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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
HHHHHHH
I





AUMOLXXI
Quiita-reira 19 de Onltabro de 18B5
MUMERO 33S
i

FBOPBJBB&BB
BL^SOTUSeA BB
& HEL&6S
PARA A CAPITAL E LUGARES; ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&000
Por seis mezssadiantados. k {5&000
Por um anno adiantado ... 30&000
Numero avulso do mesmo da..
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEELOS e MAXOEL ARAO
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire-
PARA OS LUGARES ONDEASE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ... 16|500
Por um anoo adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9$0fl0
Numero avulso de dias anteriores. J200
Telegrammas
Rio de Janeiro, i 5 di Outubro,
s 4 horas e 40 minutos da tarde (recebi-
do na estacao s 9 horas e 45 minutos da
noite e entregue s 10 horas e 50 mi-
nutos).
A cmara approvou o orcamento do
ministerio da inJustria e viaco com a
emenda do Sr. Cupertino Cintra consig-
nando tres mil contos de ris para as
obras mais urgentes do porto do Re-
cife.
Foi igualmente approvada outr
emenda, do mesmo Sr. e outros, annul-
lando as autorisacoes dadas ao governo
para cobrar dos Estados da Bahia e Per-
nambueo os adiantamentos da garanta
addicional s estradas de ferro dos mes-
mos Estados, sendo votada por grande
maioria.
Nao teve o mesmo xito, sendo regei"
tada outra emenda que restabeleci a
Subvenco a Colonia Izabcl, por 5 votos,
os dos Srs. J.s Mariano seus amigos,
quedeclararam proceder deste modo por
pjlitica.
O Sr. Cupertino Cintra orou horr
tem, na discusso do orcamento do mi-
nisterio da industria e viago, sustentan-
do as emendas releridas, e que foram ap-
provadas.
O Sr. Dr. Prudente de Moraes nao
veio hontem de lcarahy pelo mo tem-
po que fez.
Falla-se na demissao do general
Gal vao.
Como era esperado, o commenda-
dor Alfonso Pena tomou conta da presi-
dencia do Banco da Repblica.
Buenos-Ayres, 15 de Outubro. 1
Bicha', uma das{loiius da medicina franceza sua nitureza diltic lima, e que escapa a urna
morrt-u ios irnta anno?, victima <1e urna outra re"ulatnenUcSo
especie de dmlicagao pe* sciencia
A' 8 de Juili > de 1892 Ira bul ha va elle no ara-
philliealro do Hospital, estudaodo os progressos
da decnposiao da pelle. O vaso em que elle
fazia macerar a pelle eahalava um cheiro tao
repugnante, que lodo< os estudan'es se retira-
rain ; mas Bichat observara algum fado, que
Um parecii que devia ser cuidadosamente Ma-
dado, e continuoq cas suas observace- no meto
duque lia almosphera delecteria.
a occasiao em que descia as escadas, foi
arcommeliido por urna sync.ip'-, e cabio tem
sentidos. Pouros dias depois, falleca victima
da sua dedicafo pela" sciencia. B chat, escre
veu por esta occasiao Corvi9art, acab* de mor-
rer nVsse campo da hatalba, que Conta mais
urna vicfffiji* ninguem em i&o peucp lempo
irabalhou tanto e com tao bons resultados para
a sci-rinla, como Bichat.
Na Matora da medicina h* que nccrescenlar
s JifBculdades comrauns do progresso de todas
as scuncias os pengos que correm os mdicos
"erdadeiramente -diedos sua arte, e esses
pericos nao ezclueui aquellas diffinaldades.
Pouco ou nenlium effeib pode esperarse
da intervenga.") do Estado para o qual tem ap-
pellado os operarios, muitas vezes arrebatados
na voragem revolucionaria, quereodo realisar
8uas concepgOes socialistas, que at toja fica-
ruin nos dominios da utopia.
Si esta forja proJuctiva,3 trabalho-repre-
senlada por una grande maeria da individuos
conquistis-! o poder publico, o choque sobre o
mundo social sera tremendo, e entre o> extre-
mecirneutos d'un desequilibrio geral, os fun-
damentos da arder senara abalados, e eremos
que transformado neahuraa social seria real i-
suda no pelago da anirchia geralmente levan-
Inda.
Acharaos que a organisajao social i si ica
quasi que urna impossibilidade, cofco pheno*
accordo cora os lucros do capital, e
actropia, pelos diversos raeios aj seu al
com) vimos mostrar com vanos exemplos co-!meno social, n&o obstante grandes talentos
Ihilos na vida de alguna d'eeses homens a quera SU3ter,tarenroa desde alguns seculos.
a humanidad* devedora ios principios funda- ,
mentaes da physiologiaou da iherapeutica. A propaganda tem feuo consideraveis pro-
Vesallo que bera pode appellidar-se o creador gressos, a Europa inteira est envolvida em
da anaiom'i, estudou o corpo humano custa
de obstculos, que hoje fariara desanimar a
maor parle dos estudantes.
N'aquelle tempo, as leis, cedendo influencia
dod preconceitcs religioso.', prohiblam as dls- j
8ecc0es. Vesalio, aos desoito annos, inflammado
de amor p la sciencia, nao recuava diante de
obstculos para conseguir os cadveres de que
precisava para os seas trabalbos anaioraicos.
{Contina).
DIARIO DE PERNMBDCO
RECIFE, 17 DE OUTUBRO DE 1895
1 lHCta do capital coni o tra-
balho
Estes dous grande factores da produegao,
que nao podem existir sera um concurso reci-
proco, sempre estiveram em estado de I tente
antagonismo, que per vezes maoifesta-ee do
modo o m*isgrave ; ooedecrm s oecessidadea
de urna allianga sem a qual tornar-se-iam mu-
les ou ficanam alastados do seu m social.
Mas nesla lucia o capital tem oblido resultados
favoraveis, cedeodo menas do que o sou vdho
competidor.
E' assim que o Irabalho nao tem conseguido
avant; jar-se, apezar da sua grande importancia
como factor econmico ligado s mltiplas oe-
cessidadea sociaes. E' que a vida do capital
mas iodependenle, as suas necessidades nao
sao tao urgentes como as que determinan) o
irabalho.
O possuidor do metal com o qual tudo adqui-
re-se, e apenas desejt a muliiplicag&o deste
poderoso me i, est em coodigOes superiores
aquello que empuoi a o pesado instrumento do
O couracado Almirante Brown irao, trabalho, e dispfia da sua forga muscular para
adquirir urna pequea porc o deste me.-un me-
ta', e fazerjface as imperiosas necessidadet
da vida. Emquanto o capital pode retrahir-se
00 comb.te, negando ao seu contendor o con-
curso e que este pracisa, o operario sente-se
inerte, inactivo, impedido de nada adquirir, e
portan o privado do pao quolidiano.
O trabalhador, o operario ao mesmo tempo
um consumidor, que n) p ie ficar estaciona-
rio, sem comprometter a propria existencia. A
escravidao do trabalho ao capital portante,
um facto berc comprebensivel. E desta luta
lio anliga quanto as s.ciedadea, nao resultou a
total emancipago do irabalho, que tem to-
dava conquistado alguma causa em seu bene-
ficio.
O Estado tem intervndo muitas vezes para
fazer urna ponderagao em favor do factor op-
primido, que representa milhares de individuos,
de familias, que se debatem na grande lucta pela
vida ; ora limitando o lempo de trabalno, re-
duzindo-o de 13 horas por da 11 e at mes-
mo 8, como em Inglaterra. Esta intervengo
do Estado, lotige de affiCUr os intereses na-
turaes da ordera econmica, altn de justa e
derivada dos altos principios da bumaoidade
sem ob quaes a economa poltica flearia redu-
nda limites deficientes, equilibra a acedo
dest-.is forgas, impediodo o e, fraquecimen'o de
orna della-.que s poderla dar-ae em prejuiz
da produegao em geral. O excesao de traba-
Iho enfraquece o operario, debilila-o, atteota
contra a sade dos trabalhadores, cuja deseen
dencia tende degenera -se, em virtud das
molestias transmiltidas por bereditanedade.
E' innegavel que o capital tem lyraonsado
o irabalho, sempre aubjugado, pela oppreaaao de
um genhor ioflexivel.
O hornera nao urna pura machina que deva
exgolar se, para que os lucros do capital tornem-
se coslderaveis. E nada mais joslo do que
melhorar, quanto posaivel fr, as aondi0ea pe-
nosas dua operarios e.n geral, nao sd limitando
aa horas do trabalho, mas indirectamente favo-
reciendo o augmento de salario, de modo que
este toroe-se urna razoavel parlilba dos lncros
realisados com a producc&o.
A intervengao directa do Estado aat quasi
que abaolntamente exeluida, por ser difcil pre-
cisar o modo pelo qnal ella poda ter lugar.
Ha urna dependencia entre o salario e o lu-
cro da prodnejao, es e tem um minimo que oao
poHeseroliiapa-aado, aera que o capital af-
fasta se do aeu campo de acgo, retrahindo.se
de umajuaia campensacSo. Conbecer a som-
ma dos Incroa qo qoalquar empresa pode
realiaar, dependeodo estei ceralmeate da cir-
Rio de Janeiro, afim de entrar no di-
que.
Londres, 15 de Outubro.
A insurreigo dos soldados em Goa
augmenta, e os insurgidos organisam a
resistencia s tropas enviadas de Lis-
bia.
I^isboa, iS de Outubro.
O couracado brazileiro Vinte quatro
d-' Maio segu para Stetin.
Constantinopla, i5deOutucro.
A Russia concentra torcas na fronteira
turca.
INSTrtUCCAO POPULAR
:: :-si:s:s u mmi
POR
Gastao Tissandier
CAPULLO X
OS MDICOS
BLACHEGILLETTEJOAO GIRARDJE-
NIN DE MONTGREANDR MAZET
LA VAL LEN ROCES VESALIO
HARVEY JOS DOMBEY HORACIO
WELS.
(Continua(o)
A peste poupoo o medico. Informado de que
a epidemia fazia muiias viciiixag em Merdj, nos
arredores de Bengtiazy, foi para aquella local i
dade prestar os seus servicos a orna populagao
aterrada. O corajoso medico foi victima da sua
dedicaco, e tendo sido atacado pela peste,
morreu com a mais edificante resignacSo. Du-
rante a guerra de Hespanha, em 1875, um jovem
cirurgi&o militar, de vinte a cinco annos de
idade por oome Len Roce?, perden a vida em
condiges verdadeiramenie adm raves, por oc
casiao do renbido e sangrento combate de Cam-
ponea.
No mais acceso da peleja. Roces preatav*
os soccorros aos ferdos, sem reparar em que
eslava cercado por orna verdadeira linba de
fogo. O liroteio era ao vivo e lio prximo,
que as balas mataram alguns dos ferdos, que
Len Roces eslava traundo. O capallao e o
ajndanta retiraram-se d'alli a em vao pediram
ao cirorgiao que aabiaaa tambera. Rocei. afl-
nbo, era>to, caminba par 'nimigo, agitando
no ar ura lenco branco Poopem os feridoa I
exclama alia: reclama a vida delles, em nooe
da dvtlisacio a para boora da Hegpanba. cnmaUncaa evenloaeg, para d'abi te concluir
Na maaao instante, Leoo Rocas cabe varado r"""**"" mlMtM ^ ..
por ornas poeM tfe balas. qual dataria sar a parte do slarlo, 6 cduu p t
suas longas malhas e alguns pensadores prevera
a transformago completa do organisago so-
cial do mundo, segundo a actual evolugao dos
povos.
O espirito irritado com os sofifrimenlos da
miseria e das decapgOes sociaes, irrompe, por
vezes, em urna reaco denunciando .a grande
excitagao do desespero, e esle Estado psyebo*
lgico aventou a destruicSo como um meio efii-
caz, e tomou a formando anarebismo, cujos gol'
pes sao vibrados sobre as individualidades
mais elevadas 'na berarchia poltica das na-
gas.
O anarebista o operario sem f, que nao
er na sociedade e julga poder destruida, ou
conquistar o poder pol.tico matando pela dina-
mite os representantes desta, sociedade por
elles ojeada, e que exercem urna autoridade
que Ihes parece urna oppreesSo, urna tyraa-
nia, ura ob taculo para a realisago dos seus
menlos.
E' oanarqhisrao a expresso vehemente des-
te espirito revoltado com a ordera de cousas
actual, que se debate em vao as egonias de
umi lucta intil.
O egosmo abre por sua vez urna larga mar-
gem para que esta indignago da miseria con-
tra a opnleacla augmente e tome aa maiores
proporgOes. fazeodj de momento snotis errup*
gGes que se tradnzem por fados deploraveis,
crimes revoltantas.
E" o caminbo iberio d'nma luc a terrivcl.
O capital cresca e as exigencias do trabalho
lbe sao panilellas, a produegao universal se-
gu em marcha exlraordinariamente progres-
siva.
A pjpuligSo aigmenta e a Europa j sen-
te des le muitoque o seu territorio fica quem
das exigencias da sua immensa aclividade, pre-
cisa esiender o seu dominio sobre as oulras
partes do mundo.
A America, cuja immenso territorio comtem
urna insignificante popnlagio attrahe as gran-
des correntes da emigragSo europea que ven;
povoar os seus de ertos e trans'ormsl-os em
cidades.
Os paizes novos acham-se ceberto dos ma-
les das crises econmicas, que parecem amea-
car o velho mundo.
Nelles a miseria nao ebegou ao seo auge te-
nebroso. Entretanto a lucta do capital e do
trabalho universal.
As grandes revolu$6es que lem abalado o
mundo d'abi tem lirado sua fonte.
A civiliaaco desenvolve os principios os
raa* opposlos e as tendencias maia differentes,
taato a moral como o vicio, o egosmo e a cubi-
ga e todas as suggesiOes desta natureza tem
tido o maior incremento. O scepliclsmo, a du
vida respeito de todos es principios, parece
nada deixar firme, inabalavel. O imperio da
philantropla nao dominar os tristes dom nios
da miseria, nSo cicatrisar as grandes chagas
sociaes, eliminando a miseria que cada vez se-
gu sua marcha ascendente ao lado das rique-
zas accurauladas, e da opulencia d-lurabrante.
O capital concentra se, e a sua oirculago es-
treita-ae dentro de cortos limites.
O proletariado, longo de decres:er, .tende,
augmentar consideravelmeoiQ com o crescimeoto
da populagao, e da produegao, que progressiva-
mente acompanba o movimente industrial do
mundo.
Os inventos da arte creando os macbmismos
quesubstituem-se ao brago dos operarios, fa-
zeodo em um limitado espigo de tempo oqne
cuataria aosmasmos um tempo multo mais su-
perior, um grande consummo das torgas pbysi
cas, trouxeram o.aperfeicoamento da todas as tn.
lustrias, e o deseovolvimeoto da intelligencla
do trabalhador, que vae se emancipando do pe-
sado jug que o eaterilisava reduziodo o com-
pletamente condgo material de ama simples
machina.
A machina foi se substituido aa boraam, e
asta por ana vez vai deixando de ser machina.
A civilisagao vai noblitando o trabalho e mo
diticando-lbe as agruras, mas, nao obstante, a
posgao do trabalho aggrava ie, de modo
tal, que urna conciliagao dos interesseS diversos
da ordem econmica pode julgar-se quasi que
orna impossibilidade no futuro.
O pheoomeoo daa grvas lae repelido na So-
ropa a (rasando sempre perigo imminente da
parturbaglo da ordem publica, exprsalo
desta movimento de reacio do operario contra
a contingencia que vio-se seraprd reduzdo.
'S resistencias felias cra certa perseveran-
ga tem tornado muito limitado os eff;itos desta
reaegao, por vezes triumphante nos seus impe-
riosos reclamos.
Emquanto os dous factores econmicos nao
estiverem de ura accordo perfeito, e a circu!a-
gao da riqueza Oao produzir-se de um m ido ex
pansivo, penetrando todas as partes do organis-
mo social, um mal estar econmico permanece
r, preparando o desencadeamento das tem-
pestades polticas destinadas ao futuro.
Resta, que o sentiraento moral dominando
^odas esls^-condigOes, olTjrecendo vantagens
aos que luctam pela existencia, auxiliando os,
dando ao operario uraa rerau eragao miis ge-
nerosa fe
a ph
canee, traisformera esta situagao de desequ li
bro de forgas que araeagam a paz universal.
E a m nal dominando o egosmo tao enraiza-
do na nmureza humana, que pode, ao menos par
cialmente, solver as dificuldades oppostas
harmona da ordem eco omc, que o ponto
de partida de todos os phenomenos sociaes.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Pernana-
bueo
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTI-
NA, NEGOCIOS INTERIORES E IN-
STRUC^SO PUBLICA DO ESTADO DE
PERNAMBUCO, DO DA 15 DE OUTU-
BRO DE 1895.
Antonio Joao Pereirs, sentenciado, pedindo
perd&o Ao Dr. Questor Policial interino para
informar.
Alfredo de Assumpgao Uuties. praga do 1-
balallifio Eatadoal. Deferido, com offlcio ao
commandunte do 1- balalliao de infantera Es
tadoal.
Dionisio Jos dos Sanio?, sentenciado, na
Casa de Deleogao, pedindo providencias no
sentido de ser tranferido pura a cadeia do mu-
nicipio de R' Eorraoso Informe o Sr. Dr.
juiz de di eito do municipio do Rio Pormoso.
Francisco Hezerra do Nuscimento, cabo do 1*
bataihfto estadoal, sentenciado, peaindo perdi.
*o Sr. Dr. substituto do procurador geral do
Estado, para que se d gne de informar.
Jos Henrique Ordim, sentenciado, pedtndo
perdao.indeferido.
Joaquim Juvenc i de Almeida, alteres refor
mado do exgelo corpo de polica regional, pe-
dindo pag ment de venciraentos. Deiendo,
no termos do officio desta dala ao Dr. secreta-
da fazenda; "
CapUao Jos Nogueira de Panas, juiz do i-
diatricto municipal deMuribeca, pediodo paga
ment de vencimenios relativos a o cargo le
ju z de direilo interino que esl ex-rcendo
Diferido, nos termos do offi :io desta dala, ao
Dr. se reta rio da fazenda.
Joao Fabio de Sani'Anna, alferes do 3- ba-
talMo de infantera e.-t-idoalDiferido, nos
termos do otficin, ao Dr. sccretirio da fazenda.
Bacharel Josi^ Ferreira Muniz. pedindo resti
tuigo da quuntia despendida com o titulo de
lenta da cadeira do litteratu-a nac onnl do I 8
t derada sem etl>ito a su nomeagao.-----Defe-
rido, com oIBoio ao Dr. secret irio da fazenda.
Jos Gomes da B'ito e Jo5o Francia o lo
Nasciraento, sent-niiados, na Casa de Deten
gao, pedindo providencias no sentido i'e serem
remettidos para a cadeia no municipio de Bom
Jardim. -Deferido, .cora oflicio d^sta data ao
Dr. Questir Policial interino.
Luiz w*lao deSant'^nna tenente refor-,
mado da axtinct)esquadraode cavallariaDe
fendo, nos termos do officio ao Dr. secretaria
da faienda.
Mano-I uongilvea de Siqueira, escrivo do
ju.-y e rxecugOjs crimioaes do municipio deS
Benti, pedindo seis mezes de licenga. Infor-
me o Sr. Dr. juiz de dirrito1 doinunicip o de S.
Bento.
Baihirel Odilon Nstor de Barros Ribero,
promotoi- publico do municipio de S. los do
Egyiito, pedirme pagainenti de venciraentos.
Deferido, com officio desta data ao Dr. secre-
tario da Fazenda
O PORTEIRO INTERINO,
Hermenegildo de Siqueira.
A' minha ordem, Antonio de tal como des-
ordeiro, Jos Francisco di Souza e Jos Joa-
quira de Oiiveira, como sent.-nciados, viodos do
Presidio de Fernando.
Por oficio de 14 do correte mez,. comrau-
nicou-me o subdelegado de Tigipl, qne no
d a 12, foi encootrado oortu no lugar S'ccorro
t'aqueile di-tiicio, o individuo de ame An-
tonio de tal, conhecid > por Antooio Maxxe
A respectiva autoridade, lendo conhecimento
fado, fez vistoriar o cadver e das deligencias
procedidas, chegou a evidencia de que a morte
fdra casual
.Era igual data coramuni'.ou me a mearaa au-
toridad- que na madrugada de 11 do correte
mez, os ladroes penetraram por meio de arrom*
baraeoto em a casa da viuva O. Anna Mentes
de Mello, frtenle n'aquelle diatricto, eaub-
trahiram diversos objectos no valor de (cesen-
tos mil res mais ou menos.
A mesma aulorilale, tenJo conhcimenlo do
fado, procede as necessarias diligencias afim
de capturar o autor ou autores do ciirae.
Sa le e frateroidade.
O QUESTOR,
Jos Felipp' Nery du Silva Filho.
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA NO DA 15 DE OUTUBRO DE
1895.
Companhia do Beberibe, pedindo pagamento
da quantia de 183, importada d'agua fornecida
ao Thesouro do Estado, no periodo de Janeiro
a Junho do correle anno.Escnpture-se.
Jesuino Archanjo de Albuquarque Pimemel.
collector do municipio de Rio Formos p dio-
do pagamento da gratifleago a que alluleo
art 5 da lei o. 683 de 5 de Maio de 1836 In
forme o Sr. Dr. director geral.
Pedro Francisco dos Santos Cista, proprieta-
rio da casa c. 33 si a estra la do Arraya!, onde
teve estabelecimeoto de molnado?, pedindo bai-
xa nos impostos da referida casa. Informe o
Sr. Dr. direcior geral.
Antonio Francisco CirJeiro de Mello, capitao
reformado lo corpo de polica, por seu procura
dor, pedindo para ser escripiurado o seu venci-
meoto do mez de Juuho prximo passado. -Es
cripture-se.
K -16-
D. Mara Presci la VHelia dos Sanios, profes-
sora jubilada, por sen procurador, pediudo para
ser escripiurado o seu vencimento do mez oe
Junho prximo passado. Escripture se.
Questura Policial
Secgao 2* N. 223. Seert-tana da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 16 de Uu-
lubro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, digno
Secreario da Justiga e Negocios Interiores.
Participo-vos que forara hontem recolhidos
Casa de Detengao, os seguotes Individuos:
RECEBEDORIA DO ESTADO
Despaclws do dia 16 de Outubro de i8g$
Joio Baplisia Pinheiro & C, Antonio Jos
Das, Affonso Tabor.'a & C, Manoel Vicente
Vieira, Antonio Pinto na Silva e oulros, Guiraa-
raes & Valente, Joaquim Rodrigues Campello,
Henrique Xaxier de Amujo Saraiva de Mello,
(Antonia Ferreira da Cunta Lugos, Francisca
Maria da Conceiga >, Souza Lins & C, Ma-
ra Jos Cabral, Sania Cas da Misericordia,
Domingos Fernandas &<',., Isabel Hene iicta da
Costa, Maria Josepha do Roano, Jos Pereira
& C, Gregorio J s Ferreira, Companhia Per-
nambucana de Nive^ag ., Mana do Carmo
Araujo, Joo Martina da Silv, Francelina Leo-
poldina Alves GuimarSes, Fidelia Antonio de
Souza Costa, Thoraz Aot >nio Gu mires, Fran-
celina Joaquina de Souza Reis.Informe a l.
secgao.
Pereira Carneiro & C, JoSj Tbeophilo da
Costa. A' 1." secgao para oa de.vidoa lin.
Francisco Lima & C, Antonio Jos Dias
& C. Bronno & C, Antonio Tavares Gomas de
Araujo, Jos da C isla Ferreir?.\" 1.* aecgao
para os tina devidos.
Raymun lo Seixas, Antonio Jes Ferreira
Companhia Refinadora Mercantil Assueareira,
Luiza Malhildes de Furias e oulr>8. -Certifiqe-
se.
Sal Marques dos Sintos, Joaepba Maria de
Oliveira.Deferido.
Anna Maria Rabello.C >rao requer.
Murlins Cordeiro & (,'., Fraocisco Guilberme
de Ponte. v' 1.* secgSo para os fin do-
vid os.
Anna Anglica da Fooseca Silva. Informe a
2.' secgao.
Clara Gomes Corraia da Silva Junte conhe-
cimento de quiago do imposio om r ferena
ao 1.* seme-tre do exercicio correnle.
Jacquea Bomnefood. Deferido, oe sentido de
ficar o pupplicanie irresponsavel pelos impostos
anteriores, em visia da ultima part do an. 41
do regulamento d 20 de Fevereiro de 1895.
O portei'o,
Cusi io B. da Silva Guim-iraes.
PALACIO*" DO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO, KM
15 DE OUTUBRO DE 1895
O Governador do Estado, usando da attribui-
co que lhe conferida pelo artigo 1." das Disposi-
c5es Geraes da Lei n. 64 de 6 de Abril de 1893 e
para boa e fiel execusso do disposto no artigo 3
8 i., n. 16 da Lei n. 121 de 28 de Junho ultimo, re-
solve approva- provisoriamente as bases seguintes
para convenco com o Governo do Estado de Ala-
gas, afim de facilitar a fiscalisacao e cobranga
dos impostos sobre productos d'este e d'aquelle Es-
tado as localidades limitrophes.
I.
Os empregados fiscaes das localidades limitro-
phes de um dos dous Estados podero penetrar
no territorio do outro para o fim de fiscabsar e co-
brar os impostos a que estiverem sujeitos os pro-
ductos de seu Estado, que passarem a linha divi
soria sem a satisfaego dos mesmos impostos.
No caso de recusa do pagamente dos impostos
pelos donos ou conductores, os empregados fiscaes
farao apprehenso dos productos como contra-
bandos, procedendo ao deposito e prosegiundo os
demais termos da apprehenso de conformidade
com a legislacao que reger a materia no seu Es-
tado. s>.
As autoridades fiscaes e policiaes de cada um
dos Estados auxiliarn as do outro as diligencias
que se tornarem precisas para a effectividade da
fiscalisacao e cobranca dos impostos ou apprehen-
so dos productos, nao sendo licito, em caso al-
gum, penetrar no respectivo territorio com forca
armada. t
No caso de conflicto entre os exactores dos
dous Estados a auctordade competente para resol-
vel-o ser o Juiz de Direito do municipio onde elle
e verificar, com audiencia dos mesmos exactores
e ;reourso necessario para o Governudor do Estado
respectivo*
Os empregados fiscaes e autoridades policiaes
de cada um dos Estados, tendo conhecimento da
nassaeem de productos do outro Estado, ou pre-
senciando-a, sem que seus conductores tragam a
prova do pagamento dos impostos, faro detel-os
e avisaro aos empregados fiscaes do Estado da
procedencia. t

Os empregados ou exactores fiscaes s pode-
ro exercer as suas funcc6es era outro Estado de-
Sis de haver exhibido seus ttulos devidamente
legalisados na Estaco fiscal competente.
As despesas que occorrerem com as diligen-
cias requisadas pelos fiscaes de um dos Estados
ou pelas autoridades policiaes, sero pagas pelo
Estado que das mesmas diligencias aufenr pro-
veito.
_,.,. jp, documentos tragam os competentes recibos, quer as-
Po.iPpSd.0prD^lodr do de Alagas e subsistir emquanto convier aos
Governadores dos dous Estados ou nao fr revo-
gadas por leis dos respectivos Congressos.
Em qualquer desses casos haver communica-
co de um ao outro Governador.
O Dr. Pedro Jos de Oliveira Pernambuco, Se-
cretario da Fazenda, assim o tenha entendido e
faca executar. y
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Pedro Jos de Oliveira Pernambuco.
Itl < I I t til M O da 3.a Directora da Se
eretaria da Industria, expedido de
aceordo com o art. OI do Reg ulameii
to Geral da snestna Secretaria, de O
de \ovembro de 1894.
(Continuagao)
CAPITULO VI
*
DOS ENGENHEIROS DE DISTRICTOS
Art. 28.- Os engenheiros de districtos serao os
chefes e directores das obras publicas, que se fizerem
no seo districto, pelo que lhes compele:
1.- Proceder a todos os estudos que lhes torera
ordenados pelo Sub-Director.
2. Organisar o ornamento de taes obras
quando lhes for expressamente ordenado pelo Direcior
Geral
3.# Dirigir, inspeccionar e fiscalisar todas as
obras publicas feitas por meio de arremalaco. ou em-
prentadas,^administrar as que forem executada* por
administraco afim de que sejam observadas as respec-
tivas propostas, orcaraentos e contractos dando logo
parte ao engenheiro Sub-Director de qualquer irrega-
laridade ou oceurrencia que encontrar.
4/ Velar na conservagao das obras, exami-
nando ao menos uraa vez por quinzena o Iraballio das
turmas de conservago do que dar sciencia por es-
cripto ao Sub-Director nos dia 1 e 16 de cada
mez.
5.* Proceder, a todos os exames e medicOes ne-
cessarias no recebimento, quer provisorio, quer defini-
tivo das obras arrematadas.
6/ Receber, conservar os objectos que forem
fornecidos para as obras arrematadas.
7.* Examinar aqualidade dos materiaes adqui-
_idos por concurrencia para as obras publicas, devol-
endo ao fornecedor aquelles que nao estiverem as
ondicQes de serem aceiios.
8.- Ministrar ao Director Geral as necessarias
informac5es para os pagamentos devidos aos arrema-
tantes, empreiteiros e fornecedores.
9.* Entrar na apreciado da veracidade e ex-
actido dos clculos das ferias dos serventes e artis-
tas e das contas de quaasqaer despezas que se fize-
rem no respectivo districto, tendo em attencSo a ra-
zoabilidade dos precos dos objectos, exigindo que taes





v^



'.-.
'4 .


i


*
Diario de Pernambnco Qninta-feira f ? d Onlabro de 1895
r
nao pertencam .a Repart6a\ e legaliaando estes da-
cumentos coma declatacao de visto*, a qual authen-'
ticarao com a saa rubrica, quando nenhuma falta en-
contraren!, que se opjpooha sua aceitacaa.
10.* Contractar e adraittir os serventes e ar-
tistas que fonearmocessarios para execucao das obras
de seu districto com previa autorisaco do Sub-Dire-
ctor, e despedrt-os quando-nao sitisfizerem seus en-
cargos ou servicos, dando d'isto parte ao seu chefe
immediato.
11.' Attestar o exercicio dos empregadosr qoe-
servirem sob suas ordens, bem orno o estado da con-
servacao das obras por consignacao as folhas dos
serventes de cooservacao.
12." Fazer os pedidos dos objectos. necesssa-
rios consiruccao, conservacao e reparos das obras
por administracao e requisitar do engenheiro Sub-Di-
reotor tudo quanto-se- fizer mister a bem do servico a
seu cargo e da eoonomia dos dinheiros estaduaes.
$ 13/ Organisar e apresentar no im. de cada
trimestre e de cada anno ura relatorio circunstancia-
do de todos os trabalhos feitos e despezas effectuadas,
propondo tudo quanto entender conveniente.
S 14.- Remetter ao Director Geral por interr
medio do engenheiro Sub-Director at o dia 10 de ca-
da mez urna relacao circumstanciada das obras exe-
cutadas era seu districto por administracao e durante
o mez anterior, acompanhando-a de ura mappa dos
serventes e artistas que toraarem parte-em taes ohtets,
com declaracao dos nomes, dias de- vencimentos e
importancia diaria pela qual foram elles engajados.
| IS. Encarregaroe de qualquer commissao
relativa a trabalhos da Repartico, ainda mesmo fra
do seu districto, se pelo Sub-Dicector fr determi-
nado.
16.' Gumprir as ordens e instruccSes que.
pelo Sub-Director Ihe -forera transmiltidas.
| 17.* Occapar convenientemente nos traba-
lhos de seus distrietos os conductores e raais empre-
gados que forera postos sob a sua diraeco.
| 18.- Sol.citar do- Sub-Director empregados ex-
traordinarios, que' julgarem necessarios ao servico a
sen cargo.
19.' Ter sob sua responsabilidade' os utenci-
iios e instrumentos necessarios ao servico, fazendo-os
escripturar-em urolivraespecialicom a declaracao do,
dia em que forem elles ornecidos e do fim que tive-
rem.
| 20.* Quando forem- removides para outros
distrietos passarao por inventario os objectos i a seus
successeres, exigindo d'estes um recibo declarando o
estado em que forera entregues.
Art. 29." O engenheiro de districto residir na
localidade qoe, por mais conveniente ao servico publi-
co, lhe fr designada pelo SubnDirestor, sob-pena de
suspensao por um mez e na reincidencia demissao.:.
Art; 3* Nenhuro chefe de districto poder au-
gmentar o pessoal sob sua jurisdieco sem previa com-
moncaco ao Director Geral, que, dever antecipar ao
Secretario da Industria.
CAPITULO, VII
DOS CONDUCTORES
Art. 31. Aos conduetores, quer de' 1.a, quer
de 2.a .claafii compete:
| -I !. Aaxrfiar aos engenheiros de, .distrietos.
era todos os trabalhosa sen cargo-j
2.- Erncarregar^se'dos estudos preparatorios
de construcc, .fiscalisacio e conservacao. das obras,
que lhes forem designadas. ,
l 3. Empregar o. raaror, cuiJado ina- cottocaco
doratteiia^japresentaBdoi! aoengowheiroidoi districto
urna resenha dos trabalhos feitos sob suadireccad, e
propor as medidas, qui convierem- ao servido a seu
cargo.
4.* Verificar o calculo anthraetico das contas
que tiverem.,d ser pagas era seu distrioto, bamcomo
dast diarias dos serventes e artistas constaates das fe-
rias. .lan?and era cadaiuma a .verbacoafertde.com
sua competente, rubrica, ou jdeclarando. poc escoplo
as mesmas as differencBfcqufi eaconicar. e as quan-
tias que devera ser pagas.
5/ Verificare assignar, os conhecimentos
de fornecimentos, quando isto/lbe fr determinado
pelo engenheiro do districtoj
6.- Substitu* ao. engentie-o- do districto
quando Ih^s fr determinado.
Art. 32: Os conductores1 de-1.a classe serao
nomeados d'ealre. os de12a "por proraocao.
Art.- 33.*. Terao preferencia para os logaresde
corulwtores de2.a classe'-e desenhistas as pessoa&que
alcancarerao titulo de agrimensores pela escola de n-
genharia do Estodot
CAPITULO VII
DOS D.BS.BNHI.SXA* .
Art. 34.*. Os desenhistas.se occ;uparao dos tra-
balh's proprios de sua profissso, que lhes forem.
designados, podendo ser. encarregados de. servico de
escripturaco, qaando permittirem. as. condigOesido
trabalho a seu cargo, ou urgir a necessidade .do em-
prego d!es.ta medida.
CAPITULO IX
DOS APUNTADORES
Art. 35/ Os apontadores serao nomeados pelo
Director Geral sob proposta do engeheko' do distr'
cto, devando! ser preferkk os ex-empregados das
Obras Publicas, que tend* bastante) platica d'esse
servico, mais se distiaguiram pela sua intelligancia,
zclj.e acvidade, a nao tenbam soffrido pena durante.,
o seu iirociniofiou era todo tempo ero que hajam i ser-,
vido.
Art. 3&. Aos .apuntadores incumbe:
| Acompaohac aos engenbeiros e conducta
res que houverem deexwnioaro servico dasestradaB;
na. estoosoidecsoa sulidivisio.
2. Vigiauia execooo das ordens qu osea-,
bos-e satrveie3-recebei-emdirectamente do engenhei-
ro QUipof -aeuiintflnnedio-
$;3>: Corren toda^aextensao de.suaisuidiTisiox
tres o quatravezes por semana^para verificaraassi-**
duidade.doSfCa admente os seus deveres, e se o service ieito com
a regularidade que convem e segundo as instruccoes
que receberem, faaendo 'corrigir os defeitos queten>
contcarem.
4. Apre8elar ao engenheiro do districto no
fim de cada mee as informac5e3 precisas sobre os
trabalhos executados na sua subdiviso durante a
quinzena, sobre o estado da estrada, boeiros e pontes,
se houver, e sobre o bom ou mo coraportamentodas
cabos ou serventes, especificando todas as faltas em
que estes incorrerem.
5." Organisar as folhas .para pagamento das
ferias no tempo eompetente, em vista das notas que
tomar sobre a assiduidade dos serventes e dos traba-
lhos por elles executados, ouvindo a respeito os ca-
bos ds respectivas turmas.
| 6. as occasies em que sobrevier ^em al-
gum dos trechos de sua subdiviso algum estrago ex-
traordinario que seja necessario reparar com prompti-
do, reanir o pessoal de seus trechos para esse fim,
dando parte immediatamente ao engenheiro para qae
este providencie a respeito.
7." Tomar conta por inventario e assignar a
respectiva carga de todos os objectos pertencenles s
obras.
Art. 37. O apontador ter um tlivro diario
rubricado pelo engenheiro do districto, no qual sero
lancados em ordena chronologica e sem lacunas nem
raspaduras todas as despezas feitas em sua subdivir
sao. As pecas justificativas (folhas de ferias de tra-
bajadores, contas' de fornecimentos, documentos de
pequeas empreitadas, etc.) serao enviadas por elle ao
engenhoiro, as epochas que lhe forem marcadas.
Art. 3S. Os apontadores sero divididos em
duas classes, vencendo os da 2.a a mensalidade de
120&000, e os da, 1.a cujo numero nao poder exce-
der de 6, a de ISO^OO. Os de 2.a classe terao
direitomais.. grartificaco de urna diaria de 1$000
para sustento da cavalgadura.
CAPITULO X
DOS CABOS DE CO VSERVACjXO, MESTRES DE OBRAS, ETC.
Art. 39. Aos cabos de conservaQo compele:
| 1. Executor as instruccoes e ordens que lhes
forem dadas.
2. Tomar; conta por inventario e assignar a
respectiva carga de todos os objectos que lhes forem
entregues para o servico, passando recibo.
3." Passan recibo dos materiaes que entrarem
para as obras, especificando a qualidade e nomeda
pessoa que os entregou e o de. queun os mandou.
4 Tomar ponto duas vezes por dia aos ser-^
ventes e artistas sob suas ordens.
5.* Dar parte semanal ao empregado, sobre
cuja6 ordens estiverem, de tudo quanto occorreu no
servico a seu cargo.
6^ Pedir todos os. objectos. necessarios
execu$o das obras a seu cargo.
7. Providenciar-,pela forma mais conveniente,
sob sua. responsabilidade, nS' Gasos urgentes e quan-*
do sobrevierem accidentes s:obras.
8* Prender etn flagrante delicto os que dam-
nificaren! as obras, con iuzindo-os autordade mais
prxima-.
9.* Organisar e assignar as ferias para .paga-
mento das diarias dos serventes e artistas, com as
deelaraces que se prestem a um minucioso exame.
10, Dar parte ao engenheiro do districto da
desidia dos empregados, que estiverem sob sua fisca-
lisacio, da rregalaridade de comnortameiUo d'ees,
afim de serem despedidos.
Art. 40.- Os rcabos de conservacao. veneero a
mensalidade de\ (J04), podeudo seis mezos depois
de Iwns servigos, ser-lhescencedidai urna gratificacao
mensa! de 2^000, a qnat ainda.poder ser elevada
3i0;Q0 depois de. dous.annos die exercicio zelosoe-
assidno.
Art. cA.T O numero, dos cabos qae reneberera
urna gratificagSo superior 2|0J0'n05pder exce*
der de ura terco do numero -total,'devendo -a gratifica*
cao ser arbilrada pelo Secretario da Industria sob
proposla do engenlieiro Director Geral.
Art. 42.* O cabo que fr achado em falta no
cumplimento de seus deyeies ser punido com pena
de suspensao e peda de vencimentos at 30 dias,
imposta pelo chef*'do districto.
Art. 43 .t Os mestres de obras por administra-
gao tm as mesmas attribuiees e deveres que os ca-
bos, de conservacao.
Art. 44. O Governo contractar no paiz ou no
estrangeiro iaestres i de olcios quo trabalhar nos
servico(feitos pw admiaisteago e daroo ensino pra-
tieo aprendizes, qoeseraoadattidos a essa instruc-
co.
Art. 45. Os aprendaos que forem admittidos-a-
trabalhar as obras publicas feitas por administracao,
percebero urna gratificafo diaria de 500 ris a 2$
juiEO. do. Directo! Geral.
CAJ1IDLQ, XI
DAS NOMEAC5ES, DEMISSES, SBSTITUICES E VENC-'
MENTOS DOS EMPREGADOS
Art. 4G, Sero nomeados por Decreto o Dire-
ctor, Sub-Directores,1 Chefe de Secgao, Chefes de
distrietos e Thesoureiro, por portara do Secretario da
Industria, sob proposta do Director Gral, os Officiaes,
os Conductores e os Desenhistas; por portara do
Director Geral todos os demais empregados do quadro
e por simples desigoaco os praticantes de desenho
ou de obras publi&as,, .Maclnistas, Feitores, etc.
Art. .47." Ser substituidos:
i. O Director Geral'pekc Sub-Director.que o
Secretario da Industria designar, sob' proposta
d'aquelle.
2. Os Sub-Directores pelo engenheiro-chefe
de districto que o Director Geral designar.
3.* Os chefes de. districto pelo conductor de 1.a
classe que o direetor Geral tambe designar.
4.- O thesoureiro pelo respectivo fiel, coaserT
vando a responsabilidade que lhe cabe.
Art. 48.a Os concursos para os cargos da Re-
partiese serao presididos pelo Director Geral, e os
examinadores nomeados pelo Secretario da Industria,
Art. 49." 0 concurso para os logares de condu*
clores de 2.a classe versar sobre as seguintes mae-.
ras:
arithmetica...
Algebra, .at equacao do. 2.'. grao.
Geometra plana e solida.
Trigonometra rectilnea.
1.
2/
3.a
4/
5.' Agrimensura.
G:m Nivelamento e levantamento de plantas.
7/ Elemento-de architectura.
8.* Conhecimento pratico dos instrumentos gra-
phicos.
9.a Conhecimentos praticos de materiaes de
coQStracco, usados no Esfado.
10.a Desenho liaear e de aquarella.
Art. 50. O concurso para os logares de
desennista de 3.a classe, versar sobre as segumles
materias :
1.a Nogoes de arehitectura.
Usina Frecheiras
Dando oumprimento vossa portara de 10
de agosto de 1895, passo s vossas maos os
papis refereote esia usina accompanhados
da eguinte infonnagao:
A usina Frechfiras ficar situada no ao
tigo engenbo 'este neme no municipio da Es*
cada, ni valle do rio Ipnjuca, na sua margem
diraiti e na esquerda no.riacho Cuyeira Cque
a 200 mPtros abaso da usina encontra-se com
o no Ipoju cima do nivel do mar e distando 2 kilmetros
da e8U<;o 4e Freebeiraa da E. F. do Recife
S. Francisco.
Esta us na ainia nao esa moDtada por ter
sido concedida na pimco lempo, mas, as obras
neceatarias paxa a sua montigeoa ja se acbaia
bem adiantadas e o seu oatarinl deemstruc*
gao esia j quasi t ido em deposito no lugar
destinado ao seu levantamento.
O mchiaiamo la usina j foi contractanVo e
em breve adiar- p-ha no lugar destinado
us.na em vista do contracto feto com os forne-
cedores.
Pelo exame que proced no contracto iirraa-
do pelos concessionarios i*om a firma Cardoso
Irmaos e nos diversos desenhot detalnados para
a munt-igem da usina, veritiquei que este ma-
chinismo apreseata nia lisposicoes, e o ne-
cessario para urna fabrica de assucar o alcool
regular.
O seu svslema o de ezpressao e depois de
montida e funectonando reguUrmente a sua
capacdade"^er superior a 200 saceos diarios
de 75 kilos cada um-
Esta usina'est construindo um ramal fr-
reo de bitola de 0, 75 Com um desenvolvila
to de 2 kilmetros, ligando a estagao de Fre-
cheiras con o eogeatio do m amo noms, local
la l'aDn a, afim de transportar immediatamen-
te iodo o seu mach'oisrao.
Para o transporta ds suas canoas sua linba
frrea com os respectivos ramaes .ter. um-.de-
8envolvimenti> provavel de 15 kilmetros, por
meio dos quaes ella ficar ligada aos engennos r
Etefrwsco/ Preferencia, Pe.tra Fina e Frechai-
ras*, forni'cedorea da materia prima..
O perfil d'esta linha e dos seus ramaes apr-
senla um movimeoto de trras regular, estando
j atacado quasi todo o servido de modo que.
orevemeate poder ficar coacluido
O seu material fiso j se acba em deposito
Ha estaco de FrectMlras*
; O matanal rodante composto da.2 locomo-
tivas de 4 rodas conjugada e bog?ie7 60 wa-
gn*, 1 wagn especial para carregar caldeiras
etc. j foi encommeadado.
O edificio da usina de coostruego metal-
licaejlot tambem encommeadado-
Na eataodo anda -aoolaJ* a usina, trate i
immediatamente de avauar o enganho.Fre
cheira8, hypothecado ao Estado por torga da
coocesso e verificar se a capacidadt d'este a
do' eugenoi limitropei, contractanles da
rnateria prima, eslava de accordo cora as exi*
gencias da lei n. 113 de 85 "de Junho de 185)5.,
e Kegulameato de 5 de Agosto do mssmo
anno
Este englobo llinia-se com os seguintes
Refresco, Contenas, .Cifaega. da Negro, B*
Visla, e Recreio. Sua" capacidade de 5000
(cinco mil) saceos deassucaf de 75 kilos cada
um, padendo-safrejar mais, pois um dos
maiores engsohos do municipio da Escada.
A sement da canna que predomina ah,
infelizmente a Louzer.
O engeaoo-que-foraecem .canoa e qm se
responsabilisam por meio de contractos sao os
seguintes: RofWsca, queum'ea^eoho 1r
til lis lino pelas suas bas varzaas, &nde o
arado pode trabalhar francamente, tem capa*
cidade para 6 000 saceos, sendo que a se-
ment que predomina ahi 6* da ooi canoa
cayanna, vvato oos seu canoavae ainda > nao
tor penetrado a molestia ou a ca ebre borboleta,
connecida scieotifiaameote por Chilo-sacona-
ralis
Preferenda, que.pode safrejar 4.0D6 saceos,
notavel pela abundancia de maltas virgens ;
Pedra-flaa, que lem capacidade para -2/300
saceos.
Pode aiada contar com o fomecimento de di-
Versos engennos servidos -petrE. F. do Recitt
S. Francisco.:.
O color material desta usina com o machinis-
mo encommeniado, 15 kilmetros de via-ferrea
de 0,"75 de bitola (sendo o pos (Loa tnlhoa, 13
kilos por metro rorrele) e o valor do engenbo
Frecheiras, ser de Rs. 1.0lO'.omQOO (mil e
des contos de ris) assim descoimioados.:
MachinuinQ-par* fubrjcagio do as-
sucar e alcool, material liso e ro-
dante da linba terrea,
21.000 ao cambio de 18 Rs. 50400000
MoBiagem e iostallaco 126:0008000
Movimento de trras, obris'd'arte,
assdtameoto da ltnbarpara 15
kilmetros 150:0008000
Valor do engenbo Frecheiras by-
potheeado'aaEmdo- 230:000l00
Total, Rs. 1010:0003000
Quanto ao seu valor industrial, embora os
engeoos fornecedores da.maU-.na prima.cima
mencionados sejam proprios- dos c^ocessiona-
rios, deixo de meuciooal-o, por eslar como V.
Ezc. sabo dependente de coadigOes posterio-
res.
Em vista do,que fica exposto, son de parecer
que deve der deferida a peli^o dos concetsiO'
Oarie.
Sade e fraternidade.
Ao Illm. Exm. Sr. Dr. Julio de Mello Filho,
M. D. Secretario de Estado, da Indosria, Via-
gao Obras Publicas.
Recift,J2. daSetembrode 1895.
Jos Antonio de Almeida Pernambueo,
Eogeober civiL
2.* Desenlio linear, topographico e de arehite-
ctura.
Art. 51/ Podero ser dispensadas d'esses con-
cursos as pessoas que, trabalhando assiduamente, du-
rante um mez na Repartrco sem direito a vencimen-
tos, derem-;provas bastantes de suas habditacOes, a
jaiso. do Director Geral.
Art. 52. Os empregados da 3.a Direetoria da
Secretaria da Industria, percebero os vencimentos
constantes da tabella annexa e suas observares. .
________ (Continua).
tstkm-M jUo
SUL
Rio Grande do Sal

SECRETARIA
NEGOCIOS
DE ESTADO DOS
DA INDUSTRIA
Qespackos do dia 15 de Outubro de i8g
Oas Pontual & C. representantes de D. Fran-
cisca de Salles Senoa e outros coneessionarios
da Usina Frecheiras, do municipio da Escada,
pedindo o augmento de qus trata a lei n. 113 de
25 de Junho ultimo.Como requer, nos termos
do decreto desta dala, a vista das informacoes
prestadas por esta Secretaria e do parecer mi-
nistrado pelo Dr. engenheiro fiscal.
O PORTEIRO,
Arehtat Mafra.
DESPACHOS DA PREFETTTJKA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 16 DE OUTUBRO DE
1895.
Jos Mara N. de Sonsa, Aquilino R. da C. Ol-
veira, Jos F. de Figuetredo, Manoel V. de Li-
ma, Heonque de S. Leiio, V ictorino Francisco
R. da Silva, Joanoa P. dos Sanios Campos, Jos
Diemedes de B. Iaglez, Candido A. Moreira.
Deferido, limitando ao requerido.
Hemelerio M. da Silva, Joaooa B. B. de Ama-
ral, Clara Hara da Silva, Maneita de Almei-
da, Miguel C. Oliveira, Joo Gomes da Silva,
Deferido.
Manoel Jos G. de Mello, Jos Francisco de
Jess.Deferido de accordo com as posturas.
Moreira Silva & C.-r-eferido de accordo com
a informago.
Dr. Jovioo A. de Cerqueira. Emquanto a a-
fundo parte satisfaga a exigencia da repartigo.
Carlos de P. Lopes. -Iodeferido.
Secretaria da Prefeilura Mnatcipai do Recile,
16 de Oaiobto de 1^5.
O POKTBIRO,
Nuno A ves da tornee a.
Nn dia 9 leve a assembli dos represenUnlea
10 E-lado eowtir os seas traDiino*.
A m^nsaeem do presidenta aguardada com
anoipdade pelo qae dellasa espeja em noticias
sob as relagS-s politiza e fiuaoceira. a
O p'esideote da menciomadaasseoabla reqai.
sitoa de mioistro da guerra a p-eseog aos tra
iaib'is la mesai eamnra do deoniarto coronal
Santos Filho, qoe acaa-ieem Palotis, parares,
pooder a cooselbo.
Reassamii a direccao da ;estrada de.ferr
5e Porto.Alegre a U-ngoavioa D.*. Sodr, re-
ceote ceofe d ni enejado.
Esse eogenbeirofot recebilo nod9embajae
oelo pessoal da estrada qae lbe. offereceo ama
t >ca de Cnamoagae.
v Jornal aliemae VolbsoUtt*. em seo no
mero de 4 do corrent?, referindo.ee ao empas.
'edament da tyaographia e recapitaUnlo s^e
arillo di JO de ?etembro, coniloio con a af*.
Daca> de ao ter tilo o proposito de insultar a
iac5...iialiaai, naca a colonia, residente no Es.
lado.
Fot aFj:to aojis comDateote o toque'Ho po.
liclal relativo a essa acootecineoto, qae provo-
cando grande indixnagan, irouxe os espintos
excitador, ero Corto. *!a/-e.
O ClUO do Expr:ito e Armada elegea saa
lirectoiia, escolhendo para presdame, por ana.
QKiiidaia devotos, o coronel Sanpmo.
A novaasiociagio dellberoa confe'ir o talo
de socio b oemecito ao general Monra, pelos re*
levantes servic. >s presiadoa a patria, e cooslgna-
oa ac'a o n voto de profao lo petar .pela morte
io capiria Adolpbo Alaneastro.
ASooiedade de Melictaa,. enn sesslo, re
solea asaouiier os traoatbos e inserir na a'.la
una voto de peaar pela marte do D*. Pastear,
esfrardando a meiafiastea bandeira nacional e
fe-bando o edifl;:o.
Resalveo Umnam celebrar orna ise^sao faae
n.e ao 30 dia do deiapparecimeoto desse aran.
de sabio, cojos trabatbos jeocb^ram o nosso se.
cola.
Por ordena do;presidente do Estado eegat.
a-n de Porio.Aiei-reofa a cidade do Rn.Grin-
le cen pragas da drigada militar estadoal, sob
o,co.nmaaai> do capirao Jas Natalio M-ttos.
Gcn-t qae o ti n da fo-ga preode.se ao coa-
11 oto. en're-o sub.irjte'ndeate. o coroael Roln.
aei Teix-'ira de Alme'da e o delegado de poli,
cia. a anern o Dr. Julio de Cu ilhos presta
apoio.
Est sispeoso o thesoureiro da atfaadega,
Augusto Eatreaio Wtldt. proaaaclado oetoen.
me da. clamla em processo promovido pelo
ta eoie Troy:lo Oliveira.
Cnezoa a Big o coronel Carlos Telles. de
Volta da "coubencta-qu lhe f-a conliala p-io
general G^ua > acampaanado da torga sob sea
-.ommaodo, compoda dos baialbOss de o'aa'.a-
rla ns. 17-. 31- e 35.
Di divsaoqae oegaio de Big Baaram ar D.
Pednto .o 11- de infantina e o corpo de iran,
pifie.
O Cornael Callos Telles raanifestn a imp-en.
ia de Big. qae est sati^feitlsslmo pelamauei.
ra dlstincta porjue foi receido 'pelos chefes U.
praiista, qae, sea a meoor reloctaQCia, diseol.
v-ra-n san f jrgs, aieolo eotrega imm^iata
do arsaoieuto, qaa de ponco valor e em pe.
qaeot qaantideoe, declarando o coroael Tille*
qae apea* era o bataihao denominado Atono
Vargas e o qne possaia melbor araiamanto.
O commercio de Bag promovea entnasiastics
recepgo ae coroael Telles pelo esto briMiame
da saa divi ao, e lbe prepara festas, cojo adia.
meoti pedio, a resoacUva commissao o mesmo
V. oro .".el coracha' 3e em parido le vida o cap1
iao Crrela do 31' de infantera, victima da ex.
piosio havida na mesma cidate de Bae.
Em teiegramma de i j liaba o referido,coro,
oei Carlos Teile' participado ao ?ene^il G'lro,
estarem dissolvida as torcas revolncwoarias do
poamando.de A o par Icio Saraiva, Rspbael>be.
da e Torqaaio Sovero.
Por sea lado dlzem os chefes federalistas gae
|4 cama-iran o qae prometieran), esaerando
agora a palavra do governo. com relacao ao des.
armamento das forjas patriticas anda em ar
mas.
Or. Joo Francisco contina a aogmentar
suas (oreas, teodo at no da 1 eicommeodado
mais 400 anigoa de aso militar; e liada em Ri
vera g.ranteoj terem vindo em transito paraLi-
vrameoto caii6e com armas e moniges. *
Na mesma sidade oriental comegam a ebeear
lispersos os borneas qae compuinam. aa torcas
de Appariclo Saraiva, dissolvidat em D. Pedri
rte chefe segoio para a
saa estaacia, no Eitado Oriental.
Cbegon a Saal'Aoaa do. Livramento o coronel
Paaio Castro, qae dissolvea a gente de Maoeco
tftcaado, reoebesaq 6 arm i ment ; e a Pelotas
.violes do interior, ebegaram os chefes revola
co a >-ios Cioeda,,Divid Araajo e A fio es o Na
oes.
Respendeado 'ao teiegramma de felicita
coa que lhe dirigs o general Gilvto, no. da de
sea anniversano natalicio, dlsse o Dr. Prudente
de Moraes :
A?radego paohorado as vassas JfelicilagOes
pelo meo anniver sirio.
Parti de om servidor lealfje dedicado can-
sa da^Repobltca ; ac:eitai miabas sandagOas.
Da capital do Estado ebegoo a Pelo:as no
dia 7 o majorDr. E'nesto de Miranda, ebefe do
servico sanitario jjnto ao commando do disiri-
o
A repartigo sanitaria militar vai ser t-ao-fe-
rida de Porto Alegre para a referida cidade.
No dia 6 no arrabalde da Las, David Ma-
r jo a sosas inoa a Joo Baptista Mirtins, empre-
gado na Vidraria Pe'oieose .
N'stes ltimos das repetem-se em Pelotas os
assaltos s propriedades, sem qu a polica con-
siga descabra os autores, e o major Jaca Vian-
na soffrea om importante roubo de joias e dr
oheiro, em avnttada qaanllt.
A randa da admioistraco dos correio*, na
capnal. oo mea de Setembro, tere o exceaso de
Igualmente a Alfasdega renden oo mea passa
do mais 318:800*, do qae no mesmo mei do
exercicio passado.
L-se no Gorreio M -rcantil de Sido,
passado :
Ao Sr. teoeote-corooel sub-intenlente da I'
districto reme tea o 8r. sob-ioteodeate da 3", o
individno Ernesto Alaoe da Sil veira, preso como
indignado cmplice a morte de Domingos Leo-
nel, qae noote i noticiamos, occotrida domingo
ao anoitecer, faieodo-o aeonpanbar de orna es*
colla com posta de Ignacio da Costa Araajo, O o-
no Marques di Silva e Joao Marqaes da Silva.
A esta cidade s ebegoa ante-bootem Ignacio
Araojo, qae ea'regaado aatoridade policial o
oficio de sea coil^ga do 3- districto, lbe deca-
roo qae o preso Albano (ora arrebatado no ca-
limbo por om gropo deacoobecido, ao qoal se
remiram os seasdoos companbelros de escolta
eocarregada da iiligeocia, e qaa eram prente*
do ai^aaslnado Leonel.
No E bo do Sal > l-se o segaiate:
' O novo bate palmas pas, reaoila-se pela
cea'ac&o da -Iota iog/eite qae tantas calamlda
des traaxe A trra riograodease.
Era orna oecessidtde fatal a ssaptoaao das
a-mas. para qae, destro da erbita legal e reo-
modo os elementos do p-ogresso, padessemos
adlantar os nossos pasaos oo caminbo do (atoro.
D.tso contencidof, os chefes re?oiacioaanos
live-am o patriotismo da aceitar as propostas de
sai qoe Ibes foram feitas pelo Governo da Udiao,
por intermedio do honrado general Ionocenoio
GaHao ida Q leiroa, digo commandanle de, i-.
trido militar.
ufJieDtHR para a lua, pudendo cootiooal-a se
qauessem.
P.-eferiraa, p,rm. deoor as armas diante das
garanta* offere:ldas pelo Dr. Pro lente de Mo*
'ae?, a coocorrerem pira a ruina j_ue esta ca-
ao-10 patria o Gjveroo do Dr. Julio de Casti-
Iho.
E esse aoepictoso (acto, qoe enche de satisfa'
Cao asmassas populares, que tem sido festejado
com inexceinveleoiboiasn.', s oo agrada so
vasiiibiaino intole-aote, qae quer a goerra a todo
po qae ?
O porqa- bem exvkarn os docaaeotoa qae
adune por copia pandearnos.
Dlles (a ilmeate se delat qae os chefes sem
eserapilos.fleodo rpidas fortunas custa do
alheio, oo se concillara com a paz. qu j se impe-
lir de arrebaanarem e ennbargar-'m ,oa gados
dos federalistas e com elles faxerein as' negocia-
tas que os tornaram, -de pauprrimo* que eram,
opulentos capital s as.
V*endia-se o gado arrebanhado, e, depiis,
ameagava-se de morte o comprador que cao
guardare silencio.
P.-aticaram os castilnistas e^sas e outras all -
cantina*, com o maior desplante imagtoavel, e,
(ai-c-io-se debonestos, Imontim aos ravolocio*
narioa os actos do castilhismo criminoso.
Nao qaerem a paz porque ella e om eolrave
aos arraojos, poriae ella p-ejoilca ao nteres-
ses particulares dos ho:oens da egalidade...
morta.
Ap eciem os eito-es os documentos:
TlegramroaPelotas, 6 de Margo de 1894.
D-.'Ijio d-j CaatuJiPor.o Alegre.
En to'o o caso perguoto-vos o que (eito de
janpjic?
Qje (aialidade, mea amigo Fiz embargar
ooje, a -cor i-> genera1 Siotiago. que excelleate,
ns.iuto compaobeiro tropa Zjca, Joaqoim e
Chico Tavares, e pens deveisdar ordeos termi-
nantes autoridades aqai nao cooseniir enda,
embargar iropaB en p.-oduc os deltas na Tab'a*
di, qaando verificado perteoceion maragatos
em a'mas.
Peoso mesmo nara todos o* moni:iplos de-
v.am ser tomadas medidas prcblbitivas sabida
gados pan qualquer lagar de maragatos. E'
doloroso qae aqnelles qae o s aasassiuam, roa*
ham oossa proo ielade, dj-poo^ara livr m>>ote
lo qae possuem. Agaardo vossa soingao. (As*
signado) Piratinino.Vica intendente liba
ves.
Parete e amigo lae Vianoa.
Teodo. ama tropa oelS rezea gordas de cam-
pos sape-io-es, coavido-o a ir ae o < atalbo >
ananba sB oras, certo que pecbinenar. A ni
estaret com carro bora marcada 5ea preme
* amigo obrigadOj Alberto Canna. i
Sr. Vlanaa.
P ocoram com e ipeoho saber qoal o romo
qae levoa a tropa qae o Sr. sabe. Se o Sr. fal-
la- e deacobrir o flm qae levoa a tropa, a sepal-
tora esa aberta, par laso silencio e cuidado.n>
Vigilaste, a
A letra desta oltima est desf^rgada mas co-
ahece*e ser 4o meamo sajeito que aaeignoo a
pnmelra.
S. Paulo
Com o t talo de Noticias* poblicou ,(0 Cr-
relo Paolitaao,*) aa saa eligao de 6, am artigo,
cojo final a mp-eosa considera amaameaga
oa lber lacle.
O. Pjpalar respondo o artigo,: reclamando a
ittengo do Presidente do Estado em enrgico
editorial.
, CommeroorandOr o anoveraaeia do Sr.
Presidente da Rspablica, a secretaria da fazenda
e repartigOes aouexas saspeaderto os trab-
is o.
O director.do tbesonro, do Estado, em sea
dome e ao de todos os empregados daqaelia re*
pariigao. mandn ao S\ Presinn'e da Repblica
om teiegramma de ieiicltag6es.
No qaartel da Las te ve logar do dia 5 a
inaueurago da faofarra receotemeoCa obelada
da Europa para o ba'.albao de cavailaria de po-
lica, na preseoca dos reprentintes do Gover-
qo, do commaado do districto, corpo militar de
ooli-ia, e representantes da raprensa paaliaiana
e flominense.
A-officialidade de cavailaria offerecea aos con-
vidados am profuso lancheoo, onde forSa,le*
vantados diversos brindes, sendo O de honra feto
ao Presdeme da Repblica.
<2As pessoas qoe aseistirio A i festa vitlttro
o qaartel todo, tecendo elogias peje disci-
plina encontrada, bem como o aceio e ordeno.
O Dr. Lola Crnls, chefe da Commissao de
Estados do PlaoiUo de Goyaz, est na capital de
oassagem para o Rio, para oade seglo o Dr.
Campos Salles.
O projecto apresentado cmara federal
pelo Dr. Erice Coelbo, respeito da exportago
de caf, nao est no Estadc en ebetro de santr
dade.
Os Panllstas percebem oelle um ataque aos
taterasees vitaes de S. Paulo ; parece-Ibes om
cavaHo de Troya,e porlsao diz pessoa inflasa-
te, com razio de eabel-o, qae de parte dos po*
Uticos paoliataaoe soffrer o prejecto alladldo
grande campanba.
Comecoa a formacSo da colpa do processo
movido contra Gailberme Falcooe, polica se*
creta, qae assasslaoa Jo&o Bressane, mogo da
melbor sociedade.
Restabelecido da eofermidade, reassumino
exe-cicio do sea cargo o D.\ Aoteoio Franciato
de Paula Soazs, director da escola polyte-
cholea.
Na academia, o lente de bygiene Dr. Mi
anda Azevedo prodosla ama bella o-agSo,
exalgando os mritos de Pastear como bomem
3cieoti8co
O iliustre professor ao terminar a prelecgo,
declaroa suspensa a aala como manlfestagao
de pesar pela morte do distlocto (raozez e no*
tavel sabio.
A sociedade medica cirorgica vai tea iiar ama
sesso cvica em bomeoagem ao grande ex-
tDCt0- Al *
Aceitario os oteressados as condigoes es*
t-ibelactdas pela Mcgyana: e, prestada a caoguo
qae se refere a le n. 30 de 13 de Joobo de
189, art. J- 3', foi o despacho dado pelo Go-
verno eOi requere i es de ama eauada de ferro
que. parliodo do lagar deoomtnado Saot'Anna
da Vargem Qraode, entroessse na estagao En-
eenhelro Mandes com a Companbm Mogyana.
Dito Diario de Smtoa estar ealcalada
em seis milooes a safra do caf no anno vin-
dou*o.
Foi adiada para ootra ocoasiSo a experien-
cia de jeiom de Bartoolomeo Rivotro.
Parece, eotretaoto, qae Rivoiro acha-se ia-
commoado com o adiamanto da txp?rienclae
seguir para Baeaos Aires afim de preslar-se ao
tejum.
O ccomereio fecnoo s 8 horas da no te,
oo da i do correte, e os empregados percor*
reram as roas, saodsido os patrtss qae baviam
concordado ou fecnameato.
Algans exaltados vauram diversas casas que
nao adberiram maiorta dos commerciantes.
O aspecto das roaa centraos da cidade feto.
Espirito-aaio
O coagresso votoa em oltima discusao um
orejelo de 1894. creando comarcas as villas do
Nova Almeida e Rio Nove.
Foi concedida a exoneragSo pedida pelo
Juiz de di-eito de Cachoeiro do Itapemlrim Lodz
Siqaeira da Silva Lima.
Na mes de Setembro entraran oo poNo da
Victoria 3i vapores, sendo 11 nacionaea o sa-
btram-30, .eodo 11 nacionaea
Eotrarm oetse mesmo perlode -867 passa*
geiros, sairaat. 390 e paisana n transito
i.lll.
O Gove-no provliancioa para eveaeieaptarji.
Eat'tiS'tnham o revoltoso! eleoioto t*<8 "b aoterea do brbaro uwssinato do UMlx
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Diario de Peraambuoo Hatntatfeira 1? de 0atalrardelj0.5
pas o Sll.
re.
jo. em Maracas, para onde seROio o fia
soDo coaman.o do offitial e polia L.rJis.
lo, que se apresentara ao rerpeclivo ]Uii as
"-0 juiz seccional desp-onnocioo o in-P^r
da Alfanje*1 Raines Jomar, o befe de eeccao
Ferreira deVrro*. o cooferente N' "
os esertptarancs Pedro Autran, Mofiro Car.
valbo (-.sis aposentado) e P*'J"0;.
extiocto oficial de descarna *^oa ?en8a0a e
Pairos deowtciadcs pelo Prwto Repobl".
ca na qoestSo do carrt-Kamenlo de sai ni Darca
'^Tlmaa lelegraphici para ariobanba ja
altinsio a cidade ce Mioas do Rio de Contas; e
as picadas extecdem-se ja a a Lagoa do T.mj.
theo, "ilo legnaa aquem de i aillt.
ji individuo que ae dn hiaaar Antonio
San o>>, passageiro do vapor Bearn, procedeate
do Rio de Jaueiro cono destino a Europa, na o i.
c-'SiS em que vrio ierra roubou do bolso do
coronel commt.ndante uits.ioo .10 mmelo, a
cartera com qnaolia superior a i:500#, eendo
p-eso na occasiao ern qne faiia urnas compras.
Sergipe
Nao tem havido sesaao na Assemb'a L?gis.
lativa ,
Cs depoiado-1, cbefes polticos, anoatn pelo
inieriar. avoltai-da ja oa candidatos para a nova
aa:sembl-, coja eleigo, secundo a le ae 1892,
devera ler lugar no da 2i de Novembro pru.
ximo.
Os adversarios do coronel V^lladSo eslo
satisfeitrs (oh o parecer d commisSa mixta,
bem cotLO com a rejeico do reqoerlmento du
8r. Rairo Barcelloa ; e m:>is ainJa cam o ca.
mlnbo que leva a querto.
__Diversos cuetes pl1 Icos do Interior teem
vinao confe-euciar com o coronel Vallad&o soirc
o proceaiiiieo'.o que aevem ter em fa<.e da pro.
jeco da comm s.-o mixu, fancaa.eate a'.tenia.
toria a auiooomu de Sergipe.
Presidente a toJoi tem respondido que na
qu da melindrosa por que ai-aveesa o
patriotismo ico;0 a muior blroa e contianga
no Gove-no da u a, o que nio implica o di.
relia do Es aoo zelar pela coa autonoma, di.
feodendoa cor todas ai t-nergias_ posBiveis.
Aunira-ae qn- a commisso mixta ap-esen.
ia;89 berrelnaoie projecto, que s ple serio,
lerpr. taao romJ um gnu de noerra 00 eniao
como verdadero desparate ante as solict goea
impertinentes da maioru dos representantes de
Sergipe.
NSo c qne se converta em lei do paz sema.
Ibinte di?parte, po' que fo ga em -ecoabe-ter
no Presideoie da Repblica e maioria do Con.
gr< seo bom sent e patriotismo bastantes para o
repel 1 rem.
a Gaieta de Sergipf traz om bem lanzado
editorial, comouteodo o refe-ido prcjecto.
Noent'elmt. oa cancelnoB manicipaes nao
teem prts.niido de faze.- oa seas protestes nes.
tes ermes qae aqu notamos.
O de Laraoi;ei as :
lalendeucia, o Cuncelbo Municipal e os abai-
xo asignados protestara perante a Nacao neutra
a parctalidade do pirecer da comm;>s&) mixta
sobre o caso de Sergipe, por ser contarlo au.
tono a:a do qosso Estado. UarcOliao Ezequiei
Jetos.
S.'gaem-se 29 asignaturas.
O de Estancia :
Nos, repres ?'. n -= do GoTeroo Hanicipal
de Buquim, perante a N .go pr. tJ-mos contra
a paren lidaje do parecer Ja commisso mixta
sobre o caso de Sergipe, por ser contrario a ao.
lonomia do Estado, garantida peU cooslituUao
repoblican?.
A paasagem do parecer dettrmina a confia,
grafo du IC'tado.
Buqsim, 2 de Ootabro de 1893. D mingos
Fonseca Doria, pretideate Jovioo Pdio de
Oliveira. Damingo? Crrela Foaseca. Leo.
poldino Pafsos BraDdao .
O da Cnpella :
O Municipio da Capella, Estado de Sergipe.
p-it-su parante a Nago Braxileira cont'a a vi.
sivel oarc nlida-ie da commiasSo ix a, atteota.
toria da aulonomia do nesso E3iaao. Maoocl
Joaquim de liveira e oulros >.
O de Seriry :
O Manicipio de Seri-y protesla perante o
Paii contra o parecer da coamla-o mixta p.-r
se: eivado de pvcialidade e conirano a aotono.
mir o nosso Estado. Ernesto Barreta e ou-
tros .
O deNossa Senbors das Dores :
O Maoicipio de Nossa Sennora das Dores
protesla contra o parecer parcial da commis-So
mixta, sobre o caso de Sergipe. puc ser cooi'a.
rio a autonoma a> EsiaJ.. Fermiano as An.
drade e oulros .
Foi pela eegonda vez chama-'o polica
Tiburcu Ribeiro, profeaaor da Ea oa re Apreo.
dixes, que. tenio se reculado comoarecer, (ui
escoltado por pragas.
Neobpma deouncia existe em jaizo contra o
referido funcionario, atlnbuindo se o fado a
queetao poltica.
Tri sido muto apreciado o artigo reda.
A^bam-se de-armadas e dissotvida; as t-es
diviaoeg que consti'.alam as forjas de Appancio-
Saratva. lendo arJo autertorneote desarm-das e
ilB8olvl las aa divisOes commandadaa por Tor-
qaato Severa e EsUcio Azambuja.
O corooel Tellea informa qae ia desarmar e
dlssolver os grupos de Paulino Garca e Ma-ce
lino Pinna, esparando, dentro de trea ooqaairo
das, poder maoaar notic ai do eompleto atsar.
mmenlo e dissolagao ds forjaa revoluciona-
ras.
tenenle coronel Paula Cagtro, cotnmandante
da gaaruiQSo da Lvauento, ccmmuotcoa n^ive-
deaarmado e dissalvda as forgas de Julio Bar-
ros e tfaoeco Macbado.
O capitio Jalo de Djus G imarass d-.s '.rrcoa e
dissolveu, no municipio de Hrval, as forjrs de
Ladialo Amaro e de Vasco Amaro.
OS-, mi -isiro da (alenda dirigi flartas de
agradecimeoio, eorj sea nome 9 uj do S". pre-i-
dente di Repuoiica, aos S-s. Drr. Raogel Ps;-
na e Casiella Sanco, que acabam de exeresr os
cargos de presideote e director do Baaco da
Repblica do Branl.
Fol promovido o praticante Joaquim Coeltio
da Cuafn, a ptico da barra do Estado d Pa-
ranybs, sen-ooomeido para e8a vaga Fran-
cisco Jor Vianna.
F ram mineados, o ecrlpturario da al.
faodegi da U ugoayaoa, no Estado do Ri G-an-
de du Sal, Luiz ae Franca e Almeida e S, pira
inspector em commisroda alianleg> do Cea-a ;
e o qjutador da irifBOuraria da fazenda ex'iocta
ao Estado do R.o Gan e do Sol, Heonque ??-
reir da Rjcba. para o logar de i escripinrari..
do T ieonro Peieral.
Em pezameg foi dirigido este teegramm-
ao Iasntcto de Fraoga pela mesa da Ornara oc
Srs. denotados ;
A'ri-8tnut de F.-ance.Paria.-L'i Cbam-
Arnda poi?, o pova ftrailetro m maesa ; CJ n po ,alf
"- Prudeoiede
aeu o^rjlo testemuoria'a ao Sr D'. Prudeoje de
Ma eio .O'-oubeuimea'.o da nagSi p'ela obra
Do-
(eo:e
b-e des Dpots de la Rpabli^ue Brsilieo-e
ragreitaai la mort du savaui Pastear, prseot se*
condolec ees rinantot de France. Rosa e
presiden!. Toomaz D.ltiao, l. ae:retai-
cromi ao Diar;..i OfBctal* aotre o auniver-an.. ipries cvicas,
natalicio do D-. Prudente u Mu rae, Preaidente
da Repblica.
As repardgOes estidoaee por aquelle motivo
arvoraram as Daodeiras oacioiaes.
Esio aaocciouadas tais aniorlsaolo d Pre.
sideole a substituir o aracameato actual da forca
publica por typo man eperfei.'oalo e creando a
Repartigao de obras paolteas, minas, trras e
coloDisagao, tead.-a siJu tambem a lei de f rgas
estadoaes para o exercicio de 1896 com o nf--
ctivo de 600 prsgas divididas em doos corpos
que ea aclonaraa na capital e oa cidade de S.
Cbnstovo.
Essa forca (Odera ser -elevada ao dobro oa
mai8.
Esteve calorosa a es.-o da aasemblz de
i do corrate.
Velo a di8co?fao de novo, inrldenleae ile, o
prcjecto da commuaao mira sobre es negocios
de Se'gipe, produziodo rj'scorsos vehementes os
depuiadoi coronis Sebastian Andrade e I >ao
Fernandes, padre Fonseca eJ.ao Esteves.
Sol abrazador substiloio as cbovas qoe ces-
saram.
A lavoura esta animada, e cs engenbos d as.
sacar p eparam-se para .moer.
A safra foi p-ejudicana devido a continuas
enebeotes dos nos, mas nao obsta! e mullo
regalar.
0 vgior cfEcial dos gneros exoortido* ro 1*
semestre dests anno elevoo-se a 3".3':8:~nt7iQ,
sobe o qoal foram cobrados d'reuus ua impo-.
tancia de 832:208*948.
O S-. presidente da RdDoblica dirigi a ee-
guinte cana a cimmisaLiO promotora do briude
oaciojal :
Exm. Sr. marecbal Jote de Almelda Barre
toTiva coiibecimrnto pela im rensa ue qae V
Exc. e os iliu''es cidadios Dr. J. SerzelMIc
Co'i, Dr. J. Xivier da Silveira Junio-, (Jarlo
Lene Kibeiro, i:Bpltao de fngata Joaquim Ray-
mundo elamare, J. Claudio da Silva, A. Pe ai-
ra L"\ ao Jo doPit-ociaioeD'. Femando Mea-
dfs de Almfida constituem a conmisaSo incum-
bida de prox.over em toda a Repblica a obten
gao de donativos destinados acqui8i(,o de um
predio para se>me ofiVecido como symbolo de
g'atido na ioaal pelo r stabel-icimento n -
coog'agamento da lamilli brazileira Qagellaaa.
por tan^e tempa pela enerra civil.
A co si i-u:i 1 aasegura-me qae, com dedicagao
e lealdade, tenbe-me e.-fo g do por cnmprir o
mea dever ne-t- dlffitiiimo posta que m foi -Je.--
tioado pelo suff.-ai-iu popular.
Se, ao voliar vida privada, tiver a felicidaie
de ver essa affi-magSo aa propria conacifncia
corroboradura pelo recoobecimento de meas coa-
eidai;i< s, de qae nao poopei esforcos oel sacn-
Hctos de toda a oMem para corraaponder cou-
haoga que em mim depositaram, estarei plena-
mente recompensado cessea esfO'gos e sai ru-
cio'.
E' tssa a nica recompensa que ambiciono
pela* eervlgoe prestados e qoe anda poder pies
'a- no3sa pat-ia na presidencia da Repablica.
Por is-o, coafessaodo me extremamea e pe
nbor3do pela benevolencia com qae V. Exc. e
seas illastres comuabeirus de cimmirsa apre
eiam e jal am cs meas servigos, venbo solicitar
de V. Exc. e, por sea iotermea.o, de seos dig-
nos companbeiros qae uesistsm d'aqaelle gene-
ros 1 latete.
Cero de qae V. Ex?, e os oalro" membroe
da coomissao, aos auaes ja soa devedor de mu
1, e i-Mt), acolberao bem e atteadero o meo
pedido, prestando ma assi u mais am especial
obs' qolo, subscrpvo-me com elevada considera
gao e estima, de V. Ezc. amigo afectuoso eobri-
gaduPruat-ite de Maraes.
A referida 1 ommissao respoodeo a S. Ex:, o
Sr Dr. Prudente de Moraes, p-eeidente.da Re-
pblica, com i s-a caria :
IHm. e Exm. Sr. Dr. Prudente Jos de Mo
raes Barras nuossimo presidente da Repblica
dos E'tados-Uaidoa da Braiil.
A commisan ecorragata de angariar donati-
vos em toda a Repblica, para offerecer a V. Exc
um b'iode naciuoa', commemorativo do iogeoie
e Hitamente natnotico acto com qae V. lixc
briibaniercenie illamiou o co agio da familia
nrazileira, (asendo to'gir a paz em meio da pa-
tria conflagrada, conectivamente, tomoa conQeci
ment aa booroea-carta que V. Exc. anderecoo
ae sen preaidente.
.Base dacumeato. longo de nos afastar do noa-
so prooosito, mais oos encoraja anima em noa
sa tarefa, pois ainda mais eleva V. Exc. no res-
peno a e.-tima robles, viste por em evidencia
oa altos e nobres sen iuienios de aboegagao, qoe
tanto se distinguem eatre vnssas alevantidas vir
mBoTredora ^a paCidcagr, do R"(o G'aode do
Col e aom8mo lempa 1-vantara um templo a
caridade : duplo- e nooiltsaimo resoltado, que de
co-agao spplaulimos.
Ao nosso collega esoreven o Sr. D
.mlngoi Freir a res peno do mtiroWo da
"^As'inv^B lgii6es de no aa lavra acabaai de
serv de obiacto a experiencias do mais alto
ralorPr!lici O-.-Dr. Grffitbs, memtvrj da
RealSociedadedeEltmouro e autor de um
repolaao Manual de bacteriologa, nao ve -
bcaa a prasen;a do microbio p o uoto- rtaquella
molestia, como tambem tul i* u-o e experimr-n-
tou cobr eiia a ac.aa de un novo liquiuo ger-
micida proposio pe S-. leyes.
Coco esta qoestao ue e mteressar .vivamente
0o:s;by mo as coicluaOas oo rrlato-u qae o Sr. D-. bnf
utos aoresetilou.
1 O mi.t oui) da fore amar. II1 fol desce-
barlo peto D-. DomiOKoa F eire. Elle sh de.-e 1
volve soDre gelatina nutritiva ,e reprjduz a mo-
leslia em oelbos e owros pequeos a-iim-iea.
2Fnsdeca f^ram impregnadas do mi-
crobio ae Freir e foram epois me g-Uba 10-
no liqu do ue laye, oandjei: resuliao a mor
t 'o microbio -ai a5 mioutoa.
30 f.os de tu fjram 1 upreguados d) mes-
mo microbio ej.mmesos em aetjuida 00 uieamo
i-qaido a 1 ;0 ronceoiragaj, reeuiaado a
morte eo microbio em 60 oiinu os,
4, O microoio de Freir desenvolvido, aobre
gelatina nctiliva, em cultoras puia-, foi catn-
ole.amento destru o pelo liqauo de Jys a I
por cento.
5. A mo-te do microbio foi em lodos o- casos
p-ovada pela nvcaiagao de itba< ceaieudo ae-
latina noniiva e eui.ocncam dos tubo> appara-
ce am coloaias.
A;oelle desinfectante comportoo-se pon,
couc om poderoso aic-obicida e sena otil eo*
slalo e are cs daraute as qualr^s eptaemUas
de febre amarella.
Aa v.ce.nages por me'0 da rul U-a da raicrc*
ooxin.D geuica ue out.o ladj as de>iofef
g>8 par meio de um agente directsujeoie d;s-
truidor daelomei-o eti.lo;ico, Miatiiaem a-
armas de mais tina t-moera para por a no.a
popalaco ao abrigo dos arques d.> e rivel mi*
cruli C 1. ,
O Dr, Joo Bra-il Silvado foi romeado d
rector <:g I isti uto Ser.jamio Gooatar.t
Fo a n coo;eddus"os favores do mon'e-pio
a D. Cymoie e Pomposa Ferreira Pires, vluva
10 bacba'el Laz Antonio Pires, ex-contaior api>
seniauo aa dminirt/agao do-i cor-eius de Per-
nambuco.
Por occaaio di seu anniversari 1, o Sr. D-,
Prcdente de Maraes, recebeo muios mimos.
ennam -n re auto, soreleva em signlMcalva
delira rza o que le mandn o Sr. Dr. Paiva-jor
Me> dotga, nosso ministro uos Esiado-* Undos.
por i itermedio de sea lrmo, reaidesrte n > Rio :
oma bengala eacmtoada de ouro c feta de um
alfi -;o s.i!ueio que cobre o tmulo oe Jeor
ge Waingtoo.
T-mb>-m ao ice?mo presidente da Repblica
f.-z o Sr. Dr. E-oeso de ouia e Oliveira C u
nano am presente de alta v*lor a.-usco e bu-
torito.
E' um peso pa'a papel, representando um
cao, fin mate cmzelado em bronze por DO'av. 1
artista frinez, o qual pertenceu e foi usado,
segando ofirma o S Dr. Gouiinho, p^lo grande
Jiinistru e celfbrj h.storiador Gano1.
Val ser altrala a cla-eilicagao das tarifas ds
estrada de ferro Conde a'fiu, aonancia-a o
*P*il*.
'"res Manoel Barbosa de Souza, sendo
euh das a8 actoae8-
delegado do dislricto de Malhadinha d'a-
233
90
233
90
163
163
163
133
162
162
91
93
90
71
70
70
70
70
70
50
40
THSATRO
Foram nonieat:os promotores pobl cas do3 mu-
nicipios :
De Arabia, o bacbarel Hercnlano de Um; r, a
Va8:oncfHos,
De Palmeira dos Iidios e Victoria, o bacbarel
Jcs Helvecio de Souza.
De Maragogy, o bactiBrel Olympio Freir re
Carvalbo.
Foi comeado jais de direito do manicipi
de S. Luiz ao Qaltande, o bacbarel Ganaiai
Gong I ves.
Por acto do Sr. vice-gbvjrn&dor 'de i db
corrente foi nomfado administrador da recebe-
doria de Marsgoy, o ci Jadao Francisco Alfredo
de Araajo Cal tas.
L--e no Gn.tenbjrg :
laformam nos qae acbu-ss cesta capital um
disiiact,< profi.-sional estrangeiro que proco-a
atoo para levar a eff-ltJ a realisago de um
meio aperfe'goado, Rimles e ceno de faser por
completo e em grande aboadaaeu o abastec-
ment a'agua a esta CUade.
Dizem-nos que u iilu-tre profisaional tem e~-
centra- o da parte do publico e de algon-i capi-
taliatta o melnor- acotbimento ana i-a que
pode ser eonaegoida sem grandes deleneas e
com real proveito poblico.
Quem noa d estas tnfarmagdes accrca,:en a
qce-o referido engeobelro tem examina o deti
aameme lodcs rs ti aociaea existentes do der-
redor desta capia!, garaottodo o meloor xito
da futura exprs?.
Parece qae na idea de orgaaisar-se ama com-
paobla cuja capital. reU'jyameoe diminuta, ja
hvendo lis'ae a obacriptoes. ejn n;a>),de di-
versos cavalbeirbs
CAPITAL FEDERAL
Q Sr. general Galvo t-ansmittu ao Sr. Preai-
dente di Repablica lelegrarflm* do coroneX Car-
los Telles, expedido de D.'Padrtto a-'19* ds nv
fiadp\iConiBoicando baTertegretsado doiacni-
panrfeato.da divisiQ dBRpbae|iC*beda,*aa (Ora
desalmada e dissolvida aem o menor ipcitfente.
AMim diz o lelegramma do corooel Tifie :
Sabsisnodo o arta qne tanto ga impoi mais
solemne peroe.uagao por parte de lodaa os bous
patrelas, a V*. Exc. aupplicamoa venia para prc-
aegoir em oossos t-a nal nos, mas. reapetaado os
loiatimaveis escrpulos de V. Exc. a commis-
fSo em sea nome e "onveaciia de que mterpreta
.com grande tidelidade o pensameoto de seos
concidanos. deliberoo appliear esses donativo?
a creacio d'um estabelecimento po, aureolado
peio- voaso ame, que ja pertencesdo aoistana,
sagrado pelas tngaos que rabern aos grandes
iapattoios do' Bem, mano se faz digoj de gravar-
jse em qoalqaer santuario de amor e caridade.
Snalam n'este momento o traoatba* da rom
imisso. para assim satisfazer o tesejo de V.
Sxc. qoe em oit-o qudqnar ceso eqvivaleria a
lama ordem compritra s>m a menos- releer ocia,
1 -mpo-taria no cerceamemo ae ama ma-nifestago
Ipopalar, to espoataoea, aeo btaa rom taoua
pyupatbias em todas aa carnadas ocraea que
etiega a ser por ceaiats soberana nara que nos
icaloa a miaio de ol.ael-a em seas ime os.
P -*inda-vos acreditir oa sincera admiraglo
e mono respenosa estima qae vos consagramos,
ij-< subacrevemos.
De V. Exc. concldadaoa e criados obrigados.
Mar-cml J.'- liBo.-encio Sa-iedelio Correa1.* vice-pres-
dente
J. Xivier da Slveira Jnior2. vIce-preM
lale.
Carlos Lefia Rlbeio, secretarlo.
J;aqolm Raymuodo de Lamare, tbesoureiro.
CauJara syodical dos Corretores.
Antonio Pereira LeiiSo.
J -s do Patrocinio.
U Pernando Mendes de Almeida.
t!a_ nal Federa', 3 de Ualonro de 1895.
Sfrhre este acneote observou a Gazeta de
Noticias.
A li uio oodla se-mais feliz, e em t>oa
tora a c moj, sao ii reaolveu, eeguado nos m-
'o-m.m, ciclar esia capital com am estabe'tei-
encarecer.
.A digna e patritica cammi-sao do brinde na
.u iI accei-ju ao pedido qae Ibe fol lei'o por
ma pltiade bnlbaota de eatudantes da atoa
le medicina e assentoa na fondrgio de urna
Ma enidadfmodelo, oode, debaixo de 'odas
a tre*c.-ipQoe8 da se.enca moderna, possacii
ser &ih\'azuiente soccorridas as parturienses pa-
es.
I Niag-uem ignora qae a Sania. Gasa de Mlseri
cordia,alias benemrita por multes tiluios, nu'
cu leve e aia ia nao tem esse -eervigj especial
orgau'saiaco'io a sciencia reclama. Sao grao-
d|s8(mos os ti encargos e variadsimos as
servigos da caridade a qae applica sai rend", e
ponaato nio vai oeitas palavras a mnima ceu-
nr.
U4 bo.'picio de maternidade, com e'iticio 1-0
ttatdo e conatruldo ad boc, de mido a afa-t--
torios os oerigos da septicemia sera nae so um
inmenso beneficio prestado a poaolago poo e,
cqmo aida um campo de. eaiudos uo maior
onoveito para a moedade acadmica qne ae de-
dica a.arte de curar.
& Htusirado especialista Sr. Dr. Rodrigo?*
dos Samos ba monis, anuos Lutava pa- cou-e
gn>r este desideramm, e aieda sgora, enm o
anxi'io entbuaiastico de um grapa de evadan
tesligrara obter o concurso de seabaras as
noaea sociedademus tina para obter to,a'.ivos
destinados a essa construido.
A generosa e incida reaoidgto da' coaamissao
do brinde nacional ebega pas no melbo- mo-
mento para a reelisago dasta obra pbihntropi-
ca e santa* Ella emModo O lempo, com os se-vi-
gos qae ba de prestar, deeperrarfas ben;aos da
pobreza sobre o nome illmtre do presidente da
Repblica, tea benemrito patrono.
Judith Rodrigues
A Companhia de Operetas do Sr. Fernandes
Pinto acaba de soff er urna grandiosiasima per-
da.
A exima actriz Judith RoJrigue?, um dos
primores da troupe, acaba de retirarse, del-
xando na Companhia um vacuo que jamis ser
compleameote preenchiio.
Depois de sua retirada, lodos que tm assis-
tido aos espectculos no Santa Isanel devem
necessariameote 1 r notado a grande diffaren-
ga que ha, diEferenga que torna-se tanto mais
seos vel quatito os pap:is que es avam a-cargo
da grande rdala nao sao desempeubados por
outra com a mesma pericia e valor.
Juditb Hoirigues linba para o publico, ape-
nas um mui pequeo -deleito, e este era a mo-
destia, que aampre se encootra em todos os
grandes artistas, em tolos os artistas de real
nerecimemo como o era udltb Rodrigues, cu-
jo valor os frecuentadores do Tneairo que o
digana, apesar do partidarismo eno me que rei-
na actualmente em o Santa Isabel.
Todos que >m occasio de al ludir a sabida
de Judilti Rodrigues da Companbia, nao o fa-
zem sera urna certa soturna de tristeza.
A Companhia do Sr. Fernandes Pinto bem
de seus inier-sses deve trabalbar arduamente
atina de que eootinue a ter em seu seto aquella
qne o&o poda dispensar.
MIMI BILONTRA
Ant; hontem hontem a Cumpaohia den dois
bons espectculos, levando a scena o vaudevil-
ile em chico, cio Mimi Bilaatra produ g&o
ida Sra. Leonor Rivero, sendo a raosica do
maestro. Luiz Moreira.
Os artistas trabalharam bem e foram muilo
applU'lidos.
temos notado que ltimamente a platea ado-
ptou O partidarismos elevando o ao delirio.
Em quanto una applandem urna actriz, outros
Id lo toras.
Ora, isso alm de constituir urna prova da
falta de amabilidade e at mes/no da ma eda.
cagao de algnns, ser- mais tatde -de luoestas
bonseqaencias.
Parlanto bom qne moderem'Se os nimos
bflm de nao lamentarse alguua desgraga.
Na Allemanha, a msica nSo tem o carcter
icbauvnisia central sador da Fraoga e da l'a-
lia. Por isso aa audigOes sSo sempre mais-va-
riadas a mais bnmerosas.
Em resda agradou muito utn 1 nova opera
dos Sra. Felix-Dahn e K. Dibbern, msica do
maestro Gunkel, intitulad) Atula.
Em Bruxellas foram realizados na ultima es-
rgao lynca do tbeatro da Moonate 301 espec-
tculos, com 30 operas.
A estagfto da opera italiana em S. -Petera
Burgo deu bnlbantes resultados.
Durante a Paschoa o Pequeo Theatro fez
Urna receita de 60080 rublos; o Aquarium, no
Natal, fez 220,000. Os lucros para as empre-
sas fo am modestos, por causa das grandes
soturnas pagas aos artistas. A Sembri b ga-
nhoa 6000 francos por noite, a Calve 8.0D0,
Xarcom 5.000 o Batiiatini 4.000.
No ineutro ducal de Brunswick estavam
annuciados ires concenos monstros.
Entre as pegas que iam ser executadas 5gu
rava e -Rquiem de Berlioz, executado por
nuda menos de 670 artistas d; ambas -s sexos.
Para a pruxima estagao do tbealro de Co-
bgae foram presentadas nada menos de seie
operas dos compositores Nci zel, Klauvell, Mr-
ke, vo O.begraivee, U.iUsr, Kessel e Heyd-
uicn.
A direegao da opera de Carlsruhe, que
urna das mais e lecticaa de teda a rtllemaana,
exnibe lodos os aonoa obras novas de compo-
sitores allemaes e estraogeiros.
Pela pnmeira vez foi representada ltima-
mente -aua Diana, de E. von Raznicek. A
nova opera e curiosa pela sua orebestragao n-
ginal. O lbrelo f>i extrahido de urna comedia
beaspantiola de Moreto.
A nova opera de Humpardinck, a Fada
das Neves, representada pela primeira vez em
Darmstadi, nao foi acolada com o me.-rno en-
ihusiasino da ja celebre HanSelund Grelei.
O libreto, que lambem foi esenpto pelo nnao
do compositor, todava inieVeseante e a mu
sica esta bem escripia.
iiEVISTA DIARIA
Autoridades policlaes-O Sr. Secre-
tario da Justiga, de accerdo com a proposia do
Dr.'Questor Policial interino, nooteen, por acto
de 15 do correte as egmntes autoridades :
Ddlegado do municipio de Limoeiri.|enet>
Jos'Manoet de Caatilho Cabtal;
Subdetegado do 1.* districto do mesmo muni-
Ml'n municipio, capiao Antonio Vieira de
etiqraVaconcellos.
Elei^ao muaiipl E' esta a apura-
cao geral da que procdeu-se no municipio do
Lioioe.ro :
Prefeito
Major Firmino Jos da Silva (R. F.)
Coronel Simplicio Gongalves dos Sant03
(OPP)
Sub'prefeito
Manoel de Aquino Albuquerqua (R. F.)
Major Antonio Brrelo Coutinbo da ail-
veira (opp.)
Coneelhei os
Capiao Jcao Baptiata do Sacram nlo (R.
Julio Cassiano Pestaa da Silva (R. F.)
Manoel Pedro Gomes da Silva (R. F.)
Ifares Jos Zufaiina da Motla Nunes
(R. F.)
'apito Jos.Gom'Sde Monra (R. F.)
Oipitao Joaquim Francisco Pimenlel
(R. F)
^aptlS Anto do Luiz f ion (R. F.)
Tenenie-coronel Antonio Candido de Oli-
veira (opp.)
Captia Francisco Ferreira dos Santos
(opp.)
Tenante Joaquim Fruncs o Bezerra Go-
"nga (R F.J
Tenenie Joaquim Gomes de Brillo (R F.)
Jos da Costa Baibosa (R. F )
Capiao .vnionio Vieira de Maura Vas-
concollos ({. F )
Antonio Runo da Cmara Piment 1
(R. FJ
M.noel Pr ncisco -le Arruu'a (R. F.)
-os Pereira Lima (op|.)
Joao Petro de Olive ra Pontes (R. F.)
Instituto Vaceiuii-o JBuaiclpa1
Havernoje 17 do cerrante, das 10 s 12 boras
do di:-, vacciimgao aiiiio-'l direc'a, sendo a lm
' ha pascada dir clamante do animal para as
pessoa- qu-i se apr>-s-i t.i em para esse &m
Tribunal do Jury do Aceite-Hon
tero co npureceram apenas 15 jurados.
Foram mllalos em 5SO00 os jurados que
..ixaruai de comparecer.
F.-z-se novo sorteio suppleroeniar que recap
hio nos cidadaos seguinl^s :
Recife
Januario Jos da Costa.
Santa ntonio
Pliilomeno P ulino de Mendouga
Jas Jottquim de arvalr.o.
enlo Alves da S Iva.
S. Jos
Capiluliuo Isidoro Gongalvs da Silva.
Francisco Pedro Boulitreaux.
Fraocisc-' de Paula Luis de Carvalbo.
Mano-I Alfonso deas ro Nunca.
Julo Francisco da Silva.
Boa Vis
Dr. Mano 1 Ntcolo Kegueira Pinto de Souza.
Joao Franeneo de Fontes Braga.
Francisco Gargel do Amaral.
Francisco Flix Googalves.
Eduardo dos Santos Cabral.
ti raga
Afitooio *7lino Campas.
Joao Silvino Boa Vista.
Jo3o Francisco Regis Lobo.
Antonio Gdrallo do Rago Barroca.
Balbino .esar de Atingida Liite.
Maooe Accioly Lina W nlerley.
Pogo
Amos da Sil eir Bo-ges Tavora.
Ficou aildiada para o da 10 do correte a
inslallngao da s-s-ao.
Gremio Tobas Barretto-R anir-se
antc-nontem esse gremio scieulico e Ilitera-
rio, sob a presidencia de Ernesto de Paula
Santos, secretariado pelo<-Srs Jos Roque
Oas da Silva, adjunto, e Dr. Luiz Gomes se-
cretario < ad-hoc.
Deixou de ser lda a ac a da sesso aolerior
por nao ler comparecido o 2.- secretario-
Foram empossa los como socios os Srs. Joo
Marisson Parias e Elviro Dantas.
Para fa/.er os cumprimentos do eslvlo, na au-
sencia aos Srs. orador e vica-orador, o Sr.
presidente deaignon soaio Manoel Arao, que
Tallou 'era nome do Gremio, em desempenuo
d'essa incumbencia.
Os socios cima respondern], agradecendos
saudagdes, e em eloqusnies paiavras, hypothe-
caram o s -.u apoio causa do Gremio.
Passan ose a palesua lilterarU, forao lidos
os seguintes trabalhos : Plstica (noesia)
Olympu Gah-ao ; As miabas crengas (poe-
si) Manoel A-o ; Profauagfto (phanlasia)
Joao Moriisoa ." Reerdagu (cont): Targiuo
l-'niio ; O segredo (cont) Jos Roque.
Sobre a classe dos degenerados.fallou larga-
menta o Dr. Luiz omes.
O socio Maooel Arao, pela or-lem, pediui ao
Sr. presJeota ftzeese nonalarh uommisso de
theses que na prxima sessa. apresenlarja
urna proposta de reforma a mesma coa>ei3-
sSo.
Suspensa a a-jssa as 9 horas 1 da noite, foi
mareaJa outra p.ra terca-feira prxima.
Dr. uenello <*into .begou a esta ci-
dade e leve a fineza da vir hontem passoalmeo-
te trazer-nos os seus compriraeotos, o nosso
disllncto co es adano Dr Manoel -euelio Fiuto,
'actual redactor do < Jornal do Brazl.
Q nosso presado confrade qne veio ao -seu
Estado naul abragir a su 1 Eima. .familia, de>
morar-se-naaqui atguns das.
1 Muito penhorados pela sua finesa, anda urna
vea renovamos me os oossos- coVdeaas corapri-
tnentos, desejando-lhe muilas venturas durante
a sua siada: entre nos.
Uuiao Typoffraphiea-Coujmunicfio-
nos d'essa associngao.quemo domiago prximo
renase e m sessaoordinaria, lornando-se effec-
tiva a panicao dos miembros da directora qne,
lem juata motivo, deixarem de comparecer.
Tambera nos oammonicao que por acto da
presidencia, de uccor.do cam a ultima assembla
geral, foi eliminado o procurador da directo-
ra le 1891
Illustracao II espanto olaPtor otTer
a da Ageocia Luterana, temos a vista os ns.
23 e 21 do auno 30. d'essa esplendida revista
madrileua.
' O texto, como sempre, escolhido^e aa gravu-'
rus, ptimas-
Agradecidos pela remessa dos alludidos
exeinplares.
1 Club .Marcelino del-Esse club ren-
ne-se >oje as 7 horas da uoiie, era sassio ordi
riaria.
ConiMiendador Jos Alaria de
tiidra >e -A bordo do vapor Danube- es-
perado ii"j! di Eur pa o dstincto commer-
cianle desta praga, coramendador Jos Mana de
ndrade, que regreesa acompannado de sua
Exraa. familia.
O honrado commerciante, que torna ao seio
res, logrn reslabelecer-se des incomrnodos que
olevartn ao velbo continente.
i a presentamos Ih ->. desde j os nossos cum-
primentos e saudgOes.
iBtetreta -A haala de musiea do 2. bata
Iqqo de 1 taul.ina esladoal ejecutara hoje
noite, em frente ao Palacio do Governo do Es-
talo, as seguintes pegas :
jarlos Goin-iS-Symptiaila da opera II Gua-
rany.
V-rdiUn bailo in roasoliera*.
BldaineQuadrille Le pimpaot.
GalopeV*suvio.
ValsaSaudades de ti.
Kevista do Inatitnto Didaotico
Com este titulo comegou a ser publicada na
Zapita1. Federal urna revista ue se destina I
servir aausa do ensino, procurando eluoidar
as qu"SKj--'s a elle alliuentes. com referencia
s leitras, sciensias e arles.
Sao os seus redactores os Srs. Drs. L^ Duque
Estrada e Lundelino Fjreirc, auxiliados por
Humera deisaello, Felisbello Freir, Ferr ra
Braga, Max mano Maciel e muitos ontros. '
O prsenle numero da Revista est muito-
recBmmendavel pela boa e variada oollaborago
que inser- em suas columnas.
Pela, visita, muioagraderidos.
O tlunlcip o .orno os ontros outner
hontem para a administragao" da Orlem 3. de
N. S. do Carino no anno de 1895 a 1896.
ir orGraclano O. da Cruz Martina.
Sub-PriorPedro F- dos S. Costa.
Secrelano -Germano Mota-
Thesoureico^Adolpho Banks.
Vigano du CultoFlix Joaquim Pereira de
Ca-valso.
Mestre doHovigosMiguel dos Santos Cosa
Jun'or.
1 Visitador-Joao Blzerra de Albuquerque
Coura.
2.- VsitadtK'.'anol A. de S-
Lili .1 lotes :
Manoel F, t,. (juitnar-;s.
'Ifredo L. Leal Reig.
Nicolau T. M. dos Santos.
Joao P. da Silva.
Luiz de F. Marques.
Sebastiao L. G, do Amaral.
Gaudino E. te I! 1 o.
Conego Jo d- O. Lopes.
Mariano M. Ferreira,
Manoel J. liapsla.
Victoriano Ebla.
Manoel G. gra Filho.
Procurador geral Manoel G. Agr.
Priora -Baroneza de <. asa-Forte.
Sub PrioraSilvana J. da Silva Agr.
SJestra das NovigasMana das Neves de Mi
randa e Oiiveira.
Telegrrammas retidos-Achai-se re-
tidos na estaga > do Telegrapho Nacional o- se-
guinte telegraiaraa- :
Do Rio, para Emiliano Rezende.
Da Babia,, para Krausa e Gurgel.
De J^ragu, fiara Mauoel Robim.
Do Pilar, para Caberlo.
D: Ar i as, para Ulysses.
PERNAMBCO
Balando da receita e despeza
O"o municipio de \azaroth,
du .- trimestre (Jlho a So*
temhro) de 1895.
RE EITA
da* Bomba (reodicneoto d'i
:m de CoinoraK
Lmhas, funeconando regularmente para Sul,
Norte e centro lo Estado.
Principio de incendioAnte-hontern
as 6 oras da tai-le loi a Companhia de Bora
beiros avisada de que si manifestara iucendio
na ra do R mgW n. 7, 2' andar.
Para la sa dirigi imraa44atameaie lodo o
ptssoil ac->mpauhad> de algnmas bombas, en-
contran 10 a arder uuia trave e parte do soalho
do relerido predio.
Grecas aos esforgos empregad s pela corapa-
0 ia foi logo exmelo 0 -fogo.
Ao loeil compareeeram aiversrs autoridades
policiaca.
Encontrado uiortoNo da 12 do cor-
r.-nte 00 distneio de f igipi, no lugar Socorro,
foi eneonirado mor o o individuo de nome An-
tonio de tal, conherido por An onio Kaxixe.
> auiO'idada orapetente mandou proceder
vislona iOcadver, venll^andose las diligen-
cia- proceiMas, t.;r sido a morte casual
Os latlres -No da 11 no povoalo Ti
g pi, os ladros penetraram por meio de ar-
rorabamento na casa de D. Anna Mandes de
M.-llo, de l sub raiiindo diversos objectos no
valor de 300$ mais ou menos.
A auioridade procede s necessarias diligen-
cias adra de etfi-cluar a captura do autor oo
autores do crirae.
FallecimentO Victima de urna febre
rebelde falleeeu an ehontem no arrabalde Ca-
sa Amarella a Exina. Sra. U Anna de Almei-
da Pinto, virtuosa esposa do Sr. Jos Nodden
de Almeida Pinto, olHcial dos torreios deste
Estado.
A tinada era dotada de excellentes quali.
dales que a lornavam estimada por todos
quanio a conheciam.
O seu enterramiento leve lugar hontem s 5
horas da tarde no Cemiterio Publico, tendn
com parce do gra de numero de amigos de
sua familia qut.1 apreaentamos aossos psa-
mes.
t'roclaaias de casamentes -Foram
lidos na matriz da Boa Vista no dia 13 de Ou
lubro as argoratna :
1* Uenunciaco
Silvestre Francisco de Paula com Mana Joarr
na da Conceigao.
Rufino Odn de Souza Fonseca com Clandina
Leopoldina de Medeiros.
Antonio Jos de Sant'Anna com Guiiherm ni
Cezar de Alme da Lima.
Frederico Charles Alluood com Jnha- Ferrei-
ra.
Bacharel Francisco Paes Barreta Lamenha
Lins cora Tbereza Mara f-.nnuneugao dos
Santos Cavalcanta.
Bacharel AtTonso Gongalves Ferreira.Costa
com Rita de Cassia Coelbo Cintra.
2* Deounciagao
Alfonso Mariauao Alvares com Alzlra de
Araujo Lima.
Celso Cleraentino Bezerra do Mello com Ju-
lia Paes Barreto.
Si-ba.-tiao da Silva Retumba com Ephigenia
Casado Lima.
Mario Gomes de Mattos com Maria Arry Sal
gado.
3* Dr-nunci gao
Jos -Lourengo da. Silva cora Felismina Da-
miaa -los Prazeres. i
Joaquim Thentonio Soares de Avallar Juaioa
com Pres illa das Chagas dos Santos M-illo.
comais ao'de mclhorantenlo do
Porto Becife -Recife, 15 de Oulttbro de
1895.
Agua di
aroaaetn de compras
Af-rigao de pezos e medidas
U.tbiJas espir.iuosas
liolandeiras
Balanga
Biliieifs de lotera
Gemiteno (reodimento)
algado3
Cald iraria
Dislilla^ao
Ueciina urbana
Divida activa (cobranga da)
Emo u ai ti tus
Fe i ras
Fogo artificial
Lic-.ngas
L na > de animaes da correcgo
MiudezoS
Multas
Miscates
Porta aberla
Productos chimicos
Padaria
Rez abatida
Suinos
Taxa de 6 -j. addicional
4 -|. sobre propnelades ru'aea
Saldo do 2.- trimestre
Rs.
DESPEZA
Agua e luz para a cadeia
Aluguel de casa para quarlel
' usa? jndeiaes
Expediente
El iges
Eventuaes
Forg municipal
Iiideinnisago
Instrucgo
Pluminagao
Juros de plices
Jury
'limprza
Magt-alura
Ouras pnicas
refeilura
S-cretaria
10 -|. dos Agentes cobradores
Saldo que pass.i para o 4.- trimes-
tre
18.603
150S000
3663950
.386S500
1O5SO0O
378:400
VOW03
1O0S5OO
20SOOO
303000
' 750SOOO
1-3103510
212S540
fSOOO
8953920
~'0s000
393000
631)0
453500
103000
103000
94S000
25S00O
5S003
2 6703000
633803
3293910
3.0293603
10.7903160
4133652
11 2033812
1003000
693020
723003
3^200
21S6S0
573300
3 0053500
123720
3.4083015
2263500
103203
363120
186J550
8583607
1563500
1.4i8s0D0
6133320
4153076
4203350
Thesourana do Conc-lho-Municipal de Naza-
reih, era 1 Je Oulubro le 1805.
O Sub-Pn-feito em exercicio,
Domingos Jos da Cosa Braga.
O Thesoureiro
Igoacio Vieira de Mello.
UCICOB i PEDIDO
BOLETIM METEOROLGICO
Hora. Term centi-
6 m.
9 .
12
3 t.
6 .
: 25,-6
26.4
28/1
27/8
:26'.8
Uarometra Tmso -o Samxt
k) .1 capot i*d
759.-07 1,97 '74
759,"69 18^7 71
758,i22 19*24 63
758,-54 18,92 68
758,79 18^7 71
I'e-nparalura ramiraa 25/25 Thermometros
ilosabriKados-ao'meio dia.
Temperatura mxima 30/25 .Ennegrecid
^.a-Prataado '.40.-.8.
Evanoraoao em 24 boras ao 1 sol 5,"7 son?
bra 4,-.3. '
Cbuva aila.
Direcgo do vento: Bde rauia Sorle a*4
h. 0. m. da manb& ; ENE at 9 h. 32 m.; E at
10 h. 02 in ; E 6 ESE alternados al 0 Ii 50
ro. da tarde; ETK at 2 h. 38 m. ; SE com
interrupgas de ESE e SS E at meianoute.
Velocidade media do vetrto 2,"9j por se
gundo.
Nebulosidade media 0,52.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar ou Das Boraa Altura
baixa-mar ,,
B. M. 15 de OutUb-o 7 h. 40 da -m. 0-JO
P. 2 h. 00 m. da t. 2.-S0
Pa*s greiros-=>Sahidos para o sul 00 va'po
inglez Brandi-oburg :
Isaac Servio, Ernesto Wiener.
Sabidos para o noric no vapor nacienal
Camoeira:
Antonio F. de Paala, os-de Souza, Antonio
Ignacio-
Chsgados do norleno vapor inglez Scho-
lor :
Joaquim Hornera de Siqueira Cavalcante e
seu fillio, Joaquim lo Beg> Barros, sua senho-
ra, urna criada, C. Blackburn.
Chegados d^ norte no vapor rnglezPa
raense :
Dr. Hsnrique Dominso da Silva, Dr. Ignacio
Das.
Chegados da Europa no vapor inglez Tar,
gus:
Gaspar Jess Marques, Antonio- Vieira, Do-
mingos CarvaWio, Adolpbo Jess Oliveira, Anto-
nio Barveiro S Joajuim Corroa, BwnarJino
Cabello, Joaquim Cosa Campos, Pelix Samos
Oliveirs, Antonio Martins, Jcwqnim Diniz, Ma-
noel da Silva, Bernardo Rasteiro, Abel Fonseca
Silva, Ctirisaso-OliveiTa, J- Figuerredo.
Cteegados de Fernando' de Noronha no va-
por nao onal Una :
Coronel Joaqaitn de G. Coelho; Joao Gongal ,
ves, T. tosa, Jos Luiz1 A. Ferreira, Anna de
Oliveira e 2 menores, Francisco C. Maia, J-
[BraHy, Alice P- da Sil-va, Guillrerraa R. da
Silva, 3 pragas do exercito, 1 -preso, LucaVTel.-
ls de Oliveira, Auna M. da C nceigao, JH>Sen|
tenr-ja los, 3 Casa de Detenpao Movlmento '0-
i aquai-etin^a
0 conflicto do dia 8
Com a epigrapbe supra, public:u o
Diario de Pernambtico de 20 de Setum-
bro, um artigo por J. C. do Oliveira,
relativamente ao brbaro assassiaato do
cigano Antonio Lopes de Srqueir-, ao te-
rim-jn'o d Caua brava e a murta do sol-
dado Sterino da Cruz ; mas, negando com-
platamvnte a v>rdade, afim de innocentar
os criminosos que se acham visivelmante
descobertos, illudindo assim as p-incioaas
autoritadas deasa Estado e a apiniao pu-
bl.ca. l
A vista por'tanto d tamanha falta de
consciencia'n-esse1 articulista (cuja ent da-
de-nio onbeco ), venho fazer mwr.fo
da facto, por ver que se quer ffuscar o
qae-expSe mea canhado apito Fran-
cisco- Antonia do Figmeiroa, tHstemunha
oocolar, c-} carcter honrado me oum-
pre deffendar; mas com a anua i dos
bomens de bem que a verdade.
E' mrstar qne p-inepie declarando que
o atieres Joao izidoro e sens soidadados
assaisioaram Antoaio. Lopes a feriram
gravemente Cana-brava, e que portanto
8&0 criminosos, e nSo ontro como faz crer
J. C d'liveira, pava o qne paaso a-es-
par:
Edtavam as- cigaoos >n'sca Villa de
Vertentes, quaada dado.si.do dwaanatnen tot de llaquaeting-a,
o quaes .'foram as barraras dos crganos
encontrando somente as mulheres d'estes,
a quera peram caf que Ibes foi serv-
ido ; mas vinham- estes soldados tSo indi-
Ignados, que retrbnirsm o beneficio com
espancament em.mulheres e ceancas];
iao qoeoa.cigaaos propo2eram couter, o
gao o 3. numer desse peridico de Jabaalo,
que recabamos.
Club Carlos ornes-Os sales deste
Club foram loeadog para a noite Me 19 do 'cor-
rente, conforme a decarago qne os mteressa-
rtps; encotrarao. na seccio competente desta
folba.
El eJ.o*u.m. Oedeau >8 **M Cirmo
Foi o segninte resultado daeleigao pvoceii
pwblicadosv apresen senos digno de-ucceita presos da Casa de Detengo do Recife, Estado-
de ^ernatnbuco, em I5"de Oulubro >e.l895.
Existiam lS^eatrUranl 15, sahira/d 2^.exis-
ten. 6. ,.
Al saber : naclonaes1390, tnulheres 9, estrao
eeinos 27, mulheres 0, total 426.
Ak-racoadoe 098. j
Bnn 377. doentes 18, loncos 2, lauca 1,
total 398.
4 a BoTimento da enfatmiriaNao hwrve:
kjue eoiiseguiram tomaado-lhcs as.a mas ;
que aram tres faces. lato se tendo dado,
foram os cigaaos incontinenti a caza rio
tneu cunbado Figueri, enlao juiz de
dist'icto. exposeram.o acontecido ent e-
gando-lbe as meocionadaa, armas,- avista
do que meu cunhado seguio com as ditas
a mas para a cidade, deixando de entre-
gal-as logo aos soldados queco&tinoaraj
a provocar insultando aos.ciganos, sem
Ibes- attenderem como juiz ; depois. de
suas jbservacSes,'estes soldados marcha-
ram com destino ao quartel, 03 acompa-
nhando o juiz, a^'untsmenta os dois ci-
ganos no intuito de pediram ao alferes
Joao Izidoro providencia sobre o espan-
aamento t. ue haviam sof. ido.
Succadeu que um d'estsj soldados con-
seguio chegar primiro.
Ao apoximarem-se da c dade foram
eracon'rados pelo alferes Joo Izidoro e
sua for^a, a qu,m o alfa-es dava ordem
do fogo e diiendo morrain os ciganos ;
ao que o juiz oppoz-se, diaendo-lhe que
nao havia motivo para tanto ; porm nao
fji attendido ; tendo em resposta tiros
nos ciganos, que por sua vez supplcavara
qae Ibes poupassem a vida, e assira ag-
gred dos, rasultou a morte do Antonio
Lopes, o ferimento de Cana-brava e a
mOrte do soldado Cyriao da Cruz. Ora
possivel que osoigaK tiveesem-agigre-
dido aos tres soldados ?
E' possivel que. a presen tassera oppasi-
cao a entrega das arm-.s qnando j .as
harviam entregue ? E' possivel que tives-
sem inten^ao da provocar lata quando a
tomada das amas se deu em Vestentes,
ondi se acbavamem vnunwro diev;nte e
o encontr com o alferes deu-se em Ta-
qua etroga duas l-guas distante onde s
hiatn doia e em companhia de urna, auto-
ridad*} ?
J se v que nada disto possivel, sea-
do somonte certa.que a parvers dda do
alfeKcs Joo Izidoro o lavou a. seassinar
aos ciganos sem que .ojastae fpartiniea
raanor offensa, poi'- esto' a -deokra$ao
ido juize do 8crvfto Eduardo 'Nafccimea
a
san
|r*|P
-.
I
;.-



jrt




Diario de Pernanibnco qainta-felra 11 ae Outubro de 1*95
tole mais pesBoaa que. occuUr mente pre.
senciaram.
y Como pos o articulista mnocinta esae
alfares?
Felizmente em seu propno artigo echa-
se a coatradicf&a quand> diz : cDiversas
b3o as versSes que ha subre o lamentavel
acontecimento do dia 8. Como assim as-
severa que nfto foi o alferes quera matou o
cigano ? Quarer attribuir ao juiz ou ao
ascrivio Eduardo ? Eu provoco para que
declare quem o criminoso.
AcreditoSr- J. C. d'Oliveira que no
Jicara impune semelhante crime, pois que
as autoridades superiores do Estado pu-
nirao os crimiuosos, anda que seja pre-
ciso por em execucSo o art. 122 da Con-
stituic&o deste Estado.
Julgo respondido o mentiroso artigo
do Dario, assumindo a responsabilidade
do que levo dit1.
Vertente8 de Taquaretinga, 2 de Ou-
tubro de 1895.
Antonio francisco de Lima Sanios,
Porque razoo Sndalo de Midy nunca
deixa de curar, e sempre cura rpida-
mente ? 1.' Porque o Sndalo empregado
o de Mysore. o mais reputado, e que o
Sr. Midy escolhe o melhor, pois que
comp-a grande quant^dade. 2- Porque
as capsulas M dy constituem delgado en-
volucro, fendendo-se logo no estomago,
de sorte que a esencia passa rapidamen-
te para a urina. 3.- Porque cada capsu-
la Midy contem urna dose de Sndalo
msis forte que a maior parte das outras
capsulas. Quem deseja curar depressa
tem pois grande interese em verificar a
identidade do producto.
FBRICA" GAXtAS
Os abaixo assigoados
previnem a quem convier
que estao muaidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. jaiz
do commercio p^ra fazrem
apprehender oade fjrem
achados cigirro de outra
fabrica corn a maica coutra-
feita ou imi'a ladosseus ci-
garros, temo na raoitalha
D i
como no rotulo; e que
estao dispostos a proceder
contra quem expozer dilo
cigarros a venda, com todo
o rigor, de co aforas idaie
ccm as penas decretadas
por le.
Recfe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4* C
Petoral de Cambar
Cura de ama tosse violenta
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido.
Garlos de Alencar, major-fiscal do I* regi-
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas.
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Msicas de danca
Bellas waliias. polkas, quuJrilhas.
schotlch. etc. etc o que h de
melhor e cuais moderno de compo-
8 lores celebres.
PREALLE 4 C.
59Ra Barao da Vctoria-59
II
y
r,OMBEBC.lO
Bolea Commerclal de Peraam-
baco
COTA55E3 OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
Pracado Recife, 16 de Outubro de i8gs
CamDio eobre Louare a 90 fl|? 10 3(8 do Baoco DOJtcm.
0 presidente
ADiooio Marque* de AraorM.
0 secreta rio
Mjouel G. da Sila Pi.to.
Cambio
Os Baocos ebriram com taxa de 40 5,16 o-
bre Lindres a 9J d|?, bailando depois para 10
1,4. appareiendo poccaa tomadores e o negocio
tali8ado foi peqaena.
Em lefas pa'ti ul res flieram-se peqieuoe
negocios a 10 3|8.
Cotacoe de generes
Jfara o agricultor
AMOflf
Binas por 15Kilos. 3*700 a WOO
Branco. Mor 15 kilos 400 a 5*5 N
SomeQOS.lleoMdeui 3*200 a 3*5ou
Mascavado, dem. dem. "300 a M60(-
Brctos, dem, dem S*500 a 2*900
Algodi
Foi veadido a 13*50i) por lo k los.
alfool
Por pif-a de tO litros 218* nominal.
Aguardante
Por plp de 480 litros 12W ?enda.
Seceos salgados na base de II Uos 1*150 rlt
venda.
Verdes 630 ris, venia
Carnauba
Coia-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
Hel
Por 110*000 nominal.
limportaeo
Tarra Nova, laar irglez Emnlator, eit'ado
em 9 do corrate e cousigoado a J. Pater e
CJfflP-
Bace bao 2.036 ba-rlcas a 1,386 meias ditas
Ordem.
Montevideo, vapor no.-aegneose Njrd*. entra-
do em 10 do correte e jjasigoaio a Pereira
Caraeiro e comp.
Xirqae 4.C08 lardos a diversos. <
Portas do sal. vapor aacioaal Maraoba,
entrado em 12 do correte e consigiado a Pe-
reira Cirntire e comp.
Mercaduras 13 vo'omes '.ordem, 29 a E.
Kiotatlt.
Pellas 12 fardos a Rosebn k B-othe-s e C.
TdCidos 5 fardos a Gjoc1r Caoba e comp.,
10 a A- Maia e comp., 62 a Rodrigues Lima e
comp-, 5 a Borle e comp., 5 a A. S como., 1 a Joaqaim Goacalves e conp.,2 a J.
F. SoDrio.no, 10 a Rodrigues -de Carv.lnj e
Comp-
A TSICA CIRCUNCLUSA
Nao so se curar radicalmente median-!
le o uso do Peitoral de Anacahuita. lo-!
dos os casos ordinarios de tosse crnica, j
bronchitos, catarrhos, asthma, etc. mas!
sim tambem mesmo quando a molestia
!;ij.i atfetado seviamente os orgos da!
respiraco, seas progressos podem ee i
atulhar pelo espaco de anuos inteiros, e a
applicaco do remedio proporcionar um
alivio instantneo e indefinito.
Nao ha necessidade de abrigar ou tei
o menor receio relativamente aos seus
eQeitos, mesmo duraute os periodos mais
avancados de debilidade.
Na sua elaborada composico nao en-
tra opio, nem acido prussico. nem anti-
monio, nem nenhuma oulra droga nau-
seabunda, e sim lo smenle composto
preparado da exlracco dos suecos d' u-
raa arvoru balsmica do 31exico, a qual
pussueaspropriedadesas mais admira veis
9 curativas, e as suas curas sao rialmen-
te maravilhosas.
COMO GARANTA coulra as falsifica-
cOes observe-se bem que os nomes de
Lanman & Kem1? venham estampados
em leltras transparentes no papel do li-
vrinho que serve de involtorio a cada
garrafa.
Acha-s dee venda em todas as boticas
drogaras.
---------------.*.----------------
Advocado
O bacharcl Antonio Tolentino Rodri
gu-s Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
e;n seu escriptorio a Pn<,a 17 n. 79, dar
10 horas da manha as 4 da tardn.
Succ-du muitas vezea que as creancas
despertam am sobresalto, d-no gritos
agudos, mostrando se profundamente at-
terradas, solugando, symptoiaas, que de-
notam excitacao do systema nervoso, e
muitas vezes a existencia da vermes lam-
br coides, que podam determinar convul-
^0dS. Para evitar esta grave complica-
?ao, a afim da re.tabelecer a integridade
das funcjSas do organismo, *c inselham
os mdicos que se urescreva o uso Jo
Elixir Arjtin*rvo80 Polibromurado de Bau-
dry, que se pode encontrar em todos as
pharmacias da priuieira ordem.
{}
i
ii
Pianos
V certa-se e trora-se pianos.
PREALLE & C.
59-Rua Barao da Victoria-59


Peitoral de Cambar
Outra cura de bronchito
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um f-
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa en-
fermidade.
O agente Companhia de Drogas.
---------------s>
Capas impermeaveis
Para homem recebeu o
Aa Paradis des Darnos
Subdelegaeia da Graca >
No domingo ultimo deixoa o exercicio '
de subdelegado do 1.' dUtricto da Graa
o cidado Joe d'Arilla Biaencourt, em
cujo exercicio esteva bast-n'e tempo, dei-:
igreia matriz da Boa-Vata s 8 horasjXando o sem neDhum desaffaecto porque
a manha, no dia 19 o correte, pri-|8oubi distribuir justr;a a tod.8.
Dr. Antonio Jos da/ Costa
Rlbeiro
1.* ANNIVERSARIO
A familia do Dr. Antn o Jos da
Costa Ribeiro manda rezar missas na
ao
meiro anniversario do seu fallecimentc.
Recife, 15 da Outubro de 1895.
Dr. A Hyffino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tiga externa doa Hospitaes, laureado com
urna medalha de bronza d* Assistenia Pu-
blida, cirurgio parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nov* n.
19, 1* andar. Consnslta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgo* genitourinarios.
Residencia: ra do Barao de S. Borja 30.
---------------
As pessoas que sao obrigadas a viajar
frequent mente e aqaellas que nao podem
beber muito, deverZo substituir a agua
de alcatro por duas ou tres capsulas
Guyot no comeg > de cada reteicao, pois,
na verdade, ellas nao sao mais do que
Alcatro Guyot puro, no estado solido.
Est mais do que prova^o que com o uso
dessas capsulas desappar-ce a tosse em
poneos >ias, p r mais rebelde que seja.
Cada vidro conten 60 capsulas bran-
cas e e em todas ellas se acha impresso o
nome do inventor.
Para que o publico nao seja engaado
com qualquer falsificac&o das capsulas
ou d-i licor, elle dave exigir o endf reco :
19, ra Jacob, Pariz, em todos os vidros-
Graca15-10 -95.
A. R.
| Violiiitt* ;
9^ tnica agencia no norlt do Brazil
tiP da afamada fabrica D. Wolf.
&T PREALLE & i". ',
g^ 59-Rua Barao da Vctor a-59 ;
Dr. mues Coiutbra Clnica M?-
atco Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez deOlinda n. 64, 1." andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e crianc&s. Cbamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da toledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephonea. 387.
PREPr-BIVEL A TOiMS AS PREPA-
RA OES CONGENERES
TJniformid>tde P parag&o. il.' o remedio da maior cenfiac-
(. >i cel-bro (EmnlsS'i de SlOtt.
E' isto o q je dirs todos, m geral,
quaotoa tem feitn aso delta, a em partioj-
lar ao:. j'o do Presidente ca Companhia
Chinic '-IndustrieI,
c Atiesto qae a EmalaSa e oleo d li-
gado de baclho, proparada com hyp<.-s
litio p''\ to< de cal a a.dio, calos Sis. Suott
& Bi wae am prod- c*-o beca manipulado,
de eBUbtlidade a ooservaco astvis a da
grandes van'age s p.r* o a a qaa ae
prop8>-.
Eotre as prepara^Saa de oal a sodio c a
qae Be no augura com graDti*a m m
apreciavaU, d&o si t>fi*atauJO nunca da
formla qaa apreseotam teas aatoras, pois
qaa ecmera aampra o mesooo aspecto e
regalaridade de preparuySo proporcioDanao
dcsti modo, am gente seguro de cons-
tante acco therapeut'c tornando se por
isso, prtirivel a t>daa as preparai,58
oooge- ees, na applicxcto ^>iaa enterunda
dea m que ella empregada.
Rio de -Janeiro, 25 da Setembro de
1890.
Prjlo Barrete,
rea. da Compa. Chimico-Iudastrial.
FALLE
HYGI8NE DA BAHA
(Cpia^
Usando dasattrihanes que me sao con-
tentados comprovaodo a analyse e a licen-
5a concedida pelalnspectoria Geral de Hy-
gienf do Estado de P rnambuc, concedo
licenca ao Piarmaceutico Antn o Mar-
tiniano Veras para 1 xpor a venda neste
Estado c preparado denominado Cognac
Brazileiro da sua conteccSo. E, para!
c listar passou-se o presente que, pagos
os emolumentos e assignado, se registrar
para os devidos effeitos.
O inspector.
(Assignado) Eduardo G. Costa.
Secretaria da Inspectora de Hygiena
("a Bahia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Dr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4)400.
N. 2.872 Rs 5S000.
feridas pelo Regulamento San'tari > em vi-
gor e tendo em vista os documentos >pre-
(Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Bahia)
O fiel
(Assignado) V. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V do L. competente.
I. de H do E. Federado da Bahia, 12
de Julho de 1*95.
(A.ssignado) Dr. Murtis Barret .
}{
ii
*
I!
Msicas
Enorme a variado sortimento
msicas de Europa e America.
Msicas para canto, puno, fl la,
rabeca e todos os inslromeatos.
EncarrL'ga-sn du impressao de
sicas. _
PREALLE 4 C.
59 -Ra Baro da Vict ria -59
mu-
Duzia
Garrafa
255000
250
Peitoral de Cambar
Outra curn de couueluobe
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabele-
ceu-se promptamente com o uso do
Peitoralde Cambar, de Souza Soares.
0 agen'.S Companhia de Drogas-
}{ Realejo
J
Calzas de msicas saissas, o que
ha ii melhor nVsie genero.
PREALLE C.
59Pui Baranda Victoria59

i!
ii
i
Tepioca 30 eucp.ioos a C. Lima a
T.ooai 875 >mi< raJos aj director
puDlkas.
C.'Ujp.
das ob'S
Ro de Jaoeuo e escali, vapor portugus :J u
zeiru, eofado n ata II dJ correuia e cuas g-
oado a Loyj e Uoreira.
Ateite Ij brns a Auo-iin Fdrnaodes e comp,
*J a J. R. d Scun-
Aoiaaem 8 fadjs a Laya e F.lnos, 6 a H Fois-
ter ecorop.
Ba-r|-800 1 uversoi.
Caf 8 sa eos a f. i- Alves a comp.
Fui)" 215 vo.um* a teselo e cj.i.p.
F o 50 eaccos a C- re oand^s e Cjmp.
T ucioao iOJ b Trcd 10 lardos a Silveira e comp., 16 a L-
laia e como-, 23 R. de Ca>valQo e co up., 40
a Fcrrti-a l jiri^u-s h ;) ,p 20 a A. F-- 11.111
es e comp., 2 a A- Lipes e eufll*., 5 a MacOa-
O e Pereira.
Tjueis 10 a M. S. Uaia. 3) ordem.
X>rque 1, [arjo a orl-m.
Porlji da Ea-opa, vapor log ei Tauu:, eo-
radj em 27 do orren.e e cjus gjtdo a Atuariin
Irmaue e comr.
A noat a- 20 .0 u oes a dive-pos.
Drogas 16 vo u u-3,1 Faria Soor.atio e como.
Macn alsmos 5 volomes a Mjuo;1 dos Sitjs
Viiuja-
Meicad.riai caixas a Gimes de Mutoa Ir
maos, 4 o dem.
Provi.-ces 8 calzas ordem-
Q Ijoa 18 caizas a Gandes ds Araojo e V,-
lu .s, li aJ. BarhJSi de CrVlo.
Tcidoi 7 vo nme< a Olalo JarJim e comp..
3 a A. Lopes a conp 28 a Uicnadj e Pereira,
6 a A. Maia e Cjmp., 2 a AiDiao Amorim o
o up., 3 a R. de C rv-.Qj e comp., 4 a A. de
driito e comp, 8 a o- e-u, 4 a i. Mheos e
camp., 1 a Gflimaraas Bastos e comp., i a Mal-
ler e comp.
Carga de Vigo
Viab 45 barra a Panano ae Oliseira.Uaia.
eo
i 1.
liew-Yark, apor iagle Ranlr Prmce
fado ao dU 73 lo corate a coasigaado
Pater e comp.
Baooa 50 oarricas a C- L'mos e comp., 25
oraem, 100 a Joiquim Fe reir de CirvalOo e
comp.
Bombase perteace) 5 vilum s iH. J. Pe-
re^. 12 a J. A. Veiga e Camp.
Drogas II i-a:ia< a Ccmpauhla de Dogas.
Ferr^g-DsO 'olumes a vinva de M.njtl dos
Santos Viliaca.
Fi'inna de trigo 1,900 barricas i Companbia
de Paniflcacao.
Mercado'ias 3 volumes a Cardoto e Irjiao', 1
aC- C. Johnstjj.i a R. M. da Costa a comp-,
2 a ordem, 3 a Paiva Olivei-a e comp. 1 a .
. ttibeiro, 34 a I. N. da Fooseca.
ibxportaefto
Recire, 16 de Outubro de 1885
rara o exterior
No vapor ingles Scbolar, para Liverpool,
carregaram :
Loyo & sloreia, 600 saceos com 45,060 kilos
de assucar umcvado.
V. Seeseo, C0J accas cam 38,000 k.lo3 de
algoua i.
BlacKoran & C, 500 pceos com 33000 kilos
le c*roco* de algo 'Sj.
No vapor allega) Gj.b.ba, papa Bra*
neo, carregon :
V. S-esfto. 1500 coaros seceos pes nio...
(8 000 kilos.
Para Lisboa, carrevaram :
J. F. ae Almeiua, l.catzi con 12 kilos de
doce.
A. P. de Meneies, 116 caorjs ?e:cos salgados
petando 1392 k.los.
Para o Interior
"o vspor oacunal Saattlmo, para Porlo
Aiegre, car^eg^rm :
( A. irmaos 4 G tO pipas com 5.970 litros ce
axuoi.
Pa'a Santoj, carregaram :
J. i altar &, U, 50 pipas com 2i 000 litros 'Je
agurdenle.
Kirjioack & Granar, 20 pioas com 8 59/ litros
' aloool e 100 saceos com 6000 tos da assucar
b -a-.
P Caraeiro & C, 214 saceos com 12,840 kilos
de assocar braaco.
m vapor iaglez Braaw.ck, para o Pa',
carregaram :
L y 1 & Fbo, 102 barricas com 7.038 kilos
deassacar t> anco.
A- I-.naos C, 5J pipas com 23 500 1.tras
de ugurdeoie.
J. Lvate. 20 cairas com 160 litros de geabra
Para Csar, carregoo :
1 caiza com 50 kilos de mase de toante f8
barrls cam 1,680 litros de vlnbo de frocias.
No por uglez Paraeose, para o Para
carregoo : '
P. de Olivetra Mata, 75 barricas com 5 400
ti os de assocar branca.
Nofapor nacional Alagoas, para Mao'o*
C r.' A. -eroaodes C 10 barris com 870 litroc
de aguarden e e 39 barricas com 2 480 kilos de
asocar braceo-
i. T. Carrelro, 25 Darris com J.JOO litros de
agurdente e 15 ditos com l,3u5 ditas rio aicool
Pootoal & Oliveirs, 10 barris com 880 iitro
de agurdenle.
P. Plato & Ii, 125 barris com HOOO litros de
agoardeote
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71,1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto) a
qualqure hora, tblephonb n. 226
cidra, 120 ditas con 920 ditos de gme->-.:. 4
ditas com 48 ditos de cognac. > ba.*ns ci m 900
iiitos de vinagre, 5 calxa* rom 40 ditos de I or,
t barril e 5 caixas com 13J dos da viono de
(ro tas.
Na barcaca tLcSo, para S. Miguel, ca re-
gou :
J. S. Setzas, 0 caixis com 1,100 kos de
sebao
Na barcaca U-jma, para Cmara?.be
ca_rea-aui :
S. A. da Silva, 4 barrica* com 240 k'lo*
deca'.
C. Silva, 2 caizas com 30 kilos de cera eru
velas.
Na bar afia P.eoii, para. M.r-gogy.
carregaram :
Atevedo & C, 5 000 cigarros.
S. da Figueira & C, I barrica com 69 kilos
de a^su 'ar braceo, 5 caixas com ti kilos de
aabSo, 1 dita com 8 litros de genebra a 0.1 u
cigarros.
Na harcaga F. Socledade, para Maman-
go^ps, carregaram :
M. A. de Sea &. C, 2 barricas com 110 kilos
de asacar -eboado.
Na barcaca PbOiz., para Mar?gogy, car-
regaram :
D. Rodrigues, 50 caizas com 1150 kilos de
sabio.
. M. de Almeida 1 caiza com 23 kilos de
aabie.
a barcafii Itajaby*, para Parabiba, car*
regaram":
B. Smico & C, 2 caizas com 60 kilos de
perfumaras.
a barcaca Paragaassu', para Parabiba,
carregaram :
L. Ferreira & C, 148 caizas com 3,'.0i kilos
de sanfto.
C. Fernandes & C, 12 cajzas com 174 kilos
de cera em velas.
Readlneatos publico-
Mez de Oatobro de 1895
Alfandega
Peitoral de Cambar
curas le* tosse
Outras
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico.
Sr. Ernesto Fernandes .de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermidades das vias respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares
O agente Companhia de Drogas.
Renda geral :
Do dia 1 a 15
dem de 16*
Hovlment do porto
Ni7ios entrados no dia 16
Rio de Janeiro5 aia>, vapor mries R'onswi-
ck, de 977 lonrUdas, eq;ipagem 30, com
m*noaute Jeo'g B'cw e, ranra varios geae-
r 3avan,ab-47 dia-, lugar n^ei Cosme, rte
385 louela-iap, equii-ige-ji 9 com man ia ute J-
Ma Uraf, car^a varioi tetero*; a Foaseca &
[ratos.
H iuaD3ro61 dif 8. oitacho aem&o taris vnn
Oideodorn,. rt- 163 toneladas, -qoipageni 7,
lonmaaddaie M. Voss. carg* varias geoeros ;
a Joao i' A|u:no Fauseca
Ntvio-4 natii ios no me^mo dia
Mibile-Bana nrueguease Mad, caiio i.
A. Nilut-n ; em lastro.
I Jlaterra Lar i ig'ez Drw o, capitao A.
Tooroat; Ca'ga va ios geueru.
uari h'i-i e escalaVjpor itclra Biuntwch,
cmuiaadaote Jeorge BrtW ie ; carga varios
Ceaeros.
Mercada naurip de s. los
0 movimeiito deste marcado no dia lo de Oslo
aro 'ol o segointe *
Entre rsm :
Renda
Do da 1
do Estado
928:523*380
69 663*700
-------------- 99i:18'C80
a 15
dem de 16
90.506*185
13072*483
. Hibeiro, 34 a I. N. da Poaseca. | P. de Oliveira Mal?, 5) barricas com 3 OJO
Mmeria 40 caizai a C. Lamoi a comp., 100 .kilos ae assocar braoco a 6 ditas com 300 dos
Joaquina Farreca de Cirfalbo e comp. de dito retiando.
Miobnismos 1 calza a Laorino'Felj de Melle.
Ol o 20 Birria a Lopes a Araojo
Papal 3 caizai a Ramiro M. da Cosa a comp.
Rebglos 5 ca z s a David G. Ribeiro,
Tecidub 4 valames a Gauc.lvcs Cuaba a
C0i"p.
Tjj'.iniic 10 barrio a C. Lomos e comp., 15
a 5 calzas a Lopes A'beiro a romp.
Vidros 3 barricas a A- de Carvalbo e comp.
Vdo:ipede81 cuza a Ramiro M. da Cosa.
Porto* do so!, vapor iogles Clydet, entrado
am 13 do cor-eots e cdosigoado a Amorim I-
maos a como:
Xirqu 364 fa-das a Jos Baltar e comp., 559
M.S. Mala, 061 aos cjoslgo tario--.
Somma total
103:578*668
1.101:765*748
F. Rodrigues & C 5 barrls con 425 litros de
agoardeote a 15 carneas com 800 kilos de asso-
car braceo.
no vapor n.Cioasi Uaa, para Mace6
carr g am : '
E. Smico & C, 1 caiza com 20 silos de par*
faaanas.
No niate Adelina, Dar* Natal, carraza-
rara :
C. Pinto & C, 22 c&izas e 10 garrafas*
300 II.ros de geaeora.
Olivara & C, 22 soarricas com 1477 kilos de
ausao.-ar refinado.
Na barcaca Paragoaasn', para Parablbi,
carregaram :
C. Plato C 70 calzas coto 630 lit ros de
com
1* saaeao da Aifandega de Parnambuco, 16
da OotaDro de 1885.
O ebefa da saccao
L. F. Codecera.
O tbeaonreiro
Lois Manoel R. Valeaea.
RECEBEOORIA
0j dia 1 a 15
dem de 16
DO ESTADO
141.381**58
12:684*988
155 068*746
48 nois pasando 9,873 kilos
415 kilos de peize a 20 rs.
3 comparl. com mariscosa 100 *s.
5 ditos com camurdes too rs.
26 1/2 columnas a 600 rs.
2 cargas com galliabas a 500 rs.
6 cjssases com ga;liri*>as a 300 rs.
1 carga Com ameaJoim a 300
9 orgs com batu'.as a 300 rs.
1 carga coji macactieiras a 300 r?.
1 cargas eos csboliabp a 300 rs.
2 cargas com 2d.-imuoi a 300 ia.
15 cargas com verdoras a 300 rs.
1 carga com canaa a 300 rs.
3 cargr-s com laraa-as a 300 rs.
i cargas com iobame a 300
1 cargas com loncas a 30 rs.
2 cargas cote Cm-sis a 300 rs
18 cargas com IsrM-.z z 200 rs.
8 cargas com railho seeco a 200 rs.
i cargas cm feio a 200 rs.
81 laga.es a 200 s.J
16 Sainos i 200 rr.
12 comp. com saine!roa a !*000
9 comp. com aGt.i'ut a "00 rs.
8 comp. ccm fressaraaa W -s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
76 comp. com fazendas a 600 rs.
49 com:. com verduras a 309 rs
92 comp. com (arlaba a 400 rs.
56 comp. wa tal bes a 2*000
8>300
*300
*5.W
15*600
liioo
1*8 0
*300
2700
*309
*3)0
460
4S500
*;00
*9J0
*3 1
*JO0
6)0
3*600
l*
nii
140)
16*200
320'J
12*000
6/3 W
4*800
23*800
45*600
.14*70.)
36800
112*000
Peitoral de Cambar
Cura do tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
O AGENTECompanhia de Drogas
% Instrumentos
UT Crande sortiu.enlo de nsiruraentos
Vi para banda marcial da iraporlaiite
ffabri a Uautrot Aine & G.
PRE-XLLE AC.
59-Rua Baro da Victoria-59
:^ftrWirV J&J*iU*JSiSis,
Cirur jiao dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiSo
dentista, abri seu consultorio na ra
Nova n. 19. Io andar.
Nao lia meio mus refrigerante e certo
d'evita- os 1 geiros iucommudos que abun-
dam n'is paizes quintes como respirar o
Exetracto do Kinanga do Japio (Je Ri-
g^ud (S C, que acalma o calor suffjcante
eas vigilias *0 tlieatro, e a l:geira agita-
cao que pruriuzoin os bailes, e que ao
inetme tempo uia titulo de bjmgostoe
de distincco.
*---------------1
Peitoral de Cambar
Curo de brnnckitc chornico
Tenho a satisfago de declarar que
soffrendo ha 4 annos de urna bronchite,
que me trazia a maior parte do tem-
po no leito, e, usando o abenfoado
Peitoral de Cambar de Souza Soares,
apenas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado,(Firma reco-
nhecida) Silvir.o Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Nacional do Rio do Janeiro.)
O agente-Companhia de Drogas.
Ao publico
Tendo sahido s 7 horasda anoi d ta 11 do correte, d casa de minha re-
sidencia a Rua Direita n. 40, 2.- andar,
a menor de u me Etepliania, vestida de
roupa nova de chi'a es;ura, e como nao
sei onde se acha, rogo, portanto, a quem
souber o fav r de communic r-me, afim
da eu poder avisar a familia da meama.
Recife, 12 de Outubro de 1895.
y os Marta Filho.
Elixir II. Uorato
Tomei o El xir M. Uorato preparado
dor D. Carlos, r estu bom completamente
Aj
ra-
das erapigens que me perseguiam.
decendo.
Sou etc. etc.
S. Paulo.
Jos A Ivs Marquee.
Deposito em Pernambuco Comp. de
Drog-as e Productos Ciiimicos.
Randlnunto des das 1 a 14
.Jrecos do dta:
Carne verde de 200 a 1*000 rs. o
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca'oeiro de 1*200 a 1*300 dem.
PariDba de 800 a 1*400 rs. a caa.
Milbo de 600 a 1*090 rs. a car:.
Feao ce 1*400 a 2*000 a caa.
32(1*200
4.488*800
4.80D*OiO
Uto.
Do dia 1 a
RECIFE DRAINA6B
15
dem de 16
avies esperado
Dr> Rio de J neiro
40:03!*786 Lagar porlogRez Nava Uu a.
700*032 Barca porlagaeza Alluoci.
--------------- De Pelo las
40:752*818' Palrcho ooraegaeose Eioar.
PaUcho Daciouai Jayme.
Ua Porto
P.it.uli 1 nacional 11 -.-.
Paiacno "raeyaMie* RjJolrbo.
iJ.-ifjur- pur(ugu-rs Virsiro.
De Cardiff
B:.rca noruegnfrs-! H.re ii,
jrr.a norae*U':ns Lyra.
riarca ooro^Ruese X sia.
Barca noroeiBi'osr. inei.
ifarca inlea E> r.,..
B rea f-uncesa A-nompition,
Barca nornegoenfe Sala.
Oarca norD<-goeus Aanga.
e Haujoargo
Barca allema Eluaoeib r.t.wens
Briuae lit-mao O o Grat zu Sl^lberg.
B.-igoe aliemo Jubano.
Pdtocno aliemo Mane voo Oldendorp
De Vnrut'1,
Barca noro'gocnse ,VJir.
De Londres
Br'gaesaeco F.-il.
Lu^ar ingll FaQOT.
Piew Yo k
Barca nacional V'Cwri.
De Liverpool
Brlgae iaglez Micna<.l Buzeolsea.
Barca n^lea Corlefia.
De Swaosea
Barca noraegoense Guaran.
Ce Terra Nova
Lugar inglez Emolator.
Tapores a entrar
Mez de Outubro
1, pjsa, do .ul.a 17.
GuaDjba, do s;i, a 47.
Bebenbe, do sol, a 17.
Dioube, da Earop*. a 17.
>Pafaoagua>. da Eoropa a l7.
Porlo Alegre*, da Europa, a 17.
Corsean, da Earnpa,a 20.
cPragaase*, d Earooa, a 20.
S. Sil vado:, do norte, a 21.
Aiauoas, do sal a 26.
S, Francisco, do sal. a 27.
Magdalena, no sol, a 27.
OnnJa, no norie, a 29.
Tbamee, da Europa, a 30.
<
Vapores* i abf
' j, Mez de Outubro
BatTiO Aj'ff ea:., DanoOp, 17, s 2 boras,;
Siie e esc 'Paraiagua 19 ;i' 3 boras.
Bioe eic, 3.Savt/'Ja-,2', 5 boras.
Maa3 Soaigimpton e e -.,i/1 laieaa,27, s 42bora
Rio e esc, Oiioda. 29, ir 5 bu-as.
B-ieacs Ay.-es e esc, Tbjuies, 39 s 2 bens
COMPANHIA
E SEGUROS CONTRA FOGO
M>VVVUEIV\
De Londres e Aberdeen
Posi^ao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos acolmillados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas > 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William &, O
; 1
i

K.
WBB. I
w.



**~
Diario de Peroambaco Qaiiita-feira 11 de Oatabro de g5
KDITAES
*"
Edital d. 36
3 [) re tjrU <** S 't ei.ru du Jasifca Nago.
dos lu er.orea e I .suaccao Pub loa d. Balado ae
Percaaiou-p, pib 5 le Ojtuoro de 18J5.
Para e'ti^) '" 0[D oiembro do eoose.
ido literario
Faco aab r 03 ..roteriso.-es em disp^Bibillda.
nn aae oor foca (e dec eo do Or. eo-eroador
5oEadPo aeb S-temoro de 183, devea.
na for a oo rl. 24 i lo rego'ame.oto de 18 de
lanero de {888. reineiter a es a directora at o
da 14 de Nvemnro prximo viodouio, oa seoa
votos para a eleicS) de om memoro do Cooselbo
Liiterario. que represente a cUsse.
Oa votos s poJeraj recan- em algom fiei
nomea mfra escriptos, de p-ofessores daa cioco
Irepoeiaa aacpua', ttoM eai cffijn que traga
no enderece o seguale: p*r> eieic&o de om
menbro jo Cooselbo L" ter.ro.
Relaco do3 prof.a-ores eui di-poolbilidaie so.
Ore os qaas deve recinir a eleic&o a qoe se
refere o edital cima :
HarnHino Eli*eu da S Iva Uaaeca.
Jjo L-n lelmo Darnellas Cima*?.
Benjamn Coii.-ti-.it da Caoba Salles.
Sebastian Brimio.
Maooel M'rinbo Cavalean e da Albuqojrqae.
Flix Vaiois Cortte.
] aldor M "intio -esar.
Joic Jos R bur.
CattiQo Frao-is-o Du-a-a.
O director,
p.-tippa de Fmaeiroa F. S;b:iobo
Secretara da Industria
l Directora
Edital
Em (1 de uutabro de 1893.
De ord ra da Ur. secelario oleri >o torunda je tom o oaio no ar. 9* do recala-
mea'.o expedido em 5 d 4tosio uiuino pr>
execre-So Ja I-i i. U3 de 15 de Janbo do co rea
te ano.', fa.o pubiur, a q jem luie-easar possa o
tbeor < corontl Joaquim Maximino Pereira Vnooa sol
Citau lo auxilio d Estado para a fundagao de
utua u daac, tituad no roo'r.cipio de JaDoa ao e o ex-
tracto dos documentos qoe a tuesma tcompa-
nbam.
u directcr eral,
J jf. j i.i K-oe ro a Cauca.
Petic&i a que ae refere o eiital srora
Iilm.ExJi. Sr. D\ Secretario dos ivgocios da
luduatria du Estado de Pe-aamrooo
O coronel Joaqoim Maximino Pereira Vuooa,
cidado o.-auleirc, residente no municipio dr
Jaboa-, usando aa [cudale ronferMa pelos
decreosde 15 de Ou uoro de 1690 e 31 de Ja
eiro oe 1895, era r.qierer V. Esc. qoe se
digne cooceder-lne o auxilio oe que tratan os
meamos decreUM com o augmeoto oa le da zi
de Joano do corrent- anno. para que possa fuo-
dar urna usioa de (aDri.a- assicar e aicool no
engeotio Peieiras, oeste municipio, urna ves ue
a usina p-ojec.ada esta naa coodices daqaella
Dltima ie', porquaoto Dao f lem caoaeidade
provavvl para p-oduxir oiariam-oie K)0 ?a'-ccs
de assucar de 75kiog-ammas cada um e 6 pi-
pas de aicool de 480 litro cada urna, coi.o tam-
bem p-ecisa de mais d*- 10 k lomeir^a oe estra-
da de ferro pa-a o 3eu aeri\;o. como tuio se ve-
rilea d is oocumentOi ora ayre entados.
O supplicaaie esti pofUn o, nabihlado ao8
favote.i nos aria. 1 e aa rel^'i-ia le. por issj
que peio prim-iro dus meotiondos artigos, po-
dera o auxilio de qoe liatam oa oecreoa j cita-
dos, quanoo aa oR'naa tiv^rem capacliad pira
proJuir 100 a 150 saceos de aasucar de 7 kilo-
graiuiiH caa um e 4 pipas de aicool de 4S0 li-
tros cala ira. e pr-cisareai pira o seo 8*rvico
de mala de 10 kilmetros de airada de ferro, ser
augmemal pelo gov^rno do E-taioat qoinneo-
os conloa de ria 503:000*0JO), qoaodo o cam
bio estiver aDaixo oet3 diuue.rus sterlinos p>r
mil ria, comj su-c-de actoalmeote; oelo arl.
2o e-te auxilio ser aoainiado na razio de
ce'm co-itoa de r s (tOO.OOOOO)), por fO saceos
de assu-.ar que acc-acerai.
A vista doexpo io e mala anda atteodenlo-
se a capacidade dos apparelhos eocommendadis.
do:u:ueatos numero, de eeperer que V. Exc.
ge digne coon"" ao suppUcaote o auxilio pedi-
do de ria 600 003*00) (aeisceotsa conloa de
xi'), com aa ciaaioiua sto.
Pede deferlmento
E. R. H.
Eageobo Perei'a, 2 de Ou ubro de 1895.
Joaqom Maximino Pereira Viano*.
Extracto doa documentoa a qua 89 refjre a pe.
t cao snpra
Dcc o. 1
pTEaifiptara de venia do eigeobo da faxer as.
su;ar deuomioado Fioretti do municipio de
Jaboatftj, moenl a oren e com iodo os s-^os
Menetlios qa^ fax D. ftore de JesoaCoelno
de Souza Leii ao toronel Jo qu m Maximino
Perei-a Viaoai.
Do<\ d 2
Reconbecimsnto sralgave dos limites das ter.
raa io engenao Pereiraa com os seoa confron-
tantes Florala, Pintos e ouos entre os pro-
prietarios coronel Joaq im Maximino Pereira
Viaona e sua muluer, e coronel Nameriano Bir.
bo3ada Silva e oatroa.
Doc. n. 3
Jrist'flcacSo ciel requcida pt'o coronel Joa-
qom Maximino Perer* Vianna e da qnal reaul
la que o engendo Pjrei'aa oe aoa exclusiva
proprielale.
De c. 4
CertidSo "o accooao p-of.rido nos autos de
Djc o. 14
Certidao do secretario da p efe1 ira moni-ipai
de j.boa ao -t estn io nao *a aeo^r. prsenle
mente, o coronel Joaqaim Maximino Pere'.ra
Vianoa 'eapvitiaavel par cuid a l-xeuda munici
pal por mpo l> algas rola ivo ao egeuho Pe-
tira de eua propnedade.
Doc. os. 15 e 16
Ooaa ceriic6:s dos e*Cihftis ('aa collectorlaa
das rendas ee,*aea e esta ioae* de JaboalSo a'tps
lando nao ser o c re I Joaqo'ffl Miximi o Pe
reir Viaoa a rea a ante de imoott>s em ter
se oengado corno fladi r a*a eceiro e be n rssim
D8) se acbar o sea engenho pe eir resoon8a*
vei nem dever a f te ida ge al ou do E-tado.
Djc. r. 17
te'tldio do ili:ial do registro geral das bypo-
ibecaa ae Janoatt.i. att^stando nao coos'ar doa
livres compete ites a ranacripgio do ntjlo de
adqoi icao do eogenbo Fioresu de propnedade
do Corooel Joaqaim M-imioo Pereira Viaooa
D; 0. 7
DedaraiS) do rgimen dd casa ..enlo do CO'C-
nel Jodqom Maxiuino Pprei-;. Vsqoj e D. Ma-
ra da Gooceico Pereira Vuna*.
D,c. n. 18
Procuracao bia'ante passada pe o coronel Joa-
qom Maximino Pe-eira Viacoa ao *en filio te-
oeote coronel Jos MiXimioo Pe-tlra Viaona
pa-a reqaerer ao go?eroo du E t-> o o auxilio
pi'a a fundajo de ama usina que p-rteode
moutar lo eogeobn P;'e:ras de sja proprielale
D;c. o. 50
0-(amento d*s p. s .* e m;enn-s de am ao-
arel, o de vuai e tn !"" Bfr--i o para pronoxir
20) saceos oe aseocir ce 73 kilos iaia om em
24 boras e urna dutidaria pa a pioaa de alcoc|
oo meamo lempo.
Dot: !). 21
P.int.i da osini a ft-r emuitrwi*
Secretaria da iniij-
tria
Ia directoria
Em 9 de Uutubro de 1895
EDITAL
De crdem do Dr. Secretar'o interino e
He conformidade ou o dissoato no art.
9 do Regalameato exoedido em 5 de
Agnato ult'mo para ixaig'o da Le n.
113 de 25 de Jir.h > ao corrate sano,
fai; i publico para cinhesimeoto d >s inte-
ressadoa o tbeor dsa petic,oes dirigidos
a esta Secretaria pelo Colmel Manoel do
as ivaeoto Viein c*a Jonbt, aolicitando
o auxilio do Est-da para a fjadafSo de
ama asina no Eogenbo Araripe do Meio,
no municipio de Ignar. s e o extracto
dos docamentoa qoe aoompanham as mea
mas peticSes.
O diren^or-geral,
JoSo Dinia Ribeir> da uuli.
Peti^oes a que se refere o
eiital supra
i.
Exm. Sr. l)r. Seoreta-io da Iadostr a.
O Co.-onel Manoel do Nascimento Vib-
ra da Cuaba, proprietsrio ao Engenbo
Ar ripe ao Meio, o de Jgo.-
rassu', como trova com o titulo junto e
au legitima e legal aoqaiaiu&o, o qual
est livre e deaembaragado de toao e
qualque wm real e passoal, e teve du
anno de 1874 a aViliacio de setenta e
cinco ooD'oa de rea (75.0005000), no
inventario a qua se^rjeedeu pelo juizo
da OrphSo daquello m-imo municipio,
como prov-t o documento junto, ep ch
em que as propriedadsa agroolaa eatavam
depreciadas sendo conaoqaente que de
presante tem o r-aferido eogeoho o alor
da usntj e qaarenta oontos de reis
(UO.OUflOOO), em vista dos co-traotos de
ven'a qne se tem verie-d) de propne-
daaes em co^digBes interioren, vasn re-
qaerer a V. Fxc. .,ae ae digoe de col-
ceder-'be o aaxiho de tre*entoB o Bteot.-.
e cincj 300..S de reis (375 OOO00 ), em
apo ic-.a ao juro de sete pr cento ( ,),
ao anno e ao par, ae cooformidade com
os Decr >tos do 15 da Outubro de 13 0 e
de 31 de Janeiro de 1891 o le o. 25 de
9 aa Desembro drsae ultimo anoo, para
fuodacBo de ama g a jde usina, oon des-
tino ao fabrico de assusar e aicool naqnelle
engenb'-, cot capseidade b'iperior a dc-
aeatoa s.ccos coai assucar de setenta e
cinco kilogrammas cada um, dianarre 'tu e
quatro pipas de alcocl.
contrastados para furnteimentos ae canosa
Uaioa o qae cooatam do contracto junto,
tem extensao euflBciente p^ra assegurar a
Usina projectad i e fabrico su ^er;or ao exi
gido pelo Decret)s de 15 de Uutubro ae
1890 o de 31 de Jaoei.o de 1891 e le n.
25 de 9 de Deeembro dease ultimo
anoo, visto como os engenbos a que se
prei-.iscao da m eda papel, loo que fosse punli.
c*da a le n:\H3 que se discuta no ongreaso
uVat E-ian,tQue to fabiamenie ro-nprebendeo
a OKceasidadu ae aogientar o auxil o que prea-
uvam as mspsi^Oes anteriores com o flu de
torear o agrUoltor em condicgOes mis favora-
veis para no4er promover e desenvolver a soa
ioaaalria, concorreado para aogmeoio da riqaexa
puonca.
S, peqoe leoba sido promulgada a mesma le,
que eocoiitrou saurcao do Exm. Sr. Dr. Gover-
oador do Estado, qae lauto se na esforcado para
coiiocar este Estaoo em gra de prosperldade a
que lem direuo, pela riquei de seo slo nao
aproveltaao nela es:asctz de recorsoa da rnaiu-
ra do* propietarios agrcolas, em, aaimndo
pela xcquieaceociafeoopre louvavel qoe m-receo
do Govemo. n a lo do C>ogr,so ja ahondo, re-
qoerer a V. Ex. qae se digoe de concedei-lbe o
auxilio n>- pisemos cootos de res...........
(60G:OO)JO30;, de accd'do com a le citada em
vei de irer.ei.ts e selenti e cioco co.Io de res
(375:000X003,', obrl2*Dd>-se o S'ipplicao'.e a fa-
D'icar dlsrlameme to* tilos sucios de assocar
as coidie^oes ja r fe idas e qoairo pipas de ai-
cool.
Ese aox'llo esta de aecrodo Con a le 0. 113
de 23 de Juob Ando a qual p-enta no a'tigo 1
o auxilio de qalDbenioa conloa de ria.........
OJ.O OJl-O.'), para o f-b-i o diario de cem sac-
eos de assucar, cojo lUxtlio, seeondo o artito 2
da meara le, ancmeota na rata) oe cem contos
de r;s (100:00J'000), para Cida c.aeoeuta sac-
eos q ie augmeo ar.
Em viata do expos'o o punp|j jaetica de, sen pedido, p>d.' a V. Sxc. que se
digie de mandar q>e aej^ aprsente peiiSi>
jinta a qoe dirigi a V. Exc. di-idameote doco-
a entads, a qual se acba na Secretaria de qoe
V. Es'-, oigiio cntfe \>-T> qu- se sirva d alten-
dei-o de coofoimnaie com eeae novo pedido.
Prde a V. Exi. deferlui-nt.
Relie, 11 de Jolbo de 189S.
M.n rl do NaKClmentu Vleira da Cooba.
Exirado dos docoaentoa a que ee referem as
pelicOee supra?.
Doc. o. 1
coadjavarem n'o, reparando e aooeiando t Marlmo Marques F^rei-t
rtaas propriedades. afim de qae apre- Jaaoei Moreira d-Soo*a
.___ ... ..?. iMaaoel Joiqlm Per^iri Jaolor
u
as
sentem o acoeio, e zplendor, que de-em p-dra Ff
te-, em da de tita saudusas recordayoat, 1 Al erto Marqae' da Rorba
estabeleoimentos desia ordem. I Aiionio Lopes B-asa Jnior
Aesim tambem avisa aoa mmmMinU-'^^^^il^l^fi^t.
.....jn. ._____?, AMbnrde fiarroa Faltao de La-
ressados que taea reparos e assentamento : ce.la
de podras, a serSo admiasiveis at o da.Caet^no Marques.
29 do oorrente, viudo os encarregados ore- : F'sncisco I^neiiss Lopes
c-samente aater sados. I ******" fonsec.
a / "-. iGildino Emiliano de Jssus
A ornamentagSo das catacumbas e ta- jC,1B)a, pe(iro Bjrreto de Mello R?.
malos poder ter romeej oa tarda do dia g
1., aeodo prohibidas oruamentsc3ea, coja
collooacSo damonifiqae as oataoambas.
O admioirtrador,
Ascncio Minervin-j Meira de Vas-
coccelo8.
caria tesieaoonaiel. viudos do jo.x de dlreit, contrato, silo tambdm de
de J baato. em qu eio parle?, aggravao b o **v, ...
Dr SDnb-ouio E. oa Pai Portella eaggrVido o sabilo valor e de ierreioi em -guald-de
I de conJ;8ai desticals ao plaotio
coronel Joaqom Maximino Pe-Mra Viaooi.
Djcs. ds. 5, 6 j 7
T'ex coitracos na'a fjrnecim^nio de cinaaa
a usina que pr-teo- fuma: o coreoel Joiquim
Maxi uoo Pereira Vianna no enfeabo Pe-erae
de sua propriedade celeb-adoa con oa propie-
tarios, co prop-ietari)8 e reo'ei O dos enge-
DOOsPores.a, Mitto-li-o^so e Pijioa iodos si-
toados qj mu n 'i o le J tnoatSo.
Do-, u. 8
Abnxo ase'g"alo dos fornceior-s de r.ann>s
z nrijo-tada u-ioa obrigaodv-3e a fornecer 5 \
de leub pelo p.-eco que paramas denaia o^ioaa
oc. o. 9
CertHSo do official do Registro Geral das Hy.
potbe:.s de JaOoai) atlesvando na" t^r o enge.
nboPeroirn.de orop'ieade do coronel Joa.
quira Maximioo Parelra Viaona las-Tipcao al-
garas de hypatbeca para garaitia da8 rendas do
eogenni Piatoa no ultimo arrendamenio que
tendo Cj 'ipcado em Mua de 1893, tem de An-
dar e Maio e 1896.
Djc n. 10
Daa.' Ci'tidoes doa ssenves do civel.com-
mercio, crpbo?, p-ovolorlae ex-focfi's ae Ja-
i/oatao aites'audo nao constar de seos carinos :
{a a ex otencia de peobora, embargo oa seqsei.
tro de a^cSo oo exer.agao que leoba por ooi-cto
O eogaibo Pereiras do me o cofooel Jjaqaim Maximino Pjreira Viaona,
sea p-oprieurio, tutor oa carador de orpnaos,
iolerdicto?, aoseniKS oo beranjas jacentee, nem
ae acbar sujelto a alguma oOngaQo reanitote
de q-jae^qoer desses cargos ; Z* ser o mcsaio
corouel t 18SJ coalas a presta--, nem oorigac5)8 resallan,
les de tal incombeacis.
Docs. os. 11, 12 e 13
E-crip'ora de venia que fax D. Mina dos San-
toa Vleira da i.u iu.i da par e qoe possoe oo Eo.
ge h : ir,i loe do Meio do Municipio de Lu-
rasf -o coron l Manoel do Naccimeolo Vielra
da Calina.
Doc. D. i
Escriptu'a de venda qua fi* o Dr. E-yjio oa
Cnnna -e Moraes PmOeiro e sua mulr.er D. An-
orna Viei'a de Moaes Piobe'o oe orna par e
qoe Dossoera no E n>e'ibo Araos do Meio do
Munici io ae Iu noel do Nascimento Viera da Conba.
Doc. o. 3
CertidSo do formal de partbas dos aut is de
ioveaiarin orocedido oelo fallecimento de D.
Maru d s Neves Carneira da unti i, passada
pelo { ao< lilao do publico, ulicial e nola e
escriva orivaiivo re orptiioa e auaeote do Mu-
nicipio oe Iguarasr.
Doc. o. 4
Tre attestadoa do prefeito do municipio de
Jaboatao declarando :
1 Q :e o engeono Pereiras de propriedade do
coron:l Joaqaim Maximino Periira Viaona, es-
t ea couditOes de oelie collocar.ae orna usiaa
para fabrico de asaocar e aicool ;
2* Qie osterrenoa do mesmo eogenbo e feos
vlsinoos preaiam-se ao planto da caoos, ens-
ilado aellea maltas e agua sofH :leotes ao mea
B>o eneenao.
3- Qae como o-neciaieoJD dos engeobes
Pintos e Ftoregta lem capaildade para prodoxir
de 153 a 290 sacos de asacar dianameote e d
4 a 6 pipas de aicool. .
4* Qae a usina que ae pretende fundar em oa a
canoa.
O snpplioante nada devj a Faserda
Goral Estada! oa Manicipa1 ; r.?o tem
neobjm* obnga^ao cootrabida pa-a com
terceiro ; o sea ecgiuho n5o eit sejeitu
t penhora, arr marcado por acardo j ligado por tenteLCi,
e finalmente, o supp tette casado pelo
re-gimento da commuobit de beoo, como
tambem prtv o documento jauto, por
isso nenbam ooas proveniente de dote ou
contracto antenupcial grava o mismo eu-
genbo.
Em taes c ndicSes se considera o sap
plicaote habilitado a o'uter o favor que
solicita, mixime quar.do, como tamb.m
pro/a, a empreaa projeotada o5o prejadi-
ca a nenhuma out.a auxiliada ou nao ; e
por isso espera qoe V. Exc. se dirur
de attendel-o.
O scpplicaote antes da assigoaBura do
contracto resoltante da conoessSo que
pede, apresentar a planta do local das
obras que pretende corstrair, sendo esse
o documento anico qao deixa de exhibir
agora.
Esperando ser attendido o sppplicante
P. a V. Exot defirimento
Recife, 26 de Janbo de 1895.
Manoel do Nascimento Vieira da Cunh*'
Exc. S' Dr. Secretsro da IatostMa
0 Corooel Manoel oo Nssctmeolo Vieir> ds
Caoba, propmtarlo do eogenbo. Araripe d&Meu,
o municipio de Igoaras>, teodo reqaerido a
V Es o auxilio oe U- seoo-s e setenta e ciueo
co'oioa^'de res (375:000^0), em apocea ao
joro de te.e por ceuio (7 /.), ao aooo anno nos
rmes do Decreto de 15 d Oatooro oe 1890 e
de 31 de J.nelro de 1891 e le o. J5 de 9 de De-
iemb'0 u'esse ultimo anno pa a a foedacao de
ama usina n'aquelle eogenbo. orlgandce ao
tinrico diario de doxeotos saceos com assucar de
Mtieulae cin;o kilogrammas cada orne qo.lro
oioaa de aicool, agoardava.se o Bupplicaue para
p, dr o aogmeuto o'ease auxlio, por oio ser
Tr. s'ado do aotoameo'n da pet 5 > do coronel
M nor do N-acim-OiO Vici-a da CuiO e sui
mulner em que reqoe-e' a homologarlo da
dfmarc-.go amigivel p-oeiida eotre o Eoge-
nbo A'a-ipe do Me o de qoe sao proDrietaMos e
oa filennos limi.ropnea A-aripe de Cima, Ara
npe oe Biixo, Cab, Tnumpiante elapirema
le Cima.
Doc Q. o e 6
Dj08 a', es'adoa do Coacelbo Municipal de
Igaa-asr e do P.efeitodo mesmo Municipio, de-
c aranno : 1 qoe o Engenoo Araripe 10 Meio,
de orupnedade do coronel Maool do Niscunen-
o Vivir
-i.lli i-'ite-" pa a a (uadagao de urna asina, ga-
raaiiudo po- ai s o fan'ico diario de 100 eac-
caa de assucar se 75 kilogranumus e 4 pipa-
com aiccol oe 480 ht-.s cada urna ; 2 que a
usina que o m -s no preiende fond-r ao referido
eogeono oao orejunic a Umob Coelbc, jt exis
i^fitf, vi-to nio tierem fornecelorrs iia oi^sma o*
Eog-ubos inlica ios p-do supplicaule ; 3o Anal
mente qae tendo a U para o f^Dricu diario de 300 saceos com aesocar
p e g raoiir es-" fab iou leo io como foroece-
do ea de ca mas aPm do enieobo de sua snua-
cao mala os Enxeoboa A'ar pe de Baixo, Ar^-
r.pfe de Cima, Cab e Piedade.
Doc. o. 7
Escrip ura de contracto para foroecimeofo d"
cannaa a s oa qoe iretende fundar o coronel
Uaooel do Natcimenio Vi-i-a da CooOa no Eo-
eoho Ararme do Meio de su D-opriedade, fello
entre o i3aaj de l'.apis ama e Jlo Olympio de
Aibertim.
Do.uxeclo o. 8
Certa io do efficial do regislro de bypo-
tbecaa du muoictpij de Uoarassu ai'.eun-
do uo coust r dos livros competentes a t'aos-
cnpcj de litlo te aiieoacao, de io onus real, loscipco oo preoot3C5o de bypo-
tneca de qnjlroer u i'u'exa oo reaponsabilidade
ifgal. refer. O'e ao eng;-.ho Araripe do Meio,
silo no i. emo mu iicipio, de propriedade do
. o-oi e- Maooel do Naacimeoto Vieira da Co-
nba, oo em qoe ts'eja elle compr^heudldo.
Documentos na. 9 r IO
Duaa cenizosa dos e3cnvea do jol*i do ci-
vel e do commerco do municipio de Igurasf.
at B-laodo nao C oslar ce seos calorios <- oq exe uqSo coot a o r-o-ooH Manoel do Na<-
nnen'.j Vivir da Caoba, npm embargo, pa-
nno-., arreato oo s-^qoestro que tenba pur ob*
jecto o eogenbo Araripe do Meio, e soa pro-
priedade.
E>icumento< na 11 e 12
Dois ce-ti l-is aoa es:nve8 dj ioiio da pro-
vedoria e de orpbaoa di municip'o de Iguaraa-
sQ atiestan lo nao constar Je sen cartarios er
o coronel Manoel do Nj'.'meoto Vieca oa Ca-
nia, eslauenleirr, nem ter cooUs a p-estar
ru-oliai ti dea-e encardo, e he u assiaj cj ser
o meaoio co'ontl lulir oo caraior de orph&os.
auaeote8 oo interdi* liQ&o de cont s resuiiaoics de qoaesquer des-
ses cargos.
Djc. o. 13
CertidSo do e envo da Coiiectoria d^> R ndas
Ger.-es e Eatado: ea do Municipio de lloara-fu,
iltestando nao c nsUr dos livros a erso da
rresma Coll^ctona acnar se o c ronel Maooel
oo Nascimento Vieira na CuGba devedor a Fa.
senda Eatadoal ou Federal.
. e. n. I i
Atettdo do Joix de Direito do Municipio de
Ii:aras.- declarando :
Io que oa urna entrada de rodaepm que, pas.
sando pelo eogenbo Aranpe do Meio de 'o.
prleJadedo coronel Maooel Jo Nascimento Viei-
ra da Cuoba, val ter o Recite ;
V qae a uaioa que o meamo preleode feo-lar
no referido engeobo oao offende a qnalqoer
ootra que esti ja construida oo por conalroir;
3 qce os engeonos ongados por escriplura
publica ao fo*aecimento da usina nao poJem
soffre- qu;ie-qoer embaracos oo dito forneci.
meoto pelos eeoborea das propriedades limilro.
pbea ;
4 tinalmente qoe do eDgeoho Araripe do
Meio na oastaote nafas que dao para furoeci-
meolo de comboetivel a p-ojtc aaa udoa.
Doc. n. 15
Derlarac&o de rgimen de casamento do co..
rooel Maooel do Ntacimeoto Vleira da Caoba e
D. Amella Leopoloina Vieirs Ha Cu itn.
Dac. n. 16
Contracto de comp a e venda de oaacbnismo
p material paa a aaloa Araripe eotre o coronel
Manoel do Nascimento Vieira da Conba como
comprador e oa Srs. Brcwas & C. negociantes
deBla praca tomo veudedorea.
Doc. o. 17
No'.a do msrh ciaode para 200 sa&os de assucar e 6 pipas de
aicool em 24 horas.
Djcs. n?. 18. 19 e 20
Planta topoKrapbica do local em que tem de
ser coostrutdo a usina ;
Punta da rea em que a mesma deve ser le-
vantada.
Pa.la da mesma caica.
O Dr. Francisco Altioo Correia da Araojo
Jais de Oireito do Commcr:io da ci
d'de di Resif*, capital do E tado
de Pero.iubuco, em vir-ude da le etc.
Faco saber aos qaa o presente edital
virem ou delle noticias tiverec, a quero
interessar posas que, por parte de Antonio
do Caimj Alrneida ma foi d'rigida a p ti
c3o do theor seguate :
PeticSoUlna. Sr. Dr. Jais ae Direito
do Commeroio Antonio do Carmo Almeidn
orador da Companhia Expo-tadora de
Aicool e Agaardeate da quantia de rea
3O.O0O|JOOO, que por ella g rantio ao
Banco Pcpa'ar e qoe ptgou no veocimec-
to, tomo tod j se v dos documentos jun-
tos, na. 1 a 5, por o nao ter eito a mesma
Companhia.
Para segaranca ds sea crdito fea o
Sapplic nte arre.-to em bens da Compa*
ohia, mas esse arreato fot a final jalgado
improce Jento, por nSo estar anda v.-ucida
a lettra fdooamento n. 3), qoe havia sido
acceita pela mesma Companhia ; em vista
do que agaardou e S-ipplicaote, que as
veocesse tita lettra, para ossr entSo dos
meios legaes para salvaguarda de seas di-
reitos.
E como qaer qae j esieja vencida dita
lettra e se trate de divida certa e liquida,
cojo nSo pagamento accarreta a jaidavS.
foreada da Companhia nos termos dos arts
167 a 168 do Decreto n. 434 de 4 de Julh
de 1891, conforme j foi at reooohecido
ptlo Venerando AccjrdSo, profarido nos
autos de arresto requerido pelo Sapplicaa.
te e constante do docum-nto n. O e oooor-
reodo anda qae di.a Companhia est in>
salvavel e fjoctonaodo irregalarmente,
eoan moetra tambem o docameuto n. 7
(lonvooscSo da aasembla geral eatraor-
diara, foita pelos accionistae). reqnar a
V. S. se digne de nos termos dos citados
artigos, decretar a liqaidBgao forc^da de
dita Companhia Exportadora de Aicool e
Agurdente, procedendo-se aa formal,df-
dsa prescriptas pelos arts. 169 e seguintea
do re'erido Decreto.
Pede deforiniento.
Recife 12 de Setembro de 1895.
O advogado.
Dr. Adolpho Cirne,
Sellada legalmente.
Nada mais se continua em dita peticlo
na qual proteri o despacho do theor se-
guate :
DespachoDistribuida e A-toada ve-
nham a conclunflo.
Lecite, 12 de Sotembro de 1895.
Altioo de Araojo.
Nada mais se cootinha em dito despacho
o sobindo os autos minha conclusa-),
nelles profer a sentenca do theor se
guite :
SeofeocaDeclaro a liquidacEo forja-
da da Companhia Exportadora de A'cool
e Agaardeote, a vista do allegado na pe-
ticlo de f.iihas duaa dos docameotos qae
acumpaabaram oa de foi has 6 a 14, dos
depoimentos de f.-lbus 13 a f jlhaa 15 verso
e d<> disposto no art. 167 2 -168 | 2 e
169 d-> B-gulamento a qne se retere o
Dec. 434 de 4 da Julho de 1391,
Iotime se a qam quer qae estoja n
gerencia, daqualia Sociedade a appreseli-
tar imaiodiBt-mente o respectivo bataneo
e inven'ario se ja eetiverem orgrnisados,
ou no cao negativo a fornc:er a este ju so
sem perda de tempo urna rolaclo dos ere-
dures.
Publiqu:-83 na forma do ar'. 171 do
tteg. citado.
Recife 16 de Setembro de 18[)5.
Francisco Altin) Correia do Arauj.
Nada rnaio se oontinha em dita senteug
aqu copiada.
E para que chc-gue ao coohecimento de
todos a qtiem interesiar posaa do qtu a
referida E npreaa Coupanbia Es portadora
ae A'co >1 e Agurdente, f ii declarada em
IiquidagSo, nos termos d senten? aqu'
t anCript*, mtndei p.saer o prsenos
edital, qua ser puulcado pela imprenaa
e afiliado na porta do Edficio da Aaso-
c'ucSo Commerctal e na porta dos audito-
rios deita cidade.
Ddo e passado nesta oidade do Recife,
Capital do Ea ad. de fernambuco acs 10
de ''u ub-o de i895.
Pagos s emolumentos di assign itura
nos tutos.
Eu Eustaquio Cavaloanti L'ns Walca-
cr, etcrivo o subsc^evi.
Francisco Adino Correia de Araujo.
158*000
lSOOa
1551(00
155*1,00
155*000
155*000
150*000
150*000
1 :u<- 00
i;o*0O0
150*000
15,*0t0
150*000
15U*O0
da prejudlca a omra qu^lquer boxilaia pelo
g-Udo oo qua tenba de ser loada'a. iSiriInir" mesmo para a Compra do. appa-
8 Finalmente qae o engeodos Pereiras e Fio- 85 8eDelemD8Ca,msmos p.ra a ssma proje,t.d.
resta sao coa aautes e ola coasta nave,- nelle* I '^f. Jm"lM rto UB1nio e coaseaneule ae-
terrenos estr soqo.
m vuu da baixa do cambio e conseqoeule ae-
Cemita Publico de Sanio
Anaro 7 de Outubro de .892-
Aproximando-se o dia da ocmmerroa-
9S0 dos defootos, 2 de Novembro, o t,b>i>
xo asignado convidaos prop ietarios de
tomlos, irmandades e mais intsressados
G Dr. JoSo Joaaoim de Fcena-i H^onqoee, jqii
de direitJ do 4 distrlcto criooioal e pres> leo.
In da V seaaao ordioaria do ju v da cidaJe oc
Recife tt;.
Fd2 sa er a ouem inte'esaar possa, qae em
virtode do art. 29 l-e2- da lei eatadoEl o.
15 de Novembro de t898, foram multados oa joi.
es de fac' i'ifra decuradoa ecom as qu-mias
aba'xo menclooadas, or nao terem comparec,
no a referida tessao :
Antooio Igoacio da Silva 180*00)
Alfonso Aogos o M.r'ins ios Santos 16i*0u0
Ernesto Damiao ds Santos J63*
gof-asio da Cootia Civalcaote i60*tK)0
Fraocis^nOiympio Serarlm ta Silva 130*00)
idre Waoi'eney Los 160* '00
joo Wilmen Feneira iO*<00
jV80 Pedro Das 160*000
JoSo Ribeiro Lopes 160*100
JoSo Jos de Aorea l'.u*000
joo Rodrguea de Albuquerque 160*00i
Jos Francisco da Ctsia Fulno 160*000
jor Antonio da Sil'a Oliveira 160*0 W
Joao Pedro Simoes 160*000
josAotjQio daCcsta Maia 10 00o
Maooel dos Santos Eloy 160*00
U noel Goncalves Pereira IfO'Ol
RodolpDO Jos da Silva 160*000
Vicente Ferrelra de Araojo L ma 160*000
Viriato Silva 160*000
Jos BJierra Mueses e S4 16n*000
A'itomo Angosto de Vaaconcellos 155*000
Dr. AUpi Z .charias de Carvalbo 155*000
Adolpbo Gentil 155*000
AHptu Ferreira Antones 155*00
Affonso Mirtina a Silva (55*000
Edoardo Dmlz Santiago 155*000
BUbb Avelloo de Barros 155*000
Prancelion Barbosa de 01ieira 155*0)0
Prancisco Antonio Galmaiaes 135*000
Jos Mariano Angosto de Moraes 155*000
JoS i Anselmo Ferreira d Silva
Maooel Ferreira dos Sanios Malhe*.
ro
SebastiSo Rraga de Fritas Barbosa
Aolonio Lioo Ribei o Goimaraes
Aotooio Manit Tavares
Antonio Rioelro da Silva Casta Jo.
n*or
Alvaro Goaveia Dioiz
Demetrio Acac o de Araujo Bastos
Dtiiel Beierra da SUra Alboquer.
que
E-oeato de A-aujo Xavier Ramos
Diomedcs de S.aia Barros
fia t-vj Eduardo de Miranda Silva
Joaquim Wnnnel Cardoso
SlTU'l Wclff
D-. Thom Alves Aroxa
Amonio Jos de Uiraota Falcio
AeIouo Jisqilm da Costa
Antocio Ferrei-a da Go->la
AGtooio Pedro da Si Brrelo
Antonli Correl- Meodes de Almeida
Cuica Jos de Medeiros Jaolor
Francisco Pinto d<* Sonsa
Fraoc seo Correia Mjoteiro
Jor Hermioo de Miranda
Jo* Ferreira Pinto
Leodovioo Carlos Viesas
Adol.itio Ahes Fakao Taques
Ea'e Aotjnio Salvador Damaceno
Arnolobo Araos da Cuaba Socio
Maior
loaoceocio Ferreira da S Iva
Ji.-o de li r>ni-' Fragoso
Jo- Pereira de Miceno
Manoel Gomes dos Praseres
Mm el D ra;nD-s de Snoza
Mnnel Cetano Meo^ea Jnior
\1 noi'l de Medeiros Barbota
D*. Virginio Menaes Carneiro LeSo
Amerlco Peasoa
Aoirosto Francisco do Coolo
Aotooio da Silva C B-ltrm lo Pedro de Aievedo
Francisco Jos da Silva Santos
Frocisco Xavier Cavalcante de Al-
buquerque
Francisco Ferreira da Rocba Leal
H millo Los Cbaves
Joaqoim Jos Gomes
Joao Tavares da Craz
Jo' Tniag dos Sm'O'
Jos Correia de Amorim Filbo
J ai Maciel na Silva
Joaqoim W Minoel Alves da Silva Maia
*edro ''ODgalves de OLveira -
Tnomaz de Probo Borges
Aotroio Angosto de Araojo
Alf edo (o* Santos Araojo
ai.ionio Jo- de Aodrade Lima
Antonio Gjujbs d;Matios SoOrinho
Fionano Rodriguos do Passo
Joe Beierra de Birros Cavalcante
Joaqoim Basilio Piobo
Maooel Bao isla do Amaral
M rooel Redi piano Paiva
Alexaodre Emigdio de Medeiroa
Aotooio Rjdrieues Vieira
A'.tiinio jrnea da Silva
Antonio de Atevedo Filbo
Bcuarlo Miguel da Coila
Fraoclsco Figoelra de Mello
Ignacio da A-saropgao Neves
Joo Alf.edo Pinto
Dr. Olrolbo Viclor
A' nao Moreira da Silva
Aoionio Pere ra Bastos
Affonso Fiaza de Oliveira
Fraoclsco Barbosa de Carvalbo
Joao Flix de Ollvelra
Loiz Lniio Freitas do Amaral
Maooel Genuino Alves Santiago
M tiioii Feliz da Costa
Ped o da Silva Bastos
S-^bastio Jas Cavalcante
Alexaodre de Hollaoda Cavalcante de
Albnquerqua
K' ntr Rib io Roma
Joao Gregorio Goccalves
J n V -ausco Menoes GuimarSes
Lolz Cavalcante de Abnquenae
M-irceilu j Beato Jos de Soasa
Matioel Joe Pioto
Aotooio da Costa Moreira
Aolooio L ocadio Retro Barros
Ildefonso Crrela da Silva
Joa juim Aotooio Cb-tv&o
Joaqu m Maoo-i Correia de Araojo
Jos Marques Vital
Jos Talles de Mello
Maooel Sil'lno do N-is."lmeoto Bastes
Risardo da Fonsera Mello
Svioo Leobino NaoeB Selte
Antonio Jos Palmeira Ramos
Aotoo'o da Costa Campos
Jof Joaqoim Alves
Jos Fraoclsco do Reg Cavalcante
Macario deAasis Araujo
Ma oel Fraociaco Velloso
Mnoel Jos Mo-ei'a
Aolooio de Castra Monf'ro
Antonio Auet-icllano Mosquita P-
a.eatel
Antonio Mmoei Feraaades
Tneuct Jor aa Coala
Caodido Jo- aa Silva Guimarea Ju-
oior
Jcaquim Tbeodcro Brazilioo
Joiqoim Pedro do Reg Cavalcante
Aog-sto Goncalves de Barros
i:,t--.niu E lu.rdo Pica
Alfredo Arrcaido Paz F agoso
Augusto Carnelre Monteiro
Carlos Aogosio Gomes
Ernesto Pereira deLyra
Joa.) Madeira de Frenas
Jos Daniel Pereira d Azevedo
Jos Alfredo Minios RiDeiro
Jns Izidoro oa Cruz Ma-tbs
Aorooio Pedrj Cavalcaole Lias
Francisco Domingoes da Silva Gaima-
riss
Felupe do Reg Barro i Pessoa
G-a'.oi aao Patricio de Maura Cac
JuS* Fer dos Santos
Jote Peni-a da Silva
Joaqoim S-rot no de Figueiredo
Jacob de M.uos Coeibo Sampalo
Joa Msna Affj.iso P- rreira
Guilberme FereKa Pioto
Deo 'ato Correia de Mello
Flonano Monteiro de Almeida
Manoel Gomes de Frenas
Manoel do Sicramenio Paiva
Manoel A-tnur de Banoa Cavalcanto
Rodolptio Joaqoim da Silva
Agoello Affonso Tillar
Beovenoto Cavalcante de Alboqaer-
qoe
Be oardino de Sema Ferreira Jacobina
J o Aolonio do Mello
Joaqom Eugenio Ribeiro da Costa
Joaqom Maximiaeo Pestaa
Braziliano Lins da Costa Wanderley
Pe"n Cavalraote de Alboqaerqoe
Umoa Sobncbo
Z-ierioo Cavalcante da Silva
Fraociaco Benjamn Borges Leal
E que tica marcado o praio de 8 lias d.< oati
deste, para os mesmos Srs. jolzea de facro re
querem as soas recosas perante este juno, jus-
Hi-aaso os motivas de sea nao comparec
ment>, e que finio este prazo, o esenvao remet-
iera a o Conselho Mooicipal ama copia ao uoi-
menlo de impos'gio das maltas, bem como ou-
fa au Sr. procurador dos Fetos da Fazeoda
Municipal, a n de proceder a cobraoca exeo-
tiva, romo 'e.e mina a supra meociooada le e
art. 152 S 1- e 3- do Regolamenlo da 27 de Ja-
neiro ae 1893.
Recite 10 de Oatobre de 1895.
Florencio Rodrigos de Miranda Fr.oce, es-
ciivaj do jury dea.
Joa Joaqoim de Freitas Henrlqoes.
150*000
50U0H
145*'00
145*000
145*000
145*000
145*000
145*000
145*000
145*000
145*000
145*000
1450O0
14o*i 01
140*000
140*0JO
l'-Oi'OO
140*000
140* 00
140* (0
liOiOOO
140*<00
140*001)
140/000
140*000
140*000
Ii0*x00
135*000
135*000
35*000
135*000
135*100
35*000
135*00-)
135*000
135*000
35*00
OJOWJ
3o*000
130O0H
i 30*000
130*030
130*000
130*000
13000U
3D*00<>
130*000
13H*'i"0
130*000
i:tO*O0D
130*000
130* -no
130*003
1304000
125*000
o*00i)
123*000
125*000
126*000
125*000
125*100
125*000
125*000
12-5*000
20*000
20*'11:0
120*0 K)
190*030
120*i;oO
20J000
20a000
10*G00
IO.io
115*000
15*(W0
115*000
U5*H00
115*000
115*000
115*0110
1(5*090
115*000
110*000
110*001
110*000
HO*0O 1
lio*'00
H 0*0 JO
1(0*000
100*000
<0)*G00
100*000
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10*iOO
0*000
10*000
10*00)
10*000
85*000
85*000
85*000
85*000
85*000
85*000
85*00'
80*jO0
80*',00
fO*0OJ
fcO*000
80*000
80*000
80*000
55*i 0)
5*000
55*')00
55*000
55*000
55* 00
55*003
55*000
55*000
53*000
50*0 JO
0*000
50*000
50*0.t
50*000
50*000
50*000
50*000
30/000
45*000
43*0 0
43*000
45*000
4**000
45*0 0
45*000
20a000
20*000
20*0.10
2"* 01
20*000
20*000
20*000
20*000
?0*0(0
:o*ooo
Edital
O Dr. Marcos Talio dos Reis L;ms, Juz
do Direito da Fasenda Monioipal do
Recite.
Fam aaber pelo presente que no dia 28
de Oatabro do corrate &n.o se bio de
arrematar por vnda a qaem mais dr
em pr/ca poblioa des:e juiao os bens ss-
gumtes, peoborados por exeouoio da Fa-
aenda Maoic'pj'.
0 sobrado de l andar n. 39 ra do
Amorim, freguesia do Recife, tendo o pa-
vimento terreo 5 portas do fronte, um
aalio, outras tantas no interior, grades de
ferro, que dio para a ra da Moeda; o 1.
andar oom 5 janellas de frente, em sali
eacada no interior, sede de frente 10 me-
tros e 80 oentinutns edefaodo 14 me-
tros, aveliado em 8.O00IOOO. Pcrtence a
Companhia de Estiva.
1 relogio grande de oolamaa overaisado
^e pretr, em bom es ado do oooservacSo,
pela quantia de 108SO0, feito o abati-
mento legal, vistj qoe esta a secunda
praca e tora avahado em 120S0O0. '
Urna tab Jeta enveroiaada pela quantia
de '66000, tambem feito o abatimento.
Perteacam a Andr Vill 1 Verde & G. e
so acham ra larga do Rosario n. 42.
Urna mesa grande invernisada pela
quantia de 271000, feito o abat ment
por aer a segunda prac.
Ouaa banoas por 180000, dous cabidos
por 98fOO e 1 candieiro de sala tambem
por 9ttO. Pertensem a Antooio Tava-
res Carneiro, e se acbam ca ra d'As-
8umot2) d. 8.
E para coostar passoa-39 edita!.
Dado e passado nesta cidde do Recife,
aos 14 de Outobro ds 1895.
Ea Alfredo Diamantino de Torres Ban-
leira, escrivio.
Marcos Talio dos Reis Lima.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
EDiraL N. 27
Tendo sido reformado per despacho da Junta
Especial do Tnesooro o majpa da classe n. 33,
o administrador faz publico a quem nler-ssar
possa qoe, 00 prazo de di; 9 impro-ogaveis,
coniadcs da data do presente eJilai, se-a arre*
cadado bocea do cofre o imposto ac ma i*.
clarjdu relativo ao aemeatre do ejercicio de
895 a 1896.
Receoedoria do Estado da Pernamboca, 15 de
Qai03rodei895.
O administrador,
(Asa gnadn)Affooao de A. Mello Jnior.
CLASS N 38-Loja a sellias e a-r^ioi
Cooirlboio es
Demingos Jos Ferreira rja Rarao
dr Victoria r. 5
Uanrlno de tocza Pelxe dita 0. 27
Jos Joaqoim d- AreveJo dita n. 29
F ancisco nn OliveiraL. Gaima Sea
dita n. 37
Viuva Aie?edo roa Marques de
Olioda n. 43
Caries Halliday & C. dita n. 14
Aluno Sila& C. dita o. 42
M randa & Mooza dita -js. 64 e 66
Antonio Duane C. Vi>nna ana n. 54
JjSo C rul'no do Nascimento ra
Mar. i Lo Das n. 55
Alvares de Carvalbo & C. roa Du-
que de Gaxias o. 86
Qjo'as
1;000*000
90'J*i.00
500*003
400*000
550*000
300*000
350*000
350*000
200*000
259*000
200*000
5:0' 0*000
Recebedoria do Estado de Pe r-
namhuco
EDITAL N. 26
0 admioistradnr faz pablico a quem nteres*
sar possa, que fica pro-ogado at odia 95 do
correte o prato para receber-se bocea oo co-
fre a contriooigao pelos servicoa da Recife D-al*
oaee Compaoy; e at o da 22 o prazo para
pgn>ento, a Docca do cof-e, do imooati de 203
ra. po- litro de agu'rueoie.
Recebedoria do Salado de Pernambuco, 15 de
Ootob-o de 1895.
0 admloist do-,
(A88i|*nado)Affobao da A. Meliu Jnior.
Secretaria da Indus-
tria
Ia Direc oria
Etn 15 de Outubro de 1895
Edital
De ordem do Dr. Secretario interino a
de soeord) com o disposto no art. 9.- do
Regoiamsnto expedido em 5 de Agosto
ultimo para extcocSo da Lei n 113 de 25
de Junbo do correte anno fajo publico,
qaem interessar possa, o theor da pe-
ticSo dirigida a esta Secretaria pelo Co-
ronel Manoel Cavalcanti de Albuqoorque
que, solicitando auxilio do Estado para a
fuadarjSo de urna uaina no eogenbo Ta-
quary de sua propr.edada, sito no muni-
cipio da Victoria, e o extricto dos docu-
mentos que acompanham a mesma pe-
ligio,
O direstor,
JoSo Din'z Ribeiro da Ccnha.
Peti^ao a que se refere o
edital supra
Il'm. Exm. Sr. Dr. Secretario da In-
dustriaO Coronel Manoel Cavalcanti de
Albuquerque,propriet;rio dos engenbos Ta>
quary, Limeira, Cachoeirinha e Tapoama,
oitoadoB no munioipio da Victoria com
terrenos para prouuairem 20 mil toneladas
v cannag, ven requerer a V. Exc. o
auxilio de que trata a lei c. 113 do cor-
renta anno para montar orna asina de
200 tascos em 24 horaa, com ama destil-
laclo para [irodoz'r 6 pipas diarias e coa-
atrucr.So de 15 kilmetros de nhafrrea.
O peticionario offereca para ty^otheca
so Estado, nos t^rmoB da lei, o sea en*
geoho Taqury e eoofia que V. Exc.
tendo em vista qoe sqaelle mun'cpio nSo
pjssae urna asina e os documentos juntos,
defira a su. pretenyao, prestando assim
um relevante s ;rv9) a to m portante
eona aasacareira.
Pede a V. Fx3. deferimento.
Recife, 7 de Ootabro de 1895.
Manoel Cavelcanti de Albuquerqoa.
Extracto des documentos
que acompanham a peti-
Qao supra.
Doc. n. 1
ProcurscSo bastante pfaBiada por D.
Hanriqueta da Silveira Los Cavaloanti ao
sea marido Coronel Manoel Cavalcaati de
Albuquerque para o fim espacial -de en*
trahir oom a Faaenda do Estado de Per-
nambuco o empreatimo na importancia de
600.000)5000 emapolices da divida p

liwn 1





mmmm
'*'

Piarlo de Pernambnco titinla-foira M3 e Eutnhro de 1SP5
-v
blioa de iaro de 7 ./ ao snno pa a fan-
dacSo de ama mica.
Doc. n. 2
Declarado do rgimen de casamento
do Coronel Manoel Cavalcanti de Albu
querque e D. Henriqneta da Silvaira Lina
Cavalcanti.
Doo. n. 3
Eacr.ptura de compra e venda de nm
parte do engenho Taquary do municio'o
da Victoria qne faa o Coronel Mancel Ca-
valcanti de Albuqaerque a Virginio C.r
neiro LeSo e ana mulher D. Rita Bandeira
Carneiro LeSo.
Doc. n. 4 .
Certidao do auto de arremataoBo dos
engentas Taqaary, e Limeh-as, situados
no municipio da V ctoria.
Doc. n. 5
Demarca?* amigavel feita pelo Corone
Manoel Cava'canti de Alb.uqaerqae, pro
prietario do engenho Taqaary e da pro-
priedade Limeira com ob saos hereos con-
nantes.
Docs. na. 6, 7 o o
Tres certidSss dos e&criv&es do Jniao
de Direito da Provedoria, Orpbaos, Com-
mercio e Civel do municipio da Viotona
attestando n2o constar de seas respectivos
cartorios-
1/ Ter o Coronel Mn el Cavalcanti
de Alba-\uerqae oompromisso a'gam como
testamntelo resoltante de legados oq
berancas nem estar o engento Ceohoeiri-
nba de sua propriedade, aituado no muni-
cipio da V ctoria, sojeito a qnalq*r eom-
promisso resultante dos meso* s cargos.
2 Estar o meamo eogeuho sujeito a
qualouer onus resaltante de totella ou
onratella.
3.- Existir pnhora, embargo ^ ou se
queatro do engenho Taqnury, accao ou
exeiucSo qae tenha por objecto o mesmo
engento e qaa'.qoer accSo oa exscacao
centra o peticionario.
Docs. ns. 9 e 10
Qaatro certidSes dos escrivaes da Fa
senda do Eatadoeda fe'sseada Seccional,
attestando cao eunsUr de seos respectivos
cartorios estar o engenho Taquary oa euas
rendas [eahoraias oa seqaestradas nem
baver conta em juiao de dbitos do seu
proprieUrio o Coronel t.noel Cavalcanti
de Alboqueeque para com as mesmaa la-
xendas.
Docs ns. 11 e 12
Daas certia5es dos eecrivSes da collec-
toria da Victoiia, attestando nSo conatar
dos livros competentes achar-sa o Coronel
Manoel Cavalcanti de Albuqaerque de-
vendo imposto algn relativo ao engenho
Taqu.iy nem ter assamido quaiquer res.
ponsab hdade para com a Fszsnda Esta-
doal e a Faaenda Oeral.
Doc. n. 13
CertiiSo do Secretario da Prefeit-ra
Municipal da Victoria, attestando oao
oonBtar do archivo da mesma Prefeitura
ser o Coronel Maneel Cavalcanti de Al-
buqaerque devedor de impostes manici-
paes relativos ao engenho Taquary nem
ter o mesmo Coronel assumido quaiquer
responsabihdade para com a Eaaenda Mu-
nicipal.
Doc. n. 14
.Certidao do oficial do ftegiatro Greral
das Hypothecas do municipio da Victoria,
atteatando tSo constar dos livros compe
tes a tranBcripco de quaiquer titulo de
alienac&o, de instituicSo de onus real, a
inacripcSo ou prenwtacSo de bypotbeca de
quaiquer natureaa, de peebor ou respon-
sabilidade de quaiquer especie referente
ao engenho Taquary de propriedade do
Coronel Maneel Cavalcanti de Albuqaer-
que ou em que o mesmo engenho esteja
compra hendido.
Doc. n 15
Certidao do oficial da Sub-Directoria
do Oooteeeioso da Faaenda do Estado,
attestando nada constar sobre o engenho
Taquary de propriedade do Coronel Ma-
noel Cavalcanti de Alboqocrque resultan-
te de nanea prestada mnv.aea favor ou em
favor de oatrem.
Doc. n. 16
Attestaao do ] CoBbelbo Haoicipal da
Victoria, declarando" que os engenhos T-
qnary, Limeir; Caohoeirlnha e Tapoama,
da prapriedade do Corenel Manoel Caval-
catide AlbaquerqneMm- terrenos para
produair poreafri 20.000 eaeeos -de asso-
oar, nao exjatiodo no mesmo Msaucipio
asina algama, sabveneiooaaa ou nao pelo
Estado.
Docs. es. 17- e 18
Dona attestados do Prefeito do Mpoi-
cipie da Victoria, declarando qae oa enge-
nhos Taquary, Limeira, Cachoewinha e
Tapoama tm terrenos suficientes para
produzirem por safra 20.000 saccoadeas
anear, n&o existindo no mesmo Municipio
asina alguma subvenciona- a on nao pelo
Estado e que por isio a usina em prejecto
a ningaem orejad.c*.
Doc. n 19
Attestsdo do Prefeito Municipal da V c-
toria. declarando qce os engeahe Taqua-
ry, Li isira, Cacho jirinba e Tspoama di
propriedade de Coronel Manoel Javabant
de A'baqaerque, tem lenha e atante para
combostivel ao uso da fabrica sem qae
disto resulte devastadlo de suas mattas.
Doc. n. 20
Centracto de compra e venda q machi
nismo e material eatre o Coronel Manoel
Cavalcanti de Albuqaerque propneterio
dos etgechos Taqaaiy, Limeira, Cachoei-
rinha e Tapaama e os Srs. Brcw-s &c C.
Doc. n. 21
' Placea do local em que tem de ser
construida a asina.
nente concorrer a mais de urna daqaeilas
obras desde que tenba a idoaeidade pre-
cisa.
As propostas devem ser escripias por
extenso, sem rasura, emenda oa vicio de
qaalqaer especie, sendo regolfadas as que
o reasmtrera das reguinte3 faltas :
l.* As qae exceder em os precos do
orcamento ;
2.' As qae nSo forem organieadas de
acccro'o com o presente edital ;
3.* As qae se basearem em presos de
oolro cooenrrento ;
4 a As firmadas por pessoas Qoe j
tenLam deixado de oumptir contracto com
esta Repartiyao.
5.a As quon So cffarecerem as garac-
tiaa e qaalidades exigidas cesto edital.
Havendo duas oa mais propoatas em
igoaldade ds condicSes ser preterida a do
concurrente que melhor prova de idonei-
de apreeentar.
Os preponerte deverlo indicar o logar
de sua residencia e provar sua idonei ade
para dirigirem ou executurem as obras.
Necham proponente ser admittido a
csccurreucif, oem qae prove ter deposita-
do na Thesourana deati Repartilo, urna
quantia correspondente a 5 *. sobre o valor
da obra, importancia qne perder se, efceo-
lhida sna propo?ta e convidado paia asaig
;ar o contracto a isto. ee reousar.
Para boa garanta da exeoacSo do
con'ncto depositar o coctraotante n
Thesoaro do Estado urna caacSo qne ser
previamente arbitrad por ata Direc-
tora .
Os ercamentoa e plantos re tivoe
estas obras estaru d tn mente das 10
hurss da maritata 4 da Vard* a dispoticSo
dos coccjrra tea nesta ReparticSj.
Recite, 28 de Agosto de 1895.
A. Urbano P. Monteoegro,
DirfCtor-geral ioterino.
DECUhCOES
/
BMPRBZA DE FBRNAHDB8 PINTO & COMP.
X3COrE !
^ainta-^eira, 19 de Oniabro
Primeira representaQao da opereta em 3 actos original do distincto es-
criptor Sa de Albergara, msica do maestro Siichini
O vapor
S. Salvador
Commandante J. M. Pesada
E' esperado dos
portoa do norte no
da do correo-
te, e bi ur para
os portos lo sol
do medDDo da.
Empreza de iNavegaco
Cruzeiro do Sul
O VAPOR
Cruzeiro
F1NH1QI
O papel de Morgadinha pela notavel primeira actriz cantora D. Leonor
Rivero; o de Regedor pelo notavel actor portuguez Joaquim, Costa ; o Cabo
de ordens pelo primeiro cmico brasilero Leonardo ; o Andr pelo provecto
Joaquim Ferreira ; o Mestre escola pelo sympathico Cesar de Lima ; a Morgada
pela graciosa Cecilia da Carvalho ; o de Tia Innocncia pela distincta Mara del
Carmen; o de Brasileiro Pancracio pelo consciencioso Fonseca ; o de Custodia
pela primeira actriz cantora Aliverti; o Z da Paula pelo correcto Lopes :
Cristina, Ada, etc.
Toma parta toda Companhia
Primeiro acto A chegada do Brasileiro.
Segundo acto A festa.
Terceiro acto Grande romaria, procisso de S. Torquato.
Principiar s 8 horas e 1/4 em ponto.
Trens e bonds para todas as linhas. ________________
Junta Coutmeroial
0 Sr. comraendador Presideote da Junta
Commercal manda fazer publico, para conhe
cimento de vista do que exige a 2." parte do 5.' do arl.
51 do Regulamento approvado pelo Decreto do
liovemo do Estado, de 12 de Agosto ultimo, o
papel em que houverem de ser esenptos os
acios tendeutss quer a contractos e distractos
sociaes, e estatutos de sociedades e companhiai
amnyma?, os quaes teem de ser submettidos
arclnvament'', quer s marcas de fabrica e de
commercio que liverem de ser apreseotadas
registro, dever conler 33 centmetros de com-
primelo e 22 de largura, por isso que taes
actos sao, por conveniencia do servigo, colec-
cionados e encaderoados semestral ou annual-
mente.
Secretaria da Junta Commercial do Recife, 14
de Outubro de 1895.
O secretario,
Joaquim 7 heotonio Soarcs de Ave llar.
Junta Commercial
De crdem do Sr. ccmini-niiaeor Presidente
da Jauta Commercial esta Secretaria cuama a
attencao de quem possa intressar para a tran*
scnpjao infra dos artigos 74 e 75 do Regula
ment approvado pelo Decreto do Gov-eroo do
Estado de 12 de Agesto ultimo :
Art. 74. Para o registro de firmas ou ra-
zoes commerciaes se observar o Uecreto n.
916, de 24 de Outubro de 1890, emqoanao nao
lr promulgada a lei Esladoal a respeito ; fi-
cando eslabelecida a obrigatoried&de do meu-
CiODSdo registro, como a do arcfivameolo dos
oontractos seciaes, em vUta do art. 301 do Co-
oigo Criminal.
c Arl. 75. Nenbuma firma social, que nin se
aeftar devidamenle registrada pod-era n'esse
carcter requerer aos poderes admioislraMOs e
judiciarios do Esiado, que, para se oeruficarem
da existencia de semelhunt circuoetancia po*
derao requisitar ioforma.oes do Secretario da
Junta-
Seerelaria da Junta Commercial do Recife, 14
de Outubro de 1895.
0 secretario,
Joaquim lluotonio Soares de-Ave liar.
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
Para ccteeioseotc dos iueressad^s f> co
publico j.ue no dia Jfi ue Ootabro prximo
vmdeuro, a 1 hora da tarde, reeebem>ae
natta Directora; propostas para a ca-
sfru C* <^e e'dicicB destinados a esdjfcs
ppbc.s, n>>* leguirtea 'ooalidjB/Ug :
S. Loarenco, Iguast, Itamb, Ta-
qaaretinga, Beserros, SerirUSeai, Qufp&j
e S Sent, oreado oa'da nm ira reia
14.514*7).
No dia 8 e Ontobro s a mesma hf.ra
fecenem-ae tambem propostaa para igLaea
OMstrocoUss e ditas oondi^Ses, no iruoi-
,W!oi de Bota Jardia, Cannotiaho Trida-
Ao, Boique- Bes GHdbn,* Bieio, Sai
'atiro e Peirohna, podendo tada propo-
afm
C.C
Club Cario tomes
Tenao sido concedido tjdo o editiao dest
Bociedade para a noite de 19 do corrtote, fiessn
dieio- prevenidos os Srs* socios psra oa eevtdos
Boa.
Recite, 16 de Ootob-o da 1895.
O 1- secretario '
G. iOoimsraes
VeueiraTel
iriaatailaiie do Hi-vhor'. J. da ais*.
res em sna igreja ob a ise(*o
- ds8. toi 9io.
ASot^ttLEA GBAL
De ordem da mesa rege-iora, coavidoa lodos
os cfritaimos lruaos a cimparecerem eai eosso
donstsKsrio quieta fera rf dO-correate, as Co-
ras d. tarde,'iflm da pro. der se i f.leic.o par
Di- definidor descrito.
0 secreiario
Pedro nivee CsVdoso.
Aos Sr?. do Bflueno o mira-
ros sssicar
A Destillaco Per-
nambucana compratoda
quantdadw de niel de
todos os graos por pre-
cos sem cmpetencia,
fornece vas lhazi:e para
a coniiucco. A tratar
na ra do Commercio
n. 34 ou na mesma Des-
tillaco a ra do Dr. Joa-
quim Nabuco n. 38 na
lapunga.
Alves Portella Filho,
Gerente,
SEGUROS MARTIMOS CONTBA
EOGO
Companhia Plienix l'ernamliu-
ana
HAO COMMERCIO
SEGURO CONTRA' FOGO
Sesmos Contra M>
Royal Insurace Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL .000,000 O, O
indos accumulados 8,21^913,1^.0d.
AGENTE
PQLHMANN & C-
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
AB eocommendas serio recebidas ate i dora
di urde do dia da sabida, do trapiebe Barbosa
Caes da CcmpaDh'.a Peroambacana n. 4.
Aos Srs, carrepado.-es pedimos a soa atteocao
p?ra a claosala 10" dos coobecimeatos qae s
socan le:
Ho caso de baver algoma reclamagao contra a
companbia por avanzs oo perdas, de va ser feita
per escripia ao geme respectivo oo porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
zada. ,
Nao tirecedpndo esta foroiaiidade a cotspa
ad'a tica ieenta de toda a rep nsabilic'ade.
As paEsazeos sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at ds t i/2 floras da tarde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15/s.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trats-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIOo
1* andar
rl -*
VA_ O LIA


G lub'Cario Gomes
A rentao d rgan f .miliar qoe corresponde
ao eorrMMe mes. fleoo aoiaaa psra sabbado 9 de
Noembro, son motiso* oo rdeuieoperiBr.
A 30 de Novedibro teri logar i reomo dan
q nte Seeretana -so QoO a*to. Hioies, em 13 de
a'airo d 1893. -
O <-> --i'io
6. A. Uoiuras.
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Apolice geral
Tendo-fe extraviado a >p>lce ceral den
?09 8ii do valor de om conio de rip, jaros de
50/0 ao eudo emiesao e 1870 e perteoceote ; oe
at.aixo asignaaoa. fazem os mesmos presente
d*clarigo, de accordo com o Art. 1C8 do rego-
lamenlo da Caixa e Am rtifacj qoe baixno
c-m o decreto o. 9,370 de 14 de Peverelro de
1885.
Recie, 7 de 0utut.ro dn 1895.
Antonio Lopes Das.
Jase Loes Dis.
"AVISO
rreat Western.. Bra-
zil Railwaj
Ficon restablecido lodo o tratero deta va-
ferrra de boje em diante.
Recife, i i de Ootobro He (895.
W. H. S;ott
Ge: ente.
i AU6.-.rstWP.-. JU..*.. (CAP.-.
Vigilancia e Srjredo
Seis.;', ni.^n.-. sexta (eir 18 uo corrale,
fa toras da abite
Pede-se o com par eci me n lo de todas os OO or. *.
;do quaaro.
ft.secret. .
L.-.R.-. C.-..18 .
Extravio
MsssaEsrifls MWmi
LrHHA.;lNSAX
O paquete
Chili
Comm nd nte Vaquier
E'eave/ads duauortos ua En-
rooa ate ada... de Noveajbro,
eesnjndo denoie da atiaota na-
cessarispara
JBaJiiar KioJde Janeiro, Moa-
tevidoe Buenos-A> es
lRnAMDAD
DO
"Senhor Bom Jess das
Dores
De ordem do irm&o p ovedor. cemmonico sos
oosob cansslmos rmus. qur em s-.s o do da
3 do andante, (o. eleito tbeeoortiro uo Mbtite
Po o nos?o irm'o ex provfedor neixfei or Gaspar
aotoou Moa Res.
OoirosiQi, etnvido aos meamos irn &js vuem
oo .preso de 60 djns faier sua ectradas'para
o iMoole Po, visto como rao'incorre nuie a ir*
man.e na oir.gacu oe laxer enlerros de ir-
mos poorea, por lorj;a do Art. 91 % 3- do USSp
ccniprmiseo.
li _e Uuiaoro ce 1895.
0 sereiario
Pe lo Aive^ Csrdosn.
Arreraataca de cdco bezer-
ro8 toupinos
Fx-se publico a qoem, possa inieressar qde
i oia 17 do correte, &q meio dia, em frente
DO
do Paco maoicipai, iao em prsga por mtio dt
p rgo, ciLCobexeiroe ae rca toonna, qoe ser*
firam eaa vacetnacao, e a-rao eatregues a qn^m
ma,'s ifferecer, se for a offerta aCceita ptlo Dr.
preflto.
Sec-etaria da pr'Mu-a municipal do Recife,
15 dcOu ubrj de 1895. Pelo eecreiario o cfli-
lal rxaior
Sebaot:j de Vasconcellcs Galvao.
COMPmA ThlHiT UE {jEoTJROS
MARTIMOS a TERREST8ES
aoa no kiovaio n. 1, 1." dab
Directores;
Bar&o de Souza ]
Thomuz Cimber.
Julio Utitir I'aea Barrate
Este luruosos paquetes sao de grande
velocidadee tm grandes accotnmoda^es
para passageiros.
O a raizo asfitioado Xas paolico. para os de-
Tdo flus e de corjf. roiidade com o dispcsio oo '
Art. f( 8 de resofmento da Caixa rt'Amortina-
cao qoe1 bsi-xon rom o decreto o.' 9370 de 1* Ce I
Pevetero me.1885. *qoe se extravwwm as |res <-sma'o:ei rcsesvaeoi.a aeocla de Peroasjbo
apoi.ces ge-=es de sua nrofUcUde, Ce numero* > Pr *-WgM qoe le dtstln.m Eo-
2C9 839, >509 840 e 7.099. do vslo' de om
como de ris cana pma, joros de 6 0/0 ao anno,
oiir
Hambuig Suedamerikanis-
c h e Damptschiffahrts-
Gesellscbaft.
oVAPOR
Paraguass
E' esperado da Europa at o
dia SO do correte, e seguir
depois da demora necessarla
para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor iomicado loz elctrica
e offerece ptimas accommcdac8es aos
Srs. paasageires.
Para passagens, carga, (rete e etc., trats-se
com ob '
Consignatarios
Borstelmann a^C.
Roa do Commercio n. 18
1* andar
Compantiia Pernambocana de
Navegado
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro e Santos
PAQUETE
Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
De volts da sos vjagem so Nor-
e at o da 18 do corrate, se*
'goir depois de pequea demora
para os pono* a.ima.
Recebe encommendas, passagens e dinheiros
a Irete at s 10 horas do da da partida.
Gbsms-se a attencao dos Srs* carregadores
para a clausula 10.a dos conbecimeatos qoe a
segointe :
No caso de baver algnma reclamaco con-
tra a CompanDia, por avaria rg perda, fleveser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, aentre de t es das depois de fina-
ada.
Nao preceden o esa formalldade, a Campa
obla Boa isenta de toda a rdsponsabllldade. >
fiSC?RIPTORiO
A Caes da Oompanbia Peroambocaca
a. 32
sendd s ovas p-iafeiras e emisio ae 1870 e a
ultima da Recife, 7 de Outub o de 1895.
_______________Alfrtdo Viira de Sofax.
GUPANHA
Destilaijao ^Fragoso
Deacrordo com o decreto de 17 de Janeiro ^
1890 fi-am dieposigo dos S's. accu-nigia. ca
sede provisoria dt-at;i ccaiianhia, a ra a- Bon
Jess n. i, as corlas dos balaojjoe, d:i rlagao
nominal oos acciona ti s e da lisia das traovfe*
reqcasiJe fcOes (rurcla o ynoo eucial Ando a
30 de Joob" i-roxtmo CMsado.
ropa.
Recife, 10 de ODl0^ro ce'1895.
rote
0 presidei
Ctrlft e Mm:e> P>niM'f
Fe' e-r
C jiitpbhia Srria
*>eitambtife9na
Acbam-se a dlsSoSifo des Srs. accooistana
tde desta compsnbia es dOLOtuentcs txfidos
pela li cas sociedades aionimis" Vetativo so
auno Bnao eoj *l db'Agosto yfetfbjn'passiide-
fiecili, 24 e StBtnbrode iW6.
Joao CardosoVayres
Iw/Wrto.
Pede-se aos 'Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer commiinica-
ou reclamaco, se-
r esta feita no eserip-
' torio desta empresa
ra do Imperador n.
55,onde tambem sVe-
cber q^nlquer^cont^
que queiram Sagr.
^Os nicos' cobrado
mexte
Vapor* Cordonan
E' esperado do portui da En,
ropa al o da XO de otnbro-
segulndo depola da demora ne-
cessarla para
Baha,'flio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
AyTes
Entrar no porto
P.-evlne-se atada aos Srs. recebedores de mer
aoonas que 6 se Hender arectamacOea por
talas, que forem reconbecida9 na occaslSo da
lesearla dos volnmes ; e qne dentro de W -fco
as a contar do dia da descarga das arvarettgaii,
deverao faser qnalqoer reclamaco concemen-
e avolmes qne porventura tentiam segtndo
oara os portos do sul, afim de'serem dadas a
tampo a8> providencias nedessirias.
Roga-se aos Srs. daasageiros de se aprsenla-
ero na vespera da ebegau. u aporpara toma
-em as soaa passagens.
Para carga, passagens entioemendas e dintel.
ro a trte tratar'com
09 AGENTES
H. Borle % C.
42RA n_______ 1 aBdar
Uoyd totMH
O vapor
Porto-A legre
Commandante l,- tenente Leopoldino'
Silva
E' ipeVado d'Er'ops r da
ene,
pava o
,do corren,;?, e segrii.-a fl
Ri de Janeiro
uo meso o dia.
uOMia PFttaiicaDa fie Na-
fiaiao
PORTOS DO SUL
Macero, Penedo e Ara caj
0 paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio -Rio
Segee no da 1 do car>
reoie, ? 4 boraa da tarde.
Recebe carga, enconaroeodas, paesagrns e dt-
obeiro a frete, at as 11 doras da manba do da
ds partida.
Gbamase a- attencao dos Srs. carregMores
para a clausula 10.a dos coabecimeotot que s
seguiote :
No caso de baver algntoa reclairacao contra a
Companbis, por a varia oa derda, deve ser falta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de^ tres das depois de flaali-
sada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
nbla tica iseota de tods a responsabilidade. *
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambacana
n. 12
CUAWiKBN BEG111S
Companhia Franceza
NaYegafio a vapor
Linba regalar entre o Havre, Lisboa,
Peroavbnoo, Macei, Babia, Rio de
Janeiro e Santoa.
O yapor Paranagu
Commandante Billemont
V esperado da Europa
ai o ola IV do corrente e
segoir aepois aa seniora
necesearia para
Maceio, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Sattos
vgaree aos Srs. importadores de carsa palos
vapores desta liaba, -quepam aoresentar den-
ro de 6 diae, a COD'.ar do da descarga das al;
tarragas qusqner("reclaraacao aoncerenle a vc-
lonifp qoe or vssura. lenaam seaoldo para os
paroslo sal. adm1 de se pederem dar a Kispo
aa;ppideoeias n^ceasarlas.
g*pirado rerertoo praio aeorapannla oao s
sponssblrisa por extraos.
Recebe es rea: ir,lar com o
AGENTE
Flix Bandeira
vRna do Commercio 9
Presenten: ente n'este por-
to, seguir L'estes poneos
cas para o
Rio de Janeiro, Santcs e Rio
da Prata
Para ca.-ga e eocorameDiias trala-se com os
AGENTES
Lo yo M reir
Caes da Companhia Percambn.ana n.
1.* andar
Companhia Bob. M. Stomsns Line
Vapor allemao
Salerno
E' esperado ce New-York
ai o da u do correte,
segnindo depois da demora
oecesiana para o sul.
Para carga e encommendas tratar con es
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RA DO COMMEciCIO N. 6
i.* andar
Bu ai lail Mn fm issiav
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. H1CKS
K' esnerado da Europa
no ca 19 do correte, e
;. secciri depms da deaiora
itdisptnsa\el para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, qoe a Companhia Mala Real ingle-
sa, contractoa rom aGenual Steam Navegation
Companvom servicoda vapores semanaes que
cartlodo de Bordeaos, Cognac, Cbarente, devem
ebegar a Sonthamptoo a lempo de baldearen) as
largas dssrinadas America do Sol para os va-
pores desta comoanbia.
Esta compsnbia acceita por precos rasoavela
para Valparaso al Abrli, passsageiros con este
destino por va de Buenos-Ayres e sntrada dod
Andes.
Tambem aceita psesagelros para New-York
3 Soutbamptcn, por especial arraojo feito com
a Compaonia Allemaud Lloyd, podendo demora*
rem-se na Enropa casi o desejarem.
RednccSo nos precos das passagens
Ida Ida e volU
A Llena 1 classe JO t "0
A' Soatbamptcn i ciasse 28 52
Camarotes reserva des para ot pasBageiroi dt
Peroamboco.
Nota importante
A Rejal Mail Steam Parket Cempany resolved
para commodidade dos Srs. pasrageiros com des-
tine a Pars, que os seas paquetes tanto na via-
da como na ida facam escala por CHERBOURG,a
poocas boraa de Pars.
S o numero de passaeeiros para esta cldad
der para cobrir as degpea-, a Steam Packet
Company lera em CberbrtKg om trem especial
para a conanccSo dos mesmes Srs.
Para carga, passagens, eocommendas e d!
obeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
A.morimirroos & C.
W. 3Ra ic 9*m Jaant N.3
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampff chiffahrts-Ge-
f eltechaft.
O rapor
Guabjba
E' esperado doa
portos do sul no
dia 19 do correa-
e. e seguir de-
pois da demora
necessarla para
i Lisboa e Hambnrgo
Pa-a passagens, carga, frete, etc., Irata-BSj
com os
' Gon.ignatarioa
Borstelman & C
RUi DO COMMERCIO N. 18
1.* andar
"rince Line of Steamers
dame8 lanott I%ew-Casile ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil e Rio da
Prata
E'esperado de New York
S' o dia 81 do corrente, e
sabira depois da demora ne-
cessaria para a
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Ovaporinglez
Asiatic Frince
Para careas e passageos trata-ee com os
Agentes
Johnston Pater fy C.
Rna1 do Oomrnercio n, 15
M Gn Liie i Stmn
OVAPORINGLEZ
Praense
"Presentemente
ancorado neste
- porto seguir lm-
" prelerielmente
00 da tdo cor-
rete para o
Cear, Para e New-York
(Tem excellentei acconmodacOes ara>paia
geiroi.
Pira cargas e ^^Ma^atae oem oa
' Jltmrto^ Pater & .
Ra do Comsjrcio n. 15
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-j~mr\
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-*rr-r-
n

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I I avio de Pernamboco ftmmtotetoa 1? deOutubro de 1995
lEILuES
Hoie deve ler loRino leifto de orna Bala nova,
ama moMlia, urna can de-ferio, om s'.lbc-, um
candielro. u relsg -grande, por occtsiic M
leilao do cosmorama, ooioho eraode e mais on-
jectos, do armatem oajoa^o Bom leaos n. v>
Agente Pestaa
Leilao
Importante leilo do ricoa e liodoe mo-
vis, completamente novoa
Hoje
17 do correte
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armozem travessa do Corpa Santo
n. 27
FUna riqoissima c.m.. para casal, urna impor-
tanta McrVua l ara ministro, om lindo loiielte
ZSSEo om boa, -parador, om goarda.cc.
mida, una lavatorio con plra, um dito mala lim-
pies, om guardi-casa^aa, om piaoo ecadelrt, om
veiocipede e ootros objeetos qoe serao vendidos
no da e hora ucim* e a qoem mais dr.
Leilao
De 50 laoipeSes de cob'e e viiros propros
para illom'.ra^aj de roas oo pragas, pb ox do
man lotes, vot.tadedo* comprado-es.
Quinta-feira, 17 de Outnbro
A'S H HORAS
O agente Piolo aotorisado pela 3* Directora
da Secreiaria da Indoslna levara a leilao 50 lam-
peos, qoe seras taosp rlaaos para o armazem
da roa do Boa. Jesns d. 45, oode serao vendidos.
Fabrica Caxias
A partir de hoje em dian-
te os cigarros da nossa fa-
brica cuhtam mais 500 res
por milheiro.
Recife, 20 de Setembro de
1895.
Aezevedo $ ^
Madeiras de conatruccao e
nateriaes para edificacaa
A Compaabia Exploradora de Prometes Cal-
creos, vende em seo armaxemno caeedo Apel*
lo n. 73:
Madeiras-para ronst'nrfaa.
Cal branca de jagoaribe.
Cal p-t-1*.
Cal virgtm para assucar. .
Tijollos de ladnltin e commaosk
Tijrllos refractarios
Pjdra lecamaria oara oleiraB etc.
Leilao
De om mrinho para meia ar oba, om lorrado:
de ferro e orna palanca para 6 kilos
Quinta-eira, 17 do corrente
As \\ horas
Agente. Pinto
RA DO BOM JESS N 43
Leilao
De um coerxorama coro 200 vietas, om realejo,
cilindros e mais penencee de cosmorama
Quinta-feira, 17 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
A' BA L)0 BOM JESS N. 45
AVISOS DIVERSOS
Vende-se on permuta e una cas
roa de S. Beato em Quaaa, por ootrs oo Re
Cife as fregoeatas de Santo Antonio oo S. Jos
a tratar oa roa e HjrUsc. 57.____________
__ Preciea-se de om bom copeiro; a iraur oo
Caes do Capibaribe o. 30 e 31. Serrara Pernam-
bocana.____________________________________
Vende-se om famoso sitio de coqoeiros
prala do Jang, oo permota-se por algum pre
dio tiesta cidade : na roa da Matriz da Boa Vala
n. J8, 2- andar se indicar c.m qoem M deve
tratar._____________________________________
Precisa-Be tela seobera habitada para
ieccicnar em ama casa de familia a amas me*
ninas, inclusive piano e (rabalbos de agolba : a
tratar na roa Vmoonae de AlDoqne-qm n. 28.
A pesaos qoe pardea urna mheira de ae-
tal amareilo. pode procrala oo escrtp'orlo doi
Diario, qoe pagando o aouojcio sar-lbe-aa eo-
tregoe, dando Para usicas
Vende-se -paano de. la trancado- oara filtrafl
mellado : na roa Doqu^de Caxia o:-7l.-
E' pafla fazer fortuna
Vende ee o Rendall Hotel, na caplta do Cea-
ra : qoem o pretender rodera dlriglr-ee po'
carta ao seo proprietarlo bilves'.re RendaH. Para
informajes com o Sr. Antonio Soares Raposo
(talbo docomcoerci) largo da Penba o. 2.
CHBGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente desc bercas,
j s&o bastante conheoidaa pela sua effi-
cacia sem igual as doencas intestina* s,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estomago, de qualquer
natureza, bem como do figado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
fnba.
A' venda as princ-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seas exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M, SALDAMHA & C
Raa dos Douradores n. 82
]. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fernaniles de Almeia
Travessa da Madre Dena n. 91
a
i .
i-H
n q
t*.*-*
a1- a
83-
ja o
.rO
Criado
Precsa-se de no crudo de 10 12 annos de
idade ; a tratar na ra da Praia n. fc.
Cosinheira
Preclsa-se de. orna oa.roa do Rtngel n; 19.
Paga-se bom ordecalo.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Dr Francinee AmynthaN di Carva'
ibMara
A lllma. junta administrativa- da Santa Casa
convida a familia, parantes amigos do fallecido,
Dr. Francisco Amvi-ibas de Carvaloo Morir,
ex mordomoda mesma Saota Casa, para asis-
ti rain a missa de rquiem qae por alma do mes-
mo fallecida ser celebrada pelas 8 boraa da
manb do dia 17 do corrente. na igreja dejR. 3.i
do Paraizo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia dol
' Reclei 14 de Ontubr* de 1895
O e Mvo-
Jop Hoo-io B de Meneses
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Devoco de N. S. da
Boa Morte
Di Agriptna do Naacloaento Alvea da
Uva
Trigsima da
A mesa regedora desta devocao, teodo de
mandar rezar orna missa no da 17 do comente,
as 7 1/2 horas da manba, no convento de N. S.
do Carmo. por alma da pranteada ex irm D.
Agnpioa do Naecimento Alves-da Silva, convida
nao so seos irmaos. como anda patentes e pes-
goas do coobecimento da mesma finada a asis-
tlrem a esse acto religioso.
Coosistorlo da D. de N. 8. da B. Morte,' 14 de
Ootobro de 1895.
Mdnoel C. Liaorio
E*crao.
m
Precisa se de nma ama que alba cosiobar e
dnrma em casa dos patrOes : na roa Larga do
Rogarlo n. 9, relojoarla._____________________
Ama
Preciaa-8e d nmn ama para cosiobar em cata
de paquena familia ; a tratar na estada de Joao
de Barros o. li-___________________________
Sementes de hortalicjas
Coove flor, dita maca, dita mantel**, dita
tronetouda, repolo, rabaneta,'nabos,- alfacu, ce-
noarat^ chicoria); tstsa veada-se na roa do
fangal a. U.
Aluga-se
Q*' *pdaa\tlo predio raa do Imperador n.
M, tea boos commodos ieoa : a tratar com o
r^.Akotowaav o oara* a.zosta o 198. A
cbaje-eaMnl--aodev do raesmo predhw .
Chegaram I!
E vendem-se em pegas e
a metros bordados1 o qnee
pode encontrar de melhor
qualidade de 400 reis at
3#000, a me- tros proprios
para eofiar com ftae.
Raa da Impera-
triz n. 7
Domingos' Fernn des.
Farinha de Rosca
a 1S000 reis o kilo
Z. MEMO B18BT
Ra Larga do Rosario n, 40
Briz? dos Mares e
Valia nota vara plano
Composi(ao de
D. MARA LY' U DE 0LIVE1BA E SILVA
0 peuoeoo numero de ejemplares desta mi-
mosa val-a acba-se & venda na
Lo ja do :*aiva
Roa Barao da Victoria nomero 31.
Caixeiro
Preciaa-ae de om caixeiro com pratlca de ta*
varna f oa roa do Bramn. 35 B. ^___
Capital g.ranido
Vende ge na boa casa, oov, fresra, enebnta,
cot bailantes eoBMfcodog a'importante-sitio,
locallsada eotra as anas eatacOes, Maogotok e
Qoatro Cantea, e passa bond porta : Caponga,
roaJostnim-rlsbaoo o. II:
Agua i, Missa Carme
XJnioo Sucoessor dos Oa.rTnelj-ta.&
'ABKI 14, Rr%a de VAhVaye, 14 PABIS
CONTRA : >-#-{
Desconfiar
DAS
Ifaisifirafofs
exigir a Assigntura
Apoplea
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestos
Febre amarella, etc.
Lar o prospecto no qusl val tmnMdo
cada vierj.
Deve-sa exigir o letreiro branco
e preto, em todos os vidro,
seja qual fr o tamanho.
DEPSITOS ESI TODAS AS I'HABSUCUS
do Vnirerao
PPPP
SAUDE PARA TODOS.
UMGUENTQxHOLLOWAY
1
snio e para todas as enferraidades de peito nao
O'Ijnguerrto de ilolloway um remedio nfallivel pv
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota eoi.
se recor.he.
Para os males de garganta, bronc* ^s resfriamentos e tosses.
Tuhoks na3 ijlaadulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahido e
juncturas recias, obra como j>or encanto.
Es^ail ledieinai sAo preparadas smente no Estabelecimento do Profcssor Hoi.lowav,
78, HEW OXFORD STEEET (antes 533, Oxford Street), LO.NDKES.
E vndense em todas as pharmacias do universo.
M O6 compradores sto convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nio teem a direccao,
533, Oxford Street, sio falsificaooes.
URO MARTI/M.-BGMN
agradavel torna u 4ar_com rapidez ao mangue sua riqueza e for^a. Wo d
prisao -de ventre ao ennegrece os dentee nao irrita o estomago. ,^
riEis. 5a. ra Bolltu. Deposito em Fernambme: c << DT.OS; k eoddctos CHimcei /S
TytmmmmmmmmmmBaimtcmmsaE^mmMmmmmmMmm^umramm^ ^jiwii u i
IPILL1S DIGESTIVAS DE PMCREATINA
de
Phrmaeeutico de i" Classe, Fomecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedada de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquor que. seja a causada intolerancia dos alimentos, alteracSo, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammaco, ou ulceracfJes do estomago, .ou
do intestino, 3 a 5.pilulas de Panoreatina de Defresne depois daeo-
mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso proscriptas
pelos mdicos contra as seguintcs affeccOes:
Paita de appetite. Anemia. Gastralgias.
:sdigestoes.
Vmitos;
Flatulencia estomacal.
Ulceraces cancerosas.
Enfermidades do figado.
Emmagrecimento.
Diarrhea.
Dyaenteria.
Gastrites.
Somnolencia depois it comer, e vmitos que acompanham a gravidez
PAPGSAT A EFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinias depois da ojuujil
Ir. casa de DEFRESNE; autor da Peptona, PARS, s em todas as Pharmacias
c^0^^^kW4^^NS<^0^4^^
Os Pos de Rog
MfDIGaNUTO APPROVAM PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
Os POS DE ROG soo verdadeiro purgante das stnhoras,
das criancas e das pestoas da constituico delicada. Com um vidro
de POS DE ROG, fcil a levar comsigo por toda parte, pode-se
Sreparar na occasio necessairia, urna limonada de gosto agra-
avel e muito reirigerante.
OsPS DE ROG conservam-se infinitamente sem se alterar.Em-
Sregam-se' deitanr'o o contedo do vidro em meia garrafa d'agua,
eixando em con' ..cto durante urna hora, ou melhor da noite para o
dia; rolhara garrafaquando se desejar ter urna limonada gazosa-
Fabrica a vendapor atacado: CiS* L. FIEME A.CHMPIGNi tC*, S~, '9. ra Jacob,'PARIZ
A VABKJO, EM QUASI TODAS AS PHARMACIAS DB TODOS OS PAIZKS
Puvgaivv o SuWen
CtWFEITO VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISAO DE VENTRE
Approvado pela. Jdhta central de Hygiene publica do Braztl
Este laxante, exclusivamente vegetal, admiravel contra affetedes
do estomago e do figado, ictericia, bile. Sua aceto rpida e
benfica as enxaquecas, as inchaedes do ventre, provenientes de
inflammac3o intestinal, porque no rrita o orgaos abdominaes.
0 Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as creancas
que nao acceitam purgativo algn.
Deposito em Pars, 8, ma Yivienne, e as prineipaes Pharmacias e Drogaras
eiro Girar
i pola Academia de Ktdeclna do
Parlo. Approvado pola Janta
Central de Hygiene publica do BraM.
0 Professor Hrard encarregado do
Relatorio Academia demonstrou que
fcilmente acceilo pelos doentes,
bem tolerad* pelo estomago, restaura
as (oreas e cura a ehloro-anemia;
que o que distingue particularmente
este novo sal de ferro, que nao cauta
prisao de ventre, a comate, elevn-
dose a dase, bleme-te dejeccost
numerosas.
0 FERRO GIRARDcnranmia,
odres pallidas, caimbras de
estomago, emp obre cimento do
angue; fortifica os tempera-
mentos Ir ac b, excita o ap p e tita,
regulariza as regras e combate
a esterilidade.
Deposito em Pars, 8, raa Vlvienne
* xa MrnawAi mocaras x Marsucus
mnqnan jotre*
090 'sopraufi
Bra'orpomaj ei3
VOlSli
IBI1NV 1SS01
Hoa occasio
Para qn-tn d-et-j r c mp ar a gr-o nova e to-a a? p^nra eca, rudf un 'on o
onlco >siab^lf>cirr :>io q-e fx'ftc n* Col 'a
Snusso a, ii ib a o1 o raali.ip
e maita? m-a- nein ndi-i<':is r un si ti j bem
aroema.io e od" rertto d tax-na nte"o
totalmenie novo ; v.h e ,-e am -m o e^taoe e-
cimento o -> ima *x 8 -ni8 j .ndi '6
a casa e a -rr>na o o ron u -iior d'h pra*
10 COOVnrior'S 0 0"3 i pr ipr e;a-1.1 ''q'^B o*
gneros e v-na- o hoibia*. Jjok de maltas
vanlagfiiS pire-iarj ni. a iwi a P-ogrespo
Colonial, em veno-.- de pin >ip a- om iuoa-
gem da gaf'^ dprt anm ron. r nal da estrada
de farro 'p J^b 'ftu Clj>i. 0 motivo ai
venda &o ntnsg a i' : a tratar no logar
OIXCI. v
. Precisa-fe de om pt c.im prttua ie fate-
dss, daca siiUdo i* 8oa condn ta ; a tratar
0 0 Basar de A'uKadui.
7dbo e Xarope tte Dasart
CONTENDO o LACTO-PHOSPHATO di Al
ArraovADoa pku JUNTA d'HTGIENE
do RIO-D&JANEIRO
QLaetfhP'osphato de cal contido no
XAROPE no VINHO'de OUS'ART
o mais poderoso ios medicamen-
tos reconstituintes. Ellb fortifica e endi-
reita os ossos das creancas Rachiiicas,
toma vigorosos e activos os adolescentes
molles e 1 vmphaticos e os que monstruo-
s fatigados pek crescimenlo rpido.
As mulheres grvidas fazendo uso do
VMIHO ou do XAROPE de DUSART
aupperto bem o sen estado, sem fatiga,
sem vmitos, e do a luz a creancas
fortese vigorosas. 0 LactO-PflOSpfltO
8 CQl torna rico o leite das Amas e
preserva as creancas da Diarrhea verde
e das molestias propinas da poca do
crescimento. Pela sua influencia, a Den-
ticao fcil e opera-se sem convulsoes.
OOaislsD em pars. 8. rae TlTieune. s as iiricdiiaes FnariBactas
Oppress&o, Catarrho
am os CIGARROS OLRY
e os POS CLRY
ram as mais altas recompensas
Venda por a tacad o Dr CLRY em Marselha (Franca)
Sm peiinaiibuco i C>* de Drogas Productos Chimicos. i
0 s^tirlo CM coromod. -ncana . s 0 fe luga r o.n ana. a ne> p n ume-si r n i se o (46. -lio f raa: o- K-riy >", rom' i hv 1 < e afoa 8 > c-'o n. S9
L'ro b i pjp'0 S6. ; a oa ;' -se >n Su 'soa np-
M
V nde-se mi' n .-u .
de
Di pit'
. J8
Bichns c\e Km b'^r^o
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas e
sarjada; na ra das Larangeiras n 14
ptima morada
Alne-se a cuna n. Si roa di M' tocolomb,
"m 0(jaio8, reconRirnaa o? prcximo, teodo 4
qoartos, 3 salas, ro.-reflor iodepn ente, cesiohs
:?, baobelro, oointal eranfle com divp'KSB
'rocteira* e oro exceileote parret'a', porto no
fondo do qair.tal e (r-a&de telbti o preprro para
Boardar carree. Tem tac bem v a peqoeoa
casacontifioaaome'jcicni'do portao, a q ta-fe para erro modos decis.drs.
Alem de todos estes prct:cadw nota-e me
raa do Ho^ocolomb cms das melbores de
Afolarlo, co e por ter a a ais transavel como
pj-uu neila pas8am em aboattancia bb melho-
res frncta e peixea vindos de Venda Grande,
Praterese Boa ViaRprn prlo que tSo os mora-
dores na roa de MctoCfiluicbi/ 08 nicos a pro-
vtie 1 -se em primero luga .
A par de todo isto existe a vantae-m de te-
moito prxima a eatsc'io da li ha forres te S.
Francisco e a di Ferro-Carril, pelo que oflarece
on"a excellente meada, principalmente me-
fiante um molleo alneoel : a tratar no Basai
de Afoeados, no pateo da Paz.
Ama de leite
Prerisa-se de urna, prefertn o-s de efl- pre
a : 4 roa La'ga do Rosario n. 9. relcjuana.
Ama
Wa roa do Ltvramento o. 7, p'ecisa-se de utn?.
mu para cosinfiar e mais servico de casi de
familia.
Aviso
Antonio Bezern Cavalcante de Albnqoerqae
leetameoteiro e inventanaote dos beos do finado
A'oipbo Stal8-mDarle avisa a lodos os credores
10 mesmo finado que Ibes tica marcado o praso
de 60 das impron eaveld para promoverem seas
direttos. Recife, 8 de Oolcbro de 1695.
Aatoaio B. Cavilcaate de Albaqdeqraa
Aviso
Ensomma-ae roupa. de crianzas com acceio 0
promptidao. por prec s rpsnmioos, indo a mes*
ma ja lavada : na roa do Sebo n. 14.
cPende~se
Cosinheira,
Rangel o. 25.
s8VJPtJWtesftio
p ecisa-de dz ama :
na raa do
Sementes novas de hortalizas
Completo foritmento.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
[IGREJA)
P09IS alendes & C.
Casa no Monteiro
Alnea se urna casa no Monteiro com coturno-
ios para oaia familia regolar, e mm'o perto du
rio ; a tratar roa 1- (fe SKrcon. SO A.
Ca
aixeiro
Pieeifa.^e de om caixeiro cem praMca deta-
vema e qne aboue, eoa conducta : na rea S.
Jorge n. 13-.
Criado
Freciea se de o ai criado
n* J8, note!.
no becco do Padre
U
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A
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VlfflO VIRGEM
DO
DO URO
Marca J.D.S.
Especialidade no ge-
"ero
A casa terrea roa Isrerial n. 31 por preco
'-ommoJo ; a tratar na roa Duque de Caxias n.
i, taverca.____________________
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do asaucar vende-se na
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Onrives o oculista
Ti-EODCRO JOS' RAMOS DE MELLO
Establecido cem officioa de oorives a roa das
Larangeiras n. 1, avisa aos seos tregeles e ao
respetavel poblico, qoe mantm ofllclaes babt-
titadis9imo8 para execojao de qaalqoer trabaloo
concernente a soa arte, especialmente cravaces
para brilbantes, ocoios, peojtnez, monoca-
los, de.
Doora se, prateia-se qoalqoer metal, coocer*
tos em lt-qoes de madreperoia 00 outra qaalqoer
especie, garantindo pregas ir odeos.
Ra das Larangeiras n. I
Caixeiro
'Precisa-se de om caixeiro : na taveraa roa
Viscooae de G^yaona n. 6, antiga Cotovello.
Ama
Preci'a-se para cosiutaar: no largo do Paraiw
nomero 14.
Criado
Precisa-ee de om criado : oa roa da Florenti-
no o. 6, Caf Guaraoj.
ro
Pi*e0
ioo$ooo
505000
1 000
do Raiigel
5.
O.-
En^arrofada
Vende-se na raa
n. 95
Albina Jos dos San tos.
Prevencao aos incau-
tos
0 bicbarel Amaro Ponseca de Aiboqoerqne e
seas Gibas, o bactraret Salvador Celso de Albo-
qofrqoe, D. Mara Albertina de Albaqnerqae e
Amaro Artbor de Alboqnerqoe, o primeiro cjmo
oeafroctoafio e 01 segnd os romo proprietariOB
do solo do terreno qoe o Banco de Crdito Real
de Pernamboco pretende levar em basta pobltca
pelo ioho de aboaiao, oa dit 29 00 correte
mez, como perteoeeate a Hctor Rectoors ana
mnlner, f ob a coeoomlnacSo de Sella Viste, pre-
vnem aos interessaaos qae o predlcto terreno
ra tem 9,800 metros qoadndos, poli Q0 Pe'a8
eeciptaras de aforamento primitivo a Manoel
de Soasa Botelbo, cartorio do tabellio Valoia, e
a eeeooda da-venda da posee deste ao mesmo
Rectoors, carterio do tabelliao Ramos, se lera
qoe dito terreno contm apaas dozeotoa e cin-
coenti palmos, acompanbando asinaolsdada do
precita-o terreno, qoeasetm jamis poder ser
qoadrado; bem como nelle nio exista nena
existe bemfeitoria de especie aleona, senda
para notar que o indicado Banco se deixaese
iiludir e Oxese bypotbeca pela qoantla de doai
conloa e qa nbentoa mil res III Os proprietanos
fjrlo, em jalzo.- valer seos direltoe^_________
Chapeos!!!
De sol avariadoa, om por iOCO, aproveitero'a
pecblncba ; veode-*e oa
toja da Perola
Domlogos Fernandes. ^^
Boloamericoo
80O6 o kilo
Z.'.Mello Biaet, roa Larga do Rosario n. 40.
Jaboatao
Veodem.se 3 catas, nesta cidade, J safra de
c ooaa n'am engeobo moito prximo, eeoda
ama j em'andamento da colfieta com todo-cos
tela do eogenbo, de hois, cav?Dea e carrea; orna
parte ooaaaeabo Coocotdia do monicipi de Si
Lorenco : qiem pretender diri]a-ae a Maaoel
Xvier C. de Aiboqoerqne. O motivo di venda
se dir a comprador.
Roda d'agua
Preclsa-se comprar ama roda d'agaa, de fer*
informar,oes a rqa Ped o Aff-nso n. 14.
Duaa jovens em conflcto
NO THEATRO
De repen e ooio se grande rumor nos cama-
rotes da i* ordem. era grande conflicto entr
doas joveos: ataques, cboro, mato, morre, api-
os, o diabo ernfim ebega a polica, indaea do
f cto e rica s ibendo qae tinbam Ido a vias de
faeto, D. Elvira e D. (ienoveva; verificada a
eaosa, liaba raio D. Elvi- .
Eatava indignada, forios mesmo, D. Genove-
va, com soa amiga e compaobeira de camarote
pelo facto de ver qoe todas as pessoas qoe esta-
vam do tbeatre, olbavam smente para sua ami-
ga e nio pira ella, indignada cuse : nao por
soa bonita cara Elvira, este sea lindo vestido
qoe est cbamando a attencao de todos' om
vsetido de orna bonita pbaotazlao fao chique,
qne. cendo o mea de seda, o seo realca moit
mais qoe elle e o qoe mais me contraria voc
oSo querer dizer me a loja onde comproa a
zenda de seo vestido
Elvira, contraran, d ana gargalbada sarca
tica e diz : para qne nao leis os anooncios das
tojas ? para qae nao passatas no commerclo ?
ora Sra. D. Genoveva, entro officio, qando ao
sopponba qoe a soa raiva era por cansa do pri-
mo Jaca, vem a Sra. dizer qoe ta sement por
qoe me vestido moito btnito e qae sendo de
pbantazia realca ruai- qae osea rendo de seda
e porque en nao qulz diz-ar a Sra. a Iota onde
compre!.. E* o caso, nao somos nada oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva tenba joizo, nao venba para
o tbeatro dar om espectacoio deste, e quando
qoizer comprar qoalqoer 'azenda ae seda oa
pbantazia de moito gosto, va 4 roa do Crespo
o. 11, loji Estrellas da America, qae, nSo s6
eocootrarA om liodo e variado sortimento de fa-
zendas finas e modas e bom com amenldade no
trato, agrado, sincendade na medida e proco
commodos.
D. Genoveva reqoer verbalmente ao commiasa-
rio qoe Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
Dume-o da loja, o nome da roa, o da fazenda de
sen vestido, o preco e bem assim o nome de
todas as lateodas qoe ella vio na loja referida*
o qoe foi deferido.
Estrellas H'America
fl -Ra fl de Mareo fl
Antiga do Crespo
MARQUES &LIMA
Agrado a todos, pbantazia em tecido de gtrgn-
rao. U100 o covado.
Sonbel com tlgo, pbantazia, lilOO o covado.
Pery, pbantazia de salpicos de lislras e lavra-
das, 14100 o c vado
Sedas de cores, Vaidosas.
Ditas de ditas, Suspiros qoe vSo e vem.
Cachemiras de cores, Bombardeio.
Pnantazia, Sirandinb.
Las com iistraa da seda, Adelaide.
Ditas ideo dem ideoe, Elvira.
Ditas idem idem dem. Moracd.
Cachemira de edr, Tenbo ciuroes de ti.
Lis com.salpicos, Os 3 Jacars.
Sedas; padrbea novoi. As logras.
Ditatmdogorgnro, Het de atnar-te at morrerg
Cacbemira preta de cores, Nao quero amores.
Marin preto para bolinas.
Dito caf para babito.
Grande sortimento de merino pretos e lavrados*
Velbotioadetoda as corea.
jfjande sortimento cambraias bordadas.
Cortes de vestido braoco bordados, 184000.
Vestidos de cartfe, bordados seda.
Linda phantaila. Betjos de amor.
Fichs de l* SOoVJOO.
Paitiibos de indo liaos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para noivos.
Camisa braacas e de cd es.
Vestnarlos para baptieados.
Sobretodo de ama e doas vistas.
Flanella liza e de listas.
Chales pretos.
Cortinados de cambrala e de crocbet para camas
Cortinados para janeila.
Mantilbas de s la de cores e pretas.
Ditas da algodao de coree e preta.
Camisas de li para homem.
Cob?rtas, colchas e cobertores.
Bitos americaoor, 34800 om.
Bramantes de liobo e de algo J5o."
Lindes padroes de crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cachiuet de seda de cores.
Vellodllno de cores.
Merino preto lavrado, 14800 o covado.
Las com salpicos de seda, Canolnna verde.
Seda de listra, Albayde.
Paletots folhade seda.
Camisas de meia com listras de cores.
Cachemiras pretas com salpicos de cores,
a porta Sinhs.
Boffato.
Morim da China, 44600 a peca.
C-etoce de barra om metro de largura.
Cassa pabtif ta fina, 400 ris o covao.
Dita dlia, 200 rls o covado.
Cuita perfeita, SiO ris o covado.
B maltas ontras (asendas qae impossivel e
de8cre?r.
RUAD0CRB8P0-
Estrella dAmerica
Abra
*
I I
i

^fWSwll^
m, ... -r-----------<***


n
Diario de Pcriiambnc Qnlnta-feira I

Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleute preparado de Manoel
Cerdoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circuiaijo, attas
tam a eficacia.
Deposito*
Drogara de francisco Majoei da Sil-
ta&C., ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita oo
Rosario u. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira., a ra ao
B&rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, raaLerg
do Rosario n. 13.____
Cal Brauta e Vi r-
^ein de iag'aa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores q.e nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade,e
que os veradeiros pro-
ductos se encontram em
seu ariazem do caes do
Apollo u. 73.
Liquidado
PTA loja Pariz n'lmeriea ten-
do de liquidar diversas la-
scadas de modas chama at-
teurflo de'seus fregueses para
fraudes abatimentosdeprecos.
Ra do B. da Victoria 1^ ;
Pernambucof
Salsa Caroba e Cabacinho iodorado
DE
F. Athelan
Approvado* pela filustre Inspectora de Hygiene Publica
0 mais enrgico do depuralivos reeonliecidos, aconselhados e prescriptos ao trtame oto
dos males que tem 8ua origem na Impureza do sa'pue, nao s pla eficacia Incontestavel dos
vtgelaes ojie n'ella encerra, como pela juneco rio Ioduretode Potassio, nico agente iher-penlico
capazMe oeutralisar e expellir do sangue o principio impuro, tenio a grande vanUgem de nao
alterar as unccOes digestivas Esto podero o medicameuto produz cura admiravel as molestias
seguintes : Erysipella, cancro, busons, ulcera, gema, dariros em geral e rheumalismo. Quaoto
ao modo de usar e Hiela ccosulla-se ao prospecto.
ELIXIR SEDATIVO DE CABEQA DE NEGRO
Approvado pela illustre Inspectora de Hygiene Publica
Preparado de F. Alhelano
"T Nao sendo este medicamento novo, que o publico desconheca sua virtode Iherapeutica, nao
precisamos maiscemmanlarios na explicacao de sua propriedade medicinal; apenas nos restrin-
gimos a declarr que a sua preparagao de urna formula especial adoptada pelo seu autor.
Elixir ante-rhenmatico de canmana
FRA URAZILEIRA
Preparado de Francisco Altrelano
Approvado pela Illust e insp ctoria de Hygiene Publica
E' um novo aganle medicinal de omt forja dupla para o curativo de lodos os malrs que in-
feccionan) o sangue. e que se tornera rebeldes a upplicaies de outros medicamentos, como se-
ja : Rheumalismo syptulitico, articular agudo ou chronico muscular gotdBo, ulaeracao da laryo-
op P i'
Todos estes medicamentos se preparara na Pnarmaria Alhelano, cidade do Limoeiro, ra da
Matriz n. 83.
DEPOSITO RECIFE
Drogara GuimarSes Braga & C., ra Marqu'-'z de Oliuda n. 60. Vende-se em todas as phar-
macias.
Temos em nosso pider attestados comprobatorios da eflic&cia d'este medicamento, os quaes
ortanamente publicaremos.
Plvora
De todas as qualidades
em barris e em latinhas ven-
de-se no e^criptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Carne verde a 700 re. o kilo
Venden) os abaixo assignados. carne de prl-
meira qo&linaae, dos Ulbos da roa Mrquez do
Herval s. J7 e i, e Gamboa do Carmo n I.
Este pr^o odrera alteragao par. mais od
para meos, sempre de accordo com os precoi
do gario Ots fe'a.-.
Rec'e, 18 de Malo de 1896.
Finta Lima & C. B
DE
Campos &"Ct
N. 33-RA DUQUE DE CaXUS-N. 351
Em freme do Diario
Os propMetanos desta bem montado estsbele-
Cimeolo previnem ao reare uvfl publico qoe
rara bem servir aos teus fregueses teem do re-
ferido eeiabeleciuiento am eapleodiao e variado
ortimeoto deeasemwas p etas e ae core*, o que
ha de treibcr em la, b las de poro liobo de lo-
dos os padroes, e por precos rasos vela.
Possaem bons artista, pelo que se jolgam
habiltalo* a sa'isf.zer com iodo goeto, esmero
perfeicao ao fregoez mata exgeme.
Ni mesma alaiaiarla .alogam-ee casacas
ks, ele, etc._____________________________
Regulador da Marinha
Concertanse relogios'tde algib ir, pn-
dulas de torre de igreja chronemetro de
marinha, caixa de muaicca, aparelhuso
electricoa, oculoa, binculos, oculos de
alcance, joiaa e todo e qualquer o b jacto
tendente a arte mecbanica.
9Ba Larga do Rosario9
FOLHETIM
8
0. CASAMENTO DE OM FORQADO
POR
ALEXIS BOVIBR
LOJA DO POVO
19 Ra 1. de Mareo-49
Este acreditado estabelecimento
continua a venderporpre os artigos para os quaes
pedimos a attenc,o das Exmas Familias :
Colchoes franceses 155C03 otr.
Bramar tea para lencea de 4 Urgnrsa a 20000 o metro.
Atoalbado raneo e lavrado para me.-e a 2(5500 e 300 o metro. ]
Cachemira de 2 larguras para vestitido a 1(5200 o oovac'o.
Casemira preta de agonal para roupa de homem a 21000 o covado.
,'heviote preto p.ra ronpa de homem, fasenda de 98003 o covado por 650C0.
Flanella aaul para costme de 30500 a 5(5000 o corado. '
1'' chemirai de 1S eom 1 str-s de seda a lp200 o covado
L ndos chamelotes da variOB padrjaa a lOQO o cjvtd.
Grande sortimento de cbiffonetei a 800 ra. o covado.
Meia de 18 para aenhorai a 403COO a duna.
Dita* de algrdao >dem a 12(5000 a donia.
Ditaa de c-r para homem a 12(5cOO a duaia.
Ditas craaa com floa i asda pora homem *|12(5000 a dalia.
Setinetas de todas as cores a 600 o covado. I
Seda branca lavrada para coiv a 20500,, covado.
Crotones de cores 2 barras para caberla e reposteiro/aienda de 1S200 o covado por
700 ra. (E* barato !)
Etamines arrendados a 500 o rs. corado,
retones claros a 320 ra. o corado.
Ditoa eccaroa mnito largos a 400 rr. o corado.
Lindos cortes de cichemira pra vestido de 80S000 por 40(5000.
MadapolSo americaoo de 88000 e 10(5000a peca.
Dito francs para camisa, puches e collariobos a 135005 a peca.
Dito para noivas de 24 jardas a 11(5000.
Cortinados de crochet e cambraia bordados para cama e janellas a 10(5000 o par.
Ditos de ccres para sala 240C0 o par.
Ditot finos de croctet para cama de oasal, do prego de 50000 a 358000.
Capellas com reo para noiva a 10(5000 e 12(5000.
Grande sortimento de e Peitilhos para Senhuras a 1)5500 om.
Camisas de dormir para homem a 68000 ama.
Ditas para Se chora a 6(5000 urna.
Fieos cortes de easemira iogleaa para ca'ca a 8(5000 e 100000.
Camisas de malta da 12 p Vestuarios de Jeicej para meamos a 15(5000.
Cobertaa de cretone para c CasiLetas para roopt de homem e cranla a 500 rs. o corado.
Brim braoco n. 6 a 30030 a rara (fiao bobo !)
Dito preto a 108CO a vara.
Graode sortimento de creps mesilado, do prejo da 10oOO por 800 rs. o covado.
rictus de todas as cor. b de 38000 a 100000,
Bncs de poro linho par>- ceroulaa a 2jL( 0 a vara;
Sobretadoa com orna e duas vistas, cobertores, ce lebas, ceroolas, mantilhas, todo] pir
preces baratitsimos >
So na
LOJA DO POVO
19-DR.XJA. X* X53S XWXA.3n.ga-I*
(4ntiga de Crespo)
UR1B0 Di CH k SOBRIO
QUARTA PARTE
"a le na caRACAaa
CAPITULO II
O PLANO DO HONRADO FONTAINE
'Centiouacao)
Batea eom mais forca ; oorirata-se pas-
eos e a porta abrio-ae.
Olha, disse o Sr. Rebtin, que pare-
c* ter envelhecido ans vinta anaos, e
s?nbor!...
Bat, bat 1
E' que j ron estando surdo...
j Jk percebi isso... mas, ent&o, nSo
se pode estar sempre na ments...
O Sr. Rehtin subi seguido por Fon-
taine; foi logo para o teu fautnil, col-
locado na sombra, depois de ter indicado
ao visitante a cadaira que estava diante
da janella.
tara nos, que ja vimos c Sr. Rebtia ha
alas dia, eventos declarar que era im-
ioSfivel reconhecel-o ; mas, o leitor sabe
i que aquello que se cbamava Rebtin,
B roa Mailmontant, cbamava-se Rither
os ru,d'Eogbien ; este doplo emprego,
obrigava-o a metamorpbosear-se, coaio vi-
mos.
O advogade que Dsir Fontaine co-
nbecia era um terceiro parsonagem encar-
nado no meomo, e que com a cabelleira,
as pomadas e os oculos envelhecia vinte
annos em poucos minutos.
Dsir FontaiBe d&o conbecia o advo-
gado da ra Mnilmontaot ha muito te i-
po. Ainda nSo baria seis mezes que este
o convidara a ir ao seu escriptorio por
causa de um negocio urgente.
Dsir vaio pensando que fosse urna be-
rraca e lembrando -se de Berard... Foi
por causa deste negocio, de que o Sr.
Rebtin tratou, que travaram relajea.
Dsir Fontaine, como todos os igno-
rantes, tinba ficado encantado com o sa-
ber do to Rehtin, que torca o Cdigo
conforme as ne-essidades de Dsir) Fon-
taine, e se deixaya sempre convencer.
Quando se sentaran), o Sr. Rebtin disse
com simplicidade:
Querido Sr. Fontaine... EntSo como
est?
Maito bem!
Ah 1 est um rapas o senbor !
QuequerI desde a idade de oito
annos que ganbo a miaba vida, e isso ba-
hituou-me a urna vida de aelividade na-
cassaria sande. Pode crer, que em-
quanto o governo nao tomar a iniciativa
de urna reforma social, ha de se dege-
nerar.
Urna reforma social, em que sentido
a eatendef
Da melhor forma... Quer urna na-
ci de homens fortes, robustos, pao para
toda a obra... faca urna boa lei que
obrigue to la a gente a levantar-se as sete
horas da manha no invern, as seis no
verSo, duas refeicoes por dia, e deitar-se
s oito horas da noite... facam mo...
nao permittam que as casas de perdic&o
taa depois das dez horas da neite, e den-
tro de dez ann s terSo urna populaco
forte, compsta de homens validos...
E' o que o senbor faz, nao ver-
dade?
Sim, senbor. Todas as manb&s a
sete horas pode ver-me janella. O tra-
balbo, aqui tem a minba vida. NSo te-
nbo outra distracc&o alm de una partida
de domin depois de jantar, no caf que
ha porta de minba casa. Nao tomo
cousa alguma. Economa e sobrieade,
eis a minba divisa. Fei assim que che-
guei a gozar de urna certa fortuna, rela-
tiva, n'uma idade em que muitos outros
ainda n&o comecaram a aua.
Os oossos leitores sabem como elle men-
ta ao dizer isto ; mas Fontaine gostava
de se apreseaur assim.
E o senhor tem razSo I disse Rebtin
n'um tom singular.
Oh eu nao tenho urna cabeca de
fogo que se perca no fumo das theorias...
Seu um homem pratico... se eu tlvesse
influencia no governo, veriam.
Meu caro senhor, a que devo a hon-
ra da sua visita... o negucio de seu fi-
Iho !... Ainda nao riz o memorial, mas
temos ainda alguna das.
Sim, bem sai ; nao por isso. Te-
nhe toda a confianza em si. O Sr. Rehtin
disse-me : hei de salval-o... Nao tenha
cuidado 1 O senhor disse-me Uto... nao
verdade?
Disse e repito... Quando ebegar a
hora, poder salvar-se. Isso s ha de de-
pender de si.
Por meu flho.....estou prompto
para tudo, porque sei que elle honrada ;
bom sangua nao mente.
Squ da sua opiniao...
Se o Sr. Rehtin nSo estivesse na som-
bra, que rarriso cruel nao lhe vera n i
labios o ant:go encaernador t Dsir
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO Ha*
FIGADO DE BACALHAO COM HYPOPHOSPHITOS DE CAL E SODA.
73o agradavel ao paladar como o leite*
Approvada pela Junta Central de Hy-
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
orno nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS'E CRIA CARNES.
A venda as principaes boticas e drogaras*
SCOTT GTRAXTD&
HOTEL GOMMEBCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importaute estabeltcimento, sob a direccao do seu hbil proprietario MA -
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
altura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, j tarr-
bem pela posico hygienica do seu edificio.
BIPABT&HET0S
Depois de innmeras transformares por que tem pausado este Hotel, consegu!,
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve sei
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER. Salpices, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos ti do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a, a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRClAL
EMLLSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH\RMaCETI o
titlasc ":,;t:s::: :: mitin i miwu sa sasia
AFFROVAuA pela INSPECTORA DE HVGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas h'ras os vermes intes-
tinaes, conbecidos vulgarmente om o nome da lombrigas. Tem vantagem sobre
os demais melicampntos empregados para o mesrno tim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agr&davel ao paladar, podendo ser usada pelas creancas
sem repugnancia. Em sua composicao nao entrain substancias mineraes] que^ de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao org*nismo.
Modo d usar
Adultos colheres das de opa. Criancas eolheres das de cha. Devo ser
tomada pela nianh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua^adocada.
Preco 1/2 vidro
1
Duzia da 1/2 c
ele
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro n
15000
21000
10000
, 205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
DELICADO
O
O
<
O
rr
<
u.
CU
L
Q.
AGUA
FLORIDA
n ls',%' .
PURA SEM*
RICA RIVAL
l^
Mante-n sompre a ua popu-
laridade. Cautela com as
IXITACES.
DURADOIRO
J3
m
ti
m
O
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z
H
m^
m
loa padre
Compadre V. diea-ae onde compra gneros
nara soa despensa ?
Eo ibe digo: ba nioitos aones que compro
m om armszem. e i.So me consta ore ninrofm
ejamais brm frvido m> tclrs rart' ; renpro
'lit,porque eacontro o que preciso, doo a nota
e man <-cndic,!t') esloo caiisfeilo.
Em prfeos oto ba qoem veeda mais barato o
iodos os gneros tao te pnra-ira qoalldade ; a
bOa manteiga, o bom cha, o ncm qoeijo de di-
versas qoaiuii des, o boro vin^o de mesa da Ssr-
a da Betrella, o bom vir ho do Poro da mala
baiza a mais alia onaluade, os bons licores, o
oom cbampaitn", fin-lmenie indo qoaoto se pode
de>ejar para urna boa despensa;
E icem tambem um c obras de vimes, como s^jam sectas para com-
pras, balaini" para papel, roopeiros, tercos a
lindas radeiras.
Obrigado compadre pelo nne me dii, porqae a
vida ert moo cara, voo mandar comprar o qaa
preciiar oes^e amiarem. Pois mande compadra
que ba de ricar sati^feno.
Olbe o migo rroazem de
Pocas vendes & C.
HUA ESTREITA 00 RsaHI (JUNTO A
IGREJA)
Sei oorie compadre.

19!
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203 S 5 I.

I
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s
s
p
i
o a
ALEA1ATARIA
secretaria, e, mudando de repente de phy-
sionomia, disse para-o seu adrogado :
Sr. Rehtin, venho pedir-lhe conse-
Ibo para um negocio grave...
Grave?
Muito grave !
Vamos a ver...
Todos os degS8tos me chegam ao
mesmo tempo... Ah 1 Deus bem rigo-
roso commigo. depois de me ter ferido
no filho... fere-me tambera em minha
flha a nss meus aojos queridos, 03 mena
netos.
Dizendo estas palavras, Dsir Fontaine
tirou o le co do bolso para limpar os
olbos. julgava que estava a chorar.
Que quer o senhor dizer ?
Sr. Rehtin, minba flha e^meut ne-
E Dsir Fontaine pa?sou outra vez
pelos olhos o seu lenco de quadrados.
E que teuciona fszer 7
Sr. Rehtin.
perguuton o
Ra fiaro da Victoria
n. 46
Tem esplendido
sortimento de casacas,
colletes e claks novos,
assim como outris em
perfeito estado, para
aluguel.
Caixas de msica
nova remessa recebeo a relojoirla David i
roa ao Caboaa o. 1 .com dsnearioas, figuras
diversa^, tambores cas aobolas e tmpanos, a
meihnre* que exisiem. tem de 2004, 380J, 300*
500/000 na roo do Cabogi o. i4.
dou : s o senhor e sua esposa sabeo c"aj
situayo de sua flba ; diga-lbe que, se
seu marido a conheceu infeliz, e se se
portou sempre bsm com ella quando en
Venho pedir-lhe conselho, porque I preciso ganhar todos os dias o pSo para a
estou com a cabeca perdida familia, com maior razio nada tam a te-
onda tt mocidade se arruina, estejam abar- Fontaine puxou cadeira para o p da' cbam-no*
tos vieram agora recolher-se a minba
casa...
Porque ? seu genro morren ?
Nao!
Abandenou-os ?
Nfto!...
Est arruinado ?
Peior que isso...
Explique-ae.
Escute, foi minha flha que deixou
seu mando e trouxe comsigo os flhos ;
vieram pedir-me asylo e protaccBo.
Coiitra quem ?
Contra o marido... que ...
Dsir Fontaine olhou para ver se esta-
vam bam sos, e disse a meia voz :
A pobre crianea descob io que seu
marido um forcado que infringi o
exilio.
Um fargado!
Sim, meu caro senhor.....Veja !
veja o que me acontece... Oh I meus fi-
lis 1 meas pobres flhoB pobre homem.
para que te aerve ter cincuenta e cinco
annos de probidade, om nome respeta-
do T... enlameiam-te, tena filboa mar>
O Sr. Rehtin, inclinado para a frente,
olhava para o seu interlocutor por cima
dos oculos; os seos olhos hrilhavam como
os do leao ; accentuando todas as pala-
vras e nao tiravdo os olbos de Dsir Fon-
taine :
Quer entfio am conselho ?
Sim. senbor.
Deseja salvar a sua flha fe os seus
netos?...
Sim, senhor.
Quer evitar um'escandalo ?
Sim, e principalmente...
Sua flha ama o marido ?
K' verdade, senhor... Mas quem
bavia de imaginar I Eu tambera gosto
dalle.
Tambem gosta delle !...
Sim, senhor... mas j nSo o esti-
mo. Nao se pode discutir com o corceo,
nlo verdade?... Eu Binto que gosto
delle.
Tem sido sempre bom para a mu-
Iher, para os fihos ?
Nao po8so dizer o contrario... por-
que isso a pora verdade !
E' um homem hbil nos seus nego-
cios...
Oh I quanto a isso, fea fortuna em
cinco annos.
E' estimado ?
O seu papel corre como o do Banco.
O Sr. Rehtin obaervou par alguns mi-
natos o tio Fontaine, pensando :
Na verdade, ease homem quereria
fazer bem a todos I Vamos a var !
E disao alto:
Quer om conselho.,. Eis o que lhe
familia, com maior razfto nada tem a te-
mer delle, agora que o seu futuro est se-
guro... Prgue-lhe peU mao e leve-a ou-
tra vez ao mando... Diga-lhes : facam
fortuna depressa e retirem-se para longa
de Pariz ; nada tem a receiar !... E o
senhor .trate de se esquecer do que
sabe...
O Sr. Rehtin observava FonUine.....
Vio-o abanar a cabeca, estender os beicos
e ouvio-o dizer :
Ah mas... nSo ... nSo isso...
O senher n2o me... comprehendeu bem.
Ee quero salvar o futuro de minha flha Q
meus netos.
Mas, seu genro ?...
Nao posto iateressar-me por todos...
C alm disso, u respeito as lea.
Vamos diraito ao fm ; o que o se-
nhor quer aasegurar o futuro de sua f-
lba... perdendo o seu genro...
E' isse mesmo... adivinhou...
Quer entregal-o ?...
A lei est em primeiro lugar.
O Sr. Rehtin durante alguns minutos
olhoa para e misera val; passou-lhe pelos
labios om sorriso indescriptivel; digo in-
descriptivel, porque era cheio de odio, de
desprezo... com os latios cerrados, aba-
nando a cabeca n'um tom de voz que e a
imbecilidade do burgus de Batignollea
aSo percebia, disae-lhe:
{Contina).
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Tjp. de Dr, roa Duque da Qaxiae, 4*

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