Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18483

Full Text
Anrrvo lxxi

Ter^a-feira 8 de Outuwodcl895
PERNA1HBUCQ
PSePEIEBJiBB BS 8JEAH6EL f IOTEISe.& BB FJlBI & FILHOS
REDACTORES AXTOIVIO WTTRirVlO PEVTO RAXDEIRA E ACCIOLJ DE VASCOIVCEIXOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA|PORTE 1 SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN- I PARA OS JUGARES ONDEjSE PAGA PORTE
Por tres mezes adiatados. 85000 Os Sr8 Mayence Favr^A^r^den^eni Paris-18 me de Por seis mezes adiantos. 16*500
Por seis mezesadiantados. fe 151000 Por am anno adiantado .... 335000
Por am amio adiantado a 30&000 La Granee Batelire Por trimestre vencido. .... 9|>0n0
Numero avulso do mesmo da.. $100 g Numero avulso de dias anteriores. J200
3
Telegrammas DIARIO DE PERNAHBDGO
L
:::.::;:::::::::", so:::"::
Rio de Janeiro, 5 de Outubro,
s 10 horas e 3o minutos da noite (recc-
bido na estaco s 11 horas e C minutos
da noite.
O concelho municipal deste districto
regeitou o imposto territorial, que lora
prop'osto. **^
Em Kiel acabo di ser hincadas mor tres torpedeiras para o servico no
alto mar, e que lorao encommendadas
pelo nosso governo.
Foram em Cayenna postos em 1-
berdade os brasileiros que haviam sido
aprisionados por occasio do conflicto de
A mapa.
J partiram para o Para.
Piarte, 5 de Outubro.
S. M. o rei D. Carlos de Portugal che-
gou aqu, em visita ao presidente da Re-
publica o Sr. Flix Faure.
Rio de Janeiro, 7 de Outubro, as
6 horas e 58 minutos da tarde (recebido
na estaco as 9 horas e 35 minutos da
noite e entregue s 9 horas] e 55 minu-
tos).
No Senado foi approvado o orcamento
do ministerio da marinha.
Continuou a discusso do caso de Ser-
gipe.
Na Cmara approvou-se o crdito
de2oo.oooSooo, para pagamento do almi-
rante Jeronymo Goncalves.
Foi dada para ordem do dia de
amanh o projecto de amnista restricta
do Sr. Glycerio, requerendo o Sr. Nilo
Peganha que fosse tambem dado o pro-
jecto de reverso dos ex-alumnos da Es-
cola Militar.
Foi reformado o coronel Zepherino
Campos, commandante do 16.' batalho
de infantera.
Foi demittido a bem-do servico pu-
blico o 2.- Secretario da Legagode Lon-
dres, Luiz Ferreira d Abreu, sendo sub-
ilida por Luiz Rydner do Amaral.
Est nomeado 2- Secretario da lega-
gao de Buenos Ayres Adalberto Guerra
Duval.
Acho-se bem encaminhadas os ne-
gocios encetados como Japo concernen-
tes ao tratado de commercio.
O paquete Itapoan safou, regressan-
do a este porto.
Do rebocador Gaulois, que sahia para
salval-o,nao se tem noticia, tendo ja se-
guido outro para procural-o.
O Sr. Cassiano do Nascimento, que
fora reconhecido diputado pelo 4.- dis-
tricto ckitoral do Estado do Rio Grande
do Sui, ji tomou assento.
Chcou a esta capital oSr. deGirrs,
ministro da Russia aqui arceditado.
Na guarda nacional desse Estado fi
zeram nomeaces para osbatalhes 24 de
. cavallaria, C2 e 65 de re2erva, do munici-
pio de Aguas-Bellas: bem como para os
9j e 94 de infantera e 58 de reservado mu-
nicipio de S. B nto.
A taxacam'--i'1 fechou a iO 5116.
RECIFE, 8 DE OUTUBRO DE 1895
Perturbaees Econmicas
Vas e serios problemas impem se con-
sideracSo sao patritica de levantar o paiz das perturba-
rles polticas e econmicas, que o tem abalado,
por um espago de tempo lao cousideravel. O
cambio, das alturas em que eslava, desde o novo ceiros, e mystificam a opinlao publica,
rgimen foi decahiodo ao ponto de prodmir Orcamentos, em que 03 saldos nao Figljram,
deve ser ex:edida pelo consummo dos meamos;
do contrario, ao envez da riqueza, ter-se-ha
o empobrecimento nacional.
E' preciso que o presente prepare elementos
para fazer face ao3 compromisos coatrabidos,
cuja satisfjco confiada ao futuro.]
E' mister um saldo nos ornamentos do Esta-
do, e nao um dficit, como sempre acontece
entre nos. Os saldos ficticios, provenientes emprestimos realisados, nada significara, sala*-"
fazem apenas a vaidado de descuidosos finan-
ceiros, e mystificam a opinio publica.
IKSTRXAO POPULAR
os uimis U KMCU
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO IX
BARCOS A VAPOR E CAMINHOS
DE FERRO
'/
DIN1Z PAPIN JOHN FITCH ROBERTO
FULTON CHARLES DALLERY-FRE-
_ DERICO SAUV6EJOSEPH CUGNOT.
(Contmuago)
A' 9 de Agosto de 1503 o novo barco a vapor
fnnccionou no Sena, em presenga de um grande
numero de espectadores, entre os quaes se en-
contravam Bongainville, Boust, Cornot e Parier,
encarrega-los pela Academ das Scienciaa d
as-istir ezperienc a. O barco avaocou contra
a correte, com urna veloeidade de 1,"6 por se-
gundo.
Esta graide experiencia passou quasi ignora*
da; os parisienses, entusiasmados com as no-
ticias succ-ssivas das victorias de Bonaparte,
Ihavam com Ind^fferenca para o pequeo barco
de Fulton, que durante multo tempo esteve
marrado margena do Sena, mesmo no ceniro
de Pars
Mais ama vez e inventor se dir'gio ao primei-
ro cnsul, pedindo-lhe que submettesse o sen
gystema a nm exame seno. Bonaparte cbamou
a Fulton irapaceiro e charlaUko, que s tinba em
mira apanhar lhe dinbeiro. *
A gente ebega a duvidar de tanta cegueira ;
todava o fac o absolutamente certo. as uas
Memoria, publicadas em 1857, o mirecbal Mar-
ont apre obro a verdadelra natoreza d'estas relacOes de
Faltn, com Bonaparte.
CmtmdaJ.
urna eiluacac- econmica desoladora d'oppres-
siva, com o effeito que lhe 6 inherente, o enca-
recimento geral de todas as mercadorias, quer
de importagao, quer de exportayo.
Esta queda vertiginosa do cambio foi um
efleito immediato da transformacao poltica, dos
erros consideraveis do primeiro governo repu-
blicano, e da desconflanca, que os seus primei-
ros actos inspiraram. A grande avalanche de
papel moeda alrada circulacao, a especulago
da bolsa com ttulos de cred.to representando
doagOdS* feilas amigos, improvisando capita-
listas, e sujeitundo os recursos do Estado com-
promissos assim creados, nao podiam deixar de
ter outro effeito.
O grande devedor aue multiplica os seus
compromisos, e diesipa os seus ben?, perde
inevilavelmnte o seu crdito, v diminuir a
conttanga que deve inspirar
Om paiz que f<5 possue o pipcl moeda, como
represeotagao do seu capital, s deve ter urna
aspiragao, a conversa d'elle moeda metlica ;
e quanio miis disiancia-se da realisagao d'este
facto, creando diffieuldades para tal firo, mais
sent afleclar-se a sua situagao econmica.
Entre commercio estrangeiro e um paiz em
taes condiges maiores obstculos levaniam-se .
a approximagao, o estreitameoto de interesses
recprocos difficullam-se, e um estado de isula*
ment tende produzir-se ; a exploragao do
commercio internacional em proveito da nago,
cuja moeda sustenta todo o seu valor, em pre-
j ui/.o da moeda desvalorisada, um facto que
estimula a perseveranca ae um tal estado de
COUSaS.
Aggravando-se continuamente semelbante si-
tuagao, cada vez tornada mais onerosa, e avul-
tando anda mais com o accrescimo das despe-
zas publicas, e com ai exigencias do meio social;
que pede um funeciooalisrao numeroso, ludo
adverte a necessidade da medidas preventivas,
que arredem a realisagao d'am desastre ou mi-
nore a compressao econmica, tornada cada vaz
mais afflictiva com o desenvolvimento d'uma
tendencia semelbante.
E' necessario crear e produzir para readquirir
o que se tem perdido. O primeiro passo dar
o levantameoto da industria nacional. Se um
paiz possua a materia prima para o fabrico de
objectos de que necessita, para que mportal
os, ceoiinuaodo vivar na ignorancia de fabn-
cal-oi? Parece, qne a fundacSo de fabricas
para o funcciooamenlo de diversas industrias,
torna-se da mais urgente necessidade.
A exploragao do solo para d'elle ser aprovei
tado os elementos indispensaveis este mister,
de summa ulilidade.
Rico como o nosso territorio de productos
mineralgicos, muito taria que aproveitar-se
cora os estorbos empregados para delle extra-
bir se o material necessario, sobre o qual a
arle fosse applicar os recursos de que dispe.
Um pesso^i Habilitado, adquirido dentro ou
ra do paiz, escolas praticas para o eosino das
diversas industrias, o auxilio dado partcula res
para realisagao de empresas que procurem este
objectivo, ludo quaoto fosse mister para a cul-
tura e o desenvolvimento da industria nacional,
diminuindo a necessidade da mportagao de
productos, que passariam ser fabricados no
paiz, aproveilaria a actividade do artista naci
nal, e tenderla elevagao do cambie, e o con-
sequante barateameoto das mercadorias em ge-
ral.
O emprest mo externo, assim como o inter-
no, devena ser baoido por ama vez.
O primeiro, porque favorece desvalorisagSo
da moeda nacional, com o pagamsoto de jaros,
effeemado per compra de leltras de cambio,
augmentando por este modo va procura das
mesmas. ,
O segundo, porque parausa a aegao do capi-
tal, arredando-o do sea curso, para abrigal-o
as arcas do tbesouro publico, dimiouindo as-
sim a falta, j tao sensivel, da iniciativa indi-
vidual.
Sendo o Brazl um paiz novo, Inexplorado,
de immeoso territ.iri -, em que cabs ao capital
um campo tao vasto de acgo, por certo de-
ploravel vel o quedar-se e procurar a ociosida
de, pretendendoiatiafazer se com os juros
pagas pelo Estado, que s deve langar mae
deste recurso oas mais difficeis contingencias.
Os paizes botos, conservam forgas latentes qae
pedem resistir s meis doras crises finaa:ei-
ras ; recursos, ainda nao explorados, offirecem-
se aos governos, novas fontis de renda podem
nelles ser aproveiladas ; assim, que teoa-se
visto so nosso paiz a renda publica tomar enor-
mes proporges, que tem podido occorrer i
despezas, que tem quasi triplicado ; tudo isto
nao demonstra ama prosperidade c-escente,
qae podar illudir.
E' verdaie, qae a proiucgo em todos os
paizes tem ama marcha ascendente, e mmto
principalmente nos pases novos; mas, o
deeenvolvimento desta forga progressiva nao
nada revelara quanto prosperidade das ou-
digos financeiras. Um excesso da recbita
realisada sobre a despeza feita, o nico ele-
mento que pode sorver a divida publica de
qualquer paiz.
Contrahir dividas, sem preparar os maios de
climinal-as, constituir se um eterno deve-
dor.
A suppresso dos dficits orgamenlarios que
vera tanto aggravar este estado, de cousas,
urna necessidade absoluta.
Os encargos do Estado nao podem ser supe-
riores forga da sua produego.
Se fomentar, suggerir os meios de accrescer
s fooles da produegao, alimentando as indus
trias, auxiliando emprezas capazes de felizes
resultados, d'um interesse palpitante, convm
absolutamente que os sacrificios empregades
sejam excedidos pelos resultados obtidos.
O concurso prestado pelo estado para o desen-
volvimento cultural da sociedade limita-se, mais
ou menos, por condiges determinadas da or-
dem econmica. E n'este ponto de vista tudo
quanto exceder os recursos derivados da renda
publica, que nao deve ser muito afleclada por
onus consideraveis, irapostos aos contribuintes,
illegitimo e irregular.
Para produiir, crear, mister nao langar-se
as aventuras, ullrapassar os resultados da ex-
periencia adquirida, e ir entorpecer as proprias
fontes de produegao.
Tudo na ordem econmica depende de urna
geral harmona ; as leis econmicas sao fixas e
irrevogaveis; violal-as, produzir urna seria
perlurbagao em todos os interesses sociae--.
mais o consumo deve exceder a producg&o.
A divida publica ama violagao fragrant d'este
principio ioabalaval, s capaz de produzir coo-
dig ;s de prosperidade, concorreado eficazmen-
te para a realisagao do bem publico.
A situagao econmica do nosso paiz, delxs,
portanto, de ser lieoogeir, prodozindo uma in-
qnietagao profunda no animo de todos, que a
fixarem allenciosameote, admirados dos seus
successo, que passam, como tumultuosa corren-
te, ora acreditando ver maravilha, ou uma de-
liciosa sorpreza, ora a face muda e severa da
sphinge silenciosa do futuro.
Mas tudo revela, que a crise finaocaira nao
ser um mal incxoravel, um problema sem pos-
sivel solugao.
As perturbares da erdem poltica que muito
concorrem para augmentar os gravames do the-
souro publico, e para determinar uma decaden-
cia financeira, nao ser uma eternidade, no meio
da consternago publica.
A tempestada das ambiges infrenes desenca-
deada nos larga horisentes da patria, pelos
desgostos, que ella coosegue producir, ha de
dissipar-se, e a aurora bonangosa ha de affagar
os campos, onde as ludas travaram-se pungen-
tes. Enlao, as experiencias accumuladas, as illa
sOes esvaccidas, os deseogauos obtidos, a elimi-
nagao dos fados subversivo?, trarao o empeobo
grandioso da regeneragao do estado fiaanceiro.
Entao, o cambio, este Protheo que nos esmaga,
este tbermometro seguro da prosperidade ou
decadencia nacional, subir, revelando os pro-
gressos realisados e a elicac a dos meios em-
pregados para to elevado tira.
Insistir, porm, na rota, j to batida, fir-
mar o ponto negro d'uma sombra interroga-
gao. ______
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Pernam-
buco
DESPACHOS DA PREFEITURA, EM 7 DE
OUTUBBO DE 1895
Eduwigea Oiindina Gavalcante.De-
ferido de accordo com a le.
Ped'O Camarg >. Certifique-se.
Antunio Telmo da R cha Barros, Rosa
Mara B. do Nascimento.Defardo, li-
mitaado-se ao requerido.
Jos Izidoro B >stos.Averue-se.
Joaquina L. dos Res Ferreira, Antonio
Souto de Araujo, Manoel Joaquim Bi-
beiro, Antonio Moreira di Silva, Jos da
Silva Nones.Indeferido.
Jos Joaquim Antunes, Jos Soares
Fernandes de Oliveira, Joanna D. Nunes
Ferreira, Jos Saraiva, Angela Mana de
Freitas, Antonio L. de Smza, Anua M.
da ConceicSo, o espolio de Delphim L.
da Cruz, Hermelinda G- de S, herdeiros
de Bellarmina B. de Luna, Franciso
Luiz B. de Almeida, Manoei da N. Fer-
reira, Miguel de A. Lima, Luiz Nicolao
da Franja,Manoel M. Ribeiro.L. Archias
da Silva Mafra, Bar&o de Patrolina, Bar-
taomeu Lourengo, Irmandade do Santis-
simo Sacramento de Santo Antoni?.
Deferido.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Racie 7 da Outubro de 189*.
O POITBIRO,
Nuno Alves da Fonseca.
Palaeio do Gaverno do Estado de Pernam-
buco, em 3 de Outubro de 1895

O Governador do Estado, autorisado pelo 4.,
artigo 3.1,4a Le n. 121. de 28 de Junho do corrente
anno, resolte determinar que, a contar do 1 de No-
vembro prximo vindouro, se execute em todos os
auditorios e Tribunaes do Estado, o Regiment de
Custas Judiciarias, que a este acompanha, assignado
pelo Dr. JuKo de Mello Filho, Secretario da Justifa,
Negocios Interiores e Instrucco Publica
''Alejandre
Barbosa Lima*

Julio de MelPS Filho.
Begisuento de Custas Judiciarias
Art. i."As custas judiciarias pelos actos que
praticarem ps juizes, advogados, solicitadores, cura-
dores, promotores de residuos e serventuarios nao
retribuidos pelos cofres do Estado, sero contados e
cobrados de accordo com as tabellas annexas a este
regiment.
nico. As taxas constantes das referidas ta-
bellas nao podem ser applicadas por analoga ou sob
outro qualquer fundamento a casos nellas nao especi-
ficados.
Art. 2/A sentenca ou accordo que julgar a
aeco ou- qualquer dos seus incidentes ou recursos
deve condemnar em custas o vencido, seja elle autor,
reo, assistente ou oppoente e ainda que nao fossem
as custas pedidas pela parte vencedora.
1." Sendo muitos os vencidos, repartr-se-ho
as custas entre elles pro rata, salvo as que se tive-
rem feito no interesse exclusivo de um dos litigantes
nos recursos e excepfoes'
2.0 Sendo o reo somente em parte absolvido,
devem elle e o autor ser condemnados as custas em
quota correspondente ao que na sentenga houver
sido decidido respeito de cada um delles; devendo
esta quot ser expressamente fixada pelo Juiz.
3.: Xem lugar a compensado proporcional de
custas :
a) quando o autor sobre varios arts. do seu peti-
torio vence uns e decae de outros.
b) quando o reo condemnado no petitorio da
acgo, e o aq,tor no da reconven^o ;
c) quando sobre diversos litigios cada uma das
partes c vencedora em alguns destes.
4.* As custas da habilitado nao contestada
sero pagas por quem a requerer, mas afinal sero
incluida oXa^co nos termos do artigo I4t lettra -
a.
5 as execuc/Ses, as custas sero por conta
do executado, mas as dos incidentes e recursos sao
applicaveis as regras estabelecidas para as acedes.
6 Se o juia ou tribunal ad quem omittir, nos
recursos, a condemnafo as custas, pode o juiz a
quo supprir a falta.
Art. 3/Nos. requerimentos, actos ou processos
em que nao houver contestafo ou opposico e que
nao tiverem por nm tornar eftectivo alguma obriga-
fo, sero as custas pagas pelo requerente.
Art. 4/ -Nos processos de medco e demarca-
gao as custas sero pagas pelo requerente; mas se
houver opposico as custas desta sero pagas pelo
vencido na proporQo em que o fr.'
Art. 5.* -Nos processos de inventaro eparti-
lha ou diviso da cousa commum as custas sero pa-
gas proporcionalmente por todos os interessados.
nico.As custas dos incidentes e recursos
applicavel regra do art. 2.'.
Art. 6.O preparo do acto ou deligencia que
for ordenado ex-officio pelo juiz, ser feito pela pa
que tiver interesse no andamento da causa.
nico. Ao vencedor fica salvo o direito de
exigir do vencido a quantia que para este fim houver
adiantado. .. -
Art. 7.0r-0 chamado a autora, sendo afinal
vencido, pagar as custas contadas do dia em que foi
citado.
Art. 8.Oque se habilita como successor un
versal obrigado pagar todas as custas, incluzive
as do tempo de seu antecessor o que se habilita por
titulo singulaJ obrigado somente s custas poste-
riores ao seu ingresso em juizo.
^rt_ gSe as partes forem condemnadas por
obrigaco solidara ou indivsivel cada uma d'ellas pode
ser obrigada ao pagamento das custas solidariamente,
sendo porm, necessario que a sentenca assim o pro-
nuncie
8 nico. O mesmo observar-se-ha em relafao
aos litigantes que tiverem participado de um facto
doloso ou fraudulento.
Art. iO. Os tutores, curadores, syndicos e em
geral os que ltigo como representantes de outrem
podem ser condemnados as custas pessoalmente, se
nao tiverem tido justa causa para litigar.
^,-t. 11.Todos os individuos condemnados no
mesmo processo, pelo mesmo delicto, sao respon-
saveis solidariamente pelas custas.
Art. 12.A condemnafo as custas, em ma-
teria criminal, s pode ser executada quando o des-
pacho ou sentenca se tornar^irrevogavel.
Art. 13-Os Concelhos Municipaes sao isentos
do pagamento de custas que pertenijo a renda do
Estado bem como das dos processos dos presos po-
bres quando estes forem condemnados.
Art. 14.Alm dos termos regulares da causa,
contar-se-ho como custas para que o vencido seja
obrigado a pagal-as :
a) as habilkacSes incidentes, salvo se os artigos
nao foram jnlgados provados, sendo neste caso os ha-
bilitantes condemnados as custas;
b) as procuragoes juntas aos autos pela parte
vencedora, para expedigo da causa ;
c) os portes pagos ou averbados no Correio,
cumprindo ao escrivo ou secretario do Superior Tri-
bunal de Justica em seguida ao termo de recebimen-
to, declarar a importancia dos portes em que os au-
tos vierem taxados;
d) o sello fixo das folhas dos autos, incluzive os
que frem pagos a titulojde emolumentos iudiciaes ;
e) o salario dos agrimensores e ajudantes as
medic5es, podendo o jui arbitrar a quantia que se
Ufe

rr7
j
deva levar em conta quando contra o excesso recla-
mar qualquer dos nteressados;
f) a impresso de annuncios e editaos ;
g) as despezas de conduegao ;
h) o premio ou porcentagem dos depositarios e
mais despezas legalmente feitas bem do deposito ;
i) metade do imposto de transmisso as arre-
matagoes ou adjudicagoes, devendo a outra metade
ser paga pelo arrematante ou adjudicatario ;
j) os honorarios de advogados ou procuradores
segundo as taxas deste regiment.
Art. i$.Nao se contam em linha de custas
contra o vencido :
a) as custas- de retardamento ;
b) a escripia superflua ou os autos e termos que
forem desnecessarios ao andamento regular do pro-
cesso ;
c) as certidoes, publicas-formas ou outros quaes-
quer documentos juntos aos autos quando forem im-
pertinentes ;
d) a ^diligencia, quando o acto determinante
desta puder ser feito em casa do juiz ou na audi-
encia, devendo o excesso da despeza recahir sobre a
parte requerente ;
e) os emolumentos do juiz, escrivo e porteiro
na arrematago ou remisso, cujo pagamento incum-
be ao arrematante ou remissor.
Art. 16.as diligencias comprehendem-se as
arrecadagoes, avaliagoes, arrolamentos, exames, vis-
torias, arbitramentos, demarcacoes, divises, medi-
goes, leiloes jud ciaes e quaesquer outros actos que
exijam a presenga do ju>z e do escrivo.
i. Se, por qualquer causa e nao por facto ou
omisso do juiz ou do escrivo, a diligencia nao effe-
ctuar-se, depois de terem elles sahido de sias ca-
sas.
Considerar-se-ha devida a estado como se a dili-
gencia tivesse sido eftectuada.
2. A parte que tiver requerido a diligencia e
for' interessada no andamento da causa, fornecer
conduego ao juiz, escrivo, porteiro, officiaes, avalia-
dores ou peritos, juntando-se aos autos uma nota da
despeza respectiva para se contar afinal.
3.* Os officiaes de justiga as certidoes e au-
tos que lavrarem declararo os lugares e a distancia,
bem como a importancia da despeza para ser afinal
carregada a parte vencida
4. O juiz fiscalisar que as contas de condu-
ego acompanhem os pregos ordinario?, desattenden-
do-as quando excessivo.
5/ Quando tiver de effectuar-se no mesmo
lugar mais de um acto ou diligencia, relativos di-
versas causas ou pessoas ou quando tratar-se de di-
ligencia determinada e for praticado algum acto
alheio ella, as custas da conduego sero rateiadas
entre os interessados nesses diversos negocios e as de
estada divididas na proporgo da demora havida para
o acto ou diligencia dos respectivos interessados.
Art. 17. -Os escrives sao obrigados remetter
ao contador todos os feitos antes de qualquer julga-
mento.
Art. 18.Os salarios marcados neste regiment
sero pagos logo depois de concluidos os actos respe-
ctivos, salvo nos casos especificados no 3.'.
i. Os escrives, tabellies e mais serventua-
rios ou empregados de justiga cotaro a importancia
dos salarios margem dos termos, traslados, certi-
d5es e outros actos que escreverem ou expedirem,
declarando quem os pagou e rubricando a quota, para
que em devido tempo seja a mesma importancia car-
regada a quem de direito.
2.0 No caso de inobservancia da disposigo do
paragrapbo antecedente, os serventuarios ou empre-
gados perdero o salario respectivo.
3.0 Nos autos, termos, traslados e diligencias
ex-offlcio, ou em cuja expedigo forem interessados
os orphos, ausentes pessoas indigentes, a justiga
publica, a fazenda do Estado ou a municipal e a pro-
vedora dos residuos, o pagamento das custas s po-
der ser exigido depois de findo o processo por sen-
tenga, transaego, desistencia ou outro meio legitimo
que torne individuada e certa a respansabilidade pe-
las custas, nada justificando a demora d'esses actos.
4.0 Nos processos, porm, em que, juntamen-
te com aquellas pessoas favorecidas, intervierem ou-
tras partes nao comprehendidas na excepgo sero
desde logo exigiveis desta os salarios pelos actos ex-
pedidos no seu interesse, sem que, entretanto, pos-
sa ser, neste caso, demorada por falta de pagamento
dos mesmos a expedigo dos autos de papis.
Art. 19.Os tabellies e mais serventuarios ou
empregados de justiga sao obrigados a rubricar os
traslados, publicas formas e certidoes em cada uma
de suas folhas, quando tenham mais de uma, sem que
por isto levem cousa alguma
Art. 20.Para facilidade do expediente do serv-
go de procurages e substabelecimentos os tabellies
poderao ter livros abortos, rubricados e encerrados
pelo juiz competente, com folhas impressas e claros
precisos para os dizeres manuscriptos, podendo tam-
bem dar os traslados em folhas semelhantes.
Art. 31.A propriedade dos autos papis e li-
vros pertence ao cartorio, e nao ao respjctivo serven-
tuario, que obrigado a dar conta e nao dispor dos
que lhe tocarem ou lhe forem entregues pelas partes
ainda passados os quarenta annos da guarda dos li-
vros de notas por parte dos tabellies, Ord. liv. i.*
tit. 78 2.0 e os trinta da guarda dos feitos por parte
dos escrives, Ord. liv. i." tit. 85 i. e tit. 84 23
(art. 208 5 do Cdigo Penal).
Art. 22.A' excepgo das certidoes, todos os tras-
lados, instrumentos ou quaesquer documentos escr-
ptos ou extrahidos pelos escrives, tabellies, offi-
ciaes do registro geral ou outro qualquer serventua-
rio devero conter 25 linhas ou regras escripias em
cada pagina, menos a primera e a ultima.
Si." Os que se afTastarem deste formato na es-
cripta, diminuindo ou augmentando o numero de li-
nhas ou de lettras que estas devem conter, perdero
a metade da raza, que lhcs competera pela escripta
regularmente feita.
82. Nao considerar-se-ha, porm, culposa a
diminuigo para evitar o truncamento de syllabas, o*,
quando a falta de lettras em alguma linha se compen-
sar com o excesso dellas em outras.
Art. 23 As cartas de sentenga para titulo e
conservago de direito devero conter :
i.* as aeges ordinarias :
a) a autoago ; b) a petico Inicial ou os artigos
da acgo; c) a f da citacio; d) a contestago; e; a



.'V;


" 1,



Mtario de Pernambaco Terqa-feira 8 de Ontnbro d 18t5
<
-
*nt
jca e treplica ; f) a sentenca e os documentos em
aue ella se fundar ; g) as procurares.
4 82. as acc5es suramarias e outras de proces-
so especial :
a) a autoacao ; b) petico inicial; c) a contes-
tado ; d) a sentaca e os documentos em que ella se
fundar ; e) as procuraces.
s j," as aecoes executivas as mesmas pecas do
paragrapho antecedente e mais o mandado e auto de
penhora.
S 4/ Nos embargos de terceiro :
a) o auto de penhora ; b) os embargos de ter-
ceiro c) a contestado; d) a sentenca e documento
em que ella se basear ; e) as procuraces.
8 5 Nos artigos de preferencia ou rateio :
a) o auto de penhora ; b) o conhecimento do de-
posito ou o edital e termo da ultima praca, se o con-
curso foi instituido sobre os proprios bens por nao
ter havido arremataco ou remisso; c) a petico do
promovente do concurso e as citacoes; d) os arti-
gos ; e) a contestado ; 0 s procuraces j g) senten-
ca e' documentos em que se fundar.
S 6. Os formaes de partilha.
a) autoaco 5 b) descripcoes de herdeiros e bens;
c) collaco do herdeiro em favor de quem se pas-
sar o formal; d) testamento, havendo-o; e) avalia-
ces ; f) a* declaraces com que se encerra o inven-
tario'; g) despacho de deliberado de partilha e cita-
co dos herdeiros para verem proceder a partilha ; h)
auto e calculo da partilha e pagamento respectivo;
i) conhecimento do pagamento do sello de heranca ;
) sentencia que julgar partilha.
7. As cartas de arremataco :
a)"autoacao ; D) theor da carta de sentenca exe-
quenda; c) penhora; d) avaliaco referente aos
bens arrematados; e) numero de pracas que corre-
ram ; f) editaes e escripto; g) auto de arrematado ;
h) conhecimento do pagamento e direitos fiscaes; i)
quitado ou deposito do preco da arremataco; j)
sentenca que homologar a arrematado.
| 8." As cartas de remisso ou de adjudicado
contero as mesmas pecas do paragrapho anterior ex-
cepto o auto de arremataco que ser substituido
pelo termo de remisso ou certido de nao ter havido
lancador e sentenca da adjudico ou remisso.
9. A carta de sentenca de especialisaco para
hypotheca legal contera apenas a sentenca ou sen -
tencas proferidas nos autos assim como a deciso do
aggravo se houver.
Art. 24.As cartas executorias tero a forma
das precatorias e contero : a autoado, petido e
despacho que a ordena, theor da carta de sentenca
exequenda e procuraco.
Art. 2.Sendo as sentencas embargadas a car-
ta de sentempa contera os embargos e as sentencas
de despreso dos mesmos com os documentos a que
ella se referir se forem diversos daquelles em que se
fundou a sentenca embargada. E se tiverem sido re-
cbidos, contera mais a contestaco.
Art. 26.Se a sentenca tr em grao de appel-
laco, a fcarta de sentencia contera, alem das pecas
mencionados, conforme a natureza do processo, a in-
terposico de appellaco, sentenca ou accordo final
e os documentos a que se referirem, nao sendo os
mesmos em que se fundou a sentenca appellada.
Art. 27.Em qualquer caso, havendo habilita-
co incidente a carta de sentenca dever tambem
conter ; os artigos de habilitado, a contestaco e a
sentenca que os julgou com os documentos em que
se tiver fundado.
Art. 28.Alem dos pecas mencionados nos ar-
tigos antecedentes, podem as partes fazer inserir,
mediante petico, outras quaesquer que lhes con-
vier.
Art. 29.Para a cbbranca dos honorarios,salarios,
despezas e custas, taxados ou previstos neste regi-
ment, compete a acco executiva :
Si.* Aos advogados porem, fica salva a acco
summaria para demandaren! a importancia certa e li-
quida dos seus contractos, ou quando em falta de con-
tracto, nao quizerem sujeitar-se s taxas de regi-
ment.
8 2.0 Para propr-se o executivo juntar-se-ha o
mandado, contendo a sentenca on o despacho que
manda pagar as custas e certido da importancia das
custas pertencentes ao promovente da cobranca, se
j constar dos autos a conta feita pelo contador do
iuizo, ou nao havendo esta, a certido narrativa dos
actos praticados e emolumentos correspondentes.
3- O processo do executivo o determinado
no artigo 310 e seguintes do Regulamento n. 737 de
1850.
Art. 30.Da exigencia de salarios indevidos ou
excessivos, feita pelos escrives e mais serventuarios
ou empregados de justica, poder a parte reclamar ao
respectivo juiz por urna simples petico, e este, ou-
vindo o serventuario ou empregado de quem a parte
se queixar, decidir de plano e sem recurso algum.
Art. 31.Incorrero em urna ou outra das pe-
nas disciplinares de multa de 50S000 iooSooo e sus-
pensao at 30 dias, imposta pelo juiz, conforme a gra-
vidade da falta, os serventuarios ou empregados de
justica que :
a) receberem ou exigirem custas indevidas ou
exessivas;
b) recusarem entregar as partes recibo das quan-
tias que dellas receberem, para emolumentos, sellos
e qualquer despeza com o expediente dos autos ou
papis a seu cargo :
i. No primeiro caso (da lettraa--)accrescen-
tar-se-ha sempre a qualquer das penas a restituico
da quantia que o serventuario ou empregado receber
de mais ou indevidamente.
2.0 Se demorarem a expedido dos processos
criminaes ou autos, traslados e termos a que se re-
fere o artigo 18 3.0 incorrero as mesmas penas.
3." Destas penas disciplinares nao ha recurso
algum e sao independentes da responsabilidade cri-
minal que no caso couber.
Art. 32.Ainda sem recurso da parte o juiz que
notar nos autos ou papis que lhe forem presentes,
salarios indevidos ou excessivos, providenciar como
determino os artigos antecedentes.
Art. 33.Os autores nacionaes ou estrangeiros,
residentes fra da Repblica ou que della se ausenta-
rem durante a lide, sao obrigados a prestar nanea s
custas, a fianca ser requerida ao juiz da causa em
i. instancia e na 2.a ao juiz relator ; esta disposico
nao comprehende as pessoas miseraveis que justifi-
carem a impossibilidade de cumpril-a.
Os reos ou partes tnteressadas como o oppoente,
nao prestada a fianca, sero absolvidos da instancia.
nico. Da deciso do juiz podero as partes
interpor o recurso de aggravo.
Art, 34. Os Juizes e quaesquer funecionarios da
justica que tiverem vencimentos pagos pelo Estado,
nao podem perceber custas, as quaes, sendo contadas
serao recolhidas aos cofres pblicos antes de serem
praticados os actos, o que se applica a o que ao Pro-
motor for contado como Curador das Massas Fallidas.
Aff Esta disposico nao comprehende a porcentagem
|w que se distribue aos empregados do juizo pela arreca
daco da divida activa, e sello de heranca e legados,
BKnforire as leis vigentes, nem aos officiaes de Justi-
*$& do Superior Tribunal, que alem da gratificaco
que percebem teem direito s custas dos actos que
praticarem. .
ta do* Este*> sero pagos mediante estampilhaa ou
por guias Repartico Arrecadadora.
Art. 36.Incorrera na multa de 20$ooo 8o$ooo,
os juizes que despacharen! ou julgarem autos em que
se deva algum emolumento ao Estado; assim como o
Escrivo que tiver vencimentos e fizer conclusos au-
tos ou apresentar papel a assignatura-do Juiz sem
que estejam pagos os respectivos emolumentos, com
a devida exacdi nao s pelos seus actos como pelos
do Juiz.
As multas sero impostas sob a responsabilidade
prevista no artigo 207, 6 do Cdigo Penal, pelos
Juizes ante os quaes servirem ditos Escrives, e pelo
Presidente do Superior Tribunal ou pelo Relator do
Feito quanto ao Secretario do Tribunal, aos mesmos
Escrives e Juizes inferiores, sem recurso algum, dan-
do-se mmediata communicaco ao Inspector do The-
souro para o respectivo descont na folha do paga-
mento d'aquelle que tiver incorrido na multa.
Tabella A
Art. 37.Dos Advogados.
I i." Accusaco ou defeza perante:
a) o Tribunal de Justica 6o$ooo
b) o Jury......30S00O
c) o Juiz de Direito .... 30$ooo
2.0 Artigos.....
a) de acco summaria .... 10S000
b) de acco ordinaria, reconvenco, op-
posico, assistencia, de preferencia
ou rateio......i5$OCO
c) de habilitado, attentado, liquidado
de sentenca ou outros.incidentes as
causas ...... 6S0OO
8 3.0 Assistencia a quaig*uer acto judi-
cial, que nao seja & de inquirido
ou reinquirico de testemunhas :
a) nos processos civeis ;
dentro da cidade ou villa I2$ooo
fra da cidade ou villa ou no mar 6o$ooo
b) nos processos criminaes 5$ooo
8 4.0 Citaco que aecusarem ou reque-
. rimento e lancamento em audiencia 2$ooo
5." Contestaco nao sendo por sim-
ples negaco
a) a artigos de acco summaria IO$OCO
b) a artigos de acco ordinaria, de re-
convenco, opposico, assistencia,
de preferencia ou rateio lSooo
c) a embargos de que trata o 9 : 15$000
6. Contestaco por negaco e ques-
quer requerimentos nos autos. 3$000
7.0 Contra-minuta de aggravo de in-
strumento io$ooo
8." Contrariedade aos libellos aecusa-
torios nao sendo por negad0 x 5$QOO
9 Embargos :
a) oppostos s notificacoes, assignaco
de dez dias, a qualquer acco sum-
maria ou executiva, ou a qualquer
procedimento que se conteste por
este meio.....i$ooo
b) de terceiros.....I5$000
c) sentenca, accordo ou execudo I2$000
10. Impugnaco de embargos, exce-
pCo dilatoria ou peremptoria. .- I2$000
11. Inquirico ou reinquirico de cada
testemunha :
a) nos processos civeis 6S000
b) nos processos criminaes 5S000
12. Libello aecusatorio 15S000
13 Minuta de aggravos de petico ou
de instrumento ou de carta teste-
munhavel.....I0$000
14. Petico :
a) inicial da acco com os requisitos do
art. 66. do Regulamento n 737 de
1850, os emolumentos do 2.% Ite-
trasaeb *
b) quando for simples citaco do reo
para ver propor-se a acco (art. 6j
do regulamento n. 737) 6$000
c) para embargo ou arresto, mandado
de detenco pessoal, sequestro, em-
bargo de obra nova. 6$ooo
d) offerecida por embargos 6$ooo
e) de queixa ou denuncia ... 6$ooo
f) outra qualquer petico ... 2$000
15. Quesitos para qualquer exame ou
vistoria |......6$000
16 Rasesi:
a) finaes sobre o ponto principal da
causa e sobre todos os artigos que
tiverem procedimento ordinario ou
de appellaco:
tendo havido contestaco. 3$00
tendo corrido a revelia I2$000
b) finaes as causas summarias ou sobre
artigos incidentes das ordinarias ou
summarias :
tendo havido contestado. 20$000
tendo corrido a revelia 8SOOO
c) de recurso ou appellaco nos proces-
sos criminaes
para o juiz de direito 20$ooo
para o tribunal de justica. 3O$00O
17. Replica as causas civeis 6$ooo
sendo por negado ... 3P00
18. Respostas nos autos sobre qual-
quer exigencia ou requerimento 5$0CX)
19. Sustentaco de embargos l5$OCX)
20. Treplica.....6$ooo
Sendo por negaco .... 3$
OBSERVAgES
I.
Os honorarios taxados n'esta tabella referem-se
no. foro civel ou commercial s questes de valor de
i:ooo$ooo at io:ooo$ooo eas que forem de valor
inestimavel ou nao tiverem designad de valor,
como justificaces para documentos, protestos para
resalva e conservaco de direitos nao attingindo o
valor de i:000$ooo, os referidos honorarios sero re-
duzidos metade. |
Sendo o valor de io:ooo$ooo at 2o:ooo$ooo se-
ro ao taxas da tabella augmentadas de mais metade ;
de 20:ooo$ooo 30:0001000 duplicadas ; de..............
3O:000$ooo para cima triplicadas.
2/
Nos inventarios e as divises de trras o valor
para contagem dos honorarios ser o do quinho do
constituinte do advogado, e, quando n'aquelles o pas-
sivo absorver o activo, contar-se-ho como nos pro-
cessos sem valor declarado. _,
3'
Como curadores in litem tero os advogados os
honorarios d'esta tabella pelos actos que praticarem
em defesa de seus curatellados, se estes forem ven-
cedores, havendo-os das partes vencidas.
Usina Uniao Industria ou lom-
Fim
Em com;rimento a portara da 10 de Agosto
de 1895, tenho a honra de passar s raaos de
V. Hxc. os papis referentes 4 Uina UniSo
Industria da qual 6 coocissiooario o coronel
Manoel Antonio dos Santos Olas, com a segrale
informacao :
A usina L'niSo Iu iustria > ficar s'uada
noantigo engeoho Bom-Fim,. do municipio da
Escada, 130 metros cima do nivel do mar.
0 local destinado a esta usina urna ilba ca-
prichosamente formada pelo rio Ipojuca. a qual
oceupa urna rea de 278,170 metros quadrados,
distaote 16 ki'ometros da estagao de Precnei-
ras daE. F. do Recifea S. Francisco.
Esta usina est por se montar, e o seu ma
chioismo j se acha todo eocommendao co-
ohecida casa Fletcher & C Engineers de Lon-
dres. Tem por flm a fabricagao de assocar e
alcool ; o seu systema jera de pressao e repres'
sao com embebifio, tendo para isso feito a en-
comraenda de 2 temos de moendaa com moto-
res indepenles, o que poder dar 70 a 75 *|. e
mais de extraejo, caodo no bag.go apenas
25 a 30 [. de caldo, rendira-nto este que
mostrar a sua superlordade sobre a ex raegao
por press&o simples.
Tratel, portaoto, de avaliar o engenho Bom-
Fim hjpothecado ao Estado em vista do de-
creto de concessao, e verincar se a sua capaci-
dade e a dos engenbos coniractantes da mate-
ria prira 1, estavo de accordo com
exigen-
Regula-
CONGKSSO N4CIi3NVL
cias da Lei n. 113 de 21 de Julbo
ment de 5 de Agosto de 1893.
0 engenho Bom-Pim oceupa urna rea
provavel de 6 000 000 de metros quadrados ou
600 hectares. Ese engenho notavel pelas"
suas vertentes e contra vertenles que sao tert -
hssimas e couhecidas pelo nome de ladeiras
verdes. A sement que predomina n'essa re-
giao *ada canna Louzer. Sua capacidade 6
de3000 a 4000 saceos.
Afui d'este engenho possue a usina tambern
o engMtio HitOes cuja capacidade'6 da 3000
saceos^ Primavera com eapacidade para 1000
saceos, Em trras d% ate ultimo engenho exis-
te um povoado deoominado Primaveras
bastante adiantado.
Sao fornecedores tambem os segnintes :
Cracituba cuja capacidade de 10D0 saceos
Aurora cuja capacidade de 2500 saceos.
Balaleira cuja capacidade 6 de 2500 sac-
eos .
Mariquita com capacidade para 2500 sac-
eos -
Jundia-Mirim, com capacidade para 2000
saceos. .._.
c Serra Nova com capaeldae para 1500 sac-
eos.
Curinga com capacidade para 803 sac-
eos*
Bom Jardim com capacidade para 2000
saceos.
Total 14 800 saceos.
Juntando estes 14.800 saceos com os 7000
dos engenhos Bom Fira, Pl'6s e Primave-
ra, lemos ura total de 21.800 saceos de 75
kilos cada um, lomando como media de rendi-
mento 7 a 8
Os engenhos Jundi-Mirim, Serra Nova
a propriedade Cunuga perteocem ao con-
cessionario.
0 engenho BomFira ligado com a esta-
560 de Frecnetras, por meio de urna linna-fer
rea de 075 de bitola que perience a usina San
ta Ph lonila tambem propriedase do mesmo
concessionario.
Para facilitar o transporte da materia prima
dos engenhos forneeedores ser construida urna
Imna frrea de 12 kilomelres de extenso, o
qual vira entroncar-se na linba de Santa "lulo
oila j construida. Para Uso ser preciso
construir 2 pontes de 20 metros de vao livre
afim de ligar a llha s margeos do no.
Valor material : .
0 valor material d'esta usma com o macniois-
mo encommendado, 12 kilmetros de linba de
0"75 de bitola coos ruir, valor do eagenho
< Bom-Pim etc., sera de 910:0008000 (uove
centos e dez contos de reis), asrn descrimina-
dos : .
Machinisrao para fabricaco de assucar e a.-
col 2D.003 arrob. cambio de 10 d rs.........
480:0008000. _______
Edilicio, raontagam e installago rs. 120:0008
18 kilmetros de Huta frrea de 0"75 de b tola
(pe/.o do trilho : 15 kilos por met-o correaie,)
material xo rodante 180:0008000.
Valor do engenho Bom-Fim nypothecado
ao Estado 130:0038.
To al 910:0038030.
Quanto ao seu valor industrial, embora os en-
gentos fornecedores da materia prima parlen
cam na sua quaai totalidade ao concessionario,
deixo de mencional-o porar, como V. Exc.
sabe, dependente de circumstaucias posterio-
res.
Son de parecer, em vista do que flea exposto
que a referida usina satisfaz as exigencias da
Lei e do sen Regulameoto, sendo portanto de
justica o deferimento da petico do referido
concessionario.
Sade e fralernidade ao Illm. Excm. ar. r.
Julio de Mello Filio. M. D. Secretaria de
Estado dos Negocios da Industria e'c.
J. A. de Almeida Pernambuco,
EogenUeiro civil.
(Contina)
Questnra Policial
Secco 2* N. 220. Secretaria da Quentura
Policial do Estado de Pernambuco, 5 de Ou-
tubro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, digno
Secretario da Justija e Negocios Interiores.
Participo*voaque foram hontem recolhidos a
Casa de Detenco, os seguntes iadividuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio Jos Francisco, por disturbios e
Julio Jos de Souza, como gatuno,
;omiDunicou-iQe o subdelegado da fre-
guesia de Santo Antonio, que boje as 7 boras
Ja raanli o subdito Antonio Aotuoes ao entrar
a ra Larga do Rosario daquella freguezia, foi
espancado por tres individuos desconnec.
dos.
A respectiva'autord-ide tendo conbeelmento
do faci, fez vistonar ooffendidoe contra os
offensores que evadiram-se proctde se as do-
mis diligencias nacesaarias aam de captu-
rados.
Saode e Fralernidade.
0 Questor,
Jos Felippe Nery da Silva Filho'
Secco 2. N. 221 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 7 de Outu-
bro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, di-
gno Secretario da Justica e Negocios'InteriO'
ros.
Participo-vos que foram recolbdos Casa
de Detenco os seguintes individuos :
No da 5 :
A' minha ordem, Genaro Gallizzi, David Ga*
brri e Orestes Guerra para averiguaes po-
liciaes.
No da 6 :
A'minha ordem Manoel Caatano da Silva
Jnior, por disturbios.
A'ordem do subdelegado do 1- districto da
freguezia de S. Jos, Lulz Alves de Souza, co-
mo desordeiro e Joo Francisco da Silva, como
gatuno.
ommunicou me o subdelegado do 2-
districto da freguezia da Boa Vista, que boie
foi encontrado nos mangues da Estrada do Ma-
duro o cadver deFahio de fal.
A mesma autoridade fez transportar o cad-
ver pira o Cemiterio de San'o Amaro, afim de
ser inhuma, depois de vistor lado pelos mdi-
cos da polica.
Por offioio de 5 do corrate, commun-
cou me o subielegado do 1- districto da Graca
que do dia 4 tambera do correo e pelas 10 bo-
ras da Doute fallecen repentinamente no lugar
Caminho Novo daqoella istrlcto cuja ideoti-
dade nao pode ser re onhecida.
A respectiva autoridade fez conduzir o ca-
DISCURS0 PI10NNCUD0 NA SESSA.0 DE
12 DE SETiMBRO UE 1895
O Sr. Correa deArauj Sr. presi-
de te, o requerimento em discuaslo e os dis-
cursos proferidos pe i honrado Senador por
Alagas, a proposito di noticia de que urna
Gompanhia Allemft. pretenda inaugurar um
servico de navegaco entre os portos do Sul da
Repblica, demonstrara quanto o espirito de S.
Exc se acna preocupado com a ideia sem duvida
alguma muito louvavel, mas que nao pode ter a
extenco que se Itje pretende dar para que a
proteccao nao degenere em espoliaco, em
grande sacrificio do paii.
Inbuido nessa ideia, S. Exc. viu uma grave
ameaga, enchergou um grave perigo no anuun-
eio da ornpanhia Lloyu, de Biemen por este
motivo pede as seguintes informacOes ou antes
pergunta ao Governo :
1., si a Companhia Nacional LloyJ, de
Bremen, est organisada de accordo com as
duposic-es da lei n. 123, de 11 de Noverabro
de 1892, afim de poder explorar a Ban-gaco
de cabotagem entre os portos do Sul da Rep-
blica ;
2.*, si o Governo entende qu?, dentro dos
termos da le de 5 da Dezemhro de 1894, podem
etabeiecer-se novas linhasdecabotagem.com
a nacionalidade eslrangaira.
Quanto ao primeiro. direi que a lei de 11 de
Novembro de 1892 nao estabelece bases para a
organisago da Companhia.
O Sr. Leite e OiticicaEstabeleceu o modo
porque as companhias podem eotregar se ao
comraereio de cabotagem.
0 Sr. Correa de AraujoEsta lei apenai
regula a navegago de cabotagem. O nobre
Senador sabe perfeltamente que a lei que es-
tabelece bases para a organisago de compa-
nias a que rege as sociedades anonyraas; 6
ah que se prescreve as condicOes necessarias
para que as companhas estraogeras possara
funecionar ao Brazil.
A lei de 11 de Novembro de 1892 foi promul-
gada em execug-.o do art. 13 da Constituic*,
para regular a navegago de cabotagem ; nao
regula absolutamente a organisago de compa-
ninas, nao cogita de semelhante assumpto.
O Sr. Leite e Oiticica -Enlao V. Exc. suppe
que uma companhia qualquer pode organisar-
se para a navegago de cabotagem, sem estar
dentro dos termos d'aquella lei ?
O Sr. Correia do Araujo -NSo digo isto: o
que afiirmo a V. Etc. que a le de 11 de No-
vembro nao rege, nao cogua da organisago de
companhas.
O Senado nao dee, pois, perguntar ao Go-
verno ; si essa ou aquella companhia acna-se
organisada de accordo com a le de 11 de No-
vembro, Iri que nao trata da organisago de
corap luhias e apeaas regula a navegago de
cabotagem.
Quanto ao segundo ponto do requerimento :
tambem me parece que o Senado nao tem o
direito de perguntar ao Governo o que elle
en'.ende, qual a sua opioio. o seu modo de
pensar, a intelligencia que elle da a tal ou qual
disposico da lei.
O Governo presta informagas sobre 03 seos
actos, sobre o seu procedimento, sujeitos ao
exame e s apreciago do Congresso, nao,
porm, sobre o,seu pensamento, que escapa a
toda ti*calisago-
A intarpretagao da lei nao pode importar
prejuizo algum para o paiz antes de ser tradu-
zida em seu acto -
0 Sr. Leite e Oiticica:Mas o acto oo
est sujeto?
O Sr. Correa do Araujo : 0 acto est;
mas, o Governo nao pratcou acto algum ; V
Exc pergunta, si elle entende que pode esta*
belecer-se novas liohas de cabotagea. Si elle
tivesse aulorisado o estabelecimento de novas
li.ibas, o seu acto esta va sujeito ao nosso exa-
me, nos lhe poderiamos, pedir informagOes. O
que contesto ao Senado o direito de pergun-
tar ao Governo como elle entende a lei, como
vai executal-a
0 Governo nao um tribunal consultivo ;
nao foi instituido para responder as nossas
consullas sobre a ialelligeucia das leis. Nos
deremos intorpretal as, euteodel as e s enten
dermos que o Governo nao as interpretou fiel
meute, nao as euteodeu bem, temos o direito
de exame dos actos praticados, temos o direito
de pedir nformacOes a respeito, porque temos
o dever de decretar a responsabilidade
Feitas estas ligeiras observagOis com relago
ao requerimento que, me parece, nao pode ser
approvado, pego permisso ao Senado para oc-
cujarme com algumas das coosideragoes pro-
ducidas pelo honrado senador, por Alagdas,
quando o justificou.
S Exc. dase que era inconstitucional a pro
rogago do prazo estabelecido na lei de 11 de
Novembro de 1892 a que inconstitucional sena
qualquer outra prorogags que o Poder Legis-
lativo novamente votasse.
O preceto inconstitucional a que S. Exc.
referio-se o que se acha consignado no art.
13 onde encontrase a segrate dispasigo :
0 direito da Uoio e dos Estados de legis-
laren) sobre viac&o frrea e navegago interior
ser regulado por lei federal.
Paragrapho nico. A navegago de cabo-
tagem ser feita por oavios nacionaes.
Os Poderes Legislativo e Executivo entende-
rn que emquanlo nao fosse promulgada a lei,
regulando o direito, da Uoio e dos Estados,
de legislar sobre viago frrea e navegago,
na poda ser executado o paragrapho nico do
art. 13, isto nao se poda restringir aos na-
vios nacionaes e navegago de cabotagem.
Digo que os poderes Legislativo e Executivo
assim entendern), porque, promulgada a Coa*
stiluigo em 24 de Fevereiro de 1891, nao se
rogitou de prohibir aos navios estrangeiros o
commercio de cabotagem, nao se procurou exe-
cutar o disposto ao citado paragrapho nico
do art. 13.
Em 11 de Novembro de 1832 foi promulgada
a lei n 123, regulando a navegago de cabo-
tagem. Abi, o legislador reproduzio o prin-
cipio consagrado pela Consttuigo, defenio a
navegago de cabotagem, estabeleceu as con-
dgdes necessarias para que um navio podesse
ser considerado nacional, declarou quaes os
transportes p*rmittidos aos navios estrangei-
ros; conceden to aos oavios das nagOas liini-
trophes (chamo a attengo do Senado para esta
disposigo que me parece inconstitucional, a
do art. 6.*) a navegago d03 ros e aguas in-
teriores, nos termo3 das convengOes e trata-
dos.
O Sr. Leite e Oiticica :Ab l nos termos da3
convengOes e tratados.
0 Sr. Correa de Araujo:A disposigo do
art. 6.8 fere o preceito constitucional. .
0 S,. Leite e Oiticica: D um aparte.
O Sr. Correa de Araujo : A Constituico es-
tabelece um principio absoluto, o da naciolisa-
ga da cabotagem, e nao o da reciprocidade,
consagrada pela lei de 11 de Novembro para as
nagOes visinbas
0 preceito constitucional prohibe a navega-
gao de cabotagem a navios estrangeiros, sem
attender proximidade, a visiabanga das na-
gOes a que alies pertencerem, sem attender a
reciprocidade estipulada em convengo ou tra-
tados.
A lei de 11 de Novembro permute que se
pnssa contractar com as nagOes visinhas o 'ora*
mercio de cabotagem, autorisa, portaoto, na-
vios estrangeiros a fazerem a navegago que
a Constituico reservn para os nacionaes.
O Sr. Ramiro Barcellos : D um aparte
O Sr. Correa de Araujo :O navio que nao
se destina ao commercio da cabotagem, nao
precisa da convenga>, do tratado, para entrar
nos portos e nos interiores.
Ora Sr. Senador :K' preciso permisso.
0 Sr. Correa de Araujo : -Formalidade ex*
gi la pela p licia dos pirtos-
0 Sr Leite e Oiticica : -D ura aparte.
O Sr. Correa de \raujo :A lei ao art. 6.*
permute a nav os estrangeiros de nagOes visi-
nhas a navegago dos rios e agua' interiores
Para que Han se permiti esta navegago ? Sem
duvida alguma para o c mmerclo de cabota-
gem.
Proseguiudo na enumeragSo das dsposigO^s
da lei de 11 de Novembro, para chegar ao flm '
a que *Be proponho, basta-rae citar o art. 10,
onde o legislador du positivamente: Asdls-
posig0js desla le entraro em vigor da data de
daver para o Cemiterio da Santo Amaro afim de 1 sua publicago dous annos.
ser all vistoriado palos mdicos da polica e Esta lei foi expedida, diz o honrado S
depois Inhmalo.
Sade e fralernidade.
O QufcsiOR,
JoU Felippt Nery ia Suva FUho.
, por Alagoas, em execugo do precei'o coosti-
tuc onal ; o ''.ongresso u Iba foi conferida ; nao podia coas*guintemante
prorogar o prazo ah fixado, coma o fez na le
de 5 de Dezembro do anno psssado, pois qae
sua misso esiava finia.
Nao pens assim, me parece improcedente
esta argumentago.
O Sr. Late e Oiticica Qual a regra do
mandato ?
0 Sr. Correa de Araujo E' que elle vigora
emquanlo nao fr cassado.
Temos a faculdade, o poder de promulgar leis
reglamentares, leis orgnicas para a execuco
de preceitos consagrados na Constituico ;
usando deste direito, exercendo o, promulga-
mos boje uma le de accordo com as necessida-
des do paiz. attendendo s circumstancias da
occasiao : decorridos alguos anuos, surgiodo
novas difflcul la les, sendo diversas as circum-
stancias, podemos modificar aquella lei no sen-
ti "> das novas exigencias sociaes.
Nao podemos alterar a Consiituigo por uma
le ordinaria ; mas, podemos al erar lodas as
leis que votarmo-, sejam ou nao relativas exe-
cugo de preceitos constitucionaes.
Qual a disposigo constitucional que priva a
Poder Legislativo de decretar leis e revoal-as,
conforme as circumstancias, a situago do paiz ?
Nao conhego nenhuraa.
(Ha monos apartes, o Sr. presidente declara
que quem esi com a palavra o Sr. Senador
Correa de Araujo.)
Sr. presidente, alarmando que as leis orgni-
cas, decretadas era virtude do preceito constiiu-
cional.ipodera ser modificadas, nao atfirmo uma
novidade, mas uro principio correte.
As leis que organisam a magistratura sao ou
oo promulgadas em virtude de um preceito
constitucional, sao 00 nao leis orgnicas ? Me
parece que oo pode haver duvida na resposta ;
sao lea de retadas em observancia do preceito
constitucional que creou o Poder Judiciario.
O Sr. Leite e Oiticica d um aparte.
O Sr. Correa de Araujo Ento, no conceito
de V. Exc, as leis que organisam a magistratu-
ra em um paiz, nao sao leis orgnicas ?! E a
lei que|regula a rabotagem uma lei orgni-
ca ?i
Isto, Sr. presidente, importa elevar muito alto
a cabotagem, liral-a do ocano para eleval-a a
grandes alturas, onde ella nao se pode manter.
O Sr. Leite e Oiticica O meu mestre de di-
reito esta sophisraando. Nao se trata da forma
dos artigos de le, traia-se de principios.
O Sr. Correa de Araujo E' ma.-.ifesa a im-
orocedencia oa doutrina de V. Exc. quando af-
flrraa que o Poder Legislativo, tendo usado do
attribuigi de expedir leis orgnicas, nao pode
alt-ral-as.
O Sr. Leite e Oiticica d um aparte.
O Sr. 1 orra de Araujo Al'.eral as, modib"-
cal-as, reforraal-as, como V Exc. quizer.
Nao iosistirei oeste ponto ; desde qae V. Exc.
declara que nao lei orgnica a que organisa a
magistratura e que o a que regula a cabota-
gem ; cada um de nos continuar com a sua
opinio, pois impossivel convencer-me da
doutrina contraria e nao tenbo a esperaoga de
decoavencer a V. Exc.
Felizmente para mira, Sr. presidente, posso
invocar em meu auxilio o precedente estabele-
cido pelo Congresso, quando enten leu que po-
dia modificar a lei de 11 de Novembro de 1892,
prorogaodo, como effectivamente prorogou, por
mais dous anuos, o'prazo estabelecido por aquel-
la Le para a nacionalisago da cabougem.
A lei n. 227 de 5 de Dezembro do anno pr-
ximo passado prorogou o prazo.
O Sr. Leite e OiticicaO prazo. nao ; lea V.
Exc. a disposigo da le de 1892' e da de 1891.
O Sr. Correa de AraujoVou l> (t) : E' fi-
xado o prazo da dous airaos para que os navios
que se entregara navegago de cabotagem en-
tre os portos martimos ou fluviaes do paiz, se
naCionalisem de accordo com as disposiges da
lei n. 128 de 11 de Novembro de 1892.
O Sr. Leite e Oiticica Essa a de 1891.
O Sr; Correa de'Araujo Qual a que V.
Exc. quer que leia ?
O Sr. Leite e OiticicaA de 1892;
O Sr. Correa de AraujoLeio (l) : art. 10
As disposigOes desta le entraro em vigor da
data de sua publicago a dous annos
O Sr. Leite e Oiticica Agera, veja V. Exc. a
differenga de redaego da lei de 1894.
O Sr. Correa de Araujo A le de 1894 diz
que fica prorogado o prazo de dous annos para
que os navios estrangeiros que se empregam no
servgo da cabotagem se oacionalisem.
O Sr. Leite e OiticicaJ voqoe a proroga-
go do prazo para que os navios estrangeiros
se mcionalisera.
O Sr. Corra de AraujoUm poucomais tar
de si V. Exc. permittir, tratare desta questo,
procurarei demonstrar qual foi o intuito do le
gislador.
A lei nao creou um prazo, prorogou o que ha-
via sido estabelecido pela de 1892
O Sr. Leite OiticicaNao Senbor.
O Sr. Correa de Araujov lei proroga o
prazo e V. Exc. diz que ella creou um prazo
novo?
O Sr. Leite e OiticicaCreou para um outro
facto que nao o da le de 1892.
O Sr. Correa de AraujoPois bem, concedo
que assim seja: a doutrina de V. Exc. me
agrada, me satisfaz; para o anno, ai apresentar-
mos projecto modificando a tei de 1891 ou antes
prorogaodo por mais dous annos e prazo abi
estabelecido, a modificago ser restricta a tei
de 18394 que nao orgnica, que oo foi pro-
mulgada para execug&o de um preceito consti-
tucional, que creou ura prazo para outro facto
que nao o da lei de 1892.
Assim tar&o menor dirficoldade aquellas que,
como eu, querem a prorogigo do prazo at que
teohamos bastantes navios nacionaes para se
eDcarregarem do transporte de cabotagem.
0 Sr. Leite e OitieicaJ os temos, posso
garantir a V. Exc.
OSr. Correa de AraujoV. Exc. disse hon-
tem que nao os tinbamos e nem o teriamos em
quanto o prazo fosse prorogolo; agora diz V.
Exc. que jo temos l
O Sr, uette e OiticicaHoja j temos; posso
provar.
O Sr. Correa de AraujoBem, tanto melhor.
A lei de 1894, dlza eu, prorogou o prazo por
dous annos; a questo est pois resolvida pelo
Poder Legislativo; o prazo pode ser prorogado,
como o foi o aono passado.
Mas, diz o honrado Senador por Alagoas, que
o prazo foi prorogade para qa> os oavios es-
trargeiros se nacienalisem.
Nao creio que o legislador brazileiro, prora*
gando o prazo, coosultasse os interesses dos ar*
madores de navios; pouco ou nada nos interes-
sa que navios estrangeiros si nacionalisem ou
nao; os interesses qie o legislador consultoa
foram os do paiz cuja marinha mercante era
magnificante relativamente s necessidades do
servigo.
Asseguro ao Senado que nao defendo os in.
teresses de companhas quer nacionaes qae*
estrageiras; defendo os interesses do commerr
ci, do povo e da oago brazileira.
fU Sr. Leite e OiiicicaPerfeitamente.
O Sr. Ramiro BarcellosV. Exc. nao si po-
de por cima da Constituico para annullar
qualquer de seus artigos.
O Sr. Correa de AraujoNao posso voltar
analyse dos artigos constitucionaes.
O r. Ramiro BarcellosTodos sao constitu*
cionaes.
O Sr. Correa de AraujoNao onusto que
sejam constituciones os ar.igos comidos na
Consttuigo digo apenas que nao posso voltar
analyse dasses artigos de queja me oceupei
para oo abusar por muito lempo da attengo
do Senado.
O Sr. Ramiro Barcellos.V. Exc. quer an-
nullar um 10a artigos 1a Consttuigo.
O Sr. Correa de AraujoNao senhor, o qna
apenas desejo que nao sejam sacrificados os
interesses da nago em benecio de duas oa tres
companhas de navegago-
O Sr. Leite e OiticicaNao sao dous ou tres
companoias, sao mutas.
O Sr. Corri da Araujo Detejo que sejam
umitas, que existara cem ou raasmo mais.
O Sr. Ramiro Barcellos A Consttuigo oo se
organsiu pelos intuitos que V. Exc. lhe est
attrbuindo.
O Sr. Correa de Araujo -Aprecietn o facto...
O Sr. Moraes Barros -Querem por a nago a
rebeqae da marinha marcante.
O Sr. Leite e OiticicaE V. Exc. a quer por
a reno iue dos estrangeiros.
0 Sr. Correa de AraujoNio senhor: quere-
mos a lberlade para todos.
O Sr. Lei te a Oiticica Liberdade para os es*
traogeiros.
O Sr. Correa de AraujoComo para os na-
cionaes. Em theoria quero a liberdade de ca-
botagem, porque quero a liberdade, qualquer
que seja a sua maniestaco. Obligado a rae*,
f
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Diario de> Pe mam tinco Terca-fira H de Nitnfcro de 1**5
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n.iar o nreceito ?coosltiucional consagrado no la euaroic&o federal, tomiram immediataseeaer-
Pei .._.. ..; a nn .,-. it n.m nnsao aue- 'cas providencia?, derramando assitri no amo ua*


K*
eicas prvido icia?, derramando assim do seio oa
familias a maior cmaaga e calma.
Hoove om eiDi8i.ro djs Caes political que
388010 exprfsameuie para Jarana am de e--
oalhar que elle, ttvameota dav.-se rndp coo-
(licto euire aa aoaa tropas e graude.. fidan-
r joo ) tiombareio! com 6 m de consegu-
oaragraplio nico do art go 13. nao posso que
rer entra nos a Itberdade de cabotagem.
O Sr. Leite e Oiticica-E' obrigado a respai-
lar e nao a sophisoiar. .
O Sr. Correa de Araujo-Ouvi a V. Exc. com
toda a atteogao, mas asiro nao possj contiauar,
nao profiroquatro palavras seal ser uierrora-
odo por apartes que nao me perraittem co iclutr rem o fecbameuio do commereta alto, tnuilo dis-
um so raciocinio. tinado, alias no bairro de Jaragua.
km lado uto po'a?, aohou a ue te opaosi-
| c. Oa, tendo al h moiivo para um -rosao te
i !'i'-arama para o Rio aos illustrea depuLJos da
.fu u .
Onioreheoda a po;ulac5o qoe o goveruo nao
e-Bfjo omino n le-ej.-e de tolerar qualqaer al-
'erieto aa p*z puDl"ca,e qae de accordo com o*
domis re pre3? otantes di adinmistragao eatadoai
e federal, proiuara ..Kir de so.te a mantea ioal-
lerav,-| a seguranga puDl:a,a tr0cqa liuade uas
lamillas.
Bs-iei* qae pelas ras andam to satiafet'oa,
ai. er 'OjiQie a cominela- pliajtasias, nao s-
e ibr. m que lamoem tem ro Iner 8, blba* Ir-
mas qae e^u^n-nte semen no lar as consequen-
eta da soa infeliz exploradlo
Que bem Ins faga
O Sr Leite e Oiticica- Eu fleo calado.
O Sr. Correa de Araujo-Disse ba pouco, tsr.
presideole, que nao era o inleresse de coinpa-
nhia*ou de preprletanos'de navios nacionaea ou
tslraugeiros, que me induzia a pronunciar me
contra o requeriuiento do honrado Sanador por
Alag ; trio; no caso prsenle defeodo os in-
teresses da nagiio (apoiodos), porque faci que
nao oode ser contestado nos n o temos man-
nlia meraou, nao ha navios ufflcienles p ra o
serv go de transporte de mercaorias nos por-
tos da Repblica.
Nestas circuinstancia?, executar desde j o
preee to constitucional, decretar a prohibigiio
para os navios estraogeiros d-. fazerera a nave-
gagao da cabolagem. sacrificar inleiramente
os intoresses da nagao, ein beneficio exclusivo
de res ..u quairo couipanhias que possuein mu
to poucos navios, para fazerein uto servigo m
significante relativamente ao que presum as
coiupruhias estraogeiras.
Si for decretada a prohibicio, soffrer o pro-
ductor, cuja mercadoria vira a paaar um frete
excessivo, soffrer o consumtoor que tara de
camprar a mercadoria per um prego superior
quelle por que comprara ante do monopolio;
soflreodo o productor e o consumidor, soff.e a
nagao que vira supportar o onus a protergao
que se quer dar aos poucos navios uaciouaos
existetiti's. .
Si. pronuncindome como o ttnno felo, de-
fendo inleresses es raogeir sontra o< naci-
naes, no mecnveigonno deconfessal-o ; estou
c^uvoncido de que assim procedendo nao pro-
tej.> uiteresses iq< onfessaveis, mas os da nagao
qual presum sarvigos os navios que fazein a
uavegjc de cabolagem.
Em .Nuvembro do anuo passado, poucos das
depois de ter eu chegado a Pernaubuco, fui
procurado por alguns commerc an'es com os
quies entretmlio relagOes, que pediramme
para t-legraphar ao meu distinto collega de
representagao, o Sr. Joaquun Pernambuco, no
seutido de empenliarse pela adopco da
emenda que prorouuva o praso da lsi de 11 de
Novembro. .
Eslava a expirar o praso marcado por tsla le
para que a cabotagetn omigasse a ser letta
exclusivaraenle pelos navios na^ionaes ; nao
liohamos aoezar dos navios eslrangfiros, tran
sporte oromplo para o assucar, cujo prego bar
xou consideravelmenie ; e assun. logo que co-
meca>se a vigorar o m nopolio, os agricullores
de fernambuio perderiam cjin a ba.xa do
prego do as-ucar.
Todos sabem que quando o negociante tem
facili-iade de remeiter a mercadoria pode com-
pra -a por um prego superior quelle porque a
comprara leudo ae eooserral-a aroiazenada,
pola, ; lera da detenorago i alural accresce que,
icilo o embarque, elle sacca contra o destina-
tario, e assuu reali-a grande parte do prego da
vsnda, o que Ihe permille novas transacgOe-<
com o mesino capital
O assucar de iirnbtnbuce quasi todo con
sumido no paiz ; no Har, em S- Haulo, no Rio
Gra de do Sul e mesrao nesta capital : a -le-
vago dos freles, cansequeocia natural do no-
opo o, e a difliculdade de transporte, conse-
quencia da falla dr navios, viriam prejud.car
consderavelmente o Estado que represento.
Nao sera someute elle o pr^juPicado ; os
Estados que consomera o assucar *entiriam
.ambem os funesios effeiios da prohib;ga<>, pois
os pregos dos freles e a demora na reaiisago do
capital eropregado nao podem deixar de influir
no prego da mercadoria.
Parece me, poi Sr. 1 residente, fora de qu-'s
tSo que, emquanto nao lvermos navios sufli
cientes para o servigo de cabolagem, uao
pode deixar de proroaar o praso da le de
Dezembro, sein -acnlicio para o pai/..
Hontim o Ilustrado autor do requerimen o
nos asseverou que o anno passado, ao es d>
prorigago do praso exi-ttam muitos capitaes
reunidos para a acqui gao de grande numero
de navios mercantes. Seodo assim, convem
que *e reunam de novo aquelles capilaes, que
aejam elljs eff-ct vamente empregad 8 na com-
pra de navios e, desle modo, sem inconveniente,
poderemos entrar no rgimen da cabolagem
nocional, podaremos observar o preceito da
Constitbigo, cuja execugo ficou dependente
de praso fixado pelo poder Legislativo ou antes
de lei por elle decretada.
Emquanto, porro, a nossa m&rinha mercante
no augmentar o nuuiero de seus navios, o mo-
nopolio vlr difficullar o transporte e encarecer
a mer adoria, rom prejui/o para o productor
e para o consumidor, em beneficio das poucas
compantiias, dos puucos navios nacionaes que
fazem o servigo.
Islo nao razoavel, nao consulta os in eres-
ses do paiz.
Nao besito um s momento em conirahir o
compromisso para com o nobre Senador por
Alagoas de nao votar pela prorog;i,o do praso,
si tivermos navios mercaoles n.nionaes que
sejam suficientes para o servgo, para atlender
aos justos reclamos do commer o mas, si nao
tivermos, voiarei peia prorogagao, certo de
pres ar um servigo ao meu pa z e especialmen-
te ao Estado que r presen o
O Sr, Moraes BarrosPoi eu nao contradi
senielhaQie compromisso.
(Contina).
j-tt-' goioa uepois o |orualix(2 al s salas
le iniiaUgts a la loruorioa e denota aa vastas
qj^d-aa d> orimtro aiu: do ediQ:io em aue se
aen estaoe'ecida a clnica para a applicago d<
novo trataueoto. Oa gabmeiea dos mettcaa es-
t.vatn ocoovaJos e o jaraaliala oaa id le, po--
taoto, ni'"- aili. lias visitou o bello )adi>u
qoe e osieada do parqae OjCaaa.ao n. 55 da
roa do mesmo oome.
Perguntas respeitosas a un
luiastro da Enreja Evang-
lica por uai neophito da naes-
ma Enreja.
(Coniiuagio)
PEKGUNTA QARTA
A Egreja Evanglica, na qual me affilias-
tcs, ser verdadeira, e poderei per-
manecer nella, sem arriscar a
minlia eterna salvacSo ?
Nes'e iiiQ to, e anoiaoJo a reaologao, que em
9 'le Agoeto de 1817 tjmaram os p-itadores do
Ua;aoo de Nassau, reuaiflos em Synodo geral, o
R-i da Proas a Daixou em 27 ae Se'embro do
mesmo ooo urna clreslar convidando o clero a
un- oa seo* esfo gn aos delle.
E todos junios i-abalha-em ae accordo oa reu*
n ao das coofi ses Lutberan* e Cal^nis' em
u na s Kr-ji, a nial neiiomiaar-senia E7an*
gelica-Cbrisi, oo EvangeliCi'Pro estante.
ysterios da naureza
Cem poeira uoO Qavena Orojaojc:iio ezal : os
cj-i no< parece'um maia narros e escuras ij
qae os vemos as ooilea asm loar.
A iiioniuagaj aa ierra serta semelbaote a que
observamos qaanao a loa 6 coojemplaJa atraz de
o telescopio, porque a toa nao tem aimospUe-
ra e portaoto paiticolas de p em ouspeu .
Coii8deretno3 o mecnamamo da .uz e as on-
das i'ibnitamenie pequeas qna, seitaono ge-
mrei4 se aamltie deiermioam a soa rrotiucgo.
Ana qae udoiiissims', vana uiui o j Urnur
le.-tis ondas. A poeira dna que se acca em
sospenso na atmospne'a en em um e and-
i umero de partculas, quejoo r fia tem, enSo a-
pequeo'' OQdaa zues. eu^qnaoio Ujj -eoor c -
aiero reflecte s O'iaas vn e amare.las e um
amero mala Ira o aioda reflecta aa onda v.r
Joeloa8. A luz vemeiba passa air^ve ca rauo
maiorii das pa ticoUs de poei -. sem se- detid.
em 80a coarcOa, ao parso hu 08 rulos au-<
ao coutrario Qiercepia.i-.s e iornm-ae a'Saaus
e por ao'j visive.s. L' isio qu f z com qu p--
f'i;i Mzues a poeira mano (loa e o firmamento.
A finnaga qae se escapa em peqoeoas e--pra
da extremo de um cDaruto aceso e azul, ao pa-
so qae a fumaca emiiuda pe,o (mame >s-
brai>que;ada, pjrqae oeste caso aa oanicjla-
o na;aai-se basuole compactas e voIu.lijsi
para er-r p s-ive a rcfldXAo di luz branca. W
mema forma, no campa, em uoa uu claro, o c
axoi e as cida'lea p*r E' p-|ocipilmente ais altas monunaas que t
azul ujio tjrna-ae inteos-, u qui s explioa
peli extrema li iu-. -a panculas d poe ra ue-
vi Mas, dir-.e-ua, porque razao o cao da llalla e

lemauDr ? irj .,No clima da Allemauba s parir
culas de poeira sao logo saiaradas e v-po-
ii'a-', o que aug'jieatrln-'s as dim-sn Oos. No-
pas s qaejies o vapor u'agua nao re condeuao
setta forma sobre a poeira em suspausao oo ar:
-o-en'.e qaaodo as correales aereas o le para as regioss uparioree maia fras que
vanor 3e condensa em uoveos
Is.o nos CO..UZ ao papel mais isportape re
i Ero seguida o Sr. Gaspar Nasctmeoto cantou
urna romana da Gioconda* e ama partitura
da -Lucreia Borgla, sanindo-se brilhaote
mente em ambas e obtendo os maia justos e
calorosos applausos.
A prime ra parte flcou encerrada com a si
ciliaoa da Cavallaria Rusticana* e a canzone
do igoietto. carnadas pelo Sr. Gaspar Nasci
ment que eolevou o audit to.
Prncipi u a seguada parte com urna liada
phantasia da Aida* executada em flau a vio-
lina e piano plos profesaores Candido Kilho
Santino Ptn'.o e Tito Miranda ; resallado opir'
mo.
No 5
o Exm. Sr. Beroardino Duaite
Assim tizeram ; h d^sde e3sa aata gloriosa, I presntalo pela poeira em nosaa aimospbera ;
se
5 de
INTERIOR
Os boatos
A respeito das noticias qae aqu fo-am esp:-
lbadas, referen es a conflictos entre forcis ie-
deraeseesiadoaes i,o vmabo Estado de At*R6as.
o collega do Gutemberg expez no arligi', qoe
tomamos de soa eiicao ae 2 do correo e o si -
gainle, qoe a narragao do facto, d'onde dedo
zirao a nolicta alrmame, qoe aqu foi forni-
cada.
Erpiritcs trefego?, que se d5o bem con o
alarme, o desassocego das Iimilias, com o ter-
ror emflm na pofUiago, too procurado e pro-
coram liarlamenie pasio para eafrejarem oa maia
teBencntraaos e aterradores boaos, com o t.
nnlco de exi.lorar nessa emergencia om bem
para seas tnteressea poliltcoa.
E' deabima o, se oio loue altamente cnmi
noso legal e moralmeote essa mieeria de pro,; -
gago ae boaioa a,ai mantea e ce sernas que po-
dem redundar em .ooseqoeneas funesias.
E' inacredi.asi-l qae b-j espirito bastante p>-
queoino para engeodrar de ama insignificancia,
de urna deseas .-cenas tao cemmuoa am tod
meio sccLl, om pavo.-eso boato que veuba de-
famar no seio calmo e traBqoillo do lar a nou
aterradora e planente do medo, da dunda, do
pavor e das apprebeosOes 1
Entre aoto, ceno, desgragadamente, qae oes-
tes alttmes otas esses espinos, txeata para
certos tos poliiicu-parttdarios l n cea o e es
palbado dentro e ora desta capnal as m voraotes noitcias de fa ta ae garantas de vida e
propriedade.
Cada om deeses boles sempre maior e ao
mesmo tempo maia calvo do que os oatros, nao
teodo embora o menor caobo de lgica e de ver-
dado.
Anda btotem iadignou e todo o faci qae
passamos a narrar, a respeito do qoai, pore ,
esses boaleiros da oppo-igao empreaiaram ibe maia carregadas ces, tendo desgracadameate
consegu 'o sobresaltar por algaos mina os a vida
pacifica i'a popolacao.
Fot o caso de baver entre am s d ro fsdeial
e om polica uo,a pequea Iota pela mano do
menado. Isio bastn para qoe diversos boa-
teiroa por am lado e algaos dos S-s. da oppo-i-
go por^ootro, natigassem novas Iotas e eonfli
ctos eotre aa pragas das dozs (oreas, sem resal
tado felizmente.
Dentro em penco em algnmas as da ci ade
corra o boat) de qoe enorme tirotelo, natrl o de
parte a parte, sejiava ca cidade 111
Botretaoio nem ao menos boove n facto o
maia peqaenao indicie de ferimeoto, de appara
to de forga?
Mu fe a satlsfacaodeaees espiritas trefegos e
peralelosoa fol gra ade pelo pavor qoe offerece
ram com aa aoaa < noticias alarmantes as m&e>
de famtiias, maior mei o maior, iocompaiavel
mente foi a decepcio porque paaaaram, vendo
qoe nem s > aoioiidadaa eiudoses, como prio-
O iratamento da tabereulose
Os tenores a'A Pioviocia ao Para ja teem
noticia de qoe, em Pane, Fraocisqae C otte an-
noociara ler deticoberioo tratamecio da ijstca.
Dar- nes-Lemoa boje a coobecer o asaltado d-
;a,a entrevuta qae livera u u dos memb'os aa
r.-ju.'gao ao Fgaro* com o descobridor de se-
m ibante tratamento.
Franciscas Crdlte declaroa ao joraalsta qae
epois de longos estados, elle e os seas coila-
Doradores accreditavam anal Oa exuo dos seus
aiaino:. Mcstroa ao redactor do Fgaro* ai-
v has obeervaces losertas em revistas de me -
a.cma e provaodo a ceaaagao da fetore, dos ao-
res nocamos, dos escaos sanguinolentos, em
sum a, de todos oe sjmpiomas da tabercaiosr.
D h j salvos
WtM i i-qoe Crtte expllcou d:pois como era
eReciua o o seu tratameato :
O doenie visitado por am dos mdicos qoe
me aaxtium ; epois o chele de clnica no a o
eatado do paciente em lodos os seos po meno-
res. De so amaino.lar om dos pontos maU im
portantes cara uJ, qae aos permita proceder
com segoraoga : o exame bactereologtco e
aoaivse cbimica, 1 do sango-.', 2o Jas orinas, 3"
do soor, 4a dos escaos ; cobre estas iodicagOe
de om alcance capital, qae maltas veies por abi
desp'eaam o medico coavenieotemente eaalire
etdo sobre a existencia oa nao existencia do ba-
C lio do Kock marco> paplicagao racional do ni -n
meiboao. Tado isio looge, gas a mano temp
e foi, po e crer, de ama or^anisagao mano uif-
lioil e cuitosa, mas corstitae ua>a garanta d-
ana probidaie eciennfica e da segiranca para a
nosaa clleatella.
Pode diier-me, perguntoa o joroaliata, em
qqe constate e se tratameato?
N&o preciaamenie am segreda; mas em-
fia)... e am pouco particular. Qae lae baste
saper qae, por ao processo novo, levo necia-
mente* ao pulmo oa quilqaer eulra parte ata-
caca de tuberoulose am liquido anticeptico qae
aopiqolli o baclllo de Kock.
At aves da f le ?
Atravex da peiie, dos mscalos, dos casos.
Fago pois om verdadelro cu ativo local e pro-
doto assim o ooo prados, por exemplf, om ptn-
80 de Lister sobre urna fsrids. O problema es-
tala abi : reeolvi-o. Os meas collsborspcrea -
ztsam a experiencia e a applicagio delta e o
resaltados OBf elevamos cosas espewncaa; veja
o reglatro feto felos.nostos mdicos e o grande
cipa monte o bravo e discipiiasor (ommina- guanero dos nostoi inccestos.
por accordo commuao, a .iossa Eg-eja Evang^li.
ca se lo.-oou facto c n-cm nao > (i); o qual,
eumo obse-va o oo^so Dr. R- llg : nos mostra
cbegalo o cero das du-* conti sOes (2)*.
O-isauao as j -tis rtfls'e', qoe vos podara
tasar c m .elago aub<>rnlade legitima d'a*
qa-ll-a, que elf' taa.-em esti rea i aj e a ne:es*
sidade oaisoeosivel ae um* misso ex ra >rdi-
na la para procelerem a urna Rafj'ma radical
ae da i.s creng is oppoitas, como esa
AOsien.ome alada de vos ponierar a parte
impjrtar.tissima que o m.is p'O racionalismo
tve oesti recniaosem >ojo concurso nao tena
sido uossiv-1 re-hzal-asumo assevera o nosso
Or. F. Flscber (3).
Me lim Urei apenas a observar, qae nao Dodia
-er rrats ae.-ai*oso, para c&o diier vergoaboso,
o tim das courJrsOes Lo'herana e Calvioisti. qae
nelo lougo correr de 3U0 aooos Qzeram estran-
da- o muado todo.
Treseutos a mus de d sruslas e controversias
nSo uterrompidas ; de latas reobidas e moilas
vezes sanuiuolentas... para acabar u'uma fo-
san i.'oi.d- bavis de sabir urna nova Enreja, tm
a qual acbar-se-Qlam reunidas II...
Perdca minba afoateza. bonrado ministro,
parece me, qae nao val>< a peua tc.-e fallado
tanto, e lauto traDalOa.lo II...
Dii-me-beifi talvez, qce nao boove eeti fasso
de creocia, tendo navioo aoeuas urna reonio
exe ia.- na celeoragao do Rito da 'Jeta, a coja
mesa podem agora as.-istir p'omtscaameoie, e
participar simoitaoeamenie Lutaeranos e Calvr
oi tas. conservando cada qaal s cr^ngaa pro-
pnab de soa c..ofisrSi.
ve as minb s graves inqoietago's me conEec-
tissem asar anda dos meas aotigos gracejos,
di -o.- -na, qae a vossa emenda peior do que
o soneto.
O sieoal caracterisco da verdadeira religlao
de Jess Coriito, dii Wix, c a aoidaae a con-
cordia, qoe ella tem por ftiadamento (*) Dar-
momeando plensmenie com qaanto nos eosina
o Apostlo O. Paulo quando nos recoman oda de
co.servar a unidaJe do Espirito no vicculo da
paz, sendo am mesmo corpo e am mesmo espi-
rito.
Ora, Honrado Hinntro, como rodera baver oa
nos&a Egreja Evanglica essa anidada de espi-
rito, se cada coutistao conserva as propnas
crencss ?
Estarem reunidos ea umd.de de espirito
creado os Caloistas na predestlnagao absoluta,
e oa Laiberanos no amor universal, qoe Dos
tem por todos oe borneas, coasa, qoe a miaba
traca intelligencia nao *ab conciliar I...
Estarem euoiics em ooidade de espirito, uns
acre inundo com Lutoero que Jeaos Cb isto esta
realmente presente na Ceia,e on r.s creado com
Calviao, qae oa Ceia oo ba seoao orna simples
(ara, esta orna reuaio tao heterognea, qae
oo posso de forma aigoma ma convencer que
po-ea existir 1...
Eotretauto. esta reo )io existe na nossa Sgre*
Ja Evanglica II
8-ia tnflurncia para p-ovocar a cava iievi o a
qoe o vapo- da agua se condensa sobra as par-
tu-.ilas de p6.
Ple-se esubelecer em principio qoe de toda a
akua evaporada pe) sol da saperiLie das lorraa
e dos mares nem urna gona volia i ierra qn-
nao tenna sido condoossaa sobre urna particu.a
de ooeira como ou.leo.
E' [acll demoo8tral-o. Eacu-ae am f-as > de
ar filtrado cooveciea emeote e, e por consegu'
te, tseoto da poeira.
Faga-se ebegar a este frasco ama correte de
vaoor de agua.
Este (ic.ra ranspareoO p, portaoto, iovisivel:
n&o bavera cem trago t formag-o de nuveos.
A ireaenga o vapo- deaga' aera antcameate
iccuaaia peas guitas da agua qua correro ao
longo das pareaes do frasco : o vapor condensa-
se sobre o vtdro po- j.ue esie esta trio e porqu-
oso p:? caudeasar-se em out-o logar. Mas so
iQiroduzir-se no recipieote ar nao bifado, an du
veos Oabltaaea, devidas condeosagao do va or
sobre as partculas da poeira, se forja 5o e ve-
remos gottas c.'-'nlo eoi lo ai de cuu.a sobre
O funde do f asCO.
Sem p.eirj, po'taoto, oo feriamos nveos
aem nevoelro, coava e a entea, nem ci-s azulado?.
A superficie da solo, as srvores, aa casas, o.-
borneas e os aotmaes s-rum os nicos oojecio-
sobre o qu.es o vapor a'agoa 6e coutensarta;
desde qae o tempo refrescasse ficariamis cubar-
les i.e oumidade, ojue, oo averno, ae transfor-
ma ia em usa carnada de gelo.
No.-sas roupas oariam saturadas d'agu^, fem
qoe oa guardas ebuvaa poJessem nos servir, nao
contanio com o ar bum do que, peuetrando as-
sim oos ediflcios. naa paredes e oos movis, os
tornara entras laous superficies de coodenaa-
cto.
1) Vid. Vster, log. cit, psr. 535, Eocvclo-
peaia Real de Damstard, T. X, Fiscber, ob.
cit.
(i) Vid. Jornal E cleslastico Uaiverssl de
Damstard, 1825, n 103
(3) I nrodocgao Tbeoloeia da Egreja Proles-
tau< Evanglica, edi. de 1828.
(i) CooaideragOes sobre a conformldade etc.,
edi. de 1819
(Continua).
LITTERATR1
Lagrimas
AO ALIPIO TELLE5 DE MENEZES
Hespanholita, alada um s instante
Na bora extrema, extrema e langurosa,
Do labio leu na polpa dulgurosa
Deixa pousar meu labio iremulante.
Hoje que vais, que partes solugante,
Se me atormenta a lagrima saudosa,
Um doce beijo, alma lacrimosa
Traz lnitivo alent me bastante.
De ten cabello, amada, reluzenle,
Chorando, eu quero o aroma entontceme,
Beber tambem ness'bora dolorida.
Mas, ouve aqu: nao chores, toda calma I
Sim, pois taivez, ti i lia. de minb'alma,
Que va contigo a miaba propra vida.
numero o eximio flautista Candido Fi
Iho execulou magislralmeute urna lirentelle de
Reicherr, provaodo mais urna vez que pri
meiro flautista de Pernambuco; o (Ilustre pro--
feasor foi freneti.amenie applaudilo.
Seguiram is demai .-uineros que forara per
teilameote executadoa e os executaotes multo
appla adidos.
Os accimpanhameaios foram feitoa piano
pelos profeasores Tito Miranda e A Scnuppe.
No?sos cumprimentos ao Sr. Gaspar Nasci-
ment.
Falleclmento-Sabbado pelas 4 horas
da inanli, falleceu na cinade de Olinda a
Exm-i. Sra. L). Mana Kr-iocisca Marques la-
calhau, vinva do ez-escripturario da Alfande-
g., Manoel Marques B-icalhau
> '"nada era geralmente estimada.
P.iz a su'alma.
Institato Vaccinieo MunicipalA
contar desta semana o servigo de vacemagao
nes e Instituto ser feito tas tergas, quiulas e
sabbados.
Hriisagi-in Foi-nos offereci-lo um exem
piar da M.-nsagem dirigida a Assembla Legis-
lativa do Estado de Sargipe, pelo presidente do
mesmo^ Estado, o Sr. eerjaal Manoel P. deOlf
veira Valladao, em 7 de S.-lembro prximo
finio.
Somos agradecidos pela offerfa.
Ousadu inarlnheiro Cliegou no sab-
Dado Ultimo a este porto, procede i e de Boslo -,
aos Estados Unidos do Non depois de 72 das
de viagem, o cter americano Spray-, que
trouxe unicamenie ii bordo o seu capitao, o ou-
sado marinheiro J. Slocou, que ha pouco lempo
trouxe pora aqu a torpeueira Destryer..
A pequena-'iinbarcag&o apenas de 13 ton -
ladas, e partir nesie das para Buenos-Ayre,
if'ond.r seguir para a China,
laudamos o desiemido capitfio Slocou.
Le Genie de a siude Recebeu a
Ag-:n ii Luterana o ll. to d sa revista Irance-
za sobre modas, reten ote 2* quinzeua de Se-
tembro ultimo.
Agradecemos ao Sr. Leopoldo A. da Silveira
o exemplar que nos euviou.
Era \ov.i Foi distribuido o c. 33, cujo
exemplar recebemos e agradecemos.
laboato D'abt escrevem-nos em 2 do
correte :
O invern contini por ca, parecendo que o
co fez auppresso do vero, desta vez.
Osdous ros que* banbam a cidade tiverara o
mez passado agua que iraasbordon de seus
lei tos.
Obteve a usina Progresso Colonial o erap e-
stimo que solicitara
O laborioso agricultor coronel Manoel Xavier
pretende conseguir tambem do Estado u.eios
monetarios para por seu turno levantar urna
usina no seu engeulio Palm-.-ira.
Procedeu sea elego municipal aqu sem
barul o nem marinada, tendo caniado o liyinno
da victoria o partido federal-
i'.reio que nao nouve de.-lealdade no pleito.
Pelo menos, nao appareceu quera dsse d'elle
tesieinunium frauds e sabidi que a polica
nao se moveu doquartel.
Theatro Santa IsabelCom o mesmo
successo das ou ras represeoiagOes foi sceoa
no domingo o TmTim.
O thearo Iilleralmenle clieio, animava aos
artistas que bisaram* diversos trechos.
Hoje val sceoa o Burro do Sr. Alcaide
!:
nambuco.
Campos.
O cadver, qae se achara depositado em
Agrnmonle, no jazigo da familia Montairo dos
Sa tos, foi trasladado para urna sumptuora e
elegantisaima capella, que a Exma. Sra. D
Mara Anauncuda Duarte Maia, de Pernambu-
co, mandou construir no cemiterio da fregaezia
de S Pedro d'Avioso, cooselbo da Maia
Grande numero de irens, conduzin lo os ami-
gos ooa Eiras. Srs. commenda.-lor Joaquim
f)uar:e de Campos e Dr. Antonio Bruno da
Silva Maia, tos da pequenina Mara, acompa-
nbaram o sabimento
Entre o numero de cavalheiro3 que nos re
comamos ter visto, achavara se os Exms. Srs.
Jo> A. Monteiro dos Santos, Antonio Monleiro
dos Santo?, Antonio Sette Jnoior, Jos de Souza
Paria, Jos Antonio PilrSo e J. M Oliveira, e
moitas senhoras das relages da familia.
O fretro foi conduzido n'um magnifico co-
che, lirado a duas parolhas e coberlo com gran.
de qoanli lade de coras offerecidas por ami
gos mais ntimos da familia
Logo que o pequeoo cadver chegou egnji
de S Pedro d'Avioso, foi alli cantada urna
misaa e responso de gloiia e bengao da capella,
achaodo se a egreja luxuosamenie ornamenia
da pelos acreditados armadores da casa Delfim,
d'esta cidade, sendo a orcestra reg la pelo
reputado mes're de capella, Badoni.
.Por onsequio e como demoostragao da fi i
cera anuiado qu as liga familia da peque
nina ex meta, fii e-te acto religioso abrilhan
tado com o concurso das aisiinctas amadoras as
Exmas. Sraa D Arminda Telxeira. D. Maria
Gouvea Pi-ito e D Emilia Gouveia linio,
desta cidade, que cantaram irreprehcnaivel-
mente urna Ave Mana*, composigo tl'aquelle
professor, a aria de Stradella e outros solos,
acornpauhados ao violino pelas mismas se-
nnoras.
Recebeu a cave da urna funeraria o Exm.
Sr. Antonio Monteiro dos Sautos, am go inti-
mo da Tamil a da innoesnte extincta.
Terminadas as cerimonias da rasladacSo, foi
ervido um lauto jamar uo palacete do t.o da
fallecida, o Exm Sr. Antonio Duarte Campos
e por este cavalleiro offsrecido a lodas as pes
soas que foram prestar estas demonslrages de
sympathia e aiuisa-te a tao respeitavel familia,
entre as qua^s compartilhou d*essa honra o
signatario.
Casamento civil -O escrivo aos case-
raeotos que luneciona nos distnctos do Recife
Sant Autoqio, Sao Jos e Afogaios aflisou na
repartigo do-registro dos casamenlos ra
do Imperador o. 75 1.- andar, edital de procla-
mas de casamento doa segaintes coalranen
les:
1.' Publcaco
Antonio Francisco de Paiva viuvo, jornaleiro,
coraLucilla Estella de Abreu Reg, solteira, na-
turaes deste Estado e residente na freguezia de
j. Jos.
lelegrammas retidos -acham-se re-
dos na eslagao do Telegrapbo Nacional os se
guintes lelegramraas :
Da Parahyba, pira Antonio Costa.
De Macelo, para Tiiko.
De Nazareih, para Hermelino Barbosa.
Do Rio, para L ves.
De Pontal da llana, para Vicente Alves.
Do Rio, para Dr. Augu-to Montenegro.
Do Rio, para Baltar a Bruzio.
De Macni, para Einile Dol.
De Natal, pora Jos Pires.
De Maroira, para Amado Laceria.
Do Muraubo, para Miguel Rosa.
Maria, Pernambu:o, 2 liora3, Graga.
Josepba, Peroambuco, f mezes. Graga.
teir,,tDoa0-Vufaer0' Per0a,nbaC0' l7anD08' **"
h.hn9l Joa('uim So"es de Oliveira, Para-
yu 21,*!Lno!' solteiro' Boa.Vista.
sad^GragS"^8''' ^"-eo, 50 anuos, ca-
Bovffi? J8' Pernmb^. 41 auno,, casado,
84ronit!s^r^Penu,nbac<)'
Bo!.*V3e.a.d8 C***^ minotos,
Recffe' ^ C3ta' A,rCa' ^.solteiro,
Mara Francisca de Paula Xavier, Pemao-
buco, 35 anuos, viuva, Santo Antonio raam-
Flix Othon Silva Santiago, Peroambuco 2X
annos, solteiro, Santo Antonio. '
Joann, Rio Graode do Norte, 4 annos, Re.
Antonio Gabriel de Siqueira, Pernambuco 15
mezes Boa Vista. '
Mario, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos
Luiza Maria da Costa, Pernambuco, 90 annos
solteira, Boa-Vala. '
Joaquim RomSo de Oliveira. Rio Grande do
Norte, 29 annos, solteiro, Boa-Vista.
CALEPINO
wovid des Novidades !!
traduego de
Recife95.
Eduardo d'Albuquerque
REVISTA DIARIA
Apuragio das eieiceNo dia 10
do correle s 11 horas da manhS ter lugar
na Secretaria da Prefeitura a apuragao geral
das eleigOes realisadas 30 de Setembro ulti-
mo.
Na secg&o competente vae inserto um edital
oeste sentido.
Estrada de Ferro de Liinoeirn
Honiem conslituio-se em greve todo o pessoal
da Estrada de Ferro de Limoeiro, em virtude do
que foi suspenso o irafego da mesma estrada,
cerca de meio dia.
A commiasao de empregados que, a proposi-
to, procurou-nos honiem no nosso escriptorio,
narrou-nos qne, no sabbado ultimo havia ende-
regado urna petigao ao Superintendente da Es-
trada, reclamando augmento de vencimenlos,
de 50 V* P"ra os que venciam al 1008900 de
30 "/ at 2098 e 20 % para os que vencessem
mais dessa quantia.
Na referida petigao era marcado o prazo de 48
horas, qae foi observado, para a resolugo da
questao, e nao tendo o respectivo Superinten-
dente attandido dentro do prazo marcado re-
clamago, foi pelos meamos empregados aban
donado o servigo em toda a linha.
Sem querermos emiltir parecer sobre urna
questao que nao nos consideramos bem habili-
tados a julgar, pela falta do perf-ilo coobeci-
mento de todas as causas que a determioaram,
todava nos parece que, altelas as acluaes dif-
tculdades de subsistencia que tanto tem grava-
do as classes pobres da aoctedade,a pretengao t
justa e merece por ser tomada na de vida consi-
deragao.
Effectivamente, os veocimentos daquelles em-
pregados, oa seu maioria, sao insuficientes, pois
que o augmento concedido ltimamente n&o
estava as proporges das ditficuldades que,
oriundas de causas bem conbecidas, se nao im-
posto notad menle s classes menos favorecidas
do fortuna que pertoncem os mesmos fu necio
oarios.
Em face dessas razSes queremos acreditar
que a questao ser resolvida em favor dos em-
pregados em greve, como nos parece ser de jus-
lica.
Concert Gaspar Naseimesto
Sabbado ultimo leve logar, nos salos do Club
Internacional do Recife, o concert que, em seu
beneficio, promoveu o grande tenor purmgoez
Gaspar Nascimento.
Nao teve grande eocheute devido ao espec-
tculo que bouve no Tneatre Santa Isabel .
as-im mesmo comparecen um regular numero
de pessoas da melbor lile social.
0 concert foi am triumpbe para e Sr. Gas
par Nascimento que mostrou ser um canfor de
mrito ; um tenor de primera ordem.
Dea comego o concert, o trio de La Fan
cbonetb,* tomando parle oa profeasores Candi
do Filho, Santino Pinto e Tito Miranda, todo-
sairam-so omito bem.
opereta em que eslra o acor J aqunn Costa.
Trem para Apipucos, Caxaogae b nds di
costuma.
Instuio Vacelno Hoac pul- Per
ordem do Dr. director dsle Instituto avisa-se
que o servigo de vaccinago passa a ser felo
,ias lergaa-feras, quintas, e aos sabbado?, das
tO a 11 heras do da.
Estrada de ferio- do Limoeiro O
Sr. superintendente dessa estrada scientifica ao
publico, por seu annuncio em outro legar desta
Diario, que, at ouiro avoo, essto suspensos
na mesma estrada os despachos de mercado-
rus ou bagagem, visio a rve geral mani-
festada entre os empregados.
Revista do TurfHoniem recebemos o
1. numero desse peridico sportivo, cuja visita
agradecemos, desejaraos looga vida e eonser-ir
gao de Qns ao recemvindo arena jornalistica.
Revisua Illustrida Temos sobre a
mesa de irabalhos os os. 695 e 6J6 da folha flu-
minense, que oa aua especialidade de humors-
tica e de illuslrago honra a imprensa fluminen-
se e nao desmerece das suas coogeneres.
E' bastante conhecida em nosso meio, e por
sbo nao carece de recommendago.
Agradecemos a remessa dos respectivos exem -
piares.
Club Mnalca Rectense-Este club
procedeu no ia 30 de Setembro a eleigo de
sua nova directora, que flcou assim consti-
tuida :
Director e vice-dito-.Francisco S. Lise
Eduardo W. daC- Guimarftes.
Secretarios e adjunctos:Joaquim Rabello,
Adalberto Lima e Flix Lyra.
Tbesouretro e fiel:Ballhasar Filo e Joo
Gomes da Costa.
Orador e fiscaes :Demetrio Rcdrlgues, Joa
quim de M. Castro, Osear Viera e Jos Lina
dos Santos.
Foi marcada a sesso de posse para o dia 8 do
corrente, sendo eleita ama coramiss&o de con-
tas para examinar e dar parecer sobre O catxa
apresentado pelo thesouselro.
Conselbo Eitterarlo e Recreativo
NazarenoNo da 23 do mez fiado, feslejou
essa antiga sociedade o 14. anotversario da
fundagao de sua bibliotheca.
A's 8 horas oa noite, peracte crescido e selecto
auditorio, onde sobresaia grande numero de se
aburas o prasidento cidado Vctor Vieira, pro-
nunciando urna allocugo aoaloga ao acte, abri
a sesso, correado nessa occasio a cortina de
um quadro ricamente molturado onde se va o
retrato do socio fundador cidado Manoel Joo
Rio oordo Cnave8, tocando nessa occasio linda
pega ile seu repertorio a banda da Euterpina
Juvenil, fendeudo o ar urna salva de 21 tiros e
sendo alnadas sobre o retrato inaugurado mul-
tas flores.
Em seguida oceupou a tribuna o orador otfl-
cial, cidaio Manoel Xavier Sobnoho, que em
entliusiastico discurso acerca da utilidade da bi
bibliotheca e accenluou os benemritos servig .s
dispensados pelo socio retratado, j fundando
aquella bibliotheca, j pugnaodo pelo seu des-
envolvimento.
Seguio-lhe na tribuna o cidado professor Joo
da Barros Corris, pronunciando ento um bem
elaborado discurso.
O l. secretario leu um ofucio do Club
Musical 22 de Novembro em que motivava o
seu nao comparecimenio, congratulando ae. po-
rm, com o Cenlro, e mais dous cartOes no
mesmo sentido, do socio honorario Dr. Ribeiro
da Silva e do socio correspondente Odilon Ra-
mos, sendo nessa occasio offerecidas diversas
obras bibliotbecas por distioctos cidad&os.
Nao havendo quem mais usasse da palavn, o
presidente agradecendo aos convidados o seu
cjncurso aquella testa, encerron a sesso, coo-
vtdando-os a assignarem a acia da mesma ses
sao, e assistirem do treatbinbd do Centro,
soire dramtica, cotnposla do drama em dous
actos :Amor e Honra, e do monologo : -Ty-
pos de cara dura, reritado pelo hbil amador
Antonio Barbosa.
Desempernada correctamente toda a repre
seotago, foi meredora de innmeros applau os,
dos assislentes.
Pala dedicago que tm causa da instruego
sao dignos de loavores os digaos mogos do
Centro a quem damos parabens, animaodo-os
t, proseguir.
Gremio Tobas Barretto- Hoje p*
las 61|2 horas da tarde, reuoe-se em sesso
ordinaria, esse gremio scientiflco e littara
iio
Trasladacfio-0 Jornal de Noticias
de Lisboa, deu a'seguinia noticia, em edigo de
10 do mez fiado :
Realisou-89 hontem, com a maior imponen-
cia, a trasladago do cadver da ionoceot
garl, fllua do j fallecido capitalista de Per-
Lmhas fenecionando regularmente para Sal,
Norte e centro do Estado.
Hospital de Santa gueda-O mo-
viraeoto deste hospital no da 6 de Outubro foi
Varilas
Existiam....... 159
Entra ram....... 4
Sahram curados..... 4
Falleceram .... 2
Exisiem em tratamento. 157
Natadouro molleoForam abatidas
no Matadouro t'ublico da Cabanga 194 sreze
para o consumo de hoie
Lazareto da libado Pina-Eis o mo-
viuieni d-.-se lazareto no dia 5 de Outubro:
Existiam....... 18
Fallecea....... 1
Existem em tratamento. 17
Movimenlo do d>a 6 de Outubro :
Existem em tratamento. 18
Operaces cirurgleas -Foram prati-
cadus no Hospital Pedro II as seguintes :
Pelo Dr. Alfredo Costa :
Posthotomia reclamada por phimoeis inflama-
toria.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Extirpago da partida direita reclamada por
Sarcoma.
Exciso Ihermo-caulerio, reclamada por ve
getagOes syphililicas.
Pelo Dr. Berardo :
Tarsorraphia com retalbo ovalar transplan-
tago de bordos na palpebra superior do olbo
direito, reclamada por trecbyasis duplos.
Irdictomia ptica reclamada por mancha cen
Ira I da cornea.
Commissao de Melhoramento do
Hurto do Recife-Recife, 6 Sotembro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
V. Duvrey-Historia de Roma,
P. Chagas, 4 vols. eocadernado
Souza Piulo-Diccionario de Legislago Com-
mercial Brazileira, 2 vols. ene.
Luiz dos Sanioa-Contabiltdade Commercial
l vol. ene. *
GoetheFausto, 1 vol. ene.
Maria AmaliaAlguns horneas da meu lemoo
1 vol. ene. "
C. LombrosoL'bonie Di Genio, 1 vol ene
k Pierre Drut Polique Electoral Et Parla-
mentarle, 1 vol.
R. Dareste Les Constitulions Moderno i
vols. ene. '
Alexander-Grammatica Allem, 1 vol. ene.
Charles Gide-Economie Polrique, 1 vol
Cons ituigo Federal e as Orasttuges dos
Estados, 1 vol. eDC.
Lafayette-Direito de Familia, l vol. ene.
1. de Freitas Coosolidago das leis civis 1
vol. ene. '
^Ph. Gauckler-Le Beau el son histore, 1 vol
A CelsoUm Inveja lo, 2 vols. broc.
R. 1-ernandesSciencias Naluraes e Phystca?
Nog0e3 de Geometra
e Descrip-
doras. Term eenti'
jrtt
0 m.
9
12
3.
6
24/4
27,'1
28 ,'3
27/9
26\8
Barmetro Tenido do Humu
4 O*) vapor L.
759,-73 16,79 73
760.-59 18,42 70
759,-76 18,61 66
757,-15 18,92 68
757,-70 18,12 79
Temperatura mnima 24,*25 Thermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 30,*50 Ennegrecido
45,2-Prateado 34,.8.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,-3 som-
bra 4,-3.
Cbuva nulla.
Direcgo 4 n. 46 m. da manbS ; ENE at 5 h. 59 m, ;
NNW at 7 h. 41 m.; ESE at 0 h. 15 m. da
tarde ; E e ESE alternados at meia noute.
Velocidade media do vento 3,-15 por se-
gando.
Nebulosidade media 0,33.
BOLETIM DO PORTO
Dias Horas
Altura
2,-19.
Pra-mar oa
baixa-mar
t. M. 6 de Outubro 6 h. 20 da m.
P. > 12 b. 30 m. da t. 0.7
Cemiterio Hubllc Obituario do dia 3
de Ouiubro de 1895
Pedro Rodrigues da Silva Rocba, Pernam-
buco, 33 annos, viuvo, Boa Vista.
Mana Tnereza Dures, Pernaxbuco, 20 anuos,
solteira, Pogo.
Marcolina Ramas da Silva e Souza, Pernam-
buco, 67 annos, viuva, S. Jos.
Anna de tal, Pernambuco, 60 aooos, solteira,
S. Jos.
Anglica Maria da Soledade, Braail, 55 annos,
solteira, S. Jos.
Joo Jos de Miranda, Pernambuco, 14 mezes,
S. Jos.
Ildefonso, Pernambuco, 4 annos, S. Jos.
Josepba Maria do Carmo, Pernambuco, 26
anno, casad*, Boa-Vista.
Antonio Pereira da Silva, Peroambuco, 50 an-
nos, casado, Boa-Vi-ta.
Manoel Gaspar, Parnambuco, 35 annos, sol-
teiro, Boa-Vista.
Manoel Pedro, Pernambuco, 30 anaos, soltei-
ro, Bea-Vsita.
Sergio Jos Ferreira, Pernambuco, 18 anuas,
solteiro, Boa-Vista.
Dia 4
Joa Domingues do Carmo e Silva, Pernam-
buco, 53 annos, casado, Afogados.
Arcelina Ursulina Guimare*, Pernambuco, 28
anuos, solteira, Boa-Vista.
Antonia Clara do Espirito Santo, Parahyba, 58
annos, solteira, Recife.
Jos Ignacio Ferreira Rabello, Pernambuco,
65 annos, solteiro, Boa Vista.
Arnau, Pernambuco, 3 mezes, Pogo.
Felicia Maria da Conceigo, Pernambaco, 26
asaos, cassda, Recife.
Maria Aurora dos Sante, Pernambuco, 1 an-
no, Sanio Antonio.
Carolioa Maria dos Santos, Pernambuco, 1
anno, Boa-Vista.
1 vol. ene.
O. FreirPrimeiras
Pratica, 1 vol. ene.
M. Nordau-Mentiras Convencionaes 1 vol*
broc.
F. Pmentel-m Canalha, 1 vol. broc.
V. Castro-Allantados ao Pudor, 1 vol. broc-
G. Barbosa-Os Segredos de Cupido, 1 voL
broc. m
M. Vieira antico Infanlis, 1 vol. ene.
F. Carvalho-Quarto e Quinto Lirros de Lei-
tura, 1 vol. ene.
S. DiarteCo e Trras do Brazl, 1 voL
ruc.
S. FreifasOoservagSss Criticas
gos de viagens.
LIVROS RSCEMCHEGADOS
S. RomeroParlamentarismo, 1 vol. broc.
Etnographia, 1 vol. broc.
Ferreira-V:da Pratica, 1 vol. ene.
P. Carvalbo-Praxe Forense, 1 vol. ene.
P. P^ssoa Cdigo do Processo, 1 vol. ene.
Nabuco Manual do Advogado, 1 vol, ene.
Miller Maier Tratado da Prova, 2 vols*
ene.
LevindoReforma Judiciaria, 2 vols. ene.
OarofaloCriminaloga, 1 vol. ene.
R. Octavio-Uemareag&es de Trras,! voi.
ene. '
C. Perdnaod -Orador Familiar, 1 vol. ene.
J. Allberi-Phy3iologia das Paixoes. 1 vol.'
broc.
Trovador Brazileiro, 1 vol. broc.
Guerra do Paraguay ou o imposto do viutem
500 res,
Poesa do Russinbo, 500 reis.
0 Livro dos Sonaos, 500 reis.
Lyra Popular ou o Poeta dos SalOes, 1 voU
broc.
F FreasAsaeasor Commercial, i vol. ene.
Nabuco -Asaessor Criminal, 1 vol. ene.
V, Castro-A nova escola penal, 1 vol. broc.
Eosaios Jurdicos, 1 vol. broc.
DutraO Livro do Lavrador, 1 vol. ene.
O Livro do Creador, 1 vol. ene.
O Livro do Industrial, lvol. ene.
F. Pimentel-Contos da Carochinha, 1 vo
ene.
A. Dematbenes-Or.dor do Povo, 1 voL
broc.
Ruy Barbosa- LicOes de Cousas, 1 vol. broc.
P. CbagasMorgaainha de Val-Flor. 1 vol.
ene.
Thesouro de Meninos, 1 vol. ene.
Thesouro de Meninas, 2 vols. ene.
Arte de Dansa, 1 vol. ene.
Cniquinha Mascotte, 1 vol. broc.
C. Janseo Viagoos de Gulver, 1 vol.
ene
Mil e Urna Nones, i vol. ene.
D, Quizte, 1 vol. ene
Robinsoa Crouso, 1 vol. ene.
ResDice. Homeopalco, 3 vols. euc.
LaalarrlaPoltica Positiva, t vol. ene.
Eneyclopedia do Riso e da Galbofa, 2 vols.
ene.
Mensageiro dos amantes, 1 vol. ene.
Manuai E*pstolar. 1 voi. ene.
Carteira do advogado, 1 vol. ene.
OLiTro de S. Sypriaoo, 3 vols. broc.
J. Ribeiro A Carne, lvol. broc.
C. NettoBalladilnas, 1 vol. broc.
A dona de cas', vol. broc.
A. CelsoNotas e fecgOes, 1 voi. broc.
O Imperador no Exilio. 1 vol.
broc.
A. RibasA Capital Federal, 1 vol. broc
O Eructo Prohibido, 1 vol. broc.
T. RibeiroD. Jayme, 1 vol. broc.
EscrichPromessa Sagrada, 3'vols broc.
Foraosu a d'alma, 5 vols. broc.
Catrinho d Bem, 4 vols. broc.
Os Predestinados, 4 vols. broc.
A Felicidade, 4 vols. broc. .
Ultimo Beijo, 4 vols. broc.
Amor dos Amores, 3 vols. broc.
O Cura da Aldeia, 3 vols, broc.
Franga JniorFolhetios.
Direito por Linhas Torlas, co-
Amor com amor ae paga, ideo*.
Como se fa.ia um deputado
dem.
Meia bora de cynismo, idem,
Lotago dos Bonds idem.
Typo Brazileiro, iffem.
Grande e varladissima col-
lecao de comedas, scenas co-
micas, fui-cus, quiprocuoa, la-
rachas, barletas, etc., etc.
Sallen-O Jardioeiro, 1 yol.,
I_eis Orgnicas.
A. Azevcdo Obras completas, 2 vols ene.
F. VarellaObras completos, 3 vola,
ene.
T. BarrettoDase Noites, 1 vol. ene.
C. Abren -Obras completas, 1 vol. ene
CU Crespo Nocturnos, 1 vol. ene.
Miniaturas, 1 vol.
1LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
SOll Z A paz m C
81RUADO IMPERADOR81
Compra e vende livros novos e asados
meda.
c

SPORT
Prado Pernambucano
5.* CORRIDA
No Domingo rea lis u a corrida annun-
ciada
O divertimento
da maior monta.
correa sem incidtntoi.
1 p 1


r

1
'


Diario de Pernamhnca Tera-feira H de Outubro de I $95
Foram em todo elle vendidas 3 <5g4
nulas, que elevaran o movimento da
Ja.a das poetas a 17.330*000.
0 resultado da* carreiras foi o se-
ruinte :
Ir* pareo 1.000 metros premio
26C9000.
Vencedor Enireb, em 74", jocky A.
Franca, 54 kilos, dando poule 228300.
Pianc em 2.- 458500.
2. pareo 1.100 metros premio
2508000.
Vencedor, Ibo em 80", jockey Deolin-
do, 52 kilos, dando a poule 228400.
Pruceem 2- 100000.
3-. pareo1.400 metrospremio....
3008000. nno _
Vencedor Plutao em 102 jocksy P.
Alexandrino, 62 kilos, dando a poule
90500.
Furioso em 2.- 782C0.
4.- pareo 1.500 metros premio
300S0C0. a 9..
Vencedor Tenor 2.- em lid VJjo
ckey Deolindo, 52 kilos, dando a ponle
118600.
Accionista em 2.- 16)5300.
5.- pareo2.20C metrospremio....
5005000. am .
Vencedor Cingo em 170", jockey Ma-
noel Pereira, 51 kilos, dendo a poule
248200.
Mascte em 2.- 108000.
6.- pare^ 1.609 metros premio
3008000. _
Venceder Pluto em 119", jockey Pedro
Alexandrino, 52 kilos, dando a poule
98200.
Turco 2.- em 158300.
7.- pareo1.20O metros- promio...
2508000. .
Vencedor Maestro em 90", jockey A
Franca, 52 kilo?, dando a poule 12$10U.
Bathory em 2.- 78000.
Itrrby Club de Pernambuce
Encerra hoje a inscripc&o para a cor-
rida de Domingo prximo em sea prado
da Est ncia. ____
fCBCJiCOS i PEDIDO
Cateado
Sob esta epigraphe li no Diario de
Pcrnambuco de hoje e as publicacSs A
pedido um incorrecta artigo escripto em
Catende no dia 24 de Junho deste ann (V.)
com minhc asssignatura, no qual ata-
cada a honestidade do Sr. JoZo Manoel
de Farias ; mas para que o miseravel
falsario que tao infamemento abusou do
meu nome, nao supponha que ha de at-
tino'ir ao fim que visou, declaro ao pu-
blico, e especialmente aos habitantes
deste muniepio de Palmares, que nao
autorisei, nao assignei e muito menos
tive intervencSo alguaia n'aquelle acervo
de detrataces ; mtsmo porque o msera-
vel escrevinhador pretendeu molestar um
cidadao com quem mantenho boas rela-
c5es de amisade, sem que entre nos
ambos tenha jamis occorrido a mais
simples desintelligencia. ^
Hei de recorrer a todos os meios le-
gaes para descobrir e punir o covarde
que assim se utilisoa do meu humilde
nome.
Palmares, 6 de Outubro de 1895.
Hermelindo Aleo/orado.
O Verdadeiro SEDL1TZ GRANULA-
DO Purgativo refrescante o preparado
CH. CHANTEAUD pharmaceutico de
pnmeira classe, 54, ra des Francs-
Bourg-Paris, Antigo socio do Dr Burg-
graeve e Fundador da Pharmacia Dosi-
metrica. Acautelar-se contra as imitagSes
exigir o envoltorio amatello do inventor
Gh. Chanteaud.
lOMMERClO
Bolea Commerclal de Pernu al-
buco
COTA^SES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
\Pracado Recife, 7 de Outubro de i8g$.
au active coucao.
O presidente
Aaloalo Marques de Amoro).
O secretario
liaooel G. da Silva Plato.
Cambio
Os Bancos 8hr|raa> c.im a taxa de 10 1.3 so-
bre Loodre* a 90 d|f cffereceodo depois 10 5,16.
Ao fecbar o mercado esteve meos firme e os
Bancos nao eaccavam a mais de 10 1|4 appare-
cento poucos tomadores e as iraoaacroes foratn
dlminolas.
Em letras rarticolares constou peqaeno3 ne-
gocios a 10 7|l6.
Cotace de seeros
irara o agricultor
Aseucar:
UsiDaspor 15 kilos. 5*600 6*000
Brinco, por 15 kilos 4*200 1 8*400
Srcenos,lleno. dem 3*200 a 3/oiK)
Mascaado, dem, idem. 2*300 a 2*500
Brutos, idem, dem 2*200 a 2*500
Algodo
Vendido a 12*300 os 15 kilos.
a leo o I
Por pipa da 480 litros 218* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 120* venda.
r*S
8ccos salgados na bise de 12 tiloe 1*150 ria
venda.
Verdea 630 ris, venda.
Carnauba
Coti-se de 23* 35*000 por 15 klios.
Hei
Por 110*000 nominal.
feooriaco
Recife, 7 de Outabro de 1805
fira o exterior
r na vapor inglex Scbolar, para Liverpool,
carregaram :
D. Gouveia, 224 aaccas com 15.462 kilos de
aleodao.
B. Williams & C, 500 fardos com 88,88
kiles te algodao.
Blackbrno & C, 22 barricas rom 1190 kiles
de borracha.
No vapor inglex Heveiens, para Hew
York. carregaram :
B. Wiil'ams & C, 4,600 pelles de cabra e...
6150 dltis de carnei 0.
No vrpor allemao Parabiba, para Lisboa,
carregaram :
C. de Eativ?, 108 aaccas com 7,099 kilos de
algedio
A. Fernandas 4 C 455 saccas com 35,211
kilos de algodao.
Para o interior
No vspjr ailem&o Boeoos iyres, para
Sanios, carregaram :
P. de OllvelraMaia, 20 pipaicornil.000 litros
t alcool.
FABRICA CAIIAS
Os abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio para fazerem
apprehender onde fjrem
achades cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imitadadosseuB ci-
garros, anlo na mo;talha
como no rotulo; e que
estao dispostos a proceder
contra quem expozer dito,
cigarros venda, com todo
o rigor, de conformidade
cem as penas decretadas
por le.
Recfe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo4'^*
Ao commercie
Nunes Coimbra Se C, declaram que
o Sr. Gervasio da Sotiza Pereira de
Brito, deixou de ser emprecado, desde
esta dacta.
Recife, 1 de Outubro de 1895.
Nunes Coimbra St C.
t'irur jiao dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgio
dentista, abri seu consultorio na ra
Nova n. 19. 1* andar.
^vn-W -^"^A.Q'W*"
Felicltaces
I A' Exma Sra. D. Deolin-
$ da Houra pelo seu feliz anoi-
f versauo natalicio hontem.
Recife-7-10- 95-
5 A devocao de S. Joao Bap-
tisis.
Atten$o
Importante obra
Vender por l.iO.OOO a eol*
leccfto completa da Gazeta Jir
ridica do Dr. Carlos Perdigao.
Nac 3G grossos voluntes, em
rica encadernacSo.
Quem pretender, el vi ve car*
ta fechada na padaria Mello
Biset a ra Larga do Rosario
n. 40 com as iniciaes S- B.
Dr. Brrelo Sampalo Oculista
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
l." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 as 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
n. 287.
B W lliams & C, 350 hrdus com 62,003 Itiios
de alifoi 5).
No vapor francs V. de Mjnievr par
Blo de Janeiro, ctrreearam :
L. A Costa, 3,500 abacaxis e 8,400 cocos
(rucia
P. deOveira Haia, 30 pipis com 16,200 litros
de alcool.
No vapor anstrixeo Orion, para Babia
carregaram :
A. Fernandes C, 100 saceos com 7,500
kilo-: de assocar braoco.
No vapor nacional Itatiaja, para Parto
alegre, carregaram :
P. Lemos & C, 20 latas cam 400 litros ce
oleo de ririno.
A. IrmSo & C, 700 eaczas com 52 000 kilos
de assacar braneo
rara Pelotas, carregaram :
a. Irmaos &. C. 100 saceos com 7,500 kilos
de assacar braoco.
P. Caroeiro & C, 50 saceos com 3,750 kilos
de gssncdr braoco.
Para Rio Grande do Sal, carregaram :
A. Irmaos & C 150 saceos com 11,250 kilo-
de ssaocar braoco.
P. Caroeiro & C, 200 saceos com 15009 kilos
de issocar braneo.
Pa-a Porto Alegre, carregaram :
P. Carneiro & C, 100 saceos com 7,500 ki os
de asnear braoco e 500 ditos com 37,500 itos
de dito.
G. Foseca & C, 214 saceos com 16,00 kilos
de assacar braneo.
No vapor nacional Asso.'*, para o Para,
carregaram :
Liyj A M reir, 94 barrleai com 7,5(0 kilos
de assacar banco.
L. j. S. Goimares, 206 barricas com 13 320
kilos de assacar braneo.
J. T. Carreiro, 100 saceos com 6000 kilos de
caragos de algodai.
P. deOlivelra Mala, 25 pipas com 13500 litros
de agnsrdene.
Na Dorcaca Recreio Social, para Porto
Calvo, carregaram :
C. Lemos & C, 20 ciizas com 460 kilos de
sabao. 1 barrica com 60 kilos de assacar braoco
e 2 ditas com 120 dlios de dito maacavadn.
S. M. dos Santo1, 5 caixas com 115 kilos de
eabao, 1 barril com 45 litros de vinagre e 1
calxa eom 20 ditos de cerveja.
N? barcaca C. ParaDibano, para Parabi-
ba carregaram :
Braga & C, 1 barril com 90 llrros de alcool.
= No biat Barroso, para Mossor. carra-
g.ram :
C- Lemos & C i barrica com 140 kilos de
doce.
Rendimentos pablleos
Mex ;e Oatabro de 1895
Alfandega
Beoda geral
Do dli i 1 5
dem ae 7
381:412*098
74:683*916
Renda do Estado
Do da 1 a 5
dem de 7
33:6391198
3:553*116
Somma total
56:126*02.
37:192*414
493:318*438
2. geecSo da Alfandega de Peroamboco, 7
da Oatabro de 1895.
0 cnefe da seccao
L. F. codecera.
O tbeaooreiro.
Lolx Man oel B. Valenca.
NrJLENZrl
A bronchite que sobrevem a Influ
enea, as Corysas (difluxos) acompanh-
das de reaeco febril, broneho-pneumo-
nia, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias de-pii~ganta, insom-
nios e tosses suffocants Cjiem immedia-
tamente ao uso do
XaropedeLobeliainflata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor gtherapeutico'
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados 1 obtdos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Baro da Victoria n. 37, i." an-
dar, sala posterior.
Pcrnanabco
Grande numero de oberva^oes clnicas
dos mais eminentes m-dicos, tanto nos
hospitaes como na ciinica part cular, tem
demonstrado qae as Perolas de Ethr do
Dr. Clertan constituem um medicamento
verdaderamente heroico que dissipa r-
pidamente as caimbras do estomago, as
palpitares, as clicas hepticas, os j^azes
inteBtinaes, as sufFocacoaj causadas por
pontos dolorosos procedentes de digestao
diicil; todas e dores, emfim, prove-
nientes de urna superexcitacao ner-
vosa.
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 as 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualqure hora, telbphonb n. 226
Nao de lastimar ver tantas joven-
livi as, com o semblante pallido, olhos
abatidos, prostradas sem gosto nem vono
tade, priva Jas da satisfoco do casamenta
e dos gosos santos da maternidade, quan-
do ser a to fcil restitur-lhes a an ma-
cao, robusteze alegra? Para conseguir
este resultado, basta dministrar-ll^s o
Phospha'o de Ferro de Leras, tao efficaz
como admiravel na anemia, calorse,
empobrecimento d> sangue, dores de es-
tomago, etc.
-----------
Na poca actual, toda de progresso,
em que os medicamentos deven) ser agr
daveis e activos, estas qualdades sSo
peculiares do Xarope de Rabo iodado de
Qrimault e C.a, bem conhecido das boas
mes de familia, que o preferem ao Xa-
ropa antee8Corbutico para combater as
erupcOes da pelle as croatas de lete e
as glndulas que se mostrara enfortadas
em nda d<> pescoco.
Petoral de Cambar
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares e apenas com um frasco
fiquc completamente restabelecdo.
Carlos de lencar, major-fiscal do regi
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas,
Peitoral de Cambar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M-
da Silva Pimentel recorreu, depos de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sado
perdida.
O AGENTECompanhia de Drogas.
Temos o prazer de infirmar os nossos
leitores que, desde hoje os "omprimidos
de Vichy, sSo explorados pelos Srs. G.
Prunier & C e a Companhia Arrenda-
dora de Vichy.
Preparados com aguas naturaes de Vichy (Fontes do
Estado), os Comprimidos de Vichy sao
apresentados sob urna forma nica sem
designacab de nome de fonte.
O estojo verde com fiozinho encarnado
que os encerra designa os productos tao
conhecidos da Companhia Arrendadora
de Vichy.
RAUUVEIRA
Tod.08 oa mdicos receitao o Peitoral
Catharinente como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
DROGARA rraga
Coronel Frederico Chaves J
Medico homeopatha |
.< Ra RarSo da Victoria )
N. 37 1.- andar H
RECEBEOORIA
D j dia 1 a 4
dem de 5
DO ESTADO
41 873*909
li:13D*.7.
RECIfE DnlNAGB
Do da 1 a 4
dem de 5
56.0131083
18:2814682
2:6714619
20:9534268
Movimiento do porto
N wio eii'rados no dia 7
Trieste eec.la-31 diac. vapor ausfaco Orijn
de 1763 tooeladaR, eju'paKem 24 toneladas,
commandante Marnulun, carga varios geoe-
ros; a H. Forster & C.
Hamhurgo e escala18 ^tas, vsp r allemao
B eMo.-Ayrts de 2)75 toneladas, equipa
era 38. commaodonte F. Bod, carga vanoi
gennr js ; a Borslelmaoo St i>.
Ni Yo:k e escala22 diae, vapor ingle* Her8-
cn-11,3 de 1200 t mandante Joo Byme, carga varios generus;
a H. Forster & C.
Nvos cnidos 00 mesmo dia
Po-to Alegre e escalaVapor oacioosl Itstiaya,
commaodante Tomas Madge; car^a varios
ganero'.
SidoejLugar iogle Arvola, commaeda^te
Roberl Wakcbam ; e u lastro.
ODservacoes
Passoa 1 avegando do Sel para o Norte am va
por ingles da Lompannli Prince Stesmers Snip
pius as 9 tu-as da mann-
Saalo nara Fernando de Njronba o vapor na-
cional Una.
Mercado Hnnieipai de 8. lose
O movimeato deste marcado no dia 6 de Oo'.u
oro tol o segointe *
Entrsram :
31 bois pesando 10 639 kilos
135 kilos de peixe a 20 ra.
i ti compart com mariscos 100 rs.
8 ditos com camarSes p 100 rs.
26 1/2 col aranas a 600 rs.
5 cargas com gallinhas a 500 rs.
6 cassaaes com gallinbas'a 300 rs.
2 carga com amendoim a 300
6 cargas com batatas a 300 rs.
1 carga com macacbeiras a 300 rs.
1 cargas com cebollnbo a 300 rs.
10 cargas *> gerimaos a 300 ts.
15 cargas com verduras a 300 rs.
2 carga com canoa a 300 rs.
2 cargas com laranjas a 300 rs.
2 cargas com iobamts a 300
1 cargas com loncas a 300 rs.
i cargas com diversas a 300 rs.
6 cargas com rarinba a 200 rs.
10 cargas com railbo secco a 200 rs.
6 cargas cem feiao a 200 rs.
76 logares a 200 rs.
22 Sainos a 200 rs.
12 comp. com saioelros a 14000
9 comp. com selati-o: a ?00 rs.
8 comp. com fressaraa a >0 *b.
34 comp. com comidas a 70o rs.
74 comp. com faiendas a 600 rs.
49 comn. com verdaras a 300 te-
106 comp. com feriaba a 400 rs,
58 comp. com tainos a 24000
2*700
1/600
4800
154600
24500
148 JO
J6H>
14800
4309
4300
3*0 0
44500
4600
4600
460
43O0
4600
14000
24000
I410O
154200
41100
124600
64300
44800
234800
444400
144700
424400
1164000
Randlmeato dos das 1 e 4
3144400
1.6254400
1.9394300
Peitoral de Cambar
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do dstncto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermdades das vas respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares.
O agente Companhia de DrOgas>
Instrumentos
Grande sorlimento de instrumentos
para banda marcial da importante
(abrir Uautrot Aine & C.
l'REALLE 4 C.
59-Ra Baro da Victoria59
Francisco PeJro da Cnnha
Presbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de C/fisto e Ni gario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desla pro-
vincia de Santa Cal/iarina, etc.
Aites.o que leudo usado por vezes o Peitoral
Cailiarinense de Ranliveira XAROPE DE AN-
GI .0 COMPi'STO 1OM TOLO' E GUACO, pre
pirncao dos Ulnas. Srs phurroaceuticos Rauli-
110 Hora & Oliveira, achei que esse xarope de
benrlico e prompto efTeilo as atfocces dos or-
gaos respiratorios o que ailinuo in verbo sa
cerdotis.
Cidade de S. Jos. 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cnobu.
Mais de 59 mil pessoas residentes era diver-
sos lisiados do Brasil attesiam aJefScacia deste
graude medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Capas impermeaveis
Para homem recebeu o
Aa Parad: des laaies
.rei,us do da :
Carne verde de 2)0 a 14000 rs. o kilo.
Suioos de 14 a 14200 dem.
Ca-neiro de 14200 a 14300 dem.
Farinba dp 890 a 14409 rs. 9 cala.
Mimo de 700 a 14000 rs. a caa.
Feuao ce U400 a 242 .'0 a caa.
atavos esperado*
Do Rio de Janeiro
Lagar portog'ex N>va (Ja aj.
Barca porlugoezi Alv.jgi.
De Pelotas
Pat?ctio nornegaense Eiaar.
Pjtacbo nacional Jjyne.
D) Porto
Brigae portogaez Vareiro.
De Cardiff
B rea francesa A.-fompition,
Barca ooraegoeuee Sala.
Barca noraegaeose Auriga.
De Uambargo
Birca allemS Elizabetn .-.(.weus
Brigae allemao Ouo Grat aa Stalberg.
Brigae allemio Jobaao.
Patacbo allemao Harie voo Oldeado'p
De Memel
Barca norofgneuse Vctor.
De Lo odres
Brigae soeco Frld.
Lugar iaglea Faony.
New Yo k
Barca nacional Vic'uri.
De Liverpool
Brigae iaglez Hicoa^l Bozeolsen.
B-rca laglea Cordefia.
De Swinsea
Barca nornegoense Guarno.
e Terra Nov
Lugar iahlez Emalator.
Vaporen a estirar
Mez de Outubro
Espl.lto Sao'o, do sol, a 8.
Harvelior>, do sal, a .
Boeoos Ayres, da Europa, a 8.
Jaboatao, do eol a 8.
Croselrc, do sal a 10.
Haraobao, do norte, a 11.
Po'ost, da Eampa, a 12.
Clyde, do sol, a 13.
Galilea, de New Y rk, a 14.
TagU8. da Europa, a 14.
K -.flir Pnnce, de New York, a 15.
Gaabyba, do sol, a 15.
Las palmas, do sa1, a 17.
Dioube, da Earop*. a 17.
Paraoaga. da Europa a 17.
S. Salvador, do norte, a 21.
AlauoaB, do sal a 26.
Magdaleos, do sal, a 27.
O.maa, do oorte, a 29.
Tnames, da Earopa, a 30.
Vapores a sabir
Mez de Outabro
New.Yi'rk, Hervelics, 8, 3 horas.
Manaos e esc, Espirito Sanio 8. s 5 boro?.
Santos e esc. Buenos Ayres, 9, s 4 horas.
Rio e esc, Maraobao, 11, as 5 boras.
Ceara e esc, Jaboatao, 11, 3 4 oras
Valparaso, e esc, Polos, 12, l bon.
Sol tbampton e esc, ClyJe, 13, s 12 boras.
Bueois Ayres eesc. Tsbqb, 14, 3 2 boras.
Santos e esc, Galilea, 14, .s 3 boras.
Genova e esc, Las Paimse, 17, s 3 boras.
Renos Ayres esc, DanobP, 17. as 2 boras.
Sanie* e esc, Paranagoa*. 19, s 3 boras.
Hlo e esc, S. Salvador,\, j 5 boras.
Idanos e esc, Alagse. 27, as 9 boras.
Peitoral de Cambar
Tenho a satisfago de declarar que
soffrend ha 4 annos de urna bronchite,
que me trazia a maior parte do tem-
po no leito, e, usando o abencoado
Peitoral de Cambar de Souza Soares
apenas com meia duzia de frasco fiquei
completamente curado (Firma reco-
nhecida) -Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Necional do Rio de Janeiro.)
O agente -Companhia de Drogas.
{}
I!
Instrumentos
para banda de msica e orchestra
Violinos, violOes, flauta*, caixas
de msica e realejos, grande sor-
limento vem de despachar.
RAMIRO COSTA ft C.
2-Ra, 1' de Margo N.-2
Lwiarla ConUmporanti
\
H
II
O Rauliveira Peitoral
o medieamenlo mais eflica, mais barato e de
gosto agradabilsimo na drogara Brtfga e em
odas as Pt armadas.
Peitoral e Carnear
Em casa do Sr. Gileno Goncalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
feco pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, a qual, depos de tomar intil-
mente um sem numero de remedios,
curou-se radicalmente com o uso do
Peitoral de Cambar de Souza Soares.
O agente Comp.-.nhia de Drogas
\u Paradla des Dame i
Especialidade em sacias, brancas, preta
.le eres, fitas, surahs, para casamen-
tos, bailes e passeios, para grande escoF
.ha.
.38 Ra B. da Victos ia 28
lohane Si)
m:
{ Realejos
}

Caixas de msicas saissas, o que
ha de raelbor o'este genero. q
PREALLE & C.
59"ua BarSoda Victoria59
ii
\ ohieclO! de (scriptjrio. rapis e rar-
\ tOes de phant :a pira parlCipaC*0
iie caeamen o e nusciinemo, excel-
lente esculla na
Lvraria CoMemporanea
2 -Ra Io RAV1RO .COSTA &C.
MOLFSTIAS do ESTOMAGO, dinlio Q
Papel pintado
para forrar sallas quarlos e corredo-
res ; francezes. inglezes e nacionaes,
a pregos sem competencia na
Livraria Contempornea
RAMIRO l. [COSTA & C.
2-RualdaMarcoN.-2
{}
{}
II
II
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linica Medica
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Dr. Alberto de Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatriz n.
1. andar.
Consultaa;; de 1 s 3 da-tarde.
Advocado
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gues Campos, procurador dos Feito6 da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
0 horas da manha s 4 da tardn.
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Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
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ruado Bom Jess n. 24.
Residencia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
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quez deOlinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras di tarde.
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tias de senhoras e criabas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da rioledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
CONSTIPARES V Peitoral Calharineuw
DE RAULIVEIRA
PBOCABIA BBAGA
Elixir H. Norato
Salvei-me dos horriveis humores syphi-
lit.cos que me perseguram tanto tempo,
zr0rT.t[rM-M^^^
Mogy-mirim.
n x. Arthur Iravasso.
Depostto em Pernambuco : Companhia
e Drogas e Product Chimicos. P
II
m -Pianos
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adores, bancos, c a p a s, m aVfi ra'
feltros, nnad.ll e iolos osVnT-m
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Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmaeias.
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Dr. Joto Paulo, espe:ialista em partos,
molestias de senhuras e de cranos corn
longa pratica no8 h spitaes de Pariz e
de V.ennad Austria, d cons,.lta8 das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santn.
Das n 2 6 r8a fUa de Henrque
Teleph- ees ns. 190 no consultorio e 467
na residencia.
1
Tod mas de todas as partes da Gr-nda R3pa.
bliea do Bril e nao s do Brasil ns do
mundo inla.ro s2o unaoimos em p ce! m4r
. Baoblo r-e Scott como um remedio
erce, de toda a conliacsa para as doen-
cas a q-;e destinada.
O Dr A. Jobio, formado pele Faul-
dade do P-r,z, pramiado com a nadaba
dos hcs3it.es de Ruta med.3 da Socie-
d*de Franca de Seccoor Muluel de
Bieofaisarca e Medico Bemfeitor da Caixa
di Socorro de D. Pedro V., x.rjeado
cluvci actualmente no Rio de Janeiro cer-
tifica :
Tenho asado cm freqoercia oa mi-
nea cliojca para molestias dos rius a
.EmaUZo de Scot, sempre cam magnilicoa
resalados.*
Rio de Ja.eiro, 22 de Deiembro da
loy.
(Asdgnad.) D-. A. Jtb'o.
.. si twm Biifiis
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Largado Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarda
e reside no Cajueiro n. 4.
Tlephoren. 292.
.??' A nyg-ino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, cir
nrgiio parteiro, abri provisoriamente
seu consultorio na ra Nova n. 19 1.
andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
cialidades : partos, molestias das senho-
ras e dos orgaos genito-urinarios. Re-
sidencia: ra do Baro de S. Borja 30.
II
II
II
Novidades Httcraras
Recebe por lodos os paquetes a
Livraria Contempornea
2-Rua 1 de Marjo N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
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II
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Dr. Carneiro LeSo medico parteiro e
operador. Residencia a Consultorio
ra do Livramento n. 31, 1. andar.
Consultas de 12 as 2 horas da tarde.
Especialidade : Febres, partos e moles-
tias de cianeas. Chamados a qualquer
hora. Teiephone n. 325.
Apnrafo dao ciegues de Pre-
frito, Sab-prefelto e mem-
bros do concflho municipal
do Recife.
O Dr. Preeito do Mnnicipi > do Recife
manda faaer pahlico qae, no dia 10 do
corrate, s 11 horas da manhS, ter logar
na Secretaria da Preteitara a aparacSo
geral das eleico^o realisadas a 30 de Se-
tembro ultim para Prefeito, Sub Preeito
e merabros do Concelho Municipal, a que
de cjnformid-ide eom o diapoato no art.
7. da .'ai p. 123 de 3 de Jul o de 1895
iever a Juuta Aparadora ser consti
tuida pelo Prefdito do Municipio, com o
Presidente do Coueelho Municipal a oa
presidentas des raes a cleitorae das 36
-ec^5-:s em que foi dividido o Municipio,
para oque icam convidados.
Secretaria da Preteitara Municipal do
Recife, 7 de Outubro de 1895,
O ae ere tan o,
Joaqnim Jet Ferreira a Rccba.
i
r6
". "^\' -'''.. -



W
~~r,TJ!& ."-'

tf

Diario de Pernambneo fcr^a-feir m de Oatabro de i 895
5

"


V
O cidadfto EstevSo Jote M*rinhok 3.' jui
districtal do ejercicio de jais de d reito
interino desta oomarca de Caogaareta-
ms, etn virtade da le etc.
F>{0 aabdr toa qoe aprsente edital de
praca virein, o,ue o porteiro doa auditorios
deste juizo ba de traaer a pablioo preglo
de venda e arrematado, a qaem m-ia
der a maior lanco cffereoer, em o dia 16
do mea de Outubro proaimo viodooro, s
11 h:raa da maoha, port-a da 8^1 da u-
dienoiaa d*ste joiz>, oa bem aoano deca
radoa penhcr.dis D. Man Fortunata
Caroeiro Becerra Cat/alr-aoti, Avaro Ga-
valcanti, Dr. Manoel Caetano de Albuquer-
que Mellos aua mnlher D. Mria das Grabas
Caroeiro Mell'., viuva t> her .eiros do finado
Dr. Amaro Caroeiro B .zarra Cavalcaati,
pira pagamento da exeoo^o I yp >theoaria
que lbe movem o tegociaotea da praca do
Recife, Parete Viaona & C, pela quao-
tia reiB 102.C44I127, por c pita', jaros e
castas, coatadus no rosto da respectiva
carta de senten^a, oajos bens sla oa se-
gaiates :
O engeuho SSo Caetano, outr'ora Outei-
ro, situado em terrw de Conht, do mu-
nicipio de Canguaretama, com todas as
auaa trras, pertencts e bemfeitorias,
consistentes em casa do eognnoo, de cal-
deiras e de pjrg-*r, mecoi iamo a vapor
com des taxas de trro p.ra fabricar aes i-
car e em catado de tuucciouar ; j^casa d.i
morada e roaia 17 pequeas pira traba-
lbadoras, muij deter oraia?, cas* de fizar
fariah i, em man est.o, um alambique,
bois ue fabrica e carros de trabaiho do
eogcnho ; umita ee ao Nascenie com trras
do engeoho aliba do MaraohSc po rio
A^aa Brancacomeando e s.ia loa,
seguindo pilo ntsoente cima em directo
ao (abcl-iro do lido do SjI, at es as
cen^^s do artigo rio LTriuna boje conba-
cido p;!o nome de rio el s Marcos, ou at
sonde chegaram as trras da propriedade
tCunha; e desoaudo d'abi no rumo do
Norte, coute to pilo Poeota com trras do
antigo engeobo tT\*matnduba, conti
nuanco do mesmo rumo aoPoco do M -
ranhaojcontentando anda com r> metmo
engenbo tTamatanduba*, s^uo por elle
ao rio Pirary, do lado do Sui, a dividir
aom o eogenbo Oruieiro, que lbe fija
ao ascecte, a'abi at o correg de Mana
Ferreira ; secundo no m?smo rumo em
linha recta n rio Salgado do Cuonsii e
por elle abaixo a terminar na i: do mes-
mo rio t Agua B-.nsat avaliado pela quan-
tia. de (105X0. S00O).
s trras de Tamutanduba, na m :sma
data de Gunh:; annozaa s do eagento
Sao Caetano, e oode existem as caeiras
do m- sajo engeoho, limitam-ae ao N-a-
oente com o engeobo Sao Caetano, ao
Sal com torras do c-.pi!j Jote Panlo da
Silva, ao Puente com as da Feiippe Pe-
reir do Loga e ao Norte com aos do en*
genho B-'.-V* ata da Simael B.labac,
avalladas por 5.000SOOO.
As terraB do engenho Cunha, tendo
antigis alicoreas em bom estado pare-
d5ei deteriorados, a graode chamic do
eogenbo e algacs pilares anda bem con-
servados, e urna antija casa ie vivenda
j maito doteriorada, limitam-ae ao Sal
com as trras do eagenho San Caetano,
pelo corrego de Mara Ferreira, ao Norte
com as trras indev'sas da matta do mar-
fim, inclusive, ao Nascente com torras do
enganhoAntonia F.eire, a ao Poente
com as p JEses de Fabricio MaranhSo no
antigo acude ; tem mais as trras de
sobra entra as possfs dos eignbcs Bom-
pasBsr e Torre, avahadas em res
20.0000000.
As trras toreiras a Iotendeniia Man
cipal de Canguaretama, e onde est edi-
ficado o eogen'-.o Torre de propriedada
doB herdeiros d-i nado teaente-Roronel
Manoel Joajuim de Carvalbo e Sil 7a, li-
mitam-8e ao Sul com o rio Silgado, que
divide o engecho clloa do MarauhS pelo
rio Arer que desembee* no mesmo
rio Salgado, no logar denominado Por-
teirae=A> scente com trras do enge
Cunhs, as extremas do engenho Bom
Passar, ao Pooate pelo ro Salgado, pelo
lado em que di--ida com o ecgeaho Pi-
taass, e ao Norte com o mes uo rio Sal-
gado, no logr ejj qoe este passa na
cidade de Caoguaretam-i, com o corre do
rio do ponte, avahadas em (10.00QSOOO.
E qut>m m.8 rtesao' s qaiaer lanzar com-
prela neste juiao em o dia aciroa deca
rado;
E para constar so passou a presento e
mais ojs de igual tueor, que o porteiro
dos autorios publicar a affixar nos le-
gares do tstylo, a pela imprecas, lavraudc
a competente csrtdSo.
"Dado e pass.d) cesla cidida de Cac-
.guaratama acs 27 di^s do mez de Sstca-
bro da 1395.
E eu, Antonio Joaqolm da \Qliveira,
escrivSo o ts^revi.
EstevSo Jos Marioho.
N.ida ma's sj continba em dito edital
aqu bem a fielmeute por mim copiado
do proprio original, so qaal me reporto a
don t.
O escrivSo
Antonio Joaqnim do Oliveira.
Secretarla da Industria
3 DiaECTOWA
Escolas publicas
Para cbecimeaio dos iniereseados fa(o pu-
blico que do da 16 ce Ouiuoro prximo a i
taora oa tarde, recebem-ie oesta direcorla pre-
ponas para coostruccao de edic:o8 deetioadcs
s escolas oublicas, as srgnuiea locali ades e
JaboaiSo, Pao a'Alho, laiaretb, Tisobaoba,
Goyiuna. Cabo, Escad.1, Palma'es, Qhnda, Bar-
reiroti. GaraoTiuns e Bouo, oreados cada un em
35:293034 podeodo cada propoaente coocorrer
a mais de urna daqoellas obras, desde qoe teoba
a idoaeidale exigida.
As propostas devem ser escripias por exten-
so, sera rasara, emeoda on vicio de qoalqoer es-
pecie, sodo regaadas as que se reseatirem das
segalfites faltas :
1/ As qoe excederm es pregos do orcamen-
to ;
i.' As que nao foreoo organisadas de accordo
com o presente edital;
3.a A qoe ;e basearem em precos de ont-o
concurrente ;
4. As firmadas Dor pesocs que ] tenbam
deixado de comprir contracto com esta repar-
tido ;
5.* As qae d5o offerecerem as garantas-
quahdades exigidas oeste edital.
Haveniio doas oo mais propostas em igoaldc-
de de condigCes, ser preferida a do coctraciar-
f jra ba garanta da execogo do cootractu,
depositar o co-itractaote no Tfieso.ro da Esta-
do, urna caucao que ter previamente arbitrada
por esta Direcio-ia.
Oa orc.m-aios e plantas relativos a essas
oras estaro iariameote das tu da manos ia
4 boraa da tarde au exame dos coacorrentes
Ur-Sti Re 'jrlijao.
Recie, 12 o Sete Dbrode 1895.
A. U. Pessoa Monteneg-o,
Director e-Mi interioo.
Secretaria da Industiia
3a Directora
EDITAL
Para conhaciment dos interessados, fa-
go publico qu* do dia 16 de Outubro, ao
meio dia, reeebem-se nesta Directora
propostas para a construccSo do pnnti-
lbSo do Riachj Duas Pedras, or$ada em
6:682j5453.
As propostas deveta ser coaveniente-
mente selladas, entregues em carta fecha-
da e conter em termos clarws :
1.* O prego pelo qual se propoem exe-
cutar as obras os licitantes ;
2.' O lugar em que residem os propo-
nentes ;
3.* Provas de idoneidade precisa para
dirigir e executai as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
iguald&de di condicoes, ser preferida a
d> concurrente que melhores provas de
idoneidade offerecer.
Sero regentadas as propostas que se
sesentirem das seguintes faltas :
1.a As que excederem os precos do or
cameato ;
2.* As que nao forem organisadas de
accordo com o presente ed tal ;
3.* As que se basearem em precos offe-
recidos por outro concurrente ;
4.a As que forem firmadas por pessoas
que ja tenham deixado de cumprir con-
tracto com esta Reparticao ;
5.a As de concurrente que oSo offere-
cer as garantas exigidas neste edital.
Cada proposta versara sobre urna tia-
quellas obras ; podendo, porm, um s
proponeme caocorrer a mais de urna ou
a tudas ellas, urna vez que tenha. a ido-
neidade exigida.
Nenhuma proposta ser aceita sem que
o proponente prove ter depositado n.
Thesoura ia desta Reparticao urna cauco
orrespondoute a 5 /. sobra o valor da
bra que se propuzer executar, quantia
que perder se, aceita sua propostae
couvidado para assignar o contracto res-
pectivo a isto se recusar.
Para a boa garautia da exesugO do
co tracto, depositar o coutractaute. no
Thesouro do Estado urna caucSo que ser
previamente arbitrada por esta Repar-
tigao.
Os orsament08 e plantas relativos a
essas obras, aham-se nesta Directora a
disposicao dos interessados das 10 as 4
horas da tarde.
Esta Directora nSo reconhecer, no
caso de faheci-mento do contractante, di-
reito de reversa i do contracto a her-
deiros.
Recife, ,12 de Setembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Di rector-Geral-i n terno.
Edilal
Secretaria da ln iustria
3. DIRECTORA
F.;a maroado o praso de 15 diaa cont-
dos da pubhoac&o desta aos possuidores
de lotos rsticos a urbano da Colonia
Suassuna, qua deizaram da comparecer no
dia 2K de Sstembro nado, para legaliaa-
rem os leus titakt.
Recite, 1 de Outubro de 189.
A. Urbano P. Montenegro.
Oireotor Oaral.
do necessario e sem qoe iito cousutaa direilo embargo od por qoalqoer divida particular, (Do-
pada prorogacSo do contracto. cameoios os. II, 11 e 13.)
Qae tem contracto com os propietarios
A."*
ftecebedoria do Estado
de Perna albuco
Edital n. 23
O administrador afsB pnblico a qaem
intaressar possa que, no praao de 8 dias
improrogaveis contados da data da publi-
cado do presenta edital sarao arrecados
a bocea do otre os impostos abaixo de-
clarados a relativos co 1. semestre do
eaercicio de 1895 a 189tJ,
Recebedoria do Estado de Pernambuco
em 6 de Outobro de 1895.
O administrador,
(ssignad ) Alfonso da Albnquerqae
Mello Jnior.
Impostes a que se refere o
edital supra
50 "/ sobre o valor locativo das casas
do contmercio, industria a profissfio na
cidada do Recl'.
40 0,0 sobra o valor locativo das casas
de commercio, industria a proiseSo .'ora
da cidade.
3(5000 por 'oneladas de alvarenga, canoa
de carga a descarga.
200 reis por litro do sgaprdante, quer
pura, quer transformada, que fr retalbada
no Estado
Recebdoria do Estado
Pe nanain mico
Edital n. 24
O administrador h* publico a qnem
nteressar possa que tica prorogado at o
dia 15 do correte o prazo para ser arre-
cadada bocea do cofre a contribuido,
pelos servico* da Recife Draimga Com-
paoy, relativa ao 1." semestre de Janeiro
a Juoho da 1895.
Recebcdaria do Estado de Pernambueo
em 6 de Outubro de 1895.
O administrador,
(Aasignadf) Alfonso de Ibuqcerqoe Mello
Jnior
SCBfARIA DE RSTaCO DJS StGOGIS DA
INDUSTRIA, EM 4 DE cUrUBftO DS 1895
! DIrtEGTuRIA.
Venda de prepr eJades annezas i Escola la-
dust'it F'ei C'oeca
De ordem do Dr. Secretario interino^ 'SC* PQ"
blico, para conbecimeoto dos Interessados,' que.
tendo sido apreseotalas fra do praso legal -30
de Setembro Arjaoas pronoatas de qae trata o
edital tie-ta Secfutaria de 13 de Agosio ulliaro,
nSo podun ser lias aceitas, eOca aberts, d*
cooformidade cot s decreto, tambem de 13 de
Agosto oltimo, nova coacorrensia, at o dia 19
do correle, para a compra das propiedades
meaciooadas em omesmo elital, a saber: fa-
zeodas de criscao f r.u las uos municipios de S.
Berilo, Altinbo e Paoetta e d* propriedade S. Be-
nedicto, pertenceates a- Escola lodasirial Fre
Caneca.
As propotiS devem ser crovenleotemEote sel-
ladas, entregues nesti Rspe-MIcSo at i hora da
tarde, e conter em termos claros o preso da
offeru, o qnal nao pode ser breado no d'ootros
concurrente.
titulas de posse e demais pa-
Edital
He vi-lio do pesos, bataneas e
medidas da Boa Vista
Fac-se publico a qaem interesar que,
dorante o crrante mea de Outnbro, se
far, na seccSo dss ^ter cSas, no paco da
Preteitora Municipal, desde s 10 heras
da msnhS a 3 da tarda, a revisSo des
peses, bataneas a medidas, das casas de
negocio da fregaeaia da B^-Vista.
Secretara da Prefeitura Municipal do
Recite. 2 de Outubr j de 1895.
O seo etario.
Jocquim Jos Ferreira da Roeba
Edital d. 36
3.a Directora da Secretaria
daJutic,a. Negocios In-
teriores e Instruccao pu-
blica.
Fago saber aos profesiores em disponl-
bilidade que por tor de decisSo do Dr.
Governador do Estado de 5 de Setembro
de 1893, deve na forma de a-t. 242 do
Ragalamento de 18 da Janeiro de 1888
remetter a esta Directora at o dia 14
de Novembro 'indouro es seus votos par
a elaicSo de um memoro do Conseibo
Luterano que represente a cUase.
Eesos votos s podero recabir em al-
gara dos nomes abaixo nomeadoa de prc-
aisores das cinco fregaezias da Capital
vindo eocerrados em offieos que traga o
sdguinte eoderego Para membro do
Cooaelho Litterario.
RELACO DOS PRO'ESSORES A
QUl SE RtFERJ: O EDITAL
SPRA.
Augusto Jos Mauricio ^Vande/liy.
JoSo Landeliao DjrnelUs Cambra.
Beojamn Constaot da Cucha Salles,
SabtstiSo Un nlSo;
Manoel Mtr nbo Cavalcanti de Aiboquerqne
Flix Valoia Corre a.
Isidoro Mariano Cesar.
Joao Jos R be ro.
Caetano Franoisoo DurSes.
Os pronooeote< devero upruseotar docomen-
tos de abilnacSo at a v^p-ra do Coaelbo
aflm de se verificar si as formalidades exigidas
toram s.ligfelias.
Secrea-u da lospeccao do Aneaal d Marl-
nba de Pernamboco, 3 de Ootobro de 1893.
O Secreiino.
_____ Antooio da Silva Aievedn.
O Dr. L luis de direito do muni ipio da Ja-
bottao, etc.
Faco saber aos que o presenta edital
vraro, que no dia 29 do crrante mez,
as 11 horaa da manb3, porta da caaa
des anditorios, ser levado em praca de
arrematicao por veada a qaem mais der
a maior lanje offerecer, sobre a base de
5 0003000, um terreno denominado Bella
Vista, situado as adjaoeccias desta ci-
dade, ce'apando urna rea de 9800 metros
quadrados, em v rtuda de exteucio mo-
vida pelo Banco de Crdito Real da Per-
namboco a Hctor de Rectonrs e sus mn-
lher D, Therezi Camelm, sendo permitti-
do quelles que se proauzerem a licitar,
vennearem nos respectivos autossartorio
do escrivSo que este sub:Cree, qaaes os
oaracteriscicoB a conirontsc,3es o o dito
terreno.
E para que chage a noticia de todos,
mando ao porteiro deste juiso qua sffixe
este edital no logar do costuma a soja
publicado oa mprensa.
Dado e passado nesta cicada de Jaboa-
So aos 2 de Outubro de 1895.
E eu Joaquim Ramos da Silva Moreira,
ascrivfio o fi* eatrev r e subscravo.
Livioo Vieira M- Lima.
Os respectivos
peis acbam-3e nesti Reparticao, onde serio pres-
te que melbor prova de Idoneidade apreseni; A ;aC|a8 aua intereBSidas as neccasarias mforma-
Oi prnponeotes deverao Indicar o logar de ana
residencia, provar a soa idoaeldade para dirig
-/
rem e execntarem as obras.
Nenbam proponente seri admittldo conenr-
reocia sem qoe prove ter depositado na Tbesoa-
raria desta Ki>partic3o a oaaotts de um cont de
res (l:00O#O0O) Importancia qde per4er se,
escotaida a soa propoata e convidado para as-
iigoar o respectivo contracto, lito se recasar.
c6es.
Os coocor.eates obaervcao como
Ibes cm-
pre todas ai dispoaicOes legaes vigentes relati-
vas a venaa de proprios esladoaes, as condlces
especificadas no presente edital e o mais que
fr conveniente adoptar para a melbor garanta
aos nteresses da (aienda.
O director geral,
loao Dioli Rlbeiro da Caoba.
Conselko Econmico da Repai*-
ticSo da Harinha
De ordem do Sr.5-Ja.1ua de frag.ta Jo- Pe.
reir GaimarSes. inspector ueste A setiai, f .go
publico que, recebe se prometas un carus fe.
cbadas, 00 dia li do correbte s 11 boras Ja
maob, em ama das salas da Secre arla da lo.
gpecc&o, para o foroecimeolo de ferrageoe, ma.
carnes e lateadas a este Arsenal, suaa dupro-
deactas e aos navios da armada nacional esta,
clonados no rorto neste Estado, dnraoie o
exercicio de 1806, observadas as disposicOes dos
rticos 176 e 178 e seu paragrathop, do Reeo.
lamento que Baixoo com o D c, a. 745 de 12 de
Setembro de 1890, os qoaes vao aoaixo traoe.
criplos
Art. 176. Sio deveres do; proponsntes : .
1 Encber com pregos por extenso e em
aUarUmo a proposti imprea-a que lbe s-ra for-
(jecida pelo Secretario do Arsenal, a qaal da a.
r e aasslgnar para ser apresentada ao Cooee.
Ibo Bcooomico.
2. Eiregar pessoalmente tu por seo legi.
timo representante, directameme ao Conselbo
Ecododico, no lagar, da e bora anonadados.
uo e as aas propostas, como as amostras cor-
MDaotfsotw,
3 Exbioir alm de cerlido do respectivo
contracto social, quaodo lo fr firma indivi.
doal, os documentos qae provem ser negociante
matriculado e naver pavo o imposto de casa
commercial, relativo ao ultimo semestre.
4." Sio dispensados da ap-eseolacao da ma.
tricla na Junta Comm-riial, te fat>ricas e esta,
beledmentos ia lastria-?" da Repblica. ; terao
estas e a que le?, a preferencia aubr-t os ootros
concarrentes em ipu-ua.ie de condi4;s e clr,
cumstanmas, devidameote provadas.
Art. 178 Paragrapbo nico. Alm do praso
estipulado, os fornecedores c mtiuua So a sur
pnr por ll aselm o* ja'gjdo oe ejsario, e sem qae lato
.ooBiitua direito para prorogdco do com-a. to.
Os propo. eates devero ap eaentar do.ume:.
tos de tiDUitacao al a vespera do Conselbo
aUm de se erti:ar se as fomalidades exi^Mas
forem sai..-fritas.
Secrttar.d da lospe'go do Arstnil ip Min.
oba de Pernambcco. 4 de Ontuoro ae 1895.
O Secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Dous bizerros ton-
rinos
Faz-sa publico a qnem posia nteres lar
que no dia 9 do currante, ao meio da,
em frente do pago municipal, irSo em
praca, por meio de pregao, dois bezerres
de raga tiurina, servmoa na va^oinacSa e
serSo antregaes a qaem mais offarecar, se
ti' aooeita a offerta pelo De. Prefeito.
Secretara da Prefeitura municipal do
Recife, 7 de Oatabro de 1895.
O secretario,
Joaqnim Jos Ferreira da Roo!-?.
Coaselho Econmico da Re-
particao de Marmh3
Da ordem do S\ capi'o de fra ata Jcs51'ereifa
Goima'es, inpactor d'esie Arsenal, feo publico
!*ae, receba se proposas em carias (cenada?, no
da ll u? corrente, as 11 boras da man iS, em
ama das satas da Secre.arla da IaspeccSo, pjrs
o (oroecimeBtd do carvSo de pedra a este Ars -
nal, boib depeoJeacias e aos navios da armada
nacional estacionadas neste poit?, dorante o fu
turo exerciclo de 1896. oose vadas as di-poil-
gOes dos arle. 176 e 178 e s ai pa.agranbos. no
Regolimento qoe baixon com o oe:reto c. 745
de 12 de Siembro de 1893, os qaaes vao abaixo
tratscrlptoa :
Art. 176. Sao deveres des proponentes:
i 1 Encber com precos por extenso e en al-
parisaao a proposta imp-esa qu? lbe sera foroe
c.da pelo secretarlo do Arseaai, a qual dta' e
asaignara para ser apresentada ao C jrs?lho Eve-
no t ico.
2." Entregar pessoalmenle otf por feu leg-
timo repesentaole, directamente ae GotiseLo
E:onom:co, no logar, dia e bora aonunc alos.
nao 1 as sass propostas, como> as amostras cor-
respondentes.
3.' Exbibir arm da certidSo do respectivo
contracto social, quaodo nao for Ifrara individoat,
os documentos qae provem ser negociante oa-
t.'lcalado e baver pago o imposto de casa com-
mercial re ativo ao ultimo semestre.
g 4 o sao disrensaos da apreseotacao- da ma-
tricula na Janta Commercial. as fab leas e esta-
beleclmentos industres da R-puol.ca, terao es-
tea e quelles, a preferaocta sobre os ootros con-
currrotea em Knaldade de cond ees e circom-
stannas devtdameote prova -as.
Art. 178. aolco. Alm do praso estipulado os
i fornecedores, cootlnoarao a sapprir por mais 60
1 dias, oas mesmas coodlcOea, ae aselm for jolga-
Cemiler.o Pabiic de Sanio
Amaro 7 de Oolubro de 1895
Aprozimando-se o dia da commemora-
cSo doa deiaotos, 2 da Novembro, o tba-
xo a^signbdo convida oa propiistarios de
tmulos, irmandades a mais nterasaados
ooadjuvarem n'o, reparando e aoeeiando
aa suag propriedades, afim da qoe apr-
sentele o seseio, a explendor, qua devum
tai-, em da de to saudusas recordac.8 s,
estabelecimentos desaa ordem.
Astim tambem avisa aos meamos nt)
ressados que taas reparos e assentameato
de pedras, a serSo admiaaives at oda
29 do corrente, vindo os encarregados pre-
cisamente aut( r sadoa.
A ornamentoslo das catacumbas e t-
mulos podar ter comego na tarJe do da
1., sendo prohibidas oroamentscSsa cjja
collocagSo damnnifique as catacumbas.
O bdrnini*trador,
A^cenco Minervin^i Meira de Vae-
coocellos.
4."
viainoos A csioa, os qoaes, com as proonedades
do sopplicante fornecero caao^s para o fabrico
de 300 saceos e tO pipas de alcool diarias,
conaeotos os. 14 e 15.)
5. Qae tem contracto para forneclmdolo de
leona para tres mil toneladas (Documento n.
16.)
A sopplicante oflVrece i constderacio de V.
Ex;, a plaata do local das obras da Usina, e
por copia, o cootracto de lorneclmeoto dos ap
parelboa. macbolsmo da asina, estradas de fer*
ao com 10 kilmetros de liabas f r.-eas e mate-
rial rodante.
_ En v b a do exposto a sopplicante freqoer a
V. Exc. q e se digoe conct-der-IUe o auxuo ja
Iludido de 800 coutas de ris e i. apoltces ao
joro de 7/. ao son.
A supplicaaie. tendo es seus engenbos Con-
daao e Vi 'racao, e as proprielades Ramos e
Acouue Velbo limitado*, confornie ae verifica
dos documeotjs as. 17,18, <9 e 20, o off.-rece
em bjpo beca para garanta do auxilio pedido.
A 8upplicaote, oes.es termos,
Peoe aeferlmento
E R. Uc.
Po d'Alho, 2 de Siembro de 1895.
Carvalbo Ramos & C.
Extracto dos documentos que
aeompanham a petico supra
Es':np.uri de tou.rac o aa suoiedaae emeom.
Dandita por accoes composta dos cidadSos Julio
Emilio de Carvalbo, Jos Francisco P.nbairo Ra.
'nos, Manoel harbosi Camello, Solero Marquee
de Araujo Pinneiro e Francisco de Barros Stlva
aBtro para exploracao de cma usioa de fabl.
car assucar, son a razSo social de Carvalbo Ra.
mos&C.
Doc n. 1
E- rictu-a de veo oa que fazem Paulino Soa.
res Ribeiru e sus mulber D. Mana C>rollna
Cavalcaote R beiro da propriedade e obras do
eoeenno .Cuodado situado no mnoicipio do
Pao u'aIdo, a sociedade em comrxandita por ac.
'.Oes, eob a firma de Carvjln Ramos e C.
Doc. n 2
orletana doa eDg^obos Conoaio, Vrago e La'
v*nem e das prupnedades Acougoe Velbo e Ra*
moa, a proprleanos coofioaotes
Documento o. 21
niinlce.ct0 (ie aa> aPParelbo de vacos e tri-
da?V? oDaI!l"er 300os ue aasocar
d 75 tttl'jseo ?4 horas.
DacomeDtoa ds 23 e 24
Plantas da asica a ser laudada e do local etn
que dever ser caostroida.
Docoaieotos os. J5 e 26
Escriploras de venda qoe fazem Plolioo Soa*
res Ribeiro e soa malner D. Uan Carolina Ca'
valcaaie Ribeiro, oe doas pequeas proprieda-
des deoomiosdas Salvacio e Esphbelrosi*
luadas nesie municipio, e o coronel Pedro Oso*
.lo de Ca-queira, de om terreno desmembrado
do ebgenbo Coudado, ao mesmo municipio, t
sociedade em commai-dita por ac 0 s repreaeo*
tadas pela firma social Carvalbo Ramos & J.
DECLRGOES
Secretaria da Industria
3. DIRECTORA
Edital
Fago pob ico, pata cou-ecimento dos inters
saoos, qae oo da 10 de Outuo-o prox mo, ata 1
bora da tarde, rec-oex-se nesta directora pro
poetas para os conceitoa de qae necescita o edi-
ficio no I iBiitoto eojamin Constan!, oreados em
l:i84*995.
As propostas devem ser convenientemente sel-
ladas, entregues em carias fecbadas e comer em
termos claros :
1.* 0 prego pelo qaal se propem os licitantes
a executar os reparos ;
2.* Os locaes de soas residencias ;
3.a Prova de idoneidade profesional para di-
riewem e execota'em os trabaloos.
H"vendo ooas oo mais propostas em igualda-
de de condijOes, seri preferido o con orrente
qae melbores provas de idoneidade offerecer.
Nao sero aceitas as propostas que ss rasea
irem das seguales faltas :
i." As que excederem os precos do orcamen-
to;
2.1 As qae oao forem organizadas de accordo
ooo o presente edilal;
3.* As qoe se basearem sobre pregos de pro-
postas de ootro coocorreote ;
4.' As que forem firmadas por pessoas qae j
Oouverem deixado de cumorir contraltos cele-
b'ados com a exttacta Reparticao ds Obras Pu-
blicas ;
5.* As de :oncorrente8 qne nao offereeam as
garantas e qualidadea exigidas do prestte
edital.
Neooma p'opoota ser acceita sem qoe o pro
pooente aprsente recibo que prove baver depo-
sitado na Tbesonrana desta Reparticao a qaaatia
de 7f000.
O propouente qoe tiver proposta escclbtda e
se recasar a assigoar o termo de coatracio den
tro de qua'ro das ai s previo aviso, perder o
direito a caucao cima.
Para boa garanta da execocao do contracto,
depositara o coatractaoie oo Tnesooto do Estado
urna caocao qoe sera prevumjute arbitrada por
esta directora.
O orcameoto acha-.-e i disposicao dos Srs.
concordles, diariamente, das 10 oras da ma
ab& s 3 da tarde, nesta Reparti.
Recite, 2i de Setembro de 1895.
A. U-bano P. Montenegro
Director geral Interine.
Secretaria da Indus-
tria
- f Directora -3
Em 25 de SetemDro de 1895
E D I T A f.
D ordem to Dr. secretario interino e de coo-
formidade com o disposto oo art. 9' do regola-
meato espedido em 5 de Ago3to fiado para ex*
ecuco da le o 113, de 2$ de Jaobo do correo
te aaoo, faco publica, a qoem iaiereasar pos-a.
o tbeor da petico dirigida a esta Secretaria pela
sociedade em commandita por ac^Oes, represen-
tada pela raiao social Carvalbo fiamos & C. so-
licitaudo ; u olio do Estado para a tued-co de
ama usina qne se denominara Ujma do Espi-
rita Santooo municipio de Pao a'Albo e o ex#
tracto dos documento i que acompanbam a mes-
as petico.
0 director geral,
Joao Diniz R beiro da Cuaba,
'tico qu s refere o edital
supr*
fiiQi. e E::m. Sn Dr. Goverc dor do Estado.
A coci aje em commandita por accOes sob a
Brma Carvalho Rasaos & C, (Diario juato) pro*
pYietaria dos engenbos Condado, Vidrar,ao e La-
v.4#em, e das propriedades Acoogne Velbo e
Rarff33, si'uadjs no o uaicipio de Pao d'A ho,
(locumen'.os os. 1,2,3, 4.5 e 6), seado os
8603 ''ngeobos e pripriedaJs co.-iadas pel03
ros C.ip:bariba Corcaby, necebiitao !o coa-
atrolr e eiplorar orna usina na prophCdade Ra-
mos, a qaal se deoomiaai do Espirito Sa.'o o
eervtre pa:a o fabrico de asss' ar o aicol, fleau-
n em da estrada de ferro do Recife
. biii'oi e Llmoeiri?,- precisa para levar a el-
r ua intento, de aoxilio do govemo, de
e J 113, ae 25 de Juube
O l '30 e regulameoto de 5 de Agosto ulti-
io ooxc. a grac de temeibaote coacesaao, visto
Ecnar se babilitada nos termos da referida lei e
aegulamento.
r A osioa deveri ser fondada na propriedade
Ramos, onoe passam os io< Cipiba.ioe e Cur-
gatiy e esta margem da referida es rada de
er o. (ooforme se v di planta junta .
A Bopplicante com os documentos justos pro-
va :
i.* Qua os seos enge :bos, propriedades e
mais beus acbam-se livres de qoaisqu r onos
bjpobecario, quer commercial, quer legal. (Dj-
enmeoto o. 7.)
2. Qa-; oada dve Paienda do Estado co
Municipal. (0o''umeato8 os. 8. 9 e 10 J
3.* Qae os referidos engenbos e prop-iedades
nao eBto obrigados por neabema peaaora oo
Escriptara de venda qoe fazem o teoente.co
rnnel Manoel Barbosa Camello e soa >i ulber D.
A ma Mara d Jess Birboa do engeobo Vi.
dr.ico com todos os ecos t-rrenos, o ras e
bemfenoria8 sita jo no momcipio de Pao d'A.
Ido a socie iad em comman nti por acedes sob
a firma social de Carvalbo Ramos & C.
Doc. o. 3
Es:nptjra de veoda qoe fazem o Dr. Loiz
Marques de Albuquerque Maranbo e soa mo.
Iber D. Manaella Dourado de Albuquerque Ma.
racbo de una parte do eogsono Livagem.
sitsado oo manlcipo de Pao a'Albo sociedade
emi'ommaodita, por acgOes suba firma social
de Carvalbo Rimos & C.
Dcc. n.>
E criptura de venda que f.zem o tenenie.co.
rooel J t Francisco Piobeiro Rimos e sua mu.
Iber D. Anua Gongalves Coitinbo Rirnos do en-
genbo Lavaren situado oo municipio de Pao
d'AIno com todas as soas trras, mattas, obras,
logradouos e n, mfeltonas. macblnismo a vapor
utencilio?, destillaco e o mais qoe oo me^rao
existir soc'edade m comma'aita p,_ eob a firma social de Carvalbo Ramos &C.
Doc.o. 5
E^criptura de venda qu fazem o lente ce.
ronel Manoel Birboaa Carne'io e soa nol^er D.
Anua Mana de Je oada denominada Acongue Velno >itaaua no
municipio os Peo d'Altio a sociedade em com'
manilla por acin sub a firma social de Cirvj.
bo Ramos & C.
Doc. n. 6
Escriptura de venda qoe fazem D. Mari) Ao.
tooia do Rmo Mello, sua flltia de igual nome,
seus filos e oras, capliao Fratcisco do Pego
Mell > e soa mulber D Rosal.na Fancisca da Sou.
za Mello, Dr. Pedro Velno do Reg Millo e soa
mnlber D. Mariana Engeoia foacaoo ue Mello e
Dr. Manoel do Reg Mello e se ti olber D. Ma-
na da C oceigio Ca*oeiro de Mello de om ter.
reno desmembrado do eogeno .Rimos a firma
socul ae tiarvalno Ramos & C.
Doc. a. 7
Certidao do officiai do registro de byp iberas
de Pao d'Albo attestaai*o ooconstai dos irnos
competsotes acnar.se regutrac oo inscripta
bvpatbeca aUu-na commercial ou especial no.
be os engenbos Livagem, Co 'dado Vldr
Cao e propriedades Ajougae Vei io e Ramos do
rneseno muoielpio penencentes a sociedade em
comxaodia por accOes son a rma social de
Carvalbo Ramos e C e nem pezar cobre elles
ocas algam do qoal resolte bypo eca legal em
faver de Estado, do municipio, ae orpbos, ln
terdictoa e ausentes.
Doc. n. 8
CertidSo do e3?rivao da collectoria das rendas
esladoaes de Pa > a'Albo, sttestando nao cooptar
dos iivros competentes ser a sociedade em co .
mandila por accOes Carvalbo Rimse C, deve.
dora a mesma collectoria de imo stos, mollas
etc., scbando.se as im livres de qoaiquer onus
os eogenho- Lava^em, Coodado h Vioragao e
as proprieaades Acougue Velbo e Ramos a mes.
ma pertencentes.
Doc. n. 9
Ceitidao do oficial da snb.di
leocioso do Tnesou-o doErtido
constar dos livros compeient
Carvalbo Ramos e C, sujeita a
-ul'ante de finga prestada pela
favor oo d tercelros.
Doc. o. 10
Certido do secretario da p
d'Albo attestaudo qoe a sodada e em comman.
dita por a \ s Carvalbo Ramos -. C. oada deve
ao Coocelbo do mesmo muatcipi. e nem fia.
tora de contractante algo o.
Docs. os. II, 12 e 13
Cinco certldoes dos escives competentes do
joizo de d:re'to de Pao d'Albo, al'estando n<
constar de seus carinos:
i- ai-gao aleoma oo execocSo contra a socie.
dade em commandita por acg". ;s s.b a firma
Carvalbo Ramos e C, em vi ude da qual ti.
abam sido roborados oo etr-b rgados os seus
engenbos Lavag. m, Coodado y i-ir.-go e as
suas propriedades 'ACoogue VelQe f Kam.o si.
tuanos no mesmo municipio de fio 'a'Oo
2' e8tarem os meamos eoger .os e proprieda.
des sojeitOB a compromisso algutn recoltanle ce
iegaaos ou de beranga em favor de terceiro ;
3' ser a mencionada societa. i devedora por
qualquer ululo ou pender con:: a ella accioal.
gnma oo execn;*''.
Doc. o. 14
Escriptara de contracto para foroecimento de
canoas a projectada Usina do Espirito Santo
que fazem Carvalho Ramos e C, representante
da sociedade em commandita por accOes para
explorsco da me?ni com 0 major Sebastio
Amonio do Rjco Cavalcaute, Maooel Tflomazde
A-'-Bioerqae Maraobo, Dr. Pedro Velho no Re.
?a Mello, Aoonio de Abreo Marques Bacalbo,
D.oco Soares Caroeiro de Alboqoerque, Jos
Elysio Cavalcacta de Albuquerque, aorairo
Samlco de Lyra e Mello, Leodoiioo Aoreliano
Mirques Bacalbo, Pedro Clemente Pestoa de
Mello, Joe Francisco Correia de Vasconcellos,
Vicente Antonio Novelino, Francisco GocQalve*
Garneiro da Albuquerque, Francisco da Silva
Outro, Taomai Tavarea de Melo Faicao. Jas
Ar aio de Araujo Piobelrc, Pedro Bandeira de
Uarvamc, Jos Carneiro da Matta Stlvelra e G.l
dio Bojeira e Carvalbo, todos agricultores
ib- -adores no mon.clpiode Pao d'Albo.
MUNICIPIO DE PA'O D'ALHO
DocnmerilOS 08. Oc Jo X
Deas atte8 r-oav
iuc- monicipal de Pao u'Albo declarando qdd
eJgeobiB pertenceates a sociedade em commar-
dita por accOes Carvalbo Ramos & C. e bert'
assim os demais perteoceoles aos agricultores
contraitaoles do fornecimento de canoa usina
qoe se pretende fu dar, eo apropradas la-
voura de cannas, pela soa oberdad -, podendo
assegorar um resoltado de 30 mil sacros de as-
sucar de 63 kilogrammes, e qoe os ditos eoge-
nbas e propriedades pertencentes a me ciedade nao i acbam eccravados eutre pro-
priedades 63Tapha8.
Docuxeno n. 16
Contracto pa-a o foroecimento de leona so-
ciedade em commandita por acefies fobre a fir-
ma carvalbo Rimos & C, qae fazem Marianno
Antonio BitienGoort e Fraccisco Pe.-eira Caval-
caote.
D comeet.s ob. 17,18.19, 20 e 21
Accordos devidameote legalisados, celebrados I
entre a firma Carvalbo Ramos & C. represen. I
tante da soeiedade em coj manaita por accOes I
para exploracSo da asina Espirito Santo, pro* *
Caria do Con.
af.esiano nao
estar a Qrma
us algom re.
mesna em seu
ft-itiira de Pao
Estrada de Ferro Central
de Pernambiico
Fayo publico para conhecimento dos
interessados, que a Directora desta Es-
trada de Ferro resolveu fazer circular
provisoriamente a partir do dia 11 do
corrente mez, de accordo com o horario
abaixo publicado, utn trem, duas vezes
por semana, as segundas e sextas-fei-
ras, somente para o transporte de passa-
geiros e bagagens, entre Caroar e Gra-
vat e vice-versa.
DE CARUARU' A GRAVATA'
Manlid
Caruar (partida) 9.00
Beaerros a 10.35
G.avati (chegada) 11.35
DE GRAVATA A GaRUaR'
Tarde
Gravat (partida^ 12.45
Bezerros 1.55
Caruar (chegada) 3.20
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Pernambueo, Recife, 7 de Outubro de)
1895.
A. Goncalves Ferreira Jnior.
Secretario.
Prado Pernambucano"
* convicacSo
ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
Sao coovidaoos os seLbores accionistas a se
euuirem em assemble* geral ordinaria no dia
(2 de Ootubro do corrente anDO, ao meio dia,
00 escritorio roa da lupeatriz d. 26, !
andar, para fim de jalear o balanco e relaiorio
do aono social tinao em 30 de Juobo prximo
paasalo, relaiorio e parecer da coromissao fis-
cal, assim como proceder a eleico do directorio
e commiBSo fiscal e supplerjte.
Secretaria do Prado Perndmbucano, 20 de
Setembro de 1893. Servindo de secretario
C de Abreo.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Periiambu*
cana
RA tO COMMERCIO
______SEGURO CONTRA FOGO
Companhia sania ineresa
ASSEMBLEA GERAL
Parecer e coctas
Ro escriptorio da companbia ao caes da Com*
panbla Per ambecana n. euo a disposicao
dos Srs. acciorii,-t<8 at o dia 13 do mez prxi-
mo viodouro, o balaogo e coate*, e bem assim o
parecer da commissao Bacal, para que se babl-
litem a faier juizo sobre o estado da mesma e
poderem resolver a prooosla qoe Ibes ser feita
aa oroxima asaetzbla geral.
Recife, U de Setembro de 189o.
director nresidenle
A. Pereira SimOes
Companhia Serrara
Pernambucana
Acbam se disposicao dos Srs. accionistas na
ade desta companbia os docomeotos exigido
pela le das sociedades aiooymaa relativos ao
aono nodo em 31 de Agosto prximo passado.
Recife, 2i fie Setemoro de 1895
Joo Cardoso Ayres
Secretario.
AVISO "
Estrada de Ferro do
JJecife ao Limoeiro
Em coaseqaencla da prev geral qoe se ma*
nifertou boje oeta estrada de fe--o. previoe-;e
ao publico qoe aic agundo avigu n.a soepeoso
0 t-afego.
Recile. 7 de Ootubro de 1895.
W. H. Scott.
Superintendente.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Pelo presente eo cbamndos os prenles cu pro-
lectores das meuore, ronsiantes da re-cao la*
fra, para, co prazo de 30 oias. a centar de boje,
9preeental-a8 00 collegio das orpbs, tim de
serem amiltidas como edocaotas, visto acba-
rem-se inscriptas no respectivo qoadro.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 1 de Oatabro de 1895.
O e8crivo
Jos Hooorio B. ae Menei.es.
tt >::.*,;-. o
1 Zulmira, fllha ae Carolina Vieira da Paixfio.
2 Tneresa. li ba de Mara Nones de Queiroi.
3 Amelia, filba de Rita Mana.
4 Teolcra, ti i: a d Rita Maria-
8 Marh, lha de Qaiteria e FanciBeo.
6 Ma*-ia, filba de Pbilomtoa Joeephlna de
Cliveira Andrste.
7 Mara, tilas Ce Joant.a Mara de Oliveira.
Guerra do
11895.
ra
Costuras do irsenal
de Guer/a
De ordem do cidado tenente-corouel director
drste Arsenal, dis'.riccera se Cota.aa nm di..
7. 8 e 9 do correte mez, coro as cos"tareTrs
poss":oras das guias de es. Col a 709, de ccci
formidade com as ordeos em vigor.
SeccSo das costuras do Arsenal d
Estado de Pernambueo, 8 de Ootubrr
Flix Amo io de Ai 1
_____________CapiLo odjan
COMPANBIA
DE SEGUROS CONTRA F > >0
NORTHEar
De Londres e Abe: jn
Posico finan r-^ira
Capital subotij,;- f ..780.000
Fundos accumuls l J.000.000
eceits animal:
De premios contra 626.0000
De premios sobre vi< ^ 208.006
De juros C165w2
Agente em Pernambueo,
Boxwel William. & Q
I
-
1



; ""*"
Diarlo de Pernamfonco Ter?afeira 8 de Ontnbro de 1595

lili lilil MYHISIBKL
BMPKBZA FBMANDE8 FINIO & COMP-
Ter Estra do notavel actor JOAQUIM COSTA, urna das glorias da scena
portugueza.
Grandioso espectculo dedicado distincta e lluStre Imprensa Per-
nambucana.
Primeira representaco da opera cmica em 3 actos, original do pran-
teado escriptor Gervasio Lobato e do illustre poeta D. Joo da Cmara msica
0 inspirado maestro Cyriaco de Cardoso.
011
O importante papel Jine pela primeira actriz cantora D. Leonor Ri-
vero ; o de Maduro pelo notavel actor'Joaquim Costa ; o do Alcaide pelo
correcto actor J. Ferreira ; o de Faisca pelo popular Leonvi ; o de Andr pela
distincta actriz cantora Aliverti ; e o de Zacaras pelo sympathico C. de Lima
tc, etc.
Toma parts toda Companhia
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
A ~ -*
za
A^
Trens e bonds
Principiar s 8 horas em ponto.
DERBY
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
iem o que nao iero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Sen Contra Fogu
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 *, Od.
' indos accumulados f 8,274'9'3,l\0d.
AGENTE
POLMANN & C____
Companhia Ferro Carril de Per-
nambaco
A VlSO
Devido a coostruc-.ao da linba qce tem de
oassar em f.-eole a estaco o-Dtral da estrada de
ferro do Recife Caroa fica dorante este ser
i(o io rrcnopido o traosiio de vebicalos pela
roa da Victoria.
EscripioriodaCo^panha F nambuco. 6 de Ou'urro ce 1895.
Fetippe de AraujO aapaio
Grreote.
Cmpanhia Peraamtacaoade Sa-,
Ygano
PORT08 DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mosior, Ara
caty e Cear
O paquete Jaboato
GommaDdaate Alfredo GaimatSes
Sfgop do dia 11 do cr-
reme as 4 boras aa tarde.
Recebe carga, eocomnienas, passagens e di
Dbeiro a frete at a ti Doras da maob do dia
da partida.
Coama-pe a attengo dos Srs. carreeadores
para a clausula ,IU dos coctitcimeotos qoe a
geguiote:
,>o caso de baver algema reelamacao con-
tra a Compaubia, por avaria 00 pe-da, deve ser
fea por eecripto ao agente respectivo do porto
*a descarga, dentro de tres das depois de bna-
lisada:
Nao precedendo esta formalidade, a Compa-
nbia Sea lsenta de 101a a resDoosabiliaade.
E3GRIPT )RIO
Ao Cae da Comnanhia Pernambucana
0.12
Lisboa e Porto
A BARCA PORTUGUEZA
Triumpko
Recebe carea para os porius cima a entender-
se coai o* consignatarios
Amorim Irmaos & C,
3-RA DO BOM JESS-3
AVISOS DIVERSOS
Projecto de inscripgo
Para a 44a corrida a realisar-se no dia 13 de
\ Outubro de 1895
ii
& PAREO-
3.
i.
,*
6.
3.
PAREO Oerby Club de Peraambnco 850 metros. Animaes
de Pernambuco qua cao tenham ganho no Cerby nesta oa maior dis
tancia, contandojou dSo victoria. Premies: 250)5000 ao primeiro,
500000 ao segando e 25 $000 ao terceiro.
Art. 5." Maestro.
Prado Pcrnambncano 800 metros Animae de Per-
nambuco que oSo tioham ganbo 1. e 2.- premios no Hippodromo do
Campo Graorlo contando oa n2o victoria. Premios : 2500000 ao pri-
meiro, 50(5000 ao segundo e 255000 so terceiro.
PAREO-Hippodromo do Campo Grande1.300 metros Animaes
de Pernambuao. Premios 350)5000 ao primeiro, 700100 ao segundo
e 350000 a o terceiro.
Art. 5- Malcr. Bismarc1- 2.-, Aventorpiro, Plut5o, Feniaoo e Furioso.
PAREO Turf Fernambucaa 1.450 metros. Animaos de Per-
nambuco. Froci.s : 2500000 ao primeiro, 700000 ao sega, do e
350OCO ao t. rceiro. /-v
j^rt, 5..__Os do pareo Hippodromo do Campo Grande e mais Triumpbo, C meme, Tudo-, Hirondelle, Famaca 2.-, Turco 2-, Pyrilampo, Pira-
non, Ida, Mascotts, Pxlbaco e Dictador.
PAREO imprecsa Pernambucana 1.C00 metros Animaes de
Pern*moueo. Premios : 3000000 ao primeiro, tOICOO ao segundo
e 500000 ao terceiro.
Art. 5.- Mlor e Bismarck 2*.
PAREO Ferro Carril 1.00 metros. Animaes de Pernambuco.
Premios : 2500000 ao primeiro, 501000 ao segundo e O0OO
ao terceiro.
Art. 5-- Osdooareo Hippodromo do Campo Grande, Tuif Pernambuoano e
mais Vingador, Patoholy, Cingo, Malaio e Conquistador.
PAREO Estrada de Ferro do Heda a Casanga 1.100 me-
troa- _a Animaes de Pernambuco. Premios : 2500000 ao pri-
meiro, 500000 ao segaado e 250000 ao terceiro.
ul 5,.,__Os do j.areo Hippooromo oo Campo Gande, Torf Parnambuosno,
Ferro Carril e mais Beija Flor, Timoneiro, Ybo, Gai impeiro Toulon,
Pirata, Gallet, Maestro, Piano, Talispher, Tenor 2.-, Batbory, Phariaeu,
Seu Bem, Caja Forado, Talioier, Mlaoge, Prace, Petropolis, Tu T,
Pombo Preto, Maority, Baralho, Matcardo e Enireb.
PAREO Trilhos Urbanos do Reclfe a Olinda e Beberlbe.
950 metros. Animaes de Feroambuco. Premios : 2501000 ao pri-
primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
Axt. 5.'=Os do pareo Hnpodromo do Campo Grande, Turf Pernambuco, Im-
preosa Pernambucana. Ferro Carril, Estrada de Ferro do Recife a Ca-
xag e mais Pianc, Fiautim, Aecionista, Mylady, Wrtloo, Fausto,
Divertido. LimeUa, Bausa, Transporte, Nilo, Saragoca, Soepticismo
Lucifer, Dabline e Tiberio
S. PAREO Estrada de Ferro do Reclfe a Sao Francisco1.5C0
metros. Animaes deputo sangue. Premios : 5000000 aa primeiro
1000000 ao segaado e 500000 ao terceiro.
Art. 5.' Gipsy.
10. PAREO Estrada de Ferro do Reclfe a Umoelro 1.800 me-
tros. Hacdcap. Animaes pungas e de Pernambaco. Premios
4000000 ao primeiro, 800000 ao segando e 40S000 ao ter-
0e'r0, r
Peso___Malor, Banqueiro e Bismarck 2.' 58 kilos Aventureiro e Cataama 54,
Feniano e PlotSo 51 e os demais 50.
.
0bs$rva?8B
retirar
pencas
seu animal na ocoasiSo da cor-
do are. 28 do cdigo de cor-
O propriet-rio que propositalmeute
rida ser ponido pela Directora com as
A inscripto encerrar-seJia impreterivelmente na terja-feira 8 do correte,
aj 6 12 horas da tarde.
N2o se admittem observaQSes as propostas, as quaes so serio Bcceitas vm-
do assignadas pelo respectivos proprietanos oa seus representantes legaes, e acom-
panhada da respectiva importancia, nSo se considerando realiaados o pareos que tive-
rem menos de 5 animaes para correrem de 4 proprietarics differentes.
O animal que fpr inscripto sem estar matriculado e qoe detzar de correr
por este motivo perder a inacripeto.
O proprietario que fiser inscrever seus animaes para as oorridas do Derby
Club de Pernambuco, assim como os jockeys, empregados de coudelarias e mais
psaaoaa que tenham iuteresse as corridas presame-se qae sio conheoedorss das
disposi53es do cdigo de corrida e que a ellas se sojeitam, bem como s
sJecuSos.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco em 3 de Outobro de 1895.
O secretario,
B. Lampos.
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os 5rs-
Manoel Antonio da Sil-
va OYeira, Hermillo
SI UU GAZ
Pede-se aos Senho-
res consummidores
^ue queiram fazer
malquer communica-
jo ou reclamac;ao, se-
jaes^a feitano escrip'-
CBA&GK REUNS
CompaDhia Fraaceza
vapor
Havre, Lisbos,
Babia, Rio de
MJLB.X?
EUOS
prince Line of St^amers
James Knott IVew-Casile-on-
Tyue
LDHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazii e Rio da
Prata
E' esperado de New York
a' o dia 16 ci Oumoro, e
sabira denois da demora ne-
cessaria para a
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Kaffir Prince
Para cargas e Dassagets traia-ee com os
Consignatarios
Jofanston Pater 4* O.
Ra do Commercio n. 15
no mesmo dia.
As encommendas sero recebidas al i hora
da urda do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companbia Pernambucana n. 4.
Aos Srs, carregadore8 pedimos a sna atteocao
p?ra a clansala 10* dos coobeclmentoa qae s
Begainte:
No caso de baver algoma reclamacao contra a
companbia por avarlas oo persas, deve ser felta
per escrlpto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fioali-
ada.
Nao precedendo esta (ormaudade a compa
obt> tica isema de toda a responsabilizado.
As psasageos sSo tiradas no mesmo escrlpto-
rio, ata s 2 i/1 boras da Urde do da da sabida
do vapor.
Atlen$ao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15V
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res traU-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6-BA DO COMMERCIO-6
! andar '
Aiaveg^cao a
Linba regular entre o
Ptr i rr.ouco, Macoi,
j 'Hiro e Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
t' esperado da Eoropa
al o ca 1 do correte e
8egon depois aa demora
Detestara para
ilaceio, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Ruga-se aos Srs. importadores de car?a pelos
vapores desta llnr.a, qoeiram aore^entar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
vareogas qnaqner reclamac&o conoernente a ve
lomee que r>or ventora tenbam segoido para os
portos do sal, aoi de ae poderem dar a lempo
asiprovideocias oecessarias.
Expirado o reteriao praxo acompela nao ss
sponsaoilisa por extravos.
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa An OnmT9Aroin_Q
H!
,L,
80?IIM 81B1
O paquete
Clyde
Commandante F. Messeroy
E' esperado dos
portes do sol no
dia iSdocorreo-
e, segnindo de-
pois da demora
Pacific Sleam Savigatiou tm>
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Potos
Espera-se da Europa at o dia
i! do correte e seguir de-
pois da demora do cosime para
Valparaso, com escala por
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para carga, passageDS, encommendas e di-
obeiro a rete, trau-se cou os
AGENTES
Wilson Sons & C- Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Hamburg Suedamerikams-
che Dan ipfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O VAPOR
Guahyba
E' esperado dos
porio a do sol
at 16 de Outc-
bro e segoir de-
pois da demora
necessaria para o
Lisboa e Bamburgo
Para] passagens, carga, frete e etc., traU-se<(
com 08
Consignatarios
Borstelmann & C
18Ba do Commercio18
1- andar
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Maranho
Commandante G. de Castro
E' esperado dos
porto? do norte do
dial* do corre-
te, e segoir para
os portos ao snl
necessaria para
S. Tcente, Lisboa, vigo e Non
Ijamp-oo
O paquete
Tagus
E' esperado da
Eo'opa at o da
15 do correte,
isegoiodo depois
'da demora iodis-
pensavel para
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
E' esnerado da Eoropa
oo da 19 do correte, e
segoir depois da deaiora
indispensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Prevlne-ee aos Srs. recebedores de
mercadorlas, qae a Companhia Mata Real Ingle-
sa, contraetoa com aGenual Steam Navegation
Com pan vom servico de vspores semanaes que
camodo de Bordeaos, Cognac, Cbarente, devem
ebegar a Sontnamptoo a lempo de baldearem as
largas destinadas America do Sal para os va-
pores desta companbia.
Esta companbia acceita por precos rasoavels
para Valparaso al Abril, passsagelros con este
desuno por va de Buenos-Ayres e entrada dos
Aorfei*.
Tambem aceita passagelros para New-York
a Sootoampton, por especial arranjo (eito coa
a CompaDbia Allemaod Lloyd,podendo demora-
rem-se na Ecropa casi o desejarem.
Rednoo&o nos precos das passagens
Ida Ida e volt a
k Lisboa Ia classe i 20 30
A' Soatnampton 1' ciassa ti* 52
Camarotes reservados para os pasaagslros de
Pernambaco.
Nota importante
A Boyal Mail Steam Packet Cempany resoiveo
para commoidade dos Srs. pastageiros com des-
uno a Pars, qae os seas paquetes tanto na via-
da como Da ida facam escala por CHERBODRG.a
poocas boras de Pars.
Se o numero de passagelros para esta cldade
der para cobrir as despezas, a Sleam Packet
Company lera em Cberbcarg nm trem especial
para a conduccSo dos meamos Srs.
VENE-SE
Vende-se a impor-
tante casa terrea, nova,
edificada em terreno
proprio, com grande si-
tio, porto ao lado l. gra*
damento de ferro, com
mutos commodos, sita
a na do Vstonde de
Coyanna n. 74, podend
ser vista a qualquer
hora, a tratar ra do
Baro da Victoria n. i6
CHBGARAM
AS
Agoas xMedcinaes da
Fon te No va em Tor-
res Vedras (Portagal)
Estas agoas recentemente detc bertas,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinars,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estomago, de qualquer
natureza, bem como do gado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-1
fnba.
A' venda as princ-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazii os Srs.
M- SALDANHA & C
Ra dos Douradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fernaiuies de loiei !a
Traveasa da Madre Deas n. 91
Farinha de Rosca
a ISOOO reis o kilo
Z. MELLO B18ET
Ra Larga do Rosario o. 40
o
Q
L
AGRADAVEL
Se recoramenda como o melhor
remedio da sua classe a
*|~ EMULSAO |-
LANIAN E KEMP
COM POSTA DOS
MAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTE3
combinados scienlificamente e
a todos os respeitos a melhor
preparadlo de
OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DIGESTIVO
O
H
o
>
m
m
z
o
o
D
>
^
Casa e sirio
Vende-se na Carones om grande sitio irbsrt*
sado. corr or.tlo-.?s frtrleiras e van ma^mcA
asa ter e> moderna, ae solio ro- jaotllas, com
moilos coromoos para grande familia, coslaba
fra, quario oe baorju e co beira. asoa. g'ade e
poriSo de f>rro na freote, mor'1'", silo proprio,
-1 to a roa Jiaqom >ahcco o. 26, laxcndo es*
qoina para a traversa oa Ventura e afronte do
oonlo de parada da via-ferr*>a de Caxaog ; a
i -ata com o cp: > Passos Lins. rra da Fenba
n.5. 2 anda*. d-is <0 a^ 3 da tarda na rna do
Imperador n. 77. I* aorfs-, pX'rip'orio.
Ao commercio
Nos abaixo assieoados. declaramos ao respei*
tavel co-D) commercial e ao nobico etn eeral,
qoe oa da 30 de BetecaDro ol'-'mo. temos dis-
sohido a sooed^de qoe tinb^mes i roa Vidal
de Nagreirof n. 0. qoe girava nesla praga sob
a firaa aoclal Mjrei'a & Marqce?, re iraodo se
oex-sjcio vsnoei Go'-e-!ve* Marques paga e
sati8feito de s?o cap: 'lwo e p;-8Sivo de dita Brm ex'ircta a cars e
nica re:ponsab!licude ao ex socio Jis Amonio
Morrlr*.
Recife. 7 de O'ubro

Manoel Gijoc? Ies Marque?.
J. A' t mo M irer.
VINHO
VRGBM
DO
D01R0
Marca J. D. S.
Olinda
V?nde-8e tima casa de pedra e cal & roa de
S. Beoio ti. 8, com os seetiotes commodoa: 5
quir'-os, 2 salas e costaba interna, com agua
potavel, seodo a referida asa em terreno pro*
po : a tratar na ros de Hortas o. 57.
Se mentes de hortalizas
Con ve fbr. dita m-5. dita msnteiga, dita
troDctiaJa, repolbo, rabanete, nabos, alface, ce-
oeoras, ch'cona, salsa ; vende se na roa do
Racgei n. 25.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do asaucar vende-se na
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73
Para carea, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
A-morim Irmaos & C.
N. 3Ro do Boa Jeaat N.3
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampfgchiffahrts-Ge-
tellschaft.
O vapor
Buenos-Ayres
E' esperado dos portos da En-
rropa al o da 8 de Outobro,
Begolndo depois da demora in-
dispensive para
ahia, Rio de Janeiro e
Santos
paBsagens, carga, frete, ele, traU-se
Consignatarios
Borstelmaii & C
RUI DO COMMERCIO N. 18
1.
Para
com os
Fabrica Caxias
A partir de hoje em dian-
te os cigarres da nossa fa-
brica cubt^m mais 500 reis
por milheiro.
Recife, 20 de Setembro de
1895.
Aezevedo 8f C
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algiboira, pn-
dulas de torre de i groja carn metro de
marinha, caixa de musicca, aparelhoso
electrics, oculos, binculos, ocoloa de
alcance, joias e todo e qualquer objocto
tendente a arte mechamos.
9tua Larga do Rosario 9
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaiso assigoados, carne de pri-
meira qoalidade, nos talbr>s da rna Marques do
Herval s. 57 e 2, e CambAa do Carmo n I.
Este preco soffrer a i lera cao par mais oo
para meooi, sempre ce accordo com os precoi
do gado osa ei-a-.
Recife, 18 de Malo de 1895.
Pioxa Lima & C
le
no
g"e'-
Especialidad
ero
Preco
5.' 100&000
IO.' OO
Engarrafado I OOI
Vende-se na ra do Rangel
n. ?..
Albino Jos dos Santos.
Liquidado
A loja Pariz n 'America ten-
do de liquidar diversas fa-
zendas de modas chama at-
tencao de seus freguezes para
grandes abatimentosdepreeos.
Ba do B. da Victoria IO
Pernambuco
Pao Centeio
Z. Mello Biset avisa aos seos fregueses que
leodo recebido farioba de Ceote!?, continas
fabricar este pao todas as tercas e eexlas feiras.
Ra Larga do Rosarlo o. 40._______
Cravos
Quera precisar decravo? para bouqoet. pode
procorar na praca da Independencia, na toja de
Cbapelaria Cbiq ns. 23 35.
Vende-se
(averna Flor de Saot'Anna
Cal Branca e Vi r-
g^em de Ja^na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veradeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
;aixas
de
msica
Nova remessa receben a relcjoarla David
roa do Cabog o. li, com dangannas, flgaras
diversa?, tambore>, cas anbolas e timpaoos, as
melbores que existem, tem de z00, 250, 'Of
500JOPO ; na roa do Cabnga o. 14.________
Ama
Coeinhei-a; precisase de urna na roa do Raa-
gel n. 23.
Amas
E' para fazer fortuna
Veode-se o Rendall Hotel, na capital do Cea-
ra : qoem o pretender poder dirigirse por
carta So sen proprietario Silvestre Bendall. Para
ioforma(0es com o Sr. Antonio Soares Raposo
(talbo do comme'cjo) largo da Pecha o. i.
Precisa.se de duas amas ; a tratar na roa Bag
rao da Victoria n. 65, 2- andar.
Ama
Precisa-se de orna ama
Velna n. 43, marcearla.
na roa da Pon'.fl.
Ama
Precisa-se de urna sma qoe cesinbe e compre,
para tres pessoas i na roa Daque de Canas a
37, andar.
Ama
andar
Precisa ts de orna ama para o eervigo domel
1 t|C im ca.a de pequea familia : a traa; na
i entrada do Madoro,
Ama de COSinUa lastrada doMidoro, traveesa do Oliveira,
na Mag dens, roa ddi^^l.8"!6.0!!^?'^8!.6..88 8 ftMjU i
i
......
Precisa-se de urna .
Bemfica na catad o comendador
'maoba oa das 5 da Urde em dame.
> II
i
k i i ii
Ji



m*
v
,/
Diario d*> Peraamlraco Trcafetra 8 de Ontuhro Otbllla Fljrneira Flgneiroa
paria
Mico 1 Figoelrfli Fana Sjonnho, seo pai. ir
maoseti.s, c-cnvld^. a to i* os Dentea e
misos para assistirem as roiss8 <1o 30- da que
manan celeDra' por alma de soa molber, ora,
conhada, sob-inba, oa itreja do Amparo, em
Ooda, g 7 hor^s da araba rio Oa tt do fr-
rente. desd ag ade em cordlalmente a to-
dos aqoel'es que cooipar-cerem o referido
a?to.
D.
Felippa cvalrante de Albu-
querqne
O majo- Antonio rereK'iuti avlesete de Al-
buiuerqu?, 303 mol e\ Amos, genros e ora,
coovidam a todo* os pireaies e amigos para
aaeisti em as musas que manJam ruar na ma-
tris da Boa Vista, no.da 8 o correte, s 8
ora? da manba. pelo repooao fie'OO de soa
prezadissima mi, sot>ra hv, D. Felippa Ca-
valcante ue Albuqoerqor', 1- aooiversario de
seo fallecimento, conf^a-ido-se gratos a toces
qoe se d:2oarem asslsiir a este acto de religiao
e cari >ade.
JAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
1
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitus delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as eofermidades peculiares
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tamban para os pesJoas de idade avanzada
a sua eficacia e incontestavel.
Essm medicinas sao preparadas sement no Estabelecimen'.o do Professor Hclloway,
73, KEW 0XF0BD STEEET (antes 533, Oxford Street), LOHDEES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
' Oe compradores sio convidados respeiiosamcnte a examinar os rtulos de cada caua e Pote se nao teem a direcSao,
533, Oxford Street, sio falsificacoes.
.-..*-....-_.
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de exploso, fumaga e mo
cheiro. A' venda em todos os arma-
zens de seceos.
m
Precisa-se de urna oararcoslnbar tm casa de
Dpqoena familia : a tratar na roa do Impertdor
B. 81, toja.
f
areeltna Ursucina Guimarci
Urbltta A. ae CirvaiUo timmaraes, oros 0 Oos,
irmos. entibados e teora, confessando-se sum-
mameute agradecidos aquellas peasoaa qoe se
dignaran) acompanhar a soa oltlma morada os
reatos mortaes aa soa idolatrada flioa. irnca, eo-
brtnba e cuohatia, Arcelioa Ursocina Goioras.
convidam oe novo a mearme e aos seos paren*
tes e anrgi pan assiiii-ern a missa que mao-
dam rea' aa igreja da Suledade quaria-feira 9
do corrale as 8 oras da manna.
f
joi DoiEngues do Carmo e Silva
Alexaudriua Sirques de Amurnu e Silva, io'
Joao de Amo-i ji e Silva. Mara Monra de Amo-
rim e Silva, M-iria Josepbioa da Silva Ferreira,
Edoardo A da Silva Ferreirs, Mir:a Celeste de
Amonai e Silva, Jos Anelo de Amorten e Sil -
va, niz de Amorim e Silva, Ernesto de Amorim
e Silva eJGse F. de Amorim e Silva, transidos
do ri" p lo premataru passameoto do sen oonra
esqaecido e idolatrado esposo, pal e socro, Joa
Dorciogaes do Carmo e Silva, agradecen de
corado a iohob os seos pareles e amigos qoe
se dgnaram de acompaobar ao cemlterlo pobli-
co 08 seos restos mortaes. e oe novo 08 coovi-
dam a assistir as missas que em favor de soa
alma mandam rezar na raainz da Boa Vista, as
8 boras da maob de quinta fera 10 do correte,
7 dia do sea faldamento, ao ecipanao os seas
cordeaes agradecimeotos q lalles qoe compare-
ceododao-'.bes mals essa p>oa de amizarfe.
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Bita niuN Torres
Joe Joaqoui Aiv^a Pcn-co, teod recehido
a infausta noticia do fjllecimento de soa sempre
prexadissima mai Ra Dias Torres, em Portogal,
convida os seas paredes e amigos para assisti*
rem as missas qoe por 8oa alma msooa celebrar
quinta fera 10 do crreme, oa iereja da Santa
Coz. at 7 horas di maob, pelo que de-de ja
se confesa gr&lo atoos aqoeiles qoecom*
parecerem a e6te acto oe reliviao
----rf*.----frct,)Bd-BC UB UUI. oui quf blu
bem cjtiooar e dnrma em caaa dos patrOes ; na
travessa de S. Pedro o. 10.__________________
Precisa se ne urna ama para anda' com
nma enanca ; a tratar no caes oe Capibaribe os"
31 e 3. Serrana Pemambocana._____________
__Vende se om cavallo pampa, grande, e mul-
to bonlio, anda baixo a meio, proprio para sella
cu carro ; a tratar oa praja aa Concordia, ar-
mazem 08.13 e 15._________________
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GASA. PINET, MARGASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACO GERAL do CAUTCHUC
POR MEIO DE NOVOS PR0CESS0S APERFEUJOADOS
Especialidado &m Instrumentos de Medicina e Chirurgia
Tobos bioos de mamadeiras colchoes saceos para qaz
fundas al mofadas inyectadores orinos pesaarios, etc.
ESPECIAL.IOADE em BEXIGAS k BORRACHA
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E.vi6o-80 os Catlogos tranco.
E. PUJALET, SUC*
34, roa Turbigo, PARIZ
Fabrica : Aux Lilas, perto dk Pabiz.
MOLESTIAS NERVOSAS
CURA CEK.TA.
KAROPE HlNRY MURE


~ 03
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.Boonor/i
S-SgJ-8.1-5
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S
Bichas de Ramburgo
Vende-se em grandes e pequea.
porfSes applica-se ventosas seccase
sirjada; na ra das Larangeiras n. 14
Bom xito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DE
(omii/soes. Vertigens
Epileps a-Hysteria
Vitorea
Hyatero-Epilepsia
Molestias do Cerebro
e do Espinhaeo
MHabete aanucarado
Crine* nervosa
Enxaqaecas, Tonteiras
Congeatc~e8 cerebrae
Itisom ii iii
Spermatorrha
Om Folbeto muilo importante dirigida gratuitamente a ggaligtr pessa qie o pedir
HENRY I IURE em POHT-SAINT-ESPRIT (Fawtjn),
VK.NLlt.bt KM XUUAS ?> PULNCIfAK i-UAlLMAClAa K UKuljAKlAa
o APIOLA JORETe HOMOLLE.SlI^Slfo
__Precisa ee de orna eogommadeira, somsn- '
para roopa de senbora e enancas ; a tratar
"caes de Capibaribe os. 30 e 32, Serrara Per-
mbncaoa._______________
" "piaso :
Veude-se um bom puno ra de S. Goncalo
a. 89.____________________________________
AMA "reclaa- e de orna qoe saiba cos*
nnar ; na roa de Marco a. 19-
Precisa-se de orna boa engommadeira ; a
tratar oa roa da Soledade o. 83 /.,
Chapeos!!!
De sol avariados, om por 1000, aprovelteiO
pecbincba ; vende-.-e oa
LojadaPerola
Domlogos Kernandes.
DE
Campos & C
3S-RA DUQUE DB CXUS-N. 38

Rolo a ir encano
8*006 o kilo
Z. Mello Bisel, roa Larga do Posario n. 40.
Terreno em Beberibe
Vende ee om terreno oa estrada do Porto da
Madeira, jooto a casa de D Marta Carolina ; a
tratar na Estrada de Joao oe Barros o. 33.
Precisa-se de ama ama qoe saiba cosinbar e
dnrma om casa dos pairoes ; oa roa Larga do
Ros rio n. 9, relojoaria.
IALFA1ATAKIA
Ra Baro da Victoria
n. 46
Tem esplendido
sortiment de casacas,
colletes e claks novos,
assim como outrs em
perfeito estado, para
aluguel.
Mudanca
Jos de Sooza Lopes orevine aos seos freene
zes qo modoo-se da roa de Lnii < o Reeo para
Olioda, roa de Heoriqoes Dias, onde contina
om o mesmo negocio da leite, podeodo satisfa-
xer os seas fregoezes a qoalqoer bora.
So orado n. 12 ra das
Larangeiras
0 abaixo asngoado tendo visto no Diario de
Peraamboco. om edital levaodo praca dito
sobrado para pagamento de impnstos a Fazeo
da, vm declarar qoe cooseobor de dito sobra-
do, e que nada deve de taes impostes.
Recite, 4 de Ootobro de 1890
Lolz Maooel Rodrigue Vaienja
N.
Em frente do Diario
Os proprie'ano8 deste bem mootado estabele-
cimento previoem ao resneiiavel publico qoe
rara bem servir aos seos fregoezes teem no re-
ferido estabelecimeoto om espleDdiao e variado
sortimeoto decasemiras petas e de cores, o qoe
ba de melbor em la, brisa de poro linbo de to-
dos os padrOes, e por precos rasoaveis.
Possnem boos artistas, pelo qoe se jolgam
babilitados a saiiBfazer com todo gosto, esmero
e perfeicao ao freeoec mals exigente.
Na mesma alfaiaiaria alogam-se casacas e
leaks, etc., etc.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o escolente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaee de maior circulacao, attea-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Marques de Olinda
n.23,
Pharmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ros do
3. rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, roa Largt
do Rosario n. 13.
v j Mudou-se o tempo
Pedro Antones & C, recebercm urna grande
reme sa de blcos de todas asqoalidaoes e bor-
dados brancose de corea, precos de admira r-ee
ver para cer, s a Nova Esperanca
_______63Roa Doqoe de Casias-63_______
Plvora
De todas as qualidades
em barns e em latn has ven-
de-se no eacriptorio do Per*
oambuco Powder Factory.
ilua do Commerco d. 6
Para proteger os interesses dos seus fiis Clientes e permittir-
lhes de conhecer, a olhos vistos, seus productos GENUINOS.
II. IiCQPapd, proprictaFlo da
PERFUMARA ORIZA, de pari?
tem a honra de participar sua Clientela, seja por atacado ou
por miudo, que desde o Io de Janeiro de 1-896, suas principaes
especialidades ho de ser postas em venda :
a Oriza-Oil, a Ess-Oriza e Oriza-Powder
MODIFICADAS, no seu aspecto exterior e forma, no alvo
de impedir as innumeraveis e detestaveis falsificaees
de seus productos to afamados.
QUININA .PELLETlEfP
O DOS TRES SELLOS
Eadoptada par todos os mdicos, em con-
sequenca da soa reconhecida pureza e
da sua efficacia contra as Knxa-
qnecas, as Novralgias, as
Febrett intermitientes e as se-
zcs, a Gotta, os Rheumatis-
moas* as Sudores nocturnas;
cada capsula, do tomanbo d'uma "">
ervilba, impressa com o nome freunDu
Obrao mais rpidamente que as pilulas ou
grageas, e tomao-se com mais facilidade
que as obreias. E' o tnico mais poderoso
que se conhece. Urna capsula somente
representa um grande copo de vinho de
quina. ____
Deposito om PARS, 8, raa Vivlanae
E RAS PRINCIPAES PHARMACIAS A
(^Elixir Digestivo^
de PEPSINA
da BRIMAULT Ca, Pharmacencoi ea PARS.
Deliciosa prepara9o tendo a propriedade de
supprir, no homem, a falta de sueco gstrico,
elementu indispensavel da digesUo.Car 01 erili:
Ms digestoes;
Nauseas e Azia;
Gastites e Gastralgia!;
Enxaqueca,
Vmitos;
Di irrhea*
Caimbras d'Estomago;
Embarceos gstricos;
Molestias do ligado.
Combate os vmitos das mulheres
pe jadas, e tonifica os velhos e os con-
valescentes. .
Em PARS, 8, Rae Vivienne
*
Para ter a Verdadeira Agua da
VICHY
(FRANCA)
Exigir o nome da Fonte sobre o Letreiro
e sobre a Capsula.
C L E S TIN S. "SSi-Sr*
GRANDE-GRILLE.- -H
HOP.TAL-"'-1
Ter a culdaao de designar a Fonte.
Oepisitos em Pernambuco- AOG. LABILLE-, MAR ft
Sll-VA JNIOR c ug principies rbaruucu e Drosui&s.
Xarope Phenicado ne Vial
Destre os microbios ou germens das
molestias de peito e coostite um medi-
camento infallivel contra as Tosses,
Catairnos, Bronchites, Grippe, Ron-
qnidao et Influenza.
Deposito: 8. rae Mi e as prtidpaes Ptonnadas.
ASTHiyiA-OPPRESSAO
Os Cigarros Indianos de GRIMALT
e C'a constituem a preparacio a mais
efficaz que se conhece para comba-
ter a asthma, a oppressao, as tuffoca-
coes, a tost nervosa, os catarrhos e a
insomnia.
Cada cigarro lera a firma de GRIMALT & C
DEPOSITO i* PARS, 8, RA VIVIENTE
e as principaes puarmacias
t
ompadre
p
R
oseas especiaes
3-100 ris
1. Mello Blue
BOA LARGA DO ROSARIO H. 40
AttenQo
Avispase ao poblico qoe nao fi>ca transadlo
com o terrero fl'Agos-fru, qoe foi propriedade
de coroBel Semeierio da Silveira. porque esi
bypotbecado aos berdeiros de D. Arcelioa Cam-
pello, declarando os meemos nerdei-os qoeqnal
qoer negocio age se Hier fiera Dallo. 30 de
e pmhm de 1895.
"*
f Preciss se de om criado ;
nl, noiel.
Criado
oe bateo d Pair
Compadre V. diea-me onde compra gneros
para soa despensa?
Eo Ibe digo; ba moitos annos qoe compro
m om armszem e i o me consta que nin o m
ejamsis b m servirlo em ootra part" ; cooip'O
alli.pnrqoe eicontro o qoe preciso, ooa a nota
e an"r:,m-a e tnd a meo gosto, ja v neeta
condigai entt>o saiisfeito.
Em prcn" oto ha qoem venda mais barato e
tono os pe,eres t&o ne pnm ira qoahiae ;
boa manten; o h m cna, o oom qoeijo de i
versas qoaiH. es, o bom vigo de mesa "a Sr-
ra da Estrella, n hom vi' no do Por o <" man*
bilza s na.- al'a qoal> *aie. os bons lirAres o
Doro champaun fin Imeme todoqoaotoseode
de;ejsr para urna r6> nespeos;
E teem tamb^m um r-om-leto sortimento "e
obras de vimes. cume s-jam sestss para om
pras, baiaio- i linda' -arteiri-s.
Obngaio ompadre pelo -oe me du, porque
vida et>ta mu o cf8, veo acodar roa prar o qo-
preciiar o-s-e a-n atem. Po s roat>de compar
qoe ba d* ticar >aiUh>i'o.
Oitie c i in iv,.m d"
oca aendea & C
BA FSTHIT HAhI0 (JDNTO A
IGREJA)
Sei oDde compaare.
ORGAOS DE ALEXANDRE, PreiFlsj
81, Roe Lafayette. PARS
ORGAOS IIMIlliiMOS desde 100 Ir. at 8.UuO Ir.
Para SALAS, E6REJAS, ESCOLAS
Orgaos com maos duplas (modelos novos)
MEOtLKiS 1 TOOS S EPOSIfjOES
Eip(dio (ranto obre pedido do CaUlogo illutrado
mmma^^smmn-. ^ammm
v eniie-se
Ooas rielljfnr-iis novas e a r'ei ai'ae, pa'a cinco
p 3roaj, poden 'r. lev Oii*; a tratar na roa
na ConroroiH n 33 chaira Ao publico
F'-n isc ?f ei-a Vital p*r iiira ao publico
e o ou ^H i imont o'om -eren qoe rao
rt-sp n ai I i ,,r qnalqoer d-n o roilrah1-
du --i) h i; e. H-t'f 8 "o:nh o fie 1895
Ti.b
i
v s om i* Ven -ji, a ia 8'1 11''* em errsso e a
r albo, a 'i;., Dmuwuos Tb-olonio o. S, aotiga
d C-'ca'-.
S^rrnlheir e torn iro
Pm--i- + uoi artis'a -erraii,->'o e t'oe ro
pa a f ''c e po'vora fia P"t-i'ba : a
IMtar oa ro ao Comaierdo o O^Lingaetai pa-
viuirOio terreo.
ptima morada
A loes-se a casa n. Si 4 roa do Matocolomb,
em Afopadrg, reconstroida de preximo, teoao 4
qnartos, 3 salas, corredor iodepen ente, coslnha
' haobelro, qointal crande com diversas
froeteiras e om exceilente parreira1, poriSo no
foodo do quir.tal e ir-ande telbei-o proprio para
guardar carros. Tero larrbem 0 a pequea
casi contiena ao mencionado po. tao, a qual pren-
ta-?e para comoodos de c itdrs.
Alero, de todos esies predicados notave ru z
roa no Moiocolomb urna das melhore- de
Afogados, nrlo s por ter a mais transovel po-qoe relia psss^m em aboodancia as melho*
res froctas e pelxes vindo de Venda Grande,
Prsierese Boa Vlaeem p|o qoe. eoos mora*
dores da rna de M-'toccl nnbu' os coicos a pro-
viier-se em priroelro loga:.
A par de iodo isto existe a vantagm de ter
multo prxima a estrgao da li- ba ferre le S.
Francisco e a da Ferro-Carril, pelo qoe cfferece
orna excellent-- morada, principalmente me-
diante um motiico aloeoei : a traiar no bazar
de Afosados, no pateo da Paz.
o-.
IpileS
o g g 2.2PJ
8 o I
r-( C~J
o SrS
f pj o
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sa 8
CO
cu .i: j, a
M S %
mu
8^1
43
S
m 3
m41
o p
** fe
o cu
Chegaram I!
E vendem-se em pec,as e
a metros bordados o que se
pode eocontrar de melhor
qualidade de 400 reis at
3^000, a me- tros proprios
para enfiar com fitas.
LojadaPerola
Raa da Impera-
triz n.im
Domingos Fernn des.
Sementes novas de hortalizas
Completo sortimento.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
_________Poyaa Mendes & C._________
.Vlme. Pigeon
De volta de soa vtagem a Eoropa previne a
todos os seos clientes qoe abrir brevemente e
sua oficina de costora.
Briza dos Mares
Vaina nova para plano
Composicao de
D. HARA LYOIA DE OLIVEIRA E SILVA
0 peqoeoo nomero de exemplares desta mi.
moa valsa acha-se venda na
Lo ja do ^aiva
Roa Bario da Victoria numero 31.
Arrsial
Aloga-se por testa orna ptima casa com sitio
na llnb< frrea, esi calada e pintada de novo :
loformaces aa (averna de Lloo em Maaeabeira
de Cima, oa oo Recite, roa do Crespo n. 7.
Ti aves
Vende-se na ra do Visarlo o. 7, armasen,
nm carreeameoto de travs de 60 a 30 palnos,
cnegadas deS. Migoel._____________________
Madeiras de construccao e
n. ateriaes para edifica^ao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em seo armazem oo caes do Apel-
lo o. 73:
Madeiras para constrnccSo.
Cal braoe de jagoaribe.
Cal preta.
Cal virgrm para assncar.
Tijollos de ladrilbn e commnos.
Tijciloi refractarios.
Pe aras de cao tarta par soletru, etc.
Duas jovens em conflcto
NO THEATRO
De repen e oovio se grande rumor nos cama-
'otes da t> ordem. era grande conflicto entr
doas joven?.- ataqces, cbo'0, mato, morre, api-
os, o di^bo emtim ebega a polica, indaga do
f do e rica sibeodo aue tinbam ido a vias de
facto, D. Elvira e D. Genoveva; verificada a
eaosa, tinba razao D. Elvi- .
Eslava indigoada, furios mesmo, D. Genove-
va, com soa aoiiea e companneira de camarot
pelo fac o de ver qoe todas as peesoas que esta-
vam bo ibeafo, oleavam fomente para sua ami-
a e nao pn ella, indignada uisse : nao por
soa booita cara Elvira, este sen lindo vestido
qoenja cbam-odo a attecgSo de todos' nm
vse'ido de uma bcna phautazla o lao cbique,
qoe, ;endo o meo de teda, oseo realga molt
mais qoe elle e o qae mtsme contraria voc
cao querer dizer nir- a lo|a onde comproa a
renda de 8*u vestido
Elvira, conirana a, d u".;a gargalbada ssrea
tica e diz : para qoe nao lela os auuoocies das
lejas? para que nao passelas do commercio ?
ora Sra. D. Geooveva, cairo cfficio, qando eo
soppooba que a coa raiva era por cansa do pri-
mo Joca, vem a Sra. dizer que tao cemente por
qoe mea vestido moito b< nito e qae sendo de
ihactazia realga rrai qneoseaceodo de rla
e porqne eo nao qnlz dizer a Sra. a Iota onde
ono'i'i. E' o caso, cao somos nada neste
mondo.
S-a. 0. Genoveva tenha jnizo, nao venba para
o tbeairo dar om espectculo deste, e qoando
qoizer comorar qcalqoer fazenda oe (la ou
piantazia oe moito gesto, va rna do Crespo
o. 12. loj Estrellas da America, qoe, cao ?
encooirara om liodo e variado sortimeuto de fa-
zendas finas e modas e bom com amenidade no
trato, aerado, siocendade na medida e prego
commodos.
D. Geooveva reqner verbalmente ao commissa-
rro que Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
r.ume-o da loja. o nome da ra, o da fasenda de
eu vestido, o pr^jo e bem assim o nome de
todas as .alendas qoe ella vio na loja referida'
o qoe foi deferido.
Estrellas ^'America
flS-Raa I de llardo19
Antiga do Crespo
MANQUES & LIMA
Agrado a todos, poantazia em tec'do de earern-
rao. UJOO o covado. gB
Sonbet com liso, pbantazia, 1*100 o covado
Pe>y, phantazia de salpicos de listras e lavra-
das, I200 o c vado
Sedas de c-es. Vaidozas.
Ditas de diias, Suspiros que vao e vem.
Cachemiras de cores, Bombardeio.
Pnantazia, Strandinba.
Las com lisiras de s a. Alelaide.
Ditas idem idem dem, Elvira.
Ditas iiem idem idem. Moracb.
Cacbemira de cor, Tenbo cinroes de ti.
Las com salpicos, Os 3 Jacars.
Sedas, padrOes novos. As sogr8.
Ditatecidogorguro, Het de amar-te at mo're-g
Cacbemira preta de eflres, Nao qoero amo-es
Merino preio para bolinas.
Dito caf para babito.
Grande sortimento de merino pretos e lavradoa-
Velbotina de todas as c'es.
Grande aurtimento carobraias bordadas.
Corics de vestido branco bordados, 18*000
Vestidos de carlee, bordados seda.
Linda phintasla. Beijos de aior
Fi-'ts de 1 a 20*000.
Pfiilbos de inbo lizos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas b-ancas e de c es.
Vestaarios para baptisados.
Sobretodo de uma e doas vistas.
Flanella liza e de listas.
Chal-s pretos.
Cortinado? de ca^-braia e de crochet para camas
Cortinados para janella.
Mantubas de seda de c-es e pretas.
Ditas de algodao de cOres e preta.
Camisas de ift para homem.
Cobrtas, colchas e robartores.
BUos amenczoiir, 2*500 um.
Baeta encarnada e azul.
Liodissimas casemlras de cores para nomina
costo esp cial.
Cortes de fus 6es branco e de cores para coleta
Atoalbado de linbo e de algodio.
Panno da costa para mesa.
Sara de todas as cores.
Seroalas elsticas.
Bramantes de IiDho e de algoiio. "^
Lindos padrOes de crep para coberta.
Crep preto.
Ltnos, de qaad-o e de salpicos.
Cachiuet de seda de cores.
V'-liadiiho de cores.
Merm preto lavrado, 1*809 o covado.
Las coro salpicos de seda, Canolnha verde
Seda de lisira, Atbayde.
Paietots folba de teda.
Camisas de meia com listras de cores.
Cachemiras pretas cem salpicos de cores. Abre
a porta Sinb.
Boffaio.
Morim da China, i/300 a peca.
Cretooe de barra om metro de largara.
Cassa pabUta tina, 403 ris o covado
Dita dita, 200 ris o covado.
Cbiia perfelta, 20 ris o covado.
E molas ootras fazendas qne Impossivel
descrever.
, RUADO CRESPO-12
Estrellas dAmerica
SEM DIETA
NBM MODIFIGAgAO DE COSTUMES
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ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
Salsa, caraba e manaea-Cura to-
das as molestias da pelle, rheumatismos agudos
ou chronicos, todas as affccges de origem sy-
philitica, escrfulas, ulceras, bobas, dartbros a
mpgens
Plalas de veaminaCom baetmS
prisoes do ventre, as enctinquecas e sao depura
Uvas e reguladoras.
Elixir de imberiblna-Restabelece a
dyspepticos, facilita as digestoes e promovso
defecagao.
Vinho de annaz ferrnsiaoso e
quinado -I'ara os chloro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconstiloe os bydropi-
cos, benbericos e convnlescentes.
Xarope de flor de arnelra e mu-
lamba Muilo recommendado na bronchite,
na heraoptise e as tos es agudas ou chronicas,
na influenza e asthma.
Xarorte de mulung e flores de
larangeiras ontra insomnias, nevrose
cardiaca, hysterismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asthma, coqueluche e convulsOes das
criangas.
Vinho de cacao, peptona e laeto
phosphato de cal, quinado Contra o
rachitismo das enancas, desenvolvendo-as, rea-
nimando o organismo; faz recuperar as forjas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre chimico
coutinuam a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio fu Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as iutitaces]
Vendem-se as Hbarmacias e Drogaras des!
Estado e no Deposito geral ao Largo da Cqmpts
nia Pernnmbucana n. 6, 1. andar, EscriptoriO'
Jos de Musumbo.



-.



;-



Diario de Periiamlinco Ter*?a-feira 8 de Ontnbro de 1^95
/

LOJA Dft POVO
19 Ra I. de Marco ^19
Este acreditado estabelecimento
continua a vender porprecos seui competidor
os artigos para os quaes
pedimos a attencao das Exmas Familias :
Coletees franceses a,^15^.0D uro.
Brama: tes para lengea de 4 Urguras a 2000 o metro.
Atoalbado brarco e lavrado para mesa a 255(10 e 30O0 o metro.
Cachemira de 2 largaras para vesti'-ido a 10200 o oovado.
Casemira preta de agooal pera roupa de bomem a 21000 o covado.
Cbeviote preto p*ra roupa do hornern, fasenda de 9S003 o covado por 630-0,
Flanella aaul para co?tnnse de 33500 a 50000 o cevado.
Cachemiras de 12 cem 1 str&s de seda a 1p200 o cavado.
Lndos cbamalotes de vanos padroas a 1000 o covado.
Grande sortimento de ch:F rn-tea a 800 rs. o covado.
Meia de IS para senhoras a 403000 a dusia.
Ditas de alg d2o dem a 120000 a dozio.
Ditas de c r para bomem a 120OO a duzia.
Ditas cruas com Aob i s-da pora bomem a 120000 a doaia.
Setioetas de todas as cores a 600 o cavado.
Seda bracea I -vrada para r.oiva a 20500- covado.
Crotones d cores 2 barras para ceberta e reposteirojazenda de 18200 o covado por
700 rs. (E' barato !)
Etamices arrendados a 500 o rs. covado.
Cretoces claros a 320 rs. o covado.
Ditos escures mnito '.argos a 400 rr. o covado.
Lindos Cortes de cachemira para vestido de 80$000 por 4C0GOO.
Madapolio americaoo de 8(000 e 100000 a pega.
Dito f>ancez para esmiaa, puohos e ol arinbos a 13000) a peca.
Dito para npivaa de 24 ardas a 110000.
Cortinados de crochet e cambrai* bordados para cama e janellas a 100000 o par.
Ditos de ccres para sala a 240OCO o par.
Ditoi finos de croclet para cama de casal, do prego de 50J000 & 358000.
Capelias m veo para noiva a 100000 e 120OCO.
Grande sortimecto de epartilhns de 8000o, a 160000.
Peitilhos para Senhoraa a 10500 nm.
Camisas de dormir para bomem a 6S0OO urna.
Ditas para Senhora a 60000 ama.
Finos cortes de casemira inglesa para ca'ca a 80000 e 100000.
Camisas de malha de IS para bomem e senhora a 6-50(0.
Vestuarios de Jercey para meninos a 150000.
Cobertas de cretone para orna de C3aal a 50000.
CaaiLetas para roepa de humem e creanca a 500 re. o covado.
Brim brauco d.6 30000 a vara (fino liebo !)
Ditopreto al08OOav*ra.
Grande sortimento de creps messlados, do prejo de 10500 por 800 rr. o'c vado.
Ficbs de todas as cores de 3$O00 a 100000,
Brins de paro linho para ceroalas a 20CCO a vara.
Sobretudos com ama e daas vistas, cobertores, cclcbas, ceroalas, mantilbas, '.-do p>r
preces baratiesimos.
S
na
LOJA DO POVO
i9~db.xta. r idos xwxjL3.gai
(4ntiga do Crespo)
CHIBO n Mi 1S01KIM10
Salsa Caroba e Cabacioho iodorado
DE
F. Athelano
KApprovado pela filustre Inspectora de Hygiene Publica
O uiais enrgico dos depuramos reconhecidos, acoDselhado,1* e prescriplos no tratamento
dos males que tem sua origem na impureza do salgue, n.o s pala efficacia Incontestavel dos
vegetaes que n'ella encerra, como pela junego do Iodureto de Potassio, nico agente therapeutico
capaz de o-uiralisar e expedir do sangue o principio impuro, tendo a grande vantagem de nao
alterar as lunrges digestivas Este podero-o medicamento produz cura admravel as molestias
Seguintes : Erysip-ella, cancro, busons, ulcera, gema, dartros em geral e rbeumatismo. Quaoto
ao modo de usar e ieta cunsulta-se ao prospecto.
ELIXIR SEDATIVO DE CABEQA DE NEGRO
Approvado pela 11 lustre Inspectora ae Hyglene Publica
Preparado de F. Athelano
Nao sendo este medicamento novo, que o publico desconheca sua virtude therapeutica, nao
precisamos mais commentarios na explicacao de sua propriedade medicinal; apenas nos restrin-
gimos u deciarr 'que a sua preparando de urna formula especial adoptada pelo seu autor.
Elixir ante-rheumatico de canlnana
FLORA BRAZ1LEIHA
Preparado de Francisco AUrelano
Approvado pela Illuat-e inspectora de Hygiene Publica
' um novo agente medicinal de urna Torca dupla para o curativo de todos os mal s que in-
feccionara o sangue, e que se tornera rebeldes a applicaces de outros medicamentos, como se-
ja : Rbeumatismo syphilitico, articular agudo ou chronico, muscular gotoso, uloeracao da laryn-
ge, etc.
Todos estes medicamentos se preparara na Pharmaria Athelano, cidade do Limoeiro, ra da
Matriz n. 83.
DEPOSITO RECIFE
Drogara Guimares Braga & C., ra Mrquez de Olioda n. 60. Veode-se em toda9 as phar-
nacas.
Temos em nosso poder atteslados comprobatorios da efficacia d'este medicamento, os quaes
Opportanamente publicaremos.
FOLHETM
55
0 CASAMENTO DE UM FORJADO
POR
ALEXIS BOTMER
.,**>
TERGEJRA PARTE
" LDiPASSADlOi

CAPITULO xn
OS I N N O CE NTES
(Csntinuacao)
Assitn que se apanbou aa ra, deitou a
correr para a travessa Pelee; duas vezes
no eaminho se voltou, e disse :
Ah ah I preciso ter cuidado.
Seguem-me talvez.
Na travessa Pelee perguntou por Petite
O miseravel chorou de alegra quaodo lhe
disseram que ella tinha sah do de manh
e devia voltar nolte... Petite nao esta-
r presa.
Agora, pensou G.osbouleau, trata-
se de nao descontentar aquelles sbnhores,
e de parecer que comeco as minhas pes-
quizai... Hei de apanbal-o por forc.
Como Grosbouleau nunca perdia a ca
beea, pensou dorante alguns minutos, e
comecou as sua investigares, fazendo
jinxa visita ao Sr. Rehtin ; encontrn na
Casa de perteiro om embrulho com o seu
jggae t fua moed* de dez francos.
Alegre e sorprehendido, diese :
Oh como est tudo bem prepa-
rado !
Metteu-se no mnibus para ir para
Montparsasse.
Urna hora depois entra va no Lapin-
Sant.
Oeu um grito ao ver sentado & mesa
para onde costumava ir, o seu socio La-
longueur.
Od dous amigos tocaram os copos com
alegra. Depois de conversaren! alguns
minutos, descobriram que estavam ambos
enearregados da mesma misso.
Vs, disse Lalongneur, quando o
nosso fundo a honradez, sempra acaba-
mos por adquirir urna posicSo.
CAPITULO XIII
O AMOR E A MORTE
Deviamcs ao leitor este grande rtro-
cesso, que acabam >s de fazer. Agora
voltamos novamente a estrada de Morlaiz
a Pariz, onde deixamos o nosso here
Jacques Berard.
Depois de ter reflectido por muito tem-
po no que lhe estava succedendo, Jacques
conclua que se Aime tinha deizado Ros-
cn* com tanta pressa, tinha sido mordida
pelo ciume que a historia da Linotte ori-
ginara.
Se sua mulher tivesse tids conhecimen-
to do seu paasado evidente que nao teria
aquelles modos nem aquella cara.-. em
Bumma o pobre rapaz estava sacegado,
sabia que com urna palavra provaria a
sua mulher que, ae a sua mocidade fura
atravessada por gacSes facis, mais posi-
tivo b. je, a sua ligacfto legitima fora feita
por nm amor verdadeira...
Ssiaho, encolhido ao cauto dt bu ota-
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyoiene Publica e autorisada pelo governo do BraziL
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos do Braril, Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Attcsto sob f de mcu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado 'Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
as enfermidades que deixam em sua terminagao
um depauperamento das forcas. Alem do bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas criancas as mais
rebeldes medicado, l'oderao fazer, d'este o
uso que lhcs convicr.
De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO MNIZ FERREIRA,
Jfocctz.
O Dr. Jluiiiz Ferreiru sao paulo, nrazii.
A Emulso Scott urna preparaco d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
laco. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e perebro, e que entram n'esta preparaco, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, AfTecces da Garganta e Pulmoes, a medicina nao encon-
trou ainda nada que iguale Emulso Scott.
Vende-se em todas as pharmaciaa.Scott & Bowne, Chimicos, New York.
51 Ra da Iroperatriz 51
Os proprietarios deste novo e importante armazem de fazendas finas e mo-
das, convida ao publico e especialmente s Exmas. Sras. a fazerem una vi-
sita ao seu estabelecimento onde encontrarSo agrado e sinceridade a par de um
esplendido sort imento de fazendas de gosto como sejam :
SEDAS FIANCE'E, CHAUGENT, GALATA, TULLES, SARAH
BERNHARDT,
CHIFONIERS, CREP. SOIE, OTTOMANE, PARISIENSE,
PONGE'E F POUTILLE'
BENGALINES, JAPO E MARVILHEUSE
LINDISSIMAS SEDAS LAVRADAS
GORGOREES, SURAHS, SETINS E TAFETA'S,
Um enorme sortimento de tecidos, phantazia em l, crepon broch, ca-
chemiras, granadines, louise e tuller.
Fazendas de phantazia o que ha de mais chic.
Alsacianas, crepolinas, chifoners turcos, musselinas e chifon brod.
Ricas saias de seda, capelias para noivas, espartilhos, colchas, fichas, sa-
hida de theatro, lencos de seda, cortinados para janella e cama, esleirs, tape-
tes e capachos,
Um colossal sortimento de madapoloes finissimos por prefos baratissimos
qu see obtem dando um passeio
H
ALBERTO CABD'SO C
Chegaramosxortes de l eseda,crepon,
alta novidade, sedas brancas, pretas e de cores
lisrfse lavradsa, espartilhos, qualidades muito
conheedido de todos de ns. 40 at 80.
GRANDE
EBICJUII
RA
DO CABUGA
N. 1 A
FLNDICAO II lilil
e
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para usinas ven.
endo 8pmpre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhos de Robinson e outros fabri.
cantes e de 2 a 12 c vallo?.
CADEIRAS A VAPOR multitubnlaresde Flctcher para funecionar como fogo das torna-
Ibas das lachas.
CALDE1RAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funcaonar com lenba e bagago-
RODAS para agua.
BOMBAS de motn-rontinuo.
MOENDAS e meaB moendas, garantidas.
TACHAS de Ierro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diferentes gystemas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHN S para descarocar algodao de li a50 serraa com alimentadores e empastado-
res a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajosamen-
te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
usinas fnnecionando deste Estado, iocumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a producto
e qualidade do assu ar.
APfARELHOS e melos apparelbos de vacuo.
DESTILLaCOES completas paraalcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grandes e
pequeas fabricas*.
52, RA BARA0 DO TR1UMPH0, 32
rUNDiCAO CBBAl.
ALLANPATGRSON&C
44-RUA DI) BARIO 0 DTRliJMPHO-44
Mchicas a vapor.
Mee odas.
Rodas d'agua.
Taix tundidas,e batidas.
Taixas b itidas^sem crava^ao.
Arados.
Ra 15 de Noyembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni
eos da cidade do Recife.
AecommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeic6e>, a mai r e mais arej-da nesta capital
A cosinha acba-ae a cargo de dois perito* oosinheiros, sendQ um france
centimente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos esperSaliatas na ar-
e culiara.
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere-ae acha-se habilitado a satisfezer aos
mais difficeu dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre;
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento. j
FALLA-SE DlflBSiS I11QIAS
PHECOS RASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
HOSPEDAHXAS
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a directo da seu hbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j. pelo esmerado gosto de sua arebitectura e
altura interna, j pela promptidao e aceie do serviso culinario aduaneiro, ja tan*'
bem pela posiQo bygienica do'seu edificio.
BIP.&BTAHIHT0S
Depois de innmeras transformaces por que tem pausado este Hotel, consegu*
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares o
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
partimento de primeira classe, Berard
pensava ; o seu olhar vagueara pelo qua-
dro mobil que desfila va diante de lie... o
cemboio corria veloz, diante dos seus
olhos as arvores curvavam-se e campri-
mentavam, as nuvens gyravam desorien-
tadas no co cinzento plmbeo, as casas
vacillavam nos alicerces.
Elle sonhava com o amor, pensava :
O Creador fez duas cousas oppostas
Ha vida : o amor e a morte ; o amor a
luz, a morte sao as trevas !
Por muito alto que estejamos, temos
todos de soffrer as duas cousas ; diante
del las a luta va, somos vencidos.
Quem ama forte, e a sua forca tor-
na-o fraco.
Quem morre grapde e a sua grande-
za redul-o ao nada I No amor tudo feli-
cidade, mesmo soffrimento 1 O amor
carnal desvanece tudo, as relacSes de duas
creaturas fazem tudo esquecer: traba-
lhos, desgostos, tormentos, soffrimento,
doenga incuravel! A mertn tudo destre :
o remorso, a dor, a doenga.
Por muito pobre que seja o mendigo, o
amor e a morte obrigam-no a obedecer.
Por muito rico que seja o grande, o
amor e a morte recu< am-se a obedecer-I be.
E' a igualdade determinada por Deus, a
igualdade verdadeira, a igualdade na
cousa principal...
Ncsse todo a que ninguem pode fugir...
o que extravagante que as duas gran-
des chagas da sociedade viciaram essas
duas cotsas santas... Onde Deus tinha
feito a igualdade, onde elle tinha querido
que o pobre tivesie o mesmo valor que o
rico : Nada !.. Os padres fizeram urna
tarifa para os mortos... ai prostitutas fi-
zeram urna tarifa para o amor.
Para o morto, fueram distincc&o na ce-
remonia religiosa; preciso dinheiro
para ter o mesmo numero de tochas, aa
meamas paginas de oracao, o mesmo fumo
de incens... Rico em dua< h ras de pa-
lestra com Deus, visto que os padres sSo
os seus representantes na trra... Pobre,
tens o canto escuro, por detraz da ca-
pella... vinte linhas de oracSes... O
homem que representa Deus tem as suas
vestes taxadas; faz economas, como a
administrado que te den, pobre, as seis
taboas de pinho cheias de nos ; na greja
nada atten a putrefaccao a que Deus
condemnou o teu corpo..... e s o rico
pode fazer arder aos quatro cantos do
sen envolucro de madeira perfumada, de
chumbo, de palisandro odorfero e de
carvalho bem unido, incens que embriaga
o cerebro e faz pensar em Deus.
Foi e artificio, foi a f da convenci
que destruio a igualdade da morte, di-
zendo: Pobre, sS um cadver pntre-
facto ; rico, exhala perfumes... E Deus
justo nada disse !...
Jacques estava triste ; um snrriso amar-
go lhe encrespava os labios.
O comboio chegou estadio de Maas ;
parou um pouco antes de entrar na gare.
Jacques deitou a cabeca fra da porti-
nh -la e olhou para o campe.
Com os bracos enlajados, as cabeas
muito juntas, o olhar renectindo-se um
no outro, dous namoradoa seguiam por
um eaminho muito estreito, entre o trigo
maduro.
Iam para a mata, cujas arvores se viam
a distancia, liiam-se, e, com o braco
passado roda da cintura da sua compa-
nheira, o rapaz poz-se a cantar.
Jacques Berard amava Aime. Estava
triste, e a cantiga alegre attrahio-o ; in-
cliuou-se, sorrindo-se, brilhando-lhe os
olbes ; apurou o ouvide, satisfeito por n-
ter rom per oa seus pensamentoa lgubres.
O namorado cantava, n'uns versos mui-
to buclicos, aa brisas da primavera, a
prados matizados de flores, o gorgeio dos
passaros, etc., e cejo estribilha era:
POUR SE MANGER. Salpices, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos fiamengos, suissos n do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacin a es.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recibi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condicSes do morcado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMaRCIAL
Amemos, querida,
Amemos sempre.
No fim da terceira estancia houve um
momento de silencio ; os dous namorados
sabiam da sera e mettiam-se pela matta *
no carreiro iam-se a rir, porque as silvas
se prendiam ao fato da namorada, como
se quizessem segural-a.
Jacques estendia a cabeca, feliz, sor-
rindo-se, escutande... O amor tSo bello,
mesmo para quem v I
Ao longe, a voz do namorado acabava
a cantiga; depois desappareceram no
verde-escuro da matta.
Berard encolbeu-se aborrecido, a um
canto, repetindo :
Amemos sempre 1... sim, conti-
nuou elle, amemos semp-e 1 o amor a
vida... a prostituico perdeu-a ; aquelles
amam-so, e s tm um desejo, viverem
juntos... a verdadeira confissSo, a con-
fisso santa que fazomos aquella ou -
quelle que amamos e que trae comsgo o
conseibo sem outro motor.
A sociedade, nao tentando dar & mu-
lher aquillo de que ella precisara para
viver, consentio que se fizesse do amor
om officio... e o amor um vicio... e
quando a mulber se sentio com forca,
quando nelia falUram o saugue, a alma,
o corac&o, diz-se que ella viciosa... s
se desculpa isso na prostituta, porque essa
fez de tudo isso um officio.
E Berard ficou triste.
O comboio da Bretanha que correspon-
de com o ezpresso de Mana, a maior par-
te das vezes um comboio de marcado.
ras... De mado que, s vezes, espara-se
na gare horas e horas, para pasear para o
expresso ; foi o ae suctedeu Berard.
Vieram preveni!-o de que comboio
alo entreva aa gare, porque s corres-
ponda com o comboio de Pariz quatro
horas depois.
Foi dar urna volta pela cidade ; como
o expreBso s parta s sete horas e dez
minutos da tarde, jantou e voltou para o
eaminho de ferro.
s sete horas suba para o seu compar-
timento, quando ouvio alguem que o cha-
mava :
Eh! Jacques 1
Voltou-se e vio Cardinet que se apeava
do comboio da Bretanha.
-Tu,j!
Ficar ssinho em Roscoff, d'sse Car-
dinet, antes quera urna imitacio de Car-
los V, enterrar-me vivo... esa primeiro
lugar havia de ter msica.
Bem, sobe depressa... eatou s nes-
te compartimento.
Perdao, tu ests com pressa de
mais.
Que queras fsaer ?
Meu amigo, preciso fazer estuos
da latureza murta.
Nao te comprehendo.. *
Nao vive b de poesa. Bem sabes
que geralmante morre-se ; abi tens Malfi-
ltre, Gilbert, Esconsse...
Sim, sim, bem sei... mas nSe sei e
qu queras.
E no entauto bem simples : quero
ver o sitio onde est situado o buffete.
Sempre s muito tolo 1
E' curioso I como pensamos a mes-
ma usa um do outro.
Mas o comboio est a partir...
{Contina).
Xjp. de Dicari*, roa Deque da GfcxiaJ, 42
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