Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18494

Full Text
bbbjpjjjj




f

7-

AMO LXXI
lio m i ib-o SO de Outafcro de 1895
t
de Ontafcppde 1895_______________HUMERO Sil
PERNAMBUGO:
PBOPKJBBABl Bl M&Kl8'I<3;etIB@ DI FAJRI.A & FILE@g
>*-
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PIXTO BAiXDEIRA
C0WC1
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8*000
Por seis mezes achantados. h 5&000
Por um anno achantado .... 30&000
Numero avulso do mesmo da.. $100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS
Qk E INGLATI
Os Srs Mayence Favre & C*, resider
La Grange Batel
ACCIOLI DE VASCOWCEIXOS e MAXOEL ARAO
! PBLICAQOES NA FRAN- J PARA OS LUGARES ONDEJSE PAGA PORTE
emParis-lSraede I Por seis mezes adianUdos. 16*500
Por nm anno adiantado 331000
Por trmellre vencido. .... 9&000
Numero avulso de dias leriores. |200
Telegnammas
"fflEVIJO PAMICLAS SO SlT
Rio tic Janeiro, 19 de Outubro,
as 2 horas e 30 minutos da tarde jrecebi-
do na estaco s 9 horas e 45 minutos
da noite !!! e entregue s 10 horas e 5
minutos).
Tem-se por certo que a amnista ser
approvada no senado sem emendas.
Somente faro deelaracao do v.to con-
trario as restriccoes aquelles senadores
qne lhes forem oppostos.
O regulamento dos correios acha-
se elaborado, e ser publicado por todo
este mez eorrente.
Alem dos tres mil contos j vota-
dos na cmara para as obras do melho-
ramento do porto do Recife, consta que
a commisso de orcamento aceitar o
additivo, que autorisa o governo a con-
tratar todas as obras com pessoa id-
nea.
Essa nova emenda ser i justificada pelo
deputado Jos de Cupertino. que obteve
para ella a assignatura de toda bancada
pernambucuna
Consta anda que levantarao outra
emenda mantendo o auxilio da Colonia
Izabel.
Desmente-se o boato de exoneraco
do general lnnocencio Galvo.
Porto Alegre, i9 de Outubro.
Nao exacto, que oThesouro do Es-
tado houvesse recebido dos cofres da
Unio a quantia de quatro mil contos de
res.
Tal importancia deu entrada no eofre
da Alfandega da cidade do Ro Grande
para pagamento das forjas federaes nes-
te Estado
^^*
contingente annual, dos quaes 24 mij
sao destinados a Cuba.
Samghai, lo de Outubro.
Os japonezes, depois de renhido com
bate, tomaram a cidade de Toto-ao, na
Ilha Formosa.
LNSTRUCCM) POPULAR
33 lf.4SI71.IS DA SCIENCL.
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO X
OS MDICOS
A receita deste era oreada em......
6.8i2:oooS e a despeza em 6.685:ooo#ooo
dando portanto um saldo de i2y;ooo 8.
Buenos-Ayres, 19 de Outubro.
O ministro brasileiro Dr. Porciuncula
conlerenciou com o das relaces exterio-
res, resolvendo-se n'essa conferencia
que o projecto sobre quarentenas fosse
elaborado por aquelle diplomata.
O commercio de charque pedio
ao governo oriental, que intervenha com
o do Brazil afim de que nao seja altera-
da a tarifa aduaneira sobre o mesmo ar-
tigo.
Acaba de adoptar-se severa discipl
no exercito, para o que confeccionou-se
um projecto de reforma.
O ehefe de polica general Campos
deu sui demsso por desaccordo com o
ministro da guerra e marinha Villanue-
va.
A esquadra contina em exercicio
de tiro ao alvo.
Madrid, 19 de Outubro.
O gover .0 fixou em 85 mil homens o
0 ASAMENTO DE UM FORQAOO
POR
ALEXIS B0VBR
BLACHEGILLETTE JOO GIRARDJE-
N1N DE MONTGREANDRF. MAZLT -
LA VAL LEN ROCES VESLIO
IIARVEY JOS DOMBEY HORACIO
WEL8.
(Continuago)
Esta celebre medico e botnico nasceu em
MAcon 4 21 (le Fevereiro de 1743. Seus paes,
quj eram pobre, deram-llie urna educaco muito
m, e Qzeram Kie soffrer loda a especie d
mos tra'03.
O jovem Dombey fogb para Montpellier,
onde f j recolhido por um prenle, que era nem
ruis nem menos do qua o celebre (Jomraerson.
Na companhia d'este, desenvolv se em Dora-
b-y o gasto pela botnica, estudando tambera a
medicina, doutouraudo-se em 1768. Alguns
annos mais tard-, Doraoey s:guio em Pars os
corsos de Jussieu e de Lemraonier, e erara se
noUvel por varios trabaluos ongaaes, que Ihe
grungearan a.protecco de Turgi. Este grande
mioislro noraeou-o medico botnico addido uo
Jardn) do lle, ncumbiudo-o da m sao de ir
explorar a America bespanhola, estudaodo all
os vegetaes uteis, que (ossum suscepuveis de
se acclimsr m en Franja
O iriibey embarcou em Cliz, a 20 de Outubro
de 1777. Acompanhavam o ilous botnicos hes-
panhesRuiz e Pavn. Creganio a Callao
o medico lo R>>i comecou as suas herborlsnc s
no Per, edeu condec 1 ento de um grande nu-
mero de obsjrvajis novas sobre a quina, man-
dando para Franca o resultado dos seus pri-
raeiros trabal os; mus o navio que trazia aquel-
las riquezas scientificas fui tomado pelos 10-
glezes (1780), e o seu carregamento destruido
Entretanto, o desveniurado sabio via se eslra-
Ihado em Callao de todos os seus desenbos : o
governo hespanhol confiscara os sob o pretexto
de serum obras de artistas hesnanhas.
[Contina)
30D a 490 grammas Browostone
400 a 110 grammas de arsnico
13 kilos de salitre
20 kilos de potassa
23 kilos de ozydo de chumbo
9 kilos de carvao animal
3 grammas cobal o
423 grammas de antimonio
8931
2S410
6873.
15S660
7S521
2S90D
8120
8630
PARTE OFFICIAL
QUARTA PARTE
A LSI na CaRACAQ
I
capitulo m
UM ESCRIPTORIO DE ADVOGADO SIN-
GULAR
'(frntinuaj-fto)
Emquanto o Sr. Rahtia voltava para o
seu lagar por detraz da secretaria, Groa*
bouleaa desceu tres leguas, e fazendo das
naos porta-roa, gritn :
Oh 1 Lalonguenr... sabe leprosa 1
O torso im asenso de Labng-uBur enekeu
logo a escada astreita.
O socio de Grosbeuleau entrou ao gabi-
nete do Sr. liehtin e collocou-se dsnte
da secretaria, ao lado do amigo; ambos
perfilados, com o bar. ate na mfto, atpara-
vam que o patrio fallis*.
Este, depois de os observar por alguna
minutos, disse :
Groabeuleau, vosi tiaha-ae encar-
dado de Cardinal.
Ooverno do Estado dePer-
nambuco
Relatorio sobre a Fabrica de
Vidros de Pernanabuco
Ulm. Sr. Dr. Julio de Mello Filho, M.
D. Secretario interino dos Negocios da
Industria.
Fabrico de chamn para gaz carbnico
(Conclus&o)
Pessoal12cadinho8 em trabalho a razao de
2 turmas de operarios par da, seja 3 operarios
por cadfor.o, u;n ajudante, um soprador, um
operario pura o acabamenio 3x12x2=72 ope
rarios 272S0O0.
2 Chefes de fabricajao 1 por tur-
ma 16S660
Despezas da direejao e da fijcali-
ao 408332
Escriptorio 258000
1 Machioista 49500
7 Foguistas 218000
4 Encaxotadores 98200
3 Artistas lpidadores 20S0OO
Rs. 408SO0O
MATERIAS PRIilAS
1,033 kilos de areia fin 10S360
68 kilos de giz 203100
204 kilosde soda a 53 |. 40sc00
70 kilos de mangaaex 2-isOOO
31 kilos de sulfato de sola 88058
1485,213 kilos 144S524
A' esse peso de miterins primas deve-sa ac-
crescentar um peso desconheciio de vidros que*
orados de diversos procedencias, cuja imppr an
ca pode attingir sem inconveniente algum um
peso igu I ao da ma erla prima. Mas pode ser
qua a quebra nao allinja essa importancia c por
1890 nos limitaremos a completar o peso de
2000 kilos, representando es e peso a qoantda-
de total de materia rabal"ada, pwa-ier con ver
tida'em objeclos fabricados diadamente.
Temos por censeguin e :
Materia trabalbada 2 000 kilos.
Porcentagem convertida em objectos fabrica-
dos 75 -| seja 1,5'.0 kilO.
Carvao necessano ao trabalho, 0,60 I. seja
900 k. Masa usina conta gastar 3 000 k.
Como despezas gera s temos ento :
3000 ks. de carvao a 358000 a to-
nelada 1053000
Cascos e caixus pa-a encaixo a-
mento 408000
Materal pira os cadiohis e repa-
ros dos foruos 308000
Oleo, agua e luz 1438000
Fep eciajs de 20 1. para os for
noi 278000
Evenluaes 108000
As despezas tolaes sao por cjnse-
guinte de
Mais
Mais
Acrecentando para o imprevisto
2368000
4088692
1448524
22BS8O0
.798981
Rs. 8608000
A quantidade d 2009 ks. de materia iratada
d 1500 ks. de vidro transformado em objec-
tos fabricados.
1.- Supponharaos que esles 1 500 ks. ser
vm pa^a fabr.car chamios para gaz carbni-
co de 150 gr. cada urna ; t manes fabricados, diariamente.
10 000 Chamios a 300 ra cada
uma.dao 3.000SOOO
Quebra de 10 -|. 3O0SOO0
Rceita diaria
Sendo as despezas de
2 7O0SO0O
8603000
O lucro da 1 8408900
e para 300 lias de trabalho : 1.8108000x300
= 552 OOOSOOO.
2.* Com a mesma composicao de vidro e as
mesmas despezas, pode se fazer com os 1.500
kil. de raateriaHbricaJa, 20:000 copos de 75
grammas cada um :
20 000 copos a00 rs. 8 0008000
Quebra 10 -|. 8003000
Receita diaria
Sendo as despezas de
7.2008000
8608Q00
O lucro diario de 6.3KS000
E para 300 dias da trabalho-6 3103>KX)x
300=1 902:0008000.
3 A composiedo do vidro pa-a aa garrafas
111 as simples e mais barata, assim como a mao
de obra. Para a mesma quantidade de mata-
ra fabricada, islo 1500 ks., calculou-se as
despezas diarias em 5828000 rs 1 500 kilos
de materia podem dar 6 600 garrafas ou frascos
de 250 grammas. Temos entao :
6 600 garrafas a 120 rs. 7928000
Quebra 10/|. 798000
Receita diaria
Sendo as despezas de
713S000
5823000
o lucro diario 6 de 1318000
e para 300 dias de Irabalho1318000x300=
39 3008000.
Finalmente tendo a.fabrica de fabricar smul*
taneamen e essas tres qualidade s de objectos,
podemos considerar como fabricajao media, a
media dessas tres fabrieacois separadas, tere
moa como renlmenlo medio annual da fabri-
ca :
552:0008000
1 902:0008000
39:3008000
Sim, senhor.
E entao?
E" isto, senhor. De manhS pelas
dez boras sabia dn caaa ; do mesmo modo
que bontesn, foi roa de Enghien ; como
hoatem, demorou-se l teda o da, exacta-
mente coma boatem, sabio a ora horas
e foi a ra dos Mart y res, & casa da Li -
notte, onde eacontrei Lalonguenr.
Vosa eatata la ?
Sim, senhor, desda as seta boras da
aaanhX. O senhor nao imagiaa como o
tempo parece comprido a um homem como
eu, que est habituado u vivar no mun-
do, ver-se obrigado a isto.
Qae vio? perguntoa 0 Sr. Rehtin.
Ah I ora aqai est. At hora da
chegada de Cardinet nSo dea um passo ;
assim qne elle chegoo, sahiram juntos,
apezar de ser ja, muite tarde, e foram dar
um paaseio.
Seguio-os?
Assim como unta crruagem segu
o cavallo qae a pura. Ao principio,
como ia com Ugavio o tempo pareela-me
ais curto...
E depaia ?
Depois, continen Lalongaeur, fo-
ram ao Elvseu-Montmartre.
Ao Eljsea-MoDtmartre ?
Sim, senhor. Nao eonhece o Elj-
eu?
Como Lalongaenr se admiraste da ig-
norancia do Sr. Rehtin, Grosbouieau ea-
colheu os hombros e disse :
J nlo para a idada d; senher...
Ab I vsrdade... Uns sao nevos e
entros nfto... la a dizendo qae as fo-
mos ao Elvseu-Montmartre... Um baile
chic .. nfto ae pede diaar o centrarlo...
E' por iiso que nfto se me d de ir 14.
All, ao menos, tenho a certeza qae-nao
2 493 3008000=831:1008000
Nesses clculos, pensamos lar adoptad j para
encentro pessoas qae n'oatra parte nSo
possa... cumprimentar...
E' preciso a gente respeitar-se!
apoiou Grosboulean.
Exactamente, cerno dizUgenio...
Mas o qae fez voss ? pergantou
Rehtin impaciente...
Isse outra cousa... E' Ugen;o
que vsi contar, foi alie qae fez tudo.
01 he, senhor, eu disse a Lalon-
gaeur : Nao se trata de rir, elles qae c
vieram, para algama foi. Para dancar,
respondeu-me elle. Eu encolhi os hom-
bros ...
O que elle diz a pura verdade
Ellea vo ao baile, e eu pens : para
dancar... e depois, nSo ara tal... Oh I
sempre tesa um olho, o Ugenio I...
Nfto, tspho bom naria.
Oh um olho e um nariz I...
Sim, bem sei 1 e d;rigindo-se ao Sr.
Rehtin: O senhor sabe que isto um
dom da natureza ; ninguem se faz, na
verdade?, Pois bem, en tenho isso a
meu favor, eu digo que isto assim e
aseado... e vai ao depois, vS,.. sabe
certo...
E' tal eqaal como He dii... (Juan-
do assim e asaado, porque assim e
assade !...
Rehtin, qne ao principio aa tinba Bar-
rido, j estara impdante, e disse secca-
meate :
Tudo isso nfto explica cousa alga-
ma, vose disse-me qae tinha coasas inte-
ressantes, cont depreisa.
Ea fallo, senhor...
E Grosboulean fez urna pasta para co-
mecar a ana narradlo :
Eu dase para Adolpha : preciso
desconfiar, elle podem aafar-ss seas a
gente dar por isao... Colloqaai-o entao
a Tefl ('08 0DJect0,!t pregos p rrei'amte
razoayaft, *e rec inhecidararnte inlenores aos
qje vigiramna praja do Recife, porque os ob-
jectos jm preparados cjm vidros m-.'io cristal,
e as ^JSas C0!n v'aro braa0
*8J?*toin3 vin las do esirangeiro chegam
ao aegKiante importior, innlum lo o tran-
?Pi>r *os direitos de Alfandega, p.;lo preco de
'50Sfa-|| |,'s. e nos as consideramos como ven.
! did9>-)0 rs
O copa scolhido, at o presente, chega aqui
no Recra pelo preyo 600 reis e nos o conside
ramos cojno vendidos per 400 rs.
EroHur as garrafas de vidro blanco chegam
aqu, no minimo, pafo pr.'jo de 300 rs. e nos as
considerarnos como vendidas a 120 rs.
Pensamos ser Intil insistir mais s>bra os
lucros EiSotmawente restos, que offerece a in-
dustria v draceiri ntsle paiz.'
A arcia de bda.quaiidade existe em volta do
Recife em quami la le, e a cal est no lug>r
Ein8m a ;proximidade do rio Capibaribe s
pode ser vaqtojosa porque const tue urna va
uconomica de trasporte para a eticada das ma
lunas primas ea sani la dos produc os fabrica-
dos.
A proximldade da agua nao nem urna amea-
ja para o* aheerces dos predios, nem un psri*
go para 09 fornos
i.nin etfeiii-, as paredes da fabrica foram con-
struidas segundo 0 lypo qualitlcado de abo-
badas invertidas, > o qual permute a js pilares
que uppor am as thesouras do telhado de as-
untar igualmente sobre as nasceoles das abo-
oailas e no fazer com que estas trubalbem por
comprassao, isio de modo que as juntaso ten
dota a ser fecnadas no sen ido dos esforgos de-
terminados pelo peso do telhado.
Quanto aos alicerces dos tornos, assenlam in-
icuamente sobre grandes cubas metal i as com-
pie menle estanques preveuindo assim qual-
quer contacto entre 1 agua de intiltraro e a
ulvenara nquecida a alta temperatura.
E' apenas necssario fazer observar que os
constructores da fabrica haviam de tomar essas
precaujS-s em qualquer.lugar que fossse, sil-
bndolo perigo da explosao e de destruijao que
sultava para a fabrica, se se esquecessem dessa
reprecaujao elemenlar.
Einfim, desprezamos as considerajes relati-
vas s cioitcOes hygieoicas em qae se acto os
op-rario?, porque pensamos que diante de um
forno aquecilo a temperatura de 1 200 a 1 390
graos, o o^rario tem toda a van agem a ser
cercado por urna athmosp' era quente e quasi
constante durante o anno inteiro, sendo esta
anda ar. jada por urna irac&o continua no lu-
gar oode ested ficada a fabr.ca, era lugar de-
passar pelas variages nnorm-s da temperatura
euro.a, iilo de pass.-r da temperatura eleva-
do do nter or da Usina temperatura do exte-
rior, extremamente oana no invern, .om es-
sas coollderajes taraiin'amo esse pequeo es-
u lo desojando qu n'elle encontris as inlorma-
jes que uoa eram neceaaarlas.
Salo efratereidade.
L Lombtrd,
Engeneiro de miuai e civil.
J. Wtil
Iogenieur des Arl8 et Manufactures -Drec.
leur du Labralo re d'Hygiene,
----------- ^
REXaa-O^JO SOBRH A REORGANISAgO DO
(^OURO DO RECIFE, APRESENTA-
DCTiAO DR. SECRETARIO DA INDUS-
TRIA PELO DR. GEORGES PIERRB LA-
VAULT, MEDICO VETERINARIO PELA
ESCOLA D' ALFARD (PARS) E VETERI-
NARIO -INSPECTOR 1)0 REFERIDO MA-
TADORO.
Traduccao :
MvTADOURO
D se este nome ao estabelecimento em que
sao moitos e preparados pira o consumo pu-
blico, diversos animaes cuja carne destinada
alimentado.
Em c. mparagao com os particulares, o mata-
douro publico apreseuta serias vattagens: re*
euz'ao mnimo o numero dos focos da mias-
mas e de emanarles ftidas, consequencia da
decomposicao das materias animaes, e torna
mais fcil a inspeegao da carne.
A creagao de um matadouro publico deve
acarn-tar a soppressao de todos os estbele-
ci mantos particulares d'essa especie E'um
axioma em Hygieoa e o Recife deve tomar se-
melhante medida.
Os cjrneiros e porcos devem ser mortos uo
matadouro. A carne de porco, sobretodo, cura-
pre que seja examinada com cuidado, porque,
a m dos ca.act- re* mrbidos corarains a ou-
tras carnes pode apresentir deas affecas ter-
rivei?, a trchn.ose a cycticercose oh a pa
piira contagiosas especie humana.
O matadouro do Recife tem urna situagao na-
tural, magnifica, talvez a nica do mundo-
Com certas modiflcagoji possivel tornarse
urna de suas principas* curiosi tales.
de guarda porta do baile... por detraz
do municipal, defr nte do restuario.
Estivo li tres horas... mesrao de
cada vez que readiam o municipal elle di-
zia-me : o senhor deve divertir-se muito,
nao verdade ?
Menos mal, e o senhor...
Quando renderam a guarda pela qaarta
vez reio um soldado que j l tinha esta-
do como ea estava a fumar, olle perg-.-
tou mulher do chapeo de chava : um
candieiro, esta cousa muito grande que
falla e diante da qual no3 pr5em T...
Isto um negocio pessoal... O senhor
nfto se importa com isso... Eu contino...
Coll'quei-o all, a fui atraz dalles pelo
baile... J ha tres horas qne nfto me
afa'to delles urna pegada... De repente,
q-.iande ea esteva a dez pnssos de distan-
cia, com a cabeca inolinada, como seesti-
vesse a escutar a msica... Cardinet
volta-se, vem direita a mim, estendendo
a mao.. Tapo a cara... Espero rece-
ber. mas nfto foi assim... Elle disse
me:
Bons dias, Sr. Grosbouieau... O seu
amigo Lalongaeur nfto est por ahi ?
Cerno passou?
E maia iste, e mais aqnillo I... De tal
modo, que d'ahi a meia hora estavamos
tolos a beber vinha com assucar.
Ah 1 ahi est ama cousa boa, Sr.
Rehtio, disse Lalongueur...^ Qaando for
ao baile, airva-se disso... E' um bom re-
fresco...
Mas, disse Grosbouieau n um tom
de deaprezo, entfto julgas que o aenhor
nunca provoa ?
Afinal, diase o Sr. Rehtin impaciente :
Conloa me qae o bario tinha sido
preso, e qae se nos qaizessemos, para um
outro negocio, dedicar-nos ao seu serri$o,
Um matadouro deve romprehen ier:
1." Echandoirs, ou compartimento para ma-
tanca. com o s'o feito de lages;
2. Pdieos de irabalho, cjn tcto de vidro,
afim de que o magarefe possa ver o qui faz,
sempre ao abiig das intemperies ;
3.* Carnes cobertcs para bois, carneiros e
porcos.
4 o Compaitimentos para fressuras ;
5.' Caldeiras para lerretiment) do sebo ;
6. Uanaes proprios para recebar as materias
contidas 00 estomago e nos intastinaa^assim
como o excremento proveniente dos curraos.
7.* Logar esp cial para a matanja dos por-
cos.
8. Ura regulamento appropriado s neces-
sidades locaes no qual sejam ti xa os os im*
postos relativos matanca.
Ni Franca a laxa nao pode exceder d B'ceo
tlmoi por kllogramma de Carne,~ peso liqui-
do
Oj regulamectos dos diversos raatadouros s3o
elahorados pelos mairest das coraraunas, de
acedrdo cora os veterinarios inspectores, e sub-
metti ios approvac&o dos concelhos muoi-
clpae1.
Examinemos agora o trabalho effectuado as
ditf :reit .-s partes do mata ouro
1. Echandoirs ou compartimentos de ma
tanga.
Cada marchante tem sua disposico um ou
maia echand urs, pequeas salas separadas
urnas das outras e Communicando com o pateo
do trabalho central
O Loi conduzi lo do corral para o chandoir,
onde morto e desmembra lo segundo a ma-
neira escolhida por seu proprietario.
Os quartis e as visceras, ficaro pendurados
afim da facilitar a iaspeccao de veterinario sa
nitario.
Tal 8y?tema de echandoirs particulares
prefervel a ura s municipal, porque p-la em-
laglo resultante para 03 diversos marchantes se
obtem gran le melhoraraento no modo de ma-
tar o aninal, de desmambral o e de preparar a
carne.
No ma'adouro do Recife o logar de cada
chandoir reservado e seria fcil construi-
os muito bem arranjados.
2. A sala de trabal 10 est coa vertida actual-
mente em um vasto chandoir. A mesma,
assim como o slo dos compartimentos d'essn
ordem u' n necessidade de constante limpeza.
Nada mais fcil para o matadou o do Ricife,
porque o mar est muito prximo, faitando
apenas ura elevador a vapor parater-se sem
despiza e vontide, agut preciosa por causa
dos saes que contm.
3." Uurraes.
Os de carneiros e porcos acbam-se em casas
particulares cujos denos teem permissai para
matar essas animaes.
Vimos cima que perigo lal systema offe
rece Ser, pois, necessario construir curraes
appropiiidts no matadouro do Racifs.
Os bois sao aqui substituidos p>r um logra-
douro, grande espago de terreno situado cer-
ca de tres kilmetros do matadouro, ende quasi
nao existe herva algama no invern e ha falta
absoluta d'agua no verao.
Sua in3titui&o teve por flm obriar os mar-
chantes a demoraren) ah por alguns dias os
bois fatigados por urna looga viagera.
Em theoria boa a idea, mas praticamente
os animaes soffrem all horrivelmeole fome e
sede, e tal priva.So occasiona coostipacao e
diarrha aos grandes ruminante, de sorte que
em vez de repousarem, sua carne est em peio-
res condicOis quando sis mutis.
E', pois, absolutamente preciso, o que se pode
fazer fcilmente, cubrir os curraes qua actual
mente existem, onde os anmaos acham se
muito mal, in ornando se na areia 00 Da lama
al o meio das pernas, expostos inteiraiuent
ao ardor do sol e cnuva.
Exigindo o consumo publico 80 a 90 rezes
por da e devendo estas descancar durante
nunca menos de 48 a 72 horas, cumpre que os
curraes leoham capacidade para 200 a 300
bois.
A alimentaco competir aos marchantes, eo -
carrogaudo-se a municipalidade de fornecer
agua em quantidade suficiente.
Os bois vvjs serao examinados pelo vete-
rinario, que exercer inspeccao sanitaria dos
eorraea.
4.* Compartimentos de fressuras.
Essas divises fallam inteiraraente ao mata-
douro do Recife; e triste ver quo rudimen
tares sao os meios empregados no preparo da
carne.
M' ia duzii de aulheres e meninos medidos
at os joelhos na lama negra e ftida na bera
da praia, lavara ai i como Ibes parece, as fres
aran.
E' portanti, de toda conveniencia a construc
cao de um compartimento appropriado, como
acontece em lodos os raatadouros da Europa.
5 Caldeiras para o sebo.
Nao tenho om/ccao a fazer respeito da do
matadouro do Recife.
! 6." Oj exgotos deverao ser feito simultanea-
mente com a creajSo dos curraes e do compar-
tinento para fressuras.
7. O plano do local para a malanca e preparo
da carne de porco ser organisado por pessoas
competentes.
I 8." O regulamento do matadouro dever ser
. elabralo pelo veterinario inspectir, de accordo
com os Drs Governador do Estado, Inspector
Geral de Hygiene e Prefeito do Recife.
MATANCA
A mataoca tem lugir no Recife, como em Ma-
drid, Bareeloni, Sao Petersburgo, Bucharest e
Nunes, por meio da enervaco ou Beccfto da me-
dula espinh-kl entre o occipital e o altos.
Nao mao essj processo, mas os magarefes
devem segaraT os aofraaTa modo i ibes abre-
viar o sopplicio.
Na Europa o boi preso por urna corda que
passa palos chifres e porum annel de ferro se-
guro pedra, da modo que, puxanio se aquella
a rez estar solid.-mente amarrada, com a ca-
brga baixa. Faz-se ento a secgSo do bulbo.
Logo qua o animal cahe bruscamente os ma-
garefes apressam-se en sngralo, operaco
consistente em abrir as veas grossas da parte
superior do tronco.
DesgrasadaraeBte o' magarefes de Pernam-
buco nao do a essas vasos o tempo de ficarem
completamen'e vasios e desconhecera os movi-
mentos a imprimir aos membros do cadver
para lornal 8 exange ; de sorte que a carne,
mal sangrada, decomp8e-3e raais rpidamente e
adquira urna cor escura, bastante carrgada a
de horrival aspecto.
Era taes condices seria 3 carne incontesta-
velmente recusada em Pars, por mal sangrada
e gommosa.
Preparo. -Morto o animal procede-se mme-
diatamente ao preparo da carne, que consiste
em urna serie de operaces que podem 3er as-
sim resumidas :
1 InsufflacSo.
2.* Saparacao do couro.
3." Abertura das graoiea cavidades splan-
chnicas para extraeco das numerosas visceras.
E' sobretudo n"essa occasio que o inspector
deve exercer sua liscalisagao.
4 Suspsosao do animal com a cabeca para
baixo.
Dcsmembramento.E' a diviso do animal
successivamenie em metades, quartos e peda-
eos. Varia segundo os paizes e mesmo segundo
as localidades.
O desmmbramelo da rez no Recife mais
do que defeituoso : dividem o animal em peda-
eos informes.
Si os marchantes pudessem fazer desmembrar
seus animaes como quizessem, adoptariam o
processo usado em faris, de que lm j uma
carta colorida e numrala do Atlas da Bou-
cherie de Pars .
D'esse modo haveria um progres30 cousde*
ravel na alimentaco publica, sobretodo nos
paites em que o consumo da carne verde con-
sideravel para aa classes mais favorecidas.
CURRAE9 E ALIMENTAC O
Os animaes ao serem encurrallados, acham-se
Da maior parte em estado de fadiga extrema.
Convm que, esperando a malanga, tenbam
lugar bastante vasto para deilar-se. De outro
medo depauperam-se depressa, produziudo a fa-
diga, inappetaocia.
A quantidade e a qualidade sSo dous factores
de que impossivel descurar quando se pensa
no prego elevado da carne.
Poder-se dar aos bois, emquaoto no mata-
douro, capira, feoo secco do pai ou de Portu-
gal, fareilo, etc.
Aos marchantes cumprir cuidarem da ali-
m-'nt-igae, visto como corre por sua conta.
INFLUENCIA DO MEIO DE TRANSPORTE
SOBRE A SADE E O ESTADO DAS
CARNES
Os bois destinados ao matadouro vem de lu-
gares consideravelmente distantes.
Os melbares vm da Parahyba e os outros do
interior d'este Estado.
A compra faz-se principalmente na feira de
Itabayaana e na da Victoria.
Em resumo, oh ba seno uma feira, a pri-
metra, porque animaes, em grande numero, nao
vendidos all sao conduzidos Victoria.
Orugas boa vontade e hospitalidade do
Sr. Feliciano de Azavedo Gomes, principal mar-
chante do Recife, pude fazer detida visita e ver
o funecionameoto d'essas feiras.
Observe) com grande admiragao a differenga
entre o estado dos animaes conduzi-ios feira.
ao virem do sertao, e o em aue chegam depois
ao lo.ira louro e ao matadouro.
E' que a viagem que elles fazem a p, sem
comer, nem bebar, conside ravel-200 a 300
kilmetros e mais.
Efectivamente, por causa da marcha os aui-
elle paga va-nos com largueza... O se-
nhor bem sabe que nos somos pessoas ca-
pazas.
Nfto somos uns cana Ibas...
Gracas a Deus.. -
Respeitamos o nome qae herdames,
disse Laloogaeur indireitando-* e.
B o cabello delle tiroa as teias d'aranha
que estavam penduradas no tecto.
Recasaram ?
NSo disse qae sim nem qae nfto...
Fez bem 1
__ Vs 1 exolamju alegremente Lalon-
gueur, vs, eu disse-te qae tu fazias bem !
com ajuella gente preciso cuidado...
Ah I senhor, deixe estar, que elle mui-
te fiao...
Entfto qae fes T perguntoa o advo
gado.
__ Eu disse-lhe: Mais isto, mais a-
quillo, emfim, assim e assado, hei de ver,
porque torna e porque eixa. Hei de re-
flectir...
__ Ah ah 1 ah 1 hein dissa Lalon-
gaeur, fino ou nfto I ninguem se per-
de assim, vai-se fallando sem compromet-
ter nada.
Torna a fallar-lhe t pergnntou Re-
htin dirigindo-8e a Grosbouieau.
Sim, aenhor, esta noite.
E qae me querem ?...
Senhor, disse Grosbouieau humil-
demente, dando um murro ein Lalongueur
para que esta se curvasse... O senhor
noiso patrSo, gracas a si que estamos
livres, quiz receber as suas ordeai.
Rehtin olhou de moradamente para os
dous mariolaa, qae, inclinados, iramoveis,
esperavam pelas suas ordena e disse :
Entendam-se com Cardiaet e con-
tem-me o qne elle lhes mandar fazer.
Bem, senhor.
E entfto amaahft venham contar-me
o que se passou na entrevista...
AmanhS, mesma hora, c estare-
mos.
At outra vez..
Apezar de serem assim despedidos, oa
dous sscios ficaram no mesmo sitio de ca-
beca baixa e currados...
Como Rehtin tinha presea qne elles se
fossem embora, para sa transformar, vio-os
e disse :
Porque esperam ?
Grosbouieau olhou para Lalongaeur,
como para tomar animo ; depois disse sor-
rindo-se :
Sr. Rehtin, veja como a ve gonha
me faz corar, mas a vida tem exigenciaa
erneis...
Que diz vosa ?
Meu querido senhor, a bandeira de
Medusa foi icada...
E ento T
Senhor, continaou Grosbouieau, a
naturesa obriga-me a consumir o dobro
das outras pessoas..
__ Qaer dinheiro ? disse Rehtin rin-
do-se.
Que perspicacia I exclamoa Gros-
boulean.
Aqui tem...
E deu, a cada um, am laiz...
O senhor o pai do povo, disse La-
lengueur cumprimentando.
K os dous larapios sahiram.
No pateo, Grosbouieau disse ao compa-
uheiro:
Esta neite havemos de receber di-
nheiro do outro,..
(CoHtifum).
~


Ty. do Diario roa Duque da Uaxtae,
^

'""'I .' I. -1 l>



..." -'!
Diario de Peiitambaco Domis o ftO de Ontnbro de 1SQ5
maea soffrem a parda de urna parte de sea
peso ; as rezes gordas sao mais s*rasi veis a Uso, I
podando perder al am kilogramma por kilo-
metro percorrido.
O que importa saber que a drajiuuiga do
peso tem lugar principalmente sobre a carne e
sobre a gordura.
A fome, a sede, a irregaltrida.de das refei-
g6es cootribuerra para o mesmo resultado.
Urna grande marcha produz o que se chama
febre de-fadiga (flvre de fatigue).
Sabe-se, cota effeito que o exercicio accelera
a respirag&o e a circulago, funcgOes estreita-
msnte ligadas ; portaoto o sangue afflue par
os tecidos e orgaos e distende seus vasos c.ipil-
lares. Por isso um repouso de alguna das
necessario aos animaes que tiverem feio a p
um longo percurso. Tendo lugar a malanga
urna hora depois da chegada, por exemplo, for-
necem carne de um rxo carregadn, escuro,
quasi gommosa, febril, em urna palavra que se
decompoo rpidamente.
Adam chegou a conlastar um especie de in-
josit, com degenerescencia gordurosa de car-
ne?, em animaes gordos fatigados por urna
longa marcha.
E' ao excesso do acido lctico nos msculo-
que se deve essa sensaga penosa, dita de fas
diaa.
\lem disso, os p'oductos de itesassmilago
que se formara em quantidade sob a Influencia
dosexercicos prolongados, accumulam se no
tecido muscular e apresaam a fermeotago p-
trida das materias orgnicas.
O sueco dos msculos em repouso tem urna
recagao alcalina ; e dos fatigados ao contraro
tem anaa reagao acida.
Servindo-se do conhecimento desse ficto,
aosso coilega Dr. Repique! declara que con-
veniente retirar do consumo as carnes que la
zem ficar encarnado o papel azul toonasol.
Emfltu os animaes apresentara numerosas
ec hvmoses e verdaderos derramamentos de
sangue sob a pelle, occasionadas pelos golpes
de aguilbada dos conductores.
Seria, pois, muito prefenvel Je at mais eco
nomico para o marchante fazer viajarem os
bois de Itabayanna e da Victoria pela estrada
de ferro. .
O prego da viagera mstaria menos, visio co-
mo a diminuigo de peso do animal sena mui-
to menos coiisideravel e a carne chegana ao
Recife muito menos fatigada.
A questao deve ser esludada pelos marchan-
les pelas companhias de estradas de ferro e
pelo governo, que procura fazer com que a
carne de que o publico se nutre seja a melhor
uossivel.
TRANSPORTE DA C \RNB VEBDE
EfFectua se em carros especiaes de todo de-
fetuoscw, demasiadamenle pequeos e ditficeis
de impar se.
Sao, alem disso de repeliente falta de limpeza.
E' preciso que a carne seja suspensa em gan-
chos appropriados presas s paredes do veh-
culo, depois de envolvida em toalhas mullo
Em vez disso os quar'os da rez sao atirados
uns sobre os outros sem ordem e transportados
para o mercado ou para os ag ugues, as horas
aiai3 quentes ( das 10 da manila s 3 da lar-
A trepdago do carro faz com que batam
sem cessar, uns nos ouiros os pedagos de carne
esquenlando esta e occasionando Ine rpida de-
cora postgo.
MOLESTIA DE GADO
Existe aqui urna molestia denominada mal
Irlste, que eminentemente contagiosa, cau-
sando ao gado perdas consideraveis.
Ser preciso estudal-an o sertao. E' absoluta-
mente desconhecida na Europa e nunca fot es-
tudada scientificamente no Brazil.
Conviria buscar urna vaccina seraelbante a
que 6 em pregada contra o carbuculo, deseo-
berta maravillosa de Pasteur e que tornou ape
as lengendaia essa terrivel calamidade que
dizimava o gado fraocez e, em geral o euro-
peu.
Depois de autopsia, no matadouro, de ani-
maes mortos em consequencia do mal triste,
conslatei quo o bago tem um volume pelo me-
nos tres vezes super or ao normal. O rim
vermelho, sanguinolento e presenta depois de
corlado, todos os symplomas de urna uepbn-
te aguda intersticial.
Recife, 10 deJuoho de 1895.
/. Lavault.
Traduzi.-l' Directora d* Secretaria da Lo*
dustria, 19 de Julho de 1895.
{.I/. Stheira.
Copiei.
Agripino Lima. Confere
BernardoyLxns
Conforme,
.1/. Slvera-
PROIECTO
para o servico veterinario do Recife apre-
sentado ao Dr. Governador do Estado
pelo Dr. Georges Pierre Lavault, medi-
co veterinario pela Escola d'Alford {Pa-
rs) e Veterinario-inspector do Matadora
do Recife.
Tralucgao
Oaervigo veterinario de Pernambuco deve
comprehender differentes partes :
1- O exame dos animaes vivos e a inspecgo
depois de morios, no matadouro-
2- a inspecgo da carne verde no mercado e
nos agougues. _
3- A inspecgo sanitaria e visita aoscavllos
oceupados no servigo do lixo.
4- Inspecgo saoilari e visita aos bois da
Companhia Recife Drainage.
5- O exame frequente e minucioso das vaccas,
que fornecem leite populago, as quaes esto
moitas vezes atacadas de tuberculoso.
6- a vi taquotidiaoa aos cavall03 do corpo
de cavallaria.
Deve ser creada urna enfermara veterinaria,
onde sejara tratades os animaes doeotes. Con-
vem que o veterinario fiscalas a collocago das
erraduras, como succede em todos os corpos
de c vallarla europeas e rnesmo em Saoliago
(Chile), onde o veterinario em chefedo exerc-
to um francez, Sr. Brocar', em Buenos Ayres,
etc.
7- A annexago ao Laboratorio da Inspecto-
ra de Hygi-ne, de urna secgio de bacleorioio-
gia especialmente destinada ao estulo das doerj-
gas dos animaes. Instrumentos all existentes
serviro para esse e-lado.
Ser tarabem conveniente que o veterinario
estu le as epizootias no lugar aproprado, como
se faz na Franca.
8 A fiscalisugo das novilhas escolhidas para
a extrago da vaccina contra a varila, ao Ins-
tituto Vacciooologico.
E' de toda necessdade que esses animaes
sejam reconbecidos saos pelo homem da arte.
Recife, 10 de Junho de 1895.
G. Lavaalt.
Traduzl.1" Directora da Secretaria da In-
dustria, 19 de Julho de 1895.
Af. Sviira.
Copien
Agripino Lima. Confere
Bernardo Lint.
Conforme,
M. Silaeira.
O Sr. Virgilio Dimasio usa da palavr j e pede
a iuaergio de um voio de pesar na acia pelo fal-
lec uento do cooaeloeiro Almeida Cooto.
Fot app-ova 'o o requeriraento.
Na ordem do da, continuando em Ia discos-
sSo o projecto creaada o quadro extraordinario
do exeretto, falla ram os Srs. Pires Ferrelra e
Jallo Frota.
Kqct'u 1a a dlscusso e posto a votos ro re-
jeitala o projecto.
Foram em seguida app-ovaias diversas ootras
mi'e las coostaates da orden do da.
A disrasso tiejo adiada por falta de numero
legal.
Desiga da a ordem do da, levan ru-se a s?s.
s&> as 4 horas da turde.
Si da ii abno-ge a 113 sesso sob a p'e-
sideoc a do- Sr. Maooel Victorino, e depois de
apprav la a a.ti da anterior, fex a leitura do
expedleue.
O S\ Bara do Ldano orcupa a l'ibana, e
trsii la o'ooosg) da Cimara qoe manda uar
400:000*0 .'0 ao almirante Je onyuoGjngal es.
Sio dpproadas sem discusso jwersas mate-
rias coas aiies da erem do da.
Darioada a ordem do da para a se'sSo d>
da Ii, levantas se os trabamos s 2 l/i da
'arde.
Cmara dos Deputados
li il'sou-se no da 9 a 116 ses.o safe a p. e
silencia da Srs. Rjsa e Silva e Artrjaajfttos.
Re pjnderam chmala 75 Srs. deputa Jos.
Poi lida e appovadi a a.ta da se.sjane
rior.
Ni primeira parlo da ordeai tfo dia foi appro-
toda- as peiaoas que dirett o indirectamente
se teobi. envolvido nos movlmeril s revolucio-
narios occorridcs no lerruorio da repblica al
13 de Agosto do correte anoo. Oraram os Sr?.
Unco Coeltio e F ancuco Gncerio.
E icerrada a discussao.
Foi considerado prejodicado o subalitatlvo to
S:. Srico Coelo. "
Posta a voios as emendas dos Srs. Vesga e
Qe urau o B tall lo .m rejeitadas.
Foi approvado o reija Sr Nilo Planta pira qae o projecto o. 16 A
fosse immediata cente posto em discosso que
sem '--i at', H ou encerrada.
Patsou-se a segn la parte, fallando o Sr. Jos
Carlos sobre o proiecto n. 211.
Adiada a discus So.
A' hora do expediente occaparam a tribuna
es Srs. Serzedello Coni e Bueno de Aadrade.
Designada a ordem do na, levantou-se a Bs-
alo as 4 1/2 horas da tarde.
A' sesso do dia 10 compureceram 75 Srs.
epatado'.
Presldio-a o Sr. Arthnr Ros.
Na ordem do dia aoooocicu-se a 3" discuta
do p.ejecto n. iOi, concedeodo amnista, e o-a-
raro os Sv. Limoumer Gidofredo E'uardo Ra-
mas, Valiadare?, Tnomaz Cavalcanta e D.no
Bu-ao.
E-jcerrada a discussSj.
Continnou a 3* dscusse do p'ojecto o. 83 8,
qo ficou encerrada, fallando o Sr. Lias de V8-
concellos.
Fo), sem debate, encerrada a discosso do pa-
recer n. 159 B e a do projecto n. 211.
O Sr. Jjs Ca-lcs falloo sobre o projecto n. 93
A, cuja discosso n mu adiada.
A' tioa do expediente oceuparam a tlrjuna
os S-s. Leoviglldo Pi.'gaeiras e Paraaaos Mjme-
uegro.
Designada a ordem do da, levaotoo-83 a ses-
so as 4 1/2 oras da tarde.
Fuoccioaoa a sesso com 1US Srs. deputa
os sob a presidencia dos Sre. Rosa e Silva e Ar-
tbur Ros.
Foi lida e approvaJa a acta da sesso ante-
rior.
Na ordem do dia fo'am approvadas as reaac-
ges Hoses dos proje tos os. 105 e 201.
Julgado obiecto de deliberago o projecto do
Sr. Frang Carvalfco e approvado o requenmen-
lo do S-. Sebas'io de Ltcer a, foram em segui-
da, approvados oa projectos ns. 204, 83 B. 159
B, 211 e 93 A, e, seo debaf, entrralas as da
(Ds-.0i8 dos sob-nomerj 208, 209 e 210.
Sobre o projecto n. 16 A, i'aliaram os Sr?. Gly-
crio. que apreeotoa um sooslitolivo e Strzt-
d-ilo dria qoe envin mesa ama emenda
adiitiva.
Approvadoso sois tutivo e a emenda qoe
passoa a c ns'iar paagrapho onico do projecto
para 3* dlscassc.
Peram encerradas as discoe36es dos projectos
os. 218 e 219 e, anoonciando-se a do orgamenio
do Mir.lst3rto da Jastiga e Negocjos Iatenores,
or ou o Sr. Gaspar Drommoad.
Adiada a discosso.
A' hora do expealente occupjram a tribuoa os
Srs. SerzadeHoCona eFredrico Borges, levan-
tando-se a sesso s 4 i/i horas da tarde.
oando de Noronha, como territorio insolar ao mola com a oalra para oaalgo de criones rela-
tivamente Insignificantes.
Sr. presidente, o projecto alera disso 6 ou'.il.
A creagao de cohnias correccionaes j est de-
termina la pelo decr.to o. 115 de 11 di Joono
de 1893. E' sneme pa-a o Distracto Federal
qoe o r,>ng-ess) p!e orear co'ooia correccio-
nal. E cons a do reUtono do Uinistro da i -
liga e Negoco* Iitenores es ar ji ornada a co-
loulacorreccional dos Doas Rirs* ni Ubi Gran-
de a qual foi oa lo r-gutameoto por decreto n.
I7ii de 11 de Setecbro do aino psssado.
S; o Districto Federal p-eisi j o o eatabe'.e-
cimento para recolber aqielles individuos qae
83 tornara inca regiveis, qae s= traim larb
lentos, qie offendam ordem pobl ca, nao
justo que os v deporta- pi-a o esU'os, b-.at-
iiciando os- com seradoiulH rupalsiva colon sa
gj. O Diitrietn Federal lea a ua colo-.a -'.or,
reccional, recoma nella o? qoe pe^isarem diaio
mas uSo os o ds presente aos Estados.
Ter^to daronstraio, Sr. p*esideut-, pjr e=tas
poaras p hvras, a inconveniencia do projecto, a
soa inconrtitucionalidide e a saa Inotiliaade.
A providencia qae o projecto que' tonar a
esta tomada; a c.-go da colooia correccional
ja e^ta ella.
A inrn-gj da Constita>Co palma', os la
conveoteatea cora reUg) o Esta lo Ge Pe n ,rn-
oizo oso pro isan mais ser demnstralo^, e r.il >
na uecesri iale de qae o E-tado de Pernamruc i
esleja a recebar os criminosos da Capial Ped ral
e dos cu', os Es a lo--. J bi.-ta o que, nssse
pirtlcular, tem soffrido desde muitos auoos.
N-'-n ao ra-nos o projecto te on:-en'a com
MU das libas do arcnipengo dePe/oaaiode
oronba, on como terreno precis>, com ama
par e do terr. tono de a gu ni deltas.
Aotigameale os criminosos se recolhiam a ama
da.qaellss libas, crelo que a ila dos R.tos, ou
Rita; agora o p-oj-ct teode a co'locar t>da
essa coloaioago especial no arciipelago inteiro,
sem duvida aflra ds que o DeneBcio ao meu
Etalo teja anda maito maior.
Sr. preslderjta, eu sioto nao eitar presente o
obre senador pelo P.auhy qae ni ootos con-
.st eramos como qu.si Pero^mbocaio, qoe ali
fez as soas pri-nei-as armaa ao magiste io sooe-
nor, que ensnou o d'.reito a ama graade parte
da mocidade.
S. Exc. eis'noa Ibe o respnito a p-cprlsdadp
e parece o ua g,-;n cont-adicgo ir agora S.
Er. aconselbar a U i> ara acto attentitono
de se dlreito.
Eu quena convidar o honrado senador para
collabo:ar commigo e meus .ompia^ieiros de
e resentagio em conseguirmos bea^Hcios de
oa'ra o'dera pa ajuelle Estado.
Entre outroi, para onter-mos o melhnraento
de Pernamdoco. a>pirago secular de mau Es-
tado, para obtermos qae se con loa o pdiQcio
ia-a a (acaldada de Direlio. da qaal S. Exc. foi
iaa disui c o hntj, aJiticio comeg^do anda nos
tjmpo> de Imoeno e qae l esta apeaas em a-
oerc-s e estes coberlos da vegetago qae se apa-
dera das obras abandonadas; p-dia l-rxb arao
nobre senador que i.-i.erpuiesse o seo valioso
prestigio aflra fle obtermos os materiaes nec?s-
sarios Al.'a idega de Pernamboco, nao eb para
sea se-vigo interno como externo.
A Alfaodega, do Becfe nao lem guindaste
terntjrlo de Pernamnuco, desde qoe eramos
caloota portOROeza e anda depois qae conver-
tea.se ella ooaongo loperio. qnanio, desap.
parecendo elle, formoo.se a UaiquFedera',
Peroambu:o passoa a ber am dos Estados delia,
etit-ando eom seo ter torio, tal quil possaia
nessa oceaain. K nova orgmissgo poli'i'a
reccbeo.o assi n com o territorio qoa elle tioba
8e-n aogmeotal.o era dnnhuil c.
Com qoe direito pois vae hoja a Uat) dizer
ue a ella fl ara penence ido, daqoi por deaate,
ama pare de 81 te rit irlo ?
A cnstita'co no a-t. 34 S 31, e tibie;) o
aegaini? (i):
. Compete privativamente ao Coagre -o Na*
ciool:
< Snbmetter a legislago especial o< poutos
do territorio da Repblica nec s?a'ios fon la-
gao de arsen nstoigfles de conveniencia federal.
E-ta dispo ij) nao aotorisa a desmembr.-
go de territorio dos estados, mas smeote fa-
colta rpgula.*se por legislago rape al !-:ma
parte delle para e-tabele Imentos necessarios a
'.r-s.itui'.'s e 6ervigos de conveniencia para a
U-siao F eral. E isto assim respaila a integri-
lade lernti nal dos Erados e ao nwsmo lempo
coi.-ulia as necessidades da Ualo. 0 cjo*
tr rio fftra orna lufracgio do principio fed>t*
uvo.
Ora, o projecto trata do eta'ielecimen o de
urna -colonia orrcccion*l e coioois correccio
.ai nao nenhum esiabelecimentodessesdaqoe
futa a Consti n:go.
A olonia rorrecclooal S destinada natural-
ment, embora o projecto nao o digt, a oer o re-
ceptacub dos vadlos, dos desocupados, "i'
ebrios, des tu-bulent-ie. Ora, foi para es?f> flm
aaa se mamou crear a colooia correccional (jae
natura meute ee vira de ty> ) da lina Grande,
pelo decreto n. 14?, d-> 11 de JulUo de 1893.-ir
esta institatgo para vadios, gatunos e capotiras
do Districto Frdenl, atiende a coaveoiencias
puameots locaes.
Ho de ser-recoibidos s colonias desta nata-
rea os indiviloos aessas coodlg0?8 .ndlcadas, e
i o negocio de natnrezi federal p-eparar e
maoter coloolr,s espalbidas pelo palz, para eesa
eepecie de criminosos.
A jastiga c-i ana1, menos no asa se refere a
enmes polticos, perteoce acomptteociaesiidual
e o qoe se refere a crimes correcciooaes a jos a-
menta a pa-t-, ple-ss dizer a mais elementar
dessa competen ia.
Para os que deva-n eer cor'igido3 des-es c-i*
mes, ou na pbraae do Cdigo Penal, para os reos
de cootravenges, quando commeut'ldas p r in-
dividuos do territorio do Districto Federal, 4 se
proven conforme o decreto qoe acabo de ctUr, e
uto assompto local que nao se pode etteuder
ao pas em geral.
E, portanto, como negocio propriaments local,
da algi-a da jostiga eatadoal, escapa a compe-
tencia do Congreso Nacional ; e a msoos qoe se
trate da admiostrago da justiga do Districto
Peleral, a Uaio nio pode corar desse genero de
colonia--. Mas para esse disiricto o aBsompto j
e la regado pela lei o. 115.
Qae o proiecto offeode a Constitulgo, r.Pre-
sidente, nosso ainda demonstrar con o art. 64,
que diz (/''. :
Pertencem aos Estados as minas e as trras
devolutas situadas dos seas respectivos terri'.o
ros, cabendo i Uoiu smeote a porgao de ter-
ritorio qoe for i-idlspeasavBl para a defesa das
fronieiras, fo'ti0cag5es, conatroeges militares e
estradas para o andar superior, nao tem lao.-bas Distan e
para o servign, e lato traz grave damoo. S. Exc.
pod a nos auxiliar ainda, promovendo o esjti-
olvme ito da viago terrea.
O -oso Estado -.chamo oosso rorjn-3 S. Exc.
aob certo ponto de vista Pernianacaoc.) oreo-
sa muito anda do p-oloogameato de soas vas
E nao trata o projecto, qoe estamos discolindo, frreas, pa a encaminhar aos seos centros ama
im de forticaces nem de est-adas de ferro, colooisago melhor do qoe a colouisago de cri-
minnos qae nos qaerera dar da presente.
Sao estas Sr. p-esideate. as consideragOea que
CONGHKSSO NACIN U,
Senado
No da 9 leve loga'- a 121 sesso, sob a presi-
dencia do Sr. Manoel Victorino, approvaodo-se a
acta da sesso anterior segoida oa leitora do ex-
pediente.
Usam da palavra os Srs. Francisco Machado e
Ba'o do Ladarto que rerpoodem a ara discurso
pronunciado ca Cmara pelo Sr. Flelo Pires.
O Sr. Piree Per eir aprsenla am projecto
concedendo tres loteras de ajil conloe cada ama
em beneficio da Irmandade da Santa Crol dos
Militarla.
Foram apyrovadosdiversos projeitos constan-
te! da ordem do dia.
A discuaso Bcon adiada pela bora.
Designada a ordem do da, levanloa-se a ses-
lo s 4 horas da tarde.
_ ajo da 10 reahsoa-se a 422 seiBo presidi-
da pelo Sr. Maooel Victorino.
Approvaia a acia da sesso antecedente, pro
c dea-te a leitori do expediente.
DUnBSO PRONUNCIADO NA SES-
SO DE 30 DE SETEMBBO LIE
1&9&.
O Sr. Joo Barbalno- Sr. presiden a.
a tomada a* liba da T todade pelos ingleses foi
am -exemplo funesto : ja os ourados senadores,
pt lo Piaoby, pelo MaranbSo e pelas Aiagoas,
qae eobs^revaram o presente projecto, qoerem
qoe tamb-m a Ualo eej inglesa, qoe empal ue
a liba de Pe oaodo de Noroona.
u Sr. Francisco MachadoNao leve moito Ion-
ge a inteosao- dos sig- atarlos do projeelo ; al.
gaos o aesigasram para apoiar. Pelo meaos foi
esta a mioba lotengo.
O Sr. !oo Barbalto Ora. como os mos ex.
eti(l)s sao contagioso.', eu obedecendo a essa
i-.fluencia, chegoei a ter o deeejo de apreseotar
timbem nm projecto, qae passo a 1er, acerca de
outras libas e chamo pora elle a attengo dos il.
lustres signatarios do projecto em discosso
(I):
O Congresso Nacional resolve :
An. 1.a Fcam pertencendo Uaio a [Iba
Grande, formada pelo delta do Paroabyba no
Pi u.y -i liba de Maraj na embocadura do
Amazonase todas as libas do S. Francisco ac
tualmeote pertence.otes ao Estado AM. 2." O gove-no federal estabelecera
netsae libas, como mais conveniente for, os ar.
senaes e ootros estabelecimeotos e iosntaigOes
de conveniencia federal. (Cinst. art. 34 31).
Art. 3." Sao revog das as disposigOos em
contrario.
Sala dasseas&es do Sanado, 30 de Seiembro
de 1895 .
O Sr. Francisco Machad:NSo quer incluir
tambem a iiba do Marapat ?
O Sr. JoSo BaroalnoParece que, coma mes.
mi razo. para os mesmos Gns. podem tambem
ser empalmadas pela Uaio essa a ootras libas.
Mas. o, a-sira, S\ presidente ; o projucto
dos nobres senadores inadmisbivel e ton mats
de um defeito : em primeiro lagar, esee projec.
to 6 ingrato, em segando lagar Ineonstitacio.
nal, >m lerceiro logar e iocnnveolcn!e.
A ingratldo consiste oisto -.
E' sabido qoe a liba de qoe se trata, deseo.
berta em 1501 por Perot de LoronOa e a elle
doada em 1504 aob o nome de liba de S Joo,
era honra ao filbo do mooarcha eolio reina te.
foi desde priocipio do seclo 17 pelos pernam,
bncanos povoada, foi recooqoistada doas vezes
aos bollandeses em 1630 e 1654. -pelos permm
bu anos, desajadados da metropolo e depois em
1736, quando, tendo os fr*ncezea tomado a ilba,
que passaram a denominarIsie Delphlnees.
laoeleeeram shl ama colooia, foram anda os
peroa bncanos qae os desalojarame expeiliram,
-onetroiado eoto fortalezas e iniciando traba-
los a.rlcolas.
A cana rgls de 1700 tlnba declarado per.
lncente capitana de Pernamboco o arebipe-
lago de Fernn to de Noronba, e assim se con.
se'vou daraota todo o periodo colonial.
Depois. ao organisar.ae o rgimen cons.i tu.
siooal do imperio, continooo a ilba de Fernn,
do d.- Noronba a perteor-er, como as libas adja-
centes, a Pernamboco. E p'rteocia at fregae.
sis do Recife ei nm dos seus districtos de paz.
Pernamboco. pols, possoe aquella ilba desde
mais de trez seeulos.
Portante si a ilba de Fernando de Naronba
tem sido desde taoto lempo pcasoida por P r.
oambaco e si nao fleoo perieocendo a estraog- i.
ros porqne foi conquistada e recooqoistada por
Peruamboco ; como qae gora a Ooio esque.
celado lsso,apaga esse paasado to digno de
ser lembrado; com exemp o, como qoe a
nio, em ves de prestar bomeoagem a essa tra.
digao gloriosa e a esse dlreito de Psrnamboeo.
val agora tomar essa pa te do territorio pernam.
boca no ? 8' am esbol&o e ama ingratiaao.
O projecto inconstitucional. Com effsito, Sr.
presidente, pertencendo o archipelago de Per.
oem de fortittcacA
mura de nenbum dos estsbelecimeotjs de que
trata o B'l. 64.
De mais, Sr. Presidente, as trras das Estado1
ou sao occopadas pelos proprios donos deltas
oa por ootros com annuencia aelles, au sao de
particulares e cnamam-se devolatas.
As qoe teem seas donos moito bem se sabe
qoe nao polem vi' a ser possnidas pelo governo
sem qod es e a< compre : as que nao s>o do--
anidas p.r particulares, sao, conforme a Consti*
tuigo. perlenceates aos proprios Estados e nao
a U .So.
as Esta ios, trras da Unlo nao ba.
Passarei agora, 8r. Presidente, a diser dua?
p.lavras sobre a inconveniencia deste projecto.
A fandago de ame colonia correccional oa
ilba Fernando de Noronba, acarretarft ao Estado
de Pernatubu o, grande parte de iacoaveoieoies
qne Ibe troaxeram por muitos annos oscrimi.
nososqoe compnam sentenga naqaella ilba.
S. Exc. sabe que dorante muitos annos a iltn
Fe-oacda de Naronha foi o recept^oia das fezes
s a-wU es no Brasil.
O qae bavla de pelor, oa maiores criminosos,
os fasclooras os mais incorrlgiveis, os relapsos,
os reincidentes, aquellos de quem nao era de
esperar mais nada de bom qaanto a procedimen-
io. os comeos mais perigosos ordem e tran.
qoilltddde publica e-im remetlldos para a Ilhi
de Fernando de Noronna afim de comprir a pena
de eeus hediondos crimes.
E es-es hoacens qne all absolutamente vio
encoot-avam om regimeo capas de nelnoral-on
e ao contrario mallos se tornavam priores e all
mesmo o moitrtvam perpetrando cotos orimes.
em geral cnmprila a pena lSo voliavam para os
logares de onde tiebam viodo, mes passavam-se
para o R cite, o- qae alias era para elles cousa
moito natoral e commoda.
E Meando ah, sem melos de vida e habituados
ao crimD, ia n aagmenUr a estatistlca criminal
de Pernamboco, ao qaal fana a o doplo damno
da perpetrago de gravissimos crimes e do de.-.
crdito, concorrendo e-so elemento estranho no
estado de Pernamauco para faser avultar o nu.
mero dos criminosos e a bediondes dos crime.
Nos pasaamos durante multo lempo eoffrendo
as conseqaeoclas da existencia de o grande
mal, ate qne comegamos a ser delle alhvlados
em viriode da le em qoe se cooverten nm pro.
jecto apreseotado oa sesso do anno passado,
estabtlecendo nma disposico para cessar esse
ertado ae cousae, projecto do noorado senador
pelo Rio Grande do Sol e qne rae serve para
provar que nao por oairrlsmo, qoe me occopo
disto.
8. Exc, com o projecto qae ap-ssatoc. fot
adeante do qoe eu quena, estaoeleceado at a
proviiencia fiaancelra para logo serem retira-
dos os presos da ilba de Fernando de Noro.
oba.
Fai assim, em consequencia do projecto apre.
sentado p.,r S. Exc, qoe o parlameaio tomoa a
deliberago de mandar suppnmir, do faeto,
aqnelle presidio, alias sapprlmido por lei, mas
qae exista anda apezar disso.
No preambnlo do projecto qoe, antes do no.
bre senador rio-grandense, apresen.el ex 1894,
tioba eu dito as seguales palavras, que repito
agora, mostraodo a graade conveniencia do mes-
mo projecto. (L):
Accresce qoe esta providencia da lei de 1833
tem dado Ingar a qoe am grande numero oe
malfeitoros, de todas as partes do Brazil, depois
de camprireoo panas em Pernaodo de Naroaba.
pjssam-se para a cidade do Recife, qae assl n
recolbe essa fes e escoria de toda a -ociadade
brasileira, com eoormissimo damno da ordem e
da seguraoga publica e em prejaiso dos crditos
e elvilaago daqaella parte da Republ a.
U-ge qae a lei acabe com lsso qaanto antes
para evitar qoe aquella parle do Brasil nao mala
soff-a as conseqnencias fataes do referido de.
creto de 1833 e nao veeba assenelbar-se qaella
cidade de qoe falla Mantaigoe, a Pon ropos,
em qae o re Pbilipus amootuou os bomeos mais
perversos e locorrigiveisqne pode encentrar.
Teodo qoe desaparecer de todo esses iacoove
nientes, com a soppreseo desse presisio os
honrados signatarios do projecto, qoe estamos
discoundo, qoerem agora restabeiecel-o c;m
i ffensa ConstitufgSo e integridade territorial
do Estado de Pe oamboco, estabeleceodo a re.
staorago de am dos maiores males pue o meo
Estado BoU-eu dorante a monarchia.
A creagrlo da colooia correccional no Estado
de Peruamboco, como a quer o projecto, Sr.
presidente, tem alm de todo um defelto de na-
toreaa capital, vi infringir os principios da pe-
naiidade, o aystema penal estabelecido entre
s; vatreslanrar urna peni qoe foi suppnm -
da pelo Cdigo Criminal e aggravar as pea is
estabelecidas nessa cdigo para puoicao dos
crimes correccionaes, accrescentando a pena de
degredo
O sistema estabelecido pelo cdigo penal, dis-
trlboindo a pniildade conforme a g-aridade
dos crimes, reserva a penalidade inferior, a m-
nima para os crimes correccionaes, en contra-
vences, entretanto que o projecto dos Srs. se-
nadores aggrava essa puntcSo com ama pepa
excesaiva, pala' nio s restaura i pana de de-
gredo qoe o Cdigo Criminal multo crlterlosa
mate liaba sapprlmido, pomo annexa e aecn-
tinba a faser sobre este projecto
Camorep-eseniante de Pernamboco nao posso
deixar de protestar contra semelhante modo de
legislar, con'.ra sexelbaote attentado e esbolbo.
Protesto contra este projecto com a palavra e
proestarei com o vo o e conjaro i.o SeOido ooe
nc c este exemnlo de retalbamenio e u-u-pa-
go de ter Toro dos Estados.
aiOS DA yU0
rio do partido cooBtltacioQal e a Ccrparago tfo
Diario da Babia lom-m loto por 15 dias. Ou
lampeSes das roas por onie naua o fretro lea
graoies lagos de crere e esto accesos.
O C>rreio de Noticias,* o-ao oficial, qoe
to fortemeote Cjmbatea o director da poltica
alvers>, en.-olou a baadel.-a em lato na-a pres-
ta- o preito de devlda justt.a ao llastre s-adist i
que se fiaos ni tar.fa enobecelora de servigos
Pat'ia.
Todas as f-e/ae*ias desta capital resolveram
tambem collocar coraa sobre o fretro.
Projecta-se orna sob'cnpgao oopolar para
elevar em Campo Sino u a in- sua, oode re-
paasarao os re tos marties do D-. Almtra
Coat).
Sergipe
A spa ov-igj i da 3.* aiamusto da caso de Ser
gipe caasoa no Bstado encoatrados aentimentaf.
Os ae lutados da sitoagSg oSo se >n r.u nJ ,
tr sagO a aa Seaado F.d -ral, par ter approvado o
parecer da coraraisso mixta.
Po- outre lado a Folba de St-rgips > tem re
cebilo geraes M.cilages pela s.la.o do S--
oado.
Os se-g'paos aociosos esperam a sdtrjco da
Cmara.
Palla-s qu-? 89 efTactuir b'evemente na
capital uraa gande rena-) poltica para roo:
gaoisagao do partido republicano lederal.
Foi maito com neniad a longa eoecre^a con-
ferencia qne ,bo ve entre o presidente do Esta
do e os commaedantes da (arca paDllca eata-
doal.
Foram aopreriendid'8 pelo administrador d.s
cerdos olS i s siraolado-, rootaedo dabelrts
enviados p do contador Jo Puto M'.adooga a
panioala-es so interior d i Esta <,.
Coa-i a qae 0 adaain:.- ador levtu o fsc'o ao
cacbecim-sno da directora geral.
Na feia de Ma;anba, mun ciaio de S. Pau
lo, d2c-3e (.me cotflicto provacado pela forg
ouolics, qae dispirou tiros sobre o pof o
inerm-r.
A casa de Jos Nooes foi atacada pe' foros
fl ando portas e paredes cMvadas de balas.
O sargeoto commaodaote da fo gi foi apaaba
lado e exptroo horas depois, bav-ude mutis fe-
rimeotas de soldados e pessoas do povo, inclu-
sive muiberea.
O pai.-ano F mino reoebeo tre3 tir03 da forg
faliecendo logo.
oj. Paniu
Em reuna; do I istlto o dos Advaeados. qae
ter* lagar no dia 13. oeve-fe tomar cooheclmen-
10 da occorreocia havldi m Repartigo de Po-
lica, oode foi desacatado o veino lente de dlrei-
to Dr. S e Benevides.
Est termln.do o pracesso de for '.aji de
colpa e s'gairam j ao segando promotor publi-
co os autos do procesa movido contra c anate
secreto Polcoae, autor do assasslaato do mogo
J i Bressane.
Pa-a as obras da installaglo da atfandega
da caoit.l chegoo no dia 11 de Sanios, pelo va-
por Graf Bismsr.k graDde copia de mate-
riaes.
Os Srs. Janes Pi8Chiua.i e Nicolao Prima-
ve'a aceitaran al congoes impostas pela Com-
paobia MoYaaa para constroirem a eatradi
qoe parilodo de BaofAona da Va-gem Grande
entronque oa eslago Engenhelro Mea Je, utsta
estrada.
Sabio no da 10 a passeio pela cilale.^le-
vaodo a soa frente a nova lanfarra, o corpo de
cmllaria de polica, so o commaodo do teen-
te-:oronel E. B egbit.
Espirito Santo
O presidente do Cooceih- Mantelo*', C!eto Na-
ne--, publican a mensagem qae apraseotara ao
Concelbo. dando conta dos melB.orameo.os au
ta realisido, conclualo por pedir aotorisaga
para un empreslimo de i .003 cornos, cojo mi
ximo seta por ceato, pa-a ser appllcado a mal-
tas obras e oal.-os melhoramaalos qae p-eiead-
iniciar.
A imprensa elogia o criterio e tino com que
(em sido administraba o municipio e a mensa-
gem panlicadi. .
Est prompto o servlgs do trovo hospital ds
isol-;meato mani.do construir pelo governo na
liba do Principe.
Breve se- lnacgaralo.
Babia
Dasso Estado temos anda as seguintes noti-
cias trazidas pelo vapor boatem chegada do sal
com refereaeia ao faecimeaio do eonselbelro
Almeida Coato.
Aps missa solemne celbrala na residencia
da familia pormonseahor Victoio, rflilizja-se a
transladacto do cadver do conselbeiro Almaidi
Coato para o edificio da maolcip.lidide, sable-
do da raa ds Caquende, o numeroso prestito,
qae percorren diversis roas, e s dea entrada
no Pago "lunlnpdl s 10 1|S da minb, sendo
qaenaprag do Palacio era diificil o transito
em consequencia da maltido all es acionada.
O caixoera de vellado preto, com lampa de
vidro e algas de prata ; e o corpo eslava ve sil
de con a Desea da catnedratico e trasla as in-
signias da ordem da s. Gregorio Magno.
Quarenta ricas cordas e:am condozidas no
prestito.
O Paco Municipal eslava coberto de pesado
lato. No ceatro do aa o sobre o catafalco foi
cortoeado o oaixo ctreondado le innmera.' co
roas. Em nm extr*mo do Pago bavia am altar
e capelia ardenie, no oitro o retrato do morto,
vedado de crep. Ao lado direito Agorara o ea-
andarte da Escola de Mediciaa coberto ae vi
goroso tato A esqaerda, o estandarte da Aca-
demia da Direito, sean-vedado.
No pago municipal celebrou o conego Nj
taes.
Acompanbarim o prestito a Congregarlo da
Escola de Medicina, alnanos e empregados,
Congregago da Academia de Direito, alo unos
e conseibo administrativo, commisse do Lyca
d" Artes e Oficios, Ia-titu'.o Histrico, Ceatro
Operario, Gremio Literaria, Associagio C m-
j.ercial e Sociedades Beneficenles, comoauda i-
tes e flicialiaade do Regiment Policial, juises
da Capi al, memb-o do Tnbaaal de Appelltgo,
directores de bancos, depetados e senadores es
tadoaes, representantes a imprensa, mdicos,
advogados, msicas do 9. batalho e do Regi-
ment Policial.
as mas do trajecto, o combustores da'illu-
minago publica eslavam accesos com fiamaias
petas pendentes.
Dorante o da foi grande a lomarla ao Pago
Municipal.
A' realiencia do finado afilaio graade ou-
mero^de pessoas de todas as classes e credos
polticos, teBiemunnando ceas lenlimentos fa-
milia do fiaalo.
De varios pontos deste e de ootros Estados,
tem a familia recebide g-ande uamero de tele-
arrammas de condolencias.
Parte da popolago traja lulo.
Os juises de provedorla e i.* vara civil Inseri-
rn, noa protocolos votos de pesar. O directo.
CAPITAL FEDERAL
Poi saoccioaado no dli 11 o decreto da Con-
grtsio Nicioaal que amr.s'ia, desde ja, lodas as.'
pessoas qje, ram parle uos fictos occorridos em 1 de Malo
deste ano no Estado de latas e no movimeo-
to sedicioso oilixaaente bavido ni cidade de
BOa-Vis ?, do Estado de Goy z.
C .m data da 9 recabeo o presidente do Se-
nado o seguate toleg-amma do Dr. Jallo de Cas-
tiinos:
Toobo BatlsfagSo ae commaoicsr-vos que em
sesia ordiuarla, e de Boa orai lada com o pre-
ceito coastitocional, i istaUoo-se hoje a assem
bla dos representantes, peranle a qual foi I da
mioba mensagem-
E 11, a despeito dos males originados pela re-
volnga, registra a st aagJo lisong i' ae diver
os -amos do servigo. ln lus'e cresjidas amoni-
sa(,0ds da iivi la, e a intateocta ds um saldo em
di iti i-o de 3.372:526^191. *
Foi assignjda uo da 10 pelo S'. Presiden
te da Raoabiica ama aiensageai pe lindo ao C '-
gresso o crdito de 51:204*191) para pagameno
das despezas realisadas com o funeral do Maro-
cha! Florlano Peixoto.
- O reqaerimeato deM. Sneel, pidilo facul-
dale de desapropnag) e issngo de direltos em
favor r/os eagonhos ceatraes que vae estatielece-
ao R.o Grande do Norte, Pemabaco e Espirito
Santo, foi deferido.
Prese ao Jarcal 'o 'ommercio qae os
concertas de qae carece o Ajuidaban nao
ne. 5o 'ellos nem nos estaleiros franceses, oem
\nos iog!ez-B de onde sabio o poderoso encoura-
gado.
O Aqa'daban con inoar sna vlagem at o
mar Bltico para ser rebebido nos eatalei*03 da
Campanma Va.cauo em S tetin.
Es'a preferencia de constroctores al1em80s deve
ser maito llsooseira p:ra a in m-tna naval da
Allemaana.
O parecer do colleja conflrrjja-se, par qae cem
o desiiao alludido sabio de Lisboa a mencionado
vapor, actual 24 de ao *.
Foi despachada, livre de dlreito, e vae ser
levantada em u na das pragas de Peroamt.uco.
urna estatua do almirante Eduardo W-ndea-
O Sr. senador Virgilio Damaeia fex no Se-
nado em sesso d 10 o elogio histrico do coa-
selheiro, Dr. Jos Luiz de Almeida Coaio, termi
anda por pedir qoe se laogasse oa acta das ses
.-O-.'s am voto de ezar pela morte desse lllastre
cidado.
O Senado approvou nnanimearjente o reqneri
ment.
A' aoite de 21 do carrate deveria ter logar,
sob a presideacia do S-. rainiiro do Interior,
celeorada pela Academia Nisiooat de Medicina, e
no sala da amisten j do iatenor, na praga Tr
radente, ama sesso extraordiaaria em borne-
aagem a memaria de Luis fasteor.
Devem usar da palavra o Sr. D-. Alfredo do
Nasctmeato, secretario geral, Dr. Silva A-aojo,
orador offi: al, e outros me-nbros da acdenla
e mais cavalheiros qae em te opa se Inscreve
rem.
A sesso publica e ae de rigoroso loto,
oem para as seaboras, nen para os honeos.
A imprensa e todas as asaocla^Oss scientifleas
e Iliterarias, o corpo diplomtico, coasular, ec,
foram convidados, e a academia, tendo de cele-
brar esta se sio em neme da classe medico-
pbarmaceatica, mas jolgaado interpreta- o sen-
timen o geral, espera qne tolos os adra rada es
daquelle sabio concorram a render saa me-
moria esta piolica haaaeaagem, mesrao inde-
pendeote de convite especal.
Uoia banda de msica militar abrilhantar a
solemnidade.
Realison-se no dia 10, no ihsalro Saot'Ana-i,
a primeira conferencia aaounciada do Sr. Jos?
do Patrocinio, lllastrado redactor da Cidade do
Rio. |
A's 7 bara da noite toda o edificio do theatro
eatava liiteralmeate chato de reprsenla ates de
to 'as as class -s siciaes, qoaodo aasomoo no pal-
co o Ulust e conferente, qae foi recebido por
estrundosa salva de palmar.
A confe-eacia foi onlnaaiem ;nte iniciada e a
grande mentalidade do orador mais nma ves
maaieve em profunda admiragao e siieacio o
oameroso auditorio, qne de momento a momento
pro-orapn em applaasos.
De todo o longo discurso de Jos do P*t oci-
lo, um dos miis notaveis a que temos asaistido,
destaco-se oa pontos m:is.elevados em qoe o
di8tincto jorna i;ta iraton, com o maior tino e
criterio poltico, das claosnlas principaes que
tero ae faser parte intrnseca do sen program-
ma na Cmara dos depntados, caso seja eleito.
Foro ellesa anidle da magistratura bra-
zileira, a revi o da C.n-:i uica em varios de
seus artigos, e especialmente '>o 6. a ampliago
das poderes do Presidente da Repuol.ca com re-
l.ga a admlntairfgo das Estados e mullos oo-
tros.
A conferencia corren na melhor ordem possi-
slvel e fa1, do comego ao fi-u, lnterrompida por
eothaslasticas palmas e bravos de todas as pes-
soas pieseotes.
Ao termina-, pelas 9 horas da noite mais ou
teos, Jos do Patrocinio foi alada tongamente
ctoriado e acompanhado at a reiaco da
Cidade do R o por imraensa moltldo, qne o
acclamav* fervoros -meata com vivas e palman.
Da accada da Cidade do Rio Patrocinio, em
poucaa mas el qneut-a palavras palavras, agr-
ecea a manifestaga de sympaibia cot que
o acabava 'de distinguir, alada uma'fz, o po-
to.
E assim te -minea a primeira conferencia do
illastre jornalista.
mn%\aB ae8aea- con I--nte os Srg.
Teiiqe r P,nnQ,era' c,a,a"3 a ; vice-almiranie
R^n/rt, p ,??!-. ?Judaa,e < ^mpo ; capillo
m/, a rlt secrelio ; i lente da ar-
?s ordn's D rfam"""PlQt0 Bajt0' officaea
acordeos D. Tnomaz u Mello B-ayaer, me-
Mo ala 19 do nasaalo j sabii-ga em S qn.
oastuo.da viag^.u de S. M. e maadaram se
preparar qnarloi. no palacio re.! "V r" mar
para o receber. .ramar,
am!i0lQ(a!d0P0!nKUlerCl, d;a='eteendo antes
era ora e norial sobre essa vlagtm, concloto
3 b 11 f} .
%S. M. conta demara'-se poaeo mala de nm
rez, asu-r de regresso pa-a a- prximas elei-
H, 'a u "" ,oa/,a;a' tlCi a regencia conBia-
ua.a o. b. a raloha.
nnodaPl2:,l3 el"1?' Prlir "aneado, cert, de
qne S. M. a ramba eoa:t> a- ana segarisshna
garantu a guarda d i toron^, f.iudada, carao fl^a
uo respeitoso amor qun o paiz caes gra j ore-'
claras virtudes da excelsa pnnceza.
Nj entretanto, a iostrada folba commercial
de estica leve assira uns larapejos de crenga na
possibilnade depren e-e a viaetm recia
ora peu^rae.ito ae poltica la^rn*. teodo em
vista ab ir um oarenioessi, den r0 do qu 1 se
.odesse effeotuar orna app-oxiaag) dos ele-
menos diecor-iantea, da pouci constilucional.
Mas o Ca reio da Manh, q.ie o ga m.
.umenlal, iros o collega d-*sae do-ee. l-vo e
Ibe fes cemp-eoender em nassa^ea admirativa
a usnidJde daiuell. sopp.sigo, levaa o-, aa-
sra a penttenciar-36 po-haver admitid-, alias
aosms:s d.sce.osteruo,-, QaJ lj noarjsa e
louvavel hypothese.
E peaitenciando-s-, nao delaaa coa.o'o de
a*earvar o segniote : -u-u uo
O governa arr.-stou a Caroa para a aventara
da .nciadora, e ludo at agora tem corido s
rail maravilnas. Ao preseaie, norem, i iVntO o
acgu to cb<-re do estado, como o sea overno
d vem ter este seutimeaio: aM ef, ,"., [,T'
elar-se a aicuaura, mais ifli coaclo I-a 3
sahir della, digna e airo-ament
A verdaip, a despeito de toi.s* a3 casioina-
das sobre a obsteagia eleit0rai d. pariido 0-o-
gressista, a verdaie aoe ella rep ese.ta nm
^olpe do msiar alcanee, e qJe mono jas-aaeate
aeve preoecupar ob podares publicas.
Por mao qu-.imaginem inventar uras oooo-
sigo cora o Sr. Jo.- Din, ou eleger-diKnn
nomear fofea, depatadas, algon^ progressislis
menos affectos a abslengo, os proprios eover'
Ramentaea team de recoubecer, qUe tal ardil
aa pratics, s paderia cahir bo ridiculo e aecra-
var o CBracier moral da siiusgio.
Comos.blr o'e^se beco, d'esse col-de-sac
como expressivamente se dis em francas <
dicta.'u a ? "*
Os p-ogre-sistas raantcem com Drmeu a ana
atti'.ude; por ua parle o prestigio pessoal de
El-Rei nao comparta, recoanecernol- urai ,;
iraciago explcita e directa da poltica cea naaaa
deixoo consubsianciar. H
Nestes termos, a salda de El-Rei em viagem
alunarado S M. a Rainhaa regencia, poderla na
verdade t azer um palliativo tsnsao Oanlfeita
da qoesto poltica e permitiir ama Irjielligencia
para, em boa narmo;ia, e :em quebra da di ni-
dade de niagaem, se cuidar nos mefo--. de^re-
verter na melhv-r forma coustilaciosalilade
violada.
E diamol.o, porquo de todos sabido. S. M
a Raiuha tinba para t I mi fa especial aaali-
dade, pois, anda qne alheia s combincei
polticas, e Sempra fiel ree-pt i a lora, como Ine
compre, da vontade de seo aoguste espeso dei-
xoo, 'Olivia, serapre t'angparecer meaos Bym-
patbia pelo inicio da poltica dictatorial, e diz-se
at1, qoe por mais de orna ves se e-.forgoo no
mero dominio da influencia domestica, em con-
?eocer B( Rei do e rado e perigoso caaioOo em
qae entra n a poltica nacional.
Na foi escotada mallo lempo, porque a saa
opioio de mnlner oio tioba o peso da dos al-
tos eatidislas que rodeavam El Rei e Ibe sug-
gestionavam o poder pessoal.
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
20 Sr D. Crrlo, que bontem velo de Cascaes
com a raioba D. Amelia, boje 2 do correle,
pelo meio dia. deve partir partir para o estran-
geiro, acompanbando-o at a fronteira o miols
to das obras pob'lcas, qae dahl voltar ama
nb pela maob
Fica ua regencia 3. M. a ratuna.
Mas el.re' D. Culos poderla ter reconsidera,
do e e--u ada e flaalmeute o iosospeito e ho.
uestaconseino de saa augusta esposa, coocer.
tando.se en'o qae ella fos.se na soa ausencia a
medlaoeira para o resabelecimeato da barmo.
aia na mmllia constitociooal portuguesa, ella
qu9 fora a soa constante propngaalora.
Nio era est.. um graade, nobre, iu.tj e gene,
roso pensameuto poltico ?
3.iea se atr-ver desapixonadam?iite a con.
testal-a ?
Nao falla elle ao corago de tados os parto-
guezes, que o se.tirismo ministerial nao ceg ?
Pois saiaam.no, tal pensamento d3o existe 1
Eaa soa digressSo, visitar* o re D. Carlos
as cortes de Htspaoba, Italia, Allemanha e In.
glaterra, bem como o prasideate da Repoblica
Fraoceza, dirigindo-se uo sea itinerario prime!'
ramete a San Sebastian, onde deve encontrar *.
raioba regente de Hespicba e era seguida a
Paris. Roma, Berilo, Londres, d'onle rttretaa.
ti a Lisboa antes das eleicas geraes.
A quesilo da saacSo creada ao governo
pela morte do conselbeiro Carlos Loao d'A-
vil i, qne a imagloago exaltada dos nossos po.
laicos engrandecen em proporgOeg, teve no en.
tretaoto ama eologn oataral oa snbsutoigo pu.
ra e simples do ministro floado, cuja pasta foi
enriada, como j o commuaicamo?, ao S*. Loix
Mara Pinto de Sotaral, mlaistro em L?adres, e
que j assumio a referida pasta.
O aovo mlolstro dos etrangeiros am diplo.
mala dos mais distioctos, teodo ama brabante
carreira em sea activo ; um proSasianal na
exlenso da palavra.
A opposlg >, recoobece qae a escolba nao foi
m ; mas algaas DoUm, qoe, si o novo ministro
um homem do t fu ci, tem que nao poltico
milLante. Isto, sem davida, t grandsimo de.
feilo ; e a prova est era que nao se hesita em
faser nm advogado ministro de obras publicas,
por exemplo ; porqne sabe s > qae os diplomas
polticos preferem aos oatros e rnesmo os eubs.
tituem completamente em caso de falta destes
na emergencia.
Admit ido este axioma, cla-o qoe a pasta
dos estrangeiro estara maito melhor as mos
de nm jo-nalista, qoe brilbaiia as qaesies
eleltoraes, do qae as de om diplmala conbe.
cedo- do officio, mas qae nSo lem cotago no
mercado da poltica.
No regimeoto de iofateria 2, projecta se
ama recepgo calorosa parasolemmsar o regres-
so das companhias daqoelle corpo, qoe fazem
par.e da expedigo de Mjgambiqae.
A commisso do centenario de 'inaldim
Paes, corjipoala dos S-s conselbeiro Tamagoini
Barbosa, Jos Magalbleg e Vieira Gnimares, foi
ltimamente re.ebida por soas majestades as
dU38 raiobas e soa alt_ia o Sr. infante D. Aff.n-
so, solicitan do-Ibes o sen auxilio para a estatua
quelle hroe.
Os augustos solicitados nio s promettem auxi-
liar a comuilsso, mas tambem ir a Tbomar por
occasio de ser inaugurado o monomeoto.
Em data de 26 de Setembro receben de
Lonrengo Marques o Sr. mioisiro da marraba te-
leerumma do conaelheiro Antonio Ennea qae
manilesta os victoriosos resaltados do combate
de Magu.
Communica o referido conselbeiro, qoe o re-
gulo de Cossine, e mais nove regalos seas ves-
salios, foram prestar obediencia perante Cou-
ceiro, commandante das Ierras. m
Ve.-m mais trez t norte de Cosnoe; e o po-
to de M-gal. ampliado como ora se ach<, liceo
ioexpog.vel.
J sabido ter eido mal saccedlda a tercei-
ra das colomuas qoe compaooam a expedigo a
Timor, fleando mcitos cinco officiaes.
Costra o regrb Maoofoi*, jumo i costa sol
de Timor, pelo norte da provincia e remo de
Avilas, qoe tem se andado em rata, ficaodo
victoriosas doas das colomeas portognesaa e
maito mal saccedlda a terceira, qoe completava
a expedco.
O Sr. mioisiro da marioba j pedio para al-
gomas casas coostrnctotas inglesas esclare cimen-
tas sbreos navios, cuja constraego foi votada no
ultimo conseibo de m metros, devendo ao da 3
ser laucadas ao Tejo as laocbas-canboneiras
Diogo Cao* e Pedro Aooaya, mandadas con-
struir pela commisso execotlva da subscripcio
nacional, b-m como o ser limbem brevemente
a canboneua Missabl.
(Continua).
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Diario de Pcrnambnco Domingo ftO de Outubro de 1S95
ESCRINIO
p5*

M
tu
b Cla-
Sonho de noiva
Quando a ultima ota resoou no espacoso
salao, Clariec, estendeu acbre o teclado o as-
trodeflanella com qo o regaardava, eirn-
primindo com a poata da botina .,,89"a
prossSo no pedal, [ex girar graciosamente a c-
deirinha de parafuso, voliando-se para mim
com um sorriso flor dos labios. ..
Quando tocas o sonho de noiva disse -
lhe eu parece-rae ouvir o teu P^oprio sonho
Que ha de ser urna realidaie respondeu-
me ella, com estranio brillo no oi nar.
Tomei "he as aristocrticas maosinhas, e,
apertanlo as as minhas maos, cont-oaai :
O teu sonho anglico, a leu sonh de san
ta, fax-me soohar as venturas eternas e in4is-
tructiveis de um novo panno ate hoje vedado
a tedos os mortaes. ___
Parece-me que cada noU do teu piano
renes urna hormonia ie tu alma..
rice, lu sonhas !
E ella murmurou quasi inconsciente, a urna
especie de exlase :
Siro, eu sonho..-
Os uossos olhares estavam preso par urna
cadeia de ternura o os olhos d'ella sorriam rae
com urna expressao de indeflnivel devaneo.
Prosegu :
Eu contieno o teu sonho, eu o traiuzo as
irradia5'S felixes de teu rosto qnanto della
[alamos Queres ouvil o?
Clarice tez um ge*to de incredulidade.
Queres ouvil-o t repeti :
Fala, mas toma cuidado, que nao te en
ganes. ,
Escuta : n'ura arrabalde piltoresco e a-bo-
ri3ado, urna caslnha muo branca, muilo fresca,
muito asseiada, un co mullo azul, mu:tarfl>-
res muito* pausarosun ninho de amor...
Eu etu sosinhos... felizes, esquecido3 do
mundo, indifferentes vida phihbtea dos que
nai sabem compnhender a (elicidaie.
ISos dias de sol o as noutes de luar, pas
seamos de raaos dadas pelo campo. Era che-
gaudo o invern Acaremos em casa e eu tere
pora substituir o sol, a luz de teus olhos
para substituir as harmonas do campo, as har-
monas do teu piano!; 'u, ters era vez das lio
res do campo, as nona dos madrigaes qu me
inspiras era vez da doce msica das aves,
a msica miis doce anda dos meus beijos...
Clarice esculava rae ancio3ara do cada urna das rainhas palavras, com o olbar
em chararaas e a respiragao offegante.
Vendo qu: eu rae calara, interrogou :
Ed.pols?
Depois ? S3inpra o mesmo ; lu a raais
ternas das amantes, eu o maia perfeto modelo
de fidelldade conjugal...
Clarice b^iixou 03 olhos com urna exprs-
elo de tristeza.
Na ests sasfeila?
este o tu sonho 1
Ella hesi ou ura mora nto
Nao o completaste. .
O que querias ma 8? creio que nao es co-
quette... rao podes sonhar as alegras ba aes
da vida e egnnte, era os deslmhramenos en-
tonteceiores dos salJS e dos bailes.
Se'ia urna ollensa para mim se supposes-
ses gemelhante cousa...
Faco-le jU3tica... tu tens urna
S'eanca e um corajao de santa ; mas,
faltara, ntio?
Somos arabas mogos s sadus, terao3
seiba, muita vida, muilo amor... o que
taria ?
Queres que diga ?
Ckirice biixou os olho?, tornou-se mu.to co-
rada e balbuc ou com a voz trmula :
Um menino, tu sabes quanlo gosto das
ereanca?... r
Urna onda de felic.dade subra-me ao coracao
e toda a minh'alma fundiu se no olhur com qu-*
acariciei Clarice. __.
Enrlinei me para ella, e, com a bocea quasi
a tocar na sua face pu-pureada, murmu ei .
Mas, minha sania, eu nao disse que te na
via de dar rautos beijos?...
Rectfo-1815.
Enteso Paula Santos.
perguntei-lae, nSo
e resp ndeu:
alma de
o que te
muita
le fal
Felicissimo Augusto da Cmara Pimental.
Zeferno Caodido da Silva
Boa-Vista
Joaquira Amancio Olilon Duarte.
Antonio Vieira de Barros.
Gedeao Forjaz da Licerda.
Frederico Pereira Moutinbo.
Jo; Firmiuo Riboiro.
Afogados
Henrique Augusto de Albuquerqu Milel.
Pogo
Domingo, da Cunha Siqueira.
Varzea
Francisco de Paula Costa e Silva.
Ad.liju-se a sesso para amanha s horas do
costume.
Alraanab L.I t (erario Peraambn-
canoSegundo tnformaces fl.deliguas saDe-
raos que dever apparecer at o m lo mez
vin-iouro essa be u redimido almanak que cen-
linda sob os auspicios do distinelo litteralo
Gaspar Reguera Cosia.
Tivemos occasiao ja de ver as provas dos re-
tratos em flnissimas gravuras que serdo dadas
eslampa no Almanak, dos Ilustres homens
de lettras Dr. Clov s Bevilarjna e dos a los
Dr. Tobas Barrello e Victoriano Palbares, cujos
nomes sao verdadeiras reliquias da no3sa histo-
ria Iliteraria.
Essea retratos nerSo acompanhados de deta-
in-idaa notas biographicas.
A collaborago do Almanak contina enri-
quec la com as principaes peonas de Pernara-
buco e de oulros Estados.
Des la ja, aotecipamos parabens as digno di-
rector do Almanak Luterano Pernambucano.
Com iianilante do corpo muni-
cipal -Devido a urna enfermidade ada se,
dssde aote-hontem, guardando o leito o Sr.
raajor Tbeodomrio Pessda, actual commandao
te do corpo municipal do Recife.
Hospital Portugruez-E' mordomo de
semana ueste po estabiilecimento, o Illm. Sr.,
(los Ro Irigues Macieira.
Succursal srte o da 1 do corrate
que se acna aDerla, na cidade de Campias,
em 3. Paulo, urna succursal Jo London lia
zilan Bank, conforme o aviso que o mesmo
publica hoj-, dirigido ao corpo commercial.
E'animador! O celabre Ouolfreffque
ha dous anaos f.ii extraordinariamente applau-
didooReal Collseu de Lisbi, estevealli ltima-
mente regresso do nosso pai', partiudo depois
para Madrid
Affirraa um jornal portuguez que o celebre
hypnotisador, cujo verdadeiro nome H>nri
Ouofre, ganhou no Brail 80 contos fortjs e
vai para Pars cora disposi^es de abandonar o
trabalne.
Itcunies -Rene-se hoje :
O Ncleo Dramtico Pernambucano, s
3 1|2 horas da tarde.
a Veneravc-I Confraria de S Benedicto
do Recife, s 2 Horas da tar le.
A IrraaO'iade de Nossa Senhora do Ter
go, s 10 horas da raanha.
Em siiirr.i^io Ni terga-feira prxima,
s 7 horas da manh.a, celebrum-se missas na
matriz da Bi Vista, por alma de Mana
Magdalena Guarreiro Collares, fallecida em
Lisboa.
Assassinatf -No da 23 do mez lindo,
no municipio de Buiqu, no lugar denominado
Prado, fo encontrado morto eom 11 facadas
a mulher de nome Dionizia de tal.
A respectiva autoridada fez vstoriar o cas
daver e proce-le s necessarias delgencia
afim de cap rar o auctor oa auctores do crim:
Fatal accidenteNo da 17 do corren-
te, no districto da Torre, Jos Clemente da Sil-
va, indo tirar agua em urna cacimba existente
na ra do Rosario, -uccedeu nessa occa-iao ser
accommeliido de um ataque de epilepsia, do
que resultou cahir dentro da mesma cacimba e
morrer asphyxiado.
A autori lade competente toraou conheci-
mento de fado e deu as providencias exigidas
peo c .
(lias
Mas
Cansa singularOs tribunaes vlen-
nenses v5o discuur urna causa singular.
Ura Sr. Gottlieb norria no anno passado, le-
gando uroa modeslaJartuna da 20 000 florins.
Esiipulava no testamento que 03 seus baverea
nao seram partilhados entre os seus qualro so*
brfnhos, mas qua receberia toda a somma
aquella que de eitre ellas primeirj sa casasge.
Com a leitura da singular clausula os quatro
herdeiros presumptivos nao hesi'arao. Da noi
te para o da puzeram-se em movimanto, cada
qual a porfla.
Foi um verdadeiro stsepla-cbase ao casa
ment.
Tanto a to bem Qzerara qu", a poucos
da morte do to, tres delles se casavam.
com grande sorpresa delles, haviam-se casado
todos os tres no mesmo da, na mesma hora.
Nenhum dallas, de conseguinte, linha direilo
formal heranga.
Passada a decepgao, comegaro a aclar a
aventura engrasada e de accrio concsrlaram
partlhar a somma
0 quarto sobrinho, porm, que anda nao ha-
via encontrado mulher, declarou qua semalhan-
te co .ciliago era contraria ultima vontade do
testador.
D'ahi processo ; ser mister aos juizes, para
resolver questi tSo delicada, a equiiade de
Minos un la subiileza de Salornao.
S. Bcnto Dessa villa escrevem nos em
data de 18 lo corrente :
Ao envez dos mais erapos, con'iouamos a
ter invern abundante ; os terrenos se cobrem
de ura tapete de verdura e a agua borbulha em
qualquer parle, apesar de estarmos em pleno
Outubroi
Novllades de flra de sculo.]
Nao obstante estas grandes vantag ns para o
viajante do serSo, os pedestres qn* se dirigera
ao correio des'.a villa, continuam em suas pro-
lngalas demoras, abusando da tabella dos
das de chegala por urna forma a causar in-
dignago.
Nao raro esporar-se desesseis a mais das
por um estafeta q e volta : resultando d'ahi
enormas prejuizos nao s para o rendimeoto
do correio, como para aquellas que tra de en-
viar sua correspondencia
Oe volia, principalmtiile, costumam elles di-
rigir-se. reunidos em grupos, Garanhuns, on-
de tomo o trem, provavelmente por ser m is
perto, e apenas um passa por esta villa, con
iuzin lo as guias de tolos, fim de recebe-
rem du agente o respectivo toque.
Sea viagein de Tacaral tornase mais con
veniente por Garanhuns, ento que se tire S.
Bento desta linha, passando de Alagoa de
de Baixo, cuja direegao a Caohollnho por esla
villa.
Levando o fado ao conhecimenti do Sr. ad-
ministrador dos Correios espranos providen-
cias.
GALEPINO
LITTERATW
Dcsillusao
(Ao Adherbalde Carvalho)
Sonhar I Soohar :.. E a vida passa, e as crengas
vo-se, urna a urao, trcmula--, partindo...
ave3 que voam pelo azul, vao rindo
perder se, alm, as solidOes mmensas
do esquecimeoto ; ou na cruel voragem,
DO sorvedoiro das paixOes, <>scuro,
e corpo immergem, luminoso e puro,
com as cores todas da gentil plurangem '....
Filhas da aurora e como a auora bella?,
surgem : no espago um lurbilio de estrellas
brilba, da vida os plainos colonndo...
Espoota o sol, e ascende... e, n'um momento,
fusinda a luz que invade o firmamento
vao se, urna a urna, trmulas, parliodo !
Reci e- o. Honorio Cajrrilho.
REVISTA 1)ARIA~
Gobernador d Baha-O Sr. Dr. Ro
dienesLima.goveroador desse Estado dirigi
ao Ir. Dr. Barbosa Lima o aeguinte lelegram-
ma Baha, 18 di Outubro de 1895.Governa
dor Estado Pernamboce.
Tenho a honra de communicar a V. Exc. que
por molestia, passo nesta data o exercicio do
meu cargo ao substituto legal, presidente do
Senado do Estado, Barto de Camaiary.
Rodrigues Lima, govern >dor.
Sello dos cnheeimeoto3 de Car
a-Foi expedido em data de 11 do correte
sob n. 35, a segrate circular:
Tendo em considerago a consulta que, em
telegramraas de 20 de Julho prximo passado,
dirigi a este Ministerio a Inspectora da Alfan-
deaa de Aracaj, se pesseas que nao sao com-
merciantes, nem despach3ntes geraes, po lera
despachar mercadorias como donos, por meio de
conhecirxentos a ellas eniossados p:r caf=a^
commerciaes, declaro aos Srs. cheles das los-
Decc&es aduaneiras.
i* qua ? s? p-r-ti as AUandegas e
Mesas de R^n la- o despacho de mercadorias
or meto de conhecimentos transferidos us
meciosos termos dos ar.s. 831 e 587 do Cdigo
o Comercio com valor declarado, e pago o
devido sello proporcional;
2." que sao inteiramente prohibidas de des-
pachar as alfaodfgas pessoas que nao esti
verem hbil.tadas, de conformidade com o art.
161 da Coosolidago, como j tem sido recom-
mendado por diversas fezes ;
3. que os mesraos Srs. ebefes defem cura
prir fielmente o disposto no art. }98doRegu-
famenlo do de 19 de Selembro de 1860 e mais
disposigas em vigor, no qua interessa politi-
cia interna das alfandegas e suas dependencias,
afim de que nao se reproduzam os fados crimi-
nosos to|frequentemente|succedidos em dille-
rentes das mencionadas repartieses e que tao
"raves prejuizos tem cansado s rendas publicas
e moralidade da admini trago.
Trlbonal do Jury do Reeife An-
da nao pon le ser installada a sesso daste Tri-
bunal falla de juradas.
Hont-m respondern! a chimada 16 jurados.
Foram multados em 5S000 os jurados que
deixaram de comparecer.
Fez se sofleio snpplementar que recabio nos
Cilades seguiotes:
Recife
Joaqoim Antonio Gongalvet Coimbra.
Manoel Alves Pitla.
Sanio Antonio
Antonio Los da Silva Guimares.
Joe Tavares da Cruz.
FrancnwpFerxera da Rocha Leal.
CbistoSwGomes Pedrosa.
SamutXWtilff- .
VicenwQSfuedes Araujo Pereira.
Antonio Francisco da Costa Fluo.
S. Jos
Francisco Mitino Ferera.
A heranca do seculo XIXErsra
verdadeiras, diz Osear Scalvani, as accusa<;6"s3
aos seculos precedentes? Eu creio que a uossa
idade t:ra soffrido a suggestao potente d03 seus
acasos poliico*.
A poltica arrasta e como era poltica mis-
ter innovar, a sim o s-culo acabou por crer que
era nec esario refaz^r tu lo do cometo.
Ora, mais que eerto, qm a poltica era uli-
ca, velha e desarrasoala, mas para nao fallar
sen3o da Italia, a n> uo faltavam no secu-
lo XVIII, exemplos de principes e ministros
esclarecidos, que, sem lagalence, tinham ope-
rado reformas salutares, justas e cpportunas. E'
evidente que a scieocia pareca deier-se as pes
quilas objectivas para abindonar-se specula
ges melhaphysicas ; mas tambera o nosso se-
culo recolhia dos outros pass id s urna pingue
heranga, quanto poda traosrailtir as suas dou
trinas, medicas e anat>micas ura Morgagni, ura
Bichat, um Mascngni e um Desault; e as scien-
cias naiuaes, um Linneo, ura Targioni Tozzettl,
um Dawy, um Volta, um Lavoister, um Nobili,
o na machioa uai Vuucansuu, um Watt e outros
mu tos.
Nenhuraa divida existe que s doutrinas pol-
ticas se devia consagar com vigor o talento, il
lustrado cora as vistas serenas da scieocia, mas
por meslres como Montesqu'eu, Bentham, Fi-
langieri, e o summo Joo Baplista Vico.
O pharol de civilisigo nos vmha do seculo
XVIII, das obras de Beccaria. E se as disposi-
gOes econmicas tinham o escopo de reformas, a
quem pedir metbodos ou principios senio ao
Verri, ao Genoveri, ao Baodini a tantos outros
clarissismos talentos que foram os doutos pre-
cursores dos economistas modernos?
A esculptura e a pintura empalledeciam com
as repetidas imitagOes da escola classica, mas o
seculo XVIII tinha sido igualmente o de Ca-
oova.
A msica algada as obns de Poesiello e Ci-
maroaa, devia soltar o vq atravs do borisonta
das paixOes humanas ; mas comtudo isso o ma
gislerio pereilisslmo do contraponto, os agr
daveis movimentos do canto foram nos tempos
de Scarlatti, de Leo, de Pergolise, de Porpora,
le Gluck e de Piccini, como raramente foram
depois. .
E ua estarnas aqu para negar que a historia
prucuraase Dar o futuro um methodo mais se-
guro e guiado pela luz d'uma critica severa, im-
parcial ; mas qu; teve por priraeiro intuito ne-
cesidades das disciplinas histricas ?
Club Carnavalesco Habitantes
da La-Hoje as 5 horas da larde reunem-
se os socios d'esse club afim de trataren; de
negocios de alto interesse social.
-JEra NovaRecebemos o n. 40 anno VI
d'e le peridico.
Como sempre est bom.
Agradecidos.
Tbeatro anta lzabel Honlem foi
pela lerceira vez levada scena a opereta Bra-
-ileiro Pancracio, havendo grande concurrencia,
u ns trabalr 03 e muitos aoplausos.
Eatatis lea geral don suicidios-
Pirurando a proporgao dos suicidios em cada
runa de 10,003 hab antes, nos diffarentes Es-
U i i da Europa, ch-ga-se aos algarismos se-
8Ale:n'anha 2,71, Dinamarca 2,58, Suissa 2,30,
Franga 2,40, Austria 1,63, Finlandia 1,25. Sue-
ca 0,90. Noruega 0,76, logia-erra 066, HoMan-
da 0,52, Italia 0,46, Hspanba 0,33, Russia 0 30.
Os abtos allemes, para expticarem esta (re-
quencia.dos suicidios julgaram reconhecer que
elles .ugmentam na razo do grao de cultura
intelectual. __o,
Que diro ateto os inglezes e hollandezesr
Esia hypothese engeubosa nao acha por outro
lado conrmago na correspondente estlistica
das classes militares dos differentes paites
A. classificagao dos suicidios sobre l,W> no
mana armados a segrate : no exercuo aus-
traco 12 53, no allemao 6,33, no italiano 4,07,
nXncez 3.33, no bala 1,44 no ingle 1,38,
no russo 1,09 e no hespanhol 1,.0.
Vsa falta de parallelismo entre a populagao
Mvil e miliiar, com relagao ao suicidio, radica
que as quert* de civllisagao e de raga nao
tm influencia s bre esses casoj.
AOosiaMiataofrequentemente entre raogos
solidos pode, verdade, explicar em partea
requencla do suicidio nos militares ; porem nao
Tplra estranbar qae os soldaios austracos se
suicidem oito. vezas mais |que os mogos per
te .cent.s populagao civil? a Franca mes-
marela0o de 1 para 1,3, na Italia de 1 para
41 e na Inglaterra de i para 2. -----J
R' na Hespanha e na Russia qne os suicidios
sao menos frequente?, tanto na populagao civil,
como na militar; uao pois, potwtvet azer
anestto de raga para explicar o lacts e prac
io reconhecer que as causas de preduposiedio ao
auicidio eSo anda descontectdae.;
Pobre Cuba Diz ura correspondente
para o Jornal iie.-pa ,liu 1 La Justicia :
A siluag&o di liba se aggrava lodos os das.
A3 provincias nao davasladis pela guerra esto
sendo invadidas palas hordas de bngantes qua
roubara e sequestrara be.3 e pessoas.
Os bosptaes estao ac uraulados de pessoas
atacadas di febre amarella, das quaes#*nor-
rem raais de 40 por cento. Se as folhas offi-
ciaes dirai uera a cifra, es ondera a verdade.
Era 18S6 87 suecumbia victima desta moles-
tia 75 por cento, me disse a bordo do vapor
Aona o Dr. liours, medico da capitana geral.
As circumslancias climatolgicas do paiz nao
teem mdalo.
A situago ecanomica da ilha 6 ^rave.
A lavoura, parle est aban tonada e oulra
incendia la, e os jornaleiros lutam com a miseria
e, impellido3 pela fome, comraettem actos vio-
lentos.
A caresta se az terrivelmente sentir na po-
pulagao camponeza, a ponto que o barril de sal,
que em lempos norraaus valia 2 pesos e 50 cen-
tavos, se vende a 23 pesos. Os outros gneros
de primeira necessidade sao procurado sem
proporgao do sal.
Lwid des Novidades !!
V. Duvrey-Historia de Roma, traduccSo de
P. Chagas, 4 vols. encadernado.
Souza Plato -Diccionario de Leglslaco Com-
mercial Brazileira, 2 vols. ene.
Luiz dos Santos-Conlabilidade Commercial,
1 vol. ene.
GoethePausto, 1 vol. ene.
Mara Amalla Alguns homens da mea lempo
1 vol. ene.
C. LombrosoL'home Di Genio, 1 vol. ene.
. Fierre-Druit Potique Electqral Et Parla
mentarle, 1 vol.
R. Dareste Les Constttulions Moderna, 3
vols. ene.
Alexaader-Grammatica Allem, 1 vol. ene.
Charles Gide-Economie Poliique, 1 vol.
Cons ttu'go Federal e as ConsttugOes dos
Estados, 1 vol. ene.
Lafayette-Direito de Familia, 1 vol. ene.
T. de FreitasConsolidagao das leis civis, 1
vol. ene.
Ph. Gaackler-La Beau etson histore, 1 vol
anc.
A ^-elso-Um Invejado, 2 vols. broc.
R. FernandesSciencias Naturaes e Physicas
1 vol. ene.
O. FreirPrimeiras Nog0e3 de Geometra
Pratica, 1 vol. ene.
M. Nordau-Mentiras Convencionaes, 1 vol.
broc.
F. Pmeotel-Um Canalha, 1 vol. broc.
V. CastroAttentados ao Pudor, 1 vol. broc-
G. Barbosa-Os Segredos de Cupido, 1 vol.
bree
M. Vieira"antico^ Infanlis, 1 vol. ene.
F. Carvalho Quarto e Quinto Litros de Lei-
tura, 1 vol. ene.
S. Diarte-Co a Trras do Brazl, 1 vol.
roe.
S. FreitasOoservagOas Criticas e Descrip-
g -s de viagens.
LIVROS RECEMCHEGAD03
broc.
Barco em exposlcae Un dos aos.'os
Callejas aa maohi uunuiou o s^gointe :
* Hoje o capi'o Jjsbaa Sloram expOa ap
publico o cter Snray es que elle e fez daas
v zes a t.MVeBBia do o eaoo Atlntico e vai cor.
ph lar a volta di globo.
O seo pequeo nav-o esta ancorado perto da
ioi e S t-- ao S t -mrj.-o. jaoto ao Caes da Rege.
te ag3o, onde pode ser facllmsnta viseado.
Sera faculta i j3 a) exama de visitantes as
d'.i.-s peqaroas cmaras do cnter, a carta em qae
BJie tragada a vlagem, os livros de b,rdo e in.
-trolenlos de uiuti;a.
E' curiosa a visita a um navio que sob a di.
re-gao de nn f homem denotado e provee ti
ui-ri .Orio atr-onta todos os perigos d;is mais
,rns-adas viaueos un-i iruaa.
Hoatjri), o S A. "W llaus. dist neto ebefe da
imu i t.n.c ti-raa soc I Bj>.w II Williams & C.,
isitoa o Sp-uj e s-'U digno commaodante,
demoraodo-se a bordo a'gum teapo.
O capilj Slacam riuou penhoradissimo com a
8ja delrala tiraros* visita >.
Unio Beneflcente dos Professjo-
res FuDCcionod na quint.-leira uiuma, ao
meo di, a directora aessa assoclago, sob a
p asilencia do Sr. Luiz Marques Viera, eervindo
ue secreta lo o Sr. Francisco Trindade.
Approvor.ie unaoloaemente a acta da aees&o
ilerior.
NSo h ove ex edlen'e.
O Sr. Firmmo Rib-lro p-esteu snas contas re.
lalivas ao mes Hado, diz-ndo qae liaba reccli Jo
a C-ixa Eciraomica 163*001 qoe, reunidos a...
I:633I475, preax I:8i8di?5, como ae verifica
i* caieraea o. 28.032.
Faram exsmioadas e approvadas 'odas essas
CuQias pelos cooselbeiroB presentes.
Segando a i-ta, qoe foi lida, dos socios qae
se a -h.'m em atraso cara as suas aaeosalidades,
importa a somma de 38O0O,
Eaoerroa se a sesso 1 ora da tarde.
Telegrammas retidosAchan-ee re
tidos na esiago do Telegrapho Nacional os se-
guintes telegrarama':
Da Parahyba, para Tjveira.
Do Rio, para Ferreira Neves.
Da Babia, para Snill a Lomb.
De Largo LeOes, para Leandro Salgado.
Do Aracaty, para Albicampos.
De Angra, para D. Carolina Ipieter.
De 3elm, para Perobanco.
De Mossor. para Hora io Ba*reto.
Um aviso para Antonio Anacleto.
Lrahas, uneconando regularmente para Sul,
Norte e centro do Estado.
Casa de Detenoao Movimeuto dos
presos da Casa de Defengo do Recie, Estado
de yernambaco, em 18 de Outubro Existiam 416, entraram 2, saturara 4, exis-
lem 414.
A saber : naclonaes 377, mulheres 9, estran-
seii-os 23, mulheres 0, total 414.
Arragoados 417.
Bona 384, doentes 20, loacoa 2, loaca 1,
total 417.
Movimeuto da enfermaraNao taruve altera-
gao.
Cemlterio Publico-Obituario do dia
18 de Outubro :
Augusio Ambrosio Santos, Pernambuco, 33
annos, solteiro, Boa-Vista.
Raquel Maria Rosa doa Santos, Braxil, 31 an-
uos, solteira, Santo Antonio.
Joanna Mara do Espirito Santo, Brazl, 28 an-
nos, solteira, 3. Jos.
Julia Maria do Espirito Santo, Pernambuco,
27 annos, solteira, Boa-Vista.
Ignacio Francisco de Carvalho, Rio Grande
do Norte, 19 annos, solteiro, Boa-Vista.
Manoel Jos da Silva, Pernambuco, 25 annos,
solteiro, Boa-Vista.
Josepha, Pernambu o, 7 mezas, S. Jos.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, S.
Jos.
Um feto da sexo feminino, Pernambuco, S.
Jos.
Flaviaoo Monteiro, Pernambuco, 51 annos,
solteiro, Boa-Visla.
Igoez Joaquina Maria da Craceicao, Pernam-
buco, 50 annos, solteira, Boa-Vista.
Manoel Pedro Tenorio, Parabjb, 48 annos,
casado.
Manoel Francisco da Silva, Pernambuco, 39
annos, solteiro, Graca.
Joto Francisco de Andrade, Portugal, 45 an-
oos, casado, Boa-Vista.
Manoel Pereira da Costa, Pernambuco, 26 an-
aos, solteiro, Recife.
Josep'ia Mana da Caiti, Pernambace, 29 an-
os, solteira, S. Jos.
S. RomeroParlamentarismo, 1 vol.
Elnographia, lvol. broc
Fenvira Vida Pratca, lvol ene.
P. Carvalhol'raxe Forense, 1 vol. ene.
P. P ssoa Cdigo do Processo, 1 vol. ene.
NabucoManual do Advogado, 1 vol, ene.
Miller Maier Tratado da Prova, 2 vols-
ene.
Levindo-^Reforma Judiciaria, 2 vols. ene.
GarofalCriminaloga, 1 vol. ene.
R. Octavio-DemarcagOes de Trras, 1 vo|.
ene.
C. FerdnandOrador Familiar, 1 vol. ene.
J. Allibert-Physiologia das PaixOes, 1 vol.
broc.
Trovador Brazileiro, 1 vol. broc.
Guerra do Paraguay ou o imposto do vintcm
500 res,
Foesia do Russinho, 500 res.
O Livro dos Sonhos, 500 res.
Lyra Popular ou o Poeta dos SalOes, 1 vol.
broc. .
F- Fre tasAssessor Commercial, 1 vol. ene.
Nabuco -Assessor Criminal, 1 vol. ene.
V, CastroA nova escola penal, 1 vol. broc.
Ensaios Jurdicos, 1 vol. broc.
DulraO Livro do Lavrador, 1 vol. ene.
; O Livro do Creador, 1 vol. ene.
O Livro do Industrial, 1 vol. ene.
P. Pimentel-Coato3 da Carochinba, 1 vo
ene.
A. Demalhenes-Or.dor do Povo, 1 vol.
broc.
Ruy Barbosa-LicOes de Cou3as, 1 vol. broc.
P.Cliagas-Morgauinha de Val-Flor, 1 vol.
ene.
Thesouro de Meninos, 1 vol. ene.
Thesouro de Meninas, 2 vols. ene.
Arle de Dansa, 1 vol. ene.
Cniquinha Mascotte, 1 vol. broc.
C. Jansen Viagens de Gulliver, 1 vol.
ene
Mil e Urna Noites, i vol. ene.
D, Quixote, 1 vol. ene
Robioson trouso, 1 vol. ene.
ReisDice. Homeopa Ico, 3 vols. euc.
LastarriaPoltica Positiva, 1 vol. ene.
Encyclopeda do Riso da Galbofa, 2 vols.
ene.
Mensageiro dos amantes, 1 vol. ene.
Manua E->pstolar. 1 voi. ene.
Cartoira do advogado, 1 vol. ene*
O Livro de S. Sypriano, 3 vols. broc.
J. Ribeiro -A Carne, 1 vol. broc.
C. NettoBalladil'as, 1 vol. broc.
A dona de cas vol. broc.
A. CelsoNotas e fecgOes, 1 vo'. broc.
O Imperaaor no Exilio. 1 vol.
broc. .
A. RibasA Capital Federal, 1 vol. broc
O Fructo Prohibido, 1 vol. broc.
T. RibeiroD. Jayme, 1 vol. broc.
EscrichPromessa Sagrada, 3 vols broc.
Formosu a d'alma, 5 vols. broc.
Caminho d Bem, 4 vols. broc.
Os Predestinados, 4 vols. broc.
A Felicdade, 4 vols. broc.
Ultimo Beijo, 4 vols. broc.
Amor dos Amores, 3 vols. broc
0 Cara da Aldea, 3 vols, broc.
Franga JniorFolbetins.
Direilo por Linhas Torlas, co-
meda.
*
do-se fra da servico publico oferece-se
para acudir a quaiquer chamado coto
promptido para Cora da cidade. Espe-
cia lidade, operaces, paitos e molestias
de sonhoras e raninos.
Dr. Sd Peretra, ra da emperatriz Q
t>, d consultas medico-cirurgicas todoa
n dias das 8 meio dia, menos no-
domingos e dias santificados.
Drogaras
I1 aria Sobrinho di C, droguistas po
atacado. roa do Mrquez de Olinda o. 1.
Guimares Braga C. Depsitos
je Drogas e productos chimicos, espe>
cialidades Pliarmaceuticas, medicamos
tos homeopticos e tintas, leos, pin>
ceis etc., ole. ilua do Mrquez de Olin
da n, 60.
A. P. Braga Guimares Agencia de
Ults as especialidades pharmaceuticas,
Untas, drogas, productos chimicos e ou-
ros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
<*,_ Papis Pintados.
Olsa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
niBUCiCOK "i PEDIDO
Povoado do Peres
Hontem por yolta de 4 horas da tardo
espalhou-sa nesse districto a noticia de
ter ch-gado casa paterna um filho do
capitao Maia qua indultado pelo Magn-
nimo Governador do Estado, como tem
feito a muitos outros, voltra de Fernan-
do, aonde a fatalidade es ellao con-
duzira...
Amigos do Sr. Maia reuniram-se, o in-
corporados msica do Club Musical
Ar> ieuse com sede nesse diatricte, f ram
levar ao Sr. Maia a manifestacilo d< justo
regosi;o pela voita do aeu filho ao seio
da famila.
A reuniao que a principio constara
dos ntimos do Sr. Maia, tornou-se depois
imponente porque juntou se a ella boa
parte da populaco do dis ricto.
E de outro modo nSo poda ser.
O Sr. capitSo Main, reside no Peras
ha perto de 50 annos j all oceupou todos
os cargos de nomeacito do Governo e de
eleijo popular, e no ex reicio elles
sempre mostrou que sabia alliar a or-
dena liberdade, d'ahi,a sympathia que
goza o Sr. Maia a quem por nossa vez
folie tamos.
Pe.es, 17 de Outubro de 1895.
DROG1RI1 BR1G1
Franc.se Pedro da Cnnka
Vresbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Christo e Vigario Collado da pa-
roeftia e cidade de Sao ]osi desta pro-
vincia de Santa Cat/iarina, etc.
Altes o que tend0 U8ad0 por ei ^"a03e de Ranlireira XAROPE DE AN-
OILO (.Omivsto COM TOLU* E GUACO, pre-
paragao dos Illms. Srs pbarmaceuticos Rauli-
noHorn & oiiveira, acbei que esse xarope de
Denenco e promplo effeito as affecOes dos or-
gaos respiratorios o que afirmo in verbo sa-
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunha.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diver-
sos Estados do lirazil attes am a emeacia deste
grande medicamento.
Deposito
NA .
^rocana Braga

gana
Papel pintado
para forrar sallas, quartos e corredo-
res ; fraocezes, inglezes e nacionaes,
a pregos sem competencia na
tirara Contempornea
RAMIRO M. COSTA & C.
2-Rualds Margo N.-2
S
RAUL.IVEIRA
TolOS os mdicos receitao o Peoral
Cathanneme como o. onieo medicamento
contra Tosses o Broncjiitea


Amor com amor se paga, Idea
Como se laa um deputado
idem.
Meia hora de cynismo, idem
Lotagao dos Boods idem.
c Tjpo Brazileiro, icem.
Grande e variadissinia col-
leeSo de comedas, seenas co-
micas, farcas, quiproeaos, la-
rachas, brlelas, etc., etc.
Sallea-O Jardineiro, 1 vol.;
Leis Orgnicas. .
A. aievedo -Obras completas, 2 vols ene.
p', Varella~Obras completas, 3 vols.
eriBarretto -Diase Noitaa, 1 rol. ene.
c. Abren -Obras completas, 1 vol. ene
ti. crespo Nocimos, 1 vol. ene.
> Miniaturas, 1 vol.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
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iOVZA PAZ A C.
81RA DO IMPERADOR81
Compra e renda livros no vos e visados
SSDICACOES DTEIS
Oeenlistas
Dr. Vereira da Silva com pratca as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n. 63 l.' andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual,ex-che(e de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua vagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, e
residencia em S. Jos do Mangunho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
Urde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d
insultas de 1 s 4 horas no primeiro
indar da rna do Baro da Vicloria n.
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Rjsidencia a ra Hospicio n. 46.
Teleojione n. 335.
Medico
Dr, Joaqun Loureiro medico paftel-
ro, consultorio raa da Cabug n. U,
residiucit na Gasa forte n. 5, casa de
azulejo, defronte da igreja da Campia
O Dr, Lobo Moscoto d consultas em
bui casa ra da Gloria o. 39 das 10
horas da manha l da tarde. Achan
Ao publico
Anova York
D orJem da ollicina principal no Rio
de Janeiro, da New York Life Iosuranca
cmpany, d.u conhecimento ao publ co
e bem assim aos Srs. agentes que at
agora trabalhsram sob as ordena do Sr.
Dr. A. Molinari Laurin, que os referi-
dos agentes ficam suspensos nessa catbe-
goria at que as suas nomaacoes sejam
renovadas pelo abaixo 8asignado gerente
interino desta succursal.
O abaixo aasignado, assumindo a ge-
rencia interina da Succursal nes e Esta-
do- declara que o nico que poderi
attender, ao8 negocies da Companhia,
bem assim a nomeacSo de novos
agentes.
Recife, 15 de Outubra de 1895.
Otto BrupbmcJier.
---------------
Peiloral de tambar
Cura de tosse pulmouar
Gravemente atacado, de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commercante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
O AGENTECompanhia de, Drogas
A. Emulsao Scott um remedio pro-
videncial para as criancas Ira-
cas, rachlticas e eseropliulosas
Rio, Dezembroll, 1887.
Assegnro sob palavra de honra que em nu-
merosos casos de minha dioica, tenho colindo
muito felizes resultados do emprego da Emul-
sao Suoll de oleo de ligado de bacalhao com hy-
pophosphuos de cal e soda, particularmente em
dou* casos de escrophulose, em urna senhora
de 17 annos e uina enanca da 6 annos de ida le,
obleve rpidas melboras e resiabelecimento
completo em poucos mezes. E' quanlo devo
informar a VV. SS. de quem sou, silencioso
servo.
Dr. Vicente de Palza,
R. Ilapir 39. R. S. Francisco de Assis. 114
Rio.
Peitoral de Cambar
Cura de tosse pertinaz
Confirmando a poderosa efficaca do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a affligia.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconhecida).
O agente-Companhia de Drogas.
-----------H----------
CONSTIPARES VW Peitoral Catharinenso
DE RAULIVEIRA
DROfiilBI.% BRAGA
91;
}
}
I
Instrumentos
para banda de msica e orchestra
Viollnos, violes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor-
lmenlo vem de despachar.
RAMIRO COS TA & C.
2-Ra 1" de Margo N.-2
Llvtarla Contemporane 1
:
:
Peitoral 'e Ca^i^ar
Cura de afTecec2o pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Goncalves de
Medeiros foi accommottida de urna af-
fe$3o pulmonar a Exma.Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar,, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
Peitoral de Cambar
Cura de nina tosse rebelde
C'heio da mais viva alegra e gratidSo,
venho declarar que em menos de dous
mezes minha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, de urna horrivel tosse
seca acompanhada de dores no peito,
t< ndo antes, durante o espaco de dous
annos, empregado sem o menor provei-
to, um grande numero de outros reme-
dios Joaquim Aives Cavalcanti (Fir-
ma reconhecida.)
O agente Companhiade Drogas,
O Verdadeiro Sedlitz Granulado Pur-
gativo refrescante o preparado por
Ch. Chatteaud pharmaceut co de primeira
classe, 54, ra des Frances-Bourg, Pariz,
Antigo socio do Doutor Burggr. eve e
Fundador da Ph.rmaoia Dosimetrica.
Acaute'ar-se con'ra as imitugoe!, exigir
o envoltorio' amarello do inventor Ci.
Chanteaud.
O Rauliveira
PeitoraT "\
o medicamento mais eflieas, mais barato e de
gosto agradabilsimo na drogara Braga e em
todas as Pbarmacias.
:--XD^r
Papclaria
objectos de escr-iptorio, papis e car- ,
tOes de phaot.is;a para parlicipagiio
de casamento e nascimento, encl-
lente escolba na
Lvraria Contempornea
2 -Ra I de Margo N.-2
RA1R0 M. C03TV&C.
O melhor dos medicarrentos ferrugi-
nosos par. curar a anem-, cures paludas,
dores de estomago e lortalacer os tempe-
ramentos fracoa -inconteatavel mente o
Ferro liquido de Leras, doutor em acien-
cias. Esta notavol descoberta que sa
apresen'a sob os mais serios ttulos
scientificos, rece tada por todo o corpo
medico eencerra em.sua composiejio os
elementos, dos oasoa e do sangue. _rU
Peitoral de Cambar
Duas.curas de coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netnhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nao colhendo melhoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente.Maria Jos Rodrigues
cellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
Baa-

Novidades literarias
Recebe por todos os paquetes a
Livraria Contempornea
2-Ra 1* de Mari o N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
Il
SO BANH'D E' ONDE REALIZA UM OE SEUS
TiM -.re- triuaii hos a Agua Floriia de Murray &
L'inman, p-edoiiolo, por a-sim iitel-o, o p-a
t>*r dos praze-es e o mal* satifirtor o d^s Une
h-j^ioic-j. De mela orna arrala de Ano
Florida oa agua do baobo 6 soffi:ieiite a reani-
mar o corpo mais fatigado e t fortalecer a n>o
rea-mais proal ada, especlalineole al a proslra-
cAo prom de excessivo c.lor, de trsbalho exa
gerado, ]4 eej pbyiica oo moral, 00 de nao
acoBtou.ada agitacao. A sensacao de rresenra
(or.aleta a traoqnilliddde que experimenta o
systema nervoso depois de om Danbu assim pre
p.rado lidltivetparece qae oa nova vida
loma poeseseao do corno, e que os esptritos vltaes^
se expantem ia u^- u malure goio. r
O bom senso popular qualificoa o
Bffriao a saude do corpo : com ef&ito
ao sueco do agriSo combinado \ com o
iodo que o Xarope de Rabao odado de
Grimault & C* deve a sua efficaca as
affecc5es lympbatcas das creangaa:
erupoas da pelle, croatas de leite, mol-
lea dos msculos, engorgitamento das
glandezas do peacoco, e falta de .appe-
tite.
O^---------^--------
\Beiido.
Convenclonando ob mpdicos doplicarem eus
n<-o<>rari08 para rada eervigo de sua pronsao,
embramo e pedimos a creijao de fostos medi
oa, onde a classe media em re oraos posa, me-,
are orna medica measalldede, recqrrpr no
AiKOoa aterassitoa.
"%v



Diarto de Permunhnco Domingo SEO de Outubro de 1S95
Arthur Silva e saa mulher Olympia A.U Parad8 desDatliei
Lima S;lyateudc-:e retirado provisoria- _,..... .
Especialidade em sedas, brancas, preta-
de eores, fitas, surahs, para casamen-
tos, bailes e passeios, para grande escos
.ha.
38 Raa B. da Victoria 38
mente para a B.hia e nao podando dea-
pedir-ae dos pareatas o amigos por iilta
de tempo reoorre a esta para offoraear os
Beas limitados prestirnos naqueile Estado.
Arthor Silva.
------------*------------
Irmaadade de IVoasa Senhora
do Terco
O Joao Arara pede paraque seja eleito
em qualquer cargo o irmao mesarioMiguel
dos Santos Costa Jiuior.
Os Sanios Iht persigam.
ESTE
ducumento prova, que
o Cognac Brazileiro
mais vtlho que a Rep-
blica.
Telphone 59
111 m ici 1011 I'TI.iv;ai*k
Ministcre du Commerce de
I Industrie et des Colonies
EXl'OSITION UNIVEKSALE DE
1889
Le Jury Intentional des Recompens
Decrne un deplome de
M E I\ T I O NHONOBABLI
A Mrs.~A.2M. Veras kt C.
BREZIL
C' Par leurs produis COGNAC
KII1ZILEIRO et AGUABDEV
TE de CAWWA DESI.UFECT^
DA :
GROUP Vil
Garrafa
Duzia
CLASSE 93.
" 2^500
25^000
Faz-se descont na proporco
portaucia do pedido
da inv
Sempre que houver Je cotnvater as fe-
bres, em geral, quasi todos os mdicos
prescrevem a quinina ; porm para que
este heroico medicamento possa produzir
todos seus maravilhosos effeitos, neces
sario que e le se ache em estado de pu-
reza.
Eis, porque cao hesitamos em recom-
meadar as to conhecidas perolas do Dr.
Clertan, p rque os respectivos e diversos
saes daquelle alcaloide que entram em
sua composicao sao absolutamente puros.
Urna verdadeira serie de prepar ces
nos apresenta o Dr. Ce tan ; as Perjlas
de Clertan de sulfato de quinina, conbe-
cidas ha muitos annos, con ra as febres
e as nevralgiis peridicas, as Perolas de
Clertan de chlorhydrato de quinina, sal
que coutemjo principio activo em sua m-
xima proporco ; as Perolas de Clertau
de bromhydrato e valeriamato de quinina
que convm mui especialmente & p sso = s
nervosas. Tambem os mdicos presera
vem as Perolas de Clertan de bisulfato de
quinina. Cada perola tem i ipreso uella
as palavra : ertan-Paris.
MOLFSTIAS do ESTOMAGO.Mo Cbassana
SOMERA
Bolsa c o m ni re a I de Peraam-
buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Prata do Recife. 19 de Otitubro de 1895
No&ouve cotafiao.
O real fte,
Antonio M oues O seretarle,
Kaooel G. da Silva Halo.
Cambio
s eatabelecimeuiuP b^ncarics lniciaram hnjj-
soas Le^oclaces a 10 1$ -obre Lonlres a 90
d. v., bailando depols cara 101|6, (echando o
mercado em posifio d ividosa.
Lettraa partlmlans realiicrm-J-. a guas nego-
cios a 101,4 101,8.
Cotacdes de gneros
Para o agricultor
ASCar <.,,nn
Usina-i por 15 bules. 6**00
Braoco, por 15 kilos W203 a 5*500
Someao.-, por 15 k lo?. 3*200 a 3*a00
Mascavado, po' 15 kilos 2*300 a 2*6U)
Brato, por kilos. 25500 a 3*000
Algodo
Veidido o de 1." son a 13*700 por 15 kilos;
vale ido 1* menos o mediano ttt o de 1.* eorle.
Aieool
Por pipa de 480 litros 218* oomleal.
Agurdente
Por pipa de 480 unos 120* venda.
Coaros
Seceos salgados na baso de 12 kilos 1*150 ia
venda.
Verdes80 ris, venda.
I Car nimba
CoU-e de 23* a 35*000 por 15 k los.
*->.
Hel
PorUC>*000 nominal.
LmportacSo
Portbs do fol vapor inglez Brucw ck en-
trado em 16 do correte e consignado a Amo.
rim Fernaodes & C.
Cbaros 5 caixsB a J. Uordeiro.
Caf 149 saceos F. de Almeida, 49 a A.
de Frenas l'maos, 624 a Amorlm Pernaodes
&C.
Masas 100 raizas J?iqoim Fe-reifs de Car
valbo & C, 70 a J ao Perrelra de Almeida.
Tunis 20 a Paulino de Oliveira Hala. 41 s
Companhia Geal de MelDoramtn os de Pernam.
"ico.
Portes da Eoropa vapor ingles Da o o be ,
entrado em 17 do correte a asignada a Aao-
rlm Farnandea & G.
Asoos'.ras 63 voiaases a diversos.
Tpeos de sol 1 caixa a Corta Campos & C.
Calcados 2 caizoes a C. Campoa & C, 1 a
Fernaodes Nooes & C 4 a C. Lopes & C.
D o88 5 volomes a G. Mar una & C.
Elstico orna caiza 8 F. Nooes t C.
Estopa 10 fardos a Loyo & Pilbos.
Fio 3 Tardos Oliveira Batios & C-
Jolas 3 alzas a C I'iuaos.
Li:oi 1 cala ao gove nador.
Macbiniaars 1 caixa a Santa Casa d Misen
Corda.
assignados
FBBIGH GoXIAS
Os abaixo
previnem a quem convier
que estao muaidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do corcmercio para f^z^rem
apprehender onde f jrem
achados cigarros de outra
fabrica com a maica coutra-
feita ou imitadado8seu8 ci-
garros, tanto oa moitalha
corao no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito.-
cigano8 venda, com todo
o rigor, de conformidade
cem as penas decretadas
por le.
JRecfe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 9" C
turaza duvidosa, ella nao encerra eai si
aeobum acido Prussico, e como iguel-
meole nao conten nenhuma mistura de
antimonio agrediente este, que abundanl
e mente se encoutra as preparacOes da-
puellespor conseguinle o sou gosto nao
qroduz nauseas e suave e agradavel de
tomarse
Gomo garantid contra as falcificacoes
observe-se que os nomes Lanman &
Kemp veuham estampados em letras trans-
parentes no papel do livrinho que serve
de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas
drogaras.
t'irurjiiio dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgio
dentista, abri aeu consultorio na ra
Nova n. 19, le andar.
Dr. JoSo Paulo, especialista em partos,
molestias de senboras e de creancaa com
longa pratica nos hxspitaes de Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n
19, 1. andar e reside r.a ra de Henrique
Das n. 2.
Teleph- nes ns. 199 no consultorio e 437
na residencia.
Elixir II. Norato
Salvei-me dos horriveis humores syphi-
liticos que me perseguiram tanto tempo
com o uso do Elixir M. Morato propaga-
do por D. Carlos.
Mogy-mirim,
Arthur Iravasso.
Deposito em Pernambuco : Companha
e Drogas e Productos Chinacos.
Permitir se nos-ha expender
nma palavra subre as enfer
mldades dos pulmes e da
garganta.
Quaoda os pulmoes se chegam en-a
fermar pode-se dizer que o doente se acha
s bordas d'uma enfermidade incuravel,
e o priQeiro passo dado em to pirigosa
situaco losse. Torna-so pois da maior
importancia o atalhar-se a mesmu im-
mediatamente. Se por accaso pergun-
lardes do que maneira isso se pode cou-
seguir, promptamete responder temos
com o Peitoral de Anacahuita, cujo ec-
relente Xarope preparado e composlo
com o maravilhoso e bolsamico suoso
d'uma arvore do Mxico couhecida des-
de muito secuios pelos aborignes, cu-
mo remedio excelso para as informidades
pulmonares. ssa magnifica preparaco
curar a losse dentro era poucos dias, e
s vezes em poucas horas; alliviar a as
thma, curar a irritada membrana da tra-
chea e impedir finalmente o desenvolvi-
mento da thisica. Ao contrario de lodos
esses Peiloraes e Xaropes feitos de fruc-
tas e oulras substancias acres e d'uma na-
nb'. 1 a J T Crreirc, 1 Gu naraes Barios &
C, 1 a Tavares & Freir, 1 a A. Giocbes & C ,
3 a T. riBvD.
Plantas 1 cixa a I. C. Gr fli;.i.
l'rovi 68 U csfzas a J. Pler & ;C. 30 a
Abraotes & C, l a Gicjaves Rjsas k FernaL
des, 19 a A. Soare-i&C.
Pregunto' 5 calas a Kinlback & Croner.
Qa Ijos 28 -aisas a Amorim Faraande^ & C,
13 a Pereira de Faria, 26 a Joao Ferr.ira de Al-
meida. 22 a Lopes Albeiro & C., 7 a J. F. Li-
ma & C, 10 a Miooel Lopes de S, 12 a Anto-
nio Soares & C, 10 a Castro Lemot C, 11 a
Alves de Frdtia & Irmaoa, 6 a Ab-aoKs & C
Tecldos 3 voluroes a Tereira & Uagalbie-, 2
a Uuller & C, 17 a Guerra & F^rnaades, 3 a
ACToqbo Ma & C.. i a Silver, & C 5 a Rr
drigaes Lima & C, 11 aCramer Frey & C. 2 a
ora m, 14 a L. Mala & G., 2 a Alvee da B tt >
& G., 10 a Michado & Pereira, ? a M. Pri o 4
a Gnilnerairi Porto. 6 a J. G n, .>es & C., 13 a
A. Li.e- & C. 32 a Oltntbo J im & G 6 a
Ventara Milr.eus & C, 1 a Le e Bastos & C ,
22 a A. Mi.a & ; 15 a A. Viei a & G., 10 a .
irtia-, 6 a J. F. da Silva Po. ,2 a A. Ma-
nos, 2 a R. de Carv.lh > iC, !a Siu C si
de Mise-.cordia, 6 a Beraet 4 t'., i a Mauoel da
Couba Lobc.
Typos 4 caixss a Machado & Partir,
Kxportaeao
ecife, 19 de Ootobrc 1e l95
rara o exterlcr
Nj vapor allemaj Gd;b;b. t, para Bremeo,
carregoa :
V Neeseo, 12 barricas com 900 \o de bor-
racha demangabeira e 1 fardo com 500 kilos de
cipo de bol.
Para o ioterlor
No vapor nacional Santelmo, para Rio
Grande do So1, carrearan) :
A. Irrxos & C, 30J saceos com 22,500 ti os
deassnear b-anej.
L yj & Filhj, 294 saceos com 22,000 kilos de
aasai-ar branca.
P. Garoeiro & C., 400 eaccos com 30,000 kilos
de is.-ucar braoco.
Para Porto Alegre, carregiram :
Loyo da Fiibj, 705 saceos com 52,900 kilos de
asancar braoco.
A. Coala & Pinza,326 saceos com 24,450 kilos
da abocar branco.
Para Santo1, cirregon :
M S M na, 20)accoi com 12.0J0 kilos de
imic r mascavado.
P. Ferreira & G., 20 pipas com 9,500 litros
de ilcool.
Para Rio de Janeiro, carregoa :
P. da Silva Bastos, 107 saceos com 6,420 kilos
de asmear branco e 86 ditos com 5,160 ditos de
dito mascando
No vapor fraoctz Cordoaao, para Santos,
carregaram :
H. Borla & C-, 10J0 saceos com 60,000 k loa
de assn.ar brando.
No vapar allemSo Paraguassn', pira Sao*
tos, carrptoa :
P. de Oliveira Mda, 250 saceos com 15,0.0
kilos de assacar mascavado.
No vapor portouaez Jruzeiro., para Sai.
tos, carregoa :
P. de Oliveira Mala, 250 saceos com 15,000
kilos de essacar mascavado.
O Ao vapor fraocez Paraaagua, para San-
tos carregoa :
P. Band ira, 20) saccas com 14 999 kiios de
algod&o.
Para Rio de Janeiro, carregoa :
F. Baodelra, 657 saceas com 48.771 kilos de
algodao.
su. mim Kiastis
Avisa a seus amigos e clientes, que
raudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar c nsultas das 11 1 hora da tarie
e reside no Cajueiro n. 4.
Tdlephoen. 292^
lr. Francisco LcopoIJinu
Especialidades : Febres, molestias de
crianzas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia-Ra da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Aa Paradi des Da mes
Casa especial de artigos para
Noivas
Boa Baro da YicoKs 38
Telephone 59
Dr. A Hygino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigua externa dos Hospitaes, laureado com
uuia medalha de bronza d* Assistenia Pu-
blida, cirurgio parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nov-t n.
19, 1.* andar. Consuslta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgSo; genitourinarios.
Residencia: ra do Bario de S. Borja 3J.
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e cranlas. Consultasde 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) &
qualqure hora, tblephonb n. 226
-------^
Capas impermeaveis
Para homem recebeu o
Aa Paradi des Daines
- o vapor nacional Beberlb;, para Ma-
Mercaduria* 8 Vukm?g Companhia de Bebe-J cei, carregaram :
E. Sami'.o & C, 1 c.lxote Cjm 20 .iijs
per(acoar:a8.
Para Peoedo, carreearam :
L. Alneiro & C, 1 oarrica com 75 feilo3 di?
assucar braneo e 2 caixas cox 17 litros da cidra
6 ce M.los I xo, 10 caixaa com IcO klj-
da cera em velas.
M. A. de Sena, 20 soanicas com 12)0 kilos
de lassacar refinado.
L. A beiro & C, 1 c&ixa com 8 litros de ge-
aaora. 3 ditas con 60 kiloa Ce sabao e 1 oanii
ejin 0 tros de vinagre.
Para A'acijo', carregaram :
J. S. do Amaral 4 C 6 barrls com 240 lllros
de viobo de (rocas.
rto vapor inglez Par ense, para o Para,
car>cgaram :
P. Alves & G 150 barricas cem 7.7CO kiloa
de a tocar refinado.
6. Corre!i e C, 70 barricas com 3,300 kilos
de aasacar e'u.aij.
P. da Silva Bastos, 232 barricas com 20,911
kilos de assucar branco.
No vapor oacioaal Aligoa pira Manioc,
Carregiram :
A. imoa & C, 50 barra con- '. 400 litros de
agarderjtae 65 barricas com 4,8; Kilos da aesa-
car branco.
P. Crneiro & C, 10 barricas com 1 00 kilo
de sebo.
L. i. S Guimres, 15 ba-ricas c-vn S30 kilos
de assucar branco e 10 Oarris c.m 920 li.roj de
a^uardeaie.
P. AlVda & C, 200 saceos com 15,000 kilos
de assucar braaco.
A. G. Torres, 65 barricas com 4,260 kilos de
arsuca- branco.
Para P*ri, carrpgaram
P. Carneiro C. 300 barricis com 27003kilos
de assucar braaco
R. M. do Eira io, 100 barricas com 6 750 k l.i?
d^ tsacar branco.
H. S. Loyo & C, 81 barricas com 7,786 k los
de a3su>ur D.-aaco.
Para Cear, cirre2aram :
P. Carneiro & C, 50 barricas com 3,101 kilos
do assucar refiaado.
PAUTA DA ALPANDEGA
VM.OBS DAS M2BCADOBIAS NACIONAU guMtlTAS
DIBKIXOS DI KXPOBTA(Io^ .._,
Semana d 14 a 19 HfOa'.abro de 1835
Agurdente, caebiga litio......... 250
Alcuol. litro..,,................. 45Q
AlgoJo em rama, kilo........... 8s0
Araruta (ariaba) kilo............... 470
Arroz com casca,n fu.............. 139
D lo sem casca oo pilado, dem...... igo
Assucar branco, i em............. 310
Dito maocavado dem............. q
Dito refinado, dem..............,. 340
Aieite du cojo, litro............... 560
Bagados de carocas de algodac, kilo 020
Borracha, teite de mangabeira, dem U560
Cacao. dem.,,.................. gQ
Caf hit, dem................... 1^800
Dito ordinario, dem.............. 1*500
Dito torrado oa moido, iiem....... 2*150
Carne secca (sarqoe) dem......... 480
Carogosou sementes de algodao. idem 00
Carrapaleira {sements; idem..... loo
Cedro em pranctOss, grosaara por
0-'081................... ...... U0J
Oiu eos labota al 40 milimgr., ama 1*000
Carnauba, kilo.................... 14933
Ceneja, litro.................... 410
Charolas, cenio.-.............e..... 2*i50
Cigarroa, idem................... 600
Couros seceos eapiebadoa, kilo...... 860
Dlioa Beccos salgados, idem.......... j""
Ditos verdea, dem..,............, .Jo
Coarinho, cento.................... 1754
Ciira, litro............>.......... 410
Cbioeilas, par.......7.............. 1*600
Cognac, l.tru.................... i*jco
n!-jl*>*i}
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D1TAES
Theaouro do Eso do uiat caucho qu^ asr
jpra/iamonte sruitrada por est Dirot-
Secrelarici da Industria
3 DIRECTORA
Para conhecioeot> d a interesa^dcs,
faco pubico que no da 30 da Outobro
vmdouro, a 1 hora du tarde recebem-30
nesta Directo ia propostas em curta facha-
da, d'vid-mente sellada*, para a conslru -
9 Jos, nadilla de S Beoto, crc-.da tm
4.590JC92.
As propostas d'vem sor fs;riptia por
extenso, aem r.iture, emenda 011 vico do
qualquer esp.ee. aendo rejaitadas aa q^e
se reser.tirem das a-gu n-ea fa.taa :
1.* Aj qua excedereo oa p.ej>J do
orcimeato;
2- A* que nSo forera orgasia-d-ia de i
fccordo c'n o presenta edital,
3.' Aa que ae baaearem em prajos de
outra pt'op'^at* ;
4.' As que toran firaadia pir p^sva
qua j tenhaoi deixado da cuaprir con-
tr-ct'JB oom e*ta Utfptrtiylo.
5." Aa qua 0S0 offarecerem as g ran-
vea e ^ualidadei exigidas nestts edita'.
Htvondo duaa oa mais propostss em
i.>u'.lir.< j da C'jndi.i) ;, ser pr ferid* a
d> cone te oue meiborts ravas da ido
ueidbde fftreoer.
Oa S.a. concar'entes diverjo, tlem
dessa idn id.ide exgida pira a direc^Sn
a fXicucaodaa obr.is, indicar o logur de
sua residencia.
Neabum proponente ser admittido a
concurrencia, sem que pruva c m doou-
ot uto fornecido pela Theao-jraria d.-tta
Kepart'c'o baver depoaitid-) relia qu>n-
lia correspondente a 5 .[ di> va or da ob
a contractar, importancia que perder se
nao saiignar o ejotracto dentro do p-cao
marcado no convite qua para tal fin Hw
fur expedido.
Para a boa garanta da execcc^> do
oontract', depoaitai o coatrtc'aoie uo
to:i>.
Eitai)
dia.osrcSo doj Sr:.
oentea nsst Diretone, a planta
manto datsi obra.
: r ipO'
, b--a ;oni, s; dai qual
quer esclorecimeao, qie dos'jirtim ceste
sen'ido.
Recf-, 19 d. Outabrode 1835.
A. Urbano P. Miaten-i^ro,
_^^^^^ iro'.:t-.r gerai interino.
Kecebedoria do Estado
de Pernanbuco
U ftbaico asa goa:o, laido si:i.) desu-
ado, por portara do S-. Dr. A-lminiatra-
lor, para prooadar a c lieota da dcima
urbana das Injuenua (du P.,50 e Varaoa,
c irrespor;d-:nta ao *x3rc;cio da 189i e
ld96, pa-ie 03 respect vjo propriatarioa
que teaban prom j os oa o, a recibo* e
tnais doeameotoa, ea viati doj qu-ea
poifan sr Ltte tididas qaaea^uer recle-
m-^S s qu; {,5^:3, sobra a referida 00
ecU, cojo aervigo ser iniciado no dia 21
do crrjote.
1 aogSo da Reeebedora ^o Estad 1
da Paraambuco, 19 da Outubro de
1895.
O lacc-tder,
Antonio J. Oorr.ia da Arsnjo.
Secretaria da ladustria
k3 unEcroRU
Escolas publicas
Para C03he:imeoio oou lowreatadoa fj{0 pn-
alieo que no da 3g oe Ouubro prox'ino a <
Oora oa tarde. receOcUi- e uectj oirecoria prc-
iO/.as para consiruegao d^ ed.ti'ios destinado
as e.-co'as pandea*, tas i> gr.mea tecali sdes e
Jbod.i, Pao a'Aibe, i>i.-..-etd, Tnbtbj,
Oi-fiuna, Cib1, Bscaa, I'alroa ?*, Olinda, Bar-
rein, Giraar u'is e Bjui i; urg os cana un em
3a:29303i piden !o ca.'a proponente coocorrer
a man iie us oaqoelias Orna, desile qoe lecba
a |doaeida-ie eiigm.
A.s |irp-).ata dee a se-pa'-rlp'as por extin-
ao. em rasara, emenia >o vi-,io Ce qoalqof r e-
i*c!e, S'Oo rpgi>'sdas as qus se resent!o n da;'
segoiotr- a tas :
ae liauil e li'O-ej, litro............... *k;0
D ce?, kilo....................... 1/200
. Erjcha a?, ou .................... 436%
Epaosdores de penna (tirantea daila 36oOO
Dit s e diU (peq.eQjf) dex>........ 18*i)0
O ws da i alba, dem................ 4* 00
Es'eloi. uin................ ...... I2*iuu
Es eirs proprlas para forro oa e-tiva
de n}io8 cento ................. 13*000
RE'JirB DiiAiflAGB
Do i* 1 a 18
Mem i 19
Bitoja natioaal, kilo............... 165
Frinba e mandioca, litro.......... H0
D; a ii' in Lio, idou.............. Ii>
Fei)5 ieem....................... 160
Ka roo em fotba- bom, kito........... 81)0
Oto de dito ordioerij, Idem......... 48t)
Olio em roloi boa, iiem.......... 8<0
Dito d^ dito ordinario, Idem........ 410
Dito e m lata, bom, dem........... SO
D to em lata, ordioari', idem...e 5HO
Dito picado oa desdado, Mam........ 800
Genebra, litro...................... 00
L4 de barriguda (oalna ko....... 4)0
Louro em laboaa al 40 x'jq grossnra
naa......................... 7*100
Mel de tanque oa melagj, litro...... 2:0
Dito de sbelbis, idem.............. 90U
Milbo, litro........................ 09)
Pslua de carnauba, dem............. 030
Po Bazil, tem................... 0i0
Ped a de rebolo, ura3............... 4*50)
Per.nis de ema oa pico, kilo........ 8o0
Hbo-pa o de cal, tonelada.......... 12*
Polviibo (gomrra de manJIocn) kilo.. 140
Pomas ou cblfres de gadj vaicam, 340)
Qift.jos de qaalquer qudidale, kilo 1*100
Rape, Idem........................ **2i0
Ripaa de qualjaer qualidade, duiia... 400
Sanio, kilo........................ 3i0
Sabo oa graxa, kilo........... /lu
Sebo em veas, kilo................. 700
Sijaplra em obras faiioa para carro?)
par .......................------ 6*100
Tabaco em p, kilo................. 0
Tapijca, kilo........... -........ 180
Taboado da amarello, duiia.........160*300
Travs oa liabas de msis de 11 metros
ua ........................... 41*000
Varas para caudas, urna............. 1*100
Vassoor s de carnaia, daxla....... 1*000
Di ai de ptas'ava, idem............. 3*-00
Ditas de iim:.6, idem............... 2*200
Viobalico (em coata-'i-ibo) or 0 m034 22* :00
OTo (em pnncbOas) por 0,-081..... 12*500
Dno em taboas at 40 m/m grossau,
ama............................. 16*000
Viubo de qualquer quaii Jade, tro----- 300
eadlaaeato* pabljeo*
43:649*608
4 5M!18
48:173^826
Mex
Renda geral :
Do da 1 a 18
dem ae 19
.e Oatobro de 1895
Alfandega
1 093:807*166
47:762*900
Renda do Estado :
Do dial a 17 12t:145*656
jdem de 19 :617*274
1,143:570*0%
129.762*930
Somm ioia
1,273:332*996
de Pardaaibv,co> 19
i seceso da Altandoga
de Oatobro de 1893.
O cbe'e da secgao
L. F. uodece'3.
O theeoureiro
Lnlx Manol R. Vlenos.
RECEBEOR1A D9 ESTADO
Do dial a 18 163:344*954
dem de 19 2:142*59'
163:487*53!
.H-.ivimcQ o do purto
NiJios euirados no oa i9
Pa'byr-s1 da. apor aaetooai Cimocicf,
de 1125 tonelale?, eqaipagrm 3i, comr.nndau-
le Alf elo Mo;i ei'o, cj-ga vari.a gneros; a
Coro'an'iia PccaG3.
Te-ra Ni 43 iiaf.tiar lojjlex M.^gip. de
178 (ontlataa, eqopagem 9. cap Uu G. H. Pe-
rey, ^rga bac&lba ; a oriem.
Garavel!a84 das vapor iugltx fch.ftetb.iiy,
da 1215 oi.ele 'a?, equipagem 21, ci mmanion-
tD. G.'dlrey, em lastro; a E. s. L;vy.
Mar)-gatear 60 dlaS. bica soe.a Mesto/-. de
272 toneladas, fqaip^igem 8, Cipi ao V- So-
uerbone.e-m lastro ; ao coascl da Saecia.
Nivijh aa.lioa no me.-m) da
Ara aj a escala-Vapo- nacioi a] Btberbe..'
c uiuiina.e Fdo.o Hio; caraa varius geie
r. 8.
Sintos e es'a'aVap.r fraocex Parniga,
coium'inlautj H. Uii lenjai; carga varios ge
eros.
L'verpool e eacslaVapor inglex Sebo'a-, t
comannCa te J bn Brack; carga varloa ge
terof.
SIere:&i]a leayl de M. Jos
O movimeato deate mo:cado ao dia 18 de Oata.
bro 'o o oeguin'.o *
EQ'.rrrsm :
41 cois pesado 8 63 tilM
3S5 kilos de peixe u 20 rs.
8 campan, com mariacosa 100 'S.
5 ditos cem camares ? 100 rs.
26 1/2 columnas a 6)0 rs.
1 cargas com galuchas a 500 ra.
6 caasuaes coa gallialias'a 300 rs.
1 carga com ameadoim a 300
10 cargas com batatas a 300 rs.
2 carga com macaceiras a 300 rs.
1 cargss cote cobollnbo a 300 rs.
2 cargas com ^e.-imuns a 300 s.
13 cargas com verduras a 300 rs.
1 carga com canoa a 300 ra.
2 .-argas com laraojas a 300 re.
2 cargas com iohame a 300
2 cargas com loncas a 300 ra.
6 cargas com diversas a 300 rs,
42 cargas com farinba a 200 rs.
15 cargas com mililo secco a 200 rs.
3 carga3 cem feio a 200 rs.
62 lagares a 200 rs.,
14 Solos a 200 rs.
12 comp. com aaneiros a 1*000
9 comp. com acia i'o- a ?00 rs.
8 comp. com fressaraa a 0c -8.
34 comp. com comidas a 700 rs.
76 comp. com faxendas a 600 rs.
49 comr. com verduras a 300 r*
94 comp. com farioaa a 400 rs.
53 comp. com tainos a 2*000
7*700
*8C0
*500
15*600
*5U0
1*8 0
*300
8*000
*60)
*300
*60'
3*900
*300
46 >0
*;>
4600
1*8)0
8*400
3*000
*60)
12*400
2*800
12*000
6*3iKj
4*800
23*800
45*600
14*700
37*600
110*000
Randlmenlo dos das 1 a 17
3IO*"00
5.4i8*700
5.769*000
?recoB do da:
Carne verde de 2)0 a 1*000 rs. o klir
Sainos de 1* a 1*200 idem.
oelro de 1*200 a 1*500 idem.
U. '3 de 8-J0a 1*40) rs. cois.
Fariu. 600 a 1*900 rs. a cela.
Uilbo (H '400 a 2*000 a cnia.
Felao i.e U. ------
aperad**
SkV{?% N 'neiro
DoRio^Ie. '.
Logar porlogsex Nova lav.
I. As qae excedercm es procos do orgamen-
o;
2." Al que oSo fo-en org^nissdss de accordo
com o p'eseote aii 3.* As qoe fe basearem em prrjos de ont'0
coccorreols ;
4. Aa firmidas por pS'o;s q>ie ]a leobam
i e-i salo de comprir crnUaclo com esti repar-
i.;4o;
.* A* qie o5o c-ff-*r^*"0"Cta as ga.-aatlas-
qaalidtdes exigidas nese edital.
II -veo lo da.8 oa o-ai* propOctas en igoalda-
ic de coo-fiefle?, ser pre'eri ;a a do coctradao-
te qae rxelhor prova de idonek'ade aprsenla r
di propoceotei d rverlo ID llrar o logar de sos
reaideoota, provar a fea i'ooeldade para dirig-
era e eseculart-m as ob ai.
Nenbom p-oponente -er admt't do conenr-
enria pem que p-nve ler depositad j oa Tbe3on-
".'ia desta R-paiijo a qaanni de aro coato de
eis (!:000*0'0) iinMortan'ia qi* p-rler ae,
escolni la a saa ;.ror.oita e convdalo para aa-
igra o respectivo contracto, lato se recabar.
Para b a garanda da execncSo lo contracto,
depositar o contraciaate no Ta?aoiro do Esta-
co. am= caugao qoo ttra previamejte arbitrada
por es'a Directora.
Os orc>m-ntG8 e plintas relat v.^s a essas
bra3 eftarSo diarfaxeo e ds3 10 da ancha s
4 horas da tarde ao esarce dos coacorrentes
a?fti Re.isnicao.
Recife, 12 de Sctetb'o de 1893
/. U. Pe. sea M n'.tnfg'o,
Dir, to' ie-al otenno.
Recededorii do Estado
lie Periiaabuco
D-gnidoo abtiio aEs'gna-io, por por-
tara d> Sr. Dr. Administrador, para pro-
ceder a eillenta da docna urban das
fregai-uat de Afogados a G^sja, correspon-
dente ao eseroiji da 1695 a 1895, pede
ac respectivos propr-etarioa que tenham
promptos oa 85U3 recibos e maia doca-
asentjs, om viata dos quaes i essam ser
Hendidas quaesqaer recUmacSes que fa-
gao, s bre a referida co lecta, cujo ser-
vico ser iniciero no ia 21 do eor-
r.n'.e.
1 a SveoSo da R c ibedora do Estado
da Pernambuco 19 de O.itubro de 1895.
O largador,
D. C de S-uza Lelo.
Receba.dtria do Estado
de PernanambQco
O ah.iao assi^nado tendo ;s:di designa-
o por portara do Sr. Dr. Almiais'rador
ds 10 da currau^, par pros-der a ool-
i cta da decima arbaua a fregnaa!a de S.
J.a, <-.o:r.5pondea'e ao oxorccio de 1895
1893, tolioita a.a respstivcs proprie-
taria qua tenuun prornptcs ,os teas reci-
bos e h";i' dncuiaentus, em vista dus quaea
poasitn ser attendilsn quaesquer raclama-
i5:e, qae f bj, sbre a referida collecta,
c>j > stri{o se* iuieiido no dia 21 do
sorrenta pelas ras Lombas Vals atinas,
Corooel tiaseaunn, Marcilio Dias e Slo
1.a Socalo i i R-.yeb-iJon'a do Eatado
de l'erjambuco :9 da Uiitibro de 1895.
O ltngador,
Izdoro Th. de M. Fdneir.
gscola Normal de
Pernambuco
P.-la 83"reta''a rJes'a tecola se faz publico qoe
ata o da 31 do correte mes, eaiara aberta a
insi-ripiSo para oa txjm?A das materias dos
qoiMri iuu<)8 dj 'so, dven o os candidatos
sdiisfater a efgonJi p e 'ucio oa matricula,
ooforme i'ipOe o An. 63 .o reculamer.to ex-
pedido em 3 i de A uto rio c-ureiie atno
Secretaria da E cola Normal de Pernambuco,
15 de OuluDro de 1895.
O secretario
Jallo Uemeute oe Faria.
De Pelotas
Pat.-cho noraegapese Eioar.
P^tucbo nacional Jiyiie.
j Porto
Pataih) nacional Rivj.
Patacno roroe>-uense Ri.'olrbo.
Brigua portogu-i Vireiro.
De Criifl
B;rca noruegaecs1 Hirebj,
Barca ncruetu-nK Lyr*.
Baria noroiguenfe J sis.
Barca coroe^ueosi: II.-i :e \
Barca in2l<*a R^fri.
B rea I .-.:?. i t :\
Birca Bi.a B -e Sala.
Barca norueguense u"ga.
De Haiiourgo
Birca cllerxa ElUatetb /.tweos
BngoH allerno Ouo Grat iu Stalberg.
Brlue aliemao Joln-nn.
De Merxel
Barca noru'ga'use Vici.r.
De Londres
Brlguesaeco F.'ld.
Lagar inglez Faony.
New Yo k
Barca nacional VCori?.
De Liverpool
Brigue inglez MicnS^I BuieolsEn.
1) .c ia-le a Cordefia.
De Swj"sea
Barca noraegnense Guaran.
e Terra Nova
Lugar iQftlez Emolator.
Ta(>orea a enirir
Mezde Outubro
ti spD9n,do sol, a 20.
iGuanya*, do sel, a 20-
Gordoa1 da roropH,a 20.
Paraguass", d Eorooa, a-20.
Cderidgc, fo su!, a 21.
c9. Salvarlo do norte, a 21.
Ka maa K ury., ri<> Trieste, a 2?.
Salermo, de N w-Yoik, e 22.
cCnrce at, do sal, a 26.
Wjraswjrh, de N-w Yj k, a 26.
B'azi', do buI a 26.
S, Praoctsco, do sal. a 27.
Migdsleoa, do sal, a 27.
0:in Tbames, da Europa, a 30.
Aislat Princ.de NewYjrk, a 30.
Taaores a afefr
Hez de Outubro
Santos e efC, Gdmmossioa, 20. 4 h "ig.
Santes e esc, ParaisRO. 20, 3 7 oras.
Rloe ec, 3.Salvado-,21, > 5 boras.
NtwYork, 'Joleridgt, 21. as l horas.
EewY^rk e esc, Parabenst, 22, asi boaas.
Santos e esc, Worswjrh, 26, 2 boras.
Uaojaefs-., B ail 27, aa 6 boras.
Soutgimptoo e eic,BI-gdalena,27,>8l2horss
Rio e esc.. Olioda, 29, ?f> 3 horas.
BoeQcs Ay es e esc, Tbames, 30. s 2 bori.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicfio financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceila animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas > 208.006
De juros 155.006
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & Q
S

r
-%.
j i



V

H
^LpjfaSJBJBJBJBfl
sav^Hji
s
mm


r-
s^

liarlo de Pemambaco Domingo $Q de Oatabro de i*;? 5
Edital d. 36
3 I) -a loria di Saa-euna da Joatica Nogc.
dos iu cr.area e I .sirucgo Pub lea do Esuao de
Peraambu o, em 15 de Ojta Para eleico e uaa memoro do cuate,
loo lit erarlo
Fago sab r uOJ profeasores em dispoBibilida.
pe ana por toca de dec eio do Dr. aova.oador
do Ei.a lo, de 5 do Siembro ae 18'3, devem
na far a do ar. 141 do regolameoto de 18 de
Janeiro de 1888, reinelter a eat directora at o
da 14 de No-emoro prximo viodouio, oa seas
votas para a eleicS) >le am menoro do Cooseldo
Litlerario, que represente a clasae.
Oa votos 80 podero recabi* em algom dos
nomea ofra eacripios, de p-ofeasores das cloc
Iregueilaa aa opila', fimo eui olfioio que traga
noenieregoo se*uiote : pira eleicao de u ao
meoabro lo Coaselbo Luterano.
BelacSa dos profe8sores em ai-:pOQbiliJade sa.
Dre os quaes Ueve nM Ir a eleigao a que se
refere o edital acim :
H;rmelino Eliden da S Iva Caneca.
Jjao L-nlelino D^rnellaa Cama-?.
Beojimiu Cooal-ini da Gauba Salles.
Sebaatio B.-ao aa.
Manoel Mirinbo Cavaleante de Albuqasrq-je.
Flix /aiois o rol?.
I-ii lora M-ribo Jesar.
Joa. Ju II b-i o.
ittia; Frjn ii' Do-as.
director,
Fel p?3 de Finuei-oo F. S,biabo
Secretara da Industria
Ia Directora
Bftital
Em il de uutobro de 1895.
Da o:d m 'I o r. secretario iateri >o e de co
formidain cum o lis talo no ar. 9* co rego's-
meaio expeJtdO eao 5 d.> Anosto olticco p>r-<
exerrcSo da le u. 113 de io da Juntio doco rea
te anuo, fajo publico, a q:eai me e3sar poasa o
tbeor ra pelitfo dirigid* a esta Saratana B*U
coron'l Joaquiao Maximino Pereira Vnnoa eoli
cuando aux no Jo Balado pi.-a a fuadago de
urna asina no eogenba Pcrei aa. de sua proprie
date, situado no municipio de Jjooa>ao e o ex
tracto dos docamectos qise a tntsma .cooopa-
nbam.
O d recle r ee-al,
Jjo Didx Rioe ro ia Cu-ba.
Pe'.ica> a q ae re'ere o eiial stinra
Lira. Exm. r. D SecroUrio dos ivgocioa
lo.'oetru do Ettado de Fe nacuma)
O cr.roael Joaqus; Maxiaioo Perer* Viann?,
cldadSo brasilero, residente no mmi:ipio de
Jaboa'o, osando aa hculdade ronferMa relee
dee-eOJde lo d-Oauoro de 1890 ; 31 de Ja
neiro ie 1893, rea reqterer v. Esc. que. s>-
di^ue caoceder-loe o acixino de qua traan o-
maaana decreto1- com o augooeato da le da 22.
de J jr.no do corralo aaoo, para qas bobm fun-
dar urca asina i'e lari-a- assa:ar e alcool no
eag'Utia Peieiras, deste maoicipio, ana vez no"
a usina projec ada sata nss coodrss daqoe'.h
nltiena e', porqaanto r.4j f lem capacUaae
provv.l para p'odoiir na-iam-n'e 200ta-c<8
de taaiyar de 75 k. louamoias c-da uin e 6 pi-
pas dt-*.Mi d- 480 litros cada or, coro tim-
bes: p-eca de m.iis d 10 tilometraa de eair-
da de Ierro para o sea ai rflco, como taao se ve-
rirJca dos doeoaien'.o; ora apr eniadoa
O aopplicanie esu. porUmo, habilitado aos
favo:e< aos art?. 1 e da relala le, por leu
que pelo primji.o dos m-:ncioados artigas, po-
dera o aullo de qie tiatam os aecre'os i ciia-
do?, qun m as usinas tijerem capacidad" par-i
rodozlr 1U0 li.0 naccoa da assucar de 7J kilo-
gram.oas cada am e 4 moaa de alcool de 4S0 li-
tros cada aaia, p pr osaren p^ra o sea smico
de mjis de 10 k looatros de estrada de hrr*>, ser
aagoienialo pelo guvrno do EUadoal qaiouen-
os coi:os da ris 30):Ot)OJU), qa bio etiver aba:xo oe 13 diuoeiros sierliooa pjr
mil r?;s, com 8U'cde actaalmeote; pelo art.
2 ele aaxio ser aojfropniado na r-izo de
ce'm co ios de res (tOO.OOOOO);, por eO saceos
de assucar que cc*esjr^m.
A v.ia do 6xpo io e mai8 anda atteolenl*
se a capacldde dos apparelhoa ea;ommenda'i.9,
do:uineaioa nomaro, de eaperar que V. Ex;:,
ge diGe concr; do de ris 600.00 <00) (se'.sceotaa coaloa de
Doc. n. 14
Ce-tidfto do aecretario da p efe: u-a municipal
de Jtboaao, .testando Dio se acaur. presente-
m ote, o Ccroael Joaqoim Maximino Pereira
Vuooa reapjaaafel para com a f .xeoda roaaicf
pal por imposto algas rela'.lvo ao eogeobo P reir de aaa propnedade.
Doc. as. 15 e 16
Duaa certi-Oia doa eeCija daa collectorlas
aaa rendaa eeraea e ealaioaesde Jaboalo.a'iea
lando nao aer o Coro ti Joaqooa Miximn o Pe-
rea Viaa a-reaa ante de imoott oem ter
Ee ocr.'gado como fladur de ercelro e bem issim
na) ae cbar o aeu eogeolio rVeira reapone-
fel oem dever a fteida ge al oc do Etlado.
Djo. r. 17
ta-lidlo do cOi nal do regiatro ceral daa bypo
tbecaa de JaDoatio, atlfBtaudo nao cooatar doa
Ufas competeates a iraoscripcio do titilo de
adqui icio do eogendo Floresta de proprieJade
do oroael Jjaqoim M ximino Pereira Vianoa
Djo. o. 17
Daclarac) do rgimen de casa ;.ento do co'c-
nel Jodqom Maximino Pereira Vianna e D. Ma-
ra da Cooceiiao Pereira Vianna.
Doc. o. 18
Procoraco bis'aute passada peo coronel Joa-
qun Maximiao Pereira Vianna ao seo filio tr-
uale coronel Jos Miximloo Pereira Vianna
oa-s reqaerer ao governo du E U ;o o auxihu
p-a i fondacSo de ama asina (,u.) p-teudr
montar do eogenbo P^reiraade aaa proprie-a le
Pjc, o. 59
O carnelo d.s pM si.enn 8 de aas ap-
narel. o rio acu) e Ifipllc elfei o i.a'B proiozir
iOO aaecoi oe asrocir de 73 k los raja am em
24 doras e orna di. tillara paa pioa8 de alcoi'i
ou meroo :em|o.
Do: d. 21
P. .na da asina a ser coii.-trci'-.
as-
Secretaria da liid
tria
Ia directora
Em 9 de Uutub.ro de 1895
EDITAL
De crdea do Dr. Secretar'o interino e
d conformidade CDm o diaoueto no art.
9 do Reglame ato expedido em 5 de
Agosto ulr-mo para i xejuy.o da Lei D.
113 da 25 de J>nh) ao orrente. aano,
fay i publico para onheoimenfo d resaadoa o theor das peti^oas dirigidas
i. eata Secretaria pelo Colaael Manoel do
NnsMaiento Viaira da Jmhi, aolicitando
o aaziiio do Eat di para a f^ndayJo de
urna asiaa no Engenho Arar pa do Meio,
no municipio de Iguar- s e o extracto
doa documentos que aoompanham aa mes
maa petiyea.
O diranforgera!,
Jo3o Diois Ribeir > da Canht.
Petiijoe3 a que se refere o
elital supra
t.
Exm. S-. Dr. Secre'ario d*. Iodoatria.
O Oooael Manoel d.) Naaiimanto Viei-
ra d'. Gaha, proprietsri<> aa Engenho
Ar; ripeaa Moio, do muciainio de Iga*
raasu', como trova cam o tttafo junto e
bu a legitima e legal acqaisiyS:, o qua!
eat livra e deaombaragado do todo e.
qualq ia onus real a peaaoal, e teve no
aono de 1874 a avliagSo da setenta e
onoo oou'ca da res (75.0000000), no
inventario a qua BtfrC'Jea pelo jaizo
d OrphSo daq'ielle m- ama monicipio,
oomo prova o documento junto, epocha
em que aa propriedadas agroolas eatavam
depreciadas sendo oonaaqasntj qua de
pesite t^m o rjferido engenho o aalor
de cinta e qaarenta contoa de reia
(li'.'.COOOOO), em vista doa coctraotoa de
vea a qne ae tam verificad) da proprie-
ri?), com ae ccaaaoias a cood c3>a legaea e por J daaea em co^dic5ea infonore, vem r
qaerer a V. Exc. ^ue se digne de or.-
cedo:-'ha o auxilio de treeeatoa o seteata
e eiao aontoa da reia (375O0O$00J, em
apa ios ao jaro de aete por oento (7 ,,),
ao aaoo e ao par, de cooformidade com
oa Dacratoo da 15 de Oatabro de 13tO e
de 31 de Janeiro da 1891 e lei n. 25 de
9 da Dezemb-o desae ultimo anuo, para
fundago de urna g aide oaioa, ooji dea-
tino ao tabroo de aosasar e alcool naquelle
engenho, oo \i oap=cidade b'iperior a d-
aontos a ce s coa aa cinco kilogrammas caia un, diariame quatro pipas de alcool.
II engeaho Agripe do Maio, com oa
cont-atados para forncc'menioa de canoas
Usina a qse constara do contracto janeo,
tona extenso aufficieote p ra aaaegurar a
Usina projactad* e fabrico anterior ao exi'
gido ptloa Decretoa de 15 de Outubro te
1890 e de 31 de Janeiro de 1891 e lei n.
2b de 9 da Deaembro desee ultimo
aono, viato como os engenboa a que sa
refere o meamo contracto, bSo tambam de
sabilo valor e de terrenoa em igaaldade
de con..;5aa destinadas ao pUotio de
canoa.
sto.
Pedo deferiaenta
E. R. M.
Bogeoao Pe'ei'a', 2 de Ou'urira de 189o.
Jaaqaim MiXimioo Pereira V.anna.
Cztraetg Joa dacama tos a am sa refjre a pa.
t;Ca eupra
Doc o. I
rE;riptara Je vendado eogenbo de fazr aa.
guiar d^aomiaado Ploreat do municipio de
Jabona', moeat? e cor-eme com lodos os s^as
Biea: de Soasa L^) ao coronel Jo quim Mjximioo
Perea Vianna.
Doc. n. 2
Reeonaeeimanto tmlgafel dos im;!e8 das ter.
ras do eogenao Pereiras com os seos coafron.-
taot-'a Floreata, Pinua e ou:-os ea; e os pro-
prie>aris coroiel Jaaq iim Maximioo Pereira
Viaom e sua a.ulier, e co-cnel Nomeriaco Bir.
bosa da Suva e oa-rc-.
Do;, n. 3
Jas1 !c"o civel reqae-ida plo coionel Joa-
qoim Maximino Pereira Viaaaa e da qaal resul
taqueo eogeabo Pe;eiaa ce sua excluaiva
proprilade.
D c c. 4
Cenido 1o cco.-do proferido nos autos de
cafta leateaiaoDafei, viudos do juiz de dlreita
deJ)boitS\ en qui sao partes, aggravanie o
Dr. Sonl-OQo E. da Paz Portella e aegravaJo o
ooroa.l Jjaiai.n Mixi;nino Pe-etra Vianna.
Daca. es. 5, 6 >. 7
Traseoatractoa oa-a fjraecinenio da canaaa
ausioaqua pretenl* faaar o coreoel Jaaqaim
Maxi. loa Pereira V.icoa no engeabo Pere;ra?
de sai propriedadR cel-badas con 03 proprie-
laria?, copropietarios e renJei'O^ doa enge-
ntios F.jras-.i, MiUo-.*oajo e Piatoa todas si-
toados no muji-npio de Jaooatao.
Doj. n. 8
Ao.txo aasigia' dos o'oecedcr s da canoas
a Dr aje atada asina orarigaod'-3e a fomecer 5 |.
de leaos pelo p-esoquepagm33ddn'.a uoiaas
Doc. n. 9
"Certilao do fliiial do Registro Geral das Hj.
po'he 3 le Jaooatao attesiando na.i ter o ene.
nbo Pe'oiru, da orop-iedade do coronel Joa.
qoim Muimino Pereira Vianna iasrlpcao al-
gama io !."yp)tboca para garaotia daa rendas do
enger) Palos no altimo srrendamenio que
tendo co ; egida em Mti) de 1&93, tem de n-
dar c i Ma:o de 1896.
Doc. n. 10
Dj ; citOes dos senva-a o civel.com-
ajerdo, orpnaos, p-ove loriae xecaeei ae Ja.
t/oatSo aliesianao nao constar de seos cartonoi :
i a existencia de pea&ora.exbargo oo srqaes.
tro de a can oo exe^ncao que teaha por oO)ecto
o e< :tio Perelrss do meamo monicipio ; 1 ser
o coronel Jor.qaim Maximino Poreira Vianna,
sea p-oprienrio, lutor oa carador de orpaoa,
iBlerdictOf, aosenu-s oa heranjas ac-nte?, nem
seaciiir sujeito a algomi obrigacao reautinte
de qaaeaqaer desees ergos ;3* ser o mcaio
earoonl l8tamenteiro dealgnem nSaenlopor
laso eoolaa a prestar, nem osrigaOas resultan.
, tea de tal incumbencia.
: Doca. os. 11, 12 e 13
T'ez atteEtados do prefeita do municipio de
Jabo=t&o declarando :
Io Q :e o enesnbo Pereiras de propriedade do
coronal Joaqoim Maximino Peraira Viaaaa, es-
t em r.oadisOes de nelle collocar.se ama usina
para fabrico da ssaacar e alcool ;
2* Qi> os terrenos do meamo eogaaha e sena
visinUis preatam-se ao planto da canu3,exis-
tindo oeilea maltas e agua suficientes ao mes-
mo enaen.io.
3- Qaa como \"o-necim?njo doa eogenbos
Pintas e Floresta lem capacidade para produxi
de 15J a 200 sacos de aasacar dianameate e dr
4 a 6 pipas de alcod. ^^~
4- Qae a asina que ee pretende (andar em na o
da prejndlca a oura qa.Iquer tuxilala pelo
Estado oo qae tenba de ser fuada-a.
5* Finalmente qae os engeabos Pereiras e Flo-
resta sao confinantes e nao coasta baver nel'.ea
tarreos etlraoqoa.
O snpplicao'e nada de?a a K^.a.
Garal Estnde-al oa Municipal ; n?o tem
neabam-s obngayo contrabida para com
terceiro ; o aeu eogaoho nSo eit aejeitu
2 penhora, arraeto oo aeqaeato ; eat de-
marcado por acord julgado por teateDC,
e fi' a'mente, o aopp icinte casado pelo
regiment da communhSo de boas, oomo
tambem prcv o documento junto, e por
iaBo nenham onas proveniente de dote cu
contracto antenupcial grava o maamo eo-
genbo.
Em taes c odigSes se consMera o sap-
plicante habilitado a obter o favor que
jolicitp, mt.xime qaando, como ttmb.m
pro/a, a eropreaa projectada nSo prejudi-
ca a neohnma out.a auxiliada ou nSo; e
[.or iaso espera qne V. Exc. se din*r
de attendel-o.
O aupplicaute antea da aasignasura do
contracto reaaltante da concessSo que
peda, aprsentela a planta do local daB
ob-as que pretenda coiatruir, aendo ease
o documaato nico qu> detxa de exhibir
agora.
Esperando aer attendido o apppuoaote
P. a V. Exot dterimento
Reoife, 26 de Janho de 1895.
Manoel do Naaoimeoto Vieira da Cunha.
Exc. S' Dr. Secretar'o da IodnstMa
O Coronel Manoel do Nscimento Vieira da
Conba. proprlttario do eogeobo Araripe do Meio,
oo monicipio de Igoaras:. tendo requerido a
V Exc" o auxilio ce t'-seoirs e setenta e coco
conloa de ris (375:OO0/OC0), em apolicea aa
i aro de se'e por cenio (7 /.). <> anao aono, dob
urrooa do Decreto de 15 de Oatabro de 1890 e
de 31 de J.neiro de 1891 e lei o. 25 de 9 de Da-
aembro a'eaae oUimo anno pa.a a fondafiio de
nma usina n'aqaelle eogenbo. 03rigando. so
fabrico diario de dozeutoa saccoa com sasucar de
atenta e cinco kilogrammaB cada orne qnatro
ninas de alcool, agoardava.ae o sopplicaote para
m\Toaagmooto d'esse aoxlio, por nao ser
arBciente n m mesmo para a empra dos sppa-
relhos e machioismos pira a ns.oa project ida
enmata da baixa do cambio e cooieqoente da-
preclacio da moeda papel, loo qae fosee puoli-
cada a le o. 113 qae s uiscalia do Congreeso
d'eeta Estado, qae ito sabiamente comprebeadea
a necessidade de augieatar o aoxll o que pres*
tavam as dispoaites anteriores com o flm de
loroar o agricultor em coodiccOes m.is fafora
vela para poder promover e deaenfolvar a soa
indastrla, coDcor.eado para augmento da riqaeza
publica.
S, perqu leoba eldo promulgada a meema tal.
que eocont'oo aanegao do Exm. Sr. Dr. Gover-
oador do Estado, que lauto se a esforcado para
cotiocar esie Estado em gra de pro3pendade a
que tem direiio, pela riqueza de sea eOla nao
aproveltaao pela es:asctz de recursos da maio-
ria dos propietarios agriculas. fem, animado
pela acqolescencla eempre loavdfel qae merecen
do Goveroo, o a lo do Coug'^sko ja alia Udo, re-
querer a V. Exc. que ee digae de conceder-lne o
auxilio de sei8ceotos contoa de ris. ..........
(600:00)J030). de acedado com a le citada em
vez do trpseotos e setenta e cinco colIoi de ris
(375 0091000), obrlgandose o sapplicante a fa-
oncar diariameme duzeotos eaccos de se-ucar
oaa coddiCOes ja referidas e qoairo pipas de al-
cool.
Ease auxilio est de accrodo con a lei o. 113
de 25 de Juobo lindo a qoal peala no a-ligo i*
o auxilio de qoiobeotos cootos de ris.........
(803.0 OiCOi), para o f-b'ico diario de cem pac-
coa de assocar, cojo uxilio, segando o artito Io
da mesma 1*1, aotmnaia na ra;o de cem conloa
de ris il0:0O0*OO0), para eda C'.qcoegta aac-
eos vi-S aogmeo'a'.
Em vista do expos'o o eoppIh ante confiado o
a-:tia de sea pedido, p.-Qj a V. Exc. qae se
d'gae de mandar q ie seja a pNeenle peiica-
junta a que dirigi a V. Exc. dividamenle docu-
mentada, a qual aeacba na Secretaria de qoe
V. Ex<\ digno cbtfe pira qae se eirva de alien-
del-o de cooformHaie com esee nofo pedido.
Pede a V. Exc. deferinoentr.
R-cife, 11 de Julbo de 1895.
M.q. I do Nasclmento Vieira da Conba.
Extracto dos docoaentos a qae ce referem a-
petces sopra?.
Doc 0. 1
E'crptora de vnda que faz D. Mina dos San-
tos Vieira da Cuaba da par e qae possue no Eo.
e ha araiipe do Meio do Maoicipio de l/on-
rasf ?o coron I Manoel do Naccimeolo Vieira
da Couna.
Doc. D. 2
Escriplura de venda que f.z o Dr. B'y>l0 oa
Canoa de Maraes P.nOeiro e sua mulcer D. Ao-
onia Viei-a de Mo-aes Pinhei^o de urna pare
que oessoeta noEmeabo Araripe do Mel do
Municiiio de Iijuarassu ao teo^ote coronel Ma-
ncel do Nasclmeoto Viera da Caoba.
Doc. o. 3
CertidSo do formal de partlbas doa aot s de
ioveoiario orocedido pelo failecimeoto de D.
M uelo l aa^-HiSa do pnblico, judicial e notas e
oacrlvas privativo de orpbaoa e aaaentes do Ma-
oicipio de Iguaraei.
Doc. n. 4
Tr.s'adodo aaloameo'.o da pet:gi) do coronel
Mtoo-I do Naacim-oo Vui-a da Caoba e sui
mal'ier em qae reqae-em a homologa) da
deooarcicSo amigavel p-celida entre o Eoge-
nbo Aranpe do Me o de qae sao proprieta-ios e
oa E'ignbo8 miiropbes A'aripe de Cima, Ara-
ripe de B.ixo, Cab, Triump ante e I api'ema
de Cima.
Doc o-. 5 e 6
Daos attestados do Coacelho Manicloal de
Iu i a.-.- e do P efe.to do mesmo Monidpio, de-
c a-ando: Io q< e o Eogenbo Araripe 1o M-io,
de r.ropnedade do coroael Mauoel do Niscimen-
'o Vi-ira da caoba teve p-oporcO^s e ext-ocao
iiiitB:ieales pa a a fundaco de orna usina, ga-
ra-anudo po- si so o fabrico diario de 100 eac-
33 de aspucar de 75 kilogrammas e4 pipa-
com alccol ae 480 litros cada ama ; 2o que a
oaioa qae o m-sno pretende faadar no refe'ido
eageabo nao prejediea a Usina Coelno, )\ exlfl
t^nie, vi-t)Oio serem fornecedoris da mesma os
Eogeubos iniicalos pelo fupplicaote ; 3o final-
mente qoe teodo a Usioa rapacidade eoffi:leuie
p,ra o fabrico diario de 309 aacces com avsacar
p e garantir esse fabioo temo como fornece-
do es de caauas al^m do eoeeoba de sea suna-
CSo mai3 os Engeabos Arer.pe de Baixo, Ar-
r *e de Cima, Cab e Piedad?.
Do:, n. 7
Eacrip'nra de contracto para fo naciraanto de
cannas a ns-oa que pretende faadar o coronel
"Januel do Naacimento Vieira da Conba no En-
ijeobo Araripe do Meio de sua propiedade, feilo
ealre o iaiao de ltapia urna e Joao Oljmpio de
Abertim.
Documento o. 8
Carlao do offical do registro do bypo-
tbecaa do monicipio de Iu-sss atletan-
io uo constar doa luros competeates a traoa-
cnpr;lo de titulo de alienayao, de in-tnuicio de
ooua real, toacipcao ou preooticaa de dypo-
fieca de qoalcoer oiiurezi oa responsabilidade
legal, refer. n'.e ao eoe^iho Araripa do Maio,
g'to no esmo muiicipia, de proprielaie do
corore! Manoel do Na-'.lmeoio Vieira da Cu-
nba, ou em qae estej elle compreheadido.
Documentos us. 9 e 10
Duaa cerlides dos esenvaa do jolzi do ci-
vel e do commerco do municipio de Iuras,
tiestando nao constar oe sena catoMos acQo
ou exeugao cootra o coronel Mmoei do as-
cimenia Vieira da Caaba, nem embargo, pe-
nbarPj arresto oa s^qoestro que tenba por ob-
jecto o eogenbo Araripe do Moio, de sna pro
priedade.
Boccmeotos ns. 11 e 12
Doas certides dos es-.nvSes do iuizo da pro-
vederla e de o'pbaos do maaicip'o de I^uarsa-
s. atlestando nao constar de sea cartarioa ser
o corooel Manael do Nascimeoto Vieira oa Cu*
n^a. teetamenteiro, nem ter coalas a p-estar
re^altai t: des-e encargo, e bem asMm nao eer
o mesmo corootl tutor oo caralor de orphaoa
ausentes oa interdicioa nem estar sujeto a pres-
ticao de cont-s resaltantes de quaesqaer des-
ees cargos.
Doc. a. 13
Certidao do e-crifao da Collectoria das R jadas
Gernes e EBiadotea do Municipio de lloarasen,
alieaiando nao c nsUr dos livroa a cro da
rce.-ma Collectoria achar-se o c rooel Mmoel
io Naacimeolo Vieira da Cuaba devedor a Fa.
zenda Eatadoal oa Federal.
De. n. 14
Atieetido do Jaiz de Di.-eiio do Municipio de
Iuarast declarando :
1 que ba ama estrada de rodocera qae, pas.
eando pelo engeobo Ararips do Meio de nro.
prieadedo coronel Manoel do Nisclmento Viei-
ra da Cooba, val ter ao Reclle;
2a que a osiaa qae o mesmo pretende faodar
do referido engeouo nao offeode a qoalqoer
outra quoesttja construida oa por conslroir;
3* qce os engaaos obrigadoa por eacriptura
publica ao fomecimeuto da uaina nao podem
sol er qoaesqaer embancas no dita foraecl.
ment pelos seabores das propriedades limitro.
pbea ;
4 tlnalmenle que no eogenbo Araripe do
Meio Da ba8taota mat'as qae do para furoeci.
ment de combartifpl a p-ojec aia asina.
Doc. n. 15
Declaracao de rgimen de casamento do ce
rooel Manoel do Noacimeoto Vieira da Conba e
D. Amella Leopoldina Vieira -'a Cuaba.
Doc. o. 16
Contracto de compa e venda de macbnismo
e material pa-a a asina Araripe ealre o coronel
Manoel do Nascimeoto Vieira da Cooba como
comprador e oa Srs. Browas & C. negociante?
desta p.-aca como feudedorea.
Doc. c. 17
No'a do machiniemo de ama oaioa com capa.
ciddde para 200 saceos de assocar e 6 pipas de
al :ool em 24 boras.
Daca. n?. 18, 19 e 20
Planta topograpbica do local em qae tem de
ser construido a usina ;
Piaiita da rea em que a rxeama deve ser le.
vantada.
Plat.ta da mesma osiaa.
PdtiSoIlloj. Sr. Dr. Jaia ae Direito
do Commeroio Antonio do Oarmo Alraeida
orador da Companhia Expo-tadora de
Alcool e Agurdente da quantia de reia
3O.OO()0OO, qae por ella g-rantio ao
Baoco Pepa lar e qoe pegoa no veooimec-
to, tomo todo Be v dos documentos jun-
tos, ns. 1 %'bf por o nlo ter faito a mesma
Com pan bis.
Para aegaraoca da sea crdito fea o
Sjpplicante arreeto .em bena da Cumpa-
nhia, mas ease arresto foi afioal jalgado
improoelento, por n8o estar anda v ncida
a lettra fdooamento n. 3), qae havia sido
acceita pela mesma Companhia ; em vista
do qae agaardoa e Sjpplioaote, que ai
venceesa dita lettra, para aasr eot3o dos
meios legaes para salvaguarda de seua di.
reitos.
E como quer qoe j esteja vencida dita
lettra eje trate de divida certa e liquida,
cajo nao pagamento acarrela ajuida^a,
forjada da Companhia nos termos doa art'.
167 a 168 do Decreto o. 434 da 4 de Jo Ib .
de 1891, conforme ja foa at raconhecido
pelo Venerando AccordSo, preferido coa
autos de arresto requerido pelo Sapptioao
te e ro s'aoto do docam.n'o n. Q e occor-
rendo a;ada qae di'a Companhia est in
salvavel e fjcc.iocando irregalarmeate,
cima raostia tamhem o docameuto o. 7
()C0 7oc5lo da aseembla geral entr^or
dinaria, foita pelos accionista), reqaer a
V. S. se digne de nos termos dos citados
artigoa, decretkr a Lquidatjlo forcada de
dita Companhia Exportadora de Alcool e
Agurdente, procadaado-se as formal.d.-
d-a prescriptaa peles arta. 169 osegoiotea
do referido Decreto.
Pede deferimento.
Recite 12 de Setembro de 1895.
O advogado.
Dr. Adolpho Ciraet
Sellada legalmente.
Nada mais se continha em dita pet'c.'o
na qual profer o despacho do theor se-
guinte :
DespachoDistribuida e A-itoada ve-
nham a coocIorSo.
l ecife, 12 deSotembro da 15 95.
Altino de Araojo.
Nada mais sa continha em dito despacho
a sobmdo os autos minha uoncluso,
neLos profer a seoteo^a do theor ae
guinto :
Se tenga Declaro a liqaidac&o forc;*-
da du Companhia Exportadora de Alcool
e Aguardante, a vista do allegado na pc-
iqIo de folhaa duaa dos documentos que
, companharam na de falbas 6 a 14, dos
depoimentos de Liaos 13 a f)lhat>15 verso
e-do dispoato nos art. 167 2168 2 e
169 d-> Regulamento a qno so retere o
Dec. 434 de 4 de Julho da 1891,
I'.time-sa a qu^m qur que esteja na
gerencia daqualla Saciadada a appresen-
tar iramn-iut-'mente o respactivo balanza
e in'tnano sa ja eetiverem org ou no eso negativo a forncoer a esta juiao
sem perda da tempo urna reanlo dos ere-
doroa.
Publiqu-sa na forma do art. 171 do
Keg. citado.
Reaife 16 da Setem'oro de 1895.
Francisco Altino Correia do Arauj).
Nada maio se continha em dita sentencia
aqui copiada.
K para que chegue ao cooheoimento de
todos a quam interssar posaa do qua a
referid E npreaa Companhia Exportadora
ao A'col e Agurdente, f>i d*cUradaem
liquidacSo, n >s termos d* sentenga aqu1
t<-an;cripta, mandei p.saar o presene
edital, qua ser publicado pila inrpren3a
e tffiaado o porta do Edificio da Asso-
c'hqSo Commcicial e na parta eos auditc-
rioa deta cidade.
D .do e passado cesta oidade do Recife,
Capital do Ea ada de Pernambuco acs 10
de Ou.ubro de 1895.
Pagua a emolumentos d-* assignatura
nos tutos.
Eu Eustaquio Cdvaloaoti L'ns W*lea-
car, eecrivSo o subte-evi.
Francsca Alio Correia da Araujo.
Secretaria da Jndus-}
tria
Ia Direc oria
Em 15 de Outubro de 1895
Edital
e a re. I o
4:l6iS
4:lU6*6i8
O Dr. Francisco Altino Correia de Araojo
Juia de Direito do Commerrio da ci
dsde do Recif i, capital do E tado
de Pernamboco, em virtude da lei etc.
Fago saber aos que o presente edital
viiem oa delle noticias tivereci, o quem
interesaar possa qoe, por parte de Antonio
do Carmo Alaaeida me foi dirigida a pet
co do theor seguinte :
Recebedoria do Estado
de Pernaiubuco
Deorlem da lllm. Sr. D-. administrado-
8;i.ntifl;aao3 S-s. ontribuifites doa tmpostus
de ijU'tria e pnfaaa campebendiioa oa
claaae c. 3' da tabella aonexa a le do orea-
ment em viga-, qus ae acbam onecalos pela
fo ma coaataute da relaclo aeaiXO, qaa noa te'-
mos do | 2* 10 art. 1 das d!3pcsi$>8 geraes
da meama le ihes Bca maresda o pr.zo de 8
ua impro-ogaveis, acontar da d ta da potlr
ca^aa do prese.te edital, Pira apreaectarem oo
T'ioooal do Tbeeoura qu ejqaer rejlamasoea
oo rscurso?.
1" secca' da RCebedoii do Estado de Per-
namboco, 18 d.- Ootubro de 1895.
O ebefe,
Frederico Galmarae3.
CLAS5EN. 31Leja oo casa de veoder fumo
cbiTuioa e cigarros em gro^sa
44:COO000
Solzei KiuffmHD. roa Marqoez de
Olind-a, IL* d7eaa
Borel & C, Madre de Deus, dem
Alxaiaa Macbalo 4 C, dem,
idem
Xavier de Sitras & C, Birreta de
Menesea, 12* Idtm
Bat-ks & C Maicillo Di)8, dem
iiem
Viava de Jo8o Francisco Lelle,
Vigario Lenorlo, 10* dem
Costa Lima & C Amorim. idem
dem -.
3. Burle 4 C, Commercio, 8*
dem
Pereira Faria & C, Amorim idom
idem
Figotireio Cosa, Trafrssa da
Majre de Deas, idea dem
Boaba'k Broibe.g, Bom Jso,
idem
Manoel Lopes de S 4 C, Viga-
rio, 6* idem
Amonio Honorata Pereira, Pedro
ASoofo. dem Idem
M ruira & C., Mrquez de Ola*
da, dem dem
Ffsn'WO Ferreira Vital, Tr ves-
sa de S. Pedro, 6* idem
Ferreira Rodriguea 4 C Madre
de Dus, 4 dem
AotonioAvelino de Aranio, u.r.
auei do Herva, id m I lem
Caetro bemos 4 C Travesaa da
Madro aeDecs, iiem idem
Bamiro M- Costa 4 C, 1 de
M Guimares Lima SkC.ia'eaj, idem
idem
Jnst/Goocalvea da Costa, Larga
da Alfaudega, Idem idem
Godoy 4 Vascoscellos, Idea,
idem dem
Aod' Antonio Kirlrato, Teme
de Sou*8. I* I Jera
Fonse-.a 4 C-, Trafessa de 8. Pe-
dro, dem idem
A Fior doa Famantes, dem,
dem dem
Honjrio Machado, dem, dem dem
4:106/648
3:22**65*.
3:220<6oi
2:639*988
2.639*988
2:053*324
2:0'3*3i4
3:051*324
2.053*324
l:466*6Gd
1:466*660
1:464*660
1:173*558
879*996
879 995
879*995
536*654
586*e64
586*664
5SC64
293*332
De ordam do D*. Secretario interino e
de aesord) com o disposto no art. 9.- do
Reguiamsnto expedida em 5 de Agosto
al limo para exicugSo da Lei n 113 de 25
de Junha do correte anno fago publico,
qnem interesaar posas, o theor da pe
t'gSo dirigida a eata Secretaria pelo Co
ronel Manoel Cavaloanti de Albuquerque
qua, solicitando auxilio do Estado para a
luodagSo de ama asina no engeaho Ta-
quary de eua propr^edada, sito no muni-
cipio da Victoria, e o extrteto dos doca
mentos que aoompanham a meara pe-
tigo.
O direotor,
Ja&o Din'z Ribeiro da Cunha.
Peticao a que se refere o
edital supra
II m. Exm. Sr. Dr. Secretario da In-
dustriaO Coronel Manoel Cavalcanti de
Alouque CjU',propriet' rio dos engenboa IV
quary, Limeira, Cachoeirinha e Tspoa-na,
site a ios co muoi:ip o da Victoria com
terrenoa para prousirem 20 mil toneladas
de caanar, ven requerer a V. Exc. o
auxilio de que trata a lei d. 113 do cor
rento anno para montar ama usina de
200 tascos em 24 horas, com urna destil-
lag3o para prodoz'r 6 pipas diarias e con-
strucc,So de 15 ki! metros de linhafrrea.
O petciooario cffareca para Ly otheca
ao Estado, aos termos da lei, o sea en
lboho Taquary e confia que V. Exc.
tendo em vista que aqaelle mur.'c pi nSo
p saae urna usina e es documentos juntos,
defira a su pretengSo, prestando assim
um relevante s-rvg) a to m portante
zona assucareira.
Pede a V. Fxa. deferimento.
Recife, 7 de Oatubro de 1895.
Manuel Cavelcanti de Aibuquerquo.
Extracto des documentos
que acompanham a peti-
jSo supra.
Doe. o. 1
ProcoragSo bastante paatada por D.
Hanriqueta da Silvaira Lios Cavaloanti ao
seu marido Coronel Manoel Cavalcanti de
Albuquerque para o fim espacial de con
'rabir com a Fuaauda do Estado de Per-
nambuco o emprestimo ta importancia de
600.0005000 em apolices da divid po
blica de juros de 7 /' ao anno pira a foa-
dagSo de urna usina.
Dac. n. 2
DeclaragSo do rgimen da casamento
do Coronel Manoel Cavalcanti de Albu
queraue e D. Hanriqueta da Silvaira Lina
Osvaloanti.
Doo. n. 3
Ecr.ptura de compra e venda de urna
parte do engenho Taquary do municipio
da Vic'o-ia qua fea o Coronel Manoel Ca-
va'canti fe Albuquerqua a Virginio Car
oeiro LeSo e soa mulhsr D. Rita Bandeira
Carneiro I.eSo.
Dec. r. 4
CertidSo do auto de arrematado doa
engecho3 Taquary, e Limciraa, situados
no muciaipio da V ctoria.
Doc. n. 5
DemarcagSo amigavel foita pelo Corone
Manoel Cavalcanti de Al^aqoerque, pro-
pietario do eogenbo Taquary e da pro-
priedade Limeira com os asas hereos c cu-
nantes.
Docs. na. 6, 7 e 8
Trea c;rtid8as dos eacrivSes do Juiz)
do Direito da Provedoria, Orphlos, Com-
mercio e Civel do municipio da Victoria
attestando nlo consta? de seas respectivos
oaitorios
l. Ter o Coronel M*nel Cavalcanti
de Albu^uerqae oompromisso a'gam como
tastamenteiro reaaltante de legados tu
tierangas nem eBtar o engenho Cachoeiri
nha do sua propriedade, situado no moni-
cipio da Vctoria, sujeito a qualqier com-
promisao resultante das mesmr.s sargos.
2.a Estar o mesmo engeuho sujeito al
qnalquer onos realtante de tutolin ou
cura'ella.
'.- Ex itir pehora, embargo ^ ou se
queatro do engeaho Taqoury, acgSo ou
xe'ugSo qae tenha por objacta o meamo
-r.g n .o e qua'.qaar acgSo oa execag&o
contra o peticionario.
Daos. ns. 9 e 10
Qaetro certid5es doa eacrives da Fa
endt do Estado e da Fazenda Seccional,
attestando -So oonstsr de eeos respectivos
cartonos estar o eogeaho Taquary oa nuas
rendas peahoraias ou sequestradas nem
haver canta em jaiao de dbitos do sea
proprietario o Coronel Manael Cavalcanti
do Aibuqueeqoe para com es mesmaa fa-
aendas.
Daca ns. 11 e 12
Daaa cartia^a dos eacrivSes da collec-
toria da Victotia, attestando nSo constar
doa livroa competeates aohar-sa o Coronel
Manoel Cavalcanti de Albaqaerque de-
vendo imposto algom relativo ao engenho
Taqawy cem ter assamido qaalqaer res.
ponsab lidade par-a com a Fazanda Esta-
dos! e a Fazenda Oeral.
Doc. n. 13
CertidSo do Secretario da Prefaitara
Monisipal da Victoria, attestando nSo
conatar do archivo da mesma Prefeitura
ser o Coronel Mdneel Cavalcanti de Al-
bo!}aerque devedor de impoatos mooici
paes relativos ao engenho Taquary nem
:er o mesmo Coronel assumido qualquer
respoosabilidade pera com a Fasenia Mu
nioipal.
Doc. o. 14
CertidSo do crucial do Registro Geral
Certidto do ofaial da Sub-Directora
do Contencioso da Fazenda do Estado,
attestando nada constar sobre o eagenho
Taqaary de propriedade do Coronel Ma-
aoel Cavlcaoti de Albuqo rqae resaltan-
te de fi.cja prestada ere sea favor ou eax
favor de oatrem.
Doc. b. 16
Attestado do Conoelho Maoicipal da
Vietora, declarando qaa os engeraos Ta-
quary, Limeira, Cachoeirinba e T.posma,
da propriedzde do Coronel Manoel Oaval-
osnti de Aibjquerqne tm te.renos para
prodocr por safra 20.000 saococ do resa-
car, n2o rxiatiodo no mesmo Maoicipio
jsiaa algama, sabvenuaua :a oa nSo pe'o
Estado.
Doca. ns. 17 e 18
Dous s.ttes'adoB do Prefeitj do Moni-
cipio da Victoria, declarando que os eoge-
n'ios Taquary, Limeira, Ccboeirinha e
Tapoama t ai tarre or. daz;'eaa por safra 20.0CO taceos de as
anear, olo existindo no mesmo Mocioipio
jame algama sabver ciont a on nSo pelo
ICstsdo e qae por isco a asina em prejeoto
a ningaem prejod c.
Doc. o 19
Attestado do Pref jito Municipal di Vo
toria. declarando qne os eageone* Taqua-
ry, Li isira, Cacho ir nha e Tepoama de
propriedide de Coronel Manoel 'Jtvabant
de Alboqaerqae, tem lenha justante para
oombastivel ao nao da fabrica sem qae
disto resalte de~astagSo de saas mattas.
Doc o. 20
Contracto da compra e venda de machi*
aismo e material eatre o Coronel Msnoel
Cavalcanti de Albaqaerqae proprietario
doa engeobos T.qaary, limeira, Cachoei-
rinba e Tpjama e oa Srs. Brcw.s & C.
Doo. e. 21
Planea do local em que tem de aer
conttraida a asina.
daa Hypothecas do municipio da Victoria
attestando nao conatar dos livros compe-
tes a transoripglo de qualquer titulo de
alieagBo, de institoigSo de onus real, a
iasoripcSo ou preat>tagSo de bypotbeoa de
qualquer netareaa, d peohor oa respoo-
sabilidade de qualquer especie referente
o engenho Taquary de propriedade do
293*3321 Coronel Manoel jCavalcanti de Albuqaer-
293*^32 Hue oa em ?ae me,m0 engenho esteja
295*332 oomprehendido.
O Dr. Francisco Aitino Correia de Araujo,
juta do Commarcio, deata Capital do
Estado de Pernamauco, em virtude da
Ui ect.
Fago saber aos qus o presente edital
virem ou delle noticias tiverem, qoes se So
levados praga publica deste juiao, de-
pois da respectiva audiencia, do dia 31
de Oatabro, os bens eguintes :
A Olaria Sebastopool, em muito nao
cata de, mediado da frente 56 metros e de
fundo ^9 metros o terreno, e a Olaria da
frente 12 metros e 30 centmetros e de
fundo 25 metroB e 30 Centmetros com 6
quartos e urna sota, avahada por
1.8OO0COO.
A Olaria Malaccff, tambem em ma
estado, tendo o terreno de frente 27 "me-
tros e 60 eentimetros e de fundo 60 me-
tros e 40 centmetros, a olaria de frente
13 metros e 10 centimotroa e fondo 57
metros e 12 centmetros, 6 quartos, sendo
3 em cada lado, avahada em 1.500)5000.
As rtferidu8 otarias, aSo situadas no
logr CoelboB JaFreguez:a da Boa-Vista
e vo pr. ga em cocBaqascca da pcohe-
ra nelUs feita, da acgSo executiva que
Vicente Ferreira de Albuquerqua Kaaci-
mento move contra D. Rosaliaa Angosta
Carneiro da Cuoha, hardaira udcb de seo
pai Antonia Carneio da Cunha, para paga-
mento do que ella lhe deve.
l nSo havendo icttant.es, q e cubrsm
o prego da avalco, irSo de novo t se-
guada praga, com o abatimeiito da lei, e
cora o espigo de 8 das.
E p&ra qne chegue ao conhecimento de
todos maodei passer o presente edital,
que ser publicado pela impreosa e affixa.-
do no logar do costme.
Dado o passado nesta cidade do R cite,
Capital do Estado de Pernambuoo, aos 10
dias do mea de Outubro, io anno do
1895.
Pagos nos autos os emolumentos da as-
s:gnautr Eu Guatavo Alberto de Britto, escrivSo
o eubscrevi,
Francisco A'tino Correia de Araojo.
O Dr. Francisco Altino Correia de Araujo,
juis da direito do commercio, deste
municipio do Recife, capital do Es-
tado do Parnambuco, em virtude da
lei etc.
Fago saber acs que o presente edital
virem ou delle cctiiia tiverem qae perante
este jaizo, correm una autos ae execug?o
da sentenga por m&ndndo entre partea :
Exequepte J0B0 de Aqnino Fonaeca
e Executados Manael Martina & 0, e
tendo-se feito penhora na quantia de
500)5000 existente em p der do agente
de lei.o.s Joaqoim M-x'mUo Peatas, en-
carregado qua foi do leilo estabaleoimento
doa nxecutados, foi a mesma penhora
c'usada na audiencia do dia 3 do cer-
rante pelo Dr. AnoDa EstevSa da Ol-
veira, advogado do exeqoecte como se \o
do reqaerimento ssgointe :
Anno do Nascimento de Nos> Sanhor
Jess Chriato de 1895, aos 3 Oas do mea
de Outubro, nesta cidade do Rtcife, ca-
pital do Estado de Percambuco, em au
dij' ciado Dr. juiz de direito do commer-
c 1 Fraccisco Altino Cerreia do Araujo,
ah o Dr. Antonio EatevSo de Oliveira,
por parto de Jcao .qriiao Focseaa, aoca-
sou a penhora feita Manoel Mart na
& C, e requeren qoe debaixo de pregSo se
houvesse a meBma por acensa a, fioando
aasignados aos executad s ob 6 dias para os
s*;u8 embargos, e, ootro aim, tendo a pe-
nhora reoahido em dinheiro, ficassem tam-
bem assignados os dea dias da lei aos ere-
dore) iccorW, sendo ffixados e pablisa-
dos os competentes eJitaes.
Dado o pi-egSo ningaem comparecen : o
jaia henve a penhora por teita e aecuaada
e os prasos por 6S8:gacca na forma re-
querida.
E pa a conatar, fa este termo qae
cerve de aatoamento a execagao, extraht.
do do protocollo das audiencias co qnsH
ae reporto e jantei a prccaragBo e man-
dado de penhora devidamenta oamprido,
qaa se seguem.
Ea Qcatavo Albertj de Brito, escrivSo
o escrevi.
Em virtade do dito reqaerimento e sea
deferimento o respectivo escri'So pessou o
presente edital, pelo theor do qual chame
intimo e hei por citado a todcs es credo
res iucsrtos dos exeootados para ea,
no pruzo de 10 disB, compareceris ante
este jumo, requerendo o qae for a bem de
seas direitos, pena de langsmento.
E para qoe chegue ao conhecimento de
todos maodei pasasr o presente edital,

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...


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Diario de Pernambnco Domingo %Q de Ontiibro deiSW
que era publicado pe irarreoaa e affixa-
do no logar do costme.
Dado a paseado neata cidade do Re-
oife capital do Estado da Pernambuco,
aos 7 diaa do mes de Oatobro de 1895.
Pagos nos autos os emolamaotos da
aES'g.'fttnra.
Eu Qastavo Alberto de Britto, eBorivto
do commercio o escrevi.
Francisco Altmo Corris de Araujo.
O Dr. Marcos Tulio dos Reis Liona, jais
de direito da Fazecda Maoicipsl do
Recite.
Fai saber pelo presante qae no dia 21
de Oatobro do c Trente anoo se ba de
arrematar por venda a qnem raa's der
em praca publica deste juiao, 2 csrrcs de
pssseio, sendo 1 de o. 7b, svaliado por
600S000 e ontro d. 357 avalisd'J por
7000000, existentes na cccheira o. 117 a
ra M.rquea do Herval, Fregueaia de
Santo Antonio. Pertenrjem a Jos da
Silva Nunes e vai a praca por ezecucSo
que Ihe move a Fseo3a Municipl.
E para contar passou-ie o edital ns
Rrma da lei.
Dado e pps*ado neBta cidide co Kecite
Estado de Pornambuoo, aos 7 de Ou-
tobro de 1895.
Eu Jos da Costa tCejo Limp, esorivlo
subscrevi.
Marcos Tulio des Reis L;ma.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
martimos a terrestses
BOA DO kIOVBIO N. 1, 1. ANDAR
Directofes;
Bario de Souza Le&o
Thomaa Comber.
Julio Cegar i ata Barrito
Secretaria da Indus-
tria
3.1
iirectona
Para cenhecimento dos iateressados fujo
publico que no dia 39 ce Outubro prximo
vmdenro, a 1 hora da tarde, rec9bemse
Beata Directora propostaa para a con-
Btmrc2o de edificios destinados a escolas
publicas, as ueguintes localidades :
S. Lourenso, Jgua3t, Itamb, Ta-
quaretiega, Scricbaem. e Quipap, gior
do cade um cm ris 14.5145730.
No dia 28 de Ontabro e & meema bora
recebem-ao tambem propostss pura igraea
cocstrocc.o'cs e des condi^Ses, nos muci-
ipiosde Bom Jardim, Canhotioho Trium-
cho, Buique, Bom ConBelbo, Brejo, Sil
pueiro e Petrolina, pedeodo cada propo-
nente concorrer a mais de urna d-.qoeiias
obras .Oeade que techa a idoneidada pre-
cisa.
As propestss devem ser escriptas por
estelo, sem rasura, emenda ou vicio de
qaalqoer especie, se&do regeiadas as que
se ressentirem des reguiate* fallas :
1.* As que excedtrem es precos do
ornamento ;
2.a Aa que nSo ferem organisadss da
accordo com o presente ediUl ;
3.a As que se baietrem em precos de
OD'ro concurrente ;
4 Ai firmadas por pesaoas ana j
tenLam deixado de cumprir coutracto com
esta Repartilo.
5.a As qoen 80 oflsrfcerem as garan-
tas e qualidades nxigidas teste edita).
Havendo duas ou mais propostts em
goe :'.. dj coiidicfles ser prctarida a do
concurrente que melhor prova de idonei-
de apresentar.
Os proponentes deverSo indicar o logar
de sua residencia e prov&r toa idooei ade
para dirigirem ou executarem aa obras.
Nenhom proponente ser sdmittido a
concurrencia, sem que prove ter deposita-
do na TbeBouraria dests BeparticSo, urna
qoaotia correspondente a 5 ,. sobre o valor
da obra, importancia qne perder se, eaco-
Ibida ana propona e convidado para assig
asr o contracto a isto se recasar.
Para boa garanta da execacSo do
con'nc'o depositar o contraotaote no
Tbeioaro do Estado ama caacSo qne ser
previamente arbitrada por <-sta Direc-
tora .
Os erc&meotos e plantes reistivos
estas obras estarSo diariamente das 10
horas da machis 4 da tarda a dispoiijao
des concarreotes neata Repartiere.
Recife, 28 de Agosto de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral interino.
BEQLA&.ACOES
Companhia Serrara
Pernambucana
Acbsm re i dispofigo des SrF. accicniatasn
-de desia compantia 03 dotomeotos exigidos
ela le das pociedadeB aioDymas relativo so
ono flado em 31 de Agosto prozimo passado-
R-Kife, 24 ce Setembro de 1895
Joao Cardoao Aires
Secretario.
A plice geral
Tendo-re exraviado a apjl ce ral de n
?09 841 do valor de om como de ris, joros de
60/0 ao anoo, emwsao e 1870 e pertenceote .os
abaixo asignados, faiem oa mesmoa prseme
declaraco, de accordo com o Art. 108 do reg*
amento da Caixa de Am rlieacao que ba'xou
c ni o decreto 0. 9,370 de 14 de Feverelro da
4885.
Recife, 7 de Outubro de 1895.
Antj-.io Lopes Das.
Jos Lopes Dia^.
Cura Fog
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 9,000,000 O, O .
indos accumulados 8,274'9/3,19,.0d.
AGENTE
POLHHANN & C
TMTRO M\
EMPREZA BE FERNANDBS PNK) & OOMP-
33CaJTK
Domingo, SO tic Ontabro
Ultima representado do importante vaudevlle dividido em 5 cap-
tulos, notavel creafao da primeira actriz cantora LEONOR RIVERO
MIMIBILONTRA
No ultimo acto grande escndalo na platea e camarotes.
TER9-FEIRA
Grande fesla artstica da primeira actriz Leonor
Rivero
IMPORTANTE E GRANDIOSO PROGRAMMA
Principiar s 8 horas e 1/4 em ponto.
________Trens e bonds para todas as linhas.
PRADO
Junta Conamercial
Pela Secretaria da Junta ommercial do Re
Cife se faz publico qu-, durante o periodo de 1
a 15 do correte mez, foram archivados os se-
guales documentos :
Contractas
De Alfredo Horacio Guimaraes. commandi-
tario, e Beroardioo Moreira de Souza Neves,
sob a rma de Souza Neves & G para o com
mercio de gneros naciooaes e estrangei os c
outras oegoc ajes, no arm Jess 0. 27, dtsia cidade, com o capital de. ...
10:000000, sendo a sociedad" em commaadita
e o fundo commanditario de 8;000g000.
De Manoel Moreira de Souza Pontes, Joao de
Souza Pontes e Francisco Victorino ros Sao*
tos sob a firma Moreira & C, para o commer-
cio de fumos por grosso e a retalh >, resta pra-
S3, com o capital de 112:9875000, sendo a socie-
ade de capital e industria.
De Manoel Buarque de Macedo e D Mara
Joaquina da Cmara Cou bo, pendo esta com-
manditana, fob a firma de M. Buarque de Ma
cedo & C pa-a o commercio de com.nisses,
impoitagao, ag ocias de fab icas, explora^ao e
representag&o de empresas indostriaes, com
sede na capital Federal e urna filial cesta
cidade, com u capital de 670:000800), sendo a
eociedade em rom and ta e o fundo comman*
ditario de 170:0008000.
De Joao Pereira da Costa Pinto, Macoel Mar-
tina Ai ves de Oliveira e Eduardi Augusto Pe-
reira, sob a firma Pereira Piolo &C, para o
commercio deenchimento de agurdente, alcool
e outros artges que co venbam, no estafas eci-
ment sito no Caes da Companhia Peroambu
cana n 8. desta cidade, com o capital de......
800:0008000, sendo a sociedade em nome cone-
ctivo.
Do Bacbarel Jo Antonio de Oliveira Men-
dooga e D. Philomena Cesara da Conceiga-, sob
a firma Mendooga & C, para o eilabelecimenio
de urna fabrica e a cul'ura da canoa e para
prove tar todo qnanto se possa desta planta,
ieado o princ pal o vinbo e o vinag-e, nesta
Cidade, com o capital de 18:0008000, seudo
a sociedade em nome conectivo.
Acta da assembla geral ordinaria da compa-
rabia Agrcola a Mercantil de Pernambuco, rea*
ufada em 11 de Setembro ultime.
Distractos
Foram dlracledas as so edades comme -
ciaes. que nesta praga gyavam sob as firmas
Guimaraes e Cesar e amodIo Soares &C.
Registro de firmas
Foram anda regist adasas segulotes firmas :
Aquilino Ribeiro & C, Moreira & C-, Aogelo
deSaPeixoto e Pereira Pint & C.
Secretaria da Junta Commercial do Recife, 17
4e Outubro de 1895
O secretario,
Joaquim Tbeolonio Soares d'Avenar.
II1,
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
{ualquer communica-
(jo ou reclamajo, se-
r esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambera sere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio daSil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tomo de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente,
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Extravio
O abaixo aseigoado fas poblleo, para os de*
vidos fins e de conf. rmidade com o dieposlo no
Art. 108 do regolamento da Cala de Amortlsa-
ao qoe baixou rom o decreto o. 9370 de 14 de
Fetereiro- de 1885, qoe se extraviaran as trea
apollres ceraes de sos nrop'isdade, de Dameros
209,839, 209 8*0 e 27.09. dovalor de am
cont de ris esda orna, jnro9 de"S 0/0 ao anoo,
sendo es duas pnmelras da emlssio de 1870 e a
ultima da de 1871 ou de 1872.
Recife, 7 de Ootab-o de 1895.
Alfredo Vieira deSonii.
COMPAflHlA
Destilatjac Fragoso
De accordo com o decreto de 17 de Janeiro de
1890 ficam disposigao dos S*s. accionistas, oa
rede provisoria desta ccaranhia, i roa de Rom
Jess d. 1, as copias dos balancoB, da relagS
nominal dos accionifti s e da lista das trsnefe
reacias de acgOes dorante o znoo social Bndo a
30 de Jonbo prximo passado.
Recife, 10 de Outobro de 1893.
O presidente
Carlos de Mor a es Rodrigues Ferreir
Ncleo Dramtico Peroam-
bocano
Sao,convidados os Srs. associado- reunirem-
ae em eessao de assembla geral, no prximo
domingo, 20 00 co-rente, as 3 1/2 borss da tar-
de, em o saa sede traversa do Prata n. 7, 1
andar, aflm de tratar se de nossa iostsllac,ao,
encareceodo-se por iso o comparecimento de,
lOdOS 08 rOCiOB.
Secretaria 00 Nocleo Dramtico Pernambocs
00, 17 de Oatobro de 1895
O 1- secretario
Fanclsco dos Santos Moreira Filbo.
OLondon Brasilian
Bank Limited
Avias ao respeiUvel copo do commercio qoe
iem aberto orna seccorpal oa cidade de Campi-
as, Balado de S. P..0I0, a qoal foneelona desde
o dia 1 do correte
Recife, 18 de Oatobro de 1895.__________
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao tenente-corontl director
leste Arsenal, diitribem-se costaras dos das
21, 22 e 23 do correte mes, com ss costorelras
possotdorss das golas de os. 751 A 833,de eoo*
ormidade com as ordena em vigor.
Secc&o das costuras do Arsenal de Goerrs do
astado de Pernambnco, 19 de Oatobro de 1895
Flix Antelo de Alcntara
Ctpitto sdjaoto.
Projecto de mscnpQao
Para a 6.a cor/ida qae se realisar
no
Llojd Brazileiro
O vapor
S. Salvador
Commandaote J. M. Pesida
E' esperado dos
portos do norte no
dia 99 do correa-
te, e seguir para
os portos co sol
no mesmo dia.
As encommeodas serao recebidas at i bora
da tarda do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Companhia Pernambocaoan. 4.
Aos Srs, carregadores pedimo6 a soa sttengao
pera a ctaosola 10a dos coobecimeatos qoe a
tagala te:
o caso de baver algema reclaroagSo contra a
compaobia por avanza oo perdas, deve ser feita
per escripio ao agen'-e respectivo do porto d
descarga, dentro de tres (las depois de finali-
zada.
Nao precedecdo esta (ormaudade a compa
(ni'a tica isenta de toda a responsabliCade.
As passagena sao tiradas no mesmo eecripto-
rlo, st s 21/2 horas da tarde do dia da sabida
do vapor.
Atteucao
As passageus pagas a bordo custarn
mais 15 /.
Para carga, passagens, encommeodas e vala
res treta-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro h G.
6BA DO COMMERCIO8
1* andar
Empreza de Navegaco
Cruzeiro do Sul
O VAPOR
Cruzeiro
PreEDlea ente n'ese por-
to, segu: a ['estes poneos
(las para o
flambuig Suedamerikanis"
che Dampfscliiffahrts-
Gesellscbaft
oVAPOR
Paraguass
E' esperado da Europa at o
da CO do correte, e seguir
depois da demora nerejsaria
pata
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado luz elctrica
offerece ptimas ocommcda^o'es aoi
passageires.
Srs.
Pera
com os
passagens, carga, frete e etc., trata-sa
Coosignatarioi
Borstelmann S?C.
Ra do Commercio a. 18
1* andar
LEILOES

i.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
ssngue.
100*000
domingo 27 de Outubro de 1895
PAREO Internacional 2.0C0 metros. Animaes de puto
Pennos : l.OOOJOCO ao primeiro, 200'WX) ao segando e
ao terceiro.
Art. 5.- Gipr-y e ?orotby.
PAREO Nerandio 1.609 metros. Anima3s pongas qne nSo teaham
ganho nos Prados do Re efe e animaes de Pernamboco. Premios :
3005000 ao primeiro, 6O0OGO ao segando e 308000 ao ter-
ceiro.
PAREO Honrlscano 2 000 metros. Aoiuaes de Pernambueo. Pre-
mies : 400^000 ao primeiio, 8O8O00 ao segando e 40-)000 ao ter-
ceiro.
Art. 5* Malcr, Bacqaeiro, Bisn-Brc1- 2.', Aventar^iro, PlatSo, e Torco 2*.
PAREO Vi^llnncla 1 200 metros Animaes de Pernambuco.
Premios : 250($0C0 ao primeiro, 50J0C0 ao segando e 250000 ao ter
ceiro.
Art. 5.Os do pareo Monriacano e mais Hirocdelle, Tudo-, Fonaoo, Fomaja
2.* e Furioso.
PAREO Cruzeiro1.100 metros Animaes de Pernambnco. Premios :
250-5000, ao primeiro, 50$000 ao Begundo e 250OCO ao ter-
ceiro.
Art 5.*Os do pareo Vigilancia e mais, Piramcn Triampho, Ida, e Pulbago.
PAREO Nacional 1.250 metros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 250-5000 ao primeiro, 503000 ao segundo ,e 25-5000 ao
terceiro.
Art- 5-* Os do pareo Cruzeiro e mais BeijaFhr 2.*, Cin^o, Dotador, Mal aio,
Macote, Conquistador, Pitcbuly e Qaaad-meme.
PAREO C. Campo 1.100 metms. = Animaes de Pernambuco.
Premies : 2500000 ao primeiro, 50-5000 ao segando e 250000 ao
terceiro.
Art. 5.*Os do pareo Nacional e mais Virgador, Maestro, Bttbory, Ta-
liepher, Garimpeiro, Pbansen, Caj-furado e Piano.
PAREO UnISo 1.250 metros Animaes de Pernambnco. Premios :
2500100 ao primeiro, 500000 ao segando e 25|000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.*=Dsdo pareo C. Campo e ma's Prnce, Tenor 2.*, Petropolis 2.*, Ti-
mooeiro, T-licier, Mosoardo, Yno e FcrtaUsa.
PAREO sFortaenae 1.150 metros. Animces de Pernambnco. Pre-
mios : ScOSOOO ao primeiro, i O0COO ao segondo e 250000 ao tei-
ceiro.
Art. 5.a es do pareo Ub&o e mais Tookn, Galioietto, Pcmbo Preto, Enirebs,
Accionista, Mendigo, Barlho, Vcovo, Lucifer, Tjpy 2., Indio,
Bal aa e Sen Bem.
10.* PAREQConSolacSo 1.000 metros Animaes de Pernambuco qoe
nSo tenham ganho nes prados do Recite, contando oa nSo victoria.
Premios: 2O0OCO ao primeiro, 400000 ao segondo e 20$C00 ao
terceiro.
Rio de Janeiro, Santos e Rio
da Prata
Para carga e eDCoromeorfas trata-se com os
AGENTES
Lo je & K( reir
Caes da Companhia Prrambt( tu n.
1.a andar
Agente Pestaa
Leilo
De importantes m^veia, c mplelameote nevos,
e de ap.rado goato
Ter-ja-feira, 22 do corrente
A'S H HORAS EM PONTO
No armazem travessa do Corpo Santo
n. 27
A SABER :
Urna rica cama para negado, 1 lindo porta
cascss, i bonito tonel', 1 (.u-rda comida com
pedr?, 1 importaDte apandar com pedrs, 1 la-
vatorio com peda, 1 i!o,*obra de gosto, 2 qaar-
tiobeiras, 1 piaoo e caieira,! velocipede, 1 rica
fecrtUria, obra de mullo gosto, e outros objec-
tes qoe serao vendidos pelos maiores precos
que derem.
Qulota-fdra, ii, deve ter lusar o leilao ds
duasbiblUtnecas, per eoceoies i aifferentes pe~e
8038, ccr,*'anio de duas estantes e moitosiivro*
de direito n Ulterttara.
Observapes
se
Neonato dog parees contara victoria e i terSo considerados realisados
forem inscriptos pelo meaos 5 animaes de 3 propietarios diferentes.
Previoe-so aos Srs. proprietarios que nSo serlo admissiveiB observacSes as
propostas e aquellas qne nSo vierem acompabadci da respeotiva importancia c2o
sero lidaa.
A inaeripcBo encerrar-se-ba teroa-feira, 22 do oorrente e 6 1/2 horas da
tarde na Secretariado Prado, roa da Impera tria n. 26, 1.* andar.
Secretaria do Prado Pernambncano, 17 de Outubro de 1895.
O secretario,
C de Abren.
G. G.
Club Carlos Gomes
A renoiao dancan'e familiar qae corresponde
ao corrente mee, flcou adiada para sabbado 9 de
Novembrc, por motivos de ordem supene*.
A 30de novembro tera logar a reauo dan-
c'nterOTesponden'e eo meemo mes-
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 13 de
ata bro de 1895.
O fecretario
G- A. Gslmsraes.
Irmandade
DE
N. S; do Terco
esa geral
Eleicio
Em lace do Art. 51 do ooseo compromisto,
convido os coseos irmSos comparecerem em
o eso consistorio domingo 20 do correte, as 10
boras da manba, afim de reuoidos em mesa ge*
ral proceder se a eieicSo da mesa regedora para
o anoo compromiesal de 1893 a 189.
Secretaria da veneravel irmaodade de N. S
do Terco, 17 ae Odtabro de 1835.
O secretario
M. J. Baptlsta.
M^F-rmcos
Aracatj
Segoe para o porto cima.a barcaca
Deus Grande
S5
Mr..H roa da Madre d Deui a. 8.
Contpanha Kob. H. 8lo05ns Liae
Vapor aliemao
Salerno
E' esperado ce New-York
at o da aa do corrente,
segoindo depois da demora
nectBaria para o sol.
Para carga e encommeodas tratar coa es
AOENTEb
Pereira Carneiro 4 C,
RA DO COMMERCIO N. 6
1.a andar
^rince Line ofSteamers
James luott Sew-Castle-oa-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- Unidos-e o Brazi! e Rio da
Prata
E' esperado de New York
^s^ a dia ai do corrente, e
sabir depois da demora ne-
cessarla pera
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
Ovaporingl#-;z
Asiatic Prince
Pira cargas e paseageos trata-se com oa
Agente*
Johnston Pter -$ C.
Ra do Commercio n, 15
LINHA MENSAL
O paquete
Chili
Comm-.nd nte Vaquier
E' esperado dus portos da En-
rooa at o dia... de Noven bro,
cefeoindo depois da cemora ce-
cees aria para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Aj res
Estes luxuosos paquetes sao de grande
velocidadee tm grandes accommodarOes
para passageiros.
Camarotea reservados agencia de Pernamba-
co psra os passageiros qoe se destimm a Eu-
ropa.
Vapor Cordonan
E' esperado dos portos da Eu,
ropa at o da to de Outobro-
segulndo depois da demora ne-
cesea'ia para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar no porto
Previne-se anda ao a Srs. recebedores de mer
cadorias qne se attendera a rectamacOes por
(alas, qoe forem reconhecida na occasiao da
descarga dos volamos e que dentro de 43 bo
ras a contar do dia da descarga das alvarengas,
deverao faser qnalqoer reclamago concernen-
te a volnmes qne por ventura tenham seguido
para os portos do sol, afim de seren dadas a
tampo aa providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageires de se aprsenla-
em na vespera da chegat. o vapor para toma
*em as snas passagecs.
Psra carga, passagens encommendas e diabeU
ro a (rete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES12
1. andar
^eilo
Boyal Hongrian Sea Navigation
Gompany 4dria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Klmn Kirly
E' esperado de
Trieste at o dia
4 de Outubro,
^seguindo depois
da indispeneavel
(demora para o
portos da
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passageos, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henrj Forater & G.
Roa do
Cjmmeroio
Ia andar
n.
8
M Gtoss L of Steisrs
O VAPOR INGLEZ
Paraense
Presentemente
ancorado oeste
3 porto seguir ion
prtteriielmeotc
' o dia at do cor-
rente para o f
Cear, Para e New-York
Tem excelleotea accommoda6es psra pasea-
getros.
Par' cargas e paswgeos trata-se' cem
AGENTES
Johnston Pater & G.
Roa do Commercio n. 15
08
De orna eslaote en vi i.-r cid j e uma grande e
variada collcctao (!e livroa L-e direito e littera*
to'a, taes como obras de Cbaveau. Ferrao,
Lobao, Maf8e. Co*rea Tees, Pereira & Soasa,
Pardeesus, L^ff y^ite, Ar.r.pe, P^rdigao, Orlan*
do, Ribap, Aatrau, R ron, Fao Wester, Polier,
T. de Freitjp. breos, Caevalier, Piraenta Bne*
no, Caroati e ootref.
RevisiaB de doos munlcs e le;?.
Quinta-feira, 24 de Out"bro
h's i[ horas
RA DO BOM JESS N. 45
Agente Pinto
Por occasiao do leilo de outros livro3, per'en*
ce;-ti-a a occa cutra bibliotbeca.
Agente Pestaa
Importante e ultimo
Leilo
DEFINITIVA ENTaEG.\
De 3.000 aciOes da Companbia Recifeose de
PaniOcacao, do valor realizado de <80:000JG00
serviodo de base a cffnriade 6/009 :1 I por cda
ama acc j de 60^0001! I
Sexta-feira, 25 do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armazem travessa do Corpo Sanio
n. 27
O agente p, slana vender por mandado .
os8isieocia do Exm. Sr Dr. jnii espeei?! do com
crercio e a requenmento do Banco EmisBorde
Pernambuco, as arces cima mencionadas, qae
foram dadas em peobor ao mesmo Raneo Emis-
sor pelo fallecido coronel L -1 z de Paula Lopes,
as quaas sero deBoitivamente entregues pelo
malar preco que derem.
AVISOS DIVERSOS
vende rae oa permuta se uxa <*as
roa de S..Beato em OuuJa, por ootra no Rd
clfe cas fregaszias de Sdo Antonio oa S. Jjs
a tratar oa roa de Hartas e. 67.
Precisa-se de om bom copeiro; a irttar uo
Caes do Capib aribe o. 30 e 32. Serraria Pero am-
bo es na.
Bom negocio
T Vndese coaa garanta das
chaves por arrendamiento, um
bom eatabeleciatente bem lo'
causado e afreguezado, tendo
unta ptima aruiaoto, utenci-
lios e fazendas a tratar com O
agente Burlamaqui, ra do
Imperador n. 41.
Regulador da Mariana
Concerta-se relogios de algib ira, pea-
dulas de torre de igre-a chron metro de
marinha, caixa de musicca, aparelhoso
elctricos, oculos, bioocolos, oculos de
alcance, joiaa e todo e qualquer objacto
tendente a arte mecbaoica.
9Ra Larga do Rosario 9
Mercearia
Vende-se orna mercearia em ponto superior
oa fregnezia oa Foa Vista, sita roa ? Santi
Cros o. 2, garante-se a etiave ao comprador; a
tratar com Victorino Silva & C, na roa do Ara*
aa*> o. 37.
Cavallos roubados
Na oite de 8 para 9 do correte, ronbaram do
engeobo Normandia, estaco de Aripib, doos
cavallos com caogalbas, seodo t m rasso e oatro
rodado escoro, sudadores baixo.
0 ferro do rodado um R em am qoa'to, ornas
marcas de cardas as percas, uma outra no pes.
coc, aoja maocba encarnada as pontas dag
cos'.elias qae pcaco se divalga ; daas pontss
brancas no peito oude se arro'.bi a silba ; aovo,
enri-iado e lmelro.
O rosso esgu'c, com o p direito braceo,
mais velbo, bola as crloa3j>a*a a esqaerda e
castrado.
Ama
P.ecisa.Be de orna para cosicbr; a tratar
na roa do Raogel o. 53, venda. ^^^^^^
Jaboatao
Vendem-38 3 cosas ne.ta cidade, e orna
parte no eogenbo Coocoidia co moaicipio de S.
L'-orengo : qiem preteacer o i rija se Manoel
Xavier C. de Albuqoerqn. O motivo da venda
se dir se ccmprsdor.
A o commercio
Um rapas com grande orientaco commercial,
coobecedor de diversas linguas. rom especial!*
dade aa tiogaa fraocea, e dispooi-' mais de
maltas outras babilitagap, offerece os asas ser*
vi-jo?, pedeodo ser procurado na loja Perola n.
78, roa do Imperatrla,. O proprietarlo da msima
S:. Domingos Fernaades informar acerca.
!
i?
xrjt i
t

-*G

TT*


'I' I
--
'

Diarlo de Pernambnco Domingo $0 de Ontubro de 1995
Santa Casa de Misericordia
do Recife
momai Caraefro da Cuha
A Illrna. juma .dmiieUaiivj d SintaCasa
de Misericordia d Reci(p. convida aos puentes
e amigos do Haidj Taor*- Caroelro da Loaba,
ex-mordomj ia meaaia sama casa, para asalMi
rem a misaa de reqo em *ue por aoa alma lar
celebrar a m oca fasta, .a igreja de w. S. dj
Paraso, as 8 bjra3 da maotaa o da 2 do cor
Secretara da Santa Casa Recite, 2* de oiubro de 1895.
O e c ivao
J > H no io B de Menezea
WHIHiHHHHHBHBBiiHHBiHHHHBa
Lnizs Hermeaeglldo Borges Dala
Mara G. Bjrges Dimz, tu-is Irma*, conbacfa e
sobrinhos, teiio e majdar rezir missas pela
alma de seo sempre leaibraio i'mao, cachado e
tio, Loiz H. Borges Di.iiz, terca fetra 22 do cr-
tente, 30- dia do feo passamento, s 8 horas da
nanri, na mstrii da Boi Virla, e agradecam
desde ja as peascas qoe qnizerem as i'tlr a esae
acto da rtligiao e rarioade.
Amalia Co iho Ltaoi de oiivelra
Eduardo Aokobk) ue Olweir e seas Bibos
mano m rezar ujiaaaa por alma de soa prezada
esposa e xat na matriz da Bo. Vista, s 8 horas
da micha do nia 2t dj crente, i an iversa
rio de =eu p^aiealu, e para as'is!ir a ese
acto, convidara os eeoa Darentes c amigos e bem
asaim o da fiaada; coofessaoio-se graio?.
f
J Ti.eniQiu da
Zolmira de Sjdzi Mooteiro, aeoa parentes e
os do talo, anda posedos da acerba dor o- r
tao sentida peda, mandam rezar miseaa oa me-
triz de Santo Antn o, terca ieira2t do correo-
te, as 8 horas damanh, agradcelo actecipa-
damente a todas b pessoas que coaoparecerem
f
Mara
Jos de S nucir Borges da
Uva
1- atntverearlo
Jo5 Hermeneeilrto d Sil?, CatharioaBran-
dao da Suva e tees lilho- convidara os seos pa-
rentes e amigos a asatatirem a rtiesa qoe man-
dam celebrar na matriz d> Boa Visti, s8 horas
da manb de 21 do cor ente. ssguoda fera, por
alma de bcu nana esqoecida mi, sogra e av,
Maria Jos de Siqueira Borges da Silva, confes-
sando-^e agradecidos por ese acto de rellgio
e caridade.___________________
Criado
Precisa-se de um criado de 10 12 aonca de
idade ; s tratar na roa da
Praia n. i.
Co3inheira
Prcciaa-se de orna na roa do Ran^el n.
Paga-se bom ordena io. ___________^_
19.
Venda-se
' Dous estabelecimentos ae molbados em om
dos arrabaldes da cidade : ra-a loforroacSo. oa
uaiaa BeltrSo e ra Vidal de Negrelroe n. SI.
saiba cosinbar e
na roa Larga do
Precisase de ama ama que
dorm a em caea dos pat:6es :
Rosario o. 9, telojoarla.
Aluga-se
O 3* andar do n'fd'o roa do Imperador n
44 tem Dona commortos e agoa : a tratar com o
Dr. Alcoforado. oo na roa An/osta n. 198. A
chave e; ta no 2- andar do rx^m- predio.
Aluga-se
O segundo andar do sobrado n. 146. sito i roa
do Coronel Soassuna, antiga dos Martyr os, com
acommodafiOea para Lomerosa familia e aeoa
encanada : a trat?r na roa de 8. Goncalo n. 29
Vende-se
nCm bom plano ; roa Coronel Suassona no-
mero 296._____________
Bichas d Hamburgo
Vende-se em graneles e pequeas
ponjoes applica-se ventosas seccas e
sarjada; na ra das Larangeiras n 14
Plvora
De todas as qualidades
em barris e em latinhas ven-
de-se do eperiptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Cabriolet
Vende*se' om cabriolet americano com dous
aseemos e de qoalro rodas, em perfelto estado,
para om cavillo, teodo doos arr.-ios, sendo om
novo e oatro osado, e qoalro rodas novas de
sobresal entes : & tratar na cocheira de los Va -
lele._______________________________________
^o commercio
Antonio Marques de Almeida declara ao corpo
commercial qoe com proa neata dsta ao Sr. An-
tonio Noguelra da Silva o seo eatabeleeimento
da molbados sito roa Poque de Casias 0. 22.
Pede, pcis, a qoem te jolgar credor o obsequio
de apresentar soas coritas aflm de serem paga.
Recife, 18 de Ootobro de 1895.
Antonio Marques de Almeida.
Aocommercir
Antonio cguerra da Silva previne aoa seos
credores que vcodea neeta dsta ao Sr. Antonio
Marques de Almeida o seo estabelecimento de
molbados roa Doqne de Caxlas n. SS, e pede-
Ibes o favor de receberem deate seohur a Im-
portancia de soas contas, o qoal flcou para iaso
aotonsado por m'm.
Recife, 18 de Ootobro de 1895.
Antonio nogoeira da Silva.
fymder'Se
Tk taverna Plor de Sant'Anna, sita 10 povoado
do mesmo nome, fregaazla do Poco da Panel la,
perto estagao : qoem pretender dirija-se i
meama, qoe se dir o mo'tvo da vtBda.________
Fabrica Caxias
A partir de hoje em dian-
te os cigarros da nossa fa-
brica custam mais 500 res
por milheiro.
Recife, 20 de Setembro de
1895.
Aezevedo 8f C
Madeiras de construc^ao e
nateiiaes para edificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em sea armazem no caes do Apel-
lo o. 73:
Madeiras para coostroccao.
Cal braaca de jagoaribe.
Cal preU.
Cal virgtm para assocar.
Tijollos de ladrilbo e commons.
Tijcllos refractarios
Podras decantarla wra soleiras. etc.
E' para fazer fortuna
Ven ie e o Rendall Hotel, na capita do Cea-
r4 : qcem o pretender poder dirigirse poi
carta ao SfO proprktarlo Silves re Beodall. Para
iDforma(6es com o Sr. Aruoaio So .res Raposo
((albo docomiLecio} largo da Peuin a. 2.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portogal)
Estas agoas recentemente de=c bercas,
j sao bastante conbecidas pela sua efi-
cacia Bem igual as doencas intestinas a,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estorrago, de qualquer
natureza, bem como do figado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompanbam cada garra-
Buha.
A" venda as princ-
paes pharmacias desta
capita!.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- 8ALDANH & C
Raa dos Doaradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fernundes de Almera
Travesea da Madre Deas n. 91
E
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41 3
3

o
i^ a
Dot os
Lo ja de miudezas
Vede-ge om loja de miadeas em ptima
collocacae. Di loe r a eoda a reli/ada do pro-
prietaifo, deste Estado 1 a tratar na roa Dnqae
de UxlasD. 7t, 1- andar.
Chegaram I!
E vendem-se em pec,as e
a metros bordados o que se
pode encontrar de melhor
qualida Je de 400 reis at
3^000, a me- tros proprios
para enfiar com fitas.
LojadaPerola
Raa da Impera-
trx ii. 1
Domingos Fernn des.
Farnha de Rosca
a 1^000 reis o kilo
Z. MELLO B1SKT
Ra Larga do Posar o n, 40
Capital g*raniido
Vende se nma boa casa, oova, fresca, met ota,
cot bastantes comrrodos e importante sitio,
rocaltsada eotre asdaas eaticOes. Maogolobo e
nQoatro Cantoi. e passa bond porta : Capnoga,
saJoagnlm iSaboco n. ti.___________________
Chapeos I!!
De sol agriados, om por igfOOO, aproveitem a
pechlDCba ; vode-fe oa
Loja da Perola
Domneos K^rnindei.
Ama
Precisa-Be para cosinbar; do largo do Parixoa
n. 14-
ANTI
PER
REGULADOR
DO CORAQAO
OLAr
ELIXIR VINOSO
De Sabor agradavel; poderoso contra
Affec^oes cardiacas, Cansaco, etc.
Estimula o sistema muscular e nervoso.
nxaquecas!
nxaquecas!
evr algias!
evralgias!
DCDAI 10 D'ESSENCIA DE fl* ft| CDT1U ciissipam dentro
rtnULAO TEREBENTWNA 3 U bLEll I AWdc alguns minu-
tos as mais dolorosas Nevralgias, que sejam ellas de cabeca, dos mem-
bros ou de qualquer outra parte do corpo. Nunca de mais o recom-
mendal-as aos doentes que sofrem d'essas crueis affeccoes. Para actuar bem
a Essencia de Terebenthina deve ser perfeitamente rectificada.
Eiija-3C c Firma de CLEBTAS sobre o rotulo dos vidros de Pirlas di Esniela de Tlrtltatllloa.
Em PRIZ, 19, ra Jacoo CSA L. FRERE *. CHAMPI6 e Cu, $~ 19, ra Jacoo. em PARIZ
A VAP.EJO EM QUA8I TODAS AS PHABHACIAS DE TODOS 08 rAIZEfl
u Um cheiro esq*oisito
S. A. H. a Duqueza da York.
s White Rose
Suave e delicado odorfero semelhante propria Rosa.
O mais delicioso de todos os Perfumes
O d'ATKINSON o nnico verdadeiro e original
Os Perfumes Inglezes de Atkinson
sao muito superiores s outras fabricacos; conservam a sua forca inteira e possuem o
cheiro delicado das flores naturaes :
0P0P0NAX, FRANGIPANE, ESS. BOUQUET, HELIOTROPE, JOCKEY-CLUB
e todos os aromas preferidos.
A i4fiU > Amm T*m4a^SfloT A outhenticidatle i guarantida palo htrtln azul t amarello.am
CaUteiar-SQ ClaS lIlllLa^OBSI forma de e,cudo, e a marca de fabrica .(WHITE ROSE t.
km todas as casas de pebfcmeibos e a dos ZABUCANTES. 1. & E. ATKINSON, 21, Od Eond Street, Uodrei.
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do qua os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia- Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencie ,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iaosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
^Mtoe em Pernambnco: C de EMjari.i e Prodaeto* Caiiuico;; FAttU S0BR330 4 C*e as triiicipus KurEjet"-
Lleanelada pela laipaetoria de H/liene do Imperie da irazil.
OPSULAS de SNDALO CITRIN:
Preparncio alfruma mala stficaz oontra aa
MOLESTIAS SECRETAS
io que os famosa Captulas univeraaltnettte reeommrndadaM pelo Mrdicoi.
Urna caA ooia instruocoes compteUf para tretamento) can gerlmenU dentro de ama lunana.
BVAMS, BOMB C; m UTBRPOOL. MVAMB, LKBCHMX 4t WMMM. .m bOHDKEB.
________________________orroni-ro* im tod. a hlclf ais f.RM.CT.______^^^^^^^^^^
Por ser
a mais pura,
a Peptona
CHAPOTEAUT
a tnica
empregada pelo
Sr.PASTEUR
e nos
laboratorios de
Berlim, Vienna,
S. Petersburgo
e
na Marinha
Franveza.
K__________________M
EFF.CACIA e ACCAO RPIDA
VINHO CHAPOTEAUT
com PEPTONA PEPSICA
A Peptona, o resultado da digesto da carne de
vacca pela pepsina como pelo estomago. Com ella
nutrem-se, sem nenhum outro alimento, os doentes,
os convalescentes e todas as pessoas soffrendo d'ane-
mia por perda de torcas, digestoes dificeis, repu-
gnancia dos alinidntos, febres, diabte, tisica, dysen-
teria, tumores, cancro, molestias do estomago e do
figado causadas pela habitacao dos paizes quentes.
Este Vinho o mais poderoso de todos os alimentos.
chapoteat, Ptarmatetico, B, rae Mnm, PARS, e ei todas as Parmaclas.
CADET
CURA
EMlRrS-DIAS
[PtBDenain?]
pars
Deposito as principie* PtwmaciaS.
ii&SS&Pit]
3n *
i
B repreicotifxa oa economa FEHRO UVAIS :meoteo Erro contido Ex pe rim e otado pelos
rincipaet medico do mondo, puta \
unmediatamente do aaogne, nao occa-
liona pristo de ventre, nao cansa o
:*.jmapo. cao ennegrec os denles.
tusca- rate n;tas en osa caaida.
Iiiji-u a Tirsidir larca.
Vende se em todas as Pharmacias.
Ptf Itiir: 40 4 42,r. St-Larare, Paria.
Molestias da pello
Elixir Depurativo
Do iy CAZENATB
H-MEDICO EM CHEFE DE HOSPITAL DE BAO Lili
(DOENCAS DA PELLE)
Este Elixir representa as ultimas
conquistas da sciencia moderna e cons-
titue o mais poderoso depura-
tivo e renovador do amngum
que se conhece. Emprega^eompee
com successo as segaintes molestm :
Dartro. I PityTiaalS.
I Prnrldo.
I Ulcerado*.
I PaorlaaaB.
HarpM.
Kaarofolaa
Syphtls, 0 todo oa
ntntmoU d*a affeccom
Duporito PARI3, 8, roe Irlaatu
am tema a unmaa
PSTILHAS PEITORAES
DI SUCCO B'ALFACE I LOURO OEREM
de aUIHAULT & O1*, ftm em Pars
Admlttldo n nota phermeoopa oftolllda Franca,
ApproratlopelaJjntaCntraldeH/ilenedoBratil.
Soba formad'um eonfeito d*lioo,
tomado com prazer, tanto pelas crean-
cas, como pelos adultos, estas pas-
tilhas contm os dois principios
mais calmantes e inoffensivos em
materia medica. Empregam-se
com o melbor xito contra:
Toaae, I Holaatias do Paito,
Defluxoa, I Catarrho-Epidemieo,
Catarrhos, i Ronquidao,
Doenoat da Garganta,
Bronchitei a Coqueluche.
pars, a. ntTK v/viww*nf
sita FhOtcirAii musuiacia
Varis, SI. roe Drouo.
rbAmtau.
Ama de leite
Pracisa-se de una, prefera ose de cor pre*
a : a roa Larga do Rosario n. 9, rekjoarla.
Ama
Na roa do Ligamento o. 7, pre
ama para cosiabar e maia ser
familia.
Sementes novas de hortaligas
Completo soriImPDto.
RA E3TREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Po9as Mendes & C.
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Compadre V. dlea-rre oede compra gneros
para eoa deepeosa?
Re ibe digo: ba amitos aDDOS qoe compro
ra ora arruaiem, e rao me cooata que dId. ofm
ejatnl bem eervido tm oolra rart ; fenrro
iii,porque eacontro o qoe preciso, doq a nota
e mapdam-o>s todo a meo gesto, ja v neeU
coodico esloo aatisfeito.
Em precoa oao ba qoem yenda mais barato
todos oa ganen eao de primara qaalidae ; a
bfla manteiga, o bom cha, o bom qoeijo de di-
versas qoalidtdes, o bom vigao de mesa da Ser-
ra da Estrella, o bom irho do Por.o <'a mala
balxa a mala alta qoaliiade, os bons llcorea o
oom champaba', Ro-lm-ote todoqoanto senode
doejar para orna b* despensa;
E teem tambem um comrleto sortimento de
obras de vimes, t:om s pras, balalos para papel, roupeiros, be'coa
lindas radeirss.
Obrigado rompadre pelo ne me diz, porque a
r vida eat mullo cara, vou mandar comprar o qua
i preozar nesse armazem. Pu:s mande compadra
' que ba de Hcar satisfetto.
Olbe o antigo armaiem da
Pocas Mendes & C.
RA ESTREITA DO RO-AKIO (JUNTO A
IGREJA)
Sei onde compadre.
Fabrica de espiritos
Vende se, de orna pe?aoa qoe se retira e a
capital, urna fabrica de espritos completa-neole
a.ontuda, com porto para tmbarqae, tiran i o
voutade do comprador a aequisico do predio e '
suas dependencas por veada ou arrendamento :
a tratar na ra Duque de Caxias o. 72, primeiro
andar.
"rSitio venda
Na roa doa Pesradores o. 29, dao-se intorma*
(Oes, das 10 oras ao meio da. sobre om mag-
nifico fitio venda, s;tua 'o em S. Jt da Lvge,
no Estado de Alagoas. O mesmo sitio tem casa
de viveoda, grande -.omero e cafeei-08. co*
qoei'os, etc., produiid grande reodimento
annual.
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Precisa se de um criado
' 28, hotel.
Criado
no becco do Padre
Prevenco aos incau-
tos
O bacbarel Amaro Ponseca de Aibuqoerqoe e
sena Gibos, o bacnarel Salvador Celso de Albo-
qof rqoe, D. Maria Albertina de Aiboqoerqoe e
Amaro Artbor de Aibuqoerqoe, o primeiro c i
n.-ufroctoario e o- segundos romo propriet^rios
do solo do terreno que o Raneo de Crdito Real
de Peroamboco pretende levar em basta poblica
pelo ieiio de Jaboatao, no da 29 do correte
mea, como perteoceote a Hctor Rectoora e ana
molDer, eod acognominaco de Bella Vista, pre-
v oem aos ioteressados que o predido terreno
rj tem 9,800 metros qoadrados, pois qoe pelas
eecriptoras de aforamento primivo a Maooel
de Souza Bote no, cartono do Ibbeliiao Valois, e
a seeooda da venda da posse deste ao mesmo
Rectcors, cartorio do tsbelliao Ramos, se lera
qoe dito terreno contm apenas dozentos e cin-
coenti palmos, acompaobando asinaotsdade do
precita' o terreno, que asstm jmala poder ser
quadrado ; bem como ce le olo exista nem
existe bemfeitoria de especie alguna, sendo
para notar qoe o indicado Banco se deizasae
i iludir e Olease hyrotbeca pela qoantia de doos
contos e qo.nbentos mil ris III Oa propnetanoa
(ario, em julzo, valer seos direltos.
Bolo americano
8*000 o kilo
Z. Mello Bisel, roa La'gi do Rosarlo n. 40.
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4o commercio
Oa abaixo asslgoados declaram ter di=eolvido
arcigavelmcnte a aocledade que girava nesta
Draga roa do Ctbug o. 7 A sob a lirma de
F-anciaco Vieira &C, retirando-se o socio Fran-
cisco Vleira da Silva indemnisado de aeu capi-
tal e lucros, flcaado o socio Venancio Labatot
de pisse do activo e passivo.
Recife, 10 de Ootobro de 1893.
Venancio Hemeterlo Lobo Labatot.
Francisco Vieira da Silva.
Ao comaiercio
Antonio Arcellno de Miranda, retiraado-se
temporariamente para fra do Estado por in*
commodo de sade, avisa a todas as pessoas
com quera tem tranjaccOes, que deixa encare-
gado de todos os seus negocios o Sr. Jos Cala*
do de Hollaoda Reg, com qoem se devem en-
tender.
Qoipap. 16 de Outubro de 1895.
Antonio Arcelino de Miranda.
Ourives Oc-
culista
1YEOD0RO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com officlna de ourives a ra das
Larangeiras o. 1, avisa aos seus freguezes e ao
reapeitavel publico, qoe maotm officlaes hab.
lltadissimos para execo{3o de qoalqoer trabalbo
cooeernen'e a soa arte, especialmente cravacOas
para brilbaotes, oculos, penclnez, rconocu;
los, etc.
Ooora se, prateia-se qoalqoer metal, oncer-
tos em l( qos de madrepero a oo cutra qoalqoer
especie, garantindo prec/s n odeos.
Ra das Larangeiras n. 1
- tmaml
Roda d'ag'ua
Preclsa-se comprar urna roda d'agua, de fer-
ro : informac.6es a ra Ped o AJT'aso n. 14.
Vende-se baratissimo
Um cavallo, 2 bois para carreca, S novilhos, 1
vacca e 2 vitelos: a tratar na roa do Livramen -
o 0.16.
VINHO
V1RGEM
DO
Gaixeiro
Peclsp-e f um run o de *a
com p-a'i ne molban g e q^e
de soa coooocta : oa ro< ^e
Sementes
rn i",
C uia i"
li
.e Kortul c/-*s
Coov- fl r d la ru ct, olla ai ''*,
troncho ia. repnlbo, 'banet*-, oaboa, alfa -
noorai, rbco'ia, Misa ve de ge oa oa
Racgel D. 25.

d<
Corupaiihia Exploradora
de Pr ductoj Calca-
reos,
'M Virg*"n de Jrtgirie
A 90OO a barrica
Para o tubrico do aaucar vende- e n
C mpaithia Exploradora de ProdoctoB
Calcreos ao Caes do Ap' lio a. 73.
DOMO
Marca J. D. S.
Especialidade no ge-
nero
Preco
5.' OO^OO
1. 50^000
Engarrafado 1 OOO
Tcnde-se na ra do Bangel
o. 5,
Albino Jos doa Santo.
Aviso
Antonio Beierr Cavalcante d^ Aiboqoerqoe
testameoteiro e iBVeotarlaote doa bens do oaao
A^olpbo Stals^mback avisa a todos os creaores
do mesmo finado que ibes flea marcado o praz
de 60 das impror. aveia para promoverem 2 o
direitos Recife, 8 da Ootobro de 1895.
Antonio B. Cavalcante de Aibuqouerqne
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assignadoa, carne de pri-
meira qualidade, dos talbos da ra Mrquez do
Serval i s. 27 e 2, e Gamboa do Carmo n 1.
Este prego soffrer alteraco pan mais oa
para menos, sempre de accordo com os preroi
do gado as lera-.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Fiuza Lima & C
Cal Branca e Vi r-
gem de Jagraa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade,e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu arniazem do caes do
Apollo n. 73._________
Gaixas de msica
Nova remesa receben a relojoarla David
roa do Cabog o. li com daogarinas, figuras
diversas, taaborea cas aobolas e tmpanos, a
melhnres que exist m, tem de 2004, 250!, 3004
50 04000 na ru* d) Catinga n. 14._______
Liquidado
A loja Pars n'.lmerica ten-
da de liquidar diversas f-
endas de modas chama at-
tenefto de seu fregueses para
grande* abatimeatoode preeos.
Ra do B. da Victoria t J
Pernambuco


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Diario de Pcrnambnco Domingo ftOde Outuliro de I8G5

DAO
10:000S000
A quem provar a nao authenticidade de qualquer dos attestados infra a favor do
PEITORAL DE CAMBARA'
.TUBERCLOSE PULMONAR
Illm. S. J- Alvares de S:oz SoartsPel>
UbLevo so eonbecimmto de V. S. o seguate
' cban Rio de Janeiro, ful accorometlldo de orna poeo-
mooia, resonando ficcr sffectado dos pulmOes,
e tendo loostltado diversos mdicos, taoto bo-
meopa b?s como silorathas, nao obtive melho-
rzs aecharos*, pelo qoe me si onrigado a ir>-
terromper meas estados e voliar ao selo de ml-
nba familia nesta caoi al.
geodo mandado lusDecdooar de saude por
ordem do commando das armas, fai jaigado in-
capaz para todo servigj do exe'Cito por sotlrer
de tubercnlose pulmonar.
Vendo que nada consegua com os mdicos,
recorr ao Peitoral de Cambara* e com algn-
frase s desle maravilboso preparado flqael coa -
pletatneote restablecido de tao oerigosa ene'-
midade, cansando pasmo *3 pessoas de mioha
amiaaie, qoe julgavam-me incapaz para lotar
com a vida.
Kuito grato me manifeatar-he o nr>o reco
nbecrred pelos resoltan s qoe colbi com o ten
precioso prepa'ado, poden'o V. 8. tazer de.sta
cart o oso que Ihe convier.ftsol Cesar Fer-
reir da Cruz. B lm (Hra).
BP.ONCHITE ASTHM TICA
r Illm. Sr. Jos Alvares de Soma Soares-Pe
IotasCom a mais viva satisfago lauco mo da
pecna para dar-lbe noticia de urna importada
cura realizada pelo Peitoral ae Cambra,
qoal servir de grande utilidade para a bumaai-
dade soffredora.
Ha cerca de cinco anuos peseoa fe mtnba fa
milia aerjava-se lacada de brnncbite 88ihmatic,
qoe rail.-roe viver debalxo da mais acerba do>,
nao obstante baver elh osado por longo tempo
mnios preparados e receitas medicas iodicada-
para esse fitr. ,
Lendo, porm, o Jornai ae Noticias, desta
capital, selle deparon se-me om aoouocio de
Peitoral de Camrar. em que eram relatados
08 eus efficazes t tirito?.
Em vis'a disto, resolv comprar o preparado
e dei-o doente. qoe apenas com doos fraBeoe
reetsbeleceu-se completamente do lerrlvel in
commedo que pir tanto tempo a perseguir.
Sorprebendido por t; adrxlravel cora, com (
corago repleto de immensa alegria, nao cess.
de fazer votos pela prosperidade de V. S.,
quero a bomaoidade soff.edora tanto deve.
Auto-i: ando-o a faier destas linbas o upo que
lbe convier, sobscrevo-me Da V. S. alenlo,
ventndcr e criado,Jos Carneiro c
Reg. (Babia).
HORRIVEL TOSSE SECCA
Sr. J. Alvares de Sooxa Soares. Pelotas
Tenho a satis(3cao de dar lbe meo* agradec-
meatos por urna c ira qoe acaba de realizar o
Peitoral de Cambara.
Ha doos anoos mioba mnlher sonra de urna
horrivel tosse secca, acomoanbada de dores no
peito, fazeodo-me de todo perder a esperanca
de seo restabeleciweoio, pois oao poseo expli-
car-lhe a p rcao de remedios que oscu, recel
tados por mdicos deala cidade, sem colber re
soltados satisfactorios.
Casnalmeoie. veic-me as maos um folbeto do-
qoe V- S. poblica e, lendo as coras realizada*
en doeoc semelbantes de minba moihe-.
resolv fazel-a experimentar o Peitoral de Cam-
bar, com o qoal resiabelecen-ae completa
mente.
Pode V. S. faxer desta o oso qoe lbe convier.
De V. S. amigo, criado e obngadoJoaqoim
llvea Cavalcaoti. Fortalea, (Cearj.
BRONCHITE DS 30 ANNOS !
Illm. Sr. J. Alvares de Sooza SoaresPelo-
tas Soo immensaroeote grato a V. S., nao
pela delicad-za de offerecerme o seo preparado
Peitoral de Cambar pa'a curar-me de orna
rebelde bronebite qoe me atormentava ba mais
de 30 annoa, coco pelo fe ix resoltado qoe ob-
tive, tomando asse c.ravilbOBo remedio, qoe
me restabeleceo de orna eafermidade que jo'g*-
va incuravel, atiento a miaba idade de 71 anoos
e a estar atacado na occasilo de ootro incommo-
doa iofloenia.
Sirvam estas linbas de testemanho de mioba
graiuo. J So Coelho de Queiroz. (Cidade do
Rio Bonito, Estado do Rio ae Janeiro.)
TOSSE ASTHM TICA
Illm. Sr. J. Alvares de Sooza Soa-esPelo
tasSiH-eio ba qoatro sdoos de urna tosse
aatbmatica, e nao colbendo dorai te esse longo
espago de tempo melbo-aa con 08 moitos r. me
dios tidos coi o efficazes qoe me rectitaram o*
med eos, refolvi abaDdooal-oa e experimeoiar o
Peitoral de Cambar, toveoco de V. S.
Logo ao prlmelro (rasco sebei me com om ai-
Tlo eurrrebendeo'e, e, qoaodo acabei o tercei-
ro, es'ava completamente restabelecido, aire-
eotaodo boje orna robostex como talvex nunca
pomlne.
Com praxer sffirmo que n Peitoral de Cam-
bar est cima de todos os remedios conbecl-
dos para a astlima, bronebite e molestias pul-
monares.
Testemoobaado lbe o meo recoohecimento por
lio importante cora, aotonac-o a fasir desta
micha declarago o oso qoe lbe aproo ver.
obscrevo-me, com alta estima e cosideraco
Be V. S. amigo, venerador e criadoManorl
Cavalcantl de Albuquerqoe. (Pilar das Ala-
goas.)
o qual alcancfel o resulta !o que ba moito alme !
ja-i, e por 880 doo a V. S. sincero! parabeos
oelo ata maravilboso descobrlmento, ffzento
o os para qoe a hemanidade soffredora encon
tre oo seo preparado o aluvio qae experimeo
le. De V. S. -atiento, venerador e criado
NeBiorio Ao'.oaes Pereira. (Bah'a.)
CONSTIPACAO E T J*SB
S-. J. A. de Sooxa Soares Atacado de u ra
forte coostinagSo acompaohada de toiae e te?do
tomado varios remedios sem o menor provelto,
a cooselho de om amigo, experimenlei o seo
Peitoral de Cambar e tao lisoogeiroa foram
os efiMtos. qoe coatiooet a osal-o at reatbale-
cer me completamente, pnodo de parte os 00*
tros preparados.
A varios amigos atacados do mes-no mal te-
obo julgado prestar om servico recommeodin-
do-Ibes o sea peitoral, que om verdadeiro ai
livlo para os doentes.
(ju-i-a aceitar minhas felicitacOes por to til
descoberta e creia-meDe V. S- atiento criado
e obrlgadoArtbur Oacar (General de briga-
10.
BRONCHITE ASTHMATICA
Illm?. S-s. Silva Gomes s CRio de Ja*
Janeiro Feliclto-me por veraononclado em
casa de Vv. Si. o remedio denominado Pe.*
toral de Cambar.
S. ff-eodo eu ba tito meses de urna bronebite
astbmatica, que nao me deixtva dormir, e, sem
que os meaicos a consagolssem debeilar, pois
pols j a julgavam ebrooica, resolv comprar em
casa de Vv. Si. o precioso medicamento e prin-
cipiei a tomal o, observando cuidadosameme a
dieta e reg'men recommeodados e proscriptos
oos impressos que o acompanDaram, e oo Om de
pooco tempo, depois de ter tomado alguna (ras*
coa. acbei me completamente corado.
Grstiesimo a< s iotroduciores de^te.maravllbo-
so preparado, i e?o-lries que dem pnblicidade a
e.-ta mioba declaragSo, Dar delfa terem conbe-
;lmeoto todos aqualles que soffrerem da mesro.i
molestia.Joo At-tonio da Silva. Barreado
(Minas Geraes).
PRINCIPIO DE MA TUBERCLOSE
Illm. Sr. J. Alvares de SouxaSoarea-E* com
erando prazer que commumeo a V. S. qoe,
tendo eaiado ba doos mezes cera urna tosse re-
belde, a poo'.o de nao me delxar dormir moitas
miles, coDBoltei diversos clnicos desta cidade,
os qoaes disseram que en eslava com um prio-
cipio de tubercolosd.
Parto j de tomar diversos medicamentos
sem provelto algoro, lembrel me do sen Pei'o
ral oe Cambar e, fazendo oso de 6 vidro-
creio acoar me complaiameote restabelecido,
valo n&o ter mala lo.csa oem febie, etc. ; e por
Iaao pode farer oso desta como ibe cooier, a
bem da bumaoldade.De V. S. criado e obrl-
gadoFrancisco Jos de Barcel.os, I. empre-
ado da Pbarmacia Delgado, a roa Jos Ourives
o. 31 (Ro de Janeiro.)
BF.0NCH1TB E TOSSE ASTHMATI'JA
Ilm. Sr. Jo Alvares de Souxa SoaresTem
e8ti por bm sclentitlcal-o de mala duas etplea-
didas coras de vidas ao seo precilo Peitoral de
Cambar.
Por occasiao de effrctaar-se om basar em
beoecio da Bibliotbeca Pnblica Pelotese, fo:
atacado de orna forte bronebite que me leven ao
leito. Vendo-me proatrido e desejtodo o
mea restabeie^imeato o mal prompto poseivel,
dtlibere-i osar o Peitoral de Camoar, e o i
com tonta felicidade qoe, oo lerceiro dia da mo
lestia, pode reassomir as miobas funcgOsa de
bibliolbecalo daqoelle estabeleciroeoio.
Na mesma poca foi mioba fllbiaba Joliela
atacada de ama tcase impertinente, com car-
cter astbmatico, s applicaodo-lbe eu o mesmo
tfhcas medicamento, vi-a reetabelecida em poc-
co8 das. Sobscrevo-me, etc.Francisco de
P. Pues. (Pebtas.)
ASTHMA EE MUITOS ANNOS I
Sr. A. Das de Freitaa Valle Itaqov (Rio
Grande do Sol Sendo V. S. o agente nesta
cidade ao Peitoral de Cambar, do 8'. J. Al-
vares de S. Soaree, de Pelotas, alrijo-lbe a pre-
sente atim de attesiar que, soffreudo mioba mu*
tber, ba moi'os annoa, de astbma, e agora e
cem o oso coostaote do referido medicame&io,
ticoo radicalmen e corada.
Pdsso o presente attestado pira ter o ensejo
de recommendar Ido beoerlco oreparado s pea-
soaa victixaa dessa cruel eofermidade, Ocanic
V. S. para tal fin autorisado a fazer desta de
ela-aco o oso q e lbe convier. De V. S-
attecto, venerador e obrlgadoBasilio Pereira
de Atbayde. (Estaucieiro.)
TCSSE SECOA COM D0RE3 NO PEITO
O abaixo astignado atiesta, a pedido de sua
comadre D. Rosa Marta da Conceico, com idade
de 38 annoa, constituigo dbil, costureira,
moradora nesta cidade, qoe principiando esta a
Sitlrer, ba perto de doos anoos, de orna tosee
secca, com dores oo peito e costas, respirado
emoaracada, no maior extremo da debllidade e
sem nuoca ubter allivio com os m Mtos remedios
que usoo, fleoo radicalmeote cupada com o Pei-
toral de Cambara., preparado do Sr. Jos Al
vares de Sooza Soares.
E seodo o referido verdade, tambem por mim
o atiesto, a bem da bomaoidade sofeiora.
J.'So Coni Peixoto. (Ourives eslabelccido em
Pelotas.)
COQUELUCHE SEM LL1VI0
A abaixo asaigoado atiesta, a bem da buma-
Didade, que teodo sido, em Dezembio pausado,
atacados de coqueluche -eu? netinbos Aatooio e
Dejaoira, e sem terem podido obter alhvio .om
o tratamento de ajn illua1 re medico, dea Ibes o
conbecl Jo Pei oral de Cambara ao Sr. Jjso
AlVrea de Sooza Soares. e com qoatro vldro-
deste efficaz remedio, ncaram completameole
re8t;belecidos do ternvel soffrlmeato. Mana
Jos R. Barcelloe. (Pelotas.)
C0NSTB?AgA0 E TCSSE
Eo, abaixo assigoado, attes'o, a bem da bo-
maoidade, qoe foi atacado de ama constipar>
acompaabada de tosse dea'speradora, qoe m
possibiliuva-me dt- escrever e nao me deixava
con Sem ter ailivio algom, laocei mao do Peitoral
de Cambar, depois de ter feto ao meo esto-
mago uroa completa pbarmacia, eso este im
portad; medicamento removeo os sotlr.meato
que lauto me .-iiormeotavam, dndome, tioal
mete, o descaoco "da ootte o o somno mpa-
gavel.
E' dever meo agradecer ao Illm. Sr. Jos
Alvares de 8euxa 8jares lito importante deseo*
berta. Por isao, lenbo recommandado o seo
preparado a diversos amig .s, e o recommeoda-
rei sempre a todas as pessoas qoe, por fatal da-
de, soBrerem de molestias p-ovenien es de con-
st picoas...ulyaopio de Assumpco Oliveira.
Socego, Mioas Geraes).
BRONCHII'E CHRONICA
Illm. Sr. J. Alvares de Sooza SoaresTenho
a aatisfagao de escrever aV. S. para participar
lbe qoe. soffrendo eu ba mais de qoatro annos
de bronebite que me (razia a maior parte do
tempo prostrado oo leito da dor e, usaodo do
8ea abencoado Peitoral de Cambar, apecae
com meta dexia de frasees reslabeleci-me, e,
por isao, doo grapas a Deus por ter encontrad -
tao benfico remedio.
Disponba sempre de quam com maior es-
tima e coosideracoDe V. S. amigo affeicoado
e moito obrlgado- SiIvido Ribeiro. (Teoeoie
coronel ebefe de coo.abilidadu nal do Rio de Jaoei'o.)
FORTE PNEUMONA
Illm. Sr. J. Alvares de Souxa SoaresPelo
tasCumpro um dev r scieotlficando V. S-
de qoe ba tampos acbando-me atacado de um*
forte pneoc onia, recorr a diversos preparados
qoe os mdicos desta capital me aconselbaram,
tem obter melboras.
Por minba espontanea delibertcSo, resolv
experimentar o tea Peitoral de Cambari, com
TOSSE COM ESCARROS DE SANGUE
Levo ao coobecimento do publico mais um
trompbo aicangado pelo popular remedio Pet
toral de Cambar, preparaco do Sr. Jos Al
vares de Sooxa Soares, ae Pelotas.
Havia seis annos qoe orna tosse grave me
atormentava din e noite, fasendo-me oltimameo
te deitar < abordantes escarros de saogoe os
pulmoes.com certeza, acbavam se aCec'alos e
en teria iofalllvelmeute de suecumbir ternvel
tisica pulmonar 1
Um amigo, sabendo do meo estado, aconse-
Iboo-me o precioso Peitoral de Cambar, e
eomeole com o oso de doxe vidros desie iropor-
taotissimo medicamento, cone2oi corar-me
radicalmente, sentindo-me boje forte e podeodo
j entregar-me s lides de minba faxeoda do
Cer rito. Depois desle caso tenbo acooselbado
a maita geole o Peitoral de Cambar, e todos
teem colhldo resallados importantes.
Actualmente fax uso deste preparado com
moito aproveitamento, minba filba Neufridts,
que tambem se acba soffrendo do peito.
Faaenda do Descaoco, no Cerrito (Rio Grande
do Sul)Bernardo Jos doa Santos.
AFFECgO ULM NAR
8r. J. A. de Souxa Soares-PelotasAcban
dome ba 9 meses ss-iamente affectado de om
pulmao e j desanimado pelo nenbam resaltado
oblido oom urna ioSnioade de preparanoa ea
trasgeirre, pnociple ba 3 metes a tomar o
Peitoral deCaoDbar-
Aioda D&o eel termiado o 10. frasco e j
me acbo coaipletameote restabelecido.
Devo, pi-is, a esle poderoso remeti a mioba
cura, que ibe comma-ico para o qoe V. S. jol-
gar conveniente.Carlos Coato (pbotograpbo
oo Rio de Janeiro, s mas Santa Luzla n. fcl e
Ourives n. 10).
TOSSB VIOLENTA
Illm. Sr. Jos Alvares do Souza SoaresAta-
lado de urna tofse violent, pertinaz, teodo tido
por e pago de oito olas consecutivo, pala ma
aba, vomito3, a ponto de Hcar sufocado, lem
brei-me de tomar o seo precioso medicamento
Peitoral de Cambar e com om t frasco fl-
quei restabelecido, pelo que o fel.clto-
Com toda a eoosiderago, suba ere vc-me de V-
S. at enio e admtraaorCarlos Augusto Peixo-
to de Alentar. (Mjor de cavallana.)
BRONCHITE EMUMA CRIANZA
Illm. 8r.
Acbando-se
em paucos
rad calmee te corado com o uso de sen precioso
preparado Peitoral de Cambar.
Qoetra, por iaao, acollar os protestos de meo
reoonbei mento, podeodo fazer da presente o
oso que lbe aprouver. Son com estimaDu
Vv. patricio e criadoRodolpbo Taborda. (En
crozilbada, Rio Grande do Sol.)
INFLAMMAQO DO LARINGE
Illm. Sr. J. A. de Sooxa Soares.Pelota8
No intuito de prestar ama bomenagem ao m-
rito do Peitoral de Cambar, dirijo lbe as
prsenles liabas, narrando-lne urna importaot
cora realizada poraquelle afamado remedio :
Seodo accommettido de urna forte e pertinaz
inflammaco do laryoge, recorr medicina,
sem colber resoltado algum duraote quatro me
zes de acurado tratamento.
Acbaodo me bastante mal, em estado de cao
poder levactar-me do leito, pela miaba excessi-
va fraqoeza, lembrei me, em om momento felix,
de experimentar o Peitoral de Cambar e ro-
mecei a usal-o sem a meoor confianca, tal era
o desaolmo de qoe estava possaido I
Em pouco tempo, com a continnago do re-
medio, flqoei radicalmente carado 1 i
PoJe V. S. fazer des'a dedaracSo o neo qoe
be coovier.
Son com estima e conaideracSo De V. S.
amigo e criado obrlgadoJoc Marclnio Soares.
(Piratioi, Rio Grande do Sol )
T0S8E DESE3PERAD0RA
Illm. Sr. Jop Alvares de Sonza SoaresPe-
lotasSendo atacada minba esposa de urna tosse
desesperadora e de carcter grave, lancei mSo
de diversos preparados sem colber oenhom be
neflcio, e, tendo coobeclmeoto dos bous resol-
tados do Peitoral de Cambar, mandel com-
prar dous frascos deste sen preparado e com o
oso do primeiro lo<*o manfestaram-Be melboras,
sendo suffiejeme o aeguodo para debellar ce ra-
pietamente o terrivel mal.
Queira, pois, aceitar a expres-o do rxeu re
conbe 'Imento, podendo fazer desta o oso qoe
lbe convier. De V. S. amigo mao obnea-
do,Israel Aotcnio Cidade. (Serros de T^-
quary. Rio Grande do Sul.
BRONCHITE, R)UQUIDO E TOSSE
Illm. Sr. J. Alvares de Sonta SoaresPelo-
tas Ve: h:> peoboradlssimo dar lbe lou'ores
pelo sea beaeflco Peitoral de Cambar pois
tenbo-o applicado em pessott de mioba familia
era caaos de bronchl'ea, rooqoido e tosse agu-
diatima, colbeodo os melbores resoltado.', pelo
que soo incanBavel em recommeodal-o aos
doentes do apparelho respiratorio.
Aceite minhas feliC'lacfles e Dos o recom-
pense pela ana descoberta de tato allirio para
os qoe sofJrem. Jercoymo Acacio S. Cbu
quero. (Babia.)
TOSSE CAVERNOSA
Eu, abaixo a?aignado, declaro qoe, fazendo
duas pessoas da amixade de mofla familia oso
do Peitoral de Cambar, effectivamente tira
ram bons resolta los, Resudo coradps da toase
cavernosa qoe ba bastante tempo as alliigia O
tabelhao, Francisco Pereira Ramos. (Rio de
Jaoiiro.)
TOSSES E ROUQUIOOES
Eo, abaixo assigoado, morador i ra 8. Loix
Gooxaga o. 176, no Rio de Jaoeiro, atiesto que
nao e eu como todas as pe.'soaa de mioba fa-
milia teotoi sempre colbtdo os mais satisfacto-
rios resoltados com o Peitoral de Cambar, do
Sr. J. A. de Sjuza Soares, as toases, rooqoi-
dOes e mala affecg6es das vas respiratorias, e
por isao cao cessamos de acooselbar o seo neo
s nessoas de nossaa relac.Ce-,
E, por ser ve dida, firmo o preseote.Alfre
do A. P nbeiro.
TO^SE PER INAZ
O abaixo assigoado declara a bem da verdade
qoe. ten o sua seobora f-'ito oso do Peitoral de
Cambar, do Sr. J. Alvares de Sonsa Soare*,
ficou completamente rejtaDelecida oe urna tosse
per.ioaz que a affiigia.Joaqaim iiai Rodri-
gues. (S. Paulo..
TOSSES REBELDE?
Ea abaixo assigoado, coromer;iante pr?ga
general Oaorio, oo Rio de Janeiro, declaro que
taoto feto oso ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Jos A. d Sooza Soares, em toases rebeldes e
outras enfermtdades das vas respiratorias, co-
lbeodo seop'e os mais satisfactorios resultados
e Dem'aaaim qoe peisoas de miaba familia em
qoem tenbo (eiio'appl'.cago do mesmo prepara-
o bao coludo os meamos beoefleos resulta os
Alf.edo Caetano.
TOSSE ANTIGA
E j abaixo asalgDado declaro a bem dos qoe
solfrem de tosees pemoases qae teodo felio aso
de Peitoral de Cambar, do Sr. Jos Alvares de
Sooza Soares, Oque! reslabelecido de urna toase
que na mono tempo me fezia soffrer.Jos J.
agosto da Foeseca. (S. Pajlo.)
TUBER..ULOSE PULMONAR
Illm. Sr. J. A. de Souza Soares.Fax dous
anuos que fallecen mtuoa molber de tubercnlose
polmooar.
Poocos mezes depois, minba filba mais velba,
de oome Honona, declarou-se com a mesma eo*
fermldaje da mai.
Rdcorri a lodos os meioa aconaelbados por
mdicos e curiosos para a cora de mioba Hloa,
J. A. de Souza Soares-Pelotas- assim como j tinba feto para a fallecida ma, e
meu lbiaho Arcbmedes atacado l resoltado era sempre o mesmo: a molestia
de urna forte bronebite, flcou em paucos das carolobava a olbos vistos para o sen termo fa-
tal I O meu parele e amigo, o S\ major Jos
Manoei Barbosa, actualmente jaix de paz do 3-
disincto de Pelotas, e militas pessoas o'abi, sa-
oem des'.e cso desesperador.
Desaoimaau sem saber mala o qoe fazer, foi
instado por om amigo a dar a minba ooente o
seo elogiado Pectoral de Cambar e, coofesso
que nunca vi remedio t} maravilboso, pols foi
o qoe salvou minba filba de urna morte certa 1
J ae pode diser qae a tsica pulmonar Joo
ama molesfa iocoravel, q>e somba de todos
os meios aconselbados na medicina.
Doa-lbe ob meas parabeoB por esta grande
deBcoberta, e Dos o recompaoae pelos benefi-
cios qoe della fm resultado bomaoidade sol-
fredora.De V. S. etc. Delflm F. de Vascon-
celos. (Upacarabi. Rio-Grande do Sal).
T3SSB ASMATHiCA
O infrascripto, major reformado fio exercito,
alienta qoe, soffreWBo de orna tossa asmatblca
de mullos aonos. acba se restabelecido com o
uso do Peitoral de Cambar, do Sr. i. Alvaret-
de Sooxa Soares.Feroando J s da Gama Lo.
bo (Jjgoarao, Ric.Grande do Sul).
opin;oes MEDIAS
Damos em tegoids, em resarzo, a opinio de
multes distinetns nrediers brasiletros e eelran-
geiros sobre o Peitoral do Cambar:
... O Pei oral de Cambar om heroico
meio preventivo e om auxiliar no 'ratamento ds
tsica pulmonar, tao freqoente noBrazil...
D-. Unas A. da Silveira. Barra Mansa (Es-
tado do R!c).
...tem sido por mim empregado em di-
versas ffecgea das vias respiratorias, obteodc
semp-e os melbores resultados...Dr. Fran
cisco Mariacoo de Agolar. (Bdm rto Pai).
um excellenie balsmico e como tal o
tenho empregaco oos doentes de broncnites e
i fteccOes pulmonares, com grande proveiti tan
to mais por ser om exrectorante uave e efficaz.
-Dr. Antonio da Cruz Cordelro. (Parabyba
oo Norte )
... tenho o empregado remore com moito
bom resoltado oas molestins dos org~s respi-a-
torios e lem a proprledade de ser om medica-
mento de sabor agradavcl, sendo bem tolerado
pelas creangas, em cojas molestias de grande
efficacia.Dr. Jos Joaqaim Pereira de Sooza.
(Cidade do Bananal, em P. Paulo.) j
... aconselho sempre este preparado aos
que fofirem de broocoite, principalmente asib-
maliea.Dr. Geminiano Joa da Costa. (Par.i
... exerce acgo benfica sobre a mocosa
das vas respiratorias, pelo qae tenbo abserva
do em minba dioica,..Dr. Manoei Alves da
Costa Braceante, (Rio de Jaoeiro.)
... maoifesta sua aegao especial sobres
mocosa das vias respiraloas, por cojo motivo,
em miaba dioica medica, tem tldo eoorme
aceilaco...Dr. Jos R. Ribeiro. (Btlm do
Para.)
... tenbo-o empregado com resoltados im
porlaotisslmos em diversas aflaeges das vias
respiratoria*, sobresabiodo um caso de tuber
enlose incipiente qoe foi radicalmente coral a
por este preparado, em D. Virginia Mara Mon-
des, residente na capital do estado da Babia,
ro.S. Miguel n. 46.Dr. Alfredo Meodes Ribei-
'o>. (Babia.)
... tenbo-o empregado em diversos doeo
te*, blenlo excelleotes risoltados... Dr. Pe
reir da Motta. (dio de Janeiro.)
... om excelleote balsmico expectorante,
e como tal o tenho empregado sempre com bom
resaltado as affecgOes pulmonares-..Dr. Vi-
cente Cypriaoo da Mala. (Pelotas.)
... tenbo o empregado em molestias dos
orgaos respiratorios colbeodo os melbores re-
soltados.D.'. Fraocisco Alves de Lima Filbo.
(Piabryba do Ncr e.)
... teobo-o empregado com grande provai-
to as molestias das vias respiratorias.--Dr.
Pedro Cor.ia de Macedo. (Valeoca, Estado do
Rio.)
... tem ama aeco especial sobre a mpcosa
das vias respiratorias, curando ou alliviando
multas molestias dtstas masmas vias, o qae
pros cabalmente a sua creacente procura e
aceitac&ri, que anda nao leve i gom officlnal. D. Octacliio A. Cmara. (Pelo-
tas.)
... teobo-o empregado, com ptimos resol
tados, as bronebites e molestias do apparelbo
broocbo-polmooar... Dr. Baro da Milla Ba*
cellar. (I'ar) ,
... Acbo o moito importante, oSo s pela
efficacia de seus resultados em molestias do pei-
to, como tambem pelo agradavel sabor, qoe nao
faz repugnar o doeote msis delicado de pala-
dar.-.D;. J. Lala. (Antilbas.)
... empregeei-o com grande vantagem em
peseoa de minba familia qae soffria ba algnns
mezes de urna laryngiote, acompaobada de
accessoa de tosse ..Dr. Telasco de Gomen-
soro. (Miranbto.)
... teobo-o empregado com brilbante resol-
tados as diflerentes formas na oronchite e em
alguos periodos da tuberculoso pulmonar...
Dr. Lopes Pessoa. (Heclfe.)
n ... gota de pr.ipriedadea eme lenles e fac
lila a deapectorkgo'e o considero como excelleo-
te meio pata alliviar e corar a tosse qoaodo
convenientemente preacripto...Dr. Bara de
Itapitocsy. (Pelotas.)
om excelleote medicamento, emprega(
do com muito bens resuitades as molestias
oroncbc-polmco-res..-Dr. Se-afim Jos Ro-
drigues de Arauj. (Pelotas.)
... Tetbo o empregado com assai proveito
em minba clinira as molestias brencbo pulmo-
oares.. Dr. Fraocisco Aogosto da Silveira.
(Recife.)
tenbo-o empregado com o melbor resnl-'
lados as ditersas affecgOes das vi; s respiratori-
as, principalmente La bronebite catanbal das
creangas quando atravessam a crise da pnmelra
dertlg5o...-D>. Emygdio Bezerra Montene-
gro (Reclfe)
... teobo-o aplicado em mioba dioica com
graode proveito as diversas affecgoVs das visa
re-piratorias, especialmente quando ebronicaa.
Dr. Julio A. Camacbo Crespo. tRio de Ja-
neiro )
... foi ltimamente obrigado a langar mo
delle em minba clnica e jnigo-me boje habili-
tado para ffirmar qoe om dos melbores reme-
dios qoe em minba pratica tenbo roobeddo para
eoferraidades do peito e viaB rerpiratonas.. .
D'. C. Heoriqsoc. (Santa Victoria, Rio Grande
do Sul.)
... tenbo-o empregado cera resoltados van-
tajosos as molestias do apparelbo broncho pul-
a ooar, eobretudo as bronchltes ehrenicas e na
coqueluche.-=Dr. Feliciano Teixti-a da Malta
Bacellar. (Par.i
... lenbo-o applicado em diversos eses de
cfftcgfies das vias respiratorias e techo obtido os
melbores resoltados...Dr. Jos de Azevedo
Mala. (Parabyba do Norte )
El mdico-cirujano que suscribe, certifica
qoe el especifico titulado Peitonl de Cambar,,
del Sr. J. A. de Souza Soares, del Brasil, me ba
dado admirables resoltados ea el tratamiento de
las enfermedades del aparato respiratorio, espe-
cialmeoto eo Ub bronchilis crnicas.Dr. Joan
Peralta R. (Elqui, Cb.Ie.)
... Teoho-o aconselbado na mioba dioica e
com elle tenbo tirado resultados importantes no
tratamento das molestias broncho pulmonares.
Dr. Carlos Marcband. (S. Sabriel, R,o Gran-
de do Sul.)
... T.-nhoo empregado em minba clnica
nos casos de molestias br n bo pulmonares, co-
lbeodo reeuliadoa muito 8 tisficto-ios. Posso
ero vlrtode desees bons resultados, garantir a
efficacia deste medicamento, principalmente
quando estas affecces liverem lomado o cara-
cter decbronicidade... Dr. Luiz Joa Ce Arau-
jo Fllbo. (Sapucaia, Estado du Rio.,
... teoho o"oido ptimo resultado na ap-
pllcagSo do Peitoral de CarabaM'oas molestias
broncbo-polmonares.Dr. Polyoarpo A. Arapon-
ga do Amaral. (Po-to-Aiegre.)
... empregoei-o e com o melbor resoltado no
hospital da Sama Lasa de Misericordia as affec-
ge)es em qae indicado, e codiIco a empregal-o
com o mesmo resollado na mioba dioica civil..
Dr. Israel Rodrigues Barcellos Filbo. (Por-
to-Alegre.)
... tenbo-o empregado com feliz xito as
affeccOea caiarrnaes-brooebicaB... Dr. Jos
Bernardino da Cunba Biltencourt. (Porto-Ale-
V)
... ti ve occasiSo no Rosnecimento, acooselbo o seu uso com a
maior coofianja. (Formulario Iotercaci:nal
do D-. Pires de A'meida.)
... lenbo-o empregaCo com bom resollad
oas molestias do apparelho respiratorio... Dr
Agnello Candido Luis Fialbc (Parabyba d
Norte)
... teobo-o empregado na minha dioica ci-
vil, as ilecgoea broncbo polmooares, (hiendo
excelleotes resultados.. .Dr. Ceciliano Alves
Nazareih- (9abia.)
... na minba dioica civil tenbo lirado bons
resaltados com o Peitoral de Cambar, nos casos
de bronebites, nao e agudas como chronicas...
Dr. Francisco Hornera de Carralbo. (Babia.)
... tenbo-o empregado as differeates sffec-
ge.s do apparelbo reepiratori", colbeodo sempre
moito bom resoltado, especialmente em casos
de coqueluche...D.\ Antonio Cantoso e Sil-
va. (Babia)
..- ienh:-D empregado com proficuos resul-
tidosem todas as affecgfies broncbo-mi me na res.
Dr. Gnilberme Pereira da Coala-. (Babia.)
... leoboo empregado com ptimos resalta/
dos naB bronebites e molestias do apparelbo
broncho pulmonar.Dr. Fraocisco Toata Mello.
(Villa do Prado, Babia.)
... aprsenla um billo aspecto, pcssue
ebeiro e sabor agr la veis, qualidades ue, s
por si, ) sao de grande valor...Dr. Viera de
Mello. (S. Paulo.)
.. tenbo'0 empregado em todas as uani'
featsgSea broocbo'polmonares, sempre com 3>ag.
nlcoa resoltados.Dr. Btiilio R y mondo Ser
xis. (Manos, Amazonas )
t... tecbo-o empegado sempre com graode
proveito em todas aa molestias do aoarelbo
espiratorio.Dr. Augusto Serafim da Silva. j
rPelotas.)J
O PEITORAL DE CAMBARA, remedio sem rival para as molestias das vias respiratorias, acha-se approwdo pela Jmfa Cen\
tral de Hygiene Publica do Brazd, no Rio de Janeiro, autorizado pelo Governo Fedrale premiado com as medalhas de ouro daEsposico Bra*
zileira Allem, Academia Nacional, Academia dos inventores e Academia das Sciencias Industriaes, todas de Fraoca,e como premio especial da Ex-
posico Universal de Chicago.
V33NnaE--s3e :cst\A.s ^.xaNrcx^^oes 3PXXAjaxwxA.cxA.s 3e xaDaoGr.jv.oax.A.s
ET agrente e depositario n'este Estado a
-

COraiU DE DROGS RODIMS EHIHIGOS
24-Ra Mrquez de Oliida-24
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