Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18448

Full Text

ANNO LXIX
SABBADO 25 D2 MARCO DB 1893
NUMERO 69
I

.
DIARIO DE PERNAIHDUG
PBOPBIKDJUUE OS HAHOS3L FISJEIBOA OS FAMA & FILH03
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. .
Por Des ditos vencidos ....
Por nm anuo allantado .
dem idem vencido.....
7^000
241000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCAgES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
8s Sra Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae la
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
i3500
151500
271000
311000
TELEGRAMAS

;
S23?i;3 mmmi do mi:
LISBOA, 22 de Margo.
Foi aasignado o tratado de commercio
entre Portugal e Hespanha.
ROMA, 22 do Margo:
O ministro da msrinh* pedio demib-
alo.
PARS, 22 de Margo.
No prccesso a que respondan! pelos
actos da Companhia do Panam foram
condemnadoa :
Mr. Buihauta 3 ancos de prisSo e multa
na importancia de 70 francos.
Mr. Blondn a 2 r.na >s de prisSo.
Mr. Carlos Lesseps a um anno de pri-
s5o.
Eff-jctuaram se os funeraes do presi-
dente do Sanado, Mr. Ferry.
A ceremonia teva sua axecugSo extraor-
dinariamenta grandiosa.
Contina inalterada a ordem pu-
blica.
ROMA, 22 de Margo.
No palacio em que re lide o Sr. Sacche-
t, mestre de ceremonias do Vaticano, ex-
plodio una bomba de dyn^myte.
Tem se efFeotuado muitas prisSes.
O edificio foi srroaado.
Es Qj ova declarou-se o cholera. ,
LONDRES, 22 de Marco.
Os titules brasileros de 18?9 estto co-
t&dus a 71.
BERLIM, 22 de Maifo.
No rcichstsg deolarou o deputado Ahle-
w.rdt, que oSv de Bisaiark qaando ohan.
celler, fizera com diversos jud transac-
50 3 de tal ordo a que produzram prejui-
Bofi em maitos canten res de milhojs de
marcos no Thesouro.
O ministro da fazenda repeliidoa oppo-
aySo, exigi que fossem d das a3 provas.
A seSSo tornou-se tumultuosa, em cor*-
sequencia desee incidente; t a respeito do
facto denunciado v: instaurar sa o compa-
tente inquerito.
S. PETERSJURGO, 22 de Margo.
O narchista Adrianoff assissinou o al-
caide da capital.
RIO OE JANEIRO, 24 de Margo, s
3 horab e 55 minutos da tarde.
Pra a "O rd nacional desse Estado fo-
ram nome3do8 comisandantes superiores os
coronis:
Antonio de Souz LeSo, do municipio
do Cabo.
Americo de S c Albaourqae, do mu-
nicipio de S. Lourango da Mata.
Francisco de S -uza LeSo, do municipio
de JaboatSo.
Raymund > dos Pasaos, do municipio de
de Garanhuns.
J0S0 Js Ferrcira, do municipio de S.
Bento.
Salustiano Arag; do municipio de Aguas
Bellas.
Manoel Clorado, do municipio de Bu i
que.
Francisco Pires de Camino, do munici-
pio de Villa-Bella.
Alm destas ncmeagSes, outras muitas
e deram de graduago s inferiores.
Os bancos abriram com as taxes de
12 5|8 e 12 3j4.
PORTO ALEGRE, 23 de Margo.
As torgas de Gumersindo, que havia*n
inntilisado trilhos e saqueado regona, con
posta de 1.500 homens, foram derrotadas
por 50 pragas, 28 de infantera, 13 e ca-
vallaria civil ao mando do coronel Motta.
Os federalistas tiveram mais de 100
inortos, e da forga governista ficaram fora
de combate 8 pragas, das quaes 3 por mor
te.
O coronel Motta segu em perseguigSo
dos inimigos.
MADRID, 23 de M*rgo.
O presidente lo d- "onaelbo de Mi ai?
tros acha se interinamente encarregado da
pasta di marinha, cajo ministro deu e foi
acceita a sua demissSo.
Foi preso o pagador do Banco Geral por
um desfalque que causoulhe de 50,000
pesetas.
PARS, 23 de Margo.
Na cmara dos deputados, Mr. Millevoyd
interpellou o gobern a respeito da senten-
ca proferida na Cour d^Assises no proces-
so Panam.
A sessSo tornou-ie tumultuosa, aendo afi.
nal regeitada a mcgSo do governo.
Ha crisa.
Romperam-se as negociaseis entabo-
ladas entre a Frange e reino de Siao a
respeito da questSo do Toukia.
ROMA, 23 de Margo.
Realisou-se a necroscopia no corpo do
Dr. Ceccarel 1, medico do Papa, e enj .
morte noticiei, bem como as snspeitas le-
vantadas de ter sido o mesmo Dr, envene-
nado.
Dessa diligencia verificou-se que a mor-
te fora natural.
LONDRES, 23 de Margo.
Foram condemnadoa Mrs. Wrigh e
Cohbs, directores da L baratar Society.
S. PETRSBURGO, 23 de Margo.
Em Moscovr foi assa&simdo o intendente
Alexejoffl
BUEN33-AYRES, 23 de Margo.
Foi nome ido ministro da just'ga o Sr.
Amancio Alcoata.
PARTE 0FF1CUL
Quesiura policial
2.a SecgSoN. 68 -S jaratara da Ques-
tnra Policial do Estado de Pernambuco,
24 de Margo de 189?.
Sr. Dr. GovernadorParticipo-vos que
foi hontem resoltado Casa da DetengSo
Bmente Fortuna'o Googalves R b-iro,
por embriagues, disposiglo do s bielea
gado do R 'cif;.
Por ofiaio datado de hontem communi-
cou-m o delegado de P 1 d'A'iho, qu : no
dia 22 do correnta ialleceu r rpeotiuamr.n-
naquella cidade e sargento coxmandante
do respectivo destacamaoto Alfredo Ca-
valcanta Ribeira da Silva, tendo os pon-
tos declarado que a morte (ora oocasiona-
da por urna lesSo cardiaca.
No lugar Paul do dietricto do Peres,
foi hontem encontrado merto em um ca-
;ebre o proto de nomo M..'.heus.
Do exume a que se proceden vorincou
se ter 8do a morte consaqoencia de pade-
cimento8 chrcicos devidos ao ahoolismo.
Commuuicou-ma o subdelegado de S vi-
to Antonio, qua no dia 23 do carrente Jo-
Bino Firmino dos Praseres fra ferido no
peito esqu'To com una facada por Jos3
pha Gomes de Ohveira, por motivo de ze-
loa, conseguindo a delinquente evadir-3?.
0 offendido foi reeobido ao hospital
Pedro II afira Se ser vistoriado, proceden-
do o autoridado nos ulteriores termos da
lei.
Pelo mesmo subdelegado me foi aida
commucicado que p:-etrando es ladrooa
na casa de reeidencia do Dr. Molinni^e
Laurin, sito a ra do Barao da Victoria
n. 35, o" l subtrhiram objectos e di
nheiro aproximadamente na importancia
de 17.00 0; a saber : botoes de abertura
com brilhantes, idem de punhos, 800(5 em
cdulas, um bilhete de lotera da capital
fedeial e diversos documentos.
A referida autoridade prosegue com ac-
tividade no sentido de deacobrir o autor
ou autores de Bemelhante enme.
O cidaiSo Manoel Francisco do Re
go assumio em data de 17 do corrente, o
exer.iuio do cargo de delegado do muni
cipio de Ipojuca na qualidade de 1 sup
pente.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
uui digno governador do Estado.
1 / 1 i O Questor,
Julio de Mello Filho.
CHKUSICA DI SEI4V.
^Jta. parece
Jja..par
3(0 coa
coooo amaaba nao ha jornal,
visto como es'ao fachadas as offli'.as do Dia-
rio' por eer d a santificado tioje dia coa1 pe-
tente uVila Chronici.
E' verdade que pooco, muito pouco tenho a
diier boje, mas nem por isto devo me eximir do
dever que me Impuz para com o pablico le-
gente, sempre disposto em prande parte, a dis-
pensarme asna benevolencia, a disculpar-me
no da em que por acaso, por motivos albeos
miDha vontade, deixo de satisfazer-lbe a expec-
tatifa. .....,
Qoe qoerem ? NVsta vida do jornaliamo nem
sempre se pode servir bem ao publico, e, ora
pela escolba de um assoupto qoe nos parece
bom e que entretanto nao agrada aos Ieitorea,
ora pela ausencia da seccSo motivada por causas
imprevistascae'se muitas veze? no desagrado
da mai ria, cujo gosto, o pobre jo-nalista crente
julpa ter servido perfeitamente,quando entretan-
to esta sendo alvo de desagradavei3 commenta-
ros.
Agora, si se trata da leltoras,... em espe
ciii----- ento 6que|um Deus nos acula.
Ellas teem sempre nm gos'.o mais fluo, mais
aprimorado, mais subtil e zaogam se quando a
aridez do assumpto n3o Ihes satisfaz em absolu-
to a e3pectativa.
fc' s-sim que multas vezes me persigno ao pe-
gar na pen.a, temendo ser desagradavel, espe-
cialmente quando o acbo como boje, aborrec
do de una semana rida, como nm deserto, sem
f;ta, sem bernarda sem coosa njnboma.

Realmente... ao devassar com nm olbar re
trospectivo os seis das que l se f iram, nem um
facto digno de importancia veio quebrar a mono-
tona de nossa burqueza cidade.
A nao baver os serm6e3quare8maes. nm dos
quaee de mxima ponderaco, pregado Dlo oosso
11 lustre e virtuoso Blspo Diocesano, nada mais
veio despertar os nossos babi'antes da pasma -ei
ra dom nanle.
A mesmo no dominio poltico, as cousas des-
liaaram calmas como a face de um lago tran-
quillo, serena;, como a serenidade de urna cons-
ciencia sem remoraos.
Ja nlnguem d mais noticia de D. Bernarda, a
quem se poderla recitar aquelle pedacinlio inspi-
rado de Goozaga, o poeta proscripto :
MiDba bella Mirilla todo passa,
A sorte d'es e mando mal segara.
N'este ponto, porm s tenbo que felicitar
populagao do Recife, prcsi duraole das do mais
indi8criptivel pnico.
Realmente parece que ja se polo andar tran-
quillo pelas roas da cida .e, e sentar a tardiuba
pelos baicos do jardim da Praga 17, ou noite
no elegante Sorvete Familiar da roa Nova.
Mu viaiobo da direita, que um bomem s
direitis e que tem moita coragem depos de fia-
do o biralbo, assim o tem feito, com sua apara-
da carila bem luzidia, envergando o seu elegan-
tsimo crolse.
Ja v-se qoe a comparar com a nossa si'.uaco
de alguna aia? atraz, vamos uo melhor dos man
dos, o qae aos d mui'o appetite para comer e
muita disposicAo para passeiar a M gialeoa.

Vamos enlrar na semana santa.
As igrejas preparam se para a solennisagio
dos actos commemoralivos da grande tragedia do
Calvario.
O povo concorrer de corto a elles, afirmando
anda una vezosseus sentimen-.os religiosos.
Devem, por, ser esplendidos os referidos actos.

O Tneatro Santa Isabel ab^e-se hoje Socieda-
de Dramtica Familiar.
A enebente ser de certo eoberba, visto o es
tado de insipidez da cidade.

No dom:n!o lilterario... nadaappareceu, a nao
fallar em algamas pondas producj5:3 poticas
esparsa3 pelos prnaes.
O nosso movimeuto lilterario .. receate-se de
certo desanimo ..

Aproveito a feria jornalistica de dois dia3 fa
vorecida neto acaso e vou a Timbaba.
Pretendo sobre a viagen..transmittir algomas
impresses aos leitore3, n'esta ebronica ou mes-
mo n'outra sergSo.
E... tenbo dito por boje.
Mano l Arao.
RELiaiO
A vi la de Je3U5
( Por Emest Renn )
Sam embargo 0.0 ter sido o moti?oreal
da morte de Jess exclusivamente religio
so, oj seas iaimi.?os hiviam coaseguido
aprescntal-o, no Pretorio, o mo roo do
crime de estado,, pois qu3 em vSo teriam
solicitado do sceptico do P.Utos urna con-
demnagSo par c;uaas do heteredoxia.
Consequentee com esta idea, os phari-
seus seram pedir pala multidSo o sup-
plicio da crus para Jess.
Tal supplicio n5o era originar o da Ju-
d 1 : bo a condemnaglo de Jess fora p i-
ram:nte mosaica, ter-lhe hiam app :ado
lapi agao. A cruz ora um supp icio ro-
mano, reservado para os escravos,
e para os casos em que se hoc-
vesse de ajuntar m.irte a aggr^vante
da gnommia. Applioando-a a 9eBUs, tra-
taram-n'o^como sos ladrjs d'estrada, sal-
teadores, baadido), ou como a esses inimi-
gos de oaixo estofo a quem os R manos
nao conferiam as honras a morte peU
espada.
Era o chimeroo rei dos Judoos; e nao
o dogmttata heterodoxo, 4 ojiem se pro
tenda punir ; e como oonsequencia deate
princ pi, a exe -uga teve de ser deixada
aos Rimaos.
Sabe-se que entre os Rocanos, os sol.
dados faaiam o offiiio de carrascos, signi
ficmdo assim que o se-imister era matar.
Jess foi, pois, eatregne a umicohorta de
tropas auxiliares e todo o odioso dos supp'i-
cios introducidos pelos oostumes cruois dos
novos conquistadores se lbe pateuteou em
todo o sea horror.
Estava prestes a dar meio-a.
Vestiram-lhe novamente os hbitos de
que o tintn despojado para o espect-
culo da tribuna, e como a cohorte tinha
j reservados dois ladroes a quem dev a
executar, foram reunidos os tre condenv
nados, e o cortejo pot-^e a caminbo para
o logar da execugSo.
Este logar era um sitio denominado
Golgotha, fra de Jerusalem, mas prxi-
mo das muralhas da cidade ; o nome de
cGolgotba significando ccraneo correB
poude, ao que pareco, ao nome francs
tQhuTJont, desiguava provavelmente
nm ou'eiro escalvado, pela forma de um
crneo sem cabello. Nao se sabe comexaoti-
do-o sitio d'esso monte, qae fioavasem
duvida alguma ao norte, ou ao noroeste
da cidade, na planicie alta e desigual que
se estende entre es muros e os doi vales
de Cedrn e de Hinnom, rogiSo muito
vulgar, e que os enfadoohos pormenores
pos suburbios de urna grande cidade tor-
navam anda os mais kristonhos.
&' diffioi! collocar o Golgotha no logar
preciso em que, depois de Constantino,
toda a christandade o tem venerado, esse
logar fica muito para o interior da cidade ;
pois tado leva a crer que, na poca de
Jesas, esthva coiu .rehendido na eictata
das murenas.
O coudemnado ao supplicio di croa de-
via transportar o instramento da t rtura
Mas Jesas, mais fraco de corpo que os
seus dois companheiros, nSo o poude faaer.
O pelotSo eocontrou um certo Simao de
Cyrena, qu voltava do campo; e os sol-
dados, com os bruscos processes das guar-
nigSes estraigeiras, forgaram no a cond -
ir o lenho bal.
Provavelmente usavam assim de um di-
reito de servigos pesBoaes reconhecido pela
lei, visto que os RomanoB nSo podiam ser
compellidos 1 encarregar se do madeiro
infame.
Parece qae SimSo pertencea r- ais t \rde
commuLhao ohrstS : os seus filhos Ale-
xandre e Rafas, eran ali muito conheoi-
dos ; e sem di vi; a narrou mais de nm
pormenor de que foi testemucha. N- -
nhum disc'palo, nesti ociasiSo, estava ao
lado do Jess.
Chegou se fioalmeate ao logar das exe-
cugBea
Signado o uso judaico, deram a beber
aos pacientes um vi ho fortemeate arom-
tisado, pogSo embriagante, que por nm
sentimento de piedad-*, se dava ao coc-
demnado para atordoal-o. Parece que
muitas vezes as senhoras de J rusalm
trasiam, aos infelizas qae oram lavados
para o supplicio, esse vinho da ultima
hora ; quando alguma deaaas piadosas mu
Iheres n5o se apresontava, comoravam-no
c m os f.-ndos do thesouro piblico.
Jess, depois de tar toe do com os la-
bios ao de,leve na taca, recusou a bebida.
Este triste alivio dos coademnados val
gare3, no se oooduaava com a sua supe-
rior natureas : preferio abandonar a vida
na perfeita lu do sea espiri: e esperar
com urna planissima consciencia a morte
que elle anhelava epelaqual chama va.
Daspojaram-so de todas as suas vestes,
e pregaram-no na eras.
A craz compunba-33 de dous madeiros
ligados em forma de T. N3o era muit'.
alti, o q- e faria que 03 p3 do coudem-
nado tocasse quasi em trra. Comega-
vam por erigil-a ; depois ahi prendiam o
paciente, cravando-lhe pregos as raacs ;
os pea urnas vezes eram cravado, oatraa
ligados apenas com cordas; e urna cunha
de madeir*. especie da antenna, fixava se
ao fuste da crac, ao meio, e passava en-
tre as percas do condemando, que sobr 1
ella se apoiava, do modo qu-, si assim nao
lora, aa mos rasgar se-hiam e o copo fi-
nara curvao'.o Bobre si mnamo. Outras
vezos, afix'-v.i ao ama praccheta h riaon-
tal altura doa pj e essim oa prenda.
Jess supportou estes horrores em toda
a sua atrocidade.
Urna s lo abrasadora, nm) das torta-
i8B di cruc fixo, devorava-o : pedia de
beber. Prximo da cruz havia um vaso
cheio d bebida ordinaria dos soldados ro-
manos, mistara de vinagr 5 e agua, cha-
maos pisca, qua os soldados deviam levar
comsigo para todaa as expedicft 13, as
quaes figuraase u a exjcujao. Um sol
dado ensopou um 1 esp nja nessa beber-
gam, cali coh-3 na extremidada de urna
canoa, e levou a aos labios da Je oa, que
a sugoa.
Oa dous iadrSes eatavam crucificados um
a sua esquerda, outro direita.
Oj execuores, aos quaes sa abondona-
vam ordiaariamenta os ltimos despojos
dos supplicia los, deitaraoi sor' 1 aa suas
vestes, e, aasentados ao p \ cruz, gaar
davam-no vista.
Segundo ama tradigo, Jesas proaaa-
ciou estas pa'avras, qae lhe estavam no
ooragSo, sa nSo o estavam nos labios :
Pa perdoai-lhes; porque nSo sa-
bem o que az.m. 1
Um letreiro, segundo o aso romano,
estava gregado ao alto da cruz, no qual
se lia em tra3 liaguas, no hebrea, no gre-
go e em Iatim :Rei doa Judeus.
H*vi nosta redagao o que quer que
foase de penoso e de injurioso para a na-
gao : os romanos viandantes qae a leram
Bentiram-se escandalizados.
Os sacerdotes fizeram observar a P la-
tos qae seria conveniente adoptar ama re-
dacglo que ds'ac a entender que s Je-
ss se dera como rei dos judeus. Mas,
Pilatos, que se impacientara bastante pelo
destecho deste negocio, recosoa-se a alte-
rar em coasa alguma o que estava es-
oripto.
Os discpulos de Jess haviam fgido ;
mas as piadosas malheres da Gallila,
que o haviam acompauhado a Jerasalem,
e centinuavam a servii-o, nSo o abandona-
ram. Mara Cleophas, Mara Magdala,
J > ana, malher de Khoara, Salom, e ou-
tras ainda, conservavm-se a certa distan-
cia e nao o perduro de vista. Jess,
alm das nrilheres piadosas que de longe
lhe volviam os olhos consolad res, nSo ti-
nham dfante de si seolo o especa-
lo da baixeza humana ou da estupidez.
Oa viandantes insultaram-n'o. Ouvia ao
redor de si zombarias idiotas e os seas
supremos gritos de dr coavertidos em
odiosos trooadilhos de palavras
Ah 1 l est disiam, aquelle que se
proclaman o Filho de Deus 1 Q e sen
pai, se quizer, venha agora livral o !
Salvou os ontros, murmnrava-se, e
oSv pode salvar-se a si mesmo. So rei
de Israel, que desga da oras, e ni o acre
ditaremos I
Pois bem diaia um terceiro, tu qae
destruste o templo de Deas, e reedificaste
em tres dias, salva-te; queremos ver sol
Alguas, vagamente ao corrente de suas
ideas apocalypticaa, julgavam qu; Jesas
chamava p r Olas, e disseram t
Vamos agora ver se Eiias vem li-
vral o.
Parece que os dous malfeitorea crusifi
caaos a seu lado, tambem o insulta vam.
O co estava sombrio; a trra como
em todos os arredores de Jerusalem, sec
ca e sotaros.
Houve um momento, segando certas
n-rrativa, em que o coragSo se lhe desfal
leceu ; ama navem occaltou-lhe a face de
sen Pai ; teve ama agona de desespero,
mil vezes mais acerba qae todos os seus
tormentos. Vi) apenas a ingratidSo dos
hoasons orreponciou-ao lalveat do suflTioi
por ama raga vil e exclamoa :
mm Meu Deas, Meu Deu3, porque me
desamparaste ?
Mas o seu instincto divino mais urna
ves o levou de vencida.. Ao passo que a
vida do corpo s lhe extingua, a sua al-
ma adquira a Ba serenidade e voltava
pouco a pouco sua celeste origem. Re-
adquirio o sentimento da sa misiSo ; vio
na sua morte aalvagSo do mando ; per-
dea de vista o es ectaculo repugnante
que se desenrolava a seas ps, o profun-
damente anido a sea Pai, iniciou sobre a
patbulo a vida divina que ia levar atra-
vez do coragSo da hamanidade durante s-
calos infinitos.
A atrocidade particular do supplicio da
Cruz estava em que se poda viver tres
e qustro dias nesse horrivel estado sobre
o eculeo da dor.
A bemorrhagia das mitos parava de-
pressa e n3o era mortal : a verdadeira
causa da morte consista na poaigao forja-
da do corpo, a qual dava origem a ama
perturbagSo horrorosa na circalagSo, e por
ultimo rigidez dos membros.
Oa crucificados de compleigSo forte
mornam apenas por eflYto da fome.
A idea principal deste cruel au -plbio
nSo era matar directam.nte o conde moa-
do por determiudaa les5:s, maa aim ex-
por o escravo, pregado pelas mSos de
que nSo soubera fazer bom uso, e dei-
xal-o apodrecer no madeiro.
A organisaglo delicada de Jess pre-
servoa-o dessa lenta agona.
Tudo leva a crer que urna syncope ou
a ruptura instantnea de um vaso do co-
ragSo lhe trouxe, ao cabo de treB horaB
urna morte prompta.
Alguna momentos antea de exhalar o
ultimo susp'ro anda conservava a voz for-
te, e do repente, 'oltando nm grito terri-
vel, em que alguns ouv:ram : tO' pae,
entrego a miaa alma as tuas m~os !, e
que outros, mais preoeuupios pela rea-
lisagSo das prophecias tradoziram por es-
tas palavras : cEst todo acabado!* a
cabaga inclinou se lhe sobre o peito, e
expirou.
Rypoasa agora na tu a gloria, nobre ini-
ciador : a tua obra est terminada ; tua
divindade fbou fundada.
D'ora avante, eoberto dos pracalgos
da trag lidade, assstirs do alto da pa?
divina, s coneeqaencias infinitas dos teas
actos. A' cusU de algamas horas da
8 ffrimento, que nem mesmo attiagiram a
tua grande alma, aloaog^Bte a mais com-
pleta immortalidade.
Por milhares de annos, o maudo vae
depender de ti. Estandarte das nossaa
contradig5e3, tu sers a signa em volta da
qual se travar a ma Mil vezes mais viro, mil vezes mais
amado depo:a da tua passa^em sobre a
trra tornar te-bar a tal ponto a pedra an-
gular da humanidade, que arrancar o tea
nome deste mundo seria ablalo at os
aeus fundamentos.
Entre ti e Deus, n5o haver j dis-
tnego.
Plenamente vencedor da morte, toma
pos.-e do teu reino, aonda te segu'rSo,
pela estrada real qua U tragasta, sculos
de adoradores.
LITTERATuRA
SUPPLI0IO
O supplicio cruel que me devora
A alma, a vid 1, o corago, a crenca,
Gomo a ireva que desee, densa... den.'a...
Por sobre a vastido qae chora... e cboa.
Quaado a tarde ao creousculo descora...
B a pallidez do etner, muito mmensa...
Como o sonrio nblado da descrenga
Vem apagar as illus33 de outr'ora...
Esse supplicio immenso, o derradeiro
Talvez 'esta minh'aln -e qae me impelle
A achar aa morte o santo pa^adeiro.
-Elle qae me corroevictima imbe'.le,
Qae me anniqnila o corago intelro
>-ada seria, si t creases n'elle.
Manoel Ar3o.
REVISTA DIARIA
Senado de Pernsmbaco Eff^ctaoa-
se noutem a 16* ses^ao sob a presidencia do Sr.
Dr. Ermirio Cesar Cootinho estiveram presentes
Srs. Peretti, S Pereira, Luna Freie.Pinho Bor-
ges, Aristarcbo Lopes, Barro3 de Lacerda, Mala-
qaias, Velloso, Serra Marlins, Gongalves Ferrei-
ra e Ermirio Continuo. .'..._ ,
E' hda sendo approvada sem & dJa>
da sessSo antecedente nao ha expeliente do Sr-
l- secretario o Sr. 1" secretario procede a le u-
ra e um parecer da 5* commissao sob n. 16,
no vsi a imprimir redigiodo a resolocSo inicw-
da na amara dos Srs. Deputados pelo projecto
n. 18 le 189S.
Nao quereodo nenbam dos Srs. senadores uti-
li8ar se da palavra. na 1" hora da sesso o Sr.
presidente passa a ordem do dia.
Approva-se sem debate a emenda a. 9 ao pa-
recer n. 15, em 3* discasso sendo em 3" appro-
vado o refe'id < parecer emendado como se acha
a sariadA a 6* a timisso para redim, o proje-
c'O o. 1 da Cmara, nelle contido, o qoal trata
do pro:e8so e jalgamento do governador do Es
tado nos crimes de responsabilidade.
Em discos 3o approva-se o projecto a. 1
da 1891 (--scolas primarias do EstiJo) tendo ora-
do o Sr. Luo Freir qae reqaereu e obteve ios-
se enviado a 3a commiss o com as informages
j receb Jas aflm de dar parecer.
Vem a mesa um parecer da 5a commissio re-
digindo o projecto n 1 deste anno da Cmara
appnmdo com emeudas nes'.a sessio.
A requerimento do Sr. Malaqaias dispensa-
do da impreseo o dito parecer que recesen o
n. 17 e posto em discussaj approvado sem de-
bate.
O Sr. presidente declarou que vai ofli iar-
oc o Oduhh 11.L11JJ.11V.J oo.lhpo />/ni- i~ .*#
lagao, qae BUbstltae a que ella enviara a este
Senado.
O mesmo Sr. presidente designa a seguate
ordem do da para 27 do corrente pareceres de
commisso e em seguida levanta a eeeso.
Cmara doa Deputados Fuoccioaa
hontem sob a presidencia doSr. Moreira Alves,
tendo comparecido 18 3 s. depatatoi.
Lida a acta da sessSo antecede.ite oram sobre
ella os Srs. Pedro 'orreia, Alves Lelte, 'Jamoel-
lo e Edaardo Tivares e de novo pela ordem o
S-. Pedro Correia senio a acta approvada.
O S-.-Io secretario procede a leitura do se-
gain'.e expediente:
Officio do 1" secretario do senado commaal-
cando que nSo foi adoptada a resolu/io iniciada
nesta cmara pelo proiecton. 63 de 1892.la-
telrada.
Petigio de Maria Lecpoldioa Chaves Peixoto,
professora ; uol ca em disponibilidade, reqoe-
rendo qae se lbe mande pagar pelo Taeeonro a
importancia de 49 faltas justificadas, qae par
negligencia de seu procurador deixou de ser
recebida em lempo, cahindo portanto em ejer-
cicios fiados.A'commisso de orgamentc.
Out-a de Gustavo da Silva Antunes, di-ect j*
do Banco Popular, seccionarlo de Manoel Cle-
mestino Correia de Mello, requerendo qua se
aatorise o Thesouro do Estado a pagar ao sop-
plicante a quaotia de 7:389U0, divida por for-
necimeato f?ito aos presos pobres da Casa de
Detengo desta cidade.A' mesma c.mmiss&o.
Oa'.ra de Joaqoim Ni :olo Ferreira e Rogo-
brto Barbos 1 di Silva, seccinanos de Manoel
Ciementino Correia de Mello, reqoerendo o pa-
gamento de dividas do mesmo por fornec'maa-
los aos presos pobres da Casa de Djtengao.A'
mesma commisso.
Oatra de Paulo Machado e Alfredo dos Santos
Al oelda, requerendo a isei.gao de impostos para
os edificios e ma bioismos destinados a explo-
raco das uacboeiras Tigre, Itaparica c Itacatiara
neste Estado.A' couimissSo de obras publi-
cas.
Vem mesa sao lidos e vSo a imprimir os se-
guintes pareceres:
He 21. -Da commis-o de redaego, dando s
do projecto n. 10 deste anno.
N. 22. -Di mesma commissas, dando a do
projecto a. 5 do corrente.
Pede a palavra o Sr. Martins Jnior e jaaliGca
am rcqu-Timen'o qae enva a mesa para qae ss
solicite do Sr. goveraador do Estado informa-
C5es a respeito do estado da anarchia em qae
se acha o municipio do Aguas B lias oode se-
gundo coost os amigos do governo do Estado,
planejam movimentos sediciosos com o lim de
obstar a execnco de lea do congresso-
Apoiado e posto em discussio sem debate
approvado.
Passa-se ordem do dia.
Eolra en Ia discu3so c projecto n. 11 doste
anno.
O Sr. Pedro Cirreia pede a palavra e reqaar
adiamento da discasso por 24 horas sca.io o
sea reqoerimento approvado, entra em diacus-
eo, orando o Sr. AUe* L"ite e sendo rejeitado
o reqoerimento o prrjecto approvado.
Entra em 2a iscu'sao o projecto h. 34 do
anno passado qae encerrada.
Procedendo-se a votaco do artigo Ia, sendo
a mesma votago verificada, a reqoerimento do
Sr. Campello, oSr. presidente de;lara ler sida
rejeitado o artigo referido ficando o projecto
tambem rejeitado.
Annoociada a 2a Jiscusso 'do projecto vindo
do seoado, por independer da 1*. interpretando
a lei n. 52 de 3 de Apo-.'r. de 1892, approvado
se n debate sendo tambem approvada a emenda
cfferecida ao arligo 2a dispersado do intersticio
a requerimiento do Sr. Mariz-
Eatrando em 3a ciscasso o additivo ap-esea-
tado ao projecto n. 9, approvado sem debate,
bem como referido projecto ,vai a commisiao
de redaegao.
O Sr. Veras reqoe* qae se ensira na acta a
declarago de que votou coutra tolo o projecto-
Nao navendo numero o Sr. presidente ada a
votagao do projecto n. 7 com as respectivas
emendas.
Daia a bo'a o Sr. presdeme levanta a sessao
designando a seguate ordem do da : 3> discas-
so do p'ojeclo do sen-do interpretando a lei n.
52 e 3 Je Agosto de 1892, votago das male-
teras adiadas.
ur'tirfl -de bon nervlco; Poractos
Je 21 do corrale, concedeu se s profes3oras
Maria Francisca d'j Souza e Mara Salom dos
banto Dacia a gratificaco de bons servigos de
que trata o artigo 126 do Regulamento do 18 de
Janeiro de 1888.
Municipio de Palmare-4a Secgio.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 24 de Margo de 1893.
O Governador do Estando, considerando qae
na organisacao do magisterio dos municipios de
Palmares, 01 nJa, Quipap, Cabo, Timbaba e
Cimbres, deixaram de ser aproveitados os proles-
sores Ululados pela extincta Escola N >rmal, Ga-
ditano da Conceigo Ferreira, Toereza da Craz
Ribeiro, Miria Venturiana, Manoel G^ngilves de
Vasconcellos Guerra, Jeronymo Euzebio da Rocha
Pereira, Maria Augusl Pereira de MagalbSes,
FranciBca Alves de Albuquerque e Luiza Candi-
da de Albuquerque Jasme ;
Consideraudo que por este motivo ficaram os
meamos professores em disponibilidade por Por-
taras de 28 e 31 de Janeiro ultimo, de 25 deFe-
vereiro Bndo e de 15 17 e 20 do corrente mez, i
vista do arl. 12 nico das Disposig5es Traslto-
torias da Costitngo Poltica d > Estado;
Mas.attendendo que a disposigo contfda ao
o. 1 do citado artigo terminante e exclusiva-
mente applicavel aos ProtefaoneQaeiienm
tUBladot ao lempo da promulgado da CoostituP
gao, conforme exp-esso na le n. 8, de 14 de
Ouiub'-o de 1891 ; n^nani-
Queadisposicodon. 1 do art. 11 dos Di--
posicOes Trasitoras da le n. 52, de 3 de Agos-
to do anno passado, deve ser combinada com a
referida lei n. 8 interpretativa da disposigo
constitucional ja citada ;
Q :e, em vista das razCes expes'as, os men-
cionados professores nao reunem os requisitos
precisos para qae continuem a perceber dos co-
fres do Estado seus ordena ios;
Resolve, usando da attribaigo que lbe contare
o artigo 228 do Reglamento de 18 de Janeiro de
1888, exoueral os dos ca-gos de professores pu-
blicas : ficando assim sem effeito-as menciona-
das Portarlas na parte em que os referidos pro-
fessores foram considerados em disponibilidade.
Remetta-se copia do presente ac ao inspec-
tor geral da Iustrucgo Pabllca e ao Tbesonro
para os devidos fine.A'exandre jj-Bar.**
L'ma.
'

.AvAm
j nniflM l
^ '1 '----------------------f-r------r---------------*"
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i' m^m


-'.-. ,-. -V-
-^-e^.-.---7^.-.-.-tfc 1
Diario de PeraMabuco Sabbado 25 de Marco de 1893

*S Marco -Bata data que, como previ-
nimos a as O08808 leitores, t*-e celebre na
historia de Peroambuco por ser. o anmveraano
BataUcio de S. Etc. o Sr. Dr. Babosa L't,
digno governador do Estador nao. passou des-
apercebida para aquellos qoe, seordignos cou-
terraneoB, sabem aquilatar das virtudes cvicas
daquelle que, para gloria dfcPemmbuco, dirige
com proflciencla e mxima aptidio os seas des.
tinos, como o seo prime1 ro magistrado eai boa
hora investido de tao honroso carga.
Numerosos amigos de S. Exoc, possuidos do
mais subido ju'iilo por tao faustoso acontecimen-
to foram naquelle dia a palacio, comprimental-o
brindando o mtos delles, com ricos e significa
Uvo8 mimo3, e o numero dos quaes distinguimos
os seguintes que, pelo sea valor e tino gos-
to, mreceai particular raeagao.
Urna costosa escrivan'.a de prata e ouro, de
grandes prop*#ca*-e com iodos os reclamaveis
per lesees Ibe foi offe rendada pelos seos amigos
particulares que aiada o presentearam com um
lindo reloglo de ouro com dedicatoria e fina ca-
deii do mesmo metal com urna m^dalba era veja
da de custoso brilbante; urna outra escrlvania
de prata com caeta deste metal e penna de ou
ro ain la. Ibe (oi ofertada pelos dignos embrega-
dos da secretaria do governo, sendo, na occasio
da entrega, interprete da commisso oomeada
paroste tim o nos-o particular amigo Dr. Al-
fonso Viriato de Medeiros; urna tina carteira de
chagrn embutida de prata pela gentil enan-
ca ni-c ao niu<*t d. DQ-oir. uu gsiuiu una
caeta de nix com penna de ouro ejeravejada
de brilbantes pela Exma. viuva do pranteado
escrlva Bandelra, em sigoal de gratidao S.
Exc. pela justa nomeaco do seu Sino, prvido
porS. Exc. nooffiaio de justica que exercia o
commendador Baadeira; um lindo porta retrato
pelo cidadao Menna da Costa e muitos outros
crotons e finos presentes a cada un dos offer-
tastes partimlarmente e penhoradissimo agra-
decen S. Exc.
Fo interprete dos sinceros sentimenlos dos
amigos particulares de S. Exc. o illU3tre Dr.
Miguel Pernambuco, que, em eloquentes expres-
sbes fesentir a S. Exc. quanto de justo e ver-
dadeiro regosijo lnes ia n'alma por um tal acon-
tecimento, ao que commovido agradecen o il-
lustrado governador em termo3 os mais escolta-
dos e sigaificativos, deixando traasparecer toda
tffisSode reconhecimento de que se acbava
possu'.da sua alma diante de t5o relevante e sin-
cera p -ova de amisade e gratido dos seas nu-
merosos amigos e verJadeiros apreciadores.
Ain la diversos cartOes de feliclta^Oes foram
enderecadoa a S. Exc. redigidog em expreisi-
vas phrases.
Urna commisso do conceibo municipal do Re-
cite foi pelas 4 lloras da tarde comprimentar S
Exc, sendo o sea interprete o illu3tre cidadao
Alfredo Falco, qual S. Exc. sigoifiaou o seu
agradecimeoto.
A todos os manifestantes presentes convidou
S- Exc. a tomar paite no j/ntar que Ibes offe-
receu, dorante o qual trocacain-je muito3 i si-
gcilicativos brindes, a'entre os quaes recorda
mo n:s dos seguin'es:
Da Dr. Julio de M-.llo, digno questor policial,
ao S-. governador do Estado pelo seu fino tino
administrativo, pelo seu carcter impolluto, pela
sua energa inquebrantavel, que tem sido um
susteataculo pai \ acauea da tcanquilldade da
ordem publica e prospen Jade da trra qoe Ib*',
foi o berec.
Da Exm. Sr. D-. governador do Estado ao l-
ente coronel Jos F. de C'rvalno, o militar
brioso e comprehendedor dos sem deveraeja cu
ja intrepidez e valor deve o Estado de Peroaz:-
buco a pacificago da zma sertaneja por occa-
sio d; insurreigSo que teve logar no municipio
leTrumphoe adjacents.
Da dse cbargadr Teixeira de S ao inleger-
rimo goveroadjr do Estado como um dos mais
fortes propognadores da causa da repblica bra-
xi'eira.
Dj Dr. Jolio de Mello ao Dr Pereira do Carmo,
o exemplo da honradez do funccionelsmo fe-
deral.
Deste ao D: Julio de Mello, a quom a ordem
publica deve a sua inalterabilidad?, pela sua
energii e sabia? medidas.
Do Dr. Antonio Pernambuco, em nome dos
empr gad^s pblicos estaiaes a S. Exc. o Sr.
governador, pira os quaes tem sido S. Exc. um |
pechar de esLbilidade no exercicio des seos
CB'gOS.
Da Dr. Jos Antonio Pernambuco aiada do Dr.
governador, equiparando a data do nascimento
deste as gloriosas datas das liberdades b azili-
cas, o que tem fu .damenio no amito que tem S.
Exc. envidado pela consolidagc da repblica.
Alm de muitos outros brindes foi assim le-
vantado o brinde de honra por S. Exc. o Sr. go
veroador a Repblica dos Estados-Unidos do
Braz:l que, embora n'uma festa intima nao devia
sere?quecida pois que 33 boas Iig5e3 republica-
nas devem partir do lar no crysl do qual sao
fundidos os bons senticoentos sociaes. do recesEO
do lar do q'jal sahem aquelles que teem de raaai;
tarde, segundo, a sua ndole e o aproveitameul'j
da3 virtudes cvicas recebidas ali, contribuirem
com o seu contingente para o progreseo da Pa-
tria.
Em seguida ao banquete seguio-se urna ani-
mada soire que prolongou-se al s 2 horas da
madrugada, durante a qual reinou a ca? intima
cordialidade, traduzindo se nos semblanteados
dos convivas o mais vivo jubilo.
Foi urna festa digna d'aquelle que ibe foi alvo
e que deve prodozir no coraga de S. Exc. como
O mais significativo preito de gratidao e bome-
nagem prestado a aquelleque, gragas asna il
lustrago e ao seu talento tantos beneficios tem
prodigalisado a este Estado que tem a sabida
ventara de contel-o a frente dos sena destinos.
Aiada orna vez comprimentamos S. Exc. e da-
mos parabens aos seas dignos e numerosas ami-
gos pela justa manlfeslaga que lhe Qzeram ao
perpaasa' do 23 de Margo, esta data que jamara
ser olvidada pelos bons pernambucanos por
memorar a do nascimento 'do preclaro pernam-
bocano Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima.
Telegrama-Sua Exc. o Sr. governador
recebeu o seguinte:
Mo de Janeiro', 33 de MargoGovernador de
Pernambuco.
Nenhuma gravidade consignam as noticias do
Rio Grande do Sol.
Silva Tavares, depois do encontr com as tor-
cas qoe o fizeram abandonar Sant'Anna do Livra-
mento, limita-se correrlas, cortando fio telegra-
phico, occopando pontos desguarnecidos e pondo
em pratica oatras pequeas operages sem maior
importaseis..
As ciaees-de Uragoayaaa, Bag. S. Cabrio1,
Porto Alegre-e Rio Graade achaua-se em coudi-
gOes de repeilir qoaiqaef ataque.
Sado-vosJUntstrnnd interior.
^(Iclaa do Mrn le do nlk-0
governo federal recebe*- telegramma do geaeral
Yetles dlxeado qoe as torcas do sea comnmrio,
partidas de S Gabriel, entraram em Sani'ADns
do L'vramento.
NoUstas da bOis fontes tao como aoniquiladaj fe**elttiBivo Elisa Monteiro, acba se funcionando provsoria-
mentroa roa d Vl^arij Tenorio, ptedio n. 18 i"
antr
A.cadeira. da.RaUacla eati fanodonando
DrovijssamenaaJ-na-da3 MJpthMy rasaan.
10,
car*K>Goooteado tcfram na reeeado pela
igpr-i,<1i Mla^irt ''fj*" ateta cidade, quo
eMkvafpr sabi*jdtp^Mt.da Bafcia no dia 1S ai
7~tm**!m naito*.
I eiuU. diiraniatnr- concelho hs-
a revotogao.
O director d03 teleg'aphos rec.-beu noticias
desmentinio a tomada..d3 Algrete peloa. federa-
lis.as.
Montevideo, 17.
Cuegaram la Sant'Anna do Livratnento 15JO
horneo?, commandados pelo coronel Portugal e
Dr. Fernando Abol.
As torgas deste-, encontrando am destacamento
orien'al e jalgando-0 federalista travou contra
elle tiroteo, ficando feriaos soldados caste-
lbista?.
Recoohecido o engao, foram dadas exphea-
goes.
O delegado oriental em Artigas prendeu o
coronel.Boaventnra Soares e 6 bomens armados
de Remiogton, os quaes foam postos em liber-
dade depois de desarmados.
Chegoa a Rivera am destacamento casti-
cista.
Montevideo, 19
D.'u se am encontr entre as fo-gis do candi-
ibo Gumersindo e as do general Teiles.
O grupo do 1. teve 3 mortes e 6 feridos; as
iropas dos governistas apenas perderam um sol
dado.
Gumersindo seguio com suas tropas para Upa-
carahy.
O general Teiles est reforgando as guaralgOes
catilbistas.
Oo CadOMliotas abandjjirjm a C.prCO de Snn-
i'Anni do Livrameuto. formando tres columnas
que segairam para Upamaroly Algrete e Ibi-
caby.
O general Teiles mandou duas co umaas para
Q uaraby.
Rio. 21 de Margo.
O telegramma do general Teiles ao govereo
diz o seguinte :
Quaodo me approximei da cidade do Livra-
mento vindo a sahir no acampamento onde se
acbava Silva Tavares com as torgas sitiantes, es-
tas saturam precipitadamente, destacando-se. em
grupos que eiiigraram para o Estado Oriental.
Nao creio que sejam capaze3 os revoluciona-
rios de baterem-me.
Chegaei aqu sem oovidade, sendo destituido
de fundamento o b.'ato que propalaram fra eu
batido pelas torgas de Gumercindo.
Iaimigos noticiaran) minia derrota em Upaca-
raby, entretanto dea se isto :N'este losar, Gu
mrcindo, tendo mandado descobrir novas for
ga3, e^tendeu liaba de atiradores, perdendo 9
uomeos, 3 mortos e 6 feridos, e retirou-se preci-
pitadamente por Iiamaraty acTa.
At boje nao pe*di de minba torga seoJ una
prag-. que morreo do unn desastre.
Diarlo de PernambucoSendo boje
dia santificado e assim estando fechadas as nos
3asoffi;iaa8, so daremos jornal na prxima ter-
gafeira.
Eateve bom Uui'.o bom mesmo o espect-
culo qne tivemo3 nontem s 5 1/2 horas da tarde
aqu defroote.
Um dtBttnado rapaz fez p'oesas do diabo
com ama faca, bem limpioba, como de c -pre
clamos.
Das varandas da redaegao assistimos ludo-
tudo que apenas consista em fazar sustos.
De a a em panbo, o rapaz quiz fur ir a diver
sos que se lhe aproximavam, executando Coni-
tas manobras.*
Eil'e-.ios da branca, nao ha davida t Pela
noasa parte s desejamos qie a polica lhe tome
as devidas contas.
Trllbos Urbanos do Bccife a Oiinda
Antehontem renmo-se essa companbiaemses-
so extraordinaria de assembla geral de accio-
nistas.
AbTta sessao, o respectivo gerente reqaerea
que fosse a mesma suspensa, e assim se resolvea
sendo approvada tambem ama proposta apresen
inda pela directora no sentido de que a sessao
contiauasse logo que fosse annanciado.
Cueg&da-A bordo do vapor S. Sa'vidor,
d I lo ne Janei'O, cheou a est cidade o sr.
S-raphiaj Vctor de Miranda, empregado na Al-
Un Tbeairo Manta IsabelO Club Drami-
ti:o Familiar levar hoje scena nesse theatro
a i a di-ecgo do consocio Joo de Soaza, o es
olead, Jo Drama em quatro actos, intitulado-
E aael, o eogeitadoa a eapiritaosa comedia
em un acto intituladoEm roupas brancas.
O espectculo comegar s 8 horas, havendo
depois bonds para as liabas principaes-
Thenoururia de Faienda-Nessa r*v
parti^o recebem-se propo3tas at 29 do corren
te, s 11 horas da manh, para s.t contractado
com qtiem melbores vantagens offerece, o for-
necimento de artigos para o presidio de Feman-
do de Noronha, a partir de Abril a Dezembro
deste anno.
As propostas devero ser feitas em cartas fe-
chadas e selladas, com a de.larago expressa de
que os proponentes se ebri^am a por os gneros
e artigos naquelle presidio, occorrendo a toda a
despeza de acondiciona meato e frele e correado
risco de qualqaer avaria ou outra eventualidade
que occorra at o recebimento no .logar do
destino.
Os proponentes habiliar-oe ha ps-ante a in-
spectora, requerendo previamente nesse sentido
e provando que sao negociantes matriculados.
Contraria de \oia Senbora da
lioi-Sao couvilados os irmos dessa confra
na a reunirem se no respectivo consistorio boje,
s 10 horas da manh, para em mesa eeral pro-
ceder se eleigo para secretario e definidores
nss vagas ahertas pela recusa dos ltimos elei-
tos, assim como tratarse de outros assum
pos.
A mesa geral funecionar com o numero que
comparecer, por ser j segunda co vocago
Sania Casa' de Misericordia Nesse
estab .'lecimento receDem se propostas de pao e
bolacha para o coosommo do Coegio dos Or-
pbos, em Oiinda, dorante o trimestre de Abril
'unbo do cor rente anno.
As propostas devero 3er apresentadas peran-
te a sessao da juna no dia 28 do co-rente, pelas
3 horas da tarde, declarando os proponentes su-
jeitar-se multa de 5 / sobre o valor total do
fornecimento, si, no prazo de 3 das, depois de
aceita a propoBta, nao comparecerem secreta-
ria, afjm de assigaar o respectivo contracto.
Hairiz da Boa VistaHoje, s 11 horas
da raiQh, caatar-se- nessa matriz um solemne
Te Deum em commemoragoao jubileo episco-
pal de S. S. oPapaLeo XIII.
As 5 horas da tarde, tara o seu ultimo ser
ra&o quaresmal oa mesma matriz o illustre Sr.
Bispo Diocesano.
Encontrado morto Foi encontrado anor-
to antt-bontem no lagar denomnalo Paul do
distrcto do Peres, umpretoconhecido pelo nome
de Matheus.
Das diligencias a qae procedea a antoridade
competento, verificou-se ter sido a morte causa-
da por padecimentos chronicos. devldos ao ileoo-
lismo.
rerlgosa-No dia 23 do corrente Josino
Firmino dos Przeres foi ferido em consequen
ca de ciumes, por Josepha Gomes de Oliveira,
qae apoz o crime evad'a se.
O offendido foi recomido ao Hospital Pedro U,
aflm de ser vistoriado.
Perlgoso carnes i
Antoridade policialO cidadao Manoel
Francisco do Reg, assamta em data de 17 do
corrente o exercicio do cargo de delegado do
municipio de Ipoju?a, na qaalidade de 1* sop-
pente.
SaraosHa ver hoje esplendidos saraos as
sociedad98 Juventade e Recreativa Commercisl.
Fallec ment- Em 'o d'Alho fallecen no
dia 21 do corrente o Sr. Alfredo Cavakaoti Ri-
beiro da Silva, quadeixa mulber e dois lhinhos
a orfandade.
AoSr.Jos Cavalcante Ribeiro da Si va, seu
digno lrmo enviamos os nossos sentimentcs.
Enrola* Municipaes-A 9* cadeira de
sexo mascolino da Boa-Vista, regida peloprofes-
sor Adolpho Sil vino Baudel acba se funcionan-
do em ana antiga sede em Fernandts Vleira, pre-
dio n. 48.
A 2* cadeira do sexo femenino da roa Mrquez
M do enrrente para assamptos de alto alcance
social. Sao convidados os Srs. presidente, vice-
dito e secretarlos, para assistirem mesma.
Gremio loa Boalfaclo=Reuair.sQ ha
amanh, s horas do costure, esta sociedade
Iliteraria, sob a presidencia do Sr. M. dos San
servif o policialHoje faz a ronda de vi-
sita o Sr. alferes Joo Joaqoim.
O corpo policial dar as guardas de Palacio,
DetencSo e Thesouro do Etad).
Uniforme n. 4
Inspectora do dlstrlcto mar-
timo Recife, 23 de Margo de 1893.
Bolelim meteorolgico
Boros Term. cnit- Barmetro Tensao do
(a O)
7S6-.83
757-.70
7S7-.72
736',46
I7M.M
Temperatura mnima 23.03.
Temperatura mxima 29,23.
Evaporaoo em 24 horas ao sol 4,m3, a sombra
2,m4m.
Chava aulla
Direcgo do vento ESE e SE alienados de
meia noite at 6 h. e 06 m. da manh ; W at 6
h. e 26 m. ; WW at 7 b. e 26 m. ; JE e SSE
aiferna 03 at 9 h.; ESE com interrupges de E
at meia noite.
Vfelocidart raadla do vento 3m,81 per se
gando.
Nebulosidade media 0,43.
Boletim do porto
Das Horas
grado
6 m. 25,'6
9 * 26,6
12 > 28,'3
3 t. 28/6
6 27,<0
nsao do flMBtl
vapor dadt
18,73 76
1857 71
20.05 70
19,25 66
19,39 70
Pra mar ou Das Horas Altura
baixa-mar
P. M. 23 de Marco 8-18 da m. 1,-97
B. M. 23 de 15 da t. 0,-48
P. M. 23 de 9-03 da t. 1.-90
B. M. 24 de > 2-45 dm. 0.-75
{elides -EtTectuar-so-bo es se^oinies .
Segunda telra :
Pelo agente Sritto, s 11 horas, ra da Lo
peratriz n. 48. de urna casa e sitio nos AfBic-
tos.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na Passagem
da Magdalena, demobiiias, pianos e muitos oa
t:o3 artigos.
Terga-feira :
Pelo agente Pinto, -: 11 horas, na Passagem,
)i restantes dos objectos miades que Ucarem
do leilSo da vespera.
Pelo agente Martina, s 11 horas, ra 15 de
de Novembro. de 3 meiaa aguas e 1 casa.
Pelo agente Gasmo. s 11 ora3. ra Mar
qaez de O inda n. 48, de am sitio com casa
o. 19, e latas com manteiga ingleza avariada.
Pelo agente Oliveira, s 11 horas, no largo
das GlnJo Pontas n. 124, de movis, lougas e
vidros.
Issas fnebres Sero celebradas :
Segoada-feira :
A's 7 e 1/2 horas, na igreja de S. Gongalo,
pela alma de D. Amelia Mara de Barros Ribel
ro ; s 7 horas, na igreja da Penba, pela alma de
D. Natalia de Oliveira Campos ; s 7 horas, as
matrlzes de Santo Antonio e de Gamelleira, pela
a ma de Firmino Firmo de Azevedo ; s 7 horas,
na matriz de S. Jos, pela alma do 2 pratico
Francisco Bibiano Gomes.
T.'rga-feira :
A's 8 Dorar, na igreja do Espirito Santo, pela
alma de Jos Antonio Fernandes ; s 8 boas na
igreja da Penba, pela alma de D. Mi.andolina
dos Santos Moraes Pinhairo.
Paasageiros Chegados do sal no vapor
nacional S. Salvador :
Artnnr Cirneiro e Racbel R. da Costa, Emilia
Coelh >, Antonio Mar.ins e Mara Custodia, Joo
R. Noguera Roza, alferes Arseoio Maia, ana se-
ubora e 1 criada, Joo Jos da Cunba La ge, Al-
fredo P. da Costa, Joo de Jesu3 Carvalho. Alfre-
do F. de Maura, Keraphim V. de Miranda, Jos
Lopes da Cruz, alferes Serp Pinto, Ephrem de
Souza Dantas, Vctor Gerone, Dr. Arthur M de
B. Pereira, Pedro Vicente da Costa, Laura Diaiz
e Maa Diniz. Luz de A Leo, Laura de A
Leo, Sophia e Eailia Dubeau-r, 4 filtios o 1
ciada, Laura brotberwjd, Joo D. de Barros,
Jos D. o e Mano' 1 Peieira Lias, Ral Graudiele
e Emile Dol, Adalberto G. Noguera, Mria Gue-
des, 2 cadetes, 1 sa'gento e 4 pracas.
Chegados de Fernando de Noronha no va-
por nacional Bebenbe :
Antonio Francisco P. Giti.ana, sua senhora, 4
filhos, 2 criados e 1 me:or, Bernardo B. de Al
meida, Dr. Luiz T. de Macedo e sua senhora,
Arthur Mactwdo F. P. da Silva, Henry D. West,
Adelina M. do Livramento e 3 lilaos, l praga e 1
P'eso.
Chegados do sal no vapor portufauez Mo-
gambique :
Ernesto Gent'lini, Adelina Dapuis, Antooie da
Valle Caivete, Antonio Jos Oliveira.
Sahidos para a Europa no mesme vapor :
Manoel Tavares Moreira e 1 irm, Joaqoim Mo
reir Ribeiro da Silva, Antonio Fernandes de
Azevedo, Jeronymo Maranho, Achules Z;nty
Decupere
Chegados da Europa no v por francez
Charent:
Manoel Rodrigues, B:nigno Cabrera e Jos Ca-
brera.
Sabl ios para o sul no mesmo vapor :
Augusto Severo de Albuquerquo Maranho e
Alexis Macharon.
Casa de DetencaoMovimento tos pre-
sos da Casa de Detengo do Recite, em 23 de
Margo de 1892.
Existiam 378, entraram 2, sahiram 4,exis-
ten) 375.
A saber:
N-.cionaes 352 mulberesll, estrangelrts 13
-Total 376.
Arragoados 365.
Bons 330
Doentes 13.
Loncos 1.
Loucas i
Total 365.
Movimento enfermara
Tiveram baixa:
Jos Basto Sevrrino.
Manoel Candido de Mello.
Tevo alta :
Joaquim Jos de Souza.
Foram visitados os presos deste estabeleci-
menlo, por 89 pessoas. sendo 44 bomens e 19
mulberes.
Hospital Pedro ilO movimento d'esse
estbil cimento cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, do dia 23 de Margo foi o
seguate :
Ex3tiam 071
Entraram
Sahiram
Falleceram
Existem
-----688
25
6
637
688
Foram vuitadas as enfermaras pelos sguin-
tps D*3 *
Moscoso entrou s 8 i/2 horas da manh e sa
hios9 1/2.
Barros Sobrinbo entrn s 7 1/2 da manha e
sabio as 8 1/2.
Malaqaias entrn s 9 3/4 da manh e sahio
s 11.
SimOes Barbosa entrn s 10 3/4 da manh
sabio s 11 12
Berardo entrn s 10 3/4 da manna e sahio
11 1/4 horas.
Arnobio Marques entrou s 9 1/2 da manh e
sahio s 11.
Lopes Pessoa entrou s 9 da manh e sa-
bia s 12.
Vieira da Cuaba entrn as 10 da manh e
sabio as 12.
O pbarmaceutico entrn s 8 1[4 da manh e
sahio 2 hora da tarde.
O ajndante entrn s 6 1[2 da manh e sahio
s 5 horas da tarde.
Lotera do Botado do Cear A 9*.
serie da 3.* lotera deste Estado, sendo o premio
grande de 15:000*000, ser impreterivelmen'
te extrabida no dia 30 de Margo (quinta-feira).
Lotera do Estado da rCbParft
A 15.a serie da 56.a lotera dessa Estado, cajo
premio grande de 240:000*000, ser extrabida
Lotera do Estado do MaranhoA
26.* serie da-8a lotera dessa Estado, sendo o
premio graad* de 600.000*000, serl in-preteri
velmenle extrabida no dia 30 de Margo quin
ta-fira.
Tddoaoabitoetes deseas loteras aabam se
venda na .Casa do Ouro, ra do Batatoda Vfc
tona n. 4<<, porteocente a Joo Joaaa.isi.da Cos-
ta Leite.
CemlterioopablleoObitaario do dia 23
de Margo:
Joo. Pernambuco. embarago gstrico.
Mara dj Monte Pinheiro Machido, Pernambu-
co. 10 mezes, S Jos convulsOes.
Antonia D.lpblna dos Anjos Times, Pernam-
buco, 92 anuos, viava. Boa-Vista, leso cardiaca.
Antn o da Silva Ferreira, Portugal, 21 annos,
solleiro, Sanio Antonio, typboicteroide.
Miliano Jos da Rocha, Parabyba, 26 annos,
casado. Boa Vista, ferJmenlo de bala penetrante.
Joaquim Gomes Perras, Pernambuco, 18 annos,
solteiro, Boa-Vista, iuberculose aguda. .
Joo, Pernambuco, 12 das, S Jos, convul-
Fas.
Antonia Mara da Conceigo, Pernambuco, 5
annos, Boa Vista, febie perniciosa.
Izaura. Pornambuco, 15 mezes, Boa-Vista, co-
queluche complicada de hroocbile.
Amaro Jos de Campos, Pernambuco, 2 annos,
Santo Antonio, febre perniciosa.
Abilio Guarino dos Santos. Peroambuco, 48
annos, casado. Boa-Vista, enlerite.
Auua Magdalena de Souza, Peroambuco, 28
anuos, solleira. B:a-Vista, tubrculos pulmona-
res.
Alexandrina Mara da Coaceigo, Pernambuco,
25 anoos, casada, Boa-Vista, tubrculos pulmo-
nares. .
Sabino Antonio Ferreira dos Santos, Parabyba,
56 annos, solteiro, Boi Vista, nephrite.
Amaro Jos Magalhes, Babia, 83 anaos, sol-
teiro. Boa Vista, pnenmoaia aguda.
Uc feto, Recife,Sanio An'ouio.
Flix Francisco Liril'use, America, 40 anuos,
casado, S. Jos, ap plexia fulminante.
Guilhermina Mina da Silva, Pernambuco, 56
annos,tasada, S.Jos, febre palustre.
GOLLABORA^AO
Sem una Santa
. Comega r.manha a semana consagrada pelo ka-
lendario G egoriauo a coraaemoragSo dessa tra-
gedia scolme e immeosa que. eavolvendo o
poema mystco da ridempgo da bumanidade,
desd^brou se no scenario da vida e teve o seu
epilogo nos solitarios pecbseos do Calvario.
O espirito da ebristandade, aduanado n do sua-
ve espieudor da f, emprebende assim urna pie-
losa romagem qnelles santos lagares, theatro
da fe undissima existencia do louro philosopho
de Nazareth a qual deslisou-se entre duas mar-
gena : -o amor, cul.ninago gloriosa de sea
martyrio emprol da bumanidade desgragada e a
dor, a aoi'e immeosa de urna ponjeotissima an-
gitia. a soledada eombr a da mais cruciante
amargura, de cajai sombras devla.porm, emer-
pir, airavez dos scalos, ama religio sacrosan-
ta de paz e de perdo para confraternisago dos
povos.
A mais fulgurante pagina da historia humana,
aquelia que -issigaala o fasto mais glorioso do
herosmo e da abneglo, vai ser agora recor-
dada, em meio da calma athmospbera da vene-
rrfgSo eatre o mais profundo recolbimento das
espritus, em toda a vastissimaexlenso do man-
do catbolico, faz-ndo palpitar com forga esses
milharea de coragOes, zimples e bons, que repre-
sentara i mais segura ante moral contra a inva-
cio das negras aladas da impiedades do erro,
que tudo negara e descreen), tudo afli.-.juj. la-
conscientes.
Ccntinu ;o (leanlis3ima da prophetica pro-
missa do Eva gelho, em relago perenne vic-
toria da reliaio cathelica contra os assaltos de
seus enca.ni;ados iaimigos, desdobra-se nesta
epecba dn auno, aos olbos da bumanidade. oes
pcciaculo edilicaule da t inquebraotavel, es; u-
deodu por toda parte o sea imperio saavissimo
e civilaaior, a despeito di- todas as tribulagSes,
a i vez de todas as stuagOes histricas e do avan
gn iaimen-o, qae *a observa na marcha dos co-
nbecimeaios bumauo3, em seus variadsimos
ramos.
Com effe lo, a fragi. barqaioha do pescador
da galilea, na u longa e pens3 travessia, em
b a encapelladaB se pr-cipitem as vagas do pe-
cado, embora a temerosa procelU da deserenga,
qae, em noite pavor.a, negreja infeismente em
muitas almas, corre galhardamente em demanda
do almjjado pono.
No- oa brazileirc3 tivemos a suprema ventura
de abril os olbos luz da vida dentro de u ::
bergo abengoado pelo c,:h lecismo ; apprende
mos, por entre a encantadora dogura dae caricias
malernaes, a bulbuciar, com as primeira3 pala
vras, a pnraeira orago; e, na oenambra inde-
cisa do golpe mais funlo, que aos tere na vida,
vim03 a relegio catholica recolher em seo re-
g go immortal, cheio de supremas coosolages
o lerradeiro alelo de ossos pes.
Sejam quaes 1. r- ra as evolugOcd do p?nsamen
to oa do entimento nacional, ama verdade
incontestavel que essa religio santa, que nos
promette a vida tranquilla da immortalidade, tem
um icabalavel altar, onde se celebran) as suas
glorias injmcrredouras, no largo peito generoso
da grande maioria dos brazilelros.
Por i.c80, curvado d^ante da deslumbrante
magnificencia da igreja catlica, saadamos d'a-
qui a data vecera .-a, coja solemni ago se ap-
proxima.
CHROIICA INDICIARA
de Ollnda regida pela professora D. Clementina < no dia So de Margo (sabbado)
operlor Trlbuaal de JMtlffl
SESSAO ORDINARIA EM 24 DE MARCO
DR 1893
PRESIDENCIA DO SR. DR. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume presentes os Srs. jajaes
em numero legal e o Dr. procurador geral do
Estdo foi a berta a sessao depois de lida e ap-
provada a acta da antecedente.
O S. presidente apresentou um projecto do
do regiment interno do Superior Tribu; al, am
de ser revisto pelos demais jutzes.
Distribuidos e passados os feitos deram-se os
seguintes
JDLGA MENTOS
Habeas-corpus
Paciente:
Joo Amaro da Silva.Nao se tomn conbe
cimento, unnimemente, em vista do art. 199 do
regula me ato para execugo da lei .n. 15.
Recursos crime s
Do TriumpboRecorreote o juizo, recorridos
Antonio Gomes Cor eu da Cruz e ontros. Rela-
tor o juiz Galva.Dea-se provimento, em parte
unnimemente,eanaullou-se o procesao instaura-
do contra o recorrido Antonio Gomes Crrela da
Cruz, da pronuncia em diante.
D i BuiqueRecorreote o juizo, recorrido Joj
Bispj dos Santos. Relator o juiz Costa Ribeiro-
.Negou se provimento, unnimemente.
Do R ;cifeRecurrente Pedro Gomes M .'relies,
recorido o juizo. Relator o juiz Almeida.Nao
se tomou conhecimento do recurso, por nao ser
caso delle.
De Caohotioha-Recorreote o jaiio, recorrido
Joo Barias de Mattos. Relator o juiz Domingos
Pi-to.Negou se provimento, unnimemente.
Agravos de petigo
Do RecifeAggravante Joao Ignacio do Reg
Medeiros, aggravado o juizo. Relator o jniz Cal-
das Brrelo. Adjuntos os juizes Almeida e Cos
ta Ribeiro.Add'ado.
Do RecifeAggravante Jos Fernandes de
Carvalho, aggravado o juizo. Relator o juiz Gal-
vo Adjuntos os juizes Caldas Barreto e Costa
Ribeiro,Nao se tomou coaheci oenlo, unani
memente,
De JaboataoAggravante3 Pontnal Rozendo &
C aggravado o juizo. Relaw o jois Almeida.
Adjuntos os juizes Caldas Barreto e Costa Ribei
ro.Nao se tomn conhecimento do aggravo
unnimemente.
Aggravo de instrumento
Do Bom JardimAggravant; Vicente Lopes
de Mendonga, aggravado Jao Alves Gamillo de
Araaja Pereira. Relator o jois Domingos Pinto.
Adjuntos os jaizes Caldas Brrelo e Costa Ribei
ro.=Den se provimento ao aggravo, unnime
mente.
Appeliaco crime
De SerinhemAppellante Alfredo Garcet A
ves Lima, appottoda a jnstifia. Relator ojuix Al-
meida,Mandou se a novo jury, unnimemente.
Appeliacoes civeis
Da VictoriaAppeliaute Antonia Mara do Es-
pirito Santo, appellados;Aotonio da Oliveira Mel-
lo e outro. Relator o juiz Caldas Barreto. Re.ieo-
res i juizes Domingos Pinto e Almeida. Foram
reoebidos os embargos, uoaatmemeete.
Da EscadaAppeante Fabio Velloso Freir,
appeliado JoSo de Barros e Silva. Relator o juiz
Caldas Barreto. Revisores os juizes Domingos
Pinto e Galvo.Foram despresadoa os emb -
os, unnimemente.
PASSAQK3S
Do juiz Galvo ao juiz Costa. Ribero :
Appellago crime
DoRecife-Appellanlt Mana Ep'phania dos
Przeres, appellada ajnstiga.
Do juiz Costa R.bjiro ao juizToxeira de S :
Appellago commercial
Do RecifeAppellantes Gomes de Mattos &
lrmo. appeliado* Gaimares Fons'ca & C.
Do jiiz Caldas Barreto ao jais Galvo:
Appellago commercial
Do RioifeAppellantes a viuva e berdeiros
de Jos Francisco Accloly Lias, appeliado Ma-
noel Ferreira Barlholo.
Ao juiz Domingos Pinto:
Appellagoes civeis
Do Recita Appellante Ignacio Waader!ey.
appeliado o jaizo ae orphos
Do RecifeAppellantes Jos Hermioo Pontaal
e outro appellados os berdeiros de Francisco
Antonio Pontual.
Do R-xifeAppellante o coronel Theotonio de
Santa Cruz Oliveira, appeliado Antonio Geraldo
Coelho.
distribuic5e3
Recursos crimes
A j juiz Galvo :
Do RecifeRecorrente o juizo, recorrido Bel-
larmino Francisco Rodrigues.
Ao juiz Costa Ribeiro :
Do RecitoRecorreote o juizo, recorrido 0i-
dio Cypriano Bezerra de Meti.
Appellago crime
Ao joiz Domingos Pinto :
Dj S. LourejgoAppel'inte o promotor pu-
b'ico, appellados Jao Francisco dos Santos e
Vicente Martins.
Eacerroa-se a sessao s 2 .o.as da tarde.
SPORT
Prado i'erna almcan
ArxarihS realisa o p ade do Lucca a
sua 13 corrida.
O respectivo programla vai consigna
do neste Diario na sescSo p opm, e
por elle apreciarSo os amadores a sua
excollencia.
So estes os nossos
PALPITAS
I. pareoMouriscano Hagoata Vo-
luntaiio.
. pureoTriumphoPoatablo P^sosi.
3." p*reoP.utoIdaTuio-.
4.- pareoKadamsM->ooia Favorita.
5.* pareo Ruy-Blas Triampo Poa-
table.
6 pareoTaiicior Tudo- Boccaoio
2:
7," para-MalangaRuy-3las Potos.
8.- paruoTenor 2-.Sdnsflj.TaRigolo
MJLTA3
Resolvou a directora do Hippodromo
do Campo Graade impor as seguintes mul-
tas por irregularidades em sua ult-ma
cor ici c-ianact'.idaS pelos jock.is ;
K-lly 300*000.
Balbino Beajamic, 10. 1000.
Na mesma corrida toram tambem mul-
tados pelo juiz de partida osjockM* se-
guintes :
Olympo, 20,5000.
Ba'bino Benjamn, 20^000.
Desta voz o eacandalo nSo ficou im-
pone.
Fajara asam, s-aipre o sembr, as
directoras que ob ordens n3o eer2o to
(reqaentea.
JUIZ DE PARTIDA
Na corrida do Prado Pernambucano
amanha ser juiz de partida o Sr. Carlos
de Abrau.
O illustre cavalhoiro ha da correspon-
der as vistas da digna directora em sua
escolha, 3 sem duvida pela correegao do
seu proceder conquistar a confianza do
publico.
Teramos eatisfagao de ser o interprete
do mesiao publico, registraudo a regula-
ridade das partidas a o interesse que em-
oregar para qae ellas sejam sem senSo
PERNAMBUCO
Belatorloapreaentudo a aatembla
-.-geral dos accionlalaa do Banco da
Bolsa em S8 de Marco de 1803.
Sr?. accionistas.Em observancia ao art. 39
n. 4 dos estatutos, passarao a flatar-vos o oc-
corrido dorante o anno social prximo Ando.
Mltiplas e vpriida-s causas l.n perturbado as
relag s econmicas oanceiras deste vasto paiz,
e seus effeitos, que se vo fazendo sentir do or
te ao ul d? Rjpublica, nao podlam deixar de
actuar sobre este Estado e dificultar nao so 2.5
transaeges commerciaes, como seu progresso
industrial.
Bem sabis e nao preciso que vos descreva-
mo3, qual o es'aio da nosaa prag e nao gno-
rae3 certamente qoao difficeis se tornaran) du-
rante o anno de 1892 todos os negocio3, j pela
falta de numerario, ] pelo retrahment dos ca-
pitae; ainda mesmo pira a3 transacgOes mais
seguras.
Era taes coadigoss nao pdenlo o Binco da
B;lsa sahir da rbita que aos seus directores foi
trogada nos estatutos, apenas poud conseguir
dorante o anno um lucro de Rs. 117:364*790 co-
mo o balango offerecido a vossa apre.iago dei-
xa ver.
Na vos deve causar estranbeza ser este resal-
ta io inferior ao oblido no periodo anterior, des-
de que o mercado dos ttulos esteve qnasi para-
usado, sendo muito limitado o numero de tran-
sacgOes desta natureza e que as mcorporagOes
tom Tam-8e raras e embaragosas pelas caos s
supra indicadas.
E .tretanlo, talvez mais podessemos ter feito,
se com o Bao da Bolsa o Estado rraasse con
tracto para o servigo da illuminago desta cida-
de e seus suourbios, como espera 'amos e tinba
o Banco a isfo direito por ter sido o concurren-
te que oB recen melbor proposts.
J no rehtorio anteror tivemo3 occasio de
vos informar que dentre outras estava o Banco
preparado para incorporar urna companbia que
.-e encarregasse de explorar o servigt/de illumi-
nago, ama vez qae fosse aceita sua proposta, j
enio reconbe ida a mais vanlajosa e com elle,
nos termo3 do edital de concurrencia, fosse la
vrado o contracto ; e accrescentamos :
Ti'm havido grande e inexplicavel demora no
julgamento definitivo da concurrencia para illu
miaago publica, cujas propostas foram abertas
em J3 de Agosto de 1891 ; mas certos de que a
alta direcgo dos negocios pblicos este Estado
saber cumprlr o compromisso tomado no edital
de 16 de Pevereiro de 1891 abrindo a concarrea
Ma e tambem do direito qae adqaerimos em ra
zo das clausulas do mesmo edital, aguardamos
a deciso final qae a&o deve ser contraria ao
Banco da Bolsa .
E tanto assim esperavamos, qae convidamos
os^Srs. accionistas a realisarem mais S0*/ do
capital ficando este elevado a 600:000*000.
Eogaoamo nos : a alta direcgo dos nego-
cios pblicos deste Estado nao qaiz desempe-
nbar-se do compromisso tmalo no edital e
nao respeitou o direito que, em raiao das clau-
sulas do mesmo edital, o Banco .adquirir como
concurrente.
Tal solacio nos obriga referlr-vos, ain-ia que
sem minudencla, todo quanto occorreu sobre ne-
gocio.
Anoollando a primeira concurreacia, o gover-
no do Estado abri outra para o mesmo servigo
de illuminago, e no edital de 16 de Fevereiro
de 1899, estabeleceodo as clausulas a que 01
proponentes se deviam sajeitar, declarou que a
oova concurreacia versam nicamente sobre o
prego do metro cubico do gaz.
Abenas as propostas, em 23 de Agosto de
1891, foi a deste Banco reconoeciJa logo a pri-
meira vista as melbore coodigOes, o que foi
verificado pelo Dr. engeobeiro director das Obras
pablicas, como veris do parecer annexo sob
o. 1.
Cumpre no ar que a Empreza do G-z nao li
gurou dessa vez entre os concurrentes como ti-
nba feito na concurrencia anierior propondo-se
a fazer o servijo medante o prego de 230 rs. o
metro cubico de gaz e apenas interveio como
simples assistente, sendo represaotada pelo sen
Pastante procurador-gerenteque rebncou as
allu idas propos'ae.
Nada mais se adiantou sobre o assumpto at
a epocba da proclanago da junta govern-tiva
qae, vio-se obrigada, por falla de lempo, a con-
ceder seis mezes de prorogag) ao alludido
contracto, a 30 de Dezembro de 1891, justa-
mente qu.ia.io se terminava o praso jde sua du
rago.
A junta governitiva toda entregue Jaos labo
res inlispensaveis a urna nova organisago po-
ltica, smenie a 4 de Abril rosolveu que a es-
e ilria das propostas, fosse feita pelo Conceibo
municipal a cargo de quena tena de li a- o
proviccento do servigo de illorniuago desta ci-
dade.
Por sua vez o Concelb) .-iij--Uou a escolna
ao prfeito e es'.e preferindo por mais vaota-
josa a proposta do B.aco da Bclsa, como j
bivia sido feito pelo director das obras publi
cas, foi essa preferencia approvada pelo Con
ceibo Municipal em scsso de 9 Je Maio de 1892,
e tres das depois, a 12, lavrado o respectivo ter-
mo lo contracto.
Tendo conbecimeato disto, aguardavujsos o
convite para a sssignatura ao contracto, quando
nesse mesmo lempo os Srs. Fieldan Brothers di-
rigindo pelig6es ao governador e ao Conceibo
affirmavam que se opporiam a entrega do
material e mandaram protestar em Londres coc-
t-a a respectiva avaliaga sob o fa so fondamsn-
to de nao terem 11.1 > .parte oa nomeago do
ilesempatador, ao pas-o que o contrario disso
se verifica, pois o seu arbitro f;i quem iodicoo
o desempatador.
O.procedimento dos Srs. Fielden Brothers fez
ustar a assigna'.ura do contracto, parecendo
motivar urna conferencia entre o governador do
Estado, o presidente do Coacelho Municipal e o
prrfeito, a que assialio nosso compnbeiro e di-
recior-gereate e na mal cogitndose dos meios
de remover as dfh' aldades provenientes da
nao entrega do material reeolveu-se, por ter as-
severado o governaor nao conceder mais pro-
.ogagoBOS Srs. Fiel.'en Brothers, qne se z2s-
ze um contracto para a illuminago pro-isoria
sem prejuizo do defini'.i.n,vat a entrega do ma
teriaJ
Como concurren'.o preferido e s faanio a
assignatera d; uoo contracto to importante, ea-
tend-.mo3 qae o banco nao de.'ia esquivar-se a
aux liar a publia administragao encarret;andO'
sedo servgi para illuminago provisoria.
No da liamediata co iferencia exigi o Pre
feito Municipal qae o Ban> o da Bolsa assiguai e
uiiicamenle o contracto provisorio, adiando Be a
assignatora, do definitivo para dopois de decidi-
da a questao suscitada entre Fi Idea Brothers e
o Giverno do Est3do.
Nao accetaino3 o alvit-j por enteadermo que
sem o cootraclo delioitivo nao poderla convie-
nes de modo alguna o servigo da illuminago pro-
visorio.
Das depois fomo3 surpreherJ: los pela noticia
de te: o Cooceibo Municipal devolvido ao Gave.'
nador oa pipis de concurrencia.
[inmediatamente ao Saverno do Estado recia
marno3 contra o bco normal da Conceibo aBec-
i \iu\o a sua dtc; rio um negocio para o qual elle
tinlia 3e julgado Incompetente.
0 acio do Cfincelbo rol anda mais estrinba-
vel, em face de suis deliberages anteriores.
Nao fomos bem comprelieod.dos. e livemos
por despacho, to rpido quanto irreflictido, um
reqiuira em termos (I) -alo tendo solugo um
outro rcquerimenio em que justificavamos as
iossas p nderag5:j, mostrando a sem razo de3-
se despacho.
Pedimos aoa Srs. Accionistas qae apreciando
os termos destes dous documentos que juntamos
por copia em an :exo son ns. 2 e 3, e es compa-
rando com as phrases empreadas as petigftes
de Fielden Brothers, Julgoem da injustiga com
que fomos tratados pelo Govc-rnadur, e. guilde
tos poderia merecer uurequ^ira em termos.
Eai sesea a do Concelno Mauicipal de 27 Ja
Juoho descatio se a ideia de nova con urren
ca.
N) Diario de Pernambuco le 23 de Ja ha foi
publicado o Decreto do Governador de 20 de Ju-
Ibo, jolgan o ae neubua effdito a concurrencia,
pracaodo assim um |.cto que ao mesma Gaver
do par ca excntrico do suas altribuigS-s.
Por culpa do Governo e nao de noss 1 parte
deixou de ser incorporaba a Companbia de Gaz,
sendo assim comprometidas as li .anca do Es-
tado, onera as com o aagmentono prego do g'-z,
alm di diffareoga de cambio-encargo e;te
ainda mais exec-s.-ivo e vexatorio.
Urna simple i considerago bastar para de-
monstrar esta verdade, e que se fiz ssemos o
ontratt) a prega de gas seria oa razo de 201
rii o metro cubico, e 00 en'.retaoto, a Compa-
nbia actual percebe na mesma proporgo cerca
de 800 ris dos cofres pblicos e 320 res pelo
servigo prestado aos particulares.
Por delegagao de terceiro o Banco da Bolsa
incorporou a Companbia Pernambuco Pow !er
Factory, c^m o capit.lso:ial e 850:000000-
oara o fabrica e commercio de plvora, dyaa-
miie e chumbo, empreza qoe j era explorada
pelo Sr. H.-rman Lunigreen no lugar Poratezi-
nha no municipio de Muribeca, comarca da J-
boato onde ioram montadas tolas as mv binas
paralos necessarios ao servigo, fica :^o per-
lene rite a Companbia todo este material, domi-
nio!do solo, coastrueges e privilegios.
Felizmente poderros anaunciar-vos qu esta
incorporago dar aos accionistas excellents re-
sultados e as mais animadoras esperanges de
qne talvez no breve praso de seis mezes estejam
,0 as as aegoes intregUsadas com o lacro exce
dente aos deviiendos determinados nos estatutos.
Alm desta nsnhama incorporago foi passi-
vel levar a effeito dudante o periodo do aono so-
cial-
Nao tendo sido pago em lempo o sello para
qae os e3tatutos da Pecurria Fabril fossem pu-
blicados no Diario Official na Capital Fede-
ral, fez-se preciso renovago de expediente na
secretaria da agricultura pelo que s "m um dos
ltimos das de Desembro prximo pa-sado foi
despachado pelo governo da Repblica o reqae-
rimenlo que neste sentido o Banco lhe dirigi.
Po* occasio da incorporago da lioaipantia
de Servigos Martimos de Pernambuco as obri
gamos a adiantar a quantia necessaria para o
pagamento aos alvarengaeiros sendo nos indem-
nisados com o valor representado pelas obriga-
cOes preferencias a emittir.
Para tornar logo effectivo o pagamento antes
mesmo de nos serem entregues as obrigagSes
prefereaciaes empregamos esforgos e at sacri-
ficios.
Estes ttulos nos foram entregues cerca de
tres mezes depois de orgaoisada a mpanhia e
qoaado j ae acbavam pagos al aquella data io-
dos os alvarengueiros.
Devendo entender o Banco que os ttulos emit-
tidos Ihs pertenciam para seu pagamento, nao
quiz vendel o ao par, esperando conseguir al-
gara ag-' que assim compensasse os sacrificios
feitosJpara o adiantamento de quantias to ele-
vadoi
Se assim nao fosse, o Banco tena vend lo es-
ses ttulos ao par, sera qae tivesse necessidade
de sobrecarregar-se do onus resalianto do des-
embolso para os alludido? adiantameatos.
Entretanto a illustre directora daquella Com-
panhia oppoz duvidas soppondo pertencer Ibe o
agio'obtido-
Por mais liquido que no3 parecesse o nosso
direito a illustre directora insisti em desco-
nbecel'o coll icaudo nos na alternativa de am
accordo on letigio .... .... ..
Preferimos o accordo, e os Srs. accionistas,
comorebendem perfeitamente os inconveoientes
de um pleito podendo ser evitado embora com
neaaeno sacrificio.
Foi o que succedeu offereceodo-nos a directo-
ra em compeosago da parte de nosso prejuio
oma commisso pela emisso dos ttulos.
t

?HENO
**
\


narm .de Pemamluico SaCbalo 15 Jte Marzo Je 1893
Durante o anno todo foram transferidas 5775
accoes.
aeunimo8 nos em sesao 50 veses como ee
pie verificar do livro daa actas respectivas.
Retirndose momentneamente para a Ear
pa o director prndente foi substituido pelo Di
rector secretario dos termo* dos estala'o?.
Pelas motivos j exposios demiou'ram coras-
deravdmente as operacbes da 3olsa Livre.
Para nao ser ext'&nlmel a demora em anana
ciar-vos os nosos dividendos compre-nos deca
rar qae tudo tem dependido do conhecimento
exacto do quantum de dividendo tenham de des
tribuir oatras compaobias em que temos inte
reases. .
E' opportuno manifestarmos-nos sobre os inte-
reeses futuros deste Banco expoodo vjb o pare
cer de varios accionistas que nos n fallado so
bre urna transfo-maco a seu ver iupresciodtve
nos destinos desie Banco.
Nao podeodo a3severar o bom exi'o de iodoa
os nossos esforcos noa-ntidoda desenvolver e
augmentar os nossos recursos, porque afeiii
menie em vista da coadic;83 excepciooae3 da
praca ern que se r.llectem a3 <;fB:a!dadeB com
que lucta o pan inteiro. toda a ir.corporafiao para
qualquer flm social difficillina, todavi i nao noi
sentimos desanimados e, ao invengo disto, ante
vemos possibilidade de lisongeiro futuro.
Mu.tos meltioramentos sio exigidos que pode-
rao ser levados a tff-iio com surorebeodentcs
resoltada por mel de sociedades anonymas,:
dencia que os locos do Bao o noanno ando fo-
ram de He. 117.393*790, e teodo sido de Rs.
41.143*710 a importancia da despeza, resalla
om saldo de Rs. 76.211*070 que reunido aos
lucros uspensos do Bataneo paasado teve a se-
guinte applicacSo:
60:000*000
7:6S<110
7:622*110
4:511*810
diversas eroVezas industries poJero ser fon- centro pira as
dadas fazeodo cessar a iraportaco de p*o tactos presas, isto ,
estranetiros sendo assim m-'or aproveitada a
materia prima que superabua la em no3so paz e
especialmente oeste Eilaio, onde quasi que se
pode dizer despresada, qu.ndo se fosse ap'o-
veitada pole-ia desenvolver grandes riquezas.
Alea das compaobias iodut-tnaea anda oolras
de carreter puramente commercial poderao s(
Dividendos
Fundo de reserva
Porcentagem da adminislracao
AmortisacSoda Couta de las-
1 co
passando anda para o anno
Rs. 436:900*990 de lucros
suspensos.
Semelhante resultado em epocba da crise co-
mo a que pasamos satisfactorio e animador,
mas nao nos levemos Iludir soare a verdadei-
ra 8itoacao desta Praca relativamente postean
e futuro do Banco.
Como bem sabis este Banca foi creado com o
tim de enraoaiobar, dar r.pp icicSo aos lucros li
quidos que aqu, como em toda a aociedade, an
oua'mente toruim se disponiveis, ei.pregando*
os era empresas que desenvolvau a riqueaa pu
bl.ca ; lucros que em lingnagem econmica, se
immobilisam ou consolidam annualmeote.
Effeetivameote o paii aprsenla um vasto
campo para o desenvolvimento de industrias
lucrativas, cujas probas salieatam s? a cada mo-
mento, reclimiod' unicimaots capiUl para ter
a (Mil Detracto pralfca.
Ao mesmo tempo procurou-se estabelecer om
orgaiisadas, Mg njotando a riqu-za publica e
avorecendo principalmente aos cocsumidO'es
que nella3 se torna<*o interessados.
Dizem porm que ba falta de capitaea para a3
di ersas appliweOes que a nossa p'aga exige;
nos nao contestamos que elles sejam iiauffi Jien-
tes, mas parpee-nos que nao este o prGClpal
motivo que difEcula olevantamento das empre-
sas, e antes sim a falta de conanca feralmente
notada em qualquer transago.
' oos-ivel qae estejamos Mullios e como
nenhnm mal advira a es'e Banco do ahrgaxeaio
de sua e?paera de a:co dndose lhe lambem o
transaeces dos ttulos das em
onde aquelles que nao tivessem
querido tomar parle na iacorperacio daa em
p!esa3, p-dessem se associar s j constituidas.
Estes in'uitos bem tralusidos no programma
do B.no foram seguidos na pratica, exclubdo
toda idi de jogo de bolsa.
Se o Banco veio prreocber urna lacuna na
prsga, se tile necessarlo telo valioso auxilio
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que pres'a iucorpo-. c5o de empresas serias e
que fallecem i lementos preprios para crear
vida, no entretanto a experiencia veio demen-
Btrar : l.qie o apital aqai a prac que pro
cura ejiprego em emp*esa3 rovas pequeo,
como re'uzida3 sao as transac^es de titules,
de modo Bjae o Baoro nao pode ter certen de
lucros constantes roa: ter em permanente prosperldade ; 2.' que
a propridede da agricultura, elev dos os preos
dos productos do paii e desenvolvimento do
eommcrcio rcpantlnamente, tem ab.-orvido todos
i;s capitaes disponivois pelo grande lacro que
carcter proprio (103 Bancos que se occup>m de aDffcrf-m nVssa -"ppli:aQo, de molo a serrn es
opera^ei i-o:nme.-ciae3. nao repelimos o alvure caSos O1* que restam parj novas iodusiri'.s ou
dus que entendem dever es'e Binco -eorg.nr imnobilia^o.
8ar*se sento para desejar que isto possamos
por em p-ati-a, visto ser iQeaDtestevrl qua a nos-
sa praca se re.-senU da fulia de ma;or numero
de Bancos.
Para i3to fr-ae-ha pr. ci-:o sugmen.ar o ca-
pital social pois do cout-ario nao ba *era vanta*
tagem na raotiticncao de sua organismo.
O roncelhc Fiscal propOe em seu parece: a
reorganisagSo 'lesse Banco o us nao discordan
do aKUa*damo3 vos3a de! b^rafo sobr
tao t-ansanleale e que cerUmente sera por
resolvidacom o criterio que exige.
Verbalmeo'e vos minstraremos quifsquer in-
formales sobre a ge.-*ao social.
Rec:fe2 de M^rfio d- 1893.
Jo.- Ado'pbo Roirigoes Lima.
Autonio Luiz dos Santos.
Pedro Jos Pinto.
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Srs. Actioni-tas
A'commi88o Fiscal cumprindo o dever que (
Ibe imposto celos EsUlutos, vem vo3 dar con-
ta do (xame, que proceden nos livros drs'.e Ban
co e tam-ern etcitr seu parecer sob-e a gesloj
dos negocios sociaes dur.nto o aono prximo
passadb. a'rsim como vos prepor as nediiias que
julga convenientes.
Toca a esc.'ipturacSo est r- gularmenle feita
e comprovada por documentos, e titila se evi*
Ou'rosira, o gr.mde incremento que lem ido
0 ccmmercio ltimamente, o desapparecimento
da agencia de um importante Banco inglez e o
retrablraento 'o Bmco Em'S'or tem mostrado a
imprescindivel ntcessidaoe da creajo de mais
um Dauco commercial que venha fa Hilar as
avuitadas transaeges da p*aga.
O que acabamos de dlier evidencia que nac
i^aes&o podpmo3 deixar de concluir propondo a trans-
ara por \3 formajo do Boneo da Bolsa em um Binco com-
' meretal sob outro3 rajles, augraeo'ando se-Ibe
o capitl ; e fazendo esta p posta alm da con
; vieco qua temos em o.-.o espiri'o, somos cbo
te muit s accionistas e da pr 'g .
Mas como a queslo exige maduro exame.
! bstanle me.! tic^o. Quer eo^re o novo molde a
dar ao Ban*o quer sobre sua orientaco, talvez
s'ja conveniente a nomeaco de urna cormissao
quu ettadfl o assnmplo e .*>arecer.
Conciuiudo tomos de opinlao que sejam ap
provcds as contB do annop seado i dado um
voto dp oavor a Directora, especialmente ao
1 director gerente, pelo medo por que teem sido
genios ce negoc:o3 sociaes.
Reeife, M.-rfio de 1893.
Ceahano Mamede Alves Ferrara.
Albino los da Silva.
Torq't; lo J. S Gmmarats
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Intendencia de Iguarass
PORTARA N. 2
Premura rio municipio te Iiuarss, 3 de Marco de 1893-
O preir-it"- 'i laoaras u, usando da .ttriuicao que Iba confe-
re o a:tigo 105 a. IV da (.'onstito'io do Estado e artigo 2 da lei
municipal n. 5. ha por bem nomear:
Para rrger a cadeira fo Beio masculino desta villa ao proles-
cor Brsslllano D.nino da Go3ta L'ma ;
Para a cadeira do sexo lemioino di mesui] sia a professora
Amalia Eophrosina G-avalcanie Limu; .
pra a cadeira mixta, da povo:cao de Hapi-suma a p-efescora
Idalina Ferrer d>- Me!!o *,
Para a radeira mixta de Tres Lidetras a prUi.S3ora Mina
Digna Nunes ViaDna; .
Para a cadeira mixta de Miricota a professora Feliciana Go-
era Pereira de Ly ;
PaH a cadeira mixta de Rom Giuz a proseara Joaana Eu-
phro3ina de Lacerda ; ...,,,
Para a cadeira uixta do ?ar da 'ha de Itaoarac a p-ofes-
sora Mana L-opoldina Pires Farreira;
E para a cadeira muta deJaguaribe da dita Iba a profetsora
Balamina Fcrrelra Dutra.
Os professores nomeaaos p--rceber5o os vc-ncimtnlos mrci-
dcs pelo artigo i- da precitada lei n. 5 e devero coc-.parec r at
o 8m do crreme mez nas?creiana d:-s'a prefeura para legali-
sar s'U3 ttulos e tomar posse de suas cadeiras.
B para conbecimenio dos interesaados ser esta puolraca no
di,.rio oflicial.
O prefeitn,
?oao Francisco do Amaral.
LEIN. 7
O conceibo municip.l de Iguaa=i att;n.1endo as repe'idas
reclamacOes fetas por peasoas pohres, que vivera da pequea m
destria de fas^r e vender farin*fa ; e tenao em considerafiao a bem
fundamentada proposia do prtfeiio do municipio, queja traha
procurado favorecer essa industria na organtsa^o do orjamen ;
municipal
Ait. Io O imposto de 15*000 iaocado pelo 35 da fi n. 2
ssbre as casas de fazer e veuder faub:*, tica reouzido a 6*00OJ
pagando, po'ra 08 contribuintes os errolumentos do respectivo
al vara e os a 0/0 addicionaes.
Art. i' Ficam revogadas as diaposis5",s em contrario.
Secretaria dooacelbo municipal de Iuarar-;, 11 de Marco
(A38ignado.) Francisco Cokles Teixeira de Aran o e Silva
vice-presidente. Fransisco Joaquira Gavalcante Gafao.Jos
Francisco Jajme Galvao.- Jeronymo Leito da Gostj Machado.
M;noel Heonque de Miranda Accioli.
Publique se. .
Secretaria da prefeura to municipio de Igcaras. u, 15 u
Macode893. .,
* O prefeito,
Jcao Francieco do Amaral.
LE H. 8.
O concelho municipal Ub Iguarasi- considerando que es % ci
dataos, que foram eleitas juizes de
por i=fo e por que
nom.ar pessoas iababuis para os cargos de
420*000, 8C.i'io 260*000 de ordenado e
Art. 4." Pra facilitar a aejao Ca
2. districto da paroebia dos
Santos"Gosie e Dmiaa deste municipio, um nao acceitou e outro
renunciou o ca-go, nao porque aquelle districto est um pouco
anarchisado, como porque nao ba nell- urna s pe33oa babilt ala,
que se preste a exercer o 'ugar de escrivo
nao co.ivem eleger e
juiz e escrivo.
.rt. 1. Fica supprimldo o 2. districto da proohia das San-
tos C'-"ime e DameSo deste municipio, passan 'o todo territorio, que
p-la ei mualcipal n. 1 constitua e>se 2 o districto, a ser anoexa-
da no priiaeiro. .... ..
Ar'. 2. O municipio, por tanto, rica dividido eaa aoua iis-
tric'o-o i." coi Drcbeadento todo ter ito-io da parodia dos
Saito^ Cosme Dami\ cojos limites sao bem conhicidos; e o 2.*
iodo territorio da freguezii de Nossi Seohora da Gon:e;cao da
ilfaa de I aaiaracS, qua es naturalmente limitado pelo mar e nos
qup o cercara ; leado o por sede esta villa e o 2. a povoajao
do Pilar. ,.
Art. 3." Atiendo, pois qua em cons"qaencia desto nova iii-
viso Jo muoicipio, Beato o ju-z e escribo do l.,districto sobre-
carrejados de mu:to trabalho, resolveu o conceibo eluvar os ven-
cimentos rio jais a t:;00*000 porljaano, rendo 1.000*000 de orde-
nado e 500*000 de g-atiticacSo ; e os venciroeotos do escrivo a
1''0*000 de gratihcacSo.
poiicia municipal neverSo
os vi z'a districtaes dwidir, qoanto an:es, os seus districtes en-
lamas sercfjas quantas forera convinientes e noraar para el.as
bons auxiliares, como de lei, daudo dessa divisSo conuecimnto
ao prefeito do municipio. m
Arle 5 Em viriude da soppressaa do 2.* dist-i-'o nca tam-
bara supprimido o lugar de fiscal, que foi nomeado para elle ;
pass >ndo. porem, o dito fiiscnl a exercer as 8033 func(,5as era
tolo territorio da paroebia, visto que o do i.'acaba do ser exo-
uerado por ter sido nomeaio procurador judicial do concelbo.
Art 6." Os veacimento3 do fiscal, qua ca fonccionando em
oda freguezia, ser > elevados a 450*000 por anno, sendo 300*
do ordenado e 150000 de gratfleacao, fora a porcajj'.agein, que
Ibe compete pela arrecad&c seu ca*go ; e o proTu-ador tr-ra
pelo trabalbo da3 accOas exe utivas, que preparei, alem da por-
cmtagera mrcala p-l. 5. do 3r'. 40 da lei municipal n. i,
mai3 20000J de graticaco t>nnual.
Art. 7. A elnvago dos vencimantos de que tratara oa arts.
3. e 6.* desta lei, elevajao, que nao augmenta a despesa oreada,
atienta a extinejo A^i cargos da juiz. escrivo e fiscrJ do dis-
tricto supprimido, s ter lugar do 1. da Abril do corrcr,t3 anno
por diante.
Art. 8. Flcam revogadas as dispcsigOas em contra'io.
Secretaria do conceibo municipal de Iguaras.-, 14 de Mirgo
de 1893.
(A3SignadoJ Francisco Cckies Teixeira de Araujo e Siiva-
vica-presileme, Francisco Joaquim .Givalcaote Galvao, Jos Fran-
cisco Jime GilVo, Ja-onyaio Laiio di '
Haoriqua de Miranda Aceo'y.)
Publique sa*
Secretaria da prefeura do moniclpio de
Ma'sa ta 1893.
Gosta Mactiado, Manaai
Ig'jarass, 15 de
O prefeito,
Jo5o Francisco do Amaral.
posic-So me-qonha e mal or rutada'; sabis mais
do qae eu, pois tendes rebido at as fees o oa*
lis mago da maledicencia, q-smo doe a calum-
nia.
Si na alta pos gao em que vos acbais colloea-
do como ebefe do Estado, apesar da integrtda-
de do vosbo carcter, apssar da boa onentagao
do voso *overno, apesar da direscSo recta e
escrupulosa que tendes lado aos negocios SU'
blicoB, nao estis,a caberlo dos golpes certeiros
das mais liaaag ; como poderet escapar eu a
sanba de desaffectos gratuitos t
Termioj, Exm. cidado, convicto de qae da-
ris o devido despreso as reclamages fateu
com qae sempre dam-ves importunar alguns
mal intencionados hanitaotes a'este municipio,
e qae me cercareids prestigio e forja neces-
sarias para o bom desempeobo de miobas faac-
Cdas, a tira de qou nao encorare trop go a mar-
cba do servigo pnblico.
PffifVv me permilUes dar publicidaie a es-
ta minha inforrnacSo.
Reitero- vos 03 meos pro'eslos de estima e
conside-aga.
Saode e fraternidade.
Ao Exm. cidaio Dr. Alex-.nira Jo- Barbo*
sa Lima, M. D. Governador do Estado de Per-
nambuco.
O prefeito,
Fratcsco ie Assis Pere.ra Tejo.
ola?- do sentimento
A Repil'ca
VIVA A BEPCBLICA I
OJOS E LIBSUDADE !
sem Deus a anarchia
na iaapaaeibiIade de postor daatrnil-o,
troeon oaeu sisme pelo ole Joao Gual-
btrlo di MagSkcles, i divida que-aogundi
parase ase easereer as fasK'.-Sas tile aeu
guarda-sostas. pan orno um s-oler, do
atacar pela imprensa a miaba reputagSo,
como se ella fosse feita da algimaasa de
que feita a de algum cade e exjuJso do
exeroito !
Pois bem, eu nSo respondo a esse scslc-
rado a nem a ont o qualquer que se
aprsente em sua deesa : a minha ques-
tlo com sigo, portento, espiro que res-
ponder.
Nlo tenba ac*nhamanto
adiante e venha dancar
ensaion, respondeado a3 pjruata8 que se
, chage se para
a quadriih) que
fBBUCikCO 4PE0II9
Prefeitara do mnnlclplo de Ta-
gnaretlDg*, eia i de atareo
de l93.
Exm. ci.aoDr. governador. F r.ontem
me foi entregoe a representaco que contra mlm
flzeram sete individuos residentes nese moni
cipio, acompaohada do oficio do Dr. procu'ador
gerai do Estaco, em que esse faocetoaano ma
nifest:-se no sentido de ser eu ouvilo a re3-
Somente o respailo e a considerago que me
rece me vossa pessoa, j como a primeira auto
ridade do Estado, j particularmente come c,d-.-
do credor de toda sympathi-t, me fasem vpncer
a repugnancia que experimento em langHf mo
da p -na para oceupar-me de semelhante pega
s digna de quem a snbscreveu.
Eu poderia, Exm. cidado, fazer-vos a yoo
pse oa chrooica dos signatarios da re'erila re-
presrn-ago, para que bem pcdessen aquila-ar
o valor da aecusaco de qae ?ou victima ; mas
par?, que fazel-o 1 [.ara qoi p Huir este papel
com tactos hediondoa e execraveis prat.caJos
pelos meus algozes ?
Delxo qae rtles ciotlnuem na sua campanbi
inglona de diffamago, e tico em paz com mi
nha conscienoia. crto deque, por mais que ee
esforcem.ro chegaro jamis altura do des-
prezo que Ibes don.
Exm. cidado, a simples leilura da represei-
tago d bem a entender a plano sinistro pot-to
em pratica por borneas de seatimentos baixis,
e que teem por flm noico e exclusivo procrosti-
nar, se nao imposaibilitar a marcha regalar que
tenbo precando imprimir aos negocios pubii
eos do municipio, o que certo b6o conseguirn,
desde que eu, como chefe do poder executivo
local, nao exceda os limites tracadoa pela Gon-
sUtuigo do Estado e lei orgnica municipal, e
obre oa espbera de minhas attriboiges.
Pondo de parte a incongruencia e a fntllidade
das razOas allegadas pelos sete individuos qu-
to ciosos se mostrara, e competentes qoerem
parecer para interpretar o vos.-o seto mandando
proceder a elr'co de novo3 coacelho3 muni^i-
p-ie9, limito me a pedir a vossa aitengo r**>*a a
primeira parte da representago, em i j se
mostrara os seus signatarios to bocaes que af-
firmara ter eu ordeuado a cobranga de imposto-
cstabele idos em O'gamento-votado pelo con
ceibo eleito em 1891 1
E'o cumulo da ignorancia, si caodaperver
si'ade de eales mal intencionados.
Sabtis perfeitamente, Exm. cidado, que ni >
houve u'eate Estado eleigo em 21 de Fevere*1
de 1891 para concelaos mnnicipaes, e portam <
iuopo3sivel existir o o-gamento a que alinde:-' ]
A verdade oseguinte:
Tendo a junta governatlva que vos preceder,
mandado proceder a eleico dos concelbos w-
oiipaes em 21 de fevsreiro do anuo passade,
empo?Barara-8e os concelbeiros, prefeo e seb
prefeito de seus cargos no dia 25 de marco se
guate, e em sessio ordinaria de 18 de Abr;!
votaram o primeiro orgamento da manicipalida-
de, que entrn em execugio logo depois.
Veio posteriormente a le n. 52 de S de Agos-
to a qual por sua letra e por seu espirito con
siderou exWt03 aquelle* concelh s, em virtndc
do qoe rnaadastes procede- a r ova eufcio e^
30 de Setembro. __
Empossado o novo concalhp em 8 de Novem
bro enceton no dia 9 osirabalbos de sua pf mai
ra sesso ordinaria, e no da 10 appr vou o seu
primeiro orgamento para vigorar no resto di-
nno, visto como nao tinba sido, no correr a*
qaelie anno. pagos os impoctos municipaes, de
lerminando as disposigoes eraes, art. 4o, que
os contribuinteB poderiam pagar os impostos
sem molti at 31 do correte mez, ultimo da
ido trimestre addiciooal ao exercicio de 1892.
Em Hrlcdedasse orgamento maniei proceder
I ac respectivo laogamento e succeesiva arreca
dago do? impostos volados, arrecadago que
tem sido feita regularmente e a contento da
quasi to'-alidade d03 muoicipe-, que teem pago
as respectivas con'.ribu g6js satisfetos, por ve
rem qne o o-gamento deste municipio, om do3
menos veixatorios, como deveis ter visto da co^
pia do mesmo que vos remettl com tfilcio de 5
de Dezembro ultimo.
Entretanto sete signatarios da repre3entaga\
desesperados por verem que o municipio encela
desasBombrado a sua marcha autonmica com
appla so geral da populago, e furiosos por nao
encontrarem proselylos qae engrossem as niei
ras de sua faego impatriotica, o qne se prova
r,m a propria representago a que ora respon'o,
,hmada par um diminuto numero de pessimie
'as, qoasi todos to pobres que nao teem
de que pagar 20 ris de imposto, quaodo exis
tem neste municipio Ai ou 13 mil habitantes ;
a'.iram ee, baixos e oconsclenteB facciosos, con-
tra muit a humilde individualidade, procurando
fenr me noque leuho de mais mllindroso, a mt-
nba reputago 1
E' asara que dizem ignorar a applicago que
tem sido'-ado ao producto da arrecadago.
Vil e mi.erave) alluso que eu pepillo severa
mente e com a hombridade do bomem de bem I
e provoco aos pygmeus qae em vo lento cra-
var-aae a? setas venen.sas de sua maledicencia,
a provar-me um t i.cto por mim praticado co-
mo prefeito 'este menicipio, qne me possa fa-
ie' corir.
Fica aasim largado a repto, e espero que ap-
piiregfto em publico os sete bigorrilhae para
aniquilal os e coofundil os doriamente.
Exm. cldadao, talvez me ..tenba excedido na
ioformsgo que venho de dar vos, com o empre-
go de urna ou outra phrase mais ou menos pe-
sada ; mas peco* vts me relevis, altendendo a
justa indigoago de que me acho possoido so
ver meu hsmilde nome figurando aa trete e
vergoobosa comedia que represento homens
de-almadcs e incapaz-sde i>raticsr o bem.
Vos conheceis perfeitamenle o que orna op*
E' esta a nica nago do mando queabjarou
de Daas, pirque elle irapalpavel inveneivel, e
> verdad; a materia, o que positivo.
Nao fa'.o da separago da igreja do estado,
nao disto jue trato agora. E' da cooBtitoigao
desta repblica, que se assenta e deaenvolve
3obre o prin ipio da negago de Deus
Aqu quera nao catholico alheu, e tal to
somente urna insignificanle parte da gente que
aprenden de um cer.-b o aleijado e tomou ao
serio, sem compreeuder o seu alcance, urna
'heoria dissolvente todos os lagos sociaea ; os
demais que se dizem albeus posiiv3ia', sao uns
tobreo tolos que nunca le am om livro e se
qoerem inculcar de alguma cousa.
Os soldados ttzeram a repblica e o povo a
oceitou, md'.ffercnte na descrenga a que cheeou
no firn do imperio, com eicepgo da relativa-
mente p- quana propaganda republicana.
Mis os soldados eram edurados no aibe3mo
por um mestre soldado positivista que foi mem-
oro no primeiro ministerio da repuolica e mor-
rea dondo.
Gomo foi dispotira a repblicade dictadura
como o conti i a ser, o congreaio foi de fac
to r-om-aJo pelos governadores noroeados pela
dictadura. O ccogresso, que foi a constituate,
6 pois alheu em poaeo mais de metado, e nao
todo, porque era difcil achar neste piiz catho-
lico tantos albeus confesaos que pudessem ser-
vir aos intuilcs da para oxal as loucas e rediculas
d'-utrinas de B^jamins Constante de seu disci
p-jlos.
A vi.'lcr.cia, a I y ala da dictadura foi to
granae, que neste paiz de 14 milhps de catho
lieos com ex epgo de manos de dons mil
atheus, e nao mais de varias re'ig Oes^chega
ram-nos a impor o chmalo casamento civil,
este concubinato, e3ta manceba tanto mais as-
querosa para s quauto so .os obrigados pelos
nossos tyranicos stnhcres a fazel-o por ux a:to
noblico e peta autorzale civil para nos ser per-
mittido casar, Como a idea, a palavra de Dem foi presente
Era todas as repblicas su invoca Deus. Nos
rp'atorios dos presidentes dos Estado.-. Uaidos
ella invocado. Lincoln encommendoujejum.
A nossa pedant.sca repblica s irutou no
que nao sabia nem podia aem o pode faz-"-, e
tanto menos quanto sem Daas e ce pode fjz. r
anarchia e rcubar.
Nao i-6 a iria e o nome &< D;us foi proscripta
nesia reput-licadegragada, como a sua npgago
foi posilivanvn'.e ostentada em sua baudeira.
A primeira manifust-go de3ta infame iepu
blica a todas a3 nagOas do mundo, a prcclama-
go de qn?
DE.) NAO EXISTE I
E' isto o que e.'.ta escripto em sua baodeira
com que a3 sna3embarc3c,0d3 demanda a en
trada om :odoa os portos do globo, as palavras
-ORDEM E PROGRESSO-que 03 at .eu po-
sitivistas tem cema lema de sua selta.
Ora o principio fuodam>)Utal da mi-eranda
que-Deus nSo existe.
ilasDU3o principio de todo o f-uro amo-
dos noses 14 m:lb5es de habitaates, o poder
qu i el em nossos coragOes e nos conlem, a los
que o cremos ; mas uo aos tyranos de quem
somos efcraros, que noe impuzeram a repblica
Bem Dius.
Na eonar:bia temiam o rei; por isto nao fa
ziam anarchia para conquistar e poder e gozar.
distribuir os empragos pblicos, uaico meio de
vida e as vingangas, como fazem agora.
NSo porem pela aaarchia do poyo qae os
principaes se empenham para conquistar q po
der ; que o povo descreme e dete3ta os princ
paes ; o puaho de gente que os acorapanha
s para gaoharem empregos quanlo o parado
subir, pa-a si ou para os seus. E' por meio dos
soldados que tizeram a repblica e a impuzeram
sem D u?, que os principase, os anarcioistas,
avangara para o poder.
E esta anaTCbra aera eterna se eterna ella
existir oa anarchica lei fundameatal com que
constituio a repblica -.
Os estados sao independentea. A nago s
intervem as comeadas nelle internas, se os go
vernadore3 o pedirem.
Sa este for um lyranno um ladro 1 o nico
recurso a revolagao. Sa o povo for impotente
para fazd-a ? Ou soffre a tyranriia, oa o poder
federal anarebisa, atacan lo a constitnigo, e in-
tervera sem reqaisigo.
Ss f* porm urna faegao anarchica, como te
mo3 aqui agora, que chama o governador Bal-
maceda, sem este matar nem prender inguem,
nem contra a imprensa atlentar. s por que elle
nao quiz obedscer a ue tal chefe fazendo seaa-
dor um mimoso do chefe mador ; si for urna
faego a3sim que imputando crimes ao governa-
dor, pega federago o solaaao federal ?
O poder federal se amigo do chefe republica-
no, embora na -ujeigo do chefe monarchico. o
poder federal se temer commutter um crime nao
otervir ostensivamente, mas levantar a anar-
chia soldadesca no Estado, como tem feilo aqui
por intermedio do command .ote do districto fe-
deral.
E ete-nos em anarchia pareae, e o povo, 33 fa-
milias, o commercio todo a tremer principalmen-
te porque a anarchia militar, porque o gover
no federal quer servir a sen amigo o Sr. Mar
tlus Janior, que como cete deve governar o go-
vernador para bem servir aquelle a sen amo,
superior ou senhor, Sigismundo Goncalves.
E o qae ser urna repblica sem Deus se nao
urna repblica assim sempre anarchica, dei
xando contra os gover. adores dos i-stadoi o sau
julgamento palos mesmes Estados e a merc das
revoluges.
Por qae razo nao ha de haver um poder su
perior aos Estados como o Supremo Tnbun .1
Federal ? Este s julga dos recursos ; mas, an-
tes de terem estes luear vem a anarchia, como
est-se dando entre n3 como urna calamidade
para este povo. V
No texpo do re o partido de baixo, pedia ao
rei o poder, emperava com paciencia ; br-je nSo
ba re (e nem Deus) e recorre-se a revologo, a
anarchia soldadesca, a todas as Infamias.
Porque pois nSo se estabelece a queixa ou de
cunda para o Tribunal Federal, porque nao fazer
este de re ?
Em quanto assim i o for ser a anarchia pe-
rene. as como ser se nao como esta repa-
blica desbragada que abusou de Deus ?
Deus tenba misericordia de nos I
Reeife, 23 de Margo du 1893.
Afronto de Albuquerque Mello.
1* E' ou u3o exacto que no da 23 de
Margo do an jo pascado, scorapanb?do do
capitlo Francisco X rier Cima lo P 830i
o tivesae procurado e eaaoritrado na lauta
mesa do oidadSo Jo3a de Amoros na
Ponte da UchSa, saborea*-, lo gorda osa
a8pa ?
2- Sa lhe scien'itiquei ou nSo, em
presenja do capitao Pcssca e mais cava-
lheiros que l se acha^sm da occorrancia
h'.vida no carpo ?
3* Se em uto coot'nuado sahimos ou
nao juntos debaixo de chuva e tomamos
o banda na Capuaga ?
4* Se aaltamos ou cao as 10 h ra3 da
nonte no quartel on le o corpo em premp-
tidao agnardava a nossa pr.senyi ?
5 Sa vociferon ou nao log i que soube
do eccorrido, contri o procadim.-nto do
alferos Cava disk ?
6* S3 eative ou nlo ted* noute daque'le
dia no quartel traba'ba ida c m a com
missSo que oomeiou p .ra sindicar do allu-
dido facto ?
7* Se a commissSo apreseatoa 01 cSo
no dia seguinte o proce3so da oyndicancia
e se de u>o parecer toram ou n.lo ex-
pulsos do corpo o aargen'o Silvestre, cabo
Folix e eutras rae;r*8 ?
O Sr. que 89 presumo filbo da primeira
familia dest-j Estado, q-ie foi embalado
em bergo de ouro, jue ooasno eduotgSo
fina e elibada, que gosa\ de crditos ex
traordinarios, qae mes c* ama mina da
California, e que alarn d33 u... volho
bouito, engr^gado e quo diz ser um dos
mais beiloB ornatos d3 nossa sociedade,
tao til e querido ao poot) le gritar por
maia de urna >ez na secretaria do corpo
que ra commandante para fazar vontade
e nao porque prec ssssa do cargo ; pos
8Undo mais o nome ue gala dos militares,
n2o licito qua corra e que fnj. dessa
qnastao, venha porta-oto, revestido de
todas esa3 quadades qun tanto recoja
'>eodam no de cut a ; certo de que se
nao o fiaer confirmar os quisitoa na pre-
sento consigaados, e ontfto abrir margem
para qae o continua a rolratal o em ea
virdadoiro caratenstic-.- =militar.
24 de Marco do 1893.
Jos Franc:sco Paes Bi reto.
r
1BB0
oorpo
pSa
do
Dr. Octavio de F'C-tas antigo
hospitaes do Rio d consultas
interno
no seu
consultorio a ra do Bom Jess d. 55 Io
andar. Residencia ra Gomes de MattoB
(antiga do Principe) n. 2o.
Tomava purgantes
O Sr. Antonio B. Leal Mac^-do e.ttosta
que dorante 5 annos pas30u constante
mente soffrendo da constipares do ven
tre e de a-aquas nervosos, sendo preciso
quasi diarimente purgantes em alu do se.
Rooaitido pelo intelUgeote o humanita-
rio medico Dr. Carlo3 Lindares, as pla-
las anti-dyspepticas do Dr. Hainzelmann,
est hoje restabslecido e de perfeita sau-
de.
Cada vidro 2,?000, meia duzia O^OOO
e duzia 2O0COO.
Veodeae
Pharmacia Maranbao, Pnarmaca do Povo
e Pharmacia Bom Jestia
Outro que attsta : O Sr. Francisco P.
Martina, morador no Rio Grande, tinba a
di'-'Stao tao penosa que pasaava maia de
8 dias sem evacuar. Ficou radicalmente
enrado coa o so das pilulas Anti yspa-
ptioas do Dr. Heir>ze!mann.
' Cada vidro 20000, m.ia duzia 100000
e duzia 200000.
Vende 89
Pharmacia MaranhSo, Pharmacia do Povo
e Pharmacia Bom Jess
--------------------g -
lo ex tenente-coro-
nel^Pereira Lima
Tendo o Sr. Manoel Goncalves Pereira
Lima, como costuma, em oooasiao de pe
rigo fgido de continaar pelo Jornal do
Reeife, a refutar o que tenho dito com
teladlo ao faoto que ae passou no corpo
de polica no tempo de aeu eam mando e
que refer no auto de pergantas que me
foram fetas pelo illustre Dr. Queetor, e
O colar de brilhautes do
a vare nto
No anno de mil sete centos e quarenta
yivia no Bairro Latino em Paria om famo-
so avalento chamado Jcao Ave.
A tertana encondida na obscura choya
oude elle rei dia pareca ser fabulosa, e
nao ha durida alguma de que ella era
mu gr nde.
"Entre seus thesooTOd havia um celebre
colar de diamantes de um immenso valor.
Este logroa elle esconder to cuidadosa
mearte qe por ultimo ile mesmo se es-
quesea do lugar do escondrijo. Oeiton-
se a procura delle com afn por auitas
semanas, e nSo consegaindo aohal-o,
quasi que ndoudaoeu.
Isto o torn.u ainda mais incapai
^aisteseia afcutna, icikBo
d ante de canoaf-prostrto
eonto de espirito.
Al gamas senanai lepis dito acha-
vam-je joato .do hito do ofermo tanto o
medioaoomo urna velha que s veies ti-
nba udo por elle -enaarreg^k de acertos
trabalhoa mwgaifioantes no intermr da
casa, yendo aproximar se a ultima hora
do enfermo.
Quando o relogio da vismna .egreja
dava urna hora oesaou elle o sea wirmu
rio baixo, seutou-se e gritou.
t Agora me lembro onde e.le est. Eu
posso lancar mao do colar. Pelo amor de
Deus deixem-me ir useal o aotes qae eu
me esqaeca outra vos; !>
Jleste omento a sua fraqaeza e exci-
taglo e apoierarsm delle e elle oahia de
coatas sobre os seus farrapos, completa-
meotei morto.
Tanto mdicos coa-o estudantes rsonhe-
cem familiarmente os rasgos repentinos
ie memora que se d3o as grandes cri-
sas da esistenc'a humana.
Que o leitor aprecie sto em quanto los
relatamos um episodio na humilde carroi-
r. de nm igealeiro que pode ter visto
iodos os dias no exercicio do sea posto
em urna pequea ostacSo de caminho de
ferro no norte da Inglaterra.
Elle entra de aervigo quasi todca os
dias, e obrigado a alimenter se sem de-
xar o .eu posto.
Urna tal prisao e trabalbo mental fa-
zem com que o systema se resBnta disio,
qualquer homem por mais forte que se-ja,
nao lhe pode resistir sem que !h s sintam
os aeus ffatCos.
Faz lembrar a exclamagao .paixonada
do poeta ingl z Tom Hood :
Doub taaou Que coste lantoo
e ti ponco a carne humana.
O nosao ami o tem estado ha muit a
anuos na mesma occupataSo, embora elle
tivesse apeaas trlnta e citco annos aunes
quando estas linbas se escreveram.
Em mil oito centos oitenta e quatro
elle sentiu que comegva do oahir.
t Eu nao sei o que me faz scffre",
uizia elle, m--s oao posso comer.
O qne elle engulia a torca nao lhe da-
va satistagao nem forca alguma.
Algumaa vezes elle se assasta a por
ver que mal poda andar em consequen-
cia de ton turas.
Diz'a elle aomsigo : O que f -rei eu
se me senta at mento em que se der qualquer tra'alh')
na liaha e que o mais carega ce me sen-
tir senhor de mina ?
Urna outra felclo do seu seffrimento
consista em dores no pe: o e i h rg-.s,
pria2o de ventre, pelle e olhoa amirelia-
dos, mo gosto de boca, gaies nectivos
espelidos do estomago, etc.
O medico disse que ho cumpria deixar
o trabalbo que assim o conservava recluso
ioa alias arrisaar-se bia a inhabilitar-se com-
pletamente.
S2o o podia ello fazer, pois que a isso
ie oppunha a existencia de mu*ber e
fiihoa.
Por sao continuou elle no seu poato e
peicrou.
Mas o seu trabalho foi sempre regulr,
qualquer telegramma era propriamente
recebido e expedido, e nenhum trem o
comprometteu om consequenaia do negli-
gencia ou falta da sua parte.
A sua eofermi 'adendigesio e dys-
pepaia deu um pjNMO maia trzendo com-
aigo doentaa dos ros e da bex-ga.
O medico disse V. esti envenenado
com a materia ptrida contida no seu es-
tomago e sngue.
Parecen ass-m lavrada a ana ser.t.-rr .
Fora como urna intimsgao de morte.
Paasaram se seis meses mais. -
Achando-so elle de servigo urna rnanhS
aontic-.e por tal forma atacado de tama-
r.ha e 'o aguda dor qne nem podia sen-
tarle nem est de p.
Exclamou elle, ctabi sobre sqaella
chaveta e ahi permanec toda a manbo.
Poder-se-hiam ter dado sigeaes, bem
poderia ter o telegrapho chamado, mas eu
nao o teria sentido mais do que nm homem
sepultado teria ouv.do a bater da chuva
de encontr a lapide que o cebritse.
Ao principio eslava elle a sos, mas che-
ge u soccorro e o pobre signaleiro foi con-
duzido para casa.
Acud-ram medios em seu auxilio, mas
aem proveito algnm.
Em redor do sen Jeito estavSo os seus
filbiohos achando-se a mi ansente em tu-
taniento de urna doenga grave em um
instituto.
Ahi permanecen elle pelo es pac; o de
semanas, parte do tempo sem .dar : caerlo
de si.
Nao havia mais nada a facer senao es-
perar por aeu fim.
En'So as acuidades entorpecidas cea o
que acordaram por um momento : Acu-
di lhe memoria e elle recordou o facto
de que um medicamento de qne e le tinha
usado vantajosamente havia annos, e ectao
posto de parte ou esquecido, estava es-
condido em urna parte secreta da estagao
de signaos.
Mandn buscal-o e tomou urna dse
delle, sem demora o seu ventre obrou, es
rinB funceionaram, cessou a dor, e elle se
sentio melhoi.
Animado de esp9ranca lsongira man-
dn buscar mais. Chegou o remedio.
Tomou o e dentro de poneos diss os
medios -ficavam admirados de ver o sen
enfermo.a passear ra da casa e em ca-
minho de convalescencs.
Restauron elle a sna saode completa-
mente, e alladindo a aoa experiencia na
materia disse elle a quem esta escreve,
que milagre na foi que no meu preco-
nizado leito de jnorto, en me lembrasse
repentinamente do sitio onda havia posto
aquella garrafa do Xarope Curativo da
Mli Seigel, j meia gasta. Foi provavel-
mente aquelle rasgo da minha memoria
que mo sol vou da morte.
Ao commercio eao
publico
Ferr ra Goimaries & C. participam que, des
de 31 de Dezembro de 1893 desligou se da eua
(irma o seu amigo e socio Antonio Ferreira da
Silva, livre de qualquer co promis;o conforme
o respetivo distracto social archivado na Junta
Commercial, continuando a mesma firma em seu
aneo estabeleclmento roa Duqae de Cauas n.
86 sob a responahbilidade de seus nicos e an-
tig03 socios Rodrigo Lopes ce Olivelra e Jos
de' Aogosto Alvares Cirvalo.


C51
kL
)
IMN^HPPI^WIipM^PI^^i
-,


4
Diario de Pernanibuco Sabbado 25 de Marco de 1893

i
SEGURO DE VIDA
Na Cidade do Rio da Capital Federal de 8 de_ Marco, lemos :
as columnas do jornal argentino La Nacin de 2 do corrente mes a cha-
mo a seguinte noticia : Urna interetsante questSo jurdica eet para ser resolvida
por um dos juizes do Tribunal do Oommercio. Trata-ae de om cavalhe.ro que se-
garon a vida na Companhia de S garos cEquitativa dos Estados-Unidos, que tem la
roa sede em New York : Fallecido o segurado, sua esposa por si, e como tutora na-
tural de aeus filhoa menores, reclamou o valor do seguro. A companhia aob pre-
texto de que a apolice estabelecida a condicSo de que tanto o premio como o seguro
seriam pagos em Nova York, negoa se ao pagamento della. Note se que o seguro
foi feito nesta cidade e que os premios tambem tm sido pagos aqu no escriptorio da
Equitativa. O seguro era de l5:00O$C0O em ouro.
Em vta desta recusa da parte da Equitativa, a viuva do segurado recor-
ren acs tribuoaes perante os qui.es a companhia allega em forma de excepcao a in-
competencia de jurisdiocSo O advogado da Equitativa um ministro aposentado do
supremo Tribunal de Justica e o da viuva o decano da Fcub'a de Direito. O ex-
pediente foi submettido ao fiscal Dr. Roiz BustamaLte.
IV
TVsbalho de Eogenh ii cilsttunode Panam,
ondeo Orador fui activa pjr algaas annos como
medico cm Ccefe.
V
Particularmenle e respeitojacoente a protmaa
msdico-pbarmiceuiica desta cidade est invi-
tada I
A MO FHEA
Obras publicadas d'sde o anco de 1869-ua
origem. carcter, ymptoma?, coata^iosidade.
10f>C0O Therapia ; traiamento core o especifico dos Ca^yb-
; beo?, contra as picaduras das serpentea as mu
I vcQCQosas, em stncta oanexo Com a parle
tberspeutica a Morphea, e das molestias da pel-
Pharzracia Marannao, Pharmacia do rovo |e em gra|.
Sr. Cari s Pinto & C.
Succs
A testo que asurando quasi tedas a
semanas de ataques, que me prostr&vam
das na cam.-. tijuei borne j ha um anno
que nada siato, tomando as pilulas t t
disppticas do Dr Heinzelmann.Antn
nio M. OliveiraPelotas.
(FirmB rcconhccidas).
Cada vidro 20000, meia duzia
e duzia 205000.
Veude se
e Pnarm-cia Boru Jeeus
'
frisOeVenre.Pd Laxativa uVichy
6krute Hot$l R$i-
mfto
Porto
Mesa puramente por-
^" A"s 7 horas da notto cm ponto
CAMAROTES SO PARA AS FAMILIAS
Entrada livrc
All Eng.ish Speaking people are ccrdially invtled
by llie Lccturer formely Surgeon in the. Douglai
mil.tar\ Hospital- Washington D. of C.
And Commnnder of Medical Transport inAbpsi-
nia (frica 1867=1868).
Qtteai V.ctoria uar Medal.
quaes nao ec contra va dieta nem :e medio
que me cursase ou ao menos desse allivio,
recorr, por muitaa icformicSes a conhe-
cidas pilulas anti-dyspecticaa do Dr Hein
selmann.
Logo que tomei a prmera dose de duas
pilulas, fquei alliv.ado e pouoaa horas
depois perfeitamente bom do peso, ardor
e g. andes turne res, que me impoasibilita
vam de caminhar, cujo scffrimento torna-
va-me raivoao e de um mau estar sem
nome 1
Sendo esta doenja quasi geral, por es-
te motivo faco publica a minha cura.
Porto Alegre.Antonio H. de Miranua
Jnior, constructor.
(Firma reoohecida )
Cada vidro 20000, meia duzia 10000
e duzia 20)9000.
Vende-se
Pharmacia MaranhSo, Pharmacia do Povo
e Pharmacia Bom Jess
Dr. Inspector o Thesouro, fica proroga Cobre em folha, kilo.
do at o fim do cerrante mes o praao
conced lo para pagamento, bocea do
cofre, da ecntribuicao devida pelos er-
vicos da Reoife Lraynage Cimpaoy rea
tiva ao segundo s.meBtre do exercicio
de 1893.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
13 de Marco de 1893.
DECLAKACES
EDITAES
Carta de edictos
O doutor Manoel Mara Ta\res da Silva
juiz de direito de orphios e ausentes
nes'o municipio da Victoiia do Estad;
de Pernamb'.'.co etc.
Fsco saber que p : esti meu juzo de
orphaos e ausentes, peranto inim dbndo
principio a proieder o iavettario nosbens
que ficaram per fallec meato de Mara
Luiza de Reg, casada qua foi com o ca-
pitao Joaquina JoSo daCunha l'imrim, por
este ma foi presentada a petic o do theor
seguate :
Thesouraria de Fazeu_a
Fornecmento para o presidio de Fe nan
do de Noronha
De ordem do Sr. Dr. inspector fago pu-
blico, que nesta Theaouraria recebem-se
propostaa at 9 do corrente, as 11 horas
da manhl, para ser eontractado com qnem
melhores vantagens offaiecer, o forneci-
cimento de artigoa para o presidio de
Femando de Norouha, a partir de Abril a
Djzembro deste anuo.
As propostas ae So em cartas fech das e
selladas com a declarado exjressa, de
que os proponentes se brigam a por oa
geaeroa e artigo8 n'a-~uelie presidio,
Doutrino chriatS, duzia.
Dooe de goiaba, kilo.
Envelloppes in folium, um.
Eovcllopes para tfficios, um.
Esteiras de palba, urna.
Estanho em verga, kilo.
Enxa.das de 3 112 a 4 libras, urna.
Esleir de. palha para cacgalhas, ama.
Fumo em lata, kilo.
FogSea americanos, um.
Fariaha de mondioca, litro.
Farnha de trigo SSSF, barrica.
Fo de volla, novello.
Farioha de tapioca, litro.
Flandres, folha.
Gromma Arbica, em p kilo.
Graromatica portugueza e Castro Xunea,
usa.
Qramuiiti 1 portugueza de Abi io, idem.
Geographia, dem.
Gomiaa-laca, kilo.
Gomma arbica liquida, frase.
Giz, kilo.
Gesso er, idem.
Hostea3, urna.
Historia do Brasil, 11. a.
Incens, ko.
Kerosene, lata.
Illa. Sr. Dr. uiz de direitoO ca-Jitao
Jccqi;iin Joao da Ounha impim nao Un-M '
Os resultados provam
a excellenci
a
tugueza, sendo actualmen-
te o mais frequentado pe-
los Viciantes de Pem; IO- Durante muitos anuos paesei coffrendo
J : dos intesticos e estomago constantemente
LUCO. tristezas, digestao muito demnraoa e a ca-
D iraq (]f> Q( O rpd narHbfa aempre peada, tanto experimente!
u ras ae yiu res para varioa rcmedi08 e nenhum m0 curou>
rjQtiis. Tomei entlo as Pilulas Ai,ti dyspectici-u
! do Dr. Heiczelmann e desde o comeco me
' senti outro homem, em pouco tempo achei-
me completamente curado. E' a tal mi-
I nha alegra que nSo tenho phrases bas
tan'e eloquentes para agradecer a nimba
curaClaudio Teixeira MartinaFazen
deiro no Estado Oriental.
(Firma reconbecidb).
r Bcehtinier (-6l!a vidr" '> O^j meia duzia 10000
' e duzia 2050C0.
Actualmente em sua quiota viagem a Roda doj Vende-8e
Pharmacia M ranhao, Pharmf.cia do Povo
e Pi,armcia Bom Jess
O proprietario,
Aithur Barbedo.
reacia i!
i
Pelo professor
do
cor8eguilo as
impim
citagSeB dos herdai-
02-
corrando a toda a espeza de acondicio- j Lacre, pao.
amen'.o e frete, e correado riajo do qual-' Livro 1-. de leitara, um.
quer varia ou cutra alguma eventuaiida- Livro 2 ., idem, idem.
>!e durante o transporte at Cual recebi-
mento no lugar do destino.
Oa proponentes davorSo hablitar-33 na
.rma do coitume parante a ospectori;
desta repartiySo, requereado previamente
nesto sentido e Drovaudo que silo ngo-
ciantes matriculados. Ditos do cures dem.
Seguj-3e a re!-g'.o dos ge-ieroa e ai Lixa ni ca, t^lba,
gos a coatractar, os quae3 UeverSo ser de Lim;s surtidas, mei* cana a tr
urna.
Livro 3\, idem, dem.
Livro em branco com 50, 100 e 200 fo
Ihas, um
Lipis de b' rracha, duiia.
Dit'ia i Faber, icorn.
Ditos de carpira, idem.
ngula
mando.
Pro bono publico, pro bono Literis atque cele
serrima arte medica! Urbe Rec;fe.
Proftramma
5
FARTE I
Notice
Service will be held in
FRICA j
DeBlzo do ponto de vtoU Architeclomco e.the Br.tl'h C-hipel OU OUQ-
as racas, auea!li habitivam as ep-chas as mala' 1 1
rercotas da aniigaidade. que se perdein as tre-;Clay next li te mOrDlUg
vas a mais densa?. tt cyr\ 1 ; r ""
Sstodos de sete anaos feitos as verias par- At II.U 3. m. SnQ
lea da frica'. : *-.,-.
11 tura
m. aj
un il further
Parle Eihn;logica
A China e os chins alftun3 pontos de impor-
tancia a ventilar, em relacjao cox a proximr Im
mlgraco de trinta milchios no Br<.zil.
ObservacSo pesoal feitas na China por mais
de cinco ancos, e quatro annos ma s as variaa
colonias cbinezas (Java, Borneo e Sumatra).
III
O vasto Pacifica debaiso do ponto de vista
Geolgico, geogrBpbico e social em relajo com
a China, anas aventaras por 3 annos entre os lu-j
denos (Kaickis) etc.
alternitely i a
eveiiing
m
no 1 ice
and
mor ag.
By order of
The Committee.
Recife, 16 .Vare'i 1893.
Aviso u il
Paiecendo, durante algms mezes de
repetidos ataques bemorrhoidaes, para os
COMMERCIQ
Bolsa Conmerclal de Peroan
baco
30TAgB3 OFFICUE3 DA JDNTA D08 COR I
'tomn
FracJX d> Recife, 24 de Mar Cambio stbre Londre3 a 90 d/v 12 3/i d/v por i Barcaca3
?.\3ELLA DAB ENTRADAS DE ASSOCAK B AL-
GODAO
Mez de Margj
?000 de banco.
O presidente.
Candido C. G. Alcoforado.r
O secretario,
Amorim Jnior.
Cambio
PRAQA DO RiCIFE
Os bancos abriram com a taxa de 12 3/8 sobre
Londre8 a 90 das, realisaodc-se pequeos ni go-
dos, de tarde o Banco de Pernambuco saccava a
12 3/4 encontrando poneos tomadores.
Em papel particular r-alisaraowe llmi adas
'.ran.-aeces a 12 13/16 e 12 7/8.
i Vaporea. ". .
; Animaes.....
i Estrada de Ferro Central.
I1em ae S. Francisco .
dem de Limoeiro .
Astro- Alfc'O-
cu dao
Diaa Sacros Saces -
l a 21 5C057 1274
i a 21 3834
t a 2t 4274 4793
i a 21 6057 1712
[ a 2t 56722 3428
t a 21 1005O 11637
Somma
(
127160
26678
PRAGA DO RIO DB JANBIRO
Os banecs abriram com as tazas de 12 5/8
12 3/4.
Cotacde* de genero
Para o gricultor
ASSCAR
Cristalisado......I a
Usinas por 15 kilos. i a
Branco dem idem .... 74000 a
Somenos. idem idem. 44800 a
Masca vado idem idem 34800 a
Bruto dem idem.....34500 a
Broto melado......24500 a
Rtame idem idem .... 24O0O a
Algodo
Nj vaior francez Corsic;, para Rio d=
Janeiro, carregaram :
N. Cahan & C, 708 saceas com 56,643 kil-.s
de algolao.
P. Valente & C, 80 saccaa com 7,220 kilos de
algodo.
A Lapes & C, 161 saccaa com II.81O kilos
de a'eooo.
Na vapor nacional Iris, para Rio de Ja
neiro, carregaram :
M- F. Hartins, 1,.00 saceos com fariaha de
mandioca.
J. Matheus, lQcaixes com 200 kilo3 de doce.
F. Lemos & C, 200 latas com oleo de aigoJo
pesando 6 800 Ii1r.11>.
Para Pelotas, cirregaram :
J. B. Fuado, 400 saceos com 30,000 k.loa de
asquear branco.
Amorim Irmos & C, 10 pipas cem 4,700 li-
tros de agurdente.
Para Porto Alegre, car pgar m :
Amorim I roaos & V,., 600 saceos coa: 4'00)
kilos de assucar banco e 20 pipas coa 9,*i0
litros de agurdente.
Para hio Grande do Sul, carregaram :
------ -- --o----- _._ ... Amorim Irujs & C, 430 saceos com32o0
No vapor allemao Montevideo, paraHam-- ki!o3 de assDcar braa'c0 e 20 pipa3 com 9i00
SxportKexo
skcwb, 23 oa .mabqi db IK3
rara o exterior
Amazonas*, para Lis
150 saccas com 13,815
100 saccas com 9 206
No vapor allemo
; boa, carregaram :
I Companhia de Estiva,
e kilos de algodao.
i Amorim Irmos & C,
kilos de algodao.
ros Arthur de Reg Beiros por estsrem
cm lugar incerto, Gustavo letrique do
R go Bairos e Esmeraldina do Re
go barrea por se achurom moicdotc-
tualmente tm Pao Fs:rj do Tormo de
S. L urenco da Mattu, como consta da
precatona junta, quer fazel oa citar ; o
primeifo por edict-s e 08 dois u timos por
precat.ria, pra todt.s 09 tormos e bctos
do iuventario it final, soh pona de rev
lia, pulo faliecimeato de sua molher M-
rB Luiaa de Bsrros, inclusive o Dr. cu-
rior geral deorpnSjs e auentes e aju-
(nta dos feitos do estado, para a primei-
ra audiencia des e juizo, depois do feito
e devolvidas as cita^S s.
Pede deferimeuto e espera recebar mor
c\ Victoria, 0 de Marco de 1893. O
idvogado Ju2o Vicaute Pero;ra utra.
N 5. em branso. Rs. 2-0. Pagou
250 de sello. Collectoria do estado, Vio
toria, 20 de Marco 1893-JoSo Cjsta Pi-
meitel
E m.isse n3o continha em dita pet y'iu
no qual profer o despacho seguate.
Come requer. Victoria, 20 de Margo de
lS93.Tavaresda Silva. Emais se nSo conti-
nha em dito meu despacho aqu transcripto
e nm camprimento o escr.vao que perante
mim serve, pugou esta minha arta pela
qua! oito, chamo e requebr o compireci
mvnto do herdeiro Arthur do Reg Barros,
pa.a a dtsoripcSo, louvagao, f.val ajao,
partilhis dos bans de dita sua mu, sob
pena detudo proceder-se arevolia naocom-
parececdo por si ou por ser procurador no
praso de 30 das, contados da pub.icacan
''este, a que te dar publicidade, a portu
da a-la das audiencias lugar do cos'-ume
o de!a imprensa.
Dado e passado neatacidh.de da Victo-
ria, aos 20 da Margo de 1893.
E eu Antonio Ludgero da Silva Oosta,
cscrivSo o escrevi o fia a entrelinha que
diztendoescriv5> Silva Oota.
Manod Maria Tavare dt Silva
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL N 3
O a ministrador da Recebedoria do
Eatado faz publico para conhecimento dos
interessades, que, por determinago do
agurdenle e 192 barricas com 11,915 kilos de
asfocar braaco.
Pa a Maranhao, carregaram
dades mencionadas aqu
Arithmctica di Castro Nuces, urna.
Arroz pilado, kilo,
Ararua, idem.
Assucar braceo refinado, dem.
Alcool de 36 a 40', litro.
A^uihas para cjstura, p-.pe!.
Azeitt do3e, litro.
Assucar mascavado, kilo.
Assucar m.iacav: dinho, kilo.
AL odoziaho, metro.
AlgodSo Transado azul, idom.
Al;oJao transado de lioho, idem.
Agua ras, kilo.
Aramo de farro, idem.
Arcos de ferro sol dos, id:rn.
AlcatrSo. barril.
Aletria, kilo.
BotSes de osso om dooi furos, grosa.
Bacalho, kilo.
Bocaes para caudieiros, pitentes, uro.
Banha d porc >, kilo.
Boi vivo com 15? kilos e pasto, um.
Brabante, novello.
Breu, kil:
j Li: ha ds costu/a, carritel.
; Manusc:iptos, urna.
tfanteiga francesa, i.,'a de k lo.
' Dita inglesa, idem.
Marmellada, kilo.
tfaoarrSo, idem
BfadapolSo, me ro.
Manta de la, urna.
O julos di alaaooe, una.
Papel a'.raayo pautado Pium?, r.sma.
Ditj eartSa matta-borrSo, .o!lia.
Pedras para esorover, .ma.
P403 de jangada, um.
I Po3 da jangada grosa 1 pira balsas, um.
; Pavio3 (ara ot.odeiroa, duzia.
t*a!ha da otrnaba para chapos, cento.
Pennaa de .y Prty(da 103), ciina.
Prago raaoeaes, kil*.
Pr-i s dd leuga Agatha, duzia.
P.pjl dj hollrtda pautada, fjha.
Presilha8 para papel, caixa.
Paos tic sucupra, um.
' Parausoa de t'.!rro grandes, um.
Ditoa de fero, pjquanos e sortidos k lo.
; Peixe, b rnl.
Rato-trra, k
lo.
kil
o.
Bendeira~nacior,al, urna.
Bilanga decimal com f^rga de 20J kilos, ;iy3t-mi mtrico decimal, um.
dem. Sida forte, kilo.
Balsnga decimal com forg* de 20 kilos, Sola, meio.
idem.
Cartas da ABC, duiia.
Chapeos d 1 palha, um.
Colla ;a Bahia, k lo.
Caivetes fin :s, um.
Coiheres de m-ifd para sop,
Colherea de pedreiro, duzia.
'eciaientoa
ou a e'.lea
2;mum, litro.
da
z a.
Chumbo em barra, kilo.
Copos de vidro, um.
Cimento Portland, barrica.
Carvo de pedra, tonelada.
'orlas de croa, pesaa.
C^bos de nafro, kilo.
Cabos de Manilhas, dem.
Cii min?, patente, urna.
Caetas de madeira, duzia.
Chicaras e pires, c sal.
Caf em i,r^o,- k lo.
Cabts para ensada, um.
Cha Uyason, kilo.
Cera branca em v;l!as, idem.
Couros para forro, um.
Cha preto, kilo.
Cal branca, litro.
Cal preta, dem.
Cabos de lioho, kilo.
Couro*? cortidos, um.
Sabao amareilo,
. Sal cor
Seooaata d* zmcj, k lo.
Taboadaa, dusia,
T.ita p-eti para eaerevar, g^.rrafa.
Tabjaa de luuro p -ra aoalho, urna.
Toalbaa de algado, duzia.
Tabeas de amarellu para soaino, umi.
, Trabes de diversos t^manhos, urna.
Telbas de barro, oento.
i Traalado3, collecg2o.
! Vidros para vidragas, um.
I Vasorxs da piassava, urna.
; Viaho o Porto, litro.
Vella3 S:earinas, k.lo.
; Vinagre de Lisboa, litro.
Viaho ranco, idem.
' Verde chromo, kilo.
Xarque, kilo.
XamplSes para prens uro.
Em 22 de arc^ de 1893.
O secretario
J. Gomes da Silva.
Faduldade de Direito
Da ordam do Sr. Dr. viea director em
exirccio, e en c-j'norimento ao disposto
Gail
Carvao cardiff.......2W00
?annba de mandioca (k L1
Jeaebra (litro)
P. Alves & C. 5 pipas com 2,400 litros de 1 Graxa (sebo em rama ou coado) ;kiIo)
Brdente. Folha3 medicioaes de qualque; qua-
i burgo, carregaram:
Borstelman A C, 170 ciaros seceos salgados
fift(V,'pesando 2,040 kilos.
snnn1 Sa -arca dioamarqueza Nadia, para
aYinci i Bltico, carregaram:
5 Borsielman & C., 300 fardos com 45,932 kilos
gjgdealgodio.
3<800'
24600,'
2300| jj0 ?ap0r oacional
I Cear, carregaram :
P, Alves & C 60 barricas com 4,618 kilos de
Ainda fei vendido este producto a 10*900 por assncar retinado e 0 ditas com 1,664 ditos de
Vara o interior
3. Salvador*, para
18 kilos de boas procedencias.
AlI
Por pipa da 480 litro 2704000 nominal.
Agurdente
?or pipa de 480 litros a MQfCOG nominal.
Coaras
Seceos salgado* na base de 12 kilos a 650 ris j depa8 aTv" cT barricas
?eoda.
Verdea a 380 ris venda.
. dito branco.
Para o Par, car.euaram :
C. L. Gomes & Fooseca, 100 barricas com
6,525 kilos de assucar branco.
J. Andrade, 200 barricas com 13,748 kilos de
[atsucar draneo.
I P. de Oliveira laia, 100 barricas com 6,950
kilos de assncar branco.
7 A. N. Duarte, 150 barricas com 8,2^5 kilos
ip. asanr.ar branco.
com 13.832 kilos
Mel
Por pipa de 480litros 95*000 nominal.
Borracha
;o*-sa a 241000 por 15 kilos.
Carnauba
de assucar branco e 100 ditas com 4,212 ditos
! de dito retinado.
Para Manos, carregaram :
J. T. Pinto Lapa, 40 barris com 3,2 0 litros
; de agurdente, C0 cauas com 400 litros de ga
nebra e 2 dilas com 50 kiloa ue doce.
P. Rodrigues & C, 25 narria com 2,000 litros
, de agurdente.
P. de Oliveira Maia, 20barris com 1.809 litros
] de agurdenle e 120 Barricas com 7,995 kilos
ou-a. 7*>30 a iMOOOpor 15 kilos nomi- jV'K.tacT ba.ria com 1,8,0 litro, de
"' agurdente.
------- P. Alvea & C, 60 barris com 5,760 litros de
quaiqu-r qua-
lidade (Klo)......
Mal dj anque (litro) ....
tlho (kilo..... .
Sabio .........
Sebo..........
lmente lia caraaa (tjy .
Sola moo) .....
Stearina em velas (kilo) ....
Tatamba (tilo)......
raboaa d3 amareilo en pranenca
(duda)........
100
450
700
200
150
110
360
700
60
5.000
l*0O0
40
(5 *
leadisa sais", pabilo*
MSI DI MARQ ) OE 83
.lfanicpc-
, 'a gera!
01 da 1 a 23
liam de 2i
1 0j:00o374
54:t28685
---------------1,119:1^4.039
Reacia du KnXto :
ia 1 a 23 9i:42685
xctn ce 4
13:723*5*8
litros e agurdente.
Nj vapor nacional
carregaram :
C. A. Burle, 100 saceos com
assucar branco
J. Bailar & C, 500 saceos c:m 10.000 kilos de
oulho.
No vapor nacional Rio Formse,
Santos, carregou :
C. A. Burle, 250 sacco3 com 15,000 kilos de
assncar mascavado.
Apore, pare Santos,
6,000 kilos de
os de
para
(kilo)
l-'fiBa da 4illaadesa
SSMANA DB 27 DB MABQO 1 DB AbRIL
db >.x:r.i
Alccol (litro' ....
Algodao em rama (kilo) .
Arroz com casca Si-O) .
Assucar retinado (kilo) .
Assncar branco (kilo)
Assucar mascavado (kilo)
Bagas de mamonas (kio)
dorrachade leitede mangab.
Cachaca.......
Couros seceos espichados (kilo)
Couros seceos salgados (kilo)'
Jonroa verdes (kilo) .
aroQos de algodao (kilo) ,
Jarrapateira (sementes) (kilo) .
iacao (kilo).....
Jal bom (kilo) ....
Caf roatolho (kilo).....1*300
Caf moido (kilo)......ttoab
Carnauba (cera vegetal) (kilo) 69
Cera em velas (kilo)..... 640
Canna (agurdenle) (litro) 343
Cal (litro)........ 10
450
660
110
500
470
206
120
U450
300
6i0
385
350
40
1*120
6W
1*500
33'B.T.a total
308.148/263
1,427:282* :23
w\-i secgo da Alaud9t;ade Pernambuco,
24 de Mar;; da 1893.
O cete i'.iBecSo,
Manosl Antosiio di C. Araen.
O thesourairo,
Florencio Domiu.^uo* da Silva.
Observagao
Procedente de Santos o escala fundiou
no Lamarao o vapor aliemSo (Amazonas*
a 5 horas da Urde e nao communicou
com a trra.
aereado Maulcipai de S. Joa
0 mov:mtoto aesce. mercado no da 22 de
Marco fci o segninte : fCn'.raram.
26 nois pesando 3.900 kilos.
1056 kiios de peite a iO ris 21*120
I 10 ditas com camares a 100 rs. 1*000
113 compart. com mariscos a 103 rs. W600
54 logares a 200 rs.. 10i800
7 sumos a 200 rs. 1*403
2 ditas com feijo a200 rs. 400
40 cargas de farnha a 200 rs. 8*00:
5 cargas de ruilho secco a 200 rs. 1*000
2 cassuas cora gallinh;^ a 301 -. *60O
S^,^ 4 ditas com fructas diversa a300rs. 1*2C0
18 ditos com verduras a 300 rs. 144C
1 ditas ce melancia a 300 rs. *310
2 dita de batata a 300 rs. 600
i dilfs d cauna a 300 re. *300
ditas com mlbo verde a 300 n* *
ditas de laraojas a 30U rs *
3 Uta de inacacheira a 300 rs.
72 ditos comtarinba 40u ISUj
3 carga,! com galllatiaa a oOO rs. 1*50.)
31 columnas a 600 ra. 8900
6 cc-H^.-timeno com res3or.:s
a 601 r*.
46 ditos com (aseadas etc. s C00 ra.
31 dit03 de comidas a 700 rs.
11 ditoa de smneiroa a *
; ditoaa 7 0 rs.
Do aia 1 a 23
dem de 24
RECKSDOaIADOESTADO
Do ctia 1 a 23
dem d 24
RECIFE DAilN'AGE
49.9i07t8
1:534*914
51:485*682
:02?*51S
1:69^*633
51:721*153
Movimcno do Porto
Navios entrados no da 24
Rio de Janeiro escala 7 das, vapor
nacional S Salvador de 1999 tone*
ladaa, commandante J0S0 Maria Pessoa,
equipa>em 60, carga varios geneos, a
Peroira Carneiro & C.
Navios sabidos ce mesmo dia
PenedoVapor nacional Sinimb com-
maudanto Lobato, em lastro"
Rio Grande do Norte Lugar ingles
Tierr capitSo R. Coorad, em laatro.
40 tahos a 2000
Rendimento do dia 1 a 21
Pregos do dia:
Carne verde de 320 a 720 rl
Suino de 80 J ;t 1* ris idem.
Carneiro i!n900a '.* ris idem.
Faroia de 3J a 560 rii idem
Milho de 560 -i 600 ris idem.
Feijo de t600 1 22000 dem
2:0*920
5.381*420
5.642*340
0 kilo.
apors a enera?
Mez de Margo
Europa....... Delambre......... 25
Sul.......... P. do Grao Para... 25
Sul.......... Amazonas......... 25
Vorte...... Iris............... 25
Europa ...... Corsica '.......... 25
Sul.......... CJyfe............. 26
Norte....... Manos............ 26
tiuiopa....... Rosario-.......... 26
Europa....... Specialiit.'......... 28
Vaporea a sabir
Mes de Marco
Sul......... Una.............. 15 as 4 u.
Norte....... S. Salvador........ 25 as 5 n.
Sul......... P- do Groe Para..: 25 as 5 h.
Sul......... Planeta............ 25 as 5 h.
Europ?...... Amazonat........ 25 as 5 0.
no art. 267 do dea. n. 1232 H de 2 da
Janeiro de 1891 e art. 184 dodee.au
1159 de 3 de Dazembro do 1892, anea
publico que estarlo abertas as matricula
para es cursos d'esta faculdade, a contar
de 1 a 15 de Abril prximo vindooro.
Para a matricula em alguma cu em to.
das as cadeiras da 1.a seno de qualqner
dos cursos, o cstudante de ver provar,
em requerimento ao Dr. scretario.
1. achar-je habilitado, na forma don
arts 265 ou 266 ;
2. ter silo vacunado com bom resal-
tado ;
3." haver pago a taxa de 4050C0 \
4.* identidade do pessoa.
Para a matricula em alguma ou em to-
das as cad-iras e das a-rios seguintea, o
alumno derer aposentar :
1." certidao de uppi'cvaco as mat riaa
da serio anterior ou anno;
2. conhecimecto de h-yer pago a refe-
rida taxi ;
Art. 265. Para matricula nos cursos da
scienctas socii.es e jurdicas, n-cessario
exhibir certificado de estados secundarios
ou titulo de bacharel, de accorJo cem oa
arts 33 e 33 do dec. n. 931 d: S de Nc-
vembro dt 1890
Arf. 26J. P^ra os cursos de n. tariado
devei o aatn ulando exhibir oertidio do
haver sua approvado em portagoea, ari-
thmetica, historia do B.-aa! o 'apbJa,
em exaaies fe toa no Qymo^sio Naoaai
ou om c troa < atabeleoimentoa u esso
equiparado.
A inaoraeao para a matricula poded
ser feita por procurador, a; o alumno tiver
justo impedimento, a jls3 do director:
a ordem do reoebimento d^s ra-
querimentos, e si dota ou ma a est idantea
se apreMotarem timultaneamente par
m m-aiD,: cideira, ou na
mesma serio tu anno, guard-^u-sa ho na
inaoripcSo & precedeneia determinada pela
'cira alphabelica de aeus corue3.
E' facultada a matricula aoa in; ividuoa
do sexo feminino, para oa cas aalr.s lugar aeparado.
A taza d* ioaaripeSo de matricula *d
di direito a e ta ~o anno lectivo om que
ioaver aido pago.
E' nulla a inscripta) dn matricula feta
com doonmeoto falso, asaim como nullos
sao todos os actos, qie a ella so sogui-
rem, c aquella que por assa rce:o o pre-
tender ou otj'.vca a!m da perdida impor*
ancia das c;ixas pg-s, ci sujeito a p-ca
do ood gi criminal e inhibido ptlo tempo
do wois aanoa de ae matricu ar uu prestar
exorne eru qnalquer d-is es: tb
do instruccao superior federa-.-s
equiparados.
E para que chage ao ooohaoimeoto de
todos, se passou o presente edital.
Secretaria da Faejldade d Direito do
Recife, 23 de M reo de 1593.
O sub aeeratario.
\J. TtKsphoro da Silva fragoso.
Companhia Ferro
de Pernambuco
Obrigiifeos garantidas
No c83riptorio central de^ta eou ptihia
r.o Rio de Jant.iio ioram so.teada. para
regate, em 15 do corrente, as obrigaeoea
garaetid-s d^s seguinfes numerss :
441 1495 1725 1862 445
1508 17J8 1874 447 1517
1785 i83l 1229 1523 1786
1835 1*98 1530 1794 1907
1320 1541 1799 1923 13;
1560 1822 1962 1316 157.J
1826 l70 1362 1711 1333
1971 1450 17i2 1853 1974
1453 1979 1457 1993 ____
Dos possuidores residentes nesta cidade
lm de ser resgatad^s 44.
Far-se ha o rsgate na occasio da pa-
gamento do coupon n. 23 do da 1 da
Abril prximo futuro, sendo que dessa
data em diaate as obrigays sortsadaa
nao entregues deixarao de vencer juros.
Recife, 23 de Marjo de 139.1
Felippa de Ar;uj 1 Sampaio,
Gerente-
Theaouraria de Fa-
zen da
olas eiii sulis ;ia)
De ordem do Sr. Dr. inspector a satis-
fazendo a requis;gao da inspectora da
Oaixa de AmortieacSo contida em officio
n. 10 i de 21 de Fevereiro prox'mo rindo,
transcrevo o edital ab ixo :
Gaixa de Amortisacao
c Faz-ae publico, para cenbecimento
de todos, que a junta administrativa des'a
reparticao, presidida pelo Sr. Ministro ds
Fazenda, em s&ssSo de i 7 do corrente,
resolveu, no intuito da auxiliar o resgate
das notas do Theaoun, au'orisado pe'o
decroto 11. 1167 do 17 2e DBjmbro de
182, declarar em subatituiQSo, a'em das
de 100i5'X)3 o da 500;JO'!0 da 5 estamp,
mais as de 500030 o do 2 j0$000 d* 6a
estampa e as de 2"$ 00 Ja 1', pira o re-
900colhimento dos quaes fica ma-ci '.o o praso
que decorre dtta data al 0 da Jonho
prximo.
Os portadores d apresenta'-as o troco : acota capital, ao
Banco da Repblica do Brazil ; nos Es-
tados da B^ba, Pjro^mbujj, Para e S.
Paulo, nos ba coj emiasorea da Bahi,
Rj.ia e Beiem, o :\o Baico Uno em S.
Paulo; nos Estada da Minss, Paran*,
QoyB, Matto-Qro'so a y, as dele-
g=>cias fiscaea do Thaaouro Fedaral; sendo
nes outras cidades oudo ha a'laniegaa
dada cm pgame ato dos dir i..s federaes
&^li devidos, no referido praso, fiado o
q-ua! camelar o todas a soff.-er os descon-
;o do art. 13 da le a. 3313 da 16 de
Ootubro de 886.
Caxa de Amorfis-c*j, -io de Janeiro
18 de Fevereiro de 1893.M. A. GJ-
vao.
O secretario,
Jos Gomj.s da Silva.
Matriz de Santo Antonio
Veneiavel rmandade do SS. Sacra-
mento
P.'03i88ao do Senho aoa enfermos
Pelo presente convido ao3 irmSoa desta vene-
ravel irmaorJade a comparecerem eoi rosso con'
sistorlo a 6 horas da manb do du 28 do cr-
reme, para o Hoi de acampaaharaios a procsao
do Seohor aos enfermos.
Consistorio, 24 de Ma-c > de 1893.
O escrivSo,
.Neiva Jai'.or.
3600
27#600
2U70O
1100
4*200
8000G
"V
PPkl WM
^-*,.

- ^
H
sr



Diario tk, Pernambaco Sabbado 25 de Marco de 1893
?
Thesouraria de Fa-
zenda
luidas de exercicios Qados
De ordem do Sr- Dr. iaspect r, convi-
A- 93 -redores de dividas de exercicios
jiftin abaixo mencionados para virem re-
mies as respectivas importancias, visto
miK o thesouro federal concedido o res
bjbM*vo crdito.
JOB Walfredo de Medeiros, 341^00.
:a;m Martins Moreira Jnior, 785177.
Bnmmdo Luis Nunes 201)5769.
Eoao Ribeiro de Moura (acidado refor
aado), 1420380.
raocisco Jaborano'y de Woraas, 420937
fcmacal Primo & C. 2:4895676.
ae oilva & 0., 7:774*581.
3bc8c;> Manoel da Silva & C, 73$303.
'y >> calves Pires Fer.-eira, 65097.
22 de Marco de 1893.
O Montano.
J Gomes da Silva.
iculdade de Direito
Do crdem d) Sr. Dr. vice director em
SSBFceieio fag pubcj que a contar desta
at o dia 3 do Abril prximo via-
r-se-ha, nesta secretaria, a in-
i pura os exames das materias
isadas nos cursos dcata Facuade, os
a somegarSo no tarcairo dia dsp.-ia Ja
otaran dos trtbalho3 e terminarXj, B
.: i i ;a m ior, aa;e3 do comee, i
de conformidade eom o dispo&U;
211 do decraco n. 1159 de i de
> do 1892, combinado com o
I dos Estatutos d<;sU Fasuidade.
DERBY CLUB
DE
B HAUBGO
m
i.
PiiOJBOTO DE BSCiJTflAO
a 5* corrida a realizar-se em
Abril de 1893
PAREO Consulado 800 metros. Animaes do Pernambuco
Para
2 de
2.
3.
800 metros. Aoimaes do fernambuco que nao
tenham tilo clasaificagSo no3 prados do Recita em 1892. pbsuos :
2005000 ao primeiro, 405000 so segundo e 20(5000 so terceiro.
PAREO Prado Pernambucauo 1.200 metros. Animaes pungas
e peliudcs c de Pernambuco. PEM103 : 200500J ao primeiro, 401000
ao segu.do e 20(5000 ao terceiro.
PAREOExperiencia 800 metros. Animaes do Pernambuco que alto
tentare ganbo no Derby PHESIIOS : 2005000 ao prime ro, 40.000
ac segundo e 205030 ao terceiro.
PAREO Aoimaco 1.200 metros. Animaes de Pernaribucc que rio
tenham ganho em distancia superior a 800 metros em 1892. pbehioe :
2505000 ao primeiro, -505000 ao segundo c 255000 ac terceiro.
PAREO Prospcridade8Ct. metros. Animaes de Pernambuco quo nlo
tenham ti do clasaifiesgio no Prado at esta data, premios : 2005000
ao primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao terceiro.
6." PAREO Des foy Club 1.430 metros.Animaes de qualquer paiz. PBEMlO:
4CO50UO ac primeiro, 8050.0 .o segundo e 4050OJ u taiuotrv.
7.a PAREOE.'.erdac '300 metros. Animaes de Pernambuco qui no
tr-nhnm ganbo cm distancia superkr a i .050 metros no3 prados
u.
rio Roeife.
2 000 ua
PREMIOS
terceiro.
20 500C ao primeiro, 405000 ao scguudo e
um re-
itisfasando as
B iss que quirela be
y y. UUBQI deverao dirigir
to ao director, s
a oondfoes I
presentar certidao de bebilitagao na
.3 arta. 25 o 06 dos Estatutos
-ovacSocas m&terias que anta-
a as 'OS exames requeridos :
ar a ide tidad de pessoa :
a- a mportanua aa tasa, que
80)5000 por cada csdeira; anno ou
a
spresontor attestado de vaceina.
indie$8ea Ia, 2a o 4* nao serlo
a ;i as dos alumnos, urna vez m v'.ricu-
tlvo aa parta relativa a exhibi.;ao
.oea de approv. giio Las materias
no ou serie an erior.
mno podar lequerer inscripto de
awaesp. ia urna ou mais series ou p:>ra
a ; g .mas cadeiras, mas nso poder
sssme de qualqner materia de
serie sem ter sido npprovado tm
I 3 materias da serie anterior.
. 265 dos Estatutos :
rescripr-ao dos curtios do sciencias
vi) e jurdicas receasario exhibir
idoa de estudos secuidirios ou
B de t charel, de teerrdo com os arts.
1 -$9 do decreto n. 981 de 8 do No
-o de 1890.
-66 para o corso de notariado de-
;t c candidato exhibir c.rtidao de haver
jpprovaio em Portuguv>z, Arithme-
Sistoria do Brazal e Gf.oKri>phia, em
tiai feitos no Gyainaiio Nacional ou
MtrtM estabelecimentos a este equi-
tand dato em uome de quem e com
a" :;nsentimcnto algum outro individuo
r: obtido icseripyao ou feito exaoie,
>.r esse e t"?.ts os mais exames
ilo3 at aquella d?ta, sem embargo
, '.eed.ment criminal que no caso
sontra as pessoas impeadas nos
a que chegue ao conhecimente de
interaseados ee pasou o presecte.
secretaria da Facnldade de direito do
... 20 de Marco de 1893.
O sub secretario,
J. lelespltoro da Silva Fragoso
nssrevsr 8.J PAcCEO -oiulavo -1.0.0 meiros. Aniaiaia de Pcraambucc.. premios:
2501000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 2550CO bq terceiro.
Observa^oes
A inscripto encerrar se-ba tercvfoiri 23 do corrate na secretaria do
Derbj Club as t horas da t-rle.
O pareo Anira.c&o cSo contar.', victoria.
De accordo como a.t. 5o do coligo da corridas n5o podarao se inscrever
do puso Pra'lo PernambacanoAtlante, Petropolis, Daspoa e DjursdilhoEmula-
go Piraiton.
NenLum pareo ser coosd:rado ra'iaado cem qua se inscrevam c corram
pelo menos qaatro animaes de tre3 preprietarios differentes.
Secretaria do L>rby Ulub 23 ds Si reo de 1893.
O SECRETARIO,
Rey o Medeiros. +
Santa Casa da lisericerJii
Rt'Cie
D.' ordem da Iilaja. junta udcrinLrativa eo
convididos lodos os locatarios (;e predios Ja
: Casa, cojo contrario e arendamento es-
eja iermiDado, a renovarem ditoa coQt'actos,
dentro do praso de tr;o:a dias, e de ve rio para
uso enten e- se com 03 Srs. mardomos da com
uiissSo de prrdios ra do bom Jcsns os. il *
9- Srcretaria da Santa l'.iw de Misericordia
i o Becife, 16 de Margo a* 1893
O ercrivo,
Jos Honorio B. de Menezes.
Companhia de Seguro
\mphitrcte
Convidamos os S-s. accionistas, a virem ao
e'CripTiod'estaCompalhia, run do Comier-
cio n. 48, das 11 borai da macha Js 3 1/2 horas
da tarje receber o dividendo de o % sobie o
capital reaii-aJo. relativo ao semestre de Juluo
a ezeavb-o de 1892-
Rece, 16 de Margo de 1893.
Os Dtre'tore,
Jjaquim Oliaibo Bastos.
Artbur Auus'. .'Almeida.
Jos Antonio Pinto.
Companhia
CE
Tecidos Paulista
preaeiite sao convi.iados o? senhorcs
ra a reaeiao da asembla peral,
,o.'ar no ediricio da Associago Com-
BeaeHcenle, r,o lia 27 do corrente, ao
, para ouvirarn a Mtura do relatorio,
a cornm.-sao fiscal, pre-jtaco de con-
limo rindo e deliberar sobre
: iras i. c 1 a cotnpanrii^, e
a il ii aa da roinraissac fiseal e res
.-pjitect 3 que teem oe funecionar ao
anno.
..-, 17 de Mirc.j de 189J.
J. A. Saraiva Jnior
Di-ecor secretario.
".lid asa de Misericor.. i i
do Recife
Santa C-jsa da Misericordia do Becife recebe
) de pSo bolacha
: O.phas, em Olio-
. te o trimestre de A.b:i> a J-auio do cor-
ri.
1 I ran-
j a jauta co dsa i8 io correte, pelts
lai li I and 1 os pi rioneMis su-
malta de 50o "''or total
ra irncnto, se no nra*o de ?, depcis
pro| ta, nao contri .rea
ao reji)t..i'0 cont'aeto.
leercia do
de 1893.
O es^ri-o,
II oorio B. le Mjntzes.
Derby Club de Pernam-
buco
Conforme o preceito do art. 16, do
decr, do 17 de Janeiro de 1890, achar-
se no escriptono desta sociedade, ra
Du^ue de Casias n. 20, 1. aadar, copia
do balanoo, telajKo dos S.-s. accionistas o
lisia d-i traesforensia de aceSe-, tu io re-
ferente ao anne findo em 31 de Dezembro
do 1592.
Por esta occasio sSo convidados ca
Srs. accionistas para reunidos cm assem-
bla garal ordinaria no dia 31 do corrente
ao meio da, jesistirem a leitura do res-
torio, pare.-cr riscal, e bala co do arno
cima mencin do e p:ccederem a
eleicF.o da nova directora e csmmissSo
fiscal nos termos dos arts. t7.' e 12 dos
respectivos estatutos
Secretaria do Derby Olub de Pernam-
buco, 15 de Hirco de 1893.
O secretar o,
Reg Medeiros.
B^nco de Cre.IKo Sleal de Per-
nambuco
Os Srs. accionistas b&o convidados a reaoirem
se-emaseeoibag^ral 9rdioria r.o da 28 to
corrente, ao raeio dia, aa s :e do Banco, roa
do B001 Jetas n. 26 alim de Ibes ser presente o
relatorirj das op-rag-i do anao bancario lindo
em 31 de Dezembro passado, o parecer da cam-
misado tisral e bein assitn prorec'.erera a eiexao
desta comm.iso que tem de fsaceioaar no an-
no crrente.
Recife, 13 d. Ha co (le 1893.
Luz Duprt,
Secretarii .
0. D.
1
THEaTRO
Santa Isabel
Qal Dramtico Familiar
.hado, 25 do corrente
e dramtico e duegaat;, soi) a
. do codmoo
Joo de
d-
Souza
. primeira vez nesta epocha subirSo
mwamo o explendilo drama em 4 actos
i. Jilado
18MAKL 0 KNGEiTAOO
5.,i oiriluj.a comedia em 1 acto
' EMROUPASBRANJAS
Companhia de Drogas e
Product >8 Chim'cos
TrBCEao DIVIDENDO
No cscriptorio desta Compaol ia roa do Mr-
quez de Olindan. 24 lasa-se aos Srs. accio-
itst >s o dividendo relativo ao semestre tido em
31 de Dzl bro de 1862. na raiao de 8 % ao
enno, sobre o cap al relaio.
0 pagamento tt r lugar de hrje at c di 23
do correut-, d3s 11 boras d<- tr.anb 3 2 da
larde.
Recif', 15 de Ma-co de 1893.
O secretarlo,
Gra iliaco o. da C. artios.
Obras pub'icas
De ord.m do cidaJSo e genbeiro di-
rector o cm virtudc da autorisafcilo do
culada.) Dr. Goveroadoi do Estado, de
18 do corrente, fajo publico que no da
G do Abril prozimo vindouro, neata di-
rectora, rciebem so prcp atas em cartas
fechadas para a ex cue^o as seguintes
obras : 1. reparos na pon'e da estnda
de Muribeca, o:cados em 7:380^378.
2. id8m de divers-s pontea da estrada
da Victoria, oreados em 5:077(5600
As propostas devem se assignadas
pelos licitante?, com as firmas reconheei-
das c devero declaiar o prego pelo qual
se obrigsm a executar a obra como o lo-
cal de sua residencia e hbilitsgcus que
posuam, par dirigir as traoalhos; as
quaes serr.o abertas ao meio da, em pie-
senea dos proponentes.
Havendo doas ou mais propostas em
completa igualdade de condig5ia serS
chamades oe proponentes para declarar
quaes as modifictcoas que fazem, afim ca-
itbrar-ae o contracto com aquelle que
maiorea vantagens off.recer.
1.' As que excederem dos precoa do
orgamento ;
2. As que n3o forem organisadas de
accoro com o presente edital ;
3 As que nao oS^recerem as faran
tiaa exigidas ;
4. As qua Be baseares sobre os precoa
das propobtas dos outrts concurrentes.
5. As que forem apresentadas por pes-
soas que tenham deixado de cumprir com
tratos celebrados com a reparticSo-
Os orgamentos e mais condicS^a do
contrato acham-se nesta secretaria, onde
p.dem ser examinados pelos pretenden
tes.
Par;i concorrer a oraga cima deverao
os licitantes deaositar nesta repartig3o im-
preterivelmente na vespera do da da ar-
remataglo, tes 9 horts da manbS s 3
da tardo, a importancia equivalente a
5 -j. do valor respectivo de onda ore
ciento, conforme determina o art. 42 4o
regulamento em vigor.
O licitante cuja proposta lor accei.a o
depois for aporovad pelo gover-o nao
ser addmittido a assignar o contracto da
obra 3em que prove ttr feito no Thesouro
desto Estado urna caueao cm dioheiro oa
titulo da divida publica, epuiv. ente a
0 -. do valor do cala um dos orga-
mentos.
O propooente que deixar de cumpri
o d s.ooeto na clausula r. tenor, dentro do
10 de 15 r, 1 p"ri-r assiguar o
contrato da obra, .sim como per ."lera o
direito -o valor da caugao prestad.
O arremstato nSo ter direito e. \a-
inisscSo de quriqur nsti
prjuisos q e tiver ca ex aa obras,
ea .a obrigado a a guir e uuropri: ;'. i
mente s ordena o iuatru yo a o coge<
nbeiro fiscal.
Seoretaa aa directora geral das Obras
Publicas, 22 do Margo da 1893.
Jo Marcelino da Silvu Braga
Confraria
Nossa Sec hora da Luz
Mesa geral
i ordem do irmao ju a, convido a todos os
nossos iimas a rennirem ee em nosso con?|gto-
no no eaobado 25 do cerreo e, pelas '.0 boras
da manba, para em mesa gerai, proceder-se a
eHco para secretario e definidores, as vagas
abertas pila recosa dos ultimoi ele;tos, e bem
a?, re tratarse de ootros a sumptos. Sendo
esta a 2 convecagao funecionar a mesa geral
cem o numero de irmos que comparecer, d:
accordo com o 1- do art. 17 do compromisso.
Consistorio, I! de Margo de 1893.
O secretario interino
Jiaquim J. de Ol fita.
inisitfio da laduslrin, Viajo
Obras Pablic s
Edit^i
D ordem deatci mioisterio de faz pu-
blico que at o dia 1 de Abril do corrente
auno se recebem proposta3 na directora
do viagS-i deste ministerio n'esta cidade e
no escriptono da estrada do ferro Central
de Pernambuco na ciaie do Recife, pira
o asentamento da via-^ermanente e su-
perstructura metiliica de pontes e pon i-
IhoeB, por empreitada g ral, no trecho da
referida estrada, coropreheodido entre Gra-
vat e S. 'aetano da Rapjaa, ta exten-
sSo de 70 kilom t os.
1
O assentamento da via p rm nentc o da
SUpbrSjrUUbUia UlClijIlloa d%> [/.al... o pen
t.lLo.-s ser feito de ccordo cem f.s con-
digoes geraes, especificagS.s e tabellas de
pregoo tpprcvadas par portaiii deste mf-
aiaterio dj 2G ae Outubro do 1891 para a
ex-.cuglo das obras do trecho di merma
asilada i'e ferro c mprebenJilo entre
B.llo Jardim o PcsOjUeira, no que se re-e-
ic a aque'es se.vigos e para elles tim
arplicgao.
Os trabalhis a executar-se sSo es sc-
guintes: o asi-ntamento de 70 kilmetros
de via Brgeia de um metro de bit'.la en-
tre bordos internos dos trilhos e 600 me-
tros de desvos duplos, arraayao, cravaf&o
e pintura de umi ponte com doua VS03 de
G metros e um de 32 metros, urna ponte
de 10 ms'ros, um pentilhao de 9 metros,
um de 5m,30 c um de 5 metros.
III
praso pr,ra & onulus'o dio t abalhos
ser no mximo da 12 mazes contados da
data da intimago para dar comego ao as
sentam.nto da via permanente, sen o de
8 mezea para o trecho do 47 kilmetros
comp:ehendidus e tre G.arat e Jaruar
e de 4 mezes para o desta cidade a S.
(J-.ci. no da Raposa
IV
Cons ituir preferencia para o contracto
a idonidade do propoaente comprovada
por documen os ino'.uidos na proposta, o
praso para a conclusao dos trab-lbos e o
abatimento feito na tabella de pregos aci>
ma referida,
V
Os dormen'.es, trilhos, grampoa, talas o
parafuioa, assim como os acceseorios para
os desvos, serSo fornecidos pela adminis-
tragao da estrada e entiegir s ao emprei-
teiro na estagSo de Oravat.
VI
Os proponentes deverSo er pleno ce
r.hecimento das circomstancias loeaes e
d's.ior dos recursos necessrrios para cc-
megar e coecluir os trabalhos n s prasos
fixados, nao podendo ser aceeitos como
motivos justificativos de dercora, a falta
o operarios, chuvas torrenciaes, secca
prolofgada, etc.
Vil
Cada p'oposta dtvjt Eer aeomDsnhada
de um cothecimento do deposito de.....
(5:0^0^000) cinuo coutos de ris, feito no
Thesouro Nacional ou na Tbesouraria da
estrada, revertendo csie deposito para o
governad r da Unio, se o respectivo pro
ponente deixar de afsigoar o contracto
nos termos deste edital e de sua proposta,
no caso de ser esta acceita-
VIII
As propoataB deverao sor entregues at
8 2 bor;s da tardo do dia 1 de Abril pr-
ximo futuro, nc directora do viago deste
minister o ou no escripiorio da estrada no
R-icii'e, sendo taei proposta:; nesse mesmo
dia e horas abcr'as onde tivere n sido
apresentadas, podendo sssistir esa aber-
tura os propoaentss que so acharen pre-
sentes.
IX
Celebrado o contracto fura o contrae-
tanto um deposito que c3o exceder de
10 o0 do respectivo valor para garanta
d; sua cxc2ug3o, alm da dcducg3o de
10 o;0 retid.s em cada pagamento como
fiaega da coaaervago das obras durante o
periedo que no mesmo contracto for esti-
pulado
Ri-, 28 de Fe?ereiro ds 1893Assig-
cado, Joaquhn Ufara Machado de Assis -
:_).;' .... viaofio.
Companhia ladastrial d(
Chapeos
,-'i3cgr as 8 horas,
oids par as linbas p
cipaea.
Cnvtes em poder do Sr. th.soururo
5.rJe do club.
Companhia Feroam ucana
de Navega gao
De ordem da direc'.ori;
sionis'as des'... compactan a >e reaoirem cm as
embia gerar no da 29 do corrate, ao mefa
ia, par os lias determlo ,:;t. 54 dos e-
tatntos.
Becife, II de :.! 180J.
.-lii.'.'O lf/Ut de Czrvatno
Gerente
o^oiiT Bdmngae3 de Soaza
Jas Adolpbo Rodrigues Lim^ testa
mbuerodo finado Antonio Domirgaes de
Soasa, pelo presente, convida os alha-
dos do referido finsdo, ft Bprescnarem em
seo cacrptorio na M'.rqez da Olinda
n. Oat o dia 3 de prximo fu-
.0 a respectiva certidJlo de Lapti
um da scrcm attendidcn c ;. a quota de
6C(jf, a cada um, que ea L.'t. ment Ibes
joi legado.
Recif-', G de Fevereiro i* 1893.
DIVIDENDO
Ca Srs. acoionistea desta companhia
sSo convidados a virem r-.'.ceber r..) cscrip-
irecioria convido aos Srs. ac- torio da msala a ra maraes de Olinch
n.. 19, do meio di.3 ss 2 horas da tarde
0 dividendo relativo a 1692, a ras'o de
10 i0 ao anno ou 10$000 por acg3o.
Rrcife, U de Margo de 1893.
J;s Gomes Or<. bes,
Thesoorc iro._____
Aviso
Estandj prximo o tempo pa_a uov s.plaota-
g5c-. de cennas, a Companbia > e Rorth Brasl-
1 an Bogar Pactories, L'mited, por racio deste
aviso scientiBca s totes os tnteressa oj que de-
pois da termtnsgao do presca'e con racto a dita
Compaob'a co:cp-ari tuiente ss segur tes
qualida ts d-: caneas: Cayanas, Imperial e
Cry taima, senJo que a canoa roxa e cairas se
rcelbanlns nao serao rrcebidas.
Eoennho Central S. Lourenco, lo J Fcveni-o
de 1893.
Hirry Sw.'e-,
Representaote.
; 'foci o ':.- Chagaa
I j Bom i >> tas Ch;-
- 1 fxjfi duininfij. (irliS 3 horas da tarde, em
sjlemoe pro< tsao, a tmaiiem do seu S^nto Pc-
0 e pe-cor^e a freguesia d-- San'o Anto-
a de S. Jo n?8 rnss e:n que sempre t-ro
faoaltado, e con-ida s tod >s os rmos da mes*
ma i-xandaie a comparecorem hora convs-
r.ieie de uc ssbtds.
Coni-is'.orio da Ira" ade, i de Margo de
1833.
O secie'a-lj
Lydio J Santiago de Ollveira.
Irmandade
N.
r.B
s

T
v 1
x.<
PRADO
ERIXAMBUCAIVO

' |||gSI M LA S3UI9A
QUE SE REALISAKA'
Dia 26 de Marco de 1893
IN'omen
o
S
l'c.Io
. oncenjao aos
tares
De ordem da meea regedora, ( c p buco que
\ parir ;'o prximo nxz de Atatll, ticam rost -
I bekeldas em nosaa Igreja ssmsss do te gas-
lea'o.', sendo as
primeirae s 7. e ras ts 8 nt-rai da manhJ.
Conelstcrio, 23 Je Mareo d-- 1&93.
0 secrcario
. L. A. de H>r:es._______
o. JtS. A. 1.
Sociedade Benefieente do3 Art3tas e lo-
dustriaes
D' ordem do ccnselbo rduilntstrativo, convi io
03 serheres socios oara compa^e:erem em n?383
sede no domingo 6 ci corrente, pc!a3 It) boras
do dia, alim de tomar- m par e em not-s sesso
de assemblj gc-ra! para lateresse da mesma.
Secretaria dos A' i ;-aa e ludostriacs, S2 de
argo de 1893
0 1 ffc-etario,
Jo? Cu crt to Alve?.
>.lurn a
lidade z
_______I a
Cor da V".;
mcuiu
Pruprictarlo*
i.* pareo Conoieuo80O metros.Animaes de Pernambuco que c5o tpnham obtido
clssstfici-c&o nos pr.idcs do Recife. Premios : 2(X>00 ao f 40/000 ao J
e 20COO ao terceiro.
Bolvar......1
Voluntario...
liarte.......
Jiponrz.....
Mouriscauo-.
'iPiperlin.....
7|lugnate.
8 ikrpy.......
Rutado.....
IlUiSO.......
HuJade......
VI Hado.....
RuJado.....
'laslanho ..-
Alazo......
P raamb..
oi
54
F.nca-oado.........
uc. e bonet pre'.o ..
54 Encara, e pre'.o......
54 lUuro e azul.........
54 !
54 1 Verde e rora........
54 'f reto e ouro........
P. Alexaadrinc.
U. Fragoso.
E. Lydia.
Cond. Arrcyal.
J. C. Coelbo.
C. Guimares.
S. de Almelda.
Goad. Perdigao.
2 PareoEstimulo800 metrosAnimaes de Pernambuco eos nao tenham ganbo pre-
mios em 1892 e 1893. Premios: MOJOOO .0 i." 400'J0 ao 2." e 0*000 ao
terceiro.
Pouiable.....
Tiiompho .
Poio.......
Maiato.......
;-;=tanho
tiato.....
Castanbo
Baio.....
Pernamb.
I i
5i
54
54
Ea:arnado........
Pretoe encarnado ..
Braaco e encrnalo.
Verde e amarello...
M. L Machado.
iJond. Arrayol.
J. Rocb.
J. Morae3.
30 -PartoDerby Club-!.010 metrosAnimaes de Pernambnc\ Premios: 300*000 ao
1. 60*000 ao 2. e 30*u00 ao terceiro
l'Beriim.....
Tado .....
Confcran...
Mouo......
Ida.........
flulo.......
Zaino...
Baio ...
Kodaio.
alasai..
Iludido.
Pernamb.. 52
5i!
52
* 52
m 52
52
Preto c rosa........
Verde e amirello...
Brancj e encara....
Ouro e ixal.........
Preto, branco.enc...
P. Guimares
i. Moraes.
J. J. Valente.
Cond Moariscana.
Cond. Cruzeiro.
Coud. Nerundio.
i.' PareoHarmona -1.450 metrosAnima?-~ raneas e egnas pelladas. Premios:
250^000 a? !. 50*000 ao 2' 2")*000 ao terceiro.
Ruiticano
P.adams..
T.-nebrosa
.Voema ...
Favorita...
Pret)
Rulado
Ziino.
Pernamb.. 51
51
54
54
S, Paulo.. 56
br.
G erat e ouro..
Verde ; ouro bo.
Euc. e branco.......
Arnarello e verde...
Ene. e azul.........
Coud. Pelotese.
Cou.1. Brazileira.
Aztvedo & C.
Oliveira & C.
F. C Rezende.
5. Pareo.-llippodromo do campo Grande -1.200 -nMro\Animaes de Pernam-
buco que nao tenham anho premios em 1892. Premios: 250*000 ao !
5'J*000 ao 2.o e 25*000 ao terceiro.
Vermoulh...
Roy B..is-----
Poalable___
I'. :ii.''u ...
Roalo ..
Cisiatiho.
Mllado.
Pa-oamo
52 Eic. braaco e rosi.
52 Atol e ou-o........
52 I acamaJo.......
52 Eicarnado e preto.
C. Figueirio.
M. S. Miia.
VI. S. Machado.
C. Arraial.
6. Pareo__I^iberdaile9J0 tne'.ras Animafi3 de Peraambuco qu.-nai tenham ganbo
premio eti oisuncia soperio: a 1.1)50 metro-. Premios: 200*000 ao i." 40*
ao 2.e 20*000 ao terceiro.
Talicier------
Boccacio i"
V;vz ......
Gerfauri___
Birlim.....
Tudo.....
Baio.....
iRjdddo..
lastaolij
|Z ido------
o Idellado
Pernamb.
lAmarello e rosa.. .
\E ic. branco e rosa...
jEidru.do e preto...
I Verde e enc nado..
'Prato erosa.......
Vorde e arnarello..
J. N. Silva.
A. de Mello.
O. l. c. R. Sarros
.')(. Aurora.
P. GutmaSes.
J. Maraes.
7 _pa>-eo -Snpplementar-803 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenham ga
ntio premios em 1892 o 1893. Premios : 200*0.0 ao 1. 40*00J e ao l
20*0t0 ao terceiro.
Po'osi.....
SolimO-.'S...
Blackstone
Huy BIz...
Mjlange ...
Conforme..
Malaio____
5 l Al asj.....
Rudado-...
Caianho...
Rudado.....
Mellado....
Pernamb.
56
54
54
54
50
54
54
E carr.aio e braaco .
Verde eouro.........
Preto ene. e ouro... .
Asul e curo.........
Asul e ..raneo.......
acamado e branco.
Verde e arnarello
J. Rocha
G. Bota fogo.
,'.F. Maciel.
M. S. Maia.
it. 24 deMaio.
J. J. Valente.
J. Mora es.
8* Pareo -Inicio800 metrosAnUae3 de Parnambuco que nao tenham gacha premio
nos prados do Recife, at o dii da ioscripgo. Premios : 200*000 ao Io 40*
ao2 e
.0 ao terceiro
1 TVcor 2....
2 Rigotr......
3,Sui flQW....
4:B->!iviai'.....
AIdzSo..
oalo.
Biio ...
lindado.
Pernamb.. 52
54
54
54
Amarelb eroxo...
Encarnado e preto.
Ouro e encarnado..
Enea nalo........
Albino Arevedo & C-
D. J. R. Barros.
A. dos Santos.
P. A'exaodrino.
i>s$rva?$s
a
da
Os animaes inscriptos para o l.c pareo dever3o achar-se no ensilhamento
i 1[2 horas da manha.
Os forfaits serao recebidos at Sexta -feira 24 de Margo as horas
tarde na secretaria do prado. # ,
Os iock ;ys que n3o 33 apreajatarem conveuisntemente trajaaos com as
cores adoptadas no programmi por Mas patries, nSo serao admittidos pesagem e
serio multados ^e accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accionistas de procurare m os seus ingresaos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 25 1. andar.
A venda de poules' ser annanciada ao publico por urna sineta eletnca col-
locada ca c-isa das apos'ao, logo qae tenham sido pesados os jockey., am signal
prolongado f-visar qoo co vai principi-.r a va;;.!a (ia poules.
Cinco cinutos antes do encorraaento da sissma venda um signal meaos pro-
longado ser dado. ...' t j
O terceiro signai, prolongado como o pnmairo, indicar o_encerramento da
mesma venda, que ser irrevogave! quaiquer que sej-Io as reclamagoes.
O hors-io que for marcado na pedr. s-^r rigorosamente cumprido.
Chama-so attengSo dos Srs. propietarios, a jockyes, para procuraren os seus
cart5e?, e cadernetos na Secretaria do Prado, afim de seren entregues aos porteiros no
d;S de corrida.
Secretaria do Prado 22 de Margo d 1 1893.
Servindo de secretario,
h Banco da Bolsa
/SSEMBLK'A GERAL
Sao convidados os Srs. accionista i. reoni-
tem ea em asiemb'a ordinaria no ) co:>
rente mesao meio dia no escriptorio deste br.nco,
. fi:n d te 1 co! h .-cimento do relatero pa-
recer liicai e contar do armo prximo passado
e eleecrem o conselha lical e supp'cntes.
DI v IDSSDO
Ou'.ro stm. sao (Olvidados a r .eberc-m na
sede deste banco .-, 3 dlrtSendo corrrsnondrnte
.o semestre de Jjlho a Dezembro de 1892 na ra-
lode 10 [. ao anno.
Reeif. 12deM-rgodel803.j ^^
Director gereote.
-ectoria, obalacgo e o parecer da commissao
Asea!, relativos ao seRUO Jo sloo social, e para
leigai) do conseibo fiscal e respectivos supplen-
Recife, 15dp.Mi'godcl8'3.
Jos Jjaquim di Co;ta Maia
PresiJente.
Companhii industria
de chapjs
Asserobla geral ordicar'a
Os teobores aer.lonistas sao conida''o'. a
r- u .'im se em assembla geral ordinaria no
dia 3". do corrente, ao meio dia. no escriptorio
da companhia, a ra Ma'qoez de Olioda n. 19.
pan lbc? seretn apresentados o relatorio da di-
Santa Casa
Na secretaria da Santa Casa alogim se as se-
gutotes caras :
toa do Burpo3 p. 2
Hua di SiQzaJa n. 118, loja.
dem dem o. 132, leja-
Arsenal de Mriohi
que deve comparecer oa Secretaria dVsta lopec-
gao para tratar de negocio do seu interese.
Secretaria da Iospa"gao do A'EeoU de Marinna
rio Estado de Pernambuco, 20 de marco ae
1893.
O secretario,
Anlonw da Silva AzercuO
i -



MUTIAPB l
----------------- *---------------^*
dP!i


%
Diario de PernambucoSabbado 25 de Marco de 1893
Correio gera
Malas aexpedir-se hoje
Pelo vapor brasileiro S.-Salvador, esta ad-
miQietrafcao expide malas para es rortos do
norle, recebendo icupressos e obje*t03 a regs'
trar at as 11 doras do dio. cartas ordinarias
at as 12, ou at a entrega das malas cora porte
duplo.
AdministracSo d03 Correios do Estado de Per
uambuco, 25 de Marco de 1893.
O enefe de secco.
Epipbanio d Lona Freir
Veneravel
IRMANDADE DO SANTISSIMO SA-
CRAMENTO DA MATRIZ DA BOA-
VISTA
De ordem do Urnas juiz convido as nossos
carissimo8 irmaos para, en.-orperador, acompa-
nbarmos a procUso do Saotissioio Srcrameito
aos enfermos, a qoal lera ue sabir de nossa ma-
triz oa quarta 'eir 29 do correte as 6 horas da
manhj, hem como para assisrmos a todos os
actos da Semana Sania que tem de ser c lebrada
na referida matriz.
Consistorio da irmandade do Santiss'ojo Sa
cramento da Boa Vista, 23 ce Maio de 1893.
O escrivao,
Artbcr Ramos e Silva.
Kste vapor entrar no porto
ftoga-se ac Srs. Importadores de carga pelo?
vaporee desta linha, qoeiram apresentar dentrc
le 6 das, a contar do da descarga das alvarec-

loe porventura tsnBum seguido para os portes
10 sul,afim de se poderam dar a te jipo as pro
videncias oecKgsanas.
Expirado o referido prmo a companbia ni?
88 responsabiliza por extra vios.
Recebe c-irga, encommendas passageirou
ara os quaes tem eceentesj accommoda
C0>8
Para carga, passagens, encjmmendas e di
cheiro a f ete trata-ge com o
AOENTE
Auguste Labille
9RA DO COM HERCIO9
MARTIMOS
(up PMKtu ei
PORTO do nortt;
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ataca
ty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante Io tenente Fabio Rio
Seguir no da de Mtr
0 s 4 horas da tarde pa-
ra es portos acims indica-
__I dos.
Recebe carca, encommendas passagens e di-
nheiro a frete at s 1 hora da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
__________________n. 12______________
Lila Mi & tMi
O VAPOR PORTUGUEZ
Ali ce
E* esperado dos portos da Eu-
rrpa ateo dia d- *S de Margo
segurado depois danecessarla
demora para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a freie trata-33 com a
CONSIQNATARIA
Cotvpanh'a Industrial e Commercio de E$
Uva
58Ra do Amorim58
StfflMl GH-
J
8TRAITS OF MAGELL AN LINE
O paquete Britania
E' esperado da
Europa at o dia
* de Abril, se-
luuindo depois
"da indispensavel
demora para Valparaso ce mrcala pela
Babia, Rio de Janeiro o Montevideo
Para carga, passagens, enfonrandas e dl-
nbei'O a fre'e : traa se com oa
AGENTES
Witoo, M$ k ., iimiled
" 10-RA DO COMMERCIO10
Gipails FRiniian le i-
21
PORTOS DO SUL
FenevO
O paquete Sinimbu'
Commandante Lobato
Segu no dia 15 de Uaj
c) ;s 6 horas da manba.
Recebe ca'ga, encom
'mendas, passagens e ui
asi hors da terde do
nheiros
dia 24.
Ao Caes
frete,
ESCRIPTORIO
da Companhia Pernambucanc
. IB
Companhia Bahiana de Navega-
do a vapor
iVacei, Vil'a Nava, Penado, Aracuj, Es-
tancia e Babia
O vapor
Principe do (Jro- Para
mandante Jos Livremento
Bahi;
Seguir para es portos
cima co dia 99 do
correte s 4 horas.
Para carga, passagens encommendas e dinbei-
ro a Irete trata se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cfrqueira
Ra do Vigar'o n. 17
1*. andar
Servido de vapores
DA
CASA ERNESTO GENTILINI & C.
Pelotas,
Vapor Apor
Segu directamente para
Sant s e recebe para es se
porto e tamcem para
$3
Grande do Sul Pelotes
e Porto Ale-
O vepor inglcz
Specialist
E' esperado de
New-York at o
dia *8 de Mar-
co, seguindo de
pois da demora
Lecessaria para
Rio de Janeiro e Santos
e di
Para carga, passagens, encommendas
nheiro a f ete trata-se cornos
Henry Forster & C.
8-BUA DO COMMERCIO-8
an
dar
ojl Mal Sil nw om
O paquete
Commandante J. D.
Clyde
Spooner
E' esperado dos portos dj
sul no dia SO do correte,
seguindo uepois da d mora
indifpenssvel para
Lisboa, vigo e Mvt&MBp'oB
Fate magnifico paquete faz a viagem
de Pernambuco a Lisboa em 9 dias.
Esta companhia aeccita por precos ra-
loaveis para Valpnraizo at Abril, passa-
geiros com este destino, por via de Bue-
ncs-Ayres e estrada dos Andes.
Tambem acceita passegeires para Nova
Ycrk, via Soutbampton, por especial ar-
ranjo com a Companbia Allemanha Lloyd,
podendo demororem-se na Europa cho
dse jarem.
ReduccSo nos presos das passagens
lt*a volta
A Lisboa 1 ciasse 8', 30
A'Soatampton i'class 3 23 /. 42
Camarotes r 3 para os pss*;2p:eiroB oe
Pernambuco.
Para pMWgaM, fretes.eDCom^ocdsn, 'rata-^
com o?.
AGENTES
Amorim Irmot & C
3xua do'm Jeaoar?. 3
^HARGERS REUNS"
Companhia Vrmtsrrmm
D8
Wa^ega^So vapor
Linha quincenal entre o Savre, Lisboa
Pemambuco, Babia, Rio de Janeiro c
Santos.
gra
Para frtte a tratar cornos
CONSIGNATARIOS
Jofnin da Silva {araeiro S C
Largo do Corpo Santa n. 11
! andar
*Vi
wl

IWte
S.jeonda fera 27 do rorn ote deve ter lugar
o leilao de ricos movis e mais objectos de gos
to qu? ernam a Rranc'e casa da Papaspm da
Mag^i.l?na n. 24, em que residi o Sr. Tceodo-
ro ubristisnseui; an 10 horas partir o bond que
dar passsgera gratis ao3 concurn-n'.es, e como
o tornero dos lotes grande, contina o Iilo
s ti heras do dia eegninte com rquelles or-jec
tos qne nao forem veo .idos no tedia ; bem como
as !1 horas do dia qosrta-feira 9 se;So vend
dos os livros qu- pnchem doas grandes e lindas
estantes envidiadas.
^gente
Britto
Leilao
de 1
sotSo e grande sitio
n. 4, />fHictos
O
llFlSl
para a
Baha.
vapor Corsica
Commandante Esnol
' esperado da Europa at c
dia *& de Marco, segninde
depois da demora necessarit
Rio de Janeiro e Hvn'.o*
casa terrea com
ra Amelia
O agente cima a mandado do Ilustre cidado
Dr. jois de direito de orphSo e ausentes, e a re
qoe imetto do eaventariaote do p?polo de Anto
nio Jo de Aievedo, levar a le 13o a ca terrea
com grande soio e sido bem arborisado, com
cacimba de excellente agua de b.'ber, tendo no
sitio cocheixa, 3 qoartos, coaioba e ruis 2 qear-
tos, em terreno proprio, rendendo meosalmeote
80o00 residndo na meema o cidadSo Alfredo
Paleto.
Segunda-felra. 8 9 do correte
A'S 11 HORAS
A' ra da Imperatriz n. 48
Grande e importante
Leilao
De boas mobias estufddaa e forrada) de mar-
roqun-', de seda e damasco, ricas eanefas com
lindos coronados, lambrequias o reposteiros
do damasco e seda.
Dous pianos Ianca3 e cortinados de linho, es-
ptlos ovaes grandes e dourado3, finos jarros,
vasos para flores, cedeiras dooradas, tj.lelte
e lavatorio-i grandes com pedras, dunqner-
qoes e cantoneiras com pedras, quairos' en-
feites de mea e toilette.
Linda mebilia de sala de jantar com guarda' pra-
la, porcelana, crystaes, ibjectos de brooze e
electro-piale e movis ue quartos e toilettes.
Duas lindas estaDieseum' variada collecgtfde
obras em francs e vllemo, objectos de cosi-
Dba, sala de copa, trena de jirdim, palmeiras,
crotoos, bigoobas e outra3 plantas em jarros
e vasos.
Mui'.os e -lilerente? movei? e ontros objectos de
apurado gesto que ornam a gran le i ncara
da
P&ssagem da Magdalena
n- 24
Segonda-feira, 27 de lar co
Agente Pinto
k' 10 horas partir um bond que dar pasec-
gem gratis aos concurrentes ao leilao.
O leilao principiar as 10 1/2 horas em ponto
pelos cryjtaes, porcelanas, objectos de electro
pate, na sala de jantar.
Em continua Terca-feir, 28 do correle
Os enfeites e objectos miudos, os perteoces de
cosinba, ala de copa e despeuea, as plantas,
bancos de jardim e mais objectos que rao forem
expos'08 e vendidos no ltiia.
Anda em eonnosfu
Quafta-feira, 29 do corrente
O agente Piulo au'OBsado poruma familia iue, Oa Srs. pretndanles Jinie.j podero exami-
seguiu no vapor "Muiidalera para : Cpul F>- nar a referida caa
derai, faz leilao dos movis ma mencionados, existimes na cfca:2ra dae Pus
sagem da U'g-talvaa n. ii.
Leilao
da rui do Rio na
p cal, com 2 ji
saUs, 3 qo-j
Do sitio com casa te-rea n. 19
Torre, construida de pertra
nellas de frente e nma port
tes internas e 1 rom agua potave, editicada em t"rr=no pro
pro qo le") 400 piiraos de frente e. 300 ditos
de fondo ; irboneado con co^oeiros, man
eueiraB e jaqu;ira?, tudo daodc fro-aos.
Trga feira, 28 do corrate
A's 11 horas
No arrctzem roa no Mrquez de Oliada n. 48
O g*-nte Gusxio, au'o is.do pelo proprieti-
rio do sitio 'rtiia, que lem de retirar-se dse
Es'ado, fir leilao oo referido e o livre e des
emburacj- o ie qualquer onu3, podendo os Srs
compradores ir e\am nal-o.
Leilao
D 3 me;as aguas na travessa da ra de
Paytand, de ns. h E, 5 F e 5 O, com
o terreno que Ihes fica em fnnte.
O dominio directo de um terreno em Santo
Amaro das Salinas, & ra ds Luiz do Reeo, com
250 palmos de frente e funde em nha recia a;
a estrada do Ceuie-io Publico.
Espolio de Francisco Jos da Silvi Braga
Terfa-fclra, 28 do corrate
A's li horas
No arLazem da ra 13 de Novembro, attiga do
Imperador u. 39
0 agente Martios fari leilao por mandado
do Illm. Sr. D*\ ,uiz de orphacs, em s1" "re-
senca, a-3 3 meias-aguas e do dominio directo
ac.rra perteocente aa nftrido espolio.
Ieilo
3'leilo
Da grande casa terrea n. 9 da ra Far-
inosa, com 2 salas grande', corredor in-
dependente. 5 quartos, coiinha e saleta
fra, agua encanada e grande qu'ntal
murado.
T\ rji-feira i 8 do corrente
A's 11 horas
N)armazem c. 39 da ra 15 de Novembro, ue
liga do Impendor
O age; l Martirs levar a leilao a rasa terrea
cima, livre e desembarazada de qualquer cnus
Agente Oliveira
Leilao
De movis louyas e vidros.
Ter$a-feira 28 do cirene
As 11 horas Jo dia
Na casa n. 124 do Largo de Cisco
Pon tas
0 agm'e Oliveira competente mente autorisd-
do pelo lilm. Sr alferes Carlos Soare?, oue re
lirou-sc para o Sul ca Repblica, vender em
leilao o seguin'.e :
1 Mobilia de Jacarend ccirpost? de 12 ra-
deiras de gUHrn'co 2 de br.cos, 2 consolos
com lampa de pedra e 1 sof, t guarda vestidos
de amarello.
1 Cama francezi.
i Tojlet de Jacaranda.
i Livatorio com tampo pedra.
1 Toocador de jarandi'.
1 Jardineira de dito.
i Guarda locca de airarello.
2 Arpjradores de amarello.
1 Mesa para jamar.
6 Cadeir s de junco.
1 Marqoetfto de amarello.
i E.-pelho moldura duurada.
I Guarda coma.
i|2 Mcbil de amarello,
i Cama para menino.
i Velocipede.
Louca para a!..oco ejanlsr, t Jheres.ctlheres,
compjiel.-as, copos, rahees e mucs outros ar-
tipos do cas-, de familia, trena de cosinba etc.
etc.
A's 11 horas em ponto aocorrtr do martello.
Lei!
ao
r De 6il libias demanloiga ingleza em la'asde
diversos Umanbos, narria com vinbo collares,
tai xas com figos, ditas com vinho do Porto, uno,
ditas com latas de sardinhas, oitas esm latas de
conservas, ditas Cmcastanhas e outras merca
dorias que serSo v-ndidas sera limites.
Ter^a-feira 28 do correal
Ais 11 heros
No armazem da rw: do Mrquez de Olin-
da n 48
Por iniervengo do
A gente
ij'iima variada collecSo de Hvro* em fran-
cs logias, e AUeoJo. m lotes a
vontade dos comprad res.
Qoarta-eira, 29 de Marco
A's 11 horas
Asente Pinto
Na chacra da Magdalena r. 24
O .de baver na seguoda-fei'a 27 )o corrente
leilao de boas movis, mobias estufadas, pia-
nos, espelhog, sanefas, cortinados, mobias pa-
ra sala de j ntar, e quartos, porcelanas, cris
t-e', objecio de electro-pate, e Drocses, e lin-
dss bancas de jardim, e plantas e ontros ar.
t!g8 existentes na mesma ebacara para on.
de partir as
10 horas em pouto
um bond que dar passagem gratis aos concur-
ren tes.____________
Agente Oliveira
Leilao
te um importante sobrado ra da Uniao sob
p. 23, freguezia da Boa Vista, cem bastantes
commodos, como se verao aLaixo descriptos,
porto para ra da Saudade e tendo agua e
gaz encanados.
QiiarL-fein, 29 do crranle
A's 1 1 horas
No armazem ra do Imperador c. 39
O jente cima, pe mandad e com asisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz dos teitos da fazeoia
do Estado, levar a leilao o sobrado a roa da
U01S0 n. 25, (regaezia da Boa Vista, com 3 por
tas do frente, varanda de ferro parcUI, 2 gran-
des salas, 4 quartos no pavimento terreo, 2 salas,
4 quartos, despensa, 1 quarto ne escada, quintal
murado, 4 quartos externos, ba hairo, cosinba,
um telbeiro no fondo do quintal, porio para a
ra da Saudade, cujo predio pertence a viuva de
de I ioeo Coelho da Silva e fora penborado por
exe; uco da fazenda do Estado para pagamento
a mesma e a requenmento do fiador do fallecido
Irineo Coelho da S;iva.
Os Sr?. p-etendenie3 desde j podero exa
minar o referido predio
AVISOS DIVERSOS
CAIXEIRO. Pre isa-ee de um com pratica
de taveroa ; em Ohndi, roa Matbias Ferreira
numero 65.
Negocia se urna hypo'.he^.a vencida, sobre
o valor de mais de rattade do engenbo Tabatin
ga, distante quatro leguas de Goyanna ; a en-
tender se com F. P. Velerc, ra da Santa Cruz
n. 48._________________________________
Vendem se dons bo!s e duas carrosas de
quatro rodas para os mesmos ; a tratar a rna
do Brum n. 65, taverna.
50^000
Na freguezia do Recife, pelas imraediaces do
caes da Companhia Pernambu,;jna ale a Lingoe
ta, perdeu-se boje urna moeda de curo, portu
gueza. encasto,i.ia, com aro proprio para cadeia
da relog'o, tem a ra de 1831 : quem acbou be
digne levar no ormazem de Pinto Ferreira & C,
chs da Companhia Peroamou 'na n. 4, qoe ser
grat.ficado com a quanlia cima.
Monte oe Soccorro
Tendo se perdido a cau'ela x,. 26,372, pede-se
a quem acbal-i o especial favor de entrega! a
rea DJCOe (;e Csx'aa D. 29.
Criado
Precisase de cm criado que seja de boa con-
ducta ; na rba de S. Joo n. 17, fabnea,
Mot 1
Vende-se o hotel so ra iarga do Rosario
n. 1 : quem prete1. ier dirija se ao mesmo, que
encontrar com quem t-atar.
Cosnheiri
18
Gusmo
Leilao
De mercadorias avariacias
" Constando de sapatos de castor, ditos criarlo-
le. macos de taixas de bomba, dito3 de tachas
de lato, feixaduras de 1 1/4 a 11/2 dobradices
de laio, e linba marca corrente.
lerca feira, 28 do corrente
Precisa se de uroa ama que pe ja perfeita na
arte entinarla, pira urna casa de pequeoa fami-
lia ; a ir: tar ca ra do Commercio o. li, es-
criptorio.
Engommadeira
Precisa se de urna que ongomme perfeitamen
te rem roupa de homem, pvra casa de familia,
ou tomar conta deste servigo para fazer fra por
meio de Banca ; a tratar na rna do Commercio
h. 14, escripiorio.
Cojrro
A's 12 horas
No armssein n. S9 da ra do Imperador
O agento Martios far 'eilo por conta a risco
de quem pertencer das mercaduras cima ava-
das d'agua do mar.
.Agente Burlamaqui
Leiiao definitivo de lampa
das e sobreseyentes
No armazem a ra do Imperador n. 41
O agente cima por mandado do Dr. prrfeito
da intendencia municipal d'esta cidade, .vende-
r em um lote em leilao definitivo, com assis
tencia do empregado de-igoado para tal 6m,
880 e tan!..s lampadas com os respectivos sobre
clenles, o cerca de-300 poste3 de madeira com
cnapa3 era ontro lote; o leilao dever ser effec-
tuacoas 11 1/2 Horas em ponto, corren do todas as
desneusB do leilao por conta dos compradores.
Em seguida o mesmo Agente ven-era a ter-
ca parte rto pre 10 ^e 3 andares a mesma ra
n. 14. a qual parle rende annualmeote 846000.
Quorla-feir, 29 do correnle
A's II Ii2 horas
Precisa-se de um rapas para cisa de pequea
familia, dando ador de sua conducta : a iratar
na ra do Commercio n. 14, e-criotorjo.
AVISO
O Baro do Limoeiro faz sciente que desde
Janeiro prosimo passado deixou de eer proco
rador de suas proprledades o Sr. Antonio Ma-
noel Ferreira do Santos. d8o e re^ponsa. i-
sando portanto por qo^iquer transaccao feita
por aquelle senhor un seu nome.
Tanoeiros
Na Pernambuco Powder Faclory precisa se de
ires ou quatro olliciaes tanoeiros habilitados
para o que tem servico constante ; a iratar no
seu esenptoric ra do Commercio n 6, pavi-
mento terreo.
Cosinheira e criada
Ama
Precisa se de ama cosinheira, d-se bom sa-
lario ; na ra da Aurora n. 109 H, prximo
roa do Lima.
Ama
Precia-se de urna qi.e
comprir e encornar para
Paleo de S. Pedro n. 11.
saiba bem cosiobar,
urna pessoa t, no
Amas
Precisa-se de orna ama de leile e de duas
criadas, sendo urna copeira ; no Fspinbeird, ra
da Hora o. 21.
Precisa-se de orna
dim n. 19.
Ama
cosinheira
na ra do Jar-
Ama
Precisase de urna ama para cosichar ; na ra
da Unio n. 65
Precisase de urna ama rara cosinbar e fazer
8ervicos domes'eos ; ca ra larga do Rosario
n. 9, re'ojoaria. -
Criado
Precisa ee de um criado
mero 17
na roa Imperial nu
Criado
Precisase de um criado pan eomprar, man
dados e mais ?e-vico de rasa de pequeoa f.-m-
liaan ; Nones ra deUacbado u. 29.
Demcratas
Bei/c & Al oeida, com "radari? i roa Duque
de Caxias n. 30, >v<.sam a seos numerosos tre-
geles e ao publico :m geral, que fabricara
to ios os diis uteis ;-s sab rosas bolachas deno-
minadas Demcratas, a?3im como feitas com
manteiga propria para cha, alem de outras mu
ta3 marcas e diversas qnadades em massis
finas.
Avisam mais que nao se Mudara com outras
qoe tem apparecido com os mesmo3 dizeres,
temos certeza qus o povo sea?ato nao se deixa-
r -.Iludir nao t pela qualidade. como pelos
lizeres que con'm no circulo a Brma e ra,
prego3 sem competencia e encojimendas com
promptido.
_________ Tl^phone-380____________
Casa para aiugar
Aluga-se o sobrado roa da Matriz no Poco
da Paoella, com exceik-Dtes commodos e em
>om estado de cooservaco. A3 chaves eslo na
i .ja ra ('o Crespo D. 4, leja, oode se achara
core quem tratar.
Moedas brasileira3
Comprase de 600 rs., 1 000, 2J000 no centn
ik moeda ca ra do Cabaira n. 9, loia da A>
?ns .o do Reg.
CiGsmhero
que seja perito
Precisase de um cot-inheiro
na ra da Concordia n. 8.
Aos
senhores de engenho
Avisa aCom.a'hia Destaco Central que
compra sem pre agurdenlo e paga os melbores
pregos do uie-cado.
Viveiro do Muciz
Caixa do Correio n. 80
Telephonen. 17,
Tolegrapho _Pr3ts
_________PERNAMBUCO______
Mangas madure s
Compra se na fabrica de vinbo de caj, ra
da Aurora n. 111. en qualquer porco, mangas
de boa qualldaie, de 1 003 "000 o cento.
Especialidade em aigre-ttes, titas, plu
mas, veos, reoebeu d^ Pars a
Chape.lerie Chic
Soares C
3* e 25-Pr&5a da Independencia-23 e 25
Prefos sem eompeteoln
Vende-se
Vende se a mercearia dama daD-tencao
n. 29, defrome da estaco central o a estrada de
ferro de Caruata' : a tratar na ra da Corapa
nbia Pernambucana n. 14.
Chcara a venda
Vrnde se urna chacana no principio da estrada
dos filelos n. 34, com bom sitio, casa muo
fresca, com poriao, gradeamento e jardim ao
lado, perto d;> estaco do c&minbo de ferro, e
bond de Fe. uandes Vieira, tem 7 quartos, 3
salas, solocom janella, cosinba espi>cosa, qu&r
to fra para criado gallinheiro. banleiroe des-
pensa, agua e gsz encanados, moitas arvores
fructferas, duas grandes rosit^has ; a tratar na
praja da Independencia ns. 36 e 38-
Criado
Precisa Be de um criado ; a tratar na loja das
Estrellas, ra Duque de Cax>as o. 56.
Gompra-se
Duas ou tres casas pequeas, de poriae ja-
nella, com 2 quanos, 2 salas e pequeo quintal,
as ruaj de Santa Cecilia Nognsira. Asumpcao
ou Calcadas : na roa Direita n. 4o, sobrado, se
dir quem compra.
Criado
Precisa se de um criado qup cprova de sua
conducta ; a tratar na ra da Unio n. 17.
los Amonio Pe rna Hile*
Jos M'ia da Silva Ferraodes (uarnte), Ale-
xaedre da Fonseca Fernandes,Ca-simito Jos da
Silva (ausente,1 e Cassimiro Fernar.des & C. ir-
maos tos e s cos do fallecido Jof An'onlo Fer-
nandas, macdiin resar missas pelo desracco
eterno do mesmo, na igreja do Espirito Sant no
dia 28 do corrente, as 8 horas da man 5 c para
assistirem a i 8te acto de religiao e ctridade coa-
vidam a todos os seus prenles e pestoas de sua
amisade e da do finado, autecipando es seus
aeradpe'mentos.
t
Fraeclwca Roberto Cenar
Tenente coronel Silvestre Pereira da Silva Ce-
ssr, seus tilbos p genros, generosamente agra-
decen) as ;essoas que se dignaram acompanbar
a ultima morada os restos raortaes de sua s=m
prelembrada espesa, mi e eogra. Freo ica
Roberto Cesar, e convi^am de novo a todos es
seus parentes e amigos p?ra assisti~em a m ssa
qoe mandam celebrar por sua alma no dia 4 de
Abril prximo, s 10 boras da maoti, na matriz
de Quipap, 30 das de to infausto rassau-eoto,
e aotecipam os seus recorherirreitos a todos
qoe compareceram a esse acto de regio e ca-
ridadp.
Irnndollnn dea SmMom Horatn
nnbe'ro
famu da fjoada D. Uirandolina dos Sanies
Moraes Pinheiro, summ:imentp penborsda a to-
das as pessoas que se dignaran comparecer as
n is.-as mandadas c(lebrar no teti do >la do seu
pa?smenlo, de novo pede-lhes o bcequio de
assistirem as missas que devem rer i nadas no
trigsimo dia, te-ca feira 28 do cor-ente, s 8
horas da maoh, na igreja dr. Penbn e na capella
do engenho Co'unguba. pelo que desde jln-
nifesia seu finrer-o pnr>fundo reco' hi". mento
f
Flrmlno Firmo de Azrvedo
JtHuiro Firmo eAzevelo, D. Capituna de
Azt-vedo Araojo, Manoel Mara de A mujo. D.
Bellarmina de Azevedo e D. Mara Antomela ie
Arauio, nlbos, enros e neta do finado Firmico
Fimb de Aevedo, convidara 03 seus amigos
para assistirem a rnissa que pelo eterno repon?o
de sua alma mandam c-.lebrar na matril de G>
melleira no dia 2? do corren?, s 8 horas, el-
wo dia do seu na=samaTto.
Imbelinn tUKUiu tlujo de
Miranda
2- ; nuiversario
Gomes Augusto tayo de Miranda e
sua rnulher convidam os seus paremos
e pessoas de sua sraizade, pata ouvi-
rem as missas que mancatn celebrar
na igreja da ordem 3.* de S. Francisco,
pelas 8 hora.i na m-jnhS co dia 27 do corrate
mez, segonda-feira, por alma de eaa idotatrrda
lilba. Umbelioa Aucosta G lyo de Hiraoda des-
ce j antecipam a todos que comparece era os
seus eternos agradec:mtni03 por este cela de
carid^de p rcliyiSo.
I. Amelia sr>a o-.- Jurui
Bine'rn
Ildefonso Florentino da Costa Ribeiro, "cus
Ches e segra, sgrsderem a todos os seus im1'
gos e parentes que se digna-am csapanbar at
a ultima mocada us restos mo'taes pre lembrata e-pota, tiiha e mi, Amel U:rla
de Barros Ribeiro, e de novo os convi 'arn para
assisttrem i missa qu^ mancara eelebtar oa
igreja ce S. Gong-lo no dia 7 do c> rrcn'e, a 7
1/i oras iia manila 7- i ia do seu FalledmentO,
a desr'e j se coofecsaai e:ernamrnte gratos aos
que comparecereru a esse acto de rel'gfo e ca-
rida-fp.
f
O. mrundoiiuu aun saoioi Hu
rae* rinii Iro
Tenene ioonel I.-mael CornriroLina
e Mello e t-ua mu>ber D. Rosa M. Lins e
Mello, convidam os seus parentes e
amigos para ouvirem urna missa que
mandara rezar oa igreja de N. S. da
Penba, do dii 28 do (afrente, tere* f;Ka, tt 8
horas, por alma de sua sempre lembrada lia e
"padrinha D. Mirandolina dos Sintos Moraes Pi-
nbeiro, trigsimo dia de seu passamento. Desde
j antecipam seus agradecimentos aos que rom-
parecT-m.______________________________
Aniiiliu le Oliveira Campes
Joo Manoi-i Teixeira Campos, Leo-
nilla da Silvelra Raros e seus flhos e
liibas agradecem a to-i-is as pessoas
que se dignaram acoapanbar os rest03
moriaes de saa esposa, filha e irm,
Natalia de Oliveira ;.mpos, e convidam aos seus
prenles e pessoas de amizade para assistircm a
missa que mandam rezar por sua alma, s 7
horas, na igreja da Penba, no dia 27 do co: ren-
te, stimo do seu failecimento ; e por este acto
de religiao e candade se cenfessam agrade-
cidos.
Caxeiro
A's 11 horas em ponto
Cerca de OOOvolumes de diversas obras em
frincez, Ingles e allemao, em lotes,
dos compradores.
t Agente Oliveira
Leilao
Da grande e importante casa terrea com soiSo
sita ra.Amelia n. 4, na Capunga, fregutzia
da Gr&ca,-eom 2 portas e 2 janellas de freute,
2 portas e 1 jaoella no oiio, 2 fallas, 2 quar-
tos eio lado 2 sallas el quarto, terraco ex
temo com cosinba e mais 2 qoa; ios, sr
com 2 soloes e 2Janellas, meiiudo de frents
li metros e 80 ceniin etros e de fundo 18 me-
tros, 1 grade sitio com arveres fructferas,
com 4 quartos, b nheiro agua encanada e co
cheira. raediodo 62 metros de frente e 58 re
de Tunjo, em terreno proprio.
Ou.rld-feira, 29 do correte
As 11 horas
No nrmarem roa do Imperador n. 39
O agente Oliveira, por mandado e com mpi
tencia do Ezm. Sr. Dr. juiz competente e a re
querimento da loreatsmote dos bens deixa'o-
por seu marido Antonio Jo de Azevedo, levar
a leilao a importante casa terrea com soiSo <
Precisa es de urna boa
boa criada, pagase bem ;
3, loja de joias.
cosinheira e de urna
na ra do Cabug o.
Cosinheira
Precisa-re de um caixeiro com ortica de
molnados; na roa do Pav33niu' o. 2, esquina
Estancia.
Cobrador
na ra Barao
Precisa-se de orna cosinheira
Clarineto de d
Vende-se um clarineto de d ; na ra Imperial
i. 157, sem uso algum._____________^^
Engenho Seva
O abaixo assigeado, reodeiro e consenhor do
mesmo, faz sciente a quem interessar possa que
tendo de ir praga o di'o engenho por renda,
ero Abril ou Maio prximo vinnouro, declara em
lempo que as cinco t8xae de ferro balido do
atentamente, o alambique, caranussa, as duas
serpentinas, resfriador, as quatro cubas e ; s
ft-rnas perteccem ao abaixo assignado.
As taxas, o alambique, a se-pentina, a cara
rsa que pertencem ao eogenho esto encosta
das porestarem mprestave?.
Engenho Sva, 23 de Marco de 1893.
Luiz Jos da Silva Cajazeira.
O individuo Manoel lavares, cao tendo pro-
curacSo, n5o pode reetber contas das paarias:
Pateo da Santa Cruz.
Ra da Imperatriz.
Ra Phnceza Isabel.
Flrmlno Firmo do Aievedo
Antonio Rodolpho Vianna convua us parenhs
e amigos do finado Firmino Firmo de Azevedo,
pai e Bogro dos seus amigus Jeznino Firmo de
Azevedo e Mancel Mina de Aratijo, para assiS'
tirem a urna missa qoe ld da 27 do corren'e
manda rtzar na matr:z de Santo Antonio, s 7
horas, stimo dia do seu nassamento.
2" pratlco da barra Francisco
Bibiano c mea
Luiz de Souxa G.inea e sua rnulher
Adelaide Minervina Gom^s. cunhado e
irm do 2 pra'.io da barra Francisco bi-
biano Gomes, convidam os parentes e
aroig03 para asjistirem a missa do stimo dia,
na matriz de S Jos, s 7 hora3 do h 27 do
corrente. Desde j se coDfessam eternamente
agradecJdos.
t
Jaboato
isessa cidade o profeseor titulado Alfredo Jos
de Carvalbo, ticando em disponibuidade, cffere-
re-s aos paes de familia para ensinar particu-
larmente as primeiras lettras.
Atten^o
Pataces
a voQUde grande sitio, a ra Amelia n. 4, no Capunga
'cima descripto, em terreno proprio.
Comptam-se de tedas as n.-ces ; na roa do
Cafcut o. 9, loja de Augusto do Reg.
Caxeiro
Precisa se de um caxeiro com pratica de ta-
ve na : aa r a do Brum n. 35.
No Bonito
Vende se por qualquer prec3 a3 trras no Bo-
cito, eende orna legua de fundo e um q-arto de
legoa de largura, bois maltas e com mais de
6C0 peis de c.feelros,passa racbo pelo meio lu
gardo rtecru a ; a tratar na praca da Indepen-
1 dencia n. 27.
Tacb*s
No engenho Contra-Acude, muito perto da es
ipgSo RibeirSo, negocia-se caldeiras e tachas de
coser, por est?r contratalo com > U'ina. Quem
pretender dir ja-se ao mesmo engento ou ao po
voado de Ribeirao para entender-se com o ce.o
ciante Sr. Jos Ladislao da Fonseca.
Ccsioheiro
Precisa-se de um cos:nheiro : na roa do Pay
saud n. 19.
Cautelas perdidas
s que tor-m dadas pelo Sr. Rogoberto
Barbosa da Silva, como caucho das fian-
gas que prestou por Manoel Ciernen tino
Correia de Mello o Paulino Xavier, na so-
oiedade que teve ros lucros, mas sem ar-
riscar capital o mesmo Rogoberto, e que
se refere o annuncio publicado na Provin-
cia de hontem ja foram encontradas.
O mesmo Rogcberto pode ir buscal as
ra do Hospicio n. 81.
XaUrtlUe KurrUuult o Juno ScMot-rSiBK Coini-
dam a colonia franceza e aos rabos do desdi-
toso GastSo Ferebault, seu marido e to, para
rssistirem a misa? que faro ce'ebrar segunda
feira 27 do corrente, s 8 horas da rnaaba. na
matriz da Bo?. Vista.
Pfa'eieira
.AprilS,
1332.
OD
ESTANTES
Para sales e gr.b:-
Eetes.
5 tamanhos
3&500
Tambem se verde
ce da par a 5C0, 600,
700, 800 e 900 reis.
Na Loja das Listo Azsn
Ra Duque de Caxias d. 61
.

,

:
j
j mmuiM i
m^*
\
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Diario de PernambucQi Sabbado 25 de Marco de 1893
GUERLAIIM e PARS
la Paix,
***
ARTIGOS A' MODA ESPECIALMEITE B2C0M1EID.IO!
--------------------OQ
Agua de Colonia Imperial branca, Alambreada, Almisoarada, pm Irmqn Bapoean, 1H Sa-
eteas* aponacta para a barba. Creme de Morangoa e Ceme de Pepinos, para dar trema M
cutis. SUlboida crittalllaada e Suida para dar lastro eos cabellos a barba. Agua Atbenlenae Ana LaaaMll
o cuiiaos de cabcea. Agua de Chypre e Agua de Cedrato para o toooador. Aloool de ronll toarla
AgriSo para os cuidadas Owlioca. Perfumes para o lenco : Heliotroplo branco, Imperial Boas PrlaurVSM
Hespanha.Pao-Resa,PerfumeduFr nc-a. Jleky,R8nasclmentoBrs*Uelro.-P6dCyprUiidailT
cu:is. Aguado f.olocta imperial RUS3A. AgnHeajemonlenne, Excelience, Hy drsj pine
CASA
COJANCA
nos
No intuito de bem ervir a quem
der preferencia em suas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
os LOUVRE, a par dos de igual nature-
rhfl MEDICAQAO -A-UST^LO-ESIC-A. frg C>C"ft
90LUQB tCOMPRESSOs {
aALGINA de blancard
ENXAQUECAS ? CHOREA
nADCC y DENTARIAS, MUSCULARES,
UUMtb UTERINAS, RHEUMATISIYIOS,
0 mais actioo, inofensioo e poderoso medicamento
Dj CONTRA a DOR
^=0, 1-u.e Bonaparte, 4=0
PARS
Vendem-se em Pernambuco na COIPAIHli de DB0G1S e PEODDCTOS CHIBOS e nasprincipaespharmacias e drogara!
CHLOROSIS WaM l^H tTj I WM DeBlUDAOE
Cores Paludas ** *- -1 lM W-.M Consumpco
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COM ALBUMINATO DE FERRO
iU.SBP*2d? e t0(*oa os Hoapitaes. -6o mclhor fecruai;ioso rara al
I*"1 "f Molestias da Pobreza do Sancrue. N5o enegrece os denles '
PAlZ. collih c c\ 49, Ru cfs T.iaubeuge, e em as pnarmaclas

cbidos
dres.
pracas da Europa,
mais importante e
de superiores
e artigos da ultima moda re-
mensalmente de Paris e Lon-
za as prmcipaes
maniendo sempre o
bem escolhido sortimento
VERD^iRIS PILULAS DR BLAUD
Bnpregam-M cim estimo xito ha mala de wmmmm pela mata parte doa Famltatf
ToaPrancezea i rarit lroa para a cura da 4*JO*, CMLOMOBB (ere* yIHtuifToa
rm i:
OS. MARCO I. 20
(Antiga do Crespo)
A
FormatOo a mtwUnmm.
A nsercio non no Coiex Francs, outrosim o ?:xodanaYer a fasta d-XyriaaM #k> Sr
Tarificado a offlcaa d'estas rusias, .uiortsano-lnei a venda, escusa qualquer encomio
i awatsem taraa mm a ata a utmui uufi irwsi an mu aBah M Km. .^ara
DEOONFIEM-8B CMS XAXXTT.A.QXZS
SWTA. 4| rtrdaatlnu HMh tfo Bfaud ate m rtnd.m Me aa At*, *,.
PAJUS, *UA PATXKMB. V- DEPSITOS SU TOPAS AS PUmKPAKS PHAUfAQUfl
fcLA/0
______, ... ALIMENTO OAS CRIANZAS E DOS CONVAL.ESCENTES
Para substituir o chocolate, ao djrcslao multas vezes dtrilcll, e o cafe com lelte cu jos effcltos d'eblMUatef
Srej'MIcairi em extremo a sade das h'ehoras, os Mdicos recommendam oBacahovt doa Ara.be>
e x>e!nngTnler, por ser um aumento leve, agraavel e muito substancial: receltam-no tambea 5
8rlaix,.s, ] essoas idosas ou anmicas, toma patarra > todas as pessoas que careccm de fortificante*
PARS, 63. ros) MfvtVBnm. DEPSITOS 8M TODA? 4S PKAKil/.niAS po uuxdo wrn'Qc
AROPEPHENiCADOlftLVCO PHENICO1
DO D' DECLAT Ba. do li DCLAT
Tosse, Catarrhcs, Grippe, Bron-1 | I Antisepti"o poderoso, Hyjrienc do
chites, Tsica, Coqueluche, etc. j ^0 toucador, da Bocea, Curativos, etc.
__________________6, Avenue Victoria, Paris, e Pharmacias
TELEPHONE 158
3

wikk mm Mil lllfFIB
Olciiia de costuras
Ra do Cabug zi.1A
Fase^das, modaB e chap- s de alta Dovidade.
Sedas pretas, brancas e de cores, lisas, lavradss o bordadas.
Sis de seda de cores e brancas bordadas.
Matine* e corpinhos do surab. de cambra i a e naoxook,
P.ra meninas completo sortimento de vestidos, toacas e chapeos.
Li.grie fina; camisas, caljas peignoirs, ca.e corset e ccmbinaJBons.
C '^has de sed. e renda.
.rtllhos de tidos 03 tmanhos, marques rauit. conbecidas.
L cs do ph.ntaaia, de madreperola e tartaraga.
M.-:ias de seda, fitas, rendas o gu-rai^Ses de seda, de porolas e vi ribo
?e ha de mail moderno, fil psra v e de noivas e fl >rea de laranjas.
Gtotaa Lf\N TENNIS para homers e se^horas, e muitoa outros artigos
ato que se vendm por presos resoav<;i^.
Tudo escolhido por Madame Koblet.
fHMiI
IHtlBIl I.IITIHIIII
PROPIETARIOS
a <2C.
Pharma^eoticos
IMPORTADORES E EXPORTDRES
DE
D ogas, productos chuncos, e especialidades pharmacc nucas
Graade deposit) de tintas^ leos, yer-
nizes para carruagfens, pinceis e artigos
para photographia.
Agentes de todos os preparados de ju
rubeba de Bartholomeu S? C.
YEMAS EM 6R0S80 E A YAREJO
F r e 9 o s s e m competen ca
Ra Larga 3o Rosario n. 14.
TELEPHOM N. 50
Chamados a qualquer hora da noite
k pela campa elctrica.
<
x
H
>
<
m
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO

el
yy
G-ie^-G-E^.S
Albuminato de Ferro e Manganez
60LUVEL
CURA RPIDA e CERTA
GRAGEAS
f/e Copahlba, Cubeba
Ha/anh/a e Farro, bismutho
lcatro, Terebenthina, *
rORTIN
INJECQAO
[Hye'en/ca a Preservador*
sin causar
tedente aJguni.
As GRAGEAS FORTN, forSo as primoiras queobtivoram a approvacSo da Academia
de medicina (1830) e que adoptaram-so nos Hospitaes. Curara aa moltas secretas,
mais rebeldes aem fatigar os estmagos mais delicados.
A 1NJECCAO FORTN sempre rocommeudada como o complemento da medicacSo.
SZ>OsaitMrloa em Pernamiuoo I FRAN" Ti/L. da SI0L."V A. O*-

\
a
1
Vinho
Pur de Avlmeirim
Chegoa a primeira remessa deate su-
perior vinho o qual se torna recommenda-
do por Eer paro e de agradavel paladar :
vende se em quintes, decimos e a reta
Ihos.
Awmm d< Lima
TelephoDe n. 323
j^^g^^g^^pj^^aj^^pj
CURA CFRTA
d.. MOLESTIAS NERVOSAS pe/o
XAROPE HENRY MURE
Bom xito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Paris
PELA CURA DE
Epilepsia-Histeria W ConvulnOca, Vertigens
Chorea Crines nervosas
Huatero-Epilepsia E.raqneeas, Tonteiraa
molestias do Cerebro H ComjestGes eerebraes
e to Espinhaeo Ismnia
Diabete assuearado Spermatorrha
Um Folheto multo importante dirigido gratuitamente i qualquer pessoa que o pedir
HENRY MURE, em Pont-Saint-Esprit (Franca)
kM>tkMMMMMMMHMMMMkMMMMP:MMMMMMMMMM>tW>t>Tgg
VitMUG-SE EU TODAS AS PRINCU'AES PHABMAUAS B DR0OA1UA&
)
NTIMAS
Aro
na Li vi aria Gontem
CUBA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Medtlha de Prttt na Expotifo Universal dt Barcelona m 1888
Medalha de Onro, Parla, 1836. Diploma de Honra, Parla, ISM
eInjecco de
KAVA- kava
DO DOTOR F0URN1ER
3LENNORRHAGIA8
PERIWATORHHEAS, CY8TITE8
URETHRITES, CORRIMENT08
latas anfermidades, recentes ou antigs, coram-ae radicalmente em alguna das,
i sagrado, sem rgimen nem tisanas, e sem cancar nem perturbar es orgiot digestiros.
*(/. mobr cada pilla, aobr* cada_ea(xa. mobrm e* rotulo,
a asujnarnra
PAEIS, 22, Pra5a da Malelone, 22, PASXS
I
ColleccSo de pesif.8, sabidas ultima-
mente do prelo, da lava do poeta pernam-
bncano
Manoel
Aeha-se vend
poranea.
Gal Yirgera de Januribe
Para o fabrico de assucar
Avisa-se aos consumidores, que o prego
foi redundo nest. data para 65000 poi
barrica.
Deposito no armazem da Companhia
Kxpl radora de Productos Calcreos.
Caes do Apollo n. 73.
Recife, lde Fevereiro de 1898.
Brevemsnt !
Mais um I!
Para a cura rjf.cas protmpta di;
Molestias provemuntos de 'n
pureza do SangTio,
E nina loacara andar a lazc exps
riencias con misturas inferiores com
postas de dr. ordinarias oude plantar
tndlgenfl caja ilicacia nao conn.'madf,
pela m : ;; emqoaato que a motestls
ca-.. " . :i'iu mo, sem demora, de uiE re
-dio garantido caja efflcada seja lacte
.alado e iuquestionavel:
C Extkacto CoMrosTo Coxcextrad-:
ce Sals.u-.uiriijia de Ayer couheride
recommendado pelos mdicos mais r.
tclligcntes dos pases adiantadoe
Corante 40 annos.
Centenas de militaros de doentet
' ISO OUiros tantas tcstcmimlias 'u. sol
'-a'.ia positiva e uieomparave).
PREPARADO PELO
DR J. C. AYER & CA.,
J owol, Mass., Est.-Dnidos.
' YNHO
DA
Serra da Estrella
C estrbekcimento de Pojas, Mendes &
\ C, acaba de receber uma importante re-
messa de vinbo da Serra da Estrella (Por-
I tugal) qual.dsd'3 superior a todos quantos
/tem apparesido n'estc mercado em vinhos
de meza.
Este vinbo rgradacel ao paladar
puro e boje considerado super.or ao de
Collaies.
fi Roa Estrella do Rosario n. 9
Kecebemos igualmente grande sortimento
de cadoiras da vime de varios formatos,
proprios para este clin. a. Grande va
riedade em cestos para compras,
papeleiros, roupeiros. Berros,
completa noridade. Gneros
dos melhores, proprios p ra
sertir a mais exigente
adega e dispensa de
casa de familia
Sementes de hortal gas e presuntos.
Pocas Mendes I C.
Fabrica Cvbele
Prerinimos aos nosses numerosos recueles
que em coneerjotcisi a alta i ae em i 5 s
I lumoa ei amoem peio mposto de?te resolvemos
alterar os nos es cigarros para os precos abaixo
mencionados:
Frabica Cybele
Piltade CaivaJho & C.
Roa Larga do Rosario n. SO
PERNAMBUCO
FUMO PICADO
GR08S03
Mundo as avessas 94300
Demcratas 9*800
Flor do Recife 915000
Flor de Limoeiro 9*300
Cybelcs 9*600
Pitsrescos 9*500
Nihilistas 8*000
FIHOS
Cybelos 9*000
Sonhadores 9*000
Irajs 9*000
Fenianos 7*000
FUMO DESFIADO
Cybelinos 9*500
Chan bados 9*500
Ambre 9*600
Irajs 9*500
Demcratas 9*500
Copinbos Anglica 9*500
Caporal 9*500
Ctanos 9*500
Descont de
cima.
15 por cenlo de iO.000 para
200,000 Doentes
CURADOS DE
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
'i
PELO
Em prestimos
Levanta-se emprestimos
de qualquer quaata sob
caucae de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barao da Victoria n. 53, re-
lojoaria.
ESFECIFICCw
DO CEIKBRE
Or. Humphreys de Nova York
Emtu malidp SOnniv ^(ruroe.offl
.uipsi [irogrlas e Pnas
Badasfaiaclaaese aials srantloa. do Manso.
a Cl KA
L Fobrp, Corurestio. IiinnmvaacScs -M. .
2. Febrco C'ollra eansaaas irLomnrias..
3. CIolicHjClioror Ii'-oimiia 4. Din rrbrn de Crianzas ; Ailullos.. ....
5. nvxi'uierin. Miesde Barrea.! oUcablosa
fi. ( ii I ni n-\, 'iilcra-Morbo. Yomltj. ... ..
? Tome. Constipadlo. Koiniumao, Bninenite.
S. llor de Honre e de Cars, p Ncvralsla .
9. Ilni-ili' Cnbi-cn, Euoliaiiiicija.jerilKcra.....
10. faa*aio, InTUgMtao. PrifA> de Venare
11. -ini>prpsu:o da Keuim. IjscassaouBcn.o-
12- l,rni'oi i'iiVii, l'iu \~ran.as. Rera profusa
13. <'ronp, Ti">ciliaca. Drnculdailede Kt-nplrar
14. IIci-i-o, ErapoSsa. KrTsiixta..............
15. Rhiuiiiali-niii. lir.-rheutnoileas...... .
16. SexVH, Jliuciia. Fi-iirc lnliTiiiiltente.........
17. lleiuorrlioidui /.[ internas oc
exti-mas, simples pu sanfcrentas.........
1. Ophlbnl>iiin,<>110' 19. ('olarrn, acucio mi cbTODlOO, IX-fluxo........
ao. t'otinclochr. 7"i' -i-i-sia-modlca...........
81. ANiun. spirata.Mlim.ultosa..............
O. Mui>purnviio do* O'.ilo-i. Bardes...........
. EmrnluliiN, InchacO. < e Lk'Pras..........,.
11. nebilidndr vri'ni. <>u pliv^i.a.............
2R. HyilroppBia. Ai-iiiiiu1:ii;..i-~ Humas.....--..
'.i;. Kninu de Vi Ii i i Vnmlti......
27, Mch-Miiartotir-iniirinit Cakulos ou Fedra
na Bexlsa....................... v*"i"
2?. Impolem u, Dehilidade nervosa, seminal.
29. <'l!iiituiilin*iin Horra,.nu Aphta.........
E0. Iurimlifcncia do Ourinn. Ourlnar-na
I itrna .....................--;............
61. Mrnsiriiocr.i, dolovoHa-.Prumo..........
3i Plolr-iiai ,l.i t'uimuo. l'alpitacOesetc .
33. Epy lrpia, Mal cadu/.-u, Oottacoral. Baile de
8. \ *t>...................................
Si. Dlphthrlia. Mal maligno .Ir Garganta.
X- ConffCBtPeN (.'livoulcaj*. DurdeCaber*...
C Manual do Dr. Huiuphreys, wt paginas sobr
ai Eiifcmiidail-s.-o miidoile L-ural as, seda grat)'
pede-se ao si-a boticario ou i.
HTMPUKEYI*' MEUIC1NE CO..
ICO lii'tcu Sinct. KIW YOBK.
NICOS AGENTES
Para renda em groas* ea Paf
ambaiea
liria Sobriiho i C.
Gratifica loo#ooo
Del Tetto MichPl, empreado na Colonia Isa-
bel, perdeu do dia 5 do corrente, em viagem da
mesma colonia para Catende, um relogio de ou-
ro com cadeia de prata.
0 relogio tem o n. 40,155 e as iniciaes DM, e
eslava dentro de urna capa de latao.
Qrafica-ae com 100*000 a qnem lb'o entregar
na mesma Colonia ou Recife, ao Sr. Lat Daprat,
ra do Commercio n. 46.
Recife, 9 da Marco de 1893. ,
\
4
J


'

1 HfBiH i


'.
. -~ ,- ~..~
j,


A NOVA-YORK
COMPANHIA DE SEGUROS DE
VIDA
New-York Life Insurance CompanyFundada em 184548 annos de prosperidades
nica conipanhia MUTUA puramente autorisada a funccionar no BrazilCapital CERCA de 550 mil contos de ris
RENDA ANNUAL CERCA DE 160.000:000$ DEPOSITO NO THESOURO NACIONAL DO BRAZIL
Esta compahhia tem pago a viuvas, orphaos e herdeiros dos seus sega-ados no Brazil quantia superior a 5
que tem funcqonado no paiz
200:000^000
mil coutos de ris durante os dez anuos
\ Directora da Companhia New York acaba da aator'sar o sub-departamento no Brazil, a eraitr ALEM DAS APOLI
CES ACTUALMENTE EM USOJ a nova apolioa do acanmulacSo que tanta vaatagens offarace a que tem sido garalmente
adoptada, por ser esta apolice mus liberal at agora emittid por qualquer comoaubia da segaros de vida. As enormes vantasrens
que esta apolice offerece ao publico ce acham ab'xo enumeradas e por si provam a SUPE8IORIDADE DA CuMPANHIA
NOVA YORK SOBRE TODaS AS OUTRAS OOMPANHIAS CONGNERES.
A nova apolice de accjmulacSo da New-York Life Insurance Ccmpaoy represest a ultimo progresan feito em seguro
de vida ; NENHUMA COMPANHIA TEM EMITIDO, EM TSMPJ ALGUM, APOLICE MAIS LIBERAL. As seguintes
vaatagens, que offerece, o provam.
c A Nova Apolice de AccumulacSo da New York Life Iasuranca Company n3o, contem clausulas restrictas de qualquer
especie.
E' incontestavel depois deter decorrido um anno apis sua emissSo, se 03 pramios tivarem sido pagos pontoalmente.
No vencimento da apolice a Companbia devolve nos herdeiros do segurado todos o? premios por elle pagos Companhia
durante a sua vil, se tiver sido escolhida a combinacSo que garante a restituido dos premios.
Sob esta epigraphe nSo neceBsario requerer previa licenca para viajar, mesmo em paisas tropicaes.
Esta apolice nSo excepta classe alguma de cccupacSo, por muito arriscada que seja.
vos.
Sob esta apolice a Companhia paga os sinitros causados pelo suicidio ou duello.
Sob esta apolice se acha cobarto o risco de guerra.
Esta apolice NAO CADUCANTE depois de ter o segurado offjctuado pagamant>
e tres premio aunnaas ei
da data do vencimento para o pagamento dos premios, pesa
I
Sob esta apolice a Companhia coacede um mez, alm
cendo, no on'retanto, a apolioa em vigor. ,
Esta apolice pode ser rehabilitada, quando tenha caducado, jubmettendo-se o Bolicitaote a novo exame medie*
esta satisfactorio.
Depois de o segurado ter pago tres premios annuaes, ss davido a qualquer contratempo, nSo poder effjctuar <
mento de seus premios, a Companhia estipula na apolice que lhe emprestar os fuados necesssrios, de accordo com e
ment e as proporcSes constantes da mesma apolice.
A Companhia adianta dioheiro a 5 0q ao anDO sobro suas apoliC3s de accumulac), deBde que tenham peros*
em vigor durante 5 annos.
O escriptorio central do sub-departamonto no Brazil,. estabeloeido nesta capital desde 1832, tmplenos poje;
pagar sinistroB em toda parte da Rapublica, logo depois dj aporov,iio das provas de morte.
Pagamentos fixos, sem oscillagaa de cambio
NAO CONFUNDA! COM. OUTRAS COMPANHAS
Informacoes, prospectos e impre> sos no escriptorio cential do sub-departament no Brazil
31Roa do Hospicio 31Kio de Janeiro
B. J. KINSMAN BENJAMN, GERENPF.
Succorsal neste EstadoRa do Marques de Olinda n. 36, Io andar.
Gerente da SuccursalDr. Antonio Molinari Laurin.Endereco telegraphicoNYL'C Pernambnco.
Agentas geraesJoSo Guimoes, Jos Tullie, Domingos Fumo e JoSo Preira Rivera.
CAIX\ DO CORREI0I9&
Agente EspecialMtx DrechslerRa do Bom Jess, antiga da Cruz n. 16 e 18.
Toda a correspondencia deve ser dirigida ao Gerente da Succursal em Pernambnco da New-York Life Insurance Company.
Um numero bastante de agentes percorrer todas as povoscSa* dente Estado epod.r dar informaren exactas de tudo que for exigido pe'03 nossos mutuario?. Os meamos gentes engaadoras podem dar todas as informabas exigidac.
Para mais esclerecimentos procurem o eccriptorio da Companhia aqu em Pernambueo, roa do Mrquez de Olila n. 36, Io andar.
DR. ANrONIO MOLINARI LAURIN, GERENTE.
Para facilitar os mutuarios emjfte aponeos em moeda papel do Brazil ou em ouro
Puteis de
HAIITE NOVEAUTE
Saias de seda Glac.
t
Blusas de surah de todas i
eres.
o
Matines da surah, linons e
cambrai.'8 ricamente guarne-
cidas.
*
Cintos largos de seda pare
enhora, alta novidade.
o
Escolha monumental em le
ques, ventarolas de pennas e
de gazes. |
a
Grande variedade em vest"
os para creancas.
Novidade* em creps, cache
uiras com seda e velludo Rus
jo de todas as cores.
ct
Grande variedade em musse
Une Banda, linons, organdys e
ev-ctices.

Sortimento completo cnxo-
vaespara baptisados, vestidiahet
e toucas de seda e sapatinhos.
o
Bonecas finas, ricamente
vestidas, e que falla m.
>
Faixas para bomem.
o
Grande sortimento de pende
:quss e enteiles para
cer vestidos.
guarne
o
Sedas brancas, pretaa e de
sores, capellas fiues de cera e
pellica para noivas.
es
Colxas de seda e de ronda
cortinados do fil de phanta
sia.

Ricas capas de seda e ca-
sheinira pretaa, guarnecidas de
renda e vidrilhoa de todos ct
tamanhoa.
o
Completo sortimento de fa
'.endas para luto.
Camisas ie surah pass. de
ioite e do dia de todas as eo
res de linho e saias bordadas.
c
Camisas brdalas e peitilhos
de phantasia para homem.
<*
Nova remessa de guarda pos
ie seda cAida e sed i pa
Iba.
>
Coetumes de Jersey, casemi-
as e brins para meninos de 2 a
10 annos.
AU PARADISDESDAMES
Roa Baro da Victoria n. 83
38Hua Ba*ao da Victoria38
TELEPHONE N, 59
(Jhapos e capotas
Ultimas novdades de Paria recebis
Louvrfl
TECEDOS i)E PHAN-
TASIA
Bordo impossivel de se deicrever t
gra^ie variedade de tecidoa de diversa
iualidt.de s proprios para a estacSo actual
-oga-se ao publico em geral e principa',
lente a Exmas. familias a finesa de vi
wtarem o
LOUVtE
Ra 1/ de Marc,o n. 20 A
Francisco Gorgel lnao
TELEPHONE N. 158
Jet as brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha
lendo despachadas nestes ltimos das
LOVRE 1
Uapas, jerseys e visitas
Goatos iateiramente novos acaba de re
ober
Vbjectos de gosto pare
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOVRE
Grinaldas, Ieqoes e chapeos
de sel
De phactasias acabam de chegar para i
L 0 Y R K
FOLHETIM
11
MARCELLA
POR
F. BU B0ISG0BEY
(Contintta(3o )
m
Oh 1 elle nao solicita fundos a qual-
quer pessoa. Mas creio que agort pre
cisa de nosBo amigo Jacques, porque ha
das me pedio para relacin al-o com elle.
Eis a rasSo porque comparec ao enterro.
' ama prova de deferencia antecipada
que quer dar ao sea futuro associado.
Mas de Muir casou-se sob rgi-
men total, toda a fortuna est do lado de
sua mulher. E' a sua filha quem herda,
a menos qae a condessa nSo tenha bene-
ficiado Muir no sea testamento, e qae
muito me sorprendera.
Eis Golymini qae entra. Facamos
como elle, disee Liscoat, brindo caminho
com os coto velos. Segu me e procure-
mos avancar.
Nao era fcil, e foi preciso qae fizes-
sem a volta da igreja para passarem em
frente ao catafalco.
O conde de Muir e Frederico de Mes-
tras caminhavam para tomarem poBicfto
junto ao portal e receberem os cumpri-
mentos de condolencia.
O major poderia collocar se ao lado d'el-
les, a titulo de amigos, mas nSo o fes,
passou para o lado das mulheres, estendea
salo a Helena Lanom e oondasio-a do-
cemente para a sabida
Costumes para cranlas
De todas as idades encontra-s gran
crtimento no
Louvre
Esteiras da india
Branca e de fantasia de novos desenboo
para forros de soalho, completo sortimenti
ao LOUVRE
Francisco Gorgel k Irmio
Roa Io de Margo n. 20A
TELEPHONE 158
cortes de la,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recabid ni
eamente o
LOVRE____
Vende-se barato
Portas, janellas, grades de caixa coa e sem
barrote, novas, as postaras, travs at de 40
palmos, travftas, enchapis novos e servidos,
de diversos tamanhos, caibro? no03 e velhop,
tnleiros e prdacos, grande porcao de taboas de
lcuro para aodaimes e tabique, e porco de forro
de amarello, novo, chamado de refago, 1 soleira
de 14 palmos, i portao de ferro de 8 calmos,
trilb.03 de ferro que foram de bonds, eporjaoj
de lelbas e tijulos grossos, frvidos, chonos de
b; r;o vibrados ; para t r otratar no e> tremo sol
da.rua do Hospital Pedro 2- n. 9, das 7 as 8 i/2
da maobS, das 12 s 4 da tarde.
Bom negocio
Joao Botelbo Carreiro, precisando retirar se
cr in commodo de saude, vende toda acrco
ne um constando de boas vareas tourinas e
crias : na estrada de Fernaodes Vieir^.
Libras serlinas
Veode-ae na ioja de ioias de Aognso ^ego
C. ra do Jaboga o. 9.
Aruas de Sem Sande-
Villa Flor
Foiita Sa ta
Aicolinas, gazozas, ferrugino&as e
lithicas
Contra a despepsia e outras enfermidades de
estomago e intestinos, e?peciaes no traiamen'.
des eagorgi'.ameDto8 e canelos do figads
VENDE
Cuimaraes & Valente
nicos recebadores
4 e 6liara- do t'orpo Santoa o
Na Fabrica Cjbale
Tem
f amo Guarany picado e desfiado de 400, 300,800
e 1*000 o kilo e para acabar : ra Larga do
Rosario n. 50.
Eccnomia familiar
Praja da Independencia 27 e 29
Officina de chapeos
ALV8 & C.
Nesta acreditada (ffioina encontra-se am
pe3soa' habilitado para concertar, tiogir e
lavar chspos para homens ; retorma se e
enfeita-Be chapeos para senhoras e meni-
nas pelas ultimas modas.
Na mesma < fficha eocontra-se sempre
chapeos du todas as qualidadas para ho-
rneas e senhoras, aesim como tem nm
variado sortimento da chapeos para se-
nhoras pelo pre{0 de 10(5000 ; sem com-
petencia 1 1 tem formas para chapeos de
senhoras de ultima moda chcgstdos da Eu-
ropa.
Praga da Independen-
cia ns. 27 e 29
fASTILRAS
De AWGELIM & MENRUZ
f/- Grande
^UG0JQKMI<-fo

fe
f=cs.
J3
a=ax
sea
Vende-se
Ella lovantou para elle os seus grandes
olhos lacrime sos e agrad.cea lhe com am
olbar eloquente.
O conde estava muito peludo, mas do-
minava sua emocSo, desempenhando com
rara frmesa aquello devr cruel que con-
siste, em apertar a mSo e abrac>r os indif
ferentes quando se tem o coragSo angus-
tiado.
Como verdadeiro gentil homem, mon-
tinha-se correcto e at com ama certa
elegancia; mas soffria horrivelmente e
tardhva-ihe a terminagSo d'aquele fnebre
dever.
O major notou qae algumas pessoas af-
fectavam n8o v r Mederic, d'onde con-
cluio qae os dous velhos pelintras tiaham
espalbado mais boatos a sea respeito, e a
antipathia que ellas Ibes inspiraram sabio
de ponto.
Poaoo depois teve o despraser de os
ver, "efuidos de perto por am sujeito,
qae pareoia estar com ellos, porqaanto
Liscoat acabava de voltar-se para lhe fa-
jar am signa!.
Passaram, camprimentando apenas Me
derio, mas o qae os acompanhava apertou
lhe a mSo, e Jorge Roland uS; :ou
pouco surprendido ao constatar que Me-
deric recasava a sua. Helena.Lanom per-
guntou-lhe baizinho quem era aquello per
sonsgem, mas elle dSo lh'o soabe diser.
O major fitou-o com attenc&o, mas nSo
se lembrou de ter visto em parte alguma.
Era am cavalheiro de nns quarenta
annos, figura enrgica, grandes olhos
asaeb de am brilho extraordinario e am
bello par de bigodes rasaos.
Aspecto imponente de gran-senho" salvo.
Evidentemente conheoia o conde de
Muir, qae oorrespondea solcitamente ao
sea cumpriraento.
O ti,jor saio levando Helena.
Ella nao chorava maif-, p.-ru parec;a
pertetbsite, e na porta estacn, como pro-
curando com os olhos alguem no meio da
mnltidSo.
O Sr. de Brsngen e o Sr. de Liscoat
tambem tioham parado do lado opposto.
O carro funebre esporava em fren:* do
portal, e os em pregados das pompas f-
nebres appareceram, carregando o esquife
coberto de flores.
Todas as caberas se descobriram, e o
cunmandante aproveitou-se detta triste
diversSo para arrastar a moja at o coup
que a tinha trarido e que estaciooava no
boulevard Malesbarbes.
Para elle sabiram e ahi lhe pergunton
em que lhe podiu interessar aquello ca-
valheiro que designara.
Julguei reconhecel-o, marmuroa
ella, mas pens que enganei.
Parece ser estangeiro, disie Jorge
Roland. Provavelmente algum membro
do Clab.
Mas parece se muito...
Com quem ?
A moca hesitou e disse com visivel em
barago.
Com ama pessoa qae nSo vejo desde
a infancia e que supponho morta.
O major absteve-se de insistir, dei-
xando parr. depois esclarecer-se sobre
este myeterio.
Permitte-me entrar comsigo em casa
da noisa querida Marcella ? perguntou
elle quando o carro paroa.
Marcella ter grande praser em
vel-o e precisa conversar com um amigo
como o senhor. Desde que sacoedea
esta dasgraca, apenas tem trocado alg i
mas palavras era o Sr. Mederic.
Felismtsnte qae a seniora a cao
abandonoa, repliooa o cammaadante aju-
dando-a a descer do coup.
Fis o qae pade para consolal-a, mas
nao o consegai. WA{* adora a sua ma, e
a morte tirgica Josa ihx^:>wa no deses-
pero. Nio qaeria acreditan em am enue,
A taverna ra da R da n. 46, propria para
principiante por ser de pouce eapital. o motivo
da venda por ler de retirar se para f'a o mes-
mo dono por mo'ivo de molestia ; a tratar na
mesma.
porm os mdicos e magistrados demons-
traram-lhe por piedade qne a condessa
tinha sido assassinada, pergantando-lhe se
nSo supeitava de alguem. A pobre me
nina anda 13o sa restabelecen da pro
funda emocSo que tudo sso Ue causou, e
vive absorvida em um torpor de qae nada
lhe pode arrancar.
So o tempo pode saavisar taes do-
res. E a senhora o que pensa deste acon-
tecimento ?
Parece-me nm senho o qae vi....
O qae parece averiguado qae a bala
parti do trem.
Mederic achva-se no trem e nSo
ouvo o tiro.
Como ? 1 O Sr. de Mestras...
Poia nSo sabia que, em ves de pa-
rar em Chatn, elle ssguio at o Vesinet ?
NSo... Elle nao m'o disse... E
de espantar, que elle nao tenha referido a
Marcella esta circunstancia.
Teve receio de a inquietar... Anda
ninguem, grecas a Deus, teve a d de
o acousar ; mas emfim poderia nascer urna
suspeita no espirito dos ju,zas... Desde
algum tempo a Sra. de Muir nao estava
em boas relacSes com elle... Bastara
ate para dar nascimento a urna calum-
nia.
A ama calumnia odiosa...
A condessa estima va o muito...
NSo sei porque motivo, ella pareca nSo
annuir muito ao casamento de Marcella
com o Sr. de Mestras. Mas por fim ce-
derla, estou certa disto.
Se eu lhe dissesse qae j alguem
ou sou affirmar qae e elle tinha interesse
na morta da condessa ?
SSo malvados e parvos. Desafio- os
a qne accasem abertamente o Sr. Me-
deric.
Espero qae n&o ousarao fselo. De
resto, ." icques de Muir acaba de provrr
poOUoamente qae as suas intenoBes alo
O Remedio mais effica e
Soguro que se tem descoberto ate
boje pan expel/ir as Lombrigas.
04
ROQUAYROL FRERS
ChapellerieChic
Ultima novidade em capotas, chapeos
para senhoras, homens e crianzas rece
beu a
Chapellerie Cbc
23 25- PrajR da Indepaidencia-23 e 25
sempre as masmas, e qua Mederic ser
seu genro. Mas no ficarei tranquillo em
quanto nao se descobrir o verdadeiro as-
saBsino. E posso contar com a senhora
para me auxiliar ?
Commigo 1 exclamoa a rapariga.
Para qae servjrei ea ?
Pode servir para maita cousa, disse
docemente o nnjor.
Ha seguramente sete annos a senhora
vive na casa dos Muir. Pertence quasi
familia, e nada do que ahi se tem pas-
sado lhe escapen.
Vira talvez um dia em que um acaso
providencial trar sua memoria algum
facto esquecido, coja lambranja seja am
raio de luz. Por mea lado procurarei re
cordar-me tambem.
Mas, pegj-lhe., tenha a bondade de par-
guntar a Marcella se pode verme.
O major e a dama de companhia tinham
entrado em urna saleta, no primeiro andar
do palacete, oide Marcella costumava es
t.r, porque as j\aellas davam para um
jardim cheio de fractos e de verduras.
Esta sala preferid faaia parte dos seus
aposentos de donsella; o Sr. de Muir
residia no segando andar, e o res do-chSo
desta vivnnda nobre s se abra durante
as grandes recepcSes do ioveino.
N'este dia, o palacete estava deserto.
A crialagtm, em grande libr de lato,
segua o enterro da conoejsa da Muir.
S ficra nm lacaic para guardar a
porta, e nma camareira qae servia Mar-
cella desde a infancia e nunca a dei
xava.
Marcella, triste e merguihada em som-
bras refleccSes, receben Helena de bra-
cob aoertos.
Entretanto ia censural-a por nSo ter
aoompanhado o fretro at o cemiterio.
Mas quandu boabe qae abi est&vft o me-
Kjt imigo do M -Juric, >t1o pensoo maif
senfie em Iba a^rauader o tel-o trasido.
Fabrica de lquidos ai-
crolicos
Joao Ferrelra da onr
Ra da Midre de Deus n. 10, as: ?
nambuco
Formulas approvadas pela junti deis?**.
Nete bem montado estabelecimento f.fsu
r'o os freguezes, quer da capital ou ds fe,
que pode haver de melhor em lqoidf naes, como sejam :
Vinhos braoco e linto, ca; janipat>6. asasjaj
branco e tinto, e genebr de diflerento $ssf?-
dades.
Todas estas mercadorias se recommecas.?sr
sua boa qnalidade e bSo garantidas. ____
Desejando o proDrietario deste eitaba.asBB -
to tornar bem conbecidos os seus protai.*BE
reaolvido vender a precos moito razcaTa<.eas-
cebe qualquer encommeuda para fra ftassls.
Compt'a se qualquer quantldade'd* T*s?ler
riscos e garrafas vasias._________________
Fabrica 9 Iwm
DE
Jc^ JcSJLmLsJL L_* u ''
Rpa Mrfo da Victoria i,
Loja de quadroF
Mdame &er*rd avisa aos seut. TTglar
ossimos fregueses, que receben ht '?sesx
im grande e variado sortimento tt '.*
;as de chevreaux, de priraeira tpedt
dea, castor etc., ete.
Marroquim branw
Vecde-fe a 2|50i i
pe lie, i a sapataria OKt sea
Ra do Barao da ^k-
toria n. 7.
Fabrica de gelo
Apas e limonadas asoe^ u
todas as calidades
3oda water, gingar, ale, limo, larar-jc. -assv
5o abacaxis, granadina, groselies /rznwsB
nuaniba hortela-pimenta.etc, ate
1 ACAES DO CtPIBAR'-T
LiLerosene inexplosivc
Vendem
Foitstea \ssA%
. \
Corren slela e apresentoa t ttt
ao major, qae ah depoa am beije &w
nal.
Qae bondade a sua em vir ^e*1
me 1... Passei longas horas a chorcr^-
mas agora vtja... nSo choro maie.
Fallava assim enxogando as Isz r.r.
O Sr. Roland tomoa-lbe as dua; ax
fel-a sentar se junto de si e comete-i sa?
lhe pregar docemente a resignacSa-
Mederic promettea mo trasar a>
pobre pai depois da cerimonia, maniaco
ella. *
Sim, disse Jorge Roland... sEan
Mederic nSo tem apparecido coa jom
freqaencia, para nSo parecer .'sawr
tuno... Mas ello s falla na senfcscBrC
na horrivel desgraca que nos feovCst-
dos. Todos amavamos a saa ail~ s
vel-a morrer assim 1..
O eenhor tambem acredita *!>.*'
mataram ? O maj* goificava: NSo posso negar a evtav
cia I...
Depois responden em tom convicta
Involuntariamente talvez. Q n
poda ter partido por accidente.
Ob! sim, diga-me qae foi am sceY-
dente, on q ie a bala nSo lhe era descui-
da... porque sacia um monstro quem aa-
sasioasse urna senhora que s sabis, fisvzr
o bem e nSo possnia um inimigo.
Helena e o mejor trocaram am 'hsc.
Helena sabia que haviam saspeitais s
Mederic, e desejava ardentemente exc
Marcella ficasse sempre igaorands asts
calumnia infamante.
O major tinha confianza na diseis;
de Marcella, porm os bous olhos :Lc T-
siam : Que sacceder, grande Dea.*, mt
a noBsa cara Mircella souber am dast
accasaram da 'morte de saa mSi o ki
qae elle ama cm todas os veras s
orache
(Cantmq

-
-
f
ella ama

.. -......--...
*
I MUT1UM