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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
.rt. '
ASM XLIX. rVUMEIiO 267
fiBl A CAPITAL B IIG ARKS OSDE !AO PICA PORTB.
for Iks metes adiantadot ,............ 6#000
for seis ditos idem.................. 119000
for am anno idem........ '......... 149000
Cad* numero svulso................, jjq
DIARIO DE
wmi
20 BE N0VEMBK0 1>E lb?}
~^i:------1*-------*------2t~
PAHl BEHTBO E FOBA DA PROVISClA.
Por tret mezes adiantados.................
Por seis ditos idem...................
Por note ditos idem..................
Por um anno idem................... ST9000
me
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA A FILHOS.

* Sr. Gerardo Antonio Alvesd Filhos,no Pari; Goncalves d Pinto, no Maranbao; Joaquim Jose" de Oliveira d Filho, no Ceara; Antonio de Len*u Braga, no Aracatj ; Joio- aria Jttiio Chares, no Assd; Antonio Marqnes d* Su?a, no Jlatai ? Joaa Just
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos4 Gonie,aa Villa da Penha; Be!arminO-.dos Santos Bulcio, em Santo Antao ; Domingos Jose da fiesta Braga, esi rtatareih;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, do P2ar das Alag6as ; Aives d C, na Bahia ; e Leite, Cerqoinbo d C. no Rio ,de Janeiro.
r
to
'


pabte ornciAL
GoK-ino Ia provincia.
BU'boiEjvTE jju dia 11 d:; s;.T.cj*iuoDi: 1873.
1- secqao
CScios :
Ao Earn. brigadeiro com.iuudanle da- ar.ua?.
Sirva-sd V. Exc. dt manl.tr jxjr e^n libcrda.lc o
reerula Manoel Joaquim Guiuiarie-, visit)* ser in-
capaz do service militar, segundo coasts do termo
de tospeecao d; sni le aaue\-> ao seu ollieio de 9
do corrente, soon. 9C8.
Ao mesmo.Fico iuteirado pelo seu oTicio
de 9 do corrente. sob n. 907, dq que, nan olTere-
Ruracu acc.mi.uodaci'os para
nelleser ixmservado preso o teucnic-cor.mel Ale-
xandre Augusto de Fcias Villar, deiiberuii V. Esc.
one fos-*e elle re.iuvido para a foriaieza do
Arum.
Ao me-fii >. Sir "a se V. Esc. Jo mandar por
em iiberjade us reerulas, Juslino Jo.iquiui do Saul'
Anaa, Jose Joaquim J.'s Santos o Caei.uio Tiwoai
de Aquino, que provaram iscnca) i;u. j.
ao engeuheiro da* obras militates.A uton-
so Vnic. na.-ilir t*ut a uiul.iu;a, i|ue propoo
oui ieu n Iki i Jo ; d^ corrente, sob n. lo, nos oi-
flOS da illu.u.iiicao do quartet .1.- Cuieo P..nt..\i
visto ter sid. co.n as mval obras ali feiias alle-
.ado o de-iir. > de .J^aus dos CMUpartiineaioi.
2' secr'v).
Mm:
Designs para servir u coiiselh.> de jui^a-
meuii do S'>ldal).l.ioorp.) de pol.cia, ttuliuo Aives
da Silva : pr.isiJj.'U-..) mij>r J>ij Francis:o da
CtalU ; aud t >r, o IV pr>in it ir ptiblici da uapi
(al; voiraes, eapitaes, Caoill* Aogusto Ferreira da
SUsa, Praucisco in Siqueira Cavalcanie e Sunue
daSa Miiit3Qrti?ro, teneute-, Waooel Cmdid.) de Al
OQ'ju.-r^u^ e ('l.ivio J ue Au Santos e Slva
O pre-id fut; .it piov^ucia, atteu lend a> qae
reuuereu o liacii ir.d Jo^ii Cavalcante de ANnioer
qua U.dioa, pMiU u >r utMlKii da o narvsa drs iu u
ti, resolve cm:edei-i:ie W dias de licenca, com
VMaMtoMot ua form i da l.>i, para tratir de sua
- Oatjpaii pir.i vagal do rcnelh) Jo julg.i-
jaeoto I) cabi, iJeiiiguo Jo>ti da Silv.t,u m* pra-
ew, o capitu IfttHMSi d) ji| Hint Cavakaoto
^n sublitu;aj a> alleres Fiaiici^c > l'ereira
1-agoi.
- O pre.^iJente Ji proviiicia, atteadeni > ao .pie
:'.] i-jreu o jmt in uiicipai a d4 ori>!ii a do ter.ii'
Uxu', baehirel l^mlili Aive^ Mic!a.l.i, resolve
'ou-.eder-lhe 'I mezes d: lieeniji, c mi veueioieatos
na forma da lei, part tralar d: sut siut no*W
capital.
Oflieios :
Ao Or. chefe de pdicia. Uande V. s. aura-
^onLirii) i i! i ili i 30 do commie a I bora, com a
(tovid. aife'ir.ni.u, o preso FrancUco Uarb Silia, qiie >.' a: la in ca*i \ia .lei-:iu;a i.
A > Dr. tau de oipiiaos. Infcruie V. S. sobre
a maleria J.> .....Ihm- iufo-anaco*. daUiewrtraria
da firoaia. r deiviues apelicao d* Jose Francisco
Mauadri d-! Oliveira, .iue iih le parmissl.) a esta
pmudancia para vender a parte do lerreuo de ma-
rinha, site a rua da Aurora n. 70 A.
3' swfo>
Officio* :
Ao in-uector da tbeaooratid de lazenla -Ao
irurgiao-mivr de briga 11 gradaado, Dr. Jose Z\
i-.arias de tiarvalho, ijue se-gae para a provincia
do AAiavMUH, on 1- mi servir o eafga de delega-
Uo de cirurgia )-:nor do exercit>, maade V. S. ajtu-
rarcjuUs c pa.-sar g-iia de s.icc.riimeuto.
Ao iii.aiu-Cin iiiMicaudo-ibj o inspector
do aijenal J*: marinba o.a o iimo de 9 do corrunte,
>.i; u. 71'i, haver eacarragado o apmialir do
ir.e.ino arsenal,Oiynipi.i Fiancisco de 1'aula Ua-
rlnlo, de exercer ciimulativaaieute o lug.tr de
,i 'Ulador dis obras d-o port.* daranlo o iiup^Ji
mento de Augat) C3*r C. tic Hittoi, oae entrou
no gate de li:eni;a; assiiu o dectarp a V. a., para
Oi fias c mv'e.iienies.
Ao memio. -Trail-iiiitlo a V. >. a ini'lu .rnla a,a duulicaia quo mo neiu lieu o iospeCtoF
rt> ar>eaal de miriulia .um olBci.i de boutem sob
... 717, anm de qne maude pag.ir a Sauza Sa a
.niantia deS'k7il!lO, pioveniente dos iasliu nentos
nae maadaraia busear na Europa para a baiid.i
I'- masica da coinaanhia de apreudi.'.;s ariili-
I'oi (laquelle ar.-enal. soguodo de.nonstra a referida
vula.
Vo niisiii). -Apiiuindo ao quo solicitou o
'immandanlfl sujierior dos inunicipios de Bom
.oosellu, G iranhuns e Buique em olllcio de 6 de
malo ultiiuo sob n. 30, auturiso V. S. a uiandar pa-
gar a queia so apreseniar habililado bs veuciinea-
uo 2' ilaqiif.le-f munieipios, concernentes ao mez
de abril destc anu >, seguado iu lieam a folha, rela-
>;;io noiniaai o prel am dupbeata a este ap
iienso.s
Ao mesmo. Participando rne o insp.'.ctor do
u*enal de inarinha e:n officio do liontem sob n.
716, que teodo, adoerido a escrivao da direcgao de
loaehinat, Joaquiiu Oemente de Lomos Uuarie, en-
-jirregara najuella d ita o ex-regenle das oluemay,
Luiz ilanoel Viegas, de oxerccr tambem o referida
lugar; assb.i o cornnuuico a V. S. para os fins
i-ooveniente:.
Ao mesmo. -Dand) provimenle aos recursus
interpostos pur U. Maria do Xascimento Moreira,
Joao de deiieiro- Gilvai, Joao Iluiiuo do Souza
^ag^lhaeS; 1). Lu:.7a Frarulsca de Souza, Jose Igna-
cioOvldi), Francisco !)' di Silva, da villa do
tabo, e ouln* de igual noine. do termo de Ftotita, e
P. DuJeia Ferreira do Meliu, nosrequerimenlos que
the devolvo, e a que se refereiu suas inforutaoMM
.!; liontem datadas, s).-o<. 13o, 137,139 tii c
It6, serie E, autoriso V. S. a -uandar reieva-loc
las mullns c.n quo iawrreran por nio haverem
d:ido, .t mai'icula djnlro do praso legal os inge-
naai sobra iu vei'sam os referidos recurso;
Ao iii (>licala ao o.Iiciu junto, do director ioterino de :.!'-
nil doguerra. dalado de 10 di Janeiro ultimo
.- ib n. 'iiS. do corrforiiiidauo com a sua iolurii.-t
..lo n. .iundt- V. S..pigar a Bar', lol-.m iu Rulri^ues de
Mollo a qoaitia A' 7ISOO0, provenienie d-i trans-
porto.de 97 vo.umes com fardaiu stito e 49i col-
xoos do m-i; no ar.-eaai para o quartei do 9'ba
i.ilbao ileIdfaataria.
Aomesm'. -Oat, 1 pravtaieato ao rUedrta
i.'itwiwsto por D. Angela C nalcanle da Costa no
f'^Quariii)u' sua infoniid :a- de h intern datado, *b u. llo, serie
E. autiriio V. S. a iQjUidar relevala da milta em
q ie incorrea por nio ter feito no prase legal a
j das alfurri.i- de suas eriat, Fvico-
lina, Joaun;. e Koza.
Ao umimm). --Dando provimeulo ao reeurso
inlerpuslo por Maaiel Antonio D.as no rcqueri-
,...,,ii ,[,.' ti" |<*y,.|r... ;i qn >e refere mi in-
f-rn. i.-i > <|" :( ii -:-:, ii. I '':
aotoriso V. 8. a minlar releva lo da multa em
que incorreu por haver^sisado do averbar deatro
do praso legal a co:op.a de seu escravo Ho-
jiorio.
Aoia n V. S. de prestar as infnrmagO-^ de que trata o
impretso junto, TjalH'a a rteoita praviacial i r-
cyn e a uespesa mircada j.ara a iostroc^an pn-
lilleV'&Btti de serem rernettldo^ a secrehria de o-
u4a dos negocios a cargo do -vnisterin do impe-
no ate o dia 31 de Janeiro proximo future, como
so alike dm aviso de 30 de ag>sto fialo. ?ob n.
o mesmo. Em refposl* a sua infurmacao
de S do corrente, sib n. 380, sobre a priposta de
Segisinun lo da Costa M., campre dizer-lhe que
poiriM (i sitio dos Iteiuedios, que ac.la-se adjudira-
do a fazenda provincial, para pagamento da divida
do ex-chesonreiro da raparticto das obras publi-
cas. Jose Mire-lino Atve-< da Fun-i-ea, em nova
pra^a, onde devera o supplicantec oncorrer c fazcr
a sua offerta.
- Ao mesmo.Em additamento ao men oflicio
de hnntem datado, lommunicanlo Ihe a nomea-
fao do baidiarel Paulo Jos6 de Oliveira para en-
genbeiro fiical da estrala de ferro do Recife ao
Um ieir.1, ton ho a dizera V. S. que flea marcada
ao referido engenheiro a gratificacao annual de
4:200inO -, que deve ser recdhida pelos respecti-
roi c:inccssionari. s a essa thesonraria em quan-
tias adiantidas, para o fun indicado nu termos de
sen contract!); outro sim. declaro-lhe que no re-
{ulaineut i que brevemente sera expedido se regu-
laraa forma de<-e piguneiiti no caso de substi
luirjao, b'in coaio a de 0scati*acao por pr.rte des-
sa reparticw nas euntas da empreza.
A" mesmo. -Transiailto a V. S, para os fins
onvenientes, a caria precatoria iogatoria,-Jinnexa
ao incluso requerimenti, expelida pelo juizo dos
feit is da fazenJa contra o thesoureirn das loterias,
Jos4 R'.(rigues de Soiua. a requerimento de Nor
berto Alves de Limt e JasO" Pcrgentino de Oli-
veira.
4.a"xccfo.
OH-.i.is :
A i Exm. Sr. presid-mte da pr vincia du Ser
gipe. -Accus i a recencto do officio que V. Esc. di-
ngio-me em 28 de agosto proximo findo, e bem
assim dus exemplares do relalorio q'.:9 eile se
refere. '
A> director gjral inbtrin) da tustfuceio pq-
blica. Fic-i inteirado, pelo seu officio de 9 do cor-
rente, de Haver V. S. transfer! lo para o dia 2 de
outubro proximo vindouro, petal II boras da ma-
il rd, o exantfl di veniica;ao de capaciJ.ide nrofes-
sioual para o raagisterio primari i do sexo femini-
no, que devia ter lugar hojo perante essa direelo-
ria.
- *o m?s:ii i. Para cumprimento d) disposto
no aviso circular do ministerio do imperil, de 30
de agosto proS'ino findo sib n. y,098, iiaj.i V*. S.
de prestir com esa-Hidao as inform.icoes de que
Irata oinclusi impresso, relativas a instruc^ao pu-
blic.! e partiealar desta pr-ivinria, afim deseachi-
rem na seeretarla de estado dos negocios a cargo
diquelle rainisterio ate o dia 31 de Janeiro proxi-
m i futuro.
Ao Dr. inspector geral interino do iustituto
vaecjnici do Rio de Janeiro, accu-o a recepijao
do n Iieio de V. S.. de 23 d'- agosto proximo findo,
e bom assim di caixinha a qu-s elle se refere, coo-
teado laminas e tub is caplliares com fluid* vacci-
nirn
*o Dr. commissario racclnidor provincial.
Itemetto a Vmc. uma caisinha contendo laminas
e tubos capfllares com fluid i vaccinieo, que me foi
i-nviadn pel i Dr. Inspjctor geral interino do insti-
Urto varcinico do Rio de Janeiro em ?? dr- 9go?to
proximo findo.
5- secqnn.
Officio :
Ao presidente da junta de emancipacao de
eseravoi do municinin de Itamb6. Inteirado do
ijue expo? em s^u nfnV.u) de 31 de agost i ultimo,
aut iriso Vmc. a prorogar por mais um mez 0 pra-
zo marcad para a clas que trata a regulamento de 13 de novembro do
ania passado, visto nio haver se completado r. di-
ta classiificacSo no primeiro, com > informa cm sen
cilado offlcin, que flea assim respondido.
Portarias :
Os 5rs. agonies da compaohia de navegacao
brasileira mindem dar pissagem ale o Par.i, com
desrino ao Amazonas, por eonta do mhristerid da
guerra, no vap r csperado d-i sul. ao cirurgiAo
inorde brigada gradmdo. Dr. Jos'- Zacbarias de
Carvallio, que vai esercer na ultima daquellas
provincias o cargo de delegado do cirurgtao mor
do exercito.
Os Srs. agonies da companhia de navepacao
bahiana mandem dar Iraosporle para a provincia
do Serjipe, por conta da mesraa, no vapor que se-
gue amanha, a forga que d'a Ii voio esoltando o
sontenc ado escravo, de nome Antonio, o qua! deve
opportnnamente ser maadado para a prosidio de
Fernando de Noronha.
0 Sr. gerente da companhia peruambucaaa
Uc.a traitsportar a capital da Paruhyoa, por conia
do ministorio da marinha.no vapor Pirapamn, a
dous men ores da compaohia de aprendizes raari-
nheiros daquella provincia, part onde regressam ;
tendo viodo para esta, afim de aprendcr jib os to-
ques dc tambor e pifarn
EXrEDIE-NTE DO SKCKBTAIttO.
1." secffio.
Officii.s :
Ao Exm. brigadeiro commandauU d. ar-
mas. S. Exc. o Sr. president* da provmcia, tendo
expelida as convenientes ordens, no sentido de
screm removidos de uns para outre? comparti-
mentis do quartei das Cinco Pontas divcraos blcos
da rcspectiva illuminacao ; assim o mamla com-
municar a V. Exc, em resposta ao seu oHUiO de 3
do corrente sob n. 888.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. prcsidente da pro-
vincia, tcnao providenciado sobre o cmbarque, n >
proximo vapor, com destino a provincia dc Ama-
zonas, do cirursiao-mor de brigada graduado, Dr.
Jose Zuclnrias de Carvalhi ; assim o man da de
clarara V. Exc.,em resiwsta aoseu officio dc hon-
tem sob n. 910.
Au inspector do arsenide marinha. -S. Esc.
o Sr. prcsidente da provincia mania declarer a V.
S. qae ficou inteirado de haver designadc o es-
crevente dai nfficinaj, Luiz Manoel Nicgae, para
o lugar de escrevente da direccao de machinas,
durante o impedimento do respe'clivo pruprietario,
Joaquim Clcmeule de Lemos Duarlc.
Ao mesmo. S. Esc. oSr. president'; da pre-
vi icia mania commnnicar a V. b. quo ;. tiiescu-
raiia de fazenda foi aem data autorisada a pagar
a despeza de que irata o seu officio delontem sob
n. 717.
Ao mesmo. S. Exc o Sr. presidento da pro
vincia manda dtclarar a V. S., em resposta ao seu
offioio de9 do corrente sob n. 714, que ficam ex-
pediJas as coiivenieoles or lens para serem trans-
(lortados a Parahyha, no vapor Pirapamn, c? dons
menores de que trala o ciladj officio.
2.' &ecao.
Offici is r
Ao commandante supe ior du 6ou. Cu-'dho,
Buique e Garanouns. -0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. que expedic cr-
dem, no sentido de serem pagosjos vencimentos do
destacamento da guarla naconal, de que trata o
seu officio de 6 de main leste anno, sob n. 30.
Ao c.iin.nan lanle do corn) de potlcia. De
ordern do Exm. Sr. presidente da provincia, tr.ns
iimto a V. S, para c-s fins eonvetuentes, as inclu
-,.;s pi'.r'.ir.'a mnaeaodo c.mselho do julsamcalo.
como solicila e n seus offlcios de 9 de corrente sjb
d. 519 e 510, e junta nenle devoivo c prooesso, que
acompauluu o primeiro dis dilos ollloiof
5." SKC'W.
Offleio :
\at agonies d. compaohia de oa>'gaoa
babiana. 0 Exm. Sr. presidente da pre vincia
raiuJa accu.ar rtcebido o officio dc Vv. Sa., desta
data, no qual partietpam qae o vapor Pcnfdo.
cnegaio da Babia, com escala pelos portosdo Ser-
gipe e Alag-s regres93rit amaah; as 4 ho-raa da
Urde.
F.XPEOIEKTK DO DIA 12 DE SKTEMBUO DE l8lB.
1.' sergiio
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ansas.
Envftndo a V. Exc. o incluso document > ^ue
me foi transmittidu pela presideucia do Haraabao,
retarivamente ao cabo de esquadra do 2.* batalfiao
de infantaria, Jorge do Curpo de Deus, satisfaoo ao
que solicitou V. Exc. em seu officio de Iz de
agosto proximo findo sob n 807.
- /to. chefe da divisao naval do 1 dislricto.
Trnnsmitto a V. S., para seu conhecimento a&m
de o fazer consur ao comuiaudaute da eorveta de
guerra Puraenst, a inclusa copia, que me toi re*
meltida pela presulencia do Para, do officio em que
os Srs. William Thompson e Fleeming Jenkin, em
nome da Western and Brasilian Telegraph Com-
pany Limited, agradecem os valioaos servicos pre*.
talcs por V..S. e pela referida eorveta para o bom
desempenho dos Irabalhos de submersao do cabo
electrico submarine, que vai ligar esta com
aqnella provincia.
Ao Jirector do arsenal de guerra. Declaro a
Vine, para os lias convenientes, que, segundo par-
ticipou me o commandante do presidio de Fer-
nando do Noronha em officio de 7 do corrente sob
n. 7, foram embarcados no vapor Gequid cinco
A' (lima, camara municipal do Recife.Da
inclusa Cupia do officio do Exm. brigadeiro
commandante das aroias, de X do orreute sob a.
89S, vera a Illma. camara municipal do Recife
que foram dadas as precisas ordeus, uo sentido da
nao aodaram soltua no. Catnuo das Princezas os
cavalius da companhia de cavallaria, conforme ha-
via solicitado a mesma lllma. camara municipal
em officio de 27 de agosto fin to sob n. 15, quo as-
sim Oca respoadidn.
A' inesma. -Dando ptovimento ao reeurso
intcrposto por Bernardino Jose Rodrigues, na par-
te em que pede um prase para a remoqao de sua
officina de serralbeiro ; assim o communico a
lllma. camara muicipal do Recife, atim de que
designe razoavel tempo para Ul fim, providen-
eiando de modo a que sejam execuladas as postu-
ras, de que trata o sou officio de 20 do mez findo,
contra todos os que igualmenle as tiverem infrin
gidu.
A' mesma. Da inclusa enpia do officio do
delegado ii. t* districto do eaaual, a que allude o
do Dr. ch- fe de p<4icia, de 11 do orrente sob n
l,r>88, vera a lllma. cain.va municipal do Reci-
fe que be vai proceder de conformidade com a lei
contra os dous cidadaos bespantioes, que so acliam
donca Paes BarreMo.
Deus Euarde a V, Exc lilm. e Exm. Sr. cora-
uieiulador Ueurique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provioeia. -O chefe do policia,
Antonio Francitco Corrtia de Aiaufo.
INTERIOR.
exercondo a profissaa nie.liea ne-ta cid.nie sem a?
caixues contendo 810 pares de sapatos, manubc-1 formalidades exigida- pelo regulameoto de 29 de
turados nas lesptctivas offlcinas ae sapateim. setembrode 18ol; ficando assun respondido o offi
2.* seccSo.
Act.):
0 presidente da provincia, atlendendo ao que
requereu o cap tito da 3.* companhia do I.* bata-
lliao de infantaria da guarda naeional do uiuai *i-
pio d'esta capital, Joan Gon^alves Torres, a vista
do parecer da junta de saude que o julgou inca-
paz de servir e do qae inrormoit o commandante
superior respectivo em officio n. 687 de 8 do cor
rente, resolve, de conformidade com o disposlo no
art. 69 da lei n. 602, de 19 de setembro de 8o0,
transferi-lo para e servico da reserva, llcando ag-
gregado ao respectivo 3* batnlhlo.
Offlcios:
Ao juiz de direito da 1.* vara civel.-Trans-
mitto a V. S., para os devidos fins, as guias inclu-
sas dos sentenciados onstantes d is mesmti, que
foram remettidos para esta capital por terem sido
requisibi4os e haverem cumprido as penas a que
foram condeinnados.
Ao mesmo. Segundo officio do commandan-
te do presidio de Fernando de Noronha, ja v< io
para esta capital a 9 de julho ultimo o senten-
ciado Domiugus Villela da Silva, que por V.S. foi
requisitado.
Ao mesmo. Segundo officio do comnian-
daite do presidio de Fernando de Noronha, veio
para esta capital o sentenciado Francisco Xavier
Rab-llo, cuja guia discorda de uma cortidio au-
thentic^ que Ihe foi dada, tendo. segundo osta, ia
cumprido a respectiva pena ; o que Ihe communi
co para os fins cunvenienles.
An meemo. Transmilo a V. S., para os de-
vidos fins, oSterraos de vistoria e identlnade de
pe?soa dos sentenciados consta.otes dos ditiis ler-
mo9 qua fade;eram flo presidio de Fernando de
Noronha.
Ao mesmo.,-Transmilto a V. S-, para os de-
vidos fins, a gula junta do senlentiafio Jacob Jose
de Franca que pelo presidente da provincia da
f'arahyba foi remettida com officio de 10 do tor-
rente.
Ao juiz de direito de Tacaratu. Em respos-
ta ao officio de Vm*.., de .10 do mez proximo pas-
sado, teuho a dizer-lhe que pnde contractar com
Jnao Gomes de Mesezes, mediante 14i000 men-
saes, o aluguel de uma casa para servir de cadeia
ne-sa villa, remettendo-me copia do respectivo
contraclo para ter lugar a approvaeao.
3." secrao.
Officios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Parlicipando-nie o coronel hnnorano do cxercilo,
Alexandre de Barros e Albuquerque, em officio de
7 do corrente haver no dia anterior assumido o
exe.rcicio de commandante interino do presidio de
Fernando de Noronha ; assim o communico a V.
S. para os fins convenientes.
Ao mesmo Transmits a V. S., para os fins
convenientes. os inclusos inventarios, que me fa
ram remettidos pelo commandante do presidio de
Fernando de Noronha, dos objeetos existcntcs no
respectivo almnx.iri'ado, que foram rcduzidos no
systema metrico e carregados ao almoxarife. c bow
assim dos que se achavam no uso da pharmacia
e enfermana do mesmo presidio.
- Ao mesmo Atlendendo ao que expoz Fran-
cisco Quintino da Silva Vieira no incluso requeri-
mento documentado, a que se it fere soa informa
cao de 29 de agosto ultimo s b n. 49, serie E, au
toriso V. S., nos lermos do parecer da conladoria
d.'=-a thesouraria, a mandar pagar ao supplicant?,
a contar de 20 de fevereiro a 13 de julbo deste
anno, o ordenado que veneer, na qualidade de
promotor publico interino da enmarea do Bonitc.
- Ao mesmo. Dando provimentu a>s recursos
interpostos por lose Pedro Ribeiro c Jose Lopes
David, nos requerimentos que Ihe devoivo e a que
se referem sua* infutmacoes de hontem datadas
sob ns. 137 e 138 serie E, autoriso V. S. a mandar
releva los das multas em que incorreram por nio
terem participado em te npo a declara?So da trans-
ferencia de sua escrava Eva.
An mesmo. -Transmitto a V S., para-r:? de-
vidos effeilos, a inclusa copia do contracto que,
em virlude do autorisa^io desta presidencia, foi
celebrado pelo Exm. bfiga lelrn commandante das
annas com o Dr. Amorico Vespncio Moreira de
Almeida para servir na gusrnicao de-ta pro\*incia,
na falta de cirargioes militares"
Ao inspector da thesouraria provincial
Tomando em omsidera^So o que expoz a commis-
sSe encarregala das obrn? di igreja mat iz de S.
Lourenco da Sfatta no ^iicluso rcquerimento, au-
toriso V. S. a mandar entregar a inesma commis-
sao o product) da loteria concedida a favor
d'aquella matriz
cio da i.ie-ina lllma. caooara municipal, do 3 dusle
mez sob n. 79.
5.' seccao
OJJcio :
Ao pre sidentc da junta de emancipacao de
escravos do municipio desta capital.-Remcltu a
Vmc o incluso rcquerimento de Francis o Jose
Mendes, pedindo sejam mairiculados seus escra-
vo-, vonslantes das relaeSes juntas em duplicata,
alim de que essa junta o alien la, como e dc Jut
tig i.
^:,iLOi:;.NTK DO SECBETAUIO.
i." tecqao.
Officios :
Ao Exm brigadeiro commandante das ar-
mas -S. Exc o St. presidente da provincia man-
da de.clarar a V. Exc, em resposta ao seu officio
de 10 do corrente sob n. 9is, que se retut-Ueu ao
director do arsenal do guerra, para ser satisfeilo,
o pedidn feito pelo commandante da coiapan iade
cavallaria, de 16 vassouras de junco para as fa-
cbiiiis d> re.-peclivo quartei.
A > mesmo. O Ewa. Sr. presidente da pro-
vincia manda deelarar a V. S. que, aeguudo par-
ticip in o commandante do presidio de Ferntndo de
Noronha en officio de 9 do corrente, foi Hie aili
eutregw a bandeira com suas pertein;*s, que eu ease
arseuil reutetla para o servico dV mesmo 'resi-
dm, por interiiiedio do commandante do brigue-
barca ltamnrmcii.
2.' &ec$5*).
Officios:
Aocoiiiinandante superior do Recife. -0 Exm.
Sr. pttfcidente da provincia nian.la enmumnicar a
V. ^gAua por portaria de lioje foi iraosteridu
paraW serv;q da reserva, e manda.lo aggregar
ae l*uiatalliai) re-peotivo, o capita., do 1" de lii-
fantani. Join Gongalves Torres, de quern trala o
seu officio n. 6Si, de 6 d i corrente.
Ao juiz municipal do Cabo. 0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda ileclarar a V. -.
quo ficou inteirado. |ielo seu officio de 9 do cor-
rente, de ter nessa data inandado apreseniar ao
inspecter do arsenal de marinha 3 orphans para
serem alisudos na companhia de aprendizes ina-
rinlietros.
An presidente e membros do eonselbo de
quahficacao de Pulmares. 0 Exm Sr. presiden-
te da j.roviucia manda acusar o recebimenlo do
offleto dc V. S., de 2C de ag.isto proximo passado,
em quepanicipam ter nessa data coneluido regu
Urinenle Qa seus trabalhot. u c mselho de quaiiti-
cacao da guarda naeional de.-sa jiarocbia, do qua!
fizeram parte.
Coiiituando dias armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PER>'AMBl'CO, EM 19 DE SOYEMBRO DE
1873.
Orden dt dii n. 778.
0 brigadeiro comm mdmie das annas, nos ter-
moi do art d.i loi de 2 i do maio de 183 >, de-
clara amente o Sr. tenente do 9' baliiha de in-
fmtaria Alfrelo Rimw Chaves, que achando-se
na prtvineia do Ceara, n goso do 40 dias de Ii
ceuca, a coalar de 7 de outubro ultimo, dmxou fin-
dar ella e de apresentar-se ao seu corpo, pelo que
( nesta data eiuunado por edital.
(Asignado.l Manoel da Cunka Wandtrley
Lins.
Conforme.0 major, Jose b. d- Sinio.* iier-
piUn'io. ajudante de ordens encarregado do de-
taliie.
fsecfab.
Acto.- :
0 presidente da provincia, atteadeulo ao
que requereu Candida Maria Rosa, prufcssora de
iustruccao primaria da villa de S. Benlo, e teudo
era vista a infnrmarao io director geral hltflrino
da instruccaopublica, de? do corrente, em officio
sob n. 271, resolv- conceder Ihe 15 dias de Ii
cenca, com vencimentos na forma da lei, para rca
lisitr o seu casamento.
-0 presidente pro vincia, atten-1endb ao que re
quereu Maria Florentina Seraflca de Assis Car
valno, professora publica da adeira de inslruc-
cao primaria de Santo Amaro das Salinas, resolve
cmceder Ihe mais ties mezes de licenca, em proro
gacao da que ultimamente obteve, com o ordena
do que por lei Ihe compclir afim de tratar o> sua
saiiie.
Officios :
Ao commissario vaccinador provincialSo
vie Vmc. a secretaria desta presidencia alguir.as
laminas rev, ftuldo vacclnico da melhor qualida-
de que hoover na r^.ai tic;ao a seu cargo, afim de
>crem remettidos ao Exm. pre.-ideute da proviaci.i
do Rio Grande de Nortc.
Ao provedor da Santa Casa de MisoricorJin.
-Para que posa ser concetida a approvaeao.
solicitadx por Vmc. cm n .me da junta admiuh-
trativa cm officio de 29 do moz Undo, fa'.-sc
mister jue a mesma junta miai-trc uma dcscripcac
cxacla e minucicwa da esta Jo cm'quo so ach o
predio, espeeitlcandb os concertos m reparo"3 qua
se tornam necossario.* c (r rr^ ""r nnrv eg
r;a. >lL'.
Portiri?
EDITAL
MoOOci da Luaha Wanderiev Lins, official da Or-
dern Imperial do Cruzeiro, condeenrado com as
ifiedalhas de campanha do Uruguay, do Meri-
to Militar c da campanha geral do Paraguay n.
f>, brigadeiro dn exercito e commandante das
armea da provincia de Peruambuo etc.
Faci saber an Sr. teoente.do 9' baialhao de in-
fantaria Alfredo Rinns Chaves, e a todos aquelles
que poderem e quizerem fazer chegar ao sen co-
nhecimento, que nao tendo elle, ao linaliziir^c no
dia 17 do corrente a licenjfa de 4 > dias que ob'.e-
vc para ir a provincia do Ceara, a coular do dia 7
de outubro ultimo, apresentanJo-se ao corpo, roi
em ordem do dia sob o n. 778 declarado auseule e
charcado nor edital para que se apresenie deniro
do praz^ de dous mezes, a contar da data deste,
sob pena de procederse a respeit) de sua falta de
comparecimento nos termos da lei de 2 > de maio
de i835.
E para queo referido consle, lizlavrar o preseo-
te edital que assignei e fiz sellar com o sinete das
armas imperiaes, e que sera publicado nas gazctas
desta cidade.
Quanel general do commando das armas de
Pcrnambucc, cm 19 do novembro de |i73.
Manoel da Cunka Wandtrleu Lins.
Hc|iarti^*io da polieia.
1.'seccao. Secretaria da policia.de Peraambucjj,
19 de novembro de 1873.
N 1901.Illm. eExm. Sr.Participo a V. Exc.
que to ram liontem recolhidos a casa de detencac,
os individuos seguintes : J
A' nrinl'.a ordem, Francisco'Bekim e Jose' Felix
da Cruz, por desordem.
A' orasm do subdelegaio de Santo Antonio, \e-
nancio, escravo de Francisco Anlouio Marlins de
Miranda, a rcquerimento deste.
A' ordem do da Capunga, Severiao, escravo de
Hermino Ferreira da- Silva, por. anJat-'^cgidi-.
Etn data de 6 do corrente, comraani^u ilk o
delegado do Brcjo que, no dia l.. no lirgar Chi-
rac do di.uriclo de Carapolos daquelle termo, Joao
Lourenco de tal, aa.oceaiao em quecortava umas
varas com uma fac de ponta, sucxdtu ca .ii
osta e varar-l .e um dos pes. do que resu'l'u-!ue
a morle ; que chegandc este facto ao seu coolie
cimeatc, ordcniu ao resnectivo subdelagado que
a lai rcif.Cilo titesse a* ddigenciaa recomincoda-
das .4101' lei.
0 subAclegado do Pdt;o da Paoella, dedarou em
officio. de Uontoip quo, no dia 14 remelleu ao Dr.
jaiz de direito do respectivo districto criminal
0 incjuerilo quo fez sobre n facto da nwrto do
prolo" J-.,'. oscntvt) de D. Mnria Lucia de Mcu
Cwrias de mu venl. Jeiro liberal
setrbre as ruena reliariosas.
CARTA II
Amigo. Ouco por ahi dizer : De que servem
ot fraiis ? E fica se mm" ancho, c*mo quem ti-
vessa a ci-rtcra de resposta negativa. E porque ?
a Porque 0 nosso tempo os nao toUra. a Este
sophisma, bem esbrugadinlH^ da o item pt.r id'm
da logic*.
0 nosso tempi! Visto isso, 6 simple* qaestan
de moda. Nao se Irate de profanlar vnntagens e |
inconvenienies da institdicao. B-ia regra f D'essa
forma, ideas, leis, costumes e rcligUn, podem, se-
gundo este principio, variar diariamenle; tulo isto
(phrase de Veira) d>re er eomo v traj s, a ta mo-
da : 0 tempo de hontem irapuz-me chapea cuscu-
seiro, hoje de copa baixa e chaia ; o tempi, hon-
tem tornoa os frales aibitros do imperios, huje
proclama-os indignos E" lei de ptudulo. Sao
modas.
f)ra. eu sempre achei summa graca aquillo do
Montaigne, quo explica a moda por uma certa ma-
nia, que tournebuule I'entendement, et il n'y si
/in entre nous qui ne se liisse emUtboumer par
elle et esbl nir tant les yatx internes que les ex
ternes insensiblement. -
Entre nos e^se modernismo 6 de uma anciani-
dada send, euduea. As exprubraQiJes contra or-
deus monastic:!* ja ptrecemfora de ratio. 0 en
(orqiic-se 0 ultimo rei com a trip-i do ultimo frade
nunca foi locucao brasileira ; ( avariad > genefo
de importacio. Exngerafdes oao sao argumento,
e deslocam as questoes. Q-.iem comeja pela inju-
ria. nao pode acabar pela razao.
Importa-me pouco a moda, o tempo, quando e.-to
da ephemero triumphn a ideas jrnjiiJiciso<, em
taes casos e na sua repulsa que c progresso.
H por quanto desadoro com a intolerancia arvo-
rada em systema, lanto pelos fanaticos coma pelos
falsos pji'lisophos, pec.) que, despre>a.las por um
e oulrodado, at prevents, se aquilate a argu
meutacao leaf, e se residva como sin:erameole se
julcar acerta lo. Tenbo nesta materit, conviccoes
arraigadas, e iie^o licen-a para a> molivar. Escu-
la me!
Trala se de uma organisaciio pubtica.em que
nao (' convenienle nem pnssivel a clandestinidade;
ora, como nao estamos aqui cvangclisando sobre
f.'.ro intimo, so ncararei, por emquanto, a materia
nas suas relacues publicas e sociaes.
Permiltir-nos has suhir alto, visto q,ue, para pro
seguir em men dth-envolvimento, preciso assent r
bases evi.jentes omo o (az a matneaaatica, ao fir-
mar-se em axiomas.
Gonsiileri dever indeclinavel de todo 0 estadista
honesto esfofear-se vigorosamenie por cootribuir,
no espbera de sou poder, para que todos os seus
Conterrane is professem a r.digiao do Cnicificado,
creiam cm Deus, 0 amera e 0 temam.
E, noia bent, raeu amigo, qn* se fallo do estadis-
ta. ent ii Jo que tanto Ifieunpende tfste dever quan
do acredila, com) quando descre.
Estadista I Cats tlt no maisTi ttvisMO ? Nes-e
caso, nunca serao d ima*iad >s os teu* csforcos
para on luzir tea irmios pelo ca ..mho da salva-
can. Tu estas cmvencid > de que a terra e exiliq ;
0 c<5>, patria ; que os iateresses terrestres sao
aada em frent- do* celestiaes ; i|ue se nao earn
para a Ifaasiloffa vida de um in-i mtc com a eler-
ni lade ; que as sensualidades de um minuto se
nio contrapoem a pcrpetuidade dos gozos ou pc
nas. Tu sabes que 0 gran negocio do homem e
preparar se para a viagem d'onde se na-o votta ;
e se le 0 dado inflnir para quo miiilo- almas as-
cendatn ao empyroo, faras com isso nbra meritnria
para ellas, c para a tua, que um dia receberi a
prnmetttda reompensa de cem por um. Comtigo
nl> c mister insistir, tu sentes em ti mesmo o im
pul-o do leu dever.
EsTADISTt D8SCMES DO CHRISTIAMISM) ? { Irei
rriais longe, se 6 que a pergunta 6 possivel :
( E's atmro t Pacioneia : tens obrigacao de
envilar as mais estenuas diligencias para que
0 povo a quem inspiras peuse, om materia _e
ligiosa. diversamente de ti; ten3 essa obrigacjio,
se nao es um destrutdor, um petroleiro, om moos-
tro, um anjo das trevas. Poi* que na 1 6 por falta
de illustracao que 0 teu espirito se trjnsvia, tu
bem conheces que se todos os teus admmistraJos
fossem atheos, nao seria sociedade essa facanhosa
alcatea de feras a quo presidisses : esses bipedes
de haaiana forma, convencidos de que a murte e
0 nuda, c 0 bom viver 0 tudo, seriam lojicos, con-
siderando vans palavras a virtude e a honra, e
tendo por unico problema para resolver, 0 gozar 0
maximo grao de commodidades e prazeres, custas
sem elles embora a desvonlura alheia, 0 roubo, 0
assa cobarde, 0 proceuer ignobil. E que nome daneis
a vossa rorma de govei no ? realeza da desordem t
republics di lihertinagem 7 oligarchia da perver-
sidade ? todos Ine quadrariam,
Se. porem, 0 vosso corapatriota. men estadista
incredulo, aereditar, elle, na granle moral religio
sa, (at6 mesmo quando descure algum lanto 0 cul-
to), isso ba>tara para pederdes c.ntar com um ci
dadao incapaz de perpelrar ac.;6es criminosas
LviJe attcntameuto os vossos codigos penaes, e em
caJa um dos grandes prinripios por elles consa-
grados, em cada um dos seu? titnlos ou eapitulos,
achareis um preceib) do decalogo, cu uma regra
de moral christa ()
E eatao no raomento da seducgao criminosa, 0
hnmem que ere, balbuciara de si para comMg)
estas palavras : Indote, neccssidade, conve
niencia ou prazer, estio-nie segredand 1 a alma
que se conspurque, ou ao braco que descarregue,
e acenanilo-me com a recompensa das riquezas ou
da- plorias, dos respeites ou dos deleite*; eu bem
vejo que me e facil occuhar a justica humana a
fraude que von praticar, o roubo que vou com
metier. 0 punhal que vou braodir: tenho artes
para alcanjtr que os homens me deixem impune.
Mas que imp .rta isso T Nao esta la de cima ob-
servandome 0 olho que tudo ve, a voz que tudo
dilata, a balanca que tudo posa? Obras, palavra*,
pensameutos, nio esta tudo isso, ja desde este pro-
frio momento, amplipatente ao tribunal supremo t
iiorcentado pelos homens, nao me aguarda a sen-
tecfa de que nao ha appellacio t Apage, impulto
man! E' Elle I E' Elle I E' 0 Eterno qaem me
cootempla, me denuncia, me aocasa, me julga, me
condemaa 0 me etecala. Ja nao quero ; voice ao
caminl.o da virtude. E a crenca, -arr incando ao
abysmo um perverso.fez delle um cidadao pres-
laril ; da mesma forma muilos, da mesma forma
todos.
E^SsinVtaato 0 estadista crente como 0 des-
create, actuados~pw impulsos diversos, querem
governar homens quo acreditem na mordl e em
Deus.
Nio ha sociedade s.-m Deus, Dens sem rehgiaO,
religiao sen cult>, cullo sum mini-tros.
Se se mc concedom e*te premissa^ sttva m?
ira send.) a tarefa
f> tyraaaetro liberal.
"(*} Nada mais instruct!vo que 0 livro da Diipin
sobra as regra* de direito e de moral tiradaa das
i) oscripturas sagradas, e divididas em apnlica^ie*
' ao direiic. civil, penal c dar- goote*.
PERNAMBU091
RBT18TA DIARIA.
Promotor ptibHro.Por portaria-da pre-
sidencia da provincia, de 18 do corrente, foi 00-
meado o bacharel Jose^ de Karros Franco adj .into
du promoter publiru da comarca da Escada, an
termo desso nomo.
Antorldade s>Bl1*iaS.-Por portaria da
presidencia da provmcia, de 18 do correntft, ft*
oomcadn 0 teneule-coconei Antonio Victar db>SMva
Vieira, delegado do termo de Caruaru.
(iviiinasii) provhieial. -Por portarW. da
presidencia da provincia, de 18 do corrente-, foi
manda lo addir ao gvmnacio provincial 0 profesor
de latim da fregue -.ia'de S: Jose do Recife, Manoel
Francisco Cooibo.
Vaporcs csperado*.-1. je, 0 brasileiro
Ipojuctt, da 'Jranja e escatas; amanha ou depots,
0 francez VilU de Rio de Janeiro da Europa, 0
inglez Illimani, de Calliao e escalas, a 24, o injtex
Cotopuxi ou Garonne, da Europa; a 25, am in {let
de Sonlliamploii.
Vap.irt-s a aahir. -A 28, 0 Cururipe pan-
Mar:ianguane; a 29. 0 Gequiii para Aracajd.escalat
o Pirapama para o Acaraon e escalas.
Hiss it ffunebre. A junta administrative
do b0- u 1 tal iwrtuguez manda oelebrar hnje, is 7
boras da manha, na capella reepeetiva, uma missa
pela alma do bemfeitor Antonio de Azevedo Villa
rouco.
Xovas pul>lica^6i"s. -As livrarias desta
cidado acaham de chegar exemplares de don
pequenos folhetos sobre a momeatnsa questao
religiosa que so agita entre nos: Denomioaat-
se elles : Estete S. Pedro em- Hum* f Sem a
stjitema papal de instituieao dieina f .V-ll*i se
combale com textos, do* actos dos aposlolos, da
cpistolas de S. Paulo e de S. Pedro, dos evaogelhos
de S. Matheus, de S. Marcos e de-S. Lucas a do
apocalypse e de outro; escripteres sagrailos a e;ta-
da de S. Pedro em Roma dnrante sua vida, 11 a
instituieao divina do papado.
Crpo> de pitlicla -('. mtralH-se no dia 24
do coTente, para as prac.as de j.re* deste corpv o
I'orneeimeiii 1 de 80O fardamentos de panno aatde
IrtOO de brim pardo e branco, e 1609 pares de bor-
'.eguins de couro de beze-ro francez. As proyaa-
tas serin recebidas na secrelaria (te quartei res-
pectivo.
Honte Pio Santo Vmiiro* lioje,a) 7
boras da noite, deve haver reuniao da assembkSa
geral dos socios para se discutir a reforma dos es-
tatuto?.
Faculdade de Direito. l-'iieram acto
do o" anno no dia 19 do corrente e reoeberain 0
grao de bacharel os seguintes estudaates '.
Augusto Emilio da Fonceca Galvao.
Tnomaz Fraucisco do Rego Muni?.
Uoneio Lucas de Sonza Itanuel.
Franctsco I'ed o da i"j)jta Moreira.
.^j- Rodrigues de Mirauda.
J til 10 A [i 1 Inn in Vaz Cu radn.
Cartnrio il ftzenila p;eral. -Este car
torio funrciona agora na rua Bella n. 37, loja, com
enlrada t.ela travessa que Ihe lica unmediata.
Errata Em nosso artigo editorial de hon-
tem. a hnhas 96,onde se diz tiia real, deve ler-aa
mala real.
I.uku Brasileira.Esta sociedado fuue-
ciouara as 7 boras da u.ilo em sessao da direc-
toria.
Deelarayao nere.ssaria. Tendo se
dado um grave tr.icadillio na p^blicacao do :ro-
mance Pelo Lrreio do Sr. Giacomo- de Hatio-
rello, devido a um descuido da pagiuacio, avisa-
raos aos leit nes que 0 primeiro desse irabaltio 6
0 nue publicamos bojo. 110 cumeco da S* pagina
ale a segunda assignatura de Fi ancisco Joao;
passando-se depois a parte publicada em nosso n.
de hontem, de-de a 4.' cotumiu, 20' linba ale ao
liin da G\ e dabi ao Que sahio ne.-se mesmo niutie-
m da 1" a 4" columaa, linhas 19 ; seguindo-se lha
0 que hoje damns da carta dalada de 4 de Janeiro
em diante.
Eseela normal para o sexo femi-
nism. Nesta .nstituicao fundada pela socieda-
de Propagadora da ln-truccao Publica, prosegue
0 ju'gatnento das provas das senhuras alumnas do
primeiro anno.
Na* lardes de 17 e 18 foram onvidas as Srs.
DD. 1.* Fraocisca Adolphina de A-sis, 2- Idalina
Porfiria do Amaral. 3* Leocadia Juiia de Cas:ro.
4* Lenpoidina nmclia Gonzaga Richa Silva, tt*
Joanna T da Silva Lins, 6" Liberaia Maria da Con-
cei.ao, 7J Maria Hosana Pacheco, 8'MariaLoo-
poldiua Pires Ferreira : as quaes obtiveram osa
guinte resulladu :
Nas materias da 1* cadeira foram approvadas
plenamente as 1* e 3* alumnas; approvadas a 2*,
4', 5*, 6\ T e 8'.
Nas da 2* cadeira, approvadas pleaamente as
3* e 4* alumnas ; approvadas as I*, 2*, 4*, 5", 6*,
7' e 8.
Nas da 3* cadeira^ approvadas pleuamente as 3*
e 4* ; approvadas, as 1', t\ 5*, 6', 7' a 8*.
Presidio o acto 0 Sr. Dr. Olympio Marques e
foram examinadores os professores Srs. Vicente
dc Moraes Mello, B. Barros e Monteiro Pessoa.
Esliveram prosentes, alem de avultado numero
de espectadores, os Srs. Drs. Manoel Portella, i siJlnte do consclhn superior daquella sociedado, e
Joao Jose Pinbi Junior, seu vice presideute, e nHii-
tas senhoras, algumas deltas, alunnss, ja iauiea-
das e oulra; que aguardam a su vez.
Via ferrea de Ca\anga. 0 trem des-
ta companhia, que iargou do Recife as 6 borta e
um quarto da tarde, pela linha principal, en> cou-
s^quencia do afastarcento dos tnlhos em face i
e-tacao do Chacon, desencarrilhou-se, Indo a ma-
china bater de encontro a Canada da tavern* pro-
xima da e.-tacv. na qual fez algum estrago.
Alem do graves avarias no material rodaate,
nenhum oulro mal resullou deste dosastre. tendo
havidn somente supprossao de um trem, seguindo
todos 03 seguinles pola luhado Arraial.
l-'.vplosao. -Das 3 para as 5 horas da tarde
de hontem deram as i jrejas signal de inoendin na
freguezia de Santo Autnnio, repicando, porem mi-
nutos depois. Acontecera 0 seguinte : uma crian-
ca divertindo-se em queimar papei na cozinhi. da
casa 11. f>7 da rua da Fauna, oorupada pelo Sr
Salvador Drummond Cavalcante de Albuquerque,
na qual cxistia uma lata de kerosene, nm dos pa-
peis queimados pela crianca communicoo fsga *
lata, dando se uma explusao que e-tragon tocia a
cuberta da cozinha, c alcancando a infeliz crianca,
que apeuas tem tres anno*, deixoa-a em tal esta-
do, quo pouco ba a esperar de sua vida.
A promplidao com quo a policia local ocoorren
ao smislr-, deve-se nao Icr lido elle peiorcs con-
sequoncias.
Tentativa de roubo. Na notte do 18
para >9 do corrente teniaram os ladrdes peaetrar
na loja de fazenJas denominada do Passo, a rua
Primoiro de ar(.o n. 7 A, para 0 que envidaram
arrombar uma pequena |>orta que doita para 0
corredor do sobrado, 0 que nao conseguiram tal-
vez por sentiretu utovimento uo primeiro atidar
ou na rua, liuiiundo-sc a fenderem a porta Bl, al-
tura da fechadura.
Travessa do Marqan do BaeMr.
Coainamos a aiteacJo do Sr. fiscal da fregtMzia da
Sante Antonio para o oslado laatimoso em qua sa
acha a, travessa do Marquez do Recite, do UA) da
rua Duque'dc Caxias, com grave incoramodo da*
moradoees e daaaftlles qne tem a infelldda*i da
ahi passtr.

I
11


fi-
ll I ii <>m
iPernarabuco

r.
i

I
t-.
.
le
CHal lilade. -No lus-tr CafcJo. di dis'.ri--
to do CvraiuiisdUenin do Br.>jefjHM,>iireii-
to Jo til ostagivji c>r*
ponta, aeontbijeh'cahir
the um dos MMtfMeasiona ido-lhe a m >rte.
Ini|ucHlii*.Hm li do corrento romo'den
subdelegadu iff rfew d* Panella ao Dr jmz de di-
cortar varan com uma faea
ajdr esta da moJd quo viroil
reitodi respective districto crimi.la
fectuou sobre a m irto do proto Joa
o qua se ef-
oicravo de
SBi;.a Pajrliifcetlo.
i-jmIo 0 hriju holla ndez
prooedento dj Trieste, pirtici
22 de outubro ultimo, na lat.
W, eoinraiinicara.com a ga-
ol ra Stan doraai von Rtryk,
rdam para a Balavia, indo
A quo se. aeha a venda e a 7V. a
nta Casa
i ( W
i de Misericords* do Recife.
0. Maria Lucia 1
Nnvio en
Gowvcftren Oli
arm. nos que n
4'57'N. e I
lera da roesn:
em viagem d
tndo hem 5 hordo.
Loterta
benelleio que corre'es dia
Loil.ic* -liojn (~iO) effectua o agente Pintt^
0 leil.io de inidipolies e algodoes avanados, assim
como i eaixa com marroquins, I dita com inalas
e t dita com eadoiras, tambem avariadas.
\.f mrtin iii:i, i;nV-.tii:ir:i 0 llU'.im ) age-Ma, O
eilao do sobrado na rua do B im Jesos n. i6, eJifi-
eada em solo proprio.
Amanha (21) deve ter lugar, por interven-
ed .4* aa*iM I'mlo, o gran to leilae do njoyew aa-
nunciados para a pra;a dt Co-po San! > n. 19, casa
em qu rwsidio o Exm. Sr. barao d i Ourieiiry.
Hoje. e!Tctna o agente M trtin-f, as 10 horas
do dia, o leilio do uma Imla mobili.i genovezi, es-
pelhos, binlej as, navatlns Unas, omens e girfos
de electro-plaie, ca loir is dc differenles qualida-lo-
e nviitos outro; artigos qua serAo vendidos para
liqmdi;*), no arnuzem n. 2i da r aa do Barao da
Victoria, j into a loja do Garnelro Vianna.
Cat** de drieocao.Uovimcvtn do dia
18 do novembro de 4873 :
Exi?tiam pniso? 320, enlraram i, saliiram i, exig-
:cm 3*0.
A saber
Xacionaes 236, mnlheres II. ostrangeiros 30,
Bscravos 39, escravas 4.-Total 320.
Alimentados a custa dos cofres [I'iblicos 251.
Movimento da cnfcrmaria do dia 18 de n vem-
bro d I873-.
Ttve.alia :
Pedro Martin; do KOveira.
l)io
Dr. JUa-luwr
UftffflerV
e bWfeia OiifJjas o d)
t ne^rri.'n '. ow^iara
ged'ir do gymna n!ta.'
0cio do bispi tend) d aaturora til node, apcecfar ?e em seas faniamcutos, ainda quo
e v(!r da presidencia ou mesmo motivado por acto
sen, cumo aquella nomea^ao, cm nenbuma dessas
^lypot^esei me trazia d*ar e nemSBietio^cabj ao
cargo que eser.x), cujas attribuJi^M e prcrogati
ras ?aberia fazer respeitar.
Eatr.-tinti), oj dei iaciante< de*vjir.ihs pela
piixi i partidana, phantasiand t em inin d :sp-K >
originario daquelle acto dolispo dioce.-ano, aari-
buem-me falsameote em cons'-qaeneia de nil ha-
ver eu tornado providoncia-t (o que e oatra f*bi
dado) aeefca dos acoateeiment u do dia IV
Ora, dosdi' que 6 imaginario e insubsijtenle o
motivo do despoito. nao podendo nwsino eiSilir,
sendo certo, que eu havia delermioado medidas
preventivas at6 oo4f..iDe era licito pr#yenir,
roncludenje qu>' o prmidpal faadani"nta da de
nuncia 6 tao falso e improcedente comi os d -niai<,
seguudn duiaonstrarei adianto.
II
Baseando a denuncia especialmente naquelle
fuadamento, esqueeeu-se o club popular (do.iuu-
ciante) de qnc o seu 3 vice-presidente, o hacha-
r'I io-e Harianao Carneiro da Cuaha foi o prin-
cipal motor das desordens do dia l\.
Estas f ram feitas em tio carlo espaco de
tempo, tio imprevislas mesm >, qae cousegulram
illudir as medidas geraes de prevencao que en
ha via disposto, por ordens, anteriormeote expedi
da<, para serem empregadas em qualquer emer
f.ir;a fiipcrior quo esie
qu
tel nm.
.silad.i.
V. a ..,:-.: f;kcW inveriido a
aa-: ; mtes |. ira diz.-r quo a rritt
. .lx a:-oriteci!H-!nt.is.H
HaMafbrtfiif'ania simpl-s considur.i;ao nara d*-
mon>trr a ineskctidao dos denunciantes fM
ponto.
Sjio maiorGama foi I
preside inBK su
ga-;*i e fl^Pr"10
foito >:ilir d p quartet fi
liromj'tb, quaodo e^H>t
que aewmna 6in;a ejj|erc
Aifl quaihU a for{4 e U't'io, e mo su inovesse, qu *
itopulMr, qiiiaJo havia
fhtrnfMao do4nMHn T
Haveria ain Ja a imaginaria connivencia
k tt6! 1far',!Mt>lia
se eiatam connoeXfndo
Novembro de 1871.': !:
as-e isso a4NUfib 'ioA**
am momento, pi)rj;n.O*J*e)ngregando. ten-
irrroiito o 3 '- \ r -j ItiQtl dcnuncianto,
bejfb.i:ol j iso Marianno bo baflejiGortoR--;il, s/s
883.iniiiiharam t-idos para oIu&^To ih aim Gym-
asio Dramatico a caja varSda subirara aquel-
lesbachareis com outros inJividuos, fjrmando to-
d_o aiuaUfliento "ra f< 'jjjM^'- numk
a^KtamanM iBBVcom all ogam us denun
essas po-ws so | Bvesseea reiirado do
rdim purfcrf m de qualquer autori-
e' da parte ipie os tnencionad k bacha-
directono do partid > liberal sobre as
do dia I6'e da correspondoncia as-
Dr. Buarque tie Macedo, insuspeito
de (doc. a. C), a relira la tevo lugar
bacharel Corto Real.
, senhor.THi ifftlnncrahtes nao trepida-
ran em fazer de lao falsa allega. ao e sem Drova
'enuneiantes, convidando o gru-
persades os d^M*rderos e gaardados o i>alaei -pea eompletar os frritug du dta-tt, que gtoriflcava
episcopal e o coUegj^de, |aa^a-Attr<4baa. coau| coup actotd** ivjMo, e timar a presidencia a
tudo ,a foi pttgo&t&szmrlmMDiia-MbflmM 'eafBlsao Wb9jdHvu4|feguran;a individual c
^
PARTE POLITICA
PARTID* r<>\si;IIVI!(<
RkCfFE, 20 l>E NGVI'MBUO DE 1873.
Oi nossos a4rersariik obrigam-nos a transcre
ver a briiluate e illustrada defoza eom qac S.
Exr. o Sc. Dr. Henrique Poreira de Lo- ena mais
uaia vex pulverison-os perantc o supremo tribu-
nal dejustic*.
A peija qae fieje oll'orecein >s a considaracau pa-
blica, oade a verdado brilha aunw a I i"z mi*ri-
diana, ha da o>ntirni n- ao povo d* quo atraz do;
rop i.NtoiriK dus dias li e Ifi, tramas e sipoal p li-
lices a airuardavara.
A ilefexa do illusirado e distincto pernambuoa
no, e a exprossao sinccra deumcoracao patrio-
tic>, que far. abaega^io de si e.n htaelieio da pa
tria.
< pablicopor ella verao que e nm espirito rec-
to a jiiiUcciro : o qite i mm intellignncui robusta,
cul'iva la b p'Tspicaz, b o.uivencor-se-ha de quo
nos scrlamos nm' fmvo infoliz se n-is dias li e 16 de
inaio, m cad .ira d> pro--i Imiie nao sstiveste sen-
t.nlo Mmpeririiiihrican-i. quo tudo empoaha em
lr ila hem pubiioo
A di)Ma q.io para arnii trasladamos e urn.a ii-
.:<'!ii'^is d-nviii ^-im;--!! no cuinprimoato do
^>:is eteres.
Aa '',-ior diremos : antes da comojar a leiluna
di d-o'o/.a q-,j.! aioiixo pithlicamOf. reeonla-seda-
quilts marhi.ivi'iii"a< jKilavra*, profonJis por um
<1'>< #j lores d> dia IV
da*,-o teni|n) do iraballia>- o braoi.
Aos r.dversarios rnesqniiihos apenas iT-petiremos:
nao lii so aqui na nrovimMa que a verdado dos
3n!orinienM* diH ilias 14 e 16 Je main obtevc o
sin esplen fido triumpho : la no supremo tribu-
nal ile justi.a, a iioe com raz.io se podfl chunar
cupola da in igi-tratnra, c onde flguram |uhtos
DMVrtSlos, lalependento; c connpeedores da lei e
do direito. a verdade tambem brilha.
fKK,-:r\ I>> PliaJIORNTE DH PBRNAMB'.V. ) NA Di:Ni:N-
CU COMTtA KLt.. B\D\ 1'ELO Cli 11 P0P1LAB.
emanada de Vissa Magestalo Imperial, passo a
responder as impataoMa que me foram feitas, na
qualidado do presideflte da provincia do I'ernam
buoo. pela dentimJa que contra mim deu o Club
Popular dosia c-aoital
('.ando pela forma e materia que contain
sssa dfMiiweia, so a o fora o precoilo legal, csqui-
Tar-mc-i: a pnr certo de contradilala com a ver-
dal'1 dos fartos. confiailo snmontc na imparcialida-
de, jnstica < sabeiloria do Vossa Magestade Impe-
rial
I'i--;-ih'.'iii lo, porem, o rigoroso dever que me
irn;>*^ a I .. oiinffM l.thei do moilo mais succinto
pio polerem cdmportar a natureza e diversidade
dosfaciK. alias de hitfefo* como otMnas taatus capituhw de accusacao.
A d-'iinn -ia rodoz-so a lima exposioiio mlidelis
sima e apah mada dos asuntecinirtltua quo tive-
ram lugar nos dfcis Vt a t6 de maio ultimo nesta
.Mad1, fo'il io.Io so em artigos paioiaos ila ini-
pri-iisa, ja rol'uiados em d partle9pao9es olRiaes minhas, cujo sentido inver-
tc ella a seu talanio > favor.
Sou nurigado por-isso a l'azer nm histories dos
factos expostos, que repousando cm iofoManeSet e
peca* .I'ltln-ntioas e pnblims, nao podom, eofno
provas juridicas scr ifi'.siruidas pel) valor queaos
seus dedDJiontns liga falsaalonte a denuncia e
pela Um i*t i prone IxiteJa das qnaes ella me clas
silica iDi-nrso nos arts. 129 1.', t42 e lli'i do
codig.j erflninal.
Sao bavendo os denunotosMs, ao men>>s allega
doom etereza os atomeKlos que no sou entender,
deveriam consiauir M crimes previstos nos cila-
doVartigo'. limitati lo-so a applica-las as imagi-
nariasinfrao/.i'.s da lei, oxpeui^Oes oM ordens il-
l^*}aes viold'ncias. que mo attribuem, son levado
assim a mostrar simplesmente a legalidade c jus-
tiza do* aeus que pratimiei, confrontando os com
a roesma dei e com os motivos irreeusaveis em
que aesentou todo meu procedimenti has emer-
fontslas qne sa deram nos precitados dias.
I
Assumindo a ndminis raqi\o desta importaniis-
sinia proviaeto, tivd occasiao do observar a ex'a -
geraca i, ammnsidade ea veheiaeneia de lingua-
gem que cercavim na imprensa a quostao intitu-
lada geralmente reiigiosa.
MaJs tarde, alguns aclos do Exm bi^po dioce-
sano levaram a ma^naria, lrm^ndales ou outras
assjici.icoes e inlividuos de fodas as classas'e par-
ti*ij arena ire m-?e e represontarem aos podores
geraes sufcro a nova situaoao crcad'a pelos actos
aflndidos, pediado ao mo.smo tempo solucao para
a gwvissiaia quo=tao, enlio mais agrtada e encan-
decida.
Collociiido hk na mais stricja neutralidade,
como reconheceu .geralinente a imprensa' c a as
sombWa prpvineial, e deinousjravacn Q3 meus actos
tornados; uubl.c^s pela minTia correspondence,
rolat>iho. e ou'ras peoas. Ilkiaos osteusivas, ga-
lanti sempre a mais livro c-pbera de acao a raa-
n'festai.'ih de to las as opinions a;erca de.-se mo-
uadr mp*o.
VCt assim que duas reunites elleotuaram-se
com o fun de roa1is;.r-sc as preditas reprecente-
gin *ue> ea araid'iei a :eu destino.
Nwimiim reiuii afBhuai inlicio de perturhacio
di ordem acortielliou emprego dos moios legaes
en* opposioi.i is ^tamoostracde* fJKas em roo-
aioe* popnlaret-
Entreipnu), seraaro. u>mei< nessas oMasiSaa me-
didas de preverjcae, por afsi'm dizer indirecti*;
o.oii i a jirimiptiilio de for;a uos qnarb-is e avisos
pnjnad e reserva J..s is autoridados pobeiaes.
Aquvstai reiif iosa, agilada desde muito no im-
perio e especialmoute no^ia provioom, aggravuu
se seriaraente pir motivo das ileciiSos dabispo
jjoconaau qdey docla'rando ex ommnntjados ot
nvB]MM| Atenamavam a sua exonliio das irmin-
dalo*e coaf(ari.is.
E--!as nao se snjeitando a curaprir as d-'Ciso--
dadas, firam ial r-ii :tis, roc.irrendo para a
a duiiaaijA-iim.j ;acFaraento da freguezia Je San-
to Antaalt dosti. i-idad
A 'it!} marta lusim fulminada teve grando par-
te n:rllajj du is re mioi, a que nao obstoi, e.t-
hibinJoiBjis umi vaz prava- inei)aivoca do haver
som.ira ro-peiunti as dlreit>* qao a deann.'ia me
i.iM*t hkBNf diuooubixitu e but4raJ. -
P-1.1 lento ain la o sobredito recnrJ*lnlerpo a ^mwmll>ty-teteaib ao go erno alimen'ava
*aairt5wpafk. detla pareeia d^ixar enlrosrer ou-
'iipntH, mi ni) as npl is qnestoVs sftcita-1
gencia.
Serviram felizmcnte aiala de ob^tar qnc os
desordoiros levussem avante os seas pianos de
assalto, destruicao e mais graves attentados ao
palacio episcopal e outros estabelocimeatos reli-
giosos.
Se nas desordeas-do dia li fiu conaiveate, nao
piMvideaciaado de proposito ou negligenciaado
de o fazer. como' declara a denuncia, o 3a vice-
prosidenie do club popular, principal causa da
denuncia, seria uisnJalario dos crimes commc-t-
lilis, e como" se explica nao ser idle envolvido
com os mesm-.* denunciantes que lomaram a
maxima parte nos act rs nefarios daquello dia ? !
Se, porem, procoleram elles ex prnprio ilnie,
como me accusaram ?
E' visto, que motivos.de outra or Join bem diffe-
rentes e ineonfes-oivfiis lovaram os denuncia ites a
usar de um meio que, se nao fosse tao indigno,
corno e, nas eJrcumstancias flguradas, seria irri-
sorio.
Os facto3 do dia li passaram-se assim : alguns
amigos do de5o, na sua maior parte liberaes, a
euju directorio ello pertence, convocaram uma
reuniao popular com o lira do dar Hie pezamos
P'ir mytlfo da suspensao que !be fora imposta
0 deao mandou-me dizer as 2 para as 3 bora?
da tarde daquelle dia, pelo secretario do gymna-
sio, Dr. Ant >nio da Assampcao Cabral quo", em
vcz da comraissao popular que o devia folkii.nr,
como antTionnente me havia vorbalmente pre-
vanido, Iria o povo cm massa quo se reunisse,
nao podendo el!e furlar-se a tal dem mstrafao.>
Respondi-Ihe que se elle fdeao) nao tinha f.rga
para im;iedir que a manifestaca. se realisasso
por e-.se inodo, valendo-se do prcstigio pesjsoai
entre os seds araigos polilicos, muito meaos pur
certo eu o poderia fazer denlro de duas boras
apenas, quando o povo ja -e reuaia, d.uido assim
ao meu acto caracter dc parcialidade, desde que
obstasse a reuniao e demonstracao projectvla
do um partilo adverse, prontovidas a conselho
e sob a diivc.ao e vistas de seas chefes, espe-
rando, entrotanto, que a reuaiao se effectuasse
pDCiffca e Iran juiilamonlo.
Na inesma t .rde teve lugar a reuaiao, e toda
muliidao que a compunha dirigio-so coin appa-
roncias pacilicas ao gymnasio.
Ani clioga la, o primeiro denuneianlo felicilou
o deao, quo Hie respondeu, dicursau lo tambem.
omo o primeiro, de inodo agitldor o incendiario
outros oradores, todos de uma das janellas do
gymna-io, convertida em tribuna.
Escitadis os animes polo's discursos encad3-
cntes c apaixonados, como soe acontecer em
ajuntnmenlos populares, quando explorados para
fins illicitiis e criminosos, o 3" vice presidenlo do
club popular (deuuncante) subialo a uma car-
roca no meio da rua, concitou a imillidioaos
jesuitas a tomar um desforoo, o que foi applau-
n. 123 de 1 de juntio ultimo.
Outra inexactidao content a denuncia sobr a
supposta presenca da cayallaria, a qual estando
soli a* oraVns do general no wilegtode S. Prirtt'
cisoo Xavior, depois do assalto, yuando chegou a
roa da Aurora, j.i n*o ehcoatrou os delordeiros ff
so a figneira laborando com os destrocos da typ>-
graphia.
A cavallaria teve alem disso de regresar incon
tinente para o palacio episcopal, emfe' os desor-
ilniros chegindo, foram coRlidds-^sem ser necc-s3-
ri i o emprego iio meios mateiiaes, 'talv&e; por se
acharem elles fatigados com as c^rrerlas ja feitas.
Senhorf S5-) essbs m fiictas do dia li; petw
quaes os denunciantes mo responsabili^-vn.
Da fiel narrativa delles, com;irovaiJa por doea
mentos oulciaes c jiifto da impxnsa Imparcial
desta eid'ade, como dednzir, sem a mais'Ceca pai
xao, motivada por interesses de rrdem diversa,
ameios a questao, a minria responsabilidade ?
Que demonstracao hi a denuncia ou que pro
vas ollereee para affirm ir que cu jur odio, affef
CSooa para pmfiotcxinteresse pessoal men, in
fringi a lei ?
Ora, nao s6 eu nenhama responsabilidade posse
ter polos attentad s dq dia t{ e ao inves d.sso,
providen -iei realmeoto ato onde diegaram'as nh-
nbas previsa^s.c'inscj-'iiindo frustrarresoltadosmais
fuao-los e maior naraero de crimes, comoiaiti
bom eumpri o rnou devor, c so o men geyer na
forma da lei, cm face dos acootooimentos do
dii 16.
Ill
dido por um grupo mais exallado, cuinposto em
maxima parte de gente do club, que tern tornado
a parte mais activa aqji nas reuniijos e movi-
uiontos feitos ou planojados a pretexto do qnestio
reiigiosa.
0 que se. seguio desso momento u indo^crip-
tivol: a confusin, assa.'tos, arrombameatos e toda
uma serio de atteutados pralifuadus cjm verli-
ginosa presteza para illudir a vigilaaeia da po-
licia, as medidas preventivas a que alludi, e evi-
tar a prisao e otltros meios legaes.
Alarmada a cidade, derramadoo susto na po-
palacao pacifica, n2o era crivel que os desurdei
ros eiicuntrassem barreira?, senao mais tarde,
um pouco, na accao das aatondaies, apoiajas
pela forcii publica.
Ho momento era uiatcrialmente impossivol
empregar a forca, salvo se ella c>tivesse no lugar
da reuniao.
Esse meio tao ineonveniente poderia tor dado
causa a desordens de outro genero, qr.e >eriam
-em duvida laneadas a minha respoasabili lade,
lalvez iiolos proprios deaunciantes.
0 grupo de disordeiros capitaneado pelo ba-
cltarel iose Mariaouo, '} vice-prcsidonte d" club
: loauueiante) dividio-se cm ilous, correndo um
ao collegio de S. rrancisco Xavier, e outro a typo-
graphia da VniCw, organ do episcopa.lo.
Os estragosalli produzidjs, o fcrlmento de pa-
dres inermes, o susto c a fuga preeipitada dos
coilogiacs, a desordem e o tumulto em todo es-
tabelccimeato, inclusive a capella que continba
cm sou reciato gramle nuuiero de faotilias, a3
sislindoaos exercicmsdo mez Marianao, sao (actos
conhejidos e prufligados em todo o imperio ;
assim coiuo a completa destruiv'Ao da typograpbia
em cujos destrogos foi lancauo fogo. (Uocumento
n. 1).
Os aconttcimenlos foram] tao rapidos ete-tan-
taneos quo illudiriam as mais sabias e soguras
previsoi-s.
0 caracter c a posi^ao sacial do3 direcloies da
reuniao, seu lira oslonsiv'a e asse^uradameaie pa-
cifieo nao faziam receiar as scenas de violencia c
vaudali-m i que sepraticaram.
Duas reunioes se haviam rejlisado anteriormen-
to do m lilo pacillcn e regular, a frcnta da do dia
li so achavam iiomens chefes de um parti lo po-
litico, eansiderados sonsatos; por isso nao era
vensimil que quize.ssem o atlentado e o crime.
Alem disto devo notar que ne n o cliefe do po
licia ou outra autoridade, nem possoa alguma por
parto do bispo ou do collegio dos jesuitas, ou
quae-quor outras me inlicaram receios de per
turbacao da, orde n.
Todas ropousavam na conlianca que lhe$ mere-
cia a nuaifostacao popular de um grande partido
aconselhado e dirigido pelos chefes presentes.
Todas cssas razOes lirmavam para a autoridade
a intima e segura coavlccao de que a ordem nao
seria alterada.
Entretanto, senhor, providenviss adequadas fo-
ram toiaadas,
A's autoridides policiaes a qnom a lei impoe
particularmcnte,- i vigiar e providenciar sobre
tudo que pertencer a prevencao dos delictos e
manutencao da soguranca e iranquillidaile pa-
jblica, havia eu (esla presidencia) rocooiineada-
do toda vigilaaeia, e para que nao. faltasse forca,
no cas.' de ser Be^essaria, um bataibaf. o 9. do
jnfanlana da exorcito, se ac ava. de .pr nuotidao
m quartel por ordem miuha, (doc. b. 2 ).
. Eolretaato, sou hoje accpsado por nao haver
nbstad ) a reuniao ou deixa la (azer sob a pr-sou-.-a
o pressio da forca, por aquelles mesmos que sc
reuairajn e coimneu^ram ou coBcurruraoi para a
iirauca iio-. crimes o ;'it-aUid>s lo dki li,, l^ndu,*
sua freuiao3 vioeprosidoato.dQ club depun.-
eianle, qne o coroou pffds loitoi desfo dia, e seu;
procediipentii no dia 16 I
A rasaoflao pude ser outra *eaa> ter prohibidVi
cu quexeci*taiiseiu elbt os sous sinislras o cri-,
mtnosay projectos rerelaJos aj ultimo desse*
dJ4S.
Seahor I Nao havia pruca alguma no collegio
na typograpbia dostruida.
A imprensa proclamun esse fact", o manife^
iberal nao o coatesu e muitas-pes.su>*-^-g^^f 4le
Os tristes c lamentaveis aconteoimentns do pri-
meiro daquclles dia; vieram dnmonstrar o n-ivo
caracter que a questao relig!a.
Explorada* as mis paixrjes, sa re-excrtadoH oj
animos, e mais disposto? os oxaltados para novas
emprezas a que os levariam os agitad >res, outran
reunioes em seguida constituiriam ao memis um
amea.a seria a ordem e tranquilliJade pamrea e
inleresses de grande valia abrigados As prescrip
coes das leis. '
Ha em todo casa duas questojs aqai a ex,a-
minar.
1.' 0 direito de reuniao deve ser oxercjdo em
tao ampla esplvra de accad qtte as leis nab pres-
crevam limitcs ate onde deve elle ir?
2." 0 caracter da reuniao do dia 16 era mera-
mante illicito ou tambem sedicioso ?
Quanto a prim>ira questao: C>m quanto a cons-
titmcio do imperio e as nossas leis nab estabele-
cam expressamehte a direito do reuniao, todavia,
se este d)|las e in fore, como reconhoeo, d certo,
que o sen exercicio, como de todo o direito, & li-
mi'.ado.
A legislacao criminal por sua natureza e res
trieta, eslaiue di*posieoes para 03 casoa-em que
a reuniao ou aluntamento popular for iilicito ott
do nature?* ainda mais grave.
Dihi p< .r certo nSo ptideiit docorror 0 amplo e
illimitad exercicio do direito de renniao nas pra-
cas publicas.
As mesmas associates eivis ou relgiosas cira
fins emhecidos e direccdes responsaveis tem a sua
esphera de accao regnlada pelas leis.naose podon lo
comparar nunca o numero de associados per
maior quo seja a miiltidno popular.
I'or outro lalo, os direitos de peticao e repre-
sentajao po lorn ser exercido* de tantos raodos,
quo nao so deduz dolloi o-^direito da roafiU>se
nao bem eulendido, rnesmo porque este sop para
aquelles um simples meio.
Nao so eoniestando a legalidade do dm por mais
legitimo quo sejaest.', todos os meios nao sab lici-
tos e justifkaveis, sonio nas condicoes prescrip-
tas na lei.
Os direitos de pcticao e representacao so devcm
ser exercidos por meio de reaniOes populares,
quando estas forem licdas.
Se i- so nao esta expressamento dectarado nas
leis, esta virtuabiionte enntido no seuejpirito, ani-
mado pelos principios do systema que nos rege e
das nossas leis poblicas e criminae.
EntretanM, nuuca ob>tei as reuniSes que a pii
se flzeram: djas se reabsaram muito paciflca-
meute.
A' vis ta, porem. da do dia li, qae den lugar a
attentados, apezar das suas apparencias e segu-
rancas dadas em contrario, conseatir outras, ca-
jos tins e autoros nao se couheciain precLsamente
d'aate mao, seria implantar e reinado da anarchia
e autorisar o crimo.
< oinbinei por isso com o Dr. cnefe de polici*
que nao deve-las-hia permittir, sabeodo alias com
boiis fu'ndanientus que os seas piomolores seriam
os meimos do dia li. porque osinteressades pro-
priamente Has qne'stdea relgiosas se abstiveram
de toda e qual juer manifesiaQao, das t aqnelle
dia, para nao dosmoralisarem a causa que, r>-pu-
tando boa, defendiam.
IV
Senhor No dia 13 de- maioppatenorao dos cri-
minosos attentados quo fleam expostos, manifes-
tou-me o deao vorbalmente que lamentwa aquelles
acontecimeulos.
Declarer lire en tao que estava disposto a'nao
cons.-mir em novas reunioes, desde que os referi'
dos facto* haviam tido lugar, nao obstante se aeha
rem presentes a reuni;"io" de li os chefes do par-
ti lo liberal e pessoas mais gradas do mesmo parti-
do, do qual os destacanrm as cabe^as das desor
dens e aatores dos crmieVdommrttidos, e sem du-
vida alguma providenciaria para qae fosse disper
sulu qualquer ajnntamento convoc^Uo, apoiaiwo-
mo nesse pensamento o mesmo de^o, seguolo a
opiniao' do qual ea nao devia hesifar no tmprego
de tal expedionte.
Nao houve, portanto, sorpreza nas medidas dis-
posta? e execuiadas ua dispersao da renn ao do
Id,1 iiiosendo-crivel qtiee do*o deixasse de infor
mar do resullado da coo aos seas amigos pilltfeos, entre os qaaee tiguraitf
os bachareis Jose Marianno o Corte Real, auRirei
ostensivos da reuniao do referido dia.
No dia 13, ainda outros factos occorreram, que
nao podiani deixar do provi-nir a autoridade.
O cmsul de Franca, tambeni em e migo revelou me os receins que Ihe iwpifava a re-
prodnc^ao piovavol do scena-< semelhanies as do
dia I*, qne-podiam ter lugar contra compatriotas
sua3, irmas de caridado, empregadas no nonegi
de edacac.io- de'. FrHBCisco do Paula e outros s-
rabeleciment'H plos, redamando provideitciaa m
ordem a garaniir 0 sen pesseal c propriedade.
No mas. 111 du, voio a palacio 0 >ubdilo portu-
guez Uamin^os Forreira das Nevus Guimara-s, d.-
clararme qUp (iv.-ra aviso de um piano doas-al-
to a sualypograohiji por so haver netla impriraido
dfproprielade havia ella garanlidu.
cr csse'fecto reconheefdo e sabido geralraente, e
bqiE pdde er tesieraunnado, se preciso for* por
peisoas acima de' toda excepcao.
Va mesma denuncia e najiarte ja citada que
deram os referidos bachareis ao directorio liberal,
sejneontra, embora desvirtuada a seu gosto, a con
linnagao do qua acab > da albigar.
ii os deounciant;s poderam atprmar com estuda-
dae fingida ranocencra e simplioidade, que a reu-
niio de 16 era hcita, seus tins legaes e lionestot,
eque as autoridados deveriam cruzar os braQos e
Bpetgf qao, aaginentando oajunUmento, chogas
aim elles aos sous tins I
Aqui teat lugar naturalmente 0 c'xaine di scgun-
dn que-tao que acima aventei.
Nmgucm dc boa (6 ousara negar qae tal reuniao
era ilbctta.
Os preceijentps da. anterior ( li ) llns ainda
inais criminosos c attontatorios da ordem da auto-
ridade publica, os seus cxaltadps proraotores que
haviam represeatad 1 0 primeiro papel naquelle
dia, tudo isso serfy bastante para caracterisar essa
reuniao, quand 1 n^lla so nao oouvesse ainda ex
ternado 0 seu ^cjj&mont0 e tristes intuitos.
0 direito de reuniao torn 0 seu liinite no art.
283 do cidigo criminal que 0 julga illieitt) quan-
*) se rennem tres ou mais pessoas com a inten-
rem algum delicto, ou para privarora illegalmenle
a alguem do gozo ou exercicio de algum direito
ott dever. d "
No? artigos soguiates 0 codigo sujeila os auto-
rr< desc criime.a.disoorsao e acertas penas, tor.
tiaa.lo facaltativa a custodia dos cabegas.
0 art. 1'2 doco.digo,! citado na denuncia para
fuadamentar 0 direito de reuniao a que os denun-
ciantes dao 0 elasterio da desordem e do crime,
exreptua do caracter sedicioso 0 ajuntamento dj
povo desanmiocm ordem, pa-a 0 fim dc represen-
tar as tyjuqtlcas e vex:fflts e 0 mjo praxdiounlo
dos ompregados publicos.
Nao se iratando de taes actos de empregadas
pablibiis, 0. rtigo citadu da lei criminal nao podia
er invocado pela doqua<'-ia pan a questao, mes-
Jio porqao nao fuqdamenta a supposta' legalidade
j) procedimeotj dos autpres da reuaiao do 16.
Ao contrario, se se. pode tirar dessa disposiga-i
uma illicao logjca e natural, 6 que sc 0 movimen-
to de 16 constituip sedicio ou tentativa della, os
seus antores nao se poderiam valer da excepcao
du art. H2 do codigo..
0 niA-imento do dia 16 era suspe|to fundada-
muato do sedicioso, porque os seas au[ores e apa-
nigaad is eip numero crescido, eram 01 do dia li,
que com facas, caceles e pudras praUcaram os
crimes descriplos e coijslatados p^los corpos dedo-
lic.tpsJ juntos por copia sob n. i.
0 numero superior a viuje pessoas e o trazer
ar.mas sao requisitos da sedi;ao< prevista no art
111 do codigo.
0 outro requisite vd-se na annullai.ao do acto
que Ijueamentc pretaodiam os autores da reumiio
com a expubsao doa jesuitas, cuja seguraaga em
$u:i eslada nesta capital eu havia garantido por
act) expressa ( docuinonto n. 7.)
E vistii portanto, que pruouraiiJo jusaficar-se e
PW -enindo a defeza do seus atos, os deauncian-
tes reconhecem a natureza do ajuotameuto de 16.
abrigando se ao artigo 112 citado, que oao Ihes
apruveita, como excepcao pir nao so tratar de
injusticas e voxa^oes ou mao pr.)codiiu mtj do em-
pregados publicos, e nao estar provado que se
achasscm elles desaimados. sendo certo qae mui-
tos tinham cajjetes e quica puohaes c rewolvores,
e toda virte do pi-ojectis havia sido empregada na
reuaiao auien'or.
Ersingular, entretanto, qua inverlendo as po-
sifOM e adulterando os factos, aproveitem os de-
nunciantes os eleraentos de sua criminalidado para
basear a accusacao contra aq lello que cumprio u
seu dever, preveninda 0 crime I
Sonlv>r I Vussa Magestado Imperial vora da
parte do.Dr. caefe de policia ( documentos n. 8 e
0) 0 do quo declarou 0 bacharel I'odro da Albu-
querque Autran. eutao delegado da capita) (docu-
mento n. tO) qne ambas essas autofidaaes se
achavam na reuniao e tentaado por meios suaso-
rios e pacificus dissolver o ajuutameiUo, viram
seus^si'orcos baldadus, redamandc 0 caso 0 em-
prego de meias mais energicos.
Cohtinuan lo os cabeijas do grupo a atirar pun-
g*nte e affr-JOiosos epithetos ao. general, e a con
citar os desordoiros para nao disper.-ar e repellir
a L.rca cim quaesquer aroyts, foram retirados da
varanda do th>atro, sera que me coiista ter havido
mais do que duas ou Iras osaaldeira las no? sobre-
dito? bachareis, as quaes toe produziram levissi-
ma cmtusoos, tautq que, p,ucas horas depqis,
ceulinuavam elles a discursar aos que os acompa-
unavam e aos traiisountes em outros poatos da
jidado.
Senhor I Sao puramente phantasticos os feri-
meutos, violeneias e morles do quo tralam os de-
nunciantes, fazendo a um tempo echo de suas
pai.xoos e da exageracao das gazetas partidaiias,
Os donunciaotes nao podem aprescntar a esse
r^speilo uma so prova.
Em contrario existem as vistorias feitas no Gym-
r'o Dramatico e no Estaininet da rua do Impera-
(documento iull J, as paries da pobcia e
ksiemunaa; dos quo preseneiaram 0 quanto oc-
darrrM.,-
. Nao consta do obHuario 0 esmagamento imagi-
nai'io de qne trata a denuncia, e nem os donnn-
coalites, citam 0 uome ou a 0 men os signaes do
morLo.
, A denuueia nao junta vistorias feitas nossuppos
tos feridos, e isso seria facilimo se tivessem havido
ferimentos
.Seubura juiz deixari* da cumprir o seu dever,
so ihe fosse roquen do um desses actos.
I A prova inconcussa de que nao houve violon-
oias, a HH ellas Ho tao iinaginanas como as see-
nas da horror, piatadas pelos denunciantes, e qua
0 insuspeito Sr. barao do Villa Bella, como decla-
rou em uma carta publicada nessa rdrtp, passando
ipelo campo das 1'riucezas (lugar da reuniao),
puueos inrtantes depds do facto, nada notou ou
via que indicasse ter havido o que dizem os de
nuqeiantes I
. Senhor I Outi0 indicio de qua. a reuniao tinha
fins criiniuosos se deduz do facto de haver 0 ba-
cnarel Cdrte Real levauo comsigo, como declarou
pela imprensa, sua patente de official honorario do
exercito, 0 que niostra ter querido elle valer se
de sous privilegios, se porventura tivessc de sor
preso '
A' vista do oxpostot sephor, 0 que Dip curapria
fazer senao providenciar para que se nao repetis-
' fm*-ezm*vlfla a fJr.;a, em tm*\9e>, i
lilllcil Ser contida, e pel >s-jxoojSos que uma ou
outra praea possa tor cftiiioV-ttiilo, 0 ifue ba &insm,uiiitaez pr hav*r luta travada entre-ellas c
as dosocdeiros, ii.io. pisso ser cousiderado, nem
iniralinont-, responsavol pela oxecugio das provi-
dencias legaes, que dei, ten loutes a manutenir a
ordem e tranquillidade publica, e impeoir a repo-' dade.
*^WtTs *pdfei)|,^(reid haviamd*>
a 4wntHHM
mMjgu>.'z/'sMieM-^!nWb9e^vime 0 om.
iia am
Nao devo auU>risar ckuo aab siloacio que a
iiioatira tnuitas vezes repetida sa convarta era vet
ticao das criaiiOMsas e ieaagradavats scenas do
dia li.
Conbeeeado 0 prestigio do general coamaodan-
te das annas pelo qne liavia conseguido no dia li,
pc dos policiaes e qae igualinente empregando meios
biandos e convenientes, visse sa conseguia a dis-
persao do ajuntameuto, sd fazeado uso da forcaj
esgotados os meios paciflco*, u qae repeti da va-
randa do palacio qnando se acaava elle ja a ca-
vallo, a foi testemunbado por grande numero de
pessoas.
Alem do general aenbuma outra autoridade
acbava-.-e enUo em palacio, com excepcao dos
Drs. procorador de eapellas e promoter publico,
]ue por certo nao eram compcteiites napa amiliaj gocio ha tres raezes a um djs soahorea pralieo*.
as autondades policiaes.
A qualquer destas sem duvida incumbia a at-
tribuicao de dispersar 0 ajuutamenlo, desde que
Sassando ella expressamento para ditas autorida-
e3 ex vi do art. 4* 3* e art. S" da lei de 3 de
dezerabro de 1811, cessou o Jispositivo dos arts.
289 e seguintes do codigo criminal na parte que
se refere aos juizes da paz.
Na forma do codigo do processo criminal as au-
toridadas policiaes, sem outras formahdades que
nao sao exigiveis por essenciaes, dando a conne-
cer o seu caracter, podiam no caso inlimar a dis-
persao do grupo ad iustar do qua sa pratica com
a prisao daquelles que e*tao commetlendo algum
delicto, ou vao fugindo pcrseguidos pelo clamor
publico. (Codigo do processo criminal art i31.)
E' fora de toda duvida que as prescripcoes da
nossa loi criminal estao, quando se refere a for
mulas, subordinadas ao systema do codigo do pro-
cesso e leis que 0 alteraram.
A denuncia me aeeu-.a a um tempo nor nao ter
providenciado no dia li, 0 por to To feito no
dia 16 I
E' certo, porem, que em ajlhw as emergeacia^
eumpri o meu dever, com. a differen^a qua no dia
li, as providencias por mim dfspostas nao pode-
ram ser inteiramente executadas.
Onde, porem, esta a minha culpa uos factos
dessas dias, e em que provas bases-se a denuncia
para attribuir-me 0 crime prcvisto no art. 129 2"
do codigo ou es dos arts, lii e 143 ?
J. mustroi a legalidade dos meus actos, e as
vioieucias sao puramente imagiaarias.
Senhor I E' notavel quo soja eu accusado por
muitos dauuelles que em outras o-casiSes e em
circumstaracias injustificaveis, tem aconselhado ou
mandado empregar a for;a para dissolver ajunla-
mMntos sem o: precodentes do dia 16, c qae os
copartecipantes physica ou morahnente de ties
factos me aecuscm. servialo uns do denunciantes
e outros do testemunbas.
Essas testemunhas.faltas dc idoneid.ide merecem
tanta fe em juizo, como o; documentos graciosos
oxhibidos na deauncia.e 03 factos alterados e des-
titaidos de provas.
Testemunhas Hliadas ao club denunciante do
que 6 terceiro vice presidente 0 bacharel Joe Ma-
rianno, um dos prouiolores da reuniao de 16, e
principal autor dos tristes acontneimentos do dia
li, e denunciantes cego' pela paixao partidaria e
polo despeit do raallogro dos pianos do dia 16,
engendram essa denuncia que esta nrejulgada.
Seniior I Se por cumprir rigorosamenta 0 meu
dever podesse ser considerado culpado, os disco-
los ficanam de mel >or partido ; a autoridade se-
ria gravemente compromettida, a ordem e a tr?n-
quiilidade publica ; e ameacidas ostariam a cada-
passo as nossas inftilukoes.
Julgo, senhor, ter demonstrado :
Haver providenciado aeerca dos aeontecimentos
do 11, conseguindo prcveuir ouiros attentados
alom Jos commettidos e rcS.Jtalos ainda mais. fu-
nostos.
Haver procedido legalmento, maniando disper-
sar a reuniao de 16, fuadadamenio sodiciosa :
lendo procedido na forma das leis no emprego de
meios energicos indispensa-veis-
Ter praticado esses actos a bem da paz e or-
dem publica seriaracate abaladas.
Napoder ser nem racrao moralmente respon-
savel pela execucao de ordens minhas, ainda quaa -
do houvesso excesso da parte des executures.
Por tudo isso e de esperar que Vossa Magesla
de Imperial julgue improcedente semel.'nnte de
nuncia, insuosutenta pr seus falsos fundamen-
tos, e mntivada nao no interesse publico, mas ten-
do em vista fins divecsos, qe certamente nao es-
caparao a Vossa Magestade Imperial, de cuja alia
sabedoria e iutegridada indclectivid espera 0 de-
nunciado justica.
G presidente,
Henrique Pereira de Lncena.
Em li dc agoslo de 1873.
Ojornal Pnntncii tntfs daaaia vez tem asso
verado quo como emissario do Exm. Sr. presiden
le da provinwa Henrique Pereira de Lucena faf
lasse ea coiaos senbores praueo< da barra a re
peito de um donativo de 3aB0ee*00 para o pr v
jectado asyl 1 de alienados, para qae elles por ejr
meio podessem older do go ver no imperial o dele-
feriraen 0 da uma preteBeao saa.
Considerando de suatma aliUhlade a fuodacao
de tao imp irlante cstaaalocimeafa), pois quetra-
tar de infolizas alienados nao a encerra ks en>
uma possilga e cnnderanalos a horriveismartyrios.
0 nao sendo indifTerenle a muito menos ad verso a
tudo que diz respt-ilo a prospe< idade e engraade-
cimentu desta terra, lembrei me de f>ll.r n-s-e oc
^istiCACots a ppaiDc
gmsa, a aaur-se m>WflMfitk-*Stef^urkirei d
pastoral do bispo 80 .'ora, soDro a ma..ouaria, of-
iiciando-me nrtSlia 6'o c nsol do Portugal sobre
10 mesmo assumptu, esolicitandd-meodcuundasse
tomar pur tenno p^rlnte quem de direjto fii^se o
protesto qae fazia c sobredito seu compatriot*
um opusculodo Dr.-6dla.n sobre a qnestao reli- Uul,a ft -Bs.acuolei'imontos da 14, jjue-nio. poje
' V-m ser ob>tados 7 M ""
Seguado as participates que recebi e as intor-
ihacSes que pude coiner aeerca dos factos que.se
pa.-savam a distancia, nao periniUindo a vozena
qop s>- uiivisse o q e se fillava, e certo qae pet
igeperal foi. igualinente intipiada a dispi-rsao, e sc
de
!,jMtt direjto fiucametitos ns
dis, itiieUoe a
datuiirar.
.111 essa, q
vscedaa que
;ie sa nao fez
asiluaoao da questao.
ex inforntotu cons-
las a jurar iso mesmo >o (.* necessari 1.
I Os Drs. chef-^ do policia e di-legado lespeetivo^
prasente* a r-euniao, foram illudidos ( doc. n. 3),
do ntbdo qoa quando chegaram, aos pontos atica-
dos, \s. os autores dos attentados se bavum reli
radu en. direccao ao palacio episcopd a collegio
de SanU DirittbQa, reslauJo apenas guardar des
zrocos a impeiir a entrada de curiosos, e quica de
novos (toxirdeiros.
Sendo nlHci6nte para isso simples piqUetes, 0
general cnmuiandante das annas, de combinacao
com 0 chefe de policia, fez regressar para 0 quar
.para, garantia
:'re 3).
Reclamaeao quasi idintica meappesenlop-opro"
jprietariri do- Diarto di?Pernatfburo ,pedindo'J qne
ao menos Ihe maaVfesse fornw^T armamcjito/j-raf.-j
tuxame para y.ender 0 s^u importanfe e.-tanejle-
eimento, qupfeceiava fosse tanfliem assallado*
.De^Sesyjetos aimlh se collrgc os inthitos dos-
,a;untam*itos ent.io receiados eaimberiosa e ip-,
IdecliuaveTflscessidade de ohsu-losou dissolvelo?,
nspejittdo!
j4a'-for's;a.
' E' iuexs
pertenccntes aoparU'lo^da oposifao, estao prow>i'ton da tranjiiiRtiaiJepubrii'a e seguranca radl-
'vidiiiil e d-vpropriedade ameacadas.
a.rauruao, ura pio,uem de.cavallaria dc quatorze
. racas, que po.-tuu se ao lada direito do palacio
Haoresid- ncia, unica forca que foi empregada.
u g- neral qfle estava em .palacio ,sahi apenas
No dh Id, as tres e raeia a tarde, chi'gbu aoteeorapaiihado do suas ordenancas a do um cl.-rim,
;meu conbowaieato que se estavam pregamlb car te so dejoi-1 das intimacies legaes, como disse,
depois ,do preenchtdas essas. tormalidades pela
^atjricrades policiaes, 0 send> estas e aqpelli des-
' spei'iados c insultadbs, foi resolHldb 0 emprego
exacto, senhor, qne essa forca tivesse eta-
ido de mboscada. Logo que 0 grup' sc juntou
in f rente do theatro e 0 bacharel Jose Marian no co-
niegou a urar, sahio do a^uartel, lazes pelas csquinas, annunciando nma renniao
para a mesma tarde, sem declara.ao do fim a
iqne era destinada. e qnaes os sens autores.
Conliado na<..auto idades policiaes, ja pretoni-
das, axnardei Wi ao-ntecimentos.
Entre as 4 e IS tioras da tarde, viam se sign mas
pessoas, umas paaseiandu e outras sentaoas no
jardim do Cauipn das Pfincezas, que defronu onm
0 palacio da presidencia, sem que pelo sitioem qne
mandiin elle dar 0 tome de avancada.
0 niquete marohando a freate fez alto a di-tan-
cla do grupo, e w5 depois foi que carregou, nao
e seri'indo das espadas.
Imimado o grupo, cortio foi, uhJos que n cornpu-
nbam liversm espaco .-ufflriente de tempo para ie-
tirar-e, como a niali-r parte procedeu.
Outros nao 0 quizeiam' e somente a si devem
impntar os resuliados de tamanaa impiudencia.
L
L
aw
Pro ten (os.
.N6s, abaixo issigna los, lioutires em me-
ilieina, ailiurimos por cspotitanea vontade
as ilenuiicias, dadas por alguns llluslres col-
legas, contra A. Masar6 e li. Diminguoz,
aceitando toda a ro.sponsabiltdado moral e
legal nos referidos processo.
llocifa, 13 do nuvembro de 1873.
Dr. Jose d Miranda Gun,'/.
i>r. Francisco Jacintho P. da Motta.
Dr. Daniel King, molico pela faculdado
de Edimburgo e do imperio.
Dr. hrmiro Coutinlio (com restriccSo
quanto d classitina^ao dos delicfos.)
Dr. Joao Maria So-'o.
Dr Muriilo Meudos Vianna.
Dr. GnWierme Negeli.
Antonio Bruno da Silva Main.
Dr. Eruoslo Feiiciano da Silva Tavares.
Dr. Francisco. B-rge3 d<; Barros.
Dr. Luiz Jose Correa de Si.
Roconheco as onze firmrtsupra.
Recife, 19 de novembro de 1873. Em
testemunho da verdade. Manoei Camiilo
Pires Falcdo, tabelliao publico inteoino.
0 Dr. Cosmo de Si Pereira assignara
qualquer representa^ao, na qual 60 mostre
que o medico eocarregado da saiidc publica,
o presidente da provincia, o uheie de p 'licia,
0 promotar publico, infringiram uma lei
oxpr-ssa d > paiz, na qual se declara ser esi
preisamente prohWdo 0 exercicio da m&-
dicina, som autorisajSo pel > poder compe-
tente 0 couseotin lo o exercicio medico il-
legal dos Sis. Masoor6 e Dominguez.
Recife, 10 de navombro de 1873.
Dr. Sd Pereira.
Sttbscrevo 0 qt|p diz e pensa o collega su-
pra assignado, ostendendo-so as mesmas.rae
didas a to los aquelles que usliverera nas
mesmas coubcoos dos dous hospanhoas.
Recife, 16 de novembro de 1873.
J)r. Miguel J. de Casiro Mascarenhas:
, 'Subscrevo.Rfccifr, 17 de novembro de
1873.
Dr. Percvrade Brito.
Reconheco as tres firms? supra Refcife,
d9 de novembro do 1873. Em testemu-
nho de verdade, Man el C'imillo Piru Fal-
cdo, taboiliao publco intenno.
Augusto Trajano de Hfrimnd* Chacan,
{iloutor em mudicina pela faculda'de da Hidi
d*J Janeiro, protesla ;
1." Contra u exercicio illicito e iliegai
da medicina pnlos Sra; DnmiHguez e Mas-
caro, por nao terem previaiuente satisfeilo
"S exigencias legaes, pnovaado porairto as
faculdades de medicina dov imperio ns sues
habilitacefa medicas.
2. Contra as autoridades compolenles,'
quo nao teem punilo a infraccdo da lei
polos mesmos Ms. Dominguez e Mascar6.
Recife, 16 de novembro de 1873. -Dr.
Auuusto Trajano ae HoUanda Cluicon.
iVeonndcn a lirma supr*. Recife, ldd
novouibro do 1873. Em test*mutlin da
verdade, Manoei Camiilo Pires Fak&o,
libolliao publico interiao.
sem que nunca disso uw houvesso incumbido ft
Exm. Sr. presidente.
Nao 6 verdade, portanto quo S Exc. me soKct-
tasse cousa alyuma a Ul respailo e manes 00 hon-
Vesse encarregado do tratar de semelhante ne-
gocio.
Se houve crime nesse pedido sobw mim somen-
te deve reeahir a puui^ao : 0 men intent* 6 ver
realisado um inelhoramenlo de tio grande quilalc.
contra 0 qual se levanlaui seutimeutos qua nao-pa-
recem nascer de ceracoes que devem am*r~awr
que os vio nascer-e-desejar o s? niaandeei-
mento.
>ada um 6 juiz de sna conscipnria. Esjlero em
Dens quo contra lao sublime idea nao prevafec<>
rao 0 capricho da fazer opposipao, ainda mesm-
as ci usas que so indicam patriotism).
Continue a Procincut a dizer 0 que qaizcr'e fa-
zer de mini 0 juizo qua entender coria.de uug.na'
me desviara do proposito em que e.-lou derazer 1
que em minha forca couber a favor dos nwlbora -
mentos desta provincia, em que nio nasci eu, in..
nasceram meus filhos, a quem a mo inais" quo
mim mesmo.
Recife, 19 de novembro de 1873.
Dr. Pedro ile Athnyde Lobo Hcscesd.
Em atteucao ao publico venho decrarar, quE, no
communicado publk-ado com a assigna ura Id c.i
genheiro do segundo districto das obras publjcas ic
18 do corrente. a asseveracad d'aqnelle funccion.%
rio sobr'estnrem paraltpados os trab-.ttlus aestr*
di de Una 6 menus verdadeira. 0 dcleixq, a in
curia criminosa do funccionario e tal, que nemsa-
be quaes as obras em audament >-no districto, qV
dirige. A cousa explica se : d qne para aqnetk
lado nao ha demarcates, nem vistoria*.
Quanto aoque as^igna sobre arranjos no ajuij-
lairento de pedras a estrada de Muribeca, nin-
guem, mesmo os que me nao canhecem, ppderf.
3dmittir, que no estado de minhas relacdes co:;
aqnella gente. fosse eu tao nescio, qne buscssM
fazer furnns para augmentar 0 volume de rk-
dras.
Recife, 19 de novembro de 1873.
Anhnio Victor de Sa Bar ret 0
__^__
-Hove auuos do continuadjav
toriuontos.
Jose Vicencio, fiiho de Juan ViceaciOj. da Pa*-
bla, depois de haver soffrido incaicolaveis sorman-
tos pelo ospac 1 de 9 aunos, loi radicdnionle eur.>
do d'uma escrofula maligna d'entro de pouoiH ax-
7es, com este eliKit precioso da vida e antidoiu v
resistivel, do voneuo do sangue, a salsaparrilha di
Bristol. A moleslia qua havia pi ineioiauo da junta
do ealeanhar, chegou a subir ale os olhos Os bm-
dicos to los diziam que era uma temendada o sup-
por-se, quo itouvesse remedio algum capacdasal-
varodoente. E com tudo, esse horrivol caso-de
escrofula hereditaria succumbio ante o grande es-
pecifieo vegetal. A caria do pai do joven ao Br>
Bristol, e um dos dommentos mais notaveia our
jauiais sa clugou a publioar. E esta nao, b mais
do que uma unica prova entre as mil ares della-
que acreditam que neuhuma molostia exixrna- -t-
maligna, quer exisla na polio, quer nas glauduia--
na carne 011 nos musculoa, pode resistit as salutu
feras e maravilh as virtudes desta preparaotaac-
comparavel evivificadora
In W nma enfermidadc nascida a croaJa peJo lu>
da civilisacao Kllas constituem a penalidadc im-
posta pela natnreza em eonsequencia da ddmsiada
indulgencia. As regras para o tratametifo de>fe
molnstia sao simples, e sa-> applieaveii |>ara todw
os cases. Coti-erve se 0 venire hvre. renove-se 0
torn e vigor perdido do cstomago, e regnM-se a ac-
cao do tigadn,e assim terse ha conseguido aenra
Porem agora seguem-se as perguntas anciosas do
enfermo : Como e de que mode pode isso- ser fei-
to? Onde existe ou podera se achar uma medi-
cina possuidora d'uma virtu Je e lorca investiaan-
te, fortalecente e comvtiva sobre estes orgaos t
A resposU achar-~e-ha nos seguintes attestadt*
diviilgados pelos nossos medicos os mais revpeiti
veis. 0 Dr. Wells, de Nova York, drz : ttenhb h*.
mais de 18 mezes a esta parte feito cons tanta ust*
das pilulas assucaradas de Bristol, como nm alpy-
rativo e tonico, e as considero como 0 remedies
mais efflcaz e certo quo temos para eombater a.
dyspepsia, indigest o, e assim como para tada- as
desorden* e desmanchos do e>tomago, llgado e in-
testinos. 0 0 Dr. L Mills, de Nova Y< EliasMott.de Brookhn, o Dr. Parker Nelson, d>
Philadelphia, fazem meocao honrnsa das mesmas
e as recomniendain com igual aline 1. As piloi..-
acham-se metttdas dentro do vidrinhos da* erjstai.
e pr isso se conservarao perfeitas em lodvis os eh-
mas. Em todos os caxis de 1 npurcas do sangu.
a salsaparrilha de Bristol, devo-se o*ar conjancts-
mente com as pilulas.
A pnblico.
Constando no abaixo assignado quo al-
guem se tem incumbido de espalbar que 1
Ueo encarregado da feata, do correrrtf
mnn, de N. S. dos Navegantos; apresss-'se
e mesmo abaixo assignado em declarer qyt>
q isto inleirameute lalso, visto como nada t<- >
elle e nem quer ter corn a dita ft8ta.
Recife, 17 do novembro de 18 3.
Balthazar Jose dos He is.
Para todos.
A casa mortuaria de Paula &- Mafra eoh-
tinria a bem servir ao publico, era quanto*
Sous proprietaries u sSo deferidos nd To-,
curo que interpdom ao cousellio d'estaciv
contra 0 monopoUo eoncedido a outrem, ou1
so a contento iudemnisados pelos monopo-
ljStas. E para que ninguem se iltuda a res-
peito, scientiticam ao respeitavel publico qw
-se a eh am providos do material necessao *
dom carros novos.
C0MMEBC1B,
: COMPANHIA ALLIANC4
seguros maritimos e terre.1*
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,t)(:0(HWP000.
foma seguro de mercadorias e diDbfilro r
ico maritimo em navio de velae vaaoret.
para dentro e fdra do Uaaerio, assim aeaaw
jontra fogo soDre predios, geoefb* *fcM
rondas. ''
Ageote: Joaquim JoscG-oiigalveBekra^-
ua uoCommercio n. 5, l*-aniar.
; SEGUROS
iiiniTiims .
QSHf
CONTRA OFOOO
A oomjianhia In lemnisadora, estafeelec* juesta praga, tomu segurua marhimos <*>*
bavins v seiis carregamentos e corftra fem edificios, mercadorias e mobHia*:
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.-
____
J
aaaaaa




Capital.
/undo
NORTHERN
.... 2o,ov*>W>*
de reserva. 8,000:000^001
Agvntat,
/JJ Milklaiham&C.
RUA DA CRUZ N. 38.
- COMPANHIA
Pheuix Pernarnbucana.
Coma riscos rnaritimos em mercadorias,
avtes, dinheiro a risco o linalmente de qual-
quer naturoza, em vapores, oavios a vela oo
forcacas, i pretnios mtiito rnodicos.
RUA DO COMMKRCIO 8. 34.

Sejpro coiilra-logo
*HK LIVERPOOL & LONDON & GLOr
IWSURaNCE company
V'.IA>A
IX) RECIFE 19 DE NOVEMBRO
I 2HOOAS DA TARDH.
('o^c*^ afiflciaea.
Mubo-do rfciHodpfclVOOporalqueire, hontam.
<*uitl)io sobre Londres a 90 d|V. 25 3i*> d.
per 14, do banco, hontem.
-'."arabio-sobre Lisboa a 90 d|v. 10" 0|0de premio,
aontcm.
I a i Qunoarcq
Presidente.
L">a! .-eve
iecretaru>.
U.FANDKCA
wodii".:;;<> do dia 1 a 18.
* 4iiiSli970
673:90Uo;8
sahidos no mesmo dia.
Patacho Jbrasileiro Probidnde, ca
Lucas de Mattos, carga assucar
e'n*iue^aroi.
Canal -PaUcho hollandez Luiza & Mar/a, capilio
'"vkik, carga assucar. t I
flWUfr
Consulado provincial.
Atiiase aberlo por 30 dia- ntei-, acrnUar do
hoje, o recebimento dos apparelhos e annuidades
pelo sandco da companhia Recife Drainage, cor-
resp.md-nte ao trimestre que lln-lou em 31 d-
dezembro do 1872, Undo o .pie ticarao oseontri-
buintos obrigados a malta de C por cento: sao por
tan to chamados o;ra lal flm-os proprietaries das
casas Das seguintes mas : Rua do Imperador,
Cadeia Nova, travessa de R. Jose, Asaumpvad. No-
guoira, Livramenlo, Martilin Dias, Santa Cecilia,
S. Francisco, Largo da Ribeir'a, Santa Rita, Padre
Nobrega, Passo da Batria, Dias Cardoso, Travessa
do Cahkirelro, Vidal de Negreiros, Travessa do
Marisco, Pescadores, Doiningos Theotonio, Antonio
Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
Largo do Forte, Coronel Suassuna, Lomas Valen-
Unas, Padre Floriano, Marquee dot Hervaj, Saeta
Thproj;aj TVavqsaa da. Matrix deSahm Aittoqio, Caes
Vjnte a Qoua de tyyejnbro, Pnmeifo de S*i>;q,
ue de Caxias, Larangeiras, Pas,Nova do Sa ta
Travessa das Flores, Becco do Lima, Luu do
"Ca> V-UecoB do^esceiUe, Iraagriai,Diqu>-,
S. Jjn, Trajessa da .onerdiaj Trawsja do P.ici-
nbo. Largo daCmcirdia, Ossus. Becco'-do Fa'cao,
I'enha, Largo da Penha, 1. becco da Camboa,
Largo do Carmo.'Travessa do CalJehviro, Largo
de s. Pedro, Viracao. Travessa de S. Pedro, Tra-
vessa da Virago, Praca do Pedro II, Travessa do
S HRxoto, Chris lovao Cdombo, Becco da Bomba,
Travessai do Canno^Travessa das Flores, EsUeita
do Itosario, Travesaa das Crazes, Travessa do
Queimado, Camboa do Carmo, -Malhias de Albu-
querque, Triocheiras, Barao da Victoria, Cabuga,
Sinto An:aro, C^alabouco, Becco do Cajii, rua do
l>*earrebMm hje 20 de noyeinbnj__
?larca (ra,ncj-za. Fed-iHtc mcrcadorias para al-
bndVga.
3arca rHmuidl:za-A'/Mi6rfA-(alracada) merca-
rtcria? para a I fan l.'pi.
K*c#aaipgezi -Mwie l.izz'w. bacalhioja 4es-
paohado para o trapich.e Cohceijao.
flarca inglza iletlfv bacalhioja despaehado'
pjra o trapirho Conceirao.
Sripne jK'i'! aguez hgeiro III pe>lras de ean-
paria pira o trapiolio Couceicao, para
-Jtsoachar.
Lugar iniilcz Coiucanra Wilson carvao ja
dcstiachado para o 2" poato.
4Iiate aiiir.sauo -NegicUa -kerosene para o caes
A' Apollo
ftrigiie YioLaaAeiWereldurger farinha ja des
pactiada para o caes do Apollo.
?a(ior pflrtaguez -Julio Diniz vinbos para de-
pcsito ms trapiches Cnnha e Barbosa.
Lugar^-jrglei Lcandti' bacalhao ja de?pachalo
pnra o trapiclie Concejc^o.
Iiiiportacilo.
ttare4 lr.tnceza Jeanne d'Arc, entrada de CardiiT,
n 18 do corrente o couslgnada a Wilson Rovre
i C, toanii'osum :
Carvao de pedra 39i aos onsignalarios.
OKSPA^HCW Ori BXPOBTA,10 NO DIA 18 DE
NUVEMHR.0 DE' 1873.
Para os porlos do exterior.
Na b rca ingleza Belli, para Liverpool, car-
n-garam ii. NeeMI 4 C. 7't (ante cum 11,982
*dos de altfodao c 53 ditos com 10,823 ditos de
Jit0-
No vapor inglez Lalande, para Liverpool,
^arregaruM : J. Pater & C. 903 saecas coin iS,i!8
1|2 Kilos dj algodao.
No lusar iuglez Retiree, para o Canal, carre
flraiO : J- Pater & C. I, 00 saccos corn 715,000
frilos'fle ;mucar mascavado.
Na b.irca portugu-'za Gratidao, para Lisboa,
irregou : A. Corrcia 6-<2 oooros salgados com
J.827 kilos.
Para ox porlos do interior-
Para o Rio Grande do Sul, no navio national
-.' niivj, caiTegaw.in : Amorim Inna is \ C. 2"><
?}arrieas co n 27.32i l|2 kilos de assucar branco e
73 ditas com 8,.!8 1[2 ditos de dito mascavado,
Para o Aracatv, n> navip national Graciosa,
.trregou : J. P. S. fta>ti)i 1 barrica com !) > kilos
de assucr.r reflnado e \ volumes com 330 ditos do
dilo branco.
Para o Natal, na bareaea Siluim, carrega-
ram : Eia!?a & lloeha i volumes com 23 kilos de
d(W o 1 barril com i8 lltroa de aleool.
Para o Natal, na bar.uea Jo'u Vulle, carro
;ram : P. P. Id Faria I barrica com GO kilos de
issuear re inado. Para Mossoro, A. G. da Cunha
-iilva S diu,s com 283 ditos do dito. Para Macao,
rnanJrs & Irmao 3sacco3 com 37 j ditos de dito
branco.
Para Macao, na barcaoa Aijite, carregaram :
t'aria A Filh> 19 cascos com 2,6i0 litros de
agnardeuto ; A. da Silva Campos o barris com
4SO ditos ce niol Para Mossoro, A. da S. Campos
1 ditos con 180 dito> de dito.
Para a Villa da Penha, na bareaea Uniiio,
earrcgou : B F. Guimaraes 2 barrfcas com i:jo
:JciJosdH i stiear branco.
Para vlagnas, na bareaea Venezn, carrega-
-rata : Algwz & C irvalho I volume coin 1G litros
-le aguardente.
- Do ordcia lo Ulin..Sr.inftprtor ,d| thesou
rpria de fazenda desta pra*nea ?e ixt publico
para conhecimeaio dos.intewjsados, qae o tribu-:
nal do tnesouro autonsou o paganjento de dltidas
de exercicios, \-w# rjfiin$ s^oju jcguin'es
Clariud) Jose So*res 171'
Cajii, S. Bom Jesus, Patos, Becco-Tapado'do Ma- Fraoeisco Gomes da Sika
ni-**i-aiai *ri. Exp.>stos. Largo do Rosario, Travessa da Ou- *>se ^arques de Moraes
* floor, fcda, Travessa da Rua Bella, Becco do
Ciume, Hha do Carvallio, Joao do Rago, o Santa
Izabel."
Cou&ulado provincial,. 3 de novetnbro de 1873.
0 administrador,
Antonio Carneiro Mnchado Rlos.
Edital n. 95
Pela inspectoria da alfau-iega se faz publico.
que achandoseas nercadorias abaixo declaradas,
no caso de ssrem arremaUdas bafa eonsum i, ps
seus donos ou consignatarios dererao despatiia-
las no prazo de trinta dias, .sob pena de Undo ello,
serem vendidas por aa conta, sem que Ihes fique
competindo allegar contra os effoitos de^ta vcnila.
Armazem n. 3.
Uma peea de flanella de cOres.
Uma dita de tecido de linho.
Uma dita do algodao crd lio.
Um.pauao de crochet para encoflo de cadei-
ras.
Alfandeca de Pernambuco, 19 de novembro de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de C. Rtis.
A
* Rda da Viracto
(Jiisa teorea a 7. '. .
Cinco Pontas
Qasa jerrea n 70 ,
Travessa de S^
Qasa terrea n. SO^^Jflkte
Becco do Abreu
Sobrado Je iandares n 2. ., t -.
Fiua da Gloria
Casa terrea n. 93. ... ...
">. DOS OBPHAOS.
31
251PK>
201*000
4801000
180*000
C;isa terrea n.
Sobrado n. 18
Sobrado
Sobrado
Becco das Boia?.
*<
Rua da Cruz
W9I000
421*000
*090
0 beneflciado desde ja aefado.'e as [sesWas qne
JJ0Jrar*:1e ">itao*> ly(he(a^,^a o eu,fte-
.*- nita daesjwctacnlo o beiieficiado mandara
afa aawrotes uma pns-soa de sua coofianra agra
dfe* as saus oanvidadei
| Matefi trea ale Apipacos.
TH4TRI
Saritd llliilomo
Rua da Madre de Dens
Casa terr
Casa terrea n 21
98.
99.
Bua da' Guia
Ruo do Pjiar.
300*000
200*000
. .
. .
44l*O..K>
:Ji.,KM8
.6il*-i00
2'.UO0"
207*000
Qasa terrea n.
Qua tnrefe i a
Id*in n. 10 .
Idem n. 102 .
Idem n. 146........
Rua do Rosario da Boa Vista
Case terrea n. 58. ..... .
Os pretendeutes (lever io apcasonlar.. ne acto da
jirremataoao as soas tlancas, on famparecerem
ico > panluulos do9 respeetivos Hadpaes,' deVtado
uagar alem da reads, e premio -da ^uantia em
pae for seguro cafiaaio njento conunoftial, as(P, WPW d?k Jin-
peza e precos doe npiijnrvy
Sucre!aria da saata casa 4i
uf.\ 5 de ikivembro.de i873.
0 escriiiao
Vidro Sf4i^uef.4i^Squz a.
Delinitivamentc
do drama p-arita'ttcu em G acto?, de grande es-
*io*000 pec'acula ?
rai^ericordia do He
Jose lienodicto dos Santos
Jose Vicente Ferreira
Josino A leitrudes Jayino .la Silva
Lai'. Jose Caroliuo
Manoel lose dos Santoa
Manoel 'implicio Correia Leal
Pedro Simoes da Silva
Pedro Affonso de Mello
Seeretaria da therourarw
nambuco, 18 de novem&ra 0 secreUfio da junta .
Jezuino. Rudrigues.Cardoso.
de-faziinda
le 1873
7*
171*600
430*70.1
li'iiOOO
183*4' 6
246*420
71iT97
lii>*5i0
127*419
e Per-
oiuiiiwiii;
Sabfeadp XI de noyembro
Os
cript-
..tes apbam so a
do thfatP .
vcada desJe j;'i no es-
Aviso.
Neo sendo po^sivel prompliiicar-se para o dia
e o iinpoilaf9Bidrfaw
COMPANmA PEttHSHBTJCANA
ftfavegiicfto oosteira a vapor.
MXCEI6, ESCALVSE PESBBO.
0 vapor Giqnii,
commaadan te Marttos
seguira para oe por-
toe acima no dia 29
do corrente, as 6
boras da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 37 do corrente. encom-
uendi.- ate 0 dia 28, pas?ageiros e dinheiro a fre-
v ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
^scriptnrio no gorte Ho Maltoa n. 11.__________
Para 0 Araraty salie nestes dias 0 biate Ma-
ria Ameli-i, capitao Francisco Thomaz de Aatis,
tem parte do seu carregamento eogajado, para 0
resto que lhe falu, trata-so con Antonio Alberto
de Souza Aguiar, a rua do Amorim n. 60.
COMl'ANHIA KRSAMBLTCa?lA
irm
\avcj{av*Xo costeira a vapur.
71RABYBA, SATAL, MACAO, MOSSORO', ARACx-
TV, ckarX, makdauu, e acaracu".
0 vapor Ipojuca,
commandantejlou ra,
\seguira para os. por-
tos acima no dia1 29
do corrente, as 8 bo-
ras da tarde.
Kocebe carga ate n dia 87 do corrente, encom-
nendas ate o dia 28, passageus e dinheiro a frete
ite as 2 horas da tarde do dia da sahida : es*
eriptorio no Forte do Mattos 0. 15_____________
P^TIIHO
. FMWUSCA.
m mum
Unnuntiadn em:belicio da aclri/. Manuela Lucci.
nca o mosrao espeutaculo transferi lo para sabba-
do 19.
i ffcvora trem depois do esptQtacnlo ate Apipu-
cos.
Contiuua a receber-so .enenmniendaa para o
resto dos bilhetcs.
..urn.
flHgjBf M*BfftiW<^
-
Companhia utiiidade
publica
A commissao liquidadora do primeiro pe-iodd
da companh.a convida a todos os senhores aceio-
nistas a. uma reuniao em assemblea geral, no I*
andar da casa 7 da rua do Bom Jasus, as 11
horas do dia 0 do corrente, para resnjverem so-
bre a recusa apreseutada por alguns dos mesmos
senhores a assignatura da acta da ultima sessao.
Recife. 17 de novembro de 1873.
Miguel Jose Alves.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
_______Jose Joaquim Mureira.____________
Sexta-feira 21 do corrente mez, linda a an
djencb do Sr. Dr. juiz de direilo da i" vara, vao
a praga para i-erem aTematados por quern mais
der. os bens seguintes : uma casa de taiua no lu-
gar de Boberlbi-, avaliada por 300* ; outra dita
tarabem do taipa na villa do Cabq, avaliada por
90*; cuias casas sao pertcnceiites a linada -" Itina
Maria da C.oncei.ao. as qua.'s foram dadas para
pagamento do que licou a dever a referida Altina
a Jose Ignacio dc Avila.______________________
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa'Casa de Mise-
ricordia do Recife, mpe:antemente autorisada
pela preiideneia, em data de 3 de seteiabro do
anno proximo tiudi, e de conformidade com 0 que
dispde 0 9.* art. 52 do sea com romi:-so. per-
roita nor apolices da divida publics a fazenda de
eriar gados que possoe o patrimonio dos esta-
belecimentos do earidade a seu cargo denomina-
da Caruauba sita .no terino de Flores desta
provincia, com terrenos para criar e plantar, e
com algum gado civallar e vaccum.
Recebe para isto proposals nesta seeretaria ate
a dia 10 de dttzembro do corrente anno.
Seeretaria da santa casa da misericordia do Re-
:ife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivio,
Pedro Rodrignes de Souza.
Peranle a caniara toinwhril desta cUaUe,
estarao novamente em hastaouliliua,oin 0 abate
da quinta parte nos dias 20 e 27 do eerrente. pa-
ra ser^m arromatados por tempo de um anno us
impostos de capira de planta por 507**00, e 320
rs. por carga de p.-ixo axposto a wnda no mer-
cado publieo^por J2*(i90 ; 0 *em abate"os 60 rs.
por pe de co|cieiro de produecio, exceptna.los dez
pes para nso-do proprietario por 1:002*'00.
Os pretendentes deverao comparecer com seus
liadores habilitados na forma da lei.
Pa?o da camara municipal do Olinda, 13 da
novembro de i873.
Bariio deTacaruna,
Presidente.
Marcolino Dias de Araujo.
_______________Secretario.____________
Monte-Pio Sank) Amaro.
De ordem do Sr. presidente desta sociedade
coovido aos socios respaclivos a comparecerem
na sededa mesma sotiejadn, allm de reunidos em
assemblfia geral discutire 11 a refornja dos ela
tutos no dia quinta-feira 20 do corrente, as 7 hoi
ras da noitc.
0 srcretano interino,
JoS^ Al'i-- dn Mello.
Companhia ferro Uarril lc fer
nambueii (oiitioia Pernambucn
.Street Railway .
Convjdo a todos os possuidores do bilhetes de
Dassagem nos carros desta companhia, ainda exis
tentts em circulacao com a assignatnta de JI
H, Swift, Asst Tresr, a traze-los an troco por rii
nheiro no escriptorio da companhia a rna 9c
Brum, em tod.>s os dias nteis, das 10 horas da ma-
nha as 3 dalaide. at6 31 de dezembro proximo
vin louro ; prevenindo, outro sim, que os ditos bi
Ihetes serao repntados sem mais valor para qual
3uer effeito, a partir do l. de Janeiro de 1874 em
lanntc, os termos do aviso do ministerio da fa-
1 \PAT.\7.IA DA ALFANDEGA
adtnietita do bra I a 18- 11:219*255
ifo lia 19. 948*916
12:163*211
W1UH.SSS SAHIDA?
in i 18-
Dia P.)
nmeira porta .
^egunda porta .
fhrceira porta .
Quarta porta
i" i-ticho Concei'jao
SERVluO MA*ITU1U
vi>*r,8 descarregadas ue Mapicos
sKaudeca do dia 1 a IS
Dia 19.
iavus itiaeadosoo trap, tla aKandega
Jo traoirbf GotMBtaae
eioalracado .....
14,696
161
fi4
1881
57
2,264
17,430
M
2
1
IS
fSCiiitiEOOHIA DE REMDdS LNTcilt-NAS Gfc,.
RAE5 DE PERNAMBUCO
::jdiaaulo do dia I ft 18. 4l:20oiSWt
t do.lia 19. 517*273
41:^3*141
------------
(JONSCLADI) PROVINCIAL
teajjni#>jdo dia 1 a 18
i oo a 19.
61:374*008
4:160*309
33:735*2lf
RECIPE
:s^itaii!to do dia \*-
dodia 19. .
DRAINAGE.
14:433*139,
2:860*911*
mam
w.'
^tlVlMEMTC 30 P3RTC
I
.tfuvioslenlfiados no dia 10.
N.oetro ISdias, brjgue inglez Wtemuthiii
_ :toneladas, ca;ii> D. JohiTs-m, equipar!
9.,eiH:iflptro ; a iacdm.
prg5. ior Barbal*is -90 dias, s ndo do ultima]
potto,i3,.barea ingleza Miiner, de 60O tonela-
:u>) capitao. Veto refre?car, e
, KiefT,
Pela thosouraria provincial se faz publico
que, em observancia da ordem da presideucia, de
10 do corrente, peranle a respectiva junta, sera
posto em praQa, no dia 2d de-to mez, o arrenda-
mento por tres anno*, do sitio dos Remedies,
adjndicado a fazenda |iroincial.
Seeretaria da thosouraria provincial de Pernam-
buco, 13 de novembro da l8T 5.
0 ouicial-maior.
Miguel Affonso Ferreira.
- 0 administrador da recebedoria de reuJas
interHa?, g.-raes, stientifica dos contribuintes do
imposto pessoal (|ue 6 tieste mez de novembro que
tem de ser pago sem multa, 0 P semestre do exer-
cicio corrente de 18737i, e com a multa de6%
depois do Undo 0 referido mez.
Recebedoria de Pernambuco 4 de novembro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
C'oi'pu !( polieiu.
Do ordem do Illm. Sr. leuente coronel comman-
dante, faco publico qne, 0 corpo contrata 8ih) far-
damentos'de pannp ;uui ( bonel, farda cal a) e
i^OO ditos de bnm (blusa de brim pardo r cal?a
de brim brauco tranijad >) e 1.600 pares de bnrze-
guins de couro de beicrro francez. A's II horas
do dia 2i do corrento reeebera-se propestas em
cirta fechada na seeretaria do mesmo corpo.
Seeretaria do commando do corpo de polieia,
em 17 de novembro de 1873.
0 secretario,
Jose Gernldo de Lima.
No dia 21 do current.*, depois da audiencia
do Illm. e Exm. Sr. flesembargador juiz de or-
phaos, irao a p.aca por arrendamento as seguin-
tes casas : rua de Vidal de Negreiros n. 188, tra-
vessa da Mangu-'ira n. 9, rua do Imperador n.
29,.caes 22 de Novembro ns. 6 e 24, larga do Rosa
ri n- 1, sitio e casa do Hospicio n. 81. 0 escrip-
to.se acha em mao do porteiro da-audiencias
(E*crivio Brito). ___________^_^__
Para 0 Rio de Janeiro pcelende seguir com
pouca demora por Ur.dbas vqos de seu carre-
jament-j eogajado epara 0 re! 1 que lhe falta,
trata-se com os eonsignatarios Joaquim Jose Gon-
salves Beltrao Ftlho'a rua do Commcrcio n. 5.
Para oRio Grande do Sid
tahira brevemente a escuna pirtugueza A gin a ;
Eara carga e passageiros trata-se com E. K. Ra-
ello Si C., rua do Commercio n. 48.
A's II horas.
A'rua estreka do Rdsorify *> 19, primeiro
andar.
0 agente Pinho Borges vendera cm leilao, ao
co rer do marltiio, todos os mo jcuna decla
rados, os quaes se acbam em
malas
avariadis.
do couro para vtogcro,
Hoje
A's H horas damanba.
0 agente Pinto levara a |eil*o por anlorisaciio
do Sr. gerento do consulady lo Franca, em pre-
senea de seu chanceller, e por conta e r^ce de
quern pertencer, detima ca^sa J L M Qempa'^"
n. 151, conlendo nwlas d.e.jiuo par* ja**1"*.
avariadas a bordo da banra franoeza Rio Srqude,
caoitao Vialla. 0 leilao sera^ effectuado'as I
ras do dia acima dito," tbji
ente, a rua da Bora Jesus 0. 43.
h>
ag
LEILAO
-
mmm mm.
C psti w vapor
Linha meiisal entre o
Havre, l.isi
.laiK-ii'o, (Santits, somente na vol-
la > 'Montevideo, Bnenos-Ayresi,
(eoin hnlrteayao para o Rosario)
STEAMER
ViLLK lL RIO K JANEIRO
Comuaiiliule. I'Icuim
E" esperado da Etiropa, ate 22 do corrente, se
guindo depois,da demora. prceisa, para os port is
do sul de sua eseala.
Relativamente a fretcs, enorametidas, passagei-
ros, para os quaes tem excellentes acommodavoes
por precis reduzidos : trata-se cem
OS CONS1CNATAIUOS
Ab'GUSTO F. D'uLM KIRA A C.
\ il 1 lowes.
^
zenda de 6 de agostn proximo passado e da por-
vsidencia. desta provincia do o dc ou-
tubro corrente.
taria da pre:
bn> corren
Recife, em 7
de outubro de 1873.
0 gertiite,
Gustavo Adolpho Schmdit.
De ordem do Illm. Sr. iu>pecior Ja i...-.-.i>u-
raria do fazenda d^sta provincia sao convidados
pelo prerente os herdeiros do fallecido confe-
reole da atfendega, Pedro Alexandrino de Rarros
Cavalcante, para no prazo de 30 dias.que Ihes flea
marcado, a codtar desta data, allegarem por es-
cripto, o qudwr a bem de sen dire'Ko, proauzirenr
document.)^, efc., rtbre a tomala de contas do re-
,l7^0l6*0/4_ feriilo-l" oulerente pelo tempo que sepvio interi
't pameate'de Ihesoureiro d.i.jnella repartiaio, a con-
tar.de 9 de julho a 3t de agosto de' I860.
Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 16 de uovorabro de 1873.
0 secretario da junta,
Josuino Rodrijtues '".ardoso.
i\
WTA CASA l)A MISER1CQKDIA DO
U HKCIFF..
A'HIma. junta administrativa da sapta casa da
Hisericordia do Recife, manda fazer publico que
ia sala de suas sess&os, no dia 20 de novembro
peliy 3 Jj)ras da tarde, tem de ser arrematodas a.
i (fuem mats vantagens olferocer, pelo tempo de um
ii tr i aanos, :>s rendas dos predios em seguida
aE^VBELECIWENTOS DE CARIDADE
Ri^a-de Hortas
4.oja '.. .... 306J0OO
Pela subdelegacia do !. districto dns Af.ga-
dos se acha legalmente depositada uma egua.de
cor cardao e com signaes de nrnenda, qne foi ap-
prehondida como furtada ; qnem pois se julgar
com direito ao dito animal se apresente nesta tui
zo dentro do prazo de 30 dias, a contar da data
do presente, que lhe sera entregue em vista de
sens document, s.
Afogados. 19 de novembro de 1873.
0 subdelegado,
Joao Ckrisnstoino de Albuquerque.
Juizo dos feitos da fazenda.
EscrivaO Bandcira.
Sexta feira 21 do corrente, depois da audiencia
respectiva as 11 boras do dia, ira a praca por ven
da a parte do so rado de jtres andares n: li.
sito a rua do Amorim, pertencente aos herdeiros
de JosC da Cunha, avaliada dita parte em 700*.
Recife. 7 de novembro do 187 J. 0 solicitador
da fazenda provincial,
J. Firnijno Correia de Aranjo.
Irmaudade das almas, crecta
na matriz da Boa-Vista.
Pela quarta vez roga-se encarecidameule aos
nossos carissimos irma.>s, a comparecerem no eon-
sistono da nossa irmamlade, dommgo 23 do cor
rent.', as 10 horas da manha, para reunidos, elege-
remamesa regclora que torn de fuuc-ciutiar no
anno cmpromissal de 1874.
Consistorio da irmandado das almas, erecta na
matriz da Boa V'tta, 19 de novembro de 1873.
0 escrivao,
Francisco das Chagas Pereira.
ADMINi^TBACAO BOS^WBBBfOS DK PKRNA"ivl-
BUCO 20 DE NDVEMBRO OE 1873.
Malas pelo vapor Lalande da companhia de
Liverpool.
A correspondencia que tem do ser oxpedida
hoje (20) pelo vapor acima moncionado para a
Europa.oqiid! Jegue envdirettiira para Liverpool.
sera recebida ale 2 t[2 horas da tarde.
0 admmisfrador
Affonso do Reso Barros.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
nvegacito costeira a vapor.
jia:iangu.vpe.
0 vapor Coruiipe, com-
mandante Santos, seguira ban
0 porto acima no dia 28 dc
corrente, is 5 horas da tarde
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escrTptorio no Forte do Matto? n. 12.________
Para o Porto.
S>guc com brevtdade a barca portugaeza S.
J/ioe/ //. Recebe carga 0 passageiros : a tra-
tar com Tito Livio Scares, a rua do Vigario n.
17^_______________________________________
Kio de J aneiro
Opalaeho portngcez Rical segue para 0 Rio de
Janeiro por ter ja p >rte -lo seu carregamento 00
gajado, o para o resto da carga davem os preten-
dentes enteoder-Mt com Silva *i CascSo, escripto-
rio a rua do Marquez de Olinda n. 60, 1" andar.
C0PA.\!!IA BAfflASA
DE
PA.QVC*TS ^ WPOH
LIHITADA
Maocio, Penedo, Aracaju
o Baliia.
Por estes dias devfc chegar dos portos do sul
um dos vapores desta companhia, 0 qual sahira
para os portos acima ho dia seguinte ao da sua
chegada.
Recebe carga, encommondas, passageiros e di-
nheiro a irete : a tralar com os agonies Antonio
Luiz de Oliveira AzeveJo i C, rua do BomJe
sus n. 57.
-------------------------------------------_-----1--------
DE
60 barris de 1 arroba cada um, com cbwa-
ricas, vindos de. fasbda pelo Ultimo va-
por, marca F D L --'^M-
Hoje
as It Iioraw etaa potato.
0 preposto do agente Pestanl la'rfi lei:* poa
conta e risco de qtiem Dertencer, do ft 1 b.rrir
com cbonricas, vindos de Lisboa pelo ultimo v .por
QULVTA-FEIRA 2o IK) COIiREM'i:
as 11 horas em ponto
So armazem do Sr. Annes, defionte d.. alfande^ra.
LEILAO
DE
cadeiras dt braro, avariadas
ISSjc
as 11 honts
0 agente Pinto fara i.ilao, por ..uUirisagio do
Sr. gerente do cousuiado de Franca, em pres^uca
de sen chanceller, -e por conta e ris n de
pertencer, baixo, n. 3,378, conlendo caj''iris avariadas, a
bordo do vapor frances tfew?-/ /I". 0 leilao sera
effectuado it 1' boras do dia acima dito, no es-
criptorio do referido agente, a rua do Bora Ja*aa
n.rS3, '
Real companhia de paqueteo
inglezes a vapor.
Ate 0 dia 27 do commie, espera-se da Europa
0 vapor inglez Neca, commandante II. Pax, oqual
depois da demora do costume seguira para Bue-
nos-Ayres, tocando nos portos daBahia, Rio da Ja-
neiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente, espera-se dos portos do
sul 0 vapor inglez Douro, commandante Thwaites,
0 qual depois da demora do costume, seguira
para Southampton, tocando nos portes de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretcs, passagens, etc., trata-se na agenda,
rua do Commercio n. 40.
Para Lisboa
seguira brevemente a barca portugueza Gratidao,
para care; e passageiros trata se Mm E. R. Ra
hello A C, rua do commercio n. 48. _______
Rio Grande do Sul
0 palacho national Fortumt segue para 0 Rio
Grande do Sul, tendo ja parte do seu carregamen-
to engajado ; e para 0 resto da carga devera os
pretendentes entender se com Silva a Cascito, es-
criptorio a rna do Marquez de olinda n. 60, pri-
meiro r.ndar.

TliTfil
01
Quinta-feira 20 do epnrente.
As 8 11* lianas,
Heeita de wnwalo oi.fevwdo ^
/JmMMWa
Subira.a scena 0 exeeftphte drama tin
go e 4' actos :
i'aiiik Steai!! Aavi^itiw Company
Liiuha ^uinzeual
0 PAQUETE
COT&PiXI
on
, eito?ois da demora do costume seguira para 0 sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacitico, pari
onde rcebera passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
OS Afi-ENTiES
Wilson Rnwe & C.
li RUA DO CiattlERCIOli
DDTXUIIIO
P'(bli>:
)1!
I
MM UM NAVIGATION COM
l.iaha ninaal
;0jFf^fflt
ILLIMAiNf
Ibro, ettepoisflademoratto cstome, seguira para
JLiverpool, via S. Vicente e Uebed, jiara onde re-'.-
deberipamaseiro*. encotamertdas oa^ga a frete.
OS ''AC KITES
Wilson Rove <& C
RUA DO COMMER'JO14
TraduccSo do distiacVJ ,attita
Julio \a ier.
Dara Bin ao esp"ctaotjio enm a pwia flrama-
cit- do actor Crtsta LWia. intilulatfa :
I
0 lillio exilado
?itta
arti-
14-
a

c representada oin ofeze.i'jw ao bw^ifiiftdo .pei
dtsltncto arti"ia tlrainiitic.0 o Sr
Para 0 referido porto pretende seguir com pon-
caidtiera 0 -bague portugne,-. Rei[e por tr a
maior parte do carregamento itratado : para 0
Mm ibe.fafla fRa*5e*wro os cposifaatarios
Ufn, Josii GoncalveiBellrao.& Eilbo, a rua ao
Para Lisboa
ira.fouiiwxidade 0,brig.ua j>ui(uguj..(Wa
JjjUetrense ; para carga e passageLrus;.UWa se.
)ioomE R. IlabeH.jkC., rjja aertio.oii-
jimero 18.
fak4
Acha se proposta a escuna portugueza Favorita,
de I." classe : trata se a carga no escriptorio dos
seus consignatartos T. do Aquino Fonceca
Successores, a rua do Vigario n. 19^______
& C
Para 0 referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade 0 brigue portugnez D. Anna, por
ter ja alguma carga engajada ; e para a que lhe
alia, que recebe a frete cpmmodo, trata-se com
os cousignatanos Joaquim Jose Goncalves Beltrao
Jt Filho, a ma do Commercio n. 5.
I
3ara
Para 0 referido porto pretende seguir com pou
ca demora 0 brigue portuguez Recife, por ter a
maior parte do carregamento tralado, e para 0
rcsio que Hie falta : trata-se com os consignata-
(ios Joaquim Jose Goncalves Beltrao it Fili.o, a
rua do Commercio n. 5. ..
ilLOES.
DE
. 86 iliuias de marroquim avariado
HOJE
A's 10 1t2 horas
0 agente Pinto fara a leilao, por autoikacao
do Sr. gerente do coosnla-io de Pranca, em pre-
senga de sen chanceller, e por conta e risco de
quem pertencer, de uma cai
baixo, n. 9.236, a n ten do 36 duzias de marroquim
avariado a bordo da barca franeeza Rio Gruf
capitao Vialla 0 leilao sera effectuado no
hora acima ditos, no escriptorio do referido age
to, a rua do Bom Jesus n. 43.
Grande
LEILAO
PARA LiQUIAACAO
CO^TANI'O DE ;
Uma linda raubilia genoveza, dc madeira espttial,
com 42 cadeiras de guaniicao, 2 ditas da hra-
00, 2 de b:.laiico e 1 sofa, 1 grande sortmienlo
de espelhos, cadeiras de diversas qualidides,
malas de viagem, ricos lavaiorios com fspe'hos,
uma seraphma. ternos de baudejas, lapeles para
sala, coslureiras, cobertas de araine, cestas
para compras, bengalas, chicotes para carros,
ricos e.-tojos de navalhas, faces Iina3, colhetes 0
garfos de electro-plate, albuns para retratos, e
uma inflnidade de objectos de gusto, que serao
vendidos para .'iquidar.
0 agente Martins fara leilao das mercadorias
existentes no armazem da rua do Barao da Victo-
ria n. 24, junto a loja do Carneiro Vienna, as 10
horas do dia acima.
sobrado do azulejo da rua do Bom Jesus n.
26, de 2 andares e solao, ediuVWlfc em
cbaos proprins, ha :5 annofl
Ao nicio liit.
0 agente Pinto levara do novo, e pela ultima vez
a leilao, servindo debase a offerta de 3f:0O)^, 0
predio acima mencionalo, seudo qur n'aquella
occasiao effectual a dita veiula com quem melhor
vantagem offerccer, ao meio dia do dia acima dito.
no escriptorio do referido agente, ui rua do Bom
Jesus n. 43.
DE
lazendas avariadas
A'n 11 1|
llOCUM.
Por inlervencao do
criptorio a rua do Bom
agente Pinto, ein sen ea-
Jesus n. 'il.
Agenda de leiloes.
BOA DO HARQUK7. l)F. OLINDA N. 37, 1 ANDAU.
0 abaixo assignado tem a honra de scientilicar
ao respeitavel publico, com -wpecialidade ao corpo
commercial desta praca, que acaba de ser nomea
do agente do leildes, em enjo exercicio, prometle,
se esforgara para bem inerecer a confianca do to-
das aquellas pessoas quo se dignaram honra-lo,
encarregandc-lhe do negooios fendentes a sua
protissao.
DesdK ja o abaixo assignado antecipa os seus
agradeeiuienti'S para com aquelles que o procur. -
rem : o que noderao faMT dirigindo so a rua do
MarqufZ da (Sinda n. 37, 1. andar
Recife, 7 de novembro de 1873
Joiquim bias dos Sunt s.
moveis, Imica e crystaes
Senda:
Uma mobilia'de ama.rello conlendo 12 cadeiras
de guarnic,ao, 2 de braco, sofa, 2 congolos e
ijardmura, irico auar.la-iMstiJo de amarcllo, I
cama para casal, 1 u.urquezio,, i compioda de-
aroareHo, 1 lavatorij, I mesa elaslica, cadeiras de
amareilo. tap-tes, capaclios, loupa para janlar, di-
ta para alraoco, escarradeiras, copos, calicos para
champagne, compoteiras machinas para costuras,
quadros, vasos para Qorcs, Qguras do porcelana,
^itriafas para viuho, 1 laixa de musica, I machi-
na.de'.Mslura e mais outros artigos do.aso domes^
,ileo
Hoje
DE
Um piano hamburguez, 1 excelleote mobi ia dfe
jacaranda, com I sof:.. 1 jardineira, 4 con:
com pedra. 4 cadeiras de braco, 2 de balance e 24
deguariicao (em um ou mais lo'.es), 4 lindus es-
pelhi.s dourados, 1 quadro com 1 rico ramalhete
de (lores de escama, I lustre de crystal cimii
mangas, 4 serpentinas de crystal, 3 sancfas i: cor-
tinados, 4 pares de.jarros finos, tapoles, pianca
de cloch*t e escarradeiras.
Softs, cadeiras c cnoeolos de jacaraqda ,|a.vij
sos) cadeiras de balance, 1 piano de nu-
de jogo, 1 tocador, lavatories guarda-roupas. c
raodas, caraas para casados, solleiros e meuiins.
cabides, coluninas, e esteira, forro das sala-.
Uma mobilia compl.ta, de faia hranca, 2 eta
gers, 1 mobilia de amareilo, 1 mesa elasi ca, 2
aparadoies, 2 ditas lorneadas, 1 sofa, 12 cadeiras,
2 quartmueiras e espregui<.adeira-.
Um guarda-roupa com esiielho, 2 eomipodas de
mogDo.,1 meia cmnmuda, I eslaute paia ir r >>. 2
esptinos, I machiaa de coslura, e muitos &ub>M
objectos de casa dc familia e e\i.-ieuU-s no
se^undo andar d sobrado da pragado C-.r-
po Niuto u. 19
SEXTA PEIAA 21 DE NO\ EMBKO
0 agente Pinto levara a leilao, por cait
uma familia que flxou sua resideneia na Euosa,
os moveis e mais objectos acima ditos, existentes
no sobrado de azulejo da praca do t.orpo Snato n.
19, segundo andar.
KJ i: ttau pritic.ipiiira as 10 1 fSt
horat.
Casa de jienhores
No dia 24 do corrente se fara leilao, poi iliter-
vencao do agente vartius, dos penhores Mtstaii-
tesdas eautellas abaixo declaradas 4u dobos-das
cautelia* oodcra resgala-Ias o refonna las ate o"
ado do leilao, na traveasa das Crazes a. 2.
Ns. 938. 1045, .1033, k<04, 1 3, 1168, 40,
1168, 1883, 1420, 1435,44*6,14SM, 1500,
1528, 1540, 1565. 1*83, 1604 !t6,
1659, 1673, 1683,1709,1
I. IWa. IH
1231,
1502,
1638,
1735,
1832,
1913,
1303,
1C-6,
1739,
183o,
1923,
2030, 2061,



r
r

w
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1
i
4


5144, 2163, i!77, MfcilM, M05. 1J07> 2213*
i*J9 mi, 2tt9 2231, 2232, 2219. 2251, B ,
2#i. 2270, 2270, 2277, 2296, Ml2, 2321, 2331,
23 tl, 2363, 2368, 2371. 2372, 8381, 2391. 23%,
2112, 2121. 2125, 2,28, 2 32,
2418. 2119, 2151, 2>6R, 2169,
5178,2481,2.82,2183,2186,
2499, 2502, 250.1, 2509, 2513,
2536, 2551, 2357,23*9, 2560,
Q..-0,. j-.or sn>; **o. -tiwi
2397,
2141,
2474.
2487,
2517,
2567.
2402, 2403,
2443, 24V4,
217, 1*77
2195, 2K**,
2523, 2531,
25TG, 2371
2.-i8 i, 2'>85, 2595, 1R98, 26ft0.
Os atwixa nssignadoe, ndministradores da
massa fallida credores da. Wcsma queiraui vir apresontal* seus
creiitos a nra do Maiqucz do Olinda n 36, atim
de prnoeAer-se a rcspeoliva classificacao, dcvondo
apresentiMos dentro de oito (lias, a contar desta
data.
Recife, 17 ile novembro do 1873.
Monhanl Mettlcr & P..
Declaracjao.
CauttHas B. Ns. 0 B, 25, 29. 10, 53 l, 8/
223, 2*. 333. 231. 273, Aft, 371, *, II/, ULLy, (,a K.Trul avisa a wm loUj^r ,,,,.
477, W9, 504, M.i, o47. op, 5/7, (MR. o8i, Jjfci.
590, S2, 620, tM, 631, S7, 6H S 87, G92, 707,
728, 939, 7*w, 74V, 715,7W, 718, 751, 752, 7CT,
760, 761, 765, 76!', 769, "71, 781, 785, 790,1*2.
806, '807, 810, 313, 8W 8l7,ta,-823,-82fi,?39,
8*0, 842, 856, 861, 8M, 86, 8S8, 889, 892, *97.
AVISOS OVfcRSOS
Precisa se *e uroa 'escrava para cozinbar
o comprar : u *ua Prweiro do Mar-o n. 23
loja.
*
Kisa funebre
qno 'Sr. Pedro Ferreira Utiha, neuhuma trans-
acrau potent fafesr ciuu n-ongeotio liaml>orers na coaarmt tie Palmarcs n coin ns csrravos Ma-
nedicio, de -32 anno-, Jwe, < 19 ann is, Uawiek
de il anmjR, Maria. fa f2 annos e Maria, it It
anuos, *oftus orioutos, setn aadicocia u. cusw.ii
vnento sw, porque esfe* beta so ailiaui iiypothe
cadospara garantia da quantia de 20:9"0i32
que a Mesmo Pedro Perreira Lima lh devedor,
pela compra dnqneHe en?enho, como tudo se
acha declaradn na -escriptura publics lavrada oas
notas do ubeJtoao Damasceno, devidamente re
gistrada no caitono de hypi-thecas.
Esta declaracao'c feita somente para evHar dn-
viaas futuras.
Gscada, 17 de nivembro de 1873.
Sociedade Nova Uniao
Pelo proscnte sao de novo eonvidados m Sw.
socios, a coinpareeerem domingo, 23 do eorrenle,
as 7 boras da manna, alini do dar-so cumpri-
raen-o an tlisposhi bo art 31 nos estalutoa.
Scfrjtaria provisoria Nova Uniao, 20 dc noveiiil>ro Uo 1873
Jose moreira,
f eccretario.
AOS 4:0003000.
if*r
Luiiliomtr- t)i'Zi>rr, *ua miiltwr e tilhos apra-
leceoi do in'jmo de sQa alma a affwlla* pessoas
gue se d-gmram aeoinpanhar os restos moitaes
de eu semprelefflbrado flllio Jose* lerra Pessoa;
ode novopedewllies ocaridoso obsequio de as
sistirem a albums?^missaj quo se devem celebrar
pelo repeiiso eteroo do finado, i;o dia 20 do cor-
reote, as'O boras da manbi, omivento de S.
Francisco, pelo -<|ue se coirfoesam elernamente
gratuH.
loao Francisco Soares
(&gao) e seus tilhos agra
Jecem d".de ja do inliino
d'alma a aquellas pessoa?
f ;- ,e dignarem ai-sistir a
OHSsa de sua iempre cho-
raJa e.-posa Francisca Ma-
ria Ide Hsillft, no dia 2fe do corrente mei, setimo
dia towoipwsaotenw, m povoaoao do Caxauga,
as "7 FJ2"tiotas ila nwofce.
Ailtoaio fie Azevedo Villa-
T0UCO.
'A jODta administrativa do Hospital Portiiguez
dCfB#nficeuoii, inanda celebrar na qninta-feira
20 do corrente im. as 7 horas da manhfi no ora-
torio do inesmo h ,-pii .1, uma inissa pelo eteroo
repouzo da alma do bemfoitor Antonio de Azc
vedo Villarouco.
Sao eonvidados para assistir a eaw acto de re-
ligiao os socios rentes e amigos da finado, antfcipando-llus a jun-
;ta os votos de su. tolt-ira gratidao.
Secreteria'do-Hospital Portuguez de Benficoa-
tia em Pernatnbuco, i8 dc novembro de 1873.
Luiz Duprat,
>. sccretario.
j^anocl Jo/.ino do Carnu Souca
if^adece cnrdialmente a todos os
smis amigos e parenles de terein
acompanbado ate ao comlterio pu-
Mteo, sua niulher Paula Maria da
Ar.nuncia'-ao e desdc ja convida a
todos para assistirem a missa que
tera lugarno dia 22 do corrente as 5 horas da
manha na igreja -la Penha
Precisa-se de am
Terco n. 63, padaria.
forneiro: no paleo do
Uesappareceu na tanle dc toontent 16 do
corrente, da rua do Bartholoineu, uma wraJher de
meij idaile, de nome Anna Joaquina do EsphMto
Santo, em csiado de alienacao mental: qnem a
enconirar, >por caridadc a qooira levar a casa n
51 da mesma ma. ______________
- Alga-se nma casa terrea na raa Velha n.
66, com t quartos, cotinha fera, bom quintal e
cacimba, rebocada e caiada : quern a pretender,
dirija-sf, a rua do Sebo n. 8, para ver a chave.
HIUIETES GAIUiVTIDOS.
t' r* Prirnviro de Marpo (o.itr'ora rua d
CreSfQ} a. 831 rtims Achaur-se vtmdu os (clae^ otluoies gar^ntii! -
4a Id1 patte da loteria a beneflcio da Santa Casa
de Miservwdia do Recife (75"), qoe se extrahira
na soxu feira, 21 do corrente mei.
PRBCOS
Bilbete mteiro 1*000
Meiohil irate 2*000
r:,i ''ORgAODE 1009000 P1HA CIS!A.
Bilhele intoiro 3*500
Meiohilhete 1*750
MiHOiH Martins Piusa
AO ARMAZEM
90
VAPOR FBAHCEZ
HUA 1*0 1IA11AO OA AILTOBIA
It. 7Outr'ora NovaN. 7
(!;ilc:nl IranccL
Mw
Manoel-Jose da Fonseca
Mariz.
lose Antonio de Carvalbo, sua
riHilher, tilhos e ennhada agrade-
cein cordialmente a todas as pes-
soas que se dignaram assistir aos
-sulTragios que se celebraram por
on;asiao do fallerimento de seu
pro-ado cunhado, irmac e lio Ma
noel Jose da-Fon?eca Mariz ; e dc novo convidam
as Biewnw poBi'oas para assistin-m a algumas ms-
sas que maudam celebrar na igreja do convento
de S. Francisco, no dia 24 do corrente, as 7 1(2
horas da manh?., setimo dia do seu fallechnento.
Por Mais este acto do caridade chrieta desde ja se
confessam eiernamento reconhecido*.
Precisa se de urn feitor : a *raar m trawssa
da TRadre dn Oeos n. W, Recife.
Aluga-se esta povoacao uma boa casa, pintada
de novo, com mobilia de jacaranda na sala da
frente, qumtal rnurado e portao que se cianmuni-
ca para oTin : a tratar no largo do Corpo Santo
-g. 4,1* aiidar.__________________________
Casa depenhores
Previne-se ao dono deste estrbelecimento qne
nao aceite do pessoa alguma, diflerente de seu
dono. a cautela n 3329, por ter sido perdida.
Cozinh^iTO
{Veci.-a-so de uin tx>zkibeiro para casa de pou-
ca familia : a tratar no armazem n. 25 da truves
sa do Corpo Santo.
Escrow ftigMtt
300^000 degratifiea^ao
Au-cntou-se desde o dia VI de main de 1872 o
rreto de nome AKredc, represent.-) ter de 30 a 40
aiuvis de idade, v perfeito coeinheiro, alto bastante,
o bem raagro, poaca barba, olhos grandos, e muito
ladino, consta que tern pai no engenho do Sr. Lulii
de Caiara, em S. LeureBCO da narta. Este preto
foi cozinheiro dos ngociantes Adriano & Castro e
Sr. Jose Joaquim Goncalves Bastos, e julga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como form : pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo, que o desco-
hrindo, o tragam a rua Dnque de Caxias n. 91, loja
de miudezas do rival stm segundo, nue serao gra-
tificados com a quantia acima.
SAQUES
Cnrvalhu tt Noguerra, na rua do Apollo
n. 20, accam sobro o Banco Commercial
de Viantta e suas agvncias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a vista e a prazo
por todos os paquotes.
Garanhuns.
Na rua
aliar aos
ose Paes
<>sse.
do Barao da Victoria n. 36, precisa-st
Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
daSilva, a negocio de particular inte
Emm liigido
Desappart'i'ou ao aniauhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravode norae loaS Borges. mostrc de assucar,
tendo os signaes soguintes: cabra, idade 30 annos
pouco mais ou tnenos, boa figura, nm tanto grosso
e espadaudo, sendo o si.sn.-il mais visivel uma
gomma na junta do pe esqnerdo : roga-sc a todas
as autoridades e capitSes do campo queiram ap-
prehender dito escravo e leva I a ao refnrido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhus A; C, lar-
go do Corpo Santo n. 19 quo serio generosamente
recompensados.
Recife, 19 de novembro do 1873.
Cachorra
Perdeu-se unu cachorra de raca da Terra Nova,
com os signaes seguintes : muitb nova, cor sin
zenta com malbas pi etas, fucinho comprido, cauda
nroscada, pes r .isunhos : quern a pegarleve-a, a
rua de Pedro Aflmson. 3, que-mra recompensado.
Acreililarslo vemlo
Retalha-sc urn ras'to o hello terreno d
inargem do rio, nos fundos da povoacao de
Beberibe, aiuda uao visto pela maior parte
da populac,ao, pur tir si lo ha pouco derru-
bado os mattoii que cobriam dito terreno, o
qual consta de uma graode pianicie, pro-
pria para eddicacao, e distancia ue 3 minu
tos Ha ultima estncao da via ft;rrea, acban-
do-se ja divililo em ruas, com approva^uo
da camara de Olinda.
Quern pretender p6 ?ida ficard agradavlo, e entchder-se com o
Sr. Jose Hoi.trato Mcdciros (Zuraba), en-
carregodo, ou com o proprielorio, junto &
ponte da Escravofugido
Fngio no dia 6 do corrente p cscravo Benedic-
*o, pertencente ao Barao da Tacarnna, com os si
naes seguintc* : cabra, com 35 annos de idade,
alto, com falta de alguus doutes na frente. falla
muito baixo o compassado, torn urn di.s dedos po-
legares sem a carapoca, olhos pequenos, Oocca c
nariz regularcs; 6 natural da cidade de Souza, pro-
vincia da Parahylia, comorado a Antonio Leite
Maria de Mor.es, om 1862. Pede-se a todas a
autoridades po iciaes e capiiaes de t*:rmpo a sua
apprehen^ao, que se gritifkara a quem o levar a
seu senhor. em Olinda.
O abaixo assfgnado, lillio c herdeiro do major
Marcelino Jose Lopoe, dcclara quo nahajna
transaccao, vemla. ou oulro qualuuer couvenio
pedera realisar do na comarca le Igoaraseu, visto que existc urn
protesto pela preferencia inlentada pelo pai do
mesmo abaixo asjignado ; o quo deieais, hajo
eiistem henleiros menores (no nao podem tran-
sigir em juizo, e que pelo fallecimento daqoeile
ncou sustado o processo da ciecucao, e nada so
pode innovar na mesma sem que competenletnen-
te sejam habililados todos os berdeiros conii d d
direMo.
... _________ Jose P-ppe da Sitca l/ppes,
Sociedade Benelieente Luso
Brasileira.
Do odom do Sr. pre-idente desta sociedade
convido aos srs. conselhciros a compareeerem a
sossao do consela i fltcal qua tera Ingar a* 11 ho-
ras At iiiaiiha ddoming.i proximo vindoora.
Secretaria da So-iedait Benciicenlo Luso Bra-
sileiro, 20 de novembro do (873.
0 t. secretari i ilo conseloo,
Theophilo alves da SiUa.
Qnem prerisaf do urn moco de idade de 25
annos, chegado ultii la Europa, que sabe
tem ter e escravor, kjw )< -iC escriptoracM i,
Bira quai'juer am Mfv- r;ja-?e a r;
arrjuez dr H'-vnl ria.
Na Magdalena, travessa do
Luca
Aluga-se nra bora sitio com grnnde casa rccdi
ficada de novo, que accommoda grande familia,
tem quartos para escravos e cocheua. duas gran
des baixas de capini, drversos arvoredos Iructife-
ros e 50 n6s de coqueiros : quem o dito sitio pre
tender dirija se a Passagem da Magdalena, taverna
de Manoel da Cunha lir.indao, que achara com
imeni tratar.
Ao publieo.
Avisamos que, sob pretcxto ou condicao alguma,
se faca negocio com Manoel Ignacio e Salvador de
Siqueira Cavakantc, tendenle aos bens do casal
do linado mojor Salvador dos Santos Monteiro Ca
valcanlc, por quanto dilos bens se acham geral
niente empenhados por dous instrnmentos publicos
de hyp thera, montantes a 79:OW)*000, tendo-se
precedido a sequestro por um destes titulos na
maior parte dos liens daquelle casal por inandado
do Dr. juiz municipal da Escada, os quaes f ram
depositados, na forma da lei, em poder de pessoa
de reconhecida idooeidade, como tudo pode ser
vis'o no cartorio do escrivao daquella localidade,
Joao Damasceno e Silva.
Outro sim. protosta se desde ja contra a venda
do cscravo Henrique, qne sendo dos bens de que
so trata, wto podia ser vendido, como eonsia que o
fdra, a um senhor do engenho Caxoeira pelo mes-
mo Salvador ou Manoel Ignacio em nome da viuva
que, nito satendo ler nem cscrever, tudo praticam
em seu nome.
Recife, 16 de novembro de 1873.
Urn dos credores hypolhecarios.
Aviso.
No bold do becco do Sarapatel n. 1, fornece-se
alntoco, jantar e ceia, por 30* meusaes, com as
seio c promptidao.__________________________
Fructunso M. G., auligo importador e expor
tador de cestas e balaios, acaba de reccber da
Europa um esplendido sortimento dessas obras,
no deposito de pao c custis da rua larg. do Rosa-
rib. Acha-se pois este munido a bem servir os
habitantes lesta cidade, e fazcr rcmessas aos seus
freguezis de outras provincias : expresso mani-
festo, benos volantes para resccm-nascidos, ba-
laios que de prompto facilitam as criancas apren-
derern a andar, acafates em eolleccoes do maior ao
menor, condecas alias nas mesmas condicoes, dita?
para acondicionar-vestidos de passar dias no cam
po, bandeijas grandes para roupa eugommada,
balsios cobertos e deseobertos para nelles botar so
tudo que queiram presentear de festas, salvat com
pe para pdr-se o pao e fructas na mesa, pratinhos
de time para massas torradas e hrinquedos de
meninos.cestiohas para meninas dc escoia, mara-
cas, holsinha para ninhosde pa-saros, ja ros e ba
laios para ajuntar.se o papel rasgado nos escrip-
tcrios, balaio> para lalheres do mesa, gigos gran-
des de vime para tor o pao na padaria, roupeiros
para depo-ito de roupa -ervida do I a 12 pessoa-,
cestas de vime c madeira felpuda para compras de
earns, canastras, panaeiis para conduccao do ob
jectos pesados, capachos curtos e redondos, pao de
excelli nte farinha de trigo, bolachas e massas de
araru'.a. torradas, tudo cedemos a pregos medicos
Attencao.
Xa rua eslreita do Rosario preparam-se ban-
deijas com bolinhos finos de todas as qualidades,
com bouquets, inoito bem ornadas, tudo com as-
seio e presteza, e por baaato preco, para casamen-
tos c hailes ; bordam se fitas a ouro e preparam-
se bouquets d cravos natitraes com fitas borda-
das a ouro, por barato preco, sendo a encommen
da feita feis dias antes. Na mesma casa prepa-
ram-se, como sempre, bouquets, capellas, diade-
mas, coroas de ouro e de louro para os iuQuentes
de prosepes, tudo de muito gosto c barato ; lindos
bouquets artiliciaes do dhalias, rosas, cravos, de
iiores decera, de patino e papel para offertas as
panoraa, para o theatro, etc., tudo se achara sem-
pre prompto. o por preco commodo.
Precisa-se
da Guia n. 54.
de um perilo forneiro : na rua
0 administrador da massa falli la de Rostoon
Rooker & C, em observancia do que foi determi
nado pelo Sr. Dr. juiz do commercio o de confer
niidade c mi a annuetieia dos credores, faz publieo
que rai'sor posto a renda por leilao, os direitos
que a massa tem >bre os b-rreuos de marinha o
a sitio da Torre, cojos direitos dos terrenos sao o
dominio e posse que tem na metade dos ditos t< r
renos, si tot no caes do Ramos o no sitio da Torre,
em cnnMqnencia do julgado pelo Sr. juiz dos fei-
los d' fazenda desta Cidad?, jolgado que pande por
arqiollaeao.
Preci>a-e de um caixelro qae tenha pratioa
de taverna,que soja brasileiro, de 12 a 14 annos:
na ra de Domingos Theotnnio n. 2.
- Aloga se o 1* andar da casa da rua da 1m-
perartriz n. 24, a qnem paijar algumas bemfeito-
rias : a tratar na thesourana das loterias.
Aluga-se a casa n. 77 da raa de S loao : a
tratar na rua Duqne de Caxias n. 44, oa na rua
do Rangel n. 41, 2* andar.
Vende-se do prefcrencia, on arrenda-se
engenho S Gaspar, sito na frog'teria de SerinhSem,
com bun- partidos de canna, de padl e massape a
roda da moenda, muito perto do embarque, e
com outras proporcoes desejaveis em tacs pro-
priedades. Dao-so algnns annos de fogo morto:
a tratar a rua da Aurora n. 65.
Precisa se de
Aurora n. 39.
um cozinheiro : na rua da
Pra koneni.
jOTLVAS de hecerro, cordavao, perlica, lustre
de duraque com biqueira, dos mclhores
fabricantes.
SAPATOES de beerro, de cordavao o de case-
mint.
S tPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios c jardins.
SAPATGS_de tapete, chariot, castor o de tranca
fraacezes e portuguezes.
Para seuliora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes. -
Para naeninos.
BOTINaS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portngu'izes.
Botas de montaria.
Kotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homen-, o meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor franee', a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernicoes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiias, tudo isto muito bom por serem fortes e
levos. e > s mais proprios movcis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, ontr"ora Nova.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux.
-
Rua 1.' deMarqon. 7 A, l.andnr.
Nesto hotel, ondo se encontraru aposentos bem raol>iliad<'?. garnrrte as

pvssoaa
quo o freqnen'.arem, nao so a boa quaitdade dacoziuhn, comi latnbera 0 nceioe promp-
tidao em servir-se aoscyticurrcntes. Situado no tnetfanr hatrrti desta eiddiie, o hotel do
Bordeaux offerecc todos os cominodos possiveis, quer com relacao aos aposentos mebi-
liados com gosto a areio |>or modico preijO, quer com n-lacao a sun posieio.
Almoc*ts Vii.bos de todas as qualidades.
Lunchs CoiiSkrv.is idem id-m.
Jantarcs Orvt-jasidem idciu.
Ceias Ltcores idem idem.
Aguade vichy verdadeirae nova a I#000 agarrafa.
Assigualiinis mciisacs a 7m$()()() !!
DO l. DE NOVEMBBO V.M DIANTF.. __________.
GRANDE LIQUIDACAO DE FAZENDAS
n-in
Casas para alugar para a fes
ta ou por anno
Um sobrado no Poco da Panelta, na rua do Rio
n. 5, com 4 Silas, 5 quartos, saieta, cozinba f6ra e
quintal rnurado.
Uma boa casa terrea uova com cecbeira, estri-
baria pequeno sitio, a marge n do rio, n. 35 da
mes-na rua.
Uma casa pequena. porem eon bons commodos
na trivessa da >>ui das Almas ao po da casa ver-
melha n. 2. Todas a tratar com e commendadoj
Tasso.
CASA DO OURO
Aos 4:000^000
Bilhetes garantidos
nua do Itnrao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e etisa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
-nuito feiizes bilhetes a sorte de 4:0004000 em
bilhete inteiro de n. 482, e um bilheto inteiro de
n 1939 com a ~orte de 7004000, alem de outras
sortes menores de 404000 e 20*000 da loteria que
se acabou de extrahir (74*> ; e convida aos po*-
suidores avircm recelier, que promptamente se
pagos na forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respe .
vel publieo para vir ao sen estabelecimento com
prar os muito feiizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesnx j
annuncios.
Acbam-se a venda os muito feli-es bilhetes ga-
-antidos da 10' parte da loteria a beneflcio da
santa casa da misericordia, que se extrahira no
dia 21 do corrente mez.
Pretas
Inteiro 4 O0ft
Vein 24000
Ue SOO-OOO paracltuM.
Inteiro 3A300
Meio 14730
Recife, la de n >ve:nbro do 1873.
_________Joao Joaquim da Costa Leite.
Engommadeira
Precirt-se do uma perita engommadeira : a tra-
tar na rua do Horn,Jesus, outr'ora rua da Cruz n.
53, 2 andar.________________________________
No becco do Padre n. 28. jirecisase de um
criado livro ou escravo, de 14 ou 16 anuos de
dade.
No 2 andar da rua do Impera lor n. Ji8, pre
ci-a-so dc um bom cozinheiro e um copeiro, que
affiance sua conducta.
0 balanciador
Joronymq Josj da Costa, mais antigo desta pro-
vincia, pode ser procurado no pateo do Carmo n.
13, venda, que se Ihe dira aonde e?ta trabalhando,
ou -na moradia.



0
0
Consultorio homeopa-
thico
Do Dr. Santos Mello
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Gratis aos pobres.
Residencia a rua Nova n. 7. segundo
andar, onde da consultas das 6 as 9 da
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Ao commercio
Os abaixo assignades tazem publieo que nsta
data dissolyeram a sociedade que tiuham na ta-
verna sita a travessa dos Martyrios n. 8, qne gy-
rava sob a tirma de Percira & Cunha, ficando
com o activo e passivo o socio Cunha, e Franci-co
Alves Moreira e Pereira pago e satisfeito de seu
capital e lucros, e desonerado de toda e qualquer
responsabilidade. Recife, 11 de novembro dc 1873.
Diniz Dias I'ereiia.
Candido Jose da Cunha.
Attencao
Rita Maria do Espirito Santo, viuva de Jose
Elias dos Santo?, faz publieo que ninguem faca
negocio algum em relacao a bens quo the perten-
cam, com seu neto Jose Pereira dos Santos, visto
ooiio ha cassado a orocuracao que o mesmo seu
neto pode ha poucos dias obter da annunciante
por meios pouco regulares. Engenho A Mas, 17
de novembro de 18/3.
Aluga-se a casa na estradanova que vai
para Caxanga, caiada e pintada, propria para fa-
milia ou para estabelecimento : quem pretender,
dirija-se a rua de S. Bom Jesus das Cnoulas nu
mero 11.
Aluga-se a casa n. '01 a raa dos Martyrios:
a tratar oa rua Diroiia n. 8.
Aluga se nma grande olaria em a rua do
Vi'v-conde de Goyanra, com boa casa e um bom
"itio a tratar na rua do Rosario da Boa vista
n. 80.____________________
0 capitao da barca sueca Margn-etle, nao
se responsabilisa por despeza alguma feita pela
sna trtpolacao.
Recife, 18 de novembro de 1873.
Herm Lundzeau.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.; no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodes.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, favande, p6s de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos arligos delicados em perfuma-
ria para nresent-;s com frascos de extractos, cai-
xinhas scrtidas e garrafas de differentes tama-
nhos^'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Pi ver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dlfTercntcs gostosi e
phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de Tin de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
t Correutos de plaque muito bonitas para relo-
glos.
Brincos a imitacao e botdos de punhos de pla-
que
Bolsinhas e cofres de seda, de vclludo e de cou-
rinho de cdres.
Novos objeclos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prala dourado, de aco e
de lartaruga.
Oculos de aco fino e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castocs d'- iiiar-
ft XI.
Icngallas diversas cm grande sortimento para
I mm ens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esnoras de tarracha para sal tos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de lartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
befa.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
ies.
Carteirinhas de raedreperola para dinf eiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mind e outros muitos differentes joguinhos alle-
inaes e francezes.
Malas, bol. as e saecos de viagem dc mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os denies.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Ce-iinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Veneaianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vUtas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosrnorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas.
Baloes aereostaticos do papel de seda mm facil
de subir.
Maclnnas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e de penuas
Tcsourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante-nas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ja promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Rcalejos pequenos de veio com lindas pecas.
Realejos harmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros.pes c palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes paries
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a pre> os mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
(ieslinhas para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, cna do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Aluga-se o 2"andar do sobrado, ccm bas-
tante* commodos para lamilia, sito a rua estreita
do Rosario n. 31 : a tratar no armazem do mes-
mo.
Precisa se-de um homem para cuidar de um
pequeno jardim : na eua ova, lj > n. 7.________
- Na rua da Madre de Deus a. 3, bolica in-
gleza, precisa so Je uma ama para toda oservi-
i-o para peqiena familia.
Rua da Imperatriz n. 72
C*B
DE
Luiircnco Pereira llendestiuimari.es
Declara aos seus freguezes que tem resolvi 'o faze- nma gran 'e liquida^Xo, ate" o
um do corrente anno.
A SABER i
CAMBKAIAS BKANC4S A 3J8WOO; i Ditos Veude-se"pejas decqmbraia branca, tapa- Ditos de massa, a i^ooo.
da e transparente, a 3J>, 3^500, 4*000 ej PEKFUMARIAS EH LIQWDACAO.
5?000. | Venile-se sabonetes ile divorsos tamanhos,
LAS1NHAS A 200 US. a UO, 200 e i'*0 e 320 rs., todo bom.
Vende-se lasiiihas para vestidos,
320 e 500 rs. o cova^o.
ALPACAS AG40RS.
a200,
Frasco dc bajiha, a 160, 320 e iOO n.
Frascos com aguade colonin, a 2i0 e 320
rs. cada um. E outros muitos extractos que
Vende-se alpacas de cdres to n listras a 6V0 se vende muito barato para liquidar.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs.. cadar
uma. I.unros brancos, a 29000 a duzia, e
3*000 abaitibadus, fazenda que vende-se
por 59000.
GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
Vende-se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
tas de cores a 200 rs.
Chapeos para baptisados de meninos, a
33)000.
BKNUAl.AS F. CHlf.OTES A 800 RS.
Vende-se bengalas e chicotos, a 800 rs,
cada uma, para liquidar.
e 800 rs. o covado.
CRANADINEA800 RS.
Vendc-so grenadine preta com listras de
cdres, para vestidos, a 800 rs. o co-
vado.
FOUI'ELINA JAFONFZAA I3J800.
Vende-se uma fazenda nova com listas,
com o nomede poupelina japoneza, propria
para vestidos de senboras, a lflnOO o co-
vado. Todas estas fazendas sao vendidas no
Bazar Nacional, d rua da Imper ariz n. 72. (
CORTES DE.CASSA A 25 0,
Vende-se cortes de cassa para vestidos,
com lOcOvados, a -25500. i
CHITAS LARGAS A 240 Rs.
Vende-se chitasfrancezas, largas, de cdres;
fias, a 240, 300, 320 e 360 rs. oeo-0
vado.
CASSAS DE CORES A 260 RS.
Vende-se cassas fruncezas tiuas, de cores,
a 200, 320 e 400 rs. o covado.
. SAIAS A 29000.
Vende-se saias brancas com barras de cd- e 29500.
res,a2JM)00. Ditas de cascmira de
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS. 69, 79 00 e 83000.
Vende-se chitas para cobertas, a280e| Palitots do alpacas dc cores, a 25500.
o covado.
GRANiE LIQllDAGAO DE ROUPA FEITA
Vende-se ceroulas de algodao, a 15000.
Ditas de linho, a 19600 e 2000.
Camisas de chit.-is tinas, a 15600.
Ditas de pcito de cores, a 25000,
Ditas brancas Unas, a 25ou0, 39000 e
49000.
Calcasdc brim pardo e de cores, a 2*000-
cores e preta, a 59,
360 rs.
MEIAS PARA HOMENS A 69000 A DUZIA.
Vende-se meias cruas verdadeiras, para
homens, a 65000 a duzia, a qual val
85000.
MULES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la, a 800 rs. cada
um. *
CHITAS IT.NAS A 400 RS.
Vende-se chitas Unas do campo largo, fa-
zenda muito boa, a 400 rs. o covado.
CHALES DE MERINO" A 2^1000.
Vende-se chales de merin6 estampados, a
29, 39, 45000 e 55000.
Ditos de listras a 55000 e G5000.
BIUNS EM CORTES A 15500
Vende-se cortes de brim de cores e pardo,
a 1%00, para liquidar.
COBESTAS DE CHITA A 15600.
Vende-se cobertas de chita a 15600 e
25000.
BRIM PARDO E DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim pardo e do cores, para rou-
pa de homens e meninos, a 400 rs. o cova-
do, para liquidar.
COLXAS DE CORES A 25000.
Vende-secolxas de cores para cama, a 29,
e 49<100.
TRANSPARENTES PARA CADEIRAS A
19500.
Vende-se transparentes para cadeiras, a
19500, para liquidar.
DONETS A 500 RS.
Veude so bonets de seda para homens, a
500 rs.
CHAPEOS A 25500.
Vende-se chapeos de castor para ncninos
e homens, a 25500 e 35000.
Ditos pretos, a 35000 c 39S00.
Ditos de casemira de cores, a 49 e
69000.
Ditos ditos pretos, a 59000, 69500
85000.
Colletes de cascmira de cores, a 29, 39 fr
49000.
Camisas de Qaneila, do cores, a 25000 e
29500.
AL'.ODAO A 49000.
Vende-se pecas de algodao, a 49, 59 e
05000.
COR A 29500.
I c res, a 25500 o-
CASEMiRA DE
Veudfi-se casoinira
covado.
MADAPOLAO A 35000.
Vende-se pecas de madapolao onfestado,
a 39000.
Dito inglez, a i5500, 55, 69 e 75000
peoa.
BOTINAS A 49500.
Vende-se botinas para senhora o meninos,
a 49500, 59 e 65OOO.
Ditas de entiar, a 25000.
Sapatos de tapete, a 15500.
Ditos de tranca, a 19800 e 25000.
BRAMANTE A 15600,
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura, para lenc6es, a 19600 Te 25500 o
metro. E outras muitas fozendas proprias
do mercado, que se vendo sem reserva, de
preco, para liquidar ate 0 firu d corrente-
anno, por isso convent aos compradores sor-
tirem-se de fazendas baratas, para a presen-
te festa que estd na porta, 6. rua da Imperatriz
n. 72. Bazir Na-iotial.
MEDICINAES
DESCOBEBTAS
PEI.O B.VCHAREI.
Manoel de Siqueira

AVISO.
m
1
Cavalcanti.


m
%

,jfo ta o Preservative da ery-
vap sipela : para curar com certeza, e
en. ponea tempo, qualquer ataqae de
erysipela, e prevenir 0 sea reappare
cimento.
Este 1 Kdicamento tambem r muito
poderoso para 0 rhenmatismo.
Z a Regnlndor da mens-
tnia^aii : para falta, irregularida-
de, suppressao repentina da meiistrna-
cao, e dos lochios, assim como para
todo.- os so"rimentos devidos aquellas
affei'coes. Ambos estes inedrcamentos
ja sao muim coneeituados, e procura-
dos nesta provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Acham-so a venda somente em casa
do autor, das 9 horas do dia .as 3 da
tarde, e a qualquer bora era casos ur-
gentes.
GRATIS AOS POORES
Rua da Imperatriz n. 14, 2 andar.
Escravo fugido.
1001000 de gratincacao
Desappareceu de novo, de bordo da barca bra-
iileira S. Josf, o escravo Joaquim, preto de na-
cao, 0 qual anda bem vestido e calcada, deixan-
do crescer os cabellos a modo de meia cabclleira.
0 Marcellino da Silva, que 0 havia comprado na
provincia de Minas (em S. JdSo d'EI rei ouOuro-
Preto), e com elle seguio para 0 Rio de Janeiro e
d'alli para esta provincia, donde foi para Maceio,
tendo 0 vond'.do alii a Justine Epaminondas Ne-
ves, a qnem 0 compraram os abaixo essignados.
Sabe cozinhar, occunacao a que estava dedicado,
e conhece so pela falla que e afneano.
Offercce-se a gratiiicacao acima aqnerooap-
prehender 3 roga-se a todas as autoridades a sua
canton.
Recife, 6 de outuiro de 1873.
Josft da Silva l.oyo & Filho.
Moracs & Moira, proprietanos do armazem Fi-
d-lidade, a rua do Imperador n. 14, convidam
pelo pre^ento aos sens devedores qne tem debitor
antigos na mesma casa, do virem sada los ate o-
fim do corrente anno, certos de que se assim o
nao fizi'rem, obrigam nos a proceder a cobran^a-
judicialmente, sem excepcao de pessoas.
Recife, 19 de novembro de t8/3
0 abaixo assignado dcclara quo nesta data.
i indo ao correio e vendo seu nome na lisia, pedia
a carta, e sendo -lite (ntregue, dita cam continha
urns conhecimentos; e nao pertence ao mesmo
Sr.; sendo esl'outro do nome igual : roga a quem
conipetir que a procure a rua Domingos Jos*
Martias n. 42, l. andar, das 6 as 8 da noite.
M*ooel da Costa Lima.
Joroaes da Europa.
Assignaturas para 1874.
Acham-so abertas conforme o respectivo cau-
logo.
Livraria Franceza.
Precisa-se taverna, e quo seja bom balcao e diJ conhecimenio
de sua couducta : a tratar na rua de Santa The-
rezan.60. _________
. Antonio Domingos Pinto, querendo resnrair
o seu negocio de mobilia, tem resolvido fazer um
zbatimento de 25 por cento nos precos de suas-
mobilias, as quaes sao : ricas nwbilias de jaca-
randa a Luir X", fabricadas em Franca, ditas de
nogueira e de anable, guar !as-roupa de jacaran-
da dfi mngno o de anable com eapelho, rico
guarda; vestidos de amarello, rieos guardaslon-
Sa, toillettes de jacar nda e de mogno, aparador<
e mogno com tampo de pedra, ditos de amarello
com armario, mesas elasticav para jantar, ditts
de mngno com abas para almoyo, mesinhas de
mogno para costura, e uma inflnidade de objec-
tos que seria enfadonho mencionar ; tem on*
grande sortimento de cadeiras de muitas qualida-
des : a rua do Barao da Victoria n. 57 o 38.
Aluga-se um excellente sobradiuho com bolaa
de vidro, na rua de S. Pi dro Novo n.... com com-
mndo!; para grande familia, o methor Ingar para
quem quizer fr^er nso dos banhos salgados a
tratar na praca do|Corpo Santo n. 17, andar.
MUTI1AD0
I
/



Diario de Pemfctobuco Quinta feira 20 de Novembro de
_
Precisa-fe de uma ama para cozinhar
" e comprar j.ara pouca familia : a iratar
d'i Imperador n. 33.
K ft* risa-se de uma nma para
;\ piar e i-c7.inli.ir par-' dtj.is |""S
* -' na in.'i da Sfiizah n .va n '>'<.
com-
'Ma? :
I1
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(outr'ora rua da C'adeia)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimeuto assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depositos e bons sortirnentos com que serapre prima em ter da*
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas aniericanas para algo-
4ao, desde 10 a* 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e mt lhoramentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-se dignas de
erem vistas e apreciadas pelos Srs. agncultores; os quaes, alem disto, encontrarao
tambem mais
Apuratios vapores locomovf.is, de forc,a
de 2'/t e S'/j cavallos com todos pertencas
precisos para trabalharem 4 machinas para
jlgodao, ou para outro qualqucr mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladoi-
ra.
Garros de nafto para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos cam valvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardfi-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita di'ta ditos de madeiras.
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pcrtencas avulsos para machinas.
Salitre reflnado.
Breu superior.
Moinhos de diversos (abricantcs para mi-
lho e cafe".
Debuihadores para milho.
Azaite de spcrmacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, quo soavista o neste estabeleDmoderaoentp s i
xaminados.
1) I
ANTONIO JOSfi DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
|F Querendo definitivamente liqnidar este negocio, vende todos os que tem, novos e
usados, |>elo prego do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se umasala por grande que
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
ANNEIS electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMVOS para segarar roupa estendida nas cor .las, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para hordar corn la ou s&la.
VERDATEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por muito borato prec,o.
. .iiisa se di> 111!,:. Jilt a i|W .--U-a.
\ "i.yrjilcir n enjmfciinar. prHeresr!
-\ tM-ruvi*; a traur m rua do Mar-
L quez de Olinda, sobrado n. 3i, se-
gundo anilar.
iui Preri-a so d<> uma ama irao couture e
AnlA coiinhe para rasa de pouca familia : a
tratnr nania atraz da matriz de Santo Antonio n.
18,2 andar.________________________________
P.erisa-sn dc ama para cozinhar
para easa de pouca familia; a traur
a rua do Hospieio n. 46, casa terrea
ipie tem hulas amarellasna cor-
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRU1 N. 52
lltassundo o diafariz;
-|# i<
AMA
I
Pdle obter em pouco tempo com o nso do melhor dos licoreaa aff;ma.1a
HESPEHIIIINA
Fai oito anDos que e coubecido este precioso tonico, e e difficil acbar ama paaao.
qne tendo experimeniado pessoalmente, nao falle em seu favor, ja como bom eitomaci
e apetisador, tomando nm calix della antes de jantar, on como facilitador da digest!.
tomando-se depoia.
A BASE
da HESPERIDINA e a LARANJA AMARGA, oao ba urn 6 hahilacte da BRASIL (a Urr.
especial das iaranjas) qoe riJo conbeca s propr;o.dades melicinaes da doo'ada frocta
ora l>era, a
e^m sea estado Dataral tem om gosto pooco agradavel, e o merito da HesperidiDa cob-
ii9le em reter 9nas boas propriedades, e ao mesmo tf-mpo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIA RACIONAL o5o tem oada qoe invejar a.
melbores importac53s earopess de calbegoria somtlhante. Estas, qaando moito, podat
aer go'tosas, porem a Hesperidioa e a combin2c3o perftita do
AGRADAVEL E SADDAVEL
Para prova de qae e am artigo no qoal p6!e-so ter iDieiracoDSanca.-por / pan
e innocente, b3S'a dizer-se qoe foi plenameme approvtda e aatori?ada pda
JUNTA OE HV
do Rio de Janeiro, pormittindo s tj homem wlho toma Hesperidina para obier
VIGOR
O bomem dnpnte :oma Hespendina para uhtnr
SAUDE
0 bomem -hbil toma llesperidioa para otter
BARTHOLOMEU et C"
Pharmaceuticos preruiados em diversas exposicoes
nija.
\ ma >ia rua da Al**"8 n- preciw-s6 P*1*
- VIIll ai,(jar Com uma monina, uma ara-a de
conducta atBanvada.
-*Preri.ca-se de uma ama para cozinhar: na rua
Direita n. 10 refiuacAo.
Preci?a?o de nma ama de idade que sirva
para cozinhar, comprar e fazer algum ensaboado
para uma pessoa so : na rua das Trainchciras
n^JO__________________________________
I'recisa-se de ama ama para comprar o cozi-
nhar para casa de pouca f milia : a tratar na rna
do Marquez do Herval n. 60, antiga do Concordia.
Ama de leite.
Procisa-?e de uma qne tenha bom e abundante
leite; paga-se bem : na rua Formosa a. S4, de-
fronto do becco dos Ferreiros._______________
- Proeisa se de uma ama para cozinhar e
comprar para ca?a do homem solteiro : na rua Di-
reita n. 8.
Ama de leite.
Quern precisar de nma ama de leite nas melho-
res condicdes : dirija-se a rua do Duque de Ca-
xias n. to, loja, quo achara com quern tratar.
Escravos fugidos
Maria, cabra, moca, bem parecida, ladina, de
boa altara e corpo correspondente, tem os braces
pintados com tinta encravada de janipabo, em
forma de coracao e o nome della, natural do Cea-
ra, 6 cozinheira, send sua occupacao actual de
enchada ; esta escrava costnma embriagar se e
neste estado 6 atrcvida, e foge constantemente
para o Recife e sens arrabaldes, aonde 6 muito
conheeida, estando desta vez ausente desde 5 do
corrente.
Felippa, negra, cabra, ja idosa, cozinheira, alta
e secca, foi e>crava da viuva do fallecido Jacin-
tho Botelho, tem am filho escravo do Sr Jose
Antan do Sooza Magalhaes, qne andava fngido,
e que veto seduzir a mai para ^companha-Io ;
esta ausente desle o dia 6 do corrente.
Roga-se a p> licia e capitacs de camp a cap-
tnra das mesmas escravas qne sao do engenbo
Sapuraia de Ueberibe.
NOVAS PUBLICACOES MUSICAES.
l. .1. d i/cvedollna!\'ova n it.
23JOOO
19500
19000
19000
19000
Acabam de publicar-se, e acham-se
venda as seguintes musicas :
PIANO SO'.
Damse espamiola, por Ascher
Arabella, mazurka, por G. Wer-
theimer
Valsa do Fausto, por Croyzes
Sonmo de uma virgem, por Alber-
tazzi
Anna la Prie, cavatina
AoClair de la Lune, por Russmeyer lj?500
Estrelia do noute Po,kabrilhante ,^000
Saudacao ao Bahia (
Cricket, por Seixas, otTerecida aos
cbrickets club pernambucano e
baliiauo
PIANO E CANTO.
Desespep.o, muito Undo romance
por I. Smoltz
Nos m'amava, romance por Guercia
Tambera recebeo da Europa grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. etc.
19000
29000
19000
PICDEM AOS seuborea de engenbo e ouirus agnculoria, eemprga.l
fcini&mo o favor de cna vtsita a seu estibcier-uj. n!w, para verem o riovo ryrtjiaecti
> ra. let qne abi tem ; *p A* todo superior em qnalidadexe tonidao; o que i ou a )u*
)*c?lo pet* CS: EC1AL ATTjLNCAO AO NUMERO E LtGAR DE SUA FUNDICAO
/annrAft A rnHn H'a^nft doB mai8 "derno systemai eem ta
V ttpurua U rUUttP U a^un machos coovenienies para as diverts
ircnmslancias dos senboret pmprietarios e p&ra descarocar algodSo.
Xoendas de canna $ln "laInaDh08, a9>e,hore *
ftodat dentadas para,DSmlMagMevapor
Taizas de ferro fundido, batido e de eobre.
ilambiqnes e fundos de alambiqaes.
MToaYi in ism na ?ara maodioca e algodao,! Podendo todoa
uauuiiiXBUlUB e para lerrar madeira. fser motidos a mio
rWnhflit iPp ***** "P01"'
ivuiuoo d patenle, garantida*........ looanimaes.
rodas as machinas e p6-c"Je qne M C08lama pr<,ci8ar-
Fas qualquer concerto de machi,liMB0' *w moi rMO,nido-
?Armfifl Htk ftkYYCl te|B u melbores e mais baratas existeotes no mer-
KnAnmmflnrlaa Incumbe-ie de maadar vir qoalqoer macbioismo a von-
QillOUIIilllOUUtiO* tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de faierem
aas compras por intermedio de peisoa enteDdida, e qoe em qaalqaer nectssidade pode
Ims preetar aoxilio.
Ira dos americanos e io't'nin'o ^icola
RUA DO BRUM N. 52
PASSAUDO O CHAFAftlZ
FUNDICAO DE FERRO
A' roa do Barlo do Trinmpho (rna doBrum) ns. 100a 104
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento do ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercSdo.
VapOreS do forca de 4, 6,8 e 10 cavallos.
LaldBirBiS de sobresalente para vapores.
M.06I1Q3iS lntGiraS e meias moendas, obra como annca aqai veio.
TaixaS fundidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tiodaS d aglia com ciibaje de erro, fortes e bem acabadas.
Roda-S dentadaS de todos os tamanhos e quabdades.
Rel@gi0S e apitOS para vapores.
x501TlDaS de ferro, de repucho.
AraflOS de diversas qualidades.
FonnaS para aSSUCar grandes e poqueuas.
PnTlPPrtnfl concertam com promptidao qualquer obra ou machhw, para o que teem
vajiu,ciiajd sua fabrica j^,,, montada, com grande e bom pessoal.
PTtpnTriTriPnflnA mandam vir por encommtnda da Europa, qualquer machinismo,
uuwimucuuaio ^ara q ^ue ^ correspondem im uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assenur
1it?iiiiachinas, e se responsnbilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RmdoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
m
PENHORES
X:j tr:tv'.-;> <\u 0
.l.t^'lj ii/.t> fi. -. pri-
meiru ;i!>tl!)r, dd^se
dinhi'i'ro isolm pe-
nhores de ouro, pra-
ta e hrilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
compra-se os nies-
mos metaesepedras.
Para rarr: reiros.
Aluga-se am t-rreno nmracki, na rua da Su-
dade. quit t<*m cum palmui >le Irente e 3fH) de
fundo, emu peqwna t e tetheiro para aui-
Mea, pmprio ivra piaPlatuet; a tr*tar a rua
Primeiro de Mar-.-p n. t.i, toja.____________
I'm Hiidat' v i. loja,
Aluga-se o toroi'iro anJnr Maroilin Di;.s o. 110, irrailo frcs-o, beDa 'Ista,
excelltnlts emmodos, r.m sutio, e a Ma do
mesmo, propria pa. a (|uali|uer estatielcciim aio :
a tratar a rua do Itaperad t n. St. Todos os pa-.
vimento; tem agna.
ilalriciila il-s cavallos.
Acham-se a v<*nda pas imprespns inn matr'Tila doa cavallos cou-
fcrmc determmt a lei provincial de 17 dejanfto
de IM73.
Criado
Em S. Jo 6 do Maiiguinhc. ^itio de Jose*
Duart') ilas Wev*>s, pr cisa dtj um paratiatar
do dous cavallos >. mais .Igum servi^.o.; t o
mesmo f itio.
iluga-se
o primeiro aodar do suhrado da rca do Duque de
Caxias u. 11, pmprio para escrlptorjo, ou rapaz
solteiro : a tratar bo ibesruu, loja.
;
Mil)
X -
O Sr. Jovino Ft'rnandos d.i Ouz '; chamsdo a
rua do Coronel Suiissaua n. 282 a nfgoeio de par-
ticular interesse. _______-___
Bahd
A pisson, que |ioreiigaub Ivvou de bordo
do vapor Pttrand, ebegS'lo h lo, um hahu de 4 palmos, de solla, novo,
com vlvos encarnados, queira mandar en-
tregar na rua do Imperador u. 77, ou na
agencia dos vapore* da co npanhia Brasi-
leira.
AVISO
Pagio, ao amanhecer do dia 16 de outubro Arrenda-se a propriedade Barra de Sen-
do corrente anno, do enitenho Paraizo, do termo nh5em, na freguezia do mesmo neme, beira-mar
do Bio Formoso, o mulato Cyrilo, de idade de 23 a e beira-rio, com bastantes coqueiros a desfructar,
21 annos, escravo do padre Miguel Pcrej de Aze- e rendas das terra a cobrar; e cem as mtlhores
vedo Falcao. propor^oes possiveis para um grande e lucralivo
O referido mulato 6 de estatura regular, cor esubelccimente de seccos e moihados, alem de
rdxa, cabellos preto?, nao soltos, porem nao muito ser localidade muile salubre, abundante em peixe,
pegados, com estrada de liberdade, ja tem buco frnctas, etc. a tratar na rna da Aurora n. 65.
de barba e pouca baiba no queixo inferior. 6 bem Aluga-se uma casa terrea com tris portas
parecido, sabe \6r, porem escreve mal.e muito fal- (je frenre e bastante elevada, com sotao dentro e
lante, bom monudor em burros, trabalha de oleiro
O Sr. Joaquim Cli'ment-1 da Lemoa Duarlo tenha
a liondadti de vir i-a maadar a rua do Coronnl
Suassuna n. 282 :i negsaVi de sen interesse.
Periiiuta-si' i-q veude tc a ca>a terrea e um
tcrrcnit jiinto t" M pattno* . rrente e 3-10 d
fundo, ja win nliiviv!-, n..ir> \i.,tas na frectc
e rom ('"a oarimha. sill na frt-Riiezia dn Bo-
Vis.a a rna de Jftio Fernind*^ Vieiia n. 71; a
dita propriedade MM -ituaila em cha-s prOflr&H :
imwhi pretender pod" d.n-.M' se a rna da In pera-
iriz ii. 23, que se dira eon nuein iteve tin tar "
nogdfio.
Na rua do Barao da \ ictoria n. -*6 precisa se
rallar ao Sr vigario Andre Cnrcinc de Anmjo Pe-
reira. a nagofllo de sp:i interesse.
Arrendase a propribdade Barra de Seri-
uhaem, na freguezia do mesmo nome, b* ira-mares
beira-rio, com bastantes coqueiros a desfructar e
rendas das terras a cobrar, e com as melhores
proporcdes possiveis para um grande e lucrativo
estabclecimento do seccos e molhados ; alem de
ser localidade muito salubre, abundante em pei-
xe, frnctas. etc. : a tratar a rua da Aurora n. 65.
Precisa se de 6 a 8 eontos de r6is a pre-
mio, dandose por garantia lupotheca em predicts:
quern quizer este negocio deixe. carta ne.-ta ty-
poprapliia com as iniriae.s T. G, ou annuncie.
Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filhos
Teem para veoder no seu escriptonq a rua do
Commercio n. 5, o seguinte":
AGHAIIDENTE de eajii: caixa de 12 garrafas.
de laranja, idem idem,
ARCOS dc pao para barril.
CAL de LisbOa, recenteuiente ciiegada. -
CHAPEOS de sol, para homem e se.nhora, cat*
de marfim e 6sso.
FE1XES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabric* '" eommen
mendador Peilrozo.
LIN HA de roriz.
OBRAS de pall eta.
PAKXO de algodao da Bahia, da fabrica do cow
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas df
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
ELAS de cera de todoS os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caizas de 15 gar-
rafas.
dito Moscate 9 Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 dnzias.
c da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
< de Coliares superior, em ancoretas.
de cajti, caixas de 12 gar afas.
t Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem idem.
em formas e e eanhoto.
Ao amanhecer do dia 9 do corrente (novembro)
fugio do mesmo padre o escravo Tbemolheo, criou-
lo, idade 26 annos, estatura regular, bem preto.
ponca barba, dentes limados : ha prababilidade
de que fugissem para a capital com o in ten to de
assentar praja. Quern os apprehender sera bt-m
recompensado, e os podera entregar ao Sr. major
Jose Antonio de Brito Bastos, no engenho do Meio
da Matriz da Varzea ; e sendo preso em outro iu-
gar fora da capital ou seus subnrbios. sejam con-
duzidos para o refei ido engenho Paraizo, qne se
recompensara bem, d vendo ser onduzidos com
toda a cautela, porque sao muito ardilosos, maxi-
me o mulato.
commodos para familia, na rua dos MarUrios
n. 160 : a tratar na rua do Rosario da Boa-Vista,
segundo andar, per cima da refinacio._______
No dia 3 do corrente rrez fugio de engenho
Timbo-Assu, freguezia do Ipojuca. o escravo Joa-
quim, crioulo de cdr fula, cheio do corpo, esta-
tura medianna. dentes limados, sem barba, e
representa ter 22 a 23 annos Foi escravo de Luis
Antonio Monteiro, de Moxoto, sogro que foi de
Andre Cavalcante Arco-\erde, para onde sup-
Sde.-se ter ido. Quern o apprebender e leva lo ao
ito engenho, ou no Recife a rua do B >m Jesus
n. 51, escriptorio, sera generosamente recompen
sado.
AllenO.
Pcecisa-se de um criado para uma casa de
pequena familia : a tratar na travessa do
Vigario n. 1, escriptorio^_____________
Aiuga-se o 8* andar e sotao, com todos os
commodos para grande familia, do sobrado n. 12,
sito a rua etc Hortas : tratar na rua do Trapiche
n. 13, armazem de assucar. Tambem se vende
cerca de 3|4 partes do mesmo sobrado._________
#h-t*
NovO tratamenio da Asthma, toste, convulta. dtfluxo catarrkaes, e todas as molestias dos pultuns,
qua tem feito importaates curas, e qne d hoje o unico acceito pelos melhores MedicOf.
DEP08ITO OERAL, 34, rua larja do Rosario, PBRHAMBXIGO.
Precisase alugar uma ama de meia idade, po
re^m que seja prela. que nao tnha vicios nero
acliaques, c que affiance sua conducta, para com
prar e cozinhar para uma familia de 3 pessoas :
tratar na cidade A- Ohnda, sitio do Amparo, ca
.-a terrea grande, com p< rtao ao lado.
"COZINHEIHO
Preeisa-se de um cozinheiro livre on cseravo,
no hotel de Apipuc<>s : a tratar no mesmo, ou na
rua do Marquez do Olinda n. 28, Bazar de Lon
dres_______________________________
(ozinhHra
Precisa-se de nma cozinheira para casa
geira de pouca familia : a tratar na rua do Com-
mercio n. :<8.
- Precisa-se da quania de oOOiOOo sobre hy-
potheca em bens de raiz : a pessoa oae qnizer
inT.cr este negocio annnn.'ie para ser prucorado.
| Aiuga sen I' andar do sobrado da rua Di-
,reiu n. 8 : a tratar na loja de mesmo. '
Caixeiro.
Pre.isa se de um aoco quo tenha nastanta pra-
U i do taverna, e sc;a de boa comlu^ta; nestas
>:ndicoes, offerece se bom ordenado : a tratar na
rila das Crioulas n. 33, Capunga._____________
Tluga se uma excellento casa na povoa^ao
o Duarte Coelho, em Olinda, com bons commo-
dos par. ramilia; a tratar com Jorge Tasso, rna
Amorim, a. 37.__________________
Monliard Metller A C, administ:-adoivs da
DW>I fjlhda de Mendes & Carvalho, cstabclccidos
qu-1 foram com loja defazendas a rna da Impo-
ratiit n. 46. ngamaos senhres.quo sc ncham
a diver ;i referida inassn. qneiram vir quanto
antes -aldar seus debitosa rna do Marquez de
Olin la n. 36, poupando assim aos r.nniinciantes o
dosgoslil de, recorrer a outros meios.
R-cdc >7 do novembro dc 1873.___________
.\17ga~7rTo~e^mdo andar do sobrado a rual
d(: l; r a n. 3i, rom cirr ) ;ara
fa; olia : ;. ii-.ihii- na l"i dn mojnio. __
- "flnslis"iMi"2r;o"i.l.ir d sohrado n SJ dfl nil
An A'l'o.n, r- in lr.-t:.nn-. eummtdea pra lamiHa,
te.'ulo ii liieHiio agua e i,az : Iratai iw andar
estran- d<> mesmo c
io agua
l.rJ>.
ALUGA-SE
o sobrado n. :0a rua dos Coelhos, com commodos
para grande familia, inclnsive as lojas, rom gran
de quintal e estribaria : a tratar no largo dos
Coring n. 15, com Antonio Carneiro da Canba.
Joaquim Jose Gonqalves
Beltrao & Filho.
Rua do Commercio n. 5, fl.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
"o Minho, em Braga, e sobre os segrintei
'gares de Portugal:
Amarante.
Arco do Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guarda.
GuimarSes.
Lam ego.
Lisboa.
Mirandella.
Monr^ao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Casteilo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimao
Villa Real.
Vizeu.
Valence.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminha.
Evora.
Oliveira de Azcmeis.
Penafiel.
Reg6a.____________________________
"TlOFKA
Esta encouracado!! !
Roga-se ao Mm. Sr. Ignacio Vieira de Mellu
oserivao na cidade do Nazareth desta provincia, c
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a co;
duir aquelle negocio que S. S. se compromclteu .
realisar, pela terceira cbamada destc jornal, ei
fins de dezombro de 1871, e depois para janeirt
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumpri.
e por este motivo 6 de novo chamado para diu
dm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de eito annos, e quando o Sr. seu nlho s.
'cbava uesta eidade- H
Costureira modista
Na rna da Cambda do Cat mo, loja do s brado
n. 2t, faz*e vestidos d3 todas as qualidades de
fazendas. dilos para ea-'araentos, vestuanos para
criancas. assim como lava se chapels de palba .
enfeita se com perfeicTto e brevidade, tudo pc i
figurinos modernos, o- quaes estao a disposica,
das senhnras que apreciam o bom gosto da moda
Na mesma casa aceita-?e meninas para etwloat 9
a mesma art".
A Fraoc-Maconaria e a
Pelo padre Gautcelel da C. 5e J ird. pelo llornk
de SauMdaaa.
Obra dedi ada ao "Ji-^pj Je Pernambtno.
1 vol. biM(li. 84000.
Na I.ivraria Prancoza. v_^
Aluga-se
0 primeiro andar do sabrado da madas Trin
cheiras n. 1^, que Sea defr >nte da rua estreita do
Rosario, contendo duas salas, dous yabinetes e ft
quario". no.inno qnintal. enni eaeimba e tanqne
para banho : trata-ae na rua do r--rn-l r no es-
crii-ii rio n. 73, por cima da livraria classica.
JIIU AL.II t !: HONRA
FIGADOdeBAGALHAU
'eft
FERRUGP'OSO. CLURO E TRIGUEIRO
m:(iir.Mtnn
Carallnro de l.rgido de Ifonra, Official do
iledjidU Cnmmendador da ordem tTIxa-
bc! a Caiholica.
Ool.'o tie Cheerier deve oseuaroma
a suhtancias balsamicas riue ainda aui{-
rjiontlto as snas propriedades thernpeuti-
cas ao mesma tpmpo (far o tornSo agrada-
vel ao tomar e.
O senhor Ghevrier completou a sua
doscuhorta assoeian.loo Iodureto de ferro
ao seu oleo d* figado de Baca'hau. Este
olrodpflrado tie baealbau ferruarino-
m possuo todas as prop.iedades do oleo
e dc ferre. e de facil digestao e nunca
cai'sa priso do ventre.
Todas ns celebridades medicas o pre-
ferem as outras preparajOes ferrugino-
sas. Com em em todos os casos em qne
Rpomprpa o ferrn : Tile pulimir,
RniHrl.il.'N. R.icliiliHiiio, ErerorulS,
Enipicrna. t.ulx. CCIspi.maliaao, Dj*.
pepaia. I'onvnleeenciaa demoradaa e
Praqurza de c-oitNliluicito.
deposito-km pak!s: !'harm. CHEVRIKB.
21, Faubourg Montmartre.
Na mesma pharmacia achJo se o Visno
r. Ki.ixib de Coca, excellentes prepara-
cBet tonicas. Os grannlos de Bismuth
compostos contra as diarrheas, dysen-
VELOUTINE
8 UMA. KSPECIB DM
P08 de FLOR oa ARROZ
Eapecialmentepreparadoscom awMUTH
e por conseguinte cf'uina aceao Madavel
sobre a pelle.
K' ADHEHKNTK e toUlmente INVI-
SIVEL, dando A pelle nma freecura <
aveludado natnraea.
Preco da Caiiinha com borla 5 fr., em
casa deCb. FAY, 9,ruedelaPaix, paru.
Deppaitown PtrmrmMico, A RFXJORI'
\ mm




G
Diaao$e|jer Boa
casa para a festa. .
Ahtta-M tuna excellente casa no Monteiro, tra-
wswdo Xisw>, i v^ial se acha am atuito bom es-
'** *- litnni-zi : a tratar ca run Primeiro de
I "' Crtspo n. SO A, loja de Gnrgel
Garros de luxo.
F fuailfcupel que a cocheira da rua do Rum
leMMIS, de-.'ea iuim Pies Pereira da Silva, e a
que leu1 as mcl (lores beriiudas, calecas, meias ea
teijaa VK-iorias de luxo, proprias para qualquer
no'iysdo, visitas de etiqiieta, bailes e actos da aca-
eado mesmos ajaezados de excellent*^
d*an!iii"s arreios laxuoece e boleeiro*
"-.jjji do ultimo gosto, para o que se
au ;..U.UOU a vir por si raesmo scientific
a vardvle do qae deixamos dito, certos de
encotitrario pomada, o eim realidade e
los prep 8.

Casa decanpo
(Mfcwce so a necaraanos, o .irrendamento por alguns annos, de
> aca, da .excellent.) casa sita na Porta d'Agua,
q ;e fu do nnadu Dr. Joaquim Pires Carneiro Mra-
teiro, pasando-=9 escriptura para raaior seguran-
ea. A lociijdade e muito saloUre, e a easa rauito
JWJ, te:r, majnifieo banho de agua doce em
frcnte, e e muito commodo visto qne o trem passa
ten-ante : qacni pretender podo dihgir-se ao Sr.
t-raneisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
v. "rtocisto Ipnacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
on ao Sr. Cann.ii, a rua do 'lommercio n. 40.
iVfUNCBT
I'recisa-sc do urn homem portuguez recente-
menle 'begado, que tenha boa conducta e pratica
para feilor do eugenho : quern estiver n-wtas con-
diodes, queira acparecer no largo do Corpo Santo
n. 19, e^eript;i >.
Ao bello sexp.
Gusmao & Leal rcccbemoi ricuavcortas de fa*
de seda, fazenda inieirafurnte ffiva, e venfean
pelo baraw i.re.o de ';0*0<;o o corm : a elles, antes
Mt so acibem: so u\ 141 da ro- iVmeiro ie
Mar<;o n. 14.
. FumoB- especiaes
para 0 fabrico dos melhores cigarros finos de seda
e linho, e para caximho, a >aber :
<> veMad- iro fumo do Daniel.
Idem do Rio Novo destiado.
Idem cabello 9 e picado.
Idem de Haependy.
Idem de Guyaz.
Idem dePomba.
Idem do Mineiro.
Idem de S. Paulo.
Idem de Minas.
No armazem de fumo a raa da Madre de Deus
n. 10 A, de Jo e Duuiingues do Larmo e Silva*
0 proprietario deste estabelecimento tern tido 0
raaior capricho possivel em obter do Rio de Ja-"
neiro'as qnaliJades da fumns mais especiaes,
algumas ate* me-mo nio cnnhecidas neste merea-
do ; porem inuito apreciado em outras provin-
cial do imperio, eomo os fnmos que acaba de re-
ceber pelo vapor nacktnal Bihia, eotrado em 6
do corrente e por isso- conrida atao#ens ire*
gnezes e amigos para vereor e examinarem aS
fnelhorcs qualidades de fumos fi-io, e prometle
conservar sempre era seu armazem 0 que honver
do melhor neste artigo, desde 5$ arroba ate 8i a
libra ; tudo a contento dos sens nnmerosos fre-
guezes c amigos.
Tem para vender Joaqnim Jose Goncalvea Be-I
a o -Pjlho : a tratar 110 ten escrfftorio a rua
do Commercio ji. 5._______________________
Leques, luvas e sahidas de
bailes.
Amaral, Nabuco & C reeeberam nm completo
sortiiDRnto de leoues de madeira nvwaico cuu-
ro da Run-i:i, martim, madreperola de diversas
cores e Urtaruga, luvas de pellica fresca, e peuux
de sued, e sabidas de bailes ou capu do casemi-
n para preservar quaesquer ineommndos nas sa-
Judaa-4e,-rwuiio< : venJem no-Ha/ar Victoria, a
rna do OarAo da Virloria n. 1.
Amaral,. Nabuco 4 C vendeiu magnificas
colcha* de seda, 'fluis-fmas abbrtnras de cim-
braia de linho bordadas. para camwas de senho-
ftas.-e-meias tfe algndao, fio dn Escocra e do seda,
ra homens, seaboras, mgniuos e meninas: no
r Victoria, a" rua do Barao da Victoria-n. t.
e
Compra-se
uma esrrava qne seja cozinheira e de boa conduc-
ta : na pra-.-a d 1 Corpo Santo n. 17, andar.
C
PAGA-SE BEM
sabos de chapeos de sol, bengala. leime e de outro
quahoer oojecto ja usado mte seja de mardm : na
rua Doque de Caxias n. 2. deposilo de carvao
Trastes." I

\
*>
Compra se e venJe-so pastes novos
e u^adoi no -armazem da rua do Im-
m. perador n. 48.
Compra-se
am sitio dos arrabaldes (testa cidade. onde passe
lioba de bonds : s. Iralar m rua dj tmperador Q.
w, aruiazem.
Compra-se
am -i!>'o ncr arrabaidos desta cidade, onde passe
de binds : a tratar na rua do Imperador n.
4->, imzeni.
Vende-so urn sobrado de 3 n ml ares e so-
tao, A rua do Bosn Jesus, outr'ora rua da
Crux n. 63, e urn dito de 1 aoder na mesma
ruan. 61, sendoestes no melhor local da rua,
junto a igreja matriz do Corpo Santo : a
tratar no raesmo sobrado n. 63, arma-
zem.
Casa e terreno.
Vendese a casa d ferro e terreno em Sant.-
Anna, perio 4a estafao'da-cstrada de tetro: a
tratar corn Shaw, Hawkes & C., a rua do Pom
Jesus n. 4.
Rua do Brum n. 76
Vende-se ziaco puro 65e saperior
proprio para cobertas de oasas, -medim
mos de comprido o 4 de largo, por prejo
em conta.
uuaJidade,
do tl
Pi
mnito
lAfli
LIOniDACAO
/
rm$&,
\w
HADE
P '' j QtiscLos; vende-se aa
r^a da [(opera rit o. Mi.
Las u
A Pmlileota acrba >\e iveeher urn lindo- sorti-
> d fitas o-cjc.'/.-i- acliainalotadas, proprias
.BP8 ; astiiti viii., nm iindn sorlimento de
\-u\ucn d- madr>-pcri)l.i; .. eltes antes qne so aca-
ri'.ado Labuga n. t A.
/hales de inerin6 de ~5#000
por 3#500.
Rosa Branca, a
((uadro.s de 500 rs.
a 380 rs. ocovado.
E' para ac.ihar
Vor.dc-se na Rosa Pranca a r.r. da Imperatrix
it 56.
Las para vesiidos de gente
sinha.
Pazenda dc 800 rs., veudo sc a 500 rs. na Rosa
Brancae die se amostras: a rua da Imperotriz n.
Colariiiuos de esgul^o, de 8$
a 5$ a duzia
Taintxm seretallia : vende-se na re a brinei S
rna da Impcratriz n. 56.
Lengos de eassa a lf>000 a
duzia
a rua da Imperatriz
Fazendas baralas
1 A "'*?
loja da America*
Bramante de 4 larguras. inuito bom para len-
coes, a liCoO a vara.
Brim lona, superior, a I .'600 a vara.
Madapolao francez a SjOOU a peca.
PARA TOALHAS DK MESA
Vende-sc rico atoalhado com 2 larguras e dese-
nhos modemos a 1600 a vara.
PARA VEST [DOS
Lazinhas de quadros aioes a 400 r- o eorado.
M lim trancado, cores garantidas, a 400 rs. o
covado.
Lazinhas com listras de selim a 1 iOOO o covado.
Biilhantina- as^etina'ia, com 2 larguras, a 500
rs. o covado; dara-se amostras, na rua do Cabnsa
n. 10.
LOJA DA AMERICA.
Fundicao da Aurora
Gtandesortimento de:
Moendas de todas as quaiMa-
des e tamanhos.
Taehas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Yarinfte^, gradeameiitos pa-
ta jaidim, eto, etc.
Tudo sevend> por pre^os
Jmmto em conta para aca^
lbar- ;*iT/rr
G. Sfc^rriC, em liquida-
gao, ua fuudicao da Aurora,
em SaatoAmaro.
L1NHAS
RETR0ZEDBALGO
BAZAR U
Rn-daAttao da Victoria n.22.
DC
Carneiro ViiiHiiii.
A' eato graode estabelecimento tem che-
gado am bom sortimerrto de machtnnspara
costurn, de Uxlos os autores mais acrodita-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artbta para ensinar ar> mesmas, em
qualquwparte desta ckla^e, como bem as-
sim concerta-las pejp teaapo tambena d'nm ^
araio sem despendio algum do comprador. <^
NQste estabelocimento t-mbem ba pertencas' CO
para as mesmas machinas se suppre qual-
quer peca que sejmeoessario. t'stas ma- 3
cbihas trabarbam com toda a perfpii*8o do'.^
'a
i&OCSH
*A*A
iMES
mm
PARTK

Machina
MM

Com a> falsifica^oes que tem apparecido

*
Vendese uma excellente casa com um peqoeno
sitio, sita no Arraial junto a eosa do Sr. Anselmo :
a tratar na mesma ca>a, e para iatormacdes na
taverna do Quttm?do n. A, andar

Venda-se na rosa hranca
unmero iio.
Taletots de casemira de 18#
por 12#000
jbra de em-ommjoda : vondii se na rosa bran-
ra a rua da lino* ratriz n. ."i6.
* ";ii(MiiU-a esem'rt tie vT, n 3-TOIN>
o covado
Para lalcl^j .1.1 juj.a l\ mcniirj por ser muito
: fcdese na roja branB^ a rua da Impera-
:\: u. 5C.
ATTiMCAO
Vende se uma taveraa no povoado de Auipneos,
confrnnle a estacjw dvis trilhos urbanos a Caxanga, a qual tem mnito boas freguezias et|
vende muito : so so vende por inotivos orgentes
que se dira ao comprador.
Vende-se
urn sitio no largo da Casa Forte, com 52d palmos
de frente e S70 de fando pouco ms.s ou menos,
rom ea*a de pedra e cal, 7 qnartos, 3 salas, oo-
zinha fora, i cic;mbas diversos arvoredos de
fructi s ; assira como, nm eurro menor na tra-
ves-a da mesma, r.dtando para a estrada .qua v*i
para o Arraial, com casa 4e pedra e cal, com 4
quartos, cozinha fora, cacimua e al.uns alvondo*
de frueto : no paleo do Cirmo n. 3, on na rua
das Trincheiras n. 1.
seij,re assu.
Mmn
. tJiso quatro ca!xT>-< pf*prio3 para eatabe-
Ieciiri?i#>s de moliiido-, a i'ui de Marcilio Bias
n 76.
------------;-----------,----------------------------,-----.
0 ja
licadas
san?ell
in Ja N n. oi. isia replec.to.de Ain-s a.- mais dVs-J
K t ;.os^ivel imaMairiw, desule o in.is
ramalh' t- a mais elegante rosa, (intcira
v- vid.i*f-) : ao !,elli> sexo corajpete, 'nianto antes,
vircm ooiiie las i-mquanlo (istto vicosas.
Follii^ha do variedades para
o anno de 1874
CkmtM
i 'o ale :i do kalcndaiio, a tabella dos
imolunjearrt? eoBnreis noiribunaJ do commer-
cio desii provim.i3, picivi- e oartidas dos vapores
de male terra, omias novos d.-n,ruas lusta ci-
, f.*elki.- -I..-, e.iii lumonhs t'vicliiacselc. etc.;
-a venia i'i tedas is livrariasdo iltoeife.
WDda-vfiTjaviirna da .rm do
Borja ,. ^7 (ar-ti :\ rwa A i wn^prrr pn wwo'se
retirar aara Eon.tw, a qual e oem localis.ida, On-
to parafi t^rra como para o/*nato : a tratar na
mesma.
Tonio
enccutij
warias \
Sopej
ios : ei
permid
"A
I de Jay me.
lae a vpi-.u.
Iraa Baqi
cafcfelo
ra a caspa e ;.......^ .
o deDOsito central Je perfu
c rtlfra a caspa e a calvice
centt
loo rre smrmfia lie* rabel-
NMitr -.: i verrtJa noni-'prtrjfto eemr#l-do
i ma ltomuo de (Jawas n :SB
Kenfta pasmtafWr.
_ VeodiKsu uma pr.n-a para W^),, ear-!
uma, graoiic^tfd-
i do types e a.u% p- na-HYiaria aw,
Quaudo parece tar-se esgotado o repertorin das
modas, ji.-la imjnensidade de artigns qe novidade
jiie t'm apparecido, eis que os velhos e insansa-
veis correspondentes da Nova Esueranra, a roa
Duque de Caxias n. 63. deseobrem oulros no,
mundo elegante, aonde se coaservam escogUando
miuueiosamente as novas invenijies ; remettera
para a Nova Enperanja. e antorisam ria a dizer
aos seus freiiuezes e especialmeute ao bello sexo
que nao cream em tal : e para prova avidente
do qae acaba da expor, vejam o que atixo se
descri'vo :
.ViANUaES para missa, com capa do madreperola
ou tartarnga, tendn no centre, da capa
um pequt-no celogio perfeito regula
dor.
CARTEIBAS, ao t charutns, port cigarros e ports
n eneys no mesmo gosto.
CARTEIRAS para notaseom capa Je maram, ma-
dreperola e lartaruga, com o distieo
Lembranca
BOLSAS para. este mereado, de diversus tamanhos,
qualidades e modelos de nova inven*
fao.
PORT BOUQUETS de lindos gostos e Umanhoe,
especialklades para as noivas.
CAIX1NHAS com musicas e sera ellas, propeias
para presentes.
E outros de intt-ira novidade.
E com os meninos,
A Nova Esperanca, a rua Duque de Capias n.
63, rccebemos boneos de bwracba de tiroiatos
inteiramente novos : os meninos muito apFeciarao
e^tc brinqnedo.
E verdade.
Qualqncr senhnra de bom gosto, parece que
nao pnde completar e 'ua toillelte, t-cm dar am
passeio a Nova Esperanca a rua do Duque de Ca
xias n. 63, p ompleto esta em s> rtimentj, e que mais novida-
!* apresenta ao publico em geral.
E com as floristas.
a Nova Esperanca, a rua do Duque"de Caxias
.63, recebeu pelo ultimo vapor, um inteiro sor-
r.cnlo dc papfiis para fl res I a elles.
Pai'a crian^a.
A Nova Esperanca, a rua do Duque a. 63, recebeu um sortimento de yestuarios de
easemira e alpaca para crianpas : modernos e bo-
ilos.
Las mescladas.
Um bonito sortimento de las meseladas em co-
iBps, recebeu a Nova e>peranw, a rua Duqoe de
JB-^xias n. 63.
Os proprietaries da Predilecta, bo intuito de
conservar o bom eoaceito iq,ue tjf m merecido- do;
respeitavel publico, distinguindo o sea estabeleci-
menlo dos mais que negoeiam no mejmogea^ro,
veem si*ientincar a.>s seus boos freguezes que pr?-
veniramaus.-eu.- c.jrrescondent!s ns dfversas por-
pas d'Europa para Ihes enviarem por ftidos o* p*
quotes os objectoi 4e hixo e twa> gosto, que so-
jam mais bem aceilos pelas aociedWdes elegantes-
daquelles paiwes, visto aproxkBar so a tempo de
festa, em que o betlo "sexo desta linda Venczja
raais ostenia a riqueza de pnflg tohtetMs; e eo-
mo ja recebossem pel artigos da ultima raoda, veem patenlew- aljjuns
ii'eotre elles qne se tomam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel pnblico a cosiumadai
concurrencia.
Aderecos dc tartaruga os mais iindog que teem
vinio a6 mereado.
Albuns com rica capAsde madreperola-e do
reHodo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
Aderecos completos de borraeba pr prios para
iLto^mmbem sc vendem meios alerecos muito bo-
nitos.
iBeuJee do aetim prtHo e do cores para era*to
vestidosde sethora; tambem lorn para ooMelL
pator.
Bolsas para senhocas, exist* um bello strtknei|-
tb de seda, de palha, do chagrtm. etc, etc., por
baratopreco.
Boaaoas de todos or tamanhos, tanto da tenca
como de cera, de borracha e do massa ; ctema-
mus a attenr.io das E-xina-. Sras. para este artigo,
pois- as- vexes tornam-so as cfianras um pouco im-
ptrtineates por fall* de um obteclo ipio a ea-
tretOBBam.
t'amtsas de linho lisas e coin peitos bordados
para homem, vendenvse porpreeo commodo.
Coroalat &i linho e-de algodiio, de diversos pre-
fos.
Cokiahas com miiHoa, o qn? b* le ma4s- lindo,
com disticos nas tantpae e proprios para poesen-
tes.
Coqaes os mais msdernos a de diversos- ferma-
tos.
Cbapeos para senlKira- Beceaerara um sortimento
da ultima moda, ta>.o para .^nhora, comi* para
meniaas.
Catiattas simples ocom vopara noivas.
i,aicas -bordadas ps-na meoaws.
Eutremetos eslampaas e bordados, do Kudos
deseaoos.
Escovas electricas-para deote.-, ten) a j>ropne-
dade de evitar a tLi'vt dos denies.
Franjas de seda pretas o do cores, esuto am
grande sorti men Uj de diverp-as- larguras bar a to
preeo.
Filas de sarja, de. gorgnsrio, do setim e de et>a-
malQte, de divcrsae larguras e bunitas oores.
Paclus de goi^attio m lito lindas.
Plores artificiaea, a Predilecta prima^eta con-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
ta* flo es, nao so- para eofeite dQS c^bvllos, eomo
tambem para ornate (Jq vestido de noivas.
ttaloes da.nlgudao, de ti e dc seda, brancos,pre-
tos ,e de divtjsas cores.
1 Gravatas do seda para homem e senaoras.
Lafqs de .cambraia e> de seda dn diversas cores
'para senboni.
Lujas de seJa.de evres e braacas bordadas para
noiva.
Livros para- ouvir mlssa, com canas de madre-
perola, jnarfim, 0so c vellodo, tudo que ha de
bom.
Penles de tartarnga rnarfim j|a alisar o? ca-
bel os ; teem tambem tiara iirar eospas.
Port, bputuij;^. y^ipeilo ^rtiiBonto de madcer
peroja, raarlim, 6sso e goprados p< r barato prego.
Perfumarias. NeSte artigo c^ta. a i*rcdde;ta bem
provida, nao so em extraotos, aomo em oleos a
bauhas dus melhores odores, dos mais afamados
fabwanles, Loubin, Piver, Soejedade Hygtenica,
Coudea-y^ fe^el e B^neJ ; s5^> indispensavets para
a festa.
Saias bordad.as jia.ra sxsJjora, por commodo
preco.
Sapatinbos de 15 c de selim bordados ,para bap-
tisados.
Tapates. Borobeu a ftedflocla um bonHo sorti-
mtmo do ti versos tamaahos, tanto para, sofa co-
mo para mtrad de. salas.
Vestimenta- para, baplisado o que ha de raelhor
goto e os mais motlcrnos. recebeu a Pfedilecta e
vende por barato prooo, para dear ao atcanee de
i|ual Co^iido
csirangctftt.
Aproxima se o mez de de^embro, tempo em
gie o Paris na America, a rua Duque de Caxias n
fjo, 1 andar, tem 6i dar o seu balanco, por este
;gi4tivo, os prupi'ifciarins dette estabelecimento es-'
i^o rosolvidos a venderem sous calc dos pelo cus-
|>, alim de minorarem o irabaUm ; a.*sira pois os
precwKltires do bum, e com espeoialidado o sexo
.mavel, para quern o Paris na America consesva
ta^graoic^ol- pi'pin a devida dttaancia).o seu g.ibiaate'WS*rva.;
T^o, para a escoliia do ealcado, aprowitem e ve-
Itoqi mniiirern-se do quo precj?arew.
Macbinas a vapor.
.^Machinas de descarogar algOiHo.
Macbinas dexortar fumo.
Arados Americanos.
Cofres df ferro de varios tamanhos
Prensas para.copiar cartas.
jem de Hluw, Hanies & C.
Rua do fiom Jesus n. 4
um e dons pospontos, franze e" borda toda
quaiquer costura por 6na qne s^ja, sous
recossAoda seguinte qualidade : para tra-
walhar a mao de 303JOOO, 40$0Gb'. 459000
e $09060, para trabalbar com o j.o s3o de
80JWU0, 909000, 1009000, 1109000,
120M00, 1309000, 15OC00O, 2D09000 e
2503800, emquanto aos antores rrSo ha al-
teragao de pregos. cos compradons poderSo
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objectof. que
ha sempre para vender, como sejam : eadei-
*as para viagem, n*as aara ailgem, cadei-
ras para sake, dttairde.briangft, ilHas para
crianca (a4tasj, ditas para escftlas, cosBwei-
nas nqnissimas, para senhora, d&spcnsaveis
para crianpas, dfrtodas as qoalidades, earaas
de ferro para hotnam e criancas, capachos,
eapelhos doarados- para sala, grandes e pe-
qupnos, apparelhos de metal para cha, fa-
^queiros com oabode metal e de marfim,
uitos avulsos, colbere do metal fln<, condiei-
aos para sala^ jarros, guarda-comidas de
oraino, tainpas para cobvir pratos, esteiras
para forrar solas, lavatories comptetos, ditos
flraples, objeotas para teilcUo, e outros mui-
feM artigos qne muito.devemagradar-a todos
qtie visitarem este gramle estabelecimento
que se acha aberto fb>de as 6 boras-da mar
n ha ale as 9 horas da noutea
Baa do Barao da Victoria n,
i_________22.__________
to ha mais cabelbs-
brancos.
TINTURARIA, JAPQNEZA. .
&& unica approvada pelas academias- de
scieneias, reconheckla superior a toda que
teat- apparecido atd hsje. Deposito princi-
pal d" rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quexde Olinda, n. 51, i. andar, e em
tokss- as boticas e casas de cabellei*
rJ?o*
Nenhuma
china Singer elegi-
tima se nao levar
g esta marca fixa no
braco da machina.


Paraevitar&lst ^
ficaQoes natem-se g
bem todos osdeta- ^
lhes d maroa.
f

!A dinheir^-eA
A contento dae i&niais.
I
Sao as mais baratas
Sao de dous pospontos
Sao mais simples e rapidas
Sao duradoura5
MACHINA DE SINGER
Aronham
Franzem
Pregam tranga
Mnrcani pregas
Bordam Jp ii
Alflbhc
lifiha dc suda
boam
E prcgarn cordaos.
UNICA AOENCIA
EM
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR ID
PECHIKCHAS
S6 o n. 20
RUA DO C!iES?0
jAgiias Ahilioir-fiiizusas das ??-
liras Sak'idas.
mm mmm,
Do ft>r?a de dous a-seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado & G., tr-a
Tessa do (lorpo Santo n. 2o.
LOJA D\S 3 PORTAS
Villa Rouca de Aguiar.
BICARBONATADAS-S'DICAS
Vnalvscs d< Dr. Jose Jail* Rodri-
Kiics, lente da escola PIjte-
continua a vender muito barato para Mini'' __.ff**^_ ~?ny?S*! m
..... r- r ES(a excellente agua nsada com vantagera no*
muito dinneiro. padecimentos das vias digestivas, nrinanas, do-
CASSA LA i estomago etc., etc.
Vende-se

l
Alfaciana
A 400 KS. 0 COVADO.
Pa-zenda intfiramonto nova e propria para a pre-
er.te eslacan, pelo barolis-imo preco de 44)0 rs o
covado, a loja doaarois de Gurgel do Amaral &
C, a rua 1." tie Maneo, antiga do Crespo a. 20 A.
Bams jHrra a/.eile ca siiel
Vende-se por baratopreco a rua- ?.arga do
Rosario n. 3i.
Oleft de liiiiiap
Vende-se era grosso ea retalho, na rua
Larga do Rosario n. 34.
Hadapolao hmm
a 6)3.500 a peca!!
Madapolao francez Two com poaco sujoa 6/30
a ipeca ; e- pcehincha t na rna do Qucimado ne-
roero W-
BATISTAS
a 400 re. eavado, a rua do
Queimado n. 43, em trente
a pracinha.
Batistas tinas com lindos desenhos a 400 rs. o
covado : so a rua du Queimado n. 43, loja de Guer-
< fc Pnanannon
ia a rciuoumoc,
Sal jh Cabo Verde.
XftronH (i'sj^rian drt ParA Jwn para vender Joaqnim JoseGoncal-
A-arope u agTiao ao raw, ^^^ & Filh0i a ^0 do b-igue por-
,Arrtigoe couoMtuado mocUcamento para Kjgez B. Avna, fundeado defronlo do tra
cura,das molesbas dos orgaos resptratorios, nfchc Alfandega Velha : a tratar a hordo coraoapbtystca, bronobttes, astbma, etc., to seu escrtptorio 6 rua do Commerci
apphcado atnda corn opttmos rosultados no n. S.
eseorbmo.
Chegoa esta fazenda^endo lindos padroes, e ven-
de-se pelo diminuto preco de 21)0 r. o covado, ir\
pechincha rl I dao-se amostras.
MKTINS
Proprio para vestidos o que ha d- mais goslo,'
padrdes novos, pelo preco de 400 rs. o covado,.'-. '
pechincha! II doi-se amostras.
LA5 E>C0CEZAS
Lasinhas escocezas, padroes bonitos, a 240 rs. o j
covado.
Ditas com listras, padroes modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padroes modemos, a 640 rs. o I
covado, 6 pechincha r I I dao-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrSes bonitos, fazenda de
14000 a 400 o covado, e pechincha I I dac-so
amostras.
CRETONE
Cretone em pojas pequenas, rom bonitos pa-
droes, pelo diminuto preco de 40f> rs. o covado, e
pechincha I I dao-se amostras.
Cortes de casemira d: cores, a iii> HO cada nm.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para luto. a 240 o covado.
Fustao branco para roupa de meninos, a 360 rs.
o covado. '
Brim pardo e de cores, a 400 o 440 cs. o co-
vado.
Cobertas de ehita adamascada, a. 3*500 rs.
Colchas brancas e com barra de coros, a 3*300
4*000.
Lencoes de bramante, a 2*000.
Dit*s de algodan, a 1*400.
Toalbas alcochoadas, a;6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*300 a duzia.
Len?os de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abannados, a %&')*> a duzia.
Ditos da esguiao Gnos, a 3*300 a duzia.
Cambria lisa transparente a 3*000 e 4*oO0 &
peca.
SCamhraia Victoriaa a 3*800.
Atoalhado adamascado, a 2*000 a vara.
Dito trancado, a 1*400 a vara.
FustSes de cores, a i/cOO ocorte.
Chales dp merino Hso, a 2*000.
Ditos .astampaaas,-a-a0^A*ftJOe 4A3U9.
tos com listras muito 8no#, a s*_80u e **000.
gaiao mnito fino, a 2*000a taaa.
im prctft^aflca^,a**Wa vara. t
lamante do algodao.a UgpO a vara.
to de linho de 9 o l^pannos de- largnra, a
e 2*800 a vara.
godao marca T, a KKaOOaapKja. *-|'
to domestico, a 3S00A a Bf;a.
de algodao^on>nl3tra3 priprio para cami
cambraia do cores muito flna, aoio dl
preco de 400 rs. o covado.
NA
INittiMtiucM* e (lrogoaiw
DA
Rna larga do Rosario n. 34.
[ Dc rsaiiicnlns
Du baptumdos.
Dc haUis
Dc soirecs-
. De almncos.
! Sle lanclies.
De bteknlekfk
De ceias.
De tudo de kk
Se eaearrega o-confoitaria do C.nmpo-.
Ealem disso
A confeitaria do Campos
Esti sempre provida
De tudo quanto e" preciso para
Uma boa mesa.
Rua do Imperador w. 24.
FSO BrC3
L(iODA0D4B\HlA
Tem para vender em sen oscrialerio Joaqnior
Jose tioB^alves Beltrao & Filho, a rua do Commer-
cio a "i
Tf qrAlttia rvf i c :
OtgaAc de Heaawav, superior e verdadeiro.
wfiB4y.
Doyle.
Brdufeeta
rw

mit
Banhoji jemOKnda
i iVtnde-se- um elegante e pitoresco mnnte,'
prpprio para a proxima ex josiQ&o do Menln-i Deos,.
tendo ,nma pid^de dc madeira que e em relacao '
Camisas e ealcaa de-^aieaaa a>*aa-qohlidade, ao pioute, tndo por barato .nrec/i. Aisroveitemos
pr?pcias .para o8..aaho* era OUnda : na tafa dos araad.yes ie proseDc, que o ^ompo ftrae, c d*-so Vai
irr.sa rua Pnawim .de Mj,(anUga doCfesae) nor buato pr^ : a tratar a ->aIteva -n. 27, Con
*.o A, da^ttrgol do Anri #C. ri .fojadeaafleifo. ,da
fjPaw^) cde idgodao da
aBahia.
Onceicao.
- -aWaata.
Uodelo.
X-ctefjo-dc La,-: .kii$*t,- .-a,-ruayo i
Vcndc-se sal do A,su*?***>*, ;iate <*& mmtofm.-lUM*.
i.-.ftfMkWio 40 itrajHChe -4o Cuuha, eaa:da:
panliia (wnaabui, awator com Juty lo^ d
unha Lagos ojwojd oraeatn abordo.
I Guilheribie &-Q.
gocto
a'U&
.^MinohaiMaj
a-trattrna

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Bmifr&e &*ti&nibutJ6 Qitfhter Mhi 20 ^Q^i#lrc^^]*54>.
.'
BC 4Rua, da Caftug&^J
Joseph iam^usE
; GOMES DE MATTQS & IBMAO
Avisam ao respeitavel, pubUqo desta cidade que o sortimento de joias, dc subjdo v
j lor, que existia em seu estabelecimonto, csui coropletamcnte reforcado~com. o mail ele
gante sortimento do novas joias, quo receberam directamente pelo ultimp va,por da Ey
ropa, coostando elle do mais varjado,sortimento de adejrecos. a* Boulevard, pulseu*as. d(
nltimo gosto com pedras preriosas e sem ellas, hrincos d'argola, agraffes para relogic dt
senhoras, delicados ader&jos.para meninas, meios aderegos de caraafeu linqissimos, telta*
de nogordios para senhoras, correntes iuglezas de ouro e de pljrlina, varjada quaqtjdadt
de botoes para punhos e peito, com emblpinas magonicos, de onixtecido de ouro,.CMLa ,
,'feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfiie
Vfi maiH SUlipleS, a& maiS D^rataS e afi meiriOreS GO mUnaOl tes e botoes, e outros muitos objectos de ouro de raelhores fabricates, de.Paris, que s+
Na exposicSo de Paris, era 1867, foi concedido a venderao com grando reducgSo de precis, por serem elles recehidos, directaraente de^seu*
_. ., i committentes.
EUa> Howe Junior, a medalha deouro e a condecora-. 0s proprjctar;os do acreditado MUZEU DE JOIAS; tendo scu.estabelecuneoto abert.
5*0 da LegjSo de flonra, por serem as macbinas mais per.! at6 8 horas da noute, convidam as familias que se quizerem prover de lindas joias,
feitas dp ruundo. virem escolbe-las d vontade, para o que es'li em exposicao nos-mostradores.
SOARES LEI IE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
A*
Rua do Itoo da Victoria n. 28
A medalba de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
a E. Howe Junior, nos
da maebina de cos-
'
il
f
A medalha de ouro na xposicio de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o deverdeannunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
'ork, estabeleceu nesta cidade 6 rua do Barao da Victoria n. 28, um doposito o agencia
jeral, para era Pernambuco e mais provincias se venderem as aiamadas machinas de cos-
DE
Fazendas finas
NA
Rua I. dc Marco n. 7 A.
DE
Cordeiro Simoes E' esta casa, sem duvida, nma, das qne hoje, eonw aquella.
Agua florida, de Ghiisl&in,
parafozr os ujabellos-pre*
tos.
A aguia branca, a rua Du^ne de Caxiaa n. 60,
acaba de receber. nova remesaa da. .apfeciavel agua
florida para fazcr os cabellos pretos. O Jtot re-
snltado eolMdo'-por qaenl tetn feito use,:*ssa
inolTeiwiva preparacao a temallamenle conceitua-
da,.e por isso arenas se faz lembrar a quern .no-
vataente detla precise e queira se aproveitar de
sis utilidade. Tvnbem veio agna do topasio e
ieo florido para o mesmo oso, e tto aiTemtados
*'*) Hows. Estaff maphinas sao justamente apreciadas pela perfeicSp de seu trabalho, pude com prim'azia apreseni'ar aos seus fregoeies VOrfcaS G bflllCOS de CTOS80S
-mnrAmndii nmn affnlkn mais rnrta mm mt>mna nnalidadfl da linha niio nualauor outra. um variadiisimo soriimenlo dcfazcndas fiaas Da- VJIt'** ^^ O
-mpregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquor outra, um variadissimo sorijiueiUo de. fazendas Ooas pa-
WaTntrpduccao dds mais aperfeigoados apparelhos, estaraos actualmente habiUtados a ifn.dae ^V/m^T^??? IJTJZt'
-. v .1- r- il. i- j nano de todas as classes, e por precos vaniaio-
recer ao exame pubU,co as melhores machinas do mundo. i sos para os compradores, da cujas fazem um pe-
As,, vantagens destas machinas sao as seguintes: i qneno rwuo.
aljofares. de cores.
A agnia branca, a rnadoDnijue dj Cakias n.
5i), recebeu novas e boniuu voJlas e brincos de
Mandam fazendas as casas dos pretendeatts, grosso.- aljofares de cores...e como senipfe conti-
Pnmeira.O publico sabeque ellaasAo duradonras, para isto prova mcontestavel, a para 0 aUe tem o pes.-oaI neccssario c dao amo3- nua a veude-las.ppr pre vrcumstanciii do nHnca tcrom npparecido no mercado machinas d Howe em segun- tras mediante penhor.
mao. Cortes de seda de lindas cores.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qnalquer desarranjo. GrSeSeTiodas as^cOres.
Terceira.Ha nellas raenor-fricjao cntre as diversas pecas, eraenos rapido estrago Gorgurao Lranco e preto.
c aue nas outras. Seiim Macau preto e de cores.
' Quarta.Formam o ponto como se fdra feito a\m5o. vTdMpl to 'dei" 'dem'
fjuinta.Permitte que se examine o trabalho deamhos os fios, o que sen8oconscgo^ G^%^^ pretae califl|nasrt de corcfi lin-'fuiCZT A^ tnut]aAna~.. oil
** outras. dissimas padrSes e fazenda da ultima moda. yOllCC^OeS Oe blU-fiidUOB UU
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando. o fio de um i outro lado,
togo era seguida, sem moditicar-se a tensao da linha, coxem a. fazenda mais
Novos diademas dourados. e
com pedras.
A aguia branca, a rua, do D'uque dc Caxiaa n.
30, recebeu novo sortimento oe fconitod diade-
mas dourados. e com pedras, tanlo para roeninas
como para senhoras
Popelinas dc lindos padrSes.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Setima.O compressdr 6 levanta/te com a maior facilidade, quando se tem de mudar- coichas de seda para noivos.
agulha ao uome^ar hora costura. Cones de cambraia branca com lindos bordados.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem lido epocas de grandeza e pfP8.""? e >ntoa para n ivaB. *
roadencia. Machinas outr'ora populates, sao hoje quasi descor.hccidas, outras soffreram $ZS! toZtoSF* *
a idan^as radicaes para poderern substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe j rjitas maripozas, brancas e de cOres.
4opta*ndo a opiniao de'Elias Howe, mestre era artes mechanicas, tem constantemente Nansuck de lindos padrSes.
aginentado o seu fabrico, e hoje nao attendo a procura, posto que faga 600 machinas
i"!ada maehiha scorapaaha livretos com instrucc/Jes em portuguez.
A
A
LEITE, IRMAOS
do Barao da Victoria n. 2 8.
ICHIMS PARA COSTURA
A 25*000-e 45*000.
DOUS P0SP0KT0S
Na lojade Soares Leite Irmaos, 4 rua do Barao da
Victoria n. 28.
pel lie a
com poqueno toque, Espelhos de moldura dourada, de lodos
| os tamauhos e preGoe.
para .collate* grando sorti^ | nEaFUMARIAS E MTODEZAS.
oleo Oriza verdadeiro, a
Lavas do
a 200 rs.
Abotoaduras
focnto a 12 Caii* de linha de marea, a 200 rs.
Lamparinas a gaz, damio uma luz muito
*>oa, a UWfl*.
Duzia de pecas de cord ho imperial, a
2i0 rs.
Caixa do botdes de osso para calQa, a
200 rs.
Duzia de oarreteis de linha, 200 jardas, a
>.00 rs.
Idem idem 60 jardas, a240rs.
Mago de (ita chiueza-, a 80(rfs.
Caixa de linha com *0 nn^ertos, a 500 rs.
Ueios ader*cOs con^amifeft, a 500 rs.
Garrafa detinta roxa extrtl-'fina'a ljuwro
Votes com dita ingleaa, paeta,- n 100 o
i.iOTS.
Caixa dc pennas Perry, muito boas, a
i#00O:
!demide?m, a 40ds.
Cafta He fenveloppes'tatjados, a 500'f*-.'
idem idtimrfotraVlos; aTO^rs:
Caixa de-paper'armsade, be'ira dourada j
a 80O rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia fte talhefes' ealri; branco,
JiJOOO '
Frasco com
UM>0O.
Idem com to;iico dc Kemp, verdadeiro, a
115000.
Garraia de agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19004.
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (novidade) a
19200.
1 Caixa de pds para den tes, a 200 rs-.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
SOftTS.-e 19000.
Pote comopiata de Riegar, Rimel e Grbsi
nel, 19 00.
Duzia de sabonetes de ameadoa, a
39600.
Duzia1 de' sabonetes d* anjinho transparen-*
tes, a 29200.
Idem idem cOm fldres, a 19S00.
Saboiieles Glycerino trtinsptf^ntes,- a
1900*.
Caita corn aboOBteS, formato'do fructas,
j a 19000 e 19500".
I CosWeticos, grjludes e peqoenos, a 100 e
2 B., a.o>0'rs-
Frasco comfrtgtfada:olagne,,'a 200, 320,
normas para escrever-*se
A aguii branca, a rua Duqne de Caxaa* 50
recebeu iKras-colWaQi5?&ou normal para as crian-1
ras aptenderero acscreverpor si mo.-mo, boje, tao
usadas nas.aulas e eollegios; c corao sempfe ten-
dcas porprejo commodo.*
iSso eni'br'eve'Sea
Daptista de padrdes mui delicados.
I'er.-alinas de quadros preins e brancos, de iis-
tras, etc.
Brins de linho de cores, proprios para vestidos meale,para fliuaina.^
com barra e lisiras. precos comftioao*.
FustAo de lindas cores.
Casaquinbos de la e de todas as cores, para
nhoras.
Saias bordadas para senhoras
Camisas idem idem
Vestuanos para nieninos.
Ditos para baptaados.
Chapeospara dilos.
Toalhas o guardanapoe a^ama?cados dc linho da cap
cores para mesa.
Coichas de h.
Oirlinados bordados.
Camisas bordadas para honiem.
Meia* de cores para homens e meniuos.
Completo sortimento de chapeos dc sol 'para"hd
mens e senhoras, com calm de marllm.
Merino de cores para veetidots
Dilo preto.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas.
Atoalhado pardj.
Brins de Bnho branco, preto e de c6re. I
Setim de lindas cores e com lisiras
Chaies de merino de cores e pietos.
Dilos de casemira.
Dilos de seda preta e de cores.
Dilo de touquim.
Camisas de linho.
Dilas de chiia.
Ditas de flanella.
Ceronlas de brim e algodao.
Damasco de la de cores.
Pannos de crochet para cadeira, sofa e BMffcUoS
Colehaa de dilo.
Tarlalana de todas as cdres.
Espanilhos lisos o bordados.
Foulard' de seda. i
Casacos a tricot.
ilicos cortes de veslidos de linha para s-onbora,
de di ersas cores, com os compclebtes enfefr
tps, ultima moda. ,
Casemiras preias e de cores, chitas, madapoloes,
cambraias, panno fino preto e azwv ^oHaMftlM^
punhosi gravalas-, lavas de pollicaj difes~d fi*
de Escocia, brancas e de d<5re, tape|4 de'todoi
os tamanhos, bolsas de viagem; etc etc!
Na loja do Passo, rua Pnmeiro de Marco-'fr.l
A, antigaBo Crespo._________,
rms e'senhofiag
' A loja-d'*guia fcrattta;' a ;rwlftafle-aVGa1iia8:
u.-SO, rect^heatiovo sorsmheutoi da^uellas- tlo'.pro-
i curadaS'-meiaaicruas.pi'.fa .-enlvwra, vind* igual-
para Bieainas o conliriiia! a vende-las por
precos comfiioaos.
Veos ou ,niaQtiulias,pi-etas.
A loja da aguia braaoa, a ruadaDuqua deiCa-
xiaa.n. 30, recebeu..bonitoa.;veos ,ou. mantmba?
pretas de seda' com :flbres,. e outras a imifecao' de"
.eroch*, e vende" as|iclo*-tianrt*9-pret 4* estodo, polo, qvt conunua^a ter ^Fempta exlrac-
Pei*feita.--novidade.
si cowberboleia*, brtUouros e gSta-^icarruageusi* no dot jogos,
nbotos doarados'e '"colbWdos.
;. da'agn*ai'brne|''A'WUH do>.DJHjB'de
n.EO,- rt3etUf navoft'gramp* con*br-
__^bezouro6e gafanh*to., o qua decarto ie
feiu no.vid de. A quajntidad". 6 pepuena,
pciucia ou..arminl.io
A loja d'agUf*1 branca wa.- Dbqiie d.Capias-
- 30, recebeu uma jwquena quantidade de boni-<
s e novas gullinhas, trabalho de la c seda); en-
neitadas com .armTnho, obras SstSs de muito gosto
e fntlraniente*ii jGrampoSj brincos e rozetas
dottrcwite&r'
A'Wia daiagtiia"btat!ca) a 'tTM CaxiSs' 'n. 50;-rp*jt*en'.novwwi] bonos ^rain-
pos} brlBcosRe' roatai'idoKlo*'; assim coma
novos diademaa de...150,- ^omasempre contt-
mia a vende-los por"precos razoavteis
Caixuia8 com $h6b dourados
e^prateadosf para cabeHos.
Vende-se na toja da Agnia-Branca a rua do Bn-
que deeaxlasn. 50?
Luva s 1 de -peliica wetas e de
ottti'asMioYcs.
Zeroizes csj^ciaes par* cawna-
' Este verniz. coja faha aoui tanto sentem
os Sra. fabricates-e-possuioVires de earrua-
gens, aoaba oV chf gar para sen unico depo-
iito, das-spgumtes quablades.
VERNIZ SlPERrlNO PARA CA1XAS DE
CARrUlACENS.
E' era' Ternie moito claro e doravel para
as cfliins do carrungens, para todas as de
maos, pu para a ultima somente, sobre
outros vermzes. A-suporflcie secca em 12
boras, depois das qnaes se expooao ar por
algum tempo, o que faz endurecer, e passa-
das 15 a 18 boras p6de passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lhe em seguida outra de-
m3o. Ddo-se com facilidade ires demaos
deste Terniz sobre astintas, em ires dies.
A primeira demio servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas demaos e produz
m exeHente brHho.
Verniz superior cccante para
carru&gens.
Este verniz e da metma cOr que 0 ante-
cedente,- mas endwece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
Obras urgentes, e pode misturarse com 0
anterior. A duracao do verniz permanente
diminue na proporpio da mistura.
VtRNlZ SUPERIOR F.LASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
N80 6" tao clnro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens 0 lambem para as pri-
meiras deinSos *obre cores escuras. Pdde
r-se a pedria pome passadas 10 boras,
ftndo- dar-sc em seguida outra demJo.
Vcrnic preto do Japfto, superior.
- Pata trabaliios em preto de carruagens.
Prodozo preto naais esturo e brilhrrte, e
pode passar-se a pe note. Deve jlar-se duas demaos sobre um
tuii'dtj preto e cobrir-se' com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COHROS, BR1LHANTE E
KLASTlCOr)
Este verniz, contendo na sua composicfio
graude quantidade d'uma substoncia muito
Semelhante ao azeite denominadopwd* bceuf,
6 0 unico quo da flexibili lade ao couro ve
rho ertverntsado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applicada muito ligeira-
mente, COnYtim pincel depois de ter lirnpo
0 couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
'ca em 1 bti 2 boras, eti sombra masao ar
secca em"4. Em tempo humido e inutil tal
ffabamO. por que nao 6 possival t-rnar o
erniz elaslico e seccante ao mesrao tempo,
vc
Verniz para apparelho
MfeiaS^CmaS fihaS para mem^ Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
"*__ deste verniz' n'um i
ntervallo de 8 huraS, de
ve-se deixar a obra intatrta por 2 ou 3 dias,
BO fiitfidos quaes "se pode pulir com extre
ma <*eilicidBde. E"1 essencialmwrte neces-
ari0'c6b1it,ste >rniz com duas demioe do
kernit superfino para caixas do carrna-
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-se com as tintas de apparelho, e
sobre todo com as tintas moidas, para que
sequel* mais facilraonte o para lhes di.r
l Como nao enecessario dar lustro i ultima1
demao de verniz empregado nas caixas de
convem di lo
a'um loeal separado aoiule nao baja p6.
Quando a obra urge, deve pOr se & sonvbra
Leao arlivre dppois de secco, isto e.passa-
das' 12 hdras, lava-se e errxuga-se bem com
untetesuonja huraida. Quanta* mais vezes
OVaS gOlUnOdH OriUUiaCX)IlI JJjSdtopMM ss termiBua a carruagem
(em casonecessario tres dias depois d.' iilti-
ima-deaito). Durante as doas ou tres pri-
meiras senianas deve so lavar a carruagem
cobj> agua fresca, depois de ter ser-
dido.>
iv Os frasees devem conservar-se seoipre
b-srroetioamente tapa(lc>s, o reeto do verniz
Bio e owe deixar hear no frasco, e pode
usar-se para as primeiras demao^
( Naodeve misturar-se com este vernix ne-
rdtom outro ingrediente, nem agua-raz, e
de-nenhiwn modo com o seccante. E' pre'
oiso limpw bem os vasos e os pinceis. e o
tneibor^ e servir urn piucel para cada ver
oiz.
Depesifo unico para o Brasil, Bartholo-

TASSO IRMAOS &G.
Em seus armazens i rua do Araonm
n. 37 e caes do Apollo n: Vt\
tem para vebder por precos coramedos' l
Tijoios encarnados sextavos para ladrilhb'.
Canos de barro para fesgoto.
Cimento Portland.
A toj
Agnia' BAnca, a 'rift Dnqo* daGa-
xias D/UOi'recebeu &***** d* rluva"a*
pellica, pretas e de oaM/cOrtt_________
Kesma de papel 1paotado, a 41^0^ 800 rs. e 1(J0M.
e 52W00. Extrhet6S; mBko1 finos dos nv mores au-
Idem-icrem !i$o, afiWOO, *#8O0e500OJ tores.
'oques nodernos, a 3^000f- Lmdas e etegarrteS caiiinhas domperfufma-
'Juzias de pe<^5 do:,xtrato?a9 de caracol ri8s, proprids para preserrtes, dos autores
nrnttea, a VOO'rs. E.'Codrjry,'Ricjrer, dell* Freres.etc.
Idem idem Lisas, a 200 rs.
Loqu.es do Osso e sandalo, a 2^000, 4JJ das.
e 69000. Entremeios e babadds transpartmtes e ta-
Fita de velludo do todas as cores ela'rgu-* pados.
ras. Uma graude taboleta ptopria para qoaU
Microsjopios com 12 vistas.Ja 0^000. quor loja.
Fwiseo* Qook oleo para machinaa 400 rs.
Rii! (b Barao da Victoria n. 28.
Cimento Hydraulico.
Macbinas de descarocar algoda-
Machinas de padaria.
Poiassa da Russia- em barril
Phosphoros de cera.
Sagu em garrafSes.
Sevadinha em garrafoes. u tnfc
Lentilhas em garrafoes.
Rbum da aJmaica.
Vinho do Perto \elbo engarratadj'
Vinhodo Porto superior, dilo.
Vinho de Bordeaux, dito.
Quadros com santos e estampas sopara- Vinho de Scherry.
t
um' silia'fid Iarg6 da Ca's'a'l'firte'cdm fS20 jJatrobs
dVfreifle ^S70>'*'fua(!d,fdHea ThaS'ba1 Wends/
com casa de pedra e cal, 7 quanta, S.taalUyaop
ziaba- fort, ; caetafces e 'diversos arvoredofci >
ie ruclos ; assim como, um outro menor na trak
Je*sa da"me^a;-voMhW-Sai'a Srft^trafla MWVai
para^O ArraiaT.ieuM' ca'a" *e1ie*a,^cali**l"4
quartos, cozinha fora, cacimba v algimB Bh4rte-
a<* de fruco : n< pa*e* da-Garmo n. 3, ou na*
mi das Triacheiras a. I.

Vinho da Madeira.
Poles com Hngnas a dobrada?
Licores finos sortidos.
Cognac Gauttiier Freres.
Latas de loucinhd inglez.
Eartis com repolhd enr salmom'a"

,

OLEO
BE HGADO DE BACALHAD
lODO-FERRfgO
COM QUINA
E CASCA DE LARARJA AMARA
3* WatST DTJCODX, 13, gattrte tftfrftm*- Km* iMdieuDenU t facil de toroar, sem reialbo, e de rhrtro iigrada**!. Pelt sns eomposifdo,
psiWM l*4at u qanli4>4et qae Ihe permellem 8bsliloir com vinlagem lnd> serii' de aediotMatot,
MM* piUlm /fcyuffinoiai, vinho dt quina. oleo de figado it bacnlhau, xaropt de casca dt
liifonja am*rm. aiff%it para, combater a anemia, a chloiott, at i/fffl*j da peito, a bronchite,
c catarrhot, a tinea, a thathese estrumosu, etc: ophulota, etc., i-lc.
Par nativa 4 M eautego (aul, da ma acjio luulliplice e >egun, da economi* para o daaaua,
w aMdicaa ara*cra*am a a por preNrencia a qualquor oulro modicinieDto similar.
DeaoaHo Pernambuco, A- RESOIlD.
As verdadelws
Vinlios de Bourgogue
das marcas
Chambortin
Pommard
Vrrits M
Votnay
Beanne
Monthelie ,j|A
Dito Bordeaux em qaartoMasn v
Yende-se pr barald pi*e0
PAliA LLQWIU^AO DE^CONtAS
NA
Rua lLarga do flosaria 34.
Dotica.
moVd'C, Pernambuco,
Rua do Rosa
Bilriitissiimi
Laari*ft9 comlisfras'estampadas peto diminuto
^reco.da'VOO rs. ooovsdo. \
nitascom1 listras asselloadas a i4000> o co-
P3^
Grtttadifias pretas com listras de ctires a K00 rs.
diBbvatt.'1 _
4 MMiofctraucados proprios para vestido, a 320 rs.
;as de quadros, propnas para vestidos, a
6 KtvsAo.
Wlkm, iona, para caleas a 1*500 a vara.
Dtto.lranoado a 1*600 a vara i
;. DiWde-cfres, bnho puru, a 1*400-a vara.
Ferhinclia
PIJUJJLAS
YEGETAES
DE
BRISTOL
Uus bofes sadios o saos
Uma digestflo vigorosa,
Um excellente appetite,
sio alguns dos beneficios que se pndera* do-
rivar, fatendo scum usoreg lar dafl
Pilulas vrgetnes d BrirtI.
Uma cura certa e efficaz dos inteaticos,
Um remedio admiravel para os ra^,
Um tonico poderoso para o'estom'ago,
Sao as inapreciaveis qualidadcs medica*
que se podem encohtrar, usando-se daS
PHlas vr;etaes dt- Kr-islol.
Umamedicina que nfio prodiz d6r bem
colicas.
Um purgante que nao debilita nemkea-
fraquece.
Um laxante que nfio causa a iiWnor
nausea.
Formam uma ds amuitas virtui'es que
possuem a s
Ptlulaai vegetaes *U- Brlata!.
Um medicamento suave e fjvoraVel psra
o bello sexo.
Um correctivo saguro dos desarranjoS dj
sjstema.
Um remedio comploto e scguro pars as i
rcgularidades.
S3o os effeitos sem falta, rcsultantes dt
uso e emprego das
Pilulas vegetacs de Iristol.
Uma compleicfio clara, alva r 'ransparente,
Uma polle macia e dellcada o um
lialilo doce e agrad.ivcl.
Sao os resultados certoseinlalliveis, oV
pois dc se
haver tornado ulgumas deses dostt-
raclhor dos
Remeilios as
Pilulas vcjji'tiioi Em todos os casos'do molestias l'uma no
tureza escrofulosa, ulcerosa uu syphililica
ou quando a massa do sang-.ie se haja tor-
nado turva ou viciada polo uso de ferro
mercurio, ou por outra qualquer substaDCU
mineral a
Salsaparrilha de Bristol.
deverd ser usada de conjuncto com as pilu
las, e assim obrando-se, eui restricia eoa
'ormidade com as direcc6es iusciip^fCiM
envolto; os doentes podem \ car certos que,
uma vez usada conjunctamento uma com a
outra,-nenhuma enfermidade on molestis,
por mais suvera ou arraigada que se ache,
nfio poderd resistir ao combiuaJo po'ler se
oretorio e sanitario destes duas
GMNDES, E IKCOMF.WIS
UIOVIIOIMO^.
Ambas estas medicinas ach .m-sc & vohda
em tddas as principaes boticas e
lojas de drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Fopster & C.
A#fiWWS
Durable o espaco
DE
4 0 A Ji S 0 S.
DE
RBISTOL
ut:
Chap os jurff1 sfRh'TaS:
A loi*'do Paso, a rua"do'Crespo n.7 A, rece-
lifhero'tlTrimiJ' pa'cfdafte^'rleds Jetatfeos' para to-
aiow uMnwfi^aa&
Ammen tk fiine
Kua-dfi1 -MKdrtf'^rDIJhs-n. 1A.'
losd OoYttttWte-d hrW e SirVapartWIMfaot
SW13 fNMHa^WWgWrf'qutftl^sflu amiem a
rua da fiadre de Deus n. 10 A, se acha taaiooB
cleioaortimMiio- da funw-envfardo* de ptep t.*
V e 3.' aortas, itol" melh'dres'Ta1)rtFantts 3?.?^
eWrdl^ aacdWs, b*Hgrli*sf tatMMMflaV
bito.do8.Mnai aWdii lar, Teixeira Pinto & Portella (garantido -pmt
tafcfl OhoBanaiatMeateclara qae
pSblMo.dtta icapi -_..
todo fumo que for vendido em sua ?-*Wf r
^mVMspessoM^W^e^wenlamaaiWltWW, n
pois para bem servir a todo*. tem o aiuatmiaai*
- Vende-se
no esiado em qne se acha n sHfo exlstente n<
Ingar dos Remedios. fregneira >dMnAl%at)avi
21,' li"iu becco da Iraveasa dos iWmedias n. ii
em chao r>n prio, quern o pretender eataida-a,
com o fen prnprietarid na ma de S. PraSclscyiL
IWetliu#4B-ftl4*ibK-i
na vrnfta Lapa
' Vande'ae-no pateo d*nUr^fc'n*' I e 6, doeas
flaVi* 4ada as ttoaidadea e ?elea, a reUlbo-e
por atacado : unica casa qua melhor pode servir
aos comp^dore* A*s* te4v^8 e seiUti feirW la
requeijao.
' CBfoeos'fldsot de seda, cabo de canna, a 8*508
ahftmMt, iaWtudo-'d no'n. SO-'da rua do' Cropo,
\vix4ni-9 oottM. *s GuiHi-nne AC
J para quern tem gosto.
'4 Vesttilns branros com b-iba'dos crespos.
r' A "Be*i'BraWea 'vettde^ ve.nidVW de cambWa
t#ialcacbm babtdos do ultimo goala e prepo nmi-
lo baratissimo.
Gobwift-pftra camasa2#8^0.
Isto e roeiadafd-aea vator : qtttW'-qUhrer ve'
nha.
Matfepolao francez largo &
'j.
' E' 'maHWpWfo de 8*. hl> e para acablr:'
Atoalhado inodemo.-
Rico atiftlbado de superior quabdade e novos
a WtfOO o melro. I?to e por metade dd
Cambraias pretas
ameote novo* o precoS
airiz n. 56, loja' da
CURA OS CASOS A1S DESESPKRADOS I
A* SAFSAPARRILHA DE BRiSTOL puri-
flca a massa do sangue, cxpelle para fcre
todas as materias e fozes virios;.s c impuros,
regula todas as secrecdes, dd 'taaVladiB e
energia a todos os orgaos o dfi torta o vi-
gor ao systema afnn de potto rnelhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
nunca distroe afirti do podei curar ; ; ")rtm
constantemente assiste a na tureza. Portanto
em todas as doen^as conslilucionttea c cm to-
dat as molestias locaes depentknie d'um es~
tadovicioso imperfeito do systema em ge-
\ral, achar-so-ba que a Salsapai.rilua oe
BRtSTOl^^m.iremodioseguro e efll;.I'-oit*-
m<, possuindo ihestimaveis e incontostavyis
vrtudes.
As coras milagrosas de
Escrolulas.
I leer as.
Chagasauti^as,
ENFERMIUADES Strf' Y ERYSIPELAS,
RHEUMAT1SMO,
SEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangoado e dado o alto rononae i
Salsaparrilha de Bristol
por todafeaspaTtes do universn, sflo tfio so-
mante- devidas .
UirtCA LEGfTtMA % ORtGIXAT.
Salsaparrilha de Bristol
H. ForstcriC.
AGENTES.
_______NA PHARMACIA CENTRAL_______
VENDE-SE "
j
nma ena'na'villa ddBarreiros, ai rua do Com-
mercio, por preco modico: a traiar com Tajao
Irmaos & C.
Mobilias baratas
1 NtermaWm e Joaqtlim Lopes Mac a* 4 C.
ha any bdWMMlamie de mohiMas da Sleaoa
Rosa Branca
OKI-^.
branca* pretas, quo
caodos.
VENDE-SE
Extraordinaria ppchiucha.
.i 3JU5W
Coichas de ;
pal baratiasiiW
)dao adantascadas para cams
prfe?o da 'ttSC'O na loja da.
a rua de 5. Francweo, pel DaratiaMtwrpreeo aa Tiof.'O na loja oo.
cr,mn quem vai para a rna 'BeTfVsobrWWW**^ sredl; do Wi*el dO' Atffafal ^ C' afroa Prtmelro
que se Jara todo negocio I de Marco (antiga do Crespo) n. 90 A.
um exeetleate-silio com ca*a de moradia. no lugaf
denomlnado Sa'leadinho, di-trictu de Olinda : a
llMlll l nil do Iinprrador n. 16, 2 aildar, pela
mapbiftda* 7 as 9 horas, e a larde das $ lioras em
diante/________________________________,
- WH oaKowe ^ L. vendem no seu armatem
'a'rtiTtW 0>o.ini-rcio n. li :
5%erla&eiru p nno d; algudao azol amencano.
BamMaite'fl.ide\ela.
Cognac dc 1 qualidade
VpV de Bonteaux.
Carvio de I'.dra de f>da as qi^lidrni^_______
Vendr-sivuraas'.Tiia.a-- d louro, muit-i pro-
pria para taveroa, win utn grange baleao, e uma
estado : a tratar na rua Direiia
se veolJina pre?3e05-
BurrORa venda
J.' Deird aviFa a sens frvpne'ps qne esta em
viagem para as provmria* dp- Alg6a< e Pfrnam-
Ik^co, coBdntiwio excellente ir-.pa de biirrna'"
rws-^ra por' Penedo, J'ilar, Castanh* Grand Pjr-
lip'Calvo. Harreiros, Ri>' Formnsn, Ks.-ada. Cjibo e
provavelmeWf'por Pant" Amam rie J^b.atao a
Nat*ret' ; por issn pde ser avi^aoo ou enow-
iratl i-m qnalquer desies lig; res
Laranffira* SO de nutub-o > 'H73 .
As unicas vurdadeiras
fiichas hainburgueia* qne ven a ft^te mprc:idflr'
qa nff Marqm'g'Wp 'linda n. M '
Matricula para o:ivaU<
r* A' vemla na Hvrara clas ica, a rua tfaMmjaeaJ-
dor n. 7J. Piecp kO.ra.
,-
MUTILMO


8
Diario de Pernambuco Quinta teirft 20 de Novembra dc 1S73.
LirfEEATDEA.
Pel* Carrel
poit
Giacoino d Martorello
Jorge. 21 de noverobro de J865.
11a perto le um mez que alii deixoi-te,
nessa misera tidade, e am la nio te dirig
de i',a'*uma uiuca palavra. .'-las, que quores
tu, lilbo? Tenho tide tanta peripeeia na
minha viazem e nos meus passeios, quo o
tempo falt.i-ine para conversar comt'-go. Mas
& qua eu prwiso .cunt ir-te uma intinidade
de cousas Nao i ma gin is !
Figura, em primeiro lugar, e prepara-te
desde jd p:ira uma admira^ao, e figure doe
eu nao estou, nein nuiiea estiva doente.
Quo tal te parece ? U pie diriaui os meus
medicos d ahi, se mo vissem, logo ao tercei-
ro dia de viagem, a passear no tombadilbo
do vaporziabi, fluvial ; alegre, content,;,
sornndo ao ceo azul e miraudo as inargens
que fugiain ligeiramente para l rex 0 quo
din a in elles, quo me aeons Iharam esta
viaRem 1 Talvez nio dissessem nada, o que
seria melhor do que dizerem uma asneira.
Pois oltia, menino senao fosse o diabo do
tainanho do vapor, seria uma viagem de
rosas a minba. Mas, o tal Caxias e uma
canoa do pesear, uma casca de n>z, ujn
atomo inclassificavel. Alem disso, uma
ostufa. Dei ao diabo o vapor o a com pa
nbia.
Mas... vamos ao que importa. Estou
boo), DUtica estiva doente. jd te disse. Logo
dopois da minba cbegada d esta casa de
inii.ba tia Marianna, parece que eutroi no
paraizo.
Oueres saber de uma ratice ? And > em
inangas de camisi e de calces arrsga^adas I
Uso ti.'nan :os Outra maiorde manha
dou 'Je coiner as galliubns, em companina
da tia Mariamn e da prima Suzana.
Aposto que nao sabias que eu tinha uma
prima bonita ?
Creio que no ceo permittem-se brinque-
dos. co no ode dar rnilbo ds galinhas, e foi
por isso que to disso estai no paraizo.
Mas a prima... E' sobre ella que mais
tenbo a filhr-te. L' um anjo, o diabinho I
Desde que vi a primioha, que nao ha forcas
que faram-me afastar della. Quequeres?
Cousas !. .
0 caso foi muito naturalmente.
Eu entrei na fazenda da tia Mananna jd
a tardezinba. la urn barulbo no sitio I
Bnsurdecia um sauto I
A tia Mnrianna jd esperava-mc, e foi uma
festa a minba cbegada. Matnu-se um porco
e varias gallinbas soffreram a pona capital,
em favor das aspirates modestas do men
estomago.
Pmipo-lo a descripcio da fazenda. to
jd a conbeces bem. Lntrei Jiela varanda a
dentro corno uin foguete, dei dous abra^os
na tia Marianna, que chorava de contente,
e fiz uma i lesura d uma moca, quese con-
servara encostada ao urnbral de u;na porta,
um pouco leageitala e de rosto baixo.
Entao jd nao emheeestua prima 1
Chiquiabo! Oraeesta? Flu tambem.
Zaua, que e que fazes ahi ? Jd, p'ra cd
abracar o primo I
tsto era dito pela tia Marianna, com uma
voz saculida e que nao adnittia replica.
Deves comprehen ler que nao esperei nova
orlem, e avaucei para o la lo da prima,
abrocei-a, creio que ate bejei-a, e eis abi
o facto.
A Suzana, deves lembrar-te, e aquella
meniiia que a In estevo tres mezes com a tia
Marianna, o que entao teria sens 10 anuos...
Quando a tia Marianna foi passar a quares-
ms '? Deves saber___
P-'is aquella meniiia esgrouvia la, que n6s
la" coiiiieoeuios de brakes pen lentes, roupas
inal feitas, calcas largas e compndas a ca-
birem Ihe nor cima das botinas enleitadas
de vi Inlhos e Iac,os azues ; aquella meniiia
quo roia as unhas e ass iava-se no pentea-
dor, pois essa foi a que vim enconlrar aqui,
bonita, espirituosa, mas ainla um pouco
desaprumada, principalmente na toilette.
Yeuci uma batalba para conseguir que
ella ndo deitasse tauta pomada bob cabellos.
Era um p.ecipicio, lillio, a cabec.a da prima
quau o se empomadava I
Fazes la uma idea do que era aquillo I
l.m oceano de Philoeome! um horror de e* o primeirn a sentir-je acanbado com as
mo6)le de baufl demonstragoaa della.
A prima, que tem cabellos Wo lindos, Coraigo, pelo menos, aconteceu assim
fazia-os horriveis, a ponto de nio se poder Nao e que eu nada lhe disseise... Nio, isso
olhal os. Pareciam um espelho, empasta- era menlir-le. Disse-lhe, por exemplo, que
dos, alisados, cobrindo parte da testa... o ella era bonita, queen a queria bem, que
diabo emfim I Brilbavam lanto que deslum- nao podia viver sem ella, etc., etc... estas
bravam I Nao tenho palavraspara te dizer cousas quo a gente diz quando nSo tem o
o que aquillo era. que fazer e ve" junto a si uma mulber de
Fallei-lhe era deixar a pomada, e encon- 16 annos.
trei seria opposigao, principalmente da tia A Zana aereditou nisto tudo, a inexpe-
Marianna, que tinba uus argurnentos de se riente, e nada me diz de bonito, porem a
Ihes lirar cbapeo. acgao supre a palavra. Percebes ? Estas
E tal, porque refrescava a cabe^a, fazia mulheres teem um m do de fallar tao sim-
com que o cabcllo nao cabisse e...era pies, que vai direitinho ao coracJo e impoe-
moda. Ve por oi.de anda a inoda da tta se a con 'icgSo, mas do que um raciocini
Marianna I bem encadeado A Zana, por exemplo, eu
Afnial seinpre consegui parte da victoria um destes dias atraz, creio que no sabba-
- a prima boje deita somente uma ttrca do, estiva a s6s comigo debru^ada ao pa-
parte da pomada que usava. rapeito da varanda, e eu disse-lhe, para
Aflianco-to que bei de conseguir mais. experimenta-la :Prima, voce n3o mo
Creio que ja* to disse quo ella tem os olh >s ama.
astauhos ? Mas, e' uma lindeza como tenho (Olrn que n6s resolvemos risca'r o trata-
v.atopoucas. mento-a Sra. e o Sr.e adoptar o com-
Sabes que entenlo da bistoria. mum e democrats voce.)
Pois bem, a Zana (ja" te dis>e que eu a Nao me diga, isso, Chiquiabo 1 Olbe
cbampZana 1) tem uma faceziuba linda, pe que eu nunca fit com oulro o que tenbo
tulante, maliciosa, engragada, provocadora, feito com vocfi. Se eu Ihequero tantu bg/n 1
feilicoira.. o diabo 1 Eosolbos! Bulicosos, E olhava-rae.. com aquella bumidezlu
bumiilos, longas pestauas e s >braucelbas brica que ella possue... Filho, se visses
feitas a tinta da Cbina. aquelles othos, aposto que te apaixonarias
Jii te disse que, pela manha, dou de co- como eu, porque eu julga que ja* estou e
nor as gallinbas, cm corapanbia da prima. muito seriamente, aposar da prima sustentar
Pois bem, a* tarde acoutece o mesmo com o conlrario.
.is patos. Perto ba uma lagoa. A's vezes levamos u'estas discussoes, [>or-
A prima e uma perfeita dona de casa, e"que vo-4 n5o mo quer, voce 6 que e u:n
preciso que o saibas. | fingido. eu e que sou a tola, etc. ; estas frio-
Almoco junto della, jaato a sou la'lo, leiras que todos os namorados cunhecem e
ceio entro ella e minba tia, o quando nao nas quaes aclmm uma graga extraordina-
acontece isto, eu procuro scrapre ficar entre ria. Aliual, dopois dc passada a crise, os
ella e o grande can lieiro de metal, cuja factos nos apparecem ridiculos como uma
luz deslumbra os olbos da tia Marianna. 'toilette multicdr. Lembras-te daquella fei-
A mesa e aha, e minba tia queixa-se d.is ta em que usei gravatas verdes, so porque
gatos que lhe an lam a bater nas pernas, A a Jenny Roslava de vestir-se le verde ? Eu
prima, que e maliciosa, ri-se quando ouve que seinpre antipatbisoi com o verde I
isto. E aquella outra hk em que dancei a ma-
Kstas matutinbas slo os meus peccados I ^zurka, porque a Carolina nao sabia outra
Creio quo jd amo a prima.
Ilei de fallar disto com mais vagar.
Ru, quo tinba tanta cousa a dizer-te,
ain Efit&u quasi a chegar as horas do jantar,
e ouco os passos da prima, que vem cha-
mar-mu com meia hora de antecedencia.
Ella jcS esta* a* porta do gabineio. Adeus.
Abrata o -T. do C. Francisco Jodo.
P. S. A prima te man la lembranjas.
qualidade de danca ?
Hoje rio-me disso e tenho vexame. Mas
o passado passado. Vamos ao presen-
te. Pois a Zana, como ia te contando, a-
creditou no quo eu Ihe disse, e hoje p6Je
faze-lo sem temor de enganar-se.
Um dia estava eu a esbo^ar um quadro
d'aprestmtnre, olhando para o sitio da tia
Marianna. F.ra na varanda e ao meio dia.
A tia descancava no seu quarto, e nao ba-
Perguntou-me a quem estava eu escrevendo: via viva alma em toilo o vasto p.trallelo
disse-lhe.Como e seu amign, disse ella,; ha de ser meu tambem. E manda-te visitas.
Por fallar em visitas... manda-me as ca
misis de flanolla, que te encoramendei.
Teem-me feito muita falta. Vai um queijo
por mao do Anaslac.o, mestre do barco.
Sem pre teu F. J.
I de dezembro de 1865.Jorge.Estas
fazendas, e commum' este despovoamento e
o siloncio rein a scpulchalmenie em todo o
sitio. Eu copiava uma roda de carvo, o
qual avistava alem arnmado k uma cajazei-
ra velhissima, ten lo um boi a ruminar
tranquillameut-) ao lado. 0 boi jd estava
contornado, assim como a cajazeira. Lsta-
umiugratul E' verdade que p6des ser jva Sflm tBr desculpado, visto os teus ne^ocios ahi pela Ivame n'aquillo, debruyado sbre uma
" enorme mesa ja" nio sei de que madeira.
A p'ima v<-io sentar-se junto a mim, e, ven-
do o que eu estava fazendo, foi-se chegan-
do pouco e pouco, unio se a mim, vergou-
so e, como a minha cabeca roubava-lhe a
vista do papel, ella ajoelbou-se sobre o
banco (eu estava sentado n'um banco de
proporroes c dlossa'es), e comecou a espiar
por eima do meu hombro. A curiosidade
a foi levando mais longo, e bouve um mo
mento em que eu senti a doce press&o do
corpo de minba prims sobre o meu" sua
respiragao tranquilla aquecer-me t ore^
lhas. Avalia, filho. a miuba posicio*
FOLHETIM.
LFCEECIA BOSfilA,,
HEMORMS OE SATJUUZ
POR
t* Mnol Fernandez y Gonzalez
PRIMEIRA PAKTE
o gran-capitIo.
XV
DE COMO 0 GUA.N-CAl'lTAO SE VIO OBR1GADO A
KESPONDER POR UMA KALTA QUE NAO .TINHA
CO.MMKTIIDO.
(Coutinua^do do n. 265]
Tinha amanbecido-, o sol de pontava no
borisnute, e o gran-c pitao nao sahira ain-
da d' palace da duqueza d'Urbino.
Chr;stobal dc Villosladapasseiava, pallido,
tactturno e sombrio por um dos salocs da
quellepalacio.
E-se homem e invencivel, dizia elle
co.nsigo mesmo, nada podem contra elle
tspal s ou perigos, e todos o amara I Ues
lumbra-as a sua gloria, se fosse italiano ou
quizesse atrai^oar os seus seuhores, seria rei
da Italia, per isso que um homem nio e
nio aquillo que as mulheres quizerem que
'-lie seja. Seria uma guerra singular, uma
guerra de niijlheres. Mas que tenho eu
f-tto is-o? Que sou eu mais do que um
caefe de esbirros, um amante obscuro dessa
molber. Folizmente nao me obrigou ainda
a commetter um crime, tlla nao mata, in-
t.-iga, e ape;:arde que das suas intrigas pode
rcsultar um assassinato, sio os outros e nSo
tu, os t-ncarregados disso. E dizem que
ella e" uma boa creature 1 perguntem-n'o ao
pobre duquc de Gandia, a quem mataram
. intrigas da du jucza a favor de Savona-
rola. Angelina foi a redeem que os as-
sassinos o euvolveram, e sabe Deus em que
iniu esta" o pu'ihal a que o duque succum-
bio, se nas de Cesar Borgia ou nas de Sa-
vonarola. Eu. vi o frade dominico atraves-
sir a point le San Sixto, murmurando pa
lavras sombiias ; os esbirros de Cesar Bor-
ia di-raorarim-Fo muito tempo co-iitiosco,
foram escarmentados e M^os em fuga. 0
duque perecsu certanajil Ku outro modo
0 gran-capitiio nSo \M fcntralo Angio-
lina s6 na casa dgS KEuforcados. A
|u\iv;i. Mas nem uma li dia para o teu
ainigo I Isto e mio, muito mao I Ate a
Zana tem uotado, ella que sabe de todos
os meus segrcdos, dos meus amigos, os
sous nomes profissoes, etc. Se na volta do
vapor nao tiver carta tua, paro de mmha
parte e nao veris mais o talbo da minha
lettra tio cedo. E' preuiso um castigo I
Prometti fallar-te da prima, e vou cura-
prir a promoSNa. Qiioro, em primeiro lu-
gar, contar-te como foi que chegamos & af-
fcigio iutima que nutrimos hoje um pelo
outro.
Olha, menino, que nao d ahi uma scena
commum de romance pastoril, nem tio
pouco invengao de cer-mro sentimental. A
cousa vai tal qual como aconteceu, simples
mas real. Scena, verdadeiramentc falian-
do, nao bouve nenhuma importante mas,
tu sabes, os olhares, as nv-ias palavras, as
cotovelladas fortuitas, a despreoccupacao do
campo c a intrni la I- essas cousas .
isso hoove a fartar, e foi por abi que corne-
you a historia. A prima, loclara^ao previa,
e um demonete, camo tolas estas roceiras,
OOSfl o levadinha do diabo, que 6" mes-
mo um louvar a Deis. Emquauto nao tem
familiaridade com a gente ninguem p6de
atura-la : parece tola e nSo se lhe veem os
olhos. de baixos que se consorvarn sempre.
Mas depois, estabelocida uma lal ou qual
intimidade, ahi e que sio ellas. 0 sujeito
morte de
des successos
lo do C6rdoba, que, sogundo parece, a des-
preza ; Angioliua timbom o ama e creio que
Virei-m p.ira ella e as nossas faoCs tbca-
ram-se. Ella estremeceu, corou e recuou.
Sentou-se de novo, bem afastada de mim.
Fiz lhe medo, Zana ?
Ella nio respondeu. Eu fiz um movi-
mento de hombros e eontinuei a dese
nh r.
Houve depois as mesmas scenas do co-
medo, porem desta vez, quan lo Zana ver
gou-se sobre mim e que eu senti a elastici-
dade senti ou adivinhei a elasticidade
rigidados seus peitos sobre o meu corp >,
nio pude ter-me. Larguei depre&sa o lapis,
enlacei a pela cintura, unia a a mim por
um abracto longo e dei-Ihe uma meia duzia
ve .beijos, que outros n4o tive em minha
dida ainda que tao bem mesoubessera.
Ella, co i tad in ha I Treraia como varas
i Giovanni Borgia vai causargran- Crespi olhando com desconfianga para Vil-
ssos. Lucre ia ama o Sr. Gonza- loslada.
E' muito cedo ainda para a deixar
ab Tta ; a visinhanca estrauharia isso, jul-
verdes. Tive d6 da pequena, palavra 1 e
se nio fosse a lembranga dos beijos, eu
ter-me-hia arrependido do meu acto. Mas
aquillo foi instinctivo, menino, espontaueo,
animal. E' desnecessario dizer-te, que a
paysagem ficou incompleta e ficara", porque
seri uma lembran^a para mim a todo o
tempo em que a vir.
So depois de passado o susto d* pri na,
foi que eu le ubrei-rae de que alguem po-
deria ter visto aquella scena, e acba nella
desmasiala intimidade e mais familiaridade
do qua a que deve haver entre dous pri-
mos. Olbei desconfiaJoem torno de 'mim
e na la vi 0 Sompe-Nucenx (e o cachorro
guarda da fazenla) roncjva estrandosartfen
te debaixo da mesa. Olbei p'ara o sitio
e. nada. 0 sol encaiuloiva a vista.
A prima tambem nada me disse c rcti-
rou-se, come se f. as faces como uma baeta, isto e\ encarna-
da. Nota : esta comparayio ultima e da
tia Mariana. Para ella o ideal do encarna-
do c a baeta.. .creio que encaniada, por
que ella nuuci ajuntou qualili:;ativo ne-
nhurn a esse interessantissimo nnme.
IPabi cm diaulu... o beijar e como o co-
m*r e o cocar, tudo esta* em a gente princi-
piar.
Nao vai agora abi ficar trwmbudo e dize-
res comtigo : que e grandissimo baudalho
este Chico I f Consint que me chames
Chico, apezar do implicar solemnemente
com essodimiuutivo ; mas a culpa uaw te-
nho eu de ter um noaie tao vulgar. )
Como ia dizeudo, isto e, tu cs que dira's
talvez :
Que grande patife e aquelle Chico !
Com que sem coremonia elle conta-me estas
cousas I E' nvoltaute !
Olba, menino, nio me accuses sem que
me ou^as primeiro. Tu, no meu lugar,
farias o mesmo, porque (canwwta uma
vez por tolas) a prima e um ladrao, de
bonita e provoca lora. Quatilo a contar-
te.,. Ora, Jorge, a quem iria cu contar
isto, .-nao ao meu melhor amigo. Eu sei
que tu es le sogr-^do. Olba que nao passe
de ti, que pole comproaietter Ou-
v isles ?
Ora, o ratio do Jorge com cercmonias 1
Sempre queria ver-te como eu ir.e vi, e de-
pois convener comtigo. Sonsu!
Ih que Id ia me esquecendo de pedir-te
u.-na cousa (Juero fazer uma sorpreza a"
prima, e vepor li alguina cousa bonitinha,
de goito e remette-me pola primeira viagem
que bouver.
Dou-te uma agradavel noticiaa Zana jd
nio usa oleo nos cabellos, senao o stricia-
mento necessario para nio faze-l s rachar
com o calor e queimuu dyas ou Ires grinal-
das de flores artificines que possuia, e com
as quaes enfeitava-se nos dias de dorningos
e fustas de guarda.
Quero ver se comsigo que ella deixe o sa-
pato de polimento, de e. itrada baiia, com
um lago de fita eslreita e salto baixo. Sa-
bes que numero ella cal^a ? E* o pe da
Borralheira
Nio to admires30. Le ben., olba
que e 3U. Sei disto porque a tia maudou
ultimameute buscar um par de boliuas
para a Zana, com a medida tomada em
uma tira de papel, o veio o par de botas
com o n. 30.Quo botinas, porem, me-
nino I
Daquelias de gaspa cumprida, tambem
de polimento ( que prediloccao para o poli-
mento I) de hi o re Ion lo, largas, acfiata
dase com rosto de duraqac cor do cafe com
leite.
Por cima disto uns laf6s roxos e u na fi-
vella do metal azmhavrado.
Eu nao consentirei ji aquellas botinas, e vou trabalbar para que
a tia mode de correspondeiite.
Tinba-te eseripto essas linbas. o abi fiquei
i espera que apparecesse portador. Uoje
passou por ci um sujeito, to lo aprtssado, e
nio quero deixar de manlar-te noticias mi-
nhas. 0 tal meu amigo nem quer apcar-se.
Vai pois o que estava eseripto.
Saudales aos teuse ate sempre.312
63.. -T. do cora^io.Francisco Jodo.
*
4 de Janeiro. Conheces sem duvida a
historia dos sete dormentos. Pois, olha,
eu vou augmentar o numero delles. Sou
o gran capitao e.iti eiiamorado della, porem gariaque succedera alguma cousa, porque
a mais feliz, seguudo as apparencias, 6 a sabe que nos deitaraos turde e que nos lo-
minhs senbora, a duqueza d'Urnino. Que' vantaraos tambem tarde.
sahiri de tudo isto? Pela minha parte ale- Segundo parece, creio que esta noite
gro-me, porque tenho um pretexto, mais do nao se deitou, disse o advoga lo.
que um pretexto, uma razao para me sepa- E' muito possivel, Sr. Affonso Cres-
rar da duqueza. Estou ji canado de ser 'pi, mas quoira subir, que eu vou chamar
escravo ; tenho um amor, a amor de toda 0s criados di senbora, visto que faz tanto
a minha vida na minha patria ; serei fran -, empenho nisso.
co e leal com o gran-capitio, revelar-lbe heij Kao, nio ba uecessidade de que essa
tudo e .lie me a.nparari, porque neste la-jnobre senhora se incommode por assumptos
byrintho infame que se chama. Roma, serei j meus. Queira-rae levar ao aposeuto de mi-
oseuguia. nha filba.
Christobd dc Villoslnda foi iuterrompido ] Comoquizer, e nesse caso em vez de
no seu monologo por tres fortes paucadas subir pela escada principal, tomemos pela
que retumbaram na porta principal do pa- do fundo do palacto.
lacio.
Aquella porta nao podia abrir-se
sem a
Vamos, disso Crespi & Villoslada.
Com que entao vai levar assim tao de
presence de Villoslada, porque como capi- repente sua "filha, sem despedir-se da du-
tao da guarda da duqueza ficavam de queza?
noite em seu poder as chaves do pala-' Nio vale a pena incoramodar essa se-
c'- Inhora, que, ao qne parece, repousa socega-
As pancadas na porta repetiam-so com damente. No aposento de minha tilha es-
mais frequencia e mais forca. Jcreverei uma carta que me desculpari com
n___- 'a duqueza, a qual lhe seri entre&ue pelo
Quando Villoslada abno a porta, acbou-se ggn^,
face a face com Affonso Crespi. j Estd-me parecendo que nio sahWs
rJlflJ P .C' t Uma |te.'ra daq' fcilmente, murmurou comsigo mes-
In^tju^rduasmulas o alguns criados 0^villoslada; a tua fuga de Roma com
TffiTi r a '^filfaa. confirma-me na idea de qu o fra-
nada '" ^ JU ,0r" jd? e tu for*m M assassinos de Gov*nni Bor-
ni r,tiQT vf^A iSt' ^ k-S.11? C"f: ** Os dous atravessarem o pateo, peneUaram
KL^Tr 1 S a *m affab,1,dade- n'um corredor e subiramF por um. escada
como parece, saho de Roma para o campo, j cepvjco
of.l^!fttZ' PrqUe S DaDdid0S infe9Um No fim'della entrarara n'um outro corre-
o campos. dor cheio de portas da direita e da es-
Diga a sua senbora que venho por r
causa ue minha lilha, respondeu Crespi sec- q vuic^lodn parou na qu.rta porta a es-
. querda.
J E' aqui o aposento de sua filha, disse
Nio importa ; 6 grave o assumpto aquelle a Crespi, mas nio 6* necessario ba-
qno mc traz, e necessito que minha 6Th me ter, a porta esta" aberta e no interior v6-se a
seja entn'gue immediatamente. luz do dia. Sua filha deve estartevantada,
A' vista disso ; que.ra entrar, Sr. Af- o que e para tstranhar, porque geralmente
fanso Qrespi, disse Villolda. Mao sonho lev teve o senior para estarde humor tio som- Crespi entrou ancioso, atravessou uma
brio antecamara e penetrou s6 n'um ologante
Affonso Crespi ciiiroii. ''"il'csU'da fechou quarto de dormir.
a porta, levou ;. chu ando no rua a Uma das janellas estava aberta e por ella
comitiva do udvogndo. penetrava a luz do solnasoaote.
Para qn i po.-t.o1 perguntou 0 quarto estava deserto, o o.leito de An-
camente.
A minba sanhora dorrae ainda.
giolina intacto.
Estari minha filba cpm a duqueza ?
exclamou Crespi com uma anciedade mor-
tal.
Entao reparou em que u.n dosarmarios
estava aberto, e no chao espalhadas om
dtsordem algumas roupas.
Ahi o que sigma'cara" isto? accres-
centou elle.
E olhou em torno de si com olhar des-
vairado como quem espera que lhe respon-
dam.
De repente, os olhos fixaram-se-lue n'uina
carta que estava sobre a mesa de mormore
collocada por baixo de um grande espelho
que servia do toucador a" Angiulina.
Crespi soltou um gritoselvagem, um ru-
gido de colera e de vinganya.
A carta era aquella quo Bonvinctto falsi-
ficara tio facilmeLte, para que parecesse ser
de Affonso Crespi.
Crespi examinou o sobrescripto e vio
nella o sello das armas do ducado de
Sessa.
Sr. Christobal de Villoslada, qieira
entrar, gritou elle correndo para a porta.
Villoslada entrou.
Veja, disse o advogado mostrando lht
a carta com os olhos injoctados de sangue e
com as mios tremulas de colera.
Quee? que succedeu ? replicou Vil
loslada sem tumor a colera dn Crespi. Essb
negocio e com o senbor e portanto ajuste
contas com quem tem de as ajustar. Ah5ra
disso, e muito natural que sua filha come-
(asse a ter uma intriga amorosa. Qual u a
lama em Roma, da idade della, que a nio
tem?
Miseravel! exclamou Affonso Crespi
puxando do punbal e accommettemlo ccgo
de furor a Villoslada.
Alto Id I replicou aquelle, que previ-
ra o ataque, e agarrando na mio de Crespi
com a forc.a de umas tenazes de ferro : ora
vamos, tranquillisa-te. modera-te, nio sejas
insensato. Seria singular que um podengo
como tu, despedacasse um lobo forte como
eu. Bem o merecfSte I 0 duque de Gan-
H;a alegre-sc no fundo do Tiber para onde
o arrojastc cozido a punhaladas, tu en teu
bom amigo, o heroge Savonarola.
0 duque do Gandia rr.orreu excla-
mou Affonso Crespi.
Ah I nio foram voces que o mata
ram? disse Villoslada, comprshendendo pela
o oitave, Tenho anda do com modo de
passar ao estado de somnabulkmo constan-
te! E' ama c usa ver e outra eontar.
Pois eunio sou preguicoso I Isso e" bom
para o tenente, que leva a bocejar, o bruto !
desde manha all 6. noite.
Elle ainda nio sahio de cd, e creio que
nao tem tencdes de fazel-o tao cedo. Se a
tia .Marianna 6 tio boa Tem me dado que
scismar o tal meu amigo I I'm dia qual-
quer estouro e mando ao diabo o tal te-
nente h
L eu que oie ia esquecendo de acabar
a historia da festa,! liexei-te luutemna
occasiioem que, dopois da danca, eu tinha
ido socegar.
Ainda bem nio tinba pregado olhos,
quaii lo ouvi um barulbo enorme d porta do
nieu quarto. Acordei sobresaltado, julgaii-
do vir o muudo abaixo, e saltei f6ra da
rede em busca do uma anna qualquer.
Ouvi eutio risadas, vozos que cautavam,
grilos, gemidos, um tolen-bolen do ensur
decer. Doixei gritarem d vontade e vesti-
Ue repente ouvi estas palavras :
Se nio abre, deitamos a porta abaixo I
E a voz da tia Marianna quo respondia :
Que e isso meuinos I Nao me esban
dalbem a casa. Deixem o outro socegado 1
Abri a porta e eis o espectaculo que vi :
L'm grupo de pessoas de ambus os sexos,
cujas cabe^as moviam-se e destacavam-se no
fuud do ceo rosoado, in lecisas, ainda cou-
fusas, e ;ujos corpos perdiam se n'um sum-.
breado negro, em massa escura e indis-
tincta.
Cram 5 horas da manha, c as ban-as
vinbam nascendo. A clarida lo nio pTinittia
ainda quo se reconhecesse aquella gente
eutre a qual apenas tinha dislinguido uma
ou outra voz conheci la.
Quando esoancaroi a porta, fui recebido
por um grito geral do victoria c contonta-
mento. 0 vento fri i da manha refrescou-mc
o rosto e levei a mao d ponta do nariz,
que osfriara boriivelmente. Havia ueblina
no sitio e o frio era humido. Uei.xava na
pelle alguma rousa de semelhanto ao as-
pecto exterior de u o copo onde ha gelo :
pequenmas gttas d'agua conglobadas.
A explicacio daquello facto, para mim
desusado, estd nos habitos roceiros.
Logo que eu mc fdra deitar, contaram-
me depois, hn-ivera uma especio de galva-
nismo naquella gente. Ninguem tinha somuo.
Isto era effeito do hahito. Na roca aconlase
muito cedo. Acontece dquellas nalurezas
vigorosas o facto de nao po lerem doitar-se
quando (> sol se lovanta. Quando passam
uma noito de vigilia, a bora em me costu-
maio acor lar enuoulri-os promptos para
novas fadigas. Foi o que acont'.'cera. Nio
tinbam o quo fazer e projectaram uma
pescaria po proximo rio.
Deram pela miuba falta. Procurarara-me
por todos os lados, julgando cousa f6ra do
commum que eu tivesse me resolvido a
descaagar.
Afiual sempre tiveram de convencer-se
desta ultima hypothese e resolveram s! ir
despertar-me. A madeira por que o lizerem,
tu jd a sabes.
Conbeces a cerracAo da velha ? E' um
brinquedo que se faz no interior, puramente
popular, em uma epocua de que agora nio
me recordo.
Consiste em munirem-so de uma banica
vasia e um serrote velbo, irem d porta das
pessoas mais idosas do lugar e Id comecarem
a serrar a barrica. Ourante es>e tempo, a
troa faz um barulbo infernal. Cada um
oncarrega-se do seu papel. Um falla, imi-
taudo a voz da pessoa serrada, outro queixa-
se, chama pelas pessoas da casa, com voz
lamurienta, grita por soccorro, g^me ; faz-so
alii o testamento, dizem-se as ultimas von-
jtadesc reliram-se afinal caladameute, quan-
do niio Ihes pregam alguma pega : ora, uma
bacia d'agua pela cabeca, ou umcao bravo
que se solta, ou um tiro do polvora secca
para espantar.
0 modo de que se serviram para acor-
dar-me foi um arremedo da ssrrar-ao da
velha.
0 tenente cantava como gallo o o moc,o
Landolpbo arremetlava o grunuido do porco,
com grande semelhan^a, o que irahia talvez
a sua tendeucia syrnpathica para esse into-
ressautissimi quadrupodo.
morte do duque ; nesse caso foi Cesar Bor-
gia.
Porem minba filba, minba filha I
exclamou Crespi no maior auge de fu-
ror.
Vale mais que tua filba seja a aman-
te de um Cesar do que a muluer de um mi-
seravel como Savouarola ; alegra-te por ta-
res quasi na tua famiha um homem como o
duque de Sessa. A fortuna sorri-te, Cres-
pi ; mas que diabo fazes tu aqui ? Vai, pro-
cura tua filba, vai aedir o prec,o da tua.bon-
ra ao favor do gran-capitio, que e um gran-
de senhor a quem os seus reis nao negam
cousa alguma. Pelo que se ve o gran capi-
tao ama tua filba, enlouquecerd por ella, e
por cousequinte a fortuna e tua.
Ab I nio sahirei daqui sem ver a du-
queza, sem lhe pt*dir a minba filha I
Imbecil! pois nau sabias tu que tua
tilha sahia para ir encontrar-sc com Giova-
ni Borgia ? Nao conspiravas tu com a du-
queza minha senhora, para veneer os Bor-
gias, valendo-te para isso da irresistivel for-
mosura de Angiulina ? Semeasle infamias
no teu caminho e quando te fere uma infamia
com que nao havias contado, ruges de de-
sesneca$ao e de raiva : s3o assim todos os
miseraveis.
Nao sahirei d'a (ui sem ver a du-
queza.
Pois bem, seja como quiteres, res-
pondeu Villoslada depois de urn momento de
hesitac&o. Porque nao ba do saber a du-
queza que o gran capitao seduzio, raptou e
tem em seu poder a formosa Angiolina ?
E o capitao accrescentou comsigo mes-
mo :
Vinguemo-mos : zelos por zoios I
Villoslada sabio soguido de Crespi, atra-
vessou rapidameute galerias e camaras e che-
gando d porta do aposento da duqueza, ba-
teu ao de leve tres pancadas.
Ninguem respondeu.
A duqueza dorme, disse Villoslada
sorrindo amargamente.
Torne a bater, replicou Crespi.
E' inutil, o somno da duqneza e" pro-.]
fundo ; fatiga demasiado o seu ponsamento
quando e$ta acordadn, o quando dorrae cahe
n'uma ospecie de lethargo.
Batcrei cu, disse. Crcsj-i dpscarrepn.do
ua porta ires paucadas.
Ninwiem respondeu.
Como v6, disse YiLoslada, paais fact!
0 Sr. Procopio fazia tudo. Era o co/n-
mandante do batalbio.. Zurrava, rinchaia,
dtiva berros, cantava, animava a companliia
quando o lesahimo a ia tomando e tocava
ei.asperadamente e ainda mais desconcdr-
tadamente n'um piston.
Sabida a causa daquillo, nao tive outro
remedio senio acompauhal-os ao rio.
A Zaua, reparei depois, consertava-i
ainda meio amuada, languidamenie recos-
tada d grade da varanda. A Clarinbaesa
cantava e estava alegre como um passaro.
Os canicos e os anzoes tinbam sido coii-
fiadosao Sr. Procopjo, assim como os remes.
Para mais origmalidade, nio quizeram
as meninas outros reineiros quo nio fosseraos
nos, oscavalheiros que as acampanbavamos.
Faze tu idea da miuba figura ridicula,
a^airado a um roruo, sem sabvr usar delle,
snado, can^ado.deitandu os bofes pela bocca
e dando ao diabo o tenento, que, por seu
mom proprio, tomdra couta do leme da
grande canoa em que embarcaramos.
A Zaua reparou uo meu estado critico e
disse ao tenente que fosse me substituir no
remo,em quanto eu tomava o leme. Exultei.
0 tenente levautou-se com uma cara de
palmo e meio, desconfiado, com um riso
alvar a brincar-lhe nos beii,os e fez dous
passos para o meu lado. Nesse momento
al^uem moveu-se na canoa, esta bataoc/iu
fortemente, o Filoca perdeu o equilibrio e
espichou-se redoudamentc no esgoto da yga-
rite.
Houve uma gargalbada geral I
Eu, cnnfcsso-tH, tive voiMade de fazer alii
mesmo mil estrepolias, tio coutonte fiquei.
Restabelecida aordem dictadapela prima,
o tecnute no reran e cu no leine, coniiuua
mos a viagem, em busca de um pesqueiro
abundaute
Com a mudan^a dos lugares, eu ficara
perto da Zana. Olhei-a e ella deitou-me um
olhar tao amoroso, tio humido, tao sup-
plicante, quo o leme torceu para um lado
e a canoa entiou se por uma mouta de
capim a dentro, uma dessas q-ie espalham-
se polos rios aqui.
Houve um grito geral, protestos, recn-
.niuai;6es e o tenente resmungou entre denttfi:
Se fosse eu o jacumauba...
0 que e que tinba ? porgunlou com
petulaucia a prima.
S&o acoutocia isto I
A prima dcu um inuxoxo.
Ora esque^a-se 1 disse ella. Senao
quizer ir onde estd, a terr e alii defronto...
Mas ou nao disse isso .. .
Pois entao limite-se a fazer a sua
obrigac,ic.
Fifte idea da minha alegria sempre crt)6-
ceute.
Via-o alii, amarrado ao rerao, ridicula-
risado, despresado, feio, cb to, borrendo,
burguez, encascorado, iuadjectivavel.
Depois quo safou-se a canOa do capinzal,
coin uuito trabalho, coutinuamosa viagem.
Andavamos vagarusaraente, porque a canoa
era enorme e poucos os remadores. De
mais a mais, cada qual remava por sua
vez, e o esforco, assim dispersado, nada
adiantava. Havia descanco, conversas, bens
ditos, etc.
Tratei de cstabelecer uma prosa com a
prima, que pouco mais ou menus procurarei
dart'a aqui. Havia jd amanbecido comple-
tamente e eu podia observar a meu gosto a
Zana, que com effeito estava lindissiraa.
Ataviada ainla como estivera durante a
noite, com os cabellos ligeiramento revoltos,
com alguns cacbos a desprondere.u-se do
conjunct geral do penteado, leveraeute eri-
pallei"*.ecida, a Zana eudoidecia na postura
curva em quo se conservava, a mirar as
aguas que se escoavam ao longo do cost ado
da cauda.
Estd zaugada comigo ? perguntei lhe
eu baixinbo, olhando para uma das mar-
gens, como se fizesse urn corameutano sobre
a paysagem.
A prima teve um ligeiro estremecao,
voltuu-se para mim, fitou-me demorada-
mente e responded :
Eu ? zaugada com V. ? Porque ?
Parecia-me ..
Talvez lhe accuse a ccnsciencia ..'.
Oh, isso nio I
Quem sabe ?
jCorUinuarse-ha).
expressio de Crespi que este ignorava ajseria dJortar os K-te dcrrn."'.tcv
Crespi deixou decorrer alguns minutos e
bateu com mais forca.
Pouco depois a porta abrio-se com vio-
lencia e appareccu Isabel Gonzaga, pallida
sorabria, irritada
Quo queres, para que me incommo-
des? disse ella para Villoslada com voz se-
vera.
Mas, veudo Crespi, accrescentou :
Ah! e o Sr. Affonso Crespi ? Que
grave assumpto o obnga a bater a estas ho-
ras na porta do meu aposento ?
Que grave ass..mpto ? Quero a mi-
nha filha replicou Crespi coutendo-se a
custo.
Poislevc-a edeixe-meem paz.
Minha filba nio estd em sua casa, se-
nbora, disso Crespi com rr.oio desabrido t
descortez.
Talvez quo o duque de Gandia a niio
deixasse voltar.
0 duque do Gandia foi assassinadoesta
noite, respon leu Crespi com accento-lugu-
bre.
Pois que o enterrem pomposaraonti;,
poique quando vivia era muito dado & os-
tentac.ao, d sse com desprezo a duquezJi.
So sua filha se perdeu, procure nio tenbo
nada com isso : nem sou assassino, nem
tenho ninguem preso em minba casa de
noite. Retire-se e nio torne a apparecur
aqui.
A traicio eta no cora^ao de todos os
romanos, exciomou Crespi com furor ; slo
cataventos que se movem para o^tio donde
sopra o vento do seu interesse. A senhora
abaudona-me ; pois bem, nio conte com
Affonso Crespi. Eu nio sei pordoar nem
equ6cer, e nio esquecerei nunca a traicio
que me faz, bem como a injuria com que
me forio esse general bespanbol, esse miso-
ravel a quem cbamam o gran-capitio.
Que diz do gran-capitio ?, exdamou a
duqueza voltando tnstinctivameme a c.i-
beca. _
Naquclle momento Crespi recuou aterrt.-
do alguns passos.
Por detraz do roposteiro entreaberto caciara, sahira de repente Gonzalode Cor-
doba.
(CcintinHnr-s^-fia. I
TO'.DO DiABIO- RUA DIHJC' BR CAX1A*
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