Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18423

Full Text
I

1 .
I
AAiMO XLIX. MiMEUO 272
PARA A CAPITAL B MI6ARE8 OXOE WlO MB PAGA PORTS.
Por tres mezes adiantados................ 19000
Por seis ditos idem.................. 129000
Por urn anno idem.................. f i000
Cada oumero avulso.................. j^O
-=10 DE P
PROPRIEDADE DE MANOEL Fl
--------------------------- M --------------------------------------------------__----------------------------------------------------------------------------------------
OlARTA FEIRA 26 DE NOVEMBRO DE 1873
para mmsTHo S **i a rvlSC|A-

Por trei mezes adiantados.
Por aeis ditos idem. .
Por noye ditos idem .
Por am anno idem. .
7M

Oi Srs. Gerardo Antonio Alvesdt Pilhos.no Parij Goncaives d Pinto, no Maraiih&d; Joaquim Josd de OliveiraAFilho, no Ceara";
Pereira d'Almeidi, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Sflra, aa Parahyba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa
Aatonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das
RNAMBIJGO.
EIROA DE FARIA & FILHOS.
i-
Antonio de Leiuus Braga, no Aracatj ; Joio aria Jalio Chafes, no Assii; Antonio Marques da Sita, no Satal; io* Jasl
> Penhs; Be!armino doc Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingos Jose" da Costa Braga, em Razareth;
A agdas ; Aires A C, aa Bania; e Leite, Cerquinho d C. no Rio,de Janeiro.
PARTE OFHCIAL.
Governo da provincia.
DSSl'ACHOS DA PRESIDENT! \ DC 2i DK N0VKSIUU0
DK 1*73
Frei Antonio de S. Camillo do Lellis. Informe
>vlexaadre Sergio de Morses. Cum requer.
Bernardo Vieira da Silva. Defeiid.i com of-
Jii-io desta d.Ma ao Dr. chefe dc policia
EulaliQ Ephigenio do Freitas Viielia. Passe
I'ortana coueedendo exoncrai.ii>.
Domingos Jose Marlins. Informs o Sr. ins-
-tor da thesouraria do fazenda.
Headline Cardoso da Cruz. D-'-v.
Jeronyrno Ignacio dos Santos. Dirij.i-se o
supplicante a thesouraria de fazenda.
BacLarel Jose Elysio de Carvalno Coutu.
Aguarde o supplicauie a decisao do governo im-
perial a quern nesta data se eonsulta a respeito.
Manoel Ignacio do .N.tscimenlo. Indeferido.
Maaoel Alves Pereira. Passe porUria conce-
Jondo a licenca peuida, mas sem v-ncimeutos.
Norberlo Muniz T.-ixeira. Salisfaea o suppli-
>-ante a exigencia da thesouraria de fazenda.
Luzia Maria da Coaceicao. Cousedo e prazo
de oito dia;.
Commando das uruiait.
JUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AI'.MAS
DE PERNAMRTCO, E.M s5 DE SOVtMBRO DE
1873.
Orden d> dii n. 77:.
O brigadeir.) con inn Ian: a das ar.nas faz pu-
blico nar.1 cunhcciiueuto d t gaarni<;io a fins cub-
veaieotes:
1.' Que u dia 14 d> orrente, em cuaipriman-
lu c*e ordem do miuisler.o d.i gaerra, seguio para
.1 corte n> vapor S.uttli America, o Sr. teaeate-
coronel Alexandre Augusto de Frias Villar.
2.' Que hontem se aprosmtou, vindo da cOrle
no vapor Pant, o Sr. teiienlocoronsl do carpo de
migenlu-iros, Seaasti.ia Jos.^lJizilioPirrliJ, nomea-
do oommandante do p esi in de Fernando, por
portaria do minisleno da guerra de 2i do oulu-
l>ro ullimo, o qual tka agua'rdan So transports para
mesniu presidio
:!." Que por portaria d > minisUrio, de 23 do
;iiez |,'assido, oSr 1 cirurgia) d > :orp.i de sati-
do, Dr. Joao Honorio !3eierra do Meueies, que esta
s^ndo no hospital desti provineia l. medico, foi
Domejdo para olugar de 1.'moJi-j do hospital
militar.
i. (inalmente. que ua lita de h >cteni, o Sr. Dr.
Manoel TTVrtoliam Thomaz Henriquos, deixou o
KXerc.ieMio da auditoria de guerra. por ter sido
tioineado desembargidor procurator da coroa e
sooerania pacioual da relaaio de Cuyaba.
0 masni" MlRadeiro deciara que, ;m oflicio des-
ra data, agraifsffea ao mesmo Sr. desembargador
n bons serviros que presiou duranto o tempo em
que funceicni"'! na guamicao, como auditor de
goem.
(Assignado Manoel da Cunhu Wanderley
tjns.
Conforme.(J major, Joe I). an Situtos Mer-
giilhao, r.judante de ordns eu>rr'gado do de-
ialhe.
iKe|iiti*ticilo da poliela.
i." ec.;ao. Sccretaria da pohcia dePernambuco,
2'< de novembro de 1873.
N. 193-i.Him. eKxm. Sr.Pariioipo a V. Exc.
1 leforam hontem recolhidosacasade detencao, os
mdividuos segumtos :
A' mii.lia orlem, UmMina, escrava de Bernar-
dino 4e Sauna Pontuat, a roquerimeuto deste
A'ordjm do sob lelegaJo dos Ajogados, Joao
NarcizG de Barros, por erinw de leriineatos, a dis-
posicao do Dr. juiz do direito do 6.' districto cri-
minal.
Deus eu*rd<; a V. ExcIlbu. e Exm. Sr. com-
lendador Qeorique Pereira de Luceaa, dignissi-
^iio presiiiente da provincia. -0 chefe de policia,
intonia Francisco Correia de <\rattio.
INTERIOR.
Rio m; JANEIRO
12 L'E NOVEMBRO DE 1873.
1 nosso amigo o Sr. Dr. Pedro Aironso Ferreira
Mi re mate as seguintes linhas a que, com muito
prazer, abrimos espaco.
Ao mesmo tempo quo dcixam em relevo a recti-
dao o imparcialldade com que soube havcr-se o
1'iven e illusrre pernambucauo na administracao
das prcvincias do Piauny e Santa Catharina, dio
<-(llas urvi excellente attesudo de que, assim pro-
i-odendo, foi o Sr. Dr. Pedro Affonso interprete
lie! da politica ministerial.
0 apoio que nos agradece o Sr. Dr. Pedro Af-
. iLso, prestamo-lo ao adminietrador intelligente e
iinparcial que acimado inlereue de pequeninos
yrupos, soube nianter os elevados intuitos da ge-
nerosa politica conservadora.
Ims aa palivras do Sr. Dr. Pedro Affonso :
0 F.X-PRKSIDENTK DK SANTA CATHARINA.
leadc idc ao Bio da Praia, apenas deixei a
.-luunisfacao da provincia de Santa Catharina,
- Jmente agora pode ver o juizo que a meu res-
!>eito mi nlfestaram a Regerurajao, orgao do par-
(do liberal daquella provincia, e, nesta cOrte, a
$ncdo e a Rtforma.
Agradecendo cordealmente a beuevolcncia que
i:io dispensaram os dous organs liberal's, bem
mo o lionroio apoio qua me prestou a NoqSo,
rmitta-n#a Reforma que faca uma ligeira ree-
t:ficacio qnanto ao modo como noticiou, em sua
I'lirootcit do dia 20 do mot pass .Jo, a niiniia exo-
leragao.
\credite o i rgao dein^jcralico que nao leuho
inotivos para attnbui-la a faita do conQanca por
narte do gabinete, ao contrario, custou-me obtc-la,
lendo-a solicitado por mais de uma vez, e com
justancia, desde o mez de junto, quaado tecebi de
l'ernambuco a fatal noticia iu a isto me obrigou.
Nas miahas admioistracoes do Piauhy e Santa
' . i iJo com a mais plena coolianga do actual gabi-
iiete,
0 digno Sr. rainistro lo imoen ) a quern tributo
i maior estima, e a cujo conselhos rccorria fre-
mentemente, deixando-me corapleta liberdade de
..ao, sempre me acorocoon nos seotimentos da
politica larga e generosa que procure! realisar.
Tambein prccedeodo jvelo modo porquc captei a
Lonevolencia da omosifau, curapreme coufessar,
Hunca pensei em divergir da politica do gabioete,
a quaJ, pelo contrari1*, me esfor^ava por corres-
ponder.
Portauto, peco a Reform) quo n'este ponto, faca
gabinetfl Srte di? H.irri i m-vmn jn-fif-a qn
ii mereci mt cunecquJii ia u. uiinlia jegunda
idminislracao.
Quando deixei, a meu pedklo, a adoiiuistrafao
ia provincia de Piauhy onBe eacoolrei, aa epoca
me la chtguei, os m.is exaitados 3entimentos
partidarios, e lepois de ter presidido a tres elei-
,'.es soccessivas calorosaraento disputadas, aas
,uaes oaleve completo triumphs sobre liberaes e
oissidentes o tarttdo coaservauor aoverni>ta, live a
satisfaeSo de ler no orgao liberal daquella provin
ia (Imprensti a. 38d 31 de deembre de 1872)
a seguinte apreciacto a meu raspeito :
; ......o presidents nao acoroeooa a perse-
convertcu-se em eel; ;apri-
chos, antes praticou alguns actos de justica, mes-
mo em favor de adversaries, obstaudo pouco a
pouco as exigencias crinfinosas desses bomens des-
cridos, meros adoradore* do sol que nasce.
0 murraurio, pois, quo nota-se em seus ar-
raiaes contra o funccuinario a quem dias antes
eregiam altares de lisonja nao foi devido ao mal
que Hies fez. mas ao que deixou de promover
nos.
Na admini.-tracao piopriamnte dita p.mco
fez o Sr. Dr. Pedro Affonso : achou os cofres com-
promettidos com graudes debitos, e os deixou no
mesmnpedeapur.se circumslancias ; nao aug-
mentoa, porem, o crcameuto com gastos super-
fluos em mero proveito do filhotismos : seu go-
verno, que foi curto, cireumscreveu-se ao indis-
pensavel em materias economicas, nao sendo sub-
servieute como o de alguns dos seus antecessores.
Por ultimo o contrato que S. Exc. assignou
com a companhia de navegacao Pernambucana
para fazer tocar seus vapores duas vezes em cada
mez, n > porlo da Amarracao, tern grande alcance ;
abre novos horisontes ao coramercio e futuro ea-
grandecimento da provincia.
Eis o nosso juizo imparcial c desapaixonado
sobre a administracao quu linda.
Agora l- com igual satisfacao que registro as se-
guioles palavras a mim dirigidas pela Regtnera-
fo, orgao di partido liberal da provincia de Santa
Catharina :
...... Aggredido pelos seus amigos politicos
em cujo dt-iagrado incorreu, porque com miio se-
gura fez parar a roda dos passados desvarios,
S. Exc. poz em prova, como nenlium outro presi-
dente de provincia o faria, a injustica da provoca-
cao ; deixou passar a onda do despeito, evitando
o choque cam a calma que Ihe aconselhava o juizo
prudencial dc quo t- dotado.
Podia c imigalhnr os cogumelos, ou rarefazer
a patrolha dos despeitados, mas preferio deixalos
com vida para de novo se exibirem em frentc dos
novos admsnistradores.
Entretant>< foi a administracao -Pedro Affon-
so -uma; das melhores depois de 1868, o praza a
Deus que os seus surcessores lhe sigaoi as pi-
sadas.
Aomencs. nao assalloa os cofres publicos,
ufio pcr^eguif adversaries, neni sacrificou legitimos
direitiis nus altares de mesquinha politica.
Eis o juizo franco da imprensa liberal de
Santa Catharina.
Guarlo com desvanecimenlo essas apreciaroes
que mereci de meus adversanos polilicos nas pro*
vincias-as que admiiiistrei, tendo recebido como a
melhor rerompensa a que poderia aspirar em
troca des sa.'rilicios, desgnstos e c ntrariedades
quo, por via de regra. acarretam as presidencias;
e considerv-as lanto mais honrosas porque nao
obtive-as a custa de barganhas e nem de transac-
coes politica? emdetrimenlo dos legitimos interes-
ses do partido a que pertnco : ellas honram
igualmentn aquelles que as flzeram.
0 apoio dedicado que ate a ultima hora me
pr.-toii_a imprensa conservadora do Piauhy, ea
abstencao respeitosa em que se inanieve a de San-
ta Catharina, por falta ae motivos sen is para ag-
gredir me, comprovam a justica dus adversarios.
Bio, 12 de novembro de 1873. Pedro Affonso
Ferreira.
(Da Narao)
DlARLODEPEftNAMBUO)
RECIFE, 20 DE NOVEMBRO DE 1873'
ftioticias da Europa.
Avnanheoeu hentem em nosso potto o vapor in-
gh-z Garonne, trazendo datas de Lisboa ate 12 do
corrente, sets dias mais adiantadas que as trazidas
pelo Villc dc Rio de Janeiro, chegado no domingo.
Eis o que colhemos de jornaes o carlas.
FRANCA.
E' completa a ruptura entre o conde de Cham-
bard e os realistas que trataram de restabelecer a
monarchia em Franca enganando-o a elle, e enga-
nando a nacao.
0 Jornal dot Debates pujjlica uma nola de uma
certa importr.ncia, annuncfando queo partido con-
servador nao conseguio por-se de accordo com o
chefe da casa de Bourbon sob as bases das iusti-
tuicoes representativas, mas ajuata, que depois do
mesmo mode que antes do conde de Chambord, o
partido monarchico fica reunido para assegurar ao
paiz, instituicoes qne isoladas, Ihe podem garantir a
liberdade na ordem.
Parece ccnclnir-se d'aqui que o partido monar-
chico, nao tendo conseguldo coma alguma com o
conde de Chambord, vai tentar uma nova campa
nha com o conde de Paris.
Enlretante, um dos orgaos principaes dos priu-
cipes de Orleans, o Soleil nega toda a cumplicida-
de da sua parte nestus projectes.
0 comiti ile estudo. de que e presidente o ge-
neral Changarnier, responde a carta do conde de
Chambord, pela publicacao do propno texto do re-
latorio do Sr. Chesnelong, o qual nao e inteira-
mente conforme as declaracSes decisivas do mani-
festo de 27 de ontubro.
Este decumento pretende taxar de velhacaria o
chefe da casa real da Franca.
0 Journal des Debals annuncia uma mensagera
do raarechal Mac-Mahon a assemble nacional. A
direila, e o centro direito apoiados pelo governo
decidiram ligar todos os seas esforcos para vota-
rem a prorogacSo dos poderes do marechil Mac-
Mahon, quando ella for apresentada a assem-
blea.
^0 pre^ilente da rejublici aceitaria a proroga-
cao ioi seus poderes actuaes con garantias cons-
litacionaes, capazes de lhes assegurar uma dou-
racao estf.vel, mas que repelleria qualquer outra
combiaacao tendente a transforma lo em teuonte
general, ou em regonto da Franca.
0 actual gabinete apresontou-se completo peran-
te a assemblea nacional; tenciona, porem, assim
que seja vctada a prorogacao dos poderes do ma
recital Mac Mahon, dar a sua demtssao, deixando
ao presidente da republica a escolha bem difflcil de
um nevo gabinete.
Nc dia o de novembro recomecou seus tra-
balhcs a assemblea nacional,
0 marcchal Mac-Mahon dirigio a assemblea uma
mensagem, aniiuuciando que todas as potencias
manifestam o desejo de manter relaroes de amisa-
de com a Franca.
Reiativamente a questao interior, diz que o poder
actual nao tern a necessaria autondade e que o
governo nao esta sufflcienteraente prevenido para
desalemar as faccoes. Palla dos desvios da im-
prensa quecorrompe o espirito popular, dem ins-
tra a aecessidade de reformas muaicipaes e con-
clue dizendo:
c Couiderareis estes perigos e dareis a socieda-
de nm poder dnradouro e forte quo possa de-
ii foudc-ia ciiergicamente
Na sessic- de o o general <3iangarnier apreien-
tou a proposta para a p orogacao dos poderes do
prosideute Mac Mahon por dez annos, pedindo ur-
gencia.
0 Sr. Dufaure aao combateu a urgencia, mas
pedio que a proposta tosse enviada a eommissao
dos projectos constitucionaes.
0 governo pedio que a proposta fosse enviada a
uma eommissao especial
A proposta do Sr. Dafaure foi rejeilada por 36*
votes coutra 358.
F)i approvada a proposta do governo.
No dia 7 complet. Vicao da comm sssao
que deve dar o seu parecer sobre a prorogacao
dos poderes de Mac Mahon : ficou composta de
oito merabros da esquerda e sete da direita.
0 Sr. Bemusat foi eleito presidente.
A opiniao publica nao e (avoravel a prorogacao
por dez annos; aclia o periodo demasiadameute
longo, e ate mesmo ridieulamente fixado
Parece que havera deraora na decisao desta pro-
posta.
Diz-se que a esquerda da assemblea nacional
pedira um plebiscito, para se resolver sobre a for-
ma do governo
HUl.l.AXUA.
0 governo hollandez aprasentou nas camaras
um projecto de lei tenteate a fa er adoptar nos
Paizes-Bai drao de prata para o novo systema monetario.
ITALIA.
No dia 3 houve grando ooncurso dc fiois para
assistir a leitura do docreto concernente a baatifi-
cacao do venerando Lasalle.
A embaixada franceza assistio a esta ceremo-
nia.
0 papa recebuu no dia 2 muitos religiosos; dis-
se-lhes que a suppressao das corporacoes religio-
sas lora um acto providencial, porque havia muito
tempo que se nao observava a disciplina.
Accrescentou quo se em uma epoca mais feliz
se tornassem a reunir seriam nocessarias rigoro-
sas reformas.
H i via dez anno; que os jesuitas tin ham obtido
i:nip/'.c;i' pontiiical que lhes penuitliaalionarbens
da compauhia
SUISSA.
0 exemplo do cantao de Genebra deu na Suissa
a impnlsao a uma reaccao geral contra a nrgani-
sacao bicrarchica do clero catholico. Agora o
grande conselho do mais imporiaute dos cantoJ-,
0 de Berne, acaba de adoptar por tot votos c mtra
W, uma lei nova sobre a organiAcao dos cultos,
em virtude.da qual, d'aqui para o futuro a eleicao
dos curatos c.itholicos, ou dos pastores protestan-
tes e coaferida aos parochianos.
Os ministros dos dous cultos saa submellidos a
reeleicao de seis em seis annos.
Antes porem de ter for/a executiva esta lei de-
vera ser approvada por um voto popular.
Dizem de Genebra que o relatorio oflkial
apresentado ao conselho municipal desta cidade
legataria universal do fallecido duque de Brns
wick, attesta um activa de successao de 20 mi-
1 hoes e tneio de francos, e o passivo em perto de
dous milhaes de francos.
0 activo eomprehende ainda o hotel Beaujon
em Paris, avaliado em meio milhao, e acges de
caminhos de ferro americanos e allemles que
farao objecto de um segunlo relatorio.
DINAMAItCA.
Foi preso o Sr. Phil, u n dos chefes do parlido
socialista, por causa de uma proclamacao dirigida
aos seus correligionarios e com o fundamento em
um artigo do codigo, concemenle aamearas con-
tra a pessoa do rei
INGLATF.I1RA
Gintinnamos hoje a analyse do discurso do Sr.
Bright aos seus eleitores :
O Sr. Brignt disse que as leis relattvas a pro-
priedade da terra, tae* coruo existem hoje em fn-
glaterra, impedem mesmo os agricultures mais
conscienciosos, mais habeis, mais iadnstriosos.
mais economicos, de melhorarem a sua posirao.
i Este melhoramento nao 6 pessivel c am leis
3ue favorecein a manutencao dos grandes dominies,
as grandes exploracoes ruraes, em proporcSes
que excedem mesmo" os sonhos dos aericultores.
a Sera necessarie qu o parlamento se occiipe
bem depressa desta questao, e tornarse-ha ne-
cessario deixar o seu regulamento a opiniao libe
ral com i a ella tambem e neccssario deixar o
cuidado de redigir todas as leis que interessam os
operarios em geral.
a 0 orador diz aos seus eleitores, que nao to-
mou a palavra para lhes desenvolver os segre
dos do governo. 0 seu discurso nao tern caracter
algum official: o gabinete, nio di-cute e estabe-
lee.) seu piano dehnitivo de administracao senao
cm novembro. Nao e pois, divulgar um segrelo
de gabinete, annunciar que a questao das ecooo-
mias devera tambem ser proximamente tratada.
Se a administracao liberal se mantem, pois,
pode ficar certo de que o novo parlamento ajun
tara um capitulo de grandes e nohres medidas
a historia [larlamentar da Inzlaterra INumerosos
applausos).
A politica da opiniSo liberal e conhecida ; ella
e do dominio publico ; nio tern nada de oeculto ;
nao 6 um mysterio.
c Qual e a politica da opposicao ?
t Sabemos unicamente, diz o orador, que se-
gundo diz a opiniao, tudo o que ha 'i annos se
tern feito, ou antes tudo qne tern sido feito
nestes ultimos quarenta annos, e mao.
Quanto as providencias que a opiniao nos
reserva, nao saberia dizervos cousa alguma.
t 36 as conhecereis, quando as tiverdes. (Risos
e applausos). Esta grande politica que consiste
etn rodear-se de silencio e de segredos, nao e no-
va. Esta politica existia ja, ha 30 ou 40 annos.
Os conservadores tern um segredo para as
proximas eleicdes, um segredo profundo. Quando
lhes tiverdes todos dado os vossos votos, e no
meado uma raaioria conservadora, talvez en-
tao vos digam o que e. (Risos e applausos).
Ha quarenta annos que o partido liberal, ainda
mesmo que nao esteja a frente do governo, tem
sempre tido em suas rolos o poder. (Applausos.)
Sir Robsrt Peel governou desde 1811 ate 1816. A
sua fama, o respeito que todos temos pela sua
memoria, tudo o que a sua familia agora censar-
va de mais caro, como o adquirio elle, senao
tendo a constancia de execujao que tinha recom-
mendado durante tantos annos, a liga para a lei
dos cereaes. (Applausos).
< Era ultimo lugar, quando o conde de Derby
e o Sr. Disraeli erara chefes do rainisterio -r o que
fizeram elles, senao adoptar que tanto vds
como eu tinhamos discuttdo muitas e repetiJas ve-
zes nas vossas reunides da casa da camara. (Es-
cutai IApplausos.)
. Por isso em consequencia dos quarenta annos,
que o partido liberal esteve no poder e gover-
nou este paiz, tenho o direito de reclamar para
elle e merrto e a gloria do que tem produzido a
administracao e a legislacao deste periodo aota-
vel.
a As mudancas foram grandes, confesso-o, mais
o progresso tambem nao foi meuor. Ve-se pelo
contentamento que reina no paiz, pela seguranca
Subllca, pela prospendade nacional, pelo coaforto
e todas as classes.
a Taes sao os fructos de um longo periodo de
Dai e de mudancas trazidas pelo partido liberal
a legislacao deste paiz.
< Quero-vos ciotar a este respeito utaa peque-
na concordata, quo, seguado penso, vos podera
interessar :
.' Reli grando numcro de cart as que me foram
dirigidas pelo meu excellente amigo o Sr. Cobden,
durante o enrso de nossa longa ligacao Li
tambem um jornal ou memorandum das circum-
tancias que se davam em Fiaoca quando o Sr.
Cobden estava alii para negociar o tratado Jc
commercio c>m a Pranca : a sua missio era
persnadir ao imperador a que segutiso o exemplo
da Inglaterra, no qua diz respeito a reduccao aos
direitos de importayao e a aJopcao dc alguma ecu
sa omo a liberdad-a commercial.
a Vet eonhecer ao Imperador as vantagens que
resultavam da politica de Sir Robert Peel u-
lima que mifaava em censequnncia disto este es-'
ladsta. Oinperador ro'ponden j
=r
ser |
pai*
i FYai.
u*-
Oi
ria, e ficaria encantado de p ider peusar que lhe
sera possivel fazer tao boas cousas para o seu
Mas, ajunlou elle, isso e inuit" difflcil em
anca. Em Ingl iterra podois fazer reionuas ;
em Fran;a so fazemos revolu^Oes..
Ora notai bem que o imperador tinha vivido
basftates annos ne nosso paiz. Tinha estuJado
a oatssa opiniao publica, e as nossas iustitui(oes,
e e assun que ell as julgava do alt a do seu
throno depois de terem decorrldo mais de vinte
annps.
o Estou convencido que nao exisle um honiera
do cwtado que sej* seusato, em paiz algum do mun-
do ttrilMado, que nao esttvesse di aceoido com
erador para admirar o modo porque o po-
nosso paiz realisou tantas refnrmas politi-
ia sua legislacao em quarenta annos, e a nos-
ropria experiencia nos leva a mesma con-
(Applaus-ji.)
Estai. em erro todos aquelles que vos dizein
que nada se tem feito e que tudo esta para lazer.
Eiganam-se tauib-sai aquelles que pre
teadem que tudo o que se tem f sito e mao, e que
peior ainda eootinuar. 0 quo tendes que fa-
zer de melhor, e praticar segun lo os principios
e o systema dn annos anteriares, trataalo reso-
lutancnte as questoes que o pubiico discutio a
fumjo, e que o parlamento pode honestanionte e
conscienciosam.-nte traduzir em leis. (Applauses.)
a Por minha paite referindo-me a estes quaren-
ta annas, experimtnta uma salisfaca* que esta
l mjo de minorar; e nao faz seuao forliticar as
iniufca- esperancas pira o luturo. (Appl-mtos.h
0>Sr. Bright lerminou o seu discurso no meio
das-acclamacOes do seu auditorio, este discurso
qiiff1 durou quasi hora e raeia.
As ultimas noticias do Costa do Our.i era
Africa, recebidas em Ioglaterra, permiltem ain-
da de esperar que um arranjo paciQco sera ten-
lado com os ashautees, e que pelo menos, a
luta, se ella se travar, guardara um caracter Ii-
initado e puramente defensive.
0 general em chefe, depois da sua rbegada,
usSQloa. cloCamenle que a luglaterra nao tendo
que tenniuar contenda alguma especial com os
ashantee^, mas unicamente proteger os faatecs,
seus alliados, a ma intervene*) devia regular se
pel* Vncdida de (\w- estes indigenas estivessem
mesiuos dispastos a deleiiJerem- ;e.
0 limes approva a opiniao emittida pelo Sr.
Bright do abandono militar da colonia, mas quer
ttmbem que a Inglaterra vingue pri:neiiameiita a
honra da sua Landeii a.
A posla e de uma insalubridade notoria; func-
cionirio algum se pode janui* alii acclimatar, e a
presenca das guarnicoes inglezas nunca foi alii
nmafcoadi.ao indispensavel para a pratica do com-
mertfo con. os indigenas.
-0 tribunal do almirantado deu sentenca
acerca do aogocio de Murillo. 0 tribunal ordenou
a venda d Mvrill < para satistazer o; pedidos dos
prcaprte'.arios do Sirlkflett, e proprietarios da car-
re?aoSo, qne reclamam a indemnisacaa de 2i mil
libra* ^terlitas.
#desconto do banco de luglaterra esta a 9 ;
t nova sul>ida no dosconto cm consequen-
jais peuitljs urgentes ie ouro para a Ame-

Al.LtMA.VHA.
Dep6is da visita do imperador Guilherme ;i corte
de Vienna, estao na ordem do dia da imprensa al-
lema os boatos de um arranjo proximo do conflic-
to prusso dinamarquez.
A Cojrespohdemam de Hamburao ad/nga igual-
mente e?ta causa coin insistencia : Deem a estas
cousas a cor que quizerem, diz este jornal, uma re-
trocessao eventual dos distrietos septemtriouaes do
Schleswig, ( prescripta pelo art. 5 do traUido de
Praga, e reclamada qua;i unauimemente pela opi-
niao publica nas diversos paizes da Europa. A
nao execugao desta clausula, que data de sete an-
nos, tem feito mais mal a Allemanha, que se quer
confessar: t por causa desta aao execuQao que
vemos hoilandezes, belgas, suecos, russos, suissos
e inglezes, olharem-nos com olhos desconfiados, e
que o? ouvimos a todos os momentos fallar da in -
saciabilidade da ambiyao allema, e do caracter vio
'.ento da pclilica de Bismarck.
E' incontesta vel qne o imperio germanico, nao
tem que receiar de seus ioimigos; mas nio e me-
nos incontestavel que a prudencia politica nos or-
denam qne se dissipe ou pelo menos se minore por
um sacrificio reiativamente insigniflcante, a des-
confiinca, que de todas as paries nos rodeia, e ao
mesmo tempo de curaprlr com um corapromisso
formalmente contrahido.
Se se const gue desembaracar-nos do art 5,
sempre era vigor, pela cessao de alguns distrietos
schle9wiguenses, sera para nos um proveito certo
A na-.ao allema deve provar que os vestiraentos de
vaidade nacional, e de ambicao desmedida, que
Ihe attribuem tao vivamente, lhes siio completamen-
te estranhos. >
0 governo prussianc, julgando este debate inep-
portuno, apressou-se a por-lhe fim, fazendo de-
clarar, pelos seus orgaos offlciosos, que durante a
estadi do imperador e do chaneeller, principe de
Bismark em Vienna, se nia tratou de negoeio do
Schleswig do Norte, o que por consequencia era
irapossivel terse tornado a este respeito novas
obrigacoes, nem formular coavencoes.
A questao esta pois como se ve iodecisa.
0 principe de Waldeck, merabro soberano
da confederacao do imperio allemao, renunciando
a governar os seus subditos, que se limitavam com
tudo a oppor-lhe uma resistencia passiva, cedeu
a administracao do seu pequeno paiz a Prus-
sia.
Este aaao em virtudu do um decreto real de
Borlim que a sessao dos estados do principado foi
aberta em Avolsen.
- Um funccionario prussiano pronunciou o discur-
so do throno.
- Este documento parece se com o de todos os es-
tados -Loundarios, so se occupados negocios inter-
no* do principado.
Os iernaes prussiauos fallavam ultimamente de
medida excepcionaes de que o arcebispo de Posen
seria o objecto.
A Gazeta de Spener, beat informada sobre este
assumpto, acha estas noticias inexastas ou prema-
turas. No e3tado actual do conflicto, nao se po-
deria tratar nem de destituicae do arcebispa pelo
alto tribunal ecciesiastico, nem da sua transferen-
cia 4>ara a fortaleza de Glogan.
As leis anti-clericaes nao autorisam talprocedi-
cnento; seria neeessario ajuntar uma lei especial
Sue se applicasse ao caso em que se acha Mr. Le-
ocbowski.
A opiniao publica repugna a adopcao de uma
lei excepcional; preferiria ver adoptar a mocao do
Sr. Lasker, collocando os bispos na mosma linha
sob o mesmo regimen legal qne os onlros cida-
dios, f punindo os seus delictos com as naesmas
penas, seguado o direito eommum.
Qualquer outro procedimento offenderia a eons-
ciencia pubiica, e faria de um pretado rebei-
de as leis, um raartyT aos olhos das popnla-
c5es.
AUSTFiO HI .W.RIA.
.A ense detastrosa que tao profundamentc attiia-
gfo a situacio fioanceira da Austria e cujas con-
sequehcias recaltara com todo o seu peso sobre o
commercio e a indnslria. docidio o govern a a sahtr
da sua aUit^te de nao imervencao.
Para fac/iitar a fusio das socieda les abaj^das,
ou a sua, 'rtqnidacao, o esudo pora A sua di'vposicao
recstra#'J financeiros cousldoraveis.
Usf, projecto de lei neste sentido sera apresenudo
JO reichsrath ao priacipio da sessao. Diz o lag-
Kialt d: Vienna ([aa este projecto -:..n Liiria eai.
conceder ao banco nacional o direito de fazer uma
emissao extraordinaria de notas do banco, e a for-
mar uma espeeie de caixa de emprestimo sobre
titulos.
Ao mesmo tempo o governa trataria de dar ns-
vo desenvolvimento is obras puWicas e as empre
zas idduslriaes.
O governo liungro deu ja o seu consentimento
a osUs medidas coin a con Jicao que uma parte
proporcional dos reaes, extraorainarios assim crea-
dos, seria reservado para a Huagria.
0R1ENTB.
I'.n decreto do priucipe Carlos coovoca as cama-
ras r.,m; nas para o dia 27 de novembro.
Durante o interregno parbmentar que durou
muitos mezes, o paiz gozou de uma tranqaillidade,
que na i tinha conheciio ate entao ; nao houve in-
cidentes que perturbassem a ordem publica, on
que apaixonassem os espiritos; nao houve luta<
de partidos, ne.ii mudancas ministeriaes, nem no-
vas complicacoes, tanto com a poteneia suzerana,
como com os goveruos v>zinhos.
0 principe e a princeza tiveram mesmo o vagar
de fazer uma longa ausencia, e visitar a sua I'ami
lia na Alleman a.
Diz, porem, a Roiininnia, jornal que se publica
em Bucharet, alludindo a pretcudida demissio do
Sr. Boere.scre, rainistro dos negocios estrangeiro-,
boat >, que desmenle formalmente, parece fazer
prever (pi- a proximasessao serabaslante agitadi
Nao se produzira, diz este jornal, no estado actual
dis cousas. mudanca alguma ministerial, antes da
abertura das camaras, cujos votos sao esperados, e
corapuiados coin tuna legitima impaciencia pelos
partiaos. -
Nao se pode ligar importaocia ao incidente
diplomatico passado ultimamente era Constantino-
pla entre o gran vizir e o agente da Roumauia, o
general principe Gtiika. 0 gran-vizir manJou aa
agente uma carta fecb via dirigida ao principe
Carlos.
O agente pedio que no case, em qne esta carta
se roferisse a negocios do governo, Jllie fosse en-
tregue aberta, ou quo pelo menos se the remettes-
se "..na copia.
0 principe Gnika ajuntou que a Roumania era
um paiz constituciobal, de modo que o soberano
nao padia receber carta alguma quo dissessc res
peito aos interesses do paiz sem a trausrailtir aos
seus minislros e quo por consequencia reenviava
a carta feehada.
A imprensa do principado accusa a Tarquia de
procurar por tudos os meios crear ao govorno da
Koun>ania diiliculdades gratuitas, a oppor as s-ias
mais legitimas rei vindicates, os mais irrit antes
recursns; dizem que no tempo dos Ali-pacha e
dos Fuad-pacba as cousas se nao passavam dest-
iny do ; que sobre tudo a Roumaam e um paiz in
dependenti!, que as suas relacoes cam a Turquia
se limitam ao pagamento de um tributo e a actos
do pura corlezia reciproca destmados a manter
uma missao aproveitavel aos dous oaiies.
- 0 principe Milan da Servia ja esta .de volta
ao sou principado, depois de uma-longa ausencia,
da qual a maior pane do tempo pnssou em Paris.
A populajao de Belgrada fez-lhe um acolhimento
dos mais sympalhlcos.
Em Constantinopla faila-se de novo de uma pro
xona vuiia que o joven principe faria ao sultan.
E' um boato que correu por muitas vezes mas
que parece carecer dc confirraacao.
Esta terminado o conilicto entre a Austria e
a Turquia.
.A Porta desapprovou completamente o d cu-
inecto diplomatico que Ihe havia dado causa, e
declarou estar prorapta a dar toda a satisfaclo.
Era resultado disto foi demittido Aprin-Pacha,
Wali de Bosnia e outros funccionaaios.
Foi concedida uma amnistia aos naturaes de
Bosnia refugiados em territorio austriaco.
HKSI'ANHA.
Em 11 escreve nosso coirespondenle de
Lisboa :
Em Hespanha, nos principaes circulos, falla-
se so em Cartagena. E' a ordem do dia era toda
a pane.
Coasta que aos sitiados falta-lhes dinheiro,
pois os 28,000 duros quo tuinaram dos vapore>
mercantes desappareceram no acto de os irem ra-
partir, dando isto lugar a grande alarma.
c Us amotinados quizeram assassinar a junta
pelo systema de Alcoy.
Da praca nao sahe pessoa alguma ainda mes-
mo com passe. A esquadra hespanhola continua
o bloqceo.
< Os castellos teem feito fogo ; mas sem resul-
tado sensivel.
Um grupo de presidiarios quiz obrigar a naaio-
ria dos otflciaes da Iberia e dos voluntarios a tri-
palar as fragatas, negandose estes a semelhante
service.
No dia 30 do proximo findo mez, pela madru-
gada, cs insurgentes intentaram uma sortida por
Partur e Beims.Jmas foram repellidos pela caval-
laria, voltando para a praca era complfta desor-
dem. Os proprios insurgentes dissolveram as
juntas.
Domina alii o flemento militar. Pesnas 6
agora o presidente da jnnta. Carceles foi preso
por graves accusacoes e a junta ficou presa a dis-
posicao do novo presidente.
a Oscistelhs estaa tambem sob o dominio da
junta, excepto o de Galeras, cujo commandante,
Saez, se nega a entrega-lo.
a A bateria dos sitiantes no alto dc Baeza, esta
completa.
a As forcas navaes estrangeiras re:eberam avi-
so para deixarsm completamente livres as aguas
de Cartagena e Escomnreras.
Os insurgentes teem feito muito fogo de ar-
telharia sobre as avancadas dos alacantes, fazendo
ditferentes sortidas sem resultado.
N*uma das ultimas eram os insurgentes com-
mandados por Contreras, em numero de 800 a
1,000 horaens e qoatro pecas de campanha ; sen-
do ainda assim repellidos energicamente para a
praga .
Lavra grande desanimacao no interior da pra
a e falla-se na nomeacao de nova junta.
Os carlisUs soffrerara novo revet junto a Es-
tella, vendo-se obrigados a retirar depois de terem
soffrid* grandes perdas.
A faccao Sahariegos foi alcancada na orovin-
eia de Caceres. Ficou derrotada e morto o chefe.
< Partio para Cuba, embarcando em Cadiz, o
ministro do ultramar. Acompanhou-o um corres-
ponlente especial da agencia
O cerco de Bilbao, esta de tal modo fechado
que nao. ha commanicacao alguma entre esta ci-
dade e- os pontos exterkares.
< A Gazeta pnblicou um decreto mobilisando
todos os mancebos alistados na reserva.
a 0 brigadeiro Salamanca com a sua colonwa
abancou ha poaoas dias o cabecilha Tristanys era
arnf floret, deniojando-o de todas as posicoas
ale Bsdagel causando-the grandes perdas.
Em 12 accressenta nosso corrcspoadente ds
Lisboa:
a Sao de 9 os iornaes hospanaoes. Urn telegram
ma de 10 dirigido de Madrid ao ministro de fles-
pauha em Lisboa, diz que no seu moviaaento
ate aos Arcos, o exerctto repnblwano desalojou
das termidaveis posieoes que ooonpavam proximo
d'Estella todos os bandos or*as do ^ava^ra e
das Vascougadas, reuaidos sob o co.nraando de D.
Carlos.
re As tropas fleis ficaram seohsras de toda a
lin a, e acamparam dnrante a nolle nas posieoes
toraadas ao inimigo. Os mortos deixados no cam
po pelos carlistas ; W As raerdas dos
governamontaes coastam de 28 mortos e 230 I'eri'
dos
Foram tomadas 4 pecas aos carlistas. Moiio-
nes andon como habi'issimo estralegico. .
< Diz o Estado A ragozits, de Zaragoza, qt.e o
nral Loma com umadivisao-de 6,000 hoirens
idas as annas se encontrava no dia 6 em
Yrnrzem, depois de se ter apoderado da serra de
l Tbazem, o quo fatia, porque todas as tropas do
Norte ha viam effectuado um mavimento dec an
centracao sobre Estella, o que era devido ao corn-
bate qne estava empenhando o general Morione?
Em Estella entravam 21,000 raooes por dia, o
que faz crer que as forcas carlistas subiara a {ste
nnmero.
0 Sr. Maisonnave convocou os directores dos
jornaes de Madrid para lhes annunciar a resolu
cao toraada pelo governo de supprimir a seei^o
chamada da imprensa cstabelectda no ministerio
da governable ; deciara ado Hies, porem, que esta-
ria a d- lerminadas horas do dia e da ooite a clis -
pasicao dos merabros da imprensa que quizes?.'in
obter informacSes e noticias.
Recebeu-sc outro telegramraa annunciando
que os chefes insurgentes cubanos: QuesaJa,
Sol, Bambetta e Cespades filho, aprisionados a
bordo do vaiior flibusteiro Virginius, foram fuzi
lados em S. Thiago de Cuba, em virtude da sen-
tenca do conselho de guerra.
Falleceu em Hespanha o general D. Francisco
Antonio de Olorza y Aguirre, da arma d'artilha-
ria, conservara-se estranho sempre as lutas dos
partidos.
< Foram oflicialmente iotimados os comman-
dantes d ,s navios estrangeiros, surtos no anco-
radouro de Escombreras, para se retirarem, vista
que a esquadra ia eomecar o bombardearaento
contra Cartbgcn.
Esperava se que o governo mandasse trasla-
dar para Madrid os restos de Sixto Camara e Ruiz
I'ons.
a A Tertuiia piogrtssista effectuou no serao de 6
do corrente uma conferencia commemorativa em
homeuauem a D. Salustiano Olozaga. Profeiiram-
se varios discursos patrioticos e liberaes, honran-
do os scrvii; is e a ineinoria de Olozaga :
FORTiaiAL
- Em 12 do corrente escreve nosso correspon-
dente de Lisboa :
< Vai contiuuando a polemica dos periodicos
acerca dos boatos qne teem corrido em Hes an La.
de que os partidos monarc ico constitucionaes,
encarecendo os dotes pessoaes do Sr. D. Luiz L o
indigitam para rei ou imperador da Iberia. Agora
uma folha lisbonense das mais allectas an ministc
ri prova ate a saciedade que as declaracoes ca-
thegoricas que o Diario Popular (lulha da opposi-
cao reformist'!) exige que o governo faca a Euro
pa e ao raundo em nome do rei de P rtugal, de que
S. M. nao aceiiara a coroa de Hespanha, nao tem
razio de ser, porque nenhuraacto publico o authori
aria afazer uma declaracjio formal de que nao a-
ceita uma cousa que Ihe naoofferecetam; e que tanto
pode fazer essa declaraqao com respeito a Hespa-
nha, como em relacao a Franqa, pois, pela* evasi-
vas do conde de Chambord ficaram alii tambem cs
fn Hi;irrhisl'i* vm uma oah.-nvi ondo ^lluquom.
ao menos, em sonhos, a foroa de S. Luiz I E de
mais, que, em tempo, o Sr. D. Luiz I, logo depois
da revolncaode Cadiz cm 1868, e quando tinha
caracter de interinidade o governo a que presidia
o general Prim, e a Hespanha procurava um ei.
como Jeronymo Paturut a melhor das republican,
o Sr. D. Luiz I (ia dizendo) escrevera uma carta
explicita ao dnque de Louie, entao presidente de
conselho de ministros de Portugal, m-gando a sua
annuencia a qnaesquer manejos ihericos.
Que palavra de rei nao volta atraz, e que
portanto, sera ter agora o parlamento hespanhol
formulado algama proposta que careca de negati-
ve formal, nem havenao acto algum do poder exe-
cutivo de Hespanha que deva ser elucidado, contra-
riado ou negado pelo rei de Portugal, taes decla-
racoes, sobre interapestivas e excusadas, seriam
ridiculas e comprometteriam o prestigio do poder
pessoal do rei com a dignidade da nacao
t E' de crer, pois, meus amigos, que a comer-
sa continue e se va protelando ate a abertura das
camaras.
Nao me recordo se ia lhes disse, que por no-
ticias de S. Vicente (de Cabo-Verde) soubemos
aqui em Lisboa que os relebres emigradns gallenos
que foram contratados para irem ahl trabalhar na
est-ada de ferro de Maeahe, se revoltaram a bord>',
saltaram a pancadaria nos tripolantes inglezes, e
so com muito trabalhc dos chefes e que foi possi-
vel Iran luillisar aquella turba de amotinados, de
que providencialmente nos vimos livres ca em
Portugal, e que ao deixarem nos, apezar de can
tonaes dos mais vermelhos, soltaram vivas ao rei
desta nacao, ao nosso governo e a tudo o que en-
tao lhes lembron, sem exceptuar, creio eu, 09
electrisadores garrafoes quo, a sahida da barra, se
destaparam para elles os taes gallaicos molbarem
a palavra 00 Lota fora I
Houve, desde que lhes escrevi, mais uma
sessao do conselho de gaerra, no castello de S.
Jorge, para julgamento dos reos militares impli-
cados no famoso processo da revolt*. Houve es-
candalos e conflictos ; e uma Babel : os juizes
discutiram em termos asperos, tolhendo 0 direitc*
de defeta aos advogados, a ponto de am desles
sahir, abandonando a defeza. As illegalidades e
arbitrios pullularam ; nio era preciso qua as fo-
llias politicas o dissessem ; basta ler os extcactos-
dos tachygraphos.
t Progridem os trabalhos para a negociacio de
am tratado de commercio com a Belgica, do qual
se acha encarregado como plenipotenciario, por
parte de Portugal, 0 par do reino viscoude de-
Chancelleiros.
0 ministro da fazenda, tendo em vista as de-
mons e difficuldades de communicacao directa,
por meio de navioe nacionacs, entre as nossas pos-
sessoes de Africa Oriental c a metropole, e como
providencia de reconheeida necassidade, deferia
0 reqaerimento do Sr. Ignacio Jose de Paiva Ra-
poso, em qne Ihe pedia para qne fosse permittido
embarcar em Mocambiqae aos paqaetes inglezes-
que tocam na ilna da Madeira marfim e ootras.
raercadorias destiaadas para Lisboa, vinda depois
para aqui, daquella ilha, em embarcacCes na-
cionaes.
Emquant. 0 banco dc Londres eteva a 9 a
taxa do desconto, e 0 de Franca a 7, consea,nen-
cia desastrosa da crise dos Eslidos-Unidos da
America, os nossos baaens e aomeadamente 0 de
Portugal olo tem elevado a taxa, mas tem se re-
cusado a fazer transaccSes sobre muitas firmas
coohecidas e respeitabilissinus da nossa nacao.
Foi resciudido 0 contrato celebrado com a
erapreta do cabo submarino entre um ponto da
costa de Portugal e as ilhas dos Afdres, Bermu-
da? e os Eatados-Uaidos, por falta de cumpri-
meato da referido contrato.
Chegou antes de hontem 0 paqaete dos Aco-
res. Os periodicos e cartas do archipelago aco-
riano nada dio qno teoha grande importancia.
Reraava completo soeege aas ilhas.
t Acabou a 6 do corrente, no tribunal da rela-
cio de Lisboa, um pleito que durava havia cinco
annos e qoatro mezes. 0 reo era 0 Dr. M. J.
B.irges de Castro Silva, juiz que foi aas comarcas
de Baiao e Ma-ede de Cavalleiros.
A origem da causa foi a vgoiote, seguado
a.cabo do ler n'um jornal:
Em 1868 foi 0 negotiants de ViaBna do Cas-
tello, J. Fernandes Guerreiro, jalgado em policia
eorr 'ccianal snh a a-cusacao de ter provocado am
juiz a duell'; accusava-o, como ,|
ni ; lico, que eatSo era aaqc

I wmaDo 1

[ MEBlVEL


'-3
.
2
Ail
' *** 3i*fe i ^iPerliaziibueo
feira 26 de Kovembro de 187&.
o Sr. BpoTk^t]Catro. IMe, nocai
ussiio. eraeir^^Psrenidide dejanimo o deivu
trasbordat s'slMSSe' fora dos Jiunitcs Jo pflfve-
niente e do jefSVi : tin agio doas \>u iro^epitbetoa
infanrntei alftttf't> negociante. 'J'ucrreiro, que
por fira foi abp||ni|Vg*iessa au-'V.'encia.
OoerrvIrO) par* des^ronlar se, chamou a
iuizo 0 deicgado pelo crime de iniuria. A que-
rella foi dad* p
esta doclarou-se
cesso e conde
recorreu para o
t 0 supremo
tribunal portn
ijcao da lisbd
narco do anno
te a relaflaa'da-l'orto. mas
peteme, annullattd ) > p >-
_o nas custas o autor. K-te
emo tribunal.
iiD.it aanullou o accord1, do
mandobaixar a causa a te-
i*'a> POf accordlo dfc f) de
il", prohnnciou o Sr. Bwgea
dc Castro, que alii compareeeu hontem.
i Estava d? :oga. Tinjia urn parctae sobro o
>Iho esquorde, fu qual o5 i faz n*o em virtuie de
se Ihebaver all: desenvolvido urn canero, o que,
segundo sua confissao, lalvez o impossibtlite de
seguir a catrcir.i judicial. 0 Sr. juiz relator, de-
pois de cxpor a eaasa, lembrou o alvilre de urn
;iiXdrU'> outre as pantos, dtiduzido de uma. dccla-
racao feila pelo reo nos autos de qae nao tivera
inteneao de offender o autor. O Sr. president*
pnpoz esse aecordo.
a "0 advooad > do aulor Die se mostrou leVge
Je acei".ar salisfa<;ao, caso eUa dosaffroriUsse o
*eu clienie. 0 reo fez soitfir qae o que dUsera
fftra no enmprimento do sea dever de dclegado,
no calor da dtsenssao, sens desejo apostado de of-
tender. Que into declarava como homem leal, e
mo podia ir ma is alem sem quebra da sua digni
lade ; c que, ra*o hoavesse de interromper, por
cans* da doenra, a sua carreira, nao queria dei-
xar nclla uma nodoa.
< Pur convilo do juiz president* os dous advo-
gadns onfereuoiaram o aceitou-sc [tor fim o ac-
ordo, tc-rminando a causa.
Presidia ao. tribunal o conselheiro Lopes Bran-
ca, cercado do grupo de juizes respectivos; era
delator o Dr. Xovaes, escrivao o Sr. Vasconcellos ;
-slave no lugar do ministerio publico o Sr. pro-
.urador regio Azevouo ; aa banca dos advogados
ushavam-se os Srs. Drs. Sampaio, curator dos
orphans, defense do reo, e Augusto Emauz, advo-
i!mo do autor
Chegir.un :; Li^boa os aavios : Santa Maria
do Para a 6, Brunswick (v.) do Maraohao a 7,
LvzitanM do Aiaoaja a 8.
a Sahiram de Lislioa os navios : a '' Braganea
v.j para a liaranhao ; a 8 Ceurense (v.) para
Para e Mnranh&e ; a 9-Alma para o Para.
Em viagurn para esse porlo devera aqui to
car : a lio vapor inglez Student, e a li o inglez
, a iS o Timoccz Bio Grande, c :i i'i o inglez
'7'/i>.
Vtiin*i da America.
I'or via de UsMi recebemos as seguintes :
STAOOS-r.MDOS.
qas-o ministro da faaenda declarou qut- nfio com-
pr.u i bonds nom veadera ouro duraiite o mez de
iK.vemliro.
Gmtinnam alguns bancos a suspender os sens
pagamentos.
He: campanoiaa de catninhos de ferro america-
naiJeivarani de p.igar em novembro os juros das
<-ji< olnig*pfles.
A tiivida puhiica augmenlou 3,0'tO mil dollars.
Apezar de estarem Daixas as eota^iM e de circu
l.-irci!) Iioatos dcsfavorav.'is a uma grando casa,
oilrela!orio< da Clearing House sao tranquillisa-
Kin W.i Oiington declarou o mini.itro Fish
qu, wtisMn coin as intenciias pacificas da Hes-
jkmi!i-:. sii-jK'nci.; qu.ilqner juizo accrca do apre-
zamento do vapor Virginias, ate que os faetos se-
jam su tfeientuiuoatu peoMrinetiluA 8n Jorn#es
'ii lemnam nn.mimes o procedimento das aulori-
Ibs hi'^panholas.
O ministro amerieano era Madrid t Jegraphon
an Sr. l-.-li, leiHwiiwlu qae o governo hespanhol
i.iai: --'a o >ou pczar de que o d ispiclio, orle-
'ia;ido i]ue sr ibununmo a ofeumgrio de llyan-e
I is omros individuos aprisiunados a bordo do
Vitfiniw Utskc cliepado rauito tarde a Cubx
A H.'.-.iaiili.i ilu.-lar.i ter proeedido lealmente.
fish trata a'Uialiiieiite do fazer demorar o juiga-
niento dos entroj prisioneirns, ate quo se veiili-
'jue a leyalidade com que foi feita a prisao.
A fragala amoricana foi maadada para S.
Thiacs.
"TrfVrt*teTlfcpara^ a l* ****
to o vapor \ai\ot Chile, da companhia do Pacli?o,
o:n viagem para a Euro;-a. -|ne vein tomar <*arva >.
[ufirmam-nos rpi-i e u-n linli vapor, de aaseiadw
acromjiioiiai.Ges, (j digno de ser vi~it;t *'. |
Dlnheiro.Os vapore3ing!z Garotini I bra
sileiro" Pehedo levaram de nossa praca para :
Maci6 oO;zlS*SOO
-mj rimniij f. (>:(KiOiOiK)
llahl* :>:M*8J0
P.io 4a Janeiro 2:700*000
Pani sul iaapr-i-i. om i|uatro
rcebid is era iitio por! i levou o vapor -romt
558 pa>-agijjw j M
O vapor inglez Ville de R o ie Janeiro troo-
xe da ICuropa .'W7naa^ciros em iranjiio.
Porto de I.tverpiMil. -Deviara ter deixa-
do esse |*TW, comdesiine ao nosso, a 13 do eor-
rentr. n navlo Miranda, e a IS o navin Wife* of
The Teegn.
Missus runcbrea. Mo dia 18 do eorren-
te. as 8 boras da manna, mandam os empregados
da secretiria da Santa Casa do Mlseritfirtlra cele-
brar, na igreja do Paraizo, uma missa do requiem
com memento, acompaahada pelas cducandas da
casa dos expostos, pela alma do commendador
Antonio Jose Gomes do Correio, por ser esse o 30'
aiios o seu passamento.
Men-ado monetario Ie I.onilrcs. -
I.emos na circular dos Srs. Pinto Leite Sobri-
nlios, em J! do corrente :
Em seguida a noa nttima cirulr a procura
para dinheiro foi moderada-poien nojdia 31 do
passado tornou-se aetiva e havendo grande escas-
sez de dinheiro, subida de joro na Allemanha, no-
va eriso mone~taria na Austria, e continnanJo o
mafasmo monetario nos Kstados-Uunidos, o ban
co elevon em r do corrente a sna b minima
para 8 / que e a taxa quo hoje vigira. A reser,-
va metMlica daauclle estabelecimenlo tern eonti-
noado a diminulr, sendo em 2J do proximo passa-
do 19,435,899 e em 29 do mesmo 19.432,312,
tendo nas mestnas datas notas em circulagao no
valor de 20,326,370 e 25,996,763 respectiva-
menle.
Consolidados fleam a 92 7/itf a 92 !> if.
Fundos estrangeiros. Teem eslado muito fivu
xos com deellnacao de precos.
Accdea de Bancos Cotamos :
Engli- neiro I >i a i premio.
Mercantile Bank of the River
Plate X
London ft River Plate novas 2 X a
New London Bank
Bahia e S. Francisco Rail-
way
S. Paulo... Railway
Recife e S. Francisco Rail-
way
Telegrapho submarino brasi-
leiro 2 a H dese.
Na casa central de banquei-
ros, as liquidates diarias
durante a semana finda em
2*do proximo passado som-
maram cm 137,845.000
B om 29 do mesmo cm 93,367,000
em 3.7.
A sabor .
Nscy&aes 2 i'i,
r,-.i!hor
1P.7*:toi 3.t, esUfavas 0. Total
Ali-atutadoj a efasta dos cofres^oabl
MnviMtL'iito da dffermaria uj J;i a
bro de 1873.
Tiveram alta
kl
pi
19
23
m
3/4
3
a 7 }i
a l 3/4
a 24
a 88
Benedfcta
Galdiiio,
Hosp
Qstaltelecii
4873 til M
tahiram 4
222 homens
P
\c 17 ao diaU '1
ie : .exi-liam 360, enftarM
;eram 1-, existir, :;:J8, send
||te
do
Kg,
Co
de J,
M
.), de
uihte
fallec
e 136 nrtBresj-
Aiwrien.ia.
r oaoi tisiiadas as Mfer in arias nastos dias
ll2 9, 7 l|2. 7, 7. 7 Tl2, pelo Or. Bultiao
i 12 11, i \\% 1, l M*. 'li H. pel*Dr.
memo ; as 8 1.-2. 8 1|2: 8 1|2. 8 l|8. 8 i,2, 8 1,1
do Dr. Mdaqws ; as 8, 0, 8 lji, 8,8, 7 4*3,
, pelo Dr. R. VmiM
as
si-
s da Costa
Moura.
inbargador Sj-JWThlit:
Appellavao civai.
Appellantes herdeiros de Manoel Lu'iz da Veiga,
appelladaa fazenda. __ _
St. dgiembargador, Atnieida_ Alliajiicrque
feito-

RTIVISTA DIARIA.
Ciilleetoria provincial. Por portaria
da pie-id'iicia da jiroviiicia, do 24 do corrente,
rii o\on->radn, a sou pediJo, I- ilalio Ephiganio
\t IrnfiM Vn^lla, da collector das rend is provia-
eiaaa no nunicipio deGaranhuns.
4u:m- sideinia a provmcia, de 21 do corrente, mandou-
"? tlar gitia de pas>ageru para o iiiunicipio do lie
ci;'", ailens Alexandre Sergio de Mnraes, all'e-
do I" v ilii.io -Ie reserva do muni:ipio de Ca-
ruani.
fc)\.losi<;:"i.> provincial.Prosegucm ac-
livani'ito n-: !i.;|ji|lus de preparos do edificio e
arijnia;ao dog uiijecios. rie teem de eonstituir a
espoiica. apricot* industrial, proraovida pela so-
iodide |latriulies /o: de Selembiv, cuja inaugu-
ra:ao doe ler lugar no proximo dia 2 de dezeni
I'D.
Sena tona i res- nte, ma> grade nosso, conhe-
viis is que, eniro nossas aspiracoes ;i conse^ueao
i! ii .Tindes lins 'jue o munio, laoderno demanda,
e a eflectiva realisacio deltas, meleia, em tempo
a iiiiigiie:u i! Iiclto calcular, a aeeessidade fa-
tal d-.' uma Buciplota transformario ecanonXM e
social, sue, raro so opera uo seio de urn p>vo sem
grave itbaiq, muito prini;ipalawnte quaudo oste
lov,i. into otiase, provei'j dacoaquista trazendo
uma ;d,e:J.id.: iin'orme, cuno toda aquella que so
lcis':a na -'.-crividl.< ; nem por isto coabceer:
meUiraeaUp !i'S ospiritos ousados, fadados a, pro-
cnrsoridadi Jas vi.-torias do progresso humano.
A iiidt^oadtiacia da homeia pelo traballio, esse
ideial fascinad it que a geracao do seculo uaivrr-
salmen'.e entre vu, e o (jua> como que proiaette, na
irradia^ao ile seus effeilas, a uniea ioabalavel ga-
raoUa a iudepan leucia pohiiea de facto das na-
>;oes, ferio-nos tambem os olnos; e ew que a bem
ileaoniHiada stciadade patriotica Djze de Selembro
|jiMinovdo uuia exiwsi^o agrioola e industrial
u-^ta provia.:ia, ruvoJla at claras a d* uiodo ma is
soleaiu*. os iu'uiujs gencrosos de que se acba aai
inada.
Uma lesta dtraballio I Um reclamo a barra da
1-ivtfisae.io de Mdas as aptiddes da acfividade hu
inana, o sempre um passe de progresso ; estimnla
e encoraja.
A ae;.ao da oalriotica Doze de Selembro sera de
vilaaiCQ o Iin.rada pela consideracao do imperio,
^-iijagiandeza fatara depende teda toda, exclusi-
ramente. do esforfo sincero e kern dirigido de sens
:fUias'. pc'tis qufi todas as elememos da prospei rda
ie particular e pulilica deu-lhas a natareza com
lodas as abundancias de que e eapaz.
As pessoaa que desejarem representar nesae car*
tamem Severn quanto antes eaviar os objectos a
-'. An t'.armo.
Triften* arhanos de Olitvda. A ge-
renci.t clesta enpreza aclufnio-so autorisada para
^'sianeleuer n SBrvlfo telegiaphico entre as^asttf
^des.da-rua'da Aurora o a Encruzilbada, contrata
o a's-'ntamonto dc 4(Va" 6i) pnstes de madeira pa*
>'a uelles ser eollocaJo o> lio, postM ter 2> a 30fMmos de a Kara e 5 poik-gadas
lostituto Arcbeolo^leo e |h|ctt. Ananba dSve haver se.-sao ordiaama,
no lugar e *oa do east now.
Collfiglo das artes. Hoje as If boras
do *.i dove coioecar, na facaldaJe da direito, o
i-ofieurse para provimeato da cadaira de lingua
national, do cupsj de preparatoiios anaaxo amwa
estabeiaeimeat'"., pela prova escriirta
Vafuresa ehcjBfar. H.qe o ind.'t AV-
er, di 15orop; ; amanaa o bra-ila-ro Bubin, do
I'aric BffcbH : a 2ip, o iogle now*, dotdo-da
Pratae esc^las ; a 1 dadaaemhro, 0 aaiiricano,
dBWnljb> iaspenq. I
Fajeaililu(i de direito. Fizeraro acta do
.>.Tjno p r.-ceiioraiD o gri da bacharel no dia 2$
de novembro a-, adiadeotes seguiHtes:
l>)!i'.ia^s 01y;n('k>. Braga CavaieaBte, appvovado
4il-aaoien.'' ,
AnliJoio.du Saaiaaliuveia Filka idom.
FriaosBo JtHq i8/la liinlvi, id n.
o Martin de Hhrafllit il-m.
99f4nV fflTBisid' i'nrnllrf. idem.
idem.
__ rswid Gaaha, ,.kn
i0>ho d Gttmw
Jj.ii Xiriniio t'.irabir.i de Albn i lerqfte,
I A 1) til A,M.lj i, ;
Total 231,212,000
\'i rente as 10 horas e meia da manha e ultimo tele-
gramma djs Srs. Pinto Leite & Sobrinhos, de Lon
dres, que diz:
0 algodao firme com baixa dc ?' sobre os
preros: de 8 1/2 a 10 1/2 de Pernambuco, de I
1/4 "a 8 1/2 Paraavba, 8 1/4 a 9 1/4 Maceio, 8 9
a 9 It' 1,2 M.iranhio, 8 1/4 a 10 Bio Grande do
\>rt\8 3/4 Caari.
O assucar calmo aos pi ei.-os do 23/ a 26/0 c
branco, de 14/6 a 2d/0 mascavado..
Cidade de NaaaretH. -Escrevem-nos des
ta cidade o seffuiete em 22 do corrente :
o Como Vines, deram noticia na sua Recista
Diaria da ma impressa) aqui causa la pela remo-
co do Rvni. Dr. Pebnea desta freguezia para a de
Goyanna, o da disposicao em que estava a popu-
laaao d'atptf de nao aceitar o novo vigario, venlio
dizer-lbes i> quo so passou ale o dia 21 a tarde.
Serin meio dia quando aqui soube-se que o
padre Anizio chegara a Pao d'llho de viagem
para esta -idade. lmmediatamente dispuzoram-se
varias pessoasa ir ao encontro do novo vigario e
faze-lo vattar. Tendo noticia de semolhante deli-
ber.T;ao, o ttvm. Dr. Pelinca, a quern abi, alguejn
aleivosamente attribue a agitaeao da populaeio
nazarena, dirigio-se as pessoas inais influentes da
cidade e (ledio Ihe que acalmassem os espirito* e
eonsentissem na entrada do novo vigario As ins-
taneias do Rvm. Dr. Pelinca foram attendidas a
enta. e sompnle porque declarou elle que a satis-
facao, pelos nazarenos, do pelido, que lbes fazia,
seria considerada por ellu como a maior e ultima
prova da estima, que di/iam ter I ho. Assim pois,
se oRvm. padre Anizio se acrta hojo em Nazareth,
so nao foi burlada a resolugao episcopal, se a or-
dem publica nlo foi talvez alterada, o facto e de
vido ao procedimento leal e geaeroso do Rvm. Dr.
Pelinca.M
Gaxeta juridica 0 n. 45 desta revlsta
contem:
Gazet a juridica: l. Insufflciencia numericados
agentes suballernos investigadores dos crimes, pro-
vada pela insalllcienoia dos resultados obtidos. 2."
Necessidade de nm systema normal de vigilancia.
3. Modo racional de angmentar, sem grande sa
enflcio para o thesonro publico, o numero desses
agentes (continuacao do n 44). Jurisdircao civil :
Nao pode ser inven'.ariante, eslrangeiro sem meios
conhecidos do vida ou bens que sirvam de garan-
tia aos herdeir *. Jurisdiccao commercial: 1."
Nao constitue sociedade em conia de participacao
o contralo pelo qual negoeiaates de pragas diffe-
rentes consignara reciprocamento mercadori.-ts, di-
vididns os lucres a titulo de commissao. 2. Nes
to caso, o committente so e credor de dominio
pelas mercadonas existentosem poderdo commis-
sar: i fallido : e chirographario pelo saldo das
veadidas. I.0 No casode penhora feita por pre-
eatufia executoria, os embargos de terceiro, do
mesmo modo que os do executado, sao jalgados
pela juizo deprecante. 2.' E' necessario a ias-
cripcao da hypotheca judicial do exequonte nos
bens do executado, nao contra o criginario adqui-
rente dc tics bens em fraade da execucao, mas
contra terceiros a quern estes osaliene. 3 InteHi-
gencia do art. 494 2 do reg. a. 737 de; 1850, a
respeito da aliemcao feita proximamente a penho-
ra. i. r'raude da aliaoacao feita pniximamen-
te a peabora e presumida pela lei, dispensa prova
memo contra o adqairente. 8." Ewbargante ter-
ceiro nao pode arguir nullidide que nao lho diz
respeito. Tribunnes eslrangeiios : Jurispruden
cia.
Bstrellas eadentes. -De 27 a 29 do cor-
rente (quinta feira asahbaio) devo realisar-se o
pbenomeno celeste das estretlas eadentes a orbita
da terra.
A esse respeito lem&s n de Lisboa :
t E' na noite de 12 para 13 do corrente a pri
meira epora raareada pelos meteorologistas para a
volta das estrdlM eadentes a orbita da terra. A
segunda cpoca e de 27 a 29.
Faz agora quarenta annos que o pbenomeno
se mostrou coin o maior esplendor em toda a Eu
ropa Foram aas uiilhares o? a^teroides que en-
traram na atmospbera que cireumda a terra, e
com cujo atrito-ae iheeBdiavaiw, rednzindt se uns
a vapar, e outros faeeado explosao, projectando
sobre a superficie *> globo chaveinw da aerolitos
de d^versas dimensfiee e feitios Hi-uve siiios onde
as detoaacCes foram oowidas, produaimki o elfeito
de prolonfados trovoes.
Nao sabemos se este < o ciclo em que o p.'ic
mmeno se raanifesta com a maxima intensidadu
comtudo, e atmosphera cmtoer limpa de nn^ens,
sempce o eapamaoolo ha da tr interessanbf.
lllnstrn^ao hespanlHila e a uteri-
caaa/- Ctiegarann nontem os ns 38 e W deste
apreciafel ).>rnal mpdriiano.
Traz elle cuno gravuras: retratps de I). E.
Maisonaive. ministro do governo em Hespanhi,
to D. J Javellar. captao geral de Cuba, de D. F.
de Ceballos, eapitao geral do Valencia, doduqtii]
do Ossuna, presidents da oomiisan hesp nbola na
exp i-icao de Vienna, e do Dr. Nuiatou, f.illeeido
em Paris-; bem como ttinrtaas vistas daactoal
gaerra civil hespaabola, do.mannmeuto d> Viclo
na. iaaugurado em B"rlim, na #raCa do Ret.
Coimada a ser aseigaadb at respectiva ageneia
a rua Jo Comnrercion. 48.
I.otcpia. a que se acha a vends &a
a beneli-i da inaMhttaaJetaciipaj^ a 4rua3'coi'ro
no di,. 28
Lt-ilau.Ifaift. ehVctua o agente; Mirtins, a*
10 horas da mart ha, o Mla de cautellaa vioicidas.
ladas em peuhor, conrfand d-- a-lere^R) rft bn
Ihiatm, argulas, ea<4<:ia-< d*.ioaro part nelog,,,^ n
(im rdnKim te ouro patenle, truuc bus, iwrdoes
de oum, collvres e s.ilva- de pr.ila, e muilos ..u
trif oi>jc;tos.d^ g..-l'Miiodern > ; m Oast ite |iej
nhors, na trave>a.da rua da* Criuea a 2.
.If ausMvao--H "'im-uio do dia
aram 2, sahiram 6,
fUlleciaW ^m wU
JJm bonwm daCik parda; apuplezia oerebral.
Antonio Mauoel de Oliveira var.alas bemorr
gieas. Mm. nwr,! ^^Jm 1
Sebastiao Jose Fernafides; amol^'iunnto cere-
bral
Candida ; variolas.
Lustodio Alves ; acce-soperrti'loso
Joaquim ; diarrhea chronjea.
Mano. I Franciwo He Moura ; varW.is heiaorrba-
gi:as.
Jor-^.ts : felirc amarella.
Manoel Limica da Silva : hypaenjai intertrOc
pieal.
Rlias ; variolas eonfluentes.
Jose francs da Silva ; phtvsiea nalmanar.
Maria Josopha da Cohceic3Q ; variolas.
Balbina Mat'ia dos Santos ;.phtvsiea palmonar.
Franeisca Maria da Concei-ao < variolas con-
fluentes.
Fassa^ciros 0 vapor inglez Ceronne,
trouxe dos portos da Europa, o- seguintes:
Mr. Grey, sua senhora e I criada, C C. Munck
G. Pereira, Pedro R. de Oliveira e sua senh>ra
Maria A. GuimwSes stta inn I e dous irmaos, C
Klein, R. J, da Rocha, F. Signatcrio, G.Fauare,.
Francisco Fanare Vicenzo Ferece, A. G. B. Br,
gii, Manoel J de Mello, Francisco S.Reis-e Manoe;
C Pmto.
Sahidoa para o sul no mssmo vapor
FranchH^ M. dc Sonza'Leas e sua senbora.
Sahidos tambem para o sul no vapor fran
cez Ville de Rio de Janeiro :
Antonio Ancel e sua senlwra.
CeiMlterlo publico.-Obituario do dia 22
do novembro :
Jose, pardo, Pernambuco, S annos, S. Jose"; va-
riolas
Levina, branca, Pernambwo, 12dia, Recife
tetano.
Bellarmina do Espirito Santo Cunha, parda, Per-
nambneo, 23 annos, soltoira, Boa-Vista; bexigas.
Rmitiano, pardo, Pernambuco, 15 mezes, S.
Jose ; variolas.
Runs crian;.tts gemeas, pardas, ignora-se ludo
o nais
Maria, branca, Pernambuco, 7 dias, S. Jose ; es-
pasmo.
Jose Gomes da Silva, preto, Pernambuco, 18 an-
nos, Boa Vista, hospital Pedro If; phtvsiea pul-
mbnar.
Elias, pardo, Pernambuco, 21 mnos, solteiro,
Bda-Vhta. hospital Pedro II ; variolas coutlnenles.
Manoel Lanoca da Silva, pardo, Pernambuco,
30 annos, solteiro, Boa Vista, hospital Pedro II;
hypoemi;) cntre intertropecal.
Maria Josefa da Conceicao, parda, Pernambuco,
43 annos, solteira, Boa Vista, hispital Pedro II ;
variolas.
Manoel Maria de Abreu, pardo, Piauhy, 22 an-
nos, solteiro, Bui-Vista, hospital militar ; pbtysica.
Maria, prcta, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista ;
vermes.
Beraardiin, branco, Pernambuco, 2 annos, San-
to Antonio : variolas.
Minervina, parda, Pernambuco, 3 annos, Recife;
bexigas.
Francisco branco, Pernambuco, 13 mezes, Gra
ca ; variolas.
Miguel, branco, Pernambuco, 8 aaaot, 9) Jose;
bexigas.
CHKONICA JUUfTMBH.
taiHiWL a ii::i. \<:.io.
SESS.aO DE 25 DE NOVEMBRO DE"l873.
nsSlUKNOti UO KXJI. SR. C0NSKLHK1B0 CABTAMO
SANTIAGO. 4?
Secretario Dr. Virgtlio Coelhc.
As 10 horas da manha, presentes os S ... des
mibargadores Silva GuiinarSes, Reis e SilVa, Al
meida Albujuerque, Accioli, Doria, procurator da
coroa, Domingues Silva, Regueira Costa, Souza
Leao, Araujo Jorge e Neiva, faltando o Sr. des-
embargador Lourenco Santiago, com causa, abrie-
sc a sassJo.
JL'LOAMRXTOS.
Recurso crime.
Do Garanhuns.Recorrente o jaizo, recorrido
Lourenco Jose do Araujo. Joizes os Srs. desem
bargadores Almeida Albuquerque, Domingues Sil-
va, Silva Guimarae3 e Regueira Costa. Imprcce
lente.
Aggravos de pelican
Aggravanle Klna Galvao Carapeba. Juizes os
Srs. desembargadores Almeida Albuquerque, Do
in ing ui's Silva e Silva Guiraaraes. Den-se provi-
mento.
Aggravante Marcolino Antonio Pereira. Juizes
os Srs. desembargadores Doria, Neiva e Soaza
Leao.-Nao tomaram conheeimenio.
Carta testemunhavel.
Aggravante Antonio Fernandes do Figuciredo
Paiva. Juizes os Srs. desembargadores Doria
Neiva e Almeida Albuquerque.-Negouse provi
mento.
Appeliaeoes crimes.
De Nazareth.Appellante o juizo, appellado Ma-
noel Paulo da Silva. A novo jury.
Appellants o juizo, appellado Manoel Joaqaim
dot Santos. Improcedente.
Do Recife. Appellaote Felix da Costa Barba-
lho, appellada a justica. Improcedente.
Appcdante o desembargador president: do jury,
appellado Paulo Tulentino Negramonta. A novo
jury-
Appellante Joao Jose de Araujo, appellada a
jastica. A novo jur*;
Do Assari. -Appelianie o jaizo, appellado Hiear
lo Ignacio Arraes.A novo jury.
De Maria Pereira -Appellante Ignacio Ferreifa
de Oliveira, appellada a jusii AppellacBcs cn-eis.
l>i Recife.Appellante o juizo, appeiladoi Bat
thazar o Candido, por sen eurador.-t^mfirmada a
MMdtM
De Olmda.- Appellante Jose Gonjarves da Cruz,
appellado Francisco das Chaaas Salgueiro.Dea-
preza los os embargos.
PASSAGEXS.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ai
Sr. desembargador Doria:
Appellacao civel.
De S. Joao, Appellantes Linn, Pacitico, Ltdia e
outros, appollados padre Paulino Vitlar dos S.antoJ
Barbosa.
Do Recife. Appellaote Jose Maria Sodre da
Motta, appellado Ur^ Jymphronio Cesar Cotrtinho.
Ao Sr desemoargador Accioli I
Do Ceara.Appellante CarJos Ernesto de-Mes
quita Falcao, appellada a fazenda.
De Maceio Appellante o juizo x-offlcio, ap-
pellado Francisco Fenreira de Aodrade.
Do Alagdas Appotiante o juizo, aopellado
br*o de Aulaya.
Ao Sr. iBsenlbargadar Souza Leao :
DO Recifte. -ApHlaiiie Dr Luiz Rodngnts Vfl-I
lares, appellados Frtucisco Macnado da Cunha Pe
rirosa o outros.
On Sr. detemlKmgador Domingues Silva ao Sr.
dSsembargad.jr Bagiitira ''oeta:
Appellrfcoes civeis.
. Do Beclfe.-rApeUAOM herd-vo^ de Manoel
Autouip di Stjva, Ifcos, appeHtd').Joaqaim,-Jona*
Vlves; de Albuquerqae ; rpueilaote D Josephipa
Burl'- Dubnua, appellados herdeiros de Joaquimr
b*&6 de Maamla.
Ao Sr. desembargador Araujo Jong* :
Dodtectfo. AppeHaoltf Jose Jacome Tasso,^ap
liUdo Maniiel aIvks Barbosa-
no Sr. desembargador Regueira Costa a-j Sr
desembargador Sonza Leao :
Appeiaoio crime.
Do Cabo. Appellaule o juizo, appeliado Wil-
liam Scott.
Do Sr. deeaviar i Souza Leao aa r. oW-
eubargador Aiatij.WJaejB<
Aapalbwfia criate..
Awpallante d#few>>, appellado An:antfllMaOEio
da Puiifao.
'Do Sr. deseuiharg iuibaigador Miuaa.. ^ %. \ .
App^Hacoeaah^i^. :j.
\p,idlaui D. 4(1 m Fwmma_do Rgsano, appet*
lada a fazeaJa,
i .ilia MNBBHMMHH e
Ao Sr. descnibardor,Damiugi]
^ravatfelhuK J#m Sa
o Antonio Jose da Costa Rezo.
\lags. -AnpeHRe Felix Corrda de
jo; appellado An:. r fi imes do Rego.
Assigaou-.-j dia i iulgataento dos
sagjtintos: IT
* Appellacoes pri
Appdlaaie l.'nacio Ferreirada Oliveira a
lada a jusdea : appellante Felix da CosM B
Iht, appaMHa a justica.
Appellees civeU.
Appelianie o juizo, appellado Balthazar Candi-
do ; appellante o juizo, appellado Caspar da Cos-
ta : apiwllaule Franctsnj-Luiz das Satilos. appel-
Vos os herdeiros do mesmo
DiSTRrsrfgoEs.
t'.arta tesiemuubavel.
_ies Silva :
Salgado, aggrava
doTntonio Jose da Costa Rego.
Aggravo de petfeao.
AoSr. desembargador Domingues Silva :
Aggravante Jiao Maria Gerdeiro' Lima.
Ao jr. desembargador Regueira Costa r
Aggravante Andre Barbosa Soares.
Ao Sr. desembargador Anujo Jorge :
Aggravante D. Rita Maria F. dc Almeida.
Ao Sr. desembargador Sauza Leao :
Aggravante Antonio Annos Jacome.
Ao Sr. desembargador Seiva :
Aggravante Maria Antonia de Paria c Silva.
Appellacao civel.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
De S. Miguel. -Appellante Betlarmino Prato Se
Araujo, appellado Francisco Xavter de Albuquer-
que MaranbSo.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa
Recorrente o juizo dedlreito de Garanhuns, re-
corrido Jose Antonio Damasceno.
Ao Sr. desembargador Sonza Leao ;
Recorrente o juizo de direito de Bananeiras, re-
corrido ilanoel de Freitas Galvao.
Ao Sr. aesemhargitdor Aranjo Jorge :
Recorrente o jnizode direito da Barbama, re-
corridos Francisco GoncaPves Cavalcauti e outros.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Recorrente o juizo da Escada, recorrido Agfipi
no, liberto
Appellacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Neiva :
De Mossor6. Appellante CInudino Alves do
Aquino, appellada a justica.
AoSr. desembat*gador Almeida Albuquerque :
De Baturite. Appellante Raymundo Obtncs do
Freitas, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Do Sobral. -Appellante o juizo, appellado Josd
Antonio Cavalcanti.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
De Paulo Affonso.Appellante Zefcrino VieWa
Machado, appellada a jastica.
Ao Sr. desemba'gador Sonza Leao:
De Matta Grande.Appellante Bernardino Jose
dos Anjos, appellada a justica.
Encerrou-sea sessiio a 1 bora da tarde.
i4$ mofani tbnge d-s rciT~! *-. TpffAia1, que s
mento hoii!
a questao sobro be^
Haiiga-geral a profereucia a i^iihin
N-jstas instrucgOes pao approvo a applioa^io de
topico algum sobre as pustulas, e menos roderia
adoptar os irritantas, como c tabacq^ ou furao.i
criin" c n
di?er d* powaliJaoVs
contiecer *
batra de pantr
vencidus, o^Qe-prcsdJ bnrra
Mascart e Dominguez, nao
nia de de que as
principio,
mente u
serem e:
pantalho
mente a
irarWMgtigosA
anda^empr'
sH negras, in
niadaa, benua, o-nimaJ is
iu da qua sao victitaas
s donates de bexigas que
felicidade do cabir em senMllantue ma-.-s.
Qnanio a mini Jnlgo iesKccsatna. oa maior.
parle das vatcs prejudicial a appliatri) de qua.
quer rciiiedio com o Um de queimar as pustulai
mas, on defaciiitar a eropcio (fas bois: e ?'
mesmo medicos ha que maadam applicar alcool
qannte sobre a*' bidfjan nem por isso seremos
obrigadae a aceitar a|ufto que a s:iencia -
e dcliclo oSr>.
bamo assi'u
ideate de pres-
nao
tern sanCcioQado Com lhas doiitrinas, nem a pra-
e.u saucciou^o com sua, uo-.u.ina.. *" ir j, PresenCa do juiz, sera imerrogadosobre as ar-
aca MM da maior Trte des medicos tern- acet- f ^ ,Ue* faz*om candnctor e as teslemu-
lado : nao queremos com isso deixar de r9speitar B
alheias conviccoes.
Se a variola e discrcta e desenvolve-se com
"" '"'ir caq
fi 'n^aiSHpilin
ndo o digno tmiron < reqnereu per duas ve-
risai dot acenjldo!-, certamente estava
ofUDdameate coavi 'O do direito qae lbc as-
iundadoaa lei.
let sidTatltniMa, ^ria aftabelecer-ta nm
ciplc oi.iinaee ainfra^wda id easuspensa*
aisiiitertnMnie aenliliiinparugntiva-a garan-
da liberdade bidividoal !
iogitowu se fia erro de WWa parfe, on se a
nossa epiniao tern o sello de uma logica inflesivel,
garantida pelo nosso direito rriniitit>
0 art. 135 do codigo do processo criminal, d;- :
a Logo que um critninoso preso em flagrante for
pySIICACOES A PEDIOG
RIO I5K MMIRI)
CARTAS DE UM VERO.VDKIRO LIBERAI. SOBRE AS
OROENS RELIG10SAS.
Ill
Amigo.Creio havermos ficado Concordes em
que nao ha linii-m illustrado, seja elle crento on
iocredulo, que nao deva diligenciar que os prtB:
cipios da moral religiosa sejam icspeitados pelos
cidadiios ; e ben assim que nao se coinprehende
religiao sem culto, culto sem ministros. Sao estes
os q.e entre nos con sti luem <> clero secular eo
regular.
A ambos i conferida alta missiio ; mas o clero
secular obrigaa menos sacntictos, dispensa votos,
deixa o padre envolvido no lurbHhao social, tole-
ra-lhe ambicpes, nao o desprende da familia e de
niuilos interessos mundanos.
Permilte-me pois repeliro que se tern dilo : o
monachismo deve ter por scopo o exercicio das
virtudes que constiluem a perfeicao do christia-
nismo. Nao significa isto que haja dous caminhos
para seguir, dos quaes um miperfeito ; mas sim
que por um delles se alcan-;a inais iatinaa uuiao
com Duos, marchando porJestrada inais dilticil e
asp -ra, inais segura e curia.
Dia o Evaagelho qua, pergumanJo um mance-
bo a Jesus o que Ihe cumpria praticar para oatrar
na vida eterna, este Ihe respondera que bastava
seguir os raandamentos da lei de Does ; instando,
porem, o mancebo para saber o que devia fazer
oa.'a sunir a mor an-- de perfeicao, Jesus Ihe res-
pondera : Se quor.- -c^ perjeito, vai vender o
que possuns; da-o ao- p.ibres, para teres um the-
souro no ceo ; e depois segue-me I >
E' assim qce a doutrina do Messias se compoz
do p eceitos e conselhos : os preceitos sao a base
da religiao,,os conselhos levam a perfeicao della.
Nada ha mais eminentemente conforme a duutrina
do Mestre, que a pobreza volunlaria, a humilaade
sincera, acaridade omnimoda ; constiluem estas
ires coroas a tiara da moral christa ; o devem
ser o perenne alvo da formosa instituicao.
Sao tao coni'ormes com as mais altas conwnien-
cias sociacs e politieas os principios da nossa cren-
ca, que to'dos os leaes pensadores opinam que
quanto mais os cidadiios crarem na religiao, mais
julgarao devera patria. Eatre as inuitas phrases
que Montesquieu tragou com lettras do ouro, dii-
ungue-se esta : Onde os principios do christianis-
mo esliverem bem gravados no coraciio,d*a*aa el
las a sociedade inllailamenle mais forta do quo a
fariam o ftlso pondonor das inonarcliias, as vir-
tudes humanas das republicas, e o m'ido servil
dos estados despolicos.
Pof isso a. igreja, desde remuta antiguiuade, en-
tendeu convenienie reunir os levitas do Senhor
em associacoes, cam intuitos veaeraudos.
Se hoje e uso alardatr o principio de que a
uoiao faz a forca, e,ssi uniao de voniades e eslor-
cos para um tun commum e moral deu nasci-
mento aos conventos, quo pelo aadar dos aeculos
foram adaptando os sous trabalboi as varias ua-
cessiilades qae a transformaeao das sosieiades ia
gwando. fc". ...
Ja no orienle fulgurava a instituicao, quando as
invasoes dos aarbaros barbansavam, arruinavam,
dastruiam a Europo; e pats que a Provideneia
lam por u*o sasciiar sempre um grande liomem
para as crises, produzio S. Beato. O patrtarcba
do Monte Cass'mo fundou principal .neute a sua re
gra na oracio, n3 traballio, na huniildade, ua obe-
diencia, uo ensiao da juventude. Creou multidio
de asylos, a que se recolht-ram inuumeraveis indi-
viduos, e que rapidatneute se foram alasirando por
tola a Euiopa. S. Bento prohibio tudo quanto
iiltrapassava a fortfa huraana ; exigio dos seus
adeptos o que faCflmente Ihe podiam dar, e em-
buia-us nos dogmas e na moral evangelica. Re-
coramendoa os trabalhosagricola*; e assim. aquel-
jes labvriosos frades entregaram a cultura as re-
giSeS mais iaho-pitas, florestas inulcis, covis d-
teravpanlanos tnorliferos. K esta ordem que na
lerra de nossos avas fundou o mosteiro de Lor-
vjo, sei-i seculos antes de nascer em Ouriquo- a
mooarchia porlugueza; e as outras ordens mo-
nasticas se ihe foram successivauieate seguaido.
. Vii se, pois, a que veneranda antiguiuade aao
remunta em o >Ss*s terras a laslitui^ao. Valeuios
not hoje mais sem tdles, da qae valerani com elles
os nossos aiitepassados t Esses horaons de ferro
bram insfruidos e educado^1 por fradfe's, quanio
praticavam prodigios : quaud coin Affonso.I fun-
Javam uma nacionabdade, contra os esforpos. de
arabes e li^spanho^s ; qaando com Joao I repel-
Hanr os niesrtlos ihuuigus ; quando com Joao de
Castro, rffSiisoAvAtbuiueriHiB, P. A Cabcal,Va-
co da Gama, devassavam Miffs', con-idti^ayami
muml'M/ civilisaivam pnvus, rbm.'ja'ra Diteiras,
issoberbavafn'marse lerras ; quando com JJli
IV e Salvad-ir Corrrta exputsavam hollandozes >
espauho--s de Angola, BrasivelTiortUtijl ; quando
Jd WB^vecilTB'bftvsetmanl a agiia rraneeza utfi u
nii lerntono. liessa s-n-iedade vjril era ujstrai
d i em grande parts ppr frades.
'"St^'que e s.*\){imM,op'isthot,erg$,-propterliK ;
mas quanio ma cliam a par iii-t'ti;i'oes vjgorosa.-
e'gtaildi is cs rominettimerttirs, orpspinto incbna se
a prr-ertitar se entre esii s d m.s facto* nao Ua ia-i
timaligi^io H'oqiic
mem,.
IiMtruccoi'N p.si'it tiMtiuuuento
. daw l>xifl[js ou vttriolia>-
Nao ba muito t.'inpo ipii! foram d id as a i
prel i is in s iu a prucj-a -attgndjgaii utibsar aq
facitidade"* poilco Irataraento exige : nissb eoncot
dam os melliores medicos allopathas c bumdopathas..
As dtfflculdades apparecein quando a bexigi i'
confluente, ou reveste-se das formas que inspi
ram mais serios cnidados, como a bemorrhagica,
etc. Nestes casos as applicacoes de medicamentos
externos e irritantes so podem aggravar a irrl-
ta^ao da pelle, exacerbar os symptomas gastri-
cos, e provoeat mats os cerebraes, tirando assim
todas as probabilidades que no Jem na-;er da ap-
plicacao prudecte e raznavel de medicamentos
que tentiam por fim ajudar os esfor^os que faz a
natureza para llbcrtar o organismo do- principios
moriiidtts.
Nos casos benignos a applicacio dos toplcos
irritantes nao tern razao de ser.
Estas reflexoes sou obrigado a fazer, porque
me foi offerecido um pequeno folbeto contendo
tnstruccoes para a vaccinacao, e iratamcnto da
bexiga, em que encontro.recommendada a applica-
cio de aguardente quente sobre as bexigas, o que
e inteiramente contra as minhas ideas.
Tamliem no mesmo folheto se renrova a aber-
tnra das pastutas, e eu nas minhak instrdcC5ei
recommehdo qaefnem se to^ue nem s'efufbm;
porqtte o mclhor e deixa-Ias seccar sem tocar
nellas : mas se este anselho dev? ser seguido
em geral, nao deixa comtudo de haver casos em
qae mando cortar as pustulas, ee priiielpalmoute
nos pes e nas maos em que apparo;e essa neces-
sidade, porque as vezes reunera-se inuitas pus-
tulas, fortnam um tumor doloroso, e dando-se sa-
hlda ao pus por meio de um pequeno Corte ou
furo. sem desuddaf a pelle, as dores melhoram
iramedialamente, eo doente acha n*so uma grande
consolarao ; e se ha uma osponja BgflV flna para
ser embebida em agna tepida com am jtouco
de aguardente c com ella apanba.-se o pus e cha-
pinhar sO as pustuUs, ainda mils satisfeito flea
o doente. E esse process de que uso tambem
qnando os olhos estao ranito inflaumados e ver-
tenJo muito pus, do qual nunca vj maos resul-
tados.
Isso diffcre muito da applicacaj de aguardente
qaente simples oa com ludio que se usa para es
catdar as bexigas, c qae por muito poacO inconve-
niente que seja nao deixa pelo menos de aggravar
as dores do doente, prolonganJo-lhe o sofTrimento,
pois elh? nao pode servir sena'o para cstorvar a
natureza em seus salulares csfor.-os.
bepito : nao 6 ininha inteneio repfovar a pra-
lica do nmguem c principatmente de medicos.
Principiei a minha vida medica nos hosp'itaes
militares, onde sempre live de ser atormeniado
pelos bexiguentos : tenho visto mui'os railhares
delles c observado bexigas de toda especie ; e
com a pratica da homeopathia, -upponho que
vejo sempre maior numero de b^xiguenlos pa-
rece que posso dizer alguma cousa baseado em
numeTosas observacSes, e aconselhar aquelles que
nao tern piatica, e prectsam de cer gOftllOs pelos
ootros.
Concluo, dizenlo_que julgo iiiconveniente c pre-
judicial a appficacao de medicamentos externos
a titnlojae apressar o de.-enrolvimento das bexf-
gas, ou de converte-las de m.is em boas.
Julgo tambem que quando etlas se apinham e
formam peqaenos tnmores, pode-se fura-las, para
dar sahida ao pas, o qae allivii muito as dores,
e chapinhalas com agna tepida e um pouco de
aguardente. A maior pnrle dos doentes ate acham
prazer Desse peqneno cuidado qae selhes presta.
Cada um esta no seu direito de seguir o que
mellrar Ihe partcer.
Se alguem precisar das instruc;oes que p'n-
btiquei neste Diario, pode mandar busca-las no
men consuhorio, pors ainda resta um pequeno
numero de foITietos:
Recife, 24 de novembro de 1873.
Dr. Lobo Moscoso.
ia
Thaatro Santo Antonio.
Bcuieficio offureciJo aos Srs. ntoaadOia
freguezia Consu qae se prtpara um brilbante espectacu-
lo para o dia an, a favor do ajarditiitnento da pra-
ga Pedro II.
0 Sr. Vicente, digno omprezario do theatro
Santo Antonio, disp6e-se a levar a ec3na, dOsse
dia, um dos mellrores dramas do seu ropertorlo,
o qual sera intermediatlo de um interval!') de mu-
sica, em que tomara pane o in-igne maestro, o
cavalleiro Sr. Poppe, e outros artistas de nota.
Espera se, portanto, uma noite brilhante, e por
conseguinte cheia de prazeres, assim como o 'hea-
tro estara ornado com a pompa compativel.
E' de suppdr que todos os senhores a quem e
offerecido o espertaculo, oncorrain paraabrilhan-
tal o, assim com > para d.ir um resutlauo qae s ia
sufflciente para logo se'inandar vir a cantaria II
na que dev servir pira r;ceber a grade ''.-, Rrro.
nhas que o acompanharmi de que se lavrara Ujr-
mo, por todos assignado.
0 art. 133 com referencia ao 132, dk: Re-
sultando do inleirogatorio suspeila contra o con-
dnzido, o juiz maridara por em custodia eui qual-
quer lugar seguro, que pan isto designar, excep-
to o caso di; se poder liviar solto on admiitir tian-
qa, e el'.c a der, e procodera na fonna?ao da cul-
pa, etc.
Diz o an. 299" do regulamehlo n. 120 de 31 de
Janeiro d* 1842. n segninw : t A fiaaca nSo e prc-
cisa, porque nelles os re is se livrarao soltos na~
crimes z, qua nao estiver imposia a pena maior qu<
a de mulla ate lOOzOW, prisao, dvzr.elo.-desterio
ate sel? mozes com'multa "DiaJespond(?irtd'i metatio
deste tempo cu cm ella, c tres mezes de casa <'
correccSo ou oflicinas |iublicas.
As perns impostas pelo art. 301 doeodigo pe-
nal, para aquelles que nsam detitntos indevidos, e
a de prisao por lOa 6 > dias e de multa coitWpin
dente k metade do tempo.
Em face das dispo-icoes ciladas, qnando OS ac-
cusados fossem dncontradns em rtagrante, e tendo-
se requerido sua prisSo, lavrado o tertno detla-
grancta, assignado pelo juiz, por elles a pelo sen
aciusador e testemunhas, haviam ser postos sem
perda de tempo em Hberdade, per quailto o criror
e da namreza daqaelles que os reos se livram sol-
tos, indepeadente da franca.
A' exeepcaO do art 30) do citadb regntantento.
nao tem ap'plicacSo para os Srs. Mascaroe Domin-
guez.
Ha queslces qae e-tao sujeitas as regras d.;
hermeneutica, outras porem, tem o cunho do di -
reito positivo, que esta a luz da evideneia ; a do
qne nos occupamos esta comprchennida bes'o
caso.
Quaes as solemnidades juridicas subsftneia' s
para poderem ser presos os hesp.inhoes ?
Senleuca condmnaIoria passala em mlgado.
Do modo pelo qnal queria o lente qne fossem
presosos accusados.sua opiniao prestabeleee prin-
cipios ante juridicos cfatienta'.orios a liberdada in-
dividual.
Para que verifique-se qual e o principio juridim
verdadeiro, para que sirva de Donna, e por isto
qneolTerecemos a apreciajao dos juriscdnsuHOs ss
consideracoss que os redac'.ores do Di >rio se di
naram publicar a estas.
Esta, pcis, na lela juridi;a as duas opiniGes, a de
am lente, que nocessanamerite ensiria a seus d'tv
cipalos, e a nosa : >c e a do lene, qne sirva
de guia consorcic entre a obscrvancia dilei e a garanli.i
da Irberdade individual, e aqueltt ao contrari
porqne e antenomica e- condemhftda, potido- em
perigo a harmonia social, que seja despre para sempre.
N3-o lim A aprender dos mes'.res, quo ensi-
nam : nosso desejo c que na sociedade brasiteHM
fe'cunla-se a senente di principios jastcw e' e-
sencialmente democraticos, capazjs de attrahir a
estima dr pivi bra=Ileiro e dos estrangeiros, q*>'
vierem ac Brasil.
Muitas verstjes correram a respiito doantor do
primeiro r.rtigo, e para que nao haja duvtda m>-
assigno
Recife. 23 d'. novembro de 1873.
I'm ft'ibahi.
Por aensa experimentnis os se-
guintes .S VIII ptOlllHK f
Tendes tosse vioienla f Senlis dores nos nui
mOes 1 Expectorais phlegma ou mneosidades '
Vos encommodam e debilitam os suores noclur
nos f Tendes a garganta inilammada ? Eetai
roueo ? Senlis oppressAo no peito ? S por
acaso, ou dado o caso que adoecais de todas on
de qualquer uma das enfermidades mencionadas,
achar-vos hois na urgenlissima necessidade da. em-
pregar um remedio efflcaz e seguro tal qual seja
o Peitorat de Anacahuila de Kemp. Kin detxei'
passar uma hora sem que taijais uma propmta ap-
plicacao deste inapreciavel e prodigioso remedio.
Os males c soffrimentos, para logo serao alhviado-.
c por II in acabara por restabelecer completamen'o
vossa saade e com ella vossa alegria e prazer.
Sua historia 6 uma serie con'.inuada de prodigiosi-s
curas e de triumphos sem lim.
Hascarrtadti.
Sr. redactor.0 uso abusive de epitbeios aflrou-
tosos, a todas as cousas e pessoas, tem dado lugar
a antoriomasias bem sensiveis, classificando-se de
Aza branca -a um ser de borla e capello, eem
3uo possamos descobrir a origem de semelhante
enominacio, a nao ser a idenlica s-me Isanc-a, qae
es isle entre elle e o tal objecto.
Na verdale o facto do querer classitiear-se da
anjota dous marmelios hespanhoea, faz tornar
bem cabivel a deuominacao de Aza branca atal
autpr.
Temos visto, Sr. redactor, oscriptes- ds tode-t>
quilale, tiguraodo entre elles os do -Mai ..is vi-
nhasapregoando bisnagas no Rio ; a* poesias do
0 Pestaoa, enlre nos, e os elo luontes discun?s do
Murtha I'.ilaUba na Bahia ; porem, nuiica viraes
argumentos taobeslialogicos, querendo traduzir-a
palavra licenciado por doutor, como aa de oue te'
servio o
Aza branca.
aroi mais deuta
vr lihal'.
a .V'Tidy.)
gliig-AiJUJ
'-
QaesiAo juridica.
Quando es(trMse': pmvido nSo terem os hespa-
nk6esMaicar6 eDomngnez, ti'.ulis HP dbvtdrrs
e fossem encontradoi em flagrancia. podltmscr
presos e coniluzidos a cadeia f
A lei e a garaotia do cidadao.
0 jniz nao pode vlolal-a, sem eemmetter am'at-l
tentado.
So quando o aclo, qaese procura p:in;r, tem o
oaraeier de irrevogavel crimitmljdade. -i .jae se -
deve prender o agento, prccelendo a formalida- '
des imprescreptiveis.
Denaixo deste ponio de.vista, interessa saber, na
emergencia juridica que appareee nestar cidade
com relacao aos he^ptnhoes Matcaro e DimingUoz,'
se elles deviain ir para a cadeia.
j Um lente da nos reu por duas vezes a pri*ao dos Srs." Mascaroe
fiftminguez, por assignaram-se doawres, ctaeile-
rando esse actw como Hagrancia, visto aao terem
provado qne sao
Quando a i lustre pairohi das aecmadores trves-
sepreviainent^ provado que osSrs. Mo-caroe Do-
mimtuez nao sio com effeito doutores', ebaioandff as
priiii-irainente a juizo para exhibireiSixis !tHnk><
de cKnit^rea, e elles nao o lite >em, asslgnanflo em
soginda doutores, incontestavelmebte' dava'Be a
flagrancia.
Mas, segun io o preeeito criminal, eatarnloi pro-'
vai.i a Hagrancia, porque sendo ritadH paraexbi-
biren os ntiilos, nao' o lizerim, recai ;itran lo em
as'ignarcin, podiam ser preso? e condu:idoe a ca-
d -ia 1
Qoer-se saber saidada a rrypothesa daprovar
se qne nao sin doutores e ca-no ties a-'goau- pefa d"utin a irrevogavel lo direii-i, e sen a im-(
pre-criptitili la Ie da lei, devam d'-peli d presos'
-or-m c ndnzidos a cat'da Sem uiitras solemnlda '
des ilem la fl igraaru t
E' o i| ie ims enmnre cogitar com eabna # aro-J
' ca, jfiui de. iijar ijrellxaJo opre-f Barca frauc.
conuos e tun
Uma palnaru rt'Iativamciite as
molestias dos pulmdes da
garganta.
Tnda a vez t\\ic os pulmues se acham enfermj1-..
pnde-se com toda a certeza dizer que o doi'"
acha-se a borda d*um.i enfennidade incuravdl, e <
primeiro passo para tan perigosa'situacao e atoss>
Toraa-ev. pois, da maior importanoia, o atalnars
para desde logo. Se pergunlardes romo isso
possa realisar aa oortsegnir, reSBonderemo8 com
o Peiloral de Ana'ahitta, o qual e extrabido
preparado do sueco balsamico d'uma arvore d
Mexico, ecpbecida desde bs.mflHM'secnlos pelcs
naturaet daquelie iiaiz, como remedio poderoso
santo para todas as enfermidades dos orgSot da
rbspiracao. Esta admiravel preparacao curart a
tosse dentro em poacos dias, ate mesmo as vezes
em poucas horas, alliviara a asthma, curara a it -
flamma^ao mtieosa do larynge e bronchios, e im-
pedira a phtyslca. Erfi contrario aos pettoTaes .
xaropes fabrieados de fmctased'outros irigfedicJ;-
tes mais, na sua elaborada e delica la compostci
n5o enfr'a nenhuma partictilade acido prus3icOj
e cotn'o igualmcnte se acba livre de aniimonto, in-
grediente este que abundantemente se encontra na
composicic da iiietlcs outros nao p'rodUz po;'
nauseas de qaalidaae alguma..
Para
A casa raortUaria dc Paula & Mafra con
tiniiaa bem servir ao publico, em quant"
wu propriatarkis on sao deferidos no re-
feursa qae ihterpBem ao comclho (Festadi-
contra o mofiopoifo concedido a outran, o>i
sao a contento indomnisados peios monojv
tistas. E para que nioguero se- itluda a res-
peito, seientificam ao rcspeitavel piibttco qo
so acham provtdds do material necessario
com carros novos.
_____ r. mammm**
SdMMERCIB,
PK\CA DO RECIFE 23 DE NOVEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HOHAS DA TARDE.
Cotacdes ofBriaen
Algod<>o (iu Rio Grande do Norte Sa'ioO pi
lo kiles posto a bordo a frete de 111 *<
d. e S 0\0, hontem.
Cambio sobre Uendres a UO djv. V> 3|8 d. ,
it, do banco, hontem.
L-eai8*ye
. ,.Pelo prtsidente.
AfltoniorUonardo Rtidriguei
?>*> secretario.
aiiPANDKfi*
endimentodo dltl a 2i-
detn do dia 25
U
8WJte7W
45:l#tl?:
862:l5G*9i
Descarregam hoje 26 de novembro
Barcar 4mneeza #aW*^ferro paia o thaatr
e raereada'pt*lic, para I liaptche Cor
ce'inS*
B*c*rrtge Tmeeirtf fariiha ja de-.Kicba'ti
anr'o cMtaMn^^r
PtWcte' InffUt MolHfr,, .for,
para \raa* .I*AphH'K
Hiate siBwictai) Ne^n
da* para it-v^ii #ft-*"
Lugar poruiKni^*lSlle H
o irapiotw Ci^M
ja despaehai!.
despachs-
it.rh par.,
liars
n.1-
WDTUMI 1

i
i
!
V

'f>.


f
*>

V
ratacbf, J8TiJ33T|^'4 *
detpbia era.25 d> corrente o consiguaao
Matheus Apstin iC.., mauifeitou :
Breu 5'f0' barricas a conaigoalarioM
Gaileiras 2 volumes lordara.
tfarinbs ilo trigo 2,(9 barricas.
Pregos 5') barricas aosconsigt
Igolera portugueza Adamastor; capitao Uon-
|calves, ;ora o mesmo lastro qua.lruuxe do
PT- AM Id
kri Pafajijba, barua al|eifa t/rt/c
Me^r, capitao Wscheibiner, com o mesmo
astro jjut trouxe do Rio de Janeiro.
fi
Peraiiie a camara municipal desta cidade,
esura em pray* publica nos dias 27 do eorrente e
4 do mez de dezerabro proximo vindouro, para ser
arreedado pur quern mais o 'erecer, um lerreno
cum il palinos de frente e 267 de fundo, silo a
rua do Bispo Coutiuiio, sujo ti-rreuo eentre a pro
da Triu-
Patacho jiortugucz Sapho, entrado Jo San-
ta-Catbarimi na mes.na data e consiguado a
Joaqnim9f>sa' Gongalves Beltra.) # Filhos,
>oanifaat
Fartnha de mamiiocn 7,213 alqi.aires aoa4eriflaaa W6 f" iuRv'1- cone0. Ma""el
.^nsignatar.tw. J
re i
Kscuna ingleza Mnrijaretii, entrada do
Terra Hva na mesma data e consignada a
Johnston Pater AC., naanii'estou :
Saealh&u l.WHawiaasa-'tlW'maws-dita*
aos consign atari os.
-toairoingHsz-Garonne, entrado da biwr-
jkwbnoi 2i ilo -corrente e consign*! Will^j ilowe AC, nianifustou :
AtiMtr.n 2 paootes n Kabo ScnamaUeau
A C.,rfc* 1 cairn a Adriaoo Castro & C.
Patacho nacional David, entrado em 24
.lo-Bairerttet? norwignadw a Baltar ra, manftVstou :
Grata em bexiga 5,570 lologrammas.
Sebo C5vio 5 pipas com 2,6(54 kilo-
f,-ranmas. J
Xarque 135,256 kilogrammas n:s con-
-.ignatatios.
___
sPAtdHW db exportxcao no dia t\ m
XOVEMBRO DE W73.
Para os portos do extenn.
No riavio inglez B tlclutlta, para Liverpool,
arrego* : V. 11 Wiatt 98 saceas com 8..J26 ki-
i is de algodao.
No lugar inglez Rduard V/etery, para o Ca-
i>al, earreg.irm : impsin & G. 1,603 saceos com
IiQ,Q0:i kilos de assucar ma^cavado, e 230 ditos
com 18,750 ditos de dito braneo.
No hrrjue portuguez B. Pigucirenc:. para
!.!*> a, oslrreaaram : Amortm & Cardoso 250 sac-
j- join 10,7>0 kilos dc assuear masoavado.
Para os portos At 'tUtrui.
- Para o.Rio dc Janeiro, n i vapor frin -az Villc
! Hio de Janeiro, carregou : A Loyo 'IjiOOsaccos
--."a i5;W0 kilos de assucar brau:o.
Panao-Win Grande doSul, ao aavio brui-
Irtiro Prijuipc, carregarain : A. II. Machado Ju-
nior 30 barriiiuinlias com 1,000 k'los de assncar
( :iiiid>>; L. I. da Silva Guimaraes ''50 saccos
li.oOJ ditos de ditu I raneo.
i';.ra o !tu Gran-Je do Sul, no p.i!a:iio bra-
sileiro 0. Frineisc i, carregarain : Amorim Ir-
- & C. 230 barrica* com 14,839 kil^s de assu-
ir branco : I. It. Ferreira 100 di'^a coni 8,070
dirosfte dito.
Para o Para, na barca parlugueza Recife,
^param : A. F. de Uarros 103 barnsas com
7,679 kilos de assucar branco ; A. Gardiiro 30J
dilas'cara fe,!)73 ditos de dilo
Para Mamanguape, no bri^uo por'u.-cez Mis-
I'ca Cidade, carregou : T. Times 6 barricas com
W kilos du.'issncar branco.
I'ara o Rio Grande do Norte, aa tur^aca Boa
Kf.ptrmiqo, i;Kregaram : P.. Gamas <; C. i barrica
m 60 kilcs de assucar bran:).
CaPATAZIA DA A!,KAV1>BGA
K.-MidiMtab) ac rtia 1 a *\ ^"|'47912
do dia 23 ... H48il77
tClTAES.
perlencenie a mesma camara,
af.irado antigamenie a Maria do Car mo e lioje na
patte fcweile M aonuaJaieale.
Pai;o da camara muuicipal de Oliu la, 20 de no-
vem^ro de 1873. .,.,,.
Bai*o detaaanma,
K'iidenu.-.
as de .Araujo, ,
seoretario.
-------------------------1 11 .....^-fc^
[-Hi--

_lilal n. tOO
Peh insptct-rui da alfandega se laz publico 4ue
rrito se Vn'do eTTectualo, por Talta de concurrencia,
aKM*fnataf4o"rto* objeeios abaixo diwlarados. an-
naueiaia nor ednal n. 94, se transfare anjesma
arreaialaeao para as 11 horas da maulia do dia
26 do corrente, na porta de.ta reparticao.
56 pans de diversos comprimentos.
6n catbroe de K palmos.
Sporlas.
8ianellas.
32 iwdra.- de .-anlaria de 5 palmos.
SO'twlhas de'ferro para c^berta.
8 grades da fefro para jane I las.
8 r-olos c alfuma? folhas de zinco uovo, pesando
3,539 kil -5.
AlTandcga d^ Pernambueo, 24 de novembro de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de C. Rei,<
ontnbuin-
jciode 1872 -
^^^HHRUlr *^e 30 dias,
ntar da publicacaa **fc^fcMLorniidade da le n. 891, art. 33, paraloirciRrrenf da seccao do
ntencrso as-rovenionte< Jos inesmos ira-
bostos, i'ei1usJ|AM| MKia dentro deste >razo, prr>cedtT-se-ha a eebranca judieialmente.
publicando-se^Hpto a rela feios devedores abaixo tranacr*
^a.BivTntj
Seajlo pa c^nlepciceo projd|cpl de Pernambueo, 8 de
flrtarao d>J dftida
_____Q/
0 procurador fiscal interinp,
& fl^I flflQ IV **"*' 4im*t* PernaUibuc'J-
Ida ilo exeracio de 1872 a 187\ proreniente *>.j|fas ,*# ;,
carrot, bilhar e kerosene^
DECIMAS.
cento.
A junta
ficordia do R
tela pre-denci
nnoprox mo 6
dispde o % 9.< art. 52 do su com
nula PjSJT^^ividjmW&ajguMd
cnar gaws qfe pofiue f^iarnluSnid"vKK t
Ulih Mil f
23

a
.mini
m-vmimI inal
ftt'lll/'l&J.
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' bitt.oaf:.'- .ahilti rf TRj t
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VOLUMES SAHliKfS
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- n, ira porta ....
*wu:via p^-ria .
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irta poria .
v-ipii'^e Gjnceicao
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SBRVIGU MAitl! <
*- arenas descarregadas no trap:
alfande^a do rtia 1 a 24
Dia Ml.
n-.vi *sa'.rai!ad '' '.rapichf Gouceicao
. :ra'i-i).....
J-.894
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53
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I BfiaOlftA DE RENDA^ i.VTEF.NAS 'J&.
pASS DK PERNAMBDCO
'todtmonto Jo dia I a 2V. i: 104*83
V:Wi776
.3:475*607
GONSL'LADO PROVINCIAL
> liieato lo dia I
-p. -'n'-'dia i"
a 24
'-2:^JTi79o
i:077^036
"0:904*831
RSGIFE
;-..: utncai'j iki dia 2i.
DRAINAGE
24:aSDil34
850*394
.'5:403162^
'l'!.'.! '
.'JMi'!!J .''
KuntNTii aa mn
..j-
ifflMta eritraito no dia 2-i.
GraoJU) Jo Sul3i dias, pataciio nn
ior-al Da>nd, do -22't toneladas, capitao
.. A doSouta, equipagem 10, carga
rne ; >n-taltar Olivcira & ''.
Nqi'ios enlrados no dia 25.
I'-iiLadeluUiA*V2 dias, patacho ingJez Ma-
,a, dfl 268 toneladas, capi'.uo Carban,
quipa^-m 8, carga farinba do trigo o
titro* gineros ; a Matheus A :stin d C.
Mni>atilliriiM25 dias, patacho portu-
jO**A>.pllo, de 170 (oseladas, capitao
i.ftiii"da Sdvo Peroirn, i ruipagftin 9,
a^jH>' f*rinba de mandioaa ; a J. J. G.
rac it, Filho.
1 a JBWfciftfmpt.ao-8 dtas, lugro inglez
>'*ftpii*lo iit toii'eladw, capitao*hr-
i
bh-
.ridge, equipagem 0, em lastro ,
lera.
' jrra-XflAIMI^dfesi ^^ '*&& Mar-
fltretu B farter, flqaipagent 9, a>ga
;9b\ ttr*9wm ba m1R4* ? a-#ohnsl:
hio de Janeirot" dias, briguo ingles Rt>-
^.^. l*C#3 **^w. aim* "^t
iasnsfD|iUdagBin G, *aga unto; .ao
iiessao^V^y., Voia reirftscaf. -i
'ernaot g ,.4Ta--30 U^as, faio 4e4RUT %
no porto 6, vapor inglez Gar aim*,, 4e
i,464- tcneladas, comrnandaute D.
M*i->*4llion IbwdfrC.
'^fttt28 dies, patacho nncio-
al IK. | ^Miaf~lji|ifc ifiii^*0 ^-
!.ifca-- Citlfih
Oonsulado provincial.
Ajha-s.e aborto pur 30 dias ntei-, a contar de 'Rit:'l..U-,J9BJ
Iwje, orecebimento dos apparelhos e annnidades
paioIsoffify da companhia Recife Drainage, cor-
responJ-nte ao trimestre que findou em 31 de
ilezembro de 1872, Kudo o qua 6car2o oscontri-
buintss obrigados a raulta de 6 por cento: sao por
WWotHmiirtoa p ra tal flm os proprietaries das
casas nas seguintes ruas : Rua do Impcrador,
Gadaia Nova, Travessa do s. Jose, Assumptao, No-
gueira, Livramento, Marcilio Dias, Santa Cecilia,
S. Francisco, Largo da Ribeira, Santa Rita, Padre
Nobrega, Passe da Patria, Dias Cardoso, Travessi
do CaWe+reiro. ViJal de Negreiros, Traressa do
Marisco, Pescadores, Domingos Theotonio, Antonio
Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
Largo do Forte, Coronol Suassuna, Lomas Valen-
tinas, Padre Floriano, Marquez do Hervai, Santa
Thereza, Travessa da Matrix de Santo Antonio, Caes Porto da Madeira a. I
Vinte e Dous de Novembro, Prnneiro de Marco,
Duque dc Casiai, Larangeiras, Pas, Nova de Santa
Rita, Travessa das Bores, Beeco do Lima, Luia de
Mendouv', l,"Recco do Nascente, Impefial.Dique,
S. Joao, Traves?ada ''.oncordia, Travessa do Poci-
nho. Largo da Cone irdia, Ossis, Becco do Fatcao,
Pen ha, Largo da Penha, 1." becco da Gambda,
Largo do Carmo, Travessa do Caldeireiro, Largo
de^. Pfdro, Viracao, Travessa de S. Pedro, Tra-
vessa da Viracao, Praca de Pedro II, .Travessa do
Peixote, Christovao C dumb), liecco da Bomba.
Travessa do Carmo, Travessa das Flores. Estreita
do Rosario, Travessa das Grazes, Travessa do
Queiinado, Camboa do Carmo, Mathias de Albu-
querque, Trincheiras, Barao da Victoria, Cabuga,
Santo Ainaro, Calabou^o, Becco do Caju, rua do
Cajii, S. Bun Jesus. Patos, Beeco Tapado do Ma-
Iriz. Expustcs. Largo do Rosario, Travessa da Ou-
vioor, Roda, Travessa da Rua Bella, Becco do
Ciume, Iiha do Carvalho, Joao do Rego, c Santa
babel.
Consuladf prorindal, 3 de noverabro de 1873.
0 administrador,
Antonio Carneiro UachaAo Rios.
Pedro Martyr u. 34. (UerUeiros de Awaro Percirn
da Cruz
Amparo n. 3. Antoato Gomes tie kloura
Mangabeira a. 2- Angelica Jfcwu.ite Gcais
Bomtimjo. Angela Catatek-Alvaaida Conceicao
Uita.a. Hwdeiroa da.-AnlMiQ Joa<|uiai'e AlmeiiLi
Guedes Aterfo ado
Dita n. 23. DwiUpiM Mmlmi. dc Albuquefqu.
Meito.
Pateo de S. PdM Aeostola 7. Viiwa e herdeiros dc
Agostinao ia SJlwa Nares
Carmo n 2. Antonio Rdriges,de Oliveira
Dita a. 7. Aatonio Aiigasto dos Santos Porto e oatro
Xilagres n. Itabmla"" M1ii If Jpus
Senxalla do Dasterro n. 3. Viuva e herdeiros de A'nto-
tonio Teixeira Lopes
Duartc Coelho n. 12. Antonio Goacalves da Silva
Ditan. 12. 0 mesmo
Duarte Coelho u. 23. Andre de Abreu Porto
Becco do Fund3o n. 4. Alexandria Rosa Pcreira
* Soares
Regencraclo n. 21. Antonio Perreira da Silva
Triuinpho n. 3. Antonio Domingos do Cjuto
Estrada d'Agua Pria n. M. Dr. ATltontoise da
Rifceiro
!Estrada Nn-a do Beberibe n. 13. Antonio Pinto Laps
Dita n. 16. Antonio de Queiroz
Estrada do Canhenga n. 11. (ts orpbSoS' fflhos de An-
tonio Jo.-e Simoes
Estrada do P>rto da viadeira n. 10 A. Dr. Antonio Es-
tcvao de Oliveira
0 aiesino jf.
Porto da Madeira n. 7. Antonio Pinto Osorio
Ditan. 21. Augusto da CostaRibeiro

K>t js tr.t*ft J& ab a*MTi.
I
4194 4383
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. W*-.
12*096' p.
3*024
50*400
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40*320
30*240
I0i080
fi*04
30*210
12*096
1162
*097
*486
*29*
logo da Bella n. 3. Bernardo Henrique
Amparo n. 63. Dr. Bcnto Ccciliano dos Santos Ra-
mos
Clerigas n. 9. It albino Jose de Andrade
inda
ista'dc Aseta-
0 Dr. Joa-juiuj Coreia do Oliveira Andrade/juii
substitato da provedoria de capellas e residues
nesta cidade de Santo Antonio do Recife 0 sea
termo, r raaiftcia de Pernambueo. por 8. M. 0 Ini-
peradc-r, etc.
Far;c saber ;.c:- que 0 prescnte edital virem e
delle noticia tiveretn que no dia quinta-feira, 47
do corrente, depois da respectiva audiencia ira a
praca para serem arrematados a quern mais der oj
bens seguintes".
I ra ibiiia de jacaranda, composta de 2 consolos
e ana jardineira com tampos do pedras, 12 cadei-
ras da gaarni'-ao, 2 diias de bracks e 1 sof.i, ava-
iada per 350*000.
I cadeira espreguicadeira por 10*.
1 roarqueza de amarello por 15*.
I armario de dito por 13*.
I cstant: de dito envidrocada por 25*.
1 bama de jacaranda, obra antiga, com dnas
gavetag por 13*.
1 banquinha de amarello per 4*.
1 pequeno aparador por 8*.
( cliapeo de pasta por J*.
1 candelahro de vidro por 20*.
2 pares de lanternas'de vidro por 20*.
1 par dejarros .dc vidro verde por 6*.
1:,par de escarradeiras do vidro por 3*.
meaapar.'i janta por 20*.
1 pequeno espclho oval por 1*.
1'jarfa de barro por 8|.
Iinssa de coziuha por 1*.
vibratos (irandes e penueoos, 1 terrina, 1 ino-
Iheira, 1 bale, I assucareiro, e 1 manlegueira. ta-
do do iyuja hranca por 10*.
1 fngare-irn 0 chaleira de ferro por 2*.
U lavatorio de ferro por la.
Uvefio> iivr is dedireito por 30*. p>
1 csCuUe de pinho por 3*.
1 rnappa for f *.
I ca;v-, 2*000
1 trancttin. e uma medalha pcsanuo32 oitavas
a ",i por 96*.
t tranceiim flno com uma chavo de relogio, pe-
sandc 7 oitavas a 3*, por 21*.
1 par dt botoes de punhos, 1 alfinete de peito,
0 I fcotao dt atiertura. tsdo de ouro, posando 4
oitavas a 3*, fun 12*.
1 relogic co.n caixa do ouro por 70*.
12 lac as e 12 garfbs com cabo de prata, ribra
hanbarpuez;', por 24*.
1 salva de prata ptaaodo 169 oitavas de, lei a
320 rs. a oitava, por 51*200.
22 co'.heres de yrata pes^ndo todas 225 oitavas
a 240 rs.. por 3i*.
Cujos ben? foratn do prspriedadc do inveutaria-
do'baebSKt Aolonio d Ansutop^ao Gabral, e vio
a.araca a redoerinieMo dj Dr. Jwe Antouio de
Figuaireio, testamonteiro e invMttariante do prc-
diio inveotaciado. m.
' 'ft Mfa g'ue chejrac ao eonheCiraento di> todos.
ar,HP^ss:iir o pt*see*4|U*Wr*Sf ablteado pcia
irr.pren^a c afrixado >f liB^tres do costume.
bado t passado nesta cidade- do Recife-vm #cr-
naanrmcf. aos 20 de, novembro de 1873.
R11 de;nin?cs Klines Ferreira, escrivao, escrevi.
-k*jnjm r*eia de Oliveira Andrade.
Ao peikJ'OWffs.'valHa m sello es-eatasa.
-^.Oti rfrttem do Illai. Sr. inspector da thesou-
ratl^de''tez'ftid:i f.-.z so pubRco para coiihecrmento
dos iaferessados, quo. segundo fAp^lecldrado em"
oOToJTPilte mez, tlCa pTTn5ga(fO 0 pra-
pana a snbstituigao aas aotas de
e-tampa, afe. $1 de maio 4e 1874, e-o
' jaual sstarnna, att 30 dc iuhho do re-
'Heveudo lo t* Wi'tt^M me^8<
*j**^lr 1 a*WSM prrjgfe^W a*
OpO mensacs no valor das notas que" flibWRvert*
ido aubstituidr.s at6 aquello dia.
4%mmv**iu tliewdraria defczeada de Per-
,rj0smbw, -22-d e -nov* fvtmt^p
JezuipoppvlSlies
JPrR5ivlxa^vlW vK^ x^/^GxtXj
csraoso.
S. Bento n. 7, do fisnin.de Mi
S. Pedro Apestolo n. i0. D.ftudid* Bapti
do Mai;i
Estrada d'Agua Fria n. 26 A. GustoJtoftolio i'ortu
Dita n. 26 B. 0 mesmo
Estrada Nova de Beberibe n. 4.. Chndwno Alves
Souza
S. Joao du Beberibe n. 9. Colectii Thereza do Jesus
Carlos da Costa Ribeiro
21*600
21*600
2l*60(t
13*500
io*y
5*400
5648
*648
*6W
i403
4194
*W9
4324
1*944
1*944
1*944
l*2io
*583
*8
4972
4162 *486
Estrada Nova de Beberibe n. 8. Domingos
da Costa
Dita b. .9 Domingos Rodrigues d Costa
Clerigas n. 11. Emigdio Celestino de Moraes
Dita n. 13. 0 mesmo
It
RodripiT'=
1-:
S. Bento n. 10. Francisco Jose Bel em
Porto Seguro n. '1. Viuva elilhos de Fruueisco Manoel
da Silva Guiiiiaracs
Amparo u* 18. Herdeiros do deao Dr. Francisco Joa-
[uim das Uiayas
Nova n. 4. Francisca Xavier
Estrada d'Agua Fria n. 13. Francisco Ft 1 rein da
Silva
Dita n. 16. 0 wesmo
Estrada Nova de Beberibe n. 13. Fernanles da Costa
Estrada do Forno da Cal n. 5. Francisco Antonic de
Assis Goes
Dita n. 12. Fred*rieo Cbaves Junior
m
Ladeira da Bicca de S. Pedro n. 14. Guilbenne Perci
ra Canejo .
Largo do Amparo n. 9. Guilherme Percira das Novc5 \
Olinda n. 2. Guilherme Nlllening
Porto da Madeira n. 19. Goes e Bastos
Estrada do Forno da Cal n. 4. 0 mesmo
M
Gatos n. 17. Herdeiros de Henrique Gytson
Guadelupe n. 1. Os mesmos
Floresta n. 13. Os mesmos
Esfada da Passagem n. 7. Os mesmos
Dita n. 8. Os iiiusiiios
Estrada do Salgadinho n. 1. Os mesmos
Dita n. 1. Os mesmos
Beberibe de Baixo n. 7. Os mesmos
Dita n. 10. Os mesmos
igreja de Beberibe n. 6. Os mesmos
Dita n 14 Os mesmos
Ditan. 15. Os mesmos
Dita n. 16. Os mesmos
Mangabeira u. t. D. Henriqueta Elisio Baadoita is
Miranda
Estrada d'Agua Fria n. 12 A. Henrique Hermes
1
S. Pedro Martyr u. I. Isabel Maria das Meree?
Boa Hera n. 21. Intondade Nossa Serthora do p.o-
sario
Amparo n. 27. A mesma
Dita a. 28 A mesma
Qwarteis n. 6. A mesma
Dita n. 27. A mesma.
Dita n. 28. A mesma
Pateo *) Rosario n I. A mesma.
Bom Fim u. 27. A mesma
Estrada do Gaahcnga n. 2. Irmamlade Jo Snntusjhh
da llgrcja de Bebertbe
9
I guel de Almeida Catanho
Dita n. 3o. Os mesmos
Gabral n. 25. Joanna Nunes Vianna
Quatro Cantos n. 16. Jose Roberto do Espirilo'Sanl
Amparo u. 7. Jose Ferreira Marinho
Dita n. "0. Capitao JoAo Oon^alves Rodrignos Fram-1
Gatos n. 15. Joao Luiz de Barros
Floresta n. 4. lose Lneas do EspirTto Santo
Bom Successo n. 22. Jose Gurjao
Pateo de S. Pedro Apostolo n. 6. Jo5o de Sa Cavalcr.n-
te de Albnqnerqne
Bom Fim n. 24. D. Jpanna Victoria de Hi ilo Cunh..
Xavier Santa Rosa n. 6. Jorge Jacome Tasso
Ladeira.da Se 0. 1. Herdeiras de Jose da Silveira Men
donca Vianna
Scnzala do Dcsterro n. I. D. Joanna Maria das Neve-
Teixeira
Ditan. 0. Jos4 Francisco Ferreira Calao e Starcolii 0
LotresCaWo
Estrada da'Passagem n. 5. Jos6 Pereira
Regeneracao n. 6. Jose de Barco
Santo Antonto n. 6. .loao Paolo da PnrilicacSO
Mocas n. 1. Jesuino Jose da Rosa
Ategre b. 2. JdSe de Brito
Travessa de 3.-Joao de Beberibe n. I. Joao Pereira Gui -
nlarSes
Dita n. Jose- Anlonio de Almeida
Estrada d'Agua Fria a. 22. Jesuino 'ftivares de Souza
0 Getluina Jo.-e Tavares
Ditan. 27 A. Herflelros de Joao da Camboa db eat-aw
DiU n. 27 B. 0* iKes#s
Estrada N va 'de ftrfftrltfe b. l^- Jol" M.in&el d

10*800
10*801'
10*800
104800
10*80"
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,".'72
5072
4971
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3383
474
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1*9'. V
4777
*486
*972
*58;{
*972
1*620
486
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*388
2*430
4072
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1*160
*38B
*583
2*430
1*6^0
a*4:io
2*430
5972
1*166
4*215
1*620
1*215
1*215
4*050
*972
*777
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i2;86'
1*160
1*16
83

Farias
Bebcribo do Baixo'*. 6.
10*8fi
4*32(=
/
4*li80t*
*'4ow
6*048
3*028
74257
304240
3*088
20*160
9*024
24*192
24*192
24*192
15*120
7*237
44837
12*096
6*0i8
I5*i20
30*406
12*096
12*096
12*096
12*066
12*069
6*0i8
73257
!*883
10,080
54 5192
9*676
6*048
I2J096
7*267
12*096
20*160
6*4V48
6*048
4*837
304240
12*096
85*200
14*514
4*837
7*237
30*240
2'* 160
30*240
30*240
12*006
14*5)4
15*120
20*160
15*120
15*120
20*400
12:5096
9*676;
3*054
4*233
i *J33
6*0i8
3*6:8
3*628
3*024
14209
74tS7
14*514
14*514
7*257
4*847
7*670
IM09Q
2*418
7*257
12*096
40432Q
15*120
7*257;
205160
12*066
3642S8
20*160
7*253
9*6
20*100
!2'aOMJ
12*098
4*837
iBanta casa de misericordiu
;asa aa mm
do Reeife.
tri
sa de Mise
autorisada
setembro do
a com 0 que
romisso. per-
a de
esta
belecimenios de caridade a sea cargo denumina-
da Care mba sita na termo de Flores desu
provincia, comganmps Mm IBM plantar, e
com algum gadMailwi^ 4PJoMn.v
Recebe para isto propostas nesta secretaria ate
0 dia 10 ds dezembro do currents anno.
Secretar a da santa casa da miserieordi* do Re-
cife, 10 de outubro ije 48T
0 escrivao,
Pedro ttodrigues de Souza.
santa casa da m8kr1cordia do
recifi:.
lina junta adrainistrativa da santa casa da
ciia do Recife, manda fazer pualico que
1 suas sessoes, .110 dia 20 de uovembro
iras da tarde> tein daser axrematadasia
quern mail vantagens oftertcer, pate tempo de am
ia tr aaiips, -9 rendas dos predios am seguida
iaciaradoti .-
EST.VaELBaviENTOS DE CARIDADE
Rua de Hortas
Loja do sobrado n. 41.....306*000
Rua da Viracao
Casa teort-a a 7 (fecuada) 312*000
Travessa de S. Jose.
Casa tcrrai B. ^1.......201*000
pat: :
_ji
G&sa tcrrea n.
209*000
421*000
1:000*090
Sobrado c. 18.....
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 ifechada) .
Rua da Gnia
Casa terrea n. 2S.......200*600
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98. .. ./ 24 HOW
Casa trreei t\. 99 (fechada) .... .')5 *000
Idem n. It".........2il*H00
Idem n. 102........241*00"
Idem n. 108.......287*000
rtua do Rosario da Boa Vista
Case terrea n. 58.......246*000
Os preteadentes deveno apresentar no ado da
irrewaUcjo as suas liaafas, on comparecerem
icon panbadoe dos respecli'os liadores, devendo
pagar aleni darenda, 0 f :eaiio --da.fuantia en;
pie for seguro o predfe quo cotfliver eslabcleci-
meuto commercial, assim eomo 0 scrvico da Bin-
^eza e prejos dos apparelhcps.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 5 dc aoverbbro db 1873.
t t i" 0 scri
4 1ft.'
Estrada de ferro do Recife
a S. Francisco
AVISO
Pclo prcsento sao convidado? os sonbores accio-
nistss desta compantiia a recebcrcm 0 vige?simo
dividendo concernentc ao setaestrc de Janeiro a
junho des:t anno.
Villa do Vjabo, 21 dc novembro de 1873.
G. 0. Mann
Superintendent.
Companhia utilidade
jDublica
Nao lordo co-nparecido a renniao convocada
para 0 dia 20 do corrente numcro sufficients de
senhores aecioni>tas, a commissao liquidadora no
I" period] da companhia Ihes ro^a pela segunda
vez a coinpnreeWeai.ao moto dia de-terra feira 23
do correnie, no 1* airaar da casa n. 7 da rua do
Sender Bom Jesus, para resolverem sobre 0 as
sumplo indicado no primeiro annuncio. Esperan-
do 0 seu comparecimenlo a bem dos proprios in-
teresses, lies recorda a disjiosi^an da 2* parte do
art. 39 dos estatutos, pela qual a assembler geral
nesta segunda convocacao pode ser constitnida
com 0 nuinero dc senhores accionistas que se reu-
nir, tendo as suas resohnjoes inteiro vigor.
Recife, 2t do novemnro de 1873.
Miguel Jose Ajves.
Jose Joaquim Uoreira.
_____________________Francisco Joaquim R. Brto.
COMPANHIA
DO
De ordem
santa casa
Hlco, que a
Uncial n. I"
de contratar
Mgu
Qiin
^^Kativa da
[ae faz pa-
" lei piv-
acaba
majores
:rd'
vico mortuario e de carrosTunebres desta cidade.
a conjar do i" tie deiempro p^xirai*'ipdouro.
e que por eonseguidte de-sa data por fllanle
menle os contratantps poderjio "faier semelh.
scrvico.
Secretaria da santa casa da niiagrjflpdia d >
Recife 24 de novembro^aalbTa
0 escrivrio,
_______________Pedro Rodfigues deSdji-
jL-4r -R. consulado d'Aqskla-
HungEia, wn Pernambtico
Pedc-se ao Sr. Toaiaso Bassich, subdito austria-
co, de comparecerviesie coijaoBdo a negocib d--1
seu intcresse. 41 i*"-
Pernambueo, 2J*e toffflnbdl do 1873.
Jose Saporite
Gerente do saiwalado..
Mi
SA SD
WA

0 caixa iJafta comfaflhia 0 Sr. Corbenia-
nj de Aquino Fa*ice.i, adia so antorisado
a pagar no_.^Wi esciaptorio raa do Vipario
Tenorio i. 19, das 10 horAi do dia ds 3 da
tar"de 0 51 dividendo dn m^iia compaohia,
na razito de 3^060 por apolice.
Escriptorio da enmpatihia, 22 do novem-
bro do 1873.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenga.
0 administrador da reefcedoria de reudas
internas, geraes, seiealiiica -Jtis contribuintcs do
imposto pessoal que 6 nests mez de novembro que
tem de ser pago sem multa, 0 semeslre do exer-
deio corr^rtte de 187371, e eom a malta de6*/
depois de tuald- 0 referido mez.
Recebedoria de Pernambueo 4 de novembro de
Manoel GarWeiro de Sonzn Incerda.
Qnarta-feira 26 do eorrente.
Ciruuilo e \ nriailu ewpct'laruW
ili\ Ididi* em A pui-lc* cam
benefleia do actor
lroapra,M,,,H-
1.' PARTE.
Symphnnia d i opereta de Veriaimo Chjje? Jj-
nior e rnusira do maestro Colas, PuDKvae nl t?
fuin i ao norte. ^I^^A mm%i
Tera principio o espectacnm com a represaala-
can da muito applauitWn comedia-drama-*a 5
actos, ormda de musica, do espirrtaosisaiaio ns-
criplor trancez Lambert Tiboust :
Recordacoes da mnbit
2.' PARTE.
Graade polka .
KslrHln do Hii'te.
SAUDACAO AO BAHIA.
Comyosicao do synipatliico e talentoso
Colas c por cllo olferecida ao beneficiado
Segue o 2" acto da pe;a.
3.a paito.
BrHhante cxecuclo do liudo Poppl-fiourri da
opera de Verdi ,_
Un balo in maschera.
3. acto da peca.
4.a parte.
Brilliantas quadnlhas pela orchestm.
Execueao final do drama.
$. parte.
Walsa. iutitulada :
0 canto d,i Sttatirina
composta pelo beneficiado, arrspjada para arcbes-
tra par seu amigo Colas o offeractda aa beko stio
pernam'ueaao.
Terminara o espec'aculo coin a cliistosa com-:
dia am 1 acto, imitate porligu<'
Netlo :
Mas tenta^es
llstll!>ni<-;(v
Gregoiio Vollio, fltho de Eva,
rapaz de tentar e ser tentado O hiaSfcl
Anastacio Pclintra, de 55 an-
nos. com todos os ademanes
de um papattaio cng-'mmado S. Camara.
Delfina, criadinha de 22 antes
e rapariga de faca-me favor Maria Ba:
Adelaide, typo de toda a mu-
lh< r que confia no marido I>. Olympi.''
Franeisca, serpente em ft rma
de porteira biscblhoteira que
ve um mosquito da autra
dba p- i-
K este o espectaculo lue o b^neliciada" fcflen*e
aos seus sympathicos concurrentes e por >6S0 es-
pcra, como" sempre, prole^ao.
y B. xjo seodo possivel ao beBeSciade ir
pessoaimenle agradecer pelos caraarotes aos sso*
c nv'dados, mania em >eu lugar sua seBbftTti
qne preenchera devidamente essa eommissao.
.Principiara as 8 l|2 RTOf,
Havera Ircil para eaxahga totahao ''fti Wlev\.s
pontos
COMPANHIA
i>os
TRILHOS URBAN3S
DO
Recife a Olinda.
E feeherlk.
Esta (Oinpaiiliia contrata cum oienos aifizer. a cullocacjio do 40 a 50 pos-
tes, de naadeira Je qoali lado, como scja :
embiriba preta. sapcaia ,et<\, p^ra tio tele-
fxapbiai da jestayao da. Aurora a Incruzi-
hada, comfba 30 palmos de aftura o 3
pollegacas de;groaSura. Com a respectiva
eorencia se orrtoilderlo os proponentcs.
AirAHiH>\ o gerettle,
Laurentitto Jo9i de'Mirmda.
iada i*n*e
LHEATRC
^yui-csaia
(^linta-feira 2T do t'orreuJe.
lfcne&eio
para a t-oin-Iiisiia iIhm ohra-* -il
igreja dc X do Torco.
Uepresentar-se ha a muito appiaud:'.
butlesca em 3 att"S :
msTiTJTQ mmma t
'fiMnP PERHtMBtJGJINO- ,_______
Ilaveri sess^o ordmaria quinta-feira, -28 *9WBT
&corrente novembro, pelas 11 boras da ma-
tiha.
OafiEMDO 1A.
1." fareccresemaiSlrabaUwsilecomixiis-
27*000

Jo5o RodViglics
to da ^roja ds -Beberibe n. 2, P^^^jff ^## sbwb,# em*ira .-on panel
I I DlMDin -
0 mesmo
n. 7
I'esnio
daCoitaRTfr?!r,
iiftb
mesmo
hWS! JUft'iba^iim da ?Uva Ar
-
m

tbat
tl i7.'' IPtaoMIWrt %* oft .twianrni
Uita o. 18. Q.mesaS
Dita n. 23. Ojpesmo a
Dita n. 28. O meftne
amaaioMMWias fwaaaaiaUWrer ami>
;-b*a w i*miG
Ad .a oteut '
1* # TJ J
*\ *t
iafl|a
le'Mve,nbrodc %Ul^"^1
0 1* offlclfcilfi.jfnv ws amu.-.i
Hor-.vio Wm^mWo*PiyWl^S'MV*> a.
(Coa(JRMnr.sr-^l.':>
2." Valeetfa4itteraria.
Secretaria do IirttfWao, 44-.de novembro
de *ik b i 'A <%d
ntaaa aA iioHi#iWSPO.
' -SeaaoiaaiodperveUK)
202JMWWC2IV11
|lia.y riV** *m d** **" lceii>hso
BofaHQ6HHMaitaiQeai8 as fesso5 que
^ueM^imilnat1^ro \mttmiNMm**twi>hmwr*z
j ir.cMayatrtmawtotQr"*** nmeiimitu fan
\UAmHsmm\vm iiHiiiE m \mm
Original do Exm. Sr. Dr. Joaquim Mam
Macedo.
Musica do maestro brasileiro '
acto.
-2.* VerroeUioj e amarello-.
3. A cabala e a eteicao.
Tcmam parte os artistas 0. Manuelai l^iv -
pia V., D. Joanna, Bahia. Vicnte, Jali..,'18a!rtn-.
Flonndo, Silva, Pedro, Menezes, Emiliano. etc
m w'aw bbmh it immaaaaw^"
A parte canlaptqifan|pna-se de- 18 numer -; :i-
nalisando com*w3"*-X -i
Fadinho brasileiro
cantado oUaneado por todas as figuraf.
Precjpriara .is
Ao publitjo.
A cptamissao encarregada 'deste beneiteio
um. apello ao espirHo Bwofazejo e rsllgb^
8,1,5
HUTILADO I
W'.
.*
poptilaeSo desta cidade, a conresjiecikMSade feis da (rcgnezla de S. lose, para qw '**^^>
cum o sen obolc a realtor um 11m 1a"-
,' catnarotes r.gradecer aos sens lllastrps-r?*'1
ilCAM
kMA.NGUit.
maada&te Santo;, seguim par;
OLfitge acUoa.no dia i!-S do
i tsrdt
i carga, eacomaaen
lias, passaged t dkb-ir-a
ttSjeTOaasJU'ras daurde d
#&$' *J Matte
as-
B
JkM


*
< OUPVVHIA HKA.IIIIH\
DE
NAVEGACAOAVAPR
l*OI'tOM do Sill.
do quasi todos os objectoj de gosto, os quaea se-
rao yendiiios por canta- riseo do qaem perten-
cer.
Na casa de penhures da travessa da rua das
Cruzes n. i, principdra as 10 hor da manhi.
LEIHO
UK
0 paquele a vapor BaAi'i, esperado Jos pnrlos
do norteat&27 docorrente, seguira para os 4o sal.
depois 4a demora do costume.
Para carga, encommeodaa, valores, passageiros
e mais informai;6e>, dirijam-so a rna do Vigario
n. 7, escriptorio da agenda.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
Para
loucas, vidros lioos <: t machiua de cos-
turns
Caixeiro.
Preeisa so de urn caixelro : no e*fe do* arcos.
Para o referido ports pretend* seguir com pou-
:a demora o brigae portuguez Recife por ter a
maior parte do carregamento tratado : para o
resto quo lbe falta trata-se com os' consignatarios
Joaqnim Jose tomkw Bellrao k. Filho, a rua Commercio b. 5.
C0MPAM1A PERNAMBUCANA
DE
avegap*o CMtciraa vpr.
MACB, ESCaXAS E PENEDO.
0 vapor imandante Martins
.lira para os por
tos acinia no dia 29
do corrente, as !
boras da tarde.
Recebe cairea at* o dia 27 do corrente, encom-
meadas ate dia 28, passageiros e dinbeiro a fre
te ate as 1 acras da tarde do dia da sabida
eriptorio no Porte lo Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVawegaif ae coatelra a vapor.
rAKABYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO*, ARACj.-
TT, ceahA, mandahu, e acaraco'.
0 vapor Ipojuca,
commandante Moura,
seguira para os por-
tos acima no dia 29
do corrente, as 5 bo -
l ras da tarde.
Recebe carga at* o dia 27 do corrente, encom
mendas at* o dia 28, passagens e dinbeiro a freie
at* asl boras da tarde do dia da sabida : es-
Tiplorio no F'ori do Mattos n. 12
nosobrado da rua da Crua i*. 50, primeiro
andar
AS 11 HOKAS DA MANHA.
A SABER:
Um rieo pianojl mobilia de jacaranda, compon-
da-se de 12 cadeiras de guarnicao, i mesa redonda
com nma importante pedra, 2 consoles, tampo de
madeira, I dita de amarello vestidos, 1 guardaroupa, I rica commoda, i mesa
elastica, t marquez&o, 1 cama para solteiro, <
machiua de costuras, 1 secretari*, cadeiras avul-
sas, escarradeiras, jarros. figures, service- para
jantar, dita para almoco, -quadros. espelhos, toca-
dores de mogno, cabides, qaartinheiras, ama
f anceza para casal, e -eutros muitos objectos.
0 ageate Pinho Borges levara a leilao, os moveis,
loucas e outros arttgos, por ordem do Sr. Fran-
cisco da Silva Ramos Junior, que se retira para
fora desta provmcia.
Os moveis serao traasportados para o referido
sobrado, por pvia aotorisacao do mesmo se-
nhor.
ALUGA=SE
0 predio n. 28, sit > a rua d) Baric do S. Ik-rja,
com eomin.Hlos pare gratde famiiia : a tratar ua
rua da i'onte Vclha n. 75, rom Rocha Leal.
ATTENCAO.
De novo pede-se aos cred.ires da massa laliida
de into Hvgin de Souu, que spresentem sens
tiiidos a rna lo Vigarin n. 1'.', andar, alim de
*erem > -mfcridos.
D. FIANCISM.
Para o Bio de Janeiro pretende seguir com
pouca demora por ter dous lercos de eu carre-
gamento esg.ijado o para o resto que lbe falta,
trata-se com os consignatarios Joaqnim Jos* Gon-
calves Beitrlo Filho a rua do Commercio a. o.
R^al companhia de paqueten
inglezes a vapor.
At* o dia 27 do corrente, e?pera-se da Europa
o vapor inglez Neva, commandante H. Bax, o qual
depois da demera do costume seguira para Bue-
nos-Ayres, tocando nos portos d.i Bahia, Kio da Ja-
neiro c Montevideo.
No dia 28 do corrente, eeperaMe dos portos do