Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18434

Full Text

ANNO LXIX
QUINTA-FBIRA 9 DE MARCO DE 1893
NUMERO 55
RNAMBGO
PBQPBIKBABK BK BAHOSL FI6KIBOA BE FAB1A & FILHOS
1
IRA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por Ir* mezes abantados. .' : 6$000
Por ties ditos vencidos..... 7#000
Por um anno a iiantado 24J000
dem idem vencido...... 28000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLdT.AgES NA FBAN-
f t E INGLATERRA
Os Sr* Amede, Prince & C, resi lentes em Pars34 me d
Provence,
PARA OS LOGARES OND SE PAGA PORTE
Por seis mezes adantaios.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
13J500
151500
271000
311000
ELEGUIIU
5887153 rABIGVLAS 22 8IA3Z3
MADRID, 7 de
;0.
EstSo elaitos deputados 6 repablia ,01
a 2 'j-r-es, causaada a vetara d'qael-
!ca verdsteir-- 'sorpresa.
PARS, 7 de Margo.
En Madagneear cabio nm cya'one teue
roso
Dea logar coormea prejuizos, perdas
de vida e no naufragio do navio franca?,
t Laboardonais, que fie^'i todo desp-da
fado, e tevo 23 victimas.
LONDRES, 7 de Marco.
Ero seseoda Camr.ra dos Communa tave
hontem logar ama acea de pugilato eatr;
03 deputados coronel Saundera o Mr. Rod-
mond.
ROMA, 7 de Marco:
O mmislro da g'iTra
didd da deraiasao.
retirou p aefl pe-
BUDA-PEsTH, 7 de Maro.
O clero hngaro prote>tou cont a o pro
jacto de cas.imaato civil.
ArH. AS, 7 de Margo.
Enoarrou-se o parlamenta.
Foi votado o imposto especial de ap
plicacao no pagamento da d.vido externa,
paite ornciAL
GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUGO
^ongresso
vleasagem do Governador do Estado ao
Senhores Membros do Congresso do Estado de Pemambuco.
Obedecendo ao que preceitua o artigo 57 4 da Constituigao do Estado venho, cora
a estulta aggresso. Em seguida enviei par copia o citado ollicio ao Exm. Sr. general comman-
dante do districto militar, o qual deu-rae a resposta que abaixo transcrevo.
Commando do 2. Districto Militar.-Quartel General no Recife, em 23 de Outubro de
892 Secretaria N. 3964. -Ao cidadao Capitao Dr. Alexandre Jos Barboaa Lima, Governador
do Estado.Em esposta ao vosso ollicio denoje datado, communico-vos que tendo ja o Coronel
Julio Augusto de Serra Martins dadome parte -desse .tacto, affectei-o immediatamnte ao Sr.
Presidente da Repblica. .
Sade e fraternidade. -Roberto Ferreira, General.
Como vedes, seinelhante resposta nao resolva 1 gravissima crise e antes pareca de
algum modo acceitar como legal a intervengo inconstitucional e sediciosa desse oilicial na po-
ltica do Estad *. n
Novos e enrgicos protestos- que apresentci verbalmeatc ao secretario do mesnio sr. be-
neral deram em resultado o seguate ollicio, que transcrevo, c que por essa vez aastou o uorri-
vel conflicto de qu* esteve ameagado esta generosa capital.
Commando do i.' Districto Militar. -Quartel General no Recifa, em 2o de Outubro de
1892.-Secretaria.-N. 3968.Ao Cidadao Capitao Dr. Alexandre Jos arbosa Lima. -Em vista
do procedimento que teve o Coronel Serra Martins para can vossa pessoa gintervindo nos nego-
cios polticos deste Estado contra as minlias expressas ordens e abusando de sua posigo de
Commandante de Corpo, resolv suspendel o do respectivo cammando c mandai-o prender em
sua residencia at ullftaordeliberago.
Sade e fraternidade. Roberto Ferreira, General.
Deixo ao vosso patriotismo e vossa sabedoria o comnuntarios que tao extraordinarios
lados suggerem acerca da cstabilidade da federagaoj: dos destinos da Repblica.
ELEIQAO
Sem perturbago da ordem publica procedeu-se a 17 de Oezembro ultimo a eleigo
para preenchimento da vaga de um Deputado em substituido do bacharel Joao de Oliveira, que
renunciou o mandato, segundo me foi commu licado pelo i. Secretario da respectiva Cmara em
oflicio n. 99 de 3 de Junlio do anno passado.
No da 18 do mesmo niez de Dezembro, teve logar a eleigo para tres Senadores e um Depu-
tado ao Congresso aonal por este Estado.
MAGISTRATURA
Usando das attribuicOes que me couferem os artigos 13 da Constituicao de 17 de Janho
(Disposiges Transitorias^, 2 e 31 da lei n. 15 baixei, em 20 deSetembro e 4 de Outubro ultinos
Decretos pelos quaes llz as noraeagoes de Juizes do Superior Tribunal de Justiga e Juizes de Di
rcito.
Em taes nomeages live mais em vista o respeito antiguidade contada segundo o lem-
po de sevigos prestados durante o extincto rgimen, do que o chamado merecimento, to d.l-
cil de ser devidamente aquilatado no seujusto valor, quao fcil de levar ao administrador o arbi-
trio e a pratica de injusticas.
Em 2J de Janeiro do corrente anno exped Regulamento para execugo a Le n. la ae-
mensagem que ora tenlioa honra de apresenlar vos, dar-vos conta do estado em me se acham
os diversos servigos pblicos e solicitaras providenciasqae me parecemconvenientes a boa mar-
cha da adniinistrago.
Para mais clareza na exposigo que ides 1er resolv fragmental a em captulos desti-
nados respectivamente a cada um dos ramos do servigo publico, parecendo me, por essa forma
melhor provocar a vossa attenco e despertar a vossa solicitude para o conjuncto de indicaces
v dedados administrativos qneencerra cada um desses captulos.
ORDEM PUBLICA
Os luctuosos successos de 18 de Dezembro occorridos nesU capital por occasio da de
posigo do governador do Estado, os motins qu em alguns Estados leem surgido, as conspira
ces contra o proprio governo da Unao, geraram um estado de duvida, de incerteza e de ancie
lade que ao menor abalo determinara o susto e o terror por parte da populago. Poucos acredi
tam na cstabilidade do governo constituido que esto a ver a cada momento, intimado pela
violencia, e ameagado pelo furor das paixes partidarias. .
Como que se dissolveram todos os lacos da dis-.iplina social, engindo se o desprestigio
da autoridade e o desrespeito a lei em factores constantes do mo estar e da iaquietago que to-
dos senteme que nao ha dissimular.
Em vao se esforga cada orgo do poder publico por serenar a agitago : se enrgico,
tem-n'o por violento: se moderado por frouxo-
Infelizmente poucos sao os que procurara contribuir para o restabelecimento da paz e
da tranquillidade : a maioria dos cidados retrahe se ou indiuerente ou receiosa.
Os rancores partidarios, os odios polticos, a i-itriga e a maledicencia armas predilectas
dess s rnins sentimentos, esto francamente em campo como agentes da cubica e do despeito.
Proliferam os boatos com espantosa fertilidade, forjam-se inverdades que se apregoa com crimi-
nosa imprudencia, tece se a calumnia que alastra e dissimina se com rara facilidade, fomenta-
se a sedico e conspira-se para demolir sob a prcsso do instincto destruidor, do orgulho e da
vaidade superexcitados.
Neste Eslado servio do falso fundamento exp'oiao do amor proprio, do uns, da
credolidade eat do fanatismo de rauitos a execugo legitima e leal da lei n. 32.
Politicos apaixonads, baldos de patriotismo, fomentaram motins que antes de realisados
noticiavam telegraphando para toda parte possuidos da estupida vangloria de arruaceiros des
comincdidos. ,
Em alguns raros municipios inventaram taes agitadores aquillo que cnamaram o protesto
dos municipios contra a dissolugo dos concelhos, a insurreigo contra a tyrannia segundo apre
De modo que a execugo regular de uxa lei, dando lugar a urna eleiso nos termos des
sa raesma le, era perversamente equiparada a dissolugo violenta dos concelhos municipaes por
decreto revolucionario. ,
Felizmente s em Govanna e Canhotinlio lograram ver em pratica os seus condemnados
intentos, pois que os molas do Triuuipho com manto filiados ao mesmo pretexto; mais astucio-
sa cplorago do fanatismo devem ser attribuidos.
3ednzidas algumas pragas da guarda loial, tomando de surpreza as autoridades e a po
nnlcao inerme, gruiibide sediciosos a invadiram em 2't de Agosto ultimo a cidade de Goyanna
em lia em.- desordenados a darem vivas a conhecidos chufes polticos, apoderaram-se da estagao
telegraphica onde commetteram criminosos excissos e aguardaram triuraphante a chegada das
forcas por este governo enviadas para batel-os. ,,,, A>
Do relatorio annexo apresentado pelo Dr. Questor Policial conhecereis os detalhe da
commissao em que tive de envial-o aquella cidade, acompanliado da necessaria forga que nao
lardou um reslabelecer a ordem. ,. .
1:111 Canhotinlio, na madrugada de 27 do mesmo mez, os cidados Manoel Cmara e Luiz
Cavalcanle de Araujo Ouca capitaneando um grupo de criminosos do qual faziam prteos cele-
bres facinoras Joo Gomes, Daniel e outros assaltaram o quartel da guarda local, apoderaram-se
do arm miento, sendo na Lcta assassinado o soldado Cmcinato Luiz de Macedo, que estava de
' UK A coincidencia de se darem csses attentados em lugares diversos quasi no mesmo da,
indica suilirirutcmente a existencia de um plano que consista em sublevar os municipios, crear
insnperaveis dilliculdades ao governo e permittir a ambicionada escalada do poder, torgando se
or e-sa forma 0 Governador do Estado a abandanar o seu posto. .
Esma^ados csses nglorios pronunciamentos, gragas energa das providencias adopta-
travs motins no alto serto sendo a ordem seriamente perturbada nos rau-
Lna Jos Julio Rigueira Pinto de'Souza, Augusto Garios Vaz de Oliveira, Gervao Fin-arante
Pires Ferreira e Vicente Ferrerde Barros Waderley e Araujo.
A proposito desse importante ramo de administrago publica c
versos trabalhadores, fazendo nma esc- sua vaidade desmarcada leva o a acreditar que
vacSo na propriedade do negociante Sei-
zas, a qaal tija prozima da povoacio de
ItapisBuma, municipio de Iguarass. suc
cadeu deaabar nm barreira e apaahar um
de les, de nome J0S0 AnasUcio quo m^r
reu instantneamente.
Da diligencias a que procedeu o dele-
gado respectivos verifca-ia t.r sido o fac
to todo casual.
Pelo subdelegado da freguezia de S ra-
to Antonio foram hoitem reme tidas ao
Dr. Dr.juis de direito do 2' districto
criminal as diligencias a que elie proce
deu contra J So Baptista Leao, autor do
ferimeato prat'cado na m'ner Emilia
Theoio-ra Denekor da Gota na tarde do
dia 18 do mz fiado
Ao Dr. Alexandre Jos Barboaa Lima,
mi digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
aos outros
o clima e os re-
magistrado, tem comtudo o grave inconvenente'de deixar sempre urna vaga aberta por muuo
tenipo. .... u-1
Assim, decorridos os 63 das de que tra'a o artigo 33 da citada le e precnchida a pn-
meira vaga pela remoco do mais antigo dos candidatos, novo praso de 60 das comecari a correr
para pr-vimento da vaga deixada pelo magistrado 'eraovido. E assim por diante, de forma que
somente quando depois de passados os 1 das da lei nao tiver algum juiz requerido a remogao
para o municipio vago que ter lugar o concurso.
E' o inconven ente tal que, pareceme vantajosamente obviara o restabelecimento da clas-
silicago de comarcas, outr'ora em Pernambuco e anda hoje era alguns estados acceita, em entran-
cas que corresponderiam aos graos ae superioridade que realmente uns em rea;;
oll'erecem os varios municipios, segundo a distancia, a commodidade da viagem,
cursos de cada localidade. ., ...
Assiai licariam nicamente as de l entrancia para serem uniformemente preenchidas
por concurso, e as demais por promo.o do mais antigo 'den'.re os juizes da entrancia interior, a
quem alias iicaria salvo o direito de recusar quando assim entendesse. ... .
Realmente iraem quer que conhega Per uunbuco nao pode deixar de admirar se de que
houvesse o legislador coilocado em igualdade de condicSes Ouncury e amelieira, Lscada e, Leo
poldina, por exemplo.
Logo que se tenham con
Panellas, Correnles. Pedra, S. Jo:
juizados ora existente, accrescero estas dez que
mais era 50:ui)o00 annuaes. ,
Ora, alm de quanto no capitulo dos municipios ;:.puz, segundo o que a mawna ue taes
entidades, taes quaes cxistem actualmente vivem vina econmicamente articial e precaria e nao
podero constituir-se seriamente, esse augmento de despeza sem tornar pesadissiraa urna veroa
que incontestavelmente nao esta de accordo com os recursos do nosso orgamenlo, mxime n una
poca de ensaios em que se nevera comecar mais modestamente. Assitn ao passo qe l ernam-
buco despend i annualmente 15 !)|0 de sua leceita cora a magistratura, o Ceara gasta 14,7 [ij e a
Babia 8,8 0|0, notando-se que neste ulmo Estado semelhante despeza envolve o Tribunal ue con-
flictos e administrativo e o Tribunal de 1 instancia, que nao existem entre nos.
Pa eceria de bom conselho que nos encoslassemos ao exemplo deste hstsdo, alias ue
muito maior territorio e populago do que o nosso, de preferencia a nos sobrecarregarmos com
peso que se nao nos esmaga, incontestavelmente entorpece-nos a marcha Nesse Litado o nu-
mero de .wmarcas foi redutido a 50, ao passo que nos procuramos nos approumir antes do opu-
lento S. Paulo com as 06 comarcas, ta Has quantas havemos de ter dentro em pouoo cora a con-
stituicao dos novos municipios. Ora, tainanho oius se podeiia evitar urna vez que quizc=seis
reduzir o n mero de comarcas, ou adoptando o plano de organisacao municipal que lemnre ins-
pirado na lei de Minas-Geraes.ou reaniodo o actuies municipios aosdous e aoi tres para con
stituirem as no .as comarcas, de modo que nein sempre essa nrcumscnpgao se conrandina coin o
municipio. E era se objecte que o servigo da justica Iicaria prejudicado cora essa co icentragao
porquanto nos municipios em que maior e 111 lis condensada a populago existem meios de com
municaco fcil e rpida; taes sao 03 que se encontrara i margena das vas-frreas. Lollocaaos
no centro de taes circumscripges fcilmente bastara o magistrado a distribuigao da justiga com
o poder transportar se rpidamente aos extremos da comarca. Quanto Msjnumapu do ser,
to se verdade que sao muito mais extensos tambem o em relagao a grande aretacgao da
respectiva populacao, accrescendo que minios delles } estivenm reunidos em comarca nica de
que foram desmembradas para constituicao de novas comarcas. (Contina)
Recebedorla do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DIA 8 DE MAR9O
DE 1893
Jeronymo Duarte Rodrigues. Certifi-
que-se.
Ral & C.Como reqner.
Arthur Desiderio. Informe a Ia seccSo.
Francisco Liii Oavaloacti Sjb.'nho.
Em vista das informa5es, nllo ha que
deferir desde que a e->ea do supplicante
ja est iscnta do pagamento da decima.
Josa Eleuterio da Silva.D-terido, em
vista das informales.
Alvaro Pereira & C.Infortre a 1.*
seccSo si estSe pagos os impostos relativos
ao estabelecimento a que se referem os
supplicante s.
Jos Luiz Macedo
O porteiro,
Cavalcanti Fho.
EXTERIOR
muitas pragas da
capitao Laurenti
havia tomado as
.K-^ACIlOS
DO DA 7
oa 1893
;>&
Maryo
das, surgiram mis g _
niepios de Plores e inumplio.
Da torca enviada para reslabelecer a ordem desertaram em caminho
guarda local que liaviam sido incorporadas ao destacamento commandado pelo
no Flix de Oliveira Lima. ,.,., '___ ..
Grande numero de sertanejos lludidos pelo padre Launndo Douettes,
rnias para defender as igrejas e obstar aos desatinos que no dizer desse sacerdote e de alguns
dos seus malvados acolytos havia de praticar a soldadesca enviada pelo governo do Estado.
\>-imnao foi lilicil aos sediciosos derrotar era Carnahyba aquello destacamento apode
rando se da correspondencia oilicial e interceptando as communicages desses municipios com a
rapl {fio tardou porm a reaego dos homens ordeiros contra taes desatinos: cm Tacaratu', In-
srazeira Saluciro, Villa liel'a. Triurapho e Flores, orgaiisouse a resistncia, apresentando se
irande numero de paisanos disposlos a repellir os invasores e itre estes apontando-se os mais re-
m<|.s 'aeinoras que infestam o serto taes como Quidule, Barc-iinho etc.
De Breiuo de Buique, de RiDeira do Moxot, do Riacho do Navio e de Serra >.egra af-
fluiram lad'res c assassinos, attrahidos pela probabilidade da victoria que Ihes dara o saque
com todas as fascinages susceptiveis de se.'uzr faccinoras.
Communicages de quasi todas as autoridades desses remotos municipios de par com
cartas de cidados que pediam o auxilio do Governo que os hvrasse dos serios perigos que
ameacavam Ibes as familias, noticias fidedignas que assim tive sobre a gravidadh do movimento,
determinaram-me a tomar enrgicas providencias, gragas s quaes foi possivel dominar a nsur-
desilludindo os crdulos, afugentando os criminosos e restaurado o socego aos pacficos-
Luup
aotor do
pn-1
f: :;
reigao.
Um forte contingente do Corpo Policial ao mando da Tenente-Coronel Jos Florencio de
j desbaratados sempre em taes escaramu-
jencias que de todo
5 ultimas esperangas dos ruins c;dados
1 em todo derrotaran!
r-irvdho depois de varios liroteios com os insurgentes, desbaratados sempre
rlpnlrou na villa doTriumpho e d'ahi expedio varias diligencias quede todo
nt pretensos revolucionarios, fazeudo cahir por trra as ultimas esperangas
me nao hesitaram diante do assassinato e cas correras de criminosos que cora um plano para
5hirm-ir a populacao e lingir tora do Estado que este achava-se sebleyado contra o Governador
alarmar W^rrorejcnlio praticados por essas bordas de bandidos lembrare o brbaro
issassinato do capitao Benedicto de Campos victifaa de sua dedicaco causa da legalidade c
,it n'pilom esfaaucado e baleado pelos facinoras4 cadver 1
O relatorio do Di. Eulropio Gongalves, juz de direito de Cimbres, a quera nos termos
di art 122 da Constituigo do Estado mandei que se transporasse para aquelies municipios e
instaurasse o processo aos amotinadores, bem como a exposigo junta, feta pelo Dr. Questor vos
Inatruiro jos detalhes dessa ingloria sedigio.
Emauanto factos to graves passavam se no serto alarmando o espirito publico, n esta
capital os instigadores de taes perturoages redobravam de esforgos no sentido de alcangar a re-
tirada As^qUe 'n0 dia j'k de Oumbro ultimo*tive denuncia de que achavam-se assestados
.... 0 Palacio do Governo os canhOes da fortaleza Jo Brum. Mandando proceder rigorosa
licou provado que effectivamente 1 aviam s.do p
.1 s.do retirados da batera de trra, fron-
fpyiri aauelle Palacio, velhas pegas de ferro, que all jaziam inutilisadas. sendo substituidas por
f'w Ses Krupp dos que constituiam o armamento da batera do 5. batalhao de ar'.illiana,
d "tacada n'esta cap tal. sendo ditos canhes apontados um para acuelle edificio e outro para o
mmrtd^aVuld7Loairao"dcvendo estar davinas sobre
2ssa forma proceda, pois havia sido distribuido s pr
' .'.i. A.;>nii pragas
os intentos criminosos de quem por
da batera a neessuria munigo de
Trnto^nTlaTedepoimentos tomados na Secretaria Policial.
Lmente exista um plano premeditado d
nador transcrevo em seguida o criminoso olHcio que no da 23 de Outubro receb do entao com
mandante do r^^'^ttataoTinfantaria -Quartel no Hospicio era Pernambuco era
28 deOuubro de 1892 N. 874. Illustre cidadao governador do Estado, capitao Alexandre
tosabos Lima ("onsiderai vos preso em -osso Palacio *-rdea to toochai Presiden te da
Repblica, pelos insultos que rae dirWes nos .tomaes da Recife' de 23 e de boje cu o docu
m'ntos enviei ao Ccommandantee do Districto para os devidos iras, o que tudo j participe por
telegramma ao Aesmo Marecbal.
Sade e fraternidade. Julia') Augusto de Serra Martins Coronel.
De posse desse estranho documento, sabendo aue no momento em qu
Pile entregue"achava^c formado aquelle batalhao em frente ao respectivo quartel para o Jim de
-vir fazer exerde o na praga de Palacio, sciente de que varios honrados e patriticos oiiiciacs
rwnsar-am sea sahir com tal destino comprehendi a audacia e gravidade do indigno piano,, e
ratei com a mxima urgencia de dispor as forgas do Eslado por forma a repellir enrgicamente
Anna Francisca Soares Pachaco, pro
fessora pu'j.ica, padinio 30 dita da ii-
cenc.Chcelo.
Bellarmino Figuera de Fatuas, official
do corpo di polioia regional, pslindo 3
me es de lieeeca. -Sim; com ca vanci
meatos a que tiver direito na forma da
le.
B.chrcl Ay ea de Albuquerquo iaoia
reitor do Instituto Be:ijarnin Constaat pe-
dindo 3 m?BOT de licanga.Oor.cedo.
Fe.x Val>:3CoifMi*, pr.-feasor publiJ
pedindo a gratitiauySo de b.na serrino; a
que se alg eam direito.Concedo.
Isidoro Hariabo Qezar, prot'essor
blico pedindo a gratificacao de bons
V905. Joncedo.
J0S0 F.ancisoo de Arrudn, sentenciado
Informe o Dr. juiz da direit> do 2*.
disrieto criminal.
Joa Francisco da Rcha, sentenciado.
Iuforn e o ju z de direito do 2-. d s-
trete criminal.
Joaquim Antonio dos San*os e outros.
- Informe o Dr. juiz de direito do 2.'
districto criminal.
Joaquim Arantes.Deferido.
Dr, Joe Aus'.rsgeBio Rodrigues Lima.
Reqaeira em termos.
Marietta O ma.Piejudicada.
Mara das Mercas di Cruz Ribairo,
prefessora publica, pedindo 3 mezes de
licenca Concedo.
Manoel Machado di Silva Santing-,
1.* escripturario d^. ontadoria do The-
ao.ro la Estado, p^Iu do 2 aMea d
liceaca.Rametti o junta medica d-.
Estatto a quem o p3ticioa3rio so tprasa-i-
tar para aar inapaccionado.
Ped o Lopes do Mandonya.Deferido
nos tarmo3 do officio desta data ao
Bouro do restado.
Plac) Sarrano- Pinti
am.n'ioase di Searetoria
Pa diera, padndj 3 maaas
Concedo um mez.
Rodolpho Gomes da
Aguarde opportonidade.
Dr. Thomaz Far eir
brinbo o pbarmaoeutiao
Freita?. Oirij'.-sa
Espirito S*nto. ..
Dlaiit e Silva. -laforaie
Thesouro do Estado.
Vigario Horacio da
ao p.-der competente.
Zic iras Correia do
Concedo.
Secretara do Governo do Estado de
Pernambuco, 8 de Margo de 1893.
O porteiro,
H. M. da Silva.
juestura potleitu
2 SaccSoN. 53 S acretaria da Ques-
tura Polioial do Estado de Pernambuco, 8
ds Marco da 1893.
Sr. Dr. GovernadorParticipo-vos que
foram recolhidos Casa da DetencSa os
The-
da A.dradj,
da Ioatfwjoae
do licanj
Silva Filbo.-
do Car^albo S .-
Jos de Aaeveio
seguate* individuos :
A m nha ordem, Jos Joaquim da Sil-
va, conhecido por Jos Ignaoio, como
sentene-ado, e Antonio da Costa Meieiros
omo alienado, com destino ao asylo da
Pamarineira
A ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, AuguBto Leite GuimarSes para ave-
riguacBes policiaca.
No dia 28 do mez prximo findo, s
rj horas da tarda no engenho PiiSes, do
municipio de Amaragy/o individa Jo5o
Francisco Regis de Araujo assasaicoa com
diversas tacadas a Mv oal Antonio da
Sva-
O criminoso foi preso e 1 flagrante e
contra elle se procede nos termos da lei.
No da 6 do corrente, s 8 horas da
nonte, ns engenho Capibaribe do mnnici-
pio de S. Loureneo da Matta, oa iadivi-
duos Eustaquio Antonio do Nascimonto -,
Lourenga Jos di So:aa .ravaram luta,
da qusl resulto:i sahirem ambas lavea'eata
ferido.
Itont w e les, que foram prasos em fia
gran e delicio, se proced-a nis termos le>
gaaa.
Pelo juiz districf.al do Baaiiipio de
Bom Cmselh>, foi captando no logar
Biixa Graade o recolhido a oadeia res-
jeativa nc dia 2 do crrente o individuo
Mrnoel Faustino das Saves, por sa aofaar
pranunciado do art. 356 da cod-g^ penal,
combinado com o art. 358 do sesmo
cdigo.
No dia 2 do corrente, 9ohand>3 di
EUROPA
orlusal
O gabinete Dias Ferreira solicitoa e obteve a
lemissao collectiva.
Deu Cusa a este successo ter Sua Magestsde
recusado o altamente das cortes, solicitara pelo
governo, tendo em vista a aota da Alleasanha
relativa questao linan -ei.-a.
Esta dealaragto foi no dia 20 s duas carai-
ras.
S'.-rei D. CarioV,aceltanio o pedido da de-
misso, cbamoua palacio os conselheiros An'.o
nio de erpa Pimeatel e Jos Luciano de Castro,
corrente porem boas rodas polticas, logo aps
este facto, qoe o novo ministerio ser organizado
pelo consalbeiro Hintz Ribeiro.
Esta indicago, qua era com effeito muilo pro-
vavel, visto que este estadista coala com o apoio
das corles, teve afioal realisago, sendo chamado
e encarregado da organisigo o referido coase
!n iro; o qaal depois de conferenciar com os
amigos e de exe-ce." relata icias provenientes da
situago nanceiri do paiz, submetteu ao rei a
sua lista, qoe foi aceita.
O novo gabinete, pois, flcou composte :
Presidente do coojelbo e ministro de estran
geiros, coaselaeiro Ernesto Radolpao Hint Ri-
ceiro.
Minis ro do reino, Dr. JjSo Ferreira Franco
Castillo Branco.
Ministro dajustics, Dr. Antonio deAzaved;
Castello Branco.
Mra3tro da fazendo, engenheiro AugustoFus-
cbiDi.
Ministro do cornmercio e obras pnalxas Dr.
Bernardlno Machado.
Ministro da marinha e colon! is, icao Antonio
Brissac das eves Ferreira.
Ministro da guerra, coronel Pimental Pinto.
No dia 23 apresentou-se o novo ministerio
s cortes e ah apresea'.ou o sen pro^'rmna po-
ltico.
Na exposigaj que faz o presidente do conse
Iho em termos geraes accentaou 'S. Ex;, em no
me do gabinete qne preside, que assumindo a
responsabilldade do poder execnivo, esforgar
le biao ruis possivel em prol do cugmanto das
iib>rdad*a commans.
Dlarou qoe o gov?i no conceder amnista aos
ecudemoados, ou por delicias de mprensa.ou
por delctos polticos, exceptuados entretanto
leata medida os ch fes militares.
Dis3e tambera que propor assemb a 'legis-
lativa a abollgio do imposto de consumo, o pa
gamento aos credores do Estado pelo mximum
resultante da reviso do orgamenlo.
N) tocante a reformas, promette que sa oacu-
par das que izem respeito & impreBsa e a ia
strucglo publica.
Alm destes projectos, apreseatar opporlana
mente ama proposta sobre a tai de respoasab
lidade minister al e contribuir para que se res
titeara aos municipios as regaliis de que se
acham privados.
O programma do ministerio mereceu apoto
quasi cnanlme das duas casas do parlamento.
Mas, na dos depotados, a bancada republicana
manifestou-se immediatamtnte adversa ao pro-
jecto de amnista pare.al.
O novo ministerio, cojo pessoal deixamos
ntalo cima, nao caracterisadamente regene-
rsdo, diz nm nosso jornal; nisce de orna unio
um pouco hybrida entre esse partido e liga li
beral, grupo militar de pequea impirtanci:
formado em 1893 sob inflaencias patriticas qoe
o conflicto anglo portagaez accordou.
Esse grupo acha se represntate na novo ga-
binete por doos ministros, o di fazen Ja e o da
guerra.
Desse jornal vamos dar do nossos ministros
algaus t-agos embora incompletos.
0 presidente do conselo e ministro dos
est'angeirGS um hamem que deve a sas forte-
oa politica a daa3 causas da appareoa fnteia:
sua sobrecasaca inquabrantavelmente abotoa-
da e a niaguem o ler visto rir.
Doutor de capello, o Sr. Blols. Ripeiro veiu
da universilade rom o Sr. Julio deVil:naeo
falleclto 63iadi8la Lopo Vaz, trazido para a po-
litiza pelo braga de Fan'.es Perdra de Mallo e
os tres ent-aram pela vez prim?ira para o mi-
nisterio sob a presiden ;ia do joroalista Antonio
Rcd-ign.es Smpalo,
Coiao eram raai'o oovoj, esse gabinete hooa
conbea'.do na historia poltica parlugueaa pela
a cuitbi pittaresca do ministerio dos meninos.
Natura dos Agores. o Sr. Hlniz R beiro
homem da qnar:nta e tantos airaos, al.o,
um
bigote hi.-fu
secco, nariz arrebltado pince n-'z,
to a aloirate. cabello ra^o. A sua oratoria
omito montona e f dta de colorido. C joo pro-
.'essa politizo tam o mysierio impene.ravel em
qce envolve tete quanto faz e qsaato nao faz.
Nio sabemos ao certo o qua vale intelleclaal-
mate o DCTv chafa da gabinete parlasuez. A
e um dos -randes estadistas enropeos ; e dabi
quem sabe ?
Joao Ferreira Franco Castello Branca, mi-
nistro do reino, nm hom.m de trinta e tantos
anuos, baizo, magro, blgode preto, cabega de
expressao pouco otelligente. Orador muro fo
goso e ra smc brilbanle, com ama pronuncia
acceotuadamente provinciana, ba bastante? an-
nos deputado por Gaimaraes.
Tem talento e vontade de proceder bem.
Foi ministro da fazenda; depois de ter prova-
do no parlamento qoe nao sabia fazer o mais
simples calculo de jaros.
E' muito estimado pelas suas maneir.s aa-
veii; a reportagem adora-o; nao faz nada sem
participar imprensa apezar de tra'ar o rei
sem ceremonias nem curvaturas, dos novos
ministros certamente aquelle de qae S':a Mages-
lade mais gasta.
O ministro das obras publicas lente da
facoliade de pbliosopbia da unlversidade de
C.'imbra e aquillo a qae se chama um apost-
lo da instruegao. NSo ba licenga de tallar em
Portugal sobre assamptos de iastraegao, sem
qae o Dr. Bernardiuo Machado intervenba im-
medhtaente.
E' um bomem muito lino, delicado, de maaei-
ras encantadoras; falla muito baixo, asa barba
a Anl muito tratada e os seas olbos pretos tem
urna grande expressao intellectual e bondosa.
Este "e recentemente em Madrid por occasio
das fastas do centenario colombino; o nosso
correspondente Xavier de Carvalho a elle sa re-
j ferio tongamente as nossas columnas. A II-
lustratiewn Espaola y Americana em um dos
seas ltimos nmeros trcnxe am magnifico re-
trato delle.
O novo ministro das obras publicas oascen no
Rio de Janeiro e filho de am abastado nego-
ciante desta praga que maia tarde foi agraciado
com titulo de Visconde de Joaones.
E pela primeira vez ministro.
O Sr. Antonio de Azevedo Castello Branco
foi presidente da Cmara dos Deputados e di-
rector da penitenciaria; os seas re-I.torios a
respeito deste estabelecimento sao documentos
valiosos de criminologa.
B' um homem forte, alto, barba toJa Henri-
que IV, rara e descuidada, fallando correciamen-
t: em ser um orador, escrevendo com ptima
forma, sem ser um escripter. E' sobrinbo do
grande escrptor portuguez Camillo Castello
Branco, e parecemos que tem delictos poticos
no seu paseado.
Estra-se agora como ministro.
O coronel Pimentel Pinto, tambem d inis-
tro pela primeira vez, se nSo estamos confun-
didos, um hornera baixo, gordo, de bigode e ca-
vaignac pintados de preto azevicue.
Sabe se que os ministros da guerra em Portu-
gal osara semprt de ingredientes para simular
ama javentude qae a cara em geral desmeote.
Assim o ultima ministro daqa-lla pasta usava
chin, este pinta o cabello; ja Fontes fazia um
largo uso da aeoa circassiana.
Honni soit qui mal y pense .
O ministro da marran um oilicial muito
valente ; foi governador na frica Orienta! por
occa iao da expedigo Serpa I into, que origi-
nen ) ultimaran inslez cm Jaieiro de 1890. Os
documentos diplomticos firmad s pelo Sr. Ne-
v s Ferreira o quaes vieram ublicados no L>
vr. Branco, sao ojtabilisji ios de firmeza, pa-
triotismo e tacto olittco.
Quando soube que s navios britannico3 se
apromptjvam a tomar a bahii de fjoarengo Mar-
ques, immedi't.mate projiciou ir bo i barden
a colonia ing ezi do Cabo da Boa Esperanga.
Cum o aliimo ministerio, foi governador civil
do Porio. Vai pe a primeira vea ao ministerio.
Aligara porm mais notavel de todo o m
aisterii o Sr. Augusto Fuscbini, ministro da
faz mda.
Socialist?, irrequieto, aclivo, emprehendedor,
tem andado ba longos anno i na conquista da
pasta que le foe rempre com urna creldade
iojusticavel. F nalmente ministro e as;i:n
se acbam salisfeitos os scui mais ^rdentes
de3cjos.
Enlrou na poltica amparado par Fontes; com
a morte deste foi carao grupo iot,telado esquer-
da dyaasiiea, do Sr. Barjona de Freilas ; depois
foi progressista e sectario do Sr. Mariano da
Carvalho ; agora tinha formado a liga liberal, de
rae era ebefe. Ja v;m que a sua qualidade
essencial no a constancia.
Da um estudo de ferro, o Sr. Fuscbini um
orador iaco-rectis-imo, escraveado no entanto
com faeililade e clareza.
Alo, forte, cem o nariz chato, barba toa e
mais feio do que dev^ria s r consentido, mor-
mente em am engenheiro civil.
A pasta que Ibe deram com a dos e3trangei-
ros, a de maia difficil gerencia na actualiaaJe.
Vai ser alvo dos mais vivos ataques da oppo3-
gaa : sobra elle vao abir todas as coleras, ba
de ser o primeiro alijado logo que h:>ji amare-
composigaa ministerial, vU determinara a queda
do ministerio em um przo que rjaa pote ser
onso. ,
E' o qae 03 francezes cbam m om enfaat
Ur.-ible _. _
Sobre a retirada do gabinete Das Ferreira
correa no pablico posl factam versSes pbanta-
sistas, explicando cada qaal seu moto a3 cau-
sas determinantes da crise; e entre os motivos
as8ignalaite3 o mais insistente aquelle que
tffirma ter o mencionado ministerio pedido a
demisso por lhe terem sido reces i tes 03 meios
constituclonaes que solicitara da cora.
Na entretanto, o que se nao diz, ao pass; que
devera ser dito, qae a attitud: da cmara ou
antes dos partidos privava o governo de um ele-
mento indispensavel a quem dtseja governar
constitaciooalmente.
E nesta hora se nSa pode lealmente deixar de
coafessar qne sao graviaslinas as responsauiliJa-
des que desde este momento esto pesando so-
bre quem d recta ou indirectamente coocorreu
para interromper o careo de urca admioistragao
honesta e econmica, qual a historia imparcial
e os acoatecimentos futuros hao de fazer justiga
inteira.
A oppo3igao e todos os colligados balem pal
vra pelo successo.
Ma3 o que ser o dia de amaob?
Sam no3 razermo3 cargo de prophpcias, diz
o Reprter, por nos parecerem muito LUiyeis
nos tempjs que vSo carrete, nma palavra dir-
mas apenas sabr os acnlecimentos recentes.
E' qua o governo pro;eden com joizn eaa de-
por as sias pastas as maos d'elrei, e qae mais
avisadamente procedera ainda se, ate wm s
existencia das ul'imas re:lamag5es diplomti-
cas, as llvessa deposto alguns dias atraz.
Comprehende se a siluagSo dogrego da ani-
guidale que peda que Ibe batessem, mas que
o ouvissem.
O soffrimenio do corpo pode, por veres, 8r
compensado com o desabafo do espirito.
A sltuagao do Sr. ijlas Ferreira, no parlamea-
io e na imprensa, qua nio ebega a ser compre-
bensivel qua elle a quizesse soffrer. Trabaibar,
dia e oaite, como am cachorro, em favor do
paiz e dos ipartioVas, e os representantes do
paiz e d03 partidos a desancal o, n^lte e
di,>, s mana ambas, e com taes mos que at
parecate ps, j por ninguem podia ser tomado
a conta da patnotinno
A nos ia-n08pare3enlo ioge^uidade rafani oa
beatule celestial. ,
Por decreto real foram adiadas as corles
para 15 de Maia prximo. j.atn
0 Diario e Gaverio psbii.ou o decrera


]





Diario de Pernambuco Quinta-feira 9 Je Marco de 1893
wisiia aos ondemoados por delictos politi-
n e de impreosa.
Foram txceptaades do goao da amnista O
stefa militares.
No Gallicia parti para o Brasil o capilao
fcitao, cbefe do movimeato reviluianariodo
Por. o.
Fallecen em Lisboa o Sr. Pinto Coelho, di
rector presidente da Gompanhia das Agaaa e
abete do partido lefptiuiista.
O tebre amarela o porto do Ha de Janeiro e sas-
* yeitos tolos os outros por.os do Brasil.
CQesou a esta corte o marcnez de Bondo-
sa dave ministro de Hespanba.
O jubileo episcopal de S. S. L'oXUI fol ami-
to festej: da neste reino.
O presente do3 soberanos portogoezes ao San
to Pudre consiste em ama magnifica pyxde
{?aso par* as hostias sagradas), obra antiga,
eremos que do seclo XIII, de mnito valor bis
tonco.
Sabr a tampa da pyxide leanta-se urna pa-
i i na cruz, e o p adornado cora quatro liga-
ra da aojo.'.
II .-ipnnha
8a preseaga do desequilibrio financfliro do
aii, declaroa o Sr. Sagasta a commissao execu-
V3 das cmaras de commercio:
O governo lera o aecidido proposito de nive-
ji os orgament03. Assim o ha de fazer, parque
a taato se eomprometteu perante o paiz; assim
iba Je fazer, porque de todo ponto impossi
te c alionar a acumular esses dficits enormes
sen que entre nos se liquidan os nossos mal
srganisados orgiooen'.os.
0 dficit do exercicio econmico de 1890-91.
bi e 73 milbes de pesetas, e o do exercicio
ccoomico de 18919S foi de 93 milhis, isto ,
s augmento de dficit d> 20 milbes d'ued
ano1
Segundo tolos os clcalos, aperar das antori
jaces coaceldas aa governo conservador, e ae
*ofce nao derou proinp'.o reme lo, o dficit no
prseme anno econmico de 1832 -93 sera de
HfeOea.
?ois bem.
Para extinguil-o, o governo a que presido pro-
see se dividir essa importancia da maneira se-
ojlate: 30 olbes de economa? verdadeiras e
Ijctiva3 e 30 milboes de augmento nos impos-
te, recorreado co patriotismo de todas as olas
xscontribuioles.
im nao se pode continuar.
0 E-talo bespanbol, se a sua azeada hao
e te- lumi independencia e desafogo, se nao
a? rjuvr que forgosamente bajamos de suecua
ir rmposicOes de bancos nacionae3 e estran
geiraa, preciso que todas unidos, gaverno e
sccribaiatev nos preparemos para realizar
jr les sacrificios, regulansando o oosso sys'.e
Snancciro, dando-lbe am carcter de since
tde, equilbrenlo de ama vci para sempre os
SameulLS.
Cmo que esta crise que nos assoberba, oao
ka de ser permauea'e, e que as quebras que sol
2k 3 0032a p'oducgo com a falta de tratado
sea a Frang ha de cessar.
A data da reaovago total da cinara (raneen
la prxima e entao, ainda que e elegesse urna
ra igualmente proteccionista como a actual
c toe aao prcvavel os effeitcs e resultados
-is :'.i'al poltica adaaneira, que os isola do
caasc a in'airo, ba de obrgal-08 a rectificar in
iigeacias, a (azer concesfes, a reatar con
venios cujo rompimeoto lusa nocivo e prejudi
ea i indai'rla e o commercio da vizinha Repu-
Nfca.
Rao ha d s ser o nosso prejaizo, ma3 sim o sea
sropriu preja'so, que os u de maver a admiltir
arn tratado que ao presente rejeitam.
lato ebrigar nos ha tambem a nos a (azer en
_: ^s pauta ts'.u la las reformas.
As ek-igoes para o ci/agresso terfcSugar
ao da 5 de Margo, prxima (aturo, lendo sido
a:adas, po- decreta real, as cortes nesgan-
te as em aessae extraordinario para o da 3 de
a>ri! prximo futura.
Os pa-tidos poticos p'.ci'eam com grande in-
sr=3e as prximas ele.ges legislatativas : a
Ocla ser rechida, causando a ag agio que S
-ia, app-ehenses e recelos de desordena.
As autoridades previoem-se para impedir
palqeer alterago da ordem.
Salmern, o illastre cbefe republicano, (oi
asiasticameate recebido em Barcelona, onde
ni pleitear ama cadeira na cmara dos depata-
ics.
O coo3e!ho d? estada apprjvou as reo o-
mise proposta pelo governo a:s orgauv.'utjs ca
ra e ma:-;:i:,-..
A ralada rente ma3trau desejaj de que
xas diminuiJa a lista civil.
Sao cuohec! ios os termos principies de
j.-ma do corpa iiplouwtlso h? paniol.
Algumas legagOjs e va-ios^o-sTi'a'ias sisnp-
wimidcs.
As negoclag s dip'oaatica eol.l.o' i
a Frang e a Hesp.'oha para a COBOUsao
&. an tratado de commercio euejutram embara-
|M :eos da parle da p ineira que levanta
#-23 es difliculda'ies, r;o mostrando desejos do
e-.
1 .-" -mcSo, porm, parece que passau nlti*
late por algama maditi:ago ; pois 03 dois
'nos ch-garo a accordo no tocante ao refe-
- tratado.
En rodas (.lliiiaes falla-se que o governo
nho! c-xig! satis! g5es ao gaverno brazilei-
:!vamente ao eso de s-.u concidado ver-
gastado no Rio de Janeiro, dentro do qaa.-.el
iv 7- de inanteria.
alment*. diz-Be em rodo3 iplomaticas qu
l :am d fmldades de alguma iaapartanc.a
tnlre os governos de Hespanba e dos Estadas-
bUm.
A que informou a questaa o igina-se na in.
fevW3(io daquelia Uepublica eos soccesso do
3 ili.
-- S. M. o Rei D. AtrjUo X!II tem experi-
atestada sensiveis melboras. e espera-se pelo
sea creve reslabelecimento.
Parliu para N.w Yark a caravela Santi
Mar, escoltada pela canboaaia bespaobola
B Lazoo.
O itinerario da viagem Ja princeza D. Ma-
a Saiaa fai usado e:u diregia a Parlo Rico,
ivaoa, Maaazas, N.wYjrk e Cbieago.
A viagem sor feta n'am dos piquetes bes-
J6i.ij a, fcpenalmi-nte fretado, e qae tambem
con asir o sequilo de Sua Alte- a, ce.uposto da
arqu za de Cam.l as e duques de Tamanes e
eragaas.
A princeza e seo esposo D. Antonio s B,ur-
ban, na representago da corte de Hespanba em
jTcago, devemexibir-se com pompa e et'queta
rdadei;ament real.
Em circnloa diplomticos affi'mi-?e qu o
Ycicano trata de reconciliar os Borbons de
fcipinbi.
Re na grande agitago em Madrid.
Correm com iu.-is'.en;ia noticias de qae ac-
jsBiua se aa ilha de Cuba am movimento favo-
;s?e ao protectorado dos Estados Uaido3.
Assegara se que o governo tem informac5es
oontirmatorias de taes noticias.
Realizoa-se na capital am grande m-etiog
ro.n o fim de appiaudir a attitnde dos republi-
anes.
Pronunciaram se discursos violentos contra a
anrcMa.
A polica (ez dispersar os manifestantes, ha
vendo um serio conflicto.
--Em Madrid os protestantes realizaran) no
Aa 5 am meetiog contra a oongregagao de San-
io Ignacio de Layla.
Dc-a-.-o do edittcio em qae se realisava a reu-
rt&o, rebentou ama bomba de dynamite, causan
do destrogos.
Os assistentes fugiram apavorados e do atro
pello, mais qae da exploso, resoltaram feri-
mentos.
A polica tem effectuado a prisao de varios
aarchistas aaspeitos de terem tomado parte na
errivel explosao do da 2 do correte.
A polica no dia 10 consegua dispersar os
tipos desordelro) qae alarmavam a popolagaa
de Xerez, sob pretexto de commemorar oanol-
wrsario di execogao dos aoarebistas.
Os aoarchistas compromettidos nos ltimos
saicessos dessa cidade (oram absolvidos no da
ti.
Continuam as desordena em varios pontos
da Hespanba e cada vez com maior gravidade.
O motivo destes conflictos sanguinolentos
jeapre a qaestao religiosa, qae apalxoaa a po-
ptlaco. i
O governo ordenou qae as mais severas medi-
das fossem tomadas, em vista de terminar as
desordena. -
Heala conformidade, effeotoam se numerosas
wisoes.
Em Barceloaia a sitoaoao e aproveitada pelos
loarcbistaa aatraogeiros, qae vio seado expal
sos, coa.muando no entretanto os cooflictos ea
tre oi.bolicos e protestantes, tendo no dia 6 por
occavaa de una das desordeos, exp'odido ama
bomba de dynamite, qae, elizmevde, nao conaa
victimas.
A 3git*dara.aaari'bisU Thereza Cbarmoot ni
partir parfctajaella cilade.
Ah bsnwe um meetiog de esiulant s m op-
posigai ac gaverao.
Hoave desardeas que motivara a a intermncio
da polica, d.apera i. do es a os turbu'u tos-
Igual mente realisjusa n'jata cidade am mee
tlng de protesto contra o (aaccionameato a
igrejs ngllcana em Madrid.
Em orna explcaao as minas de cia'ao do
Carthagena morreraa mus de 30 operarios.
O conde de Caspo, governidor geral das
iibas Pbllippiaas, fai demittilo do ca's;o.
-^0 partido republicano h83panliol tenciona
allisr se com os republicanos por:ugue:es.
Mensagem SeproduticriJ3 hoja a parte da
mans3gom do Bsm. governador ao Coograsso
do Estado, bontein publicada, por ter a mesma
sab do com erros de revisSo e transposigao de
periodos que detorparam o sendo.
Senado de PernambueoElTectaaa-se
h nteai a 2* sesso orainina sob a p-esidencia
do Esm. Sr. Dr. Albino Gang^es Meira de
Vascoacellos.
E'liveram presentes os Sra. A'bino Meira, La-
na Freir, Ana.archo Lapes, Gongalves Ferreira.
a>aiaqui?s Gon;alvea, Barros de Lacerda, S4 Pe
rtira, Piaho Bo-ges, Peretti, Serra Martios, Er-
mirio Joanaho e Velloso.
Poi lida, sen lo approvada : em Je >ate ajada
da sesso iniecedente.
O Sr. i. secretario proceden leilara do se-
guate expediente:
Um ofhcio do 1. secretario da Cmara dos De-
potados remdenlo as segainws reaclag633 all
iniciadas pelos projeclos o. 48 d; 1892, mandaa-
do pagar ao a!fe-es da goard i local, Sevenauo
Jdf da Silva 03798i, vantagens a sua reforma.
A' 3.' commissao.
N. 81 do 1892, mandando observar certas dis-
posigOes na reorganis .gao das Secretarias, que o
governador tiver de faier.A' 3.' commis).
N. 82 de lo92, dando aos jaiz s de d reto do
municipio do Recife as aitribu gOes de caear.A'
i.' commisaao.
N. 86, declarando que o imposto de qae trata
o n. 8 da tabella sobre industrias e probsses do
orgamento visete refere se exclusivamente a
classe dos importadores das me-calenas no
mesmo mencionadas.A' 3.* commissao.
Outro do mesmo communican loa abertura dos
trabalhos e a eleigo da mesa.Inteirado.
Outro do mesmo, remetiendo duzeatos exem-
nlirt-s da Synopse dos trabalbos em 1992. v'
distribuir.
Outro do secretario do gover.io remetiendo a
ofermaga) pedida sobre o desfalque do Tnesoa
ro.A' qaem f z a raquisigaa.
Outro do mesmo remetiendo aa exemplar da
resolugao nao aaoccioaad?, iniciada no Seniio,
praviieocianda sobre co alertos da Gompaa lia
Recife Drinag'.A' 3 commissao.
Ou'ro do mesmo, tdsgi, dem iniciada na C-
mara dos 3rs. Deau'.alas. orcaado trecsita e
despesa do Estado para 13J3. -Iateirado.
Oalro do mesjo devolvendo os exemtlares
das resoluges aaaccionadas sob ns. 5ia 59.i'
arc.hi r..
Outro do na.smo acensando o recebimenlo do
exemplares da; leis os. 51 e 52, publicadas pelo
Senado la eirado.
Ojtro do mesmo remeendo copia do contra-
cto celebrado em 28 de Outubro de 1890, na di-
rectora ge ral do contencioso doTbesouro Nacio-
nal euira os incorporadores do Banco Emissor
de Pernambuco e o governo deati Estado para
o emprestimo de dez mil coates de ris ao mes
0i0 Estado.A' qaem fez a requiagSo-
Oatro do mesmo remetiendo as iaformages
solicitadas em 28 de Juaho de 1892 sobre acn-
tecimeiitoj na capella do Rosario de Fernando 'e
Narorba.A' queaa fez a reaataig&O.
Oatro.do cnsul britnico gradecenlo o con-
vite para assis-ir sesso de abertura do Con
gresso i' pediodo discuta por nao poder compa
recer.Inteirado.
Ou'ra do cnsul dos Estados Uaidos da Ame
rica do N rte, no mesmo sentido.loteirado.
Oitro da veneral irmaadade do Sr. Bom Jess
dM,Pasaoa do Ricife convidando o Senado a as-
sislir aa p-ocis-0 ,'S '.que realisa nos das 16 e 17
do correte.Inteirado.
Ootre lo Sr. senador Dr. Manoel Gomes de Mil-
los, reiterando a declaracao de haver rouonciado
o ?ou mindato desde o dia 28 da Julho de 1892.
Inteirado.
O ir. presideote communicou ao Senado a pu
blisagao que nesta dala faz, nos termos do art.
SI a Gnstitaigao, da le sob n. 60 qae em outro
;: iaserimos.Fizeram-se a tal respeito as
devidas communica,6es.
9 Sr. Milainas juitiflca a seguate mogo
que, apoiada e po3ta em s'.ussao, app^ovada
par uaaoimiJ.a ;e do votos (o:zc) depoia de orar
o Sr. berra Martn?, que reque-cu 3 ob'.eve (osse
nominal a votag&o.
O Senado lastima que o S\ governador do
Estado, faltando i delicadesa escencial s rea-
ges o(fi:iaea, tives3e injuriado e calumniado
membro3 do poder legislativo, e deixado, no
merecido olvido aes off:ns:s, pissa ordem do
dia.
BerraMatna D*. Malaqaias. >
Foi lido pelo Sr. f secretario am projecti
sob n. i., assignado por se3 9n. seaadores,
declarando que a le n. 52 de 3 de Agosto de
1892 nao ordenou nern perm ttio a dissolugo
dos coacelhos muaicipaes eleilos, por ser con
ira: io constituigao e que o governador, no pra-
Zj de 48 horas da data da promulgagio da pre
sent le;, restabelecer os concelhos xul :ipaee,
prefeitoa e sub-prefeilos, dissolvidos por forgs
do dei reto de o ce Agosto de 1892.
Passou-se ordem do dia.
Rejeoa se por desempate em 2* desuaii o
art. 1 da re.'olago iniciada na Cmara dos 3ra.
Oeputados pelo projeco a. 6S de 1892 a de que
trata o piruc.r n. la do mesmo anno (aomea-
gao de urna commissao pira dar um plano de
esludos pan o Lyceu das Arles e OB;iO')-
Fioan :o rejeitada a resolugao, o Sr. p.-esidec
te declara que neste sentido a officiir se a Ca
mar dos Srs. Depotados.
.'.oatinuando a i1 dscussao da resolugao da
Ja .ara iniciada pelo projecto n. 16 de 1892, e
de que tra'a o parecer n. 16 do mesmo an o
(impostos as manicipalidades) foi rejcitado de
poia de orarem os Srs. Lana Freir, Aristarcbo
Lepes. Ermino Coutinlio (p la ordem) e Piretti.
Aoprovoa se o art. 3a depois de oraremos
Srs. Velloso (da>s vazes) enviando a masa ama
emenda sob o. 1 qae foi sejetada, Aristarcbo
Lopes. Malaqaias e Pinbo Borgea.
O art. 4- foi approvado sem debate.
Dada a hora u Sr. presdeme levautoa a aes
sao designando a segainte oriem do di. : coo-
ticaagao da antecedente e mais a 3* discussao do
parecer n. 100 da 3* commissao e parecerer de
eoaMaefei.
LSI N. 60
O Dr. Albino aoogalves Meira da Vasconcel-
loa, preaidente do Senado do Estado de Pernam
buco.
Fago saber ao'> qae o presante vrem que o
Congresro do Estado decreta e promulga a se-
guale lei :
Art. 1 Fica considerado sem effeito o decre-
to dr 24 ae S ;tembro de 1890, que desmembrou
do termo de Ipijuca para o da Escada os enge-
nhos ienomioados : Atalaia, Uniao, Fortaleza,
Soledade, Timb-Asad, Sibir da Serra, Belm,
Para, Gaypi, Jatob e o povoado de S. Jos.
Art. 2.- Fican revogilas as diaposigOsa em
co trario.
Senado do Estado de Pernambuco 8 de Mar-
go de 1893
Dr. Albino Gongalves Meira de Vascoacellos,
presidente.
Cmara do Depotado* Fuaccionou
hontem sob a presidencia do Sr. Dr. Moreira Al-
ves, tenio comparecido 19 Srs deputadoa.
E' lida e approvada sam debate a arta da ses-
so antecedente.
O Sr. i- secretario da canta do segainte ex-
pediente :
Oficio do 1- secretrrio do Senado, datado de
4, commonicaodo qae os Srs senadores compa-
recern a sesso de iastallaco do Coagresso
no dia 6.Iateirada.
Oatro do mesmo commaoicaado qae o Senado
proceden a e'.eig&o da mesa em seisSo de 7.
Iateirada.
Outro do Sr. Jos Mara de Albaqoerqae e
Mello remetiendo o dioloar que lne foi exped.
do pelo Coacilho Municipal, na qailidade de
deputa 11 ele.io na vj^a abrta pela reaancia do
Sr. Dr. Jao de 9'iV-!,ra*' oummi3so de in
qaeri o.
O jiro da ir aaiaa 11 le da 8 aior Boca Jess
oi t'jgas oo.ividi ido a Cmara a se represen-
tar na prooiaso qui vai celebrar em 16 do cor
rente. O Sr. presid Ble convida aoi Srb. depu-
tadoa a comp-re-cerem oaqaelle ac:o.
Pa-ioa ae a o*dem do dia.
Biu-a tm 2* discussao o projecto a. 84 de
f892 do art. 7- po. dianle e approvao sem
lebate, seado dispensado o intersticio a reque-
rimeuto do Sr. Martins Jnior.
Suoiisitida a 2'disc-osa) ama pmindiapre-
seatada em 3", do projecto a. 76 tambsm de
1893, approvada iado o projecto a commissao
de redaejio.
Entrando em 1" discasso o projec'.o o. 1 do
correte ann >, approvado tanda orado os Srs
Cuaba Raballo e Martias Ju tior.
E' dispnsalo o inters.icia a reqaroie to do
Se Martin: Jnior.
WaJamiib Inveni-o a tratar, o S1. piesideate
levQta a csso, dcsii?Qaado a'segainte ordem
do da para a sesao de |u|e : 3 discussao do
projecto n. 84 de 1892 e 2* do de n. do cor
rente anno.
Municipio de Hurlkeca -Palacio do
Governo do Estado de Pernambucoi.- secgo
em 7 de Margo de 1893.
O governador do Estado reaolve declarar :
1.- qae, ca organisagao do maji-tcio do mu-
nicipio de uribeca, segundo o ofBc.o da 17 de
fevereiro rindo, do Prefeito ea icforma;io n.
84, Je 23 do ar sao m;z, do leapectar geral 11
lastra celo Puolica, foram apr.vei'.alos as se*
gumtes prufessoras:
Mana Candida Tavarcs le Mello, da cadeira
micla do Piedade.
U-solaPesso de Mello, da de Dsmareacao.
Antonia Komaalda Pessoa de Mello, da de Ba-
taiha.
Mara I^oacia de Jaaa3, da do s > feminiuo
de Venda Grande.
2.- que li-.a e_o> dlspoatbiiidad, nos termo
dos arligos 12 e 11 das DisposipSfs transiloria-;
da (jonsiitaigo e da lei n. 53 de 3 de Agosto
de 1892. o prefesor da cadei a do sexo masen-
lino de Muribca, Antonio B-Uarmiao dos Santos
Leal.
Remeta-se copia do presente acto o I ispee-
tac Geral da I utraego Publica e aa T.iesouro,
para os devidos SasAlexiadre Jos 3arbo3a
Um.
Municipio de Salsu iraPalacio do
Goverco di EstadJ de Pernambuco4. secgao
em 4 de margo de 1893.
O governador do E-tado reaolve declarar qu--,
sguido o uflirio dei9 da Dasembro ultimo, do
Prefeito do municipi da Sal^ueiro, forum apro-
velludas na organ'sigao do magisterio da meamo
municipio os .-eguintes professores :
Manoel Antonio L: da cadeira do sexo mas-
culino do Salgueiro.
Aana Eupbrosina de Barros e Silva, da do
lexo femioino de Salgueiro-
Remella* se copia Jo presente acto ao inrp..
tor Geral da Iastrucgo PcjIm i e ao Taasouro
pira os uevidos fias.Aexandre Joc Barbosa
Lima.
rVomeacaoPor acto da 22 e Fovereiio
foi nomaado'.acob Laiz da CarvaltaO para o pos-
:a de alfares da 3-'coapaabia do Corpj Poli*
sisal.
Bv-formaEm 23 do mesmo mez foram r.v
fo mados Joaquim Flix B.zarra Cavalca.te e
J.'ao Peres Ferrei-a nos postas de capites do
Carpo Poli ul co n o sido a qua i.verem dire.'
io na fo 'da da le, visto conidreoa mais da dez
anuos de se wgo e se acbarem pbysicameate
imposibilitados de coatiaaar a servir, segn lo
o parecer da junta medica, de 2 do referido
mez.
IiSkd-3 re*poa llostrada redaega da Gazeta do Recife se expri-
me a rerpeko da incoastitucicoal leide respiran
b.lidade que os Srs deputados vao fazer passar e
que j deram inicio ni respectiva cmara.
> O primeiro acto da Cmara dos Srs. deputa.
do3,no periodo legislativo que acaba de iniciar,
'oi a aprese Uaejao do projecto de le que nev re-
eulir o prooesao e jaiga.uento do Goverusdor do
Estado uos crimes da responsabilidade.
Ese projecto foi hontem justificado pelo Sr.
Martina Juoior e dispensado de impresso em
ateneo p^.ra entrar hoje em 'i^cuo.
Entre a3 suas mais imparlantcs diposig5es,
li:;u a, como um doseffeiios da proced- p.^ia da
aecusago ao Givcroador, reconbucida pelo Se-
nado,ti car o aecusado privado do exercicio e
su is fiiucgOes al a senteng* absolatona ou con
deaiantoria.
E' por esse precipitado camiuho que o Poder
L'gitdatiVo p'eiende retirar em breve da admi-
oietracio da Estado o Sr. Dr. Barbosa a\au.
Entretanto o alvilre tem sido discutido e ge-
almenie tachado de lnconstftuciooal. >
Municipio de CmbreaSal das ses-
aOes "o conceibo municpjl de Cimbres, 4 de
Mirgo de 1893.
Musir cidodo, coucelio municipal de
Cimbres ro.-vnaoica-vo* que, em aeasao solem-
ne qae hoj'- leve I;ga foi decia-ado constiuilo
este manicipio. de accordo com o ->rtK> 6. das
dispcsig5;s traasoria? da lei estadal n. 51 de
de 3 de Agosto de 1892; em coQaequencia do
qae eatrou o mesmo municipio na admini3tra-
go dos servigo; que lne competem e no gozo
de sua autonoma, respeitados os limites mar-
cados na conjtitmgo e mais legislago do Es-
tado.
Po* osle importante e grndio30 acontecimen-
io, este concelho envia-vo3 as mais sinceras e
cordiaes conard'.olag5e3, pois ce-lo que a v),
ao vosso patritico e proveitoso governo, se deve
a conquista de to g-ande e gigantesco empre-
beadioeato.
Sal? e fraternidade.Ao lilus'.ra cidadao
Dr. Alex:ndre Jos 3rb03a Lima, M. D. gover-
nador do Estado.
Honorio Thonono de Carvalbo Carvacante.
Presidente.
Ambrosio do Reg Barros,
i. Secretario.
Jjs Alexan re Carreia de Mello,
2. Secretario.
Copia.adate de pesiuaira, 4 de Margo de
1893.
lia. e Exc. Sr. Dr. governador do Estado
de Peraambnco.
O municipio de Cimbres, con: i uido na forma
da lei, representado pelo concelho municipal,
prefeilo e sab prefeito, abaixo assigoados, tendo
coahecimeaio pela impren a diaria d'este Estado
qae apaixoaados e avealureiros polticos pretea-
dem, comanlo, talvez, sem razao, como aunlio
das forgas federaes, empolgaro poder, promoveo-
do a retirada da pessoa de a v. Ex la adm ni3tragao
do Estado, por meio de urna deposigao, qae traria
como consequencia o derramamento do angue
dos Peroambacanos, a semelQanga do qae j
praticaram em 18 de Dezembro de 1891, feriado
mais urna vez a Coosliiuigo poltica do Estado,
confiado no patriotismo do V- Exc. que tem sa
bido desde que substituto n'este Estado a cele
bre junta de execranda recordago, distribuir
completa jaaliga sem excluir a energa qae lhe
e caracterstica e tor na-se necessario, vem pedir
em noae dos municipes e mais no dos Peroam-
bacanos que V- Exc. aiada urna vez. mostrando
o amor qae dedica a este Estado qae honra se
em Lhe ser bergo, e desenvolvendo sua energa,
contando sen lado com as tr..dlges e conbe
cido patriotismo doa bons Parnambucanos, nao
eonainu r<"e a insigniricante parte dos mal in-
tencianados que (azem opposicao no governo de
V. Exc. leve a effeito seos planoa tenebrosos,
manteado se V- Exc. no poder, para defender
a autonoma do Estado ; pensando qae o glo-
rioso exercito de qae faz parte a goarnigao de
Peroamouco nao se prestara a servir de instru-
mento para o massacre dos Peroambacanos em
beneficio d'aqaelles qae odeados pelo povo nao
poderao consgair a sadsfagao dos seos vis inte-
resaos.
Na altara do saas forgas este Ministerio ofV
rece a V- Exc. todo o seo apoio no sentido de
ser firmada a autonoma deste heroico Estado
que lhos desnaturados pretendem rebaixar.-
Saude e fraternidade. Ilm. Exc. Dr. Alexan-
dre Jos Barbosa Lima.Digo8simo governador
do Estado de Pernambuco.
Honor i no T. de Carvalho Car valcante,
Presidente.
Aagnsto Rodrigues de Freitas Caraciolo,
Vice Presidente
Ambrosino do Reg Barros,
i. Secretario.
Jos Alexandre Ccrreia do Mello,
>. Dito,
Caios Andr Simes.
Francisco Cavalcanie de A. Santos.
Anloai Rnno de Mello e gilva.
Manoel Gildioo do aacimeoto.
Francisco T. Cavalcanie de A buquerque-
Concelbeiros.
Aadr B zarra do Reg Barros
PrefeMo.
Joi Cavalcanie de Carv Ibo.
SubPrefeito.
Municipio de Uuaraiiu- Coacelbo
Municipal da villa da Iiuirasa 28 de Feverei-
ro de 1893.
illastre cidado.O Concelho Maaiclpal do
:u ir a tem a honra de rommunicar-vos qae,
aibaado-se este municipio divid lo em d.stric-
tos, elaltos e juramentados os respectivos jaizes
e pablicado o regiaealo iute-oo do Concvlbo e
PrefcUara, assim com > o o gameato e odigo de
pos.a-as e leis de forga municip.l a t lalrucgaa
publica, como veris d .s inclusos impressas, o
prefe;to, em virtade do disposto ao a't 6" das
daposigoes transitorias, da le orgauicu n. 52,
declarad] em sesso de Boje coisti-uiloo o mu^i
eipio.
A esta importante u.'.o qae voa foi logo coji
manicido-por telegramma assistiran todas as
aatoridaie julioia-ias e policiaca do municipio e
grande nuuaro ue pessoas -alas do meamo,
as qaacs assignaram a rape ::va acto.
O prafrilo, na breve e i.loqueule allocugo que
proferto, j sdi" soa ios oi ac os do conceibo e
eoo-luio sjxaireado a voss saa e patr.o.ica
a imiois'.ragao, no que foi acoapa hado por
tolos os memb:os do CLnceibo e por toda? hs
autoridades e cidalos preseotts. que eriiucram
eaihusas'icos v.vas a v:, ao povo peroambu-
cano e aos habitantes deste municipio.
ara qai possais m indar entregar ao maaici-
pio os impostos da decima urbaaa e abitimea'o
do f/ado. declara ejto concelho qae se compro
met; afajer a despezi da iliumioagao publica
ab indo am para es se iiaa o endito qae for ne-
eessorio.
O prefeito, aatorisado pelas leis muaicipaes
s. 5 e 6, est organistnJo a forg mun'cipal e
dar vos ha, sam perd de lampo, sciencia dos
professores qae foram aoroveitido3 e da3 que
acarara em diepoai iiii lade.
Sade e fraternidaie.Ao tllustre cilaaao
Dr. Alexandre Jo Baroosa Lima, mu digno go-
veraador do EstadiO Francisco Cockl.s Tai-
xeira de Araujo e Silva, vine presidentelos
Francisco Jayma Gilvao Jeronymo Ll,ao da
CojIj MachadoFrancisco Joaqaim Cavalcanti
GalvoManoel Haariques de Miranda Accioly.
p-dra luael -O Sr. Dr. Antonio Cordel
ro Fonsecade Madeiros fez nos a fineza de tran-
smitir a seguale e cariosa noticia, que passa
mos ao coaheciments dos nossos leitores:
A pouco mais de 15 kilmetros a oe3te de Ala-
soinbaa, no lugar designado Cacimbas, mu
nicipio de Pa3queira neste Eit di, existe ua
verdadeira obra prim da natureza : em um dos
contrafor.es da grande cordilbn: Buc, uata-se
ama enorme pedra a qae os naiuries deno-
minaa pedra (urada pelo faro coasiderav l
qae ella apr-sen'.a em urna altura de 3.100 ps
sobre a planicie, formando as3im uoi tnel Je
3.5-30 ps do dimetro, 1.75) de raio, mediodo
toda a c, i :ia 10.500 pes do compri-
ojelo ou luaior 1.444 pea que a maior ponte do
icunlo a do rio S. Lou eago, ou quasi oito ve-
zas a poata pensil de BroeKtia a New Yo k.
O luael mata comprilo o .eS. Goihardo na
Sa sa que inede 9 m-luas; e no coutin-nte ame
rcana o de Hos3; Tjnaelqae tem 4 3/4 mi
Ibas de comprimalo, mas em Peraambuco a
ne-ra luael m de urna altura que ora preciao
ama locomotiva qua tivasse pelo menas3.0?5
oes tambem de altuo, e que t as ofcinas ae
Kupo senam capazos de fabrical a.
Amina mais profunda at hoje coahecida a
da St. Aodr da Poirier em Franga qua tem
3 083 ps de profundade, ou menor 17 ps do
que a altura da pedra em queslao. O edificio
maior do muudo o Frebaua de Vienna que
accommoda 2 00 pessoas em seas 1.500 depir-
tamealos, m3s a rea dacircamferencia da pe
dra tnel* em Peraambcco alojarla au numero
tal de pessoas que -eria igual a opulago de
una grande c.daJe.
as facha! s lateraasdesta gigantesca pedra
se encoalraiu d versas aniaaes. coao sejam ele
.liantes, kigados, etc., to bem talbados que
bem patenteiam ciazel hbil de um bom escal-
plo r.
Os naturaes attribuem a sua procedencia ao.-
bollandezes.
Tambera so co'.am diversos hieroglypbos de
antigaidade incalcuiaveis que bem demoestram
vestigios de um povo c.vilisado que babitou o
Brazil em pocas muito anteriores ao sea desee-
brimento, quer forem Egypcias, ou PheniciuS.
A formagao do toael coincide certam ata com
a data da formaga da pedra.
O terreno miiropbe am terreno puramente
pluionico.
Matriz do Coi-po-9nio.N'essa lereja
(Matriz) celebra-se uo prximo domingo, 12 do
correte, pelas 11 horas do dia, solemne Te
Deum em acgo de grafa pelo faustoso annver-
ario q injuagesimal da sagragao Episcopal do
S nto Padre jeao XIII, Pontitice glorio3amectc
reioanie-
A assistil-o 3".o convidados ostteia catbolioos.
Recitar u'esse acto a orago grculatorio o
respectivo Parocho.
Escolas munielpaes *or acto de hon-
tem o S-. prefeito organisoa o easino deste nia-
aicipio, distrlbaindo-os em 10) cadei.as.
Dastas 45 sao do sexo masculino. 43 do ferxi-
nioo, d'enlre as qaaes 10 o mixtas, e 10 no
claroaa.
Na desigaagj qua fez. o Dr prefciio aprovei
tou dos professores do Estado os qoe em segui
fe damos, tolos titulados ou de mais de 5 an-
uos, nos termos do art. 12 das DispoalgOes Pro-
visorias da Constituigao do Estado.
Es os nomes dos nomeadose as ras em jue
devem,a8 escolas funecionar :
FREGUEZIA DO RECIFE
Professores
1' cadeira, com eseola nocturna, ra do Bom
Jess, professor Benjamn Ernesto Pereira da
Silva.
dita, roa da cdela, profes3or Domingos
Nunes Farreira.
3* dita. Pilar, professer Sobas'.iao de Alba
querque Mello.
Professoras
! cadeira. roa do Bom Jess, D. Harmelioda
Collecta de Souza Ribe ro.
2'dita, ra da Cideia, D. Clementina Eiiza
Mooteiro.
3* dita, mixta no Pilar, D. Mara Francisca de
Berro*.
SANTO ANTONIO
Professores
l" cadein, roa 15 de Noverabro, professo
Francisco de Paula Lias de Carvalbo.
2* dita, Visconde de Inaauma, prof-.saor Luiz
Marques Vieira.
3" dita (com escola nocturoa) ra da Palma,
professor Alberto da Silva Miranda.
4 dita, pateo deS. Pedro, professor Vindimial
Ribeiro Soares.
5* dita (com e-cola nocturna), ra do Cala
bongo, .iribor Uvii-ao da Silva Raos.
Prcfeasoras
1* cadeira, ra 15 de Novembro, D. Adelaide
Augusta da Silva Mello.
2* dita, ra da Palma, D. Luiza Imelia de
Drummond.
3" di:a, pateo de S. Pedro, D. Gailhermina
da Silva Miranda.
4* dita, paleo do Cirmo, D. Marta da Purifica-
gao Silvelra.
5* dita, mi Visconde de labama, D. Mara
Eoygda de Almeida Montelro.
S, JOS'
Professores
Ia cadeira (com escola nocturna) Floriano Ba-
ptista de Oliveira.
V dita, Coronel Suassuna, professor Joaqaim
F-rrreir /illela de Araujo.
3* dita, roa de Santa Rita, professor Cyrillo
Angosto da Silva Santiago.
4' dita, Herval, professor Francisco Marques
da Triodade.
5a dita (com escola nocturna), roa Imperial,
professor Pbilomeno Raymundo Clanes de Lima.
6a dita, extrema na roa 89, professor Manoel
Candido Fernandos Pires.
ProfesBoras
1* cadeira, Marcilio Das, Beatriz Gailhermina
de Miranda Oliveira-
Ia dita, ra Coronel Saasauna, D. Marta Toe-
reza de Miran 1?.
3a dita, mixta em Santa Rita, D. Aana Angas-
ta Gailhermioa da Cooceigao.
4a dita, Herva*, D. Marta do Carao de Drum
mond.
5a dita, ra 89, D. Evangelina Americano Ar-
coverde.
6' dita, extrema da ra 89, D. Antonia Ce-
mentina de Souza Ribeiro.
BOA VlaTA
Professores
ia cadeira, roa da Imperatriz, Romualdo Au-
gusto de Soasa Navarro.
2a dita (com escola nocturna) ra Velha, An-
tonio Eu'himia Vianoa.
3a dita, Piras, Gaspar do Niscimeoto Regueira
Costa.
4* dita, Rosario. Joaqaim Pedro da Rocha Pe
reir.
5a dita (com escola nocturna), roa Viscon-
de do Goyaana), profe3aor Mimede Jastiniano
dos Reis.
6a dita, Soadade, p-ofessor Jos Firmo Ri
beiro.
7a dita, C.mpa Verda, Flix Valois Correia.
8a dita, ra d i Ia'.eadaocia, professor Antonio
Vieira de Barros.
9- dita, Fernandas Vieira, Aolpho Silvoo
Baudel.
10a Jiti, Sinto Amiro, eo;lec!aao Ferrei-a
dos Siato?.
Profes.-oras
Ia cadeira, Roa da Imperatriz, D. Waldetudes
Primitiva da Silva Ramos.
2a dita, ra Velba, D. Mua das Mercs Garda
Chaves
3* dita, ra da Uaio, D. Mara Cmtra de Li-
ma.
i" dita mista, ra do Rosario, D. Marcarida
Amelia da Silva Rosa.
5 dita, roa Visconde de Goyian, D. Acaa
Pomposa da Cruz.
0a dita, Soledade, D. Igaacia Barretto C&meiro
Leo.
7 dita, mixta, no Campo Verde, D. Miria Rila
de Aguiar Foas^ca.
8a dita, rui da lateideacia, D. An:a habel de
Oiiveira.
9a dita, Feraandes Vieira, D. Francisca Sez-a-
aaatadeSouzi Ribeiro-
10* dita, Santo Amato, D. Fiora da Silva Antu-
nes.
GRAg
Professores
Ia cadeira.com escoa nocturna, Japuoga, pro-
fessor Miguel Archanjo do Silva B aga.
2a dita, Manguinno, professor Alfonso Mooteiro
Pessoa.
3a dita, Estancia, professor Inaocencio Men les
Lope3 deMendorogi.
4a dita, Cruz das Almas, profe33or Manoel Pe
reir da Silva.
3a dita, EsplQheiro, professo' Josa Felicia da
Caoba.
6a dita, Hosariaho. professor Felippe Benicio
Correia de Figueireio.
7a djla, Campo Graaia, professor Gaspar An
toaio dos Reis.
Professoras
Ia cada i a, Cipanga, D. Anua Anglica de Al
buquerque Mello.
2; dita, MabgBiaho, D. Ealalia ce Lima Naces
da Silva.
y dita, Bateada, D. Maria Joama Wanderky
Araajo.
4a din, Crai da Almas, D. Marta dao Merc)
i. Jrammoad
~* c-ti Espiaheiro D. Varia da ?a rocinio Ca
valcante DcbOi.
6" 'Ha, Rosa inao, D-Coliea Sido de Bar
io; Falco.
7a dita, mixla, no Campo Grande, D. Mu a
Fraucisca de Barros Campado.
APOCADOS
Profe33ores
1" cadeira, com esco'a aectuma Laigo da Pas,
professor Fraacisco Aaa.acio da Silva.
2a d.ta, Remedios, professor Jos Xavier da
Cuaba Alvareoga.
3 dita, Migdalena, professor Joaquim Borges
IJcba.
4a dita, Torre, professor Jo^j Paulino da Silva
F.lho.
5a dita, Barro, profe?sor Ioaquim Rafa Bd?.
ProfeSO-as
1 cadeira, Liego da Paz, D. Maria da Concei
gao Braado Cavalcanie.
2a dita, mixta, nos Remedios, D. Generosa do
Reg Medeiroa Ciavalcaote de Albaquerque.
3a dita, M glalena, D. Rosa Anelia de Castro
Maais.
4a dita, Torre, D. Amahe. arneiro Peana
Forie.
5a dita, Barro, D. Mara Flora Coloaabier.
peco
Professores
i cadeira, Pogo, professor Mancel Jos dos
Santos To.xeira.
2" dita, Saol'Anna, professor Clodoaldo Aris
theu da Rocha Pereira.
3a dita, Arraial, p'Ofe3or Jos Muccaao da
Cosa.
4a dita, Mooteiro, I ialino Isidcro da Costa
Vieira-
5a dita, Apipuco3,profe-C8or Javeaiano Jos Si-
mees.
Profescara
Ia cadeira, Pogo, D. Isabel de ll.dlaada Cavul-
can'.e.
2a dita, Santa Aana, D. Maria Is bel de Mello
Moura.
3- diia, Arraial, D. Maria Jo: Pessca Ayre^.
4" dita, mixta, no Mooteiro, D. Rufina Onalia
Freir de Albuquerque.
4a dita, Aoipuco?, D. Mana da lonceigSo Aze
vedo.
VARZSA
Professores
Ia cadeira, Varzea, professor Luiz Felippe de
Carvalho.
2a dita, Ipatinga, professor Joaquim Claudio
Pereira Jnior.
3a dita, Cixing, professor Francisca Abren
de Macedo.
4a 'la, Cordeiro profesor Jos Gongalves dos
S:n(os.
Profes.-o:as
1 cadeira, mixta, na Varzea, D Maria Aelai-
de de Carvalbo Oveira.
2a dita, Caxang.D. Z-Unir Philoaena Ratis
o Silva.
3 Jila, Ipaticga, D. Joaana Aa^usla de Albu-
querque Jacome. ?
4a di'.a, Cordeiro, Francisca Arcelina dos San
tos.
Vacclnuoo directa llavera boje, 9
do correrate, s 11 hor;s ao o tio dia, haver no
Ias'.Lito Vaccnico Municipal, vaccioago publi-
ca, sendo a lympba extrabida directamente do
animal p ra as pessoas que se apro:eiturem a
euse lio.
Fatal casualldadeNo dia 2 do corre-
te na povoago de Itapissuma, achaodo-se Joo
Aaastacio com outros companbeiros fazen lo urna
escavago oa prooriedade do negociante Saixas,
que tica prxima aquella povoago, succedeu
desabar urna barreira que apanoando o, matou o
instantneamente.
O fado fai iateinmente casual
adanea de morarloDo dia 12 do cor
reate em diante o 'rem di Russinha regressari
de3ta estagao a 1. 10 da larde, chegar da Vic
torta as 2. 15. continuando em vigor o horario j
es'abelecido de Victoria para esta cidade.
Vapor Aper Essa vapor brasileiro es
peradodo sal at o da 14 do correte, seguindo
dep; s de pequea demora, directamente para
Sanos.
Iilastraco Hespanboia Pela Agen-
cia Literaria Internacional foi-nos remettido o
n. 4 do anno XXXVII dessa revista.
O .presente numero ea ioteressantissimo,
trazando na primaira pagina o retrato do im
mortal poeia Z>rr lia. fallecido ul.mmente.
Ao Sr. Leopoldo A- da Silvedra, que nol-o
offereceu, apresen tamos os aossos agradec-
meatos.
Hospital Poriuguei Sao convidados
os Srs. socios a reaniram-se em assembla ge
ral ordinaria, para dar camprimento ao disposto
em seas estatutos, no dia 12 do correle, ao
mel dia.
Foros de terrenos de marluba
Sao prevenidos os respectivos foreiros qae at o
m deste mez deverao pagar os seas dbitos
relativos ao exercicio de 1892, cajas coalas, es-
tando liquidadas, serao remanidas a juizo, (indo
dito i razo, para a cobranga exe otiva.
Ficam aviaados.
Casamento civil Foram affixados no
dia 8 do correte editaos de proclamas de casa
ment dos seguales contrabentes :
P.imeiroa proclamas
Man, el do Carmo Almeida, morador nafre-
guezia da' Varzea, com D. Julia de Brlto, mora-
dora na fregoezia de Santo Aalo io.
Manoel de Siqueira Barbosa, praga do 14- ba
talhao, com D. Francisca Franc na Lima, mora-
dora na fregaeza da Boa Vista.
Foram hontem lidos os seguintes proclamas
de casamento no 2.a e 3.* districtos :
2.* prodamma
Da Argemiro Hemeterio Raposo de Hallanda
com Maria da Conceicao Silva Cavalcanie. Elle,'
viovo, residente a freguezia de Afogados, ella,
solteira, residente a fregaeza da Varzea.
I." prodamma
De Flix Innoceocio Gomes, com Josepha Ame-
lia de Aaorim, soltciros, res.deates a fregoezia
de Santo Antonio.
Conapannia Agrcola e Mercantil
de Pernambuco No escriptorio deesa
Compaohia sao pagos os coupons oa jaros das
obrigagCes prefareaciaes, at o dia 15 do cor-
reate.
Companhla de ser iros martimos
de Pernambuco No escriptorio dessa
companbia paga-se o 2 dividendo do semestre
rindo em 31 do Dezembro, razSo de 10 /. ao
auno, ou 5/ por aegao.
Conselbelro Buy BarbosaNo Pa.z
eaco uramos a se*uir.e declarrgao.
O Sr. senador Dr. Ruy Barbosa autonzou uos
a declarar que nao leve cooferencia aleaaaa na
Bahia com o Sr. Dr. Laiz Vianna, a proposito da
futura eleigo presidencial.
Allirma S. Ex. qae, ao contrario do que para
aqai se diese por telearamm a dois jornaes di
macha, empres aido le a opioio de ja g r ia-
dispensavel u a nova precidencia militar, pa-
aneciara se na Babia, em discavo p:ofendo a 7
do correte, sobre a conveoieacia de passar o
governo da Repblica as maos do elemento
civil.
A proposito do Incendio do Lyceu
de Artes e orados d j B.o O Pal d
esia noticia em urna de suas secgoes.
, Existia no ves'ibu! i do Lyceu sobre um pe-
destal de macera urna estarna em gesso, repre-
aeotaado Napoleao Donaparle sentado.
Qaaado o ocead'o bav.a tomado proporgoe3
alterradora? e 3m agiva devorer todo o eaiicio
at a frorotoria, afsncar .m tre3 individuos de na-
cionadade francesa para o alfares da guarda
nacional Oliveira Maciel que viah corrido do
ime-iur pelea "h'.mca3 e prccu-ava expulsar o
pevo tumuojCicneate invasor e exclamaram :
En.aa Uooaparte tica ?
QiilBmapa.-te ?
Ks'.e, o nosso NipoleSo vai ser qioiax
do?...
Qaem vai removel o ?
Nos, nos salvamos o grande fraocez I
E metiendo mos obra 03 tres horneas pos-
santes supeaderam o pesado monumento, ar-
astando o para a r:a en ti asi as'i carneo te.
Tribunal do Jury do RecifeHonlem
foi Bnbme'.ttdo a jalgameoto neste tribunal o reo
Jos Moximiano P.ohoi'O da Silva, pronuncado
como ocurso ras penas do art. 294 1. do Col.
Penal por ler co lugar denominado Passarinbo,
fregaeza do Pogo di Panella, pelas 9 1/2 horas
da noitj iie 5 de Agosto do anno prximo finio,
desfecha !o u n lira de e^piog.rda em Joao Fran-
cisco de Sojz3, produziudo lhe nm fe imeato do
qaal resaltoo, por sua naiurezi e sede a morte
j i foTsadido.
A's !1 horas da ma-h, c-lando presentes 30
jaizes de ficto, o Dr. Francisco Alio Corre i
de Arsajo. presidente d> tribunal declaran aber-
. bbm b, eoda so-ieatoo para comper o ju-y
os jar loa sgaintee :
Mariano de -'uo Iroa Par.
T.bureio Fi anco oa Hiva Tavare?.
II a ao Bey .d j Fi^aeirede.
B nedlcto La i d > Santos Almeida.
Ac^uslo Air.o Paono da Silva.
V: iri no de Araeo Ebla.
laae P b c i i a Meleiros.
Demetria CTOfiro Rodrigues Compilo.
Luz F.-aO' i-co .libeiro da Silva.
Occapop a tnbuoa da ac usago o Dr. Jos
Anicn'o Go&fi.lvea M-MIo, 3. promotor publico,
que pedio a condemaag&J .!o reo na3 tenas do
Miado art. 294 1., eco grao mximo visto ter o
m .-rao reo p eade o crime com traigiio e por
um meoivo frivolo a^haado-se superior em sr-
co :ln.':i de mneira a nao poder elle
defen ler-se com probabilidede de repellir a of-
fenca.
Proriuz o a defesa o Dr. He ae torio Jo Velloso
da Silvelra.
O jury rtconheceu a r-utoria do delicio e as
circBaistaacias aisravantes estabelecida? no art.
39 4 o 5.a e 7.a do Cod. Penal, a-tculadas
pelo ixcusador, e negeu a existencia de atle-
Quaotes.
De accordo com estas decigfes o De. juiz de
direilo proferto a eeguia'.e sentenga :
De harmona com as decisea do jury, que re-
conhece achar-se o reo Jos Moximiano Pioheiro
da Silva incu-so no grao mximo do art. 294 ;'
1.a do Cod. Penal e ter:do ene vista a disposigo
do art. 44 do aliad.do Cod. conlemco o mencio-
nado reo pena de 30 annos de prisao cellnlar
e nal cestas.
O patrono do leo nao ee conformando coa a
decLSo do jury, declarou interpor o recurso le-
gal, pt-lo que ordenou o Dr. juiz de direiio qae
se lavrasse termo de protesto por novo julga-
meat .
Foi levada la a ses3o s 2 Ifi horas da !a-de.
Tem de ser jclgado hoje o reo Lenidas Joo
Evangelista.
Era Xova -Re .bemos o n. 13 desse dis-
ta-o coafrade, orgao do catholicismc
Oarigados.
Assa*into No eagenho Po -s do ma-
nicipio de AGcarsgy, o individuo .'oao Francisco
Regio de Arai j o, no dia 28 do mez lindo assas-
sinou a Mancel Antonio da Silva com diversas
tacadas.
O assassiao foi preso em tlaeraote.
Lucia e rorinientos-No dia 6 do cor-
rete, no engenboCapibaribe, quefica cm trras
do municipio de S. Looreogo da Malta trava-
ra a luce os individuos Eustaquio Aatooio do
Nascimento e L. urengo Jos de Souza, do qae
'eallou sahirem ambos leveaenle ferido?.
Foram presos em flagrante delicio
AlarmaHontem par proxiiiidide das 8
boraa da noite derramo se um pnico as roas
desta cidade, que provocou um fecha fecha.
Deu origem a este fado um dis'.urbi de mol-
dados, que derramados cerno endam p l.s u s,
de momento a momento mc?mo entre formao
rolos, como esse qae leve logar a ra a Fic-
.en'i ia oa Bella.
D"3se rolo circamscripto ali^s aqu I cil
aproveitaram os gaiatos e a corr r pro. oc.ra
o fecbameato de eslibelecimentos e cr.sas a qae
aos referimos.
Compre qae a autoridade oo s tome conbe-
cimento do occorrido para panigao, como tam-
bem que p-ovidencie afim de nao reorodozfr se
c mesmo fado, que alarmou a cidade e fez so-
bresaltar a todos qnantos enlao circular: m,
homens e senhoras; os quae3 vlram se obriga-
dos a segui* o exemplo, anda lo am pouco mais
iigeiro, por sapporem lumbem cousa mais seria
inspectora de dletrlcto marl-
dotoRecite, 7 de Margo de 1893.
Boletim meteorolgico
doras Term. centt- Barmetro T
(a O)
756-,86
757- 83
757",89
758',51
756-02
Temperatura minima 23,50.
Temperatura mxima 30,00.
Evaporaco em 24 horas ao sol 3,m,3 a sombra
2 mi.
Chuva 78m,4m.
DirecgSo do vente, ESE com ialerrupges de
SE e E de meia noite at i b. e O m. da ma-
nha : SSS at 1 b. e 30 m. ; W at'l h. e 47
uo. : SSE at 2 o. e 11 m. NNW at 2 h. e 36
m. ; WNW at 2 h. e 49 m. ; WSW at 4 b. e
03 m.; SE at 4 h. e 13 m.; ESE at 4 h. e 38
m. : NNE at 6 h. e 23 ra.; ESE e E alternados
at 9 h ; O al 10 h. e 25 m.; ESE at 10 h. e
34 m. ; SW at l h. e 27 m. da tarde ; S al 1
fi. r oo na.; SSE com interrupgoes de S e S at
8 h. e 57 m.; SE com interrupgoes de ESE e SSE
at meia noite.
Veocidade media do vento 3m,40 por se-
gando.
Nebulosidade media 0,45.
Boletim do porto
Das Horas Altura
orado
6 m. 25,al
9 25,*6
12 28,'3
3 l. 28,2
6 > 27,5
iwao do flumt-
vapor idds
19,19 81
19,19 78
20,05 70
19,71 70
20,67 17
Si
Pra-mar ou
baixa-mar
P. M.
B. M.
7 de Margo 750 da m. 2,-25
7 de 1-00 da l. 0,60
PassacelrosGhegados do sul no vapor
francez Congo:
Maaoel Xavier Caraeiro da Cunha, Francisco
Ferreira da Silva, Josepha Torres, Macoel M. da
Silva, Manoel M. da Silva Jnior, Aurelio Tava-
res. Sebastiana F. da Conceigao e 1 filho.
Sabidos para a Europa no mesmo vapor;
Jos A. Rodrigues Lima, Eduardo de Soasa
Castro, Antonio da Costa Lima, Francisco D. R.
Saraiva, Samuel Isnaty, sua senbora e 3 albos,
....
sscia)tn.
-


i\
Diario de Peraambuco Qttinta-feira 9 te Marco de 1893
Julio GalvSo, Aotonio R. Valeote, Manoel Joa Mara da PenbaPerreira do Najcimeuio, 1 da,
Juna Ferrelra, Josa S. Nuoes. Aoraoio de Britto Boa-Vista ; albepsia.
ya Julien Dabais,Gnarlea Kiuf, S. Desearme,
I GiseiU Joaquin Se Souzi Leao, Alfred Erk^
Fancisco Jos de 8 ofAona, Peraambuco, 55
annos, cacado. Boa Vista ; ascite.
Mraervina liarla da Conceijao, Peroambuco,
28 amos, soltelro, Boa-Vuta ; tubrculos pul
monares.
Miaoel, Peraambuco, 8. J?s ; raqaeza coa
gea'ta.
Bonifacio F minies da Silva, Peraambuco, 90
annos, vlovo. S. Jas-, intente.
COMMNICADOS
ner Horacio de A. Foaseca e sua seubora, E. da
A Foaseca e sena sentir.--., Alberto Havard, Al-
fotise Gayard, Louiz Senehal, Edinond B^ktert,
Vjlraa Brailon, Eugeue Maillet, Gustave Bu
caer, L un Dsoouf.
JnegiJoi da Europa no vapor ioglez Gi-
l, i .* :
Gutlaei'me Augu to Gi?cia, Bonifacio Campil-
lo AJooso, BerDardo Alvarez Rodriguei.
SohidoB para o sul no mesmo vapor :
Alfrelo Correia e Alfrelo L. Pereira.
heaios do sul oo vapor oacioaal Iras* :
palidina Antonia dos Santos. G e;o-io Garca,
Joriaiujo Claudio, liarla Rachel, Jos Novaes,
Jos AntQaio L- de Souza.Eugene Vidrraes, Jobo
H Boxwe'l. William Bosw :. Angelo Netto,
Mioo-iJjs Gomes.
,L-ei;6e* -sffostaa ms* sis os se;a'ote3.
Hoje :
Pelo at-ente Pialo, s 11 e 12 horas, a ra do
Bom Je?U3 o. 45, de ciixas com chitas, e s 11
horas, d.' riaboa bronco1, do Rio, e vazilbame
avariado
A mnba :
Pelo g>rate Pinto, s ll horas, a ra no Bom
Jess a. 45, Me fazend:i-> mpas oavariadas e v-
nbo br.n o lo Ro -le Janeiro, em vazJharae de
madeira. L
Pelo gente Marti -s. s 11 horas, ra lo de que aw acharan, devido ai exaltatnato
Novembra n. 39, de predios peque :s c-m P^yi
O Fgaro e a situao
poltica de Peraambuco
Transcrevemos abis) ua editorial do
Fgaro, distiocto e autorlaaio o'rio das
ideas ropub'icaaas aa cepita! federal, edi-
tori.lque a mis fiai e parfeita mono-
graphia dasitaaoSo poiitica nasta Estad).
Ella aprecia judicioaamiate e com as
mais palpitanta3 observajbVs a crisa era
sand e Lui do R'go.
Pelo ageite Pestaa, s 12 horas, travessa
du Corp., Sa oto o. 7, de diversos ...ov .is, piano
e trastes de e.cola.
m>a Amann :
A'- 8 non>s. na matriz da Boa- ..-ta, e na ca-
pella ue Noe.;a Senhora da Boo-Viagem. p;la
alma de iSaedina Po .tual lUnse!; aa 8 hora--,
as Igrej---.a da Madre de Deus. a S dedade e S.
Pedro iar-jf de Olinda, pela alna de D. Caroli-
na M da Silva Braga.
Cnnatlc Detenrao -"ovimento dos cre-
sos da Gsa de Detebjao de R';cife, em 7 de
Marco de 1892.
Exi-tiam 399, entrar 6, eebiram 6.exis-
ten) 399.
A saber:
N'Cionaes 369 motl 17, estraogeircs 13.
Total 399.
Arracoad09 >60
Bous 341
Cuentes 15 '
Linces 2.
I. u :as 0
Total 3S0.
Moviuieuto eofennarta
Tiveram baixa:
Antonio Gencalvea dpCarmo.
am lo Vieira Magalbftes.
Tiveratn ala:
Demetrio da Silva O iveira Pedron.
S. ti Haaoel Ferreira de Souza.
a31 Ferrelra da Silva.
Foram visitados i-a p os deste si rolecN
m .- >, por 148 peaaoas. Beodo 5-1 i m m3 e 95
molberes.
Locrla do Enfado o Haranho-
Por telegramma recebido pela Casa do Ouro,
de Joao Joaqaim a C isla Le.ie, 3 este o resol-
tado do 3* serio da 81 lotera, extrabi i- em 8
de Barco de 1893 :
r 18iOOOSOOi>
1:0003000
IO<.'
4797
1033
1438
J6I
3136
32
4*27
10366
337
10U
32:6
6153
7076
79i
9362
95i
(0467
UiSi
11513
11584
500*000
200*000
200/000
100OOO
100*000
100*000
100*000
100*1)00
50*000
50*000
50*000
51*000
50*000
50*000
50*0J0
30*i.0
50*000
50*000
50*000
50*000
100*000
100*000
50*000
501000
30*000
30*000
3*0:0 os s'uinte.s
406 i
4066
4067
com 10*000
406S
4069
4070
os seguate
\i'P30XIMAg0ES
1054
406
4796
4798
10322
103 !4
Estao premiados com
iuiu.;
4061
4'iri
4063
Esto premiados
nmeros :
4791 4794 4793
4792 4793 4799
4793 4793 4800
Esto premiados com 5*000 os seguintes n-
meros :
10321 10325 10)28
10322 10325 10329
10324 10327 1013J
Todos os nmeros terminados em 65 esto pre
miado3 com 10*. excepto o da sorte grande.
Todos os nmeros terminados em 97 osto pre-
miado com 10*, excepto o da sorte immediata.
Todos os nmeros terminados em 5 esto ter-
nados com 3*, excepto os terminados 65.
Toios os oumeros terminados em 7 esto pre
miados com 5*. excepto os terminados em 97.
A seeuinte loteria corre no dia 15 do correa-
te com o mesmo plano.
Lotera do EaCado do tir.ioPar-
A 13 s**rie da 56.' lotera desse Estado, cojo
premio grande de 240:000*000, ser extrabid*
nc dia 11 de Marco (saDbado).
Loirrla do Estado do f eara A 8.a
sene da 2.' lotera desie Estado, sendo o premio
grande de 15:000*000, ser impret rivelmea
te exlruuida no da 11 de Margo (sabbado).
lioteria do Estado do HarannoA
23. sene da 8* lotera d-.-sse Estado, sendo o
premio grande da 600.000*000, ser impreteri
velmeoie extrabida no dia 8 de Margo (quar
la feir.
T,-!os o? bilbetes dessas loteras acnam se
venda na Casa do Uuro, roa do Ba-o da Vic
tona n. 4 ', pertencenle a J.^So Joaqaim da Cos-
ta Le te.
ll ii>it .1 Pedro II -O movlmen'.o d'esse
es'.abclecitr.'oto cargo da Sia'a Ca:a de Hi-
aencordia do Recife, do da 7 ae Margo foi o se
gu-nt" t
Existicm 666
Ejtrara 16
Sahiram
Falleceratn
Existem
-----682
13
2
667
----- 632
Foram visitadas as enfermaras pelo3 seguir-
tes Drs:
Barres Sobrinho entrn s 7 1|4 Ja maoh e
sabio Ss 8 1/4.
Maliquias eatrou s 8 1|4 da manb e'sahio
s 9 1/4.
Biraro entrn s 11 d manj e sahio
11 1|4.
Arnob.o Marques entrou s 9 3|4 da manb
e sol o s 11.
Lopes Pet-oa eatrou s 9 ii2 da manb e 83-
hias 10 1/2. intt
Vieira da Cuaha eBtrou as 10 I/ da manb a
sabio as 11 1|2.
Bastos de Oliveira entrou s 10 da manha e
sabio s 11 horas.
Tavares de Mello entrn s 9 3(4 da oaoh e
sabio s 11.
O pbarmaceutico entrou s 8 1)2 da maoh e
sabio 2 hora da tarde.
O ajudante eutreu s 6 da manb e sabio s
5 horas da tarde.
cemlteno bdbiicoObituario do dia 7
de Marco :
Jj; Ribeiro Campos, Peroambuco, 11 annos,
Sano Antonio ; accesso peroicioeo.
Noeme, Peroambuco, 6 annos. Boa -Visto ; ne-
pbite aguda.
Antonio Correa Cabral, Portugal, 68 annos,
solteiro, Santo Antonio ; leso orgaolca do co-
Catharina Jcrge da Cunha, Pernambuco, 97
aones, viuva, S. Jos ; .Uaraso uterina.
Salustiano Valerio dos Santos, Pernambuco,
40 annos Graca ; gastro interite.
deo.l.iSji a)aljmi7ois di patitM qn
quorem impUatar no saio di jovaa repa-
blioa o ragime i da oaidilaagaai qu re-
mora d;a gavernos dem c.-atioas.
Pareca qua o Figirj falla como testa-
munha do vista ios acontec aaatos.
OiSO DSPSRNi^BaJO
Os talagrammas de ParaatnWoo, qtn
abaizo pablioanas, mostram como coati-
o>. a s-r ano:03o o estado dos espiritos
na baila capital do aorta. A lucta politi
ca paraca querer dascimbar do sea tarre-
a proprio pira o di3 odios e competidas
armid.is, para todo3 oa horrores, em sum
ma da guerra civil.
Ho de aetraabar e3ta sbita 'esplosSo
08 que cSo conheom os aatacels tes do
quoitSo pendenta entre o Q;ve.nador o o
'Jongreseo do Est do.
Beb roBUOJO, o ciso esti : o CJoagrss
so, quo elogeu o Sf. D;. Btrboso. Lima por
qar.si manimdade, espera?i ter nee am
ttere passivo e doc humildamante submis-
80 a todas as saas decios pirtijariaa. No
era o Q varuador eloito carcter para aso.
S3} 3a aubmatteu. A ,io com criterio e
iadepeadeaoia, nao sa jalgando oomprade
por ooa votos que nao so!icitra joBaia,
q-i r directa, qior iadrac.amaate.
D' ahi prove > um daijejordo prtoado
te os dona poderas : o ezeeativo e o
legislativo, diaaceorda d que rosltr8l
ji varia3 psripccias, cuja mMmH>So nao
ven .qui a proposito. Afial, p>rm, o
CongraBso aanaaeia qoe va votar na pro-
xima aoasS') a respoasabilidado do pre3
dente, decretando a sua accusac'o cotio
criminoso poltico.
E 3 o oaminho recto. O Oo-igrasso tem
pleno direitode agir assim.
Mas decratada a acauaagao antas da
pronuncia e -ntes do ju'gamanto, deva o
Giveruador deixar o poder? Nao; a
ConatitaioBO Estadaal nlo determina tal
eou=a ; o doTernadji tam do maatar se
no poder durante B DTOOMBO.
E' incorrecta ? mas ninguam o podo
cona'raoger a 3S0, porque tae3 sSo as dia-
0C3508 da Constitui52o, votada e appro-
vad.i pelo mesmo actual Congresso, que
h j > a quer violar. Se estas disposi^os
s3o cu nao justas, pouco importa ; sao
legaes, iato basta, Dura lex, sed lex.
Porque, entretanto, considerar immoral
a permaiencia do Govornador no Poder
durants o seu procaeso ? Pode elle faaer
presado sobre os juises ?=No, porque
elle: bSo magiBtradoB vitalicios e inamovi-
veis, ao i.brigo, portaoto, da qualquer
DaraegiijSa. Dado o caso, porm, que
alguma pressao pode3se ser exercida, o
que m infestamente absurdo e imposs'vel,
sena tambem immoral que o Dr. Barbosa
Lina entregatse o poder ao vice-presidea-
te, seu 8ross e sanguinario ir migo, ho-
veta que nao recua di.mte do um emba-
rajo e que nao daisaria de recorrer aoB
ultime a extremos p-ra ex orquir, at pelas
ameagas, a condemnaclo do adveresrio.
Nao se comprende, entretanto, o qua
quer diser esta desorie;:tacao do Con-
gresso Pernambucano, querendo luctr
pelas armas, quando ainda n2o esgotou
os moios legies. A razao costuma Ber
roai* calma. E, Be ha duv'.da ni inter
preta^So da lei Constitucional, qnanto
permanencia ou abandono do poder p--lo
governadr, resta o recurso lgico para
o Supremo Tribunal Federal, cuja suspei-
930 nSo pode ser invocada.
O que esse tribunal dicidir sem rp
pello nem aggravo ; para garantir a exa
ca3o da su.a seatenca ha entSo o apoio
das tropas iaderaes, apoio nesto ca.o per
feitamente legitimo.
Porque sa arreaeiara da lei os dasaaisa-
dos legisladores de Pernamb iao ?
Poiqu3 sendo b oo^nimidade, esperara
vencer, no r.ela orca dos seui votos
sempre am maioria, mas pela adhesSo
criminosa aa forja armada, a que basoam
em vio recorrer ?
Nao iato urna f rova de falta de rasSo
sar a maioria leg*l e querer ter por seu
lado a foroa illegal ?
Desilludam se os ambiciosos Agitadores
do norte. A for$a federal saliera cum-
plir o son dever.
Eis 01 telegrammas :
Da Gaatta de Noticias :
Recite, 22.(retardado). E' cada vea
mais critica a eituajao.
A tProvinoiai em eaerg'cos artigos,
tem incitado os militares da guarr*ic8o a
nlo servir oca de instrumentos a paixSos
polticas.
Os ntimos do grupo Harttns espalham
nos quarteis que o general Roberto depor
o goveruador por ordem do governo fe-
deral.
As familias comecam a retirar-se da
capital.
Consta que amanhS o governador em-
barcar a familia.
Afirma Be que o capitao Pedro Ale-
xandrino, commandante do forte do Bruno
est preparad) p_:a bombardear o pa-
lacio e postos da guarda eatadoal.
O arsenal da guerra tam fornecido oa
tanBivamaate grande quantidade de mu-
nicSes aos corpos federaes.
Por ordem do general seguem amanhS
para a Pa.ahyba o alferes Campos e c -
pitlo Liberato, suBpeitos do contrarias
depo3c3o
C mata que o ganaral oriaao >. a vinda
do 27 bitalbSo, que partansa guarnilo
da Parabyba.
Eite3 factos exraord uirio3 juatifijam
a su3pa;tas da qua o gaaoral pratanda
effactivamaatu depor o Dr. Birbosa Li
ma.
R;cife, 23.Cootina alarmado o es-
p rito publico, tendo as familias abatido-
codo procipitadamanto a ciiade.
O general RoboriO boje de manha vi-
sito.- o paiol da Imbiribeira, oade fez ex-
pariancia de mun93o3, foando reforcai
a gua.da. A metraibadora do 14 sahiu
do quartel, sendo coHocda na quart.il ge
oml, de oade o eneral ratirou a tami-
lia.
A cProvincial hoja provoca o ganaral
Robera u expl car os motivos dai apre
tos bsliicos om que est proiuziodo o
panio.
Eit soatirmada a noticia de y S0'
rernador embarcar a familia para o Rio
da Janoiro.
Chegou o daputado JoUo da Sequei-
ra, qua foi racebtdo por numerosa ami
gos e acomp. -t a sua ra3idencir.. Ahi
cido um banquete, seado
thujiasicos br'ndes.
Recifa, 23.Consta qua
jhal Floriano tele~rophou boje ao
dor, asseverando que nao havsria
venjo das forgas tderaas, e que
sentido providenciara. Aoez,-.r disso o
general Roberto oor.tina seus aprestos
bellicos.
O Arsenal de Guerra cooti:.\ forao
cecdo munijto. Jooata que o capitao
Evaristo segu amanba p ra a Parabyba
afim de busaar reforjo da p rasas,
Do cJornal do Commercio :>
Reeife, 23.O directorio do partido
autonomista, reunida boje em sosso ex-
traordinaria, resolveu talegr^phar ao vi
ce-preside ate da Repblica, ezpoado a
s tu.uao gravissiina de Pernambuco. Al
lega a intervencao das forjas federaea na
..poltica do Estado, a pretexto do con-
dicto esperado entra o ongresao e o go-
vernador, cuja solajSo legal compote ao
poder juicario.
Resol veu tambem o mesmo directorio
dirigir um manifest, edindo adhesSo
dos municipios a favor da autonoma do
Estado.
Recife, 22.Por motivo de boatos es-
palhados de daposijSo do governador,
muit.B familias retiraram se para f.-a da
capital.
O arsenal de guerra tem fornecido
grande quantidade de munijSaa s forgas
federaos
A familia do governador embarcar
brevemente.
Consta que o general Roberto, comman-
> ante do disiricto militar, nundou vir da
Parahyba o 27 batalbSo de Dfantaria,
Jli estacionado e recolher
aijao o alferea Campos e
barato.
A da por ordem do ganaral Roberto
foram substituidas as armas manos per
feitas doB batalbSis federaes.
aides e respndam-Bwse elle ftre ou nSa. servente, o cosiohe ro,do governador? Da- a inclinacSo 0<1 rrani^i
de (reata a oonatitaifSo f?asdiol e federal Ida certas condiceSic, bem poJe um se- setos exu-rlores. pouhm
no seguate qua lo^o a 1.a e rpida leitc- cumplice do outro ?
foi Iha cffera-
trocades en
Br.
ra cabio-nos sob a vistas e sam qu -
rermos fasr rio mais que illegal, Ilegitima
e incoogruantemeate olfe aontem.
S8PEs3lo PttRVlA
Depois de f|| .n Ruy barbosa, Ma-
cedo Moars, Tj. Amara: e taats ooti*aa
notabilidades jaridicas, saria ousadia da
nossa parte discutir a especie.
Consignaremos, pois e to Bornete que
a despeito da tantas outras sentenjas
quantas foram as opiniS.-s dos emritos,
ju.issonsultoB, a suspensas previa dos go
vernadores veio luz com toda sua mons
truosidade jurdica.
Porm para encarla-em-u'a, o que fise-
ram no proj ;cto, nao f i mais era mone-
do que torturaren o procesBO constitucios
nal, mas d'um modo desastroso para os
crditos do autor do alvitre, quem quer
que foi elle,
Par 'onhecal-o nlo preciso espsra' e
sem ms's prembulos, 1 a-se < art. 6)
da eonstituijSo o confrntese como art. I
2 12 do projecto.
Diz este:
12. Risolvida a procedencia da a3QU-
sajao, a masa do Saoaio assim o commu
nicar ao Presidento do Superior Tri
bunal da Justija, reiaettacdo-lha o De-
creto de accnsacSo cm todos oa docu-
mentos^ n a que ae prosiga nos termos
ulteriores da formajao da cnlpa epara* jul-
gamanto, tiendo de tudo sciencla tos pode
re3 da Uaiao e do Estado c offioiando ao
vioe-govcrnador ou a quem suas vezes
izer .ara que imme oiatamente entre no
exercic.o das fuacjSoa de governaior 1.
A Constitnioto do EsUdo, porm, esta-
tua jo art. 69 :
c iesolvida a procedencia da
a 8Ccu8sj5o a Mesa do Senado ra-
metiera ao presidenta do Supe-
rior Tnb nal di Justija o decre
te de accusajSo com todos os
.'.ocumentOB que o moti?aram
p.ira que ELT^E;jrosigi nos termos
ulterioras da formajao da culpa
ajulgamento sorteando etc
V so, po3, que o protecto com urna
s-tppost'i subteza pretende ubstituir o
daoonstit ioio paloparaque em-
prego 1, no intuito de absorver o procisso
de formaj o 'i culpa do Tribunal Jud
ciario, faaecdo ralar por elle o proceasado
parante o Poder Leg8!ativo; cujo deoreto
da soansaoSo tioar valoododo pronunci..
e a Baspansao previa em consequonca
desta
P.ra 8;8m procader n3o recuou c pro
jecto Jo erro crasso cm technologia juri
dica e forense, chamando formajao de
culpo o proca.-ao da julgamento com o:
dateibes que ere u ; erro ao alcance de
qualquer m ntalidade mediocre : Eis as
as suas prop-tas pa'avros
para que sa prosiga nos teruaoa da
formajlo da culpa 'para j'algamanto etc.
E assim vai o projecto por diante, nlo
esquecendo que elle nlo consigna ao ac-
cus .d) o direito a i acusa de juizes, urna
das mais bellas mauif-ktajo" s do direito
de defeaa.
Has nem tudo ca djfinitivamente per
No Congresso do Estado temos reco-
ahecidas competencias qua enxergando o
mal, confeccionar urna lei digna de nos
que taa.os urna escola e mestres da direi-
to ; competencaa i,ue alo consentirlo
para honra sua, n'uma lei ab homine
Oprojcfo de respoasabllldale
Causa lastima o qua vimos hontem no
Jo'na" dj Recfe coma prjeoto da lei da
raspona-ibili iade apresen udo ao co^resso
para o prcce38o e julgamento dos enmes
em que o G;vernador do Estado for in
curso commettidu3 ao exarcic.o da suas
elevadas funcjSas oa a pretexto ce exer-
ce!-as.
Qor pe!a rodacjSo quar em faca dos
principios do ireito criminal, aquillo
um monsto.
Raalmente laiiamos outro juizo da com
petanci 1 proSssional do Sr. Di'. Martir.s
Jinior, qua o primeiro signatario e
respoasavel do til pr j .oto ; ello n3o tam
redaejlo e vamos at mais adianta par.-.
iiast quo talta-'ha sonso commum.
Mas a o convem, por ora, bor com chave quo ha de abrir a torre da cistell 1
da Marti .ho Bsriabsllo.
Deixal o corre" mundo : aqullo um
monumento jurdico crgu.do sustancia
de am pojo da illjatrajao ncommensura-
vel e tam t.das as dimenaSas doa solid.-s
como dizia o finado gai;eral Abrou a Lima
lottgum, lati etm profuidnm
O congressj qu3 jIu lbe altero nem
urna virgula ; nada de profanal o ; obra
e, coa^ disse p
em 'olim re acta
cujo um ioio passift
actos exu rlores, ^ce nsta...
com as aruiji j,.;),. 1 .
rt..riBn4.li: rf 1-Smtw UUl 1J0 i
oepeoleule de nova resotocao do ssate.
Qo.,em catego a aualo*. ja" ocTS: alai
' a f-ses eleot'iu;
tnlsM
se obse v; : a
do suco o de primor.
i,' o direito casado
com a poes n dos
es'.ilhajos.
Joga com nsuitas .garas grammat caes
apphcando-as co-icepo d:s pre jeitos le
gislativosja desenvol^e novas theoria3 de
::;m_ lici-Jade e de connexao dos delictos:
1 qua c uvera, dar-!ho a isais ampia
oublicidade.
E trque a charanga.
maro
gover-
intar-
nesto
aquella guar-
0 capitao Li-
Outro ataque formidavel Conatituij3o
est no modo d'. rganisar o Tribunal da
formajlo da culpa a julgamento.
A esta respeito diz rt constituijJo no
cit. art. 69
c ... S rteando para caae fim um Tri
bun.l compost DOS j "'zea mais gra
uads e mais v t gos em numero de 20
etc. 1
Pelos terraja to clares d., Coastitu:cao.
q5 8 ffro a mnima controversia que
ConstitoijSo tornou juizes certos oa mem-
bros do Supe i ir Tribunal de Jjstija como
os maia gradudos e os juizei d; direito
mais antigos, tirados da respectiva lista
Ho entanto o que faz o projacto no 15?
15. Para a formajSo do Tribunal,
que tem de procaasar e ju ar o gover-
nador do Estado, ae proceder pala ma
neira seguiute :
. .
(d) Em seguida o presidente annan-
ciar, que se vai proceder ao sortaio dos
20 jiiz.3, que tm de form r o tribunal
para o processo e julgamento do gover-
nador, e que esse sorteio ser feito dentre
os nomes dos mombros do Superior Tri-
bunal, com excluslo 'o dello presidente
40(QUARiNTA) dos juizes de direito
maia antigos, segundo a ordem de antigui-
dade anteriormente verifioada, e dar co
mego a esse servijo fazendo escrever pelo
secretarlo em sadul-s de maamo formato,
e de papel da mesma qualid .de os nomes
dos membros do Superior Tribunal, e de
uais 40 do3 magistrados destinados ao
sorteio, contendo sada urna dellas um
desses nomes 1
Temos pois quo entrar!) para a urna
45 ames, sendo 6 dos membros do Su-
o-rior Tribunal, porque excluido o se.
presidente, e 40 dos juizes de direito mais
antigos, nos quaea lgicamente figurarlo
20 maia modernos do qu-< os outros 20.
A concluslo ser que o capricho da
sorte bem pode fazer excluir do tribunal
algum ou todos os membro3 do Superior
Tribunal, algum ou todos dos juize3 de
direito uais antigos pelo sorteio dos mais
moderno? d'entre o 46 5 urna.
Ora, nlo iaso o que foi estabelecido
pela Constituidlo que mandou servirem
os magistrado* mais antigos e graduados.
JURISPRUDENCIA
tfsponsabiltdade dos goberna-
dores
O Jornal do Recife apresenta boje a
curioBidade publica o projacto da to fal-
lada lei de responsabilidade dos goveroa-
dores, projecto lido hontem na cmara dos
deputados.
Elle nlo surprehenier o publico, mas
por entro as apprehensSes e criticas d'um
lado e promessas da legalidade d'outro,
provocadas pelo oonbecimento antecipado
que todos tinham do que ele seria, era
de acreditar que seu antagonismo com a
Conetituijlo do Estado e a propia Fede-
ral, seria pelo menos hbilmente disfar-
jado.
Essa illaslo qae tambem nos alimentoa,
robustecia-se pela confian ja que tinhamos
as lusos de muitos de seas colaborado-
res, antigos magistrados de longa pr tica
e alto saber e integridade inabataveis que
formam sempre o apaijagio de sua rep-
tenlo de juizes e juristas.
E ganamo-nosl
O projecto abi est ; leiam no es enten-
Outro ataque a Constituijlo co proja-
cto se comprehende no seguate art. 1..
* Paragrapho nico. Tratan de-se de
cumplicidade do Governaaor, aera com
este coiju ctaraente processado e juiga-
do, o autor do crime pela m sma forma
do processo estabelecido na presente lei.
Antes de tudo nota-se qui completa
amphilolog a : nlo sa sabe se o trata
do cumplice no crime do Governador ou
este cumplice no crime d'outrem.
Nlo se sabe porm qual a aigaificajlo
qae o proje to d aos termos de seu aso
cumplicee autor : se oofunde erra,
anda mesmo que autor refera se
ao agento da cumplioidade. como parece.
Seja porm oomo for ; seja c oumplce
o governador 00 um '-, particular, o
proj cto ataca a Constituijlo por que ella
s estabeleceu o prooesao adoptado no
prejecto para o governado nos criaos de
responsabilida !e ; e nioguem senlo elle
no caso dito, pode ser distrahido da ju-
risdiejao perante a qual deva responder,
nem sentenciado senlo por autoridade
competente em vir t le da lei anterior e
na forma por esta proscripta 1 art. 129
12 da Const.
E ver Be ha assim anianhl o tribunal
forjado a julgar urna praj* de polica, om
CRIMINALOGA
II
Ai; da algasias con3ider-ig6is sonre a tentativa
:e qu? 'rst-i no nru -^-cripto publicado sobo n.
1 no Diario de 4 do mez p-oximo possado.
Se diz Reralmente em cnsinilogis qae o fozii
q a nega fo tal e que a lamina de ferro agujada ;rreus;sod ;
por rnao vieorosa -'.bre o palto da victima qu-.-
nsvali ou nlo altinge, prova indcbitavelmente
i'tenjao de matar e a recesaidade de casligc
ais oc me^03 forte para reprimir e obs'a- a ia
ciioajao o maifeitor.
Bem. Mis antes fazer votos aos cos. ao ta
lea o e ssbedorii humiQi para que ioos es o 1-
nies cua se nrojec'am (Iq-^a mi tentativa, do
jue a ra..; forte r. pres.-o ; porqae alem de re
retir a sociedade o attentado que quer punir
mnita a vi ia e n Itberdade do rtds ao em van-
toge.s socia^s, de bcra enso que as (onsas
humana? antes liquem n)3 bemoes do qua ir
ilm ios su unidos d sciencia, onde t bave
r&o ciii3vere8 e nao raiis se respira ; em coja al-
lora o ente moral o nico vencedor e nu ca
vencido, a femente qu mais p'Oiuz o froctoque
nunca morre.
Por outro lado, se o projectanta tivors' "ert
,a de que florado na testa lita nao BO'is castiga
do, rerli a a aniaacao para n reatiasrioert-
me e d'abi a legitima c n^equenca de ruaior
'.antagera social distribuida salotalraente era
partea iguaes com o in vidaalijmo inc:o'.es:a
vel mente.
Ao contrar'o, porm, obarb:ro systema deex
c i;jao por prisao e morte, gtralmeofo odopiado
em iodos os paizes, irrita o sen^o universal, aba
la prfun1;.m?nt as creccas m^i? acryso!a<33
da f wllgiosi de preeatim^ntu natural sobre
o de-tino^iio tioaiem, a bonra e. o pulor publico,
e anima .0 maifeitor, perdido da esperanca, a
sdcriQcar a propria vioa e a dar tcstemusbo ao
diabo do qnanto vale a jastia hn~ana, cercado
de gonias I
Como men Qn nao descrever o lago da forca
eo ferro do cadafalso, nom o qualro de horror
apinbado de barbaros de esquife ao lado para
condozir os ltimos residuos do ex cutado ; mas
deixar em bom relevo as vaatagena qua resul-
tara para a unl&o acial dos crimes quo t 'ara na
tentativa, passo com l da mioba ignerancia a
dizer mais algabas palavras sobre as circums-
tandas imprevistas pelo iressor oppostas a
realisajo do crime, no ocante a balstica, a
punbalogia, a dynami'.e, e a entoxicajlo p r se
rem os meios mais usuaes em pregados pelo
maifeitor eat:e o designio e ajao.
Acredito, parecendo me iate> i ivo, que a dy
namica em sua ac;5o regaladora da forja do mo
vlmeoto dos corpos reconbece os pbenomenosde
attrjcaoe repolso, proprios da natureza de cada
nm, manifestando o facto nhy-io de qnem quer
e nao pode, e de quem pode e nao quer, sob o
ponto de vista de attrablr ou repeir o projectil
qae eoo linba de tiro remelle a bocea de fogo, a
mao que envia o puniial, a entoxcajao que
engerida e a dynamite p;lo 3an particular effeito
de explosao, guardado a p^..oilidade da dis-
tancia em que est o pont) de mira que so quer
ferir.
0- sorte que a pessoa ou cou;a leudo em si a
desgraja pea attracjo e a calvajo pela repal
sao, resulta necesariamente a maoifeftacao des-
ta admiravel pbeoomeo elogia, que para uns eo
lledenlas epara entras grantezas naturaes
de cultura snalytiea de sabida observ jao Intel-
leciual, que dia e approxima a verdade moral a
causa motora di crlajo, quer destrua quer con
serve, sem pontir.ba de duvida.
Acredito que e assim s-s anp'.ios a razio por
qae um ou mais uros succeesivos a que ma
roupa, o punbal arremessado, o veneno iogei
do, a exolosSo da dynam.t; e a ejicu'.acao da
(U'-traiba vomtala pela bocea de fo^o no cam-
po da baialba mata uns. fere cutros, e muitos
ticam illesos em repetidos e sanguinolentos
combates, todos ligado* pela .esma iotjtrjSo
de se escopete ;ro:u reciprocamente.
Neta de outro modo se exp.ao pheaomeno
ex r.ordinario de escopeleiro atirar no que \ b
matar o que nlo perder completamente o
ponto de mira, o plano iaten:ional e liaba do
uro, qae alias tambem pere pelo ricocfiote do
projectll !
Tolas estas circomslancias oaturaes de attrac
jo e repulso derimeates do acto intencional
que ooem os corpos tm saas MajO's de exis
man aurabir o ferro ; miRotl ob.-igar o m.gnausaJo a r as PeS8 e c,
stBSMta de qua'.qner obstculo erme'i-amTSS
cerra, seja qual fr a dis ancia a que 6 manto
do ir pelo msgaei.sador c espiriumo 7dr
coamanrajao directa os vivos com os atatteT
mostraa-o por palavras ecrif.Us qua! o desla.
Iinal do iK.mem ; a hypnose fazendo a:!o-mecer
a pessoa a itKjgsaao a fazr lado qa-l'it
manda, que foja o hyiognilisador, sem f jrct
para retistr; a nevrose, de certos tem-en
meatos orgnicos, refractaria ao contagio miis intensa e desolato.-a epidemia forjas o
raraes que ditara les, e estas leis ditam vs'ds-
oes piyebicas mcontfstavt-is :
Q.e stado es.e too pbenomenal di posta i
azeeoiar a tm a cao ao aceao das c rcumstas-
cias, pe-quinto tnd s3 o-m' A ":>-.-> motan
da crealur.1, e que lia pon o falle!, 6 1 erl 1 >js-
'io t.ci ite ao crime, enaon aaf;.to. e.: ou
teza de reaUs.r o crime qae p-ojecta, nem it
soecumoia aus golpes do aggredido, e co
pois Je ^ra fa^to lacerto ou duvlleso se d le
logicaaeme mra ppaa ou castigo certa a crte-
rio dajist'ji qao lea ou dev ter por medi*
a boa raxao, a moral e a lei sob o ooara d ru
la aa direito e do teve' ?
Ainco.tesada osvrose p-rasa te maoifeil
sucessivamente por sigmes prodrom'co3 ear.
va di fxecujo prova que, a lio. lOae da tea
tura aiosnrvida ou pala morte ou por qualqce.'
ofiei-a phyjica produziJa pelo projecti cu :is
truneoto do crime projectado, ci mesmo mac
qua a verdade ra ialerpretajao d um texto de
le ai orve to a< as naaia quo s'-o viciosa-, ante
bom s.-nsa moral e jurdico, oois que do cotit
rjo lerteo nocivos abaanies costra a ordeai
vijJic.a e deL'ia, a jast:ji mal segura a:. -
meau;io.i do interpr te >er o sso dese-eil
quer- aiser:
Que a.'-a qjaiqaer destas offens?s > fia
rai's tentativa, como os gemiios e a mrie ? ,t
fin da vida, por quanto a pena annexa a cad-a
uaia dellas est codilica.la na le, qrje ea: se
nhum caso pode st iludida cu alterida =ea.
rejpon abilidae, si nao po- acto anthentico ds
campente au'orida le leglslat va una segatala.
v-rsao, sen urna Bagraate usurpijo da to'ou-
jao do direito escripia, uj erro c-asso cII-j ,vc
& ra^-ma e suasiancia do juzo e ordem pubct
N; tocan-? porm, ao echo do crime era fre
ral, diz o eminente D-. Olovis B., adan aio ea.
Ijghaesaoedoria.emaaboro alt.oguasem
a offansa eelo crire, a eocieiade .era.la ios
atesto a praviienoia reagm.lo c intra sita,
pois a iatc a impulsicna a ncessida :e reseottaj
ae se ca eervar. Poaco importa qa esi I
?'. parta derm resp nsavel, cu i re prasavel, t
om lou'o ou de um Bao.
O direito da sociedade a defender-ss co"trs os
iodividioa qae prepdicam na, oa ameajaa
e;ceve Fern, iodepe ident? de sua resporssfci
lidade m ral. Talo consi-:ie em adoptar a *
ve.-sas calhogorus de aejao aos meios m.s cr
porlaoo*.
Ni) tu luv^da, por que at os irraciooaes re
n .insirar.livam.rata aoroxiraa-era-Si os-
sidnofl e corpos abacaes pela oierie. Parece qi
o f z q jio -: sefaarem 'le^rob-rtos -em art-
meato, peto d -sarranjo da forma, e nelo o eai
dcsagradavel lalvez, sm :o natavel q .9 ahi rae*,
mo levara boras feriado a torra eso as
leixindocihir copiosas lagrimas e soltando altes
laTvntos. como quen nao si cenform- core t
p rda em estado inconsolave!, na esperanza de
ievaoUl-os v'vcs.do seio da natoesa, reccufct
cen'o un poder rop-emo caoaz de ,iefe fr a f.s
fupplica.
Ora Is'o nao com cerKza suppliciar ;
guilbotlnar, fazndo c-escer simplesmeale o s-
mero dos morios, como faz o poier social t:o ia-
t iresae de se ai3nter no zimborio poltico pele
error da cn-eldade, sera qu"'er compreh oler
qu? a sna noore e mais elevada mi-sao f. corar
os doentes e animar os fraoo?.
S pola cono dif'rea.e a p.liophia do bal
ds philosophia do hornera; porqcanto, alli r ra-
zao 'lo broto cao outra sinfao levantar r^os nvny
t-s o semelaaote para inteuara conta dos vivos,
iu a rr.io do lemem arcabu'.eanto os ae
SMbsotes e f.zen'io pu'ar do corpo no cada'ai-
so a cabej de multo- em a-parato bellico e p-
bi.Ci ceremonia de just ja, co'o si disto tem.
rnca.T.'alo de redozr a l'nerdaoe uooana, de
augmentar o numero ros morios por alguma le
os'oral.
Mas pondo a pi.-tao dosenvolvimeoto do funde
da comparajo sem i:ronia, qae alias at oie
deixei prova que o hemem collectivo rt-sn;i
em ^-yojptomas mrbidas ao direito de ri'aclr
centra es crimes parCIcalares, qae era verais
d'ellea deve conbecer outro rgimen social de
bia tentativa cientfica, como j d'elle fei it
o meu prejecto de reforma penal publ.cauu as
t .-:. rmeme.
Pens que sendo a guerra um crime eraviss-
rao de lesa nagao realmente o nico contrae
qual deve r-a;ir o tronco e tolos os ramos sa
ciaes e o farSo con bom direito livrs de friudt
ou lorpesa con raria 3 moral.
Porm no qaa respeiu an factos eriuiiaossa
de ostra ordem qu;, si p-ssam aa economa ia-
terna das fam lias.em neabum caso deve intervr
o poder publico; porquanto todos conbecen
quinto influc preju .1 .ialmente a just ja dealri
butiva s..bre a repress'va no tocan'e a prova e
ju gamenlo por abusos polticos.
onhejoqoesouo mus inferior dos crmia Ia
tas obscuros ; poiuo. ae taio que loscamente dito, si cooclae exactamente que o direito que
nasce da impnlsao ir.atinetiva immoleraloe
nao verdadeiro : qao Je moior vaaiagem ocia
qu' os crime3 li-juera na teaiativa em sigoal Ic-
gico de nao prodosirem gemidos: que a rer>?-
jao do crime do maifeitor que faz a sociedade
em signil de castigo, um acto brbaro ir-
racional de qae nao resulta proveito prim iv-;
nem exempliticativo qae desanima a inclinacic
do maifeitor: que a prova do desacert dacri
mioalogia adoptada, depois da primitiva, 6 a
constante divergencia dos criminalistas: qaee
=ystema de forjas naturaes, quer attroam, qaet
repillam ou insolem provam un imprevisto a-
soluto que faz realisar, repellir ou insolar o cri-
me que si projecta sera que antes da execujo e
projectante e o proiectado conbejam que uoeas
qualquer d'estas f arji3 a que o vulgo chamaca-
suaes.quando me parece que taes emergeaci&e
exp'lmem leis irresistiveis que ee prendeo s
can- a motora da criajao : que o dogma da san
conservajSo e estabid-ade social prevenir
crime, veanlo sobre o nevrofadlsmo e a ebrias-
arca por eerera as principaes fontes dos crines.
Si;porm em tudo isto me desampara os ditameE
da setnela e as core; da experieocia, o ma
qu3 f le acontecer me chamarem ignorante e
nm dos divergentes.
Jodo da Silveira Borges Tavora.
Ol'OTIDLttOS
t-.'.oia, que isolam, reivalam ou attrabem o pro
jectil e alterara no todo ou em saris a nlenjao
do maifeitor no emprego do ffisirumbotos do
crime, fio outras antas verdales quo provam a
incerteza do crime projectado, e affirmam que
a tentativa necessarla para' extra -cao dos cri
mes; porquanto se todos flere a n tentativa
nao n.vera am s a lamentar.
Como pois se diz ao mando eoo ta n de sabe
do-ii no iutereso da oaifio social, que lenta :
Uva crime plncipta >o e Bao caoaio, que a
inclin'jao do nralfeitor dtve ser Crtlgada,
o que finalmente em razai d'ella. se considere
o crine realizado que tic ir aa lentaMva ?
Punir criminalmente a inclinajao e intenjSo
maiefOra' do maifeitor, manifestadas por acto.;
exteriores, a que somente polw alcanjar, p3r
venairVle, a disciplina sagrada, realmente
om medooo absurdo, qual o de se conside-
rar crMe orrmf nao ha cffensas aem gtrnidos
albeies I
Peoso, rjrs's^iio a irrteujao om faco psyod-
^3o ha ainda nenhama noticia da situa-
jlo decisiva do Rio Grande da Sal.
A davida contina ainda a prenisr os
O3piritos, ar.: stando-os no torvelbinho ds
iacertsza, que paira cruelmente n'almsda
patria, qua todos desejariam ver quieta e
tranquilla, fruindo o doce fructo da pas
A propra intenglo que domina o espi-
rito dos revolucionarios ni* est bem evi-
ieaciada, apesar de crer se geraknente,
por informajo':8 insusp-itas que a rev la-
9I0 tem intuitos francamonte restaurado-
res.
O que facto porm, o que eat na
conscic-ncta gorai de pata, ganas forgas
vivas da grande patria rio-grandense es-
aas forja 3 que podiam aer aprovertadac
n'uma lucta mais til para a Repblica e
para o povo, eaaaa forgas ahi se esto ani-
qsi lando rsiprocimente, esmagando-se,
etboroando-ee, e levando na sua queda
propria forja do futuroao Eatado, qua pelo
seu recurso njtoralj pelo s adiaetemea-
to, certo um dos primearos ds Uuils
Braneira.
E o p^a >>n1^mplff com doloroaa aocia

lgico, qa p-l-i vontade pode flcat oecaito conj*,B**e 889 loota entre fi'00* d" me,m" Pr
i imn 1
'
-.-*A^... ..-A. **.^-.^-
_-.-----..........

.....*<-*w
-^-


^ %
% ~
- .. 4T-
Diario de Peiambuco Quinta-leira 9 de Marco de 1893
jp
tria, essa lucta que nSo devia ter reben-
tado em bem da Repblica.
A> luctaa fratricidas, aesse periodo da
reorga isacS por que vamos atravessando,
epor isio masmo, periodo chao das mais
serias aifficaldadea as luctas fratricidas,
nest: instante, dgj, mu o que aaaca
aSo do pan icios js effoitos e das mais la-
menta veis consequencias.
Si par urna idea que cada qui! Ja-
cta mistar qae procuremos conse
segail-. pelos maios pacifios, pela lucU
aereaa do direito, porqne assim que po-
demos progredir e constituir um dia, urna
repblica forte e que corresponda ao nos-
ao ideal.
A revoluclo do Rio Grande do Sal abi
est ateiando as paiaoss e produziado os
iaevitaveia ahilos. Eatretanti se o ideial
dos a 2 as agitadj es a restauradlo, como
se er, spir:mo3 |ua a victiria da boa
caus, que di liapublioa. ssja trium-
um hente.
Manoel Ard:
PERNAMBUCO
Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco Rs. 8:000:000^000
dem realisado 1:600i000i!KX
Fundo de reserva 800:000000
Balando
EM 28 DEFEVEllIO DE 1893
Activo
Accionistas 6.400.000/000
Lolras descontadas 329. 505180
Conlas coi-rentes caucionadas etc. 3.048.2115450
Cauco da directora
Diversas agenekis
Valores depositados
Diversas contas
Le ras a receber
Caixa :
Eu : oeda corrente
20.0005000
5.430.745*210
3-102.P895790
826.92853(0
2.C45.4835050
3.019.3335.ro
Rs. 26.143 111*9.0
Capiial
Fundo de reserva.
Lucros suspensos..
Passivo
80C.(?005000
110.9675810
8.000.0005000
--------------- 910.9675820
Depsitos:
Gonlas correntes de
movimento.....4.924.7675390
Ditas correntes com
aviso ..........1.296.628*290
Letras a premio... 4.602.9845330
- 10.82..380J010
Diversas garantas (val. res
derositades)
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos ns. 3, 4,5 e 6
3.122.9895790
1.42.536570O
2.1051375620
17.1305000
Rs. 26:443.1415940
S. E. & O.
reniambuco, 8 de Marco de 1893.
Wllliam H. Webster
cente.
k.i. f da sina
contador.
SPORT
dao
DOUS PARELHEIROS
Os collegas de Semana Sportiva
a soguinte noticia :
Foram vendidos por 4:000(5030 ao
Dr. A. P. S. Valle, e estao confiados
coudeUria do Sr. Lua Babo, o cavfllo
Lammerlard (actual Djay) e a egua
Giffl;, ltimamente chegadoa de Peroam-
baco.
Ambo sao anini.es hem regulares e
deram exaellaetes proras nos prados per-
nambucano.
O noso turf desconese os referidos
animaes ; nelle nSo figuraram anda ani-
maos sob taes nomes, salvo si ja foram
chrism-dos no turf fliiminensa.
E' certo que par esta for^m remettidos
ha algum tempo o cavallo Paadego e a
egua Seab:eese, cu jo proprietan > nSo se
sujeitando ao esjussi;o peso que lhes
impunham em handeaps, toman a del.be-
rag3o de retiral-os do nosso turf.
SarS j elles ?
Si foram, c>m certeza fizeram aqu nc-
tave figira e aSo expelientes animaes,
sendo de felic.tar ao comprador pela bella
acquisicSo a hoy march, uo passo que
para sentir a privylo qua dalles -.xpe-
rimenUm nosBOS pradoi, ala to pob es
de aaimaes eatr-togeiros, < aiada mais
tendo por aio'.ivo exigiacias deaarrasoa
das ; que nao s exclu am ama verdadeira
competencia, com < at eram ciusa obs
truenta da importoslo de taes animass.
Esses arbitrios, porem, deyem cessar
com a apprjvacS-i do projectj do novo
cdigo da corridas, que o Hipdromo do
Campo Groada fem em maos.. e aeado que
elle mereja a adcpg"io das outras sooia
dadas sportivas, como tudo faz crer,
porque em taes sociedades a multipc'
dada de cdigos grande iaconvenien:e,
cra-lbes embarre.os e no caso quebra a
ba-moai desejavel em suas relajo", s e
m.vimeclo tecbnico.
PRADD QUIXADASNSE
No Estado do Cear f>i creado mais
esse hyppodromo, cuj installacao acaba
de ter lugar.
Pessoa que assistio a instalUcSo, des
crevea em caita dirigida a t Repblica
do modo seguinte :
c Aasisti, domingo ultimo inaugurado
do Prado Qaixadaeose, e fijuci agrada-
veimente surprendido ao ver o gosto e
cuidado com que foi elle construido.
Palavra .orno rao esperava que n'uma
cidade 3e.rtani-j e pouoo populosa bou ves
se peBsoas ^e bastante animo para empre-
gar capitaes em um prado de orr das, qua
em pouto menor, urna copia fijl do de
capital.
PavilhSo de archibancadas, casa de pou-
tes, palenque dos juises, tudo eBt cons-
truido c m solidez a elegancia que muito
recmmendam os respectivos empresarios.
A corrida inaugural estove muitissmo
animada e a ellas as3 f&milas qu xadaenses, alm dos excurcio-
i.istas da capital.
Todos os pateos constantes do program
ma realizaram-se cm c xeellentes candi-
g0as tendo-se exhibido .nimaes que pro-
mettem valentes pare.heiros.
E assim, pos.ue agora o florescente
Quixac um genero de diversSes que vai
dar-'.he mais urna fegao da adiantamento,
j muito pronunciado no.-; seuB entumes
de povo progressista e emprehendeior.
na lal sec^ao: Espalham que o Sr.
Barbosa Lima est muito zangado com
alguns amigos de farda que, depois de
erem recebido grossa chelpa para re-
partir pelas companhias, metteram-na
nos bolsos, indo depois pedir ao General
Roberto para retirarem-se d'aqui.
0 que quer dizr teto?!
E sao estes os homens que apellam
para a briosa guamicao do Estado, afino-
de com o seu auxilio deporem o Exc.
Dr. Barbosa Lima.
Despedida
Manuel Alves de Araujo, aeguindo para
a Europa, no Vapor tagug, esperada
dos portos do su 14 do correno, e n?.o
pidendo djspedir-30 pessoalmante da to-
dos os sau i am'gos dla prestaba da sua
viagem vm fazeI-3 por meio destas linbas
off-r.:jando lhes os sous prestimos em
L is Sa.
Recifa 8 dj Margo de 1893
Tabellio interino
O baobaml Laovigildo MaranhSo acha-
se, por dea'gaacfio do Dr jais do civel,
substituido interinamente o Dr. Moreira
Alves tab MiSo de notas neste municipio
que seaci tomando parta coi trabalhos
da Cmara Legiilativa Eatadoal.
Ra 15 de Novambro n. 2.
Despedida
pre-
offd
Horac'o de Aquino Fonsaca, pJo
sent, despede-se de seus amigos c
rece cus limitado} tireatimos em Paris,
para onde egae hoje.
Rjcifo, 7 da Marfio de 1893.
Ao commercio
A.fim de ce>sar a incoa-
v Flente pra'ica de serem
enviadas as mi antas de se
guro martimo depois da
ah la da embarc?.c,ao, mui-
tas vez es al deixadas por
baixo da porta, sem com
muaicaejo previa do risco,
segura-
respon-
nao for
l
B
APK0I0.I
COMMERCIO
A briosa Gu amicho d'este
Estado
A Gazeta da Tarde, de hontem Iraz
um verdadeiro insulto briosa Guami-
cao d'este Estado: assim que na sua
seceo i Fados e boatos veni escripte
o seguinte:
Eis o que escreveu aquella Gazeta
a 'yompanhia Ilemrjis;:-
dora, tt;m por conveniente
declarar aos seus
dos, que nenhuma
sabilidade toma se
este r.sco cont*aclado com
a embarccjio anda anco-
rada ne^te porte.
Rcife, 20 de Fevereiro
de 1893.
Jcaquim Alves da Fon-
seca.
Jos Ferreira Marques,
orbiniano de Aquino Fon
ceca.
Peitoral de Cambar
O pharmaceutico Sr. Francisco Jos de
tarctillos, pri neiro empregado da Pharma-
cia Delgado, do Rio de Janeiro, foi pelo
Peitoral de Cambar, de S. Soares, cura-
do de urna tr-sse pulmonar aguda, depois
de ter usado diversos remedios Bem pro
veito,
Vende se as pharmacias e drogaras e
2(5500 o frasco e 240000 a duzia.
' agente a Companhia de Drogas.
Medico e parteiro
Dr. Carneiro Ledo, medico parteiro,
residencia o consultorio ra do Livra-
monto u. 31, l.'o 2.* andares. v
Consultas de 11 s 2. Gliamados a
qualquer hora. Tclophone u. 325.
Especialidades : febres, parios e mo-
lestias de criaiicas.
Peitoral de Cambar
A Esma. esposa do Sr. Joaquim Alves
'cvalcaai, do Cear, foi curada, pelo
Foitcral da Cambar, de S. Soares, de
urna terrivel tosas que resistir a muitos
outros remedioa.
Vende-se as pharm^.eias e drogaras a
(550J o frasco e 24$ A)j a duzia.
E' agente a ompanhiaa Drogas.
Escriptorle Coiamer^al
Ra Duque de Ca.:ias n. 72
LiJAI 11
iw ma.
Sendo ce ditferentc na oaiureza o-? servicot
Jpste escripiorio, a comciisBjritribiii'iva vana
ri segundo u t-ubalho reaponsabidade e impor-
tanda, depeudendo na mu>r parte j casos df
previo ajuste.
Aseim ricar oer>endea!e das
a s.'guinte laDeila.
c
Bolsa Conuacrcial de Pernan
buco
COXALES OFFICIAKS DA JUNTA DOS COB
RETOHE3
Praga di Recife, 8 de Marco de i893.
Nao bouve cotac&o.
O presidente.
Candido C. G. Alcoorado.
O secretario.
Amorim Jaoior.
Cambio
PRAGA DO RKC1FE
Os bancos abriram com a laxa de 12 1/2 obre
Lon -res offerecendo saccar mais tarde, a 12 5/8,
constando algumas transarc6.-,3 a 12 3,4 e df-pai;
baixoo para 12 3/4
En- papel particular efTec'uaram se negocios
a 12 3/4.
PRAGA DO RIO DR JANEIRO
Os bancos abriram de manba com a taxa de
12 i/2 e de tarde a 12 5/8 sobre Londres a 90
Has.
GotacSes de gneros
Para o gricultor
ASSCAR
C-Ualisado......i a
Usinas por 15 kilos. 84400 i
Brauco dem dem .... 74600 a
Somenos, demidem. 54000
Mascavado idem idem 44000 a
Bruto idem idem.....34800 a
Bruto celado......24500 a
dos
Pe
Rtame idem idem ....
Algodo
Nao conston negocio.
24100 a
8*600
84700
84800
54200
442O0
4*200
2460
24300
Por pipa de 480
JLleool
litros 2704000 venda.
Agurdente
Por pipa de 480 litros a 1564. O venda.
Coaros
_ Se:co: 3gadosna base de 12 kilos a 620 rfc
venda.
Verdes a 376 ris.
Me!
Por pipa da 480iitrc;954000 nominal.
Borracha
Gota-ss a 224000 por 15 kilo?.
Carnauba
Cotas* de 7^030 a 124000 por 15 kilos nomi-
isl.
ffABBLLA DAl ENTRADAS Dk ASSDCAR
K)Dlo
_____________Mez de Margo
R AL-
Entradas
Barcagas.....
Vapores.....
Animaes .
Estrada de Ferro Central.
Hem de S. Francisco .
dem de Llaoeiro .
Somma
A332-
car
Das Saceos
1 a 7 7537
1 a 7
1 6 1294
1 a 4 8S4
1 a 6 17J3
i i 4 3113
30741
Algo-
dio
Saccaa
200
1650
423
110
3096
6478
Importaco
Vapor nacional Rr sil, entrado
portos da norte em 6 e consignado a
r.ira Carneiro & C.
BotSss 1 caixa a Netto Campos & C.
Cominbos 7 saceos a Qonc,alvos &
Barres.
Carnario 5 encapados a ordem.
Fasendas 7 fardos a ordem.
Fumo 22 volumes a ordem.
Gomma 35 encipados a Goucalves &
Barres, 10 a Ferreira Rodrigues & C, 10
a Lopes Alhoiro & C.
Tapioca 15 paneiros a Ferreira Rodri-
gues & C, 15 a ordem.
Vapor nacional Ires, entrado dos portos
do sal, em o e consignado a Pereira Car
neiro d C.
Cil 250 saceos a ordem.
Chocolate 4 caizas a Machado Pinto
&c.
Chapeos 1 caizSo a M. L. Marqaas
& O, 1 a Companhia Nacional de Cha
pos.
Charutos 1 caixao a Bernet & C, 1 a
Menezes Schiappe & C, 2 a ordem, 1 a
Jaaquim Christovo & C.
Fdmo 50 volumes a S. E. & Bank.
Fio 30 saceos a ordem.
Vinho 10 barra a M. Mala & C.
Xa:que 565 fardos a M Maia & C,
1043 a Jos Baltar & ), 315 a Joaquim
ds Silva Carneiro & C, 200 a Amorim
Irmaos & C.
Dr. M. Freltas Cuimaraes
MEDICO,
Teai o seu onsultorio na raa Duque
ic Casias c, 61, 1. andar, onda ser
i^contrdo da 11 1 hora da tarde e
reside *.o Cajueiro n. 4.
Telephore a. 292.
Portra-ar Je hypotbecas sobre
bens immovois.....
RececebitneDio dejaros e rivi-
deadoj ......
dem de penses neate Estado .
dem idem na capital fe.fral. .
dem de alugoeis de predios. .
Cobranza e l;qu!dacao de ypo-
lhecH8, berancase dividas ami-
gaves........
dem idem idem judialmentc. .
liOtn ra de camoiaes e remessas
dem e veeda de proprieladea
immoveis.......
Pagam-anio de impostes fiscaes .
Por fazer o eegDro de predios e
pagar o respectivo p.emio. .
Por venda de eneros Jo pais. .
Por compra de mc-readorus e fa-
rer remefa para o interior .
-o." venda C.j merc^doriis naci-
taes cu eslraogeir. s em ooo-
'';oa8o.......
?.. .isbalbos de escripta de ra-
sas commer^iaes ou liquida
circunsUt!'..!--
Porcen'.ageai
3 a 5 0o
,10
-OiO
'0,0
10
Convencional
1|2 0o
2 a 5 Oo
5 0,o
1%G
3O,0
3 0i0
2 0|f
jao
convencional
Denles arliflelaes
Sob presso elstica e cpressao pneu-
mtica* systemas novissimos nejste estado,
pelo cirnrgiSo dentista Numa Pompilio,
ra Bar2o da Victoria n. 54, 1. andar,
das 8 horas da raanha" s 3 da tarde.
Peitoral de Cambar
O Sr. Dr, Telasco de Gomensoro, res
peitavel medico residente no Rio de Janei
ro, cttestoa ter curado pelo Peitaral de
Cambar, de S. Soares, urna pessoa de sua
familia, que soffria, havia alguns meses de
ama laryngite acompanhada de tosse.
Vende-se as pbarmacias e drogaras
20500 o frasco e 244000 a duzia.
' agente a Companhia de Drogas
Dr. Mello Gomes
Mico cirof g o parteiro
59 Ra Bario da Victoria 59
(Defronte c'a ra de Santo Amaro
Onde d eonaqjtas e re ebe chamados,
a cualqujr boro do da e da noite e para
qualquer distanoia.
Especialidades : Febrs, partos, mo-
lestias de Banhoras, de enancas e dos
pulmoes.
Sypbilis em gorJ.
Cura o psra radi^.lmente eatreita-
mentos o m^is sofT.imtutos da urethra.
relephone 193
Peitoral de Cambar
Uar Slhiaha doSr. Jos Carlos Coimbra
d Gouveia. do Rio de Janeiro, ficou cu
rala de urna forte coqueluche pelo Peito-
ral de Cambar, da S. Soartfl depois de
ter perdido mnito tempo com o U30 da
outroa rem dios.
Vende-se n.is ph:irmaciaa o drcqaiiaB a
25500 o frasco e 240JO a duiia.
E' agente a Jompanhia de Drogas.
("edrelron
Eise c!cb Carnavalesco procedeu a ele'flo de
sua director aq^ h'cou compota des Srs :
Presidente.D.onilo Sonto M.iat<-iro.
Vice-prt'sideQte.-F-anc-lino Bi'bosa r.'O-
vei-a.
1. Secretario. Ossiido Gome; de Araujo
2.- Dito.Vlgio Alves Coelbo.
OradorGjdofredo Malfios da tiesta.
Tnesoureiro.Loli Praoceii i dos Passos.
!.Procurador.Antonio G>3ie3 da S.l/a
Pj.
2.- HemJavc ioo Martas da C s'a.
Fiscal.Sryio las de Barr.)j.
A nova directora ja f"l "mposs da em secjSo
de 2'! deFcVcrc.ro a^ 1893-
reitera! e Ciafcar
Uma criaefa d.\ esa --lo Sr. M. Viris-
simo di Costa, ooohado do Sr. JoSo Pa
cificj Coe'ho, negociante do lbicuhy, Bta
Grande do Sal que so acbava gravcme..t'-
doente de urna bror.cbito capillar, foi sal-
va da 'norte pelo Peitoral da Cambar
4e S. Soares oue se venda ans pharraa
ias e drogaras, a 2$500 o frasco e 24|0(-0
de muilo seculos pelos aborignes, co-
mo remedio excelso para as iufermidades
pulmonares. Essa oiagnifica preparaco
curar a losse dentro em poucos dias, e
s vezes em poucas horas; alliviar aas-
thma, curar a irritada membrana da tra-
chea e impedir Qnalmeote o desenvolvi-
menlo da thisica. Ao contrario de lodos
esses Peitoraes o Xaropos Teitos de fruc-
tas e outras substancias acres e d'tima na-
tureza duvidosa, ella nao encerra cm si
nenhum acido Prussico, o como igual-
mente nao conlm nenhuma mistura de
antimonio ingrediente este, que abundan-
te mente so eocoolra as |)ieparacoes da-
quellespor conseguinte o seu gosto nao
produz uauseas e suave e agradavcl de
tomar-se.
Como garantid contra as falciiearOes
ohsorvc-so que os nomes Lanman &
'emp vetihatn estampados em otras trans
prenles no papel do livrmho que serve
de envoltorio a cada garrafa.
Acha-so de venda cm todas as boticas
e drogaras.
'Om
[^har
duzia.
S' agente a Comnan'iia da
Drogas.
Peitoral de v>
O honrado estanciero Sr Beliaario Pt-
roira de Athaydo, de Ita^uy Rio Grande
do Snl, communicou q ;o sita esposa, que
sofirir.de asthma baria oauitos asnos, foi
surada pelo Peitoral de Cambar, de S.
Soares, que se vo.nda
dragara*,
duzi3
E' r.ganta
na3 pharmacias e
a 2^5:0 o Irasco e 243000 a
a Com anhiade Drogas.
ISxporiaeSo
aaciH, 7 DE HABQ) DK
para o extenor
ib. 3
No vapor francez Congo, para Pars, car-
regaram :
J. Krau^e & C, 1 caixa com prata em moedas
e ooro ao valor t'e 1:800/.
No va or allemao Campias, para Lis
boa, carregon :
J. Ribeiro, 150 paos de queri.
No vapor inglez Paraenae, para N.w
Yj k, carregaram :
J. Pater & C 600 eaccos com 42,000 k les de
sement de mamona.
Na barca porto gueza Nova Lide, para o
Porto, carregtram :
Amorim Irmaos & C, 100 saccaa com 6,859
kilos de algodSo.
Ka carca dinamarqoeza Nadia, para
Bltico, carregaram:
Borslelmau & C, 292 fardos com 46.208 kilos
de algodo.
?ara o interior
No vapor nacional I; para o Para, car
regsram :
J. Kmtnatk, 100 etecos com 6,003 kilos de
milbo.
I. Souzi, 2,500 caixas com 32,500 kilos de
eabo.
J. Amarico, 10 barricas com HA klo? de
asfuct r brauco.
V. da Silveira & C, 10J barricas com 7,5l5
:ilos de assacar braceo.
N. 'A de Eirado, 500 barricas com 33,902
kilos de assucar branco.
]. Baltar & C WO uarricas com 25,830 kilos
de assucar branco.
C. Guimaraes Jnior, 1,000 barricas com. .
69,099 kilos de assacar branco.
fjra Cear, carregou :
Companhia de Sativa, 50 saceos cora 3 000
kilos ce assacar branco.
Para Maranbo, carregaram :
S G:maraes & C., 20 saceos com 1,500 kilos
de assucar branco.
Nj vapor nacional Brazil, para Rio de
Janeiro, carregaram :
P. Cirneiro & C, 600 saceos com 36,000 kilos
de assacar branco.
C. L. Giues & Fooseca, 150 saceos com 9.0C0
k los de a-sjcr branco e 350 ditos com 21,000
ditos de dito nascavado
Para Victoria, carregaram:
Compaobia de Estiva, 100 saceos com 6.000
kilo3 de aisucar ur.nco e 300 ditos com 18,00;
ditos de dito ma>cavado.
P. Carneiro & C, 200 sacco3 com 15,000 kilos
de assucar mascavado.
No vapor inglez Me.-sario, para Santos,
currecaram :
A. Li na, 2.OJO saceos com 120,000 kilos de
as;ucar branco.,
T. F. de Mello, 500 saceos com 30,000 kilos
de aj?ucar mascavai .
Amorim Irmo C, oOOsiccos com 30,003
kiloi de muo, 2G0 uccm com 12.00!) kilos de
assucar branco e 70 ditos com 4,200 ditos de
dito mascav do.
No vapor trancez Colombia, para Rio de
Jaoei-u, carregaram :
J. A. ..cuto Viaooa, 7,200 chapeos de palha
de carnauba.
D. F. Porto Baltar. 50 pipas com 23.000 litros
de agurdeme e 5 ditas com 2,300 ditos de al
cool.
P. Pinto & C, 20 pipas com 9,400 litros de
ulcool.
Novaro- nacional San:elmo, para San-
tos, carregaram :
G. de Alboquerque M. Perei a, 203 saceos
com 12,180 kilos de assucar brano e 26 ditjs
com 12,90 dttss de dito mascavado.
J. S. Carneiro i C, 697 saceos com 41,820
kilos de assucar branco e 284 ditos com 17,040
ditos de dito mascavado.
Nj vapor nac.onal Percambuco, para
Macaos, car. egou :
E. Kanlback, 25 barricas com 1.275 kilos de
assucar branco
No vapor nacional Ondina, para Pelotas,
car.egaram :
M. Maia AL, 200 pelles de cabra pesando 75
kilos.
No patacbo argent no Candeixa
Pelotas, carregaram :
M. Maia & C, iOD barricas com 42 661 kilos
de assucar branco.
No biate Dacional Deus te Guie
Cear. carregaram :
A. D. Simes C 34 barris com 1,764 litros
de vio- gre.
Na barcaga Correio de Ma:o, para Na-
tal, carregou '
J. Souza, 20 caixas com 440 kilos de sabao.
Na tarcac;a D. Constancia, para Macelo,
carregou :
J. Souza, 150 caixas com 3,4.0 kilos de sabao
(kilo)
para
par,.
bastada ftfasde&.
DE 6 4 11 Da MAB$3
IMANA
Alcool (litro
AlgodSo em rama (kilo) ~
Arroz com casca -.-.o) .
Assucar retinado (Kilo; .
Assucar branco (kilo) .
Assacar mascavado (kilo) .
9agas da mamonas (ko) .
Sorracaade l6ite de mangab. (xiio)
Jachaca........
Couros seceos espichados (kilo) .
^o. res seceos salgados (kilo) .
Jonros verdes (kilo) ....
aiofios de algodSo (kilc) ,
Jarrapateira (dementes) (kilo) .
Jac4o (kilo)......
JaO bom (kilo).....
es 1893
5.0
673
105
480
486
220
120
. 1400
300
i 615
555
350
40
100
400
1*200
.'a' rcslolho (kilo)
-afc moido fkiio) .
Carnauba (cera vegetal)
Cera em velas (tilo). .
Canna (aguarden e) ('ro)
Cal (litro)
Cirvo cardil.......2':000
/armna de mandioca (k 1. i r 10 i
ienebra (litro) ..... 450
liraxa (sebo era rama ou coado) (kilo) 600
Folbas medicioaes de qaalquer qua-
lidade (kilo)...... 200
Mel di tanque (litro) .... 140
tfbc (kilo 105
Sement de carnauba (kilo.i ... 60
sola (meio)....... U800
Stearioa em velas (kilo) .... 1*000
TataioDa (kilo)...... 40
Taboas de amareilo em pranchoet
(duiia)........ 'o
HeadlsBeatos pablteaa
vaz DX M.VBQ ) 05 1843
Mjarwja
itenda gersl
)3 dia 1 a 7
dem de 8
Renda do Estado
Oo dia 1 a 7
dem do 8
324:765*0:7
67:05U073
391:816*140
128.401*461
11:969*964
140:371*425
'.'T-rnllllr non li-; expender urna
palnvra sobre as -..r.rmiifitiew
dos pulmoes e da garganta.
Quaudo os pulmdes so chegam a en-
fermar pode-se dizer que o docnie se acha
as bordas d'uma eofermidade incuravel,
e o priuieiro passo dado em Ido perigosa
sitaacao tosse. Torna-se pois da maior
importaacia o ahllnr-se a mesma ito-
incdialameiite. Se por accaso pergun-
lardes de quenuneira isso se pode cjii-
seguir, promplameule responderemos
com o Peitoral de Anacahuita, cujo ex-
celente Xarope preparado e composlo
com o maravilhoso e bolsamico sueco
d'uma arvore do Mxico, conhecida des-
Mos8or Rebocador inglea Sucesso
cap', la o Vol.e, em ^atro.
Rio Gr iDeus te Guie mestre Po 'ro Jo^ da
Silra, cirga varios gneros.
Mercado iintclpal de S. los
O !!:mi!u uesie mercado ao da 7 de
Marco foi o seguini? : Sntraram.
34 Dots pagando 5,i00 iIob..
165 kilos de pe* a O ris
3 ditas com camares a 100 rs.
rompan, com mariscos a 100 rs.
39 lugares a 200 rs.
7 sumos a 200 rs.
2 ditas com feijao a 200 rs.
33 cargas de farinha a 200 rs.
10 cargas de milbo secco a 200 rs.
2 cassuas com gallinnas a 30') re.
ditas com [rucias diversa: a300rs.
orucu total
532:18/*a63
Segaa seceo daAUandegade Pernambcco,
8 de M.-jo do 1833.
O cete daseccao,
Manoel Aatoaino de-C. Aranha.
O inesoureiro,
Florencio Oommgu^ da Silva.
47 ditos com verduras a 300 rs.
2 dita de macacheira a 300 rs.
1 ditas de laraojas a 300 rs
i ditas de melancia a 300 rs.
1 dita de cebolinbos a 30>> rs.
ditas com gerimu a 300 rs.
61 ditos com farinha a 4')u
1 carga? com gallinnas a 500 rs.
31 columnas a 600 rs.
7 cv"^partimentos com Iresscrsa
a 60) rs.
45 ditos com fazendas etc. a 600 n.
31 dito de comidas a 700 rs.
11 ditos ee 8utneiror> a 1*
7 ditos a 7.0 rs.
43 taihos a 2*000
3*300
*300
*
7*800
1*400
*400
6*600
2*000
*C0
*
14*100
*600
*300
*300
*300
*
24*803
*500
8*900
4*200
27*OOJ
21*700
11*000
4*90C
86*00C
Rendimealo do dia 1 a 6
237*000
1.586*38i'
1.823*380
Do ata i a 7
lSul a<: 8
REOEBiDO.lIA DO ESTADO
19:029*826
1:046*674
Do d;a 1 a 7
dem de 8
KEC1FE .ORA1NAGE
20:076*50d
16:991*801
1:894*0 Jl
18:885*822
novlmento do Porto
Navios entrados no dia 8
Buenos Ayres 36 dias, brigue norue-
guense cSigelin de 221 tonelaias,
ca,;i,ao C Christenssn, e:uipagem 8,
lastro, a ordem.
Terra Nova 42 dias, Ebcud3 inglesa
clsland Maid de 149 tonelada?, ca-
p tao R. J Beale, equipagem 6, crga
bacalho, a Blackburn Neeaham d 5.
Rio Grande do Norte4 dice, hiate na-
cional c Deus te Salvo de 60 toneladas,
mestre Heliodoro Jos de Olivoira,
equipagem 5, carga assucar, a Bartho>
lomeu Lourengo;
Terra No?a 35 dia3, lgxr inglee cjohn
E. Sbttfoid d) 178 toneladas, capitao
Thomas Taylor, equipgam 7, carga
bacalho, a H. J. Perman.
Navios sahidos no mesmo dia
Rio Grande do Norte Patacho allemao
cD. Pedro em lastro.
IVecos do dia:
Carne verde de 400 a 723 res o kilo.
Sainos de 80) a i* ris idem.
Carneiro de900 a \$ ris dem.
Farinha de 36 J a UO ria idem
Milbo de 500 a 52) rea idem
''aiiaode (* a 1*400 utaa
Vapore t Rasrar
Mez de Marjo
Sul.......... Uiu.............. 9
Europa....... Mariner........... 9
Su!.......... Seguranga ........ 9
Sul.......... Sanios............. 10
Hu.......... Pernambuco........ 10
Europa....... Equateur.......... n
Europa...... Tamar............ 12
Europa....... Concordia.......... 12
Sul.......... Las Palmas........ 13
Sul.......... Tagus............ 14
Europa....... Paraense.......... 14
Iberia............. 15
Planeta........... !6
S.Salvador........ 16
Olinda........... 21
Magdalena......... 22
Alagoas............ 23
Elixir ante-febril Car*
faaoel Cardoso Jnior
ovado em 2i de Barco 89 I inspi
i reral la ligna lo Rn
laneiro.
a !(po todtj vegetal !- \ re
. : U ai rc;;ra^ pba
I tadas pelos autores modernos e do recouhe
ida capactdade scieatica tanto i :oa;c
.: B*.rs Dgeiro.
i Elixir e producto nao s io grande es
es py.siclogicas da? sobstancis
uo< atao!oi;t'-:s,comotarobem o re-
o .;.\i Immensaa a. rersos
t ds de febrea de fo :-
\ apolicaco deate Elixir na grande epidem
bexi| is de 1890 a 80 c .. cma vti de
jostroa a sos eficacia; pola co principio
iros sympiomas a bexiga aborta, em ca-
, i mais adlantadus r bexiga passa a ser amt
oenca febril vulgar apresentai non ;s '-..
aelacoesqae coma conUnoacSio do Elixir de-
opareaeai sem todava apres30lar receioa d
:-:. O.
O mnitottestados pnblicados no >Diaric da
'ornambaco e Gazeta da Tarde provam o ifai
nos.
Nos casoi de f.-;bre amareila o erT-^'.o i-lroi-
raTel,aprese!itando pbenorr-e.: tao ma7a7hO-
jos >jue nesta cidade do Re:.'e do Rio de
aro poaeo receo causa a fe'nr' amareila,
no eando o doente com vooiitopreto t
o^uiontstes uitimo periodos sntSo r.
is ario a apolicacao em alta dose, d?::
i tabella aunexa.
Este Elixir j conhecida do pa&J bdeoO
grande numeo de dignos mdicos 'A.aenta-
o para combater os dSerenles ;ucoam^....- to-
los cites de carcter febril.
t'or mnlto tempo tivamos occisao ie faser t
ppiica{ao aas febres erysipeosaj e com tac
3Oi resultado que catEos admirados de tao at-
oa Pfenos.
Pela prj'.ica chegaco3 a coae,'er gne ..o;
itaojees ae febre erysipeosa os cr~:pella como
rulgameate se diz necessarif o uio de 10 o Ehxir.
Nj; grandes iacommodos das -eoboras, ni -
;ruacio, grvidos e nos ca;os de parto coa fe-
ore de um resultado muio certo e seguro e
ejti-j c.i nposicSo tio simplas Bafl nSooffe---
c lio le applicar o Elixir aem uiesmo em dose
lunerices as indicadas oa tabella mira.
Pedimos ao3 dignissioios mdicos qu? desejv
em aier uso de3te Elixir em u- chuica nao m
lOjeiiarem 4 nessa prescripgao. mas sim fater j
pplincao em harmona cornos cass qne dse
i rem combate.-, certoa de que o medicamento i
le comooai{o innocente para o organismo po
BUS frgil que seja.
Modo de asar
A's crianzas at um anno 10 trotas de 2 em J
loras em um oother das de sOpa ebeia d'ao
'r;?.
De nm anuo a tres 15 gotias.
Da 3 a 10 anno3 em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicada3 en.
*?ni fria.
DepoalCos
Coapaania de Drogas e Productos COtmioor
Recifa, roa do Marquei de liada a. 23.
Nac.onal Pharmacia, ra Larga do Rosarli
i. 26.
Pii-mci*O-.atal, ra Si;ri.u li Rv
i. 3
firmacia Alfredo Ferreira, rn^ do Bario da
fbtoria n. 14.
Pbarmacia Uartias, roa Duane de Ganas l
ii.
Pharmacia Ribeiro praga Micial Pinheiro 22.
Para qualquer informaco ser encontrado o
utor na ra to Rosario Estreita n. 17.
Os nos&os frascos sao quadrados e conta ge-
'.as. N'um lado teem jrrava loElixir ante-febril
i no outroManoel CardosoPernambuco, e to-
do? os prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso nstor, sendo falsos os q je ao foretu
(asignados.
Peitoral de Cambar
O Ilustro cavalheiro Sr. Silvino Ribeirj
digno director do Collegio Santa Oruz, na
Serra Negra (Minaa Geraes) declarou que
soSrendo, bh quatro annos de uma grave
tosso broncaial, foi curado radicalmente
pelo Peitiral de Cambar, da S. Soares,
que so vendo as pharmaoiaa e drog-irias
2^5 00 o frasoo e 24^000 a da
E' agente a (Jompanhia de Drogas.
'Medico e
sculistav<
Sul
Norte.......
Sul..........
Norte........
Europa.......
n!...........
Sul..........
Norte.......
Clyde.
Mandos.
Sul.......... Brazil
Tn5--->! i eaa.-
Mes de Margo
Europa .... Seguranza.......... 9 as
Norte........ Pernambuco....... H as
Sol......... Equateur........... 11 a3
Europa...... Santos............ l as
*!......... Tamr;........... i2siJh.
Europa.....Las Palmas........ 13 6S 2n
Sul......... Concordia......... lias 4b.
Europa...... Tagus............. 15 a ib
Europa...... Iberia............. 15 as 5 D'
Sul......... Paraense.......... u 33 ib
Norte.......S. Sawidor........i7 as 5 h.
26 26 30
3 1.. 5 h 1 h. 5 h.
Dr. Berardo oculiela do hospital
Pedro II, tem consultorio ma do
[ H-:-2 Jess n. 9, 1. andar.
Residencia na Magdalena,
Telephon n. 366
Estupendo
E curar em tres dias eronorrhaB chr:
nicas ou recentes, como acontece com o
remed" vegetal qae s^ chama IojeeoSes
Anti-bjenorrhagicas de M. Morato. Cura
g*r.ntida em tres dias, 33ja qual fdr ana-
tureza do paciente.
A InjeccSo Anti-bIe,iorrhagica de M^
Morato, vende-se em Pernambuco, na
Companhia de Drogas e Productos Ch>
micos.
Roa larqaez d'O mk, 23
*~,~.
T
: '
^-L~. ..

.. MI
.w
- V

-i^.
kA,


Diario >

Engenho Mo ate video
Ipojuca
Constando-me que tracta se da vender
este euga.ib.0, venLo pelo presente protes-
tar pela nullidade d6 qualquer venda seni
ininh.-. annu ncia : poB bou conaenhor do
dominio directo d) mesmo engenho e at
hoje n3o fui ouvida ta rjferida venda.
Balbina d> Keg; {haga.
Peitoral de Cambar
O hbil medico Sr. Dr. Alfredo Mandes
Ribeiro, attesti* I'jT curado com o Peito-
ral de Cambar, de S. Suares, a Exma.
Sra. D. Virginia Mari* Mondes, residente
D& Baha ra S. Miguel n. 46, que sof-
ris de urna tuberculoso incipiente.
Va -se as ph.-rniacias e drogaras a
2*500 o frasco e 24000 i duzia.
E' agite a compaoh" de Drogus.
lUIillNUT
o g anie depurativo
descoberto dos indgenas
cujo, lem a propriedade de
curar a syphilis rpidamen-
te, curar o rheumatismo
cora por encanto, e curar a
me ha c mo por miia
C apreciamep.fco do gran
d< remedio o Elixir M.
Mralopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
tra ? ina-io d'este seculo,
tae as curas que dia-
mente se effectuam.
Agentes em :*ernaalbuco
o; jpauhia de Drogas e
Proel actos Chin icos: ra
M.qaez de Olinda o. 23
Dentista
o Dr. Osear Leal forma-
do pelas -acuidades de Paria,
Lisboa e B.-hU, de volti da
tua viagsm Europa, ubrio o
ser. gibine>.e ra do BarSo
d; Victoria n. 37.
Co!oca dentaduras sem chapa
invengo do Dr Cleossier e
por todos oa systemas.
. ix'.ni^oes ssra r com O
cpre&o da coeaina
As obturagCss e ourificacSe
sao garantidas e attende-se gra-
taitanente a rcclaaiac338 dc-
r*>n'e o prasr) de um anuo.
AVISO -N3j re atiende a
chamados.
llegolador da MariQha
'.".. ; -.;ta se relogios de algibeira, pen
dulas d.. torre de groja chronometros da
marivbs, caixas de msica, apparelhos
le 208, oculos, binculos, oculos de al-
Mece, joiase todo qualquer, objeeto teu
entes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
Malhematicas elementa-
res e escripturaco
mercantil
Venancio Labatut dedica se a preparar
qua quer pessoa em eacripturacSo mercan'
1, ra 30 a 35 licSes, conform1" contra-
cto o>ntioua a leccin*- as m .erias aci
mu a rua Duque de Casias n. 72, Io ar
dar.
JLadr Barity
Declaro qno fui mordido de urna casca-
?el, e curei-me sem cessar durante mau
de i annos, candu-me una buracos chago
sos nos kis que se sarava um abra outro
inmediatamente ; ficando ainda com para-
lys.. ern urna mao d'esde que fui mordido.
Ae.or.Eolhado a fazer uso do novo reme-
dio o^Slixir M. Moratopropagado por
D. Csrlos, tomei-o bastante tempo e fi-
qn:i completamente bom. A quem ainda
nao conbeee oElixir M. Moratoen de-
dari que este remedio Banto, porgue
faz ihgres.
Port< Feiia.
Andr Burity
Deposito em Pernambuco: Companhia
de Drogas e Productos Chimicos.
:; Marqaez d'OIiada. 23
Elixir depura
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande effica:ia as od
Isdlias sypbiliticas pe imureza do saiu'ue; assirt
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente moitas pessoas M
commettidas da terrivel molestia beriberi.
Kheumatismo syphitico ou goiozo, ddr cua-
ja ericupges de piie, cancros, e cancros ve-
nreos, flores brancas, Y.Uerismo. (rouxido di
ervos, irites e outras iflammages dos olho;
molest.as do ligado, scropnulus, escorbuto
soffrimenLs de estor :o, ulceras, gornmas, ti?
talas, empingens, d iros, pannos e manchas,
a pelle, bobas e booes, sarnas, catarrbo <
quaesquer moldslias da bexiga, entre outrast
albuminuria, ourinas doces e sauguinolenlaa
anemia, paralysia, erysipelas, e inflammacoe
das pernas e ps, nemorrboidas, astbma, bydro
celles, tumores, nevralgias, e elepbantiazes ou
morpba, as irregularidades da menslruacSo
Prova-se com aqaelle numero de attesUuos j
publicados e os que existen) em nosso poder v
emeacia dts e elixir as molestias indicada*
Fncontra se a venda nn phar
macla dos Pobres ra do
Hsar o larga n .
A'rua Baro da Victoria o. 37 se dar oda <
quaiqutr explicajao que for preciso BCerCi desti
preparado.
Cafado com as fallfFa^de
.VIodo de usar
Os aduitos tomaro quatro rolr>eres da df
sopa pela maab e quatro noiie.
As criaugas de ( a 4 annoa tom ;.rao U33" co
Iber pela maob e outra a noiie e m de o a
annos tomaro duaa colheres pela manh e do*
noite.
Or. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, preiro trata com especia-
inda de molestias ds souboras e creanQ
Consultorio e residencia ra da imp=
atril n. 18, Io anda
Consultas de S 3 da mp.ah
Chamados (por escripto) qualquer hir*
TSLKPHONE N. 226
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
cs-chefe de clnica do Dr. da
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, do 1
andar da casa n. 51 ra do
Baro da Victoria, jjexespo nos
domingos e dias santcados.
Telepbone 285.
Residencia ra beta de Setem-
bro n. 34. Entrada pela roa da
Saudade n. 26.
Telepbone 287.
Dentes
Termina a horivel dor de dentes usan
io o excellente preparado de Manoel Car
oso Jnior.
As cartas que lha tem sido dirigidas
pelos jomaos de maior circulacSo, atta
tam a efflcacia.
Depsitos
Drogara de Franciscc Manoel da Si:
7a & J., ra do Mrquez de Olindt
a. 23.
Phrmacia Martina, ra Duque de C
xias n. 88.
Pharmacia Oriental, a roa Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa de
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Largs
do Rosario n. 31.
Dr. Nunes Coimbra
ClnicaMedico -Cirurgca
Especialidades : febres, partos, mole i
as ds senhoras e de creancas.
Chamados a qnalquer hora na sua re
sidencia, roa da Soledade N. 31 esquina
da ra do talho.
DECLARARES
<,rz&m
i .
)
Dr. Silva Leal
liedle occ&lista
Rcccrtemente chegado da Europa
com pratica nos priccipaes hp~^* ...
nica:! de moleaixaa de oiou deParis. d co
mitas todos os das uteia das 11 s 3 he
tas da tarde em seu consultorio, rus
Duque de Casias n- 73 Io andar, entrad.
pek1 V ea de 17, n. 73, (antigo Largo d-.
Coi;-.
Residencia a ra BarSo de S, Borja t.
16 : lepboae d. 507.
Citan: >s por escripto, em Beu consu"
ri, re .cia, ana pharmaciaMa rtr.3
^------------------------
Dr Bastos de Olive ira
! dico operador e parleiro
T o scu consultorio ra do Marques
de Otada n. 18,1. andar, onde pode se:
Encarado todos os dias uteis de 1 s S
or<> .i o -rde.
Chamadca qualquer hora. rae de
Dr, Joaqnim Nabuco n. 2 A. Capunga.
Telephone n. 365. a
Kiiradn de Ferro Central de Per
sambuco
De crdern do director engebeiro ebefe se faz
put) i \i que do dia 12 em diinte o trem da Ras-
siuha regressara des'a estaca 1. 10 da tarde
chegara a da Victoria as 2 15, coDtiouando em
vigor o bo-ario j estabelecido de Victoria para
Recife.
Secretaria, 8 de Marjo de 1893.
O secretario.
Julio Cesar Cavalcanie )e AiDnquerque.
Comj anhia
Industria de chapeos
D accordo com o que precsua o art. 16 do
decreto de 17 de Janeiro de 189J, da ei da3
saciedades anunyma3, acQa-se a disposic&o dos
senbores acciouistas no escriptorio ta compa-
ebia ra do M rq ei de Olioda n 9, copia do
balaoco, relaco nominal dos senbores accionis-
ta? e trausferen:las de a?c6s8. relativo ao anno
social linio em 31 deD:zembro prximo pas
sato.
Be ufe, 1- de Marco d. 1833
Jjse jjuqiiim da Ccsia Maia
Presideote.
^hesouraria de Fa-
zenda
Mu em substituido
De ordem do Sr. Dr. inspactor a
tisfazendo a requisiyau da uspe^toria
Caiaa de Amortis^ao coit da em cffi;io
n. 103 de 21 de F vereiro pioximo findo,
transcrero o odital abaixo :
Oaia de mortis --cao
Fa; se publico, para conhecimento de
t dos, que a Junta fdminist ativa ('esta
repajtiap, presidida p*lo Sr. ministro faz^SUm 833s5o de 17 dj corro to,
resolvaHno intuito de auxiliar o resgate
das notas do Thesouro, autorisado pelo
d oreto n. 116 de 17 de Desembro de
892, declarar em substituido, alm das
de 100o a de 5000 da 5. estampa, -ais
as de 500 e de 2005 da 6. oatam^ a e ss
de OS da 7.a, para o r colhimento das
quass fica marcado o praso'j^que decorre
de3ta d ta at r.O de Janho proz'mo.
c Os portadores d'-.-;sas notas devem
apreaental as ao troco : nesta capital, ao
Banco da Repblica do Brazil; nos esta-
dos la Baha, Pernambuoo, Para e S.
Paulo, eos bancas emisaores na Babia, Be-
cif a B3lm, e ao Banco U iSo em S.
Paulo, ucs estados de Minas, Paran,
3 yaz, Matto-Givsso e Piauby, as dele
gacias fiscaas do Theaouro Federal ; sen-
do as outras edades onde ha alfaedegas
dadas em sgatnen-o d s direitos fede aej
all devidos, no rj'erido piaso, fiado o
qual comajarao todas a soffrer oa dercon-
tos do ir:. 13 da le n. 3313 de 16 de
Outubro de 1885.
Caixa de Amortisaco, lio de Janeiro,
8 de Fevereiro de 1893 -H. A. OalvSo
O secretario.
J. Gomes da Silva.
Coupanhia Amphitrite
Noescripiorio Jesia compaohia ra do Com
mercio n. 48, aiham se. a disposicSo d?s Srs.
accionis as a copia dos bakngos a reiafo nomi-
op.I ros accionistas e als a de transferencia das
aeces urante o anno.
P. rnambuco, 18 de Fovereiro de 1893.
Os directores,
Luiz Jos da Silva GiMmara.
Joquiu OlintoBjstos.
Jo5o Jjs de Amorim-
GOMPAfll.i
Thesouraria de Fa-
zenda
D O'd-ra ;lo Ilim. Sr.D". chefe da rommissao
fiscal do M ni3terio da Fazen a c no intuito de
sttender a reclamac:s fei'a? pelos interefsados,
tica prorogado at 15 de Marco prximo o praso
marcado ao3 posseir^s de terrenos de mirinhas
e nacionaes desea e d. visiaba cidade de Olind,
para virem provar pera-ite esta reparico a le-
gitimidade da sua po?sb, exbioindo os respecti-
vos litlos, sob 33 penas da le.
Em 27 de Fevereiro de 1893.
Pelo secretario da juita
O 2- eacriptura-io
J. H de Oi'vetra Amaral.
Coipanhia Pernambucana de
NavegCaO
De ordem da directeria conforme pre-
ceitua o art. 16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1899 eommunico aos Srs. accio
nistas que na sede desta companhia se
acbam a sua .lispoaicSo, acopia di balanco,
a relagSo nominal dos ccion'stas e a lista
da transferencia das acyoes, durante o
anno de 1892.
Reoife, 22 de Fevereiro de 1893.
O gereute,
Antonio Uiy ses de Caru-lho
Hospital portugus
Asscmblu, geral ordinaria
Sesfao "de posse
De ordem do Exm. Sr. provedor. convido a
t:dos os seubores sjcos a reunirem 3e em as-
sembla geral ordinaria para dar (unprimento
so disposto na 2* parte do art, 18 e no 3o do
art. 17 de nos^-os e3tatut03, no domioeo 12 do
correnu ao meio dia, no lugar do costme.
Secretaria do Htspital Portuguez, em 6 de
Marco de 1893.
Jj= de Mediis
Secretario.
Ag
sa-
da
Gorxpanhia Trilhos Uba-
nos Jo Recife a Olinda e
Beberibe.
Assembli Geral Extraordinaria
2. CDNVOCACAO
Nao se tendo reunido numero suficien-
te de Srs. accionistas par constituir a
atsembla g-:ral qua foi convocada para
boje, de novo convidada para o dia 9
de Marco.
Tem por fim urna tal assambla tomar
urna delibera (So sobre o privilegio, con-
siderar a reorg^nisaeSo da companhia e
resolver sobre oa seus estatutos.
De accordo com a le s podar func
cionar achando se presentes pelo menos
dous tercos do capital social.
A renniSo ser ao meio dia ni salSo
respectivo da n. tacao da ra da Aurora
(entrada pela da UoiS-j).
Escriptorio do gerente, 22 de Feve-
reiro de 1893.
A Per eir Simoes.
Companhia
ricola e Me rcaaTil de Per-
nambuco
Pag^. se no escriptorio desla companhia roa
do Apollo n 28. 1-andar, do dia I- ao dia 13
de Margo, de 1 s 3 ho-as oa tarde, 08 coupons
ou joros das obrieacVs p'eferenciaes.
P.e:ife, 28 de Fevereiro de 1,-93.__________
Celestial onfraria da SS.
Trindade
Da ordem*do no.ro earissimo irmao prov2dor
convido a lodos nosso* carUtun s iiuf: .s con-
tradea comparecerem em hjssj consutorio,
pa'iimenados. pelas 2 horas da tarde do dia
eexia feira, 10 do correte, afun deincorotra
dos, acompanna^mos a pro;i&o do Senbor Bom
Jess dos tartynos.
E de novo roovido para a3 2 horas da tarJe
do dia domingo < 2 do aadaote, comparecerem
no no?so c nistano, paramen adot, afim de in-
orporados, acompanharmos a procisso de S
Bom Jess das Do-es da g-ep de S. G) cilo.
Se Telara da celestial confiara da SS. Trin-
dj:e, em 8 da Marco d: 1893.
O secretario
_____________Tilomas Herm--? T. Jnior.
Santa Casa
Na secreUrp. da Santa Casa aloga^l-se 8 83-
gointes cara; :
Ra do Borgos r>. 2.
Ra da Ssnzaia n. 18, laja.
dem ideni o. 132, Eofa*
Veaeravel
Contraria de S^ita Rita de
Jassia
D: o-'tn do conse'ho administrativo desta
CO'ifrar a, convido a todos os nonos irmao'
comparecerem sexla-feira 10 do corrate, pelas
3 oras da ia-de, reve-;!ii03 de sens hbitos,
oara acOBapaabaroos a proc sso do Seoh ir Bjm
Jesus dos Maryio?, para a qual livemos con-
ve
S r. ira da veneravel coofraria de S3n'.a
Ri i do Gassia, 8 ie Majo ele 1893.
O Beerttar'o,
M. J. Baptista.
N
Tecidos Paulista
Em vista do que dispe o art. 16 do decreto
de 17 de Janeiro de 1893. da lei e regulamenlo
dos bancos e sociedades 'aaony iias, acham-se
disposicao dos senbores accionistas, no escripto
rio provisorio ra do Bon Jes su. I, pavi-
mecto terreo, cipia do nalaugo, relac5o nominal
dos senhores accionistas e (rans/crencias de ac
Qts durante o auno ndo.
Recife, 20 Je Fevereiro de 18^3.
O director secretario,
______ i- A Saraiva Junio-.
Companhia Pen'x Peraamlio-
cana
Na sede da companhia a ra do Com
mercio n. 46 achm-se a disposicSo dos
Sra. acaionistas a copia dos balances, a
relacSo nominal dos accion'stas a a lista
das transferencias das r.c.us durante o
anno.
. -Peraambuco, 15 da Fdvereiro de 893.
Oj administradores,
Luiz D ipi.Ht.
Manoel da Silva Maia.
J. J. Das Fernandes.
Companhia Industrial
Pernambucana
Cs poBsuidores de debenturea da pri-
meira cmisso deata Companhi s3o con-
vidados vrera recaber no escriptorio a
ra do Oornmercio n. 6 primeiro andar os
juros respectivos uu coupoa pigaval no
corr.!Gt-3 mess.
Recite, 2j de Fevereiro de 1893.
Londo i & Brazilian
Bank Limited
Aviso
A contar do dia 1 de Janeiro de 1893.
o Londoa & Braaiiin B?.nk, Limited abo
cara juros em conta correte de movi-
mento a raaao de 1 jjO ao anno, at se-
gundo aviso.
Recife, 23 de Dezembro da 1892.
W. H. Biltn.
Gerente.o
Foros de terrenos e de ma-
r.-nhas
De ordem do Sr, Dr. ins-lector orevine-se aos
re;pectivcs loreiros. que at o fln desle mez
veoham pagar os scus dbitos relativos ao exer
cicio de 1892. coj is coatas, estando liquidadas,
serao remeltidas juizo, lido dito praso, pata
a cobrang executia.
4* spccsd da alfandega de Pcrnambuco, 6 de
Marco de 1893.
O chefe.
Cicero B. de Mello.
Banco de Pernambuco
Eti observancia do art. 18 dos estatutos d'este
banco, fO11"-0 os Srd. accionistas .'euniretn u
oo dia 13 de Margo prximo fn'nro, ao meio dia,
no edificio da Associago Commercial de Per-
nambuco, para tomarem conbecimento do relato
rio. balanco d'este banco e parecer to conseibo
fiscal, e eleicao do mesmo.
Recife, 27 de Fevereiro de 1893.
Jjs A. tcdrjgues L:me,
Director-secretario.
Com mando do 2o districto
militar
Pela secretaria dsste commando se tas
publico que o Sr. general ministro da
guerra em telegrammas de 5 do correte,
concedeu lie-anca para no crrante anno
niatricularem se na Escola Militar do
Cear, litisfasendo as exigencias regula
mentares, os paisanos Eduardo Piaheiro
Libo e Jos Alraeid, Ouva Far as, que
deverao previamente asentar praca.
Sse. otaria do commando do 2 districto
militar, em 7 de Mir;o de 1893.
O secretario interino.
Major L io.aldo Augusto da Moraea.
Commando do 2o districto
militar
Manoel da Rocha Visira, ex-praca do
2 batalhao de infantaria, compareca
secretaria desta commando, afim de lhe
ser entregue sua certidSo de baptiamo e
a patente de seu pae o alteres da guarda
nacional Veridiano da Roaha Vieira, que
foi remettido p?Ia reparticao de ajudante
general para tal fim.
Secretaria do commando do 2o districto
n litar em Pernambuco, 7 da Marco de
1893.
O secretario interino,
M.jor Leobaldo Augusto de Mo:aea.
Companhia de Seguros Phe
nix Pernambucana
ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
Os Srs. accionistas sao convidados a
reunirem se em sssembla geral ordinaria
no dia 22 de Marco correte ao meio dia
no 8aiao da Associac'So Commercial Be
neficente.
A asawabl* ge-al tem por fim del.be-
rar sobra o bil.'.n;; cootes di anno,
apre8ntadi;B pela admi-istr-.-So, depois
de lido o respectivo parecer tscal e pro
ceder s oleicSss do que trata o 2 art,
30 dos estatutos.
Recifo, 7 de Mar?-) de 1892.
Os administradores,
Luiz Duprat.
'anoel da Silva Maia.
J J. Dias Fernandos.
>ent'
do
dicto
de Mar^o
Confraria de S.
Recife, 7
de 1893
De ordem do presiden/e da commisso admi-
nistrativa desla contraria, convido a todos os ir-
maos para, paramentados com P3 seus hbitos,
acemoaubarem as prociss-s : dos Martyrics Dj
dia 10 de S. Goncalo no dia 12, da Sama Cruz
no da 19 do correle, s 3 1/2 oras da tarde.
O secretario.
Ulyves A. do Espirito Santo
Companhia
DE
Senijos larttimos de PefiM-
buco
Segundo dividendo
.N rscripto io desta companhia, si:o no cae;
da Companbta Pernambucana n. 1. paga-so
Manado dividendo do semestre fia lo em 3!
Dez=robro de 1892, rez^o de 10 0/0 aoa^
ou S'iOO por acgSo.
H. fe, 7 de Margo de 1893.
Dr. ti. Portella Jnior .
Director secretan3.
INDICADOR COMMERCIAL
DO
t DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios

Bancos
Banco Emissor Directores,Dr. J. E. Ferreira
Jacobina, Manoel Jos da Silva Guimaraes
e Dr. Jos Marcelino Rosa e Silva. Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tunes.......,......Ra lode Novembro n. 22.
Banco de Pernambuco -Gerente Willium M.
Webster..........Ra do Commercio n. 40.
Banco da Bolsa-Gerente Pedro Jos Pinto. Praca do Corpo Santo n. 2.
Comx>anhias de XaTi-gaco
Liverpool Brazil River Pate Stcam Ship Com-
pany Limited -BlachburnXecdham C,. Ra do Commer io n."i3.
CariocaAgentes Percira Carneiro & C. Ra do Commercio n. 6,1." andar.
Chargcurs Reunis (FrancezalAgente Augusto
Labille...........Ra do Commercio n. 9.
Companhia Pernambucana de Navegacol avapor
Gerente Coronel Ulisses A de Carvalho Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burle h C...........Ra do Commercio n. 42.
Hamburg udarnerikanische DamprscIiilTfahrt
GesellschaftAgentes Borstelinaii b C. Ra do Commercio n. 18 2. andar.
Liverpool Undernzite AssociationAgentes
Blachburn Xeedhurn & C......Ra do Commercio n. 13.
La Veloce Navegazione ItalianaAgentes Bla-
chburn Needham & C.......Ra do Commercio n. 13
Lloyd lirazileiroAgentes Pereira Carneiro -: C Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Nortee Sul Agentes os mesmos .... Ra do Commercio n. 6.
Pacilic Steain Navigation CompanyAgentes
Wilson Sons & C. Limited......Ruado Commercio n. 10, andar.
Red C-oss Line ot Steamere. Agentes Jotiston
PaterSC.....e......Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Seomans Line of Steumers. Agentes Jo^nston
Pater & C............Rna do Commercio n.' lo. 1" andar,
The Charent Steam Ship Company Limited
Agentes Blachburn Needham & C Ra do Commercio n. 13
Companhias de Seguros
Companhia AmphitriteDirector Commendador
Antonio Marjues de Amorim.....Ruado Commercio n. 48,
Pidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Rui do Bom Jesus n. 7, 1. andar
IndeinnisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44.
Liverpool, & London, Globe Insurance Company
=Agentcs Blachburn Needham & C. Ra do Commercio n; 13
North British Mercantile-Insurance Company-
A rente Wilson, Sons &C Limited Ra do Commercio n, 10.
Phenix PernamDucana=-Administrador Gerente
Luiz Duprat..........Rua d Commercio n. 46.
Coicoaahias diversas
Companhia Adria.Agentes Joinston Pater & C. Ra do Commercio n. lo' 1.' andar.
Companhia de Productos Calcreos.Gerente
Caetano da Costa Moreira......Caes do Apollo n. /3.
Companhia de Drogas e Productos Chimicos.-
Gerente, Francisco Manoel da Silva. Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Companhia 'Nacional de Sallinas do Norte-
A"enteJooMariade Albuquerque Oliveira. Ra do Commercio n. i*, 1 andar.
The North Braziliun Sosar Factores Limited-
Gerente Uenriquc Swnh.'-......Ra de Torres n. 34 2 andar.
Corpo Consular estrangelro
U. A. Le Brum-Consul da Repblica Fran-
ceza ....... Ruado rommercion. 10, 1-andar.
Conslgnacdes e commisses
AUc1ilnSf-_CaSa ^':mm.SSOeS Cn' Ra do Commercio n. 9.1-andar.
Beattv \l'teldt 4 C.Casa 'de Commisses. Ra do Mrquez de Olinda n. 52, i" andar
Borstelman & ''--Escriptorio de Commisses e
aonsignages ...'...:::; Ra do Commercio n. 18, 2-andar.
Carlos iabello & C. Casa de commissOes. Ruado Vigario n. 31, 1.-andar.
Jo5o de Mefr Lins.. Casa de Commisses Ra do Bom Jesus n. 44, 1.- andor
Johnston Pater CVCasa de commisses e
consimaces .,.. Ra do Commercio n. lo, 1. ano)ai.
Machado Pinto & C. -Importadores, exportado-
res e commissarios.........Ra do Vigario n.
M. Maia & CSuccessorcs de Maia & Rezende
Escriptorio de commisses.....Ra do Commercio n. 7,1- andar.
Manoel Ferreira Bartholo & C Escriptorio de
commisces e assucar.......Ra do Bom Jess n. 4
Pereira Carneiro \ .-tasade commisses. Ra do Commercio n. 6, v andar.
Silva Gnimaries ;\ .Escriptorio .le commis-
ses e consignaees........Ra do Commercio n.5 l andar.
Souza Pinheiro Tarares de Mello, Genro & CCasa de commis-
sOes ............Largo do Corpo Santo n. 15 r andar.
Theod Just^Casa de commisses e represen-
tacCes............Ra do Bom Jesus n. 62,
Wilson Sons % C. Limited-Casa importadora de
carrSo de pedra de todas as qualidades Ra do Commerc n. 10 Io and-" *
Armazens e lojas de fazendas
Andrade Lopes & C. Armazem de fazendas em
grosso e a retalho.........Ra Duque de Caxias n. 52.
Andrade Maia grosso e a retalho........Pateo do Lirrameuto n.- 22.
Francisco Gurgel & Irmao.Loja de fazendas e
modas...... .....Ra de Margo n. 20 A
Guerra, Fernandes A CArmazem de fazendas
em grosso e a retalho.......Ra Duque de Caxias n. 47
Goncalves, Cunha A C. -Armazem de fazendas
em grosso...........Rua do Mrquez de Olinda
Loja do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas.............Roa da Imperatrz n. 06
Olyntho, Jardiu: & C. Armazem de fazendas
em grosso,...........Rua Marquezep Olinda ns.lb
Rodrigues Lima & CArmazem de fazendas em
grosso............Rua do Mrquez de Olinda n. 20.
.irmaicn- e tojas de ferragens
Ccnrad Wachsmann Successor de Otto Bohres
Armazem importador de ferragens e miu-
dezas.........' Rua Mrquez de Oludan. 52.
Oliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilharias e ferragens em grosso Rua Mrquez de Olinda n. 17.
Vianua Lastro A C. -Loja de ferragens Rua Duque de Caxias n. 114.
massames
Joaquim Alves da Silva Santos-Armazem de
macames..........Rua do Vigario n. 13.
Utographla
J. E. Purcell.-Lythographia e Typographia a ,M, .
vapor ...........Rua do Mrquez de Olinda n. 8
Farfulla de trigo
Machado A Lopes.Armazem de farinha de .
trigo. Importador........^aes do Apollo n. 47.
Armazem de bacalho
Seixas Irmaos-portadores de bacallio Largo d'Alfandega n. 3
Leiloelros
Thomaz Jos de Gusmo -Agei.u> de leiles. Rua Mrquez de Olinda n. *8
Fuudicdcs
Alian Paterson A CFundigao geral. Rua do Baro do Trium.ibo n. 44.
Cardozo & Irmo Grande l'undico de ferro e
bronze............dem n. 104.
Luiz da' Cruz Mesquita. Caldeiraria e fundi-
ao de ferro e bronze.......dem n. 66.
Diversos negocios
Abe Stein A CNegociantes de couro? em ge-
ral e borracha....... Rua do Bom J esus n. 62 .
esbach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportaco .... Rua do Bom Jesus n. 5, r andar.
Fabrica e tojas de calcados
Albino Cruz 4 CBotina Maravilhosa -Loja de
calgados estrangeiros e nacionaes Rua 1- de Margo n. 18.
Braga S & C Fabrica de calgados Rua doLivramento n. 24.
Fabrica de Chapeos.
Chapelaria Victoria-Variado sortimento de
Chapeos para homens e senhoras. Praga da Independencia h. 36
Serrarla vapor
os Ru ino Climaco da Silva.Serrara a vapor. Caes da Regenerago n. 24.
Armazem de fumo
Almeida Machado A C Armazem de fumos,
papel e outros gneros.......Rua da Madre Deus n, 36.
Fabrica de cigarros
Estevao de GusmSo -Fabrica Auxilio a Lavoura. Padre Floriano n. 5.
Tabacaria Duas Amencas,nico deposito dos
fumos marca Viado ......Rua do Bom lesos n. 4
Armazcns ds estira
Domingos Ferreira da Silva A CArmazem de
gneros de estiva em grosso.....Traressada Madre Deus n. 8.
Fraga Rocha A C Armazem em grosso de ge-
eros de e?i>va.........Rua da Madre Deus n. 18.
7err-- a, Rodrigues A O -'mportadores e ex- ,_.__, ,
adores de gneros de estiva. Rua da Madre Deus s. 21
, mandes Almeida Armazem de gene-
ros de estiva em grosso......Tavessa da Madre de Deus n. 21.
aquim Ferreira de CarvalhoArmazem de ge-
nero 1estiva em grosso......Rua do Amorim n. 41
Armaz m de Madeiras
los Rufino Giimaco da SilvaArmazem de ma-
deiras............ Caes da Regenerago n. 24.

v
.

I mam i



6
Diario e Pernambuco Qittta-feira 9 de Marco de 1893
Diversos raimo* de negocios
Escripttmos
Enchimento de agurdente
Dourado & CEnchimento de agurdente, al-
coolemel...........Ra do Amorim n. i8.
Fabrica de-vinhoe, agurdente e aleool Pinto
Ferreira & G...........Afogados.
Enchimento de aleool, agurdente e mel. Pin-
te Ferreira Pereira Pinto A C.........Caes da Companhia Pernambucana a. 8.
H 1IIU tA AH AV *
jnti tiinrind
Costa Cazeiro & CMercearia......
Neves Pedrosa & C. Mercearia......
Typographla e Llthographia
Typ. Atener MirandaTypographia e lithograpbia
a vapor, pautac&o e encadernaco
Kerozene e cemento.
Fonseca Irmaos & C Grandes imporladores e Largo da alfandega n
exportadores..........umpho ns
Fabrica de sabo
Fouseca Irmaos &C. A maior fabrica de sabao Ras dos Guararapes ns. 2 e 4, B. do Tnumphc
p do Brazil...........ns. 1 e 3 e Largo daalfa'dega n. 8.
Ra do Bom Jess n. 13.
Ra da Penba n. 33.
Ra Duque de Carias ns. 29 e 31.
2 e ras do B. de Tri
6 e 8e dos Guararaps n 2.
Irrrjandac'e de Nossa Senho-
ra da Cenceicao d-s Mi-
litares
ELEICAO
De crdem do iroiao presidente, pela terceira
e ultima vez convido a todos os membros desta
irmandade a comparecerem no nosso consistorio
sexta feira, 10 co crrente, s 6 1/2 horas da
tarde, afirn de proceder-se a eleiso da mesa re
ge lora deste anno.
Consistorio, 73-93.
O secretario
L. Augusto de Moran-
Antonio Doroingoesde Sonza
Jos Adolpho Rodrigaea Lima testa :
mecteiro do fin .do Antonio Pomingaes de
Souza. pelo presente, convida os ania-
dos do referido finado, a apresentarem em
seu eseriptorio rna Marques do Olinda
n. 20 at o dia 3 de Marco prximo fu-.
turo a respectiva certidSo de baptismo
afirn de seren atter.didos com a quota de
5Cf5, e cad. no, que em test ment les
ioi legado.
Recife, 6 de ievereiro de 1893.
Indemnisadora
Companhia de Seguros
martimos e trrestrfs
Et abeler 1 da eai 1*6
Halado Onaneelroeoi S i
zembro de 188
Capital. {,000.000^000
Fundo de reserva 110:376^000
Sinistros pagos 1,779:638^000
RA DO CqMMEROIO .N 44.
London St Brasilian Banfc
Limited
Ra do Ocmmercio n. 32
acor, po- todos os vaporea sobre aa *r.:
zas do mesxeo baoo em Portugal sendi
e a Lisboa ra dos Capeiliatas n. 75. K
Porto, raa dos ladeen.
MMmm
SisnSs Se*-
Veneravel

eompannia i
namSmeann
UA DO COMMFRCIN O-
64
Confraria do Senhor Bom Jess da Via-
sacra da igreja da Santa Crac
De ordem da mesa regedora, convido a todos
os cosaos cari8sii308 irmSos a compareceris
em noss igreja, paamectal. a com seos hbi-
tos, nos das sexta feira 10 do corren te, s 3
horas da tarde, e no domingo 12 do cjrrente, s
3 horas da tarde m (te incorporados, rmos
acompanhar as pro'isses do Senhor Rom Jess
dos Marlyrio? de ua i?rpj i, e a do Senhor Bom
Jess dos Pobres Afll ctoa da igreja de S. Gon
calo, na Iba Vala, para as quDe3 livcmos o
honroso convite.
Consistorio da veneravel confraria dcS. Bom
Jeru?. da Visacra, 8 de Marco de 181*3.
O escrivao,
Adalberto Jos de Paira.
MARTIMOS
es a volumes que porventura tenham seguido
pVa os portas do sal, afirn de serem dadas i
mpo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs, passageiros de se aprsente
rem na vespera da chegada do vapor para toma
em as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas s dl-
DheJ.ro afrete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle &C.
tBoa d> Ctmmurtio 42
RednccSo nos pracos das passagens
> i-': MU s volto
Lisboa Ia crasas 20 30
A 'tonthamptonl1 cas?!, 28 #42
C :rnarote8 reservados para os passageiro de
aibaco.
'inrpassa.qeus, trates.QDQOBUBandas, trata-w
aorim Irraao & C.
.-ip-ia do .,m 353r,sS. 3
r*
PORTOS DO SUL
O paquete
Pernambuco
Commandante R. Ripper
E' esperado des
petos do sul at
odalo le Mar-
go segoindo de
pois dt peque
na demora para
Parahyba, Nata', Cear, Ama racSo, Me
ranha, Para, Obidos e Manos
A eacemajeadas bldai at i hoia
pitai to,ao trapiche Barbo:a
io Lar} ) do Corpo Santo n. 11.
te b-'S. carregrao 9 patlimO a srr. Itteusti
x clausula 19> .'ia:
lo caso de haver alguma reclamacao contra a
coupanni mria cu perda, dar ar Ma
por scripto ao agen .crio di
dejearfja,dentrod ; da fiall-
sa 'i.
Rao proceden orir.alidada a compaa;
ti ;i"
?ar 3 BawndM tra-
ta n coa oa
AGENTES
si ira C c Si C
tompauljia ^e ^tmxc
Northern
Esperase do Nv* Yo.-fe at odia 14 do
correte o vapor ingk-x P.iraense, e depois da
demora necessaria seguir para o Para e Ntw
Yj k. Recebe carga a frete mdico : a tratar
cornos coasignatarios Johnston Pater 4 C ra
do C .lra-'-cic n. 15.
Para Para nagua
Segu para o pcrlo acuna, dentro de poneos
das, o patacho hollandei Frias, tendo j en
pajada a maior parta da carga e pelo resto q^e
Ine falta trata-se com os consignatarios roa do
Commercio o. 6. pavimento terreo.
de Londres e Aberdee^
?osicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumuladoa
*cteSts aaoisa :
De premios contra foge
De premios sobre vidi-;
De uro?
Agent? em Pernambuco,
Boxueil Willians & C.
O vapor nacional
por
3.780
S. 000,00c
I 626,00C
208,001
155,00i
E' esperado dos portos do So!
at o dia 14 de Margo se-
-gnindo depou da demora indi3-
fpencavr; em
Viagem directa "autos
Para eogajamento de carga trata-se com
Ignacio liego
Ou com os
CONSIGNATARIOS
Joaq Jim h Silva Garneiro i (1.
Largo do Corpo Santa n. 11
SEGK0
Eilfll fliJ __" 1- 'andar _____
Royal Insurance CompaD>Companh}ri de" paquetes
Brazil Oriei'al e Diques
Fluctuintes.
O paquete Ondina
ae Liverpool
CAPITAL. SOO.OOO
^AGENTESi
'chiman # C.
largo da Companhia n. 6
Companhia North Brish
Mercantil e Insurance
Capital subscripto 3.000,000 0' O'
Fundos aecumuiados 9.752,443 18 5
RECEITA A> NAL
De premios contra
fogo.......1.495,818 6 10
De prenjicS sobre di-
vidas ..... 992.379 6 1
t 2 488,197 12- 11'
N. B A repartiere de fondos accumola
des sobre seguros contra fogo, nao se res
ponsabilisa pelar transaccOes feitas pela i
de seguro sobre idas.
Wilson, Soas& C.j Limited.
THE IMPERIAL INSURANCE COMPANY LIMITED
Eslabelecidaem 1803
CAPITAL 1 OO.OOO
(Bh. 4,OOOtOOOtOOO)
8KGCRA DIFICIOS K MEBCADOBIA8
Contra o fogr
TAXAS BAIXAS
Hrompio pagamento de prejalso
SEM DESCONT
AGENTES
E' esperado oes-
tes poucos dias
dos porto do sol
segoiodo depois
da demoraneces
saria para
\Bio Grande do Sid, Pelotas e Porto Ale-
gre
para onde recebe carga.
Este vapor tem ptimas accommcdscSe
para passageiros e illaminado luz elec
? trica.
Para rea, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete trata-e com os
AGENTES
! Amoria Irmaos & C,
i 3Roa do Bom Jess3
! Companhia Pernambocana <; Na-
veggfo
Viagem dilecta Santos
O paquete Mersario
Commandante Thomas Laccck
Sfgoir oo da O de Mer-
go s 4 horas da tarde pa-
ra o norto atim indica-
do.
CHARGERS REUNS
Companhia Francesa
DE
Navegado vapor
Liioha qainzenal entre o Havre, Lisboa
Pernsmbnco, Babia, Rio de Janeiro i
Santos.
O vapor Concordia
Commandante Thbault
'"Mte"^'. ^ r-aPerado da Europa at c
Ir^g^-dia i* le Marc, segoinde
Bpdepc'L- a demora necessaris
para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor entrar no porto
Soga-Eeaos Sis. importadores de carga pelos
apores desta linca, queira:.j apresentar deat.c
ie 6 das, a contar do da descarga da? alvaren
gas qualquer reclamagao concernente a volme-
qae porventera tenhao:- seguido para os porto
lo sal, af de se poderem dai i I upo as pro
videncias oeeAuariu.
Expirado o referido prafco a companhia nr
s respoosabilisa por extravos.
P.eccbe carga, encommenda3 paasagBitos,
jara 03 qaae tea excedentes accomtnoda
55es
mm
Sexla-ftiiru, 10, leilao de differentes caixas
com chitas de oovos e linios padres, limpas e
I erfeitas, bem como livros inglezes para escolas
e collegtos, pedran. tinieiros e vi hos.
Sexta feira 10 deve ter lagar o leilo de
um viado sortiaiento de (zendas inglezas,
tranczas, soissas e allemaes avariadas d'agua
da ctava da noite ds 6 pa_a 7 do correte, e se
rao trospo-tf l:i p^.ra o a- ,:szeT! n. 43 da roa
do Bom Jess id:-< 10 C3ixa3 de chitas.
i
Leilo
Agente O i ve ira
De ama quinta parte do engenho Novo
situado no municipio de SarinhSem
Quinta-feir 9 do crrante
A'3 i l HORAS
No a*mazem ra do Imperador n. 39
O Agente Oliveira por mandado e resistencia
rio Etro. Sr Dr. joiz Je direito de orphaos e a
reqneim -nto de D. Margarida dos Fantos e Sil-
va, Itvar a leilao a quinta parte do engenho
Njvo em Serinbem, portencente a requeren!*
vinva de Minocl E!uvirgen3 da Silva e seos fi-
Ibos.
O Srs. pretendentes poderao se entender com
o gen'.o : c mi.
Agente Pinto
!ao
CRA
Preoisa-ao da um meuioo de 12 annos
que entenda do servido de copeiro. No
sitio n. 5 da E.trada de JoSo Feraaodei
Vi'Ji'rs.
Bon8 predios
Ven -e-s uaa exeelleoin predio de andar ter-
reo e BOti cot la, aovo, a moderna, com gran-
de accommodago pjra familia, agoa, gaz, etc.,
em urna das principies roas da fregoezia da
Roa V.sta ; mn ditas na freguezU do Re .' ,
uas roas 8. Jorge e Guararapes, novas, de gosto
a mederna, can commodos para pequea faui
lia; a tratar na Boa-Viata, ro Velba n. 01.
Bom meio de vida
Vende-se orna grande proprledade constando
de terreno moito bom para plantagao, com grao
de baixa de capim, garaoelra, raach33 coberios
de telhas e acreditado, coqueiros.et;, na estra-
da nova da Imberibira : a tratar na roa Impe
rial n. 112._____________________________
Chcara a venda
Vi ode-se ama chaca a oo prircipio da estrada
do i- otos n. 34, com bom sitio, casa mu o
fresca, com pcr!r>, gradeamento e jardim ao
lado, prto d ertacSo do >.- minho le ferro, "
bo ; ti- Fi-.uandis Vieira, um 7 quartjs, 3
salas, sotaocom janella, cosinra espacosa, quar
to fra para naco ga'linh-!',). r>ani eiro e des-
pensa, agua i: g;z en :8iiad< s, moitas arvores
f-nctiferas. liuas grandes coatchaa ; a tratar 00
praga da lcd:penderc:a ns. 3> e 38
Crep Russiano
Teordi! o tnpletacpente nevo
e de alta poantasia o qut>l tem
fnito i ucceeso ca Europa, acaba
de raeeber o Au Paradla des
Datnes.
De fazeedas limpas e avariadas
CONSTANDO:
De diversas caixas coaa chitas de dinVentes
padreen e qualidades, limpas e perfeitas, flinel-
Ur, merinos pretos e cobertores de algodJo
araados.
Sexlj-feira, O do crranle
As II horas
No armzem d ra do Bom Jess n. 4>
O agente Pinto levar a eilo pjr ccn'.a e ris
co de quem perteocer ciff rentes caixas com
chitas de padrvs noves e lindos em lotes a
vontade doa compradores.
E:n contioua^So
Una collocgSo de livres hglez-'s para colte-
g'ci e escolas, pedras, tinteiroa e vnho?.
Enerllni Poaimol lmrel
O BarSo e Baronexe de Petrelin- Berrardirc
de Sena Pooiual e ?ua mu'b-T,' Dr. Pedro tires
Pontual e i>ua BBlnar, con i !am Bes i arenti's e
amigos para asaistirem as mi.-sas ase p r alo
fie soa Bfonda irma, coobada e na, Eriedmi
Puntual Rangel. maolam rezar na matrii da
Boa-Vista sexta ft-ira 10 do corrente, s- timo dia
de seo pissaii.puto, tu 8 hors da man! a. e
desde j se co:f jsam aaradeotdos por f:te seto
de rphgiSi o e.vdsd-'.
t
lrniK.ro Ja-, de K 'rnii
m Job o.- s c
Ribos egeoros, Uanoel V. le Barro) e
su.i loolber (aoaentes), Dr. i'- rros iouri
nho. ^ca mnih.T (iinos, A. Flaviano de
Barro:1, sua maibT etilhic, Praaclseo Mara oe
Barros e Jos Augusto d? narros e sus D ciher
(aumentes) convidara todoa oa seas paren-es e
pessooi de sua aoistde p :a assistirem as i
pas que ,or aima de seu fempre lembrado pai,
.-o^ro av e lio, Francisco Joao de Bar;o', nao
de fer rezadas na matriz do Corpo Santo, i ba
de 11 do ccrren'e, 30 dia osenlOll Cimento,
e desde j sBtccipam o seu refoobectroi al ao
que cmparererem a Oflfi acta de reltgiij e c
rioade.
t

eilo
pipas, ruin-
P.ira cara), passageas, encommendas
cheiro a f ele ir>ta-Ee com o
AOENTE
uguste Labille
9-RA DO OMMERdO9
di
ipaBiie Pflraamlmcaaa le I
ilti
PORTOS DO SUL
Kacei, Fenedo, kteiji e Bii!a
i 1 paquete Una
Commandante Carvalho
Segu co dia 14
do corrente s 4
horas da tarde
para os portos
cima matanos.
Recebe carga, encommendas, pa?sagens e di
oh-iros a frete. at s 2 horas da tarde do da
da partida.
3CRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
De vinho branco do Rio, em
tos e oitavos
Sexta-teira, 10 Jo crtente
As U horas em posto
Agente Pinto
o
Ni ra rio Pora Jess n. 45
Em c-r.lii-u.c/:o o letio de fozendas
e aTariara?.
1
Veude-8e diver*us utensilios, e machi-
nismos, inclusive cerca da meit kilome-
trde trilhos Deoaavilte Raa da Lim:i
do Rege n. 14, Snto Ami.ro.
Moedas brasileiras
Compra Bt ae 60;; r,., IJOOO, 25000 no cect.-
gasto o Reg._______________________
Forntiro
Q:en precisar de um hom forntiro r'e d: ri
gir-te ra Diroita da Argados n. 32, qoe
achara com quem tra'ar.
impas
2/ leilo
do Pay
1
mus hmimu 111
Recebe carga, encommendas, e dibeiro
te at s 1 hora da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
12
a I
n.
Companhia de Segaros
FIDELIDDE DELISBOA
Miguel Jos Alves
N* *Ra do Boas JeiniRf
8EGROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos segaros a nica companhjt
d esta praca que concede aos Srs. segurados isem
p gao de pagamento de premio em cada setim
auno, que equivale ao descont annoal de rere*
de 15 por cento em favor dos segurados
AMPHITHITE
Companhia de Segaros la rumos
TERRESTRES
Capitel J,000:000^
48 RA DO COMatERCIO 48.
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Lartigue
E' esperado da Europa at
o da
HdeH^reo de 1893
eguindo depois da lodispensavel demora Dar
'Bahia, Rio da Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayret
Estes vapores sZo Iluminados las elc-
trica'
Prey ine-se anda ao s Srs. recebe dores de mer
eadorias qoe so se attender a reclamacoes por
(alas, qoe forem reconnecida" na occasaSo dt
descarga dos volumes ; e que deotro de 48 no
j ras a contar do dia da descarga das alvaren gas
; teverto fazer qualqoer reclamacao concernen
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Araca
ty e Cear
O paquete
S.Francisco
Ccmmaodante Estoves
Segoe nodje 11 do cor-
rente a 4 horas da ar-
% de.
. N
Recebe carga, encommendas. passagens e di
nheiros a frete at 1 hora da tarde do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
K Hail Steam m\ m
O paquete Tamar
f
E' esperado da Europa oo du
i* de Margo seguindo de-
pois da indispensavel demors
oara a
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
O paquete Tagus
E' esperadj dos portos da
sul oo dia 14 do corrente
segoindo depois da d mor;
indlspensavel para
S. Vicente, Las Palmas, Lisboa, Yigo e
Southampton
Este magnifico paquete faz a viagem
de Pernambuco a Lisboa em 9 dias.
Esta companhia acceita por procos ar-
Eoaveis para Valparaso at Abril, pasas-
geiros com este destino, por via de Bue-
nos-Ayres e estrada dos Andes.
' Tambera acceita passageiros para Nova
York, via Southampton, por espeoial ar-
ranjo com a Companhia Allemand Lloyd,
po-iendo demorarem-se na Europa caso
aerejarem.
De predios
SENDO:
Trfs nseiai-agaas na travessa
aaDd, de na E, 5F e 5 Q.
Onzo casr.s trreas em Santo Amaro das
Salinas r>>a de Lu;z do R'go ds ns. 20,
22, 24, 26, 28, 3\ 32 34, 36, 38 e 40.
Sexla-feira 10 do correis
A'S 11 HORAS
Na armazem da ra 15 de N.vembro n, 39,
antiga ra do Imperador
O agente Martins levar a leilo pela segunda
vez, requerimento do D\ curador geral c por
mandado do I !uj. S Dr. julz de orpbos, em
soa presenta, das casac cima, pertencentes ao
expolio de Francisco Jos da Si,va Braga.
Grande e variado
Leilo
De fazeodbs avarhdas e com toque de
avaria constando de
Vestidos de l para senhoras, punbos, lenjos
da Fabrica. ;lgodosloh, sargelim, gangas li-
sas, cobertores fiaos, bros de cores, ntertella
para camisas, cregollas, crinolines, merinos,
grvalas, bor<)ado>>, entremeios e ootroB artigo3,
Sexla-feira, 10 do corrente
No armaiem a ra do Bom Jess n. 45
As 11 horas
Em cotinoago ao leilo de fazendas limpas e
avariadas.
O agente Pinto leail ceate uathorisado levar
a leiJft-*, por conta e risco de quem perteorer,
as fazendas cima mencionadas, avariadas d'a-
gua doce em consequfnMa da ehuva cahida na
noite de 6 do corrente, e existentes no armazam
da ra do Bom leaus n. 4S.________________
Agente Pestaa
Leilao
De diversos movis, seis classes para es-
cola, 1 piaao e mesa
Sexta-feira, 10 do corrente
A's 12 horas em p.nto
No armasen travessa do Corpo Santo
n. 27
O agente Pestaa vender, por conta e risco
de qaem pertencer, os objectos segaiotes :
Seis caeiras de faia, 2 consolos de junco com
pedra. 9 cadeiras de jacirond, 2 ditas com bra
eos, i toilet com es; e'ho, 1 piano de mesa 4
jarros, i relogio para cima de mesa, 2 molduras
dooradas, diversos qnadros a oleo e oleographia,
i biombo, 2 ver.ezi.nas de bami i dita grao
de, 4 ditas pequeas transparentes, 1 estante, 6
classes para escola, 2 machinas photographicas,
sendo ama para augmento e ontra para photo-
grapdar, tres mochos para carteiras e outro;
muitos objectos que sero veniidos sem reserva
de prego.
om negocio
JoSo Botc-lh" Carreiro. prr-cisando retirar se
por incommodJ de eaude, vende Uda acritco
qoe t m. constando ds boas raceas toarinas e
cries ; na etra la di- re-nari.le^ Vieir;.
Gompra-se
Um peqoeno sitio, sendo lerna preprias. na
linha do Ar-atai ou liaba principal ; a tratar na
roa de Santa I-abel n. 3
Coroiiu *t iln i.*.-. Braga
Joao Morei mu-
Iher e Biboa, n Aotooio U -.-..;:, sua
mnlber e lilhos, Juvelmo d Santo
mjIv, eoa muliier e fi.ho.', [zidro losa
Pereira e sua molber ecdccem ccre
dialmnnt:- aos seus porentese amigos rju acoro
patita-am t-oa oiticoa morada os r.--te. mir-
taes de eoa mii, ir^-. BOgra, coot-a .avo-
car Boa f. da Silva Braga, e de oovj ^cuvldam
par.-. FS^isttrem a" mi-?-:-- ijne mand'-m rp|? r
na Igreja d .N. S. daS -, a da
Madre ce Dos b S. Pedro Martyr .. O da, na
sexta-fe1 ra 10 do corrpt:te, s Sileras da rcadb,
g npjiHp ji in'cioam to.1 e^a'id o.
j ronytno Itarroirus ?u-: iu(
->,r, Roef.pa R^grt! dj R.'go rrc-s M ria
r" Raojel Cavalcante. Fratesa Rangel
D ;-... Adebi e Raogel Wn scaAgoe-
j& !Or-yrao Pontoal
Raugel, HarU Ur.:ns t.:;..i-. corucet SitTtOj
Mo-ei.-a Cavalcante, hachareis Seba;t o Idefjn-
)so do R go B i-ros e Jjs I ao ldo D :s, cenvi-
1am seus pate'-t^ < smi r.m a?
misfas que por alosa de soa -emp?" lumbrada
espesa mt e sogra, Enedioa Pont'.."! Rangel,
mand;.nj reiar oo i i 10 do correle.
8 n f.-.ii; el...-i! o, Di matriz da Boa V.sa, as 8
horas i a ma lia. e na capella rio eogei h: i .n-
di.
Vraaciico s'<- asvim BTwnseea
Bank*
D. Jflutaa da Costa Baokfl, Fra;.- "c tanfes.
Amelia B ik-, D Joaquina Torre' da Ci sla, D.
Francisca 8eri( a Fonseca B>-t k^. AdoUho Af-
fonsa e M>r a Banks e J.> 6 Jatiuao T. da Cos-
ta, e;pos', Blbos, sogra, mal, irmaos e -unh '
do sempre lemb-ado Fraocisco de As-is L'a F. n-
se:a auks, convidara os prenles c amigos
part assistirem as mis-as qoe em intengrio do
mselo mar,d:-ra celebrar no di?. 10 di corrente,
ea oidl-'z do Corpo Sjoo, s 8 horas (!>. manb,
trieesiUD da do seo falleciraonlo, coufossaudo,
fP rtpjjip jA pte"r.aine"te asradecilo-.
AVISO
Precisa tornaros para servigo de Locomotivas
na Etra a de Ferro Great Western of Brazil Li
mited.
T'tta fe na Es! co do Brum oo Das ofliit.as
da Compaot:
O. R. H. Bu-7
eo^eabeiro em c b: fe.______
csinheiro
Precisa se de ora cosioheiro ; na botica fran
ra do Bom Jess n. 2i
rez
A? ccmenircto
publico
ao
Manoel alv*a de Arau]e, componente dss fir
mas comme.-i!?es Maaoet Al'cs & '. e Aracjo
Cavalcatt! ."> C, d Gjffiflleira. spguindo para a
Europa oo vaior T.gos, esperado do sol a 14
do corrente, declara oe ticam eneprregados dos
seos upg.cios ccmrerciaes naqutlla cidade, os
Srs. Joo Flix Cavalcanie de Atboquerqoe e
Jjs Romeiro Cavalcante, seus socios e amigos,
na oro m que vao collocadas as respectivas
firmas.
Recife. 8 de Margo de 1893.______________
Excellente viveuda
Aluga se a grame casa de Jaboato. perten-
ceue ao Baro de Locena, ton boas comcodos
e, alem de dependencias aproveitaveis, agua
encanada interna e h.-ieru-mecie, bonita casca-
ta.coch Ita, rumie- ro tera aci.naes, pomar
e om e> .enso sitio cc:u ooa: plaataje, muitoa
cafeeires e mai3 Cs e-ez m il r's de cacao ; a
tratar no kspiibeiro, ra di lijra 3. SI, ou na
roa Duqoe de Caxias n. 73, loja.
Ronpab brancas
Roa di Palma n 5-
Serena \Jaria da Cunha encarrega se de fuer
e cortar todaa qaaltdad-- e reopas brsocas para
seohora, n );-"ns meninos, e-osi
por presos uiuito ;e?u:jdos. ^^^^
Caixeiro
PreciBa se de om caixeiro com pratica de
molbaaos ; a tratar na ra do Pay-and o. 2,
esquina da Estancia.
Criado
Precisase de um criado pan eomprar,
dados e mais servico de casa de pequea
lia ; na ra de Nenes Machaco o. ?9.
man
f.'tni-
AVISOS DIVERSOS
COSINHSIRO OU COSIXHEIRA
Precisa e ca roa da Casa Forte o. 5, paga-se
bem agradando.
Precisa e?. de orna
roa Direita n. 78.
ama para menioo:
Vndese um maguitk engenho vapor,
perto da Usina Cooceico, em Jaboato. casas,
sitios e terrenos : na ra do Rosario o. 41, se-
gundo andar. ^^^^_____________
Vende oe
triz n. 55.
a taverna sra a roa da Impera-
PrecUa-se de unta criada para una pes-
soa,'- qoe tenha pratica de enommado ; na roa
estreita do Rosario o. 2?, 2- andar.__________
Francisco Mara Victorino da Silveira. en-
fermeiro do paquete Mccambiqoe deseja fallar
a seo irmo Antonio Joaquim Victorino da Sil
veira em seo regresso de Saotos.
Paaria
Vendo re orna padaria em Tigipi, o m,.tivo
o dono ir para f a e faz todo o negocio.
Precisa se de um feitor;
Co 0. 48
Feitor
na ra d i Commer
Despedida
H racio de Aq>.ino Fons?ca pelo presente des
peae se de seus amigos e (ff^rece seos limitados
prestimos em Pa-is, para on'e segu hoje.
Recife, 7 de M rgo de 1893______________
Protesto
iiaria Jos de Albuquerque Acoioly
vem pelo presente protestar contra qual
quer transac;So oneroia ou gratita so-
bre os bens de seu casal existentes oo
Estado da Bahia, visto i ce para isso cao
n2o deu procuracSo a seu marido JoSo
Clodoado Moreira da Coate.
Cosinheira
Precisase
UoiSo o. 17.
de orna cosinheira ; na ra da
Criado
Precisa se de era criado qflfi c pro va de s'ja
conducta ; a tratar na roa da UaiSo n 17.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com pratica de mo-
lhados: para informsces, oo Protector do Pobre
becco Ltrgo o. 25, canto da roa de Apollo,
t
li. Km-aicn i'tmiual K. nsil
Leocadio Alvea Pontoal, ?ua mulher e
lilh:8 c tGvidain aos seus pvenl-'s e rmi-
goa para tssisti-em r- mi33a qoe raar.lam
celebrar oor alma de sua pr-zada irma,
cunhadae ta, Eieiioa l'entual Ra.igpl, na ca-
pella de Aripibu', s 9 bora d msriba -Je 10 do
corrale, stimo dia do seu fallec'meuio, c desde
j Ibes gradecera este acto de caidade e relt-
g'3o.__________________________________
O. Gnvdiua fon!nal ngel
U B.iro de Fn-x- ir^a e stus irmaos
Drs. Siiiue! Pon'ual e Constancio Pontoal,
tn;.n-a) eza: una miesi por alma de
si "r:,5 Snedtna PpntQvl Ranse', na
aeita-tetra 10 do corrent", ai 8 tuxas da msabi,
na cap lia de N. S. d* Boa-Viagern. < P'dem aos
3eus amigos e | -. r i ; -a as iuirem a e-te
acto de saudade..... ligtao _______ ____
ama e criado
Precisa-sc de urna ama de idade.
nao dormindo fora, para casa de pouca
familia, a tratar no pateo de S. Pedro
n. 1, i andar.
Na mesma casa precisa-se um me-
nino para criado,
\
h
P.-pcisa-se para ro.nhar e
para :.-osa_de oi p eueno fer ico,
lio Chori Meniro
ou'j.-ro 1 E.
Ama
Preci a se ie orna ama qu' cesinhe c compre
para doaa pessoas; na -us Barao da Victoria
numero 6._____________________________
Ama
Precisa-se de urna ama ; oa ra da Imperainz
u. 22. yrim^-iro aodar. __________
~\M$
Precisa-sa de urna arra para cosinhar e azpr
mais atg^os sr-ic s di! casa de pequea fani-
lia : na roa d > Liv am nlo n. 2.
Precisa-se de urna ama para cosiebar; na ra
Nova n, <6.
^raa
Precia-?e de urna --ma pa a cosinhar e cem-
prar ; na ra larga to KC3arit> c. 36, eeguoao
anr"a-.
Amas
Precisa se de urna cosinheira p de urna r-n-
gommid^ira ; na ra da Imperariz n. 16, pri
meiro andar^___________________________
Fedreiros
Na3 obras da nova fabrica da Torro precisa se
de pedrdros. _____
Sitio
Precisa 6e te um par, alogir, que seja em
qualquer arrabal Je, bem arbortrado, comficil
transjcrle para o Rec fe e tenia baixa de ca
pim : a tratar na rea 89. antiga Imperial nume-
ro 261 L._______________________________
Criado
Precisa se <-'e nm ciaio, para comprar: na
roa da Palma n. 68
Jardineiro
Precija-;p de um ja.-direiro, stndo portoguez:
oa ra Deo Farias n. 57
Marroquim branco
Verde fo a 2j?500 a
pelle, r a sapa! aria Oliv *iia
Rui co da Vic-
toria d. 7.
J
\ mam
^ i' i
aba


>*'^t
..-----------tt aM4j>*'i'---



*
f irio de Pernambnco Quinta eira 9 de Marco de 1893
mMmMm/B////mm,
. cm Pernambuc
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sacr excellente, mais eicaz para as
pa'y..o;.f; debilitadas do que o; c, ruginosos e quinas.
Coiiservv-lo pelo meiiodo Pasteur.
Receitaao aas Molestia io estomago, Chlorose,
Anemia, Gor-valosoenci? este Yinho recom-
mendado s pesso as j iuosas, s joven^, mulheres
e s criancas.
di Erouir'is < Pro:ito Huaicas FAHIA SOaSIRHO iCut Kbdam Pani.
A F.l l'.AH MOL ABSOLUTO lODOfORHO-CKLOSOTADO
OlEOIClENTO SEM RIVAL PARA A CURA OAS
TSSS5 PERSISTANTES BRONCHITES CATARRHOS
LARYNGITE8 DOENQA8 DO PEITO
E\igir :> \crti:ni.'iias C.AI'."-l LAS COCNET levando na etiqueta a assiqnatura do Inventor
Paiis, 4, Sue de Charonne. En Peruanibuco: O* de Drogas e productos chimicos e todas pharm1**.
yW:
*-Af


ALIMENTO
>
Paris, 6. Avenida Victoria
dos raaij- ogiadaveis e de fcil digesto.
8 .. | o procioso para as crianzas, desli
3 ftfatft ce 5 a 6 wezes, o mrmente no momento
smama-los. Facilita a dentieo,
Assrfitii'a a ba fortnardo dos ohuos.
Prevm ou doto os defeitos do crescou(ja.
principaes Pbarmacias de Francia e Estrangeiro.
UMCO ANTISPTICO ANTi-EP I DEDICO SEM CHEIRO
dss:i:?ect
'> s s ~t w. r*,
para cura.' varila
setiie-ia, Myihili*,
I liphtera, anginas,
o arto, tufUttnm
dr.s cheryaa, jiter:-
t!(lf!. ... I .
lits,

trvs preservativo st.-- '"ual gabado por
ido nos hospitaes d>. -Iz
, fiebre i ::<;rella, dy- eiotcri.-:r.crouB, f? SI ^3
fetn ', i *^*
-
f,SOB da aralK, -Jt.c

.. k%* "" INFALLIKEl
\ para curar a coj-k,
c Mr*
.".-; i;< !. faria,
fedor do bufo, borliwlfimt,
fcgoa d.- naraif, /-ji:.-.<>.<".-. .
""3, etc.
.... .. ... la bocea.
-; '


CATABRHO
mSTHMA &
Curados pelos CIOAP.ROS
OPPKESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APPhOVADOS E LICEHCIADOS l'i 1 A IIFMCTORIA GEAAL DB HYiilEXE :0 HKA7.1L
Venda por atac.io J. ESPiC, 20, ra Saint-Lazare em PARS. /'.sj-t-sc u afirma :
' 5:t i -- e v. tooil a i*' XCIPAM pmakuac:as ij t fuanla E ro i m'u.nuhk
&^VA^^v^vAv^^T^^^w%rAV'A^lVA^VAVAT^,
AVIO MECEDORES^ DONAS ^GAZA
Exija-se em cada lata pafa fazer J^Qa COSllB,
r. Marca da fabrica abaixo
preciso Boa Manteiffa
USA I, POIS, A
MUTEJUPIHUl EXTRA -ISKir
de
Frres
em. VALOGNES (Pranga)
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Mantciga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, Margarina,
Azeite e qualquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Exposicao Univeral de Pariz 1889.
ESPECIALIDADES
JONES
FATIGANTE OE PERFUMARA INGLESA
EXTRA-FINA
.?ICTOF'."i E.WCK
O pe.'.'' mals d< ;oson>i mundo.
Eure i tade colleccao de oitracU para o lenco
i ae.-. i 'iiialidadu.
LA JUVENtLK
P sera rnlstun cliliuica alguma, pairn s roato,
.uvlslvel.
Cn'-AH IATIF
Conacrva-se em lodos os climas; am enmato
'\orro"c'" rk sua supurorldade sobre 06 outros
Cold
A--
Tonlc.'!
ylcadur
E.
Den.
47/S TOUCADOR JONES
refrescante. Excellente contra as
Insectos.
n E PASTA SAMOHTI
antisptico e tnico. Branqnet os
dentes e ro.ilCca as gengivas.
23, ii .llevard des Gapuoine, 23
M
D.^idtj c-: crninbuoo 4t Br|U rrtairtai
00E :?AS DA PELLE
CIOS DO SANGUE
4FFECC0ES SYPHILIT1SAS
Cura Crrta prfoi
DR GIBERT
AftROPt E GRAGEAS
9rpi.rativ; IvJurclaJus t [
(P. r BOUTIONY-DL'HAMUI)
UNIVLR3ALKIENTE RECEITA008
PELOS MAIS AFAMADOS MDICOS
Exigir a firmas i titila encarnada) do D*
GIBEIIT de B0UT1GNT, o ullo do Gottmo
Franca t o da Lnido doi t'abrxtantet.
DESCONFIARSE DAS IMITAC0ES
As VERDADEiKAS AGUAS de
H333
Sao as Fontes do Estado f rancez
AJm:ni8tr>.,0 8.10ULEVABD MONTMARTRE, PARS
CELESTINS, Aras nasurinas, Doencas Ca Bexiga.
SR N D E GRILLE .Molestia do Fijadoe do Apparelho biliario.
HOPITAL, Eoencas do Estomago.
HAUTERIVE, Affeccoes do Estomago e do Appardba urinario.
UniCS, cujo tnrrtimenlo flscillMtfo oor um ReprttenMnt
do >!io.
Ct^itos tm Pernambuco, Sulzar et Kecblia; kUQ. UM
t dii prloei^td Pbaratcias et (rotjuiaa.
so
fP
SiiiL
M
.- y. -".pprimcoopahlba e oabebaa,
; cura os coiriiertos sem receio de recafaida; empregm-
5 sa so ou juctimcute com a Xnjecoao Verde.
ECCAO VEBBE
Asi ;i&e>tica: neai c&litt :ca, nom irri4%n0i
sem perigo de ostreiiamento; Um omut m
dies denra do 124 bora, c cura mais prunipta
Ecg*:tra:- qualquer oatra.
m
lynTEbT
sem MerouriO
j Extraoto coceratrado de Salaap&rrilhti
j iK.ei2i, o Rali teluro e mals bracio dos daye
1 espaciSoo dos Vlcloa do Banaoe, a-
s RbeumaUaaaoe. oleetlaa da Max
so s Tto
DUPER',!lPt'aM-*)fCUa)i.S-,raiBi
VKWDEM-SE AS PRINCIPAM CAMA)
PMAEIIACIA DROBAMa
Im Ai Miln **> rrecat
r~YYYYYYYYY-fYYrifr
^BAO OUKaTVO a mEUT^
Tuniores cravo pelli vm -" > r^p-ra eolco.,,,'mpidido ou corado
por o aai grande de todos o;; ai ; Sab.o Curativo de
Reuter. Piodoza a pe!le 'ormosa, branca e ciara e .noa brandas; absoluta-
mente poro, rtelicadarnent? medicinarlo, extremamente icromp?',3vei nomo
sabio para a p- lie bem como do toacador, do I oh" e do .^.arto das ancas. |
CAWBWaA. Nao trennino sem cada < ovoitrio tt r a o>artd re [
8istrada de Barclay & Go. New-York. _______ I
kEUlCINAL
TPAB1
TQIHTL
XAMuIfK DE REUTET El. 2
Como remedio daEstago Calmosa, Poiittcadur dosanjjoe, diurtico,
s aperiente, nenbum outro app*-llidado depurativo ou saisaparrilba ee appro-
eima sequer aoXarope de Reuter n. S. Combina qoatro grane3 proprieda-
xes em um so remedio, ope.anUo a un. tempo sobre os orgioa 'igestivos. o
daneue. os rias e os intestinos.
Absolutaoiente neutuliba puiaa pelos canaes intesiinaes, rns e
poro, da pelle, os germens nocivos, me flutuam.no eangue, na urina e na
trantpiraco. _____^_^_^___________
C KSlaHOE
PURIFICADO!
PASA O
AJIIOUB.
PEQUEa AS paulte 1#E JtlITEB
Figado entorpecido cura-se positivamente com estat-oilrlas. Ellas,
aao um remedio purgativo livre de perigo para o bomem m >? inco, tj bem
come bastante activo rara o hornero mais forte, e nao constipa-;: depois; pa'c
de-.:.) geni agrada a to-cs que y^ u^am. Sao as oilulas estandarte da
fleao medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais facis a to
Uuarentaem a
PAfiA
TRItiOFEA DE B RRT
Urna pieparagaoelegante, extremamente perfumada, rmove todas as im
Durezas do crneo, p esertatlTocouira calvicie e cabello cimento ; faz o cabel-
o crescer espesso, brando e berno o Infellivel pt'a corar erapcOes, doencas
da pelle, glndulas e matelos, e cura rapidameDtecortaduras, queimadura*,
.ridas, terceduras, et< I
CAUTELA.-Nao f'Quino sem cada.fra;Co ter a marca registrada
TAJUOS DE8TES PKODDCtos.A compaiiiiia de Droga dnctoi chimioM
Ru, MarW*.4e,piindA avj.
tfEITORAL dj CERE J^
Do Dr. Ayer.
Al eaiermidaik-s mala doloro.-af au ^arganU
t dos pulm5ti<, ordinurittinontv desvnvolvem-se,
tendoborprincipio bJoepwjBi'nM.cuJos.-psulta
'.v^iao sao dilcis de curar si prompti m<-ntf M
.rat&o com o remedio ccvi'Dlontt-. O^. Rosfr"
idoa ea&Toi*eft tISo rti|iioCMiiii ate o remltadC
e LaringlllB, Aatbnus, IiruuchltU. AfTiz
cao Pulmonar t a TiMca.
Todas nc fanriHwa m.- ten criunca- deven
Peitoral de ;reja do D\. y:
-.. oasa uura o ....a <-m caso a., ineeaitoad
,^-rda de um < die. ped' tni multo-
retar aerial co!i-c.ju<.:a'ii;'. !*.i; '. te deve perder tempe pn .aoao, xperinentai
...jut-dios de efflcaclu duvtdosa, mojai ato t.'
\ ifnferraidade se apodera do eystema i se arralas
Vrouodaracnt'1, eutSo Jtsse instante, o remedio mais certo e acti-
>ea eHelt", e este remedio sem Juvida algos:
0 rtrrroi^iL ik Cure-j. oo Dk. Ayk.i.
iBEPAU\DO PBLO
OR. J. C. AYER &C*
uowel, ftlasfe., Kht.-Um-ios
laV~J|TO 3KKA!.
O Coelho
O
?riefaiios Jo gr n-
de estabelecimentn de mo-
u;8 derominado Co Ihu
a ii^a de Ioper tiiz n.
56 chamam a aUengao de
seus numerosos amigos e
fregueses para o maravi-
lhoso sortim?nL de artigo
de moda e phantasia, es
col ha do che fe da casa re-
ceotemente chegado das
principaes capitaes da Eu-
ropa, onde va i iodos os
annos fazer geinpre
escolhido soitimento
artigos sempre novos e
coiihecidos no uosso
Cdo, a lo )ga pratica do
nosso rano de negocie,
emolas, no d lireito a
acharmos-nos collocados
par cas prinipaeo c sas
de .odas de ti-, etc.
Domingos Coelbo *: Soares.
^llE!lll3g||BIIIIIEIIIIC
m
um
em
ao
met-
^ ESCOLHIDOS 1$
CO O co UJ ce Ll. co O Q < O U. LU Q OLEO PURO DE FIGADO DE 2ACALHA0 BE LANMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhc dio a preferencia, o re-ceitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, 1 -crofulas, etc., eo considexam o mais puro e rico cm PODER MEDICINAL QUE SE APRESENTA AO PUBLICO O O) > O O O
fr E MAIORES A
PHa lili
uiiii, raes k V. lente
Participsm aos seas freguezos, e bea
assim aoa Srs. agricultores,, que eonti
nuam a ter grande deposito dos artigos
abaizo mencionados, g^rantindo tudo de
\r qualidade e Bem competencia em pre
coa, vis o como tecebemes meamos ar
gos directamente e terem constantemente
avahados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jagu: be.
Por'1-
imeiito
and
e-
coLo.
1 ( para
rnoor.
Oleo ele m
Dito i
chinas).
Dito d< inha^a.
Dito de ricino,,
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapato.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Qotassa da Russia (eiu cai
xas barricas e latas).
G a z inexplosivel Dia
mante.
Trisulphito de cal (uove
preparado para clarifica)
o assucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz par?
a ompleta extinecao
formig avaj
6 ^orpo Santo-- i
DO COT tS
Br. Humniuays k- Nova York
En oso mals d" 80 '
bora .
la i pnnofpesa mal ganmodas ffo. Ct'BA
I Vbrt'9. Concpptao, Iulamr.iacjt-s
bree Coi slcj ombrtjas.
.. CollciAi CUorc o Lusomnla das Crianzas-. .
I. tinrrri-n. de< lianzas Adi
LUZ E
DiAMNTEJ
LONGMAN & MARTNEZ, S
NEW YORK.
1 Livre de Exploso, Fumara Mo Cheiro nr
A venda em toe' .s os Z
armazems de seceos e molhados. m
^#1 (U IIIDLIIIII lili ILT
Fabrica Cybele
Previnimos aos dossos ncmi rosos fregaeze?
que em consecuencia da alta que tem tido es
tumos e tambem pelo imposto dte resolvemos
alterar os nos ts cigarros paraos prreos abaixo
mencionados:
Frabica Cybele
Piltade Caivaho &C.
Ra Larga do Ro ario n. SO
PER\AHBKO
FUMO PICADO
OBOSS03
Mundo as avesfas 91300
Demcratas 9*300
Flor do Recite 9/8000
Flor de Limoeiro 9*500
Cybtlos 91500
PiUrescos 9*500
Nihilistas 8*000
FINOS
Cybelos 9*000
Sonbadores 9*000
Irajs 9*000
Fenianos 7*000
FUMO DESFIADO
Cybelinos 9*500
Cb a ubados 9*5CO
Ambre 9*M0
Trajas 9*600
Demcratas 9*600
Copinbos Aogelica 9*500
Caporal 9*500
Ca anos 9* 0
Descont de 15 por cento de 10.000 para
cima.
- IJ.. (.. ( been,
10. E*i ,.-; '-'Ulre.
11. ;.. ii Brsn Escassaouueiuo-
.......................... .....,
iC. 1,- (usa
.' ; ro i
la...........
. is. .
S. Si-:: ;. .
:;. i, .i* Alnior cimas, uiternaso
.;
is. O '' Inaaramadot
ifi. t-' i .: o, i chronlc.....Unzo.
.). oanelvtbc ......
-
. rotulas, ': i '
"i. Isebilidido el :i .......
.5. 14 v Iro
6. Knjoo i i'oii'ltos...
.^r. HolcHtlOMODrliiarla, cateul oaPean,
....................... :
2?. ImpoU'nei:!, Deniuaaae nervosa, ^.irimul.
<. 'Ii.-rtllinlin^iin Burra. "U j i>ht:t .......

K Ep> -i>-i.ataf tarb, OJMtainl Bail
aranta
befa
n
6. (


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drogara bar
PKOPMKTAKiOS
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Pharmaenicw8
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Dogas, producios chimicos, e especialidades I e s
Grande deposito de nt er
nizes para carmagens, pineeis e artigo8
para photographia.
Agentes de todos os preparados de ju-
ra beba de Bartholomeu fy C.
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P r e 9 o s sem competencia
Kua Larga do Horario n. ]4.
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Chamad':.-s a qualquer hora da noite
pela campa elctrica.
LOTERA
DO
sRAIYI PURA'
NOVO PLANO
PARA
CABE-0
v u
Na Fabrica Cjbele
Tem
fumo Guarany picadoe desliado de 400, 600,800
e 1*000 o kilo e para acabar: ra Larga do
Rosarlo n. 50.
A o commercio
O abaixo a-signado dec ara que uesta data
venden ao Sr. Antsi io Goncalves Lima a sua
taverna aita L ra de S. Miguel n. 34, freguezia
de Afogados, livre e desembarazada de qualquer
onns.
' Reife, i, de Marco de 1893.
-^.Corbiniano V,.Gacon.
ras ubi tmi ..
:.e.. i vo.:
ICOS AOENTifiS
j .,daa vm gro*o -
narntomeo
IwiaSobri h
R,f-stuurant Strab irgo
-r.u, IS de Suves;-po-52
Neate nc> psfabi*lcimiuto, rtonta.
mente bert > rteata capital e montado
com ve."d>.de;ro Iuo e apta a servir ao
maia exigente fregus encontra o p iblico
o melhor e o mais aceiado ser vi y o culi,
cario de que se acha incumbido um peri,
to mestre cosinheiro especialmente con.
tractado para o restaurant.
Sobre iato a propietaria chama praze-
rosamente a atten^So i os fregueses para
i estrema urbanidade de seus emprega-
dos, para a promptidSo nos servicos e
o bem montado buffet sempre repleto
das mais finas bebidas e das mais bem
preparadas e saborosas sobre-mesas.
este Iuzuobo estabelecimento dirigido
por pessoa habilitadissima e de affabilida-1
de notavel alm da modicidade de procos
acharSo c a cavalheiros e as Esmas. Fa-
milias quem falle com perfeicSo div rsos
idiomas.
Restaurara Strasborgo
PROPR1ETABIA,
Iza bel la Juberco
Em prestimos
Levanta-se emprestimos
de qualquer quantia sob
cauche de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barao da /Victoria n. 53, re-
a.
600:000*0001 300 Premios para es 2 fi
30:00:^000 naes do 1. premio a .
20:000$000i 300 D 10:000i5v.00 caes de 2. premia a .
4:000,5000 27C0 Ditos para a term na-
1 Premio dr.
1 Dite de.....
1 Dito de.....
2 Ditos de.....
3 Ditos de.....
8 Ditos de.....
12 Ditos de.....
10 Ditos para a dezena
l. premio a .
10 Ditos para a dez;na
do 2.e premio a. ,
ICO Ditos para a centena
do 1.' premio a .
100 Ditos, para a centena
do 2. premio a .
"> .Esta lotereia compoe-se de 30,000 bilbetes 805000, dividida em 20 series
custando o bilhte inteiro da serie 45000, e subdiviio em quintes um; de maneiraque cm 45000, tira-se 30 contos, com 35200 24 costos, com 25400,
18 con tos, com 15600 12 contos, e cora 800 res 6:0005000 por inteiro.
Extracc/ao em iodos os Sabbados.
2:00C5C00 (So do 1." premio a.
1:0005000 2700 Ditos para a termina-
cho do 2 premio a.
40v?>0C0 2 ApproximaeSes para o
I.' premio a.
2005000 2 Ditas para o 2. pre-
mio a.....,
1005001) 2 Ditas para o 3. pre-

1005100 6,254 Premios.
2001000
2005000
1005000
1005000
4:0005000
2:0C05OO0
1-.0C5000
CARDSO li 1RMA0S
ua Barao do Triumpho ns. 100 a i 04 e ru*
do Visconde de Itaparica ds, li
Tem Bempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallosdos melhores fabricantes.
CALDEIRAS multitabalares para 4 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ierro ^atido cravadas caldeadas, fundido de todo os tmanho*.
UODAS D'AQUA p*ra cubos do maaena e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos amanhos.
CRWACOES duplas e -s de fornalhas para assentomentos.
BOulBAS DE REPU'.iiu sem sola, vlvula de bronae.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se apsa desejac f%t ttgi iaa,
u de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machioiamo tonto de fe
dido como batido-
EN ^ARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medinte ami
.ommiaBo nwoattl, qualquer macbinismo e CONTRACTAM appsrelbos para ai
-as, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam-se a moutogem dos meamos e responsabilisam^se pelo bom trabalhc
C que tem um hbil agonhairo nglec muito pratioc, alm de dos um dos socior
nmabbre hiro.
LU BO HII
Vende por presos commedos os se-
guintes artigos:
Santa F : Cambraia suissa a 35000 a pega.
f Setim para forro a 240 reis o covado.
c < Camisas de cambraiu para senhoras a 45000 urna.
c c Oxforde aaulSo a -140 reis c covado.
c t Como tambem vnd do melhor fabricante Lubin, bnlhantina
e cosmticos.
Casemira8 de cores a 75000 e 95.00 c corte.
Ditas ingesas a 35500 o corte.
Cortes de col lele a 15500 reis.
Ditos de vestido de zephiro a 205000.
Ditos de moueuline a 65500 reis.
Ditos de II rnesclada a 55000.
Ditos de esmbraia matisado a 205000.
Chito branca e escura a 280 reis o cavado.
Baptistos de cores a 240 reis o covado.
Crotones franceses claros e escuros a 700 reis o covado.
Fechos de IB e de linho a 21000 am.
Cortinados Bordados.
Novidade em costamos em cortes e em ditos de ca 5a, de casimira francs*
com listras de seda o que ha de mais fino.
grapa para banho, guarda pos, chambres, camisas, meias, lencos, eto, etc.
wrfm^mm J^m^^^m
CWfTl
-_i.

-. --**-*>.w-
-> '


8
Diario de Pernambuco Quinta-feira 9 e Marc > de 1893


AO PAKSMS DES MPS
HAIITE NOIlVEMTIt
Novidadei em creps, c*che
niras com seda e velludo Raa
10 de todas as corea.
>
Saias de seda Glao.
i
Blusas de surah de todas
ores.
Grande variedade em muasa
Matinea de aurah, Iinons Pii'.ine Bande, liaons, organdys
cambrai&s ricamente guarno- lev -.ctines.
c
completo
2idaa.
ques e entalles para guarne
cer veatidos.
c
SedftB brancas, pretaa e de
sores, capellas fuas de cera e
pellica para noivas.
Colxaa de seda e de renda
Camisas de surah para d
aoite e de dia de todas as eo
res de linho e saias bordadas.
t
Cintos largos de seda
ie-hora, alta novidade.
par
Escolha monumental em lo
ques, ventarolas de pennaa
de gases.
Grande variedade
toa para urearicas.
em vast<
Sortimento completo enxc-|cortinados de fil de phanta
raespara baptisados, vestidinhosQsia.
a toacas de sada e sspatinhos.'
o
Bonecaa fiaaa, icameute
vestidas, e que falla m.
c
Faixa* para homem.
o
Grande sortimento de pandd
Ricas capas de seda e ca-
;ha>nira pretas, guarnecidas dt
renda e vidrilhos de todos ce
tamanhos.

Completo so:timento de fa
'.end8 para luto.
>
Camisas brdalas e peitilhos
de phantasia para homem.
<
Nova remessa de guarda pos
3 seda cAida e seda
pa
DE
'I
w
c
Costumes d Jersey, casemi-
as e brisa para meninos de 2 a
10 anuos.

A PARADISDESDAMES
Ra Bario da Victoria c. 83
38Hua Sarao da Victoria
TELEPHONE N,
EcGnomia familiar
Machinas a vaper
Portateis e fix&s)
Lavadores
Despolpadores
Descascadores
Ventiladores
Alambiques
Rodas d'aguf.
Turbinas
Engenbo de Ser
Moendas de Canc.
Moinhos de Fub
Debulhadoree
Separadores
59
Prafa da Independencia 27 e 29
Officina de chapeos
DE
ALVS & 0.
Nesta acreditada officina encontra-se una
peasoa1 habilitado para concertar, tingir e
lavar cbspos para homen3 ; re'orma se e
enfeita-se chapeos para senhoras 0 mel-
cas pelas ultimas modas,
ra mesma cfficina eocontra-30 sempre
chapeos de todas as qualidadas para hc-
mens e senhoras, ai-sim como tem um
variado sortimento de chapeos para se-
nhoras r,p,\n nmpo de 105000 ; sem com-
r '" **-- '
potencia tem formas para chapeos ae
senhoraa de ultima moda ebegados da Eu-
ropa.
Praga da Independen-
cia ns. 27 e 29
9
At pe alud!
Recebemos grande sortimento de obras
de vimes, como sejam :
Cestos de diversos tamanhos propria
para campras.
ROUPEIROS.
PAPELEIR03.
LINDAS CADEIRAS.
Ra Estrella do 8 nm n.
Poc,as Mende.s Se -i.
Vinho Maduro
Proprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna iui
portante remeasa do delicioso vinho Ma
--> da uva o melhor que tem vindo
duro pu- .
a este mercado.
S neste estabelecm-J
A Traviata
Bna da Imperalrii n SO
Acaba de receber um graode soriimeato
titas e bieos.
A Traviata
sor limen
de
Cervej
ja Pilsen
INSMDE
U n esplendido e variado
vatas.
A ZVav ata
Leqaes e venta olas.
A Traviata
Espelbos mgicos, ultima novidade.
A Traviata
Lampadas mgicas, novidade.
A Traviata
Para baptisados, chapeos e sapatiohos.______
h Fabrica de lquidos al-
c clicos
contra, j ^ Perre|fa da Jt | I Ra da Madre de Deus n. 10, em Per
' -_ I nambuco
P^CaS IWendeS O C Formulas approvadas pela junta dehygiene
vnvn
Bruidores, Oonductorea, Catadores, Evaporadorea a vapor. Defecadores
de triple effeito, Vacutos, e todos os machinismos per encantes ao fabnc do estucar,
caldeira Multitubular para queimar bagaco ou casca de caf. Prensas Hydraulicas e
bombas de todos os amanhos, Carneiros Hydrauhcos para levantar agua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha e engenbo completo
para beneficiar arroz.
Jorreias de sola e de borracha de qaalidade superior, Oleo espacial para
cachinas, Pertences ou pe9as avulaas para as machinas.
ESCRITORIO
9511 ua do Ouvidor95
DEPOSITO
136 e 136 -Ra da Saude13* e 136
Lidg-erwood Ml'g C. Limited
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paria recebes <
_______Louvre________
TECIDOSDEPHAN-
TASIA
Serdo mpossivel de se deacrever
{rae to variedade de tecidos de diverfM
cualidades proprios para a estacKo actual,
oga-se ao publico em ger&l e principal-
liante s Exmas, familias a fineza d vi*
'tarem o
LOUVEE
\ua 1/ de Marc,o n. 20 A
Fraocisco Girgel loo
TELEPHONE N. 158
Se: as brancas, pretas e de
cores
Novos padrees e para grande escolha,
jendo despachadas oeste3 ltimos das*
LOUVRE
Esteiras da india
Branca e de fantasa de novos desenhou
jara forros de soalho, complejo sortiments
10 LOUVKE
Francisco Gargel k Irmo
Ra Io de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
MR .-
Luis M. Ribeiro QuiuiarSes, successor
de Alheiro, FercandeB & C*, como ooico
importador, acaba de receber esta bem
conhecida cerneja attestada como a mais
pura, hygienica e ao mesmo tempo a mais
peitoral fle todas as cervejas fabricadas
na Allemanha e cono tal recommendada
pelas sumidades medicas nos principa.-.-
paizes da Euror-e, India e Anstra'ia.
Ra da Imperatriz 42
Telephone 475
- ^. ----.......
qaereis ter em ".oasa me^a mar.teiga ia
surpeita de teido brico ou de margarina
iuai nicamente da maneiga Bretei ro
res, lates enearcadta ou verdes, qne pela
soa superior quahdaio conta um euccesso
d 16 annos, e qu sendo a preferida em
tr.dcs os mercados, s no Rio de Janeiro
j sta acreditada manteiga fct-1
ente a dois milhSes treien
tog mil kilos.
Vende-so em todos armazens de estivas
e casas de retalho, desde 1876.
Fabrica hsm
DE
M Raro da Victoria i. 6?
Loja de quadros
Madame Gerard avisa aos seos isia
rossimoB freguezes, que receben de Parir
um grande e variado sortimento de poh
oaa de ohevreaux, de priraeira qaalidad:
dea, castor etc., ete.
oPUUlTilj HUAS
Hortalizas e Flores
asa Es'reita do Rosario n.
Pocas Mendes i C.
9
I Nette bem montado estaDelecimento encontra-
I no osfregneze, qoer da capital ou de fra, o
! que pode ha ver de melhor em lquidos naci-
! naes, como sejam :
Viohos braDCO e tinto, ca|, jaipabo, vinagre
braoco e tinto, e genebr de differentes quali
dades.
Todas estas mercadorias ee recommendam por
sua boa qaalidade e sao garantidas.
Desejaodo o proprieiario desle eUabeleclmen-
to tornar bem conhecides os seus productos, tem
resolvido vender a presos milito razoaveis. e re-
cebe qualquer encomnieuda para fra do Estado.
Com piase qualquer quandade de bolijoes,
riscos e garrafas vasias.
Burros
I
Pralelelras
ou
ESTANTES
Para salas e gabi-
netes.
5 tamanhos por
3&500
Tambem ae ve de
endapar a 5C0, 600,
700, 800 e 900 reis.
de
.taris,
189,
Na Loja das Letras Azsn
Ra Duque de Caxias d. 61
Fabrica de gelo
fias t limonadas asosas
todas as qaaidades
Soda water, ginger, ale, limo, laranja, enra-
cao abacaxls, granadina, groselles iranboses,
ruaniba bortel-cimenta, etc., etc
<8-A-CAES DO C*P1BAB^B
kerosene mex plcai fe,
Vrndera
Vende o abaso assignado por commodo
pre(;o 40 burros, ou cada um de per ai.
fida altura e noves.
Restaurant Commercial. Ra Larga do
Rosario.
Anteo Joaquim de Maraes
FAZENDAS BARATAS
P.: NA
LOJA DAS LISTRAS AZUES
A RA DUQU! DE CAXIAS N- 1
PE^AS de madapolSo fino com 10 varas a 50OUO !
NANZU9 cores finas e miudmhas a 240 reis.
TECIDOS arrendados e de fatta:t a 400 500 e 600 reis.
CORTES de cambraia bordados brancos e de cores a 50500.
CAPAS de 1S para meninas a '500 e 2*000.
MANTILHAS Espanholas pretas e de carea a 30000.
MERINO' preto com duas larguras a 800 reis e mas precoa.
CORTES de vestidos bordados em caxemira a 150000 e 200000.
DAMASCO de quadros para toalha de mesa a 20000.
GUARDANAPOS muito bon? a 30000 a duzia.
OLIADO para mesa lindos des-nhos a 40000 cada toalha.
TOALHS de lichos para rosto a 140000 a duzia.
BICOS brancos creme e de todas as cores a 2$0o0, 30OCO e 40000.
L1NHA de carritel marca corrente e outraB a 100 reis.
BALEIAS cobertas a 600 e descobertas a 400 reis a d-.:sia.
FICHUS para senhoras e meninas a 500, 800 e 10000.
FITAS de seda chama otada a 300, 400, 500 e 6C0 reis o metro.
OAPSLAS com veoa bordadas para noivaa a 60000.
VISTUARIOS para meninos de todas ss .dades a 50060 e 60000.
Respeitosamente convidamos a todos os nossos fregueees a vir ver o nosso
erands sortimeno de faaendas de todas as qaalidades que vendemos mmto mais
barato que outra qualquer casa e damos o descont de 15 \ para negoc.anles em
toda a classe de mercadera qus comprarem.
cortes de lajioho, Bfda
e algodo
Ricamente enfeitadoa, tem recebid? ni-
amente o
LOVRiJ _
Uapas, jerse) s e visitai
Costos icteiramenta novos acaba de re-
.ober
)bjectos de-gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolta na
LOVRE_____
Grinaldas, leqoes e dwto*
de sol
De phantasias ^.cabam de chegar para o
LOYRE
Costumes para crezcas
De todaa as i dades encontra-a* gran
ortimento no
laou^re
FOLHTIM
3
Aguas de Bem Sande-
Villa Flor
Fonte Saata
Aicolinas, gasozas, erreginosas e
lithicas
Contra a despepsia e outras enfermidades do
estomago e intestinos, especiaes no tratamento
dos eagorgilamentoB e canculos do flgado
VENDEM
Ouimaraes & Valente
nicos recebedores
4 e I Cal Virgem de Ja?aaribe
Para o fabrico de assucar
Aviaa-se acs consumidores, que o preco
foi redolido nesti data para 6*000 poi
barrica.
Deposito no armazem da Companhia
Exploradora de Productos Calcreos.
Caes do Apollo n. 73.
Reoife, lde Fevereiro de 1893.
61
UJ^UsLulUr. Cl
iua Duque de Caxias 61
e-A
fS
De_AMGELIM & MENTROZ

Doce de caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
ladeira da Ribeira so^
bradon. 28, na 'dade
de Olinda,
Nao se vende a
talho.
Royal Blend marca VIAD
Este excellente Whisky Escocea pr
erivel ao cognac ou agurdente do oanu
para ortificar o corpo.
Vende se a retalho nos m orea arm
ens de molbados.
Pede Rova Blend arca Viada
auio nome e emblema sRo regia trados par
toro do Brasil.
BROWNS & C.
re-
HELENA
:::::;:::::::::::
POR
M." CHAHLES REYBAUD
XIV
OS PB08CBIPT08
(Continuado )
r Um desees homens que esperam para
os lacear agna.
== Iche NSo vS ? elles esperam sem-
pre, disse o menino olbando para a mul-
tidSo oom sr saga. Preparam-lheB urna
mentir, oidadS.
Mais baixo. Falla mais babeo, m-
terrompea Helena reBpirando a ousto.
Julga eatao que os enganarm ?
Sim, lhe disse o rapawto ao ouvido
Emquanto eetSo a cantar e a levantar as
mangas, os prisioneiros vBo nae duas ga-
barras que eatavam no cee do arsenal.
D'aqoi a puco eatarSo fra da barra.
Elles escapar&o I mormurou Helena, le
Tanteado os olkoa para o co oom tran-
sporte de alegra e reconbeoimenlo.
Depois, tomando o menino pela mSo,
levan-o para longe da multidSo.
- Esonta, disae ella dando-lhe dona
novas escudos, aqui tena pelo teu traba-
Iho. Agora oonta me cerno deBempe
nhaate a minha conmiselo 1
Foi urna conaa maito simples, re-
plicn o garoto. Fing proeurar o nien
tio Pedro e metti-me no meio doi prisi-
on3ros, o'hando para um e para ontro
lado. De repente vi um gilrez profundo.
Entreguei-lbe o bimete dizendo.
f E's o cidadSo Mar jellino ?
Pareseu muito admirado por eu cha
mal o aasim, e responden :
c Sim, outr'ora era esse o meu nome..
Depois desdobrou o papel e empalide-
cen.
E nXo te disse mais nada ? indagou
Helena de Blanquefort, prosudamente
emocionada.
NSo, Estava sorprebendido. Lia re-
lia o bilhete sem diser palavra, e voltava
a cabeca para que eu nao visse as bubs
lagrimas.
_ Elle chorou 1 ? murmurou Helena
abaixando a cabp'
__ Talvea que anda me quisesae fallar,
continuou o menino, mas n8o teve tempo.
Os soldadoH navaesemporraram-o, santa-
mente com os outros, para o caes. Aprea-
saram se em embarcal-os as gabarrae que
os vao condusir barra.
Um grande tumulto cortou o fio |desta
narracSo.
Era o populacho que se dispersava de
repente e precipitava-se, com grandes
clamores, em todas as direccSes.
Em um minuto nSo havia mais ninguem
diante das grades.
Que haver de novo, meu Deus 1 ?
Onde irSo cases Inmenj T exclamou a
menina de Blanquefort, com mortal as-
sombro .
O rapasolla, batendo as maos, comedn
a rir s gacgalhadas.
Como gosto de velos correr asai > !
exclamou elle.
Oh I oh foram avisados... e eil-o
jue disparam... Mas os prisioneiroB j
estao longe... nSo os apanham mais. Es-
timara bem qne se lancaasom todos
agua para irem a nado ai gabarras...
Ficariam transido- de irlo quando saisqem
do mftr. NSo haveria meio de aeccarem-
se ao sol, porque boje nSo o ha... Bem,
agora a ohava que comeca a cair. De
qualquer modo ficarSo molhados pelo sen
trabalho 1 Ola!... o tempo refresep. As
gabarras vBo de vento em popa 1 devem
correr cerno flechas que felicidade 1
EntSo interessaate muito pelos po-
bres prisioneiros, aos quaes se quer tanto
mal ? disse Suaaninhi pondo amigavel-
mente a mSo sobre o hombro do rapas.
__ Eu, disse elle, nem siquer os eo-
nheco Mas na verdade estimo que se
escapem, porque isao far eatonrar esses
malvados.
__ NSo s, pois, amigo delles ? falln
anda Sutaninha.
NSo, responden elle seccamente e
com ar de resent meo'.o concentrado. Qui-
zeram afogar o meu tio Pedro.
Que Ibes fea elle ?
A elles, nada. Mas eatava a bordo
do l Va-liante, qne ia a C¥na, os
deaeseis... os primeiros qne foram..
boa gente... Meu tio Pedro fei qnanto
pode para soocorrel-os durante a viagem.
Na volta estes miseraveis qniseram afo-
gal-o.
Os priaioneiro deportados sofireram
muito ? perguntou Helena.
Oh 1 arripia at as carnes 1 NSo
Ibes davam de comer. Elies tornaram-se
tSo magros qne eram una verdadeiro es-
queletos. Meu tio Pedro lhes dava meta-
de de sua racSo para qne nSo morressem
de fome.
As duas mojas olharam-.te com o "-ora-
{So traspessado de dr. E a doncella de
Blanquefort, levantando os olhoa para o
co, exclamou :
Permitta Deus que ebegem vivos.
XV
NO MB
t=aJJ
Libras sterlinas
Vend-se na loja de jolas de Augusto Heno
k. & rea do Cabos; 0.9.
Logo no dia seguinte, Helena de Blan-
quefoit parti para Bordeaux, onde espe-
rava encontrar algum navio mercante que
a levasse para Goyanna.
Emquanto o carro que a conduzia ro-
dava pela comprida estrada e ella perda
de vista & barra de Rochetort, a fragata
La Charente navegava a todo o panno
para alto mar.
Hava a bordo cerca de dnsentos depor-
tados, todos condemnados sem julgamento,
por urna especie de rizzia que o directo-
rio tinua mandad: executar em Pars e
as provincias, punindo os seus inimigos,
sem distinccSo de c5r e envolvendo todos
na mesma nroscnpcSo.
A estajeo era favoravel.
Poder se hia contar com urna viagem
corta, se nSo honvesse smente a temer
os ventos e os temporaes.
Era preciso, porm, escapar aos ingle-
ses que crusavam as costas e bloqueia-
vam todos os portes da Franca.
La Charente nSo tardou em encontral os.
Os navios ingleses derato lhe caca at
a entrada.
O ve'ho trade nSo exava de resar em
vos alta e de filiar com exsltacao.
Quando vio o conde, levanto u-se da
oama feita de pannos nos quaes estava
envolvido como tm urna mortalua, e co-
meoou a alim-ctar as deas que inda o
preoccopavam, mas o conde apenaB o ou
vio.
As paixSes polticas eatavam adorueci
das em sen espirito.
Voltava aos sentimentos naturaes, s
ternas ^ffeicSes, cuja immortal germen
est mais fortemente emaisado no corajao
humano do que as opiuiBas exaltadas e os
vaos enthu8B8mos.
Pensava em sua til ha oom dolorosa emo-
gSo e tinha saudades de sua oasa, tanto
tempo deserta.
Algomas vesos easas recordases lhe
Ifaiiam derramar lagrimas, mas eatSo vol-
0 Remedio mais effcaz e i ^
Seguro que se lem descoterto ale
6%'. para expellir as Lombrlgas.
ROUQUAYROL FRERS
iVttenQo
Vende-se ou p rmuta-se urna grande proprie-
dado que j f. i engenho, dala te da capital urna
leoa, junto t urna estacao de linha ferre', cotn
proporcao para grenits olaniages e criacia de
garto, com maltas, casa dn pedra e cul para nu-
merosa familia, casa de faria e outras para
moradores ; a tratar na ra Mrquez de Olinia.
numero S.
tava a cabega para qne o cavalleiro nSo o
visse chorar, com medo de morrer longe
da sua nica filha.
Os deportados eram opprimidos por to
dos os males que produsem as prvagBes
extremas.
Os mais mogos, os mais robustos eram
os nicos que resistiam a essas mortaes
influencias, e era provavel que a Decada
desembarcasse naa praias da Guyana ape-
nas uo-a pequea parte da sua carregaglo
humana.
O conde de Blanquefort era consumido
por nma febre !enta.
Um dia, j nSo tendo forgas para se le-
vantar da msca, foi | reciso que o tran
sportassem para a enfermara.
Puseram-no ao lado i e Maasiot, cuja
sade tvmb9m estava profundamente alte-
rada.
Fallava pouoo 9 nunc se queixava.
Se a alteragSo das feigSes e a pallides
do roBtos nSo aecusassem os seus Boffri-
mentos, poder-Be hia acreditar qne nSo
senta as privicSes a que estava redu-
cido.
Un da em que andava com difficulda-
de e paresia mais abatido, o cavalleiro
pei-gantju lhe se estova doente e elle res-
pondeu simplesmente :
Tenho tome l
Entretanto a doenga oo_ e7av l os seas
estragos.
Em pouoo tempo essee infelises trans-
formaram-se em figuras hediondas, que
com diffiouldade se moviam de um lado
para outro.
A viagem prolo gava-se.
Alguna das depois de viagem, o velho
navio que oondnsia os preaos polticos vio
se perseguido por um orasador ingle
que n'essa poca persegua todas as em-
barcagSes francesas.
EntSo a velba nao teve qne arribar na
embocadura do Gironda para nSo lhe ca-
hir as garras.
Os deportados sofireram todos es hor-
res de um naufragio, e tcaram perto de
um mes na barra, n'essa prisS- fl ictuante,
que j nSo estava em estado de navegar.
Esse desastre p^receu lh'B um fav r da
Providencia.
Esperavam que tao grandes sofirin""!-'
tos e perigofl salval-se hiam uo desterro.
Maa easa illusSo foi paasageira.
rransferiram-noB para ontro navh da
Repblica, e, nos fias de abril, o com can-
dante da Dcada teve ordem de partir.
Desta ves os ingleses tinham deix.do a
passagem livre.
Logo qne a fragata fez-se ao largo,
abrram a escotilha onde os prionciros
eatavam encerrados havia vinte quitro
horM' II s
A fragata sena para elles urna prisSo
mais hocrivel do que aa marmorr* se
nSo gosasaem da lus do sol e nSo respi-
rassem o ar saudavel do mar.
O rgimen era o mesmo que u dos f r-
gados: Upes do favaa Pa bo!ore toi
com a unioa differerga que eaao terrival
sustento lhos era mais parcamente fo co-
cido do qua acuelles.
Havia entre os exilados homens a?s
quaes ora isffrente essa excessiva mi-
seria.
Eram aqaelles que, c;mo D. Hassiot,
tinham pessado a vida as austeridad^ .o
claustro.
Que bem se importava um re'igiofio,
que tinha exercido a regra dos barnardos,
jantar urna tigela d as vestes esfarrapaas e* dormir em urna
maca oade nao se pudes e virar ?
Entre ou bernardos, passavam-se tres
quartaa partea do anuo a pSo e agua.
(Contina)
Tjp. 4) ausxi. roa Duque de Casias n.M.

niflgn

.j*-*,.- *-
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