Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18485

Full Text
..$t* *;w
ATVMO LXXi
r

i
j
>

*!

'I
'?
i*
Quiota-feira O de Onlubro de I SOS
numero $9
FBePBJIB&BS BB S&SOBL FIBSBeA Bl FJ:BI& & SILBOS
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RANDEIRA E ACGIOLI DE VASCOKCELLOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES^ORDE NAO SE PAGA^PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da..
:l 85000
fe 151000
30&000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLfCAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA .
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelit^

PARA OS LUGARES ONDEjSE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 161500
Por nm anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9$0P0
Numero avulso de dias anteriores. $200
INSTRCCAO POPULAR
os umm u mmu
POR
Gastuo Tissandier

CAPITULO IX
BARCOS A VAPOR E CAMNHOS
DE FERRO y
[ARIO DE PERNAMBDCO
> *
RECIFE, 10 DE OUTUBRO DE 1895
Aformoseamento da Cidade
fnnesayelmente temos entra lo n'uma epocha
m que, tii certa inicial va tem t jo lugar em
prol dos inleresses maternos d'esta cidade, qua
.iuj ou menos conaexos com os de ordena
visto que, o espirito no seu desenvolv-
anlo, na apphcacao das suas conceptas*?*- <&0' PorCer,0>umaC0U3a ^ploravel, e at ver-
DINIZ PAPIN JOHN FITCH ROBERTO
FULTON CHARLES DALLERV -FREJ
DERICO SAUVAGEJOSEPH CUGXOT.
(Cuntinutuao/
O americano Fulion, diz o narechal Mar-
moni, leve a nia de applicar a n achina l vapor
coqdo forja motriz a navegado, e fez propostas
n'esse sentido lionapaite, trn quem os precon-
ceiios se oppuohain a todas as innovacOe?, re-
jeilou a proposia de Fulion. Esta repugnamia
pelas cou-as novas provinha-lhe da ua educado
de ariillieno Comtudo, uma sabia reserva
difiere muilo do desprezo absoluto pelos raelno-
ramenlos ou aperfeioamentos. l lodavu, eu
fi Fulion solicitar que i-e tizea.-eai experiencias
e pedir que e experimenlssem os resultados
do que elle chamava a sua inwncao. O pnmei-
ro cnsul laxou Ful too de charlatuo, e nada quiz
ouv r. Duas vezes interced, sem conseguir a-
zer penetrar a duvi ta no espirito de Bon.iparle.
E' mpoSivcl eulcular-se o que lerhuccedidc,
se elle livesae con entido em que o esclareces-
sem Era o boiu genio da franca, que nos
mandava Faln. o primeno cnsul, urdo
aquella voz, repellio a fortuna.
Fulion deixou a Franca, e s quairo anuos de-
pois, em 180r, e que o seu barco a vapor, o Cler-
mont, emprebendia a sua primeira viageiu a
New-York, e inaugurava assim a era da oave-
gagao a vapor. 0 CUrmon, media 150 tonela-
das, e a machina a vapor, com uma fjrca de 18
cav;illos, fazia funccionar as rodas com ps.
Creara-se, afina), o barco a vapor moderno.
Quaudo Fulton subiu para bordo do seu navio
na nbeira do Este foi acolnido peUs chavas es-
tupidas de uma multidao ignorante e hostil.
De lo la a parte se ergua uma gritara nmea
{adora; mas suoilo, e logo que o barco se p rs
em marcha, o enthusiasmo explusio em ac la
maces entiiusiaslicas, que tizeram esquacer ao
grande mechanino os uliragas que pouco antes
soliVera.
Nao cousa qus possa Cescrever-sa, o en hu
siasmo da multidao. Alguns hoinens, cem-
pleiarnenle destituidos de lusiruccao de todo oj
sentimenlo < as conveniencias, que aiads peosa-
vam em j gar a Fulion algunas chuvag^esamay
acabaram por cahir n'um abatimenlo eslupidOye
aquella victoria o o genio arraucou inuluu%
applausos irreprimrveis. (I). v.r.
Alguns das depois, Fulton an*n jornat's que ia estabciaeer um servido r#ttiar da
transpones entre New York e Atbani. O Cr-
moni effec uou esta viogeru de 2tt kilmetros
em trinta e duas horas.
Nao liouve um pajgageiro sequer que- f alra-
vesse a ser rotnpanheiio de Fuiton ua ida, a s
se apr sentn para volta. Esse passageiro,
diz Luiz Figuier, na sua excellenle historia dos
barcos a vapor, (2; era um l>ancez chamado An-
rieux, que entao vivia em New York, e foi ella
o uuico que ^e aireveu a correr o risco d'aquella
aventura e a ucompaohar Fulton a borlo do
Clermont. Indo a bordo para ajuslar o preco
da passagem, Andneux nao encontrn all mais
ninguera, al:u Je um sujerto que estava na c-
mara a escrever. E8e -ujeito era Fulton.
Andneux dirigi se a elle e perguntou-lhe se
nao voltava no vapor para New-York.
Decerto, respoodeu Fulton. Pelo menos
vou ten ar chegar l.
E pode dar me passagem a bordo?
Pois nao I Ss est resolvido a correr 08
perigos que vou correr...
Andneux pergunlou entao qual era o preco
da passagem, e ajustaram a por seis dollars.
Tendo-lhe Andnein entregado o dinhairo,
Fulton rec.ebeu-o e cou immovel e silencios,
cuiiitni-laodo, como que ab3orvido nos 3eus
pensamentos, o dioheiro que tinha na mo- O
passageiro, julgando que tivesse havido engauo,
perguntou me :
i'ois nao esse o prego que me disse?
Au.uvir isto, Fulton, despertando da sua
ubstraco, ersueu os cilios para o estrangeiro, e
deixou ver duas grossas lagrimas que lile desli-
savam pelas lacea.
Contina).
(I) The Ufe of Kube-l Fullcn, bv his friend C
N. Colden- New i"ik, 1817.
(2) As Maraviiras da So encia. )
cura realiiaro bello em torno de si, que por sua
vax o estimula, cou:ita-o a sua elevaco e .rea-
li acao do bem commuin.
A medida que o hornera se civilisu, procura
afiastar de ?i tudo que pode esmagar as suas
impresr.' artsticas.'A esthetica existi entre
odjs os povos Grecia e Roma crearam mara-
vilha?.
Em tedas as cidades da Europa, comprehen-
de-se o mais elevado esforco para o aformosei-
mento das cidades. As ras estrictamente
symelricas e efpjcosas, grandes pracas oere-
cendo vista do transente um aspecto encan-
tador, vastssimos e luxuosos.jardius, onde a
vtegetacao mostra o seu vigo, e serenos lagos
provocara ao repouso, estatuas que impresio-
nara gravemente despertando recordages his-
trica?, ou lembrangas do passado esvecido,
uma brilhaato illuminagQoque J s noites urna
belleza que aftugenta suas mysterioasjsoaibra?,
Analmente um todo revelando que a huinani-
prospern, e engrandece a civilisa.o, tudo coa-
corre, e teale iaevitaveliaeate para a realisa-
gao do bello.
As disposgGes oaluracs por si s, nao apro-
veitadas, aecusam apenas a inercia, a eslerili-
dade do turaein. O goveroos nao podem
esquecer a obrigagio de prona ver o aformo-
seamento das cidades, estabelecer todas as con-
dicO;s ovgenicas, aproveitar as medidas pre-
cisas para a realisagao deste fim.
Entra nos onde sempre a desidia tem reinado,
commum, e aecusa o gosio, o senlimeato esihe-
tlco, nada se tem feilo no intuito da dar ci
dade este aspecto de graca, de hejMeza de que
elh precisa p ira tornar-se digqa de primar ea-
J're aquellas que sao babiiaJas pelos povos cul-
tos da Europa e mesma da Aroericri. O Becife,
cujo primor natural tanta eleva-o, de modo
mostrar-se digno de sobre elle recabir todo o
esforgo da arte, todo o capricho de uma boa
adounitragao, va lavanlando-se d'esta deca-
dencia em que jazia devido aos osforgos do ac-
tual prefeilo do muoicipio, cujo zelo e esforgo
tern-se volta lo de modo cabal para caosecugao
d'este desidertum ; boas resultados ja tem
sido colhidos, e j se pde testemuohar alguma
bousa feita ao sentido da objeclivago d'estes
inisitos.
Becoos e ras excessivamente eslreitas vio
desapparecende, dando corprimeata e largura
ouirae, qua nao comportavam um transito f-
cil, principalmente para carro, e animaes con-
duzindo carga que atropelavam os traaseunles.
Innmeras ras e logares n'esius coadigOes
acham-se trandormados, de modo serem dilli-
cilmeote reconhecidos por quera os tivesse ob-
servado em outro tempo.
Muita cousa aioda ha fazer-se a'este sentido,
e o bairro do Recife principalmente em que
abundara as roas estrellas, vielas infectas, e
onde accumula-sa todo que procede de um com-
mercio coosideravel, e cuja losalubridade por
demais ostensiva, reclama que sobre elle estn-
da-se a obra j comegada em ootros bairro,
nao sendo j entretanto, de todo estranho es-
las modificagOes.
i O calgameoto das ras que era uma necessi-
dade de ha muito reclamada, tem-sejoperado com
! uraa certa celeridade que revela boas designios.
O transito impodido em muitas d'ellas durante o
invern, vae se tornando livre d'uma tal difflcul-
dade, que aecusava coosideravel incuria.
Alera do que, um tal inconveniente era ictei-
ramente offensivo sade publica ; e por este
modo as coodiges hygienicas da cidade vo
sendo restabelecidas.
Logares pualicos reduzidos focos de infec- f
gomosa.
Boas disposiges vo se estabelecendo para o
aformoseamento d'esta cidade. Convra prose-
guir na obra encelada, e qus o aclual Prefeilo
tenha imitadores, que, por certo, proseguido
n'esle alto designio de produzlr a iransformjgao
do Recife tornan lo-o bello como ella deve ser.
PARTE OFFICIAL
QhUSSBS
59
0 CASAMENTO DE l FORQADO
POR
ALEXIS B0UVIER

Governo do Estado de Pernain-
buco
Secretaria da Industria. t.* DI
reetoria
inspectora geral de hygiene
Expediente do da 7 de Ontnbro de 1895
Castro Lemos & C, pedindo para man-
dar examinar caf. Ao D.-. ajudan e
para ex minar.
Foram considerados em coudigOes hy-
gieDicas para serem habitados :
Pelo Dr. commissario da 3.* districto,
os p-edios ni.. 7 e 3 da ra da _Iutend;a-
cia e 16 da ra dos Coelhoa.
Pelo Dr. commissario do 5.' districto,
o predio u. 4 da ra da Rastauracao.
Pero Dr. commissario do 2.- districto,
o predio n. 10 da ra da Aasumpc&o.
Dia 8
F> rana conaiderades em condigSes by-
giea oas para serem habitados :
Pdlo Dr. Commissario do 1. diatricto
oa predios ns. 177 da ra do Coronal
Suassuna e 12 da ra MarquezJ do Her-
val.
Pelo Dr ajudante do Inspector, o pre-
dio n. 3 da travesss do Paysaod.
Pel> D-. commissario do 3.' distrioto,
o predio n. 32 dalPraca Macil Dinhairo.
Dia 9
Ferr ra Rolriguea & C, pedio do para
manda.- examinar caf. Sim.
Foram considerados gienicas para serem habitados:
Pelo Dr. commiaaario do 3.' dlstrict-,
os predios ns. 110 da ra da Gloria e 2j
da ra do Ca-onel Sera.
Pelo Dr. commissario do 4.* districto,
o predio n. 26 da ra da Baixa Ve de.
Pelo Dr. commissario do 2.- districto,
os predios ns. 134 da ra Oiteata e Nove
e 12 e 14 do Becco do Amaro.
Jos Cuneguades de Ohveira, pedindo
para mandar approvar e registrar as for-
mulas de eeus preparados Elixir de
sal a caroba e cabera de negro, e Vi-
nho tnico estomachico. Pague a verifi-
ca9Io das formulas e analysea e remeta-
se ao Laboratorio Ch mico.
Pelo Dr. commissario do I." districto,
foram considerados em condi$5es hygie-
nicas para serem habitados os predios
ns. 2) da ra das Larangeiras ; 6 da
ra do Coronel Suassuna ; 67 da ra Ve-
lha ; os segundos andares dos predios ns.
31 e 36 da ra Larga do Rosario ; o
andar terreo do predio n. 18 da ra de
Santo Amaro e o 2." andar do predio
n. 44 da ra do Rangel.
Jos Cordeiro,
Secretario interino.

TEKCE'RA PARTE
3 PASSADO
CAPITULO XIV
A C ATASTR o phe
(Cenlinuagao)
Bjrard olhava para o amig). Sabia,
que era incapaz de o engaar ; quando o
passado pareca querar erguer-se dlante
delle, tinha-o visto fazer tud quaetp era
possivel para o servir; readquirlo con-
fianga ao ouvil-o, e diese :
Poia seja I E' que, nao querendo por
ama cousa tao pequea ver renovada asta
acea, vea fallar muito a serio com Ai-
me.
Outra tolice Meu amigo, nada di-
gas a tua malber... A forca inerte, nao
ha aada como ato... Espera e vers
como ella volta... Ha da ser alia que ha
de pedir-te perdi.
' O comboio entra va na gare... Cardi-
Vamos ceiar ao Brebant.
Vamos l, visto que ass m o que-
res... Mas depois, levas-me a casa.
J se v !
Os dous amigos metteram-se para um
trem e mandaram-o seguir pra o boule-
vard Montmartre.
Cbegando ao restaurante, subiram ao
primeiro andar.
A pretexto de fazer a lista, Cardanet
pedio todos os preparos para escrever.
Por baixo da lista poz o seguinte :
< Mandem o mogo de recados ra
d'Eoghien, casa Berard, perguntar ao
porteiro se o setihor e a Sra. Berard vol-
taram j; quero a resposta por escri-
pto.
Entregos a lista ao empregado e dis-
se-lhe :
Filippe, recommendo-lhe iaso que
poe em baixo... e muito especialmente.
O rapaz leu a lista, e com um olhar,
diste:
Vou j mandar.
Sata" immediatamente.
que que tu escreveste all ?
*E' uraa cousa de que eu gosto, e qus
fazsnx deposito para mina
Guloso 1
__ Obi mas nao foi s Dama que in-
ventan cousas boas... J tenho o grog
Cardinet, hss de tomal-o um da... Esta
noite vaes provar o rim Cardinet, nm
molbo... nao digo mais...
E Cardinet fez estalar os dedos e a
lingua.
Caiaram alegremente; esta vam quaai
no fia, quand > Felippe tes a Cardinet
um aignal qus quera dizer :
Venha c, j aai est resposta
Regiment do Custas Jadiclarias
(Continagao)
i
Tabella E
Art.!'4i.Dos Escrivaes em geral :
I.' affirma^ao, jurada ou nao, da
quca Ou denuncia ou qualquer ou-
'^t q^.e perante o juiz escreverem
W'ffibcesSO% criminaes, anda que
preiada por mais-de uma pessoa .
2^ Acta de reunio de credores,
alm-cla rasa :
a)-para'concordata, moratoria ou pres
. ta?5o- de contas .
b)^para qualquer outro fim
3(.u Auto:
a) d penhora, embargo, sequestro, pri-
Sao, detenco ou outro qualquer .
b) de inventarios ou partilha, inclusive
as arnrmafes que nelles forem de-
feridas ......
c) -d$ yistoria, exame, posse e arrola-
mnto......
d) de qualificago, perguntas, corpo de
delicto, sanidade ou outro qualquer
nos processos criminaes.
4* Arremataco, adjudicaco ou re-
miso, quer sejam os bens movis,
semoventes ou de raiz de cada ter-
mo :
a) at o valor de 5OO$O0O .
b) iroooSooo .....
c) Edahi para cima mais ISOOO por con-
t ou fraeco de cont, at 50:0008,
sendo o maior emolumento .
d) sendo a arremataco fra dos lugares
do costume ou em le lo judicial
percebero mais a estada do IO
LettraA:
5 Autoacao simples feita em car to-
rio .......
Dita em virtude de requerimento de
audiencia......
(SJ Alvar;
a) "tje supprimento de licenca para casa-
.JBLgnto
b) Jjfeta qualquer outro fim
2 $000
io$ooo
SSlooo
4$ooo
3$ooo
8S000
4$ooo
2 $000
4S000
53$ooo
%
ij 7.' Das buscas de processo findos
ou parados ou de livros que pela lei
sao obrigados terem em seus car-
torios ; o mesmo que se acha marca-
do para os tabelhes
Cartas. ,.
legitimaco ou adopeo e de nsi-
nuc$9 de doaco .
b) de supplemento de edade V^v
9" Certiido:
a) de desentranhamento de papis pas-
sada nos autos .
b) de cada nota lancada nos mesmos
papis, alm da rasa do traslado
que ficar nos autos.
c) narrativa de factos que tenham co-
nhecimento em raso de seus offi-
Cios ou que consista no relatorio
dos autos, alm da rasa.
d) verbo ad verbum, alm da rasa .
10. Diligencias e actos de seus offi-
Cios que tiverem de praticar fra
de seus cartorios, excepto os de au
diencia, praca porta do Juiz ou do
auditorio, termos de juramento e
diligencias ex-officio, alm do que
se acha marcado para taes actos:
a) dentro da cidade ou villa, sede
do districto ou alm at uma legua.
b) maior distancia ou no mar
c) nao podendo concluir-se a diligencia
no mesmo dia, de cada dia que ac-
crescer (nao se contando mais de
tres dias nos feitos em que forem
interessados menores ou pessoas
estes equiparados)
11. Guia passada nos autos ou fora
delles para pagamento de impsto na
i$ooo
2$OQO
5$ooo
4$ooo
6S000
4$000
I $000
500
I $000
800
8 $000
i5$ooo
I0$OO0
estacSo fiscal, ou para deposito e
sello......
a) e contiver o calculo feito nos autos
para pagamento do imposto .
b) para pagamento de sello de heranca
e legados com as declaracoes exigi-
das na lei......
12. Informaco requerimento das
partes ......
Nada, porm, receberao das informaces
determinadas pelos Juizes e das que
deyerem prestar em f azao de seus
oficios ou para evitar a responsabi-
lidade.
13. Inquerito de cada testemunha
produzida em Juizo ou depoimento
da parte, de o escrever.
a) havendo repergunta ou reinquirico,
mais......
b) durando a inquirico mais de 6 horas,
o dobro das taxas cima estabeleci-
das.
14. Certides de ntimacoes ou no-
tificacoes de sentencas e despachos
advogados ou solicitadores consti-
tuidos nos autos ....
15. Estada de ntimacoes ou notifi-
cacoes que fizerem para avaliacoes,
exames, arbitramentos, vistorias,
partilhas, sobrepartilhas e quaes-
quer outros actos ou diligencias
16. S pode ser percebida por dia
uma estada, qualquer que seja o nu-
mero de intmacoes ou notificaces
feitas, recebendo smente de cada
certido e emolumento de
17. De toda e qualquer certido que
passarem nos autos e que nao esti-
ver especificada ....
18. Leitura do processo, formaco e
escripta da acta do Jury
19. De todo e qualquer mandado
i} 20. De cada officio que fizerem
2i. Apudacta e substabelecimeoto:
a) sendo um s outorgante .
b) se houver mais de um outorgante,
cada um delles mais
22. Provises de opere domoliendo,
ou para o exercicio de qualquer offi-
cio .......
23. Rasa dos traslados dos processos
no todo ou em parte, das cartas
testemunhaveis, cartas precatorias
ou rogatorias para citacoes, embar-
go, sequestro, inquirico de teste-
munha, depoimento de parte, e
para outro qualquer fim, carta de
edito, editaes de praca e quaesquer
outros instrumentos extrahidos dos
autos : das cartas de arremataco,
ajudicacSes ou remisso; do|lanca-
mento de avaliacoes, partilhas e so-
brepartilhas, diligencias para medi-
co, aviventaco de marcos^'e limi-
tes ; das certides verbo ad verbum
passadas de livros, autos e papis,
a pedido das partes, nao computa-
da a parte preambular declarativa
do nome, qualidade ou titulo do es-
crivo :
de cada linha ou regra, contendo urnas
por outras pelo menos 25 lettras
24. Reconhecimento que em rasao de
. seus officios fizerem nos papis e
documentos juntos contas de tes-
tamentarias e inventarios, de cada
firma ...
E nada mais, alm de 50$000, qual-
quer que seja o numero de firmas.
S 2$. Registro dos testamentos e com-
petente processado de cada lauda .
26. Termos :
a) de vista, data, juntada, concluso,
publicaco, remessa, recebimento
ou appencaco ....
b) de perdo, desistencia ou quitaco.
c) de transaccao, fianca, cesso ou sub-
500
l$000
250OO
1 $000
4
9


x

3$ooo
i$5oo
J

3 $000
6$ooo
2$000
2$000
I0$OOO
2$000
2$000
2$O0O
5OO
3 $000
i
030
$500
2 $000
$300
2 $000
Quem escreveu isto ?
Um caixeiro que estava no quarto
do porteiro a jogar as cartas com elle.
Um caixeiro da casa ?
Sim, senhor.
__ N3o Ihe pergantou auem o manda-
va l?
Pefgintou, sim, senhor.
Que respondeu ?
Nao dase nada; dei dez francos.
Era isso que devia responder, disse
Cardinet, tome-os l.
E deu um luiz ao moco.
Rasgn o sobrescripto e leu :
c A Sra. Berard, ssinba, chegou hon-
tem ; arranjou algumas malas e f i-so
embora para casa dos pais, que vieram
boje ver em que estado se achavam as
C >ntas.
OS. Fontaine teve uma altercacao com
o Sr. Rthnr.
O Sr. FontaiBe diese que entes de oito
dias seria elle que, em nome das criancas
a de sua filha, se collocsria testa da
casa.
O Sr. Ritber nSo lhe perguntou porqu,
foi-se logo embor.
Receia-se que o Sr. Berard tenha mor-
ado.
Quando Cardinet voltou para a mesa,
estava tao pallido que Berard perguntou-
lhe inquieto :
Que teas ?
Cardinet sentoa-se ao lado do amigo e
disse-lhe :
Bjrard, preciso teres coragem...
Que queres ta dize; T
Estamos em um estabelecimanto pu-
blico ; nlo das nm grito, est socegado...
j tens soffrido... s forte, Id
he dava e lancm-lhe um golpe de vista
rpido.
O effeito produz-se como um choque
elctrico ', as suas mios trmulas deixa-
ram cahir a carta, mas o olhar do pobre
rapaz ficou como que preso a ella.
Uma pallidez cadavrica Ihe cobrio o
rosto, o suor inundou-lhe a testa, a bocea
contrahio se, sentio correr-lhe no sangue
um elemento gelado -. Mas Berard era
um forte.. vivia como um lutador, sem-
pre em guarda ontra o destino... Por
muito terrivel que fosse o choque, rece-
beu-o sem vacillar .. e s Cardinet pode
ver o golpe que o amigo receben... Aper-
tou-lhe as mos como para lhe dizer : eu
ca estou 1
Jacques nao correspondeu a esta pres-
to ; nao estava vencido, estava can?ado...
descancava. Mas o desanimo invadia-o ;
por alguns momentos nao teve conscien-
cia do lugar em que se achava... J nao
era o homem que all tinha entrado, o
pai felia, o negociante nota val... Era o
71, o forjado 1 o assassino da ponte da
Estacada. .
O passado, com tudo quanto tinha de
horrivel, levantava-se diante delle.....
como se ettivesse tomado por uma hallu
cinacSo, poz em p, e de repente aponton
para as cortinas argelinas que encobnam
a porta...
Cardinet conhecia aqaelle phenomeno
physioe... o cerebro perturbava-se com o
abalo. .
Como um homem bebedo, o desgranado
Cardinet Uwantou se sem Berard repa-f E Cardinet esteniou carta a Berard.
r; me* twgon-lhe ama carta. Jcqes pegio no papel ie o migo
ia exhalar as suas qaeixas
invocando o
rar
m
^MaDdo'mboi os ecUdot, attribaiodo
ao vinho o estado em que se echara e
amigo, e disse : .
Deixem-me s com elle; depoa de
um grande desgosto qae teve. adquiri
ama doenea terrivel... orna especie de
epilepsia moral... isto nao vale nada,
deixem-nos.
Os criados nao se foram embora ; tugi-
ram ; Cardinet correu os fechos da por-
ta ; era tempo; estendendo a cabeca, com
os olhos fixos no repesteiro que aioda
abanava, com o braco eatendido, gntou :
__ Eil-o... eil-o 1 acaba de lhe contar
tudo. ,.
Que tens tu ? perguntou Cardinet.
Nao vs, acola, no reposteiro... a
cabeca delle... os cabellos muito hrr-
tos... com a cara cheia de sangue e de
lama...
Quem ?... Vamos l, ento ? soce-
ga 1 Senta-te, baba um cope d'agua ..
E Cardinet com o guardanapo molha-
do, qniz banhar-lhe as fontes. mas elle,
desembaracando-se logo, recuou at ao
canto da sala, fallando aos a.rancos, com
uma voz gutural.
Ocarpinteiro... acola esta 1 bol
elle que lhe disse tudo... Oh 1 afasta-o,
elle avanza para mim l Vs como tem as
maos retalhadas ? enche a cara de Ban -
gue.. eh como o sangue orre...
Espera, espera disse Cardinet ater-
rado, eu vou eipulsal-o...
E collocou-ae diante do amigo.
Jacques ficou immediatamente socega-
do. Respirou ruidosamente, passou a
mao pela testa inundada de suor, alisou o
cabello a afasten a vieao lgubre que lhe
eubia ao cerebro.
Cardinet tema um ataque cerebral ;
molhoa o guardanapo no champagne gela-
do e, tentando outra vea molhar^lhe a ca-
fe -ce, disse 1 ,
Subio-te o sangue cabeca, deixa-.
me molbar-te tm pone as fontes.
Barard den um salto para traz. Cardi-
net franzio a testa, dizendo :
Tem medo da agua ; a raiva !
Jacques, com o olhar incendiado, re-
cuandj diante de um phantasma invisi-
vel, furioso apontava para a janella.
L est elle I l est outra ves f
oh! que momtro... faz-me caretas, mas-
tra-me os deutes... Vai-te I... Estende
a cabeca... um pescogo de serpete...
quer morder-me ..
Era de tal medo terrivel a voz com que
Berard dizia isto, que Cardinet, incon-
scientemente, se voltou... N& vendo na-
da, correu para o desgranado que, recusa-
do sempre, foi encostar-se ao fogo, onde
as uhimas brazas se iam apagando. Car-
dinet dase :
Jacques, estou eu aqu... nao te-
nhas medo... Onde est elle ?
Acola... disse o pobre rapaz, apor-
tando para a janella.
Quando vira o amigo incommodado,
Cardinet tinha i inmediata m-nte aberto
janella e corrido as cortinas.
A aragem da ooite agitava nm pouco e-
tecido pendente.
Cardinet disse :
Que tolice, o vento.
Nie l veje-o.
Tu vs 1 A quem ?
A elle, ao Carpinteiro 1
Onde?
Entre as cortinas, exactamente.
Entre as cortinas I exclamoa Cardi
net, olhando para Jacques e para a ja-
nella, recetando desta vea que u d??gra-
cado tivesse enlouquecdo. .
{Contim*).
Tjrp. do Diario, ra Duque Ua 1 xian **

?t?
itfS1,
fia


Piarlo de feinambnco ~ Quinta-fe ira IO de Outubro ele 185

i
rogafSo de divida e garanta, sen-
do o valor ;
_ at i:000$000 4$000
de i :ooo$ooo 2:0000000. 5$ooo
de 2:0O0$O0O para cima mais 500 reis
em cada cont ou fraegao de cont,
nao excedeado, porm, o salario a 3O$0O0
d) de tutella ou curatella 3$ooo
e) de entrada de qualquer quantiaou
objecto precioso para o thesouro e
de que darlo conhecimento a parte,
ou de saluda e levantamento. 1S000
f) de assentada, audiencia, aggravo, ap-
pelafo, protesto, desistencia, cau-
fao de rato ou outro qualquer termo
nao mencionado 2S000
27. Dos extractos de testamentos e
inventarios que por lei sao obri-
gados fazer em duplicata, antes
do julgamento, de cada um. 5$0
28. De cada quitaco expedida, tes-
tamentareis 4$ooo
29. Dos termos de encerramento de
livroscommerciaes.de cada um 3?000
OBSERVARES
1/
OsEscrives ou officiaes de casamento reger-
se-ho por esta tabella no que lhes fr applicayel
e a celebracao do casamento pelo Juiz ser gratuita
(Consc. F. art. 72, 4.'
Os salarios taxados neste Regiment sero por
metade as causas de valor at 5oo$ooo
Esta disposico, porm, n5o comprehende os
escrives e mais funecionarios dos Juizos dos Fei-
tos da Fazenda, nos executivos fiscaes, com o limite
de nao excederem s castas que lhes lorem contadas
nesses feitos, a quantia ae S0S000.
Tabella F
Art. 42. Dos officiaes do Registro Geral. ..
1 .* ATchivamento dos estatutos, con-
tractos, propostas, actos, e raais-
documentos ou papis relativos
constituico de sociedade anonyma,
em commanditas por accoes ou de
outra qualquer denominago ou na-
tureza que deva preencher esta
formalidade de urna s vez ioSooo
2. Averbago de cada urna. 1S500
3.0 Buscas nos livros e papis do seu
archivo o mesmo que ficou taxado
para os tabellies. ^^^^^

4/ Certides que derem dos ditos li-
vros ou papis o salario marcado para
os tabellies.
5.# Entrada no competente protocollo
do exemplar da publicaco dos es-
tatutos ou contractos das socieda-
des a que se refere o i." inclusive
o archivamento e oertificado do re-
recebimento .
6.' Indicago no indicador real ou pes-
soal comprehendidas todas as refe-
rencias de '.cada urna
7.* Inscripco de cada urna .
8." Referencias .*
a) aos nmeros de ordem e paginas do
mesmo vro em que fizerem a in-
scripco, transcripto ou averbaco,
de cada urna .....
b) ao numi-ro de ordem e paginas dos
outros livros, de cada urna ,
9.0 Transcripcao de cada urna ,
OBSERVACO

3$ooo
i$Soo
3$ooo
1 $000
1 $000
3 $000
Quando as partes, alm do registro por extracto,
quizerem a transcripcao verbo ad verbum, os emolu-
mentos marcados nos anteriores serao duplicados.
Tabella O
Art. 43. Do official dos Protestos.
nico. Ponto de lettra de cambio ou
da trra, escripto ordem ou nota
promissoria cujo protesto Ihes'fr
requerido ..... 2$ooo
De valor at i:ooo$ooo ... 2$ooo
Excedendo d'esse valor at io:000$ooo. 4$ooo
D'ahi pa-a cima.....I0$000
a) cada instrumento de protesto, inclu-
sive o .registro, ainda mesmo no
caso de serem muitos os ttulos pro-
testados ...... 2S000
b) cada intimaco para o acceite ou pa-
gamento dos ditos ttulos ou cada
notificarlo de protesto:.
sendo feita m cartorio, ou fra d'elle,
mas dentro da cidade ou villa. 2$0O0
fra da cidade. ou villa, qualquer que
seja o numero dos citados 8$0O0
c) certido de nao intimaco e nao noti-
ficado nos casos indicados, metade
dos salarios cima taxados.
d) quando a intimaco ou notificaco fr
feita pela imprensa, percebero mais
a despesa com a impresso dos edi-
CaCS
(Contina)
Questura Policial
Secgo 2* N. 223. Secretaria da Questura
Policial do Eslaclo de Pernambuco, 9 de Ou-
tubro de 1895.
Ao Sr. Coronal Dr. Julio de Mello Fimo, digoo
Secre^rio da Justiga e Negocios Interiores.
Participo'vos que foraoi hoQlero refolhidtas
Casa de Deteogo, os seguales individuos :
A' minha ordem, Mana "a Coaceieao, vnda
do maoiipk) de Palmares, como alienada at
que possa ter o conveniente destino.
A' ordem do d;legado do 2.' disincto da ca-
pital, Aotono Joaquim da Silva, para averigua-
res poiicues.
A' ordera d > subdelegado da freguexia do
Recife, Franci3C0 Miooal de Franja, como des*
ordeiro.
A' ordem do subdelegado da freuezia da
Santo Antonio. Joao Candido da Motta, por dis-
turbios e Joao Cassiauo de Mendonc^, para
averiguacss policiaes.
Por offlcio de hontem datado, comraunicou-
me o subdelegado do districto de Tigipt, qua
foi encontrado morto no logar SanfAnna no
mesmo districto, o pardo de norae Jo= Joa-
quim de Sant'Anoa
Do oame feilo, veriflcou-se ter sido a raorte
occa ionada por congestao terebra!, devido ao
estado de embriaguez em qae Imbitualmenie
Tivia o mesmo Saoi'Auna..
Por officio da msala data coramunicou a re-
ferida auloridade, que no aia5 do torrente, no
logar Tot, d'aqueile dstrtelo, foi encontrada
eoforca-la a raulberde norae Francisca Maria'l
da ConceicSo.
Das diligencia* procedidas, verificou a mes-
ma autodade que a referi la raulher eotfria le
aleoaco mental, tendo por diversas vezes
tentado suicidar se.
Sa le e fralernidade.
o QOESTOR,
Jos Felipp* Nery da Silva Ftlho.
USINA DO CABO
Em cumprimento a portara >e 10 de Agosto
de 1895, tenho a honra de passar s raaos de V.
Exc. 03 papis referentes usina do Cabo,
da qual conceseionario o bacbarel Jos Rufino
Bezerra Cavalcanti, com a seguinte informa-
cao:
A usina do Cabo ficar situada no antig) en-
genho S. Ignacio, do municipio do Cabo, a mar
gem dlreia do rio Pirapama e distando de 1 1*2
kilmetro da cidade do Cabo e estago ao
mesm > nome da Estrada de Ferro do Recife
S. Francisco, na alti ude de 13, cima do nivel
do mar.
Nao estando ainda montada a usina, cujo
machinismo e material oe estrada de ferro O,61
de bitola tiaviam silo conlractaJos, tratei ira-
mediatamente de avahar o engentioS Ignacio
bypoltiecade ao Estado em vista do 4ecreto da
concesso, e verificar se a capacidade deate, do
engenho Trapiche e dos engennos liaitropnes
contractuntes da materia prima, estavam de ac-
cordo com as exigencias da le n. 113 de 25 de
Junh> e lleguia.-nento de 5 de Agosto de 1895.
O engenho S. Ignacio, oceupa urna rea de
3.320.000 meros quadrados ou 332 hectares
approximadamente.
Suas trras sao boas e fertiliasimas, ernnora
tenham sido exploradas dasde muitos anuos.
Sua capacdade de 5 000 toneladas.
0 engenho .Trapiche, que perteuce tambera
ao concessienario, oceupa urna rea de.......
9.000 000 de metros quadraios ; banhado
tambom pel> rio Pirapama e tem capacdade
para 6 a 7 000 toneladas, possuinda urna certa
extenso, em maltas virge'S e pasto.
Alm destes dous eogenhos, esta usina pode
contar com o foroecimeolo dos seguintes :
Garap.., que produz 3 000 loueladas.
Barblio, que produz 4 000 toneladas.
Eogeuho Novo, que produz 2 003 toaela
das, po.endo portanto ter um fornecimento to-
tal de 21 000 toneladas approximadamente.
Estes e-meonos, que circundara o local em
que ttm de ser construida e montada a u-uoa
do Cabo, eatao fundados na ubrrima e cele-
bre varzea do mesmo nome, que sleude-se.
como V. Exc. sabe, desde o tu mal do Pavo at
a eaiaso da liba, da Estrada de Ferro do Re-
cife a S. Francisco, onde pela sua disposigao to
pographica, a plantacao da canna pode ser feita
pelos processos mais aperfe:goa ios, sendo fcil
a praparacSo dos terrenos, a disposico do tra-
balhe, a direcgo dos sulcos, por m^io dos mais
modernos apparelhos desuados lavoura.
Nesta varzea abundam diversas gp-Cies de
sement de canoa, desde a Louner at a Gayan-
na e a 4*1 ngor (coobecida por uns romo cao
na de casca poema e por outros como cansa
calcrea, por ter s vetes sobr o p co iside
ravel quauldade de materia resinosa branca.)
Esta especie ootavel pela muita quantidade de
picos na aar e da folna que tica pegada has-
tea us quaes causam na palie ra .de irritaco.
Ellai d esplendida soca, urna Canna tirme e
forte, seu sueco aDundante, doce, fcil de cla-
rificar, cozm a bem e produz assucar bello e
alvo. Deve-se, portante, aproveitar as suas 00-
Ceiras mais bonitas para servirem de sement,
visto o bom rendimento que ellas deixam.
No engenho S. Ignacio j est montada ama
destill de iJ-,90 pur 0"90, systema Mornay ; um peque-
no m tor que d movimento a moenda por
intermedie de ama engrenagem dupla ; tem 2
f aradores de vapor com fornos de bagacn verde
e appareloo paca destillar, systema avalle u. 3
capaz de produzir 6 pipas de alcocd Je 40" em
24 horas ; tem mais um motor para as bombas
de alimeotacao o 12 cubas de amarello para a
fermentacao.- .
Esta usina tam de construir apenas 4 kilo-
metras d^ lioha frrea de biloli de O,61 entre
trilho?, para facilidade do transporte (fe suas
cannas, lenha o exporiago dos seus productos.
Valor material 0 valor material desla usina
com o machinismo que est encomraendado 4
kilmetros de Imba frrea de 0,6l construir,
valor do engenho S. Ignac o, a destillago que
est montada, ser de 880:0009000, assim dis-
criminados :
Machinismo da usina, transporte, etc........
450 OO0SOO0.
E ulicio, mon'agem, installaco, 120 0098000.
E g-nho S. Ignacio, 150:0008000.
Quatro kilmetros de lioha frrea, material ro-
dante e ftxo, sendo 1 locomotiva, 80 carros para
transpone de cannas, 100 tonela las de trilhoa
de ago e 12 kilos por metro correte e accesso-
sorios, 6,800 dormentes, assentamento da liaba,
e c. 80:000000.
Total-Ris 880:0008000.
0 engenho Trapiche vale a quantia de....
180 0008 -00, na quasi sua totalidade de pro-
pnedade do concessionario.
Valor industrial. -Qo'ioto ao sea valor indus-
trial, muilo embora esleja montada e trahalhaa-
do regularmente a destillago supra descripta,
deixo de mencionar, por ser, orno V. Bxe.
sabe, dependente de circunstancias poste-
riores.
Era vista do que fica exposto, sou de parecer
que satisfaz s exigeucia da le e do seu regu-
lamento } deve portanto ser deferida a pstigo
d referido concessionario.
Sade.e fraternidade.
Ao Illm. e Ex.n. Sr. Dr. Julio de Mello Ft-
lho, mnito digno Secretario de Estado da Indus-
tria o Negocios Interiores.
Recifa, 17. de Seterabro de 1895.
/. A d'Alnuida Pernambuca,
Engeobeiro civil.
DIRECTORA geral do thesouro do
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despadios do dia 9 de Outubro de 1895
Francisco Fauatino de Brito &c C.
Deferido, de accordo com a informao
prestada pela Sub-Directotia do Conten-
cioso.
Peregrino Alfonso Ferreira.Approva-
se o calculo da penslo fe ta pela Sub-Di-
rectoris do Contabilidade.
Jos Alexandre Ferreira Firmo.De-
ferido, afim de ser tomada por termo de
flanea.
Pereira Carneiro & CD se provi-
mento ao presente recurso para o fim de
ficarem os recurrentes sujeitos ao paga-
mento do imposto da tabella B.; n. 25,
da lei do oraa)ento em vigor, com 1
agentes ou consignatarios, de vapores nos
termos da informac&o prestada pal* Ra-
cebedoria do Estado.
Francisco de Paula Marques de Oli-
veira.Deferido afim de ser dada bixa
da execus&o relativamente ao imposto
de decimas do exercicio de 1888 da casa
n. 8 a travessa Real da Torre de accor-
do com as iofarm cOes-
J. S. Amaral&C. Indefeiido em
vista das informales da Racobedona.
Bacharel Joe Antonio da Silva Mello.
Indeferidx em vista das informa5es.
Moreira d Silva & CCertifique se
Antonio Moreira Res, Antonio No-
gueira d C, Alfredo Ferreira de Albu-
querque, Caetano Jos da Costa e Silva,
Geraldo WeoceBl 1 Borgas, Luiz Frao-
c-co da C ua, Maria do Bom Fim, M.
Travassos t C, Pohlman&C. -Ao por-
tel o para entregar ao interessado.
Aprigio Ferreira da Silva, Antonio
Ca> neiro Msira de Vaacconcellos, -om-
panhta de Beb riba, A meama, Francisca
de Barros Dtaa, G. d^ Mattos &c C, Ir-
mandade de S. Bom Jess das Portas,
Md'ia dj Carmo Pereira de Macado.In-
fo-me o Sr. Dr. Sub-D.ractor da Conta-
bilidade.
Antonio Jos Das a Affonso Taborda &
Qt__Informe o Dr. administrador da
Recebedoria.
Francisco Jos de Azevedo. A sec-
gao do contencioso para fazer as notas e
devolver.
O PROTOCOLISTA,
Francisco Militino Ferreira.
ESTADOS Di SU
SUL
Gofas
Foi creado anoexo ao Tnesooro do Estado om
cofre de orphos, no q;al sSo reeolbidos todos os
iloheiros de orbaos, como enprestimo ao Es-
tajo, venteado jaros de 5 Ojq ao anuo nao capi-
unsaveis.
O crecento do Estado para o aaoo floan-
cAim i88:8J8, e a despea flxida em 56i:967l.
Foi promulgada a lei, qae esUbelece o pro-
ce sj para le. :i irago da tiiobrigatoriedade de
leis e resolugo-'s dos coacelbos maaicipaes, sen-
11 para so ttr:bui Ja a cora>etsiici ao Sape-
no- T iQunal de Jastiga do Es ado.
Sao casos de ioonrigatoriedade :
Quindo as leis ou reologOas lerirem diretas
outnoreados ou garantidas pela constllalgo a
lei da Rapabl'ca e do EsUdo.
Qiaodo hjuv'em sido importas fela forg ar-
ma laou ajanlimeoto aediaoto.
Qlando estlvereo viciadas par peita ou qaal-
qoer motivo grave de corropsao por parte da
qaellos qae vota^aro.
Rio Grande do Sol
A D'oposiU) da cjmm>noraco itinaoa data
1" 20 de Setembro, aopareceo ao DeuUcbe
Voitk-nsla (ola. allem catootlca, ora escripto
incoovenieate, atacaoda aquella aaeioaalidade
em ie-mos imcoprios.
E i fe os Italianas o tacto p-odazio aatarat m-
ligo.gaoe foi resolvldo orocor.r aa aatortdide
pabiica oe leles le desifi'ronta.
O cooial italiano e comoaissao que fallaram ao
chefe de poli ia tiveram deste de laragao de quj,
-omqaauto au se trataste di caso da sua alea-
da, i erveria amistosamente 00 abatido de chegar a
orna sulog) gaiiifactorla. \-sim diaposto, ot>
tc.va do reactor do jo oal alUmao proraessa de
expMca.- no prirairo oamero qae o sea peoss-
meoto aao era cQdOsivo a oloota italiana.
O cnsul italiano ofli-iou 00 dta 39 ao prsi-
d-'ni- do oisUio, dando conheetmeato da pabli-
cugao aBrontsa e dueodo-se qae a colonia sen-
Ua-M ag'tada, nao poiclo elle evitar qaalqaer
' eden e deaugra Javei.
O Sr. asulhas respoo leu immediatamente, re-
f risio o resollado obtldo pelo ebefe de polica e
ii.ea.jOqae os italiaoos deviam socorrer-sa fo-
mente d ,8 meios legaes, desvlaado-se de qual-
qoer violencia desagrada vel.
Teodo se dado esa troca de cfficlos entre 3
e 4 Coras da larde, aaJa mah snrgiado, pareca
q->e ts italianos agoardartara tranquillos a ex-
pllcagao promettida, de sorte qae, caasoa sor'
preza qoe, reoalalo-se elles ao dia 30, a pretex-
to de delioararem solre o incidente, satssem
roa a-mados e em aumaroso grupo, atacas^em
a 10 horas ao dia, ioopioadamenie, o edificio do
Cestro Catbolico estaoeieclmento tvpograpnico
moudo por meio de acgOes e oade se imprime
tal jornal.
Com o malor vandalismo foram arrombadas
as p ir:as, invadidas as offioioap, qae sotTreram
muitos asmaos era tjpos e impressos jogados a
roa.
A aator'dade, qae descaogsra aa sapposigao
de esar o incideatj em preparativos de liquida-
gao amistoia e nao tiaba motivos para sospeitar
da atttlale hostil dos italianos, fot colbida de
'orpreza, mas chegoa a lempo de evitar maio*
res prejaiios.
EsU o-'cu-rdacia tem sido coademaida geral-
mate.
Os proprios italianos sensatos recasam solida-
neiaie com 9 grave attentado i lidedade de
,) ns;roeoto.e a cammisso qae coavocoa a reo-
niao :.l:udida dirigio-se a palacio, onde fez ex.
o sigo dos ac teeimeoto, afKrmaado ter eavr
d id iodos os esforcos pa-a affastar a massa in-
dignada do sea iataito de represalias.
0 presideai-i depotsde oavil-a, veraeroa fere-
n-n'-e o selvagem a tentado, latei'ameate vlr-
gm em Portj Alegre, e disse qae j havla or le-
,ado rigoroso ioqoerito para de cor meato e
oaugao dos autores, accea'.aanio ter prevenido
e de nonteso o coasal de estar eocamiohada a
s cgao pacifica.
Do exp )8io iQfe-e-39 qae o referido cnsul
nao ttodo dado a seos patricios conhecimento
a resooata official. velo ser causa da exptosfo
d-s nimos
A. Pede-agSo, em artigo edito-lal, coadem*
na eneriament o attentado.
Ea re ou 'os conce->tiH diz qae : barbaridades
co uo a qoe foi cjmmettlda sao ataqoe positivos
- aa os, nao e p opnedade como ao gover-
o j tdes lesla ordem o governj dj Dr. Julio de Cssf
tiihos cao sabe transigir.
A le, aceres -e'11 e le, foi feita para todos :
oara braaileiros e estraogeiros; onde boaver
a aa crime a punir, estara o brago da auloida
d im miuaado o atigo do orgo official, com
ectaragao de que na > ricara impone o atteota*
do qae jos iga seii feita.
0 memo jornal publica longo ufiicio do des-
rana gador chefe de pjllcis, expando mioacio*
ameate o occorrido ao presidenta do Estado e
iru'arando qoe a severa repreisao qae fado tao
g' ve exigf. o see empeoho na irovestigago a
\ f es a p oceieddo pira apurar-se a rasponea-
Du d.ie dos coloados.
Taleg apham de Rivera qoe chegara a cor-
respondencia do Interior, dizeodo qoe Appari-
cio, tJiberia n Asanhoj, a'.'eilen loac mseihos ,
do lo- Sdvetra Ma-tii-, dea-marara a sua en-
te, e entregarais todas :g armas.
Machado tamoera desarman todos os ca.,
cooslaodo,e oitaral qoe oo patriotas tero de
e t-egar laracem as armas.
Esrer.m em Sioi'A-joa do Livraraento a
.-llegada no aovo chefe ia guarna And-ade
Neve.a. assim como afiprmara da (rji.;e.ra qae
ioao Prr;icUro t sui gen e ricarao faiea 10 parte
da brigada militar, com residencia uo Ltvra
ment.
O corpo de pat-iotas, commaodado por Geotil
Gomes, Qcara en Qj^rablm ; ootro da jj ur" na
do general Hipalyto em Algrete, e alada entro
era U"uguay.,na Oesie mo 10 Qoarao ao Rio-
Gr.-ne irea milicias dlffereDtes, a saber: as do-
licias mootcipaec, a-gaaisadas pilos initudea-
tes, que noje sao todas altiews dj 0 Csti-
Ihoe, nomeroita brig.da militar, qae sera um
verdadelra esercilo e tambem o exercito ftde-
ral.
Calcala-ea qaal ser a depezi para sustentar
todo tato, teado ainda a asseuioli do Esta lo
de vota* fondos para accrapra de armim^ato
necessano a toda esgji milicia.
no entrrianio, em Porto Alegre, at 30 do
nassado, nao navla noticias ao coroael Carlos
lelles qae deve andar a probara das forgas de
Appancio Saraiva e ootros rebeldes, para lat*
mvl-os a entregar as armas.
Um propno (negado uo dia 28 Cagapava,
enviado por Joc Ba cello?, conf.i; a-segaran-
do esiarem Appanco, Camillo Mercio, MaiOeus
Collares e Candido SimOes no Paaso da Ealor-
cides, em Camvqaao, cora 600 borneas.
Torqaatn Severo acba-se na Pomas de Ta*
qaarimr.o, e Pedro Rmeiro as Poatas de Jagos*
ry, igoorado o total daa forc. s, qae est^s pos-
saera.
A' reeepgio de Appariclo todos teem mais oa
menos dispensado gente para a visiahanga, coa
dot'.odo armas para suas casas.
Os groos que se recomem coatinaam a man-
ter au.inde bast-.l, retrabiado-se de comparecer
perante as autoridades.
A'iu s nona dito o Commarcio de Big, que
o coronel Corlos Talles deixara D. Ped'.to cora
os 11* a 29" oatalnao de io'aotaria e ora > sqaa*
drao de transporte, segoindo 00 dia 11 para Ja.
goarao, 00 le dlzum se acharem os revoltosos da
mando de Apoancio Saraiva, cja forga noticias
posteriores aflirmarum qae segoua oara a Ea-
couiiihada. fagindo a am eacoatro com o coro-
nel CarloaTelie-i.
0 coroael Toledo R.ba-3 a.-samio ao Ro
Graade o combando da origada de ob^ervagao
aa fronteira do Chuy por norae gao do general
lanoceaclo Galvao.
-- O capio Adolobo Carneir da Puntoura
re<:ebea telegramms, pelo qaal ve idea-se ser
falsa a uoticia de terem sido assassina oa, era
D Pedrito, sea pal e oatros meraoros da fami-
lia.
As torgas civia coatiaoam sem receioer ven-
cimeutos, causando graves prejutos ao com-
mer 10, qoe ja recasa fo aecer claman Jo diaria*
mete.
Os botis da eaplUl de Pelotas enao chelos de
oficiaes qaa esperam or .eos do general Gilvao
para receber os veocimeatoa dos respectivos
cargos, estando muitos deiles cora seos papis
p-ompios e conferidos pela alfandega.
Ladislao Amaro, ebefa revoltoso, dlspersoo
a sua forja no HVva, eatregaodo o armamento
Cbegou a pelotas e apreseotoo-.e aj geoetal
Galvao, declarauoa ter 10 aa !o esta deiiberagao
e-^pootaneameate, sem ordem de oeahura chele,
por estar cansado e dispo-to a aoaadonar a la*
ta.'
Eatregou ceato e tantos prisioneros e deser*
lores du exercito.
A Ordem do Jaragoao, d esta noti-
cia :
E' em extremo escandaloso e vergoaboao o
qoe vai orco-rendo pela aova froulera, segundo
acms Informados.
Grupos de han 'idos coatiaoam, arremangando
poatas re gado e pausando as para a viziuoa
Repblica, sem qoe as autoridades daquelle
paia, .mesmo coabeceado qae esses gaaos sao
roobad08t oppoobam embarago algam a esse la-
trocloio.
E n&o para abi o escndalo.
As proprias autoridades lornax-se connivec-
tes dos ladrOes para tirarem disso partido.
Uo commi8sano poaco escrupuloso de ama
secgao da fron-eira ebega a mandar suas pragis
ao u sso territorio a lavaatarem a caroe daa re-
zas abatidas pelos laaiOesjccmpradas a troco de
poucos tos fias.
A rapreos,. da cidade de Pelotas oicupa se
dos cooirabaDdos oa* troutelras. Rag, O. Pe-
drno, JjivrameBto e Quainby esli abanlunadas
a merce dos defraaaao'es du fisco com grave
p-ejuizo para o commarcio do littoral, dizeooo-
se qae .diariameoie carretas carregadas de fa-
zendas paseara a liaba divisoria.
Nao exia.e mais a gua-.da adaaaeira e a polica
dos revoluciooarlos cobra direitos mslgaifi-so-
tes, protegeado as entradas.
Os joroa-s lemoram qae ama colurama de ca
vallara ligeir pa.aa percorier a zona infestada
pelos coairabaadi8tas, auxiliando a scalmagao
da guarda adaaaeira.
S. Paulo
Por causa da questSo ol imamente soscitada
eotre a Cmara fiooiclpal e sea niendeate de
josliga, Dr. Carlas Garca, eBte pedio exooeragao
jo cargo oode prestoa ptimos eervigos ao mo-
ni ci po.
U Imeadente demisslonario contina, eotre
tanto, exercendo o cargo de vereador e trabalba-
r serapre para qae seja ama realidade o proje-
cto S3re o certamea pastoril, qae deve maaga-
ra*-se em 1896^
Os commerc'.antes de retalho daa roas con-
traes da cidade resolvern:, em a tengo ao padi>
do ae seas empregado*. (echar do l. do correa-
te em dlaate soas casas as 8 doras da ooite, de
nodo qae oa empreados possam cursar os ly-
ceas.
Coasta qae varios commercimies estao dis-
postos a traoalbar -pela foodacio de ama acide*
mu commercial.
Co icluio-se o ioqoerito sobra o assassinato
do Sr. Joao Bressaua pelo secreta Goiloerme
Falcooi.
Duera-:.os que es depoimentos em sua maio-
rta sao contrarios a eete facciaora.
Estao na capital os depotados Prannos
slooteaegro e Barros Lima ; bem como, vindo
de Loares,o Dr. Alexandre Kerrowa, eagaahei-
ro commissioaaao pe. S. Paulo Railway aam
de venricar e estodar as condigna da aova liaba
qae a compaahia tem de coastiuir eotre Sanios e
Jondiahy.
Van se.- encommeadados, para a Europa
oela saperiateadeacia de obras pabllcaa, 12.000
metros de tobos de ferro medido galvaolsado.
No lia 16 realisa-se o bando precatorio
promovido pelo commercio a favor das crecbes.
No dia 1.* do Outubro comegara a expe-
riencia do jejam por am cidaao Italiano.
Nesae dia, na preseoga de joraalistas e med
coa, far-se-ba a reclasao do jejaador, qoe sera
tis.-alisado rigorosamente dorante a experiencia;
esta dur.ra eessenta das.
A Sociedade Medica afllxar diariamente bole-
tira sobre o resaltada da experiencia.
Estao ja om poder do Secretarlo da Ag i-
cultara.as plantas do projecto do Institato Bacte
nologico, de cojas obras ser eocarregada a Sa-
penoteadeucia das Obras Paolicas, acbaodo-se o
angeabeiro Ramos de Aze edo e ca-rega 10 de
dar comeco a constraccao do edificio do Qym-
oasio da Capital.
Eete aaoo smente serio (ellos os alicercee.
Falla-se moito qae om importante faaccio-
jario da coaQaoga do goveroo, ser exonerado,
a vista de diversas oceurreaelas que contra na rara
o goveroo.
t*aree qae os pequeos e eonttaaos choques
com optnio publica, com a qaal ease fancclona-
no.tem estado sempre em desaccordo, cansar
tal fesaliado.
Coasta Platea* que no palacio tf m ha vi-
do repetidas ceDf reacias da membros do gover
ao, tratndose da creago da escola de medicina'
e pareea qae a creago ser assamplo de om dos
primeiros projectos qae sero aposentados
sanego aa prxima legislatura do Gongresso do
Estado.
A Gomara da cidade de Santos declt'oa va
gas as calalra de vereadores dos cldadSos Jos
Coato, Joao Braz Azevedo, Alexandre Jos Mello
Jaaior, Hermano R.tpar, por nio terem compa-
recido i seasoea.
A mesma cmara approvon o projecto de le
auioriaando o intendente da fasenda a cootrabir
am emprestlmo de 200:0Ji)i afim de liquidar os
Qompromlssoa da mooicipalidade.
Sabio sincgo a lei do ergamaoto para o
exercicio de 1896. -ai
ahia
O Governado* do Estado, cora o Dr. Satvro
l)i8, dlrec or da loatro-gao o bltr-a, fe nrai vi-
sita de iospecgao Escla Normal deSenhuras;
888slindo as aolaa, tabiram bem impressloo*-
dos pela forma carao laoMjioaa lerimeato, coj matricola sobe a 400 alamoas.
O Sr. Governador, deoois do exama f.i: j ao
ore 110 da Escola, resolvea adoptai ->, depots de
argomas reformas para o Gymnasio, vcado a a
i'.reaente legi^laiura, sahinio delle aqoeile esta-
belecimento de Instro^gc.
O Sr. Or. Rodrgaos Lima dirigi depnls Es
cola de B-llaa-Arte', o-ide fez idetica visita de
lespe -gao, tondo occasiio da ve'iUcar a execogao
dos melborameotos qae all mai.dra (asar e en-
tre os quaes se coala om exeelleote atelier Jpara
estados artis'icos qoe erto confiados direcgo
do pintor nollandez Gui'i.
Cim-gou d< lei altimarneme vo ada a xe-
cugSo do montepo obrigatorto dos (aaecioaanos
do Estado.
O goveroo comproo o grande predio i pra-
ga Conde a'Arcos, perteaceate ao Collegio dos
orpbaos e S. Joaqaim para estabelecer a repar-
ilgo de cobraoga e flacalisrgo dos direitos de
axportago e cairos.
O capitao do porto recenea telegramma do
catatas do Prado dizeodo qae ao existe navio
algnm tirando areia as rostas do munhipio.
O conego Escobar Lido. na iccasiao era
qae celerrou aa catnedral missa em ac.o de
gragas pelo sea resubelecm-mo, receben lona-
meras provas de estima de pessoas de todas as
cianea,
Acompanboo-o at asna resldeoeia crescido
numero de amigos, seodo-lne atiradas floras das
jaaellas de diversas cas-s.
A otficialtdade do 9" baUlbo de io'aoteria
tam jera assistio incorporada missa e offereceo
ao illas re sacerdote rico lbum para retrato',
teodo na prjmeira folba expressiva dedicatoria
assignada pelo cemraaadaute e toles os offi-
ciaes.
as paginas immediatas reta irapresao o dis-
carao qae o conego Lobo pronuocioa as exe-
quias do marecnal Piortano Peixoto, segolodo-
se a inspirada orago o retrato do immortai con-
solida 'or da Repoolica.
Coatin melindroso o estado de sa le do
intntente manisioal conselhsiro almelda Cooto.
Pi assassiaado ia-naa oente na propria
residencia, oa villa de Manota, o major Cons-
tantino Macedo, tabellio daju.:IIa villa.
Igaoram-se as causa a.
o chele .le polica fes seguir lmmediatameate
ama forga para maulera ordem alterada oaqnel-
la locahdade.
O esgeibeiro Fausto Gallo assignoo coairato
com a iotendencia municipal, para o estabulad-
me >to de om plano inclinado ao Largo do Pila*
pira a Cruz do Pascnoai, u'ama aaeeago de 101
metros.
A Corapaohia Japoaesa. qae trabalha ao
Pjlytheama, dea ara espectacalo de gala en
bo.iirnagem ao aaaiversario do re de Portagai
D. Cut.o .
Compareca ao espectacalo todi a colonia
po'togueta qoe se e.forgoa para realgar essa
fanego artstica.
Os syodcos provisorios da massa fallida
dog Srs. Lima, Irmos A C. declarara ao relato-
ilo, aoreseotaio Onje em r^anio doi credores,
qae do exi ne a qa-s proca!erara oa es-riptar2-
g; aada autoriza a po sa em duviiaabi f
dos fallidos.
Ser-jipe
O espirito publico acha ae lvivameate impres-
sionado cora o noticia do projesto da commiseo
mixta soo-e negocios policos sergipaaos.
Corre qae a asaemoia estadoal se dirigi' ao
Congresso. rapresaotando contra o projecto.
a qaem vela em lado islo m-ra politicagem.
O coroael Vltado mostra-so tranquillo, acn-
selna calma ; e, coob'ante na jaatigados poderes
da U rao, declara que o f&cto de le- miadado
concentrar oa des'acameatos do nter or, explt-
ca-se pela necesatdade de instruir e diaplina.- as
forgas, de looga data destacadas.
O Diario Officlai ponlicoa a seguate in-
dicagao do depilado Joo Meneses:
Ki a a mesa da asseraoia aatonsada a con-
tratar om o Diario ffi:iil, mellante a qaao-
lia de 6001, o apaobameuto doa deba.es .
- Pj aprsenla Jo om projecto passando para
o Tnesooro Bstadoa', por emprealirao ao gover.
no, o deoosito dos dmnairos de orpaos, aaseo-
les e defaotos, a juros de S "/,
Foi iniciado na ebefla de polica o inqaeri-
to contra o p-ofe sor da escola de aprendizes
marinheiros Tibarcio Ribeiro acensado de baver
recebido ao Toesoaro do Estado, sem aotorisa-
gao legal, dlooairos de lardameatoa perteaceoiea
a ex pragas.
O crime fot dessoberto pela reclamag&o de urna
ex praga.
tstl marcado o da 7 de Novembro para
oova concurrencia de asaateclmento d'agaa po-
tavel esta cidade. As coadigOes do contra-to
sao animadoras.
Diver reazar-se no da 7 le Novembro
faioro a nova coacarreo '.la oara o privilegio ex-
clusivo por 40 annos de b.stecimento d'agoa
potevel capital, mediante garanta de juros de
6 a 8 % e caogo de 10:000< sobre o capital en-
pregadu, calculado em 400:000*1.
capital Federal
Datas at 1 do correte.
Tve logar ao da 29 do mes o lo a traslada,
gio dos res'.os mortaes do marecnal Florlaoo
Peixoto.
A Gazeta de No icias do dia seguate des-
creve o acto deste modo :
Realisoa-se oootem a trasladago do corpo
do marecnal Floruno Peixoto, da cmara ar.
dente preparada aa sala da alministrago doce,
mlterio de S. ioSo Baptista da Laeoa, oode se
achava depositado, para o sarcophago qoe Ihe
mandn fazer o goverrn.
A's 10 horas da manh, poaco mais oa meaos,
foram rezadas raissas de corpo presente, -s quaes
assl8tiram O S*. presidente da Repuoli', acora.
paabado do sab chefe da sua casa militar e de
seas ajadaates de ordeas, dos Srs. mialstros,
Dr. Rodrigo Octavio, sea secretarlo, ajadaotes
de oroens dos Srs. ministros, Silva Portiloo, se.
cetario do Sr. ministro da fazenda, qae ao poa.
de comparecer por locommodo de saade, sena.
dores, presi feote da cmara dos depata Jos, de.
potados. Dr. cuete de polica, Dr. prefeito, lo.
ten lente-', director da secretaria da guerra, Dr.
Carlos Biroosa, vicepresidente do Estado do
Ro.G-aude do Sal, representantes do Club Mi
litar, representantes do Calo Militar, represea,
taates das escolas clvls e militares, oficiaes do
exer ito e armada, magistrados e maltas ootras
pessoas qoe seria diffi:il oomear.
Aa 111 foi o corpo traasportaJo para o sar.
cophago, qae fi:oa collocado ao alto, em frente
a aotiga roa Principal, teado o jaclgo perpetuo
o o. 185 A.
O caixo (oi coadazido por militares, senado,
rea e depotados amigos do fallecido, e Dr. Ar.
triar- Peixoto, e aas Hias pegaram o Sr. presl.
deute di Reooblica e o ministerio, general
Coitallat e ootras pessoas gradas.
Ao me o dia (orara encerrados no sarcophago
os resios do marechal Flcriaao.
OSr. Dr. Costa Ferraz proouocioa o seguinte
discurso:
Aqoi est o graade morto ( Seo corac&o j
nao paisa mala, seo cerearo j oo censa, mas
da sea corpa se lrralia a loz qae illamlna a
conar-tencia republicana I O marmore deste sar.
cophago ao representa smeate a materia bro.
ta, qoe as raaos do artista transforma.se em ja.
sigo da mor e.
Nao, elle am santuario para o verdadeiro pa.
mota, e qoe se ergoe en saas cooseieoclas co.
mo um g-aode Evangelho, d'oade resaltara o
mais acrysolado patriotismo, a mala alevaotada
e oobre coragera cvica, a affirmagio solemne
da digoldade do poder consiltaido da Repa.
blica
Floriaao Peixoto, o martyr do daver, o ven-
cedor dos ioiraigos da Repblica, n&o morreo,
para poder merecer a palma de seos triam-jbos
e deixar ver oaa coroas de loaros qae ciageai a
so i (ronte o premio de seos combates; deixoo
-.penas o euvolocro terreo, qaa se impbe aos pa.
trilas como ama reliquia sagrada, e foi aoa
ps do crucificado orar por esta patria, lio tra.
oalbada pelos seas crois penorbado-es.
De l mesmo elle refla-te a laz cara qae a im.
mortalidade aoreoloa seo nome, de la mesmo
elle se levanta como ama estrella da malor
grandeza, qoe nanea deixar de espargir seos
ralos pira Hlominar os passos da Repblica ao
accidentado camlobo da vida, para alongar oa
gloriosos os qoe Ibe esto destinados pala Pro.
viieocia.
Elle (oi, peda diser a historia, o cadiubo pa.
rificador das grandes veidades. a encarnago
tmmacula Ja da honra e da probldade, a restaa
radnr do carcter aacioaal, o baluarte in
vel cont a as coasoir. ebes .mpairioticas.
Fionaao Peixoto nao mo rea, porque vive e
vivera Od cerebro dos cltivos pensado-es ; nao
morrea, porqae vive e vivera ao corag > da mo.
Cida le, a forga da Reooolica e a giraotia de en
futro ; Plor,.no Peixoto oSo morreo, porjua a
forg armada, o povo e a nropri 1 divlndade dis.
puiara a so: posse ; es a abralo.lbe as pnrtas
la irara^rtaliurje, e aqnelles cobriodo.n de bao.
gaos e b-adaudo bem alto : Gi na a Floriaao
Peixoto, o consolidador da Repoblica -.
Oepois deste dlscu-so, osaram da o I iva os
Srs. depataao Enco Cosido, Dr. Ireaea Maba.
do, D Raol Pompea, Dr. Nicaaor do Nasc.
meato oatros oradora-.
O S-. presideote da Repablic, os seos miis,
tros, oa marabros da ca-a civil a militar da p e-
sidenc a e mais alguna cavalaeiro* reiiraram.Ke
do camiteno quando comegoo a fallar o Sr. De.
Ni-aoor do Nascimemo porqae ao poa'.ra
continuar s oavir impasslveis algaas dos discar.
sos proferidos.
Di8ae.se ae cmileio qa esses decursos se.
rao noje pablicados, e nao ve nos razo para qoe
os oo oaouqoem o cidaais qo o profer.
rara. Para no8 gaiarmos com mais segoraoga
preferimos aguarda- a poblicago.
P;r ora. diremos someate qae tanto o respei.
tavel S*. D-. Pruieate d Miraes cono os s us
ministros foram coo vi Ja >os para assisiir a ama
ceremooa faneb-e, a urna hom^nagem prestada
a un morto illostre ; qae contavam oa u-.il neu.
iteouviro panegyrico do mono eeai vez di so
ou virara discaraos polticos, viole to--, aggressi.
vos ao chefe do Sitado, ao sea saostiato legal,
o S*. vice.presideate da Repaolica, ao .-en .jo,
poltcia.
Os 11 lustre s convidados, a qae oes refer xo~t
oo s (oram victimas de ama desagradavel sor
preza, mas uo foram tra edoa com as nefertn*
cas qae 0 de aso empregar com as pessoas ce
qaalqae* ca hezoria qae sao convidadas para as-
latir a am acto quaiauer.
U'esta ultima bomeo-gem aos restos moriaes
de um cidado lllostra fesse pretexto para rea*
liaces polticas, que Ibe tlraram de todo a -o-
lemoidade, qoe traoaformaram o campo sagrado
doa mertos em praga em qae se rea isam mee-
tings, dando triste ldSa do . veuiencias qae tm os ci>alcs qoe assim pro*
cedern*-, e qae mc-trara-. oo s igao-ar qae
no ha sociedade regolarrceote coostnaita sem
o respeito devi 10 quelle que a Nago escolbea
para guial.i, mas ignorar tambem qge, qoaodo
sa convida algoem para algama coosa. e e coo*
vi lado accede ao pedido, todas as atteucea t>o
poiic.as para Ib'o agradecer, e (altar a ellas a
maior de tudas as grosserias.
No caso, a era d'estas consideragSes, ta a no-
tar qae os (actos de U n em mostrara qae o espi*
rito ae aoarcbta aoda ah pelas roas, e qoe gra-
ve responsabilldade pesa sobre os qae pa :taam
com elle.
Nao sabemos qaem (ei os convites ao alio
(aacciooallsmo pool.co para esta cannooia ; se-
ja, porm, qaem (r, se os orado es qoe para l
foram dar desatufo Aa soas paixea polticas
desacataran} e Sr. Presiieute da Repab ica, fal-
ta am t raiiem com aa atienges devidas i Exma.
e desolada familia do lloal-e mirto, qae te seu*
tira magoada, vendo que das pessoas qae Ibe fo*
rara rrstar as ultimas bomenagens. algamas
tiv-ram de retirar-.-e por ter sido menos cem*
ir b'uoida a aslicadeta de sea procedimen*
o.
No da 30 do mez nndo. presentes todos os
memtoros do Ministerio, excepto o Sr. Rodrigues
Alves, o Sr. Pre idete da Repblica receben no
Palacio Itamaraty o Sr. Commeodador de Mirti-
no, Ministro Pleuipnieuciario e Envalo Extraor-
dinario de S. M. o Rei da Italia, qoe loi all coa*
danto em carra*gam esp-cial acompaado pelo
capito de mar e guerra Tavares e seguido
de ora nl*uete de cavallana em grande unifor-
me.
O S-. Miuietro qae trajava o uaiforme de com-
meodador da orden de S. Maoncio e S. Laza-o,
foi inlrodutldo no saiSo daa recepges, oade
eslava o Sr. Presidente da Repoblica, a qaem
presentoa os seos carapnmeatos, sendo eato
apresen aao aos membros do Uioisterio.
S. Exc oo prooaocioa discurso algam. por-
qae. antes de aoa ultima partida para a Italia,
em liceoga, j navio apreseolado saas creden*
ci.es por intermedio do Ministerio das Relages
Exteriores, vsio a molestia e o loto que en ao
onvaro o S-. Presideote da Repblica de rece-
uel-as peasoalmeate, como Ihe fot comraonlcado
por carta daquelle Mioisterio.
O r. de Mirtiao retirou'se muito satisfeito do
acotnimeato qae loa foi feito palos membroa do
Goveroo.
Fot li 'o, na Cmara dos D:potado?, em
sesso de 2i, am aflicio do Dr. Prou-aior Sec-
cional, commaoi-undo qaa j offereceo denuncia
contra Lu'.z Pereira P.uto de And-ade, que na
eessao de 25 do corrente desacaloa a C mar,
visto esUr o mesmo iacorso as [.en .a do art.
134, paragranho aoico, do Cdigo Penal, crime
de juri80ic;So ledsral, segn lo o dtspoaio 00
art. 20 o. 3 aa lai n. 221, de 20 da Novembro da
1894.
Sbele que por estes das a commlsso da
Cmara dos Depotados encarregada de *e.rga*
otsago da guarda nacionalap eseatar am pare*
cer para esse Um.
O Jornal do Commercio oovio diser qoe
o general Galvao mandara, qae os respoosaveis
por quaotias eolregaes par* pagamento des cor*
pos cvicos na Rio Graade do Sal prestassem
cora urgencia coota da applicago aessas qaao*
tas.
Diz qae o respectivo total attloge a mais de
cinco mil cootos.
diz a mesmatolna soppor-se, qoe o gover-
oo pensa era providenciar enrgicamente contra
axcessos praticados por algaas faaccioaarios
em actos e solemnidades puolicas.
Declaroa o g 1 cerno qae os boaas do Rau-
co da Repblica do B azi! oo sero re -ja los
oaa repartigdes publicas pe'osea valor ooraiaal.
Essa declarago (ol solugao consoita da di-
rectora da Central do Brasil sobre si 3ssa
estrada era applicavel o disposto no i* art. 9
do decreto o. 1.167 da 17 de Dezembro de 189.'.
Por commanlcago telegraphica Eoabe->e
ao dia 30 do mes fiado, de manh, qae naufra-
gara om paquete ao logar deaom.ioa.io Pedra da
Baixa, prximo ao poarol de Cabo Fro, e--p i-
ibaado-se oo o boa.o de qoe bavia nmeros .s
victimas a lamamar, (acto este qoe, lelizmeate,
0S0 era verdadeiro.
O paquete naufragado era o U.-uguay da
Corapaohia Hanbarg-Sodamerikaai-cne Damp-
fscbiffab-rfi8-Gesellscha(t e sendo sea comman-
danta o capito Z.mmermao.
O oavie, que um dos mais bellos e conforta-
veis da referida compaobia, satura do porto de
Santos s 6 horas da tarde de sabbado paseado,
cora destino a Hamborgo, devendo tocar na Ba-
bia, atim de tomar earvo. Nao coaduna pas-
sageiros e levava am carregameato de 18.000
saccaa de cal qoe tomara em Santos, para a
Europa.
Hontem de madrugada, estando o mar muito
agitado e havendo forte cerragSo, o paquete foi
bater contra as allodidas podras, a triodo graa-
de rombo segn lo parece, e naufragan .c.
A t-ipolaco (oi loda salva, havendo apenas
om nomera malte (ando, segundo re'erem as
commanicages recebtdas de Cabo Fro. Os
naafragos (oram recolnidos a bordo da caobo-
neira logleza Baagle qae os coadazio para o
no.so porto.
Para o local do siniatro aegaio am reboeador
por coala da Compaobia Hambarg, mas pa-ece
que ba poocas esperangas de salvar o Uru-
guay.
Coostraida aos estalelros de Armstroog Mil-
cbell, em New-Gastle, o Uruguay era um pa-
quete de grandes dimenses 'e 2.039 tonelada,
oom a capacdade de 110.000 pea cnicos In-
gleses e cora excell a es accommodacees para
pasaagelros de 1* e 2* classes.
Coosta-nos que o navio e bem assim o Orre
gameoto es avem segaros.
Pelo Espirito Santo remetieu o lb?aonro
(ede al pa-a a Alfan lega da Cear 609.414-1510.
O sarcophago qae guarda os restos mor-
taes do marecbal Floriaao Peixoto, Informam ao
Jornal do commercio (oi execatado sob a di-
recgo de sua f milla.
Por coota do gover no s correa o dispendio.
No da 28. aonivereario natalicio dos Res
de Portugal, esveram embaodeiradaa o conso-
lado portugoez e oatros e bem assim as associa-
ges portogaetas desta cidade qoe illomlBaram
noote.
0 Sr. conaelbeiro Toooax Ribeiro, que (oi con-
vidado, nSo deseen boniem da Tijoca, receben
comp-imentos e felicitagoes pelo aoolversario
doa seas soberanos.
O Retiro Ll iterarlo Por tagnes inaagaroa boa-
'
I
f--


JN-

V




i*

Waf*
>
Piarlo de Pernambnco ftaiiito-feira 1Q de Outnbro de 1895
10 de E -I* D Cortos
I e d C-JagreKc5 do9 Pl'no8 fl0 T'aOalbo, 0-
Cario-1 r -qio- m 4o solemne.
Ero nom-BTcao an dP'u eooiverjario, o S'.
Coas-ihev- Tnomix Ri .r-o, mima -o rortogoet.
unn.iou entregar um cont> de reta a ral-, om
rUj igsi'taJCies : C-ix* de Socsorroa D. Pdro
V e go IM ia anemenio __ Realiaen f a '8 do pascado era Nyctberov
a toanfest-c> ao Sr. Presdeme d. hvpublx,.
D*i ptctteaCo "o R' G'anie.
H uve mitin fotnado de diversas co-pjr.'cSes e ar-
ociiO offi i* a le do e*erci o e oarda "a
Cioi-ai r'-p e*eouotM Chi cmaras mu cpa-s
*B(r|dadaa cifw e nili*a*a e rep.-e-i-n-.a t 8 de
lod.fl as .'.laSS-S BOCMb*.
Dous eafw oro estandartes allubivos ao
fari.i .rorop'nhirtoi po- moca* e meninas.
Kj'i.fM to o atvrsas t>ao.ius d- roo?' a.
A' Bolle llumniacao nojardia PinioL-roa e
co-e M '-om uiusic;:.
Ao S Preaideme da Repblica Ij> offerecidc
om c 'taj Je u' oro st-eoint te4tcator|j :
.Ao Minien e (Ha ao D-. P-odr*nle de Mor.ie?,
bovaoaftea m i > u -;> > e cu* mica j minar ot-
Nv<- bcr. j, p h paz do SmI1.
Toia a c d-1 >-8.c.e ero festas e boove o
mu O en!hn-i'6n\

*
VARIEDADES
A inorte de nm sabio
O mundo scien ifiro acaba de ser abalado pela
ana ia de uns dos seus membnis Dro.-minent's
n'esti abvsmo, onl* a huroaoidaile sepultase
passan lo !* vi la transitoria pa>-a as regies lu
cubres e mysieno>a< do nada.
4 A' este nada reiluzeiu-se todas as grandezsa e
todos os roerecimenios, que fulgem como bri-
Itiaoies relmpagos na infinita atmosphera do
univcso, cm lora de tudo quanlo exisie e para
onde ludo transpona-se, e urna eternidade rixa
e immovel domi a todas as cousas e encobre
nos seus mysteriosos veos.
O homem levantase das noites profundas da
ignorancia e n'um subido e permanente esfirco
pro ura coohecer o universo desconocido e to-
das cousas que elle abrange, sente-se tnesmo
um eslrangeiro que nao sabe donde veio e para
onde vae, perplexo no selo de duvidas extraor-
dinarias pede a sciencia mais do que ella p >de
dar-lhe e fixa por fim eminudecido deaote a
gphinge imniensa e silenciosa do universo.
O Bsbiu elevase ao contu-cimen o das grandes
leis que regem o universo, compre;.ende as for-
jas que determinare as evologes da materia,
descobre as propriedades da raesma, os elemen
tos da luiinac.i dos Corpus, sua composiQo
cliimica, e finalmente, como a vida produz-se e
v a morie. r-alisase por urna necesaidado physi-
ca. Auxiliar a natureza nos seus producios or-
gnicos, nft'astar as cousas perniciosas conser-
vaco do organismo, tornar duradoura a vida,
este supremo hem da bumani lad, eis por certo
a mais elevada raisso da sciencia as suas vas-
tissimas e inierminaTeis lornbrates.
Pasteur o velho luc dor da causa scieniifica
consagrou toda a actividade de sua looga vida
ao elevado nsister de minorar os grandes soffii-
menios da humanida^ie, procurando os mnos
de combatel-oa ora o afn mais louvavel e com
a mais mabalavel firmeza.
Cultivando com inexcedivel esforgo as scien-
cias physicas, obteve na chimica orgnica 09
maior>s successos e abri o caminho por onde
deve trilliar os espirites laboriosos cm demanda
das descobertas importantes para a physiologiu
paihologica.
Na chymica encerram-sa os grandes segredos
dos plieuomenos organi os.
Sao de combinajO s das diversas subJlancias,
xjue coiupO -ni a materia orgnica, que resulla o
estado normal das funcgOes physiologicas ou
sade, o estado anormal ou molestia.
Se um elemenl exiranho e&ta combinayo
penetra na materia emanada, o primeiro periodo
oe decomposigao comeca ordinariamente mani-
festado pnr inflamniaOes que passara por di-
versos ponod s at- o eslado gangrenoso ; a des
aggregacSo das molculas, a nutricio solada de
cada um dellas, a sua separacao do todo destroe
a uoidnd- do organismo ; as parles assim atin-
gidas d'uma elaboragao mrbida communicam
sua substancia corrosiva aos (cidos circumvisi-
nhos. alterara sua composijao cliimica, excluem
os elementos da sua nuincao e propagam o virus
pathologico sobre o orgad inteiro OU membros
que tornam-se a sede do mal.
Geralm'Ole efio se tem descoberto os meios
de react,= favoraveis, para restabelecer a cora-
binajao dos elementos chimicos que se isolam,
interrompendo a sua claboragSo normal. Ora
urna das substancias componontes da materia
orgnica que dtminue sensivelmcnte ao ponto
de annular-se, interromp-ndo assim o processo
cbimico regular, ora o seu excisso elimina ou
perturba a aegao d'aquelle.
Como quer qu seja todo estedo palhologico
procede de urna aiierarao na elaiioracao cliimi-
ca da substancia orgnica.
Os orgaos alterados na sua composigo,
de;x iiii de funeciouar regularmente d'aoi 'odos
os symptomas da physiologia potli.ilgica, isto
; um funecionamentu anormal, que tornam-se
verdadeiros soffriroenlos paa o animal, affec-
tando de modo penivel a sensibilidaue em ge
ral.
A dr, a dyspnea lodos os symptomas das
pertubacOes circulatorias, que pem termo a
vida do animal. <--..
Na chimica est lodo o pbaaomeno da vida,
0 nella toda a explicagao da morte.
Modificar a elaboragao mrbida das molcu-
las orgnicas, impedir sua. desagregagao, ou
combioacao de elementos extranhos ao estado
normal, eis todo o grande eifor$o da medicina,
eis onde o grande insuccesso da sciencia iem-
se realisado oppr decomposigo que se ope
'' ra ac&o d'uma substancia reconsiiiuinte, re-
compr o que est se deslruindo, suspender
a marcha desta destruicSo, para estabelecer a
cohes&o de elementos que se desagregam para
formarem urna nova combinacSo mcompativel
com a acedo physiologica do orgaoismo, e por
consequencia com a vida, eis o grande enjpe-
nbo da sciencia at hoje reduzido a um va > es
forQO ou um resultado por demais defflciente.
Pasteur fot um destrs grandes espiraos que,
atirando se esta ordem de invcstigag-, cun
sagrcu-lbe toda a sua vida de laboriosos esl >r
jes para alguma cousa colher em proveo do
genero homano, no sentido de minorar os s.u-
grandes sofTrimentos.
Como Ienner descobrio a vacema que vem
desorganlsar o processo mrbido do virus di
varila, descoberta scientirica do mais subido
valor, e que lena dado bualha cerrada do ter
rivel flagello, o grande cbimico e medico frao-
cez descobrio a vaccina contra o virus-rabico,
obtendo grande su:cesso as miis experiencias,
ealvando a vida de milbares de victimas de tao
grande mal.
Devido aos esforgos do sabio Pasteur, ou
tros sabi ,s, acompanbando suas investigarles,
procuraran] genaralisar um processo egual pro
curando os especficos para cada genero de
iofecco, ou molestia determinada por um agen-
te exiranho ao organismo, e nelle penetrando
quer pela inoculagao, quer pela respiragao.
Segundo as doutnoas da escola parasitaria,
procedendo a molestia d'um raicrobo, cada
molestia tinba um microbio especial, tod i a
quesiao reduz s a matar o microbio.
Assim cogitou sedo emprego da vaccina para
as fbre9 de difEerentes especies, usando-se
da inoculagao de especficos determinados
Generalisou se este processo para as moles*
tias que encontrara na propria substancia or
gariiea sua explicagao.independenlemente d'um
agente mrbido exterior.
* O r. Kock, na A.llemanhj, julgou ter deseo
berto o especifico da pblisca, cansando urna
universal seosagao em todos os paizes do man
do. Loge a lluso desvanecen se, e a teixivel
molestia contiouou a provar que era invenc
Tal.
Os esforgos. porm, dos apostlos da sciencia
n&o cessavm, e a chimica orgnica prosegue
na sua mareba, prometiendo felizes resultados
no futuro.
Contiecidas as substancias que formam os
tecidos e as cansas da deBorganisago dos mes-
mos, nSo ser imbosivel deieobnr es reactivos
precisos para debellar o virus mrbido que n&o
car para sempre descoahecldo as. suas or
mas, diversas.
QdnueeeT a natureza oras enons1 mrbidas, e
os meios efficazes de deslrull-as eis o .gande
-, cbjecto da sckncia medica.
O profesaos Charcot e muitos oulros cultores t
da physolagia exp3riin,eotal, iniciada por Clau-
dio Beroard, leudo so ledicado ao estado das
oevroaes, aprofuodando o conhecimaoto dasya-
tema nervoso e aaalyaando os phenoroeuos
physicos, precisindo a ade das lesOes anat-
micas as molestias encephli -as ou cerebra-s,
tom estabalecido o tnermorneiro pelo qual sSo
medidas as vibragpes nervosas que prsduzem-
se n'um lempo determinado, dando lugar aos
pheoomenos psychicos ; a psychologa, toman-
do o carcter positivo, reduzio-se a ser a phy-
siologia do cerebro como ji o Bavia pr.clama*
do Gabanes.
O principios eslabelecidos por Gael n3o fi-
caram destinados 4 serem destruidos pelas
tragas vorazes d'uma critica precipitada.
E' assim que as bases da antropologa forao
encontradas, e Lombroso e outros encontraram
a chave das duas iheorias. formaodo a crimino-
loga, ou o estado do typo anormal em conllicto
com os tundamentoa da rganisagio social.
E' por esta serie de esforgos continuos que a
sciencia lera progredido espnn -a ido as Irevas
da igoorancia esmagadora, ab indo novos ho*
risontes para o bem da humanidade.
O bypnolismo esludado pelas raa a seguras
obervages de Charcot, fui um passo dado
alm. ras regirjes nebulosas dos phenomenos
lityctiicos, e medida que mais se esluda o
ervo i"ais se si descobre o homem.
Acliiui'.ca revela o que a pliysiologia, e
esta a psychologa, e o progresso de urnas de-
terminara o progresao de outraa.
Inmtgavvlmenie a sciencia tero rauito avanga-
do devido aos esforgos de genios como de
Pasteur, e oulras celebridades do9 lempos tio-
dieroos.
E, quando oo vigor de sua prodigioa activi-
dade, procurando devassar os nlysterios da na.
lureza, cahe na lua, soroe-se no abysrao do
nada, uro iuciadir giganle como Pasteur, a hu.
manidade lem direito de coinir-se coro um veo
luctuoso e proferir exclamagOes dolorosas eon-
ira a inflexibilidade terrivel do destino.
Entretanto, o boicem nao deixa de estudar o
verino que o destroe, nao se canga de conbecer
o abysmo que o cerca.
UeD'uga-se era suas bordas immeosas, e de-
prende o olnar veriginoso, querenio devasaar-
Ihe o tundo.
E' na noUte profundamente tenebrosa do
mysterio, que elle procura eucuotrar a luz da
realidade que Ihe foge
O que a sciencia senao urna lucia perpelu-i
contra o descenhecido ?
O positivismo errou, quando levantou e lune-
e do iocognos9ivel.
E'precisamente por existir um incognossi-
vel que a sciencia existe, luctando, procurando
romper a poota do seu veo nebuloso.
Tjda a realidade e volve o hornera que ape-
nas descobre-lhe urna pequea parte.
A sciencia a lucta para o conhecimento
completo desta realidade.
Os resultados desta lucta so limitados e par
iaes, procedem dos esforgos de um grande
numero de geracOes.
Individual dades, como a de Pasteur, apro-
veitamas descorras realisadas, obim outras
que enjamiiham novos lurtadores para os suc-
cessos da escabrosa e penivel romaria em que
a luz da gl >na vem amortalhal-os.
lemne, em homenagem paz
t A' 5e 1 2 horas da tai de
LITTERATuR'1
Ausente
Que desespero infindo, que anciedade
Longo de ti, entre incertezas, passa
Meu coragao que aos poneos se espedaga
Ko escuro ambieole d'esia soledade I
Longe de ti, oh meu amor! q-jem hade
Tao enorme julgar minha desgraga !
Que longos das sera te ver me faga,
Sentinucme pungir tanta saudade...
O prestito cvico depois de organisado des-
fllou pelas mas segnintes : Santo Antonio. Lar-
go daConceijo, Barao de Lucena, Borges Per-
raz, *gougue Coronel Passos, General Deodoro,
Travessa de Santo Antonio, Avenida 15 de No-
vembro e Largo da ConceigSo.
Durante o trajelo oratn erguidos con-tan-
tas e estrepitosos vivas, parando prestito era
fr nte ao corto do largo da ConeeigSo, onde
fallou o Dr. Martinianj de Oliveira u junto ao
Barracao Publico, cuj. edificio e acbava inter-
namente preparado para ter lugar a sessao so-
rra grandense.
.- o povo estaciona-
va em frente ao alludido Barracio, onde deu se
or linda a pas eiaia. Em sei-uida a corarais ao
directora convidou aos 6 grupos mencionado-
para lornarem parte na sessSo solemne de ante-
muo annunciada.
Por intlcagao da cammissao directora dos
festejos coube ao Dr. Martmiano de Oliveira a
honra de presidir a ctala sessSo, convidando
para seus ecreturlos, os cidadSos lente Fre-
d-rico de Moraese Francisco Alvesdos Santos.
N'nro improviso patritico, expoz o presi-
dente as vantagens tu traas da paz que comme
mora vamos.
No carcter de orador offlcial leu o cidadSo
Franci co Alves dos Santo?, urna inspirada alio-
cigao
Falla'-am anda os cidados :
Joaquira Prisco, Alexandrino Justino da Sil-
va e Jos Abdias em noraa d3 Esjuadrao Pa
triotico ; o F. Frederico de Morae*. felicitando
era seu nome a Patria salva, o menor, Manoel
Alves dos Santos Netio em nome de seus colle
gas confra ernisago Brazileira.
Fallou lambem o Dr. tfa-iinian<\ saudando
Patrialivre em nmada raulher brazileira e
fez ver a oecessidade de um club lit erario com
a denoinioagao de 23 de Agosio.
Os circumstantes vicionmm a ideada
creagao do Club esobre ella orarain os cidados
F. Frederico de Moraes, Francisco Alves e
Joaqu m Prisco.
Fiodos os discursas, encerrou o Dr. Marti
niaoo de Olivera a sessao solemne, tendo an-
te< agradecido em nome da f a ra, o concurso
de todos quanlos cooperaran! para o b ilhuuiis
rao das fettM patriticas.
Dorante a cerimonia tocou a nossa Pbilar-
raonka Correntense.
No dia 23,o Esqudrao Patritico, a msi-
ca Correntense e varios cavalheiros forara cura
prim-rotar ao Vlgario Padre Manoel Emygaio.
Dr. Martmiano de Oliveira, An onio Bazilio Ca-
taoho eMaiioel de S Carneiro era. as casas de--
suas residencias, onde forao obsequiados os'
raan restantes.
a's 9 oras da noite nsports do saiao do con
cilio municipal, que se acbava illumnado,
comoouiroa ediliclos, abrirara sj a lite social
desta villa, haveodo um brllhaa e baile.
As dancas prolongaram-se'al as 3 horas
da madrugada, retirando s o pessoal satisleitis-
siroo E assim lerinmarara-s-.! as testas era
regosijo a paz Rio Grandense. .
Un abuso Moradore? em Ipu'.ioga in-
formaran]-nos qua costume col locare ra em
frents da eslago da estrada de ferro certa
quantidade de couros, alguna dos quaes em es-
tado de putrefaegao.
De taes cobros desprende-se uro fedito insup-
portavel de modo a tornar mpossivel a hab
tacao as proximidades.
O facto merece proveiicias.
Como o tempo caminha demorado
Inverso d'esse que appressadamente
Fugfo me quando, vendo-te ao meu lado,
N3o me punga esta profunda magua
Que faz me assim tra/er, continuamente
Estes meus tristes olhosiheios d'agoa
Afogados de Ingazeira, Margo1895
Celina dAlmeida.
MUSICIANA
RECLAME THEATRAL
A New Deutsche Rundschau de Berlim
d inleressantes pormenores sobre a arte dore-
clamo iheacal nos Estadoa-Uaidos, onde os
emprezaros sao realmente extraordinarios.
Em um drama intitulado < A Dark Secret,
um d'elles imagina esta scena : o traidor alira
a neroina em um enorme tanque cheio de agua
verdadeira ; sobrevem o apaixooado em um
lio e, precipita-se para soccorrer a amada e sal-
va-a, cem entrus asticos applausos do publico.
Em outro drama, o director encontra o ardil
engenhoso de prender o here ao balaustre de
urna serra circular, da qual o approximim len
lamente. Um salvador chega a lempo para II-
vral o d'esse nornvel suppliCio.'
Os directores de iheatros americanos, para
eocher as suas salas, cootractam ariistas
excepcionaes, como ctefes d bandos de la
drOes, assassinos conhecidos, moedeiros fal-
sos.
Emuma pega 9obre as e9tradag de ferro, o
hroe que saqueia os treos de viajantes, um
bandido da California que rea menle s-tqueou
oulr'ora trens, depois de os ter feilo descarri-
lliar.
Era uro drama a rouho, um director contrac-
ta dous celebres ladrOes, que em sceoa, coase
guem, com ios.rumenioa aperfeigeadoa, for
gar uina irorra giranlida contra o fogo e conlra
OS ld:Ocs. j
Recrutm-se, na America do Norte, as arra-
las do raesmo modo. Em urna pega sobre c
divorcie, contracta-sa urna divorciada celebre, e
em drama sobre urna rapariga seduzida, coa-
iracta-seuma verdadeira rapariga seduzida.
E as alas de espectculo esto sempre
ttifias!
INDU
A respeito da nova opera de Alfredo Keil, d
o jornal da especial dade, o > Ampoiou > os
se^u otes pormenores '.
T ndo sido acceita pela grande commissao
urna .)posta fe.ita ha mais de um anno pelo
maestio Alfredo Keil, esle compositor acia-se
desih-, entao Irabalhaudo em urna opera degii.
nada u .-olemnisar o centenario do grande fac-
to.
Ora como nao nos parece que a commissao ou
o govemo subs die a elaboragao da doas ope-
ras com o raesmo assumplo, e tendo a de Al-
fredo K-il incotueslaveis direilos de priorida-
de, claro que deve ser esta a preferida-
Com respe to a India que assim se cha-
mara a nova opera de Keil temos v sla urna
carta, que. nos nao julgamos auctonsados pu
blicar, mas em que pessoa de grande impor-
tancia n'esta qaeaiao diz que a commissao ar-
reaou teda a idade concurso para a confeegao
da. opera porlugueza, e que, parecen io-llie esle
ueiurnpto urna queaiao resolvida aconselba o
maestro Keil a por raaos obra (sic), que
ser nao so mais urna gloria para elle como
para todos o os.
Esta caria que como que urna participagao
offlcial ce resolugCes ja lomadas,1 tem a data de
lOide Agosto de 1894. t
Desde entao Alfredo Keil trbalo* na sua oo-
vajpartitura. *
-JJLll
uEVISTA DIARIA
id tul paltis o resultad o-
MONJOIPIO DE GRAYATA'
Prefeito
enente-coronel Jos -Gomes Cabual flt. i
6nWPetoito
Opitao Bellarmn o Bczerra de Mello.
Concelheiros
Coronel Antonio Avelno do Rogo Barros.
Capitio Joo Faustino dos Santos.
Antonio Tlieodoro*Maciel.
Francisco Ooioes de Araojo.
Joaquira Cabral da Andraue.
Anselmo Cecilio da Rocha AragSo.
Vicente Coelho da Costa.
Manoel Rodrigues Alves.
Joaquim de Souzh Pessoa de Mello.
Ladislao Augusto da Fonseca.
Launndo Gomes da Silva.
Manoel Faustino de Queiroz.
Theatro Santa Isabel-Ante hontem a
Co upanhia do Sr. Fernandes Pinto, rea'isou,
com grande successo, um espectculo de Meado
imprensa pernambucana, sendo levado a scena
a divertidiasima opereta em trea actos, O Bur-
ro do Sr. Alcaide .
O espectculo rao foi um desses que attrahe
grande massa de espectadores, porm, sempre
nouve enchente regular.
O enredo da pega, como o da maior parte das
desse gener quasi nullo ; nao ba propria
mente um fio conducior da aegao.
A opereta simple-smente urna critica aos
taes Srs. -Icai.les e outros a ai equipara ios
que nao tero a capactdade moral e intelleclual
precisa ao bem deseropenho das suas raissO.-.s.
Eslreou o artista Joaquira Perreira, sahin lo
se perfeitamenle bem em todos os papis que
rpreseniou.
. L-ooor Rivero mais urna vez prevou ser
urnas d'ealas artistas que saben) honrar o palco;
seu irabalho consciencioso, estudado e traz
sempre o cunho de urna aptidao verdadeira.
O Leonardo deserapennou ptimamente o pa-
pel de servo do Alcaide.
O Leonardo ura dos mais poderosos elementos
da Corapanhia, um riista de extraordinario
mereciraento que d feg&o typica a todos os
papis que desempuilia.
O Cezar Lima e ta i.bem um artista de mrito
que su niamente tem agradado ao publico.
A Sra. Cecilia de Carvaiho co n a sua voz ar-
gentina obteve justos e frenticos applausos.
A Sra. D. Mana del Carmen mosirou-ss urna
actriz dramtica de primeira classe.
Finalmente todos sahiram-se mu o bem.
Ciyd Telegrainraa recehiilo pela Agencia
da M.da Real Inyle/.n, diz que o vapor ,lyl
sahio no da 9 ao raeio dia do Rra de Janeiro.
Gremio Tobas Barreltu-R^unio-ae
ante-boniera, son a presidencia de Ernesto
Paula Santos, secretariado pelos Srs. Hjuorio
Carrlho E mardo de Albuquerque.
Lida a act-i da sessao antecedente, foi appro-
vada oepois de urna emenda apresentala pelo
socio Manoel Ar3o.
F^i proposto e acceito sosi', o Sr. Luiz Pon*
tes.
O Sr. pr silente fez algumas consiierages
sobre assumptos econmicos do gremio, que
forara acceitoB, sendo marcado o prazo d 15
das para os Srs .-ocios pagarem as suas raen*
saudades dos dous ltimos mezea.
Na palestra Iliteraria que esteve muio ani-
maba, leram-se os segutntes trabalhos: A
walsa (conlo) Targino Filh.i; A D-Hida.
(soneto) Eduardo de a buquerque ; La de
mel trecho de um livro indito) Ernesto Paula
Santos ; Martyr e anjo (trecho de ura ro
manee ioedit>) Manoel Ario.
O socio Dr Lulz Gomes fallou largamente
sobre Livre arbitrio, sendo o assumplo calo-
rosamente discu ido pela maoria do gremio.
Foi marcada nova sessao para a prxima
terca feira.
Interessante facto -O Jornal do Com-
mercio publicou o segrate :
Vimos hontem um curioso artigo para fu-
mantes- E' um revolver-ph&sphoreira, appa-
rentando ioteiramenie a forma de ura revol-
ver ; apenas o seu fogo inoffensivo, porque
em vez de remetter projeelis, a arma s se li-
mita a accender phosphoros.
A' primeira vista parece esta novidade urna
dessas creates lutes e inutes com que a in-
ventiva industria parisiense inunda sempre o
mercado.
A inoffansiva arma, entretanto prestou ha
poucos das relevante e inesperado servigo na
Cmara dos Deputados. Dante da ameaga de
va? de facto com que uro corpulento represen-
tante da nacS", ramio versado em as-umptos da
historia da Hollanda, pareca querer arJrontar
outro collega nos corredores da Cmara, esle
lancou raao da curiosa phosphoreira revolver
e aponlou-a coaira o aggressor.
O effeiio foi indescnpiivel. O aggressor de-
sappareceu como por encanto e a despeno.da
sua corpnlencia, volatisou-se por aquelles cor*
redores, mais depressa que os pDosphoros que
se ac endem na cuiiosa arma.
as Occurrencias-Recebemos o n. 9 do
anno I d'esse jornal critico e humorstico que
se publica na Capital Federal.
Traz o seguinte suramario : A poltica
DuelloCruzeiroNovo systema Sd bri-
guem com as raulheres Amap (os pescado-
res).
Festa de S. 8. Cosme e Damio de
Iguaraas Pedeun nos para tornar publi-
co que lera lugar no da 24 de No vembro do
corrente anno rom grande pompa a tradicio-
nal festa dos milagrosos Santos Cosme e Da-
mido padroeiros daquella freguezia.
RetretaA banda de msica do 2- bata-
Ihao de infantera Estadoal executar hoje
noite em frente ao Palacio do Governo do Es-
tado as seguinles pegas :
Verdim bailo ra maschera.
Sympbonia da opera a forga do Destino*.
StrausSchatz Valzer.
Consuelo, Valsa hespa ito'a.
Vezuvo, galope.
Correales-O aosso missiv'8la]n'essa loca*
lldade nos nviou em 3 do corrente :
As festas em commemocagao paz rio gran-
dense es iverara Imponentissimas e prolongaram
se por 3 das, a cootar do dia 21 23 do mez,
uout-.iu ultimado.
A' 21, houve s 6 horas da tarde urna salva
de 21 tiros e durante a noite soltaramse Inn-
meros fogueles.
A' 22 quando a aurora annunciou o dia,
soava no Largo da Conceigao o toque da alvo-
rada despertado por um clanm; a banda musi-
cal execuiava os melhores trechos de seu re-
pertorio e aos ares repercuta o echo de 21 tiros,
tudo is'.o, indicando aos habitantes deste muni-
cipio que era chegado un da de expanses pa-
triticas.
As ras principaes amanhecerara embelle-
zadas por arcos, folhagens e bandeiras.
A' 1 hoia da larde urna outra salva acompa-
ahada de foguetOes lendeu os ares.
> Anies das 4 horas da larde, urna multiiiao
compacta se achava reunida no Largo da Con-
ceigao e pouco depois dividida em 6 grupos es*
tendeu-se em ordem de marcha.
O 1. grupo, foi formado do Esquadrao Pa-
tritico, era composto em sua roaioria dos mogos
do commercio, os quaes,, trajavam uniformes
brancos tendo cada um, em uroa das raaos, urna
langa e bandeira branca. No centro desta gar
bosa corporago, con-ervava-so o porta bandeira
a na vanguarda o respectivo clarim.
O 2.- grupo foi formado uela commis-5o di-
rectora composta dos cidados: Dr. Martiniano
d'Oliveira, Eugenio Veilez de Mello, tente
Francisco Aroxellas Galvo Carapeba, Manoel
de S Carneiro, Joao Francisco dos Saoi s Quei-
roz, Launndo nrcelkiode Veras, Porfirio Alves
dos Santos, Jos Peregrino da Azevedo Souza,
lente Frederico deM raes Pnbeiro, Raymuo-
do Godinho, Francisco Alves Jos Santos, Fran- ---------
ci co Jos dos Sautose Epaminondas d'Azevedo .^nvj(l (les' jVoV1{<1(&S !
Souza.
< Fizeram parte do 2/ grupo anda o delega lo
de polica CapiSo Sigis mudo Carlos d'Arce e os
empreados do municipio.
c O 3 grupo, compoz-se de mocas, as quaes
R. Fernandes-Sciartcias Natoraes e Physicas*
1 vol. ene.
O. FreirPriraeiras Nog5e3 de Geometra
Pratica, 1 vol. euc.
M. Nordau-Mentiras Coovencionaes, 1 vol-
broa
F. Pmentel-m Canalha, 1 vol. broc.
V. CastroAllantados ao Pudor, 1 vol. broc-
G. Barbosa -O Segredos de Cupido, 1 vol.
bree
M. Vieira antiooj Infantis, 1 vol. ene.
F. Carvaiho -Quarto e Quinto Lirros de Lei-
tura, 1 vol. ene.
S. Diaarte-Co a Trras do Brazl, 1 vol.
roe.
S Freitas 0Hservag6es Criticas e Descrip-
g<5;s de viagens.
LIVROS RfiCEMCHEGADOS
fOlllC4Cftl!i I PEDIDO
broc.
DemathenesOrdor do Povo, 1 vol.
155
5
2
2
15>
casamento civIKrO escrivSo aos caaa-
menlos que fuucciona nos districlos do Recife
lauta Antonio, So Jos e Afogados allixou na
repartigo do registro dos oasamentos ra
do Imperador n. 75 1.- andar, edilal de procla-
maa de casamento dos soguinies contraren-
les :
2* publicagao
Slvino Gomes da Silva, empregado no com-
raercio com P.osena Eugen a Ferrera de Aguiar,
solleiros. naturaes deste Eslado e residentes na
freguezia do Recife
Hospital de Santa guedaO mo-
vimento deate lioapital no da 8 de Ouiubro foi
o si guinte :
Varilas
Existiam......
Entraram......
Sabram curados ....
Faliect-ram ....
Exisiem em tratamento. 15 i
Matadouro ruUieo-Foram abatidas]
no Matadouro Publico da Cabanga 91 rezes
para o consumo de hoje
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabetscircento a cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 8 de Oulubro, foi o
seguate :
Entra'ara..... 20
Sabiram..... 11
Fallecen..... 2
Exisiem..... 799
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
nha e sahio s 8.
Dr. Malaquias, entrou as 9 da manha e
sahio as 11 1|4.
Dr. Simoes Barbosa, entrou as 10 da manha
e sahio s 10 1|4.
Dr. Rerardo entrou s 111|2 da manha e sabio
12 1(2.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 da manha
e sahio a 12.
3Dr. Vieirajda Cunha, entrou 810 1|4 da ma-
nha e sahio aa 12.
Dr. Bastos de O iveira, enlrou a 8 da
manba e sahio s 9 l|i
Dr. Carneiro da < unha, entrou as 10 da
manha e sabio as 10 1|4.
Dr. Jos Avila, entrou as II da manha e
sabio a 12 .
Dr. Octavio de Freitas, entrou s 91[2,da
man a e sahio as 11
Dr. Nuoes Coimbra, entrou s 10 da ma-
nha e sabio s 111|4.
Dr. Alfredo Cosa, entrou as 8 da manha
e sahio as 11 1/4.
Dr. Joao Marques, entrou as 9 1/2 da manha
e sahio as 111|2.
Dr. Ama o Wanderley, entrou as 111|2 da
nh e sahio as 12.
Dr. Arthur Cavalcantd eo'rou as 9 li4 da
manb e sahio >s 111|2.
Pharmaceutico, entrou s 9 da manh e
sabio s 2 da tarde.
1- Aiudante do pharmaceutico, entrou as 6 3|4
da manh e sabio as 5 da tarde.
2- Ajudantedo pharmaceutico entrou as 6 l|2
da manh e sahio s 5 da ta.de.
Ass'.stente entrou as 9 da manh e sahio
s 10.
Casa de Deteno&o Morloiento dos
presos da Casa de Detengo do Recfe,Estado
de Pernatnbaco, em 8 de Oulubro te 1895.
Existiam 419, entraram 6, sahira-o 7, exis-
tem 418.
A saber : uacionaes 378, mulhere3 10, estran-
eiros 30, mu Hieres 0, total 418.
Arragoadns 405
Bous 385. doentes 18, loncos 1,
total 405. t .
Moviraento da enfermaraTeve baixa : Agos-
tinho Jos dos Santos. Teveram alta : Beroar-
dno Jos oe Mello e Mnnoel Alves da Silva.
S. RomeroParlamentarismo, 1 vol:
ElBographia, 1 vol. broc
Ferreira-V da Pratica, 1 vol ene.
P. Carvaiho i'raxe Forense, 1 vol. ene.
P. Pessoai odigodo Processo, 1 vol. ene
NabucoManual do Advogado, 1 vol, ene.
Miller Maier Tratado da Prova, 2 vols
ene.
Levinto Reforma Judiciaria, 2 vols. ene.
GarofaloCriminaloga, 1 vol ene.
R. Octavio -uemarcagoes de Trras, 1 v. i.
ene.
C. Ferdna idOrador Familiar, 1 vol. ene.
J. Allibert-Physiolugia das Paixes, 1 vol.
broc.
Trovador Brazileiro, 1 vol. broc.
Guerra do Paraguay ou o imposto do violero
500 res,
IPoesia do Ruasintio, 500 reis.
0 Livrn dos Sonaos, 500 res.
Lyra Popular ou o Poeta dos SalOas, 1 vol.
broc.
F Fre tasAssessor Commercial, l>ol. ene.
Nabuco -Assessor Criminal, 1 vol. ene.
V, CastroA nova escola penal, 1 vol. broc.
* Ensaios Jurdicos, 1 vol. broc.
DutraO Livro do Lavrador, 1 vol. ene.
O Livro do Creador, 1 vol. ene.
O Livro do Iniustnal, 1 vol. ene.
F. Pimentel-Conloa da Carochinha, 1 vo
40.'.
A.
broc.
Ruy Barbosa-Lices de Cousas, 1 vol. broc.
P. CliagasMorgamha de Val-Flor, 1 vol.
ene.
Thesouro de Meninos 1 vol. ene.
Thesouro de Meninas, 2 vols. ene.
Ar.e de Dansa, 1 vol. ene.
Cmquinha Masc.otts, 1 vol. broc
C. Jansen Viagens de Gulliver, 1 vol.
ene
Mil e Urna Noiies, 1 vol. ene.
D, Quivote, 1 vol. ene
Robinson i.rouso, 1 vol. eoc.
ResDice. Homeopa ico, 3 vols. euc.
LastarnaPoltica Positiva, i vol. eoc.
Encyclopedia do Riso c da Galhofa, 2 vols.
ene.
Mensageiro dos amantes, 1 vol. ene.
Manua E-psiolar 1 voi. ene.
Carleira do advogado, 1 vol. ene.
O Livro de S. Sypriano, 3 vols. broc.
J. Ribeiro -A Carne, 1 vol. broc.
C. NeltoBalladil .as, 1 vol. broc.
A dona di cas-, vol. broc.
A. Celsoolas e fecges, 1 vo'. broc.
0 Imperador no Exilio,
broc
A. RibasA Carilla! Federal, 1 vol. broc
O Prnj*o Prohibido, 1 vol. broc
T. RibeiroD. Tayma, 1 vol. broc.
EscrichPromessa Sagrada, 3 vols broc.
Formosu a d'alma, 5 vols. broS.
an-inho do Bem, 4 vols. broc
Os Predestinados, 4 vols. broc.
< A Felicidade, 4 vols. broc
Ultimo Beijo, 4 vol8. broc.
Amor dos Amores, 3 vols. broc.
O Cura da Aldea, 3 vola, broc.
Franga Jnior-Folhelins.
Direiio por Linhas Tortas, co-
1 vol.
louca 1,
meda.
Amor com amor se paga, idem
Como se faa um deputado
idem.
Meia hora de rynismo, idem
Lotago dos Bonds idem.
Typo-Brazileiro, i-em.
Grande e varladissima col-
leco de comedias, cenas co-
niicas, farcas, quiproeuos, la-
rachas, brlelas, etc., etc.
Salle* -O Jardioeiro, 1 vol.,
I.eis Orgnicas.
A. Azevedo -Obras completas, 2 vols ene.
F. Varella=Obras completas, 3 vols.
ene
T. BarrettoDias e Noites, 1 vol. ene.
cabrea-Obras completas, 1 vol. ene
G. Crespo -Nocturnos, 1 vol. ene
< Miniaturas, 1 vol.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
SOUZA PAZ *c.
81 RA DO IMPERADOR8i
Compra e yenda livroa novos e asados
INDICACES UTEIS
GALEPINO
trajavam veste, brancas e fachas azues.
Na vanguarda deale grapo se acnava a P >
larmonica Correntense. Tres mogas ampunha-
vam bandeiras, urna repre-enUodo a Umao, ou-
tra, os Casiilhistas e outra os Federal islas.
0 4.- grupa ej composlo de 21 meninas,
cada urna das quaes, com aataDdartes multicores
repreaefllavam 21 Esta i es da Unio .raei-
leira.
O 5.-grupo formou-se de um numero consi-
deravel de meninos precedidos de urna baoieira
branca, com o seguinte dstico : a iutuncia e
a iaodo sol.
O 6.- grupo finalmente foi ergaoisado por
todos os cavalheiros presentes sera dislnegao
.de classes ou posigoes -sociaes.
Deixaram de comparecer por motivos jus-
hincados inaVadasa eaenie Antonio ta/Hw
Gatonho e Francisco de Soiua Leao, memnros
da comraissao directora; ssim como o nosso
uit de direito a. o do municipio de iktonotinb ?.
X. DuvreyHistoria de Roma, traduegao de
P. Chagas, 4 vola, encadernado.
Souza PiuloDiccionario de Legislagao Com-
mercial Brazileira, 2 vols. ene.
Luiz dos Santos Contabilidad* Commercia1,
1 vol. ene
GoatbeFausto, 1 vol. ene
Mara AmaliaAlguna homens do meu tempo
1 vol. ene
C. Loa*roso-L'bome Di Genio, 1 vol. ene
Z. Pierre Druit Politiqua Elscloral Et Parla
meoune, 1 vol.
R. Dareste Lea Coastitotions Moderne, S
vols. eoc-
AleaaoderGrammatica AllemS, 1 vol. ene
GharliaG-ide-EcoQomie Polnique, 1 vol.
Coas ituigio Federal e as Consltugoes dos
Estados, vol. eoc.
LafayetteDireito de Familia, 1 vol. eac.
T. de Freilaacoaaolidagio da* leu oivis, 1
wrf. ene
Pb. Gauckler-Le Baao-Ot aoo hatoire, 1 vol
snc.
A. Cjlso-Om Invejado,tdIs. broc.
Oceallstas
Dr. Pereira da Silva com. pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.# 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n/ 588.
O Dr. Pedro P clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Sampaio, uccuista, d
consultes de 1 s 4 horas no primeiro
indar da roa do Barao da Victoria o.
15.
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Telenhooe d. 3o5.
edlco
Dr, Joaquim oureiro medico partei-
ro, cousuliono ra da Gabng n. 14,
resideucw na Casa orto n. 5, casa de
nulejo, defrootw da igreja da Campia
O Dr, Lobo Hoscosa d consultas en
un casa ra da Gloria o. ,39 das O.
iras da manh a 1 da tarde. AchaD-
jo-se fra do servico 'pohlico offerece-st
para acudir a qavnquer chamado touj
promptido para fora da cidade. Espe-
cielidade, operace6, paitos e molestias
da senhoras e raninos.
Dr. S Peretra, roa da Imperatriz n,
i>, d consultas -atedieo-eirurgicas todo
j3 dias das 8 meio dia, meos do
dimingos e dias sanlilicados.
Dragama
.ariaSodrinho&C, droguistas poj
atacado, raa do Mrquez deOlinda 0. 41.
Quimtraes Braga C. Depsitos
Je Bregas e productos chimicos, espes
ciibdades Pbarmaceuticas, madicamens
los homeopatisos e tintas, leos, pi
cois etc., etc. Ra do Marqnuz de Olio
da o, 60.
A. P. Braga Guimares Agencia de
idas as especialidades phaxmaceuticas,
tiOtas, drogas, productos chimicos e ou-
lras medien meo tos homeopa thicos, fU-
Larga dofiosario n. 34.
Elei^o
Dos Juize, Juinas emaiem-
pre^ados que lulod- festejar
os gloriosos martyres Santos
Come e Oamla, padroeiras
da Freguezia d Igaarass
no dia 4 de Novembro de
corrente anno de 1895.
Juizfs- Prolectores
Os Illms. Exms. Srs. :
Coronal Dr. Julio de Mello Filho.
Vigario Z f ri o l'ereira Velloso.
Comraen iador Francisco Lopes Guimares.
Negociante Garlos di Muraes Rodrigues Fer-
r ira.
Eosenheiro Coronel Dr. Antonio Geraldo de
Sduza Aguiar.
Coronel Sebastio Lopps Guimaraei.
Engenheiro Dr. Americo Rodrigues.
Coronel Jos Mana Brekenfield Vieira da
Silva
Coronel Francisco Jos Jayme Galvo.
Dr. Jos Barroco de An.lrade Luna.
Coronel Jo? Francisco Oornella de Araojo.
Coronel Frederico Marques da Costa Soares.
Dr Arthur Espiuca.
Major Jos de Barros da Andrade Lima.
Juizas Protectoras
As Illmas. e Exmas. Sras.:
VHconilessa re Mecejana.
Baronesa de MoraaOj.
Baronesa de Vera Cruz.
D. Marganda Julia Ferreira Machado.
D.-; Genoveva, esposa do negociante Fernando
0. Julieta, esposa do negociante EugenioGuedes
de Araojo.
D. Aulisiu, esposn do Coronel Julio de Mello
D. Alice, osposa do Sr. Felisbero Fiuzade
*J>\ V61T3.
D. Mana, esposa do Dr. Francisco de Carvaiho
G. ocal ves da Rorha.
D. Joaqun 1 da Fonseca Pinlio
D. Luiza, esposa do Coronel Jos da Co3ta Pe-
reir.
Esposa do Dr Benjamn Ari.-tides Pereira
liiaeira.
D SoaaD,:ISCa* ePSa d Mar Pedr Rodrige3
D. Francisca Tavares Lima.
.,, Juizes poreleco
Os Illms. Esms. Srs.:
Comuiendador Bao de Itapissuma.
Ur. Jos Manaooo Carneiro da Cunha.
Dr. Sezuio Barbwa do Valle.
Commendador Antonio Farnonies Ribeiro
Negociante Ado'pho de Casiro e Silva.
Negociante Antonio Joaquira Barbosa Vianna.
N-'gociante Joao Maooel da Veiga e Seixas
Coronel Cornelij Padilha.
Major Joao Aotooio Pessoa Guerra.
Juizas por eleico
As Illmas. Exmas Sras.:
D. Francisca, esposa d. Exm. Sr. Dr. Alo-
xandre Jos Barbosa Lima
D. Amelia, esposa do Coronel Maooel do as-
cimento Vieira da Cunha.
D. Manoella, espora do Engenh'iri Dr. Luiz
M.rques de Albuquerque Maranhao.
D. Mana, esp38; ,io coronel Luiz ScipiSo do
Albuqueque Maranhaj.
D. Thereza, esposa do Dr. Gaudino Eudoxlo da
Britto.*
D. Antonia, esposa do Major Mathias Franscisco
Jayme Galvo.
D. Tnereza, esposa do Major Hermenegildo das
Virgens Lima.
D. Gartrudes, esposa do Negociante Thomaz
BeltrAo.
D. Anna, esposa do Major Agticio Lins.
Juizes por devoeo
5na
Os IiIrnos. Srs
Coronel Luiz Ignacio Pessi -te Melio.
Coronel Antonio Tavares Gomes de Araujo.
.oronel Seraphim Velho Camello Pessoa.
Dr. Primitivo de Miranda Souza Gomes.
Negociante Joao Leoncio de Oliveira.
Cornmendador Joao Dourado da Cunha Aze*
vedo.
Comtneodador Manoal Gonjalvas Agr.
Tenenle Coronel Francisco Cackles Teixeira
d Araujo e Silva.
N gocianle Hygino Leitao.
Juizas por devofao
As Illmas. e Exmas. Sras.:
D. Maria, esposa do Dr. *bdias de Oliveira.
D. Mana Adalgiza, espos do Dr. Manoel do
Nascimenio Ferreira Castro.
D. Virginia, esposa do Negociante J0S0 Fa-
cundos de '.astro e Silva.
D. Loiza. esposa do Dr. Francisco Xavier Paes
Barreno.
D. Anna, espo.-a do Coronel Napoleao Cesar
Duarte.
D. Mana, esposa do Major Theotonio Carneiro
Tavares de Mello.
D. Lucilla, esposa do Negociante Josa Mulambo.
D. Josephina, esposa do Major Francisco Nunes
Monteiro.
D. Vicentina, esposa do Negociante Jos Sil*
vino-de Albuquerque-Maraunao.
Mordomos
Os IIIrnos. Srs.:
Major Angelo Dourado da "unha Azevedo.
C*ronel Manoel Cavalcante de Albuquerque
Lins. r
Capitao 'Herrnino' Marques Ferreln.
Capitao Joo Lins Antonio da Silva.
Capitao Joo Aotooio Cavalcante de Alba*
qoerque.
Capitao Joao 01 jmpio da Albertina.
Capitao Maooel Jos da Rocha Queiroz.
Capiao Jos Jo'iquim PereiraiUampos.
Tenenle Flix ios Dornellas.
Mordomos
As Illmas. e Exmas. Sras.
D. Franscisca Pereira de Araujo.
D Edelirudes Coutinho Alves Barbosa.
D. Tne eza de Carval o eisilva.
D- Ilalioa Ferrer de Mello.
D. Cosma Alves do Lima.
D. Varia Cesar da Roca Bezerra.
D. Jasepha Emilia Alves bacou.
1). Julia Cleraeutina Bezerra.
D. Joscpha Cordeiro Cavalcaoti Lins.
scricoe
Os Illms. Srs. :
Coronel Manoel Cordeiro Cavalcanti Galvo.
Tenenle coronel HerculaaoBaadetra de Fraga.
Major Joo ChrisostomoLeltij flangel.
Uapito Joo Dmaso da Cunha zevedo Sobri*
nho.
Capitao Joaquim da Fonseca Galvo.
Capitao Alfredo FI ripio Teixeira do Amara!.
Agostinho Jacom? Bizarra Pessoa.
Basilio Jos Pereira V anna.
Escrivet
As Exmas Sras. Jos-pinna, esposa do ne-
gociante Erasmo Leito da Costa Machado.
D. Josepha, esposado capitao Jos Francisca
de Lacerda Galvo.
D. \iLelia, esposa do majar Joaquim Branco
d'A8Sump5o Pires
D Candida, esposa do capitao Izdoro Ivo da
Mello Mascaren .as.
D. Anna, esposa du capitao Jos Cosme Di
mingues de S uza.
D. Luiza, esposa do capitao Elizio Clementino
Bezerra.
D. Anna, esposa do terrete coronel JBronymo
Leit&a da Co ta Machado.
D. Francelma, epusa do capitao Vioente xler-
rer de Mel o
0.. Mara, esposa do eapito Antonio AroHio
de Souza Costa.
Procuradores
Os Illms. Srs:
Profesor Maooel Lopes da Pas.
Tenenle Paulino Xavier Dias de AHHHflrer'
que.
Jos Ribeiro Cavalcante de Albuquerque.
Joto Baptista Ferrer e'Mello.
Trino Marques Baoalbao.
Commissao tncarregada da festa,
Os Illms Srs:
Coronel Jos Francisco Jayme Galvo.
Major Malinas Francisco Jayme Galvo.
apilo Joo Baplsta Bezerra de Vello.
Thesourtiro
9 IHm. Sr:
Tabsilio Cosme Damio Bandeira de Mello.
Matriz de Iguarass, 27 de Selembro da
1895.
O vigario, Joaquim Jnvtncio .la Aiaafn
m


;

, >
LH



Diario de PerniMtelMico ~ tainto-feira 1Q e Oatnbro de 1995
Parabens
10 DE OTUBRO
* Abraco e cumprimento minba chara
irm& a Exma. Sra. D. Ganeros Ramos
Fernandas de Carvalho, esposa do nego-
ciante da Cidade do Breio da Madre de
Deu?, Antonio Fernandes de Carvalho.
L. R.
a r.
-eyi'rfto'g&9 -&&' 9/W
- a/Tg^A/a &j<-v a/T? qs& iAy=9-
Vio pi'sam as bichas
A Provincia da hoje na seccjio Coli-
sas Simples, recebendo, tal vez, o santo
e a senha d'aquelles com quem sympathi-
sai, faz insinuaces malvolas, referentes
eleicao aqui ltimamente procedida
para Prefeito, Sub-Prefeito e Conselbei-
ros Muoicipae8. E sendo necessario desde
logo tolher a marcha destruidora desses
falsos amigos da ordem, que julgam l-
citos todos os meios, comtanto que se
prestem a consecufio dos seus fins, cum-
pre declarar ostensivamente queostrium-
phadores no pleito serio que allude
aquella jornal, absolutamente nao atrasam
a marcha gloriosa do benemrito Grover-
nador do Estado : todos comprebenderam
o dever de auxilial-o ua ob a de engra-
decimento a que se destina o seu gover-
no, e dispos'os a' ao sacrificio nao lhe
regatearao apoio, quando, e c&mo for ne-
cessario.
A' insultos e intrigas s se deve res-
ponder com factos que revelem o maior
a sprezo aos que os promovem ; portnto,
comprehendam os aoarcbistas, e falsos
amigos da ordem, a inevitabidado da
sua morte moral, e que as suas insinua-
res nSo produziram effeito, nem pegam
as biclias.
Timbnba, 6 de Outubro de 1*95.
Os chitos.
Freguezia de S. Jlesc
Congratulndome por ter visto no da
30 do correte mez, o tri amplio do meu
illustre amigo e chefe da fregaezia de
3. Jos, o mui digno coronel Alexandra
dos Santos Selva p ra conselhoiro, no
qual esperamos que este eminente cida-
do ser um d'eates baluartes que o es-
tado ha tempos devia ter para a'dofeza
deste municipio.
9 de Outobro de 18%.
Joao Valentim leixeira Bastos.
r,OMKEBi:?
Bolea tom me re ai de Pernum-
buco
COTA55E3 OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRETORES
Praga do Recife, g de Outubro de i8g$
au bouve coiaco.
O prenidente
Aoionio Marque-, ae Amarla.
0 secretario
Mantel G. da Silva Plato.
amblo
: Os Bancos ebiNm corn ataca de (0 1'* sof.
Londres a 90 d|v, bailando depois para 10 3i<6.
Letras particulares foram negociadas a 10 5,16
e 10 114-
<'0tace de gneros
tara o agricultor
Aesucar
Usinas por 15tilos. 5*600 a 6*000
Branco. por 15 kilos 44200 a 544X1
Borneaos, llem. dem > 34209 a 34600
Masca vado, dem, dem. 24300 a 24500
Brutos, dem, dem 2/200 a 2/500
Algodao
Foi negociado a 13/100 e a 13/500 por 15 ki-
los.
lool
Por pira da 480 litros 218/ nominal.
Agurdenle
Por pipa de 480 litros 120/ venda. .
ara*'
Seceos salgados Da bise da 12 los 1/150 ris
venda.
Verdea 6S0 ris, venia.
Carnauba
: Coli-se de 23/ a 35/000 por 15 klios.
Hel
Por 110/000 nominal.
Bxportaein
leclfe, 9 de Outubro de 1895
rara o exterior
No vapor ingles Scbolar, para Liverpool,
carregaram :
Loyo a Moralra, 200 saceos com 15,000 kilos
de sanear mascavado.
p. J. Das Pereira, 180 aurrea vasto?.
Para o loienor
Ho vapor ailemo Buenos Ayres, para
Sanios, carregarsm :
S. Goimaraes & 200 saceos com 12,000
kilos de assocar m.sea vado.
A. Fernandes & C, 700 saceos com 42,000
kilos de assocar branco.
E. Kanthack & C. 100 saceos com 6,000 kilos
de assocar mascavado e 200 ditos com 12,000
ditos de dito branco, 100 barris com 8,600 litros
de agordente.
P. Plato & C, 100 barris com 2,800 litros de
agurdenle.
Para Rio de Janeiro, carrejaran) :
P. Plato & C, 25 ateas com 13,625 litros de
alcool.
S. GuimareB *C., IzlwKcas com 13 893
kilos de algodao. '*Mr
A. Peroandes & C-, 15|ps com 7,535 litros
de alcool.
O. Gooveia, 800 saccas com 57,760 kilos de
-algodao.
flo vapor nacional Santelmo, para Rio
de Janeiro, carregaram :
C. de Mekoramenior, 8 pipas com 4,000 litros
de a'cool.
J. G. de Aojo, 30 pipas om 14.400 litros
de agurdeme e 10 ditas com 4.9o0 ditas de
alcool.
>o vapor nac nal Espirito Santo, paral
3
O
O
a
&
fe
r*
<
Q
O
55
a
P-!
co
ti
es

<
J
W
0-
m
5
<
S
cu
S
I*
J
u
es
t-
S
O
ea
t
CQ
3
O
<
O
>
cS

as
fi
(0
B
03
O.
aJ
'o
as
O
SS

N 3
s.s
h
ea
cu
I
co
ti
O

es
- O
S s
13 e>
'E-a
-S
09
eS
O
1/5
u
O
O
ea
cu
o
o
o
es
t-.
-^
en
c
o
5
C3
-.
O
N
O
a
a
a
-o-o
o a
-t 3
ce o
0}
3
ea
a
ea
o,
s
o
o
ea
o
>ca
m
U9
o
a
o
S
co
CO
O
a
<
H
Q
U
5
O
<
%
n
o
a
CD
CO'
a.
S
o
o
O)
O
O
14
W
s
z
fc^
E
^G
*,0
ti
e3
H
tsi
O
_ ea
DT3
.2
t,T3
ti "-
"E EW
ea pu^TJ
** O 09^*
efi Q- cj
O-I'c
75
W
CD
O,
7!
O

o
2

2
-^
o
I
E
O-
CD
O
o
o
Au ^aradis desDamei
Especialidade em sedas, brancas, preta*
de eres, fitas, surahs, para casamen-
tos, bailes e passeios, para grande _eecos
.ha.
38 Ra B. da Victoria 38
Telphane ;9
--------------------------->
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nboras e creancas. Consultas de 8 as 10
da manha. Cbamados (por escripto)
qualqure hora, tblbphonb n. 226
Coronel Frederico Chaves
Medico bomeopatha
Ra Burilo da Victoria
N. 37 1.- andar l
m

09
a
o
ex
0 vapir inglez Britanaa
WiJson Sons & C
Limited, do Rio de
Janeiro, agentes da
Pacific Steam Nayi-
sration C, acceitam
propostas para a com-
pra do paquete cima,
que se acha perto da
ilha das Enxadasna-
quele Estadj.
Os pretendentes po-
dero dirigir-fce para
informa Srs. ruadeS, Pedro
n* ?, o de Janeiro.
Novidades Iliterarias
Recebe por todos os paquet s a
Livraria Contempornea
2-Ra 1* de Marr,o N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
{
i
I
C. de Droeas, 20caisas con 60 lit-oa de vicho
Qjeulcioiil.
L. J. S. Goimar5es, 10 Dama com 920 litros
Je agurdente e 15 barricas com 920 kilos de
aseucar branco.
No ?apor nacional Assu', para Para, car
resaram :
A. Irmos & C, 225 barricas com 18,550 H os
de assocar branco.
Loyo & F.lho, 700 barricas com 56,250 kilos
de as;u;r branco.
P. C-iroeiro & C, 100 barricas com 5,300kilos
de assocar braoco.
N. M. do Ei-a.io, 100 barrica com 6,150 kilos
dpassuca- b aaco.
P. de Oliveira Maia, 25 pipas com 11,889 litros
de agurdente.
M. C. Bandeira ae Mello. t0 barricas com...
3000 iMos de asaucar refinado.
A. U. da Costa, It caixas com 220 kilo3 de
doce.
Borel & C. 2 caixas com H2 kilos de rap.
J. Piobelro & C 3 calzas com calcados.
= No vapor nacional JaboaUo, para Ceara,
carregaram :
T. Lapa C, 32 'caixao com 256lltros de
xarope.
C Fernandes & C, 12 caizas com 18S kilos
de aera em velas.
= Si biate BarroBO, para Maco, car.e-
garam :
Olieei-a & C, 4 barricas com 104 kilo; de
assocar Dran:j e 8 ditas com 579 dos de diio
refinado.
Para Mes-or, carregaram :
C. Lemo3 & C, 3 canas com 36 litros ds
cognac.
Ns barcag D. Anua, bara Villa da Pe.
aba, carregaram :
6. de Mattos Irmo, 3 caixas com 45 kilos de
cera em velas.
Az-jvedo & C, 5 Darrlcas com 300 kilos de
lamo.
P lves & C, 3 barricas com 270 kilos de
asaucar refinado.
Na barraba D. Siob, para Natal, carre
ta-am :
F. Irma de C, 90 caixas com 2,070 kilos de
sabao.
Na bareaca NaziBba, paraMamanguspe.
carregaram :
C. Pinto & C, 29 barris com 1,350 litros d
vi b ) de (roelas.
P. Alves & C, 3 barricas com 270 kilos de
aassDcar refinado.
Na barcdca Li(i). para S. Miguel, carre-
garam :
Miranda & Saoza, 1 caixa com 15 kilos de
sebo.
Na barcaca Recreio Social, para Porto
CaUo, carrevaram :
P. Catvalbo & C, 360 lit-os de sal.
Readimentos publleoe
Mes de Oatobro de 1895
Aifandega
Renda geral :
Do da 1 a 8 531:9374078
dem de 9 82:2304706
O Vinho de Quiniu de Labarraque
um medicamento de composicao definida,
e muito ric i em principios tnicos e fe-
brfugos, enm a acjo do qual podem
sjmpre contar os mdicos e os doentes.
E', em sumtna, o vinho de quina no m-
ximo de efflcacia e de concentraco.
O Annuario de Medicina e ce Cirur
gias Praticas considera-o como sendo >
mais efficaz e o raais enrgico de todos
os tnicos couhcidos.
AdvertenciaTendo em coniderajao a
concentradlo deste preparado e a capa-
cidade dos frascos, o vinho de Quinio
de um prego mdico e por conseguinte
mais barto que a maior parte dos pro-
ductos similares.
Em geral basta um clice, dos de licor
tomado no fim de cad refeico.
Attemjo
Importante ^bra
Vende*se por 359.OOO a col-
leccAo completa da Gazeta Ju
radica do Dr. Carlos PerdigSo.
S A o 36 grossos volume, em
rica eiicailcrnacio.
Quena pretender, deixe car*
ta fechada na padaria Mello
Biset a ra Larga do Rosario
n. 4O com as iniciaes S. B.
Advogado
O bacbarnl Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
10 horas da manh2 s 4 da tardn.
RECiTE DrtAlNAS
Oo da 1 a 8
dem de 9
27: < 10*752
1:621*75
28:93*50
Reda do Estado :
Do da 1 a 8 47:550*946
dem de 9 5 97U481
Somma total
614:167*884
53:521*428
667:690*312
Hovimcnto do porto
Ni7io emrad'18 no ota 6
Baha e es:ai>8 das, apor nacional Jab a-
>So, de 391 looplaiae, edoioagem 25, con.-
mandante Al* edo Guimara*, carga varos g -
ri"-03; a Corapaorna Pe*namoocsna.
S. Joo de Terra Nova39 ds lugar ingles
Dunurp, de 176 toneladas, equipigam 9 com-
mandada M Cclltns, carga bacalnau ; ajobas-
en Paler & G.
Nio bouvi> sabida.
Niviosentradns no da 8
Rio de Janeiro e esca'.a8 riN?, rapjr nacional
E'pinio Santa. de 1769 toneudas, cqypa-
tifta 60, commindaole F. de Olivera Maced ,
carka virios gneros; a Peretra Crnei-o & C.
R'o de Janeiro Bibia6 das, vapor belea <--
vellos, de 1653 onelalas, eqaipagem 46, com-
mandante W M- Staoiedo?, carga varios g-
neros; a Blackburn & C.
N>vi03 taidas no mesmo da
Sai tos e escalaVapor austraco 3non, com-
maodanle Mirtivolicb ; carga varios gene-
r.ip.
N.wYoikVapor Belga >9evelius. CDmman-
tiante "W. M. Slapledon; carga varios gene-
roa.
>'**1 Navio enira'o no dia 9
S. JoSo de Terra Nava54 das, patacho inglez
Einlator, de 143 tooelaitas, eqaip^gem 8,
i-omxan Jante Jobn Hendri;n, carga bacaibac ;
|a Jobostoo Paier & G.
Sabidos no mesmo ca
Manaos e esc.la Vapor nacional Espirito San-
ie, commaBdanie Francisco de Olivera M'Ct-
do; carga varios gneros.
Para e escalaVapor oacioaal Ass,i comman-
dinte Joao Minosl Fontes; carga varios ge-
oeros.
2.* seccao ds AUandega de Pernambuco, 9
de Oulaoro de 1895.
O ebefe da scelo
L. F. Godecera.
O ibeaooreiro
Lula Manoel R. Valenca.
RBGEBBPOBIA DO ESTADO
Do da 1 a 8 64:716*696
Idem.de 9 7:872*184
Merca .lo Hanieipal de h.
O movimento deste marcado oo da 8
oro rol o seguinte -
EnirRrim :
46 bois pesando 9.768 kilos
185 kilos de peize a 20 rr.
3 compart. com mariscosa 100 -s.
5 ditos com camarOes 100 ra.
26 1/2 columnas a 600 rs.
1 cargas com gallinbaa a 500 rs.
7 cassoaes com galliobas'a 300 rs.
< carga com amendoim a 300
6 cargas com batatas a 300 rs.
2 carga com macacbeiraa a 300,?.
1 cargas com cebollnbo a 300 rs.
2 carga* com gerimuna a 300 rs.
10 cargas com verduras a 300 rs.
2 carga com canoa a 300 rs.
6 cargas com laranjas a 300 rs.
1 cargas com Inbame a 300
2 cargas com lougas a 300 rs.
1 cargas com diversas a 300 rs
30 cargas com tariaba a 200 rg.
9 cargas com milho secco a 200 rs.
6 cargas cem feio a 200 rs.
77 lugares a 200 rs.,
14 Suioos a 200 rs.
12 comp. com suineiros a 1*000
9 comp. com seiat Ku.- a 700 rs.
8 comp. coa fressuraa a Ou -s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
76 comp. com fazendas a 600 ra.
49 comn. com verduras a 306 rs-
93 comp. com farioba a 400 ra.
56 comp. com tal boa a 2*000
los
de Ontu.
3*700
*300
*5J
15*500
2*SU0
2l.:-
*300
1*80 J
*609
*300
*60i
3*000
*600
1*8 iu
*3J-
*600
*600
C*0C0
1*800
1*200
15*400
2*800
12*000
6*300
4*80
23*800
45*600
14*700
37*200
112*000
Rondtmento dos das i a 7
316*800
2.253*000
JMtoS
carregaram
2.569*800
?recoa de dta:
Garne verde de 20 a 1*000 ra. o kilo.
Solos de 1* a 1*2001 em.
Ca*oeiro de 1*200 a 1*500 dem.
---------._ i parlona de 800 a 1*400 rs. a cola.
72.588/8-iO Milbo c!e 700 a 1*000 rs. a cois.
Feuao e 1*400 a 2*200 a cuia.
Dr. Jo&ofaulo, especialista enTpartos,
molestias de senhoras e de cranlas com
longra pratica nos bespitaes de Pariz e
de Vienca d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n.
19, 1 .* andar e reside r a ra de Henrique
Dias n. 2.
Telepb- nes ns. 190 no consultorio e 467
na residencia.
Desde que um pharmaceutico distincto !
de Paris cousegnin extrahir da polpa do
tamarindo e da raz da escamonea era seu
grau mais puro, o purgativo verdadera-
mente vegetal que denominou Fruta
Julien, achou-8e o medicamento por ex-
cedencia para a infancia, po s tem o de-
licioso sabor de um confeito e as cran-
las o comem como urna golodice. Alem
disto, sua aegio branda, suave e refri-
gerante, convm eos oreaos delicados das
creancas, tao predisj ostos inflamma^So
intestinal.
Dr. Brrelo Sampalo Ocultsta
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
l.* andar. Ex-chefe de clinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephone
n 287.
Bronchite Asthmatica
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta oqan o
X:i;opa de UWh (aflata
ro
PHARMACEUTICO
ILDEFONSO I!K AZEYEnn
E' excellente no tratamento da BRON-
CHITE as rH:VI TICA
Depsitos:
Ra BarSo da Victoria 37, !. andar.
Pliarmaoia Concei^ao.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharraacias.
Pernsmbuco
Dr. Carneiro LeAo tutdico partsiro e
operadjr. Residencia e Conoultorio
ra do Livramento n. 31, 1. andar.
Consultas de 12 as 2 horas da tarde.
Especialidade : F tias ds cianeas. Chamados a qualquc
hora. Telephone n. 325.
Dr. Nunes Coimbra Clinica Ms-
aico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez deOlinda n. 64, 1. andar, onded
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da toledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
':.?.';;n eiaperstaoe
Df Rio de Janeiro
Lugar porloR'M N >va Un i).
tc portugofczi Alhaoc*.
De r'eloua
Patpcho norueguense Einar.
Palacbo nacional Jiyne.
Dj Porto
Brigoe portoguez Vireiro.
De CardirI
B rea francesa A-sompition,
Barca nnraega^ute Sala.
Barca noruegueese Annga.
De HamDorgo
Bircs allemS Elizarjeih AMveni
BnUB allemao Olio Grat ia Stalberg.
B;igue allemao Judann.
Patacbo allemao M;rie von Oldendorp-
De Memel.
Barca norufga*nie Vicur.
De Loudres
Brlgne sueco FMd.
Lugar iogle Faony.
New Yo k
Barca nacional Vicurla.
De Liverpool
Brigoe inglez Mictia. I Buzealseo.
B-:ca in^lea Cordefia.
De Swjnsea
Barca norneguenaa Guamo
>>e Terra Nova
Lugar inlez Emolator.
Vapore* a narar
Mez de Outubro
Crnseiro, di sol a 10.
Maranbao, do norip, a 11.
Po'OSl, a Kur'ps, a 12.
Cljde, do sol, a 13.
Gaiileu. de New-Y -rk, a 14.
I hp lar;, do al. a 12.
TatiUS. oa Eu-opa. a 14.
Kffer Priace, de New York, a 15.
Goabyba, do sol, a 15.
Las p*lma8, do su1, a 17.
Dioue, na Europa, a 17.
Paraoagu. da Europa a 17.
S. Salvador, do norte, a 21.
Alatoas, do sol a 26.
Migdaleoa, do eul, a 27-
OlinJa, ao norte, a 29.
Tbames, da Europa, a 30.
Valoras n ahlr
Mez de Outubro
Sintoa e esc. Baeoos Ayres, 10, s 93oraa.
Rio e esc, Maraoba', 11. Ss 5 boras.
Ceara e esc, Jaboaiao, 11, > 4 boras
Valparaso, e esc, Poiob, 11, 1 Oora.
SoLtbampton e esc, Ciyde, i.', fi 12 boras.
Buenos Ayres eesc. T.-eus. 14, s 2 boras.
Santos e esc, Galiieu, 14, as 3 boras.
Genova e esc, Las Palmas, 17, ) 3 boras.
Buenos Ayres e esc. Danobe, 17. s 2 boras.
Sanies e esc. Paranaga 19, s 3 boras.
Hloe esc, 3. Salvado:, 21, < 5 boras.
Mau ib e esc, Alagoas. 27, as 6 horas.
Soulgamptoo e eac,Msgdaleua,27, s 12 boras
Rio e esc. Ollnda, 29, as 5 Poras.
Buenos Ayres e esc, Tbames, 30, s 2 hora s
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 2.000,000 O O
rndoa accumulados 8,274'9/3,19'.0d.
^.AGENTE
P0LHMANN & C
"SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernanabu
cana
RA tOCOMMEHCIO
SEGURO CONTRA FOGO
n. Dr. Ai-thui- Caval-
g canti
r&
Q Parcipa seus clientes e
8 arelaos qu inudou seu consul-
lorio e residencia para a ruado
|| Bario da Victoria n. 43 1* an-
tj dar ondi' coniin*. a exercer os
>3 mv teres da sua profisso.
Conullas de 1 s 3 horas da
| la'"de-
\t TELEPHONE N. 430
a'
Au Parai] i* *ie- Da mes
Casa especia! de artigos para
Noivas
Sua Baro da Victria 38
Telephone 39
C vendaval furioso arranca as florea dos
prad r, a tsica arrebata todos os annos
innmeras joven, que floresceriam, cheias
de vida e alegra ae em tempo Ihee
dessem o Xarope de Dusart, que concorre
poderosamente para a cicatrizsySo des
tubarcnlc8 do pulmo, estimula, a nutr-
cao, desperta o appette, calma os suores
nocturnos, a tosse, expectorac>o, eapa-
Ihando na circuUg&o o lactophospbato
de cal qae se compoe.
FAfifit CiAS
Os abaixo assigoaJos
previnem a quem convier
que es-tao muaidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do eortmercio p :ra hz rem
apprehenrJer onde fjrem
achade s cigarros de outra
fabrica com a maica coatra-
feita ou imi'a Ja dos seus ci-
garro?, arito na mo.talha
corao no rotulo; e que
estao dispestos a proceJer
contra quem expozei ditos
cigarros ve^.oa, com todo
o rigor, ci roT.formidade
c m as penas decretadas
por Jet.
Rec fe, 31 de Agosto de
1895.
Azeve lo 4*C*.
{}
para banda de mdica e orolieslra
ViolinoH, violtfS, fluuia<, caixas
(!- musir e re-nejos, grande sor-
liiuenio veiu (14 dispa har.
RAMIRO COS A & C.
2-Ra p de Mirgo N.-8
Liviana Conttmporanc
w
i!
Peiloral
o medicamento mais eflicaz. mais barato e de
gosto agradubilissirao na drogara Braga e em
odas as Piannacias.

O Kauliveira
Preservativo da Erysipela do
Dr. Siqtieira Cavalcanii
Eu, abaixo assignado, declaro que
soffi- por mais de quartoze annos de
erysipela nos escrotos e os accessos
vinham dequinze ein quinze dias e
to fortes no ultimo anno que tinh
at delirios por occasiao d'elles; ha-
porm, tres annos que elles desappa-
receram, devido to somonte ao me-
dicamento Preservativo da Erysitela do
Dr. Siqueiara Cavalcanti, que feliz-
mente s vim a conhecer esse reme-
dio prodigioso quando fui accommet-
tido pelo ultimo accesso. Devo decla-
rar que antes de usar esle remedio
tomei os medicamentos aconselhaaos
por diversos mdicos som o menor
resultado.
Recife, ra da matriz da Boa-Vista
n. 14, em 20 de Agosto do 189o.
Joaquim Fernandes da Rosa.
Deposito nico :
Pharmacia Ribeiro, Praca Maciel
Finheiro n. 22 (antiga Cende d hu.)
Papclaria
objpclos de fscriptjrio. rapis e car-
lees de phant-.:a para participago
de caaamen o e nasciracn'o, excel-
lente esculha na
Livraria Contempornea
2 -Ra I de Marco N.-2
R A VIRO M. COSTA & C.
CONSTIPACOES ^C^* Peitoral Catharineiso
DE RAULIVEIRA
drogara draga
II
I
i

1}
}
Papel pintado
para forrar sallas, qoartos e corredo-
res ; francezes. inglezes e nacionaes,
a precos sem competencia na
Livraria Contempornea
RAMIRO M.fCOSTA &] C.
2 -Ra Io da Margo N. -2

Entre os preparados firruginosos admit-
tidos na Russia e que os mdicos receitam
contra a anemia, clilorose, lympbatismo,
empobrecimento do sangue, o Ferro
Girard approvado pela Academia de Me*
decina de Paris se recommenda pelas
suas qualidades tnicas e reconstituntes,
ao mesmo tempo que fornece aos glbulos
sangu neos o Ierro que Ibes falta. Sua
aeco ligeiramenie laxativa auxilia o or-
ganismo a desembaracar-se das materias
obstructivas e nocivas.
RAULIVEIRA
Tolos os mdicos receitSo o Peitoral
Catharinense como o nico medicamento
contra Tosses e Broncbitea
drogara draga
Te MewYirK Mfe Insurancs COaa
pany
A > fUulO
A-N=w Yjrk Life Iosurin e Co'pany-a-U?
ao publico qae. Udrei.to cbamado o acioal Re
reo-e Sr. D\ A?to n JDrl LiU'ir: 33 Rio o'
Jiociro. i-3 noxeado jrenty imerlno no E-ta
do de P^rnambu-o o S'. Oto Brnpbacber qae
ser, d-'S'ie a da'.a Ja nacli-agao do p'eseute, o
u ii: encarrilo ra'a aiien-ler todos os ue-
ro".ios p^ndeniea nesee Ett;dc
Ro ae Janeiro, 33 de Seieaoro de 1895.
A. H '"elrxann,
Gerente.
W S L HOD,
Secretarlo.
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferreira, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
T Dr. A II\ sno de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tiga externo dos Hospitaes, laureado com
urna medalba de bronze da Assistenia Pu-
blida, cirurgio parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nova n.
19, 1.* andar. Consnslta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos org&oi genitourinarios.
Residencia: ra do BarJo de S. Borja 3(J.
---------- ?
PHOSPHATINA FALIERES.AlimentodaiCriancas
MEDICO
Dr. Amaro Wandcrley
Avisa aos olientes e amigos que:]
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ruado Bom Jess n. 24.
Residencia Ra Direita n. 10 en.
Afogados.
ducumento prova, que
o Cognac Brazileiro
mais Vlho que a Rep-
blica-
HERUDL1QI i: FRAACAISE
Ministcre du Commcrcc de
Ilndustrie ct des Colonics
EXL'OSITION UN1VERSALE DE
1889
La Jury Iuteational des Recompens
Decerne un deplome de
MEftTl0NH0N0BB.ABI.E
A Mrs. A. M. Veras it C.
BREZ1L
Par leurs prodiaits COGNAC
BRAZILEIRO et VGi'A1IDE.V
TE de CAtfVA DESI^FECT^i
DA :
GBOUP Vil CLASSE 93.
Garrafa 2^500
Duzia 25^000
Faz-se descont na propor93o da im-
portancia do pedido.
Francisco Pedro da Cmi lia
Pres&ytero Secular, Cavalheiro da Ordem,
de Christo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que tendo usado por vezes o Peiloral
Cailiarinense de Ranliveira XARO E DE AN-
GI 0 COMPOSTO lOM TOL' E GUACO, pre-
pnr^cao dos Illma. Sra pharmaceuticos Rauli-
noHorn & Oliveira, arhei que esse x-rope de
benfico e prompto effeito as affecjOes dos or-
gao respiratorios o que afflrrao in verbo sa-
cerdote.
Lidada de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diver-
sos Estados do Braiil attes uin a eficacia deste
grande medicamento.
Deposito \
NA
Dragara Bfaga
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
1. andar.
Consultas]: de 1 s 3 da tarde.]
v_,








'
f

- Y
[
\
w
Vil!

A
-S
|aw8





1
\
'
Diario de Pernambnco Qninta-feira lO de (tatabro de 1*195
5
KDITAES
Pagamento do calwaniento da
ra do Commercio( fronte do
caos), ra dos Guarapos (fundo
da ra do Baro do Trluinpno)
freguezia do Recite.
0 Prefeito di MoaicipiJ lo R c fe manda fa-
ier publico aos proprletarlo da baprariiadae
usque, ooCpr;n imprdrogavel de 30 das,
-oaUdos di aata o prseme edital, devero vir
recatee r ao cofre miotcipal a importancia da
coniribuicSi do calcam^nto feto, calcohdi oa
razo ae 15 sob e o valor locativo dos res-
pectivos predio?, de conformidade com o ds-
rosto ao 8 70 do art. 1 do orcame'ita vigente-
Roa do Commercio (Caes)
jj, p 0Jrietar)08 Importancia
i e3 Associar.aoCo'niercial
5 Londoo aud R- G. B.ok LimUi
7 Hanco Popular
9 Asylo de Mendicidade
ti Poepital Pairo 11
13 Hispilal Portugaez
15 O mesmo
17 0 mfsaDo
10 irecno a ra dos Gnararanes (e
ujJl'8 da rui uoBd;) d)T lua-
pho)
2 Fonseca IrjiOJ & G.
4 O m.-smo
6 0 meso
8 O mesno
8 A J. H. Bjxw 11
8 A '> mesmo
10 0 ixesmo
12 0 mesmo
14 Luz Bipi sta ogueka
16 O mesmo
18 O mesmo
20 O mesmo
21 memo
24 p 26 Compinina Ferro Carril
28 Vise: n! do Livrame:ito
30 Viuva de J. C A ti un Msraoho
32 A mesma
34 Mari, f'HQa do Dr. F. A. Rosa e
Silva
36 Francisco, rilh? do mesmo
38 a 4i loso Doaelly
46 Aotja.o dos Santos L>oes
48 Dr. Coime de S Prr-ira
50 Le'poldina Axei Oiiveira Ro-
drigues
5 Snpbla Oliveira Barbosa e ootros
5a Francisco Antonio Guimares
56 David W. liw.caaa
58 0 mostr
1 Fonseca Irmaos & C
I A Amelia Ad'lia e nutria
3 Aatoaio Gaoriel Feneka Cascao
5 Antonio Jo<* da Piotio
7 H-lena M. Soa-es Avilla
9 Francisco da S.lva Neves
9 A Antonio JV Damas
II Francisca e bolsa, timas de 51.
C <:a S Iva Tavares
13 F/m-C-Iiuo de Mello Caoral
15 Aatonio Paes Pire
17 Mino-i de Soozi Ribeiro
19 Jo doreira da Silva Piobei.'O
21 ,'os Panlo Botelbo
23 D.vi da Silva M.ia
2-5 M'C.nada & Lopea
27 A t uio J.aqom Csc.So
29 0 aietco
31 O rame
33 A ina M. T. Pereira Du-ao
3a Machado & Lopes
37 Ho'colano Jo. Rodrigos Pi-
obeiro
39 Vieira e S'lva
4t Viiva de Joaqu/m Antonio Mina
43 Jj3o Francisco Poiiella
43 JoSj Nepamuceoo Cuelce daSil-
Oorcmento acru-.e l niapotitao dea Srs. terceiro : o aea ecgonho no est lajeito do Natctmeoto Vieira da Caoba detedor a Fa..quei4 tenham deixado de cumDrir coa.
icorri-niM* rtian-mn o ri>. irt h..r rt. mi. i _____.. ___t._ .a A*, leuda Katudoal OU Federal. '.. ..T ,-. _. *
567*000
567*ut'0
567*1)00
I 67*000
567OC0
67*000
5b7*00O
315*000
3t5*0C0
315*000
58*747
3 **4i>
3'*i40
63*01)0
63*000
315100
37*:sii0
4i*997
41 "'811
41*o80
393*75"
6ii60
47*5t-'
47,25o
Oauonvoies. dlariamen;e, daa 10 boras da ma
Db4 as 3 da tarde, nesia K^pa'i ci.
Recite, 24 de Selembro de 1895.
A. Urbano P. Mootenegro
_^_____ Di-ecior g^rai interino.
Apara?!i da-* eieicdes de "re
feitO, Mil> prefelto e mem-
bros do coaevlho Haolcpal
dO Keclfe
l> Or. Pruteito do Monicipio doBeiite
manda faier poblioo que, oo da 10 do
corrate, a 11 horas da manhS, ter log-r
aa Secretaria da frefeitura aporagSo
geral das elei(8e* raalisadae a 30 de Se-
tembro ultim para Prafeito, Sub Prefeito
o membroado Concelho Municipal, e qoe
de cooformid' de com o ditpoato no art
7.dalei n. 123 de 3 de Jobo de 1895
de ver a Junta Aparadora ser conaci
tuida pelo Prefeito do Mun cipio, com o
Presidente do Coucelho Municipal e o-
prsidentes des mesis eleitoraef daa 36
neC'.Ses em que foi dividido O Mcoicipij,
para oque (iosna convidados.
Secretara da Preteitora Municipal de
Recie, 7 de Oatabro de 1895,
O eecrctar o,
Joaqaim Joi Fcreira da Bocha.
a penhora, arresto oa .eqoestro ; e.ta de-|Q< **** 9*850
42*997
63*0'MI
59*4 0
83*95'.
9*930
37*0.i0
67*09 >
220*500
94*^00
<5*iio
37* 00
22*680
{8*900
26*460
i8*"0
3U*2W
33*547
48*900
28*S0
27*877
29*967
28*350
126*000
22*^80
18*900
29*967
35*752
42*99
33*547
33*547
42*997
15*.20
47*250
Cemero Publico de Sanio
Amaro 7 Aproximando-ee o dia da ccmmemora-
clo doa defaotoa, 2 do Novembro, o cbai>
xo a'sigoedo convidaos prcp: otario j de
tmulos, irmandades e mais intereaaados
ccadjivarem o'", reparan''o e acceiando
as anea propriedades, afim de qoe apr-
sentela o Cieio, e sxp'endor, que de^m
te.-, em dia de tSo saudusas recorda^Sea,
estabelecimeDtoa deasa ordem.
Aseim tambero avisa a33 meamos inte
ressados que taes reparos e aaaentamento
de pedraa, a serao admis3ives at o da
29 do corrate, vindo os encarregados re-
c'samente auti r sados.
A ornamentacSo das oatscumb s e t-
malos poder ter comee > na tarde do dia
1.", salido prohibidas ornameots<,oea. cuja
:olIocar>3o damnoitiqae as catacumbas.
O admioirtrador,
AcC9ncio Minervina Meira de Vae-
I coocelioa.
marcado por aonrdo jalgado por sellenca,
e fioalmente, o sapp lc*nte casado pelo
regiment da oommaobSi de baos, como
tambem preva o documento jacto, e por
iso nenham onas proveniente de dote ou
contracto antenupcial grava o mesmo ea-
genho.
Em taes c.ndigoes se considera o sup
plicante habi!itdo a obter o favor que
lolicits, mxime qaando. como tmbam
prova, a empreaa proj-jetada ?8o prejudi-
oa a aeohuma out.a tuxiiau ou nSo ; e
i or isso espera qoe V. Eac. ae Uinia
de attendel-o.
Oacpplicaate antes da assigoasura do
contracto resultante da ooncesslo que
pede, apresentar a planta do local dae
ob as que pretende corstruir, sendo esse
o documiato uoioo qu) deiza de exhib r
agora.
Esperando ser atteodido o ipppliQtnte
P. a V. E34 def irimento
Re^ife, 28 de Junbo de 1895.
Manoel do Na'cimento Vieira da Caoha.
Atieitado do Jais de Dieiio do Municipio de
I^uarass declsraado :
1* qae ba ama entrada de rodaeem qoe, pas.
Zm^^&TZ^%Y%: qas obras; podeudo. porm, um sd
ra da tianba, va ter o Recite- proponente cancorrer a mais de urna ou
tracto com esta Repartic&o
5.a As de concurrente que nSo offere-
cer as garantas exigidas neste edital.
Cada proposta versar sobre urna da-
va
18*90)
47 Mara A. MatalriSes Leal li*140
49 Autonio Moreira Beis ?2*
49 A prancKlino de Almeida Lima 47*2o0
51 o- Faustino Porto 429'7
53 J: F.-iuciaco Goros 37*810
55 Fraoclcco e Mara Silva Neves 2*447
67 F.lbos de Joo Vieira Sique:ra
Ferraz
59 Joo Ignacio de Medeiros Reeo
Con'adcria Mooicipal do Recite, 6 de Omobro
de 1835.
Gjoaino Jos da Rosa,
Contador.
55*41
42*:j97
O Dr. Marcos Tulio dos Reis Lima, jai
de direito d& Faaenda Maoicipal do
Recite.
Fas eaher pelo presente qoe no dia 21
de Oatabro do crrente aono se ba de
arrematar por venda a qnem ma s der
se praga publica deste juiao, 2 carros de
pas-H-i >, sendo 1 de n. 75, avaliado por
600$ J00 e outro n. 357 avaliado por
7090000, existentes na oocheira n. 117 a
roa Marqusa do Harva!, Fregaezia de
Santo Antonio. Pertenaem a Jos da
Silva Nunes o vai a praca por execa$3o
que Ibe move a Fasenla Maaicipil.
E para conitar passou-se o edita! na
forma da lei.
Dado e pssjado nesta cid..de do Recife
Estado de Pernambuco, aos 7 de Oa-
tnbro de 1895.
Eu Jos da Oosta riego Lims, eaorivSo
ubacrevi.
Marcos Talio dos Reis Lima.
Pernani-
\lfandega de
buco
Edital n. 11
T eiceira p raga
Pola Inspectora da Alf-ndega se fac
pablico qae no dia 15 ao correcta s 11
horas da manhS ear vendida eai terceira
pra^a, porta deeta Itep-rtigo a njerC9-
dona abaixo declarada.
Armaaem n. 1
Marca O B & OUrna caixa n. 19.
vinda de Hambargo no vapor Paragu:8B
desoarregado em 25 de Maio fiado, con
tendo 21 kiles de fichas de 15, nonaignada
a Oliveira Bastos & C*.
Afandega de Pernambuco 10 de Oata-
bro de 189J.
Alexaadre de Soasa Pereira do Carmo.
?Secretaria da Indus-
tria
Ia directora
Em 9 de Utitubro de 1895
EITAL
De ordem do Dr. Secretario interino e
de conformidade cam o disposto no art.
9 do Regalameato expedido em 5 de
Agosto ultimo para execnco da Lei n
113 de 25 de Jauho do corrate anco,
faco pablico para conheoimento d->s nte-
ressados o theor daa petir,6"BS dirigidas
a esta Secretaria pelo Colonel Manoel do
Nasiimento Vieira a C!unha, solicitando
o auxilio do Estsde para a f ndacao de
urna usina no Eogenho Araripa do Meio,
no municipio de J.gaars e o extracto
dos documentos que aoompanham as mes
mas peticoes.
O direo'or- geral,
JoSo Diaii Ribeiro da Cunha.
Por esta Afandega intima-se o dono ou
consignatario da oaixa sjn de marca
M C S com o paso de 105 kilos, desem
barcada com indicio de falta e vinda no
-vapor inglea tlnveotor, estrado era 20
de Setamhr do crrante anno, procedente
de Liverpool, afim de que requeira o qse
for & bem de seu direito no prazo de 8
dias.
l.a3ajeao da Alandega de Pernambu-
co ea 7 de Outubro do 1895.
O chefe.
Manoel Alves da Silva.
Secretaria da Industria
3.' DIRECTORA
Edital
Faco pablico, pata cannecimento dos nteres-
sados, qae no ou 10 de Ouiobro prox mo, al 1
hora na tarde, recebea-se oesta directora p-o-
nostas para os ronceaos de qoe necesrda o em-
flclo do I isiliuio Benjamn CsASiast, oreados em
' Aa oroDoetas everc ser coavenieoiemente sel-
ladas, entregues em cartas fecoadas e cooier em
ter1aJ4o prego "pelo qoal se propem os licitantes
a rsf cutar os reparos ;
2 Os locaes de saas residencias;
3 Prova de idoneidade profissiooal para di-
riei'rem e execotarem os trabamos. ...
H-veQd ) doas oo mais proposus em eaaida-
de de cond.ces. sera preferido o concorrente
qae melooreVprovas to idoatldade rffrecer
Nao *ero acueitas as propostas que se rssea
irem das seeointes follas: __
1.' As qu eacederem os presos do oramen-
t02. As (B -fio forem organisadas de accordo
com o presente edital;
3.' As que ee basearem sobre precos de pro-
postas de outro concurrente;
4 as qae forem firmadas por pessoas qoe )
boaveram deixado de camorir contrarios cele-
brados com a exmela Repartico de Obras Pa-
bl5a>3s de :oncorrentes qoe nao offereram as
-raoilas e qoalidades exigidas oo presente
'''coma propoota ser accelta sem qoe o pro
- aprsente rebo qae proye baver depc-
Tbeaonrarla desta Reparticao a qaBn'ta
M
edi
poneuU.
sitado n%
de 75*000. ,le e ,ver proposta es-clblds e
t) propoaeL ,jKiar 0 iermo ae contracto den-
f" casar a a, 0 prev,0 afi0i perder o
tro de quatro dlak ,, v
dlfeito cancao at. d eie0Ca0 do canlracto,
Para boa garanta Me D0 xbeioai o do Es.ado
depositara o contracta. ,,imMte arbitrada por
urna esoco qae ser pt^
esta directora.
Peticoes a que se refere o
edital supra
i.
Exm. Sr. Dr. Secretario da Industria.
-O Co:onel Manoel do Nascimento Viei-
ra d* Caoba, proprietario oo Eogenho
Ararpe do Meio, do macisinio de Igua-
rasan', como prova com o titulo junto e
sua legitima e legal acquiaioSo, o qual
est hvre e desembaragado de todo e
qualque onua real e pessoal, e teve no
anuo de 1874 a aVliacao de setenta e
cinco con os de reis (75.000*000), no
inventario a que w procedeu pelo juizo
de OrphSo daquelle mismo municipio,
como prova o documento junto, epocha
em qae as prepriedadas agr.colas estavam
depreciadas sendo consaquente que do
prtswte tem o raferido engenho o valor
de cento e quarenta oontoa de res
(14O.OOO(J00O), em vista doa contraotos de
Vinca qne se tem vericd de proprie-
daoes em codi5!5es inferiores, vem re-
qnerer a V. Fxc. que se digne de con-
ceder- he o auxilio de tresentos e setenta
e cinc sontos de reia (375 OOOgOOJ, em
apoiicas ao juro de sete por oento (7 (,),
ao anno e ao par, ae conformidade com
os Decretos de 15 de Outubro de 18.0 e
de 31 de Janeiro de 1891 e lei n. 2a de
9 da Deaemb-o desse ultimo anno, para
funda$So de urna grande asina, con des
tino ao fabrico de aasusar e alcool naqaelle
engenho, con capacidade bupenor a dc-
aentoa arceos com assucar de setenta e
cinco kilogrammas cada um, dianameito e
quatro pipas de alcool.
i engenho A'aripe do Meio, coraos
contractadoB para fornecimentos de canoas
Usina e que constam do contracto janeo,
tem extensSo safficiente para assegurar a
Usina projectada e fabrico surjerior ao exi-
gido pelos Decretos de 15 de Outubro de
1890 e de 31 de Janeiro de 1891 e le n.
23 de 9 de Deaembro desee ultimo
anno, visto como os engentaos a qae se
rotare o mramo contracto, sSo tambem de
subido valor e de terrenos em igualdade
de conloes destinadas ao planto
canna.
O snpplioante nada deva a
Geral Estadoal oa Municipal; c?o ten
do
Faaenda
Exc. S' Dr. Secretado da Industria
0 Coronel Msooel ao Nssclmeoto Vieira da
Caoba, propnetiriodoengenbo Araripe do Meio,
(|o municipio de Iguarasi teodo reqa-rido a
V. Exc* o auxilio n t- sn'-a e setenta e emeo
cootos de rls (375:OO0*0f0), em rpilices aj
jaro de se e por cenio (7 "/.), ao auno aono, inos
termos do Dcieto de 45 de Oolun'o oe 1890 e
de 31 de Jn-ro de 1891 e lei o. 25 de 9 de D-
>e;iibro o'esse oltimo aono pa a a faodaco de
ama osin n'aqoelle engenho. o^rigando.se ao
fmrico diario de daxeotos saceos com assucar de
-o-ieuta e cinco kilogrammas cada orne qu-tru
oipas de alcooi, agoardav-i.se o eupplican e par
o d r o aogmeoto o'esse aox lio, por nao ser
-ouvieoie n-m mesmo para a compra dos appa-
reibos e macboismoa psra a osioa projectaJa
em vibta da baixa do cambio e coneejueute e-
preciacSo da m'-eda papel, logo qae fosse puoli-
cada a lei o. 113 qoe se disenta no Congresao
u'este Elado, qoe to fabiamenie romprebendeo
a neceasidade de aogaentar o aoxil o que ores-
tavam as disposliOes anteriores com o nm de
tomar o agricultor em cooditcOes m is favora-
veis para poder promover e desenvolver a sua
industria, coocorreodo para augmento da riqoea
pab'ira. .
S, porque tenba sido promnladn a mesraa le,
que encontrn sanreo do fc.xm. Sr. Dr. Gover-
nador do Estado, que lauto se na esforcado para
collocar este Estado em gri de prospendade a
que leui direito, pela riqueza de seo slo nao
aproveitado pela es:ascez de recursos da mato-
ra dos proprletarioa agrenlas, vem, aaimado
pela acqoiescencla sempre loavavel que merecea
do Goveroo, o a:to do Coogrcsso ji aliando, re-
querer a V. Exc. qo se digue de conceder-lbe o
anxii'o de seiscentos contos de rls............
(600:00}*030). de acirdo com a lei cada em
PT. a- trifeei.tos e srienti e cinco cortos de ris
(375:009*003;, obrlgando-se o sipolicaote a fa-
o icar diariamente doieotos saceos de as-acar
as cojdicgaes j referidas e qaairo pipas de al-
cool.
Ee auxilio esta de accrodo com a lei n. 113
Je 25 de Jonbo nodo a qoal p-esta oo artigo Io
o noxio d qolnbentos cootos de ris.........
(E03.0-0*003), para o Nb'lco diario de cem sac-
eos oe assucar, cojo .exilio, segundo o artifeo Io
da mesma lei. ancmeaia na rao de cem contos
le ra v100:000*000), para cida cocoeota sac-
eos q e aagmea ar.
Em vista do exposto o snoollcaote conuado na
ja'Uca de sea pedido, pfds a V. fxc. que se
d'gne de mandar q'ie seja a prsenle petifio
junta a que dirigi a V. Exc. dividameote docu-
mentada, a qnal se acba na Secretaria de qne
V. Bxr. digno ebefe para que se sirva de alten-
dei-o de conformidade com ef se novo pedido.
Pede a V. Exc defeMmento.
R-cfe, 11 de Jolbo de 1895.
Mincel do Nascimento Vieira da Cunba.
Extracto dos dacoxentoj a qae se referem as
peticoes supras.
Doc o. 1
Ecrlp:ora de venda qoe fai D. Mana dos San-
tos Vieira da Cunba da parte qoe possoe no Eo.
geubs Araripe do Meio do Municipio de Igua-
rassu ao coronal Manoel do Naccimeoto Vieira
da Canna.
Doc. u. 2
Escriptura de venda que fas u Dr. E y*io oa
Caoha ne Uoraes Pinbeiro e sua mulner D. An-
onia Vieira de Mo-aes Pinbeiro de nma pane
qae possaem ao Eagenbo Araripe do Meto do
Maoicirio de Igaarassn ao teo^ote coronel Ma-
noel do Nascimento Vieira da Caoba.
Doc. n. 3
CertidSo do formal de partilbas dos sol 'S de
inventario procedido pelo fallecimeoto de D.
Mara d.s Neves Carneira da Conba, passada
oelo Io labellio do publico, judicial e notas e
esenve privativo de orphos e ausentes do Mu-
nicipio delgoarast.
Doc. n. 4
Trsladodo autoameo-o da peti& > do coronel
Miooel do N ajoiner em que reqaeren a bomologaro da
demarcico aorjigavel p-oceiida entre o Eoge-
nho Aranpe do Meio de que sSo proprieta'ios e
os Engn0os liTinropnes Araripe de Cima, Ara
ripedeBiixo, Cab, Triampianle e Iiapireaia
de Cima.
Doc. n-. Seo
Djus atteatados do Conceibo Mnoicipal de
Igoarass e do Pefeito do mesmo Municipio, de-
clarando : qoe o Engeobo Araripe 1o Meio,
de oropnedade do coronel Mauoel do Niscimen-
fo Vierra da uonba teve poporgO'iS e ext?ncie
suffi:ieoies pa-a a faodaco de urna ostna, ga-
raniindo po- si s o (arinco diario de 100 sac-
C3* de assucar de 75 kilogrammas e 4 pipa-
com alcool ce 480 litrus cada ama ; 2 qae a
asina qae o m^sno preienie (andar no referido
engenho oao prejadici a Usina Coelbr, jt exis
tente, vito oo serem foruecedores da m^sma oa
Eoeeabos indcalos pelo fupplicaule ; 3 final
mente qoe tendo a Usina --apacidade soflnleole
p^ra o fabrico diario de 306 saccoa cora assocar
p^e garantir esse fabrico leodo como fornere-
do-es de caanas alem do eogeobo de soa siina-
cao mais os Engeobos Aranpe de Baixo, Ara-
r ae de Cima, Cab e Piedade.
Doc. n. 7
Escriptura de eontracto para (ornecimento de
canoas a rs na qne oretende fundar o coronel
Manuel do Nascimento Vieira da Caoba no En-
geobo Araripe de Meio de sui propriedade, feito
entre o jaro de ltapis-uraa e Joo Olytupio de
Albertim.
Dorumeoto o. 8
Certiaio do oicial do registro de bypo-
thecas do municipio de Iarassb atteun-
do uo coDsWr dos Iivros competentes a traos-
cnpco de ltalo de alieaaco, de lostUblcSo de
onus real, ioscipQao ou preootjo de bypo-
tneca de qaalcoer nitureza oo responsabilidade
leg,|. referente ao engenho Aranpe do Mei.,
sito no mesmo mu iiipio, de propriedade do
corooel Manoel do Nascimento Vieira da Ca-
oba, oa em qoe esteja elle compr^headldo.
Documentos us. 9 e 10
Duas cerlidOes dos esenves do jalao do r
vel e do commercio do municipio de I^u-aseu,
attestaodo nSo constar oe seas catnos oa execugo contra o coronel Manoel do Nas-
cimento Vieira da Conba, nem embargo, pe-
nhora, arreato oa st-qoeslro qae teaha por ob-
jecto o eogenbo Araripe do Meio, e ana pro
priedade.
Djiumentos ns. 11 e 12
Daas certtdOes aos es:rives do iaizo da pro-
vedona e de orpbaos do municipio de Ignaras-
s attestando oo constar de sen carinos ser
o cjroael Manoel do Nascimento Vieira da Co-
nba, testamentero, nem ter coous a prestar
rasultat ts desse encargo, e bem assim nao ser
o mesmo coroad talar oa carador de orphos
ausentes oa interdictos nem estar sujeito a pres-
taco de coutis resultantes de qoaesqaer des-
ees cargos.
Dac. n. 13
Certldo do ecrlvo da Collectoria das Radas
G-mes e Estadoaea do Municipio de Igoarass,
aliestando oo constar dos livros a cargo da
2o que a osioa qae o mesmo pretende fcadar
oo referido engeooo oo ofiFende a qaalquer
oot-a qoe esttja constroida oa por constroir ;
3 qoe es eageohos obrlgidos por escripiara
publica ao fo-neclmeoto da usina nao podem
sollrer qaaeqaer embancas oo dito forneci.
m^oto pelas seobores das propriedades limitro.
pbe ;
4o Haalmeole que no eogenbo Araripe do
Meio ba baa maltas qae do para fu;aeci.
ment de combaetipI a p'o6Ciada osioa.
Doc. o. 15
DerUracSo de rgimen de casamento do co.
roqel Mano-I do Nascimento Vlei'a da Caoba e
0. Amelia Leopoinina Vieira da Cuaba.
Djc. n. 16
Contracto de compra e venda de macbioismo
e material pt-a a asina Araripe ealre o coronel
Manoel do Nascimento Vieira da Caoba como
comprador e os Srs. B.-iwas & C. negociantes
desta p-acacomo veudedores.
Doc. o. 17
No'a do maehinismo de una osioa com capa.
cidde para 200 ssc os de assouar 6 pipaa de
ali-ool em 24 horas.
Djcs. o?. 18. 19 e 20
Planta topogrpbica do local em qae tem de
ser coostraido a Dt)IPa .
Planta da rea em que a meama deve ser le.
yantada.
Pla:.U da me;ma u-ia;.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordern do Illm. Sr. D-. administrador e de
conformidade com o regaiameoto em vigor, con-
vido aos cootr'buinted do impo'lo de 300 res
por tjoeldd?, qae nao pagaram oo prazo de 8
das cootados da entrada oe navios e vapores
para no praz<> de 15 diis mais contados daqaella
data, recolnerem com a malta oe 10 "/ aos co
fres desta Reparfcao o imposto relativo ao exer-
cirio e 1895 a 1896 cantarme a relago aSaixo
declarada.
1. Secgan da Rerebedoria do Estado de Per-
narebu^o, 9 de Outubro de 1893.
O crete,
Fredenco Guiuiarts.
ce
t
bp.
"
i o-e M
te ta Kntaiia
n9 3
0 03
^ ^
- e
V 03
9
. > O S

cr jq M
- oa
- O
V
. a z 8S
* s 2 a va 3 N'.'Cioialidide
3 . '9
0 *
w=> -4 ."i (3- i" 0
9a Szj a
zr o i ;
3 _ 2 S a n
sB 3~s 03 B
Q. . 2 9 00 0
>" # 09 a
: a 00
03 a p' ^ M a m
.
" MSI OD-~4 ex Toneladas 40 ao 9
i* oo 1 I g H O en
oo i e
o 5 r* e
Secretaria da Industria
3 DIRECTORA.
Escolas publicas
Para conbecimento dos iniereasados faco pa-
blico qae no da 16 de Oatabro prximo a 1
bora da tarde, recebem-se nesta directora pro-
postas para coostraeco de edificios destinados
as escolas publicas, as segointea locad'ades e
Jaboat&o, Pao d'Aibo, Naiaretb, Timbaoba,
Gojsnna, Cabo, Escad, Palmares, Oliada, Bar-
reiros, Garannun8 e Bouito, oreados cada un em
35:293*034 podeodocada proponente concorrer
a maia ue urna daquellas obras, desde qae tenba
a idooeidaie exigida.
As propostas deven ser escripias por exteo-
o. sem rasara, emenda oo vicio de qaalqaer es-
pecie, eendo regeitadas as que ae reseolirem das
8egaiotes faltas :
1.* As qoe excederem es precos do orcamen-
o ;
2.* As que nao forem organisadas de accordo
cora o p'eseole ediisl;
3.* As que fe basaarem em pregos de oot-o
concurrente ;
4. As rirmadas por pescos que j lenbam
deixado de camprlr contracto com esta repar-
tilo ;
5.* As qoe oSo offerecerem as garaniias-
qualidades exigidas oeste edital.
ilovaaio duas na ruis propostas em igualda-
de de condicSes, ser prefer la a do cootraciao-
te que melbor prova de Idooeidade apreseotar.
Os prnpooentes d-vero indicar o lagar de soa
residencia, provar a soa iJoneldade para dirigi-
era e execotarem as obras.
Nennom proponente sera admiltido concur-
rencia sem que prove (er depositado oa Tbeson-
raria desta K 'pa 'i;ao a qaantu de am cont de
res (i:000*00) .homji h que perder se.
escoloida a soa i>ror>os(a e convidado para as-
sigoar o respectivo contracto, lato se recusar.
Para boa garanta da exucnco do contracto,
depositar o coitrac'.aote no Toesoiro do Esta-
do, nma caao qae eer previamente arbitrada
por esta Directora.
Os orcim'-otGS e plantas relativos a essas
obras estaro diarlamen'e das 10 da maob s
4 duras da tarde ao exame dos concurrentes
nesta Repartigo.
Recife, 12 de Setembrojde 1895.
A. U. Pesoa Monteneg'o,
Director geral interino.
a todas ellas, urna vez que tenha a ido-
neidade exigida.
Nenhuma proposta sera aceita sem que
o proponente prove ter depositado n.
Thesouraria desta Repartico urna cauco
orrespondouta a 5 /. sobre o valor da
bra que se propuzer executar, quantia
que perd-r se, aceita sua propostae
convidado para aasigaar o contracto res-
pectivo a isto se recusar.
Para a boa garanta da exesucio do
co .tracto, depositar o contrae tanta, no
Thesouro do Estado urna cauco que ser
previamente arbitrada por esta Repar-
tido.
Os ornamentos e plantas relativos a
essas obras, a ham-se nesta Oirectoria a
disposic3o dos interessados das 10 as 4
horas da tarde.
Esta Directora nto reconhecer, no
caso de fahecknento do contractante, di-
reito de reversa o do contracto a her-
deiros.
Recife, 12 de Sstembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-Geral-interino.
SCai^ARlA DE ESTADO DJS NuGOClUS DA
1N0USTRIA, EM 4 OE OUTUBRO DE 1895___
4* DIKECTORU.
Venda du propr edades annexas Escola In-
austiial F'ei G ; e:a
De ordem do Dr. Sec-etino interino, faco pu-
blico, para conbecimeoto dos interessados, qu
tendo sido apresentadas f-a do praso legal30
de Setembro (iodoas pronosias ue qne trata o
edital desta SecretaMa de 13 de Agosto oltimo,
oo podem ser ellas aceitas,eS a acera, d*
coofoTxi fa e com o decreto, tambem de 13 de
Agosto oltimo, uova concurrencia, at o dia 19
do correte, para a compra das propriedades
mencionadas em o mesmo edita), a saber: fa-
xendaa de criacfto sruitas nos municipios de S.
Senlo, Al'inbo e Paneas e d* propriedade S. Be-
nedicto, pertenceates Escola Industrial Fre
Caneca.
As propostas devem ea-convenientemente sl-
lalas, entregues nest. R^partigio at 1 bora da
tarde, e conter em termos claros o prego da
fTerta, o qoal nao pode ser baseado no d'outros
conca. rentes.
Os respectivos titules de posse e demais pa-
pis acbam-se nesti Repartigo. onde sern p'es-
tadas ajs o'.eressidas as uecessarias oforma-
gSes.
Os conenrreotes observa-o como Ibes com-
pre loas as disposigOes li-g^ts vigentes relan-
vas venia de proprios esiadoaes, as condigSes
pepecifteadas no reseme edital e o mais qoe
fd* onvenlente adoptar para a melbor garanta
uos interesses da iateoda.
O director gera', \
Icio Dinii Ribeito da Caohr.
Edital
Secretaria da Industria
3. DIRECTORA
F3a mercado o prazo de 15 dias conta-
dos da publicarlo deste aos possaidores
de lotes rsticos e urbanes da Colonia
Saassana, que deizarim da comparecer no
da 2 de Sstembro fiado, pira legalisa-
rem os seos tituk*.
Recite, 1 de Oatabro de 189*.
A. Urbano P. Montenegro.
Director Geral.
Secretaria da Industiia
3a Directora
EDITAL
/ Edital
Revisti de pesoa, bataneas e
medidas da Doa Vista
Faz-se pablico a qaem intere sar que,
dorante o correte mea de Oitubro, se
far, na seccSo das /' ter:cC:s, no pago da
Preteitora Municipal, desde s 10 horas
da manhS a 3 da tarde, a revisSo dos
pezos, balanzas e medid s, das casas de
negecio da fregneaia da Boa-Vista.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recite. 2 de Outubrj de 1895.
O secretario.
Joaquim Jos Ferreira da Rooh *
para qne chegoe a noticia de todoij
mando ao porteiro dasto juo que affixa
este edital no lugar do costme e aoja
publicado na imprensa.
Dado e pasaaio nesta cicada de Jaboa*
8o aos 2 de Outubro de 1895.
E eu Joaquina Hamos da Silva Morera,
ascrivlo o fi* escrever e sabscrevo.
____________Livino Vieira M. Lima.
Conselho Econmico da Re-
partido de Marinha
De ordem do Sr. capi'o de fra. ata Jos Pereira
Goimares, inpector d'esie Arsenal, f,co pablico
qae, recebe se propostas em cartas techadae no
da 11 do corrate, as 11 oras da mana 'em
ama das salas da Sec e arla da Iaspe cj psra
o foroecimeuto do carvo de peora es.e Arse-
nal, sass depeodeocias e aos navios da armada
nacional estacionados neste porto, doranta o fu-
tu'o exercicio de 1896 observadas as di-pj-i-
C's dos arta. 176 e 178 e s us paagranDos. do
Regol.menio qae baixon com o decreto o. 745
de 12 de Siembro de 1893. oa quaes vo abano
transcriptos :
Art. 176. Sao deveres dos proponentes:
1 En :her com preces por extenso e em al-
gansau a proposta impressa qua Ihe ser forne-
ctda pelo secretarlo do Ar-enai, a qual data' e
ass guar para ser apresentada ao Coe8"lho Eco-
no i ico.
2 Entregar pessoalmente oa por tea legi-
iiao representante, directamente ao Conseloo
E onomico, no loga', da e bora aonanciados,
oo > as sass propostas, como as amostras cor-
respondentes.
3 Exhibir alm da certidao do respectivo
coir.cto social, quando nao for firma Individual,
os documentos que provem ser negociante ma-
ticaiado e baver pago o imposto de casa com-
merr.ial rt- atio ao ultimo semestre.
Conselko Econontico da Repar-
tic-o da Uarinha
De ordem .10 Sr.lCaoo de fragoO Jos Pe.
reir Goimares. Inspector deste A enal, qo
publico qae, recebe se propostas em cartas te-
chadas, oo da 14 do cerrebte s l horas aa
maob, em nma das salas da Secre aria da lo.
8pecco, para o foroecimento de fer gens, ma
carnes e fazeudaa a este Arsenal, suas depen-
deicta8 e aos navios da armada oa;iooal esta,
ciooados no to-to deste Estado, dorante o
exercicio de 1896, observadas as fie; osicoes dos
arugos 176 e 178 e seas paragrachi ao Reg,
lamento que baixoa com o DcC n. 7 .' de 12 de
Setembro de 1890, oa qoaes vo atiixo traos.
eripttM
An. 176. SSo devGres dos propon, atea :
i Bucber com precos por ex'-o so e em
3ltarismo a proposta impressa que lue aera (or-
i.ecida pelo Secretario do Arsenal, a qual da a.
ra e asssigoar para ter apresentada ao Coose.
Ib.' Econmico.
2. Entregar pessoalmente cu por seo legi.
tiuiM represeotanie, direciamenie a Conseino
Econmico, no logar, da e hora a raaaci-dos,
oo e as saas pro^osus, como as a. .ostras cor-
reaoondentes.
3 Exhibir alm de certidao do respectivo
coutraclo social, quando nao fr 1, ia lodivl.
doa', os documentos que provem ser negociante
matriculad j e baver pago o imp. sto de casa
commercial, relativo ao ultimo seme tre.
g 4.* Sao dispensados da apreseot ,o da ma-
tricula oa Junta Commercial, es fabricas e esta,
beiecimenios lodastriaes da Repnb tea.; ter
catas e aque'les, a preferencia eobr-j os ootros
concurrentes em igoaldade de condl^Oas e cir.
cam8tancias,sdevidamente provadas.
Art. 178. Faragrapho uoico. Alm do praso
estipulado, os" fomecedores contlnuarSo a snp
pnr por oais 60 oas, as mesmas condt. Oes se
assim for julgado oecessario, e sem qoe isto
consuma direito para prorogaco do contracto.
Os propotentes devero apresentar doinme-i.
Para conbecimento dos interessados, la- t08 *ti rjasiiitago at a vespera do Conselho
co publico qu no dia 16 de Outubro, aojatim ae Be venri:ar se as formalidades exigidas
dia,
meio da, reeebem-se nesta Oirectoria
propostas para a construccao do pnnti-
lhao do R-achj Duas Pedras, orjada em
6-.682M5S.
As propoBtas devem ser conveniente-
mente selladas, entregues em carta fecha-
da e conter em termos claros :
1.* O prego pelo qual se propem exe-
cutar as obras os licitantes ;
2.- O lugar em que residem os propo-
nentes ;
3.- Provas de idoneidade precisa para
dirigir e executai as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condicoes, ser preferida a
do concurrente que melhores provas de
idoneidade offerecer.
Serao regeitadas as propostas que se
aesemirem das seguintos faltas :
1.* As que excederem os precos do or
camento;
2.* As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital;
3/ As que se basearem em precos offe-
recidos por outro concurrente ;
nbom'* obrigaclo contrahida para com mesma Collecloria acbar-se o coronel Manoel
i-> .i sa'sfeitas.
Secretaria da losperc&o do Arsenal de Mari,
aba do PraambcCD. 4 de Outobro ue 1895.
O Secrttano,
Antonio da Silva Azevedo.
caractersticos
4.* A*s que forem firmadas por pessoagterreoo.
O Dr. Livino Vieira de Macado Lima,
ais de direito do muni ipio de Ja-
boatSo, ole,
Fago saber aos que o presente edital
virem, que no dia 29 do correte mez,
s 11 horas da manbS, porta da easa
dos anctitorios, ser levado em praca de
arrematado por venda a qaem mais der
e n:a>or langa offerecer, sobre a basa de
5 0005000, um terreno denominado a Bella
Vista, situado as adjacencias desta ci-
dade, ce .'upando urna rea de 9800 metros
quadrados, em v rtude de eaeCJgSo mo
vida pelo Banco de Crdito Real de Per-
nambuco a Hctor de Rectonrs e sua mu-
IherD, Therez Camelo, sendo permitti-
do aquellos que se propazerem a licitar,
verificaren! nos respectivos autossartorio
do escnvSo que este sub^oreve, quaes oa
e oonrotscoes do dito
| 4 Sao dispnsalos da apreseotaco da ma-
tricula na Jauta Commercial. as f b-icaa e esta-
beleciaentos indasiriaes da R-punlica. tero es-
tes e aqueUes.a preferencia sobre os ootros con-
carrtuie8 em uaaldade de condicoes e circnm-
staooas devidamente prova as.
Art. 178 uoico. Alm do praso estipulado os
forneredore, continuaro a sopprir por mais 60
dias, oas mesmas condicoes, se as.-im for juiga-
do necessario e eem qae isto coasiitaa direito
pa-a prorogacSo do contracto.
Os proponeotes devero apresentar documen-
tos de babilitaco at a vesp-ra do Cooaelbo,
afim de ee v-ntJcar si as fo-mMidades exigidas
oram s li-feuas.
Secretaria da iospeceo do Arsenal de Mari-
nha de Pernambuco, 3 de Oatabro de 1893.
O Secretario.
________ Antonio da Silva Azevedo.
Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria em
9 de Setembro de 1895.
1.a directora
Arreodameuto de lotes de trra
no Archlpelago de Fernando
de Xoronha.
Para conhecimento dos interessados,
fago publico que, estando o Sr. Governa-
dor do Estado autorisado, pela lei n. 124,
oe3 de Julbo ultimo, a arrendar, a quem
melhores vantagens offerecer, pequeos
lotes de trra, no archipelago de Fernan-
do de Noroaha, de novo recebem-s? nes-
ta Secretaria, al o dia 12 do mea
de Oatabro vindouro, i 1 hora da
tarde, propostas para o referido arreada.
meoto, mediante as clausulas em seguida
estipuladas.
As propostas deve ser conveniente-
mente aelladaa, entregues em carta fecha-
da, e conter em termos claros :
1-O prego de arrendamento de cada
um lote de trras.
2*Indioagao da residencia dos concar-
rantss.
3-ComprovagSo de idoneidade para
ezeemarem estrictamente os contraotos.
NSo serSo scoeitas ss propostas :
1Qae so referirem fundagSo da um
deposito de carvao de pedra.
IIOrganisadas em descoordo com o
presante edital.
IIIBascadas em pregos d'outros con-
currentes.
IVFirmadas por quem quer que te-
nha deizado de cumprir contractos ou pro-
cesaos de contractos celebrados com qaal-
quer das estinctas ou das actuaes Repar-
tidora do Estado.
VQue nSo offerecerem as garantas e
qcalidades ezigidaa no presente edital.
4'Nenhuma proposta ser aceita sem
que o concurrente aprsente recibo prc-
vando baver depositado no Tnosouro Es-
tados!, at, vespera do dia designado
para a abertura das propostas, a quantia
de dona contos da ris (2.000(5000), qae
perder em beneficio des cofres do Estado,
ai, preterida soa proposta, reoussr-se o
proponeate a assignar o contracto respec-
tivo-
5aOs concurrentes observarlo, como
lhes compre, as clausulas, do Decreto
abaizo transcripto, bem como aa demais
diapcsigSes lepaes vigentes, relativas a
arrendamento de propnos estadoaes.
Hbvendo duas ou mais de duas propos-
t'sem perfdita igaaldada de condicSes,
ser preterido o concurrente que melhores
provas de idoneidade offerecer.
(Deureto de 27 de Juluo de 1895.)
< Palacio do Ooverno do Estado de
Pernambuco, em 27 da Ju ho de 1895.
O Governador do Estado :
Conaidcraudo que ao Ooverno tem aido
spresentadas varias propostas de arrenda-
mento,amas, de Iodo o territorio do
archipelago de Fernando de Noronha,
ootras, de reas varia ve s, no mesmo ar-
chipela."-, para o fm de aervirem de de-
psito de carvSo de pedra, ou estagSo de
pesca ;
Considerando que a iostallagSo e conse-
quentemente esploraglo de qualquer das
referidas industrias e de entras, que por
ventara tenham de ser alli fondadas, com
inconteatado proveito nSo s tcr-, o Esta-
do, n.as tambem para as par as que a
isso se propazerem, ezigem dispendio
de espitaos avallados :
Considerando anda, qae ata partcula*
res, pessoal e directamente interessados
oa ezpIoragSo de taes industria!*, garanten!
as leis co pas lacros lcitos, compensado'
res dos esforgos e despeas que tm de ser
por elles empregados ; e
Dando exeoagSo lei n. 124, de 3 do
crrante, resol ve determinar que, por
edital e com o prazo de 30 dias, s-jam
convidados Apata capital e na i edeial,
coi c rreuteiao arrendamento de lotes da
trra na rea correspondente metade
do archipelago de Fernando de Noronha,
para a fundagao de um deposito de car-
vao ie pedra, de urna estociti de pesca,
da salga ou o B8rv.<.C '. peize para ex-
portado, hem como h ezpIoragSo de
phosphato de cal, a p-tca de esponjas
e ootros prodnetos mariuhes, e de estabe-
.eoimentos para a cultura de oereaes e
qualquer oatras plantas atis, mediante a

m
I
4
I

i
f
1
f
ifWH, j


mbmi^bh
e
Piarlo ^le JPeynwitoiico Qninta-feira t 4t>w4hro le 1SOS
dos intereases
e d(M arrema
clansolas aqu eatipaladae dmate oe
feMiyloooMigurem o**
para a garanta reoiprooa
da Fazenda Estadaal
1_1a proprstaa warao exotoaiva-
mdnte sobre cada ama das indaatris* aqn.
pacificadas, Beodo, porem, litro a oa-
correncia explorado de moa, onioa-
mente, on mai8 de ama das meamas iu-
dastrias.
2__A cada arrematante neem plena-
mente gar n*idcs:
a) o diraito excliaito de explorar a
nduEtria que contr*tar, e por todo o
prsao ce arrendamento da rea, o oual
nao exceder em caao algum de 15 aonoa,
,otadca do da da inatallacSo do aer-
b)'-o direito de preferencia, em igual
dade de condicSee, oaso tenho de aer no-
valiente posto em concurrencia o arren
damente (Lein. 124 art. 2)
3-_Esg;otado o praao de que trata a
Clausula precedente, todos es edificios,
Obras, m chicas e qoaeaqoer bameitorias
effectaada pelos arrematantes. revertero
para o Estado, aem iodemnisayao a!-
4*-A auperficie de cada um dos lates
de trra, cojo tamanho, medicSo e demar
cacao serio feitaa cuata dos arrematan
tes, ter o Domero de metros quadrados
qne !: neetstario, segando o genero de
trabalhos exigides para cada expo-
rac&o.
5-Fica conatiinindo om lote de trra,
para os effeitcs deste Decreto, o grupo
des ilhas, tambem pertencentes ao arcm-
pelago de Fernando de Noronba, denemi-
nadas tRata, DoMeio, Salla Gineta,
Raso, i Sao Jos e os ilbos all exis-
ten tf a.
6aPor conta dos arrematantes corre
rao todas as de-pesas com o artico que
o Governo instituir para fiscalisar a exs-
CU920 dos contractos de arrendamento,
quer em Femando quer no continente.
7*Os arrendamentos serio intraisfa-
riveia.
8aTambem nao aerSo aceitaB es pro
post s firmadas por estrangeiros, s podec-
do^coccorrer, a este arrendamento cid*-
dag braiileiros natos ou natoralissdos ha
mais de 5 annos, ficando entendido qae
tod,B ts quertoes saicitadas qaer na es-
colha das propcstaB, qaer na eseeucSo do
contracto, serao resolvidas em defioitiva
pelas autoridades braaileiras, importando
Ciducidade do contracto, sem direito &
iedemnisc8o de especie algama, o appello
feito por qua'quer forma intertenco di-
plomtica ou aoa boBB officioa de autori-
dades estrangeiras, hem come qnalqner
asscciacSo dos conoeseionarioa com cida-
dSos oa institaicSes estrangeiras por
instrumento publico oa particular.
O Dr. Julio de Mello, Secretario inte-
no des Negocios da Ionstria, assim o te-
nha entendido e faca txecntar.Alexan-
dre Jo Barbosa Lima.Julio de Mello
Filhs.
O director-geral,
Joao Din z Ribeiro da Ccnba.
DECLARACOES
Recife Drainage
R-lacao dos coocertos feitoa nos apparelhos
da Companbia Becife Drainage, no mes de Se.
tembro lo correte anuo, de cooformldade cem
o art 10 do cooracto e dojart. 15 do reg.
de VI de Janeiro de 1872-
F-eguezia do Recife
Ma-quez de Olioda o. 4
Dita B. 63
Bom Je*os n. 1
Dita o. 2
Dita n. 42
Dita o. 42
Dita 1. 44
Dita n. 14
Dita n. 49
Dita n. 31
Dita d. 45
Dita d. 47
Dita d. 51
Commercio n. 22 J
Largo do Corpo Santo n. 2
Dito o. 17 ;
Dito n. 21
Bispo Sardioba o. 12
Dito q. 16
Dito 0.1
Torres o. 2
Dita o. 8
Dito a. 16
Toom'de Socxi n. 4
Dita d. 4
Bita 0. 6
Vlgario Teooriu n. 26
Maris e Barros p. 2
Dita n. 16
Dita n. 9
Traveesa Madre Deas n. 12
Amo i31 o. 21
Di a o. 5
Moeda c. 15
Tuyo y 0. 2
Dita n. 11
Madre de Dsus n. 5
Domingos Jos Martina D. 20
Dita n-28
Dita d. 96
Dita o. 124 I
Dita o. 144 9
Travessa oo Campello a. 2 ,
Becco Largo n. 6
Reataorasao n. 46
Dita d. 3
Dita o. 5
Dita n. 19
Dita o. 31
D. sirria Cesar o. 16
Viscoode de tapanca n. 4
Dita d. 22
D ta o. 24
Dita n. 34
Dita n. 51
Pharoi n. 44
Dita n. 60
S. Jorge o. 78
Becco do Pachoal o. 3
Travesa para Fuodicao n. i
Goararspes o. 16
Dita a. 76
Travecsa ap Tiradentea n. 1
Barao do Trlutppbo Q. 80
Caea do Abolln. 59
F.-cgoeaia de Sarrio Antonio
15 de. Nn^mo o n. 1
4ion
44100
44400
4*750
4*11X1
4*100
44 '00
44*00
W80
44 00
124870
4*100
44100
64350
4*100
12*550
44100
44(00
74600
5*85"
17*350
4*1(0
44100
44100
5*85(1
13*130
4*t00
4*100
2042M
52*130
4410*1
4*100
4*1(0
4*100
4*100
4*100
4*100
4*160
4*lt0
4*'00
4*100
4*1(0
4*(00
4*100
2*;cC
44100
4*100
4*100
4*100
4* O
47*130
4*100
6*350
5*850
114*00
13*470
44<<0
4*100
4400
441C0
U O
4410o
44i00
44<00
44H0
Dita 0. 27
Dita o, 27
D tan.-39
Ditio.67
Ditan. 71
1* de' JUrco o. 14
Dita n. Iti
Doqse de Caxlss n. 52
Dita o. 42
Dtta o. 60
D.'a 0.70
Bita n. 71
Canati n. 2
Trlocia.40
Bar# da Victo la n. 32
Rita w.'4
nlU.
44*00
174080
414750
104350
4410(1
2450
44100
44100
4411-0
4410"
-44100
44100
44600
44100
4*100
44100
M90
44100
47435O
44100
nto
Laraneelraa n. 21 44100
Travea Prsc* Bj'4j s Locena d. 6 6,50
Din n. 28 234W
Dita n. 49 254830
Larga do Rosario n. 18 44 W
Dtta n. 22 44100
A me esa 644 0
Olta v. 24 Dita n. 34 8425 29* i' '0
Dr. Fdilosa d. 24 44 0
A mront* 44100
Dita n. 30 41475'
D la 0. 43 64580
Francieeo Jacin'.ho n. 13 4647SO
Praca aa Repblica n. 15 6549 6
liba do Carvloo o. 17 44 i'O
iJooaelneiroPereltt u. i7 294H)
Di a u. 25 8*400
General Abren e L'ma n. 18 44109
Dita n. 3 104230
Mitoia8 .e AlDuqaerque n. 5 124600
Dita r. 13 474250
Prei Caneca n. 12 60483O
Paolico CxtDfrn n. 8 6433"
Dila na. 28 e 30 44 00
Olla 0. 33 4tt750
La go 0 Careno o. 18 441(0
Dita u. 25 44100
Trveera oa Bomba a. 7 44.0"
Hua 10 F'j-to n. 48 174 0
D>ta u 43 4410.1
Liraa>i-nio n. 12 74700
Peora 6 44100
Pedro Afionso n. 43 8*600
A meama 6*85o
Maicillo Das 0. 32 23484"
Citi n. 57 734670
Lomas Valentinas 8. 8 43410
Coronel Soae unan. 12 14415.10
Sarta Tnerea o. 31 B 8*600
Tobiat Barreto n. 54 4410 -
Travista da Concordia n.,46 44100
Dita o. 13 44100
rVi" r. Camarao c. 46 174)50
Da n. 50 46*750
M>rqufS 0 He-val n. 59 64150
LaJeia {Nova o. 15 134(90
Dita 0. 19 5486.1
! becco <*a Cadcia Nova d. 19 114700
Fieeueiiade S. Jote
Marcilio Das n..92 54850
D Dita f. 97 44100
Lemas Valentinas o. 23 144100
Coro-iel Snaesnoa d. 148 44100
Di a n. 228 84330
Dita n. 256 44*00
Dita n. 292 223C
D:ta c. 181 44:00
Da 0. 197 144070
Dita n. 223 44K0
S. Jcao 0. 8 64630
Dita i.41 44100
Mrquez do Herval Q. 14S 4*100
Dita i!. 152 14*040
Dita 0. 209 15*4^0
24 de M.io n. 54 44IOi'
Dita o. 56 44790
Das Carleo n. 66 44100
Dita n. 62 44100
Dita 0. 74 44100
Paseo oa Patria n. 35 44100
Paire Nobrega n. 37 44100
Vidal de Negreros n. 54 44100
Dita o. 60 44100
Dita ?. 114 94290
Dita n. 206 384220
Dita n 49 44100
Fre Hennqoe n. 4 44100
Domingos Tbeotonio n. 30 4l47o0
D ta n. 23 184530
Cnnatovo Colonato n. 3 44100
iardimr.20 4*100
Forte 0. 32 124150
iNugoeua 0. 34 45*850
Santa Bita n. 2 174350
Dita d. 54 5*850
Saeta Rlt n- 53 44100
D ta n. 57 4*100
Dita n. 19 47*600
Padre Monis n. 30 242SO
Dito n. 32 9*180
Largo do Mercado o. 7 64560
Dito 0. 28 44100
S. Joa 0. 20 44(00
Dito n. 40 724050
Peacadorea n. 8 44100
Dito 0. 20 474800
Trame* do Lima n. 3 1143(40
Dita u. 9 64650
Fregnexia da Boa-Vista
Imperatrii n, 64 44100
Dta 0. 68 174740
D ta 0. 9 4460
Dita n. 79 24250
Praca Mac,el Pinbeiro a. 2 44100
Dita 0. 8 54850
Dita n. 32 64450
Dita o. 13 44100
CooceicSo n. 16 44100
Dia o 5 124)50
Visconde de Pelotas n. 2 44100
Dita n. 20 1024870
Dita c. 22 294630
v"isconae ao Rio Branco n. 9 Dita n. 13 44 00 164700
Dr. Jo. Mariano a. 28 44100
AotoDio Carntlro 0. 9 64450
R acnoelo 0. 17 54880
Un ao 0. 6 74930
Saudade n. 1 684130
Viacoode de Camaragibe n. 34 54830
Dita 0. 4 464820
Ola 0. 69 74600
Dita 84000
Gervasio Pires 0. 40 44100
Dita c.B2 44100
Dita d 19 44100
Travesea Palscio do Pispo n. 7 384870
Dita n. 31 44*00
D. Fre Voal n. 7 714510
Becro Coelhos d 2 74530
Coelboa n. 3 44100
CoroBel Lameoba n. 36 44100
Dita 0. 17 124870
Maciel Monteirj n. 19 44100
Dta 0. 23 64450
L-avessa do Quiabo n. 5 64090
CoiiselDeiro Aguiar 0. 26 44100
Dita o.30 4* 0)
Dita n. 13 44100
Di'a oe 21 6*430
Barao de g. Borja n. 18 14*390
Vis:oride de Govaooa n. 12 5*850
Oita 0. 105 4*100
Dita n. 107 5*869
Recite. 7 de Oatubro de 1895.
J. F. Mck'ntosk,
Gerente.
THTRO M\
BMPREZA FERNANDES PNIO & 00MP-
liQuinta-feira, O de On labro
Segunda representafo da opera cmica em 3 actos, original do pran-
teado escriptor Gervasio Lobato e do illustre poeta D. Joo da Cmara msica
do inspirado maestro Cyriaco de Cardoso;.
O importante papel Jine pela primeira actriz cantora D. Leonor R-
vero ; o de Maduro pelo notavel actor Joaquim Costa ; o do Alcaide pelo
correcto actor J. Ferreira ; o de Faisca pelo popular Leonvi ; o de Andr pela
distincta actriz cantora Aliverti ; e o de Zacaras pelo sympathico C. de Lima
etc., etc.
Toma parte toda C ompanhia
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NOIVTIIERX
De Londres e Aberdeen
Poaic&o fnanceira
Capital sabscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre Vidas > 208.000
De juroa '155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
Trens e bonds.
Ministerio da Marinha
BU-DOBHAZIL
Aviso HycirograL hico
N. 25
COSTA DO ESTADO DJ
SANTO
ESPIRITO
Jcio da Silva Saratva.
Extratio
O abati assfenado fas paWieo, pira os de
vidos fios e de cooformldade ootn disposto 00
Art. 108 do regolanenio da Cala d Aiiortisa-
ao qae bailn com o decreto n. 9370 de la de
Feereiro de 1805, qae ee extravia-ana aa tres
apolices geraea da saa oroprisdade, de aameros
209,83, 209 840 e 271.039. do valo- den
cont de res cada na, joros .de 5 0/0 ap tono,
sendo ?s doas primelrs ds emlssSo de 187o e a
otiia da tie 4871 o*de 1872.
Recila, 7 de Ooa*e de 1805. .
Tllrcdii Vieira de Soiui.
Escolho ao S B da Pon (a da
Fructa, na foz do Rio Una
Para coobeoimento dos navegantes, don
publie dade segoiota not ca ae alto
ir.tereise para oa navios que transitam
as prozimidides di costa meridional do
Espirito S&Dto.
Na ultima viagem do Vapor Mncoy, do
porto da Victoria para e-ta Capital, aotou
o sen commaodante, o Sr. Domingos de
Sobzh Cardia Jnior, qoo a 3 milhaa mais
o me toa a Ponta da Fructa (ios do rio
Ua*J e a< SE da mesma Ponta, existia
urna forte arrebentacSo, localisada em um
pequeo permetro ; parecendo-lbe que
essa arrebectagSo provioba de um escr-
ibo ahi situado e qne cSo ae acba mencio-
nado as cartas existentes.
Pelas mdisacSes do mesmo commar-
dante esse escolho fisa proximameote na
Siguite pcaiyo :
Lat. 20* 36 Sul
Long. 2o 52' E Rio de Janeiro
a 40 18' O Gw.
42* 38' O Paria.
E' portanto conveniente qne os navios
que seguirem perto da costa aoautelem-He
oas inomedia5ea do ponto indicado, que Xrilbos Urbanos do RecifeTa" 01 i 1
Principiar s 8 horas em ponto.
Recebedoria do Estsdo de Pe r-
iiniuliuco
ED1TAL N. 25
T^ndo sido ie!ornndo o mappa da clase n.
19 pordetpjcbo aa Junta e?pec:al do Tnbonal
do Toemorr, o admioisirdor faz pu 'ico a
qnem inter-Bsar poafs, q je 00 prazo de 8 ois
icnp;o.'0Bavei, contauog i; dai ta pobl cacao
do presente edilsl, fera arrecadado a tosca 00
ccf'e o 'mpo.'to c rlaate, cima deMa-ala rela-
tivo i(i 1* heoB'-sire do exerii.:io de 18951896,
CO> forme a ni eso mira.
R-fnedo"-' ie Esiado Je Peroambnco, 8 de
Oatubro de 1895.
O a-i ministrador.
AII "isi- de Albuanerqoe Mello Joriior.
CLASSEN. 19-E presas anooyma* oa agen-
cias nao tri !a>a.ias nirectamecto em sen ra-
mo especial de negoc n.
R*. 38:500^090
Fregcfzias :
Alegado!
Prado Perotmbueano, roa Prado
Locca, 1* oivifo, qoota 636^362
Grfia
Derby Clob, idem -dfm 636*362
Hippodromo do Campo Grand
dem, dem 636*365
Recife
CoTpanh'a Promotora de ladnstria
e MelDoramentos Commercio n.
i2, idem, idem 636*365
Etnpreza oe 8rvicos dos Porlos,
idea o. 15, 2> divido, dem 954*343
ComptDbia oe Servicos Minumos,
eses oa Coapaob'.a n. 3, 3* dlvl-
so, idem 1:272*724
Santo Anronio
Compaohia Cbapellana Norte I:dos-
trial da Babia, O. axiad u. 41,
4* dvieo, dem 1.909*" 85
Recife
Gompsnbia Gersl de Memramelos
em Peroambnco, V. oe Iupunca,
o. 8, idem, id< m 1:909*086
Companbia Exploradora de Produ-
ctos :lca-eoj, Caes do Apollo
os. 73 e 75, 6* dui.-ao. idem 3:181*810
Boa Vista
Cosopanhla Santa Tbereoa
ASSEMBLtA GEKAL
Parecer e coilas
fio ea?riptcrio da comoanbia ao caes da Com
panbia Per amburana n. 2, estao a disposicao
dos S-s. aecioni't'S ai o da 13 do mez prxi-
mo viodouro. o bal:itico e cont.--, e bem assim o
paecer da cemtmgsao Bucal, para qae se nabi-
HtiMj a facer jnizo sobre o estado aa mesma e
poderem resolver a proaoeta que Ibes ser feita
oa prxima asxerrbUa g-ral.
Recife, 14 de Setembro de 1895.
O director mesidente
_____________ A. Peretra Simoes
A plice geral
Tpndo-fe exra'iado a apil ce ceral den
?09 841 do valor de om coito de res, joros de
50/0 aoaono. eamsao < e 1870 e perteoceole aos
abatzo a.^siirnados. faxem oa me>mos > presente
declaracio, de accorlo com o Art. 108 do reg-
lamento d Caixa ie Am ni--agaj qce baixoa
om o decreto n. 9,370 de 14 de Feverelrc de
1885.
Recife, 7 de Oatubro de 1895.
Anti'no L'pe DiaB.
J jf. Lopes Diaa.
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
o VAPOR
Guahyba
necesa-ia para o
E esperado dos
Portos do so 1
at ib de Outn-
bro e seguir de-
i-o:s da demora
Lisboa e Bamburgo
com' paB8,8e08' cara freie e etc.. trata-se
Consignatarios
Borstelrnaan & G.
18Ba do Ccmmertio18
1" andar
iCAsiuzac
os
Cmpaobia Pernamlincanade Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSea
Scgoe no da 11 do cor*
rente s 4 boras da (arde.
Llojd Braziteiro
OVAPOR
Maraaho
Commandante Q. da Castro
E' esperado dos
portn do norteo
da 19 do correo-
te, e seguir para
os portos uo sul
no mesmo da.
ca a cerca de 18 milhaa ao SSO magn-
tico da barra da Victoria.
Directora de Bydrographia, 18 de Se-
tembro de 1895.
Francisco Calluiros da Graca.
CepitSo de Mar e Guerra D>reetor.
Ministerio da Marinha
E.fiOBAZL
Avis Hydrographico
N. 24
CObTA DO ESTADO DO MARANHO
da a oeberibe. V. do R o Branco
n. 81, idem, td*m 3:181*810
Santo Antonio
T litios U-banos do Ractfe a Ca-an-
ga, G. Ab-eue Liman 2,dem,
dem 3:181*810
Companbia do Baberlbe, 16 de No-
vemoro o. 71, 7* diiao. uem 3:818*172
Recife
Compaohia Tbe Norttr Brasiiian Su-
ar Factor; Limited, Commercio
o. 34. 8a oivisio, dem 4:454*532
Companbia Agncois Mercantil de
Pernamboco, V. de Itaparica n.
38,10* divisan, idem 5:727*258
Allegados
Comoaobia de Fiacae e Tenidos da
Torre, rta do Rio u. 40, 11' divi-
sio iiem, 6.-363f 719
fialisameiio da barra das Pre-
gonas
De accordo com o offioio dirigido a esta
Repartilo pelo CapitSo do Porto do Es-
tado do Maranhfio, faco publico para co-
obeoimento doa navegantoa, qoe ja ae
aoha reatabeleoido o baliaamento da barra
do rio daaj Pregeos, nesae Eatado,
occnpanJo aa dnaa boiaa ahi collocadas as
aegointes posicSeg :
Boa cnica
Fondeada em 6 metros d'agna, e demo-
rando :
SO 4 O, na distancia de 2 milhaa do
Ponta I da Barra.
8 4 S E, na distancia de 2.5 milhaa
do Pontal do Mangue Seoeo.
Boia de tampo chato
Fondeada em 4 metroa d'gaa e demo-
rando:
SO 1|3 O, na distancia de 1. 5 mimas
da Pontal da Barra.
SE 4 1|2 S, na diatancia de 2 milhaa
do Pontal do fangoe See:o.
Directora de Hyirographia, 20 de
Agosto de 1895,
Francisco Calhtiros da Graca,
CapitSo de Mar e Guerra, Director.
Sociedade
Honte Pi Bom Saccesso
18- anoiversario
Tendo eita sociedade de solemnizar no do
alago 13 do correte o 18' snlversario ce saa
tostaltecao em accSo de grasa i tna padroetr,
recedido de mlssa, eesi) magna e ladalnha
ooite.
Convidamos aos S-s. socios bemfeHores, beae
mrito, tonorarus e effectivoa a compsrecerem
pelas 8 boras da maobU, do da cima meoclo-
ado cm Dossa sede a Praga Bario de Lacena n.
26, 1- and r, aben de aegairem encorporados
^rejs do Paraso, oode oelebras-se-ba a asista,
vo'tandc-se depois do acto gualmeate eocorpo*
rados referida sede para aseistirmos a seesao
maena, assim como a ladalabs, as 7 boras da
QlUf.
OotroBim, a sede cara a noi'.e a-eiposlca do
ponlioo.
Secrtala da Sociedade Monte Pi Bom Snc- pohlioo que, conforme a recente oommc-
"esso, 10 de UO'Qbro de 1895.01-secretario Tii-- l.i_____u;-. j n._;>. j r._
Estrada de Ferro Central
de peroambnco
Fago publico para conhecimeato dos
interessados, qae a Directora desta Es-
trada de Ferro resolveu fazer circular
provisoriamente a partir do dia 11 do
crrante mez, de accordo com o horario
abaizo publicado, um trem, duas vezas
por semana, as segondas e sextas-fei-
ras, somante para o transporte de passa-
geiroa e bagagens, entre Caruard e Gr-
vala e vice-verea.
DE CARUARU' A GRAVATA'
Manh
Carnar (partida) 9.00
Beaerros 10.35
Grvate, (ebegada) 11.35
DE GRAVATA' A CARUaR'
larde
Gravat (partida^ 12.45
Bezerros 1.55
Garuar (chegada) 3.20
Ministerio da Marinhe
B-U.DOJBRAZIL
%.v80 Hydrographico
N.'23
COSTA DE 8EROIPE
Illa f a do caial na barra de
Aracaj
Para ooaheoimento dos navegantes faco
areas tronza como
oiciacao telegrphiea do CapitSo do Porto
do Eatado de Ssrgipe, o caoal mais fran-
co para a entrada d barra de Araosj. ae
acha novameote localisado ao Sal, cor-
reado ao rumo magntico S 4 SE da
Atalaia,
O moriment das
consequancia a frmico de am nno
basco no lagamar da meama barra, dando
aojoana^ Idrma depaiS.,.,
, Directora do Hydrographi, 25 de
Joho-deJS95- i
Frana^Mal^ma da Qrm,
CapiUo do Mar GiUt, Diracacj-,
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Pernambuco, Recife, 7 de Outnbro de
1895.
A Goncalves Ferreira jfunior.
Secretario.
AVISO
Estrada de Ferro do
Recife ao Limoeiro
Em coaseqoencla da greve geral qoe se ma*
n-.fetoo boje oesta estrada de ferro, previni -.-e
ao publicc qoe at segundo aviso Oca saspeao
o t'afego. 1
Re:ite, Tjje Ootnbrr- de 1898-
W. H. Scott.
Superlntendent?.
C mpanhia Serrara
^eroam bucana
Acbam se i riispo?icao des Srs. accionistas a
ede desta compantia os documentos esledos.
u6la le das sociedades aionymas relativo aoj
inno Bedo *to 31 da Agosto prozimo pasaado*
Heclfe, 4 ae Setemnro de 1895
Joo Cardoso Ayres
____________ SeCfftario
Prado pernambucano
J" convocado
ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
Sas convidados os seuborea .accionistas a ae
'eontrem em axx-mbJe* eral ordinaria do da
ISde OuHiDro do corrale anoo, ao meio da,
?o escnaUHo ama da ImpeatrlE 0.. 16, 1
andar, para flm de jnlgar o balaoco e relaorio
de anoo social findj em 20 de mono prximo
patsado, relaorio e parecer da tommfsj.o He
cgli. assim como proceder a eleieao do directorio
e c*)mmissa flcat e aairaleote.4.
Seereuria ift Prapo Paro-ataoaoo, ) de
8atembro de l*95.-9ervtnd.*esecretarlo i
C da Abren.
As encommnDdas serio recebidas al 1 bcra
da lard do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companbia Pemambacanan. 4.
Aos Srs, carrepadores pedimos a soa attencao
pi>ra a classola 10a dos conbecimentos qoe a
seguate:
o caso de baver algama reclamacSo cooira a
companbia por avaries 00 perdas, deve ser feita
per escripia ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres clias depois de finali-
zada.
Nao precedendo esta formaudade a compa
obia lica isenia de toda a respimsabllltiade.
As pa?sj>gens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, ats as 2 1/2 horas da Urde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15*/e.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
rea trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro 8c G.
6BA DO COMMERCIO-6
_____________1* andar____________
Prince Line of Steamers
dames luott "Vew asile ou
Tyne
UNHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil e Rio da
Prata
E' esperado de Nevr York
a< o dia l de Ontooro, e
sabir depois da demora ne-
cessaria para a
Baha. Ra de Janeiro e
Santos
Ovaporinglez
Kaffir Prince
Para cargas e passagens trata-ae com oa
Consignatarios
Johnston Pater Ra do Commercio n. 15
Paeiflc Steaa HiYigatioo Com-
pmy
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Potosi
Espera-s da Earopa at o dia
l* do correte e seguir de-
pois da demora do costme para
Valparaso, com escala por
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para carga, passagens, encommendas e di-
obeiro a (rete, trata-se com os
AGENTES
Wson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
CHAI6EITRS KtlilS
Companhia Fraaceza
SftYegafS a vapr
Linba raguiar entre o Havre, Lisboa,
Peroambnco, Maoei, Baha, Rio de
Jaeeiro e Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
i.' esperado da Earopa
al o dia 19 do correte e
aegoir depole da demora
neceeearia para
Maceio, Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
Roga-eeaos Srs. importad or g de sarta palos
vapores desta linr.t, qoeiram adreaentar den
ro de 6 das, a contar do da descarga das ai-
varengas qnalqner reclamacao concernen la a ve
lumes qoe por ventora tenbam segoido para bs
partos do sul. aJm d se poderem Mar a tempo
aslprovidencias neoeasanas.
Expirado o retenao nraio acompala nao te
sponsabllisa por extravos.
Recebe carca: i tratar om o
AGENTE
Flix Bandeira |
9Boa do Oomrerc9 j
Recebe carga, eocommecas, passagens e di>
nbeiro a (rete at s 11 borss da manba do dia
da partida.
Cbama-e a attencao dos Srs. carreeadores
para a clausola 10* dos coebecimeotos qoe a
seguinte :
c (vo caso de baver algoma reclamaQ&o con-
tra a Companbia, por avaria ou pe-da, deve ser
feila por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres dia? depoie de tina-
lisada:
Nio precedendo esta (ormalidade, a Compa-
nbia ca isenta de toda a resDonssbllldaae.
E3CRIPTJRIO
Ao Cae da Comvanhi.a Pernambucana
n. 12
i til
I
B9]ll M Sil Mi! II
O paquete
Clyde
Commandante F. Messeroy
E'esperado dos
portos do enl no
dia 13 docorren-
e, eeguindo de-
___ p o i 8 da demora
oeeoMMla para
si. Tcente, Lisboa, vigo e Don-
(hampn
O paquete
Tagus
E' esperado da
Eo'opa at o dia
1S do correle,
-e^usndo depoia
da demora indis-
peneavel para
Macei, Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
E' esnerado da En ropa
do dia l* do correle, e
Begoiri depms da demora
iadispensavel para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ajres,.
N. B.Previne-ee aos Srs. recebedores de
mercadoriaa, qae a Compaotna Mala Real ingle-
xa, contraeton com aGenoat Steam Navegation
Cipanvom servicoda vapores semanaes qat
car (indo de Bordeaax, Cognac, Cbarente, devem
cnegar a Soothamptoo a tempo de baMearem as
largas destinadas America do Sol para os va-
porea desta companbia.
Esta compaobia accelta por precos rasoavela
para Valparaso at Abril, passsageiros con este
desuno por va de Bueuoa-vres e entrada dos
Andes.
:> .Tambem aceita passagelros para New-York
a Soutnampton, por especial arranjo feito com
i Companbia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-ae oa Bnropa casi o desejarem.
edaoolo nos precos das paaaagens
Ida Ida e volta
k Lisboa 1* ciasse SO Z 30
4' Sontbampton Ia ciaase a 52
Camarotes rsservades para o. passsalros
Pernambuco.
Nota importante
A Boyal Mail Steam Packet Company rssolveo
para commodidade dos Srs. pasrageiros com des-
tino a Paria, qae os seas paquetes tanto na vin-
da como na ida facam escala por CHSRB0UR6,a
poncaa boras de Pars.
8e o Dumero de passageiros para esta cldade
der para cobrir as despexaa, a Steam Packet
Company lera em Cberbonrg om trem especial
para a cooduccio des mesmos Srs.
Para carga, passagens, encommendas e di-
Dbetro a treta, trata-se com os
AGENTES
A.iiiorim rraaos & C.
H. 3Roa do Boa i*w N.3
tiwmtil'mMMim W-
rps
PORTOS DO NORTE
Parahyba
O paquete
Camocim
Commandante Alfredo Moneiro
Signe no dia 14 do cor.
rente, ts 11 boras da manna,
Recebe carga, encommendas, passagens e dj*
nbeiro ft Irele.
Cbama-ne a attencao doa Srs. carregadores
para a clausola 10* dos coobeclmenlos qne a
seguinte :
No caso de baver argoma reclamacao cob-
ra a Companbia, por avaria oa perda, deve ser
feita por eecripto zo agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres diae detois de Boa-
lubda.
No precedendo esta urnuUdsJte a Compa-
nbia Oca isenta de toda a reaponjatSldade.
Ao Ci- da Companbia PartambaQaaa
a 12 ^ l "^^
!
A

X
f^l

I
I Ua^H
aa
ll


-**
mmmt
Diarlo de Pernambnco -* Qaiirta-feira O de Ontubro de 1995

Lisboa e Porto
A BARCA PORTUGUEZA
Triumpko
Recebe esrga para or ponos cima a entender-
se CODl 08 C0D?igatarn 3
Amorim Irmaos & C.
3RA DO BOM JE5S3______
LINEA MENSAL
O paquete
Bresil
Commandante Minier
E'esperado des
portos o sol at o
dia... deNovem-
)orp, segotado de-
pois da demoia
necessaria ,>ara B,jrax. ccm escala por
Dakar e Lisboa
Oihllia Flg-uelr* Flgaelroa
Parla
Migoel Figoet 6' Faria Sjbrioftn, fea d. Ir*
(Dase ti: s, cccividd''i a toif-s os prente" e
amigos para asiplirem 8 missas do 30* da que
mamara celenrar por alma c snaroolhsr, no'S.
.onbada, *nb'iuh, d iiv|a da Amparo, em
O'iDda, (8 7 Oon-h da en oha ".. oa l( do reole, e desde agrade em co'rtialmente a w
dos aqaelles que comparecerem io referido
acto.
f
O paquete
Chili
Commmd nte Vaquier
E'esperado dos porio da En-
rona ate o da... de Novembro,
tegoindo depois da aemora re-
ressaris para
Bahia, Kio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-X.* res
Estes luxuosos paquetes sao de grande
velocidadee tm grendes accommodajOas
para passageiros.
Camarote* reservados agencia de Pernarrho-
co psra oa passageiros qoe se desttoam a Eu-
ropa.
Vapor Cordonan
E' esperado dos portos da Eo,
ropa at o da SO de Ootobrc-
seguindo depois da demora ne-
cesaria para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar do porto
Previne-se anda aoe Srs. recebedores de mer
cadoriaa que 6 se atender a reclamaces por
faias, que forem recouhecida* na occasiao da
descarga dos voiumes; e qae dentro de 49 ho
ras a contar do dia da descarga das alvarengas,
deverao fazer qaalqoer reclamac4o concerneo-
te a voluntes que porventura tenham seguido
para os portos do sol, afim de serena dadas a
tgmpo as providencias aecessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se presenta
rem na vespera da chegac 4 vapor para toma
rem as suas passageris.
Para carga, pas-'ageos encommendas e diahe.
to a (rete tratar coro
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Jom Dominiues do Carnao e Silva
Alexaodnoa Morqoes d Aaiuritu e Silva, io
Joao de Amonm e Silva. Mari i Mortira de Amo
rim e Silva, Mara Joaepiioa Oa Silva Ferrtirs,
Eduardo A. da lave Ferretra, Mana Calente de
Amonm e Silva, Jo-e Aonelo de Aio.-lm e Sil*
va, Diz de Amorim e Silva, Ernesto de Amonm
e Silva eJos F. deAmo'itn e Silva. transidos
to d" p lo pretuataru paeameoio do sea Donra
esquecido e dolataoo esposo, pal e sogro, Jos
Duumcaes do Carmo e Silva, agradecen de
coreeso a "oos os neo paren'ea e amigo qoe
se d'enaram de acompanbar ao cemlterlo pobli-
co os seos restos mo'taes. e oe novo os coavi*
ii.ru a asaistlr as mlssas que em favor de soa
alma maadam rezar na matriz da Boa Vista, a.
8 ooraa da maoh de quima fera 10 do correte,
7 dia do sea failpcimtnto. aoecipando os seos
irordeaes agradecimeotos ;q talles que compare*
cendodao-ibes mato esaa o ova de amizade.
f
Bita Das Torres
Jof Joaqom AlTM Pacheco, leudo rereMdo
a ioFaosta noticia do fjllecimento de soa sempre
presadsima mai R.ta Das Torres, em Portugal,
convida o. eeos paredes e amigos para assleti-
rem aj missas qoe por soa alma msoaa celebrar
quinta fera 10 do correle, na igreja da Santa
Cruz, -t 7 boras di mu,b, pelo que de-de j'
se con fe.-8 a grato lodo-i aqoelles qae com-
parecerem a rete acto oe religiao.
Antonio tonca ves loa Santo*
3* aouivertarie
Mauoel Goocalves Moreira convida a lodos os
amigos de sea praoteado tio Antonio GoacBlves
dos Santos, para a*sisiirem a urna missa qoe
pelo eterno rcpooeo d roa elma maoda rezar
oe igreja d- Penba, qointa (eir 10 do correte.
as 5 ora* oa manta, pelo qoai agradece a todas
as pesroas qoe se dignarem assislir a este acto
de carinada.
LEILOES
Leilo
Preciea-se de om bom copeiro; a iritar no
Caes do CapiDaribe n. 30 e 32, Serrana Pernam-
boc n*.____________________________________
AMAPrecisa-se de orna ama qae saiba
bem cot-infisr e durma em casa doB patres ; na
traveasa de S. Pedro d. 10.
Precisa se de orna ama para anda* com
orna rrianca ; a tratar uocae* oe Cipibaribe db
31 e 31, Serrana Pe-nambucana.
Vende ee om cavado pampa, graode e mul-
to bonito, aoda baixo a meio, proprio para sella
cu carro ; tratar oa prnci ai Concordia, ar-
mazem db. 13 e 15.
Preciea e de orna engommadeira, soman-
te para roopa de senbora e enancas ; a tratar
no caes de Capibaribe os. 30 e 32, Serrara Per*
nambucaoa.
_PIANO
Veude-se um bom piano rna de S. Goncalo
n. 19._______________________^_
AMA reci8a- e de urna qae saiba coei*
'bar ; na roa I- de Marco n. 19-
Preclsa-ee de orna boa engommadeira ; a
tratar na roa da Soledade o. 82 A,
De lia-Jos leqnes e beagalas, jarros, centros
de mesa, cbatnios. collariooos, gravitas, qna
Uros, malas nov b para vlaeens, mobilias de jun-
co, looca e vidros, cootefido de 3 barricOes e 15
calas.
A'S 11 HORAS
Sexta-feira, 11 do corrente
Agente Pinto
RA DO 80M JESS N. 45
Bolo americano
8*008 o kilo
Z. Mello Bisel, roa Larga do Rostirlo n. 40.
Se mentes Je hortalizas
f.0Dve fl t. dita m-g, dita n.gnieiga, dila
.tronchoJa, repolbo, rabanete, nabo3, alfacu, ce
Agente Pestaa
Leilo
De 3.000 acgCe. da Compaobia Becifense de
Panificacao do valor realisado de 180:000*000,
servindo de base a ufferla obiida em o prlmeiro
leilo.
Sexta-feira, 11 do corrente
A'S 19 HORAS EM PONTO
No armazn travessa do Corpo Santo
n.27
O agente Pestaa vender por mandado e as-
sistencia do Eso?. Sr. Dr. joiz especial do com-
mercio e a reqnenmento do Banco Emssor de
PerDamboco tres mil acc.6es oa Compaobia Re-
ctense oe Panificacao, do valor realnado de
180:000*000. nadas em penho pelo tinado coro-
nel Loiz de Paula Lope ao dito Banco Emissor,
as qoaes serSo vendidas no dia e bora cima
menclooaca e a qoem ma'or lance tfferecer.
AVISOS DIVERSOS
Cosinheira
Precisare na roa do Progreso o. 7.
Oosinheira
Precisa-se de orna cosinheira. qae dorma em
casa dos patrftes, pana se bem ; na roa Est-eita
do Rosario n. 26, i- aodar
Gaixeiro
Precisa-se de om -apaz com prstlca de (aten-
das, dando attestado de Boa conducta ; a tratar
no Bazar deA'ozados.
noaras, chicoria,
Racgel n. 25.
salsa : vende se na roa do
Roscas especiaes
3-100 ris
RA
Z. ello Blset
LARGA DO ROSARIO N.
40
Caixeiio
Precisa ee de om calxeiro de 12 annos, com
algoma ptica oo sem Ha ; oa roa da Goia o.
42, Re.',fe.
Precisa-re
rio n. 26.
Griado
para botel ; a roa Larga do Rosa-
Vende-se
A (averna bem arregazada sita no logar
San'Anna, jonto a eslagao na qoal se dir o mo
tivo da venda.____________________
Vassouras de Timbo'
Vende Jos Alves da Silva Mala, em grosso e a
retalbo, i roa Domioos Tbeotooio n. 2, antlga
di Calcada. ____________________________
Ao publico
Francisco Penetra Vital participa ao publico
e muito especialmente ao commercio, que rao
e responsabtllBa por qoalqoer debito contrabi-
doemseo come. Recife. 8 de Outubro de 1895
Vende-se
Doaa dellgencljb novas e arreladae, para cinco
StBsoae, podendo lev* mais: a tratar na roa
Concordia n, 138cocbelra de Jos Vlela.
Fabrica Caxias
A partir de hoje em dian-
te os cigarros da nossa fa-
brica custsm mais 500 reis
por milheiro.
Recife, 20 de Setembro de
1895.
Aezevedo Sf G
Ama
Precisa sa de orna ama para o servio domes*
tp m casa de pequea familia : a tratar oa
estrada do Madoro, travessa do Oliveira, sitio
oeoomioado Sertaoslnbo, das 6 as 8 uoras da
manba ou das 5 da tarde em diaote.
Ama
Precisa-se de urna ama qoe cesinbe e compr
para tres pessoas na ra Duque de Canas
37,2- aodar.
Amas
Precisa.se de doaa amas a tratar na roa Ba
rao da Victoria o. 65, 2- andar.
Ama
Precisa-ee de orna ima
Velba n. 43 mercearia.
na roa da Pon i
Ama
Cosinheira precisase de ama na roa do R-tj-
gel n. 25.
ABA
Precisa-se de urna ama qoe saiba cosinbar e
dorma om casa dos patroes ; oa roa Larga do
Ros rio o. 9, relojoana.____________________
Precisa-se de orna ama pa-a casa de om ho
mem viovo e sea hlbo ; a tratar na roa Ce
Agoas Venes o. Si, taveroa.
sa
Precisa-se de ama para cosinbar em casa de
neqoena familia : a tratar na roa do Imper. dor
o. 81, loja.
< h
!!!
apeos
De sol avariadoB, om por 1*030. aproveltam a
pecblncba ; veode->e na ,
LojadaPerola
Domingos Fernandos.
SAUDE PARA TODOS.
1
U N C U E N T QMQ L L O WAY
O Ungento de Holloway i nm remedio nfallivel p^.
amigas chagas e ulceras. E famoso para a gota eoi.
se reconhe,.
Para os males de garganta, bronc ^s resfriamentos e tosses.
Tumo.es as gUadulas e todas as molestias da pelle no teem semelhame e para os membros contrahido.0
juncturas recias, obra como por encanto.
lies de pemas e do peito; tambera para as ferida
s:;io e para todas as enfermidades de peito nao
78. HW OXFORD STREET (ante. 533, Otor tSS^S,'
E vend rase em todas as phannadas do umveiso.
' O. -> -o coUdc *^^^cS^3ul- eda ci- e Pou K n^ e a d*o>
HiltO ^IRTIAL-tSGS!^ branuladq
fiBIS. 50. m Boltell. Deposito em fcraamlnin c" O mom t rROMCTOS HIIICH.
WEDALHA DE HONRA
0 OLEO CEEVR1EB
deslnlectado pelo Alc^trfio,
tnico o btlumico, o que muito
guimtft* a$ propriedidei do
O/M.
0 OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
,4 t ufic* preparacio Que permita
administrar o Ferro sem pro-
duir Prisa o de Vsmtre, ntm
Xncommodo.
^vgSe
DIPLOMA DE HONRA]
I virus
DIPOSITO j-Mi ea Pilis
d Fiik'-IoDtmartR, 21
^.FERRUGINOSO^
" dALCAT^
^VR|ER.
BKCRITADO POB TODAS AS
Celebridades Mdicas |
DA FRANCA E DA EL'HOPA
MOLESTIAS 00 PEITO,
AFFECfdESES.-OFULOSASl
CHL0R0SIS,
ANEMIA, OEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISM0
Vinho de Coca
UCENXIADOS PELA INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BRAZIL.
mi........mamgg^M

ffi CADE
Cura certa em 3 das sem odto medicamento
&AMIS 7, Boulevard Denain, 7 PARS
Depsitos em todas as princites Ffaa'maui?^ c rUBiHJulJ^
PILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAI
de DEFRESNE
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de diferir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos mas
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracoes do estomago ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, sempre aicangam os melhores resultados e sao por isso prescriDtPs
pelos mdicos contra as seguintcs affeccOes:
j?* ir*
Gastralgias.
Ulceragoes cancerosas.
EnfernxLdad.es do figado.
E mmagr ecimento.
f Taita de appetite. < iinemia.
Ms digestes. | Diarrhea.
Vmitos. Dysenteria.
Flatulencia estomacal.\ Gastrites.
Somnolencia depois ie comer, e vmitos que acompnham a gravidez
PArVGhr;ATKA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da wrniua.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em luda: as Pharmacia*
a Phosphatina Falires
alimento o nuil agradavel e mai recom-
mendado para as enancas desde a idade de 6
para 7 meses, sobretodo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a denticao, assegura a boa formacaa
dos os;-.os, dte e eslorva 03 deteitos de cres-
cimento, impede a diarrhe?. taofrequente entre
as chancas.
Pars, 6, Avenu Victoria e em todas as pharmacias.
PRIS&O aVENTRE
Cara p!os
I Verdadeiros
'ytm
4%
iQo*
soO*-4GC
LazatiTO certo, i I
d sabor airadavel t fcil a tomar.|
Pars, 6. Avenue Victoria ? ^ ln MOLESTIAS DA BOCA E BA GARGANTA
PASTILHAS de PALANGI
deChlorato de Potassa
e d'Alcatro
Approvadas pela Junta d hygxn
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da boca, taes como a inflam-
macao das gengivas, as aphtas, a
seceura da lingua e do paladar, e
egualmente as molestias da garganta,
como a inchagao e ulcera^Oes das
amygdalas e da campainha, a rou-
quido, etc. Ellas sao muito procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermao e outros ora-
dores pblicos, etc.
PARS, 8, rae Vivienne
X EX TODAS AS PHARMACIAS
(Difirante do Apiol)
A API0LINA o mais poderoso
emzaenagogo conhecido, e o mais
apreciado pelos mdicos. Ella pro-
voca e regularisa o fluxo mensal, faz
desapparecer a interrup^o e a sup-
pressao d'elle, bem como as dores
de cabeca, a irritac^ao nervosa, as
crispagoes, as dores e clicas que
acompnham as epocha menttruae,
comprometiendo tio frequ en tem ente
a saude das senhoras.
Mm PARS, 8, Ha Viriann.
NEVEIRA
DOS
CASTELLOS e dos CAMPOS
Produz em 10 Minutos
500 gr. a 8 kil. de Gelo,
ou Sorvetes, Bebidas Oc-
iadas, etc., por um Sal
inoffensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honori, PARS
PROSPECTO FRANCO

28
[CHABLE
pAR/S
ICITHATO DE FEHBB
CHABLE
1300.000 corativos tte Gbioitmb
Fluxos brancos
Perdas seminaet
DebilidadenOrgftot
lTOi)iSASPUillia**
w creosotado v
de GHAPOTEAU-F
O M0RRH0L CREOSOTADO con-
tm os principios activos de creosoto
de faia E' um raicrobicida poderoso e
constite o remedio mais eficaz contra
as Bronchites e Catarros rebelde?, a
Tsica laryngeana, a comutnpco e
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
. e em todas as Pharmacias
ALFA1ATARIA
CoD>panhia Exploradora
de Producto* Caca-
reos,
Cal Virgeii de Jag-i^n e
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do as-ucar vende- e n
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Pao CenUio
2. Mello Bis! ait<- ao? seos ''H*uei>*- uh
teoao reteDl'fo brloba e C ole onn-s
fabricar fste pao tudar as tercas e -exia- feras
Ra Largj do Boiariu o. 40.
Kua Baro da Victoria
n. 46
Tem "esplendido
sort meato de casacas,
colleiee e clfck? novos,
assmi couio nutras em
perfeito estado, para
alu^uel.
Rriz d.)8 tMares
Vatlata nova para plano
(; ,iu: -a o 'i*
I). MARI. LY l\ l>E OLIVEMA E SILVA
O m i m1 i"- e. pin,e (iui\ mo i-i cb < a endona
jr IO HVr .
Ba Bar&u da Victoria ooinero 31.
O
P-l
O
a
ce
i
a

ce
ce
es
d
Q CU
co
co
CD
"O
ce
co
Gfi
a3
CC
n

ce
es
U
O
O
6
"S
O)
pQ
9
o
o
O)
03
r^H
t
cp
s

Sementes novas de hortalips
(.'ompleto sorilrat nto.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
_______Poca alendes & C.
Vende-se
Cm carro smertca o de qoatro rod?s e qoitro
astalo, em bom estado, para nm e doos ca#
vatios, com arrelos. ires carrocas de daas rodas
maericniadss cora os bols ; a tratar no Pomba
jnoto a venda do Serra.
"VENDE-SE"
Vende-se a inijjor-
tante casa terrea, nova-,
edificada em terreno
proprio, com grande si-
tio, portao ao lado gra-
di amento de ferro, com
mutos comaiodos, sita
a ra do Visconde de
Coyanna n. 74, podendo
ser vista a qualquer
hora, a tratar ra do
Barao da Victoria n. 16
%'end&*se
A caga terrea roa Imperial n: J51 por preco
: a tratar na roa Dnqae de Caxias a.
_______ e
2, ta-sprna.
ViMO
VIRGEM
DO
.VIjc Pigeoa
De volta de soa viagem a Eoropa previne a
tedoa os seos ctenles qae abrir brevemente e
l:a officlna oe costara.
Madeiras de construc^ao e
u ateriaes para edifica^ao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em sea armazem oo caee do Apol-
lo o. 73:
Madeiras para constraccSo.
Cal branca de iagaaribe.
Cal preti.
Cal virgeni para assocar.
Tijollcs de ladrilbo e commona.
Tijcllos refractarios.
Padras de cantarla para solelras, etc.
Boas festas
011.001
A correr com a ultima lotera do Eotado de Per-
Damboco, do o Ten te mez
No nrimeiro premio ama caea de peda e cal,
com 22 palmos de frente pobre 60 de fondos, em
ponto de soiao, com 2 janehas de frei.te, 1 porta
e i janeila de lado, aasoalbada, com 2 salas, 2
qoartos, corredor independente, cocluba fra,
com 1 porta e 1 janeila, em terreno proprio, com
30 palmos de (rente sobre 288 de fonrioa, livre
e desembarazado, na travessa do Rosannbo
n. 13
No Remado um costme de f.-ack, no valor de
1304000.
no terepiro nm coalome de paleto', no valor
de 110*000.
No "oario om corte de calca, co valor de....
22*000.
No anielj om corte de calca, no valor de....
18*000
Preco 300 rl
Atleo^ao
A rifaVa Comeado,nSo correr com a lote-
ra de 2:600J, como eetavj aonuociada, por
aao baver, e stm com a de 16:000 do atado
qoe derera correr no dia 30 do corrente.
Afolados. 2 de OoloDro de 189S.
DOtlftO
Marca J. D. S.
Especialidade no ge-
nero
Prepo
5.* IOII OOO
to.* ;>ii ooii
Engarrafado I Yeutle-se na ra do llau^el
n. 75.
Albino Jos dos Santos.
Liquidado
A loja Pariz n'America ten
do de liquidar diversas fa
sendas de modas chama at-
teiicSo de sens fregueses para
grandes aba tinten tos de p recos.
Rna do B. da Victoria IB
[Pernambuco
Cravos
Qaem precisar decravos para booqoet, pode
prjeorar na praca da Iodepeadencla, na loja de
Cbanelaria Cbiq os. 23 e 25.
Mercearia Marques
Bate conbecido e importante armazem de mo-
Ibadce, aoe ootr'ora girava sob a razan commer-
cial Arcarai P ioo & C.. teodo passado a novos
proprietarios, sobmettea-se a orna completa e
radical reforma oo iranaformacSo, acDando-ae
a88im babilitado a offerecer todas as regalas e
vantagens poasiveia aos eeos amaveia regoexej
e respe tavol poblico.
E' aeaim que all ae eocontra de de o fino
(bampagne at n popolar figneira oo alcoba^a.
E reiatitmente igoarias para urna boa des-
penaa, sem sff-cta(aj de reclame, somenie na
MERCEARIA MARQUES
A'oa Larga do Rosario numero 37.
CHB6ARAM
AS
Agoas Medicinaes da
Fon te Nova em Tor-
res Vedras (Porlngal)
Estas agoas recentemente deecobertas,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinaes,
j as dyspepsias, diabetes a principalmente
as molestias de estomago, de qaalquer
aatureza, bem como do figado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompnham cada garra
finba.
Vende-se
taveroa Flor de Saol'Aaoa
Avi
so
Antonio Bezerra Cavalcante de Alboqoerqoe
teslamenteiro e ioveotanante dos beoa do Uado
A 'oipQo Stal8emback. avisa a todos os credores
ito meEo finado qoe Ibes fica marcado o prazo
de 60 das improregaveis para promoverem sens
direitos Recite, 8 de Ootobro de 1895.
Antonio B. favilcanie de Alboqoe-qo^
Larne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo asstgnadoa, carne de prt-
metra qcalMaae, nos tainos da roa Mrquez do
Herval 8. 27 e 2, e Camoda do Carmo n 1.
Este prpo soffre.- aKerac&o par. ma>s oo
para menos, sempre ne accordo com os pregoa
do gado as fei-a.-.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Fima Ltma & C
Ama de cosinha
Precisa-se de orna ; na Mag dena, roa de
Bemfica na casa do comendador
Casa e sitio
Veode-se na Caranea om graode sitio arborl*
sado, com ptimas frir.teiras e orna magnifica
casa terrea moderna, de sotSo com janellas, com
moitos commodoa para grande familia, cosinba
f-a. qoarto de baoho e co beira, agna. grade e
port&o de ferro na (rente, morado, solo proprio,
sito roa Joaqom >aboco o. 26, faiendo es*
quina para a travessa da Ventura e defroote do
ponto de parada da vla-ferrea de Caxaog ; a
tratar com e capnao Pasaos Los, rna da Penba
n. 5, 2 andar, e das 10 s 3 da tarda na roa du
Imperador o. 77, 1- aoda*. escripiorio.
A' venda as prnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os brs.
M- SALDAMHA. & 0-
Roa dos Douradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joio Ferfljtiiles de Almena
Travessa da Madre Dens n. 91
Ao comaiercio
Nos abaixo assigoados, declaramos ao respei-
tavel co-pj commercial e ao pon ico em geral.
qoe nn dia 30 de Setexbro olumo. temos dia-
solvido a socledade qoe tinbsmos roa Vidal
de Nagreiro* n. 40 qoe girara oesta praga sob
a fJ'tua aoclal Mireira & Marqoei, re iraodo se
oes-socio Lanoei Goigives Marques pago e
atiefelio de seo capital e lacros, beaodo o ac
Ivo e psssivo de d:ta ti-m ex'locta a car; e
u i a reaponsabilidade ao ex socio Jos Aotonio
Moreira.
Recife 7 de Ootobro i e 1895
Maooel GunQ-flvps Marques.
________________ io- t m'O M ir-ira.
Criado
Precisa-se de om criado ; oo becco do Padre
n* 28, hotel. ____________________
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea.
por?6es applica-se ventosas seccase
sarjada; na ra das Larangeiras n. 14
f } "=
Farinha de Rosca
a 1$000 reis o kilo
Z, MELLO B18ET
Ra Larga do Rosario n, 40
' para fazer fortuna
Venae f e o Rennall Hotel, na caplta Ido Cea*
ra : qaem o preteod r poder dlrigir-se por
carta ao seo proprictarlo silvestre Bendall. Para
ioformaces com o Sr. Antonio Soares Raposo
(talbo do cemme'ciii) la'go da Penb? n.2.
Resta 11 r.m Loois Defrance
JEUDI 10 OCTOBRE 1895
Potage, Ox Tail Soup.a
roqnettes de VoUille k La R-ine.
Poisson sauce Bercy.
Filet de Bcef rdti aux carottes Bourgeoise
Noix de Veau brais la Royale.
Ponlet Roti, salade, gele de froits lan
Dantzig.
Fromage Fruits-Dessert.
Caix s de msica
ova rem+8 a r-cebea a relojoana David 4
oo Caboua n. 1 ,c m danzarinas, figuras
Ota no'e c8 annolas p tmpanos, a
W-'i' ni t^m de 2001, 250*, 3004
e 500**"' o d. Cannga o. ti.
diverta
tnelhor>
Mu
o 1- e o tempo
Pedro Anm< ee & C, receberam orna graode
remeei de dic.* <'e toiaa as qoalidades e bof *
dados brarro-1 ar m ea. presos de admirar-se
ver para ce-, a N va B.-peranga
63Ro- lio-iop dt- Cxiag3________
I
I
'

IMB 1


~i^--v*3jWgp *%&*?." tyWeV W
14
Diario de Prenamboco Quinta feir O de Ontnbro de 1995
DOCUMENTOS EM
DO
PROPAGADO POR D, CARLOS
J*J EW 1*W A. UKSCOBERTA INDIG,E1
Remedio sem rival para syphilis em todas as suas manifestacOes para o rheuma-
tismo e para morpha!!
DR. BEZERR4 DE BURNAY
mostrado amig.; e Sr. Dr. Cirios Depol* de
moitas experiencias e cralo eiodo sobre o
seo granae remedio oElixir M. Morato,CO)
tenho ministrado dos boepitaes e em mloba cl-
nica particular, resol", ".e accordo ccm os meas
illastres collegas, o Dr. Helaros, Dr. Lefreve e
Dr. S Meodes, applical-o pela segoiote forun,
sendo casos de syptiilu inveterada, rbeomalis-
mo cbrooico e boobas
dico ajouio o GOop'ita! da Sociedade 'Por u
puezi de Beneticeno'.a.
Atie-to sob fe do meo gr>, qne tenho appl-
cado em mioba dioica oElixir M. Morato
propagado por D. Carlos, com grande provello
nos ca'oa de typhilia terciarla, especialmente remedio 6 saotn, porquo fax milagrea.And
quaodo clrooica.Dr. Antociio Severo' W'n :es- BantyPorto Feliz,
'aj.Rio de Jaoeiro, 23 de Janeiro de 1892.
dirio : Arooseibadi Ja fazer uso do novo re-
medio FlXlft M. BORATO propagado p. r
D. carina, omei-o bastan' tempo e tiquei roa,
ole'amonte num. A qoem awua nao conhece o
ELIXIR M MOR aTO, eo deciaro qoe este
Tenbo t:do o melbor sncce se com o elixir M.
Morato,-e alguna dos meus aniegas cbamam-
lbe com raze de salva viaa. O sen remedio
om prodigio e nico como anti-.ypbiliilcu e
anti rbeomatico.
Rio de Janeiro, M rgo de 1889.Dr. J. Pilla
Bexerra de Burcay.
DAS CURAS
Sr. D. CarlosAs mionaa rJibas Elvira e Leo-
nor, soff'-ram oastaDte tempo de bnmores.eof-
frendo ornas dore* nos 03sos ou dores rheuma-
tica?, e oolra de nnl,stia de pelle. Nada poopei
para coral a?, porm, aeropre em vc. Acabo
finalmente de obter a cora de ambas com o uso
qoe flzeram do senelixir M. Morato e iai
a mioha satisfago com o effelto de tao bom me-
dicamento, qoe Ibe eecrevo esta com o Om de
elogial-o em na descoberta.
Soo com respeiio e conalderagSoAntonio Al-
Tes de Camargo-S. Paulo.
DR. EDUARDO GUIM YRA.ES
D-. Eduardo P- Guimaraes, forma jo em med
Cioa pela Paonldade da Babia, ele.
Atte8to n fide gran, qoe lenbo tmpregada
com feliz retaliado em todas as sffecgOes eyphi-
liticas.o-elixirLM. Moratoexcellene prepara-
do do Sr. D. Carlos, o qoe affirmo com o jora
meoto se lr preciso.
Rio de Jaoeiro. 15 de Favereiro de 189I-Dr.
Edoardo P. Guimare?.
CURA DE RHEUMATISMO
Illnr. Sr. D. CarlosMeu filoo, de 21 annos de
idade estete qoatro mezes entrevado das per-
nas e dos bracea comeodo por roaos de ootros
ex om estado lastimoso. Priocipiou a lser
uso do-e!ixtr M. Moratopropagado por D. Car
les, e logo aos primeiros vidros de oso, levan
too se e nnncipioo a servir- :e de suas proprias
naos, E'om verdadeiro milagro esse i
santo.
Antonio Martins de Siqoeir Santa Rita de
Pasea Qo.tro.
DR. JClO NEPOMUCENO
Dr. Joao Nepomoceoo de Oltveira Bello, doo
tor em medicina pela Facoldade do Rio de Ja
neiro. cavalfcelro da Ordem da Ro?a, etc.
At'S'o que tenbo empregado em minba clni-
ca < i vil o-elixir Moratopropagado pelo S-.
D Carlos, com resonados ventajosos oas moles-
tits sypbili'lcas ebrootcae, sobretodo oo rb?o-
ttatismo nudoso. O qoe affirmo soo f de meo
gr'o acadmico e com o joramento e r preciso
Campias, 20 de Fevereiro de 8?2-D: J :io
Nepotcoceno de Oliveira Bello.
CURA DA MORPHA
Sr. D. Carlos-D^ponio de ujetos, gngis
Dos e si ffrendo ba tempo de morpba, eslava
desesperado por nao acbar remedio qoe me co-
rssse, pois tomai iodo que oflerecem para este
mal; gragas a Provideocia. pudo obter om do-
la do sen elixir al. Morato, e em ta i toa bv?.
qoe me acbo coovalescendo. Os bobOes desap-
pareceram ; a grosseira do rosto e das mL-s,
acaboo-se. a pelle tomoo a soa devida i', e as-
sobrancelbas eato crescendo de novo, cooside
rando tut tao, e don gragaB a Deus pela deseo-
berta do santo re odio elixir M. Morato, qoe
a qoem deto a mioba sslvacao.
Pode mandar publicar eela para qoe qoem sof-
frer, saiba que boje se cura a morpoa, lomando
elixir M Morato. Deus guarde a V. S.Jos Cu
r.m da Silva, Ciaade do Amparo.
P, DRE~JAC1NTH0
O meo vielabo Roberto bias ce Andrade, es-
teve eniermo cerca de um aono, e, eotanio eo
como aqotiles qoe o tataram, inlgaram no pe-
riodo por morpna. Desillodido por algoos to-
men com parrimonia o elixir M. Morato. propa-
CASO DESESPERADOR
Jamis vvente algom lera eoffrido de sypbilia
e asas coosequsocias como eo, e ba multo lem-
po qoe desejava a mirte, pela vida atroz que U"
DOIS ANNOS DE SOFFRIMESTO
IMm. Sr. Dr. Carlos Doos oous com om>
perna Jachada e urna em:.gaj bnmirla na mee-
ma, com iodos oj curativos a lempos e boras
sem seutir mellaras ; oa-a deaccogar. R<-
obo levad.*. Todo qoanto ba de sypbilis parece] perimeotei o novo rem dio iDdigena oELIXIR
qoe e-tava em mim. E-t u boje corado, e cori-
1 > deveras, pelo remedio novo cbamado Elixir
M. Morato.
Foi a Provideocia D vina qnem fez descobrir
eate grande e magnificodepor tivo.Vctor Mai-
relies de Mata uade de a os.
CURA DE FERIDAS
Fci com o uso do Elixir M .lonto qne enrei-
me de uxai feridas de mao racter, Que Uve
ba muito tempo, sem poder b< o mihoraa com
moitos medlcameotos qoe In.i i. Hoje, grabas
ao graoda depn'aiivoElixir M Mi-atopropa-
gado por D. Crrloa, qoe se veo^c em S. Parlo oa
eaea Peixoto Ea relia & C, 6 ruado S. Beoto.
11, es'oo complatameote cora. Maodem ouoiicar
eaia para bm da bumanidade. F. de Aodrde
Costa.Araras.
DR. MEDB ROS E CUNHA
Dr. JoSo Alberto Meoetros e >.uoba, Dr. em
medicina pela Facnldade do Rio de Janeiro.
cavalbelro commeodadnr da Ordem Militar
Ponngoeza de Njsa Sonora da CjnceiQo
de Villa Vigoa, ec
CertiOco em f empregado em molest'as sypoilulcas e rbeoma-
ticaaElixir M. Mo-atop-opagado por D. Car
los, colbjodo sempre os melbores re.-ultados.
Dr. Joao Alberto de Medeiros Caoba.Capital
do Estado de S. Paulo 1 i- M.rgo de 1892.
MAIS PROVAS
lilao. Sr. D. Carlos. Seriao de S.-Pedro do
Torvo.Os muitos elogios qoe ouvi fazer au
s^i grande depurativo oElixir M. Moratola-
me lembra* experimeolal o em on p-eto de
oome Felirjpe Maciel, csrploteiro d meu vialnbo
qoe ba cerca de tres aoois vive da candarte po
blica pelo tea estado hediondo de morpba.
Este Infeliz cborava o sea estido todos os dias,
por oao poder trabalbar; pola qoe, foi s mprt
moito trabalbador a coonecido ; porem como
oaioral, o seo estado borreodo da morpbla afu-
gentava a todos de ao p de si. Maodei bo*ca',
de d do preto, orna porgSo do sen E.ixi-
M. Morato e lato porque edecd* que o !- es-
tad) graviHsima e adiantado exigirla bist^Bte
medicamento.
E' extraorJInariamcDte admlrsVei o que Ibe
comrxQnico; o doent<>, urna vez oriocipndo u
cora'ivo foi apresiatando meihoas lentamente,
porem, progresiivameote, a tal ponto que se
a ha re'tobelecho e trabalbando completosme
corado! !
Com a Idade e a pratica q-p teoho i'o moudn
o da vida, esiou ao'o.'iaa.io a dizer-lbe qo ) ma avhoso o effei'o do graode e myate'io-
o m"fi|n o -El xir M. Morato qtn vacilio
em j o Ifc a -o oeme < ando, oa em cbamal-o Sa tj
e Providencial Unitivo para ftl.cidade da bo
maoidade.
' preciso qoe Ibe diga, qoe entre os fazendn-
ro8 meus visinuos ha bomens velho< e ex jerien-
tes que eoobeceram o estado do meo proie. 1:10
e qoe ao saoerem do cuilare operaoo pelu samo
remedio, vteram minDa caaa propositalmenie
certificar-se e emmndeceram a villa da realida-
de. E eo por mioba vrs Ibe digo qoe elles tive-
ram rasao de emmodecer, porque oEUx:r M.
Moratoopera iao rxaravtibosamente, qoe nao
ba oalavraa que o expliqoem.
Qoe Ibe a ra esta iie mais um ?ttestado que
Ibe i Uereco, e q je re certifique de viso qoem
precisar, para beneficio humannarlo.
SertSo de S. Pedro do Torvo.
Joao Antonio de Oliveira Marques.
DR. GODOFREDO MAIA
Dr. Jallo Oppas Godof-edo Mala, formado em
medicina e obs etricla riela Universidade de Gies
gado por D. Carica e sarco. Deus me perde em j sen (Gran D.cada de HesaeoJ com diplomas de
dizer qoe se nao fosee eo teatemonta o colar
df te lacio, poro-bia em duvlda.
O elixir t. Mo'atc. cara a morpba.
Bemdltd seobor, o SenborPadre Jaciatbo E.
Torres-S. Paulo.
DCZB ANNOS
Fazia mais de doze annos que era ic'ima de
om infame rbenmaiismoque me tolbla par* tudo
porm a cooeelbo de mea collega major Moora,
de usar do novo medicamento indgena cbama
do elixir M. Moraio, foi o qoe me fea tirar como
entro era sao, forte, rijo e valento e prompto
para todo.
RecommeDdo a qoem precisar qoe tome, para
flear bem, f elixir M. Morato, e mata nada
Major Tito Alvea RamosRio de Janeiro.
DR. ANTOiNlO SEVERO
Dr. Antonio Severo Wencpslao formado em me
dicina pela Facoldade do Rio de Janeiro, mf-
babimacao theo'ico-p tica oe diversas nages
americanas ; aot g cirorgiio voluntarlo da ma-
rinba e xercito oo Brasil das P.epublicas Ar
gemina e Oriental do Urogoay, etc.
Certifico qoe tenbo administrado em minha
clnica o novo preparado de oruem indgena,
denominadoBlixir M. Mopa opropagado pelo
Sr* D. Carlos, em diversos casos de sypbilia de
certa gravldade, lendo colnido magnficos resol
tado8dei* poderoso aoti-syphilltlco. queal-
Hrmo (b de meu grao, jurare se preciso
fdr.
Rio Ce Jgoairo.
D-e Julio Oppas Godofredo Mala.
GRAVE ENPERMIDADE
Declaro qoe foi mordido de orna cascavel, co-
reime sem cesaa- mais de qoairo aooos, tiran
do-me dos buracos cnagosos oos ps ; ae sara-
va ao), abra ootro immediaUmeoie, fleaodo
com paralysla em ama rnj desde qoe foi mor-
M. MORATOp'opagado por". Carlos e seo
tindo memoras contn,u-i a aaal-? at Oca* com-
pletamente curado como estoo. Ar>enc>ado m* -
dlcameoto. Pode asar como coover De V. S.
Aagorto Calbeiros de Miranda.S. Paulo.
DR. SA' MENDES
Certifico em f de meo grio qoe teobo apli-
cado em molestias oyprjiutics cbroalcfso no-
to prep-rideELIXIR M. MORATOpropaga-
do por D. Carlos obtendo sempre os melbores e
mais satisfactorios resaltados. Dr. Alfredo
Alm de Sa Mendee. Vassooras.
GRAVI3SIM0 ESTADO
Sr. D. Carlot;=Mi iba mae, D. M'ria Ismenia
ficoa depois ae dive sos incommodos, ccm a
morpba, ticando com o rosto agreiado em um
estado deploravel, a dooio de todo o mondo fu
glr delta, collada. Os facoltativos qoe maodei
vel-a, disaeram-me qoe oao p-rdesae lemno.
Era om no"o-. Abaixo oe Deas, ao*=ELIX(R
M MOHATO = Da'Pigac!o por V. S. qoe devo a
ver a mioba mae dos a a goisi de volti de via-
gem mallo demora ia. acodem anas aotigas
amigas a vel*a e a f-llcltal-a. Rjcoobepo jaro se
preciso for qne c=ELIXIR M. MOKATJ^iora
a morpn< Fag o nao que coovler=De Y. S
Francisca E mela da Coocelgac=Boiucatu.
CURA DE RHEUMATISMO
Tanda ido a rocos de Caldas ba seis annos
segoidoa, pelo rbeomatlsmo e a prova do pooco
proveito. a oeceasidade annaal qoe a>l me te n
levado. Tomel agora u ELIXIR M. MJRATJ=
propagado por D. Carlos e don or find* a vi-
sita as aguas, porque o^LIXIR M. MORATO
enronme radicalmente, b.' ial a minba sa-
tiafafo que off-rego de mota proprlo* este al-
testado reconi ei'do pelo taoe'liac=>AfreQo Ner
blaa da S 'veir=>amplQ?8.
FiiLIZ RSI.TADO
Miaba rilaa Malina Prospera de Soma, eslevlp
muito tempo completamente ei;re\a!e, pelo
benmatiamo leuda sido mcoieate todo a meal
camenio de qoe laocei mao. For m doos mezes
de oso sem in^rmit-n;ias do novo reiiedio=a
ELIXIR M. MORATOpropagado por O. Carlos
que pozerm miaua fiba co upie menle resia-
oelecida. Recoobeco como verdaleiro oroiiglo
ese medicamento i ni?en=riourcio P.ospero
de Sjoza.=Rio de Jao tro.
MAR'A ANTONIA
As dores de ba uotus aooos na peros e no
o-aco esquerdo, e ama boa qoe tlnba na barr
ga, e qoe todo ecsloava remedios, raau oic-
guem i urav- ; sarou aeo'a com al^uas vidros
oc remen(=Eiixi- M. MoratcDeoa ajo le o iu-
veuto:=Maru Antonia de Sooi.=)icareby.
GRANDE lURAIIV
I im. S". D. Cario.-Luko que ebegoei da Eu-
ropa, iocbaram-me as peroa e apparecen orna
ceroaldade cootiooa e que era bu ida e eacam -
sa, com aggravaiito ne urnas dores oos osaos
dos ps e dao peroas que me flzeram sob* er
itrozmeote por mais de qoalru mezes. Ful l a-
:aao por ire meneos de npmeada, leodo doua
degies proeoosticado a molestia de rbeomat'cs,
a outru prognos'.icoc^Eczema. Tratado com
iodo o cuidado pelo tempe relerldo, peore', sem-
pre apelar do tratamento, e, no Usumoso estajo
em que jaita, tiz jo ola dos tres facultan vos para
lecmi-ex-me o resultad j da junta foi acoose.
Ibarem.me a entrar em um tio.-p:t I para se-em.
me appilcadaa lojecc6es de morfina. Deaa.
nimei, e liona razio para is.-o. VisUa.me oes
ta occasio om amieo e aconselha.me a qne lo.
me o glorioso ELIXIR MORATO propagado
por D. Cirios, aceiiei p la teima e elogios fe
tos aos prodigios destj remedio e com o uso ne
12 Irascos acoo.me carado Sioto alia satisf.
gao em commomcar.lbe eta cara qoe acoo m;.
ravilbosa, e anestar a mollas pessoas qoe me
cooberem. qoe salvei.me dn marte certa, gracaa
auELIXIR M. MORATO. Pa-a beoeflcio da na.
maoidade mande publicar este anegado.Ds V.
S.=Fraocisco PereB y HerreraS. Paulo.
ja, tan feliz aciad!=Miria Etelvina da Concei.
gaoTutony.
MARA DAS D0EIE3
Miaba molber D. Mana das Do-e?, esa com
pletameoie curada dn terrivel molestia morpba
que soff eu quasl qaat.-o annos, tomando muros
remedios, o u .ico raedicamen'o qua Ibe dea a
recoosiiluc5o da tile e a Miciiade, cbama-ie
Elixir Mor to, propaga ;o por D. Carlos. Poiem
fazer o uso qoe coovler. Antonio Gonlart de Soo-
xa.Piraip-
MIL AGRE
Ea penap qoe mona podre de tantos bomo-
res qoe soffri e de feri las amigas aue taotas de-
res me deram. Hoje gracas ao remedio iodige-
oa o Elixir M .Morato, propagado por D. Cario?,
estoo corado e t-n1o sade que farte rara viver
feliz. Abencoado remedio o Elixir M. Moiato.
Manoel da cosa AbreoTaubat.
RHEUMATISMO
S sabe o qoe o rneomaiNmo qaem o tem
oa teve. e esses declaro qoe soflT-i 11 anno, a
ped: a 0-u?, a morie mol as vetes. Use o novo
remedio ioaigeoa o Elixir M. Morato, propagado
por D. Carlos, e estoo bem llvre do perigo, de-
vendo a vida exclusivamente a ease santo reme-
dio. SebasiiSo Pereira de Agolar.Campias.
ALBERTO DA MATTA
O S-. Alberto da Mitta, roobecido guarda 1:-
vros oo Rio de Janeiro, seflria multo e ba tempo
d9fiobaodo a ponto de jalgaram-oo perdido. To-
mando o graode anti.sypbilitico o firir M. Mo-
rato, Bcoo robasto e forte causando estraobeza
aos meus amigos. Escuiemon o qne elle diz :
Illra. Sr. D. Carlos.Emmagreci ha tempo a esta
parte, e lato p*ogresslvameote a ponto de pare-
cer um verdadeiro esqueleto. Perdido appette,
a alegra oa'oral e o codsoI-, aobresablodo sem i
pre om certo mo enar. Cancel de tratar-me por
nada aproveitar. Tomel por ultimo com maita
recommendagao o famoso depurativo indgena
Elixir M. Morato, e com espanto meo e de meus
amigos, resiabeleci a sande depauperada 1 Hoje
como com appette, sioto torgas, coragem, ani-
mo e apildao oara o qne for mate'. E-a svpbi-
lis que eo < I o i> a. no enlanto qne todos attribuiam
a omras molestias, 'evi teobo do eacriptorio.
Parabeos pois bumaoidade pala /elleidade
qoe pode boje neuf air com o app .rccimento de
soberano depurativo o Elixir M. Morato, propa-
gado por D. C ros. Uie como cooier.Alberto
da Mattf.Ro de Janeiro.
ALBERTINA E ALICB
lllin. Sr. D. CarlosVenho chela de gratidi-,
declarar-lbe qie rrir.hi filba Albertina, s LT-ia
moito do ventre, ter.do orna bola oa barriga,
com muitaa cdes, e dores agudas na peroa es
qoerda e as costas. A mu Intima Alice, sof-
freu sempre desde c:iaof>, de moitos Humores
por todo o corpo, tendo o vez em qoando ir.-
flimc6e8 na garganta Foi Oeo qoe fex V.
Exc. oesrob-ir o saoto remedioE ixir M. ^Mj-
ratooois qoe minhus Ulnas osaram dalle e sa-
raratr. Mu tanto remedio que gastet tanta vi-
sita, v tan o ti-abaiho Com a botica todo foi ala ;
o oolco qce curoo a ambas, que at me p:rece
milagre dn Deus, foi o Elixir M. Morato.Eu
nem sel como poasa agraiecer a V. S. e assim
como t pego a Dees q e Ibe d muitos aonos
de vida e c le po: ter achado iao graode coosa
como o -emedio sant:Elixir M. Morato. D.
Elisa de Sooza Co'.eiro.-S. Paulo.
fO^PHE'A he
IlliD. Sr. D. Carlos.Sarco a mulher morp -
tica a qoem.dei o Elixir M. Moratooropagado
por V. S., e pela estraobeza do facto. tem doos
doentes mats a fazer oso e com algomas memo-
ras j, apesar do pon :o lempo anda qoe o :'n
tomado. Que importante, qop bom qoe o c,n-
xlr M. Morato I I T.barrio Niscimeoto.Am-
paro.
PAI E FILHO
Sr. D. Carlos.M-o Bino Jos, tata completa-
mente r j da grosaeiria do rosto e das rsancbas
do corpe, que todos diziam ser morpba, e, foi
f com o aso do sea remtdio o Elixir H. Mora-
to qoe maodei vir ao Pel&olo Estrella & C, de
S. Paulo, roa de S. Bento o. II. leilroenie
urna to i c'escoberta este santo remedio, consi-
derado como o meinor dos ^em rativos. Cons-
tantino de Abren e Silva.- S Roqoe.
CHAMA SE
Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos, o
remedio que cura a norpba ; este poderoso re-
medio descoberto agora e composto com vegetal
que tem vlrtode excepciooaea, e as coras que
tem feo e esta fazeodo todos os dias provam o
sea effeito ceno.
O Sr. Custodio Moladinbo, diz qoe tomando o
Elixir M. Moralo, propagado p ir D Carlos, sa-
roo, esperaocaa que nao tioba mais (or ter aldo
desengaado pelos mdicos.
Toda a pessoa atacada dejta terrivel mal, a
morpba, sara completamente tomando o grande
remedio agora descoberlo o felixir' M. Morato,
propagado por D. Carlos.
RHEUMATISMO
Declaro ter-me corado radicalmente de foriis-
slmo rbeomatlsmo com o oso por algom tempo
do novo lemeoio deoomioado Elixir M. Moratc,
propagado ror D. Carlos, eoteodeodo eo qne o
referido medicamento, o melbor aoti rbeomatico
qoe existe ou o nico remedio que cora rbeo-
matlsmo. Elysiano Girgao de Asevedo.Gapi-
vaty.
CAMPOS flOVOS
De Campos Noves, o Sr. Felisardo A. Mallos,
commooica-nos qne soa mulber qoe esia aparta-
da ha temaos por morpbeuca, fez neo do graode
remedio novo o Elixir M. Moralo, propagado por
D. Carlos, e ella nio f saroo, como acaba de
jontar se ao marido.
O Sr. Felizardo A. de Mallos, oo expr as cir-
custanclas, expande se de orna manelra eztraor
-imana a favor do remed o que Ibe salvon a
inolbe-.
Tem feilo prodigio de aportar esta descobe'-
ta do Elixir M. Morato, sendo real.utnte digno
de iodo o a prego.
O Sr. Feluardo dis mais qae dep.is de soa rro-
Iher sara-, j (res p-ssoaa daqaelle logar tem
aprereotaao muila melboras de morpba com o
oso do mesmo Elixir M. Morato.
3. PAULO
A MAI
Soo obrigadto pelo reconoecimento a vir o?,
clarar qoe tlnba meas Albos ouuH-ados pelos
A REALIDADE
Cinco ancos de tratamento assiJoo de orna
olcera Da peroa, nao tive resol'ado algom ape-
lar do dispendio extraordinario. Tres mezes
de tratameoto excloslvaments peloElixir M.
Moratopropagado por D. Carlos, deo em resul-
tado sarar. Poderoso extraorJioario o deaa
rativoElixir M. Morato.Jo: Alves Pacheco.
-S. Patio.
MGRPHE'A
lllrr. Sr. D. Carlos.Foi depois de orna graa-
de coastipagao que se me deseovclveram todos
os symntomas dessa borrorosa enfermidadea
morpbj, e a apesar do rgimen dietefeo, e cer-
to tractamento que obaervei, deseovoiveram-se
com tristeza da mioha pa te, tolos os sigoaes
caractersticos.
Ja votado ao aoiqoilamento pela socieda le fot
que prmcipiel a tomar o sea preparadoElixir
M. Morato -e, com qaanto a p-iocipio eenilssa
melboras apena lentameate, verdade que com
a consta acia do uso me acbo completameote co-
rado.
Foi sem creoca qoe laocei mo desle medica-
meneo, por ter ion.do trita cooia, infruct fera
mete, no emtaoto qoe boje declaro e recoobego
----------------,-------_------..--------_v -----...... .Hw.(.(.w -------------- -----------------.-------------------------------- ,----- # ------------- --
monos Humores que soff-iam e qoe estava de. jqoe boje cora se a morpba, ama vez qoe ee
sesperada dte' a< pilcado asaltos tratamentos
au- aconaelbavam. de que nunca lirel resallado.
H je esiSo meas filbos, livres de pe-igo e com
o corpo limpo ae bomores, emflm saade nerf-ila
e is'o s acontecen depois de ibp* fat- nar a .
unto lempo o glorioso remedio-=ELIXIR M M )
RATO=propagado por D. Carlos. Bemdicio ae*
use doElixir M. MoratoReado preito e bo-
menagem ao pode'oso e portentoso mecM-men-
to, oElixir al. Mralo.E' (al o pooer magi<
toncos do incompara el deporativo oEl xir M
Morato0.0, se ba milagrea, e.'le milagroso.
Creia-me sempre. etc etc.A'.tomo Aagoatu
de Almeida.Rio Claro.
Faiia moito tempo que sofl'ria de sypbllis, e de
suas conseqoeDCias, e o mea soffriujcnto eia de
leras stno, po que alm do scllrimento fo'am
sempre impoteotca toaos os medicamentos qae
osei.
Experjmeotel o remedio novo indgena deno-
minado Elixir M. Morato. propagado por 0.
Carlos, em lo feliz momelo que aibo-me com-
pletamente corado E' digna dos malares en-
comios a descuoeria extraerdioaria deste medi-
camento, o qoal up-a lio tfficazmeote qae as-
aombry os qae soffreram e estavam descoroga
dos reno eu. Paoloo Neves da Roiha. 9.
Paulo.
NORMALISTA
Illm. Sr. 0. Carlos.-Remeti hoje a V. S. o
alies do qae promettl enviar logo qne saras-e.
Depois dos vidroi qoe V. S. teve a nondade de
mandar me, man le comprar anda em S. Pau-
lo mais seis vidro; qoe lemei ticando completa-
mente bem da ferila da perna e do encbasso dos
ps. Nao maodei o altestado logo porqoe que-
na esperar para ver bem como passava e feliz-
mente posso dizer a V. S. qoe estoo completa-
meote bom.
Hoj > posso calgar bolinas, o que nao fazla ba
mui'O tempo.
Por cooseibo meo, diversas pessoas tm feito
oso dessa Elixir M. Morato, tendo maito bom
resoltado.
Aradego, pois, a V. S. e pe;o a qoe me coote
eo re oa seas crudos.
De V. S. riadoe obrlgado Antonio Farrani,
proleisor publico, Casa Branca.
FERIDAS
(Jsfi com cersistencia do remedioiodigeoa de-
nominado Elixir M. Morato por D. Carlos qoe
me roroo couple ament d Cinco feridas Da vas
6 as ooe ba moito tempo nao bania qoe caras-
MGRPIIEA
Illm. 8r. D. Carlos.Tem esta o 6m c e par-
licipar-lbe qoe estanuo ba dous abos scfjrendo
da tefrivel molestia a morpha, tomei iodos os
remedios conhecidos sem proveito aenhcm e fi-
qoei complttamente desco-ogeado, or ver-me
isolado, e morto em vas. G sgas a Pouonca
tive conbe-inientodoeu reuieam oe nome Ell-
xir M. Mora o e maouei buscar, fiz oso, o
que amda esiou f. zeodo, acbando-me completa-
meote sao.
Nao sei como possa agradecer a V. S. o bem
que fez a bumaodsde com este remedio, porm
creio qoe me coosolo em gritar bem alio qoe o
remedio que enra a morpba, e qoe s agora 'ol
descoberlo, cbama-se Elixir M. Morato pro-
pagado por D. Carlos.
Aceite os protestos e eetim?.De V. s. criado
e obrigado, Emygdto Pessoa.- S. Jet.
.NORMALISTA
Illm. Sr. D. Canos.Sabindo-meem urna per-
oa urna ferida, flz u>o de diverso remedios para
coral-a, porm sem resoltado alfcom. Tomei de
poi Elixir M. Moralo, propagado por D. Carlos,
e nqoel completamente brm.
Use V. S. deste como Ibe convIer.-De V. 8.
criado e obrigado, An'onio Ferram, profesor
publico.Caea Bracc?.
CUBA CERTA
Declaro qoe desde que viui de Malaga Heg-
pauha) teono sido victima do rheumatismo por
orna forma extraordinaria, ticando por vezes pre-
so ao leito em um estado lastimoso.
Tratei-me com dootores em Cami ioaa e em
S. Paulo, estando do ata cidade, per ama vex
flota meiea em hospital pago com aasistenie con-
tlnco nanea aproveitaodo em beneficio anezar
do seno tratamento.
Hoje estoo sao deverag, porm foi nicamente
com aproveitar oa conselboa que me deram de
lomar o graode depurativo Elixir M. Morato
propagado por D. Cirios. Cinco, meses sem in-
terropgo osei este medicamento aproveiando
senameole seos beo(fl:os ffTeitos. Use como
convier.JoSo Montijo de Alboqoerqoe. Soro-
caba.
RHEUMATISMO
. Todos os aooos eo s viva nove mezes
pois qoe tres mezes pelo aseaos em cada auno
era para gemer com agodissimo rbeomatlsmo e
paesar com as junta* jochadas a ponto de inati-
lisar-me par esse tempo. H je devido ao reme-
dio odigena El'ilr M. Moratc, propagado
por D. Carlos, esioo rerfelto e vito os doze
roe es de caoa ooo, como ac do de ter a prova.
E celeore a aegao medicamentosa oo Elixir M.
Morato. Cesario Rodrigues de Mendotgi___
Bragaoga. *
D. ESCOLSTICA
Va fallar-lhe do Elixir M. Moralo propgalo
por D. Carlos, o maravtlhoso. o iocomparavel o
eanto remedio qae me aeo vida depois de todos
me desaoimarem e darem-me como sem cura da
paralyaia oe ama pero, grosseira em todo o
corpo. multas dores oo veDtre e irregolarjdade.
O qoe eo soffri s Deas o sabe, foi de mala
era de mais, e deo pa-a caosar meus prenles'
qoe todos jolgaram nao ler cora as miohag en-
fermidades.
O graode remedio chamado Elixir M. Morato
propagado por 0. Carlos foi o qoe me dea vida
foi o qo me coroo. D. Escolstica Mara Per^
pelue. Iodaiaja.
MCIT~GRAVE
Atiesto qoeacff-i por moito tempo ornas dores
agudas no* ossos qoe conforme o tempo se loca-
luavam aqu e all, tioba om adormecmeDlo no
p e mSo esqaerda qoe resista a moitos reme-
dios sem proveito e ama irregolaridade na bar-
riga qoe era orna cousa por demais. Com es-
tes scffnmentos, c m mullos remedios qne to-
mei e com a idea qoe me neram, de gorda qae
sempre foi tiquei magra que era orna tristeza
e depois om fastio qoe mu eofraqoeceo a ponto
de qoasi ficar entrevada. Atesto mais qoe to-
mel o Elixir M. Morato preparado por D. Carlos
e qoe sare de todo, fleaodo com estoo de com-
pleta saade, forte e robusta___D- Leonor A.
Vieira.S. Paolo.
MILAGRE
Urna terrivel molesta aypbilit ca. inotilisoo-
me para a familia, para os amigos e para a so-
ciedade. Hoffrer qootidiano, lastimoso e dis,
penditso.
Trate-me com moitos especialistas da capital
bz uso das aguas tDermaes, e nunca ebegeo a
v-z de otllisar o traUm o effeito des jado. Os cooseibos fizeram-me
laogr mao ao remedio novo o Elixir M. Morato
propagado por D. Carlos e com cedo oso fffe-
ciivo sarei.
E' verdadei ament miracnloso este aeperior
deporativo. e soa acgo anti syphilitica tal que
causa espanto a qoem como tu ebegoa ao ulti-
mo estado desta enfermidade. Pata mim est
resolvldoqve a Impotencia de todcs os depor-
tivos para aa molestias de impureza oo sa-gue,
cesaa com a preseoga do sobarauo ann eypii:-'
tico, o lofalllvel. o milagroso Elixir M. iioraio'.
Para beneficio d'aqoelles qoe precisarem, ado-
se. Abeogrtado remedio o Elixir M. Mcratc riso a qae pobliqoem esta.JoSo Domlngoes Pl-
Marcolioo Gaspar de Oliveira.Taobai. -lar.Campo Largo.
Todas as firmas cima acham-se recoahecidas na forma da le e sao
de pessoas muito coahecidas e consideradas
ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para as molestias syphilifcas, e rheu-
maticas acha-se approvado pela Inspectora de Hygiene Publica do Brazit,
autorisado. e licenciado pelo Governo Federal, e elogiado pelas entidades me-
dicas scientificas.
Agentes e depositarios em Pernambuco i t
A Companhia de Drogas.---Ra Maiqez de Olinda n. 24
-
.

ILE^B