Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18504

Full Text
C:.1P1T,|L E JLU
Por tr. > mezne aiantadoi .
Por sei ditwideru......
Por ua *ono ideaj......
Cada,i amero avulso, do mesmo di.

dHttBHl
^m
*B|^^^
: IDIAIO 1
9-9B
IM M 1881
0\Di: xa SB PAA PORTE
60000
12(5000
24*000
100
PARA BE
Por wis majes adianiadoB.
Por nove dito idem
Por um ana den.......
Cada nui .vulso, do das anteriores.
O B PARA DA PRO VIH CA
13*500
20*000
27*000
100
Jhttpntftade i>* M&ttytlfft(fcm&& ht Jara 4 JUfjd*

Onjpm
le Pari*. < os fosaos agames
exclusivos de andancio* A pn
blicaeffes da Fpj
Avii
4
ar, r toda o sent Jo e
se terna itnpotskil,-em p
lerioos, d^finLHlartte-lhes'
Tualijuer potro meio que i "
jualqoer forma, que
.ftea de eutnundg fco-
ar,^qajBraia, jlor
Ac* Srai Bub3cripore
^,A reepsetiva direc
9S0
listo Diario av.
no
j s-j o da*renova5ao
do ar viciado e ana.'aubetiftHcto por ac ado.
Toda e jualquor renca, cm opposieao com esta
afirmativa, una illuttt ou um engao.
Nao ha, seui riusida, quem crea ua eisteneide
Microbios, qar soflram impunemente a aece dd
um ; mas ji troca," exisjem alafas que reswtem
a teosjwratarss gases aquallas, cora qe costome-j
prepararmos o asaado quqjfe-juntar,
i l d
forma se-1
aeiro prexmo era d&ntl! fa'r-ae-ha ar~ Pe>o.<*aior.^flW equivalga, meas seadior.es,
, _L j_____:_____1 __. /._ a deitarfogo a,cafc qe eHehabitasse.
res par onde
por trimestre,
mea.do njesmo
i:tiverem aa-
recadaeSo das assignaturi
guraa.-*.
Na c nao se' paga porte. 6#
adiantado ou durante o 1.
trimestre, <355O nos 2. e
No fim eo tritneafre ser
messa do Diario aos que
tisfeito o s Fora da cidade, aos lugai
ae faaem as remeseas pelo
por semesoo, pago as
acuna.
Aos que quizerera pagar b ano adian-
tado, far-seha o abate de 1;0>; para to-
dos os assignaotos.
Mftrtee
sobre as nossat mesas.
Matar portento ipm, seguranza o microbio eecco
TLEGRllA
Ha porm, comu vinos, o.micrtibio eceo e o mi-
crobio fconido : e-este morra.feliaroente omito mais
depresa do que aqoeUe.
Basta para finitos a temperatura de 50 graos:
rarsimos esiupam s de 100 ; e nenhum sobre-
vive tita, quando o liquido que os conten, tra-
tneees. tado pelo calor, se addicionarem desinfectantes
ensa a re- '*Pr'>Pdoo.
O calor,c agolando a substaacia albuminosa
liquida, que parte integrante do coepo do micro-
giRBen,,.pr oaaseguin,te, um excedente meio
de anniquihurunto deates perigosissimos seres.
Deve poriL tomar-ae nota que, oade o nqueci-
mento nwlhor snperfiwes hi,medecidasf^endo menoj ufficax no
ar apenas saturado de yapares aquosos.
N'este oltimo caso a tempratara devjB, para
maior aegarajsa, elevar-se t 11 au 115 graos
eentgradoa, luraa'U nm quarto de hora
mais on menos.
Eu b;m si- qu os procesaos microbicidae, qne
at aqu vos renho, spsntado, s5o por assim diier
processoe racae, meios extrembaos quaes ne-
nhug ser viro escapa eu resiste,e iso porque
salemos tod.s qe t reino dos microbios pfjfoa
para onde
, 13*500
lis condigSes
:ss7!?o iasi:
RIO DE JANEIR0^3L de Dj^mbro,
* 10 horas e 3r minutos da msnhS (Rec-
bido as 12 hori e 30 miantos da ta le, pelo
cabo submarin).
Fol nomeaio ollleial e d^carfa
la Atlandegaila ParaliyCsa. ,a4>lpho
Bllbar.
Falloris prciirtcale
<; ande do Sal Dr. mael
in Pisa e timctlB.
Segua p;r o norte no p
nmerleasM. o -. t.on do direlto sfa cunar-* de Are
se.ulranrpirnoiior(eiio
lo nacional, o s> UuIim Jom_4p4fyiet* Aas|raile, e m
F.vtaa. Mra. D. {feria cfa i -ao
rirea lerrelra
ci de 188C 1887,hao a ana atienLo para as
circulares de l'J de Jnn^o.(fe 1878 e 17 'de Jalljo
de 1832, conforme rceoieada o mesmo Ministe-
rio em aviso de 26 a Miembro oltimo, n. 1714e
Apsaaeifb a oceas para declarar a V. Bxc que
emtticio do i de Agosto de 18S2 se remetteu a
csse AiVenal ama copia da ultima das referidas
Circulare.
Ao commaodant; das armas. Em 4dd manto ao ineu officio de hontem declaro a "V. xc.
paraos fina convenientes, que para o presidia de
^Fernando de Noronba seguem mais dore senten-
ciados militares, viudos ltimamente da cirte, os
qoaes foram exclnidoa do exercito e se aeham na
Casa de Detenciio.
Ao brigadeiro Agostinha Marques de S.:
Fio nfceiindo palo officio n. tO^-jie buje datedo,
tde fcaver V. Exc. passado o ejercicio do cargo da
commBndanto das armas d'asta provmcia o .esro-
oel Jos Tilomas Grscalves, commandanle do li
batalho d infaa^Uria, por ter dad arte de
deente o coronel Eranciaco Camello Pessoa de Ls,-
eerda a quom competa uasumil-o por ser* official
mais aatigo da ^aarnicao, Gommunieou-se ao
iospeotor da Thesouraria de Faxeaaa.
Ao tenente-aarqnel Jqo Neponiuceno de
Medeirtis Mallet iaapector do Arsenal de Gnerra.
Deelaroa V". S. en retposM ao sea oficio n. 1,
de 9 do corrate, que.exped osdem rio sentido de
lhe sei-sfli prestados pela Tbesoararia de Fasenda
osesclarecimentc3-.de qne preeisar pnra o bom
deseaMphtS da commisslo de que foi incumbido
pelo goterno imperial.
U u tro a i m, fie inteirado de acbarem^ > exer-
pouco "Oendo os cargos de secretario da respeCk.Va ins-
peccao e de ajudante de ordena os officiaes de qnn
trata o citado officio.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal das comarcas de Barreiros e Palmares.De-
claro a 8., eflxesposfa ae sen offieio do ldo
correte, qne tendo o decreto n. 903, de 3 de Ja-
cujas especies e variedades, teem aptidoes e"-exi-
gencias part calares.
Assim ha, por cxemplo, entre a muitido de mi-
crobios de que fallo, una que resolvem morrer a 4*
graos, ootros a 40, outros a 80, etc. Mas nos que ganisados o 33 na freguezia d
quasi nao cuubecemos aindr, a oS ser pelas suas '
devastacoes, o microbio cholenco, nos que nao po-
demos estar a pregar economas de combustivei_
economas de
parante urna epidemia possivel, tratando-o cmo a
inimigo cruel e vigoroso, fiear-nos-*a por consola-
cio a certi'aa, sanando mais nao seja, depojs dojj
calor qne It.e-dernioa, i|ue o deixajaps pelo manos,
e para todoa os effeitos escaldado^ coaido.
Asgim como.ha micntiioa qne resistem a temps-
ratnras relitivametitp 'levadas, assim ol*fca' que
isponemente arrastam fiios intensissimos.
' Boceado de carne patr rfeita a arrefecida .a 87
graos centgrados abalx* de aero, recomecaram o
seu trabalho de desorMbis icao molecular, logo
qne foram aqueeidos at temperatura ordinaria.
Germen* diversos, exporten a 30 e a 46 graos
de frio^pfearan rid* cflra logo-depsis do rea-
qnecidoa.
IWo morre antes de 35 gr&os abairo de sero e no
fim de ^|jboras o celebre microbio do cintra das
{Especial'jpar o Dia
PARS, 30 da,
Folnomeado
ca de Parla o
BERLIM, 30 dd'Deambro.
A eommlns
reunire lia na
ni. pedido do'
para o fltn de
animeniD do
lllllr do uelcb^iai
roiiaa <|iirSA-fel
gallinhSr
Parece que o fri, i a
e paraliaaudo os gei-m
Is'^^te uih ct'4yids|Jt
mit%tar-B(! logo qab ce.
mete a suependeu.
Estupenda conservaf
a dura mmobilidade do
k QuemBabe (dis Duelai
servadas pelo fri na*esf.
Cas, onde jaxem enf^rrndc
historieds, podrismos ext
udoa, microbios oteron
jpmem sobrnp globo iIt .
jeropole, acudira a seise
reja-y-renovando o raWa^rt
Frs.
\
LONDRES, 30^1 Deaa
\
A abertura da < enaild^rdl
IMriamenlo lnsl O* I
de Janeiro prox"'*'
la".
. BEHLlil;^ de fDezemU.
)
O jiovorno aitn"" eonrahlr
rnenle, una emipeMdni de
llioe* de marco. .t-'t| .
PARS, 31 de lzeinbro
tllemnnliaIsnprlnse
vldade ao armaa(adto
com fuKl de
.^SSBa
BUEN08AYRES
seguidos pelo ilagallq,
justose, ate drei, iagrat(
viva, que flucta aa atinosp i
riadea de partculas animad*
vivem tanto no ocano ioim
urna simples gotta d'agua q !
utSssas consideraveis. entre
rochas do globo, e que repr ..
juncto urna. jdas mais poderos
formcAO, qp o mundo terreat i
. na sua zona mas superficial.
insaro da o>rrd, A egsea. corpa.cS,,,, infini
iudaio projee- e quasi ioaccessiveis ao micrasco -
adrs* do eaecclto. za c'rcu'afao da sua miter
*' do hornea, que nasue, e a terr.
eonsumiza os restos, -circulajao
por aa^n dizer, no seu ciclo de
no pero SnaJ de materia viva e .
acao admiravel que fas contribu-.
ao io nosso edificio cerebral, o
jiritu que o excede, nJtrapHasa
stro, qne o gerbo, ajnaleria iner
no organisad, lhe serve de' Dase
Sao os microbioa, sao as cellulxs
"tioips rcpreseritaAtes no reino an
o os fermentos, iofin, sobre qne
rte da incumparavel harmona di
reito e couataute ampleio, qne :
s duaa subst ncias, a 'more tao ,
ta e a viva, M por ventura ent
irenea qne euppomos.
que disse, meus tehore, a resp
byajos, de qne podemos dispjr par.
vo|,vl do imrubio ue nos persej
^cito'oa fpou, rpido e infallivel.
torpeceud
' no estadq
i> a ma-
ansitorfa-
oor entre
as, eon-
siber-
tes pre-
'tet-
lo do
fizera
reswr-
mn-
lerr
ny-
ine
Id*
ts
dopor myriadesde aero, cujas familia egenWoa neiro de 1880, cseado^iias eomarcaa de Barreiros

e Palmares os batalhea 83, 34,85 e 36 de infan-
tana do servico activo e as seccoes 4 e ta re-
serva da guarda nacional, sob sea cominando, de-
vem segando desarmiuou o-citada decreto, ser or-
gajiisadoa* 33 na freguezia d .|%u9ljle Bar-
b'os, o e 35 a 4vsesea** de Ndste; 'Se-
nhora da Coucei}o dos Montes e o 86 e a i> sec-
>aao na de o. Jos da Agona- de Agna Preta.
t Ao Dr. chefe oe polica.Informe V. S. sor.-j
ore a qaeixa yerbal que esta presideccia tronza*
o ex-cadete Antonio VitaL Pereira de Mendooca,
de qne lora espancado pela patruHia em a^^H
de hontem, amada Roda d'esta cidade, recrfmi-
nando o guarda Ssrminio de Albuqiierque Mara-
uho, allegando qne assim procedeu-se para com
ella sem eatiaa
ijaspector da sade d porto. Tenido, o
xm. Sr.-ftiistro e secretario de estada dos ne-
gociosdo imperio em telegramma de hontem daa
ti
le
aJiAho
i Aviso
de
ar
^
de Novembro findo, n.
^B<.oceaiio para remefter a Vmo. a
^jFjtheor da ultima daa" referidas eir.
copia |
eulare.
Ao
rocha, ij
tes, a i
que par
A
Oliras
provlso
d>A Franca
reliar
e ^aris,' |
do ^rc
Vmc>, "
metten-
vinciaL
litar
Haja
parochia'
milita*,1
ment
vendo
dasw
paca de
art.J22:
Por'l
fren do det
dan t
O
tranapr
Guerra,
af do presidio de Fernando 8bKo-
a Vm9> para .os fins conveniem-
dos sentenciados militares,
ni primeira opportunidade.
ckefe da Repartica|> das
rA-Approvo o termo de contracto
_ rdo neflsa Repartigao c?m Lniz
Irsiro par e'xecucao da obras do
Ipontea da estrada da Luz, Tapocuri
L' abate-de 1 */. sobra e valor "total
de 7503, a que se letifico officio de
Je Novenibro fijado,ob n.. 2O0.-^-Re
pa ao inspector do Thpouro Pro:
de paz da junta de alistamesfto jni-
hia de Sant'Anna de Leopoldina.
i informar, com urgencia, se nessa
"eti-se este anno aa alistameato
orme determina 0 art. 81 do Regula-
da 2V do Fevefeiro de 1835, ^e-^
> negativo, providenciar ao sentido
antes feito o dito alistamento, sob
m impastas as multas commidadas no
citado Regula'mento,
: ...
agente da Connanhia Brasileira, man-
de dar psdtegem corte, por conta do Ministerio
da GaerxjKno vapor esperado do norte, So alfares
da compsabia de cavallarii, Jos de Andradc
Neves Marelles que para all segoe por estar sof-
riberi.Cocoaiumcou-.se ao eomm*n^
mas. "
agente 3a Companhia Brasilira faqa
corte, por canta do Ministerio da-
vapor esperado do norte, o brigaijeiro
AgontinhaMarques de' 8, que fui exonerado do
cargo d jHomandante das armas desta provincia.
CommAMkou-se *o resptotifo brigadeiro.
O Aligrente da Companbia Peraambueana
faca ttadBurtar o presidio de Fernando 'de No-
rpnfaa, ]conta do Ministerio da<3taerra,na pri-.
Ttunidade, os sentenciados militares
Borgea, Terencio Farnandes Ramos,
I de Oliveira, Tertulian Marques das
ancisco Ferreira Gomes, Jos Joaquim
anoel Antonio Corris, Manoel do
ario Teixeira de Abren, Jos Albino
orna: Se Aquinho Paseos* Guedeg e
de Oliveira Santos, os quaes tm ex -
excrcito e vieras ltimamente da enr-
ede destn*.Communicon-se ao respe
'a direito das ex'ecueoes crkninaes.
gerente da Companhia Pernambucana
_ artar ao Presidio de Fernando de No-
no* conta do Minitteria-'Ba Guerra,_na pti-
Keparticao da P*llcia
. '2* SfccsaoN. 1778.-&cntarK lii^ de Pernambuco, 31 da Dezembro de
188.-IHm.^'lkm. Sr.-*rParteopo a V.
Exc. que forirra rejolbidos i Qaaa de De-
tengao os segintes individno :
A' ordera do subdelegado de Santo Antonio,
Joaqnim de tal, Manoel .r'elisbertq da Silva, Al-
fredo Gtilherme UchUa, Antonio Filgueira de
Albuqnerttie, Francisco dos Santos Soma, como
vagabundos ; Caetano Lniz da Silva- e Manoel
Rbeiro dos Santos, por embriaguez e disturbios.
A' orden! do-de 1 districto de 8. JosnSerafim
Gomps-f eryeira, por disturbios.
O subdelegad do 1 districto do Peco da Pa-
taella coramuiiicuu-me em data de hontem que na-
quella data fes remessa ao Dr. jn de direito do,
5" districto criminal, do inquento policial a que
procedeu contra Joaquim Domiosgues Rbeiro da
Silva, pelo roubo feito em casa do Dr." Manoel
Fernandes de S& Amanes, na madrugada de 27
do corren te mes.
\ Deus guarde a V- Exc Jlltn. Exm.
Sr Dr.-Pedro Vicente dfe Aaevedor multo
digno presidente da provincia. Salustia^o
de Oliveira, enearregado do expediente.
CoaCulado provincial
DESPACHOS DO DA 31 DE DEZEMBRO DB
-'.18^ :... '
Ppocopia "Sosa de, Jass, Isabel Augusta de
Castro, Manoel Jos Marques, Motta SUfelra 4
C, Alfredo Maoriea, Carolina Josepha da Silva
Pmbeiro, Antonio Domingnes Lima e Francisco
Joe dos Pasaos .GanarSes.Informe a 1 seceo.
Antonio Pedro de Souza.Soares 3t C, Bento
Machado dj G^ Antonio J3oSiingues Lima & C,
Carvalho Irmo & G, Gaspar Augnsto Soares Lei-
te, Jos Ferreira & C., Hermiaa Costa &C, Emi-
lio Reb'erto, And re Domingues Santos, Carvalho
Jnior & C, Joo Bptista Tlles e Carlos Sm-
den. Sim.
Caetano Ramos & C, Afiteaio Espindola d'Oli-
eira & C. Tlndeferido en'vista das intormavoes.
Jos Goncalves de Oliveira Muniz.A* Sec-
cao para os devidos fins.
tado, determinado qu as resoluces relativas ao m.eita orportunidade, ares eaixj^s vajOs, mediado
ande a-i i
aa tro-
p-
l>e hontem na
Bueno tyre **
ntstioH de en olera
X Hosiro. en i
rara IO on canoa
mero de obiWs.
Ent Cordsbi. oa
II e oa onltoM .
Esa Mendoza, o c soa rala* foram
em numero Ve 3.1
de O.
em
'aman
Agencia Ilavaa, \i
31 de Dezembro de 1]
em Portjsjbuco.
^
ir -j
pjuco.
MBTE'OPriG
wrno la provl
DIA 11 M DKF.naBO
r
IBSTiCaO PDPU
LSBE.SSI
EXPC
Acto
"vrco.
fim vista
te das ano
tenno de ii
lhe li*ngaj
sade.
fOp
que requen
ment da el
Arnti
ta oatte
der Ibe
forma da'lei,
provincia. (
souraria de Fa
navioi e generd*procedentes da Reptfblica Ar
gentin devem ser applicadas aos da Repblica
do Uragnav onda apparonen o- cholera, asaim o-
tco constar a V. 8. paraos devidos effeilos.
Ao inspector da Tbesouraria de Fasenda,
Remett a V. S., para os fin convenientes, as iu-
ckaas notas do gaz consumido no Arsenal de
Guerra, durante o mea da Noyimbro fiad na
quittidade dp 7^40* ps coni^*s/% be ssins *.,
lufrmacao junta por copia do'engenhejro enear-
regado das obras militares, de 8 do correte, sob
n. 83, relativo % mesmo consumo.
-i- Ao mesmo.Mande V. S. ajustar costa' se
abonar a ajada de cueto a qu tiver direito ao
brigadeiro Agostinho Marques de S, que tendo
sido exonerado do cargo de commandante das ar-
mas d'esta provincia segu para a drt ao vapor
esperado do norte. 4 M
Ao mesmo.=Uaja V. de prestar aa- te-
nente-aoroneLJoao Nepomuceno de Medeiros Mal-
let, qne veio inspeccionar o Arsenal da Guerra
d'esta provrcia, os esclarecmentos que requis-
tar d'essa Thesoararia para o bom desempenho
da comcaiasio de que foi incumbido pe goveruo
imperta L
Outro-sim, declaro lhe, para os fins convenien-
tes*, gue o cargo, de Decretarlo da respectiva n-
speecao exercido qelo I. lente Achules Vel-
loso. Peder oeir.s e o ajudante de ordena pelo alfe-
res alunfno do exercilo Antonjp Pereira.de Alba-
querque e Souza.
. Ao mesmo. Mande V. S. ajustar contas ao
alferea da companhia de cav;.Ilaria Jos Andrade
Nevea Meirelles que segu para a corte, no vapor
esperado do norte.
Ao mesmo.Nos termoS da sua informacao
de-hontem datado, n. 810, manda V. S. aupprir o
almoxarifado do presidio de Fernando de Norcnha
com a quantia de 6:9434518, afim de occorrer ao
pagamento das desperas relativas a este mez:
Remeti o ornamento que veio annexo ao oficio do
que trata a ciud* intormacao.
Ao Biesmi). De accordo coma sua infor-
asa de 4 do crtente, rn. 836, mande V. S.
ffoctBar o pegamento d-s vencim ntos da guar
,,ao do vapor Pwr;i reiativos'uo mez de uov-em-
r i intimo.C^nauunicoa-se ao respectivo com-'
andante do vapor.
Aj mesmo Transmiti a V. 8. o ioduso.
emplar impresso da tabella de distnbuico t
(ditos para as despfzss do Ministerio da Mari
.. no erffcio de 1S86- 1*87 e 17 de Julho "ds
12, conforme recommenda o meem'o MnistiTio
iiso-jte jR de npveiiibro findti n. lili
ir iveito aJpcasio para declarar. a V. 8. qae
ffitio e f de Agosto de 188 ae remettou a
I hesonxaria uina .das |ubb*s da referidas
lares. .
T
MARIO DE PERSA3SE0
sr.ado

JOTHFC.V
^^Hwiertu
icio, Ai
i vista
-Unte
. L-oK-e con
nentos
ana sade, deven
cenca no pruso d__
O pre*idenre
que requeren o
dea de Exfte i
I
( Concia ao
r o microbio aecco ta*e dinsail de exte
eo de SiqueiraJ
dous toen
peetor
da tabella
s despcaas do Min
defito da pr.iviKcia-, atteuo.
o alferes do Oatalho dt
Leopoloini tfa 5iIh Costa
ormaefio dp.bn<*dcro com
de hnttiu datado, sob o. t
cao que exhibi, resolrp c
noventa das para tratar
te d\ pr..v< ., ->t:odta .*
*.
enbe:ru em bwe de fflr do Recife ao >
ivio ae Qtfiroz etnd
o que exhibi, resalv>
'liceiifi com venciu
tratar de |ua suda dent.
niaou-se so oepuctj^Hj
da-provincia, attendVn.k
ida de 2" csse da Casa
asiazenc Ferreira dos 6un
formayio do Dr <
officio u. 117', de 4 "dsw
lhe dous ui'eaef de lies
osa da l'-', para tratar.
: >zo da reltrida
provincia, atteiiJend) <
;acipa! dos term-
ebarel A-JSU-tu r'redJV
Ao mesino.'.Communico a V. ^^ para or
onvenienspt, que no da 1-do Curren mez o
da C'-maaca de Florts, baeharel
Cro' Domingi-8 Rbeiro Vianna iiiterroinpeo
icio d sen cargo, por motivo de molestia
ma data a'ssim u o el*rcicio interino da
ilireKo o {efectivo, jniz municipal.
-Communico a y, S |par os fin
enr lia 9 do currante o jnia de
da 'cokaarOH .de B .m-Jardim. b-icharel
lo da Cunhu Castella Braneo, mt rrompe-
o de se i cargo para entrar no gOJo de
de ii o ordenado, qrjecoiiaed-lhe
da data para tractar de sua saude.
umuuioo a V. S. para os
o 1." dia do cnmaiie
2,!<60 dijcimetros cbicos para o acoaieiavjamento
de artigo* deartlhan que tem da vir daqnclle
Presidio, afim de aeren dados em consumo.
Commucou-se ao d eetor do Arsenal de Querr.
-Sk gerente- da Companhia Pernambucaua
mauie^irnaportar gratuitamente, ppa, at. o
Fernsn-io de Nrooha, quando para
n,tar Franoisca Maria-d. Conceico"
.,wjuSexicif.rj'i Jos Per.eira. daivao.
mmunicou-se ao director do-Prendi d" Per
nando de Noropba.
0 Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente) a pria, at o
io de Fernando de Noronba, quando jara
apresentar Mara Avelina da Conceicao,
mulher do settenciado Manoel Nuuea de Soasa,
conhecido por Manoel Rosas.Communicon-se ao
direetor d ^ceaidio de jjBrnanile de Noronba.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente r; at a Pa.-
rabyba n primeira opportunidade ao Dr. Joao
Lina Cavalfante.
BXTEWKirra no sscsetari
Cfficios^l .-
Ao inspector da Tbesouraria de fazeqda.
De ordem eia, devolvd a V. S. dcpois de devidamente as-
signado, oincluso titulo de nomeacio de Serafim
Vctor de.Miranda, para o lugar d cobrador da
recebedoria' de rendas internas gefae, ficando
ssim respondido o oflicio dessa Tbesouraria de
hoje datada, sob n. 846.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal da coismarea de Cabr'ib.S.'xo. o Sr. p're
sidente dtrovinoia manda-communicar a V. 8 ,
para os fias convenientes, que por despacho de
Hoje, proroou'por das pina" para Beatada
Costa Afaujo aaiciusr patente do posto de te-
neate da lacoorrtanhia de. 18 batalho dq infan
tara do leavic activo da guarda nacional, sob seu
caminando, para o qnal foi nomeado por portara
da 22 do" Aofer. Juiz da direito do 2* districto crimi-
na! da uenurea do Recife.De* ordem do Eim. Sr.
ptesidenB da provincia, commnnieo a V, S^que no
ifficw d'i
pen orne d'esta data proferiq se o seguate des-
pHebo. dPin.Sr. director do presidio de Fernando
de Noroqnsj para satisfazer a reqiyaicao.
a^Ao'Sr. gerente,dp Companhia Pernaibu-
cut.j; xc. o Sr. presidente da provrnci anda
aceusar o. recebhneuto ^lo offieio de de 7 da cor
rente em opa V S. declra' que aeras expedidas
?r essa ^otnpanhia a 13, o vapor b'tfUa^p* te
reerdi.. dePernando de N if<-nh* so unan da, e a
14 j 5ihs aa tarde o yoyuartWpara os portos
i al Aracajii.
da coosarca da Flores, bicha-
Azdvedo e Silv. interrutn
'rgi, por motivo ihj tno
coinmun.co a T. S. que na mc.ina
o assuinin e (5 re >
cidadao Lucm^e Seq
r eado uelo Dr. iu:z de ^^^H

s exemplar im-
litos paral,
ha no ex
e Declaro a V. b. pura se Q^^^H
'."' uipaobia Pernuuibuca a i'xpelir
H para o presidio dut. Fernaud>
Id ao correte ao roci da.F
commuoicACoeS
io Thesouro ProvincialAn-
> de aceordu com o dniiuiatrador (ta
- licitqu-ma o Dr ch^-fe de po-
u de 9 do corrente, n. 1133, reeojn-
que providencie no s. ntiifo de se-
i por east- Thesouro iqUrlIe estabe-
mil metros de faz.-nda m-ac'aiia,-
jup des prego pobres.- Commu-
te e polica.
a Escola' do Apreadizes
-iriittindo a Vine, o incluso
la tabe 1h ,io de
H'za< do MioiifMio da* Mari-
de 1886 a 1887,'lynqa .ua at-
i de J9 devana* d 187B
DS^pACUOS DA PRSIDESCIA DO DIA 30 DE
"DEzeM^HO B-t8a
,Aba;ko aaaigbados propneta os, mora-
*-d poyoa.4p. dar* Vartea. Iuforma o
nheiro Bacal da estrada deferfe
do Recifo Varaea.
Absixv'assifnados reeidentea.o<*povoa
dn dw Jaquar da Colonia Isabel.-Infor
me o Sr. inspe;tor gsral da instrace^o pu
bli a
Bastos A C. Informe o Sr. inspector da
TUeaourariade F-aenda.
T. m-uta-coronel Jos de Oliveira Cas-
tra. "Informe o Sr. iuopactor do Xhesou-
rnvineial.
J'isa Aptoqio dos. Santas. -Requeira
uf irdlB competente.
iigael Jcmquim ae Carvalho Saar.
Infirme o Sr. inspector do Thesouro Pro
vnwial.
Magdalena da Motta. Rjmetti-
r. inspector 'do ^Thesouro Provin-
p-ra mar4ar attener de aAortlo com
ua infoUnaci^ d 27 deste mez,vn. 331.
Rirtrignerrlq Carvalho di ffttoie'
o >r. director oH> Arsenal JfrQjieri
zVJoaqaim do Reg Barros.
jaSSB Ar^fria
Uiub4i|a Theodor Peres,BametUio
e-tor interioo da Irreal
para'mar ider. o><
inl'.rinay da Presidancia de Pernai-
'ia4pezeu
RECIFE, i D JANEIKO DE 1387
Reirwspecto poltico Ue 18 Mi
'POLTICA GERAL
Po^jnda a rrucato do Orcatc que ameacou a
pi^f da Europa no decurso do auno que acaba de
Hadar, A-.*evoIuo que a 18 de SeteuibfO de
lS8o rebeutou am Pltilippopoli, fraudo inopi-
nadamente estado de cousas estabelccido pelo
congresso de Berln, dea emejo i'uiia crise in-
teosa e prolougada cujps perif|o na dadons-
segitrar que.tenhai. pa3sado injeirarnenfo. Ao
confr '.to, pnder^e.-ia, ter pojjb prxima e me-
vtawl mais urna temerosa guerra no onnerte
europan, ae as condjges sociaes da acUialidade
occidenlal uo conslituissem utia forjajtgpqM
tanea cada vez mais opposta aeco rrograda
e perturbadora das tendencias beHicosas.
Como disse Littr, posto que o commercio, a
jadustria, a solnjariedad dos negocios, os ca-
minhos de ferro e as telegrapoos, nikteoham si-
do, sficientes para impedir ai. eiplosoes milita-
res, esiilente que-esSas elementos pacificas o
um ol)staciiJo com que devem' coalar todos os
promotores* de luctas internacional1* a ma ar-
kfnada, <'
- Erramos de certo longe, muito longo de ver
realisado o pedsamento de Comte acerca da' total
"pacilcago do Occidente. Nao sera \o cedo
umarealidadeafederacSddc rovos, a intima al-
liaoga internacional que o grande philosopho en-
trevia como nico remedio aa-pertur-haces que
dominam a Europa, e fuzenj d'ella um vasto
acampamgnio, uma caserna "mimensa, apezar
de todas as conquistas realisaas no campo das
sciencias*)oosilivas. Dominar talvcz aida por
Intuito tep6 o espirito de anarchia que fas da
guerra offensiva uma instituir* contettporaea,
quando os elementos sociaes propris da era
moderna, lhe eisarara a razo de existir nos
dominios lonijipqaos da civilisaco greo-roma.-
Oa. A demora n'esse advento de urna situaco
Fnorflial^ das relacoes humaflas, e\plica-se pela
falta de condigoes mentaes correspondentes' s
aspiragSes de qqe todos os nimos se sentiram
chelos aps a grande crise poltica da Franca uqs
fins do seculo XVBI. Desde que q monmento
de recofaposisao philosophl'cb nao pode, por cau-
sas necessarias, acompanhar a acgao-S rpida
quaoto desorganisadofa.das doutrinas puramen-
te negativas, achou-so tambem a pratica s- cial
sem (base, era direceo suHciente, e entregue a
torfa as aberrages da metaphysica, ou s sug-
geste* incompletas dasciepcia:e3pecal.
A syaihese posWiva^ue, na ordem impreten-1'"
l'da evolco liumana, ha de mais tarde, u
tenco nec'essar&k^a fprquia todos os seas ha-
bitantes inilTs^lnctameme. a mtlu^pcia occiden-
tal, contina o mesmo escrip'or, preparostlhe ja-
bdpsamefltu a ruina poltica, levando-a mai-
pftfuhda desgrac econo|jpe.Qnanceira.
At e paii na>tinh divida eterna.
Era ao crdito naqjonal que o govrsl PW1* 3
^diat|tamen^;,. indnboisavcis. W&sst ^poca
porem, ctSecn aseri deemprestfmosruin?
cpm ijue se Idcqpletou a ambico estratigeira
para-quem a Turqua -e tornrajiquenm pro-i
digo para o mais imnenitenle nsurariu. Ao mes-
mo tenjpo que o's turcos eraaj docementc mpei-
hdos no caniinlio dos grandes disprdcos, a<
das do livt| cambio, inlp|peiramete ptroci-
ivaoas ante a boa fe de urna popujjcQ ignoran-
te, obrigavam-n'os afirmar tratados de commcr-
cio que foram a morte quasi cqmpet^ de tada a
industriaj local, cujos iaatrumentos rudinienta-
res Ibajuao permittiam urna UctSt franca e van-
tajoaa conj a Torca proilgiosamebj productora
dos niachinismgs empreados nd Occidepte. Fe-
ndo por tal.modo no mais intiqio de sua vida
economtra, 0 mf eno attomano foi; em parte
pSo raedo, em parte pela generosidade dos sul-
tOes, levado a sofTrer 0 iaqnalilicave desvio da
justii.a, que pz em mos estrangeiras a geren-
cia de'seus ppbprios.negoioB internos.
Nago de independencia apenas nominat, como
a lizerm js potenent que deviam conSfiIerar-.-.f
mais nt*rfesadasem maptr-Ihc a autonoma e
em favorecer-1 lie uma existencia desaCogada, a
Turqua est sendo a curtissimos intervallos
ameacada de- urna crise final, cujas consequen-
cias dever54 ser desastrosas para o futuro da
Europai
Durante os. ltimos mezes de 1883 e todo o au-
no prximo deCOrridd, o momento* d'essa crise
estrc por raula^ vezes imminE'ntc.
'- primeiro o principe Aloxandre, que, invadi-
dginesperadamente a Rumelia, declara esta pro-
vincia urca unida aos seus dominios. Em se-
guida* o imperador a Hussia oedea destituic/o
do principe invasor, e renuncia d'ahi a poucO a
essa exigencia rigorosa; aceita ar-manutenijao
pura e simples uo tatu qno estabekcido pelo
congresso de Berln, e concqrda, alral, que os
abntecimentos de Pllippopeli ae|aniflubmctli-
dos conside/aco da Conferencia de Constan-
tiopla. Antes, porem. que esta tenha emittido o
S80 juizo em negocio.to grave, manda o Cic
eliminar de repeat o soberano da Bulgaria do*
quadu-" doexe'rcifS iin|>enal, ordenando ao raes- *
m-fempo qu iim dos batalftoes russos prdesse .
o nonie do piiucipa, com que at ah se deco-
rara.

Emquantp isso se^ssa, o re Mila^p^C? ha-.
suas ntengSes pacificas, cahe. de sbito sobre, a
Bulgaria ^om um esercto de cuja qualidade e
numero se esperavam rapravilbas.
Como explicar essas temeridades de pequeo*
povos, constantemente vigiados pel^s potencias
signatarias do tratado d Berln, e sujeitbs von-
ladeorade una, ora da'outra, segundo a yaria-
bilidadp das cirdiinstaneias f
ae quizessemos acreditar em tudo quantfj diz
o jbrnahsmo, caso seria que a rainf/a'Victoria
God sot* He Queen !, um tantOj ou quanto
molestada pela reserva com que as dilTerentes <
cortes europeas receberam a* noticia do casamen-
to de si i Hlha Beatriz, pozara a peito dar o m-
ximo realce 'famijja filustre de Battemberg.
SegundCMissa vprso, lord Sallsbury app'rovou o
pensamenlo di soberana, e desejado correspon-
der ebnfianca dcr3a, desenvofveu activamen-
te a influencia britanniea nos Balkans, em pr-
juizttda poltica moscovita, apanhada de sorpre-
2i. 0 agente inglez em -olia fez cntao saber ao
priaeipe Alejandre que a Inglaterra teria muito
gostoemvl-o frente de um movimento popu-
lar Gujo resultado fosse a unio das duas Bnlga-
rias. 0 principe nao s fez ro{ar Por tal mo-
do animado, -pflz mos A obra, completamente
eauecido te que t ^ua attjUide podia determi-
nar uma conflagraco geral.
0 que ha de mais singular em todo isto, 6 que
a Gra-Bretanha foi a promotora do' congresso de
Berlia, em odio ao tratado de 8. Stelano, uma
pas clausulas do qual, e nao por certo;'a mais
sy.7ipatluca aos ojos do proprio marquez de Sa-
lisbury, era precisamente a que autorisava a
constituiga da gj'ando Bulgaria.
1
vel
mais cedo, guiar todos os espirites e elevar to*
dos os corajoes, nao adquiri' por emquanto aJ"
preponderancia decisiva que est dependente da
sua larga e urgoate piopagacat.
N'eslas condices, nao de admirarfmsa di'
receo poltica dos estados oqcideatae^^obedeca
aiada s theorias -riiais absurd infui'os
mais hanjanamente detestareis. E liara i
cumularmos-proras d'esta venia
basta lembrar os errds e paryerses da poltica
europea relalivatiente i queato islami. Alm
das per.
na
Turq nacia das
grandes el a cobica pro-
pna, tem uuetite os imoulsos de
um paiz que, djrhafcojjfe mullos per
irmtosm
De modo que a viva irritaciio manifestada pelo
Czar contra o principe de Battenterg nao podia
razoavtlmente ter por causa a sbita mvasao
Rumria-, Esse facto em'si mesmo, separado
-Heracesestranhas. corresponda exacta-.
mente a urna aspaco de Alejandre II, e qu
[sen successor cora-certeza nao desapprovava
condicinaliueiite. A origem de tal irritaco
enooBtra-se sem duvida>nq^eceio e oue a in-
fluencia brifannisa
Rissia da tlela por est efffari
vernfl buly.
As expansoes do, des;u
mais sinceras que fss5m, tivetain
por uma vez a
da sobre o go-
iI. por
n rui-
nara o*
. _-------,
Como escrevia ha anqoso Sr. Carlos.Jismer
fetal ntegridade
iniuii-
1 ngjteiro,
rVmMfin Chacn"
digaad<
^ajvofio
cifto aiguma cadbde espect aculos. >
sigrfi po mee1
as: tinbaih por ti;n deixn a
fpossibilidiu
soiii
itu qno oriental, 'n) decidi d^prompto a
^^^Bh no incidente doria
eqer a ofdt.'.-::
da Iuglateprar-Taleu-
r^uvtl'easa besitaco para suggerir a idea de um
i de veriftearrsa se eramteaes
I os desejos de fuso attrifiuidos ao$garos da Ru-
. I melia. Essa misslo devia ser cumprida por uiu
J
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>t*va dispato
n-'i-ThiJkFf'i/ (lu'
mo lempo a Uuiuania, a uuttractada
gre?
JaBaaBaP* "^ **'^^Bi"'
gos, seando-*' aninai
um desequilibrio paatondi .4a pkttea oriental.
o'rganisamapressadatw xrrcito, n
peranga de qooehegKu'a **r dees;
Usadas as suas tradicionaei spiragces* -
No meto d'esse concurso du desojes impetuo-
e todos ameagadore da sita 'segraiica. a
juia ftn tatnbemJforigada a preparar-se rru-
,aerlieins iiicomrpativeis cog
a sua i -ouatjo.ttnaiiceint.
lia; emptenla, as hostilidades entre
a Ser principio
qae aseria vene contrario d'isso
isseffbiai fpovtieiaf
>El8
Encerrase a discussao.
to a
Bf ovimento dr dlntietr i pro-1
oraca do Recif.
sas companhias de
2. grao
*
.doea, adian
ranta a
appro
ernn
axpedico foi para
0*046
5*688
I I
y
iSTA DURU
iram enerjjtaun'nfe o* iniuiros. ejfcspqn-
rara a nmtHom a iuvaso. .eoti;andwium-
cpjena dade"4*-Servia.
N'eJSe-pnnto, a4iploaalcia, utijahium tanto des-"
ivou-sc de repite. As.-glandes
diancetlarias raostrarum-se afinal decididas a
evitar a profiagae/o de um incendio (pie. se to-
rnaste certas pmporces. uo dcixaria' abrasado
uiucaaientc o solo oriental, E' claro que, par-
' fiularmente,-todas dosejavam tirar o maior pro-
veito do conflicto dos Batkans, mas nenhuma
m a responstabilidade da^>nti-
nna$ar/Me vma lucta que podia ter coosqueu-
ciae funestissimas. As potencias obrigaramr.
portento, os aligerantes a accordar a'um ar-
misticio, pn*dHor da paz definitiva, e cujas
clausula^ fbram indicadas poruma commisso
militar ;'mposta de delegados europeos. Em
virtac do actordo, as tropas de cada um dos
estados empentados na guerra, tivjjram que vol-
tar desde logo aos seus respectivos terrenos
O exercito blgaro, porque foi o Vencedor, sabio
da Pirct deus dias aps a retirada dos soldados
servio* das irmnodiaeGes do Widdiu.
As hostitffiati. iam' ficat suspensa* por trea
vanes, e desde logo sepodia prevf-r que nao re-
comecaciaoi, urna raque a Eunjjjo^c mostrava;
(ouvavermente dispost* a-contr a todo o rusto
o ardor dos coinbatentas.
Mis as. uegociacOes.toDdejitcs o estabeleci-
menio definitivo da paz dos Bajfrans, nft podia
ser iscnta de difliculdades e demops. A Bul-
garia'e a Servia viam correr o prazo ro armis-
ticio, e mantinham-sejfortemente armadas, como
que a espera dos acontecimentes. A ftrecia,
pela sua parte, continuava a patentear um in -
crivel fervor guerreiro : o patriofhmo helnico,
excitado por |>crsi>cctivas seductoras, parcia
disposU) a nao ouvir nenhuma especie de con-
slho. em-quantu nao alcaugasse o tvgmeatcj
de territorio a que se julga com bom direito-
N'esta emergencia, entendenmi as grandes po-
tencias que precisavam redobrar de energa,
para nao perderem o trabalho reaksado. e evita-
rem una coiiflagracao geral serapre injmioente.
E n'eese pensarceulo. mediante proposta da Rus-
sia, enviaram em data de 11 de Janeiro aos so-
vernos du Sofa, Belgrado e Athona?. simulta-
,'U ate M
o Bmo de Co-
onsclbo t ministros :
tuce Be, Lavoora agauM petfti
fiUta prt i neos uao eciuui
aq' hre prn; naci.'naen. Nao h. meto cir-
eulrfbte. j dnascres v.-ouimvEoteMOi eomegarain.
Hcbaamda e verificaa4o-i?**"<> pfvideriiaB.Barao deNaaartth
idente. Sebattiga M.do Reg Barro, tt\
Cario jom-eiifo Gome, ieeoureiro.

I 'r mnnw
ii do da.
Jai M
uacuMao do pi_
7.-Di4i(Bo
la votaiio
estareiD preoole os Sr8. Ilatis e
Bam tor, Amaral, Rodr)(awa Pot*{>,
i, Barros Waadcr!ey, HarouT
Reen Barros, Porreir .Jacobina,
J'ivi ?., Do'Oingars da SiiVa, Aukfiret i
Franklin,Bm% c Silva, Pr*xedea Pilanca, Aftoaso
Alterna, Rogobflto, Ferrira Vellospt GoaiPS Pa-
i', Jos Marin, Joo de Oliv< ira. Soares de
"Amoriin,- CiBta Rih*r-.-, Barr* B^rt-fia J
^ .. mornn, Usta KilMir-.-, Barros tiarrene Janipr,
que tinai acotaeeeii. As tropas Dntgaiw re- (Drummood, C-.stai. n*r
prfsideoe declara abi-i,. aaes#a-i.
Comparece depoia o Sr Basio de CaiaraT'
Fnllan os Srs. Vjs'conde de Tabatinj|a, Baro
de lpissuma, olonio de Mello, Constantino de
Albuqaprqu", Rcue:ra Costa, Andr Dias, JoSo
ie Sj, Ljarenco de S, (Joelho da StA<'B, Luiz d--
Amrrada < J So Alces.
E' lida e sem debata approvada acta da s<'e-
eo antecedente.
NJo ba expediente,
O sr.Jo Hara(Sao dcvofvtu seo dis-
curso).
V'pm mesa fiea sobre ella paca ser oppwtu-
namente hdo e apoiado, am requcrimeato do Sr.
Jos Mara.
otadw pr aei ldo o reajaerunento-ile proro
iiemente. urna nota cqcfva en que de nimt^ a$Srrda h-,ra. ^
fnpmil iQ,>vimnn1ke3iTTLnmpnfnr!ns tres rstados. O ^r R*a e Silva
O Sr. Ferriira Jacobina (pela ordem)
observa qnt-, estauio termiqada a hora tJo expe-
dante e-bavendo o nobre dcputaJ > pelo 2* diatria-
C>, o Sr. Jos ijaria, concluido, por falta deleinpi,
as saas eotrsiderHci 8, e remettendo o psof reque-
riimerOo mes, sera o ler, nao pode o Sr. presi-
dente mandar agora proceder 4 k-itura delle; nas
deve esse^requerimnto ter a mesina serte da-
quelle que o oradjr apreaentou e que at boje o4
foi lido.
O Sr. Rosa e SilvaE justamente o que \y
fasrr a mesa; vai guardar-o rrquerimento para
e o occanio opportuaa ser apoiado.
O Sr. GonciiveB Ferieirsillvodeiiberuc:odn
casa em contrario.
O Sr. r'erreii-a Jacubiiit. deeeja que a casa de-
libere o contrario, para que o Sr. pteaidbitte nao
fique em lta com os s-us amigos da uiaiorja,
como o pontfice com os erdeaes.(to seu coocilia.
O Sr. Gaspar Druiom mi pode o obtem a paU-
vra pela ordem, para ler o *.-^uiuto rrqueriinenta:
Requeremos prorogma da iiora do espediente
por 'JO minutas para continuar a discussao sobre
as iiccurrencias de Tacarat, si'm prwjuiro da or-
dem do dia.-*Gi.ncalves FerrAra.Gaspar de
Drummoud
O r. Jos Marn (pela ordem) penaa qn^
o Sr. presidente' nao 'pdc tubinetter Votacao
esso requenmeiito.' Compreheude-se. qp a mesa
o fize6se,utea de terminar a hora do'eipedieote,
quando o orador anda esteva na tribuna, o Jcgn
depjis de str lido o s. u requeriuieuto, atas nao
apra, quando S. Ese. j deelarou inda a hora do
expediente.
O Sr. Gaspar de DrramoniAanu.-ieioa qne a
hora estava onda.
O S. Jos Mara declara-star drlpSsto a aen-
tar-se, &' o Sr. presidente (firmar, de accord.-i
com o que acaba de dizur o n >bro deputado polo 1*
distrieto, que apenas annuuciou qfce a ftbra do ex-
pediente eslava terminar.
O Sr. liosa e SilvaEst ternsioudu ; e depnis
ie terminada que se apreseotaio requeiimentos
de- prorajaaio : actnprc foraeta a prax proroga o que nao est terrcisiado. Antes de pus-
Mi rdein do dia, pote ser prorogada a ora
do exprdiente,
O fir- Jos Mara diz que, -o contrurto, cos-
tume interromper o presidente as cons ieraces
'psr aei lido o i rav
S. Ex ^ipMtf suoodeu a 20
osa o idagrarfima : ^nl'
ejksc< bi rikttn ; a baixa de pvecos dos produc-
tos da lavuurb, a esa>ses de meio circulante e a
taita da iletcontus
EiOretauto.a Associaco CcaDmercial Agrco-
la indicara, quacs as providencias qia reclama a
possain ser tomadas coma urgencia ex
tenido). Datao*de Cotegipt.
Em vista d'icso a rt.feiida Associaco dirigi
S. Exc, tm 21, este outro teiegramaia :
- Recebemos talegrammi^WV trio que V. Exc.
pede indiquemos imniidas piMibBQHa tomar pelo
>veriid
O governo.ordemne TbeaAiraria dVta pro-
vincia turnar aaqne aofcre o Rio-, deixandu
mutter dmheiro pelos .vapores, sferia b-uj
uiedida meihor, laais piompts, que o go
solva cora o Banco do Brasil para erdei^i
seu agente aqu aceitar i>aqu, swybre
cionai s.
Eata medida salvara o conm^cio e a lavou-
rs. evitando grandes apuros com ifati Inotatnoa.
Os buneod iuglez s uac. podeo faicr ; entre-
tanto piralisa tu lo, visto valores eatarr-m empre-
Parabyba
orte
Ce as
Maranbao k
Para
Wrcciorla d inraaiitin omsevtr
m portnBoleatu .aimiaOn^iisd
t>e*tn*iro 1.-000*000
lxio
2:000*000
400*000
233:700*000
:*5I8
:)*0ti(l
'0J0O
MOOO
c un pr\-r.
mo exara 11
Caca
> do Dr. Tito
i prjofessora .da cadeira
* Cerdoso Meirlm, co-
is ter boa sande
as suas iava-
asseiada e are-
Hora*.
6
9
t
3
ti
ro..
8;S
xi O 60'
SrS'-lj
28 8j
276,
rotnetro
0
I ^IV^..^
7SVn>f9
TsaaP
19

undo.
Temperatura inaxunai>
Dita mnima
Evaporacao em 24 horaso sol : Sa.O : soni-:
bra: 6",8
Chava-nulla.
Direceao do vento : E^todo o dia.
nidada media do vento : -4n>,24 por
>ulosidade media: 0,45.
Coaotilado trovlaclal .. prifteiiH dfij
til dftorfqatn mez at aeren campletg'iua trin'.aj
Iivr-' Bk,rflos segainte.M imposto, referentes
oyre JlajBxercicio de 188637 : 3 /0
uorciaes letelho;
lt sobre estebeleciaaaotoi fra di c;d:ide;
18 "/ sobre esaripto .do.- e eoli<
dorea, conealtori^a mdicos, er
enicaSe qn
ndemias vos i
ses, fatei por ter boa cat
jada.
As doeucas endmicas, que reinara entre nos,
como aa 'intermitientes,' berwri, obstroccao de
(gado e baco, escrupbdla e quici tsica, Uem a
sua origem nos iiamaados'eascbres, o6ade ereatu-
rss humanas proaiiscaaotente I vivem costo aui-
niasas casas immuodas sao
as piimeir radas p-lotUjdlo htxaieida.
U cboUra, a fere*ina-
.ella ahi ceiiam sais numerosas victimas.
JBoew tcm "Srraa casa eomnioda e tis limpa,
ter a gioa> .de contribuir para melbor
do seu paiz, ganbaodo ua propra aaude e
nido urna t q cidudao.
Mae Iip3 o proprio orpo a
casa; se p-jr inei
'f UeoH-e- ininudictasnos psteo3,
'M'talatf'f <[H4t^-4
m 'das .suaaas nMpL'vat.
llps afllturos. de re-
pente Bl
Esta tente d-desirifec^ao
porqu, sobdivitida em mil origens, sao fraquis-
simas, se tomadas urna por .maj mas omnipoteu-
tee se reuuidasjs juntas-, e T'"lrtiir7
ipWre
Fortuna
sumidos.
Os blhctcs acfaam-Bs venda na Rad, da For-
tun rua Larga do Rosario n. 3t
,^%** **, IU"-A "*! d* loteria
6, - '8 de Janeiro, de 1*87 '
Us '*-' venda au Casa da Fo,-
una ra Primero Oo Marco
, Tabgn m|i--nI venda oa prac. da aae-
peodeoeijt os. 37 e 39.
v'TV&TFST**!?*--*''**' "tdasno
formal seexigiao
Bsarraniento dos ti-es rstados,
como preliminar impresrndivel a soluco pacv
lic das dijculdadcs oceurrentes-
"ATnria collectiva nao tere. porn. o sejado. '(^atl um dos pequeos estad js que
foi dingida.-allegou razOcs aproxiinMtaieBte da
mesma natureza ptra nao acceder vontade das
grandes potencias. A Servia expliCou a sua
atlittdc'iajla attifudo da Bulgaria ; a Srccja os
* seos, preparativos militares p%tos pieparativngi
militares da Turqua. No ireio d'e
deirojoffo deCInpurra, foi |s=im njeapKl o pritr-
scipe Alcxandre ^que se mostfou mais apparen-
tcmente suhmissp aos dc.sejos man testados Ha
alludida nota, a qual respondeu. declarando qtre
cstava pioaipto a proceder ao desarmaflianto ex-
igido, logo (fue o estado visinho re resolvesse a
tetera mesma cousa. ou diie as potencias assi--
guMSsen Bulgaria a-concluso do tractadq de
paz |
b^la -ebstinaco
Bussia, ponpae a nota oolleciiva liavia resul-
tado de propbsta sua. Portanlo. o tabinete de
S. Petersburgo subipetteu coosideracio das
potencias a- idea de urna .segunda noU
meninas condi^s da primen-a, mas que deveria
encerrar, urna condigno comiuinataria. l
no caso cuaque a Bulgaria, a Servia e a G
outra vez intimadas no peiilhiododesarniameirto
e devidamenle adve/tida da
nova recusa- persistisstrn na
concert europea coViferiria inaudato especial
a tres de scus meuibros para que, cada am
respectivamei; vencer os estados
recalcitraues. L'm orgo da i
che^gou a indicar quaes. em caso de necessidarie,
senam as potencias eocartegada espe-
cie de execuQi&-ri
a rnisso de canstrange S Austria-
Hungria a de reduzir a Servif i o&cdie
Aloglalerra voltaria a sua
para a Grecia, amednuilando
ciaj* o e\ cora urna ?
foaga naval.
fe? licito pensar qu a combina.
nao e ulos parilanueii'
tcressc&s I
Milita vea o proprio ora
dor, depo.is-que o presidente diz yiojasti t.-r.-ui-
nada a hora, manda nm requerimcnto de proroga-
f#a letn e praxe omito antiga.
O Sr. Jos Mara replica que assim ae pro
antes de ta/mifiada a hora e antes do orador sen
tar-se.
O orador nao tem outro remedio senao ottedecer
o Sr. presidente mas pomier^ -que, se S. Exc.
quizer onmprir rfsea o regiment, guardar esse
rquerfmfeato para a prxima sssao.
O *ir. l*t*<>til mclter delibe/at" da asa o equ-ii'n n) da
urgencia proposto pelo nobre deputado o Si-.'Gas-'
verda- {"pare B>-aromriDd.
O art. 70 do segimento, marean L> os casas de
urgencia, nao determina que ella seja requi-ri-ja
antes de terminxr a hora do exu^dieate. Nio h.i,
pois, jiiconverrionte nenham em ser o leq
votado antjes de se pastar' ordem do dia.
E' apoiado o requermento.
O Hr. Prxedes Pitaa; (p! ;rdem)
er que o Sr. presidente nao poda aceitar o re-
quermento.
Um Sr. DeputadoA mesa j decidi ; V. Exc.
falla contra o vencido.
O Sr. Prxedis Pjung pedio a palana quan-
do .o .Sr. presidVtite ir o rcqneimuitti s
apoianit-ut-i ; nji-i ih'o p diam nefcar pcl or*em,"
dessa puesta-i de ordem qoe se.t/atava
Ni acia, pois a advertencia que .'he faz o no-
hre deputado.
O Sr. PsesidtntePapis de JjKdo o r-qne^
rimertsa foi qUu.V. Exc pedio a patavra pela or-.
O Sr. Prxedes Pitanza insiste e.n afErmar que |
.pedio a p-iiavra aat.-< de s^iapoiado o requ.ri-
men tu
O Sr O. df llrama!; Nos nos lavantava-
mos qnando V. Exc. pello a palav'ra. (
O Sr. 'ri.xed.i.PiJanga, qaaudo o Sr. prs:-.
dente di hores que apoiam o requer-
milito etc palavra pura demonstra que
esse icqu tn podia ser aceito, e, quaotfo
se levanta*, S.*Exc. d-clardu :est apoiado e
em diseossa .
Um Sr. DepotadoN:lo feem dhwussae es te-
quenmenfog de orgenci.
Sr. Prxedes Pitanga pondera que o r>
riitienro nao' podia eer do, porque se S. Exc. cb-
oneee o regiment, como dever de todo o >pn-
tad<, ieve recordar se- do que dispoe o art. 69 do
nfimo regiment. O Sr. presidente kavia decla-
rado terminada a hora do expediente.
Sr. PresidenteUeclsrei que estava finda a
h ora do expediente, mas nao deelarei que se pas-
i ordem do da.
Sr. Praxedea Pitanga concine declarando que
a lettara do r<-qucrimeoto poder ser entendida
como mi cilada contra u minora da Asae.-nbla.
imaees.)
approvadao rrquerimento de argencia, ten-
do sido rejeit nto do Sr. Ja
em assembla geral, para lias soeiaOa
da W Vista-N'esSt matriz c-
ados va g.-ucros de ootras pracas; s jogo casa-1 ube^inutatos .mmerolaes; 20*UOU or escri
bises pode fusor voltar promptameate. (Aseigna-; torio de dasoout'os Wo* 0^1 por ca
do).Baro de Nazartlh, presia^te.^iaitcioi de garant*bilbetes ^BaWnas; l.-U^KI por ca
M.do Reg Barros, Io secretario.--joaquim Sai-lime vende, hilhetes d
SWra, V seeretiro Carhs Lurenfo Gomt,^
thesuureiro.
Foi em consequneia d'esse pedido que o Banco
do Brazil maudou pelo paquete nacional, que hon-
ten parti Ja oorr.-8pjndeut.-B aqu, os Srs. Bereira Carneiro A
O, paia tomsrum saques sobre genero embarca-
dos pira o su I do imperio, uied&l* sem duvida
aoouai'Ituula p lo g.iv.rno, e toi tftbui cm virtu-
de do mesmo pedido qa o Sr. ioiaif.tro da fsen-
da ordenou li Thesmirnria d'eata provincia que
entregasse aos referidos Srs. Perda Cirn.iro ot
C, o saldo que Sear do mez udo para ser appii-
csido ao indicado fim.
e&t'arte n beneficia de que vai gozar a aossa
JsraCM, beneficio determinado nulo governo inipe
nal, -foi oriundo do pedido da Assoeiavao Comuier
cial Aercola, qa anda urna ve#$6z patenta os
seus-hobres Tutu
nnlreraario-Fazem boje 18 anuos q.> o
exercito braeileiro eutrou victoriosu -ain Assaotp-
?ao, capital do Paraguay.
Walaaw Hojej 1 liaia da tarde, as fortale-
zas'salvaran, p ir acr dia do Anno B -m.
* elcelrioafloutem, noite, a corveta
austraca Saida, que est tundeada no L-iSjeirn,
accendeu no tope de um dos seus mas-.ros umaoelloihs \ horas d
focco de luz elctrica.
Muita geme, sorprehendida pela claridad azu-
lada que vfnha do levaute da cidade,'correa para
os caes desse lado a ver oque a motitava ; e vol
tou riodc-ee das suas crendizes em inifccousas o-
brc-iaturaes: a claridade era a do referid,.. foco
de luzelectrca.
1'aUerimenltt Ka n..ite de ante hoatfm
para hontam aeceu, victima depadewmei;
teatJnaes, o nsajor De.finoLius Cavalctnte Pessoa,
homra de eerea de 50 anuos de idade, e cidadao
considerado e prestigioso na parochi* de Afoga-
los, fide resida. ,
Era major da aofga guarda nacional, e exer-
ceu por muitas vecs o cargo de jsz de paz e o
de fiiclt da Caoiui.t Municip.1 daJRcai'
Era tvimera estm^ver)pelQsla,^
tes e qWCIida-dps.
Nossos pe2Mme8 4 sua Ilustre familia.
Tucano dv VarledaiVea Cfom aope-
reta em 3 actos Girofl Girofl, deu, ante-houtem,
a companbia italiana d: apera jomca o 8eu 4."
espectculo.
Depjis .do feliz xito ohtdo pela companhia
as anteriores repcesenticoes, especialmente na
terceira, em qae levoa sc-na a Mascte, melhor
seria nao ter c-.m; ;do a Girojii-Girofi, pois ex-
oepto a Sra Speringy, ncuhumidos artistas que
tounirniu parte agradou.
Kazemos votos para que o cia em segumfa
falta n cotr.pauhia. bb^b^bB
boje coraeea, baver
KclipaeaNo anuo 2 eclypsea de Sol c 2 de tria.
O 1." Eclipso do Sol ser anuulrr e visivel
(BrasR-s nap^af-provinuras do Amazoi-ia. Malta
era lugirr no da
erxercitio Je fagoNa segunda fera, 3
do corrate, a tarde, o 2. b-Ualha*" de infantaria
tari exircicio de fogono largo da faz, em afoga-
dos, sob a inspi-cfii-.do Bsm. Sr. Brigadeirq com-
mtnda it>; das artrlas.
Itcii^liniontoM publicoa -- Arrecadaram
as se^tuhita estacos cin Dczei.
'Alfandega :
De 1886
De I8-
De 1884-
De 18B3
De 1
. Reebedoria <
De 1886
De 188..
1 1884
Dev-1883
De im
CmtKulddo Provincial :
De 1886 .
De 1885
De 1884
De 883
De 1852
Nes dous iiltim
Iludidas repart
and'ga :
la ile 1W6
dem de W8
.. 796"*
753:6:
1.089:13;
919:42
8:063iill
48i82*?22
-5599
70:88^5319
24*- .110*803
269^;
19l;
2') "o sobre ei
P
UQ& por caaa
tas 2w0 por tone-
Hi do ulvareagus, cauas etc. : 20*000 por es-
cravo erapregadi);em servio urecbaaioo ; e 300 ris
pn baralbu de carias de jogar. Jfc^
Msaat saturo da* ssaliuaa' Devea>
reunir-si amanh, is 10 huras do djuaos contra
des da irmandade de Sano Amaro*8as Satinas,
para, em'mea u'eral, eiegerewN uov\ administra-1 ^X
oao da confraiia no a nao'de 188
Club BorbaletaNo 2" andar do pr|fo B
n. 64 da ra Duque de (jaBas, devem r-unir-.se
amanbil s 8 1/2 horas do din, os soci.s d > Club
Burboleta,
Ha tria
lebra se hojea festa do Suobor do Bom Fim, cons-
tando de uiissa solcraue s 11 horas com seratao,
pelo Kevd. commeudaQor Manoel ,a-reira da
tiain*. o Te Ueun as 6 horas oa tarde
TfcMoururin de I-'aaetiitaNo da 4
do corrate, a junta da tascada dassa rapar!
rrcebe prupoMas, em c.rtus techada, para :
cimeuto do aapectvo .eipadieiityjBa Io setaj*ire
du auno ferrovla de OlalaRe fa.-je ma impt*
tocaro diarmii estifjao di Be
quintes traae : Olinda m
9-1/ horas "da inaolia, (i u>eb dia, das 3 1/2 e
tnrie; de (Rinda ao It^eif-dad
!, 7 1/2 e 9 1/2 horas da rnauha c das 5 1/ie
9 1/2 boras da tarde. ^.
reata rlia~>uwa Na cauella da iSk
Cruz dos CaTOeiros, oa parocba ojf S. Frei'Pdio
CkncHlves". do Recite, cclotrr-aijnanb a f.-sta
de Nossa Senhor* da Coneei^So^Nanatauio de"
missa ss 10 h ras d i da, u ladainha s 7 horas da
noite.
A.' tarde soi largado um*crostado\ e a noite
queimado um togo de artificio.
VoihiobaCom o nnsso numero de tioje
tribue-s--, na tj-ma do costume, o kaleiilano
o correnti.au
um ramalhete e oijeixa aaireeer, a&ffaza
Ma*amaaie o vnloadaquelle seto i.
tfreo aer g.utMA ou mo rgimen taja rfSa-
^Vtaoi rjPR^K pena d.. .-c: pceca'da; mas
in;iutcin Itrop&za do corpo e da casa,
C^Maa1^B> i abriga a tddos'os seas visiuhos a
r um ar-tornado tno p :r sua culpa.
Banhos qae leaUuj baa'jp qde tahha'a
teujperniar* Rite ior A do eorp hdmsno (36 37"
C.J ot-s ni muaSSeute usado,
especialfi -it- ns es taca j ra vemos*, e com o fim
de acei-rrl c-.rpo. Oebsizo da sua aecao di-
minuida a seusi-b.lidade dos ervos ci.taneos, alar-
gaaj-ae es vnsos s*nguinvcy ri petff, e o san-
ue ahi eorte emaiaior quantma-e, iicundo ento
. tleado: 61 reses
Si C, e6 a
Cenallerlo p.
de Dezembro !
Olympia, Peraa
Isabel Maria da
,8, Sdjte
mdrmrea.
lienoveva i
os, e
Ha.
Thereza M
tonos, viatls
res. .
- Jcs.MariinbTheodor-, Portugal, 53 anuos.
eassdo, Boa Wlsia; eeeite. ^ '
Jouqam, cAid^o, Pernambuco, 18 nnos, sol-
teiro, Sraca i g*grena. '
OiitrdSaa, Ife/ilambuco, 7 amos, Boa-Vista-
miocarite. J / '
Joao BspJstl R drices d0 Wa, Pernamatl-
Jsiteire, Ba Vista; febre.
rtenceutsa Oiivcira Castro,
lillco.Obituario do dia 30
uco, 4 meses, Boa-Vista-
'i
neeico, Jtio-Grande do No.,
, Boa. Vistas; taberouloa pul
r da Coucefo, Afncs, 50 an
-Vista; tubrculos pulmona-
da CoDeeicaoi.Pernambne, 50
Vista; tubrculos puimona-
O Dr
lliviadoa r internos ; a seererj3o da urinal viagero
torna-s iudaaXe, e o banhauw prova nina OXerctei
seusacao de aem esKr e de irjeia csncefkl, em-
Iqu.nto que diminuida a actividad)-, darrspira-1
co e da orco D.,hi seeue Be
que os ba.r ^
fadij
rnecte- usad >i
tnHca aancoii
oi ero. o o
Mal
fatlijsdj
taui tainbein com
nelhs imi .-xtracto gord
sobre a peII
segu Be
axcellehte-
i asida p--la
do-se
i'irdu;
caso
1887.
Ido e frequinte torna-se
tnfrftqt&e-trnettf da
o m livi ioo fica pre-
oaah-is m .rnos su aOop-
^^^^Pz,< desfotsndo
r*jsi
-, ein t..
ajuntar a agu*, atgum Sab:V>.
Cun o fim le cura, os oaiiho3 inoraos sio acn-
selhad-is a todas aquellas p*gsoas que t;o toterata
bs fros pota sua si,-"(;io modelad .o se
orna tois activa, c a pefle faucc;o-a mais regu-
laroientc ; rornarn -s-.- ig'jan'ente ij-i viinta^em aos
ndividuus que s-.ffnan de disturbios prevemeutes
Tuina privada trauspiraya cutnea, cuno por
exeiuplo as afieecoea bioncllichas, ua catarrhos da
mucosa, os cugorgitameiitos de sangucs as vis-
cera,; eao prupnes pois para os individuos debis
id e'para os v-lhos, 'a?siai como para o~
ttrem de affecce ... de rhetim-itis-
Doiaute a grAidez no periodo 'prximo
ao parte, erambem na pocha da amamentaeo e
durante a (Jvnstruavao, os bauboa mornos sao os,;
UnBis q*.ie se adoptaos para aamulberes.
- jPld".-cao do baoh/tep'nio podo do ordinario
ser mais longj dj qua a do banbo fria; cfl((lm,
potem, que, a teMpuratun; da ai;u nao sa
uuto.
Sahindo do banha toniJo se deve eaxugsr bem
a p.-.lle, a qual fica ais seoaivcl aaeao do tvio.
Coavem ser moderao no uso dos banhos momos.
aa'ao pr/scriptoa nelos mdicos, mi-
i*l o4 soojente^ oh "!) ad mez para
ltto iensivel a pelle.
- m!..-As-
IRDICACOES BTEIS
sua
no
Medico
My,so, d volt de
o de Jaaeirtl contina
sua protissao. Consultas das
10 s l|h/ra8 da manha. Especialidades
epera<;5fe, barto e molestia] de ao horas e
meajno* Ra da Gloria aY'\).
Shfrtto t-nmpaio tk. consultas de
48 3 horas no l.*[aoaar da casa
arfo da Vi-toria^ a. 51. Resi-
nia Seta de Sefefcbro n. 34, en-
a ra da Saudaddn. 25.
r. \Castro Jess- tdn o seu codbuI-
esga
'Grosso e" l^'o Grraiid> (to Sal.
22 de Fevereiro, principiando pira a Terra tm
geral 0 2 Eclipse do Sol svi- total, poriaMavsi-
vel para o Brasil. Tara lugas uo dia 19 de Agosto,
principiando para a Terra em geral a 0 b.' 13' 4a
amaba.
O l.o Eclipse da La ser parcial e iavisivel
para o Brasil. Tei lugar no dia 8 de-Fevci
O 2." Eclipse du Iua ser parcial e em parte
visivel para o Rio de Janeiro. 'IVr lagar a 9 de
Agoato-
OiaN MantiflcadONO anao de 1887, pitra
o hipado do Pernambuco, iuetrisives os domingos/
teiu.6 dias santificados. .
Fcatao prnclpaen do anno de m's*
As priucipaes feotas do cqrento auno cabem
nos seguate diao:
Santos,Reis, k ( de Janeiro, n'uma qtiinta fe'ra ;

nd| anuos compirjdos a (anda
icOes toi asta :
H.5f*2:13U977
>.16l:86C23-j
Reebedoria GeM :
Reno oc 1886
dem ao 1S85
Menos em M$6
Centvfado*Provincial :
Rendad
liem do 1885
1.417:265^741
"20*890
71 y.-057^764
62:a6*874
0:930X720
1.745:4598960
Ramos, ao domingo 3 de Abril;
Pasehoa da fiessi/rrece, no dominge 10 do
AbrH^
Asceneo de Nosso Sentor, ua quinta feira 19
de Maio;
fjtschou- do Espirito Sanio, na domingo 2
Malo :
Corpo de Deus, na quinta-feira 9 d .'unto;
Sao- Antonio, na segunda toira 13 e Jun
O Sr. ti. d*
i O seu discurso.)
l>rn
onil(Nio devolveu
jHitada par
is da J



O-. to projeeto n. 103
I Jet-- anno (prornijativa de Orcami-nr
>tr. Jom Hara Sr; presdante, eub-
meWeu V. Exc. 3.* discussao o p
a dist-ntil-o largamente, tena txr
raoti'i para porm, de o lser i
rar o meu
loria, que
.r as
aan :< -andrv.ap b
.VI
ais em 1886
79'760
udIio
S. Jbaa, na exta-feira, 24 de Juufao
5. i'edru, 29 de Jonho, n'uma quartfifeiaa;
it'Anna, no domingo 31 de Jill
Mmnpg&o de Nossa jeuhora, a 15 te "Agoato,
n'uma seain.da-feira; '
Natividade ae Nossa Senhora, 8_Je K .:e:.-ibr.
n'uma qaluta-feir ;
1inmaculada.' Coneeieo, 4 8 dy Daaeaibro, n'uma
qumta-feira ;
Natcimenlo de G^risto, 25 de t
dumiiig
Queijo da nerto e lissauiritM Em
gera-l os qa!j'>a chamados de safto sao todos fai-"
sifieadoa. Em icm cjmo oatrVra fabri-
cados com lert. - nuta qnantidade na seu fabrico, Sao elles ago-
ra tenoa-com gomma e gordura, e levaui- ape-
nas o i eondnneuu
Neaaas eoudices, a, do sertao urna
i de diiieilima drgev .-eria prudente
mto fosse usadij, de presea
Tambe uismadas ao s?rto, no
geral pr-p:. conteado
diminuta irn, Sao igttSrneute iu-
ibntra ellas todos e devem pfe-
empos qae correal.
(|ue verdadeiro anno
siraaeve diter qntm coanrou ua cSRk denomina
d%woda da Fortuna, de Bem rdiuo Lopes Albei-
r.-i. ra larga' do Rosario u. 36, o bilhete n.
36575 da loteri das Alagas, extrahida hontou>.
e qSd'ccfciSe pjf^orte o rJrehmr de^200.0i8OOa
l.eiien r?rl--ciiiar-!ie-hat):
Terca-feira :
Peo agente Psima,'s U horas, na ra do \j-
garion.-12, de predios e terrenos.
Pelasgeiile >ilve>ra,~&e-1\ boras, no Patea do
Tere. u. 7, rft Hotel Ricaaibole.
felo agente Gusrnao, s 1\ horas, na ra Th-i
I0t de S Jirza n. 8, do hettl ab sito.
.HiKvtttt (anebies. -SerSo celebrad
Segonda-feira :
A's 7 boras, to Espirito Santo, pefa alma de D
Margarida 'Soarea "de lmeida.1! s 6 toras, n
Ccrpo^auto, pela alma du Manoel Moura e Slv
Agunr; as 8 huras, 11,1 Carmo^ pela arma d
Deoelecja Carolina d- .M8qui a Bndeira ; ?
horas, na matriz da fia Vista, pela alma deD,
Mendo (ja,Si B'a -Terea-feira :
A's 7 ife horas, na nutriz da Soa-Vistn,
raeio-d
a na
d-nc-i
irada
0
torio
Sol
L
teiro,
Oum
e tipo* ra do Biu-Jesus n. 3,
Gama Lobo nn-uied operador e par-
rVildetirSa ra rio/Hospicio 20.
torio : ra Larga dffRosario r. 24 A.
OonifJta das *1 horal la manha a 2 da
Especialidade : -qolestias e opra-
los orgJos genito-U^uarios de horx,enii
ftulher.
nroxark
l-anctsco Manoel d'iSui & C.. dopo-
tosfy. tedas s esiieisJidritieB pharroa
tintas, droga/proeluctoa dbifljicj
viicdaaento: iduiceo^^tiuo, ra do ALir-
:de Olindan 23.,
Uros
'aria Sobrinko &
ra do Aiarqi
-*errari
errara a vapor
rancisc doa
rlft
u<
[., droguistas por at-
f de Olio-la U. 41
I a Vapor
'pfficinu da carfipina
lutos Ma*flo, caes
tapibaribe n. 23/ N'este grande esta-
rleennento, o pritrro da provincia ticste
bncro, touR-a-Be fc vndese raadeira.
todas ae qualidiUB, aerra-se inadeirat
conta
jrssdu
allleil, ]/:
carapina
etreii
coarpet
%
liu coioo se preparan:
inaehhaas e por pro-*
Pca-nambu-jo.
J
AccidenteHont.
nh, U'o tripilan .reaaa'j
junto ao caes da Companhia
ooma Joaquim
descarragar a mesma
'tuna prancha o alcanval-c
abrindo-lhe urna grane
feriuu-nto grave.
ex foi transportad-i para
dro li
BxBMMtc de imngrern -
o dia, estar exposr
Sossa Snnhora d^ Re
ienhor da B
J aos fiis :
Jaltamento de 1 *G I
ras da-ma-
rada
r
Ca* de ISetenruoMovimento dos
sos do va 30 ds Disembro
Exisaiam presos 368, entr, rara 8, sahir
Exialcm 367.
A saber :
aconaes 341, mutilares, 6, egtrsngeiros !
erava'sentenciados 6, pfoc-ssado 1, ditos
rece 4Total 367.
ArAacoadns 347, sopdo: bops 327, doentl
-Tojl 347.
Movimento da enfermara :
T JoRojuim Fencira^jTma.
T*ve alta :
Jos de Lima Oomei de Sonta.
*
rentera de UacelePor telegrarj
eetido pela Casa Feliz,- Sabe so que.J
pajte da 14 lotera extrahida em 31 de
torito premiados os seguintes nmeros
o i
fc 21
fe BB8im
);a a ti
tificar mi.
rjK nd com
Ua S. 8. >
|vo intellei
ara, occu
k'ahl a poi
tente em as
utas a i
be dar s
(iiDa-me coi
lendo
Son o pric
LSrisstou
d Qiillt
provee
i ftfiUi ta
Dstituii- de

e os
keta.
/
36.575 200:000
8.214 40:0OQf
5.609 20:(n
23. MS 10:
36.034 5:'
. Premios de tt
-Iba nm
atf-P-
Reslauraul Cuarany esa aabsauio
oiicaiayios :
igurou-se hontetn esie restaurant n
vimeoto terreo do tbeatro do mesmo uome.
buhares,, lunchs e todas ss o-bebidas.
e di tamben hoi
Os nmeros de
psdageus.
asnea primario.. Na escola poblS
lo protessor Indo1
'aram efia
4.088, 5.264 9.156 13.850 20
7.674 28.544 35 844
rrcmlo de li
2.922 6.899 7.072 8-226
2.514 1S.821 14-87J 16.623
a.580 2 775 25.173
.985 33".459- 33.757 35.Ot
" Aapruxiaa
36.574
36.576
8 213
8.215
5.608
Os nmeros de 36.501a.3tj,
hio o ]
27.4o4
12.-S3*
17.549
173 29.215 -
170
000
*000
#000*
iCOO
excepto o
indos cora.
quo
as materias
meo*
MELHOR EXEMPIM ENCONTRADO
Ba. ro^BaBal
uiario hiim>
> apar Jii.-uli peEsse val
.do hontein
ta adiantoi
aVadre 4t* 0ew
, logar -*"i5*d "fV,
mato um qaadro representanlo
abor ttpi Jbus do Moa?
ie Braga, em \

ata qu
estar
7 JBantua-
2.
sult
es pe
rrao, no dia 3f de
s, cora o aegunte
Meudonca,
ada
Almeida, pouco
coco adiantado.
'raneijeo Car %
i aa escola pOBli
'loria Cava) Jan
i das materiff d
sendo jet.
8.201 a-
*liio o premio de 40:000i
com 200J.
Todas a centenas cojos
nartm era 1, esto premia;
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que ti
'J '
Locera da rrte
o pr(~
' Iri BV
cia na. 37 e a^."
olera de-Mln
o, exeepto o que
st/> premiados
s algaliamos termi-
comlOO*, inclusi-
rem em S e -f|
l parte da 202 lo-
raode de 100:000/".
>rq.
Cas* da For-
na praca da Inde-
la ao
silla in
pnra da
Ivel direi|
a.
ntrar na
nindo a
ifataco,
Assim,
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bor o an
jup*.
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lUaiqu
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KJitosa
nsiuua
O IB'
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1
ca*
de i
IHCi#?S A PEBIBO
(^divorcio
f-ciieao quo o Ilustrado ad>
:fm bamaso de Araujo Lima-
v ot Costa Rjbeiro, se digj
Ciarlo de 2 do correi.te ]i
publicucaoInserida no mesm
nte "pndente questo de d
"io d pnblieo, nao poeso de
ia omi ves oe relos desta
) impillido pela rt-spei
tinclocavalhefro e o
nsser^cs pastas ein d
vida \euia, palavra
il e tepea palavra.da que:
al teof nos rudes traoalbos d
0 a ma orinarte de sua vida.
irlidade^e ton.ar-ras meaos cor]
mpffi t:o superior a'j miou foi
1 dos dteci.ntoa que a iltastraci
Itas coraequentes da ignoranj
meanua ajustci da raui
ma cniqua p fafo. Vi
o a reioaheeer a t'uodura qji
umnriiiiinto de meu d ver inire:
obscurUade Com a illustracSo/
e hQnrao contestante, e sinto q i
bnrosa nara rrfim poss rorTcotn I
8. S. ; mas reconlieea ta |
vioa jjus mais propramente orm
a mesma
pprir
ocia na liea que me atirurB
i A qu-j)ertenco.e ojneu ineonj
e imprcscindivei dever de d
|r
a \erdage.e quanto
fr*unl*i d ^mirilla (mi
permissio ao meu contendor
aterfc drade nos oetiupsm
na ordea estub.-lecida cin n<>
preeer ao publ co a minha c
n, comecSrei diaendo e asoever
na publjeago nao ti ve por fim pr^
dosjulgaorea da causa que nos
nadl
uifio bastait no criterio, imparci
ca dos msistrados do meu pas, c
ticos, e utbta causa c mo. em ou]
ie passa inUfessar me, aubmetteri
vontade iieciso dos ft-ibun .ea, qi
[II seja. H dezmis reputo tao deai
ffeneiva d'gnjdade ck. joiz qualq
que jamai teria o arrojo de pratica
fim nico, ixclusivo, 'oi nao sauecicj
silencio as aramias propaladas coJ
riuha por eu marido, anda depoij
,ao d divorcia por ella in'.enl
riamente pi i, chamar se ha a isto
causa p-ii ir.prensa quando
ista e eeessaria defesa
do urna fsmilia atacados e depr
ja a ella irtencia, circiimstauci
lo peso part'ptuar no animo "dos ii
ir da ardente assidn o injuriosa fu
de loncui i do propalador de t
nao ade tidajer quem o oove e
sua perversi. elle sabe encobrir ca;
7

liypocrioia, I
proeoidqa'e di
ra de levar
iramer
to do
to pul
Deoliai
lotaa-
1 grao
-
Vi" de Barro, ideo/
r
Mitad*.
fcil Ihe era einba
f e coosnmmtr a i
atbalo da piuiao pi
ira de quem alias a ho
ue n4o fiz doprelo\me i
judicial que npa i ,
Ueei da -rr :. : mol
,Jp\,
ustie ooavf^^T
oa obriga ii lancai
e dignidadc das I
contenda uo justo ql

5
tuna, a roa L*rgs
Lotera de I
^^
depeii'ituc!
tOOHHM)
IJ11' lotera, anjo1
oa/39-,
i
J^blicaci
pn a jns



1
w
scao
pernote quem, por inti
|tts>nri coalas.
rguado tpico d
l)-o pMMf
esperta, direi imple
I : o interesse e s anio
apta de qu k lista,
afiaidade da autora que t
Jou affint m^is pti'
mais velho d familia, por cuj
u-Io pira ser ouvido iim<
oh* gti ri lude ; '2. o dever do auiiliai
que ei p*r ao ineu aloanoe ; 3. o acf
de msi membros deila, pastales oni
en lug as rfinotoa, aiarefadoa Cffl s
teatral Ibis, e descansaren! m ujim
emerge :ia ein tud > .quanto. euncer
uoaaa p :i uta ; 4.* r,er nm de laens
simo pa inte ci>nsaoguini^. e euubati
te, peas i anda meaos habilitad* *> M:u para
Mario de PeM&mbuco---Sabbado i de Janeiro de 1887
defsde a pola iropreus-, 5." a eoi>4 9a inspi-
rada pi minha idade, ao ponto de m chamado
por min a ssbriuba para saJval-a, de ifurencia
a paren s lousangainios, prximos 00 rentesco
e proxii )9 na visinbanca at de poufc mais de
legua ; nao trr miaba sobrino pai em m3i:
7." final ente, porque se eu me achai ligado a
sru pai lo< lacos de parentesco con* raiuio e
por afn ad.-, ligado rae achsva pulo! eos nao
menos 4 gradofc e ainda mais precio (te ama
amisade ruerna!, comecada na iufanei perdu-
avel ali j cumulo.
E13 df [Qe decorrem a minha cmtorid teo meu
interesse ela infeliz victima da fatali o, E ai?
nada d'is > justifica o meu interesa?' po urna s.-
brinhap ffinidade seja elle juatificac telo rovo
itimento de coospaixilo aos lictos. a
posso negar nenbnm bem a men al:
1
natural
quem na
canee.
Dada
no qual
de res pon
em minha
ms por
Eu mcamu
atante, ai
dade dizea
crepancia
que vou e
lidade assu:
Bem sci q
da parte do
qu isi souient
verbial del"
a explicaco passo ao terc*j tpico
luBtre advogado quem ten a huir
r diz que os factis por ma isrradvs
ferina publicacao tornam a ttverosi-
em na verdade para caus horror.
qualifiquei deiucriveis, nao ob-
1 a responsabilidade de s Veraci-
:uo se me perdoe a mi la dis-
verdade, nem meamo exa icao no
r ;tnbmetto-me, pois, a 1 tonsabi-
nao tenho direito en b'ilidade
eu contestante que, eoii
de vists, so por sua bin
aa dispeus'i-tne conaidei
o : portanto a descre
como se deprehende d
apesar de sua razao de!
imento de minha obsc
eiiondez dos factoa qu
quem piesumc acat
nhaa affir:
sensatas illau'
completo con
dualidade e
nao poda erir
dade.
neste pontJque o principal, pjr
ve tambem o erlerio de parentes e a
sao solidarios conmigo na affirmacau dos
determinarais olivoreio do que se tra1
permittiio deterfce om pooco (permita
illustre contestarle reprsduzir aqoi co
peito euas mn?is4aca palavraa) nao pa:
r, tambem com to-l
e ferinas imptitn$&
reaes.
te tu do quauto dase
ili.i a que pertence
sincera a estima e
> e at minha gratii
m de seus membr
un oltar de cami-
palsa de sua casa em ianho como
ji rri m principio do A^oito, acom
panhando para seu ergeoho a deapeito
das iasUMea > De. Olympio
M nque muitis vezes m diese qae de modo
a%un i sm oka para o engeoh
rete ad o a aqu por ayia tempo, o que nem ao me-
nos tentei par nio oMgir nem de leve a ana li-
berdad ampliada 011 fortalecida pela esperan}i de
ama transforinacSo de que e^la se i nspirava at
mesa 'ii;nihilo qae era levada pelo ardor
d >ui aaraient )3 de pie-lade, tercio fiaalm ntc
(pando reeebeu aquella c- lebre carta de tres fo-
Ihas de papel cujia mel'.fluaa banalidades, en terne-
cendo-a, oommovvnd >-u, coio era muito natura! a
um espirito .easencalmente coudolente e ao pnlao, nada mais fez que tortaral-o aut
tes 8<" mi me? tos, o tarror.-do tao sinistro .Jaco e o
roceme de sua prgpria digoidade. Poi a n-ota
occaaiuo qoa eu, sem procurar tolher a sua liber-
dade falleitJhe e como uipuz ni minha pnblicafao
lor, para desenaargo de minha cons jertois,
qua, entretanto, at boje nao dea o menor signal
de arrependimento por este ,raeu procedimento.
O tal conselhi de familia, pasto asSeverar s ib
.palavra d.ia que o conatttiiirain, nada delibroa de
encontr le nem masmo.aos usos e coalamss ob-
servado em casos identiess, entre familias mais
cordata* e coiibeeedoras;de seos dovern e de ana
digaidu
Vou ineja mostrar at que ponto foi llaqoeado
a boa f dp Sr, DY. Costa ttibeiro e asaim deares-
petad a sua probidad por sen constitutute.
Diz t. Sr que eu deixei o publico pensar eer o
seu cliente um ambicioso qae se casasse por inte-
resse, quando serto qne saa mulher nao trouie
como bena sena tenao urnas lettraa e dous escra-
voa. -A insidia de s- u cliente, que nao temen
urna apreciacio seria ncate ponto, at nisto se re-
vela.
Nao /oramamas lettras < ujo compntocreo ter
sido omittido prop-iaital.ueute pelo possuidor dcllas:
tdram lettras ua importosla de 13 a 14 coutos
provenientes d'uma parte de en^enlio que miaba
aubrinha venden a s< quaes, naimportaucia de maij dte seis coritas, fo
embolsad por seu marido poueos mezes depo.is dd
seu casamento. Aquelle capital deve+a atting'r;
ao tempo ieate embalco, 4 l contos mais oojpe-
uos pelos juros vencidos.- Oa d^us eacravoa foraui
ncompanoados de dous ingenuos, um dos quaesa
eacrvinha Salustia de 12 a,.13 aanos preatava j
bous servicos.
Havia mais o eseravo Jos, peca importante, al-
forrido pela senhora antea do caaimeuto, com a
respectiva arta de altorria em poder d'umas das
sociedades libertadora?, e, nSo obstante, preso
parate pediu 1) I he que requoresse por ti o d
liitas repoaden 3 elle
nao poda rquerel-o por nada ter a allegar con-
tra ana mulhar que entretaato j o baria reqaeri-
3tava qu elle nito se opputsaie e neste sen
i* mandasse pracu-aci.
Poneos das depols pergnatando o,a ao Sr. Dr.
.Olympio s> j bavia racebldO a procaraeaA, res-
p uiieu-me alfirmarivameotesam nada mais dizer-
mn sobre o tm delta.
D'. poda inferir aenSo que a proco-
raci laltdida era no sentido da no opposico
ao divorcio.
Creto Bada mis ter a confutar, e termino ne-
diudo aos mt-us leitpres qae suppraai com sua be-
nevolencia as grandea lacnnaa que eu o posto
corrigir sem i^ij-! fique-peior a emenda do que o
sonet .
A' iln respeitavel Sr. Dr. Costa Ki-
bt-iro, quin h uieu turno agradlo as palavraa
de attoeao que aa dignou disjjensar-me, peco
perdao se por ventor encontrar .neste eseripto a
mais leve offansa a sua digoidade.
Eecife, 30 de.Oezembro .l 1886.
Jo Beurra de t. Cavalc^nte.
O Sr. los Marianno
XVIII
Abaixo o IMPBBADOB .'
Viva o aai do hoKtb impcba-
"oa 00 Brasil.
Basta de inaiquerenca com o nosso futuro im-
perador e re ; basta de dar ganbo de cansa a
meus inimigos, meus mulos, que esfavam mor-
dendo-su de raiva <:om ciumes de mim, e poia
aproveitiram-se de minha aangt oom o nosso rei
para cjm aa intrigas d'wllea ms fazerem Cahir da
aff.icio da sua adoravel alma.
Saibam 'poia que aquillo foi orna zanga pasta-
geira, urna raivinha., nao por causa do aggredido
a tres, ons a mi e chapeo de sol e eutro de c-
cete, alui dos dentis postados de promptidao.
NSo, nao foi por causa desse tal qne- eu me zau-
guei ; foi popvr o men reitdo uorto deecer ra
e se ir tomar com um qualqner angeito, o qiiu
tao improprio a um roi e futuro imperador.
Naev o&u foi por causa de tal sugeito q'uo en me
sanguei, pois basta elle ser da conserva para' nao
me dor por aUe, pois estoit' muito ionge do que
pen8am estes pifies de lasaroni, dizendo que u
sou o maior guabir de quaatos ha, quando eu
tenho tanto^ .com esta rica, quanto con tal dos
libecaes aevoje, que s sao do alheio, mil vetes
peiores do que -os ptimeiros, -aquees meamos que
vender.nn a nossa liberdade por um prato de len-
tilhas, os taes patriarchas de nossa independencia.
E' por isto qne eu quero estar bem com o meo
eTio dJ
sem. muito d
acndio, que culpa te ve el
nao defeodi-
Verdade que tambem b.t
grossa um seu rmij eom
moicentsdos arrajoa pa:
l no reservado
rala;
se asm,
que quer que fe
Se esse amL?o eeo^it vas ,.
goa, p-jrque nS'i
viati, que at sencu-
zendo : isto unta
bem que Eduardo nc
para que peraeguil-'o aisV
Qoando a gente r
o te confetsa, o as
tas vezes, raesmo sem
so re, ccoumandaniio p
jf rcmeaio iuna '
o rei da loai
ai aos
a da tei
kne parte te Va1
dade da Escada
""*de mitsa
>*im bu^
o noa-
e fa-
c tim para sffir
que aquellas dui
lastimavelm' nte
Affirmo igualm
da distinccao da f;
b, asseverando sfl
cao que a ella ded
vores receoidcs de
,.
contando que a coi iasSd da veneracao
tem direitos esreci '8 pira ser crida, al
minhas expresles obre aS cinzas de si
queimadas pelo prt edimentode quem
humedeccl-as com grimas de verdadi
saudade e amor filit a.
As felicitac.'s n ebidas por minha s
virtade de sua allit ca sao a maior prol
ceito quo tod^s, p ntes e t-stnnlios,
Sr. Joaqun) D. A. iujo Lima; mas de
gn podiam evitai urna transformafao
ple'a como elfectiv a laatimaveimenti
O hom'n por sm fraqueza ingnita
talidade que rst lujeito nc est livi
uansformac), que feralmente se o|
mal ; couio, pois, d vidar-se della s
te del ? Pela uinisVaraa do mal pai
\
sperej pacu-utum-i
ado o que se esf.
Ciio sou imprudei
ktituiute, me quali
er cu acreditada
/omingos do Nasc
(sen cliente lhe affiri
(cuja origen) ignotl, .que ora se faz
luin nome, ora por c
Em primeuo lug;
[mingos do Nascime:
Js^bre o assumpto, a
e pyto* o coh^ee
nenhuarKfecetti Ovjj
que houvem>4*i
contados e asa*
equivale ao prco
18io sobre faetorno
envol-
que
ique
jame
1 o meu
res-
otestar
tergia,
iliz e
meito
Ura
lidera-
3or fa-
iccrea-
nortos
iido s
p4, ri-
len boje
rapeito
irna em
d> cou -
an s do
010 al-1
i eoaa-
oprju.
pila fi-
d uma
pra o
qu< ella
o bD, eu
o esu!-
e
recolhido a cadeia de R-.o rformosonela respectiva I rei> Pu'a "ao pode a gente viver s, e vojto a elle
poficia, como pacravo, a requeaiyo de seu pretenso I "gora, pelo tempo de Natal e no dia do atino bom,
aenhor na vesper* ou'aate-veiipera de seu casa- '^raaendo-lhe este mimo da fasta, para estes das
por muito tempo
I vendo.
como, inspirado ppr seicon
bou eu luatre advigads por
I no que me contaj"raj26co
lento ou da Siiva,
ia nao ter quasi
1
pria natureza e
? do. maJ
iintado\
tro.
nada ouvi de Fr|
o qaem nunca
iar de merecer el
nito criterio -,
tinha de ouvir
.mjnbado {actos q
por nessaas
nnn>*C^uo de q
'o^^rovaaoc
vestidos. E
isse homcm pi
fica dito.
T Vindo do Eio Or-
lara esta cidade,
ervindo em casas
r. capito Morae?
Dr. Pereiraque m'
ceben ao retirarse
madi9 por aquetra
nuu vi darse *
comoaux-.lro dei
mais tarde prove
" laerlcjrdia a
it_*~S9ti $PMai* orph]
, edtr^ts Oo recolhir
j8' '^^'uando
de 1883. f\z
jingos do Na
'vtor de ato sit
baroetal foi o
lar anas inexcedi
ue-uSo precisando m'
"ha r.'sidenc-
:'e voitase 1
1 "r''a, Sjjp.-onov.
^.oStaneiasd^Vaff-e.
f seu ex-patrao coi
lo Norte, sua terri1'
e a profissoo de*0
's diatnctas con0
pciuvel paifl-
w "ua amisat"
'nformacoa
tao honrosas P
e sua quaiidade. '
1a?oes escriptaa'
" da Santa \
de Pra merec.
ee escolheu.
10 lo Santa 4
o casomento ni
Ul um anuo*
oto su ,ra
que eu
'.V
-g conse
SWe
u^nto in
os como
ilhoa lhe fl
im na impo;
|ue elle nio
a 1* plan
hordoen
eduzida a
0CCC.
a coqjportafT
actividad^
de seas se
para
ineuto !.
Nao quero contar a historia dessi alforria e 4a
prisao dn um hsmumha bastante tempo ao goso
do sua liberdade legal, c q'^e tanto afB giu nm*
noiva no momento em que acabando de receber a
benc nupcialfastando-se do altar pelo braco
do noive aaseuro-se ao lado daquelle em quem
ella julgava jocootrar & carne de sua carne, o oaao
de seu osso Ahi logo, se*o maior ceremonia, deu
elle a mostra do paito, isto dp destnteresse no
seu casamento Basta-me diter que foi o escriptor
estas liabas quem, dona dita depois, o apasigu u
eom soas advertencias contra o firma proprosit i
em que elle estava de/ecaptivar um libertado por
sua naiva, mi por ambiguo, mas para ter o'gosto
de Ciriuba -o com o artefacto de cinco sernas cetn
que elle marca o gado preto de sua fazenda, como
me disae em termos claros e positivos, laatimando
nao desfructar os serv.uos daquelle crauo qd
como u estre de assucar lh-; pouparia tres mil ris
diwrios dorante a colheita.
V porta uto o meu illustre contestaste ij 10 ex
presaando-me como me expressei na minha publi-
cacao sobre esto ponto nao fiz uma insinuacao
pela idea de testamento.lias manifestada pelo
teatament;iro, moc;?, ca ado de fresco e n > prin-
cipio de sua carreira; tire apeussnma iliaciodus
prpprios factos. E pai a que iasinuacao? para am-
parar o que pabliquei na 1 era preciso, porque, ou
tudo quauto di3se cahiria-por trra a falta de pro-
vas, ou no case cparrario, diapeasaria qualqaer
insinnn^ao por ociosa.
Para influir no animo do juiz deata causa ?
tambem nao ; ji externei o meu pensam.'no acer-
ca do respeito aos magistrados no geral, e se lici-
to me fosse supplicaria aojuiz desta causa que,
se porventura l-se 1 que relatci, procedrsse como
procede no coafissionari): ouvir, perdoar e ea-
qnecar.
Eatou fatig-do, a rudeza de minha inteligencia
asaim o permute; mas a deferencia ao meu adver-
sario exige que oacompanhe at o fim.
O estylo e o homem, diz o litterato ; o dever o
bomem, digo en ; cumprirei pois o meu dever ua
da de miona foicas. di .nio. a
toVt>l?' *S conts'l^avJr' qne repOndo, que mi
omissSo sobre os pormenores relativos a sahi-
a de minha sobrinha roi devida a panca impor-
tancia deltas e a necessidade de nao alongar mais
aqdll'i artigo que, resomido quanto posaivel, oc-
cupn com admiracto mais de trez columnas Ues-
te Diario.
A declar>f3o do* n:nu's das pessoa r.^spoita-
Veis a queof cons'nftei .sobre aquella espec:
rspta de uma victim, julguei ociosa em quauto
nao se me pedisse proras a%quaes j mais rseu-
Barei; entretanto aceite a declaracSo daquelleV
pormenores feitas pelo ar. Dj, Costa Biorire, sem
duvida p^r informacao de seu cliente, m(Jno3 o seu
final a camelar destas palavjasoj ^uaa seaidin-
do a entao, pai e filh* etc^ que sa tvstento de
inPHtidao.
Meu filho tendo-se mudado d'um engenho para
esta cidade tomou provisoria residencia em casa
de um de seus cunbados em quanto nao arrumas-
se nos arrnbaldes residencia aprdpriada a sua
saude ; auccedend) a vinda de saa cunhada U.
Kita oom seu marido pura esta cida'de, por mais
Igada de accommodsco d seus hospedes, tru-
u elle immediatamente de temar outra casa e
a ci|
eus ai
il\n$ erTgeahoder L Ka
Wudoeom^^^l
ecea. mn m_ J um de

L)e seus serycos,
e fallou eom i
X da
l.'onfereni
ia cediese e Uirealdade
sfacao,^i tado-me mais
iy C1E0 disse em
reat*y a 8eu ei-
Jbehaviiqae.ei'^0 &**[
*aeiaienlp0StO e>' P*^*0
"y
linha puolicac
enho para uma
:u feitor que se I
6iho cujo
tntanno q,,e-3e ff*r.oao fbt\ll o es
lhido para levar\a %* b'*
ie naquel.'e esoL0 l P*
> as eonsequ--'n.c
le d .us di
; ro compadre em
e foi teatemun.
ao quero^^^H
a Direita, em quanto lhe apparecia casa no ar
balde.
Pouco cempo depois vagou a que boje occupi
ujo contrato de aluguel depeudeado de circams
taucias alheias a si s pode ser realisado aepois
a ultima vinda e deposito de *ua cuuhada.
Quanto reunio de minha familia a de meufi-
m uma s casa court que estava sssent^da
eutre na desde sua vinda de engenho.
, E d'Diiu's essa vigilanci'i cominum-de que
ralla S. S. sa>po3eiia ter lugar para guardar nma
oesfeoa que quizesse fugir de uTn abrigo, alis.pto
urad por si voluntariamente o nao para aquella
eopt-rvapsr sua Iryre vohtad'c, epro-
baver foroaa que delle a arranquera.
isto porque para destruir a idea de ua
uacco tob avigilancia coormum do cunhado e
o to dezejana asaaa que o seu deposito toase
emovido a vontade do reo, e muito mais que o
isse par a casa de seu honrado advogado, se nao
luresae a incompatibUidade cousequeote desta
iroomstancia.
de contcntamento,. dando figaa e fazendo maior
raiva aos lazaroni pifios.
Salta, pois, canalha de easacudos o da ps ra-
pados, de lasaron', que eu vulto ao meu lugar da
affeico de meu senher e amo, D. Jote Lonoa-
grotsa, com quem me hel de achar quando elle
empurrar do tbrono com toda a sua familia o que
ora, no sen dizer, tao mal ooccnpa, qae com este
que me tenho achado depois que me desgracei
com aquella fatal bandeirinha do commereio a
retalbo. Se, pois, nao me segurar com o futuro,
do qual alias cont ser como o chanceller Bis-
marek, que ser de uoim quando o presente com
toda a sua familia tr empurrado' o substituido
pela de Uassaniello Mariaui ?
Com os conservadores e liberaos nao me eoten-
do, que nunca, me derauj nem o dedo do p. i Que
njj iaoportam, poia, o olio e os improperios dos
Ubraea-V Que pereo eu com-estes odios, que sao
ao contrario o meu regal, pois em falta-do inuito
amor c;mo tem essa gente a Jos (o'Groteo) e a
todos os que, hoje ou amanhS, podera dar empre-
go, em falca do grande amor (e nao deste) s me
pode dar maiir contentamento o graudeodio. Ao
menos me ving3 da pateada que clles todos, abo-
'cionistas e escruvistas, e at os mens eorreligio-
uurios oa repblica, ma daram no Santa Isabel.
E nioguem so admire disto, pois estes meua
ornligiinariss em uma elei$o j tinham prefe-
rid, Saldanh vlariaho a mim, quando elle nem
ao m.'nos era candidato, porque elle sahira do club
da repblica e da redaccao da fo.ha, protastando
contra ambos, porque a meema folha estava ad
yogando o commereio a retaiho. Foi tambm
quando oa liberaes preferirn) a mim o deo Pa-
ria, que tambem nio era candidato.
Que pero eu, pois, com esse olio dos liberara
e republicanos lazaroui ? lianho mais do que
com 03 amores dos conservadores, pois ganho o
pr .z t de Ibes fazer raiva quando fallo no nosso
futuro, de quem e-a tanto tetnetn que eu ve-
nba a ser o gr-.nde chanceller.
Asaim tanto e mais preso o odio dos liberaes
lazaroni (pois ha alguns que nao o sao) o que me
loria, do que o amor dos conserva-
res, que nana ttft~*re.Uiy u>u n uiuum tu
pois ditem que nao por el les que eu trabalbo,
as a pira, dar gloria ao futuro imperador.
11 ii.r furor rieaaa turba ardento ae InsarOn ,
dizem ^lies, por ter eu in potado ao rei tutnro
cop irtipacao na falcatrua da thesouraria.
Ifo sabem estes pifioa como mais me entri-
guem como amigo, do qual posso tudo esperar. Mas-
aanellu n8o careca de'entrar naquelles planos,
uemoi inteocao sua que elles Be dcsaem nunca,
pirque o tb aoaaeiro veado-se em apertospor ter
metido a mao no cofre, f.-a 3a ordem legal, ar
ranjaria com-outra gente queila tarca de chavea
e cordas para imputar o desfalque a almas do
oatro mundo, qne foi s. para quem se achou en-
trada e sabida.
O futuro nosso D. Jos I sempre teve por em-
penbo ollocar bem a principal gente da sua
maior afleicao; porque- a g'eote de sua parcialida-
de, sendo, com poaca excepeo, toda pobre, proleta-
ria e at descalca, nao poda seu partido competir
com o do outro chef o, o leouino, e menos com os
conservadores.
Por isto arranjou uns poneos de thesoureiros,
sendo oa principaes Eduardo e Torres para quem
quistas, va, cantar o man umttuH e o reeuswaz,
porta da igreja e dentro tazer ovitros, desacatos para
o'padre nao retar Mea Marianno^ quando esa
santa gento nao leva a mal que elle, omesmo.nos-
se faturo, se revista de orua.oent a esplond
como juiz da festa, ptrecendo tazar da p*dr, pu-
che urna prociaaao que o bispo prohibir) eomo
agsra t agastata e ficam de nari franzido os
taes amigos, porque elle defande pela imprenaa.
nao e pao o seu amigo, cuja dedicaso o le*oU
tal vez a metter a rejo p)'a primeira vea OuS ar-
chas da nacn, pura salvar o amigo rei, dos apu
ros no tempo das el$es-, eov'que nfleessario a
to alto candidato fazer, como tea, g.-audes des-
pesas.
Para que easas honraras neste tempo de potiti.-
tismo. em que o ouro a Oeus, a deshonra nao
aer rico, nao ter salo para recebar os mundos
amigos carecederes de empregoa e honorficos car-
gos e ttulos, lauta mesa para offerecer copp d'agua
a manifestantes que vo passar umaa horas de
convivencia e regali, e que feate>m o feliz mortal
que pegou a couaa, como festejariam a outroa
qaem o xito oatorgasse o mrito ?
Bem sti qae os religioso e de/otos estio muito
Ionge do yfjltvismo ; mas qne em adoraco d
futuro rei, elles sabem concihal-a com a adoraeso
do Deua, como verdadeirot espiritos tluos da to-
lerancia do secuto.
Porque, pois, ho de estar a crescer o aobr'olhi,
porque saspeitam que o roi louca grossa receben
de qaem metteu a mae no cofre alheio, quando
alias este nao tib albeio, poja que. de t'odo*a
tt
Bem sei que ha, por honra da unanimidade, e para
tal on qual seguranca da ordem, muita gente qu*
todo tol3n, menos em materia de roaos s menor
mancha ; mas isto foi no tempo do Dos, quando
elle era geral para todos, tauto para oa hypooritas,
como para os pos crentes ; mas hoje, que Deus
foi um dia para toda a gente que se quer inculcar
de sabia, porque leu 4 folbas de alguns livro?, e
para oa qua us queram imitar, a que vem mais
estas honraras. Quem trata mais de honra quan-
do nSo ha mais Daos ?
Deus era o con>ob dos tristes, o remedio de to-
das aa afBices, e embaracos da vida, a esperan- at
Va no eterno descanso, que aos dava forja mais ou
menos, a nos sustentar tanto ou quauto, na prati-
ca da virtade, no poeto da honra.
Sem Deua o que nos d remedio nesta vjda la-
crimosa, em qua se asseutar mais a nossa espe-
ran ca ?
Pode o homem vivar sem ella ?
O ouro, pois, a o qne nos resta ; o nosao
guia, o nosso conforto, o uotso descaLso, a nossa
forca, o nosso consolo, o nosso regalo, a lote de
todos os nossos prazeres.
A quo vem, pcis, a h.oora nesta trra do positi-
vismo, ella que o sacrificio, que a dor?
Dcixemos, pois, estes escrpulos que j sao to
los e idiotas, e exaltemos o nosso j re de facto e
futuro imperador deste portentoso e sabio povo
brasileiro, o incetemos o anno novo festejando e
propagando a sua gloria e grandeza digna desta
trra do MarFurado qje lhe deu .1 vid, e grite-
mos bem alto :
Viva D. Jos I
Viva o re da louca do casa, que ser sempre
grossa !
Viva o futuro imperador, a vio logo duendo
que viva eu tambem que aerei o seu chanceller
mais poderoso que Bismark
Rfcife, 31 de Dezembro de 1886.
- Affohto de Albuqnerque Mtllo.
do Exm. Sr.
;a desannare- i
Accresce rnaB) que -tiet^^^^^^^^^^^^H
11 afeito com o
) corrupt".
la da Atalaia
na sitaada no centr
barra de plvora, pondo atsim a vil*
d-i centr-iiare< de peeso.
8e saatoa f .rcadaa-a woorrer ao mu digno pre-
siden pprqne s de aua exctl-
O Icneate coroae .iV
de CAstr* a Barre*.
blleo
i io-me qae, o Dr. Luiz lu
-oelann a-todos que fui e
-ao ^ue hon'em s*ffrcri ao aahir do
estando Convenc do.de que elle atrl-
para prcduzir effeito o dr desabafo a
venho declarar aolmoemeatte,
uma pai-U tive na aggresaao e rfem sei
mu autor,
nesta comarca, desde minha, infancia, e
.lesao a quem quer que soja, quaaponte um e
m. u. que autor i emeinante.
Nf vrrdade. Mello Barreto,
u, nao sei pirque, um extremado peraagni-
afc amlg s meus,," a cada tanto declara, que
roceasar o umrcc, expressSo de que
leneia perar algona'providencia so- 0M P*** conrmigo ; mae, i'qaio tenho liga
i68narp0, pois qne, de quem Purt*ncia alguma, o. an contrario, tanho me con-
t' seUr pela -aude evid d s i 8*r,r**> "f* *^."enor alreraco, deixando^ne o
.; elamia q. deserto. i5r-I-r- tteflo Barreto proceda como enionder.
O ucadttuei
sena
"'.K
,ico ssa.deehircio, para qua aquel les qne me
I nao coobecenj, nao tormera juizo detfavoravl a
q m*u respeito.
Eu0ei.be Poeo, 30 Au$triclw de CaM-o S Barreto.
Tributo de senlioiento
Ao meo venerando ti* e atosigo, a
- Ulna. Sr, Stane! Ignacio Torres i
Bn2eira. pelo trimiin^iuio golue
que a morte tlencarresou. ronbaa >
do-lhe saa, aallita eompanhielra' e
.timada esposa. Ueorieela Caro
Una de Mesquiia Uaudetra:
(TBIBUTO DE SAUDADE DE SB0S PBHATES.)
Saudade !:.. Goso amargajle. iajelites,
Delicioso pungir e acerbas dores. '
Viaoosna d Almbida GlAaaBTr.
Eu tinto em toruo mim grande silencio agora L>
E uo meu coraca eu siuto grande magua :
E a dor que lentamente aos poueos me devora
Dil-o protundamente meus olhos rasos d'agua.
E' tarde O campauaria j marca meia-noite
A hora em qne j dorme a trra ein slidita,
Eui minha fronte paluda perpassa brando areit,
E tudo", trra e co convida-ine oraoao.
DO DB,
FORTUNATO PLAYIAN 1
DO REG BARROCA
no 1,"
aninverssrio do
fallecimento
g?u
DESFOLHA MA SAUDADE
seu ir mao
Pois bem! Eu vonorar Este, oraco singela,
Btiihada dos orvalhos que a ebriatandade inspira,
Suba ao Eterno'Tbrono, em prol a a bem d'aquella
Por quero tenho agora em iuto o corscio o a lyra.
Senhor Ao vosso aceno, 'da trra presaursa,
Voon ao vosso co, onde a justica impera,
A fijha, esposa e mai, tres vezes virtuosa ;
Desta virtude santa que nao se degenera.
irin .....!
A constitiiivo e o
Sem
sangne
um|ratamento constitacional, e. imnosiivel
conaeguir-se a cura permanentev nenhuma en
fermi lade eruptiva on ulcerosa. O sangoe viciado
deve se purificar e fazel-o saudavel, dtfcontrario
i causa do mal permaoeee occnlta no systpma, e
certo que no fim se apresentar em outra forma
'maig ter-ivel do que a anterior. S um remedio dos
conhacidos entre os homens, busca, esquadrinha h
expulsa esre mortif-ro principio e restabelece a
ivnatituicao phyaica sua piimitiva forca e viger.
Tal ou taes o as virtudes da Salsaparrilha de
Bristol. Os remedios suppressivos sao excessiva-
Guardai-a, qne na outros, tristonhos e sentidos. meatt P,'r'g<:so9 e" taes casos, e o mercurio aub-
Por elia des aneamos oa vossa ttedempcao invanavclmeote uma molestia por outra
Essa tristeza nossa, esse maguado pranto,
Esaa tvrrivel dor da acrrima saude.ae.
Como oraco por ella que equivalha ao quanto
Rogamo-vos contrictoa por sua et roidado.

E vos...O fri vento j me enregera a frout*^
A voz se mo suffoca...E va, Seubor, meu Deas
Que sois do puro bem A verdadeira fonte,
Al vio dos qne buscam cousolacao nos Ois;
Ob quantos coracoes de dr aqui transidos,
Te choram, Deoclecia, fatal separacao.
Arraial. 1 de Janeiro de 1887.
Antonio Ignacio de Torres Bandeira.
Instituto Philomatico
Albuquerqu: n. 33
ttitue
anda
R
ua
e effectivamente fez, installando-se com elles eroon loteriaa e beneficios de fazer em uma s
sal aqota erianea
1 no ve
kcao
da inte
rocurava.
VpTa
m>'us ieirores parr'PrVST a ri
oDim.iigof.oitii*0/***'
a do p\^*
fcbia inenellese
j Eu ainto is
ncao
de frin-
batorie da
s sob as ^\^<^&l'gg:
por oceaeiitn de T. *"da deV*' ^
ladmin.s'|
Los seu
campo,
;'ia casa eaca'
lartimRutJS, o peta
ocaraia em tod
il do servico
----------H.UHl v j/ooc campo,
j e eaeravo, e o do f 'vigodomestico,,,. te;n.'
jdetermnado
iaer" que Francisco
vea, por equivoco,
a de mea filho ao ti
jnameote o seu
tte si.u patra
o pontaaiento
engepo, que pr
jo 1
^atri11
. ForesT-1
tlgaiura para
Mas nSo p.isso,,c
aoV^vint0 "lni"
b, desempen'
1 duaL
ioeipio,ede
i-lbe coalas e pe.
Lbom at catado, de
der;
aseas
Eotio o Sr. Dr. Co^Ribeiroconheceriacomo--
visoos gosos e amargurasporque tetu pas-
ado e est paasando quem, -pousuitando os affec-
tsde aua alma escolbeu iivremeote um compa-
Qiiro que ajndasse na trav;sta deste mundo.
Mao posso esaar de iastiraUr o engodo de que
fi victima tao prdbidoso advogado, que anda
h a responsabilidade de sea cliente articulen
yit a-itoa| qua a autora est sob a presso de
sggstesde outros, alludindb a mim, e chegau-
fl-rnosmo a protestar costra a continuacao do de-
pito em cata de om dfa meus "filhot ;e conti-
nindo suppoe S. S. que foi isto e qne determ'.-
n\ a minha pubcacao.
lobr easas suggeqtoea j tenho dito b*^ i a
pan nao articular mais uma palavra contentando/
me com os documentos e testemunh
pdpO prorar eom exuberancia O q'uo tenho man -
-natitniro a minha ultima palavra
ae forem reelotnadoa
lotera uma fortuna a pretexto de benfico pu
blico oh cari joto da mais ridicula exiguidade.
Estes (como os outros)- thasonreiros seus, de-
vendo a fortuna destes cargos % .Maasanicllo, na-
.taraimente deviam-lh*e afiudtr noaquanto podaa-
aem a elle Massaoiello em seua apuros, que sao
oonstantvs.
Oa outros arrebntaram, nSo sei como; Torres
atraoalbad 1, anda no ,ae pode por era p. A
latera grande dos milheiros de cont.- anda
0X0 correa ; nao pedia, pois, elle ser bom com
Massanrllo. O da Theaoarai ia era o uaico que
podei-a aeculir so am'go, se per ventura elle j
tinha.m-ttido a mo no Cofre para accodir asi.
Ora,^m caao de apuros e nesta" trra do posi-
tivismo, em qae Deus nao entra mais em linha de
cjuta, fui que est prejudicado o Padre Nosto
Vara InejMdfr que sejafeita sua vontade asa.m na- feriVe'l o aosbmaMnto do mundo ;
trra como no co, ara caso de aparo, pcis, t na
. S. P.Nao deixemos da trazer ao publico noste
dia do bom anno o grande ooro, porto da maior
gloria do grande Mahornet do positivismo, que
no qne os seus crentes rundaiu principlmente a
sua f. L vai elle (o coro):
O orador foi interpellado, no meeling anterior,
por ura amigo, porque nao se declara va pela re-
pblica.'
- g. E'porque maia amante da repblica do que
,1 URs^a^s*-,-^^^^,, xow* *'" m anu inajggl.
companteiru Jos do Patrocinio, devea querer a
repblica e nao republicanos; ooiador. liberal
como concorre mais para a propagacao das
ideas democrticas, afim de habilitar o povo a as-
sumir a direceo de si meemo, do que os ideologa
que s pregam a repblica,-como idea abstracta,
quando se deve^n lenibrar de que preciso antes
de tudo destruir as instituicoes anackronicas e im-
moraes que servem de ponto de/unoio ao despotis-
mo constitucional, de que a farca' do Ypirauga iu-
vestio a bastarda da casa de Braganca.
< O orador nao tam as illusoes do seu illustre
amigo Joaquim Nabueo, que anda acredita poder
a m narchia no Brasil ser o ideal de um bom g#-
verno.
Para quo a monarebia o Brasil podesse ser
mediador plstico que ae estabeleca emre as luta3
deaenecntradas dos partidos, era preciso que mu-
dss8enros a familia de Braganca, que hoje ainda
mais perigosa do_que honrum, por estar ntrela-
cada coma avarenta familia do Orleans. (Ap-
plauso repetidos).
Ora, quando tivermos de fazer essa substitu-*
fio que cada dia mais senos impoe, devenios estar
preparados para nos servir com a louca de casa t)
nao preeisa importar do estrangeiro rei para"nos
governar. (Muito bem).
Milita 'o orador no partido libera^ porque i o
mais apto para leuar a naco ao gooer/10 que-i o
ideal 'de todos os povos livres. E com essas ideas
pansa o orador nao poder ser accuiade de trahir a
causa da democracia, era mesmo se algum dia
chegassa a ser ministro,eousa quo alias nunca
ambicioQju, pois nunca sera ministro do rei, mas
da naci. (Muito bem).
do Visconde de
intrnalo extrnale
DIRECTOR
Jachare. Olintho Vctor
As aulas deste collegio estao abertas do dia
10 do crrente em diante.
Collegio Amor Divino
^BU.A_Ja.impj:ratriz n. 32
As aulas abrir-se hao no dia 10 do crrente.
A oiri'ctora,
Olt/mpia Afra de Mendonca.
invariavclmaote uma
QMM tevrivel que a primeira. Porm ette
b-ilaamito- detergente e resuurativo vegetal, ar-
ranca atfcflt alicerces da enfermidade, e con verte
n'um baluiirt.; de sade e forca o syatema, depois
de havor expulsado o venenoso invasor. Este re-
medio, o mais admiravel emaravilhoso de quantrs
se conhecem no mundo duve su* ixtraordraari re-
putaco a euas vrtudes'-vivicantes e purifica-
doras.
Acha-se venda em todas as boticas o lojae de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Poster & C.,
ra do Obmmercio n. 9.
Uma das causas mais frequentcs das enferm-
dades, nos paizes quentes, a prito de venir',
que dstendo o sangue nos intestinos, produz dys-
pepsia, gastralgia, gastritis, inchafao do ventre,
pituita, nauseas, gazes c outras molestias desagra-
daveis. O remedio msis direct. o purgativo
que nao i-rite os orgao abdominaea e o mais pre-
priado. a ructa Julien, que a sua accao suave
e remgiranW reuue a vantagem de s traaVaa.
com tacddade e de purgar lentamente, tem cansar
o menor ineominodo.
|
s
' '."
COLLEGIO
AGOSTO
;
ausencia ou nullidade do Deus, quem olha d'esde
ple vir o soceorm, quem procura'" saber, quem
bpergunta d'onde o tirn o amigo ? Se por ven-
tura tahio da l, sendo s homem depntado nao
faitiiiim recarsos para eneber a falta.
i-'a]hatlo% deputaco por um desastre que para
Aora da conserva nao entrara nos clculos do
nosso futuro, nao havia mais que adiar o por-
tentoso projecto, ha tasto tempo hoc&do yo es-
pirito de Maasaniello, de empurrar-do tbrono edo
pwit i; familia reinante para a sua de louca da
trra substituU-a, tudo depresta, antea que a Toe-
sourjna estoura.-s sem maisremedii). Mas como
falhou o assalto ao th'rono, nSo se pende conter o
estouro e apenas houve temp > para mal disfaroaf
o grande desfalque com o fiugimanto de um
ronbo.
Nada mais natural do que tomar o re do norte
a mais esforzada defeaa do preftimoso amigo.
Mas vem o fiscal e rompe todot s vtt's e poe tu-
do 'patente. Nao pod odo o re. mais defend
amigo, tomou-se d'aquel'e tSo juttificado fu
^^^^^Hso se forero reclamados; e. lobra ser 1 qneo levou a praticar aquelle desatino, tiu
ai|/elki articu!-jcao nos autos a cansa detorminau- I demnavel qnant desculpavel no estado do su'al-
tr Je mmha publicacao, assevero ao Sr. Dr.. Costa ma desvairada asaim.
BileirOrBiib o testemunho da pessoa.qrfe Ibj rae-
iro criterio, que f Vi aq'i
lepois d. public-avao de meu artigo no Diario
f 4

i Jffiero
mecido
es-arrastar eom a censura de precipi-
J' de incqveoiante, com ->ai que se me faz
algores, d que aproveit^r-me d'ama cir-
iificaria ainda mais o meu pr
nao se den!
esejara eueon. que eatou
latan j algama inverdade de minha
nnfei-sal-o e pedir perdi dea ; mais nao a1
.isbc qne a nona
Dr. carta de seu

Eis aqui porqu.; eu mais zanguei-me com o nos-
ao futuro, porque ella com itto e fez mal a i,
deamoraiiaando-se horrivelicentc e cahindo muito
i 1 opinio da muida bomens serios qua tu
Ilpam, o! que fi^am raeio vesgos qua
ita de lim.ez* da mios; p-irquau
vendo aquelle acto de fu1
\me alholassim se pica.
a, itto fea. estriar muito a Op
gente que ajudavs a guindar o m
tbrono, e en, d todot o qne maitdoaej
para ser o tea chanoeller,
te me a ;ast' i.
Maa tambem digo q^a fttsim
Hb de nariz torto por este p-iaso de Masa
estes senhorea tens saben; o
poltica ; pois
Como havia e h
oJo vesso ao alto da imprensa dar ao res-
peitavel publico, urna satisfazlo Bobr'e o
meu artigo publi|do no mea de Juoiio de
1886, onde .itflrrnava que seria intran-
- s a,
pois &
vos garanto que foi fiado era uma gn>
prophecia qua aseiin p fiz, Vos afi^^H
que tal njo aconteceu, e vos gaty
ser a couaa maia impussivel, B^^HB
proph< ca nao ha o quo fiar
veis ficar sciente que nao deja
te de affr mortal, e quc'eut '
muito bom a preveuoo, o
coroiDUnica que est or
grande rifa de toioa os
geral, a qual correr c na
l,OO0K)O,5 que e
a 14'd Maio do
eate o mero mais i
parar para o cj
sor te o seu a ti
do, e esper
I>i recto i*
Bacbarel Manoel Sebaslio de Aranjo Pedrosa
95 Ra do Viseoode de Albuqucrque 95
(ANTIGA GLORIA)
Apparelho telephonico n. 302
Sendo j muito lastimavel a negajij actual ai estado, e nSo devendo este Collegio auo-men-
tal a de modo algum, nSo admittii alumnos para presfarem exames fra desta provincia, porque naj
resta a menor duvida de que estes, alimentan (o a eaperauca de seren mais fcilmente approvados m
outras provincias, ainda estudam menos.
Alm disso, quando se approzima a poca de sahir nada fazem, pensando nicamente as
peripecias da viagein, em que vapor deverao sean:r, qu* companheiros terjo, etc., e^c.,
O preteito por alguns allegado de nao haver aqui exames de sciencias no fim do anuo, det-
appareceu com o decreto ie 2 de Oatubro que manda proceder a exames get&us de preparatorios ni
mesma poca em todo o imperio. *
O'coMegio admttte Smente alumnos internas e externos, t
As aulas para o aegninte anno lectivo serao abertas no dia 10 de Janeiro.
Besultado dos exames pretladot na Facaldade de ni rei to pelos alomnas
deste Collegio dar tile o anuo de 1886
[Portugum Rhetorica
Augusto Tavarea de Lyra, plenamente. Luiz Odilon de Oliveira. plenamente.
Edgar de Novaes Carvalho, spjiravado. I J08 Bonifacio Pessoa de Mello, approvado.
SebastiSo FabiSo, dem., Bemvenuto Prxedes de Oliveira, dem;
Joao Evangelista de AlboquerqueMaranbiXo^idem. Odilcn Augusto Ribeiro, idem.


para
para a
cuida-i
tua.
fia.
permit
os besi
. ; pre-
r>do por
'So Arara $9 ?el publico
a meemo tempo
J e se
Jos Henriqne Cesar de Albuquerqoe Jnior, ideas
Manoel Vieira Barreto de Aleacar, idem.
Joo Evangelista de Souza Vianna, idem.
"lausto Ta.icredo dos Santos Portq, idem.
Qnatro reprovsdos na preva escripia.
Dous reprovados na prova oral.
Jrancez
n de Oliveira. distinccSo.
a Novaes Carvalho, plenamente. .
^^ares de Lyra, idem.
^Hfira Barrsto do Alenaar, idem.
^Augusto de Lima Braga, approvado.
I^Bpqne Cesas de Albuquerque Jnior, idem.
^^Hbcredo dos Sanl Porto, idem.;
^HEar Pessoa de Mello, idem.
reprovado na prova oral.
Inglei
os Antonio Pinto Jnior, plenamente.
Joaquim de Souza Leao, idem.
Joao Barbosade Mello Jnior, nsprovado.
Jos Bonifacio Pessoa de Mello, idem.
J'o de Aquiuo Ribeiro, idem.
Um reprovado aa prova escripta.
Latim
Qiutro reprovados na prova escripta.
^Histeria
Manoel Barbosa de Preita* Cordeiro, plenam
OSilon Augusto ftibsiro, idem.
' O!
publico
e se confejsa
Antonio Ijceno da Motta Sdveira, idem.
Francisco Gomes de Aranjo Sobrinbo, approvadx.
Jos Bonifacio Pessoa de Mello, idem.
Joaquim de Souza Leao, idem.
Joaquim Monteiro Quedes Gondiro, idem.
Joaquim Ignaeio Ribeiro, dem,
reprovados na prova oral.
GeogrwpXia
Antonio Ribeiro, plenamente.
Kibeiro, dem.
> Pessoa de Mello, idem.
Hesriqu'e Cesar Pessoa Lins, dem.
Arithmetica
Jos Antonio Pin.t Jnior, plenamente.
Miguel Antonio Bibeiro, idem
, Francisco Gomes de Araujo Sobrinho, idem.
Joao Emiliano da Costa Albuqui-rque Filbo, appro-
! vado.
1 Estacio de Albuqueique Coimbra, idem.
Joo Joaquim Correia de Oliveira, idem.
Dous reprovados na prova escripta.
! Dous reprovados na prova oral.
reomefria
Manrol Barbosa de Freitas Cordeiro, plenam"rt-.
Jtjo Emilian-da Cosa Albuquerque Filho, dem.
Jos. Antonio Pinto Jnior, approvado.
Joao Joaquim Correia d Oliveira, id' m.
Estacio de Albuquerque Coimbra, idem.
Phosopkia
Manoel Barbosa de F'ritas Cor leiro, approvsi.
Resumo
I listinecao 1
Plenamente 19
Approvados 41
Total : 61 bern'soeeedidos, 18 reprovados,
ferdi-u 29 / dos que foram subroetxidos a jnls
gamento, nao contand-os qae foram. reprovado-
aen tesuao do dirct- r.
i este o resultado ambicionad?pele collegii
ra do Hurtas i
Joao Arara pede ve- Miguel Ai
>i; r. c k Mano Petsoa de Mello, dem.
pbtto qu d para reprovados me'jos de nm I
de 6ens examee, quando vimos que em div<
Itaucaa forait reprovadoa dous t^erjos e'mais.
Ourso primai~
Ko dia 25 de Novembro, Do salo r
peraote tuna ominh>so 'iiarmi.adora prrsi
pelo directfl' do estabel^imento e comoost
profetsor publioo Fel ,j8 Cor'eia C do pro -
restar da-cadeira. prest -rBm ^xamesfiuaes do pr:
roeiras lettraa os atam'Aos segnii
maraes, dish'nceao.
Jos Paulino da
Ral o
Lua F
Julio A
%-
m e hecez
1
m\-.
1
/
Jos
ilo.ioi
Joaquim M
I Lu* Peaaoa
[ Luiz Jos di
Joaq
Petsoa de
idem.
,, pli-namente.
i de Lacerd
idem.
um
miro da Cuuha, idem.
*r Pae B*rreto, approvado'.
em.
iro Lyrt, idem.
P^hs eaerr l .. -. idem.
MELHn EXEMP1AR ENCONTRADO


c^a
Diario de Per duiu buco---Sabbado 1 de Janeiro de 1
jG4
"Vi

mM
Anea ftossa existencia
da juntase o roysterio
tenebroso da rorte Em quanto que, por
urna parta, ase primeiro grito infantil q
nos anuncia qae outro ser acabada unir-ae ringd
nona espacie, inspira ama alegra proj^^^
I da, por outra parte trememos de espanto no
ouvir 0>bater horrivel das azas do anjo ex-
i jrminador 1
fluencia sapre
ema qi
que governa o universo
ikna "ha.
justificada incoij
grandes virtudes,
irms
..L.Wm
itna reputadlo
[iot suas
todas as
dos pro-
waaowa o ea&si'o esta cahmdojoo ncando acoco
e spero por dbeaca ou por nutra quarquer causa,
,uaeji
omnipotente da. n- cha oecortido, friccione se vigor*
BHia.te a parta calva e 4 roda das raiza* dos ca-
dseretou noss desuno, a sentenca fatal foi b
pronunciada e todos os homens estao con-
demnadoB a morrer !
Sem duvida sdjsjuma, a morte nevita-
vel. NSo podemos, porra, retarda! a ?
' esta urna qno^tSo que seria de urna im
portancia incalculavel, ainda se tratasse so-
mante de ganban urna hora de vida, pois,
animados d'esse sentimento sublime que se
chama instincto, estamos sempre resolutos
a dar batalha cam um valor ndomavel ao
nosso inimigo mortal em faafr* do glorioso
privilegio da existencia Aqu^ra *enti-
mento a voz espontanea da natareza, e o
nosso dever consiste em obedecer. Va-
" mos, pois, a ver; possivel retardar a
morte ? Indubitavelmente o e, pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quera
as estuda convence se que n'ellas se com-
prebende a dita poasibilidade.
Os que se acham dota los do valor e
juizo nece8sarios para se cobrirem cono
escudo que a propria natureza lhes propor-
ciona para este effeito, poderlo repelr os
ataques incendiosos do inimigo da vida, at
que as faculdades vitaes vo pouco a pou-
co em decadencia em urna velhice madura
e ditosa, e at que o anno da luz se lhes
aprsente com aspecto risonbo e sem ter-
ror, para os conduzir, como n'uma viso
deliciosa, a essa regiao resplandecer que
brilha mais lm das treva* do sepulchro.
O destruidor toma diversas formas, mas
d a preferencia a de um inimigo moral que
devora actualmente as partes vitaes da so-
ciedade moderna. Martyrisou j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
aiz.
Que inimigo esta T Quer o leitor sa-
ber se tambem victima da cruel Jadd
deste tyranno ? Pergunte a si proprio se
atormantado por algum dos sytnptomas
que vamos enumerar: dores de cabeca,
das costas e das espaduas ; falta de appe-
tite; accumulacSo de nma lama viscosa,
espessa e pegajosa em roda das gengivas o
dos dentes, sentindo-se simultneamente
um sabor deeagradavel, especialmente pela
manha; tristeza e dcscabimento acompa-
nhados de somnolencia; urnas vezes a sen-
sato de urna carga pesada no estomago,
e outras, debilidades na bocea do mesmo
orgao, nSo havendo satisfacao alguma em
tomar alimento; aspecto tristonho e cor
amarellenta dos olhos ; estado fri e pega-
joso das maos e dos ps ; urna tosse secca
ao principio, acompanhada, porm, depois
de urna expectoracSo de c6r esverdeada ;
cansado constante sem que o somno pareca
proporcionar descanco algum; enervacSo,
irritaclo e mos presentmentos; deliquios
e vertigens ao levantar-se de repente ; pri-
sao de ventre; estado secco, e veces, ar-
dente, da cutis ; condicao espessa e em-
botada do sangue, escassez e cor muito
tinta da urina, que deposita um sedimento
depois de permanecer por algum tempo em
repouso; devolugao frequente do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outras ve-
zes algum tanto doce; palpitacao do cora-
gao ; manchas apparentes nos olhos; e no-
tavel prostracSo e debilidade do paciente.
Todos estes syraptomas costumam apre-
sentarse por aeu turno. Acredita-se que
qaasi nma terca parte da aossa populac&o
est afFectada da dita enfermidade em al-
guma das suas variadas formas Como
regra geral, os mdicos se equivocara a
respeito da natureza desta doenca, cujo
verdadeiro nome dyspepsia ou indiges-
tao; enfermidade que se cura infalhvel
mente por meio do Xarope Curativo da
MSi Seigol. Este medicamento tem obtido
Koha commerclal de Pernaas-
bnco
BECIFE, l DE DEZEMBRO *DE 188.
Aa tres horas da tarde
(otoaSes o3ifiaeM
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 3 d/v. coui 5/8
0(0 de descont, hontero.
Dito sobre dito, 90 d/v. com 5,8 OjO de descont,
hontein.
Cambio sobre o Rio Grande do Sal, 90 d/v. com
3 1|2 0/0' do descont, nontero.
Dito sobre dito, 60 d[v. com 2 3/8 0/0 de descont.
Cambio sobre Pelotas, DO djv. com 3 i[2 0(0 de
descont, kontem.
Cambie sobre Para, 90 d/v. com 3 Ii2 0/0 de des-
cont, hootcm. -
Cambio sobre Santos, 60 d/v. com 2 3/8 0|0. de'
descont.
Dito sobre dito, 30 d/v coa 1 1/1 0/0 Je descont
Cambio sobre 8. Paulo, 60 d/v. com 2 3j8 0/0 d
descont.
Cambio sobre Londres. 90 drv. 22 1|4 d. por l,
do banco.
Dito sobre dito, 60 d/v. 22 8/16 d. por 1*000, do
banco.
Dito sobre dito, vista, 22 d. por 1*. do banco.
Cambio sobre Pars, vista 431 re o franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa e Porto, vista 141 0/0 de
premio, do saco.
U presidente,
Pedro Jos Pinto.
secretario.
Candido C. t. Aleoforado.
de Barry a se as raises nao esto de tod
tioctas reviveot e multiplieam-se, ajudada a nata
res* pela arte, o cabello renasc e creace superior
em qualidade e appareneia. O Tricofero de
Barry tendo sobrevivido a todos os seos nvaes
de outr'ora, heje por asentment cominum do
mando o mais puro de todos os preparadoj para o
cabello.
Lycen Triadelpico
Directora
JTAEIi. OLIXDNA PB M.8XJX)
30=~Rua h Hospicio=^30
Comecam no dia 15 de Janeiro as au-
las deste estabelecimento de > edicaco de
meninas.
O ensiao primario, em virtude do regi
menta das escolas, expedido em 20 de Ou-
tubro de 1885 comprehendendo tres graos,
e est a cargo da directora e de suas ir-
roas. O ensino secundario, que minis-
trado pela directora e por professores do
reconhecido merecimento, comprehende tres
series a saber :
1* serie
' Lingua nacional. Leitura correcta de
prosa e verso, grammatica e analyse* co-
pias e dictados, exercicios .de redaccSo e
declamacSo.
Lingua franceza. Exercicios de leitu-
ra, traduccSo, compasieo e conversagSo.
Arithmetica.Exercicios de clculos e
problemas, systema mtrico.
2* serie
Lingua ingleza. Exercicios de leitura,
traducjSo, composiao o oonvarsacSo.
Geometra plana. NogSes geraas e pro-
blemas simples. t
Geographia physica e poltica com exer4
cicies as cartas e espheras.
Lingua italianaExercicios de leitura,
traduccSo, composijao e conversacao.
Historia geral e especialmente do Bra-
zil.
Cosmograpbia.
Alm destas materias e do trabalho de
agulha, ensina-se desenho e msica em
dias especiaes.
O estudo e observa9lo convenceram a
directora de que o intrnate sempre
prejudicial as alurnnas, e tendera a des-
truir os la^os que devem haver entre pas
e filhas, pelo que o Lyoeu s aceita alurn-
nas semi-internas e externas
Os pagamentos sero regulados pela se-
grate tabella :
Externas
Do curso primario 205000 por trimestre.
Do secundario 250000 por trimestre.
Semi-internas
Do curso primario 250000 por mez.
Do secundario 300000 por mez.
Recite, 29 da Dezemoro do 1886.
Marta Olindina de Mello.
INSTITUTO
DE
Nem Seniora flo Cano
INSTECCAO PRIMARIA, 8ECCKDARIA JS
KECKKATIVA
Este collegio fundado em 1873, contina a tune-
A a lie abundante.
O < temo nio vejatorio; ha horas
di si .i o estado, re;rcio e repouso, e em
caso nenbam soffrero os alumnos privacao da ali-
menta cao nem deizarso e repoosar as horas exi-
gidas peta bygieae.
O trabalbo distribuido de conformidade com a
idade e desen volvinsento pbyaico e moral de cada
um.
predio i comsnodo, aeeiado e em geral claro e
tresco, com espaopsas salas para salas, refeitorio,
dormitorios e recreio, mobilbadas conveniente-
O collegio fornece gratis, nennai, papel, tinta,
lapie, crayons, ardosias, livroa para consultas dos
aluioaos internos, no collegio.
Os alumnos internos tambem toem direito 4
reupa lavada e engommada, sem remuneracao al-
gama aleada menaalidade.
Km attenCio s -dirBculdades com quo luctam os
senbores paes para educar seas filbos, nao podeudo
muitos -sustentar to pesado encargo de 504000
inensal por' cada um, como alumno interno, alm
de outraa muitas despesas que occorrem, fica esta-
belecida a seguate tabella:
POR MEZ
Alumno interno. 40J0-0
meio-pensionista 254000
i externo d'anla primaria 5^000
secundaria (1.a
(2.
(3.
5/000
8/000
12*030
5*000
5*000
5*000
s
10
conar roa de 8. Francisco, palacete n. 72, e *d-,
mifte alumnos Internos, meio-pehsionsTas eeiter- AnTBno Wanoel da Cmara Sampaio, dem.
nos.
As materias professadas sao :Prlmelran
leltraa. Portusruez. I-nm. Francs.
Inglex. Betborica. *iiiiimiica. Cieo-
melrin. eosraphla.HIatoria. I'Uilo-
aophia. paalca nanea o llcuenho.
Os professores sao habilitados c moralisados,
tendo ca alumnos obtido tempre bous resultados,
tanto nos ex mes jaMstados no instituto como no
collegio das irtaSf
preparatorio)
*
preparatorio)
a
preparatorio)
Aula de msica
danca
* desenho
V> B.Oa pagamentos sao feitos por trimestres
adiantados,
As aulas comecam a fuuceionar.a 7 de Janeiro
e terminam a 20 de Dezembro.
Collegio Instilo AcaWco
RUA-VISCON DE DE GOYSfNAN.
153
(HOiDEGO)
Resultado dos eximes prstanos pelos alumnos
do Collegio, ns Facnldade de Direito do Recie,
no anno de 1886.
Portaguez
Henrique de Oliveira Cavaquinho, plenamente.
Jos Maria de Oliveira, idem.
Joo Ferreira da Costa Lima, approvado.
Antonio Henrique Lopes de Barros, idem.
Eloy Castrieiano de Soasa, idem.
Jos Manoel Wanderley Line, idem.
Antonio da Cunta Rrando, idem.
Repro vados
I icin em prova escrp:a
Francs
Joo Tavares de Carvalho a Silva, approvado.
Reprovadoa em prova escripia 6
Antonio Emilio de Salles Abren, approvado.
Jos Luiz Goncalves Frrcira, idem.
Reprovadoa em prava escripia 3
Ingles
Manoel Marques de Amonm Jnior, distincc&o.
Antcnio Manoel da Cmara Sampaio, idem.
Luiz Deodato Ferreira Mooteiro, plenamente.
Joaquim dos Santos Lesea, lem.
Jos* Popula de Mendonca Vasconcellor, idem.
Adolpho de Almeida Ouimaraes, idem.
trilbaietica
Alfredo da Silva Lo)o, distinccAo.
Jos Gaspar da Silva Layo, idem.
Joaquim Nunca Ferreira Coimbra, idem.
Uiatiiaio Goncalves Maia, dem.
Manoel Marques de Amorim Junicr, plenamente
Manoel Pedro Ferreira da Mello, idem.
Antonio Manoel da Cmara Sampaio, approvado.
Arcoucio Camboim de Mendonca Vascoucellos,
idem.
Antonio Marques Bacalho, idem.
Alfredo 0orio de Cerqueira, dem.
Carlos N'unes Ferreira Coimbra, idem.
Joio Tavares de Carvalho e Silva, idem.
Geometra
Dionisio Goncalves Maia, plenamente.
Aodr Das Pinbeiro, idem.
Jos Mai tina Fmza, idem.
Manoel Pedro Ferreira de Mello, approvado.
Antonio Emilio de Salles Abren, idem.
Alfredo da Silva Ly >, idem.
Alfredo Osorio de Cerqueira, idem.
JoSo Tavares de G'irvslho e Silva, idem.
Carlos Nuues Ferreira Coimbra, idem.
Alcebra
Jos Martina Fiuza, diatinecat.
Sebastiao Lins Wanderley, plenamente.
Bbetorica
Jos Fiorlindo d j Nascimento e Silva, plenamen-
te.
Jos Fiorlindo do Nascimento Silva, idem.
Jos Gaspar 8a Silva Loyo, dem!
Historia
Jos Marti as Fiuza, plenamente.
Zenobio Morques Lins, idem.
Fernando Pedro das Ne ves, approvado,
Jos Gaspar da Silva Ley, idem.
Jos Fiorlindo do Nascimento e Silva, dem.
Adolpho de Almeida Guimaraes, idem.
Antonio Emilio de Salles Abren, idem.
Antonio Barroca, idem.
Alfredo da Silva Loyo, idem.
Alfredo Osorie de (.erqueira, idem.
Dionisio Goncalves Maia, idem.
Joaqnim Nunes Ferreira Coimbra, idem.
Sebastio Los Wanderley, idem.
PnlloNopnla
Jos Martina Finra, plenamente.
Fernando Pedro das Neves, idem.
Dionisio Goncalves Maia, idem.
Sebastio Lias Wanderley, idem.
Alfredo Osorio de Cerqueira, idem.
Alfredo da Silva Loyo, idem.
RESUMO
Approvados com distineco
Iden. plenamente -
Approvados
Reprovadoa em prova oral
dem em prova eacnpta
?
24
40
71
6
21
21
3ENDlMENTO PlbLICOS
Mea de Dezembro -Je le*
ALPANDEGA
Casos nr
De la 30 810:125*869
4.850672
iew d#31
iajtoA raormoiti
Ual a 30
!2em de 31
iC.a
tscaaBDoai Di 1 a 30
! U 31
U9.2i
5.3ys17
B2:976*5H
151:815 4523


DESPACHOS DE IMPORTAQAO
Barca ingleza Mtttir, entrada da Terra Nova
no dia 31 de Dezembro,' e consignada a Sanndrcs
Brothers & C, manifes'.ou :
Bacalhau 2,915 barricas e 1,015 ditasaos consi-
gnatarios.
Barca sueca Prima, eutrada de Cardiff no da
3) de Dezembro e consignada a J. Pater & C,
loanifestoa :
C'arvao de pedra 366 tona ordem.
Brigue inglec Mira, entrado de Cardift no dia
31 .da Desembro, e censignado ordein, mani-
festou:
Carvao de pedra 421 tona ordem.
Vapor nacional Jacuhype, entrado dos portos
do norte no dia 31 de Dezembro, e consignado
Compaa Pernambucaqa, manifestou :
Algodo 1,393 saceos ordem.
Coaros salgados seceos 463' a urdem.
Eateias 31 rolos ordem.
Carne 16 gamjos ordem.
Gomma 10 saceos ordem.
Mercadorias 26 val a mes' ordem.
Peanas d'emma 1 caixa ordem.
Palles 59 amarrados ordem.
Vellas 12 caixas ordem.
DESPACHOS DE EXPORTAQAO
Eos 30 de Dezembro de 1886
Para o exterior
Adolpbo de Almeida Guimares. idem.
Andr Dias Pinheiro, approvado.
Joi Lniz Goncalves Ferreira, dem.
JoSo Ferreira da Costa Lima, idem.
Carlos Nuues Ferreira Coimbra, idem.
Geograpnia
Manoel Pedro Ferreira de Mello, plenamente.
And' L)ias Pinheiro, idem. .
Adolpho de Almeida Giutnares, idem.
Bernardo da Cmara Qiiimarea, approvado.
de
No lugar nacional Sarali, earreersin :
Pasa o Para, B. Oliveira Se C. 50 dzias
vasseuras de piassava.
__ No biate nacional Iris, carregon :
Para Macao, A. Carneiro 30 saceos com fari-
nha de mandioca.
__ No cter nacional Bogerio. carregaram :
Para Macahyba, E C. Beltro & Irmib 9 bar-
ricas com 450 kilos de aseucar refinado.
. No vapor inglez Editor, carregou :
Para Liverpool, A Labille 26 barricas com
2,548 kilos de borracha. "
' No vapor inglez Jtgmond, carregaram :
Para Liverpool, N.Cahu & C. 2&0 eaccas com
20,568 kilos de alodio ; P. Carneiro & O 200
saceos com 14,fi00 kilos de nasucar mascaVado
No vapor ingles Ctarense. carregaram :
Para Liverpool, Petar 4 C. 4,000 saceos com
300,000 kilos de assuc r mascayad.
So vapor inglez S. Jfoneley, carregou :
Par* Liverpool, J. H. Boxwell 3,0'Jb saceos com
225,375 kilos de assucar masca vado. aflr^KS
No logar ingles Carpeian, carregaram : No va
Para New York, J. S. Lvro Filho 1 a Para Sau'
com 98,0 kilos de assuoar mascav 30,000 kiloi
__ No patacho hollandcz Horta, carregtrRm : 42,000 ditos
Rara Montevideo, Amonm IrmSos *J. 550 No va
barricas com 64,282 kilos dj assucar branco.
Para o Interior
No patacho noruegosnse Frithyof, carre-
*780
gon :.
Para Uruguoyana, S.G. Bnto 550 barricas com
49,400 kilos de a
I Evora, carregaram :
Iotas, Viava de M. P. Marquaa 6t Fi-
>00 baricaa c 7 kilos d assucar
AaT^'carregsr
P. aneiro, H. B^ 800
de aigodio ; J. M. B.
Par runde do Sul, Amarim Irmaus &
i ricas co los de aa&
Dia 31
rara o exterior
__ Nu barC portuguesa CamSa, carregaranj
Para o Porto, J. S. Loyo A Filho 2,000 saceos
com 135,000 kilos de assucar mascavado ; J. Mo-
reira & O 8 barricas com 890 kilos de assucar
branco.
-Ho vapor ioglez Jtsmond, carregaram :
Para- Liverpool,*i\ Caacao-A Filho 341 saceos
com 2,575 kilos de assucar mascavado.
5a lugar inglez Flora, carregaram :
Para New-York, J. S. Loyo A Filho 400 taceos
com 30.00*.) kilos d assucar oascayado.
__ ;,j lugar u cargense Chriitine, carrega-
ram :
Para New-York, H. Forster & C. 240 saceos
com 18,000 tilos de aasacar wascavado.
__lo patacho hollaadez Horsa, carregaram :
Para Montevideo, Asaorim IrmSos & C. 740
barricas eom 78,945 Irflos de assucar branco.
__ flo vapar americano I nanee, .carregpu :
Pata New York, H. Stolsenbach 5,100 pelles
de cabra.
No vapor francs V> de Maeeiu, carrega-
ram
Para Paria, C. Santos 1 barril cota 96 litros de
agurdente e 1 sacco coia 60 ditos de caf.
Par o Havre, P. Carneiso C. 1 caia c<
48 kilos de doce.
Pasa o Interior
No,nat. inaliiaapa, carregaram:
' Para Porto-Alegre, P. Carneiro & O 1,200 vo-
lumes coui ( .isaucar branco e 500
le. dito mascaVan
jo Sttphate, caiTegou :
M0 saceos com
Modkar branco e 700 ditos com
Carao primarlo
1* urrau
Joaquim Pereira da Silva, distioccio.
Artbur Pi dos Santos, idem.
Domingos Campos Goncalves Netto,, plenamente.
Joao da Cuaba Brandad, idem.
Luiz Manoel de Franca, idem.
Joao Sabino < e Lima Pinho, idem.
Viriato Franco da Cunba, approvado.
Jos Soases Marques de Amorim, idem.
Quintine Franco da Cunbo., idem.
Ral Celestino Balthazar da Silveira, idem.
3* turma
Malaquras Antonio Goncalves Filho, distinecio.
Octavio Mendes de Castro Rubello, plenamente.
Doming la Jos Goncalves, idem.
Mauricio Bezerra de Helio, idem. A
Eduardo Jorge Pereira, approvado.
Fernando d Mendonca Cnstello-Braneo Vas-
fcdheellos, idem. W. y
Francisco de Paula Goncalves Ferreira Filho,
idem.
Alberto dos Santos Macelo, idem.
RESUMO
Approvados com distincx, 10
dem plenamente 31
Approvados 48
Total 89
Os cursos do prximo anno lectivo comeesrao
ne dia 15 de Janeiro de 1S87.
Collegio Instituto Academic*, 30 de Dezembro
de 1886.
O director,
Jos Ferreira da Crm Vieira.
Extrnalo n. Luiz
Ra do Imperador n. 55, 2."andar.
Com o neme cima abrir-se-ha no dia 15 de Ja-
neiro do anno prximo futuro de 1887, um estabele-
cimento de educacao, or.de eosinar-se-ho todas
as materias do curso de preparatorios, havendo
tambem m curso nocturno das mesmas materias,
e um outro commercal, no qual ensinar se-ba l-
mente francs e inglez, tbeorica e praticamente
senda este das 9 s 10 1/2 da noit.
Estatutos
Art 1. Os paes, tutores ou correspondentes,
devero acompanhar o estndante uo dia da matri-
cula, para nio s matriculal-o, como tambem para
tomar conhecimento do rgimen disciplinar do es-
tabelecimento.
1 o Aqaelles que nao tiveres quem os apre-
eente, tambem serio aceitoa matricula.
Art. 2. O pagamento da matricula aera teito
menaal e adiantadamente a comecar da occasiSo
da matricula.
1." Por cada matricula pagar o estudante
5u00, bavendo urna diffeieoca da conformidade
com o numero de materias quo estudar no eatabe-
eciuiento.
Art. 3 Cada aula constar de 1 1/2 hora, sen-
do urna para tomar a licao do dia antecedente e
ineia para explicar a do da seguinte.
Art. 4." Nao haaer aulas s qointas-feiras,
porm todos os alumnos devem comparecer no es-
tabelecimento n'eates dias hora de auaa respec-
tivas aulas, para urna sabbatina, segundo a qual
os directores darjo attestadog-na poca. doj.ejLa.
No eatabeleciment enc-utrarao os Srs. pais
correspondentes ou tutores e os Srs. estuduntes os
estatutos como aocrescentamento de todo mais
que aqoi se omitte e qae os scientifiearo do que
h-juver de mais particular, e bem assn da con-
veniencia do methodo n'eate eatabelecimunto em-
prt-gado.
Os directore,
Liiiz J. de F. e O. Sobrinho.
Augusto J. C. Braga.
Collegio de-Nossa Senhora da
Penba
RA DA AUBOfiA N. 19
As aulas deste instituto comecario a 7 da Ja-
neiro.
A directora,
Augusta Carneiro.
N. A ErouIsZo de Scott o mathor re-
medio at boje descoberto para a cura da
tisica, bronchites, escrfulas, anemia, ra-
chitia e debilidade em geral ; tambem e
m curativo nfallivel para os defluxos,
ossot ehromea e afectas da garganta.
Instilution Francaise de
Demoiselles'
Roa do Baro de S. Borja 50
(aotiga de Sebo )
cnmii. n 10 u Main u
1887.
A directora,
/. Adoitr.
COLLEGIO
de S. Luiz Uoiizaga
Com este ltalo tundei no dia 15 de Novembro,
na ra do Moanicio n. 55 um estabelecimento des-
tinado instruccao primeria e secundaria de me-
ninos. *
Abalanfar-se a empreza8 dessa ordem em poca,
.como a que atravessamos, ineootestavelmente
grande ousadia e temeridad?. Antevi perfeila-
mente as difficuldadea com que havia de lntar,'os
mil obstculos qae se me antolbariam no caminho,
mas, apezar de prever tado aso, nao me toi possi-
vel resistir ao desojo de eootribuir com o meu pe-
queo contingente para a grande obra do levauta-
mento da instiac^jto.
Euainam-se no collegio as aegnintes materias :
leitara, calligraphia, portuguez, fraocez, inglez,
italiano, latim, geographia, historia, arithmetica,
geometra, algebra, philosophia, rhetorica, msica
vocal, piano, flauta, rabeca gymnastica, desenho
e conversacao das linguas: iranceza, ingleza e
taliona.
A easaem que se*acha, o collegio mo pode ser
maia adaptada para esse'fim : .satisfaz cabalmente
tidas as exigeucias de eatabelecimentos dessa
ordem.
Como resido com minha familia estou em con-
dicoea do receber meninos de mais tenra idade, aos
quaes ns faitaro de certo cuidados a solicitudes.
Confiado na. boa vontade dos Sr. pais de fa-
milia para elles appello esperando que me coadju-
varo na ardua e difcil taxefa da educacao de
seua filbos.
Reabrir-ee-hao as aulas a 7 de Janeiro vindouro
Recife, 19 do Dezembro de 1886.
Padre Manoel Lobato Carneiro da Cunha.
Licor depurativo vegetal iod^.d
DO
Medico Quintella
Este notabilissimo deparante que vem precedi-
do de to grande fama infallivel na cura de todas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rbenmatica-
e depele, cor i tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagiaa agu-
das e chronicas, cancros syphilittcos, infiamma-
ooes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericoa,' assim como na alopecia ou queda
do cabello, e as doencas determinadas, por aatu-
racan mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
enceotram numerosas experiencias fcitas com este
especifico nos hospitaea pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos e documentos articulares. Faz-se
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinos & C.
Roa do Marques de Olinda n. 4.
Dr, Fernandes Barros
Medico
Consultorio na do Bom Jeius n. 80.
Consultas dt neie dia i 3 hor-s.
Residencia roa da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
sr
Ocnlista
pr.l^rreto Sampaio, medico oeU'
-chefe de clnica do Dr. da
di consultas de meio dia s
la tarde, no 1.* andar da casa
i do Baro da Victoria, ex-
: domingos e dias santificados
encia roa Scte de Setembro a.
34. Banda pela roa da Saudade n. 25'
II
I
i\
t
EDITAES
I
iMIlal o. 8
O admitrador do Consulado Provincia", em
cumpriinedt; do que diapoe a lei a. 1860, faz pu-
blico a qu^a intareatar pessa, que no espjco de
30 diaa uUii, contados *e 2 de Janeiro d anno
prximo vloiuro, dar-sc-ba principio neita re-
partico ajc,branaa Hvre de multa dob-inpoatos
sbaixo deparados relativos ao 1* semestre do
exercicio del$86-1887 :
i 0/0 sobiM) gyro de casas commerciaet re-
talhs.
10 0/0 Bfb eatabeleci lientos fra da cicade.
12 0y0 sobe escriptorios de advogado (solici-
tadores, cioltorios mdicos, etc.
20 0/0 so re estabelecimentos commercaer.
2000W fjj eseriptorio de descont dt Jetras.
1:000(0 Opor casa de garantir bilhetei.
1:(00C Wgor casa de vender bilhetes.
. 25500 p, >rionelada de alvarenga, canoa, ete.
< 205000 rf'eacravo empregado em seirico me-
ohanico.
300 ra. oibaralho de cartas de jogar
Consula o (Provincial de Pernambuc^ 28 de
Dezembro' 1886.
P. A. de*Carvalho Mora.
fc
JECLARACOES
h
Irmo lude de Santo Amaro das
Saillnas
MESA OEKAL
De ordekn la actual meza regedori, convido a
todos os i issfe irmos i comparecer em noaso
consisto > i mesma egreja, de mingo 2 de Janeiro
pelas 10 h irs^ia mauba, afim de unidos em
meza ger 1 iroceder-se a eleicao di. nova mesa
sao anno compromissal d1887 a 1888
ije com os arta. 23 a 3ydo compro-
rea a roesma irmandade.
regedora
de confor:
misso qae]
Consisf fi 8a Irmandade de Santj Amaro das
Salinas,
1886.
tm tua
igfeja, 28 de Jezemoro de
(jescrivb,
M. Li da Silva.
Irmai dide de Wossa Senhora
do Terco
A mea raedora desta irmandale sob proposta
de sen d noprocurador geral realveu em soa
ultima a* somandar dourar pinta* e fazer ou-
tras linji zai .necessarias a deeeicia da igreja,
para o q ; sodo encarroado umi commiaao de
seus mee iroiconvida ella as peaass habilitadas
a aprese taran suas propoataa da at o ittiDb) do correte mez. I
O orsi lene das obras se a cha em poder do
Sr. tbee ireiD Antonio Soares Pillo, ra de Vi-
dal de N reros n. 10 com o qual uderao os pro-
ponentes intoaer-8e e entregaremiuaa propostas,
que ser abe*s em seasao da meia regedora.
Secrel ria tai irmandade de Nosrji Senhora do
Terco, 2|de Jaeembro de 1886.
O secretan interino.
Bento de lana Mira.
C. B.

MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrados no dia 31
Car Jiff 27 diaa, barca sueca Prima, de
de 254 toneladas, eapiao Olof Rozen-
berg, equipagem 10, carga carvSo de
Pedra ; ordem.
Cardiff-37 dias, brigue noraeguense
Mera, de 284 toneladas, capitao C.
Christiansen, equipagem 9, carga car-
vio de pedra ; 6 ordotn.
Terra Nova-34 dias, barca ingjeaa Me
teor,' de 247 toneladas, capitao Peler
Currier, equipagem 13, carga bacalbo ;
a Saunders Jjrowerea & C.
Camosaim e eclilf14 dis, vapor nacio-
nal Jacuhipe, de 380 toneladas, comraan-
dante, Joaquim Joa Estoves Jnior,
equipagem 30, carga varios gneros ;
. Companhia Pernarabucana.
Pjula por escala 90 dias, corveta de
guerra austraca Saida, de ... tonela-
das, com mandan te capitfb de mar 6
guerra Hcrmanno Hiaze, com 328 pes-
soas de guarnicSo, carga municao dV
guerra.
Liverpool19 dia, vapor inglez Architee,
de 123 toneladas," com mandante Wfl-
liam Jones equipagem 36, carga carvo
de pedra; a Johnston Pater & C.
Navios sabidos no mesmo dia_
Macei Vapor inglez Sir Oarnt
ley, commandate 1). Morgan,
vares, gneros-
HullLngar bllandez A'lida, capito Hj
E. Nayel, cargo carojos de algodSo.
Rio Grande do fflorte -Brigue inglez Lin,
capitd Thomaa Dute, em lastro.
BahiaPatacho inglez Qalaia, capitao
S. W. Wrn'QS, carga bacalbo.
BabiaBarca ingleza Metsr, capitao Pe-
ter Currie, carga .bacalho.
JgggS^y
Oculista
Dr. Mattos Barreto. "ex-ebefe da elim-
de olho do l>r. Moara Brasil e da
policlnica geral do Kio de Janeiro-o me-
dico aggregado do opital, P.:irj l
desta cidade.
Consultorio, roa do Impera 1or n. 65, 1*
anar, das 12 s 8 haraa a\ tarde.
Residencia, Cin.inho Novo n. 159.
As operaedes sao feitas sem dor, por
-meio da cocana.
Consultas e operaces, gratis aos po-
bres
Sdej
Con
assemb|
neiro,
tar-se
Reci
ra Duque de Carias n. 64, 2* andar
lo cusenhores socios a :eunirem-e em
gejal extraordinaria, domingo 2 de Ja-
i 112 f 12 horas da manha, para tra-
intVesaes aociaes.
30 de Desembro de 1884.
Joo Menionca,
_________Secretario,
Crdito \M de.Per-
rtcio a que se primeo-=ste Banco em
'*.'
i bootem (23), para"'o
Fpothecjrias das que xisj
le), designon a aorte as
te de 122 le-
em circulaco
letaeros seguin-

*Wolse
carga
Dr. Paula Lopes
I De volta- de sna viagem Europa, ne
/abri seu consultorio ra do Mrquez de
1 Olinda n. 1.
/ Especialidades : Molestias de creancae e
nervosas.
Tratamentus pela electricidade (Electro
therapia.)
Consultas : De i. hora s 4 da tarde.
Residencia : Ra 3a Soledade n. 56.
Telephone* na. "5 e 49 8

Clnica medicocirargtca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspcialidadePartos, molestiasVie senhoras e
criancas.
Residencia Roa da Imperatriz n. 4, segando
andar.
lo Mo a contar
Jan* de 1887, e
da, p vencero
nti
o Baiiero pagas
. 3,65i* sorteada,
2 so'ia, com o
sortead? com o de
ne. 52J8, 1,6^99, 3,419,
24 de Dezembro de 1886
JoSf Fernn
letras serao pagas
eiro dia ntil do mez
_,am ou nSo apresen
mais [uros depois de 31 do
Eoj virtude da deliberacao
com Premio de 100 a de
en, i de 50** a de n. 4,956
de 4l a de n. 1,7443
]QM:ada nma as
3 5#L 6,566 e 6,
Jcie,
W-
irregaram :
Para o Rio de Jaueiro, M. Cunha 00 .sacaos
com 12,000 kilos degSucar branco a 200 ditos
com 12,000 ditos de dito mascavado ; E, Hurtos*
400 saceos eom de HMUOar branco e
'* e*" liiMi9ittM .vado ;


atas* com S.qpdUlos de
apato.
_J:"cno Finanoe, carregaram:
,^",0" v-, i" Baf}10,,* 20J barricTi com
10,1^3 kilos de aisucar branco ; M. GWa 150
barricas om 10,514 k de toacar braDt p.
C. de Alcntara 400 b a ^ 5 kV, (
-vedo 130 vi
com 7,896 kilo de assucar branco.
Para M
VAPOUES ESPERADOS
Janeiro do IS87
ViUe de Mazii
Ftnance
Hfigifr
Mandos
Trent
Pernambaco
Para
Vitte de Sanias
4 Nigtr ,
Cear
La Plata
pernambuco
Espirito Santo
Trtnt
buje
do*"Bul a 3
da Europa . a 3
do norte a 3
do Havre do Liverpool a
a 6
do sul " a 7
de NewPort-Newa a 7
da Europa a 10
do norte a 13
do sul a 17
Ao Havre a 18
da Europa a SI
do sul a 21
do norte a 23
da Europa a 24
de Hamburgo * a*>
do norte a 27
do sul a 29
MEDICO HEOP,ATHA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias
criancas, dos orgaos respiratorio
senhoras.
Prestase a qnalqner chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamadas devem ser dirig*
dos a pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Baro da Victoria n. 43, onda se indicar
saa residencia.
Consultorio medico-
cirurgico
1 C #*Y. Castro Jess, contaado mais de 12
de escrupulosa observacao, reabre consultorio nes
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, i.o andar.
Horas de consultas
De dia : da 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado ao
riti travesea dos Remedios n. 7, primeiro por-
to eaquerda, alm do parti da Dr. Coime.
y-
A
.18*,:
. 374
'..475'
6.532
S5?
a8
6 951
1 6.983
6.998 ,
024
! 7.064 :
J.I38
7.200
-7.36,..
7.494
7.798
7.828 .
7.858 i
7.862
8.145 f
8.168 -
8.201

?* a.
bygiene, taco.
as de segunda e
1 s 10 horas da
e vaccinaco na
aro da Viatona^
aferida a mesma
ernambnco, 14 de.
4.
secietario,
eme Daarie. I
de Fa-
I
a.
t facopaWico,!
no dia 4 de a-fc
Tem-se propostaa em I'
o tornecimeato doM
durante e lematre\>
_ ordem^do IUm.
-perante a j anta
liad
expediente desta repar
do ano prximo ino
Oa pretandentaa de
ochiTites malriculaos
.asi
restotarem as amosf
poaerem torne'
ate
mostrar ue s* ne-
haveremHsatisfto o
a, ebem aaslai
artgos qae se pro-
de
Pernambcco, |S de


?\.
^W
<*
..*^*!8fZ&
Tu.
M
Diaria de FcrnaiubncoSabbado I de Janeiro de
i
^
Consulado de Portugal era
Pernanibuco
THEATRO
DE
I
i
Havci>
Canuta,
ei 9 do o
du fbri'
JV V>
tr*
B 85
GM&C
DC 4
Z 5v
L 80
e sendo
^Vow Si.
ooueolu i>
por ordem J'|
aiioa que'"
blica.
. Igulale!1
lado se re'
nhos d ea
de que sao'"
sao appliiV
portugueza
autondaie
. Dar a repr*
nada p~
lamcni.isll
Consil:'.
Dexemb:
desembarcado da bar-a portuguesa
trada do Rio de Janeiro tate porto
rente, os segniates volumea de viuhos,
_ do Rio de Janeiro :
voluuma a Joo Vctor Aires Matheus.
8O
ames a Soaza Bastos Amorim & C.
volumea a Gomes Mam ^ C.
fines a Delfioo Lopes da Croa.
s a jmingos Crna & C.
es a J. Ferreira de Cervalho & C.
dj outro carregaineato pelo navio
' ?que j se acba m viagem, por este
deate Ucto sciente ao publico,
or, afim de evitar os graves pro-
odem resultar para a saiide pa-
ubrj .
dtl
; faz publico que no mesmo eonsu-
aalquer noticia de que esses vi-
rara lem a declaracio nos cascos
sttificiaes, ou de qoo a elles
btulols falsos, desig lando a erigem
dto se eolieitfcr. da competente
tana as providencias necessarias
de gemelhante fraude con lem-
bs gJTernon, e prevista nos regu-
or.
i Portugal ero Pernambuco, 30 de
^.
ote Nunca Tavares,
Encarroado do consulado.
Ti
Troco o
do
De ordem do
que as seduh
ou substituidas'
vero vir devida
possana ser un
Outro siui. p:J
abaixo so trac
gulameDto ann bstituico de notas
esouro .Vacional
llin 8r. inspector se fas publico
no ferem apresentadas troco
que estiverem dilaceradas, de-
ente concertadas, de modo que
ediatainente carimbadas.
ra c ii.h'iciinento dos interesados
reve us seguintea a'tigos do re-
[0 ao decreto n. 9370 de 14 de Fe-
vereiro de 188 :
Art. lid. N;lo ser permittido o troco de notas
nevas du grande valor por outras de pequea im-
portancia.
Art. 128. As esta oes de arrecadacao nao po-
dero recusar o rece tiioento de notas dilaceradas
ou das q'ir. estando em substituido. Ibes fotem
apresenud is at o c ia cin que termiuar o praro
para o seu reeo'biuH nto sem descouto, comtan-
to qo* taes nota i s#jam verdadeiras, a;hem se
campistas, nao a< dmpanb&m de pedacos, e nao
teabsm carimbo iu marea que dificulte-Ibes o
-exaire ou as mi tilise.
A'-t. 131. A nota dilacerada em nra ou diversos
frgrmeuio-, toado iiihs de inetade de um s lad">,
ser* trocada na U *>**" de Amortisico ou as the-
aovrarias de fazna por outra du igual valor, se
3r recooli' cida verdadeira.
A que tiver a nu-tade ou menos da melade, e a
;e. tendo mais rkt. metade, ir composta dos dous
oderi ser trocada, anda que
o portador justificar,
Iministrativa da Caira, que,
insumida ou extraviada a
VAMEMDES
Companhia
Ljrica de operetas, italiana
Dirigida pelo disncto actor cmico
GEZBE FICABBA
HOJE
SaWiado, V de Janeiro
Grande espectculo eitraoArl
aieiipral
Segunda representar
da opereta cmica em 3 actos e 4 quadros, tradn-
aida do francez pelo nsigfce artista C Ficarra.
msica do festejado maestro Planquette, intitu-
lada.-
Os Sinos de (lorneville
no qual o artista Ficnrra faz urna verdadeira
creacao no papel de PAI GASPAR.
Precos e horas do costnme,
Haver bonds para us hnhas principaes.
O jardim ser illuminado a giorno e urna banda
de msica tocar nos nter fallos.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido aos
Srs. Maia e Silva & C, fioares do Amara! &
Irmaos, Fraga Rocha & C, Manoel rauta de Al-
buquerque, Manoel Joaquim Al ves da Costa, Bel-
tro Costa & C, Joo Rodrigues de Moora, Jos
da Silva Ley Jnior e Fon seca 4 Irmao, para
comparecer nesta reoarticao at o da 4 de Ja-
neiro prximo viadouro, afim de assignarem na
sesaao do contencioso o termo de contrato para o
fornecimento -do presidio de Fernando de Noronha,
no semestre de 'aneiro a Junho ie 1887.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 80 de
Dezembro de 1886.O secretario,
L. Pinheiro da Cmara.
Cna-pasiMa lia-aj Ileira de nave
xse* a Vapor
PORTOS DOS!
0 vapor Manos
Commandante 1' tenente Guherme Wad-
dington
E' esperado dos p ortos do
norte at o da 3 de Janei-
ro e depois da demora in-
dispcnsavel, seguir pira
os p'tf do sul (inclusive o
da Victoria).;
Recebe tamben) carga para danta Catharina,
Grande d> Sul, Pelotas e Porto Alegre,frete mo-
dic .
Para carga, passgens, cncommendas e valores
rata-ae na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Baha
Commandante Silverio Antonio da
Silva
>' esperado dos portos do sul
at o dio 7 de Janeiro, -e
seguir depois da demora in-
di spensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passageas, encoromend** valeres
racta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
COHPA>'HIA PEl\tUUrtt\*
DE
NavegacSo Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parakyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, leraAu e Camossim
O vapor Jaguaribe
Commandante BaptietA
Ama de leite
Preeisa-se de urna
boa ama de leite; nc
3o andar do predio n.
42 da ra Duque de
Caxias por cima da ty-
pographia do Diario.
Peitoral de Cambar (3)
Descoberta e prepararlo de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Bygie-
ne Publica,auctor8ado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Pars e Exposicao Brasileira-AllemS de
1881, e rodeado de valiosos suestadas mdicos e
de inultos outros do pessoas curadas de: tosses
himples, bronchites, asthma, rouquidio, tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangue, etc.
Precos as agencias : Frasee 24000, meis
dosia 13J000 e dusia 244000.
Precos as sub-agepcias :Frasco 24800, meia
dusia 154000 e dusii 284000.
Agentes e depositarios gentes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
rna Mrquez de Olinda n. 32
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite sem filho, ro-
basta e com abundancia de leite ; na ra do Pa-
dre Floriano n. 5, 2- andar.
-r^o

ABON MARCH
81Ra Duque de Caxias-^}
PARA ACABIR
Ter ama peqoen Testa o Tregnez pe atingir o gasto de 5$
Segu no dia 5 de
Janeiro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 4.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRDPTORIO
Caes da Companhia Per*umbwvma
. 12
MRaifflOS
navega-
*ec
los
econheci _
.atiefaclotf*
por forca
Art. 13? "8 f"^1'"1'09 de notas que se nao
oderem tlfar' "w* restituidas ao portador, de-
mis de maMf"11*8 w" s'gUHl3"ln valor.
Ti,ctonrP* ^e l**cnda de Pernambuco, 31
Je DezenK.de ^^ .
O secretario,
uz Emygdio P. da Cmara.
teri^ 4000 contos
A grande
ca transfeu1
impreterivel
Exm. Sr.
Thesou:
Dtiembrj 4a
Lotera
A 8 serie da 24
das ingenuos da Coi
venda.
Corre no dia 3 de
Thesouraria das lot
eipac&o e ingenuos d
stmbro de 1886.
de/4000 contos, em 3 sorteios,
ra lo dia 14 de Maio vindouro,
termos do despsjpho de
e boje.
iterias para o fundo de
da Colonia Isabel, 14 de
O thesonrCiro,
cisco OonvatvesTeires.
lolonia Isabel
e das loteras em favor
Isabel, aeha-se exposta
4
, 'iro as 4 horas da tarde.
s para o lando da man-
lalonia Isabel, 23 do De-
O tbesoureiro. *
o Gonfalvte Torres.

Companhia Bahiaaa de
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Sergipe
Commandante Pedro Vigna
E' esperado dos oonos ci-
ma at o dia 6 de Janeiro
e regressar para os mea-
mos, depois da demora do eos-
turne.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete t racta-se na agencia
/tea do Vigario 7
Domingos Alves Hathcns
The 1&&BMSS J
O paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 3 de Janeiro
depois da demora necessaria
seguir para
Haranfcao, Para, Barbados, S-
Thomaz e Xew-Vork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
tecomos
AGENTES
0 vaBorAllianga
Espera-se de New-Port-
News. at o dia 7 de Ja-
neiro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e dinheire
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster i C.
N. 8 RUADO COMMRClO
! andar
N.-
GBARGEtRS RELMS
Companhia Franceza de Xaveaa-
co a Vapor
Linha qinzenal entre o Havre, Lia-
ooa, Pernambuco, Babia Rio de Janeiro e
Santoa
1 de Jane;"
Para solemnisar
BENEFi'
, FTA
dia"ADn0"Bom
iMaci
Q,
Grande/ ioviaac-
ves, i
actos
acea a
Pela primeira e un
plendida opereta fl
o mmp o
Coros deJmbos os fflS
No intervallo
em obsequio ao
cao do professor
ZAGA
2
acto cerl
o, a valsa ld|
estr JCAl
iad
reeutada,
.composi-
GON-
Os Uxm de Jaboal
Terminar o
de msica
ico lo com & come
i ornada
OS S) BOTO]
Trem para
depois do esoectacs
'S 7 E MEI IIOl
y*i:ki:yc ia
lira 6 de Jan
{taculo em beoeficio
IS.
0
Espera- do Doitos do
sul at o da 1 de Janeiro
lo depois da indis-
vel demora para o -
"vrc.
Conduz medioo a bordo, de marcha rpida
eofferece excellentes commodos e ptimo pasta-
dio.
As pasf agens podero ser tomadas i* smtemlo.
Recebe carga encommendas e pasaa^eiros para
os qiaes tem excellentes accominodacoes.
STEAMER Sully
' esperado aa Europa
n> dia 6 de Janeiro, ae-
guindo depois da indispen
savel demora para se -
na. Bio de Janeiro
e Stnio".
-se aos Srs. importadores de narga p'los
desta linha,aueiram apreaentar dentro de 6
mtar dotna descarga das arvarengu. : i-
.clamacSo concernente a volumea, que po
tj i tenham seguido para os portos do sul^fim
de ^ iderem dar a tempo aa previdencias neces-
'"eJ irado o referido praee a companhia nio se
_._,, labilisa *or extravos.
eJibe carga, encommendas e paasageura* pars
os qua39 tem excellentes accomodaoSes.
agustoF.deOiveiraR
ACJBMTE
-RA DO COMMERT!IO-46
COPAMBTE f EM HENNAVE-
BIES HARITDIES
LINHA MENSAL
O paquete Niger
Commandante Banle
Espera-se da Eu-
ropa no dia 3 de
Janeiro seguin-
do depois da de-
mora do costume
para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Baha
Lembra-se aos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempe.
Previne-se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que s se attender as reclamacoes por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa-
aiao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab He
9-RA DO COMMEROIO-9
< '
AMA
Prceisa-ae de urna ama para
lavar, engonimar e fazer ntaiw
al^uns serviros de easa de fa-
milia : menos comprar e cozi-
nhar : na ra do Riachuelo n.
13.
Medico especialista
F\0 Br. Arthur Costa, de volta de ana viagem
Ern-opa, tndo frequentou varios hospitses de Pa-
rs; dedicando -se com especialdade ao estu io das
molestias de pelle e syphiliticas pode ser procu-
rado temporariamente para o exercieio de sua
prob8sao 4 prac* do Coade d'Eu n. 7, 1 andar.
Aviso
Telephone n. IOS
O abaixo assignado scientifica aos seus amigos,
ao commcrcio e ao publieo, que o Sr. Jos Luiz
de Mello, se acba enesrregado da administraco
. da cocheira da ra de Santo Amaro n. 1, antiga
do Pinto. Recife, 1 de Janeiro de 1886.
J. C. Freitas.
Para
O lugar nacional Sarah segu impreterivelmen"
te no dial- de Janeiro vindouro. riasendo escala
pelo Cear, onde apenas se demorar quatre
horas; e recebe passageiros.
Paa Pelotas
Segu com toda a brevidade para o portj cima
o patacho noraeguense Byfoged Christie, por ter
a maior parte da. earga engajada : para o resto
trata-secom W. \g. Robilliard.
LEILES
Leilo
Terca felra. -I de Janeiro
A's 11 horas
Hotel Rocambole
PATEO DO TERgjN. 7
O agente Silveira, autorisado por Vicente Per-
nandes da Costa Lima, proprietario do hotel ci-
ma, far leilao em um s lote ou a vontade dos
compradores. O hotel bem localisado e bastante
sfreguezado; o motivo do aeu dono taser leilo
nao puder continuar por se achar doente.
Leilao
(Em eonilnuaco)
Na hotel denominado Estrella do Norte >
to ra de Thom da Souza n. 8
Constando :
De urna mesa grande com pedra, armacao, co-
fre pro va de fogo, camas para casal, ditas de fer-
ro, lavatorios e inuitcs litros objectos que serio
vendidos ao correr do martetlo.
lerga-feira 4do torrente
A's 11 horas em ponto
Por intervencSo do agmte
Gusinao
Leilo
Approximaude-se o fin do amo c dese-
jando apresentar aos nossos bous e benvolos
fregnezes um sortimento completamente novo,
liquidamos a pi ecos baratissimos urna grande
variedade de artigos e tecidos de seda, la.
linho e alguns cortes de casemira, ditos em
pepas, algodoes.madapoloes, toalhas felpadas
para rosto e bauho e muitos outros artigos
que nao deixaro convir.
Costnmcs de excellente fazndas para
senioras 101000.
Ditos ditos ditos para homens 85000
Ditos ditos ditos para crianzas 55000
Esa Primeira ii Marco. 20
JUNTO DO LOIVRE
Ao publico
Francisco Antonio Martina de Miranda, nego-
ciante na cidada de Manos, provincia do Rio
Grande do Norte, avisa ao respeitavel pnbiico e
com especialdade ao corpo commerr-ial, que nao
se responsabihsa nessa praca ou em outra qual-
quer, por debito que p^ssoa alguma faca em sen
nome, ainda que seja pessoa de sua familia. Ou-
trosim, avias aos inquilinos do suas casas que a
p^guemo seo procurador Olegario Sara i va de
Carvalho Neiva, visto ser o nico *n:arregad:>.
Mossor, 20 de Daembro de 1886.
Francisco Antonio Martins de Miranda.
Ao coniniercio
Orestes da Costa Reg Monteiro e Berovenuto
de Soasa Travassos, nicos representantes da
extinct* firma Orestes, Travaasoe & C, tendo
jae*dc subo cantas com os Srs. Fraoeisoo Igna-
cio de Oliveira e Jos da AssumpoSo Oliveira,
ficando sem responsabildade alguma quanto a
boa on m cobrenca de todas as dividas activas da
mesma firma, inclusive as constantes de letras
que endossaram aas ditos Srs. Oliveiras, declaran)
nada dever nesta pra?a ou fra della, quer indi-
vidualmente, quer por negocias aa sociedade de
Orestes, Travassos & C.
Recife, 30 de Dezembro de 1886.
Orestes da Costa Reg Monteiro.
*, Bemvenuto de Souza Travassos.
S
Manoel Domioguev da Silva, sua esposa e fi-
laos convidan) a seus parentes e amigos psra
assistirem as missas quo mandam resar na matriz
da Boa-Vista, ia 7 1(2 horas da manba do dia
terea-feira 4 do covente, por alma de aeu pre-
sadissimo filho'e iru)5o, Adolpho Domiugues da
Silva, 1- annversario de seu fallecimento ; por
esta prova de amizade e consideracio, antecipam
os seas aeradecimentos. ________'._______
rte O ac
quer
4
Do espolio de Jos Pinto de Souza, conhe-
cido por Jos Alaban)a
No-armizem de sal rua^da Conceiccio
Quart> felra de Janeiro
A's 11 horas
O agente Stepple, por mandado assistencia do
Exm. Sr. Dr. juii de direito privativo de orphos
e ausentas, ^ requerimento do Itlm. Sr. Vicente
Nunes Tavares, encarregsdti do consulado de por-
tgal, far lilao do eeguinte :
Urna casa tarrea n. t no bceo do Veras, praca
da Boa-Vista.
Quatro vaccas, rafa tourina.
Dona garrotea, dem, dem.
Urna-caca (bicho).
Dous ca val los, seodoum fino, primeira estampa,
andador de baizo a iceio, melltdo escuro com cri
as b'ancas, e outro quarto, sella e fteio, e um
rebenque de prata.
Movis,' roupas e outros artigos, que estardo pa-
tentes no acto do leilo.
Os Srs. prctendentes desde j podem examinar
a dita casa eos animaes, e para qualquer infor-
maban o mesmo agente dar.
.....J .1 .JIL-.I!
Candida Autran de Sema e seusfilhos agr'
decem s pessoas qu compareeeram ab enterro
de seu presado cunhado e to, Joao Buptista 8o-
Idrigues de tjouza,."e as canjidam de udvo para
assistirem as missas que por sua alma serao rasa
das na ordem trceira do Carmo, s 8 horas da
manha de 5 do correte, stimo dia do aeu pus-
samen to.
AKHIA PEBSIMit'CAXA
DE
ac5o costeira por vapor
PORTOS DO SL
coi, Ponedo, Ai-acaju' e Bahia
vapor Jaenhype
oruandante Eseves
da impai-a
Der
Segu so da 8 dt
Janeiro, a horas
da urde.
" carera atan
e diatierros frete ate
da 8.
ESGWPTORIO
npanhia Pm-nambucana
AVISOS DIVERSOS
Alugase o 2- andar da este* r ra da
Imperatris, rxcellente motad a ra
do Imperador n. 61, l* %< ____
. Aluga-se casas a 84000 no beceo dos Coe>
Ihos, junto de 8. Qoufallo : a tratar na ra d
Imperatris n. 5C.
Precisa-sc de ura tas para casa de |^^H
familia ; na ra dos Martyrica n. 1
Precfca se de urna ama nio moca par
siobar e mais servicos domsticos de urna casa de
familia de duss pessoas ; a tratar no caes de Ra-
mos n. 26, andar. _________
LOTERA do cear
400:000*000
INTRASPER1VEL!
Corre quarta-feira, 5 de Janeiro.
Um vigsimo (Testa importante lotera est habili-
tado a tirar
2O:000$0O0
I
r
.

*
240:000*000
NOVO E IMPORTATTE PLANO
INTRANSFBRIVBL!
Corre segunda-feira. 3 de Janeiro
LOTERA DE ALAGOAS
200:000$OO
Esta acreditada lotera corre terca-feira, 4
tde Janeiro.

\
uihm nm

VKTR\XSF^ai\ElL
6,00:00
Esta. seductora lotera corre
000
sexta-feira,
7 de
Precisase de urna ama para cosiohar
ra do BarSo da Victoria n. 5, 1- andar.________'
Precisa-se de um ama para cosinbar ; a tratar
no 1- andar n. 22, 4 ra larga do Rosario.
Dr. Vendo de Sft Barreteo Sasnpaio
- D. Utharna Eulalia du Cmara Sampaia, ueos
filhos, D. Antonia Percina deS Barretto Sampaio
(ausente), Barone* de; Pnlojaree, Dr. Barretto
Sampaio e sua mulher, Aotoliio Manoel de Sam-
paio, )r. Bernardo Jos da CamaisaajS^a^ tpulhsr,.
capito Manoel Jotw da Camat e 4^^^~
Jos -Hygjuo Dua'rte Pereira c sua
Luiz Jos Pereira- Simpe
mente agrsdecem s pessoa 8 uram
acompasax os restos' mortaes de seu presado ma-
rido, pai, nTn%plj|njr3Bao <; cunhado. o Or. Meo-
llo de 86 Bar at a Estagao das
Cinco Pontas, bem codWaquelles que assistiram a
seu enterro, na ca pella do eiigeBbo Cuvambuca, e
c sogam-lhetf e aos demais amigos para onvirem ai
missas.que s ;rSo rasadas no da 3 de Janeiro s 8
horas, pas igi< zef da Boa-Vista, dcsta
cidade de Palm i Preta, Calende, Agua-
Branea e cspella do_pngenbc Cnyambnc. :_.
^^P^^^l Carolina de Menqulta
Bandelra
uacio de Torres Bandira, Ma-
tnacio de Torres Bandira Fiho,Ma
1 Carmo de Torres Bsndeira e Isabel
(Torres Bandira, agradecen) do irjti-
>s amigos que fxpontaneameDie (visto
(do co iduzij
publico 9^^^^^^^^^^^^^^^M
*- a'
Um vigsimo habilita a tirar 30:00^000
Os bhctcs dcstas acreditadas loteras
achaffl-sc a venda na
RODA DA FORTUNA
S6-4tn Larga do fiosario--36
Bermirdino Lopes Atfieiro.
n
[uitaBaod
FERRO GI-RABD
Approvado pela Academia de Me
Approvado pela Jonota Central de Hygiene
O Professor Hrard encarregado do I:
fcilmente ac
forcas e o-anemii
do-sb a dse, btm-se <4^
O PEBRO GIRARf
_^^^^Ko do 8ang
etite, regulariza aa regra
S^_^ Deposito era Paria, 8, rna "V
Pariz.
BrasU.
que
e, e el\
braa de i
MEIHOR EXEMPIAR ENCONTRADO



.'.;"''' WM V '"
Di
Per
abbado
Janeiro
I
ms*?
jkS
DE,
SEZOES
urnrs aocc ctbii
cumium-ori tccn-tora*
u
'ebreslntermitentesl
Remitientes e Biliosas;
as
ss.os C; '.zrio*.
, / i
eslas rdosasj
-vihua.
-se barato
Roa do Nogueira d, 13.
Ba do Bom Jess n. 47, 1.* andar.
Boa doa Guararapes n. 96.
Ba Viscoude de Itap&rica d. 43, arma^em.
Travessa de 8. Jos a. 23.
As casasda ra dr> Corono) SnasBuna n. 141
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar.
TraU-ae na ra do Coinmercio n. 5, Ia andar
scriptorio de Silva OuimarSes fe C.
Aug
a-se
o 2 andar e terreo do'sobrado n. 35 travesea de
S. Jos ; o 1 c torreo do de n. 27 ra de Vidal
de Negreiros ; o 1 do de n. 25 ra velba de
Santa Bita ; o 1 do de n. 34 ra estreita do
Rosario ; o 1 do de n. 24 rus do Aragao ; a
casa n. 35 4 ra da Viracao, todos limpos : a tra-
tar na roa do Hospicio n. 33._______________
Alugu-se
urna sala propria para escriptorij ; na ra do
Bom Jess n. 38, 1 andar.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinhar ; na tra-
vesea dos Pires n. 5 (Greriquity).
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e enaa-
boar, que seja de idade ; no largo da Santa Cruz
* numero 14.
Ama
Precisa-se de nma rapariga para cuidar de ama
:.laica ; na roa Beal n. 20 (Casa Forte).
Ama
Precisa se de nma ama qoe saiba cosinhar ; a
tratar na roa Velba n. 75.
Precisa-se de urna aran para cosinhar e com-
prar ; na ra do Conveli n. 139.____________
Precha-se de urna ama para servir s duas
pessoas ; na roa do Alscrim n. 63.
Empanada
Na ra da Uniao o, 54, compra-se, estando em
bom estado.
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilis s, cuja preparacao puramente ve
fetal, teem sida por mais de 20 anuos aproreitadar
3om os melbores resultados as seguintes moles-
tas : affeccoes da pelle e do figado, syphilis, bou
bes, escrfulas, chagas inveteradas, erisipelas e
gonorrhas.
Modo ttt unnl-an
Como purgativas: tome-ge de 3 a 6 por dia, be-
aendo-se apos cada dse um ponco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como regaladoras : tome-se nm pilula ao jantar.
Estas plalas, de invenejo dos pbarmacenticos
Almeida Andrade & Filhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornndo-
se mais recommendaveis, por serem um segure
purgativo e d pouca dieta, pelo que podern ser
osadas em visgem.
ACHAM-SE A' VENDA
,*_, drogara de Faria Nobrlnbo *
lRCA DO MRQUEZ DE OL1KDA -41
r-
SlOffiWKboHIT
r"POri4I
ooMCHRCiIX.
XAROPE
m HYPOPHOSPHITO DE C&1
SmpregaTlos com tanto oii!qf ra a' [
pLiulslca e as molestia. tjS*er_alaBas, \
-endem*c nicamente en frascos cuadra-;.
ot com o neme do doutor CHcacanj. uoorel
a Tttiav I
3ob a infidencia doe Kjpophnii!to j
tese diminu, o appotite augmenta, as for-J
%as toraoa vir, os sucres nocturnos cesso, I
e o doonte goza de um bem estar devisado..
O* lijxyhospliitos que lerao a avjree
de <&br'ica da p/tannacu SWisa,
i.'rue Cattiqhonc. Paftz, fio oi um-
e reconn<>r,i D' CHURCHILL. uto* da descocerte
da tiM propriadadea curativas.
Preco : 4 francos por frasco em r'nut* j
Luz Irtthanti, sem Fum
oleoaratico
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MLARTIIIS* BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELPHONICO : M* SS
Agua florida. i_xtrabida de florea bra-
aileiras pelo sea delicado perfume, suavida-
de e anas propriedades benficas, exceoe
a tndo que neste geneio tem apparecido de
maia celebre.
Tnico amencano.- E' a primeira das
preparacBes para a lonservacSo doa ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embraoquecain e tem a grande
vantagem de tornar livres de abitante* aa
cabeess dos qoe os uaam.
Oleo vegetal- Composto com vegt^al
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. ExcHlente remedio
contra a carie dos dentee, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo hlito.
Vende-se as principaes casas deata ci-
dade e na fabrica de cieos vegetaeB ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cerecr^ecer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa o remove
todas as impurezas do cas-
co a cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranquo-
cer, e imallivelmente o
torne espesso, macio, lus-
troso e abundante.
KANANGAdoJAPAO
RIGAUD y C\ Perfumistas
PARS 8, Ru Viviera. 8, PARS
- 1 r-
$ gtt& de (Kfillgt a lecao a mais refrige-
rante, a que mais vigor di pelle, e que mais branques al
cutis, perfumando-a delicatamente.
(IjZtrctO de (KnngQ, suavissuno e aristocrtico,
perfume para o lenco.
GIBO de (XtinltMit thesouro dos cabellos que abril-
hanta,. faz crefeer e lmpede de cair.
SbOIlB de (KIlngCL, o mais agradavel macio,
conserva cutis sua nacarada transparencia.
iIpS de (KRIlg, branqueSo a tez dando-lbe elegante
cor mate e a preservSo d ardas.
Depsxto na* principan Perfumto**
DOMESTIC
SSo reconheciaas ser as mal*
(elegantes, as mais dnravei* ;
ero todos os 'sentidos.
I 16LH0BES
. Pira preces, e Uu8trai;3es de to<)os os etyl din
j'im se
Dooiestic .SewrtR Machine k C.
NEW YOR, U. S. A.,
Tetephone n..!8
4>M&
Agua Florida de Barry
Preparada sepnnda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E'o nico perfume no mun-
do que tem a approracao omciaTde
um Governo. Tem duas vezes
inaia fmgranciaqne quolqner ontra
eduraodobrodotempo. E'mnito
mais rica, suave e deliciosa. E'
mnito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no banho e no quorto do
.lente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
desmaios.
luepe ie Via ie Reater No. 2.
L
TINO e GRAGEAS fi V1VIEB
DOTOR
Extracto natural de Figado do Bacallao
PREMIADO COM MEDALHAS DE OURO E PRATA
E>ela Academia ITacicJzial
Ordenados nos Hospitaes de Franga, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
administrar sob foma mu facllo agradavel tocios os elementos curativos do oleo evitando
as'slm o cheiro e sabor nauseosos a'este; alem d'isso esta preciosa preparacao tem urna
superiorldade lncontestavel sobre o Oleo porque pode ser usada durante os srandespalores
eni nuanto o uso daquelle imposslvel. tal e o eminente servlco prestado pelo Soator
VZVZ8V; experlenola tem confirmado o bom xito d'este producto.
Exigir a firma do inventor X. vxvxuw em duas cOres ao redor do gargalo de cada
garrafa com o Sello da Dnlao dos Fabricantes.
rABIS SO, Boulevard de Straabourg, SO PARS
aJTTES DE SAl-O. DKPOIS DB BAIi-4.
Cura positiva radical de todas as formas de
pcrofulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e as do Courc Cabel-
ludo com perdadlo Cabello, e de todas as do-
encasdoBangue^Figado, e Bins. Gnrante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangu*
restaura e renova o systemn inteiro. 0
1 1
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian,
ca para a Cura das mples-
uaa da pelle de todas as especias
no todos os periodos.
-----_____-------------------------------------.
Maria do Livramento, velba octogenari t pau-
prrima, pede- as ln>a caridosas qnelbe mande
jma eimqla pelo mor de D. us. Mura no bftRo
do Bernardo n. 51 E' mu obra de caridade.
Couturicrc franf aise
Ex-pretnire conp' a maiaon Worth, a
Paris, de Notre Dame dt Paria, i. Hio de Janeiro,
Hue s ryrte, vient
alr r, ru dn Imperador
seaux
trnsrdf, gTDi-
rures de < _
Jspeeal
se fabrica em
Pastli

mifugas
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Non plus ultra
SurpreDdente e nunca viudo a este mercado do
vinbo puro de uva sem a mnima composico, de-
nominado
Maduro
proprio para mesa ; p escclbido especialmente pelo
socio na urtiw&-.v'ag_ga)-que tea aos lugares vinba-
teires de PortugaT."
Chegou tambera o acreditado
Mlvazia
vinb proprio para consttuices debei?, reptcial-
mente para senh; ra. Eate vinbu t i.- (anta ap-
provacao tem tido, ponto de liaver falta, demos
as ordena precisas adra de chegar-noB remes.-
sas, tantas quantaa forera necesexnas para con-
sumo.
tetraos taita
mi todos ce vapores eapjeoti'S novas dp hortalioat ;
ass'm eomo :sro de tolcoerJHiaTe
fu a* da India.
OI>ras d vime
fNova'remeta .m' CESTAS PARA OOMPRA.
onde^iis e assirales
Balis para niopa sja
(adfirt e lfr$%
EAESTRI RION.9
<______________________. -------------------------.
'Para Cosommar
: d
Os proprietarios do muito conbecido estabelecimeuto denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communie.m ao r.?spo;ta^el PLBLICO que rcooberam na
granHe. sortimenlo de joias !as mais modernas v des mais apurados gostos, como tan
bem relosios de todas as qualidades. AvraaM Utnoam que cor.tinuam a rec-:ber po
'.odos os vaporas vinHs -ia Europa, objetos novos b vende* muito menos que er
outra qua'.iner p>rte.
N. 4 RA DO
Compra-se ouro e prata velha. >
CABUG----X. 4
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLL WAY
' 8 Pilulas purlflcao o Sangue, oorrlgem todas as desordems de Estomago e
^ dos Intestinos.
-Fortalecem a sande das constituooes delicadas, e sao d*um valor incrivel para todas as enfennidades |
peculiares ao sexo feminino era todas as edades. Para os meninos assim tomo tambem para as
pessoas de idade avancada a sua efficacia e incontestavel.
Ss&u medicinas sSo preparadas smeute no Estabelecimento do Professor Hollowav,
78, NEW 0Z70BO STBEET (antes 5S3, Oxford Street), L0WDKE8,
vendemse em todas as pharmacias do universo.
Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se ato Mera e j
direccao, 533, Oxford Street, sao Calsificacoes.
|C*T*0s com]
"^._-
Pie:
servieos don
Capunffa
ito cen-
do Mar-
Alu.
nint-
i tros
tn e casa
..bueatifs
INJECQO DE GRMAULT E C
Preparad oom as folhaa dVHatioe
Approrada pela Joba tHygieno do Rio-o-Jui*ti*.
Esta lnjeccao preparada com as olhas do Matico do Pera para a cura
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo urna repotacao universal por
ser a nica innoceh'te, contendo apenas vestigios de ses adstrmgentes, que
se eeontrao m outras em grant^ quantidade. Em poneos das ella acaba
com os corrimentoa mais dolorosos e mais rebeldes.
Deposito em Pars, 8, Ru Vivienae, 8
Garfa frasco lera a marea de /abrica, a trata eo alio da aoa casa.
K---Sa-\
WJI.TrB
JOSEPH KR4JSE ft C..
Acasamde augmentar o sen ja ften? conhecid
iiportanle cslab!ciuienlo /fia Io
demargQ li. 0 mm'&'
m salo n ^ andar tosaaeata prepa-
rad e prvido de msia e^pftsi-
0fc i/fcm fe friit & hm~. edecSK-ytM
dos sn^tedog t< P
mundo inieiu.
nonvida, pois, as xmas. amillas, seas abm-
roses .amigos efregoejEes-ajisifiem
o sen estabelkifflento, afim de
apreciare a grandeza bmagosto com que
n, obstante a grande
despeza, rCJjsaratn. tm honra
desu^ovincia.
uCEi-SE BEBTTAS 1 _'S DA ii
f/
Em caaa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro

PBBPABADO COM B05MUTH<
Por 0C T"_fla."V, Perfumista
P A t*t, Ba d.o la. 3=atJ_-c, 9, -P-A-E-IS
Fi?
SCOTT
DE OLEO PURO DE
nido de bacalho
COM
Ujpophosphitos de cal e soda
approvada pela Junta de lly
giene e autorisada pelo
governo
E' o melbor remedio at hoje deocoberto para a
tnica bronchiteit, ecrii|iliula. ra-
cJbiim. anemia, c.ebllldadc em eral.
ilefluion, late cliroolca e alTerrea
do pello e da garganta.
E' muito auperiur ao ole simples de figido de
oaculho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possne todas as virtudes mediciones e nu -
tntivas do olee, alm-da* r propriedades tnicas
reconstitnintes dos hypophoaphitos. A' venda na*
progaras e boticas.
Deposito em Pernambuco

as


as
as
-e
es
PASTILHAS
De AUG-LIM & MENTRZ
0 P.emedif mus tfficor, O
Seguro que se ton dexobert&anf
hoje para axpelir as Lcn brigas.
BOQKIAYW. FKER
Profcssora
e
e
Urna senhora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccionar cm cellegios e casas particula-
res, aa sea;uintes materias : portoguez. francs,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques do
Herval n. 10. _________________^___
Matadouro publico
Como fe enganam Ainda nio aabem, que um
vereador ja foi a minba casa canvidar me para o
contrato? Pois fi.juem sabendo, assim Hizera qae
diz J. Eleuterio. Qual ser4 e vereador ? Sera o
mesmo dos cuarenta fatos ?
O fiscal.
4m commercio
Os abaixo sisigodoi pHrtieipam ao commercio
que nesta data dissolveram amigavelmente a eo-
ciedade que tinham no armas m de tumos, sito
ra de Maicilio Dias n. 31, a qual gyrava sob a
firma de Esnaty Banks, retiran io-se pairos e
s-tiffrttos de seua eapitaes e lucros ; outrosim,
declaram nada dever nesta praca nem fra della ;
mas se alguem sejulgar crtdor da dita rima apr-
sente seus ttulos no praso de tres dias, a contar
da data dests, fieando depois deste praso livre de
qualqoer respousabilidade. Recife, 29 de De2em-
bro de 1886.
Samuel Esnaty.
Adolpho Banks.
sentios pe cnran
Sem dicta esem modifi-
caf oes de costumes
Laboratorio central, ra do Vieonde
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
EspeciQcos preparados pelo pliar
niaceuco Eugenio Marques
de Hoanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria dr
"Elixir de imbiribtna
Restabelece os dyapeptieos, facilita as digea-
toea e promove as ejeccoes difficies.
Vinbo de ananazlerTUginoso e quinado
Para os chlaro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, rtconstitue os bydropicos e benbe-
rieoa. _
Xarope de flor de arueira e' mutamba
Muito recommtndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas na chrenicas.
Oleo de testudua ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
R' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nismo, na tysica.
Pilulas ante-perioilicaa, preparadas i;om
pererina, quina e jaborandy
Cura radiealmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinbo de jurubeba simples e tambem far
ruginoso,preparados em vinbo de caj
Efficazes as inflanimacoes do figado bao:
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as convaleaeuneas das parturiente*
retico antefebril.
Francisco Manoel da Silva iC.
RA MRQUEZ DE OLINDA-
A-ula particular
Ba Mrquez de Herval n. 31
AnnalheodoraSimoes, participa ao respeita-
vel publico e em particular aos pais de snas alum-
oas, que sua aula de instruccao primaria abrir-Be-
ba no dia 10 de Janeiro prximo vindouro ; oo-
trosim, que contioa a aceitar alumnas internas^
meio-pensi'inisias e externas. j
' Recife, 30 de Dezembro de 1886.___________J
Curso primario e se-
cundario I
Ra Mrquez de Herval n. 3^f
Jos de Souza Cordeiro Simoes, participa ao rea,
pitavel publico e em particular aos psis de se""
alumnos, qu aeu estabelecimeuto de snitrue
primaria a secnndaria abrir-se-ha no dia 10
Janeiro prximo vindouro ; untresim, que contu
a aceitar alumnos iofarnos, uaeio-peaeionistai
externos.
Recife, 30 de Dezembro de 186.
Elixir carminativoeloni
pharmacentico Ve,
Remedio que eiirn das as perturbf.Ques liffxrl-H -\ ^lesarrsHjos de es-
tomago e iutesuoo. Acuiiseihdo^ odWvarios cli
nicos dos mais conceituadis desta eidaM, acha-se
venda exclusivamente na pbarmsciaftmericana
de A. at. eras & C, ra Ouque de pbiias nu-


f/j

ATTEf
Avisamos aos nossos frgu
cebemos (la Europa pelo
esplendicb sortimento d
unos, elegantes e muito
mens, senhoras e crian
para t riaoca, pela sua-ale
priados para" presentes:
padriuhoa comprarcm um
aos afilbados em regosijo
Esta acreditado esta
augmentado o seu coneeirdevid sm-
ceridade. capricho em scnento e trabe-
Iho ; os seus proprietarioptiveram muito
tempo as primeiras fa^as do Porto e
acbam se habilitados parfcxecutarem qual
quer trabsnh. ,
15Rt DO BARO VICTORIA--15
Jos Frrea C.
que re-
i um
e sul
Ira ho-
bapos
apro-
18S0 dos
ifferecorem
oo novo,
imento, tem
dmlnlstrarto : PAM/, iWirfswrd fontmsr.
eiUrrDE-6RILtJ5.-/rr5e8lT'D]',,3''cs'l,(ien'
, psdas Tiasdijostivas.^rnWedoftp.Tlii erto bO
obstrucccus nscerai'%/raBsi calculosa da bile.
BOPITAZ..-ASiecA! {'i&dicstiasip.comB-
dos do estomago, d.. 1 djmcil, inappetencia,
gastralgias djpp9S|
CLESTINS.AfTe- r*f ros,ia>icxia3re3,
eon.i!: ..iii.Hinn'. fdilbet,albumiuuria.
acims nomef --
BAR1SMEK-V fc^Tf^rra'
. 8u_zer 3kc-c^li>
!m ctft
ros do Ccmraar-
rus di Cruz.
ll
a
PARA TIN'GIR A
barba e os eabelM
Eita tintura tinge a barba e os cabellos '<*
tan'uneamente, dau'do-Ibes urna bonita er
e natural, inofensivo o seu uo simples e
r pido-
VenHe-se na BOTICA FRANCEZA E DB^; -
GARIA de Rooqoryrol Freta, sucessore* de
CAORS, ra do Bom-Jeaaa (antig^t da C>
n. 22.
Cajn
Magnifico abocar tarbincdii, .jroprio parai a
briear o especial doce de caj crys alisado, -ji
Joaquim Salsueiral 4 C, rus Direa n.
Telephone n. 445 J
Manoel SoarcB de Oliveira, lna mulber e %
Ihos, Antonio Sores Femande*e Oliveira, sua
mulher e filbos fe Uos Soares Urnandes de Oli-
veira, tendo recibido a iufausta Wtcia do psssa-
adissima mi, %>gra e av, D.
de Almei'la, \ rejno de Por-
os seos prentele amigos para
s que serao resat \ p^lo eterno
repouso da mes)? finada, na 'k'-a di Espirito
Santo, s V hujfua d manhil do d) } 3 de Juneiro
prximo vindcJwo, setiaio da em> ie recebaram
aquella notict*/; desde j te con. Vam eterna-
mente gratos /aquelies que se dig Vem ssstir
a esso acto dej. feHridad. ,
ment de sua p
Margarida Soa
tugal, convida
assistir as mi
ala
A direc
da celebra
na matriz
de segunda
fallecitnento
vidados es ,
do club, da
>el Honra Silva _,
ra do Club Cummercial Eolerte mao-
vma mieea por alma destL cnaocio.
Corpo Santo, s 6 hsras I dalnvnha
fera 3 de J.meiro, stimo IdiaBo seu
Pnr* este acto de icligial, 8*> coa-
trentes do finaii __
[ual o mesmo fazia parte.
F. J'. An.
_____i
ree^moctaa.
i-I.6arf. eos PO*
man
!-__
MUHOR ENEMP1AR ENCONTRADO





i


Diario de Pcrnanibuco- Subbado 1 Janeiro de 1887
*
-:
INDIGESTAD
Sob a forma de
TS.A.BCOH. VOS
llOLOB^LOa.
viHDe-siouuntto u/mao.
VUEPARADOS DC
Frpnina Mor ton
Multo ncomrrnndidu
p*ht principttt MaOtcoe.
ORION SON
SwOupUi lo, taiMU^qUn
LONDON
n
to*A\** VEHDA
Vendase o eBtHbeleciirenK) de molhados ilii
i i,r.c do Conde d'En n. 15; a tiutar u& ineeino
jquidarjo i!e Obi de
anno!
59Hna DaaQB fle Gaxas- -59
Liodisimos riscudiuhos a 160 e 200 rs. o eo-
v*do!
Nan3uk, corea firmes, 160 o dito!
Cretenes claros e encor n 24o e 280 o dito !
Pop'diiuis com ligt8 de seda a 240 e 280 !
Muas superiores pura enanca a 'i i duzia !
Ouardanapos de liiibo bcrdndos a 3f a dita.
Atcalhsns alvo,2 larguras, a 1200 o metro!
JJrumantes superiores 9l0 e 1S200 o dito !
dem de puro linho a 2*Vo difo !
Setinutas Ba e bordadas a i'H) o eovado !
Betalhea de telina u sedas que se liquidara por
metade do cueto.
Setim maco de cores a 800 cUo eovado !
Popelina de seda branca a 50(1 rs. o dito de
800 rs.
Pannos de differentcs cores para mera a 6X0,
1*200 e U 600 o eovado. '
Djinaecos de IJU para eolia, 2 metros de lar-
gnn, h 1*800 o dito!
Cretenes aseetinados, idem, a 800 O dito de
paisagens para chambres a
4*500 e
1*500.
dem com lindas
400 re. o dito.
Cortes de casimira inglesa, a 3*500,
6*0 0.
Cbeviotg superiores a 3* o eevado, 2 larguras
Cnsermras diagonaes a 1*WK) e 2*400 o dito.
Flanella americana azul, a 1*400 o dito I
Ficbus de la a 1*500 e 2*. ~
Chales de casemiru bordado a seda a 6* sSo
de 15* cada um.
Capas de la de todss as cores a 3*, 4* e5*.
Ksgoioes para cssaquinbos a 45 e 4*500 a pees.
Martapolo americano 8 5* e 6*, 24 jardas.
Camisas para scnbora (so bordadas) a 3*500 e
5*000.
Saias de ezcellente fazenda a 3*500 e 4*.
Vestuarios de la para criancas, de 15*, para
acabar, a 7* e 8*.
Cortes de fustao para eolleto a 2* !
Grande porcao de letalbos de chita, brim, las
e muitos artigos que se veniem barato.
Chapeos para criancas a 3*.
dem pira si choras, de 12* e 15*, para liqui-
dar, a 6 e 7.
59-Rua Duque de Caxias59
3iro fla GBia & C,
Cocheira yenda
Vende se urna coebeira com bons carros de
passeio, bem lecalisada e afreguezada, por preco
multo mdico cm raza > de seu d^uo nSo poder
administrar ptr ter de fazer nma vingem ; os pre-
tend nt' s aehiro com quem tratar ra Duque
de Cbikb r>. 47.
Taverna
Vende se nma taverna com ponco capital, pro-
pria para principiante, /etalba soffrivelmente, nlh-
gael razoAvel, tem .-^m modos para tamilia, o m -
tivo |> r que se v de se dir ao comprador ; a
tratar na ra do Capitao Lima n. 32.
flarincta
Vende, se urna clarinete sem uso, ebegada ba
ponaos lias ; a tratar aa roa do Imperador n. 55,
loja de pianos e msicas.
Vende-se
urna casa com boas accommodacoee, sita em urna
das melbores mas da freguezia da Boa-Vista ; a
tratar na ra Vidal de Negreiroe, casa n. 138.
A Revoluto
.-
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguate artigas cOm 30 / de me-
nos do que em outra qualqUer parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a 1*500 o eovado.
Mirins de cores finos, a 900 e 1*200 o eo-
vado.
Ditos pretos a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
2*000 o cavado.
Las mesclaaas de seda a 600 ris o eovado.
Ditas com liatrinhas de seda a 560 ris o dito.
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Linda* alpacas de cores a 440 iis o eovado.
Las com quadrinbos, a 400 ris o eovado.
. Gaze com bolinhas de velluda a 800 ris o oo-
vaijo.
8etia> maco lavrndo a 1*900 o cevado.
Seda py.lba a U00 ris o eovado.
Dita de cores de 2* por 1*000 o eovado.
Setim maco lito 4 800 e 1*200 o dito.
Groa de aples pieto a J*800, 2*000 e 2*500
o eovado.
Setinetas lisas a 320 c 400 rs. o dito.
Ditas de quadrinboe a 320 rs. o dito.
Ditas pretas fiuus, a 600 rs. o dito.
Fustrg breos e de cores a 320, 400. 440,
500 e800rs. o dito.
Zepbtros finos, escosseaes, a 500 rs. o dito.
Zephiros de quadrinbos a 180, 200 e 240 ris o
eovado.
Zephiros lisos a 1(000 o dito.
AlpacSo de cor para palitot, a 1*000 o dito.
Vellodilhos lisos e lavrados a 1*000 o vado,
Cretones finissimoa a 240, 260 e 240 e 300 rib
o dito.
Ditos, ditos a 320, 360, 400 e 440 rjs o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna.
Seda esc(8s> za a 360 rs. o eovado.
Colchas bordadas a 4, 5*. 7*, e 8*000 urna.
Ditas de crochet s 8*510 dita.
Camisas bordadas pata hornera a 30*000 a du-
ia.
Ditas para seoho.as a 30*000 a dita.
Cortee de caeimra finos de 3* a 8*000 um.
Casaeoa de laia a 10/00 um.
Fichs de retroz a 1*000 um.
Ditos, de peilucia a 6*500 um, (bordados).
Cachemira de cor a 1*600 o co 'ado.
Flanella americana a 14400 o dito.
Cortinados bord.dos a 6*000 e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para homens de 2*400 a 9*000 a du-
zia
Ditas para senhoras de 3*000 3.12*000 a du-
zia.
Mantilheas de aeda a 6*000 urna.
Espartilhos de ourac a 4*000, 5*000, 5*000
e 7*500 um. *
Toilett para baptisado a 9*000 e 12*000 um.
Lencos Lrancoe e com barra a 2*000 a duzia.
Auquiuhaa a 1*800 rs. urna.
Brim de linho de cor a 1*000 a vara.
Dito pardo a 1*000 a dita.
Eeguio amarello e pardo a 500 ris o eovado.
Chales Je mirin lieos a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000, 3*500 e 4*000 um.
Cortea de cachemira para vestidos a i 8*000
um.
Redes Hamburguesas a 10*000 ama.
Panno de crochet, para cadeiras e sof a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
Henrique da Silva Moreira.
WHISKY
ROYAL BXJSN V1A0O
Este ezcellente Whisky Encestes preter .
to cognac oo agurdenle de caima, para fortifica
y corpo.
Vende-oe a retaiho os aa lbsfes arnmEenk
< odiados.
Pede ROYAL BLEND marca VIA DO cujon.-
e emblema sao registrados para todo o Braja
BBOWN8 ft, O., agentes
1 "-'
Cofre
Vende-ss um importante cofre, prova de fogo,
do fabricante Muera, sem ter deleito-* tratar
na ra Duque de Caxias n. 2, Uvera:

Vende-se a taverna bem afreguezada, no Forte
do Mattos, o motivo da venda se- dir ao compra-
dor : a tratar na ra de Manz e Barros n. 9.
0 Chnelo Turco
Loja de calcados eslrangeiros
DE
Mil fle Camilo & c.
1 Ra do BarZo da Victoria1. tO
Este bem acreditado estabelecimento acaba dt
fazer acquisicao dr mais variado e serprehendente
sortimento de calcados dos mcJbores fabricantef
dos diversos paizes da Europa, quer para homens,
quer para senhorae e enancas.
A grande quautidade de calcados, sua varieda-
de em nmeros, forma e matenaes, reunidas
elegancia, gostoa, solidez e perfeifio do trabaltc
n5o eequecendo a delicadeza e siuoeridade do trato,
as comtnodidades do estabelecimento, e a roodici-
dade dos precos, offereem sos concurrentes toda
vantagemna escolha e certeza de que sabir&o em
tudo perfeitemente sati6feitos.
Solicitamos, pois, das Ezmas. familias e do res-
peitovel publie em geral, a honra de nma visita
ao nosso estabelecimento, conscioB de que serio
contentes de nossa ezposlc,2o.
Ver para crer
Ao Chnelo Turco
OBoa do Barato da VictoriaX. IO
9 de
Pharmaceutico, Doutor em Sciencias, Inspector da Academia
Aparando pela Junta de Hvgiene do RJo-dt-Janeiro
-------------- ---------------
Esta solugao, que foi admittida na Pharmacopa Francesa (Edico
de 4884), clara, lmpida, anloga a urna agua mineral ferruginosa
Concentrada, o nico dos fejuginosos, que, assemelhando-se
composico dos glbulos dosangue,tem agrande vantagem de obrar como
reparador e reconstituinte dos ossos e do sangue. Sem fatigar
jamis o estomago, sem enegrecer os dentes, sempre de grande van-
tagem para combater as dores de estomago, as cores paludas, a
anemia, a pobresa do sangue, a leucorrha, a irregularidade
' damenstruago e outras indisposicoes a que esto 3jeitas as senhoras,
as mocas na idade da puberdade e as creancas debis, a*emicas e
^em appetit.
Deposito em Paria, S, ru* ViTieane e as principas-a Pharmacias e Drogaras.
4os 1.000:0001000
200:000*000
100:000|000
LOTERA
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA. DE PERNAMBCO
;.ExtraGC&i a 14 de Malo 8o 1887
0 thesoureirwPranetseo Gomjalves Torres
r
*
GRAGEAS

BBBBBBBB^So*'
NJECQAO
ggienica l'resnratfon
accdens tiiu.
in a approvcdo da Academim
B aa molestia sacrataa,
aaammmBflrjIM
monto da medicAclo.
'. asa nrimlpaa
Expsita Central
* En liquidado *
A' ra larga do Rosario rt." 08
Damio.I-jma O., continuando a liquidar suas
uiurcadorias, chamare a atteocSo do respeitavel
publico em geral:
Pecas de bordados, ("alma, a*/600 e 3/.
LuvaS de seda-rendadus a 2*500.
Leques de 400, 5u0, 600 8(i ft.
Ricos broches (novidsde) 2*.
Pulreiras indas >Ue 1 >00.
Linhas de 200 Ya. a 80 rs.
Bonitos Plastrons a 500, 1/ e 2f.
Meias de cores para senhora de 500 a l50d!
L-ncos de seda a 1*200.
Bengalas al*.
Mantas de seda a 1* a 1*500.
Pcs de bordados a 320 rs.
La para bordar a 2*800.
Agua Florida a 700, 800 e i*.
Objectos para-presentes 3* e 4*.
Collarinbos modernos a 400 rs.
Bicos, fitas, perfumaras, botoe, espartilhos, es-
pelhos e tcuitos outros artigos sem competencia.
Ka Expowlco Cruiral & ra lara;a
do Baarlo o. 38_________
Yende-se
nma casinba de tijolo e cal, por barato preco, na
ra Imperial ; a tratar na mef ma ra u. 200-E.
"A'Tloiida-
Roa Duque de Caxias a. 103
Chamase a attpncao das Exmas. familias para
os precos seguintes :
Luvks de seda preta a l*000Jo par.
Cintos a 1*500.
Lavas de pellica por 2*500.
2 caixas de pptl e envelopes 800 rs.
Luvaa de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par. \
Suspensorios p. ra menino a 500 rs.
dem amrennos para bomem a 3*.
Meias de Eseossia para erianca a 340 rs. o par.
ritas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 4O0 rs. o
metro.
Albuns de 1*500, 3*, 3*, at 8*.
Ramcs de flores finas a 14500.
Lurau de Eco*sa para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rv, I*, 1*500 e 2*.
Pentes de niktl a 600 rs., 700 e 8*>Q rs. um.
Rosetas de bnlhantea chimicos > 200 rs. o par.
Guarnicoes de idem idem a 500 rs.
Anquinbas del*5t0, 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordene a 400, 500 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Ideo; La Figurine a 5*000.
dem eatreitinboB com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Pentes para coefl com ioacripeo.
Babadores com pintara e insenpeoes a 5C0 rs.
Para toilet
Sabo de areia a 320 rs. um.
dem phemead a 500 rs. uro.
dem alcatrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 1*000.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agna Florida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 3* a duaia.
Estojes para crochel a {$000 rs.
Linhas para crochet cor de reme 200 rs.
Linbas para crochet de seda mesclada 300 rs.
Bico de cores 2, 5, e 4 dedos
de largura a 3*000. 4*000 e 5*000 a peca
BARBOSA & SANTOS
ss
Realmente foi grande a, que se fez n Loja dos
Barateiros.
ftun da imperatris a. 40
E sao os nicos que tem as seguintes especia-
lidades !!!....
La e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimos padroes, o mais tino e aparado gosto
que tem vindo, e por preco baratissim'1, de 500 600,
700, 800 e 1*000, o eovado, porm fino e bom 1...
Querem vs/ ?.- aparecam 111...
Exmas. jseAhoras .'!...
Temos um lindissimo sortimento de failbe, qoe
a vista agrada a mais excepcional freguesa ; isto
por menos do que em outra qualquer casa ; so n.
40!....
Pois custa 600 rs. o aovado.
Temos mais lindos sortimento de fustoes a 500
rs. o eovado.
Chitas finas, especialidade, porque bouve gosto
a esvolha, e vende-se por 240, 280, 320, 360,400
5(0 rs. o eovado, n. 40.
Tambern temoB 11!...
Lindos padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
eovado. ..
Cambraia victoria e transparente finas e boas
de 3*300 a 8*000 a peca.
Bnra branco de linho especialidade de 1*500 a
3*500 a vara pechincha !
Brim pardos lisos e trancados de 700 a 1*600 a
varB, aproveitem festa! !.. .
Moiisek m grande sortimento a vontade do tre-
qoes, vende-se de 400 a 560 o eovado, venham !...
Sitinetas !!!... esplendido e importante sorti-
mento nesse artigo, sendo brancas, pretas e de co-
res, lavradaa e lizas, o que se pode desejar em bom,
vende-se de 400 a 600 u eovado.
Temos mais !. .
Casemira de todas as qaalidadea e cores, e ta-
semos costanvs de 30 a 60*00, barato .' e em
covafes de 2*500, cousa fina e gue a todos agr-
dauyapptrecsm !
Acreditem ?..?
Venham ver, para crer !!!...
Madapoln de 1 quadade de 4*500,j 5*500.
6*b00, 7*500, 8*500 e 10* a peca; e que ha de
melhor.
. Aigodao de 3*500 a 7*500 e 8*000 a peca tem
20 jardas.
Camisas de meia de coras e brancas de 800 a
1*800 2*000.
Colcha de lindos desenhos a 4*0i-0, casta 6*000
em outras casas.
Panaos d a costa do melhor que ha cuata apenas
2*750, o metro, pecbincba !
Bramante de linho a 1*800 a vara, 10 palmes,
para a cabar
em dealgodioa 1*300, palmos tambero bom.
r>da_o em&stsdo, 10 palmos a 900 rs. o metro,
e muito bm para lcncdes.
Alero das familias jmencionadas temos muitos
artigos de modas como eja, leques de fino gosto,
nhos, puchos, meias etc. etc.
Alhciro W).
RA DA IMPERATR1Z N. 40
PIMO M Rltii
Je 8X9,4X9 e 3X12 ; vende-se na serrara a va*
por de Ciimaeo da riilva, cae Vinte Dons de So-
jembro p. 6.
Oleo para machinas
Em latae oes, a 9*000
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
DA
EXTRACQO SEMANAL
* 7.a parte da 24.a loteria
CORRE
N ilia 3 (le Janeiro de 1887
ItrattsferT$I! Intransferivd!
PORTADOR DE UM VIGESI) ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta loteria est garantida, alm da fianza, por um deposito
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de caa serie.
MLHETES k' VENI>A
0
MA
RODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
Bernardmo Lopes Alheiro.
I
EXTRACCO
DA
7.a serie da 24 loteria que se extrahir na igreja da Conceicao dos Hilares
EM 3 PE JANEIRO AS 4 HORAS
>
SOB O SEGUINTE
wpwL Akmn
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
IA
COLONIA ISABEL
CONCED.DHS PILI LE PriDIflICUL I. B42, EIPPBHIHO PELO El. SL VCE PdESWIE Di PROVINCIA
POR ACTG DE l DE SETEMBO DE """
4o,ooo bi'hetes em vigsimos a l$oo .
uespezas s s
800:000$
118;8oo$
<58I:*4
1
i
i
i
1
9
23
400
premio de
dito de
dito de .
dito de .
dito de
ditos de
ditos de
ditos de
h

2:000^
1:1
para todas as centenas, cojos dous algarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inciusive
i dit6*de 1:000 para a sorle, cujo numero na extracao for oais alto
i :800^ para a sorte, cujo numero for mais baixo
400^ para toda a centena do 1 premio.
200$> idem idem do 2 premio.
I
idem idem do 3o premio
1 dito de
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
2 apps. de 4:000$ para o Io premio
2 ditas de 3:000$ para o 2' dito
.2 ditas de 2:000$ para o 3o dito
2 ditas de 1:100^ para o 4o dito
2 ditas de 850$ para o 5o dito
4,000 terminacOes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminacoes de 24$ Dar o 2o premio inclusive
24(
40:
20:1
10iC
5:000|
18:000*
23:000*
40:0001
1:0001
1:000$
39:600$
19:800$
9:900$'
8:000$
6:000$
4:000$
2:200$
1:700$
96:000$
96:000$
"681.-200$
Esta loteria ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quando as termina$5es do i. e 2." premie
no imiiR uperior. De9 passa a 0e de 0afejiOs prem
paj /> sem descont alguui.
0 premio grande
iro.
17 de S8C.
'I
antido por um deposito equivalente
O THESOUREIRO,
frnndsco (onealves. lorr


Diario de fcniajubucoSabbado 1 de Janeiro de 1857
LITTRATM
?
XAVIER DE lOOTPIX
TRADUCgAO
DE
P1LERHO DE PARIA
(Continuac&o)
CAPITULO II
JUNTO DO FOftXo
* Recebe u-me maravflhosamente, e man-
dou dar-me roinediatamente o dinheiro.
Informoa-se detidamente do minha mii, e
pareceu-me interessar-se muito pela minha
actual posicSo. Em resumo : contei-lhe os
meas projectos, as minhas esperanjas, o
pronuncieu o tea nome, dizendo-lhe que es-
tar em tua casa...
Mauricio Torcy! Conhejo esse co-
me I exilamou de Vaunoy; o de um ar-
tista muito em-voga O aeu talento re-
conbecido e apreciado por toda a gente...
Ah! exclama eu, ir muito longe.
Creio tambera, tornou o banqueiro.
Depois accrescentou :
Trabalba em retratos?
Creio que sim, respond eu um pou-
co ao acaso, porque realmente ignoro se
praticaa esto genero de pintura.
O menos possivel, interrompeu Mau-
ricio.
Urna vez nao cosume, e vaes ver
que fiz muito bem em responder afirmati-
vamente. De Vaunoy conlinuou :
O seu amigo discreto ?
Como o tmulo.
E pinta a pastel ?
Como Latour.
Poda noraear Giraud oa Muller, mas
acabava de fallar em turrado, e devia citar
o nome de um morto... Alm disto,
creio que extremamente litterario citar os
mortoB de preferencia aos vivos... E' esta
a tua opiniao ?
Sim, tanto mais que os senhores cri-
tico passam a sua vida a servir-se dos
mortos para censurar os vivos; e pareoe-
me que nao existir nada roaia litterario do
que um critico.
Tena razio.
Continua.
De Vaunoy accrescentou :
Como o seu amigo discreto, e pinta
a pastel, terei brevemente o prazer de lhe
fazer urna visita ao atelier.
Darse-La o caso que qaeira algum
'retrato d'elle vestido de pastor ou de Ado-
nis ? perguntou Mauricio, rindo.
Tu ris de tudo! Qae diabo!...
Fajo mal ?
Ddixa-me acabar a miaba bistoria.
__ De Vaunoy disse-me confidencial-
mente que havia muito lempo desejava pos-
suir o retrato de ama rapariga do sea co-
nhecimento. Pedir-te-ha para te encarre-
gares d'esso trabalho, e tu mesmo fixars
o prejo : Porque, accrescentou elle, nunca
regateio com os artistas.
Excellente costume, e que nao pomo
deixar de spprovar.
Comprehendes o enigma ?
Quasi.
E' evidente para mim que o velho
Cladon deseja ter no seu gabinete a ima-
gem adorada de urna danjarina decotada,
e aos olbos de sua mulher tara passar o
teu pastel por mi cabeja de phantasia.
E' verosmil...
Dize que certo.
Pois sim.
A conclusio do tudo isto que tu rece-
bers, amanba o* depois de amanha, a vi-
sita do senhor de Vaunoy.
Vira a pi oposito.
g Tena precalo dt dinheiro, por ca-
so ?
- A raaior precisSo; a minba boba
esta.quasi em secco.
E a mim que tu dizes bbo t
l Porque nao hei de dizer-t'o ?
Sabendo que recebi dinheiro esta na-
nhS !... Ah! Mauricio T Por acaso nao
te pertence tudo quanto possuo ? !...
Mauricio, impressionado por esta prora
de amisade tito franca, to sincera e tito
expansiva, estendeu a raXo para apertar a
de Gilberto.
Abri a bocea para lhe responder e para
lhe agradecer, quando o gesto e a palavra
foram interrompidos por. um rodo repen-
tino.
A campanhia reaoava convulsivamente e
com tal violencia, que se dira qae a que-
brar-se.
CAPITULO ni
MAURICIO E LENIDAS
O relngio do quarto de dormir marca va
onze horas e alguos minutos.
Quem diabo pode batir d'este modo
a estas horas ? diese o artista, levantndo-
se. Vou ver, porque o preguicoso do Jos
capaz de estar j deitado.
Mauricio nao tinha tido ainda tempo de
tea., jp- j &.>., q..d.. _p.r.. f ^,tr "i,,e "
Agora nos I...
O que me quer, e porque me bate T
murmuroo Lenidas, intimidado pala enr-
gica appareencia do sea interlocutor.
Nao lhe bay ; arrastei o at aqu e
mais nada, vai dizer me, seu grande pa-
tife, quem lhe deu a audacia de maltratar
o. meu oreado, a de penetrar' em mioha
casa contra minna vontado I
A este tempo j Lenidas tinha recupe-
rado urna grande parte da sua extraordi
naria impudencia.
Esaa U6a I replicou elle. Desde
quando deixou um pai de ter o direito de
procurar sua filha, nao importa Onde, e
desde quando que deixa de ter direito so-
bre ella, sendo menor ?. .. E, porque est
ella *jdj sua casa, a esta hora da noite ?
Apparentemente porque lhe convra
vir aqu, e porque me convm recebel-a.
E se isso nSe me convior a mim ? I
E se ou quizer vigiar os costumes da mi
nha filha e salvar a sua innocencia ?...
Miseravel! exclamou Mauricio, enco-
lerisado e cem despreso.
-- Deixemo nos de palavroes, se faz fa-
vor!... NSo me oonvm esse trabalho.
Nao de tlices que. me gdirerno ; venha
para c a rolnha filha Espero que Leen-
tina me acorpanhar, e voltar ao domi-
cilio paternal.
ta do atelier se abri violentamente, e ama
rapariga pallida, desgrechada, com os ves-
tidos em desordem, se precipitava, e cahia
de^maiada aos ps do artista.
Leontina I exclamou alie estupefacto.
Salve-me !... salve-ite ... balbu-
cioa 8 pobre crianya com profunda expres-
sSo de agona e desespero.
Salve-me !... Que porigo a amos-
ca ?...
Elle vem ah! Vem ah ?... Quer
matar-rae 1 matar me-ha !.. .
Quem ? Mas quem ?
Elle... elle... meu pai.
Miseravel!... Onde est elle ?...
Leontina nao teve forjas para responder.
A sua mao trmula apontou para a por-
ta que tinha ficado entreaberta. Por esta
porta ouvia-se o ruido de urna disputa vio-
lenta.
A este ruido saccedeu o estrondo sordo
de uro corpo atirado com forja de encon-
tr parede.
Depois, Lenidas, de cabeja descoberta,
livido, borrivel ntrou, ou antes, arreme-
bou-86 no quarto.
Ao vel-o, Leontina solou um gemido
fraco, e perdeo completamente oa sentidos.
Ah 1 ossim que tu representas a
farja ? J... exclamou o elho modelo pa-
rando, e soltando urna gargalbada sinistra-
mente irnica, ora essa Desvio de uto a
menor Urna qaestiio eorrecional!' Feliz-
mente o pap est aqu!
Mauricio, sem parecer importar se nem
dar a menor attenjSo presenja do Le-
nidas, pegou em Leontina, levantando-a por
debaixo dos bracos, e deitou-a sobre um
soph.
Gilberto, ijisse elle ao seu amigo, a
quem esta acea inesperada petrificava de
espanto, faz com qae ella torne a si... en-
contrars saes inglezes na gaveta de cima
do meo toucador.
Depois de ter pronunciado estas pala-
vras, Mauricio dirigio-se para Lenidas, e
levoa a mSo gola do casaco.
Largue! voaferou o modele, deba-
tendo-se.
Mas Mauricio nao fazia tenjio de o lar-
gar ; e, apesar da resistencia enrgica de
Lenidas, emparrou o, ou antes, arrastou o
para o atelier, coja porta fecbou apenas
entrara m.
Alli, a sua mSo abandonou a gola do ca-
saco, mas depois de tito forte, abalo,'que
Lenidas perdea o equilibrio, e rolou pelo
chao, gritando da guarda.
Mauricio accendeu um* vela, e. voltan-
do se para o velho modelo' que se levanta-
va nSo sem difficuldade, disse-lhe, olhan-
do-o de frente a frente:
Para lhe bater, nSo verdade ?
E* possivel.
Para a vender, tal vez ?
Tambem possivel; mas isso nao
da sua conta. Quero a minba filha, enten-
d, ou grito, e fajo escndalo !...
. Ah I ta fars escandado I ?...
Est claro 1
Enfeo previno-te que primeira pa-
lavra que pronunciares am poaco mais
alto...
Entilo ? pergontoo Lenidas com
arrogancia.
Quebro-te os ossos I acabou Mauri-
cio.
. Veremos isso 1 disse o velho modelo
sorrindo com escarneo.
Bem. Tu vers, e talvez mais cedo
do que pensas. ,
Fallando d'este Jjjtip, Mauricio approxi-
mou-se de um dos tropbos de armas sus-
pensos na parede, tirou um tomahauk in-
diano, e fel-o girar sobre a cabeja.
Desculpe disse Lenidas, recuando
com terror, necessario ver que bem bas-
ta ter me roubado a miaba nica filha, e
tela deshonrado
Gilberto! disse elle,.
Meo amigo!
Faze-me o favor de dar ordem ao
Jos par* ir chamar a polica.
Imraediatamente, mea amigo.
A polica! balbucioa Lenidas, para
qae a policia ?...
Para prender um ladrSo. .
Qual ladrSo ?
O qus rae byvou "do meu atelier um
porta monnaie e urna cadeia de relogio 1^
bradou Mauricio com raiva concentrada.
NSo fui eu! .. gritou Lenidas, que
se tornara livido.
Dirs isso ao commiasario.
Sou, por acaso, algum filhoie f !
Sim, s ; do vidas ?
E' necessario dar provas para acen-
sar um hornera de bem
Tfnho-as 1
NSo verdade !
Vevemss isso d'aqui a pouco .diante
de^testemunhas.
J se da historia 1 Qaer intimidar-
me, mas nao sou culpado, e. ..
Se nao rae roubaste a minha cadeia,
interrompeu Mauricio, como qae foste
vndela a um ourives da ra de Saint-
Mrtin T
Hein ? exclamou Lenidas aterrado.
CAPITULO IV
O AKEEPENDIMENTO DE LENIDAS
Entilo, exclamou Mauricio, queres
anda que mande chamar o commiasario,
miseravel ?...
Ah/ balbuciou Lenidas, as apparen-
ciaa sao contra mim, mas nao vend nada.
Ainda teimas disse o artista com
impaciencia.
Pois se a Verdade 1
Ah 1 a verdade !... Hontem a>
tarde, quando passava na roa Saint-Mar-
tin reoonheci a minha cadeia no mostrador
de um ouvires.. Enrei na loja, e, depois de
ter declarado que o objeoto provinha 3e
um roubo fcito em moa prejuizo, o legista
apressoa-se em dar-me a prova da sua boa
f mostrndome o teu nome inscripto nos
seus livros. Tinba mandado pagar a tua
casa... O quo respondes a isto ?..
Era impossivel negar.
Lenidas nao o tentou sequer, e m
immodiatamente de tctica.
Caiu aos ps do artista fingndo enxo-
gar lagrimas ausentes, e exclamou em tom
lamentoso :
Senhor Mauricio, em'nome do ceu
udou
E' quanto basta, senhor Mauricio,
est combinado 1 Conformar-me-hei I bal-
bucioa Lenidas, retirando-se.
Mas, apenas tinha franqueado a porta,
e que se viu na escada, accrescentou :
Ah com mil diabos Cem luizes do
veno e cinco do mojo t lato marebava na
perfeijSo !... Esta va no caminho da for-
tuna 1 ... Que fien a oi a pequea safar-
se de casa da Belzebuth !... la ser feliz
devoras.
< Afioal n3o caso para desesperar por
emquanto. Tenho duas mil balas para es-
perar. Mauricio nao estar namorado toda
a vida l ... E' a simples historia de um
capricho do artista pelo modelo.
Conheco bm o caso, tenho- frequen-
tado muito os nteliers.., Acabado o ca-
pricho no fira de seis'semanas ou de dois
mezes, se tanto, Leontina voltar para
casa, e entilo estar mais desembarajada I
Tenho c um presentimento que tudo
isto acabar bem, e que finalmente conhe-
cerei a voluptuosidade de passeiar e de sa-
tisfazer as minhas phantarias maito mi-
nha vontade, e sem me estafar cott traba-
lho.
E como Lenidas, ao terminar este lon-
go e abjecto monologo, tinha chegado
porta e punba o.p no passeio da ra Pi
gale, o horisont seductor que se apre-
sentava diante d'ele, causoa-lho um arre-
batamento tito extraordinario, qae comejou
a danjar o cancn oom muita pericia.
Durante este tempo Mauricio e Gilber
to tinham transportado Leontina para a ca-
ma, e prodigalisavam-lhe os maiores cuida-
dos para que recuperasse os sentidos.
Oh Deus meu 1 exclamou o artista,
oom profunda inquietajao, nao torna a si...
Tem alguma paciencia, Mauricio 1
Olha como ella est pallida! ... os
labios estSo tito brancos como as faces I...
dir-se-hia que est morta !....
E, no emtanto replicou Gilberto, nao
s o pulso lhe bate, roas estou certo que
tem, pelo menos, cem pulsajSes por minu-
to. E' aiagular !...
E' necessario mandar chamar um
medico. Chama o Jos.
Queres que eu v 1 Irei mais depres-
sa'que o teu creado.
Sim, vae Gilberto, far-me-has um
grlnde favor.
[Contina).
Major Tlmole&o Perem de Alboqaer-
qae Varanhao
Foi morto no reconhecmento que se fez
a Humayt no dia 16 de Julho de 1868,
combatendo com o 4 batalhSo de infan-
tar^a.
lr arme Leopoldo Peno d
Silva
Assumio, no raeio da batalha da 24 de
Maio, o commando do 3o batalhSo de vo-
luntarios por ter cabido morto o seu oom-
mandante, tenente-eoronel Rocha GalvSo,
e portou-se com calma e cumprio bem o
seu dever.
Falleceu em 8 de Novembro de 1867
na enfermara central de Tuyaty, em con-
sequencia do fenmento recebidp na bata-
Iba de 3 d8 Novembro.
ajar los Mara Eduardo
Falleceu no Paraguay em 5 de Novem-
bro de 1867, na enfermara central de
Tuyuty de um ferimento qae recebeu
quando heroicamente combata na batalha
d 3 desse mez.
aJor dallo de Ueaeiem
Esteve na batalha de Tuyuty enmprindo
com os seus deveres, como verdaueiro mi-
litar, at que recebeu um grave ferimento,
Espiroo ao dia 9 de Junho de 1866.
Ser tambem necestario dar-me pan- ^tenha d de mim, e nao me deagrace I Foi
F0LHET1M
OOORCWDA
POR
AL017AL
TERCEBA PARTE
aSHEiiaaiASDEAras-
(ContinuasSo do O. 300)
II >
Hcturdat de Inrakcla
i Niojse admire da minha memoria.
Foram as primeirtes linas que soletrei. Re-
cordo-me como do meu cuteishismo.
Meu amigo Henrigue eulinou-me a 1er
no seu velho tratado de esgrima. Nunca
peguei n'uma espada, mas sou forte em
theoria, conhejo o golpe em terceira em
quarta, paradas naturaes; em primas e se-
gundas ; os douB congas, parada oniver-
saes e compostas, o meio circulo, os gol
pes simples e de travez, o golpe recto, as
8mulj3es.
c A cruz de Deas s veio quando o men
amigo Heoriqua me e>'onoasbu cinco du-
ros par coroprar-me o Alphabeto de Sala^
manea.
* O livro nada faz, minjia mii, ycreia-
me. Todo depende do professor.
prend em breve a rteeitmr aquella
absurda moxinifads, reigida por um trio
de espdabios igooraDts.
ti aquel les grosse-
ros | matarj? Meo ami-
go Hnrique moatrava-ma as letras com pa-
iva sobr
i livro, .
. n tr "
cada ainda em cimal... Veremos o que
o senhor commissario de pocia pensa de
tudo isto.
Ah.) tu fallas no commissario ?
Sim, fallo. Ah I o senhor er que
por ser artista, por ter dinheiro e por an-
dar bem vestido, pode sedtfzir urna inno-
cente crianja, e assassinar am pobre pai de
familia ? Nao 1 Nao 1' Nao Nao isso,
meu senhor 1... Insltame, quer bater-
me, porque sou um filho do povo !... Va-
mos l 1 Por mais artista que seja, nao
rae mette medo I Ora essa I...
Mauricio deixou cair a sua arma.
Sae d'aqui,! disse elle coa pesar, sae
d'aqui, e nao voltea mais !
Sim, vou-ma embora, mas voltarfci.
Nunca mais!
D'aqui a om quarto de hora, com o
commissario e monicipaes I... Veremos
eato Be tenho o direito de levar minha fi-
lha oo nao!...
> Eotao, d3se Mauricio em voz baixa
e concentrada, decididamente queres ir cha-
mar o commissario ?
Est claro que qoero.
Muito bem, o, n'esse caapj vamos
rir maito.
__ O qae vai fazer ? perguntou Leni-
das inquieto.
Vaes ver.
Mauricio entreabri a porta do quarto de
dormir.
O seu giblo estava velho, mas eu tinha
sempre bons vestidos.
o Urna vez, sorprend o com a agulha na
mito, tentando coser a minha saia que se
rasgara. Oh I nao se ria, minha mi I
Era Lagardre que fazia isto, o cava-
Iheiro Henrique de Lagardre, o homem,
diante de quem cahiam ou abaixavam-ae
as mais temiveis espadas.
Ao domingo, depois de tranjarme o
cabello e pSr-uie rede, depois de tornar
brilhante como o ouro os bot3es de cobre
do meu capote e de prender-me em torno
do peacojo a cruz da ajo, seu primero cui-
dado, com o auxilio de urna fita de vellu-
do, levava-me, orgulhoso e altivo greja
dos Dominicanos da cidade baixa. Ouvia*
a missa; tornara-se religioso per mioha
causa e para min. Depois de terminara
misa, atravessavames as muralhas, dei-
xandj atraz de nos a cidade sombra e
triste.
Como o ar livre era bom para os nos-
sos peitoa opprimidos j
Como o sol era radioso e suave.
< Iamos pelos campos desertos. Quera
brincar commigo. Era mais crianja do
que eu.
< A.0 meio dia, quando me senta fati-
gada, conduzia-me para a sembra de um
bosque cerrado.
Sentava-se juoto a ama arvore e eu
adormeoia-lbe nos brajos. Elle vellava,
enxotando de mim os mosquitos Alguma
vezes eu finga dormir e < lhava para elle
com os oaos- cerrados Tinha os olhos
sempre ritos em mim; balanjando me, sor-
ria.
j Basta mo fechar os olhos para tornar
a ver aisim meu amigo, meu pai, meu no-
bre Henrique. Amalo ha agora, mioha
mai *
< Antes de dormir oa depois, segundo o
man capricho, porque eu era rainha, ser-
via o jantar sobre a relva, um pouco de
pao duro eom leite. Record se dos seos
mais 19 festina, minha mai. Ha de
descrever-'m'os, a mim, que os n5o co-
nhejo.
Estou certa dque as nossas festae va-
lam mais que aa suas, o nosso pi, o nos-
so'Ieite I A alegra do coracSo, aa cari-
. o riso Ibuco a proposito de nada, as
crian aices, *
pedase
urna
branca que balava, como se
caricia.
Naquellas conversas, formava soa
vontade o meu espirito e o meo corajo.
Lia s escondidas, tornava se mulher para
instrnir-me.
s Aprend a conhecer Deus e a historia
do seu povo, as maravilbaa do eo e da
trra.
* Algumas vezes, naqoelles instantes em
que estavamos sos, tentava interrogal-o e
saber qual era a minba familia; mu-
tas vezes faltei-lhe de si, minha mli.
Ficava triste o n3o responda. Dizia-rae
nicamente : Aurora, prometto lhe que ha
de eoqhecer soa mai.
Esta promessa, teita ha tanto tempo
se realisar, espero, tenho certeza, por^u*
Henrique nunca roentio. E, se devo acre-
ditar nos avisos do coraj&o, o instante est
prximo. Oh! minba mai, como hei de
adoral-a Mas quero a.abar com o que diz
respeito minha educajao.
t Continuei a receber as suas licfSes
dorante maito tempo, deixmos Pampelu-
na e Nvarra. Nunsa tive outro mestre
senSo elle.
NSe era culpa sua. Quando o seo roa
ravilhoso talento de artista se firmn, guan-
do todos os fidalgoa de Hespanha qoizerara
ter a prego de ouro os copos da su aspa-
da cinz ladaa. po9 D. Luiz, o cinzelador,
elle disse me :
i Vai s*r bem educada, minha que-
rida filha j Madrid tem collgios celebres,
onde as mojxs aprondem tudo quanto urna
mulher deve saber mais tarde.
c Quero que seja sempre o. senhor o
mea professor, respond-lhe eu.
< Elle sarrio e disSe :
< Ensinei-1 hojudo quanto sabia,a
aba pobre Autots.
f Bem, exolamei fiu, meu boto amigo,
nSo quero -saber mai.; ;ue o sonbor.
< Depois, o jog
u.
)ois. auano
Jpraa?
.-ra fazor-me
nos, a calma
-ta fldr, qae
or aquella borboleta,
ihar, por aquella cabra
aelfana
< Choro muitas veze^, minha
pois que estou en
crianjaa *. o sorris^^H
que as lagrimas sequero
sz diga comsigd
berente, as
,a, a hist
D. Miguel e o sobrio lio
meoa primeiros estudos ero
arrativa deajmeu
c#l
E' verdade, a alegra torna ne louca
m5i, de-
maa sou como as
i n2o espera
j;g itat;
minhas imp\ -oes de
doos fidall o tio
rinho D. Si-
miseria qoe me impelliu.. era para
dar pSo minha pobre filba Senhor Mau-
ricio, tanha compaxao de am desgrajado,
nao deixe a policia sabir e levar-me.
Mauricio abriu a porta pela segunda vez,
e pela segunda vez tambem repetiu:
Gilberto!
Meu amigo ?
O Jos j saiu ?
Ainda nao.
Entilo dize-lho qoe j nao preciso.
Pois sim.
Mauricio voltoo-se para Lenidas sem-
pre ajoelhado, e qoe baixa va a cabeja, e
curva va a espiaba oom o ar mais bypocri-
ta do mondo.
* -,- T^u s om grande patife! lhe disse
o artista, e vea muito bem que s de mim
depente proval o e fazer-te paasar na ca-
deia p rosto dos teas das. Techo, porm,
d, nao de ti, roas da tua deegrajada fi-
lha* Sae' d'aqui! mas lerabra-te que, se
maltratas ;~outra vez Leontina, se a violen-
tas no qaer que seja, e por qual quer coa
sa, denuncio-te ao commissario, e fajo com
que sejaa -preso imjaediatamente; e esta
ameaja, dou-to a ntjflfc palavra de honra
qoe *-porei em prflSca. Sae, portanto, de
Paris, qae o melhor; que tens a fazer *
nao penses-i-nais em tV"filha, o que para
ella ser urna grande felicidade; e, como
eu nlo quero que tu morras, toma estes
cem francos, e que nito ouja uaais fallar
de ti 1...
mas nao sou covarde na dor. A alegra
embriaga-me.
Nao sei o que o prazer mundano, e
pouco me importa; o que me attrahe a
alegra do eorajao. Sou alegre, sou crian-
ja, divirto-me com todo infelizmente, como
se nSo tivesse soffrido muito.
- Foi preciso sabir de Pampeluna, onde
comejavamos a ser menos pobres. Henri-
que tinba conseguido untar urnas econo-
mas e de muito lhe serviram.
Pens que tioha ento dez annos, mais
ou menos.
Elle entrn em casa urna noite, inquie
to e muito preozcapado. Augraentai a sua
Iprecccupajao, dizendo-lhe qu todo o dia
um homem, envolvido em urna capa preta,
tiuha feito sentinella debaixo da minha ja-
nella. Henrique n5o se sentou mesa.
< Proparou as armas e vestio-se como
para urna longa viagem.
Anoiteeia, mandou-rae vestir uro cor-
pete de panno.
< Sabio cem a sua espada. Estava em
ancias.
Ha muito tempo que nao o va to agi-
tado.
< Quando voltou foi para fazer um ero-
brulho da sua roupa e das minhas.
c Vamos partir, Aurora, diasc-me
elle.
c Por muito tempo ? perguntei eu.
a Pira sempre.
O que 1 ex:rame,- olhando para a
nossa pequea, mobilia ; vamos deixar tu-
do isto t
Sim, tudo isto; disse elle serrindo
tristemente fui procurar no canto da iua
om pobre twraem que ser-o rroso herdei-
ro. EstaVlpntente como; aro re. O man
do as6im.
t ~ Mas para onde vamos, meo ami-
go ? pergnt aiuda.
c Deus O sale,, me respondeu elle, ten-
tando mostrarse alegre; va
querida,'^Lurora, t
mai. A peaua p
LnSo quero oceultat* lhe nada.
le descerraos os
escada, vi om objeajo no meio
cura.
* c Henrique quiz tomar em direejao s
muralhas, mas desviei me ; embarajado co-
|sao estava com as nossas bagsgens, preci-
oitei-uie para o obja to que me tinha attra-
ique soltoa um gri-
ara fazer ar. Nunca lho
; mas era ov; tirle. J eu
VARIEDADES
Resumo da campanea com o
Paraguay, seguida dos nones
dos brasilelros mais dlstinctos
mortos durante a guerra.
POR MELCUIZEDECH D'aLBQDEBQUE LIMA
(Continua jSo)
Major Francisco Cenar da Silva
aaaaral
Pertencia ao Estado-maior de la classe.
Mostrou-se bravo e corajoso no ataque do
Estabelecitnento em 19 de Fevereiro.de
1868.
Falleceu em Assompjao a 6 de Janeiro
de 1869.
Major Soasa Brrelo
JpSo Adolpho de Souza Barreto, sendo
captito fiscal do 19 batalhao de volunte-
rios, distingnio-se maito na batalha de
Tuyuty 24 de Maio de 1866.
A 3 de Setembro, achando-se no ata-
que de Curuz e frente do 10 de Vo-
luntarios, foi cahir no trincheiras de Curupaity.
Em sua parte offieial diz o major Ribei-
ro Lima commandante do 11, e qae ti-
nha marchado na mesma direcjSe que o
10... >ao finalisarei esta narrajSo sem
tributar ama lembranja memoria d bra-
vo major JoSo Adolpho de Souza Barreto,
commandante do 10 corpo de volunta-
rios, que, tendo recebido j dous fermen-
tos de bala, nSo quiz abandonar o lagar
do cembute, at cahir morto entre os nos
sos soldados, fulminado por urna desoarga
de metralha inimiga... *
ajor Jos da Cuaba Uorelra Al ves
Como major do 14 batalhSo de inten-
tara distinguise na noite de Io de Abril
de 1866 na defeza d ilba da RedempjSo
oo Cabrita, porun-se < com o maior aan-
gue fri e bravura at retirar-se por ter
sido ferido. .
Distinguio-se em mais alguns combates,
e ialleceo a 25 de Outubro de 1867,
Major ManoM Jos de Aiagalnes
Cea I
as fileiras do Io de infantaria distin-
guise muito- na passagem do Paran,
combates de 16 e 27 de Abril de 1866.
Esteve no combate do Estabelecimento
em 19 de Fevereiro de 1868 d'onde reti-
rou-se com um glorioso ferimento.
Morrea em combate, no Chaco, no dia
26 de-Julho do dito anno.
Major Beato Machado Gomen
Fazendo parte d estado-maior da 12*
brigada, distinguise e cobrio o seu nome
de gloria nos combates de 16 e 18 de
Julho de 1866.
Falleceu ero 22 de Navembro de 1867,
de cbolera-morbus no acampamento do
xaby.
Major Roano Volaire Carapeba
Commandando o 8o baialhSo de volun-
tarios, mostrou bravura e sangue fro nos
ataques de Curuz a 3 e Curupaity a 22
de b'etembro de 1866.
B'alleceu no dia 19 de Abril de, 1867.
Major Joaqun Francisco atamos
Prestou bons o importantes servijos na
campanha contra o governo do Paraguay
e tornou parte em muitos combates, por-
tando-se sempre com bravura.
A 6 de Dezembro de 1868 recebeu um
gravissmo ferimento que o fez suecumbir
quatro das depois.
Major los Lata Telxelra Lopes
Commandando o 1 corpo provisorio de
cavallaria, tomou parte no ataque e toma-
da de Curuz, onde o seo corpo t avan-
jando sobre as trincheiras carga,
fez prodigios de valor, apezar dn tenaz
fago do inimigo e de um forte banhado
quasi iavadeavel e um immenso majagal
para poder traespor a trinebeira
A 23 de Setembro de 18gt> tom/jp par-
te no ataque de. Curupayty, portndose
muito bem ,*
FaIetfF-no da 18 do. Abril de 1867,
do cbolera-morbus.
(Contina)
M da
da raa es-
tnha distinguido urna forma humana de-
baixo de urna capa e julguei reconhecer a
capa da roysteriosa sentinella quo tioha pas
sado debaixo das nossas jan ellas durante o
dia. Levantei a capa. Era effeotvamea-
te o homem qoe eo vira durante o da. Es-
tava morto e inundado em sangue. Cahi
para traz como se tivesse recebido o golpe
mortal.
* Deu-se um combate, alli muito perto
de mim, porque Henrique, quando sabio
tevou a espada.
c Henrique arriscara ainda urna vez a
yida por minha causa,., estou certa.
i... Despertei alta npite. Estava s,
oo pelo menos julgava-ae s. Era um
quarto ainda mais pobre do que aquello d-
oii ie sahimes, o quarto que de ordinaria se
.encontra no primeiro andar das herdades
hespanholas, cujos donos sao fidalgos po
f"bre *.
' Havia um ruido de vozes que mal se
ousia na sala que ficava por cima, sem da
vida a sida com muro ta herdade
< Estava deitada em urna cama de co
Iuidui carcomidas, sobre urna enxerga de
sarapitheira. O luar cntrava p?las janel
las sem vidrajas. Via em frente cama
a ramagm fi>xi valbos que onduiavam suavemente com a
brisa nocturna. Chamei mansamente por
Henrique, meu amigo ; nao me respondo-
rain.
a Mas vi um vulto arrastar-se pelo ch5o
e, um instante depois, H-nrique estava
minba cabeoeira. Fez-me signal com a mao
para que me oalasse e disse-me em vos
baixa ao ouvido :
a Deeeobriram-nos o rasto. Estao l
em baixo.
a Quem ? perguntei ea.
< Os eornpanbaMM daqu,lle que es -
tara debaixo da Morto I Seoti-me tremer dos ps
cabeja, e julguei que ia d^smaiar de novo.
< Henrique auertou-mo nos brajos e
disse :
Estavam ha poaco alli por traz da
por'a.
c Tentararo abril-a. Passei meo, brajo
como urna barra pelos anneis. Nao adivi-
nharam a natureza do obstculo.
< Descerara para procurar urna alavan-
ca afim de metter a parta dentro; vao
voltar.
< Mas o qoe lhes fez Henrique, mea
amigo, exclamei eo, para que o persigam
com tanto encarnijamento.
Arranquei-lhes a preza que aquelles lo-
bos iaro despedajar, respondeu-me elle.
a Eu ? ora eu comprehendi-o perfei-
tamente ; este pensamento oppriiia-me
e msgoava-me o eorajao.
Era a causa de tudo, tinha destruido
a sua vida. Aquelle horaem tito bello, tito
bello, tito rdante, tao feliz, oceoltava-se
agora como tfm criminoso. Tinha-me dado
toda a sua existencia.
t Por que ?
< Meu pai, disse-lhe eu, mea- queri-
do pai, deixe me aqui e fqja, peco-lbe.
* Collocoa-me a mao na bocea..
c Louquinh* mormurou ette, se rae
mataren!, serei forjado a abaadonar:te,
mas nao me agarraram ainda. Levan-
ta te
< Fz asforco para obedecer ; estara
'maito fracs.
Soube depois que o meu ami0 Henri-
que, canjado de fjui'ga porque S
gava noB brajos, semi-morta, como estava
des lo Pampeluna at aquella ca afaeta-r
da, tinha entrado alli para pedir tim pouso-
Eram peasoas pebres. Dorara pe aquel9
quarto em qae estavamos.
Jj Henrique ia deitar-e na cama do pa-
Iha preparada, para elle, quando ouvio um
ruido de cavallos no campo. Oj. cavallos
pararam na porta da casa solada.
c Henrique a livinhou mmaiatament
que era preciso guardar o somno para ou-
tra noite.
i Ern lugar de deitar-se, abri raanaa-
roonto a porta e desceu alguns degroa da
escada...
i Couversavam na sala debaixo. O rea-
deiro, coberto de andrajos, dizia :
c Sou fidalgo e nao estregar o*
meui hoipedes.
< Henrique ouvio o ruido da jam pu
do de ouro que atiravam sobiSa. mesa.
< O rendeiro fidalgo calou-i
< Urna voz que elle conhe
c Mos a obra, e isso
< Henrique entrou no qU
damente e teehou a porta o i
de.
< Dirigi se para a janellj)
havia meio de fugir.
c Oa ramos des dous gr
tocavam. de leve a jane)
Era nma pequen horta, t
a. Doatro lado nn
o rio. d'Arga, qae o luar 'S^M
vez das arvore*.
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