Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18493

Full Text
I
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SOLX
labbado 10 de

bal
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Otihr de 1995
IIJME^O
RNAMBGO.
PB6PKIBBABB BS M&K@1I.!FI!BBIE0j& BB BARIA & BILEEOS
REDACTORES ANTONIO WTTRUVIO PINTO BAKDEIBA E ACCIOEI DE VASCONCFXL.OS e MANOEL. ARAO
w
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA ftP0RTE
. 81000
. (51000
Por tres mezes adan lados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso o mesmo dia..
30>000
1,100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
I x L.
-w _.
AV>
PARA OS {LUGARES ONDEASE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
. 33000
Por um anno adiantado
La Grange Batelire
36i5l&2C?. ; c .Po/ trimestre vencido. .
hr _____ Numero avulso de dias anteriores.
9*000
1200
Telegrammas
Rio le Janeiro, 18 d; Outubro,
s 3 horas e 5 minutos da tarde [recebi
do naestacSo sem designacao, e entre-
gue s 7 horas da noite.
No Senado leu-se hontem o parecer ao
projecto de amnista, vindo da Cmara
dos Deputados.
O mencionado parecer, que assigna-
do pelos Srs. Quintinu Bocayuva e Gil
Goulart, opina pela adopcao do pro-
jecto.
Na Cmara foi tambem hontem
lido oprojeeto do Senado autorisando a
intervencio federal no Estado de Ser-
gipe.
Continua na mesma easa do Congresso
a discusso do orcamento do Ministerio
do Interior.
O Sr. Casciano Nascimento tomando
a palavra, justificou o governo pela adop-
cao de Tamandar para ah construir-se
o Lazareto.
Em S. Pauio, por occasio do an-
iversario do Principe do Grao Para,
houve um banquete monarchista.
A Sra. Condessa d'Eu telegraphou aos
promotores do mesmo banquete nestes
termos:
Muito agradeco em meu nome e no
do principe as saudaces monarchistas
d:>s paulistas.
Santiago, 18 de Outubro.
A questao pendente enTe o Chili e a
Inglaterra acaba de ter soluco por arbi-
tramento favrav.:l Repblica.
O ministerio.apresentou sua demis-
s3) collectiva ao presidente Montt.
Em Valparaizo declaram-se em gre-
ve os padeiros da cidade.
O bispa diocesano acaba d&Jangar ex-
communho ao peridico Arsobispo.
Buenos-Ajrcs, 18 de Outubro.
Acha-se enfermo o presidente da Re-
publica, o Sr. Uribur, affectado de tu-
berculose pulmonar.
Deu-se aqui um grande incendio,
que destruio a fabrica de cortme deno-
minada Elisita.
Os prejuizos resultantes sao ealcuhdos
em dous e meio milhoes de pesos.
Lima. 18 de Outubro.
O ministro da Bolivia junto ao Gover-
no do Per retirou-se desta capital por
ord.m recebida de seu governo.
New-York, 18 de Outubro.
Sabe-se que hontem 'ferio-se em Ma-
tanzas de Cuba em combate entre as for-
cas revoltosas de Lucret e as legaes.
Estas f>ram destrocadas com perdas.
Lisbo i, 18 de Outubro.
Acaba de finar-se o Mrquez da Val-
lada.
Homem de grande importancia social
e poltica, preparam-lhe imponentes fu-
neraes.
Ha noticias de que em Ga assume
a sublevaco proporces^de alguma gra-
vidade, e a sto accresce, que perdeu-se
urna canhoneira, que sahira de Timor
para auxiliar na defeza as tropas do ge-
vernc.
Madrid, 18 de Outubro.
As noticias aqui chegadas di Cuba sao
46a Os revoltosos acham-se melhor or-
ganisados e esto armados de espingar-
das modernas.
Vo seguir para Cuba mais doze mil
homens, e nos Arsenaes aetiva-se o fa-
brico de armamento, para ser enviado ao
snarechal Martnez Campos.
Em Glasgow foram construidas canho-
fteiras por conta de encommenda do go-
verno hespanhol. e seguiro com toda a
urgencia para aquella Ilha.
Londres, 18 de Outubro.
Desenvolvere o cholera em Damieta.
Constantinopla, 18 de Outuro.
Restabeleceu-se nesta cidade a ordem.
nao sabemos qual a
o passado aos Esta-
dos a competencia de establecer leis proses
soaes, que antjriorinente era privativa do poder
legislativo oacioaal, foi revogada nesta parte a
lei da Refo-mu Judiciara, conferindo-ae aos
juizes distriette3, attrlbuices ISo differsntes e
j por tanto teoipo sepralas.
Foi ama reforma esta que anda esl por
comprehendar-se, sendo dBcn coohecer o mo-
vel que actuou no espirito dos que* confeccio-
naran! a constituigo deste Es'aio, que or-
dem de aperfeigoamento quizeram a'.tender, qoe
especie de logreases tiveram em vista salva-
guardar.
S nos parece que elles acharam lgico assim
proceder no intuito que lioham de dar a auto-
noma muaicipal tola a su latilude. Isto era
perfectamente coherente com a existencia de
urna polica municipal.
Rjformou-ae a udministrago policial, cojo
chefe passou ser o quealor quo diriga a aegao
policial, por intermedio dos sub questores, para
os quaes transferlram-se as attrbuicSes dos
delegados e subdelegsdos de polica.
Por este m^do, a administragao policial do
Estado conservo?) um centro de acc&o e de uni-
dad*, como nao poda deixar de ter, mas 03 jul-
zcs de distrioto que tinham ao metmo tempo al-
tribuices judiciaria?, fleavam em condic5es su-
periores aos agentes policiaes do E-tado, visto
delles dependerem todas as diligencias do pro-
cesso e os meios de agir entra os delinquen-
tas.
Mas a lgica pedia neate caso a suppressao
da administragao policial por par'.e do estado ;
mas reconhecendo-se, nao obstante, esta incon-
veniencia, cooservaram-o'a, tornando a, porm,
pra-ament nulla. Foi seguindo, todava, este
systeina, que mais tarde decretou se urna lei
supprimiodo a queatura, e que nao fot sanc-
ionada.
As prelengSes da autonoma municipal, nao
deveram ter ido lo long<, ao poni de ferirem
os interesses d'uraa boa orgaoisagao judiciara.
Nao procurou-se os meios mais propros para
conservar urna boa administragao da justiga,
amparando regulrmela os direitos uiivi-
duaes, assim fcilmente expostos serem vio-
lidos qnalquer momento.
Cjnlradigao esta admiravel do nosso espirito
reformista: avultar tanto a autnoma lo-
cal com o sacrificio da ind.vidual, base de
todas as autonomas.
Neste ponto o moviraento reformista tornou-
se claramente regressivo.
Ao passo que assim dava-se urna grande
carabina, c espionando Wiraung na occasiaoem aomma de impor ancia aosjuize3 de diatricto,
que tsie sahit de casa, desfecbcu contra o in a.se com ,je8({os'o a escolha destes juizes re-
feliz quasi a quema roupa, assassinando o na __ ______ ., ...
presenga dos discioulos, que vioham ter com cablr sobre o pessoal menos idneo que se po-
elle. da encontrar.
OcirurgiS) Delpech morreu pouco mal ou | ,
menos do mesmo modo que 0 anatomisla Wir- O juiz de diatricto que veio substituir o julz
sung: foi assa98nado a 9 de Outubro de 1832 mUacipal, paaaou a ser eleito pelos concelhos
li.lO rnlJLLiVtJ rUI LLill\ orientagao procurada, tenJ
3S lSI7fiE: U M&'A
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO X
OS MDICOS
BLACHEGILLETTE JO AO GIRARDJE-
NIN DE MONTGREANDR MAZET-
LA VAL LEN ROCES VESaLIO
IIARVEY JOS DOMBEY HORACIO
WELS.
(Continua(o)
A ilha de Zmtli ca a cinco leguas da costa
da Mora, em frente do gulpio deLepanio.
O infeliz Vesali), naufragando naquella iiha
inhspita, e arremeSado semi-morto de fone e
de canaago para urna costa deserta, foi se arras-
ando com > para o interior; mas faltan Jo-he
as forgas e todos os soccorros, all morreu na
miseria e no abandono. Um habitante de Ve-
neza, a quera os negocios levaram ilha de
Z'inlli, reconheceu o cadver do desventurado
Vesalio, e man lou dar Ihe sepultura calholica,
gr.vando-l .e n'uma lapide a segu.nte ia*
scripgo :
Tumulus Andro3 Vesalu Bruxulen^is
qui obut idibu-i octobns, anuo M LIV.
SSta is vero sua- qumquagejimo
quum Hierofoirmis rftduaset.
Harvey, (1) o grande Harvey, a quem a
8cienca devedorada descobeila da circulagao
do sangue, na > foi posto p^lo seu talento ao
abrigo das zombaras nem das hosiilidades dos
seus contemporneos. Qu-uido publicou os
principios da grande circulagao do sangue,
as ideas novas, que elle apreaeniou, enjontra
rara urna resistencia universal, apesar de esta-
belecidas sobre provas numerosas, sobre os re-
sultados da observado escrupulosa da natureza
e dos factos.
Aquellas i-Jas combatale as noges recibi-
das, e o celebre Gui-Patin, succes or de Rianat
no decanato da facuJdnde de medicina de Pa-
rs, feria com ironas inuitas vezes morientes o
inventor da circulagao do sangue O nosso
grande Moliere vingou o celebre physlologisla
inglez, e pintou Guy-Patn e a cua escola no
seu Malad- imaginaire
As rivalidades producidas por doutinas op
postas em medicina te n por vezes dado lugar a
crimes odiosos. O auntomsta allemo, Jorge
Wirsung, descolino em 161*2, o canal exterior
do piancreas, foroecendo assim ideas novas sd
tire a aossa constituigao anatomicae Wirsung.
adqairindo urna grande c;Ubndade, fazia som-
bra a un medico da Dalmacia, chamado Cam-
bier, qu exercia a profissao na mesma cidade.
Camoier contestou adescoberta do phisiologista
allemao e negou com energa a existencia do
canal pancretico- Wirsung confundi publica-
mente o seu adversario, e reduziu-o ao silencio
com a eloqui-iicia esmagadora dos factos.
O me icadalmata ficou de tal modo con ido,
que resolveu tirar urna vioganga ruidosa. Um
dia, leve a perversidade de -e armar de urna
por um tal De 1 pos, que Ihe den jd tiro. Se
Jo eph Dombiy nao foi assassinado como Wir-
suDg e Delpech, anda assim a morte trgica e
a vida accidentada que teve merecem que aqu
consagremos alguma liabas sua memoria
(l) Gulherme Harvey nascea em Folkstone,
na Inglaterra, em 1 de Abril de 1578.
(Contina)
DIARIO DE PERHA1BPC0
RECIFE, 19 DE OUTUBRO DE 1895
Organisaco Judiciara
Algumas innovagOas foram feitas, sob o novo
rgimen poltico, que procurando adaptar se
mais a forma federativa adoptada, nao produ-
ziram enlreteoto resultados satisfactorios que
vessem afirmar a sua prop-iedade, e eficacia.
Nao se teve em vista as circumslancias espe-
cies do meio sobre o qual se aga, estabeleceu
se principios absolutos e tirou se as saas ulti-
mas coosequencias.
A experiencia atibada um completo des-
preso, nao servia de conselheira aos que
iocumbiram-so de urna orgaoisagao poltica nos
Estados de accorio com as novas ioslituigOes ;
julgou se que tudo, como por encanto, resur-
gtria de modo favoravel a concrelisar nos fac-
tos as concepgOes abstractas, procuran io-se em
vez de um termo medio, o ultimo extremo do
que se tioba imaginado realisar.
Os que elaboraram a Constuigao do Estado
de Pernambuco, feram, nos intuitos de consa-
grar a autonoma muoicipal na nossa lei fun-
damenta', mais alm do que convinha, princi-
palmente, no que era coucernente organisa-
gao judiciaria.
Conservou se em todas as comarcas um juii
de diraito quasi qoe com as msstoas altribui-
g6es que tinham anteriormente, tasto civeis
como criminal, julgaodo em gru de recurso as
decisCes proferidas pelos juies de dtslricto,
que passaram acaumular attriboigei judicia-
ras e policiaes.
A modlflcagao feita na legislagao processual
anterior, certanente destacou-se dos principios
scienlficos qua regem a matvria.
A lei de 1841 que admitlio se meloso te irre-
gularidad, ja tioba sido reformada pala le da
Reforma Judiciaria de 1871, dopois da ter-ae
bem eomprebendido, que a accumulagao n'uma
mesma aotoridade da duas attribnigOes to in-
compativefi, visto que urna poidera e limita
ontra, era prejudicial s garantas dos direitos
individuis, e toroava quasi que impoisval o
tzercicio regular de qualqoer ama d'ellas.
municipaej, que s podiam escoltier ressoas
residentes nos mesmos municipios. Deate mo-
do as funcgOes da magistratura vieram ser
exercidas por individuos inteiramente inaptos
para eata mister.
Leigos, completamente extranbos sciencia
do direito, sem conbecerem as leis civis cri-
minaes existentes, vestiam a toga de juiz, alm
de serem a mais viva expressao dos vicios,
dos pejuizos e das i.trgis lo raes. Como
se v, falta de luzes para desempenharem a
grave tarefa que Ibes era dada, reuniam as
qualidades negativas de imparcialilade, i>em a
comprebensa j doi deveres da proflssao para a
qual foram improvisados o de modo inexplica*
vel.
Ora, como nnguem pode contestar, o exer-
ciclo da magiairatnra urna fuo:g&o do mais
relevaole Interesse social, e suppOe, como qua-
lidade indlspeosavel e condigSo absoluta, pre-
cisa aptidao, conhecimentos especiaes, que s
podem ser adquiridos com urna educag&o
qual devem sujeitar-se os que se propOem ex-
ercer um profissao anloga.
A magistratera nao pode ser constiluida por
urna eleicao, e neste ponto de vista 1 ao se pode
destingotr entre juizes superiores e inferiores.
0 principio o mesmo e suaa attnbuigOis com
oais ou meaos lalitude sao da mesma aatu-
reza.
A administragao da justiga, um dos mais
elevado! interesses de ordem social, urna con-
digio absoluta da vida dos povos civili.-ados, e
da conservadlo e estabilidade das sociedades
cultas, veio vacillar, e cahir finalmente
n'um periodo'de completa decadencia, desea-
volvendo um quadro contristador, fazendo pe-
recer a f na justiga, viciando se o que devia
ser objecto do mais acurado esforge para o
devido a per fe goamenlo.
B' daploravel o estado qie ficeu reduzida
urna instituig&o, que, pela sua gravidad* e im-
portancia exclua qualquer OUtra proocoupagio,
que nao fosse eleval-a altura dos fias para
01 quaes foi eslabelecida.
Os juizes de diatricto das comarcas do interior
multas vezes extranbos ao proprio alphabeto,
nem ao minos podiam escrever as suas sabias
sentengas, porque igneravam este meio de ex*
pressao do peosamento. O seus mentores
eram pessoas pir elles escolbidas para o cargo
de escriv&o geralmente mais apta* para o mis.
ter.
Eatretan'o, compele-Ibes o exercico de im-
por antes attribuig s ; oficiar oos procesaos
crimnaea at a pronuncia ioclusivameute ; fa-
jercorpode dilicto, inqulrigao deles temoabii,
^- -
sub-.itur os jaizes-de direilo nos leus leape-
dimanos. Donde resilla paralysagSo com-
pleta da justiga, por todos os lugares do i te
rior, o abandono manifes'o do todos o seus
interesses.
A aegao da justiga tornou-se moro a a lenta,
e longe de preenh^r os seus fins. Jaz por-
tanto, em completa decadencia^ administragao
da justiga, em grande parte do interior do Es-
lado, atrophiada por um viro profundo da ac-
tual orgaoisagao judie aria ; quo convem ab-
S utamente ser extirpado e quanlo antes
Estudar os meios de fortalecer a arga 1 da
justga, aperfeigoar o seu mechan smo sem
coropromelter as garantas dos direitos indi-
\iduae>, moralisar o que vai se abaleado ato
rpidamente com o esqu^cimento dos maiores
deveres cvicos, urna palpitante necessilale,
j 15o rsvelada por urna experiencia feita
reapeito de innovagdes, cuj s resultados, como
se poda prever, foram deploraveis.
Neste ponto as.-im como em oulros, ha ne-
cessidade de urna reforma judiciara, que ve-
nha expurgar a actual dos defeitos nella com.
prehendidos.
A escolha para laes caraos deve recahir so-
bre pessoas que tenham as melhores aptidOes ;
nlo s 03 conhecimentos e instrocgSo precisa
bastam, necessario ainda raoralidade. e acom-
preheoso dos deveres e da d gnldde do car-
go
Entretanto, as bases da actual orgaoisagao
do Estado, foram consagradas na sua coos i
tuig&o, neste ponto mais municiosa de que de-
vena ter sido ; ficando as.im um embarago
urna reforma salutar e tao urgentemente
reclamada para impedir a dissolugao dos mais
graves interesses da sociedade.
Cremoa que os poderes do Estado nao se
despreoecuparao de lentar os meios precisos
para fazer cessar males originados desta fonte,
dndonos urna orgaoisagao judiciaria forte
resistente s causas qce a podem airo-
pinar, elevando a magistratura altura de sua
missao.
convinha o restabelecimenlo dos juizes mu-
nicipaes.
Nao tem incompatibililade alguma com o
novo rgimen esta instituigao, conservada em
inultos fulros Estados dd paiz.
A elegibil dade de juizes a um principio ab
solotamente errneo, j abandonado, como urna
excrecencia das democracias, que ludo querem
avass-ilar ao seu poderoso dominio. A justiga
nao pode ser o efifeito da vontade da multidSo.
Se este principio fosse adoptado e seguido na
pratca, o poder judiclaro, que deve;ser o pe-
destal sobre o qual repose as liberdades de um
pavo, fazendo "justa applicagao da le e do di-
reto constituido, seria completamente abalado,
e tornar se-bia intil como funegao s.cal e ib-
capaz de subsistir por ,8ua propra daradencia,
e annullagSo ante os ftns para 03 quaes foi ins-
tituido, esterilisando-se no perfeito e pleno ex-
ercico das suas funeges, que ligim-se aos pro
fundos interesses da sociedade. Um paiz nao
pode ser livre sem urna boa magistratura ; esta
requer aptidao especial, deve constituirse de
modo, lornar-se uma|funcgao independente,
sem outro norte que a fiel exeugao da lei, a
aanutangao de todos os d reitos individuaes ;
superior todas as agitagSss e ordem de nte-
res extranbos ao seu mister, tornando se sempre
nm 8U>teniaculo da ordem jurdica, sem dege-
rar se n'um caprichoso despotismo.
0 juiz urna entidade, que nao se possue, a
sua vontade individual desapparece, para ser
substituida pela determinagao de motivos supe-
riores, que e subjugam e dominam.
Tanto nao se pode exigir talvez no nosso paiz;
mas 6 necessario fazer se lano quanto possi-
vel para a approximagao de um tal ideal. A iosti-
tuigao de juizes districtaes incompalibilisa-se
com as condigSsi necessarias para a organisa-
gao de urna boa magistratura ; convem elimi*
nal-a. Cremos que este peosamento j foi sug-
garido, encontrando porem o ebic* da disposi-
gao constitucional.
Prcgredir nao importa Innovar, muitas inno-
vag0a8 signideam o contrario do progresso, por*
que trazem a decadencia de dispones favora-
veis conaervagSo dos grandes interesses, que
devem salvaguardar.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da Justica e Negroelos
Interiores
Foi aposentado com lodos os vencineotos o
desembargtdor em dispoolbidade Antonio Firmo
FiKoeira oe Sabola, visto cont r mais de 30 ao-
nos deServlgo na magistra u-a.
Foi eiotegrado no logar de cafe de seccao
de maooscriptos da Biblioibeca Nacional o D-.
Aitooio Jansen do Paco, passas-io para a secci-
de lmpreesoa e carta* leograpblcas Jote Car-
los de Carvalo, que servia na scelo de icaio.
urlpto?. '__________
intateii* a Paseada
Foi reetiide A.ll**ega o Rio Graa.1e de
Norte o til lo declrorto de veociaaeito d^
laacii'vidade e qoe tem direio Jos Zicharias
Vieirs de Mello. uapector apostolado di exliocu
tbesotrari da fazeula t msmo Eitado. a par-
tir de Deaembro do aono pasado, ea que ees-
fon o seo exereicto no earo de gerente da res-
peciua Gsixa Eojoomica, deveaio ser le di
verba propria deepexe relativa ao exercicio
ae nal, e ilqatdedi oa firma d develo o,
10 115 de Janeiro de 188. a divida eonceroent-
ao exeraicio floto de 189i.
Foi comeado Mtlaquias Gbirlaad para o.lu-
gar de gereute da Cala B:onom'.Ca do altado
' Foi expedida em data de 11 do corrate,
sob o. 35, a tentte circular:
Tendo em cooilderaclo a coosolti qu", em
I l'.ramuj de 20 oe Jomo prximo pasaadr,
II igio a este Ministerio a Ii'pectorta da Alfan- I
lega de Ara aj, se pessoas que nao So com- j
coercante*, ne a despachantes geraes, pleml
d"spacnar mercndorlas Ct.mo donos, por meio dej
oahecimeotjs a ellas ei^'ossaioi po:. casas
eommer. iae<, daclaro tos r.j. ebefes das Inspec
gss a loane ras:
1, qop f se permita as Afaodegss e Mesaa
de canbaclmentos transftriios nos prpcisos ter-
mos dos art'. 361 e 587 do Cdigo do Goaamer-
10, com valor declralo, e pago o deviio sello
proporcional ;
2, qoe b5o inteiramente probihitisa de despa-
char as alf icdegas oes cas qoe n) eeilverem
Habilitadas, de coufo-mldade com o art. 161 da
Consolidagao, cono ja tem sido recommeocalo
por diversas vezes :
3", qoe o> meemos Srs. cb*tes d?vem cu rprir
6eimeLla o cisposlo no >". 19S do Reglamelo
de 19 de Selemiro de 1960 e mais d soos ges
en v gor, no que ioteressa polica Interna das
aif ndegas e suas depend ocias, aHm de qoe nao
se repr.iduzao os fictos crirnosos tao fr-qa'n-
emente socceidos era diff'enie? da meocio-
anas repartigSes e que lo graves prejuizos tem
cansado as rer.d a pub'iras e a moralldade da
admiotetrigao.
-------------^--------------
Ministerio da G ierra
Forao classiricados nos corpos abaixo, os se-
eoiots Ifr-ies :
l'bat lia) de iofanlariaAgeoor da Silva,
J )fto Manuel de Paria, Maooel do N'tclmeoio
P^relra de Araojo, Yiceoie Francisco de Alba-
ju-'iop, "ei.ja ulo Consian de Mello e Silva e
Octavio de Atevedo Coutinbo.
3 batilbao de lofantar.aGeoesio Machado
da Co-ta, Amelio Cavalleiro de Olive re, Antonio
C ndido V veiios Pinto. Lalz P>>-ei-a da Cosa,
Bjaveoiura Gji C'l'es de Abnu, II s-aog-nes de
Oliveira Porto e Mario Clemeoiino de Carva-
Iho.
4 bitaibo de inf ria, A'fredo D mingues di Silva, Carlos Costa
Riiim, Diooiedes Simpliciaoo Peielra de Souza,
Fausto M.n'.eiro, Fjraaodat de Medeiros, Fran-
cisco Horacio Goi-na-aes Velloso, He ri jee Luo*
reoco ae L'ma e Olvlo Ferreira.
6* baialbaoAugeio de Sonta Franco, Alf elo
Alipio Mtry Cordelro, Aoton'o Lniz Cavalcaoie
de Alooqeerque. Amallo de Souza Paea de Ao-
drade. Arthor Hao'ique Garca, Cyo da Silva
Diilro, Fraocifco Eoivcbo Gtlvio de Freitas,
Praociaco Liberal) Biltencou t Gulherme Ra-
bel; o Cruz, Herminio Silveira, Jos PaciHco Ru*
rtno da Silva, Aribor Pootes de Miranda.
7o oalalhacFausto A-neMco de Paiva, Frede-
rico Carlos de Agolar, Este vo Aodr Regia, Jo8o
Al ares de Azevedo (Jo i'.
8 batalnaoAngosto Eduardo da Silv, Carlos
Arltodo. Hago Ararioe, Joao Ramos Ferreira e
Pedro Figuel-edo de Almeida.
10 batalnt:AfTooso de Atboqaerqoe Reis e
S lv;i, Artbur Nooes de Moora, Lois Go zaga
dos Sanios Sarahyba e Leis Sombra.
1." BatalbaoAu'oai.-i Cocio Mr u-"s, Amo
oio Jonquim de Socza, C iJosla Jooior, Ildefonso Lalte Bastos, Joao Ca-
valcan'e de Albnqoerqoe Soares, JosPomio
Nones Fauao, Maioel Allomo Relck L m->, M
noel Heoriqae Cordelro Laoio-, Taeotooio do
Reg Tosceno de Br.tto e Vctor de Aodrade
Coet*.
12 BateiboManoel Joaooim do Reg, Pan'o
Emilio da Silva Sonto, Pomoilio Manoei Paolo
do Amarsl, Tancrdo F.mandes de Mello, Tni-
moteo Perelra Rea, Z ferino Berna* Graciliaoo
de L ma e Urbano da Silveira BolelDO.
13." baiaibao.Arn Ido Alve de 01 ve-ira Bel-
lo, Caeslo Paiva da Souza, Doxiofcos MoDteU
tp, Eaas Pempllio Pires, Firmo Jos Roln-
goea.
16 batalhSo. Antonio Rodrisuea Loorelro
Fraga Jooior, Anioila Mei'elles, Domingos Al
ves Pareira de Q iei'oz, Ealatio Jos dos San o?,
Fi-mino B-'rna-d no Alcntara Pacheco, Jaciolbo
I nado To-rcs Jooior.
17.* batilba:. Armiato Silveira, Aribo- Beo-
laxin Viveiros. Angosto Co-'a Lima, Ep mi-
ooodat Thebaoo Brrelo, Francisco Corri de
Macado, F eie ico Augusto Pagooaes, Joao Bap-
lista R)sae. Joaqu:m Hyppolilo de F-enas, Jul o
N^nes de Mello, Loiz Aogosto da T'iodade.
18." bauliao A-atidea Napoleao de Carva-
lb> Aribor.Coelbo de Sooza, Beojamio Serradon
rada, Faastioo Leorengo Basios, Frarescodo
varara! Cavalcante, Horacio Feroaodes Moris,
Joo Bar.tista Perei-a Meader, Joao Rodrignes
Teixeira Jo Ma-cilio Rodrigue?, Licurgo Esco
0 r Mo-eira.
1. batalbo.\dolpho de 0 iveia Ges, Car-
los Aoeust > de Abren e Silva. P anclsco Conra-
do do C0010, Francisco Rosigues Perara Bncio,
Fra ici-co de Souza Tamaoc'ar, Joao Heleodoro
d M randa.
2).o bataibSo.Adelno Guayo us Pyranna,
Amonio Rodflgoe- Footes Cortes, Geminiano Na
oes da Silva Riodon.
21.* b.tjlbo. -esario Pereira de Meaquita,
Eiysio Piolo de Araojo Rabello, Gnslavo Mana
de Andrade Sanllagr, Jaciotho Dias Ribeiio, Lau
Tel'amajt-, N lo Moreira Goerra, Paulino Julio
de Almeida Nuro, Terlallao) de Altoqoerqae Pe
tyuara.
22. balalhao. J0S0 Heleodoro de Miranda,
1 iSo Guiberme do Amaral, Jjo Vellsso Ramos.
Hildebraodo de Almeida F-eitis, Manoel Joaqoii)
je Saot Anoa, Pedro Cavalca.te de Aleacastro
V-sconcel oa. Virgilio Caoeido Salxas Syxphro
o'o de Ab o Netto. ______
23'batainae.Artbor Goffolo S rea, Ed-
mundo Hermooedes da Silv^, Manoel do Nisci-
ment Pereira deJJAraojo, Abel GiIvSo da Fon-
loora, Manoel Bolb6es Fairkiok, Ulljisea T-i-
x-ira da SUva Sarment, Jallo Procoplo Gal
24 batalnao.Alberto Loo de Aidrade,
Cvro de Magalbaea, Jos da S Iva Tjixeir-, M>
10 B-rllek. R'Oi Dowaley Canral Velbo, He^-
rlqoe Alo^rto aos Saotos, Igoacio Corre 1 de M -
25." batalblaAntonio de Sorza Goava S>
orioo, Aogusto Antonio de Moora. Flix Prao-
cisco Ltcet, Fernando Mario Pemandee, Fr.o-
cisco Ma-qoe3 da Silva, Jos Loiz Pe-eir de Vas-
coocellos, Looreogo Cardi t) de Miraoda. Lois Ir
oio Ferreira de Mendoog, Ar iodo Marques Sal
gado.
26 balalbSo.Alfredo Dantas Correa de Ges
28 b.talhae. Carlos de Birros Barrete, Fe-
liciana Piobeiro Ctrneiro Mooielro, Froaodo Coe-
loo da Silva, Fraoelaco Cesar de Vaeconcellcs,
Joo AneiUto da Silva. Jo8o Carlos Pomel, JaSo
Pnulo Hollaoda >avalcante, Joaqotm Jj8 Ploren-
ci de Moar, Joaqolm Cootiobo de Lima Meora,
Jos Yui-a Pacheco e Ostavlano Bnlo.
29 b.talho.Avelioo Jote de Midelros Cha-
ves. Flix Piolo de Arroda, Helvecio RO.to Be-
soneh.-t, Joai da Costa Piobeiro, J lo Lopes Mi
cbade Primo, Luis da Malta Pacheco, Maaoei
Ferreira do Bomflm e Silva, OtW.ldo Dloiz, Pe
dro Aogtato Menoa Brrelo, Pedro Gjmes 1
Froia e Silva e Tancrdo Nones da Sllv .
30 b.UlboHoracio Fraacis:od? Lima, Joao
Angosto Pereir, J0S0 Damasceao de Alboqoer
qae, Ao Flenry de Sooza Amotl, Joo Lena.-
Ceuo. Joaqnlm da Silw Campos Nato, Mooe
Alve Corre-, Maooal Naiea Per ira Lima, um-
vio da Rorba Ooleiral, fejro de Mallo Soarer,
Pilote Mario de Carvalo Net o, Praxitelea OU
teocoort da Medeiros e Airando p:oleiro de Le-
31. bat.lbao__lolo Paw Brrelo de Barro.
Jojqoim Pereira da Cruz Andrade, Jjjqolm 3iml
plioiano de M'd-iros Poolea, JosLmz de Souza
Sohrinho. ot Teixe ra Mat'.os|da Costa. Justino
de Al nella Siiveira, Miooel do Pn-ro Pinto Pei-
xite, M noel Jjaqom Macbado e N wioa Uanins
D 803art.
32. balalbSo. Jas Aogmlo Prrreira da Sil-
va J.s da silva Rimalbo.i Ja'lo Googalves de
Aievedo. Manoel Borgea de AQd-ade, Mtootl
Heoriqae da Suva, Maroal N nato da Paria*, Ma-
ximino Barretto, Pedro Cryaol Femaodes B:a-
.' *V'JT? Rodfigaes :oelho, Rajmoodo Aotj-
nlo de Paula Rodillo?, Joaquim Cautalice de
Sooza.
33." bilalh.. -RiymaoJo Das de Freitas e
Antn o de A'aoj 1 Lima.
33. balalhaoCelso Avelino de Maraes Sar-
menlo, Joo Francisco de Aquioo, Pedro Jos e
Araojo, Pedro Moolz, Pedro Tenorio de Albu-
qoe-qae Netto, Baphael Archaojo da Fonseca,
Ripbael Bemjamin da Fonseca, Raymuado Bor-
gesustello B-aaco, Rjymoodo Irmj de Arao-
jo, Raituio R-betro Abono, Ricardo J0S0 K k,
Toecdiro Teixti-a do Mello. Tooonz Uivasea
Farrera de Mello, Trajano Angosto Ca t-te Va-
lent^ e Maxiamoo Jos de O iv-ira.
36.o batalhSo.Olegario Rjdr,gaeg R Joao Mirqaea Pereira e Joao Candido de Fuoei-
redo.
37. bitalbn.-Aaerico de Abren Lima, Chris-
liano AlveaJPioto, Djmtngos.Pereira Soares e Mi-
goel Archanjo Tenorio de Alboque qie.
3).batdta .-Praociaco Sevei^no Ribeiro,
Modesto R ano de Moraes. Ped'o Antones de
A ar e verjaociiJ Antonio da Fondee L-esa.
39. balaibo.-Jjs Carlos Vi-ai Filbo e Rufi-
no Rjdr'gues r-.e Cimpos.
Foi transferido para o estade-maior de i
classa o lente <-o baialbo de artllbar'a
Alrrtdo Julio de Mo-aea Caroeiro.
Foi romeado o D\ Vicente de Panla Silva
mlico aijooto do *xercit na govnigo do Es-
tado de Matiu Groas", de ascordo com a propos-.
ta do inspector gerai do servgo nailario do
mesmo exerclio.
-* Foi concedida so lente do 17" b, lalhSo
de iofantaria Francisco de Aibuqoerqoe Pajuaba
a exooerago que pedio do logar de geme da
escola de sargentos.
Conceden se reforma ao lenjnte do re-
gmemo de cavailarla Arlsildes Angosto Villas
boas, visto ter sido, em ioepecjSo desatis a
qae (ol sobmeitido, julgado iocapiz para o ser-
v,gi do exerci o.
Concedeu-se a J.rge Veneza Campos, apo-
sentadora de professor de primelraa leuraa da
Escola do Arsenal de Goerra de Mallo G 03sc.
Govern do Eftado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA NO DIA 16 DE OUTUBRO DB
1895.
C.-mpanhia do Beberibe, pedindo paga-
mento da qaantia de 560^003 que se acha
escripturada. proveniente do fornecimeno
d'agua a diversas repartieses.Informe
o Sr. Dr. Director Geral.
Miranda & Suiza, pedindo pagamen-
to da quantia de 397^010, proveniente
dn forn.cimento de materiaes, Secretaria
da Industria.Informe o Sr. Director
Geral.
D. Maria Nicacia de Jess Peretti,
professora em dispon ibilidade, pedia do
pagamento de 5 mezea de vencimea-
tos.Informe o Sr. Dr. Director Geral.
Francisco Timoleao de Siqueira car-
oereiro da cadeia da villa de Floresta, pe-
dindo pagamento da qoantia de 13(33000
importancia de seus vencimentos a contar
do 1." de Janeire de 1894 a 30 de Junho
de corrente aano. Pague> se de accordo
com a iaformagao do Dr. Director Geral
de 10 do corrente Bob n. 154.
D. Mana de Asis Gomes, pedindo pa-
gamento da quant a de 2565000 devida
a seu finado marido Francisco do Livra-
mento Gomes.Deferido nos termos da
informac&o da Dr. Director Geral, n. 155
de 10 do corrente.
D. Guilbermina Maria de Santiago,
pedindo pagamento da quantia de
38S400 devida a seu finado mando Ma-
noel Apoliaario de Santiago, proveniente
dos alugueis da casa que servio de quar-
tel e cade a em Pcdra Tapada.Informe
o Sr. Dr. Director G*ral.
Francisco dos Santos Neves, estabais-
cido com alfaiataria em Itamb, recla-
mando contra o pagamanto do imposto
deiodustria e profiss&o.Informe o Sr.
Dr. Director Gara 1.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCI03
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 17 de Outubro de 1895
J0S0 Marink dos Santos Cavalcante
pedindo exoneracSo do pagameato de
dous apparelhos existentes em sua pro-
priedade na ra do Conde da Boa-Vista,
n. 21.Deferido nos termos dos cfflcia
desta da'a dirigidos ao Dr. Sacretarie
da Fazeoda e Director Geral da 3.* Di-
rectora.
o PORTEIRO
Archiat Mapa.
- a>
Questeira Policial
SeccSo Ia N. 230. Secretaria da Qaestqw
Policial do EsUdo de Pernambuco, 1S de Ou-
tubro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, digno
Secreiario da Justiga e Negocios Interiores.
Participo-vos qoe feram hontem recolbidos
Casa de Detencao, os aegnntes individuos :
A'muha ordena, Mara Vicencia, como alie-
nada, al que possa ter o coHvenienle destino.
A' ordem do subdelegado da freguesia da 5.
AntoBio, Albino de tal, como desordeiro.
O cidade Jos Fortunato de Miran 18, assu-
mo oo dia 15 do correte o exarelo de so* lele-
gado do diatrieto de Gravali, domuutcipia da
Agua Prela.
Sade e frateroidade.
O QCKSTOR,
Jos Felippe Nery ia Suva Filho.

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a
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de Oninbro de 1895
I
I
I
I
* 1
"ReGl'LlHEVTO da 3.a Directora d* Se-
cretar i ti iba-. Industria, expedido de
accordo con o art. OI do Regula mea-
to Geral da mes ni ti Secretarla, de SO
de \ovembr de lS-4.
(Continwcao)
CAPITULO XII
DOS TRABALHOS PREPARATORIOS
Art. 53. Autorisada pelo Secretario da Indus-
tria qualquer obra de reparo ou execucao, o Director
Geral proceder de conformidade cora o art. 13, 2.,
apreseutando a planta, orcamento c mais trabalhos
ao Secretario da Industria para sua definitiva delibe--
racao.
Art. 54." 0 Director Geral mandar fazer os es-
tudos necessarios para orgauisacao dos projectos das
obras, cuja execucao seja conveniente e para o levan-
taraento da carta do Estado, sempre que houver pes-
soal lechnico disponivel.
Art. 55. Ao Director Geral e aos engenheiros
de dislrictos, bem como aos conductores, poder ser
arbitrada pelo Secretario da Industria, quando forem
incumbidos de traballios importantes tora dos respe-
ctivos districtos, urna gratificacao addicional que nao
exceder de oitenla mil ris para o primeiro, de cin-
coenta mil ris para os segundos e de vinte mil ris
para os terceiros por mez, sendo a mesma gratifica-
do levada conta das despezas com os trabalhos
graphicos para os projectos de estradas e carta do
Estado.
Art. 56.a Os planos e orcamentos sero todos
redigidos sob a mesma forma, quando o permillir a
differenca das obras, devendo conter como principaes
as divisoes seguintcs:
i. Descripcao circumslanciada da nalureza e
qualidade da obra em todas as suas partes, cora de-
claracao do modo de sua execucao.
2." Medida exacta das differentes partes das
obras.
3. As eondicoes e clausulas especiaes, no ca-
so de ser a obra emprehendida por meio de arrema-
tacao ou empreza.
4. Urna tabella dos precos elementares.
5. Recapitulado geral, que demonstre o or-
camento completo de toda a obra.
6. Urna juslificaco do projecto quando o va-
lor da obra exceder de cinco contos de ris.
Art. 57. Feilos assim os trabalhos preparato-
rios da obra, com plano, orcamento e instruccOes ex-
plicativas, e condigoes definitivamente approvadas
pelo Secretario da Industria, ser por este autorisada
a sua execucao do modo por que fr mais conve-
niente.
CAPITULO XIII
DAS ARREMATAC5ES
Art. 58. As arrematares das obras publicas
serao feitas sob propostas, em presenca de urna com-
missao composta do Director Geral, Sub-directores e
de um empregado do Thesouro do Estado.
Art. 59. Quinze dias pelo menos, antes de
qualquer arremalacao de obra, cujo valor nao exceda
de dez contos de ris, um mee, as que nao excede-
rem de cincoenta contos de ris e dous mezes pelo
menos para as que forem de valor maior, serao os
editaos, contendo as clausulas especiaes e o dia da
arreraatacao, fixados no edificio da Prefeitura de cada
municipio, a que a odra pertencer e publicados nos
jornaes mais lidos.
nico. Na fixacao do prazo para a arremata-
cao se altander ao tempo necessario para a viagera.
Art. 00. O orcamento e desenhos das obras
que estiverem em praga, serao patentes a todas as
provas que os quizerem examinar na 3.a Directora
da Secretaria da Industria.
Art. Gi.- As pessoas que pretenderem arrema-
tar qualquer obra publica deverao babilitar-se peran-
te a Thesouraria da Reparticao, antes do dia da arre-
malaco, prestando a caucao que -lr arbitrada no
edital.
Art. 02.- A flanea dever pelo menos corres-
ponder a 10 9[0 do valor do orcamento da obra, de-
vendo parte d'essa cauc/o ser re alisada antes da as-
signatura do contracto e a outra parte deduzida das
prestacoes a que tiver direito o contractante, segua-
do a quantidade da obra executada.
Art. 63. Nenhum contracto poder ser assigna-
do sem que o contractante tenha exhibido o conheci-
mento que prove ter depositado no Thesouro do Es-
tado a cauQo que lhe fr arbitrada.
nico. Este conhecimento deve ser em duas
vias, urna das quaes ficar appensa ao contracto.
Art. 64. Quando nao apparecer arrematante
idneo, a arremataco ser adiada, annunciando-se
nos jornaes o dia em que tiver de ir nova praca.
Sendo, porm, aceito qualquer lango, o Director Ge-
ral far lavrar o termo de contracto na forma do es-
tylo, mencionando a descripcao das obras e as clau-
sulas especiaes; do qual dar-se-ha urna copia ao ar-
rematante e enviai-se-ha immediatamente outra ao
Secretario da Industria para que este a faca chegar
ao conhecimento do -Thesouro do Estado, onde ficar
archivada.
Art. 65. A Reparticao dar ao arrematante co-
pia do plano das obras d'arte do perfil longitudinal,
planta das estradas, e em geral de todos os desenhos
necessarios boa execucao do servio arrematado.
Art. 66. O fornecimento de objectos e mate-
riaes necessarios para as obras' ser feito em hasta
publica peranle a 3.a Directora, se o seu valor exce-
der de um cont de ris, se porm, fr inferior a esta
quantia, poder o Director Geral, se julgar convenien-
te, autorisar a compra dos objectos necessarios, inde-
pendente de concurrencia.
CAPITULO XIV
DOS ARREMATANTES
Art. 67. Para que nao possa o arrematante em
tempo algum allegar ignorancia das obrigacOes que
lhe sao impostas, dever assignar as plantas em ori-
ginal, de que trata o art. 65.
Art. 68. O arrematante obligado a seguir
exactamente na execucao da obra o plano e condicOes
approvaflasre otJServar as iostrucebes do engenheiro
do districlo ou conductor incumbido da sua inspeccao;
ficando sujeto a demolir e corrigitq que fr jecaahe-
cido defeitwRpelos tJitos emprgados e a daHhes
todas as infrmaces e esclarecimjntos que exigi-
rem.
Art. 69. Se durante a execucao dos trabalhos
fr conveniente ordenar-se alguma alteraco ou modi-
ficacao nos projectos primittivos, dever o arrematante
executar-a, logo que-receber notificagao assignada pelo
respectivo engenheiro fiscal. Se as alleractjs ou
modificacQes trouxerem augmento ou diminuicao de
trabamo, o valor do contracto soffrer accrescirao ou
diminuicao correspondente, servindo de base para
calcular as respectivas importancias os precos do or-
camento. S as alleracoes produzircm um augmen-
to ou diminuicao de mais de um quinto do valor do
orcamento, porquefoi a obra arrematada, poder o ar-
rematante requerer a recisO do contracto.
Art. 70. O arrematante que recusar assignar
o contracto perder a caucao que tiver depositado
para habililar-se concurrencia.
Art. 71.' O arrematante ser obrigado a prin-
cipiar os trabalhos no prazo determinado em seu con-
tracto, sob pena de mulla que dever sea estipulada
no contracto.
nico. A concluso da obra dever lambem
verificar-se, na epocha determinada no contracto,
sob pena de urna multa que dever ser estipulada no
mesmo contracto.
N'este caso a obra ser concluida ou por adminis-
Iraco, ou por novo uonlrado, segundo ao Estado mais
convenha, a juizo do Director Geral.
Art. 72.- As mullas, de que tratam os artigos
antecedentes, nao serao inferiores a cem mil ris, c
serao descontadas das caugoes que o a rematante ti-
ver em deposito ou das prestacoes que tiver a rece-
ber do Estado.
nico. O arrematante no caso de multa des-
contada da caucao, dever immediatamenterefor-
Cal-a da quantiaque houver sido descontada.
Art. 73." O arrematante s poder bter proro-
gaco do prazo para comeco ou concluso da obra,
provando a superveniencia de circumstancias extra-
ordinarias, que tenham embaracado a marcha regu-
lar des trabalhos a juizo do Director Geral.
Art. 74/ O arremalante dever avisar ao enge-
nheiro, quando tiver promplos os raateriaes destina-
dos obra arrematada, para que sejam, at o oitavo
dia depois do aviso, convenientemente examinados,
approvados ou rejeilados; e n'este ultimo caso serao
elles transportados pelo arrematante, ou sua custa
(se a isto recusar-se) para logar distante da obra.
Sero feitas por conta do arrematante tambem, as
despezas com o servico e objectos necessarios para o
tracamento e medicao das obras, como: cordas, ban-
derolas, estacas, etc., e com a verificaco de qual-
quer de suas partes por orden do Secretario da In-
dustria ou do Director Geral.
Quando, porm, a verificaco de algum de/eito
presumido importe em demolico e se reconhecer a
nao existencia do defeito, ser o arrematante indem-
nisado do excesso do trabalho, segundo o preco do
orcamento.
Art. 75 O arrematante de qualquer obra de
trra ou arle, ser obrigado a ter mestres e adminis-
tradores, que merecam a confianca do engenheiro en-
carregado de sua fiscalisaco, substiluindo-os quando
isso lhe fr determinado.
Art. 70. A recusa ou conlestaco do arrema-
tante sobre vicios e defeitos das obras ser levada ao
conhecimento do Director Geral, que resolver como
fr de just'ja.
Art. 77. Os arrematantes nao podero, sob
pretexto de qualquer erro ou augmento de preco nos
materiaes, exigir modificaco alguma no valor do con-
tracto, nem por negligencia, imprevidencia, faltas de
meios ou m direceo de seus trabalhos, nem ainda
por casos de forca maior nao previstos; devendo,
porm, ser indemnisado, quando a reclamaco fr
fundada em erro de medicao.
Art. 78/ Emquanlo durarcm os trabalhos se-
rao elles dirigidos pelos proprios arrematantes, ou
por pessoa idnea, munida de plenos poderes, para
resolver qualquer duvida ou questao, que por ventura
appareca em sua ausencia, nao podendo ser esta al-
legada para esquivar-se a qualquer responsabilida-
de, que lhe couber, e por si ou por seu agente acom-
panhar o engenheiro em suas visitas sempre que lhe
for isso exigido.
Art. 79/ O arrematante nao poder reclamar
por qualqner accre3simo de obra que nao tenha sido
exigido por escripto pelo engenheiro encarregado de
sua Gscalisacao; e quando o Secretario da Industria
determinar a cessagao de urna obra arrematada que
esteja em andamento, poder o arrematante reque-
rer que se proceda ao recebimento provisorio dos tra-
balhos execulados e depois ao recebimento definitivo,
findo o prazo da garanta. N'este caso, nao havendo
culpa da parte do arrematante, o Governo o indem-
nisar de todas as despezas que houver feito para
conlinuaco do mesmo contracto, fazendo os descon-
tos convenientes nos precos dos objectos que se tive-
rem estragado com o uso.
Art. 80. Concluida a obra o arrematante de-
ver logo participar ao engenheiro do districto para
que se lavre na Reparticao o termo de recebimento
provisorio, no caso de achar-se a obra no estado de
ser recebida; e, a cootar da data do termo, ser o
arrematante responsavel pela boa conservaco e per-
feito estado da obra, durante um auno, nao tendo sido
mencionado as clausulas especiaes o prazo da res-
ponsabilidade.
nico. Findo o prazo da responsabilidade e
reconhecido o bom estado da obra pelo engenheiro
do districto, em que tiver sido executada, o Director
Geral far lavrar o termo de recebimento definitivo e
dar d'este facto conhecimento ao Secretario da In-
dustria e ao Thesouro do Estado para o levantamen-
to da caucao que houver feito o arrematante.
Art. 81. O arrematante nao poder transferir
a outrem todo ou parte do seu contracto, sem previa
autorisaco do Secretario da Industria, ficando pela
infraeco d'este artigo sujeito s penas do respectivo
^j tracto.
Art. 82. As duvidas e contestacoes que appa^
recem sobre as clausulas dos contractos sero resol-
vidas pelo Director Geral e em ultima instancia pelo
Secretario da Industria.
Art. 83. Os pagamentos tero logar as epo-
chas fkadas nos contractos, as quaes sero determi-
nadas, segundo medicao das obras feitas, de modo
que a importancia das prestacoes pagas seja sempre
equivalente ao servic feito e esteja em proporcao ao
valor total do orcamento.
Art. 84. As disposices concernentes aos arre-
matantes se applicaro a qualquer empreiteiro de
obras.
CAPITULO XV
DAS OBRAS POR ADMINISTRAQO
Art. 85. As obras que se executarem por ad-
minislraco serao precedidas de orcafnentos, plantas
e descripces circumstanciadas, seguindo-se fielmente
na sua execuc5o as disposices d'este Regulamento,
que Ihes forem relativas; podendo as pequeas obras
e reparos ser executados sem orcamento por autorisa-
co do Secretario da Industria.
Art. 86. S em casos extraordinarios, taes
como: urgencia da obra, falta de licitantes as con-
currencias ou outras circumstancias anormaes, sero
executadas obras administrativamente.
de
Relatorio sobre a Fabrica
Vidros de Pernambuco
Illm. Sr. Dr. Julio da Mello Fil/w, M.
D. Secretario interino des Negocios da
Industria.
(Continuaco)
FORNOS PARA COZIMENTO DE CADINIIOS
2 Kurics para cozin >a cadi tos, com dus
graades portas de ferro batido ass'Qtas sobre
las fortes grades da ferro fundido. Auibos
estes for 103 sao coasiruidos com barro e t>j >los
ref ac arios na parta nter a e externa com ti
jlos de alvauana baida. Sao se vides de dua
chamias de lijlo refractario com 7 metros de
altu a.
Tambera sao estes fo nos revestid-s de fo tes
amarras de ag > em todas quatro faces. Cam-
po t-im ambos 8 cadinnos.
Seu cusi como segu :
2 pori8 e mais frrageas 1:5043000
7 200 tijolos refractarios 2:5928000
8.000 lijlos de alvenaria batida SiOsOOO
4 toaeladas de barro refracta io 32189 .-0
Cal, barro e areia 163S000
Mu, de obra 425832)
5:5698240
CHAMIN DE FERRO DE 2 METRuS DE
DIMETRO
POR 3) METROS DE ALTURA
1 Chami 6 de ferro batido de 2 centmetros
7 milmetros de espassu a, 2 me ros de dia*
metro po- 30 metros de altura, revestida iot
nrmenle com toda sua exieuso com i jelos e
bar o lef ac ario.
E la chatnin f i construida sob e solidos ali-
cerces de concreto e ilveaaria batida com u na
profundidade de 6 metros.
Seu custo como segu :
FerragenS 6:635800j
13 003 lijlos refractarios Ilqui
lidade 212 ris 2:7568030
11000 lijlos alvenaria grossa a
32S00O 332S0O3
Barro r.f actario a 818230 3248)20
36 barricas com c ment a 118 393S000
8 mal os cbicos ped a britada
, 108003 30SOOO
350 metros de pinho da viga a
28403 8318030
32 met os de travs a 4S030 1288000
Cal e a eia 578031
Mo d'obra 3:0698030
14:6328003
CANAES PARA HAZ E FUMABA
Foram construidos para augmento da nova
fabrica 70 mefus de canae9, mediado .te na-
mate 92 ce .timetros por 92 ceitimetros. Etes
canaea sao coastruidos com tijolos e barro re-
fractario na parte interna e com tijol s de alve-
naria grossa na pate externa.
Sao servidos com portas do eutrada e vl-
vulas.
Seu custo como segu :
12.000 lijlos refraiar03
5 lo eladas de barro refractario
Vlvulas e portas de entrada
13.500 i j jIos alvenaria grossa
Cal e areia
Mo d'obra
r,!*;Uc!8, Mmicos compradoe :
59.600 IviIoh de carbonato de soda
260 kilos de crijolito
20 Kilos da arsnico
500 Kilos de Tlusspath
500 Kilos feldspatti
152 Kilos de diversas chlaicas
[Contina).
8.6448310
238 303
1219240
418650
438750
1:4238670
38:3048310
Recapitulando t;rr.o?, finalmente :
1." Para as obras construida edifi-
cio da nova fabrica, inclundo
a compra da antiga fabrica
Formas para cadiuos com rege
neradores
Forno tanque
de acabamtnt)
" continuo pa a tempera
Forno para cozmento dos
nbos
cadi -
1 hamin
Oaoaes para gaz e fumaga
Gasgenos
Propriedade contigua a fabrica
2. Mar 03 macninismos e utenci-
los
3. Para o material em deposito
4S320S300
4038159
4318000
4323000
2348003
8568310
214:0308330
33 6933915
10 8218150
5:8233460
16:2038330
55698240
14:6323000
6 6798810
16:0138160
27:8098200
48 30982-0
33:3018310
463:0098875
Ta! 6 o valor realmente despendido oa com-
pra a construccio das obras, machinismos e
material exigente da Fabricado Vidros quan-
do se edificou em 1891 92.
Comoj dissemos, esse valor nao reprsenla
mais o valor actual da fabrica por serera as
coolic's economicis acluaes do paz, difieren-
lea das que vigorava-.u em 1891-92 ; mas a va
ria^o dessas cond ges complicada, difireme
para cada objeelo da act.vidade industrial e em
muito3 c*sos dficil de estaoelecer. Saria
urabem um trabalho muito moroso se fosseraos
procurar, para cad i objec o de que se usou na
construejo da fabrica, o seu prego naqu;llu
epocha para comparal-o com seu prego aclual.
Limitamos-nos a considerar os grupos de ob-
jecio< cuja variagao seineltiante como :
l.- Os objectos importados era geral.
2.* A mo d'obra em geral.
3. Ma er aes comprados no lugar.
Para os objectos imporiados, como, o- machi-
nismos, lijlos e blocos refractarios, proluctos
chmeos etc., a variagao a do cambio.
Em 1891 -92, durante a conslrucgo da fabri-
ca, o cambo esteva Da me lia a 14 3|8approii-
madamen e. Adualmea e esta era 10 1,2 oque
reprsenla urna variagao para mais oo valor
dos objaclo irapoitados de 14,|35 |.
Para a mo d'obra o quadro seguin.e repre-
senta a variagao de prego na mo d'obra por ca-
da unidade :
Actualmente
3S0OO 58000
38003 53000
48300 63003
18300 23500
0 modo de aquecimuto o maii economizo, \so
. o dos gazes quemen e dos recuperadores dt
calor.
Demais, a adopgo de um (orno tanque, per-
mitiindo a suppresso dos cadinbos, o trabalho
da um maior peso de materias e um aqueci-
mento mais rpido d i massa vai fazer com que
a fabrica realise urna economa de combustivel
muiio coosi leravel.
Era lugar iie consummir 8 kilogrammas de
madelra ou 3 kilogrammas, 5 de carvo mineral
por um kilogramina de vilro, a fabrica ter
some-iie um gasto de 1 kilogramma da mtdeira
ou 0,k60 de carvo por kilo de vidro.
3. As materias prima* que const tuem a por-
centagem maior da coiupjsi..ao do viiro aciain-
se por bem dizer, no lugar, e existem bastante
1 puras no paiz.
As proporgOos da areia na coraposigo do
vidro variara de 50 u 70 % e as de cal ae 10 a
40 /.
Demais, nada ou quasi nada se perde, porque
os objectos mal fetos ou queorados voltam
para a fuso e entrnm na coraposigo das cargas
ulteriores dos fornos.
Para nos scienliicr da diffarenga entre as
despezas de fabrcago e os pregos da venda,
pedunos as formula?, s gundo as quaes a fabri-
ca pretende trabalhar; os pregos pelos quaes
pensa obter as diversas materias primas, quer
no paiz, quer no estran^eiro; 03 rendiaatitos
era vidro aobre os quaes contara ; a organisa-
gao das lurmia de trabalhos, etc ...
ToIjs esses dados foram comparados com os
de diversos centros vidraceiros da Europa ; os
pregos foram verifcalos e depois de reconhe-
cidos a verdada e a exaclido d'esses documen-
tos, acceamos como podando servir de au-
gmento a urna coucluso fcil, as informages
seguintes :
A fabricago, devendo ser muito variada, se-
ria por demais moroso de fazer um estudo es-
pecUI para cada objerto produzido pela fabrica.
Em principio, a fibnca Irabalhar com 12
cadiohos de 150 kilos cada um, seja 1800 kilos
de materia.
O prego desses 1 800 kilos de materia varia
pouco em relagao a coiuposigo e as despezas
do trabalho tambem augmeolam pou:o de um
objecio para oulro.
A fabrica lera por conseguate grande inte-
resse em labncar objectos, cujo prego de venda
seja remunerador se nao estiver limitado pelo
consumo desses objeetos.
Tomaremos urna media, isto urna fabrcago
correnta, que comprehen la urna composigo de
meio christal brauco e um certo acabamenlo
pelos operarios.
Em 1891-92
i'cdreiro, diaria
Carpira, diaria
Serralheiro, diaria
Servente, diaria
6:6798340
PRODUCTORES DE GAZ DOWSON OU
GAZOGENOS
3 productores de fe ro batida ligadas por
urna plata-forma de fe ro, com vlvulas e co
lumnas de iojecgo de vapor, e valvu.as de al-
meoiago, com competeute ferramenla.
Todos este gazometros sao revestidos inter-
namente com lijlos e blocos refractarios.
Seu custo como segu :
Feragens para os tres produ-
cto es
15 303 tijolos refractarios diver-
sos lmannos a 360 ris
2 (obeladas de bar.-o refractario
a 818230
8 Ba ricas com cimento a HS003
6.0.0 lijlos alvenaria grossa a
328003
Mo d'obra
MACHINISMOS E
1 motor de forga de 6 cavallo
1 bomba de vapor
l bomba pulsometro
& p-e sas para vidros moldados
1 machina para laprdago
1 machina para decoragSo
2 caixas com abridores de rosca
i callei a a vapor usadada, 9 ca-
vallos
1 gazometro usado, com vlvu-
las etc.
1 Guindaste para 3 toneladas
3 Wagons para carvo
2 Caixas de ferro para descarga
carvo
1 Elevador completo
3 Guinchos
1 Relogio elctrico com batera
36 Wagons para vidro
194 Formas de ago para vidros
moldados
64 Tubos para fabrico de vidro
26 horquetas para fabrico da vi-
dro
10 Thescuras para fabrico devi'
ira
53 Pegas de ferrameota diversas
1
1
1
3
1
1
118830 (aug, 60 |. 183500
Tomando por unidade da mo d'obra a som-
raa dessas diarias, ve se que a rao d'obra sof
Ireu de 1831 -92 para ca ura augmento de 60 -|.
Para o material comprado no lugar orgaaisa.
mos a tabella segrate :
Em 1991-92, aclualmeo e augmenio
Tijolos de alv, gr.ssa por 18300328030 -
603000, 90-i.
Tijolos de alv. batida por 1S0O3-7OS000-
1108000, 40 [.
Barro por tonelada, 68660. 118333, 70 [.
Gal preta, 36 II ros, 630. 1S300, 100 |.
Cal branca, 36 litros, 18500, 38030, 100 [.
Cimento, 138000, 138000.
Made ra pinho de riga 30+23x 7 Ij2, 600,
800, 23 -1.
Madeira amarello 1-+45 + 3, 28600, 68003....
100 | -
Cabro, 1,500, 18000, 100 -|.
Pedra britada, 108000, 14S000, 40 -|.
Recousileraudo agora os diferentes valores
das obras machinisraos e materiaes sobre esse
ponto de vista temos :
1.- Os objectos importados impor-
tara em
'Augmento de 14, 35 -|.
2. A mo de obra impor a em
ifiXi!!HnAaa8aBentode60 I-
iu.uBjw 3 para Qbjedoa comprados no
UTENSILIOS lugar applicamos em cada caso
8:7783000
5:5038000
1628460
888000
1928000]
1:3208030,
210.1843355
30 1618326
68-2318630
40.9408778
2:1008030 0 augmento respectivo.
4238070
4638330
1:7318120
1:7348.20
1:0238733
7418803
Forno patente porttil
Caeta de ferro para cadiobes
Tanque de ago para oleo
Ba langas para cbimicas
Forja
Lioha frrea para condaego ma*
terial
3 Carrinbos de mo, de ferro
2 Carrinhos de mo, do ma-
deira
Duzias de locaes para candiei-
ros
Carrogo de madeira
Caixas de madeira para amas-
sar barro
% Caixas de madeira para condc-
elo cimicas
12 Bancas para fabrico de cadi-
nnos
1 Duzia de ps de agj
40 Blocos de aspbalto
2 Grandes alavancas para cadi-
ohos .
24 Cadeiras completas para fabrico
de vidros
6 Candiel res para kerosene
1 Bote
2 Tamborea aslestotiu- 50 kilos
25 Kilos de panno de aslostos
1 Grozi de couro para cozer cor-
reias
1 Apparelbo para esticar cr-
relas
Diversos apparelboa para decorar
vidros
1 Aguilho 25 ps com mancaes
Instrumentos para lapidaco
1 Caldeira vapor
5008030
5008000
1:2303000
7788500
316S000
1:4478030
.1:2138650
968 "50
1:0168370
18.6038860
1923500
1768930
1608000
3078800
5168530
12SW0
603000
2343850
3768960
4058800
608000
353000
393460
3233000
3008000
1203000
608000
608000
12580 0
Temos : materiaes comprados 61.1008760
Augmen o 40 7738030
Este augmento obtevese applicando a cada
material comprado no lugar o augmento das
porcenlagens estabelecidas na tabella cima
mencionada.
4. Dsve-se accrescentar um augmento para o
predi* contiguo a fabrica
O prego de 27:8098200 pelo qual tai pago,
insufficiente actualmente para um predio de um
andar e da importancia daquelle.
Applieando-lhe o augmento medio de 60 %
ce no no artigo segundo, temos mais..........
16:6853520.
5." Finalmente, temos como nao podendo sor-
frer allerago.
Fabrica antiga 73:5003000
Terreno 13:7428119
Licenga 1968460
Annuucios e telegrammas 1488700
Uivida de Jobnston Pater 3:0938200
Administrago 10-0000000
Recapitulando taremos]:
Objectos importados
Mo de obra
Materiaes compra-
dos no lugar
Predio contiguo a
fabrica
Nao tendo alterago
210:1818835
68:2348630
61:1008768
27:8098200
100:680470
100.6808470
Augmento
30:1618526
40:9408778
40:7738830
16:6853520
468:0098915 128:5618654
Por conseguate as obras construidas na fa-
brica pelo valor de 468:0098915, tem actual-
mente, oas cundiees econmicas actuaos do
paiz, o valor approximativo de
Mais
468:0098915
128:5318654
396:5718569
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despaclios do dia ij de Outulro de l8gj
Francisco Joaquina Kibeiro de Brilto, Fran-
cisco Xavier dos Santos & C Pedro Francisco
dos S Gos a, Souza & C, Lau eotino do Reg
Barros, Antonio Joaquim de Amorira, Artbur &
C. Colard, Manat de Azevedo Ramo.', Francis-
co Jos Alves Guitnar^s, Afra Miria da Rosa
& C, Antonio Jos da Silva Brazil, Isabel Ma-
na da Fonseca Soares, Pedro de Alcntara de
C. Petxolo, Joaquira Olitito Bastos, Jos Alfonso
Serdeira. Inlorme o administrador da Rece-
bedoria.
Ignacio Fernandas Lyra e Francisco Ferrei-
ra Bailar.Informa a Secgo do Contencioso.
Antonio Joaquim Cascao, Carlos D. Lopes
Machado e outro, lunocencio de Almeiia e Ma-
na do Carmo Pereira de Macado. A' Secgo
do Contencioso para fazer as notas a devolver.
Mana .andida de Souza Uarreiro e Rufino Ma-
noel da Cruz Carreiro.Certifique-se.
Domingos Ceelho & Soares, o mesmo e Com-
panhia de Beberibe. Ao Sr. Dr. sub-director
da Coolabilidade, para mandar escripturar.
Joaquim do Pego Barros. Diga o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Francisco Braga & C.-Informe o Sr. Dr. ad-
mini-trador da Rscebedoria.
Jos Hearique & C, Jesuiuo Archanjo de AI-
buquerque Pimentel, Companhia D-stillago
Central, Anna Pereira da Silva Viera, bacharel
Oelso F. Henriques de Souza, Francisco Cato
dos Santos, Jos da Silva Villa-Nova, Antonio
Jos Martios eouiro, Irmandaie doSeohor San-
tissimo Sacramento de Santo Antonio, Antonio
Neves, Henrlque Fonqueau, Leopoldina Raymun-
da de Chrislo e ou'.ros. -luforme o Sr. Dr. sub-
director da Contabilidade.
- 18 -
Isabel Beltro de Andrale Lima e j\s Soa-
res Fernandos de Oliveira.Informo o Sr. ad-
ministrador da Receb:doria.
Aolooio da Cosa Teixeira, Antonio Lopes de
Azevedo, o mesmo, Companhia de Beberibe,
Francisco dos Santos Neves, Florencio Jos de
Azevedo, Guilhermioa Mara de Santiago, Jos
Affonsa Soires, Jos Nabnco de Araujo Veras,
Joo Isidoro de Albuquerque, Miranda & Sou-
za e Mara Nicacia de Jess Ptretti.Informe o
Sr. Dr. sub-director da Contabilidade.
Mana Josepba Paz de Mello e Luiz Antonia
de Siqueira. Informe a Secgo do Conten-
cioso.
ClauJina Hooerata de Almeida Soares e G.
de Mallos & CInforme o Sr. Dr. procurador
fiscal.
PROTOCOLISTA,
Francisco Mili tino Fer reir.
1.* PARTEQOAL O PREQO DE FABRICADO
VIDRO j.
O
MATERIAL EM DEPOSITO
1 jlos e blocos refractarlos
x08 dranos refractarios
Movis
Oleo para machinas
6 Toneladas de barro refractario
60 Toneladas granito
Estando conbecido o estado da Fabrica de
Vidros, no ponto de vista de ana sitaago fioan-
1208000 caira como de seu material e de seus immo-
veis, resta saber si a Companhia ser capaz de
6008003 realisar os lucros sufficieotas para remunerar o
278000 capital empenhado, saiisfaaendo os juros dos
1508000 valores emittldos, aos juros dos auxilies adian-
138S000 ,ad08 palo governo, e a araortlsago das despe-
1618000 xa8 diversas e do material. ,
Com a fabrica existente os operarios sendo
338000 contractados, as materias primas condecidas
pelo seu prego de compra, podemos nos entre-
1388000 gar ao estudo da fabrcago, e o faremos de
modo a flear aquem da realidade de preferencia
1101000 a dar algarismos approximatlvos muito opli-
3148820 misug.
1:7688000 Fazemos observar antes de todo que :
7:1128610 i.o a Usina foi bem cstudada, no ponto de
y gta da ordem racional das diversas pilases do
48.3098290 lr,balbo.
mmmmumm Qt fornos de fabrcago da massa vitrea sao
reunidos peno uns dos outros ; o forno de tem-
pera vem em seguida; as operacOes accessorias
16:8108240 tm o seu lugar reservado ; emfim o forno para
8:3108110 a fabrcago dos cadiuboa est um pouco fra
1:3328910 da liaba geral dos apparelhos principaes.
4718250 2.* Na escolba dos fornos e dos outros appa-
'8308350 relbos deu-se a preferencia aos apparelhos co-
2408000 nbecidos pelo sea bom andamento e adopiouse
RECEBEDORIA DO ESTADO
Despac/ios do dia 17 de Outubro de i8gj
Machado & Pereira, Joaquim Nuo.es da Costa.
Informe a 1.* secgfto.
Vilolla & C. -Siro, pagando o 1." semestre do
exercicio correte.
18-
Laurentmo do Reg Barros, Afra Mara da
Rosa & C. Antonio Jos Rodrigues de Souza,
Francisco Joaquim Ribeiro de Brillo, Isabel Ma-
na da Fonseca Soares, Ignacio Fernandes Lyra,
Mana Jos Cirdeiro Sedreira, Antonio JosMo-
reira, Nympha dos Guimares Peixoto, Joo da
Cuoha Vascoocellos, C03U Campos & Cotard,
Francolina Leopoldina Alves Gulmare3, Ma-
noel de Azevedo Ramo?, Miguel Antonio de Fl-
gueiredo, Francisco Xavier dos Santos & C,
Pedro Francisco dos Santos Costa, Francisco
Braga & C, Mara do Carmo Esteves Diniz.
Informe a 1," secgo.
Vilella& C.-Deferido.
Hyppodromo do Campo Grande.A 1. sec-
go para os devidos fina.
Souza & C.-Informe a 1.* secgo.
Antonio Basilio da Silva Guimares.Certift-
que-se. ,
O porteiro.
Custodio B. da Silva Guimares.
DESPACHOS DA PREFEITURA, EM 17 DB
OUTUBBO DE 1895
Jos F. de S Leito, Herm lino E. de S Ca-
neca, Lauriano A. Apolinario, Francisco C. Soa-
res Braodo, Manual E. de S. Guilhermioa F.
Cavalcaole, Miguel A. de Mallos, Sociedade Re-
tinara e Distillago Peraambucana, Paulo Jos
Alves & C, Mara C. dos Santos, Amonto T. Go-
mes de Araujo. -Deferido.
Claudino S. Bezerra, Pedro
Deferido, pagando o imposto.
Anna Isabet de Oliveira.-
ioformago. ,
Jos Hereira de Fanaa.Deerlao de accorao
com a informaco do engenheiro.
18
Amelia de A. Tavares, Antonio T. Ledl, Anua
Paulina da C. Oliveira, Augusto Fernandes C.,
Jos T. de Jeaus, Francisco A. do Oliveira, His*
bello B. da Silva, Manoel M. Ribeiro Sabino Ir
de Britlo, Luiza O. de Souza.-Deferido.
Sebasuao M. do Bego Barnw.-De'erdo, j>
miando ao requerido*
D. da C. Gama.
-Deferido a vala da
*

'>


-
v. .
J
r
*


-

< -
^



jV


filarlo de
ambuco Sa
o
ds accordo
i.
v
$
I
I

I
f* Antonio R. de Mello.Deferido
oom a inform gfo.
Jos I. de Souza Rangel.-Satisfaga a exigen-
cia da repartigo lechnica. ,...
Secretaria da Prefeilara Municipal do Recire,
18 de Outobro de 1895.
O PORTEIRO,
Nuno A Ivs da bonseca.
ESTADOS DA NIiO
em-
da cera-
Rlo Grande do Sul
EfI>ctuou se no dia a a PStallagSo da Assem
bla Estadoal, enviando o Presiente do Eaiado
a Assen-bla urna extensa ciensagem daaia de
20 de Se eoob-o, di em qne p?la I onutituigaj
deviam comegar os trabamos oa actual esfl]
ordinaria __
A men^agea principia per se dirigir nos me-
Ibores termos ao Dr. PruJente de Maraes, ruo
renome e eervigos prestida* desde a propagan-
da republicano i> m-iejidarneuie exaltado?,
secara-o- e 4 esta in!-odo<-gao o retro?peci3 ae
todo qna.v.o ocroveo, oe^Je a ultima seso,
unanto a uperaces de gera, e buioriaoio-.-
como rs revclioscs cunsegclram elemenloa pa-a
recemegar a Iota, sob o colmando co .lmiraule
SolUacua da Gama. _
Relata a atutude do gene-a! G:lvao. desde an-
tes da soa chtga-ia, quanuo, em Mno. dirigi o
convite ao general Tavares, ai o momento em
qae com este, firmn o ti-legramma ao Congas-
so pe nodo a revl-ao da Coosmu cao do Bata lo
com a reer>ni>-acao deste, motivo por que sus
pendeu a correspondencia, de toda natu eza.com
aquello ch-fe mMi'ar.
Menciona que a medira essmci.lmente paci-
fica do deearmamenio e diseolugao das torgas
revoltcsas t'-m 3ido proielada pelo referido ge-
reral, o qoal t epo de pallli'i-oi que
Be reeclveu a executar a ordem do Gjverno
comoietteodo ao coronel Ca loa Telles a i cum-
bencia de desarmar as forjas de Apparicio S3-
raiva. .
CongriluUndc-se pela proclama.ao do resta-
beiecune::to da p d03 rebeldes, manitesta iaj seatir-se ..etinitivo-
menie 'ranquilio acerca de eventualidades (ola
ra, titelas ;s reconte:idas baej de ah-ona proceres da revoa, quanio a
souegagao disfamada de ostumen s helticof
de que dspunnam. Aesegura, po m, que
poupara sacrificios legtimos lo ioolvldafel
penbo de contribu' para a estabilidad-'
cordia social.
Tece louvores ao valor, tenecidade e devota-
mecto 00 eserc.to nacional, da mi icia do Ro
Grande e da brigada militar.
Exalta a iBemo'ia dos lompatrlataa que sac*
cumbiram na lua e destaca, pelan extrao-dica-
rias p^onorges da soa personalidad e ob-a
porlenlOia, o marecbel Flo-iaoo PeixUo, cojo
elogio traga com palavrag eioqoeote, Bugtte-
rindo, cojo bomenagein especial a iramortali la-
de do ilustre mortr, aereado da soa estatua
nesla capital, por meio de uaa subsidio do Esta-
do e coucarsc espontaneo de lodas as claeses.
Re'eriodo o estado satisfactorio dos negocios e
servico adminiat-ativos, encarados na eeu con-
junao, occopa-se miudameote dea as-umptas
defenvovilos nos relaionos dot secretario* lo
Estado, laes como da bygioe, insiruocao, poli-
ca, lelegraibo, desobsiruegaa dos caoaes inte-
riores, viagio frrea, trras publican, colorjieago
e floansas.
Esti ultima par e da rreasaee-n attrahlo sa-
tisfactoria atiendo, pelo ouhecimema da ex-
iste! cia de aro saldo, em diobeire, de.....
3 373:36i9i.
Resumiouo, o governo do Rio Granas procla-
ma ai segrales cunclosOes :
Mautevi a coanuilade da vida da administra-
cao ;
Instituto novos servica- e rerernoo cut'os ;
Emprtbendeu e execotou "iveraos melbora-
mentos rateriaes;
Sulveu cjm rigurosa pont;aliiade, todos os
compromisos do Tnesoaro ;
Restabeleceu o equilibrio orjauen'ano ;
Coasilidou toda a duida 11 jc mote, anda ji
de longe;
Operou redcccSo 009 juras de grande pfrie
da divida laudada, aoicrtissnio duran'.e i8 me-
zes mais ne mil contos;
rirmou em co3.dic.0e8 seguras o crdito do
Es an.
Por occasISo de se'em dissolvidas a? fo'gas
revolucionarias, oa p-eseoga 00 coronel Telles,
o ccefe fe leralista Estacic Atambuja e seos ofli
ciafs qulztrax enregar aqoelle coronel suas
espadab.
O coronil Toiiea fecu?oo, pediodo que cada
un delles a consarvasse e manifeslou odesep
de que e fjssem ellas empaobadaB notamente
na defeza da patria, coni-a estranKei'OS.
Antes do coronel Tiles e-bir de Bag, j
o general Silva Tavares navia commuoicado aus
seos commandados a mis-ao d qu-ll-? militar.
A columna do oronei Telles ao regressar ea-
teve algum tempo em O Pedr.to, cn?ervaedo se
existiam alada grupos a mados, tacto que nao
se deu-
Os soldados das forga revolucionaria, po-
pedido do coronel Telles rriiraram-se separada-
mente. t.
Algans sollados da for;i de Garlos Lebiao
a8seotaram praga 00 exercito.
O coroQel Tlles eoli satisfltisaimo com ) re-
sultado.
O Sr. preBWeote da Repblica, em reepo3ia
ao telegramuia do general Gaivao sobre a mis-
sao do co'oael Telles, congralulou-se pela tacto,
dizendo que, cumprlda a palavra dos revolucio-
nario?, o goveruo saberla campir a sna.
O ebefe BeitoXavie-, aotes de dissolver
as suas fo'C'f. maodou da riDu'.r algam dinoei-
ro aos seas soldados.
Ds Rivera uoticiam que con inuarj) a ebe-
gar alit, di-persas, as forcu de Appa-Uia Sali-
va, leudo tambem ebegado a 9 o piquete de C.
beda.
Todos oa desertores ou p isionei-os que esta-
vam com os revoltosos apreseoiaram-ae a aot
ridade castilhisia, porm, coi iiuaodo, em ps
de guerra as t, reas pitriotlcas de Casulbia, a
poo'kO de Joao Francisco, qoe commaoda 500 bi
meos, contU a maudr fazer clulU'Oss, co--
reame, kepis e cario' beirai*.
Pelo general Gaivao foi exonerado do cargo
de ndito- de gnerra interino o Dr. Costa Cabral,
sendo nomeado em subituccao o -. Pransco
Osorio.
En conseqnencia dos ferim^nton recebidos
na explo?o de Big, lallecea o capuft) Antonio
Francisco Co r 1, do 31 batalbao de nfaciU-
lia.
l O Googo tlnba alio objecto de nova d scos na cmara dos representantes ; e deBta vez fo.
ram os boatos relativos a lovaso mabdista qae
d.ram lugar ao debato provcalo por,urna n.
t-raellaca'i do S'. Colfs, deputado catbolico ope-
rar!) d-! B-oxellas.
Depais de varios discursos e de boai de ex
plicagao, o Sr. Golfa retirou a ana ordem do da,
licando assi-n ie-mlna 10 o lacloente.
Depois de carta disusiaj" senado timba m
adoptou por 38 votos contra 12 e 10 absteocOes
urna ordem do da manifestando soa lotera con.
fianza na con !uua do governo ralativamenie aa
Congo.
A rersio do parlamento, qoe encerroo.ne
nos prn:ipios do m z pibsado, foi a mais loo-
ga depois da fundacSo da nacionalilade oeUa.
A consiit]i(3o de 1831 decilio que as cajia-
ras fuarcionariam palomeos 40 das por zu.
co; e ellas acabam de funecionar duran e mais
de40 8ema-ia3.
que Hieram, porm, (- forga dizH.o, nao foi
n-m mala glorinao, nem mais fecundo.
Houve em Bruxellas um coni?re?so de sgri.
' uliura no qual estiveram presentes 40 repre-
3eaaote8 dequasi todos oa pases da Ea'opa.
Era urna de suas ses.-Oes 00 qual adoptan, por
grande maloria, a croclosaa do relata-io do Sr.
Allard, da Blgica, em favor de oa accordo bi
metalliata interaaciana1, eom o fim de remediar
a cri-e agrcola.
K le esco'ar volada pelas cmara- caoti.
oua a levan ar protestos no paiz, po;s com duas
disposljs vem abolir a neu ralidade la esco.
la, adquirida ba 50 acnos aqu, e colloca o p o.
fessor, mestre ou educados sob a vigilancia e
dependeocia do padre.
O partido clerical anda assim naa eat sati?.
feito, quera mais.
D a Incld-ncia a* bostla de Namor, de violento
choque de trena de passag-iros, ba maoba de 7
do correle, a poneos kilmetros d'aquellaeeta.
cao.
Os dous trens viobam chelos de pa9a?eiroi
e era grande a soa velocidade, quaado choca,
-am ; etaa violen o foi o encontr que orna das
locomotivas e mullos vagOes forano 11051 los f.
ra dd lioba e flcaram ioutiliados, dizendo.se
que tora causa do desastre ora guarda, qoe de;.
xara a chave mal f.'ch >i j se acba preso es.
-e e np.-egado, para aver!go t ridadea mandado logo abrir loqaerito, afim de
serena apuradas as respoosablidades.
A ratastrophe caosou em Bruxelias grande
Impres'So : eram r esidentes na capital muitas
las vi lima?, cejo numero a>sienalou.se logo de
44 morios, oclusiva um macbnista e um fo.
guota, e uns 40 feridos mais ao menoB grave,
mente.
Despachos pasteriores dizem, que o nume-o
dos cadveres ji encontrados entre os destroces
-a locomotiva e dos vagos sobe a dozoito, jal.
gando.se que ser aioda maior.
Os corpas das victimas esi&o medonbamente
mutilad- s send Impaesivel recoobecer molios
dilles, tendo.se calo commovedoras sceoas
desde que cono ^oa a procura dos cadveres
pela manOa.
Por oot-03 (elegrammas da altima hora co.
ohe.se, que o s'oisiro lev; anda mais senas
coosoqnencias que essas primeiramenle annun-
ciadas.
EXTERIOR
EUROPA
Iteigica
A cidade de Braxclla^ prepara ?e para es1 -
b*ar com grandes testas a prxima inaugurac?
das obr porto de mar.
A data escoliada para a ioauguraclo des^a
Obra a de 20 de Ontobro.
Acaba de enoerrar.se eai B-oxe'las o gran.
qje.XODgresso eoropo. no qual lomarao parle
nomerososoperarios, como fiaadeoccupar.se
do Direltos das G -otes.
A Fraoga. a Allemaoba, a Soissa, a Iaglater
ra e os Paizes Baizos sao com a B-'lgica 03 pai.
ses que enviarlo o ma or numero de delegados.
Este Congresso devera tratar de lmpo taoils
simas qoestOes soclaed e discot ras medidas
qae convm fazer adoptar, aa de aereares,
penadas como devem todas as decisdes do poyo.
Maitos]ornali8ta8 que vieram para assislir ae
tua? fcesf Oes, e os delegados j retiraran ua sua
maior paite.
O senado j arproveu o projecto de I. i de
reforma das aifaodegas, teodo i-or sua vez a
cmara adoptado o prajecto modificativo do reg,
meo do acucar.
Do Estado Livre do Congo notician), que
as tropas belgas, com o auxilio dos reforgoaej.
pedaos ltimamente de Roma, tem Infligido t.
lia derrota aos derviches, que tem Invadido pe-
lo Alto Nilo o territorio do Congo.
Estes olilmos lm tilo grandes perdas, en-
tre ss quaes a da varios chees imporiaoies.
Os bel.as prepara o-se para atacar os eulros
grupos de madbisias, que operam nessa reg'lo
da frica, sendo qae acresceo>am os ltimos le.
legrammas rcebHo', qae, apezar do trlompno
qoe as forgas congoiezae acabam de alcangar, a
sltoagao ajada gravissima, pois o ncmero dos
ir.visores arj^menta de da para da.
Vai alm de ciocoen'a o numero dos paasagel
ros gravemente feridos, senda o estado ae gr-.n.
de parte considerado desesperado:; multas 0--
fos. po-u, receberana cantiisOes denenbuaa
gravidade.
F^ram retirados dos escombros des vagn?
mais dou* cadveres, e dos passageiros feridos
sete morreram em meio de excruciantes do e>,
elevando ee assim a vinte e seta o numero dos
monos em coaseqoeoMa do borrivel encontr.
Maitos cut'os feriio>, qna se acbano em e-tsdo
de inspirar cuidado, nao tendo podido ser trans.
portados para Bruxellas, fo-am (astillados oa-
casas mais p-oxim .s ao logar do sinisuo, para
onde as autoridades enviaram mdicos afim de
l-atal O.
Na capital e em diversos ou'.-os pontos do re-
no estao abertas subscripcOss, pira Boccorro d-s
familias das victima9.
O Bispo de Gaol di-lgio a oota eeguinte a
sen clero, afim de de.maralisar os ca'holicos do
partido do Abbade Diens, que semM,-m a da.
cordia entre as pessoas qae pensam com verda.
deira justlga.
Com protunda dor vemos que os joroaes do
partido cnama 10 Daens*, sem aiieogo alguma
a carta pela qual os Bispas da Blgica, po- or.
dem de Soa Santidade o Popa, recommeodam a
oo 3 dos catno'icos do nosso paiz, fomeotam e
pregam a diviso ma:s violntame ite que nunca
e alacam as administrares catholicas.
< Os redactores desses jornaeB ievam a teme.
ridadoao ponto de fazer ver ao seas leitores qae
assim precedem com a approvagao de Sus Sin.
tidade o Papa e dos Bispo?.
Semelbaote conducta deve ser condemoada ;
ella altamente desfavoravel aos nte-esses da
ver tadeira demo: acia corista, eat em contra.
di gi i absoluta com os peo83menlos de Sua 8an-
tidade e dos Blspos Belgas, e julgamos do nassu
dever avisar os Bel?, afim de que nao ae delxem
lofiaenciar porsemeinantes joraaes .
Na cmara dos representantes foi votada a
formla de goveroa, compreneodeodo a repre.
seotagc proporcional em caeo de vo'.agSa por
pellouros oas eleicOss.
O orejelo de lei proposto as cmaras tlnba
po* fim a soppressao da segundo escrutinio e a
represenlago dos differenlea partidos, segunda
am sy-tema de porporcioaildade bastante com-
plicado.
Fallecen Alphonse Balat, qoe era um dos
arcbltectos mais afamados do pas, e coja onra
principal e o Palacio d Bellas Artes, sito ra
la Regencia, era B-uxellas.
Tambem fallecen em ascengo arriscada em
balo o areonauta Taulet, que era de ama anda,
cia exagerada.
Ja tioha feo 361 asceogOas.
Em 1887 cabio no Mar do Norte com o capitn
Mahanden e o prlnciie deGroy; foram salvos,
ji qnasi gelados.
Em.1893, cabindoem um apota da costa fran.
Cezi, tambem foi salvo por milsg'e.
Pela sua coragem imprudeole era denominado
a Qoeora-pescago.
Hollanda
A primeira cmara adoptou por 23 votos con.
ira 18 o projecto do Sr. Severoia Lohman, de ti
oado a iotroduzr Hgeiras moditicagOes favo-avei-
s escolas llvres oa le de 1889 soDre osfucgo
primaria. Es(e projecto ja liona sido votaio n
mez anterior pela segunda caara.
A nova lei entrar em vigor, desde que t ve-
a suocgio real, que, de csrto sera dada.
A mesma Cmara lambem vooo am preje.
cto, teodo por fim memorar a lei sobre o tra.
oalho exces8ivo e perlg030 das rmulberaa e das
meninas.
O ministro da faieoda aoresentoa ji i p-i-
meira Cmara dos Estados Geraes o orgameo.c
para 1896, com am dficit de sele mllbOes e
meio ae (iris; e na mesma Cmara brevemen-
te sera pedida hB'orlsaga de am emprestimo de
quinze ralnOe? para cobrir aqoelle dficit.
Os jarnaes cootionam a atacar o goveno
belga, por canea dos direitos qnasi p-ohinitlvos
qae tes adoptar pelas Cmaras soare o gado que
se importa desse pas.
Esses rgaos dlzem que o Gabinete H Glande?
deve tomar represalias sobre varios artigas que
a Blgica export para aqu em grande quanti-
dade.
Julga-se que elle se decida a fazel-o, se o Ga.
bnele Barlet nao estabelecer a amiga lanf
auaoeira.
As eleigSes pa-a a renovsgo possivel dos
coocelbos mooicipaes reallsaraos-se oa ultimi
semana com toda a calma em mallos lugares e
at com odiffereoga em oalros.
E jo Amstadam apenas o tergo dos ele tore-
tomou pa-te na v,t-gao: em outras localidades
a proporgio das absteogOes foi maior.
A parede dos operarlos diamantistas de
Ameterdam tornaave geral desie fins de Se.
tembro ultimo.
Aoesar da exaltigao qae reina enlre elle?, o?
paredistas anda aSo provoca ram desordena, tra.
oalhaodo, no entretanto, vivamente pa a ebegar
se a um accordo entra ellas e os pa rOes, resal,
lado qae esperare obter, visto ss boas dispon.
gOes deales.
Ora, o primelro Congresso In'eroacooal dos
operarlos desee genero, rsaatndc.se' recente.
mente em Amgterdam, langcn as Pasea de urna
organlsago niarnacionai, embora nao esltvee.
lem represertados alguna palies como a Ame.
rica, por exeaaplo.
.0 segundo Coagresso P.ossional da Al so.
ciacSo popular, oeerlandeza, calhollca, romana
(NedeflabdscbRaomscbiTalolIcks Volksbnd) se
reun em Amatardaor, de tS a 17 de Jlowmtoro,
sob a presidencia de honra do Sr. Batteuoanne
B bho de Hirlem.
Adi estarao representadas noventa e claco ar.
80CCO-8.
O (Jove-ao reaebeu de Batavia um le'e.
granama, ultima mente, communicasdo.lba que
10 las as libas ds Malasia esto agora pacificada*.
Oj unimos bandos de indgenas reo lies fo.
ram dominados pe be tropas neerlan'ezi3
Realisou.ss em Amsterdam a inaugur>c3o
do novo mosea municipal, devlo f< muntficen.
ca do Sr. Lapes Suasso e dos berdelso Van
Leeghen.
Hi pnuco rteu.se tprrjvel incendio em
Zwilud, oa provincia de Braoao e septentrional,
fi;aodo 43 casas redundas a cinza?, e 89 fami.
lias sem recarros.
Un uotro incendio seguidameota des'ruio a
igreja e a torre de Schageo, na Hallanda septen-
trional, cuja c'ns'ru g-io dala de 1460.
Ni iioite de 30 t-muem foi devrala pela toga
a fabrica de machinas dos Bra. Loehnis & C, de
Rotterdam.
Mil
Por o'casiao dainau.oga"', qoe realizoa-?e em
de Agesto ultimo, 00 inui umjn,o qie deva
sGbsluoi*, na praga de Allorf, m estatua de
marino e levantada em t'onra de Goilberme
Teil, o p'ofessor Antonio G Bler poblicoo, ~o~
ordea do goveroo a'Ul. om trabslno ds cu*
coms ancia, em qnt examinava-se o es'.ado ac-
ta! da quejio sob o pooto (!e vis a histrico.
Elle d-na intoa qoe a t-adicgSo de T-ll vai
a'm de XVJ scalo, apeiar da epinio gerai-
men e espalhada ; encontrada uo XV secnio
nrincipalaaeote no Tollenlled a cbrooica ae
Rjss e o Livro Branco.
A fio) ni nonve a nla urna t n-o n con-
tra a amcemicidade da historia de Te.l; pelo
crn'rario >n nao existem em seo favor >io'u-
men'os propriamenta dito', ba t do un conjuo-
cto ne p'ooaOilidades, cuja reooiao contir ua o?
pnucipaes fados, contados pel lenda.
A imprenea tem tratado nes es ltimos
lempos da que-to do descanso doaoin'cal.
A K"-beochlait fnr die reformite S hweig
aonanciaque uan cormmisco pravisona f rma-
da em Berne langou, por circula-es dirigidas a
dive sas sociedades a idea de ura pe: 1 > de
lat iativs fe leral pira iatroluzir na co 8'.' u'gao
fe fe-a! o p*iacipio da descanso aos oomioos.
O Tigbiati julga-3e babilliado a contirjaar
essa informagao.
Confereocijs fo*am realizabas eob-e esse as-
suaapto con a socelade beroeza e ^uissa pira
o descanso do domingo e com outras assoia-
gOes i tsreseadas.
Ni assembla annual da saciedade auissa da
descanso do irgieiro, em Aarao, qua se reali-
za-a brevm'ote. eas quasto ser ^eslulada a
fon 10 e orna decisa. ser lomada provavelmen-
le a tal respailo.
A propjg-.ndaemprehendida. ha tempos, pou,
e 1 'nvlve cada vez mais, j tendo se com
rps.-0)3 organisadas em diversos Ci,:tOo3 da
Confederagao para a't o movimeoto.
Miihares le negocanos uchim j adn rilo a
esta nlo-ai, qae a classe ope-aria reclama com
jos. 1 razao ; e de presente a maior porte di
lomaes do paiz apoia esta reforma, cuja ado-
pgSo n< la-da .
Frari nm; ts tem bavido uo paiz urna
su*ces8ia de congressos.
E n B?.-ne o Congressa Iuternacianal de Me
dlcina V< terina-la, ao q >al esveram presentas
700 mem ras de vanas na-10 llua i-s.
EuBaeio Can^ressa Iiternacioosl contra
o abuso das bebidas.
A> Ungas olalmente admittid&s na discas-
so foram o allemSo e a f ancez. G-an le n :m -
ro de douto-es alieolstas de Pariz e das prov i-
eias fraocezaa assisuram esse Ccagresso, 'od-'
esiabeieceram as bases geraes de um projecto
de Cifi de t-imperaoja.
Oaaosibldo, esses estabel cimentos fun:-
cionam e prosp^ram na Soissa, na Allemaoba,
na I giaterra, oa America, na Blgica e sao ex
ldii'amen'.e deslalo aos ebr os cralos ,
que sabera dos bospitaes. E' um lugar deon-
servagao e de abstinencia onde natural oeoe
rii o se babe neobam alcool.
Timbam foi aberio na grande salado Con-e-
lbo Nacional, no palacio fe leral de Berna, a pri-
meira sessSa das conferencias do Instillo I:
te-oaeioual de Eitatis'.lca em Landres em 1883
Fallecen o general Fess, commaodante do
S corpo do exercitot
Era um dos offic.aes mais distiactos do exer-
CltO 8UISS0.
Coegou de Licena o ex-rel Miln 'da S->-
vii, de volta do sua viagem de excurt) aos Al-
pes.
Sus am:gos asseguram qaa elle voltar no
fim da primavera Belgrado, onde, se.unio as
noticias qus elle receben, sua presenga nao pro-
volar serios pr. tsslos.
-- Parece prestes a ser accordada com a lla-
lla a qu-'s-aa da abertura do tnoael de Simpln
Sabe-se que o gove-no italiano j aotorisoo o
ministro dat obras pa >Uca8, o Sr. Savacco, a
adherir Ss propostas do Couseibo Fe leral, isio
a negociar um t-atalo inte-nacooal de juocga
das llunaa so'fsi e taliaua, pelo tunnel de Sim-
pln, qaeeiao que ser t -atada n'uma confore-
cia que tem de reatizar-ae em Berue ou em Bu
cerna. sob a presidencia do S-. Zsmp, director
geral dos camlnbos de ferro.
O tratado deve aloda sor antes apres?nt?do
para ratificagSo as cmaras dos doas paizes.
Todo todlca qoe a nova companbfa necessaria
para es-a explorago se constituir fcilmente,
bavaado pira ella mullos capitaea disponivets-
Uma terceira passagem nos Alpes 6 conside-
rada como necessaria ao desenvolvlmeoto das
re'ag0e8 ejt.-e os dous pavos, constando que a
contmuago .aa liona italiana, que importar em
ere 1 de trila mi bOe, ser condado cooaado
man Mediterrnea.
qua
AVISTA DIARIA
Revista Contempornea Est pu
blicado o n. 19, anno II d'essa revista cujo re-
cebimento aecusamos.
Fleieai municipalEis o resultado da
apuragao do municipio Prefeito
Tenante coronel Luiz Antonio Chavea Cam-
pos.
Sub prefeita
Teneole coronel J0S0 Jos de Veras.
Concelheiros
Jo3o Al vea dos Pasaos.
Joo de Freitas Padilba Calumby.
Joio Rodrigues de Moraes.
Antonio da Silva Rabello.
Oimis Benigno de Magalhaes.
Dr. mohii) Marques Seguio ante-
hentsm para o Estado da Babia o Dr. Arnobio
Marques, illustre facultativo d'esta capital.
O Dr. Amobl Marques, tendo ltimamente
sido atacado de urna grave molestia nos olhos e
da qual acha so quasi restabelecido, foi para o
referido Estado em viagem de rerreio, sendo
acompanhado pelo seu digno pai o major Pau-
lino Marques.
Grande falta faz o Dr. Arnobio Marques n'e3la
cidade, pois, um dos primeiroa mdicos ope-
radores.
Que volle breve e gosando perfeita sade o
;ue iba desejamos.
iieatroj Sania IsabelAnte hontem
a Companuia de Operetas do Sr. Fernandas Pin-
to realisou um especl c lo no Santa Isabel,
levando a cana a operet em 3 actos O Bra-
silero Pancracio, escripia pelo dislincto es-
cripior S d'Albergaria, sendo a msica do
maestro Slichini.
O theat o esteve completamente cheio.
Os artistas trabnlharam ptimamente e o pu-
blico nao regateou-lhes applausos.
O papal de morgadioho foi perfeitamente
desemp -ohado pe a prima dona Leonor Rivero
O Joaquim Costa sahio-se ptimamente no
desempenho da papel de regedor.
O Leo arde esleve impagavel como cabo de
ordena do regedor. Leonano, segundo o juizo
geral, o primeiro actor cmico brazileiro e
em a ooote de ante-hontem elle o nrovou.
Joaquim Ferreira, 00 seu papel de Aodr
Pancracio, lrrmo do Brasileiro Pancracio, con-
quistou justos applausos.
O Cesar Lima foi um importante e talentoso
mestre-escola.
A* Cecilia de rarvalbo coube um papal mu
simples, o de morgadiaba, calmudo o desean-
peaho foi bom.
H A Mara del Carmen sahlo-se perfeitamente
bem do papel de lia Innocencia.
Ao grande Fooseca tocoa o papel inp3r'.r;i *c
tissimo de 8rnsilcirD Pancracio
mnsaeaie desempenhada.
Hoa em f\repetida a mesn^. oprela.
Mnnleiplo de IpnjaeaFoi o seguin
te o resultado da elei^ao procedida em 30 de
Si'tembro ultimo no munic pi de Ipojuc.i.
Prefeito, Capito Felippe de S e Albuquer-
que.
Sub-Prefeito, Jos Ramos de Oliveira Cosa.
Membros do Concelno Municipal, L-vino da
Silveira Lins, Jo3 Candido da Costa, Gamillo
Rodrigues da Cunlia, Manoel Felppe de Souza
Leao e Jo Pas"hoal de Carv lbo Rab:llo.
Le genle de la mode- D'esse jornal
de modas parisienses, temos Sobre a mesa o
numero 67, anno V.
Como sempre, esta excellent3 e traz sp'en*
didos figurinos das ultimas noviiades da mo-
da.
Agredecidoa Agencia Litt-raria pela offer.
la d'esse numero.
Para o Sal-O Dr. Tnomaz de Lemos
Duaite, de viagem para a Capital Federal leve
a fineza de enviar nos as suas despedidas.
Agradecidos, desejamos-lhe muito Cliz via-
gem
Chegada -Chegou de vclta da viagem
que u limamente flzera, o nosso prezado amlo
Sr. Munu-I Cardoso Jnior, hbil dentista
d'esta udade.
D'aquf enviamos-lha os oossos cordeaea cum
primento8.
\iii-Ico Dramtico Pernambuea-
no Em sessao de assembla geral, rene se
amanh, 3 3 1|2 doras da tarde, em a sua sede,
travess-i do Prala a. 7, L# andar, essa asso-
ciagao afim de tratar de aasumplos referentes
sua inetallagao solemne.
Club Carlos Gomes-A reunan dan
gante familiar d'esse club, correspjndente a
este mez, flcou adiada por motivos de Oidem
superior para o dia 9 de Novembro prximo.
No dia 30, realisar-sc-ha a reumao corres-
pondenie ao mesmo mez.
Grve -Hontem cerca de meio dia declara-
ram-se em grvo os einpregados da Estrada de
Ferro do axa ga, p-sl a que foi inlerrompido o
Irafego em lodos os ruma*8.
Fuliam-nos pormenores.
Tambem chega-nos nolicia de acharem se
igualmente i-m grvts os empregados da estrada
d ferro Sul de Pernambuco.
Na falla de informagOes, mais de espago dare-
mos nolicia do que occorreu e possa ainda
da> -se.
I*ub.icaeoes -Receb-mes :
Um exempiar de 1 in follielo, conlendo um
notavel discur.-o pronunciado no Congresso
Nocional pelo illustre deputado pola Babia,
deseuabargador Thomaz arce/. Paranlios Mon-
te Negro.
O n 38, anno IX do Brazil Medico.
Traz a acreditada revista, na primeira pa
gina, o retrato, acorapantialo da tragos biogra
phicos do sabio francaz Lnuis Pasteur, na phra
se da mesma revista, qua subscrevemos, una
vanguar'deiros do progressoscieolifico.
Agradecemos.
Livio Barrctto -Do Cear do noticia
de liaver fallecido o joven poela cujo nome nos
serve de epigrapbe
Livio Han -ti 1 que deixa muitas produegsa
esparsaa peloa jornaes de sua trra e do paiz
inteiro, tioha no prelo o seu primeiro Ihro le
verso3 que bivia donominado-Do!entes.
Foi esta cerlamente urna perda bem aensivel
para a moderna gerag 1 estudiosa no Cear,
qual 1111 s psames.
Irmandade do Terco -Amanha, ) 10
horas da manha, reune-se em o respectivo
consistorio atira de, em mesa geral, proceder
elei ao da mesa^iegedora para o auno compro
missal de 18'J5 a 1896.
Associaco Medie Pbarmaceuti-
ca -Por s haverem comparecido os rs ur.
Barros Sobrinno e pharmaceutico Ildefonso de
Azevedo, n 1 pJe ler lugar a cleivj da nova
directora d'essa associago.
Essa eleigdo ficou adiada pa*a amanh, ao
meio dia.
tjuas medlcnaes-Foro^nos offsre-
cidas diversas garrafas das Aguas medicinaos
da Fonie Nova em Torres Vedras, de proprie-
dade de Antonio dos Santos BernarJes, em Por-
tugal .
A'sreferilas garrafas, acompanhou um folhe-
to contendo an ilyse das mesraas, pareceres de
lentes da Universidade, da escola medicas de
Lisboa, de distinctos clnicos e a testados de
doentes qu muiio recommendo as m'-smas
aguas.
Estas, tomando em coasideragao os seus ele-
mentos, po em ser uteis principalmente as
derrna(08e3 de difTarentes especies ; phariog
le granulosa, aonia, gastro ntestinal ; dispep-
sias e ou ros estados mrbidos das vas diges-
tivas ; na anumia ; ingorgitamentos ganglio-
nares ; n'algumas moles'ias chromcas do bago
e fgado, em casos de indicago para prevenir
e eliminar concreg3 ricas, dependentes de
dialhess urca ou gittosa (a) ; talvez na albumi-
nuria, diabetes e outras estados pa hologicos,
caracteri8ado3 palo enfraquecimealo da nutn-
go.
Agradecemoa o pre3?nle que nos fez das gar-
rafas das aguas medicioaes referidas, ao Sr
Joo Fernandas da Almeida, eatabelecido
Travessa da Madre de Deus n. 21.
O alcoollsmo Um correspondente de
Pariz escreve ao Correio Paulistano :
Contina a guerra contra o alcool.
A Academia de Medicioa na sua ultima sea-
sao fes ler urna comraumcaeao sobre um relato-
rio do Sr. (Jabriel Coln, acerca das proprie-
dade toxicas do alcool.
Nesse re,-itorio, se pede ao Estado seja no-
meada urna cotnomssn de homens eminentes,
escolhidos mire os cu lores das sci-ncias, la-
vradores, industriaos e fabricantes de vinhoa,
para, funcciODaoio em teda a Fraoga, estudar
minuciosamente as bebidas espirituosas, consu-
midas no paiz; tornando pblicos e ao alcaoce
de lodos oa resu'tados desae esludo e os conce-
Ihos uteis que a proposito forem julgados con-
veni*nle8 e salutares.
A guerra vae sendo realmente implacavel e
diss) s nos licito esperar beneficios.
A' alguem interessado no tssumpto, ou*moa
a seguinte e expreasiva observado : Nao
est longo o da em que as paredes das esco-
las, 10 lado das pimas de anatoma, desennos
de h'sioria natural, quadros de ayslema mtri-
co, etc., sejam vistas grandes figuras, como as
expostas no congresso de Bal, representando
as madonnas alterques que o alcool produz no
organismo humano.
Un poltico romancista Emile
Ohvier, o celebre mioisiro de Napoleao III e a
quem sa altribuio a principal responsabilidade
da guerra de 1870, escreveu um romance, que
parece, nao lardar a ser revelado ao publico.
Intilulu-se Mara Magdalena e urna histo-
ria simples mas pungente, um episodio de amor'
de trgica recordagao
Chegou-se a propalar que Emile Olivar era o
propno protogousia desse drama da sua moci-
dade, mas nao verdade : o verdadeiro auclor
foi um seu amigo.
Elle foi apenas nm espectador.
O Sr. Emile Olivier tem estado ltimamente
bastante enfermo, mas, logo qua esteja restabe-
lecido, proseguir aoa aeus trabalhos illerrios,
publicando o 2.* volume da sua historia do Im
perio Liberal.
A um redactor do Figaro affirmou elle que
eslava firmemente disposto a duer toda a ver-
dade sobre a guerra de 1870.
S tres pessoas accrescentou conheceram
essa verdade : o imperador, outro individuo que
nomearei mais larde e eu.
E' preciso qne e3sa verdade se faga conhe-
cida e ha de sel-o I
A mulher do celebre OrsiaiMor-
reu ha pouco em Roma Felicia Orsini, a viuva
do celebre Orsini, qua langou as bombas explo-
sivas em Paris, no da 14 de Janeiro de 1858,
para a carruajera em que Napoleao III se diri-
ga para a Opera.
O imperador nao ficou ferido, como se sabe,
maa morreram dez pessoas e ficaram feridas
150.
Orsini foi preso, condemnado morie, e exe-
colado, e os seas cumplices foram condemnados
a pnso por loda a vida.
A mulher de Orsini separara-se do marido
tempos antas do altentado, e tivera sempre um
excelleote comportamento.
A noticia da morte de Felicia Orsini foi, ao que
dizem os joroaes italianos, muito sentida em
Roma.
Bund do espectculo-Ante-honiem
foi inloleravel o procedimeoto da Companhia
Yerro carril relativamente ao boad da llnba de
orrtl-1 Afogaqas que, depo8 do espectculo, costuma
baver.
MMirro, pes3lmo cocheiro, igual conductor
e miiraniraae.^sno os motivos da nossa quei-
xa '
Finalraen'e imaginera que o allulido bond ie-
vou urna hora em fazer a viagem do T i-airo a
Afogados.
Que n5o naja bis o que desejamos.
Hulla -Pelo administraJor do Merado Pu
blico foi mulla lo o Sr. Jos Alaxandrlno da
Silva, por iorracgaa do art. 10 cap. 9 da lei
n. 4-
Aui'lc Dramotico ?ernambaca-
noHoje 3 3 12 oras da larde reunem se
os socios deste Nucloo para, era assembla ge-
m, tratar-se da sua inalallago.
lint tuto Litterario Olindense-
Amanna a 1 hora da (arde haver sessao.
A msica e o eabelio -Ura inglez, que
se occup-i com estaiisticas, recommenda a mu-
sica co.no o raelb >r raeio de fazer creso r os
cabellos. Esse s bio observou que 00 msicos
sao os mais cabellos de lodosos homens que se-
guirara carreiras Iibaraes. Era cera conposito
res, segundo es-e sabio, enconlra-se apenas ura
nico calvo ; entre os Iliteratos, pelo contrario,
a propnrgo dos calvos de dez por cento.
Liamos, porlanlo, coinpor msica : o raelhor
dos cosmticos.
O dedo de DeusRefera ura jornal da
Baha:
m protestante estabelecido com urna pe-
quena fabrica de aabo na cidaie de Sanio An-
tonio de Jess, preparando em das do mez pas-
sado urna tachada daquelle grosso liquido, quan
do este abri fervura, arremessou na foroalha
ardente urna imagem do Senhor'.
Sabe, caro leitor, o que se deu? Immediata-
ramte mamfestou-se no tundo da cadeira um
grande rombo por onde sabio to lo sabao, que
immediata e completamente deaappareceu pela
Ierra a dentro!
Aturdido, correu o proleslanle, porm. ob-
stinado ainda, Iralou de oceultar aquelle laclo,
sendo enorme o seu prejuizo.-No dia seguinte,
o visinho, iedo tirar agua na sua cisterna, em
vez de agua encontrou sabo petrificado no
fundo da cisterna ; queixando-se, veio s vinte
o protestante, dizendo que Ibe pertencia sabo ;
a declarando que a caldeira de sua fabrica 00
dia aoienor havia arrombado, desapparecendo
pela trra a dentro lodo o sabo que ella conti-
nha.
Garntese all a veracidade desta
Joaeph Elias, IB. Abraham, Francisco Soares,
Mmoel Joaquim de Oliveira, Joaquim Soa-
res.
Chegados da Europa no vapor inglez Da-
nube :
Izabel Grlffiltli, 2 Albos e 1 criado, Artbur L.
J. William e sua senhora, 3 filhos e 2 criados
Henry C. Fortlage, Mane Graf, Carlos Glabn'
Emile Petl, Etelma de Aquiao Braga, A. d
Oliveira, J. Mara de Andrade, sua senhora e
4 filhos, I. Coala e sua senhora, Manoel Car-
doso, Antonio A. Miranda, F. Antonio Sabore-
do e sua senhora, Jos F. de Souto, D. Gon-
galves, Rimiro A. da Costa, sua senhora e sea
lilho, Joao J. de Abreu, sua senhora, 2 Alhos e
1 criado, Jos A. de Barros Guimaraes e sua
senhora, Joaquim A. de Almeida, A M. de
Alma!Ja, J. Marlins Ferreira, J. Alfredo da
Silva, Joaquim L. Coelho, Manoel M. de Souza,
A. Mirtins, Francisco Gongalves, Joaquim S.
Leite, Julio Magalhaes, J. Costa Campos, L,au-
rent no M. Moreira, Albino F. Silva, anoel P.
de Couto, Manoel H. Xavier, Antonio F. Mu-
niz, J. Anlonio Pires, Antonio G. Pires, Albi-
no F. Silva, Jos N. Leal, J. Coelho de Brito
Avelino Nunes, Jos Nuraes, John Osborne.
Ctugadoa da sul no vapor nacional va-
goas :
Corcnel Franciscisco G. de Oliveira, Jo=
D. Cardoso e sua senhora, D. Agustioe Bahiana
Dr. Joaquira E. Maia, sua senhora e 1 criada'
Flavio A. de Almeida, Antonio C. Cavalcante'
Dr. Pedro Mofa, Osear Duarte, Dr. BazilioCol
das, D. Maria A Ramos e 1 lilho, Angelo Ce-
zar, D. Helena Lopes e 1 criad, Dr.' Antonio
S. Aguiar, Agostioho Ramo?, Walter Duarte
VaMemiro Jardim, Manoal A. R cha, Domingos
R Correia, Marcellino C. Campillo, sua senho-
ra e 2 filhos, Joanna de Snua, Manoel D. Ra-
mos, Manoel M. Espirito Santo, Simo J. da
Cosa, Rogerio M- Conceigao, Anna M. de Je-
ss, Jos da Silva, Pedro A- de Souza, Fede-
rico A. Brando, Julio A. dos Santas, Antonio
Marques, Antonio S. Cabral, Candido P. Bruto
H. Duarte Ca-doso, Carlos Feratenfoler Domin-
gos Irone, Joao M. Rocha e -sua senhora D
Mana Carino R. da Silva Luiza da Conceic3o
Luiz P. de Castro, P. J Tinto, Cypriano C. R
bas, Cypriano M- Nazarelh, Francisco X. Silva
Manoel B. Cavalcante, D. Rosa T. Cosa. Jos
T. de Albuquerjue, Jos B. de Lima, Manoel
J. de S, Luiz C. S, Manoel Pachaco e sua se-
nhora, Jos Pe-droso, Dr.
Maooal C. Barros, J.
aclo cu-l 1 f >,KJ,C| M*ceilo, J. Alexandrino, Marco-
jos pormenores foram ministrados .para ura eu- An?0mo Viann,.' CS,a' Aa"a J" Saza' R'
Coiuiuis-ao de mcllioraiiiciito do
tro protestante, qua referio-o a muitas pessoas;
como urna gloria, por ter o irmo queimado era
urna fornalha urna imagem do Senhor!} j
Quanto sao cegos. quanto ?3o insensatos os
discpulos dos renegadoa Lulhro, Cal vi no
& Companhia !!
Cliuvas-Tcm chovido copiosamente ne ta
cidade e auaa circumsvisinhangas, durante Uda
esta semana.
E' realmente extraordinario que tal fado se
verifique nesla epocha do anno, e cora rmanifea-
ta lendencia para continuar!
As ullimas noticias que nos cliegaram de di-
versos pontos do interior aioda aecusaram in-
vern, pe. que n5o para admirar que essas
chuvas sa -si indam ain la al o alto serlo.
Revolver originalA Gazela de Noti-
cias escreveu o seguinte:
Para o historiador imparcial n8o ha pequeos
tactos; por isso qua viraos trazer ura docu-
mento historia dos successos de que, ha dias,
foi theatro a illustnsslraa cmara dos nao me-
nos illuslradissiraos deputados.
Os leitores devem e3tar lembradoa qua ura
deputado araeagon ura seu collega c -m ura ra
volver, < qua este, sabendo a falla que faria ao
paiz, julgou lo seu palriolisrao pOr entre o re-
volver e a sua pessoa & distancia de alguna ki-
lmetros.
Pois bem, h nlem, tiveram a bondade de nos
mostrar essa arma terrivel, qu o argumento
ad himinem mais aperfeigoado qua o america-
nos di norte tem descobart>.
Vimos, e recuraos de horror... NSo qua o
tamaito nos assuslasse, mas porque as nicas
balas de que gosiraos s> das de estalu.
Imagtnam o nosso assombro quando a pessoa j
uos disse :
Dme ura churuto.
m charuto?... Para que?
Dme um charuto.
Pedimos logo ura a um amigo que eslava ao
nosso lado.
Agora, d me um phosphoro.
E demos.
A peaaoa apontou enlo para nos, e antes qu-
podasserao3 imilar o exemplo do nobre deputa-
do, j o Uro disparara, isto o phosphoro esla-
va acceee e o cnaruto Acara prvalo de sua
p nta.
Dizera qua esse revolver bislorico vai s?r of-
fen lo, em sigual de aprego, ao chefe do partido
Rpublicano federal, qu, como tedos sabem,
muito apreciador de charutos.
casamento civil -O escrivao 003 caaa-
raemos que funeciona nos districlos do Recite
aol 1 Antonio, Sao Jos e Afogados aflixou na
repartigo do registro dos caaamentos ra
rio Imperador n. 75 1/ andar, edilal de procla-
mas de casamento dos seguales conlrahen
tes:
2.a Publcaco
Iziiro Vicente Ferreira de Souza, artista,
residentes na freuezla de S. Jos, com Fran*
cisca de Maraes Res, residente na fregueaia do
Recife, vluvos e naluraes deste Estado.
Jos Correa de Queiroz Barros, com Corina
Esmeraldina de Caldas Moura, solteiros, nalu-
raes desie Estado e residentes na freguezia de
3. Jos.
O respectivo escrivao do registro de casa,
meutoa da Boa-Vala, Graca, Pogo e Varzea
atflxou na repartigo do registro a ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguintes conir bentes :
2* publicagao
Dr. Alfonso Gongalves Ferreira Cosa, na-
tural deste Estado, Prefeiio do Recife, residente
na freguezia da Boa Vista, com Rita de Cassia
Coelbo Cintra, residente na freguezia de Santo
Anmni.', solteiros.
Dr. Joaquim Samuel Carneiro Lins, residente
em Serlnhaem, com Julieta Cardoso da Fon'e,
residente na Ireguezia da Graga, solteiros.
Celso f'.leraentino Bezerra de Mello, residen-
te na freguezia da Boa Vala, com Julia Paea
Barreno, residente na freguezia da Graga, sol-
teiros.
Simo Joo dos Santos com Leopoldi: a Mana
de Oliveira Cara.o?, solleiro e residentes na fre-
guezia do Pogo da Panella.
Natadouro PublicoForam abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 107 rezes
para o consumo de hoje.
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabelecimento cargo da Santa Caaa de Mise-
ricordia do Recife no dia 14 de Oulubro, foi o
seguinte :
Entrarara..... Ib
Saliiram ..... 25
Fallecern: .... 3
Exiatem..... 799
Foram visitada8 as enfermaria8 pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou a 10 da ma-
nh e sabio s 111/4
Dr. Malaquias, entrou as 8 3(4 da manna e
sal > as 91[5.
Dr. SimBS Barbosa, entrou as 10 da manh
e saliio s 11 1|4.
Dr. Berardo entrou a 12 da manh e 8ahio
asl2l|2. _._.
Dr. Lopea Peaaoa, entrou aa 9 1|2 da manh
e sahios 11 3[4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou a 10 da ma-
nh e sahio as 11.
Dr. Bastos de O iveira, entrou a 10 da
manha e sahio s 11. .
De Carneiro da Cunha, entrou as 10 1|2 da
manha e sabio as 11.
Dr. Jos Avila, entrou as 10 1|2 da manha e
sahio as li. ___. !j
Dr. Octavio de Freitas, entrou aa 9 3|4 da
man a e sahio as 11
Dr. Alfredo Costa, entrou as 8 1|2 da manha
e sanio as 11 1|2.
Dr. Arthur Cavalcante enirou as 9 li4 da
manh e sabio as 11.
Pharmaceutico, entrou s 9 da manha e
sahio s 2 da tarde.
1" Aldante do pharmaceutico, entrou as 7
da manh e sahio as 5 da tarde. '
2- Ajudante do pharmaceutico entrou as 6 3|4
da manh e sabio s 5 da tarde-
Aasistente entrou as 2 da maoba e sahio
s da (arde.
Fasagelrn= Chegados da Europa no
vapor fr-" zParanj.
Porto
1895.
Becifc -Recifa, 17 da Oulubro de
BOLETIM METEOROLGICO
ioras. Term cenli- Barmetro Tensao do Humit
jr*U
6 m. 23/6
9 . 24.'1
12 . 25/9
3 t. 26/3
t . 25',3
fesq
738.-79
760.-93
739.-16
758,-88
756,-88
oopw
18.15
18,27
18,58
19,84
19,01
83
81
74
78
80
Temperatura minima 23,-25 Thermometros
desabrigados ao meio dia. <
Temperatura mxima 28,25 Ennegrecido
52,8 -Prateado 33,.4.
Evaporago em 2i horas ao sol 3,-4 som-
bra 2,-.4.
Chuva 12-8.
Direcgo do vento :NW de meia noile a
3 ti. 18 m. daraanhaj; SW al 3 h.28 ra.-
WSW ,at 3 h. 58 m. ; S al 4 h. 19 a.-
NW ai 5 h. 17 ra.; E at 9 b. 37 ra.; SW al
7 h. 02 m.; WNW at 7h. 33
m.; NW al
9h. 10 ra-; ESE at .11 h. 06 ra ;Sal4n"7
15 m. da larde; E3I5 at 5 h 12m.;S3 at
5 h 23 m.; SSE at 5 h. 48 m ; S ate 6 h 10
m. SN at 6 h. 21 m.; SE al |8 h 35; ESE
e SE alternados at 11 h. 05; ESE cora inter-
rupgss de E e SSE at meianoute.
Velocidade media do vento 2,-50 por se-
cundo.
Nebulosidade media 9,95.
BOLETIM DO PORTO
Dias
Horas
Altura
Oulubro 9 h. 30 da m. 0,-05
3 h. 40 m. da t. 2,-55
Publico Obituario do dia
Pra-mar ou
baixa-raar
B. M. 18 de
P. .
CemUerio
17 de Oulubro :
Anna Gongalves de Almeida Pinto, Pernam-
buco, 25 anuos, casada, Pogo.
Francisca Lima Praira de Carvalho, Per-
nambuco, 30 annos, solteira, .Recife.
Julio Soares Ribeiro de Souza, Pernambuco,
8 mezes, S Jos.
Manoel Francisco Avila. Pernambuco, 61 an-
nos, viuvo, Afogados.
Manoel Honorato, Pernambuco, 18 mezes, Re-
cife.
Joaepha Francelioa Alcoforado, Pernambuco.
18 das, Boa-Vista.
Mara Jos, Pernambuco, 7 dias, S. Jos.
Manoel Ricardo Lima, Pernambuco, 40 annos,
casado, Boa- Vista.
Avelino Jos Ferreira, Parahyba, 39 annos,
solteiro, Boa-Vista.
Juvencio Bandeira dos Saotoa, Pernambuco,
39 anuos, solteiro, Boi-Viata.
Mara Julia da Costa, Pernambuco, 44 annos,
solteira, Graga.
Maria Alves io Amor Divino, ALigis, 21 an-
nos, casada, Boa Vista.
Antonio Gertrudea, Pernambuco, 29 annos,
solteiro, Boa-Vista.
Alexan trina Maria da Concej>o, Pernambu-
co, 56 annos, viuva, S. Jos.
Casa de Ueteacao Movlr>u>rm dott
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 17 de Oulubro ie 1895.
Existiam 420, entrarara 2, sabirara 6, exis-
ten) 416.
A saber : naclonaee 379, mulherea 10, estran-
geiros 27, mullieres 0, total 416.
Arragoartos 411.
Bons 388. doentes 18, loncos 3, louca 2,
total 411.
Movimeoto da enfermaraTeve baxa: An-
tonio Francisco Guimaraes e Francisco Jos da
Silva, vulgo Virgueiro.
CHRONICA JUDICIARIA
tupesior Tribuual de Rustica
SSESSaO ORDINARIA EM 1 DE OUT-
- BRO 'JE 1895
PSESIIOENCIA DO 8B. DR. FRANCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do cosime, presontes os Srs., juixes
im numero legal e o substituto do Dr. procara-
dor geral do Estado, foi aberta a sessao, llda
e appntvada a acta da an.t"*edeote.
Distribuidos e passados os feitos, deram-ee
03 seguintes
JDLGAMENTOS
Recuraoa crimes :
Do Recife Recorreate o juizo, recorrido
fedroLuiz de Franga. Re tor o juiz Galvo.
Aiju-iioi osjulzes Joo Cirios e CuiJas Brrele.
.Vgou-se provircemo, unanimemen e.
Dj Recife Recirreute o juizo, r,corrido
RapUael Tavare* J-i Slio- Re ai ir o juiz Caldas
Brrelo. Adjuntos^ juises Jofto Carlos e Gal-
a>.Negoa-seprovim-olo, utoa/i memeote.
Da S. BentoRecorreale o joizo, recorrido
Ripbael Tavarea daSUv. Relato- o juiz Joao
Carlos. Adju'jios os juizes Aimelda e Caldas
Brrelo. Negou-se provimeoto, uoauimemente.
Appellagoes cveis :
Do t yaooa Appallan'.e Amaro Gomes da
Cuaba Rao^l'o. ap eUado Luu de Anlrade de
Albuqoerqae M.ra mo. Relator o juiz Carlos
Vaz. Revisores os juizei Joao Carlos e Gaivao.
Fo am desprendas osemoa go-, unnimemen-
te.
De Bam lard mAppellante Cemenlino da
Malta RiDelro, appel ado Mooei Bugeoio de Li-
na. Relator o joiz 6atao. Revisores os juizes
Caldas Barretoe Almeld..-F)-am despresados
os embargos, unanimeaaente.
DISTBIBOTyftES
Recurso) crimen :
Ao juii Costa Ribeiro:
De Coruoo'-R-icorreole PedVo Francisco aa
Mello, recorrido Antnnio da Siiva Sonsa.
Ao juiz Caldas Barreto: .
Da RecifeRecorreo te o jalao, reep, Tlfl:! Og
Leite de Atoas toas BrafIL
Ao jaiz Almeida : .
De Tlnbia'oaBec?rrcnle 0 juizi. comao
a.atoo T*varf f Ce'Mia.

>
t






JW-

Diario de Pcrnumboco Sabbado 19 de Outubro de 1995
ffi


*Ao jols Cilios Yi:
De Tlm&a'A.aeco'reote o joiio, ricor.ilof
Minoel Francisco da Peana e out o.
Appellagoea: cromes:
Da PalDareg-Appellaote Vctor Cordelro Ca-
Vilcante, aapeada a jusagi.
Ao tais Galvao: __.. .
D Gloria de Goiti-Appellaotes Cosme Joe
Damlao e Silastlano Jo do* Saatos, appoliads
a instiga.
Ao ioii Costa Ribeiro :
Da Gloria de GritaAppeliinte Pedo Alves
deSiun, appellada a instiga.
AppellagOes civeis:
Ao i os Carlos Vas :
Do ReciteAppellanle Vi gloio Hjraclo d(
FrcUa, appeilado o carador da masaa fallida de
Flix GjmesCoimora.
Ao i i iz Joao Carlos:
Do Recile-Appellaoie D. Maria Victo ia de
Soma, apoellados Eugenio Gietitel e Coacelro,
Irmao & C
Eastrroa'se a essao a 1 hora e 30 mlootoa
da tarde.
Junta Commercial do Recife
SESSO EM 10 DE OUTUBRO DE 1895
Presidencia do Sr. Deputado Commenda-
dor Joaqnim Lopes Mocliado
Secretario D.\ Joaquim. Theotonio S. de
Afollar
A's 10 horas da manh foi aberta a
sessao, eataado presentes os Srs. deputa-
dos coronel Rodrigues de Moura, Colla-
50 Dias e G.briel Cardoso, faltando com
participacao o Sr. deputado Prente
Vianna. ,
Tendo comparecido o S-. depatado
vice-preaidente tenente-coroael Francisco
Gurgel do Amaral, prestou o juramento
do estylo e tomou assento.
Depois da leitura da acta da sessao
anterior e de sua approvacao, tomou-se
conhecimento do seguinta
EXPEDIENTE
Oficios: XT
Do Exm. Sr. Dr. Secretario dos Ne-
gocios da Fazeuda com data de 28 do mez
paseado, communicando que em v'sta da
solicitacao d'esta Junta, haviam sido ex-
pedidas as precisas ordera, no sentido de
ser paga a quantia de 223S00), despen-
dida com objectos de expedienta e asseio
da respectiva Secretaria, nos mezes de
Novembro e Dezembro de 1894.Para o
archivo.
Da Junta dos Correctores, datadas de o
do corrente, remetiendo os boletins das
cotacOes officiaes, efectuadas durante as
semanas de 23 a. 23 de Setembro prximo
findo e de 30 d'esse mez a 5 do mesmo
crrente. Sejam archivados
Foam distribuidos para rubrica os se-
guintea livros:
Diario de Machado &c Pereira.
dem do Dr. F.ancisco da Cunha Bel-
trSo.
Cop ador do mesmo.
Tiveram despacho as segantes
Peticoes:
f" Da Companhia Agrcola Mere ntil de
Pernambuco, para archivamento da copia
da acta junta em duplicata, da assem-
bla geral ordinaria e realisada em 11
de Setembro proxim findo.Como re
quer.
De Mendonca & C, pa-a o arch va-
ment de um contracto social.Seja ar-
chivado.
De JoSo Pereira da CosxaPntoeD.
Bitta Eliza Pereira da Sllr, pedindo r
archivamento da cartido juma pela qaal
prova haver sido por sentenca do Dr.
Juia de Direito do Commei ci da Comarca
do Recife, julgadaa dissolucao de socie-
dade commercial que existia entre o pri-
meiro suppcante e Anicsto Augusto da
Silvd, casado que fora com asupplican-
te.D.jRitta. Como pedem.
De Pereira Pinto & C, para o achi-
vamento do seu contracto social.Ar-
chive-se.
De Manoel Moreira de Souza Pinto,
socio componente da firma Moreira C,
pedindo igual archivamento.Seja arohi-
vado.
Da Pereira Pinto &t C, para o regis-
tro da sua firma socialAttendido.
De Moreira & C, pedindo para ser re-
gistrada a sua marca denominada La-
fayette, com a qual p etendem assignalar
os c'garros de sua fabrica Lafayatte, sita
& ra do Vise nde de Inhama n. 19,
visto t".rem sat i afeito a exigencia do pa-
recer fiscal, emi.tido em urna outra peti-
c&o em que requereram, com o compe-
tentes exampiares, tal registro.Vista ao
Dr. Secretario.
Dob meamos, para igual regist o, com
relacao a out a marca denominada F.o-
res da Penha, para aisignalar os cigar-
ros de seu fabrico, viato terem satisfeito
igual exigencia.Vista ao Dr. Secreta-
rio.
Da Aristides Jos de Oliveira, agente
de leiles, para o registro do conheci-
mento que junta, com o qual prova haver
pago o seu imposto, relativo ao 1." se-
mestre do exercicio de 1895 a 1896.
Reg atre-se.
De Joaquim Max te de leudes, para idntico registro.
Sra.
De Angelo de S Peixoto, estabelecido
ra Larga do Rosario n. 13, p ra o
r gistro de sua firma conmercial. Re-
gistre-se.
Da Flix Binda'ra, pa-a o registro da
procurao que junta.Deferido ua forma
do parecer.
Do Dr. Francisco da Cunha Baltro,
proprietario dos engenhos Conceigo e Ga
mileira do municipio da Victoria, e con-
cessionario da Usina Conceicao, para o
registro de sua firma commercial.Como
requer.
De Moreira & C, para o registro de
sua firma social.Seja regstrada.
Da Antonio S>ares &c O... para o ar-
cbivameato do seu istracto do sociedade
mercantil. Archive-se.
De gostinho Costa &c Fiuza, para o
registro da nomeacfto do cidado Anto-
b o Carlos Xavier da Silva, para seu cai-
xeiro despachante.Regiatre-se.
De Jos Barboza de Carvalho, para o
registro da nomeacSo que faz do cidado
Augus'.o Paulo de Carvalho, para seu
caixeiro despachante. Deferido na forma
do parecer.
Di M. Buarque do Macedo & C, ps-
dindopa-a que seja archivado seu con-
tracto social.Archive-se.
Da Francisco Ribeiro de Britto, pe-lin-
do para que saja registrado o conheci-
mento do imposto pago pela sua prois-
so relativo ao 1." semestre do corrente
exercicio Rgistre-se.
Pelo Dr. Secretario foi apreseutado
Junta o Diario de sahidas do agente de
liiloes Joaquim Max miao Pestaa, o
qual fra devolvido, em data de 27 do
mez passado, pelo Sr. ex-deputado Jos
da Oliveira Bast >, se.n a sua rubrica, ca
receudo astimde nova d str.buico.A
Junta odenou que fosse o dito l.vro de
novo distribuido.
Nada mais havendo tratar-se o Sr*
Presidente encerr >u a sessao li2 hora
depois de meio dia.
de sua viagem a Europa, tem sea con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
a. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Samptio, oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas 00 primeiro
indar da roa do Baro da Victoria d.
15.
Residencia a rua Hospicio n. 46.
Telenhone d. 35.
Medico
Dr. Joaquim Loureiro medico partei
ro, consultorio rua do Cabug n. 14,
residencia na Casa Korte n. 5. casa de
izulejo, defroote da igreja da Gampioa
O Dr, Lobo ifoscosn d consultas em
eai casa rua da Gloria o. 39 das Id
toras da manh 1 da tarde. Achan
1o-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quiquer chamado com
promptido para fora da cidade, Espe-
cialidade, operaces, paitos e molestias
ie seohoras e raninos.
Dr. S Pereira, rua da Imperatrir n
i), d consultas medico-cirurgicas todci
)3 dias das 8 meio dia, menos a: -
iomingos e dias santificados.
Drogara
I1 aria Sobrinho & C, droguistas po,
atacado, rua do Mrquez de Olioda d. 41
Guimaraes Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espi>
cialidades Pharmaceuticas, medicameoN
los homeopticos e lilas, leos, piu>
ceis etc., etc. llua do ittarquaz de Olio
da o, 60.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
whs as especialidades pharmaceuticas,
Unas, drogas, productos chimicos eou-
ros medicamentos hooiopalhicos, ra-
Larga do Rosario n. 34.
Papis Pintados.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Rua Mrquez de Olinda n. 12.
COMERCIO
1
Bolea Commercial de Pernam-
buco
COTA<;5E3 officiaes da junta dos
COBRETORES
Pracado Recife, 18 de Outubro de i8g$
' au bcDve coisca j
O presidente
Amonio Harqoes deAmori).
O secretario
HaocelG. da Silva Pito.
Cambio
Os Bancos tbriram com a taxa de 10 i|4 so-
bre Londres a 9J d|V, baixaado depois para 10
18 e depcie 10 3,16.
Papel particulare bancario repassado beove
peqadaos negocios a 10 3,8 10 5jl6 e a 10
Ifhd.
i otaces de seeros
Para o agricultor
Assucar
Usinas por 15 kiloi. ... a 64000
Branco. por 15 kilos 44200 a 5J5J0
Borneaos, i lena, dem 3M0o a 34500
Mascavado. dem, dem. 24300 24600
Brutos, dem, dem 24c00 a 34000
AlgodSo
Vendido o de 1* serte a 13/600 por 15 kilos;
valendo 14 menos o mediano e 24 o de 2 sorte.
sleool
Por pira de 180 litros 2184 nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1204 renda.
feares
Seceos salgados na base de 12 uioe 14150 lls
venda.
Verdes 680 ris, vena.
Carnauba
Coti-re da 234 a 354000 por 1S kiioe.
Hel
Vor 1104500 nominal.
Kxporfaeao
Recife, 18 deOatobrodel805
rara o exterior
No vapor ioglea *3cholar, para Liverpool,
(arregoa :
P. da Silva Basto?, 1000 saceos com 75,000
kilos de tsiacar mascavado.
Para o interior
Ifa vapor nacional .Santelmo, para Rio
Grande do So', carreearam .'
P. Carneiro & C, 2 pipas eoJ1 i,53i 1:lros de
alcool.
Para R o de Janeiro, carregoo : ,.
i- 6. Valentp, 30 pipis com 10 086 .. lros e
agnardenie e 200 sjetas com 16,834 kHi./ e
godo.
Ro vapor Irancex Ccrdactn, para Salte l
carregaram ; 1 f v.
H. Burle C., 00 barril com MrJ
iDICACOES OTIS
Occnllstas
Dr. Pereira da Suva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a rua do
mperador n.* 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
O Dr. Pedro Ponlual,ex-chete de
clnica do professor Wecker, de volta
de aguarden e e ItOi) aaccjs coa 60,000 kilos de
assoca? branco-
No vapir aliemao Paragoassa', pira San-
tos, carrpgoa : ,
P. deO-iveira Maia, 15 pipas com 8.100 litros
de alcool.
Para Rio de Janeiro, carregoo :
P. d.- Oiiveiru Xaia, 2 pipas eom 1,080 litros
de alcool.
>o vapor francez Paranagna, para Ba-
bia, carregaram :
A. Ferandes&C, 200 200 saceos com 15,000
kiles de assocar braaco.
Para Santos, carregafa-i :
A Fernao4f8& C 19 b.jcoscom7,740 kilos
de assucar msseavado.
Para Rio de Janeiro, crfregn :
'J. G. de Araojo. 20 pipi com 9,600 litros de
agurdente e 10 ditas com i 303 dito de slcool
o vapor nacional 3eDeribe, para Ma-
celo, carregou :
D. Rodrigues, 1 cala r,a 90 kilos de rano-
Para Penedo, carregai m :
QC. Piolo 4 G 1 barril c. ;n 90 litros de alcool,
30 ca xas com 270 di os fle cidra, 4 ditas cam
30 aitos de geaebra, 12 bar ,3 com 810 ditos de
vinagre e 9 ditos com 540 ditos de viohj de
f metas.
o blata Correio de Natal, para Nital,
carregaram :
L. Perrelra & C, 40 caixis com 920 kilu de
sabao.
na barcaca Paragoassa para Parabiba,
carregoo '
C. de Droa?, 4 Utas com 60 litros da oleo de
ricino.
No vapor nacional \lagoa-, para Man'oj
carregaram :
C. Pinto & C, 60 caixaj com 450 lirros de
geaebra.
Pootoal & Oliveira, 30 saceos com 2,250 kilos
de 88SD3br brn-o.
P. Caroeiro 4 C, 1 pipa com 540 litros de
alcool e 50 barra com 4,500 ditjs de agur-
deme.
P. dos Sanios & C, 2 caia con 200 kilos de
doce.
Para Para, carregaram :
P. Carneiro & G., 200 barricas com 15,300
kilo3 de assucar branco.
Para Maranbai. carregaram :
S. Salgueiral 4 C, 12 barricas com 852 kilos
de assocar branco.
R. M- Costa 4 C 6 litros de licor de papa-
nia.
Rendiaieatos publico*
Mea de Ootabro de 1895
Alfandega
Renda geral :
l)o dia 1 a 17 1,014:2894552
dem de 18 5L51746U
-----------------1095:8074166
Renda do Estado :
Do dia 1 a 17 109.9574762
dem de 18 11 1874894
121:14546:6
TRIBUTO DE GRATIDO
A' MEMORIA DE
um LiiLmiu lacsbsa
HOJE, 7. DIA DE SEU FALLEC MENT
Lagrimas! Nunundo quem j-imais.
Urna Ingrima sentida derramou?
Quem sen indo materol recordado,
A lagrima snuiosa &o chorou?
Aiiigo Zacaras Correi?. Limitado o na
mero daquelles espiriloa a quem a natureza fa-
vorec u c m dotes excepcionaus ; porrn, mais
circunscripto ainla o naquelles quo eiopagam
essa superiorida< sempre e jmente na praiica
do bera
Sirvn, esta raeu verda leiro reconhecimento,
de allivio i tua iraraensa ddr
Recile, 19 le Ou uhro de 1895.
Antonio Leodeg.vrio-
lar. Antonio Jos da Costa
Ribeiro
I.* ANNIVERSARIO
A familia do Dr. Antonio Jos da
Costa Ribeiro manda rezar missas na
igre:a matriz da Boa-V ata s 8 horas
da manh, no dia 19 do corrente, pri-
meiro anniversario do seu fallecimento.
Recifa, 15 de Outubro de 1895.
riBUWCOE* a PE0100
FABBIGfV GnUaS
Ou abaixo assigoaJos
previnem a quem convier
que estao muaidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio para fazerem
apprehender onde fjrem
adiados cigarros de outra
fabrica com a maica coutrja-
feita ou imitada dos seuB ci-
garros, taulo ua moitalha
como no rotulo; e que
estao dispostos a proceder
contra quem expozer ditos
ciganos venda, com todo
o rigor, de conformida le
cem as penas decretadas
por lei.
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4* C.

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es-3
C
O

<
t
<
K
CU
Petoral de Cambar
Cura do urna tosse violenta '----------------------------------------------------
Atacado de uma tosse violenta e Recebedoria do Estado
pertinaz, acompanhada de vmitos, re- j
solvi tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido.
Varios de Alencar, major-fiscal do i- regi
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas.
Somma total 1,116.931^8
1 8fl2c5o da Alfandega de Pernambuco, 18
da Oatnbro de 1865.
O ebefe da seceso
L. F.odecen.
0 beiooreiro
Lnix Manoel R. Valenca.
Heno Leoncio da Silva Portella
Lioentina Bists Port. lia, Manoel Po-telta aa
Silva L yo!, MaMi J mqu'oi 'la Silva C>vnlcan-
i<\ Sfnnoi'Ob aa SiWa Porteil*, Amaro Itaiat
da Silva Pjrt-I'a, JiaqiiD na Silva PNella, An-
ionio d* Oliveira B>stJ3, Praocco de Oliveira
Bastos. Mana L^oi t ua de Ba'O Tigie. Joaooa
ie 8a.fs Ca'al, KyncnK di O iveira BaslO
e Jraoiim Jos Ai e< Ba b,> aiadecem i
iodos quan'os acompaobirsm os restos mor
taes do sea iao'a(raio esposn, rllh',, irmS), cu
nhado e amleo Bett) Leoml) da Silva PorielU.
cojo fallsciient' irneiam, r.oavidaodo-os d^
novo a assia'irem aa mismas que em repi oso da
alma do fliado luaodam oeleo ar na mairlz -
Hoa Vial, aa 7 d-as di maoba de aabbado. 19
do roTeote.
Hypotbecam previamecle asaagralpaj aqael-
les qas compafec;veoa p-8' acto religioso.
Pe lido
Cinvencionaodo os mdicos doplicarem seas
don-ra'108 para rada servici de sua proBasao
lembramos e pedimos a crrtgSo de poslos medi
roa. onle a clasae media em re qrsos poss, me
i'awe ama medica measalidede, recorre no?
casos de oece?idae.
AUms lateressalos.
SPRI )R A' T )DAS AS A(iUAS DE COLQ-
oia a legiilma A*oa FlO'ida oe Murr.y & Lsn-
mar. ComoOe se da dUliliat&J perle a das
mala ricas flores d ) T opiro coibtlas em toda sea
loor^aoi". Para o banbo e tcoca or nao ba nad^
igoal. Pe'foma. forialece, acalma, ref esc r
delelt?. A legitima leva ao derredor do g rgjl"
da garrafa uma Un branca em jne appareceai
gravadas em seo as palavras Marca Iidnsinal
e o facsmile da firma en* coicos propnea-
rios, Laoman K-'mo. N-w Yu'k. 5
RECEBBWRIA DO ESTADO
Dj dia 1 a 17 E8 36(i<7i
laem de 18 MMUfi
163.3914
A Emu'aBo de Seott oon'a un e m cu-
a>6io c'o ad airad >r--a e tu n p r toa a
parta e orjoio e confas-a.r ^u i o. asue
mritos tornam-i.'a o el""* d-i hBolh-meot
publico quo tio aaivcis-1 oeote gra.
O bem o/h'i i lo fie iltit'V da Oaui'-a'
Federal da Repblica dos Estados Unidos
do BaE'l dz :
c A Eoi Ii5j de Sjctt. de oleo de il-
g do d> bacalbau, c m byuophosphitoa du
Cal-io e Sodeo Vciio prcbeichor urna laoi-
ra na noata tlerapettia, pois que. viamo-
d.a muiti-a veeda emt.arayiciua p ra 'a-er
os nossoa doentes iogerir e o pro ra-u
eupportar por alguoi t)mpo o oleo da fi-
jado de biiOalhau Esta lacuna t >roava-se
ij."his aenaivel ij-iani > se ir-tnv* de orian-
91a Poi", beai, el'ai hij4 depo'8 de in-
idri-ft-n a primeir-i doae d EmiiIsS", pe-
de v. nxh\t e pr .lreoi-.'., s veaes, ao
ioe. Os aeua reau tad> a tberapeuticos
b3o sipariere* ao aleo ds fgado da ba3a-
h>nf po'a hlai dn ootrir, tam ca effiitoa
do* bypiphoiphiiea, la > nioesiaria &>
oriaocas. Em b no da verda ie pa.au o
presento e atsgoo
"pita
1^90.
1 'ed^rj!, 6 da Setembro de
RECirE DRalflAGE
Do dia 1 a 17
dem de 18
4^:225*551
1 (14*057
43:619*608
HoTlmento do porto
Navios entrados no dia 17
Babia e esca: 6 lat, vapor nacional Baberi-
be, de 391 toneladas, ejoipagem 30, com-
mandante Fabio Rio, carga varios gneros;
a C. mpanbia Peroambocr .
Pelotas26 das, lugar or mal Alvaro, de
193 toneladas, equipigem 7, capliao Jicob Tel-
lefsen, carga xarqaa; a M. S. Maia.
Rij de Janeiro e escala9 dias. va or nacional
< Mercarlo, de 66S toneladas, equipagem 43,
ccmmaalante Minoel Amo Im, cargs vanos
geoeros; a Borle & C.
Terra Nota-88 das, lugar iogle Cjrisinde,,
de 187 toneladap, equipagem 8, capraj W-
Rjgbes, carga bacalb); a Biadcourn & C
Swicsea SI das, barca nomegoense Ga--
rum de 935 toneladas, eqnipagem 15, ca-
pitao ,C. Toonesen, carga carvao; a Lopes
GaimarSes & Irmaa.
Nivios sabidos no mesmo dia
Rio de Janeiro-Vapor nacional i Porto Al gre,
commaodaote Antonio Leopcl Jino ; raiga ve-
ra* genene.
Macaos e escalaVapor nacional Ala.as.
commandante Florn Jo Das; carga varios g-
neros-
Genova e escalaVapor italiano Las Palma?, >
commandante Micbele Molta ; carga varios ge
ero?.
Mercado Hanlclpal de s. Jos
O movlmento desta mercado no dia 17 de Oa'.o.
bro foi o segaiata r
Entrsram :
42 bois pesando 9,181 kilos
205 lulos de peue a 20 rs. 4*100
2 compart. com mariscos 100 rs. *200
7 ditos com camarfles ? 100 rs. *700
26 1/2 columnas a 600 re. 151600
2 cargas com galliobas a 500 ra. l*C0O
6 cassoaes com gallinbas'a 300 rs. 1*8 i
1 carga com amendoim a 300 *3<)0
9 cargas com batatas a 300 ra. 2*700
2 carga com macacbeiraa a 300 ra. *600
1 cargas com cebollnbo a 300 ra. *300
2 cargas com gerimuns a 300 rs. 601
14 cargas com verduras a 300 ra. 4J1O0
2 carga com canoa a 300 rs. *600
1 cargos com Uranias a 300 rs. *30
i cargas com inbame a 300 *3'3 >
2 cargas com loncas a 300 ra. *600
2 cargas com diversas a 300 rs, *6J0
42 cargas com farinba a 200 ra. 8*400
10 cargas com milbo secco a 200 rs. 2*000
4 cargas esm feiao a 200 rs. *809
77 logares a 200 ra.J 15*400
15 Sainos a 200 ra. 3*000
12 comp. com sBioeiroe a l#00" ;/000
9 comp. com sbqh'o a '0G ie. 6*300
8 comp. com fressnraa a W0 4*80
34 comp. com comidas a 70u rs. 23*800
76 comp. com faiendas a 600 ra. 45*600
49 comn. com verduras a 340 ra- 14*700
91 comp. com farioba a 400 rs.
55 comp. com talbos a 2*000
Rendtmento des dias 1 a 16
36*80"
110*000
317*500
5.131*100
5.4i8*700
?recoB do da :
Carne verde de 2)0 a 1*000 ra. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*500 dem.
Farinba de 800 a 1*400 rs. > cuia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cqia.
Feao te 1*400 a 2*0 0 a cuia.
MtSita-n er*idof
L -"e Jsoelto
Logar porlogaes R*- JtSMtt,
Barca portugoeza AUianci.
De Pelotas
Patrcbo nornegnense Eioar.
Patacho nacional Jayme.
Dj Porto
Pala(h) nacional Rival.
Patacbo roruefueose R> lolcbo.
Brigoe portogoea Vareiro.
De Cardiff
B;rca noraegnerse Hire bu
Barca noraeeaense Lyra.
Baria noroegaense J sia.
Barca aoroegaeose Hjieo.
BaTca IngletaEgeria.
Brea francesa Areompition,
Barca nornegaense Sala.
Barca nornegneos* Au-iga.
De Hamburgo
Barca allemS Eliiabetb r.wens
Brigae allemSo Ouo Grat m Stalberg.
Brigae altemao Jobaon.
De Msmel
Barca nornegaense Vicur.
De Londres
Brigae sueco F. id.
Lugar iogle Faony.
New Yo k.
Barca nacional Vicerie.
Vapore* ira
Mez de Outubro
I.apoan,do -ol, a 19.
Goabyba, do sni, a 19.
tCordoar, da taropa.a 10.
Paragaass, d Eorooa, a 20.
Coleridgr, fo sol, a 21.
S. Salvado;, do norte, a 21.
.Salermo, de N"-W-Y!k, a 22.
Comea, do sal, a 26.
Wordsvvjrn, de New Yj k, a 26.
Brasil, do sol a 26.
S, Francisco, do sol. a 27.
Magdaleos, do sal, a 27.
Olinda, do norte, a 29.
Tbames, da Earopt, a 30.
AssIatPfincf.deN wY.rk, a 30.
Tapores a ah!r
Mez de Ontubro
Santos e e*r,, tCammosslm, 19. 4 horas.
Siotes e esc, Paraaagu 19, a* 3 horas.
Rloe esc, S. Salvado, 2i, 5 boa*.
New York, 'Joleridgf 21, ts 2 horas.
Eew Yjrk e esc, Parabeost, 22, ts 4 boa,8.
Santos e esc, Wordsw rt, 2$, 2 horas.
Maoaos e esc, B asi1. 27, ts o oras.
SootgMapton-e esc,M igdaieca,27, aaIXboras
Rio e esc, Olinda, 29, tt 5 boras.
Bcenos Ayi-es e etc., .Thames, 30, as 2 hera
rA.'-ai'.'nadi') D.". La>B Alves.
Peitoral de Cambar
Cure do bronchilo chornico
Tenho a satisfago de declarar que
soffrendo ha 4 annos de uma bronchite,
que me trazia a maior parte do tem-
po no Jeito, e, usando o abencoado
Peitoral de Cambar de Souza Soares,
apenas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida) Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Nacional do Rio do Janeiro.)
O agente Companhia de Drogas.
Bronchite sthmatica
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa nomeada ni cidade do Recife,
attesta jan o
Xaropa da Lobelia nflala
DO
PHARACEUTICO
ILDEFONSO M AZEYB00
E' excellenta no tratamento da BRON-
CH[TEA5rHldATICA
Depsitos:
Rua BarSo da Victoria 37, 1.- andar.
Pharmacia Conceifo.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmacias.
Pernambuco
------- a
Dr. Carneiro LeSo aedico partiro e
operadjr. Residencia e Consultorio
rua do Livramento n. 31, 1. andar.
Consultas de 12 as 2 horas da tarde.
Eapecialfdade : Febres, parios e moles-
tias da c iancas. Chamados a qualquer
hora. Telephone n. 325.
de Pernambuco
De ordem di Illin. S-. D admni?:raio-
s-i nllc aos S-s. cintr;DU!it' o\ ira;03tus
e iniu-iru e p-. fi saa comp thea II108 na
cliss r. 3i da laoilj aonezi a le dj osa"
Dent em tlgo-, (ju se aotum ol.eclalos pela
'o .ua costite 0,1 r.li;ii a&a'xo, qn 0.13 tar-
!O0idd|' la (dpua lei'h s tica mareidj or zi d- 8
dia in.i O'Ogave:*, a conr da d ta da pul Ir
c.a%i) do prese .te lltal, o ra jp-eieJirem 03
T iouiial iio ra:.-ou-i que:c|n.' reclimagdes
ou recargo'.
1* s-c < R'Ceri'lo 1 i" -itiij de Par-
asoaUoeo, 18 1- uiooro de 89 J.
O -lele,
Prederteo dmirles.
CLisSSN. 31\.\ o :,-:, de temer fara3
eti ro*o* e ugarrjj emg.-osi e a retalio
U:(OOW00
3; L' K uifra n. ro Marq >ez de
nnii. t. Jvfa 4:i06oi8
Bi-tl & G, Mil-e d O ai, id-ii 4:to66*8
Alcui'U Mionai; di C-, dem,
id.-m 4:.0d63
X.virdeSimsi>& C.f Birrttjle
Meae=a 12- Um 3:2Jr6o
Bar ks & C, Mucilio Dias, idea
ii>m 3:226/652
V'ti'a te Jti F.anc seo LMe,
Vigario Leno-lo, 10* dem 2.639J988
O'j-i 1 L-.ua &. .: Amjrim, dem
Utra 2.639^938
i Uorle 4 C, Cjmnercio, 8*
;d-m 2:03332i
Pe-eirj Faria 4 'J., Amarim id 'B
dem 2:0'332i
Figo-redo Cosa, Tmwsh di
MaJre de D 'os, ida ;i dem 9:05l lona k Broibe.s, Bm laso',
dem 2.033332
Voootl Lopesde S C, Viga-
rio, 6' idem 1:4665660
voio'j Honiratj Pe'era, Pero
Afljao. dem idirn 1:466/660
U ,reir & C, Ma-QUJt de Olin-
da, 1 lem ni-m 1:46^669
Francisco Feriei-a Via1, Tr ves-
sa de S. Ped'O, 5" id*-m 1:173/328
Fefpira Roiiigoes & C Madre
de D.03. 4> aem 879/996
A.unio Avelioo de Araoio, M '.
qaei do Herat, id m i ?em 879 995
(juftro li^mo* & G Travesa da
Madra ae D-is, i 'em dem 879/993
Ramiro M. Costa & C, 1 de
M.rc, 3'liem 536/G54
Gu>mare8 Liaii' &C, iJem, dem
idem 586/661
Jote Goncalve9 da Costa, Larg
da Alfaudega, idem iaem 586/664
Godo? & V^eco callos, i Jen,
idem'toem 56/64
Aod. Aniooio Ki tratr, Tn. m
de Soma, f 1 ieoj 293/332
F.nae:a 4 C-, Travessa da 8. Pe-
o eai 293/332
A f : Fuaiaates,
dem "em
ic'em,
.norio Machadj, iero, idem idem
9?/"32
293/332
Peitoral de Cambar
Outra* curas de} tosse
Por mais de uma vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico.
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermidades das vias respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
Au Paradis desDamei
Especialidade em sadas, brancas, preta*
de eSres, fitas, surahs, para casamen-
tas, bailes e passeios, para grande jascos
Iha.
38 Rua B. da Victoria 38
Telpbone 59
Peitoral de Cambar
Outra cara de copaelaehe
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabele-
ceu-se promptamente com o uso do
Peitoralde Cambar, de Souza Soares.
Q agente Companhia de Drogas.
Secretaria da Industria
,3 DIRECTORA
Escolas publicas
Para cocine:imeoio dos inieressados fajo pu-
blico que no da 3| de Omubro prximo 1
bora da larda, receoem-e oeta directora pro-
tostas para coosiruccao de edificios destinados
as escolas poblicas, as sfgaiotes locali ades e
JaboatSo, Pao d'A'ho, Nasarelb, Tmbaoba,
Geyooa, Gab?, Ecada, Palada es, Olinda, Bar-
reiro?, Garanruas e Bouiip, orgados cada un em
35:293/034 pdenlo cada propoaente concorrer
a mais de orna daqaellas ooras, desde que teoba
a idooeidale enigida.
As propoitas devem ser escripias por exten-
so, sem rasara, emenda ou vicio de qoalqoer es-
pecie, sendo rebelladas as que se resentirem daa
seeointes faltas :
1.' As que excederm os preces do orgamen-
2'.' Aj que nao torea orgsnisadas de accordo
com o presente e :it-l;
3.* As que ^e basaarem em p.'f 533 de outro
concurrente ;
4. As firmadas or pe3>ocs que ja lenbam
deixado de cumprr contracto com eeti repar-
Igao; ,,
5.* Ai qae nao offerecorem as ga:ania3-
qoalidades exigidas neste edital.
Havendo doas oo n:ais propostas em igaalda-
le de conlliflea, eera preferida a do coctractao-
te que melbor prova de iaoneidade aprsenla r
Os prnponentea devero Indicar o logar de sua
residencia, provar a sra Uonetdade para dirigi-
era e execotarem as obras.
Nenttam p'opooeate aeri adm'.tido coocur-
rencia sem que prove ter depositad 1 na Tesou.-
raria deata Bepanijo a qaaiitii de nm coalo de
res (1:000/000) laanorlancia qae perlera se,
cscolnila a soa oroposta e con" ': "1 para aa-
eigr.a- o respectivo cuntracto, lato se recusar.
Para bis garanta da execoc&o do cmtracto
depositar o contraclante no Tdesoiro flo Esta-
do, orna caogao qoe eer previameote arbitrada
por esta Directora.
Os orgamentos e plaDtas relat ves a essas
obras estar&o rJiaramente das 13 da manba s
i boras da tarde ao exame dos ccnc;rrentes
nesta Repartigao.
Recito, 12 de Setexbro de 189".
A. U. Pessoa Montenrg'O,
Director t e'al Interino.
gscola Normal de
Pernam^u?o
Pela secretaria desa escola 88 Taa publio qne
al o dia 31 do correrite mrz, estara iberia a
in8cripgSo para 03 examea d( materias dos
qoairj annos do corso, devento o canil Jatos
-utisfaier a seeanda pre"agao ua mauiculs,
ooforme diapOe o Art. 65 uo reubmer-to ex-
pedido em 3J de Agosto do correue atno.
Secretarla da Escola Normal rie Pernamboco,
15 de Ootabro de 1895.
O secretarlo
Jallo Clemeote ce Farii.
-J nana i

m


y11-"

Biurio de Pcruambnco -Sabbado 1 O de Outubro de I$f5
p-
Edital d. 36

3 D re t>rta d* Siceur.a da- Jastiga N-gc-
dos lo criare e I sirucglo Publica Peroauoou o, em (5 de aiaoro iie 1833.
Para eleigij e un memoro do come,
lio literario
Fago sab r aos nrofesores ern disposibiliJa.
pe au* por foca de lee sfto do Dr. cove.-oader
doEi:alo, ae'5 do Siteinoro Je 18'3, devex
nafor a do art. 241 do regaiamajto de 18 de
Jaaeiro de 1888. remellar a es a directora ate o
dia 14 de No;emraro prximo MLdoa.o, s seu
Tolos p^a a eleigai >ie um rcenaro do Oonseino
LitlerMO. que represente a classe.
Oa wia poJerlo recan- em lgn'
nomes wfra escripias, de p--'^" d-a cloco
Irtuesias aacpitai, vnio em cflUn que trag.
noenJeregao leaoiote: pira eieigao
mexbro lo Con elio L'ieror.o.
Ooc. a. 14
Ce-lido do SBcretario da p efe1 a a municipal
dd J.boa o, testando nao be aca-ir, pre*ecio-
cu u', o crouel Jjoqaim MiX'miuo Pereira
preeligi da uuteda pat,tl, loo qao losse publi-
cada a le) n. 113 ijue se uiecutia. do Congrego
uVit* E a necesBiaade de aogieaUr o auxil o iu pre*
taam as ui.-tp.J3ic.0es aotenor^s culo o flm de
/auna psp.m^vt-l para cum a l.ieod ujuaici- tortero agrUulior t-m coodutCes mis hvora-
pal por mpoilj algn rala ivo ao enger-no P eir de tui proMed de 0 3i
ktoaibiliJase so.
a elelcfto a qae se
Belacao dos profs;ores em
ore os qu?s dvve rccioir
refere o edita! sclu: i :
Harmelioo Elseo da S Iva Caneca.
Jaao L o felino DornlUi Larca-?.
Benjimiu Coaataol da Cuuba 8alies.
Sebastio BaoiiJ.
Manoel Mariano avalcaaa, d3 Albuqo3rq:e.
Flix /-ios CotoI.
Hidor, M.'iiioo :ear.
Joo Jjs R bel 0.
CaetiOj Fr^Q is.-o Da i.
O director,
Fel p? de Fixue'03 F. SA-iabo
Secretara da Industria
Ia Directora
Batial
Em 11 de uotobro de 1891
De ord m do Dr. s-ceUno mteri iO e de co -
formilaie com o lisn-Uo oo ar. 9* co regala*
rneao expeilJo ern 5 de 4csto uUirxo p>Tj
execrc.il.) da le i. 113 de o de Joobo do co rea
te anne, (a^o publico, quem lo'.eeasar pos-a o
theor r-a peligio dirigid* a esta Sei-retana p-k
coronal Joaijuiii Haximioo Pereira Vnooa rOli
citando tux lio uo Estado para a fuad^ao di
urna asina uo e 'fj Prei as. de so* proprie
dade, tituado co moaxipto ce Jaooa'ao e o ex-
tracto dos ocaaaentos qce a mi-ama icoipa-
nbam.
O direcur ee-al,
J .> Ui ix Roe ro t Caba.
P.i'.ica) a qoa ae re'ere o eliial s;Dra
Illm. Exoi. Sr. D- S-creurio dos i gacios da
Ii u?trlj do Elalo de Penamroco
O co'ooc Joaqolm Maxigjoo Pereira Vunn,
cidadao o.-azileirr, residente uo rr.oniciplo dt-
Jaboa ', usanJu na f-iculdaJe ronferHa pele*
decre o de 15 de Oj ujro de 1890 e 31 de Ja-
neiro de 1895, enriqierer V. Esc. que a*
dine cooceier-lne o auxilio de qoa Iraiaag o-
mesmoa de re",o< tom o augajeoto da le ds 22
de Janno do correla aano, para qoe posaa fun-
dar orna nsi'ia de fabri-a- asaj-are aicool no
eDgen Perelras, iesle ma'i'Ciplo, ama vez a usina p-cjec ada e*tl as cood'coea daqiela
ultima le, porqaauto cj f lem r.apaoidade
provave para codour aiariamoie 200-a-oes
de as3U".r de 75 k logammas cada um e 6 pi-
pas de alcocl de 480 tro* cada om', coro lax-
bem precisa de auia de 10 kdomeiras de estra-
da de ferro paa o seo servico. como la lo se ve-
uca dos documento! ora apreentados.
O supplicaoie esta. porUnio, babiUtado aos
favare dos aris. 1 e i da referida lei, por Ibsj
qoe peto primno das men'iond)8 artigos, po-
derS o auxilio de qae tratam os decreos j cita-
dos, quaii'to as usinas tiverem capacidad* p proJuzir 100 a ISO -accos de aasucar de 73 hilo-
gramma cala um e 4 pipas de aicool 'le 4S0 li-
tros cala ana. pr cisarem pira o sea servico
de mais ce 0 k'lometrcs de potrada de ferro, ser
aogmen alo pelo Kov.*mo o Eladoat qsinaeo-
08 coates de r3 50):000*OJ), qoando o cam
bio estiver aba:xo de 13 dioneas sterlinos p.r
mil ris, comj euccide actoalineote; pelo arl.
2o, ele auxilio sera auaroeni^do na nzio de
cem co;tos de res tlOO.UGOOO)), por 0 saceos
de assucar que acc.-esc-rm.
A vista do 6xpo io e uiais anda alteo feo lo-
ae a capacidade dos apparelbos eocommendade s,
documeotos nomero, de eeperer que Y. Exc.
se dgee conceler ao sipplicaole o auxilio peJi-
do de ris 600 OO.iOO) (seisceotss coatos de
rie), com as claasuus e cood c5ea legies e por
9tO.
Pede deferlaiento
E. R. M.
Bagenao Pereira, 2 de Ou ubro de 1895.
Joaqoim Moximioo Pereira Vianna.
Doc. os. 15 e 16
Ocas errtksa aos eteiittaa t'ai collectorlas
>as rendas te.-aes e esla'oaende J^ooalo a tes-
tando nao ser o c ro I Joaquina H ixim< o Pe
rea Viaoa a rcaa ante de imooitis nem ter
fe orrgado como a'itr d i) s icbar o seu eogeiibo re-eira rispos*-
vei oem dever a f te .da ge ai ou do E lado.
Di". -. 17
L*} lidio do .'fli jI do registro eeial das byoo
(be:as ce Jahoaio. atteataudo nao ecosUr dos
livr,s competeates a raaCM(Cio do titao de
adqoi cao do eogeobo Floresta de propnedale
do orooel Jaaqoio 11 \i,n"io Pereira Viauua
Da o. 17
Da<-.larac> do regimeo de casaa.ento do co-c-
oel Jaiqaim Mixi nio Prei'i. Vinoi e D. Ma-
ra da Cjoceuao Pereira Viaont.
Dic. o. 18
ProcuracS i bis a.l.' passada peo coronel Joa-
qu:m Maximino Pe-eira Vianoa ao sea Blao l-
ente ccroncl Jos MXimiao Pereira Vianna
pa a r-queier ao governo do E la io o auxilio
pi-a a foncicao de orna oJloa que p-;tende
aioniir no eDgeoho Pureras de aaa proune 'a le
Djc. d. JO
0 gameelo d.g pase m.eiiD-8 de ao ap
iar.| o n'c vi:m e IniL.v b^ o ra P'OJozir
200 racci 8 ce asfucr ce 7o k 'o\ caa um em
24 horas e urna di.Miara pa a pi.ias de alcci|
un oje.-fo 1-iH- o.
Do: d. 21
Pjuij da usina a ser ceastraMii
Secretaria da'lndi3-
tria
veis "para roder promover e deseo vtivar a soa
io inst'i, C'jncor.e'iti pira augmento da 'iqoeta
publica.
S, peque teoba sido promolila a mefmalei,
que eocot'oa eaorgao do Exm. S-. D-. Ga*er-
oador do Esta lo. qoe lauto se na esforzado para
coiiocar es'e Esiaoo cm grj de proniendadea
qoe lem ciieito, pela riqotn d stu t6l) nao
aprovella^o pela es'asT.z de reco'803 da mt'u'
ra do- preprieiarios i-griinlag, vem, anira.do
pela scquiesceoclaiempre loavvel qoe m^receo
do Governo, o a lo to C querer a V. Ex?, qa" fe digoe de cuncede--!Oe o
auxilio de eisc%ntos cogIos ae res...........
(600:00 )/0JO), de ac 6-Jo com a lei citada em
vez de t'^eniig e seleata e claco co. tai de ris
(373.003*000;, obrinaodo-se o sopplican'.e a fa*
oricar diariamcn e dciealos sac'os de as.-ucar
oas caadiCvOes j Maridas e qaa.ro pipas de al*
cool.
Esse auxilio esta do accrodo com a lei n. 113
Je 23 de Juan Hado a qoal pesia no a ligo i*
^auxilio de qumoeolos conloa de rij.........
;.u) 0 0/C0'), para o f-bio diario de cem tac-
a peti
(Saxue| Wulff
j Dr. TiioiE Alves A.roxa
' Aaionio Jos de Miran la Paleto
Actoaio Joaqiim da Costa
Aotoclo Ferrei-a da Co-ta
Aotonio Pedro de Si Brrelo
Amonio Corre! Mendes de Almeida
pra o fb
eos de assocar, rojo utilto, seeoodo o arliio 2
da meama le, amnaia na raa) de cem cooLa, J67 9 168 do a'areto n 434 da 4 e J
de roa ,tOO:OOJ*GOO), para oda c acoecta i.c- L_ ,aq, i -a i *f u
eos q.e augmeo a'. d lyi, coiforoe ] fo* at recoohecido
Em vista do HXp0g o o f uopllraate confiado na pel Veoerando AecirdSo, proferido coa
ju-tica ou e do Caima Almeida ma loi d rgida
PdticloIIItj, Sr. Dr. Jai* de Direito
do Uommeroio Antonio do G.ran Almeida
orador da Companbia Exportadora de
A'cool e Agaardeate da quantia de rea
20.0000000, que por ella graotio ao'Cailoa Job deeieiroa Joolor
Banco Pe polar e que pegoa no vencimer.- ^occo Pinlo de Soota
tn nm-,.,^, *j j Prancaco Corre la Maoltir
to, (.orna tedo ce ve dos docameatoa juo-
toa, ns. 1 a'5, por o nSo tor hito a meama
Companbia.
Pitra aegaraoca de aea crdito fea o
SuppliCante arre.to em beca da Compa-
nhia, maa eaae arresto fai tfiaai julgado
improoe lente, pornSo eatr ainda v ucida
a lettra flooamento o. 3), qae havia aido
acoeiia pela meama Compaouia ; em vista
o qae. agaardoa e Sjpplioante, que ae
?eace>Ba dita V.tra, para aar entilo doa
mcio legaes ara aalva^aarda do aeua di
reito.
E com qaer que j eateja vencida dita
lettra tje trhte de iyida certa e liquida,
cajo ulo p forjada da Companhia nos tarjaos dos art .
167 a 168 do Decreto n. 434 da 4 da Jalho
de 1891, oo
viiiu uo ju t ''-. i c-n rete.ra o mesrx
sao pane?, agg^avao e o ,
'ai Portella etagravaio 0(0,J- T*l0_r e
imino Pe-ara Vianna. ) o con ;08J
Extracto Jo3 documotos a que aa ra'jra a pe.
tico aupra
Doc. o. 1
" Esi'iptira de venia do eigenho de fazer as.
su:ar deuom'oido Flore.-tu to muaicipio de
Jaboaio, moent3 e crreme com Iooj na 8cm
teaeilina qai faz .0. TSerezi de Jasas Cielbo
de Souza L'.ai ao coroael Jo qum Maximiuo
Pereira Vianna.
Do. D. 2
Reconhecimento imlgavel dos limites das ter.
ras lo engenao Pereiras com os sea8 confron-
tantes Fhre3ia, Pintos e eul'oa entre os prc-
prietarios coroael Joiq;im Miximioo Pereira
Vianna e sua onclber, e co-onel Njxeriaao Bir.
bosa di Silva e omros.
Doc. n. 3
Ja3t ficac/jo civel requerida pelo coronel Joa-
qoim Maximino Pereir* Vianna e da qoal reaul
la que o engenbo Preiras ce soa exclusiva
proprisdale.
De r. 4
Certidao do accordo proferido nos aulo? de
carta teatemuouavel, vindoi do jais de dlreit
de J ib jalao, em que
Dr. Sopn-ooio E. da Paz
coroDl Joaquina Max
Docs. es. K, 6 i 7
T.-ez coitr-acos para forofcmento de cinaas
s U3oa que pretend fu lar o corerjel Jojqn'm
Maxi i-lno Pereira V.acoa no engenbo Pe eiras
de sai propriedada celeb-ados con 03 proprie-
tarios, cj-proprtetariJS e TeoJeioi dos eoge-
nbos F.oresii, Miito-tro^so e Pintos todos a-
taado3 oo municipio de JaOoatao.
Do?, o. 8
Abnxo asgigoal doa foroecejor-8 da cannrs
a nr'je Hala u-iaa oorigandr-ie a fo-ueier 5 |-
de laci pelo prego qua param aa denais ueaas
Doc. o. 9
CertHao dj officiat do Rehiro Geral das Hy.
po'.he s de Jaboato atles'.ando nao tr o enge.
nbo ev o tu, de propiedade do coronel Joa.
qoim Miximlno Parelra Vianni ios rlpcio al-
gurna ie bypotbeca para garaatia das rendad do
sageutij Pin.os no oltimo arrendameato que
lendo co iiegado em Uno de 193, lem de Ha-
dar en. Mam ci 1896.
Doc. n. 10
Das* citUea dos scnva?8 ^o clvel.com-
mercio, orptiao1, p-ovi:dorlae txe:ng5as ae Ja.
LoatSo aties anJo nao constar de Baca carior oj :
i a existencia de penco-a, exbi'go oa grqoe'.
tro de a gao oo exaogao que teiba por objeclo
o eng" -bo Pe-elras do ciesmo mcoicipio ; i" ser
o coroael Jjaqoiin Maximino Pjrelra Vianna,
aeu p-oprietj'io, tutor ou carador de orpnaos,
interdicto, ausentes ou berar.jas jacentee, nem
Be acbiir sajeito a a!gom3 obrigacao resuitiote
de qneesquer desses eurgo? ; 3* ser o mesteo
corooe! testimeoeiro dealgaem nSo eulo por
Isso cenlaa a pre8ta-, nem oorigaiOsa resultan,
tea de tai incumbencia.
Daca. ns. 11, 12 e 13
Trez at!?tidoa do prefeito do municipio de
JaboatSo declaran io:
1'QiBOeneenboPere:raB de propriedade do
coronel Jiaqaira Maximino Penira Vianna, es-
l em coodig6?8 de nelle collocar.se urna usiia
para fabrico de asaocar e aicool ;
2* Qie oa terrenos do mesmo engenbo e seos
visinnoa preatam-ae ao planto da canoa, exis-
tndo nelles maltas e agua sufli-'ienies ao mes-
mo enecoao-
3- Qae com o o n?c m;nji dos engenbog
Pinto-t e Floresta lem capacidade para produzi
de 153 a 200 sacias de asacar dianameate e dr
4 a 6 pipas de alcocl.
4- Qae a usina que Ee pretende fundar em na a
da prejolica a ou'ra qulquer uxilaia pelo
Brtado oa qu8 tenba de ser funda !a.
5* Finalmente qae os -ogeoboa Pcreiraae Fio-
reata sao connaotes e nao consta baver nelles
tarreos eairaaqoi.
1* ilirecloria
Em 9 de UuUibro de 1895
E >ITAL
De crdem do Dr. Secretario interino e
aa conformidade cj-xt o disoosto no art.
9 do Segulamerto expedido em 5 de
Ag"Sto ol rao para *X33ug$o da Lei n.
113 de 25 de Jaobi do orrenta auno,
fagi publico para onhaimanto rl >a intc-
ress.idoi o tbeor das petigoea dirigidas
a esta Secretaria pelo Col inri Manocl do
N8 jaiento Viaira da 3unbi, aolicitando
o auxilio do Est.de para a fandgSo de
urna usina no Eogenho Arar.pa do Moio,
oo mucicipio de Igoar a e o extracto
doa documentoa que aoompanham aa mea
mas peligres.
O direo'or-geral,
Jo3o Diaia Ribeir.i da Cuno.).
Peli^oes a que ee refere o
eial supra
i.
tro. Sr. Dr. Sacrela-io i* Iodnslra.
O Co.oocl Manoel do Nascimento Viai-
ra d. Cucha, proprieUno ao Eagenho
Araripe do Mein, do rnuoiii-vo de Igu
r ssii', como irora com o titulo junto e
aaa legitima e legal acqaisigBo, o qaal
est lurj e desembaragado de toao e
qualque onaa real e peasoal, e teve oo
aouo de 1874 a aVtliagio de setenta e
cinco coa os de rea (75.0005000), no
aventario a que ae(r;cadeu pelo jaizo
da OrphSo daquella m< smo municipio,
como prov.i o documento uoto, epooha
em que as propriedadaa agr.colas estavam
depreciadas sendo conseqoente qae de
pesite tsm o referido engaaho o valor
de canta e quarenta contos de reis
(1 tC'.COOfSOOO;, em vista doa contractos de
vea a qna ao tem veriric-do de proprie-
daoes em co^digoss inferiores, Tem rn-
qaer*r a V. Fxc. que ee digne de e>c-
cedar-'.be o auxilio de treaentoa e aeteata
e cinc 3ont>a de res (375 OOOOO, em
apo'icaa ao juro de sete por oento (7 "(,),
ao enno e ao par, de conformidade com
os Dar-ritos da 15 de Outubro de ISO e
de 31 de Janeiro de 1891 e lei n. 25 de
9 de Dexembro desse ultimo anao, para
fund-gito de atoa g'aade uaioa, ooai dea-
tino ao teb-ico de aesasar e aicool naqaelle
engenh", con capacidade b'iperior a d -
sents 8 cees eos assuear de setenta e
cinco kilogrammas cala um, diariame ite e
quatro pipis de aicool.
I engeaho Aparipe do Meio, cornos
contrastados para fornecimentos Uaioa e qae cnuatam do contracto junio,
tem extenaSo sufficieate pira aacegurar a
Usina projectadi e fabrico auoerior ao exi-
gido peloi Deoretis de 15 de Outubro fle
1890 e de 31 da Jaaei.-o de 1891 e lei n.
23 de 9 do Deaeaibro desee ultimo
anno, visto como os engenbos a que so
I ratera o infamo contracto, bSo tambim de
e de torre ;os em iguildade
destnalas ao planto de
canna.
O snpplioante nada deva a F&aecda
Qoral Estad>.al oa Mumcipa' ; n?o tem
ne^b:mt obrigagSo coctr*hida para com
tercairo ; o aeu org.iubo n5o ei' sejeitu
a penbora, arreeto oa seqcestro ; est de-
marcado por cerdo julgado por beitecc*,
e fralmente, o sapp c inte casaJo polo
regiment da commuabS> de bena, como
tambera preva o documento junto, e por
ao nonbam onaa proveniente de dote cu
contracto antenupcial grava o m33mo oa-
genho.
Em taea cndigrjaase oocaidera o sap-
plicicte habilitado a obter o favor que
noheite, mtxime quando, como timb m
prova, a empresa projeotada oBo prejudi-
ca a nenhuma oat.a tuxiliada ou nBo; e
por ieso espera que V. Exc. 88 d nr4
de attoadel-o.
O ar.pplicauta antes da assignaaura do
contrkCto resaltante da coccessSo que
pede, 8preaentar a planta do local das
ob as que pretenda co struir, sendo esae
o d- cu meato aaico qni deixa de exhibir
Hgora.
Esperando ser attendido o sppplicacte
P. a V. Exct dtfariitento
Recife, 26 de Juuho de 1895.
Manoel do Naioimento Vieira da Cunhs.
d'goe de manda'r qie's"4 aprsenle peiigac
junta a que dirigi a V. Exc. diadamente docu-
nentada, a qual se acba na Secretaria de qoe
V. Exc. oiguo cntfe p^rj que se sirva de atteo-
del-o de coofo'miiaie com eeee novo pedido.
Pede a V. Exc. deferanme
R cife, ti da Joibo de 1895.
Mio.t I do Nascimeiito Vieira da Conba.
Exiracio dos docutrei.ioi a que re refe'em as
petigCas gapra?.
Doc. n. 1
E'cnpora de venda que faz D. M ira do^ Sao-
loa Vieira da ("uoa da par e que po^eoe no En.
ge fi; draiijie do Meio do Municipio de lai-
rsseAte coron.l Manoel do Nascimento Vieira
da CuLna.
Doc. u. i
Escriptura de venda que f z o Dr. E y-io oa
Caoba ne Moraes P.ndeiro e sua mulnar D- Au-
onia Viei'a de Mo-aes Pmhero de nma par e
que coBsuem no E iccibo AraNoe ao Malo do
Muici, o de Iguaras ao teQante corooel Ma-
noel do Nascimento Viera da Caoba.
Djc. n. 3
Certidao do formal de nartilhas dos cut 8 de
inveosario procedido pelo faile-imenlo de D.
Mara d a Naves Caroeiro da Cuob', passada
pelo i ao^lliao do publico, judicial e notan e
as--iv-j privativo de orpc&oa e .senle do Mu-
nicipio de Iguarasi.
Doc. n. 4
Tr8!adodo aatoamen'o da petgi) do coronel
M-iOJrl do Niacim O'O Viei-a da Cnoba esai
mul'ier em que reque em a bomologago da
demarcaggo amigavel pro'e lida entre o Eige-
nbo Araripe do Me o de que s&o proprieta'ios o
os E'ig*nbo8 miiroones A'anpe de Cima, Ara
npe de Biixo, Cab, Triampoanle e I api eai
de Cima.
Doc. ns. 5 e 6
Dios atieatados do Conceibo Municipal de
Iguarasf e do P.efetto do mesmo Moni ipio, de-
c a-ando : 1 qre o Eogenho Araripe lo M-r ,
de oropnedade do coronel Mauoel do Niscimeo-
o Viaira da caoba teve poporgOas e i-xt-ngao
->jfli Melas pa a a fundago de urna o*ina, gs-
ranilodo po- si so o fabrico diarto de 100 sac-
os de assocar de 75 kilogrammas e& pipa
com alccol ue 480 i t-.-s cada orna ; z qae a
usiaa qae o eogenho n) prejudija a Usina Coelbo, ji exis
(afile, vi-tj oSo serem fornecelorca ia mesma os
Eogeobos inii'-aio p-i.i .-u.-'i'li-a.:ie ; 3o Bnal
mente qae leado a Usina apacidade sffictente
o .-a o fabrico diario de 300 saceos co u asaocar
[ e g.raollr eaae fab ico leo io como foroece-
do-es de caooas alem do eoeecbo de sea situa-
gao oais cb Engeobos A'sr pe de Baxo, Arc-
r.pe de Cima, CaD e Piedade.
Do:, n. 7
J,.|o Pedro Diis
Joao Ribeiro Lopes
do Mucicipio de i^uara.-p0,1 jt.ao Jof de A^reu
Exc. S* Dr. Secretario da Industria
O Coronel Mauoel co Nisclmento Vieira d
Canba, proprittirio do eogenbo Araripe de Meic,
30 mooiclpio de Ignaras tendo requerido a
V Exi o auxilio "e t--saoic s e setenta e cinco
cooios'de ris (375:OOOWCO), em spolices ao
iuro de ee e por ceoto (7 /.), ao aono ooo nos
lermos do Dec/elo de 18 de Oalubro ce 1890 e
de 31 de J neiro de 1891 e lei o. 15 le 9 de Da-
zembro o.'esae ultimo aono pa a a foedagao de
ama usina n'aquelle eouenbo. o^rtgandr.se ao
fibrico diario de dozentoa saccoacom eesucar de
setenta e em kilogrammas cada orne qu.tro
pipas de aicool, agoardava.se o eupplicanie para
p.dT o augmento d'esse aux lio, por nao ser
f oficente n m mesmo para a compra do appa-
re boa e macbloismos paraaosina prt.je.tida
emvbts da baixa do~ cambio e co naequenie de-
Escrip'nra de contracto para forn9cimeoto de
cannas a i s na qoe jreteode fud.r o coruuel
'Janee! do Nascimento Vi i-a da Canba no Eo-
eenho Araripe o Mel de su^ prop.-iedade, feito
entre o Sarao de Itapia urna e JoSo Olympio de
Albartim.
Documento n. 8
Certidao do oficial do registro da bvpv
tbecas do municipio de I^uaraas atietdu-
do uao consUr dos iivros competentes a trans-
cripgo de ltalo de alienugao, de muUu co de
onus real, inscringo oa preaotigao de njpo-
tneca de qualcuer oiiureza oo respon-abilidade
legil, refercn'e ao entubo Araripe do Meic,
Sito no esmo mulicipio, da prjpriedaje do
corooel Mmoel do Nasoimeoto Vieira da Ca-
nba, ou em qae es'e)a elle rompr-hearido.
Documeatos as. 9 e 10
Duag cerlidOes dos ejenves do jolzi do c-
ve! e do comme'CO do municipio de I^u a^
t-.sslaudo nao cmstar ce seos calorios a<-go
oa exeugao co:>ta o co-onel Minoei do Nj*
imento Vi"ira da Caoba, nem embarga, pe
obo'', arresta oa s-qijstrj que tenUa por ot-
jacto o eogeobo Araripe do ktaio, de sna pw
priedad?.
j.:om-nio3 na. 11 e 12
Daas re-iidOas do8 earivaes do iaizo da pro-
vedarla e de orphaos di manicip'o de 1,'ua-a--
sfi. attostando nao constar de eeu cartarios ser
o coroael Manoel do as:.melo Vieira oa Cu*
naa. lestameoteiro, nem ter cooli.8 a p*. star
'H-uliai ta des3e encargo, e be n as-'im nio ser
o mesmo coronel intir on curador de orphaos.
aasente8 oo interdic'-oa nem estar sujeito a B'es-
tgo de couts reaultantea do quaeequer dea-
ees cargo3.
Doc. n. 13
Certidao do OfCnvao da Coilecloria das RidsB
G-r;-e3 e Estalo; e
altesiando oao costar dos livros a cir^odaj
mesroa Collecturia actiar-se o c ronel M moel
io Na?cimeoto Vieira da Cunba develor a Fa.
zsna Estadoal ou Federal.
Dcc. n. i
Ale: tirio do Jais de Di ello do Municipio de
l:i ra declarando :
Ia que ha urna estrada de rdaeenrj qae, pa.s.
sando pelo eogenbo Araripe do Meio da oro.
prieJadeeo coronal Maooei io Nscimeuto Vie:.
ra da Conha, vai ter .u Reci.'e;
l* que a uaioa que o mesmo pretende rendar
co referido eogenbo nao offende a qoalqoer
ontra qoe est-ja construida oo ror cooslrotr ;
3 qce os eogennos obrigadoa por escriptura
publica ao fo-oecimento da usina nao podem
soff e* quae-qoer embarsgos co dito foraeci.
ment pelos eeabores daa proprledades limitro.
pbes ;
4 ocalmente qae oo eogenbo Araripe do
Meio ba basiaota mat'ss qae do para furnecl.
ment de comboetivel i p-ojecada usina.
Doc. o. 15
Declarngao de regimea de casamento do ce.
ronel Manoel do Niacimcnto Vieira da Caoba e
D. Amelia Leopoldina Vieira ^a Cuaba.
Doc. o. 16
CoLlracto de comp-a e venda de macbinismo
e malerial pa a a usina Agripe entre o coronel
Manoel do Nascimento Vieira da Cunba como
comprador e os Brs. Br^was & C. negociables
desla p.-tgatomo veudedores.
Doc. r. 17
No'.a do marh'nismo de uxa usina com capa,
cidade para 250 sac os ce asaocar e 6 pipas de
al'.oo! em 24 boras.
D>c. n?. 18, 19 e 20
Planta loporapbica do local em que tem de
ser construido a usina ;
Planta da arca em qae a mesma deve ser le-
vantada.
Piaita da mesma csica.
ta e co'-atante do doca:n-nto n. O e ocoor-
/eudo aioda qa9 dia Companbia eat io
salvavel e fjcc.ionaado irregalarmente,
cem) moatia tamhem o docameato o. 7
! n/occo da aaeembla geral o.-.r.cr
dioaiia, feta pelos accionisti.t) requar a
V. S. e dgoede nos termos doa citadoa
artigue, decretar a liquidsc5o forgia de
d.ta Comp Aguardeote, procadande-se as formal.d;-
d*a prescriptas pelos t.rts. 169 esegaintes
do e'endu Decreto.
Pede deerimeoto.
Recife 12 de Setembro da 1895.
O advogado.
Dr. Adu'pho Cirno.
Sellada laghlmenta.
Nada mais se costinas em dita pa'clo
ra qual profer o despicho do thsor se-
guiote :
DespachoDistribuida e A toada ve-
cham a conolunSo.
...ec.ie, 12 da Stembro da lc95.
Altino de Araujo.
Nada maia Ba continua emdilo d-apacho
a aubiudo os autos micha canclusao,
oeLes profer a aentenga do theor se
guinte :
Se. fengaDeclaro a liquidaglo fuci
da da Cunpauhia Exportadora de Aicool
a Agurdente, a vista do allegado na pe-
i'glo.de fjihas duas dos docameitos qae
bCompaubaram na de folhaa 6 a 14, 'dos
Jepoimentos de frios 13 a f >lha> 15 verso
a d> dispoato no art. 167 2168 2 o
169 di Ragolameato a que se retera o
Dec. 434 de 4 do Jalho da 1891,
Intmese a }aam qur que esteja na
gerenaii da^u jila Sooiedade a appreBen-
tar immodiatimente o respectivo balango
e in/en'.ario sa ja Cbtiverem org nisados,
ou no eso negativo a forncier a este juio
seca parda de tempo urna raIaco doa ora-
dores.
Pubquvsa na forma do art. 171 do
tteg. citado.
Kecifo 16 da Setembro de 1895.
Francisco Alt;ni Correia do Araujo.
Nada maio se continua em dita sentenga
aqu copiada.
W para que chegue ao oonhecimento de
todos a quam m'.eresjar poaia do qua a
referida Enpreaa Coapanhia Exportadora
ae A'cool e Agurdente, f ,i declarada em
liquidagSo, naa termos da sentenga aqu
t -suscripta, mnndei ptsaar o prese nio
edital, qu3 ser puulioado pala roprensa
e fcffixado na porta do Edificio da Asso-
ciagSo Commoicial e m porta doa audito-
rios deta cidade.
Ddo e paseado .esta cidade do Recife,
Capital do Es ado de Pernambuco acs 10
de i.'u ubro de i895.
Pagca a emolumentos di asaignatura
noa UtOB.
'"'1Eu Eustaquio Oavaloanti L:ns WJca-
cp, escrv5o o subc.-evi.
JJVaLC'flC Al ino Correia da Araujo.
O D-, JjaoJoaq-iim de F.-ea* H.uriqoes.joiz
de diret) do 4 oigt-icio crnni;i..l a presiden.
te da 4' tess& ordiujrla do ju y da cidade Je
Ricfe tt:.
Fz sa er a quero icteressar possa, qae em
Viriode do art. 29 1- e 2 da I.i estadoal n.
(5 de Novembro da i&98, foram multados os jui.
jes de fac > loira d:ci.irados ecom aBqoaoias
abixa mencionadas, por nao larem cou.pareci.
-io a referida fessSo :
Anlonio I{aaoio da Silva
Affoiso Aogos o Mnii? ios Sanios
Er-'iesto Dicniao ii>s S.otos
Euf-asio da Cuoi a Cavalcante
FranciscoOiympio Seralim da Silva
Isldre Wan-'eriey Los
lou Wilmto Per:era
145*000
1431(0)
1404000
14040 JO
H04-00
1040J0
1404 OO
1404 i 0
iiO000
1404'00
I404<00
140/i00
040JO
1404100
1404000
1394000
1334'OD
1354000
334C00
1354 0
13)4000
1334lo:i
i334030
13540'0
13)400)
130i*0-.i0
(3 4000
lOiOOO
i304000
130/030
O Dr. Franoiscu Altino Correia da Araojo
Juia de Direito do Commcrcio da ci
dade do Rejif, capital do E tado
de Pernambuco, em viriude da lei etc.
Fago saber aos que o presente edital
viren oa delle tot ciaa tiveroci.o tqm
intereuar posas que, por parte de Antonio
Juo Ri-;r'guea de Albuquerqne
Jos Fra-ciscc da Cs: rialbo
Jote Anuo.o da Sil-a Ovaira
Joo Paoro Sin5es
Jos Antiaio da Costa Maia
Maooei dos Saolos Eloy
M noel Gorgalves Pereira
Rodolpuo Jos da Silva
Vicente Ferreira de A'aoj L ma
V.riato Silva
Jos B'zerra M Q?zes e S4
Aaiouio Angosto de Vasconctllos
Dr. A ipn Z haras de Carvalbo
A.lolpbo Geitil
A'ip'o Ferreira Aolunes
\tli ,;j Martt08 da Silva
Eiuardo Diniz 9antiago
Eas Avelina de Barro'
Fivncrlim B bosa le Oiveira
Pranciio Antonio Guima 5;s
jo- Mariano Augusto de Moraes
Uiano Marques Fe.reir
Maocel Moreira d Sooza
MaooelJj qim Per-i-a Jnior
Pedro Francisco da Almeida
Al erto Marques da Ro ha
Aa'ouio Lopes B-aca Janior
Aatouio Primo de Barros Baodeira
Dr. Arlborde Barro3 Fal.ao de Li-
ceroa
Caetmo Marques
Francisco I^nezias Lopes
Firmino Ferreira da Fonreca
Gildiuo Emiliaco da Jasas
Joaqaim Pedro Birreto de Mello R*.
gj
Jo&o Anselmo Ferreira d Silva
Manoel Ferreira dos Smtos Malbe1.
ro
SebasliSo Braga de F-eiias Barbosa
Aotunio Lino Ribei o Gaimaraes
Antonio Muela Tavares
Antonio Rioeiro da Silva C)Bta Ju.
n'or
Alvaro Gouveia Dinii
Dsmetrlo Acac o de Araujo Bastos
Daniel Beiarra da Silva Albuquer.
q o
E'neslo de A'aujo Xivier Ramcs
Dlomedf s de Souza Barros
Ga:tavo Eduardo de Miranda Silva
Joaqoim Manoel Cardoeo
130OO)
16(4000
160400
1604000
130400)
li;o4-o;>
1604000
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i'(i4!)00
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1334000
I So 400. i
I35C0O
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1554100
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1534000
J340 0
1534000
i,5003
1554 01)
i 5j5 Oj
135*000
1554000
130400J
1504000
1504-CO
1104000
1504000
1504090
1504000
1504000
1604000
1604' Ou
1454 00
14540U0
1*5*000
1*5*000
145*000
inleiro
Ja Hermioo de Mimnda
Jos Ferreira Piolo
Leoduvino Carlos Viesas
Adolpho Alves Fakao Taques
Es'evio Lellis de Souza Ponte8
Antonio Salvador Dimaceno
Arnolpbo Amos da Caoba Sooto
Maior
Iouoceocio Ferreira da S Iva
Joao de M r Jos Pereira de Mice"o
Manoel Gomes dos Praieres
Mm t-l Djinin^ut s de S uzi
X.'noel Caetano Meorles Janior
Mine-I de uru D-. Virginio Menaes Carneiro LeSo
Americo Pessoa
Aceusio Francisco do Coulo
Antonio da S'lva C-bral
B-llrnio Pedro de Azevalo
Francis-o Jos da Silva Sanios
Francisco Xavier Cavalcante da Al-
boqoerque
Francisco Ferreira da Rocba Leal
H millo Los Chivrs
Joaqoim Joa G mes
Joau Tavares da C'Uz
Jo- Toiago dos S .n'o
Jos Correia de Amorim Filbo
J So Miciel ra Silva
Joaquim W.nde- Linden
Minoel Alves da S.lva Maia
fedro ''ocgalves de Olivelra
Tiomoz de Pmbo Borges
Antonio Aagueto de Aojo
A'f edo doi Saolos Araojo
Ar ionio Jos de Andrade Lima
Antonio Gomes d.- M.Hos Sobrinbo
Fionaoo Rodrigues do Passo
Jut Bezerra de Barros Cavalcante
Joaqaim Basilio Pmbo
Manoel Bao isla do Amaral
Miooel Red. piano Pava
Alexandre Emigdto de Medeiros
Antonio Rodrigues Vieira
Astonio Gomes da Silva
Antonio de Azevedo Filbo
E .uardo Miguel da Coila
Francisco F gueira de Mello
Uoacio da A-suxpgao Neves
Joo Alfredo Pinto
O'. Oliolbo Viclor
All'.nio Moreira da Silva
Aotoaio Pere ra Basts
AQonso Fioza de Oiveira
Fraocizco Barhoza de Carvalbo
Joao Flix de Oiivefra
Luis Ludo Freitas do Amaral
Manoel Genuino Alves Santiago
Mincti Flix da Costa
Ped o da Silva bastoi
S-bisuo Jjs Cavalcante
Alexandre de Hollanda Cavalcante de
llbnque>qui
K' '.: r R.b i o Roma
Joao Gregorio Gongalves
Jos F ancisco Memea Gaimaraes
Luiz Cava'caole de Alonquerqoe
Marcellinj Bento Joa de Sooza
Mar.oel Jos Piulo
Antonio da Cosa Moreira
Antonio L ocadio Reg Barros
Ildefooso Crrela da Silva
Josjaim Antoolo Cb-istovao
Joiqu m Manoei Correia de Araojo
Jos Mirqoes Vital
Jos Talleg de Mello
Manoel Sil vino do Nascimeoto Bastes
Kisardo da Fonsera Mello
Silvioo Lobioo Nones Selle
Amonio JosPaimeira Ramos
Ao'onio da Cosa Campos
Jji Jaaqnim Alves
Jos F-aucifco do Reg Cavalcante
Macario de Assis Araojo
Ma uel Francisco Velloso
Minoel Jos Moieira
Antonio de Castro Monteiro
Amonio AU:t:icliaoo Mosquita Pi-
n-eatel
Antonio Minoel Fernandes
Beuvenota Jote da Cosa
Candido Jos aa Silva Gaimaraes Ja-
nior
Joaqaim Tbeodcro B-azilino
Jciqoim Pedro do Reg Cavalcante
Angosto Googalves de Barros
Antonio Eduardo Pica
Alfredo Ariaodo Paz F-agoso
Aogmto Carnelre Monteiro
Carlos Auguro Gomes
Erce3io Pereira deLyra
Jo&o Madeira de Frenas
Jas Daniel Pereira de Azevedo
Jos AlfreloMirtios Ribeiro
Jos Is.doro aa Cruz Mi-liis
Aoionio Pedra Csvalcanle Lina
K a-icisco Don vU-s da Silva Golm:-
raes
Feliope do Reg Barroa Pesroa
G a'ul aao Pjtri'.io de Maura Ca.-
J. s Feli" dos Sanies
J.-. Perei'a da Silva
Joaqaim S*nt no de Piguelredo
Ja .oo de M.tios Coeibo Sampalo
Jos Mana aHdso F rreira
Goilberme Fe-reira Pido
Deo ato Correia de Mello
Fionaoo Monteiro de Almeida
Manoel Gom-s de Frenas
M^njel do Sicr^mento Paiva
Maucel A ihur da Barros Cavalcante
Rodolpho Josqcim da Silva
Agaello AOjo.-o Villar
SVEVDuto CavaLante de Albnqaer-
qoe
Be nardino de Sema Ferreira Jacobina
J. ao Anlonio do Mello
Joaqoim Eugenio Ribeiro da Costa
Joaqaim Maximiaso Pestaa
Braziliano Lins da 'JoBta Wandarley
Pedro Cavaicaoio de A baquerqu-3
U:lioa ttobrlcbo
Z lerioCival.-aot* da Silva
F anciaco ienjam:n Borges Leal
E que tica marcado o prazo de 8 das da data
deste, para es mismos S-?. jolzes de fac'o re
qcerem as anas recosas perante egie juico, jus-
llfivanlo os motivjs de seo nao comparec
m-n.', e qae finio esle prazo, o escrlvao remel-
le aoCjoselbo Moniclpal urna copia do u oa-
ment de impos'gio das mona?, bem como oa
fa au Sr. procurador dos Fenos da Fazemia
Municipal, sil n de proceder a cobranga execu-
Uva. romo dte mina a supra mencionada lei e
a-t. 152 1* e 3- do Regulimento de 27 de Jj-
oeiro ae 1893.
R-cife 10 de Oatobre de 1893.
Fiorercio Rodrigues de Mi-aoda Franc, 63-
c;i 5) do ji,ry deo.
I.&j Joiquim de F.-eltas Hsnrlqoes.
mentos que aoompanham a mesma pe-
tiglo.
O director,
Jlo Din z Ribeiro da Ccnba.
Petigao a que se refere o
edital supra
II m. Bxm. 8r. Dr. Seoretario da In-
dustriaO Coronel Manoel Cava'canti da
AIboque^us,proprietfirio do engenhos Ta
quary, Limeira, Cachoeirinha e Tapoama,
siloadoa co muuioipo da Victoria com
terrenos para prouairem 20 mil toneladas
de conar, ven requerer a V. Exc. o
auxilio de que tra^a a lei o, U3 do cor-
rente aono para montar urna usina de
200 i eos em 24 horas, com urna deatil-
lago para produz'r 6 pipas dieras e cos-
strucgSo de 15 ki! metros de inha frrea.
O pstcionario offereca para Ly^otbeca
ao Estado, nos tiraros da le, o sea en-
genbo Taqury e confia que V. Exc.'
tendo ero vista que aquello mur/c'pio n5o
pjBsae urna osiua o os documentoa jautos,
defiraasu pretengSo, prestando assim
um relevante sirvyi a iSo in portante
aona aisucareira.
Pede a V. Fx3. deferimenfo.
Recife, 7 de Oatubro de 1895.
Manoel Cavslcanti de Albuquerque.
Extracto des docuiuentos
que acompanham a peti-
qUosupra,
Doc. n. 1
ProooragSo bastante p:.s Hsoriquet* da Silveira Lies Caraloanti ao
seu marido Coronel Mauoel Cavalcanti de
Aibaquerque para o fim especial la con
j trahir com a Fuasuda do Estado de Per-
nambuco o emprestimo na importancia da
130/000
130*000
iJOOO
I3i00!)
IbOOOO
130*1 0
130*000
1304000
!3"J00O
130* ;()0
130U01
13'UOO
113*009
118*000
1S340O0
12O0C0
lUMOOO
125000
I254OO
lioOOO
1254000
1X5*000
120*000' 6(X).000-3000
I4"*C00
I45*00fl
145*0C'U
em poIiseB d, d-vid pa
blica ie juros de 7 / ao anEo p.ra a fan-
dagSo de urna mina.
Doc. n. 2
DeclaragSo do rgimen da casamento
do Coronel Manoel .Cavalcanti de Albu-
querque e D. Henriqueta da Silveira Lina
Cavalcanti.
Doc. n. 3
Eacrptura de compra e venda de urna
parte do engenbo Taquary o municipio
da Victoria quu faa o Coronel Mancel Ca-
va'oanti e Albuquerqua a Virginio Car
neiro LeSo e sua mulber D. Rita Bandeira
Carneiro LeSo.
Doc. c. 4
CertidSo do auto de arrematagSo dos
engeuhos Taquary, e Limeiras, situados
oo mucuipio da V eteria.
Doc. n. 5
DemarcagSo amigavel feta pelo Corona
Manoel Cava'canti de Albuquerque, pro-
prietario do engenho Taquary e da pro-
priedade Limeira com ob ssua hereos confi*
uantes.
Doca. ns. 6, 7 e 8
Tres certidSis dos eacrivSes do Jaizo
de Direito a Provedoria, Orpblos, Com-
mercio e Civel do municipio da Victoria
attestaodo co consta? de seos respectivos
ca torios-
1.' Ter o Coronel Mab?el Cavalcanti
de Albuquerque eompromisso algam como
testamenteiro resaltante de legados oo
lierangas nem estar o engenho Cnchoeiri-
nba de sua propriedade, situado no muni-
cipio da V ctoria, sujeito a qualqter com-
promisso resultante dos mesar a cargos.
2.' Estaro meemo engenbo sujeito a
qualqner onus i esaltante do tutol.'a oa
cur>fella.
3.- Existir p-snbora, embargo ouse-
questro do eogenho Taquary, accSo ou
exe3ugSo que teoha por objecto o mesmo
engenho e qualqaer acgSo ou execugSo
contra o petiiooario.
Doob. ns. 9 e 10
Qie-tro certidoas dos escrives da Fa*
eada do Estado e da 'aseada Secciona],
sites audo nSo consUr de seus respeotivci
cartorios eatar o eogenho Taqtary oaaul
rendas pftohoraias ou sequeatradas cem
baver coala em jaiso de dbitos do sea
propietario o Coronel M.nael Cavalcanti
de Albuqueeqae pera com es mosmas fa-
zendas.
Daca ne. 11 e 12
Dass certid3:8 dos escrivSes da collec-
toria da Victoiia, attestaodo n8o cooatar
dos livros competentes acbar-se o Ctronel
Manoel Cavalcanti de Albuqaerqae de-
vendo imposto sigan '.el&tivo ao engenho
Ttiquiry nem ter asaamido qualquer res.
ponsab ldade pa-a com a Fnzenda Esta-
doal e a Fazeoda Qaral.
Dcc. n. 13
CertidSo do Secretario da Pref Mun2ipl da Victoria, attestaodo n&o
^*q i constar do ai chivo da meama Prefeitura
0000 i8er Coronel Maneel Cavalcanti de Al-
! bu^uerque devedor do impestos munici-
205000 | pe8 relativos ao engenbo Taquary nem
ter o mesmo Coronel assumido qualquer
responsabilidade pora com a Fazenia Mu-
nicipal.
Doo. n. 14
CertidSo do oflScial do Regiftro Geral
dia Hypotbecas do municipio ca Viotoria,
attestzndo n2o constar dos livros compe-
tes a transcripgSo de qualqaer titulo de
alienagSo, da inatituigSo de onuB real, a
ic8cripgSo oa prenotagSo de bypotbeca do
qualquer nttareas, de peubor ou reapon-
Babdidade do qualquer especie referente
ao engenho Taquaiy do propriedade do
Coronel Manoel Cavalcanti do Albuquer-
que ou em que o meamo engenho esteja
croprehv;ndido.
Dcc. n 15
Certidao do iffioial da Sub Directora
do Contencioso d* Fazenda do Estado,
atteatando ned oocatar sobre o eigenho
Taquary de propriedade do Coronel Ma-
noel Cav*loant de Albuqn rqae resultas-
te de fianoa prestada em saa favor cu en
favor de oalren?.
Doc. n. 13
Attestado do Conoelho sfooteipal da
Victoria, dsclaranco qae os ecgetihos T.-
quary, Limeira, Cachoeirinha o Taposma,
d9 prcpri^dzde do Coronel Manoei CiVal-
BSJt
120*000
120*0 0
12OJ0X)
201C00
I20J000
120.000
ii*0OO
115*000
U5*0f0
1(5*0(0
115*000
Il3*ii00
113*000
115*000
113*000
113*090
115*000
110*000
110*00 J
110*000
H0*C0J
110*00
110*030
iiO*i:00
100*000
103*000
100*000
10*000
10*UC0
10*,00
10*000
10*000
10*00)
10*000
85*000
83*000
85*000
80*000
85*000
8J'*000
85*000
80* ,00
80*000
80*00.)
80*000
80*000
80*000
80*000
55*0J
83*000
55*')00
55*00
55*000
55*000
55*003
55*000
55*010
55*000
50*030
50*000
50*000
50*0,)
5'*000
50*000
50*000
0*000
5000)
45*000
45*0 0
45*n00
43*000
4-*000
45*0 0
45*000
20*000
20*000
20*0.10
2- 0!)
S0*0l 0
O*0OO
Secretaria da Indus-
tria
Ia Direc'ori&
Em 15 d Outubro de 1895
Edital
De ordem do D -. Secretario interino e
de r c3ord > com o disposto oo art. 9.* do
Regalamjnto expedido em 5 de Agosto cn'. d<: Albaqaerqre (a terenos
ohimo para ex^oucao da Lei n. 113 de 25 produslr por safra 20.003 saosoc do esiu-
de Junho do corrente anno fago publico,
qoem interessar possa, o theor da pe-
car, n3o *x:etiodo no meamo Municipio
asina alguma, subvenciona a oa So pelo
Voio dirigida a esta Secretara pelo Cj Estado.
ronel Manoel Cavalwmti de AU aqntrque, Q DoC8- 17 e 18 _
Bolioitando auxilio do Estado pura a| Dous attesUdos do Prefeito do Mx>

.
.-

au-,
faidagaode ama asina no engenho Ta-'cipie da Victoria, declarando qae os engo-
isToOo! 1u*ry de sua propriedade, sito no muui- nios Taqaary, Limeira, Cachoeirinha a
146*000 c p o da Victoria, e o extr< oto dos doce- Tapoama tm terrenos suffioientos par
.j
}
i i" mi i


e
Diarfo de PernafiHraco Sabhado O ci Ontnbro de 1$95
v
prodazirem por ifr* 20.0G0 taceos de
tocar, nao exiotindo no meimo Monicipio
asina algama subvencionaba on nio pelo
Estado o que por isso a asina em prejecto
a ningaem prejud.c.
Doo. n 19
Attettado do Prefaito Municipal da V o-
toria. deolarando qne oa engenta* Taqna-
ry, Li leira, Cacho irinha e Ttposma d?
Sropried de de Coronel Mano el Oavalr-ant
e A'baqaerque, tem lenha bastante para
oombastivel ao uso da fabrica tem qae
disto resalte de-atta$8o de anas mattat.
Doc. n. 20
Contracto da compra e venda de machi
niimo e material eitre o Coronel Mtnoel
Cavalcanti de Albaquerqae propribtario
dot ecgeohoB Taqaary, L imeira, Cachoei-
rinha e Tapaama e os Sre. Brcw s & C.
Doo, n. 21
* Planea do local em que tem de ser
conttraida a usina._____________
O Dr. Francisco Altino Correia de Araojo,
ju'b do Commercio, detta Capital do
Estado de Pcrnmbueo, em virtude da
lei oct.
Fajo saber acs que o presente edital
virem oa delle noticias tiverem, ques serio
levados praca publica dtste joiso, de-
pois da respectiva audiencia, do dia 31
de Outubro, os bens teguiotee :
A Olaria Sebastopool, em muito mo
estado, medir.do de frente 56 metros e de
fondo fi9 metros o terreno, e a Olaria de
frente 12 metros e 30 centmetros e d
fundo 25 metros e 30 centmetros com 6
quartcs e urca sotes, avaliada por
1.8OO0COO.
A Olaria Malaccff, ttmbcm tm ms
estado, tendo o terreno de frente 27 me
tros e 60 centmetros e de fondo f0 me-
tros e 40 centmetros, a olera de frente
13 metros e 10 centimetros e fondo 57
metros e 12 centmetros, 6 quartos, sendo
3 em cada lado, aveliado em 1.5004000.
As referidas olarias, s2o situadas no
logar Coelhos da Fregu zia da Bda-Viata
e vSo pr*ya em corsequsrca da penhe-
ra nellss feita, da acrSo execntivn que
Vicente Ferreia de Albcquerque Kssci-
mento move contra D. Resalina Angosta
Carneiro da Cunha, herdeira nica de seo
pai Antonio Carneio da Cunha, para paga-
mento do que ella lhe deve.
E cSo havendo licitantes, qve cubram
O preco da s vale, 5o, irlo de novo se-
gunda praca, com o abatimeLto da lei, e
com o espejo de 8 dies.
para qne chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente edita),
que ser publicado pela imprensa e fcffixa-
do no logar do costume.
Dado e ptasado neata cidsde da R cife,
Capital do fcetado de Pcrnambuco, aoB 10
dias do mes de Outobro, do anno de
1895.
Pagcs nes autos os emolumentos da as
ignautra dette.
Eu Gustavo Alberto de Britto, escrivSo
o sabscrevi,
Francisco Altino Correia de Arar jo.
Secretaria da Indus-
tria
8.a Directora
| Para conhecimento dos iuteresaados fico
publico que no du 30 ue Outabro prozimo
vindeuro, a 1 hora da tarde, recebem*se
oesta Directora propostas para a con-
struccSo de edificios destinados a escolas
publicas, as seguintes localidades :
S. Lourengo, Jguait, Itamb, Ta-
Saareticga, SerichSem, e Quipap, caor
o cada um 011 res 14.5149730.
No dia 28 de Outobro e a mesma hora
recebecc-se ambem propostas para igcaet
conetrucjijes e ditas condc,Ses, nos reun-
ipios de Bom Jardim, Canbotieho Trium-
cho, Baique, Bom Con seibo, Brejo, Sal
pueiro e Petrolina, pedendo cada propo-
nente concorrer a mais de nma daqnellas
obras desde que tenha a idoneidada pre-
cisa.
As propostas devem ser escripias por
extenso, sem rasara, emenda oa vicio de
qaslqaer especie, sendo regolfadas ss que
se resaentirem das reguintea faltas :
1.* As que ezcederem os precos do
oresmento ;
2.' Ab qae nBo toreos organtadss de
accordo com o presente edittl ;
3.a As que se basearem em pregoa de
ootro concorrento ;
4.* Ai firmadas por pestoas qae j
tenkam deizado de oumprir contracto com
esta Repartidlo.
5.* As quen lo offerecerem as garan-
tas e qualidades exigidas neste edita!.
Havendo duas oa mais propostas em
igualdade d condicSes ser preterida a do
concurrente que melhor prova de idonei-
de aprsente.
Oa preponentes deverSo indicar o logar
de sua residencia e provar tna idonei ade
para dirigirem ou execnturem ss obras.
Nenhom proponente ser admittido s
concurrencia, sem que prove ter deposita-
do na Thescureria desi Repartirlo, ama
quantia correspondente a 5 */. sobre o valor
da obra, importancia qne perder se, ei.ee-
Ihida ina proporta e convidado para assig
oar o contracto a isto te recasar.
Para boa garanta da exeoucSo do
contracto depositar o coctraotante no
Theiouro do Es?- do urna oaaclo qne ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Os ercamentos e plantas relativos
estas obras estarSo diariamente das 10
herss da machis 4 da tarde a disposicao
dos concurrentes netta Repartios^.
Recife, 28 de Agosto de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Din ctor-geral ioterino.
^i^^
C.C G-
Club Corlo Gomes
Teodo sido concedido todo o enluci dests
eocledade para a ootie de 19 do correte, ficam
dieso prevenidos os Srr. socios para os devldoa
las.
Recite, 16 da Oolub-o da 189S.
O 1- aecrelario
6. Guimaraea
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
martimos a terrestses
ROA DO klOVBIO N. 1, 1. A.ND.K
Directores;
Bario de Souza Lefto
Tilomas Comber.
Julio Casar Tats Barrete
Companhia Serrara
S^ernambucana
Acbtm fe a dispceicSo des $te. accicniatasc;
de desia compantia os doinmeotos exigidos
: elt le das sociedades aiooymas relativo ao
Recite, 24 de Setemt.ro de (895
Ji o Cardoso Ajres
Secretario.
MITRO mi\ IS1BIL
WmWk DE FERNANDE8 PNIO & COMP-
MCOaTDe J
iSabbado, O de Outabro
Ultima representacSo'da opereta em 3 actos original do distincto es
criotor S de Albergara, msica do maestro Stichini
Llojd Brazileiro
O vapor
S. Salyador
Commandante J. M. Peatda
E' esperado dos
portos do norte no
dia 93 do correo-
e, e segot para
es portes :'0 80l
Coapanma PeraanaacauB de Na-
PORTOS DO SUL
Maceio, Penedo e Aracaj
O paquete Beberibe
Commandante tenante Pabio Rio
no mesmo dia.
DECLAKACOES
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumuladoa 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre rdas 208.006
De juros ^ 155.000
Agente em Pemambaco,
Boxwei William & O
A plice geral
Tendo-fe extraviado afpjlce eral de n
209 841 do valor de om como de res, juros de
50/0 ao aDDO, emi-sao e 1870 e pertenceote sos
abaizo acsieoados. faxem os rremos a presente
declaracao, de accordo com o Att. 108 do reg-
lamento da Catxa de Ata rkiaco qoe baizou
cm o decreto n. 9,370 de 14 de Feverelro da
1885.
Recite, 7 de Ootatro de 1895.
Actomo Lopes Das.
Joa Lopes Dia?.
Sen contra fe
Royal Insurance Gompany
det Liverpool
CAPITAL 8.000,000 O, Od.
indoa accumulados 8,274'9/3,19'.0d.
AGENTE
PQLHMNN & G-
Ver era ve l
Confrarade S. Benedic-
to do Recife
De ordtm do ca :s j, IrocSo preeidenie, coa-
t :o aos irm&os de3ta contraria p-ra no domin*
o 20 o corrtnle, s i haraa da Urde, compa-
recerem no esptalo da mesma para acsemb'a
geral.=0 secretarlo
Aogoeto B. R. do Nascimento.
Hi
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclama^o, se-
r esta feita no escrip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os 8r% -
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigue
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao terao
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Extravio
O abaizo alienado taz poblico, para os de-
Tidos fias e de coof imidade com o dispesto oo
Art. 108 do regolamento da Calza dp Amortiea-
ao qne baixon rom o decreto o. 9370 de la de
Feverelro de (885, qne se extraviaran) as tres
apolkes ge^es de soa proprdade, de nomrros
209,839, 209.840 e 371.099. do valor de om
cont de ria cada ocsa, loros de 5 0/0 ao aono,
sendo es dnas pnmelras da emissao de 1870 e a
ultima da de 1871 ou de 1872.
Recite, 7 de Ootobro de 1895.
Alfredo Vieira deScnia.
COMPANHIA
Destilacae Fragoso
De accordo com o decreto de 17 de Janeiro de
1890 ficam dlapostc&o dos S'S. accionistas, na
iede provisoria desta coauaribla, i roa de Bom
Jesns o. 1, as copias dos balaocos, da relacSo
nominal dos accionistas e da lista das transfe
rencas de arefies dnranle o tono social findo a
30 de Janb" prozlmo psssado.
Recite, 10 ile Oatorro de 1895.
O presidente
Carlos de Monea Bodrigces Ferreir
Primeiro acto A chegaca do Brasileiro.
Segundo acto A festa.
Terceiroacto Grande romaria, procisso de S. Torquato.
Toma parte toda Companhia
Principiar s 8 horas e 1/4 em ponto.
Trens e bonds para todas as linhas.
PRADO
RNAM
Projecto de inscripeo
Para a 6.a cor/ida que se realisar
domingo 27 de Outubro de 1895
no
i.
8.'
Bangne.
1000000
Art. 5.
PABEO
3.- PAREO
4.
&.
6.
7.-
8/
9.-
10.
Ncleo Dramtico Pernam-
bucano
Slo convidados oa Srr. usocisdos 4 resnlreas-
se em seasao de ta-embia eral, no prximo
domlogo, 30 ao co-rente, as 3 1/3 horas da tar-
de, em o asa sede trave-sa do Prata n. 7, !
andar, aflm de tratar se de nossa iosiallacao,
enesreceado-se por i^so o comparecimento Ce
todos ob socios.
Secretaria oo Nocleo Dramtico Pernambac
do, 17 de Outabro de 1885.
0 1- secretario
Francisco dos Santos Horira Filos,
PAREO Internacional 2.0C0 metros. Animaes da poro
Premios : 1.0000000 ao primeiro, 2005000 ao segundo e
ao teroeiro.
Gipsy e ?orotby.
-\*erandl 1.609 metros. Animaes pangas que nSo teaham
ganho nos Prados do Rec fe e animaea de Pernamboco. Premios:
3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 30S000 ao ter-
ceiro.
ouriscano 2 000 metros. Anjr.aes de Pernamboeo. Pre-
mios : 4000000 ao prlmeito, 80(000 ao segundo e 400000 ao ter-
ceiro.
Art. 5- Malor. Barqoeiro, Bismarck 2.', Aventurero, PlotSo, e Torco 2*.
PAREO Vigilancia 1 200 metros -- Animaes de Pernamoooo.
Premios : 2500C0 ao primeiro, 50S0C0 ao segundo e 250000 ao ter-.
ceiro.
Art. 5.Os do pareo Mouriacano e mais Hirondelle, Tado-, Feniaoo, Fomaja
2.* e FurioBG.
PAREOCruzeiro1.100 metros Animaes de Pernambnco. Premios :
4000000, ao primeiro, 80$0CO ao segundo e 4O0OCO ao ter-
ceiro.
Art. 5.*Os do pareo Vigilancia e mais Qaand-meme, P ramn Triumpho, Ida,
e Piilbaco.
PAREO Nacional 1.250 metros. Animaes de Pernamboco. Pre-
mioB : 2500000 ao primeiro, 50g000 ao segundo e 250000 ao
teroeiro.
Art. 5-- Os do pareo Craasiro e mais BeijaFlr 2. Cingo, Dictador, Piano,
Malaio, Mascte, Conquistador e Patcboaly.
PAREO C. Campo 1.100 metros. =t Animaes de Pemambaco.
Premies : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segando e 250000 ao
terceiro.
Art. 5.Oa do pareo Nacional e mais Viogador, Maestro, Bathory, Ta-
liepher, Q-arimpeiro, Pharisea e C*j-farado.
PAREO Ualio 1.250 metros Animaes de Pemambaco. Premios :
2500000 no primeiro, 500000 ao segando e 25|000 so ter-
ceiro.
Art. b,-='a do pareo C. Campo e ma's Prnce, Tenor 2.', Pe'ropclia 2.*, Ti
moneiro, Talioier, Mosoardo, Ybo e Fortalcsa.
PAREO Porlnense 1.150 metros. Animaes de Pemambaco. Pre-
mios : 2508000 ao primeiro, O0COO ao segando e 250000 ao te.-
oeiro.
Art. 5.a os do pareo Uni&o e mais Tonlen, Galioletto, Pombo Preto, Ecireb?,
Accionista, Malango, Mecdigo, "Barslho, Vsavio, Lucifer, Tapy 2.a
Indio, Balita e Sea Bem.
PAREO Consolaco 1.000 metros Animaos de Pemambaco que
n2o tenham ganho nos prados do Recife, contando oo nSo victoria.
Premios: 2000000 ao primeiro, 40000 ao segundo e 20SC00 ao
terceiro.
As encommeodad sero recebidas aiC 1 bora
da larda do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Ccmpanbia Pernambacanan. V
Aos Sra, carregadores pedimos a soa silencio
pera a ciaosala 10" Jos coobecimenloa qne a
segoioie:
So caso de baver algnma reclamacoo conira a
companhia por avanza oo perdas, deve ser feita
por escripia ao a^en.e respectivo do porto da
escarga, dentro de tres das depois de noaii-
sada.
Nao precedendo esta torsaudade a compa
uta-a fica isenxa de toda a respnD8abiliCade.
As paes^gens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 21/1 rieras da Urde do da da sabida
1o vapor.
Attencjo
As passagens pagas a bordo custam
mais 15*/t*
Para carga, passagens, encommendas e valo-
ras trata-se com os
AOKNTR8
PereirP^arneiro k G.
6RUA DO CDMMERCIO-6
1* andar
Empreza de Na\egaco
Cruzeiro do Sul
O VAPOR
Cruzeiro
Presenten: eote n'este por-
to, seguir n'estes poocos
tias para o
Rio de Janeiro, Santcs e Rio
da Prata
0bsro$09$
te
Nenbnm drs parees ccntsrA victoria e i serlo considerados realisados
forera inscriptos pelo menos 5 animaes de 3 proprietarioa differentes.
Previne-si aos Srt. proprietarics que nlo serio admissiveia observacCea as
propostas e aquellas qae nSo vierem aoompsnbadss da respectiva importancia nSo
terSo lidas.
A insoripcSo encerrar-se-ha terca-feira, 22 do crrente s 6 1/2 horas da
tarde na Secretaria do Prado, rna da Icaperatris n. 26. !. andar.
Secretaria do Prado Pemambucano, 17 de Outubro de 1835.
O secretario,
C, de Abreu.
O. C, Ct
Club Carlos Gomes
A renoiSo daccm'e familiar qne corresponde
ao correte mes, flcou adiada para sabbado 9 de
Novembro, por motivos de ordem sopener.
A 30 de Novembro lera logar a reamao dan
cante ro'responden e Eomesnomei.
Secretaria do Clob Caries Gomes, em 15 de
ota bro de 1895.
O secretario
G. A. GoimsiSes.
Irmandade
DE
N. S; do Terc,o
Mesa geral
Eieico
Em face do Art. 81 do aosso compremiseo.
convido os Dossos irmaos comparecerem em
n .eso consistorio domingo SO do correte, as 10
boras da maoba, atim de reunidos em mesa ge*
ral proceder se a eleicSo da meea regedora para
o anco compromiesal de 1895 a 1896.
Secretarla da venerafel ruandade de N. S
do Terco, 17 oe Odtobro de i893.
0 screano
M. J. Baptiita.
K/.?-:r:wcg
Aracatj
S goe para o potto aelmt a barcaga
Deas Grande
Recabe carga.
A' traur es rua da Madre de Dtus m 8.
Companhia Rob. H. Slogans Lioe
Vapor allemao
Salerno
E' esperado oe Ntw-York
ai o da do correte,
segnindo depois da demora
necescaria para o sol.
Para carga e encommendas tratar con es
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RUA DO COMMERCIO N. 6
! andar
^rince Line of Steamers
lames lnott Kew-Castle-on-
Tyue
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Laidos e o Brazil e Re da
Prata
E' esperado de New York
t' o dia 81 do correte, e
Batir depois da demora ne-
cesearla para a
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
Ovaporinglez
Asiatic Prince
Pira Cargas e passagebs trata-se com os
Agentes
, Johnston Pater fy C.
Rua do Commercio n, 15
Para carga e eacommendas trala-se com oa
AGENTES
Lo jo M reir
Caes dh Companhia Percambnj an i s,
1.* andar
Hambnrg Suedamerikanis
che Dampfschiffahrts-Ge'
r ellschaft.
O vapor
Gualijba
E'esperado dos
portos do sol no
dia 19 do correa-
te, e seguir de-
pois da demora
neceesvia para
Lisboa e Hamburgo
Para paseageos, carga, frete, etc., trata-se
cornos
[Contignatarios
Borstelman & C
RUi DO COMMERCIO N. 18
1.* andar
Segce no di; le do cor-
reme, a; 4 horas da tarde.
Recebe carga, eoccm cenas, paesagens e dl-
nbeiro frete, ate s 11 boras da manta do du
da partida.
Cbama se a rttencSo dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* dos coobecirneuto; qae a
segoiote :
No caso de baver al.-nma reclaTajao contra a
Companbia, por avaria oo derda, deve se- feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
dr 6 arga, ded'o ce trej das depoic de liuali-
sada.
Nao precedendo esta foricalidarle. a Compi-
cbia tica iaeta de toda a rpgpoi sabilidade, *
ESCRIPTORIO
Ao caes da Lompanbia Pernambacana
n. 12
i Gross Une o StaiiT
O VAPOR INGLEZ
Paraense
Preseolemente
ancorado o e b t.e
porto seguir lr-
preteritelmente
no dia %% do cor-
rente para o
Cear, Para e New-York
t Tem excellDtej 2Cccrrmcdoc53 para-pasra*
geiros.
Fara cargai e pa-i-asena trata-Be cem os
AGENTES
Johnsto^ Pater & G.
Rua do Commercio n. 15
Han?bu?g Suedamerikanis-
c h e Damptschiffahrts-
Geseschafr.
OVAPOR
Paraguass
LINHA MENSAL
O paquete
Chili
Commi.ndi.nte Vaquier
E' esperado dos porlos da Eu-
rooa al o dia... de Novembro,
segoindo depois da demora oe-
cessaria para
Bahia, Kio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Aj res
Estes luxaosos paquetes sao de grande
velocidadee tm rendes accommoda^Oes
para passageiros.
Camarotes reservados agencia de Pernambo-
co psra os passageiros qoe se destinan) a Eu-
ropa.
Vapor Cordonan
E' esperado do* portos da Eu,
ropa at o da SO de Outobro-
ieegulndo depois da demora ne-
ceseatia para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar no porto
Previne-ee aindaaos Srs.recebedores de mer
caloas qce se attender a rectamaefies por
(al Aa, qae forem reconhecida0 na occasiSo da
descarga dos volomes ; e qne dentro de 43 bo
ras a contar do dia da descarga das alvarenga,
devero faxer qaalqoer reclamaco concernen-
te a volomes qae porventara tenham eegoidt
para os portos do sol, afim de serem dadas a
tsmpo aa providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla-
rem na vespera da chegaat uo vapor para toma
rem as suaa passagens.
Para carga, paseagens encommendas e diubeL
ro a frete tratar com
OS AGENTES
H. Borle & C.
42RUA DO TORRES42
1. andar
Boyal Hangrian Sea Kavigation
Gompany 4dria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Klmn Kirly
E' esperado de
Trieste at o da
14 de Ootab.-o,
Jseguindo depoi
3a indlspenFavil
emora para o
portos da
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henfy Frster #& C.
Boa do Cammercio n. 8
Waadar
E' esperado da Earopa at 0
dia SO do correte, e seguir
depoia da demora neressaria
para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado i luz elctrica
e offerece optimaa accommcdac.o'eB aoi
Srs. paasageiros.
Para
com os
passagens, carga, frete e etc., trata-l
Consignatarios
Borstelmana fy C.
Rua do Commercio n. 18
1* andar
LEILOES
Agente Pestaa
Importante e ultimo
Leilo
DEFINITIVA ENTHEGA.
De 3000 ac^Oes da Companbia Rectense de
PaniOcacao, do valor realizado de t80:0O0*CO0,
eerviodo de base a (ff-nade 64000 I t I por cada
ama aeco de 604001! I
Sexta-feira, 25 do corrente
A'8 12 HORAS EM PONTO
No armazem travessa do C'orpo Sanio
n. 27
O agente Prstaoa vender por mandado
ssslsieocla do Exm. Sr Dr. juii eapeclel do come
merclo e a reqoenmento do Bjoco Barissor de
Pernambnco, as accOes cima mencionadas, qae
foram dadas em penbor ao mesmo Banco Erais*
sor palo fallecido coronel Luis de Paula Lopes,
as qoaes serao definitivamente entregues pela
malor preco que derero._________^^^^^^^
Agente Festaa
Leilo
De importantes moveif, completamente novos,
e de ap.raio gosto
Ter^a-feira, 22 do corrente
A'S iS HORAS EM PONTO
/Vo armazem travessa do Corpo Santo
n.27
A SAB8R:
Urna rica cama pan roivado, 1 lindo porta
casacas, i bonito tonett, 1 guarda comida com
pedra, 1 Importante aparaflor com pedr, i la-
vatorio com pedra, 1 diio, obra de goelo, 2 qnar-
tinbeiras, 1 piano e adelra,! veloelpede, 1 rica
secretarla, obra de multo gosto, e ontres objec-
tos que serSu vendidos pelos maiores precoa
que derem.
AVISOS DIVERSOS
Vende ae oa permuta e urna cas
rua de S. Beoio em Orna, por ootrt no Re
cife naBfregueiias de S.u'o sntonlo oa S. Jos
a tratar na rua de Hartas o. 57.
Preciea-se de om bom copeiro; a T.iar no
Caes do Capiuatibe o. 30 e 32, Serrara Pernam-
bucana.______________
Vndese um farxoco Bino de coqoeiros
prala do Jang, ou permuta-se por algum pre'
dio oesta cidade : na rua da Matriz da Boa Visla
n. 28, 2- andar se lodicar c m quem se deve
rttar.________________________________
Precisase de nxa senbora bibilitadi para
lecc:onar em urna casa de familia a urnas me*
oin.s, loelusive piano e trabalbos de agulba : &
tratar na rua Vixcoode oe AlDcque-que o. 28.
Bom negocio
^Vndese com garanta das
chaves per arrendamento, om
bom eatabelecimento bem lo
causado e afreguezado, ten do
ama ptima armacSo, utenci-
lios fazendas a tratar com o
agente Burlamaqai, a roa da
Imperador n. 41.
Regulador da Marmita
Concerta-se relogios de algib ira, pn-
dulas de torre deigreja chron*metro de
tnarinha, caixa de musicca, aparelboko
alectricos, oculoe, binculos, oculoe4|de
alcance, joias e todo e qualquer objcto
tendente a arte mechanica.
9fina Larga'do Eoario-9

**


r-i


I
Diarlo de Pernambnco Sabbado 19 de Oatttbro de 1&0&
Santa Casa de Misericordia
do tecife
Tliomuv.
A Uhaw. jun-a
Caraefra da Cuaba
. tdmialrtravi da S iota Casa
ISTicordia do Ke 'e. convida aos puentes
e amigos do Bntdj Tiiouaa Cuadra ila Lur.ba,
ex-mordomj a o esma nota can. para asststi
rem a mi celebrar a me n: arta, i a ig'ej de w. S. do
Pariio, fia 8 boras da maub o da 2 de cor-
rente.
Secrettr a da Sioia Cass de SlisericorJia do
Recife, 22 de Outubro de 1895.
O e c ivao
J s H-rno io B e Menezes
Laiz Hermenegildo Borges Dlnis
ManaG. bxK? Diiiiz, >u>s urnas entibada e
sobnnboa. te; o (e majd3r rez-r mistas pela
alma de seo eempre leaibravo irrno, cor bada e
tto, lioiz H. Bo-ga Diiiz, terca feira 12 do cr-
lenle, 30- da do fea pasaament >, s 8 horas da
manha, oa nutria da Boj Vista, e agradecam
desde ja as pee* s fM qcizercm as :tlir a esse
acto de rtlig a.> e cari ade.
Joacioim Hanosl Pereira
Mmoel Joaqun Fereira Jcnior convida a to-
dos os sena pareu'63 e aa-igo-t para aasittirem a
missa que manda reza- por alma de 8*0 irmao,
3 8 boras da maoba de sabbido 19 do correte,
na igreja do Espirito Sia'o, 7 dia de sea falle-
cimeu'o.
Amalia Cotillo Iatnaon de Ollvetra
Eduardo Auausts de 0!i eiri e seos li;boa
mandato rezar misan por alma desea prezada
esposa e m&i ni matril da tfoi V'ata, s 8 boras
da micha do dia 21 do co reu, an versa
rio de tea pjs?cro, e para asMSr a ese
acto, convidara o> seos carentes o axigos e bem
as8im o* da flaada cocfemnlo-sa era'oa.
Criado
PreC'sa-se de nm criado de 10 3 12 aonos de
idade ; s tratar na raa da Praia o. 4.________
Cosinheira
Precifa-se de oir.a oa ra do Raoel n. (9.
Paga-se bom ordenarlo.
Veade-se
' Dju3 estabelecimtntoa de molbados cm nm
dos arrabales da citada : ra-a informacao. oa
usina Beltrao e ra Vidrl de Negreiroa o. 21.
kS
Precisa se de ama afta que
dnrm a em casa dos palroes :
Ro.a-to D. 9, relojosria.
saiba cosiobar e
na roa Larga do
Aluga-se
O 3" andar do pred'0 ra do Imperador n
41 tem boca rotrmodos agoa : a tratar com o
Dr. Alcoforado, cu na rea Augusta n. 198. A
cnave eft no 2- andar do rr.ffmo predio.
Aluga-se
O segundo andar do sob'ado n. 6. sito & roa
do Coronel Suasauna, aotiga dos Marty os, com
acommodi(03S para i-uro ero a-, familia e aeoa
encanada: a t-at?r na 'oa de 8. Googalo n. 29
Vende-se
r.Um bom piaco ; ra Coronel Buasaona no-
mero 296.________________________^__
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porges applica-se ventosas seccas e
sarjada; na ra das Larangeiras n 14
Plvora
De todas as qualidades
em batris e em latinhas ven-
de-se eo escriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Cabriolet
Vende- se' um cabriolet americano com dous
asBentos e de qoatro roas, em perfeito estado,
para oro cavallo, teodo dous arr ios, sendo om
novo e oatro osado, e qoatro rodas novas de
sobresaleotes : tratar na cocheira de Jos Va
lele._______________________________________
Ao commercio
Antonio Marque3 de Almeida declara ao corpa
somraercial qoe comproa nesta dsta ao Sr. An-
tonio ogueira da Silva o seo estabeleeimecto
de molbados sito i roa i oque de Cazias o. SI.
Pede, pois, a qaem fe jolgar credor o obseqoo
de aprestn'ar soai cootas flm de serem pagaa.
Recife, 18 de Oatobro de 1895.
Antonio Marqoes de Almeida.
Cal Branca e Vir-
x g-om de Ja^ua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unce
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa a os
consumidores que nao
tem saecursaes nem
agencias, nesta cidade, e
que os verdaderos pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo a. 73._________
A o commercir
Antooio Ifcguerra da Silva previne aos seos
credtrea que venden nesta dsta ao Sr. Antonio
Marques de Almeida o seo eaiabeiecimento da
molbados roa Doqne de Caxtas o, 22, e pede-
Ibes o favor de receberem dea te senbur a im-
portancia de soas contas, o qoal Bcou para iiso
aotonsado por m'm.
AMBWcr nogMln da Silva.
Fabrica Casias
A partir de hoje em dian-
te os cigarros da nossa fa-
brica cufitam mais 500 reis
por milheiro.
Recife, 20 de Setembro de
1895.
Aezevedo 8f C
Madeiras de coastruccao e
nateriaes para edifica^ao
A Companbi'i Explorador) de Prou'toa Cal
cireos, vende em sea armazem no caes do Apel-
lo n. 73:
HadeiNS para coost-uegrio.
Cal branca de jaguaribe.
Cal preta.
Cal virgtm para assucar.
Tijollos de ladnidn e commnns.
Tijrllos refractarios.
Podras de caniaria nsra snleiras. etc._______
E' para fazer fortuna
Vende se o Rendall Hotel, na capta do Cea-
r4 : quem o pretender poder dlrigir-ee por
carta ao spu proprietarlo 8ilveatr Reodall. Para
oformacOes com o Sr. AtJto>io Sores Rapceu
talbo docorame-cio) la'ga da Peona n.2.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fon te Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente deec.barcas,
j sao bastante conhecidas pela sua effi-
cacia sem igual as doencaa intestina s,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estorrago, de qualquer
na'ureza, bem como do fgado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
fiaba.
A' venda as prnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- SALBANH1 & C
Roa dos Douradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BCO
Joio Fem.Ddes de Almeila
Travessa da Madre Den* n. 9i
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helMI 9
co
09
3

Mil til-s
*> 8 D3*S as
1 2^
Chegaram I!
E vendem*se em pe^as e
a metros bordados o que se
pode encontrar de melhor
qualidade de 400 reis at
3$000, a me- tros proprios
para enfiar com fita.
LojadaPerola
Roa da Impera-
trlz d. nm
Domingos Fernandes.
Farlnha de Rosca
a 1I0O reis o kilo
Z. mUO B18KT
Ra Larga do Bosano n. 40
Briza dos Mares
Valaa aova para plano
Cmpopigao de
D. MARA LYOIA DE OLIVEl tA E SILVA
0 peaoeoo numero de ezempiares desta mi.
mo a Talsa acba-se andana
do
Roa
Lo ja do ai va
Barao da Victoria numero 31.
Gaixeiro
Precisa-Be de om caixtilro com ortica de ta'
verna : oa roa do Brnm 35 B. ____
Capital garantido
Vende ae orna boa cas, no**, fresca,ncbota,
com bn'antes commodos e importante sitio,
ocalisada entre as doas estsgOes, MaOROtobo e
rQoatro Cantos, e patas bond porta : Ca punga,
di Jaajaimaboce o. II.
PABA CUBAR
a ANEMIA o RACHITISMO
a LEUCORRHEA
o RHEUMAT1SMO
ESCROPHULAS
a TSICA, etc.
de
EXTHA.CTO de F1GA.DO de BA.CA.LHAO
mais eficaz aiada do que o e!eo ciii de fgado de bacalhao
GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
mesmas criancas tomam-no eom prazer.
Xas trineipes pharmatiaH. PARS, Hue Lafayelte, 1S6 .
mmmmmmmmmmaHmmiaammmmmmmmmmmwmtmmT
iHi'il'IW.M
OLEO
HOGGDHOGG
N.HTPOPH08PHIT08<.CAL
..SODA
Deliciosa reme de oleo de Cgado
de bacalhao de Horrtio agradavel
ao paladar como o le te ascrlaccaa
tomam-o com gotto.
nneud.FIGADOS FRESCOS
.. BACALHAO
0 mis activo, agradare}
e nutritivo
ReeiUdo ka parto do mrlo-teculo paloi
ptiaelro medicoi do nudo.
Contra u moleatla dt Pelto,Toie.Tiunor,Xn-apcBedPelle, tic
(Truco* TBUNGUURES) rennaola HOGO, 2, Rea CatUglIeoo, PARS, i Foimulu
Scteaite I COMPANHIA. da DROOA8 PRODUCTOS cbimicob
VERDAOEiRAS PILLAS D" BLAUD
s&pregam-se som ptimo sito tu mala ae aaaan pu maijr parte dos Faenaatt-
voa Fraocezos e ltrangelroa pan a cera da AKKMIA, Clfl.omoBM leArt* fifi ala a
yiarawapflo Ta* nvrtv.no.
AmserciorionooCixIa Franus, outroslm o tacto da taar a Jaata. aXyrlaaM *-s Sra
recifloado a f Tcela d'estaa HJoiaa, autortsando-loea a venda, acosa qualquar encomio.
ca altane < a>ca uir a ata* aa isTiitar atata sarasi aa a ten i
OSSCOKTFJEM'SZS (MI ziaxxrr A.q:
WTA.At ra.-otJa.-ij pr.jia n D' BU%ma Ha a* nadan aaala ata AMata a 1H fraaaor
H tOO* 100 MhMt, *u aiaoa per mirto.
PAS, I. E'Jl WTCTrTl. DEPSITOS KM TOr*J AX MJHCI?AS PnaJUia.CIAS
^'A/o
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e com grande economia
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ICOMPRIMIDOSdeVICHYI
DE
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suraatarados com asna das fontea
f GUILLE, CLESTIHS, HOPITAL,
HAUTEMVE, S*-YOBRE, ate.
PAR2 23, Aoenut Victoria PAR2
CURA CERTA
de todas as AffecfSes pulmonares
v.
CAPSULAS
(CREOSOTADAS
(doDr.FOUIlKIEItl
nica
Premiada
N Eipotifio de Pariz em 137>
KXUA-M* A
HAM'A
riMlAlA
ffowuncn^
ffl/HS-^
Todos aquelles que sofireml
do peito, devem experimentan
as Capsulas do Dr. Fournier.[
Dtpotitos em loda$ ai principies Pharmtclti
ila Brasil,
MOR
De GHAPOTEAUT
0 MORRHUOL contara todos os prin-
cipios que entro na composico do 'leo
de figaao de bacalhao, excepto a materia
gordurosa. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experiencia efectuadas nos hospi-
tes provarao que o MORRHUOL
muito efficaz as Bronchites, nos Resfria-
tnentos, no Catarrhos e as Molestias
de peito em seu principio. Desde os pri-
meircs dias de sua applicaqao, cessao os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
avivao-se as cores de face, os doentes
aecusao um sentimento de bem estar,
achao-se mais fortes, a tosse diminde, o
corpo augmenta de peso. 0 MORRHUOL
modifica promptamente a constituidlo
das creancas debis e lymphaticas,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RU VIVIENNE
et em todas as Pharmacias
* Mudalbas !* Onro m Exposicoes Univers38S d<
.-AKIS At*. 1^1 PARS Q>
% t^flaS-f^C'
9
9
2 J. F'A.XJ
BRDEOS (FRANCA)
*jf_D9Do/foi em toda aa rendat da Comutltmu. _#a
tmtttttwmmmf
Liquidado
A loja Pariz n'America ten-
do de liquidar diversatai ia-
zendatj de modas chana at-
teneAo de seas fregueses para
grandes abatimentosde jireeos
Ra do B. da Victoria te
Pernambuco
ptima moraJa
Aloi-'i-xa i Cosa n. Si a oa do M to < l,m, 6,
m A [i a is, recoootrolda df pr x'm > ino 4
qoart-, 3 salas, roredor indfp,n ein* e iiimi
f-\ a hrtro, qoiP'l amodo uj *
fro 'leira om pxi-r l-ntp or p -al, o ou
foi d o qoi i-i v mi ie tvm-i u '. 'a-a
ftoa d carrrs. T>'0"' 'arrrt-mo "iiuena
cas < rt voa aorce-'Cii n ^ t no' q o pa-
ta-so (>a mo >djM de IM b.
A'pn tnaiis p-ips p,. ad.., do ne >
ro 'o Mo'ocolca'h -rp das mf^i^'
Af ieaoa, nlo -6 p<-r ter a u ai i n-> ap' po oa- i plh p'* m poi ai'U'i'inn rps nTSCtn* p pp'XP" fin la (irii ile.
Prasp-e- r B Vi w-oj p n, q a ^lJllra
doren ia o ie II loei i r oi o i t- Pfo-
yi.p .gp erp pomelo lusa
A pr p odj isio pxisie aniar n< <*" ""
moilo prutima C hu
Francisco e a a Per o-Car-'i -,,. Ue uBerece
ama pxceiipntp mu bii- principalmente, roe-
Idiantp om moneo aloenti : a ra a i.o atur
de Aiogados, no pat-o dt Pat.
SABONETES
ciedle auvent o o
Da GRIMAULT E C
SABONETE SULFUROSO contra as bcr-
bullas, as manchas e as diversas erupcGet
que se manifeslao na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmerick, contra
a sarna, a tinha, malhat escamosas e a
piyriase do couro cabelludo.
SABONETEdeALCATRAOd.NORUEGA
empregado nos mesmos casos que o
precedente. __________
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
serrativo e antiepidemico.
SABONETEdeALCATRAO coi BRAX
contra as aflecc^es cutneas, chronicas oa
lieeiras, crostasdeleite.dartros, eczema.
..ae*..
Deposito em PARS, 8, ra Vivienne.
^arope(S)Zed
Coqueluche,
Ifsomnias
Bronchites,
Tosses,
XaropeffiSZed
Tos nervosa dos Tsicos,
Insomnias, Catarrhos, ta
inra, M. ra Uroaot i ParmaoBaa.
NOVOS PERFUMES
DE RIGAUD E C'A
PEBFUMEIB05 DAS CRTES
d'Espanha, da Brela 8 da Hollando
EXTRACTO: Graciosa.
Iris.
Violette -blanche.
Ylang-Ylang.
Lilas blano.
Ascanio.
Rosina.
Melati.
Muguet des bois.
Sabes e Pos de Arroz
COM 08 MESMOS CHEIROS
Deposito em PARIZ, 8, Ru Vivienne
Chi
m
apeos
De pol avrriada*, om por i0 0. aprcveltom
pecbiu h' ; vender na
Loja da Parola
DvmiOROB PenEHdpg.
VINHO
VIRGEM
DO
DO litO
Marca J. D. S.
Especialiiiade no ge-
nero
Pre^o
5. lOOOOO
to.- .o ooo
Engarrafado i OOO
Vende-e na ra do Bangel
n. *.
Albino Jos dos Santo*.
Ama de leite
Pre< ias-se de urna, preferlD om de cor pre-
: roa La-Ra do Rosario n. 9. reljoarla.
Ha roa f*o LtTramento n. 7, preciea-se de urna
ma para coslocsr e mas servico de casa de
ramilla.
Cosinneira,
Rngel o. Jo.
aiCVj
p eoisa-se da orna
Sementes novas de hortalizas
Completo sonimf ni".
RA E3TREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Pofas Heniles & C.
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a ?
-3
O
o
a
03
I-
Criado
Frecisa ee de nm criado ; no becco do Padre
n* K, noiel.__________^_____________
Prevenijo aos incau-
tos
0 bacbarel Amaro Ponseca de Alboqoeraue e
seas Gibos, o bacnarel Salvador Celso de Albo-
qnf rque, D. Mara Albertina de Albpqrjerqae e
Amaro Artnur de Alboqoerqoe, o primeiro c >m
osnfractaario e o? segondos romo propriet^rios
do solo do terreno qoe o Baoco de Crdito Real
de Pernambnco pretende levar em basta publica
pelo ioiio de iaboatao, no dia 29 ao correte
mes, como perteoceote a Hctor Rectoors e sua
moloer, oi acoenominaco de Bella Vista, pre-
v nem aos ialeresaadcs que o predico terreno
r5) tem 9,800 metros qoadrados, pois qoe pelas
escMptoras de aforamento primnivo a tfaooel
de Sonsa Bo'.c'ho, car torio do Ubellido Valois, e
a seeooda da venda da posse deste ao mesmo
Rectcors, caritrio do tabetliao Ramos, se lera
qoe dito terreno contm apenas dozeotos e cm-
coenti palmos, acompanbando asinooisdade do
precita o terreno, qneassim jamis poder ser
qi.adrado ; bem como ce le olo existia nem
existe bemfeitoria de especie alguna, sando
para notar qoe o indicado Banco ae deixasae
i iludir e Bzeese bypotbeca pela qoantia de dous
contos e qo.nbentoi mil rio III Os proprietanos
lirio, em]ulzo, valer sena direltos.
Bolo a mejicano
80O6 o kilo
Z. Mello Bisel, raa Larga do Rosario o. 40.
Jaboato
Vendem-se 3 casas neeta cidade, 2 safras de
cinnas o'om engenbo mmto prximo, seodo
ama j em ardameoto da colbeta, com todo cs-
elo do engenbo, de bois, cav.llos e carros ; orna
parte oo eogeobo Coocoidia do municipio de S.
L'orenco : qiem pretender dirija se a Minoel
Xivier C. de Alboqoerqoe. 0 motivo da venda
su dir ao ccmpra.'or.
4o commercio
Oj abaixo aasignados declaram ter di-folvido
amigovelmente a sociedade qoe girara nesta
praca i roa do CabOfc n. 7 A sob a firma de
Francisco Viera &C, retirando-se o socio Fran-
cisco Viera da Silva iodemnfsado de sea capi-
tal e lacros, ficando o socio Veoanclo Labalnt
de pese do activo e passivo.
Recife, 10 de Oatabro de 1895.
Venancio Hemeterio Lobo Labalnt.
_________Francisco Vieira da Silva._________
Ao commercio
Antooio Arcelino de Miranda, retiraado-se
temporariamente para fra do Estado por io-
commodo de sade, avisa a todas as pessoas
com qnem tem transaece?, que deixa encare-
gado de todos oa seos negocios o Sr. Jo^ Cala-
do de Hollanda Reg, com qnem se devem en-
tender.
Qoipap. (6 de Oulubro de 1895.
__________Antonio Arcelino da Miranda.
Vende-se baratissimo
Um cavallo, 1 bois para carroca, S oovilbos, 1
vacca e 2 vitelos: a tratar na raa do Livramen -
to n.16.

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Ouriyes Oc-
culista
Ti-EODfRO JOS' RAMOS DE KELLO
Estabelecldo com officioa de oarives i ra das
Larangeiras o. 1, avisa aos seas fregaeies e ao
repeitavel publico, qoe oa-jlm cfficiaes babi-
ntadisimos para execocaj de qualquer trabalO
caneernente a sna arte, especialmente cravacOss
para brilbaotes, ocnlos, pencinei, monoen'.
los, etc.
Donra se, pra'ela-se qoalqcer metal, roocer*
tos em li qoes de madrerero a oa entra qoalquer
especie, garantindo preces aodicos.
Pa das Larangeiras n. 1
Gaixeiro
Preciaa-se de om caixei o de 12 li annos,
oa pratica de molbados e qae d coobecimaoto
!e aoa conducta : na roa de & Jota n. 12.
Sementes de hortalizas
Conve flor, dita mac9, dita mantelga, dita
troncbada, repolbo, rabaneta, nabos, alfacu, ce-
nooras, chicoria, salsa -, vende-se na roa do
Racgel n. 25.
Aviso
Antonio Beierr Cavalcante de Albnqnerqne
testameoteiro e Inventariante dos bens do finado
A'oipbo Stalsemback avisa a todos oa credoras
do mesmo finado qae Ibes fica marcado o prazo
de 60 das impron gaveis para promoverem seas
direitos Recife, 8 da Ootnbro de 1895.
Antonio B. Cavalcante de Albaqueqroe
Aviso
Engomma-se rouoa de criancas com acceio e
promptidio, por pre{ a resumidos, indo a mea*
ma ja lavada : na roa do Seno n. 14.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do aasucar vende-ae na
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Gaixeiro
Preclsa-se de nm caixe!ro : na taverna i raa
Vlsconde de G-yanna n. 62, antiga Cotovello.
Ama
Pr-ci a-se para cesiubar: no largo do Paraizo
n 14.________________
Criado
Precisase de um criado : na ra da Florenti*
n< n. 6, Caf Snarany.
Roda d'agua
Preclsi-se comprar urna roda c'aeoa, de fer*
ro : InformatOes a ma Ped o Affoao o. 14.
('arne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assignados, carne de pri-
melra qualidade, nos talbos da raa Mrquez do
Herval s. 27 e 2, e Uamboa do Carmo n- 1.
Este preco soffrer al'.eragao par i mais oa
para menos, sempre .'e accordo com os presos
do gado as fei-a.-.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Fioza Lima & C
Deiites
Termina a horrivel dor de dentea usan-
do oexcellente preparado de Manoei
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos joruaes de maior circulacao, atteaj-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoei da Sil-
va & C., ra do Marques de O linda
a. 23,
Pharmacia Martina, rua Duque d
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra da
i3. tao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Larga
do Rosario n. 13.
Gaixas de msica
Nova remeasa receben a relojoarfa David
ma do Cabog n. 14 com danzarinas, figuras
diversa?, tambores casianbolas e tmpanos, a
melbores qne existem, tem de 200, 250*, 300*
500*000 na ma do Cabuga o. 14.__________
ALFA1ATAHIA
SILVA fllBEIBA,
Ra Barao da Victoria
n. 46
Tem esplendido
sortimento de casacas,
colletes e claks noros,
assim como outrs em
perfeito estado, para
aluguel.
Compadre V. diga-me onde compra gneros
para sna despensa ?
Eo Ibe digo: ba moitos anuos qoe compro
m om armazem, e nao me consta qoe ninraem
ejamais bem servido cm oolra parte ; compro
afli.porqae eocootro o qae preciso, doa a nota
e maodam-me todo a mea gosto, j v nesta
condigao eston satisfeito.
Em precos oto ba qoem venda mais barato o
todos os gneros eSo de primelra qnalldade ; a
boa manteiga, o bom cha, o bom queijo de di-
versas qoalidades, o bom vialio de mesa da Sr-
ra da Estrella, o bom vinbo do Porto da mais
baixa a mais alta qaalidade, os boos licores, o
Doro cbampafc-ne, finalmente todo qoanto se poda
desejar para nma oda despensa;
E teem tambera um completo sortimento da
obras de vienes, come 8fjatn sestas para com-
pras, balaios para papel, roupeiros, berooi
lindas cadeiras.
Obrigado compadre pelo ue me diz, porque a
vida est multo cara, vou mandar comprar o qua
premiar neaae armazem. Pois mande compadre
qae ba-de ficar satisfeito.
Olba o antigo armazem da
Pocas Mendea & C
BA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA) >
Sei onda compadre.
I
s
i.



I IftalH I '
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>*..
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8
Diario do Pernambnco Sahhado
GRANDE
HOTEL AfflUA!
Ru 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com laxo e commodidade n'um dos pontos maie hygieni-
C08 da cidade do Recife.
A commodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida Bala de refeicOes, a mai r e mais arej-da nesta capital
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
centimente chegado da Enropa e outro brasleiro, ambos especiali:tas na ar-
e cnliara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimerito.
FALU-SE DIfEiSeS II1QIAS
PRESOS HASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
NL GRUNBERG
Salsa Caroba e Cabacinho iodorado
DE
F. Atlilan
Approvado p la Illastre Inspectora de Hjgiene Publica
O mais enrgico dos depurativos reconhectdos, aconselbado? e prescriptos no tratamento
dos males que tem sua origem na impureza do sa-gue, nao s pala eficacia Incontestavel dos
vegelaes que n'ella encerra, como pela juncgao do Iodureto de Potassio, nico agente therapeutico
capaz de neutralisar e expellir do sangue o principio impuro, tendo a grande vantngem de nao
alterar as lunccoes digestivas Este podero-o medicamento produx cura admfravel as molestia?
seguintes : Erysipella, cancro, but>ons, ulcera, gema, dartros em geral e rheumatismo. Quaoto
ao modo de usar e Hiela ccnsulta-se ao prospect.
ELIXIR SEDATIVO DE CABERA DE NEGRO
Approvado pela illustre Inspectora de Hygene Publica
Preparado de F. Aihelmo
Nao sendo este medicamento novo, que o publico desconheca sua virtude therapeutica. nao
preciamos mais commentaries na explieacao de sua propriedade medicinal; apenas nos restrin-
gimos a declarr-que a sua preparajao de urna formula especial adoptada pelo seo autor.
Elixir ante-rhenmatico de canlnana
F RA BRAZILEIRA
Preparado de Francisco Attrelano
Approvado pela Illust-e inspectora de Hjgiene Publica
' ura novo ag-nte medicinal de ama forca dupla para o curativo de todos os maUs que in-
feccionara o sangue, e que se tornero rebeldes a applicaces de outros medicamentos, como se-
ja : Rheumalismo svpnilitico, articular sgudo ou chronico. muscular gotoso, ulseracao da laryn-
Todes estes medicamentos se preparam na Pharmaria Albelano, cidade do Limoeiro, ra da
Matriz a. 83.
DEPOSITO RECIFE
Drogara GuimarSes Braga & C-, ra Mrquez de Olioda n. 60. Vende-se em todas as phar-
macias.
Temos em nosso poder attestados comprobatorios da efficacia d'este medicamento, os quaes
opportanameute publicaremos.
i.
19 de Ou I nitro de 1*>05
mmm
POS
mvrn iti< ios
Sem rival para a conservacao
rios denles, evitando a carie e
dando msgnifi'U) brillio.
Preparado por
ALFREDO DE CARVALHO
Vende-ae as principaes
pharmacias e drogaras des-
la cidade.
I
Precioso preservativo das
molestias contagiosa?, anti-
sptico excellenie e indis
pens'ivel ao toilette
DE
EUCALIPTOS
Do phnrmacrutiro
ALFREDO DE CARVALHO
Vende-se as principaes
pharmacias e drogaras des-
ta cidade.
asi
i
As toss<>s, bronchltes, rou-
quii<-s e todas asafiVees do
peilo curam-se cora o
IPeitoraldeJurul
Do phnrraareutico
ALFREDO DE CARVALHO
Vsnde-se as prit
phafmacias e drogabas
cidade.
paes
as dvspes:as, molestias do
eslomago, digestao dilicil etc ,
euram te com o
ELIXIR
EU PPTICO
FORMULA
Do Dr. Benicio de Abren
Preparado pelo pharmaceutico
ALFREDO DE CARVALHO
Vende-se as principaes
pharmacias e dr garias desta
cidade.
As gonorrl a?, flores bron-
cap, currim ni o e loilas as
molesiias das vias ounnaria?,
eic, eao currtas com os
POS
:.z::.::::,y:::
Do Fharmactutico ALFREDO
DE CARVALHO
Vende-se as principaes
pharmncias e dregarias dista
cidade.
O.i rheum'israof>, darihro?,
erepingenp, alT'Cioes syphiliti-
cap, etc., uiio tm competidor
com o
sos ss mu
SALSAJDO
Do pharmaceutico Alfredo de
Carvalho
Vndese as principaes
pharmacias e drogaras desta
cidade.

lia
EMULSAO de SCOTT
@ ni Mili i sin
E' A DESCOERTA DO
ELIXIR M MRAT
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a asthma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR M?>RATO, pro-
pagado por
DEPOSITO .1 PE,I\N\MBi]C
A COIPAI 08 DR .GIS I PRODUCTOS CHUCOS
Ra Mrquez de Oliada 24
<^:



^
j^K v*-J& i
m& WJm mH='^
Wv IB lli RtE.IS
IHlvl l3 i^LnBf*1''"'"' i'fli
E
IBlBI^niA.
..=J3BJ

de OLEO PURO
DE
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
-DE CAL E SODA.
7 So agradavel ao paladar como o lette
Approvada pela Junta Central da Hy
giene Publica a autoriaada palo
governo do Brasil.
--------------- <*.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
como nos adultos.
Nenhum medicameni, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos com
tanta rapidez como a EmulsSo de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES.
A venda nos principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWr+E, t CHIMICOS. NOVA YORK.
51 Ra da Imperatriz n. 51
Os proprietarios deste novo e importante armazem de fazendas finas e mo-
das, convida o ao publico e especialmente s Exmas. Sras. a fazerem urna vi-
sita ao seu estabelecimento onde encontrarlo agrado e sinceridade a par de um
esplendido sortimento de fazendas de gosto como sejam :
SEDAS-FIANCE'E, CHAUGENT, GALA'TA, TULLES, SARAH
BERNHARDT,
CHIFONIERS, CREP. SOIE, OTTOMANE, PARISIENSE,
PONGE'E F POUTILLE'
BENGALINES, JAPO E MARVILHEUSE
LINDISSIMAS SEDAS LAVRADAS
GORGORES, SURAHS, SETINS E TAFETA'S,
Um enorme sortimento de tecidos, phantazia em l, crepon broch, ca-
chemiras, granadines, louise e tuller.
Fazendas de phantazia o que ha de mais chic.
Alsacianas, crepolinas, chifonets turcos, musselinas e chifon brode'.
Ricas saias de seda, capellas para noivas, espartilhos, colchas, fichs, sa-
hida de theatro, lencos de seda, cortinados para janella e cama, esteiras, tape-
tes e capachos,
Um colossal sortimento de madapoles finissimos por precos baratissimos
qu see obtem dando um passeio
ALBERTO CAtDDSO I 0
D.^.Tjrx^X'VjeijaA.
FEITORAL CATHARINEN8B
XAROPE DE'ANGICO, TULU'_EGOACO
CONPOSIClO 1 F< It \ I I I \ I I II \
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Brazr-
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposigo-s.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosseo, bronchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoai residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a efiieacia deste grande preparad .
RAULINO HORN & OLVEIRA, nicos propri .taos e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e dragarlas
DEPOSITAR 10 NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga k C.
Ra do Mrquez de Oliuda n. 60
FOLHSTIM
5
0 GMiTO DI M FORADO
por
. ALEXIS BOUVIER
J***SH*-~-

QUARTA PARTE
a le na coeacao
CAPITULO II
O PLANO DO HONRADO FONTAINE
'Centinnago)
' A verdade 1... mas nao u inqniet,
hi de aebar outra casa... Somonte pre-
Tino-o de que a menor indisena\o ia per-
der tudo... em primeiro lugar porque, se
esse seyed* fosse revelado antas da ap-
pellaytt de aeu filho, ia comprometter o
risultad i* processo.
Tem razio... Primeiramente sal-
TemoB Adolpho...
. Justamente... depoia perderemos 9
outro...
Est decidido... n&o dire uma pa-
lavra... nio se incomjnode, eo vou-me
embora... quando tonurei a rir ?
Eu ejcrevo-lhe...
At outra Tez.
Adeus.
Qa a"?o elle bio, Rohtin disse t'
Meu pobre Jacqaes 1 Oh
ravel.
que mise-
CAPITULO IU
UM ESCRIPTORIO DE ADVOCADO SIN-
GULAR
O Sr. Rehtin conservou-se mais de urna
hora com a cibega entre as maos, aper-
taido a testa como se qaizesse fazer bro-
tar da massa encephalica urna idea.
Bateram discretamente porta envi-
dtajada do gabinete ; o Sr. Rebtin levan-
toa-se inquieto, dizendo i
O miseravel deixou a porta entre-
aberta.
Foi abrir ; eatrtu urna rapariga, tra-
jando como urna costureira.
Ah entre, minba flha, disse Reh-
tin, que voltou rpidamente para o seu
canto escuro, entro e sent se. "
A rapariga obedeceu.
Ent&o, que fez ?
O que me disse, senhor.
E con80gnio ?
Sim, senhor.
Milito bem conte-me isso.,.
Assim como me disse, entrei, ha
uns tres das, no caf dos BoufTes, rna de
Moisigny, o caf onde ba uns quadreg.
Perguntoi em vos alta ao caixeiro :
O senhor de Dijon ?
Tenho essa honra, respondan elle.
Conhece Ormond ?
N2o, disse-me lie.
E logo, um individuo que estar ao
men lado, disse em vea baixa:
Chama-se Petite ?
Sim, aenbor, respond o.
Esporo-a n'uma carroagem diente
do theatro, disse-me o desconhecido.
Psgou as suas despezas a sahio. En fiz
o matmo d'ahi a alguns minutos, fui ter
com elle. Nessa mesma tarde levou-me
cadeia...
Muito bem...
No dia seguate, de manh, encon-
trei-me no pateo com Auna Daresne.
C nhecia-a ?
Tinha jantado urna vez com ella e
com o Adolph", em casa de Losement...
Beijamo-nos, ella perguntou-ma por que
motivo eu estava l, respond que era por
causa de Losemont, porque suppunha que
eu era cmplice delle... nao se admir u
diseo ; tornamo-nos amigas, e eu aeabei
por lhe dizer que nSo estava inquieta com
a minha sorte, tinha a certeza de sabir
d'ahi a ponco porque tinha poderosos pro-
tectores.
Ella disse-me que desejava muito que
lhe succedesse o mesmo.
Rr pondi-lhe que se ella quizesse se-
guir os mens conselhos, eu talvez podes-e
auxilial-a em alguma cousa... desde esse
momento nSo tornou a deixar-me, cada
vez fallava com mais liberdade, e eu cada
voz mais reservada... para um dia j ere
bastante; no dia immediato, coto urna
outra mulher pelo brac*,aquella que o
eenhor me indicoudirigi-me para ella,
tomou confianza, e descobrio-se logo di-
zendo que fazia o que quera do peqaeno
Adolpho .. que se ella conseguisse des-
envencilhar-ge, como esperava, tinba di-
nheiro guardado, com que se poria era
evidencia... separamo-nos, eu e a minha
companheira, e fomos ao car torio fazer a
oossa deposic&o...
Muito bem I mnito bem disse o
Sr. Rehtin.
No dia segninte,eu tinha reoebido
a ana carta, disse-Ihe que ia sahir e,pro-
metti-lhe que me havia de ojeupar della...
Perguntoo-me sean me eucarregava de
urna carta para a mSi... aceitei. O que
n pensara succedtu, na carta que ella
*
me entregou aconselhava a mSi a partir
para Bruzellas, onde ira encontral-a.
Tem essa carta ?
Tenho, sim, senhor. )
D-m'a.
Ah I o senhor sabs que tirei bom
rcMiltad > do que me disse... dar sempre.
Pfomettea-me que havia de restituir-me
Losemont...
Prometti e hei de cumprir ; mas eu
disse-lhe : no fien do mez... se ainda o
julgar digno disso, ir pessoalmente dar-
Ibe a liberdadfe.
N&0 comprebendo o que quer di-
zer...
Hoje intil... Acredita na minha
patarra ?...
Oh com certeza...
Bem, d-me easa carta !
Eil-a.
E Petite,porque era ella,entregon
a carta. O Sr. Rebtin leu logo :
c Querida m&.
N&o te inquietes por minha causa ;
posso fallar-te com franqueza, porque esta
carta n&o passa pelo carcereiro : leva-a
urna amiga... Teoho qussi a certeza que
o tribunal de appellae&o nos ha de absol-
ver, i mim e a Adolpbo.
e Havemos de arranjar isso. Pego-te,
supplico-te que, ao reesber esta carta, I
partas para o estrangeiro, de preferencia
para Bruzellas...
c Leva todos os papis do meu arma-
rio. No meu quarto da vestir, em cima
de urna estante, has de achar ama oaixa
de ppela velba, com fitas a flores ; ata-a
bem e leva-a... guarda-a com bastante
cuidado... Tenho recordares de grande
valor que quero conservar... a principal-
mente esconder a todas as vistas.. Es-
creve-me assim que chegares a casa da
mina amiga, que ha de dar-te a minba
mo ada.
FUNDIGAO BBRAL
ALLANPATERSON&G
44-RA 1)0 BARIO 0 DTRlMPH0-4
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Taixas tundidas e batidas.
Tsixas bitidas sem crava^ao.
Aradcs.
Abraca-te de todo o coras2o, querida
mSi,
Tua filha
Anna Davestte.
P. S.Nao teesquecas da caixa, e nao
deaarrumes nada do que est dentro.
Ah I ah I ah que est tudo, disse
o Sr. Rehtin, na caixa com fitas...
J v que me sahi bem...
O Sr. Rehtin tirou da gaveta urna nota
de quinhentos francos e deu-a a Petite.
Aqui est urna cousa que lhe prora
a minha satisfazlo.
Lto n&o nada... E' especialmen-
te c m a sua outra promsssa que eu me
importo, disse Petite, que ao entanto foi
guardando a nota.
Minha filha, eu disse-lhe que no
fm do mez...
Cont com iest; que dero fazer
agora ?
Falla com Grosbouleau todos os
dias ?
Quasi todos os dias.
E' preciso obter della a relacjlo mi-
nuciosa de todos os roubos que fizeram
durante dous annos...
Mas o que me pede a senhor ? E'
dar-lhe armas contra Losemont.
Como, minha filha ? ana voltamos
ao assumpta ? Se eu lhe disse que havia
de ih'a entregar, a si I... A menina ar
delle o que quizer.
K' verdade.
Contino... os pormenores de todos
os servicos prestados pelo pequeo Mous-
son em todos esses negocios.
Comprebendo.
Vai faser isso...
Comeco esta nsite.
Ata 4 vista, Sr. Rehtin.
E Petite, depois de cumprimeatar, reti-
re a-se.
RehtQ abri a gaveta a tirou ora auto
rolumoio, no qaal pragou cera ara al fine-
te a carta que a amante... ou antes a
escara de Losemont acabava de lhe en-
tregar.
Agora esto todos na minha mt,
diste elle, son eu que vou dirigir o nego-
cio !... Sim, tenho-os todos, e por um
momento fui t8o tolo que imaginei qne
era pela bondade, pela verdade que se fa-
zia viver os homens.
Como eu ara ingenuo !... S so diri-
gem os homens pelos seus vicios... Ju!j
gava eu que fazia urna obra humanitaria,
tratando da chaga para a curar... Ora
vamos l Tratemol-a para a fazer du-
rar. .. a so -iedade vive dos seus males...
Demonio, disse elle, sao horas de
me transformar ao Sr. Rither.
Dirigio-se para a porta para a fechar
afim de fazer a transforma gao com toda a
segranos, qnaado ella se abri e appa-
recen urna cabeja.
Ah Grosbouleau, dissa 6e, vene
tarde hoje...
Peoo desculpa a rossa graciosida-
de... que nos hoje riemos juntos... e
o senhor sabe que a duas pesseas, a nSe
ser que teaham urna conversa maito des-
agradavel, no se pode faser idea como o
tenpo pissa...
Juntos, dizei tu, com quera vieste ?
Com Lalongueur.
E' verdade... Entao que nevidades
ha?
Novidsdes, com certeza... temos as
algibeiras ohtias dellas... Posso dizer
qne >ha f
Sim! sim I que suba...
(Cmtfta).

i
1

>
Tjp. do Di#w, na Daqae da