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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text

AIMOLX\I
Qiiiiila-fcira fct defntabro de 1895
*#
i
r.
V
MUMERO *-14L
RNAMBUCO
pstePBJse&BS bs M&mEUmmmm& be %&m& & sitaos
REDACTORES ANTONIO WaTRUVIO PIKTOBAKDEIRA_ E ACCIOLI DE VASCOKCELLOS e M.1XOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&000
Por seis mezes adiantados. b (5$000
Por um anno adianlado 30&000
Numero avulso do mesmo da.. $100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange
PARA [OS LUGARES ONDEASE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
. 33J00Q
Por um anno adiantado
Por trimestre vencido.
Numero avolso de dias
leriores.
91000
$200
Telegrammas
Rio de Janeiro, 23 .de Outubro,
s 4 horas da tarde [recebido na estadio
s 6 horas e 15 minutos da tarde e en-
tregue s" C horas e 40 minutos.)
Confirmamos a noticia anterior refe-
rente a escolha dos candidatos para a
administragao desse Estado.
Sao elles effectivamente os Srs. sena-
dor Joaquim Correia de Araujo e depu-
tado Jos Marcelino da Rosa e Silva, este
vice e aquelle governidor.
I O Sr. Correia de Araujo seguio a
bordo do vapor Magdalena para ah.
O Thesouro Nacional mandou res-
tituir ao desse Estado a quantia de 6G
contos de res de imposto degyro.
Madrid, 23 de Outubro.
O Globo aconselha ao rei de Portu-
gal tratando do conflicto italo-portuguez,
que volte S ^M. quanto antes Lisboa,
do contrario encontrar serios embara-
zos na fronteira.
Roma, 23 de Outubro.
Abrio-se o dcimo congresso de medi-
cina na capital
Rio de Janeiro, 23 de Outubro
s 4 horas fe ij mirtutos da tarde (rece-
bido na estacao .s*6 horas e 15 minutos
e entregue as 6;e 40 minutos).
?-. -.
A cmara regeitu o adiamento do
projecto concernente intervenco fe-
deral no estado de Sergipe.
Oraram a respeito os SrsZama e Me-
nezes Prado.
Montevideo, 23 de Outubro.
Seguiram para o Rio de Janeiro os
Srs. Custodio, Seabra, Piragibe, Vi-
rjhaes, S e!8 marinheiros, que estive-
ram a servico do governo Argentino.
Apparicio Saraiva recolheu-se sua
estancia na Repblica Oriental.
Continua a campanha levantada aqu
contra o imposto iancado 6obre o xarque
nessa Repblica
Hueiios Avi'cs, 23 de Outubro.
O governo reforca as fortificagoes de
Martim Garca.
No Rosario os gelos que cahem con-
tinuam a causar grandes estragos,
Rio de Janeiro, 23 de Outubro, s
1 horas e .. minutos da tarde (recebido
na estacao s 6 horas e 2o minutos da
5ardee entregue s 6 horas e 40 minu-
tos.)
Noticias aqui chegadas de Pelotas do
o fallecim;nto dochefe revoltoso Ladis-
lao Amaro.
Igualmente dizem, que de S. Ga-
briel pedem garantas de vida os ex-re-
volucionarios ao general Innocencio Gal-
vao.
Em ordem do dia conclue esse gene
ral com estas palavras:
t Feliz o exercito, que, depois da luc-
ta, recebe fraternaes amplexos como lou.
ros imrnorredouros de triumpho !
Parias, 23 de Outubro.
Rebrese esta tarde o parlamento.
O m nisterio Ribot lograr sahir-se
perfeitdmente das questes socialistas,
financeiras, e a proposito de Madagas-
car.
Confirma-se a noticia do appareci-
mento do cholera em Port-Said.
Londres, 23 de Outubro.
O governo ainda nada reslveu so*
bre a questo da Ilha da Trindade.
Tudo faz crer, que a soluco ser de
accordo com a reclamaco justa do Bra
zil.
Finou-se o clebre historiador Hen*
ry Rev.
Na Asia Menor os turcos acabam de
massacrar mais de cemchristos
Os governos europeos v3 reagir, pe*
dindo o castigo dos criminosos.
O terror apoderara-se da cidade atacada pelo
exTcite 'le Marcello, e lodos eslavam convenci-
los de que nenhuma rea tala havia que op-
por a foicas tao consideraveis, e que acidado
tinha de render-se.
Ninguem se lembrava de que dentro d'aquel
les muros havia um grande cidadao, um geme-
tra de um genio ira-uenso e de um patriotismo
araente.
Archhcedes, conta Plutarclio no seu bello
livro Vida dos homens illu tres, poz as suas
machinas cm accao, e d'ahi a pouco o exercito
romano foi cobertc por urna verdadeira chuva de
pedia e de Trechas, proj-ciadas com urna forga
in rivel. Ninguem resista violencia (locho
que ; a forca com que eram despedidas derru-
bava tudo. e levava a deaordem ao meio das
metras.1*
Diodoro d? Sicilia, Hieron, Pappu?, escrjve-
ram que Archimedes chegou a iacendiar os na-
vios da esquada romana, concentraudo n'elle o
calor guiar com o auii'io de espelhos usloiios-
Experiencias que se lizeram, demonstraran! que
se o grande mechanico se servio de espelhos
lisos planos, o problema poda ler sido resolv-
do como o conlam esses histoiiid res. (1).
A popu'agao de Svracusa era o corpo d'aquelle
organismo, de que Archimades era a alma. Elle
so fazia mover todas as ra.chinas. O recelo
dos Homanos era tal, conti Plutarcho, que mal
elles viam assomar aos muros a pona de urna
corda ou de umu trave, vohavam costas e fu-
giam, giiundo: E' oulra machina, que Archi-
medes mprega contra < >
E' fcilmente cnvel tudo o que a historia conta
a respeito desse grandr delensor da sua Patria,
quando a gente per.sa as descebarlas incontas-
taveis de que elle fui aucior, e que do eviden-
tes provas do seu mereciment. Coro effcto,
ArclumeJes oceupa pelos seus '.raballios o pr-
meiro lugar entre os grandes mathematicos.
Aquelles que estao em condigoes de o coin-
prehender, dizia Leibn?, admirara meaos ai
descobertas dos maiores hornea i do nosso
lempo
eve-se a Archme'es a quadratura da para-
bola, e a descoberta da ralagao que existe entre
as e pileras e o cylmdro. Es e ultimo tbeore-
ma um dos mais pita veta da geometra. De-
ve se-lne timbera a invengao do hlice,ou -Pa-
ra Tuso de Aichi n-des, a descoberta do pnn
cipio de hy-Jrostraiica, que lem o seu nome, a
theoria da ulavanca e dos corpos Quemantes.
O rei Rieron encarregou o de construir um
navio immenso, que fui, ao que parece, urna
obra admiravel.
O genio de Arrlumcdea foi impotente para
salvar a patria. Os Romanos tomarara Syia usa
de assalio, e aDesar das ordens de Marcelo, A--
chmedes foi assassioado por um soldado roma
no. Segundo refere Tito Liviu, o gemetra es
tava sentado na praca puDlica completamente
absor\i lo pelos seus pensamentos, e examinan*
do as figuras que tragara no cha >, quando um
soldado romano, arrancando da espada, o assas-
smou.
Se deixarmos de estudr a antiguidade e nos
approximarmos mais do nosso lempo, encontra*
reros tambera, durante as guerras da p iineira
Repblica, grandes exemplos do auxilio presta-
do pela Scienria para salvar a Paria. Em meio
de aconleciraeaios nicos na historia, encontra-
remos caracteres verdadeiramente sublimes, que
honrara a humanidade.
{Contina)
(1) ISuffon verificcu em 1747 essa grande ex-
periencia, e constatou os effeitos dos espelhos
de Archimedes. Por meio de una syslema de
168 espelhos lisos e movei que se podiam fa-
zer mover ao mesmo lempo, t un inflammou
madeira e derreteu chumbo a ama distancia de
150 ps.
sa u'uma casa que nao cfT-rece propori.0 s
8ucientes para accemraodal-as ; os precei os
hygieoicos nao podero, portanto, ser observa-
dos, e d'ahi raais um coacurso paa o desen-
volvimenlo de molestias e epidemias ; final-
mente, a salubridade publica lira comprme'ti-
da nos estreitos limites de urna cidade que r.ao
prolonga se ao'pont) de atisfazer as expausOes
do seu deseovolvimento.
NS) cor:vera, que urna cidade fique reduziJa
um foco ; que sua popula^ao atropbie se den-
tro de um espado limitado, quando considera-
veis eepajos abreme ao redor de ai.
Os arrabaldes da cidade eram o recurso que
tirliara os qoe encontravam n'ella difficuldades
para estabelecerera os* seus dom cilios ; logo
os arrabaldes eocheram-se de moradores ; as
casas que posemm. j nao sao suficientes para
sa isfazerera a procura que cala vez raais aug-
menta.
Este estado da compressao reclama urgente
providencia.
J que o capital, no obstante ser ISo sollici-
tado para dar desenvolvimeoto edilicacao da
cidade, conserva-se retrahido, e abstem se da
sua uatural iniciativa, era
circumstancias tao AUeodeodo-se que a populagao, como em
INSTRUCCAO POPULAR
OS MASI7BES DA SCIEHCIA
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO XI
SGIENCIA E PATRIA
ARCHIMEDESLZARO CARNOTCLAU-
DIO CHAPPESILVAIN BA1LLYCON-
DORCET GUSTAVO LAMBERT.
(Ctmtinua(o)
Da difficulJade que nascem
08 milagrea.
La Bruyre.
Entre 01 exemplos do que vale o genio st eo-
ltico para dar ama nacao os m ios para se
defender, nenbum dec rto Iguala em grandeza
O da heroica resistencia da cidade de Sjracusa,
careada pelos Romanos ha mais de Tinte se-
DIARIO BE PERNAMBDCO
RECIFE, 24 DE OUTUBRO DE 1895
Edificacoes
Ha muilo lempo que se faz se. tir nesta capi-
tal a deficiencia de casas, cu jo numero nao est
em proporcao com o crescimento contieno da
populacho.
Se augmentara as oecessidaies da vida cone-
ctiva, os meios de satlsfazel-as dtvem necesa-
riamente au.manlar.
Isto um facto gem da orden: econmica,
que s difCcihnents deixa de realisa--se.
O augmento do consumrao determina iofalli-
valmate e augmento da produ c&o ; do contra-
rio, um mal profundo produz-se em todas as
coodi{,6es da vida socio I.
Nao.vamos datar de cousas sujeitas ao con-
sumlo, mas que teem com ellas urna certa ana-
loga.
Cousas exislem necessarias ao uso do hornera,
e que Ihe sao absolutamente iudispansaveis.
A vida do capital, consisiindo em prodnzir,
sua accio desenvolve-sp, segundo a procu'a do
que elle p le crear. ____
Elle tsi m relacSo directa com todos os T-
chanos da vida conectiva ; abrange os fados
econmicos em toda sua pleoltude, dilata a sua
esphera, e acompauha o desenvolvimento pro-
gressivo de urna cidade, estado ou na^So.
Em todo o paiz, a populacao augmenta, ou
com o elemento proprio ou com a immigrac&o.
Ai cidades crescem, duplicara, triplicam de
exieoeao, porque, ao mesmo terapo que ana po-
pulacho augmenta, os capilaes c-eara-se, e ap-
plicam-se aos meios necessarios para occorrer
s novas e urgentes necesidades. Tal oao se
v entre nos. Dir-se-bia que o capital procura
retrahir-se do campo de ana actividade, e bus-
c apenas um emprego faeil em empeatimos
sempre sollicitadoa.
A edilicacao, nesta capital, segu urna mar-
cha lao lenta, que flea quem dos teclamoa
feilos ; grande procura de casas tera-se ma-
aifestado j desde alguns anuos. Os habitan-
tes da cidade difficilmente podem alugal-as, e
quando acontece madar-se o locatario de qual-
qoer urna, um numero conaideravel de prttao-
deotea surge pleiteando a locajao do predio.
N'eatas circumstancias, o prego das casas tem
augmentado consideravelmenti, a populagao
tem ae a hado aob a pressao de um grande in
commodo, numero consideravel de pessoas fi -
cam privadas de Ur um domicilio, e procuram
aggregar-s a caras deootros.
espec aes; entendemos que a administrado pu-
blica nao dve quedar-se para remover um
igual vtxame da populacao, e deve antes in-
cumbir-se de fazer-lhe um beneficio, melhoran-
do as suas coniic .-a materiaes, e de il-
guma forma concorrendo pa a que sua situago
eco' omica melbore, dando assira urna justa sp-
plicaco s readas publicas.
Esl claro que, desenvolivenc'o se a editicajao
publica, a procura de casas, que lano excede a
ofiVta, diminuira, .sensivslraenie, e o aluguer
das mesraas, j tao elevado, tendera baixar.'
Portante, ligam-sc esta facto interesas eco-
nmicos, de bera estar e de bjgiene publica.
A admiuistragao deve, pois, em face das en
sidaracs exposta?, desda que da sua compe-
tencia p omover o bem publico, tomar a Inicia-
tira de desenvolver a eJicaco da cidade,
maodaido por sua conta construir predica, Ta-
zar novas ras em localidades ainda despovoa-
das, ou contendo urna povoaco iasigoiflcaete,
e prximos mesma cidade, dando Ihe a ezten-
so q ie as suas necessidades, e os seus pro-
grassos reclamara. Esta necessidade resalta
aos olbee da qualquer pessoaque faga uta pa
quena observacio 4o que occorre entre 89*:
O Recifa nao estara reduzido aos limites
acluaes, se a iniciativa particular nao fosse
cousa ioteiramenle morta, como infelizmente
acontece.
Observa-se um movimento demandando os
seus arrabaldes, exprimi io a Imperiosa neces-
sidade do seu crescimento, e procurando tomar
/as proporces que as suas exigencias determi-
nara, mas que a falta de iniciativa partcula-, o
relrahimeoto do capital, dilcultara de um modo
deploravel.
Haver falta de capitaes, que expliquem um
facto lao peuco natural, que opponba limites as
necessidades (So palpitantes?
A facilidade com que os emprestimos sollici-
lados sao atteodidos, o desenvolvimento com-
mercial que se oota, as oscillagOes carabiaes que
tem muilo aprovellado ao commercio de impor-
tado, e f prejudicado aos comsumidores, tudo
confirma que asta falta nao existe.
Se tivessemos a ndole dos americanos do
Norte, nao haveria hoje mais dislioccSo entre
as cidades e os seus arrabaldes, que seriara lo-
gares alada mais remotos.
L mesmo, as municipalidades das cidades
proraovam o desenvolvimento da edificac,ao,
augmentando as habitarles, iniciando diversos
raelhoramentos materiaes
Aigumas localidades, como as qu < ficam ao
lado sul da cidade, percorridas pela estrada de
Perro Central, onde j axislem multas series de
casas formando armamento, como Pery, Tigi-
pi, qua prestam-se maravilboeamenta s no-
vas constraeces, deveriam ser o ponto esco-
ltado, desde que, os arrabaldes percorridos pela
linba frrea de Caxanga, teem j urna impulsao
propria, devido affluencia da populacao para
os masmos logares, e serem elles preferidos
para moradia, attrahlndo por este modo a ini-
ciativa particular, e j terem '^finalmente, um
ceno movimento progressivo, aioda que moroeo,
cortamente expontaneo.
Juigamos os logares designados preferiveis
mesmo aos do lado do norte da cidade.
Os seus terrenos prsatam-ae muilo bem
agricultura, e fcilmente seriara aproveilados,
desde que fossem suficientemente povoados, e
s o podem ser quando a eonstruejao de pre-
d oa, tiver sido efectuada.
E d'ahi poda resultar ainda como que a for-
raagao de urna celooia agrcola, que viria pres-
tar o seu conlingente em proveito de productos
agrcolas da trra, como os cereaes, legumes, e
outros.
As casas que fossem construidas deveriam
ler proporcOea limitadas, offereceudo condiges
hygienicas precisas, afim de serem alugadaa
por um prego favoravel aa contingencias dos
desprevidos da fortuna.
Precisas de pequeas casas, que fiquem ao
alcance dos pobres, e que convenham mesma
classe media da sociedade.
O geverno, dispondo-se um melboramento
da tanta magito le, abrira concurrencia para
um numero determinado de ediflcagOes em lo-
garte designado -, com 88 proporcOea que Jul-
qual el'as fiariam terminadas, sob pena de
multa.
Oa eoipreiteiros d'cslas obras fariam-n'as
com capital, proprio, recebeodo o pagamento
qoando ellas fleassera construidas, ou no ultimo
ca-Cy receberlam prestages correspondentes
urna certa parte das mesmas obras, medida
que as concluissem.
D'estas obras poder-se-ia encarregar urna
ou omitas pessoas, cuja idoneidade fosse reco-
nhecida.
L->r< quo ficafsem promples 03 noves predios,
proprled^de da Uanicipalidade, ou do Estado,
seriara por es es alugados por prego razoavel,
assifk como vendidos depois de procedida ava
liagao, calculada pelas despezas feitas, quem
se propuzesse compral-os. A municipalidade,
poderla fazer por prego mais commodo tolas
estas cooslrucgoes, do qua qualquer particular.
A Iseegao de imposlos do material empregado,
a maior vantagem em adquiril-o, tudo isto faci-
litara as constrncgOes que fossem projecladas.
Um numero limitado d'estas cooslrucgoes, nao
attingiiia ao lira que se teve em vista manian-
de realisal-as.
todafafta acontece, augmenta necessariaraen e,
e pouco havaudo esperar da iniciativa
particular, os meios empregados pela municipa-
lidade'para obviar os males d'es'.a natureza de-
vem offerecer pjrporgOes suiliente?, dando
um consideravel incremento s edficagOes da
cidade.
A municipalidade teria um rendimento segu-
ro eom que podesse occorrer outras necessi-
dades do municipio, ou atisfazer ao pagamen-
to de juros de qualquer eraprestimo contrahido-
Lucrava conequenteraente o municipio,' e os
partku'ares, e sem que isto custasse qua'quer
ordem da sacrificios que nao fossem suficien-
temente compensados.
Mi urna razao ainda d-^e que justifica o
emprebeodimenlo de que tratamos.
Tem se dem hdo um grande numero de ca-
sas que formavam ras eslrei as, e beccos in-
salubres, e ter se hatfe proseguir n'esta tarefa
determinada pelo interessa publico; isto ag-
gravoa ainda mais o estado de cousas que nos
referim s. A medida que se deslroe, deve-se
construir.
4de ha muilo urna tal necessidade tem sa
attfitir, a ella feralmente compreheo-
da. *^P5*"
Aa rendaa publicas nao! podem ter mellior
applicagao, pois os beneficios qua d'ella resul-
tam, reeabem de um modo directo e mmediato
sobre o povo e os contribuimos, que sob a for-
ma de imposto, prestara o seu concurso para o
desenvolvimento do bem publico.
Urna cidale em qua a residencia vae se ira-
posaibilitando urna parte da populagao, cujo
crescimento fa al, affasta de si elementos, de
cujo concurso precisa para o seu desenvolvi-
mento.
Privada de dar expansao as suas forgas pro-
ductivas, condemna-se posigao dolorosa d'um
suicida, que serve se para sua destru-gao das
forgas que deveria applicar sua propria ele-
vago.
Nao se traa de urna aventura, mas sim d'um
emprehendlraento, cujas vantagens sao palpi-
tantes, e que alera de augmentar as rendas do
municipio, importara um grande beneficio aos
males da populagao osmagads. pela elevagSo
extraordinaria dos alogueis das casas, e sem-
pre incommodada pala difficaldade de ob-
lel-as.
Cremos que, como necessidade ou ioteresse
publico, cousa alguma por sua importancia
comparavel esta qua objectiva os imperios s
reclamos d'uma cidade assaz populosa como
o Recife, e que precisa crescer para dilatar as
suas forgas e realsar o seu progresso.
do 2.- districto criminal para informar e
mandar juntar os documentos a que se
refere o art. 2 do dec. n. 2.566 de 28
de Margo e 1860.
Elvira Farias de Araujo Melle, pedi-
lo entrega de d cumentos.Sim, me-
diante recibo.
Anna Laurinda Varej3o B*rbosa, pa-
dindo entrega de documentos.Sim, ms-
diante recibo-
O PORTEIRO INTERINO,
___ Hermenegildo de Siqueira.
>R. SECRETARIO
DIA 22 DE OUTUBRO
DE
DO
DESPACIO
ZENDA do
1895
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS
DIA 22
Cap;tao Domingos Bandeira Mendas da Sil-
va, colUcior do municipio de Munbeca, pe 1 in
do para ser proroga'o o prazo que Ihe foi con-
cedido para presuco de sua flanga definitiva.
-Prorogo por 30 das.
Serviliano torrea Mi 1, professor publico ju-
bilado, pedindo pagamento de sua pensSo re-
lativa ao mea de Junlio lio lo Pague se nos
termos da informagao do Dr. direetjr geral n.
176 de 17 do correle.
Bacharet Alfredo de Miranda Castro, pedin-
do pagamilo doi vencimeutos corresponden-
te ao mez de Junho findo, por ter exercldo
interinamente o cargo de promotor publico do
municipio de Jaboalao. \o Sr. Dr. director
geral para providenciar nos termos da sua in-
lormagao o- 173 de 17 de correte.
Dia 23
Pereira Paria & C estabelecide cora gene,
ros de estiva na ra do Amorim o. 66, recla-
mando contra a collecti que Ine foi fcita para
pagamento da quantia de 2.0538320, por vender
Tumo acharutis em grosso. luforrae o Sr.
Dr. director geral.
Manot-1 Soares de O iveira, estabelecido no
Paleo do Uirmo n. 2, pedindo re?t tuigio da
quaolia.de 888000, que pag>u era duplcala do
imposto correspn lente ao 1* semestre de
1895 1896. Informe o Sr Dr. airector ge
ral
GONGHKSSO NACIN IL
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
DIS RSO PRONUNCIADO N\ SESSAO DE
25 I E SET,MtRO DE 1895
O Sr. Correa de Arauj Co limitando
O Senado ouvio honem e antes de hontem o
alustrado relator da Commissao; S. Exc. aln*
gou se em consideragOes que revelam o seu
aprofundado estuda sobre a maleria, que reve-
lara o seu grande merecimentointelle tual, mas
qn, permtame que Ihe diga com franqueza,'
pouco aproveilam para o caso.
Trata-se, per ventura, das vantagens ou des*
Vantagens da Insiuigao; para resolver sobre a
DA FA- ?tfa cr-agao? Nao, por c.erto ; a questeo da
conveniencia foi resolvida po art. 89 da Cons*
lituigao, que creou o Tribunal de Co Mas.
A historia d'essa instituigao no3 diflferenles
paizes que a teem adoptado, me parece que
tambem pouco adianta, pouca luz nos traz para
a reorganisagao que se projecta.
O honrado Senador p >r Goyaz disse-nos que
a priocipi preveniu se centra a inst.tuigo por
Ihe parecer que ella flliava-so ao contencioso
administrativo, S. Exc. tinha razao para pre-
venirse ; vi ha do partido liberal que sempre
combateu. .
u Sp. Leopoldo de Bul!5es-Partldo anar-
chista.
O Sr. Corrj de Araujo-Nunca disse isto,
partido lao nacessano como o conservador.
Sempre iratei com todo o respeito os meus ad-
versarios e, lalvez, por este motivo, mais de
urna vez, se me disse que eu nao era conser-
vador.
'uia que S. Exc. veio do partido libera
que sempre combateu o contencioso administra-
tivo, mas que nunca o extingui e nem o poda
extinguir, porque elle Iraduza ama instituigao
indispensavel na vida da administragao publica.
Era, portanto, explcavel a prevangao contra a
instituigao do Tribunal.
Apezar d'essa prevengao, S. Exc. pcceitou-a,
convicio de que nao selralava de estabelacer*
o contencioso administrativo, mas de um tri-
bunal completamente novo, sem ligagao alguma
com o contencioso que antes liohamos.
Nao ha tal, a organisagao que o projeclo d
ao Tribunal de Coatas afasta-se do molda cons-
ti ucional, restaura completamente o contencioso-
administrativo.
Pego encarecidamente a S. Exc a Ftta alten-
gao para o exame de alguns arligos da oossa
onstituigSo e fio da seu esclarecido juizo que
reconhecer a improcedencia da argumentagao
Despachos do dia 23 de Outubro de l8ps 22 te""0'" Para te03 1 o Tri-
uesj>w.rw uv ? j ?j buna| de Contas que se procura organisar, tri-
Francisco Jos Lino, Guilhermlno Bezerra
da Silva, Jos de S Pereira, Luiz Antonio de
Siqueira, Luiz Antonio thaves Campos, Medei-
ros&C, T-itoliaoo de Souza Bigis, Tobas
Gabriel deOliveira, Aprigio Ferreira da Silva.
Informe 0 Sr. Dr. Subdirector daCoola-
bilidade. -. ,-,
Banks, & C, Guilhermmo Cabral dos Santos,
JoSo Marcolit o Ferreira, Jos Rodrigues Al-
vos, Jos da Silva Santos, atanoel Soares de
Flgueiredo, Pedro Bt-zerra da tosa Guedes,
Souza Braga & C, Xavier Lima & C -Informe
oSr. l)r. a immistrador da Recebedoria.
AntorM 1Wv,'>ranctaco Athelano, Compa-
nhiu de Bebenba e Salustiano Cavalcanle de
SiqueiraDiga o Sr. Dr. procurador fiscal.
PROTOCOLISTA,
Francisco Mili tino Ferreira.
PARTE OFFICIAL
.Sancho de Arnojo, sentenciado,
OrJoariameate mnitaa paisoas accumulim. gasee canvenieo-, fixaodo 0 prazo dentro do^o peird|o.Ao Sr. Dr. Juiz o Uirei"w>
Gavera do Estado de Per-
na m haco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTI-
NA, NEGOCIOS INTERIORES E IN-
STRUCCAO PUBLICA DO ESTADO DE
PERNAMBUCO, DO DIA 21 DE OUTU-
BRO DE 1895.
JoSo Correia de Lima, sentenciado, pe
dindo perdaoAo Sr. Dr. Substituto do
Procurador Geral do Est.do, para que se
digne de informar.
J080 Jos da Silva, conhacido por
Joao Cerdoso, sentenciado, pedindo pro-
videncias no sentido de ser transfer do da
Casa de Detecio para a cadeia do Mu-
nicipio de Limoeiro -A' ista da infor-
macto prestada pela Dr. Juiz de Direito
do Municipio de L moeiro o&o pode o pe-
ticionario ser atendido.
j Francisco da Silva ou Jos Perei-
ra da Silva, eenteuciaio, pedindo perd&o.
Ao Dr. Substituto do Procurador Ge-
ral do Estado, para que ae digne de in-
formar.
Virginio Horacio de Freitas, pedindo
providencias no sentido de ser posta a
diaposic&o do Juiz de Direito do Munici-
pio de Nazareth, a forca publica neceesa-
ria para execu9&o de um mandado expe-
dido pelo mesmo Juiz, sobre o seu en-
genho Lages e propriedade Serijo Mam-
c p o de Itamb.Nao tem logar o que
requer o Supplicante.
Dia 22
pedin-
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despac/ios do dia 23 de Outubro de l%gs
Fre Peregrino, guardiao do coovent > de S.
Francisco, p (t-^-tindo a intimagao feta p-li
ompanhia Recife Draioag* re t va a tres ap-
parelhos exi t-nt^s no Jiesmo convento.-In
forme a 3." dlrectori,
Jacintoo da Hora Pires, pai de menor rarios
da Hora Pires pedindo para m.t<-iculal-o no cur
so da escola Fre Caera lo Dr. director
para informar.
O PORTEIRO,
Archias Mafra.
Qursiura [Folieial
Secciio 2* N. 23i Secretaria da Que?tura
Policial do Estado de Pernambuco, 23 de Outu-
\o Sr Coronel Dr. Julio de Yello Filho, D.
Secretan? da Jusca e Negocios Interiores.
Partictpo-vos que foram hontem recomidos
Casa de Detenga os seguintes individuos :
A' ordem de subdelegado da freguezia de
Santo Antn e, Pedro Joao Antonio aa Costa,
or embriaguez e disturbios; GTroncio Barbosa
por disturb os, Joao Baptisla Bezerra. condecido
por Pango e como galono e L^u z Scbeilez,
requisigao do Consol Allemao.
A' ordem do sub elegado d) l. dutucto da
freaueii de S- Jos, Anna Mara da ConceigSo,
como alienada, at que possa ter o conveniente
destino. ... T
A' ordem do subdelegado de Afogados, Joao
Pedro Carlos de Carvalho, vulgo JoSo da Tota,
por disturbios.
Sade e FraleroiJade.
O Questor,
Joti Felippe Sery da Silva Filho-
DIRE-
SECRETARIA DA INDUSTRIA. 2
CTORIA
Inspectora Geral de Hygiene
Expediente do dia 22 de Outubro de 1893
Au-tncliano Pargentino d'Almeida Anirade,
pedindo restituigao da formula de seu prepa-
rado denominado Esceocia depurativa da Ve-
lamina visto nao ter sido approvada pela ins-
pectora.Sim, media U reciba. .
Foram considerados em condgoas hygieni-
cas para serem hahita los:
Pelo Dr. commissario do 5o distnctj, o pre
dio n.13 da ma de Fernn les Vieira.
Pelo Dr. commtssario do 3.' diftricto, os pre-
dios ns. 13 da ra das Flores; 12 da ra do
Barao de S. Borja e 33 da ra do Socego.
^" O "^
Jos Paulo Bot-dho, pedindo para mandar
examinar o predio n. 26 da Praga de Maciel Pl-
nheiro.-Ao Dr. commissario do I." districto
para examinar. ...
Amorim Fernandas & C, pedindo para man-
dar examinar caf,.Ao Dr. ajodaots para exa-
m Pelo Dr c mralssario do 2o districto, foi con-
siderado em condiges hygienicas para ser ha-
bitado o predio n. 76 da ra Imperial.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco, em 23 de Outubo
de 1895.
O secretario,
y ose da Crut Cordeiro.
rbcebedoria do estado de pernam-
buco
Despachos do dia 22 de Outulro de 1895
H. Burle k C, Manel Lop:s de S & C.
Francisco Launa & C.-Iof rrae a 1." ae.go
Manoel Greggrio da Silva, Mana Ciaudina da
Fomieca LimaT Florango Jos de Azevedo San
to.Informe a 2." secgao.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimarits.
bunal de ordem iudiciaria c nao administrativa.
O Sr. Leopoldo de BuIhOes- Allengio, V.
Exc. tem toda para todo o seo discurso.
O Sr. Correa de AraujoO art. 89 da Cons-
liluigo que se acha entre as disposiides ge-
raes, determina positivamente o seguinte :
instituido um Tribunal de < o tas para li-
quidar as roelas da receita e despeza e verifi-
car a sua legalidad j, antes de serem prestadas
ao Congresso.
No art. 31 1, enumerando as attribuig5es do
Poder Legislativo, dispoe a Consliutigao :
Orgar a rece i la, tHur a despeza Federal a
tomar as contas da receita e de-peza de cada
exerciclo floanceiro.
Attribuindo ao Congresso a tomada das contas
da receita e despeza de cada exercici >, o legis-
. lidor quls que previamente fossem ellas liqui-
dadas e que se verificas*? a sua legalidade,
commeljaOlo essa liqmdagSo e veriflcagS ao
Tribunal 'le Contas, por elle creado no art 89.
A miss&o d'esse Tnbuoal pois, nos termos
constilucionaes, restricta liquidago e verifl-
cagao da legalidade, compeiindo ao Congresso
o juicamente, a tomada das contas, nos termos
doS 1 do art. 34.
O honrado Sead -r por Goyaz, comprehen-
dendo perfeilamente que e tribunal de Conta?,
organisado pelo seu projecto, rom as attribui-
ges que nlii se Ihe conf-re, nao o de que o
legislalor cogilou no art 89, disse-nos:
O Congresso lem o direito, a attribuigSo da
crear juizes o Iribuoaes Federaes, ergios do
Poder Jodiciario, como expresso no art 55;
o Tribunal da Contas que o projecto reorganisa
um Tribu l de Justiga Federal.
Sr. Presidente, nao possivel collocar o Tri-
bunal de Contas entre os Tribuoaes de Justiga
Federal, entre os Tnbun..es de ordem judicia-
na; as fun<-gOi's d'esse Tribunal, a sua missao
em face do >n. 89 da Constituigo provam ex-
hubraotemente que elle um Tribunal pura-
mente administrativo, encarr gado particular-
mente do ramo do aervigo que comprehende a
receita e a despeza publica.
Mas, nao desejo afiasiar-me da Constituigo
para demonstrar o engao em que labora o
Ilustre relator da Commissao
Antes de chegarmos ao art. 55 da Cons ilui-
ga). nos encontramos o 26 "o art. 34, onde o
legislador confere ao Poder Legislativo a attri-
buigao de organisar a justiga federal, nos termos
do art. 55 e seguintes da secg&o 111
Nos termos do arl. 55 e seguintes, cumpre
notar bem, pa a que nao se pretenda crear um
tribunal judiciario, um tribunal de justiga fede-
ral para fins diferentes d'aquelle para que a
mesma justiga toi creada.
O art. 55, o primeiro da secgao III a que se
refere o art. 34 00 n 26, diz que o Poder Ju-
diciario tei por orgos o Supremo Tribunal e
tantos juizes e tribunales federaes, quantos o
Coogresso crear.
O art. 60 disp5a : compete aos juizes ou tri-
buoaes federaes processar e julgr: (a) as causas
ele, etc.
Em faca d'estas disposigSe?, conctue-se que o
Congresso, organisando a justiga federal pode
crear tribunaes que exergam as aitribulges
conferidas pelo art. 60, que sao as fuucgOes jus-
tamente judiciariasprocessar e julgar as can-
sas, etc., etc. Nao pode, perem, crear um tri-
bunal de Justiga federal para exercer outras
attnbuigO'8 que ne as mencionadas no art. 60.
O honrado Sanador por Goyaz contesta esta
argumeotagao ?
0 Sr. Leopoldo de Bulh6esConliSt, fonda-
do as suas proprias palavras.
O Sr. Correa de Araujo Julguei que V. Exc.
nao conlestasse ; acre niei que seria um simples
equivoco da parte de V. Exc.
O Sr. Leopoldo da BulhesEu admiro a
argumentacSo de V. Exc.
O Sr. Corra de Araujo (L osarts 55 e 60)
Tendo diante dos oihos estas disposigOes que
acabo de lr, podemos crear um tribunal judi-
ciario para confiar Ihe attnbuicOes differectea
das que o legislador commetti u ao poder judi-
ciario ? Me parece que oao.
O Sr. Leopoldo BuIhOesDjb outra reapoata,
digo que nao.
O Sr. Corri de Araujo O que ea digo
fondado na Constituigo.
O Sr. Leonoldo de Bulhes-E en oa Consti-
tuigo e as palavras de Y. Exc.
OS. Correa de Araujo -Fundando um tribu-
nal administrativo, podemos crear para elle
allnboicOes ; mas as aitnbuigo-s dos tribuoaes
judicanoa estao fixadaa taxativamente no art.
60.
O Sr. Ramiro Barcal los E a Constituigo
deu Ihe o nome
O Sr. Leop | lo Bolhoes- V. Bxc. o qne
qoer emendar o art. 89-
0 Sr. Correa de AraujoNio, Sr., nao quere
emendar a Constituigo.

<

X


*T
$
MKarto de Pernambnco ~ Qnifafa-fclra Zl de Oiitnhro de 195
CuOiprehendo, Sr.
pealu de crear urna
Governo para evilar
altribuiges, abuse.
Sr prcsiJete, o honrado saaador por Goyaz
n-nsa aasira, porque elle nSo quer nada qaa
se" paraca cono o contencioso admiotslrat'vo.
Crea um tribunal de ordem administrativa e
diz que elle Jadtciaro para que nao pareja
filiado ao contencioso.
E' tal o horror que S Exc. vota ao conten-
cioso administrativo que, perguntounos bou-
tem si na> seria convenieuta acabar com a dia-
poaigao do art. 12 doReg.de 92, que fixa as
aleadas tas diferentes alfandegas.
O Sr Leopoldo Bu'.bes Acabar, ni, dar o
recurso para o tribunal,
OSr. Correa de AraujoV. Exc. nao nos
perguntju si convina acabar?
O r Leopoldo Bulhas- Acabar nao, dar
o recurso para o tribunal.
G Sr. Correa de Araujo-Entandi mal o que
V. Exc. disse.
Para tnin indifferento que o recurso seja
processalo, como se faz boje ou que tenha ou-
tro processo e outro jui'.
O que seria aliaraente prejudicial ao com-
mercio, era o recurra para o tribunaes julr
ciarios, pos oo raras vezes a iuiportancia das
custas absorvaria o valor da reclamagao.
Ou o recurso seja para o tribunal ou rara o
Ministro, sempre o recurso administrativa,
iulgado pelo contencioso administrativo-
Trata ido dj demonstrar as vantagens do seu
projecto sobre o que foi vetado o anao paasado
pelo Poder Executivo, disse nos o honrado se-
cador por G-yazque o Reg. no art. 30 con-
/ere ao Tribunal de Contas o veto abso.uto,
sto o oireito de recusar o registro de qual-
quer despeza que lenlia sido ordenada..
OSr. Leopoldo de BulhesRegulamento
actual, nao.
O Sr Correa de Araujo -Chamo adual ao
que vigora actualmente e nao ao projecto que
anda nao lei.
Disse ainda que palo art 12 2." do prqje
cto a que foi negada a saaegao, concedia-se o
veto ; mas, que ordooada a despeza sob a res-
ponsabilidade do Presidente da Repblica, de-
via ser feite o registro com protesto, salvo era
tres casos nos quaes era o mesmo velo abso-
luto. Esse projecto, disse S Exc, conf >rmou-
se com a legislago italiana que nos mesraos
tres casos, tambera adoptou o veto absoluto.
O projecto em discussao nao concede era caso
algum o velo absoluto ; em todos os casos per-
mute o registro com protesto.
S Exc. disse anda : que nao prcpuoua o
veto absoluto, porq'e. o aano passalo, o Con-
g-esso acceitou as razes de nao sanego en-
tre as quaes igurava como principal o ado-
ptarse aquelle veto, fricando assim o Poder
Executivo a merc do Tribunal, quando se tra-
tava de ordenar despezas.
O honrado senador deu nos a entender que
seria partidario do vet >, tal cj;oo fOra conaa
grado no projscto do anno passaloeo teria
estabaleci lo no seu pr jecto. si nao fra o acto
do Congresso, cooforraaodo-se cora as razes
de nao r-anegao.
presidente, o grande em
comraissao fiscal juoto ao
que, no exercleio de suas
, decretando despeza nao
votada pela Lei do Oreara oto ou excedendo as
consignages ahi voladas
l'm tribunal constiiuido de mido a vitar
estes abusos poda ser muito til, rauito on-
venieate ; mas elle ria muito alera da missao
que o legislador Ihe confiou no art 89, islo ,
liquidar contas e verilicar sua legalidade, antes
de serem tomadas pelo Coogresso.
O trabalho do tribunal da que cogilou a Con-
stituigo preparatorio do Congresso, a quera
compute- conhecer das colitis da receita e des-
peza para decretara responsabilidade do Po
der Executivo, responsabilidad que o legis-
lador julgou suficiente para previnir os abu-
sos
O legislador nao deu ao tribunal o direito de
recusar o registro de despezas de oppor-se ao
pagamento de ordena do Poder Executivo sem
duvila para evitar attritos, choques entre o tri-
bunal e o (joverno, cora prejuizo do servico,
dos altos intererses da Nafiao confiados ao Po-
der lixeculivo e garantidos pela sua respousa-
bilida te.
O projecto era discussao, segnio peoso, con-
forma se mais com a doutrina constitucional do
que o regulamento em vigor e do qne o pro
jeito apreseotado o anno passado ; mas para
conseguirse a consagrado da doutrina do pro-
jecto, suficiente. modili;ar o art. 30 do mes-
mo regulamento, substituil o pelo artigo cor-
resn lente do projecto em discussao.
Urauda numero das disposiges do projec'o
estao a loptadas no regulamento de 1892 Al-
guia; foram emittidas, rae parece, sem razo
plausivel. Porque motivo a coramisso deixou
de adoptar a disposigo do art. 42, segundo o
qual nao podero ser conjunctamenie mem-
bros do tribunal pareotos e consanguneos ou
afflns?
Pens que, tratando se de um tribunal, de-
ve-se conservar este artigo para qua a parte
n3o seja julgada por pessoa3 da mesma fa-
milia. A excluso p le fazer crer que o Con
gresso nio acceitou o principio do art 42 e
amann o tribunal pode comporse de paes e
albos, ou de irmaos e aobrrahos. Confio que
o Governo nao fana iato mas prefer val cor-
tar a difficuldade, livraudo o Governo deem-
barajos.
O Sr.. Leopoldo de. Bulhes^-ApciaJo ; es-
tou de accordo com V. Exc, creio at que foi
urna omissao da copia, o projecto qua serviu
de base a o ettudo da commissao veio do toe-
g0UrO- ~ TT
O Sr. Correa de AraujoPeco larabem a v .
Exc. qua lance suas vistas para adisposigo
. do art. 43 do actual regulamento, pois contera
doutrina salutar, qua se impe, apazar da nao
estar escripta na lei; mas, foi omittida, a
: omissao pode ser considerada proprwtal, po.
de justticar algara esqueciaiento. firo-me a
disposig5o que prahibe aos merabros do Tnbu-
nal de julgaeem ou fanocionar^m as questoes
que interessarern aos seus parantes. Julgo con-
veniente aceitar, esta disposigao.
O honrado Sanador por Goyaz, relat9r do
parecer, disse frontera a proposito das obser
vacOes que fiz sobre o. quadro do possoal e dos
respectivos.veucimeutos, que era pesaivel mo-
dificar esse quadro; 8. Exc. nao repelliu m-
teiramenta as observagOes que fiz. Nao set s
j foi, uen raesmo ser mandada mesa algu-
ma emenda oeste sentido ; entreunto-, a ques-
tao de grande importancia...
i OSr. Leopoldo de BulhOesV. Exc. referen
. ge a mira e nao a comraissao. O que posso di-
zer 6 que a commissao de que fago parte e que
elaborou este projecto tomar em considera-
gao sus palavras, ja as tendo attendido quanto
tabella.
O Sr. Correa de AraujoE quanto ao pes-
soai?
O Sr. Leopoldo de Buluoes Quanto ao pes-
soal, absolutamente n&o.
O Sr. Correa de AraujoSegundo estou in-
formado o governo reraetteu este anno para o
Senado um projecto de reorgaoisacao do Tribu-
nal ae Contas; de crer que ah fosse contm-
plalo o pessoal necessario para o servgo do
tribunal; e o meu aformante me assevera que
o pessoal indicado pelo governo como sufficien*
te, era muito mais restricto, nao era tao nume
- roso como o qua a coramissio propOe.
O Sr. Leopoldo de Bulhes, d um aparte.
O S-. Correa de AraujoAssevero a V. Exc.
que uao me chegou < mSos o projecto, nao o
vi ,- redro me a una nformago que conside-
ro fidedigna.
Sr. Presidente, bontem o illustre relator da
commissao pergunlou si a reforma de 1893 ha-
via augmentado os vencimetos dos empreados
e eu disse em resposta que bavia augmentado e
hoe posso accresceotar que o augmenio foi
consideravel, pois que a despeza de 230:0008
puasou a 320:0034, deu se um augmenta nades-
poza de 90#/.
Na lei do orgamento de 1893 para o ejercicio
do 1894, votou-se a verba de 34i:000g e de ac-
cordo com esta verba e as tabe.Us explicativas
tU sendo feto o pagamento dos veocimenios
dos em pregados.
-onseguintemente temos queeml891 foi crea-
do o tribunal; em 1893 foram augmeoiadoos
gcu* veociraeiiios e hoje, em 1895, pretndese
dupucar a despea, augmentando o pessoal e
elevando os vencim<-ntos.
QfUaodo fallef- pela primeira vez sobre este
priiecto ped Commissao de Finangas queme
infortnas'se si o oosso estada) flnanceiro comnor-
tava a despeza de que se trata, se libamos ir-
oerses no Thesoero-para fazar.face aos noss s
coriipromissos e mais *Qi que oontrabtriftaos,
creando empregos e augmentando vencimsn-
lo.
Nio obstante ter eu promeit do o meu voto
em favor do projecto, si a commissao respon-
desse affirmativamaoie juellas perguotas, nao
tive resposta alguraa, oque ma obriga a matar
por urna resposta ..
O Sr Leopoldo de BnlhOes d um aparte.
O Sr. Correa de Araujo -Eu sei que V- Exc.
foi siraplesmeote o relator do parecer e projec-
to. Parece que V. Etc. oaogostm que eu
Ihe tivesje euo aquella pergunta ; pois bera,
eu a retiro a dirijo-rao commissao a quera pe-
co que rae nformj si possivel pagar o aug-
mento de que se trata, se os cofres pblicos
suppo- ara anda o pagamento da quanfa que
se pede para 0 angra >ut> de venciraenlos e
para os novos empregos do Tribunal de Coatas
ou se temos necessidade de recorrer a opera-
g5es de rdito, emprestamos para pagar or
denados e gratficages aos funcionarios.
Se os recuisos ordinarios do pan permitiera
esta despeza, decretemol-a...
O Sr. Leopoldo de BulnfiesV Exc. discute
como se estivessemos votando milhares de con-
tos.
O Sr. Correa de Aranjo-Si, porera, o esta lo
financeiro do paiz o3o perraitti a despez3, en-
tao nao devoraos votal-a : preciso por ordein
na politica fioanceira e a ordem deva com gar
por ahi; na la de olhar para a somraa, evitar
toda a despeza qua puler ser evtala.
O Sanado deve recordar se da granda discus-
sao que aqui se suscitou a proposito de um
crdito de t>.0X>$, ped do para o Instilu o Ban-
jaraira Constan!; entio, se me d:s;e que nao
deviamos olhar para os algansioos, mas para os
prnc|iio3,que a despez? que pudessa aeradla*
da, deva sel o, fosse de 6:0303 ou de6g. L)e-
ve-se coosullar o estado li.ianceiro do paiz, e
nao a importancia da despeza, para autorisala
ou nao.
O quadro do pessoal, o augmento dos venc-
raenlos erara j basta tes para determinar o
meu voto coitra o projecto : airtda o que not
dis-e nontem o illustre relator da Commso,
afllrraando que o Governo ficava cora o direio
de nom-ar vremeaie para o Tribunal a quera
qulzesse, fricando addidis a reparligao os ac-
tuaes-empregados, 6 mais um motivo para jus-
tificar o meu vot .i naquelle sentido.
A despeza, com a reorganisagio proposta,
de 433:6003; mas, ella <-rescer conforme o
numero se empregados que ficarem addidos ;
irapossvel determinar qual sei esse numero,
pois que ficam dependentes do G iverno as no
meages e assim podemos apenas saber que a
despeza ser superior a 4-03:600$, sem poder-
mos, enlretanio, assavernr a quanto se elevar.
O Sr. Leite e OiticicaE' ura p;ss:rao prec-
deme.
O Sr. Correa de Araujo-Foi o quo hootera
nos disse o honrado relator da Commissao. V.
Exc que membro da Commissao da Fi nan-
gas, chegue a um accordo com ella no intuito de
evitar esse prec.'denle que cora raza i qjalifka
de pes simo.
O ho ir ido relator da Coraraissi promattau
me, ha pouco, offerecer urna emenda, mandan-
do vigorar o art. 42 do aciual regulamento-
S S. Ex. aceilasse tamoeraa disposiga^do art
2 desse regulamento pelo qual se es abelece
que a posan adona d; todos os empregados se
regulara peli mesma le qua rege a aposentado-
ria dos empregados de fazeola, eu acredito que
conquistara mais alguns votos era favor do seu
projecto.
Nao rae parece juslificavel a doutrina do pro-
jecto, a Imitando dous principios diffarentes
para a aposentadora, conforme a classe ou ca-
tegora dos empregados ; lodos sao fuacciona-
nos pblicos, todos sao servidores da patria...
O Sr. i.'o:aes BarrosE a coostituigao s ad-
mitie aposentadoria no caso de invalidez.
O Sr. Lsite OiticicaY. Exc. pode apresen-
lar emenda.
O Sr. Correa de Araujo-Nao apresento emen-
das, porQue vota contra o projecto. N4o serei
responsaval pelo mal que elle ba de causar ao
paiz.
O Sr. Leite e O licica -Ento o Tribunal de
Contas fica como est ?
OSr. forrade AraujoPreliro que fique.
A organisagao que elle lera actualmente a
mesma que Ihe d.i o projecto, cora a nica dif
ferenga do registro cora protesto.
O Sr. Leite e Oiticica -E acha pouo ?
O Sr. correa de AraujoNao descoahego que
importante; mas na> julgo sufficienta esta
nica dufereng-i para compensar o augmento de
despeza quao projecto cri.
O Sr. Leite a O.ticica d un aparte.
O Sr. Correa de AraujoOra, veja V. Exc
como vaia aiministragao no nosso paiz t Es-
tamos multo mal era mi eria de adraioistragaol
O tribunal nao funce ona, nao preencie o tira
para que foi instituido, segundo V. Exc. diz,
entretanto conservado.
OSr. Moraes Barros'^ondemaando o pro-
jecto V. Exc. nao quer que se melhore o Tri-
bunal.
O 3r. Corre i da Araujo -Eu quero que elle
funccione, nos termos do Regulamento era vi\
gor, ue exerca as atlr.buigOes que o Regulamen-
to Ihe confere, inclusive a de oppor-se .ao re-
gistro das despezas illegaes.
O Sr. Le te e Oiticica da um aparte.
O Sr, Corroa de AraujoSi o Ministro ou o
Presidente da Repub ica mandar effectuar a
despeza, apezar daopposgao do Tribunal, traga
este o. Cacto ao conhecimento do Congresso.
O Sr. Leite e OiticicaSi nao sabe, como ba
de trazer ao conhecimento do Congresso ?
O Sr. Correa de Araujo -Pelo relaiorio...
O Sr. Leite e Oiticica ai ura aparte.
O Sr. Leopoldo de.BulhOes-O nobre Senador
quer os tos, mas nio quer os meios.
O Sr. Correa de AraujoEst engaado ; que-
ro oa raeos e para Ih'o provar declaro que si
V. Exc. conservar o pessoal existente e man-
tivar a despeza actual com vencimentos, vota-
rei pelo projacto. Modifique-o S. Exc. como
qulzer e coate cora o meu voto.
O Sr. Leopoldo de BuliOas Prefiro perder
o voto de V. Exc.
O Sr. Correa de Araujo-A questSo capital
para mira o augramio de despeza, attanto o
estado de eossas ttnangas. V. Exc. sabe que
as circunstancias do paiz nao permitiera aerea-
gao de empregos e o augmento de vencimentos.
Nao coocerrerei para aggravar as dif&culdades
do Tbesouro.
As disposigOes coudas no projecto, salvo a
de que, ha pouco, fallei, sao cora ligeiras dif-
ferengas as mesraas do regulamento actual.
O Si. Leopoldo da BulhiS V. Exc. mesrao
em demonstrado quo o projec o contera novida-
des e as tem combatido, e que tem lacunas que
V. Exc. tem mos rado.
O Sr. Correa de Araujo -Euindiquei algunas
lacuaas e combat algumas navidades, mas todas
sem grande alcance. Lembro me, por exera-
po, de qu combat a creacao de quar os escrip-
turarios sem accesso para o lugar de tercetro,
essa novidade, por corlo, nao recommendo o
projecto.
O Sr. Leopoldo de BulbSesEu nao toha
cogitado da promogao, porque, pela le de nan-
gas actual, ha o exame dos platicantes e quando
o praicante tem de ser promovido, presta um
segundo exame.
O Sr. Corri de AraujoA creago de quar-
tos escripturario8 nio recommenda o projecto,
A nica novidade que o pode recommendar o
registro com protesto.
O Sr. Leitt e Oiticica -E 6 capital.
(Contina.)
ESTADOS Di Mfl
KORTE
uranti ar>
Daias al 16 do correule :
Foram nomeados janes de direito ta jomarca
do Alto Parnabyba o bacbarel Joo uteinio de
Maoie^ Barbosa, da comarca de Iguar o oa.
cnarel Antonio Baptisia Nogaeira.
Foram traosferiios a pedido, os joizes sub
t tut ia da cap tal, oaebarel O lylo de Moora Cos.
i-, a 3' vara para a t', e o bacharel Igoacio
Xivier de Carvalbo da V para 3* e pira a faca
d-ste nom-ar o bacharel Jos Pires da F. neeca.
v- A -.umpinbia de fiagao e tecidos Ma-aoben
* real sou no anoo Baio an lasro liquido d-
Cmmk
Das t 18 do cor-eute:
No sali de honra da Sania Casa deillisen.
cordia, perante a respectiva mesa administra'i-
va,foi coiloeado o ferato do Exm. Sr. Or. Jo
ge Freir Beserrit Fon lene lie, presidente do Es
tido.
Em retrato caegiu altimimeale da Europa
onde foi xaalado tirar, para illastrar a galena
dos beufeilores da mesma Santa Casa.
D s a iR 'pabiici qna os serrigos relevaoiis.
sim38 qae S. Exc. tem prestado ao estabule 'i.
ment, um dos qae mala hooram o Estado, t a >
podiam serdescoahaeldos, sem prvida ijgr.ui-
d). E' um t.-ibat) Den merend e acomido
cora applaoso por todo* qua sabara qaio gene
roso o coraji-i de S. Ex -.. ora vordadeiro pm.
lautropo.
O pro:edJmento da man da Sania Casa oao
exprime cnt-nio gratido, un a;io da pa
jusiiga .
O referido collega noticia timbern, qua 3.
Exc. oSr. Df. Bazerril Fonleielle, ara;.-o e e.
aerador do grande D-asi eiro Floriano Pfixoto,
alqnino o retrato do leoso patriota, qo> foi
piolado pelo oosso conterrneo, J o.. Irineu, e do
qaal demos noticias era ama das oossas passa
das edigo^s.
u trabalh. raigcifl:o, nada deitandoada-
spja- a -asas telaa qua nos vn da estrangei'O.
mullas dellas ata sacrifiea as.
Os tragos pbysiinonicos foram magistral neo.
te apannados, mostrando semelbaog completa,
apeseaianto Imagen perfeiia ; a ombiuacao
das ii-iii8 e colorido e a luz foi lutelligeotemen.
te ut n-ad i .
Foi poblicalo um jornal denomiaado a
Peona*.
E' redigido por diffjrentes mogos bera coobe.
cidoi no neio litte-ario cea'eosa, segando ex
pr-s^ao de ora col ega ds traprensa diaria noti-
cianl'1 o s"-n .-innn'e -ira nto.
Rio Grande da Norte
Dt'.as a 6 20 o Corrate :
E t nter.ujoi-ata no "xarclnio da vice.dire.
ctor do Ath n*u o D Fuo Rioo, qae parees
Beari no m srao cargo effelivameritp, por ler
oo r i coMoc -g&D o D-. H 'm-m de Si ju- la.
Achara met lo daerave incoranodode san.
de e t n lo orgente nec^ss!dade de oca viagem
a PernambU'o, o governador ao Estado D-. Pe-
dro Veloo passou no da 19 o governo, na ao
sen-ja do 1- e lo 2 substitus legaes. o ice.
go<-roalof e o presidaate do cong-esso, aoSr.
D". Ja-ony o di Caara, preaileata do Supa
nor Tribunal de Josliga.
No mesmo dia seeaio pela forro va Natal a
So7a Cruz com deatiao a capital daquella Bs>*.
do, sendo S. Exc. acoraiaohado por gran le
oarae'O >ie amigos e admiradores at all, onde
tjzerara.se as suas desped lar*
SUL
S. Paulo
Na r aoiai do Instituto dos Aivogados foi
resolvidolaogar na acta ura protesto contra o
desacata qae o 3o delegada pratUau aa reoarii-
gao de potista coaira o advogado Df. Si Bine-
vides.
O Instituto mandn ami comraissao de socios
i casa do offeodido entregar-lbe a acia da reu-
nio, alarmando a ana solidariedade.
O vapor G-af Bismarck, ebegado no da
iO a Smtos. trouxe grande quantid.de de mate-
rlaes destinados instailagao da alfandea des-
ti cidade.
Daquella procedencia vlersm para a capital e
d.tu segurara para o R'o de Janeiro, diversos
nesriaobas, qu; v&o ee encoroorar aos volunta-
rio', contrarios independencia de Cuba.
Diversos cid .daos bras>leiros coavecarara
nara o da 13 um meetiog com o fira deprotes
tir contra o procedimeoto das autoridades hes-
panhoias qae no Eslavo recratsra pessoas para
irem a Cana bater a revolugao.
N> meetiog se declarar qaa o povo pauliata
fav .ravel aos cnanos, sendo iniciada oes a
occasio um i tubscripgao para auxiliar os re-
vilaciooario8.
A ebuva, porem, que losisleotemeole cabio
naqaelie da deixou de effectuar o alladido me-.
tiog, qae por isso foi espagado para o da 20,
segundo consta
No da 11 ficoo terminada a inqui'iaj para
formagSo do processo crime movido pela fami-
lia Bresajj coaira o secreta Gailherme Falcoae,
autor do assassioato do Sr. Joio B.-essan:.
O proceso eubio ao i. promotor Sr. Caadid
io u, afim de estudal-o, resol vendo sobre a
proaun :ia ou desproouncia do reo.
O eecrela-io do ioteror visitn o atelier de
Almeida Jamo: e Pedro Alexandnao, admirando
os ultimoa tmbalhos desies pintores, consta i io
que o governo vai mandar a Ea-op i este ultimo
estalar piatura casta da verba marcada pelo
congresso.
Em coraraarao-agao a data de II do corre-
te aa repartigOes publicas, consulados e oluu-
est.v.;ram ejibaodeirados, nao faaccionanlo os
mu ios, as reparliges publicas e a Bolsa.
Reina interno calor na capital.
Sabe-se que obelara a 31 a Ribeirio Preta
ido d? capital o Dr. Alfedo Pujol, ae:rstano do
ia enor do Estado, que Foi receoido oa gare da
Mogyaoa po* g-aide numero de amigo.., admi-
radores e avu.tada massa popular, com banJa
de msica, s.-odo qteiraadss f 'gja da bengala e
girndolas de fogaetes.
O enthusi.smo, segaado narrara, foi ladea-
criptivel; foram levantados vivas e Repnblica,
ao Drs. Prudente de Moraes a Bsrnardino de
Campos, acbando-se as roas e jaoellas apiana-
das de povo, e notando-se abi mu.tas senboras.
Namaroso prestito acorapanbou o lilustre re-
pualicaao casi de sua familia, o*ando entao
por parte do 3. Paulo e Miaas, e do povo o
Sr. Taeophilo Barbos i, redactor do referido jar-
nal, qae salieotoa as qaalidades de cidadSo do
D-. Pojol e o quarjio lera falto por esta prospera
cidade e pela causa demcrata, rasio por que
foi recibido com muito justo regosijo pelo povo.
Fallaram em seguida os Drs. Lojola e Pujol,
aquella regosijando-se cora o povo pala baorosa
visita e este agradeoeado a distincgio que Ibe
era conferida e a recepgaicavaineirosa, dizendo
que ttdo juaata se ba felto para esta cidade se
aeve ao benemrito presidente do Esta o, digno
de todas as homeoagens, e termina ido levaoiou
vivas ao booraio ebefe da Nagao e ao Dr. Gas
mai, juii de direito do Rtbelrao, sendo deliran-
trsente applaudido.
Fol servido um copo d'agua pela Exma. fa-
milia aos numerosos amigos presentes, entre os
joaes dlstinctas seohoras, Dr. jan de direito e
promotor uoolico, Octaviaao Mello, jais de direi-
to ae S. Siraao, A-lhur Prestes, advogado all,
deputad j Elpidio Gomes, Or. Edaardo Guima-
aes, dlsttocto dioico e taoltos oatros cafalbel-
ros.
O Dr. Pujol fol brindado entao paos Drs.
Tanc-eda, Pearo Pimeatal e Toeophiio Barbosa,
e sa u la lo eatbasiasticameo e pelos Drs. Gua-
rni, jais de direito do Ruelrao Preto, Octavio
Mello e Artuor Prestes, rememorando &s glorias
conquistadas na academia pelo illustre secreta-
rio do interior.
Finalmente o Dr. Pujol pmuacioa ura bellis-
simo discurso e erguea brindes aos Drs. Loyola
e Guimaraes e A re lacgao do S. Paulo e Mi-
nas*, agradesendo a todos os seas amlg03 mais
esta prova de estima.
A manifestagao terminoa do modo mais cor-
dial.
0 importante servgo da abastecnento d'a-
gua e canalisacio de esgotos da cidade est
agora em va de execugo, confiando que a c-
mara municipal, de accordo cara o seceiario do
interior, empanha enrgicas providenci 8 em
auxilio de tas utu commettimento.
Acidado de Franca coaioi lagallada
pela varila, tendo appaecido de tres das para
c mullos casos novos.
A pepnlaglo emigra.
O governo do Estado, solicito oa applicagSo
de medidas para exte-mioar o llagello da epide-
mia qae se desenvolvea all, mandn proceder
rigorosa deslnfecg&o e ao iaolamento dos enfer-
mos.
L-ae oo Diario Populara:
Hontem foi ao Club de Caga o Sr. Paulino
Vleira, paulieta, lavrador em Taabat, levando
orna porgao de vageos de baunilia, Igaaos a
urna que Oca m exposigo no escrlptorlo desta
folba, apanuadas as mattas entre Taabat e
Uoatobs, dizendo qae colbea o anno passado Vi
arrobas e calculando que coloera este anoo car-
ca de 40, endo trazido j para o mercado de 3.
Paulo cerca de 29arrobas,qae se acbam actu-
rseme ex postas a venda.
Pelas vagens que vira '8, das quaea cada urna
pesa de oitenta a cem grammas, a baunilia de
i. Paulo carece superior a qae faz tao graade
rlqaesa oo Mxico e no Per.
Dia o Sr. Paalino Vleira que em a I gana lga-
os deisas mattas qaasi nao ha arvore qae nao
e-teja entrelazada dos ramos dessa orebidea.
Chamamos para esta nova rlqoea d&o s a
stteogao do goevrno como a doa indslrlrea
psolistai.
-~ lnformam ao Municipio, qae a totora sa-
fra da cafe no Estado val ser opulentsima,
^oli esprale, segundo a florescencia dos ca
feeiros qua a'tinja a mais da c neo miloOes de
saceos.
Na fazeoda Corrego d'Aota, no municipio
da Ma.ca, diversos iadi'uos i'avsm salva a
spioroximacSo de ana cora'tiva de casamemo
Na ultima salva, po- oc:aaio da ebegada, Flo-
reucu Manas Lame, desfe;hando su-s arru-
ma em uirec. i comitiva, oa proieJi's de que
se aebiva a meini ctrragsla, altogirara a Jjo
Martin L?me, 1 mao de Foeojo, o qual mo--
reo ocoulia-nt', a Joao A nancio G.-Cia. qa
veio a falle -e- pou:ouepols e a Llia da / oca
Magno, que fe iznaate 6 re:eDeu ferirae:.!os
irves.
O ficto parece qae n8jfoi proposital. Floren-
cio, que ae achava uoi ig-^io, | por Oive-Sdg
vezes descarregara sua garrocha, eae.uil' fe
sapuO", a ultima v. z qua acirregara, em lugar
de farl-j soraeate com oolo'a se:ca, fe.-a ta -
be'D, ii-T disiracgio, com graide quiutitade da
jrojedis
Assim fy o I.;j3i a cansa indirecta deste Ins-
te socceo.
iii de Janeiro
Do relatorio io -xcrela io ao interior e jusilla
do Es ado cona'.a >stes dados e laiisncos.
Punce onam 713 escolas primis, faltando
in-uallar ainoa 10i.
Daqael ai 723 escolas, 31 e tS> Vaga3 e 690
rpgidaa ; 431 por prof'sores enTactivos, doa quaes
194 sao nomens a S70 seshoras, e 259 proviso.
: o--, dos quaes 13* sao nomens e 125 serinor.-m.
A freqocO'.'ia das encolas publicas d- 47.511
aiumoos. sendo 7.U6.do sexo femimao 110.393
do exo femioiao.
Moatm o Estado, alm de-ste, 3 escolas nor.
mae.se 2 ly.eus de baraanida ie?, em Campo,
Nitieroy e Bar a Mansa.
A f'eqaeajia da >s;oia normal de N.the.-oy
de 72 ala naos; a do lycea de 73
A t s:o!a de Campos couta de irequencia 47
alara ios, e 112 o lyc-u.
A f .rg pnilica i lectiva de (.131 boaien',
seu iu 65 ufa :iaes .- 1.06a p-agas nvididas n ,r
doas atui.' s .le Infan aria, ura 13 jua-lraD de
cavaila-ia e 1 ccmpanbia de oombein 8.
A re<-iia oaa cmaras muilcipae* esta o'gada
en 3.62H:59l6S5 e a despeza en.......
6.578:760^177. As imoortamiis destnalas a
onr^s puoiicis municipaeo absorvem quasi qae
metade da receti.
As c m>-as que ten mais renda sao as da Si.
iberoy, Campos e Petropt-lle; e as de menor
reuda R o Claro, Mangara.ioi Tos-osooolis.
Oivide-se o Eslado em 48 muai ip oj, dos
quaes 29 sao cai.egas de comarca. O seu lae.
clanalisooo da jostiga comp5e-se de 12 deaam.
ba-gadores, 29 joizes de di-eit>-, 48 juizes muoi.
cipiep, 147 supplentes de icaea moncipaes. 1
p-ocurador geral do Estado, 29 proaiolo-es e 19
adjuatos de promotores.
As municipalidades teem 1.103 membro-', san.
do 342 vereadores geraes, 199 districtoa e 56
juizes de pr,
Por acto de 8 do correle mandoa o gover.
no do Estado mslallar as es ralis mascullo e
Nraimoa di Abimcamentc, no mu acipio de
Sania Tn-reza; e na m.?ra> data foi oomeada
D Feismina Torres Baptiata para reger como
professora proviso ii a escola feminina da Ca.
choeira Alt, no maaicipio das Daas Barras.
Deve reaiisar.88 oo da 26 do correte, na
junta commarcial, a elelgao para dous deputados
e um eupplente.
Para as vig-s de depotados apresen am.se
candidatos os S-s Antonio Coelbo, Bernardo da
Suva Monieiro e Joaquira F ncisco Pires; para
a de suppieole o Sr. Eloarlo da Costa Cont.
INTERIOR
Responsabilidade do Brazil nos
negocios do Amap e aceo
do Governo por Intermedio
de Cabral.
CDa Provincia do Para)
Vou tratar de um aasampti que reputo impor-
tante como a epigrapne deste periodo o indica,
e que me pare e sabir da espbara en qua de va
limitir-se o relatorio do cornraandante da forga,
pois coraeg por dar cooselhos era differentes
pontos do sen relatorio, iacitandu o seu gover.
oo a tomar conta a'aqoelle territorio, sto sem
mais p.eambal08, pondo le parta o direito nter*
nacional, sto porque morreram alguns soldados
(raneles batendo-se em a oa aggresso deter.
aniada pelo governador de Cayenna coatra os
brazileiros que, tranquillas em Amap, mal es-
pe-avara que mais de triata lam morrer.
J atrs explique! que Laiz B:atea naaca fol
do exercito brazileiro e sim da polica, o que
Ihe nao da honra nem privilegio algum. Pela
mesma forma Rosea, sobre o qaal lo pouco ee
explica.
Cabral, assim como os demais citados pa-
giaa 37 do relatorio, erara merabros activos do
Partido Damocrata do Para ; Cabral foi um dos
que se pos frente do movimeoto deste partido
em 11 de Juobo de 1890; por cooieguinte, era
hostil ao governador de eoiao, assim comoao de
boje no Para. Cabral e-aigroa para a America
do Norte, recelando ser p-eso, recoloendo-se de-
pois ao Para, quando outros que aessa mesma
occasio tinoam sido desiarrados foram araois.
ttados ; islo basia para provar que, nem Cabral,
nem os demais estavam as boas gragas do go.
vernador do Para.
Regresa.ndo, eatregou-se ao comraercio; nao
sendo teiii e caegando ao Para a noticia de que
no Calgoeoe ou Caraewaae exis iam ricas mlnaa
da ouro, noticia que, como sabilo, despovoou
Cayenna, chamando aquella local ama chusma
de aveotureiros, inclusive carca de 30 brazilel.
ros ; Cabral, com alguna lerabrou-ae de ir at o
territorio contestado, nao tanto para explorar
mioas de oaro, como para negociar, pois que ee
vendiara os geueroa mala crameos por um alto
prego, orno acontece em todos os logares pro.
duciores de oaro, e nao s Cabral como oatres
foram para all com gneros que esperavam veo.
der por altos pregos; coovera notar que Cabral
e seos campaabelros s foram para os pontos
j dominados ba longos annos por brazileiros,
como Amap, Counani e Calgoeoe, para onle'
segundo o relatorio, fol mandada urna fo-ga de
polica (gendarmerie). eslava povoada por ora
crescldissimo numero de individuos de differen-
tes nacianaildades, s ado someote cerca de 30-
brazilelros, e aqu co^aoleote consignar qae
o Brasil, qae o relatorio dgora, querendo asse.
oborear-ae de lodo o terriioro litigioso, tem
em todo elle um numero de cidados, tres ou
quatro vezes menor do que aquelle que tem a
F ranga.
De :erio, a expedigad ao Calgoeoe nio era
contra brazileiros, qaa all sao em pequenisslmo
nomero, ao pasao que os mlaeiros sao em crea,
cido numero, e e&o os proprlos mloeiros que
diaem ao commandante do Bangali estar tudo
tranquillo, e afloal s sao appreheudldas tres
a'mas de guerra, sto o qae chamamos rifles,
armas osadas em toda a Amazonia, da Bolivia e
Per at a Guyana a, o que todo prova o infun.
dado de toda esta expedlgao.
Continuando, porm, com o que diramos, -
Cabral, iotelligente e auiaz, sonbe apuderar-se
do governo do Araap, e os brazileiros do Con.
oanl, qua de nome devlam conhecer Cabral, re.
coobeceram de fado o sea governo, isto o pro.
prio relatorio o recoobece.
Trajano, antigo escravo brazileiro e por leso
mesmo mais inclinado ao governo de Cayenna,
que o empregava e Ibe dava certa importancia,
at ba pouco arvorava em Counani as doas bao.
deiras, quaado um grande numero de francezea
invadi aquelles territorios, em p-ineipios de
1895, arreioo a bandeira brazlleira, deixaodo
apazar do desgosto da popalagao b asllei-a, so.
mente a bandeira franceza, e comagoa a querer
racaber impostos, e estou persuadido que o des.
accordo com o Sr. Cbirveln, que tentara, como
diz M. D. Casey, estabelecer pontos adoaoelros,
o que nao Ibe era permeUido, fazer, d'aqai a
queixas dirigidas contra elle pelos brazileiros
de Counani, e a ordem de Cabral, d'elle Ibe ir
fallar ao Amap.
Onde, aislo todo, va o Sr. Peroz a influencia
do Brazil f
O que quena Cabral, e isso n&o o nega ele,
era evitar que o territorio oceupado pelas po.
voagOes brasilelras fosse invadido pela turba de
innuoeravets aveotureiros, que estavam iofes.
tanda os territorios do Calgoeoe ; gentes de io.
das os nagas, cojos exceaios eram os meamos
que sempre ee teem dado em territorios aori.
teros
Esa qual dos pontos oceupados por francezea
fez Cabral sentir sua influencia 7
Como prova o Sr. Peros que o meatre ecchola
ara pago pelo governo f
Palla o Sr. Peros, com tanta insistencia, os ln,
fluencia que o Brazil que- tomar, e esqusce que
ha mais ae 50 annos que, com conhfdmenio e
aro-do com o gnveroo francs, temos um pos.
io militar, o de D. Pedro II, uo extremo do con.
testado, com ono saldados, s'-m que at boje
este oaraero teohi sido augmentado, o que lao
fcil ibe seria, pois olnguem Ibe poderia limitar
o numera de sida ios, e assim por*erja donioar
as margeos do Aragoar e a regio do Tarta,
rogal.
Arada p.-g i 38 ma's inexacto, qoando
Bfl iga que o governo brazilai-o mantera em
Cy noa ura servgo de polica se'.eta l
Qi5m na sahe o q e e Cayeoaa e a sua pe.
quena populagj? Ora, preciso era que as
suas auctoridades polioiaes fosstm muito iaep.
tas para nao deiCoorirem e inutilisarem um tal
servico.
Diz anda qae o governo brazileiro mantera
no Araapa oraa comuaubi^, e no territorio neo.
ir liza lo ara oat^lho. Esta inv. rdade, pe limos
e esperamos que M. mbrog, coasul no Pa ,
a desminta, a bera da verdade a que todos somos
obrigados.
E se oo Amap exista urna conoanhh (nao
diz de qo, mas sopoomos ser de tropas regal?.
res) corro nio appsrecea ella u.i occas.u do
confli.ilo ?
lavengo destas cahem por ai.
MISSAO DO D3 T0C\.Nri.V*
ECONEGOMALTEZ.
O Sr. D- To a tins eogeoheiro e tem em
aomra ssflas d> governo oa f-adel'a per crrtdo
e estadado .rale ta ta do terriorio do Para ;
e assira que entroa no Tapijoz e entenou-se
a s enlosas da indos daqueln rio. Depois,
o encontramos sahindo de ODidos e entrando oo
alta Cainir. para i- explora- os campoa da
Gayana Drasiteira ; e assim que de novo o ea-
cooramos, iodo estudar os terrenos do territo-
rio contestado.
En qun ha nisto prava de sar o Dr. Toc^ntios
nm agente invasor do territorio li'.igion.. ? Aca-
so nao in andado os Stf. Crevaur, Condreaux
e Wianner explo-aoio o qae bera leu qaeriao
do rosso territorio, sem qae o Brazil Ih'o prohi
oisse, antes lendo-os saxiliaio?
Eu mesmo esiaa'o no govtrao desta Provin-
cia, qaa-ido W.eooer expo ava o Amazinas,
rae facul'ci orna lanchi a vapor pa-a scus esiu-
dos e viagens.
Co oo circom8tancia sggavao'e diz anlao
S-. Peroz qua essa raiasi foi raanlada em um
vapor brazileiro ; mas afuera oceultou isto ?
igcorava o S-. Pe-oz qaa o nosso desejo era es-;
taoelecer cma linba regular d vapores at.
Cayeaos, locan'.) nos nonios intermedios?
as ioexoctide8 do Sr. Peroz chegaro a des-
puar o riso ; pola nio arvora ella o Dr. Tocaa-
uns o hornera mais antl militar do mando, em
(ommaadsnte) raajor do exerciio brasileiro?
A -ajo nao o rbrisma de ci urgio-mr do ex-
e cito brazileiro, oumdo ele nao e.'toloi urna
oalavra d- melicina? Pego ao governo francez
ju- manda ve-nica- mala astas falaidades do re-
latorio pelo sea coasul oo Para.
Qi.es os poderes do conego Maltez no Ama-
p en o Ignoro, pois fol do poder ecclesiastico e
nio do poder civil que receben saasioat"ucgaa
e duvido qae o bispo do Para o encarrrgisse de
alguraa raixsao, a nao ser anloga aquelle em
que em 1877 e outras dalas o monsennor aps-
tol co re Cuyeona, M. Eraohet, acoapanbado d s
vapores Haari Cnavrier e outros, all se
apreseotoo, e all casava, bap isava, chrismava e
pootihcava como em terriioro francez ; e en-
tretanto, este ac o nao foi olbado pelo governo
brazileiro como lnvasorio, nao obstante delle
ter tido conce;! ueito ollicial, em relatorio apre-
sentado pelo guada mor da alfandega, que all
'-s eetudar o se v gj aduaneiro di costa para
evitar o Co t-aban 1o.
Aiuda pagina 38 encontr outra inexactido,
quando d'z que a adralalstrago brazileira e di-
rigida coatra a Frang?, probibindo at a expor-
tago do gado para Cayenna.
Isto ainda mais nana falsidade ; desde a Vi*
gis, que ha relage3 f-^quentes com Cayenna e
ba loog s amos ea 1877, a fazealeiro Chusto-
v&o M. Pereira Ceuaque para Cy-nna tiaba em
navetag) regalar dous barras, o < Jess, Mara
Jo e o >Pelropoll8>, levando gado para Cay
eona, assim como estes barcos mais recente-
meale o deoomnada Gieante navegava ; fl-
nalmente, diffjren'.es presidentes da provincia do
Para, procuraram estabelecer relages regulares
com Ciyenna, por mel de vapores, agora mes-
mo o fazeodeiro Dr. Viceate Miranda est em
Cayenna procurando regularizar para l o tran-
sporte de gado.
Agora navega measalmeote para o Araguary
om vapor, desde qae all tencionamos crear co-
lonias, que n&o foram levadas a effeito pala in-
silubrldade do local.
Ainda pagina 47 confunde e posto de D. Pe-
dro com o de Apu-eaa, que Dio exlate.
O posto militar, no Araguary, existi desla
1660. creado por Favella ; fol a sua existencia
ooject) de discassao em 1S0, por existir na
margem esrjo rda do posto militar de D. Pedro
II. sobre o qaal bouve urna ezlaragio de M-
Guizot, qua poda continuar*, ana vez que a
promea8a, do eato Governador do Para, de qua
o posto militar fraacez do Amap, que fra eva-
cuado, nao seria oceupado pelas forgas brasilel-
ras, o que tem sido maotldo.
O posto do Apurema nao existe sanio na ima*
graaco da M. Peros, que toma o do Aragaary,
que collo-.ado na confluencia do rio Apueraa,
por esse oulro posto.
A colonia que em 1890, se qulz fundar, que
elle chama dos lagos, a malograda colonia
Ferrelra Gomes *, em terrenos margem di-
relia do Araguary, com os quaes a Franga nada
tem qae ver; mais um a-gu nenio qae o Sr.
Peroz alga valioso, para mostrar qne o Brasil se
quer apossar do contestado, quando s caldava*
mos do que oosso, fra do territorio em litigio.
E' carioso qae M. Paros fag tanta questSo de
que o Dr. TocaotiuB tlvesae orna bandeira brazi-
leira arvo-ada em soa casa, em orna povoagao de
brazileiros, ao pasao qae acba muito natural que
Trajano, cidadao brazileiro, e a ama povoagao
brazileira, o Conoini, livesse arvorado em soa
casa a bandeira franceza.
Permita o Sr. Peroz dizer-lbe que nao acre li-
to o que diz oa pagina 41. con relago ao Dr.
Tocautlns, pois sendo hornera prudeate e de
p racas palavras, nio teria tido a iadiscripgao de,
ainda quaado i vesse recebldo qoaesqoer iostruc-
ges do Governador lo Para, as fosse publicar,
dizendo que tropa armada vlrla apolar a orgaol-
sagao que se quera ; a prudencia do Dr. Lauro
nunca mandara para all tropa, sanelo qne o
fado darla lugar a eompliogas internacionaes;
Isso estava reservado aos Srs. Cbarvein e Peroz
o fazei-o e, com tanta irreflexao, qae o goveroo
traacez nao bositoo em mostrar-Ibes o sea des-
gosio.
A ebegada de Cabral ao Amap com os 25 ho-
meos, coja viala j expllquel atraz, tomada
como prova de ama tentativa de apoderar-se do
territorio era questo, ao passo qae os milnares
de bomens que tra vlndo de Cayenna e da Mar-
tinica (anda ha poneos das nos chegou a noti-
cia de mais 1800 nomens desembarcados no con-
testado), todos ellas, ou em grande parte, per-
lncenles ao ayodicato, do qual se dis que M.
Cbarvein membro, nSo podero ser considera-
dos como urna maneira indirecta de tomar
posse ?
Isto o qne se chama dous pesos e dnas me-
didas.
Se Voisin (brazileiro) deposto, se eieito
um triumvirat., se Cabral eieito Governador.
o que prova lato coatra o governo do Brasil ?
Acaso nao te n silo empre essa a sorte dos go
vernos de contestado ? 8
Note-se qae repagiaacia dos hab'taate
brazileiros em deixar Invadir os lugares em que
residem pelas taro is de aveatarel'-os recemebe-
gados, explica-se : elles nao se tea dado, feliz-
mente, exploragao de ura oa ootro ; tidos b3o
agricultores da borracha, oradores de gaao oo
pescadores,
As mexactides de M. Peroz ebegam ao poni
de aoppr qae, em Cabral, a 17 de Abril, vte-
ram 50 a 60 bomens millos dos quaea trasem a
banda de officues iofenorea do exercito braxl
ieiro. DesaHamns que p-ove esta asserglo.
Merece eila tanio c-ediio. como o uniforma da
official superior do exercito b-azi eiro trastdo
por Cabral; oso s abral o nao poderla fazer,
como o uniforme de qae falla Paros om unifor-
me de phantazia, em que o alio ara ver e e
amarillo, o que nunca foi osado oo oosso exer-
cito ; asse vi eo. e alarmo isto que digo
Avaoca anda M. Peros na merma pagina, que
Cabral asi i vera em relages no Para com o Dr.
Pllpae Jot> Urna, senador. Quando fol tile!
senador?Dis mais:jornalllta do partido so-
vernamental.O Sr. Peroz Ignora at que este'
Benhor, assira como o Sr. Vicente Miranda, foram
jambos checa da lentali/a revar.iooarfa "oolra
o goveroo, eqoe Vicente Miranda a> fui dfp r-
lado i ora, este mesmo seonor que Peros afir-
ma ser membro do governo central, qoando
elle ara dos sena mais tenazes oppasicioolstas.
Paes de Carvalbo tambera, segondo o com-
maedante, membro do governo central ; uunca
o fol, e de senador federal ba dols annos que dea
sai demi-sao.
Como poderlam oois aqnelles opposicionistas
do governo e este deraissiooario prometter a Ca-
bral om posto elevado no exercito ?
Nio saba o Sr Pe oz que os pastos no exerci-
to orazilelro nao sao de livre noieagao ?
Perguote ao 8r. consol f-aocaz, no Para, se o
que deixo dito nao exacto.
Affirma M. Peroz q-ie Mae. Couareau disse
que o governador do Para loe diusera que tea-
clonava fazer occopar o contestado por tropas
regalares.
Isto oraa ecorraidade tal. qae desde ji afir-
mo ser inexa :ta, eeja de qaem fr a falsidade ;
serla nava Ma. ce o vezes maior do qae a qaa
commetieu M Coarvein, mandando tropas acuel-
le Para o tencijoaaae f.ter, nao andaria a annua-
ciar al ceranie franr>ez.
Diz anda o Sr. Peroz que, para confirmar a
araeaga do governador do Para, aabia-ee na Guya-
na qu-, em curio praso e succeesivamente, se-
guinara para alu 3 baialn6es, commandados por
um general. O lempo se tem encarregado de
just'Ocar o goveroador d.. Para.
Nem mesmo com a no'.i-ia da" invaso do ter-
ritorio oor irepas fraa.ezis. o qae jjsift^ria o
enviar alliiropas bratileiras, am s soldado foi
mndalo.
O 3r. Peroz de ceno ignorava qoe.s sost lem-
po, os 'ois goveroos tratavam j da arbiiracem
territorial e, baataria iar, pira dever-ltie mostrar
qoao fulsa era a ana assergSo.
Paj. 47. Ha no 3 periodo urna iosinnagao so-
bre o moda por que foi conocido, ba mais de 50
annos, o poato milita-de D. Peiro. J atrs
rao-tramos como ia'o ee pas:oa.
Qrem e Cabra .'
Logo naa primeiras liabas o Sr. Peroz engaa
o sao goveroo. Cabral nunca foi aub-ebefe de
polica ; nao ha este logar na nossa aduiolstra-
go ; desae o comeco da Repoblica (1589 que
elle estava era oppos gao ao governo.
Capaz de toaos os crimes ?
Aponte: sjstaes sSo elles?
Uevolo-lonano? fol-o como tan'.03 ootros o
ida si 1o era Franga.
Vivando do seu estabeleclmento commercial,
qnal o crime que Ihe impatado?
De genio atrevido, audaz, de certo que o :
assim como pitiota igualmen e o Este o
maior crime de Cabral para M. Peroz.
A pane qua teve oa revolia de 11 de Malo ?
E verdadeira, mas n\o era elle o ebefe e, se
lato que o torna capaz de todos os crimes, quan-
to8 bomens notaveis da Franga seriam chama-
dos apios todos os crimea, pelo S-. Peroz ?
AIT0S CLAROS DO
GOVEdwO BRAZILEIRO
DOCUMENTOS OFFFJAES
vamos ver este capitulo o lioello aecusato-
rlo, apresentado por M. Paros.
Pego a este lenbor qae, por intermedio do
consulado do Para, alcance o n. 7S2 do Diario
Ollicial de 19 de Janeiro de 1894, que nelle en-
contrar a explicaco da commissao com posta
de diversos cidados brazileiros, tendo por ebe-
fe o Sr. Valenle do Cont, para a descoberta de
campos-geraes paia a creago de gado, que se
diziam existir ao sol das cordilbeiras Tumuca-
maqae, em consecuencia de serem os campos
marglnaea do Amazonas frequentamente inunda-
doa pelas ebeias do rio, causando prejuizos.
A primeira idea deala exploragSo foi dada ao
p.dre Nicolino. natu-al de Obidos (ao Amazo-
nas), quaado fazia seas estados no seminario
de Aix (I? ranga). O elio padre director deBte
estabelecimento Ihe mosiroa trabalbos escriptos
em lalim, pelos padrea jesutas, sobre estas re-
gies, dos quaes toraou notas e, entre ellas, a de
vastos campos, a existencia de exlensisxos
campos ao sol da serra Turaucumaque.
Nomeado vigario de Obidos, margem do
A razonas, se informoa com os negros fugo?,
existentes no Trombetas, que o confirmarsm
nesta crenga.
lato bastn para que o digno padre, animado
de 8entimentos religiosos e amor da patria, qul-
zesse doar aos seus conterrneos o conhecimen-
to desses campo?, e tentn a 1 expedigo em
1878, sahindo do Balxo-rrombeas a 25 de No-
vembro e ebegando em Janeiro, depois de gran-
des trabalbos em precora dos campos desojados.
Km 1877 tentn nova expedigo sem, comtudo,
'.er podido chegar aoa campos, pelas molestias e
inconvenientes que ptlo caminho encontrn ;
finalmente, em 1881, tomn ao mesmo flm, mor-
rendo aates de alcangar os campos ambiciona-
dos.
Isto eetava mais oa menos esqaecido, quan-
do urna enorme che a do Amasonas veio avivar
a idea dos campos-geraes; foi enlo qoe o Dr.
Tocantins, instado pela Intendencia Municipal de
Obidos, tentn o que tentara o padre Nicolioo,
entrando pelo rio Troco setas, passando ao Cami-
na, transpondo cacboeiras e ebegando finalmen-
te a um serr, de onde avistoa vastos campos
qae, diz elle, pareclaraexieoder-se desde all at
as cabeceiras do Oyapock do Amap e do Ara-
gaary e, do outro lado, iam a perder-se de vista,
cortamente alm dos campos do Rio-Br. ac at
a f onteira occidental do Eslado do Amasonas.
Retirando.se o Sr. Dr. Tocantins, a sua dea-
cripgao deu logar a mais recentemente ser orga*
nizada a expedigo de que falla o Sr. Peroz, a
q al anda dar.
Se o Sr. Peroz tivesse estndado am poaco
mais a topograpbia des'.as regies, vera qne a
expedigo tem estado em terri'orios que nia*
gera contesta ao Brazil, emoora parte desses
campos, segundo o Sr. Tocantins, sa exteoda
al s cscenles oo ramifJcages de aiguos ros
do territorio neutralizado, ao qaal, at Qnal de-
cisao, temos pelo menos iguaes dlreitos aquellos
qae se attriboe a Franca.
-Acasoniopermif.imosnos bemmodernamente
que M. Crevaox, que M. Cosdre:u e multros oa-
tros, percorreasera tamo quanto quiseram o ter*
ritorlo todo contestado, e alera deste as demais
regies amaznicas ?
Acaso disemos jamis qoe isto fosae ma
invasao do nosso territorio, ou, como diz o Sr.
Peroz, um acta claro do governo francez contra
nos?*
O Sr. Peroz, oa sos m vontade, em qaaiqaer
pobltcagso feita vlu om ataque aos direitos da
Fraoga, quando anda a questao est pendente.
O qoe dira o Brazil sobre os msppas frenes-
es, qae j considerara fraacez todo o territorio
contestado T
Ainda mais ama taexactido : Onde acboa o
r. Peroz o Senador Jos Verissimo?
Nanea foi Senador, am patriota, am escrip-
ter talentoso, a quera livre externar eua opl-
ni&o sobre o territorio em qoeat&o, como o teem
feto es escriptores franceses d'Alsae, Lesenec
e finalmente M. H. Deloncle, que terminoa am
sea artigo sobre este assampto, publicado na
Reviste Sod Amerlcaine, publicada era Pars,
no n. 37 de 15 de Janeiro de 1884, pelas se-
grales palavras :
Resomindo, o accesso do Amasonas serla
para nos am beneficio incomparavel, este acces-
so nos sena dado as melhores condeces do
mundo, se nos attribulssemoa, como os nossos
Jireitos o ordenam, a soberana do paiz qoe
acabamos de desc ever (Isto o contestado), a
qoe sobmettendj-se nos no faturo as bacas do
Xiog, do Tapajoz, do Madelra, do Ro Negro,
isto da America do Sol lnteira, nos garantirla,
desde j, por suas riquezas Intrnsecas, mltiplas
e poderosas remas.
Desojara oavir o Sr. Peros sobre o segainte :
Se estas palavras, part ndo de M. H. Deloncle,
funcionario de elevada categora, membro do
parlamento, segaado me lnformam, esenptor de
taleBio, oo deviam ser jaigadas de maior valor
do que aa que cita em seo escripto o Sr. com-
miudaote Peros?
Medite o Sr. Peros sobre ellas e sobre quera
as prono iciou, e diga o qaa valera aquellas qua
citoa de brazileiros. Estas palavras qoe cltei
deveni ser olbadas como ama ameaca, oo s
coatra a Repblica do Brazil, mas como contra
todi, as Repubii -as do Sul da America.
Poderla, a exemplo de M. Peros, transcrever
os depoimeoto renos no Pa., no joizo seccio-
nal qoe destrem multas de suas assereOss;
mas romo elles teem de ser levados ao connci-
mento daquelles qua teem de debater o asssmpa
to, deno de o fazer e ponho termo a este resui
mido trabalho. >
Bario da Maraj.

'M
I
I


BSSSSSSsHLsPV1*^^


*V*J5T
I

B IGIO __
Pergunta respeitoia a am
Ministro da Enreja Evang-
lica per iiui neophite da me*
mu Enreja.
(Coaitanfls)
PERGUNrA QUARTA
A Egreja Evanglica, na qual me afilias-
tes, ser verdadeira, e poderei per-
manecer nella, sem arriscar a
minlia eterna salvaco ?
Diiei-me sioda, oasiari saber 1 r para ccm-
preneoder o a mido genuino e verJadeiro da
B'bii- sagrada ?
Alm de algumas passagens da mesma Biblia,
que Dos enfin.-.m o contrario, pa'a alimentar
esta rainba davida con or-e odu^o a desuia-,
que luvra do sio de oosaa SmU Refjroia.
a> podis cerlaoiert ignorar, honrado Mi-
nistre, como estando a noaea Santa Reforma di*
vidHa'e subdivi'iida em aelta* sera numero, e
teodo cala urca des.a a pioprh coorjesao, *
mai* das vexe campo.Jta de dogmas diametral-
mente opporto* aos dogmas drs outras, coanudo
laso cada ama distas senas fundamenta e pro?a
os proprios dominas com a autnoriJaie da mecm
Biblia.
f>a, a men ver, nao deveria absolutamente
acontecer atc, se a Biblia realmente tosse a ni-
ca rer?.
E o jais lnappellml em materia de t de
modo po'qae estabel-c o mencionido princi-
pio ; pcqae, sendo a f necesaria a ssivagao.
, dire meiao', a anisa cousa neceara uo Dj-
mem para te salvar.
Como eORlnam o- nossos Fudado-e,e nao po.
denlo esta f ser senao u a, como um so'cente
o ve-dadeiro Dos, conforme e^smaeAo?
tolo 8. Paulo, convina uectssarlamenio oiier,
que Deus querendo a oaasi taWacSo, rio nos
tTia com'udo i.roportouado os meio.-i necessa-
res para alcancal-a.
Slm, Amado Paetor, esta descolar, mono jos-
tarrele me obrita a desconfiar, qce bas'e saber
Itr para compr hender o sentido genuioo ca
Bib ia.
E a aulborid3de -.o gusp'ita e trunos dos
cesses tbeolcgo8 e Doctores, fortalece cada vea
mala eea trien opioiao.
Nao (aerend cancar a vossa beoevoleocia
reprodunndo estas aoibindades, ms limilare a
transcrever sp-nas o que d zea a ente rea
peito dona d^a U03OS m.is dirtiact;* escripia-
re3
'UailUro oor divino e ioMUvri qia oossa
ser, esc-eve Wieland, nao pie ser juizoappe-
lavel em mat na de f, sa nao 16- tal, qce tjdt-s
aqcelles que o leai e comprebendem, pena?m
necessariaujenie du mesma maneua, fljuem de
igual modo convenc os a nao reatar dovi'J, e
no possam, mesmo querendo, acbar i/ellecoosa
obscura.
Como acontece a tolos aquelle?, qoe lean e
rom-raicniem os elne t.)i a geometra (I,.
Pjderei8 h, no-mdu Ministro-, me pruvar
com a evidi-ncia neces-ari,; que a Biblia, s<
ab< tas coa-ncOej rnzoaviis e josiissima, e
qn- trata o rele loo tetof cas paLvras qoe acabo
de citar ?
f<
Piar!* de Pernamunco i|iiiiito-felra $4 d Outubr de 1SQ5
(i) Wielan.i, Memorias rtivprsa. T. I.
(Contic )
ItEVISTA DIARIA
Embarque -Com destino a esle Estado
embarcou tioutem a bordo do cjfagdalena no
Ri. de Janeiro, o nosso dislincto amigo Sena-
dor Jcaquim Correa de Araujo.
Segundo o de p cho telegraphlco inserto em
oulra secao, 6 o senador Crrela de Araujo
candidato pelo partido republicano federal ao
cargo de governador deste Estado ; e essa es.
colha parece-no muoace tada.
Nella, sem duvida, ba urna feli-s inspira-
30.
No llustre cidadao concorrem todos os de.
sejiiveis requisitos para o desempenho satis-
/aciorio do cargo ; e por certo, fi! o dislincto
deste Estado, conhe edor de suas coRdioes e
a par das respectivas necessidade?, nao deixar
de ser a tesia da alta administrado o que deve
ser; e tambem nao be ser negado o su!-
fragiedoeleitorado em consagragao escolha
do sen nome, que inquestionavelmente urna
garanlia por seus precedenes honrosos.
Aconteclmeotns em Alagroaw-
Hoolem j pela larde circularam nesta cidade
boatos pouco animadores acerca da tranquili
dade no risinho Estado de alagoas, onde di-
zia se que a ordam publica fora alterada.
SI as versi s, que corra n coincidiam todas
na affirmagao da alterag-ao da ordera, quant
causa ou molivos determinan es eram elles de-
sencontrados.
Una assignalavam que o f. cto consista no
choque da tropa de linha federal com a forga
de policia estadoal ; outros porm, pinlavam-
n'o como urna tentativa de deposigSo do go-
vernador do Estado.
Assim desenconlradas as noticiai, abalado o
espirito publico e no dominio simplesmente
das conjecturas, al a esta hora (9 da noite)
nada podemos colher de positivo quanto ao oc
corrido naquelie Etad?, para pasaal-o noti-
cia dos nossos leitores.
No entretanto, alguma ceusa deuse all de
grave, pois s 6 horas da larde a ala direita do
14 de infantera, desta guaroigao cora o res-
pecivo commandante o Sr. coronel Medeiros a
sua frente, em trem expresso seguio para
Alagoas.
Por agora f o que podemos noticiar.
Declara -fi o nece asarla Nenhuma
interveogao teve o nosso amigo, Dr. Pedro Per-
nambuco na publicacao de um rligo politico
inserto neste Diario, edigSo de hoolem, tendo
por assignatura as inisiaes P. P.
Estamos aulorisados pelo mesmo Sr. Dr. Pe-
dro Pernambuco a declarar, que elle solidario
com qualquer deliberagao lomada pelos 8cus
amigos polticos naCapml Federal.
Tbeatro Santa Isabel-Ante hontem a
Companbia de Operetas do Sr. Fernandes Pinto
realisou um importante espectculo vanado em
beneficio da prima dona Leonor Rivero.
O tbeatro achnva-se litteralmente ch-irl;
d'esde o da anterior que foram vendidos lo os bilbetes com excepgao de alguns paraizoa.
Deu comego ao eapectacule o segunda acio
do applaudido vaudeville Mim 3ilontra n >
tavel produego da beneficiada, sendo a masira
do maestro Luiz Moreira. O desempenho fui
ptimo, e quando a Leonor appareceu em scena
O palco ficou juncado de flores. Ao terminar o
acto riquissimos bouquets foram offerecidos
distincia actriz.
A 2.* parte compoz-ss do quinto aclo do
mesmo Vi-Udiville. Os applausos mais entbu-
siasticos salvaram a beneficiada.
A 3 parle constou em 1." logar da cangao
dos fugeles da opereta S^lar dos Barrigas ,
can aaa pela prima dona.em 2." logar da alguns
quadres do segundo aclo do Tim Tim nesia
parte, essenculmente, em que Leonor Rivero
faz diversos papis, os applausos chegaram so
delirio, diversos objectos de valor foram ofier-
tadoi. E' iodispensavel alludir o Leonardo, o
impgavel Lucas, que mais urna vez cooquistoa
justos e calorosos applausos.
A 4.a parte fo erganisada com muitos qua-
dros da revista > Pontos nos ii. A beneficiada
foi delirantemente applaudida.
Sodos os artistas trabalharam ptimamente e
esforgaram-se mullo para darem o maior bri-
lbantlsmo ao espectculo do beneficio de sua
companheira.
O Cezar Lima digno de especial nota, pois,
foi um dos que trabalharam melnor.
O Leonardo oao necessita de commentarios, o
publico pernambucano j o conbece como exi-
mio artista.
Foi um espectculo.que sobrepujou os ante-
Sexta-feica (Aminha; ter lugar o beneficio
do distiocto actor hrazileiio Leonardo ; de es-
perar urna pomposa fasta.
Hoje ser, pela segunda vez, levada a scena
a opereta em 3 actos O Cavalleiro da Rocha
Vermelba .
Atheneu Musical Pernambucano
Essa dstiacta seciedade realisa um sarao
Attrahentea e brilbante*, como coslumarn ser
as festaa do Alheneu, acreditamos que que ao
anouncia nao faltara os cosluraados encantos.
Tomos agradecidos sua directora pelo deli-
cado convite que nos enviou para a mesma Testa.
FallecimeatoAcha-se enlutado o lar do
venerando deaembargador Adehno Antonio de
Luna Freir, que acaba de passar pela dor de
vel-o abandonado d'aquella que Ihe era a ale-
gra, que Ihe o a companheira desvelada em
todas as stuagOes da vida, e que nesta e tor-
n ra tao feliz quanto pode o homem sel-o em
nossa peregrinagao sabr a erra.
Hontem pela mmtia, faliecu em Olinla a res-
peitavel seubora D. Urab-ilioa Augusta de Mello
Luna, esposa do digno deaembargador e ma; dos
Drs. Adellno Filho e Julio de Luaa Freir.
A llustre senhora que se impunha per todos
os titulos coosderagao, era dotada das mais
bellas quahdades moraes que mais a ornavam
credora de est'ma e sympatlnas.
Trasladado pela manba o seu corpo d'aquella
cidade onde fallecer.
O eoterramenle tave loga- hon'em mesmo a
tarde, no cermterio publico de Samo Amaro,
com numerosa ssistencia da parentes e amigos,
que renlerara este ultimo obsequio s virtudes
que se aumiam naquelie tmulo.
Aes consternados esposo a filho?, a cojos pe- i
zares nos associamos, d'aqui eaviamos os nossos
sincens sentimentos.
Chegadaheyou hontem do interior e
visiiou-nos o Sr. Alfredo Adolpho Ferraz Costa,
que com pplauso3 do3 seus conterrneo*, aca-
ba de exercer o cargo de prefeit j do municipio
de [r.gazoira.
Tribunal do Jury do Becife-Func-
cionou lio Mein esse Tribunal, sob a preside .ca
do Sr. Dr. Francisco Aluno Correia de Araujo,
juiz de direto do 5 dbtrcto, oceupando a tri-
buna da aecusago o Dr. Victoriano Regueira
Pinto de Souza, 3. promoior publico.
Comparecern) 33jurados.
Foi subraettido a julgam*nto o reo Florencio
Jos da Silva, pronunciado como incurso as
penas do art. 294 do C digo Penal, e accusaio
de llave-, no da 12 de Janeiro do correlo an-
uo, na rui de Joaquina Niburo, freguezia da
Gr ga, pratica aibmo Benjamim de M:llo, produzindo-he a
raorte.
O consellio de senleng compoz-se d.s se-
gutites jurados :
Ai tomo Luiz da Silva Guimares.
A moni) Vieira de Barros.
Man el Alves Pitla.
Gedeao Forjaz de Lacerda.
Aotoaio Aquil.n, Campos
Manoel Affonso do Castro Nuo s.
Mam de Jusli iano dos Res;
Pedro Tertuliano dos Santos Cor-'eiro;
Jos Frminu Ribeiro.
Fe a defeza o Uaro de Nazarcth.
De accordo com a deciso do Ju y, que ne-
gou por sete voos ter sido o r o autor
do ciime, o Dr. ju z de dreito absolveuio da
aecusaga intentada e coademnou a Intenden-
cia Municipal as costas do p ocesao.
O Dr. promotor publico ppellou da deciso
do Ju y para o Superior Tribunal de Justga.
Terminou o julgamen>o a 3 horaa da tarde
Club Secreto avagnesianoHojei
s 6 1/i horas da larde, reu ir-ae-ho os mem*
bros deste Club era sesao ordi aria.
Betrcta -A ha da de msica do 2. bala"J
Ihao de infaiitaria estidoal execular hoje, em
frente ao Palacio do Governo do Es ado, as se-
guintes pegas :
Verdi-Pot Psu ri da opera II Trovalore.
Verdi Pot pourri da opera Ada.
Valsa hespanhoia lonsuelo.
Polca Ihiquinha
Joannia, cango hespanhola.'
Piano original-Um Norte Americano,
grande admirador das obras de Ca men Sylva,
est inspeccionando o fabrico de um piano que
pretende oflerec-r rainha da Rumania. Este
instrumento ser, parece, urna maravilha de
harmona e de arte, a madeira sercobert de
incrustagOes e os ps serao todoa de mariim.
Mas o generoso Americano popena te- dado
p ova de um bom gosto, conservando o segedo
do prego de seu presento e nao fazendo procla-
mar pelos jornes que a sua adrairago por
Carmen Sylva Ine custava 375 003 francos.
Inspectora de Hygiena-Eis o bole-
tn] da mortalidade de i a 15 de Outubro, da
cidade do Recife
s-oras da manha, do da 24 dojeorreete, no la- coes acaba da apparecer o maior carbonato que
gar do costme, em virtu le de se achar occu- se tem visto no mundo
Pado com 03 trabalhos do Jury. Muitos deases jazem po* l encontrados as
Uniao Typograpliiea-FuQCcionou no
domingo ultimo essa associag&o em sessao or-
dinaria.
Apz a leitura do expediente, passou se
ordera do da, teado tomado as ento o con-
socio Julio de Almeida que prestou o jura-
mento do estylo.
O bibliothecario deu conta de 17 volumes de
obras e jornaes offereciloi pelo consocio A.
de Mello
Tratando-se da solaransago do seu ani-
versario a 27 de Ddzembro, para lal fim foram
noraeadas as segrales commissOes *
Diario-Pedro Brazil, Candido Bastos e Custo-
dio de Araujo
Jo nal -Nery de Son a e Delmlro Rouxi.
DOl
Gattla. da Tarde-Jlo Nepomuceno e A.
Bernardos.
Para a drcturii Arthur Wanderley, G.
Deo e M. de Oliveira.
Encerrou se a sessao s 2 horas da tarde.
Unlo Dramtica Timbaubense
No da 20 do correte essa distincta assocla
gao realisou diante de selecto auditorio, em seu
theatnnho urna tsoire- dramtica rompos a
do drami Olombel, o.forgado das gales* e da
comedia rio ou choro.
Foram perfeitos interpretes deseu3 papis os
dignos socios J T de Seuza, Coutmho, M.
Birbjsa, Carlos, Paulo Silva e a Sra. D. Ama-
lia qn; por isso raereceram justos applausos.
Prosigam os distinctos socios da U ao
nessa propaganda do instrurgo.
Gremio Tobas Barretto -Esse gre-
mio scientifioe e luterano reunio-se ante-hon
tem sob a presidencia de Ernasto Paula San-
tos, -ecrelanado pelos Srs. Honorio Carrilho e
Jos Roque Das da S Iva, adjunto
Foi lida e approvada a acta da sesso an-
terior.
Justificou e apresentou projecto n. 1, Regu-
laraento da Commisso de l'neses, o socio
Manoel Ario
O mesmo projecto foi approvado em primei-
ra discusso com urna emenda do Sr. presiden-
montureira?, escapos, talvez, dos trabalhos an-
tigo, quando essa mercadona nao tinha valor,
ou se o tinha, era diminuto e oao valia a pena
o garimpro ou dono de companhia procu-
ral-o.
Casamento civil-O escrivSo dos casa-
menlos que funeciona nos dstrictas do Recife
Santo Antonio, So Jos e Afogaios. affixou na
repartigSo do registro dos casamentos ra
do Imperador n. 75 1.- andar, edital de procla
ajas de casamento dos seguales conlraben-
tes:
Varila 31
Tuberculosa 27
ConvulsOes 19
BroLcnite 15
Leso cardiaca 9
Gastro-enterite 8
Nascidos mortos 7
Irapaludismo 7
Diarrha 6
Nephrite 6
Syphilis 5
Envrite 5
Anemia 4
Asthenia c-ongenita 4
Pneumona 3
Erisipela 3
Hepatite 3
Febre amarella (Ilha do Pina) 3
Broncho-pneumonia 3
Syncope cardiaca 2
Teano 2
Entero colite 2
Diversos accidentes da dentigio 2
Inanigo 2
Cancro 1
Congesto cerebral 1
Athrepsia 1
Pentonite 1
Paralysia 1
Asthma 1
Febre typboide 1
Gastrite 1
Epilepsia 1
Meningite 1
Beriben 1
Ksmagamento 1
Mortos por causas nao declaradas 21
Total 211
ssignado).Dr. Firmo Xavier.- Demogra
1 h ata.
CuinpriinentosAgradcenos ao dis-
linciu i- i va 1 n ;iru Ur. George Dupout os cura
primentos que nos enviou do paquete Para-
guasa,t de viagem para o sul da repblica.
guardamos a visita pessoal que amavelmen-
te proraetteu-nos para a volta de sua viagem.
Ordem benedictinaO abbade do
mosieiro de Or.ndi D. trei Jos de Santa Julia
Boielbo renonciou a ana prelatura e foi substi-
tuido por D. frei Gerard van Caloeo, que veio
nomeado tal pelo aobade prixaz residente em
Roma.
Consta que a congregagSo de Beuron nsli
luiu no refer lo raosteiro de Olinda urna dele-
agaa qae j se compOe de 16 mooges, incluin-
io os novicos.
Das ordeas brazlleiras a benedictina a que
i-i 6a de maior patrimonio, e talvez a que tem
pregado maiores servigos depois da indepen-
dencia.
Os benedictino3 exislem no Braiil desde
1551, mas s em 1827 se toroaram indepeideu-
les da congregagn de Thibaeos, a qual nunca
dependeu do ge-al em Roma.
S.Jos do Egypto-Era viti do re-
sultado aa apuragao geial procedida nests mu
olcipio foram ele tos:
Prefeito
Votos
258
183
209
209
209
83
83
S. Pedro
7 horas e
pela
Paulo Rapbael da Cruz
Sub-Prefeito
Pedro Bernardo da Rocha
Concelheiros
Gongalo Ferreira Tarquat)
Jos Casumba Paes de Lyra
Esperidiao Alves de Siqueira
Valeotim Pereira de Araujo
zalas Ferreira da Silva
Suflr-gloHo;e na egreja de
dos clrigos ser celebrada pelas
meia da manha, urna missa e mement >
alrnt de Americ do Revoredo Freir.
SIEleicao municipal de Floresta
refeito i:oronel Jos Cooselho Torres.
Sab-PrefeitoJos Francisco de S.
Membros do Conceibo Municipal
Teoentacoronel-^Eloy Belcoior de Carvalho
Barros.
Major Francisco Alves de Carvalho Barro.
Tenante Manoel Frer* de Maoeaet.
Jos Gome Novaea.
Francisco Galdino de S.
Angelo Gongal ves Torres.
Juizo do Commerelo -A audiencia do
O'Na palestra literaria foram litios osseguin-
tes trabalhos :
ConflssSo (soneto) Honorio Carrilho ; Os Pro-
rnetheu3 (poesia) Mendes Martins ; O beijo
(phantasia^ Jos Roque ; A normalista ( ont>)
Targino Filbo ; A urna santa (poesa) Ernesto
Paula Santos.
O socio Dr. .Luiz Gomes ocopou.se larga
mente da -ClassifiogSo de ferimenlos.
Foi suspensa a sesso a< 8 horas da noite
e marcada outra para a prxima terga feira.
O secuto XIX-O-eculo moribundo ou
ve o cano da vida nova, aspira o perfume de
aU-gres esperangas e em temo da sua encane
cida cabeg paira a celeste harmona da vir-
tude.
A dor fez brotar da sua conscieoc a um ge-
mida desesperado ; e a este gemido o sent-
meato do bem se tornou mais laborioso e cffi-
caz e procura sustentarse na obra de tantas
redificagOes.
Com o pensamen o de Deu?, nao perturbe-
mos esta sa utar recelhiraeoio no qual achara
o pomo do apoio pelos seus herosmos.
E ora este senmento da JU3 iga e do bem,
nao pede de xar de assoear-se o desejo da
piz e vos vedo de facto corno" esta idea entre
as nages tem progredido neste seculo que
vera a ua aurora tinta d3 sangue humano.
Eu II, diz Osear Scalvani que a paz ntreos
povos um sonho, porque a guerra urna le
ioflexivel e fecunda de beos.
Nao tratemos disto, mas digamos a estes
Maphistopheles, da poltica, que as noss.is
inlen^Oes nao sao de destruir o templo de
Juno, ma3 de ter bem fecha iaa suas pona*.
Tornara sa nuteis as suas fadigas para de-j
moostrar que a gu-rra necessaria.
Se esie seculo baixar ao sepulchro sem no*
vos estrpitos de^uerras sanguinosas e barba-
ras, elle ter que louvar-se presenca dos que
o precedern).
Trmta aun .-3 de paz teve raramente a huma*
nidade I
Eraconcluso. A luz elctrica esta grande
descoberta de que marcha orgulhoso o seculo
XIX, veio em tempo para esclarecer as no.-sas
glorias e miserias e os nossos erros
Ella far su gir em um raio luminoso as es-
perangas do seculo vindouro qua sero as de
maior progresso equ librado, de paz e verda
deira liberdade-
O Tim iin-\ Livraria Con emporanea,
ra 1\ de Margo n. 2, acaba de chegar o num -
ro especial dessa publicago musical, litteraria
e re reativa saluda na pouco a lume na cidade
de Belem, Estado do Para.
E dedicada a clas-e caixeiral daquella cida-
de.
O prsenle numero Iraz o Munguz e os Tres
Jacars e successivamente publicar as mus
cas das mais celebres e popularas Cangoneas e
Operela3 portugueza3 e brazileiras, asira como
as maiores novidades em lilieratura recreati-
va.
Ao* dignos propnelarios da Livrarii Con-
tempornea, Srs Ramiro M. Costa & C. agra-
decemos o exemplar com que nos obsequia
rara.
Enci'uracado Riachuelo -Acha se
em nosso porto este imprtame ennouragado
brazileiro que ha muito foca para Toulon afi.m
de soffrer rigorosos reparos.
Tapir MagdalenaTe I egramma rece-
id., pela agencia da Mala real Ingleza diz que
o vapor Magdalena sanio do Rio de Janeiro hon-
tem a urna hora da tarde.
Instituto Geographico e Histri-
co da Babia.Este Instituto enviou-nos um
exemplar da importantlsama revista que publi-
ca trimensalmente cujo sumraano o segrala :
Dous de Julho de 1895 -importante artigo do
Dr. Satyro Dias sobre esla dala gloriosa ;
O Monumento oulro artigo do Sr. Alexandre
Bitteocourt;
Ante o Monumento de 2 de Julho soneto do
Sr. Joao Guimares Cerne ;
O Monumentoextensa poesia do Sr. Joo
de Brilto ;
Actas de sesses ele,, e mais um bom noti-
ciado do qual extrahimos o seguinte :
Carbonato de 181 oitava3 ou 3167 1/2 qui-
latesSobre o grande carbonato, o 'maior at
boje encontrado, e que foi ltimamente vendido
nesta capital por 121 contes de res, pesando
181 oilavas, dam.s publicidade a seguinte
noiicia fornecida pelo Sr. Gongalo de Alahjde,
morador na cidade dos Lengoes !
Entre as preciosidades e riquezas que nos
teera dado as Lavras Diamantinas, desde a sua
descoberta em 1844, at hoje, deslaca-se o
grande carbonato que acaba de apparecer nos
terrenos da 2 companhia de minerago, no
municipio da cidade dos Leng es, no logar de-
nominado Brejo da Lama, que dista quasi duas
leguas dos Lenges e que fica pert) do garimpo
dasBicas, e encontrados pelo garimpeiro Sergio
Borges de Carvalho, homem de seus 50 airaos,
pobre e onerado de familia, que o veodeu ao
negociante capito Jos Bezerra de Cerqueira
por mais de cem contos de res, segundo nfor-
raago fidedigna que nos foi ministrada.
Os terrenos da 2* compaubia sao os com
prebendidos entre o rio Roncador e o corrego
das Bicas, abrangendo as aerras, e os donos
dessa companhia pagam reparugao Diaman-
tina annualmente as suas entradas, para terem
o direito de cobrar o onus dos garimp -iros, que
"limpre de 25 % sobre O extrabdo oruio.
O carbonato a que nos referimos foi encon-
trado em terrenos j explorados e pesou nos
Lengoes 3167 12 quila es, mas j fez aqut urna
differenga, talv z, de 35 quilates ficando com
ura total a 132 1/2 quilates, o que anda muita
cousa.
Filho daquellas regies eonie residimos,
podemos assegurar que nao ba exemplo de um
carbonato de lamaoho peso ; sabemos, apenas,
de um de 997 quilates tambem encontrado bos
Lengoes e mais um oulro de 2240 quilates, de que
nos d neticia o honrado negociante das Lavras
e boj i desta praca o Sr. Joo Cardoso da Silra,
que vio ou o c mprou,
E' verdade que das Lavras teem sabido mu
tos diaman es e alguns Uem gosado de altos
pregos pela raridade do bnlhj ou da cor, mais
nada se compara com o carbonato qua descre-
vemos e que tem sido v ato por quasi toda esta
capital, pro-luz Ddo verdadeira aimirago sos
d'aqui e entbusiasmo aos HIqqs daquella rica
trra.
Em Mlnjs encontrou-se o Grao Mogol, o
1. Publicacao
Jos Felippe Marques Lins, acadmico, resi-
dente no municipio da Eacada, com Angelina
Uchi, residente na regezia do Recife, sollei
ros e naturaes deste Estado.
Francisco da Nitividade Saldanha, nego-
ciante, residente na freguezia da Boa Vista,
com Joaquina Rosa de Brito, rsideute na fre-
guezia de Santo Antonio, solteiros e naturaes
deste Estado.
Hospital Pedro IIO mo vi ment desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife uo da 21 de Outubro, foi o
segrate :
Entraram..... 20
Sahiram..... 20
Falleceram .... 2
Existem..... 801
Foram visitadas as enfermarias pelos segra-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
oh e sabio s 8.
Dr. Malaquias, entrou as 10 di manh e
sal i as 113(4.
Dr. Simes Barhisa, entrou as 11 da nianb
e sahio s U 12.
Dr. Berardo entrou s 11 Ii2 da manh e sahio
s!2 1|2.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 da manh
e sahio s 11 1|2.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 da ma-
nha e sahio as 12.
Dr. Bistj8 de Oliveira, entrou s 10 da
manh e sabio s 11.
Dr. Jos Avila, entrou as 10 1|2 da manh e
sahio as 12.
Dr. Octavio de Freitas, entrou s 9 1[2 da
manb e sahio as 11 1|2
Dr. Alfredo Costa, entrou as 7 da manb
e sabio as 8.
Dr. Joo Marques, entrou aa 9 1|2 da manh
e sahio as 11 1,2.
Dr. Ama o Wanderley, entrou as 111|4 da
oh e sahio as 12.
Dr. Arthur Cavalcante en rou as 9 da ma-
nb e pahio a 10.
Pharmaceutico, entrou s 9 1|2 da manh e
sahio s 2 da tarde.
1" A,udante do pharmaceutico, entrou as 6 34
da manh e sabio as 5 da tarde.
2* Ajudante do pharmaceut'co entrou as 6 li2
da manh e sahio s 5 da tarde.
Lazareto da Uado Pina-Eis orno-
viment) d'sse lazareto no dia 17 de Outubro:
Exi.-liam....... 10
Entrou........ 1
Existem era tratamento- U
Hospital de Santa guedaO mo-
vimento deste hospital no da 21 Je Outubro foi
o s guinte:
Varilas
Exisliam....... 132
Entraram....... 7
Hah rara curados..... 13
Existem era tratamento. 126
Movimento do dia 22 :
Existam -....... 126
Entraram ....... 6
S-ihira n curados..... 4
Fallece.u....... 1
Existen) em tratamento. 137
Commisso de melhoramento do
Porto do RecifeRecife, 22 de Outubro
de 1893
BOLTIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi
Asis Brazil-Democracia, 1 vol.
Ribas-A Capital Federal, 1 vol
C. e Souza-O Missal, 1 vol.
V de Castro-Atte.itad.s ao Pudor, 1 vol.
broc.
RibasFructo prohibido, 1 voi.
Conloada carochiuba, 1 vol.
G. do-Prado-IHuso American, 1 vol. broc.
Cammha-A Normalista, 1 vol.
J. Diqz-A moradioha dos canaviaes 2 vols.
broc.
J. B. CContador Commercial, 1 voL
C. L.MouraO Livro iqdispensavel 1 vol.
ene.
T. Gaulier-Mademoiselle de Maupio, 1 vol.
broc.
A. Daudet-ONab.bo, 2 vola, brocb.
MandriotA mulrier Forte, 1 vol. broc-
T. Gaotier-Rei Candaue, 1 vol. broch.
Rabelas. Cocottes e Concelheiros, 1 vol
broch.
Rabelas. Aphrodisiacas, 1 vol. brocb.
Lbotheaay. Ssnsu^lidade e Amor, 1 vol, broc.
A Sedugo por Vinganga, 1 vol.
broch.
A. Daudet.O Immortal, 1 vol brocb.
Plamraarioa.-Narrages do Infinito 1 vol.
ene.
< Os mundos imaginarios, 1 vol.
ene.
A pluralidade dos mundos habi-
tados, 2 vols ene.
Deus a naturaza, 2 vols ene.
Laffite Paradoxo de igualdade
D. da S Iveira -Molestia das mulheres, 1 vol.
ene.
J- de Sant'AnnaManual das Jovens MSes
1 vol. bree.
C. Vilella-Tragedias do Recife, 1 vol. ene.
G. Jnnqueiroa velhice do Padre Eterno. 1
vol. ne.
Fe isA msica ao alcance de todos, 1 vol.
ene.
Cristbal Lilran-Historia de Vctor Hugo, 1
vol. ene.
P. CamposA India Chrisl, 1 vol. ene.
GonzlezO Paslelheiro de Madrigal. 2 vols.
ene.
Luiz D'arneA Farila de Bou -A mesma, 2
vols. enc(
Cunha e SO CaJaslro da Policia, 6 vols.
ene.
Eduardo Grauerlinduslria, cornmercio e
bancos, 1 vol. ene.
Vieira Tbesouro inesgoiavel, 1 vol. ene.
G. Junqaeiro -A Marcha do Odio, 1 vol. broc
V. de Castro poocesso e Julgalmentr, 1 vol.
broc.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
SOIIZ4 PAZ C.
81RUADO IMPERADOR81
Compra e vende livros no vos e asados
ZeladorTkomaz Dias da Silva.
S3cretaria da-Devosao de Santa The-
reza de Jess .ra do Nogueira n. 3
em 23 de OuUrtroide 1895. '
O secretario.
Gabriel Arehanjo de Carvalho.
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9 03 S m V
> M e?iJ u *aj m wxr O *i/ ron/ O
SDICACGES OTIS
Eterno vero Q h c ju ia mais bella \\
qoe o vero coavaua nq-ieza de fld es. o canto
de s-ras pasearos a e resplandor do sol ? S quao
triste peosa* qia dentro de u ,a poneos meses
es p.issaros bave:6> ido trras ende o sol
mais qoeote, e as li es iaze-aj sob umi cama-
da de nev.
Po n, ba urna trra onde eternamente briloi
o sol e exnalam as flores sua fragancia, b onde
f5o de'conhecdas a nev e o galo. Esta a
trra das fl4 es, ou a Florida.
Por nm processo to delicad i como sua pro
pria fragancia, conservada esla na exquisita
p-eparacao conhe i-la s.b o ooma^de Agua Fio-
ria de Murry & L>n rar, qn< Tef-esca no e-
i) como as 00 es que Ibe dao a vida e record <
no inveron su-.s exmurcbecidas fjlnaa. 9
Oecallstas
Dr. Per>a da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 i.* andar. Reside em
Caminho Novo.
Telephone n.
O Dr. Pedro
grado
o O)
vapv
dad
6 m. 2i,2
9 26" .3
12 26,"9
3 t. 27.-5
6 26,',3
18,43 83
19,36 76
18,89 71
19,07 70
19,3o 76
Tbemometro
Ennegrecido
sol 4m5, sora-
dtntiate qus ter lugar do dia 26 do corrate..|Dr Juiz e )n^x0 a0 Commerci, ser as lQmiior bnlaaoU coobeQtdo do Brasil e nos Lea
760,50
761,-47
759,m33
759, -60
760,-23
Temperatura mnima 24,-00.
deoobrigad ao meio dia.
Temperatura mxima 28,75.
52,3-Praieado 40,-2.
Evaporacao em 24 lloras ao
bra3,-2
ChuvaO-l.
Direccao do vento :ESE de meia noite at
4 h. 11 m.damaoha; E 8 h. 09 m.; ESE
al 8 b. 40 m. ; E al 1 h. 25 m. tarde; ESE
at 1 h. 49 m. ; Ente 2 n. 33m. ; ESE al
8 h. 11 ra.; D al 9 h. 43 m.; ESE e SE aller-
nadosat meia noite.
Velocidade media do vento 3.-10 por se.
gundo.
Nebolosidade media 0,50.
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Dias Horas Altura
bnixa-mar.
B. M. 22 de Outubro 7 h. 15 du m. 2,-i0
p. 1 h. 25 m. da t. 0,-65
Ceinierio PublicoObituario do dia
22 de Outubro de 1895.
Jos Alves de Souza, Brazil, 26 annos, so ter
ro, Boa-Vist.
Thomaz C. da S. Lins, Pernambuso, 53 an-
nos, casado, Recife.
Cynlla M- J- Magalhaes, Pernambuco, 29 an-
nos, viuva, Recife.
Mana T. de Jess. Pernambuco, 60 annos,
soltiir, S. Jos.
Mari a E da Conceigo, Pernambuco, 26 an-
nos, solteira Graca.
Josepha M. da ConcecSo, Pernambuco, 25
annos. selteiro, S. Jos.
Jerofferonia C Alcoforado, Pernambuco, 3
das, Boa-VisH.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, S.
Jes.
Jos dos Santo?, Pernambuco, 1 hora, Boa-
Visti.
Theodoro, Pernambuco, 1 anno, Santo Anto-
nio-
Martiniano A. Domtngues, Pernambuco, 5
Juliana, Pernambuco, 8 raezes, S. Jos.
Manoel B dos Aojos, Pernambuco, 35 annos,
casado, Recife.
Emilia de tal, Pernambuco, 11 annos, Graca.
Manoel a. Ferreira, Pernambuco, 20 annos,
eolt-iro, Boa-Vista.
Antraio de Souza, Parabjba, 16 annos, sol
teiro, Boa Visti.
Beraardioo C dos Sanbs, Pernambuco, 25
annos, soltairo, Boa-Vista.
Genuino A. do Nascimei.tj, Pernambuco, 24
annos, solteiro, Boa-Visti-
Casa de Detenoao Movimento dos
presos da Casa de DetencSo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 22 de Outubro de 1895.
Existiam 416, entraram 6, sahiram 3, exis-
ten 419-
A saber: naclonaes 381, mulheres 10, estran-
geiros 23, mulheres 0, tjtat 419.
Arracoados 401
Bons 376 doentes 21, loacoa 2, louca3 2,
total 401.
Movimento da enfermarla: Tiveram alta:
Francisco da Silva, Antonio Deodato Ferreira
(soldado), Joas Razando da Silva, (soldado).
588.
Pontual,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con- |
sul torio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d
insultas de 1 s i horas do primeiro
indar da roa do Baro da Victoria o.
15.
Residencia a ru Teleohone n. 355.
Medico
Dr. Joaquim Loureiro medico pariel-
0, consultorio raa da abug n. 14,
'esideucia na Casa Forte n, 5, casa de
izulejo, defroote Ja igreja da Campia
O Dr, Lobo Moecoso d consultas em
em casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da manh 1 da tarde. Achan
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a qu;nquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
cia lidade, uperaces, partos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz o
ti, d consultas medico-cirurgicas todoi
n dias das 8 meio dia, menos no-
bmingos e dias santificados.
Drogaras
Paria Sobrinho <& C, droguistas po^
atacado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Guimares Braga C. Deposito
Je Drogas e* productos chimicos, espes
eialidades Pharmaceuticas, medicamens
tos homeopalieos e tintas, leos, pin-.
seis etc., etc. Ra do Marquaz de Olin
da n, 60.
A. P. Braga Guimares Agencia de
tdts as especialidades pharmaceuticas,
iotas, drogan, productos chimicos e ou-
'ros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Papis Flotados.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
Clara Atice Pereira Loureiro
1* aoniversario
Antonio Francisco Loureiro e seas Minos, (ia-
fluies) J-septia Campos Lima, (aozentp) JoSov.
Goncalves Pereira, Mara Campo" Perera, Joao
V tor da Crrt AltVra e Anna DioDltia Perei'a
Alf.irra. convliam as r.psfoas de sna amizade
par a-sistir as mi sas qae por alma de sna ex-
|tremo8a esposa, n,i. Itia, sobrloba e prima,
' m n i na celebrar na ig-- ja na crdem terceira de -.
S. Faoci=co, sexie-feira S5 do corrente, as 8
bo as da roaob.
A' todae as p-ssoss qoe se dignarem as itir a
este aito de religiaoe ctridade, bypotDecam sea .
graUdio.
GALEPINO
L^ovid .des! Kovidades !
. V. Vargea -Mares e Campos, 1 vol.
Almanack do Rio Grande do Sal.
Ale carAquldaban.
A Florianeida. t
A. Crui-0 iogador, 1 vol. broc
A. Porto. AlegreUlnmiaura', 1 vol. broc.
Ouro Pretoa marinha d'Oatr'ora, 1 vol.
Mello Moraes-Festas e Tradocfie, 1 vol,
nroc
LIVROS RECEMCHEGADOS
vol. broe.
! o Obnet-0 grande industrial, 1
C. NetioO rei Fantasma, 1 vol.
A. Celso-Lupe, 1 vol. broc.
Coelho NettoMtragem, 1 vol.
flBUCtCES A PEDIDO
DevocAo
De Santa Thereza de Jess da ra
do Nogubira n. 3
Ficou assim organisada a mesa reg-edo-
ra qua tem de asnimir o exercicio de
1895 a 1896 :
Presidente Julio Luiz de Agu:ar
Costa.
Vice-PresidenteGabriel Arehanjo de
Carvalho.
SecretarioJo&o Zeferino da Assamp-
9&o.
Theeoureiro Jos Luiz da Goata
(reeleito).
Procurador-GeraiArsenio Jos Ba-
ptista.
1. procuradorAlfredo Joao da Sil-
via.
2.' procurador Jos Theopho da
PaixSo.
Definidores Firrniuo de Barros Accic-
lt. Candido Pires Monteiro Filho, Fran-
cisco Antonio do E p rito Santo, Anto-
nio Luiz d s Santos, Heliodoro Marceli-
no Saraiva e Eziario Fernando da Costa.
Juiza por devocaoD. Joaquina Ma-
noeia da Conceic&o.
[ Vic-Juiza D. Floriana Tavares da
Gloria.
I Juiza da bandeira -D. Rosa Vicencia
I" de Olivara,
Escriv por eleico -D. Amelia T
vares da Gloria.
Permitir se nos-ha expender
nma palavra s >bre as cnfe*>
mldades dos pulmes e da
gar/anla. -
Quanrlo os pulmOes se chegam en-*:'
fermar pode-se dizer que o doente se acba
s bordas d'uma enfermidade iucaravel,
e o primeiro passo dado em tao pingosa..
situacao tosse. Torna-so pois da maior
importancia o atalhar-se a mesma medialamente. Se por accaso pergun-
tardes de que maneira isso- se pode con-
seguir, promptamenle responder temos
com o Peitoral de Anacakuila, cujo ec-
celente Xarope preparado e composlo
com o maravilhoso e bolsamico suoso
d'uma arvore do Mxico conhecida des-
de muito scalos pelos aborignes, co-
mo remedio excelso para as informidades
pulmonares. Essa magnifica preparacao :
curar a tosse dentro em poucos dias, a
s vezes em poucas horas; alliviar a as-
thma, curar a irritada membrana da tra-
chea e impedir finalmente o. desenvolv-
menta da thisica. Ao contrario de todos
esses Peitoraes; e Xaropes feitos de fruc- -
tas e oulras substancias acres e d'uma na-
ureza duvidosa, ella nao eneerra em st
oenhum acido. Prussico, o como igusl--
mente oao con tem nenhuma mistura de
antimonio ingrediente este,, que abundan!
a mente se encontra as preparacoes da-
puellespor conseguiote o seu gosto n&
qroduz nauseas e suave e agradavel de
tomarse
Como garantid contra as falciOcacdes
observe-se que os uomes Lanman &
Kemp venham estampados em letras trans-
parentes no papel do livrinho que serva
de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas
drogaras.
Dr. A Hygino de Miranda
Medico pela Faculdade de Paria, an-
tigo externo dos Hospitaea, laureado com
nma medalha de bronza di Assistenia Pu-
blida, cirurgiSa parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nova n....
19, 1.* andar. Consuelta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgo? genitourinarios.
Residencia: ra do Baro de S. Borja 30
Cirurjiuo dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiSo
dentista, abri seu consultorio na rus
Nova n. 19, l9andar.
Aa Paradis des Dames
Casa especial de artigos para i
Noivas
Roa B if da Viciara 31
Telephone 59
Peitoral de Cambar
Cora de affeeeeio pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Gongal ves de..
Medeiros foi accommettida de urna af-
fefo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
didia Vellas, cunhada daquella cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
ae radicalmente com o uso 'do Peito-
ral de Camba* de Souza Soares.
O agente Companhia de Droga*.
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Diario de Pcrnumbnco Qainta-feii-a 93 fie Outubro de 1*95
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O.
FABRICA GAIIAS
Os abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do coramercio para fazerem
apprehender onde f^rem
acnados cigarros de outra
fabrica com a matea contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanlo na raoitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito
cigarros venda, com todo
o rigor, ae conformidade
com as penas decretadas
por le.
Recfe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4' C
Au Faradis desDamet
E8pecialidade em sedas, branca?, preta-
de e5res, fitas, surabs, para caeamen-
[os, bailes e passeios, para grande Kescos
tha.
38 Ra B. da Victoria 38
Telphone S9
Peitoral de Cambar
Cura de toase pulmonar
Gravemente atacado da urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
O AGENTECompanhia de Drogas
:*, ",:::s bihass
Avisa a bous amigos e clientes, que
raudou o sea consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 a 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Tdlephone n. 292.
r,0MMERC0
Bolsa Commercial de Pcraam
buco
COTA^oES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Prafa do Recife, 23 de Outubro de i8gs
Nao n.ove coufio.
0 Tesideote,
Anloaio Ma quea ce Amoriaj.
0 secreurlc,
Kaaoel 6. da Silva Pioto.
Cambio
Os baoco abriraaa co n a laxa (Je 9 7/8 sobre
Londres a 90 d//, e offrecia saccar franca-
mente a es a laxa po-m nao apaareceram loma-
dores e as iraosaces do da foram qoast oolla?.
Lettras particulares f jram uflcresidas a 10 d
seis constar negocio.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Acucar
Usina Beltrao por,.15 Kilos. #
Uiloas, porl5kMos. 6*100 a
Cnsiallddos, idem, idea. 5^tw a
Branco, por 15 kilos 4**0:) a
Somenof, por 15 k los. Z* a
Mascavado, per 15 kilos 21300 a
Bruto, por 13 kitoa. 2*600 a
Dr. Barrete Sampalo Oculista
Consultorio aruaBarao da Victoria n. 51,
1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem i
Europa, da consultas de 1 as 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephone
n. 287.
i
Dentista Americano
Dr. W. V. Frligh
49 Ra Bario da Victoria 49
l.* andar
Acceita exclusivamente as familias da
melhor sociedade para sua clientella.
Marca horas das 10a s 4.
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
A[provado em 21 de Marco de 18"8 pelala-pec-
toiia Geral da digna Junta de aliene do Ro
de Janeiro.
Eo Elur de ctmposisao (oda vegetal pre-
parado fegoudo as rearas rbarmacenlicas, aroo-
eelbadas pelos autores modernos e de recoobe-
cida cjp. cid; de scienliflca tanto no paiz cemo
no exirangeiro.
ste Elixir o prodneto o&o e do g-ande es
todo das ac(6 s physiologlcas das eubaia:jcl>e
como tambem patolgicas, como tambem o re-
soltado das tmmensas appllcacOes nos diversos
casos de febres de fundo palustre,
A applictcao de E.->ie Elixir na grande epide-
mia de bexigaa de (890 a 1891 mais urna vea
demoo8tron a sua ilfcacla; poisno principio irx
primeiros sympiomiS a bexiga abona, e em ca
os mais aeiaotado a bexiga passa a eer oms
Joenca febril vulgar apresentando pequtoaa to
mefocOes qoe com a co;ti iaco do elixir dpsa-
parecem sem todava apreseotar recelos de pe-
rigo.
0o multes atleslados poblicados no Diario de
Pernambuco > e Gaxeta da Tarde provam o q-:e
disemot.
Nos casos de febre amarella o effeito e admi
ravel, apresentando pbenomeoos to maravilbo
oe que nesta cidade do Recife e no da Rio de
Janeiro ronco receio canea a febre amaren
oaesmo estando o doeote com vomito pretos.
sanguneooestes olimos periodos entao ne-
cesario a applicacSo em alta dose, desprezaoao
tanella annexa-
Este Elixir j conbecido do puPlico de uit
grande numero de dignos mdicos a apresen'ado
aara combaier os differenes incommodos todo-
elles de carafter febril.
Por muito tempo tivemos occasiSc de 'aaer >
ipplicacdo as febtss erysipellosa3 e com tai.
bim resultado que ric-Toa admirados de tao al-
tos eOeitoR.
Pela pratica ebegamos a conbecer que not
ataques de feore erysipellosa 00 erysipella com
vulgamente se d'.z necessarlo o uso de 10 dia-
da Elixir.
Nos grandesjincommodos das eenhoras men.--
roacSo, gravidez ; e nos casos de parto com fe.
ore de om resultado ma'to ce to e seguro em
a sna conposicSo to sluples fine nao off-rece
receio de appltcaro Elixir nem ruesmo em uo-pb
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos aue dse y
rem faxer uso deste Elixir em sua cimica nao w
Bajeitarem nossa prescripcio, mas sim fazer 1
applicacao em barmoaia com os casos que dse
larem combater, certoa de que o medlcameoio
1a eomposicao innocente para o organismo
m lia frgil que seia. ,
nodo de osar
A's criancas at um anno 10 gotas de S em
*ppp
6<500
600
3150/
5*600
34600
2*600
3*000
NSo
Algodo
onatou negocio.
Aleool
Por pipa de 480 litros 218* ccm'.aal.
Agurdente
Por pipa de 480 unos 120* enda.
Coaros
SCCob salgados na Das- de 12 kilos 1*150 ria
venda.
^ Verdes 680 ris, venda.
Carnauba
Cota-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
el
Por 110*000 nomina!.
Lmportaco
Terra Nova, luear inglez Maggie, entrado em
19 do corren e e consignado a ordem.
Btcalbo 2.115 barricas e 2.050 metas ditas
ordem.
Terr Nova, lugar ioglez Gorlsande, entrado
em 18 o coneate e consignado a Blackburn
& C
Bacalbao 2 203 barricas e 1.707 meias ditas 6
ordem.
Pelotas lugar nacional Alvaro*, ntralo no dia
18 do correte e consignado a M. S. Maia.
Xarque 15.963 arrobas k ordem.
Swinsea, barca noroguense Gudrun*. entrada
em 18 do correte e consignada a Lopes Gui-
maraes Irmaos.
Urv&o de pedra 1.503 toneladas ordem.
Pelotas a Babia, lugar sueco Carl>, entrado no
dta 20 do correte e consignado a M. S. Maia.
Xarque 14.(18 arrobas a ordem.
Rio-Grande do Sal, patacho nacional Jayme*,
entrado no dia 21 do corrate e coasignado a
Nova Maia & C.
Xarque 14.120 arrobas ordem.
Porlos do sol, vapor nacional Mercu-lo, entra-
do em 18 do correte e consignado a Burle
&C.
Aolagem 14 lardos a H. Forster C, 8 a
Loya & Fjlho.
Alpiste 58 saceos a M. 8. Maia.
Agurdente 10 calas ao mesmo.
Carvao 9 barricas ordem.
Cbapos 1 caixa a Soarea & C.
Guarnios 8 calzas a Joaauim B. dos Re.
Cordal 100 pecas a Joaquim A. da Silva San-
to.
Estopa 16 fardos a Mmeid Machado & C.
Fomj iO vj.uui 8 a Azevedo & C 4 a Manoel
B. Seve, 48 a Almeia Machado & C., 9 a Per
rrira Roirigaes 4 fi.. 2 o^'em, 3 a F. Gesta
& C., 23 a Pere ri de rarias r & C.
L'vrcs l caixa a F. S. Qilntas, 1 a Hugo & C.,
1 a Medeiros Layxo & C 1 a Ramiro M. da Coa
ta A G 1 a Suuxa Paz & C-
Msrcadorias 6 volumea so Lazareto.
Oleo 100 calles a Amorim I maos & C.
Pelxe 59 fardo* a N >va Miia & C.
Tontis 30 a Silva G .Imarae & G.
Tecidos 18 volomos a A. L'p.s & C, 5 a A.
Arco 10 & G 87 a A. Miia & 50 a Rodri-
gues L'ma & G.. 21 a Dias Lonreire & C., 6 a
5 Iveira & C-, 7 a R. oe Carvalbo 4 G., 90 a
Alves de Bri'o & G., 6 a Olalo Jardim 4 C 40
a Ferrelra Irmaos u C tO a J. A. S. Ribeiro,
10 a Looreiro Maia & C.
Yasou'as 1 caixa ordem.
vinbo 20 caixas a M- S. Mala, 1 barril a "=Af-
fooso Taborda.
V.oagre 1 harril a P. Jos Alve>.
Xirque 1.000 fardos a Pereira Carneiro 4C.
Po'to e Bah'a. brigue portuguez Vareiro>, en-
trado e 1 2) do corrate e consignado a Amp-
nm I-macs & G.
Fj as de louro 1 caceo a Guedes de Araojo
6 F h >s.
Oojectos de locci i23 volumes a JoS] Ojs
Morelra & C.
Rolbas 33 saceos ordem, 48 Gompaabia de
Estiva.
Vime 320 Hacas ordem.
Vinbo o pipas a A. Maris & Silva, 30 50 bar-
r? e 550 caixas a C. Lima *. G-, (0, 150 e 126
a Nones CoimDra & G 100 a E. M. de Barros
5aE. B. Cooper&G., 3 a J, C Ferreira, 73
a Guedes de Areujo & Filhoe, 30 coadecan a
Paulino de O iveira Maia, i.035 caixas a Gom-
paobia de Estiva, 237 a Guedes de Araojo Fi
Idos. 200 a Ferreira Rodrigues & C, 299 a Fi
gueiredo Co>ta & C.
E&portaeao
Recite, 23 de Outubro de 1895
fara o exterior
Nj vapor inglez Edi.lor, para Liverpool,
carregram :
Bo'stelman 4 C., 671 saccas com 61,-91 kilos
de algo 13o.
1>. Gouveia, 367 saccas com 41,435 kilos de
algodo.
Elaikburn & C., 5 barricas com 500 kilos de
barracha de mangadeira.
Ljyo & Filbo, 1000 saceos com 73,000 kilos de
asaucar mascavado.
No vapor allemo Gaabiba, para Han-
burgo, carregou :
R. Brothers, 6 meias de sola e 771 kilos i
residuos de conro.
Y. Neeae?, 74 saceos com 4440 kilos de cafe.
Para Lisboa, carvgoj :
L. A. da Casta, 5 barricas com abacaxis.
Para o Interior
Nj vapor mcionil Gamoisim*, para San-
tos, carregaram :
A. Irmaos & C, 600 saceos com 36000 kilos
de assocar mascavado
No vapor francez Cordoaan, para Rio de
Jineiro, carregou :
L. A. daC ti, 4000 abacaxis.
= Nj vapor nacional Mercurio, para Babia,
carregaram :
S. da Figueira de G 8 caixas com 264 kilos
de doce.
Na vapor porlujuei Cruzeiro*, para Rio
de Janeiro, carregou :
J. A. G. Viaaoa, 2754 kilos de semene de
mamona.
=- No vapor nacional Cometa*, para Porlo
Alegre, carregaram :
A. T borda & C. 230 saceos com 18,730 kilos
de assocar braoco.
No vapar nacional Santelmo, pira Rio
Grande do Sol, carregaram :
P. Garueiro &G 2 pipas com 1,100 litros de
alcool.
Para Rio de Janeiro, carregou :
J. F. de Carvalbo, 2000 abacaxis e3O0O cacos
frocta.
No vapor inglez Paraenie, para Para,
carregaram :
Doras em urna colher das de sopa ebeia d agua
fra.
De om a tres annos 15 gottas.
De 3 a 10 annos em dianie 40 gottas etc.
Betas doses devem sempre eer applicadas em
{na
Seposltoa
Compannia de Drogas e Productos Chlmicoi
Recife, ra do Mrquez de Oliuda o. 23.
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosarlo a
35.
Pharmacia Oriental, roa Bstreiia do Rotaou
q 3
Pbsrmacia Alfredo Ferreira. roa do Bario da
Victoria n. 14.
Pharmacia Martins, roa Duque deGaxiaso.
M.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciei Pinbelro 22.
Pharmacia Victorienee de Loiz Ignacio de ao-
Jrade Lima, cidade da Victoria
Para qualquer mformato sera encontrado o
autor na ra Estreita do sario u. 17.
Os nostos frascos s5o quadrados e con'.a go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir ante fror,
e no ontroManoel CardosoPernambuco, e to
dos oa prospectos eao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, eeodo falsos os que nao fe re 3
assigoados.
----------------?----------------
Peitoral de Cambar
Cura de nina tosse rebelde
C'heio da mais viva alegra e gratidJo,
venho declarar que em menos de dons
mezes minha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, de urna horrivel tosse
sec a acompanhada de dores no peito,
t ndo antes, durante o espado de dous
annos, empregado sem o menor provei-
to, urn grande numero de outros reme-
dios Joaquim Atves Qavalcanti (Fir-
ma reconhecida.)
O agente Con*panhiade Drogas
INFLUENZA,
A bronchite que sobrevem a Inftu
enza, as Corysas (difluxos) acompaa-
das de reaeco febril, bronilwpneumo-
nia, calliarro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da pwganta, insom-
nios etesses suffocantcs j;Jem immedia-
tamente ao uso do
XaropedeLobeliainflata
I'Hlr er bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
iOs grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepc;ao, residentes n'esta cidade.
Depsitos *
Ra do Baro da Victoria n. 37, i.* an-
dar, sala posterior.
Pernambco
Peitoral de Cambar
Outra eura de bronchite
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos das a pergosa en-
fermidade.
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Carneiro Leao
K.edico parteiro e operador. Residencia
e Consultorio ra do Livramento n. 31,
1. andar. Consultas de 12 s 2 horas
da tarde. Especialidade : Ftbres parios
e m lestas de c ancas Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71,1 andar: Operador parteiro tra-
ta cora, especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualqure hora* tklephonb n. 226
Dr. Joo Paulo, espe;ialista em partos,
molestias de senhoras e de creancas com
longa pratica nos hoapitaes de Pariz e
de Vienca d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n.
19, 1 .* andar e reside oa ra de Henrique
Das n. 2.
Teleph nesns. 190 no consultorio e 467
na residencia.
MIMES
Dr. Francisco LeopolJno
Especialidedes : Febres, molestas de
criancas, sjphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da ta de
ra do Mrquez de Olinda u. 38, 1."
andar.
ResidenciaRa da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214
Chamados por escripto.
Capas impermeaveis
Para homem recebeu o
Aa Pdfatis d^s laus
llt?C8
P, Gameiro 4 C.. 141 barricis som 8970 kbs
de essecar braoco.
Kitihaik & Gunier, 5 pipas com 2400
de alcool.
o hiite Victoria, para Mjssor, carre-
garam :
P. Carvalbo & C, 2 banls com 110 litros d
a.-uirdejte. 1 barrica con 60 kilos de aBsoCir
reaoado, ISOOO ciuarros, 2 aixas com 20 litros
de geoeb.-a e I birril com 2 1I1U3 de vinagre
Hj vapjr Inglez Par en e, para o Pjr
car'egaram :
Kautha k k G uoier, C0 barricas com 4,200
kilos de afsucar banco. ,.,.,
G. F. Cascao, 2i8 barfica3 com 19,333 kilos
de assocar braoco.
J. A. Fjoseca, 100 caixas com 1,303 kilos de
sabio.
F Iraos & C-, 500 caixas com 6.500 kilo
de sarao.
Ka Darca por ugaeza l'riumpho, pira
Kossor, carregaram:
S eve-, & C, 30 harria com 2700 litros de
agurdeme. 3u caixas com 388 ditos de cognac
e 3 ditas com 28 diUH de genebra.
No huta Victo-ia, par. M<8S0-0, carre-
garam :
Oliveira & G., 4 barricas com 312 kilos de
lassucar refinado e 3 ditas com 339 ditos de diio
branco.
J. Rodrigues, 15 barricas com 300 litros de
cerveja.
no hlst8 Gorreio de Nalai, para Njtaj,
cartegaram :
Ca:ta & Rocha, 200 kilos de piassiva em cor-
da, 4 ouziss de vassoursa <. e dita e 2 ditas de
dita de timbo.
a barcaca Paraguassa', para Parahlba,
carregou '
C. de Drogas, 2 bar Is cjm 192 litros de al-
cool e 2 caixas con medicamentos.
Na barcaci D. Yaya, paia Micei, car-
regou :
A. Costa, 1 caixas com 110 kilos do maesa
de tomite.
Na barcaca Diviaa Providencia, pa a S.
Miguel, carretn :
J. Licate, 32 barrls com 1450 litros de viobo
de fructas e 6 caixas com 60 ditos de cogoac.
= Na barcaca Diva*, para CiOiaragibe, car-
regou :
J. B. Pinheiro, 20 caixas com 440 kilos de
sabio.
= Na barcaga Gjyaz, para Camaragibe,
earregou :
A. Neves&G., 2 caixas com 44 kilos de sabao
Na barcaga Pbeoes, para S. Lu'Z. carre-
garam :
G P.nto & C 6 caixas com 36 litros de gene
bri, 2 barr.s com 90 ditos de vinagre e 2 ditos
cjm 90 ditos de vlobo de fructas.
D) dia 1 a 22
dem de 23
RECEBEPORIA DO ESTADO
181:129*301
3:541*475
RECIFE DRAINAGE
Do da 1 a 22
dem de 23
llovimento do porto
Navios entradoa no dia 23
Ntv/-Yark e Baltimore26 dii?, vapor aII?mso
Sleme, de 1319 toneladas, equipagex 28
commandanlc John Scbarmberg, carga varios
gneros; a Pereira Carneiro & C.
Liverpool51 das, lugar noraeguense Vin-
golf, de 379 toneladas, eqoipagem 10, ca-
pliao Christiano Krogb carga carvio; a Com
pannia do Gas.
Buenos Ajres33 das, barca alem& Frlda, >
de 235 iooeladaa| eqolcagem 8, capilao Heory
Jolles, carga sebo ; a Pereira Carneiro & C
Ramburgo-70 das, patacho allem&o Jonano,
rt 135 toneladas, equtpagem 6, cap'tio M. <*'
Webn ; carga varios geaer a; a Foase.a & I '-
los.
CarJlff52 das, barca francesa A'sumptioe,
de 653 toneladas, equipagem 16, capillo Jose-
pb Blaocoe, carga carvao; a Wilson S001
& C.
Navios sabido no mesmo dia
Bueoo8-Ayres e escalaVapor Iraocei Gordo-
nao,* commaodante Tlard ; carga varios ge
eros.
Prisao esYenTB, P6 Laxativa uVichy
New-Y.i k Vcpor iogUr P.rae.'.se, Jcomcan-
4.ote H. Tnum z crga varios genero?.
BiliiceBa'Ci eue a Meno', ca^i ao V. Se-
oerbone; em Ustro.
OcservacSo
Cbeou ao nos-"o por lo, procedente de S. V*
uelite o ea .'ouri'galo RuchUf-llo .
Hercado nunicipcu de S. Jos
O moviaieuio desU me.cado no da 22 de Ou'-u.
oro o\ o sogotnta
Emrrrim :
45 hois pesniido 9,741 kilos
410 kilos de peixe a 20 rs.
3 compart com manscosa 100 *8.
4 ditos com camaroes 100 rs.
26 1/ columnas a 6O rs.
2 carg88 com galliabas a 500 rs.
6 cassur.es com Kallinhaa'a 300 rs.
1 carga com amenioim a 300
6 cargas com batatas a 300 rs.
2 carga coui macacheiras a 300 rp.
1 cargas coio conoiinbo a 300 rs.
2 cargas com gerimuns a 300 rs.
12 cargas com verduras a 300 rs.
1 carga com canua a 300 rs.
2 cargas com luraajas a 300 rs.
i cargas con inhume a 300
I cargas com loucas a 30'' rs.
3 cargas com diversas a 300 rs,
45 cargas com fariana a 200 rs.
15 cargas com milho secco a 200 rs.
5 cargas esm feio a 200 rs.
65 lugares a 200 ra..
.2 Suioos a 200 rs.
12 comp. com suioeiros a 1*000
9 comp. com seta i'u: a '00 rs.
8 comp. com fressuraa a 34 comp. com comidas a 70u ra.
75 comp. com fazendas a 600 rs.
49 comn. com verddi-as a 300 rs-
P4 comp. com tartana a 400 rs.
56 comp. com (albos a 2*000
Peitoral de Cambar
Cura de to*se pertinaz
Confirmando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento om minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a afflgia.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconhecida).
O agenteCompanhia de Drogas.
Conselho Econmico da
Reparlico de Mar-taha
De ordem di Sr. Cap to ae Fragata
Jos Pereira Quimai&a, iospector deste
Arsenal, fao publico que reoebo-sa pro-
ponas em cartas feohadaa no dia 30 do
correrte n>e*, s 11 horas da manhS em
ama daj salaa da Secretaria di 1 ispee,a-,
para o fornccimait) de m-.c'e'ras e outros
materiaes a este est*baleciment', iu.s
depenae icias e aos navios d--> Armada Na-
cin.-1, estacionados no porto deste Estado,
duraotao futuro exjrcioioda 1896, ooser^
vadas as diapoeis5!a d s art. 176 e 178
e seos paragraphoa do regnlaraeato que
baixou com o decreto u. 745 de 12 do
Satembro de 1890 os qnaes vSq abaxj
triniTiptos :
Art 176. Slo deveres i s proponen-
tes :
V Eocher c >m preos por ex'in.0
e em algaramo a p-opota iropresas que
Ihe sar fornreda pelo Sscrtt.ro do Ar-
senal a qnal datai e a sv.n.r( para ser
apresar t-jdo ao Coase^h > Ejmiao.
2- Entregar pessoalmente oa p)r
seu i'giiuo 'e-rri tn Sis, devidameate
1 ga-, da e
hora ennuniiadS as mpiotivis pro-
poatar.
3 Exhibir fclem da certiJSo do rer-
peu.ivo c>btra;to mi''1, quando Lifor
firma individua', os documeotos que prc-
v-m ser negreante rcatrijulado o haver
pagos impcais de ctsa c-iuimereial re-
utivus .0 ultimo semestre.
4- S5o d:8p08ad. s da epresantcTo
dit matricula na Junta Cimm.r itl as ta-
bri.-as e b est b-^K ciroentos iudustriaen
da Repab'cj, e to.fio estes e aqu-ll^sa
prefire-icii sobre es oufroa ocncarrentea
em i.U'Uice di c;ndiy5-a e circum3tan-
cias devidAmentj provala'.
Art- 178, paragrapbo nico. Alem do
pr-zo estipulado os f .rn*c&dcres continua
r/o a tujprir p->r mais 60 aias as meamia
condiy58, se ataim for julgado n csib-
rio, e sem que it> coniti.ua direito pra
a prorogsgSo ao contracto.
Os preponeot' daverao apresantar os
docu-niintos de habilita^So at a vespera
do C ns^lh. fcfin de ae vr ficar si tafor-
madadea S ;C eUria di laepaccSo Marrha do Pernambuco 22 do Outubro
de 1S95.
O secretario,
Antonio da Silva Asevedo
s
?LS
82 i0
*300
*30
15*600
li 00
1*8 0
*3:M)
1*80-1
*6')3
*3'Hi
*60
3*600
*300
*6il
*3)
*3J'
*9-.i0
9*000
3*000
1*0)0
13*000
2*400
12*000
6*3K)
4*800
23*800
45*000
14*700
37*000
112*000
Rudimento des dias 1 a 21
321*500
6.7l*900
7.041*400
. recos do dta :
Carne verde de 2JO a 1*000 rs. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca'neiro de 1*200 a 1*500 idean
Farinha de 800 a 1*400 rs. ? coi*.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cair.
Feao oe 1*400 a 2*000 a can.
a&. .^n esperado;
Do Rj de Janeiro
Logar porlGg:-ez Miono.
De Pelotas
Palrcho noraeguer.se Einar.
Paiacbo nacional Rival.
Patacho noruega Rodolpho.
Lujar portogoez Temerario.
Patacho nacional Soc al.
iS4 670*"'76 L?ar Inglez Broaet.
Becuna allema E me.
L^ar alaamarqtiez Lemwig.
De Cardiff
50:618*107 Barca norueguer-se Hireha
683*898 Barca noroegneose Lyra.
Barta noroeguense J- sia.
51:312*005 Barca noraeguense Hoileo.
Barca Inelesa Egeria.
Brea francesa Areompition,
Barca ncruegaense Sala.
Barca noruegaeose Auriga.
Vapore a entrar
Mezde Outubro
Raimas Kilary, de Trieste, a 24.
J..boatao* do norte a 26.
Gorce'a, do sol, a 26.
Wordswjrh, de New Yo k, a 26.
Brazil*, do sol a 26.
S, Francisco, do sal. a 27.
Magdalena, do fu', a 27.
Tbames, da Enrona, a 30.
Aislat Pnu:e,de NwYj k, a 30.
Taporea a aahlr
Mez di Outubro
Bayree e esc, Cordouam, 23 3 3 horas.
Rio e esc., Camoclm 26 s 2 horas.
Gear e 99c, Uas 26 es 2 horas.
NtwYork e esc., Parbanse, 22,4a & horas.
Sautas e esc, Wordswjrb, 26, s 2 horas.
t*aaos e es'., Ollnda. 27, u o horas.
Coronel Frederico Chaves
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O bacharel Antonio Tolentino "Rodri-
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Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praga 17 n. 79, dar
10 horas da manhas 4 da tardn.
Dr. Nanea Colmbra Clnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, a rua Mr-
quez deOlinda n. 64, 1." andar, onde d
consultas das 12 s 2 horas da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
rua da Soledade n. 84, esquina da rua do
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
Secretara la Industria
1 Directora
Em 23 de Oolobro de 1895
Edital :
Da urdem do Dr. eecre'ario iQienno e de con.
(orniMade com o aisioslo ro ar. 9 do reculi-
ajecto de 5 de A-ioslo nl4mopa>a execugao da
it-t r. 113 de 25 de Jaono doco ie 1 e auno, fago
gublicj qoem interesa r possi o iheor da pe-
IgSo dirigida a e3ia secretaria f e'o capilao Mi.
noel H>ioatodaCu ba Pedroii solictandi au-
xilio uc Estalo para fojdagij de orna os na
que pedenoxinar U 10a Si U I abel no eage-
o Pedrfz fe ssa proprieade sito no oirnici-
pio de Gimelleira e o ext seto doi documentos
que ac^mpanham a r/e^ma neti5o.
O direetsr ge-al,
Jcao Dioiz Ribeiro da Guoba.
Ptti\oa qoeee 'efe e o e al supra
Exm. Sr. D-. Ministro Sfcre'ario drs Kego-
eios da I idOcMi.O capiio Miooel H.'ooraio
da Caoba Pedros, proprieano dos engeahos
Ped-fz e Pdlreiiiho, com as (.ropnerlades Sen.
;a Cruz e Divsio e sitios adjaceotes Pitombei-
rase L'vramento, cim a scp'rajis de tl82k654
net-os quadrados ou 182 hectares, 46 ares e 51
ceu ia-e% de terrenos uDerriaj;s favorec os pe.
la toelfior tona, para o planto o cultura da can-
na de asaucar de modo a podereu 'ornscer can-
nas pa-a a p-oduego d'aria ne foOaaccosde
aesorar d>- 75kiioramiEas e 4 pinas de al^oo!
de 480 litros, porteado aicdd fornecer para mul-
to mais; v ra de confjrm iade coa os deceos
eio de u-ooro de 1890 e 31 de Janeiro de
18)1, lei uj. 23 de 1 de Dezsmbro de 1831 e n.
113 de 2o fe Jonho prximo pissado, pedir
/. Ex*. S-. digne ds coa:eden|Q8 o auxili) de
500:i 00, como fmp-estimoe as condicgOes das
eradas lea e decretos, ,a-a a fuadagao de urna
usina qae denominar- le-ba Santa Lanel e que
se a construida ia posijao indicada na planta
que ]mta o suoplicaote.
30 8oi>plicaLte -m ga.-act'a rfaquuotia pedida,
O'Je-tce em hj olheca a< referidas proprieiades
jue cumo V. Exc. vera dos docnoienUs jnnto?,
acnam-se devidamente demarcadas com todos
os areos confinante?, Uvres e desembarcadas
ne qnalqi' r onus e sem qoe a sua coastrucg&o
v>-oba ae modo algum prejodlcar a qualquer
una oot-a labnea da mesaia n^iu'eza que Ihg
tline proxlaia, com^ ainda pfova com o docu.
monto fornecido pela usina Pedresa a mais pro.
xima de local em que tem de ser fundada a do
sopplicanle.
Ex.j. >., o peiido feilo pelo suppiicanta a
alm de ser accmpanh?<'o por ledos os requisi.
ios exigidos pelas lea citadas, rene ma-is em
torno de si os seguintes: (\) Q o local em
qoe tem de serediflcida a usina tica a ma-gem
di etrada de ferro de Ribeiro a l!o:iit?, em
.cu ponto teriiaal Padra Firme ondejtema
esma um desvio, (B) Qie aa prop ledades do
S'.pp'i'antj .-5o bastantes por ti -, para for.
nacer a. canna? precisas na razi da capacida.
de da usina e que os contractos feitos pelo sop.
plisante c^m lercelros mostram evUeniemente
que a ui na pedida poier prcduzir meis do que
exige a le.
C) Qae ji esto esluda^o! 10 1|2 kiloaetres
de Eaira la de Ferro, construidos 8 kilmetro,
e com trunos 4 kilmetros; e uto devido a !m-
possibili Mde de serem t-anportadG3 os tril&os
pela Estrada de Ferro de Ribei.i. cejo trafego
fi continuadamente interrompilr, o qu'a tem obs-
tado a coQtiouogao dj aseniameuto dos trilbos
que se acbam na estagih de Ribeii&o.
N'esias condicoes, e acreditando na boa tos-
tado com que V. Exc. si tem sempre manifes-
tado em favor da laboriosa d\=s : a que par'en-
ce o euppiicaote,. estendendo Eo^re ella tanlo
qoauto possivel o seu brago pritrctor e a:onle-
cendo, como vea de demonstar o eopplicante
estar o seu pedido em condigoes dj merecer
con'inucSo da proteogao de V Exc. espera o
sopplicanle Ibeseja concedido o auxilio pedido
para a funragao de urna Usina, que a piimelra
uo muoMpiode Bonito, que se funda 80b os
an?picio8 desse beceaeritogovernp.
Nes'es termos.
P. a V. Exc. defe.iaet'.
A H
Recife. 31 da Julbo de'l89?. '
M.Doel Honorato Cun^a Pedrj;a.
Extracio dos documentos que acompanham a pe-
tita supra.
Escrfptora de venda queSfaiem o Dr. Nabor
Carneiro Beiera Cavalcnti e sai mulber do
engenho Pedra Pirme ou Pe re situado no mu-
nicipio do Bonio aoca, itao Manoel Hoocratn
da Cunba Pedrosa. "i0
Esc iplura de cempra 'trnrb que fai^m Jos
Felippe de. Mello L'os e Jote Felippe Lins ao
capi'So Manoel Honorato da Gnnha Pedrosa de
cinco panes do engenbo e propriedade Pe-
dreainbo do municipio do Bonito.
Escriptura de compra e venda de qostro par-
tes da propriedade a Eogenho Pedreilnao do
municipio do Bonito qae faxem Jos Marinbo do
Espirito Santo e sua mulher ao capia) Manoel
Honorato da Cooba Pedroi?.
.


1
i

I
m
tata incrreta
*
mtm


Diario de Pernambuco Huinto-feira $4 de Ontnbro de ISSfg


E'cnplo-a de Venia qoe f Au.ou o Daarte
Machado, da me.ale da Eagtuao Pedrez qDj do
muni ipti do B idUj, ao capuo M.noel Hjjoi
to da Cuma Peirosa.
Escrlptora de arrendaineo'o qae faz o cap to
Hanoi oooraio da Cuaba Pe-irosa, do seu E .-
genno Pcdreiuao du maoicipo co BjuUj, a i
Sr. Aotoaio Daane Hacad'', peo lempo di se
UBOf.
Eicriptora de contra: to de foraecim-'oto ce
Cana e lema, qae Nz Mmoel Hoaorato da Ca-
oba Podres-, con Aatoul Jj. Ja Silva, para a
Usina Sn a l abe1.
Eacriplara canoa e leona, qae f Me^oel H no-alo da C .-
nba PedroBa, com A tomo D-u.rtc Micdado,
para a Usi a Saca label.
Eicipta-a de cool acto do fo-necimeotj de
canoa e leona qa- fax o cap a > Mmoel Hoi ra-
to daCcnoa Ped'os', wn Fraa:isco Feruaades
de Farias, para a Us ai Siata habel.
Escnttd'a de coitracto d* foroecimeoto de
cana i e lenbi qae fu Manoel Hoiorato da Ca
nba Pedroaacm J j; Hy U inaSaoli Isabel.
Esclplara de contracto di foraec ms ilo de
esona e :eoba qae iz Mmo-I timorato da Cu
nhaPei^Oia com Antonio Fe j de Mello Liuo
para a Ui'.na Santa Isabel.
Termo d m dgo e dema-cac.ii do Entenho
PeJre ou Pedra Firme.
Orgamenti piraam f-ibrl a de assacir po-
dando ir.:biihir 150 teoeUd lecmnis em 24
oras de servigo m dhtillic) pa-a 4 p pis ue
alcool.
O'Camen o ''e culi aoproximativn para ioet i! *
laca da noa Sao a liabtl no Miolciplo do
Bonito.
Dona a tuiado do P-afeito e do Pr Miente do
Cooceltu Municipal Jo B olio decla'aoJ >:
1." qae o le'rao'H comp-aitmlidoa palos
Engeanoi Pe Ira F-m> e PeJ'ezmbo. pro .re*
dales I) i.-i e m a C-ox e sitios Pitomatro
Livraoieuti oe p-o.i-ielad-* do CiOtiio Mionei
Hioorato da CiuOa PddroM I-sea p'ouorjes bas-
tantes pira a load co de uca u.-iaacoa rao--
Cidade para pro Ion- dura nenie ia 100 a 130
eaccoa de assoca- ds 75 k logrammis e 4 pipis
de alcool -Je 48J titos.
i.o q ie fe aonam j es o tros de e<;ra la de le rj, coi tros e com t.-iibn asseotadis 4 ktlome-ros ns
mesmis terreno'.
3.' ft.uimen eqae i ex'.easo e qaalirtade dea-
8esterr-n.il pi-mi t-m jae ee ir leiles tt>- o
foraecim^nto de caaaas p-e'i-o para a us
na qae se prajecu gem aaxtlii de oat:o qial
quer.
Cflrti 5) d> Se re aio di Prefeilara Maoicioal
do BjoIio iiesiaoda na c-HHtar pela Secreta*
ra a seo cir.o t-r o Capital Minos! Uioorut..
da Cunta P d'0 cu oorigaco d q i feiara do ov'uo Mj ilclolo e o reacio aos seos
ntrennos Pedex e Pe ezr-.ho, propri dades
Divisa, e Snta G-ax e inos Puomeira e
Ltvrameaio snaados a; Biat) e em Gamel-
ieira.
Gerlif 5> do Secrelario da P.-eMlura Maiicipal
de Gamellelra no uaesmo senilio da cerliiao
supra do Se retirio di Prekiiura Munlcipu d >
Bonito.
Daas cs'tiJO'j dos escri7aeg do Ju zo de !)
reito do Mjoi;ipio do aonio atiesando cao
conis'.ar de s'U3 cartorio3 rslarem penboraios,
seqaestralas oj emoargaics q^ae.-quer dos
bens seoioiei>, perteocentes ao Gipitao Mioorl
Honorato da Cuaba Pedros;, Ejeo6os Pedro*
inao Pedrez, p'op'iedaiK-s Di'i-Sj e San a
Cruz e sitios Pomoe'ro e Livraroento siluidos
O 1' ao mesmo HaolJipio e os demais no de Ga*
melleira e bein asslm -lo eiisiir acgSo oa ezt*
ca*ao aiguma qae leobi por objecto qoalqae*
dos menciuaados Cej*, movida contra o seo
propri-tirio quer par p.rticola', qaer pela Fa*
zenda.
Dais ce tiJOes dos escrives do jaizo de i>irei-
to do ioa iicipio de Gimelleira no mesmo senti-
do das certidOes sop-a dos -escrivSes do juizj de
di'eito do muu.cipio do Bini.o.
Cerlilao do escrivao de orohos, aosente e
p'cvedoria do mojlcioio do Bioi'O attestsndo
nSo censtar de seo cartorlo ser o capilo Hanoei
Hono ato di Cuaba Pe diosa tutor oo co-ador de
orph38 interdicto?, aaseoies foa beraogas j-
centej neta acnar-se sojeito a onrigagao a garra
em virtade de taes caraos, b8m cimo ni ler
respoosa&i'i'iude aliuuia resaltante de presta-
5623 de contas de esamentirla oeu esar o_.ri-
gado a p'e3tti-'S de tara contas.
Ce'tidSo do ecrivao de orpbos, ausentes e
provedo ia do municipio de Gamelleira do mes-
mo sentido dacerti i -op.*a do escivo de or-
pbao. ausentes e provedoria do Bano certido
do efli iil do registro ecral de nypothecas do
manipulo do Binito, atestando dSo constar dos
vros competentes sobre os eegeinos Pedrez e
Pedrei'oo p-opriedad9 Divu&o e Sania Cruz e
sitio'Pi'i-mbei-a e Lirameo'o de propneade
do capi'.) Minoel II norato da Coona Pe Irosa a
inscriftc&o de qaa qaer tiiol?, alisncCi, institoi-
gao de ona* real, inscrirsao. p-enotgao de hj-
potbeca de qualqaer naturexa oa respoosablli-
dade legal da especie a'guma.
CfUdlo di ollicial do registro geral de hypo-
tbecas do maaicipio de G.melleira co mesmo
sentido da certido sopra do cMal ao registro
geral le riypotbecas do Bosito.
Duas ce:tid5e3 dos colledores das rendas es-
tadoaes coa mooieiplos do Binito e ds Gaje'-
leira a'.testando nao coos'ar dis livros compe
tentes a- mesmas coliectorias acna--3e o cap-
to Mmoel IIinralo da Cuchi Pedros* devenlo
imposto algum relativo aos seus oncalos Pe-
dreziaco sitaado no 1 o'^quelles municipios e
Pedrer, propriedade D:visao e Santi Cruz e si-
tio? Paomb.'ira Lvrameaio situados oo ultimo,
nem ler assomidu quilquer respousabilidade
para con a Pateada esta:oj!.
Altestados dos concessiinarioa da usina Pe-
drosa, Piaubyoo Pedrosa d Pa-8io, derliranao
em nada Ibes p.ejudl:ar a usina em p ejeelo
Ai'eitado dos meanos sobre o ornecimento
'etoNia*lo engen&o Pedra Firme de proprledade
do capuTTIfTWJLUjnorato da Cocha Pedro.'a a
usina PiJiosa de ql%sao ccocessionno}.
Pian'.a do eogenho PeSaez.
D;fp sijo ?e.*al de amaVabrica de a3socar.
0 2. offi-ial,
J. de t-8.
da fV-snie, 6 metros o 5'J ceatimetroa de jtanratar'i An Inlim-
f-udo, 2 ..la, 1 qaarto, ,oi.U, por K
OD,-.
Sigiamaado Antonio Utocgilvea,
doa Feitos da Fasenda do Es-
tado e Pamambuco.
Fue atibar qne fiados os das da lei se ha
de arremaLr >or venda a quem maia der
em pra$a publica dsate jaizo do di 8 de
Nove abro prximo vindouro, oa predica
abaixo d&cl-.radoa penb^radoa por exeoa*
Si da Fasenda.
Fregueaia do Santo Antonio
Sobrado de 3 andares roa de Dr. Fal-
tosa u. 43, oom 7 metroa do frente e 20
de fundo, o Io e 2o andar, com 2 sala,
1 gabinete, 4 quartoa, ooainba fra e es-
leta, cada utn, e o 3 2 aalaa, 1 gabinete,
2 qu.ros, coainha tora, avahado em
10.000)5000. Perl sise ao padre Antonio
Goacalfea Ferreira.
Arm'-cJU) da amarello enverniaada t en
vidrarj^da oom balcio, existente no eits-
beleoimento a ra do Visconde de In>
hauma n, 56, por 4504000, segunda praja.
Pertenoente a Furia & O.
Fregeiia de S5o Joto
Casa a Traveaaa do Martina, n. 6, com
porta e janella, 2 metroa e 70 oentimetroi
180|v.OO, teganda prg. Peitenoenre a
Diogo Auguato doa liis.
Sobrado de 1 and ir a raa do Padre
Foriano n. 7 oom 5 metros e 60 oenti-
me'.r.s de frente, 17 metroa e 80 ceatime-
troa do tundo, 2 a l.s, 2 qaa;tos, ooaioha
f ra, o pnme.ro andar os us dos oom
modia o to'.a i com 2 salas, por 7.2005000
aegoedi prag*. Per.eacente a Mara Pauli-
na ia Silva Bapiista.
Fregueaia di Boa Vista
Otaria & tan do Visciode de Qtyinaa,
com 2 grandes teibeiros armados aob pi
tarar, 2 qaartos, l grande torno por
1.350(5.'00, segunda praca. Perteoceote
a Mauoel des Santos Barros.
Casa no Larg? de S^oto Amaro, n. 6,
oom porta e janella, 3 metros e 20 cuati-
metros de f ente, 8 metroa de largura, 2
sala?, por 4501000, segunda iraoa, per-
te cante a UamiSo L>pei Pereira Gu ma-
rTe?.
Fregueaia da Greca
Casi a ra* do D Feitosa n. 3, de pdra
e cal, com 4 metros e 40 centmetros de
'rente, 5 metros e 50 centmetros de
fu-do, 2 aalas, 1 q-iart-, ar-lo proprio, por
180(5000, aegona pmc* Pertenoente a
Jastino Fra osc de As>is.
Fr.-gu. zia de Af gados
Casa Estrada do Giqui a JabostS
o. -79, oom porta e 2 jane las, 6 metros
e 20 centmetros de tiente, 9 metros e 40
centmetros de tund >, 2 s>las, 3 qaortoa,
ciiinha for, qaiotal cercdo, por 1808000
ST-gaDda praca. Pertetcaita a Mari Rosa
Gong Ues Ferreira.
Cisa Estrada do Giqui a JaboatSo n.
115, oom porta no oi>.So, 2 a lis, 2
qaartos, quintul, 5 antros e 40 centme-
tros de frente, 14 metros e 5 o-ntimetroa
de fardo, d'. pedra e cal avaliada em
2001000. torteadle a Aog U Mara d
Siuramento.
Caaa raa do Qaabo n. 32 A, com
porta e jaoella, 3 metris e 90 ceotime
tos de frente, 12 metros e 40 centmetros
de fundo, 2 salas, 2 qaartos, cosinha fura,
por 180*5009, s-jgiioda praca. Pertencen-
te a Antonio da P-.i3o.
Fregus a de Poco
Casi raa de Pedro Alem n. 3, oom 6
mete se 6) centmetros de frente, 10 me-
tros e 50 centmetros de fiado,. 4 jmellas
e l porta da trente, 2 aulas, 3 quartis,
Boainha fora, quiocal cercado, terrino
proprio, avaliado em 8OO(500J. Perteo-
oentj a Antn o J.r^a Timara Paoheoo.
Casa Estrada da Pedra Mol le, n. 6,
com 2 portas e2 j^nias, 8 mairoi e 10
centmetros de frente, 7 metros e 90 co*
timetroa de fundj, 2 salas, 2 qaartos, por
1350OOO, seguoda pra^a. Pertenceote a
Joaiuim Fraocito ds Souza eis.
Jasa a Estrada d*> Agode n. 65, roa
porta e j-iiila, 2 salas 1 quarto, quintal
em aberto, solo proprio, por 635000, se-
gunda praya. P- rtence ite a Alezandruu
Mara da Conceiglo.
E para qae chegue so conhecim nto de
todos passoa-se o presente que ser pu-
blicado e af&xadc.
Dado e pesiado nesta eid.de do Reoife
aos 22 de Outabro de 1895.
Eu Alfredo Diamaot.no de Torrea Bao-
dera, e-icrv2o o essrev.
Sigismundo Antonio Gongalves.
Secretaria da Industria
3 DIRECTORA
Para coobecimecti d a interessados,
fago publico que no dia 30 de Outubro
vindouro, a 1 hora da tarde recebem-se
nesta Directora propostas em carta fecha-
da, debidamente 8elladas, para i. conatru .-
glo de urna ponte de madeira sobre o rio
Joa, na villa de S Bento, orgada em
5.630S29(j.
As propostas devem ser es criptas por
extenso, sem rasura, emeoda oa vicio de
qualquer especie sendo rejeitadas as que
se resentirem das segantes faltas :
1.' As qae exoederem os pegos do
orgamento;
2 As qae n2o forem orgaoisadas de
accordo com o presente edita!,
3.' As que se basearem em pregos de
oatra proposta ;
4.' As qae tora-n firmadas por peesoa
qae j tenham deixado de camprir con'
tractos oom e.ta KepartigSo.
5*. As que n8o offerecerem as garan-
tas e qualidades exigidas neate edital.
Havendo duas oa mais propostas em
igualdade de cndilois, ser preferida a
do corrate que melhcres rovas de ido-
neidade tfftreeer.
Os Srs. concurrentes deverSo, alem
dessa idoneidu.de f x'gda para a direcj&o
e (-x -coci das obras, indicar o logar de
Ba residencia.
Ne-ihum proponente ser admittido a
concurrencia, sem que prove com dooi-
m'cto ornecido pela Thesourana desta
RepartigSo baver depositado nella qaat-
ta correspondente a 5 .y do va'or da obra
a contractar, importancia qae perder se
nSo sskgnar o contracto dentro do praao
marcado no convite que para tt.1 fin lhe
for expedido.
Para a boa garanta da exe:nglo do
contracta, depositar o contractante no
Thesouro do Estado urna canelo que sar
pra/iamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Eitaiio disj-oaigSo dos Srs. propo*
nenies nesta Directora, a planta e orga-
mento deis* obra, berta como, se dar qual
qaer esclarecimento, que desejarem caste
aentido.
Recife, 19 de Outubro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
tria
Ia Direc oria
Em 15 de Outubro de 1895
Edital
De ordem do D Secretario interino e
de acsordi oom o diapoato no art. 9.* do
Kegulanunto expedid) em 5 de Agosto
oltimo para ex cucao da Lei n 113 de 25
de 'unho do correte anno fago publico,
qoem iatereasar poses, o theor da pe-
t g3o dirigida a esta Secretaria pe) Co-
ronel Manuel Cavalcanti de Alboquerqae
qos, solicitundo tuxilio do Estado para a
luadacSo de urna atina ni engenho Ta-
quary de sua propr.edade, sito no muni-
cp;o da Victoria, e o extr.cto dos doaa
meatos qae aoompanham a mesa a pr-
tig?o.
O direstor,
J.'So Din z Ribeiro da Ccnb?.
Peti^ao a que se refere o
edital supra
II Exm. Sr. Dr. Secretario da In-
dustriaO Coronel Manoel Cae'canti de
Alboque (,m,propriet rio doa engenhos Ta-
quary, Limeira, Cachoerinha e Tapoaiia,
ailoados no ciuni:ip o da Victoria oom
terrenos para proJasireaj 20 mil toneladas
di- ctonar, ven reqaerer a V. Exo. o
auxilio de que trata a lei n. 113 do cor
renta anno para montar urna usina de
200 i a icos em 24 hora3, com urna desti!
lagSo para produz'r 6 pipas diarias e oon-
strucf,So de 15 kil.metros de linhafrrea.
O peticionario offarecs para fcyaotheca
ao Estado, nos termos da lei, o seo en-
geoho Taqu^ry e confa que V. Exc.
teodo em vista que aqaelle mun'cpio nSo
pissua ama usina e oa documentos juntos,
detira a bu. pretengSo, pres-.ando assim
om relevante s-rv.gi a to m portante
ona asBUcareira.
Pede a V. Fxa. defermeoto.
Rec fe, 7 de O-itubro de 1895.
M.n 'el Cavalcanti de Albuqaerquo.
Extracto des docuaientos
que acompanham a peti-
15
gao supra*
Doc. n.
1
Sercttaria da Iudustria
3 DIRECTORA
Teodo esta Directora setnela de que aigans
Srs. proprietarlos elnqolllocs tm mandado fa
er, sem previa autonsagao, alteragao as obras
da Compaobia Recife Drayoage, reaolvo, para
eviUraw tal abaso, cbsmar a a.tensao aos in-
fractores para os anuos to Regolamento de 13
de Janeiro de 1872, que abalxo tranacrevo:
< Ari. 19. As obras da Compaa .elatlvas 4
coaierla do contracto serao consideradas orss
oablicae Bcando as3im aquellos qae sb dsmni-
carem sojeilos i penas da le! e rgulamento
das obras poblicae.
Art II. Nioeaem poder recoastrnir, repa-
rar ou alierar ss obrss feltas pela Compaobia
ioraote o praso de sen contracto.
Recife. 21 de Ontubro ae 1895.
A. rtaoo T. MontenegrpJ
Director-geral.
ProcaragSo bstanle pastada por D.
Saonqueta da Silvera Lina Cavaloanti ao
aeu marido Coronel Manoel Cavaloanti de
Albuqaerque para o fim especial de ron*
?rali r ota a Faaenda do Estado de Per-
nambuco o emprestimo na importancia de
630.000$000 em apolices da divida pu
blioa de jaros de 7 ./' ao sobo pira a fun-
dagSo de ama usina.
Doo. n. 2
DecIaragSo do rgimen da casamento
do Coronel Manoel Cavalcanti de A!bu-
qaero,ue e D. Hanriqueta da Silveira Lins
Cavalcanti.
Doc. n. 3
Eicr.ptura de compra e venda de nma
parte do engenho Taquary do municipio
da Victoria qu-> faa o Coronel Manoel Ca-
va'oauti de Albaqaerqua a Virginio Car
neiro Leao e sua malhor D. Rita Bandeira
Carneiro LeSo.
Doc. n. 4
CertdSo do auto de arrematagSo dos
engenhoa Taquary, e Limeraa, situados
ao mJuilipo da V Ctoria.
Doc. n. 5
DemarcagSo amigavei feita pelo Corone
Manoel Cava'canti de Al^oqaerqae, pro-
pietario do eogeoha Tiquary e da pro-
priedade Limeira com os ssns hereos confi-
nantes.
Docs. ns. 6, 7 e 8
Tres csrtidoea dos e&crivSes do Juso
de Direito da Provedoria, Orpblos, Com-
-Dercio e Civel do municipio da Victoria
attestando alo constar de seas respectivos
ca torios
1." Tero Coronel Mao:el Cavalcanti
de Albu-\uerq.u compromisso a'gim como
testamenteiro resaltante de legadoB oo
heraogaa nem estar o engenho Cachoeiri
nba de 8a propriedade, situado no muni-
cipio da V ctoria, sajeito a qaalquer oom-
promisso resultante dos meamos cargos.
2.a Estaro mesmo engeaho sajeito a
qoalqaer onus resaltante de tutolin oa
cur atolla.
3.' Existir pvhora, embargo ou se
questro do engenho Taquary, acgSo ou
exe :ug3o que tenha por objecto o mesmo
engenho e qualqaer aagSo oa execugao
contra o peticionario.
Djos. na. 9 e 10
Qai'.tro certidSes dos escrivSes da Fa-
andido Estado e da Faaenda Seccional,
attes ando nSo conster de aeus respectivos
cartorios estar o engenho Taqaary oa auas
rendas peahoradas oa sequestradas nem
baver cunta em jaao de dbitos do seu
propietario o Coronel Manoel Cavaloanti
de Albuqueeqae pera oom es mesmas fa-
aendas.
Docs ns. lie 12
Daaa certiaS s das escrivSes da col'oc-
toria da Viotoiia, atteatando nSo constar
dos livros competentes aohar-se o Coronel
Manoel Cavaloanti de Albuqaerque de-
vendo imposto slgatn relativo ao engenho
Taquuy nem ter ss-imido qualquer ras.
poneablidade para oom a Fszanda Esta-
dos 1 e a Faienda Geral.
Doc. n. 13
CertdSo do Secretario da Prefeitara
ManbipEl da Victoria, attestando nto
oonatar do archivo da mesma Prefeitura
ser o Coronel Maneel Cavalcanti de Al-
buquerque devedor de impoatoa munici
paes relativos ao engenho Taquary nem
ter o mesmo Coronel assumido qualquer
reaponaabilidade para oom a Fazsnda Mu-
nicipal.
Doc. n. 14
CertdSo do official do Registro Geral
das Hypotheoas do municipio da Victoria,
attestando nSo constar dos livros compe
tes a transcripgao de qualquer titulo de
alienagtto, de institm'gSo de onus real, a
iaaoripgSo oa prenttagSo de hypotheoa de
qualqaer nstareaa, de penhor oa respon-
sablidade do qualquer especie referente
ao engenho Taquary de propriedade do
Coronel ManoeljCavalcanti de Albuquer-
qua oa em qae o mesmo engenho esteja
comprehendido,
Doo. n
CertdSo do offisial da Sab-Directora
do Oantenoioso da Faaenda do Estado,
attestando nada constar aobre o engenho
Taquary de propriedade do Coronel Ma-
noel Cavaloanti de Alboquerqae resaltan-
te de liinga prestada em sea favor ou en
favor de outrem.
Doc. n- 16
Attestado do Conoelho Maoicipal da
Vctor a, daolarando qae oa eogennoa T-
qoary, Limeira, Caohoeirinha e Tipoama,
ds propriedade do Coronel Manoel Caval-
oanti de Albaqaerqne tm terrenos para
prodosir por safra 20.003 saoooa de asso-
oar, nSo exiitiodo no mesmo Municipio
asina algama, sabvencionala oa nRo pelo
Estado.
Docs. ns. 17 e 18 -^
Dous attestados do Prefeito do Mani-
oipie da Viotcria, declarando qae os enge-
nbos Taquary, Limeira, C caoeroha e
Tapoama \n tarreaos suffi^ientes para
prrdar-e-n por afra 23.000 aaccisde as
socar, cao exiatindo no mesmo Manicipio
jsina algama sabvenc'onaJa on nSo pelo
Estado e qae por seo a asina em prejeoto
a ningaem prejad.ca.
Doo. o 19
Atteatado do Prefeito Muoioipal di Ve-
toria. declarando qne oa eogenhea Taqua-
ry, Li isira, Cacho :irinba e T*posma de
propriedade de Coronel Manoel Uavalr-ant
de Albaqaerqne, tem lenha bastante para
ombastivel ao uso da fabrica sem q :e
disto resalte devaitagSo de soas mattaa.
Doo. n. 20
Contraoto de compra e venda de machi
oismo a material eitre o Coronel Manoel
Cavalcanti de Albaqaerqae proprietario
dos eogeohos Taqaary, Limeira, Cachoe-
rinha e Tapaama e os Srs. Brtw a (c C.
Deo. v. 21
Planea do local em qae tem de ser
comtraida a asina.
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
Para conbecimento doa iutereasados figo
publico qae no dia 33 ue Ootabro prximo
vindeuro, a 1 hora da tarde, recebemse
nesta Directora propostas para a con-
struyelo de edifioios destinados a esciUs
publicas, as seguintes localidades :
S. Lanrengo, Iguau, Itamb, Ta-
qaaretinga, SeriohSem, e Qupap, c-or
do cada um n ria 14.5149730.
No dia 28 de Outubro e a mesma hora
recebem-se tambem propastts para iguaeb
oonstrocgSss e ditas coudi^ojs, nos a-uai-
ipioi de Bam Jardm, Caubotioho Trium-
cho, Buiqae, Bom Conselho, Brejo, Sal
paairo e Petrolina, pe dando cada propo-
nenle oonoorrer a mais de ama daqnellas
obras deade qae tenha a idoneidada pre-
cisa.
Aa propostas devem ser escripias por
extenso, sem rasura, emenda ou vicio de
qualqaer especie, sendo regeitadaa ss que
se reBssntirem das reguintes fullas :
1.* As que excederem os pregos .do
orgamento ;
2.* As que nSo forem organisadss de
accordo oom o prese ite edital ; JjS
3.a Aa que se basearem em prejoa de
ootro concurrente ;
4 As firmadas por pessoas que j
tentara deixado de camprir contracto com
esta RepartigSo. -'"-^j
5.a As quen 80 offsrecarem as garan-
tas e qualidades exigidas cesta edital.
Havendo duas oa mais propostas em
gualdade de condigftea aera preterida a do
concurrente que melhor prova de idonei-
de apresentar.
Os Deponentes deverSo indicar o logar
de sua residencia e provar saa idoneidade
para dirigirem ou execatarem aa obras.
Nenham proponente ser admittido a
conoarrenoia, oem qae prove ter deposita-
da na Theaoaraha dea', i RepartigSo, ama
qaanta correspondente a 5 */. sobre o valor
da obra, importancia qne perder se, esco-
IbiJi cea proposta e convidado para assig
oar o contracto a isto se recusar.
Para boo> garanta da exeoagSo do
contracto depositar o oontractante no
Theiouro do Estado ama caagSo qne aera
previamente arbitrada por <:sta Direc-
tora.
Oa orgamentoB e plantas relativos
astas obras estarSo diariamente das 10
huras da manbaa 4 da tarde a disposigSo
doa concurrentes nesta RepartigSo.
Recife, 28 de Agosto de 1893.
A. Urbano P. Montenegro,
DiriCtor-garal interino.
Secretaria da Industria
|1' D1RECTURIA
E01 2i de oataoro de 1895
Sdltal
De ordjtn do Dr. Secretarlo Inleriao e de con
formidode con o disposto lo sn- S do reguli*
meato expedido em S de Agosto ultimo para
exeinco da le o. H3, de 23 de Janeo do cor-
rele anno, f<>) puollco a qoem interessar poi-
Bi, o ibeor da pe icio dlnvlda a esti Secrelaila
pelos S-r. G9*ooclo>Dias da A. fjlcao e Pedro da
Ccnha Beltra. solicitan lo auxilio do Es a o pa-a
a fun itcio de orna mina no engeobo Ifupao
de nropnelade do pnmeiro, situado no manici-
pio do Cabo.
0 dirtc'.or K"al,
JoSo 3.iii Rioelro da Caoba.
Petlcio a que se retVre o edital mpro
Exm. Sr. Dr. Secretario da IndustriaG-*
roncio Das de Arroda FalcSo e Pedro da Caoba
BeltrSo, agricultores e propietarios agricoUs
de9te Estado, residentes, o prlmeiro na toman a
da Escida, e o segando na Captol Fete al, as-
sociados stb a Brma FalcSo & C, pedem a V.
Exc. Ibes conceda, deac-iordo c ra os decretos
de 15 de Oatabro da 189) e 3) de Janeiro de
189', com a le n. 113, de 23 ce Juobo
e com o refiiUmeoto timo, o auxilio de 800:000^000, para oestabe-
lecim-nlo de ana osina con a capaeldade para
o horicj diario de 3(0 saceos de ,s-uca- de 75
t los cada om e 8 pipas de al;ool no eoge; h
Mopao, do municipio do Cabo, da propriedade
do prlmeiro sopplicante 89t> o aome deUjtaa
M an.
A siai. sita no.* licnitaa des ricos moaiepio9
do i^abo e da Bscid as margeos do rio Pi apa
mr, das mais feriis do Estado e aoraege ao
alcance da projectana asina lavoora de c.-ntin
amiga e fliresceote para mais de 5 000 tonela-
das de aosucar por -afra em engeobos dos mais
acreditados do Est-nio, tasa com, alm do men-
cionado Mooao : N.-roega, Plr Novo, Ara-iba & Cima, Pe-
dra, etc.
D entre e ses eDgeohos, leen (8 su pilcan-
tes ajas'.ad \ pnr contrreto escrlplo pelo p-a?o
de $ annos o fj-necimento da canoa Beeeratfia
ao referido faorico oiarie de astOCar dos eoge*
di03 Mupan, Hoado-Niro e Ar.goa.ey do munl
ipio oo Cabo, e Nororga, Dous Bragcs de Ha x t.
Piri>obvra e C-imea do muniripii da Eicad?,
alm de lerem coovsagao varbil de fornecimen*
to l.vre de mu tes oti'.ros.
Offerecetn 03 soppiicajtes em byjotbeca
Faienda do EUado o referido eobenno Hapan,
que, as condigOes das le; e regulamanto cita-
dos, proporciona boa garanta do empreatlmo
peaido.
Pelo que, esperam 03 soppllcmtes Ihes sera
V. Exc. concedido o naxllio pedido, endo-lbes
mrcalo o prazs de 30 diai para a apresentago
dos pre-ii i3 docamento8, mclosi/e o sea con-
tracto social Nelt 3 termos
Pedem 1 eferlmento
Recife, 14 de Oatobro de <89 .
Pedro da Cunha BelirSo.
eroncio Das de Arroda talcao.
Edital d. 36
3- I) tirla da S-jetara da Jastiga N.igo.
clos la enores e I istracgo Publica do Estado ue
Pernambuco, em 15 de Oatobro de 18J5.
Para eie!(,o lie um toembro do conse.
Ibo literario
Fago sab r ao3 professores em dispoBibillda.
ie qos por forca r!e dec.tao do Dr. eoveroador
doEitado, de 5 do Setembro de 1893, devem
na for a do ar>. 24) do regolamento de 18 de
Janeiro de 1888, remelier a esta directora al o
da 14 de No-embro prximo viodouio, os seos
votos para a elei(,i de um membro do Conseibo
Liilera/io, que represente a clssse.
Os votos so poderao recabi* em algom do-
oomes infra escriptes, de professores das cinco
Iregaezlas aacipiial, viudo em efli^n que traga
no enderego o seguinte : para elelgao de om
membro do Conseibo Lltterario.
cisponi-iilidade 80.
a elelguo a qae sp
Relagao dos professores em
bre os qaaes deve recitnr
refere o edital cima :
Hermelino Eli-eu da Silva Uaoeca.
Jao Linlelino Dornellas Cama-?.
Benjamn Constant da Caoba Salles.
Sebastiao Branaao.
Uaooel Mirinbo Cavalcan'.e da Albuq'iarque.
Flix Valois Crrela.
Iidors M.rinbo Cesar.
Jo Joe R beiro.
Caetano Francisco Do-aes.
O director,
Felippa de Figueiroa F. Sibriabo
Conselho Eeoaomeo da Qle-
particao de 'Harinha
CapitSa de' Fragata
Secretaria da Industria
3 DIRECTORA
Escolat publicas
Para coobeimeu>o dos inieressados fago pu-
blico qae no da 30 de Oatobro prximo a 1
bora da tarde, recebem-se nesta directora pro-
postas para coostraegao de edificios destinados
s escolas publicas, as sigalntes locali sdes :
J.boaio, Pao d'Albo, Naxaretb, Timbaoba,
Gcyaona, Cabo, Escaa?, Olinda, Barreiros e
Qaraobuas, oreados caaa un em 35:293/034
podeodo cada proponeote coocorrer a mais de
urna daqaellas obras, desde que teoba a idone;-
dale exigida.
As propostas devem ser escripias por exten-
so, sem rasara, emeoda oa vicio de qualqaer es-
pecie, Bando regeitadas as que se resentirem da*
segaiotes faltas :
1.* As que excederem os pregos do orgamen-
to ;
2.* As que nao forem organiaadaa de accordo
com o pieseote eital;
3.* As qoe e basearem em pregj3 de ootro
concurreole ;
4. As tirmadas por pesross qoe ja lenbam
deixado de camprir contracto com es repar-
tlcao;
5.* As qae nao offerecerem as garantas e
qualidades exigidas oeste edital.
Havendo dnas ou mais propoatas em igoalda-
e crdem do Sr.
Joa Pereira QaimarSes, Iusp'otir deste
Arsenal, fago publico que rece 3-se pro-
poataa no da 31 do correte ---sz s 11
horas da manbS em urna d s salas da
Secretaria da IaspecgSo pira > forneei-
mento de medicamentos a Enfermara de
jlarinha e aos navios da Armada Na-
cional e3t-c-i nidos no porto dtc'e Eitadoi
darsate o lutaro exercioio de i896, aer-
vindo de b^se es pregos do tor-vulario
ezisttntt na mesma E.firmar.a, o qaal
acha ae espasto ao exima dos proponen-
tes, que deverSo cbiervar es >'.:spoaig3es
dos art. l?o e 178 e ae-s paregraphoB do
ragu'amoto qae btixoa enm o decreto
n. 745 de 12 de Setembro di 1890 os
quaes vSo abaixo tr. ns ".ripios :
Art. 176SSo deveres dos proponen-
tea :
1' Eocher c.m pregas por extenso
e em algarismos a proposta ic-priesa en;
lbo ssr f. :n;c di pelo Sscret rio do Ar-
senal, a qual datar e assgna para ser
apresentada ao Gmalho Econ mico.
2' Entregar pesaoalmente ou por sea
legitimo representante, direitamente ao
Conselbo Eunnomico, no lagar, dia e bora
aanaooiadas as propostas.
2' Exhibir alem da certido do res-
pectivo contracto social, quando no fir
firma individua?, os documentos que pro-
vem ser nrgeciante matriculado e haver
pago o imposto de casa eommorcial rela-
tivo ao ultimo semestre.
3' Sao diepeneadaa da apreaentagSo
da matricola na Junta Commercial aa fa-
bricas e tb'abo.'e imeatoa industriaos da
Rspublisa e ter2 estes e aquelles a pre-
ferencia sobre os tutros concurrentes em
igualdade de condicoes e circumsUnciaB
devidamente provadas.
Att. 178 paragrapho nico. Alem d.
praao estipul. do oa forsf ced res continua-
rSo a f ppnr p r maia 60 das as mes.
mas condig3es se asam for julgado ne-
c-iaaario e aem qae isto ocnstitaa direito
para prorogagSo do contracto.
Secretaria da InspacgTe do Arsenal de
d 1S85,
de de coi-^'-ies. ser preferida a do coEtraciaB-l
te qne meluLr prova de Idoneidade aprsenla |Wannha de Pernambioe, 22 de Oatnbro
Os prnponeotes deverSo indicar o lagar de sis
residencia, provar a soa idoneidade para dirigi-
era e execatarem as obras.
Nenbam proponeote sera admittido conenr-
rencia sem qae prove ler depositado na Tbesoo-
raria desta Rpariigao a qoaotia de om costo de
res (i:OOOJO0O) importancia qae p-.riera se
OBColnida a soa oroposl ecmvidaio pa:a aa-
sigoa" o respectivo contracta, :u-ar.
Para boa garanta da exececo -no contracto.
depositar o contactante no TnAonro do E3ia-
do, urna caagSo qae ser previamente arbitrada
por esta Directora.
Os orgamentos e plantas relativos a essas
obras estaro diariamente das 10 da manha s
4 boras da tarde ao exame dos coacurreotes
aesta RepartigSo.
Recife, 1S de Setembro de 1895.
A. U. Peasoa Montenrgro,
Director geral iatenao.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
gscola JNornial de
Pernambuco
Pela secretaria desta escola se fas publico qoe
al o dia 31 do correte mei, estar abena a
inscripgSo pira os exames das materias doc
qoatri annos do corso, deven.10 os caotiJato-
satisfaier a seeaodi prestagao da matricula,
conforme dispOe o Ari. 65 pedido em 3d de Agosto do crreme anno
Secretarla da Escola Normal de Pernambnco,
15 de Oatobro de 1895.
O secretario
Julio Clemente de Farli.
Secretaria da Indus-'
ra
1.* directora
El. 19 de Outubro de 1895
E'ITAL
Ue ordem do Dr. Seoretaro interino
faro publicj, para oenhecimento dos inte-
reaiados, qu^, fioa aberta, at o dia 31 do
coi rente, concurrencia para compra dos
beta immoveis existentes no Ncleo Co-
lonial Saaaauna, seriado de base o trego
de quarenta cootos de r e (40.000^020)
conforme avaliagSo prr cedida.
As propostaa, devem ser coivenieite-
.cente selladas, entregues nesta Secreta-
ria at 1 bora da tarde, e contr en ter-
mos claros o prego da off.-rt-, o qual nlo
pode ser b-saado no d'oatros coicur-
rentes.
A re'ajSo dos ditis ben?, acha-se na
aeima cieoretaria, o^d; serSo prestadas
aos iutereasados as informagoes de qae ne-
oessitarem.
Os concuirsntes cbservarSo como ihe
curap-e tedas a disoosigSes legaes v-
gittas lelativas ver da de proprioa esta-
dases, ib condigSes especificadas no pre-
sjnte edital e o msis que loe conveniente
adopte r para melhor g rao ta dos inte-
resaos da Fuzeada.
O direcforgeral,
JaSo Di ais Ribeir. da Cunlia.
Oseadas da ra do Vara-
douro
De ordem do cidadSo Dr. Prefeito do
municipio, s5o pelo presen'e intimados os
proprietari^s das casas ns. 1 a 29 do lado
nos ns. impares da ra do Vsradouro, para
'.o praao de 10 das, contados desta data,
fazer elevar oa passei.s das referidas
casas, ao nivel da oleada da casa v. 31,
s Preieitura, por conta doa r spectivoa
done*.
Secretaria da Prefeitara municipal do
Odiada, 18 de Oatobro de 1895.
O secretario,
Manoel Joaquim Botelho;
De ordem do cidaaSo Dr. Prefeifo do
lu: icipo. pelo presente intimo o Dr.
Caetano X.vier Pereira de Britto, para
no praao de 10 das, conta 'os des'a date,
lser os pesseios de sua ca, sita ra
do Bom Fim n. 1, sob pena de ser mon-
dado ezeeotar pela P.efeitora, por conta
do mesmo Dr.
Secretaria da Prefeitara Municipal de
Oinda, 18 de Outabro de 1895.
O secretario,
Manoel Joaqu'm Botelbo.
RECEBEORA DO E*T/VDO DE PERNAM-
wjeo
O abalxo asigoado lejoo sido de:igo*do por
portara do Sr. Dr administrador, de 10 do cor-
rente, pira proceder a collecta di decima nrba-
oa da f.-eeoezia da Santo Antonio, cirrespoa-
uente ao ex.rc io de 1895 1896, pede aos
respectivos proprietarics qae teobam promptos
o eus recibos e mais documentos, em vista
doi qaaes posram ser atteodidus qoaesqaer re-
cl3mac5es qae facam, sobre a referida collecta,
ojo te veo sera iniciado no na 22 do correcta
pelas roas 15 de Novemb o, Cas da Regenera
gao, Praga de 17 e 1* de Meco.
1 8e:co da Recebe loria, 19 de Oatabro de
895.
O laogador,
Wilfri io Barre ti de Well.i Reeo."
Por e ta repartigao se faa publico que
deacarregaram do vapor auatnaoo Orsinas
estrado a 7 de Outubro do corrente anno
e vindo de Trieste duas caizas oom indi-
cias externos de falta, tendo as marcas
FC&CePD, e iutma-se ao dono oa
consigaatario desses volumes para,no praso
de 8 das, reqtu rer o que for a bem de
seus iotereases.
L" Sec;5o em 22 de Outubro de 1895.
U chefe,
Manoel Alvos da Silva.
O Dr. Jos da Silva II amos, juiz do l.ojjisip
manicipal do Recife, em virtude r".a lei, etc.
Fgo saber aos qie o presente edital vlrem,
qne uos te-coos do at. 17 do Regolamento qae
baixoa pira ex>-c ie Novembro de 1691, foram alistados para se*
.-em jaratos os cidaaoi segaiotes, moradores
-eite dislriclo :
\bdon Arstonico d'O.iveira Lima.
Alberto Maxlmiano de Azevelo Miia.
Alfredo Alvcs da Costa e Silva.
Alvaro Francisco Cvalcan Amaro G mes da Silva Ramos.
Anaolas Gongilves Coimbra.
Antonio Alves Barbosa Primo.
Ant nlo Alves de Soasa Fradiqae.
Antonii Carioso Ayres.
Aiii'ini i arlos de Mmra Accioly.
Aolonlo Colbo Pmbtiro.
Aniceto Gimes d Alooquerqua Sobri:ho.
Aotooio Hoaorio Pereira da Silva.
Amonio Joqolm Ferrfira.
Antonio Pinto Bezerra a'Azaiedo.
Art: ur Estaauli da Costa.
Artbar Ver-riease Pereira da Silva.
Artbor Correia.
Aagosto Lj-i: oldiao da Silva N'ves.
i-ci]amim Ernesto Pereira da Silva (profe-^or).;
Saltnazar Jo.- o- Res.
altbasar Jos do-; Rtii Ju ior.
Cecillaoo Comen io Pavo.
Ci'-nslan ios Rodrigues M nde3.
Domingos Bruio.
Rlylo Barbosi.
Eiaardo Ona-te Rodrgaos.
K-uardo Marti a de Barros.
Elaardo Heudes da C-oz Goimares.
Kpipbanio oe Lona F'elre.
Eugenio Antonio da Costa Siquelra.
Francisco da Silveira Lins.
Francisco Clemenuoo ae Farias Leil.
Francijco das Chagas Silveira.
FraociBv.0 de Aesls Ja oeiro.
Francaco Gacgalves Seixa.
Francisco Hallaoda da Cut-hi Belt ').
Francisco Nones ue Paula.
Francis:o de Panla FragOO d'Alr. joerq>ie
Francisco de P.ula RoJrigaea Pasaos.
Fortunato Jos d'iiveira Ltma.
Fabio'Vflloso Freir de Meadonja.
Galdim Jjs Baniy.
Hfnriqas d'Almeida Bastos.
1 defotiso doa Santos Villasa.
Jeremas Gomes de Matios-
jercojmo Daarte Rodrigues.
JoSo Janoarlo Pinto de Axe;do.
Joi de Almeida B'stos.
Joo Ceaieniiiio n. \.iias Leite.
Joao C.pistrano d- oliva Sobral.
Joo Nti'omu-.eno Coelbo da S Iva.
J > R'iirigu-s Monte Moura.
Jjo J,aquim da Ricba Fari 8.
i aqo m Fernandos Velloso.
Joqaim Ocaviano a'Aloi'Ws.
Je Bi'bosa de Carvaln .
Jo Migutl dos Sj.-iIls.
J i Meiides Cruz G.itna Se
Jos Balbioo de Lmi Das.
Jos Vceote Ferreira da S Iva.
Jos Gomes de Ma tos e S Iva.
Jos Clemeotlno de F Jos da Costa Caseiro.
J >- Joaqaim Malveira Alves.
Jos Sil loo da Costa.
Lais Ferreira Barbosa.
Lun de Holaoda Cavalcsale.
I
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^

.:)

i um i






Diarlo de Pernambnco tlninta-fetra 4 de -Ontnbro de 1
Luii Lod e-o Cordelro.
Maiioel Alves PHoIa
Maneei Alves d'OUvelra Briga.
Manoel Ale de Senna.
Naooel Alexandre de Scoaa Oliveira.
Manoel Aoaoiaa da Silva.
Manoel da Cocha Res Jnior.
Manoel Pernaoaes Velloso.
Mooel Jjlino do Naicimento Bar y.
Nuoo Alves da Fondera.
Pedro Clemectmo de Farias Leiie.
Pedro Vlanoa de Medeitos.
Vod.-o da S.l
De.;ei.bargador Pelro d'Albcqce-qae Aa'tsD.
Pfftfro Fon tes Ferrax.
Rufl o d'Almeida Gomes Penca
Silvino Jorge da Silveira.
Sebast.ao Antonio Ca-oeiro d'Almeida.
Sebaatlfio Jos Gomes Peona.
Sabino Olegario d'Aasis BoIbOes.
Vicente Ferrt-ua da Silva.
Vicente de Sima Maeaibses.
"Walfrido da Conha Antones.
E qoalquer cidadSi qne ti er reclanncSo a
je"? contra a indevida io-c-iPtao on oarssao, *
deveri apresen! r ao Dr. juii de direito, at di*
la de Novembro prcxluo viodooro.
E para coustar se oa8ou o presenta edital que
aera affixado em U gar publico e ptbl.cado na m
Oado e passado n"s'e primetro dist'icto nru'.i-
Cipal do Reife, era 20 ce Ou'unro de (8:5.
Eo, Silvestre Bapusla de Santa Roer, escrib
do iouo dift'icll, o escrevi.
Jos da Silva Rtq?.
De ordemdo Sr. Sub-prefeito em exer
cicio desto municipio, fago publico que
hontem, a junta apuradora respectiva,
composta dos cidadaos Gervazio Jos da
Costa, prefeito em exercico e presidente
da junta; capitao Joaquim Bento da
Gesta, presidente do Concelho M nicipal;
capito Joo Manoel de Souza Moraes e
Manoel da Costa Pereira, presidentes da
1.* e2* seccoes eleitoraes deste munici-
pio, que representara a maioria de seas
membros, reunidos na casa de residencia
do mesmo Sr. Presidente, pelos motivos
que circumstanciadameite expoz em offi-
cio dirigido aoExm. Sr. Dr. Governa-
nador do Estado em data de hontem ,pro-
cedeu respectva apurajao das eleiebes
para Prefeito, Sub-Prefeito e Membros do
Conceibo Municipal, que tiveram lugar
no dia 3) de Setembro ultimo ; e o sea
resultado foi o seguiste :
Para Prefeito
Capitao Felippe de S e Albu-
querque 235
Coronel Joo de Souza Leo 19
Para Sub-Prefeito
Jos Ramos de Oliveira Costa 235
Dr. Joaquim Laurentino de An-
drade # 19
Para Membros do Concelho Municipal
Levino da Silveira Lina 225
Jos Candido da Costa 23>
Camillo Rodrigues da Cunba 235
Manoel F lippe de Souza Le&o 19
Jos Paschoal de Carvalbo Re-
bello 19
Dr. Abdias Bibiano da Canha
Salles 19
Secretaria da Prefeitura do Municipio
de Ipojuca, em ll de Outubro de 1895.
O secretario.
Argemir o Feij

THMTROSffl IMEL
EMPREZA DE FERNANDES FINIO & COMP.
Qunta-feira, 24 do corrente
Segunda representado da maravilhosa e engracadissima scena mgica,
original do distinctissimo actor autor Baptista Machado, em 3 actos e 14
quadros, com duas importantes apotheoses, toda ornada de selecta msica dos
maestros Gounod, P. Courtois, Andran, Walteuf, C. Greda, Rubroy Espino,
Diasda Costa, Stechini Adolpho Linder, Luiz Mor eir e Soter
A msica foi caprichosamente ensaiada pelo maestro LUIZ MOREIRAo
A Empreza que bastante conhecida pelo luxo e riqueza com que
monta suas pecas, garante ao respeitavel publico pernambucano ter gasto
quantia superior a 30:0008000 na montagem desta peca.
A Companhia vai realisar os ltimos espectacnlos.
.A.DCVX JUNTESC A !
Sexta-feira, 25 de Outubro
BENEFIGIQ DO ACTOR LEONARDO
Principiar s 8 horas e 1/4 em ponto.
Trens e bonds para todas as linhas. -
Iftlti
LINHA MENSAL
O paquete
Chili
Comm nd nte Vaquier
E' eaperado quo ponos da En-
rona ai o da... de Noveu.bro,
Fesnindo depois da acmora ce-
cetsaria para
Bahia, Hio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ai res
Camarote* reservados agencia de Pernarxbn-
r-o para es passagslros qne se dtsttosm a Eu-
ropa.
P.-evine-se anda ao 8 Srs. receDedores de mer
.-a lorias qce ose attender a rectamacOes por
taina, qne orem reconhecida na occasiSo da
cscarga dos volnmes ; e que dentro de 43 bo
as a contar do dia da descarga das alvarenga.
:?ver5o fazer qnalqoer reclamado concernen-
.e a volumes qne porventnra tenbam segnido
rara 03 portos do sal, alim de serem dadas a
t -rapo aa providencias neressarias.
Roga-se sos Srs. passageiros de se *presena
e^i na vespera da ebegac uo vapor para toma
em aa so as passagens.
Para carga, pas-agena encommendas ediabei.
r,. a frele tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Expirado o retendo prao acompala nao sai Sovtn.tfpira Qfi A.* .-~~4
sponsabiiisa por extravos oexia-ieira, t> ao corrente
A'8 12 HORAS EM PONTO
Recebe carca: a tratar com.o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do CnmmeroioQ
Llojd Brazileird
O vapor O inda
Comm andan te R. Ripper
E' esperado do
sol no dia S
do corrente, se-
goindo para es
tonos do norte
M
do Corpo Santo
o armozem travesta
n. 27
O agente P. alara vender por mandado -
osslsieocia do Exm. Sr Dr. juiz eapeci?! do com
rxercio e a reqcenmenio do Bjuco Emissorde
Pernambncc, as arjOes ario mencionadas, que
foram dadas em p-uicr ao mesmo Hanco Emis-
sor pelo fallecido coronel Liiz de Piola Lopes,
as qoaes serao definitivamente entregues pelo
aaior preco qce derem.
Agente Oliveira
Leilo
Coiupanliia Industrial e Com-
meroio de Estiva em liqui-
dacSo.
Na antiga sede d'esta companhia pagam
os ex-directeres e actuaes liquidantes,
aos Srs. accionistss, ( segundo rateio na
razao de 200000 por acc&o, a contar do
da 3 de Novembro prximo -m diante.
Recite, 2-4 de Outubro de 1896.
y os Joaqun. Das Femandes.
Augusto a"Oliveira Maia.
mmi\ urcumcE :::::::n:
LISKAH
DE LONDRES
Estabelccida era i 803
Capital i,*000,000
(ls S I,......iOOtl)
SEGURA. EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
JA IXAS BAIXAS
PROMPTO PAGAMETO DE PREJUIZO
Sem deacoulo
Agentes
DECLARACOES
Extravio
O abaizo aetiucado faz ponlico, para os de
vidos fine e de ccofumidade com o dtepesto nc
Ar. 1C8 do regolamento da Calza df Amortisa-
c3o qne baixon 'om o dtcreio n. 9370 de de
Fetereiro de 1885, qoe se extraviaram as tres
apclices ge'; es de eoa nron-iedade, de num> res
209,839, 209 840 e 37.09, do valof de om
cento de ris cada om, joros de 5 0/0 ao anno,
sendo s duas pnmelras da emissSo de 1870 e a
Dtlirxa da de 1871 ou de 1872.
Reclfe, 7 de Ootobo de 1895.
Alfredo Vieira de Souza.
CompaBtiia
gecifense Mercantil
Assucareira
Acbam se a oi^pesigo dos S-s. accionistas os
docome tos de qoe trata a le dss sociedades
anonymes relativos ao anno social tindo em 30
de Seterxbro cllimo, para serem examinados no
escrlptorie deeta compaobi?, roa do Dr. Jos
UiriaDDo n. 66, das 9 boras da manb as 3 da
tarde.
Recite, 22 de Ojinbro de 1895.
O diredor gerente
Maooel Jos Fe-reira Ont.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De jLondres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
antaC asa d s Misenco r
dia do Recife
P^r eeta eecretam se declara que no da 2i
do correte, quinta feira, s 10 bors da manb,
se far pagamento *s aaaj de criacSp, em orna
das 8VIR8 da antiga cafa dos exposios.
Secretaria da 8anta Casa d. Misericordia d
Reclfe, 21 d^Outuoro de 893
O eecrivo
___________Jos Honorio B.de Menezes.
Seguros Contra u,
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 8,000,000 O', Od.
' indos accumulados 8,274'973,19\0d.
AGENTE
P0LHMANN & C
5 5,onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs-
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, HermiQo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
J 1 **> _-%-y y WOITO IQV*
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Ger
ente.
A plice geral
Tendo're extraviado a s p I ce geral de n
J09 841 do valor de era como de ris, joros de
50/0 ao anno, emi^sao 1 e 1870 e pertencente sos
abaixo a?signaoos. fazem os meamos a prseme
declarajo, de accorJo com o Art. 108 do reg-
lamento da Caixa de Am. rlisagaD qne baixoo
erm o decreto n. 9,370 de 14 fle Feverelro de
1885.
Recife, 7 de Ootnbro de 1895.
Kilvw Lopes Diti.
Jjc Looes Dia?.
*" COMPANHIA
Destila^ac Fragoso
Deaccordo com o flcelo de 17 de Janeiro de
1890 fi am difpofigao dos Srs. accionista", na
ede provisoria des'.a crmranbia, i roa de Bom
Jesns o. 1, as copias dos balaocos, da relagSo
nomintl dos arcioni-l?s e da lista das transfe
reoc.aa de ar(0e3 dorante o ?ddo sedal Ando a
30 de Jrnbo prximo passado.
Recife, 10 de Ootnbro de 1895.
O presidente
Carlos de Moraes Rodrigoes Ferrelr
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Pelo presente fio cbamndos os prenles on pro-
tectores das menores, consternes da relc36 lu-
fre, para, co praxo de 30 tas, a ceotar de boje,
apresental-as no collegio das orphs, ; tiro de
serem adeoittidas como edocandas, visto acba*
rem-se inscriptas no respectivo qoadro.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife, 1 de Outubro de 1895.
O escrivSo
Jo? Honorio B. ae Meneies.
Reayo
1 Zalmira, fllha ae Caruiina Vieira da Paixao.
2 Toerea. fiba de Mara Nones de Qaeiroz.
3 Amelia, filba de Rita Mara.
4 Tueotora, tilha d Rita Maris-
5 Mari, tilha de Qoiteria e Francisco.
6 Mar-a, filba de Philomena Josepblna de
Cveira Andrade.
7 Mara. Glhs de JoaoLa Mara de Oliveira.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
martimos a terrestses
BA DO HIGV8IO N. 1, 1. ANDAR
Directores;
Bario de Souza Leao
Thornaa Comber.
Jubo Jtsar i'acs Barrito
COMPANHIA DE
Tecidos Pauli^ta Debentu-
res
Paga-se no escriptorlo desta companbia i roa
do Bom JesoB n* 1, pavimioto terreo, do dia 15
do corrente em diante os joros das debeotores
do! mprestlmo pela mesma emltt do referentes
ao semestre bode.
Rec;fe, 20 de Oo'obro de 1895.
J. A. Sar.iva Jnior
____________________Director secretario.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA"
FOGO
Companhia Phenix Pcrnambu.
cana
ROAOCOMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
O abaixo assieoade, em compriuento porta*
ria do Dr. administrador de 10 do correte, vai
proceder a collecta da de-ima orbioa na fregoe-
zia da Boa Vista, c rrespinimie ao xercicio
de 189S a 1896, solicita. 00a respectivos locata-
rios e propnetarloj qae tenbam piomptos os
seos recibos e tois docomeLtos, em vista dos
qoaes postam ser atteodldas qoaeeqoer recia-
macOe relativamente i oita collecta, sendo mi-
ciaao oservifo no dia 21 do correte, pela di-
visao da fregoezl 1 Santo Amaro, Pomoal. es-
trada de JoSo de Ba'ros, Paysindo, Vico-idis de
Giyaona e Coeltios.
1* seccao da Recebedoria do EMado de Per-
nambuco, 19 de Oo obro de 1895
O iaocaoor
H-meteio :M. ds Silva. -
ios Sr?. ie engeno e CDmmissa-
rios lie assncar
A Destillaco Pef-
nambucana compra toda
quantdado de mel de
todos os graos por pre-
cos sem competencia,
fornece vasilhaoie para
a conduc^o. A tratar
na ra do Commercio
n. 34 ou na mesma Des-
tilla^o a ra do Dr. Joa*
quirn Nabuco n. 38 na
Capunga.
Alves Portella Filho,
Gerente,
Bo?ai Man sni hu mm
* O paquete
Magdalena
Commandante James Pope
E' esperado des
portos do sol oo
dia tt do carrea-
te, segoindo de-
pois da demora
indippesavel para
Lisboa, Vigo e Southam-
pton.
O paquete
Thames
Commandante Jamta Br^nder
E' esoerado da Eoropa
go dia 30 ce 8o ub-c,
segoindo depoisda deiuora
iedispensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. R.Previae-se aos Srs. recebedoreB de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingle-
si, cootractoo com aGencat Steam Navegatioo
Companvcm servico da vapores semanaes qos
pirtindo de Rordeaox, Cognac, Lhare-ite, devem
tnegar a Sootnampton a lempo de Daldearem as
cargas destinadas America do Sol para os va-
pores desta companbia.
Esta companbia acceita por pregos rasoavels
para Valparaso at Abrli, pass3ageiros com este
destino por va de Buenos-Ayres e entrada dod
Andes.
Tambem acceita passageiros para NewYor*
a Soatbamptoo, por especial arranjo feito com
i Companhia Allemaod Lloyd,podendo demora-
rem-ae na Ecropa cas c desejarem.
RedaeoSo dos preoos das paseageoe
Ida Ida e volta
A Lisboa 1* classe 20 t 30
A' Southampton 1" classe 28 82
Camarotes reservados pars o pasBagelro* de
PernaiBbnco.
Nota importante
A Royal Mail Steam Packet Compaoy resolveo
para commodidade dos Srs. paseageiros com des-
tino a Pars, qoe os seas paquetes tanto na vin-
da como na ida facam escala por CHERBOURG.a
poocas boras de Pars.
Se o nomero de passageiros para esta cldad
der para cebrir as despezas, a Steam Packet
Company ter em Cberbcnrg om trem especial
para a cooduccSo dos meamos Srs.
Para carga, passagens, encommendas e di*
nbeiro a frele, trata-se com os
AGENTES
ALiiiorim Irraos & C.
S. 3Boa do Bom Juana N.3
Com pffniiinii le i-
no da seguiote.
As encommeDdas serio recebidas al 1 bora
da tarda do dia da sabida, no trapiche Barbos
Caes da Companbia Peroambocanan. 4.
Aos Sra, carregadores pedimos a soa attencac
pi-ra a claosola 10* dos coobecimeotos qoe i
segoiote:
o caso de baver algoma reclamagSo contra a
companbia por avarlas oo perdas, deve ser felts
por escripia ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres tias depois de finali-
aada.
Nao precedendo es'a formaiidade a compa
aira tica ieenxa de toda a resp-nsabiliCade.
As passagens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s S1/1 boras da Urde do da da sabida
do vapor.
Atlencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15 Ve-
Para carga, passagens, encommendas e vala-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
Do glande fohraso de 3 andares sito ra Dr.
Fetoza. antiga Enreita do R .cario, freeoezia de
Santo Actinio, em s.l<> p'opno, .ob o n. 43.
Terc,a-eira, 29 Jo co/rente
AO MEIO DIA
%o nrmazem a ra 15 de No-
vembro d. 39
ANTISA do imi eraor
O agente Oliveira, complente.! ente ao'orlsa-
do, levara a I* i So o importante cobrado aclm.8,
com bastantes commedes, o qoal vi de ma
roa e cera vendido para pagaujeo'o te ligados
eimpoBlos a fas nda do Bttadc, entregando se
livre e oeseaDa-tado ao cou prador.
O S 8 Dreiendcntes deee ja poderao exa-
micar o referiJo prtdio.
Af un OHm
Leilo
De urna granie casa e sitio em Beberibe, sita
.u.i do Metoabc, sjb o. 6
Ter^a-feira, 29 do corrente
A'S il HORAS EM PONTO
No armazem ra i & de lo-
vembro n. 3B
ANT1G* DJ IMPERADOR
O gente cima, por aoorifacao do Sr. proprle-
tano. levar a leilo a grande casa terrea cima,
com 3 jinellas da f etite, 2 ponas, rcni ponas e
janellas nos oilOes, ie do 3 g anoes sala?, 4
qoarto, cainbe, guthcbcirp, laobo do rio no
fondo no sillo, com 2(0 i>; imt-s de frente e 1,300
de fondo, bem plamano e com terreno para orna
graoda baiza de capim.
Os Srs. pretndeme- -.esde j poderSo ir exa-
mir,a- o uiio Filio e casa.
Aracaty
S' goe para o potto cima a Darcaa
Deus Grande
Recebe carga.
..A' tratar na roa da Madre de D'us o. 8.
Companhia Pernamtincana de Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete Una
Commandante Carvalbo
S'cue no dia te do cor-
rete, as 4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nheiro frele, at s 11 oras da manb do dia
da par da.
Cbama-se a atteogao dos Srs. carregadores
para a claosola 10* dos conhecimeotos qoe a
segointe :
No caso de baver algnxa reclamacao con
ra a Companbia, por avaria ou perda, deve ser
feita por escripto ?o agente respectivo no port>
da descarga, dentro de tres das desos de boa
Usada.
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
nbia fica iseota de toda a responsabilidade. >
ESCRIPTORIO
A o'1 Cea da Companhia Pernambacana
n. 12
Na^egaco
Eaipreza de
Cruzeiro do Sul
O VAPOR
Cruzeiro
%URTSO05
'rince Line of Steamers
lames Mnott Sen Cas tic on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazii e Rio da
Prala
E' esperado de New York
a o dia SI do corrente, e
Babir depois da demora ne-
ceBsaria para a
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Ovaporinglez
Asiatic Prince
Para cargas e passagens trata-se com os
Agentes
Jobnston Pater 8f C.
Roa do Commercio n, 15
Pede-se aos Seuho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
cao ou reclama^o, se-
r esta feita no eserip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
Soyal Hnngrian Sea Nivigalion
Company Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Kimn Kirly
K' esperado de
Trieste al o dia
*4 de Ootobro,
segnindo depois
da indlspeoravel
demora para os
portos da
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
obeiro a frele, trata-se com
OS AGENTES
Henry Forster & C.
Boa do Cjmnaercio n. f*
1* andar
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro e Santos
PAQUETE
Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
Segoe no dia 90 do cor-
rete, e 2 oras da tarde.
Recebe carga, encomiendas, passagens e di-
nbeiro frele, at s 10 boras da manb do da
da partida.
Cbama-se a attenco dos Srs!) carregadores
para a claosola 10* dos conhecimentos qoe a
segointe :
No caso de baver algoma reclamagSo con-
tra a Compannla, por avarla rn perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de t es das depois de fina-
isada.
Nao preceden o esa formalidade, a Compa-
nbia Boa iseota de teda a responsabllldade. >
ESCJRIPTOR1U
Ao Caes da Companbia Pernambaoaoa
D. 12
Presenteaeote n'esie por-
to, segolr no dia 99 do
corrente para o
Rio de Janeiro, Santos e Rio
da Prata
Para carga e encoDmendas trata-se com os
AGENTES
Lojo i Moreira
Cea da Companhia Percambn:m n. 1
1.* andar
Agente Oliveira
Importante
LEILO
Da excellente e grande raea terrea, na Capon-
ga, si a a roa Dr. J : qt nt 5aboco n. II, com
iDjprrtan^e sitio, reo'indo de fre te 150 palmos
e 360 de fonuo, toco o:orodo e ecm g sn.ie quan-
lidae de magn hVas avorts liuctiferas, impor-
tante jardim do laio, pirtSo de ferro na frente,
tndo o preio 7 janellas e f.vote, 2 graodes
talas forradas, q qouilos internes f fn ?o 4 forra-
doi>, caleta, dispensa, rosinha exierca. portas e
janellas nos o6e?, 2 importantes banbeiro?,
sendo om UdiilbaCo de marmoe. 1 qoarto fra
com porta e janella, qoarto 'e t jlo e ca>, com
latrina, agoa encanala, cacimba com bomba,
mais um* casicba f >, de tabeas, coberta de
sinco, edifleada en terreno proprio. etc.
Te c,a-feira, 29 ie Outubro
AO MEI DU KM PONTO
O agen e Oliveira, competentemente aotorlsa*
do pelo propieario levara a leilo a importante
casa terrea, na Cpenla, cima desenpta, livre
e desemnarafada, podendo desde ja e a qoalqoer
bora ser examinada pelos Srs. compradores.
VISOS DIVERSOS
LEILOES
Qolnta-fetra, 2i, deve ter fuzar o lailSo ds
duasbinliitbecas, peneoceotes a aifferenles pe.-e
soas, constando de dois estantes e moitoslitro-
de direito e litter. tora.
Leilo
CUAKGKUKS REMIS
Companhia Fraaceza
MaTegfi^So a vapor
Linba regalar entre o Havre, Liabos,
Pernemboco, Bahia, Rio de Janeiro e
Sao toa.
O VAPOR
Entre Ros
.' esperado da Eoropa
at o dia % de Novembro e
segolr depois da demora
"necesearla para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Ruga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta llntia, qoairam apreseniar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
varengas qnalqoer reciamacSo conceraente a vo-
lnmes qoe por ventora tenbam segoido para os
portos lo sol. aflzn da se poderua dar i temno
providencias oecessarlas.
De 2 guarda vestid s, 2 estantes envidnci-
d-'F, 2 revolver;, 2 reoenqoen, 2 ricos qnadroa, 2
mobtllas de jone:. 2 malas para vlagens, cadei-
raB de janeo, 1 bomba de Jappy, e ontros no
v is existentes
NO ARMAZSU DA RA DO BOM JESS N. 45
Hoje
Agente Pinto
Ao mel da
Por occasiSo de oo'.ro l--iiSj de livres de di-
reito e lllteratora.
Leilo
De orna oslante envidragada e urna grande e
variada colltcgo de llvros de direito e Hilera*
tua, taes como obras de Ch uveao, FerrSo,
Looao. Masse, Crrela Telies, Pereira & Sooxa,
Pardessos, Laffyjtte, Ar-rpe, P^rdlgo, Orlao*
do, Ribap, Antrau, Rigroo, Fan Wester, Polbier,
T. de Freitas. Abreus, Cuevalier, Pimenla Bue-
no, Caroat e ontros.
Revistas de dona muios e leis.
Quinta-feira, 24 de Outubro
A's 11 horas
RA DO BOM JESS N. 45
Agente Pinto
Por accasiio do leilo de ontros litros, perlen-
cenes a orna ontra bibliotbeca.
Agente Pesian*
Importante e ultimo
Leilo
DEFINITIVA ENTREGA
De 3.000 ac[>a da Companbia Recifense de
PaniOcacao, do Valor realizado de 80:0004000
lerviodo de base a obViade6*0001! 1 por cada
urna accSo- de 6O0D0! i [
vende ie od permala e ama rasa
a roa ae S. tiento eis Ou a, por oolra no Re-
cife cas(regoenas de Sano inton!o oo S. Jos:
a tratar na roa ce Iljr-a.- e. 57.
Vende-se om sobrado a roa oo Rio, no
Poco da Pacella : u tratar na roa do Imperador
n. 22. 1- andar,
Bom negocio
Vndese com garanta das
chaves por arrendamento, mu
boiu estabeleciaiento bena lo-
causado e afreguezado, tend urna optisma ui-aiiacuo, iitenei
lios e fazendas a tratar cona o
agente Burlasnaqui, a ruado
Imperador n. 41
Vaccas toa rias
Vende-se qoa'ro imponantes vaccas 'ourinas,
a tratar em Campo Granar, sitio de Tbomas
Hnncio.
Agente Pestaa
Importante e ultimo leilo
DEFINITIVA ENTREGA
D? 3.000 acgOes da Compaobia R cifeDsa de
Paniflcacao... Servindo de bate a ollera de
6*000.
comprar a 60C0 ac.Oes qoe foram declara-
das em commisso de accerdo com os Eslatnloa
apprGvados pelo Governo Federal, om negocio
daCbna 11!! : !
Arma^o
Compra-^e orna armaco de rmarello qoe
sirva para es'abelecimeDto de molbados : qaem
tlver e qolier vender achara compraaor a roa
do Livramento n. 28
Taverna
Vende-se urna na rea da Graga n. 3, garnte-
se a cbave ; a t-a'.ar na me^ma.
^"
Vende-se
Um terreno na rui do Goartelnpe ero Olinda,
com 2< palmo de fn ni e 350 de fondo, sendo
por preco commodo ; a tratar na rsa do Lima
o. 13 B, em San'o Anaro._________________
Vende-se
Urna imprtanle t brm afregoezada, livrn e desembarscada, roa
Coronel Soarsooa n, 296._________________
Demarcado s de trra
Pelo engenbeire C. C. Cari n1, erriptorio ni
cidade da Ecada i roa do Rii o. 12.
Casa de campo
Aloga-se a exce laata casa, recen'tmeote pin*
tada e em completo estalo de asseio, coro boas
cmatelos, sitio e baixa <>e cepim, na iravessa
do Calde;reiro, entre as estacOes do Caldeireiro
e Monteiro .* as cbaves e tao oo silo do Dr.
Alcof.irado, onde se acbara com qoero tratar.
Restauraat Souza
Ba Batreifado Uoaario 83
Esta moderna c>,-a aposentes para bespedes e bom tatameoto.
Agrado e preces coimodes
Acceita- flcnatorao.
Mereearia
Vende-se nma mereearia em ponto superi
na fregneaia da Toa Vista, sita ma d- Santa
Croa o. I, garante-te a cbava ao eompridor a
tratar com Victorino Silva & C, na mi do Ara*
glo n. 97.
MUTI1M0
mi iiip
J

' .

k


Ola vio de Pernamhnco ^'Jtottato-fifeira ^* <*<" Ontabro de 1335
aplela de Oltvelra Honra
Stimo di i
Andrade Lopfs & C. coovidam aos parete* e
amigos do eo iod.toae amigo Simplicio de Oli-
veira Mou'a para asai-i 'irtm a misaa que ptio
repouso eteruc de su slm mandam rezar no
dia 26 do correnta, p Is 7 i/1 horas da manuS,
oa pella do collegio Siter seo iofao lo n^s-am n'o, p-1 desdf j ag-ndeeiioa.
t
Julia ah Ta-ares de-Ullo
S timo di
Joaqoim Daa-a tes, tonsura Tava.es i Me lo, Haj eeI D. Feo
tea Jj- D P,.oie>. mando, tilia, m&i e cooha-
d03 agradeced no i.t mo d'a mi a ,e*soa* qoe
ee digiv ram apompa bar a ti lina morala seos
restos nortea, e de novo o- convi.-am. asna
romo prente* e amigo* qoe qoei'am dignar-se
assiitir a ni'sa que sabbidu 36 do c ,nnl* }
jjam reiar no eooveito o Garmo, as 7 f no
as ;o lia. i e!o rep"oeo cierno dp sus alma.
m

Victorino Domingros Uves Hala
O Bacbarel Jos Vitorino Alves Maia e seus
doca irmSos aosentea Uernardino Alves Maia e
Victorino DomiGgjs Alve3 Maia Filbo, Maria
Ma:a de Azevedi. B; a runo Fe'reir de Aie
vedo, Eicudina Rimes Alvs Maia, Carlos Fe'-
reira de Azevedo e O'car Farreua de Azevedo
agradcelo cordialtu^nte a todos es prenlas e
amigos que acompanharam ai a a t ia morada
os restos mertae8 ao seu preaadissiiBO pai, so
gro e av6, e no-"atiente oa convidain para assls-
tirem as mismas qoe por alma do tinado man
dam celebrar na Orueai 3.* de S. Francisco desta
cidade, s 8 baraa da maon do da 26 do cor
rente, pelo que se coefessam sinceramente gra-
tos.
1"
Cabriolet
Vndese om cabriolet americano com do a
asteo 'o< e de qoairo iojss. un perfeito esta o
para nm cavallo, teodo doas envos, eeodo om
aovo e ootro caado, e qoairo rodas novas 'e
sobresaieotes : a tratar na corheira de Jos Va
lele._____________________________
Mme. Pigeon
De volia de sua viagem
Europa previne a todos
os seas clientes que abri
seu ateJier de co? turas iua
Barao da Victoria 6!, 2.*
andar-
Madeiras de construccao e
uateriaes para edificado
A Companbia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em eeu armazem oo caee do Apol-
lo n. 73:
Madeiras para const-oreSo.
Cal braoca de jagoaribe.
Cal pret.
Cal virgtm para assncar.
Tijollos de ladnioo e commons.
Tijriloe refractarios
Padras de cantarla era Roleiras. ptc.
ET
para fazer fortuna
Vende-ee o Rendall Hotel, oa capila do Cea-
r : qoem o pretender poder dirigirse pot
carta ao sea propriftarlo silvestre Beodall. Para
informacOes com o Sr. Antonio Soares Baposo
Ualbo docoromecio) la'gj da Peona o. 2.
Secborinlia Candida de Miranda
Bapttaia
P;imei'0 anniversario
Tbomax de Aqono Bautista e Arlbor de Mi
randa Baplista co'ividam a t dos os prente e
amigos de sna cara eeposa e mal, Senborloba
Candida de MiraGda Baptista, para aosislirem a
missa que mandan celebrar pelo eterno des-
canso de sea al na, no da 25 o correte, i-
anniversario do eeu failecimento, na matriz de
S. Jos, i 7 oras 'la manba, confessaodj se
desde JA nnmmnmpnic ag'jnippinoa.
Aluga-se
O 3' andar do predio roa do Imperador o
44, tem boos commodos e aoa : a tratar com o
Dr. Alcoforado. co oa roa Augusta o. 198. A
cbave est oo 2- aodardo meemo predio.
_f luga-se
O segoodo aodar do sobrado o. i46. sito i roa
do oronel Soaesona, aotiga dos Martyrios, com
acommodacO- s para comerosa familia e aeoa
encanada : a tral?r oa 'oa de S. Gongalo o
29
Vende-se
Um bom piano
mero 296.
roa Corooel Soassooa no-
Plvora
De todas as qualidades
em bairis e em latinhas ven-
de-se eo eFcriptorio do Per-
nambuco Powder Factory,
Ra do Commercio n. 6.
Liquidado
A loja Par!/ n America toa-
do de liquidar diversas fa
sendas de modas chama a*
teucjlo de seas fregueses para
grandes abatimeatosde precoa.
Boa do B. da Victoria 1
Pernambuco
Cavallos roubados
Ka ooite de 8 para 9 do correte, roobaram do
engento Normandia, eetajo de Aripib, doas
cavallos com caogalbas, sendo om roseo e ootro
rodado escoro, andadores baixo.
O ferro do rodado om B em om qoa-to, ornas
marcas de cordas Das peroas, orna ootra oo pes.
coco, ama maocba encarnada oas pontas das
costtllas qoe penco se divolga; doas pootae
braceas oo peito oude se arrocba a silba; novo,
enripado e iotelro.
O rosso esgo'o, com o p dlrelto brinco,
mais velbo, bota as crloas para a esqoerda e
|ast-ado.
Fabrica de espiritos
Vende-ee, de orna peisoa qoe ae retira desta
capital, orna fabrica de espritos completamente
montada, com porto para embarque, cando a
vontaae do comprador a acquiaijo do predio e
suai dependencias por veoda on arreodamento :
a tratar na roa Duque de Caxias o* 72, primeiro
andar.
Ama de leite
Prerisa-ee de urna, preferin o-se de cor pn*
;a k roa Larga do Bosano o. 9, relojoaria. _
Amas
Precisa-se de dnaa amas, tratar i roa Bario
da Victoria d. 63, 2 aodar
GHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fon te Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recen tmente desc bertas,
j s&o bastante conbecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinas,
as dyspepsias, diabetes e priocipalmente
as molestias de estoo-ago, de qualquer
natureza, bem como do fgado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompaoham cada garra-
finha.
A' venda as princ-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- SALBANHi & G
Ra dos Dourddores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joio Fernandes de AlmeHa
Travessa da Madre Deas n. 1
Cerveja Martello
superior do
Clara e escura, a mais
mercado.
Criado
Precisa-se de om criado da 10 12 annea de
idade: a tratar oa roa da Praia o. i.
Cesmheira
Precia-se de orna oa roa do Baogel o. 19.
Paga-Be bom ordeoado._________________
Farinlia de Rosca
a 15000 reis o kilo
Z. MBLIO BISIiT
Ra Larga do Fosario n, 40
Se mentes de hortalizas
Couve flor, dita nscS.'dita mantelga, dita
troncboda, repolbo, rabanete, nabos, alfacu, ce*
nooras, chicoria, salsa ; veade-se na roa do
Racgel o. 25.
A o commercio
,7Antonio Nognerra da Silva previo aos sena
credores qoe Tendea Desta data ao Sr. Antonio
Marques de Almeida o seo estabelecimeoto de
molbados roa Duque de Caxias c. 22, e pede
Ibes o fvor de receberem deste seobor a im-
portancia de suae coatas, o qoal fleoo para Uso
aotorisado por m*m.
Becife, 18 de Oatobro de 1895.
___________Aotoolo nogoeira da Silva.
Cerveja Martello
Clara e escura,a mais agrada ve 1 do
mercado.
Chapeos!!!
De sol avariados, om por UOu'O, aproveitem a
pecblocba ; veqde-se oa
da Perola
Domingos Fernandes.
Loja
Cerveja Martello
Clara e sacara, a primeira do mer-
cado.
tf a,
4o commercio
Paulino Rodrlkues dos Santos e Antonio Ro-
drlgoes dos Santos partlclpam ao commercio
desta praca do Recite, qua dlssotveram amiga-
velmeote a Boeiedade qoe tiobam oesta illa de
Amaragy, a qoal girava sobre a firma de Paolmo
& Irmao, tic-ando o socio Antonio Rodrigues dos
Santos pago de todo o seo capital e lacro*. B-
cando a cargo oe Paolmo Rodrigoea dos Santos
todo o activo e passivo da meama casa.
_ Villa de Amarrgy, 15 de Ootobrode 1895.
Paulino Rodrigues dos Sanios
___________Ao'OQlo Rodrigues dos Santos. I
Regulador da Marinha
CoocertSHae relogios de algib ira, pet-
dulas de torre de igreja chronemetro de
marinha, cavixa de musicca, aparelhoBo
elctricos, oealoa, binooalee, ocales te
alcance, joiaa e todo qualquer objeto
tendente a arto mechaaiea.
9Ba Larga do Roearo-9
Jaboatao
Veodem-Be 3 casas nesta cidade, e orna
parte no eogenbo Concordia do municipio de S.
Lroreoco : qnem pretender dirija se Manoel
Xavier C. de Alboqoerqne. O motivo da veoda
dir ao comprador.____________________
Aviso
Antonio Beiem Cavalcaote de Albuqoerqoe
testamenteiro e Inventarame dos baos do Uado
Adolpbo Staisemback; avisa a todos os credores
do mesmo finado que ibes fica marcado o prazo
de 60 das improrc gavels para promoverem seos
dlreitos. Recite, 8 da Ootobro de 1895.
_______Antonio B. r.atlcaoie de Alboqoerqoe.
Ama
Preclsa.se de orna para cosiobar ; a tralar
na roa do Raogel o. 53, veoda.
Entre amigos
Em vista de nao ha ver o plaoo de 24:000*000
da lotera desta fistado nsste mea. como consta
dos bilbetes, Acara transferida para a de.....
11:0001000 tamben deatoJBftado, qoe ba de
correr oo >ia 25 de correte, caodo asaim sal-
va qo Iqoer do vida.
Recite. 7 de Ootobro de 1895.
Prado pernambucanp
ALERTA!
Constando-nos qoe o animal Estola, cato,
obamamus attencSo da directora para o Arl. 8-
do cdigo de corrida*.
Diversos proprleUrioi.
SAUDE PARA TODOS.
1
UNCUENTO^HOLLOWAY
O Tjnguento de Holloway um remedio infallivel pti
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota eoi
se reconhei.
-S resfriamentos e tosses.
Tumos as glndulas e todas as molestias da pelle nfio teem seinelhame e para os membros contrahidos
juncturas recias, obra como por encanta
ilcs de pernas e do peito; tambem para as feridaa
WW para todas as enfcrmidades de peito nio
Para os males de garganta, bronc.
Essasi ledicinas 5o preparadas smenlc no Est-bclcimento do Professor Holloway,
78, HEW OXFORD STREET (antes S3S, Oxford Street), LONDEES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
$& O compradores sto convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se dSo teerr. a direc?ao,
533. Oxford Street, so ialsificaooes.

FERRO ARTIAL-eOi!
GRHLADOI
Ooato agrada7el torna a dar com rapidez ao mngue sua rl meza e Torca. Nao d
priaa ae ventra nao ennegrece os cente _c ,rrj#a 0 e'ttomago. /
riBIS. 5, fu BiUui. Deposito em Pernambuco : p BBOGiS FBODDCTOS CH1M1CM.
'MEDALBA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
desinfectado pelo Alcatro,
tnico a btlM/mco, o qua muito
auemintt as proprledade* 0/00.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
t un/:* prto&rtcio qua permttta
administrar o Ferro tam pro-
duztr PrisSo de Ventre, nam
Incommodo.
DIPLOMA DE HONRA]
,E FERRUGINOSO)
MM&
t
UTO geral ea PARS
na do Fiai'-IoDtairtrt. 21

_*
?7S9! ?.Y?&f^'
&KCC1TADO POB TODAS AS
Celecridaies Mlicas |
DA FRANCA EDA EUROPA
as
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFECQOES ES.-OFULOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, OEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES.RACHITISHIO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA HE HYOIEXE DO IMPERIO DO BRAZIL
'NEURASTHENIA, HYPOCONDRIA, DOENQAS NERVOSAS, IMPOTENCIA''
Rachitismo, Tuberculosa ossea, Arthrite, Rheumatlsmos
TUBERCULOSA PT_r____cON_p_R,, etO.
|O GLYCEROPHOSPHATOdeCAL DALLOZl
I o Mediemento por exeellf ncia para as opramrncionada ild:cacot na dote de I a ? colhrradu (dai para caf) antea de cada refeijao.
PARS : J. DALLOZ, 13. bouleoard de la Chape/le.
Em PERNAMBUCO COMPANI1IA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.

OH,, CABE
Cura certa em 3 das sem outro medicamento
PAllIS 7, Boulcvard Denain, 7 JPABIS
Oeoositos em todas as princinaes Fl:a,-mauir>.n c rfCBtj*.
IPILLAS DIGESTIVAS DE FANOREATINA!
de DEFRESNE
Pharmaceutico de Classe, Fornecedor dos JIospitaes de Paria
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso fs
I digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir egh
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mastS
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteraclo, ou
i ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulcerares do estomago, ou
ido intestino, 3 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescrpto.s
[pelos mdicos contra as seguimos affeccSes:
Falta de appetite.
'Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
Anemia.
Diarwhea.
Dysenteria.
Gastrites.
Somnolencia depois de comer, e vmitos qaeacompanhain a gravidez |
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-i
radazinhus depois da cuaima.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Pharmacias I
a Phosphatina Falires
alimento o mais agradavel e mais recorn-
mendado para as crianzas desde a idade de 6
para 7 meses, sobratudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a (lentico,-asseffura boa formacSo
de* osr.os, dte e eslorva os dateitos de cres-
cimento, impede a diarrhea tolrequente entre
as criauras.
raris, 6, Irurnt Tktdrfe em todas u pbarmaclas.
PRISAO fe VENTRE
Can pelos
vm
>*
pott*0*^ LjxatlTo certo. da I
d iaMr ajradavel e fcil a tomar J
Par, 6. A-enue Victoria e em tod m Phrrocln..
CITRATO DE FEHBB
CHABLE
3B0.0Q0 Cnratlro di Bomithi
Floxos brancoi
Perdas seminaet
DebilidadeawOrgioi
UTOitiSisniuuaif
MOLESTIAS DA BOCA t BA GARGANTA
PASTILHS de PALASGI
deChlorato de Potassa
e d'Alcatro
Approvadas pela Junta de hygine
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da boca, taes como a inflam-
macao das gengivas, as apatas, a
seceura da lingua e do paladar, e
egualmente as molestias da garganta,
como a inchacao e ulceracoes das
amygdalas e da campainha, a rou-
quido, etc. Ellas sao muito procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermao e outros ora-
dores pblicos, etc.
PARS, 8, rae Vivienne
llf TODAS AS PHARMACIAS

O IflORRHUoi
w creosotado **
de GHAPOEA
0 HORRHUOL CREOSOTADO con-
tm os principios activos de creosoto
de faia. E' um microbicida poderoso e
constite o remedio mais efficaz contra
as Bronchites e Catarros rebelde?, a
Tsica laryngeana, a consumpgo e
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
k e em todas as Pharmacias JJ
NEVEIRA
DOS
CASTELLDS e flos CAMPOS
Produz em 10 Minutos
500 gr. a 8 kil. de Oelo,
ou Sorvetes, Bebidas Ce-
ladas, etc., por um Sal
inoffenslvo.
J. SCHALLER
332, ru et-Honor, PARS
PROSPECTO FRANCO
Chegaram 1!
E vendem-se em pecas |e
a metros bordados o que se
pode encontrar de melhqr
qualida Je de 400 reis at
3#000,ame- tros prunricp
para enfiar com fitap.
Loja da Perola
Ra la Imperar
tris ii. 99
Domingos Fernandes.
CES7B J M_r,lELL0
*" Clara e escura,a meibor de todas do
mercado.
Cal Branca e Vir-
__,mbb de lii^iia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
f xpl( rad ,ra de oal tran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores q e nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade/e
que os v< riad**ir4)S pro-
ductos se ene ni amem
seu ar azem do caes do
Apollo o. 73.
** K Bl I fe I VC T A
NEM MODIFICAQAO DE COSTUMES
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especficos de
Eugenio Marques de Bollanda
Salsa, caraba e manae-Cura to-
das as molestias da pello rheumalismos agudos
ou Cbronicos, todas as affeccOef| de origem sy-
pbilitica, escrfulas, ulceras, bubas, darthros e
mpgens.
Pilulas do veaminaCom baetm_
prisOes do ventre, as enchnquecas e sao depura
Uvas e reguladoras.
Elixir de (mberiblna Restabelece a
disppticos, facilita as digestes e promovso
defecafSo.
Vinho de anua/ ferruginoso e
quinado-Para os chlorc-anemicos, debela
a poemva intertropical, reconstitue os hidrpi-
cos, benbericos e convalescentes.
Xa pope de flor de aruelra e ma-
tambaMuito recommendado na bronchite,
na hemoptise e as tos es agudas ou ckronicas.
na influenza e asthma.
Xarope de mulung e flores de
Iarangeiras contra msomnias, nevrose
cardiaca, hyslerismos, clicas hepticas, toases
nervosas, asthma, coqueluche e convulses das
criaDfaa.
Vinho de cacao, pepfona e lacto
phosphato de cal, quinado Contra o
rachitismo das crianzas, deseuvotvendo-as, rea-
nimando o organismo; faz recuperar as forcas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre cbimico
conlinuam a ser fabricados soroeote no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as i mi taces]
Vendem-se uas Pharmacias e Drogaras desto
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6, 1. andar, Escriptorio
Jos de Musumbo.
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Sementes novas de hortalizas
Completo eorttm<>Dti<.
RA E8TREITA DO ROSARIO (JUNTO A
JIGBEJA)
Pocas alendes & C,
.ir.:.;.::- clzs
DE
Campo & C
N. 3S-RUA DUQUE DE C*XUS-N. 35
Em frent> do Diario
Os proprlatanos deat" bem mootado estabale-
clmeoto previoem ao rene uvel publico que
nara bem servir aoa f eus fregueses teem no re-
ferido estabelecimeoto om esplend jo e variado
soritmeoto decasemiras p etaa e de corea, o qoa
ba de meibor em la, b ios de paro liobo de 'io-
dos os padrOes, e por precoa rasoaveia.
Poasoem bons artista, pelo qoe se jul^am
nabilitatos a satiafaier com todo go-to, eaaatro
e oerfeico ao fregoet mam esigeete.
Na mesma alfaia ana alogam-se casacas
ic, ete.
Caixeiro
Preelia-s de um
Idade, com bastante
caixeiro de 20 auno
p*atica de molhaios a i oe
d Oaaor de na conducta : a tralar na roa
Gota o. OS,
donja.
de
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Ccsmheira

Preclea-se de otra boa cosiobeira
Capibaribe n 36.
no caes do
Criado
Preci?a-se de om criado : na roa da Concor*
da o. 126. fabrica.
Gompra-se
Polea melhores precos da praca qualquer
qoantidade de :
Caf em cereja.
Cat rom caeca (bem secca).
Caf descascado.
Cacao.
Borrachas de mangabeira
Comsi.
pecacoanba preta.
Iementes de carrapato.
CAES DO RAMOS N. 4
______________________V. Neesen
Duas |ovens em conflcto
NO THEATRO
De repen e oovio ee grande romor nos cama-
rotes da |a ordem, era grande cunflicto entr
doasjoveos: ataques, choro, mato, morre, api-
os, o diabo emfim chega a polica, indaga do
f cto e tica sibendo que tiobam ido a vas de
faeto, D. Elvira e D. uenoveva; verificada a
aaea, liaba razao D. Elvir .
Estava indignada, fonos mesmo, D. Genove-
va, com sua amiea e companheira de camarote
pelo fac'o de ver qoe todas as peesoas qoe esta-
vam do tbeatre, olbavam smente para sua ami-
ga e nao pira ella, indignada .isse : nao por
sua booita cara Elvira, este sen lindo vestido
que est cbamaodo a atteccao de todos' um
vsetido de urna bonita pbantazla o iSo chique,
que. endo o meo de seda, o seo realza moit
mais qoe elle e o qoe mais me contraria voc
oo querer dizer me a loja onde comproo a
zeoda de seu vestido
Elvira, contraria 'a, d orna gargalbada sarao c
tica e da : para qoe nao leis os annoocios das
lojas ? para qoe nao passelas no commercio ?
ora Sra. D. Genoveva, ootro cfficio, qando eo
sopponba qoe a soa raiva era por causa do pri-
mo Joca, vem a Sra. dlzer qoe tao fomente por
qoe meo vestido moito bmito e qoe sendo de
i h intazia realga a ai- qoe o seo eodo de seda
e porque eo nao qoii dizer a Sra. a Iota onde
compre!. E' o caso, nao somos nada neste
moodo.
Sra. D. Genoveva tenba joizo, nao venba para
o tbealro dar om espectculo deste, e quando
qoizer comprar qoalqoer 'aienda de seda ou
pbantazia de moito gosto, v roa do Crespo
o. IS, loja Estrellas da America, qoe, nao ?
encontrar om lindo e variado sortimento de fa-
zeodas finas e modas e bom com ameoldade no
trato, agrado, sinceridade na medida e preco
commodos.
D. Genoveva reqaer verbalmente ao commsaa-
rio qoe Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
oomero da loja, o norme da roa, o da fazeoda de
seo vestido, o preco e bem assim o nome do
todas as .aseodas qoe ella vio na loja referida'
o qoe foi deferido.
Estrellas H 'America
flS-Rua ldeHareo19
Anttga do Crespo
MARQUES & LIMA
Agrado a todos, pbantazia em tecido de gorgu-
rio. 1*200 o covado.
Soobei com ligo, pbantazia, 1*100 o covado.
Pery, pbantazia de salpicos de listras o labra-
das, 1*200 o c vado
Sedas de c6res, Vaidoias.
Ditas de ditas, Suspiros que vo e vem.
Cachemiras de corea, Bombardeio.
Pbantazia, Sirandoba.
Lis com lstras de seda, Adelaide.
Ditas idem dem dem, Elvira.
Ditaa idem idem idem. Moracti.
Cachemira de cor, Tenbo ciomes de ti*
Las com ealpicos, Os 3 Jacaree.
Sedas, pa irOes noves. As sogras.
Ditatecidogorgorao, Hei de amar-te at morreri
Cachemira preta de cores, Nao quero amores.
Merino preto para botinas.
Dito caf para habito.
Grande sortimento de merino pretos e lavradoa'
Velbotina de todas as cores.
jgande sortimento cambraias bordadas.
Cortes de vestido branco bordados, 18*000.
Vestidos de cartee*, bordados seda.
Linda phmtasia. Beijos de amor.
Ficbs de 1* A 20*000.
Peitilbos de iiobo liaos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadfiras.
Camisas bordadas para noivos.
Gjmisas braocas e de c es.
Vestanos para baplisados.
Sobretodo de urna e doas vistas.
Flanelia lisa e de listas.
Chales pretos.
Cortioados de cambrala e de crochet para camal
Cortinados para janella.
Maotiihas de sla de cores e pretas.
Ditas da algodo de cores e preta.
Camisas de la para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores,
Buos amerieaDos, 2*S00 om. .
Bramantes de liobo e de algol&VM
Lindes pad'6es de crep para coberta.
C.-epe preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cacbiuet ce seda de cores.
Vello niho de cores.
Sorgoro preto, diversos precos.
Seum de todas as cores.
Merm preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com salpicos de seda, Canntnba verde.
Seda de llstra, Atbayde.
Paletota tolda de teda.
Camisas de meia com lis tras de cores.
Cachemiras pretas com salpicos de cores, Abra
a porta Siob.
Bofaio.
Lioiisslnia8 casemiras de cores para hotnma
KOBto espacial.
Cones de fostOes branco e de cores para coleta
Atoalbado de liobo e de algodao.
Panno da costa para mesa.
Snr de todas as cores.
S^roolas elsticas. *
Murirji da China, 1*800 a peca.
Ct-tooe de barra om metro de largura.
Casaa pabiita Boa, iOO ris o covado.
Dita dita, 200 rls o covado.
Cwta prfelia, JO rie o covado. _
E moltaa ootras fazendas qoa impossiiei o
desertver.
RA DO CBBSPO-J! _
Estrellas dAmenca

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8 Diario de Pernamlmeo Quitiita-felra 1 d^ Ontuhro de 1&95
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de exploso, fumaga o mo
chero. A' venda em todos os arma-
zens de seceos.
i o?; padre
Compadre V. diea-rre or.de compra generoh
para soa despensa ?
Eu ibe digo: ba moitos annos qoe compre
m ora armazem. e rao me consta qr.e niu! en.
ejamaia bem servido m cetra rart ; ronrn
ali.po'qoe encontr o que preciao, don nota
a m i-.'iim-rre todo a meu ge alo, ja \ nerta
conditaJ ealou aaiiafeito.
Em presos qu ba qoern vend mais barato e
lodos os geoeros pao de primara qualidaCe ;
boa manleig, o bom cha, o oom qoeijo de di-
versas qoalidideg, o bom vid -o de mesa da Ser-
ra da Estrella, o bom vi: bo do Pono da mait
baiza i maia alia analx'ade, os boos Medres, o
bom charopajen Mn l;nri'e todo quanta ae pode
dejejar para urna bo despensa;
E leem tambem um comrieto soitimento de
obras de vimes, come 8*jaaj seetas para com-
pras, balaioe para papel, loopeiros, tercos e
lindas radeiras.
Obrigado compadre pelo que me dii, porque >
vida esta moro car, veo mandar comprar o que
precizar arme araazem. Poia mande compadra
que ba de ficar ealiafei o.
Olbe o an'igo rmaiem de
Pocas Heniles & C
BA ESTRE1TA lio R0SAH10 (JUNTO A
IGREJA)
Sei onde compadre.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulac&o, attaav
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil
va &. C., ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferr ira, ra o
B&l&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lope, maLargi
do Rosario n. 13.
hitio
Alogs-se om, na estrada do Remedio, com
casa grande e molto freso, coliocado entre as
llobas dos bo ds da Magdalena e Alegados:
tratar i roa da Conaoiaia o. I C, Boa Vista.
Taverna
Vende-re nma, em boi Iccalldade, na f egoe
lia de S. Jote, proprla para principame, por ser
de peqte o capital; o motivo da veoda se dlra
aos p:eieudeot' s : & tratar na roa Marqoex do
Herval n. 165, taveroa.
Oaixas de msica
Flova remessa recebeo a retejos ra D.vid i
ma do Caboga o. ib ,com danzarinas, figuras
diversas, tamborea caaaobolaa e tmpanos, a
melbcres qoe eiistem, tem de JOOJ, i50#, 3004
JJCOfOOO oa roa do Cabuga o. 14.
Bichas de Haniburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas e
sarjada; na ra das Larangeiras n 14
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assigoados, caroe de pri-
mer qoalidade, nos taltns da ra Marques du
Herval i s. 17 e 3,e Gamboa do Carmo o 1.
Este prego eoff*era alteracao pan mais oo
para meaja, sempre de accordo com oa preco
do gado oaa (eiraa.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Fiosa Lima & C
LO.IV E ARMAZEM
DAS
ESTRELLAS
t-raede liquida^ao de lazendas para acabar dos
seguintes artigos:
A saber:
ast3 Di-aim*s core* da 1J2 00a 4OO rea o novado .
Madapolao americano moito largo de 18|>000 a peca pjr_8|$CO0.
Oito para di iva a 4|J5C0 a peca.
Alaodaciinh.i americano a 58 CO, 7(Jf 00 e 80COO a pee*.
Crotones iog'erea claros e escures a 300, 400 e 500 rs.
Brins de cores lindos padrSes a 600 e 800 ra. o covado.
Setim decores a 800 rs o covado.
Sedas obau.iloudaa liado* desechos de 48500 e 18500.
Lequss de gasa e da tetim a 56000, 6,5000 e 880 0.
V11 as croas para homem a 750OO e 10(000.
Ditas croas pa a seohora a 120OCO e 15(000.
Collariohoa de linbo diveracs for-natoa a 6/50C0 a duiia.
Ktamices brancoa readadoa oom toque te mofo a 600 e 800 rs. c cov&do,
BretioLa de linho, fioa a 103CO vara-1
Merinos pretos liaos e de cor-a a 184' 0, 16500 e 2000.
itoa de co.es de 10200 a 240 rs. o covade.
Orgaodya a Ponpadoor a 400 e 500 rs.
Cortes de casimiras para calcas a 60CO"> e 10:5000.
G'amisss para homem a 48/5000 a dezia.
csi artilhus finos a 7,50(0, 80000 e 98C00 um.
Sergelim de todas as corea 240 rs. o covado.
Oasemira preta diagonal de 85003 e 100000 o 30000 e4JJ
Cheviot preto pora IS de 7(000 a 30500 ra. o oovado.
M-intilKaa de seda creme com toque de moij a 10000 um
Guardan* pos de nlgodlo para cha a 3001 0 a doiia-
Caaemiras de cores a 480J e 55000 o corado.
L'ivas de seda, ccres diveras a 100 rs. o par.
Plitc a 200 rs. o metro
Roba de cretones de corea a 6IC00 um.
Crepons hndissimas cores de 2(500 a 185rO 2 lrrguras.
Sedas escosseaaa finissimas *e 50OCP a 20000 e covade.
Ditas pretaa lavradaa a 0500 c covado.
urth de corea a 1(500 ocovado
Cobertores americanos a 1(500 um.
Leccos brancos c m bordadoa de cores a 58000 a dnaia.
Bnm br.nco poro linhon. 5 e 6 a 3(000 e 30200 a vara.
Voilea francetei a 200 ra. o cavado.
Caminas de runas para homem a 10000 um 1.
Ganga adamascada a 200 ib. o covado.
Uallariohos cellaloid a 300 rs. um.
Ditos de Iflho boidados para ssnhoras a 5C0.
Cortes de Lin.n para vestido finits moa de 45(000 a 15(000 1!
D tos de cachemira boria one'a de 800000 a 258000 e 300000.
LSs eicossezas e oatros p drSea a 320 e 400 rs. o covado.
Plumas e aigretes a l(50u -i 2(000.
Brim americano bonitos p-r5es a 500 e 600 ra. o covido.
Dito ptrdo de 1(200 a 50 > s. o oovado,
Cachemira e 13 para inver. < de 4(000 a 1(10 (o covado.
Colchas brancas e de corea a 30000
Flanel ai encarnadas oom deeenhos pretos a 500 rs. o oovado.
Fichas, sabidas de oailes a 10000 um.
FastSes brancus com desenhoj de oores de 1(500 a 800 rs. o covado.
Lencos de setinetas de cores a 200 rs.
Caetones fraocez s clarse eacuros de 1(000 a 600 rs o covado.
Tapecana
Tapetes de coco para forro de salla a 1(800 a jarda.
dem de juta a 2(500.
dem de ale-tifa a 20400.
Eateiras braocaa fiaaa a 20500.
dem de corea tinas a 3(000.
Capachos de coco para entrada de salla de 6(000 a 120000.
Grande quantidade de retalhos 'e 18, seda, cretone, etc, e.c.
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
TILMOO
FOLHETDff

O.CaSAMiTD DE UM FORCEO
;por
ALEXIS BOVIER
-----A,-*w~.
QUARTA PARTE
A let nn CORAGAa
CAPITULO V
NA SALA DE LEILES
Centinuagao)
Apenas as ouve, sobe aos quartos dos
criados, maldiaendo a preguica delles...
__ Ah no meu tempe, exclama elle,
se nos levantassemos a estas horas havia-
mos de ouvil-aa bonitas... Mas tado mu-
da... pagamos o dobro e temos me tado
d> servico.
Depois de ver todos a trabalhar, rtco-
sneca, em silencio, o seu pasaeio por en
tre a mebilis...
Almoca e sahe immediatamente, vai
rua onde tinha ui loja ; p*?sa dez ve>
ses por diante dalla sem se atrever a en-
trar... porque o seu geurp succesaor
lhe fez comprehender que tinha gostos
rac:, e que em vez de o servir o preja-
dicaria no espirito dos fregueses.
Nessa ocasiSe alia disse para si:' ,
Iograto e cege imagina que por
PB1T0KAL CATHAKINENSB
XAROPE DEJANGICO, TULU'_EgGOACO
GOHPOSIC 'O D R A LL IVEIRl
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Brazi1-
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposi^S s.
Recommendado na clnica medica de distiactos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, brouchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas as mo eslas das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad-.
RALINO HORN & OLIVEIRA, nicos propristarios >] fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogaras
JDEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBCO
Guimaraes Braga & G.
Rua do Mrquez de Olinda n. BO
causa delle que veem minha loja I em-
fin, o marido de minha flha.
Como precisa de oceupar as horas de
ocio, passa todo o tempo na sala de lei-
loes... conversa com os negooiantes.
Um da, ouvio dizer a um delles que
tinha comprado um quadro por 13,50
francos e o tornou a vender a outro por
17,900 francos ; que urna Jarra comprada
por 3,75 francos, achou quem a pagasse
por 11,700 francas ; um capacete, pelo
qual elle nao dara 6 sidos, fra vendi-
do por 9,020 trancos ; diase com os seus
bat5es :
Eurecka! ou antes, como vota
lingua grega o maior desprezo, disse :
Del no vinte 1
Desde esse dia, a saa sala foi invadida
por cacea de garrafas, ferragens, bahus
cosos, bronzes recco, sedas rodas pela
traQ, crjstaes rachados, etc.
Um dia, as escava;3d para um cano,
encontreu a aza de urna bilha de barro,
com a marca da fabrica quasi gasta : C.
J.C. Roqoette, 100.
Isto qaer sirhplesmente dizer : t Cor-
nillard (Joao), caes da Roquete, n. 100. >
Elle nSo quer 1er desse modo ; vai pro-
curar os saos collegas da sala de leudes,
e no fitn de duas horas de disenssao e tres
de daliberaco, a aza da bilha passs a
ser a vasilha por onde Cesar bebeu ao
?asear, taja feita especialmente para elle
com barro e lava do Etna, o que se pro va
elo fragmenta de inscripto, que se deve
ir por esta forma :
c Cesar (Julio Caio),rocha Ktna,
cem annos antes de Cbristo.
E' claro como o dia Portanto esta ta-
la vale, pela soa authenticiade, 1,2
fr .neos, prejo do mercado.
Deste tnodo arranja objectos, ratratps,
etc., to uthenticos como a bilha. As-
sim que taca a casa eheia, quando j nao
tato, distribae pelos amigos bilhetes em
que se l :
Cretinand, colleccionador, mem-
bro da sociedade de antiquarios greco-
romanos, correspondente da Academia de
Bailas-Artes de Rel-IIevin (Caledonia),
avaliador do juiz de paz de Kamberg
(.Iadia Oriental), etc., etc. ; e manda
affisar em Pariz cartazos immensos que
dizem:
C.
LeilSo da valiosa colleccSo do Sr.
Todos os papalvos que adoram as anti-
guidades sSa attrahidos por este C. mjs-
teriose.
Falla-se no leilSo de objectos raros, que
fazeca parte da colleccao ; com alguma
habilidae e o auxilio dos jornaes, ne-
gocio est langado ; d'ahi em diante tudo
cerr bem*'
Chega o dia do leilSo ; acreditando nos
lettreiros, todos se atiram a celebre col-
lecclo.
A pulseira que mademoiselle Qualquer
Cousa comprou por 100 francos, vende-se,
com o nome de Armilla, por 400 ou 500
francos.
Urna talha de faianoa, com um gallo
azul, de urna vaqueira, vende-se p >r 300
francos, dando-lhe o nome de jarra de Ad-
ro de Cleopatra. Vende-se tudo; e de-
pois Cretinand comega de novo I Que
licito I
Aqui est porque as paredes es*8o co-
bertas de annuncios de leii5e, e porque
os verdadeiro8 coilecoionadores abando-
nam o campo.
Mas n&o s isto : esses leilSas apegaf
prajudicam os negociantes de antiguida-
des.*
Os leites que hlo de matar a arte, em
Franja, com o pretexto de a elevar, aind
team mais amadores.
pii andar.den'ro da ^casa sem rasgar o Lembro-meJ do leilio de Slo-Donato.
DE SCOTT
de'oleo de ficado de bacalhao
Com Ilypophosphitos ele Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hygiene Publica e autorisada pelo governo
da Brazil.
" Devo dizer-vos qne no Brazil nteiro, son o
medico mais apologista da vossa preparacao de
Ok'O de Fi"ado de Bacalhao, tendo em minha cl-
nica, fazcm alguns annos, obtido es resultados
mais satisfactorios, e (ni o introductor da vossa
preparacao em muitas cidades d'este Estado; por
tanto vos felicito e comprimento.
Dr. Estevo de G. Priuli.
Tenentc Coronel de Linha, Ex-Cirurgio Mor do Exer-
cilo Arcentino. Kx-Sub Director do Hospital de Obste-
tricia ce ucnos Aires, Ex-lntemo do Hospital de
Notre Dame de Paria, Membro Agraciado e Honorario
de valias Asociac.>s, Ex-Medico de Primeira Classe
e Fundador das Sociedades de Soccorro Mutuo Ita-
liana e Hespanhola-de liucnos Aires, Medico Parteiro
e Especialista de MdeMias de Senhoras. Cirurgiio
Dentisulaureado em luenos Aires, Montevideo e ra-
iz, e premiado com Medalhas de Ouro as Exposices
Continentalde 1878 e Nacional de 18S0. etc., etc."
Cruz Alta, Ro Grande dj Su/, Br.izil.
Este Illustre Medico receita a
or. estevo de g. priuli. Emulsao de Scott em todps os
casos era que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitisro das Criancas, Rheumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Influenza) etc., em todas as
formas de ExtenuacSo ou Debilidade, as Affec9oes da
Cargante e Pulmoes c tambem o emprega nos Conva-
lescentes. E' um facto reconhecido geralmente pela
Sciencia que como o Oleo de Figado de Bacalhao, nito
ha outra substancia que contenha tantas propriedades
nutritivas. E aggregando-se os hypophosphitos, cujas
virtudes tnicas sao to recommendaveis para os ervos,
cerebro e ossos, a efcacia d'estes dous componentes
augmenta, ligados como estam na Emulsao de Scott
sob urna forma perfeitamente homognea, agradavel ao
paladar, e de fcil digestao e assimilacao. ____
DE VENDA AS DROGUERAS E PHARMACIAS. ~
Evitar as falsificages e Imitagoes. e-
SCOTT E B0WNE, Chimieos em Nova York.
51 Rua da Inperatriz n 51
Os proprietarios deste novo e importante armazem de fazendas finas 6 mo-
das, convida u ao publico e especialmente s Exmas. Sras. a fazerem urna vi
sita ao seu estabelecimento onde encontraro agrado e sinceridade a par de um
esplendido sortimento de fazendas de gosto como sejam :
SEDAS-FIANCE'E, CHAUGENT, GALA'TA, TULLES, SARAH
BERNHARDT,
CHIFONIERS, CREP. SOIE, OTTOMANE, PARISIENSE,
PONGE'E F POUTILLE'
BENGALINES, JAPAO E MARVILHEUSE
LINDISSIMAS SEDAS LAVRADAS
GORGOROES, SURAHS, SETINS E TAFETA'S,
Um enorme sortimento de tecidos, phantazia em l, crepon broch, ca-
chemiras, granadines, louise e tuller.
Fazendas de phantazia o que ha de mais chic.
Alsacianas, crepolinas, chifonets turcos, musselinas e chifon brod.
Ricas saias de seda, capellas para noivas, espartilhos, colchas, fichs, sa-
hida de theatro, lencos de seda, cortinados para janella e cama, esteiras, tape-
tes e capachos,
Um colossal sortimento de madapoles finissimos por precos baratissimos
qu see obtem dando um passeio
ALBERTO CARDOSO C
t^lus/ ftsSW&cam pense; <&ft$mi
C69

Vendo os tristes resultados elle, dase
commigo :
Est decidido, os velhos h?o de ma-
tar sempre os novos 1
Os rerdadeiros artistas bao de sacrifi-
car a mocidade, sonhar de noite, traba-
lhar de dia, e nSo podem reinar diante de
cousa algnma ; ha de a miseria ente rar-
Ihe na garganta as suas unhas agucadas,
e e pincel conserrar-se-lhe firme na
mi.
Quando a fome lhe tirer desfeito os
pulmoes, nao terSo outro lecurso senao
tender em quadro para pagar a centa de
ama casa de pasto, um quadro que lhe
costou um mea de medita 550, um mez de
trabalho e um mez de duvida.
Tudo isa em beneficio da sua gloria !
NSo I em beneficio desses fetiches, desse
falsea deuses, que mesmo mortos, vcltam
ainda para Ibes tirar p'vo.
Jalgais que vfte ae derem desesperar
os trabalhadores, que vendem com diffi-
caldade urna boa tela por cineoenta, ses-
senta ou cem francos, vendo vinte e dous
quadrOB attingir o preco de um milb&o
cento e sessenta e tres mil francos !
E digam o que disserem, o mais pe-
queo Coret tornar-se-ha sempre mais
pensativo do qne o Congres de Munster,
de Terburg, que se vendeu por 182,000
francos I
Ha cousas que nao se explicara, como
a differen$a do preco, de certas tlai, de
ms leilSes para outros.
O Congrs de Munster foi vendido a
duquea de Berry apenas por 45,000 fran-
c>s.
Agora, qne tem mais trinta anno' de
Quseu, vafe 182,000 francos, urna brin-
sadeira II! E os novos com as suas me-
Itiores telas fluctuara entre qainhentos e
mil francos.
Vejam, se, cora o tempo, os quadros
melhoram. A Foret, de Hibbema, ven
dido por dous mil francos, subi a ll(j
mil franeos.
A Grand Village, d'Ostade, de 31,0C0
francos passou a 104,000 francos.
O Deujeuner au jambn, de 24,000
francos passou a 77,000.
A maior differenca foi a da Averna de
Dordrechts, de Alberto Cuyp, um quadro
rido, como urna phetographia, que, ven-
dido no leilSo da duqueza de Berry por
18,0^ 0 francos, foi vendido depois por
i40,000 francos.
Era um delirio !... Mas vejamos, se-
nhores amadores, mettam o microscopio
no bolso e deem m passeio pelos ateliers
de Pariz
Hao de encontrar, tambem por l, obras
primas, mas Humanas, e cuja acquisico,
creiam, ser mais util.
NSo se passa im anno sem que um in-
feliz v para o cemiterio, gasto pela mi-
seria ; e onde a arte v acab-r.
Todas os annos, um desesperado fas
sallar os milos diante das suas obras, que
ningoera lhe compra porque o seu nome
n&o conhecido.
Todos os mezes se encontra no sen ate-
her um artista j,enforcado !... J se tem
defendido esta causa mais de cem vezes ;
mas a sala de leiloes l est sempre
prorapta, e os martellos dos leiloeiros nSo
de esmagar continuamente os cerebros dos
nossos artistas novos.
Oh I a moda 1 a mada 1 porque, diga-
mos com franqueza, esta mana de cousas
antigs n&o outra cousa : a arte nada
tea que ver com estas colleocSae.
N&o seria melher, vos qne amis o
bella, qoe amis a atte pela arte, n&o se-
ria melhor pasear nos ateliers dos pinto-
rea, dos escilptores contemporneos, o
tempo que perdis na sala de leilSes ? Nao
seria melhor, amadores ingenuos, animar
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DELICADO jtf
AGUA
FLORIDA
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A LANSAN
Manten sempre a sua popu-
laridade. Cautela cora as
IMlTAf^OES.
DURADOIRO
V1NH0 V1RGEM
DO
DOMO
Marca J. D. S.
Especialidade no ge-
nero
Preco
5.- I OO OC-
IO. SO OOO
Engarrafado 1 OOO
Yende-se na rua do Rangel
n. 95.
Albino Jos dos Santos.
Compaiihia Exploradora
de Productos Calc-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do assucar vende-se na
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Ourives 0c-
culista
TlEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Eaiabt lecldo com tfficira de con ves a roa das
Larangeiras v. I, avisa aos eeoa Irpgneies e ao
reereitavel publico, qoe maolai emeiaes hab-
iliadi8timo8 para execoao de qoaiqoer trabalbo
concerneme a ana ane, especialmente cravac.oes
para brilbaotes, ocuio?, ptoclnes. nonoco'
loa, etc.
Oonta se, praiela-se qoalqcer metal, 'oncer-
tos em li qocs de madrepero a 00 entra qoalqoer
eapecle, garaotindo preces nodico?.
Rua das Larangeira? n. 1
Roda d'agua
Precls!->e comprar urna roda d'aeoa, defer*
ro : InlormaiOes a ma Ped o Aff^nao d. **
Piano
Vende se nm do fabricante Htyel : na roa dC
Caldeireiro n. 18.
ALFA1TARIA
Rua Baro da Victoria
n. 46
Tem esplendido
sortimento de casacas,
colletes e clak? novos,
assim como ou tras em
perfeito estado, para
aluguel.
^SBSBBBBSBBBSSBBSSB!B
os mocos, cujo cerebro exhaure em pro-
veito dos contractadores de quadroa ? N&o
ser j lempo de abandonar aos seus vi-
cios esses tolos que especulara com essa
moda ridicula de antigedades falsas ?
Emfim, uSo ser ainda chegado o dia
em que n&o se matem os vivos com os
mortos ?
A forca de sacrificar s antiguidades,
s aselas flameogas, hollandezas, obri-
gam os modernos a sacrificar escola da
deBgraca. E eu iou exactamente da opi-
nie de F. Desnoyers :
Ha mortos que era preciso matar
O leilSo a que D.-ir Fontaine acabava
de assistir, era urna dessas collecces ex-
travagantes, em que todas as velharias
estavam marcadas por precos extraordina-
rios, emquanto que tilas sem assignatura
se offereciam por prejos ridiculos.
Foi por conselhD do Sr. Rehtin, seu ad-
vogado, que o burguez asaiatio a este lei-
l&o ; o seu conselheiro tinha-lhe dito que
devia vender-se um quadro intitulado:
Vue da Bagne, estudo do natural.
Este quadro representava a entrada do
porto de Toulon. um mar soberbo, am
co admiravel j isto j era alguma cousa,
mas Dsir Fontaine, que tinha vindo
exposicSo publica da colIecsSo, nada disto
tinha visto.., s vio urna cabeca, a ca-
beca de um dos quatro forcadoa que oc-
cupavam o primeiro plano do quadro, a
cabeca de seu genro... a cabeja de Be-
rard...
{Contina).
Typ. do Diario, ma Duque da Oaxiaa, 48
'
Sai