Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18413


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Full Text

f
109350
179000
PROPRIEDADE BE MANGEL FICllEIROA DE FARIA & FILHOS.
* Srs. Gerardo Antonio Alvcd Filhos,no Para; Gon^ves d Pinto, no MaranMo; Joaquim. Jose de Olivet Filfao, no Ceara, Antonio de Len^ Braga, no Ar.catv ; JoAo Pcrc.ra d Alme,da, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes,na Viladi Penh.; Belarmino dos Santos BulcAo, em Santo AnWo ; Domingos Jo*< da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio llachaeo, no Pilar das Ai>g6as; Aires d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
_ PARTE OFTICIAL
Uovci-ne ln provincia.
UkB. e Exm. Sr. -A commissao nomeala por V
Eta. pan;, examinando o actual regulamento do
orpo de policia desta provincia, indicar as alte-
ramea on reformas que fossem necessarias, vein
Kcje subraetter a esclai eri ia e recta aprcciagiio de
\ Exc. o rcsultado Jesse trahalho.
Antes de lulo, a eoaiaiiss-at) pede deseulpa a V.
Gxc. pela deinora ijue nisso boavc, porquanto foi
tivada pela ausen-ia de um dos membros da
rtia commissao e pela super^eniencia do in-
commodes pbysicos e moraes de alguns dos ou-
tn.
A C40imissao, aproveltan J -se das dUposicoos da
Ui provincial u. 1,0'-! L de 24 de abril do corrente
i:iuo, (jue determinoa a nova organisagao para o
corpo de policia, entcnle so- opportune e conve-
nient e.-tabelecer mais al/nmas condi'.-oos exigi-
para o alislaracnto das respective praxis,
como sera sempre preforivel ter meiior none-
io dellas, que offercoara as necessarias garantias
iptidao, por sua moralidade, robustez e outras
;.i .litaciVs, eomjirovadas por provas documen-
tal, p.\;-.;.. pliar o nuincro dessas pracas, me nos aptas e tai-
ls mesmo, algumas, susceptiveie de serein poli-
joaoa*, seoao mcurregiveis.
0 sol dado tnorigeraUu e >einpre bom disciplina-
l valentc, procura habilitar-se por sens actos.
Arerea do e-t.ido-maior do dito corpo a com-
miirje fez sausjveis altcragocs, do acordo com
aquella lei, esobre tudo na pane relativa ao nes-
".al da tnusica, que ate o presentu tem sido orga-
nisado com graude uumero de praxis de pret, que
d -"Carte -ao distrahidas do servico policial e pa-
.. mediautc avultados descontos dob respeetivos
encuaeblos.
J'rio pfojecto ora oflerocido para regalaneato
aesmo corpo poder-se-lia censcrvar o mesmo
ijessoaiik ban-la de m.i.-ica, prover-so de seu far-
dameoje; instrumeqtai, etc., setn o eni(irego de
so prata dc pret sequer, porter todo elle
i. iyosto de mu?icos contraelados, o ainda mais
m Bespendiu ho avuttado por s;r elle ileduiido
jpSOM de inn 30 dia ile soldo An offleiaei o de
qtiareota rfiis pur dia do das pra.;as dc pret, de
ipordo com os art*, a ei da lei proincial n.
1 .-.'I in 21 de abril do correuto anno, o .jue evi-
deatemeoic se tornara uutito nienos' gravoso ao
' to corpo,
1857, como se praiica nos corpoa do primeira li-
nlia do exerato ; e de cuja iospecgao tera de -er
apresentada a pre>idencia am relatorio niinucioso
e circumstanciado. dentm de dous mezes, qae po-
dera mandar public..
Para.maior ecouotuiu. mats rxncla arrecadapio,
iviitiibHidide e admittitirO'So, o projecto ora offe-
reeido tornou principals n;sponsaveis tanto o
commandante como 0 major do mesmo c rpo.
Talvez fosse preferivel para a regularidale desne
sorvico a disci^lioa do corpt que e^se no?o syste-
ma uoMcasf a ter esecyfao no comeco do proxi-
mo anno.
Nao deixou de scr melhor regulada a concessao
das licen-as as praeas de'pret e aos offlciaes, bem
como as baixas daquelles.
A reforma do? olliciaes licou subordinada a \e
gislacao entan vigr-ute, por ser possivel aiterar a \
que rege actualmenle (uno as leis proviuciaes
n. 276 de 7 de abril de 18*11. o. 4 6 de 26 de maio
de l5s, n. 68 de :; de maio de (863, n. 847 de 5
do jutilio de I8S81 em razao do serem elles consi-
dtraJos einpregados proviueiaes, susceptiveis de
aposentadorias, jttbilapSea, etc.
0 servico dos desta'-amentos, rondas e patru-
Ihas, cabiveii aj fito Corpo, foi convenienlemente
providenciado para as esnergencias possiveis, a que
alias era jnenos altendido no actual regulameulo.
Otitrosim, a fur>,:a deslacada fica subordina-
da, a vista dc projecto ora ofTerecido, quanto ao
servico policial, as autoridades designadas pela pre-
sidencia, o ua faita desta designacao a autoridade
legal de superior jerarchia na ordem policial na
respectiva loealidade.
Ficam d^vidamentt c.inadas as proviiencias em
ordem a evitar toda a possibilidade de descootos
em vencimentos dt pnjeM de pret, nao estabeleci-
dos uo inesioo reguiameutj, isto 6, de ordinario
".omo pena accessoria aos crimes.
A commissao, tomand) na mats seria considera-
cao o rigor e a injusta desproporcao das penas es-
tabelecidas para diversos crimes pelo actual re-
gulamento do corpo de poli".ia, ao ponto de ia'por
no maximo a de thus unnos de pnsiio pelo cri-
me de simplex ameuca ; do dobiv pelo de det-
obediencia ; de seis aiinon pelo uso de annas para
fazer ou fatorecw qualqaer ajuntamenlo Hlicito ;
no enso de reUtddetula de trtt n note, e assiin por
diante, entenleu modilicar este systeina, ja fixando
o maximo da pena de prisao a seis mezes, quer
simples qner yjlitarta, ccm jejum, como no exerci-
to, ipier por si hi, quer em concurso com as de-
Biaii penas ettafeeleculas (segundo a gravidade do
leliclo
'itadas gratilicacoes.
Pareceu a eomwiwae impraticavel no e .rpo do
p .licia a iTganisacao da musica dada para o axer-
cjto polo decreto de 17 de dezembro do 1871 e de
.i.'crdc com a provisao de 23 dc jtilho de I8*ij o
-\n f.Wo de 2i de dezembro de IWi, com-
pi ;Ui lie dtsesete musicos inclusive o tsestre, aldm
^eia praga* aprendizes e rnais qoatro pra'.as
i a psncad.tiia, percebendo cst.s del ultinios
.duos sotnentd os vencimentos cabivei-. as
pradn da? eompanbias, e importando todo o esti
pAndiO annual do mesmo pe.ssoal em am conto
-"i -.centos c sctenta e urn mil e seteemtos r6is e
...i cento c ciuoonta mil reis para concerto e
onservacio do instrumental ; porquanlo as mu-
jicas dos c-irpo.s Jo exercilo eompoem-sj de pes-
meoos numeroso e men .s babilitado, piigo
'. iiera! com sens tonuissimos vencimentos na
idadt de pracas do pret, e p.or isso mesmo su-
as !eis u.ilitares, alem do que nao sao de
(i:\arie chamados para locar nos actos pobii-
to | .i.-.-j |ue ao contrnrio saceede inteira
Dia a respeito-a masica do corpo de puKaJa.
Dssde longo tempi o pessoal da dila banJa dc
ii aea divta provincia tem sido de trinta e um
Iduos, do< quaes dezenove pracas do pret, doze
i ...>acoi contractadoa e leconneeidamcnte profis-
i raes.
Para estipendio do tolo osse pesscal, ;'ardimen-
-, instrsmeatal, concertos', etc., tem-se deduzido
ate r^nresonto am dia dc soldi mensalmente tlas
pracas de pret, alem das mensalidades dadas pela
"'pectiva olBclalidade ; o quo por mez importa
am Coato duzento? e quirenta c quatro mil
'' ou quab rze contos noveceiilos c nnta oito mil
por r.tuio. fcgundo as tanellas qae fonun mi-
listrMas |>clo comniandante do mestno corpo.
Outras alteracues fez a commissao no actual
.lamento, v. g._: eslabolecendo no respec-
projecto o ncce'sso dos odiciaes do corpo,
fivcrem maior antiguidade, boos servigos, ir-
. prchensivel procedunento, para cuja nomea^ao
. coinmandanto do mesmo corpo submettera a
n sidencia, logo quo se der qualquor vaga, uma
P'cpnsla dosque cstiverem em tas circumslan-
:ia3, acompanhando-a de nma informacao rescr-
, ada acerca de suas habiliUeSes, etc.
tin mesmo inodo o projecto ora oQorecido pela
i.-iao inJica algumas Condii;o
si porventnra nao I he apronver conli-! resPecIlvo dauBto). bte 6, u admoestacao en Jm
\ u.anter aquelle numeroso pessoal com 'fnf'" ; wjwfcwMSa can mtmr an mtn-ir pubttci-
ilade ; perda total oa partial t desconto de venci-
mentis, suspcusno ou baku do potto aos offtcines
inferior**, caneyt de armas, sercigo dobrado. Urn-
jkm de arminnenfj e ea:cluta~o do corpo para as-
sent'tr prann no exercito on marinha, nao haoendo
isenrao etc., j;i finaimentc constituindo uma label-
la de circan para nielhoi infliur e yraduara aggravacio on at-
tenuacao das mesmao penas, alem da exdusao da
imputabilidadv d:. u.-,;ficablWdtade de taes crk
raes ; tudo ad itutur di s arts. 10, 14, 16 e 18,xlo
nosso codigo criminal e do art. 19 da lei da'no-
vissima reforma judiciaria, dc sorie que por esses
meios seri mantida a justa proporcao e menor se-
veridade na impo-iciio das penas.
Nem pareca estraaba essa tabeila, porquanto ja
implicita-nente etla se acha cslabelecida polos arts.
101, 102 e |n7 do re.ulamenlo do mesmo corpo
de 2 de dezambro dc lfc3, e pelos arts. 37, 38, 39,
e 40 do de 2 de seterabrc do 186', quando classi-
lica como aggravatao da desercao levar armas,
abandonar o servico em que estiwr, rejeital-o, bem
como a de outro qualquer crime ; a fuga antes de
cumpnr a seateoca etc., como attenuacao aapre-
sontacao voluntaria do deserter etc.; o que impor-
ta, sem a minima dnvida, as mesmas circum^taa-
cias aggravan! :: atteauaates dos rospectivos
crimes.
A commissac ,;. ;. reslringir a pena de prisao
no maximo de seis mtzes, no projecto do codigo
penal, que ora offerecemos para o corpo de policia,
foi levad3 pelas attchdiveis consideracfios se-
guintes :
Em primeiro logar, ponderao. devidamente quo
os crimes aetum-se elassiOcados e delinidos, bem
como as respect! \ penas impostas pelas leis ge-
raes.
Em segnndc .,...: iendo essa attribuiQilo da
exclusiva competencia da assemblea geral, nio 6
licHo por certo a outro qolquer poder subtrahir
os delinquentes doc- tribunals por aquellas leis, ja
con^tituidas e reconhecldas.
Em terceiro lug^r, a cemmissao observou espe-
cialmente que o? eidadaos, que se alistam no cor-
oo de policia. po: cert'- nao renunciain os seus
direitos poKticos, nem c Kro commum que Ihes
garanJcm as leis do e.'tado. como alias succedo a
rcspeito dos qm s alistam na forca rmlitar de
mar o terra, os qnaa.*, pela cbediencia .i que so
sujeitam, passam stffrer a suspensio de seas
direitos politicoJ, e por isso rnesmo adquirem a in-
capacidade moral, na conformidarte d' art. 8.' t.,
de acordo com os arts. 145, 147 e 130 da consti-
tuicaV; do imperio
I'or tudo isto os corpos de policia n3o teem ca-
racter algum militar, nao gosam de privileges e
encargos qne sao inherentes aos que combatem
em dcfeza da nacac, em uma palavra nao podem
estar sujeitos as leis da guerrs, salvo quaudo sao
chamados ao* service dj estado ; mas si consti-
tuent anenasuma forca ca milieia civil, quasi pai-
sana, destinada, principalmente, a manter a policia
ilas lo;alidadese executtr ordens das autoridades,
ou alias representam uma corporaijao de agentes
ou mandataries policia6s, i.quartelados e armad.is.
por sor oarae^f servico tmpropria ou mesmo in-
sufficieote qn*r tropa de linha qner a- guarda
uacioual.
necessarios para consccucio do mesmo Qm.
Alem disto, lendo o aviso u. 8, de 23 de Janeiro
de 1830, mandado que a9 pracas do corpo po-
licial da provincia do Rio de Janeiro cumprissem
as penas de prisao em que fossein condemnaiias
pelos conseltios creados pela resaocliva assemblea
provincial, bem como ode n 36(5, de 18 de solera-
bro de 1837, declarado que pjr liaverem sido
sempre julgado na corle extensive aos corpos po-
liciaes o aviso (do ministerio da guerra) n. 276
de 22 de setembn de 1833, que flrmou a compu
tencia das autorida'les inilitares para execucio
das senten;as dos tribunae< inilitares, assim d.-via
observar a resjjeifci do oorpo policial da provincia
do Rio de Janeiro, forca e confesxar que div-ta
arle o proprio governo imperial tem sempre r--
conhecido a legithnidade dos couscihos ou tribn-
naes inilitares, in^tituiJoj pulas assembleas pro-
vinciaes para o processo o juljiamenti das pragas
do corpo policial das respectifas provincias.
Observa aiaJa a corauiissao que o regulamento J
do corpo policial de S. Paulo, de 31 de outubro de
I8ii, proraulgado pel) respectivo presideute, por
autorisagao da assemblea legislative d'essa provin-
cia, os do Rio Grande do Sal, de 1857 e 1860,
de Pernamhmo., do 2 de dezembro de 1833, 19 de
novembro de 1838 e de 2 de setembrodo 1861. e
o da Bahia, de 10 de marco de 1838, o do Coara,
de It de setembro de 1864, etc., e assiin os de
outras provincias por identicas autorisacoes, dan-
do nova organisaeao aos referidos corpos de poli
cia, dciluiram sempro crimes, impuz-iramlhes
penas e estabeleceram lhes processes, sem qae
alias taes actos, approvados polas respectivas as-
sembleas, e por conseguinle cora forca de leis pro-
vincial, jamais foram revogados pela assemblea
geral, como alias Ihes era permiltido, na confer-
midade do art. 20 do aclo addlcional. si por veu-
tura exorbitassem das attnbuie asiembloas provinciaes.
Ora, entre estas penas, a de priuui nao deve
por modo algum exceder da que 6 comminada
para os delictos de que trata o 6.0 do art. 38 do
regulamento n. 120 do 31 de Janeiro de !82, isto
e, de 6 mezes de prisao; porquanto na especie ver-
tente nao ha propriamente delictos a punir, mas
sim accoes ou oinissoes qua nSo sao puramente
crimicaes e por isso que sao mesmo sujeitas a
penas estranhas as do codigo criminal e someute
impostas pelos regulamentos d.is aatoridades e
leis sobre q processo, pela falta do cumpriraento
ou creacaes purameitfe cmanadas das
proviiiciaes uao podem nu devem ja-
I a nectar a jurisdicgao d..s tiibunacs e em-
idos geraes, os qflaos sa> somen'.c inciitnbidos
jtros servic-tt pela lei gural, ale n deque
aor aJteraclj ocburrentj acerc.i d.i organisa-
U taes trlbanaes oa fueeionarios arrastaria
de algum devi.-r ou obrigacao, na phrase t-chuica
da excepiao, ou da classtlicagio aittorrsada pelo
de alferes do dflo corpi
i lores ((lie comprovarem
ngoes para nomea-
d'enlrc os officiaes
maior tempo de scr-
, aptidao necessana e exemplar comporla-
Co, devendo em identicas circumsiancias scr
ridos os que liouver.iii servido em 1' linha,
erem em disponibilidadc e nlo tiverem sido
rrasdos por infamia militar ou par enfermi
ou velhice, e provarem ter prostado bons
if.es a patria, principalmente cm canpaflha.
A commis-ao procedeu a ainbas as aheracnes no
-'trial regulameuto com o justo e rasoavel lim de
;>r os inferiores o officiaes a oem si-rvirem
irpo, dando-lhes possivel eeperanca de obte
^elc accesso o devido proraio do" Peus bons
{03, stndo que, alem destc pederoso incenti-
para elloa c proveitoso para o servico poblieo,
i .e-ha a gamma vahtagem ds ir constituindo um
cinio mtnto necessaqu o ad>quad i para ter-se
..or cflicialiJado do quo a constituiJa da noite
i>;ra o dia por venladeiro patronato ou premio de
.idiieacias e de recommendagoes poliiicas epela
a uniram^nte exhibida do relevantes servi-
eleitaaaes ; o que alias c d: ordinario em pu-
i dliservlco poblieo.
i igual a commissao entendCB sor mais acer-
Incarr.bir o fornecimento do fardam.;nto pa-
ra o corpo de policia a thesouraria provinciid, ad
i*t&ar do quo se pratica para os corpos do e*er-
/ireveniudo-so assim qne amobilioado daquel-
r?a podesse occa-ionar oi inconvoaientes quo
r vcza cm tempos idos tom-sa deplorado pelo
=> sterna contr.irio ate no|e ad ipt.ulo de.um intitu-
'^'-comelho de aimiiittracilo~io mesmo fcr-
ato, quo criou o art. i da lei provincial n
de 11 de junho do i830.
Koduiido assim o loroecimento do dinheiros, fei-
i" pelos cofres provinciaes aquelle corpo, mais fa-
cil tornarse-ha a UscaJisarau dos poucos que ti-
vjremde ser-lhes inini.-irados, v. g. : para adian-
tamonto d. soldcs as pragas quo deatacareoL e
quac^quer despras nrgenjes, etc.
f'"i'.ras medidas ainda aggrogadas para maior
trsnra. prtncipalmonte a ra-'neito do algans
d !tt"- .' io la p is
IiIkH, Icra.ii ciiiiie -ciuuauus Uj'.'.is tabt Ilas
n armament >, pquipamento e utensis, com as
lifkacties adaptadas as circumsiancias actnaes.
Algumas pret-aucoes foram ainda tomadas para
itfecUvida4e do pagameoto do veucimento daspra-
c, s de pru.
X escrijituracao daquolle corpo, pela nova orga-
nisaoAe onerecida pelo dito projecto, devera pres-
naiares garantias para sua annual inspeccao e
tiscalisacao, a qua! devera ser incumbida a um
o.Ticial de patente superior a do commandante, o
iae tanbem foi estabeloeido de acordo com o aviso
iteisterio da gaorra, n. 107 de 20 de marco de
*ntretanto, podendo haver faetos delictuosos das
pr*gas do mesmo corpo do policia nessc sou ca-
raster especial, os quae3 nao sao considerados
crime* commune -sujeitos aquclles Iribunacs e
aquellas penas qae eitatdecerram as leis geraes,
nem mesmo devendo ties (actos ser suiimeltiilos as
leis da guerra, segundo os principios prestabeleci-
dos. cumpre nao deixal;os sem a devida repressao
E, pois, a commissao retringio-se a fixar a
verdadeira clas3ificacSi" d'essas rafracgoes disci-
plinares, praticadai pelas pracas do dito corpo,
como a falta no servico ausencia e desercao,
ameaca, injurir, roubo oufurtode din'eiros, effei-
tos publico", ou aos seus superiores, companheiros
ou subaiva-nes; desobediencia, dar parte falsa ;
cslragar ou extraviar armamento ; usar das armas
para Cms indevidos ; mostrar-se cora fraqueza era
qualquer dUiguncia ; dei?:ar fugir prezos ; dormir
estando de sentinella; atandonar este ou qual-
quer outro service; cmbriagar-se, etc.; procu-
rando assirn conciiiar a imposicAo das respectivas
penas, coma necessaria moderacao, cabstrahinJo
do tod i a sevcridade.
A commissao para i^sc tew cm muita conside-
racio quo, c.mpetindo ds assembleas provinciaes
a lixagao dessa f.'rca Jpolicial, a vista do art.
11 s 2. do acio addicional, lambein tem sido
n'essa niesma attrihui^ao comprehendido implicita
ou virtualmeiite c per um modo antonomico o
poder do legislador^ por me^idas obrigatorias
sobre a accao, cxecucao ou meios de tornar aquel-
las suas disp^sicoes elTectivas ; emfira a faculdade
de fonnular ou eslaluir regulamentos assecura-
torios dos seus interesses e nelles de impor penas
disciplinares para a mesnia forca.
Do outro modo, seria autorisar as assembleas
provinciaes para aquelle fira e ao mesmo tempo
Oenegar-lhes o direlto de lancar m3o dos meios
art. 3 0 do mesmo codigo, que tornou-se exigivel
pelo cilado art. 58 6." do reguktmeoto n. 120,
como sao as c-mtravencoas da* postaras tnunic:-
paes sob aqaella mosma pena (6 meaes de prisao)
a que incontestavelmente sao equiparadas as men-
cionadas imfr-iccdes de disciplinn; soldo que estes
attributos peculiares d.as mofinas assembleas pro-
vinciaes tem sido por varias vezes conferidos aos
presidentos das provincias, como foi ao de Per-
nambuco.
Mao pode, por certo, pareeerinconirueate serem
processadas e jnlgadas alguma.- dessas Infraccoes.
semclbantemonte, por tnbunaes de diversas liatu-
rezas, e panidas por legislacOes differeftles, segun-
do sua maior gravidade c outras circumsiancias,
visto como por vezes proccssa.i|i-se e juigam-se no
foru commum faetos delictuosos, quo alias estao
submettidos a |orisdlcedes especi.ie, com > por
exemplo succede a respeito dos quo eoostituem a
denominada policia ac:demica das faculuades do'
direito e medicina do imperio, que alias nlo
excluem aquellas penas em que iucorrem os estu-
dantes delinquentes, segundo a legislica-i geral, de
acordo com o art. 127 e 12> (ultima parie) dos
decretos ns. 1368 e 1387 de 28 de abril de 183,;
ou ainda rclativamento aos clerigos, os quaes,
pelos artigos 8. e 13 4. do codigo do prccesso
criminal, respondent perante as justicas ecclesias-
ticas i; por imposigao das penas espirituaes decre-
tadas pelos eanones recebtdos, an passo que semc-
Ihantemeuto estao sugeilo.s aos tribuaaes e penas
communs, verlii gratia : no caso do art. 247 do
codigo criminal -receber em matrimonio centra-
hentes que se nao mostrcm legalmente lia'ulit .a >.s\
e outros ou no aviso n. 59 de 23 de agosto de
1843, quo declarou estarem os benetlciados cul-
pados de residencia, sugeitos. alem das penas ca-
nonicas, as do art. 139 do mesmo codigo cri-
minal.
Na primeira hypothes^, por ser inherento a in-
dole o organisagto das congregate- das faculda-
des, que sao consideradas tribunaes do eoiten;iuso
admimstrativo (Uruguay -direito administrativo g
21 Rego -identica obra 87e 115) e no2 e3J polo
caracter de materia mixta, espinlaal e secular ou
civil, que involvem taes faetos.
Conscia a commissii da falta dc aniformi lade,
e mesmo das irregularidades rep'tids que so fa
ziam sentir nos processos de instrucgio da enlpa e
de sentenga das praga* da pielle corpo, tomou a
deliberate de aggregar ao projecto do Reg., qu^
ora offereee, dous formti'arios, sendo um para con
selho do investigagaoe outro para o julgamento.
Em arabos e-ses trabalhos presidio todo o pro-
posito possivel para conceder as maiores garantias.
quer a accusacao, quer a defo;a dos delinquentes
sendo que por issom-ssrao love a commissao de apar
tar so um poaco do processo adoptado paraaquel-
les crimes policiaes, isto 6, do disposto no art. t 5
a 212 do Cod. do Proc. Criminal, de acordo com
o art 48 do Reg. ja novissmn BjBt judiciaria, o
de preferir alguma das disposigoes do alvara do 4
de setembro de 1763, com as modilicacoos autori-
sadas para o process.) commum, polo nao Cod. do
Proc criminal e pelas leis das reformis ulteriores,
como tambem pelo formulario para o conselho de
uiscipliiia o de guerra das pra;as do exercito, que
baixou com o decreto n. 1080 do 2D de novembro
de 1833.
D estarto devera cessar o excessivo rigor eslaoe-
leciio, pelo art 143 e 133 de Reg. actual d'apielld
corpo de 2 dc dezembro de 1833, nos consel aos de
investigagao c julgament i, negando na primeira
audiencia do accusado, oatra todos os meios co-
mesinhos c sacrosanlos, principios de direitos natu-
ral c positive, e no segundo mand mdo seguir o dito
alvara do 4 de setembro do 1763vdc acordo com
as leis e uzo da guerra, no qucequipara as pracas
do corpo de policia as do exercito, subordinadas
alias a institnicao mui d'versa, como fica assas
ponderado.
A commissao mantevo a intorvencio do Dr. pro-
motor puhhco dosta comarca no conselho de in-
vestigacao, por ser esta judiciariamente ^utorisada
pelo art 5* da lei provincial n 507 de 29 de maio
de 1861, por cujo trabalho flxou Ihe a gratiflcacdo
annual de tresentos e sessenta mil reis.
Tamb8m eatenden a comrai'ssao ar maito con-
veniente admittir o adjjinto do mesmo promoter no
conselho de investigacao, para esse valioso con-
curso do urn lioraem letrado obter maior rogulari
dado no me-rao processo.
Outro-sim conservoa o recursoexiffieio do con-
selho de julgamento para a junta do jusiica, uni
camentp por ja ser este tribuual recc>ahecido par*
julgamento cm segunda e ultima instancia, piHo
art. 153 do Reg. Jaquelle corpo, de 2 de dezembro
de 1853 e art. 70 de 2 de setembro de 1861.
Nem dc outro modo procedera a commissao por
estar conscia de que, a vista da concilia d > conse-
lho de estado, de a 28 do maio de 1835, ja foram
pelo goyerno imperial denegadas ao prosidente da
provincia do Rio Grando do Sal as provtdeocias
qae solieitara para o conselho supremo militar to.
mar conhecimento e julgar em aitiraa in-tauoia
processos feitos -as pracas do corpo policial dessa
provincia, > deliberagao esta que a mosma com
missao eonsideron mui ajustada; por'quanto os
ueesisanamenic o coaUuuo desacorJo e.n as leis
provjneiaes, quepir a |U.die mxlj hm.esseio re-
gulad > aquellas suas necessidades, ou aliasvice
vctsj -q tando as asseuibfeas proriaci t-'s por Ven-
tura quizessem iiversameute nrovidcuciar a res-
peiW.
Apenas a commissao inn-jvba, por occajiao deste
jowjinento, a exigencia de um relatorio escripto
pelo Dr. jaiz de direito auditor de g terra ; beja
como a decisao pelo voto de Mutefca no caso de
mplte, ad iastar d > que ora se pratiaa nos tnbu-
naerde segunda insUicia, de acordo ci o Dec.
de tt ile agosto de 18J3, art. 43 do de n. 1397 drf
t novembro de 1871.
Para evitar a freraencia d'aqu:llo.- eonselltos
de faves!iga;5i |>or leves o.niss.Us, a com.n.'ssau
aut coroo para punir cora urizao ate 13 dias essas
peijnenas faltas, isto e, tui excedo.'ils? d: tres dias
de ao-encia, assim com) paraimpor, inlopenlente
do processo, as penas que exce lerem de um moz
de prisao, dan Jo, porem, pane leste seu procedi
uii'dto a presidoaeia, para modifica-los si assiin Ihe
parecor mais justo.
A Co.niuissao aiada coasagrou disposigoos espe-
ciaes, quir para a punigio dos crimes em cirjums-
lancias amrmae.-, dealteragiio dt ordem publica,
subraettendo-os as lois inilitares, qu -r para os cri-
mes quij sao julgadus pelas leis geraes, quer emlira
quanto a policia interna do corpo, que equiparon a
do exercrto.
Parecen ain la convenient!' a commissao com
pendiar a gumas disposirocs para mais uniforme
pnicedimpnto dos jnlgai>rcs e maior acerto era
suas decizdes, oimo nas emenjencias possiveis de
ctispeicao opposta a alguns delles: sobre a inha-
bilididc das teste.n'ihas, iuaairicao dell?.?, quer pe-
rante os ditos c.inselhos, quer quando estiverem
Jiusentcs, e outras diligcncias tendentvs aos meios
de-iccusagio o dofezi; aprociagao das respectivas
penas por oocasiio do jalgamento ; os effeilos da
pr.mun;ia; o modo dc contar n tempo de pnsio,
antes de sentonja, do executar as penas a garan-
tia do direito ue quoixa e rctfcabafao, mediante
percira communicagio ao commandante e outras
providencia< admitti'las em taes ensos.
Adrede nada providenciou a commissao a res-
peito do curative d.ispr acase nfermas, norquo esta
materia acha se cahalmente regttlada'pclo art. 6
da lei jprorincial n. 239 de 11 dt junho de 1830,
a iiualjpor outros subsequent-, como pelos, n.
4iil dqf-,14 de jnlho do 1870 e art. 6 da de n. 1091
de 24 *. abril do corrcnte anno, [cm sido manda-
do. ofcservaro obtido satisfatoria execucao pratica ;
|mlo qne nio ora conveniente fazer-the atteracao
algiinxv
Qn^lorm rccrbiment", guard.-, fc ili-tribui-.-ao do
faraartfcnto pelo corpo, tambem nao w neenpou
especillmente o projecti, ni r Conslderar materia
dc pull liscalisa.ao e atlnfrnlsttacait, a cargo im-
mediafo do respectivo coflMnandante e mesmo ofl-
ciaes.
A commissao cnnstiltou para a cinfeec5> do
projecto que ora offereee, nao so as leis provin
ciaes quo regularam aquelle corpo, detle a ~[\ie
fez a sua primeira Irxajao e den-Hie a org.inls*f*
(n. 6 de 6 de junho do 1833) de infantarh e caval
laria com -JJ3 profit, seni" larnbom as outras
ulteriores, como as do n. 23 de 9 dejnnho de 1816.
u. 42 1c 10 do junho de i83", n. Ii5 d) 3i d
maio de 1845, n. 2:0 do 28 de junho do 1818, n.
219 dc II de junho d > 183 ', n. 7 de A-t maio
de 185!, n. fill le 2 le mai" dc i8o-l. n. 733 dc
23 de junho de 1867. n 787 do II de abril de
I86S, n. "Ill d 2 le juah > le 1871, n 1013 d i
4 de junho de 1872 e n IO!>l de 2i de aoril ie
1873 ; ernfim os regulamento? do mesmo corpo, do
5 de dezembro de 18'>. 10 de r. ve'uii.'o de 1838
e 2de setembro de 1861.
Mas do todas e-tas di-'pisicoes en -itradas, e
pela maior parte dicladas pur circum-tvieias es-
peciaes nas respectivas data.-, a co noltasSi apenas
pole addusir, niui piuco, que Ihe pareeen ainda
aloptavel ua aciualidadt,
F-iram ainda presentc-s a cr-mmissa > o regula-
mento do cirpo pilicial di crte (docreti n. 2)8 )
de 16 de junho de 183s, bem com > os d i- provin
cias da Bahia e do Ceira, aquelle de 10 do margo
de t858 e este dc 11 de fevereiro de 1861.
Destes mesmos trabalhos, porem, ella ainda pou
co pode colher para conf-cgio d proje:to que
logrando eva-iir-se o criminoso ; que foz o pormimemretribuifaoaohymnc-a caridade como'
coiDpetente inqucrito e o rctnetteu ao res-
pective Dr. jiiiz municipal.
0 iHlegado do S. Bento declarou-me, por
olficin do 4 do corrente, quo pelo subdele-
gailo do ilistriiito do Canbdtinbo, foi remet-
tido ao Dr. juiz municipal do termo o
inquerito policial a quo proceJeu contra
Angelo Custoiio do fwsciimaito, por crime
ile toruada dei presos.
Por ollicio datado de 5, duclaioti-mo o
dolegade do C ibo, quo eia virtu lo do de-
procato do Dr. juiz de direito da comarca,
fez capturar e rocollior & respectiva cadeia a
Liberato h Manoel da Panto, escravos de
D. Tnerezi de Siqaeira Civalc.-mt-, pro-
auueia los olli, como iucurso; lias penas
do art. 201 1.> col crim.
Peps guardo i V. Exc. lllm. e Exiu. Sr. com
mendailor Henrique Pureira de Lucena, dignissi
mo prtaidente da provincia. 0 chefe de policia,
Antonio Francisco Coirtia de Araupo.
vera V. Exc. das duas iaclusas relacoes. -Sou coos
todo respeito e consideracao. Dc V. Exc amigo
cnado obrigadissimo Pedro de Alhaade Lobo
Atoscso. Sua casa, 8 de novembro de 1873.
Ur. Antonio de Vasconcellos Menezes
de Drauioand
Commendador Antonio Gomes de Mi-
randa Leal
Capitao de Fragata Francisco Goncal-
ves Nelto
soeo
5*000
ora"olTerece para regulamento do corpo de policia,
porquanto o da Ba ia foi copiado do ultim >do Per-
nimbuco e deste o do Ceara, resentin io-sc alias
todos ell js dosde'eitos dc da c^rte, que muito im
propriamente Ihes servi) de typo, por ser um acto
do poder legislativo geral, que por certo nao po-
dia constituir norma para osdemtis corpos de po-
licia das provincias, cread is sobre outr;s anspicios
polas assemble'is provinciacj, quo teem mui dis-
linctas attribuigoes; alem de nao ser admissive!
dar Ihes a mosma organla;5o piramente militar,
a que se acha snj 'it-1 aqoellr outro.
\sim a commissao procures preencher aquel-
le encargo que V. Exc. ccnfcric-lhe, e hojo sub-
mette a sua distineta consideracao o prrjecto junto
para regulam mto do mesmo corpo de policia, na
plena c nviecio de que para esse cabal desempe
nho nao ponpou eiforcos, asim coin:1 quo, a des-
peito do qnalquer imperfeicac, que per ventura
qneiram arguir a este trabalho, nao pxlerio com
justii;a coasidera-lo do inferior merecimento ao re
gulamento actaalmente em vigor
Dens guardc a V. Exc. Recife 5 de novembro
de 1873. -Illra. e Exm. Sr. commendador Henri-
qne Pereira do Lucena, muito digno presidente
desta provincia. Sitceiio Pernandcs an Araujo
Jnrge.-f\r. Antonio de Vasonceltos Menezes de
Drummond.Francisco Cetmello Pesten de Lncer-
di. -Tenente-coronel Francisco Carnrin Madia-
do Rios Junior. Mxnoel Tertidic.ro Tliomaz Hen-
riqncs.
Itepartielto da policia.
!.' *ocgao. Secretaria da policia de Pemambucc,
13 de novembro de 1873.
N 1875.Illm. eExm. SrParticipo a V. Exc.
pie foram hontera recolhidosacac-ade detencao, os
individuos seguintes :
A' ordem do sitt lelegado lo Recife,
I.uiz, escravo He Manoel Gomes Men les,
a requerimento deste.
A' ordem do da Mag lalona, Ponciano
Jose dos Santos, por .jfesorde n.
Segunlo communicou-me o deJegado do
Ouricary, em officio de 24 ximo passado, foram recclhidos ;i cadeia
daquella villa Jose Olympio Rtbeiro da
Sitvn, Moderno Maria, Pedro Ribeiro da
Sdva, Martiuiano d-i M^llo Aleocar, pro-
nnnciados *Ui, como incurios nas penas
do art. 116 do cod. crim.
Em data de 3 dtsle ir.e, communicou-
me o deieg-ado de Cimbres que, &s dez horas
da manha do dia2f de outubro ultimo, no
logar babel Dias.do I'.tstricto daquella villa,
Honorato dos Santos Barboss, espancou
barbamtnep^e a Manoel Barbnsa dos. Santos,
RBVISTA DIARIA.
Fepro Curril de Pcraambaco. -- S.
Exc. o Sr. commandador prosidente da provincia
cxpedio o seguinte acto :
t Palacio d.i presidencia do IVriiambuco, em 30
do outubro de 1873. 0 presideute da proviucia,,'
usand > da_autorisagao contida na lei provincial n.
1.112 do 17 de junho do corrente anno e depois de t
aberta a concurrencia pelo edital dc 30 dc julho
proximo passado, tendo ouvido o Dr. engenheiro
chefe das obras pubiicas, contrata com a corapa-
nhia-Ferro Carril de Pernambuco-devidamente
ropre^ontada, cuja proposta foi a unica qu: appa-
receu dontro do prazo marcado naquello edital e
da sua prorogagao, o assentamento do carris de
ferro no arrabalJe denominado Torre proton-
gandc-se a linha da Magdalena desde o seu ponto
terminal no sobrad) grande atu a poote dc AnJrfi
Porto, mediante privilegio exdusfro por tempo de
20 annos, nos tcrmos da cita la lei, e sob as clau-
solas seguintes:
1.' Deutro do um mez, contado da assiguatu-
ra do presonte eoutrato, a companliia subinetlera
a approvac'w do governo imperial a planta com o
traiuido da nova linha e dosdesvios eouvenientes.
2* As obras desta uova linha scrao comega-
d.is no prazo do 6 mezes e coucltjidas at" 6 mezes
depois.
3.' Por qnalquer pnuogaeio de prazo quepe-
dir a companliia pagara dc multa a iiiaatia de
3:000 J000.
4.a 0 preco da passagem o-ata uova liaba se-
ri de 100 re"is por pessoa ; vindo a custar 300 reis
a passa;;em desde a ponte da Torre ate o arsenal
do marinha.
5.* Dentro de um anno lea a companliia obri-
gada a estabeloccr um servico regular de dlligen-
cias tiradas pe>r animacs entre a poote dos Afoga-
dos e a da villa de Santo Amaro de Jaboat.io, assim
como a partir do sobrado granle na Magdaieua
ate a Vaizen, passando peJj Caxanga.
6* A linha dd Santo Amaro do Jaboatao divi-
dirse-hi em 5 seeeijes, a saber :
A l. d.i ponte de Af-igados a C.iquia ; a 2.'
d'ahi ao Peres; a do Peres a Scupira Torta ;
a 1." d'ahi ao Soeeorro e a 5 d'ahi a Santo Ama-
ro de Jaboatai.
t Sera de 200 reis o prcco da passagem cm c.da
se-vio ; devendo entr.'tanto, a companliia ter bi-
llietej de corres:)ondoncia no valor de laMJO, o
qual dara pas^ajem desde a villa do Santo Amaro
do Jaboatao ate a ponto de Af >gid)s, nas diiigen-
cias e dahi ate a Recife, nos bonds.
7." A linha da ifarzea dividir-se-hn era 2 sec
goes, sendo a t.a do obrado grandc ao Oaxaaga, e
a 2." do Caxanga :i Varzea (pelo Ambolii;.
0 preco da passag-m na !. seccao sera de
400 resis, e de-100 reis ua t.' scccfio, vindo a ser de
500 reis o prero da passagem em ambas as see-
jjees.
8.a As diligencias de que tralam as c'ausuias
antecedenles senio das mais aperl'eigoadas quo
houverom nos Estado*-Unidos; e duranle 10 an
nos cemtados do dia em qua come.,arem a funccio
nar nao podera ontra cornpanhia ou erapre a fa-
zer o referido servico nas direcgdes mdicadas.
9.* Depois que for aborta ao transito publico a
via ferrca de Joboatao, a cornpanhia podera deixar
de manter o servico de diligencias Desta direcgio e
ostabelece-lo para outros qnaesqner pontos quo
ihe convierem, fixando previamente e de accordo
com a presidencia o pr>go do transporte.
t I0. Em igualdade de circumsiancias tera a
cornpanhia preferencia para o assentamento de
carris de ferro nos pontos percrridc-s pelas suas
diligencias.
If.* Fica a cornpanhia obrigada a prumptifl-
car no prazo de 8 aiezos. oontados da data deste
contrato, um ramal que, partind i da rua do
Hospici'V defronte da matriz da B la-Vista, ctic-
gue ate o edilicio onde funcoiona a Faculdade de
Direito, podend >, quando julgar convenienle, pro-
lougalo ale encontrar a linha de anto Amaro.
12.' Outrosim, podera a companliia prolongar
a sua lin ia de Santo Amaro ate o cemiterio [mbli-
co, bem como ate a ponte do -Tacaruna nar
Ine sendo licito, porem, cobrar mais dc qu* o pre-
co de 200 reis, que ora se paga na dita linha.
t 13." Tica a cornpanhia obrigada a construir
um ramal que, partindo da rua do -Barao da Vic-
toria, va pela rua do Marquez do Herval ate ea-
trar na rua de S. Joao, seguindo por esta rua e
pela de Vital de Negreiros at6 o largo das Cinco-
Jonlas, ondo eutronc.ira na linha dos Afogados em
frente da matriz de S. Jose.
< A cornpanhia dara eomeco a construccSo des-
te ramal logo que princiniar o calcamenlo da rua
do Marquez do Herval.
c 14 Fica a cornpanhia desde ja autorisada a
asscniar os desvios epie forem aecessarios entre o
extreme da liuha da Jls gJalena e o largo do Vi-
veiro, bem jomo" a fazor um desvio que, partindo
da linha principal na ponte da Boa-Vista, va pelo
caes Capibaribe, rua da Ponte Velha, rua do vis-
eondo de Albuquerquo e rua do Vissonde de
Goyanna ate entroncar na linha principal. -
t 15.* As dez primeiras clausulas deste contrato
Gcam dependentes da approvac to da asse.nblea
provincial Henrique Pereira dj Lucena. >
Culledoria provincial.Por portaria
da presidencia da provmc.a, de 12 do corrente,
foi exonerado o bacharel Manoel Jose Mendes Bas
t, de fiscal da collsctoria provincial da comarca
Bom Conselho, por ter sido rermvido como
pruinotur puldicovpara a wraarcado Cuique, e foi
nomeado para osubstituir naquello cargo obacha
rel Fiel Vieira de Torres Granyeiro.
Hitspirio de allenados. Dames cm se-
gnija mais donatives para as obras deate novo
t'3Ubele:imenlo :
lllm. e Exm. Sr. commendador Dr. Henrique
Pereira de Lucena.Romotto a V. Exc, a quaatia
de qain entos e qaarenta mil reis (Si '5000) sen
do cento c Macoenta e oito mil reis ( 1585 IG'i)
arrecadados pelo mea amigo o Sr. loa-iuiin Ber-
nardo de Men lonca, a qaom na-j ten >o expressio
para agradecer o obseJUio one me, fos e trezeatos
e oitenia e dous mil reis L^2^ur>04 ar
ssom
3*000
5*000
5*000
51000
54IH10
1,000
2i000
3*001.
S*OI0
>*000-
3J000
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10*ii00
15*000
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5*000
3*000
3*000-
IH
lfl*0uO-
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3*000
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e-*ooo
i*IH)0
o*000
540'0
5*000
10*000
5*000
10*000
10*000
li) 400.1
4t*o . i*0O.i
3 4000
'*000
1C'*OJO
0*000
10*000
20*000
Dr. Ignacio de Barros Barreto
Capitao-tenente Pedro Nolaseo da Fon-
toura Pereira da Cunha
Coronel Agostinho Bczerra da Silva'
Cavalcante
Ur Francisco Borges de Barros
Dr. Jos6 Zacarias de Carvalho
i Gosta Irmaos
Thomaz Garrett
< Mauoel Alves Barbosa
Joiio Ignacio do Rego
Luiz da Costa Porto Carreiro
Capitao-tenente Joaquim Jose IWdri-
gues Piuheuo
Caiiitao-leueuto Luiz da Costa Feruan
des
Capitao de mare guerra Jeronvrao Fran-
cisco Gongalves
1." tenente Francisco Floriano do Can-
talico
a Agra 4 C.
Ptreira Irmaos
D Emilia Fausta Menna Gallado da
Rxteeea
t D. Esther Anrala llonschell
< Cunha & Manta
Bartholouieu ci G.
Antonio Pinto Oxorio
Marcelino Jose de Britto
Jos6 Joao de Amorim
t Manoel de Aaevedo Andtade
k Graciliano da ruz Martins
t Jose Nogueira de Souza
c Guiraaraos 4 Oliveira
Francisco M. da Silva St C-
D. Maria de Castro Almeida
Francisco iotd da Costa Araujo
Dr. Felippe de Figueiroa Faria
Antonio Correia do Vasconcellos
Francisco Ignacio Pinto
Bernardino ouarte Campos
t Campos ( da coufeitaria )
'.< Mendes & Aievedo
o Major Jose Gomes Leii
Capitao ose Pedro das lieges
Joao Quirino de Aguilar
Porto & Bastos
c Antonio Jose Itodrigues do Souza
a Uorindo Ferreira Calio
Dr. Francisco do Assis Oliveira Ma-
ciel
< Braga & Silva
Dr. Auguslo Carlos Vaz de Oliveira
Dr. Fabio Alexaadrino da Costa Kci-
a Commendador Luiz Gongalves da Silva
ii Dr. Joaquim Gongaives Lima
Miguel_Jo5e Barbosa Guimaraes
< Dr. Joao Maria Sev<>
i Seoador Francisco do Rego Barros
Barreto
D. Arceiina Xavier Garaeiro Itodrigues
Campello 2O^0C0
i Major Joao Francisco Autuues 3^000
k Ur. Elyseu do Souza Martins 2 &000
a I). Luiza Muniz Barreto Vellozo lOiOJO
i Lu'J Salazar Mesroso da Veiga 5,t00o
Joaquim BernarJo do Mendonca 158,11 00
a Gabiuete da presJencia do i'eruambuco, em
11 de novembro de 1873. Illm. Sr. Dr. Pedro de
Atliaydel.obo Uoscoso. Accuso rccebida a cartade
8 do ;orrente, em que V. S. me rcinetteu aquantia
de quiutwatos e quarent.i mil reis para a obra do
asv lo de alienados, seudo cento e cincoenta e oito
mil reis arrecadados pelo Sr. Joaquim Bernardo de
Mendonca, e trezentos e oitenta e dous mil reis,
por V. S., como rotribuigao ao hymno da caridade,
constando tudo do duas listas, que aeon.panht.ram
a juella quantia. Faltaria a um d tenho prazer em cumprir, se deixasse de lottvar
e agralecer-lhe os reiterados e.-forgos, felizmente
sempre coroados de bora exito, com que V. S. tem
emprehcodido auxiliar-me nesta importante em-
preza Pegc V. S. que transmitta em meu come
ao Sr. Jo;. .un Bernardo de Mendonca, iguaes
louvores e agradecimentos pela obsequiosa e nu-
iiunitaria commissao, de que so encarregou juoto
as Exmas. Sras. moncionadas em sua lista, erape-
nhando-o em fazer chegar tambem a tao distiucti'S
contribuintes a expressa.i de meu rectnbeciatento
pela ciridosa geuerosidade de seus Goracoes. De
V. S. muito attencioso, venerador e criado. H?ji-
nqie Pereira de Lucena.
n Illm. e Exm. Sr. Era solucio a carta da V.
Exc. datada, de 9 de ectembro proximo passado.
na qual me pede abra aqui uma sabscripcao fa-
vor do asylo de alienados, edificio que V. Exi
tenta construir com os genorosos donatives dos
habitantes desta provincia; isclusa acbari. V.
Exc. a quantia de cento e noventa mil reis (190*000)
generosamente doada pelos contribuintes, cans tan-
tes da relacao inclusa, quo V. Exc se dignara man-
iar publicar, alim do que consle aqaelles e desti-
tino que dei a tao generosas offertas. A* prbpor-
eao que .for arrecadando mais alguns donativos,
farei remessa a V. Exc. Alem da quantia acima
relerida, ach'ara V. Exc. mais a de triuta mil reis,
que por tniuha parte offeree para tao humauita-
rio lim. Ijiuarassii, 7 de novembro de 1873. Of
V. Kxc. attencioso, venerador obngadu./fewtfor-
nes Socrates Tuvurcs de Yasconcello&
Padre Manoel Ignacio Bezerra do
Amaral 20,1000
Advogado Joao Francisco do A-
maral 50,1000
pau-dio j0! je Sant'Anua SOjiOOO
t J. A. F. Guabiraba 10*000
Padre Fortunato Daniel Amador iOil'JuO
.Delegadii Francisco Joaquim Ca-
valcante Galvao 50,1000
Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
It de novembro do 1873.Ulm. Sr- Dr. Hermoge-
neS Socrates Tavares de Vasconcellos.Em (jaria
de 7 do corrente |recebi a quantia de 220(000
reis quo V. S. e mais alguns habitantes dessi co-
marca se dignaram de sub asylo de alienados, era solugao a rainha carta le 9
de sotembrc ultimo, manifestand > V. S. a esperan-
ca de obter novos donativos qae opportanamente
me reraettera.
Xao posso deixar de agradeecr Ihe a promptidao
v. benevulencia com quo acolheu a minha cilada
carta louvando o ao mesmo tempo, bem como
aos deiiiaisjcontribuintes pela generosa exbiticao
da sentimentos do caridade, em que muito coanei
quando a V. S. n>e dirigi. Continue a asHgnar-
ne. De V. s. muito attento venerador e criado.
-Henrique Pereira de Lucena. >
i Exm. meu collega Sr. Dr. Lucena. Nazareth, 5
de uoveuibro de '873.Passo as sua* maos cento
o cincoenta mil reis (150*000) qae ate boje leuho
pc-lido arrecadar para auxilio da ediftcacao do
nospicio de alienados, acompanhando a lista dos
a>mes dos que concorreram com sens doaaiivos.
.Va sei se realisarei fazer ainda outra reiMaati, em
vista das pessoas a qnera me tenhc dirigulo ti quo
ainda nao responderam. Sou collegi, amigo obri-
gado. Luii C. de Qaeiroz Barros.
Jose Luiz Pereira E*O0O
t Jose Tavares Pessoa de Araujr i 20*090
u Tenecto cohe! Jo?- Hvgmo C





-
$
DHri* ^.Pernambuco
Allra-
20*0;J0

20iOM
10*000
oi-OO
5*000
(le '.'. mil I
10
iO
40
40
40
40
I! '7.1'ITOS C
105
100
90
99
98
94
10
Cxe. o St. rent-
approvou, em
calves (Jnerra
Herculano da Silva Pereira
Major AffoniclflKilollaiiiia
querque Ma*ty|fcao
Francisco Tavares Pessoa de A-
raujo
Jnao Joaquim de Maraes
Reinaldo.Gomes da CunhaPedrosa
Gabinete da pre-idaacis de Pernambuco.em
II de novembro de 1873.' lllm. 8r. Dr. Luiz Cor
reia de Qacrioz Barros. De posse oue V. S. me rrmeiteu a quantia de cento e cin-
eoeala mil reis, ahi'arre^aoada, com a lista das
pessoas quo sc lignaram de assignar para a ebra
doasylo de alimaoot, cabe-melouvar o oobre em
petit io com quo v. s. eorrespoadeu ao meu appel
lo, agradecenlo-lhe os esforcos a este respeito em
preyados. Resu-me pedir Ihe <|ue em meu nom
i uvee agradwja a is contrihurates os sentimentos
de caridade e philantropia de que deram prova,
ererter.u-lhe os imus protests do estima e con-
sidefa<;ao, pur ser de V. S muito alteocioso, vene-
rador e criado. Henrique Pereira de Lncena. t>
Instilcto Archeologico c Geogra-
pMeo- Keunio?e hontem, sob a presidencia do
Earn conselheiro monsenhor Mania Tavares,
com assistcnria dos Drs. Paula Sales, Daptisla Be-
gueira, Scares Brandao, Jaeintho de Sampan), (
dos >rs. major Salvador Henrique, Cirurgiao Fer
reira de Almeida e Torres Baudeira.
E' lida e approrada a acta da a'ntecedente.
Nao se arhando prcsente o Sr. secretario perpe
tao, o Sr. 2.* secretario. depois de cotumunirar
que, por incomm.,dado deixara elle de comparecer,
o *abstitue e menciona o scguinte expediente
Urn oflicio d.) Sr. conego Lino, communicando
qne, por impossibilidade plivsiea, nao podia com
parecer por nm mez as sessoes do Instiluto. In-
'eirado.
Outro, do Instituto Archeologico e Geographico
Alagoano, em resposta ao deste Institute de 12 de
oulubro ultimo, em o qual o seu digno secretario
nerpetuo assegnra que sera satisfeita a exigencia
desle Institute, logo que a commissao ineumbiJa
das invest ga<;oes archeologicas sobre a deseober
la feita na Cha da Cajaeira do engenho Faquara,
der seu vclalorio aeompanhado dus objectos que
depois das xcavaoSes forem encontrados. Intei-
rado.
O mesmo Sr. i. secretario da conta das seguin-
tes offcrtas : varios numeros do Diario de Pe'-
numbuc", pelo consocio Dr. Figueiroa ; alguns ns.
da Provincia, pi la rcspectiva redaecao ; um volu-
me da Rerista di In'trucriio Publica, pelo Sr. Dr.
Pinto Junior; um exemplar do relatirio do direc-
tor interino da instruecao publica, de 31 de Janei-
ro ultimo, offertado pelo mesmo Sr. ; um manus-
cripto contendo a Opera lyrica, cm tres actos-
Moema e Parqan Babia por Ernesto Ferreira Franca e offertado pelo
Sr. Francisco do Assis de Albuquerque da Silva
Brasil. Estas olTertas sao recebidas com agrado e
mandam se archivar.
Deputiirios provinclacs. Recebemos
hotitcm o scguinte resultado eleitoral :
4 districto.
Joaquim de Jlello Rego
Dr. Pinto Pessoa
Dr. Ernesto Vieira
Dr. A. I.acerda
Vigario Tito
Vigario Cunha Cavalcanlo
itesirno dos collegios
Caraaru :
Or. Xtba pierque Lacerda
Joaquini Well) Rego
\ igario Tito
Dr. Pinto Pessoa
Vijario Cunha Cavaleante
I>r. EciKsto Vieira
"Tenente coronel Ernesto Silva
i*ei*vly inortuari. S.
me'tHfcidor presidente da provincia
7 do corrente, o act) da junta adniinistrativa da
Santa Casa de Miscricordia, aceilando a proposta
d w Srs. Agra & C. para se encarrpcrarem do ser-
vici ui'.i'.liiarioda cid.idc do Reeite,6ordenou que
se"lvre o cumpetonie contrat.).
t'iditdc lc Olinila.-Comecam ho;e as no-
v.m.-is il" Nossa Senliora do Amparo, em sua igre-
ja da cidade de Olinda, com o esplendor e magni-
ticeneia, havendo em tolas as noites versos, en-
load par um cdro d senhoras e aeompaihados
a piano.
A (esla rcalisar-se ha no dia 23 do corrente.
VVostoni anil Krasilian Telegra-
ph Coin referenda a peticao (|uc ao governo
imperial acaba de dirigir a prac.a do commercio
do Maran'iSa sobre a vanlagem de frnir essa pra-
i;a de communica^oes telegraphicas com o imperio
e com a Europa, por meio do eabo submarinlio da
companbia Western and Brasilian Telegraph, o Sr.
William J. Haynes, disno gerente do London Bank
m*sta provincia, acaba de afllrmar nos que o Sr.
major Wood, director gerente dessa companhia
Idegraphica, aeha-se autorisado a collocar o rabo
enUe Pernambaco e o Maranhio, logo que termi-
ne o Irabalho entre Pernambuco e o Rio de Ja-
neiro.
Clablnete Portnguez tie Leitura.
Oe 12 do corrente cm dilate, ate segundo aviso,
paaa fi'e eslabcleci.oepto a ser fechado diaria-
inent.; das 2 as 4 horas da tarde.
lit*iiiiiaii le ii'aiandade. Domingo
(16) deve ivunir se a mesa geral da irmandade
de Santa Cecilia, erecta na igreja do Livramento,
para pToceder a elt*ii*ao da mesa regedora para o
anno do 1874.
Vapores esperados. Hoje o amerieano
Memmirk, de New-Y-rfk e Para ; a 21 ou 22 o
inglez Iltim tni, de Calhao o escalas, o o brasi-
leiro Puni. do Rio de Janeiro e escalas ; a 24 o
ingle* C topaxi ou Garonne, da Europa ; a 25
on 2'j um inglez, de Southampton e Lisbon.
Vapores a sahir.-N > dia 14, o Pirapama
para o Acaracu e escalis, e o Mmd caju' e escalas.
Carpo de pnlicia. -Sob a rubrica Parti
Official damos hoje o oIHcio que, a commissao no-
ineada para examinar o actual regulamento do
eorpo de polieia e indicar as altera'.-cies on refor-
mas que I i--'ii nece-sarias, iirigio ao Exni. Sr.
commendador iire-idente da provincia, acompa-
n!i indo j Irabalho que confeccionou, o qual foi
approva.lo pelo mesmo Exin Sr.
Discursos. Damos hoje, em nossa oitava
pagina, a eslampa os discarsos proferidos aaeapiial
doCeara, pelos Srs. Dr. Augusto Gnrgel o padre
Antonio Pereira de Alencar, por occasiao de se tras-
ladarein, para o monument erigido no cemiterio pu-
b'iso, os restos mortaes do geperal Antonio de
S< npaio, um dos bravos da guerra do Paraguay.
Festividade religiosa. A devocao de
Kossa Senhora do Rosario, da igreja da Madre de
Dens, festejara no domin"t?o 16 do corrente a sua
Evangellio o pregador da capella imporial frei Au-
gaMa da Irnmaculada Concei^ao Alves, e ao Te-
Denm o Rvd. padre meslre Leonardo Joao Grego.
A orhes ra ^era reg da pelo professor Francelino
Domingues de M. Pessoa.
A questao !Wasear6 e Dominguez
Eis o uue nos enviou o Sr. Dr. Sarmento Filho,
a propo'fto da reclamacao erguida pelos Srs. Drs.
Cunha Beltrao e Andrade Lima c: ntra a publica
^a/j de st as nomes como denunciantes daqutlles
Srs. medicos hespanhoes, ao que por nossa parte
respoodemos hontem :
Aos Srs. Drs. Cunha Beitrio e Andrade Lima
Em os jornaes de hontem os Srs. Drs. Cunha
Beltrao o Andrade Lima declararam :
a Que assignarain as denuncias dadas por mui
ios iiiedicos contra os Srs. Mascar6 e Dominguez ;
Que as-ignarath as procura^oes em bianco,
dando poderes -paA dirigir os referidos processos >
Que, ao depois, porcarta a mini airigida, de-
*istira)R da denuncia e cassaratn a" procuracSes ;
Que, finaluiente, nao teem coparticipacao al-
guinjfnos processes intentados contra os supradi-
tos hespanhoes.
< Quanto as duas primeiras asseverac5es, nada
direm*?, pols sio exactas ; 03 prjprios doutores
0 con.es>am o constam dos autos dos respe ;tivos
proce-sod ; quanto as ultimas, pore"m, fareraos al-
gumas consideracoes.
E' certo quo os Srs. Drs."Cunha Beltrao e An-
drade Li a me escrcveram uma carla, na qual
diziam que, author inspirados, nao quenam ^on-
tinuar na denuneia, e que os desculpasse, poi era
ado de sabedona mudar de opiniao : mas, tam-
bem e certo i|ue, desde qne as denuncias e procu-
ragoes fttavam em juizo, nio podia eu pela referi-
da carta fazer eonstar essa desi tencia, que deve-
na ser feita pelos Srs. Drs. Cunha Bellrio e An-
drade Lima por peticao nos autos, caso o quizes-
em expre-simente, coma m'6 fizeram eonstar pela
refenda sarta.
Assjip, de*le que o Diirio de Pernambuco
.transqrev nes Jos midicos que deuijn-
*;^*'I)ihtf" '' [ ':mll>i dos S2^vl i Beltrao e Andrade Lima, disse
1 I.":-'. J -rlade.
;i os Srs. Drs. Cupjia Beltrao e
nncia. g &*r
Em resnmo : os "rs. Drs. Cunha llelirao e
Andrade Lima a^ignaraiu as. dcnun.c-as o procu-
rarues e nai o (uramento, declarant! -no* qne ii-
nham sido yrecipitaios baqbeUei dims primeiras
actos.
Ficarao em tal caso as glorias da prudencia a
quem as aspira, e para outros a de promoverem o
cumpriraento das leis do seu paiz.
Nao desaninumos. Dr Sanatnto Filko. j
!tla vislnlianca. Pcdemnos que rhame-
mos a atlencao da autoridade comuetente para
uma padaris da rna dos Piros, fregne;:ia da Boa-
Vista, onde. a noit% 6 tal o barulho feito pela
gente que ahi trabalha, qne toda a vizinlianja
csia a ponto de enlouqueeer a falta do repouso.
Pois hem ; quo amassem sua farinha, mas nao a
paciencia aiheia, equea Sra..autoridade competen-
te nos onga.
Prlsocs.A' requisicao do Dr. juiu de direito
da comarca do Cabo, o respectivo delegado reco-
lheu a cadeia Liberate e Manoel da Paixao, escra-
vos de D. Thereza de Siqueira Cavaleante, pronun-
ciado$ alii como incursos nas penas do art. 201 do
codigo criminal.
IiM|ucrlto.Pela subdelegacia de Canhvli-
nho, termo de S. Ben to, foi remettido ao respecti-
vo Dr. juiz municipal o que leva lugar contra Au-
gelo Custodia do Nascimenlo, por crime de toma-
da de presos.
Captnras. -A' cadeia de Ouricnry foram re-
colhidos em 24 de outubro ultimo, Jose Olym^io
Ribciro da Silva, Moderno Maria, Pedro Ribeiro da
Silva e Marliniano de Mello Alencar, alii pronun-
ciados no art. 116 do codigo criminal.
Espancamento. -Em 29 de outubro pro-
ximo Undo, Houorato dos Santos Barbosa, no lu-
gar Isabel Dias, do dislricto de Cimbres, espancou
barbaramente a Manoel Barbosa dos Santos, con
seguindo evadir-se. A autoridade procedeu se-
gundo a lei, remettendo ao respectivo juiz munici-
pal o competente inquerito.
Nazareth. Eserevemnos desta localidade
cm 11 do corrente :
O povo desta cidade parcce acordar de sua
habital lethargia para fazer valer os seus incon-
ie>taveis e inauferiveis direitos.
Cbegando a esta cidade i incspirada noticia
da rem >cao d) nosso preado parocho o conego
Dr. Luiz Ferrcira ^obre Pelinca, para a freguezia
de Goyanna, que em relacSo a questao do dia tern
se tornada digna de imitacao, teve lugar uma re-
uniao popular em quo depois rfe um breve, mas
entnusiastico discam proferido por um dos cida-
d.ios presentes, assignou-se uma petii.ao ao Exnj.
diocesano impetrando a revogacao do seu acto.
O concarso foi grande, notando-se no povo
o mais pmnunciado e flrme desejo de ir por dian-
te nessa emergencia.
Temos, porem, fe qne nada sneeedera, porquo
acreditamss qne S. Exc. Rvma. attendera a respei-
to-a e ju-la supp ica que Ihe foi dirigida, conser-
vaijdo ni'sta freguezia o seu estimado vigario Dr.
Nob re Pelinca.
PassageirosSahidns para os portos do
sul no paquete inglei Magellan :
Dr. Kallai, sua mulher, Antonio L. de.Oliveira
Azevedo, J- J. de Freitas H.mriquss, Joaquim da
Silva Castro, Luiz Antonio P. Franco, Joao B Cas-
tro Rabello. Francisco de Castro Rabello, Karl G.
Schimifte, G Rogero.
Sahidos para o sul no vapor portnguez Julio
Diniz :
Amancio de B. Pereira, M. Jo=6 da Silva, Jnliao
P. de Carvalhn, J. I. Costa c um criado. Jo*o B.
Tourinho, L. B. de Souza, Joao Pires Barrozo.
yeuoACOB n mm
forem. di
options
Qoido-
ou di
iv jr jul-
A IGREJA
ARdll&de Lima por ererein ter
alladi ujpa,desde
.-ignaraiij o jura men
vet a accusa??
4 I iiiilo.
XII
I.IVR.K NO ESr.VDO f.lVKE.
(Continu.ic.ao)
Para enlrar no assumpto do nossa epigraphe,
tomo-nos oecupadi) da hberdade de eousciencia
c de cultus. tao violenta e desesperadamente ata-
cados com) criminosos em um paiz quasi uni-
versalinenle catholieo, pela Uniao ; temos visto
como e.-se seu pensamento so pode ser o fructo
e sua bypocrisia, da falta de sua fe e creiiea na
verdaile evangelica, na divindade de Christo, que
venceu plantar a sua doutrina sera aiusilio da
t'orca, e pelo contrario, tenlo a contra si.
No emanto, admilte a Uniao a pcrmtssao de
outros culUs nos paizes em que os povos ostao
divididos era muiias ou mais de uma crenca.
Entre nos e que e graude crime a liberdade de
cultos, porque e quasi todo o povo catholieo, s6
com excepeio de alguns scepticos e de alguns es-
trangeiros, crime que deve ser punido, como te-
mos visto ser a couscquencia dos principles da
Uniao pela tortura o pela fogueira.
Como crer-se, porem, no caviloso orgio dos
inimigos de Christo, hypucritas defensores de sua
fe, verdadeiros perversores da doutrina chrisla ;
como cre-los, quando, nao admillindo coma cri-
tninosa entre nos, a liberdade de cultos por ser
este povo todo catholieo, os vemos com o seu
general lancar para fora da igreja os mafSes do
Brasil, esta santa associacao contida na classe
mais illustre da sociedade brasileira 1
E 6 como herectica esta associacao, como ante-
catholica, como ante-chrisla, que a Uniao, isto e,
os jesuitas com o bispo Vital, lanca para fora da
igreja os macons.
E lodas as irmandades que sustentam os ma-
goas no seu seio, que sofli em as inlerdiccoes de
D. Vital, por nao sujeitarem-se a expulsaram-nos
de seu gremio, que desobedecema voz desse pastor,
ou porque elle e um false pastor, ou porque
ellas sao falsas catholicas, sac essas irmandades
da mesma rehgiao dos jesuitas '
E toda a parte do povo brasileiro que sustenta
a preiencao dessas irmandades e dos macons,
contra as prelenjoes dos jesuitas e de D. Vital,
que cni no pr uiipio da obediencia a lei do es
tado, ao beneplacilo condemn&do pelos poderes da
igreja, que regeila as paries do sylhbus que en-
tendem con a liberdade civil e politica, toda esta
parte do povo e catholica a feicao da Uniao, de
I). Vital e dos jesuitas ?
Ou toda e-ta genie que sc icvanta contra as
preten^oes de D. Vital e dos jesuitas, nao 6 por
tant) catholica aposlolica romana, ou nao o e a
gente da Uniao, e genie da catholica.
Assim temos o povo brasileiro dividido em
dous campos, em materia religiosa ; o de facto ahi
as vemos assim di ididas e ineconciliaveis as duas
paries, com as suas ardentes propagandas, e
mais ou menos proximas a vireru as inaos.
Como, pois, todo e-se povo e do inesniJ senti-
mento religioso, quando o bispo catholieo e man
dado processar com aplauso de quasi toda a po-
pulacao mais cselarecida, por 'atteatar contra a
lei do estado em desempenho que diz ser de sua
mi-sfio religiosa, e com escandalo da oulra parte
que ve" nisto uma perseguitao anti-catholici ?
E' pois todo calholico este povo, ao mtnos a
feicao da Uniao e do.> jesuitas ?
Sao todes cattk'licos entre nos, quando de vossa
parte qucreis o estado subordinado a igreja; e
levantaes esta trcmenda ditcidencia entre no?,
e de outra vos resistem com igual tenacidade
porque euiendem que poder algum na Hociedaiie,
oa terra pode limitar = anhrnia iln**iartn
que todos ps poderes
esta soberaaia ?
Sim, ja foi este povo de um mesmo modo, cam
raras excepcoes, todo calholico, hoje mais nao ,
vos o tendes dividido, vos D. Vital, vos jesuitas.
inimigos de Jesus. E nio somos nos que o dize-
mos, sois vos mesmos, como ja notamos. Sois vos
que lancaes paia fora da igreja a respeitavel c
numeiosa elas>e dos magons, que interdicts to
das as irmandades e igrejas que, contra vossos do
cretos os tem em seu seio; sois vos quo em toda
a parte creaes as sociedade* que chamaes catho-
licas para defender a le pura do cat olicisuio
atacada por tanta gente na tril.una e na unprensa,
da grande inaioria que nao pensa como vos.
E' contra to la esta gr n le parte do povo que
levantaes vossa propaganda por nao ser ella ca-
tholica a vosso modo.
Assim por um lado-diaeis que todo o povo e
catholieo, por outro cotnbateis a grande maioria
illusir.vla por nro sr-catholica.
Em que licamos pois f a ou nao a quasi uni-
versalidade do povo brasileiro caholica ? Se e
porque interdizeis quasi todas as igrejas desta ca^
pital, e axcouiuiungaes os macons ? Se nio ,
como nao quereis a liberdade de .cultos que ad-
minis para outros paizes em que o povo e dividido
pelo senlnnento religioso, porque nao a admitlis
entre nos oude o povo se acha assim tao dividido ?
Por que a nio adiuetlis, e tendes-la ao cr.ntrario
como um crime a liberdade de cultos entre nos, onde
o sentiraento religion esla tao dividido, quando a
julgares conveniente na Belgica, onde naoe mais
pronunciadadoque aqui esta divisao? -
Si.n, a muito facil de perceber e explicar o vrs-
so pensamento. Ja nao esiaes no tempo de en-
ganar senao aos tolos, aos simole^ea e aos sn-
M^t-iinao sois os privilegiados da uileili-
HBrilftiftlfil^'3; qualquer que ti (
,ei
a soberania do**siado,
na terra esUo sujeitos a
ver
muita gente,
,1or um pouco de atten^So aw vox.*ocifco|
vos-a manlia, percebe com facilidado
tricas, as va;as *t;lhacarias, os vjsso
le*.
Com ofl'ein ejlftiiovo hoje esta mmio dtviiido
na sua pioh=s4o leiiyosa : tiesta parte vos Mm
ratao, quandivistoallrinaiscontraditoriamenie cofa
a asscr^ao de que so.nos todas catbolicos.
Do Jacto tomjuiJioje catbj "
stijeitani a igreja romau* em
ella nao se opp5o as leis e in
como eu pepso que deveria
bem niesiao da igreja, da
ereem na tnfalIibilidaalMpaB
mas e p.intos <1o fe e de e -tunes
quando nas definicoe* nio forem
rectamento nao ferinvn ao >; io o esia*d.
trado sou dc sua missao.
" Temos os cailioUcos *So romams, qne acaaitom
os dogma? ctefinidos at6 antes da infaWWHdade.
que se apartam de hoje era diante lo papa e qae-
rem uma igreja mdapendonte, conservando as ve-
llias tradiftc^es do calliolieisiDo, no quanto ellas se
coadunam eom aliberdade eml e politica. Te-
mos flnalmentr a vo. cuja religiio ft so exterior,
cujo sentiraento a a hyflpcriija o euearnefc cujo
pensamento e uma oonstanta-fcacalhacTw contra a
liber Jade dos povos, para os fizerdes vos;os ascra-
voi ou pela siijiersticao on pela fbr^a, 0 assfm fa-
zerdes-vos senhoros de todas as fortuuas.
0 que v6s nfto quereis pois e a liberdade dos
cultos Jestas Uiversas craoc*s em qne esta, djvidido
este povo. Quereis que o estado vos deixe as ratios
livres para ohrigardes este povo a seguir as vossas
crengas, e que vos coadjuve no quanto vos o cxi-
girdes, e punindo como criminosoa tudos auuelles
que nio vos segiiirem.
E' em verdade ate onde pode cbegar a prcten-
cao da quadrilha jesuitica, tllha de sua cegueira,
dc seu desespero, para restaurar-se o poder. teui-
poral do papa, depois do traz^r a discordia e a
perturbacao ao seio deste povo todo calholico e pa-
ciflco.
Nada porem ti tao intcrcssante como ver a qua-
drilha erguer as vozes era declamacilo contra os
magons e os qae as defendem (ft bom declarar que
nao sou maQon). Que n6s outros ft que temos trazi-
do a desordem aos espirlios, a perturbacao as
consciencias; que temos levaulado eita luta tre-
raenda no seio desta sociedade, na harmonia com
ime praticavamos o cutto catholieo. A quadri-
lha ate 6 cyriica e despejada em sua hypocrisia.
Vivia a snewdade macouica permittida pela lei
do estado, vivja no seio da igreja catholica brisl-
leira, sem opposjeax nera reparo dos pastores, que
com os macons alias conviviain.
N vivia asslin de algum! tempo, mas desde a
independencia que assim os achou c con-ervou,
como a religiSo catholica, que adoptara entao como
rcligiao do estado.
Estava a sociedade roaconica, ft verdade, con-
demnada pela igreja ; nns era sua grande maioria
seuao quai utiiversaiidade, nem traha conheci-
meato aeste ficto.
Um dia lemljra-se D. Vital, comeeando a exc-
cacao do piano da grande carapanha, lembra-se
de avisar a sociedade magonica que ella 6 con-
demnada pela igreja como inimiga do christianis-
mo e maxirae do calholecismo, e assigaa-lhe a cada
um de seus membros, termo breve e fatal para
abjurar da seita maconica, contraria a religiao do
Cruxificada!
Qec maeon, consciente de sua fft catholiea, sa-
beudo quanto a igreja, para os fins temporaes que
prelendem rnuitos de seus principaes membros,
tem-se ingerido nos negocios do estado.; vendo
como outros bispos do Brasil vierara como precur-
sors batendo os caruinhos por onde. tinba de pas-
sar D. Vital; vendo que assim este nosso prelado
atacava uma lei do estado, que maon poderia
crer na sinceridade desse legajlo de Roma, no zclo
pelo desempenho de sua missao evangelica?
Quem poderia eta tal crer vendo como todos os
prelados do Brasil sempre conviveram com a raa-
onaria no seio da igreja catholica ?
Este cartel mais que imprudente, insolente, de
desalio, nao podta deixar de ser levanlado por
ama corporacao tao respeitavel que nao pode dei-
oor de prezar-se. E a luta travou-sc e as suas
ujnsequeucias vao sendo cada dia mais desa*-
txosas.
Com razao ou sem ella, quem levantouooi| toda
esta desordem, toda esta coufusao, toda esta di-
visAo? (I
Foram os macons, os que os sustentam, qie as-
tavam todos vivendo e pralieando como sempre,
on frei Vital que veio tira-los de sua viJa tran-
quilla para uma agitacao tao desastrosa?
Mas os jesnita* ate sao cynicos era sua lay
sla, repito : a causa firam os macons,
nao quizeram-se submetter ao mandado do
dos calholtcos como tlizera elles.
Quando porem, houvesse este direito da
da igreja, quando ella tivosse o direito de
tar-se contra a lei do estado impondo preceitos e
comminacoes contrarios a ella, isto so serviria para
dar raiao a igreja, a 0. Vital; mas isto nao diz que
a causa desta luta, desta desordem, desta perturba-
cao, 6 a maconaria ; pois a sua accao foi so um
acto neg.ttivo, pretendendo e sustentando o direito
que entendia pertencer-lbe, de viver na igreja sem
abjurar de sensprincipiose fins. Quem emprendeu
a luta contra nma pratica diuturna, ft que ft causa
della.
E qoando a igreja tivesse razao de assim levan-
tar-se contra a lei do estado, seria esse o meio
prudente dc z-lar a fe conforme a su missao de
chamar ao aprisco aquellas ovelhas que julga des-
garradas ?
Nio e da sabedoria da igreja de Jesus Christo,
abster-se do meio prudenfe para usar do meio
violento.
Por mais razao que por ventura tenha no fundo,
falta-lho no lodo, 6 causa de todos os males e dca-
gracas que de seu aclo resultara, visio que na
torma nao teve razao ; e nao a teve na forma, por
qne usou da violencia em vqz de usar do meio
prudente.
Nao teve razao no todo, porque a igreja de
Christo e necessariamente sabia, quero dizer, 6 a
condicao della, ft de sua essencia ser sabia; e
portanto e obrigada a obrar sempre sabiamenle.
Quem despreza, porem, o meio da prudencia
pelo da violencia nao ft sabio, ft es upido ou cego
pela paixao.
Ora, a igreja de Josus Christo nio se apaixona
nem se deixa cegar no desempenho de sua missao.
Se ella pois nao usou da prudencia, cegou-se
pela paixao, e portanto excedeu se de sua missao,
ou antes os seus homens, os que em nome da
igreja pervertera os seus raandaraentos.
Era verdade a igreja nao pode deixar de ser
iui'allivel (fallo da igreja chrism, da catholica) mas
quando se content nos limites de sua missao.
Para vermos que 6 possivel ella exeeder-se
desses limites, basta lembrarmo-nos deque ella ft
compesta de homens qua nao sio a divindade, de
homens propensos ao abuso, a ambiQio, em quanto
tiim os pfts sobre a terra; e quando nao satisfaca
esta razao philosophies a comezinha, basta entao
lembrarmo-nos das monstruosidades que ella tem
praticado em nome de Christo e para salvacao das
almas; basta lembramo-nos dos borrures da in-
quisiriio.
Que nao era o meio empregado por D. Vital o
meio prudente a consecucao do fira a que se pro-
poz. ft atft manifesto.
Desconhece alguem o poder da palavra quando
6 vibrada com razao e com fft ?
Qne erros nao ilesarraiga, que barreiras nio
transpde, qne fortalezas Ihe resistem ? e a palavra
dita em nome de Christo, prezada corn amor e
caridade !
So se e nma palavra mentirosa, e portanto
pegada sem produzir emocao. sem abalar os sen
timentos, s6 assim ella nao triumpli.ua vinda di
parte dos minietro^ do Cordeiro Paeilieo qne veio
apagar os peccados do mundo.
E' por ventura palavra caridosa, arnorosa. para
desarraigar um erro (supponhase) tao inveterado,
dizerem um dia o damonstra-lo mesmo (supponha-
se) : estaosem erro?
E mais ainda vjudo esta palavra com a commi-
nacao : ou com'ertei-vos ou sahi da igreja ?l
Quem nio respondera: Nao convivestes tantos
aunos comnosco? Como quereis qm em on $6
dia pereamos o liabito destas praticas por vos sem-
pre consentidas? -
Quem nio sabe que ft preciso a palavi a raalhor
muito tempo e constante no espirito, como a
niartello no ferro frio, alft aqu'eco-lo para do-
bra-io?
Quem nao vft que com o meio violen.to e inso-
lente empregado per D Vital, nao pod ria elle
tdnseffolr a abjnracio dos macons, e mais antes
a revolta de todos os homens prudeotes e roa-
veis?
Naoftesto da natureza humana ? nas eajuillo tao
offensivo do amor proprio?
E se a igreja ou os >eus funccionaoios sc apai-
xonara a este ponto, que esperavam dos homens
qne nao estao incumbitios da divina missao ?
Nao 6 maia qae allegar um direito?
tern direito, e menns a igreja on em seu nome,
usar n i um meio imprudente.
Seeste resultado qua se esta: dan do da um tal
proceder, devia esperar da natureza humana todo
bofnem prndente, D. Vital foi impradente enif
JHrSlle, pois s6 cego pela paixao, podia esperar
JjpMPcuc$) do seu Tim.
Se por ventura a igreja teiq o direito de, ferindo
a lei do estado, exptflsar os iiki^opo de seu gremio,
jo esta convicto quo assim tem'em vista a sua mis-
sao evangelica e nio pretenoio alguma no regimen
do estado, neste caso ignora qae por meio aa pa-
l"'r1 ilPffl Mtfr"'3 pregad.i por auuos e por todos
de, a qilti todos, se nao a todos,
i seus attosnao exprimem o pen-
lina ; ft* norana ella esta certo
ueoss
nto qi o domina ; ftl porqne elle esta certo
que a na^onaria nao ft inimiga do christia-
nismo. S6 assim se pode expiicar a aoa irapru-
dencia, osaa crime.
Que a igreja porem, nao t-rn direito de atacar
a lei do estado condemnando a maeonarla, expe-
lindo-a da sou seio, resnlla do ptjucipio que te-
mos demonstrado (como outros muilos) que a igre-
ja ft obrigada a cjnter-se nos limites tracados pela
lei do esiado, porque so elle esobarano na socieda-
de civil, e melhor me parece, o farei do artigo se-
guinte, tralando do assumpto para que temos cami-
nhadoa igreja livre no estado livre.
Racife, 5 do novenabro de 4873.
Affonso de Albuquerque Mello.
Re prcseutaf SO.
Contra a lei.provincia I, que deu a Santa
CaSa de Misericor'Jia privilegto para os en-
terramentos, promovem utna representac,ao
ao governo geral, a qual sra assignada
pela populacjo.
No escriptorio do Jornal do Recife,
no da Prootncia, America Illustrada,
Adriano, Castre Paula se exemplaresdellas para quem queira as-
signar.
C8MMIRCIS.
Seguro conlra-fogo
rifE LIVERPOOL & LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Ageutem
S \ UNDERS BROTHERS 4 C.
11Corpo Santo11
NORTHERN.
Capital..... 20,000:000^001
?undo de reserva. 8,000:000300(
Agvntes,
Mills Latham & C
RUA DA CRUZ N. 38.
COMPANHIA ALLIANQA
3eguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahi
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0(HM>00.
Toma seguro dp mercadorias e dinheiro /
nco maritimo em navio de vela o vapores
para dentro e f6ra do imperio, assim come
contra fogo sobre predios, generos e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jose" G-ontjalves Beltrao,
rua do Commercio n. 5, 1* andar.
SE6UR0S
lltRITIllDS
E
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta praija, toma seguros maritimos sobre
navies e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mereadorias e mobilias: n
ma COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
foma riscos maritimos em mercadorias,
t'retes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
Lqucr natureza, em vapores, navios & vela ou
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
PRACA DO RECIFE 13 DE NOVEMBRO.
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Coia^des ofllcirtes.
\lgodaode 1* sorte 8^600 per 15 kilos, hontem-
Dito de dita 8$40O e 8*500 por 15 kilos, hoje.
Algodao do Rio Grande do Norte em pluma
8360O por 15 kiles posto a bordo a frete
de H|lt> d. e 5 0|0, hontem,
Ditode dito 8JI650 por 15 kilos posto a bordo a
frete de HilG e 5 0|0, hoje.
Assucar bruto do Rio Grande do Norte 1JE60
por 15 kilos, posto a bordo a frete de 30|
e 5 0(0, hoje.
^ambio sobre Londres a 90 d|v. 26 1|2 d. e
26 l|i d.. e do banco 26 3|8 d. por 1*,
hontem.
Dito-sobre dito a 90 d)v. 26 3)8 d. por 1*000,
hoje.
Dito- sobre dito a 3 d|v. 26 1|8 d. por 14000, do
banco, hoje.
Gouros salgados seccos 577 rs. 0 kilo.
DuDourcq
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
4LPANDEGA
tendimento do dia 1 a 12. .
(dam do dia 13.
381:119*983
30:785*312
411:905*324
Descarregam hoje 14 de novembro
Vapor inglez Lalande (atracado; mercadorias
para alfandega, e carvao ja despachado
para 0 caes do Apollo.
Lugar inglez Constanca Wt'lson mercadorias
para alfandega.
Brigua portnguez Ligeiro III pedras de can-
taria para 0 trapiche Conceicao, para
despachar.
Patacho nationalOrmmddmercadorias para
alfandega.
Vapor portnguez Julio Diniz varios generros
para 0 trapiche Concec&o, para despa
char.
Importacito.
Brigue hollandez Wereldourger, chegado de
Trieste no dia 12, consignado a ordera, manifestou:
Ago 50 cunhetes
Farinha de trigo 2,302 barricas, tudo a ordem.
)ESPACHOS DE BXPORT\CAO NO DIA 12 DE
NOVEMBRO DE 1873.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Lalande, para Liverpool,
carregarara : R. Schmmeitau 4 ;. 2,800 saccos
com 210,000 kilos de asucar mascavalo ; S. bro-
thers *x C- 400 couros salgados com 4,800 kilos.
Na sumaca hespanhola Venturita, para Bar-
celona, carn-garam : P. Carneiro & C. 360 saccas
com 29,450 kilos de algodao.
Na barca portugueza GratidSo, para Lisboa,
carregarara : P. Carneiro 4C :0 pranchoes de
amaretto ; E tt. Rabello 20 pipas com 9,600 litros
de aguardeote.
No bngue portuguez B. Figueirense. para
Lisboa, earresou : F R. Pinto Guimaraes 80 cou-
ros tspichaJos eom 560 kilos.
Na barca pirtugoeza S. Mantel II, para o
forte, oarregnu : F. da Costa Araujo 95 couros'
Espicbados com 660 kilos
No hiate ingles Impulse, para New-york,
carregarara : H. Former & C. 1,000 iwcoa com

1,900 lulas de assucar iiWHRi"V>^V
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro. no va^or brasileiro
Pmand, carregautm 1 Aiaan Irmdos 4 C. 200
saceos com IbjoOQ kilos i-t as^acar branco ; A. F.
Balthar Sobrinh) 200 ditos com 15,000 ditos de
dito ; M G. da Silva 30 barricas com 4~0 ditos de
dito. Para a Babia, P. Vianna 4 C 100 saccos
com 7,5tO dilos fc dito.
Para Maceio, no vapor bguileiro Giqutd,
carregaraaa: J. J. Rodngaaa Mandes 20 saccos
com 1.500 kilos de assucar branco. Para Penedo,
M. C. Duarte Siqueira i barricas com 240 ditos
de dito.
Para Hossoro, no vapor brasileiro Pirapa-
ma, carregarara : F. A. de Rrito 6 barricas com
440 112 kilos de assucar branco. ParaoCeara,
J. J. da Bosa 32 ditas com 1 967 ditos de dito ; M.
A. Senna 8 ditas eom 543 ditos de dito ; Costa <&'
C. 65 ditas com 4,0iz ditos de dito refinado ; J.
F. Santos Ba?tos 20 ditas com 1,306 1|2 ditos de
dito ; T. Times 1 dita com 60 ditos de dito.
Para 0 Natal, oa barca ca Flor do Jardim.
carregarara : A. Quintal 4 C. 14 barricas com
918 kilos de assucar branco ; A. Cordeiro 5 ve
lumes com 486 ditos de dito.
Para 0 Rio Grande do Norte, na barcaca
Dons Atnigos, carregaram : Machado 4 Brandao
3 caixas con 50 kilos de doce.
Para Maceio, na barcaca Ftor de Campos,
carregaram : A. G. Pires 4 C. 1 barril com "^6
litros de alcool ; S. Junqueira 4 C. 1 dito com 96
ditos de dito ; J. A. da Costa Siqueira 3 barricas
com 436 kilos de assucar refinado.
Para Mirid, na barcaca Silvma, carregarara:
Costa & C. 4 barricas com 253 kilos de assucar
refinado.
GE
.HECKBiSDORlA DE HENDAS INTERN AS
RAES DE PERNAMBUCO
.iend.wiento do dia 1 a 12. 22:293*426
dem do dia 13 .... 2:635*076
24:9^8*502
CONSCLADO PROVINCIAL
-tsndimefito do dia 1 a
M'.m do dia 13. .
RECIFE
rleudiracnto do dia 12.
Idem do dia 13. .
I*
36:71o*2i2
2:590*774
39:.106*016
DRAINAGE.
8:205*670
3:1:0*102
11:335*872
aOVIMENTO DO PORTO.
?iavio enlrado no dia 13.
Trieste68 dias, brigue hollanlez Wered-
burger, de 213 toneladas, capitao E. H.
Puester, equipagem 8, carga 2,032 bar-
ricas com farinha de trigo; a Keller
Navios sahidos no mesmo dia.
Portos do sulVapor brasileiro Parana,
cpmmandaate Quadro Junior, carga mi-
lho e outros geueros.
Hampton RoadsBarca ingleza Talisman,
capitao Blachford, carga assucar.
tD.TAES.
A camara ranniciapal desta cidade, tendo de
maiidar fazer na sua casa sitaa rua do Varadouro,
que tern de servir para suas sessoes, as obras de
pedreiro c carpina seguintes : levantar tres empe-
nas a ponto de receber a coberta, cobrir todo 0
cdifioio completando a mesma obra, rebocar os
dous oitocs latt racs ate 0 ladrilho e a parede do
centro rebocada do mesme ladrilho ate a allura
do lorro, dando a camara somente 0 material para
esse Qm, servindo de base a quantia de 1:000*000;
e de carpina consistindo em fazer toda a obra da
coberta 0 a do travejamento do mesmo ediflcio
sob a'base de 500*600 ; convida as pessoas qae
queiram fazer ditas obras por menos das quantias
neste declaradas a apresentarem suas propostas
em eartas fechadas ate o dia 13 do mez de novem-
bro proximo vindouro.
/Paco da camara municipal de Olinda, 30 de ou-
tdbro de 1873.
Barao da Tacaruna,
Presidente.
Marcolino Dias de Araujo,
_________________________Secretario.___________
Perante a camara municipal desta cidade es-
tarao novamante era hasta publica, nos dias 6 e 13
do mez de novembro proximo vindouro, para se-
rem arrematados por tempo de um anno : 60 reis
por pe de coqueiro de produccao por 4:002*000 :
e com 0 abate da auinta parte, os impostos de ca-
pira de planta por 507*200, mascates e boceteiras
por 72*000, e 320 reis nor carga de peixes expos-
tos a venda no mercado publico por 12*000 Os
pretendentes deverao comparecer com seus flado-
res habililados na forma da lei.
Paco da camara municipal de Olinda, 30 de ou-
tubro de 1873.
Barao da Tacaruna,
Presidente.
Marcolino Dias de Araujo,
___________________ Secretario.___________
Consulado provincial.
A.-ha-se aberto por 30 dias ntei--, a con tar do
hoje, 0 recebiraento dos apparelbos e annuidades
pelo servico da companhia Recife Drainage, cer-
respondente ao triinestre que flndou em 31 de
dezembro de 1872, flndo 0 que ficarao os contri-
buintes obrigados a multa de 6 por cento: sao por
tauto chamados p ra tal fim os proprietaries das
casas nas seguintes ruas : Rua do Imperador,
Cadeia Nova, Travessa de S. Jose, Assumpcao, No-
gueira, Livramento, Harcilio Dias, Santa Cecilia,
b. Francisco, Largo da Ribeira, Santa Rita, Padre
Nobrega' Passo da Patria, Dias Cardoso, Travesu
do Caldeireiro, Vidal de Negreiros, Travessa do
Marisco, Pescadores, Domingos Theotonio, Antonio
Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
Largo do Forte, Coronel Suassuna, Lomas Valen-
tinas, Padre Floriano, Marquez do Hervai, Santa
Thereza, Travessa da Matriz de Santo Antonio, Caes
Vinte e Dous de Novembro, Pnmeiro de Marco,
Duque de Caxias, Larangeiras, Pas, Nova de Saata
Bita, Travessa das Flores, Becco do Lima, Luii de
Mendouca, 1, Recco do Nascente, Imperial,Dique,
S. Joao, Travessa da Concordia, Travessa do Poci'
nho. Largo da Concordia, Ossos, Becco do Falcao,
Penha, Largo da Penha, 1. becco da CambSa,
Largo do Carmo, Travessa do Caldeireiro, Largo
de S. Pedro, Viracao, Travessa de S. Pedro, Tra-
vessa da Viracao, Praca de Pedro II, Travessa do
Peixoto, Christovao Colombo, Becco da Bomba,
Travessa do Carmo, Travessa das Flores, Estreita
do Rosario, Travessa das Cruzes, Travessa do
Qneimado, Camboa do Carmo. Mathias de Albu-
querque, Trincheiras, Barao da Victoria, Cabuga,
Santo Amaro, Calabouco, Becco do Caju, rua do
Cajii, S. Bom Jesus, Patos, Becco Tapado do Ma-
triz, Expostos. Largo do Rosario, Travessa da Ou-
-vidor, Roda, Travessa da Rua Bella, Becco do
Ciume, Iiba do Carvalho, Joao do Rego, e Santa
Izabel.
Consulado provincial, 3 de novembro de 1873.
0 adminislrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Seccao 5.a Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 8 de novembro de 1873. Edital
Por esta secretaria se faz publico que, teado 0
Exm. Sr. presidente da provincia de dar execucao
a >ei n. 1097, de 28 de maio deste anrs, abaixo
transcripts, convida a quem quizer .contralar a ca-
nalisacao d'agua potavel e illurainacao a gaz para
a cidade da Victoria, a apresentar suas propostas
no prazo de sessenta dias, a contar da presente
data.
0 secretario interino,
A. Lamenh-i Lins. '
LEI N. 1097.
Art. 1. Fica 0 p'e.-idrnte da provincia autorisa-
do a contraciar com quem melhores vantagens of-
ferecer a canalisacao d'agua potavel e illurainacao
a gaz para a cidade da V ictoria, sob as seguintes
bases :
1.* Priviiegio ate triota ?.nnos para a agua e
trinta para 0 gaz.
2 Priviiegio ale dous annos para cada cbafa-
rir que tiver de ser collocado por ordem do pre-
sidente da provincia, alem dos designados no con-
traeto.
I 3." 0 preco daiiluminaQao nao podera exee-
der do maxima fixado na lei n. 833, de 22 de maio
de *86B, para a cidade de Olinda, e 0 da agua no
que fdr leterminado pelo J 1.- do art. 2' da lei n.
46 de 14 de jnlho de 1837 ; pndendo 0 president]
'Wfewirt moJiflcsr ptr,-,
menus o precoiJ^^^^^^HMMO ho aver **-
Irada dc ferro para a rnesnu i-Uade.
Aft. 2.' 0 contractint' ra:
1. A colloeap" os ehafiriz#r e tampeoes i>,j
lugares qua pel* presideate-da prov p foreti<
designados, nao excedendo 0 nuiucro de larapf.
a guarenta. -
fl- Findo 0 privilpgto part canatha.;io d'a
gua, a coder a prmincia tuJai as obras respectivi.-
das uuaes f;. ra entrega i adroiejstracao, correndv
por eonta do mesmo coatractaite todas asdespe-
zas eom as mesmas obras e a do gaz.
Art. 3.* 0 presidente entregara ao contracfent*-,
no estado em que se acbar, o acude manda4>
construir na dita cidade por eonla da provincia.
Art. 4.* Ficara isentas de direitos provinciat-
todas as materias necessarias as referidas em-
prezas.
Art. 5. 0 contracto flea iepcndenle da appro
var;ao da asscmtilea.
Art. 6. Ficam revogadas as disposicoes em c-o-
11 ario. _____________
S^ccaon.'-Secretaria da presidencia Per-
nambuco. 8 de novembro de 1873. Por esla se-
cretaria se faz oublico, que tendo 0 Exm. Sr pre-
sidente da provincia de dar execucao a lei n. 1081
de 24 de abril nltimo, abaixo transcnpla, convi-
da a quem quizer cootratar a construc.ao de nma
ponte sobre 0 rio Ca-me-vou, da freguezia do Bo-
nito, a apresentar suas propo-tas em 0 prazo de
sessenta dias, a contar da presente data.
0 sccrrtario interino,
A Lainenha Lins.
LEI N. 1081. 1
Art. I.' Fica 0 presidente da provljncht autori
sado a contratar com Jo:e CorreA de Mello, cu
com quem melhores vantagens offcreeer, a cons
truecao do uma poute sobre 0 rio Ca-me-vou, da
freguezia do Bonito, sob as seguintes condijoes
1.* Concesiao ou priviiegio por quinza aanos-
para usufrtiir a dita ponte, cobrando um pedagk>
razoavel por cada nma pessoa ou animal qne uella
transilar.
2.* Entrega da ponte em perfeito estado de con
servacao, a provincia. a quem passara a pertencer.
sem que por isso tonha direito a iudemnisaeao >i
contratante.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Edital n. 92.
Pela inspectoria da alfandega se faz publiao, que
no dia 17 do corrente, as 11 horas da manha, a
purta desta reparticao, se ha de arrematar, livrc-
de direitos de consumo e sujeitas ao imposte da
capatazia, as mercadorias abaixo declaradas, an-
uunciadas a consumo por edital n. 87 a qne dei-
xaram de ser despachadas dentro do prazo mar-
cado.
Trapiche Conceicao.
Marca M. V. Dias caixas vasias, vindas do
Lisboa pelo vapor inglez Neva, enlrado era 23 do
agosto do corrente anno e consignadas a J. R. P.
Guimaraes, sem valor.
Marca C. 200 ancoretas, vindas do Pwio na
barca portugueza Mora Sympathia, entrada em 27
do mesmo mez, consignadas a Carlos Alves Bar-
bosa, contendo azcilonas bran :as com princjpio
de avaria, no valor de 98*6?0.
Alfandega de Pernambuco, 12 de novembro de
1873.
0 inspector,
_^_______Fa'iio A. de Carvalho R:is.
Secgao 2.aSecretaria da presidencia de
Pernambuco, em 13 de novembro de
1873.
Por esta secretaria se faz publico para o
conhecimento de quem inleressar possa quo*
a serventia vitalicia dosoflicios de tabeliiao
e escrivfio d'orphaos e mais annexos da ter-
mo de Ipojuca, conuorreram os seguin-
tes:
Jose Marinho d'Hollanda Falcao.
Porfirio Alves da Silva.
Valenlim Auxencio Ferreira.
0 secretario interiDO,
________ Adolpho LamenhaLins.
'JL'JiARACOES.
- Por esta reparticao se declara, de ofdem dc
lllm. Sr. Dr. chefe de golicia, que se acba deposi-
tado um cavallo alasao caxito, coapetenlemtnt-
arreiado, que foi apprehendido era poder do me-
nor Manoel Marcos dc Siqueira Cavaleante.
Quem se julgar com direito ao mesmo cavall".
apresente se reclamando o.
Secretaria de polieia dc Parnambuco, 12 de no-
vembro de 1873:
Pelo secretario
________________Francisco G. da Silva Barnceo.
(iABLNKTE PORTUGUEZ DE LKITURA EM
PERNAMBUCO.
(Director ia.)
Por ordem da directoria se avisa aos Srs. sociwr
que o Gabinetc de hoje em diante se fechara das
duas ate as quatro horas da tarde, at6 segunl>
aviso.
Secretaria da directoria, 12 de novembro d
1873.
V. Chaves Junior,
1." secretario.
Veneravel irmandade de Santa Cecilia,
erecta na igreja de Nossa Senhora do
Livramento.
Por ordem do lllm. Sr. juiz. e de coniormidati.
com o nosso compromisso ; e igual despacno. do
Sr. Dr. juiz de pel las, convido a todos os innao*
desta irmandade para comparecerem em nosso
consislorio no dia lo do corrente, a- 10 horas da
manha, para procedermos a eleicao da nova mesa
no anno de 1873-74.
Consistorio, 12 de novembro de 1873.
Amaro Joaquim do Espirito Santo
"v*-a Secrelario interino.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura
rla de fazenda desta provincia se declara para co-
nhecimento de quem intere->sar, que o prazo para
a substituicao das notas de 2*000 da 4* estampa.
finda n)dia 30 de novembro corrente, cwneeando
em l" de dezembro vindouro o desconto, sendo 10
0(0 no primeiro mez, 20 0|0 no segundo, assim
successivamenic at6 a extinccaodo valor da nota.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Peraam -
buco, f0 de novembro de 1873.
0 secretario da junta
______________Jezuino Rodrignes Cardoso.
' 0 administrador da recebedoria de renda.-
interuas, geraes, scientifica dos contribniWes do
imposto pessoal que e nesta mez d^ novembro qu>*
tem de ser pago sem multa, o 1* seraestre.do axer
cicio corrente de 18737V, e com a multa den*/,
depois de Undo o referido mez.
Recebedoria de Pernambuco 4 de novembro de
1873.
___________Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANQ8
DO
Recife a Olinda.
E Beberibe.
0 presidente d'assem-
bles geral dos accionis-
tas da companhia aci-
raa mencionade, man-
da scientifiear aos Srs.
accionistas ue por fal-
ta de numero legal deixou de funccionar.
ordinariamente dita asssmblea no dia 31 Ah
outubro proximo passado, para o qua! Uftra
convocada ; por isto e oovaraente contacada
para o dia 19 da corrente mez a"s boras
da tarde e no lugar de suas sessdes, dertos
de quo agora funccionard com qualquer
numero d'accionistas presentes segundo o
art. 11 dos estatutos.
Devem os Srs. accionistas ter em conside-
ra^ao que a reunia i tem por ftm a apre-
seota^io Jas contas e relatorio da dirfle^ori
em relajao ao seniestre proximo findo;
como tambem nella tratar-se-ha Am impor
tantes materias adiadas, o quo nsuite iint'
ressam A companhia.
Recife, 4 de ttovenjbro de 181^|
re tarn
*

v
f


-T^r
^
Dteto dePerflaia0mJO ~ Sexia feim li de Novemoro .de..l87j.

- Pur or,k>:n do 111 a. Sr. Dr. j;iiz j^H
renwtada por venda por
l dia 17 do andante, depois da
smo juizo, uma propriedade
a o. 4, pertencente ac espo-
;os Juse Barbosa, cuja pro-
a reqoenmento do testaraen-
finado, Victoriao de Almeida Ra-
12 de novembro de 1873.
0 escrivao iiitcrino,
Theophilo Alves da Silva.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, : mpe'.enteuiente autorisada
p*la presideneia, cm data de 3 de seterabro do
anno proximo find>, e de conformidade com o^Jue
disjxJe o % 9.* art. 52 do seu com romi*so. per-
muta por apohces da divida pubiica a fazenda de
criar jados que possue o patrimonio dos esta-
tJ da Carmaba sita no termo de Flores desta
pruvincia, com terrenos para criar e plantar," e
H^cebe para isto propostas nasta secretaria ate
o dia 10 de dejeoibr ^-TeUrit da sanl casa da misericordia do Re
cjfe, 10 e -t*bl"ofle-48W.
0 escrivao,
^__________Pedro Rodrigves de Souza.
No do Wnt. e Exm.- Sr. desembargador juiz de or-
uti.v>?, irlo a p.-ac4 por arrendamento as segoin-
lee casaa t rua de Vidal do Negreiros n. 188, tra-
vcsa da Wangueira n. 9, rua do Imperador n.
4ii, caes 2i de Novembro ns. G e 24, larga do Rosa-
rio n. 1, sitio o casa do Hospicio n. 81. 0 eserjp-
to sc acha em mao do norteiro das andiencias.
(Escrivao Brito).
Juizo dos feitos da fazenda.
Escrivao Bandeira.
Sexta feira 14 do corrente, depois da audiencia
respective, as 11 hjras d<> dia, ira a praca por
veoda a ca*a n. 22, sita no largo dos Rernedios,
com 2 salas, 2 quartos, 44 palmos de frente, sobre
31 de fundo, com urn terreno a frente, avaliada
Ml IttiOOi, para pagamento do que deve M. A
Bibetro.
ftecife, 7 de novembro de 1873. 0 solicitador
di fazeada provincial,
____________J. Firmino Correia de Araujo
Tribunal do Commercio de
Pernambuco.
E>ta secretaria faz publico que na data infra foi
m.-eripto no competente livro do matrlcula de em-
ttarcaeoes brasifeiras o hiate JoCio Valle, de 108
toneliadas metricas, do qual e arraador Joao Jose
daCanba Lages.
secretaria do tribunal do commercio de Per-
oambaco, U de novembro de 1873.
0 official -maior
Julio Gin'iiuraes.

Pacific StMHi Navigation tompnnj
I.inliH quinzenal
0 PAQUETE
GOTOPAXI
ou
~iMMS.il DU COMMERCIO UK 1'EK-
XAMBUCO.
<;':. seerttarii faz pubh>o, quo par des. acho
'io wwmo tribunal do commereio foi archiva-
U a Mteracao do contrato de sociedade de Seve-
noo Saraiva de Andrea, Simao da Ctinlia Saraiva
< -iowSoares Filguoiras, sob a firma de Severioo,
lria & C., cuja sociftl(te gyrara sob a firma de
S'renno & Irmao, da qual fazem pane os dons
prtinilros 5o"i's que totnao a sen cargo o activo e
piTtrfo da extincta firma, eontinoando dita socie-
aaijHt fonccjonar sob as mesmas condicSe? do
i'rato primiiivo, com a diminuicao de 6:6304
da ..'0 capital, quantia esia que foi recebida pelos
dairos do raftceido Jo Secretaria do tribunal do commercio de Per-
RailhiiC li' tie novembro de 1873. ,
0 olRcial-maior
_ _____________Julio Gnimarr.es.______
UMfRtlfSTRAfJAd DOS CORRKIOS DE PERNAM-
BL'CO 14 DE NOVEMBRO DE 1873.
Mala*.p d- coiBi)anhia permmbMawt.
A correspondencia que lem de ser expedida
'ioje (14), pelos vaporos aeima mencionados para
irtos do snl ate o Aracajd, c para os do norte
a Uranja, sera recebida pela. maneira se-
[niqte :
Macos de jornaes. impresses de qualuuer natu -
mm, e cartas a egfttrar, ate i boras da tarde,
nil? ordinarias ale 3 boras, c estas ate 3 1(2'.
iloportedupio.
0 administradur
Affouso do Rego Barros.
espera-se aqui da Europa ate o dia 24 de novembro.
e depois da demora do costume seguira para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacilico, para
onde rocebera passageiros, encommendas e dinbei-
ro a frete.
> OS AGENTES
Wilson Rnwe & C.
14 BUA DO COMMERCIO----14
Para o Bio Grande do Std
sahira breveniente a escuna p.Ttugueza Aguia ;
para oarga e passageiros trata-se com E. R. Ra-
bello & C, rua do Commercio n. 48.___________
Para Lisboa
jcgoira com brevidade o brigue portaguez Bella
Figueirense; para carga e passageiros trata-se
com E R. RabeP.o i T., rua do Commercio nu-
mero 48.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IfBrejaeSo costeira a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACk-
TY, CRARA, mandahu", acaracu'E GRANJA.
0 vapor Pirapama,
cimmandante Silva,
seguira para os por-
tos acini a no dia 14
do corrente, as 5 hc-
ras da tarde.
Recebe carga ate u dia 12 do corrente, encom-
mendas at6 o dia 13, pasjagens e dinheiro a frete
at6 as 2 boras da tarde do dia da sabida : es-
criptorio n-> Forte dc \faltos o. 12
COMPANHIA PERMMBLCANA
BE
\uvegueHo costeira a vapor.
RIO FORMOSO E TAMANDARE.
0 vapor Parahyba, com-
mandante Oliveira, segui-
ra para os portos acima
r.o dia 15 do corrente
as 9 horas da nolle.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
aheiro a frete : e-criptorio no Forte do Mattos
n. 12.
IM_____
SENBO:
Diversas mobilias de jacarallda e amaaello, cadei-
ras avulsas, mafqoizfies, marqiieias, aparado-
res, camas francezas, louca, vidros. e ootros
muitos objectos de casa de familia. Na meiraa
ccasiao serao vendidas diversas pe;a-< de pra-
ta, coaslando de casticaes, colberes para soupa,
ditas para cha, dilas para arroz, am paliteiro e
2 conchas para tirar soupa
pelo agente Martins.
j No armazem da rua do Imperador n. 48, as 11
horas do dia.
f----------------------------1---------------------
1639, 1673, 1685, 1709, I7?fl I
8. 1771, 1784, 1791, 1803,
1861, 1868, 18'j6, 1897,
2007,1010,2031, 2044,
2129, 2138, 2141, 2143,
2"'77, 2184, 2192, 2205, 2207, 2213,
22tt, 2231, 4|3Js2i4#. M54, 2261,
2275, 2277. 22PG, 23<2. M24, 2331,
J3U.B.VI, B*2# 2.18J, 2391, 23DG,
*24W, MIS, Kit; 24!5, 2t28, 2132,
10/J,
I
4y'2U6, 24481 2419*454', 266, 2469,'
9, 2477, f
DE
20 caixas com cebolas
as 11 horas da manba
SABBADO 15 DO CORRENTE
0 preposto do agente Pestana far* leilao, por
conta e risco de qnem pertencer, de 20 caixas
com cebolas, para fecbar contas.
No armazem do Amies, defronte d'alfandega.
SABBADO 15 DO CORRhJilE
^_____A's H horas damanha. 4
LEILAO
DE
i
m
WM. 1*P 2i7;. *i7C I4tf,1-82,'2485,'2486!
87^ ^m, 2498, 249^, 2505, 2503, 2509, 2513,
2o!7, 2o23, 2531, 2536,2554, 2557,2559,2560,
2ob7, 2570,- 2571, 258), 2585, 2595, 2598, 2600.
Cautellas R. n,. jo H, 25, 29. 40, 53. 64, 87,
ail, *i!' **9> '7i>, 171. 194,208, 212,220,222,
223, 227, 8.13, 234, 273, 335, 371, 375, 417, 454,
't'Jb M. 504, 515, 547. 56b, 577, 581. 584, 585,
*' 5& 62- 6:,:J- 631, 657,66 :, 687, 692, 707,
73 !? m' 7- ns- 746> 748,7ol, 752, 759
'JS> $1' 7H3' 7,i7. 76*' 77t 781, 785, 790, 802,
806, 807, 810, 8f2, 815 817, 822, 823, 82. 839,
840. W2, 836; 864, 881, 886, 8S8, 889, 892, 807.
mwsv*iTsos ""
nl

"1
NOJUDpiQ
m i? d ? m
Aliiga-se nesta povoacao uma boa casa, pintada
a* novo, com' niobiHa de j.icaramla n.i sala da
[rente, quintal murado e portao que -e communi-
capiraorio: a Iraiar n> largo do Corpo Santo
n. 4, l-andar.
o coniiiiercio,
i<.
AO ARMAZEM-
DO
VAPOR FRANCES
RUA DO B.4RAO DA VICTORIA
7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
francez.
1752 barricas com bacalhao, recentemente
chegadas no brigue inglez Eduhrd.Wi'-
tey
Sabba Io 15 do corrente
AS 11 HORAS DA MAiNHA
No trapicliH da companhia pcnanibuMiia.
0 agente I'inuo Rorges. autorisado, levara a la-
lao, por conta e risco. de quern perteacer. as su-
praditas barricas com bacaibao, em Iptes a vonla-
de dos compradores ; onde espera a concurrencia
df-8 seus amigos e freguezes
Por casualidade foi annunciado para o dia 18.
_'""
U'HI
Hanto Antonio
EMPREZA
Sabbado 15 de novembro
* drama em 3 actos :
dnelo
in mm
i\ ftsl!id;ui(c c a lavadeiw.
tt ivera trem ate Apipocos.
>o dia do especlaculo serao di iribuidos pro-
..!uma? avulsos.
Principiai a as S I|2 horas.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
Liiiiia c|uiuzenal
0 PAQUETE
ILLIMANI
espera-se dos portos do sul ate odia 21 le novem-
bro, e depois da demora do costume, seguira para
Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde re-
cebera passageiros, encommendas e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
<53
DE
fazendas limpas e avariadas, miudezas, cbapeos
para homens e meninos, para senhoras e meni-
nas, ar.igos de phantasia e outros muitos
A SABER:
Chitas de cores, madapolao, brim branco, seJa
de cores e branea, algodao azuL; apalcio, casemi-
ras de c cos de crochet, c ale? do menai, collarinhoa.lizos
e bordados, linhat) retroz, trancaa brancas e dc co-
res, pennas de aco, clasticos para botinas, cha-
paos de pellucia, castor, massa, palha, Qiile, ma-
nliha, bonetes de panuo e de seda, cbapeos de
velludo, de pama da Italia, imitacao, Amazonas,
sapatinlios para baptizados, costumes para rian
cas, flores, ramos, capellas para noivas, grinaldas,
elasticos para chap6os, transparentes para ja-
nellas, formas e perlencas para fabrico de cha-
peos
SEGUNDA-FEIRA 17 DO CORRExNTE
as 1ft horas
No armazem n. 24; a rua do Marquez de Olinda
(outr'ora Cadeia)
0 raesrao agente Pinbo Borges aaha-ie auiori-
sado a alugar o armazem onde effeetuara o leilao
,0 Sr. ffsfam ^rraiLijna n.Vo i; mt^ e^kex
ffes aba.xo aSsignados, de^de esla data,
de novembro d 1873,
Recife.. 13
Pred-irica Pinto A C.
Em Olinda
Aluga-sc urn exceilenle so'iradinho com bolas
de vidro, na rua de S. P.dru Nov.. n... c.im com-
inodos para graude familia, o memor lugar para
quem qnizer f?.er uso dns bailing salgados: a
tratar na praca do|Corpo S.tHt ia americana c nrs
de paqBclcs a vapp.
Ate o dia 14 do corrente e esperado de New-
York por S. Thomaz e Para, o vapor americano
Merrimack, commandante Weir, o qual depois da
demora do costume, seguira para os portos do sul.
Para fretcs c passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C, rua do Commercio n. 8.
Para o Aracaty sahe nestes dias o hiate Ma-
ria Amelia, capitao Francisco Tliomaz de Assis,
tem parte do seu carregamento engajado, para o
resto que Hie falta, trata-se com Antonio Alberto
do Soura Aguiar. a rua do Amorim n. 60.
TUEATRO
^Lt*!^,
Domingo 16.
Especlacuh a lank
Beneficio da actriz
Olympia Yalludas.
-1- r ella ded"icado a nobre
Classe caixciral.
programma do espectacnlo sera distribaido
ivulsos, no sabbalo.
l'rincipiara ki K 1|2 boras
P^TAHO
d. fmwk.
Para o Rio do Janeiro pretende seguir com
pouca demora por tflr dons tercos de 9eu carre-
gamento engajado e para o resto que lhe falta,
trata-se com os '.'onsignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao Filho a rua do Commercio n. S.
Para Lisboa
seguira brevemente a barca pottugueza Gratid-lo .
para car*-, e passageiros trata se jm E. R. Ra
bello & C. rua do commercio n. 48.
DA
metade do sobrado de 2 andares, sotao e meias
aguas, sito a rua do Marquez de Olinda n. 24
(outr'ora Cadeia), o qual esta hem localisado,
da os lundos para a rua da Somalia, e rende
annualmente todo o sobrado 4:212*000.
SEUUNDA-FEIRA 17 DO CORRENTE
As 11 boras da manha.
0 agente Pinbo Brges bastante autorisado le-
vara a leilao o roferido sobrado, por conta e risce
de quem pertencer.
Os Srs. pretendentes poderao desde ja exami-
nar e tomar algum esclarecimenlo ; no escripto-
rio do me>mo agente, a rua do iiom Jesus n. S3,
primeiro andar.
Leilao
DE
2 caixas com marroquirn avariado, conten-
do 30 duzias cada uma, 1 cofre de fetro,
prova de fogo, 1 dito francez, 1 filoiro de
amarello, envidracado.
SoguiMla-reira ft.7 lo cori-enlc
0 agente Pinho Borges levara a leilao, por couta
e risco de quem pertencer, os mencionados objec-
tos a rua di Marquez de Olinda, loja n. 24, onde
teri lugar o leilao annunciado, de completo sorti-
mento de chape oe.
ASH HORAS DA MANltf.
0 administrador d.i inassi rillila de Rostoon
Rooker & C, cm observancia djQ que foi determi-
nado nplo Sr. Dr. juiz do oommereio e de confer-
raidadecoin.a.annueoeia-dn* credon-', faz publico
que vai ser posto a vend* por leilao. os direitos
qae a massa lem s >hre os t rrenos de marinha o
o sitio da Torre, cujos direitos do? terreaos sSo o
domfn'to e pbs qne tem na metade dos ditos tr-
renos,sito* na caes do Ramos e no sitio da Torre,
cm oanseqmncia do juljtado pelo Sr. juiz dos fei-
tos Ja fazenda desta ci Jade, julg.ido que pende por
appellac.10.
Caj^eko-
Pra^a-se de ut caixeiro.tin prat:ca de tuo-
lhadofl ft que queira ir para tioi.i casa. boa em San-
rAntto, danrto.-fiador de soa eondutla : dirija-se
rua Direita n. 14, a tratar com J i-e Tavares
Carreiro & C.._
Antonio' d'Azcvedo %rilTaronoa.
0 commandador Mathins d'Azevedo Villa-
ronca, Jose d'Aztvedo Vtllarouca 'ausentc)
Joaquim d'Azeveio Villnrouca (aasftoto) e
Delphi no d'Azevedo Villarouca, agradpeem
condialmenlo a todas as pessoas, que toma-
ram parte em sua dor, e assisttram aos suf
fragios cc'li'brados hpje, na igle^ardo conven-
to lie .S. I'niinuisco, pulo repouso etemo da
alma do seu sempre lembrado e presado ir-
mao e tio, oSr. Antonio de Azpvedo Villa-
rouca, trigessimo dia de seu ialltiiuiento;
agraudeceti'io mui particalarmetrio ao>reli-
giosos franciscauos o iuter8S^ que tomaram
nj mesmo acto, a i.stes e a todos em geral,
eterno reconhecimonto e gratidao.
Recife, 13 de noveiubro de 1873.
WaaMMayWgB^WMWW^MMMJMMa
raaxnsco Jose Ferreira
Monteiro.
Antonio Jose Fereira Monteiro,
convida os sens amigos e os de seu
irmao Francisco Jos6 Ferreira Mon-
teiro, fallecido no Rio dc Janeiro
no dia 24 do paasado, a ouvirem
algumas missas quo pelo dasoanco
eterno da alma de seu leferide ir-
mao, manda eelebrar na igreja do convento do
Carmo, no dia 14 do correute pelas, 7 boras da
manha.
Rio Grande do Sul
0 palacho national Forluna segue para o Rio
Grande do Sul, tendo ja parte do sou carregamen-
to engajado ; e para o resto da carga devem os
pretendentes entender :-e com Silva A Cascao, es-
criptorio a ru;. dc Marquez de Olinda n. 60, pri-
meiro andar.
Para o Porto.
Segue com brewdade a barca portugueza S.
Manoel II. Recebe carga e passageiros : a tra-
tar com Tit.. re,-, ;i rua do Vigario n.
kmm timrmm
ira o referido porto pretende seguir com a pos-
I brevidade o brigue portuguez D. Anna, por
fc-r ja algurna carga engajada ; e para a que the
. que.recebe a freW commodo, trata-se com
osignatariGs Joaquim Jose Goncalves Beltrao
A Filho, a rua do Commercio n. 5.
1
3ara
ira o referido porto pretende seguir com pou-
emora o brigue portuguez Recife por ter a
ci^ior parte do carregamento tratado: para o
rvj-io que Iho falta trata-se com os consignatarios
urn Jose Gon.;alves Beltrao k Filho, a rua QO
imcrcio n. 5.
Kit) de .1,'iiK'ini
illOEf.
LEILAO
Leilao
PE
aas car'-,.- g ides, borra (cofre), 1 re-
logio, 1 njpsa ,jffi gareta, coberla de
panno, j difa menor, 1 cartetra para
uma pessoa, licftdeiras de guarni^ao, 4
ditas de bra{0, 1 iavatorlo, i jarra, 1
armarto, guard'.-rcjpo, moxos e outros
objectos e -i( toaio
Hoje
A's 10 lj2 horas
POR LNTERVENCAO DO AGEiNTE PINTO
No armazem*da ma do Vigario n. 6.
patacho dinamarquez J. P. Lassei, segue com
pooca demora para ete porto, podrtudo levar cer-
c.3. do i!i oscravos no cunvez, por passagem razoa-
:om If. taadgren, rua dc Com-1moWJias complctas.trastes avulios, quinquilharias
I e tnais arfigos do use r]..-rnestico.
LEILAO
DE
move <-a, etc., etc.
Hoje
is 11 horas
VSUU >sEAlANAL
iti-Kaa di- ui|ierador-iO
i n. 4.
DE
pianos, moveis, louga, crjstaes, objectos de
electro-plate, 1 bote, 1 vacca com cria,
1 selim e 1 si!bio.
A SABER:
Um piano forte do fabricante Chickornig Bos-
ton, 1 mobilia de jacaranda (massica) 1 estaute
para musica, tapetes, candteiros, quer para azcite,
quer para gaz, 1 candelabro, I mesa de jogo, cn-
feites de mesa, quadros dourado*, pinlnras a o!eo,
2 lelescopios, cadeiras americanas, 2 almofadaj e
1 excellente piano de armario de Bauselt & Filhos.
Uma cama de forro com pertencas, 1 lavatorio
e pertencas, 1 commoda grande com 11 gavetas,
1 mesa oval com pedra, 2 espelhos, 2 porta-toa-
Ihas, 1 apparelho para lavatorio (goslo chinez).
Duas camas de ferro para solleiros, I dita para
menino, 2 commodas, 2 lavatorios, 2 espelhos, 1
cama grande de ferro, 12 cadeiras, 2 porta toa-
Ihas, 1 guarda-roupa e 1 gnarda-vestido.
Uma mesa elastica, 1 gmrda-louca, 1 aparador
ccm tampo de rnarmore, 2 quartinheiras, 1 relo-
gio, quadros com finas gravuras, 2 lindos passa-
ros, 2 mesas, 12 cadeiras, 1 servico chinez, 1 lin-
do sortioaento de copos, garrafas, calices de lino
cr>-stal, garfes, facas de caho3 de marfim, objec-
tos de electro plate, 4 candieiros, 2 cadeiras de
braco, louca para cha e jantar, latas, Flandres,
trem de cozinha, 1 fogao americano, e muitos ou-
tros accesserios.
Uma magnifica secretaria de jacaranda, 1 es-
pingarda de 2 canos e snas pertencas, 2 pistolas,
1 hurra de ferro (cofre).
Terca-feira IS do corente.
Na Passagem da Magdalena.
Rowland Brotherhood tendo de fazer uma via
gem a Europa com sua familia, levara a leilao, por
intervene. So do agente Pinto, os moveis e mais
objectos acima mencionados, exislentes em casa
desua residen ia na Passagem (becco do Cuinc-
Gado)^ ultimo sitio a direita da entrada do becco,
no oitao da casa do Sr. commendador Candido Al-
berto Sodre da Motla.
A's 10 1(4 partira da estacao da rua do Brum
um bond, queconduzira gralis osconcurrentes ;o
leilao.
A's 10 1{2 horas. em ponta
Ainda se precisa de uma
seja moga c sodia : na rua
n. 40.
ama leite, que
do C.apiharibe
Casa de peohores
%
No dia 24 do corrente se fara leilao, por mter-
vencao do agente Martins, dos penhors cr.nstan
taa das cautellas abaixo decUradaa. Os-donos da*
cautellas podem resgata-las a reforrna-las ale.o
acto do leilao-..na travessa das Crazes n. 2.
Nt. 938, I04, <0W, -1011;-IIMS, H6t *220,
1231, 1268, 1283, (W, I486,14^ 4Hf,;-/J0O,
m, 1S03, lo28, 1340, \W, m> Wfcv*l*
Precisa-se de um cozi-
nlieiro para o Hospital Por
tuguez: a tratar na rua Pri-
meiro de Marco n. 13.
$ fiOHSidlorio siicdico
i
i
DO
Or. Murillo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
qtientou os hospiiaes de Paris 9 Londre-
podo ser procurado a qualquer bora do
dia ou da noute para objeclo de sua pro-
fissao.
Consulias-do meio dia as duas
da lartle.
Gratis aos pobres.
Especilid-ide8.=ilLo\esl\;>* da pelle
\
4
criama e de mnlher. Qf
estia^ Q
de sua especialidade as dnchas friat e ri
Kmprega no tratamento das moiestia^
banhos a vapor, para os quaes triuxe
os apparelhos mais modernamote em-
pregados na Europa.
Tambom applica com graude prowflR
no tratamento das niolcstias do uter 1
electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por um processo intPirareente
novo as blennnrrhagias e sobre tudo a
(gotta militar) dis|>ensando as injeecoes
i
0
m
m
m
m
AKMCO-CIRUmaCO
DO
Dr. 41. II. Curia
Rua do Marquez de Olinda n. ?r
mteiro andar.
Consulta das 9 horas aa ii da maaofe
Chamados a qualquer bora. ,
m
m
m

Chamados : a quaUjnor hora.
\J Coasultag : Aos pobre* grats. 1 : 2 as-
n 4 horas di tarde.
- Precisa 90 de uma eserava para cczinbar
j-coapmr: na Tun, priiieir-Tde Kft.r;.- p. V.
loja,
Para hameni.
BOTINAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabiicantes.
SAPATOES de be.erro, de cordavao e de case-
mira.
{JaPATOS de lustre com salto.
bAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de ta|H'iB, chariot, castor e de traaca
i'raneezes e portugnezes.
l'ara sealiora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentcs,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de ptiantasia com salto, brancos,
pretos e de cores dilferentes, bordados.
SAPATOS de lapete, chariot, castor, e de tranca.
Para nieniaas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentcs,
lisa*, enfeitadas e bordadas.
AROTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portnguezes.
Para meninos,
BOTINaS de bezerro, lustre e de cordavao.
AB0TINAU03 e sapaioes de bezerro, de diversas
^ qualidades.
SAPATOS do tranca francczes e porttiguezes.
Botas de montaria.
I.otas a Kapoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homou e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor franco/, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balauco, de braco, de guerni'.des,
>ofas, jardineiras, mczas, conversadeiras e costu-
reiras, indo islo muito bom por serem fortes e
levoa. e s mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua Cto Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo, dos mais notaveis e hem
eonheeidos fabricantes ; coruo sejam : Alphonse
Bldonel, Henr>- Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Finos extraclos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de llor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presents com frascos do extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem eonheeidos fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victor ir, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
pliantazias.
Espelhos dourad<'S para salas e gabineles.
Leques para senboias e para meninas.
Luvas de Jouvin, de flu de Escocia e de camarca.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixintias com vidro de augmentar retratos.
Diversas ohras de ouro bom de lei garautido.
Correntes de plaque muilo bonitas para relo-
gios.
Riiueos a imiUcao e botoes de punhos de pla-
que
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phaniazia para eima de mesa
e toilette.
I'inciBez de qores, de prata dourado, de aco e
de tariaruga.
Oculos de aco lino e de todas as guarnieoes.
Bengalas de luxo, canna, com castdes de mar-
uji.
Jengalias diversas era grande sortimento para
homens e meniiios.
Chicotinhos de baleia e de mnitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuina para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desenibaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
becn. .
Esoovas para roupa. cabellos, unhas epara den-
ies.
Carleirinhas de medreperola para dinbeiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainlias de mola para ch-mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differeutes joguinhos alle-
m;Ves e francezes.
Malas, bol. as e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas dc marfim para as criancas inordc-
rem, bom para os denies.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Co.-tinhas de vimes para braco de meninas.
Carriuhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venetianas transparentes para portase janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopus e cosmorainas com escolhidas
vistas.
I.anternas magicas com ricas vistas de cores era
vidros.
Vidros avnlsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
fc-tas.
Baloes aereostaticos de papol de seda mui facil
de subir.
Machinas do varios syslemas para cafe.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinlias e canivetes linos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante'uas.
Tinleiros de louga branea, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qualros.
Quadros ja promptos com paysagens e pl.anta-
ua.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias. V
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de vcio com liadas pecas.
Realejos hannonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias diffjeeis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n, 7.
Medidas de 40 a 100 melros.pes e palmos para
medir terreuos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que sc pode dosejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes paries
da Europa para entreieninieiito das criancas tudo
a pre os mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
IftiJ
Preparado por
Lantpad iLemd
pdra lii';,c*
fod*a% qualidade
de doengas, qoer
sfija na garganta,
peito ou boles.
' Expressamente
escolbidodc*me-
lhoresfigaxkisdes
quaes se l^lrahe
0 oleo notianco
da Terra IVoy*
puriQcadocliimi-
calmente, e sua^
valuavcispropri-
edades coosiirva-
das com todo 0
cuidado, emtodo
0 frascose guran-
teperfeitajijon-
te puro.
F.stn ofeo ttra
sido Mibuwiido
aamcvainen
to sevtro, :>uh>
cbtinico Hp mais
tilento, do co-
ver no hespanbo!
em Cuba e foi
pronunciado por
elte a cortif
MA [OR PORCAO 0'IOblNA
do que outro qualquer oleo, qse olle tem
examinado
IOIUNO E UMFOUF-R SALVADOR.
Km todo 0 oleo de figauo de bacalhao, e n-
quelle no qual contorn a maior porg-ao deste
invaluavel propriedade, e o unico meio jr
curar todas ns doengas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, I'IGADCt,
I'htvsica, bronchistes, astbma, cafharrho,
' tosse, resfriameutos, etc.
Ijns pou cos frascos da carnes ao muito
magro que soja, clarea a vista, e da* vigor
a todo o corpo. Ken hum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia. da tanto
nutimento aosystema e incommodando quasi
nada 0 estom8go.
As pessoas cuja organisagao tem sido des-
truida pelas nffeccoes das
ESCROFILAS OU RULL.MATISMO
e todas aquellas, cuja digcslao se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOI.EO DEFIGADO DE BACALHAO
I .AN MAN A ktMf
Se eque desejam ver-se livreseisentasde
enferinidades.
Acba-se a veuda em todas as boticas e
II. l'orsler it C, agones.
Jrogarias.
0 INEXTIKGUIVEt"
PERFUME
laB7.i

i\ eel-Are
HI UK 11
Ccslinlins para costura
grande sortimento de bonitos modelos ehegados
ft armazem do vapor francez, cua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
m vm
0 Sr. Antonio Henrique dc- Mirandjt, empregado
rsonaf de marlnhs, qur ira vir a rua do Im-
perador n. 28, a negocio deseu interesse.
r Prec 'ii;
re 28.
34t>leque.
BE
ft nvn.iv
Urna pura distiliagao das mais raras li
r_s dos tropicos. Content, para assim tun
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
tropico da America, esua fragancia 6 quasi
tnoxhausta ainda mesmo por continuadd
c/aporacao e dilTusfto. N'este respeito e
1 icomparavel a qualquer outro perfume
quo ha de vend a para :
DESMAJOS, ATAQUES NERVOSOS, DOH
DE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E um ceilo e ligeiro allivio. Corn o bom
.)n, tem conservado sua influencia parw
cima de vinte e cineo annos sobre todos os
^rfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
dexico, America Central, e do Sol 0 no*
^>m loda a couflanga 0 recommendamos
cotno 1101 arligo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, oao
pode ser igualado. Tambom faz remover
da pelle:
ASFEREZAS, CMl'OI.AS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se lorna uma
excellente mislura para banbar a pelle,
dando um aroseado e cdr clara a complei-
gao nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritagao que geralmettte
occorre, assim corao tambem garganteando-
se, 0 cheiro do cigarro desapparece, eniiv
Ihora a condigao dos dentes e gengivcia.
Como ha muitas imitagoos, as quads nan
possuem nenhumas d'estas propriedaiie-
deve-se tomar cuidado e contar sOmente <
0 famoso perfume : cosroetico do sn! -'=i
America, chamdoa:
AGt A FLORIDA
DE
MlHRll ft L1\U1\.
Sj acha a vendn em todos odroguistasj
perfumarias da moda.
"M^DOOllO
Aos 1 :OOOrOOO
Bilhetes garantidos,
iinu do Barao da Victoria (outr'ora /Vsfvi
n. 63, e casa do costume..
0 abaixo assignado acaba de vender n w 1
nuito felizes bilhetes a sorte de i:0o0iafl|K<>..)
dous meios de n. 2643, e duus meios il^Bt
com a sorte de 100,8. alem de nutras soQVme-
nores de 40*000.e 20*000 da loteria que se acabou
de exlrahir (73' ; e convida aos possuidoros
vireni receber, que prouiptamente serai pagos ni
forrna do costume.
0 mesmo abaixo assignado ccuvida ao respritf
vel publico para vir r.o seu estabelecimanto con.
prar os muito felizes bilhetes,qne nao Aeixarao de-
tirar qualquer ,remio, como prova pelos mctfn-. <
annuncios.
Acham-se a venda os muito feli eg bilhetes
-antidos da 4" parte da lotenr. a boatfafo
rnairiz da Boa-Vista, quo -0 e .'nihir^^Bjh l'\
do corrente. mes.
Prec
Inleiri, 'lifjno
Meio 2*000 .
Op AOOS>000 para dim..
Iiteiro 3*o00
Hoto *7i
Reef.-, l'i de outubro de 18?.
Joan Joaqum da Coxla L*il4
'fcgrande qui
t^-i*'.
WNBl

a


Diario de Pernambuoo Sexta teira. 14 de Novembro de ldta:
tfljCMCffi BE FAZENDAS
NA
Rua da Imperatriz n. 60
Vende fazendas para liquidar, por baratissimo preoo como
abaixo se ve:
Pereira da Silva AGuim^rSes tendo cm ser um grando depozit'i de fazendas,
tem resolvido fazer uma liquidacio das mesmas com grande abatimento nos precis,
com o unico fim d- npurar dinheir para <> quo convidam nJo so is seus Qumer. s s
freguezes, orao o respeitavel publico, a vir surtir se de muits fazendas, bo s ebarat-s
no sea esUbeicciment < denominado oPavao a rua da Imperatriz n. 60.
CAMBRAIAS A 49, 43*500, 5$, 69 79.
0 Pavao vende um magnitico sortimento
das mais finas cambraias brancas transpa-
rentes, tcndo 10 jardas cada peca, pelo ba-
rato preen do 9. 49500, 59, 69, tendo tam-
bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 49
ate 89, sendo tazenda que valle muito mais
dinheiro.
COM SALPICOS DE CORES A 59.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
de cambraias brancas com bonitos salpiqui
nbos miudiohos de cores, tendo 10 jardas
cada corte de vestido e vende pelo barato
preco de 59, por scr pecbincba, ditas com
salpicos todo branco sendo fazenda linissima
a 79500 e ditas a 59000.
VESTIDOS A ISO DA CORTE 129
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cada c6rte todos os enfeiies necessaries como
sejam : babadinhos, entre-mnios, rendas,
requefifes, e vende pelo barato preco do 129
cada um, assim como, di os a 2 de julho
com todos osenfeitesa 109, cortes de carr.-
braias brancas abertas, com listras e lav--res
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca coin listras de cores, para aca-
bar 39500, e pecbincba.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
0 PavSo vende ricos cortes de cambraias
brancas delicadarnente bordados, pelo ba-
rato preco de 209 e 359.
Cintos n 69000
Pavao recebeu um elegante sortimento
dos mais m demos cintos de setim para so
riboras, com delicados lacos do mes.no se-
tim e vende pelo barato preco de 69 cada
um,' assim como um grando sortimento dos
mais modernos espartilhos, que vende de 39
ate" 69.
CASSAS FRANCEZAS.
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhns a 640 rs. a vara i\-
nissimo fil6 branco liso e de sajpico's, e tarla-
tanas de todas as_uojffsY
BORNOUS A 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous com bonitas listras e
vende pelo barato preco do 129 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demerin6 ecom listras de soda.
LAZINHAS A 320
0 Pavao Yondo bonitas lazinhas lisas,
sendo vorde e cor de lyrio, pe o barato prec.o
de 320 reis o covado, assim como delicadas
lazinhas de quadrinhos a 280 ttas, d pe-
* chincha.
Cirtkiiadiiiesi a O IO
O Pavao vendo um elegante sortimento
das mais bonitas granadines ou gazes de
seda para vestidos. tendo de todas as cores
e vende pelo barato preco de 640 reis o co-
vado e granadine preta com listras do seda
a 19800.
CORTES DE LA JAPONEZA A 209.
0 PavSo vendo os mais modernos cortes
dels japoneza com delicadas palmaso listras
de seda, p"lo barato preco de 209, assim
como finissimas lazinhas lustrosas de uma so
cor a 500 reis o covado.
LIZINUAS A 3G0 0 COVADO.
0 Pavao vendo bonitas lazinhas transpa-
icntes com palminbas a 360 reis o covad,
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,
tanto em listras como em quadrosa 280 rs.
o covado, o grande sortimento de alpacas e
lazinhas do 40U a 800 reis.
francez muito fino a 39000, apenas precisa
1, V4 metro para um lencel.
CHALES B-RATOS
a 29, 29500, 49.
0 PavSo vende chales a emitacSo de me-
rin6 a 29, ditos de raerind lisos de todas as
cores a 29500, ditos demerin6estampados,
muito finos a 49, ditos finissimos com lis-
tras de seda a 69500, ditos muito fiuos de
crepom a 109 e 129-
Algodito eiafestaad* a 19 e 1?*M>.
0 Pavao vende algodao cufestado com 8
palmos de largura, proprio para lencoes
sendo do mais encorpado que tem vindo ao
mercado, liso a 19 a vara otrancadoa.....
19280.
ATOALHADO A 19600, 29, 59.
0 Pavao vende atoalhado tranc,ado com 8
palmos de largura a 19200 o 19600, dito
adamascado a 29, dito do liuho adatftasca-
do a 39 e 59.
SEDA PARA VESTIDOS
a 19600 e 29.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
sedas- com listrinhas proprias para vesti-
dos do meninasede ssuhora a 19600 o co-
vado, ditas lavradinhas a 29, os padroes sao
muito bonitos o vende-se por este preco para
acabar.
Botinas a 5 -iOOO
0 Pavao tem um complete* sortimento de
botinas muito bom enfeitadas para senhoras
o vende pelo barato preco Je 59, artigo que
em ontra qualquer partecusta &9e79.
l.KNCOS BRANCOS
a 29000.
0 Pavao. vende lencos brancos ab inh?-
dos, tanto para homens como para senhorrS,
a 29 o 295t'0 a duzia, ditos de esguiao e
cambraU de liuho t mbem abainhados a
39500, 49, 59, d tos francezes escuros, para
rap^a 69, a duzia.
CAMISAS PARA I10MEM.
0 Pavao vende ricas camisas com peito
de linho bord das, proprias p ra noivo a
10^ e 129 cad* uma, ditas do iinhoson se-
rcm bor 1 das 49, 49500 e 59, ditas com
peito de algodao muito finas a 29, 29500 e
39* ditas dechita fina miudinh'i a 29,29500,
e 39,-ssim como grande sortimento de ce-
Iroulas francezas tanto do linho como de al-
godao do 19600 ate 39, gr nde sortimento
lo mei s cru s inglezas de 49 ate" 89000 a
duzia
FAZENDAS PARA Ll'TO.
0 PavSo tem um grande sortimento de
fazendas prct s para luto como sejam : c>s-
s s, las, ou lazinhas lisas. que vende a 400
c 500 reis o covado, bombazinas de 19600
atd 29 o covado, cantao a 19 e 19200,
granadine lisa com listras, cassas c chitas
todas pretas com listras e salpicos, rlp-cas
todas pretas e lavradas de branco, merinos e
outrasmuitas fazend s apropri das, que se
veude per menos do que em outra qualquer
parte.
MADAPOLOES ENFESTADOS
a 39000.
0 Pavao vende pecasde madapolao enfes-
tado com 12 jard sa 39, dito a 39500, dito
com 20 jardas a 59, 59500 o 69000, dito
com 24 jardas de 59 ate 89 c 109, sendo os
mais finos que torn vindo ao mere do.
ANTONIO JpSt DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
Querouio Ijliiutivaoiente liquidar estc ncgocio, vende todo* os que torn, novos e
usados, pelo preco do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos liudos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo foirar-se uma sala por grande que
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos do salas.
ANNE'S electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cor Jas, & 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com la ou soda.
VERDADE1RA agua de colonia em garrafas empnlbadas.
E muitos outros artigos, e por muito barato preco. ______________
HOTEL
Restaurant de Bordeaux.
Rua 1. de Marco n. 7 A, 1. andar.
Neste hotel, onde so encontrari aposentos bemmobiliados, garante se as pessoa#
que o frequentarem, nao so a boa qualidade dacozinha, como tambem o aceio e promp-
tidSo em servir-se aosencurrentes. Situado no inelhor bairro desta cidade, o hotel de
Bordeaux offerece todos os commodos possiveis, quer com relacio aos aposentos mobi-
liailos com gosto e aceio por modico preco, quer com relacao a sua posigao.
Almocos Vinhos de todas as qualidades.
Lunchs Conservas idem idem,
lantares Orvejasidem idem.
Ceias Licores idem idem.
Agua de vichy verdadeirae nova a 1#000 a garrafa.
Assignations nieisics a 35$000 !!
DO 1. DE NOVEMBRO EM DIANTE.
56 aRua do Marquez de Oliiida 56 a
(outr'ora rua da Cadeia)
LOJA DE MAGHIP
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
lado pelos grandes depositor e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras naachinas aiuerlcaaan para *lg<*-
4So, desde 10 4 60 scrras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de sjste-
mas e melhoramentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agncultores; os quaes, alem disto, enconlrarfto
tambem mais
NATAL
Apurados vapores locomoveis, deforca
de 2'/* e 3'/ cavallos com todos pertnc,as
precisos para trabamarem 4 machinas para
tlgodao, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mfio para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Dito* de ferro estanhado.
Ditos com valvula para lavatorios.
Ditos de madeira para eompras.
. Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Mme. F. Bimont, tendo aberto um hotel para satisfazer a necessidade que tem os
viajantes, do hospedagens na cidade do Natal, capital do Rio Grande do Norte, offorece &
concurrencia publica e garante aceio e promplidao no servico.
Alem de ser este hotel collocado na melhor rua desta cidade, estd tambem em uma
das melhores casas, pelo aceio e posicAo.
Tambem ha quartos mobiliados que 9e alugam mensalmente.
Preco o mais resumido possivel.
Ternos le bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos do diversos fabricantes pera m*-
lho e cafe.
Debulhadores para milho.
Azaite de spermacete para mrvchina*.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canuos de ferro es-naltadns.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outro? artigos, que soavista e neste estabeleomoderSoentp > l
sxaminados.
GRANDE LIQUIDAGAO DE FAZENDAS
Rua da Imperatriz n. 72
*:
fim
Lourenco Pereih Nendes Guimardes
Declara aos seus freguozes que tem rosolvi'o fazer uma gran'e liqnidacSo, at^ o
do corrente anno.
A SABFR :
Algoditozinho a 49000.
0 Pavfio vende pecas de algodaozinho
muito encorpado a 49, dito a 59 e 69.
TAPETES
0 Pavao vende tapetes grandes para sofa,
sendo para quatro caileiras a 259000, ditos
mais pequenos de 79 ate 129, assim como
pannos de croclie proprios para encosto de
cadeiras t nto do b.ilaiKjo como de guarni-
(jao e para sofa, que vende por preijos em
conta.
CORTES DECASEMIRA A39.
CHITAS DE COBES
a 20', 24(., 28'I e 320 rs.
O Pav bonitas chitas tanto claras como escuras el O Pa vSo vende um grande sortimento de
vende de2<) ate 32 -rs., assim como ditas'cortes de casemira para calgas, com bonitos
com listras ao lado muito finas a 360 e 400 gostos, claros e escuros a 59, ditos do 69,
rs., finissimas percales miudinbas com lin-. 79, 9, ate* 109, superiores casemiras fran-
dos dezenhos a 360 e 400 rois, garantindo eezise inglezas, para covado, de 39500 ate
serem todas de curesfkas. 65, pannos pretos c de c res dos mais bara-
tos e mais finos que tem vindo ao mercido,
COBEKTAS A 29, 29500, 39, 9. por precos muito razodveis.
0 Pavao vende bonitas cobertas do chita
com ramagemgrauda, pelos baratos precos
de 29, 2950H, 39 e 49, ditas tncarnadas Koupa leita
forradas a 58', ditas defust^o branco e de cor
com barras a 'i9 e 59, dita* de crochd para 0 Pavao, tem constantementc um grande
cama de noivo a69, ditas do damasco a emitajao de seda a 109 vendo porprego mnito em conta, como se-
el49.
0 Pavao wndefustoes brancos o do cores,
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
mercado, tanto para roupa de. criangjs como
para vestidos e roupas de homem, e vende
pelo barato preco de 56o ate 19, o covado.
jam
Cairns de brim de cores de 29500 atd 69.
Ditas do casemira escura a 39500.
Pnlitots da mesma fazend* a 49500.
Calgas de brim p^rdo de 29 atd 53-
Dit s de casemiiM de cdr de 7fll ate 12^.
Dit*s de casemira preta de 79 ate 14|>.
Palitots de
panno pret-i de 49 ate 129.
BRAMAJiTES Fraques de panno preto fino de 209 ate
a 19000, 2^2 0 e 29500. 359000.
0 PavSo vende bramanles do algodao com Calg s brancas de linho de 49 atd 79.
10 palmos de largura para JengOes, pelo ba- Colletes de casemira de cor de 39000 aid
rato prego do 196 0, -'ito de liuho com a 59000.
mesraa largura a 29, 29200 e 29500, dito Ditos de dita preta de 49 ate 79.
Ceroulasfr ncezas do linho e algoduo, pera todos os pregos e qualidades, asMm
como grande sortimeut* de meias cru^s, camisas, cjlennhos, que tudo se vende por
pregos muit r. zoaveis.
Para o a'aaDhecer do dia 6 do corrente fa- 0 lllm. Sr. Dr. Loopoldo Cesar Duqne Estra-
gio do eugenho Refrigfrant o e?cravn Ezfjaiel, da, formajo- na a^idemia d Pernambucoem 1873,
deidadede 0-aiinos, pouco msis on mnnos, <-or tilho do lllm. Sr. Joaquim Leopoldo de Figueiredo,
fala, barba ?rrala, bdxo e espadaddo. falla man- o cnamadu 4 loja de Araaral, Nabaco AC, raa
aa, levou chapeo -i > eour e niu matul to com rou Nova n. i, a negocio que nao igaora.
pa. gorta de audar auol dn Rr*>ja_________________ ________________
da _Madre de i Altiano : jtmdw lima uverna cm poucos fundos :
quem n pt-gar lave ao dito e >geaMHI no on go- no Karro 1(Hh|^ aatraiU da JThoa. fre^nezia
-
CAMBRAIAS BRANCAS A 39000.
Vende-se pegas decambraia branca, tapa-
da e tranaparonte, a 39, 34500, '.9000 e
59000.
USINHASA200R1*.
Vende-se lasinhas para vosti los, u2 00,
320 e 50o rs. o cova :o.
ALPACAS A. 040 US.
Vende-se alpacas de cOres com listras a 640
e 800 rs. ,o covado.
GR*NAD1NEA800RS.
Vende-so granadine preta com listras do
cdres, para vestidos, a 800 rs. o co-
vado.
POUPELINA JAPONFZA A 19800. I
Vende-se uma fazenda nova com listas,
com o nomc do poupelina japoneza, propria
para vestidos de sennoras, a 19**00 o co-
vado. Todas estas fazendas sSo vendidas no
Bazar Nacional, & rua da Imperatriz n. 72.
CORTES DECASSA A 29500,
Vende-se c6rtes de cassa para vestidos,
com lO.ovados, a i9S00.
CHITAS IARGAS A 240 Rs.
Vende-se chitas francezas, largas, de cdres
fixas, a 240, 300, 320 e 360 rs. o co-
vado.
CASSAS DE CORKS A 200 RS'.
Vende-se cassas francezas linas, de cores,
a 260, 320 e 400 rs. o covado.
SAIAS A 29000.
Vende-se saias brancas com barras deed-
res, a28000.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se ohilas para cobertas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA HOMENS A 69000 A DUZIA.
Vende-so meias cruas verdadeiras, para
homens, a 69000 a duzia, a qual val
89000.
CH4 IKS DE LA A 800 RS.
Vende-so chales de 13, a 300 rs. cada
um.
CHITAS UNAS A 400 RS.
Vende-se chitas finas do canipo largo, fa-
zenda mailo boa, a 400 rs. o covado.
CHALKS DC MERINO' A 20000.
Vende-se chales de. merin6 estampados, a
29, 39, 49000 e 59000.
Ditos de listras a 59000 o 69000.
BUNS KM CORTES A 19500
Vende-se cortesde brim de cdres o pardo,
a 19^00, para liquidar.
COBEVTAS DECHITA A 19600.
Vende-se cobertas dechita, a 18600 e
29000.
BRIM PARDO K DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim pardo e do cores, para rou-
pa de homens o rneninos, a 400 rs. o cova-
do, para liquidar.
COLXAS lK CORES A 29000.
Vende-secolxas do cores para cama, a 29,
e49'00.
TRANSPARENTES PARA CADEIRAS A
19300.
Vende-se trausparentes para ca.deiras, a
19500, para liquidar.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets do seda para homens, a
500 rs.
CHAPEOS A 29300.
Vende-se chapdos de castor para Jo homens, j 29500 o 39000.
Di DR0GA3A HOMEOPMHICA
DA
41 Rua do Imperador \\
Os proprietaries deste estabelecimento, no intuito de lhe conservarem os cre-
dilos de primeiro neste genero, conlinnam a esmerarse na preparacio escrupulosa.
de seus medieamento?, podendo garantir ao respeitavel publico desta cidade e in-
terior que sao rigorosamente observadas todas as regras pharmacologicas. Outro
sim, que com o roesmo flm aci'a-se a testa do estabelecimento, tendo a seu cargo a
inspeccao de suas preparacoes e direccio do consultorio, o acrediudo medico ho- ^1
meopatba Dr Jesuino Augu.-to dos Santos Mello.
Tem todos 09 medicamentos especiaes para bexigas e os considerados pre-
servatives : assim tambem, rs medicamentos da sna drogaria em todas as dym-
nanisacdes conhecidas o mais usadas.
Carteiras homeopaticas de 12 a 120 medicamentos em tinturas ou globulos e
a excellente obra do Dr. More Medico do Povo em 3." edic.ao.
Ditos dep&lha, a 29, 39000 e 49000.
Ditos de massa, a 49600.
PERFUMARIAS EM LIQLTDACAO-
Vendo-so sabonttes de diversos tamanhos,
a IzO, 200 e 240 e 320 rs., todo uuui.
Frasco de banha, a 60, 320 e iOO rs.
Frascos com agua de colonia, a 240 e 320
rs. cada um. E outros muitos extractos quo
se vende muito barato para liquidar.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-so toalhas felpudas, a 800 rs. cada
uma. Lengos brancos, a 29000 a duzia, e
39000 abaiuhados, fazenda que vende-se
por 59000.
GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
Vendd-se gr"avatas pretas, a 500 rs. Man-
tas de cores a 200 rs.
Chapdos para baptisados de meninos, a
39000.
BENGALAS E CHICOTES A 800 RS.
Vende-se bengalas e cbicotes, a 800 rs.
cada uma, para liquidar.
GRANDE LIQUIDACAQ DE ROUPA FE1TA
Vende-se ceroulas de algodSo, a 19000.
Ditas de linho, a 19600 c 23000.
Camisas de chitas finas, a 18600.
Ditas do peito de cores, a 28000,
Uitas brancas" finas, a 29000, 39000 e
49000.
Calgas de brim pardo e de cores, a 28000
e 29500.
Ditas de casemira de cores 0 preta, a 59,
69, 79 00 e 89000.
Palitots de alpacas de cores, a 28500.
Ditos pretos, a 39000 0 39b00.
Ditf>s de casemira de cores, a 49 e
69000.
Ditos ditos pretos, a 59000, 69 500
89000.
Colletes de casemira de cores, a 29, 39 e
49000.
Camisas de flanella, do cores, a 29000 e
29500.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pegas do algodao, a 49, 58 e
69000.
CASEMIRA DE CORA 29500.
Vende-se casemira de c res, a 29500 0
covado.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-so pegas de madapolao enfestado,
a 39000.
Dito inglez, a 49500, 59, 69 e 79000 a
pega.
BOTINAS A 49500.
Vende-se botinas para sonbora e meninos,
a 49500, 59 e 68000.
Ditas de enfiar, a 28000.
Sapatos de tapete, a 19500.
Ditos de tranga, a 19800 e 29000.
HRAMANTE A 19600,
Vendo-sc bramaut* 00m 10 palmos de
largura, pira lengoes, a 18600 To 28500 o
m-tro. K oulras muitas fazendas proprias
do mprcado, qun so vende sem reserva, de
prego, para liquidar atd 0 fim d corrente
anno, por isso convent aos compradores sor-
tirem-se de fazendas bartas, para a presen-
te fusta que esta na ports, a rua da Imperatriz
n. 72. Bazw Nacional.
Plumeria, para mordeduras de cobras.
Sarracenea, para bexigas ( ou preser-
Vaccina, para bexigas ( vativo.
China cruzeiro, paia fobres intermi-
tentes.
Schynns, para angina.
Calendula, para queimaduras.
Tarantnla, para paralysias.
Carnaiiba para syphilis
Tonsultorio hunieipathico
DO
Chocolate homeopathico d'Epps.
Eecerado if arnica.
Pos homeopathicos, para denies.
Jerico, para rheumatismo.
Matamata ou Jaboly, para tosse.
Espirito de Hahnoman ou de campho-
ra.
Cactus Grandiflora, psra pneumonias
ou molestias do coratao.
fl
19
DR. SANTOS MELLO. fl
Consultas das 11 horas da manhaa 1 da (aide. r|J
is
Pdde obtB"- em pooco tunpn com o oso do melhor do* nacrei
HESPERIislNA
Faz oito anoos que e conhecido este precioso tonico, e e diflii il acbar ama peso.
;e, tendo cxperimentado pet-soalmenle, iiio falle em seu favor, ja oomo boit eslomaoi
apetisador, tomando orn cabs delta antes de jaular. uo como faciiiladov da diffetti*
'.omaado-ie depois.
A BASE
la HESPER1DINA e a LARANJA AMARGA, nSo ha nm 6 iiaDilaote do BRASIL (l'r.
especial das laranjas) qoe :a<
ora bem, a
:onbega as propriedades medicinaes da don*tda frof
LARANJA AHABCA
dtn er eatado fiatoral Um nm gosto pooco agradavel, e o merito da Hespendwa cmr
jis!" em reter snaa boas propriedades, e ao mesmn tempo 3pres"nt>-!a como.
EXaUISITO LICOR
A HESPER1DINA como INDUSTRIA NACIONAL dS tem ru.ti que avejar it
metoores importac'Ses eoropea3 de csthegoria semelhante. F.pt er >")toa, porein a Hesperidiaa e a combinagSo perfeita do
AGRADAYEL E SAODAVEL
Para prova de qoe e am arftfo no qoal pdde-se ter inteira u.ntianca pot .* ('"
conte, haata dizer-ae qoe lot plenamerte api-rovada e antjrradj pvk
e m noo
d.. K
JUNTA DE HYGIEfl
na Janeiro, nermiUiodo sna iivre elaboracao do imperil'
Li
-mir
'1 nm> m veiho t-ma Nesperidioa para obler
VIGOR
) tioaiftgi l>yutp ioms llespor^iina para obter
SAUDIv
' *i>menj debit toma Heaperidina para otter
Moa banea as doDZ9ll8 oi mocos tooiam Rapaririir.* ao nv T
*0:aiaCSo dnraice na loocos gyroa da
BABBOS JUNPR A C, a roa do Vigar o TeOvrit
<-:' ^raoia espcciQ^', e Teao<;a>-oo i.oa dupositos 9ef\.,5,j
J.iaqnim Ferreira Lobo, roa ia imperatriz.
Z iriDo ewte-m.. roa do Gdomercio.
Marcelinoio'e G^calves !a Poote, roa da t'.sde
A-'tt-mio Gohif s P-r- s d C, -na da C*dia
Aoioo'u G >taei Phal u C caos 22 dp N'
Gomes & irmao l. it. *.
^ mm


_____________________
m
Diario de Fernambuuu Sexto feira 14 de Novembro de 1873.
v*r
Palillea?** litterari*.
O F1M DOS TEMfOS 01! A VWDA HO RKINO DE
DECS
(1 v. fih S.' frt'Hcrz )
Nesta obiu woslra-so -pela-i ptvpbeiu Ja laahs'
Jereiui;t, Kz.vniiel >: D.ui:"i, pnsieipalmeiite cetas
Jestes il.iiu ultiinos; p.-l > Apeealvp'e delas Kulslolas do S. IVdro;o de $. Paulo* pelas
proprias palavres !> Salv.rl.ir, u por algiunas tin
tras propheci.is particularly, quo Mmioa clu-gado*
ao fim dos temiios, isto 6 a vinda do Heino de Deos
oa ao triumpho e renova>.ao da igreja de Christo
na terra.
Desiruicao do imperio romano e eslabelccimcnio
da ign-ja ; apparicao, desenvolvimonto e engrau-
pecimenti d*> mahometismo, sua derrota no* cam-
pos de Poitiers por Carlos Martel r*i de Franca;
o imperii> do Carlos Magno, ne'.o desse grande rei,
e sua divisao em quatro rei nos. Ailemanha, Iulia.
Franca e He spanha ; engrandecimeuto da casa da
Austria e sua humilhacao posterior ; a revoluci >
franceza, seas horrores e sua perseguicao a igreja;
a elevacAo de Napolea > I, suas Victoria-' e eu ca-
samento com uma archidaqueza Austnaca, o fllbo
que teve dessa princesa morto ainda em menor
idade, sua derrota final pelas qaatro potencias a!-
liadas, Austria, Prussia, luglaterra e Russia ; as
revolucdes de 1830 e 18i8 em Franca ; a guerra
para a libertacao da Italia por parte do rei Carlos
Albcrii) e sua derrota em duas grandes batalhas ;
a renovacao dessa guerra por parte de seu filho, o
actual rei Victor Emmanuel alliado com a Fran-
ca ; a derrota da Austria em Magenta e Solferinu;
a conferencia dos dous impera Fraaea ; a cessao da LomDardia feita pelo pri-
meiro ao segundo e a transferencia dessa provin-
cia para o Hiemonle; a volta gloiiosa de .N'apol-ao
III ao seu paiz ; suas expedicoes a China e ao Me-
xico, e sua guerra com a Prussia na qual, diz a
prophecia, tropegou cahio e nao foi mais tichado,
morrendo pouco tempo depois em casa particular;
a proclaraacao e estabelecimento da repubiica em
Franca pela terceira vez em ;820, a invasao e hu-
milhacao desse paiz pela prussia ; a guerra feita
por esta ultima potencia alliada em a Italia contra
a Austria, a derrota das tropas de Victor Emma
nuel assim no mar como em terra ; sua usurpa
(ao do reino de Napoles, dos ducadas de Toscane
Parma, Modena e Lucca, dos estados pontiQcios a
finalmente sua entrada em Roma, sua persegui-
cao aos bispos catholicoos, a destruicao completa
ao poder temporal do papa, a eruniao do concilio
do Vaticano, a delinirao do d.igma da iufallibili-
dade por esse mesino concilio, a lata travada'cm
seu seio entre os bispos gallicanos e os bispos cha-
mados ultramontanos; a victoria alcancada por
estes contra aquelles ; a di-persao do dito conailio
depois da deltnicao da infallibilidade, o encerra-
mento do papa no vaticano onde e sustenladc peios
fiets por meio de donativos, vulgarmente denomi-
napos dinheiro de S. Pedro : todos estes factos se
acham indicados nas propbecias acima menciona-
das, sendo sua rcalisacao uma prova valente da
verdade dellas ; Hias essas prophecias vao adiante
do tempo presente. e parecem annunciar ainda.
A morte, talvei violenla, do papa Pio IX para
oanno de 1874, a nomeavao detres ante papas em
seu lugar, um pela Italia, outre pela Allemnnha,
eouUo pela Russia ; a anarchia que era virtude
disto ha de reinar na igreja ate ao anno de 1878,
pouco mais on menos, as per>eguic5es horriveis a
que nesse tempo otarao sujeitus os Aims, clero e
povo, que nao quizerem prestar ob diencia a taes
ante-papas ; a invasao da Italia e a distraicao de
Roma pelas tropas da Prussia on da Russia eu
de ambas estas potencias reunidas ; a eleicao
do verdadeiro papa que sera de grande santi lade
de vida, a refonna e restauracao da igreja fe.ta por
elle, conforme fora nos priraeiros seculos do chris-
tianismo, a escolha e coroacao de um descendente
de Carlos Magno para rei da Franca, o qual posto
a frente dos povos de raca latina, cimbattera con-
tra as racas saxonia e e siava, e as derrolara, des
tiuindo ao mesmo tempo o imperio da iniquidade
acabando o seculo com a desapparicao da nerezia
e do schisma e com o triumpho glorioso da
igreja.
A obra contem muitas indicac5es e reflexoes im-
portantantes sobre os acontecimentos contempo-
raneos que podeta apreciar aquelle que a ler.
A impressao ficara concluida per estes dias, e
ate ao lira do correnla mez sera publicada-
Recebem-se a^slgnatura9 na livana Universal
rua do Imperador n. 54 a razao de 3J0O0 cada
exemplar.
Dr. F. .V. Colaqo.
Aluga-se o armazem n. 31 a rua Duqae de
Cnxias (antica rua das Cmres) : a tratar n So-
ledade n. 27, mi com !<*: ll'-nrtifOe da Silva Gui-
maraes. ______
Fin: r di> ilia id 'Jo mlMlbro
di eorrente anno. &* eiftiehh'i l-.ira:z.i, dn ti-nn.i
lo Rio Foi:iiosii, i'. riln. I.- i-laile li" 'i'i a
*\ :inrn)>, cci-.i. ig'i I IVro* 4i! Axe*
vod'i l\'li\io.
0 referid'i imilii / >1h .--l :'.:ra r.;.*!ijar. i-.'ir
roxa, lai.i.li.i.- |>ra t n.V) >. Iio-. |--ji: .ti n:.-i iiiintw
pegados, com estrada de liberdad", ja tern bum
dabarba c poura batba no queixo inferior, e bem
parecido. sabe ler.jtoioni escrevo nial, 6 muito fal
fante, bom raonUdur em burros, traballia do oleiro
em formas e e canlioto.
Ao anianhecer do dia 9 do cnrrente (novembro)
fngio do mesmo padre o es>:ravj Themothao, criou-
la, i.lade 26 annos, estatura regular, bem nreto,
Souca barba, denies limados : ha prababilidade
e que fugissem para a capital com o intento de
assentar praca. Quern os apprehender sera b. ra
recompensado, e os podera entregar ao Sr. major
Jose Autonio de Brito Bastos, no engeuho do Meio
la Matrix da Varzea ; o sendo preso em outro lu-
gar fora da capital ou seus suburbios. sejam con-
duzidos para orefeiido engenho Paraizo, que se
recompensara bem, d vendo ser conduzidos com
toda a cautela, porque sao muito ardilosos, maxi-
me o mulato.
iilesto.
Cbeganrlo ao meu conhecimento que o
subdeUgadodaVarzeaannunciou que o meu
cavallo, que esta em set* poder apprehendi-
do, deve ser arrematado, venho protestar
contra semelhante procedimento, visto como
cavrtllo e meu, eu possu sem cousa que
duvida fa^a a legalidade da posse.
Estou tratatido de meu diroito para ad-
quirir meu cavallo.
Recife, 12 de novembro de 1873.
Francisco Xavier._____
Cozmheiro
Precisase de um cozinheiro livre ou escravo :
no hotel de Apipncos : a tratar bo mesmo.
SOGIEDADE LtTTERARIA E ACXILIADORA DA
INSTBUCCiO SECt'NDARIA
No domingo 16 do eorrente tera lugar no thea-
tro de Santo Antonio p beneficio em_favor desta
importante quao bumanitaria associacao.
Representar se-ha a comedia em tres aclos
Meus ulhos, minha bocca e meu nariz e a come-
S _________ __ tM.i..n l!n n PiniiA*4iq
CASA D\ FflRTii
AOS 4;00W'000.
B1LIIETKS GAKAWmOS.
I' rua I'rimeiro de Marco (outr'itra rwt >i
Crvspo} n. -?3e t'aHU do costume.
0 abaixo assiguado tendo vendido nos seas fe
llzes bilhetes, um inteiro n. 438 com 700*, um
meio n. 2060 com 20"i, dous meios n. 2t50 com
tOO* e outns sortes de 40* e JOI da totem
que se acaboude extrahir (73s), convida ans pos-
suidores a riraan receber na conformidade do cos-
tume sem desconto algum.
Arham-se avenda os felizcs bilhetes garantido-
la \- parte das lotenas a beneficio da matriz da
Boa-Vista (74"), que se extrahira no sabbado 15
do eorrente mez.
PRECOS
Bilhete Inteiro 4*000
Meio bil hete 2*000
EM PORgAODE 10OO00PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza
Attenc;ao.
20^000.
Prccisa-se de duas amas, sendo uma para
comprar o cozinhar, e outra para engom-
mar para casa de uma familia de duas pes-
soas, preferindo-se escrava, paga-se a quan-
tia acima: a tratar na travessa do Vigano
Tenorio n. 1, das 9 horas da manha ate as
3 horas da tarde, escriptorio.
Ama
No Corredor do Bispo n 5 precisase
de uma para cozinhar e engommar.
FDNDICAO
RUA DO
V
DO BOWMAN
N.
52
(Passaiklo > chalkriz)
PEDEM AOS aenborei de engt-Dbo e ootros agnail.ort b, e eujprRad-H de ui
otuismo o favor de uma vhiU aacu eBU-bfieciiiiciilo, ptra verem u &ato rortilDftfi>
a>i iet qne hi torn; wudo tod.) anp-rior em qoalida.le e <
*ocio pess -aI pode-.e verificar.
ESi ECIAL ATTENgAo AO NUMEKO 8 LUGAR DE SUA FUNDICAO
Jann^AR a rni^na i'a.a'na d09 BM>'efnw *3^^^ ?"> la
apu* oo O I UUoa \X ag u maohoa convenienies para as diversas
ircomstancias doa aeoboret proprietanos e para descarocar algodlo.
ttoendas de canna ^ *lamaDb08, as'me,bore8 qoe ,qo'
Rodas dentadas para aD'maes ,goa e vapor
raixas je ferro fundido, batido 9 de cobre.
lUmbiqnes e fundos de alambiqnes.
tfachinismos
Bombas
para macdioca e algodao,! Podeudo lodoa
a para terror madeira. I ser movido3 a mio
/por agoa, vapor,
de paieote, garaotidaa____.. |on animaes.
Todas as machinas w**i~wMPreGis.
de macbiiiismo, a preco
L?az qualquer concerto
Pormas de ferro
nc3mmendas.
moi resumido.
AMA
Precisase de uma ama para
cozinhar e comprar para pouca
familia : a tratar ua rua Nova
n. 16.
Precisase de uma ama forra ou escrava
para cozinhar e comprar : na rua da Conceicao
n. 8, 1* andar. _____________^_^^_
AM 4
E' seinprc assim.
Quando parece terse esgotado o repertorio das
modas, pela immensidade de artigos de novidade
que tem apparecido, eis que os velhos e incansa-
veis correspondentcs da Nova Esperanea, a rua
Duque de Caxias n. 63, descobrem outros no
mundo elegatite, aonde se conservam escngitando
minuciosamenle as novas inven'.Ses ; remettem
para a >ova Esperanva. e antorisam na a dizer
aos seus freguezes e especialraeute ao bello sexo
que nao cream em tal : e para prova evidente
do que acaba da rxpor, vejara o que abaixo se
descreve :
MANUaES para missa, com capa de madreperola
ou taruruga, tendo no centro da capa
um pequeno relogio perfeito regula
dor.
CARTEIRAS, po-t charutos, port cigarros e ports
moneys no mesmo gosto.
CARTEIRAS para notas com capa Je marfim, ma-
dreperola e lartaruga, com o distico
. Lembranpa.
BOLSAS para senhora, o nielhor qne tem vindo a
este mercado, de diversos tamanhos,
qualidades e modelos de nova iaven-
cao.
PORT BOUQUETS de lindos gostos e lunanhos,
especialidades para as noivas.
CA1XINHAS com musicas e sem ellas, proprias
para presentes.
E outrns de inteira novidade.
E com os meninos.
A Nova Esperanea, a rua Duque de Caxias n.
63, recebemos bonecos de borraeha de forniatos
inleiramente uovos : os meninos muito apreciarao
este brinquedo. ,
E verdade.
Qualquer senhora de bom gosto, parece que
nao podo completar e "ua toillette, ^em dar um
passeio a Nova Esperanea a rua do Duiue de Ca
xias n. 63, porque e a loja de miudezas qae mais
completo esta em sortiment), e irae maisnovida-
des apresenta ao publico em geral.
E com as floristas.
A Nova Esperanea, a rua do Duque de Caxias
n. 63, receneu peb ultimo apor, um inteiro sor-
timento de papeis para fl ires a elles.
Para crianca.
A Nova Esperanea, a rua do Duque de Caxias
n. 63, recebeu um sortimento de vestuarios de
caseraira e alpaca para crian^as : raodernos e bo-
nitos.
Las mescladas.
Um h mito sortimento de las mescladas em co-
res, reoebsu a Nova esperanea, a rua Duque de
Caxias n. 63.
UEMISTA DE PARIS
19-RUA NOVA19
dia em um actoDiscordia e Concordia.
O tbeatro estara todo embandeirade, e uma
han.la da musica marcial tocara na recepcao das
familias e nos intervals de cada um dvS actos,
escolhidas pecas do seu repertorio.
E' este o dia em que a distincta e illustrada cla
se dos commerciantes pode com facilidade entre-
gar-se a estes divertimentos, poruui- nao ha tra-
balhos que os prive de tao aprasivel passatempo.
Assim a sociedade'litteraria e auxiliadora da
mstruccao seenndaria deveri ter uma encbente
completa, attendendo-se ao fim nobrij a que ella
se propoe coino seja, propagar a instruceao secun-
daria por todas as classes, principalmenle as des-
favorecidas dos bens da fortuna.
E' esta sociedade digna de todos os elogios, por-
que tem em vista esmagar as trevas da ignoran-
cia, que infelizraente ainda persegue o distincto
povo pernambucano.
Por isso, lembramos aos pais de familias e ao
distincto eorpo commercial, invocando os senti-
mentos de caridade e philaniropia do que sao do-
tados, para que concorra a este espectaculo, con-
tribuindo para uma obra da intelligencia, tao su-
blime e humanitaria, como esta.
E' de esperar que assim aconteca.
O amigo do progresso.______
Desappareceu do sitio Cafundb da estrada de
Joao de Barros, dous carneiros, sendo um branco
e o outro escuro : quem os pegou levo ao mes-
mo silio, que sera recompensado.
Aluga-se uma casa nova, com muitos commo-
dos nos Quatro Cantos na Capunga n. 10, a tratar
c< m Joao Jos6 da Cunha Lages, na rua do Vigario
n. 33, 1 andar.
TASS0 IRMAOS declaram ao publico e espe-
cialmente aos seus bons fre-
guezes que o aviso insertono
Diario de PernainJnwo, de 5 "Tg*
e 6 do eorrente de C. Tasso
Irmaos, pedindo aos seus de-
vedores o pagamento de seus
debitos e ameaeaiido-os de
declarar sens nomos no mes-
mo jomal -nao foi tcito por
elles.
Queni mais eomn do sffereee 1
incontesUvelmente a loja de i-alcado^'estrangti-
o quo mais commodo otferece em geral, com espe-
ialidade ao bello sexs, e o PaRIS NA AMERICA
A mil Precisa-se de uma ama para cozinbar
^.villdi e comprar i-ara poaca familia : a tratar
na rua do Imperador n. 33._____________________
Precisa-se de uma ama pa-
ra tratar de criancas: na rua
de Paysandd n. I. Chora-Me-
nino.
AMA
Precisa-seda uma ama de boa con-
ducts, que esteja pratica em tomar
t conta de meninos ; na rua da Impe-
ratriz n. 37, 1 andar._____________________
Precisase de uma ama forra ou captiva, de
bons costumes, para tratar d'uma menina de 2 an-
nos: a tr tar na rua do varquez de Olinda n. 57.
Aluga-se uma escrava para o ser-
vico lnterno de casa de pouca fami-
lia : na raca da Independent nu-
mero 39. ___
Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
milia : no patno do Teroo n. 23.
4m Na praca da Independencia n. 27 e 29
J\llld> precisase para con.prar e cozinhar.
tem as melborea e maia baratas exietoDtes ao mer-
oado.
lncombe-*e de mandar vir qaalqoer macivnlsmo i vorj-
tade d^s clientes, lembrando-lbea a vaniagem de fazerem
aas compras por intcrmedio de peesoa enteadida, e qae em qaalquor neccsaidade p6de
iet prestar auxilio.
irados americ^nos e ""? **
RUA DO BRUM N. 52
PTOO O CHAFAR1Z
PENII0RES1
N:i inivessn d:i rua
tiasCi-uzes it, t. [irti
mciro aiulaf, da-se ym.
dinlielro bobre pc- ^g
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
&
Precisa se de uma ama
no pateo do Terco n.l23.
para tres pessoas
Precisa-se alugar uma ama de meia idade, po
rem que seja preta, quo nao tenha vicios nem
achaques, e que affiance sua conducta, para com
prar e cozinhar para uma familia de 3 pessoas :
a tratar na cidaJe d>, Olinda, sitio do Amparo, ca-
sa terrt a grande, com p rtao ao lado.____________
Escravos f'ugidos
Maria, cabra, moca, bem parecida, ladina, de
boa altura e corpo corre-pondente, tem os beicos
pintados com tinta encravada de janipabo, em
forma de coracio o o nome della, natural do Cea-
ra, e eociuheira, senJo sua occupacao actual de
enchada ; esta escrava costuma embiiagar se e
neste estado e atrevida, e foge constantemente
para o Recife e seus arrabaldes, aonde e muito
conhecida, estando desta vez ausento desde 8 do
i, invp-' '-ahra, ja idosa, cozinheira, alia
e sfCi'.-i. i' i is-crava Ja vinva do f.dlecido Jacin-
tho lVitciio, inn uai Olhe escravo do Sr. J^se
Aiitao de iouxa Magalhans, que andava fupido,
e que veui sedazir a mai para acompantia-lo ;
esta ausente desde o dia 6 do eorrente
Itoga-so a pulieia e capitaes de campo a cap-
tura das nie.-nias eseraWS que siio do engeuho
Sapucaia de Beberibe.
FUNDICAO DE FERRO
4 ma do BarAo k Triumpho (rua do Bruin) ns. 100 a 104
CARDOSO RECEBERAM de Inglaterra sompleto sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
Vapores de forca de 4, 6,8e 10 cavallos.
CaldeiraS de sobresalente para vapores.
MoenQaS inteiraS e meias moendas, obra como .mnca aqui vein.
TaiXaS fundidaS e batidas, dos melhnres fabricantes.
RodaS d agUa com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanbos e qualidades.
RelogioS e apitOS para vapores.
rJOmOaS de ferro, de repucho.
AjaQOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e rwqueuas.
PonPPrt^R concertam com promptidao qualquer obra ou machinr, para o que teem
-'u sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
Pnpommpnda^ mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
c/Liuuiiinn,iiaa,o para q ^ue ^ ^jj-regpondeni com uma respeitavel casa de Londres
ecom um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
ifae machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
a do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
aaixo assignado encarngalo da liquii
cao da massa da firina Jo-6 dos Santos Neve.- &
lrmao, de novo convida aos,eredures da mesna
firma e de cada um dos socifis em particular, pa-
ra que no prazo de oilo dias, na rua do Apollo
n. 18 arm zem dt assucar, apresentem os sens U-
titulos alim de sercm estes.verlflcados e piider se
assim conhecer em quanto monta o passivo, sum
o que nan se pode n-gnlar a forma do pagameit>.
Este convite e extensivo aos herdeircs de I). An-
na Deliina Pais B..rreto, tenhora do cngenb
Garapu. da qual foi inventariante o socio lose jo-
Santos Neves.
Recife, 5 de novembro tie 1873.
Jnse Francisco do Rego.
O balanciador
Jcronymo Jose da Costa, mais ar.tigo desta jn -
viucia, pode ser procurado no paten rlo Carmo n.
13, venda, que se Hie dira aonde e*la trabalhaiido,
ou na moradia _________.^__________
Aluga-se a casa terrea, de novo prepaid da.
na povoaeao dps Afogados, ultima do lado esqu?r-
do antes *de chepar a barreira da ponte d Mo-
tocolnmho. tem duas salas, dons quartos, (acima
do regular) boa coziuha, foao e furno de aicfe-
dos, cacii:ba e dous quintaes rereado de mnroi.
tendo no ci ntro outro com porlao, pelo qual d.t
commnni<-n^ao4)ara ambos os quintaes, neste pon-
to avisla-se a via fi-rrea e gosa-se do bello frtsc
da manha c da tarde : os pretendeules queiraiA
dingirse a rua larga do Rosario n. 36, dcposi'.o
de pao c cestas, que abi indere^ar-se-ha quem t-
o proprietano. ________________ ____
Aluga se o 2* andar do sobrado da rua de
Aguas verdes n 100 : a tralar Da rua tireita r.u-
mrro 10.______________________________________
'Aluga se uma excellfnle casa na povoacio
de Duarle Coelho, em Olinoa, com bons codHflo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Ainorim, n. 37.
. I'ara carr>:fcirs.
Aluga-se um terreno inurado, na rua da S*u-
dade, que icm com palmos de Irente e 3(0 de
fundo, com pcquena casa e telheiro paraaai-
maes, proprio i ;-ra pl.mtar.oes : a tratar a rua
Primeiro de Mario n. 23, loja.
J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame-
recer a confian^a dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
geral.
m
*


Aluga-se um silio em Beberihe, com ca>a pro-
pria para familia, perto do banlio : a tratar na
rua da Cadtia n. 36. ^^^^
Aluga-se o 2. andar da casa da rua das
Larangeiras n. 13 ; a tratar na rua do Marquez
de Olinila 2. andar da casa n. 1.
Precisa se de am caixeiro flel e activo, que
66 conhecimento de sua eondr-ta ho largo da
Snnta Crnz n. 12.
ro
cial
a rua Duque de Caxias n. o'J. primeiro aniar (ac
tiga do Quoimado) e a razao ? a razao 6 simples
um cavalheiro (ainante do chiquej por certo se
iniommoda quando, para comprar um par de bo
tinas, voso for^ado a experimenta-la sobre urr.
pequeno e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carronico) nao podendo desta forma conheeer st
a botina Hie tica boa, pois, nao tem espaco par*
expurimenta-la. ao menos que nao a estrague dan-
do apenas nm passo, que chegaralogo ao immun-
do ladrilho ; o ijtie nao acontece no Paris nu
America, onde podo se passear a vontade e desta
forma conhecer-se se flea bom o cab-ado : para (
bello sexp, entao e quasi impes.-ivel, que uuta se-
nhora (do bom torn) qneira sujoiiar-se a experi-
mental-calcado ao lado de um balean, onde en-
tra qWl quer, ainda mesmo para comprar : c
Paris ua America nao resente-se desta falla ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para a>
Exmas. quo alii poderao cslar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Na i terminam a i as vantavens on commodo?
do Pwit n 59, primeiro andar, consiste tatrbein no bom sor
timento de botinas para homens, dos melhores t
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande varicdade At
chinellos e sapatos, assim tambeiu um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos At
muitas qualidades que poderao satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ,
pelo que Oca expendido, sta claro que a loja d*
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece.
io Paris tin lAmeria, rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar. anliga rua do Queirnidn
Paris, 36, Rua Vivlenne, Dr
im:mh nkdegm spfiriiL
DAS ERFrnVMlV'S "*' SBXCAES, AS .*.TEC50B
'txh ALTB*ACOHS DO SAHOOB.
i'i.OOO curas das impin-
lens.puslulas.ke' pe$,
I virna, comiroei, acrir
ioi\ia, e allerfoes, ci-
\dosas do songue, vir
ru... r aue m'i U- ^aiigue. (Xarope vegetal
Sem mcrcui'io). Brinn-all rai rfgeUBi
BtXHVS Hl\CBtR semana, seguindo n tr;ict;mien!o Depuraltto: t
minrpfraitn n" mrsm-it niulestias-
I Este Xarop.- Citracto de
rcrrodeCHJBLE.cura
ramidintamenie qml-
laer pwgacao, rela-
lacoo, e aebildade,
k iKiMiuieu.u us jiiiJii- e floret braneas dis
mullieres. Esta iiijeccao benigna empregasse
com ii Xarope 4r Cilractn de ferro.
iii>BDrroiii< I'.iii;-da <|ue as cura em3 dias.
POMADA ANTIHERPETI."A
Contra nas affrceoes eutaneas e comiroei.
PILUHS VEGETAES DEPURATIVAS
do Ohakie, cau frasco vral aceuuipabade
de um fuliK'io.
AVISO A08 SR8. MEQIG08.
! Cora catarrkoi, uutt
roqueluchei, irru nervoei lai dot bron-
\ chiot t Kxtmt at (tomcat
lo pruo. banta ao Oo-nU
DOlt t-oillf nll'lcu llt'fli- xnropr IV POMUT.
Dr. Cit. em Prii, ram vitIcbm, ?
Mulato fugido.
No dia 7 do eorrente fugio o mulato Ceniiniano.
que foi escravo do Sr. capitao Firmino, em Mari
cota, o escravo tem os signaes seguintes : estatu-
ra regular, cheio do corpo, falta de dentes na
frenie, tem no braco direito um coracao com as
iniciaes A M C, sahio com calca de brim de listra,
camisa de chita e chapeo de manilha, cosluma tra-
balhar no carvao, e quando foge sempre vai para
Beberibe, Olinda, Maricota, Iguarassii e Afogados:
roga -se as antoridades policiaes e mais pessoas a
sua apprehensfio, fazendo conduzir ik rua larga do
Rosario n. 22, que s'rao gratilicadas.
ESTABELECIMENTO THEKM \L
a'J W! ii
IVlmuC', UeparteineBU! ao .. Her
rnorniioot bo UTAM riicti
AimsTcIo : PARK, *, tonuTASB Mrauaiia.
ESTAQAO DOS BAHH08.
No estabelecimen'o de Vichy, um dos melho-
ret da Europa, arhar-te-ha Banhos e Embroca-
cSes de todn a sorie para a cura das doencas do
CKlanaago, do flsaa*. da fcexlca. mrrlm;
dUai-li* H'ih, cuprrtfofi clculo,
ou e4ra nu urlim.. etc.
CAO* DlA,DDItl6 de Maioati li D* Sinxtiaiio:
Tettro e Concertoa no Ctslno. Mode* no Parqae.
8:n de leltnr. Snllo r -serrmdo pr si Sechoru.
- Sa'Oos de loeo!.. co iverMcfto e hilh%
T0D0S OS CaHIHHOS 0* USH0 UHI V'CHT.
Depoeito em Permmbuto, TlSSET f^-l. WE6QH0. 3
ic
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
d. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, & vista e a prazo
por todos os paquetes.
Sitio.
Para tratar de um pequeno sitio, precisa-se de
um homem qne seja cuidadoso e entenda tarn-
bem de flores : no caes do Apollo n 69.
Una aiidnr c a loja,
Aluga-se o lerceiro andar Jo predio a rua vie
Maivilio Dias n. kO, muiu> fresco, bella #feta,
excelli-ntes enmmodos, e com sotao, e a loja do
mesmo, nropria pa. a qualquer cstabelecimfiito :
a tratar a rua do Imperador n. 81. Todos os pa-
vimentos tem agua._______________________
Ainda esla fiigida
a escrava Matildas desde 17 de marco do correnle
anno, de 32 annos de idade, preta criouia, esatu-
ra regular, cheia do corpo, pernas finas, tem uns
carflcos no rosto que parece espmhas, falUi de
dentes na frentc da parte de cima, falla muito
mansa que as vezes desalia compaixao, boa cozi-
nheira e engonimadeira. c filha do Para, foi :om:
orada a s igra do Sr. commendador Lucera, e
muito conhecida por ler estado alugada em casa
da Manoella do inspector, no Monteiro, ella intitu-
la-se de forra e tem sido vista no Poco da Panella,
Monteiro, Caxanga, Magdalena e aqui no Recife :
pede-se encarec damente a todas as antoridades
policiaes e capitaes de carrpo a su apprehf nsao,
assim como se pede a quem tenha amas qne ve-
rifique nessas que diztin ser forras. pois consla
estar ella de ama que nao sahe a rua, que se gra-
tificara com a quantia do 10"* a quem a levar a
eu senhor, na rua do Livramento n. 1, a Antonio
de Paiva Ferreira; e protestase haver os diis de
servico de toda e qualquer pessoa que a teuha
occulta em sua casa, na forma da lei._________
Forneiro.
Para fora da provincia, precisa-se de um bom
forneiro, e que seja raestre de maceira, paga-se
bem : no caes do Apollo n. 69. *___________
Wcr-
DEPURATIF
dnvSANG
PLUS OE
COPAHU
Alber-
13POOU
NOVAS PUBLICAC
A. J. d'.4ze%edolluu ilovn n. 11
Acabam de publicar-se, e acbaiD-Se
venda as seguintes musicas :
PJANO SO'.
Danse espanhoi.a por Ascher
ArabrCla, mazurka, por G.
theimer
Valsa DO Fadsto, por Croyzes
SONHO DE UMA VIRUEM, por
tazzi 1?>000
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AoClairdela Luxe, por-Bu&smcyer 1?500
KSTREI.LA DO XORTE I p0.ka.briIhaDtc" l?M>00
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Cricket, por Sei\as, offered da aos
cbrickets club pernambucano e
bahiono
PIANO E CANTO.
Dr.sF.si'ERO, muito Undo romance
por I. Smoltz
Nea m'amava, romance por Guercia 15000
Tarn ben recebeu da Europa grande sor
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. i-tc.
I

rii
is-
SO
5.
CkSi- S.D-P
?3,S'S-Naa-1
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11 -? g g ^^
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iliaFia^^
3 3a..g.g-3
? & s e-.
l3?Bg
a
b* St
B
"8
Sirop-du
DrFORGET
1*000
25PQM
Est4 encouracado!! !
Roga-se ao 111m. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ma Duque de Caxias n. 36, a cu
cluir aquelle negocio quo S. S. se comprometteu >
realisar, pela terceira ehamada deste jornal, en
fins de dczembro do 1871, 3 de|>ois para Janeiro
passou a fevereiro e abril de 187!!, e nada eumprio
e por este motive- e de novo rtiamado para dit'
1m, pcis S. S. se deve lembrar que este negocio *
le mais de oilo ar;B0-\ J quaado o Sr. seu M|!
icbava m">ta eldirfe
DOEMCAS SECRETAS
GH. ALBERT
emu rabicaj, ramoTA kmouia mo
rmh DX BALSAPAERILHA : ImpigeM, I
alporcas, oorbulhas, uJcerms, Ticioi del
ngne, debilidaHe, tnmores. I
B0L0S AJUramOB : Corrlmnto recentM]
on anUgo*; flora* braneas, cores pallidi
Paril, It, r. MontorgnnU. Fdheto gratU-1
DBpodto em Pernambuco. A. REQOaD.j
VINoe QUINQUINA
FERRUeiNEUXdeNOITIER
Com M*< aypthfc *
ffvr*. Este yioho foi preconizado por toda a
emprensa medical como sondn o mai- poderoso
tooico empregailo para mm a Chlorosis,
AnMIA O ElDANSTAfAO DO SJSCUE
Depo-ito geral am Paris, li. rue del Lom-
birds. LaureBerl, pharmarcalico.
Penumitntco, A. KEGORD, ou princi-
pals pharmaciat ^^^^^^
Arrenda-se a propriedade Barra de Seri-
nhaera, na fregnezia do mesmo neme, beira-mar
e beira rio, com bastantes coqueiros a desfructar,
e rendas das terra a cobrar ; e cem as melhores
proporcSes possiveis para um grande e lucrativo
estabelecimento de seccos e molhados, alem de
ser localidade muite salubre, abundante cm peixe,
fructas, etc. a tratar ua rua da Aurora n 65.
Aluga-se uma casa terrea com trts portas
de frente e bastante elevada, com solao dentro e
commodos para familia, na rua dos Martvrios
n. 160 : a tratar na rua do Rosario da Boa-Vista,
segundo andar, per cima da refinacao.
Engommadeira e ama de
leite.
Precisa se de uma engommadeira e de uma
ama de leite, paga-se bem uma e outra : na rua
Formosa d. Jl.
Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho.
Rua do Commereio n. 5, 1.' andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
V) Minbo, em Braga, e sobre <>s siyinte*
gires de Portugal:
I Amarante.
' Arco de Val de Vez.
Baroellos.
; Beja.
'".baves.
'"oimbra.
1 ''.ovilha.
Faro.
Quanta.
iuimaraes.
i.amcgo. .
!.isboa.
Mirandella.
Monc,8o.
Ponte de Limti.
1 Porto.
favira.
V.ilpassos.
V anna do Castollo.
villa Villa Nova de Famalioan
.ilia Nova do Portimao
villa Real.
\ i7(MJ.
/alcnr.i.
Ptgoeira.
^vciro.
;,gr.eda.
(iminha.
Lvora.
Cliveira doAzenseis.
Ponafiel.
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3 S o S ? _
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O CD (O O CO
3:
Joaquim Jose Gon<}alves
Beltrao & Filhos
Teem para vender no seu escriptorio a ru$ do
Commereio n. o, 0 seguintti :
AGUARDENTE de cajii: caixa de 12 garraU-.
t de larania, idem idem,
AHCOS de pao para barril.
Ci\L de Lisboa, recenlemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e seahora. ^*l*
de marliis e osso.
FF.1XES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabrica do (ommtn-
mendador Pedrozo.
LiNHA de mriz.
OBRAS de pal eta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabi ica do
menaadur Pedrozo.
RETROZ de toda- as qualidades, dan fabrica* de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para boUca.
SALSAPAHBILHA do Part.
ELA- de cera de todos os tamanbos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 garr
rafas.
c dito Moscatc do Douro, idem idei
t dito Sctubal, caixas de 1 e 2 do.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gir-
rafas,
de Coilares superior, em ancoretas
de cajii, caixas de 12 gar afas.
a Halvasia do Douro, caixas com II ?:
rafas.
Carcavellos, idem idem.________
Alngise nma casa no Monteiion. S9-, co;
commodos para familia : a tratar na rua do F
rio de S.-Boija c




main


? .
I
Oianc deP*raai!iouj(> Sefxta ieira 14 de Novembio de It7*4.
tra-
, Ifoa >casa para a fejita,i
^Uara--" rente rasa no Monteiro,
fc*i 3.- Xi>U>, a qual seachajeui muiio b<>m
gfe fe Smpe/.a : a Jr*ar na ma Priiueiro
*tcs. antijs cc &esno n. 10 A; loja de uu
Aa*al &C.

%

SSBHWSrmw-
-r
< Consultorio homeopa- 0
DESGOBEnTAS MEDICINAES jrs
IEI.il UACHAI1EL Xj9
Manoel de Siqueira
avalcanti.
f o Preservative da ery-
wpela : para curar com certeza, e
m. pou?* tempo, qualquer ataque de
arjsipi-la, e preveuir o seu reappare
fjin Hto.
Este medicameoto larabem e muito
pederoso para o rlieum.itismo.
'' oJReguIador Cru:tcao : para falta, irregularida-
*>, suppressai repenlina damenstrua-
{*, e dos lochios, assim como para
tod> os so'-rinmutos devidos aquellas
affecQoe*. Arabos estes mcdR-amentos
j sao muito conceituados, e procura-
*>3 nesta j>rovincia, e na do Rio de
Janeiro.
Aeham-se a venda someute em casa
do autor, d&s 9 horas do dia as 3 da
tarde, e a qual.juer hora em casos ur-
genlcs.
GRATIS A05 P0HRE3
Ru.. da Imperatriz n. 14, 2 andar.
m-
.5. ;aa terrea na Una dos Ratos n. 68, com a
fcate para a.cstrada do Hospicio, com bastante
eHB(>do pira familia : a tratar na rua do Mar-
om de Oiini'.-' n. 1,
m 4r----
thico
I>r. Santos Mello
Rua do ImperaJor------41
os dias das 11 a 1 da
todos
m
0
m
limn sdbhorn honestu que sabe bem
Mcer em ;ua muchina o por .pequeno sala-
ras, se presta a morar era casa do familia,
-an-lo os seus services : qucm pretender
*r.:..ujcie por este Diario.
Carros de luxo.
E* inquestionawl quo a coelieira da rua do Bom
n. 15, da Joa iuim Pies Pereira da Slim, e a
i-iuas rnelhores berlindas, calecas, meias ca-
e vie! .rias do luxo. proprias para qualquer
. ivado, viotas do eliqueta, bailes e actos da aca-
>if..rtja, sendo os mesms ajaezados de exce1lent--s-
i-irelkas do auimaes, arreios luxuosos e boleeiros
- s fardamentos do ultimo gosto, para o que se
? avida ao publico a vir por si mesmo scientifi-
e da verdade do que deixamos dito, certos de
30 eucontrarao pomada, e sim realidade e
rcamodos precos.
Para banltos de mar.
Aioara!, Nabuco & C, receberam de Pa
ri? krteressantes costumes do ultimo gosto
jora boroens e senhuras que desejarem to
banhos salgados, oldm da solidez da
boeuda para resistir a aua salgada, a ele-
cta dos tr jos nada deixa a dese-
Do
4f
Consultas
tarde.
Gratis aos pobres.
Residencia a rua Nova n. 7, segundo 25
andar, onde da consultas das 6 as 9 da <&
manhi e das 3 as 5 da tarde.
a Chamados a qualquer hora.
Eseravo fugido
300^000 de gratificacao
Au-entou-se desde o dia 13 de maio de 1872 o
preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 40
annos de idade, e" perfeito cozinbeiro, alto bastante,
e bem magro, pouca barba, olhos graodes, e muito
ladino, consta que tem pai no engenbo do Sr. Luhi
de C:iiara, em S. Louren^o da Malta. Este preto
foi cozinheiro dos negociantes Adriano & Castro e
Sr. Jose Joaquim Goncalves Bastoe, e julgase
que esteja alugado em algura hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, d'mo forro : pede-se a todas
as autoridades e capiUes de eampo, que o desco-
brindo.o trajjara a rua Duque de Caxias n. 91, loja
de raiudezas do rival sem segundo, que serao gra-
titieados com a quantia acima.
(lozinhpira
Precia-se de uma cozinheira para casa estran-
geira de pouca familia: a tratar na rua do Com-
mercio n. 38.
- Alua-f4hTttiemde recplher na luado
Burgof ii. II :tratar na na da I'raia n. 20|
a tratar cum Jose" Felicjanu Nazareth.
Na rua do Bario da Victoria a. 36 precisa-se
fallar ao Sr vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
reira, a negocio de sea interesse.
Precisa-se contratar um saeerdote para ce-
lebrar missas nos domingos e dias santiftcados, na
capella da estrada de JoSo de Barros ; a tratar na
mesma estrada, sitin n. 21, das $ horas da tarde
em diante.
4 Frant-Maeoiiai'ia e a
Revolutfio. q]
Pelo padre Gautrelet da C. de J trd. pelo Coude
de Samodaes.
Obra dedk-ada ao Bispo de Pernambuco.
1 vol. brch. 24000.
Na Livraria Franceza.
Penauta-se u vende-se a cas tarrea e um
terraao junto com 33 palmos de frente e 310 de
fundo, ja com aliceroes, mum e portas na frente
e cam boa cacimba, sita na freguezia do Bo*-
Vista a made Joao Fernandes Vieira n. 74 ; a
dita propriedade esta situada epi chaos proprios :
quem pretender pode dirigirse k rua da Iiripera-
triz n. 23, que se dira com quem deve tratar o
negocio.
Traspassa-se a cliave da loja da travessa d
Duque de Caxias n 14. com uma armaclo to-
da envidra^ada, propna para cigarreiro, ou ou
tro qualquer negocio : a trat-ir na venla junto,
ou com Manoel Azevedo de Andrade, a rua do
Cre?po n. 8. _________________________
Oasas para aluga r para a fes
ta ou por anno
Um sobrado no Poco da Panella, na rua do Rio
n. 5, com 4 silas, 5 quartos, sa eta, cozinha fora e
quintal murado.
Uma boa casa terrea nova com cocheira, estri-
baria. pequeno sitio, a margem do rio^ n. 3o da
mes-'ia rua.
Uma casa pequeaa. porem earn bons commodos
na travessa da Crua das Almas ao pe da casa ver-
melha n. 2. To J;is a tratar cpm o commendadoj
Tasso.
ENG0MMADE1RA.
Precisa se de cmapcrieita eugoamadeira : na
casa n. 199 em S. Jose do Manguinuo, rua do Vie-
c ,ndo do Goyama.
Casa de eampo
OTerece so a quoni qui/er fazer os concertos
)S*rto9j e- arrendamento por algtins annos, de
da ..\',ellente casa sita na Porla d'Agua,
..i do tiiK.io Dr. Joaquim Pires Carneiro Man-
paanda-se escrfpiara para maior seguran-
j A l-'fa4; lade a niuitq salubre, e a casa muito
uiagnilioo lianhn de agua dooo em
ii lo c mini >lo visio que o trem passa
fefrwii ipii'in pri toiiJi.r pode dirigir-se ao Sr.
nil i M iiiieir i, em Apipucos, ao
, hi i" I 'iiit'i, na rua do Bom Jesus,
.i::ii.ui, a rua Jo ominercio n. 40.
Garanl
laraniHins.
Na r .
FaUsi
'- I'.aiao da '( t>i ia n. 36, preeisa-st
Krs. P Irn il: |{ tro i;iiave> Piiixoto e
..,i Si!---.:, a negaroii de particular inte
fogilli).
AllCIICilil.
Prccisa-se de um criado para uma casa de
pequena familia : a tratar na travessa do
Vigario n. 1, escriptorio.
Ao publico.
* fijoucia do leilOes.
Rua do Marquez dsiOlisda, n. 37
1. ANSAR.
0 abaixo assignado tem a houra de sci-
entiGcar ao respeitavel publico, com espe-
cialidade ao corpo commercial desta pra^a,
que acaba de ser nomeado Agentc de kiloes,
em cujo exorcicio promette se esforcard
para bem merecer a confianca de todas
aquellas pessoas que se digiiarem honral-o
encarregando-llie dc negocios tendentes &
sua prolissao.
Desde jd o abaixo assignado anteripa os
seus agradecimentos para com -aquctles que
o procurarem, o que poderao fazer dirigin-
do se a rua do Marquez de Olinda, n. 37,
!." andar.
Ilecife, 7 de novembio de 1873.
Joaquim Dias dos Santos.
AVISO
0 Sr. Joaquim Clemente de Lemos Daarte tenha
a bondade de vir ou mandar a rua do Coronel
Suassuna n. 282 a negocio de seu interesse.
COMPRAS.
Compra-se
um sitio noj arrabaldes desta cidade, onde passe
linhk.de bands i a tratarua rua do Imperador n.
48, armatem.
Compram-se aigumas accoes da estrada"de
ferro do Recife a S.-Francisco : a tratar f om Au-
gusto Cesar de Abreu, no arraazera dos Srs. Souza
Castro & Almeida, a rua ..do Marqaex de Olinda.
outr'ora rna da Cadeia do Recife n. 37.
- Pfeofea-ie-davcamtirardoas fiteiros de ar-
macao : na rua Imperial n. 128.
VINDAS.
fcscravo
100,^000 de gratificacao
Dcsapjsftroeoil de tvjvo, de borJo da barea bra-
a S. Josi, o eseravo Joaquim, preto de na-
o qual anda bem veslido e calad9, dcixan-
.-escer os eabellos a modo do raeia cabelleira.
Base eseravo pertenceu ao faUecMo Dr. Olym
MarceUino da Silva, quo o bayk eomprado na
\i. ia do Miuas (em S. Joao d'EI rei ou Our-
;, e eom ello seguio para o Rio de Janeiro e
para u>ta provincia, dottde foi para Maceio,
i o vi'ii lino alii a Juslino Epaniinondas Ne-
. a quem o puupraram os ah.iixo essiynados.
eocinbarj riccuuacao a quo eaiava dedieado,
ahe- se peh t'alia qno 6 afneano.
.'ife;-, i-i'-se a gratiiicacao aeinia a quem o ap-
. o roga-se a todas as autoridades a sua
:ura.
Recife, 6 de outii'.ro de 187;l
________Jos.Mla_Silva Loyo &_Fi!!io.____
Antonio Domingos Pinto, qucreudo rusumir
. u negocio de niobBia, fern rcsolvido fazer um
iBRBto do 2-J por cento nos preyos de snas
lias, as juaes sao : rieas cuobiUas de jaca-
:-.r,da a Luiz X^', faliricadas em Franca, di'.as do
iii.i e de auablo, gaardas-roapa do jacaran-
:; uiqgno c de anablo coin cipulho, ricos
. tardas vestfdos de amaroll >, ricos -.'uardaslou-
ultettps de jacar^nda e de moguo, aparador s
iDgno com tanipo de pedaa, ditos de amarello
armario, mesas elastiia- para jantar. dit s
i coin abas prira alino.o, niesiuhas do
[ i para eostura, e uma iuliuidade de objec-
''.-.: seria enf'dunlio ineneionar ; tem i.m
lo sutiiisentii de cadelraa de muitas qualida-
i rua do ftarao da Victoria n. 67 o IS.
Engommadeira.
ase e engomina se coin promplidao o aceio:
. mcipio da rua d" S. Miguel em Afogados,
. i coufronte ao portao do Si. Caiuillo Chaves.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga, rua das Per-
nambu^anas n. 66, com bastantes commodos, ten-
do dez quartos, tres galas, cozinha, coxeira, tan-
quo para banho, gallinheiro, com diversos pes de
fructeiras : a tratar na rua do Marquaz de Olin
da n. 63. ..
Criado
Frecisa se de um criado para cornprar e
oulros mvsteres de casa de pequena familia:
na rua do Captbaribe n. 40.
Aiuga-se o 2 andar e sotao, com todos os
commodos para grande familia, do sobrado n. 12,
sito a rua de Hortas : a tratar na rua do Trapiche
n. 13, armazem de assnear. Tam*>em se vende
cerca de 3j4 paries do mesmo sobrad>>.
Fugio no dia 20 de outnhro proximo pas
sado do engenbo Arendepe, freguezia de Ipojuca,
o men eseravo Ignacio, com os signaes seguintes:
cabra acaboclado, 26 annos de idade, altura e
corpo regulares, eabellos preios e crespos, bigode
lino, motto pouca barba na ponta do queixo, tem
um carocinho de um lado da caneila por fora,
ii 11 tem unhas nos pes. a excepcao do tun dedo,
tem no coroo marcas de chicote, e no pedireito
am pequeno callo, falla raanca e baixa, cara be-
xigosa e olhos braucos.
Dou cem mil reis de gratificacao a quem o
lrouxer ao dito engenlio.
Arendepe, 1.* de nevembro de 1873
Manoel Felippo de Souza Leao Junior.
Cortc-N It-cliilaa r. 3-?500 e
3)000
O Pavao vendecortas-de chitas curase
claras com 10 covadoscada c6rte, pelo ba-
ratismo precede 2#. 2500 e 3JJ0D0.
CORTES DE BRIM A 15W0d.
O Pavao vende c6rtes.de brim pardo para
calca, a 1400. Drtos decAr; fazenda mui-
to boa,a 1JJ600.
Espartilhos a 3$ e 4$000.
O PvSo vends os mais modernos esparti-
lhos, proprios para senhoras e meninas,
pelos baratissimos precis de 33? e 45JOOO.
Ditos muito superiores, brancos e de cdr, a
53? e 6#000.
Cortes' Jo IS a O Pavdowendebooitos cortes de Iasinhas,
padrOes miudiuhos com lindas cores, tendo
15 covadoscada c6rte, pelo barato preco de
'000;
CORTES DE ORGANDY A 3?N)00 e 3$>00.
O Pavio vende- corte de organdy branco,
com listras e quadnnhos. sendo fazenda mui-
to fina, pelos baratissimos precos de 3ffl a
35)5500 o c6rte: /
- Vonde-se uma
na rua da Paz n. 2.
earro^a e nm boi: a trai'r
BAZAK LMVEHSAL
Kna do Barm* da Victoria n. 22.
DE
Carneiro Viamia.
A' ^ste grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
eostura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimaiaent8na Europa, cujas machinas
sio garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despeudio algura do comprador.
iNeste estabelecimento tmbem ha purten$as
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer peca chinas trabalham com toda a perfeicSo de
ura e dous po3pontos, franze e borda toda
qualquer eostura. por fina que sfja, seus
precos s3o da seguintequalidade : j>ara tra-
balhar a mao de 30}?000, 40#l>Oo'. 459000
e 509000, para trabalhar com 0 pe sao de
80JWMJ0, 90l>00, lOOJtOOO, II05H)00,
1209000, 130&000, 150J000, 20O5O00 e
2509000; emquanto aos autores nao ha al-
teraijao de precos. e os compradon.s poderao
visitar este estabelecimento, que rnuito de-
verio gostar pela variedade de objector que
ha sempre para vender, como -sejant: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
criani^a (alias), ditas para escolas, coslurei-
ras nqnissimas, para senhora, despensaveis
para crianc,as, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criauijas, capachos,
espelhos dourados para sala, graudes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros coin cabode metal e do marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fin), condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples,-objectos para toilette, e outros raui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aborto de>de as 0 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute &
Rua do Barao da Victoria n.
22.
LINHAS
DE
RETROZEDEALGO-
DAO
BE
TODAS
Mm
gmss
mm
Accessories
Vk*k

PARTE
M\m
Com as falsificac,6es que tem apparecrdo
DAS MACHINAS PARA COSTHBA
DE
^
01
O
GO
x
a
ma-
Nenhuma
china Singer e legi- j^
tima se nao levar \
Porque?
g esta marca fixa no
bra^o da machina.
Para evitaf falsi

Eicacoes notem-se g
bem todos os deta-
lhes d marca.


! A dinheiro e a prazoi
A. contento das Exmas. familias'
S5o as mais baratas
Sao de dous pospontos
Sao mais simples e rapidas
Sao duradouras
Nao ha mais eabellos
Aluga-se
Eseravo fugido
.ifipuivi*. u an amanhecer do dia 4 do cur-
do I'ugculio Sirigi, comarca de Goyauna, 0
0 Id -oonii- Josi- Ilorges, initrti de at>ucar,
signaes seguintas : cabra, iladc 30 an-
; 1 iiiais ou inenos. boa ligura, um tauto
laiWo, sendo 0 signal mais visivel
. garolBa na junta do pi; esi|ue do : roja-sc a
.- a-i :.u!oridade8 e rapitiies de eampo qui-iram
!i"i!'li-i- dito eseravo e lev?.-li ao reftrido on
1, itu uesta praca i> OMveira HHum & 0, lar-
1 Corpo Santo n. IV, que serao geucrosauienle
|S iiiiiN.
Uma casa na Torre, com cominodo? para familia,
caiado e pinlada, ha poucu acab.'ida : a tratar no
porto do Lacerre na Capunga a. 32,
UlatricnKa. das ca^llps.
Acham-se A venJa om tofla* a; livrarias map-
pas imprests jara matricuia doe cavallos coo-
forme deterauoa a lei provincial de 17 dejuoho
de 1873._______________________________
Silva Barroca & Filhos teem para vend r
seu a uiazem, a rua do Marquez do 0I|'^1','
seguinte :
Foi ha dc Flandres.
Eslanho em verguinhas.
Machinas para dosearogar algodao.
Ccrveja escosseza brasea e preta.
Fillele para bandcira.
Vidros para vidraca, 1* qualidadt.
Guinchos para'icar.
Ao bello sexo.
Gusniao & I^eU receberaw rkos cortes.degaaej
du soda, fazenda iateiramente nova, e vendem
pelo baratoi-re que ge acabenvi so ja Ipia da rur. Pr'meiro 4e
Mar?o n^ 14.
Fiimosi especmes-
para* fabrico dos ntelharas cigarro* Boos de seJa
e linbo, e para^ximtw,' a-saber.:
0 verJad.iiu fuiw.,4aiDdukl
Idem do Rio Novo desUade.
Idem cabdild s e picado.
Idem de Baependv,
Idem defio\;ji.
Idem de^niha.
Idem do. Uineiro.
Idem de S. Paulo.
Mem de Mioas.
No armazem, de famo a rua da Madra de Dens
n. 10 A, de Joe Douu'ngue< do Carmo e Silva.
0 proprietary deste estabelecimento tem tido 0
maior capricho possivel em obter do Rio de Ja-
neiro|as qualidades de fumos mais especiaes.
alguMi-aie nie^^^ww WBUeoias. aieeto^merca-
do* pocfim muito apreciad^ em extras projjn-
ciaiydo imperio. como os fufflOjs.qaa,acaba deSc-
ceber-.pelo vapor nacionaI;^a/flventrado ein 6
do jporyeijli! 0 por4ssoinvida a t,d,s seu* fce-
guJ!e*> ajmi*0S P*** veaeau axaratiQaBem^s
uiri#OFes-,quaUilad,'(, de lumos, (iaos,- e |>roma|te
comeCTar sempre en seu arranera 0 que houver
derfpelhor neste ariige,.desile 3.aFroba.ate8i a
libra ; tado a contente-dos seua oumerosos frc-
guezes aaiuiggs.
Veude-se duas excefloQtes casas, soliila e Je-
centemeote oonslfuidas nu uiais b toresco e saudawl Chacon. Recommendarnrsc
amda mais lanto pela sua proxiuu'Jadc a estacjo
e ao rio, cgjin> peJos seus muitos commodos c es-
tarem a poiwa. distaneia da c-apital ; pela que sao
ellaa.muita proprias- para moradia, maxime'tia
presenle esla^io Xa casa n. 174, a rua do Vis-
conde de Albuquerque, ou da Gloria, se dira
quem veade.
TINTURARIA JAPONEZA.
S6 e unicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconliecidu superior a toda que
tem apparecido ate boje. Deposito princi-
pal a rua da Cadeia do Recife, boje Mar-
quez da Olinda, 11. 61, 1 andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
eeirV,
MACHINA DE SMER
DOUS POSPONTOS
Abainham
Franzem /
Pregam tranga
Ma ream pregas
Bordam delinba de soda
Alcolchoam
E pregam cordaos.
^ UNICA AOENUA
EM
D
45

A CASA AMERICANA
RUA 1)0 IMPERADOR 4>
PECHINCHAS
Sio o n.
RUA DO
20
:!vESy0
Cafe do Rio
Wndese na rua do Marquez de OliDda tiume*
ro66.
Fiado!
\m\m \mm\m.
De forga dc dous a scis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do Corpo Santo n. 23.
LOJA DAS 3 PORTAS i
COmunito "nhSJ muil baralp9ra apurar Rua do Bara n- ^iotoaia
n. 22.
ATT^IjAI).
j dia 22 de feverciro deste anno aue esta
: 0 eaerxvo dc ncirac Fraadaeo, 0 qual tem
1 , ie:n poaca barba c ostoma raspar, pe^s
M c i'om(iriilis, vfeta espantada, falta de don*
cs na frente, isto e, no '[tipixo inferior : pede
autoridides e (;apita<. de eampo a captura
. to escra-o : quem oconsegnir capturar, di
!e a rua la Imfw-r triz n. 13. loja do Cenlro
Icraico quo aehari ri-u qa<*m tratar, e sera
Bern rccompen>ado.
Aluga-so
1
HAMAiili
. wxsmi\
rtisodM Cruz e chai.
;ar-
ci d)
"n q: ro.cflu para morar em
wJHtando spur fi-rvi^oe decxiMn-
/ir-ie a rua do
Ol'nda n. 34, 2." 0 3. audarea* 60-
0 primeiro andar do sobrado da r'ti di Daque de
Caxias n. 4i, proprio para escriptorio, ou rapaz
solteiro : a iratar ho mesmo, loja.____________
Para quem compete exami-
iiar e providenciar.
Sera possivel que as casas do povoado do Ca-
xanga sejam collecladas para pagamenlo da de-
clnia na razao da 300i, quaudo rmloriamente se
sabe que teem sido alugadas poi bOOi, 6i00# e
7U()ft0O0, como poderemos pro?ar com vanos re-
cibos jue temos em busso pedtr %
Nao sera isso paironaU f
Nao estara a fazenda proviuciai mode prejndi-
cirada na deciraa desse? predios ?
Voltaremos.
fe paiu quem tem gqstot
Vestidos brancos com.Uabados cresaos.
A Rosa Branca vende vestidos de cambraia
braocacoiu bab^ijos do ultimo gosto c preco-raui-
to baratissiiuo.
Colxas paja camas a 2^800.
Ito e metade de seu valor: queui-qnoer ve-
nha.
j\&,dapolaoT fraueez largo ,a
E' madapolaade 8S- Ma e paia aeaUar
Atoalhado moderno.
Rico .1
Canj^raias pretas
PaF ler. ggsjiis inleirametite novoso uref,
ra^aa-iaia.:. na rua da. fmpeiau-iz u. oG, loja 'd
Rosa Braoca.
Calcado estrangeiro.
Aproxima so o mez de dezembro, tempo em
me oParis na America, a rua Duque de Caxias n
39, 1 andar, tem mntivo, os proprietarios deste estabelecimento es-
tao resolvidos a venderem seus caljidos pelo cus-
to, aflm do minorarom o trabalho ; assim poi? o?
apreciadores do bom, o com especialidade o sexc
amavel, para qnem o Paris ua America, conserva
coma devida deconcia) o seu pabinete lesflwa-
do, para a eseolha de calcado, aproveitem e ve-
oliam munirem-se do que precisarem.
Potassa da Russia em mews
barris a 500 rs. o Mo
Desembarcada ha poucos dias : vende-se &'
eicriplorio de Oliveira Filhos & C, largo do Corpi
Santo n. 19.
i0 de superior quattdad e hobos
''. b metro, Isto e por metadv d
Banhos em Olinda
Camisas e calcas de fazenda da boa qualidade,
proprias para os baohos em Olinda: na loja dos
arcis a rua Primeiro de Marco (antiga do Crespo)
n. 20 A, db Gnrgel do Amaral ft C.___________
Vapor de nova invenc,ao.
Vende-se uma machina Ac noVo systema que
trabalba por mcio dc uma luz de gaz carbonic-:
da forca de dons cavallos, propri" para qualquer
machinismo, sem uso algum : a tratar na rua de
Vidal dn Negueiros n. 38, pa'daria. ______
Vende-se uma mnbilia de amarello em per-
i'oito estado, a dinheiro ou a prazo. na rna de hor-
'as n. 86, sobrado.
IfollU
A pessoa, que porenganoievou de bordo
do vapor Parana, chegado hoje nesto por-
to, um bahu de i palmos, de solla, novo,
rora vlvos enc^rnados, que;ca mandar en-
trogar na rua do Imperadcr a. "7, ,ou na
ngeticia dos vapores da crTponhia' Brasi-
leira.
eafii
ra vender Joaquim Jose Goagalves Bn-1
: a tratar no seu escriptorio a rua
s a
dO;CMMCciO-ft.g. ;
MublUasi baratas
NarflBtmB. ha um bo.Kfliiiinftnto de mobilias de Vienna,
bnkma tfnuiy.qaac e vaadera a precis eom-
UaRL-MM l*rgud&.Apipucos,,c*mfi quarlfts. 2
aUs, cozinb*M empif, quintei murade, tor-
iHW-rtawriMM"sef muito fres -a: ;
Manoel di Silva Faria & C, a rua do Viga-
rio n. 20, rendem o seguinte :
Vinho tinto B rdeaux engirrafado de Chs. Si!!
Breu de primeira qnalidade, em harrU.
Vermifugo de.B. A. Fahnestock.
Oil la fina do ttio Grande.
Zarcao inglez.
Secante dito.
Lampadas a relogio,
Bnrris para azeile ou Kiel
Ven-le-so por barato pregoa" rua Large do
Rosario n. 3i.
na~rmt td Ctw
como Sr.
Mra-
Ramo*iOB
Oleo de linliap
Vende*se em grosso oa retalho,
' Larga do Rosario u. 34.
D
CASSA LA
Chegou esta fazenda,sendolindospadr6es,e veu-
de-se pelo diminuto preco de 2l)0 rs. o covado, e
pechincha I dao-se amostras.
METINS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padroes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, 6
pechincha I ( doase amostras.
LAS E?COCEZAS
Lasinhas escocezas, padrSes bonilos, a 240 rs. o
covado.
Ditas com li8tras, padroes modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padroes modernos, a 640 rs. o
covado. e pechincha I I dao-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de
1*000 a 400 o covado, e pechincha! dao-se
amosU'as.
CRETONE
Crelone em pecas pequenas, com bonitos pa-
droes, pelo diminuto pre?o de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 I dao-se amostras.
Cortes de casemira A> cores, a 5(0O cada nm.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para luto, a 240 rs. o covado.
Fustao branco para roupa de msninoe, a 560 rs.
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de chila adamascada. a 3*300 rs.
Colchas brancas e com barra-de cores, a 3*300
e 4*000.
Lencoes de bramante, a 2*000.
Ditas de algodao, a 1*400.
Toalbas alcochoadas, a;6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*300 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a l0O0 a duzia.
Diu de cassa abanbados, a 2*0no a duzia.
Uitos de esguiao finos, a 3*300 a duzia.
Cambria lisa muito Onas, a 3*000 e 4*500 a
pec*.
Cair.braia transparent a "*.
Atoalbado adamascado, a 2*000 a vara.
Dito trancado, a 1*400 a vara.
FuslSes de cores, a l/i 00 o corte.
Chales de merino liso, a 2*000. .
Di'os esumpidos, a 3*500,4*000 e 4*500.
Ditos com listras muito finos, a ^iSOO e 6^000.
Esguiao muito lino, a 2*000 a vara.
Brim preto trancado, a 2*000 a vara.
Bramante de algodao, a 1*600 i vara.
Dito do Unbo de 9 e 10 palmos de largura, a ,
2*E00c 2*800'a vara.
Aigodao marca T, a 5*000 a peca.
Dito domestico, a 3*000 a peca.
Brim de algodao coin listras proprio par:, cami-,
i-. a 400 rs. o covado.
Naazae cambraia de cores nyiilo fina, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
So na rua do Crespo n. 20
Guilherme & 0.
0 proprietario do estabelecimento Bazar L'ni
versal tendo de traneferir o mesmo para oufft
lugar e tendo grande deposito de Macfcioasd*
custura de todns os autores, resolveu -vender a
PRAZO, modi;irile a convengao que se puder fa-
zer com cs prelendentes : a rua do Barao da Vic-
toria n. 2.
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
x
De CAsamentos.
De baptisados.
De bailes.
De so trees -
De aluioeos
Me lanches.
De bieknlcks.
De ceias.
De Imlti de ludo
Se enearrega a confeitaria do Camno;.
Ealem disso
A confeitaria do Campos
Esta sempre provida
De tuilo .quanto e preciso para
Uma boa mesa.
Rim do Imperador n. 24.
Veaie-sa um terreno ci.m uma pequena
caaarfie. taipa. tenJo o terreno Jii palmos de frente
e 78B-' dn fnndA. com ahruns pes de alvoreilos de
ua tfructo,em Beberilie' rie-buxo, nia da Regenera-
0o ; a tratar na rua da Paz n. 2.
fio isra
*LfiOD.\ODiBAfflA-
Tem para vender em seu escriptorio Joaquinr
Jose Conceives Beltrao ''io n 3.
J. 0, C. Djyle/
Tem para ve 1(0 :
Cognac de Hennessy. superior e verdadeir
Vinho Xeres das rnelhores qualidadpp,..
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de |0 libras.
Todas as preparacSes cbjoaicas do Dr. Ayer: ao
armazem da rua do ComroerciQ n 38.
Paimo de algodao &2bm
Bahia.
Ha para vender da seguiales fabrioiw
S Salvador,
Conceif.lo.
N3 escriptorio de Luiz Duprat, a rujflfll^H
rtercio n. 34, l andar.
maw l

V


Diario Je Pernambnco
de^Wdfttftbto de 1M5>.
I
I
\
'i
_^_
HOWE
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
A'
Rua do Barao da Victoria n. 28
N. 4Rua do Cabugaft.
JOSEPH KRAUSE
& C.
D:oe nno de -G,.iaba
na vfnda Lapa
Vende-se uo paleo do lerco ns. 4 e 6, doces
finos de lodas as qutlidades e gelea, a retalho e
por a'tacado : unica easa que melbor pode servir
aoe compradores. A's tercas e sextas feiras ba
requeijlo.
Vs mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposigao de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
clo da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do rnundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por ser 0 inventor da machine de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicSo de Londres acreditam
estas machinas.
A 90S000
Cabe-nos 0 dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
xork, estabeleceu nesta cidade i rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agenda
iwal, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
p't de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeijao de seu trabalho,
mpregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
< ola introduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
As vantagens destas machinas sdo as seguintes:
Primeira.-0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
trcumstancia de nunca terem apparecido no mercado macbinas d Howe em segun-
* mao.
Segunda.Contem 0 material precise para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as diversas. pecas, emenos rapido estrago
**> que nas outras.
Quarta.Formam 0 ponto como se fdra feito & mao.
Qainta.Permitte que se examine 0 trabalho de ambos os fios, 0 que se n8o consegu
outras. *
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando 0 fio de um i outro lado,
logo era seguida, sem moditicar-se a tensSo da linha, cozem a fazenda mais
int.
Setima.0 compressor 6 levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
agulha ao coraegar nova costura.
Ohaya.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeza e
iccadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descor.hecidas, outras soffreram
oudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
idoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
agmentado 0 seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
or dia.
DE
GOMES DE MATTOS & IRMAO
Avisam ao rcspeitavel publico desta cida'de qiieo sortimento tie joias, desubido va
lor, que existia em seu estabelecimento, esta completamcnte reforc,ado com o mais ele
gante sortimento de novas joias, que receberam directamente pelo ultimo vapor da Eu
ropa, constando elle do mais variado sortimento de adere^os & Boulevard, pulseiras dc
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogic d<-
senhoras, delicados adere^os para meninas, meios aderecos de camafeu lindissimos, volta?
de nogordios para senhoras, corrcntes inglezas de ouro e de platina, variada quantldadf
de botoes para punbos e peito, com emblemas maconicos, de onix, tecido de ouro, caaa
feu, etc., brilhantes monstrosde rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfii e
tes e botfies, e outros muitos objectos do ouro de melhores iabricaotes de Paris, que s*
vendcrao com grande reducao de precos, por serem elles recebidos directamente de seu>
committentes.
Os proprietaries do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento aberU-
ate! 8 horas da noute, convidam as familias que se quizerem prover de lindas joias, *
virem escolbe-las i vontade, para 0 que es'iJ em erposicSo nos mostradores.
ARMAZEM '
DE
Fazendas finas
NA
Rua .. de Marco n. 7 A.
DE
Cordeiro ISimoes & C.
hoje,
Cada machtna acompanha livretos com instruccdes em portuguez.
A, 9(h>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A*
do Barao da Victoria n. 28.
as cores, para se-
MCHINAS PARA COSTURA
A 25#00O e 45$000.
OOUS P0SP0NT0S
Nalojade Soares Leitelrmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
pollica com pequeno toque,' Espelhos demoldura dourada, de todos
luvas de
a 300 rs.
Abotoaduras
mento a 120 rs.
Caixa de linha de roarca, a 200 rs. Frasco com oleo Onza verdadeiro, a
Lamparinas a gaz, dando uma luz muito lJWOO.
toque/ Espelhos demoldura dourada,
os tamanhos e precos.
para collete, grande sorti-l paFUMAIUAS E M1UDEZAS.
de cordao imperial, a
osso para calca, a
boa, a 19000.
Duzia de pecas
240 rs.
Caixa de botdes de
200 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a'
600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Mato de lita chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Meios aderecos com camafeu, a 500 rs.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 1 IN) 00
Poles com dita ingleza, preta, a 100 e
160 rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
1#000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 r.
Idem idem forraaos, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs.
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talheres cabc branco, 2 B., a
59000
Resma de papel pautado, a 45000
e5800.
Idem idem liso, a29800, 39800e 59000.
Coques modernos, a 39000.
Duzias de pecas de trances de caracol
hranca, a 400 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Leques de osso e sandalo, a 29000, 49
e69000.
Idem com tonico de Kemp, verdadeiro, a
15000.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (novidade) a
19200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pote com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19C00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de anjinho transps ren-
tes, a 29200.
Idem idem com flores, a 19500.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 19000 e19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
800 rs.
Frasco com 8gua de colagne, a 200, 320,
500 rs. e 1)9(000.
Extractos muito finos dos melhores au-
to res.
Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
rias, proprias para presentes, dos autores
E. Codray, Rieger, Gelle" Freres.etc.
Quadros com santos e estampas separa-
das.
Entremeios e babados transparentes e ta-
Fita de velludo de todas as cores e largu- pados.
* Uma grande taboleta propria para qual-
MkroMOpios eora 12 vistas,|a 69000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Victoria n. 28.
FAZENDA
400
rs. o
NOVA
covado.
Lindas poupelmas de linho e sedade cdres, iazenda muito
em uso actualmente na Europa, e inteiramente propria para
apresente estacao, pelo baratissimo prego de 400 rs. o co-
vado.
Na run Primeiro dc Marco (<.ntiga do Crespo) n.. 13, loja
das C.olumnas, deAntonie Correa dc Vasconcellos.
E' esta casa, sem d&vida, uma das que
pode com primazia apresealar aos seus freguezea
um variadissimo sortimentu de fazendas finas pa-
ra grande toilette; assim como, para o uso ordi-
nano de todas as classes, o por precos vantajo-
sos para os cempradores, de cujas fazem um pe-
queno resumo.
Mandam fazendas as casas dos
para o que lem o pessoal necessario
tras mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Ditos de gorgurao de cores.
Grosdenaple de todas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Setim Macau preto e de cores.
Grosdenaples idem-idem.
Veludo preto.
Granadine, seda preta e colismasrt de cfires Jin-
dissimas padrdes e fazenda da ultima moda.
Popelinas de lindos padroes.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Coichas de seda para noivos.
Cortes de cambraia branca com lindos bordados.
Capellas e mantos para n ivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias de core.
Ditas maripozas, brancas e de c6res.
Nansuck de lindos padrdes.
Baptista de padrues mui delicados.
Percalinas de quadros prelos e brancos, de lis-
tras, etc.
Brins de linho de cores, proprios para vestidos
com barra e listras.
Fustao de lindas cores.
Casaquinhos de 15 e de todas
nhoras.
Saias bordadas para senhoras
Camisas idem idem
Ve>tuarios para meninos
Oitos para baptisados.
Chape"os |.ara ditos.
Toalhas e guardanapos adamaseados de Imho de
cdres para mesa.
Coichas de l>.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homem.
Meias de cores para homens e meninos.
Complcto sortimento de chapeos de sol para ho-
mens e senhoras, com cabo de marftm.
Merin6 dc c&res para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas.
Atealbado pardo.
Brins de linho branco, preto e de cdres.
Setim de lindas cores e com listras
Chafes de merino de cores e pietos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cdres.
Dito de touquim.
Camisas dc linho.
Ditas de chita.
Ditas de flanella.
Ceroulas de brim e algodao.
Damasco de la do cores.
Pannos dc crochet para cadeira, sofa e consollos.
Coichas de dito.
Tarlatana de todas as cdres.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Casacos a tricot.
Riwos cortes de vestidos de linha para eenhora,
de di ersas cdres, com os competentes enfei-
tes, ultima moda.
Casemiras pretas e de cdres, chitas, madapoloes,
cambraias, panno flno preto e azul, collarinbos,
punhos, pravatas, lavas de pellica, ditas d So
Agua florida, de Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. 0 bom re-
sultado colhido por quern tem feito uso dessa
inoffensiva preparacao a tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quern no-
vamente deila precise e queira se aproveitar de
sia utilidade. Tambem veio agua do topasio e
oleo florido para o mesmo uso, e tao acreaitados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, a rua do Duque Ai Caxias n.
j SO, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
pretendentes, grossos aljofares de cores, e como sempre confi-
e dao amos- nua a vende-las por preco commode.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque
80, recebeu novo sortimento de bonitos'*ade-
de Caxias n.
os diade-
pedras, tanto para meninas
mas dourados e com
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas colleccoes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrcver por si mesmo, hoje tao
usadas nas aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias- cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, a rua Dnqri de Caxias
n. 50, recebeu novo sortimento daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e Colitiniia a vende-las por
precos commodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, a rua do Duque de Ca-
xias n. SO, recebeu bonitos vdos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacjo de
eroehe, e reade-as pelos baratos preoos de 34,
if e 6*000. A fazenda 6 bo* e esta em perfeito
estado, pelo que continUa a ter prompta extrac-
cao
Perfeita novidade.
Gr*npos com borboietas, i bezouros e gaia-
.^^ nhotos dourados e coloridos.
/^Wa da aguia branca, a rua do Duque de
Caxip>n. 60, recebeu bovos grampos com bor-
boietas, bezouros e gafanhotos, o qoe de certe 6
perfeita novid.de. A quanttdade e pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhasornadascom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a rua Duque de Caxias
- SO, recebeu uma pequena quanb'dade de boni-
s e novas gollinbas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obraS estas do muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. CO, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ago, e como.sempre conti-
ntia a vende-los por'pree.O's raXoaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
qne de Caxias n. 50.
Extraordinaria pechincha
2#500 '
Coichas de alg>dao adaraascadas para uma
pel > baratissimo preco de 2*500 na loja dos
arccs", de Gurgel do Amaral & C, a rua Primeiro
fc Marc/) (antigf do Crespo) n. 20 A.
- Wil-on Howe i C. vendem no seu armazem
a rua de Commcrcio n. li :
0 verdadeiro p;.nao de algodao azul amencano.
ExceHente flode\ela.
Cognac de I' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades
AnloniodeMiiraRiliiH^t. 1
VENDEM: M
Optimo cafe do Ceard, e algodao jj
de Maceio preferivel ao da Ba- jfij
A 400 RS. 0 METRO
YENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
mercio, por preco modico : a tratar com Tasso
Irmaos k C.
Novo estabelecimento de
cera.
N'a cidade da Victoria, a ma da Imperatriz n.
18 A, vendese e troca-se cera de toda qualidade,
a qual se affian; a por ser feita na terra, e o sen
autor foi premiado na exposicjio de 1869.
SAL
Vende-se a bordo-da barca portugueza S. Ma-
noel II, ou na rua do Vigario Tenorio n. 17, es-
criptorio de Tito Livio Soares.
Jornal de Fabio Rustico.
Revelacoes ao povo.
fflW

Esta folha, destinada a desmascarar o jeznitismo
aos olhos do povo, e dedicada exclusivamente a
Juestao do dia ; ;cha-se a venda na typographia
o Commercio, nas livrarias da cidade.
Preco iOO rs.
Sum mar io do 1 numero.
Mofina.Ao povo. Prospecto. Jesus. Ju-
mento.-Loyola assassino. A majonaria. Bom
exemplo.Expulslo dos jesuitas. 0 processo do
bispo.Ultima phase.- Destacamento.As madres.
Caixa- pia. Catholica Seminario.Aviso.
0 abaixo assignado julga ate a data de hoje
nao dever nada a pessoa alguma e aquelle que
se julgar seu credor queira comparecer na cida-
de de OTinda rua das Mangueiras n. 7.
Jose" da Graca Torres.
Sal d'Aveiro.
Vende-se na rua do Commercio n 48, primeiro
andar.
Era vat a s, luvas de pellica, dilas d uu -
Escocia, brancas e de ddres, tapetes de todos LUVaS de p6'lllCE pretaS e de
os tamanhos, bolsas de viagem, etc etc.
Na loja do Passo, rua Primeiro de M arco n.
A, antiga do Crespo.
LIQUIDACAO
DA
Fundicao da Aurora
Grande sortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo sevende por precos
muito em conta para aca-
bar.
N.B.
G. Starr AC, em liquida-
cao, na fundigao da Aurora,
em Santo Amaro.
outras cores.
A loja da Aguia Branca, a ma Duque de Ca-
xias n. 60, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras ceres.
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercado
na rnr Marqnez de uliada n. 51________
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceituado medicamento pars
cura das molestias dos orgSos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
Rua do Brum n. 76
Vende se riaco puro de superior qualidade,
proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal-
mos de comprido e 4 de largo, por prejo mnito
em conta.
Burros 4 venda
J. Deird avisa a seus freguezes que esta em via-
gem para as provincias de Alagoas e Pernambuco.
conduzindo excellente tropa de burros ; passara
por Penedo, Pilar, Castanha Grande, Porto Calvo,
Barreiros, Bio Formoso, Escada, Cabo, e provavel
mente por Santo Amaro de Jaboatao a Nazareth
por isso pode ser avisado ou encontrado em qual
3uer destes lugares. Larangeiras, 20 de outubro
e 1873.
Os venladeiros
Vinhos de Bourgogne
das Diarets
Chambertin
Pummard
Virits
Votaay
Beanne
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Vende-se por barato preco
PAUA LIQUIDACAO DE CONTAS
Bua Larga do
Botica.
B. 34.
i
Sal do Cabo Verde*
Tem para vender Joaquim Jose Go
ves Beltrao & Filbo, a bordo do b'igue
tuguez D. Anna, fundeado defroute do tra
piche Aifandega Velha : a tratar a bordo o\
no seu escnptorio a rua do Commerci
n. 5.
l
ilJiGEnilllll
Para attoder aos numaro-
8os pediduj eata resolvido a
vsder titas flfamedas me chi-
nas de costura
A
GASAMEWGAiVA
4 fiua Mmjmtot 4^
I
Vende-se uma linda victoria com 4 assent
feita df encommenda era Paris, com arreiosJIra
dous cavallos : na rua da Aurora n. '0, oiie po-
dera >er examioada das 9 haras da man '
5 da tarde.
Vende-se nma cabra (bk-ho), Ma
da Pechan. 25, !. andar.
TrastKB-
Na rua estreita do Rosarro n. W. vende-se mobf-1
lias de jacaranda, uma omb* etasticate 30 palraos,
um guarda louca grande, uma cama. de ferro e
mais pecas avulsas, todas bem construidas, por
; prejo mais commodo do que em outra qualquer
parte.
Pectunch
La
LSsinhaj
i. MUIILADD
zenda de U por 400 rs o covado,
npde alpaci, pajlroes bonffos ; dao-
aa rua.a*reipe*n. *), loja de Gui-
Armazem do I'limo
Rua da Madre de Deus n. 10 A.
Jose Domfngues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no sen armazem a
rua da Madre de Deus n. 10 A, se aeha um com-
pleto sortimento de fumo em fardos de patente 1.*,
S." e 3." sortes, dos melhores fabricantes da Sahia,
e bem assim a flor de todos os fnmos de cerda
em roles, pacotes, latas grandes e pequenas, tam-
bem dos mui aereditados fabricantes Torres &
Aranjo, Lizaur, Adolpho Schmdt 4 C, Lizaur
Schmidt 4 C, X'eigas 4 Aranjo, Trindade 4 Ave-
lar, Telxeira Pinto 4 PorteHa (garantido pelos
mesmoe) e de outros ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. 0 annnnciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa sera pelo
"SBU Justo valor, e que quando garantir a respecti-
?a qUaTrflade, Sftra 'sincere, mui particularmente
com as pesioas que pouco entendam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annnnciante
iionga pratica de IS annos deste commercio.
TASSO IRMAOS & C.
Km seus armazens a rua do Amorim
n. 87 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos.
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canoe de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulico.
Machinas de desearocar algodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em banil.
Phosphoros de cfira.
SagU em garrarSes.
Sevadinba em garrafSes.
Lentilbas em garrafoes.
Rbont da aJmaica.
Vinho do Perto %elho engarrafado
ytnba do Porto superior, dito.
Vinho de BordWtH, Vinho de Schenrjr.
Vinho da.Madeira.
, Potes com linguaa e dobradas inglezai.
LfcBres finos sortidos.
Gogaae Gaulhier Freres.
Latas dstoucinho inglez.
Baxria oom repolbo em. salmonra
_i__
Vende-se
um sirio no lugar da Casa Forte com 820 palmos
de (rente e 5/0 de (undo peuoo mais ou menos,
com casa de pedra e cal, 7 quartos, 3 salas, co-
zinha fora, 4 cacimbas e divefsos arvoredos
de ructos; assim como, um outro menor na tra-
vessa da memia, voltando para a estrada que vai
para o Arraial, oom caa de pedra e cal, com 4
rrtos, ein*a fdra, cacimba e algons alvore-
de fructn : no pateo do Carmo n. 3, ou na
rua.das Trincheiras n. 1. _________________
Chap is para senhoras.
A loja do Passo, a rua do Crespo n. 7 A, rece-
beu pelo ultimo, pwroete, riebs chapeos para se-
nbera ultima
Vende-se uma excellent m W'ipm
silio; sita no Arraial junto irttwm- rrnmmmz
a tratar ua mesma casa, e para iftfcriMgtis a>
tavejM do Qm im.-do n. 3, 1* andar ___
Vende-se sal d> Assd a bortro do hiale Mm
Valte, confronte ao trapiche do Cunha, *
Companhia Pernambuca, a tratar com io4e Jm*
da Cunha Lagos on com o mesfre a bordo.______
Vende-se
no estado em que se acha a sitio exiseat iv
lugar dos Bemodios, freguezia dos Afvgtimm.
21, hoje becco da travessa dos Ri-medins ii M.
em chao prcprio, quern o pretender enteaBM*
com o seu proprietary na rua de S. Fraaim,
como quem vai para a rua Bella, ourado a. Wt,
que se fara todo negocio.___________________,
Agoas Alciilinn-Gaziisas das fe-
dras Salgadas.
Villa Roucade A^uiar..
BICABBONATADAS-S' DICAS
Analyses do Dr. Jose Julio RtdfcV-
gucs, lenle da eseola Poljie-
elinica dc Lisboa.
Esta excellente agua u'sada com vantajseia m*s
padecimentos das vias digestivas, urinarav *.
estoniago etc., etc.
Vende-se
NA
Pharmacia e drnsaria
DA *
________Rua larga do Rosario n. 34.
Yernizes espceiaes para cm**
gens.
Fsto verniz, cuja falta aqui tanto s^auaa
os Srs. fabricaritrs e possuidores de cai'rac-
gens, acaba de cbegar para seu unico sito, das spguintes qunlidacles.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAlXAIi DE
CARRUAGENS.
E' um verniz muito claro eduraveli
as caixas dc carrungens, para todas I
maos, ou para a ultima somente, safe
outros vemizes. A supcrficie secca eai 1
horas, depois das quaes se expoe ao
algum tempo, o que fazendurecer, e;
das 15 a 18 boras pode passar-sc a rxtn *
pedra pome e dar-lbe em seguida outr*d-
inao. Dao se com facilidade ires dcaam
deste verniz sobre ostiutas, cm tTes A primeira demao servindo de appaniW,
ajuda a seccar as ultimas deoiaos e pntdaa
um excellente brilho.
Veruiz superior seccnnle purar
carruagens.
Este verniz e da met ma cdr que o iatte>
cedente, mas endureco c secca com mats e-
pidez. Emprega-se com bom exile us
obras urgentes, e pode misturar-se com a
anterior. A duracdo do verniz permaneoat
diminue na propor^ao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PABJ.W5
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nao e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se not jo-
gos das carruagens c tambem para aspn-
raeiras demaos sobre cores escuras. Kde
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demae.
Verniz preto do JaptSo, siiperiw*.
Para trabalhos om preto de carruagsos.
Produz o preto reais escuro e brilhaote,
p6de passar-se a pedra pomes 10 boras de-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre u
fundo preto e cobrir-se com outras duas d>
verniz que se empr'ega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, BRILIIAi\Tt: E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composicao
grande quantidade d'uma subslaucia muito
semelbante ao azeite denominado/neds txxuf,
e o unico quo da flexibilidade ao couro ve-
rho envernisado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applicada muito iigeira-
mentc, com um pincel depois de ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 boras, e a sombra mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido c inuiil Ul
trabalbo, por que nao e possival tornaro
verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparclko.
Depois de ter applicado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 boras, de-
ve-se deixar a obra iutacta por 2 ou 3 dias,
no fim dos quaes se p6de pulir com extre-
ma facilicidada. E' essencialmento neces-
sario cobrir este ^erniz com duas demaos do
verniz superfino para caixas de carrua-
gens. ,
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-se com as tintas de apparelho, o
sobre tudo com as tintas moidas, pita qoe
sequem mais facilmente e para Ihrs dar
maii coosistencia.
Como nao e necessario dar luslro a ultima,
demao de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, convem da lo
n'um local separado aonde nao haja \*6.
Quando a obra urge, deve p6r-s a sombra
e ao ar livre depois de secco, isto c, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mais brilbante ficara o verniz,
e mais depressa ss terminara a carruagea
(em caso necessario tres dias depois'd'i ulti-
ma demao). Durante as duas ou trespri-
meiras semanas de\'e se lflvar a canuagem
com agua frcsca, depois de ter r-
ido.
Os frascos devem conserYar-se sesopce
hermeticamente tapados, o resto do veruix
nao se deve deixar ficar no frasco, e p>4e
usar-se para as primeiras demaos.
Nao deve misturar-se com este verniz ue-
nbnm outro ingrediente, nem agua-raz,
de nenhum modo com o seccante. E' pt-
ciso limpar bem os vasos e os pinoeis. e
melbor & servir um piucel para cada ver-
niz.
Deposito unico para o Brasil, Bartbrfe-
meu & C, Pernambuco, Rua do Roga-
rio n. 34.
BATISTAS
a 400 rs. o covado, a rup do
Queimado n. 43, em I rente
4 pracinha.
Batistas Unas com lindos desenhos s 400 -\
covado : so a rua do Queimado n. 4', loja JeGucr-
ra 4 Fernandes.
a 6#500 a pe Madapolao francez flno com pouco sujr
a peca ; e pechincha l-na rua do Quo .-
mero 43.
3 Vende se duas caas de taipa m
telha, no Jordao. lugar muito fresco
prio para se (assar a festa, livres i
das : a tratar no mesmo lugar,
de telha; passaado a botnba.

*"
*




I
I
8
Diario de Pernambueo Sexta feira li de Novembr* dc 1873.

UCTEEAPBA,
Discurso do pudre .tntonino l'e-
reVra Ie Aleiicur. nnmbro da
coaumNsiSo eiicam'sii(la du
comslriireflo do niaa^uleo do
general Antonio de Nu.-jipiiio.
Souhorcs. -Aeha no-n is reuni.Ios dianle
do ualn e dawmmortulidadc.
0 nada ft essa dura realidade qne con-
temnlamos d'um homem, quo cheguu aser
um heroe pur feitos assign,dados, roduzido
. A mudcz eterna dos sepulchres, a cinzas
jue se confuudeiii com o p6 da terra.
A imm.irtalidalo' c toda osta pompa
grandiosa e sublime, que invade a uabitu-
gao dos mortos, onde o silencio dos tumu-
ls e apenas iuterrompido pelos goniidosdo
pranto o pelos suspiros das saudados. para
render um culto du mate pura veneragao ao
grande guorroiro, cuja perda o paiz inteiro
lami'iitn com immensa dGr. manifestan lo-so
nnalmente em tudo a immortalidade d'alraa
e a existcaeia de Ileus.
Kntre todos 03 pctos as solemnidades
destinadas a ceiebraros feitos grandiosos e!
as virtudes civicas, tern si lo objecto de uma
religifl'i universal no sentimento, na idea e
ita cron^i.
\i Grecia, a primeira idea democratic*
quo'a pcjiublica de Atheuas teye de oxbibir
ois das victoii i- alcanga-.las sobre os
as nasceu com essc culto de extraor-
dinary igualdado.
Grandes (Istas foram consagradas aos
humildos cidadaos quo defenderara valoro-
saraents sua patria, e se tornaratn dignos
da gratidao dos que Ihes sobreviveram.
I'm lestenunlin dessa verdade esta no
l"!lo canto do Simonielas, sobre os mortos
'lac Tcnnoprlas : Elks teem por um tu-
mulo mn altar, dizia o poeta maguem 09
fa, venera-se sua gloria, ninguem os
nln, louva-se-os.
na tsl sepultura ndo feme nem a rnina
nem os estragos do tempo, esse destruidor
universal.
ss.) tradiodo primitiva torn sido trans-
Ida -cm iriterrupgdes a posteridade, e
nSo ha quern nao veja nella uma elovagdo
do cspirito do homem, curvando-se diante
dos grandes desiguios provideneiaes, ou um
seotimcuto generoso aquelles que viveram pela patria, e offere-
cerarn seu sangue e sua vida para glorili-
rral-a.
Bs-nos pela no-sa vest seguindo a nobre
usanca d s povos de todas as idades 0 ren-
dendo urn culto ao cidadao quo do humilde
!-e fez forte pelo sen valor; quo nao tove
mocidade, porque esta crestou-a 0 sol das
lidas e dos combatos : pie nutica tove am-
bigoes suas, porque seu pensamento e sua
alma se consubstanciarain com o coragao
'a patria ; que viveu fascinado pelos pori-
gos, e moircu porque olio mesmo foi ao
encontro da morte, e offereceu-lhe cruenta
bataiba.
nfio tencou ; porque 0 atijo da morte nao
< oatbale; decepa com a sua espada de
exterminto ; mas 6 anjo da gloria laoreou
0 m rto .quo nao foi vencido ; 0 esse louro
' a immortalidade de seu nome exemplo
que nao pode deixar de ser imitado pela
teridade agradecida.
As victimas das pelejas de Peloponeso
uioi'eceram por seu valor e conducta este
elogio de Thucidides : Sios heroes teem
feito um abaudono publico de sua vida, re-
icbem como lecompensa elogio; immortnese
urn magnifico tumulo, que serve menoapara
encobrir >eu corpo, do que para consorvar
a recorda^ao eterna de sua gloria e rnistu-
ral-a dahi em diante em cala occasiao 110s
discursos e nas acgoes da posteridade.
Os bomeos iliustres teem toda a terra por
tumulo; e nao somente cm sua patria as
nscripaoes gravadas dao testemunbo do que
lies foram ; mas em todas as paragens do
mundo uma lembranca escripta em to las
is almas que reprrsentam antes sua gene-
rostdade e aDnegac^o, do que suas acmes.
Betas pilavras podem ser appbeadas ao
geaeral Antonio de Sampiio0 grande
rense que substituio as esf eran'ras da
* idn pelas saodades da patria.
Ilc Dlseurso do r. Angnst* urSel dando-se em sacriQcio a salvacio de seus
destines,
Senuores: lianas festas lugubres dos A gloria n5o e" somente 0 immortal
mortos tanta solemnidado e respeito, tanta Gutteraberg com um puntiado de seus typos
elevasao de seutimentos e tamauha profuu- transformands a face immensa do universo:
deza de impresses, que 0 espirito traba- a sloria e tambem Roger Bacon, coat um
lhado por mil ide"as que se debatem diante mjsgqgto de sua polvora tornaudo as na-
dessa realidade, que e o marco supremo do roys mps poderosas.
sua peregrinacao, s6 na luz radiante das A gloria e" Onalmente esse heroe que
promessaa biblicas suffoca as couvulsdes do ahi ve les. adorme ido na guerra ao som de
pesadelo, e chega a comtemplar uma eterni- seus hymnos no frenesi dos combaies, e
dade que n3o e noite, porque e 0 sol vivi- que talvez esteja sonhanio com o>louros da
ficanteda conscleiicia humana; um infinito victoria, que the apontara sua espada trium-
que n&o 6 a tyrannia da esperanca, porque phantc !
e a esperani;a da gloria, e uma gloria, que E hoje, senhores, nestessitios raortnarios
nao e" a conquista ephemera da vaidade, onde 0 coracao sempre visita magoado, e
porque e 0 triumpho esplendido da virtude. nunca se despade sem sau Jades, rimos em
Reste momento, senhores, em que paga- nome da religiao e da patria, trazer-lhes esse
mos ao coragao 0 mais cruel de seus tribu- deposit > s igra lo, que aqui ficard com memo-
tos, e ao merito a mais justa das homena- rando um nome que passara* a*s gera^oos do
gens, queremos fitar os olhos nosse especta- future, com o mesmo brilho que a historia
culo magestoso e sublime da religiao e da 0 tem impressoem suas pagiuas.
patria, e deparamos logo com 0 vulto ve- Sampaio, senhores n3o foi 0 mililar
nerandoe respeitayel de Antonio Sampaio, de po;to; improvisados, como rnuitos quo
esse militar intrepido e denodado, que tem ahi .-e gauham pelo favor da protec-
0 seu elogio no heroismo de seus feitos, e a ^2o.
sua historia na gratidao dos brasileiros. | Nesta terra onde nasceu, 0 senber^o foi
Sampaio, .1 maneira d'aquelles antigos tao obscuro 0 modesto, como as primeiras
Sparciatas, quo deisavam no lar a familia posicoes que occupou na carreira que se-
oiaiiilo pela felicidade da patria, emquanto guio.
combatiam corajosos, defeu lendo suas leise Dedicado des le sua mooidade ao ser-
suas crencas ; tambem inspira lo na mesma
devogao de sentimentos, e possuido de ani-
mo altivo e bellicose* li onde a batalha se
fena mais arriscada 0 pivorosa, ahi mais se
ostentava o valor de sua espada, quo era o
assombro do inimigo offuscado de seu bri-
lho ; que era 0 orgulho do exercito entre
os vaienles guerreiros.
Senhores:Que sublime cousa e" ver uma
nacao esteriotypar-.e na grandeza sump
tuosa de seus lilbos, quando elles pelo
gonio se immorUhsam na historia, coroados
vro das armas, foi soaiente com as annas
que elk substituio as fitas pelo galao, e a
carabina pela espa.la, ate que galgou as ul-
timas 'iistinocSes corn que morreu, sempre
tflo brio^o como general, quanto o fora
com isoldado.
Bom que nos remoutumos dquellus memo-
ravecs camp.mlias de 183-2 onde por actos
de arroja la bravura, foi mais de uma ve/.
galardoado com bonrosas promogoas ; bas-
t, senhores, que por iusta ites recordemos
essa guerra cruenta do Paraguay, onde le trinmphos, ou tenham na frontc os lou- nosso hero-, com as forces jrf depauperadas
ros que se conquistam nas pugnas brilhan- ptda aspereza do clima, baleu se com tanto
FOLHETIM.
::csecia BOEJU
MEUORIAS DE SATANAZ
POR
14. llniioell^ernaudezy Gonzalez
prime! ra parte
0 gran-capitIo.
XII
i '1 QUE SE DIZtM COUSAS QUE SE KiO I'O-
DERAM DIZER ANTES.
^ContinuacSo do n. 2G0,
I'm joven pallido, de rasgados olhos ne-
i-ros, ile rosto inelancolico, porem de ex-
press8'i fna e anlipathica, ,pegou na mao
3e Savonarola, arraucou-o da sala e levou-o
iara um aposento
Aqnclle homem era Carlos Orsini, 0 re-
beldeque tinba ido a Roma para tratar
u-oaa n papa deorca da sua submissao, com
if annas na mao, a frento de um exercito
da ban lidos, tendo espalhsdo pelos carapos
!e Roma um outro exercito de salteadores.
Venha, mestre, venha, disseelle, foi
demasiado severo, e sem querer, offendeu
< Aqui impera satan'z 1 replicou Savo-
arola, passando com Orsiui para.outra sala,
mmediata a do festim, a qual estava des-
rta e menos illuminada.
Nio, mes'.re, uio, proseguio Carlos
Orsini. aqui nao impera satanaz ; isto e um
i m alegre em honra do senhor rei de
Franc*, que quiz ver reunidas as mulheres
"frmosasde Roma. Que vio 0 mes-
" j ? Uma alegria franca, um trato galante
uail mais. Em vao proc'uraria aqui a
j'corh isgem, porque as damas s8o recnta-
'.33 Cunsiste tudo em que nao ha hypo-
, em que os nossos costumes sa\i fa-
Oh I \>to e mil vezes preferivel a
::orrc de abonecimento I Aqui, e" verda-
';'" se coro!iinarao entrevistas, mat esta"
e ser uma orgia ; cssas peitencem
luvamente Lucrccia Borgia, & moder-
:i mi<.- im, replicou Savonarola, quando
h entrar para n caraara, dizem que
1 Orsini odeia Lucrecia, pnrque t
Jeli. ella notivos d vingan^a. DiS^
v.) da rcitlber impura ed:
tes da idea, ou tragam nas mSos 0 gladio
quo serve de amparo a libordade e de escu-
do a civilisa^ao!
Roma, nao se toma de maior enthu-
siasmo admirando Cicero com seus Ulentos,
que recordando Scevola com sua bravura ;
nem Athenas se considera mais nobre des-
crevendo a sabedoria profunda de Solon,
do que retratando-nos Milciades com seu
heroismo, balcndo-se com um exercito nu-
meroso de persas, e colhendo en Maratho-
na a mais extraordinaria victoria que assig-
nala o esforco humano I
Nenhum mdnuinento crguido no universo
em homenagem aos genios piivilegiados da
sciencia, apresenta ao ebservador curioso
que o visita, uma inscripQao mais gloriosa
e admiravel, que aquella gravada pelos
gregos, aos immortaes guerreiros das Ther-
mopylas!
E' que o livro e a espada, sao dous atble-
tas poderosos da civilisacao dos povos, do
mesmo modo quo 0 ealor e a humidade
sao dous elementos essenciaes vegetacao
das plantas.
E' que a barraca do soldado e 0 ga-
binete do lettrado, teem por tecto uma
mesma cupula quo ca gloria um so des-
tine0 progresso, 0 mq mesmo prisrna
a liberdado.
Porque a gloria, senhores, nSo e so-
mente Homero negado pelos Zoilos, dormin-
do a cabeceira de Alexandre, e vendo-se
desputado por cidades; a gloria e tambem
Annibal coando nos labios o liquido que
Iho deu a morte, poupando se de assistir &
desgraca de sua patria.
A gloria nao c somente Galileo roju-
do aos pes da inquisicSo, rctratando-se do
rnovimento da terra ; tambem e 0 grande
Theodora contemplan to os horrores de uma
iirvasao, 0 entregando ao incendio n r!e>-
truirao de sua Moscow.
A gloria nao e tanto 0 abaudouo ern
que morreu 0 sublime cantor dos Lusitanos,
como akidft, o degredo do maior gonio do
muudo sepultado em Santa llelena.
A gloria, senhores, nao e aiuda so-
mente George Sande e Stani, coroadas na
sciencia pelos mais admiraveis trabalhcs de
um genio pro ligtoso e fecundo: a gloria e
tambem Carlota Cordaye Joannad'Arc ajoe-
lhadas diante da imagem aulicta da patria, 0
ante 0 vulgo, mas sim, a mulher forrcosa
e de grande iutelligencia que poe a sua
formosura e 0 seu taleulo ao servif,o ou
ambiQiio dos Borgias. Q senhor offereceu
procurar-me a occasiao de a conhecer, c
nao cumprio a sua promessa, quo nao pi-
de effectuar agora, porque sahfodeRoma.
Desgracado de si se conuocessj Lucre-
cia Borgia I Engana-lo-hia, fascina-lo hia,
csmaga-lo-hia entre os dedos como se fosse
valor e denodo, quanto esse legendario O/.o-
rio, que irnmortalisaria sua patria com ssu
nome, se do glorias \ nao fosse ella immor-
tal!
Naquelles cumpos inhospitos e ingratcs,
ferio-se um dia uma dessas batalh :s tremen-
das e assombrosas, que nao se repetem
muitas vezes n'um seculo, 0 nem sao muito
frequentes no mundo; a luta s> travou de-
baixo de um cnthusiasmo que era mais um
deli rio qne denodo; o fumo espesso dos
canhOes envoi via em negra nuvemguerrei-
ros que combatiam ao impulso nobre do
amor da patria9 soldados que tombavam
na etemidade, embalados na esperanca do
triumpho, 0 adormecidos junto ao altar da
gloria.
E Sampaio, senhores, fazendo um
esforco supremo sobre as ladigas que ja"
Ih*:- amofinavam 0 corpo, nao quiz que os
seus ultimos momentos fossem saturados
daquelle stygma dos antigos germanos, de
que nos falla Tacito. Quando algum com-
batente recusava tomar parte nas pelejas de
grandes perigos; tomando posicao entre
seus bravos companheiros, elle occupou
posto arriscado uessa campanha sanguino-
lento, porque para elle, como para D'Hau
ranne, a honra estava em nao abandonar
a causa na hora do periyo, e em acompa-
nha-la, se d tanto chegasse, ao caminho
do deslerro, ou ao term-) da detgraca.
Soon emlim para o nosso exercito a ho-
ra gloriosa do triumpho, e ocumpo dr* ini-
rnigo estava talado de cadaveres 1 r
0 bymno da victoria saudava a dia j* tie
main, como o mais prepicio e veuturqso a"
sorte de nossas armas ;pordm, Sampaio,
gravemente ferido, estava prestes a despe-
dir-se dos companheiros que ficavam, para
sejun.arna eternidade aos cjmpanheiros
que partiram.
Alguus dias depots, 0 cearense guerreiro
quo tantos louros cdhera no fragor das pe-
lejas, depunha no altar da patria a espada
que the conliara, e succumbindo em estra-
nhos climas, a ella consagrara 0 seu ultimo
adeus e sua derradeira saudade.
K hoje, a historia detem-se na contcm-
plaruo do sea heroismo e de suas virtudes,
com aquella satisfacao do viajante sob a
arvore que Ihe du repouso e sombra.
Dorme magnauimo var5o, 0 souno
afortunado dos que legamM posteridade um
nome com 0 bnlho do teu ; porque a tua
memoria nSo se apartara nunca de tuas
accoos, nem tuas acgoes de tuas virtudes,
e nem estas de tua gloria.
Donne, general invicto,. diante do
quern as geracoes por vir se curvarao sub-
inissas ao ler a tua historra, que e tambem
um dos capitulos mais sublimes dessa cpo-
pea grandiosa do nossa patria ag ade-
cida.
Sahis'es da Ceara qu.111 lo eras mogo.
e que te ardia no peito a tlim na sagra la
do patriotismo acrisolado nas cren.Mi da re-
ligiao 0nas arasda liber 1 ale !
Voltaste mais tarde, quan lo j.i tinhas
1 coragao euregelado para os affoctos do
lar, e as palpebras cerradas para contem-
plar 0 ceo magestoso de tua terra !
Nao importa Terds em nossos pei-
tos a veneragao que te devemos, e em nos-
s is almas um culto consagrado tua me
moiia, tao grande com* a fa ma de tens
feito-;.
Donne, benemerit 1 guerreiro ; c as-
sim como u ultimo graccho ao receber o
golne m trial, atirou poeira ao ar, o dessa
poeira nasceu Mario, assim tambem de tuas
cinzas veneraudas anemessadas ao ar pela
mao la patria, surginio 110 futuro outros
gueir.;iros, que d patria novos louros Ihe
conquistem.
Descanca em teu jazigo eternamente :
as bengaos do Senhor, sejaiu-te as primeiras
sauda.;ues neste leito em que dormes enno-
breciJj por tantos titulcs de valor 0 herois
mo ;0 reoonheciment.j da patria, seja te
nessa hora solemne a coroa 'de gloria que
einja tua fronte altiva do guerreiro ; e esta
modesla homenagem que tributamos agra-
decidos i tua memoria, recebe e acolhe, a >
mo a expressao mais seulida da saudade.
Fiquem n'aquellas lettras buriladas^ara
sempre as tuas-virtudes como ciladao; a tua
bravura co-no de guerreiro; e teu sentimento
como chrislao ; e que tod is que passem vi
sitan lo mais tarde e teu sarcophago, repi-
tam ainda uma vez com Pastoret, csto su-
blime 0 patnotico pensamento :
t 0 tc.nple da religiao. torne-so 0 tempi* da ( pa-
tria ),
E a ra*nba de um grande iiomeui, 0 altar da
( liberdadea )
tinha
vas.
0 exercit em" continuas alternati-
1'illMEIIlA
I'airopii
DC SETKMftaO
apparcga quanto antes se nao quer ser quei-
mado vivo na praca del P6pulo, como he-
reje e contumaz.
Sim; sahiremos esta noite de Roma,
iffonso Crespi, a quern alcanga a traicdo
de sua filha, eu e Angiohna.
Ah 1 pobre joven, quao cara Ihe vai
custar a .ulpa da sua imprudencia 1 Dei-
xe-a, deixe-a em Roma, em casa da duqueza
do Urbino 1 Visto que ella 0 atraigoou,
que 0 ndo ama, salve-se da sua traigpo,
reiiuncie ao seu amor, e seja generoso, per-
d6e-ihe.
Atraz d'essa porta estd Affonso Crespi?
perguntou sombriamente Savonarola sem
reoponder aos conselhos de Orsini.
Sim, com um alto oersonagem, com
0 rei de Franca.
Ah 1 catholico fanatico, defensor do
papa 1 disse com inflexao de anathema Sa-
vonarola.
E que, com tudo, faz a guerra
ao
um fragil verrne Nao queira conhece-Ia.
Sabe a razao porque, sobretudo, eu odeio
Lucrecia ? porque a amo, porque estou lou-
co por ella. Sabe 0 motivo porque peguei
em armas contra 0 papa ? Para pedir-lhe
como premio de paz a mSo de Lucrecia, essa
mao que se separou da de Jodo Sforza para
se unir com a do bastardo Affonso de Ara-
gdo. Sabe, porque me rodeio de toda essa
fascinagao, de toda essa voluptuosidade? Para
distrahir a minba iristeza, inutilmente. Lu-
crecia e o meu sonho, do qual nio des-
perto nuuca, 0 meu anjo, dc que preteudo! papa, pelo reino de Napoles.
em vao aproximar-mo. cuja recordacaoar-l Ataca 0 rei, porem respeita 0 ponti-
dente me nao abandona nunca 1 E quer 0 Qce, e ataca-ocomo vigano de Jesus Christo.
mestre crnhoce-la ? Iusensato I Morreria Mas como o rei de Roma e 0 succes-
desesporado 1 Alegrw-se pof a nao ter co- sor de S. Pedro sao uma e a mesma pessoa,
nbfeido, epeca a Deus nio a conhecer tudo quanto 0 combate, tudo quanto debi-
nunca. Diga-me agora, porque razSo sahe lita as suas forces, 4> nosso aniigo sem 0 sa-
de Roma ? | ber, porque facilita 0 nosso triumpho. Eu-
Porque uma mulher, a quem atno, tremos, mas parece-rae pruden'e que 0 rei
depois de Deus, porque uma mulher, corn de Franga ndo saiba que 0 mestre e" 0 ex-
quem resolvera unir-me quando triura- commungado de Tlurensa ; por tanto cha-
phasse a minba reforma, me atraiciju por mar-se-ha o reverendo padre Anselmo, prior
outro homem, pelo duque de Gandta, d dos dominicos de Padua. Agora entre-
quem revelou a minba existencia em Roma. mos.
A culpa teve-a 0 mestre ; quiz que Orsini levantou um reposteiro, abrio uma
Angi'dtna se fingisse amante do duque de porta e penetrou n'uma caraara onde, sen-
Gandia para o attrahir d sua seita, para se- todo n'uma cadeira estava um homem de
mear a discordia na familia dos Borgias e vinte eseisannos, ricamente vostido, e diao-
sacriflca-lo depois, perdde-me, mestre, po- te d'elle, de pe\ urn aotro homem todo
rem andou errado. Que fuudador de uma vestido de preto.
nova igreja, que annunciador de uma gran- 0 homem que estava sentado era 0 rei de
de reforma, se vale, para coadjuvar 0 fim Franca, Carlos VIII.
que se prop6e.de uma mulher joven, senio Tinha na cabega um gorro riquiasimo,
impura, eaucada pelo menus com os princi- ornado de pedras preciosas, esobre 0 gibao
pios libertinos e licenciosos de Roma T Que de brocado, 0 collar e a placa da ordom
homem enamorado de uma m'dher, usa franceza de S Miguel,
d'ella para que engane outro homem fin- Carlos VIII era louro, pallido, e tinha os
gindo-se- enamorada d'elle ? Errou de am- olhcs azues.
bos os modus, como chefe de uma seila 0 Na sua pbysionomia ha via 0 quer que
como amante. Angiolinu escolheu entre 0 fosse da astucia de Luiz XI, mas nao a lir-
frade severo e ascetico, e- 0 mancebo for- rr.eza d'aquelle iobo coroado.
moso, rico e geiilil, 0 formovj joven. Oh Era formoso, masparecia enfermo. N'elle
os grandes philosopW, como a inestre, nao a dignidade tinha muito do soberba e de
vivem no mnndo, 11,10 0 coiihccem. Com jactancia, 0 olhava sobranceiramente para
t'idc jo do Gandia sabe que 0 mes- Ailonso Crespi, que, com 0 gorro na mao,
gir, Des- permauecia do p^ 0 tmaovel diauto d'^Uo.
QOUIZENA
IV
(Conclusao;
A maguitudu da txrefa que se .ne ante
punha, ilizo general kaufmann em um dos
seus primeiros relatorios, consistia com par-
ticularida le em que durante dims mezes e
meio nao me era da lo contar com api ovi-
sionameuto ncuhum. cuinpnndo mo cir-
cumscrovur-me absolutamente aos recursos
que o exercito comsigo acarrctava.
Achou-se, pois, esta columns na contm-
gencia -le ter de levar apo/ si um sequito
de cerca de 700 camellos carregados de vive-
res e subsistencias. Tinharn de ser trans-
postas immensas Steppes, das quaes uma, a
denam.nada Steppe da fome altingo
uma cordilheira em que existo um destila-
deiro, 0 qual ainda hojee conhecido pelo
nome de Porta de Tamerlan
Durante tola esta louga e dillicil marcha
as divers: s columnas experimentara n os
maiores rigores, e nao s6 as privagoes as
mais duras, como toda a iuali lade do vicis-
situdes : tempestados as mais violentas, e
calmas suffocantes. Tendo-se encotado esto
comnetti ocntoem rnarco, soeinmaio e que
as forgas russas alcangaram as cercanias do
Amou-Daria e dc Khiva, sendo que 0 gene-
ral Verouvkiue foi 0 priineiro que tocou a
esta met\. Sabenlo que o general Kaufmann
achava-sejd proximo, dispo/.-se logo aO ata-
que da cidade, tomaudu para iss > as neces-
sarias me lidas. Estasan entao ja veueidas
as principaes difficuldaJes, e sup-radas to
dos os obfitoculuS !e maior mouto. Os
russos, tendo visto debaadarcm-sc diante
1I0 si, quasi sem resisttiicia, as hostes que
se Ihes apresentavam, ou que encontrava n
no seu trijecto, achavam agora cunoontrado
sob 0 fogo de seus cauuOes e*a inimigo 0009-
tanto.mente inappreheusivul que, a cada
passo, desfazendo se e reapparocondo, man
Affonso Crespi era um homem j.i velho,
porem lirmo 0 severo ; 0 seu oliiar revelava
uma profunda astucia e uma resolugao inn
balavel ; parecia contrariado pela soberba
com que 0 tratava 0 rei do Franca.
Ao ver ei.trar Savonaioia com Orsini es-
tremoceu.
A presenga do frade alii, causara-lhe me-
do, presentira uma desgraca.
Orsini era adulador.
Inclinou-se profundamente dc um modo
servil diante do rei de I'rangi, pegando na
mao de Savonarola que nao cumprimentou
0 rei, nem soquer com uma leve inclinagao
de cabega e disse :
Perdue, meu senhor, se me atrovo a
aprosentar-lhe 0 mui reverendo padre mes-
tre frei Anselmo da Boa-Nova, prior dos
dominicos de Padua.
E que boa nova nos traz 0 reverendo
prior ? disse Carlos VIII irritado com a al-
tivoz de Savonarola.
> Aproxi.nou-se a hora, respoadeu
aquclle. Deus nao pode tolerar muito tem-
po tanta corrupgdo, tanto crime, tanta iufa
mia, tanta ignominia ; estd tudo perdido ;
6 necessario fugir de Roma, e fugir quanto
antes se nfto quizermos serexterminados.
Aquellas palavras dirigiam-se mais do
que ao rei de Franca d Affonso Crespi que
estremeceu de novo.
0 nosso bom prior, disse sorrindo
Carlos VIII, Dassou certamente pela sala do
festim, cavalleiro Orsini, e vio todas essas
mulneres coroadas de perolas, de olhar
cbammejante, com a garganta e os hombros
mis Tem razao, meu padre ; eu tambem
ndo pudeestar mais que um ra >mentn entre
essa gente louca e esquecida de tudo ; entre
essas mulheres, queparecc impossivel per-
tencerem ds principaes familias de Roma,
segundo affirma 0 cavalleiro Orsini ; tem
razdo ; eu, m rial profano aos votos que
fazem do um sacerdote um ser sagrado, nao
pude permanecei alh, aem permanego por
mais tempo n'esta casa. Cavalleiro Crespi,
continuaremos a nossa conversagao no Qui-
rinal, onde 0 espero a-n'anhfi abencoe-rae,
meu padre, e ao cavalleiro Orsini pego quo
me sirva de guia para sauir sem ter de
pas-uir \mv junto d'essas mu'heres.
I Carlos VIII passou serio e grave por junto
du Crespi, que se iuilinou profun lamonte 0
saliio.
Savonarola permanecei. rigido cofno urna
estatua. \
Ap6s 0 rei, desapparecsa pela mosrna
porta Orsini.
Cercadas as tropas indigenas no seu der-
radeiro asylo, tiveram emlim le aperceber-
se a rosistir e fazer frente ds divisoes russas.
Tove, com effeito. lugar um combate assaz
vivo, em que, alem de soffrerom as colum-
nas moscovilas algmnas perdas, foi forido 0
oroprio general Vereuvkine. As hordas do
Turkroenes e le Yamudes, que so tinbam
refugiado na cidade. e qucnella faiiam pra
ga do seu bidicoso fanalisrao.-teiitaram um
ultimo esforco. e depois, por sahidas dosco-
uhecidas. bom como 0 Khan, ganhando a
oaaipan'ua, evan-sseera n-se no deserto. Ao
abjii lonar 0 regulo asiatiuo a sua capital e
euvolta com a turbulenta solda lesca de que
seco.mpunba 0 seu exercito, 0 talvoz por ella
levado de vencida, apresentou-se no quartet
.general russo uma deputagdo propondo a
capitulagao da capital e impelrando suspen-
sao ilas hostili lades.
Isto assim se fez ; e neste inluito as nego
ciagdes cifraram-se em poucas phrases. Com
tuf.o, o general Kaufmann neste prol, exi-
gmcomo coudigao in.lispensavel queo Kuan
se Ihe apresentasse, ao que este principo
affrtctivamonte accedeu sem maior reluctan-
cia. Tendo-se realisado sua entrevista com
0 commanJante russo, rocolheu-se a sua
capital. Roalisarain se, pois. simullanea-
monte o acto de sub.nissao doste potenta Jo,
e 0 rendimento da cidade, passan lo os
russos a occupar Khiva. Nestes termos
contou o czar um vassallo mais no conti-
nente asiatico.
Haviam sido neeessarios perto de tres
mezes para attingir a este resultado, a cuja
oblengdo oppunha-sc como principal obsta-
cuto a distancia do theatro das operagoes.
situado em regiOes ate ratio consideradas
inaccessiveis. A tomada da cidade so por
si. pore n, ndo se dilalou senao a um espago
de dous dias, com quanto constituisso uma
praca mais ou menos defesa e guarnecida
de forcas assas avultadas, posto que com-
posta de milicias barbaras e indisciplina-
veis.
Como era natural, as condigoes de paz
foram dictadas pelo general Kaufmann, e
estipulado 0 pagnnento d Russia de uma
indemnisagiio bellica de dous milhoes de
ruhlos, a manutenrao, a cuta do paiz, das
tropas ile occupagao, emquanto esta durar,
e a cessao de diversas zouas territoriaos na
barra de Amoy-Daria, feita, ndo directamen-
te d Russia, mas ao Emir de Bokhara, sob
o pretexto de compeusagdo das despezas e
incommo los ein qne incorrou com os auxi-
li is que prestou d exposigao. Trata-se,
porem, m realidade. de um augmento de
terntorio do imperio russo, apresenta lo na
pessoa do Kmir, seu vassallo, e a todos os
rcspeitos creatura sua, escravisado d sua
Iiohticd. Alem disto, 0 general Kaufmann,
movido pelos estimulos da civilisagao e da
cultura, impoz ao Khan do Khiva a aboli-
cao da esTavidao, ao menos quanto aos
escravos deorigem persa, assim como, dado
0 caso, a sua repatriagao. 0 que e aiuda
mais notavel e que exigio tambem a cessa-
r.ao da pena de morte, de certo procurando
dost'arte obstar d barbara frequeucia deste
supplicio no kbanato, 0 proporcionand
neste sentidJ os primoiros elementos de
regeneragao a esto respeito, no contine ito
asiatico. A critica, porem, que em tudo
acba ensejo de manifestar-se, apoderando-se
deste lopico tem suggcrido que em taos ter-
mos o pequono principe do um senhorio
asiatico ve-se compellido a aceitar como
principiu uma dausulo do maior liberalida-
de do que a que seguem os soberanos mais
cultos da Europa.
Eis, portanto, que os russos se acham
estabeleeidos em Khiva, que occupam, se-
guiiilo allegam, provisoriimente ; masque
sem duvi 4fcjpntuu'.arao a possuirnos mes-
mos termos^ffte quo c nfi a opporluna-nento
se cons lide 0 sen dominio. Por emquanto
0 Khan, collocado de "novo d frento do
governo, acha-se na melh<>r iutelligencia
com os invasores, e presta-se & satisfagao de
todos os seus desejos. Amiudam-seas sua.c
visitas ao commandanlo russo, e, prodigali-
sa-llio as maiore: domonstragoes do aprogo
o estima pessoal. A deferencia do Khan,
como do razao, rj tal, que as suas proroga-
te vas regias sao de facto exorcidas pelo ge-
neral Kaufmann. Ao menos tem o poten-
tado asiatico 0 bom couseluo de a isso con-
descender com a maior feicdo. A nova
administragau existe completamente sob 0
inflnxo moscovita. Foram arredados todos
os funcrionarios suspeitos, e a sua substi-
tuii^o apropriada tornou-se objecto da mais
esmerada escolha.
Examinando agora 0 que, d parte estes
ponneiiores, deve de>sos successos decorrer
immediataiufiite, de mais provoitoso aos
postulados da,*ultur.i universal, vemos que
os resultados mais iinportantes que delles
tem de, por emquanto, defluir sao os mais
uumcrosos couUecimoutos Koograpbicos e
estatisticos relativos a ostas n.gides, anterior-
mente quasi de todo desconhecidas. Desde
quo se acham estabolociOos no paiz, os
chefes e eugenheiros russos eutregam se
com 0 maior desvelo e assiduidado a minu-
ciosos trabalhos de exploragao', esludaudo
esta zona central em todos os sentidos e
na totalidade dos seus diversos pheuomonos
e aspectos.
Estas tarefas, emprehendidas sob 0 pooto
de vista de uma idea politica, nam por
isso constituent servigo menos inqiortanie,
e com elle muito So avautajam as sciencias.
Estd-se leva uta udo a planta de todo o rio
Amou-Daria e do seu valle, procurando por
esta via estaboleccr-se para a Asia central
o mais apiopriado meio ie com.nunicacdo,
isto e, a navegagdo fluvial a vapor. Em
todos os senti los os russos esforgam-se por
tirar de coiisnmmar todos os possiveis eff. itos.
Neste coiijuncto de cousas, entre as nagoes
europeas, ea Inglatorra apenasque, volven-
do os olhos ds suas possessoos da lu lia,
acha maiores motives de sobresalto e sus-
pi'ita. Quaesquer que sejam as emergencias
com que tenham de lutar na sua' nova oc-
cupagdo, e cvidonte quo os russos consir-
var-se-hao a par da situagao, e se acham
apercebidos para veneer e superar alinal
todos os obstaculos quese Ihes anteponbam.
Quaesquer incidentes servirao aiues para
mais facilmente d.tr pretexiosd continuagao
da sua posse. Em odo o caso, 6 f6ra de
duvida que na arena loiiginquae mysteriosa
da Asia prepir.nn-so aconteci.uoutos da
maior monta, cuja ri-jiercussao se fara seu-
tir vivamenle emludosos contimda Europa.
i'Da He vista dos Ifoas Vnniot.
ttar^m IM> III!
VARIEDADE
Apenas ficaram s6s, Savonarola pegou,
com a m?o tremula de ira, na mao de
Crespi.
Que succede ? disse este. Porque tre-
mes tu, que nao tiemeste nunca ? Porquo
te ajfita a colera, a ti 0 homem impassi-
vcl?
Angioliua e Giovanni Borgia arnam-
so cxclamou Savonarola cujas palavras
eram entn.-cortadas pela colera.
Mentira bradou Crespi com irrita-
gao. Tu buscasjpretextos. queres quebrar
a nossa allianra.
Quebrou-a a infamia da tua filha, c tu
eeu cstamos perdidos Ouvi tudo, perma-
necendo occulto por detraz de u n reposteiro
da caraara da casa maldita onde Angiolina
e Giovanni se namoravam. Tua filha reve-
lou-lhe tudo, e eu nao pude imraolar 0 du-
que de Gandia ; nuo conhecia bera aquella
casa e Id (icou tua filha. Pouco depois de
sahir Giovanni Borgia, ouvi ruido de espa-
das ; sahi dc casa, qutria saber 0 que
aquilloera. Nao one utrei cousa alguma,
fugi, procUrei-te em tua casa, disseram-mo
que esta vas aqui e vim. Saiamos quanto
antes de Roma, se nao quizermos perecer
n'ella.
Se ndo mentiste, respondeu Crespi,
minba filha tahird como cahio sua mdi. Se-
gue-me.
Crespi c Savonarola sahiram p.r uma
porta opposta dquella pela qual tinharn
sahido 0 rei de Franca e Carlos Orsini.
XIII
A OlSTAXClA 0UE VAI DE CM ASSASSINO A I'M
CAVALLEIRO.
P>r volta de uma hora da noite, um ho-
mem embugado caminhava pelas escuras
ruas de Roma em direcgdo u praga Golonna,
vindo das bandas do Tiber.
Caminhava apressadamente e chegou i>
praga, junto da columoa Trajano.
Meu senhor, disse elle.
Ahlestu, Michelotto, respondeu um
outro homem que esperava junto da co-
lumna.
Sim, sou eu.*'
Eutao?
Estd tudo concluido.
Ambos ?
Ndo, sci" irraSo unicame:
EG-azalo de Cordoba .
Trotege 0 0 diabo ; matou-mu quatro
homans, e nbrigou-nes 0 fugir, para quo
ndo morress3mcs todos.
Cobarde I cxclamou Cesar Borgia, por
ub era" t ; ci'-io Lucrecia
UORROKOSO CR1ML. Em Villenove
(Laudes) foi ultimamente commeltido um
crime horroroso, quo as folhas francezas
contam do s^guinte modo :
0 Sr. Carrie're, de alcunha 0 Pierrot,
caipinteiro, vivia ha algum tempo em md
iutelligencia com sua mulher. Do seu pri-
ineiro casamento, ficaram a este homem
dous rapazes, e do segundo matrimonio ha-
via outros dous filhos, umde cinco annoso
outro de quinze mezes. Carriere vivia ha
alguns anuos em Cassels, onde excrcia a sua
arte, e ha cerca de vinte dias, veio a Ville-
nove para visitar alguns parentes e amigos.
Queixava-se vivamente e com insistencia do
comportamento de sua mulhor, torminando
sempit? por dizer :
Kinlim, dentro em pouco, sc ouvird
foliar de mim.
-Na segunda-feira passada, pelas 4 bo-
ras da manha, rnunio-se de uma navalha
de barba e precipitou-se sobre a mulber,
degolando-a, e em seguida matou do mes-
mo mod as duas criangas, que como se
disse, tinha uma cinco aunos e a outra 15
me/es. Os dous rapazes mais velbos, um
de 12 annos e outro de 14, ouviudo baru-
Iho, saltaram pela janella e poderam salvar-
se. A justiga chegou momentos depois ao
lugar do crime, porem nao encontrou alii 0
assassino ; comtudo, guiada por um rasto
de sangue, vio-o d pouca distancia da casa,
estendido, ruspirando ainda, 0 com a cabega
pendida para 0 peito; levantaram-lh'a, es-
coou-sc uma on Ja da sangue 0 morreu. 0
assassino fizera-se justiga por suas proprias
maos.
ama-o 1 So 0 nao amasse para que 0 man-
daria chamar d meia noite ao seu palacio ?
E sabes lu que 0 homem que for amado por
Lucrecia, nao poderd deixar do a amar 1
Sabes tu, traidor infarne, quo esses amores
contrariam os mous project as ? Stbes tu.
que se Lucrecia, por amor d'esse hespanhol
maldito, nao casar corn Affonso do Aragao,
todos os meus project s sobre a coroa de
Napoles se evaporardo como 0 fumo I Gio-
vanni era menos temivel do que Lucrecia
enamorada de Gonzalo de Cordoba. Oh I
fugiste d'elle e ainda vives.
E quem o serviria como eu o sirvo, se
me matasso ? disse tranquillamente Miche-
lotto. Quando deixei eu do o servir ? Vai
pura setc annos q ie me disso : Peza-me
no coragao, estorva-me 0 marido de Lucre-
cia. > Fui d Hespanha voltei e disse-lhe :
Sua irma estd viuva. Tenho satisfeito
todos os seus desejos, cumprido todas as
suas ordons e por tanto deve perdoar-me
ndo 0 ter podido livrar d'esse homem, co-
mo 0 Iivrei do duque de Gandia.
Sim, mas deixaste quatro mortos no
campo, quatro mortos conhecidos por es-
birros meus; amanhd buscardo ou antes
tira lobao do Tiber, encontra lo hdo cbeio
de estocadas, e, como tenho fama de vaten-
te, dirfio : foi elle que matou os quatro
esbirros de Cesar Borgia, 0 que equivale a
dizer, Cesar Borgia matou seu irmao.
Nem sequer na rua ficaram vestigios
de sangue, replicou Michelotto. 0 duque
de Gandia perdeu-so, nao resta 0 mais pe-
quono rasto pelo qual se possa vir a saber
quem 0 fez desapparecer.
Mas ndo me disseste tu que tineas
fugtdo ?
Fugi, sim, senhor, porque so ndo
fugisse era raorto ; porem, como Gonzalo de
Cordoba ndo havia de firar no lugar do
combate, voltei pouco tempo depois, lancei
os mortos ao Tiber, lavei o sangue e encon-
trei um outro cadaver dos nissos, quasi em
frente da casa dos Tres-Enforcados, com
uma punhalada nas costas. sem poder ex-
plicar qual fora d mao que 0 forira.
Onde teve lugar a briga com 0 du-
que?
No portico dn igr^ja de Regina Cceli.
Proximo da- rasa de rainhaaii I cx-
clamou Cesar. Elle defendeu-se ?
'I'm momento.
be modo que, de casa do rainha mdi
podiam ouvir 0 tibir das espadas T
/Con tinu ar-st-ha}.
Til'lH) DIARIO RL'A DUQUE DE CAUA& ""
\

>'
r
4
i

m


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