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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
AKNO XLIX. MJMERO 26S
*ABA A CAPITAL IXGABES BXBB VAO SB FACIA FOB***
Jor trw mexes adiantados................ M000
ror seis ditos idem.................. **aaa
Por am anno idem........
Cfela numero arulso........
149000

190
DIARIO DE
TERCA FElfiA 18 DE NOVEMBRO DE I
>+
.;
I0A VEITBO B FdBA DA PttOTlSCIA.
for tres metes &
Por seis ditos idem.
Por nove ditos idem
Por am anno idem.
9TM



a
H9#M

PROHUEDADE DE ANOEL PKUEIROA DE FARIA & FILHOS.
RNAMBUCO.
* **. Gwardo Antonio Alves d Rife no Pari; Gonoalte. d Pinto, no lUraobfaf Joaqnim Jo* de OfeeMMfe, *><*&; Antonio de Lm^ Bra*., no Aracaty ; Jo*, an. ioiio Chare., no A*A? Antonio Marqaca da Silra. no *til; Josa" Jo*
Pereira d'AIm^t. en Mamangoape j Augosto Gome* da Silra, na Parabyfca ; Antonio Josd Geoaa, na KB* da Penha; Belarmno dec Santos BulcAo, em Santo Atrtao ; Domingos Joae da Costa Braga, emiteareth;
J. Antonk) farcin de Aguiar, em Gojvama ; Joao Antonio Maeba, ooFBartf* Alagoas; Atat'd C., aa Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no RioJde Janeiro.


?ABTE OFFICIAL
jkti. a* u estauo-maior e menor desse corpo, devera cor
tar de I lenente-eoronel commandante, t major, 1 tenente-ajuda
te, i lenente quartel-mestre, I cirurgiiio com a graduacao e ve
cimentos de capiii>, 1 diio coin a graduacao e vencimentos
138
800
ftuverno la proi Incin.
f.* secfioPalacio da presidencia em Pernambuco, em 6 de
uovtmbro do 1873.
O presideuie da provincia, em viriude da autorisacao dada pela
lei provincial n. 1091, do 24 de abril proximo passado, mamla
quo se observe o seguinta regulamento :
Regulnuieiato do Corpo Policial de Per.- -
nambneo.
PAKTE PU1MEIRA
TITULO I
Capitulo I
Da instruccSo e organisacao do corpo.
Art. !. 0 corpo de policia de Pernambuco, quo teni de ser or-
^anisado na couformidade da lei provincial n. 1091 de 24 do abril
de 1873, constant dc 810 pracas, divididas em 8 companhias.
^Ar:. 2. 0 estado-maior e menor desse corpo, devera cons-
-ajudan-
o e ven-
gradua^ao e veucimenios de
tfeneute, 1 lenente-secretario, 1 sargento-ajudaute, 1 dilo quartel.
inestre, 1 corneta-mor. Total -10.
Art. 3 Cada companhia devera ter 1 capitlo, 1 tenente, 2 alfe-
rw, 1 praueiro sargento, 3 segundos ditos, 1 furriel, 6 cabos, 1
cornets. Total16.
Recapitulaeao.
Estado-maior.......................................... 10
Offlciaes, otllciaes inferiores, cabos, cornetas das 8 compa-
nhias a 1C cada uma..............................
52 soldados de cada uma das coinpanhias 2.,1 3.', 4.*, 5.", 6/
e 7.'............................................
83 soldados da cada uma das companhias !. e 8.'-Total....
Art 4.' Havera no mesmo corpo uma banda de musica, composta
de 30 musicos, inclusive o respectivo inestre, os quaes jamais serao
prajas depret do dito corpo, com as gratilicacoes mensaes que fo-
*em arbitradas pels commandante respectivo e mais offlciaes, sob a
approvaeao do presidentc da provincia.
Art. 5.* Para pagamento daquellas gralificacoes, supprimento
de dous fardameatos (um rico o outro ordinario) compra e con-
certo do instrumental, se devera descontar do soldo de cada praca
de pret 40 reis por dia, e o restante sera paso com a importance
ne umdia de soldo daqueila^ outras pracas. que compdem o dito es-
Wdo maior e meuor, bum eosio entre os offlciaes e offlciaes inferio-
rs de cada companbia.
Art. 6.* De toda cssa receita e despeza havera escripturacio es-
f.ecial, a cargo do liscal, auxiliadopor urn official, que oomeara o
commandante (nendo thesoureiro este roemno); a qual Umbem sera
-c-xaminada por oocasiao da iuspecvao determinada pelo art. 29 deste
.regulamento.
Capitulo II
Do alistamento do corpo.
Art. 7.' 0 alistamento das prar;as de pret para o corpo de po-
licia sera volunlario, e por temp < de quatro annos completes.
Art. 8.* So poderao ser alistados os cidadaos brasileiros, que
provarem ter de 18 ate 40 annos de idade, moralidade, e iorem re-
eonhecidos idoneos para o servico militar por inspeccio de saudc, a
ice previamente serao submettiaos.
Ait. 9.* Aquellas provas docuraentaes, bem eomo o certificado
do exame de satide na possoa do alistando, serao submeltidas a
aprociaeao e deoi iTiaadanrti 4norpo, major e comvumiante de companhia mais anti-
jm, qne sc acbar presente.
J 1.* Se o alistando for julgado apto pelo dito conselho, o com-
manamte do corpo solicitara da proidenia autorisacao para ad-
ii .ti-li) ao alistamento.
2. Todos aquelles documentos sorao sempre sellados, e so-
menie recunhecidos, quando forem dc empregados, antoridades ou
pessoas resideutes fira da capital.
g 5. Nao sendo porem julgado apto para o servico, o comman-
dante do corpo o podera logo despedir; cabendo-lhe recorrer para
a presidencia djssa denegajao do alislamento.
% 4/ Todos esses documentos e mais pecas rclativas ao alistan-
4o, serao archivados depois do respectivo julgamento e decisao da
'la presidencia, no caso de haver o recurso do artigo antecedente.
Art. 10. Nenhum individuo sera alistado sem prestar tobre um
Ivro dos Santos Evangelhos o seguinte iuramento :
o Juro defender a constitui^ao politico do imperio, bem servir
a nteu paiz no corpi de policia dc I'ernambuc >, ser fiel ao cumpri-
wnto de metis deieres e obedecer as ordens de metis superiores em
'udo quanto for conccrnente so sercigo publico.
Art. 11. Os offlciaes quer por occasiio de scus primeiros postos
quar nor accesso, prestarao o mesmo juramento.
Art. 14. Antes de preitado o juramento pelo soldado, ser-lbe-
bio lidos os artigos criminaes deste regulamento, para que nao possa
jamais allegar ignorancia delles.
Capitulo HI.
Das baixas das pracas.
Art. 13. A praca de pret, que liver complctado o tempo do res-
pectivo alistamento, requerera a presidencia por intermedio do com-
mandante do corpo a conccssao de sua baixa.
1. Aates, porem, de obter a respectiva escusa, serio ajusta-
das as soas contas no improrogavel prazo de oito dias, contados da
communicacao da presidencia.
2* Essa escusa consistira cm um documento assignado pelo
commandante cm que se meaciooara a data do despacho,que a con-
cedeu, o ajuste de coutas, o comportamento e servicos prestados
pdo soldado durante o tempo de sou alistamento.
Art. 14. A praca de pret, que qmzer continuar no servico do
*orpo, assim o requerera ao respectivo commandante no prazo dc
60 dias antes de preencher o tempo de seu alistamento.
!. Verificadas as rondicoes do art. 8.* deste regulamento, o
commandante-do corpo, obtendo approvacao previa da presidencia,
sntorisara novo alistamento porigual tempo.
t.* Decorridos, porem, os ditos 60 dias, sem que a praja te-
nlia requerido baixa, ou alias novo alistamento, devera o comman-
dante docirpo considera-la de novo alistada, uma vez que para isso
eoncorram as condicoes cxigidas polo citade art. 8., e a previa au-
torisacao da presidencia.
Art. 15. Quer no decurco do alistamento, quer no seu termino,
.-i praga de pret que se tornar incorrigivel, sera pelo commandante
t do corpo, de ordem da presidencia, remettida para o oxercito ou
para a marinha, caso cm ambas ja nao tenha scrvido.
Capitulo IV.
'ns nomeajSes dos offlciaes, offlciaes inferiores, cabos, etc., etc,
e reformas.
Art. 16. 0 commandante e offloaes do corpo de policia sao
-4 inpregados da confian^a da presidento da provincia ; e por isso de
ua privativa escolha e esoneragao.
Art. 17. Para os postos de alferes deverao sempre scr nomoa-
1s os offlciaes inferiores, que nao so contarem maibr tempo de ser-
vico, eomo tambem quo provarem aptidao necessaria e exemplar
Tomp ortamnto.
| unico. Em identicas circumstancias serao preferidos os que
.a havendo STvido em primeira lintn. cstiverem em dtsponibilidaitc,
nao tiverem sido reformados por infamia militar, ou por enfermi-
- oVide ou velhice, bem eomo que provarem ter prestado bons scr vie js
a patria, printipalmente em campanha.
Art. 18 0 sargento-ajudante, o quartel mestre, o mestre da
musics, o eorneta-mor e cornetas e os offlciaes inferiores e cabos
do esquadra serao nomeados pelo commandante do corpo; preee-
i-ndo {torein proposta dos commandantes de companhias relativa-
ente a canacidade daquellas ultimas classes.
Art. 19. Os offlciaes e pracas de pret, que tiverem servido na
primeira linha e passarem a servir no orpo de policia, nao ficarao
- prejodieados por essa aecuraulacio em seus vencimeotos aute-
riores.
Art. 20. Os commandantes dos destacamenlos nao poderao des-
tK.nlr nem rebaixar os offlciaes inferiores de seus postos. Poderao
speoas snspende los e dar logo parte circumstanciada ao respectivo
immaodante dos motivos occorridos para essa sua d"liberacao.
Art. 2i. Sao inadmissiveis e nullas as graduac,oes de offlciaes
iferiores, conferidas as pra^a- de pret.
Art. 22. E* admissiv.'! o accesso entre os offlciaes do corpo,
-ilaudo-su sempre nlio $( peb fmtiguidadc. eomo tambem pelos
tons, servicos e irrcprehensivel procedimento. Para o preenchi-
:iento desu dtspoticao i da do art. 17, o commandante do sorpo,
3penas se dor a vaga de qualijuer official, apresentara ao presidentc
uma proposta dos que esliverem em taes circumstancias, acompa-
nhaodo-a de nma informaeio reservada a^erca'de cada um d'elles;
adm de que possa o governo davidamente apreciar eattenderas
"ii alidades respeclivas.
Cap&ulo V.
Da discipline, policia e inspoccao do corpo.
Art. 23. 0 commandante c o major do corpo de policia desta
viada sio os principal respousaveis pela disciplina, economia, ar-
eeadaeio, c ntaWlidade, administracao e per tudo mais que fdr
meote ao mesrao ctTpo, sam que pos servir de jnstificacSo a
qualqoer d elles a diaTentoa de jararchta aaNlar, visto eomo etia
Die pode influir |ura a vigilaocia _o inspeec^o qua em evmmam e
rigorosameule Ihes incombem.
Art. 24. A policia laWiu d> corpo de policia sera a mesma
observada no exeroito.
Art. 25. AocoBHnandMte doewfiede poWc*a corapeSa, porrer
iladciras convanieoeiaB de sevrico, aoaartar a pia| Se pret de umas para as outras coaapaaMaa, oxvaade prrTiimnfr
os rospecnivos commandantes e maaCemto sempre a mawr ifnaida-
de possivel entro a forca numeric* o>Has.
Art. 26. 0 commandante d corpo de paoea 6 direcu e iraom-
diatamente subordiaado ao presideirte da prortnria, prinapalmeale
no que possa afTectar i regnlaridade e disciplina do mesmo corpo;
bem eomo ao chefc de policia somente quaatn ao empreao da forca
ou servico palicial.
Art. 27. Sio so aos offlciaes eomo as pracas de pret d i corpo
de policia e prohibido dirigir qualqoer roquerimeiHo ou reetamacao
contra seus supcriores, sem pedir-lbes para ism por escripto previa
licenca, sob pena do desobediencia ; salvo porem o caso de queixa
contra elles, no qual sempre disso os prevenirao, declarando-lhes
logo (tambem por escripto), em que a pretende basear
Art. 28. A for^a destacada ncara, na parte disciplinar, sujeita
aos commandantes de destacaraento, e quanto ao servico polidil as
autoridades designadas peia presidencia.
unico. Na falta dessa designacao licara sujeita a auloridade
local de superior jerarchia na ordem judiciaria.
Art. 29. 0 presidente da provincia mandara annualmcnte ou
mesmo antes, quando llie parecer couveuieuto, iospexiunar o corpo
de policia por um official do patente superior ao commandante do
corpo, solire todos os rainos do servico peculiar, na confonni Jade
do regulamento man dado observar peio aviso n. 107 do minbterio
da guerra de 2 > de margo de 1837.
unico. Desta inspeecao sera apresentade a presidencia dontro
de dous mezos um relatorio assaz minucioso e circumstauciado, o
qual por ella sera mandado publicar.
Capitulo VI.
Das licenfas.
Art. 30. Ao presidente da provtacia compete exclusivameute
conceder liceuca aos offlciaes do corpo de policia, sob informacao do
ruspectivo commindinte, e a vista de motivo justiAcado.
I. Essas licenjas poderao ser com o soldo por inteiro ou metade
somente, ate 3 mszes em cada anno, sem vencimeotos alguns, quan-
do excederem de 3 mezes.
II. Do mesmo modo se praticara a respeito das pracas de pret
HI 0 commandante do corpo somente podera conceder licences
a|e a quatro pracas de pret, por espaco de 8 dias em cada mez e a
vista de motivo muito justiticado e atteodivel.
Art. 31. As licencas de favor, isto e\ as que nao sao por motivo
<*e milestia, uao serao cootadas para a reforms dos offlciaes.
Unico. Essas licencas, porem, cessaraw logo que por circum-
stancias extraordinarias os licenciados forem ehamados ao servico.
Art. 32. No caso de enformidade, os offlciaes poJerao ser trau-
dos em suas proprias casas, pereebendo os seus vencimeotos ate
15 dias.
I.* Se, p jrdra, o seu incoramodo exceder desie prazo, pcrc*-
Derao apenas o respectivo soldo.
2.* As pracas de pret, que forem casadas ou mesmo soltei-
ras, que tiverem pai e mai, poderao ser tambc.in tratadas era suas
casas, pereebendo sous vencimentos, se a nuleslia nao exceder de
um mez.
3.* Os offlciaes, cujas enfermidades excederem de dous mezes,
e as prajas de pret de um mez, serao iuspecciouados para obterem
a respectiva licenca.
Capitulo VII
Da reform* dos ofltoiaas. >ajnMMMfal
Art 33. Os offlciaes do corpo de policia, ni quilidade de era-
pregados proviociaes, poderao ser reforuiadus pelo presideote da
provincia, de accordo com a legislacao relativa as apiseotadorias
etc. dos mesmo; empregados.
Art. 3i. As oratiucagSas serao devidas unicamente pelo effecti-
vo exveioto, pelo que as percebdrao aquelles que subslituirem os
impedidos.
| Uoico. Terao, poren., direito a elias o commandante e oflv
ciaes quo forem em commissao do governo.
Capitulo VIII.
Dos vencimentos dos offlciaes e pracas de pret.
Art. 35. Os vencimentos do commandante e offlciaes do corpo
serao recebidos mensalmeote na thesouraria provincial, por uma
foltia assiguada pelo commandante e pelos offlciaes uella mencio-
nados.
I. Os vencunenDs dos offlciaes inferiores, soldailos e cornetas
serio a li recebidos de dez em dei dias a vista de prets assignados
pelo respectivo commandante.
Art. 36. Recebidos pelo uuartel-m*>tre os veuciinentos do com-
m-indante c dos offlciaes, distribuira iamediatamente a cada um
delles, fazendo dtssc uma declaracao em livro especial em que assig-
narao.
Art. 37. Os offlciaes, que estiverem em servico fora da capital,
poderao receber seus vencimentos por procuradores legitiraamentc
constituidos; os quaes passarao e assignarao recibo no livro compc-
tente, entreganlo ao coin-nan l&nte do earpa a respectiva procura-
510, recoohecida e sellada, pal j imodar archiva-la.
Unico. Qnando os offlciaes em servico fora dtsta capital nao
tiverem nella constituido seus procuradores, 0 com nandante do
corpo recebera os vencimentos delles, assignando era seu lugar
para dar Ihe a devida execujao.
Art. Si. No fim de cada mez, os comnanlantes das compa-
nhias organisarao por duplicata as relac.5es de mostra do suas com-
panhias, conteado por gndaaenas os uomes de todos os offlciaes e
mais pracas.
1." Estas relucoes deverao ainda c inter todas as allerac5es
occorndas durante o mez, os dias do %enc;m;nt > em total 0 em
parcial a cada prara ; bean eomo em geral a todas el I as, e fiualmente
0 destino ou residencia de cada um.
2.* 0 commandante da 1.* companhia devera incluir na reia-
cao respectiva 0 estado maior e menor do mesm>> corpo.
Art. 39. As referidas relacoos de mostra serao conferidas e rn-
bricadas na mesma occasiio pel. fiscal do corpo, 0 qual ficara res-
ponsavel pela sua exaccao.
Art. 40. Para 0 pagamento das pracas de pret, 0 commandaute
mandara formar 0 corpo, ^m armamento; e, ahi veriHcando 0 ma-
jor se, todas as pracas, que deveriam comparecer, estaa presenter,
ordenara que se effectue 0 pagamento pela chamada nominal de cada
uma deltas, c segundo sua a respectiva numeracao.
Art. 41. Os veccimentos s6 deixarao de ser entregues aos seus
proprios donos, quando elles estiverem destacados, e houverem au-
torisado 0 pagamento a pessoa de sua familia ; sendo porem expres-
samente prohibido todo e qualquer disconto, nesses vencimentos que
nao estc,a autorisado por este regulamento.
Art. 42. Todos os prets serio registrados em livros especiaes,
apenas se cooclua dito pagamento, sob immediate responsabilidade
do commandante do corpo, dc major e dos respeclivos commandan-
tes de companhia.
Art. 43. Um exemplar da relacao de mostra sera apresentade a
thesouraria provincial, e outro ficara arehivado na secreuria do
corpe com recibo por extenso, laucado peks commandantes das ccm-
panhias ao commandante do corpo, das quantias rel&tivas ao paga-
mento das prajas.
Art, 44. Us dinheiros recebidos na Ihesouraria provincial, de
ordem da presidencia, 0 deposiiados no cofre do corpo, quer sejam
para prceochimento das disposicSes deato regulamento, quer para
adiantamente, por eonta de vencimentos de offlciaes, c u pracas a
roarcharem sem demora em servico para fora da capital, so poderio
sahir do mesmo cofro por ordem escripia do commandante do corpo,
ao quartel-mestre, e com e visto do fiscal e a.vista de prets iiomi-
uaes, organisados c rubricados pelo mesmo commaudaote e pelos das
respectivas companhias ; declarando-se a margem dos names das
pracas, 0 lugir em que se achara e as quantias que Ihe sao devidas,
ou abonadas.
Arf. 43. Os commandantes das companhias passarao recibo ao
quartel-mestre dessas quantias, em >eguiuiento da ordem do com-
mandante do corpo, Gcando esses recibos, depois de rubricados pelo
fiscal, guardadoj no cofre para resalva da responsabilidade do mes-
mo quartel-mestre.
Art 46. Havera no Corpo de p 4icia os livros constaoles da re-
lajao junta sob n. 1. Alera des-e- livros, Uavera mais os que para a
rcgularidadfl do Bcrvico e economia d- corpo forem n'-cessarios, a
juizo e requisleae do respectivo rommandante ao presideote da pro-
vincia.
Art. 47. Os model is da escripturacio desses livros e prets serao
approvados pela presidencia, sb proposta do commandante do
corpo, ouvinaV-e a respeito a Ihesouraria provincial.
Unico. Esta reparticJo devera f>rnec*r ao referido corpq an-
nualmente tod.is e-ses livros numerados, rubricados com termos de
abertara e encerramento; bem eomo trimensalraente os objectos pre-
cisos para seu expedients e oscri^turajao.
Art. 48. Todo* os oflHos, ordens da presidencia e .do qualquer
autoridade, assira eomo outros qaei|nerdocument-s serao archiva-
dos, sendo para isso eminassados por ordem cfaronolofica e alpha-
betica. No fim de cada anno serao eocaderaados.
Art, 49. E' rrohivido fazer-se om^ftda,*, eairoUnUr.^. r,i?uras
mfr* on>f0 qualpuer vkio nos livros- e papeis offlciaes do referido
BVrpo*
. CapituhU
Hoiajao oos Inns precios para 0 eorpo de policis.
Secretaria.
Livro mestre, ou refistro gera! das pnacas do eorpo.
Dito da correspondeacia ceiu 0 presidentc da provincia. -
Dito com o cheft) de policia. *
Dilo com as demais autoridades.
Dilo do lermo de juramento dos offlciaes.
si Dito de ordens do dia.
Casa de ordem.
Livro de registro das ordens do commandante.
!. Dito dos raappas diarios.
Ditos de escaila dos offlciaes-
l Dito dos inferiores.
A cargo do quartel-mestre.
* l Livro de registro de prets geraes.
Dito de folha de pagameuto dos offlciaes.
Dilo de carga e discarga do fardameBto.
pito de crga e discarga do equi|iamento e armamento.
Dito de registro das folnas de lua e agua.
Ditos de recibos dos vencimentos dos offlciaes.
Dito de registro de todos e quaesquer objectos recebidos e en-
tfejues, com express declaracao da ordem, dia. mez e anno, nu-
aiiro, qualidade e importancia porquc foranr fornecidos ao eorpo.
A cada uma companhia.
Livro mestre ou registro das pracw.
Dito de registro das ordens do dia do eorpo.
Dito de escaila do service da campanhia.
(1 Dito dc distribuiciu do fardamooto as prae 1-.
Dito de carga e discarga do arraamento, uquipameulo e en-
elios.
Dito de registro das partes da disercao.
pito de registro das partes das relacoes de mostra.
Ditos de regulro das partes de prets da companhia.
:in'i Capitulo X
*s> Das ronda*.
^ Ai t. 50. Os offlciaes de rrnida e as .patrulhas em circumstancias
narias executirao as ordens e instru;4o, que reccberem dochefe
olicia na capital e das autoridades locaes, a cuja disjosicao es-
reiu.
Art. HI. Em circumstancias extraordinarias, ciecutarao as or-
dms, que o presidente da provincia julgar convenicnte dar ao com-
mandante do corpo de polida.
Art. lii. As patrulhas serao distribuidas pelo commandante do
corpo ou por seu immediate, segundo a forca em disponibilidaile ;
marebaiidt' do quartel a bora que for marcada c aprcsentando se
as autoridades policiaes, cuja< instruroes deverao segwr.
Art. 53. Os offlciaes de rondas e patrulhas, alera das instruc-
coes do chefe de policia, das autoridades policiaes, reeeberao e exe-
cntarao as que lhes der 0 commandante do corpo, retativamente a
disciplina.
Art. 64. Para commandante de patrulhas 0 commandante do
corpo ou seu immediate, designara os inferiores, cabos e seldados,
que mais amestrados estiverem na marctia regular do servico.
Art 5o. As patrulhas no exercicio de suas funceSes se have-
iai. eom a necessaria prudeucia e nioderagao ; evitando que os s^
dados se disperseui sob quaesquer pretextos, e que os presos sejam
uiattraUdos.
g Unico A prudeocia e moderarao recommendadas do nenhum
modo exclue a energis, quo se devera empregar nos casos de reluc-
lancia da parte dos cidadaos, a que der vox de prisao, afim de que
esu se effectue, ou se Bio mallogre a diligeecia de que for encar-
regade.
%rl. 5:. Os coratnaridanles das patrulhas, usarao de um apito,
.10 qual as patrulhas mais visinhas ao lugar d'onde partir 0 signal,
pararello convergirac immedialaniente no intuito decoadjuvar a pri-
sao'ou diligenci.i, que nao poder ser levada a efieito, sem o auxilio
de outras patrulhas, ou nao dispersar ajuntamento.
Art. 57. Os offlciaes de ronda terao por principal dever percor-
ror .-imiudadamente os districts que Ihe forem marcades e vigiar se
as patrulhas cumprera ou nao com as suas obrigacocs; dando de
qualquer emergencia parte at commandnHle do corpo ou ao chefe
dc policia.
Capitulo XI
Disposicdes geraes
Art. 08. 0 corpo dc policia e immediaUmcute subosdmado ao
presideiite da provincia, c so este podera move-lo de conformidado
com as exigi-ncias do servico publico.
Art. 59. 0 commandante do corpo satisfara a rcquisieao de lor-
\-a,_ que ihe for feila pel > chefe de policia, conlanto que nao exceda
a oi) prai/as armada" e municiadas para diligencias denlro da capi-
tal c as que na mesma conf.-nniJade partirem das demais autorida-
des policiaes ate 20 pracas.
Art 60. N'enhuma lequisican sera satisfeita, se o numero di
pracas exceder aa que fie* aeiuu designado, sem preceder autorisa-
cao do presidente da provim-ia.
Art 61. 0 official do estaio maior satisfara as requisites indc-
pendentesde qualquer ordem ate 15 pracas para as dulig^ncias res-
pectivas ; dando pane ao commandante do corpo se este nao se achar
no quartel.
Art. 62. As requisicoes de forca serao feilas por escripto, salvo
casos tio urgeates, que nao der lugar ao preenchimento desta forma-
lidadt porem a autori lade que requisitar a for^a foroecera a pessoa
que a prestar declaracao por escripto para salva la da responsa-
bilidade.
Art. 63 0 comraindante do corpo s6 recebera ordem do presi-
dente da proviBCia; bem eomo das outras autoridades somente re-
quisicao soLre nitlMBtrlrll .que nao ailerein a disciplina e boa ordem
economia c policia interna do corpo, porque nes*a parte e unica-
mente resiiousavel ao presidente da provincia.
Art. 61. 0 commiodante do eorpo tera ua arrecadacao 0 cartu-
chame embalado para qualquer caso imprevisto, e 0 desembalado
para fazer as l.onras fuuebres dos offlciaes e prajas que fallecerera.
Art. 65. 0 commandante do corpo e o primeiro responsavel
pela conserva^ie da disciplina e fiscahsajao do servico em todos os
seus ramos.
Corresponder se ha com 0 presidente da provincia sobre tudo
quo possa anectar a mesma discipliua e regular administracao d(>
corpo, e com 0 c.nefe de policia no que disser reipeito ao emprego
da forja em diligencias ordinarias do corpo policial.
Art. 66. 0 commandante do corpo e os commandantes dos des-
tacamenlos, exereitarao as pracas, tanto quanto for possivel, passar--
lhes-ha revistas do costume e as extra >rd.narias, sempre que en-
tender necessarian. Se para a instruccao for mister fazer sahir 0
corpo ou destacaraento do lugar de sua parada ordinaria, podir a
aatorisacao as autoridades, aque estiverem immediatamonte sujeitos.
Ai t. 67. Nos casos omissos deste regulamento e eoncernente a
economia, disciplina, ragularidade e instruccao do corpo de pulicia,
0 presidente da provincia oxpeJira provldeucias que entender con-
venientes, adeptando se entretanto a pratica seguida a respeito no
exercito. _
Capitulo 12.
Do fardamento, anuaraeuto, equipauicnlo e ulensi:.
Art. 68. 0 corpo de policia usara oe fardamento, arraamento e
cquiparaento segundo as tabelias de n. 1 a 3 e tera uteusis da ta-
bella n. 4.
TMla n. I do farianvnlo, qne j&tte ter eaia uma praca.
Sobreeasaco de panno...,.............. |
Catca de panno.........,.-............. (
Bonet de panno....................... i
Gravala do sola de lustro............... |-
Mania de la........................... {>
Banda para inferior.........-........... l
Blusa ile brim pardo................... f
Botinas, par....................... t
Calca de brim branco..................
Tabella n. 2 do amamento que dene
Carabina raiada adarme 13 17/n>........
Sabre bayoneta........................ 1
Varela................................ 1
Patrona com cartuxeira de folha......... 1
Agulheta com correia............... 1
Bandolbira de couro.................... 1
Centurao de couro preto com cananav..... 1
Accessorio3 I para 8 pracas............ 1
Bainlia de bayoneta eom ferragem....... 1
Espada para sargento ajudanle com talim.
Espada para sargento quartel mestre eom
talim...........................,
Tabella 3 do equipamento que dete
Caotl de madeira......................
Correias para cantil..................,
CaBudo de lolha para inferior.......... 1
Cordao para u dito................... 1
Mochila de brim oleado..........;..... 1
Correias pa a rauchilas................
Correias para capote....................
Manmta de folha....................... 1
Correias para marinita..................
Homai de brim para viveres........... 1-
Tabella n. 4 da natureza dos ntensif.
a
C
Secretaria do corpo.
2 Armarios de amarello-----..........
12 Cadeiras de palhinha dito............
1 Cravetra..........................
4 Escrivaninhas de metal.............
2 Mesas coin eaveta para escripta......
2 Mesas pequeuas com gaveta..........
1 Sineta com as annas e seus ptrtences.
1 Jarra de barro para agua...........
1 Coco de lolha......................
I Copo de vidro para agua...........
1 Espanador de palha............... 1
i Lavatorio com seus perteoces....... I
1 Orinol Com tampa................. 1
Natureza ds utensis.
Casa da ordem.
1 Mesa grandc com gaveta, de amarello. 1
1 Escrivaoinha de metal.............. 1
6 Cadeiras de palinha de amarello...... 1
1 Espanador de palha................ 1'
Estado maior.
1 Mesa pequeaa com gaveta, de amarello. 1
1 Escrivanraha de metal............. 1
1 Marqueza de palhinha. de amarello___ 1
2 Cadeiras de palhinha dito........... I
1 Lavatorio com seus perteoces........ 1
1 Oriool com tampa...................
1 Jarra de barro para agua............
1 Coco de folha......................
Guarda do quartel.
1 barra de madeira.................. t
I Lampeao para luz............... .. 1
1 Mesa pequena com gaveta.......... I
1 Tamborele....................... 1
1 Tina para agua.................... 1
1 Pucaro de cobre................... 1

1
t
1
1
t .
i c
6 mew;
3 'SSpar
ter cada praca-.
10 aonosr
10 t
10 a
4-
4
4
3 a
3
2
6
1 6 t
ter uma praca.
1 3 annos
B
3
3
i
2
1
i
1
Iteparticao do quartel mestre.
i Caixoes graodes para fardamento.... 1
1 Mesa graude com gavela, de amarello. t
1 Escrivaninha de metal.............. 1
2 Taraboretes com palhinha........... 1
2 Sarilhos para annas................ 1
Para cada companhia.
1 Barril para conducfao d'agua....... 1
1 Barra de madeira.................. 1
1 Caixio grande para fardamento...... 1
1 Carrinho de mio................... 1
1 Lampeio.......................... 1
1 Mesa pequena com gaveta........... 1
1 Pa de ferro........................ 1
1 Ptiearo........................... 1
2 Taraboretes........................ 1
1 Tioa para agua ................... 1
1 Sarilho d'armas.,................ 1
t 15 annos.
t 8
Iudetermioado
10 annos.
1 15 c
1 10' a
ludeterminado.
<
2 annos.
6
1
15
10 a
8
1
10 a
10 a
u
8-
8
1
Indeterminado.
1 1 anno.
10'
2
10
1
2
10
20
15
10
8 o
10
1 0
10 '
20 a
4
*
10
2
10
8
2
10
t

Natureza das pracas.
CapcM
"5 Tempo de dura-
I ?*>.
s
1 2 autos
Art. 69. As pracas empregadas no servico da policia das ca- .
deias, villas e povoacdes usara desabre-bayoncta nas marchas e deli -
gencias do servico; e quando tiverem de intervir no reslabelecimento-
da ordem e tranquilidade publica alteradas farao uso das carabina*.
Art. 70. 0 fardamento sera do boa qualidade e feito por arre-
matac-o na thesouraria provincial, em vista de amostra de materias
primas, examinadas previamente por um conselho, composto do ins-
pector da thesouiaria provincial, com voto de desempate, do fiscal
da fazenda, do comraandaite, do major e do capitao mais aotigo do
corpo, presente na occasiio, lavrando se termo em hwo para iito
deslinado, e flcando a deliberacio do conselho. dependente da appro-
vacao da presidencia.
Art. 71. As pecas de fardamento assim manufacturadas, serao
examinadas e conferidas com asamostras, que deverao existir laera-
das e guardadas na thesouraria provincial pela referida commissao
no acto de serem entregues ao corpo pelo arrematanle. 0 farda-
mento podera tambem ser mandado vir de casas lmportadoras da Eu-
ropa, eomo parecer ao conselho e a presidencia mais econoraico e
eonveniente.
Art. 72. A presidencia dara 0 Ggurino para o corpo concuian-
do a elegancia com a simplicidade.
Art. 73. 0 pr-sidente organisara uma tabella. dos valores, assim
dos artigos de fardamento, eomo do armamento e equipamento a
2ual servira para regular a indemnisacao dos que furein extra1 ia-
as pelas pracas, mediante discontos nos respectivos venciuientos
na razao da lerca a juarta parte art. 94 e 95. A praca que soffrer
discontos nos seus vencimentos para reposicao de objecto- extraviar
do6, e que tenha concluido o tempo, servira por mats tanto tempo
quaot j seja necessario para compietar os discontos, a menos qua se
sujeile a reposicao integral e immediata.
Art. 7i. 0 commandante do corpo empregara todo 0 seu zelo
e cuidado, e bem assim 0 fiscal e commandantes das companhias
para que 0 armamento e equipamento distribuido se consewe em
bom estado. 0 excedenle do armamento, equipamento, fardamento
v uteusis sera couservado bem acondicionado na arrecadafao geral
do corpo. a cargo do quartel-mestre, e nas rezervas das ompauhias-
a cargo dos respectivos commandantes, e tanto aquelles eomo estes
sio responsaveis pelo mio acondicionamento de taes objectos e sua.
deterioracao.
I Continua.)
DKSPACHOi Di PRESIDENCIA DE 15 DE MV&MBRO
DB 1873.
Antao Borges Alves.-Sio pole ter lugar oque
re quer.
Barao da Soledade. -Eaiaminhe-se.
BazilieGomes Pereiri Ridngaes. -Sim.
Bernardina de Oliveira Carakaute Michido.
Passe porlana concedeudo o |>razo improrogavel
de 40 dias.
Francisco da Rha Passo* Lin*. -Ddferidj com
offlcio desla data, dirigido ao coraraandante supe-
rior da guarda national do manioipio do Booito.
Bscharel Francisco da Cunha Castelio-Branco.
Deferido com offici > desla data ao iaspector da
thesouraria provincial.
Bacharel Gracilian > Augusto Cesar Wanderley.
Passe p irtaria concedendo %H dias de licenoa,
eom vencimentos ua f6ruia da lei.
Ignaciu Ferreira do oontus Pnuaatel. -Deferi-
do. com oflkio do-ia data, ditigid* ao com na-
Iwle superior da guarda nacional do Bonilo.
Jaoiotho. -Dslertdo eom offlciq,'desta data ao Dr
chafe de policia.
loSo lo?A ds Ar*u]>.-4MHdc eoa cSicio des
ta data ao inspector da thesouraria de fazenda.
Jos6 Duarte das Neves.Inform; o Sr. inspec-
tor da tb-isouraria provincial.
Jose Almeida de Souza Costa. Nao tem lugar o
'que requer o supplicante, visto eomo, quando.
! mandou-se pagar-the os mezes veocidos ate maio-
| ultimo, dispeasei-o da commissao.
Manoel Joaquim da Silva. A' vista do que in
forma o commandante do corpo de policia, nada
ha a providenciar
Seoastiao Antonio de Albuquerque Mello. -Pas-
se portaria nomeando o supplicante para exercer
interinamente o lugar da amaauense d.'.secreta-
ria da directoria da instrucgio publica, darante o
irapedimento do effecti'rt).
Vicente Kerreira <1< Paiva SimSes.Deferido
cm ofBtin desta da'** a luesourada, provincial.
Secrelaiia da p^sidpucia dc Pernambuc^ IT
de noveauliro de 1873,
Opoiteiro,
Siltiiu> A Ridrigues.
mmmm,
REVISTA DIARIA.
Instrui'^-ao ojnbliea. For portaria da
presidencia da provincia, de 15 do corrente, fo I
, nomeado Sebastian Antonio de Albuquerque Hallo
I para exercer interinamente o lugar de amanuens
da directoria geral da iostruccio pubuoj, em quar-
to durar e impedlmento do enectivo.^
Aatoridladles pnlicloeii. -Por portaria-
da presidencia da provincia, de IS do corrente, f,
ram nomeados 1* e 2' supplleotes do deiegado dc
tarmo de Ouricury, Benjamin Bitrao Rodovsl!.
de Alencar e Antonio xarinho Rioeiro.
Guarda nacional -Par portarias da [re-
jideocia d > provincia, de 15 do corrente : oain
dou se apgregir ao 1 batalhio de infantaria d<.
municipio do Recife, o alfetej da 15" seccio d
reserva, do municipio do Sarnahaem, BazllioOo-
rets Perei a Rodrigues; e maadou-se darfni'1
; do passage^ para o munic^'lo do Recite, a lj'na-
w
\uM~l
----------------------------


_!-<
-
~\>S
Pernambuco
Ferreira dos Snhtos Pintentel, nlfe#I3b*tto*i^ofc^i^e!mitt4* *
do Hunl
DRputa R"<^benif3
o seguinte rdwllB ?lei!ur;1l .
M HM districto.
Wtfw de Papaca;a.
Dr. A. Lacerda "
Or. Pinto Pcssoa. *
Dr. Ernesto Vieira ^ |9
Vigario Tito M S
Tenente-eoromd ftfoesto Silva 29
Joaquim de Moll* Itego }j>
Dr. Leaudro Borgea *
Resumo deiedos "5 collegia iaenos o de
Aguas-Bellas, qa aiio intljje mais no resul-
i)r. Jose Maria <1- Albuquerque Laceria "^31
Or. Ernesto -Vlen a Mello 2:11
Joa.|iii(ii Pedro Barrelo de Mello'Rego 32o'
Vigario Tit.) de Harris Corroia 220
Dr. Francisco Pinto Pessoa 196
Vigario Joaquim da ''.unha C.avalcante 195
Tenente coponel Ernesio Machado Froire
Pereira da Silva 100
Dr. ticaudro Francisco Borges 69
Sao, porlanto, deputados pur esse districto os
seis primeiros senhores.
Teruio Ti'iuinpf^o.-Com o prazo de
60 dias,coutados. de 24 de outubro, acham-se a
concurso os provimentos vitalicio? dos oflleios de
primeiro e segundo tabelhab e mais annexes do
termo de Triumpho.
Censulado provincial.-Nesta reparti-
cao devem st-r pages, no corrente inez, os appare
Ihes c annnidadYs do servieo da companhia Recife
Drainage, cones,londenles ao trimt-streJGndo em 31
de dezembro de 1872,'como se v.; do annuncio
n'outro lugar publicado.
Saiiln Casa de rliserieordla. Pc-
ranto a junta administrtiiva desta eoivoracao an
da em praca, por venda, a fazenda de criar gados,
denominada Camauba, sita no termo de Flores,
eom alt-ma gailo ravallar o vaecum, e com opli-
mas terras do criar.
Avrcinatarao provincial.No dia 20
do corrente (quiula feiraj v;ii a praca peraote a
junta da thesouraria provincial, o arrf ndamento por
ires anno?, do silio dos Remedies, adjudicado a fa-
zenda provincial.
Iinposlo pessoal. E' no corrente mez
que deve ser pago, livre de inulta, o primeiro se-
mestre doexercieio de 1873 -1371 do imposto
pessoal.
Tril'ios iii'ltanos dcOIinda -Anianha
:i- 4 boras da t.irde. deve reunir-so a assembl.a
geral dos acciouistas desta coinpamia, com o nu
mero qne compareeer, alim de proecderse a lei-
tura do relatorio e eontas do somestrc iindo.
Eclipse. Devo haver lamanlia urn eclipse
partial do sol, invi Festa inai'itiiiiit. Teve lugar ante-lion-
tem, a tarde, (domingo) a regata annnnciada, sendo
obsorva-lo 0 pr.'-gramma publicado.
Grande foi a c oicuirencia do povo em tjdos os
Panto* do terra e Je mar qne se prestravam ao
|MIT7nl
^ VMS
ConfliictoR. EstanJo de ronda na Ofi,
IB do'CiirfcntO 0 inspector" de" quarteiriio db ffli
trfcto do Peits, encoDtin Manoel Joaquim dn .N;rJ-
cimeulo, conhecido p>.r Manocl movccfi armadn
de punhal, e deu !be voz de prisio ; aconlecenda,^
purein, quo es'te s6 a ella serendeu depoisde atre
vida resistencia e de haver ferido com tres punha
tada3.no braco ao cabo do^oarteirio, que acqJM
pantova aquelle inspscti r.
Nesse mesmo districto, pelas 2 horas da tardi do
m#mo dia, (16) Josi Rodr^aes do FigueircJo, to-
mando-sr; de razoes com Juaquiin Antonio Maciel
Mtwteiro, a esle graveinente frrio. (agindo a; i
Sobre ambo? os fact prosegue na forma da lei.
Leilao.-II ije, effcciaa o agente Martins, as
I' horas do dia, o leila >, a> crrer do martello,
das farinhas, bolachas, oalyudr^s e mais utensi
laria da rua Imperial
tua o mes-
eas, ni ar-
e pectaculo.
Poucodepois las \ hkraj eomecpn a festa.
f pareo. Escalcres de 0 rerabs : alfandasa, pra-
ticagen da ban a e arsenal do marinha. Venceu
o da alfandt'ga, t-rid.i por patrao o Sr. Frcderico
J*f Prates.
2. Eacalercs de \ remos; amadorcs inglezes :
Bathra capitao Rimer; Meteor capitao Smire.
V(-:i-"n o primeiro.
.'!.' Rscalercs de 0 rcnios dos vapores Paraenu
p ISiXi/e. Venceu osegiiitdu, dirigido p-Io2a tenen-
te Enni o.
'. Escaleresde 4 hns : aenal de marinha
e Mpitania do p irto! V liceu 0 primeiro, sob a di-
reccao do I lenewW l' ulrijaes Pinheira.
i." E-i'-ilT'S de 8 teoAis Aot vapores Recife e
Pwaense Venceu ffscgnbdo/ftodo por piiraoo
Sr. Ili'irul.iii i.
<". Escaleres de 19 mrtws i arssnal-desariaba,
Puriwuse e Recife. W,i:en o d.) Recife, lirigido
pi !o tenente Canta hn.
7' c ultimo pareo, a do venendor dos vsnecdo-
r-., eui qne entraram cfln-iigufctemonte 6 oscala>
res, obteveo triumpho deliniti* o I" tenente Cam
tabee eon i escal t a 12 remos do Recife.
Fin la-. asiin, as corridas, pas.'ou-se* dist ibui-
fa > dos prenios no pavilhao para tal lim armado
no arsenal de maridba, oniie so acharaoi reunidas
muitas famiMas da aossa ineli.or soeietlade, as pri-
meiras autoridades da provincia, com) os Exins.
Srs. presidente e commabdante das armas, c&efe
da vtaeao naval e capitao do porto, chefe de |>oli-
cia e outros dislinctos 'avallieiros quo longo fora
imininar. e qne dirneta e previiraente ha.viam sido
cno .i ladoa ; osjaixAi >1 pleito. os lllms. Srs. eom
maadaute da divis o naval do 2J districto, capitao
do porto e inspector do arsenal de marinha.
Gmt'onandi o pavilhao todas as handas da mu-
sic* marcial, <|ne linham enncorrido a festa, aii
tom das niesmas e d applausas dos convidados
foram eniregaes os p emios. quo eonsistioaio em
lima primon sft coroa da hurosj qua premiou ao
* tenente ^antnlice, vencedor dos veniednes, e
em medalhas de pralQ cam inscripcSes apropria-
d'i=, que assignalar.ini i^ victorias pareiaes.
Teruiinadooactn ja a noiiiulia, dirigiraoi-se todos
osconvid.idos para a resideueia'do Sr. m-pectordo
arsenal, on-te no agradavol entroleBimenlo quo of-
fercce unn espleniMda p.olidn,demoraram si>ate
as '' b ii;h da inadrugada, atirahidos todos p.do
tvato lino, eni extvertio obseqaiolo, quq encontra-
ran de pane ill brmsa e inui tKslincta oflicialida
de de marioln. que a'tualmente temos a gloria
de wr enir^ no e a quoin deveraos aquelle es-
pedaculo qua aos propereioaota momentos bem
Igrsulaveis.
Ooca de 120 senltoras abrilbtlalarani a porlfdo,
qne f'i coino jadissemos e mentacao caprichosa d: i salas, ja pelas Mitels do
mate aporado g^to qua a abrtlllanlaram ; o ser-
vieo do c.ha sabre proi'usfi foi I ileado, como raru-
inente temos apreci*lo.
Cainara inmicipai do Bceii'e.-Em
BMsfo do 12 do correntOj fii ntomeada supplente
de fiscal da freguezia da Hoa-Vkta, o Sr. Joaqnim
*le llouvi'ia Copfieiro.
B^eiedajg Mt.lewartai c .%uvi!iado-
ra da Instrnccao Keenndaria. -Xao
pode ter luiar ao domiogo (16 d> eorrente) -r be-
neiicio em favor desta associacio, corao estava an*
nnnciado, por inotiyus imporiosos. ficando transfe-
rido para hoje (MS) impreterivelmente.
0 theatro estara embnndeirado, e umabandade
musica marcial tocara a ehegada das familias. a
ns intervallos de cada urn dos actos, escolhid'as
pn;as do seu rvpertono.
S'avio eneoBtrado.-Participa oSf. ea-
pita> do brigue inglez C--iln, proredente de Livu1-
poid, que n-> dia'll do corrente, nalat. 4" 20' X.
e long. 2 30' W, encuntrara-so com a galera
franceza denominada Thedare Ducos, pertencente
ao perto de Bordeaux, em viagem para Otalhe (no
Pacirtco) com 29 dias do viagem, todo ia bem a
bordo.
Faculdarie de direito. Fizeram acto
do *i ^nno e nceberam grao de bachaivl no dia l.'i
de noveoibro os esludantes seguintei:
Jlonorio H-nne'.to 6orr4a d? Brito. approvado pie-
namente.
3ose Rodrigues Elvas, dita.
1hophdo Moreira Gnerra, dito.
l.niz lo<6 de Franea e Olivcira, dito.
Anloni Clodoardo de Sonza, dito.
Francisco Fermindes Vieira,.dito.'
FizTam acto do 5* anno e rceebcram a grio de
bacluirel no dia 17 de n'>verabro os esludantes se-
guintes :
Kugcaio de Athayle boko Mososo, app-wvado
plenamente^
Juvino Anterode .Oerqueira ifaia, dito.
Barcimu Paes >tarrKo, dito.
Henrique de *thayde Jjibo Mnssoso, di'o
lain Di'ineirio Bias Sinioes, Capitao Manoel do Nascimenta Ponte, dito.
/|.eeideato mortal. H-mloin, par voita
do meio dia, ii'ii operario, u^ nomc Juao Foutes.
Ae eerca le 21 innos de idade., e de cor parda, foi
wtirna de omieu decui'lo, na estacso das Cinco
Pi.ntas, da: ria-l'errea do Recife ao S. Francisco.
Trabalhava elk em mover oacarros, earregados
com mercadoiias para o interior, nas linhas da cs
la;io, quaodo, icli^do*;) iuv doits d'esses car-
rrs, ,|;ii ofixar essa posi^ao. N5o reflectindo,
porem, n'uma pns^iv < joncaia doa carros, nau
tonou precauecos e foi iirando-se do met* dos
rehicKsLinia ho nenftum risoo eorresse.
Infrbunenle deu-se a jnnccfio oos carros rapida
c inevitavelujent", e o des^i.iqado boinem, licanli'
entre'os para clmqueB dos mesmns carros, soffreu
ama.terririd pres.s.io aobro o petto e a *spadua li-
reita, 'e que lb< rasuitou a mortc cerca da me:a
bora depois.-
A autoridade ixditial do S. Joso lomoflMMnheci-
mento do facto, nandando procedur' a necesSaTia
risltfiau
Vmcadm. A <0 hoTas da noite de 18 do co'--
rente. o prdo Ernesto, escravo de om portuguu/.
-fMrador ao Camiobo* jiovo, da freguezfct da Boa-
VisOy feri& lerenMittte cnto uma farnda, na raa
larao RosuncaHjiuUo Antonio, ao pre to liber-
-to d^Ooine Ante*Tavares. 0 datioqueote con-
.aeguio evadir-so, mas a autoridade competente
lios, e bemfeitorias da
n. IK. f^r
Anianha, as II do dia, elfcc
mo agmte, o leilao de qrtatro ea-ns \hx<
mazein da rua Jo Imperador n. 48.
Hospital Fortugucz dc BencGcen-
ria. Movimento das enfermarias desde o dia 9
a 15 do corrente:
Existiam 49, entraram 13, sahiram evaded 16,
falleceu 1, fleam existindo 47.
Esta de semana o Sr. niordomo Lonrenro Ri-
beiro da Cunha Oliveira.
Lnteria.A que se acha a venda e a 7>*. a
brneticio da Santa Casa de Miscricordia do Recife,
que eorre no dia 21.
Casa dr detencao.-Movimento do dia
16 dc nnvembro de 1873:
Existiam preaos 316, cntrou 1, existcm 317.
A saber :
Nacionaes 234, multaer&s 12, estrangeiros CO,
iscravos 37, escraras 4,Total 317.
Alimentados a custa dos cofres publicos 2-11.
Movimento da enfermaria do dia 16 de novem-
bro de 1873.
Teve baixa :
Lniza Maria do Espirito, rebre.
Teve alta :
Miquelino Lopes de Oliveira.
I'assasciros.Sahidus pan Tabatinga no
hiate nacional Fiw do Rio Grande :
Jose I'aulino de Andradc, Manoel Antonio do
Naseimento, MaooeUJoaquim Gadelha, Ignacio Pin
to de Aguiar eLuiz Jcionymo da Silva.
amaddVeci
ramoslv
. Olpr
btdirefa
ca do lx
parect^H
raame
x N
em qu>
do iutlrafio, que o povo liquer esbulhado do voto,
que a conslituicao Ifio attribuio nas assembteas pa-
roehiaes.(apoia i^; i-#^.J*l^BI IiM
Paiavrtls ineinoraveis quo sap estas para todot
muito peremptoiiaii
lira
esfar.'Cilia tfe ftflSas liberd.id ; :'>!;
niais gewreni o*'*bre con juista ilo n
ma le.ojseaUtivrfl
Veia aqui a UhUi proposito o recurdar as'
vras patrioucas do preelaro ministro do imperio.
proferidas na canara dos deputados por occasiao de
offereeer
18 de Novembro de 187 S.
Hi lantos seeulos?
11, esui igreji militant". -*,MWRna igreja
por ti, ilizem os eehos' s.Ht-mta a djutrini. 'Vrtt|iao pivgada
v|a ^mp
s'ituicao p
iue ao goveroo
nuaa. cm que ulti
a ]o (apoiadosl.
admittir. u'uin tempo
a exten-ao do direito
os patriotss leaes-e generos*-!
-ao voz da humilJade, a nflb'
amor, a crueza; em vez do ensin i
vez do respeiU) a lei, o desprczo, a
voiU)MMBB da pobi
^VemSHda tri'i-inj
B)ovq^Hi lliv.i.i >
vptr^Ki vezdosf
B do^Hlsos senhirrtv
lequenos, iflgrandes, os
; om vez do
a ordem ; em
affronta, a re-
a, a opulen-
ui que fa Haste
e/. do eajado,
i-cipul' is, uma
dos fees', dos
reis que por
direTToTl^^fc se fazem senliores do- poves om
vez da imssao cele>iial,la supremaria sobre os go-
vernor dos eatados ;*em vez da persuasao, do eon-
vencimentp, a fogueira, a tortura, todas as penas
que obrifoem a te aderarem contra a conscien-
cial
E e ftjU.uaesuia a tua igreja, a tua d jutrina, a
tua religlfto.
Maiot gnerra nao podiam os tae3 inimijot fa-
jer a teu n ime, a tua lei,
Perseguir em teu nome, converter e n arrogan-
IriBBJlEft A rrOIBu da m *ohrfa O teu amor e humildade, exaltar
a tua igreja ao imperio sobre ns estados, a senho-
ra das vuutades, nao pelo amor e convencimento,
mas pelo braco dos poderes temporaes, so po-
dia produzir, como torn produzido, dividir era md
pedacos sua igreja, desvirtua-la na ausencia de fat-
A Iniito
xiii I ft
A IGREJi LIVRF. NO ESTADO L1VRE.
(Coutmaeao).
la do tua uniJade, levantar contra ti milhares d<^
PARTE POLITIGA
I'ARTIOO CO.^NIOItVACMm
RECIFE, 18 ftE JNOVKMBKO DE 1873
Cada eleicao, a quo actualmente neste paiz se
lirocedc offere^e um espectiiculo, qne deve despcr-
tar todos os bons cidadaos a se gruparem em tor-
no de uma reforma, que festiua esta ordem de
cuosas.
Um dia por outro atiram os escriptores da Pr--
cinci'i uma dessas borabas ao ar, para terem o
prazcr de ouvir a detonajao que produz no seio do
paiz.
Tendj eslado tantas fon?8 na suprnma aJmion
tra.a.j do eslado, so agora 6 que coniiecem e bom
podem apreeiar o espectaculo, que nos offerecem
as elen.-oes neste paiz.
Quando do poder es |uecemse facilmente ns nos.
sos palinuros de qu:intas promessas nos iitoram
anuunc ar na oppo>i;ao.
Entao podem os bons cidadaos dormir o largo
somno da indilTerenca e ate do despreso, porque o
sentiment:* do patrioiismo bate as azas e voa dos
bellios campos da democra -ia.
Apenas Ihcs escapa das ma >s Jescuidosas o lame
da ni) do eslado, et-les a s dtatem o grito desper-
tador a todca os hpM cidadio< pam que so gru-
I'-'ui em t'I'u i do una reforma, que destrua esta
mesma ordem de cousas.
eom a qual, ate poueos dias, achavam-*e pevft'ta-
in en te de nccordo.
Esrbi cegos de espirito foram ttnalmenle resti-
tit-iirl is a Im da intellgeucia!
I'esa la nuito que foi essa de lao Jongo e fatal
adormeclin-jnto!
A opimao publiea ja nio tein aecao no govorno
no paiz, que vai dirigido' pelo raaonro talor.
Os liberaes da Provincia querem so emancipar
agora, quo ja e tempo de gerijrem o pairiniiuio,
de que se acham despijados dosde a epoca quasi
Umnemorial da existencia da nossa caru eonsti
tucional, que ja nao 6 para elles a Area Santa de
nossa? lihcrdadas pubheas.
A i'leii;4o qup. ahi esta con=agrada em nosso pac-
to p ilitieo nao e mais do que um vivo contraste
co n o gnverno representalivo, de que nos falla ea-
se raestno pacto.
0 partido liberal da Proeiivia esla j;i boio con
vencido e nem ha mais duvnlar, da falsidttde do
sys'"ina cleiloral desdb o art. !0 e scguintos da
.onstituicao do imperio.
A consciencia dessa falsidude Ihe foi rcbo
da por laulas e tao reiteradas provas, que o parti-
d iiboral arvorou no alto do seu estandartc a re-
forma cleitoral pelo svsterna directo.
O mais interfssante e quo a opiniao publjca, no
dizer dos protiucianoe, inconlestavelmonte a'pplau-
de essa reforma, que tern por si quasi unanimida,
de do paiz ; mas perguutam elles donJoprovem
resifleiKia ?
Respos'.a :
Pols bem, diga-se a verdale inteira ; saibira
os que assitn perguutam, que a ra'So de tudo isto
e : porque assim o quiz e quer o imperador. i>
Mas perguntamos n.>s por nossa vez o qne lu-
era o paiz e o que perde o imperador com a re-
form* eleitoral, tal qual a-projlamais vos r
Resposta :
A reforma pelo systema directo, Concedenic
v to perpetuo a toda capacidade, arranca das mao*
do governo o voto popular; entrega os deslmos
du lirasil a vontade nacional, e, em vez do gocemo
do imperador leremos o goterno do pac s
E' vezo e vez> antigo dos liberaes, quanlo fora
do poder, attribuirem a pessoa inviolavel e irrns-
pousavel do menarcha, que deuominam ic. poder
pessoal, a ingerencia quasi exclusiva em todos o\
S,'randes aconteeimontoi politieos, qua para elles
nao aio mais do que o reflexo da iraperiol von-
Udo.
A roforma do elomento servil, para elles, nao
tem nutra origem; de m id > que as manifoslaciSes
eapodtaneaa das camaras ropresentalivas e os an-
helos e instig.-ic.des do senlinieato publieo nao si'
nenhuma pane tivcram neasa grande obra de hu-
manidade c regeneraea i social, como quo ficaram
sopitados pela pressai esmagalora da omnipotea-
cia imperial !
E assim escrovem csjcs discolas IJberae? a his-
toria contemporanoa!
Es.a revolucao eeonomica da libertaijao do ven-
ire escravo, a mais geneross c f canda* e que pnr
si so fora hastante para lionrar uma nobre ban
deira poiitica, foi um acto pequenino, enfesado do
miuisterio de 7 de marco, que senSo teve eontra si
a maioria, reunio cemo confessam, a poputacao
mais ri 3 d > paiz !
Quer isto dizer que a vontade ess a vontade
imperial deve-se lao iraportante extraordinario
aeonleeimeiilo.
Pois entao bem haja o imperador qne tao dosve-
laaamente vai se inspirando no santo amor da pa-
tria. esperar nosso provoca m grandes inelbora-
mentos, que tendem a nossa prosperidade e a nos-
sa gloria.
Nao 6 a orimeira vez qne n-ses liberaes proriin-
oianos, mas ovelhas tresmalha las do grandd parti-
do ennservador, atiram a med t a perigosa tgo^e
da eleicao directa e uma vez accusados por nos
ootros, quo auJamos a vender no alto mar da pi
litica, fogem espavdridos, certos como estSo de qne
a bandeira, que arvoraram, nao poJe conrirja*
mais sua ntercadoria de guorra.
]hamadosa falla para exhibirem com franqueza
e sincnriilade o manifesto de sna derrota, nao ha
^Icanea-Jos, e^ue para logo, se envoi vein em gr .is-
sos nevoeires, prendricio quasi cerio d'J prdtmU
naufragio.
A vossa bandeira trar inferipta, bera v*,mns,a
elei.Sodirecta ; mas, por Deu*,-e nao tendes efn
mira umaindecorosa'negacn eontra oeredefloe
iiinocorrte band) liberal, dizei-nos (o que tahfjfs1
vezes vo" temos pTg.mtado; qi.al e a ntse da
vossa reforma eleifiral dire;ta '
Pret^deis sub tituir um a outre systemi cleii
tor.il ppjoa m"ios ordinarius e coinmubs, op qiie^
reis uma cainara eonsfittu'nte, revestifa d? |
os necessarios poderes para effrctnar
portanto reforma f
E mais, caso VMI drspenseis f:i'CilrtiAnte \\ -
vocacau .do' poder constituirite, entehoeis elcvar o
senso qtfe a i esta consagrado cpmo a mais pre-
fciosa reli juia de liberdade no & da nossa darta
con-lilucional t
TeuiPrarios que seriam aqnelles que lancassem
maos prof.mas nessa area inviolavel da nossa sa
bedoria politira.
Se tentasseis reslringir o snffragio eleitoral,
qual se acha consignado n> e art. que deixamo
cilados, maxime pelo processo illegal e tumultna-
rio de uma lei ordinaria, n6s temos a declarar
A these que coiistitue a nossa epigraphe, 6 a
conclusao necessaria dosartigos precedentes, como
do ultimo vimos.
Se o principle da liberdade de consieieBcia e de
cultos niu pide ser contestado senao pela mats
insolenteiiypoorisia, em um paiz que se diz quasi
vnivenatidente catholico, e que de certo e quasi
uuiversalntentc christao;
Se a cegacao desle priacipioAa negacioda dou-
trina de Christo, do proprio Christos que-'sd quiz
captivos as conscieneias pelo amor proprio a Deus,
que nao dcu preceito* senao aos crentes, que nao
fonnon a crenca senao pela conviccao, que fez-se
crido pela pala'vra somente,qne santiricoU a sua
doutriua pelo sen sacrifieio ;
Se essa doutrina fez tno grande proselitismo,
ainda somente pela palavra- e pelo sacrillcio de
seus apostolos, contra os costumes perverlidos,
contta us injnstis intcresses que ella vinha sot-
term;
Se tudo isso e as-im, combater a liberdade de
consciencia e de cultos, e combate-la como um
crime, pedir ao estado penas contra o exereicio de
Wdo o culto que nao f,r o catlmlico, e tudo isto
cm nome de Christo, e combater o Evangeflio, e
combater os apostolos, e combater o proprio Chris-
to, 0 caar a rnina do eristianismo, servindo-se do
Evangelho, dos apostolos e de Christo pnr inslrn-
men-o desta destruicao; 6 levantar das ruhUM o
paganismo, chnsnwdo com o uome de eatholecis-
mo para po-lo no lUgar da religiSo do Cmxifica-
do, que, em cumpriinento da promessa feita desde
seculos remotos, veio, a*Mtendo os soberbss e le-
vrntando os humildes, nivelar todos os horaens
como irmaos, til bos do mesmo pai.
Em v5o trabalham os inimigos de Christo nesfa
emprcza dairnada; einbora bem executem seu
piano tao habilmenttrafiado por diabolica inspi-
racAo.
Em verdade os perversos muito tem conseguido
com ease manejo, com essa tahca de que tem usa-
do co it uma eousuneia tenaz, desde ijuando nao
poderam mais combater de freate o cbrislianisnlo,
desde quando nao tiveram mais soldadns e outros
instrnmentos humanos para sacrificar os christlo*;
porqno> todo o mundo se convertendo, cadainm so
MR MM ao martyno para nao ser o verdogo dos
ontros.
Desde entao elles se fizoram por exeelleneia
christaos; e, dedicando-se a defender a pttreza da
f.i, accenderam de novo as fcguciras, empregaram
de novo as tortnras de que nsaram em nom do
paganismo, contra os mesmos christao^, o eontra
todo o mundo, mas entao por opposto motivo,
em nome do chrisiiani^mo.
Nao podiam pois deixar de conseguirem grande
parte M lim : fazer odienta a doutrina, a reli-
giio, o seu proprio divino. Fundador, em enjo
nome torturavam as conscieneias, encadeavam a
liberdade, impunham sua vontade, tendo por ins-
trnmonto os soberanns dos povos ; traziam os ani-
mus em sobresalto, os cspiritosna incertezs, o des-
(ino de cada u.n cm oscilacao : cada um so se
preoecr.oava da hora tremenda em que. re.cebendo
amanotilleaeiio por parte do tribunal do santonffi-
cio, tinha do eatrar para o tugubre e tenebroso
carcere, solfrer todas as torturas, as mais crueis,
e so pho da sausa do Deus dos christao*, a fogneira,
para ser queimado em quanto tinha resto de'vida,
deixaudo os seus bens conlisi-ados om proveitoylos
santos verdugos.
Oh que monsiruosa religiao I E' esta a religiSo
christa?
E", sim, dizem os que se dizem competentes para
ju!si-lo. Dizem vozes que repetem os decretos de
Roma.
Ah Christo, ah Christo I....Tua cabee.a tao
hmmlde so se levantou para o ceo; para emplo-
rares conforto de quo necessitava teu espirito
oppresso pela fraqueza da Dame de que revestiste
lua alma; para pedires a teu Pai qnete enviara
era resgate d i genero humano, que perdoase a
teus inimigos. T i* fronte sctnore se abatteu ao
imperio da lei; teus olhos nunca cubifosos de cu
hica alguma, nunca souberam mais do que verier
lagrimas amargas pelas desgra^a* do genero hu
mano, nunca um sorriso se deslisou om tua face.
Osteus foram se.npre o^ pequeoinos; ate em tua
Sarafan e em Ida nascimento deste a sublime licao
a mais suolime humitdadd! E hoje tudo sendo
pouco com que Iaz3r olioso o teu nome, ate se
di, o teu proprio vigario, que amaste a nobreza,
qne quizete nascer nobre.
Fostetti, Christo, que mandaste suplantar a li-
berdade dvs povos, condomnar as leis porque se
goventam as n icoes, pelir o braco de Cesar contra
os qua nao te ndoram do mesmo" raodo que a tua
igreja o onsina ?
Foste tu que mandaste fazor aquellas prisiJes tao
medonhas, forjar as pesadas cadeias, invonlar os
ItMlinaentee de horrorosas torturas^
Foste tu que pe lisle as nuvens do fumo ele-
vando-se aos ceos, como de suave incenso, agra-
dave) a Deus, inpregnadas do odor da came e do
samrac. huraano queimados? tao agradavel, tlo
debcioso ao olfato de teus ministros, que presi-
Rjtthl os auto de fe. com tua imagem em punho?
Antes de vires como homem entre nos, eram o<
sa'rificios crueis offerecidos ao Altissimo, nos-al-
tarcs que se Ihe erigiam, de animaes escolhidos,
- on mancha
Tu instituKte o sacrifieio incmento, e quizeste
sor a nniea victim3.
Os pagaos nao se satisfueram oni o teu sacri-
ti'/o, e flzeram contra ti, ainda milhares, fnnu-
meros.
Em leu favor, em tua Uonra e loavor, os pro
prios christao?-----os chrinios ? !... .os christaos
restanram o sacrifieio crnentn, e immolam sobre
em monte de lenha, ateada pela mao do1 levlta, nao
o cordeiro sera maneha, mas sim a propria creatu-
re feila a imagem do Dene.
Fe-te tu que o mandaste? foste tu qne o ensi-
naste ?
Choraste alg'tm lia pobreza; andaste em- palan-
que sobre hombro* humano-, d este o_ pe a oeijar
oa antes, presto- a 'JespediMe do teus'cohipanhei-
ros da sant i missao, consenliste que ungissem
Wua po* com o bal^amo preeio*>?
Viveste na grandeza conn principe, tives| uma
c^rtehyherarchi.-a de grainjkfc sennores, leaeritaste
em um throuo de rei, tiveste um patrimonio, uma
dota<,vao, e consistcnte em um po70 ?
8em throno, sem.mandi sobre povo algum, co-
mb um simples mortal, um homem commura entre
o povo, como eras lido pelos grandes e pel*s poles
tados, pregasio e ensiiKaste a verdade com toda a
liberdade, n i meio da escraviJao de todos os povos
disse-to a ver-tide inteira, sem atacares a lei das
names'; sem pre liw-s em tons thJvimentOs.em
taas palavra-, foste ealirio fern presenca das vaia-,
dos in=ulw* poimlareay ante o tribanat de Poneio
sentiraentos, dos que levemente tomam por teus
vexdadejros ministros, os monstros que assim
executam r5o dlabolico piano contra ti engendrado,
nie certauviiite o desempenlio da inlssao iue a
leus ungi los deixa-te.
Em verdadc e o fae'lo, como por toda a parte se
ve: muito tem colhido os inimigos, os maiores ini-
migos do Christo, os hypocritas que em seu nome
assi ii minam a ana igreja ; mas estejamosporou-
tra parte twuiquillos, qne Christo nao 6 quem elles
pensam, nao 6 a sua igreja obra humana ; ella nao
sera destruida.
Entremos, pois, todo? os que temos te, em corn-
bate, para nAo deixar a sna obra de divisao pro
segnir.
Se elles minam a igreja do Christo, contramine-
mos e os ataquemos em son campo, que elles hab
de ser derrotados.
Nao receiemos a Iota, nem nos assuste ou inli-
mide a ideay de ipie seja um sacrilegio levantar-
se o cataolico contra ob levilas do Senhor, contra
o seu vigario infallivel.
Elles siiohomens, nao estito isentos do peccado
e do crime, das ambi^Ces e desregrados desejos do
mundo, em cujo commcrcio o contacto todos
vivernos.
Se sao infalliveis para as cousas do reino do
ceo, com poderes para ensinar e decidir no lesem-
penho de sua missao, como bomens sus^eptivcis
do peccado e d > crime, estao snjeitos a abusar de
sens poderes om satisfacao de suas ambicoos e de-
sejos murrdanos.
Do crime compete conhecer e punir o estado,
cujn soberania e so uma, reconhecidae respeitada
sempre pir Jesus Christo.
Entre os nmes e o maior o de levantar-se con-
tra a lei do estado ; erigir-se em soherano sem
para isto ser delegado, coutra os soboranos da
terra.
A perlurbacao e desordem, levantadas pela cu
ria romana, e exeeutada entre nos por nossos bis
pos, a audacia e ostentaoao de seu crime contra os
iioderes, contra a lei social, nao podem eonti
nuar m nossa diuturna inac.;ao.
Comecamos por emprehender punir D. Vital, o
mais audaz.o maiscynico delegado do papa. Nao e
isto, porem. sonastaate. So por si esta medida, nas
condieOes das lets do paiz, nlo pora um paradeire
a desordem, aos transtornos, a aruerra que sera
JDtcrminavel entre os hypocriptas, os jesuitas o
os lolos por uma parte e o estado por ontra.
Ponhamos lim a essa ailianca desastrada entre
a igreja eo estado. Ospriprios cathdieos por
interesse de sua religilo, devem ser nisto os mais
empenhados, como a grande maioria desto povo
que elles constitnem.
Toda proteceao a uma religiao, a qual nao tem
alguma directa relacao com os tins ila sociedadc
civil, nao edifica ; relaxa, perverte, revolta, co
mo llcou demonstrado pelos precedentes arti^os.
Toda a proleecao neste sentido, traz mais ou
menos constrangimento. quo 6 contrario a liberda-
de de cultos, que tamhem (icon demonstrado ser
uma necejsidade nao so de tolas as igrejas, como
do estado-.
Seja pois, quanta antes livre a igreja no estado
livre, a igreja catholica, como lodas as outras.
Mas isto nao qu"r dizer qu4 a sua liberdade se
ja illimitada, que nao se c mceb* liberdade sem
limite ; e aliberJale religiisa assim, seria a ne
ga;ao dessa mesma liberdade, no oncontro com a
liberdade das outras religides, de outras socieda
des, e da propria sociedade civil, alias a unica s >-
berana.
Vamos pois avenluraralgumas ideas, segunio as
quaes mo pareco que devem ser-tracadas as raias
da iareja ou de todas as igrej;ts,,fendo em considera-
cao o espirito, as crenjas, os sentimenlos, a suners-
t'icao, a ignorancia de nosso povo o as pretences
da euna romana, como as de todas aqaellasreli
Sides que se julgarem poderosas, tendo em consi-
erae.io os tramas, e a msidia da diabolica compa-
nhia dos inimigos de Jesus, intitulados jesuitas.
Recife, 8 de novembro de 1873.
Affonso de A Ibuquerqite Hello.
Eleicaa dc Panelliss.
t^hegando a esta cidade, fui informado de que o
Jinat do Recife deciarara que em Panellas nao
houve eleicao, por nao terem-se rcunido os elei-
tiireat
E' iaexacta esta noticia. a eleicao fez-se, tendo
compareeido todos os eleitores, menos deus. 0
que houve alii foi o presidente do collegio nao
ter feito a eleicao no dia 9. em que se formou a
mesa, e UM adiado para o dia 10, porsuadidu
que podia ainda e-p No referido dia 10, porem, reunido os eleitores
no collegio, e deraonstrando ao mesmo presidente
que a eleicao nab podia deixar de ser feila naquel
le dia, e que, ou ell", ou o seu sitb.-tituto legal, a
ileveria fazer, nao poz mais duvida. fez a eleicao,
tudo ficou terminado legalmente e posta a acta
no livro das notas.
Esta 6 a verdade, que jolgo do men dever res-
tahelecer.
Recife, 17 de novembro de 1873.
Joe Cordeiro dos Santos.
Parece t que na -
pcriores com prejuizo de alguem, mas isso ni)
pdJe s-ir soiiiio poiquo-os tnferm t contain por ho-
ra* os scguuJcs, dp ai|as ynlatias, porem se faz
allu-ao a medicao das pedras do 5 lancodaestra-
da de iluribeca, essa demora, como ja expliquei a
directoria em men oflicio de 15 de omtubro proxi-
mo passado, fci devida ao aviso qua live de vetcal-
va a arrematacao das ditas pedras pelo que foi
me preciso preparar para por a calou u mostraem
presenca de alguraaa testemanhas, como liz, des-
cobrinio um grande ouinero de [units ageilos i-
mente cobertas ; de nado que quem-^nao conkeeer o
caracler do arremalante, poatni'iuppor Ur sido
isso [eito com o fiat de se aigmentar o volume das
mesmas p-dras para assim se recheiar o bolsinko tao
henestamente : e se 6 algum arremalante que vem
a impreasa repelir factos desta ordem, factos que
justitu"in a pagina negra de qualquer homem,
l6 mesmo dos que nao tiverem a Mice de se sup-
por nao rommum". so 6 arremalante digo, elle e nao
eu provou o seu linismo, elle e nao eu lavrou a
sua condemnaqao.
E adeus senhor anonymo; nao lerei nem res-
ponderei mais ao seu aranzel, que tem interrom-
pido mais os nieus afazeres do qne todos esses tra-
balhos particulares que Ihe tem dado tanta cancel-
ra, os quaes se tenno feito, e porque tenho podido
e porque a natureza nao me empiestou o dom de
saber fazer-me insinuar, aSm de poder tambem
dizer no mundo anda quem para mim trabilha.
Voltarei para explicor ao publieo os negocios da
ponte de Pirapama, executada por Pedro e Pelogiu,
iruuo e sobrinno do conductor Lieutier, e nessa oc-
casiao pubhearoi algumas car linhas que porao to-
da essa intriga em relevo.
Joaquim Galeno Coilho.
O engenheiro do '9. ilistricto c
o ;u;>rali*a detractor.
Os meus afazeres so agora permitiiram-me res
p rider ao hnnesto autor da publicacao insorta no
Diario de 6 do correntet >o que faco, apezar de so
d"spreso nerecer esse herd* traiqaeiro, que arro
jad ao deespro por nio ter encontrado neste
districto eraiirega'los que padessera ser ageilados a
cifrto* nMHfjos, e porque sea genlo irascivel nao
deixa ouvir a voz da razao, vottou a imprensa com
duiilicade viruleneia, esl'orrando se por ageitar em
mim toda essa roupagem que so nelle asseuta ; no
que nab deixa de ter algnraa razao, porque, como
e sabi locoda um ddo que tem.
Qiiem nao conhecer as artimanhasdes.se herds,
3uem n*o penetrar as seas pianos, vendo-o iratar
o lance da estrada de Itapissuma a Pasmado, cujo
dome do arremjlame publicou por extenso para
chamar attencao, suppora ser uma grande desco
berta1, o que nao deve passar de algum dehrio de
ilm cerebro febriciutnie ; e para prova disto, pro-
voco a esse Mustrioso ansnymo'e ao seu auxiliar
da propria reparticao a qua perUmco a esses dous
innocentes ( uo parelna I) a deelararem nao sd es-
te come Outro qualquer facto di minha vida pu
hhea ou particular que posaa-prejudicar a minha
repnta;40i porqua o quo ale hoj torn dito sd me
tem provocade rise. -Veil bam mesmos masoarados,
porque para mim a cow** V tud* e os d us inno-
centes nada.
i Emquanto o nao tizerem, < hAo d&permittii' qu-
Pilatos; humilde e sen resi tua liberdade, n-'m os acojtes coin'qne td'taCwa
ram as carn-s, nem o- espiniios da cirta-eom-'true
te.oraaram a frowte, nem os orairtsque^rom^^
ram os membros,- quandi te colaram ao patibulo
infarne, nem a hora suprema do transe da supre-
me ag bia em que pediste conforte in'Oeas nno e
trinti do que 'tu proprio es a ^eguri'lape8Joal
u tda cmbarapitt leu CaminNo.
PerWpfe IrvreS, no m^io da escravMSo d >s povos,
expbstos o vietimas de tod s os ata joes this mlmi-
gos da tua doutrina, os ieusapostelos, -doom um
eajado e sem dinhelro algum, por todaa parte aid
'undo poleram alcancar, Mvarain a sua pUavra,
e a plantaram, o tu lo venceram pela piclencm e
humildade, wW' resistencia active, sem ataque
a lei dos estadmj sem imposicad de algum ge-
nero.
Ah- foi esta adtrejaqdeIbsSttlMM qtia'fritt**-
phon no meio da corrupcao de todo* os (lonej, da
escravidab do pagans
nada, aiueo"rdlolo, tem sido ate hjr o assombro
de algtae innocentes arrem-ittUes\ ainda mesiihd
due esse arrem it rale seja algum dessrs engenhei
ros qiii? ie. engenheiro sd deve far > lembranw* dos
Haneos aite -ilisou, do tempo que-perdeu ; e uma
prova disso ja dei'ao arreiiiatanle do 2* lanco da
estrada d* Una h Capo^'iras, Antonio Victor de Sd
Barreto. quando em Jala de 8 de main do corrente
anno infrinei a sna primeira tvpreseniacao contra
mim, dirigila a S. Exc. o-Sr. preeiil"nte da provin-
cia, por me ter recusado a dar-lhe a 3.' prestaoao
do seu contrati, le Cuja informacfiorvsultono'tfj-
to arrem/U nte abandunar os trabalhos do cStA'do
lan.'.o, os quaes a\& hoje estao parados
Que o none do autor de todasessaspublicacoe3
Ba> apparaea em publieo, afim de evitara cum
paramo das descompn-turas de hoje com o elogio
de hontm, e qne se a ponte Ijdttt as suas matttas
u mesmo porque r>-ceia toiuaar eile horror a so-
ciedade, convenho ni-to, maia_porqne esse herde
bs'rCT^as, n prcrmos iilmW) modicos.
-MU IM) fMMICCI04N. 3v.

Segora
THE UVEOP00L &
INSURANCE
H& GLlvt
PANY
A^rentes
SAUNDERS BRUTHERS A C.
11Corpo Saoto11-
companhia" allianca
stjguros maritimos e terreif-
tres estabelecida na Bahi
% em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,00O:0O000O.
Toma seguro de roercadorias e dinlieko t
.- maritimo em navio de vela e vapore
para cleutro e f6ra do imperio, assim-on>
tontra fogo sobre predios, genero* t> i*-
i-ondas.
Agente : Joaquim Jose Gon^alves Belira>>
rua do Commercio n. 5, i'andar.
Ao publieo.
Constaudo ao abaixn assignado que al-
guem se turn incumbido de cspalhar que e
elle o encarrogado da festa, do corrente
anno, de N. S. dos Navcgantes; apressa-se
o mesmo abaixo assignado em declarar que
e isto inteiraraente falso, visto como nada tem
elle e nem quor ter com a dita festa.
Recife, 17 de novembro de 18:3.
Balthazar Josi dos Reis.
A verdade.
Nio sei se Mascara Cos, e modico por alguma
faculdale : nao sei se sens- litulos scienlilicos sao
verdadeiros, ainda que julgo-o incapaz de lanto
cynismo qual o qne apregoa.
Mas, o que sei e confirmo, e que o Dr. Mascaro
Cos tem conhecimento profundo da medicina, e
qne tem prat'eado operaeoe* di licada< e arrisca-
disslmas com surprendentes resultados.
Fui ter com o Dr. Mascaro para examinar uma
catarata, e depois de minucioso exame, declarou
que eu tinha sido operado'com chioroformio : que
lenho constituieio nervosa : que nunca mais terei
vista pelo olho, que a catarata 6 secundaria resul-
tado da operacao do frit.
Fallou com conhecimento peiTeito da pathologia
e therapeutica, demoastrando os meus soirrimentos
como que tivesse sido victhna delles, ou que Lsse
men medico assistente.
Nos processos contra o Dr. Mascaro C6s e seu
compaaheiro, ha alguma cousa da notavel e hor-
rivel I -
Antes do chegarem aqui os dous medicos hes-
panhoes, ja os jornaes desta cidado annunciavam
sua vinda, corao davam a conhecer ao publieo as
operacoes difflceis qne tinham praticauo era Por-
tugal.
('hjgados o annunciando, segundo nossas leis,
devenam Ur exliibido taes titulos scientiQcos, bem
como mostrado exames de habilitacao e sufficiencia
em alguma das acafemias do paiz para cura-
rem.
Nao se procedeu assim, e quando tinham pres-
tado servicos relevantissimos a pobreza, quando
linham provado proliciencia em medicina e cirur-
gia, processo, persegui^ao !
A prova do que nao sao espeouladores, e que
perscguidos, rrocessalos, conservam-se tranquillos
a espera da decisao.
Quem nao esta profundamente ccuvencido de
sua innocencia ; quem nao tern uma fe fecundante
no bora exito da luta, por certo que nao se con-
serva tao ioalteravel como o Dr. Mascaro Cose seu
digno companheiro.
0 triumph > e-pera aos dous viajantes, que a po
der de bril'iantes lropheos seiemifieo-, lein obtido
sympathias e sinceras adtiedes : porque a impos-
tura e cynismo nao podem confundir-sa com os
factos : a login d is factos c irrespondivel, e elles
respondem com ella.
Nada devo as duas victimas da perseguicao sys-
thematica ; sou forcado a dizer estas palavras pelo
influxo da verdade. .
Recife. 2 ii novembro de 1873.
R. A dour.
Oleo pure medielnal de figado
de Imcnlli&o de V'anniati tic
Kemp.
Ainda me-rao quando a febre hebca tenha mar-
cado duas faces, nao digas-e ja muito tarde de-
raais -porque sempro havera tempo de se atalbar
o ma).
Em quanto houver no systema- vital uma so
sorabra ds vigor recuperativo, animai-a com o
oleo puro medicinal de ligado de bacalhao, de
Lamnau Kemp, porque deste raodo pode reviver a
energia vital dj systema. Se existera ulceras, na-
da e lao balsamico como elle ; se ha irritacao na-
da tao sua visaing; se ha debilidade, nada tao vigo-
risador ; se ha extmuacao, nada tao restaurador.
Porem, e mister obterse o artigo verdadeiro. Os
oleos ordinarios de ligado de bacalhao, sao sempre
impuros, e as vezes nelle nao se encontra uma so
gota do artigo legitiino. Nao os empregucis ja-
iiiais. Repa ai bem, so o nome desta lirma res-
peitavel, a qua! por si so e uma garantia da pure-
za e legitimidade do genero, acha-so no lelreiro e
sobre a capa do oleo de figado de bacalhao, que
por ventura lenhais de comprar. Em tal caso po-
deis hear desi.ancado de que a prcparacao e a me-
ihor que o lalentoe sciencia podem prod u dr.
Ag;ua de Florida do llurray
i I. u ii hi't ii
Alem da sua avantajada superioridade como
um perfume sobre as mais valiosas composicoes
estrangeiras, esta deJiciosa qoao deleitavel essen-
cia floral, forma uma agradavel lavagem para os
denies e gengiva*, sec.vindo de oonsei-valivo para
os mesmos, como applicacSd fcuave e moditi-
cante para a peHe do rosto depois de se iiayer fei
to a barba, diluida em agua. Um lenr,o mofhado
com algnmas gotas da mesma e applicada a testa
e.fonit*, p-oraptamente dissipa e faz desapparecer
as dores de eabeca as mais violentas ; e as senho
ras, qaepresara sobre tudo uma cumpleicio clara
e transparenle, a'jotnpanhada d'uma pelle macia
e avelludada, acharao que ella, e extremamente
util em remover ebulicoes, espinhas, sardas, sapi-
nhos, maculas, assim como todas as mais ernp-
cdes externas e desco|oridos que militam contra a
pureza, transpareacia e flexibilidade da ivll".
RpprenenttacAO.
Conlra a lei provincia I, que deu a Santa
[Qasa de MisoricOrdia privilegio para os en-
terra montos, promo vem nma Pepresentajao
ao governo geral, a qual serd assignada
pela popnlaySo.
No esoriptorio Jo Jornal do Recife,
no da Ptiylncia, America HHistrada,
Adriano, Cas'tre AC a rua da Cadeia o
Paula A Mafra. no pateo do Paratso^aebam-
se exemplaresdollas para queoi queira as1-
signar.
SE6UR0S
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia iudemnisadora, estabeiecid*
nesta praca, toma seguros maritimos sobn-
navios e seus carregamentos e contra fog'
em edificios, mercadorias e mobilias: J
rua do Vigario n. i, pavimento terreo.
PHACA DO RECIFB 17 DE NOVEMBRO
DE 1873.
s :i 1 i horas da tabdr.
Colacwcs ufiiciucs.
Oambio sobre l.ondres a 90 d|V. lOi OjO d
premia
Carabio sobro o Porto a 90 d|v. Wi 0>0 d>
prcraio.
Dcsconto de lotras II OiO ao anno, sabbaV
Uanourci]
Presidente.
Leal .-eve
Secrelano.
VLFANDE'IA
\rn^ircenie do d' I a 15. .
Idem Co dia 17
300:094* *JOt
ti8.533*So7
568;628#7.v-
E 6 esta, e a mesma tua igreja de hoje, como' julgae descer de sua digaidadflfUto e uma osten
'undo d
NORTHERN.
... 20,O00:0O05M)Ot
resorMa. 8,000:000^001
Agiflates,
Mills Latham & C.
iUJA' OA CR!UZ Si 38.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Tonia rlscos maritimos em hier^adorias.
iretes, dinbetro a risco eflnalmentede qual-
quer natureza, em vapores, navios i vela ou
Descarregam hoje 18 de novembro
Hiate nacional l.coniUa du Cvuz diversos ge-
neros Oacionaes para o trapicbe da com-
panhia.
Vapor nacionalGiquid generos nacionaes para
trapielie Conceicao.
Lugar ingle? 1 zander -bacalhao ja despachadi;
para o trapicbe Cunceieap.
Barca inghzaMetlwor bacalhdo ja despaebadt'
para o frapiche Conceicao.
Lugar inglez Constanca \V:7so diversos ge-
neros para alfandega.
Barca hollandeza-J?/s<6rf/i r(atracada) merca-
dorias para nlfrndega.
Brigue ponuguez Ligeiro III pedras de tan-
taria para o trapiche Coneeicao, pars
despachar.
Brigue hollandez Wcrtldurgtr fariniia ja d-
pachada para o caes do Apollo.
Hiate arr.ericanolYfeflre/to-- kerosene para o tra-
piche Coneeicao, para despachar.
Vapor portuguez Julio Diniz vmlios para <>
posito nos trapiches Cunha e Barbosa.
ImportacAo.
lliale naciioial Leonid a da Cruz eotrado d&Ara-
caty e Macau, em 17 do corrente, consignado ;-
Antonio A. S. Agaiar, manifestou :
Algiidao To saccas a ordem.
(iouros espicbadoa 100 a Parente- Vianna & C
Es|ein oi niolhos ao constgnatario.
Gouima 07 saccos a G. M. I., 188* Tasso Ir-
maos.
Palha 576 molhos ao consignalano.
Sal 220 alqneires ao eonsigoatario.
Palaclio americano iWjn'ito.entrado de Nova-
York em 10 do corrente o consiguado a Henry
FojIt & <;., mauifestou :
Armai de fogo Icaixaa F. H-r.bst. Agua fto-
aida 12 caixas a S, Bartholomeu & C, ilo ars
consignatarios. Assucar candy I caixa a S. Bar-
tholomeu i\ C. Aduelas 7uOG foixes e 845 ditos da*
arcos aos consignatarios.
Bombas de ferro 37 caixas a P. llerbst.
Collarinhos de papel 1 caixa a P. Herbst.
Ferragem 2 caixas e 9 volumes a F. Herbst. Fa
rinha de trigo 1.200 barricas aos consiRuetario
a Keller 4 (1
Grades de ferro 4 a F. Herbst.
Kerozenc 2,UO0 caixas aos consignatarios.
Livros 1 caixa aos consignatarios, I a S. Pouvc*
Johunston & C.
Machinas de descarocar algodan 12 caixas a
Shaw Hawkes & C. 32 volumes aos consignats-
rios. Medicar&entos 02 caixas a o'n 0. C. Doyle.
Machinas de cosiuras 42 caixas a Cunfta e Man:-.
Oleo de ligado de bacalhao 9 caixas aos con-
sigualaris.
Pilulas de' Bristol i caixa aos coneignatorios-
Pregos 201) barris aos mesmos.
Relogio de parede, 23 volumes aos consignata-
rios, 18 caixa* e i volume a F. Herbst. Rotu'.os 1
caixa a S. Bartholomeu & C, uma aos consigna-
tarios.
Salsa parrilha ds Bristol, 30 caixas a S Bartho
lomeu & ., 25 aos consignatarios. *
Toucinho, 50 barris a Alfredo Prisoo Barhosa.
5<> a Ramos & Machado. T..mpos de barric
297 amarrados aos consignatarios. Terebentbin..
5 caixas a Frederieo Herbst Tonico 1 caixa aos
consignatarios:
Vermifugo 2 volumes a S Barllwloraen & C
Xarope peitoral 2 caixas a S. Barlholomeu A
C.
Barca franceza Fidelitc, enfada do Have na mes-
ma data, e consigada a E. A. Burle a C mani-
festou :
Amoixas 0 caixas a Beltrao & Filho. Amoniaco-
1 caixa a Francisco Manoel da Silva. Agua medi-
cinal 5 caixas a J. da Silva Ramos. Armas dc
fogo, I caixa a Manuel it Mae-traeL Alfinetes, fc
barricas a Baste Oliveira 4 C. Apparelbo para
refinaf.au um em 4 caixas a A. B. (Jloory.
Batatas V 0 gigo a Joaquim Jose Gouealves Bel-
trao & Filbo, 200 a J ao Rams Machado, 3< 0 a
Manuel D Rodrigues, lO'i a M. MoOteito & C 3-
aos consignatarios, 100 a Magalhaes A Irmio. Bi-
Ibar 1 a Francisco R. Pinto Guiinaraes. Balan
cas 2 caixas a Moreira Halhd*y & C, 6 a Cunha
o\ Mania, i
Cerveja 150 caixas a In. Qhritliansen. CzVr,s
I em uma caixa a Chunentinu M. Temporal, (.aria-
de jugar 2 caixas a J. do Almeida & Chapes
1 caixa a Munhard Mullet' A C. Cryataes 1 b.u-
rica a Jcso da Silva Loyo, .1 a H. B. de Olivehra
50 a A. Mupra Ruiim. Colla-e cordas para viofae,
1 caixa a D oningoe T. Baefcjs. Cabides para eor
Unas 4 caixaa Joee-A. PintOi I Cadeiras.2 caixas a
v at Junior & C. Carluchos 1 uaisx-a Manoeli-
6 MaeatraeL .
lEspelhoa grandes 1 caixa a Lu'j G. da Silva t
Pinto. 2 a At M.'-.Roitm; I a Th Chrisliaasen, 9 a
Vaz Junior i C, 6 a Vaz ft Leak Ditos peoaeno*
4 caixas a D P. Wild 4 C. Espoictas a Augostcr-
F. d.; Otixeira & C.
Fazendas fiancezas 3 caixas- a Antonio Jost-
de Azevedo. 3 a Keller A G, 3 a M. M. Bartiosa, H
aD. lAmposdcCBia. AuaUsi.iCai.rSi 16 a Joao
Hamos Machado, 1 a Monteiro Gretorio & C
Li ito. 2 cmxas a do Luilhaoar. .Lm.-a corn-
mam 3 barricas a Ferreira Moottsif6.& i DiU
de poreelaha t a Otto Buhnes. Legumes 20 cai-
xas a Karros Junkir &*., 5 a SiWa Jieves & C.
Lapis uma caixa a A de Almeida C.
Manlifa 45 barris e 60 i|2 ditos a Jbonston
Pater 4 a, ti' e W 1(2 aTli. Christiansen, .We
IBOe |2 a ordem, IS e Hhlift: a Barroa Joainr &
C, 20 e S0-1| a Juk* Thal.-s de IfcUo, e 30jli.
a Liiaa dr&R'Ai MCc io i\t *a J..i* Maria Pal_
meira,70 o 70 1,3 aos c.osigatariost ,40 e 60 lw;
a Loiz J. da'Costa Amorim A o., 10 e 15 ll* iv

I UEGfVEl
0 p.
I


.ML '



Dia0id^f^ftmudO 3* $Brw*friiA W de Jfovwo^K4e>4fi-i4rfr
a
a tftorini.
Mtmidi C.J f a
. de ferro 1 cai
xa a Francisco R. Pinto Guimarles, dita do tna-
4eira 4 eaijtas a Amonm, Irmao Mi C, 8 a Jo*o
QoerinodA|iul% 4 C. 3 a Jo<6 da Siva L .yo,
* a Meadel Jt*e|o i C 1 a Antonio M. llolim.
Hedicamenlos T caixas a Pedro Maurer & C.
fl&ch'M 1 caixa a Joaquim Lopes MiohaloiC.
.*irp,3.ai)rias diversas 9 aaixa< a ordem, 3 a Tii.
.Cbrisliansen, 13 a Parento Vianna A C, 6 vola-
omi A. Caors, 5 caixas e 3 bwieas a Francis-
co M;.noe4 da Silva, i caixas a'Thomaz Teixeira
aston & C, 22 a Baithobmeu & C, 23 aos eon-
gnaiarios.
r|Ki ^e vidro t caixa a J. de Almeida & C,
2 a Francisc llibeira Pinto Guimaraes. Obr.is do
Metro i caixa a Manoel da Silva Faria & C. Ocre
* barris a Manoel AlverBarbua, 13 a Minos! da
.. Faria k C
fP>rtrimaria 3 oaixis a CirviUio Gumiraes St
****. *'*r L,,1" 4 Giimbra, perfuuiaria a espe-
k Si a Cupha Mania. Papal 19 fardos a C is
fanjus 4 C, I caixa a J. M dos Santos Aguiar.
Jio em uma caixa a V Praalle.
Quiajuilharia o caixa* a Otto Bohres, 3 a Pa-
rana Vianna <$ C.
Sardinhas em laws. 40 caixas a J. M. daRoza
4fm>b*50 a M. -D/Rodrigae*.
Taeidos do algodSo 2 caixas a Monhard \fettler
A C, .1 a Joao Ramos.* Maehado. Tijolos 39,Glo
aos eonsignatarios.
Vels 100 caixas a M. Duarte Rodrigues. Vi-
alha 20 caixas a Silva Neves ,^ C, i barril a J. I.
4^aqiilnr A C, 16 gigos com garrafis de dito a
ttt. CfcosJmn-en barris ao mesmo.
JB(K>>j>e,iai:diciuai I caixa a Maooel du 8. Faria
* '-
.>#SPAttt03'' DE EXPORTACAO .NO DIA 13 DE
NUVEMBRO DE 1873.
Para os porlos do exterior.
fo*i>ar iaglez S. Jane, para o Canal, car-
nCtearani : fonpaon & C. 4,000 saceos com 300;000
ktUide assuct*' ma.-cavado.
- Nopatac'.o-Miu'co C'i, para o Caoal, car-
aisgaram; Simpson Jb C- 20 saceos com 18,730
.kilos 6s aucar mascwaaV.
Naliarea portugueza Graiidao, para Lisboa,
otiregararo : E R. Rabello 4 C. 337 conros sal-
tfidos com i,2Bi kilos.
No v igor francoz llendosa, para Bordeaux,
.trregarain : Keller & C. 1 lata com 10 l[i kilos
is assucar branc.
Para os porlos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no navio brasileiro
trobid-ide, carregararn: P. VinnaA C. 100-accos
*!onj 7, i)0 kilo* de assucar bra'ico; A. C. Duarte
tQ caixas com 333 Htros de alcoo!.
' Para o Pilar de Al.igoas, na barcaca Guri-
S&fe,anregaiai!) : J. F. do* Santos 6'barricas
&m JAS kilos de assacar refnviJi ; Valeate -inqia :!0 ditas com 1,110 ditos de dito.
Para Maceio, na burc?ca G. los Ayijos, car-
rf^-mi -A.-da <*ost-a Siqueira 2 barrieas com 167
ifcitos do assucar refinado, e 2 ditas com 117 ditos
4e dito.
i?ara Mossoio, na bareaga Bella Flor, carre-
ahim.': L. J. aa C. Ainorirn& C. 1 caixa com 30
ilds -de iteco.
-- Para Tabatinga, na barcaca Ftor do Rio
iGrttnis. carregou : F. Ferreira l'barrica com uO
. ><"- de assucar relinado.

i- UHKT4
Pernamburt, era IT ie rJclferflbrb'de^
esta secretaria so faz publico, para o conhecimen-
to de quern intcressar possa, o eiitat abaixo trans
cripto do juiz municipal e de orphaj* da termo do
Triwnphn, pioii em eoacuro a aervetuia vitali-
cia doa oflrcios de e 21aballiao at a is annexos
do dito termo. Os pretendentes deverao apresen
tar no prazo marcado em dito ciital as suas pe-
ticoos (fevidamente instruid^s. 0 secretario iate-
rino Aiotono Lamenha tins.
O alfetvs Manoel de Sotu* Montoiro, juiz munici-
pal 1, aupplente cm eiaercicio deste termo do
Triurapho, reumdo ao de Villa Bella, na forma
da lei, etc.
Faco saber a quern intoressar possa quo, na for-
ma do decrcto de ".rinta de janeir.) de 1831, acham-
se a concuwo, c >in o prazo de 60 dia, contados da
data do presence olital, as serventias dos ofRcios
da !. e 2 tabfllifus, esrrivaes do >'ivel e crime,
apella?, reiiduos e mais annexes deste termo do-
Tnumplio, ereados pir portaria do Exm. presiJen-
imposto paasoal qno e nests mez de novembro qaae I
Recebedoria de Pernambuco 4 de novembro de
1873.
__________Manoel Cameira dr. Souza Laceria.
Pela adminiitracAo dos correios desta cidade
se faz publico. qae a partida dos pelostres para
as agendas de Iguarasta, Goyanna e lurnbe, sera
desta data em diaote nos diaa I, 4, 7, 10, 13, 46,
19, 2, 23 e 28 de cada mez, sendo obri/ados os
pedestres a locatm na ida a volta na agenrta de
OlinJa, fechando ;is respectivas malas as 2 boras
da tarde, e as do legistro a t hora da tarde.
Correio dc Pernambuco, 15 de novembro de
i873.
O administrador
Alfonso do R<>g/i -Bsrros.
eomposta pek di-tincto
butada pelo Beneficial
Pela ultima vez im
ibia dramaticfrprf
llesca
maestro A. Ganbaro, txe-
pela eompa-
hantasia bar
No dia 21 do corrente, depois Ua auoiencia
do Illm. e Exm. Sr. desembargador juiz de or-
pbaqs, irdo a p.Mfa por aVrfetidamenta as regain-
tes easns : rua de Vidal der Negrfeirds n.188, tra-
vessa da Mangni'ira n. 9, raa' do Impmdor n?
te da provirreia, de 6 deoutuoro do anno passado. *29, caes 22 do Novembro ns. 6 e 21, larga 'do'Rosa
Os pretendentes que so quuorem propjr aos so- rio a. 1,. sitio e casa do.iias'picio h. 81. 0 cscri
que se quuorem propor
breditoi ofRcios apreseutum se no meneiouado pra
zo com seus documentor folhas corridas, certi-
dao de idado para se habilitarem, fazendo exame
de salfioieeca.
E para que cliegue ao conhsciraeit < do todos,
mandei fozer o presahte eJiul, que depois de lido
sera afSxadd no> Ingares man pubficqs desta villa
e de Villa Bella, sendo tambem pub'icado pela
imprgnsa na capital e vai por ratm assigntdo. Vil=
la u\> Triumpho, 2i dc outubro da 1873. Eu, Ray-
tUdiado Florentiu) d is Santos, escrivao inte'ino, o
escrevi. Manoel 0 Dr. Deliliio Aaguslo Cavalcante de Albuquer-
que, bfBcinl da ordem da Rosa, e juiz de direi-
to, orphaos e ausentes da comarca d* Oiinda,
nor S. M. I., a qtwm Deos guarde, eto.
Faco saber que tendo se procelido a arrecada
cao do ejpolio do Exm. finado consellieiro Anionio
Ignaciode Azevedo, por have em feito absten^ao
da lieranch os respectivos herdeiros, sao pelo pre-
Jsente eiitai chamados os credoros e mais inte.es-
sados no referido eipolio a-virem habrlitar-se na
forma do regulamento de 13 de juuho de 1839.
Dado' e passado nesta cidade de Oiinda, aos Id
de novembro de i87l.-E efl o bacharel Franris-
co Lins Caldas, escrivao o escrevi. DolGno Au-
gusto Covalcanle de Albuquerque.
to se aeha eSr^iMP
(Escrivao Brito).
spicio
noHei ro
irip-
da< audiencias
De ordem do lllm. Sr. iu>peeiur da iiiejiu-
raria de fazenda desti proviijeja sio convjdado*
pelo prcente os herdetros do i'aUecido, 1? confe-
rente da alfandega, Pedro Alexandrioo.de Barrus
Cavalcante, para no prazo de 3lkdiasque Ides flea
marcado, a contar desta data, allegarem por es-
cripto,.o que fcr a bernde seu 4ireilp, proauzireia
(tocumentiw, etc., sWiro a Iranada de ooatas do re-
ferido i couferente pelo tempo que arrvio inleri
namente de thesoureiro daqnella repartiaao, a con-
tar de 9 de julho a 31 de agosto de 4863.
Secriitaria da thesouraria de fazenda' de Per-
uambuco, 16 de noTein'brb do 1073.
A BftfflHA CR1H0LTNE
3.* parte.
graa* oovertnre de fieroM. execnt*la a 4 rnios,
pelo beneficrade e o distincto maestro Pope.
4.' parte.
0 aegundo acto da
Rainha Ciinoline.
S." parto.
Phanta^ia sobre a somnam-
bula
do lAafiilru RclRni.por I.eibalc, toccata Ja ,pdo be-
Principiara as 8 l|2 horas.
0 bepeQpiadji jra n'um dos fntcfv'allos aos ca;
mafotes cumiirtmebtar os seaVeonridados, a'^nem
" ja agralcee, tjeui como A todo b pubjico
desde
em gura
PATACHO
n. mmiL
Para^ Rio de ianeiao pretence aeguir coca
ponca demnra per tetj Ions tercoe de tau caire-
gamento engajado e para o resto qae Ihe falta,
tra'a-se com os consignatarios Juaquim Jose Gon-
calves Beltrao Filho a rua do Commcrclo n. S.
Para o Bio Grande do Svl
Bahira brevemente a escuna portugueza A/juia ;
para csrga e passageiros ,lraU-se com E. R. Ra-
bello & C, rua do Cammercip n..48.
Para Lisboa
segnira com brevidade o briguc portuguez Bella
"Wjrense; para carga e passageiros trata se
i.x>m E R,,fialjeilo 4 C, rua do Commorcio iiu-
Leilao
Para Lisbon

mm


-
k
'QjpecMtarib 4a" to,
losiuno Rodirigues rardoso.
CaPATAZIA P.\ AWXNDBGA
VSefidimento d- dia I 4 VS. 9.178*748
i4*m ,-f. VOLUMES SAHIDf'S
> tfala 13.
Dia 17
i*r*mcira poru .
Se^auda poria .
?ce;r porta .
>iarta norta .
Tirfr-,he Coflceiijao
16:019*262
11,294
81
89
33
140
194
11,831
SERVigO MARITIMO
alfandega do dia I a 13
Dia 17.
''.[).; ;i|raeadosuo trap. Ja alfacdeg..
*<> trapirh*- Gonceicao ....
*b.vbairacado.....
31.
4
2
39
Gfc.
*E0EBED0R1A DE RENDAS INTERNAS
RAE5 DE PERNAMBUCO
-(wdimento dn dia 1 a 13. 31.1714713
la~ 29.83**313
CONSULAKO PROVINCIAL
. fiineato dn dia 1 a 13
tSrd <\h dia 17. .
i3:868il43
5:935*940
49:80i*083
RECIFE DRAINAGE,
anndiracnlo do dia 15. .
afem do dia 17......
12:301*691
861*049
13:162*740
W'.Vlttl.YlO D.V I'KXf.A DO COMMEf.OIO DO RE'*
CIFB MA SKMAN.V DE 10 A IS OE OUTUBRO DE
1873.
Cambies.
BiBre Londrcs -a 90 d/v, 26 c 1/8, 26 c l/i e 26
e 3/8 do banco.
26 e 1/s, 26 3 6/1, 26 e 1/8 do banco.
Sobre Lisboa a 3 d/v, 110 0/0 de prcmio ; e
'" d/v, 103 0/0 do banco.
Desconto de lettras.
;10 0/0 ao anno.
'.olees (da divida publica) de 6 0/0-3 0,0 de
, Venda de generos.
tMtpjia de Pernambuco 1." sortc 8*000,
-<$40l|U*o00 c85600 por 13 kilogrammaf.
\f icao o MossordI1 sorte, 83300, dito.
' Do R o Grande do Norte, po-to a bordo a frete
4> H/W e 3 i/0, 8*630 por 15 kilogramma?.
Assucar mascavado do Rio Grande do Norte
Posto a bordo a frete de 30| c 3 Of1, 1*860,
Court* seccos salgados, 377 rcis, por I kilo-
irtunm.v
Carvaode pedra 23*000 por toaelada.
t'ntrad'is d i assucar e do algodCio.
Afsorar 24,883 saceos.
SSgOdio -5,029 saccas.
Exporlacao.
IJ,870 saceos de assucar," sendo para:
Liverpool 1,470
, Gibraltar 3,800
Hamburg) 3,0 W
llhmpton Roads 3,000
>*wYork 3,000
16,870
. de Janeiro, 600 saceos dr: assucar braaco.
rfibia, 100 ditos, dito.
Hari, 93 i barrieas de dito e 8 pipis de al-
J/ven ool, 1,095 saccas dc-algoda <.
^rMEHT0" IS"
Navio entrado no dia 10.
\ow-ork50 dias, patacho atnericano
'J9egr,rita, do 320 f>r(ladas, capttao
'Al*bl>s, pqaipapjm 9, cnrg.i varios gv-ne
!fOs; a Heary Foster d C.
'Qbtervafilo.
^iio 1wuve sahidas.
rVauio entrado no dia 17.
,5kr -30 dias, barca francza Fi-lilite, de
i^'iowiadas, caprtao Fay, ejuipagem-
19,crga differentcs mercadorias ; a E.
Barle &.
Navio sahi lo no mcsrr.o dia.
j.-l>atinaHiato tfcctooal h'lw do l(io
/;rar,a%At(y,^tao i|*sl .foso da Costa,
carga vaoes g-'jeros.
Ohservafuo.
^feo laoiarao uma barca francoM
|0O* ingtez, ma; nao tiwrntn rgm-
a terra.
Coasulado provincial.
Acha-so aberto por 30 dia* ntei', a con tar do
hoio, o reeebimenlo dos apparelhos. e annuidades
pelo servieo da companhia Recife Drainage, cor-
respondents ao triin*stre que flndou cm 31 de
dezembro de 1874, findo o .|uo licarao .oscontri-
buintes obrigados a mulia de 6 por cento: sao por
tau to cbam.'idi.s pjra tal fun os proprietaries das
casas nas seguintes mas : Rua do Imperador,
Cadeia Nova, Travessa de S. Jose, Assiimp.io, No-
gucira, Livramento, Marcilio Dias, Santa Cecilia,
S. Francisco, Largo da Ribeira, Santa Rita, Padre
Nobrega, Passo da Patria, Dias Cardoso, Travessa
do Caldeireiro, Vidal de Negreiros, Travessa do
Marisco, Pescadores, Domlngos Theofbnio, Antonio
Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
Largo do Forte, Coronel Suassuna, Lomas Valen-
tinas, Padre Floriano, Marquez do Horval, Santa
Thereza, Travessa da Matriz de Santo Antonio, Caes
Vinte e Dons de Novembro,, Prtmeiro de Marco,
Duque do Caxia<, Larangeiras, Pas, Nova de Saita
Kita, Travessa das Flores, Becco do Lima. Lnia de
Mendou^a, 1, Becco do Nasci-ute, Imperial.Diqn-',
S- Joao, Travessa da r.oncordia, Travessa do Poci-
nho. Largo da Concordia, Ossos, Becco do Falcao,
Penha, Largo da Penlia, 1." becco da Cambba,
Largo do Camio, Travessa do Caldeireiro, Largo
de S. Pedro, Viracio, Travessa de S. Pedro, Tra-
vessa da Viracao, Praca de Pedro II, Travessa do
Peixoto, Christovao Colombo, Becco da Bomba,
Travessa do Carmo, Travessa das Flores, Estrcita
do Rosario, Travessa das Cruzes, Travessa do
Queimado, Cambba do Carmo, Mathias de Albu-
querque, Trincheiras, Barao da Vicioria, Cabuga,
Santo Amaro, CalabouQo, Becco do Cajti, rua do
Cajd, S. Bom Jesus, Patov Becco Tapadu do Ma-
triz, Expostos. Largo do Rosario, Travessa da Ou-
vidor, Boda, Travessa da Rna Bella, Becco do
Ciume, fiha do Carvallio, Joao do Kego, e Santa
babel.
Consulado provincial, 3 de novembro de 1873.
0 administrador,
Antonio Carneiro Uachado Rios.
Juizo de orphaos da cottiar-
ca de Oiinda,
No dia 20 do corranle, finda a audienda do
Exm. Sr. Or. jau de orphaos da comarca de Oiin-
da, a I hora da trfftle ira ,i prarja uma rasa terrca
de pedra e cal. sita a rua do Aniparo, com 4 quar-
tos, cozfnba fbra, quintal mui-ado, a tJstribaria,
avali.iJa por 909* ; e mais dous terrenns na rua
de S. Joao, corfi'daas frentes de casas de pedra- u*
cal, arrainada*, com um pedaco de mtrro. em
chaos proprios, avaliados por 200* ; o Onalmente
uma casa terrea na rua de S". Prancisco; hoje em
completa ruins, com nm terreno do lado do norte,
tendo cacimba, avaliada por 300*. cujos bens sao
pertencente* ao primeiro casal de Joao Goncalves
Rodriguez Franca, e vab em praca para pagamen-
to de diversos crcdoroa *
Oiinda 17 de novembro de 187-3.
0 escrivao,
________Joaauim Hentillo Candido das chagas.
ajar*!-*',
Sabbado-2 de novembro
Becllaai keoeflcio.da aciiiz
MANUEU LUCC!
liHit-u reprftsentacao
do rtuito destfjado c' excelfente dfama bm 5 ac-
tos:
segnira brevemente a barca portugueza Gratidao,
para carg. e passageiros trata se lorn E. R. Ra
bello A U, rna do commeroio n. 48
Rio Grande doSul ~
0 patacho n'acional Fortuna segue para o Rio
Grando;doSul, tendo ja pane do seu carregamen-
to engajado ; e para o resto da carga devem os
pretendentes eiitender se com Silva A Cascao, ss
criptorio a rua do Marquez de Oiinda n. 60, pri-
meiro andar.

AcW-s-j proposta a escuaa portugueza Fworita,
de l.*fclasse : trata se a carga no escriptorio dos
sens Consignatarios T. de Aquino Fonccca 4 C.
Successors, a rua do Vigario n. 19.
0

mm
deseinpennandb a'b'eneOciada o papel da protego-
arida Gauthier.
DE
ccrca derW c:xas com assucar, avariado
QUARTA-FFJRA 19 DO CORRENTE
Ao mew -dia
Motrapicho do Barao do Livramento, no
caes do i polio.
A. Liudmaun capilao, do pataeho alleriiSo.^J'OH-
ra, vindo de Ar.icaiu cum carregamento de,assa-
car, com destino a Falmonth, entrado nesteporfc
com agua aberta, fara leilao, com liceitca^a Sr.
inspector da alfandega, em pi'escnca -wnBp'ein-
pregado damesma reparticao, para o'fiin nSinea-
do, com asslsteocia du consul do iaiperloaMcnaA,
per intervencao do ageote Pjuto, e por conta e ris-
io de quern pertencer; db ei>rca de 20 caixas com
fcssucar avariado d'agua saigada, parte do rar c-
gamento do dito navio, fftlfijteT no arnm?eiu al-
Fandfgado do Barao do Jjitriunlo. no caes do
{Apollo, onde se eOectuara o leilao ao meia dia do
dia aeima dito.

.predios
rjbr
nisla
CtCIARACOES.
Companhia utitidade
publica
A Cimrnissfio liquidadora do primeiro pe.iodo
da companhia convida a todos os seahores accio-
nistas a uma reuniao em assemblea geral, no 1'
andardacasao 7 da rua do Bom Jesus, as II
horns do dia 0 do corrente, para resoivdrem so-
bre a recusa apresentada por alguns dos mesmos
senhores a assignatura da acta da ultima sessito.
Recife, 17 de novembro de 1873.
Miguel Jose Alves.
Francisco Joaquim Ribc-iro de Brito.
J .-' Joaquim Moreira.
Sexta-feira 21 do correDte mez, tinda a au
diencin do Sr. Dr. juiz do diroito da 1' vara, vao
a praca para jerem a dbr, os bens seguintes : uma casa dc taipa no lu-
gar de Beberlbe, avaliada por 300* ; outra dita
tambem de taipa na villa do Cabo, avaliada por
90*; cujas casas sao p.rtencentes a fmada Altina
Maria da oateifi, as qua^s foram dada3 para
pagamento do que licou a dever a ivferida Altina
a Jose Ignacio de Avila._________________
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise
ricordia do Recife, mpetentemente autorisada
pela presidencia, em data de 3 de seternbro do
anno proximo findo, e de conformidade com o que
tispoe o 9* art. 52 do sen com rooisso. pei"-
nuia por apolices da divida publica a fazenda de
criar gados que possue o patrimonio dos esta-
belecimenlos de caridade a seu cargo deuc-mina-
da Carnauba sita no termo de Flores de?ta
provincia, com terrenos para criar e plantar, e
com algura gado cmllar e vacenm.
Reccbe para isto propostas nesta secretaria ate'
o dia 10 de dezembro do corrente anno.
Secretaria da santa casa da.misericordia do Re-
cife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivao, ,
Pedro Rodri/i'igs Ae Souza.
SANTA CASA lUMlSF.RfCOKDIA DO
RECIFE.
A lilma. junia administrativa da santa casa da.
Misericordia do Recife, inanda Caier publico que
na sala de suas .sessdes, no dia 20 de no\*embro
pelas 3 horas da tarde, tbih de sef hrrematadas a
quem mais vantagens Qfferecer, pelo tempo dc wn
a tr s aiinos, as rendas dos nredios em soguida
declarados.
ESTABELECHBNTOS DE CARIDADE
Rua de Hortas
Loja do sobrado n. 'l.....306*000
Rua da ViracSo
Casa teorea n. 7. 5 3125000
Cinco Pontas
Casaierr<\a n. 70 251*000
Travessa de S. Iaa&
Casa terrea n. ;i.......201*000
Beceo do Abreu
Sobrado de i andares n. 2. 480*000
Rua da Gloria
Casa terrea n. 93.......180*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16. .... .
Beeco das Boias.
Sobrado n. 18 .
Rua da Cruz
Sobrado n. 14..... .
Sobrado n. 30.......
Rna da Mad re de Deos
Casa terrea n. 2......... 300*008
Rua da Guia
Casa terrea u 23. .' 200*000
Ruo do Pilar.
Casa terraa n. 98.......2il*O>0
Casa tereea n. 99.......H 1*000
Idt-m n. 10'.........2ii*'i00
209*000
421*000
1:000*090
800*0X1
Havera tferri dopois de espeotaculo
Recfbem-se eneommendas desde ja no escrip-
torfb dottr'eatro.
Ao publico
A hene(i< -soalmeite. 03 seus convites par achar-so muito
occupada com os ensaios da'peca, e espera mais
uma yez. sel* rnereCedora da priiteccao do illus-
trano frablico pernambqeauo..
..II. TOllll I t I I HI J 1 llll I
wim- tmuyTAiios
vPara o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o brigue portugoex D. A nna, por
ter ja algutoa carga engajada ; e para a que Ihe
alia, que recebe a frete coinmodo, trata se com
os consignatarios Joaquim Jose Goncalves DcltrSo
4 Filho, a rua do Coraraercio n. 3.
_
LE110ES,
LEILlO
Juizo de paz da freguezia
doPoqo da JVnella.
Dc ordem do juiz de paz em exercicio faz-se
publico qua no dia 19 do corrente mez, as qua-
tro horas da tard> depois da audier.cia, se ha
do arrematar em hasta publica a unem mais
der, no lugar do Monteiro, casa de re-iden-
cia do juiz de paz, os trasres seguintes : 12 ca-
deiras de guarnicAo, duas ditas de braco. 1 sofa
tado de madeira de junco pretb, e mais" urn qua-
dro com moldtira dourada, representando uma
paysagem suissa, penhorados a Severino Dnarle,
por execucao qne contra o mesmo move GurgeJ
do Amarai ci C, para pagamento de principal e
custas...
Juizo de.paz da trpfuezia do Pojo da Panella,
10 de nov-ir.brc de 1873.
En, Mariel Francisco CoJlho Junior, escrivao,
iple o escrevi.
. _________________Rocha Lins. ______.
- l*ela taesouraria provincial sc faz publico
que, em observancia da ordem da presidencia, de
10 do corrente, perante a respectrra junta, sera
pilo em praga, no dia 2o de5to mez, o arrenda-
tnenlo por ires anno*, Jo sitib dos Remedios,
adjulicadiva fazenda provincial.
'Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
buco, 13 de novombro de 1873.
0 offlcial-maior.
Miguel Alfonso Ferreira.
De ordem.do lllm. Sr. inspector da ibesoura
ria de fazenla desta proviheia sc dettara para co-
nheriraentodnquera interejsar, que 6 prazo para
a substitU'Qao das notas de 2iOH> da 4* estampa,
finda n > dia .'JO do novembro corrente, cutnecaado
em 1* de dezembro vin loum o dasconto, semi* \Q
0|0 no p-imeiromez, 20 0|0 no segundo, e a*4m
successivanvn:o-ale a extinccaOdo valor da iwta.
' $eetaria dft tliosonrarta de fazend.' de Pwtiam-
buco, ift-dfl-eavemlrro de 1873.
o secr#ario rb.jiir.ta,
minft Rodri^ues Carflr50
- 6 admiriiWrador
intcrna% g
reccbedoriA dl rendas
iites te
Idem n. 102........241
Idem n. 108........207*000
Rua do Rosario da Boa Visla
Case terrea n. 58.......245*0)0
Os pretendentes .dever >o apresentar no acto da
arrematacao as snas Hancas, ou comparecerera
acompanhados dos respectivos Iladores, devendo
pagar alem da renda, o pretnio. da quantia em
que for seguro o predio que contiver ostabclcci-
mento commercial, assim como o servico da liui-
pcza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 5 de. novembro de i873.
0 escrivao
____________Pedro Rodriguez de Souza._____
Correio geral
liela$do dos objectos registrados existentes
na administrapdo dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo declsi-
radas :
Augnsto Leopoldo Raposo da Camara, Bernardo
Lindolpho de Mendonca, Caetano J/arqnes, Jose
Francisco Pereira da Silva, Joaquim Salvador Pes-
soa de Si-lueira Cavaliwnte, Jos6 Pereira de Car-
valho, Pirmino Theotonio da Camara Santiago,
M inoel Maenad > Dias, Manoel DejO'",es da Silvoira,
Maooel da Costa Moreira, Manoel Joaquim da Con-
ceigao, Raymundo Vianna Ribe'ro, Vicente Anas-
tacio de Abreu.
Administracao do correio do Pernambuco, 15 d5
novembro de' 1873.
Josb Candido de Barros
. Encarregado do rgiKKro
TUEiVTRO" .
Santo Antonio
EMPREZM1CENTE.
Kin beucflcio do coFce
tla Soeietla.le L Hadoa>a da
ln*truoeilo *f-mulni>in.
W
Esli; especlaculo que devia ter lugar no doi&iu-
go, 16 do corrente, e que Li iransferido por nto-
tivos imprevistos, e(T'ctuar-*e-na
Terca-t'eira 1 .* de novembro
com o raesmo prograrnma ja afiminciado.
^
Quavta-feira 19 do corrente
Es|)eclaetto-ne(aio
GMAftfiEBIIS
[Coitipanliia Ynwm de Navega-
ca.) a va|)iir
LMa mensal entre o
Havre. Lisliua, Pei-nuniltucu, Rio de
Janeiro, (.Santos, sonieiite nu vol
la ) HoaUc video. Hue nosAy res,
(com 3:il(l<-:u;ao para oRosario).
STEAMER
V1LI.K UK RIO nE JANKinO
?. Coinnittnilantc. Flettry
J^r esperado da Europa, atb 22 do corrente, se-
gttindo depois, da demora precisa, para os port >s
do snl de sua escala.
Relativamentn a'frctes, en&immendas, passagei-
ros, para os quaes tern cxcellentes acoramodav^es
por precos reduzidos : trata-se cem
OS CONSIGNATARIOS
AUGU5TO F. D'OLIVEIRA & G.
42Run do Torres.
DE
50 acgOes da cotnpanliia Santa Tliereza
Hujc
as 11 horas dp, mauha
l\ua do Marquez de Oiinda n. 37, primeiro
andar.
-0 agente DIAS, competentemente autorisada,
vendera em leilao, no dia acima raencionado 50
accoes da companhia Santa Thereza, sendo o va-
lor de cada ac rua do Marquez de Oiinda n. 37, primeiro andar
A'S 11 HORAS BAMAiMljL.
Quarta feira 19 *le r
s i:ni>0:
I'ina casa terrea n. 23 on run I nia dita dita n. 47, na niOBiua ruo.
L'ma djta dila n. 7, na rua d.is Ayuas Vtr-
des.
Uma dim dita ti. U, n.i mesitia fua.
0 agedte Marlins fara leilao, competenicmenta
autarisado, dos pfejios acima,, (jue poda.i desde
ja ser examinados polos pret'eudeuies. e para
qualqucr explicacao ciilendam-sc com o mejuk*
agente
0 leiiiio lera lugar as 11 boras da m.iaba, no ar
mazem da rua do Imperador n. 48.
pianos, movers,
electro-plate,
1 selim e 1
Pacific Sieaii! feigaliiui Corap^
ijluha qainzenal
0 PAQUETE
COTOPAXI
e*pera-se aqui da Enropa atb o dia 24 de novembro,
e depois da demora do costume segnira para o snl
do impcrio, Rio da Prata e costa 'Jo Pacirico, pars
oade rucebera passageiros, eneommendas e dinhei-
ro a frete.
OS AGKNTKS
Wilson Row AC.
14 BUA DO COMMEROIO----li
PJCIfiC STEAM NUBGIITION
PflftV
Liinha quiaazeual
0 PAUUJlTE
ILLIMANI
Mpera-sedoapdrtos do ui ate odia 21 1e novonv
bro, e depois da demora do cstume, seguua para
Liverpool, via S. Vicente e lisboa, para onde re-
cebera passageiros,. encoiBnaendas e carga a frete.
OS AGK.MES
Wils^u Rime A C.
14RCA HO COMMER'MO14
Para o Avacaly sane nestes tiiasu inaie Ma-
ria Amelia, capitao'Francjsco Thnmaz de Assis,
rem parte do sau carregarhenty engajado, para o
resto qne lhe lalta, tralase com Antonio Alberta
dr* Soora Ajrtt'for, a rna do Amorim n. 00.
1
Para
. Para ofeferiilo jH'ito pri-tendo seftuir com pou-
ca deniora o brigue portngu** Rnufe nor ter a
maierptarte, do, carregamento tra(do : para o
resto que llie falta trata-se coa m consignatarios
Joaqnim Jose" Goucalves Beltrao &, Filho, a rua ao
Commercials.
lCm hciieflrlo do piuiiftu
lica'uauibucauo
C PARTE.

0 paiacho d'hamarquez St A Lawn sojae com
pouca demora para ele porto, podendo tevar cer-
ca da 2a e>cravos an amvez, por passagem razoa-
vel: a tratar cow. 1L Lundgreu. r,ua do Com-
mercio i\i
tro1 corn^
-
n TIM
17.
loura, crystaes, objectos de
1 bote, 1 vacca com crta,
siihao.
A SABER:
Um piano forte do fabricante Cliickornig Bos-
ton, I mobilia de jacaranda (massica) 1 estante
para musiea, tapetes, candieiros, quer para azeito,
quer para gaz, 1 candelabro, 1 mesa de jogo, en-
feites de mesa, quadros dourados, pinluras a oleo,
2 teleseopios, cadeiras amerieanas, lalmofadas
1 excellente piano dc armario de Bauselt & Filhcs.
Uma cama de ferro com pertengas, 1 iavatorio
0 pertencas, 1 commoda grande com U gavetas,
1 mesa oval com pedra, 2 espelhos, 2 porta-toa-
lhas, 1 apparelho para Iavatorio (gosto chinez).
Duas camas de ferro para solleiros, 1 dila para
menino, 2 commodas, 2 lavatorios, 2. espelhos, 1
cama grande de ferro, 12 cadeiras,^ porta-toa-
Ihas, 1 guarda-roupa e 1 guarda-vestido.
Uma mesa elastica, 1 gujrda-louca, t aparador
com tampo de marmore, 2 quartinheiras, 1 relo-
gio, quadros e-im flnas gravuras, lindos pa*sa-
ros, 2 mesa, 12 cadeiras, 1 servico chinez, 1 Un-
do sortimento de copes, garrafas, calicos de fine
crystal, garfes, facas do cabos de marfim, objec-
tos de electro-plate, 4 candieiros, 2 cadeiras de
brago, louga para clia e jantar, lalas, Flandres.
trem de coziiiha, 1 fogao americano, e muitos 011-
tros accessories.
Uma magnilica secretaria de jacaranda, I es-
pmgarda de 2 canos e suas pertencas, 2 pi:tolas,
1 burra do ferro (cofre). eumtmoj
endo:
Uma mobilia' de ainarelio conlendu 12'cadeiras
de gaarnigao, 1 de braco, t sofa, 2 conjoins e
jardineira, 1 rico gnarda-vestido de amarulb, 1
caiua para casal, 1 marquez.11, I cumipoda de
amarello, 1 Iavatorio, I me.-.i ela.-lka, cadeiras de
araarello, tap-tes, capachos, lo i;a para jantar, di-
ta para almojo, cscarradeiras, copos, caiiceapara
champagne, compoteiras. machinas para istura3.
quadros, vasos para Qores, liguras de pcrdclana,
garrafas para viuho, 1 caixa de mnsica, 1 'maelu-
na de costura c mais outros artigos do uso domes-
tico
Qrryn-FF.iiu 20-de novembro
A's 11 ho**a,
.V rua eslreit.i do Rosario 10, primeiro
.andar.
0 agente Pinho Borges vendera er leilao, ao
co-rer do inarlell'o. todos os moveis acima decla-
rados os quaes sc aclsam em perfeito e;tado. ^
DE
aalus de oouro para vi;igftm4 avariadas.
Ql'INTA-FEIlU 20 DO COKEJSTE
A's 11 horas da manha.
0 ageute t'inlo levara a leilao pos aulorisagao-
do Sr. gerente do consulado le Franca, nm pre-
senga do seu chaaceller, e por coata o fisco de
quem pertencer, deuma caixa J L'Sf C em banco
n. lot, contendo malas do couro para viagenr,
avariadas a bordo da barca fraureza Jtlo Grandr,
casilao Vialla. 0 leilao sent eft'eciuado as 11 ho-
ras do dia acima dito, no escriptorio do referido-
ageute, a rua do Bom Jesus n. 43.______
LE1I.AO
DE
dt braco, avariadas
Hoje
Va F'nssagern da Magdal'ena.
Rowland Brotherhood tendo de fazer uma via
gem a Enropa com sua familia, levara a leilao, por
interrenvao do agente Pinto, os moveis e mais
objectos acima mencionados, existentes em casa
de sua residen ia na Passagem (becco do Cnme-
fiado)_ ultimo sitio. a direita da entrada do becco,
no oitaoda casa do Sr. commendader Candido Al-
berto Sodrb da Motta.
A's 10 1|4 partira da eslacab da rua do Brurn
urn bond, que conduzira gratis os concarrentes in
leilao.
A's 10 1(2 horas em ponto.
LEILAO
e dividas
n. i:55
DOS
utcusilios, bHrafeitorias, fazMtdas
da padaria da rua Imperial
ao comer do mmtetto
Hoje
0 agente Martins fara leilao, por conta c risco
de quern pertencer, de dous cvDndros, masseira,
tendedeira, caixoies, latas p*ra deposito, panaenns,
toalhas, balcao, carteira, balancas, encanamentos
(Tagna e ehasj massas, toros de mangue e mais utensirios da
padaria acima, qae serao vendidos por junto on
em lotes, ao Correr dn nartello.
Na rnesma occssiao serao vendidas as divida s
activas da dita padaria, cuja relacao so acha em
mao do respectivo agente, onde podem ser examl-
nadas.
As 11 horas-do dia acima namesma padaria, a
rua Imperial a. 13ii.
LEHjAO
DE
100 cai\as com batatas, inaroa ll DM
Quarta-feira \\9 do corrente
A'S 11 HORAS E.M PONTO. _
Opreposto do agente, 'Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 100 -aixas
com batatas.- muito novas, desembarcadas ultima-
mento, marca D D .
QJJAaTA-FKIRA 19 UO CORRENTE.
as 11 horas em pouto
Nc arniazRm do Sr. Annes, defronte d'alfandega.
ao
pi)be 'tires', dMssa*e]fir. 3 Vtv
SvrS ?crW, #$>?&$$%:
I So am
DE
50 basEt^as corn, oerst^a Bass, sortidas, des
embarcadns ultimainente
t)UAftTA,Ft:iA 10 DO CORRENTE
as 11 boras em ponto.
OiP^epoato. do agente I'catma fara leilao, nor
ibnta.e risco de quem pertencer, de SO barriea>
com cerveja Bass, surtidaa, desomba^cadas qltima-
mente, a,A'iaW>,S''ao,vendidas
'SOfMR R DQ-JURTELM)
QUARTA-FKIitA 19 DO OlRrtEN^
as II horas
armazem do Sr,
cadeiras
Quinla-feira 20 ti
HiVe;
as 11 horas
0 agente Pinto fara leilao, por autorisacae' do-
Sr. gerente do consulaoo de Franca, em presence
do seu chancellor, e por conia e ris-o de quem
pertencer, de uma eaixa marca M A C L .bn
baixo, n. 3,378, contendo cadeiras avariadas, a-
bordo do vapor francea Henri/ IV. 0 leilao sera
effectnado ;i 1' horas do dia acima dito, no es-
criptorio do referido agenle, a rua do Bom Jesus
n 43.
DE
36 duzias de mnrroquim avariado
QUINTA-fEUU 20 DE NOVEMB-ftO-
A's 10 I|2 horas
0 agente Pinto fara a leilao, por aatorisacao-
do Sr. gerente do consulado de Franca, em pre-
sengi de seu chanceUer, e por conta e risco de
quem pertencer, de umaeaisa marca A S..-it.eB
baixo, n. 9.236, contendo 36 duzias de raarroquim
avariado a bordo da barca (ranceza flio Grundt,
capilao Vialla. 0 leilao sera effectuado no dia e
hora acima ditos, no escriplorio do referida agen-
te, a rua do Bom Jesus n. '3.
H
LEILAO
para.li(ii;iiu<:ao
OliNTA-FElRA 20 DO COfiRE.NlE
CO^TANDO DE ^
L'ma linda mobilia, genoveza, do madeira ospecjac
torn 12 cadeiras de guarnigao, 2: ditas, \XQr
co, 2 de balance e sofa, 1 graade soiimK-nu-
dc espelhos, cadeiras de diversaa quafiwdes.
tnalas de viagem, ricos lavatorios com tsuetitos,
uma seraphiiia, ternos de bandajas, tapelts i*aru
sala, costureiras, cobertas de arame, cesta.
para compras, bengalas, chicHles para cu.tos,
ricos estbjos de navalhas, facas finas, coliwr
garfos de electro-plate, alliuts para reicaxoo, a
uma infinidude de objectos de, gusto, que serao
-.vendidos para (iquidar.
0 agente Marlins Jara leilao das mercadorias-
existentes no armazem da rua do Barao da Vjcin-""
ria n. S't, junto a loja do Carneiro Viaua. as 10
lio'ras do oia acima.
L-Uj
DO
subfado de azulejo da rua do BofQr,3d$H* a.
26, de 2 andar** e sotao, edifieuW i'jH
chaos proprios, ha 3 annos
QUI.NTA-FE1RA 20 DO COn3(Elrtjt
Ao melo dia,
0 sgento Pinto levara do novn, e pela u
a leilao, servindo de base a oflcrla de 31
predio acima mencionado, seudo que i
occasiao efT.>ctuara dita venda com queai;
vantagem ofTerecer, ao meio dia do ^i
no escriptorio
Je.-us n. 43.
do referido agente, na
DK
Urn piauo hamburguez, 1 excellanta- mc-bilia do
jacaranda, com! !-^f, 1 jardinelr.
com pedra. ILcadciras de braco, dC'
de ca&rccaagem urn ou mais |o
pejlios doural^, 1 qqadro cow I rioo
de floret de escania, 1 Iu^In d^
maugas, \ sftpcntiqa> dja-*-^
-ystsl. 3 F
ILEBIVEL

lipadi's, 4pwea
de dH-ooh-- .: j*,
0
uoaas.-.^jadwras jco
arda-ruo
, e esteira, forro das slaa.
de-Jacaranda >vui-
iano do meca,.Mesas



*
r
I
t
V
\
\

I
V
I
>


Diario de PeniambaOo Ter^ft feira 18 do Novembro de IMS.
Uma mobilie c implett, de Wa branca, t eia-
eers, I mobilia dsaraarelio, I mesa elastca, 2
aparadofcs, 2 ditas torheadas, I sofa, M cadetras,
2 quartraheiras e espreguicadeira*.
Um guarda-roupa com espelho, 2 commodas de
raogno, I meia comrooda, I estaute para livros, 2
espelho?. I machi'ia de costura, e muitos outros
objectos de casa do familia e existentes no
segundo andar du sobrado da praga do Coc>-
pn Santo n. 19
SEXTA FEIR A St DE NOVEMBKO
0 agente Pinlo levara a loillo, pot eoutn de
uioa familia quo (iv.ua sua residencix na Europa,
os moveis c mais nhjectos acima dims, cxisientes
no sobrado do azuljjo da prai;a do Corpo Santo n.
19, segundo andar.
O leilao priticipiara as 10 l p
horas.
Leila*
C4SA B\ FORTMA.
AOS 4:000#000.
B1LHETES GARANTID0S.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d>
Crespo) n. 231 casas'do costume.
Achnm-se avenda os felizes bilhtMes garantid"?
la parte da lotem a bcneficioda Santa C;:-a
4> Miserieordia do Berifc <">), que se cxir.:''in
*a scxla-feira. 21 do rnrtwiHj met
MffiQOS
Hilheto inteiro 4J000
MeMbUhetti i000
KM COH^AO HE 1 i'ARA HUU.
Bittwte fnteiro :t*500
Meio bilhete t#7aU
.W-jwoW Marti** Fiuta,
DE
faindas avariadis
Quinta-feira 20 do corrente
A's 11 1| horas.
Por intervene*) &e agente Piuto, em sea es-
riptOTio a rua goBem Jesus n. 43.
YAPOR FRANCEZ
CA IK) BARAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora Nova--N.
Regente.
No largo do Car mo I, precisa-se de wua ma-
Iber idosa, portugnesm, seria e de boos costumes,
pan regente de uma casa de bomem sorteiro ;
paga-sc bero._______________________________
Precisase do urn caixelro com watica de
molhados e qua 'd* fiador a sua contacta : no
largo 4a Itibeira*. I. _______^^
Casa 4e penhires
LEIUO
No dia 24 de eorrento se fara leilao, por utter-
wencao doageatte varlins, dos penhores constan-
tea das cautellas abaixo declaradas. Os donos das
cautellas podcm resgata-las e reforma-las ate o
;clo do leilao, na travessa dns Cruzes n. 2.
N. 938, 1045, 10 W, 1081, 11''3, 1162,1220,
1131, 1268, 1283, 1420, 443S, 14:*6, J48.N, 1500,
i602, I30:J, 1528, l.HO, f8o, 1583, 1604, 16I6,
1638, 16116, 1659, 1673, -1685, 1709, 1728. 1733,
1735, 1739, 1741. 1748, 1773, 1784, 1791, 18(13,
1832, 1835, 184'.), 1842, 1801, 1868, 1896, 1897,
1913, 1923, 193i5, 1987, 2007, 2010, 2031, 2014,
2050, 2061, 2078. 2094, 2129, 2138, 2141, 2143,
2144, 2165, 2-77, 2184,2192, 2205,2207,2213,
2221, 22t), 2231, 2232, 2249. 2254, 2261,
2270, 2275, 2277, 2296, 2312, 2324, 2331,
2365, 2368, 2371, 2372, 2381, 2391, 2396,
2402, 2403, 2413, 2421, 24*5, 2128, 2432,
2443, 2446, 24*8. 2449, 2454, 2*66, 2469,
2476, 2477, -2478, 2481, 2.82, 2485, 2486,
.2495. 2498, 2499, 2502, 2503, 2509, 2513,
2523, 2531, 2536,2554, 2557, 25?9, 2560,
2570, 2571, .238", 2i>83, 2595, 2598. 2600.
Cautellas B. N*. 10 B, 25, 29. 40, 33, 64, 87,
91, 142, 159, 170, 171. 194, 208, 212, 220, 222,
223, 227, 233, 234, 273, 335,371, 375, 417, 454,
477, 499, 504, 515. 547. 56!), 577, 581. 584, 585,
590, 592, 620, 633, 651, 657,66 \ 687, 692, 707,
728, 739, 740, 742, 745, 746, 748, 751, 752, 759,
760, 761, 765, 767, 769, 771, 781, 785, 790, 802,
806, 807, 810, -812, 815 8)7, 822, 823, 82R. 839,
MO, 842, 856, 864, 882, 886, 8S8, 889, 892, 897.
avisos oumos
Alvga-se nesta povoacSo uma boa -casa, pintada
de novo, Eiiin mobilia de jacaraada na sala da
(rente, quintal rmurado e portao que se communi-
ca ara-o rio : a tralar no largo do orpo Santo
a. 4, { andar. ^^_^___
l'f Para komem.
I Ao commercio
Os abaixo assigoads fazem publleo que msta
data dissolveram a sociedade que tiuhani na ta-
verna stta a travcssa dos Mart^rios n. 8, qne cy-
rava sob a lirma de Pereira Cunha, iicandn
com o aclivo e passivo 0 socio Cunh^, e Francisco
Alves Moreira e Pereira pago e *alisfeito de seu
capital e lurr rtspowafrrlidaao. Re.-ife. 11 de novembro de 1873.
!)iii Dia> tereiia.
Cancido Jo?e da '.'unhx
^^r^raiiciss"! iSon^alves 1I0 Mi'ai<: e capita"
Ant'Hn,'> ''ni'aivcs il Morae* eonvidam de novo
j-aits #us parents v. amig.is uara a**tira8i no
<-*w> dfa ("0 du corrente nnvi, i* 6 hofM da
tto*1ii, 'piiiita-f^ira. do cunycnto do Carmo, as
missas <|iw **' ttn il i'1-Iebrar |:'la ulnia de sua
niHidi* e pre*aiia mai 0 Joanna Maria dos Santos
Tioraes. Assim coiuo aproveitam a opportuuidade
aara cordialmente agradecerem as pes BORNA3 de beaerro, cerdawB, peHica, \m* e: ^
de duraque com biqaeira, dos melbores *gnaram coaparecer nao sd ao seu eolerro como
" que uverem de assutir as refendas missas.
LIOUOtACAO DE FAZENDA
NA
Rua da Imperatriz- n. 60
2219,
2264,
23*2,
2397,
2441,
2474,
2487,
3517,
2567.
Precisa se de uma escravj para cozinhar
e comprar : na ru:* Primeiro de Mar-;e n. 23
Ma.
**
at
ig
'%
*
r-
-n
is*

Mumwmm
MNT.STA DE PARIS
19-RUA NOVA19
#. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera eontiauar a rae-
H recer a confian(ja dos
g clientes da casa; edo
{jg respeitavel publico em
S geral. i
Os abaixo assignation, administradores da
massa fallida de Mendes & Carvalho, rogam aos
credores da mesuia qoeiram vir apresentar seus
creiilos a rna do Marquez de Olinda n 36, afim
de proccder-se a respecti?a classificacao, devcndo
apresenta-los deutio de oito dias, a contar desta
data.
Recife, 17 de novembro de 1873.
______________ Mmliard Mc-tller & C,
Precisa-se da quania deoOOiOO1.) sobre hy-
potbeca em bens dc rail : a pessoa 0Qe quizer
fazer estc negoci'i annnn,-ie para ser procurado.
Na Magdalena, travessa do
Luca
Alaga-se nm bom sitio com graudc casa reedi-
licada de novo, quo accommoda graude familia,
tern quartos para t^cravos e coclieita. duas gran
des baixas de capim, diversos arvoredos (rnctifc-
ns e 50 pesdo ooqueiros : quern o dito sitio pre-
tender dirija so a Passagera da Magdalena, taverna
de Manoel da Cunha lirandao, que achara com
quern tratar.
Ao publico.
Avisamns (jue, sob pretexto ou condicao algnma,
se faca nejiocii' Mm Manoel Ignaeio e Salvador de
Siqueira Cavalcante, tnndenie aos bens do casal
do finado mojor Salvador dos Sanlos Honteiro Ca-
valcante, por quanto ditos bens .-e acham gcral-
mente empenhados por dous instrumented publicos
de byp'itneca, monlantes a 79:OfO5O0O, tendo-se
precedido a sequestro por um destes titulos na
maior parte dos bens daque.lle casal por mandado
do Dr. juiz municipal da'Eseada, os quaes f-ram
deposilados, na forma da lei, em poder de pessoa
de reconhecida idoneidade, como tndo podc ?er
visto no cartori'i do es'crivao daquella localidade,
ioao Bamasiniio e Silva.
Outro sim, protejta se desde ja centra a venda
do eseravo Henrique, que j-endo dos bens rJe que
se trata, nSo podia ser vendido, como con>ia quo o
tfdra, a um senhor do engenho Caxoeira pelo mes-
mo Salvador ou Manoel Ignaeio em <]ue, nao satendo ler cent eseraver, tudo praticara
Recife, 16 de novembro de 1873.
Um dos creilores kypoUucarios.
Ptecisa-se deuraeozr-
nheiFopara o Hospital Por-
tugue;: a tratar na rua Pri-
meiro4e Marion. IS.
caKidoiiacsixixs l
% Consultorio nie 5 DO
S Dr. Murilla.
S *UA DA CRUZ N. 26, 2- ANDAR.
J( ;Reeem-chegado da Euresa, (mde fre-
J) qnenton os hospitaes de Paris 0 Londres
^5 pode ser procurado a quakpier hora de
O dia u da iiMUte para objecW de sua pre-
H tiflsao.
F] Consultas do meio dia as duas horas
m da tarde.
SfJ Gratis aos pobres. JR
ffj EsptciaWd'fcs.=Molestias da pelle, de 'w.
J criam.-a 0 de mulher. \d
C| Emprega no tratamento das molestias Q
y de sua especialidade as &uchas frias e Q
Q h.mhos a vapor, para os quaes troaxe ^
r} os apparelhos mats modernamento em- fl
m pregados na Europa. Pi
ft. Tambem applica com grande proveito *
p. no tratamento das molestias do utero a X.
w, ilectricidade, polo processo do Dr. Tire- 'm.
V pier. Cura por um processo inteirameate d
J novo as blennorrhagias e sobre ludo a V
Q (gotta militar) dispensando as injeccoes. \i
................... ;
m
m
1
0
0

*
*
MEMC0-C1RURGIC0
DO
Dr. J. M. Curio
Rua do Marquez de Olinda n. 25, Pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas as 11 da manhs. W
Chamados a qualquer hora. .S
0 ^-Sr^^l^0 0 Wt W
i %
S i'unsnUuriu wMxun irurgico 5
"d, A. B. da Silva Maia, ^
jj Rua do Viscondo de Albuquerque n. M\
d. 11, outr'ora rua da matrix da Boa-Vista 'Jf,
S n. 11. 5^
yf Chamados : a quaiqner hora. 5/
cj Coasultas: Aos pobres gratis, das 2 as Q/
rl 4. horas da tarde, Q
CASA DO OURO
Aos AtOOO^OOO
Bilhetes garantidos
Autt do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
nuito felizes bilhetes a sorte de 't:000*<>00 em
bilhete Inteiro de n. 482, e um bilhete inteiro de
n. 1939 com a sorte de 700$000, alem de oulras
sortes menores de 404000 e 202000 da loteria que
se acabou de exiraliir (74a>; e cmvida aos pos-
suidores avirem receber, que promplamento serai
pagos na fdrma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiU
vel frablico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes biihetes,que nao deixarao de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmc j
annuncios.
Acham-se a venda os muito felics bilhete3 ga
antidos da 16' parte da loteria a beneflcio da
santa casa da misericordia, que se extrahira no
dia 21 do eorrento mez.
Precos
Inteiro 42000
Veio 22000
De I009000 para clmu.
Inteiro 32500
Meio 12750
Keeif.;, 15 de invembro do 1873.
Joan Jonamm da Cos! a Leile.
Aviso.
DEPUMrfF
No hotel do bcco do Sarapatel n. I, fo-nece-se
almoco, jantar e ceia, por 302 inensae?,. com as-
seioepromptidao.
Parts7~3Q. Boa Yivienne, P*
IHIMHn UEDECN- SPtfltf,
DAS |OTtt1lin*D S l>3 3EXUABS, A3 .'.'FBCCOK
^^^^^2 ALTPI^OrS DO SAKGCE.
I i,000curas das impin-
jcnt.puslulas, he> pet,
virna, cumUoet. acru
itoiiiu, i:ulterfoes, vi-
\ciosas do saugue, ti-
ntt, euuc ioi u xingue. ;Xarope vegetal
tern mercurio). Oepnrail fcfelaei
Aut viim:ham inin.io-.'.e nous pi>r
aaatana, segtindu n iracta/nenio Depuratiro: i
empregaito ni,ni-, molesti;is
| ftstc Xarope Curacto i
'crro de CH.t BLK, cura
mmeMiatameme qual-
|uer purgacao, rela-
lafao, e oebilidade,
e iHuoidieuu: "^> ./''o> e flares braneas das
anlberes. i;sta iiiieccao benigna empregasse
fiom o Xarope de Citractn de Jerro.
eaaarroldna Pnroadaqtie . POM8.DA ANTIHtRPETICA
Coatra* na aflecfoneutaneas e comiroet.
PILUL4S VEGErAES DEPURATIVAS
do CtiMhle, caua" frasco vrai accoinpaliado
4* um rolnetd.
-AVI80 AOS SRS. MEDICOS.
| ('ara caiarrhot, loitet
i oqueluchei, imlafdet
' nervosus tat dot bron-
I eAlo." t .**" <" doentai
I do ptito; btrii.*0 doenU
l eolhr irliiiea dlR uropn D* KoaGCT.
9r. CHABti am ParU, run tlvtcama, a.
Deposito em casa de Augusto-Caors n. 22J
rua da Cruz.
m
a auloridade competonte para que lance suas vis-
tas naquellas tavernas da rua de Paysandu e Cho-
ra-menmo, que nao se contentando em vender das
6 as 2 da tarde, nos domimios, ainda yendem pelas
rutulas, das 2 horas em diante.
Aluga-so o segundo andar da casa da rua do
Apollo n. 34, com commodos para grande familia :
a tralar na cas3 immediata n. 36, 2 andar.
Aviso.
PLUS DE,
COPAHU
D^FORGE
Jom; Thales do Mello & C. scientifieam ao res
peitavel publico e com especialidade ao corpo do
commercio que, da data de hi je em diante. deixa
de ser seu caixeiro o Sr. Arthur de Moraes Silva.
Recife, 14 de novembro de 1873.
Engommadeira
Pr*;isa-so de uma perita engommadeira : a tra-
lar na rua do Bom Jesus, outr ora rua da Cruz n.
53, 2 andar.
Aos senlwres vondeliioes.
Vejam que a libcrdade do commercio devo ser
conservada, porque em algdmas provincias ja e
uso antigoa niio se qneixam; qual o motivo por-
que nao querem a lei de se fecnar o c >mniercin,
sera porqnc nao vcudem nada de manha aos do
mingos e dias santos ? Pois r.remos que nestesdo-
mingos i|uc tent se fechado terao vendido o mes-
mo. A d fferenca apenas teia sido de 40 a 80 rs.
de canna ; ora deixem se disso, qne tnrna-se ejn
prejuizo da.populajan, pois bem e>tao vendo que
cites pouco8 domingos que se tem fechado tern
estado socegadas as freguezias, e ja nossas fami-
lias podcm passcar com raais conflanca do que ate
agora. *
Viv,? a liberJade do commercio em geral desla
cidade.
Viva a naca.? brasileira.
Diversos pais de familia.
do Padre n. 28, precisa-se de um
;? fahricantes.
SAyATOES de be/crro, de cordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre e*n sa*o.
SAPATOES atamancados om sola de pao, frfo-
prios pira baahos, sttios e jardins.
SAPATOS de tapcKe, chartot, castor e de Jranca
franceaes e portuguezes.
Para stenhora.
80TINAS pretaa, brawjaa e de cores dilweBtes,
lisas, efrfeMadae e bordadas.
SAPATINHOS de a>hatasia com salto, brancos,
pretos e de cores difforentes, bordados.
SAPATOS de lapete.-cbariot, castor e de Iranc*.
Para aienlaan.
BOTI.NAS pretts, braacas e de cores dtiferentes,
fisa-s ettfoitadas e bordadas.
AROTINADOS de dwersas qualidades.
SAPATOS de traaca ortuguezes.
Para meninoa.
BOTIN.VS de bezctro, lustre e de cordavio.
ABOTIXADOS e sapatoes dc bexorro, de divorsas.
qualidades.
SAPATOS do tranca francezes e portugueaes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, peroeiras
meias perneiras para homen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francer, a rna do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadciras de balanco, de brano, de gunrni'.oes,
sofas, jardineiras, metas, conversadeiras e costu-
rciras, tudo isto nuito bom por serem fortes e
levos. e os mais proprios moveis para saletas c ga
binetos dc rccreios. .
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, olcos,.opiata o pos don-
trifice, agua de ilor de laranja, agua de toilete,
divina, llorida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differenies tama-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rna do Barao
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Ai'ti^oN lie differcntes goslos c
phanCazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Ceqnes para senhoras e para meninas.
I .u vas de Jouvin, de Bo de Escocia e de camurc,a.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns o quadrinhos para retratos.
(Caixinhas com vidro de angmentar retratos.
Oiversas ohras de onro bom de lei garantido^-
Corrcnles de plaque muito bonitas para rep-
gios.
Brineos a imiticao o boioes dc punhos de p
que
Bolsinhas e cofre? de seda, de rellndo e de c
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata donrado, de aco e
de tartaruga.
Oculos de aeo fino e de todas as guarnicoes.
Bengalas dc luxo, canna, com castdes de mar-
nm.
.tengalias diversas em grande s^rtiraento para
bomens e meninos.
Chicotiuhos -de baleia e da muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarraclia para sallos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito Cnos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinv eiro.
Gravatas braneas e de seda preta para bomens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do
mino e outros muitos dilferentes joguinhos alle-
maes c francezes.
Malas, bod. as e saccos de viagem de mar e ca
minhos de fcrro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde
rem, horn para os dentes.
Bercos de vimes pan ombalar criancas.
Ce.-itinhas de vimes para bra^o de meninas.
Carrinhos dc quatro rodas, para passeios de
criancas.
Veriezianas transparentcs para portase janellas
Reverberos transparcnles para candieiros de
gaz.
Estereoscopos o cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lantemas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avnlsos para cosmorama.
Globes de papel de cores para illuminates de
fe?tas.
Balfies aereostatlcos de papel do seda mui facil
de subir.
Machinas de varios systcmas para cafS.
' Espanadores do palha e de pennas
Tesourinhas c canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantcnas.
Tinteirns de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de niolduras douradas e prstas para
qua Ires.
Quadros ja promplos com paysagens e phanta
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com liadas pejas.
Realejos < armonicos ou accordions do todos os
amanhos, e outros mtiitos artigos de quinquilha
rias difBceis do mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros,pes e paloios para
roedir terronos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se podc desojar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a pre os mais resomidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
Missa funebre
Vende fiizeudas para iiquidar, por baratissimopreexjeomo
abaixo se ve:
Pereira da Silva dGuinvrles teodo em ser um grande Jcpozito de (amide*,
tem resolvido fazer uma liqtiidacAo das mesmns com grande abatimento nos precos,
0m o unico fim d*. tpurar dinhvtr para o que convidam nao so s seus numerraos
freguezes, c >mo a respeitavel publieo, a vir surtir se de muit s fazendas, bo s e berates
nost-u estabeleciment.tdenominndo oPavaoa rua da Imporolriz n. 60.
Lniz Gomf s Bezerra, sua mulher e filhos agra-
decem do Ultimo de sua alma a aquelhv pessoas
3ue se dignaram acompanhar os restos moitaesj-
e seu sempre lembrado Blho Jose R zerra Pessoa;
ede novopedem-lhes ecaridoso obsequio de as-
sistirem a algumas missas qne se devem celebrar
pelo repouso eterno do finado, no dia 20 do cor-
rente, as 6 horas da manna, n- convento de S.
Francisco, pelo quo se confessam eternamente
gratos.
D. Maria Jorge Peieira do Rego, convida os
seus parentes, os amigos e collegas de sen sem-
pre chorado esposo, Dr. Jacmilio Pereira do Re-
go, para cuvirem mais uma missa que por sua
alma pretendo fazer celebrar, na igreja do con-
veoto do Carrao, no dia 19 do corrente, trigesimo
primeiro do seu passamenso, pelas 7 horas da ma-
Costureira modista
Na rua da Camboa doCaimo, loja do s-brado
n. 21, fas-se vestidos de todas as qualidades de
fazendas, ditos para casamentos, vestuarios para
criancas, a*im como lava-se chapeos de palha e
enfeita se com perfeicao e brevidade, tudo por
figurinos modernos, os quaes estao a disposicao
das senhoras que apreciam o bom gosto da moda.
Na mesma casa aceita-se meninas para ensinar-se
a mesma arte.
CAMBRAIAS A 4*. S550p, 39, 69 79. francez muito fino a 39000, apenas precis*
0 Pavao vende um magnifico sortimento >. V4 metro para umJenc^L
das mais fines cambraias braneas transpa-
rentcs, tendo 10 jardas cada peca, pelo ba-
rato pretjo do 19, *9300,59, 69, tendo tam-
bem das mais finas que cu'stumam vir ao
CUALES B.RATOS
a <29, 29500, 49.
0 Pavao vende chales a emitaglo de me-
rino a 29, ditos do merino lisos de todas as
Precisa se de um foitor : a tratar na travessa
da Madre de Deos n. 10, Recife.
roercado, assim como um grande sortimento cor?s a 29500, ditos de merin6estaropados,
de ditas tapadase victorias que vende de 49 muito finos a 49, ''itos fimssiroos com lis-
tras de seda a 09500, ditos muito liuos de
crepoma 109e 129.
AlgotlAo enfestafla a 19 15**0.
0 Pavao vende algodao eufestado com ft
palmos de largura, proprio para lencoes
ate 89,sendo fazenda que valle muito mais
dinheiro.
COM SALPICOS DE CORES A 59.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
de cambraias braneas com bonitos salpiqui
nhosmiudinhosde cores, tendo 10 jardas ^nJo do raais-encorpado que tem vindo w.
cada corte de vestido e vendo pelo barato
prcco de 59, por ser pechincha, ditas com
salpicos todo brancosendo fazenda finissiina
a 79500 e ditas a 59000.
Cozinheiro
VESTIDOS A USO DA CORTE 129
0 Pavao vende um bonito sortimento de. ,
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo [ a ^ e **
c-da c6rte todos os enfeiles necessarioscomo
sejam : babadinhos, entre-mt-ios, rendas,
rcquefifes, o vende pelo barato precp de 129
cada -um, assim como, di os a 2 de julho
com todos os enfeites a 109. cortes de cam-
braias braneas abertas, com lislras e lav> res
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca com listras dc cores, p3ra aca-
bar 39500, 6 pechincha.
mercado, liso a 19 avara etranc^doa.
19280.
ATOALHADO A 19C00. 29. 59.
0 Tavao vende atoalhado tran^ado com tl
palmos ile largura a 19200 o 19600, dito
adamascado a 29, dito de linho adamasca-
Preci-a-sc de um cozinheiro para casa de pou-
ca familia : a tratar no armazem n. 25 da traves-
sa do Corpo Santa
DROGARIA HOMEOPATHICA
DA
Viuva do Dr. Sabmo 0. Lud-
gero Pinho.
Ccsiinhas para toslura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, cua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Pr^cisa-se te um criaiio que entenda do copeiro
e faca o jpais servico de ca)a de fatniUa, dando
flador 4 sui eonducta : na ma da Imperatriz n.
37, ntKhr.
43 Rna Jo Bartlo da Victoria 4L&
Contimia esla anliga casa a tef sempre a venda
os melhores medicamentos homeopatbicos em glo-
bules e tinturas, tanto em carleiras como em cai-
xas, de diversos lamanhos, pelos seguinles precos
fixos :
Em globnlos Em tiniuras
1 carteira ou caixa de 12
medicamentos
1 dita dita de
I dita dita de
I dita dita de
1 dila dita de
1 dita dita de
24 ditos
30 ditos
36 ditos
48 ditos
60 ditos
1 dita dita de 120 ditos
Tubos avnlsos de qual-
quer medicamento
Vidros avulsos idem
Opodeldoc de Rhus, de
matismo.
10#
15*
20*
24*
30*
34*
50*
500 rs.
I O00
Brvoni e
12*
24*
28*
32 S
401
um
80*
e 1*
e 2*
para rhec
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
lilt), Rua da Prata,
IASB\
2.
Liiiz Felippe Leite \ Irmfto
Executam por commissao quaesquer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e ontros paizes estran-
geiros.
Recebem a consignacao generos naciouses, co-
loniaes, hespanhoes, francezes, inglezes, allemaes
e do Brasil, ou mesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou f6ra delle
Exccutam ordens para compra e venda de fun-
dos publicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividends.
Promoveui no mesmo oscriptorio, invenUirios,
liquidates, causas civeis o commerciacs, appel-
laeoes e recurso de revista.
Tem os melhores advogados na capital.
Para os negocios de nalureza especial, como
causas forenses, administracAo de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
a catureza do negocio.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostolicos eoncedidos ein Ro-
ma ou pela Nunciatura era Lisboa, annullagao
de ordens, e quaesquer outras dependencias dos
tribunaes da Santa Se.
Tratam da arrecadacao do hflraBCaa e adminis-
tracao de bens no continent.' do rcino.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Fa em adiantamentos sobro coasignacocs dc
luaesqncr generos qno tenham prompta sahida
nos mercados inglezes ou allemaes. Tambem com-
pram aquelles que se offerecerem cm condic5es
vantajosas.
Fazem transacSes por censignacio on compra,
sobro minerios, taes como de cobre, chntnbo,
phosphates, ou outros quaesquer, se convierem as
eondi^es de qnalidade e pre.;os.
Dio-se boas refereneias em Lisboa e no Porto.
Esta ca a tem correspondencias sertas em todos
os pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
burgo, na Africa portugueza, em Macao (China1
reino de Siao, ilhas dos Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ihe torem feitas por corrcspondoncia effectiva ou
eventual.
Na modicidade. de soas commissocs, na exacti-
dao de suas contas e no credito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garantia de bom aco-
Ihimcnto.
Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
;as de Hespanha.
N. B.-As commissoes sao reguladas pela prase
desta praca
CORTES BORDADOS A 209 E 359-
0 Pavao vende ricos cortes de cambraias
braneas delicadamente bordados, pelo ba-
rato preeo de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francczas com delicados padrdes e
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e do quadrinhos a GiO rs. a vara fi-
nissimo Iil6 branco liso e do salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
B0RN0USA129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous com bonitas listras e
vende pelo barato preco do 129 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales de merino e com listras de soda.
LAZINHAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinhas lisas,
sendo verde e cor do lyrio, pe o barato prego
de 320 reis o covado, assim como delicadas
lazinhas de quadrinhos a 280 rois, d pe-
chincha.
(jiraiiadiiies a GIO
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas granadines ou gazes de
sola para vwtidos. tendo de todas as cores
e vende pelo barato prego do 640 re"is o co-
vado egranadino preta com listras de seda
a 19800.
LAZINHAS A 3(50 0 COVADO.
0 Pavao vendo bonitas lazinhas transpa-
rentcs com palminhas a 360 reis o covad ,
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,'
tanto'em listras como em quadros a 280 rs.
o covado, e grande sortimento de alpacas e
lazinhas de 400 a 800 reis.
SEDA PARA VESTIDOS
a 19600 0 29.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
sedas com lislrinhas proprias para vesti-
dos de meninas ede seuhora a 19600 o co-
vado, ditas lavradiuhas a 29, os padroes sao
muito bonitos e vende-se por este prego par
acabar.
BotinaN a .V>000
0 Pavao tem um cnmpleto^ sortimento de
botinas muito bem enfeitadas para^enboras-
e vende pelo barato preco !o 59, artigo que
em outra qualquer parte eusta t9 e 79.
I.ENCOS BRANf OS
. a 29000.
0 PavSo vende lencos brancos ab?inba-
dos, tanto p; ra homens" como para senhoras,
a 29 o 295C0 a iluzia, ditos de esguiao o
cambraia do linho t mbem abninhadosa
39500, 49, 59, A tns francezes escuros, psra
rapd a 69, a duzia. .,
CAMISAS I'ARA HOMEM.
0 Pavao vende ricas camisas com peito
de linho bord das, proprias p ra noivo a
103 e 129 cadi uma, ditas de linho sen se-
rem bor 1 das 49, 49300 o 59, ditas com
-peito de algodao muito finas a 29, 29500 e
39, ditas decbita fina miudinha a 29,29500,
e 39,-ssira como grande sortimento do ce-
roulas francezas tanto de linho como de al-
godao de 19600 ate' 39, gr nde sortimento
de mei s cru s inglezas de 49 ate 89000 a
duzia
FAZENDAS I'ARA LUTO.
0 Pavao tem um grande sortimento de
fazendas prct s para Into como sejam : c?s-
s s, las, ou lazinhas lisas que vende a 400
e 500 reis o covado, bombazines de 19600
atd 29" o covado, eantao a 19 e 19200,
granadine lisa com listras, cassas e chitas
todas pretas com listras e salpicos, i-lpucas
todas pretase lavradas do branco, merindso
outras muitas fazend s aprepri das, que se
veude por meuos do que em outra qujjqucr
parte.
HADAPOLOES ENFESTA DOS
a 39000.
0 Pavao vende pecasdo madapolao enfes-
tadocom 12 jard S39, dito a 39500, dito
com 20 jardas a 59, 59300 o 69000, dito
com 24 jardas de 59 ate 89 c 109, sendo os
mais finos quo tem vindo ao mere do.
Algoditozinho a -19000.
0 Pavao vende peens de algodaozinbo
miiito1ncorp~d<) a 49, dito a 59 e 69.
TAPETES
CORTES DE CASEMIRA A 59.
0 Pavao vendo um grande sortimento de
0 administradar da inassi fallila de Rostoo.i
Rooker & C, em observancia do que foi dctermi
nadu pelo Sr. Dr. juiz do commercio e de confor-
midade com a annaencia dos credores, faz publico
que vai ser posto a venda por leilao, os dircitos
que a massa tem si>bre os terrenes do mariuha o
o sitio da Torre, eojos direitos dos terrenes sao o
dominio o rosse quo tem ua metado dos ditos ter-
renos, sitoi no caes do Ramos o no sitio da Torre,
em consequencia do julgado pelo Sr. juiz dos fei-
tos da fazenda desta cidade, julgado quo p?ndo por
appellacao. '/?-f G
ALUGA-SE
0 predio n. 28, sito a rua do Barao de S. Boija,
coin commodos para grande familia : a trafar a
rua da Ponte Velha n. 75, com Rocha Seabr.t.
No 2 andar da rna do Impera :or n. 38, pre
ci affiance sua eonducta.
0 balanciador
Jeronymo Jos6 da Costa, mais antigo desta pro-
vincia, pode ser procurado no pateo do Carmo o.
i.i, venda, que se Ihe clira aonde esta trabalhando,
ou sua moradia.
CHITAS DE CORES '
a 200, 240, 280 o 320 rs. i
0 Pavao vende um grande sortimento de:
bonitas chitas tanto claras como escuras o'
vende dc 200 at6 32" rs., assim como ditas
com listras aolado muito finas a 360 e 400
rs., finissimas percales miudinhas com lin-]
dos dezenhos a 360 e 400 r&s, garantindo j
serem todas dc cores fixas. i
COBERTAS A J9, 29500, 39, 49.
0 Pavao vende bonitas cobertas de chita:
com ramagem grauda, pelos baratos precos cortes de casemira part calcas, com bonitos
de 29,2950", 39 e 49, ditas tncarnadas gostos, claros e escuros a 59, ditos de 69,
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor 79, 89, ate 109, superiorcs casemiras fran-
com barras a 49 e 59, ditas de croche'para cez^se inglezas, para covado, de 39500 ate^
cama de noivo a 69, ditas muito ricas a 169, 63, paunos protos ede c .resdos mais bara-
ditas de damasco a emitarao de soda a 109 tos e mais finos que tem vindo ao mercado,
e 149. por precos muito razo vcis.
Fustd~cs | Ronpa feita
0 Pavao vendefustdes brancos ede cores,; 0 Pavao, tem constantemente um grande
sendo as mais bonitas cores quo tem vindo ao sortimento de roupas feitas para homcin, que
mercado, tanto para roupa de criancss como vendo por prcco muito em conta, como se-
para vestidos e roupas de hcraom, e vende jam :
pelo barato prego do 360 atd 19, o covado. ] Calgas de brim de cores -le 295P0 ate 69.
BRAMANTES
a 19600, 232'JO e 29300.
0 Pavao vende bramantes de algodao com i
10 palmos de largura para lengoes, pelo ba-'
rato prego do 196i 0, dito de liuho com a;
mesma largura a 29, 29200 e 29300, dito j
Cortes de chita a S9, 39&0O e
3:;000. |
0 Pavao vende cortes de chitas wcuras o;
claras com 10 covadoscada c6rte, pelo ba- 590OO.
Ditas de casemira escura a 3^500.
Palitots da mesma fazer.Ji a 49500.
Calgas de brim pardo de 29 ate 53.
Dit s de casemin de corde 73 ate" 123-
Dit?s do casemira preta de 79 ate 143.
Palitots de panno pret<> de 49 at^ 129.
Fraques de panno preto fino de 209 t
359000. .
Calg s braneas de linho de 49 ate79.
Colletes de casemira de cor de 39000 ate
ratismo prego de 29. 29500 e 39000.
CORTES DE BRIM A 19400.
0 Pavao vende c6rtes de brim pardo para
calga, a 19400. Ditos de cdr, fazenda mui-
to boa, a 19600.
Ditos do dita prrta de 49 atd 79.
Cortc* ;le lit a -I9OOO.
0 Pavao vende bonitos cortes de lasinhas,
padroes miudinhos com lin las cores, tendo
15 covadoscada cdrte, pelo barato prego de
Espartilhos a 3#e 4^000. | woo.
0 Pavao vende os mais modernos esparti- CORTES DE ORGANDY A 39000 e 39500.
|h8, proprios para senhoras e meninas, j 0 Pavao vendo <6rle de organdy branco,
pelos baratissimos pregos de 39 e 49000. com listras e quadrudios, sendo fazenda mui-
Ditos muito superiorcs, brancos o do cOr, a to fina, pelos baratissimos pregos de 39 e
59 o 69000. 39500 o cdrto.
Ceroulas fr.-ncezas do linho o algodao, para todos os pregos o qualidades, assim
como grande sortimento de meias em's, camisas, colennhos, que tudo se vende por
pregos muito razoaveis.
SAQUES
Garanhuns.
Cairvalho dt Nogueira, na rua do Apollo
D, 20*, accam sobre o Banco Commercial
de Viamia e suas agencies em todas as ci-
dades e v-'llas de Portugal, d vista e a prazoj 0'S'J" Paeg dVsi,va7anegw-io"de particular
por torjos oV paquetcs. U9.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, procisa-se
alrar aos Srs. Pedro do Rego Chavea Pcixoto t


*J


^ T
-._ ,.
HH
i
Diario de Pernambuco Terqa feira 18 de Novembro de 187).
Precisa-ae de tuna ama forra on escrava
para cozinhar e comprar : na rm Ja Con'vicao
n. 8, andar.
Ami l'rert.-a-Mi d uma-ain.i para cuzintwf
.iiiki c cn.prar ^ an, pouca familia : a iratarj
na ri:a do ImiH'radnr n. .';$.
MtV /.-.
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(utr'ora ma 4 Cadela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo esto anligo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que scmpro prima era ter das
melhores, nais acreditadas e verdadeiras machinas aniericanaa para aio>
*, desde 10 i 60 serras, e havendo em todos os taraanhos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-se dignas de
erem vistas e apreciadas pelos Srs. agncuHores; os quaes, alem disto, cncontrario
Umbom mais :
Apurados vapores locomoveis, deforce
de 2% e 3'/i cavalln.s com todos pertsncas
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodlo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar ronpa.
Arados americanos para varzea o ladoi-
ra.
Carros de mao para atterros.
Tinas do madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com valvula para lavatorios.
Ditos do madeira para compras.
.ipparelhos para jardins.
Guards-corn id as.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
DHa dita ditos de madeiras.
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cvlindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
Iho e cafe.
Debulhadores para milho.
Azaite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que sdavista e neste estabeleDmoderaoentp
examinados.
i 1
ITTIlfl
ANTONIO JOSE DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
os que tem, novos e
wr Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos
nsados, pelo proQO do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
0LEAD0S inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
ANNE1S eleetricos para curar doros de cabeca. nevralgias e nervoso.
WUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas corlas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA c papcl picado para bordar com Id ou seda.
VERDADEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por muito barato preco.
PAde obter em pouco tempo com o oso do mfllhrir dos iicorei affjmafja
f az oito annos qne e coDbecido este precioso tooico, e e diificil achar uma icum
qoe, *endo experimentado pesaoalmente, nao falle ein sen favor, ja como bom estoauci
a apetaador, tanando obb calix della antes de jantar, on coieo far.ilitadpr da digasti.
tommdo-ae depot*.
ABASE
da HESPERIDINA e a LARANJA AMARGA, nao ha nm ad hahitaote do BRASIL (a Urr
especial das Jaranjae) que ra"c conheca as propriedadea medicinaee da don-ada froeta
ora ben, a
LARANJA
em aea aetado oatoral tem nm goato poaco agradavel, e o merito da Heaperidina cob-
aiste em rotor anas boas propriedades, e ao mesmo tempo apresenta-la como
EXQUISITO LICOR
A HESPERIDINA como INDUSTRIE NATIONAL nao tem nada qne invejar ,
melbores iaaportacoes enropezs de catbegoria nemelhante. Estai, qoando mnito, pode
er gostosas, porem a Hesperidina e a combinacao pcrfeita do
ACRADAVEL E SADDAVEL
Para prava de qoe 6 om artigo do qoal pode-se ter inteira confianca, por aar pan
innocente, basta dizer-se qoe foi plenamente approvada e antorisada pela
HYGIENE
do Rio de Janeiro, permittindo soa iivre elabora?5o do imperio; ontra
JUNTA
tiodo soa
HESPERIDINA
0 horaem relko tomi Hesperidina para obter
VIGOR
O booaem doente toma Hesperidioa para obter
SAUDE
0 homem debil toma Hesperidina para obter
BARTHOLOMEU et Cm
Pharmaceuticoe premiados em diversag^xjapsigoee
ItlXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATIGO
ESPECIALIDAOE
AM A
I'rorisji.s.; lie uma ama (
ra tiatar 4 rianw : m rua
<1- l'.ywViu n. !. Onira ilo
llillu.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUB N. 52
AMA
mero 39.,
\
Aluga so uma eserava para o Mr-
vico Interim de caa 4e pouca faml-
lia : na -t raca da lodependeuoia nil-
Precisa-se de ntna ama boa com-
nheira : a Iratar na rua targ.i do
Rtr rm n. J6, t ja. *
A mfl Ma rua do Bangel n. t precis* *e de
-*JU** uma ama para cotinbar em casa de ho-
mom solteiro.
AM\
Precwa re de uma ama que aaiba
cozmhar : a tratar na rua Primeiro
do Marco n. I, loja.
Na rua do Camarlo n. 3,
preri?a-?e de ama ama para
servir a doas pes^oas.
Na rua da Mailre de Deus n.3, botica iogleza,
precisa se de uma ama para tod* o servico, para
pequena familia.
AMA
AMA
gundo andar.
Precisa-se de uma ama para com-
prar e cozinhar para duaa pesseas :
na rua da Sfiuala nova n 33._____
Precisa se de uma ana que stiba
cozinhar e engommar. prefere-oe
escrava : a tratar na rua do Mar-
quez de Olinda, sobrado n. 34, se-
m Precisa se de uma ama qne compre e
cozinhe para casa do pouca familia : a
tratar narua atraz da matriz de Santo Antonio n.
t8,2' andar.
'.'dlkUT/)
PEDEM AOS Beoborea do engttjbo e ootros agricnborfs, ecmpreK^d^iva de u:
SiCiamo o favor da cnu viwtaaseo estabeiecimrDto, para vet em o novn oMimentr-
oBpIeti qoe abitem; tejrfo tudo anperwr f-m qoalidade e forlidao; 0 qofec-ffi a 'L*
*o;lo pesa l pode-se \enficsr.
ESi'EGfAL ATTENgAO AO NUMtRO E LUGAR DE SUA FUNDI^AO
/apores e rodaa d'airaa. dos umais mo 'erno8 wi** c ?m t
j#w vw w m vAc*0 u c*g ua maDbos convenientea para u diveraa?
treauMUnciaa dot aeoborea proprietarkx a para deacarocar algodao.
(06Ildft8 dfi C&HH& de todos oa tamanbos, as.melhorei qoe aqoi
&odas dentadas *"* *>w* .
raixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fandos de alambiques.
tfachinismos
Bombas
I [M
para mandioca e algodJo.l Podendo todoa
a para cerrar madeira. T aer movidos a mio
i por agaa, vapor,
de patente, garantidat........ |oa aDimaes.
Todas as machinas e mit de qoe M C0*l0B, preciMr-
de macbiiiismo, a preco moi resuniido.
mja.
Prci-isa-se de uma para cozinhar
para casa de pouca familia; a tratar
a rua de Hospieio n. 46, easa tem-a
que tem bolas amarellasna cor-
A Tllfl 'V,a rua (la Ale8ria D- precisa-se para
* andar com uma menina, ama am- de
conducta afflancada.
Precisa-se de uma ama para cozinhar: na rua
Direila n. 10 reflnacao.________________
Escravos fugidos
Maria, cabra, moca, bem parecida, ladina, de
boa altura o c^rpo corrc-pondente, tem os bracos
pintados com tinta t ncravada de janipabo, em
forma dt: coracSo e o nome della, natural do Cea-
ra, 6 cnziuheira, scndo sua occupajao actual de
enchada ; esta escrava'costnma embriagarse e
nfste cstado 6 atrevida, e fiwe constantemente
para. o.Recife e sens arrabaldes, aonde 6 muito
conhecida, estando desta vez ausente desde 5 do
corrente.
Pelippa, negra, cabra. ja idosa, cozmheira, alta
e secra, foi escrava da viuva do fallecido Jacin-
tho Botelho, tem um filho escravo do Sr. Jose
Antao de Souza Magalhaes, que andava fugido,
e qno veio seduzir a m5i para acompanha-lo ;
esta ausente desie o dia 6 do corrente.
Roga-se a policia e capitaes de campo a cap-
tura das me>mas escravas qne sao do engenho
Sapucaia do Beberibe.
Pas qualquer concerto
Pormas de ferro
Sncommendas.
no mer-
iHS PUBLICACOES MOSICHES.
A. J. rt'AzevedolluaNovan. 11.
Acabam de publicar-se, e acham-se 4
vcnda as seguintts musicas :
PIANO SO'.
Dansc espashola, por Ascber 25000
Arabella., mazurka, por G. Wr-
theimer 19560
Valsa no f asto, por Croyzes 13006
SONHO DE DMA VIRGEM, pOC AlbeT-
tazzi 19000
Anna la Pwe, cavatina 19066
AoClairdela Ldnb, porBussmeyer 19560
ESTRELLA BO 30RTK(n .... J1(.AA_
SaubacAo ao BAiiu|,0,kabri,hante m0
Cricket, por Scixas, offerecida aos
chrickets club pcrnambucano e
bahiano
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz
Non m'amava, romance por Guercia
Tambem ret-ebeu da Europa grande sor-
menide musica para piano, ptano o
antoudos, mcthodos, etc. etc.
tem aa melhorei e maia baratas exiatentea
cado.
Incombe-ae de mandar vir qaalqner macbinismo i von-
tade dos clientea, lembrando-lbea a vantagem de fazen-.m
oaa compria por intermedio de peasoa enteodida, e qoe em qoalqaer necraaidado p6de
aes preetar anxilio.
Irados americanos e iM{tQmm* *ricola*
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNMCAO DE FERRO
A rua do Baiio do Triumpho (ma do Brain) ns. 100 a 104
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de for^a de 4, 6, 8e 10 cavallos.
UaideiraS je sobresalente para vapores.
MOeDClflS lllteiraS e meias moendas, obra como iiunca aqni veio.
laixas lUndldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tvOClaS u aglia COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
CiOuaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores. #
r>OHlDaS de ferro, de repucho.
AraflOS de diversas qualidades.
.cOTOiaS para aSSUCar grandes e pquenas.
Concertos concer*am cora promptidSo qualquer obra ou macbina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmniendaS man('arn ^ Por encommendada Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar asseniar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
V~V PUSDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
19000
29000
19000
Aluga-se o armazem o. 31 a rua Duque de
Caxias (antiga rua das Cruzes) : a tratar Da So-
ledade n. 27, ou cora lose Henrique da Silva Gui-
marAes.
Em Olinda
Aluga-se um cxcellenie sobradiaho com bolas
de vidrn, na rua de S. Pfdro Novo n.... com com-
modus para grande familia, u melhor lugar para
quem quizer f?^er uso dos banhos salgados : a
tratar na praca dojGjrpo Saalo d. 17,1" andar.
f'recisa-se de 6 a 8 centos de reis a pre-
mio, dando-se por garantia lupotheca em predios:
quem quizer esto negociu deix carta ne.'ta ty-
pographia corn as iniciaes T. G., ou annuncie.
Joaquim Jos6 Gonealves
Beltrao & Filhos
Teem para vender no seu escriptono a rua do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGUARDENTB de cajii: caixa de 12 garrafas.
de laranja, idem idem,
\RC0S de pao para barril.
C.\F- de Lisbon, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, calx
de marfim e Osso..
FEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia; da fabrica do ccmmen
mendador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do corn
mendador Pedrozo.
RETROZ de to.ias as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
ELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Portn, caixas de U gar-
rafas.
dito Moscate do Douro, idem idam.
s dito Setubal, caixas de 1 c 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar
rafas,
dc Col lares superior, emancoretas.
de eajn, caixas de U gar a/as.
Maivasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
Careavellos, idem idem.
Sitio.
Fugio, ao amaobecer do dia 16 de oulubro
do corrente anno, do engenho Paraizo, do termo :
do Rio Fonnoso, o mnlato Cyrilo, de idade de 23 a! Para tratar de um peqneno sitio, precisa-so de
24 annos, escravo do padre Miguel Peres de Aze- nm homem qne seja euidadoso e cntenda tam-
vedo FalcSo. bem de flores : no caes do Apollo n. 69.
0 referide mulato e de estatnra regular, cor Arranda-p a nronripdadH riarra do
roxa, cabelles pretos, nao solios, porem nao muito nh5en;TnTfreeuezfa 1%SS hefra mar
de barba e peuca baiba no queixo inferior, e bem rendas d'as terr. f.^... ,\ ram m(,\hr,ri>:
parecida, sa'be Mr, porem escreve raal. 6 muito fal- pr0porCuos noLiveis oara um craTde e EnS vo
S'feis; T^horburros'trabalha de oleiro. %Bto&& sffisi sit
^Ao0ranheceCr3ndhodia9 do corrente fagio do memo padre e escravo Theraotheo, criou-1 Ifacta3 elg- a tratar.na rua da Aurora n. 65.
lo, idade 26 aanos, estatnra regular, bem preto, Aluga-se uma casa terrea com trts portas
ponca barba, dentes limados : ha prababilidado de frente e bastante elevada, com sotao rlentro e
de que fugissem para a capital com o intento de commodos para familia, na rua dos Martyrios
assentar praca. Quem os apprehender sera bpm n. 160 : a tratar na rua do Rosario da Boa-Vista,
recompensado,- os podera entregar ao Sr. major segundo andar, per cima da refinacao.
Jos6 Antonio de Brito Bastos-, no engenho do Meio ~r :----------^-----7------p^------ ,
da Matriz da Varzea ; o sendo preso em ontro lu- JOaClUini J0S6 OrOnCalVeS
uiphi c setam **nn-' -
gar fera da capital ou sens suburbi s. sejam con-
duzidos para o referido engenho Paraizo, que se
reeompensara bem, dfvendo ser conduzidos com
toda a cautela, porque sao muito ardilosos, maxi-
me o muiato.
Desappareceu o sitio Cafundo da estrada de
Joao de Barros, dous carneiros, sendo um branco
e o eutro escuro : quem os pegou leve ao mes-
mo sitio, que sera recompensado.
No dia 3 do corrente ir.ez fugio do engonho
Timbo-Assii, freguezia de Ipojuca, o escravo Joa-
quim, crioulo de cor fula. cheio do corpo, esta-
tnra inedianna, dentes limados, sem barba, e
representa ter 22 a 23 annos. Foi escravo de Luiz
Antonio Mnnteiro, de Moxol6, sogro que foi de
Aodr6 Cavalcante Arco-Verde, para onde sup-
p5e-se ter ido- Qoem o apprehender e leva lo ao
aito engenho, oa no Recife a rua do Bom Jesus
n. 51, escriptorio, serA generosamente recompen
sado.
Agencia de empregados.
A agencia que funecionava na travessa da matriz
de Santo Antonio, passon a funccionar so no
pateo de S. Pedro n. 3, lo/a, aonde conUmia a
fornecer boas amas, seccas e de leite, caixeiros e
criados.
Ulenciiii.
Pn-i'isd-sed.- um criado para uma east de
pequena familia : a tratar na travessa do
Vigarion, | esciiptorio.
[ Novo tratamento da AitKma, tone, coniulsa,
to importantes curas, e que
DBP08ITO OEBAL, 34, rua larga do fofario, PBBMAKBUCQ,
-. defhuco catarrhaet, e todos at molettias dos puime$,
win feita important** curas, e que 4 hoje o unico acceito pelos melhores MedicosT
ATTENgAO
Precisa-se alugar uma ama de meia idade, po
rem que seja preia. aue nao u.nha vicies nem
achaqnes, e qne fflance sua conducta, para com
prar e cozinhar para uma familia de 3 pessoas :
a Iratar na cidade d" Olinda, sitio do Amparo, ca-
;a tern a grande. com p^ rtao ao lado.
. TjOZINHEIHO
Precisa 60 de um cozinhriro livre ou escrjvo,
no hotel do Apipuc. s : a. tratar no mesmo, ou na
rua do ^farq^e* Je (H'H'li n. 38, Rarar di> Lon-
drt*
Aiug^i se > 2 andar e sniao, com to* s os
eomiooitue ara grande familia, lo sobradii n. 12,
'ito a rua de Hortas : i tratar na rua do Trapiche
n. 13. ;u inazcin dfl issucar. Tambem se v(-nde
cerca no 3|i panes do mesmo sobradu.
Cai
aixeiro.
PfC.i*a e de nm noco i|in tenha Ra^tal)l pra-
tica frhWrM.j ?e;a 'dc bra cor> !'vfa ; n-stas
fftrece se bom orr na
rna da* ^rwohw n. 33, Cspnnga.
- Aluga e Uiua exoelltiit') ca^.i ua i-^v.ijao
'<; r.'..:.i'.r: &.el!..., e.n Oliuoa, com b>.n-c.nnmo-
u^.- |ura r.-.ii.ili.i i. .i traiar com Jorgu Tas<>, rua
-- \!> nhrir.l MeiiVi > r da
m,--;i fafkda de ctt.lo ^ iTNi rtdos
qoe i.iPim i-..in liija de fazcnd ita lt;pe-
Jraiiiz n. 4fi, rr.jrani aos senh^res mho se ac'iam
a dtvmi ;i r. f.Ti.i-1 ni.v*;.. qwfraifl \ir -qn.'.nto
il'-'ar !!< d."bios a rua <)o >!r.].,i ce
Beltrao dt Filho.
Rua do Commercio n. S, 1.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
*o Minho, em Braga, e sobre os sopnintea
gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilhi.
Faro.
Guarda.
Guimarfies.
Lam^go.
Lisbda.
Mirandella.
Mon^ao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Caitetlo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Pamalicao
Villa Nova do PortimSo
Villa Real.
Vizeu.
Valenga.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminha.
Evura.
Oliveira deAzemeis.
Pen a Bel.
P.cgoa.
" MOFINA ~
Esta encouracado !! !
Roga-se ao 111m. Sr. Ignacio Vieira de Hello
Mcxiyao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rna Duqne de Caxias n. 36, a con-
lair aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
8ns de dezerabro de 1871, e depois para Janeiro,
nassou a fevereim e abril de 1872, e nada eumprio;
i por este motivo 6 de novo chamado para dito
Bm; pois S. i\ se deve lembrar que este negocio e
k mais de oito annos, e quando o Sr. sen nlho se
Ofcdda i an I > a? ;:-i aos snnn*i,fant>9 o vhava nosta eidade
dcjgostu de recarrej a outros moios. !------------------^r"
R,'c|fe -le noveabro Je 1*75. JrTeCl.Sa-Se
AJ-iga-se o segundo anJar do sobrado.
a rna
doi Barau Ja Victoria n. .1i.com commados para
familia a tratar na loja do mftmo.
de dous mu via es de 12 a 15 anuos pr.ra
balbo rauHqooe : a tratar no hot!
rna Primein Ja Marco n. 7 -\
-lisCni/.cs it. '2. [iri-
iiicao ijjxlar, dii-se
ilinhciiu -sub;e pe-
nhores de ouro. pra-
ta e brilhaiites, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
conipia-se os nies-
mos metaesepedras.
Aluga -o nm sitio em Bcbi-ribe, com casa pro-
pria para familia, perlo do fc.inbo : a tratar na
rna da C-ideia n. :W.
i'jii a i iii i-1 eiri'S.
Aluga-si- um tcrrt-uo mura.Io, na rua da Sau-
dade, que tern coin paiiuos Je imile e ''.' 0 de
fuiido, com pequena casa c lelhciro para ani-
maes, pnpiio in ra plsnt.i..>Vs: a tratar a rua
Primeiro de Man.-o n. 23, :..ja.
Um andar c a loja,
Aluga-fe o tcrceiro andor .'o predio a rna do
Marcilio Dias n. 1:0, nmitu frosro, beila viata,
excelicnti'S commi>Jo.'<, e turn s ilia, e a l.ija do
mesiB", propria pa.a qmdqniT e*llio5ociinBio.:
a tratar a roa Jo impfraJ a n. Si. Tulos os pa-
vimcnto* leni agua.
Fugia no dia it) :e oii'iibru proximu pas
sado do engenUo Areuicpe ficsoi'ua Jo Ip-'juca,
o nieu escravo [gnacio, c ua >> signaea scgumteK
cabra acil)ociadn..,2t> ::r.nc* !. rttde, altura e
corpo rrguhrw, (hrllis pr^tis e :re*pos, l.igode
lino, muito pooca barba ua ;>mta J> queixo. iem
om cancinlio de um lad > la c.aiiclla par fo'a,
nao tem nnba- nos. pc*. a tem no coruo mareas Je ciiicntc, : uo pedireifo
um pequeno eaUo, Dula maiiri baixa, cara ho-
xigosa e illios lirancos.
un ceui mil leis do gratitkM^ao a quem o-
trouxer ao dito cngei.hu.
Arendepe, 1." Je ucwiubro de IS73-.
Man i: I PeHppe Je Sonza L-3o Junior.
JBlfirBa (! s nvAhs.
Acham-se a venJa th lodas as u rams mnp-
pas iuipressos'?ara m-tti.ola da cavallos ci formc deterinina a lei provincial d; t7 dejauhn
de 1873.
Criado
Km S. Jo-e do Manguinho. i io de lost!
Duarto das News, pr-.isa !: urn par.ii tratar
de dous Aavallus u rflfeb i^lgtim -fcrvi.o ; io
mesmo sitio.
Alii!
ga-se
o primeiro andar do Sohra-lods roa do Duqnfl de
Caxias n. 4i, proprio para escripiori >, on r.ipai
solteiro : a tratar no in.-Mno. loja
el
a*
55 rhl m
i?!iii.^2i
o
o
oi'S's-S
A ^ I.
5 ai--!fii-3
ss*
Rsi:
Hz.

i* s
js-g 81
a \s 2
3=3 1*1
Rltt
pi i
W^ ? g
3 ?
3
I >
>;
5!
C
9
VELOUTINE
6 UMA ESPECIE DE
POS de FLOR de ARROZ
Especialmente preparados com BISMUTH
e por conseguinte d'mna acjao sandavel
sobre a pelle.
E' ADHERENTE e totalmento ENVl-
SIVEL, dando i pelle uma fresenra e
aveludado natnracs.
Preco da Caixinha com borla 5 fr., em
casa deCh. FAY, 9,ruedelaPaix, pariz
Depositoem Pornambuco, A. REGORD
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Nova medicacao contra u molestias do ro.a-
cfo, asthma.catarrho, coqueluche, liiica etc.
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NOSOS coDtra anemia, chlorose, amennr-
rhea. nevralgia, nervosa e molestias esc-u-
phulosa*.
GRANULOS ANTIMONIAES FERRUGI
nosos com bismuth, contra at molestias
nerviosas, das rias diRestivai.
Pharmacia E. MOUSMER em Saujon, (Cha-
n-nle-li.fcrieurc), Francis.
Depo-iiii m 1'ernumbuco : A. RKGORi);
MAURER, |ibaraiaeruiir<>
F-

AGUA DIVIKA
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tJITTA A6UA.DE SAUDE
Freroi.tud* P*rs o toucEdor, como oOBMrrKnno
eoBiiutr-oigiitc w bellu etrta d moddd, ftma
Tftodo d. petto do clioli-ra morbo.
ADVERTENCU IIP0BT1ITI
Umas imilaeoes o faltificacaes fraudulft.L,-,
at mai' veies rtamnosas A aiide, excitadas pela
fama ISo ju-lamcnlo adquirida pela Agua di
villa, obrgjc me a recommeaoar aos cor
d.ire- de rec' hecer nnican.enle como 'eg
a* garrala* no gargalo das quaes acha->e uma
pequenna (axa can a minba
firnia e marca de fabrica.
&&
PARIS, a, rut> a'Siglrien
EacontrA-sam c*t .1c todo* oeprlnvtpao
Pbarmacenttces e Calclltralroi S A i
il


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*:.
1
I
I
I

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i3iari6tiSS jRaa easa paHa festa.
na exeellenle casa no Monteiro, tra-
. qoal aeacha em muito bom e-
'"-.lar r.a ma Primeiro da
o :i. 10 A, loja de (jurgel
oiwnl & C.
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0 Consultorio hoineopa-l
thico
Dm
PKI.0 BACH ARE!.
Manoel de Siqueira f
avalcanti.
* f* Preservativo da ery-
aipi'Sii : para curar com certeia, e
poacr tempo, qualqner ataque de
slpdfa, e prevenir o sea reappare
rm'';)to.
Este mp.licamento tambem 6 muito
ewreroso nara o rheunulismo.
2' > Reprulador da mens-
_n>ny;\i : para falla, irregularida-
yte, suppre.-'sao repentina dame;;strua-
f*', e do;, lochios, assim como para
foib? o< ^o-'rimentos devidos aquellas
afef-eCes. Ambos estes medicameutos
j iw nmito conceitnados, e procura-
#>s neta ~ovincia, u do Wo de
Janrro.-
Aeh-im-*e a venda somontc em casa
A) aut'ir, ilas 9 horas do dia as 3 da
ante, e 3 qualquer hora em casos ur-
fcalos.
GRATIS AOS POBRES
Rrn da Imperatriz o. 14, 2 andar.
Carros de luxo.
TU]HQ$tit>nafel quo a cocheira da rua do Bom
Imb it. 15, de Joaquim Pies Pereira da Silva, e a
*ps tern ar roclhores berlindas, calecas, meias ca
Sags* v.ctoriw de luxo, proprias para qualquer
wtido, vi.-ita* Je etiqucta, bailcs e actos da aca-
Imki, sendo os mesmos ajaezados de excellent-*
.jh*itn- (! aniniaes, arreios luxuosos e boleeiros
sees fanlnnifn!r$ do ultima gusto, para o que se
mrrida ao publieo a vir nor si mesmo scientifi
ewsada u'ruade do quedeixamos dito, certos de
9s'i:> entontrarlo pomada, e sim realidade e
-W-KBOtlos pieeus.

Dr. Santos Mcllu
0 41-------Rua do Inipeca lor-------it
^ Consul tas todos os dias das 11 a 1 da 5?
W. tarde. 0
49 Gratis aos pobrcs. (
Rosidencia a rua Nova n. 7, sogundo 2
andar, onde da consultas das 6 as 9 da jR
* manlia e das 3 as 5 da tarde. Mf
X Chamados a qualquer hora.
Escravo fugido
300*000 degratificacao
Au.-entou-se desde o dia 1 i de maio de 1872 a
preto de nome Alfredc, represents ter de 30 a 40
annos de idade, e perfeito cozinheiro. alto bastante,
e bein niapro, pouca barba, olhos grander, e muito flff ff I
ladino, con-ta que tem pai no engenho do Sr. Lifld ^^
de Caiara, em S. Loureoco da Malta. Esle preto fc. ti^f^Ak
foi cozinheiro dos ingociantes Adriano k Cmram 2, .
Sr. Jese Joaquim Goncalves Hastos, o juiga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta eidade, eomo forro : pede-se: a todas
as autoridade* e capilaes do camp i, que o desco-
brindo, o tragam a rua Duque dd Caxias n. 91, loja
de miudezas do rival stm segundo, que serao gra-
tificados com a quantia aeima.
ksa decampo
tXTerece se a quom qaiier fa^er os concertos
aecfciari ^s, n .irrendamento por aljguns annos, de
gRK, da -\i' llente casa sita^na Porta d'Agun,
lo Dr. Joaquim Pircs Caraeiro Mm-
\,_ pa-saivl-i-ss escriptnra para raaior seguran-
. A Ij , tem magnifico banho de agua doce em
9rcBfc>, c e muito coinmodo visto que o trem bassa
M iate: ajiein pretender pode dirigtr-se ao Sr
Urs^i-iftco Caineiro Rfonteiro, em Apipucos, ao
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesns,
. ao m'. '.antiaii, a rua do Tomniercio n. 40.
Escravo fiigido.
100,3000 de gratificacao
D^appareceu de novo, Je bordo da barca bra-
s*"'ra S. Jtwf, o escravo Joaquim, preto de na-
v* 8 qual anda hem veslido e cal.-adw, deixan-
doTe ravo perleneea ao fallecido Ur. Olym
*>';(, a da Silva, quo o havia cornprado na
R>vin :ia de Minas fern S. Joao d'EI rei on Oure-
JYc-i>'.. < com elle seguio para o Rio de Janeiro e
Ts!!i para e>la proviucta, donde foi para Maceio,
teniio o vendido alii a Justiuo Epaminondas Ne-
ts, a (o.'.ri n corapraram os abaixo essignados.
Sabe GOiiuhar, occupacao a que estava dedicado,
*tNfthe*6 se pela falla que e afneano.
i. ; si- a gratilicaciio acima a quern o ap-
jttheniet e roga-Se a todas as auloridad-js a sua
ter.\'
i de otrlu'-ro dp t873
Jose i uio D 'iii.iu-j is Pinto, queiendo rosumir
icii) d>- in h ':.. tem resolvido fazer urn
de 25 i.>r cento dim prepos do suas
a jiias sao : ric.is m ilias de Jaca-
NBda .' Luiz X flJiricadae em Franca, ditas de
d,' anal".- gn.-ir Us-ronpa de jacaran-
.-t* tl. iiHignd i: >fc "^ lc corf ejwaho. ricos
(;- >i.! !> de mikm-llo, riOH guaidas-'lon
kt.V i I -i' n p ailii niesaf ei stica- para jantar. dit s
A- in vho itmn abas \xttn almost, mesinhas de
i costiii'.i. .. (noi, intiuidade de objoc-
at& >;:ie sena esliwoaho mencionar ; tem iiii)
BBBrfe w rliaii ;ito ifc cadeiras do wiuitas qualida-
Jfc- : a r^a do liara j Ja Victoria u. o7 e 58.
OS:-. Ji'vino l-'onianJes d.i Criu e cbamado a
ftiiu ("urou :1 Suassuua n. 482 ,i negocio de par-
fcmbr inleryse.
A sea-n-ra qe se pfifereeeu para niorar em
. '?> f:i nilia, prestando sens servicos de costu-
_ p<:- pc sal.ir-c podr dirigir-se a rua do
*rip;ez (!e u-iinda n. 31. '2- c 3. andares, so-
iklU!
A pessoa, que pbroogauo levou de bordo
...por Parana, cliogn.li> lioje nesto p 'r-
i, uai liabii >le i paimss, <*Jtt tI'vos oivaruados, queira mr.ndar (&
ar na.rua do Impcrador n. 77, ou na
i.i .!)- vapores i'.a co npatthia Bra-i-
Viro.
Tem pa
io Filiio : a tfalar
do Commercio. n. 8._______________
Leques, luvas'e sahidas de
bailes.
Ama'al, Nabuco & C. reeeberam am completu
sortimenlo de leoncs de madeira -mosaico con-
ro da Ku>sia, marfim, madreperote de diversas
cores e tartaniga, luvas de pellica fresca, e peuux
de sued, e tahi las de bailes ou capas de casemi-
ra para preservar quaesqaer ineommodos nas sa-
hidas de teonioes: vendem n* Batar Victoria, a
Yua do Bario da Victoria n. 2. "W*JB
Amaral, .Nahuco & C vendem maguiiicas
celcbas de seda, fi..isMmas aberturae de cam-
braia de llnlio bordadas. para camisas de senho-
raS', e meias de algodao, fio do E^cocia e de seda,
para homens, seohoras, merinos e meninas: no
Bazar Victoria, irrna do Barao da Victoria n. 2.
AVISO
a Sr. J.(aquim Clemente de tamos Duarte tenha

ir ou mamlar a ma do Coronel
sina n. 28* a ueaocio d seu iuteresse.
Pern utase ou vende sp a ca-a terrca e urn
trrrer* jpnto cm ^3 palmos do frente e 310 de
: .. ja roni aWcer^es, rmto e porta* ra frente
la ca-imba, ita na fregnezia do Boi
a roa de Jo:io Fbrt|aBdes Vieira n. 1'y; a
i) est;i 'it'isda em chaos propri is :
I n I ider pi d
" ;'
ir a rua da fmpe::'.
> dira i- -m- qacm deve tratar o
4fr *
_": : i !' I'Jtfffl Vienna n. 36 pfecija-e
feJfcr :' i "' vi^.rio Andre Corcino de ArauPa-
r'.^i de scu.iutcresso.
--------+------------
1
ana c a
Revotacft*.
! '): utfelet da C. ie 1 trd.
i Lies.
j. ao liispo de. Pernambuco.
tv!. br-cli. I 000.
.\ Livraria Franceza.
ftptir.'.
rfk J/es. .-.; i n i
alaiil1
^T Precu
i6r uo-sas if
.-.;'
*at Hiain
N. 2627.
t-.ltlecimcnto de pe-
rns da- Odzes n. 2,Jque nao pa-
iiii", | r it ter-sc deseneamiulu-
i'v Joao.
: M1, 1I-----------------1i---------------------------------------___
S* andar di ,'obr.ido, ceiu bas
! para lannlia, sito a rua estreita
I a tratar no armarem do me;-

confWtar tun ftiM(Wt<'pWr 4'rttt(r3htos'e diss**(i*rti-a i
a-doJoS')! dcRarms r trrtt .r ca
a i ii. 54,- das 3 bW83 da taiide
!
ii Vir do salvadi ihruadi- Trln
** f ^ ill nt* estreita do
i-.iii .pSfrfhetes dja
cfinha etanqpe
=i* rta rtti lo^'rto'ya'4or no *-
ica-
I r^ti s
stmU.do Rosario n. 28, vg
, uma mesa el<
mais pecas avuisas, todas bem wnafiMsM.
Cozinlipjia
Precisa-se de uma cozinheira para casa estran-
geira Ue pouca familia: a tratar aa roa do Com-
mercio n. 38.
Traspassa-se a chave da loja da travessa d>
Duque de Caxias n 14. com uma armacao to
da envidracada, propria para cig.irreiro, on on
tro qualquer negocio : a tratar na venda junto,
ou com Manoel Azevedo de Andrade, a ma do
Crespo n. 8.
Casas para alugarpara a fes
ta on por anno
Urn sobrado no Poro da Panella, na rua do mo
n. 5, com i s^las, 5 quartos, saieta, cqunha.^ora e,
quintal mur"ado.
Uma boa casa terrea nova com cocheira, estri
ban a pequcno sitio, a margeai do rio, n. 35 da
me*"ia rua. r~m f
(Jma casa peqaeoa. porem com bons commodos
na travessa da (>uz das Almas- ao pe da easa vt-
melha n. 2. Todas a tratar com o commendadoj
Tasso.
ca^praAS,
Compi

^ ra-se
urn sitio nos arrabaldes desta eidade, onde passe
Unha de binds : a tratar na rua do Imperador'n.
48, armazem.
Compra-se
uma escrava que seja cozinheira e de boa conduc-
ta : na praca do Corpo Santo n. 17, l.0. andar.
n
PHASE
i>
VGA-SE BEM
cabos dc cl^eos de sol, bengala, leque e de outro
qualquer objecto ja usado que seja de marfim : na
rua Duque de Caxias n. 28. deposito de carvao
animal.
trims.
Ao bello sexo.
Gnsmao & Leal reeeberam rices'corles de gaze
de seda, fazenda .inteirsuuento nova,. e vendem
pelo barato prejo de 4OjtOO0 o corte i.aeUe,j, antes-,
que se acabem : sd na loja da roa vr:nieiro is
Marco n. 14.
Fumos espeeiaes
para o fabrico dos melhor.-s cigarms finos de seda
e linho, e para caximboj a aber
O verl:i.di-iro fumo de Daniel.
Idem do Rio Novo desliado.
Idem esbello s e picado.
Idem de -haependy.
Idem de C-oyaz.
Idem dePomba.
Idem do Mineiro.
Idem de S. Paulo.
Idem de Minas.
No arma/i-m de fumo a rua
n. to A, de Jo e Domingues
O propnetario deste estabelecimenlo tem lido o
maior capricho pos.-ivel em obter do Bio de Ja-
neiro'as qualiJades dc fumos mais espeeiaes,
algumas ate me-mo na<> ennhecidas neste merca-
do ; porem muito apreciado em outras provin
ciaa do imperto, eomo os fnmos que acaba de re-
ceber pelo vapor naclonal Bihia, entrado cm 6
do corrente e par isso convida at dpataans fre
gnezes e amigos para verem e examinarem as
melhores quahdades 'dafumos ii.in-, a (iromette
couservar sempre em seu arinazi'in o que houver
de melluT Dostte.artigo, desde Hi arroba ate 8J> a'
libra ; tudo a c.ontento dos sous bnmcrosos fre-
guezes e amigos.
da Midra de Deus
do tarmo e Silva.
ill 15
Vtntle-so um sobrado de o andares e so-
tao, d rua do Bom Jesus, outr*ora rua d^
Cruz n. G3, e urn dito de 1 andar na-mesuta
rua ii. 61, sendo estes no mcluor local da rua,
junto a tgreja matriz do Corpo Santo: a
tratar no mesmo sobrado n. 61J, arma-
zem. i
Casa
e terrene
Vende-se a casa de ferro e terreao um Saut.
Anna, perto da csta.io da estrada de f.rro : a
tratar com Shaw, Hawkes & C, a ~;:a do Rom
Jesus n. 4.
Machinas a vapor.
Machinas do Hescaroear algonVlo.
Machinas do cortar fumo.
Arados ninericauos.
Cofresd- forro.de varios tamaflbos
1'rensas pHra copiar oa'tas.
Rua do Bom Jesus n. 4
Fazendas baratas
HA I
loja da America.
Bramante de4larguras. muito bom pafa'len-
coes, a 146H0 a vara.
Brim loaa, suiierior, a t*tt00 a vara.
Madap dio francez a 6*0 ) a peci
PARA TOALHAS 1)1, MKSA
Vende-se rico at^afnafl.i cam 2 fargurase dese-
nhos modernos a 11600 a vara.
PAHA VESTIfiOS
LSzinhas de qnadros azues *Ar>J rs. c covjfdo.
M'tim trancaJo, cores .garantldas, a iOO rs.o
covado.
Lazinhas com listras do selim a 1*000 0 covado. !
Brilliantina a> ciina ta, com 2 largnras, a 500
rs. o covado; dam-so amnslras, na ro. \ 'do Cabuga
n. 10.
LOJA DA A-flKRICA.
Aloaciam
A V00 RS. 0 CUVAD0.
Paz'-nda int.'irameiii.; nova eyroafik para a pre-
*enle estacao, pelo bhransMmn nfceo de^uOrs o
preco mais commodo do que
parte.
em outra qualquer
IJOUMCAO
DA *:
Fiindicao da Aurora
Gh^nde sortimento de:
Moendas de todas as qualidar
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentactes^
idem' idem.
Macjiinismp, i$m. ..
Vaiaimias, grajieaiiieBtosi)
ra jardim, etc, etc.
Tudo serende por precos
muito m t oonta para aca-
bbrir,]\ /:
& R
gulares,
Rua do.Barfto da Ymm n! II.
>DE
Maeliimi
Com as falsidca^Ocs que tem .apparecido
------------- _-7 --x-----------
<^o, iia'fuhdic^Lo- da Aurora7
em Santo Am aro.
'<...

-4
Asunicas verdadejras
Hi eh as hamburgnezas qne vem a este i
na rar Marquez de ulinda>- 51
mi
Caroeiro Vintiua.
A' cstc grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costHra, de todos os autores mais acredita-
dos ultimameutenaEuropa, cujas machinas
sSo ;garatitidas por m anno, e tendp ttm
perfeito! artista:para ensinar as mesmas,- em
qualquei; parte dosta eidade, comry bem as-'
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
aiino sem despeodio algutn do comprador.
Heate estabelechnento Wmbom ha pprtengas
para as mesmas machinas e se suppte qual-
3'ifMi peca que seja necessario! Csl.is raa-
niiias trabalham .coin toda a peifoi^ao dc
Ura e dous;po$pontos, franze o borde toda
qualquer costura por Ann quo gga, seus
precos sSo da seguintoqualtdade : para tra-
balhar a mao de 309000, 4O9600 i 3?000
e'SOJJOOO, para trabalhar com o t,e sfio de Ul
809000, 009000, 1009000, ilt'9000, i
1209000, 1309000, 1309000,2069000 e'
2509000,-emquanto aos autores nao ha al-
teri^SO de> precos. e os compradoTt's poderao
visitar este estabelecimento,
'i.(iq--d> 9i>nrr
obtk
ur
Nenhuma
china Singer 61egij
tima se nao levar ]
g esta marca fixa no
bra^o da machina.
i
. in- i .-;, ,i bt ; }
Para eVitAHtafsi ;:
OS
*. j' .
fi canoes. notem-se
bem todos as deta-
inee da marca.

que muito de-
vciao gostar pela variedade do objectos.que
''G.1'Starr &., em liqilida1 ha sempre para vender, como sejam: oadei-
ras para riagem, malas para ^iagern, cadei-
rps para sabjs, ditas de balanco, ditas para
crianca Jaltas), ditas para escolas, costorai-
raainquisstraas, para seohora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos douradrvpara sala,-;-/andcs e pe-
quenos, apparelUe^ de metal'' para 6bd/fa-
queiros com cabodemetal e'de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino.condiei-
ent0g 'ros para sala, jarros, guarda-comidas de
hrame, tarapas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavutorios completos,-ditos
simples, objectos para toilette, eoutros mut-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de*de as 6 horas da ma-
nha ale as 9 horas da noute &
Rva do Barao da Yictoria n.
Vende-se uma Tinda victoria com 4
eita de encominenda em Paris, com araeiost pera
dous cavallos : ha rua da A'urora'n. "0, onde po-
dera ser examinada das 9 haras da manha ate is,
5 da tarde..
Qs proprietarios da Predllecta, no'hrttiHo'tte
conservar o bom tpncejto que teem raerecido do
respeitavel publieo, distingnindo 6 seu1 estabeleci-
mento dos mais quo neoociam no mesmo genero,
veem ieniific.1r aos seps, bonsrlijegiiezes que^pre-
v^niramfc09*euicorres^ortde'nte nas divwsa: tl' -
?as d'Kuropa para Ihes. eivBrem pof todos ospa-
quotes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
jam .mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles pai/,es, visto aproxitnar se o tempo de
festa, em' que d bello sexo desta linda Veneaa
mais ostema a rtqneza1 do suas to'iiiBUes; e co-
mo Ja recebossem pelo ptvquete francez diversos
artigos da ultima moda, -veem. patentear ilguns
o'entre elles qae se tornamolals recomirietldaveis,
esperandd* do respeitavel pnbllco a costumada
concurrencia.
Aderecos de taftaruga os mais lindos/que teem
viudo ao mercado.
Albunscon ricas' capas de madreperola e de
veiludo, sendo diversos tamanhos e baratos pro-
cos.
Aderecos completos de borraeha pr prios para
loto, tambem se'vendem tBetoS alerocos muito Lo-
nitos.
Botoes de setim preto e de' cores, para orriato de
vastidos de sochora ; tambeiii tem para collete c
l.alituu
Bolsas para. scnhora=, existe uni bello stirtimea-
to ae seda, de palha, do chagrim. etc, etc., por
barato pre^o.
BoBeCas de todos os famaolios, tanto' de louca
como de ci?ra, de borraeha e de massa ; chama-
mos a attenrao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezos tornam-se a< crianeas um pouco im-
pcriineutos por falta de um obieelo que as en-
trctenliam.
Camisas para homem, vendem se por preeo commodo.
Ceroulas de linho e de algodao, de diversos pre-
cos.
Galxiohas com musfca, o qae ha de mais liodo,
com distieos nas ta'npas e proprios para presen-
tes.
Coques os mais niodorncs e de diversos forma-
tos.
phapeosptira senhora. Beceberam um sortimento
da'ultima m da, tanto para s^hnora, como para
meninas.
Capellas simtdes e com vey para noivas.
Calcas JjOTdadas paia menlUas.
Erttremeios cst.ampados e bordados, de lindus-
deserrhos.
Escuvrfs c'rtriMS pttradeptes, tem a'uroprie-
d.-.de de evitar a carie 'd>s de'mes.
t'ranjas do seda pretas e de cures, existe um
grande soitim.'nlo. de divMcaslferguiras e. barato
22.
Nao ha mais cabellos
braiicos.
TlNTURARia JAPGKEZA.
Sde unica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal A rua da Cadoia do Recite, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1 andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
jiijij uvutr.uviuiui
De'forga .de'd'ias i seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado 4 C, tr-a
vessa do Oirpb Santo rt. tS.
M
!A dinheiro ie>*azo i
A contento 'das Bxnims. farfiHias
Sao as mais baratas
Sto de dous pospontos
Sao mais simples c rapidas
Sao duradouras
J.
MACHINA DE SINGER
nous
Abainham
Franzem
Pregam tranga
Marcam pregas
Bordam de linliadesedd
Alcolchoam
B pregam cordAos.
UNICA AQENLIA
EM
IT
A CASA AMERICANA
45 RUA 1)0 IMPERADOfi &
P&tassa da Russia em tneios
barris a 509 rs. o kito
Deserabarcada ha foucos dias : veudc-se d
escriptorio de Oliveira Filhos A C, largo do Corp-
Santo n. 19.
Banhos em Olinda
n. 20 A, duGorgel do Amral
Harris \\m\ azeite - Veude-so por barato preco i. rua Larga do
Rosario n. 34.
Olco de linhaca
Vende-se em grosso e a retaluo,
Lnrga do Rosario n. 34.
na rua
lladapolao francez
6^500
Camisas e ca^as M fazenda d boa qualidade,
prprias para os bauii is em Olinda: na loja dos
arc/is a rua Primeiro do Marco (antiga do Crespe)
preco. n- ^0 A, do GurRel do Amaral A C.
Rtas de 'sarja;4< pngflrSoi-de Setfm e de cba-
malote;- de mverraallajgursiB ;bonitas eores.
Fachas'der.pwgnrao'wtito Itodas.
Flores ;artiliolacs. A'PredilecWBI'ima em1 con-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
tarflo es, n3o so para enfeite dos cabellos, como
tambem para ornato 4* veslidoMblioivas.
Galoes dealgod.vj, Iwhyd^swll, brancos.pre-
tosede divvisas cores.
Gravatas de seda'para' hutmera i e senhoras.
Laeiis dacambraia e do seda d; diwrsasi cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
lavros para ourir missa, com capas de madre-
perola, martini, flso' eivMMdo, twdo'qtie ha' dd
bom. .
Pentes de tartaniga e marfim para alisar o* oa-
belos ; teem tambem para tiraraspaj.
Port bouquet. Um bello sorlmenta de -madre-
perola, martim,/isso e"d.iuraJos por. barajfl prego.
Perfumarias. Nesle artigo esta a Prcdile^ta bem !
provida, nao so em extractos, comu em oleos e \
banhas d>s melhores odoiejs, dos mais afamados \
fabricantes. Loubin, Piver,, Socjedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e'Rimel ; sap iod
a festa.
Sails Bordadas para- senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de Uede setim bordados,para bap-
tkados.
Tafetes. Rccebeu a- Predilecta um bonito sorti-
mento" de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entraihi de salas.
Vertimeaus para, baplisndo o que ha de melhor \ $al UO VctOO VCYWl.
gosto e os mais modernos. recebeu a Predilecta e
vende por barato prejo, para fear ao alcance de Tom para vender Joaquim Jose lioncal-
qualquer bolsa. ttfe BeltrJo rr--r----------4--------.-------------1i---------loVuez D. AhAa, Mndeado doifi*oVite do tra
Vende-se um bqm ternmo navina de Guadti- 'rvipK^-AlWrtdr'ffa VClhn j*etirr'a 'inrdo ov
lupe de Olmda, m 43-plm93 ..dif^lpccerea ^S.; a; a tratar^ wrao ot ^
" ftrn'dd^a tratrfrnesta "
;nfanhi Ss 3 (M, taw.
a (j^ouu a pec.a!!
. IMadapolao francez fino com pouco sujoa 6/ioO
a peca ; e pe'ehincha f na rua do Qacimado nu-
mero 43._________________________________________
BATISTAS
ra a 400 rs. o covado, a rua do
Queitta^o n. 43, em frente
a pracinha.
Btrflstas ftnas com lindos dest-uhos a 400 rs. o
covado : sd a rua do Queimadon. 43, loja'deGuer-
ra &''Fsrnanlcs.
PECHIiNCHAS
So o n. 20
RUA DO C&ESPO
LOJA DAS 3
conlinua a vender muito barato para apurar
muito dinbetro.
CASSA LA
Chegou esta fazenda,sendo lindos padroes.e ven-
de-se pelo diminuto preco de 2o0 rs. o covado, e
pechincha 11 I dao-se amiwlras.
METINS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padroes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, c
pechincha I I I doa-se amostras.
LA3 E->OOCEZAS
Lasinhas escocezas, padroes bonitos, a 240 rs. o
covado.
Ditas com listras, padroes modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas lit e seda, padroes modemos, a 640 rs. o
covado, e pechincha I I I dao-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrOes bonitos, fazenda de
if,000 a 400 o covado, e pechincha I I I dao-se
amostras.
CRETOXE
Cretoue em pecas peqnenas, com bonitos pa-
droes, pelo diminuto prego de 400 rs. o covado, e
pechincha I I I dao-se amostras.
Cortes de casemira d) cores, a 5$ 00 cada nm.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
FustAo branco para roupa de martnos, a 560 rs.
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobortas de chila adamascada, a 3500 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3$300
e4a000.
Lencoes de bramante, a 24000.
Ditws de algodao, a 1*400.
Toalbas alcochoadas, aJ6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa aban1 ados, a 2*Ouo a duzia.
Ditos de esguiao finos, a 3*500 a duzia.
Cambria lisa transparente a 3*000 e 4*500 a
peca.
Agnus ArCaliiio-Gazdsas das Pe-
dras Salgadas.
Villa Rouca de Aguiar.
BICAHBONATADAS-SODICAS
Analyses tlu Dr. Juse Julio Rodri-
gues, lente da escola Pulyte-
cknica de LIsboa.
Esta excellente agua usada com vantagem nc ?
padecimentos das vias digestivas, urinana?, do
estomago etc., etc.
Vende-se
NA
Pbarniacla e drogaria
DA
Rua larga do Rosario n. 34.
tri_i__
; zlnjz'&>ijr*>sM^ Sen PsfttptWio a rua do Coram
n. o.
Cambraia Victoriaa a 3*800.
Atoalhado adamascado, a 2*000 a vara.
Dito tran;ado, a 1*400 a vara.
Fustoes de cores, a 1 #<>00 o corte.
Chales do merioo liso, a 2*000.
Sites estampidos, a 3*5(iO/4*OjlO e 4S5
ires com listras muito finos, a's*B0O d
Brito preto trfttl^aao, a 2?n00 a vara.
Bramante de algodao, a 1*4)00 a tara.
Dito de linho de 9 e 10 Tpalraos .de lapgura, a
2*50q,e 2*800 a vara. .
Algodao marca T, a 5*000 a pact.
" mesticoL a 3*000^ peca:
| De i Asaiiieiitns
1 De baptisados.
De bailes.
De sntrees-
j De alinocos.
' Me lanehes.
De bleknicks.
De ceias.
De tudo de tudo
Se enearrega a confeitarra do Campos.
Ealem disso
A confeitaria do Campos
Estd sempre provida
De tudo quanto e^ preciso para
Uma boa mesa.
Rua do Imperador n. 21.
JPBO If k
LOOD40D4BAHM
Tom para vender em seu escriptorio Joaqniar
Jose Goncalve* Beltrao A FilU>, a rua do-G6*mer
eio n. 5. > I
rii|Mtf-B-B_M-(ras proprio para cami-
sas, ajpDPrs. o covado. ^.
Nan^iootandjraid de cores muito Bna, pelo di
minntiipftco de 400 rs. o covado. ^
S6 ita rua_ do Crespo nJ
"l*flja%e
Guilhermi^ %
4, A A Jhjh.
iTem paV* t* &
nde-se duas rotulas Mn bom estado,
prar dirna-se^jtajb{'fijJ|j$a9U Rift,;
* 1a Tibeira do f p'.xc, '
sim'co
ppra
SfeP co,
-9cVnari "n. 9, defront6v8a
Vinho Xeres aas am
"Bltfers deJ Angostura.
m*mt
armazem da rua do Commercio
r''VMae^U|Htao da
'Bahiay
Qmcg&ij.
Valencia.
Model
Lniz Dopnt, aiua deCe**-
;n.#lfc;fe.
uoiAUA.
-^Ujna.UHBrwitoqw,
j,na,B*rVo, Yepmela, enfimif^'
"flos Afogados.



I
Diatte J& &m*MM>'<-t Terty*' f : .!)
DWS P08P0M
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
Rnado Barao da Victoria 11. 28
is mais simples,
JOSEPH''gKAtfSp' & C.
DE
G0ME89EMATT0S&1RMA0
Avisam ao respeitavel publico.desta ciilade que o sortimento de joi8S, de subidg va
lor, que existia era seu estabelecimento, esia* completamcnte reforgado com o mais ele
gante sortirneiiio de novas joias, que receberam directamente pelo ultimo vapor.da, E.u
ropa, constaudo elle do mais variado sortimento de adatecps a Boujevard, pulseiras.jii 1
ultimo gosto com pedras preciosas e sem elias, brincos d'argola, agraffes para relogio dt
senhoras, delicadus aderegqs para meninas, meios. aderejos, de caraafeu.lmqissiraos, volta*
de nogordios para senhoras, corientesjnglezas de euro e de platina, variada quantidad*
de botoes para punhos e peito, com emblemas magonicos, de onix, tecido de ouro, eaaa
, feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfbe
aS Ifl&lS barataS e aSmeltlOreS CIO mUndO! tes e botoes, e outros muitos objectos de ouro do melbores fabricanlea- de Paris, qua
Na expoacio de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro- e a condecora-
feitas do muado.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior> nos
. Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
'tara.
. A medalha de ouro na exposiclo de Lend res acrcditam
estas machinas.
A
venderao'com grande reducc^o de precos, por serem elles, recebi'dos difecUmente de seu
committentes.
Os proprietaries da acreditado MUZEU DE JOflAS, tendo ?cu cstabeleciraento aberte
at4 8 'horas da noute, convidam as farailias que se.quizerem prover de lindas joiaSj
virem escolbe-las & vontade, para o que asaj em exposic,So nos mostradores.
-i-------1----------~-----------------------------------------

-----------------------,------,-
j
lachmas.
90$000
Fazendas finas
VA
Rua l..dc Marco n. 7 A.
Cordeiro tSimoes '& 0.
esla casa, sera davida, unta das qna hoje,
mm m$mm
ymtmw-
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
orfc, estabeleceu nosta cidade a rua do Barao da Victoria n. 28,-urn deposito e agenda
eral, para era Pernambuco o mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
i"a de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfe^ao de seu trabalho, pode com priazia apreseniar aos/seos freguezes
^npregando uraa airulha mais curia com a mesma qualidajie de linbaque qualquer outra, urn variadissimo suriimento de fazeudas Qnas pa-
osktntroduccao.dos raais aperfeicoados apparelho.. estaoios actualraente habilitados a grande ^^f^g*
r?cer ao exame- pubbco as raelhores machinas do mundo. \ soe nara os cempradores, de cujas fazera urn pa-
As vantogens destos rnwhinos sao as segmvtes: iqXffTu. as casas ta.pnidHM,
Primeira.0 publico sabe que ellass&o duradouras, para isto prova incontestavel, a para o aue teai o pes=oal nccossario e dao amos-'
'.rn*mstancia de'nanca teTem apparecido no mercado machinas d Howe era segun- tras mediante penhor
. ro' Cortes de seda de lindas cores.
.,. ., ,, .,:........ Ditos de gorgurao de cores.
Segitada.-~Confem o matenal prectso para reparar qualquer desarranjo. Grosdeaaple Ue todas as cores..
Terccura.Ha nellas menor fricgio entre as diversas pejas, e menos rapido estragc Gorgurao branco c preto..
<> aie nas outras Selim Macau nrclo e de cores.
' Quarta.Formam o ponto corao se fdra feito i mao. 3SonJrcto.Idein id8m'
'Jninta-.Porrnitte que se examine o trabalho deambosos fios, o qoe se n3o consega. Gran^rae, oda preta e coli?maM. de cores iin-
** outras. dissimas padrocs e fazenda da ultima moda.
Sexta.Fazem ponto miudo era caseraira, atravessando o fio de nm a outro lado, Popelinas de lindos padroes.
. k>g era seguida, sera modificar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais ^S^^to^C0'
'c*- Manias, brasileiras.
Settrra.0 compressfit 6 ^evantado com a maior facilidade, quando se tern de mudar Coichas de seda para uoivos.
igalha ao coraecar nova costura. Cortes de cambraia branca com lindos bordados.
--------.
Agua florida, de Guislain,
para fazes osi-^abellos pre-
tbs.
A afuia brancaa rua Duq>ie de Caxias,p. SO,
acaba de receber nc florida para Jazdr os cabellos "pretbs. 0 b,6m re-
snltado colhido"por qtieni,'teiw feiw use- dessa
inoBorrsiva ppeparacao a tcm allamente conceitaa-
doi-e por isso apenas *e faz lembrar a quem no-fJ
vainenle deila .precise e queira se aproveitar de
su:i utilidade. Tarnbem veio agua de topasio e
olao florido par o mesrao uso, e tao acredirados
corns aipiella.
Voltas e brincos de grosses
aljofares.de cores.
A agui.i branca, a rua do Duque d- Caxias n.
30, reccbeu novas >e bonitta volus e brincos de
grossos. .Ijofares de cores, e conio sempra conti-
nua a vende-las por prejo commodo.
Novos diademas .douradriB e
Otta-vaMnitas corapanhias de machinas de costura, tern tido ^pocas de grandeza e ggB^aSS,^"* S&m listras da-Mdav
ffcadenci.-t. Machmas outr'ora populares, sao hoje quasi descouiacidas, outras soilreram rtodan^as radicaes parapoderem subgfitoir : entretanto a companhia das machinas de Ho'we Ditas maripoza?, brancas e de cores,
ooptando-a opiniao de Elias Howe, mestre em artes raechanicas, tem constanteraente Xansuck^de lindospadroos.^^
faca 600 machinas
ngyventado dseu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que
rydia.
'fdn machina acomnanha livretos com instruc^Ses em portuguez.
A90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 28.
MCHINAS PARA COSTURA
A 25^000 e 45#000.
Its-
Nalojade Scares Leite Irmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
Lavas de pollica com pequeno toque
Baptisla de padroes mui delicados.
Persalinas de quadras pretos e- brancos, de
tras, etc.
Brins de linho dc cu'es, proprios para vestidos ui
com barra e lisiras.
Pastao de lindas cores.
Casaqniahds de la e de todas as cores, para ser J1-
4iboras.'
Saias bordadas para jcr.lioras
Camisas idem idem <
Vc-mnrios para nienmoS.
Ditos para baptisades.
Cliap.'os para dilos.
Toalhas o guardaoapos afiamascados de linho it
cores para mesa.
Coichas (to !''.
Cortmadiis bordados.
Camisas bordadas para homeiai .
Meias de cores para,homens e meninof. .
Completo sortimento de cbapeos de sol para ho<
mens e senhoras, com cabo de marflm.
Merin6 de cores para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado dc linho e algodao para toalbas.,
Aioalbadd pardo.
Brins de linho branco, preto e dC'tOres.-
Selim do lindas cores e com listras
Cbales de meric6ide cores e pi etos.
Ditos de oasemira,
I Dftos de seda preta e de c6rei>.
a 200 is.
Abotoaduras para collete, grande sorti-
mento a .120 rs.
Caixa de linha de raarca, a 200 rs.
Lamparines a gaz, dando uma loz rauito 19000.
I)-a, a IpOOft. '
Duaia depe^as de cordaa imperial, a
240 s.
Caiaa do V>ot5e de osso paracaloa, a
200 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
<00 rs.
Idem idem 60 jardas, a 2t0 rs.
Mac/) de fita chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com *0 noviellos, a 500 rs.
Meios adere^Os com canwfeu, a 500 rs.
Garrafa de tints roia extra^flna a looo
Totes com idita ingleza, preta; a 100 e
i 60 rs.
Caixa de perraas Perry,' mufco boasj
i-rt^oo.
Idem idem, a 100 rs.
'.'aixa deehveioppeatarjatlos, a 500 n.
Idem ideW torrados, a 700 rs.
Caixa 'de papelt amisade, beira- dourada;
% 80t rs
I deal idem idem lisa, a 600 rS.
Duzia de talheres cabo branco, 2 B.,
**001>
Resma de' papei pautado, a
o59600:
Espeihos dc moldura dourada,. de todos rjjto dc tomjuim.
Camisas de linho.
Ditas de chit?..
Ditas de flanella.
Ceroulas dc brim e algodao.
a
os.tamanhos e precos
PSRFUMARIAS E MTUDEZAS.
Frascocom oleo Onza verdadeiro,
Damasco de la de cores.
Pannos dc crochet para eadeira, sofa e consolWs<
Coichas de dito.
fartalana de todas as cores.
Espartilhos iisos ft bordados.
Idem com toaico de Kemp, verdadeiro, a
15000. |
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200 Foulard' de seda.
Garrafa d'agua japoneza, a 1$000. ,Casaeosa tricot.
Idem idem divina, a 19000. j W^os eortes do vestidos de linho para -aenliora,
i .iji. i__-j.j.v de di ersas cores, com os competemes emeu
Idem idem Magdalena (novidade) a ^ ul[ima. moda.'
19200. Casemiras preta*.e de cdres, chttas, madapolOes,
Caixa de pos para dentes, a 200 rs. cambraias, panno mm preto e azul, collannhosj
Idem rdera de p6s chinez, muito bom, a Pnhos, gravatas-, luvas de Pe"'"^^*
de Escocia, brancas e de dores, tapettjs de todos
os tamanhos,' bolsas de viageni, ole etc.
a i
600 rs. e 19000.
Pote comopiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19 00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de anjrnho transparen-
tes, a 29200.
Idem' idem com fldres, a 19500.
Sabonetes' Glycerino transparewes,' a
19000^
Caiia com sabonetes, formatode fructas,
a 19000 k 19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos.-a 100 &
800 ts
Frasoo comagua de colagne, a 200, 320,
490001 500 rs. e 10000.
Extfactos ttiaiw finos dos' mtihores bo-
Idem idetwMsV, a29800, 39800e 59000. tores;
Coqoes modethos, a 3960V.1'' Lindas e elegantes caixinhaacom perfuraa-'
Duries-tSe pe^ftsi de 'trab^as' de1 caracdl' ria9, proprias para -presentee, 'dos- auteresl
Itranca, a 400 rs. ,E. Codrayi Rwfter, Gelled Freresiete.
Idem idem lisas,1 a 2"o6'rs.' Qdatirbe''com santoseesttrnpaa' sepaTa1-*
Leques deosso e sandalo, a 290001,491 das.
t 69000. Ehfremeios e babados"frarispartntes e ta-l
t-'ita de Velludb r,s. itiL Uma grande taboleta propria part qual-i
MiCDseopios com 12 vistasJa"690tttt.' qdeHoja.
Frasco com-oleopairamachmaia4
Rua do Barao da Victoria n. 28.
Na loja do Passo, rua l'rrmeiro do Marco Vi
A, antigardo Grespo.i ______
1
mas dourados e com pedra,>tanto para meainas
conio para senhoras. i
CoUecc,6e8' de- traskbdos::ou
normas para escrever^-ae.
A agoia branca, a rua Duquo de Caxias. n. 40,
recebeu npvas colleccSes ou normas paTa,a^>criari-.
cas.aprjepderBm a^8iever por si ine.-nio,hoie tao
usadas nas anlaV e collegios i e como s.nnpr ven-
drf-as por'precocoiBmodo.
Meias cruas firtas pa;ra meni-
nas 'e sendVwjas"
A loja1 d'agula tifariea'.i a' rtw neqiie ia-Caxias
ni-SO; rqeebe*Tiovoi3or!imemn Aisfuellas tao pro-
cuiadas eoeiaa wuas para,t seuhora,. .^ind* igual-
i pacljneninas, j continiia a,vende-las por^
precos cbtnmodi-.
Veos ovi rnaHtirilias pretas.
Aloja da agnia-bfapca, a rutidADuq^q de Ca-
xia a. oO,.,rcebeu. bonitos. veos- oa *aantinhas
pretas'je seda com (lores, e outras a' imflacao de
crbch*,' i vBiWe-s'pe4S'baratosipreco de 31,
tf e 6J*HX>. 'A faeenda enoaoo esliem perfeito
esuda, palp ia eontioiafc..|8r.wc9flUlextrao-
cio | ., ,
Perfeita.uiovklade.
GrampoalcombOrboleUsi bezouros gafa-
nhotosduuradose cotoridoa,
A lQijp> ag^a.>ran, a, *a,,dp Oivjue dc
Caxiasn. ISO, r,eoebe'.itovos jgrarnpos combor-
boleta* bezn'uros e. gafanhotos.' o qao de c6rte' e
perllaHa novid-de;; A quanlraaaVS nepuena; e
por-hsofc'breve'aa.BcaJ)aio. '
Novas golMnh^te ornadas com,|
pelucia -ou armiiilio i
A loja d'dgtrfa'braiw^avTiaiDutioe' de'Gaxlas
- aO-v rtceben Ajn)a pequanaj qaptid&iie fa* boni-
s e novas gollinlias, trabalho de;1i e seda,'en-
neitadas com arminlio, obras esta's de' muito gosto
e interrawente'tfovas.
, Grampo8/ bi*iricoB e rozetais
domradoBo1'
A Ittja da agula1 'bWrica, a trrt'ilo Duojue '
Calias'. 60, reee*i'iKrwneaU5 booitos gram-
posy*rinco9.fe MlMi doorxtoa V assim. como
novos diademaa de.aco, a coroo.sompre oonli-
mia a^enda-los pQr?pnBSOs,'razoaveis
Caixiulias comip6sidomado8
e pi^l^lois;'tiaraab4'iOB.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
quo.de t axias.nr50r"
Luvasc.de pellica pretas e, de
outras cdres.
A loia a Agoia Branca,, a ma Daqoa de-Gat
xks n. W, receaei no** sotii*>iiaaa bwaa
I p^lka, pfeta^'e Afottftas k-acesk-"_________^
g(ttS.
Este yerniz, cuja falta a,ui tanto senlern
'os-Srs. fabric*iit**** possaidi'res de cerriui-
gens, acaba dohigor para sen unko depo-
sfto, VERS1Z SVPERriNO PARA CAIXAS DE
I CARRlAGENS.
P fFittn* verniz imiito claro e dnravel para
aiJ caiins -de earrongens, para. todas as de-
miosi ou pura a ultima somente, sobre
ontros vfrnizes, A superficie secca em 12
horas, depois-das qaaes se expoe ao ar por
argum-tempOj o que faz endurecer, e passa-
awi|5 a'J8 boras pode pssar-se a caixa a.
pWrt pome e mao. DSo-se com facilidade ires demaos
deste verniz sobre as tmtas, em. Ires dias.
A-primeirt demao servindo de apparelho,
sjUda- aseccar as ultimas deniios e produz
um excellente brilhn.
Vlprniz superior ercnnte para
'1 carriiKgens.
'Este verttiz e da'mema cdr que o ante-
cedent?, mas endurecc e secca com mais ra-
pidt-z. Lmpreg'se com borrr exito nas
gbras; urgentcs, e pode misturar-se com o
ariterior. A duracio do verniz permanente
diinrnoe' na -pTopnrrao damistura.
VERK1Z SUPERIOR EUSTICCO PARAJJS
JOGOS DAS CARRUA*,ENS
Hao' otao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Fmprega-se nos jo
gOs das carr.uagt'iis e tambem para as pri-
raeiras deidaos sobre c6res escuras. Pode
paisar-se a pt'dra pome passadas 10 horas,
pbrJentlb dar se em seguida outra dernS.i^.
Vterniiprrto Fara trabalnos em preto de carruagens.
Produx.o preto ois cscuro e brilbante, e
pode passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Dove dar-se duas demaos sobre um
fundo, preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
'vfiiwi^r.vRA'coi'Ros, .brilhante f.
ELAST1C0.
Este verniz, contendo na sua composir;ao
jj'rande quantidade d'uma substancia muitn
metfiante a"o azeite dfinominadopieds bceuf,
;e ao couro ve
fn'o'envernisado. Em geral basta uma de
maO que deve ser applicada muito bgnira-
"dle'nte, com um pincel depois de ter lirrrpo
o coim com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 6u 2 horas, e a" sombra mas ao ar
iecca em 4. Em tempo humido e inutil tal
firaballlo,' por que n0 6 pnssival t- mar o
verniz elnstico' e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparelho.
'Depois de ter applicado 2 ou 3 demSos
deste vorniz n*um intervallo de 8 hr>ras, de
ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no fim'dos quaes se p6de pulir com extre
ma-facilicidade. E' essencialmen# neces-
sario cobfir este verniz com duas demaos do
verniz *uperfino pra caixas de carrua-
gens. a
VERNIZ SECCANTE.
. Mistura-ae com as tintas de apparelho, e
sobre todo com as tintas moidas, para que
sequein mais facilmento e para lhes dwr
maiticouswteiicia.
n
com pedras'.
A aguia branca, a juS do Duane do Caxiaia. Semellianteao azeite denoroiiiaaopjecwafro/,
50, recebeurnovo sortimfcnto de bonltos'BrMa- go unico que dd flexibili'lade ao couro ve-
mn (imirada* p 4'om ni'dnis. tanto uara meainas fi;,;'.,^.,,;.-',,I, i',,i rl hasta nn Ha-
-> Mmlwa !' S '"
Prepawda flaw
LanuiPM-iSnaf
para iaia-ui
Uxla a qu .iladrii
do doi.'iit^.^r
sojn na gjjjpal^
peito ou boSfli.
K\|.r<---*a
escoilii'lod**ae,
lhorosligtw quaes s ^tH^at
o oleo 4faaa
da Terra lima
puri(i"a4e calim-nte. iaa
valuavcsa|B*-
edfldest-eaaaar
das win salac
CHi.lii ln,-'.ariaa
ofrii.-i-ojaaav
tepertcitadaav
te pii'o.
Este >im tarn
sido sukjicjafc
auiuexwaajyJK-
to Si verm, jul*
cl imicw dsiiaii
taleuta,' < av-.
verno ioaJhal
em Cuba > fi
prouvirraa* uar
elle a cnfic
MAIOR I'OUCAO DIOi'lNa
lo "que outro qualquer oleo, que eise 5a
e\aminado
IODINO E IMPODFRSAI.VAUJU.
tm uh!o o oleo de ligauo de bautUiaa. e.
queile no qual contem a maior |.-."rii ^I
invaluavel propriedade, e ounice-raeMjy
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, UGASIAj
Phtysica, bronchistes, asthma, (atiatriMt,
tosse, i esfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da carniiS ao aa|a>
magro que sja, clarea a vista, t < '. i^aa
a todo o corpo. Nenhum outro arrj^aa-
nbecido na medicina ou sciencia, di aaa
nutimento aosystema e incorauioduadoqiaav
nada o estcmago.
As pessoas cuja organisacao tein sidadav
truida pelas affecf;oes das
ESCROFTJLAS OC RBEUMAJISiHI
e todas aquellas, cuja digestio se c pletamentedesarranjada, deve.m tomar
OOI.EO DEFIGADO DE UACAIJIJA
LANMAN & Kil-Ml'
Se 6 que desejam ver-se livres e iseata^r
enfermidades.
Atha-se a" venda em todas its bo1iae
Jrogarias. H. Forsler & C.,.agent.*.
0 INEXTIKGUTVW
PERFUME
Como nao e necesserio dar lustro a ultima
deraao-ide verniz empregado nas caixas-de
cauruageBS.o no dos jogos, convem da lo
a'um local sepwradoi aunde nao baja p6.
Quattdo a obra urge, devo pdr-se & sombra
,e,ao ac Uvre di-pois.de secoo, isto e", passa-
daa.42.horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma ospouja humida. QuanUs fl^ivezes
se Jizer isto, mais bnlhante ficard o*veTflir,
d BftaKdepr.'iSsa ss terminal a a carruagem
(ejttcasouecessario tres dias depois dd ulti-
ma dem3oy. Durante as duas ou tres pri-
.meiras semanas deve-se lavar a carruagem
.com agua frtsca, depois de ter ser-
dido...
Os frascos devem conservar-se sem pre
bermeticaHienie tapados, o resto do verniz
nao se deve deixar ficar no frasco, e p6de
usar-se para as primeiras demaos...
Nao deve mistarar-se com este verniz ne-
uhum outro ingrediente, nem agua-raz, e
de nenbum modo com o seccante. E' pre-
cisq limpar. bem os vasos e os pinceis, e o
melhor 6 senvk um piucel para cada ver
Depesito. unico para o Brasil, Bartholo-
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n. 34.
Itaralissimo
Fra seus armazens i rua do'Amorhn "
n. St e' caes do Apollo n. 57',''
tern para vender por precos coftunodbi)J I
Tijolos encarnados sexuvos para ladrllho.
Caaos de barro para esgoto:
Cimeeto Portland.-
Cimeuio Hydraulico. .
Machinas de descaror^ar alcodS..
Machmas de padaria.
Potassa da Russia-em barrtit
Pbosphoros de <6ra.
Saga em garrafSes.
Sevadinba em garraToes.
Lentiiba3 em garrafSe's.
Rhum da aJmarea.
Vinho do Porto velho engarrafado
Viio.do.Porto supier^ox,,di:a.
Vmho de Bordeaux dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles ora lipguab e debradas infleias
LieereS linos eortidop.
Cognac Gaulhier Krercs.
Latas de t&ucmb.o" inglel^
Bairis com repolho em saltobdri-'
Oi wdailtirts.?
Virihos, de Btttfgty^'-
VenoiKse.:;
nm filio no largo\'aa'Casa Fe'rte com 82b palmos
de com .casa da-pedra-e cal, 7 '\tf\**>-si -akaayoo-
ziaha ftiray.4! tatimhas e .diversos arvoredos
de,>ructos.; asaim.001119,i^m outrg uiepor. Ba tra-
vess'a da niesrii'a, vollando para'a estraaa que vai
par*b Arraiar.-cotiV'caW da'pfirt d-ca'l;'co'4
Suartos, cozinha f6ra, cacimba algrflM 'kMoret
Qnde frnejdi: no,ptp)dariBO n. 3 on na
rua,das,Tripcheira$.a. 1.
rst o cova
' I.iridaa pnupelinasde linhoie emiusonctdalrnKfrtenn Europa, e ihieiramento propria par*
a prcsente esta^aoi pele-baratissirao'pre^o de 400 rs. 0 co-
, vado.
Na rua Pri*eiro dc Marco (antiga do Crespo) n. 13, loja
odds Column*, do Antonia Correa do Vascoucellos.
h
Chap life jiAftfr'sfiAi ras.
loja do Passo, a rua do Crespo ,nP 7 A, rece-
bet rjSo tiltimb parldWe;0rictJs chap^os' pirsie-
DWraWtittia mod*!i-
Chambeptin ^ja
Pownard
Yirits 7M
Volnay,
Bcanne ,
Moothelio i
Dht) Bordeaux em iquartoJJis. .
Vendc-se pof totofTtft*':
PARA LIQUIBrtftAO DE CONtAS"
Una l^nrga^da ttoaario n. 34.
Botica.
1..- ... 11 '- .....
Vende-se
no estado em qne se acba <> sitio exMente ao
lugar dos Remciios. freguoaia dot Afqgadoe n.j
2t, hojp becco da travessa dos Rpmedios n 18,!
em chao pre prio,. qut-m 0 pretender entenda-sej
com n pen pmprietariQ na rua de 9. ftanciscoi
como quem vai para a rua Bella, sobrido n. 10J
qne se far a todo negocio
Af mimda firnw
Rtfa da' MaHre de'ftraS a. 10 A.'
Jbsfi- Wmtdgned'do'ear\rro" e* aiViiiJSrtiel^l ao*
seusT(ttiBas B^mitWs'qaeiaoip arniaaan'jl
ruadaiMadte de Beaan.AO.A,!se adhdAim-com-
,iJujo sorttnentodefiuuw.fm fr'^^d^iWJSJct'
2.*.e 3.* sortes, dos melhores rabncanles. Ba, Satua.
tf Dem-issfm?S?flbr1-tfe oor)4''ioS'fDri|C3*'do' corda
eta wte^iaeMiiMlais^^asi'WirfqBWfsptaia
bem dos mB.acdita*3%i.fihriqBnlaii).:TQa;ai*
Aranwfc ,Liiaur, AdolDhA 5cbqidt 4 ,.u* Lizam
lar.^Terxeira Wt*5'?4 'WrfeW Igarantfflo' pete
naeteao^aiKW oiw^aiBiB'Bab *iiwi(!o* jMibkao-destaioaphakj -^aoaiiniiBtBaatiaMaa
* rfWW ape^vendi^P em,*na ^a*a^er*,a*.
_ is rsoaa'dD^rWMW-eBfeadalfl^ niaterla',
poisi-palran aeivtf abtod*.< arinaucantt
( i nymf, pfauaa. d 4K aooos.deste.^odhwvio. .
|i"i'IMI jJl_i!L"!i I >"*1^
ni* vnda I.npa
Vende-se no pateo do terco ns. 4 e 6; finos de tod as as quhdatles e jietfa- a netalbo e
poraucado : nnica casa qiie, riielbor.,po4e servir
aos comp'-aaores. A's teftas e sextaStqiras ha
requeijao.
Extraordiuiiria pechinoh'a.
2^500
Colpbas de. alg >daa adacaascadas para cama
baratissimff^recttda i^SCO', na loja dm
SreeiYd*Grtr$e> de Marco lantiga do Crespo) n. 20 A.
'Laazinbaa' 00m Ultras estampadas pelo diminuto
i rteo de WO ii. ocuvadon
Ditas com lisiras assetinadas a tjOOO 0 co-
vado.
Grarradinas pretas com listras de c6res a 500 rs.
o'
Melinsiirancados proprios para vestido, a 320 rs.
0 coyada.
Alpaca's
440"rs. 0 cotado.
AlDaca's dequadros,1 proprias para vestidos, a
Brim-BPaiew.ilana,-para wlcas a 1*600 a vara.
Dito trancado a li60O arara
jj Dito do cores,.Uoho puro, a 1*400-a vara.
Fwhfflcha
' Cbapeos,;aV*trt de'scda, cabo de canna, a 8iS0$
cada um, isto tudo<*6ao a. JO'da rua do Crfc.pok
lejadas 4 iwrtti; -de GuHfeenae A G.
E pfcBa quem tem gosto.
Vestidos brancos com babados crespos-
A Rosa Branra-'-'Wrtd^ vestidos de'lcamfcraia
bianca-conriMbadOB do ultimo.goeta*. pre^o raui-
toj baratissirao.
Colxas para camas a 2#8O0.
Isto e meude**en'valor1: quern tiuizer ve-*
nha.
Madapolao francez lafrgo ai
6#000.
E' madapOlao-dB-8*.' \~i< e para acabar.
Atoalhado moderno.
' 'ttc4' ittWrrWd de Vnpprrnr qtralidade novos
gWW* ?*aOsfe 'metro, hto e por metade-do
preco.
^ Gam birftias pretas
""Pari ta!6;v gost-s- mteifamenta novo< 0 precfi1?
razoaveis: na rna'da'-faipeiatrh'B-.' 5*.'loja" da
p3rajaii'
fll.'l '!!' >
VENDE-SE
dm exceWrtlfe *Ho >-cm ca-a de muradia. WolrJgAr
dNiomlnado Sai'e^irm<>, di~tiict aa hs
lllIUfiiVl,4Slia"i.
Uma Dura distilla^ao das mais raeis-#L-
ct*-dT5stropicos. Contem, para aaaa ut-
ter, quasi o oddr odorifero das flow* tropieoda America, e sua fra^iicta e'tfiiaa
lutixhausta ainda mesmoi por cntiimwla
/aporacao e diffusao. N'este rospeito- &
1 icomparavel a qualquer outro [M-iidiae
vine ha de venda para 1
1>ESMAI0S, ATAQUES NERVOSOS, MB
DE CABECA, -DEBItlUADE E
HYSTERICOS.
E nm eerto eligevro allivio-. Omm o baa
.)n, tem conservado sua influeuria para
cima de vinte e cinco annos s j/erfumes, nas Indias Occidentaes, Cuaa,
.dexico, America CenHal, e do-t*n- e aas
vein toda.a confianjga 0 recommeniiaoaes
tomo um artigo, pelo seu amma mtiiido-
licado, riqueza de odor e permancr.cii. ai*
pode ser igualado. Tambem faz rem
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLiS,
QUEIMADURAS.DO SOL,,
SARDAS E BORBULHAS-
Seodo reduzida com, agua, se tores
excellente 1 ibLaura para banhar a F*V
dando um aroseado e c6r clara a eaaajiaa-
580 nublada^ isendo appiioada 4eprta aa
barbea^.revh* 6 inita^ftO'' qua geralmeate
occorre, assim corao tambem gargaiittafciifj-
se, hawodo-oigarro desBppaieoe, i *aa-
Ihora a condir;ao dos dentes e genevas.
Como ha muitos iraitaO^eSi as qaanc um
possuem nenhumas d'-eatas'tpruprin'-adea,'
deve-se toraar cuidado e contar semeaita a
0 famoso perfume cosmetico do sajI aa
America, chatndaa:
AGl AFtORISU
DE-
MURRAY LAI%'MAM"<
S.J aeha & venda'-em todos odroguiaa^
perfumarias da moda^_____________i<___
VendeJse nma axcellepte caa Com nm T!!
rftkJJ sita no ATraial j*Dto avasa do Sr. Aiim
a tra tar na mesma casa* e para mfcrinaf'a* aa
uveroa do Queimadp a, >,. 1* anaar.________
Xarope d'Agriao do Fara
. Antigo e conceituado medicamwiis* fmm
cura das molestias dos orgaos respiratnnoa
como a phtysica, bronchites,,. asthma^ ete^
ippUcado ainda com optimos- rusultaiiu, a*
Hscorbuto.
tralar na rua do luipi-radnr n. 16, 2 andar, iw'ahi.w
manha, das 7 as 9 boras, e a tarde das -f horaa em
diante, *
6 v
uma casa na villa de Barrairos, na rua dq'Caa-
mf roioi 1 po*' preeo modico : a Mar con
IrjoaaaiA C'.j_______________________
- Veade-sfl'fal'doAsstia ndrdaidH hir^
Vatle. confrnnte ao trapiche do Cunha, c*f 4*
anhij Pernambnca, a tratar (vm Jua **
WU. on Kowr & L. vendem.no seu airaaaera
a'fua de Cohimfrcio n. 14 :
0 ver^adeir.) panon de algodao azul amencano.
Exrielfenta *o de \ela.
Cognac de 1" qualulade
Vinho de Bordeaux.
Carvio de Pedra df t.>das as qualidada*_______^
Vende-se uinaaima a de |..uro, muitn pro-
pria para laverna, c^m nm grande balcao, e nma
CunhS 'La'ges, ou com 0 mestre a b< >rdo.
Rua do Brum n. 76'
Vende se zinco puro de superior qnMn1**%
proprio para cobertas de casas, medindo 11 ptl-
mos dn comprido e 4 do largo, por prep. aa*
em couta._____________> ________ .
MwbiJiiRs baratna
Noarma7em de Juaquiin La;i.s Uic at-- iC
ba am bom sortimento de mobilias de Tn%
ia para laverna, cem nm granne uaicau, o uma ua um uum soi uihimho uu muumns uo t
tula em bom estado : a tratar na rua Direila! brancas e pretas, que se veniem a prejjs
tmero 1. 'modoa.
numero

i
vM~
waiv
iM^B


-it.
8
Diaoo de Peraambuco Ter
VARIEOADE
conseqoencia,a preterigdo de tjdas as regras sagradas do mesmo Ganges abandonarem-se
hygionicas, alias apenas era restrictisimos cadaveres meio concremados era numero
I mutes conhecidas de facto ; e ate" em sens quasi incomputarel. Este costume, porem,
ejementos rudiraentares ignoradas em theo- existe desde tempo immemorial, e o cholera
rla* invasor 6 urns molestia de recente data.
As ideas roligiosas mal dirigidas faziara Emfim tera-so querido eiplicar a maior fre-
com quo fosse da la pouca ou neahuma quoacia desta epidemia desde o comeco
atteugdo aos cuidados do corpo, de sorto que tanto no carapo como nas cidades a trabalhos hydraulicos, que outr'ora promo -
falta de asseio er coasiderada como o pre- viam a irrig.acao o ao mesmo tempo o
dicado de um espirito devoto. Sempre que esgotamento dos terrenos. Entretauto esta
qualquor povo era accommettido por uma opmiao tambem e err.inea. 0 Sr. Gouleve
epidemia, longe de postular uteis recursos affirma com authenticos estuios que este
ds prescripts salulares, procurando eQtre- systerna de canaos ninca chegou a realisar-
ver no flagello o dedo de Deus, ou effeito se sendo no sul da peninsula, na Carnatica,
do maloficios, so buscava auxilio na interfe- e nunca dies existiram ou so eraprehonde-
rencia de meios sobrenaturaes, refugiando- ram no del-a do Ganges e de Brahmaputra,
se snb a adarg i de oragdes e sortilegios. A permanencia do cholera era alguns
Tor felieidade os nossos costumes tee n-se paizes visinhos da India, tern feito crer na
moditicado. ou antes transformado, e ma- existencia de diversos fecos epidetnicos.
nitestamos hoje mais coutianga nas medidas Todavia o Sr. Proust, incumbi lo polo go-
eodn acabado per succumbirera quasi todos do sa'ubridd. d 1 e mysteriosas in- verno francez em 1869, de uma m.ssdo re
to* ...taqu -s da epi emia. Reapparecendo *"?$**j ,, .^ a inlaga^ao das causas de que se
Alera das opidemias, cuja nomenclatura moti /a o cholera, depots de miuuciosas
aenbamos de expor, outra existe que pela pesquizas e exames aturados, chegou a uma
primeira vez assomou ua Europa no comeco conctusao iuteirameute opposta a esta idea,
do preseute >eculo ; e o cholera asiatico. Ten to percorrido todas as regioes em que se
Desde os tempos mais remotos nota-se no presume que o cholera 6 indemix). e cons-
contiueuto europeu uma molestia de ha mui- tatado com a maior solicitude, todos os
to conhecida com a dunowinagdo de cho- phenomenos quo nestesentido pdde colligir,
Icra. 0 seu caracter, porem, e diverso do forraulou a opmiao, a que acabamos de nos
que distinguo o cholera asiatico, pois ndo referir; isto e, que a existencia do cholera
constitue uma affecgdo itineranto e iuvasora. 'nao dependc da permanencia de diversos
Tormndo-se tambem epiiemica, nao obs- focos deinfecg&o.
tanle cxtingue so no mesmo lugar em que| Segundo as suas observagoes, a Persia e
se origiaa. 1" este o cholera indigono, o'o lieljaz nao devem a frequencia das suas
cholera nostros ; de que jd Hyppocrates no epidemias sendo is suas relagoes commer-
seu tempo, nos deu a mais fiel e exacta ciaes, sobretu lo, religiosas com a India.
lescripcao. Apparecem ainda tod >s os annos Se o litoral do mar Caspio temsido frequeu-
O chlra; at hum rigeni e cl-
uvlim'nlo.
A Proust : Ebsaia sobre a hygiene in-
t r.iaciwiul.Ticilozao: Origan do cho-
/,./; Prophila.ria do chobra no Oriente.
! m todos n.s tempos, as grandes *;pide-
rr:- = '^em dizimado ospovus; e sob este
p l'.. tie vista, a epora present"! na la t-in
r nvejar ds auteriorcs. Outr'ora, as
ni-'',-tis epi.K.-mi' as cram designadas com
o n > ue generico tl j jtettes.
\ pi'i' ieira dest, (| que os bist.riu lo-
res n-s da noticia, e a, paste de Alheius,
imp irtada do On. nte, pelo Pireo; coiuci-
din id a mes.na cum a inva^ao lacedemo
uiani. luf.irnia-nos Thueydides, que olla
gras^ou co n tal violencia, e foram taois-
nnos os seus estragos, que faltaram por lira
os medicos para o tratamento dos doentes ;
teudo
aos
oste iiiesmi mal no imperio roiaaiio, sob os
AmoniiMS, totui.'u > nome de |>sste Anloni-
na, causandoentao mortandade igual & que
pro luzira unteriormente. Nada, porem, e
dado co nparar se & nitcosiJaJc da peste
carliniiculosa.
1-iiporlada do Eg>pto para a Europa, sob
O rein nlo do imperad >r Justiniano, preasn-
bulii .:11a duraute perto do sessonta annos
par lodo o Orient- e Occident", esjtargindo
o terror e a niorto. Seguudo o, que nos
referc Evagrittes, as eidales e povoacoes
acco'nnettidas por esto Qagullo, cram logo
aboii lonadas pela rospectiva p >pulacao ; e
esta i!i'ecc:Onada j;i pel > contigio, ia-n pro
pagando cada vez, por UHKfr superticie.
Sob o notuo caruelerisco de peste negra,
este mesmo mal invalio e assolou, no de-
ciiiio quarto seculo, tolo o mun lo entao co-
nbecido. Siniao de Corino, diz-nos a estf;
respcito :
Na la poe peias a esta calamidade. E'
Contra ella o frio do invorno sem elTeito al-
guin, e as calmas do estio em nada Hie mi-
tig in o rigor. Nem a braudura da pri-
uiavera nein os cursos lunaros teem neste
senti lo qualquor ac\ao. Km t>.ias as qua-
dras do anno a sua fo.r.;a mortifera e os seus
doletorios elTeitos perduran iu.ilteraveis.
Ernli n, do qualquor part-! de onde se enca-
tnitiiiem as correntes do ar, estas condieoes
nao se modificam.
Est i mesma peste roapparecou em Mar-
selha, no comeco do seeulo XVIH ; hoje,
pore n. felizraente ach i-se confinada exclu-
sivainente o Orioate, on le tambem se ori-
gin i.i a principio.
Deslo o quarto seeulo que a variola, ao
que se acrodita, importada da Arabia, co-
mecnu a diziminar perindicamente as nossas
regioes, ato que a vaccina, iucomparavel
inv nto do Jeuusr, por sou turno cercoou-
lhe progressivaniente a marcha e o desen-
vulvimento. Em lo!7, os europeus intro-
du.iram esta borrirel molestia ua America
onde desde o seu incesso causou logo os
mais crueis e dilatados estragos. Na mes.na
occasiao em que importavamos a variola,
soffremos do primeiros iusullos da febre
amarella, ou vomltos negro*.
Esta atfcccao morbosa, com quarito pro-
pria as duas Americas, com tudo tem appa-
recido epidemicamente por curtosintervallos
era Sivoruo, Cadiz, Barcelloua e Lisboa.
Cumpre nos signalar aiuda uma terrivel
epidemia, tioje afor(ui:alamente oxtincta,
.i auelle ing'.eza, febrc uiliar dos mais
gravtse perigosos syuiplomas. Procedendo
ua uFa-"Sreiahtia, buJe ''icipiou a mani-
festar-se no fim do decilno .quinto seeulo,
nao tardou era atravessar o canal, e derra.
onando-seincontinenti pelo numero das suas
victimas e o reniteucia dos seus caracteres,
merece ser computuda entreos mais terriveis
flagellos.
Tal e o I amenta vel iuvuntario das epide-
mias itinerautes que teem devastado o globo;
tornando-se os seus effeitos ainda mais per-
niciosos, porterem surgido itiopinalamente,
cssaltaudo populates desprevenidas, e em
goral ignoraiilos ; ao mesmo tempo supers-
ticinsas, e em mds condieoes hygienicas. Os
secul nesta scntido, passaram por maiores prova-
0es ; transitando por maiores contingoncias
a este respcito, do que quaesquer tempos
historicos da antiguidade. Nas eras feudacs,
a guerra 8 a fome, reinando em permanen-
cia, adduziam s6 por si, como immediata
FOLHETIM.
L7CSECIA EDn&IA
MEM0R1AS DE SATANAZ
POK
IB. II a not 1 l PRIMEIRA PARTE
O GRAN-CAPITAO.
XIII
A NSTANCIA QL'E VAI DE UM ASSASSINO A UM
CAVAU.EIRO.
(Continuacao do n. -26i_
Ao veltar para rainha casa, no decimo
quinlo dia, vi sobre o hombro a banda azul
com um bilhete que dizia :
Pode vende la, vale mil escudos:
Ah 1 exclamei eu, nao a venderei
nunca, embora tenha de morrer do fome
Quando & noite, fui & taverna, levava
no hombro a fita azul ; comtudo, a porta
ds taverna nilo se abrio 1
Bali e tudo foi inutil I
Voltei na noite seguinte e succedeu o
i."?srco.
Na terceira noite n porta permaneceu
t:cbada.
Desesperei, comprehendi queseacabara
odn, pordm du iloso ainda qae a incogni-
ta fosse a duqueza.
Perdia-me em conjecluras.
Decorrerarn, seis raezes, fiquei sem
dinheiro e ttve que empenhar o fato, para
c >mer.
1 a Esgotados todos os recursos, restava-
me apenas a fivella de brilhantes que vira
uma vez ornsndo os cabcllos da duque-
u. Comtudo, nSo a rendi, nem pensei em
veude-la; er,i a unica recordagio que me
nstava da duqueza, ou por melhor dizer a
unica prenda que me.fdra dada por ella
Mais fac.l leria sido deixar que me ar-
rancassom o coragao, do que separar-me
daquelta joia, que sem saber, nera como
Bern porque, vira na sua cabeca.
Aflnal, passei mais cincomezes de mi-
seria, coraeudo mesjainharaente o que me
d??am nos conrentw. l
iurante o cstio varios casos dessa enfer-
midade.
Quanto ao cholera asiatico 6 problematico
se antes de 1817 jd na India esistia com
caracter opidemico e invasor. As opinides
a este respeito different consideravolmente.
0 Dr. Tholozan, prmeiro melico do shah
e director da administracAo sanitaria, na
Persia, opina pela ailirmativa, havendo as
suas razous na comparacao de diversas des-
eripcoes feitas por autoros antigos, de casos
pathologicos em que entende que se repro-
duzem todos os symptomas do cholera.
Entretanto as epidemias assignaladas em
1543 em G6a, porGaspar Correia,chronista
portuguez, e era 1629 em Batavia, por
Bontins, medico da companhia hellandeza
das Indias Orientaos, quoddram locatisadas
sem ultrapassarem as regides em que se
manifestaram. Em 1774 o Dr. Burke in-
dica-nos a existencia desto llagello como
te'ndo lugar na costa do Coromandel; pre-
teudendo alguns autores, porem, sem provas
autbenticas.que nessa mesma occasiao inva
dio a lltia Mauricia Em 1763 Cutis narra
os phenomenos da uma terrivel epidemia,
que surgira em Uurlwar, em seguida do
urn a yeregriuacao ; mas accroscenta que 0
mal nao chegou a penetrar na villa imme-
diata, a povoacdo de Inramporc, a pouca
dis'ancia na drea a que se circumscrevera a
mcsma^iolestia.
Nota-se tambem que, segundo o referido
autor, cessaram os estragos desde que os
peregrinos se desaggregaram, dispersando-se
em varias diroc^des. Este ultimo facto
tanto mais digno de attencSo, quanto mais
incontroversamenfe se sabe que nas pere-
grinaeoes da India, o cholera se dessimina
por tjdo otrajecto seguido polos peregrinos.
Todas as noticias colligadas, portanto, ten-
dem, segundo se antolha, a demoustrarem
que antes de 1817 ndo existiara na India
S3nao,epidemiasIo:aosde cholera iudigena.
Koi Vx dpoca, conformo se constata, que
sob o nifluxode condieoes e elemontos ainda
hoje desconhecidos, assumio esse flagello
o novo caracter itincrante e invasor, sob o
qual actualmente o observamos.
Os povos do Oriente attribuem o deson-
volvimento do cholera a era do uma divin-
dade feroz, cruel inimiga da humanidade ;
no que se acham quasi tdo adiantados como
os modernos cultores da sciencia, visto que
sdo ainda occultas as causas primitivas dessa
alTexcdo.
Alguns medicos adscrevem a origem des-
ta enfermidade d5 alluvides do Ganges ;
mas e certo que as margens de muitos ou-
tros rios nestas mesmas circumstancias, sdo
isentas deste contagio. Tambem se tem
querido attribuil-o ds consoquencias do
habito inveterado de ds oudas, presumidas
tameute alacadiv por este flagello, e que
constitue trajecto seguido pelo cholera para
passar da Persia d Russia. Duraute a sua
iaboriosa e fructifera viagem o Sr. Proust
nSo couseguio descobrir nestas paragons
foco algum permanent" de infecga >. E',
pois, mister adscrever d India Ingleza o1 bygiouicas. Era o s.>l ardentissimo. A agu;
que
ho-
lim dia, ao cahir da tarde, quan lo fa-
zia um anno em que pela ultima vez encon-
trarana taverna do Fortuuato a dama mjs-
leriosa, cbegou-sea mim um homem mas-
carada, entregou-me um bilhete e reti-
rou-sc.
Abri o bilhete o li-o a luz de uma 1am-
pada que illuminava uma Santa Madona.
Soltei um grito de alegria I era escrip-
to pela mesma rado que escrevera o ou-
tro que eu encontrara na caixa que encer-
rava a lit a azul bordada de perolas.
0 bilbete dizia assim :
Se conserva aiuda a minha fita e fi-
vella do diamantes, vd esta noite d ta-
verna do lio Fortuuato. No caso contra-
rio, nao appare^a alii.
Esperei com terrivel anciedade que ba-
tesse a meia noite.
Quando soou a bora doscjada, dirigi
me para a taverna.
A porta abrio-se logo.
Traz o que lhe encarregaram
trouxesse? perguntou uma voz de
mem.
Trago, respondi eu.
De cd.
Tome.
Veuba co.nigo, replicou o homem
sem aceitar a joia; quando chegar jun-j
to da senhora, comece por lhe entregar
isso.
E com effeito, apenas encontrei a rndo '
da minha desconhecida, puz nella a fivella'
de diamantes.
A desconhecida, apenas a reconheceu
retirou-sede mim precipitadamente, e senti
que se fecbava uma porta.
Pouco depois tornou a abrir-se aquella
porta e -mpareceu uma- mulher com uma
vela acceza, vestida como uma deusa, com'
um trajo de brocado de ouro, cinto de pe-
rolas, e a tita e a livella de diamantes nos
cabellos.
Era a duqueza de Urbino.
a Porem que difference 1 Cntao torria,
olhando para mim "com todo o amor da sua!
alma. '
Pcrmaneci sein falla, como que fulmi-
nado por tanta ventura.
Jd c temp >, di; bastante, Cristobal, e nao me 6 [ rmittido
desconfiar deti. Kespeitns tc-rae ; ncm sc-
quor to atrcvest" ? peusar que eu to ama-
triste privilegio de conter em si o unico
centro de quodimaua o cholera, irradiatido-
se em todas as direccoes.
Partindo deste ultimo loco, o cholera
tem varias vezes visitado a Europa, Depois
do uma curta apparigao em 1823 em Astra-
kau, voltou em 1830 d mesma cidade, de
onde, romoiitanlo o Volga, attiugio a Kiev.
e Warsovia, para dahi protrahir-se d Mol-
davia e Galicia. Alcangando o litoral do
Baltico, passou na Gran-Bretanha, a Sun-
dorian 1. Edimburgo e Loudres. D'ahiga-
nhando alrlanda e a Hollanda, espargio-se
emfim na Franca.
A 15 de margo de 1832 rebentou era
Calais, raanifestando-se 11 dias mais tarde
em Paris, onde ate o mez dejulho gras
sando com intensida le, ceifou 18,402 vic-
timas em uma populagao de 945,698, re-
gulando 23 obitos por cada parcella de
100,000 habitantes. NSo tardou que Paris
se const ituisse em um centro de propagagao
para o contagio, este se disseminasse por 48
dos departaraeutos fraacezes. Em seguida
o cholera fez irrupgao na Hespanha, em
Portugal, na Italia e no Canadi. Emfim,
em 1837, chegando a Bone um regiraento
procedente de Marselha, prorompeu tacnbera
na Argelia, ficando apenas irapunes dos
seus estragos, desta vez, na Europa, a Suis-
sa e a Grecia. Levou esta epidemia. vinte
annos a percorrer o mundo.
Duranto um decenio apds isto, ficou a Eu-
ropa isenta deste flagello e cuidava-se jd
que nao tornaria, quando em 1846 uma
epidemia que desde 1842 devastava o impe-
rio Birman, a India e a Persia, tranjeondo
repentinamente o Caucaso, entranhou-se
felo Volga. Em 1847, pela terceira vez
oi Astrakan assolada pelo contagio, o qual
em 1848, trasbordando alem dos limites
desta cidade, propagou-se como um rastilbo
de polvora por toda a Russia, Prussia,
Hollanda, Belgica e Inglaterra.
A 20 de outubro deste mesmo an Jo, ten Jo
prorompido em Dunquerke, consecutiva-
mente d chegada de uma embarcagdo pro-
cedente da Gran-Bretanha, d guiza de uma
nodoa de azeite, dilataudo-se excentrica-
mente,derramou-se per Calais, Rouen, Dou-
si, Paris, Marselha, Toulon, Lydo, Argel,
Malta, Italia, Consta itinopla e Smyrna, at-
tingindo aos Estados-Umdos. Em Franga
foram desta feita atacados pelo flagello o7
departamentos, succumbindo 100,000 pes-
soas.
Em 1853, manifestou-se uma nova epi-
demia deste genera, mas cuja origem parece
totilmenle di ersa, porquanto, segundo de-
mon Ura b Sr Tholozan, constata-se averi-
guadaraente que nSo foi importada nem da
Asia nera da America ; constituindo apenas
a suscitacAo de um foco quasi extincto que
do novo se ateou na Polonia e na' Silesia.
Este facto e dos mais importantes, pois de-
monstra a permanencia de um vinculo de
counexao entre a epidemia de 1847 50
e de 1853. 0 Sr. Tholozan conten le, com
razao, que 6 iulispensavel estar-se sempre
acautellado e de sobreaviso contra um fla-
gello que pdde facilmente sopitar-se em
alguns paizes ao n irdeste da Europa ; des-
pertando-se, porem, de novo, inopinada-
mente e de uma raaneira tanto mais terri-
vel quant menos espcra la.'
Com effeito no anno de 1853> o cholera,
invadindonovamentea Russia, a Dinamarca,
a Inglaterra e a Franca, grassou era 70 dos
nossos departamentos. elovando-se a morta-
lida le a cerca de 140,000 pe^soas. Fiual-
raente nesti mesma ep.oca foaios n6s pro-
prios que trausmittimos o contagio d Turquia
e d Crimea, por onde se propagou com a
chega la .las nossas tropas.
A quarta epidemia do cholera data do
1865, o foi inaugurada pela via maritima.
Ve*-se c m isto que o perigo da transm ssdo
morb.isa nao esld tocalisada e adscripto ds
bordas do Mar Caspio; irradiando igual-
mente em direitura do literal do Mar Ver-
raelho.
IntroduziJo no Heijaz polos navios da
India, este flagello, grassou nesta occasiao
com tal violencia na Meca, quo 30,009
peregrinos pereceram em pouco dilatado
,'spjgo de tempo. Neste anno, o tumulo
do Propheta havia sido visitado por 150,000
mahometanos, e esta consideravel massa de
populagao concentraudo-se, agglomerando-
se econfuiilinlo-se contiiiuamente, netrava-
se sujeita as mais deploraveis conligoes
trausportada proporcionalmente atravez do
desertos da Arabia, era veudida d preijo de
ouro. Emfim chegados d meta da peregrina-
gao, os fieis incorriam no preeeito roligioso
de permaneccr com a cabega descoberla e
exposta. Por igual pratica supersticiosa,
nao Ihes era licito cogarem-se, podenlo
apenas para mitigar o prurido que senti am
em qualquer parte do corpo, applicar-llie a
palma da mdo ; preconceito este que devia
causar-lhes o maior incommodo, pois acha-
vam-se to Jos ingados de pnrasitas.
Esta immensa tnrba vivia mergulhadaem
imraudicias de toda a ordem. A drea quu
occupavam estava ingada de cadaveres de
animaes offerecidos em holocausto.os quaes,
como os corpos humanos dos que succum-
biam no empenho da peregrinagao consi Je-
rados santos, ficavam expostos e cabin lo em
putrefacgao, consumiam-se no ar. Depois
da retirada dos peregrines passou o cholera
a atacar o Egypto, onde em menos de seis
mezes causou a morte a mais de 60,000 dos
seus habitantes. As embarcagoes provindas
de Alexandria, iulroduziram o flagello em
Beyrouth, Constantinopla, Mirselha, Argel,
N9W-York e d Guadalupa. Transportada
pelo vapor atravez dos mares, esta epidemia
attiugio a Europa em muito poucos mezes.
Nestes termos suscita-se a duvida de se
saber se a actual epidemia 6 diflerente da
que se entendeu ficar extincta em 1867 ;
ou sendo consiste sendo na aviventagao de
germens po ventura deixados pelo contagio
nessa epoca em que se suppoz era Jicado. O
Sr. Proust concordaudo com o Sr. Fauvel,
pensa quo desde 1866 na Galicia e em di-
versas paries da Russia, teem pormanecido
focos mal extinctos de cholera, que todos
os annos sopitauJo-se duraute o inverno,
ateiam-se de novo na primavera. Porem
os medicos in^lezes estabeleciJos na India,
sdo de opiniao contraria, e acreditam que
nos achamos em face de uma epidemia di-
rectamente importada da Asia.
Segundo se exprime a Sr. II. Blaine, o
flagello que ora so manifesta no continente
europeu, tendo no m^z de abril de 186"
prorompido na pereginagao de Hurdwar,
manifestou-se a 11 de maio cm Peshawur,
de onde se transferio para o Cachemir e o
Afghanistan. Tendo alcangado a Persia,
em que Rrassou ate o outomno de 1868,
ganhou dahi a Russia, e dissominou so por
granle parte da Europa. Qualquer, porem,
que seja a sua origem, p6de afllrmar-se
va ; ndo foste perguntar d pessoa alguma
se conhecia a lellra do bilhete que te es-
crevi ha mais de um anno! Stlreste
fome e miseria, e ndo vendeste a joia que
de mim conservas Sei que me amas, que
ndo serds ingrato e que guardardr a minha
honra, ate hoje immaculada, no mais re-
condito da tua alma.
Foi nisso que essa senhora se equivo-
cou, dissc severamento o gran-capitao, e
saiba, capitdo Villoslada, que perdeu muito
no meu conceito. Um fidalgo ndo vende
nunca um segredo de uma dama, embora
essa dama seja tdo louca como a duqueza
d Urbino.
Estamos era Roma, senhor, e com
parada Isabel com as outras duquezas e
princezas, vassallos do papa, e uma santa.
Pelo que diz respeito d eu ter trahido o seu
segredo, sabe-o tdo sotnente o Sr. duque,
que 6 um perfeito cavalheiro, e ninguem
mais o saberd.
Tem razdo, replicou Gonzalo de Cor-
doba, pela minha parte creia que o segred
cahio em profundo esquecimento. Mas,
porque razdo teudo uma tal fortuna, se can-
ga delta e quer eiurar ao meu servigo ?
Ah I eu ndo me caugo de ser feliz;
faltava, porem, d minha felicidade o poder
voltar d minha patria, ver minha mfti, tra-
ze-la para Roma, e faze la participar da mi-
nha nqueza, porque eu sou nco.
Merece elogio o amor que consagra
& sua mdi e d sua patria, que 6 um e o
mesmo amor; porem, como e que, sendo
tdo intimo da duqueza e podendo ella taiuo,
pelos seus amigos, para com o santo pa-
dre, ndo alcangou o perddo que o capitdo
deseja e que os reis nossos seubores teriam
concedido ao 1- gado de sua santidade ?
Esse empenho da duqueza por mim,
poderia despertar suspeitas.
Sabe a duqueza que o capitdo procu-
rava uma occasiao de me servir e obse-
quiar. *
Foi ella que m'o aconselhou.
. Como as cousas se arranjam I disse
Gonzalo rindo com franqueza. E' necessa
rio perd ar-lhe, Sr. Villoslada, a offeusa
que faz a Deus, faltando d um dos seus pre-
ccitos, porque no fim de contas, se essa se-
nhora lhe ndo tivesse aconselhado que me
seguisse sempre de perto, quando eu sahis
se do noite do Vaticano, ndo teria o capitdo
podido soccorrer-mo tanto a proposito, e
p6de ser que aquelles miseraveis dessem
cabo de mim. Se ndo fdra o segredo que
ha a guardar, pelir-lhe-hia que agradecesse
em meu nome d duqueza d'Urbino.
E porque Ih'o ndo agradece pessoal-
monte? disse Villoslada.
Gonzalo de Cordova olhou profundamen-
te para o capitdo.
Na i julgue mal de mim, disse Villos-
lada corando, porque havia comprebendido
o pensamento severe que se lia nos olhos do
gran-capitao. Eu nao sou nenhum misora-
vel; sei que me ama essa mulher qtfe 6 a
minha vida ; que se deseja ve-lo, ndo e Isa-
bel quem o deseja, mas sim a duqueza
d'Urbino. A sua posigao obriga-a a estar
envolvida nas intrigas de Roma, e n'uma
palavra, 6 a iuimiga mortal de Lucrecia
Borgia.
Percebo, procure em mim o cipitao
general do exercilo de Hespanha.
Mesmo quando ndo succedesse eu po-
der ter a honra de auxilia-lo e pelejar ao seu
lado, ter-lhehiadito : Sr. duque de Sessa,
quer digoar-se ir onde o espera a senhora
duqueza d'Urbino?
Varans, disse o gran-capitdo cingin-
do a espada, pogando na cdpa e no gorro e
dirigindo-se para a porta dacamara.
Antes, porem, de ter chegado d ella, ap-
pareceu o alfures Maldonado.
- Senhor, disse elle, pela margem direi-
ta do rio, na d.recgdo de Borgo Fortes-
si, viram-se alguns homens d'armas e entre
elles uma dama e um cavalleiro, am'bos a
cavallo.
Observem lhe os passos, disse Gon-
zalo, mas da margem esquerda do rio; ve-
jam onde elles param e procurem saber
quem sdo. Pode retirar-se, alfores Maldo-
nado, e n6s vamos onde temos de ir, capitdo
Villoslada.
XIV
A DUQUEZA D'URBINO.
Villoslada levou Gonzalo de C6rdoba &
porta do palacio da duqueza d'Urbino o en-
controu-a aberia.
Oh I quem sahiria por aquiV excla-
raou ellc.
Que succedeu? perguntou o gran-ca-
pitdo.
Encontrei a porta aberta.
E que tem bso ?
que desta vez o seu caracter e mais bonigno
do que era qualquer das occasioes anteriores
em que so tem declarado.
De todas estas consideragoos, e observan-
do-seas etapas success!vas de marcha segui-
da pel t cholera, ostabelece-se como ver Jade
doutriual que e este contagio importado pelo
homem. NSo 6, comtudo, necessario que
tenha umcholerico passado pelo lugar, para
3or se realise o contagio e rebenle a epi-
eraia. Basta que nessa paragem tenham
sido depositados pbjectos coutaminados,
quaesquer utensilios de uso particular, e,
sobretudo roupas de algum docnte. Por
esse meio, so por si ten muito frequente-
mente sido propagado o cholera.
Em 1853, em Cessantes, perto de Vigo,
este mal transmittio-se rapidamente a duas
lavadeiras, que acabavam de lavar a roupa
proveniente dc um lazareto, em que ttuham
existido cholericos em convalescenga, des-
umbarcados de bordo de um navio que ha-
via seguido viagem. Dentro em pouco toda
a provincia achava-se contaminada e infec-
cionada. Em 1832, um habitante do con-
dado de York, foi iuvnudiatamente atacado
do cholera logo depois de ter manuseado um
barrete de la quo um parente failecido desta
molestia trazia no momento em que morreu.
Entretanto, dera-se o caso de obito aqui
referido 10 mezes antes, e em localidade di-
versa. Em todas as epocas em que tem
apparecido esta epidemia, tem-se notado
que as lavanderias o casas de estendal sao
os estabeiecimentos .jue mais propagam o
llagelle, o qual faz logo no recinto dos mes-
mos, numerosas victima .
Mercadorias ha tambem que teem igual-
menle esta triste prerogativa, conservaudo e
transportando a grandes distancias as raate-
rias contagiosas de que se acham impreg-
uadas.
Sempre que occorre a existoncia de um
f6co cholerico, acha-se elle constautcraente
reanimado pelas emanagoes proveuientes
das evacuagoes dos doentes; com muni can Jo
se a infecgdo que despedem de si a todos os
lobjeetos attihgidos pelo sou contacto, ouque
so acham mais immediatamente nas suas vi-
sinhangas. To losos medicos, sem excepgao,
teem hoje reconiiecido que quando em um
hospital qualquer os cholericos so servem
das mesmas latrinas, que os outros enfermos,
ndo tarda em apparecer nestes estabeleci
mentos contagio; chegando este facto a
ponto que nos proprios Iazaretos especiaes
os convalescentes muitas vezes recahem em
cousequencia deste inconveniente. Isto mes-
mo constata-se nas prisoes e comprova-se
frisanteraentc pela iiengdo dos individuos
que ndo estdo sujeitos a esto mesmo alvitre.
Tambem muito f-equentemente tem-se ob-
servado e parece completamente evidenciado
que a diarrhea premonitaria 6 tdo contagiosa
como a diarrhea col erica.
Taes silo a este respeito os factos pelo
Sr. Proust desenvolvidos com uma boa fe
e siuceridade que fazem honra ao seu carac-
ter ; ao mesmo tempo que a discussdo clara
e lucida a que sujeita tedos os phenomenos
de que se occupa, sao mais um trago de
recommendagdo para o seu substancial c ins-
tructive trabalho. E' sobre estas bases,
conquistada por longos estudos, que se tem
podido ordenar a serie do medidas sanitarias
que hoje mais do que nunca se aconselbam
efficientemente como o melhor dos preser-
vatives contra o cholera. Em todas as mo-
lestias a analyse o cxame dos pormenores dd
sempre em consequencia resultados dos
mais vantajosos. Isto lem-se observado
sempre nas epidemias cholericas, e c por
certo atlendendo a estas minuciosidades, e
nao causando na adopgao de todos os re-
cursos quo em amiudados detalhes se tornara
importantes iiistrumentos de acgdo, que se
conseguird com mais vantagem e com mais
seguranga obstar a propagagdo e impelir os
progressos de uma affecgao desta ordem.
Em tacs circumstancias os pequeninos
meios sdo sempre fecundos, e urge sobre
levantementt* nao pretoril-os em attengdo a
quaesquer outros.
A theoria da importagdo do cholera nao
se acha ainda universalmente adoptada ;
continuando a pretender alguns autores, que
pu le este flagello declarar-se espontamente.
Parece, porem, que nisto nao deixa de
transpirar alguns preconceitos, porquanlo &>
solidas razoes que se lhes oppde, respondem
com argumentos manifestamente especiosos.
I" porem, so debaixo deste ponto de vista
I. muito para estranhar, porque a
chave desta porta so a tenho eu, e ninguem
faz serventia por ella.
E para onde dd ella ?
Para o palacio da duqueza. Deixe-
me que entre s6ziuho, porque receio pelo
senhor. Jd me nao lie em ninguem.
Entremos ambos, Sr. Villoslada ; fu-
gir da morte 6 um cuidado vdo ; quando
ella tem de chegar, alcanga nos sempre, por
mais que nos escondamos.
Pois sim, mas irei eu adianle.
Sim, mesmo para me servir de guia.
Villoslada entrou, fechou a porta por dentro
e pegando na mdo do gran-capitao, comngou
a servir-lhe de guia.
Em seguida subiram por umas escadas
muito estreitas ate" a um passadigo tdo estrei-
to como ellas.
Ndo sabe, capitdo, disse Gonzalo de
Cordoba, que ao vfir-me assim ds escuras e
n'um lugar tdo estreito parece que me con
verteram n'um rato ?
E' este o passadigo dos amantes e dos
conspiradores-.
Por isso rassmo, como nao sou, nem
posso, nem quoro ser outre, ndo me encon-
tro bem aqui; ndo 6 este o meu terreno,
prefiro o campo aberto e a luz do sol. Por-
que raotivo, capitdo, receiava entrar aqui
&s escuras ?
Temia unicamente pela entrada, da
pnrta da rua, e quando chegei d porta se-
creta das escadas, deixei de ter cuidado.
Ah I com que entdo temos por aqui
portas s-cretas?
Sim senhor. Qualeo palacio de Roma
que ndo teuba passaJigos c escadas myste-
riosas ?
Era Hespanha succede o mesmo.
Os nossos avds gostavam muito destes se-
gredos \ue ndo sei que sirvam sendo
part trabigoes, emooscadas e outras cousas
mds; mas, este tal passadigo e extenso, Sr.
Villoslada.
E' que temos que dar uma grande
volta para chegar d h.-bitagao da duqueza ;
estamos, porem, j4 proximos e serd prn.len-
to que vamos callados.
Pouiso depois, Villoslada abrio uma por-
ta e penettou n'uma cainara ricemente mo-
biliaia, eallumiuada por uma lampada.
O gran-capitao ontrcu, e Villoslada fechou
a porta, que estava perfeitamente djisimu-
que se pdde dizer, que a controversia entre
contagihoittas e anti-coHktgionitUu ndo se
acha resolvida.
s Daremberg.
LOCOMOTlVAS^Hi ESTRADAS 0RDI-
NARIAS. Refere um jornal Roma que
ha poucos dias, o capitdo Stell: partio de
Verona n'uma locomotiva rTapor adapla-
da d traced > nas estradas ordinarias. Essa
raachina era dirigida por dous sargentos;
levando engatados sete wagons-ambulan*
cia, nos quaes toraavam lugar muitos s)I-
dados enfermos, que iam para Recoaro,
curar-se com o uso de aguas. Chegaram
ao seu destido sem nenhum incidente depois
de vinte boras de viagem, tendo a machina
veucido as declividades daqjella estrada.
J'eve um feliz resultado, diz ainda o mes-
mo jornal, esta experiencia, que deu a co-
nhecer de quanta ulilidade poJerdo ser
taes maoiiinas para o exercito e para o com-
mereio.
Ndo traz o alludido periodico mais ex-
plicagdes, mas partce ser aquelle o genero
le locomogao differente do systems Larman-
jat, que n6s jd temos para Cintra e Torres
Vedras Pelo raodo como se cxpressa a no-
ticia, qarece que nao tem carril director
nem longrinas nivelladas com o solo, sendo
quo machina e os wagons rod am sobre
mac-adam simplesmentc.
AS Ml I HIKES SAM VS.-As aluranas
que frequentaram na uuiversid ide de Edin-
burgo o curso de Medicina requoreram pa-
ra bzerein os exames precisos para obte-
rem ii diploma de medico. A universidade
iudeferio tal prelengdo. As alumuas jul-
gando illegal esta decisao, que lhes causava
graves prejuizos, recorreram aos meios ju-
diciaes.
Os tribunaes deram sentenga a favor da
universidade, c mdemnando as vencidas
nas custas, que importaram nada menos
do que em 851 libras, 10 scbellings e 3
penses.
Ndo podendo as alumnas pagar tdo avul-
tada quantia, o distincto litterato Henry
Kingsley e lady Anna Gore Langhton appel-
laram para a generosidade publica para as
auxiliar.
L'MCOMETA TERRIVEL.Diz um jornal
de Bruxellas, que os astronoiuos anuunciam
um cometa de metter medo a meio mundo,
suppondo que a outra raotade se compoc
de gente que olha indifferentemente para a
morte.
A' vista do telescopio, o tometa vai-se
tornando cada vez maior. A cauda, oh
Deus do ceo I apresenta tal comprimento,
vai desenvolvendo proporgoes como jdmais
se observou uos mais celobrados eometas :
e 6 todo elle como um colossal bra-
ze! ro.
Dentro em pouco serd visto com a vira
desarmada.
Se escaparmos deste demonio, muito ha-
verd que louvar d Provideucia.
0 melhor soria emprebender jd uma ro-
maria a qualquer santa, afim de por meio
dc rezas, promossas, cilicios, e toda sorle
de penitencia, conjurarmes os ameagos do
cometa, que aiuda nao tem nome, mas que
ha de ser baptisado com um nome bera
feio.
Pois se elle e assim daquello leitio, que
causou horror s6 o pensar no appetite com
que estd de nos fazer um comprimento
com .: cauda.
Vade retro, Salanaz'j
REPRESENTAQAO.--A associaco anti-
calvinista de Inglaterra dirigio uma repre-
sentagao ao Sr. D. Emilio Castelar, pod in -
do-lhe a aboligdo immediata da escravatura
na ilha de Cuba, dizeudo-lhe que o povo da
GraVBretanha jdmais olvidard os nobres
sentimentos, tdo eloquente e poderosameu-
te manifestados jielo actual presidente do
poder cxeeutivo nas cdrtcs de 1S70, a favor
de uma questdo de tdo grave alcance.
JORNAES RICOS.0 New York-Herald
ordenou ao seu corrcspondente em Paris
que lhe transmitissem pelo telegrapho o
rasumo da accusagdo do marecbal Bazai-
ne e alguns pormenores da primeira au-
diencia.
Esse telegram ma custou a insignificancia
de 5,200 francos.
lada na tapessaria.
Queira sentar-se, senhor, queeu vou
avisar Isabel e ndo terd de guardar segre-
do para com ella dcerca do que lhe revel-
lei.
E Villoslada sahio.
A duqueza tardou pelo menos meia bora.
Gonzalo ter-se-hia impacientad > certamen-
te com aquella doraora se ndo tivesse o
pensamento preoccupado com tudo quan-
to lhe havia succodido naiuella noite.
Ndo havia duvida deque o duque de
Gandia fdra assassinado por Cesar Bor-
gia.
Lera-lbo isso nos olhos quando o encon-
trara na> escadas do Vaticano.
Seria Lucrecia complice daquelle crime ?
Attendendo aojintertsse que havia demons-
trado para salvar Giovanni Borgia, devia sup-
pur-se que ndo tomara parte alguma ua-
quelle attentado.
Que podia Gonzalo pensar de Lucre-
cia?
Era ella a mulher infame d quem a faraa
accusava de envenenadora, a impura.'a mi-
sera vel, ou, como ella dissera, a victima
da ambigdo dos Borgias ?
Gonzalo ndo podia afastar de si a memo-
ria de Lucrecia.
Entdo rendem tributo a sua condigao
humana, duvidam, vacillam e veem-seobri-
gados a fazer grandes esforcos para ndo
mancbarem, nem mesmo com a mais pe-
quena fragilidade, a sua reputacdo ae he-
roes.
Gonzalo de Cordoba, examinando-se com
todo o escrupu o, estava deseontente de si
mesmo, accusava-se de fragilidade. Lucre-
cia ndo lhe parecia tdo md como o dizia a
fama ; havia encontrado nella uma tal ou
qual granleza, e niopolia deixar dere-
cordar, sem um certo estremecimento, a
sua maravilhosa formwsura e o amor quo
ella lhe revelldra do um inodo tdo toota-
dor.
Contudo, ao mesmo tempo que recorda-
va a mara ilhosa formosura e a enaraorada
solicitude de Lucrecia, o seu coragao estre-
mecia, e >entia o que quer que fosse que
assustava a sua razdo recordando a pure
c incomparcvtl belleza de Augiolina.
Continuar-te-ha.
T\T,1'0 UARIO feUA DUflUfi DE CAJUAi
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