
plona, foi para ir busf ar aquello precioso
embrulho que Heorque quiz voltar her-
dade.
i Encontrando-o intacto, a physienomia
expandise de alegra. Lembrava-me de
tudo isto.
f Junto do maco, cujo envolucro n3o
deizava ver nada escripto, estava urna es-
pecie de lista, escripta receatemente. Fiz
mal. li a Mas, minha mai, tinha tanta
vontade de saber a razao por que Ilenri-
que me deizava A lista s continha no-
mes e moradas.NSo conhecia nenhum
daquelles nomes. Eram sem davida os
das pessoas que Ilenrique devia ir ver na
sua viagem.
A lista ra assim {feita :
t 1. CapitJo Lorran, aples.
2. Staupitz, Nureroberg.
< 3. Pinto, Turiro.
t 4. O Matador, Glasgow,
t 5. Joelde Jugan, Morlaix.
< 6. Faenza, Parz.
< 7. SaHanha, Pariz.
c E no fim di>u8 nmeros :
t 8 e 9 sera nomes.
Onde Aurora e ecupa
marques
de um
t Vou terminar immediatamente, minha
querida mai, aventura desta lista.
Quando Henrique voltou da sua via-
trro, no fim de dous annos, tornei a ver a
tu. Muitos nomes j estavam riscados,
sem duvida os daqunle que elle tinba en-
contrado. Em compensacao, havia dous
nomes nevos que preenchiam os claros.
O capitao Lorrain estava riscado, o n.
1. O n. 2, SUupita, tinha um largo tra-
interrogarei, e, se souber alguma
mandar-lhe-hei dizer.: Diga, est
cordo ?
= Nao, disse Mauricio, dir'igiudo-se
para a porta, nao estou.
Ah ..
Neo quero, no futuro, ter as meno-
res relacoea comsgo. Responden s mi-
nhas perguntas, e fez muuito bem ; mas
saborei depois se me disse toda a verdade.
No caso contrario, porei em execuco as
miabas ameacas immediatamente.
Nada tenho a receiar, porque uao
tenho cousa alguma de que arrepender-me,
e, alm disso, fime na sua leaMade, re-
replicou I a Belzebutb, recondazindo Mau-
ricio at a oseada. .
Ufl murmurou ella, depois de ter
fechada a porta sobre si, finalmente aca-
bo u-se !... Eseapei de boa; mas ainda fui
muito feliz com o resultado I Mas estou
90 ; Pinto tambem ; o Matador, Joel a Ju-
gau do mesmo modo. Aquelles cinco tra-
eos eram de tinta vermelba. Faenza e
Saldanba estavam intactos. O n. 8 tr.zia
o nome de Peyrolles; o n. 9 o de Gonzi-
ga, ambos em Pariz.
... Estiva dous annos sem vl-o, mi-
aba mai. O que fez elle durante estes
dous annos, e porque motivo a sua con-
ducta foi sempre para mim um mysterie ?
< Dous seclos, dous longos secuta* !
Nao sei como pude viver tantos das sem
o meu amigo.
i Se me separessem delle agora, estou
bsm certa que morreria I
a Retirei-me para o convento da En-
carnacb. As religiosas foram boas para
mim ; mas nao podiam consolarme.
t Toda a minha alegra tinha voado com
o meu amigo. Nao sabia mais nem can-
tar nem sorrir.
Oh mas quando voltou fiquei bem
paga dos meas desgostos I Aquelle longo
martyrio estava terminado.
t Meu querido pai, mea amigo, mea
protector, me era era restituido; nao tinha
palavras para dizor-lho quanto ma consi-
derava eliz.
a Depois do primeiro beijo, olhou para
mim e fiquei admirada da expressao que
tomou o seu rosto.
< Ests moca, Aurora, disse-ma elle ;
nSo pensava encontrar-te tao bella.
a Henrique achava-me bella A belleza
ura dom de Deas, minha mai : agrade-
c a Deus do intimo do coracao. Eu tinba
dezeseis ou dezesete annos quando me dis-
se isto. N3o tinha ainda adivinbado que
se pode experimentar tanta felicidad ou-
vindo-se dizer : E's bella. Henriqne an-
da nao m'o havia dito.
< Sahi do convento da Eacarnacao n >
mesmo dia e voltmos para a noaaa antiga
casa. Tudo all estava mudado.
o Nao podamos mais viver s, Henri-
que e eu; eu estava urna moca.
s Encontrei em casa urna boa velha,
Francisca Berrichon, e seu filho Joito Ma-
ra.
A velha Francisca disse, vendo-me :
c Parece-se.
( Com quera me parecia eu ? Existem,
sem duvida, cousas quo eu nao devo sa-
ber, porque foram a meu respeito de urna
discricao,inflexivel.
< Peoaei mmediaUmente, e esta opi-
niab se fortaleceu em mim depois,que Fran
cisca Berrichon era alguma velba criada
de miaba familia.
casa um figurao que me deu a mais
cace que at boje tem recebido urna mu-
lher.
E quem foi ? A respeito de que ?
A respeito de Leontina.
E' possivel!... exclamou Lenidas.
Oh que maldita I... Conto-me isso
tel... Estou sobre brasas.
Oucam l.
E a Belzebuth narrou minuciosamente
toda a scena a que os nossos leitores aca-
baran! de assistir.
Leonida, escutando esta narraeJo, mu
dava de cor e trema como varas verdes.
- Eniao, o que tem ? perguntou a Bel-
zebuth.
Ss elle vai queixar se... disse elle
com voz apenas extiacta, estamos arran-
jadosl...
N5o ha perigo.
N3o ser mao ver. Eu n3o me sinto
nada socegado.
Ehl eh fica descancado, poltro !..
Repito que nao arriscamos absolutamente
nada.
Eh I... eh I...
Ora pensemos um bscado. N3o per-
cebes que o tal rapaz o amante da pe-
quena?
Isso claro.
Est impressionado.
De accordo.
Eatilo, para nos aecusar, sera ne-
cessario qae arrastasse pelo lodo a sua
amante, e garanto-Ibes que n3o se decidir
a isso. Ah 1 se a delambida tivesse estado
aqui anicameute urnas duas horas mais, e
se o vinho tivesse produzido melhhr effeito,
creio que tera bavido para n3 "algumas
cousas bastante desagradaves... Mas, por
felicidade, o velho do Vannoy n3o em-
prehendedor, e por consequencia... Foi
urna sorte, n2o verdade, Lenidas ?
Foi, responden velho modelo, com
ar sombro,
Entilo que isso ? O que tens tu,
meu velho ? perguntou Galimand comple-
tamente socegado pela indestruutivel lgica
dos raciocinios da Belzebuth.
. Tenho o saber que esse artista nao
tem vintem, e que Acaremos ainda mettt-
do8 at ao pescoco na miseria e no lodo.
Ora tu tens os cem luizes que o
ginja largou.
Sim, mas depois ?
Ah diabo!... Depois 1...
CAPITULO X
atelier, nSo, me incommodaria muito tem-
po !
Diabo 1 exclamou a Belzebuth com
um suspiro expressivo, preciso confessar
que nao temos a sorte a nosso favor.
Maldita sorte I exclamou Galimand.
A Beleebuth proseguio:
Perdemos um soberbo negocio.
Urna verdadeira mina I disse Gli-
mand.
Vaunoy tao generoso 1... .
Provou-o bem o digno homem.
Estava preso, mas completamente
preso pela pequea, continuou a Belzebutb,
quera fazer d'ella a sua amante, e tratal-a
com todo o luxo...
Com mil diabos! vociferou Leni-
das, est ademolir-me a alma !
E, continuou a Belzehuth, compro-
hendem per feitamente, meus amigos, qae,
como casado e avo, nao poderia dar gran-
de trabalho pequea. Era eu quem se
encarregava da mobilia, do vestuario, das
joias, e affirmo-lhes que tera ganho em
tudo isto algumas notas de mil francos que
podia-mos dividir entre os tres.
O ex-modelo n3o disse nada, mas deu
duas ou tres pancadas na cabeca com fu-
ra, e agarrou a sua grande barba entre as
m3os, como se quizesse arrancal-a.
Apresserao-nos, alm d'isto em affirmar
que esta intenc3o (se era a sua effectiva
mente) n3o foi seguida de exccuc2o.
Sem fallar, accrescentou a Belzebutb,
que a pequea menor, que Lenidas, de
vez em quando, fingira uo estar satisfei-
Capito Joaoulm Ignacio
as columnas do 9 btalo!
taos destinguio-s
pal de Tuyaty m
Fallecen do chol
tubro de 1867.
cam-
1866.
de oo"
, con- to, e mostrara os dentes, e que teriamos
mao os elementos' de grandes lucros.
Bem, vecra que nao eram as cordas que
faltavam ao arco.
Ah! urna grande desgraca!...
urna grande desgraca! geraea Galimand
com um tora lamentoso. Matamos a pom-
ba des ovos de ouro I
Pos que! ? vociferou Lenidas, che-
gado ao paroxismo do furor, ser-me-ha for-
90SO arrebentar de forae como um o2o la
zarento, ou ter que trabalbar como um cao
tiuhoso, porque um patfe que n3o vale
dous caraces est namorado de minha fi-
lha ? Digam-rae se sto justo ou n2o ?
Urna idea !... disse Galimand de re-
pente.
Tem urna idea ? perguntou a Belze-
butb.
E famosa.
Vejamos qual .
O patife araeaca-nos, nao verda-
de?
Sim.
(Contima.)
VARIEDADES
Captto Francisco le. Paula Mantel-
ro de tlbuciaercjue
Houve se com bravura nos combaCsi
Sauce e Bouqueron era 16 e W^H
de 1866, sondo entao alferes.
Estere no assalto e tomada dauTel
quary em 28 de Agjsto de 1868>*lendog
elle e um outro otS-.-ial os primeiros a gal
garem as trincbeiras ioimigas.
Assistio os combates do mez de Dezern-
bro e foi raorto no dia *3 no ataque de-
Lomas Valentinas.
Capito Francisco Dala Gonfalve
Estove no combate de 16 do Julho do
1866.
Compateu com bravura na ponte do Ito-
rr e ca batalha de AaWM 6 e 11 de
Dezembro de ^"10 djlrdepois ca-
hia raorto era Lomas Valentinas.
llnente Harija Btearrus
Mostrou ser de indomavel bravura na
campanha do Paraguay,, destinguindo se -
sobre tudo no bombardeamento do Itapru
no mez de Mar5 de 1866, commandando
0 encouracado Tamandar.
No dia 27 os Paraguyos derara um tiro
t3o certeiro (affirmam os jornaes para-
guayos que esse tiro foi feito pelo corone!
depois general Bruguez) que penetrando-
na casa mata do navio matou muitos offi-
ciaes e pra$as e entre elles o heroico Ma-
rz e Barros, que, tendo a perna partida pe-
lo joelho, fallec?u horas depois.
Fallando sobro Mariz e Barros diz o cor-
respondente do Jornal da Commercio.:
... Trouxeram o chloroformio, o qu
visto pelo doente sorriu se dizendo que isso
era bom para mulberes. Dra-me um
charuto accrescentou De facto levou
fumando todo o terapo que durou a ampu-
tajao. Eft,sempre acreditou qae suecum-
biria e assim o exprimi at as referen-
cias que fazia ao'facto de sua pret-erijao
(1). A meia noite sentiu que a morte so
lhe approximava e raaniestou-o com toda
a caima e firmeza de animo. Deu ao Dr.
Carlos'Frederico recados para sua familia,
repetindo a mande dizer a meu pai que
eu sempre sou.be respeitar o seu nome
Depois adormeceu para sempre.
Antonio Carlos Mariz e Barros era na-
tural do Rio de Janeiro e filho do almiran-
te Visconde de Inhauraa, que filleceu em
1 consequencia de molestia ad querida n'a-
quella campanha.
OS TBE8 CUMPLICES
Mais nada, tornou Lenidas com
amargura e colera, mais nada Oh I
maldito se o encontrasse para as bandas
de Mont-martre, all pala meia noite ou urna
hora da manba, em lugar de o ter visto no
Resumo da campanha com o
Paraguay, seguida dos nomes
dos brasilelros mais dlstlaclos
morios durante a guerra.
POR MELCHIZEDECH D'aI^BQDEEQUE LIMA
(Continuac3o)
Capllo Justino da Silva Bueno
Avanjando o 9o corpo de ca vallara so-
bre as trnchoiras ioimigas de Curupaity
em 2 de Setembro^e 1866, vio cahir fe-
rido, primeiro o corBmandante, depois o
major. pelo que o capit3o Bueno assumio
o seu commando, havendo-se .com distinc-
c3o na direccSo do. mesmo.
Faleceu era 17 de Abril de 1867 do
cholera.
Capitao lioaventura Pinto da Silva
Valle
Como 2o lente do Io regiment de ar-
tilharia a ca vallo, destinguo-se no dia 17
de Abril combateado contra os paraguyos
e 37 dias depois foi mais urna vez provar
nos combates do Tayuty que havia mere-
cido os elogios de que fora alvo no dia 17
de Abril.
J promovido a capitao, faleceu em 5
de Dezembro de 1868 no hospital fluctan-
te D. Francisca.
< Devia ter conhecido meu pai ; devia
coahecel-a, minha mai I Quantas vezes nao
o teaho tentado sbalo. Mas Francisca,
que de ordinario falla muito, torua-se mu-
da quando abordo certos assumptos.
c Quanto a seu filho Joao Mara, mui-
to mais moco do que eu e nao sabe de
cousa alguma.
f N5o tornei a ver urna s vez a miaba
linda Flor no convento da Encarnajao.
Mandei-a procurar logo que fiquei livre.
Disserara-me que tiaha deixado Madrid.
Nao era verdade, porque vi-a poneos dias
depois oantando a dancanlo na Praga San-
ta. Queixei-me a Henrique, que me disse :
a Fizeram mal era engaar-te, Aurora.
E fizerara bem em n3o te approximar des-
ta pobre crianca. Recorda-te que ha cou-
sas que afastariam de ti aquelles a quem
deves amar.
< A quem devo eu amar ?
< A ti, miaba mai, primeiro que tudo,
a ti principalmente I Pois bem, desagra-
dar-te-bia se tivesse afec3o minha pri-
meira amiga, reconhecimento por aquella
que nos sal vou de um grande perigo? NSo
creio. N3o assim que te amo.
a Meu amigo exagera as suas severida-
des. E's boa, apezar de altiva. E' depois,
amarte-bia tanto I Por acaso as raiohas
caricias dar-te-hiam tempo do ser severa 1 !
i Estava moga. Serviam-me. O pe-
queo Jo3o Mara poda passar por meu
pagem.
A velha era urna companheira leal.
Estava ainda mais s que outr'ora; estava
muito longe de me julgar feliz.
t Meu amigo tiaha mudado ; eaas ma-
neiras no eram as mesmas; achava o
sempre fro e algumas vezes muito triste.
Parecia existir dalli em diante ama bar-
reira eatre nos.
Como j Iha disse, minha m3i, urna
explicacao com Henrique era coas impos-
sivel. Henrique guarda o meu segredo
mesmo diaate de mim. Adivnhei que sof-
fra e que se consola va com o trabalho. De
toda a parte vinbara solicitar o sea auxi-
lio. Os arraeiros do Madrid faziam figu-
rar o tCinzelador nos liloes.
< Medina-Sidonia, o favorito de Felippe
V, tinha dito : Tenho tres espadas ; a
priruora de ouro, e dal-a-hei ao meu arni-
go a segunda, ornada de diamantes, otfe-
recel-a-hei minha amante ; a terceira
de a^o policio, mas foi lavrada pelo Cin-
zelador, s a darei ao re !>
t Os meaes passaram-so. Toroei-me tris-
te. Henrique notou e era infeliz.
.... Mea quarto dava para aquelles
immensos jardins que ficam por traz da
cale real. O maior e o mais lindo daquel-
les j ardas pertencia ao velho palacio do
duque de Ossuna, morto em duello pelo
Sr. de Favas, gentilhomem da rainba. De-
pois da morto do dono, o palacio estava
deserto.
Um da vi levantar-se as persianas.
As salas vazias encheram-se de movis
sumptuosos, e raagaifieas^pecarias fluctua-
vam as janellas. jM
< Ao mesmo temp^r jardim abaudona-
do encheu-se de flores novas. O paracio
tinha um hospede.
Era curiosa, como todas as reclusas.
Quiz saber o seu nome. Quando o soube,
atordoou-me; aquelle que vicha habitar o
palacio d'Ossuaa chamava se Felippe de
Mantua, principe de Gonzaga.
Gonzaga I tiaha visto este noma na
lista do meu amigo Hanrique. Era o se-
gundo dos dous nomes inscriptos durante a
viagem. Era o ultimo dos quatro que res-
tavam ; Faenza, Saldanha, Peyrolles e
Gonzaga.
Pensei que o meu amigo Henrique de-
via ser amigo daquelle fidalgo, e quasi de-
aejei vel-o.
a No dia seguate, Henrique raandou
pregir venezianas as janellas do mea
quarto, que nao as tinha.
c Aurora, disse-rae elle, peco te que
nSo te mostrea qaelles que vieram pas-
seiar neste jardim.
a Conlesso, minha mS, que depois des-
ta prohibicao a minha curiosidade augmen-
tou.
a N3o era difBcil ter informajSes sobre
o principe de Gonzaga: toda a gente fal-
lava delle.
a Era um dos horneas mais ricos de
Franca e amigo particular do regente. Vi-
nha a Madrid para ama missao intima.
Tratavam-n'o cou.oembaixador ; tinha ama
cSrte.
a Todas Us manhas, -o pequeo Jo3o
Mara vinha contar-me o que se dizia no
quarteirSo.
O principe era lindo, o principe tinha
liadas amantes, o principe atirava milhoea
pelas janellas. Seus compmheiros eram
todos jovens inexperientes, que praticavam
em Madrid arriscadas aventuras nocturnas
escalando sacadas, quebrando portas e ba-
tendo nos defensores ciosns.
a Havia um que tiaha dezoito annos
apenas, Urn demonio I chamava-se o mar-
quez de Cbaverny. Aohavsm-a'o juvenil
i" Tencntc Sil vado
Comraandava o encouraga Rio de Jauei-
10, quando no dia 2 de Seterabro de 1866
s 2 horas da tarde, ao avancar para tomar
direegao debaixo das bateras de Curuzu',
bateu sobre a espoleta de um torpedo que
arrebentou e o fez ir a pique immediata'
mente.
Bem pouca gente se salvou porque muitos,.
que escaparam aos effeitos do torpedo mor-
reram debaixo da metralha que era atirada
de Curuzu'. O l'teneute AmerieBrasilo
Silvado foi urna das priineiras victimas da
exploso. *
Era natural do Rio de Janeiro.
fcuar Ja -unrrinlia Hay mundo Antonio
da Silva
Este joven militar foi urna das victima
do naotragio do Rio de Janeiro debaivo da,
bateras do Curuzu' em 2 de Setembro de
1866. *T
(I) Mariz e Barros dosgotOrir-se a tal pont
com a pretericao que soffreu,' que em um*
correspondencia anterior a essa, o corres"
pondente do Jornal do Commercio disse
cMariz e Barros deixa-se matar no primei-
ro combate em que entrar.
(Continua.)
corado como urna moca, o t3o terno !
compiidos cabellos louros sobre a fronte
alva, labios imberbes, olbos vivos como oa-
das mocas. Era o mais temivel de todos l
Este cherubim transtornava os coracSes daa-
senoritas de Madrid.
a Pelas fendas da mnha persiaoa, via
algumas vezes, debaixo das arvores da-
quelle lindo jardim d'Ossuaa, um joven
fidalgo de appareacia elegante, oom um
porte afeminado ; mas aquelle n3o podia
ser Chaverny. Este fidalgo pareca tao
prudente e t3o modesto 1 Passeiava desdo
pela manba. Chaverny devia levantar-so
tarde, depois de ter passado mal a noite.
a Quer sentado, quer deitado sobre a
relva, quer carainhaudo com a cabeca in-
clioada, o fidalgo tinha sempre um livro na
mao.
a Era um joven estudioso.
a Chaveray n3o se prendera assim a unv
livro 1
a Era impossivel. Aquelle fidalgo.^ara-
exactamente o opposto do Sr. raaro/a
Cbaverny, a menos qae a noraoH
tivessse deploravelmente calumniado Sr.
marquez.
a A nomoada nao tomou preeaugoss.
Mas o joven fidalgo era effectivamaate o
marquez de Chaverny.
a fjm demonio]! Julgo que o amara^so
Henrique n3o tivesse nascido.
a Um bom corag3o, minha mai, ra co-
raga perJido por aquelles que desviaran
a sua mocidade; mas nobre ainda, rdea-
te e generoso. Julgo gue o vento levan.-
ton por acaso um canto da minha persia-
na, porque elle vio-rae, e, desde ent3o, n3o
deixoa mais o jardim.
a Ah certamente perdo-lhe mutas loa-
ouras l No jardim, era meigo como un
santo. Quando muito afoutava-se aJgumaa-
vezes a beijar urna flor qae colhia e atira-
va-a em seguida em minha direcy3o mi-
nha janclla.
a Urna vez, vi o cora urna sarabatana^,
apontoa para a minha persiana e cora nsi-
ta hablidade tez passar um bilhete atravea-
das tab$inha8.
a Que encantador bilhete, minha mai !
Quera casar coromigo e dizia-me que o
arrancara uma alma ao inferno. Mas pudo
conter-raa para nao responder, porque isso-
teria uma boa aegilo. Maa pensando era
Henrique, detive-me e nao dei sign.l de-
vida.
(Continuar-te-ha)
Typ. do Diario ra Duque de Caiiaa 'n. L
' i-
vi


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