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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
f
L


i .
AiWO XLIX. KtUEK'O 261 ,\
-- '"" ........" ~ .
PAB.1 A CAPITAL R I.tGABES 0.UE Wa^O PA6A POBTB.
For tres raeees adiantados................ 69000
for seia ailos idem........... "..... tttHMM)
Por am anno idem..........t ..... 14$000
*lada numero avulso .....,.,] "".... 439


PR0PRIEDA0E DE MANCEL
Wm FEIRA 15 i)E WVFTiliftO DE 1873
PARA MNTKO JB MBA DA P BO I ISO A.
Por trea mazes adiant&dos. .
.....-......... .
Por aeis ditos idem.
Por nove ditos idem
Por um annc idem-
....
. ...... ^f' w-
MM*
.'Mr*
IhI
f
at

DE FARIA A FILH0S.
.*/
--------------------*
-, -
3 Sra.
Cerordo Autonio Ahead FUhos.no Para; Goncalves & Pintc, no Maraahao; Joaquim Jos* de Olimr* Pereira d Almeida, em Mamanguapo ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Jo5 Gomes, na Vffi*i fenha; BeJannino dos Santos Bulcio, em Santo Antao ; Bomingos Jose da Costa Jiraga, em ffazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Autonio Macbaeo, no Pilardas Aiaf&M; Alvea d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio,do Janeiro.
PARTE OFTICIAL
rar|v
iiurerno die proviucia.
Hd>SDii:yi 1: nc dia dk sermuao dk 1873.
1.' $ecfSo.
fyrtarife :
6 Sr. commas lanta Jo brigue barca llama-
rued weba a seu bordo e conduza para o presi-
dio de Ternaudo ae Noronha Martha Maria de Je
ub, luulher do senlenciado do juslioa Josii Joa-
,uim Soares d; Albuquerque, c bcm assim um aeu
."'1II10 meiior.
0 Sr. commandante do brigae barca llama
I j:C: u'Cuba a seu bordo 0 couduza para o presi-
dio lie FernanJo do Noronha Josepha Maria da
HoQceifib, mulher do sentenciado de Juslioa Jose
-'-.to Pereira.
0 Sr. commandante do brigue barca llama-
idii receta.>seu bordu, para oiide sera remetti-
do pelo iu a para 0 presidio de Fernando do Noronha uina
l>ijteir<< qile se destina ao servico do mesmo pre-
['.<..
0 Sr. cominanlautc do brigue barca llama-
-jCC receta a seu bordo e Coudiua para o presi-
de rrnvi io d<> Noronha o cab ) de esquaJra
avalidL A.i.iiiio Joao do Nascimento, qae vai alll
?r>e:ara ducisae do conselno de guerra a que
lciidca.
- 0 Si. ;\.mmadante do brigae barca Itamif-
iucd rtceba a seu bordo, para ondo serao remel-
.-dtf pt'l* brigadeiro co'innan lauts das armas, c
udcza para 0 presidio de Fernando de N iroah*
(,uat tri-i seuleuciad>>s utililares, conslanle.- da
elusa reijvau, que uiiimainente vieram da curie
m 0 fun d II net*.
CMclW :
Ao Exiu. brigideiro coiniiiaudanie d.is ar-
.->.. l>;ii;'l'> .- jlucio ao seu oillcio desta dali sob
.. 88 leabo a declararlbe que tmto os qualor
1 cnteneiad >s niilitares de que trala, coino quaes-
1 1 r < utros, forea e objectjs, desl:;iad'js ao presi-
';.:, de Fernando de Xoronli.i, di:ve 11 ser reineui-
I brig'ue barca kamaracd, que para alii se
a ( ;.manha.
ao tacuna Sirvaso V. Exc. de man Jar
it cm Uberdade u recruta Tnuuia/. E.-ineraldo ii
kbrea e'aMio, visto ser incapaz parao sei vi.;o mi-
I ur, s^guodo 0 larioo annoxo ao s-u ullicio de M
o. agosto ultimo sob u. 873
Ao miismo. Deelaro a V. Ex.-.. para os fim
tvtiveoientes, que 0 eoronel i.i>uorario Alexaudio
di liarros e Ailmquenpie. davera seiiuir para o
csidio de Fernando do > jrouha no vapor Ge-
v rinrmntti se havia rosolvido.
Ao menni'j. -Mande V. Exc. apresentarania-
uita as 7 boras do dia ao Dr. entile de pjlicia trm*
'.-* ; 1. : um official do I' liuha. para escuiiareui
da u;,>* dd detun.-ai a lurdo d-iJ^rigue barc.i Ita-
zcii viu'.e a cinco senteuciados quo torn de
tolta regoir para 0 presidio do Feriuudo de
Vronha, deveudo no caos do arsenal de mar
Mbar-se as cinbarcacdes precisas para e tra
perte
Ao iuipeolor do arsenal Jo marinha. I\'.ile
'.'. 5. remitter para bordo do brigue barca Ita-
mat iiro, afim ae ser conJuzida para 0 presidio de
i^ercandode Nuronha,eouio deiennijo uesta data,
1 bateeira de que trata o seu officio de 30 de agos-
io oltioto sub n. 70V.
- Au mesmo. -Mundo V. S. postar amaoba as
7 boras do dia no caes dasse arsenal embarcac<~>e8
sofficientes para Iransporlirem vinie e cinco sen-
t^nciadjs dejustii.ii e trinta pricasde I" lintia que
en (U esuelta-ios ate a bordo, r.'gressando dc-
Ao eommaodanto do presidio ue Foni.',nd> de
i.l.a. Xo brigue barca Hum trued que tern
tig ir para esse presidio seguirao os seuleuciados
L.-ikiites da relacao junta, acoinpanliados das
respectivas guias e iudo 0 de nomo Manoal Go-
u e- da Silva Aurarim, por moleslia.
Ao in os no. Euvie \ S. para esta capital, a
.1 r -antado ao Dr. c of-i de policia com a pre-
- ia segoranoa 0 sentenciado Domingos VBelia da
c:Ua. que bun de responder ao jury no termo
_!que. segundo officio d> respactivo juiz de
i ',{, dc 22 do inez proximo uassado.
Ao director do arsenal de guerra. Traas-
uiUo a Vine, para os iins convanienles, a inelosa
coj ia do termo de oxame procedldo pcla commis-
<.. para esse fim nomaada nos dillerentes objec-
- s, na los da cdrta na vapor Guard com desi.no
esse arsenal.
- Ao mesmo. TenJo do seguir amanlia para
. presidio de Fernando de Norunha 0 briguo bar-
:, Laiituacd, devoA"inc. porclle remetter quaes-
quer obj'.cios que se destiuem ao mesmo presi-
dio ; 0 quo declare a Vm*. para asa coahoclmoa-
1 e direccl).
.' see-;u-j.
> ios :
- 0 presidente da provincia resolve exoueiar
. seu pedido, do cargo de adionlo do promoter pu-
i.licc da comarea de Caraard, no termo do Panel
i cidadao Joao Izidro (Jonaaives da Cruz.
- Parao conselhode julgaru into docabo do car-
;.j dt policia Victor Tiburiinade Oiiveira c do sol
b< d( Antonio I.ucio Goncalves, designo :
ivtsidente Maj r J >io Francisco da Caaba.
Auditor -0 Dr. promiator publico da capital.
\ D|Uaj Teneutes, Flavio Jose dos Santos e Sii -
a Manoel Candida da Albuquerque, alferas,
Francisco Pereira Lagos, fgnaclo de Maura Gan-
dil i- Pergeniino de Miranda Pimeni>*l.
Officios :
- Ao Dr. cliefe de policia.Declaro a V: &., pa
' os flo-i convenieuies, quo nesta data pettaiu: ao
nteaciado Jose Ferreira ua Sila ChavaJHegQir
..a u presidio de Fernando do Xaroiha an vapor
tiequid, e uao no brigue barca lumardat, d? con-
i 'inuiaJe com as ordeus antesiares.
Aocoiu-iiaiidante superior Ji) Recife. Expe-
c V.S. suas ordens, ali.n Jo qua^sejaru dispensa-
rvic0 aetivo da gnarda na :ional os gaar
d'j I* batalhao de artiiliaria, Antonio da Cu-
Feiairi Paliliar, Muioai Uornardes de Olivei-
Joao Ferreira Bastas. vislo lerem a isencao
td.qu} trail 0art. 13 -j' da lei u. (302 d? 19 de
utbiu do 1830.
Ao juz de direilo da 1J \a'.- civo". Infonne
qnaudo veio |iara esta capital 0 sedtenciado
A'iliiiiua Cell, quo exist: ua casa de dotenca 1.
Ai> juiz municipal da Ipojuca.-Inteirado pe-
1 ofEcio dc Vine., de|28 do. mez proiiina passado,
Hi bavci fallecido 0 escrivao de orpliSo; d^se Lit-
i'.o Jose Joaquim dos Santos, tenho a dizer-lno
qi. devepor a concur.-o. com 0 praio da lei. a
- rv; ulia do Jilo officio.
3." seyjr
Officioi :
Ao iusj.eckir da Ibesouraria de tazenda.
ir.itta a v. s. a f.dha prets juntos em du-
me rernetteii 0 bngadeiro comman*"
iiV... il.s ::::'i- ,:u .] J : tiojo suli U 'v~'-\
afim ae qio mande yagar Oo voncimentv-s dos bf-
ficiaes, pra'jas e calcetaa c.nprcgad no d<;posito
de rerruus, coaceraeutes ao mez dc agosto ul-
timo. ,
Ao meeroo. -Tend > de seguir amanha para
0 pacbidiu de Feruaudo de Noronha 0 brigue uai
ra de guerra Iiamvacd, dnve V. S. por elle re-
better quaesquer objeotos que se Uestinem ao
mesmo pre'idio ; o que the communico para seu
.oahecipjento e direccSo. ,
Ao mesmo. DaoJo provimeoto aos recur-
-w iunlosanlerpostos pelo major Francisco.Cordei
ro Dia* ay* Saatos e Manoel hidoro de Carvalho,
oT ,
autorlso V. S. a mandar releva-Ios da multas qua
Ibes foram impostas pelo collector do manicipio
do Brejo oor na 1 terem dado a matricula no te a>
po devido os ingenues, Constancio e Maria, Clhos
de suas escravas hita e Anastaeia ; satisfazendo,
porfcin,, os recorrentes dai eertid<5s que junta-
ram aos mencionados recursos, nos termos da in-
formicao do Dr. procurador fiscal dessa thesou-
raria, emolumentos a quese refere a de V. S. de
29 do mei! proxim findo sob ft. 46 serie E.
Ao mesmo Communico a V. S. que 0 pro-
motor publico da comarea de Villa Belli octneeu
em 31 dejuilio ultimo 0 cidadao Olyinpio Elysio
do Nascimento Wanderley para representaro res-
pective collector na junta de emancip.-cao de es-
eravos do municipio do 1 rinmpho, visto cumo o
unico collector que existe na comarea esta legiti-
mamente impedido, fazeodo p<-.rte da juaUi no ter-
mo de \ ilia Bella, segundo eeininunicou 0 mesmo
promot-.r em offieio daquella data.
Ao ir.esmo Expeca V. S suas ordets no
sentido de ser p.igo, a vista da conta junta qat me
foi remetlidn pelo Di. chefe de policia cum officio
de 30 de agosto ultimo sob n. 1522, z. despeza feita
na imporlanaia de 171"9i com os recrtna e de
sertur viudos do termo do Brejo com destino ao
servipo do exercito ; sondo que Atnaro Pereira de
Araujo foi postoem liberdade. /
Ao mesmo.Remetlo a V. S., para os devi-
dos fins, a incluaa ordem dc minisleno da guerra
datada de 23 do mez passado.
Ao mesmo. Communico a V. S., part cs de-
vidos fins, que a 23 do mez proximo pj;9sado dei-
xou 0 exercicio do cargo de juiz municipal do
termo de Itambe, por ter sido condemnado em
crime de injurias verbaes, o tacharel Menelao dos
Santos da Funceca Lins.
Ao mesmo. -Informc V. S. sdbre o factos
referidos na dcouocia que remetto inclusa.
Ao mesmo. Recommendo a V. S. que,
a vista da inclusa conw em duphcata, maude pa-
gar a Late Francisco Vieira de Luna a quanta
de 11*200, proveniente de objectcs por elle com-
prados para o 9ervico do palacio da presidencia,
segundo in lien a inencionada conta
Ao mesmo. Em cumprime&lo do aviso dc
miuisterio do imperio, de 20 do corrente, commu-
nico a V. S. que foi approvado pela verba Soc
corros pablieos -do esefdeia de 1872 a 1878 0
credito de &Ji, aberlo sob a rcsponsabilidade des-
ta presidencia afim de occorrer ao pagamentc- de
ama carteira homeopathiea que forceceu Augusto
Caors prra 0 tratamento dos iodividuos acccrcmet-
Udos da variola na villa deGaranhcns
Ao inspector da tliesouraria provincialfies-
ta data autr.ris ti 0 engeubeire chefo da reparticao
das obras publicas a mandar fazer por admimstra-
cao os reparos precisos em alguas buraccs cxis-
(antes na estrada de rodigem da Magdalena e na
sapata do caes da ponta do Uch6a ; levaadc-se a
lespeza na impnrtancia de 99tfJI a consignacao do
4. do art. 6/ da lei do orcamento vigente, nos
termos da informac-So do V. S., dc 28 do inez pro-
xim < lindo sob n. 360
Aomcsoao. Em vista da conta annexa ao
incluso requerimento, mande V. S. pagar aoi r.s-
peitivos empresarios a quantia de 787*500, prove-
niente do gaz consooiido durante as mezes de abril
a junlio deste anno coin a iirurr.inaeio da casa dc
detencao, segundo demonstra a referida conta.
Ao mesmo. Tomando cm consideracao o que
expoz a companhia Rcifo Drainage no incluso re-
querimento, resolvi releval-a da multa que Ihe
foi impos:a na importancia de 81* no exercicio de
1871 a 1872, e bem assim que tque de nemmm
elleiio a conta na de 900* da casa n. 93, sita a raa
de Vidal de Negreiros, que serve de estacac cen-
tral da rnesma companhia, visto como 0 arl. W da
modilicacao de seu contracto a isenta de tedes os
impostos. qucr provinciaes quor municipaes : 0
quo communico a V. S. para na intelligenci?. e
fiiis convenientcs.
Ao mesmo. Intciralo dt qu&oto expo:: cm
seu officio de hoje n. 376, acerca da insulficlencia
da quantia de 2l:733*9'i7 para a despeza com 0
psssoal nas scis primeiros diae dc corrcnle mez,
tenho a dizer a V. S. que o autoriw a mandar
passar pur eraprestimo para a caixa da receita
geral oJ:000* do saldo do emprestimo contrahido
corn 0 banco do Brasil, alirn de podcr essa the-
sourarta occorrer nos mencionados dias Ibaate despeza
4" seccao.
Ados :
0 presidente da province, attecdendc ac que
requereu Joao Goncalves Rodrigues Franca Sobri-
nho, amanuense do asylo de mondicidade, e tendo
em vista a infonnaoao do respective director, de
29 do mez lindo, resolve ccnceder-lLe tres mezes
de licenca, com vencimenlos na fcrma da lei, para
tratar de sua sau'le.
0 p^e^idente da proviucia, altendendc ao
que requereu Maria Augusta de Carvalho, resolve
nomeal-a para rcger interinamenle a cadeira de
primeiras lettras da freguezic de Nossa Seahora
do 0" de Maranguape. mediante a gratificarac an-
nual de 6ft0*0(rj.
Offlcios :
Ao provedor Ja Santa Casa ue Miscrieaiaha.
Em res;iosui aotffi;io de V. S., de 8 do mez fin
do, c em vista da sua infi.rm?cau em data de 12,
tenh a dizer-Ihc que concedo a junta adiciuis-
trativ,. da Santa Casa autorisacao para aforar os
terren.is do silio da Tamarineira, pertenceates ao
patrimonb dos orphaos, devendc mencionar-se no
respective filulu a condicao de edificar etfe praso
curio que estiptilara, sob pena d? caducar 0 afo-
ramento.
Purtarias :
A" lllma. eamara municipal do hbcit'e.Com-
maoico a lllma. eamara municipal do Recife que
Bests data autorisoi 0 engenueiro da repartiQao
das obras publicas mandar fazer por adminis-
iracao os reparos precisos em algus buraccs exis-
Elites na estrada oa Passagem e no caes da Ponte
de I'choa, avahadas em V90A. Fiea deste modo
sati-feito o que soliciicu ee.-a lllma. camrra em
officio de iO do mez proximo Qudo sol n. 4V. '
A' eamara municipal da viila de S. Be&tc-. -
Communico a eamara mQnici^ai da villa dc S Ben-
to qne polo aviso do ministerio do imperio, de 23
(to mez lindo, por eopia iucluso, foi cunfirmada a
derisa; ticsta presidencia, que aunullou as oleicces
do vereadores e juizes de paz desse rauoicipio ;
camprindo a essa eamara dencias t?ara que se proceda a nova eleicao na ter-
ceira dominga de outubro vindouro, que designo
p3ra tal fim.
Ao juiz d^ paz mais voiado do !. districtc
da fiegu?zia do Senhor Born Jtsus dos Affiictes
da villa de S. Bento. -Tondo sido. por aviso dc mi-
nisterio do imperio, do 23 do mez lindo, couGrma-
da a docisau dosia presidencia, que aanulloU a elei-
cao ultima d9 vereadorcs t juizes de pat dessa
paroefcia, r.iandando proceder a nova, cumpre (jae
Vmc. f^tca a devith convocacao para a proxima do-
minga dc ojlubiv vindouiL, que dejsigai para tal
fim
5.'
Offiei- .
Ao engeubeiro chefe da reparticao dai ooias
publicas. -Autoriso Vmc. a mandar fazer por ad-
uiir.istrajao os reparos d' que carecem slguns bu-
racos na estrada da Passagera da Magdalena e c
sapata do caes da ponte de Uehja, avaliadas en.
990* : conforme solicitou a lllma. eamara raunis*
pal em officio de 20 do mez proximo flado sob n.
74, a que se reforem os *eus, datados do 26 do ci-
tad" mez e i^ do julho, ns, 321 e 277.
seccao.
EXPEDIKKTE DO SECGETAMO.
a*.* uccao.
Officios :
Ao brigadeiro commandante das at act:
Manda S. Exc. o Sr. pre-idente da proviacia de-
clarar a V. Exc. era resposta ao seu officio de 30
de agosto ultimo sub n. 876, que fleam expedidas
as neces-arias ordons para ser tiausporudo ao
presidio de Fernando de Noronlia no 6rigue-bar-
ca Itamaracd o cabo de esquadra invalids Auto-
nio Jose" do Nascimento, a que allude 0 citado of-
ficio.
2.'
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.0 Exm. Sr. presiden-
te da proviucia manda communicar a V. S. que
nesta data acaba de autorisar a thesouraria de' fa-
zeuda a pagar a despeza de que trata 0 seu offi-
cio de 30 de agosto ultimo sob 11. 1,322.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V S. que ficam expedi-
das as convementes ordeas, paia que 30 pracas de
I" liniia recebam na casa de deten;3o os 23 sen-
tenciados (pois um tern de ir no vapor Geqmd) que
teem de Ir para Fernando de Noronha, sendo no
arsenal de marinha postadas as embarcacdes pre-
cisas para 0 transpiric.
- Ao juiz de direito de Itambe. 0 Exm. Sr. 1
presidcute da provincia manda accusar 0 reccbi-!
mento do officio de V. S. de 25 de mez proximo
passado, em que participa ter nesla data deixado;
0 exercicio do cargo de juiz municipal, por ter
sido condemnado por crime de injurias verbaes,
0 bacliarel Menelao dos Santas da Fonceca Lins.
Ao commandante do corpo de policia. 0
Exm. sr. presidente da provincia manda transmit
tir a V. 8., para os devidos lins, a portaria junta
que designou 0 conselh > de julgamento do cabo
Victor Tiburtino de Oiiveira e soldado Anlcuio
I.ucio Goncalves, cujo processo junto devolve.
Ao m :-mo. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmitlir a V. S. para 04 devidos
fins as purtarias juntas designando efthiaos em
substituicSo a Otitros para os c>nsclhos de Julga-
mento de pracas do corpo sob 0 seu commando.
6.' seccac.
Officios:
A' junta do eaaancipaeao de escravos da mu-
nicipio de Floivsta. 0 Exm. Sr. presiJonte da
provincia manda declarar a V. S., em virlude de
communicagao do iuspector da thesouraria de fa-
zenda, que no dia 3Udo mez proximo linlo, foram
eovjaflos a administrate do correio, com destino
a \. S, os livros de que trata 0 rcgulamento n.
5,135 de 13 de novembro do anno passada, eaq.e
se refere a minha commuuicafao de 28 daquolle
mez.
Ao promotor puLlico de ^'illa Bella. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar
recebido 0 officio de V. S. o> 31 de julho ultimo,
no qnal participa que nessa data nomeou 0 cida-
dao Olympio Elysio do Nascimento Wanderley pa-
ra represeutar 0 rcspectivj collector na junta'de
cmancipacaode escravos.'na villa do Triumpho,
pelo motivo exposto no mesmo officio.
BXPEDIBiVXE.riJ dia 2 Dtf sTetEVMO dk 1873.
1." SitcSc.
Officios :
Ao brfcjadeiro commandante das armas. -.
Transmitta a V. Exc. a copia inclu-a do officio
que me foi dirigido pela illustrissima eamara mu
nicipal desta cidade, em 27 do mez linlo. para
providenciar no sentido de nao serem scltos no
camuo das Princezas os cavalloi da companhia li
xa de cavallaria
Ao mesmo. Expuca V. Exc. as suas or-
dens para quo amanha as 7 horas do dia so apre-
sente na casa de detencao uma fon.a de 8 pra;as
e 1 cabo de 1* lirt ta, alim dc rcceber 4 criminosos
e condu?d os ao termo d^ Pao d'Alho onde vao
ser julgados.
jufco e peto correio, segundo far para dentro do
dietricto, ou fora delle. f
_ Ao commandante do corpo dc policia.Pode
Vmc. ellmiuar do corpa sob seu commando as
prajas, Joao Jose Prancelino c Juveueio Alves de
Sanliago, dos uuacs trata o seu ufficio, u. 308, de
1 do rorreite, vfrto terem sido jolgados incapazes
do corvico.
fr seccao.
Add:
OH>re^idem\e da provincia, resolve exonerar
a Dioga Jose da Costa do Cargo de escrivao da
cofiectoria do uminicipio de Bezerros, por o
haver abandonado, e noracio para esse cargo o
alferes Joaquim da (Josta Pereira; e bem assim a
Joaquim Ferreira da Costa e Silva para o de co-
brador da. mesina collectona.
Officios :
Ao inspector da thesouraria de fazeuda -
Transmitto a V. S., para os fins convenienles, o
incluso tonno de exame a que se pro .edeu aos
medicauaeutos que se destinam a phanUatia do
presiJk) de Fo.uando do iNoronha, Oe confinni-
dadc com o que sohcitoa em sou oflkio de 29 de
ag-isto ultimo sob n. 42 serie .
Ao mesmo. CoastauJo de aviso do ministe-
rio da guerra, de 23 de agosto ultimo, ier-se iia-
qtiella data, em salisfacau a> que exige a cuutado-
ria dessa thesouraria no parecer a que se refere
a sua rnforrnacao dc 6 do citado mez sob n. 76S
serie D, sulicitado do da hzenda a expedicao de or-
dem no seuttdo dc ser auaullado o credito de........
1:212*670, euncedido pela ordem da thesouro n.
114 de 23 de junho proximo findo, por conta do 8
14Obras tnititarcs do exercicio de 1871-1873.
para a obra do encanainetfo em frcnte do quar-
lel da Wdedade, e aberto pati essa fim um outro
credito de igurtl importancia a contar do exercicio
corrente, aniorlsei nesta dita o contracto com
Justtuu.Josu de Souza Campas para execucao da
mencioftada obra pela qoanth do 1:121*230. 0
que communico a V. S. para seu connecimento.
Ad mesmi.-Cuinmunicaado-ine o baiau.da
Soledade, vice-consm da Italia.'cm officio de 29 de
29 de agosto ultimo haver nessi data, de volta de
sua viaj?ni a corte do imperio, reassumido o ex-
excicio das respectivas (ancoooJ consulares ; as-
sim o declaro a V. S. para o fazer ronstar ao ins-
pector da ajftiudega.
Ao Inspector da thesouraria provincial.Pro
videneie V. S. no sentido de ser |igo, a vista da
inclusa conta a quantia do BJT730, despondida du-
rante o ma de julh > ultimo, com o foruicimento
de luz e a*ua at quirtel do destacamento do ter-
mo de ljuarassd eoiiforma solicitou o Dr. chefe de
policia cut officio do honlem soil n. 1332.
ao mesmo. Em additaiuonto ao officio
Ao commandante saperlor de Nazareth. -O
, a PresiJ|Jnte da provincia manda declarar
a v. S., para os devidos fias, que por portaria
desta data foi noraeado affefes da 1" companhia
do batalhao 19 da guarda national deste inumci
pio o gaarda Estanislao Gomes do Abreu Mello
de confonnidade com a proposta que veio annsxa
ao seu officio de 23 do mez proximo passado.
- Ao juiz de direito interino do Rio Formoso.
- 0 Exm Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recehimento do officio de V. S., de 16 do
do mez proximo passado, em. que participa ter
nessa data reassamido o exercicio do cargo de
promotor publico dessa comarea o baeharnl Ma-
noel Joaquim Ferreira Esteres Junior.
3.' uedto.
Officio :
Basta de (focussao esterif, vamos- a acciio au^*
em sido e ha de por forfa ser proveitesa.
Linerto o esftdo da accao do direilo ec:lia
tiro ou canonico, toda a luta enfre a igreja eoes
lado vai cessar. Para que diswrtirmos. catliolicos,
os diiginas da igrb,a-? D'uma diseasslo so suffre
a religiao em que nascemos. Oestado da ai base*
da orgamsacao da lamilia, que t- uma iosiituirao
civif prnduzindo iguaes direitos .-cm indagar.qual
a religiao jae professam os memtTos a eada
um flea Kvre era sua consetencla precarar santi-
ficar a uoiloperante o altar de sea culto
sua fe
e de
.. ~ 4'' lu'i,ect"r *a thesouraria provincial.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., para s=a conhecimento e fins conveai-
entes, que nesta data aeaba de exonerar Diogo-
Jose da Costa do cargo d* escrivao da collectoria
d.) municipio ".Me |8ezerios, por o haver aban
donado, e noineon para esse- cargo o alferes Joa-
quim da Costa Pereira;. e bem assim a J. Ferreira
da C)sta e Silva para o de coabralor ;da mesma
collectoria
Ao capitao do porto. Communicando-me
o vice-consul da Italia, barao da Soledade, em of-
ficio de 29 de agosto ultimo, haver, de volta dc
sua viagem a cdTtc, rcassumilo naquella data o
exercicio das respectivas ranccoes consulares; as-
sim o declaro a V. S. para seu conhecimento.
Ao- cngenheiro das obras niilitares. Ao
seu officio de 22 do julho ultimo n-sponlo aulo-
risando-o a contractar a canalisacao para esgoto
das aguas do quartel da Soleda le co n Justine Jo-
se de Souza Campos pela quantia de 1:121*250,
a que ficou reduzido o orcamenta dessa obra,
de acordo com n que propoe Vmc. no dito offi-
cio, visto ser o dito Campos, eutre os pro.oonentes,
o que melhores vantagens oftVrece a fazenda.
Ao vice .consul da Italia. Pelo nffieio que
na data de 29 de agosto ultimo sob n. 153, me di-
rigio o Sr. bar&n da Soledade, vice consul da Ita-
lia nesta provincia, fico inteirado de-haver o mes-
mo Sr. vice consul, de v.dta de sua viagem ao sul
do imperio, reassumido uaquelle dia o exercicio
das respectivas funccoes consulares, do que passo
a dar seieucia as estates competentes.
Com estc motivo rencvo ao Sr. vice consul da
Italia as segurancas de minha perfeita estima e
distincta consideracao.
2.' seccao.
Actos:
0 presidente da provincia.. uttetidendo a pro
posta do tenente corone! commandante do bata-
lhao n 19 de iofantaria da guarda nacional do
municip o de azareth, e lendo em vista o officio
do commandante superior respectivo de 23 da
mez proximo passado, resslve, de confonnidade
com o disposto no art. 48 da lei n. 602 de 19 de
setembro de 1850, nomear alferes da 4* compa-
nhia do dito batabiao, o guarda Estaoislao Gomes
de Abreu Mello.
O presidente da provincia, de conformidade
com o disposto no art. 4 do decreto 4,668 de 5 dc
Janeiro de 1871. resolve conceder a Porlirio Al-
ves da Silva a oxoncracac que pede dos officios
de parlidor e distribuidor do termo de Ipojuca.
Officios :
.Ao Dr. chefe dt policia. Communican-
do-me o vice-consul da Italia, barao da Sole-
dade, em officio de i& dc agosto ultimo, hav?r,
de volta de sua viagem a efcrte, reassumido na-
luclia data o exercicio da^ rtspeetivas funccoes
consulares, assim o declirt n X. P. para seu co-
nhecimento.
Circular :
Aos commandautes superiores.-Euvie V. S.
com nrgencia a esta presidencia um mappa dos
cidadilos qualiflcados* na guarda uicional sob o
seu comtnaudo superior, por parocllWis e com'dis-
tinccao do idade, de conformidade com o. modelo
junto.
Offlcios :
Ao juiz de direilo de Pal mares. Envio a
Vmc a peticao junta de Benjan in Ismael Alves
Sautos, que prelende a serventia vitalieia do of-
ficios del.* tabelliao e mais ahuexos do termo de
Barreiros, para que venlia com as de toJos os pre
teodeules, deviiamente inf >rmadas.
Aoju'z do direito de Cabrotio.- Infonne Vmc.
QMH nrgencia sobre oque tnuam os papeis junlos,
qui devolvera, ouvindc antes o 1." supp'ento do
juiz municipal era exercicio, a quern alludem os
ditos papeis. .
b* Ao juiz municipal dc Ipojuca.Por portaria
desta data cracedi a Protirio Alves da Silvia exo-
neracao que pedio, da serveutia dos officios de
partiJor e- distribuidor desse tormo, conviudo qua
punha cm concorso, de conformidade co-.n a-loi,
a dita serventia.
Ao juiz de paz de Gravata, Manoel Tnomaz
de Albuquerque. Em resposta ao officie de Vmc,
dc 26 do mez proximo passado, team a dizor Uie
' que deve mandar mus offlcios petos offlciaes de
desta presflencia, de 27 dd'agasto ultimo, tenho a
dizer a V. S. que mande abouar 2 mezes de veu-
uimentos a 1 official cX pracas em Bezerros ebam
assim 2 ditos a am official em Itambe a contar do
l deste mez a 31 do outubro.
Ao rfletoi* 'Ao fornecedor Joao Neponwceno
de Soua, ou a $cn procgrador, mande V. S. pa-
L'r, a Wik das relxcoes e c intiis junta que me
remetipl.iOr. clivlo do policia coin officio le lion
torn djRyido sob n. 1631, a quantia do 1^3*600, Cm
Sie Ir.ipoTtarara as daspezas feitas no.- mozes de
afo e)uf!wfcsfc anno cbm'o fmirbnty dos prfej
pobres da'cudcia do termo do Baique.
Ao mesmo. -A' vista do ccrtilieado annexo
aolnduso requerimento, mande V. S. pagar a Ma-
noel Autonio Teixeira, a quautia do 7:512*730
proveuiente da 8." prestaeao do contracto da obra
do edilicio da eseola modelo, como se v6 do men-
cionado certilicado.
Ao mesmo. -Attendendo ao que expoz a mesa
regedora da irinanda Jo de Nossa Seahora do 0' de
Ipojuca no incluso requerimento, a que allude sua
informacao de 30 de agosto ultimo sob n 372, au-
toriso V, S. a mandar entregarao supplicants, me-
diante fianca o benelicio da hteria concedida a
favor das obras da respectiva igreja.
Ao mesmo. -Tomando em consideracao o
3ue expendeu o major Antonio Pinheiro de Men-
onca, thesoureiro nomoado para a reparticao das
obras publicas, no incluso re pierimento a que se
refere sua informacao de 29 do agosto ultimo sob
n. 366, autoriso V. S. a aeceitar o processo de ha-
bilitacao anncx.o aa mesmo requerimento para a
prestacao di fianca do supplrcante, alim do poder
elle enirir uo exercicio do respectivo cargo e inde
pedcnteinente de especialisacio. visto que a dis-
pensa o art 36 da lei n. 994 do 13 dc jrlnho de
mi.
4.' seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Carlos Adolpho Avellar Alchorne,
professor de lingua ingleza no curso de prepara-
tonos annexo a Faculdade de Direito desta ;ida-
de, resolve conceder-llio dms mezes, de licenca
com vencimenlos na forma da lei, para tratar de
sua saiide ondc lhe convier.
Portaria :
A' lllma. eamara municipal do Recife.
Remetto a lllma. eamara municipal do Recife o
incluso officio por copia, do Exm. e Rvm. bispo
diocesano, em resposta ao que dirigio a esla pre-
sidencia em data de 20 do mez 1'rado.
A eamara municipal de Olin la. Remetto a
eamara municipal de Olnda dous exemplares
impresses do regulamento de 12 do agosto lindo,
para o servipo do abaslecimento d'agui notavel
e da ill imma.ao a gaz nessa cidade.
, 5* seccao.
Officio :
Aoengenheiio chefe da reparticao das ooras
publicaaEinilta Vine, seu parecer sobre a placta
juuta il# p Me que to u ie ser consiruila entre
S. Anairo o o bairro do Recife, d*onde deve par-
tir a estfada de ferro do Recife a Limoeiro, da
qual c coDcessionario o Barao da Soledade.
Purtarias :
0 Sr. gerente da compa'ibia pernambucana
mande transportar ao presidio de Fernando de
Noronha, por conta do ministerio da guerra, no
vapor Giquid, os soldaios do 9 bataltiao de in
fanlaiaa, cons;anlos da relacao junta, os quaes
vio alii destacar. Relacao a que se refere i por-
taria supra : Antonio Vieira da Silva, Daniel Fer-
nandes dos Sautos, Jose Rrancisco Lopes, Jo-e
Silvostre de Souza Junior, Jose Cameilo da Silva,
Jose Gomes dos Santos, Jose Machadu de Lyra,
Manoel Joaquim Sergio, Manoel Joauuim Fernan
des, Paulo Carlos dos Sautos, Vicente Soares
Barboza.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
faca recelier e transpertar ao presiJiu de Fer-
nando d Noronha no vapor Giquid, por conta do
ministerio da justica, o senteneiado Jo-c Ferreira
da Silva Cbaves, e bem assim dnas pracas do c\ de policia, que o vao e>coliaudo.
EXl'ENENTE DO SSCRETABIsi.
1.'seccao
Officio :
*- Ao brigadeiro comman lante das anm>.-
Mauda o Exm. Sr. presidente da provincia do-
olarar a V. Exc, em respoata ao seu officio desta
Jala sob a. 883, quo ficam cxpedidas as conve-
jieales ordeps para scren tiansportados ao pre-
sidio de Fernaudo de Noronha, no vapor Giquid,
os 11 soldados constantes da relacao aaoexa ao
ciudo officio.
J.'.-1 seccA-K
Officios :
Ao Dr. chefo de policia. 0. Exm. Sr. pfeei-
dealt da provincia manda oommnniear a V. S.
que a thesouraria provincial fai nesta data auto
riiuda a pagar as despezas de qua tratamos seas.
offlcios de bontem sobn*. loll, e 1533
DKSI'ACHOS D.\ PKt.StftCNCrA IjU 11 Dt NUVEUIRO
v DE 1W3.
Abaixo assignados, commerciantes e residentes
na villa de Ganielleira.Inf)rme a eamara muni-
cipal de Seriiihaem.
Alexandriaa da Rocha Granja. Informc o Sr.
commandante do corpo do policia.
Antonio Ferreira dc Araujo. Aguardc o sap-
plicanle ainspecrao.
Epiphaoia Caetana Guctles.-iudeferilo, a vista
da informacao.
Teaente Fabriciano Napoteao do Rego Barros. -
Passe-sc portaria .evneedendo a prorogacao pe-
dida.
Firmiano Jose Rodngues Ferreira Junior.In-
formc o Sr. inspector da thesouraria de fazunda.
Firmino Candido de Figueiredo.-Ao Sr. com-
mandante superior da ga#fda nicional do munici-
pio do Recife para informar sobre o que requcr o
supplicante.
Joao Francisco de Am&rim Lima.Dinja-seo
supplicante ao Sr. director da reparticao das obras
publicas.
Jose Almeida de Souza Costa. Moraio o Sr.
inspector da thesouraria dt fhzenda.
Ilacharcl J'isc Francisco de Goes Cavalcanli.
Passc-se portaria na forma requcrida.
Joao Tneotonio Perejrs da Costa.Informc o Sr.
Dr. director gcril da instruci) nublica.
Maria Joaquina do E^prrito Santo. Concedo o
praso dc oito dias.
Maria Isabel de Mello Moura.Passe-sc portaria
conccdendo trinta dias de prorogacao, a eontar de
14 do corrente.
Manoel Jeronymo Barreiros Range!.Deferido
com officio desta data dirigido ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Manoel Felippo do Monte. -Indeferido.
Dr. Praxedes Gomes de Souza Pitanga.Iufor-
no cv in.ipMt.>r tin f5es umr* a fiiunda.
' Secretaria da presidencia de Pernambtico, 1
dc novembro de 1873.
Oporteiro,
Silviiio A. Rudrigtic
0 easaroenlo civil, registro civil do nasci
mento e do obito, e a seeulariMcao dos cemrterio-
termina toda a controversia sera sacrifleio de nos-
sas crencas dc caiholieus, sem violeecia iautii
contra os representantes da igreja.
Cotno o registro do nasein*to, e a secolari
saccio dos eenwlwios sao ados file so fei* ndeai
da vonta le do poder execntiv.*, visit) que alguma
c.Da e feita neste sentido em let e so cumpws ter
execucao real immediata, devemos nos oerapar
espeaaimente do casameuio civil, para o i^ue su-
jeito a approvaeio do institato a seguints pro-
posta :
1.* 0 institato dos Advogados, por meio- de
ama commissao de tres de seas membros, forma-
lara am projecto completo de lei sobre o casansen
to civil.
2. Di sou tide e approvado esse projecto, cou
vidara a toda* as classes qaalifieadaa' de cidadio
brasileiros resideotes na capital dc Imperio a sb-
bscreve-lo.
a 3 tonvidaru a aossos cofiegas residentes nas
adtie
pensa-
capitaes das provincias a que proraovam a
sao dos qne c.ncocdarem com o nosso
mento.
t 4. IVdira as faesldades de direilo do imperil
a sua sabia approv-icao.
&." Completo assi... todo o trabalbc,o lastitatt-
dos Advogados, usando do direito de peticao ga-
rantido pela constituicio do im[ erii, o levara ao
conhecimento do poder legislative pedindo que o
convert em lei do estado. o
Posta em discussao e nao haveudo quem peca-
a palavra, o Sr. presidente uomea ama eoiumissao
coinposta dos Srs. Dr. Thcmaz Airee, eonselbeiro
Liberate e Dr. Silva Costa para st oocuparem da
materia indicada.
IKt*larticiE(i da policia.
!.' seccao. Secretaria da policia de Pernambueo,
12 de novembro do 1873.
X 1867. lilm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
|ue foi houtera recolhido a casa de detencao, a or-
dem do subdelegado do Recife, o mantimo inglez
Walter e Vastom, a icquisigao do respective c ra-
CT.
1 Dr. delegado da capital, acaba de communi-
car-me que nesta data reiuetteu ao Dr. juiz de di-
reito do 1 districto criminal o inqu rito policia!
a que procedeu contra,Francisco Antonio Goncal-
ves, pelo crime do ientaliva de roubo praticado na
alfandoga dasta cidade ; e ao do quarto district),
o inquerito que fez contra Hcrmenegildo Luiz da
Silva, por crime de tea tali va de morte.
Deus guardo a V. Exc. -Illra. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digui;si
mo presidente da provincia.-0 chefe de policia,
Antonio Francisco Correia de Arauio.
INTERIOR.
IK in ilt* Janeiro
O CASAMBSTO CIVIL.
Na sossao do laslituto da Ordem dos Advogados
Brasileiros, a 22 de setembro, o Sr. Dr. Tuoinaz
Alves pedio a palavra e leu o scguinte :
t Meus collegas. Uma lula esta travada an
paiz, que pode trazer fataes consequoncias, quer
para a religiao de nossos pais, cujas crencas e tra
dicoes de>emos respeilar e fazer guardar, como
garantia que sao de nossa felicidade eterna, quer
para o estado cujos direitos devemos defender e
zelar, como protectoros que sio da ordem. bem
cstar o seguranca da familia.
t Ao Institute dos Afogados aao e indifferenle
esse estado, ja em mais de uma confereneia se
tem occupado com Ji^nadedicacao desse assumpto,
os horooas do nosso paiz vivem cogitaado aos
meios de afaslar males irremediaveis para nossa
sociedade, a imprensa tem combatido com sabia
eruli^io os excessos, conseqaeocia necossaria da
luta.
t Nao basta. A discussao so com vagar poJe
lirmar a opioiao que vacilla, entre o timoralo es
crupulo de consciencia, e o abuso do cxeesso da
liberdade. Appellar para o imperio dc leis, que
garautiram outr'ora o estado da iavasao do poder
ecclesiastico, e consequencia logica da falta da
existeucia de uina religiao de estado, com o placet
do poder executive, e nao ha nega lo ; mas em
duvida que essas leis na i se harlnoni^am com o
eipirito de nossas ui-Uluiies politicas, sc e que
nao sao contradictorias.
a Acreditaraos mesmo que em vez de beneficio
prestado outr'ora a monarchia iuzilaua, produza
eutre no- martyrios alimentadoies do uma fe cega
e fanatica.
c D'ahi nasco o estado de hesitacao cam ganho
de causa para o orgulho e arr gaacia do poder
eculcsiaslico, com abalimeatu e desprestigio para
o poder civil.
< No entanto cumpre reagir, e reagir imii toda
a energia.
i Em quanto a igrej i catholica prucora se for-
talecor por meios de associagoes, para combater
o erro e a heresia, cumpre ao estado lespeiiaado
i missao de consciencia dos fiefs, tracar-lhe. o
Haute de accio, para que nao uUrapasscoa as
raias do foro intcrno e nao queirain jue o direito
canonico soja o uuico creador de direilo e obn-
gac5e para a sociedade civil.
a O Institute dos Advojados dbVe-scpor a frcute
dessa cruzada, envidar todo> os seusesforcos para
que o Estado se liberte em suas instituicoes civi*
do jugo do direito eccJes astico, intoleranle e me-
quinho, porque desconhece a r.u'.uanidade, e por
tanto doaiinando entre r.os a orgauisaca'i da fa-
milia. impede 0 desaavo!vi;norto -deste grande
paiz, e 4a occasion a wmi etcaadalosos actos de
noss'is dias, reprodzia tiesprezo >ia familia a due.Ms a Iquirid is, fugindo
inteirameate a accau penal Jr. i Myuiola, como
pretend" c ptd-^r ex,*rutivc> era tu5? Bi5tj
Bio, de oulubr* d 199 S
0 MIMSTLRIO E AS IT.OVUCUS.
Depois da longa campaohi parlamtntar a que-
opaizacaba de assistir. ja nao I frivula declama-
cio, ma< dvidenie prova de mal contido despeito o
dizer-se, ahi do lado liberal, que o gabinete presi-
dido pero eminente cidadao viscoxm DjaiaBBAiico
arraata infecunda exisleooU ao emprego de meios
(|ue repognariam a um goveroo coostitucional.
E* de vez recordar que nesse prolongado esta-
dio legulativo, em que o parlamento via repreaeu
tados os dillerentes matizes da opiniae, ficou irrecu-
savelmente prsJvada a influencia parlamentar do
gabinete 7 de Marco'.' Nao scsabeque successivas
iiunifestacCes, qual mais prouuucisd*, indicaram
3, p.-co c",h',na,t- nrt.......'^i..,!^ ftp r^iitto" --
como o meio de traduzir em actos fodas as gene-
rosas intencoes e nobrcs intuilos que lhe Inspira
uma polilica tolerante, justiceira, einprehendelora
e mais preoccupaua do bem publico en. todos os
sous modes de ser que do incenfessr.vi.is'interesses
de grupos o corrllhos ?
Quantos acompanham corn r.!guma attencjio o
curso dos acontecimentos politic;-, terao prisentes
ao espirito as circumstancias era qne encerroa-
sc a scssiio parlamentar de 1S73.
Apoiado por incontestada maioria.nas duas casa
do parlamento, era quo se. sentifa ceroado de reso
lutas dedicates, assim por parte de veneraveis
caracteres c noraes caros ao parlito censervador
como de ama illustre pleiadc de jcvens talentos, (v.
gabineto nao sc re:usara a uma so das provas
que Ihe podiam ser exigidas no tsrreno constitu
ci'tnal.
Successivas mocSes tinham detenr.iaado outras
tantas mostras dessa ininterrupta coafianca que e>
indispensavel condicao da existeccia para um go-
verno do nosso systems.
N'cnhuma madida iniciada p&lo gabinete dei
xara de tor por si a grande maieria das duas ca-
sas do parlamento.
Se alguma suscitou o reparc de amigos, toais
em razaeo da forma que da ides, uma honrosa co
herencia os induzio a sacrificar opinio.es iodi-
viduaes aos elevados designios da politic'a minis-
terial.
Assim e que nenhurn go verno deste paiz podera
dizcr-se governc parlamentar a melhor direito qau
o gaoinete 7 de marco.
Tal era a situacao ao enccrrar-se o pericdo le
gislativo.
Mudou em alguma cousa esta situacao cos dias
que se seguiram ao encerramento ?
Essa politica realisada cas provincias, que tao
amargas reflexoes motivou hoje ao crgac do par-
tido liberal, recebeu ella em menos de dous mezes
differente direccao e tao profanda que ja ao minis-
terio cheguem cada dia desoladoras noucias da
falta do apoio do partido quo represent* no
poder f
Nao ha mais estranha e vi preoecupacao.
0 louvavel escrupulo com que andou o goveroo
imperial na escolha dos seus delegados nas pro
vincias esta de um certo modo reconheeido pelos
proprios a Iversarios. A administra;ao do Sr Sir
vino da Cunha no Maranbao, a do Sr. Teixeira de-
Cathanna e a do Sr. Joao Thome nc Espirito San-
to oncerrarani-se entre palavras de justica do par
tide liberal. I'm so facto nao foi ao menos arti
culado que deixasse suspeitada a imparciatidade
severa que distinguio as indicadas .administrajoes.
Xao e impassive! que ellas houwssem contrariado-
um certo numero de pretencSes menos juslifleadas
de amigos e inunigos; mas minguera dita que
a missao do administrador e dar razaoa interesses.
de partido.
Muito de industrla nao no icferimos a admj-
aistra^oes que vao soado continu^Jas, senaaa
pleao coalento dos adversaries, pels menos cum a
raauifesla toleran:ia de seus orgaes da impunsa,
c mercceudo-Ihcs mats de uma vtj bonross ho
mfnagens a rectidao e iraparcialidade das vista*
admioistrativas.
Mais preoccupada de promover o deaauvolvi-
mentc intellectual e material das provincias que
de fortifica: c amparar pretencoes de nalureza po-
litica. a adminislracao das provincias em neunri-
ma parte dc imperio revelou a iutcnoSo de repC*
uma influenoia sobre diestrocos de outra ou. de
crear prependorancias a custo de elemeul04 ofli-
ciaes.
t,' uma verdadc esta que uto ha pdr em du-
vida.
As nitexoes hoje produziJa* pela Bfforna, so
bre cslf assumpto destOam inteirameute da lirao
dos factos; contraduz6m-nos manifestamentc
Nihd ncs faremcs cargo de responder is vagas
affinna^ss do crga-a liberal que teve o bom seuso
de lhes d*suoar o lugar rese-vado a publicacies
aii-ayraas. Isto re vela bem qun nenuitm dos jo
vens redactors lomaria a si, e com a sua respon-
sahilidade a ddscoberto, um tal acervo de fuisas

liara vez se teri cwu &ffnito accutnulado tao in-
justos e temeraries juizos.
DesJe a adioioislracau do Para, coafiada ao seio
da Sr. Domiujues d Cunha, ate a do Paraaa em
qu^ o Sr. Frederfco Abraachcs reajisa uma f(<'
v-
V
ft,
*-M


Jt.'

-
*
51


rtiJ3ttffrtt*0Pernaiiibuco

Quiiiia feira 13 de Novembro de 187S.
3F=
ftaarada, toterante e nimiameata itu&aira, par
Wda p.iM vi.) a Reform i u u iavartSvWphri> al-
aftaistrativa a^eajacar latlueacias, quebrauuu 1"
am** on pr,ivi>itn;i}o outra*, a (5 ir alii danjo os
tractos naturaes *J uma politica egolstica c des-
A intelligent* ^iainistracao da rica provjncia
o Para parece a Reform* desde ja volada a Tran
4a opposic-io da illmtru dHputagaj^aia-mse. Nao
cam outra fmte, nMnoiiiaait > d or
etorres|>ond -nciaa Bjistis ao presidente
cemecam a ser publica las no Otui1)
O que, ealrelanto, so sabe e .pi
libeWT. as
l Pa* que
[Rio.
depUtagiio
paraenso acomoaabnu o eabinele com uma rare
dedicagao duraafa- todo o period,) legislativ... ,.
leguramenln o nj>.faria se a rai-sao eoafuda ao
presidente ,1 > Pari-se inspirasse no iiansameato ,1:
ii:ninuir a justa InfluencFa-d >s chefos cooserval i
res naquefi amviaeia.
Siagiilanafp>>di4MfcJ'aa Reformat N"n potau-
** articular Panda las queixas contra a adinnwtra*
cao das provincias ein nome de direitos cooCulca-
do, de oppresses o violencias de qulquer natu
reza, tonla expl>rar a mina dos resentimentos pes-
soaas. dos iiequenos, desgosios, da* poqueniaa* con-
trariodaJfs que um outre amigo do gabinete
deixo entre ver. E e e ho uiu tal processo qua a
Reforma iulga servir a causa do partido liberal
Ella nao se inqoieta uem razao teria de inquuie-
tar se com o destine reservado aos seas ainigos
sub a administragAo dos .1 legadis do g-iverno im-
perial. Rlla sab-; quanta estis administragdes se
tern distinguido por bem entendida toterancia,
nislo apartando-se das conhecidai normas de quo
bu* couservadores podemos por dolorosa expe-
rienela af.-rir o valor.
Tranquilia sobre este ponto, a Reforma acode-se
aintriga e a insidia como os meios do lancar divi-
sao e d> sharmooia nas lilas consesvadoras. Que
salicito inurese |ho esiao a inspirar os eonserva
Jjres do P.ira, do Maranhao, de Ala^oas, da Baliia,
9 Pern mbueo e de S. Paulo I
Mais zelasa da inlluencia das dputacoes do
aorio quo o Sr. Gomes do Castro, o illustre aiara-
nhrnse a cujos meritos o oraao liberal teve mais
de uma occasiao do fozer justiga, eis quo a Refor-
ma Ibe aaribiu um curioso piano de substitair a
essa Jegitima inlluencia a influencia pernamuuea-
na, uma verdadeua pliantasia do eerebro onfer-
mo.
A inflaencia pernambucana Mas qua l'aetis
autarisam lao ridicula suspeita com que evideite-
metite.se tenta tirnaroJioso o none do illustre
ministry pernambucano em quern o partilo con-
servador ve rom justa razao um de seusoroamen-
tas-aopaU um dos mais activos a intelligetites
obieiros do seu proyres*) T
Qiiates sao as trafas politicas poslas em ae.to peln
illu-lralo Sr. eonsellieiro Correia do wliveira para
subardinar a in/lnencia pernambuennn a influen
i'ia provincial de qaalquer outra circurascripcao
do imperio f
E* pon'eBtura a filhes de Pernambuco que e3ta
.^oaiiada a adminisira.ao do Amazonas, do Para,
do Marauhao, do Piauliy, da Parahyba, de Alngoas,
d-3 Bspirito Santo, da liabia ?
Silvo o S.-. Tdixeira de Sa, nomeado presidente
toOearae ti Sr. Lufeoa que preside Pernambuco,
que oalro pernambucano occupa neste momenta
um lugar na adminislracao .'
' que a I'ernainbiico faltam illnstra^fies, ospi-
i itos unpiMirfll e nobres caraetsres !
Se 'iada sen a mais iujusto que essa ndiosa pre
pouderaneia souhada polo orgilo liberal, nenhuma
raiao de ordem polilica ou de urdern social acon-
selUariaoania^'otiismode interes jwitiisus.
.\,io iia uma polUi--a do norte e uma politica do
sul.
Se Pernambuco lea neste momento um illasire
rejiresentanle nos cmselbos da coroa, nenlmm ]
facto deixa eatrever que se lente na alta adminis-
ir.igaicresr entre o norte o sal qaalquer sorte de
rivalidade.
Na ) seria mais justo o receio de ver a intluon-
11 de uma proviaek do norte peaar sobre outras,
de in iiieir.i a iuipor-ibes a direccao politica.
Prestar se-lfia a e?te piano um nobre e inde-
pend n!c caracter como o do 3r. Gomes de Cas-
tro ?
Quo proveito Hie pjderia advir dessa complici-
dade que por unieo resaltaio o exporia aos olhos
Ia snh prorinoia o do paiz como docil instrumenlo
de alheias naixocs ?
Keferindo-so a situajao politica de Pernambuco,
a Rrforma phantasiou rivalidadcs que. Jpnmeira
v-a -ao deauncindas da imprensa
Na pugna ardente que neste monnnto sc peleja
na imprens i pornarabucana, ninguem se avisara
ainda doseobrir o mysterioso piano de g'upos po-
liticos tpie tuntem, congraeando-sc, diminuir a
justa inlluencia e mereeido prestigio do Sr. coasc-
E' uma intriga sem merecimento a que por este
uiojo sem.-ia a Reforma
0 pirtidi conse.-vador de Pernambuco ve com
azao no Sr. con^elheiro Correia de Oliveira um
politic**) gakiMta > *m+\*+r*m**\
de ttidi ni amor do p^resso moral e material
do pau sem perder & vista ais legiumo* interesses
tVi parHoo quo o mantem no podjr.
0 home do honrado viscohob do no BtuNQjj
como ode cada umtlos metnbros do gibihete de
7 de mat^o c efflcaa garan!ia de que a politica tin
alta admiaistracao sera no futnro o que foi no
passado : -activa, labyriosa, toleranle e epar-
O cid.-idie que leva a fortana do ligar o -eu na-
me a aconterimentos que Ihe destiuaui d -sdo ja
um tonrftso lugar na historia, naj poderia con-
tribnir para a desirganisaeio de nm grande par-
tiio a que deve em boa parte a sna elevagao.
DIVRLOMPEKNVal.^'i
govenio
elevado represedtarrte de suasid6as olegitimos in-
tcressfs.
Sio ha na jrovineia 'nspirac5e3 occaltas ou
ostOflsivas que toniem nor alvo quobrantar a in-
Jluencia de tun pernambucano que nunca se ser-
vio della para fins inconfessaveis ou menos leac
a reawito Jo< bomens notavete do sua provincia,
aos quies mnreceu sem;>re dedicalo e sincero
apaio,
O Sr. eonfelheiro Correia de Oliveira uao tern
interesses cm Pernambuco que contradigam as do
venerand > Sr. vi com o illustre chefe politico na mais cordeal e
nunca interrompida harmonia de vistas, todo o
paiz sabe que o Sr. conselheiro Correia de Oliveira
encontrau -emprc mvariavel no seu posto do hon
ra ao honrado senador por Pernambuco c, aos
seus amigos, que o sao ao mcjmo tempo do illus-
tre mioistro.
Os representantes de Pernambuco cm ambas as
easas do parlatnento estiveram scrapre ao lado do
nobre mioistro do imperio como amigos dedicados.
Nesta attitude o paiz os vio inalteravelmentc :
grain plienomeno de uma dewutaijao numerosa
euja unanimidade apenas sentiose quebrada por
urn voto 1
Os amigos do Sr. visconde de Camaragibe sao
os araig'is do Sr. conselheiro Correia de Oliveira.
Entre os dous illustres pernambucanos nao ha,
tranquil!ise-se a Reforma, o mais ligeiro raotivo da
desbarmonia.
Nem os Srs. Portella e Drummond formam cir-
rnla a parte ou constituiram se por qualquer mo
do inlonsos a generosa politica de que o Sr. con-
selheiro Correia do Oliveira 6 natural represen-
tante no'gabinete. Distinctoa couservadores como
sao, aqaelli^s illustres pernambocanos nao tenU-.
ram par nenlmm facto romper essa solidarieJade
qae faz a forpi dos partidos politico?. Nomes tao
estimaveis e considerados, nao se colliicariam, co-
mo scisma .i Reform >, a frente de grupos que nao
teriam por ultimo resultado seaio o enfraqueci
mento do partido.
OSr Joaquim Portella, irmao muitacaro ao Sr.
Manoel Portella, nao esteve resolutamente ao lado
desse gabinete que o t ;m com razao distinguido !
?iaeo illustre deputada par Pernambuco dedi-
ejrfo amigo do Sr. conselneiro Correia de Olivei-
ra i
O Sr. Sauza Loao, nra nobre caracter, relacio-
nado intimameijte com o Sr. Portella, nao prraton
ao gafemele o seu valioso e nnnca interrompido
apoia I
Abandone a Reforma estasedica tacrica de ima
ginar difflculdades onde nao as ha.
O nome do Sr. conselheiro Correia do Oliveira
nao e nem pode ser antipathico a nenhum grupo
conserva 1or de Pernamhnco.
_0s inleresses tjae o illustre ministro representa
nil tern nada de pessoal: sSo os legitimos inle-
resses dense grande partido a cujo servico tern
despen lido uma rara somma da etforeos.
No illustre ministro do i.nperio ve" PernaraDueo
nm frfho benemerito que Ihes inspira, por eleva-
des dotes de espirito e de coracao as mais legiti-
mas esperancas.
Nao t mais verosimil o quo aprouve a Reforma
ewrerer com relacao a provincia da Bahia.
0 nobre Sr. barao de Cotegipe, am n >me rico
de prestigio em sua provincia como em todo o
paiz. deu no periadico legislativo irrecusaveis pro-
vas da aalidariedade de vistas politicas que o |i-
gam ao gabinete 7 de marco.
Ifa sub-wtuirao do Sr. Freire de Carvalho pelo
Sr. Cruz Itachatlj, o honrado cliefe conservador
nao viae nets podia vor uma desatten;io a sua
mereeida in.1 leueia quo o gabinete 7 de marco es-
tima ua-levida zraa.
a tao elevado caracter o superior espirito, eo-
mo^ or honrail-j Sr barao de Cotegipe, e ale te-
meramjnlgar que se eonstitua o centra de an-
tipailms qu<3 o-(,*blnete poiles-o ter creado con-
tra si.
fa\>a este* a' m itivos que poderiam influir
a aiim > tao ieal e tao sincero para elevar na
?* v p"'*'"''" oppoiiyi) c-mHrvadora.
M***r*4l'i mai* de espaco a outras ober-
i-aj da Rufntma
J) que Jesde ja Ihe devemos awnir, e que a
RECIFE, 13 DE NOVEMBRO DE 1873.
\oticius do norte Amaniieceu noutein em nosso porto o vapor
brasileiro Parana, tranzenlo datas: Afnazonas
20 de outauro, Para l., Maranhao 5, .eara ^,
Rio Grande 9 e Parahyba 11 da eo. rente. Ejs o
que colliemos de joruaes e carias :
amaz.nas.
0 presidente da provincia wsitara a villadeSer-
pa, afitn do ahi escolher o meltur locaf para a
nova alfandega.
AchaVa-se no exercieio interino de chefe de
policia o juiz do direita da cainarca do Solimae-,
Dr. Euthiquio Carlos de Carvalho Garaa.
Falleceram : o major Aureliano Antonio Dal-
gado, e o at feres Bernardo Serrao da i^astro
0 commanJante das arm as, general Porto-
Carreiro, seguira a visitar a fronteira de Taba-
tinga.
A variola ainda cmtinuava a dizimar a po-
pnlacao, da qual tnorriain 6 a 8 pessoas diaria-
mento na capital.
PARA.
Comegaram as novenas do Nossa Senhora do Na-
zant i, cum a pompa e briliianti-mo do costume. '
Foi nomeado promoter puWioQ de 3antar6m,
o baehirel Manuel Jose Je Oliveira .Miranda.
A alfandega reddeu de 1 a Tl de outubra
:132:2J730 3.
Em Cameta decresciam extraordinariamente
a variola e as febres intermitentes.
MAltAMilo.
Melhorava o estado sanitario da capital sendo
poucos e f.-acos os cases dc bert-beri.
0 processo Ponies Visguoiro continuava ten
doo promotor da justiga dado a seguinte promo-
;ao :
c Eulendo que Amancio Jose da Paixlo Coa-
rense, Gailiieriuiuo de Sauza Bjrges tenente Aii-
tonio Feliciana Peralles Faleaa a o preto liberto
Luiz, que requciro seja transferido para a cadeia
publict desla capital, devem ser prouunciados :
o primeiro como incurso nas penas do art. 192 do
cod. crirn., o segundo, terceiro e quart > como in-
cursos nas penas deste mesma aitigo. corabinado
coin o art. 35 do mesmo codigo, deixanda para
occasiao competente expeader as raaoes em que
baseia esia iiiinba opiniiia.
Quanta ao preto Luiz, cm particular, eolhe-se
das ultimas declarators que fez, que elle teve co-
nhecini.nt) anterior do crime que se ia praticar ;
que ao mesmo tempo love prouiessa de sou ex se-
ulior de ser alforriado ; que no dia 11 de agasto
ulliuio acluva-se a porta da casa de seu ex-seniior
e dissc nao se achar em casa, as tras horas desse
dia quando se prova que o mesmo seu exseuhor
sahio as quatra e meia,-a Tbereza de Jesus La-
cerda, que o foi pracurar a essa*.horas, fallando
ao mesmo Luiz, e este o conlirma,do desappaie-
cimento de Maria da Cojaceicao, alias Ma ia Jose
do Carvalho, da qual elle disse, sabia, eonferme
as recommendacoes reeebidas de seu exseuhor;
c que alinal elTectivameati Ihe foi cancedida a
liberdade, sem ter preslada outra set vi;o a nao
ser a de uao dasca&rfr o crime, que com elTeito
ajudju a <>c<;ultar, -enterrando a ctixao cm que
estava o cadaver de Maria.
a llequeiro quo sejam acareadas as tostemuuhas
Theieza de iosus Lacerda e Anna Rosa Percira,
a re-peite da hora cm que foram na noite de
<[uinta-fe ra 11 de agosto deste anno, posUr-so a
porta da casa fionteira a em que morau o des-
embargador Visgueiro, as teslemunhas Antonio
Jote Martins de Carvalho e Buaveutura Ribeiro de
Andrade, a respcito do dia em que o ultimo re-
metteu ao primeiro, por ordem do desctubargador
Visgaeiro, o caixau de madeira para ser por elle
torrado do ziuco. Raqueiro tainbem d ligoneias
identicas a estas, que me teuham escapade na
leiiura q-ie &z destes atiios nos poucos dias em
que me estiveram com vista, o que por certo se
ra supprido pelas luzes do digno juiz iuc Um de
juig> ujsie processo.
Requeiro fmalmente que se junte a estes au-
t03os -'i documeutos que osaconpanliavam. >
No dia 30 de outubro foram pelo juizo crimi-
nal do 3.* distneto pronunciados nas penas do art.
192 da cod. criin. couibinado com o art. 35, Aman-
cio Jose da Paixao Cearonse e Guilhermino de
Souza Borges, e absolvidas os indiciados tenente
Antonio Feliciano Peralles Falcao e o liberto Luiz.
Lemos no Diario do Maranhao:
0 estado dos cofres desla reparticao cintiaua
pouco animador.
A reccita uao da para satisfazer os grandes
compromissos da provincia.
a Em virtude da representacao que fez a com-
missao da praca da commercio, sobre o inodo por-
que se procedem os despachos de generos impor-
tados do interior da provincia, resolveu a presi-
deucia nomear uma commissao composta des ne-
gociantes Jose Joaquim Pereira dos Santos, Anto-
nio Jose Pereira Rego, edo I." escripturario do
thesouro Juao Francisco Gomes Belforte aflm de
propor Ihe as medidas convenientes a facilitar
aquelle servico.
j Foi prccoce o inverno este anno ; desde se-
tembro que de vez em quando teraos chavas, e
algumas precedidas de fortes trovoadas ; no in-
terior tern sido ellas inmto intonsas, o que dara
em resultado pessima calheita, por isso que nao
havera occa>iao para a derruba e plantacao, e
bom tempo para sazonar os fructos peudentes.
< Deus se amercie do nos.
o Foi nomeada uma commissao composta dos
Srs. Antonio Augusto Rodngues, coronel Jose
Antonio de Oliveira, Capitao Antonio Luiz Soares,
e do alferes Jose Joaquim dos Santos para enear-
regar se da coastruccao do predio destinado para
a esccla do sex1* ma.-culino da .-ilia do Arary no
terrene doado para esse flm, pelo ultimo d'aquel-
les cidadios.
Continua em anJamento as que se estao cons-
truindo para as de ta capital.
Por iutermedio do Dr. Cesar Marques foi of-
ifereculo para as obras da fregaezia de Nossa Se-
nhora da Victoria, tintas e oleo de linhaca no va-
lor de 2005, ou essa quantia em dinheiro, que
obteve de um seu amigo.
Felizmente, depois da, ha tantas annos, ter
soffrilo a populacao desta capital um extraordi-
nario accreschno no preco da came verde, com-
Jrando-a a 180 e 200 rs. a libra, e aclualmente a
40 rs. o kilegrammo, res.lveram os Srs. mar-
chantes que do 1." deste mez em dianto fosse este
genero, o primeiro de alimentaeao publici, vendi-
do a 360 rs. o kilo, em attencao a grande qoanti-
dade de gado qae existe nas soltas. Praza aos
c-eos que assim seja, e que nae tenhamos de pa-
gar muito caro essa geuerosidade.
Ameaqa ruina o antigo e sumptuoso templo
da cathedral. 0 forro da capella-mftr comeca a
desabar.
0 Sr. governador do bispad* reqaisitoa do ge-
verno da provincia as precisas providencias, a
esie mandau profieder aos necessarios exames e
orcar as despezas precisas.
Foram capturados no termo da Chapadinha
pelo capitao de policia Viriato Ferreira de Sauza,
>s crimuiasos Manuel Bedto, conhecida por benti-
nho de Nossa Senhora e Manoel 'denies da Silva,
pronunciados, aquelle por crime de tres raortes no
termo da Uniao, no Piauhy, e este por igual crime
na Vargem Grande desta provineia.
a Foi pr.-so na barra do Cururupd um do3 ma-
rinheiros Jo vapor Gvntpy, de name Isaac, Blachett,
por ter qriebrado o braeo de seu companherro An-
tonio Jeronvmi Portella.
No dia *l as $ haras da tirde, em pre^enci
do Sr. presidente da provincia, teve lugar a ins
lallacao da bibliotheca militar, em uma das sal as
do quartel do Campo de 0 triqne. e cujo tmHhora-
mento deve-se ao iucansavel major Joao Luiz Ta-
vares, actual commandantointenuo do 5 bataliiai
de iufantaria.
No acto da inrtallacao a qao as=istiram mui-
tos earalhetros e senharas, recitaram discursos os
Srs. major Tavares, capitao Cslope e o tenente
Baima. >
No dia t reunio se o collegia eleitoral do pri-
meiro districto des a capital, elegendo deputa-
dos :
t Dr. AlfreJo da Cnha Martin^. Dr. Candid i
Vieira Chavi'S, capitao Csssmir > Dia* Vieira, Or.
Emiliano Joe R'Jrigucs, major Jaiqnim Piato
SaUanha, Dr. Jose Francisco de Yiveiros, tenente-
caronel Mircelino'Gongalves Machadii,
I xaudre Calarcs Horcira Junior, tenpitte
Francisco Pihii uo Prado. coronet lgiiS(
4e Vtvbirus, Dr. Fgnacia Vieira da Sil^|
Joaquim lia u is Villar, capitao J i.aa'
K\verl::.i. inij ir Jttao da Malta noraes It i
tao l Do dia 16 a 31 de outubro sepullaram-se 37
cadavwes.
f utreMtes nota
de Carvalho, D. Rita
za do MiMicSo.
A praca do com#ien
imperial a SBguinte :-tiopli
Senhor I 0 contraw, que o govew dajftsa
inagestadc itu;>erial oolebrau com a e .;^)anJfcBk
Ifijrajfk Construction ar*l Maintenance para o li n
de parse mi com nunroai;a> telto'raplii'.-1 o sul e
a norte do imperio, corfprehendeu tprovin-ria dj
Maranh.li na partilln Jesse benellc
" Era a mesma provincia iligna de semslhante
favor.
f D*a-Iho direito a ell-j ji x> seu inconlesiavel
progresso moral precursor cert.) de todas as gran-
dezas materiaes, ja o seu ns) peqaeno comfflerelo
com a Europa e as jrmctpaes pmcas Hd im-
perio.
Aconleceu> parem, que aireferida coiiyanhia.
tr.izendo o cibo do Pernarhbaco o levou para ff
Para sem tocar nesta pr-jviucia, que e poato inter-
medi, e por ls?o Jevia ser logo ngado ao primeiro
. Dm-
)is de aisim ter percot \^fMf%nflW\ Troce ao cpnlecimento de um norromao crime.
a, f.ii oncmtraJo Paova, qu^armado do faeao
ospingarda voluva da c'a-;a. Perseguido p.dos
las par dontro do mffll, dt^-ois de miito
Tar, entregau se a pri>ao.
t Dahi regrcssaram duas pra^-as com o guia, tra-
zendo para esta cidade o chminosa Pacova : o
resto da forca seguio para a residencia dj Beuti
ia da Nossa Sun io(a>onde ehegir.im em am dia
fa i^Hk e n i' em- nitraram e ^m N^^Kitado ii: ittim na casa alguns sajdal is
ob^HcQes, e cipc> segairam por um estrei
to oaminha para a roca dicrfmiuaso Esta logo
^ue avistot} a esculta, que a avail) proxi
ma, mil teve tempo de Jar 'dou* gr.andes pulo, e
veudo-fcrdido, p.Js nao (he era mais p issivel
fugir, nem u, ria-se dizenda -a Imiri
.pie eu seja preso par cmw menin ><. quanda setn-
pre rejRLi maiores eseoltas edellas sempro fugi
Conta Haniiel Benfli<|ae s6 foi preso uma vez,
ista e, no tempo ein que aqui era juiz municipal e
dele,;.iJo da policia o Dr. Joao de Cirvalh > For
fcndas Vieira. mas que fugir a do pode r da eacol
ta ; p irea ere nas que p >r essa vez elle fugio da
cadeia da vitta de Campo-maior, no Piaaby
f ilauodl-0envi, nao otnunte s-r u n malval^,
eomo-lilvez nao lwja segundo, ha q-.iem aiur ne
que eile fugira d^s jrisois da Piau iy, p.ra opda
acaba do ser remettldo m n tada seg'uranca.
E assim, alTectuaram-se as pri.-oes ile dous
as prisoes
crimrnosos, tbnda Causaio admira?lo a da Man .el
daqiielies. iiauUi.
Di-se ainda uma Clrcum3tan6la, que nao arT A I6ja mic%rlea Firnwzi e Uniao II teve
de esperar se. sessao na dia 30 para resolvefte a qual das Orien
AJmorensa ;a noticiaque ^ vapor mpga- te* di R|J deva a loja obeiecer. Segunla iaforr
macao i|ue nis dea pessoa de todo criteria, estive-
ram presentes 8G socios, que assim votaram :
Pelo Orieate Unido 32 votos.
da Livradio. 29
a Deixaram de votar 5.
a NVuiesnH sessa > foi apresentala uma propos
ra asiiignala pur 17 soeiis pripjnli a divisij da
loja.
( 0 aigodao tern resiijajo de 600 a,6V) rois p ir
kilo, aMuear bruto IrOa iJO; fariaha secca ia'iOtl
a S400O, 28 kilis; dita d'agua 3<500a 6^600 idem;
cambfa mglez 23 1/2 a 20 5,^, portugaez 103 a
108 'L, tranoez 363 a 370 fr.
a Durante o mez- de outubro, renderam as re-
particdos flscaes :
Alfandega 187:7023798
TaesoUro provincial 70:713i853
PlAUHT.
Lemos nos jornaes da capital :
t Achautu-se de guarda no palacio da prest-
deneia o soltfado da pnmeira linha Luiz Ignacio,
na naite de 21 de outubro, atreveu-so este a de*
amparar b sou posto' e ir a casa de uma infeliz
de nome Maria Candida, com quern se havia ama-
siado, allm deacabar-lha com'a existencia 1
Dj T.icto assas.smoii a do um modo horroroso,
a ma da Faveira (extrema oriental.da da Gloria)
onde morava aquella rapariga.
t Com a sabre dexJarregou varios golpos sobre
a cabefa de sua victim a, fazendo sa.tar peda^os
ii; crane a e par lira ate os miqlos 1
Consaolado o crime, voltoa para o sea posto,
impassive! hente : e ahi loi preso.
c E' mais uma Maria assassinaJa neste anna !
.Maria Raymuuda, nesta cidade a 20 de fe-
vereiro.
ifari'd da ConceijSo, a 14 do agosto, na capi-
., quanJo
natural que, tendo a cottjpanhia comeca'da p Ja se
ganJa seccjlo da linha di norte. aoabasse logo es-
ta linha em amhos os seus rathos.
Aqui ninguem sabe au certo a razao desse
procedimento.
Dizem uns que esta cidade esta impossibilita-
da do receber um cabo submarino por nao *pre-
sentar o leito do mar territorial boas canJicSes
para a immer*aa.
e Oatros, parem, suppoe qae o acto da eojapi-
nliia e apenas Illh > da faculdade qae Ihe da o con-
trato (claasula sexta) de acaliar ja, como Ihe pare-
CD melliOT, uma so oafamb+s as secgdes da linha
do norte.
c E' esta a conjectura mais razoavel. que 0 ca30
pode admittir.
u Por um lado nao a crivel que f6 com o'Mara-
nhao se de4 o singular phenomeao de nao uodejr'(or
um cabo submarino.
Por outro tanihem nao se pode pensar que a!|
companhia tenha reconhec;doJ|ue nenhuma vanla-
tagem auferira do estabe'eciiu.'iito do telcgrapha
nesta provincia, e por isso q'uefra padir nes#a par-
te a refir.ua do contrato.
Nao obstinte, poJendo dar-se que o procedi-
mento da companhia seja devido_ao molivo, que
parpce me ins razoavel, a commissao da praca do
commercio desta cidade, fiel interpret3 ijaajnecas-
sidad'is do mesmo, veir suppjicar a Y. VL I. se
digne lomar esta rica e osperancosa provincia sob
sua immediita protcc^ab para se reinoverana quiie^-
quer erabaracos, que a companhia oppoaha a iin-
raersao do cabo, que, segundo o cootrato, deve
ligar esta as provinciaj do Para e Pernambuco.
t Nem so isso, Senhor, a commissio da praga tal do Maran ao.
do MaraohSo, otisa *>licitar c esperar do illustra-
do governo do '. M. I.
< Dec.dido que s:ja quo o cabo ha de tocar
nesa provincia, os abaixo assignados, no seu e no
nome da corpora;.ao. que tem ajhonradere-
presontar, implurata de V. M. I. a especial graca
de intervir para que a companhia lne de o g xo
daquelle be.ielicio dentro do menor prazo, que for
possivel.
V. M I. coicpreaende bem a razao do sar e o
alcance deste podido.
Os povos espc-ram sempre com justa irapa-
ciencia os mellnraaieutos qae se jhes nfonwttam
c a que Jhes Jab diroite as conlicoes da sua exis-
leueia.
E' boje aspu-agio gcral o fazer-se da> Uuinani-
dade uma .-6 famiiia em constantes couununica
c3es comsigo mesmo.
i 0 Maranliij, portanto, co.nparte com todos os
povos este grande desejo, e diUlcilmente se resi-
gnaria a esperar por inuitp tcinpo a fruigao lessa
preciu-a vantagem do prorre3-o.
Nem vai Ssso apenas dlfta questao do curio-
sidade.
t 0 estarem sous pavoa a pac do que se passa
nos outros par meio de quoti liana comniuoicacao
e um palladia, a que se abrigam 'alms .'eresses
commons.
< Assim a prompta inunersao do eabo, ae ha
de vir a esta provincia, por uma part* e d-tsejada
pora o nm da augmentar a sua pr-isperidadc, por
outra para livra la dos prejuizis. a qua esta ex-
posta, ja pela inferioridade da circumstancias, em
que, a vjsta do Para, se offerees ao estrangeiro pa-
ra e commercio e a emigraeao, ja pelo risco, com
que esta designado os seus negacios de alem
mar.
t Uma filln desta capital, apreciando sensa-
tamente a nltima eiicumstancia, que e por cer-
to mtiilo Jigna do attengao disse, ha poucos
dias:
a 0 eomincrcio aproveitaudo a ida do; paquetei
' para o Para, manda oxpetfir d'alli lelogrammas
i para Europa. a
ct Ora, dada a hypothese de que logo apos a sa-
t hida do paqucte.'que levar a ordem para a ox-
pedicao do lelagramma, se reconheca que este
i longe de ser proveitoso a quem o manda, po-
de-Ihe trazer prejuizo, como anoula-lo ?
Este e ontros casos, que se podem mui nat u-
ralinente dar, provam quo assim como esta o
telegrapho, em muitas occasiSes, ha da ser para
ra alguem d*aqui um raal em vez de ser um
o bem.
A' vista do expendido, Senhor, sen Jo, pois,
manifesta a justiea da presento supplica, os ahai-
xo assignados esperam que V. M. I. se ditnara de
toma la na devida consideraeao para o lira de ser
ella benignamenta deferida.E. R. M. Maranhao
22 de outubro de 1873. Jose Joaquim Pereira dos
Santos, presidente. -Antonio Justitiiano de Miran-
da, secretario. Franklin Jansen Serra LimaJ
thesoureiro. Jeronymo Jose Tavares Sobrinbo. -
Luiz Manoel Fernandes. Domingos Ibeotonio
Jorge de Carvalho. -Domings Goncalves da Sil-
.va.
Lemos no Pais:
Escrevea nos de Caxias
a A cab a de realisar-se aqui uma das Jiligencias
mais importantes, qne se tem feito nestes ultimos
iempos.
Por intermedio do ex delegado do Codo, alfe-
res Raymundo Luiz Caliral de Teve, chegou ao
conherimento do Dr. Garvazio Campello, juiz de
direito desta comarca, que nesti termo, no lugar -
Morro agudo -ou Alegre, daqui distaote U leguas,
estava homisiadu Manoel Mendes da silva conhe-
cida parPacova -pronaociado pela morte da Do-
nate Jose Ribeiro, na termo da Vargem Grande.
o Em uma outra diligencia ha tempos feita, nm
soldado de policia do destacameulo daqui, de nome
Anselmo, no lugar Jacai, da Loloia, no termo
da Chapadinha, tiuha esta.it cam o celebre crimi-
aao Manuel Uento, conhecido por Bsntinho de
Nossa Senhora sem tatoar quem este era.
i Manoel Bantu 6 nmcriminoso tal, qae so em
fallar-se Ihe no nunae faz horror. E' do tempo
em quo as questoes se decidiatii a bacamarn.
a Ha quem diga, que ells nao tem raeins de 18
a 20 inartes, oulros qua muito mais; qo enfcinlo
que so esta prununciado no lermo da Uniao, do
Piauhy, pelas mortea de Juvenal Pereira, Francisco
Antuues de Barios a Luiz Aflmso Diniz, teulo fei-
ta as duas p. imeiras em uma sexta-feira santa, na
frene da ig.vja par occasiao Qa uussa I
tiauoel Bantu e da car preta, barbado, tem os
denies da frente lima Jus, com eincoenta tantos
annos de idade, e otho* muito vermallJus. B" con-
tente e fallaute, e quando se Ihe falla nas muitas
martes que tem feito, mostra-se eontrieto e as
vezes ri-se,
a Basta olhar-se para samelhanle homem, para
conhacer-se que e wn grande criminoso.
n Preparadas as coasas. obtido um gata pan a
prisao de Mm MenJes Pacova vistu coma para
a de Manoel Bento tinha o soldado Anselmo, partio
daqui uma esculta de 10 prafas do destacamento
com um otUcial de justiea, no dia 9 do corrente
sendo tuda isto combinaau e preparado com todas
as precaupdes entre o Dr. juiz de direito, a o dele
gado de policia, capita.) Viriato Ferreira 'de Souza
t. E' preeiso dizer qae a residencia de Manoel
Ben to Jista daqui para mais de 20 leguas, assim
como qua tinha-se cerWBa de que elle nao dbrmia
em casa, e por conseguinte era preeiso ser ata-a-
do de dia, e com muija cautela para nao haver
alguma desgraca, o qae era mais que provavel, se
o criminoso, sendo oncontrado, podesse nsar das
araias. qae elle^uiiaTa largava.
< Caegada a esenlti em o Ingar da reeidenoia
da enminaw Kanoel Mendes Paeova, e nio s eo>
iv fltran 1 >, disl nuto-se em di versos grupua paiosi
malt >s co u o i .ia, qua uem conwc*a a.fttlte eri-.
minoio, e muito mais todos aquolles lugares.
p. Maria Thereza, a 13 de agosto, no mamci-
pio da Baialna.
Ajrara Maria Candida !
a A causa sera -a mesma diffusao dessc nome,
de qUe unto gustara as mulheres.
A historia nos diz que foram bem desgra-
cadas:
t .Ifaria Tudor, rainha de Inglaterra.
a Maria Stuart, rainha d'Escossia.
.( Maria Antoinette, rainha do Franca.
Coinmunica-nos o Sr. alferes Jose Fernando
Alves, ultimamente chegado do termo das Barras,
onde.rcstde, qne alii haviam apparecido un3 ciga-
nos, trazendo uma crianca de 3 annos de idade,
famiuta e horrivelmento nialiratada, a qual sup-
p5e-so ser livre ; mas os ciganos tratavatn de ven-
der, sers-indo-se de uma escriptura fafsiftcada.
Achavase preso o chefe do banJo dos ciga-
nos -Jose' da Silva Cavalcante.
A crianga e do lugar das Cajazeiras, do ter-
mo Ao loo, na provincia do Ceara; tinha ate bi-
X03 de varejeira, nas feridas ; acha-se depositaJa
e em Iratamento em casa do capitao Antonio Ro-
drigues de Miranda.
a Fezr-se curpo de delicto, o qual foi julgado
procedente, onsiderando-se graves as olTonsas. >
i Pela re.ioluclo provincial n. 824, publicada
em 9 de agasto, foi a- presidente da provincia au-
torisado a contratar com o coronel Joao do Rego
Monteiro a fundacao de um cstabelecimento de
educagao, nesta cidade, para meuuios orphlos e
desvahdos do sexo masculino, com a denommacao
dc Institulo Arttslico.
i 0 rwo cstabelecimento funcciona desde o
Era aquella crianca b 3 Ttlho qua Atitonio Go-
mes tivera lo su.k pivipria li-iia Ja name Setilto-
rinha, par, elle desvirginul t ainda em lenra i-lade !
Era aquelle o 3J iil'i: qua o p rver*o edes-
naturado pai enterrara vivo, pouco depois de
nascidu 1
a Gin luija as criangas, a oretoxti de eaaeita
las, e, assainanJ)-as por aquella meia. wltava
para casa. declarando lerem ellas morrid* ao ca-
minha.
a E' ate oaJs p6Je chejjar a.perversidade hu-
raaia.
A policia deligencia com todo o caidado a
c.ptura'do tmlvado, qua osconJau-se logo qae se
Jescobrio o seu hedMiiJo crime >
- No Jo'nuigo (26 le outubro) S. Exe. Rrma.
na capelia da Coaceicai da Praia ia, couferio or-
deus de subliac ma a is m-'iiores '
Francisco Alvares Teiwira Lima, Francisco
Miixino Feitosa a Castro e lose Antonio Cavalcan
ta. ft I
Nj dia 29 conferio a> mesmas ordens aos
maionstai :
Jose Silvino Ferreira Lima e Luiz Bezarra da
RiM-.ha. E as de diaeouo aos Srs. Francisao Al-
vares Teixeira, Fraiicisca" Maxi uo Feilosa e Castro,
Jose Antonio Cavalcante e Joao Aurellano Cor-
reia dos Santos.
A alfanlega renleu no mez de outubro...
230:935*910.
BIO 03AX0E.
Da capital escres-o o nosso correspon-
donle :
Foi recehida nesta pro^'in:ia com enthusiasmo
e applaus > de todos o dacreto a. 3,i29 de 2 de
outubro do corrente anno, creando commissoes
geraes de axamos das discipliaas exigidas para os
cursos de instrucciio superior.
T.io sabia quanto banelica providencia, ema-
nada de um governo eminentemento patriotico e
genero-io, veio fartalecer o espirito dejovenses-
perangiisos que, abaiidos, baldos de recursos, ha
viam perdido a crenga de enconlrar ao lar da fa-
miiia facil accesso a suas uubres e elevadas aspi-
racoes.
Iloje ja se nio peiderio tantos e tao bonitos
taleatos, como outrora aconteeia, a raingoa de
meios, quo Ihes proporcianassem seguro passo no
camiuho 'las letras e Ja scieocia.
c 0 dacreto de 2 da outuuro, po-le dizcr-se, e a
aurora da redempcao, qup raiou no horismte des-
sa mocMade desfavorecida, libertando-a do velho
e carunchoso systeuia, q te a desvjava dos grandes
commettimentoi da intelligencia.
Com razao se deve exultar de prazor nas pro-
vineias, e so entoar ferworosos hymnos ao illustra-
do conselheiro Joao Alfredo Corrca de Oliveira e
ao preclaro e mattestoso gabinete, do que faz
parte.
0 jornal Consercador, tiatando dc tao grato e
importante assnmpto. assim se expriraio:
a Essa providencia 6 o esmalte das medidas
bem conbecidas com que se tem levantado o espi
rito nacional a favor da instruccao puhlica em to-
alos os sens gra-s; e a carta de emancipacio in-
tellectual das provincias; 6 o estabelecimento da
| unidade brasiicira pelos lacos do espirito e a con-
cordnncia das leis estado com as franquezas
provieciaes.
0 acto addicional conferio as assembleas le-
gislatives das provincias a attribuigao de legislar
sobre instruccao publica, e ellas a tem exercido
em relagao ao ensino priraario e secundario ; mas
ate boje os estatntos e regulamentos do governo
ne3ta materia, desconfialos e prevenidos contra a
morabdade das provincias, contra os sens estabe-
lecimenlos de educagao, contra os proprios dele-
galos do governo, traziam-nos afastados dos cen-
tres luminosos, privados, por assim dize~, dos
meios de facil locomocao intellectual, inutilisando
nossos esforcos.
Para ver a luz era preeiso expiir o aspirante
as longas e penosas viagens das iniciacoes succes-
sivas, como nos mystenos antigos ; arranca-lo do
seio e dos cuidados da famiiia para, na fragiiidade
da adolescencia, atira-lo aos perigos do mundo a
muita vez a cobica de especaladores.
< 0 novo deereto colloca a porta da famiiia a
iustrucgao secunJaria, essa em que os destines in-
teilectuaes do liaaiem se preparam, d onde elle
sabe com as faculdades desenvolvidas e aptidoes
formadas.
FaeB se torna ogora ao raancebo instruido
sob os cuidados paternos, com largo tempo para
receber uma instruccao seria e nma edncacao
proveitosa, em vez de ir busca-las de afogadilho
nasSsedes tumultuarias da.' faculdades, escolher a
proussao que Ibe agrada e para a qual a sua vo-
caoan o arrasta.
5 fcxe. te dada, oqaai teve.4ug*r as A *0Rs da tarde do
quelle dia.
A casa achava-se decenlemcnte preparada i
cancarreraur *i testejo divertus eqpvidadus, eniri
cliM o C.\iu. Sr. i|irelaut0 da- jfrevincia e algun-
encfes de reparticoes puhlicas.
i Bnndes se levantaram duraate a mesa, apro-
priados ao objecto Ja reuniao, sendo os mais nota-
veis os seguintes:
Di Sr. Jose Antonio I-isbua, em nome da sc-
cieiade, ao Sr. e.mselheira como esforyido pro-
moter da eiuureza Ja estraJa de ferro Conde aBu
da qual depende a 'futnra prosperidade da pro-
vincia.
Uo Sr. conselheiro a elasso dos artistas, sei..-
pre patrioticos e deiHoados e flierecedores, nes'.i
teculo. em que o trabtfho nobillta e honra, do m:-
ximo aprei.o e consideragao.
Do Exra. Sr. presidente da provincia ao n;os
mo Sr. conseiheiro, recordando os sous servigos
em favor da provincia, quer na qualidade de digno
(represent.!nte della na caraara quatriennai, qn^i
ua de uiiuisiro da estado.
Do Sr. conselheiro ao Exm. Sr. Dr. Aaisio
Saiathiel Carneiro da Cuuba, seu amigo e esforca-
do associado na empreza da referida estrada J.
ferro.
Do Sr. Lisboa aos concessi trada.
t Do Exm. Sr. presidente da provincia a distinc
ta classe dos artistas.
Da Sr. conselheiro a uniao dos parahyban--
para a realisagaa do grande melhoramento d>-ria-
ferrea, em cujo exito devem todas couftar, tan!
mais se o mesmo peasamento, coma awbtam o-
fa-.-.tos, continuar a ligt-los no louvavel etiipenh >
de promover o bem-estar e progresso da terra-na-
tal, rica da recursos e fadada a iuiportaptiss c
papel entre as demais provincias doTinperio.
D> Sr. Dr. Francisco 'Jo^e Meira e oulros j
illustre parahvbano, a quom cumprimealam por.
suas qualidades e prodicados, quer como ^afh:-
lar, quer como homem pnblico.
a Do Sr. Dr. Moereira Lima au commere(da
praca, sempre solicilo a auxiliar os grandes com
mettimentos indusiriacs e o qual, com eerma,
exhibira por factos novos titulos a aralidio publi-
ca, concorreud e.-forcadameute com seus capitaes
para a realisa;ao da esperancosa estradi- de ferro
do Conde d'Eu, donde resultarao scguros eaflee-
tivos beneflcios a provincia e todas as classes dr
sua soojedade.
Finalmente, o Exm Sr. presidente da provin
cia a Sua Magestade o Imperador, primeiro e
ineansavel promoter dos melhoramentos moraes e
materiaes do paiz.
uma banda de musica tocou lindas c- esco. hi-
das pecas durante a mesa.
- Logo em principio, e apenas comparecera o
Sr. conselheiro Diazo Velho, o intclligente .actisti
Sr. Santos Rosas dirigio a S. Exc. uma liuda,il!o-
cucao, vivamente applaudida.
< Ao retirar se as 6 horas da tarde, foi o Sr
conselheiro acompanhado ate sua residencia poi
di versos amigos, bem como por uma commis'a
da sucj.'iiaile.:-.
principio dosto mez, no mesmo ediflcio dos Edu-
candos Artifices.
CEAB\'.
L'ma commissao do partido conservador di-
rigio ao Dr. Manoel da Silva Rego, chefe de poli-
cia da provincia, a seguinte felicitacao por occa-
siao de eutregarlhc um venera, de onro, cravada
de brilliantes, de official da imperial ordem da
Rosa, condecoracao esta, com que ainda ha pouco
o governo imperial remunerou os servicos deste
magi-trado, prestados ao estado, nessa provin-
cia.
t Illm. e Exm. Sr. Dr. Manoel da Silva Rego.
-Quando um partido politico, apparecido em eras
mm rem das, ten assumido quasi nao interrom-
pidatnente a direcgao do estada, cabe-lhe o direito
da ostantar-se como apoijdo pela verJadeira opi-
mao publica. Nestas condigoes esta no Brasil o
partilo conservador, cuja acttvlidade nada menos
signifies do que o mais deadido empenbo pelas
glorias da patria, o progresso aconselhado pela
sa razao, e a satistagao das mais legitimas asplra-
gjes do paiz.
E, entao, nao e menos verdade que e?se par-
tilo perdura tanto pela excellencia das ideas co-
mo pela distinccao dos que sao incumbidos de
realisa-las cumprindo-lhe raanifestar pelo modo
o mats significative o grao em que estima os
sentimentos de qualquer dos seus prestimosos
membros, que soube fazer-se distinct).
a Ora, V. Exc. esta neste caso.
Intelligencia esclarecida, amor ao trabalbo,
caracter nimiamente probidoso e franco espirito
de justiga e daJicagao politica nunca Ihe falta-
ra n em circurastancia alguma e notadamente
durante a penosa e longa administragao policial
nesta provincia em uma quadra tao exigente.
a Ja antes V. Exc. recomiiieaJava-se em liver-
sas localidades por servigos relevanles a causa
publica e ao partido a que pertence.
< Entre es titulos de muiu va ia sobreleva-se o
empenbo pels eftecliva garantia aos Jireitos dos
cidadaos e contra a impunidade dos delioquentes,
temlo consegqido ver effectuada a captura de
avultadisshno numero de criminosos, inclusive os
mais importantes, que eram o terror do cidada
pacifico e um permanente incentivo a pratica do
crime. Este resultado eloquente e, sem duvida,
am juste motivo de gloria para V. Exc-. e de
grande desvaoecimenta para os seus amigos poli
ticos, que desejam de todo coracao a manuteugao
la ordem e o imperio da lei.
< 0 partido conservador da provincia, a quem
V. Exc. ha servido com a maior dedicaeao, dicta
da pela lirmeza racter, applaudio o acto, com que pela 2' vez
o govern) imperial galarJoou os relevantes ser-
vicos prestados aor V. Exc. ao estado, conferin
da-lbe o ouT:ialato da imperial ordem da Rosa.
E, aproveiundo a ojpor tunidaJs, cumura o agra-
da vel dever de accrescentar a esse acto do gover-
no a.-ouerta da respectiva venera como prova
solemae da diuincgao que V. Exc. marece ao
mesmo partido como prestimoso politico e inagis-
trade exemplar.
< Essa oftarts, Sr. Or. Silva Riga, nartida ira-
mediatamente d'aquelles quede perto o conhe-
cem, olfenderia a nobre isengao de seu caracter
se o maior aprego dell* nao coosis'isse na mag-
rrificeneiae espontaaeiaade dos seanmentos dos
offertantes.
Em nome, pois, do partido conservador da pro-
vincia do Ceara, *iMt traduzir tiphnenle peraute
V. Exc. esse senti nento.alemus a honra da ofTere
car a V. Exc. esta raodesta venera e esperamos
qae acreiitara aa siacerklade dosse santimento,
e Bo qae particularmente anima a este commis
sao, a qua) muito pouco accre centa com a decla-
ragao de que continda a fazer ardentes votos
pelas prosperidades de V. Exc. e de S. Exma.
ifarailiv
Fortaleza, de novembro de 873. -Manoel
deSouzaGarcia. Joaquim da Cunha Freire.
Joao Antonio Mazhado. Antonio Gmgalves da
Justa. Jose Joaquim Carneiro. Luiz de Seixas
Correia. Paulin > N iguaira B. -da Fonceea*
Lemos na ConstittkicA> :
Tead'i sido eusautrad em uma iihota do rio
Coord, no termo da Ca^cavei, o eadaver de um
recam-uascido, as autoridajes avisadas do facto,
PEMAMBOCa
Al
REVISTA DIABIA.
Deputndos provlnciaes.-IMtlamo
hon tem o seguinte resultado eleitoral :
3" districto.
Collegio de Barreiros,
Dr. Goes Cavalcante
Dr. Gaspar Drummond
Vigario Baptists
Mr. Rarros Franco
Dr. Olympio Marques
Dr. Archanjo
Dr. Francisco A. da Cosla
Dr. AlVaro Cavalcante
Dr. Ratis e Silva
Dr. Alypio Costa
Dr. Cunha e Figueiredo
Dr. Oliveira Marie!
Dr. Peretti
Dr. Antonio Venancio
Collegio dc Sctinhsem.
Dr. Gaspar Drummond
Dr. Olympio Marques
Dr. Oliveira Maeiel
Vigario Baptisfa
Dr. Goes Cavalcante
Dr. Barros Franco
Dr. Antonio Venancio
. Alvaro Cavalcante
Os talentos terao mais probabiiiJade de serem' Dr Peretti
a
21
20
19
IS
17
16
(6
lb
14
12
11
fl
8
VI
41
M
41
41
W
devidamente aproveitados, o gosto pela instruccao
sdiida se desenvolvera, e o nivel intellectual se ha
de elevar e com elle os creditos do paiz.
0 deereto de 2 de outubro 6 por si so um pa-
drio de gloria immortal para e governo qne o
promnlgou, e um acto de alta politica, de valor,
de nobreza contra os preconceitos dos espiritos
retardataries, e de redempcio naeional.
a Depois da emancipacao dos escravos era justo
e natural que viesse a emancipacao da Intelligen-
cia.*
t 0 partido conservador da provincia esta'defl-
nitivamente unido, os seus membros acham-se
coograssados, acabaram-se as velhas queixas.
a Entre elles nao ha vencidos nem vencedores,
todos s in amigos e correliginarios.
< Eis a chapa que acabam de organisar para
deputados provinciaes aa proxima eleicao, mar-
cada para o dia 7 de dezembro vindooro.
Dr. Jeronymo Cabral R. da Camara.
Coronel Bonifacio F. Pinheiro da Camari.
Dr. Joao de Albuquerque Maranhao.
Dr. lenrique L. S. da Camara.
Dr. Francisco C. de V. Chaves.
Dr. Lodolpho H. Marinho Falcao.
Major Alfonso de P. de A Maranhao.
Major Jose Baptista dos Santos Filho
Co onel Luiz A. Ferreira Souto.
Coronel Luiz Manoel Fernandes Filho.
Capitao Braz M. de Andrada Mello.
Cosine Damiao B. Tinoco.
llermenegildo P. de Vasconceikn.
Dr. Avelino Ildefonso de Oliveira Azevedo.
D Francisco da Silva Saldanha. -
Dr. Eneas de Araujo Torreao.
Dr. Antonio de Amorim Garcia.
Francisco Emygdio Soares da Camara.
Antoni Pinto de Moraes Castro.
Raphael Archanjo da Fonseea.
Joaquim Guilherme de Souza Caldcs
Dr. Francisco Gomes da Silva.
Nao foi contemplado nesta chapa o nome do
Dr. Octaviano Cabral Raposo da*Camara, irmao do
Dr Jeronymo, por se achar ausente
< No dia 2 do corrente entrou da villa do Ceara-
mi rim um gru|x> de 30 homens armados de facas,
cacetes e fouces, em procura de um tal Saut'An-
na, official de pedreiro, com o fim de o assassi-
narem.
Esses individuos sao moradores do engenho
Carnaubal, onde todos os dias se commettem as
maiores insolencias e provocagoes a quaatos via-
jantes passam pela eslrada.
Alguns crimes ja se tem dado naquella pro-
priedade e outras lugares adjacentes.
Dizem uns que o proprietary do engenho,
Carlos Angusto Carnlho de Vasooncellps, nao tem
forca moral para conter os desordeiros, oulros,
porem, alllrmam que elle anima, por alguma for-
ma, a pratica de tao reprovados actos, garantindo
aos turbulentos sua valiosa proteccao.
Seja como for, o que e verdade e que levan-
tarn se clamores contra essa desenfreada gente, e
agora o susto e o terror da populacao daqael la
villa sobem do ponto pela ostentaca > de forca
ousadia com qae se pretendia praticar, publica-
meiite, am nefando delict, I
0 delegado de policia, major Antonio Benevi-
ldes Seabra db.Mella, solicit>u do Dr. chefe de po-
licia as providencias necessarias, em ordem a pdr
termo asemelhanle estado de cousas.
Aqnelle zeloso raagistrado mandoa immedia-
tamente para aquella villa uma forca de linha, sob
o commando Jo alferes Francisco de Paula Morei-
ra, a disposicJo do mesmo delpgado, qne, segHndo
con-ta, tem reahsado importantes diligeneias, con-
seguindo restabelecer o respeito a lei e a autorida-
de publica.
a Acaba de ser capturado no districto de Vera-
Crnz o criminoso da morte, Francisco Capoeira, a
quem a policia procurava com o maior empe-
nbo
PARAHTBV.
Lemos no Jornal da Parahyba :
En^erraram-se os trabalhos da assemblea
provincial no dia ft" do corrente.
Na noute do mesmo dia houve no salao da
assemWea provinrial uma partida dada pelos de
patados aos seus amigos.
a Esteve concorrida n an'mada. d
A sociedade Philantropica dos Artistis reali-
son no dia 1 do corrente o fo-tejo qae, em honra
ao Exm. Sr. conselheiro Diog) Velho, resolvera e
annunciara.
a Constoti de um Iatilo copo d'agua offorecido a
Dr. Alvpio Costa
Dr. Ratis e Silva
Dr. Antonio da Cunha Figueiredo
Dr. Francisco A. da Costa
Dr. Miguel Archanjo
Collegio do Rio Formoso.
Dr. Oliveira Maeiel
Dr. Peretti
Dr. Alipio Costa
Vigario Baptista
Dr. Cunha e Figaeiredo
Dr. Alvaro Cavalcante
Dr. Olympio Marques
Dr. Gaspar Drummond
Ratis e Silva
Dr. Barros Franco
Resnmo final, exclnido o collegia do Cabo :
Dr. Gaspar Drummond
Dr. Olympio Marques
Dr. Oliveira Macief
Dr. Alvaro Cavalcante
Dr. Peretti.
r. Alipio Costa
Dr. Ratis e Silva
Vigario Baptista
Dr. Goes Cavalcante
4. districto.
Collegio do Bonito.
Dr. Albuquerque Lacerda
Joaquim Hello Rego
Vigario Tito
Dr. Pinto Pessoa
Vigario Cunha Cavalcante
Dr. Ernesto Vieira
Tenente coronel Ernesto Silva
Dr. Leandro Borges
Dr. Joao tfachado
Dr. Dario Cavalcante
Dr. A. Lameiiha
Collegio de Bezerro*.
Joaquim Mello Rego
Vigario unha
Vigario Tito
Dr. Pinto Pessoa
Dr. A. Lacerda
Dr. Ernesto Vieira
Professor Jr-ao Ribeiro
Teaente coronel Ernesto Silva
Resumo dos collegios de Bonito e
25
25
8
8
it
8
40
31
S
12
256
46
230
226
223
919
aos
?91
178
. 27
2*
21
21
20
to
10
9
9
9
9
W
:J8
38
.18
38
3ft
6
6
ieMtJAfc:
Dr. Albuquerque Lacerda 65
Joaquim Mello Rego 60
Vigario Tito 59
Dr. Pint Pessoa 59
Vigario Cunha Cavalcante 58
Dr. Ernesto Vieira o*
Tenente coronel Ernesto Silva 16
Dinheiro.-0 vapor Parana tronxe para :
Wilson Rowe A C. 9:84OJ00
Domingos Ferreira Maia 3:*5a|f80
JoMi Rodrigues de Souza 3*52010 0
J. Krause&C. 3:0 0 (W
E. R. Rabello & C. 2:860*010
J. 0 C. Doyle l:tOQ000
Alvares Quintal & C. 60O*9(t0
Carlos E. d'Ahneida Peixoto 30O#e"O
Domingos Alves Matheus 210*990
Agua e gaz.Com o prazo de 60 (has, a
contar de 8 do corrente, acha-se aberta i conenr-
rencia para o contrato da canalisacio d'agua pc-
tavel e illuminacao a gaz para a cidide da.Vide-
ria. medianta as clansulas estabelrcidas na Mf pro-
vincial n. 1,097, de 28 de raaio ultimo.
Nio va ponte. De accordo com a lei pr -
vincial n. ,081 da 24 de abril nltimo, aena-s?
aberta a concnrrcncia, com o prazo de OT dfai
a contar de 8 do corrente, a construcgao de nma
poute sobre o no Cd-mevou, da freguezia do Bo-
nito.
Vnpor Ipnjnea. Chegou aopnrto daFoi-
taleza. cm viagem para a G-anja, no a1a6d\
corrente.
Rito rrant-cz moderno. As pessou-
que se aeham inscriptas para a creagae de uma
offlcina daquelle rito, sao convidadas a Mmparp-
cerem hoje. pelas 8 horas da tarde, no templo da
loja Uaiao e Beneficencia-a rua de Marcib-
Dias.
Transferencia. Nao sendo prsfflft*f-
(ectuar seem 16 lo corrente, como estava amrtnv
ciada a fe-U Je Nnssa Senhora do Gaadalnpt
resolveu a respectiva mesa regedora tfaasfei
para o dia 8 de dezembro vindouro. T^to rooti -
v.-.u o ier-?p deprtuvder oaqtielle dla.anava elei
gao de me ridade competent-'.


*
"
;..

X



MUTILADD



DAfcw fefeiMUWHieo r- Quirt) Wja A3 .&c^Pmd*.14fiii<-
r
'
xiste unva
"tiifctf* er ^ U,- P&tos uma malhu',
MIS* % C'-nuniiaUas pratica* da uiais
HPlva.gao. Se 6 verdade isto que nos
__i caatpre averiguar dc qoeia parte a ne-
dijencfa que oceasiona taes facto*, to dop onentes
le nossa civilisacao, c puni -las.
Cm baliu per raido naturalmeale, foi levado dc b.rJt do vapor
I, quo hontem rhegou ao uiss-j porlo, an
liu de solla, novo. com quatro pa'ino* de coin-
pfioaeato e avivado de encarnado ; a nasao* que
o pfr nlada cle duviilas. -Reoebemos healcm a
declaracan : -Processo Mascaro e Do
L Lendo na Hecisia do sea Di ,rio de
i aomes d >s medicos que derfunciarara dos
DK Jlaacaro cDorainguez, sorprendeu-uos ahi fi
r.irarmos.
. E' verdade que o Dr. Sar.n.-nlc conddon-nos
I m.quft, teanidos a todo o corpo midicu i-stu ci-
daie, processasseraos its Drs. M*>caro e tiowiu-
TuaapeJo crime dcexercieio illegal da loedicina,
aewdendt a esse eoovite, assignarno* duas pro
i urajfies em branw ja firmadas por livcrsos col-
lects.
a Mai-= tarde f.ti n-s apresentada uma denuncia
,pu assignamos, nao scm alguma repugnancia,
nas poueas horas depois, nos negarnos a Iirmar o
ionsraoio relatint a mesma denuncia e, iudo
ftanalawgl, escrevemo1 ao Dr. Sarinento, decla-
raMfe' dara e terminantemente quo desisliamos
ii denuncia e cassavamos as promraeoes.
< Mao no lemos aceitar, poi*, a comparticipacao
no processo que se move contra os Drs. Mascaro
e Doningaez. -Dr. Cunha Dellrao.-Dr. Andrade
Mm*.
Ao quo temos somente a doeUrar, por nossa vcz
\\ti6, se os mimes de Si. Ss. alii saluram tambera
pnkUcfri"', foi porqna ok lemos aesignndos sem
restriccai algmna, na peea docameatal que esta
aandiu.aos aetos desse processo.
Mseurxo. Damos Imje em oossa 8' pagina
; aViwirso pmnunciado, em name dos alomnos do
-" anm> da Faeuida le de Direito do Recife, ueto
St. teoharet l.uiz de Alm-ida A ran jo Cavalcante
Filhn, na oceasiao de ..fforecerem uii relrato a
oiwt o feate Dr. Antonio dc VasconceUos Mene-
zes do Oruimnond.
Thratro de Santo Antonio. Repre-
leola-se ho;e nesie theatro, o dramaA Morgadi
nha de Val-FI r e a comedia Pur am tru -em
o^neficio do svmpathieo c distiucto actor Eduardo
*.'vares da Silva.
Anpublico pernambueano, que tao solieito se
^iostra-sempre ta que se colio
:;. 8bft-egiJ'.' de sua benuvolencia ; uio 'aisare-
ros-pedir que concorra ae theatro, para itsobas-
:?- fi norae bo beneficiado.
EHe por si diz mais do quo a nossa re coalmen-
dr*o.
F>pililaili- de DIrcito. Fizeram exame
"lontem (12) os seguinies alumaos :
4' anno.
Jort-'fldiv-ira dos Santos Andrade, approvado pie-
pamente.
1 aqu^m de Albuquerque Barros Guiniarae','idem.
lose Tirgulino Correa de Qaeiroz, idem.
Geatiftia.iJ da Costa Barbitsa, approvado simples-
Mto.
GtHMntini Jose Lisljoa, approvado pleuain^nle.
rakhprovado.
5" anno,
h/tk fttarjuim da- iNeves apr.rov.i1o pl'n.imeule.
Thoniaz \rgemiro Ferreira Chaves, idem.
JaftattK* Ferreira Chaws Junior, idem.
Mfewsf-R-driguus Nogueira Pinneiro, idem.
ivlvi* V.i-C'>neelios da Silvelra Ramos, idem.
4aoeJ'.FIorentino d:; Albuquerque Montenegro,
idieiBi..
if mnasio provincial. Neste eitabe
iccittaaio de educac^u fizeram exame do I" anno
^,*lrftocez, no dia 7 do corrente, e forain approv.i-
feMolpho de Paula Lopes, Jose B'irges Dias de
if*i>t Keregrino Art'onso Ferreira, Antonio de )liu
d i Almeida Cavalcante, Jose Paulino de Andrade,
KirnHW Francisco da Cunha, Francisco Ferreira
>i A*aojo. e approvados com distinccao Joao t^ar-
Jos.Aooiali e Apolonio Peregrino de Albuqaer-
[}\p.
Tizeram examo de instrnccio primaria no
1ia If. do corrente o foram approvados Francisco
vamitto de Hollanda, Jose Aives do Sonza Bau-
Jeirj, Pedro Marques de Albuquerque Cavalcaute,
Arthur de Alves e Lima, .Manoet Pumpliilo do Etf-
piritt Santo, Julio de Sa Bunet, Aprigio Lopes de
Arau}o, loio Leoncio Alves Cavalcante, Libanio
Kslaniski) da Costa, Manoel Uuarts da Sil.va, M t-
Tavar.M da Silva, lo*6 Libanio do Rego liar-
oat) Aalonio Pinto da Stlveira, Antonio Luiz de
Franca, Arthur de Lemos Araujo e Raymundo
Magno da Silva; o foram approvados com distinc-
vjo Antonio Basilio Ribeiro Hani.is, Luiz Amaral
Tmbourc i, Antonio Camil'O de HoHanda; tendo si-
ii" qoalro julgados no caso do deverem repelir o
-afltid.
FoKam examinadorcs em francez os Srs pro-
(eesores Antonio Jose de Moraes S irmento c Dr.
l.niz Carl.is de ilagalhaes Breves.
Fumiira ii a commisslo de julgamentos os Srs.
yrofdsores J,<< Soares do Azevedo e Dr. Felippe
\'ery Gbllaco.
Uniliuexaminadores de iustraecjlo primaria os
Srs. pressures Manoel Caetiuo Spinola e conego
Joae Jos Foraconstituida a comniissaodejulgamentodos
:->rs. professores Dr. Luiz Carlos de Magal aes
h.T.ves, Dr. Manoel Pereira de Moraes Piuheiro,
.-..b.a presidencia do regedor interino.
>1 tan inissiio. O Sr. Jesuino Enstaquio
(oms acaba de passar gratuilainente carta de Ii-
b^rdatfe a. sua escrava Eugenia, preta, de idade
d-' 5)annos, em aitenoao ao pe.lido verbal de
s.u fiuado pai o commendador Antonio Jose Go-
mes io C*rreio.
Direito. Acaba de chegar a rcspectiva agen-
ciao n. 8 dd imporlante revista juridica 0 Direito,
que sepuiilica na ciirte, trazemki :
ttoutritm. \ eve-se proceder ao .-oiteio de jn-
i^des para completar o numero de 48, quando al-
u im d is priminvamente sorteados for dispansado,
romparecer as sessoes do jury.1 A cossio dc
uau exe^acao, por tcrmo nos autos, cm quo nao
*o decbtra o precp, e nulla? 2 A cessao de uma
exeeupi", em quo se pdde oppor embargos infrin
scles' do jnlgadu, e valiQsa 1
Hrispntdtncin. l. Inventario e partilha de
beas cnire conjuges, casados por carta de amcta-
de, siio natlos, nao tendo sido previamentc de;re
r.da, por auloridade coinpetente, a nulhdade do
Miatrimonio, ouseparac;io quoad thoram et cohbi-
iitioitem. 2.* Jtaiz de paz torn competeaiia para
iWMaoMUf os conjuges d-savindos, mas nenhuina
para autorisnr o aeeordo que elles fizerem sobre
Jivoreio. Appellavel e o despaeho, pelo qual o
liz manda iiroseguir o processo do atTtftO, jul-
fBBdo uiio pertencer ao eottwrgada um dos bens
quo se pretende arrestsr. -Juiz, que conheceu do
wentario de um coujugc, deve conhcccr do que
?e faz por morie do outro, mestno quando nSo ha-
jim menores do tempo da primeira partilha. !.
t.iberto nai lica o e pela manifo-tacao, que
:az o senhor, de ler vqntade de alfurria-lo. 2. A
Itberdade e indivi-ivel, e,quando conferida por um
dos- codominos ao oscravo, ftoa este livre, e so
com a obrigaeao de indemaisar ao ontro.!. Ap-
pellacio udJe ser aprwpniada na superior in>tan-
Cia depois de lindo o prazo, sfl sohrevieram ferias,
-v* .fiues dew.em, ser roputada* impedunonto legal,
iifw-orddw-ts bypotbecarioj, e seqi preced''nc:a,
im me.-mo immovel, nao precisam de provar
a insolvabilidade do devedor commum para con-
-..rrerem ao rateio ha execuc.lo movida por um
lent re elles. 3.* lastlvabilidadi do devedor com-
um nao precisa de ser pn>vada para estabelecer-
- o concurso de preferenr.ia, desde que os into
re-sad s xconfessam, e mt se-offerece impugna-
.Igmntt.Nujto -e o processo, ho qual o meiq
inciliat nio intentado deve ser ti lo p ir nenhum
":lenua falta depoderes Mpeciaes do procurador,
rtguroo na cm^tli^iVi; embora no Juizo con-
i-.ncioso e teuha catiiicado o processado.Venda
2f| ,tjcps 44Buwv qMPio, quando, nao ha alguina cstipuIa^So entre
'JBV^s, 6 devido ;i ra/ao dc z 1/2 par ceato.
snqueritos Em data do liontem rcmetteu
cDt:dl<-gado desta capital, ao Dr. juiide direito
Mat-^'dHtneto criminal, aqtwiia a qua procedeu
rirttt* Prwu-jKC. Ailt-mio Gonealvas, pelo crime de
MnKtWa fle Mubi pratieado oa alfandega ; e ao
*Tt"tistricto o^aeellectuoa contra ftermene-
jMoLva da -Silva, porcrine de tentativa de
claWa. ^
'9jtl4dlJI(!ite&i do pctrolro -Li se o
iMjWliaUo, Fiance :
t Jin'uHima iessia _d> conselho do sainbrida
ae do Sena, foi ajires^nt id i um processo para a-
iolidifl|Jw "so p.-iivi'o. 0 inventor, o Sr. Jor-
lery, reeo'diei-wi ipi a decoccSo eiincsnlrada da
de piaria giz# ii pntprieda le de formir
o petroleo uma omtnsa", cuja con-istencia
iguala f-qpeapfe^eota a bauoadc j*rto. 0 oleo
m x essMnuia assim ejpHsa nio ptde mfiltrar-se
f{s'ftm.hi* d -4a*ft* o so* Oxteum de vaper.
Para indi,- .r este resultaflo/)'Sr:.J*dWrcol-
Sca e'lium^iftfo uitisr jieqiieua quantidadii de
eoc.ao concenliadade sipouaria-e mistura Ihe
pouco *p|ca o-natrtio, 'aptndo:co Utii-fa medW
Ch'-ga assnn a encorporar ne-ta emiil'ao am vo-
lume de petroleo igual a 23 vezes a d/i extract*.
A co iistencta do product i assim propirado, aug-
meila com 6 tempo, e pode, sem in convenient*
supportar os bald^e* que experimeutam os barn*
durant o transporte. 0 pnceso da o mesmo
re>ulta1o quer com a es^encia mineral quer com
o petroleo para cmdieiro,
Para rastituir a i petrolw, assim modifieado,
a sua limpid-** epropriedales primarik, oat se
carece de fogo nem de alburn procsso di^pendio
so ; ba algumas gottas de aido phenlco. ou ami d^e
um pouco mals farte deacido acetic* crytalisado.
0 trabalho de di guns instantes, sem que seja netessario tocar->e-
Ihe, e o oleo da csseacia reapptrece ola(n e limpi-
do, sobrenadando por cinia da solucao aqU"sa ca-
ll i da no fundi do vaso com o acido Poter-se-ha
por este modo reviviflcar o petroleo mesrao na
oceasiao do sou emprego.
0 Sr. Jorditry calculon que a despeza occasjo-
nala pea proJuc^ao da emulsao e pela revivifi-
cacao da cssenoia nao passara de 3 por cento do
preeo do petroleo. Ora, a sua perda pelas inlll-
tracoes ou pKa evaporajao doraute 6 transporte
ou conservapao no arnazem eleva-9p acrca de
10 por cento.
P.irece, poi<, que esla curio** propriedade da
saponaria devera ser estu lada e ulilisada em to-
di a parte, podenditse asiim evitar os terriveis
incemlios cusado9 pelo petrole>.
' A abolieao da escravatura em
Khiva. S'guudio Jormtldi Tur Ktslan, o
oumero de escravos pers is no khanato de Kniva
era de 29:291; havia fora isso 6,513 escravos li
bertos pelo K,ban. Estes ultimos dispunham de
2.61Wa nap? de terrenos anveis e3 tanaps de
jardiui, que o Khan Ihes tinha dado.
0 ntimero' de escravos lib -rt is em virtude do
tratado com a Russia e cxpedidos debaixo de
esculta para a costa do mar Caspio 6 apenas de
14:000, pouco mais ou tnetus. Sao pela tnaior
parte velhos invalid is.
Os ho'nens vigorosos sao retidos nas cidades e
nas aldeias.
Carregam os de ferro e tratamos com inaudita
cruel lade N > dizer dos per-ias refugiad is ontre
as tropas russa*. ha ainda na cidade de Khanci
2,500 escravos, em Jargali 100, em Segea ii, etc.
Resulta diste que o govern i russo tern de ein-
pregar gran le energia |iara que se nio lorne il
lusoria a aholijio di escravatura na kanati.
Loteria. -A que se acha a venda e a 7i. a
benoHcio da matriz da B6a-Vista, a qual carre no
dia IS.
Leilao. H.ije, 13 do corrente, effietua o
tgente Pinto, em sea escriptorio a ruadt-Bom Je-
sus n. 43, o le.ilvi di-: dividas da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C, conforme o respeo-
tivo annuncio iosefide no lugar compctcnte deste
Dinrio.
Casa de V'tencao.MovimiOto do dia
It de novembro de 1873:
Existiam pr^sr? Wi, entrou 1, sahio I, exis-
tem 30?.
A saber :
Nacionaas 217, malueres 12. estrangeiros 29,
wcravos 39, escravas S Total 302.
Alimentados a rusta dos eofres pablicos 2Si.
Movimeoto da ecf'arraaria do dia 11 de novem-
bro de 1873. el
Teve alia:
Idalino CorJeiro dos Santos.
Pasageiros. Vindos do norle no vapor
Ptiranri :
Manoel Quarto V'alente, Bertino (iuedes lco, An
tonio Maria Barbisa, Joe de Oliv^ra Ma'tos, Bel-
miro Coelho Pereira, Franciseo M de Carvalho,
Erncslo S. Diniz, l escravo, Emerenciana M. de
Souza e 2 filhos, Joao M. da foncelcao, JJorherto
escraro, Vicente F. Jorge, Dr. Inaquim C Cintra,
1 escravo, Vicente Pereira d>t Rego Junior, Ray
inundo A Pes30a, Joao Dias Ro lrigu*s, Bent t es-
cravo, Dr. M. J. Rodrigues di Silva, sua irmi e 1
escrava, I). Ascend ma A. M. Calvao, Victorino A.
P. Vinagre, Maaneio Roubicli, Or E niliano G. de
Andrade, Joaquim C. da Co-ta Ferreira, Antoaio I.
P. da Silva Pires, Raymundo escravo, Francisco
Ventel iry. Dr. Antonio da Cruz Cordeiro. Manoel
C. Moreira.
Sogoem para o sal :
Adelino Rodrigues Rocha, Jacob Peczler, Fr.n-
Cisco A. A. Castello-Branco, 2* tenento LeopalJo
Alves Matto", Joaquinj Pereira, Manoel Simoos de
Souza, t praca da armadi; I de*erfr, 2 recrutas,
Jubao Antonio de Ftrias e 2 escravos a entrejtar,
Leovcgildo B. de Cirvalho, tennte Saveriano Nu-
des c sua sennora, 2 cadete Pedro Severiano Nu-
ncs, Jose Nogueira, 1 praija, 19 escravos a entre-
gar, Emmanoel RilHca, A. F. Gomes, Antonio T.
Barcellos, 24 escravos a eotregar, 1 cadete Bal-
duino G. Paiva, 2 dim Benvenuto AlmeiJa Nu-
nes, 1 pra;a do exercito, D. Maria Augusta C. da
Cnnha Aranha, D. Rita de C'SsiaC. da Cunha
Aranha, D. Anna C. da Cunha Aranha, Jose Pe-
dro da Silva, 2 pracas do exercito, Bento da Costa
Martins e t escravo a entregar.
Ceiniterio pnnlteo. -Obituario do dia 11
de noveraftro :
Izabel Maria do3 Reis. branoa, Pernambuco, 3H
annos, viuva, S. Jo?6 ; febre typhoids.
Bento Jose Joaquim de S nl'Anna, pardo, Per-
nambuco, 60 annos, viuvo Boa Vista, hospital Pe-
dro II; eaeliexia palu losa.
Maria, preta, Pernambuco, 4 dias, Santo Antonio ;
espasmo.
Antonio, pardo, Pernambuco. 6 mczes, S. Jose;
convulsSes.
Eleuterio Coelho de Andrade, liranco, Pernam-
buco, 38 annos, solteiro, Boa-Vista, asylo; as-
cite
Manoel Monteiro Correia, branco, Pernambuco,
17 annos, solteiro, Santo Antonio; variolas.
Manoel, IVrnambflco, 1 anno, Boa Vista : ana-
zarca.
Maria Possidonia de Barros, parda, Pernam-
buco, 25 annos, casada, Santo Antonio ; variolas.
Luiz do Franca e Souza, branco, Pernambuco,
43 annos, solieiro. S. J.*e; febre perniciosa.
Etelvino, branco, Pernambuco, 9 raezes, Santo
Antonio ; menegite.
Joseptia Fraiicisea do Espirito Santo, branca,
ignora-se, 70 annos, viuva, Santo Antonio ; cancro
no utero.
HMlNICA JUIHDIJIRIl
TribuunJ do commerciu.
SE->SAO JUDIC1ARIA EM 10 DE NOVEMBRO
DE 1873.
.'RKSIDFNCU 00 EXM. Sll. CO.NSELHEIBO ANSELMI
FIlA.NXrSCO FERKTTI.
Mntartk, Julio Guimaiavs.
Ao rneio dia, estando reunidos os Srs. desem-
bargadores Silva liunnaraes, Reis e Silva e Ac
cioli, 09 Srs. deputados e supplentes Olinto
Basios, Lopes Machado, Sa Leitao e Guerra. S.
Exc. o Sr. eonselheiro presidente abrio a sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessao ante-
cede ote
0 eserivao Albuquerque registrou o ultimo pro-
Usto de lcttra a 5 do eorrente mez, sob o n
2,995 ; eo escr.vao Alves de Brito a 8 do mesmo
mez, sob n r. 2,915.
AOCORDAOS ASSIGXADOS.
Apaellantc Aqudino Bezer a de Menezes, appel-
lado Jose Cavaliantl de Albuquerque ; appellantes
o? administradores da massa fallida de Magadiaes
ii Inn io, appel.ado Antonio Machado Gomes da
Silva, tutor dos menores Antonio e Jose, lilhos de
Bento Jose da Silva Magilhaifc ; embargante Joao
Uristiari cmbargados Carlos Pinto de Lemos
OwC.
JULGAMBNTOS
Juizo mpecia] do commercio. Embaigautes
appda da de Fernaodoi Stapple da Silva e o< lK-rdeiros de
Luiz Awavcl Ouboiirr. | e sua inuiher, embarga-
do6 appeljantes autore- j barao do Livramento e
Jose Antonio de Brito Bast is ; juizes o^ Srs. Silva
Guunafiies, Accioli, Olinto Baslas e Sa Leitao.
Forain dospreiailos os embargos sendo voto ven-
cido em nartc o Sr. Sa Laitao, que votcu pelo re-
ceoimeni* do3 embargos dos herdeiros de Luiz
Amavel'Dubourcq.
A pedido de um dos Srs. deputados adiou-se o
julgamenlo do feito em quo sao partes :
Einbargante Jose Alves de Faria, embargado
Jose Pfereb-a de Araujo.
A poLdo de um dos Srs. deputados. o Sr. des
embargad ir Silva Guimaraes, presidente ad hoc,
deferto # adiameato do julgamanta do feito outre
partes :
Ap,*ellanle o birao deBamficn, appellados Jero-
oymo Dcbuc oSr. Gfinto Basios najj apresentou o feito adia-
do afseufpedido na sessao passada, entre partes :
Appellate \iiia;ia Leiden, appeJIado Henrique
Qaaozi
0 sr. Lopae MachAdp al) .apresentou os se-
aulqtes :
'AppdHjkitos Soveriao, Inio ^ C, appetiado
Francisco Pinto dar&iuzi 5e.vw ; nppelhnte" It*
qtt U'J'isd Alain''jinpellados u Dr. f.onrenco Ac
cieli WaiioVirfeJiriayarro esua fltjia,'
O Sr. Sa Leifio aao apflfe'eutotf p retfo'em qd*4
s.in |iartet:
Embargante Joaode Aievedo Ramos, embarga-
do Antonio Goncalves Fjrreira Cascao.
0 Sr. Guerra nao apresentm feito adia lo a
seu pedrdo na ses*!* anterior, eatrapartes :
Appeilanle a eompanhia the Liverp.nl and Lon-
don ant Globe Insurance, appellado J0* Matr
no de Azevedo Santos.
PAMWPRS<
Do Sr. desembargador. Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Reis e Silva. Appeilanle Do-
mingos Rodrigues de Andrade, appall id is os ad
miinslradores da massa fallida de Marques Ramos
A '..
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes. Appellante Maimel
RiJrijiues Teixeira, appellados a viuva e herdei-
ros de Henrique de Miranda llenriques.
DISTBiaUlgAO.
Ao Sr. desembargador Acciqli. Appellantes
A'igusto Tuppeinbeck' S C, appftflados ds adnijnis-
tradores da massa fallida de Magahiaes i Irmio.
AtwaAjros.
Juizo especial do Mramercio. Aggravanle
0 bacharel Antonio Cilu noano Serapluco de As'-
sis Carvalho, aggravado Syerino Lyra.
0 Bxm. Sr. consclheiro p)eidenle' negou uro-
viweotp.
Inizo municipal e do comraprcjo.. Aggravante
Ttii'o lor ) Christiansen, aijgravad,os arresUntes Co. "
aha & Manta arrestados August.) Tuppe i.beek
4 C. 0 Exra. M\ conselheiru presidente orJeaud;
uma ddigeneia.
Encerrou-se a sessau a 4 hora e 1 quarto
da tarde.
TUIHUlb tL DI UEI.AClO
SESSaO DB It DE NOVBMBRO DE 1873.
CSM'JKN'CIA DO EXM. SH. COKSSLIIS1BO CABTANi
SANTIAGO.
SwetiriQ Dr. Virgitiu Go^hp.
A's If) lioras da nvmhi, presented da S. des-
iiuhargadores Loureu;o Santiago, Almeida Albu-
ijuerque, Uoria. procurador da coroa, Domingues
Silva, Arau o Jorge e os juizes de .direito convo-
cadas peloExm. Sn presi'hata; Tliomiz llenri-
ques, Gonealve- Lima e-Q-witino Miranda, faltan-
do com causa o Sr. deseaargador iNeiva, abrio^
se a sessao.
JULGAMKNTOS.
Aggrav.is de petiriq.
Aggrayanto Luis' de Paula L^es. Jiuizp? os Srs
desembargadores Araujo Jorge. Dorrrragtres Silva,
e J-oureMo Sanuago.Dera*nprpYim.ento.
Aggra'vanle Be.larmino AlijdS ArAffca, Juizes.
os ,^rs. desemhargadiirea Lourenco Santiago, Do
raiugues Silva e Uoria -Deram provuneOW.
Aggravante Jos6 Luiz AIv-s Pereira. Juizes os
Srs. deserabargadores Ragueira Costa, Doria e
Almeida Albuqucrquo-raram proviraento.
Appolla'.'io ci ime.
Do Recife. -At pallante u juizo, appellada Maria
Lojies Pereira. -Cmfiraiada a seateuca.
Appellacao civeL
De Alagoas.Appellante Jose Francisco Pinhei-
ro Calie, appellado Francisco Manoel de Luna.
Desprezados os embargos.
Deduoeia.
Denuncian'Q o bacharel Alvaro Caminha Tava-
res da Silva, deaunciado o Dr. Sebastiao do Rugo
Barros de Laceraa. Juizes osSrs. desambargado-
res Araujo Jor^e, rela,tor, Loureui;o Santiago c os
juizes de direito Drs. Tnoraaz Henriques e Gonr
Calves Liraa.-Julgou-seimprdcedente a denuncia.
PASSAGBNS.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao
Sr. desembargad'tf Abaeida Albuquerque :
Do jury de Nazareth. Appellante Joaquim Ig
nacio Goncalves Ja Luz, appellado Jose Martiuianjt
de Souza.. f\ 1/1
Da Sabaeiro. -Appellante o juizo, appellado Jo-
se do Nasciunoto Huy.
Do juizo municipal da Alagoas.Appellante o
major Jose Guedes jVagueira, appellado Epamincn-
das da Rocha VJeira.
Do Recife. -Appellante Antonio Duarte Caruci-
ro Vianna, appellado Joao Bapft'sta Gomes Penna.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador.D^rja :
Do juizo de dirato dd Acari^u:Appellante Jo-
se Gomes da Silva, appellada a africana Florinda
e seus filhos.
Ao Sr. desembargador Domingues. Sila :
Do jury de Nazareth. Appellante a justioa, ap-
pellado Manoel Paulo da Silva.
Do Sr. desembargadelrllominguos Silva ao Sr.
Jest'inhargador Rtgieira-Costa :
Do jury do Saboeiro. -Appellante o Dr. juiz de
dire it ?, appellado Joao Ribeiro da Gosta.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr
desembargador Araujo Jorge:
DeOlinda. Appellante Jose Goncalves da Cruz,
appellado Francisco .das Chagas Salgueiro.
Do Recife. Appellapte Joao Antonio Alves da
Silva, appellado Jose Joaquim Alves da Silva
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. dos
embargador Neiva .
Do Recife.Appellantes Tasso & Irmao, appel-
lada a fazenda nacional.
Do jury do Recife. Appellante Joao Jose d
Araujo, appellada a justic-a.
Do Barrciros. Appellante Antonio Felix da
Silva, appellada a justica.
Da linperatriz. Appellante Bernardo Simeao
Alves, appellada a justica.
De Maria Pereira. -Appellante Ignacio Toixeira
de Oliveira, appellada aju>tjca.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador procurador da justica :
De TacaratQ. Appellante Vicente Ferreira de
Paula, appellada a jualiea.
Do Recife.Appellante Marneli.no & C, appel-
lada Nioolao Felipald:
Drtigencia civel.
Ao Sr. Dr. curador geral:
Do Ipii. -Appellantes Adeodato Ferreira de Sou-
za e outros, appellados Antonio Raymundo Peres
e outros.
De Iiambe. Appeliante Eufrazio de Arruda
Camara, appellado Manoel da Rego Cavalcanti do
Albuquerque.
Assignou-se dia para julgamenlo dos fcitos
seguiutes:
Appellacao civel.
Appellante Juse Francisco Pinheiro Cabe, appel-
lado Francisco Manoel de Luna e sua mulher.
/ DlSTUIBUigOES.
Recursos crims.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Recorrente o juiz Kile direito de Garanhu:is, re-
corrid) Antonio Jose Passarinho.
AppellacSes civeis.
Ao Sr. desembargador Almeid i Albuquerque :
Da Escada. -Appeilanle I.se Dias da Silva Ju-
nior, appellado J>:io Feli< do* Santos.
Ao Sr. desembargador Doria :
Da Furtaleza.Appellante Jose Antonio de Sou-
za, appellado Raymundo da Costa Bravo.
Encerrou-se a sessao a 1 hora da tardc.
Companhia Utilidade Publiea.
BALANgO COM QUE PASSOL A DIRECTORIA PARA
401:000*0^
da, vai
4:9l2^i0< fHjMftM
Recife, 31 de outubro de 1871,'
Joaquim F. Gomes.
Guurda livros. "
_. prnduzindo s( l>s. jmenos lisonpeiraa cmsi qde, HB MN >
t Hi inlluenciai legitioias-dat divarsas lucalidades g,..IK!rils lirara ou.-idas e altendidas em *uai aspl^Ja% de, de8 dar IIre na vcnera qui. ,ne.4jfaWM,
nddo a manifestareni so quanto era cnaapaUv-el | m a n llIu liiuio um litli mlu aa lafiia, Wprw
iiniers.es mais rasoaveis e ly.timo* do; e v.ltor v,ti, ^^ d mai
SRSftmaaT*1*' ^aLtl^TlJf^'^^ I?', m.m meinoravel, q, i,
Senharee da .mrawsao, eu vos agradeaa cor-
da' administracao do Sr. Dr. ] eUvh ie ^^.^ ,^u prov'inria,
Senharee da >mmi>tsao, eu
dialmeote a cf'rta eon que m lionraea tawi-
A COMMtSSAO I.IljLIUAI)H'.V DO -SEC
R10DO EM 2 DE OUIUUKO DK 1873.
:iiK):0O0O0d
\. PE-
Aceionislas
Banco commercial
de Pernambuco
Letras a receber
^eguros a prazo
Letras protestada;
Segurados
Refor.na da eompa-
nhia
Bpns rnoveis
i'espezas geraes
Caixa
Capital
Fundo accumulado
LiquiJatiio de acQoes
Conta dejuros
J7:000*flO0
22:949*614
7:6S6*52K
2::.tti9il00
2:2<3<310
l:3:i6*3i)p
1:1974700-
2943:iiX>
385/226
400:000*000
3i:9J24220
900*00
1204000
43o!)i2420 43o:912*2iO
Recife, 2 dc outubro de t873.
JoaquiA F. Gomes.
Guaria livros.
BALANgO DA OOMPAKHIA DE SEGUROS UTILI-
DADE PUBLIGA, AO*' 31;iDE OL'TUBRO TtS.
1873.
Accionistas 3tiO:WO|Ki
Banco commercial
de Periiainuuco 4r'4
Letras a receber IS;'
Seguros a prazo 5:3*44370
Letras pretestadas 2:909* 00
Segurados 2;234i.7fi
lleforroa da coninanhin J:3SMWu
Bens rnoveis 1:197*790
Despezas geraes Si3 Relornos. IQfaWWi"
PARTIIMI COWERV.tnOtt
RECIFE, 13 DE NOVEMBRO DE 1873.
Todo nosso flm e o no350 mais elev ido* esiopo
6 esclarec-r o paiz sobre os sous direitos e procu
rar cimmunicar-lne sempre e.-sa salutar conflanca
na liberuade.o
Eis uini uolire larefa digca dc ser subraeada
por patriotas honestos e leaes, iitte seriamente se
interchain cela felicidade do paiz.
Nos nao deinrem.H de'.appl^ajir aos illustra-
^is rodacWes fla' nOri '!'.. .da vcz que se con
em. elles. cum vivu e cai.u. eiithusiasrao ao
t trabalho'niedoso e luimanitarh de e<-
qlareqer o paiz sol.re os seu.- direito* e de procu-
aar coramuuicar-lh" Sempre';. confianca salutar na
qberdade.i
Ah I Se tossemefsai t- > ;ro\ideiios intuitos .dos
J'uetrazem inscriplos .is seus homes entre as filei
as da dem.tcraoia, nia se teriam feri lo tantas ba-
talha* sangrrtitaV; por que o chrtstianismo, que
na i t mais do que a mesma lil.erdade em sua
emnifaectae rational p.dir,v;ao, ni.t necessita de
ftiolo algum d(i hgrim.vs da fiumamdade, para fa-
zer bP'-tar sousdeliciusos fnte.t
Se muiioli.i, o ii noisas praticas politicas, que
expurgar e reformar como .ecualtecem us rcdaa-
tore* da fiiviiiuci^ieno uma tal refonna niio pole
realjsar-se seau ao impniso pi.deroso de inn sa-
luiar regionrthde goveruo, e cl.iro, que o primeiro
fempenho de um povo que deseja p>rcorrer a jar-
ga estrada do progrosso, deve C'Hisistir na consa-
EracJio de principio.- certis e .leliuidjs, os quaos
fom de inflojfissen<5i,il o^irectam mte na cmsti-
luicao de sua vida intiuia social.
Ni i t cerl;unente pela discii.iea > das qualidaJes
prejforninanles fid caraeter de um povo, de suas
paixoes, de sens habitos de vida colfectiya, que po-
dureie.'vpr-*iar com itidelectfvel criteria do grao
de liberJale ou de escr**:idau Jesso mesmo
pqvo.
1 Sanjenianle doutrina d;s escnptores da Provin-
Idm, pistil tjue seduct'.ra e r :-:au;.nt<., nao tern sido
.mends pejigos.a e fatal a jiberjade.
0 processo' inydstijador e anahtico dos habilos,
'to.s costume-, das tend -ncias e' dai piixSes de
um p ivo pode arrastar nos a* mais estranhis cm
sequencias no terreho da sciencia politico-so-
cial.
Nan'e.'qaB;oeelom<>iiios de inve-tigacao e exa
me partial sejam improficuos ou inuleis a mesma
sciencia, mas e areciso n-L- esquecer quo a scien-
sja naa ij o resultado desses raesmos eleinentos, os
;qu:ies preexrgtetn .eoqw um todo natural e in-
!tuUivo. t '
Damps a meRior constituic^i politico-socia! e
:n6s ills dlremos ipiini qae o povo que liver a
f.rluna e oboinsenso de adopia la, s'era o mais
feliz.
E' preciso que us r^daelores da Procincia nio
se illudam com as doutnnas de FisuheJ e Cheva-
lier iue, em politica, devemos considerar lielero-
duxos.
A grandeza da IngUitern nao 6 a consquencia
aeee'Saria de sua conslituicSo.
Se o seu goveruo- fos-e absolute am todos os ra-
Bjosorganisados do poder putilico poderia ello offe-
reor-nus iguaes ,e, pjr v-n'.ura, mais surpreheri-
denteB resultidns
Nao vem*s razlo. pois, ftira, que os es.eriptores
da Ptvoincia consid..rem as observauoes de Fis-
cheTe Chevalier omne li mo cons'lho anjipalores para jus atuigos da liber-
dado do Brasil.
0 trabalho dos sabioj pliilo--jpBps e graudes pu-
blii-intas nao tern cou-islido, c riamente, na apre-
cia.;ao dosc-islumes, dos > abitqs, tendencias indo-
le etc. dos povos, para rnfirirem desse labo' pe-
noso, quasi material e deseriptivo, a excelloncia o
a liberdade dos iriesaius p voso .to suas constitui-
C&N>,
Oimpnrtanle eerJame tern so debatido antes
no largo eampo das invertigacoes; scienljltoas.
A muil'i estaMa Ve-olviJ > u magha problem i
do.raalUor regimen governamentai,-, se a sua solu-
fao^^dapendesse da disci'imlnajAo dos caracte-
res.'eRbitos dos pnvOs.
Conl e'roito, nao 6 pela via da analyse que die:
gareraos* sj'nthese, nein pelos effeitds que nos ro-
rmntaremos a causa, desde qua o todo natural
sc-ientilico liver escapado a apreeiae^o de nossa
razSo.
vial eslariam os ref irmadores, se quizessem pro-
curar o typo philosophiso da lei entre eleinen-
tos tao variaveis, diversos e contrarios, comu sao
os costumes.
A lei nao pode ser, de modo algum, o refle-
xo dos usos c costumes, e sim estes o reflexo
da lei.
Os costumes sempre inconsisteates c aleatorios
arrancariam a lei o seu caracter de porpetuidade
e univer-alidade.
Applicando esses piincipios, temos que se o re-
gimen governamentai inline sobre o povo, prepa-
rando-o para viver da iniciativa e respjusabilida-
de pr.ipria, e indispensavel crar o mesmo regi-
men e implanta-lo na socledade sem nos importar-
nos, de modo algum, com a uitureza d e costumes da mesma sociedade, os quaes liabitos
podem ser bons ou maos. sem que por isso seja
violada a pureza do mesmo regimen governamen-
tai, cuja applieacao e qne tern de extii par os vi-
cius i|ue constituein os maos habilos sociaes.
N.ioe, pois, aareoiaado as praticas inglezas oos
us*s e habilos desse |v.i, qua- os provtneianos
hao de reformar e.-te paiz.
Podem os provincianos mirar-se no cspelbo des-
sat institul;oes brilanicas c impresstonai"ein-s^
agiadavelmente, c mo torfa inuiufo cniUtadt, ao
contempkir a liberdade praiica, real c paciftca, de
que alii se gosa. e cujo verdadeiro govorno consis-
to na opiniao, ou do paiz pelo paiz.
Esta palavras podem ser bom sodnctoras, mas
nada resolvom de positive em referenda a nossa
vida social o politica, neni podem satisfazer o
anhclos dos c rreligionarios liber aes da I'rovin
cia, senao tern de ser polas em pratica e pouco
importa qae tstejam a extasiar-se, desde que nao
se "empenham em conccder nos tauibem es-a paz
oclaviaua, essa idade dc ouro, de que sosam os
nosos irmaos inglezes.
Sem pteteudermos iovesh'gar a razao da inslm-
tanea predllcteao dos prcrinc/anos pela democra-
cia ingleza, a mi^ liber4 do mundo, quizeramos
somente saber agora se preiendem applicaro re-
melio her.icodessas iustituicucs britanicas ao nos
so paiz, e no caso canlrano. a que vein essa apo-
Iheose, esse extasi pefas leis do parialo.
Desde que achatn admir.iv: 1 esse jogo daquellas
instituifOes, resuUad de I. ngas provanCas, de uma
luta pe sev'erante e de uma viqtoria, que foi bem
latoriOsa, nada mai; r.-ti lo que iranspl
para o nosso hello sal" a :n vdre fecunda e de tao
importantes fruotos.
Se <>j~redactores da PkCiiiWf* nao trazem in
menle rec.mstitr.ir a BJssa vida social a imagem
da conslituigao inglera, qut- realisou para elleso
milagre da wmwniffiff, e do que se ashaoi no
enaniorados, a que vem ettfi coarclada e o que
querein signifiear o- seui lueomios ?:
Grandes caberas qua ;::.o easai dos sabios pu-
blicistas da Protinan '
Priiclamaiiiji \\k- do pafiato, do qual.
segpndo elles, tern riesuludo anioglez a to e coin
a (6 a eoragepi e a Rrmaza op direito, bom aomo-
a confianca robusta na Victoria difiuiliva ,
Ate onde chegara 0 ofplrur ela'4ic6 e inventive
des Parafqae estarmos no nlros a quobrar a ca-
be?a, se temos K^enif K tac cdiliivntes a imitar da
sabia politica :britan;'j" .....
v: com'efleito 6m b?ilf :. t." de slliviar as nos
sas maguas, exallai t) !o a allieia prosperi-
dade!
Pelizesprotw/a:;., 'ipem locou por sorto, a
son.bra de eossa ,faia, celehrar como a* Mantua-
no, a paz e a liberdade, ? qhA, P"std qne-tardias,
chegaram todavia parav.s nobres fllbos do Albion,
que out^onf oanHe'ceram .(eoi)o i^st.6ontiecemos
agpra) 1 odas as -forma* d* ^J^wnia e todos os des-
nthiMM&irpKrm *'$: J .
A difterenca, por.'rp. apequona diliercnca 6 que
e Montuano cantiyt- n$$frja ifelicidadc e os ge-
nerujui c resii:: ,s foiiientam sc
a> imi.ulso betielloa ->M10| miis'consistenciae
Luiz Roraulo Peres do nt.
^ote'Snt'os dAhaartotf one CAr,,n "mba.r*- [ '" 1e '" manifeataea, e vs
^i, !!,r! IwSili,' epr^gre!s.va nifiqneis a esse granlu-s- parUdo, a qui laaa a
cal- e entorpecer a marcha adgilai___.i^ reri).; ^^ d(J pei,e,er qnw f.^SOXl>i parVqueTta-
a pre>tar ao D;rit os imiiofUntea parHfc*
'ntos ao pn>gr.'Sso, a ordanie a liberdade.
w. vos um abrago de reconheciirieato,* a aik' o
do partido con-ervador naqa^b profhts -0to I.
nheceram a sua impotendia dian'e do rrt-rlth*.
promissor do novas victorias para o setf ver'lad?i-
ro adiautamento e progresso moral e matorlaf.
A situacao financeira, que era pouco ananadora
na 6poca em que assumlo a direccao da provlnua
0 bsnemerito pres.dente Dr. Peres de Moreno, tern
recebido um novo alento, devido ao iricansavff zelo
i sollicitude de S. Exc, que le.n corlado e vai
cortando parcimomosamente por todus os dispen
dais desarazoados e inuteis que sobre pesavam os
cijfres exhaustos da provincia
1 Os alagoaii'is nao lardaram a pressentir os offei-
tos da politica,. que se Ihes desenhava jusriceira o
fecunda, para rodearem o administrador de todo o
oecessario auxilio e valioso concarso na obra, que
emprehendera, de reaaimar os nobres in3tinctos
dos seus concidadaos e de promover todos os me-
laoramenlos, a que lem direito aquella bella pro-
"vtocia.
OSr. Dr. Moreno tem sobracado, e verdadc,
graves e serias difflculdades, como acontece sem-
pYe que uma nova ordetn de cousas e de ideas
teude a cstabelecer se e cousolidar-se.
Iateresses, costumes e P.ilsos ptincipios, longo
tempo arcaigados, offerecem grandes resistencia?,
ectno e natural, e tentam dar natalha decisiva ron-
Ira os 'ncrvos anhelos de um povo, que deseja se-
riamente progredir e como que rcsgatar-se das
ead.'ias, que o torturavam.
Sao passados poucos m?zei da actnal adminis-
trate e ja os negocios publico-soclaes e politicos
euereaem um novo aspecto mais consolador para
6 futuro cngrande^iraento daquella terra, que se
podera dizer votada faial e Ineraissivehnenie a um
quasi ostracismo.
Admiraveis que sao, por&n. os designios da Pro
viJencia, a qual se, tin linguagem profam, per-
milte a existencia, mais ou menos duraduura. do
real, nao rectisa, por outro lalo, ao homem os
mei-is euergicos e heroicos de sua regencracao,
por que a lei moral, como a lei physica, tende a
restabelecer, com invencivel esforcp, a harinonia
prcstabelecida, uma vez violada.
Na ordem politica, sobre iudo, k onde se reali-
sam mais frequentes aberracoes, que sao ao mes-
mo tempo as mais deploraveis, pois que ompro-
mellem c perturbam grandes interesses colleclivos
e de superior estiinapao e alu empenbo.
0 trabalho paciente e fmclificador que o Sr.
Or. Peres de Moreno emprehendeu c nn rara cora-
gem e abnegacao^io patriutico intuito de rcgeno-
rar a provincia das Alagoa* vai produzindo a olhos
mis os mais imp u (antes eff -ilos
Em sua appl itidida administraeao deixara, scm
duvida. permanentes e laraos tracos dos seus sen
timjntos de patrfotismo c ae raofatidade e aquella
provincia ja nao podera esquecer, cmo a lembran-
5a breve do hospede qne passa. 0 nome do admi-
nistrador, que lega para um proximo futuro a
mesma provincia beneficios reacs quer na ordem
economics, quer na ordem politica.
E' hoje sera questio que a nova assemblea dos
representantcs provmriaes, segundando os bons
desejos de S. Exc, nao deixara de acudira convo-
cacao, que, em breve espaco, Ihe haja de dirigir,
para preencher as lacunas deixadas em duas epo-
cas de sua reuniao e que i espirito de egoistica
opposicao deixou completamente iinproficua.
Continue 0 honrada presidente das Alagoas a
derraniar a semenle de sua vigorosa adminislra
cio, que nao sera jamnis desproveitoso e inglorio
tao generoso c patrtotico empenho.
3UiioAO0s a mm.
oincantar hg'l.rrm
lan'ca.
luidas 1 nra d^pt.tados
leytneia das Ala?
"laalidade 'obliliram por .toda
^riumplio.
O Kxiu. Sr. Dr. S\\\a Rego.
Com a maior salisfacao publicamos ho;c 0 dis-
curso. que a commissao do partido conservador
desta capital dirigio ao Exm Sr. Dr. Silva Rego,
dislincto cliefe dc policia desta provincia, por oc-
casrto de Ihe ser eotregue uma m .desta venera
do ouro cravada de brilhimtes, doolllial da impe-
rial ordem da Rosa, condecoracao esta eom que
ainda ha pouco 0 governo imperial rerannetou os
relevantes services deste honrado magistrado,
prestados ao estado nesta provincia
Com igual prazer publicamos tambem a respos-
ta com que S. Exc. agradec.m a tao espontanea
prova de esiima e aprere aos seus serricos, dignos
dos nossos encomios.
Eis 0 discurso :
Illm. e Exm. Sr. Dr. Mancei da Silva Rego.
Quando um partido politico, apparecido era eras
mui remotas, tem assumido quasi nao intcrrompi-
daueule a direccao do tslado, cabe-lhe o direito
de ostentar-se como apoiado pela verdadeira opi-
niao publiea. Nestas condicoes esla no Brasil 0
partido conserador, cuja actualidide nada menos
significa do que o mais deeidido empenho pelas
glorias da patria, o prugresso aconselbado pela sa
razao, e a satisf .cao das mai? le?iti.nas aspiracoes
do paiz. E, entao nao e menos verdade que esse
partido perdura tant0 pela excidlencia das ideas
eomo pela distinc^io dos que sao incumbidos de
realisa-las; cumuriado-lhe manifestar pelo modo
0 mais significative 0 grao e:n que e3tima os scnti-
menios de qualqner dos seus prestimosos raembros,
que sonbe fazer se distiucto.
Ora, V. Exc. osta neste caso.
lutelligencia csclarecida, amor ao trabalho ca-
racter nimiamento probidoso e franco, espirito de
jusiie,a c dedica.ao pdili.'a nunca Ihe faltaram em
ciroumstancia a'lguma, c notadameotc durante a
penosa e longa administracao policial nesta pro-
vincia em niaa quadra tao exigente.
Ja antes V. Exc. recommendava se em diversas
localidades poi scrvicos relevantes a causa publiea
e ao partido a que pertence.
Entre os titulos de muila valia sobreleva-se 0
empenho pela etlecliva garantia dos direitos dos
cidadios e contra a impunidaJc dos delinquentes,
tendo couseguido ver efTeciuada acaptura de avul
tadissimo nuiuero de criminosos, inclusive os mais
iirportatiles, que erain 0 terror do cidadao pacifico
e um permauente incenlivo a pratica do crime.
Este resuludo eloquente e sem duvida um justo
motivo de gloria para V. Exc, e de grande des-
vaneciiaento para os seus amigos politicos, que
desejain de todo 0 cora.Ao a manutenr;.ao da urdeui
e 0 imperio da lei.
O partido couservador da provincia, a jiuetn V.
Exc ha servido com a maior dedicacao, ditada
pela firmeza de prmcipios c dignameate dc carac-
ter, applaudio 0 acto. com que pela seirunda vez 0
governo imperial galardoou os lelevantes services
prestados por V. Exc. ao esta.lo, conlenndo-
Ihe 0 offlcialato da imperial Ordem da Rosa. E,
aproveitaodo a opportonidade, cumpre 0 agradavel
dever de accresceuiar a e?se acto do governo a
ofTerta da respertiva venera como prova solcmne
da distinccao que V. Exc merece ao mesmo par-
(id 1 como preslimoso politico e magistrado-exem-
plar. ...
Qa ofTerta Sr. Dr. Silva Rego, partida imme-
dialamenlu d'aquclles que de perio o conhecem.
oflendcria a nobre istncao de seu caracter, se o
maior apreco delta nao consistisse na magmllcen-
cia e espontaneidade dos sentimentos dos ofler
tantes.
rUn nome, pois, do parUdo coaservadot da pro-
vincia do Ceaia, vimos tra-duzir fielmcnt, pmaM
V. Exc. e-se sentimento ; temos a honra de offere-
cer a V. Exc. esta randesta venerr.. e esperauios
que acreditara na sinceridade desse sentimento e
do que particulariueote anima a esta commissao,
a qual rauito pouco ac:r*scenta com a declaracao,
de quo pontinua a fazer ardentes votos pelas 1 ros-
pendades de V. Exc. e do S Exma. familia.
^Forlaleza, 1 de novembro de 187 i.
Manoel de S Mzafiarc.'a
Joaquim da Cuhka F>ei,i
Jono Antonio Machado
Antonio Gojiculccs da Justa.
Jose Joiquim Carnctfti.
1 Luiz de Seixas Correia.
Paulino Soffiteira />'. da Ftnccca.
Eis a resposla:
Illms. e xins. Srs. da mminissSo. Sem a
ciuieatns que me deem direitu no ;resentc, quo.
me acabad de fazer, m o rccebo como mais uma'
profa de vossa generosidade, e dos que se associa-'
rim a Vos ues.-c.tributo de eterna gralid-eo para
mim. .
Se algous senncps tenho feito a es'.a provincia.
Como chore de policia, sao esses filhos da obnga-
cao due me cpntrahi quando apdtel essa honrosa
comrnis^o-a .or in- nau ondft furt.if ; porquc
nnnca, dnraute a minha vida dc empregalo pu-
WicPi "queci in tm nien pan.
'SpSM. fn-r -iderando esses scrv^os
int.;:- se tigu u c-mceler me o offloialato da
1alOnle.11 li Risa, cua remuQerc,ao, por
(JOMMfe^m
PRACA DO RECIFE 12 DE NOVEllBtiO.
UE 1873.
AS 3 1/2 HORAi DA TAROR
tacoe uiflicioea.
Apoiicos-da divida publiea de 6 0(0 com o OjO fiy
premio.
Algodao -de Penedo sem inspeccao 7*7U0 por V->
kilos, honlem.
Algodao da Parah-ba 1' sorte 9*100 por li>
kilos posto a boido a frete de 9i 16 e
5 OiO.
Dito dc dita dita 9*020 por l?i kilos posto a
bordo a frete do S|8 e 5 OjO.
Cambio-sobre Paris a 90 d|v. 361 rs. por franco.
honiem.
Cambio sobre 0 Rio de Jineiro a 30d|v. com
* OjO de desconto.
Algodao rle 1* sorte 8*500 por 15 kilos.
Dunourcq
Presidente
ijcal Sevc
tecretaiio.
\LFANDEJ*
XoaduneBte !,hr,i -io dia 12
:ii8:709l8fiO
32:410*122!
3*1:119*982
Descarregam hoje 13 de novembro
Vapor inglcz Lalande (atracado; mercaao^
pai a alfandega.
Lugar inglcz Con.fanra Wilson mercadorim
para alfan lepa.
Vapor nacional Parana -creneros nacionacs par;.
0 trapicne da eompanhia pernambueana
Brigue ponuguez f-tgeiro III varies generu
para 0 trapiche Conceicao, para despa
char, evinho, vinagre e azeite para de
posito no trapiche Harbosa.
p-irtuguer. -yfi'o Dim's-varios generic^
para 0 trapiche Concecao, para *spi
char.
Palacho nacioual-Ori)i/iidu-rnercad'->rias |-ar.
alfandega.
Hiate nacional -Aik/mo -genem? naciona"s pv .
0 caes do Cunha.
Vapor
SMi)W laiporfacito.
Barca sueca Ufaryarita, entrada em 12 dc .-or
rente, consignada a Johnston Pater A.- C. nwrri
festou :
Carvao de pedra 819 lonelada? aos const;nai;-
rios.
Vapor brasileiro Parana, entrado dos porlo- d
nortc na mesma data, e consignado a Pereira Vien-
na & C., manifestou :
Caixa I a Augusto Francisco de Oliveira Juui ir
1 a G. 0. M. Fautosa, I a Joaquim Anronio de Wi
wira & .,1a Joao Walfredo & Medi ir.is.
Embiulh.i 1 a Vareliano L. Colas. Eneapado i
a Manoel Antonio Rudrigucs Pinheiro. .
Pacotes 100 ao Dr. Antonio A. Garcia.
Brigue portugiie/. DamiSo, entrado do liio Gran
do do sul, em 12 do corrente.. consifcn.'.do a E. H
Uaftello & C, manifestou :
Conros aeccos salgados 90 Xarque 258,497 ki-
logrammas a Francisco Jose da Costa Araujo.
IJiato brasileiro Ade{ino dn$ \njns, ^ntrad
Asm'i na mesma data, e consignado a '>-S Jcroroi,.
da Silva Gomes, manifesto;! :
-Algodao 4G saccas a Manuel da Silvr, tti.tes, SO
a Guimaraes & Irmaos. 16 a Guilhen fl "... SO
a ordem, '2 a Sa Leitno 4 Innaofi, l ftf '-.'-
Goncalves Ferreira. .
Carne 3 garaiaos a Bernardo Jo
Irmao. Counts 20/ a mdem .
Palba de camafiba Sla mollK's r, t unha Wmat.
100 a ordem.
Sal 1X) .-.Iqualres a ordem. Le:.. di 1
6 saccos a Bernardo Jose Ferreira & Irr
iKSPACHOS DE EXPORT'-.r.AO \Q DIA H Di
NOVEMBRO DE 1871.
t>nra os pnrlos rin trierie\
- No imio noruegneuso Unlhilik. p;
ual, carreaaram : L. J. S. Guiroarm laVd-H
com 7.\0"B kilos de assacar MtMaivalu". S. Utr-
Ihers. 4 C 2,50> ditis com W7,sw.dit
- No patacho holiandoz Ma. in Canal, carres tram : R Sohmmetta i.tti*
sacc ran St45v000 kilos de assuear mascavr
- Na baroa *

A' minha adhesao.
protest o>. mliro de 873
Ceara, i dd no. -W Silva Rego.
flaav
------ AaixilU-
Socledaile liiitemr'tf* -utlu
dnr rJ.
An pessoas cjue quizerem Gear' cam b&frett^*~
para 0 benefi "io desta socie.la.ie, que tt-ra fujgjrV" "'V
no dia 16 (loming..) do correute, podeui procdTS
IoS ao theatro de Sauui Autonio, em inao do-N'-
l.eteir > ou na ci-a n. 28 da mesma rua, cui iw
do Dr. Luiz Drummund.
Iv>ituiu.i-o, ileltilitatlo. oppre-t'
tAo d*pi. da conaida. ete.
Aindie^^tiotnmainnnmeraveis forma*. A* -
zes 0 estumago tornase tao sen-itiviv qne rejalla
ate mesmo as conthias as mais simple>, e oi>ras
vezes a digeuan e t*o -penivei que o d > sati-fazcro appetite.
E' ju-'tamenle em-easo'' scmeltianles. que asiju$-
lidades tunicas das piltt'as awucar;td\~ de Uisiet,
mats rlaramoute se mjnifi-stam. Hf'Sft.. Marga-
ret Mc Elroy, de Tr.iy, N"va-York, a^s.vera ^e
duranteiS annos. ella na> podia digerir eoinida al-'
Riima solida -na 1 comendo mais nada do qne ge-
leas, arroz, mingios, etc, -e isto me*ino causava-
111c tanto vexame qu ella se vei nbrigada a redu-
zir a quanii lade a um par d on;as tres vezes ao
dia.
Ella aehava se n'um estado terrivel de magresa,
e para servirom-nos do suas prop'tas expressdes
- ja bem pnueo se lh- dava 0 viv.-r. Depois de
ter e\perimentadn mais de inle modes do Irata-
mento, ella linalmente. priuciptou a toiaar as pilu-
las assucaradas de Bristol, c os seus result-dos
sai por ella mesma narrad is da mineira seguinte :
6 com maior regosijo de gratidan quo Ihes. partici-
po que me acho boa. Como perfeitamente bao.
durui't deseancada, tornei a euKordar o nao sink
as menores fldre*. Tudo isto devo as pilulas assu
caradas de Briatolr e por isso com 0 maior jrosto
do mundo as recmnmondo a todos qne padecem
d'um estomago frac6 e debilitado. Ellas sao da
maior efficaria. Em todas as moiestias aggrava-
das ou provenientes de impureza do sangue.a Sal-
saparrilha de Bristol, deve de ser tomada con-
jenctaraente com s pilulas. 0 seu exceiteate ae-
condicionam^nto torua a sua jonscrvacaa fixaoai
todos os climas.
A hatalha da vida
E' maxima da guerra 0 a tes que este teuha tempo de concenlrar as suas
f.irgas para 0 ataque. 0 mesrao e appficavel na
luta diaria com as enfermidades. Se bem que a
Salsaparnlha de Bristol, antagonista, a quo pou-
cas moiestias mortaes podem resistir, leva a cabo-
a sua obra curaliva e regeneradora, muito mais
deprexa quando ella e usada logo no coineco da
molestia, d > que quando esta ja se acha entranha-
da no systema. As eseroiulas que nao se teem
arraigaao profun lamente nas carnos ou atocado
os ossos, se de s .I. a sua magica influencia ; succedendo 0 mes-
mo com as moiestias culaneas, affeccao do figado.
dos iiitestinos e rins, dyspepsia, nevralgia e rheu-
matism.1. Porein, tenha se entendido que. quando
a luta entre as facublades physicas e a enfermida-
de chega a p.mto de so torniar uma batalha entre-
a vida e a morte, tao terrivel quan dtvidosa ao
parecer, a SaUapirril a de Bristol, p6de ainda
as-un mesmo fazer pender a balanca em favo
do d.jente. 0 naufragio da humanidade euconlr^
sempre uma ancora de salvainenlt oesto bygienb'
co anxilio.
-



Dittfe-de PemaiiabHfio Qu&# feira U da

*!*?*
^
S
i
*.
:*rr*grani: R. Schmmettau ft C. 174 saccas com
I 4,16|kilos *e altfodao.
M lfir allemio Nicotine, para Liverpool,
G Necsen & C. 173 saec;is com
lt,fllWiN algodio,.
No navio ingles Metheor, para Liverpool,
arregaram Carvalho 4 Nogueira 583 saecos
"'jot 44,100 kilos de assucar mascavado
No Vnjor (rancez Meiulosa, para Bordeaux,
arregou : J. T. do Arrtijo I barrica com ll aba-
acMs.
Na barca portngaeza Graiidao, para Lisboa,
arregou : F. A. B.irbosa 100 saecos com 6,000
kilos Na urea uorttuMn S- Manoel 11, v>^
Perta, carregaram : H. I. da Cunha S*** .. a o
eonros salgados com 9.C00 kilo* .uriaho 800
ge 2 saccoi coin 120 kilos ** il. de La Gran-
60 diios de doce. o cafe, e J caixas com
Par*
Par* .. os portos do interior.
[U ^ o Rio de Janeiro, no patacho diriamar-
. i. P. Lasten, carregaram : Amorim Irmaos
a C. 400 isccos com 30,000 kilos de assucar
franco.
Para o Rio de Janeiro, no navio brasileiro
I'robtdtde, carregaram : Amorim /rmaos 4 C
300 saccos com 'Ji.-MM kilos de assucar branco ;
J. P. M. Gaimaries GOO ditos com 45,009 di403 de
lito.
Para Granja, m vapor brasileiro Piraptma,
.arregarain : A. F. Barros 14 barricas com 1,115
kilos de assucar branco. Para Acaracii, Fernan
des k Innao 9 J'Has com 801 ditos de dito.
Para o Acaracii, no vapor brasBeire Giguid,
carregaram: A. Cordeiro 10 barris com 960 litros
de aguardente. Para Piranhas, "Jeves, Innao k
C. 2 ditos com 126 ditos do dita.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Ooui Amifos, carregaram : D. Gonealves da Silva
2 barricas com 120 kilos de assucar reftr.ado :
Pocas k C. 4 ditos com 336 ditos de dRo, o 39
'aixoescom 19 1:2 ditos de doce.
(I
Dr. Sebastiio do
da, juiz ib direito cs;
Rego Barkis do
oaPATAZIA da alfajvdbga
len-Jsnento di> dia I a II.
dtm do dia 42. .
6:273*013
915*064
"7:188*079
VOLUMES SAHIDOS
o lia lJ It......
?nraeira poru ** *ia 12. .
seganda poru.....
rweeira port* ....
juarta porta .....
l>4iicbe Goojoieao .
SERVICO MARIKMO
&i\areBjns desearre'gadas do trapioh*
alfandega to dia 1 a 11
;dem idem no d:a 12......
SaMJsalracadosno trap, da alfandega
tfv*rengas........
^o tranche ConoeJcao
3,949
89
227
33i
75
458
>M29
i
i
M
nfiCkiasiklULi LE RENDAS 1NTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
iend^eito do dia I a 11. 20:337*304
den toto'l*. r.95o*922
2-2:293#-i26
OONSULADO PROVINCIAL
i0iuieato do dia I a H.
Kn do dia 12. .
32:760*546
3:954*689
36:715*235
RECIFE RAINAGE.
:ieudiu:cDto do dia 11. .
Mem do dia 12......
6:009*'95
2:196*273
8:205*670
0VIJVIENT0 00 PORTfc
Piavios enlrados no dia \-2.
Portos do norta8 dias, vapor nacional
Parana, de 850 tonoladas, commandante
Oypriano A. Je Quadro Junior, equipa-
g*-in 00, carsja dirt'orcntos generos ; a I'e-
reira Vianna tssd6 dia?, hiate n.icional Adelinodos
Anjos, de 95 toneladas, capitao Manoel
Francisco Monteiro, equipagera 6, carga
algodao, oourose outros generos : a Jose
Jonquim Gomes da Silva.
Rio Gran o do Sul20 dia*, brigue portu-
guez Damido, Jo 27(5 toneladas, capitao
Pedro Martins Branca, equipagem 12,
carga 263,970,'kilos de came; a E. R.
' Rabello dC.
Cardiff3 dias, barca sueca Margarita, de
321 toi.eladas, capitao Ryberg, equipa-
gem 16, rarga carvao ; a Johnston Pa-
ter & C.
Navio sahi lo no mcsmo dia.
i'nnalPatacho itahano Porto Rico, capitao
G. Guelfo, carga assucar.
Observagdo.
Suspendeu do lamnrao para Mossor6, o
brigue allemao llerhar de Erich, capitao T.
Hunke, com o mesrno lastru que tronxo da
Bcibia.
Seccio 5." Secretaria da presidencia de Pcr-
oambuco, em 8 de novembro de 1873.Edital
Por dita secretaria sc faz publico que, tejdo o
Exm. Sr. presidente Ja provincia do Uar exncucao
i lei n. t097, do 28 de maio dt-sto anno, abaixo
transcript3, cunvida a mem ipiizer contralar aca
nalisacao d'agua potavel c illuminacao a gaz p-ira
a eidade da Victoria, a aprcsentar suas prouosia*
nopra7i di> sess-nta dias, a contar da presente
lata.
0 secretario interino,
I. Lamenh i Lins.
LEI !f. 1097.
Art. 1." Fica o pre>id>-nu- da provincia aut'>iisa-
do a contractar com cjuem meihores vantagens of-
feracer a canalisacao d'agua potavel e iliuminavau
i gaz para a ;idade da Victoria, sob as scgninlcs
bases :
| I.* Privilegio ate tiinta anno3 para a agua c
triota para o gaz.
2.* Privilegio 3le dous anno3 para cada chafa-
rir que tiver do ser ci-llocadu por ordom do pre-
sidente da provincia, al6m dus designado3 no con-
tracto.
3." 0 preco da iiluminacao nao podera cxee-
der do inaximo lixado Da lei n. 833, de 22 de maio
Je t868, para 3 cidaio de Olinda, e 0 da agua no
rae f6r Jeterminado pelo i I." do art. 2." da loi n.
46 de '4 de julho d 1837 ; pod^ndo 0 presidente,
de accordo com 0 :onlractante, modillc; r para
menus o preco la illomina.ao, quando Hoover 1 s-
trada de ferro para a mosma eidade.
Art. 2." 0 conlraetaole >: obrigara :
% 1.* A coUorar os chafarizes 0 lanipeoos nos
lugares quo p:lo presideute da prnvioeia forem
deignad(is, nao excedendo 0 nuniero de lamptoes
a qnnrenta.
I 2.' Fiodo 0 privilegio para a canalisacao d'a-
Sa, a ceder a provincia todas as obras respectivas
s quaes fari entrega a administracao, correndu
por conta do merino coalractante todas as despe-
zas com as mesmas obras e a lo gaz.
Art. 3.* 0 presidente entrogara ao coatrqanie,
no e*lado em que se aclisr, 0 acaae mandado
C0D?trair na dita eidade por conta da provincia.
Art 4. Fleam isentis do diroitos provinciaes
todas as materias necessarias as referidas cm-
prezas.
Art >. 0 coulracto tica -('pendente da appro-
vaga-i daassemol^a.
Art. 6." Picam revogadas as disposfcjJes em con
11 arto.______________________________________
SercaoS.3 i-feretaria d3 prp*i nambuco, 8 do novembro Jo 1873. 'Pur esla se-
cretaiia se fa^. noblico, |ae Undo 0 Exm. Sr pre-
sidente da pruvinria de Uar exeeucao a lei n. 1081
de 24 de abnl ultimo abaiso iranmtrnia. convi
da a qoern quizcr conlratar a c nstmc>;ao de uma
popte idire'o i-> Ca-me-voii.da frejutfia do Bo
nit>, a apresen'.Dr suas propo tas cm a prazo de
jessen'a dias, a eon tar da pieenie data
O secretario 1
A J- J
LEI 1081.
Art. !. Fica 0 presidento da pro*
sado a contratar com Jute Correa
com quern meihores vantagens olTerecer,
traocao de uma ponte sobro o riu Ca-aje-^
freguozia do I'onito, -:ob as seguintA* .a, da
f. Goneessao ou privilear>r> ..-. oondicdes :
para usmVuir a dita po* por qainze awioa
razoavel por cad -ie, eobraado um aedagfe
transitar. ^'D^ pessoa ou animal que ti-jlla
*v Liltrcjfa ,
servajio. '& ponlo am porfeito cstado 00 ju-
seui A provincia, a qnem passaia a porteacor,
tae por i.-so tenha (Urcito a ittdemrt. araa o
.ontratante.
Revogadas as dlsposlcoes cm cnatrario.
Lteiy-
di) comn.cr-
cio dactdada do Mtfiitu '** P-iiiaiiii^ico,
per Sua Magestada 0 Imperador, que
bens guarde, etc.
Face saier pelo presente edital, que dwtro do
prazo de 30 dias contados da data da poMicacao
do presente, recebe este julzo propostas m cartas
fechadas para arrematacao por venda a quern mais
der, sobre avaliaclo dos escravos segnintes :
Antonio Quaresma, a/ricano, com qnarenta e
oho annos da idade pouco mais on men 33, nor
9003.
Romana, crioula, idade cincoenla e cinco annos
pouco mais ou menos, solteira, do servioo de cam-
po, por 500*.
Anna, preta, crioula, idade vinte 9eis anncs pou-
co mais ou menos, solteira, do eervico de campo,
por 800*.
Autooio Pajeil, preto fuJa, idade dezeseis anno3
pouco mais ou menas, do servi<;o de campo, por
1:100*.
Antonio Capueiro, preto, crioulo, idade qnartor-
zo annos poaco mais ou menos, solteiro, do servi-
;o de campo, por 1:100*.
Antonio Bananeira, preto, crionlo, idade qua-
tone annos pouco mais ou menos, do mesrao ser-
vipo, p6r 800*. %
Jaclntha, preta, crionla, idade de trinta annos
pouoo raais oa menos, soteeira, do mesmo servico,
a qoal tern tern uma liihinha forra, de ncr.ie Sa-
lusiiana, de c-5r parda.com um anno de idade
pouco mais ou menos, por 900* ; CUJ03 escravos
portencentes a Joao Xavier Garaeiro da Cunha e
vao a praca por execuQio que a este mu*e 0 ba-
rao do Nazareth ; a arrematacao sera feita pela
forma que determina o art. 1 do decreton. 1;695
de 15 de setembro de 1869, caps escravos acha-
se sob a guarda do depositario particular Severia
no de Siqueira Cavakante.
E para que chegae ao conhecimente de todos
mandei tazer o presente edital qne seea afflxado
nos lugares do costume e publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta eidade do Recife de Per-
uambueo, aos 8 dias da mez de oatubro de 1873.
Eu, Ernesto Machado Freire Pereira da Silva,
escrivao o escrevi.
Recife, 10 de outubro de 1873.
Sebashao do Reno Burros de Lccerda.
cecer, a coos- DO *
Recife a Caxanga.
Por ter havido engano
no primeiro aviso pu-
blicado tiesta Uiario,
de novo se faz sab que os drs assignantes
dt'vem renovar suas as
1 dia 0 de cada mez.
la companbia, 10 ae r. iweai
<-gna*.uras ale
Kscriptorio
br> do 1873.
R. C\ BuUerbc*,,
lioreiite. _^
"I* Da erde* do lllm. Sr. inspector f ftwonra
ria de fazenJa desta provincia se declara para ; >-
ahecimento de quern interos*ar, que 0 prazo para
a subslitincao das notas de 2*000 da 4* estampa,
finda no dia 30 de novetnbro cor rent*, csmecando
em l- de dexembro vkrlouro 0 desconto, sendo 10
0|0 no primeiro mez, 20 OpO no segundo, e assim
snccessivamenie ate a extinccao do valor da not*.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Pernam-
bnco, f 0 de novwnbro de 1873.
0 secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardoso.
Edital n. 92.
Pela inspectoria da alfandega sa faz publico, que
no dia 17 do corrente, as 11 horas da manha, a
porta desla raparticao, se ha de arrematar, livres
de direitos de consumo e sujeitas ao imposte da
capatazia, as mercadorias abaixo declaradas, an-
minciadas a consumo por edital n. 87 e qne dei-
xaram de ser despachadas dentro do prazo mar-
cado.
Trapicbe Conceicao.
Marca H. V. Duas caixas vasias, vindas do
Lisooa pelo vapor inglez Neva, enlrado cm 25 de
agosto do corrente anno e consignadas a J. R. P.
Guimaraes, sera valor.
Marca C. 200 ancoretas, vindas do Porto na
barca porlugueza A'ora Sympathia, entrada cm 27
do mesmo mez, consignadas a Carlos Alves Bar-
bosa, contendo azeitonas bran:as com principio
de avaria, no valor de 98*6c0.
Alfandega de Pernambuco, i2 do novembro de
1873.
0 inspector,
Fa'iio A. de Carvalho Reis.
3CU8AC0ES.
E
INSTITUTO ARCHEOLOGICO
GRWOPE
Havera sessSo ordinaria quinta-feira, 13
do corrente novembro, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
1." Pareceres e mais trabalhos de commis-.
soes.
2." Palestra litteraria.
Secretaria do Institute, 10 do novetnbro
do 1873.
J. SOAKLS D'AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
Juizo de orphaos da comarca
de Olinda
No dia 13 do corrente. finda a audiencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de o>phaos da comarca de Olin-
da, a 1 bora da tarde ira a praca uma easa terrea
de pedra e cal, sitaarua do Amparo, com 4 quar-
tos, cuzinha fora, quintal murado, estribaria, ava-
liada por 900* ; e mais dous terrenos na rua de
S. Joao, com duas frent^s de ca-a3 de pedra e cal,
arruiuada*, com um pedaco de rauro, em chaos
proprios, avaliados por 200* ; e flnjlmente uma
casa na rua de S. Francisco, hojo em completa
ruiua, coin um terreno do lado do norte, tendo
cacimba avaliada por 300*, cujos bens sao per-
tencentes ao primeiro casal d Joao Gonealves Ro-
drigues Franca, e vao em praca para pagamento
de diversos credores.
Olinda, 10 de novembro de 1873.
0 escrivao
_ __ Joa(lu'm Hermillo Gandido das Ghagas'
Olinda
Vai a praca pubiiea no di3 13 do correuto a la-
veroa cente ao esp.ilio do fiuado Jose Hygino Monteiro,
e dous cavallos, sendo um delles muito bom anda-
dor : o pretendentes poderao comparecer no dia
acima dirigindo-se a I hora da tarde, na sala das
audienoias.
Por esU reparticito se deciara, de oi dein do
lllm. Sr. Dr. chefe de policia, que se acha depo.-i-
tado um cavallo alasao caxito, con petontemente
a mi ado, que foi apprehendido em poder do roo-
nor Manoel Marcos da Siqueira Cavalcaute.
Quoin se julgar com direilo ao mesmo cavallo,
apre?ente se reclamando o.
Secretaria de policia de Pornambuco, 12 Je no
vembre de 1873.
Pelo secretario
Francisco (J. da Silva Barroso.
GABI.NFTK PORTUGUKZ DM LKITI'RV FM
PERNAMBUCO.
(Directorial
Por ordem da direeteria se avisa aos sis. socios
que o Gabinete de boje em diantd sa feciiara das
ouas ate as quatro horas da tarde, ate segundo
IIVKO.
Secretaria la directona, 12 de novembro de
1873.
V. Chaves Junior,
1." secret* rin.
Vuneravel irmaudade Oe Sirnta Lecilin,
erecta na igreja do Nossa Senhora do
Livrumento.
Por ordem do lllm. Sr. jui.i. e do coufonnidade
com o no-so compromisso ; o ignal despacho do
Sr. Dr. juiz de opellas, convido a todos os irmaos
de-ta irmandade para comparecerem em nosau
consistoi io no dia 15 do corrente. a- \0 horas da
manha, para pnvederroos a eleicao it. nova mesa
no anno de 1873-74.
Cobsisterio, 12 rte novembro de 187:1.
Amar > Joaquim do Espirito Santa
________________S<-creitrio interino.
Juizo dos teitos da fazenda.
Kscrivao Bandeira.
Sexta feira 14 do corrente, depois Ax audiencia
rospecliva, as II luras do La, ira 1 praa por
venda a caa n. ~2i, sita no largo dos Bemedio*,
>^om 2 salas, 2 quartos, 44 palmos de frente, sobre
51 de funlo, com um terreno a frente, avaliada
em 1:500*, para pagamento do que deve M. A
Ribeim.
Recite, 7 do novombro de 1873. 0 soliciudor
da fazenda provincial,
J. Rrmino Corrcia de Aranjo
fiymnasio provmcUl de Peraani
bui'o. 10 de novembro de 1873.
Os pais e correspondentes dos alomnos do Gym
nasio sao chamados a satisfazer dentro em cinco
dias as pensoes dos alnmnos que se acham de-
vendo, nao 6 relativas aos trimestres anteriores
e ja vencidos como ao trimestre de outubro a
dezembro do corrente anno, visto como segundo
a disposlcao regulameutar o pagamento deve ser
adiaOtado
Piado este prazo sera feita a cobranca de con-
fonnida le com os preceitos legaes.
0 regedor intenno,
Dr. Carneiro Wonteiro.
earn algum gado carallar e vaeenm.
Reo be para Isto propostas nesta secretaria ate
o *ia 10 de desembro do corrente anna
Secretaria da santa casa da miserieordia do Re
:ife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivao,
Ptdro Rodrigues de Souza^
No dia 14 do corrente, depois da audiencia
da Ulm. e Exm. Sr. desembargador piiz de or-
phTio, irao a p.*af* nor arrendameuto as segum-1
tes eases ; rua de Vidal de Ncgreiros n. 188, tra .
vi*s:t la MangUL'ira n. 9, rua do Imperadoe ^
29, caes 2* de Novembro ns. 6 e 14, larga d ,, n0,,,
rio n. t, sitio c casa do Hospicio n. 81. ',)'escrip-
to se acha em ntfo do \iorteiro da", amtieecias.
IEs-rtv^o Rritu).___________________ ________
ADKiW-TRACAO DOS 0>RREI<>S~DK ItANAM-
BUCO R DE NOVEMBWO DE 1*73.
Md-'^ rclo vapor P'trtrA da comp.lnhia
^ra-iieim.
. A correspondeneta quetem de ser expedida
hoje (13) pelo vapor acima mencionado para os
portos Jo sul, sera recebida pela.maneira se-
gumte :
llacos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reta e cartas a registrar ate 2 horas da tarde,
cartas ordiaariaa ate 3 horas da tarde, e estas ate
3 M2, pagando porte duplo.
As cartas e jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previamente, aquellas a laxa de
300 rs. por 15 grammas oa fraccto de 15 gram-
mas e estes a de 40 r?. por 40 grammas ou irac-
cao de 40 grammas, na progressao estabelecida
nas tabellasC e D-annexa as instrucc3es do 1
de dezembro de 1866.
0 administrador
Affonso do Rego Barros.
coxPAimu
^gs
i
/EWlAMBCCilU
Kb
.'ARAHYBA, N'
AtVL; HACAO, MOS50RO', ARACa
ger-
Consulado do imperio
manico em Pernambuco
O capitao A Lindimann do patacho allemao
Avance, entrado neste porto na sna recenta via
gem do Aracajd para Falmouth com agua aberta,
precisa contratar com quera por menos fizer es
concertos de qne necessita o dito navio, eenforrae
as declara^oe* dos peritos, as quaes podem ser
examinada- neste consulado, aonde se recebem
froposta- em cartas fechadas ate ao meio dia.de
2 do corrente mez.
SANTA CASA DA M1SERICORDL4. DO
RECIFE.
A Mima, junta adrainistrativa da santa casa da
Miserieordia do Recife, manda fazer publico que
na sal a de suas sessdes, no dia 13 de novembro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
a trs annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Bua de Hortas
Loja do sobrado n. 41.....306*0>
Rua da Viracio
Casateorea n. 7. 3..... 312*000
Cinco Pontas
Casa terrea n, 70 251*000
travessa de S. Jose.
Casa terrea n. ;i.......201*000
Becco do Abreu
Sobrado Je 4 andares n. 2. 480*000
Rua da Gloria
Casa terrea n. 93.......180 000
PATR1MONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. !8.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14........1:000*090
Sobrado n. 30......800*000
Rua da Madre de Deos
vJasa terrea n. 2........300*008
Rua da Guia
Casa terrea a. 23.......200*000
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98. 2i_t*0o0
Casa tereea n. 99........3?*5000
Idemn. 10.........241*000
Idem n. 102........2i1*00
Idem n 108.......207*000
Rua do Rosario da Boa Vjsta
Cast; terrea n. 58.......243*000
Os prelendentes dever'o apresentar no aeto da
arrematacao as suas fiancas, ou comparecerem
acoirpannados dos respectivos fladores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
aiento commercial, assim como o servico da lim-
pjza e precis dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da aiisericordia to Ri'-
;ife, 3 de novembro de i873.
0 escrivao
_^______Pedro Rodrigues de Souz-x,
0 administrador da recebodoria de rendas
internas, geraes, seientifica dos contribuintes do
imposto pessoal que-e neste mez da novemhro que
tern de ser pago sem multa, o 1 semestre Jo exer-
cicio corrente de 187374, e com a multa de6/
depois de fiudo o referido mez.
Recebedoria de Pernambuco 4 de novembro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
- Por ordem do lllm. Sr. Dr. juiz supplente
em exercicio do juizo de direito de capellas e re-
sidues tem de ser arrematada por venda por
quem mais der, no du 17 do andante, depois da
audiencia deste mesmo juizo, uma propriedade
sita na na da P lma n. 4, pertencente ao espo-
lio do llnado Domingos Jose Barbosa, euja pro
priedade vai a praca a reqnenmento do teatamen-
teiro daquelle finado, Viotorino de Almeida Ra-
txllo.
Recife. 12 de novembro de 1873.
0 escrivao interino,
Theuphilo Alves da 5ii
GQMPMHFA
DOS
rRliHOS URBAiNOS
DO
Recite a Olinda.
E Beberibe.
0 presideute d'aisem-
btea geral dos accionis-
tas da companbia aci-
ma mencionada, man-
da scientificar aosSrs.
accioni^as ue por fal
ta de tiumt-ro n-gal deixou de funccionar
orJinariamento dita asssmblea no dia 3| de
outubro proximo passado, para o quai f6ra
convocada ; por isto e uovamente convaoada
para o dia 19 da tardo e no lugar de suas sessotrs. cert"s
Jo que agora funccionara com qualquer
numero d'accionistas prc-sentes segundo o
art. 11 dos estatutos.
Devem os Srs. accionistas ter em cdu^ide-
ragao que a reunia tem por lira a apre-
sentagao das conta^ e relalono da directoria
em relagdo ao semestre proximo llndo;
como tambcm nella tratar-se-ba das iriapor-
tantes materias adiadas, e que muito inte-
ressam a companbia.
Recife, 4 de novembro de 1873.
0 secretario.
Luiz Lopes Caslello Branco.
' jA-, IXJiDARO', acaracu'e (.RANJA.
0 vapor Pirapama.
commandante Silva,
seguira para os por
tos acima no dia 14
do corrente, as 5 h> -
ras da tarde.
Recebe carga ate o dia 12 do corrente, oncom-
mendas ate o dia 13, pasjagens o'dinheiro a frete
ate as 2 boras da tarde do dia da sahida : es-
crip'.orio no For;" 'o Mattos o. 12
Para Lisboa
Santa Casa da Miserieordia
do Recife.
A junta admiiii-trativa da Santa Casa Je Mise
rieordla do Recife, mpe:entemente autoiisada
pela pre-idencia, em data da 3 de setembro do
anno proximo find", e d" conforraidade corn onnp
iis|i.3e o g 9. art. 52 do seu com romi-so. per-
nuta por apolices da divida publica a faseada.de
crtal" gados que possne o patfimonio dos' esta-
oelecimentos de caridade a sen cargo denomina-
la Caroauba sita no termo de Mores desla
provincia, com terrenos p->ra eriar 9 plantar,
THEiVTRO .
Santo Antonio
EIPREZA^TICENTB.
Quinta-feira 13 do corrente.
Beneficro do artuu
MASD0_aL7ASES
Depois que os profossores da orchestra execu-
tarem uma brilhante ouvertnra, subira a scena
o magnifico e sempre applaudido drama em 5 ae-
tos, do distincto dramaturgo porto guez Pinheiro
Chagas, e intitulado
MIRIiANmiE\.UFLIR
em que toma parte toda companhia.
Terminara o espectaculo com a comedia em 1
acto, ornada de musica:
Por um triz I
Principiara as 8 Ii2 boras-
0 beneficiado espera mais uma vez a protec-
eao do illnstrado publico pernambucano.
0 pequeno restante de bilhetes acham-ss a ven-
da no escriptorio do theatre.
segoiri etna brevidade o brtfno portr.izuez Btlii
Figuetrtme; pan carga e passageim* trata se
com E R. Habeilo 4 C, rua do Commercio ou-
mero 48.
COMPANHIA PERNAMBLCANA
DE
^avc^acito costelraa vapor.
RIO FORMOSO E TAMASDARB.
0 vapor Pnriihyba, jom-
mandante Oliveira, segui-
ra para os portos acima
no dia 13 do corrente
as 9 horas da noite.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
oh^iro a frete : escriptorio no Porte do Mattos
D. 12.
Santo Antonio
EMPREZA
Sabbado 15 de novembro
1.' rc|ireweiitaoIo
neste anno, do magnifico e stmpro applaudido
drama em 3 ados, original de Mr. Anicet Bour-
geois :
piu do tmwoii
0 pngramm.t s.;ra publicado por extenso no
dio do espectaculo.
Reeenem-se encommendas de camarotes.
Aviso.
Havera treat ate Apipucos.
4VIS0S MARITIMusT
LISftOA
Para o referido porto pretende seguir com a pos
sivel brevidade o brigue portuguez D. Anna, por
ter ja alguma carga engajada ; e para a que the
falta, que recebe a frete commodo, trata-se com
is con"ignatanos Joaqnim Jose Gonealves Beltrao
4 Filho, a rua do Commercio n. 3.
Para Maceio
Invemivd
Esle patacho recebe carga a frete barato para
dito porto : a tratar com Amorim Irmaos & C.
t
3ara
Para o referido porto pretende seguir coin pi>u-
ia demora o brigue portuguez Rrcife por ter a
maior parte do oarregam* nta tratado : para o
resto que lhe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose Gonealves Beltrao 4 Filho, a rua no
Commercio n. -5..
PiClflC STEAM
puny
lilntia qninzcnaf
0 PAQUETE
ILLIMANI
jsp .ra se dos portos do sul. ate o dia 21 lo novem-
bro, e depois da demora do costume, seguira p3r
Liverpool, via 3. Vijente e Lisboa, para onde re
ct-bori oi=sa?eiris, encommendas o carga a frete.
OS AdENTES'
Wilson Rime A C.
IVRUA HO COMMERCIOIV
Jfei.
8
.M
farilr- Steam Navigation Cujupam
Linha <|iiinzenal
0 PAQUETE
CiOTOPAXI
ii
e^pr-ra-su aqui da Huropa ate o dia 24 de novembro
e depois da demora do costume seguira para o sol
do imperio, Rio da Prata a costa do Pacitico, par*
oade rccebera passageiros, encommendas a dinhei-
ro'aireje.
vOS AfiENTES
iVihton Ruwr A C.
14 HUAD0-COMMERCIOi*
Rio de Janeiro
0 patacbo dmamarquez J. P. I.assen segue com
pouca demora para este porto, podendo luvar cer-
ca de 25 escravos no convex, por passagem razoa-
vel : a tratar com II. Lundgren. rua do Conj-
rawcie n. 4.
2:.>
j.
7-ftOHi
3:000*0
de -irt-^neas tn-
4:J47#*H
Victorino Jose de Sonza Travassos"
Vicente Mendes Wanderley 3;"'
Cessionanos de commanditarlos que .
com < / das asigni.turas ou capitaes 4
estio obrigados pelo ccntrato social, e qne .
ainda 30 /. para completer todo a fando sbl
to o signinte:
Bento Jos^-da Costa Junior per Jose
Alexandre Gubian de Venuin
Francisco Guedes de Arn'ijo, por Ma-
n^l Joaquim de "':- ira
Entraram pt ouin.s quo deixaram de rjali
com .*i) '. e ainda restain ->0 '., >s seg>ii.'iUS :
ioaqtiini S.-lvador Pessoa de ^i-io.-i-
ra Cavalcan'e
Jose leronymo Mcnleirn
4oan Baptisia Fragoso
Jose A. deA. Santos
L,ista dos devedorcs ennsia
dfcJaci
Francisco de Barros Rego
Joaquim Salvador Pessoa de Siqu^i
ra Cavalcante 8:930*800
Mello & Irmao 1:903*670
Andre de Abrou Poito lo.000*H0
Francisco de Paula Pereira 2:0O0*0W
Francisco Kotelho de Andrade (em
appellaciUi) 2:o00i00O
Goncalo Jose Alfonso 1:463*100
Joao Luiz de Oliveira Azevedo 2:609*J40
Joao Pinto Regis de Souza -kOOOJOM
Joao da Cunha Wanderley 5:91W*M6
lianoel Gouvua do Sonza 2:484*890
Octaviano de Souza Franca 2:131*240
JoSo Pinto de Lemos Junior 2:J50*UOO
Lista de diversos devadores, proveniente de 1 t as,
vales e recibos.
Letras. Ramos Duprat & C, Cae-
tano Gonealves Pereira da Cunha 977*3**
Idem. Os m smos.-Jose Agostioho
de Sa Pereira 99?*72ii
Idem. Os mesraos.0 mesme 891*105
Idem. O mesmo. 0 mesmo 496*080
Idem. Os mesraos.Joao Rodolpho
Gomes ..42*iJ -}i
Idem. Joao Lniz Vianna.Jose Cae-
tano de MagalhaeS 983/ V
Idem. Siqueira & Pereira.Camillo
na aniencana e Itrasileira
de paqnel.es a vapnr.
Ate o crta 14 do corrente e esperado de New-
fork por S. Thomaz e Para, o vapor amcricano
Merrimack, commandante Weir, o qual depeis da
demora do costume, seguira para os portos do sul.
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster 4 C, rua do Commercion. 8.
Para o Aracaty sahe nestes diaso hiate Ma-
ria Amelia, capitao Francisco Thomaz de Assis.
tem parte do seu carregamento ngaja Jo, para o
resto qne lhe falta, trata-se com Antonio Alberto
de Souza Agniar, a rua do Amorim n. 60,
PATACHO
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
pouca demora por ter dous tercos de sen carre-
gamento engajado e para o resto que lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
ealves Beltrao Filho a rua do Commercio n. 5.
Para Lisboa
seguira brevemente a barca po: tagueza Gratidao,
Sara carg* e passageiros trata se torn E. R. Ra
ello A u, rna do commercio n. 48
Rio Grande do Sul
0 patacho nacional Fortuna segue para o Rio
Grande do Sul, tendo ja parte do seu carregamen-
to engajado ; e para o resto da carga devem os
pretendentes entender se com Silva Cascao, es
criptorio a rua do Marquez de olinda n. 60, pri
meiro andar.
Para o Porto.
Segue com brevidade a barca portugueza S.
Manoel il. Recebe carga e passageiros : a tra-
tar com Tito Livio Soares, a rua do Vigario n.
IT._______________________________^_
COM PANH1A PERNAMBLCANA
DE
'ave^acilo costeira a vapor.
MACE16, ESCAI-AS PENEDO E ARACAJU.
0 vapor Mandohu
cornmandanto Julio,
seguira para 03 por-
tos acima no dia 14
do corrente, as S
boras da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 12 do corrente. encom-
mendas ate 0 dia 13, passageiros e dinheiro a fre-
te ate as 2 boras da tarde do dia da sahida :
escriptorio no Porte do Mattos n. 12.
Para oRio Grande do Sid
sabira brevemente a escuna pirtugoeza Aguia ;
para c^rga e passageiros trata-se com E. R. Ra-
bello & C., rua do Commercio n. 48.
LEILOES.
LEILAO
DAS
dividas
activas, direitos e acc,d>s da massa fallida Je
Amorim, Fragozo, Santos & C, na im
portancia de800:9l8ff527.
A SABER :
Commandiiarios que [irmara.n 0 cbntrato
social e que ainda nao itilraram com
os 50 por cento de tuo$ Mt4gnaiurtts,
sendo 0 valor nao realisado 0 qne abffi-
xo se segue :
Antonio Machado Gomes da Silva li.000^000
Antonio Vicente do Nascimento Fci-
tosa 2:000irt00
Antonio Alves Ferreira l:000*iW
Antonio Enstaqnio Gomes I.OOOidOO
Antonio da Silveira Mariel Junirr 7:SOO*.00
Antonio Francisco de Souza Maga-
Ihaes Junior l:00o.8000
AntoDki Jose de Siqueira 2:000*t00
Antonio de Olivt ira Antunes (aceltoQ
lelra I.666t666
Bento Jose da Costa (idem) 2:P6i6i>7
Candida Thorniz Pereira Dutra i.OOOsOi'O
Francisco Simoes da ilva 1:0004000
Francisco de Paula Andrade 1:000 000
Frederico Miguel do Souza 6:000f 0 0
Geonze Xesit 3:W*0 0
I-abel Maria da Costa l:0004HO(i
Iffnacio Jo^6' Ge"lho 8:000i00o
Jose Mamede Alves Ferreira ixOOiOOO
Jose Alex-indre Gubian de Verdun
(cessionario. B-nto Jose da Costa) 4:000*000
Joso Cavalcanii Cms 4 00040O>
Joao da Silva Ramos 2:30 400
Jose de Barros Lima 1.00n*i 0(1
Jose de Alen |uer Simof 8 do Amaral 1:30040 0
Jose Viet.rinn de Paiva 4:000400(1
J. P. Adour A C. 5:0f>40g0
James Olivier 1:3004' 00
John Lilly 2:000*000
Jose Joaquim de Miranda 3:00i>*000
Joaquim da Silva Castro l:30n*H00
Joaquim Francisco de Mello Santos 2:000400 -
Jn-d Juaquim Jorge 2:500*000
Lniz J.^e Marqu.'J 1000*00
Manoel Buarqne de Maced> Lima 3:0004000
Man.el Antonio dos Passos Oliveira 2:000*000
Manoel Joaquim da Oliveira (cessio-
nario Franeiacn Guedes de Aranjo) 3:000*000
Manoel le \z*vedo Pontes 3:000*000
Mar'inho ft Oliveira 3:0)0(M:0
Manuel iin.alves de Oliveira 2:0oO*00C
RamiH. Dupral & C. 2:50i*OO0
Save, Filho* A G. (admitlido ao pas-
sivo dafalleocia) 5:000*000
Tito Avelino de Barros 1:000*000
Idepino Emerenciano S:2!2f
Francisco Jose Fernandes Gitirana i'*00i)
Antonio Joaquim Panasco 119*400
Faria & C. e Francisco da Cnnha
Machado Pcdrosa 440*O2.i
Os mesraos ii0*0s3
Os mesmos 440*O2.'i
Os mesmos 440*013
Os mesmos 693*700
Os mesmos 733*908
Os mesmos 733**08
Os mesmos 7-3UWS.
Os me-mos 733*<*1
Os mesmos 733*90^ 1:117*600
Os mesmos
Francis<-o A. de Meiidouca 281*442
Victorino Jose Ferreira e Manoel Jo-
se Mendes Has tos. 187 *3J)
03 mesmos :187*330
0* mesmos 387*360
Os mesmos 114*000
Antonio Joaquim Madnro Rrandao 21MM0
0 mesmo 144*J
0 mesmo 297*60)
0 mesmo 113/60)
Joao Rodolpho Gomes 430*7*0
0 mesmo 430*760
Pedro Paulo dos- Santos l:36*640
0 mesmo 742*640
0 mesmo 742*640
Mancel Lins Wanderley 739*000
Manool Pereira da Costa 143*88-)
Joao Paulo da Silva 229*201
Joaqnim Jose Medeiros 300*000
Jose Bento Gonealves Carneiro 346*498
Pedro Jose da Costa Castello Braneo 464*000
Manoel Firmino da Silva ;wo*oo)
0 mesmo 400*000
0 mesmo 400*000
E. H. Wyht 2:024*98)
Machado & Souza 188*000
Os mesraos 412*4H
Os mesmos 180*000
Os mesmos 284*00)
Os mesmos 834000
Francisco Moreira Dias 1:170*00)
Joao Rodolpho Gomes 800*000
0 mesmo 300*000
Joaquim do A buqucrqno Mello 1:000*000
Rego 4 C, Irmio 2304000
Ramos, Duprat Si C. 11:408*270
Os mesmos 1:4044300
Os mesmos 3:690400)
Os mesmos 10:000*01;)
Os mesmos 434*780
Os mesmos 4:000*00)
Os mesmos 1:230*000
Os mesmos 3:700*000
Os mesmos 11:600*00-)
Os mesmos 10:000*1)00
Os mesmos 3:700*000
Francisco de Pair H 650*000
0 mesmo 490*000
0 mesmo 4:270*126
Jolo Jose Medeiros Correa Si 6. 1:134*208
Joaquim Jose de Mello Junior 793J380
0 mesmo 10J4000
Copia de lettras. Joaqnim Jose de Mello Junior
363*640
0 mesmo 703*530
Recibo.J. aquim do Albuquerque
Mello -300*000
Idem.James Oliver 18:204*400
Vales.Joaquim Salvador Pessoa
de Siqueira Cavalcante e Anto-
nio Goncalv.'s Ferreira Ciscao 1:600*000
Idem.Daniel Guimaraes & C. 1:001*924
Idem.Fabrica do Monteiro 900*000
GoncaloJosd Alfonso 1:000*000
0 mesmo 3:000.000
Antonio Marques de Amorim 62:912*000
Titulos veriflcados e admittidos em
massas fallidas e liquidacoes.
Lima & C, Martins ft Sebastiao,
Jose da Silva, saldo 4:384*906
Mesquita ft luilra 4:148*070
Viuva Amorim Filhos 95:461/640
Joaquim Jose da Silveira 3:438*330
Travassos Junior k C. il:198*(.0O
loaquim Francisco de Mello San-
tos 240.017*900
Hoje
(as IO 1 horas>
0 agente Pinto, eomprindo o mandado do lllm.
Sr. Dr. juiz de direito c especial do commercio,
levant a leilSo as dividas, direitos e ac^Ses acima
inenci nados, pertencente3 a massa fallida de Amo-
rim, Fragoso, Santos ft C, em muitos e difler?ntet
lotes. 33 10 1/2 horas do dia acima mencionado,
em seu escriptori >, rua do Horn Jesus n. 43.
DE
um rieo MBCtuario do sedro, obra de gosto
Hoje
Vs 11 horas da manha
So robrado a rua das Cruzes n. 37, seyunJar
Pur interreni'ao do agente Plnlno
llorjfps ;
Grande
LEILAO
DE
joiitf, moveis finos ocrvstae*
A saber :
Um piano, 1 mobilia de mogno. rontendo 1J ca-
deiras de guarni-.a, 2 ditas de bra;os, 2coco4oe,
I sefa, 1 jardineirSj 1 guarda vestidos. t secreta-
ria dejacaranda, I cama para easal de dito, 1
importante commoda de amarello, 1 mesa ela-t-
ca, mesmhas cbinezas para costuras, espelbi*
com riolduras douradas e pinturas a oleo, cadei-
ras inglezas, toilettes, lavatorios, jarros, rieas u-
gnras, alc.itif3, capaehos, tapetc-,. escarra rerrae
de porcelana, aparadores, camas 1e ferro, cabidea,
-anJieiros a paz 1 relofio dourado, copos, catieee,
ditos para champagne, ci.mpoteiras, garrafas de
crystal para vinho, porta-llires, luuga para lmo
qo, dita para jantar, 0 diflerenfcs arligus dfo-to
e phantasia que serao vendidos.
ao correr do marielh
Hoje
sis 11 horaa (fa mflnhft
A' rna das Cruzes n. 37, segundo an'at
Joaqnim Pessoa tendo de se retiror Jr* *
nSM
{
V



I
r
'
/-

f
v*
Eoropa venderi, por intervencao Jo afeote Pliho
Bone*, todos os anigos acima declaMfe e em
contiBU>.-no o mesmo agcnta vonderHB^HMP
brinlhanus. -astic>:s J prn:
relho para eha, palitei;- pnlceiras, alR-
uetes^bUoes para punno, inn 'Ms, o oolros '.nuit~
-UipBBWfc o prat a, Je 6^_fi
e
a
DB
logio, 1 mesa com gaveta, coberla de
panno, 1 dita manor, 1 carteira para
uma pessna, 12 cndeiras Je guarni<;ao, 4
ditns armano, gnanta-roups, moxos e mttros
objeclo. de escripteJio
cnUa-felra 1A do caarrente.
A's 10 1x2 hdras
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO
Wo armazem da rna do Vigario d. 6.
LEILAO
DE
moveis, louija, etc., etc.
exta felra 11 do correlate
as 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
M-Riia do Imperador-10
mobilias completes, trastes avulsos, qainquilharias
a mais artigos do uso domestico.
Leilao
DE
e objectos de prata
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
8ENDO:
Diversas mobilias de jacaranda e amareilo, cadei-
ras avulsas, marquezdes, marqaezas, aparado-
ret, caraas franeezas, louca, Vidros, e outros
maitos ohjectos de oasa de familia. Na mesma
ccasiao serao vendidas diversas pecas de pra-
ta, constando de casticaes, colhercs para soupa,
ditas para cha, ditas para arroz, am paliteiro e
2 conchas para tirar soopa
pelo agente Martins.
No armazera da raa do Imperador n. 48, as It
noras do dia.
5>
lazendas limpas e avariadas, miudezas, ehapeos
para homens e meninos,. para senhoras e meni-
nas, arigos de phantasia e outros maitos
A SABER:
Chitas de cores, madapolao, brim branco, seda
le cores e branc.i, algodao azul, apalcao, casemi-
rai de cores, corte de dita, basquinas de seda, casa-
jos de crochet, c ales de merino, collarinhosjizos
e bordados, linhas, retroz, trancas hrancas e de co-
res, pennas de acu, elasticos para botinas, eha-
peos de pellacia, castor, massa, palha, Chile, ma-
nliha, bonetes de panno e de seda, chapeos de
velludo, de palha da Italia, imitacao, Amazonas,
sapatinhos para baptizados, costumes para rian
cas, flores, ramos, capellas para noivas, grinaldas.
elasticos para chapeos, transparentes para ja-
nellas, fdrmas c perten$as para fabrico de cba-
peos
SEGUNDA-FEIRA 17 DO CORRENTE
Am If. haras
Vo armazem n. 24, a raa do Marqaez de Oliada
(oatr'ora Cadeia)
0 raesmo agente Pinho Borges acha-se autori-
ado a alugar o armazem onde etfectuara o leilao
LEILAO
iiietade do sobrado
aguas, sito a raa
DA
de 2 andares, sotao e meias
do Marqaez de Olinda n. i't
(outr'ora Cadeia), o qaal esta bem localisado,
da os lundos para a raa da Senzalla, e rende
annualraepte tndo o sobrado 4:2131000.
SEGUNDA-FEIRA 17 DO CORRENTE
As 11 boras da manha.
O agente Pinho Borges bastante autorisado le-
vara a leilao o referido sobrado, por conta e risce
de quem pertencer.
Os Srs. pretend-mtes poderao desde ja exarai-
aar e tomar algum esclaracimento; no escripto-
rio do mesmo agente, a rua do Bom Jesus n. 33,
priraeiro andar.
Leilao
flado) ultimo sitio a direita da enfrada do becro,
no oltao da caa do Sr. cc~~!?ndn!or rand!do Al-
bert) Sodr.'i d-i Mmia.
A'* 10 l|V I'.iriir.i Ja ,!.. i. b raa l.)Brniu
nm bonit, q;;o-c<;iiit;:zir.i gr:>. 'r i;.''< >
A.'s 10 ]}2 Jiorps in ponto.
Casa i!c \m\hm
LEILAO
No dia 2i do corrente ss fera leiiio, ;:;.r mter-
ven^o do agente Martins, do.~ penhnres censtan-
tes das cautellas abaixo doclaradas. Os donos das
cautellas podem resgata-las e reforma-Ias ate o
acto do leilao, na travessa das Cruzes n. 2.
N*. 938, 1045, 10-M, 4(-6i, 11-3, 1162, USO,
1231, J268, 1183, 1420, 1435, 14.'.6, i\*\ 500,
1S02, 1503, 1528, 1540, 1565, 1583, 1604, 6I6,
1638, 16.6, 1659, 1673, 1685, 1709, 1728, 1733,
1735, 1739, 1743, 1748, I77, 1784, 1791, 18i3,
1832, 1835, 1840, 1842, 1861, S868, 18!"!, 1897.
1913, 1923, 1936, 1987, 2007, S0I0, 2031, 2044,
2050, 2061, 2078, 2094, 2t29, 2138, 2141, 2143,
2i44, 2165, 2177, 2184,2192, 2205, 2207, Ml3,
2219, 2221, 2229, 2231,2232, 2249.2254,2*1,
2264, 2270, 2275, 2277, 2296, 2312, 2324,2331,
23*2, 2365, 2368, 2371, 2372, 2381, 2391, 2396,
2397, 2402, 2403, 2412, 2421, 2425, 2.28, 2432,
2441, 2443, 2446, 2448, 2449, 2454, 2*66,2469,
2474, 2476, 2477, 2478, 2481, 2.82, 2485, 2486,
2487, 2495, 2498, 249S, 2502, 2503, 2509, 2513,
2517, 2523, 2531, 2536,2554, 2.557,25^9, 2560,
2567. 2570. 2571, 258", 2..8S, 2595, 2598, 2600.
Cautellas B. Ms. 10 B, 25, 29. 40, 53, 64, 87,
91, 143, 159, 170, 171. 194, 208, 212, 220, 222,
223, 227, 233- 234, 273, 335, 371, 375, 417, 454,
477, 499, 504, 515, 547. 56!, 577, o81. 584, 585,
590, 592, 620, 633, 651, 657,66\ 687, 692, 707,
728, 739, 740, 742, 745, 746, 748, 751, 752, 759,
760, 761, 765, 767, 769, 771, 781, 785, 790, 802,
806, 807, 810, 812, 815 8i7, 822, 823, 826, 839,
840, 842, 856, 864, 882, 886, 88, 889, 892, 897.
AVISOS DVtrRSOS
Aluga-se o armazem n. 34 a rua Duqua de
Caxias (antiga rua das Cruxes) : a tratar na So-
ledade n. 27, on com lose" Henriquo da Silva Gui-
maraes. -___.
Fugio, ao araanhecer do dia 16 de outubro
do corrente aano, do engenho Paraizo, do termo
do Bio Formoso, b mulatoCyrilo, de idads de 23 a
24 annos, escravo do padre Miguel Peres d vedo Falcao.
0 referido raulato e de cstatara regular, cdr
roxa, cabellos pretos, nao soltos, porein nao muito
egados, com estrada de liberdade, ja tern bu<;o
ie barba e poaca bai ba no queixo inferior, e bem
Krecido, sabe ler, porem escreve ma!, e maito fal
ite, bom monlador em burros, frabalha de oleiro
em formas e e canhoto.
Ao amanhecer do dia 9 do corrente (novembro)
fugio do raesmo padre o escravo Themotheo, criou-
lo, idade 26 annos, estatura regular, bem preto,
onca barba, dentes limados : ha prababilidade
e qua fugissem para a capital com o intento de
assentar prara. Quem os apprehender sera bem
recoropensado, e os podera entregar ao Sr. major
Jose Antonio de Brito Bastos, no engenho do Meio
da Matriz da Varrea ; e sendo preso em outro lu-
gar fora da capital on seus suhurbius. sejam con-
duzidns para o refeiido engenho Paraizo, qua se
recompensara bem, d vendo ser conduzidos com
toda a cautela, porque sao muito ardilosos, maxi-
me o mulato.
DE
2 caixas com marroquitn avariado, contetl-
d > 30 dozias eada uma, 1 cofre ile ferro,
prova de fogo, t Jito francez, 1 titeiro de
amareilo, envidracjado.
^egnnda-feii*a 19 do corrente
0 agente Piutao Brges levara a leilao, por conta
e risco de quem pertncar, os mencionados cbjec-
tos a rua do Marqaez da Olinda, loja n. 24, onde
teralugaro t-ilao annunciado, de completo sorti-
mento da cbapeos.
ASH HORAS DA MANH>.
bU
A pessoa, que por eogano levou de bordo
do vapor Parand, chegado hoje neste pur-
to, um bataii de 4 palmos, de solla, novo,
com vlvos encamados, queira mandar en-
tregar na rua do Imperador n. 77, ou na
agencia dos vapores da co npanhia Rrasi-
leira.__________________________
Pmlesto.
Cbegando no meu conhecimento que o
subdelegadodaVarzeaannuriGiou que o meu
cavallo, que esta em sea poder apprehendi-
do, deve ser arrematado, venbo protestar
contra semelhante procedimento, visto como
o cavallo 6 meu, eu possu sem coiim ]'>
duvida faca a li-galidade 'la posse.
Estou tratatido d meu direito part t-
quirir mou cavallo.
Recife, 12 de novembijde 187;'.
Francisco \o-ier.
llHVMAIlir
(I Sr. Jovino Fernandes da Crai a cbamado *
rna do Coroin-I Suassuua n. 2S2 ii negocio de par-
ti;ular interesse.
GASA 111 fUTMA.
AOS _:aooiooo.
BILIIETES GARAiXTIilOS.
I' run Pi imeivo de .Varpo 'outr'ora rna d
Crisno) n. :?5(i casos Jo co.fum.
0 abaixo as_ignal lendo vendido nos seus fe
ilzes bilhetes, um inteiro n. 438 com 700/, nm
melon.2060 com 200|, Jousmeios n. 8150 com
tOOX e outras sortes de 40* e iOi da loteria
que se acabou de extrahir (73*), ccnvidi aos pos-
suidores a virsm receber na confomidade do cos-
tume sera desconlo algum.
Aeham-M avenda os felizos bilh'Jtes garantidot
la k- parte das lotenas & beneticio da matriz da
Boa-Vista (74'), que se extrahrra no sabbado 15
do corrente mez.
PBECOS.
Bilhcte inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
S- PORCiO DB 1009000 PAPA CIMA.
Bilhcte inteiro 3*.$00
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza
RINDICAO DO BJJWMaN
RUA DO BRDM N. 52
Ails i.
i:.i
i'li)!
AttenQao.
20|000.
Frecisa-se de duas araas, sendo uma para
comprar o cozinhar, o outra para engom-
mar para casa de uma familia de duas pes-
soas, preferindo-se escrava, paga-se a quan-
tia acima: a tratar na travessa do Vigario
Tenorio n. 1, das 9 boras da manha ate as
3 boras da tarde, escriptorio.
Na~
raa da Ponte Velha n. 1 precisa-se
de uma araa que sa|ba cozinhar e en-
Ama
zommar para casa de familia d"e duas pessoas.
Ajyvn No Corredor do Bispo n. o precisa-se
de nma para cozinhar e engommar.
AMA
Prccisa-se de ama ama para
cozinhar e comprar para pouca
familia : "a tratar na rua Nova
n. 16.
Precisa-se do ama ama forra ou escrava
para cozinhar e comprar : na rua da Conceicao
n. 8, andar.
A rnq Prccisa-se de uma ama para eozinbar
AIIId a comprar para pouca familia : a tratar
na rua do Imperador n. 33.__________________
Precisa se de uma ama para cozinhar e fa-
zer algama costura em casa de am homem so :
na raa do Padre Ploriano n. 69, 3* audar.
AMA
Precisa-se de uma ama pa-
ra tratar de criancas : na rua
de Paysandu n. I, Cbora-Me-
_____nino.
Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
milia : no pateo do Terco n. S3.
Ama ,>i;l PraC-3 da Independencia n. 27 e 29
-.llldj procisa-se para comprar e cozinhar.
iYovidade
Retratos de S. S. Pio IX; do R. P. Beck, gera
da Companhia de Jesas, e do R. D. Vital, bispo de
Pernambuco : na photographia imperial a rua do
Cabuga n. 18, e
\a mesma easa
Retratos da infelit Maria la Conceicao, as-
sassinada pelo deserabargador Pontes Visguei-
ro. 500 rs
SillQ.
Aluga-se um sitio em Beberibe, com casa pro-
pria para familia, perto do banho :: a tratar na
rua da Cadeia n. 36.____________ _
Precisase de um caixeiro que tenha pratica
o padaria : na raa de Marcilio Hi" n. 69._____
Almas. da Boa- Vista.
Pela terceira vez sao rogados os nossos charis
simos irmaos a comparecerem bo consistorio de
nossa irmandade, qninta-felra 13 do corrente, as
6 horas Ja tarde, para encorporados elegerem a
mesa r>-gcdora qne tcm de funccionar no anno
compromi. Consistorio da irmandade das almas erecta na
matriz da Boa-Vista, 10 de novembro de 1873.
0 escrivao,
""rvisco das Chagas Pereira.
AVISO
0 Sr. Joaqn-m Clemcnte de Lcmos Duarte ",nh.i
a bondado de vir ou maidar a rua do '.'oronel
Suassuna n. 282 a negocio dn sea intercsss.
Precisa so de um cpixejro tlel e activo, que
de conhecimento de sua cmlncla : no largo da
Santa Cruz n. 12.
AilENCAO
!*r.:,-is i-ss alugar uma ama de rnaia idade, pa-
ivm que seja preta. ;iue nao Unha vicioj nem
tchaqnes, e que alliance sua conducia. para com
prar cozinhar para uma familia de 3 pessoas :
i i ir na cidalo d-'. Oli:ida-*itio do Amparo, ca-
sa tern a grande, com.p rtao ao la do.
(Tasriiuulo m -t.iuii':iriy.,i
PtUE.y \t)S teuboret de engenho e onurj? agrtculioira, -j e_pf oo..i ) _
aitusmo o favor de i.toa vuiu a r.u atjo^lciui-ni(, pr vr_ o j"^ XtrtilMMr
n let) qrn ahitem; M.wi" todj mp-nor em qoaiirtade e rortidSa: 5 ..:o :._s iu>
?ccio new**l piide e vutl<.-ar.
ESi-SClAL ATTtiNCAuAaiNU.M-:RO_ LtGAR DE SUA FUNDICAO
ojiua ts o ruuas u u^an marjb09 C0Dvenien,el 'pa,a Mvmil
trcoowianciaa doa enhore proprietarioa e para decaror;ar algod3o.
-COOnd&S dG fiftflim. dd.lod*i8 u8 ^-anbt1*. as,_-5itoref ice aqai
Xodas dentadas p*r8 ,BhM"'a*03 *vapor-
Taizas e ferro faudido, batido 0 de cobre.
iUmbiqnee e fandos de alambiques
ffachisismos
rtombas
.-<.
:'.
para mandioca e algodl'
epiraierr.r mideira.
Podeudo tod01
ser movidoa a _ao
por agua, rapor
de pateote, garantidai------.. |on animaas.
Todae as machinas 8W8tJe^ Becoato_irecir.
da macbiuutmo, a pre.-c-
Pas qualquer concerto
_U: (oeUQiido.
uo nter-
Sncommendas.
Por mas d_ ferro '"em at me^ore8 e -ail ^ars,?c xl a-^
Incombe-sa de maodar vir qualquer mar.b'ui.omo i von-
tade doe clientes, letnbrsDdo-lbes a vaoiagem de fazerem
om comprai por iotermedio de peisoa enteodMa; e qoe em qnalqoer ?> s-esidade pdde
&M preaUr anxilio. j, g^^T-,:
irad^s americanos a in,tro,rt'r,1*ig''"'*'*
RUA DO BRUM
PASSANDO O
N. 52
AFAIUZ
Procisa-se deuraoozi-
nheiro para o Hospital Por
tuguez: a tratar na rua Pri-
me, rode Marion. 13.
Antonio de Azevedo Villa-
rouco.
0 commendador Mathias de Aze-
vedo Villaniuco, Jose de Aievedo
Villarouca (auseiite), Joaquim du
Azevedo Villarouco (ausente) e
Deltlno de Azevedo Villirou-a, pes-
snidos de prnfuido peiar e senti^-
mento, pelo pas.-amento de sen
sempro lemhrado irmio o tio, a Sr. Antoniti dc
Azevedo Vjliaronca, fallecido nacidadedo Porto
cm 13 de ontubro proximo passado, mandain ce-
lebrar no dia 13 do corrrnte na igi'ji do cod-
rcnto de S Francbco, pelas oito horas da rna-
nhS, trigesimo dia de sen follectmcnto, uma mis
sa de rtquiem, cm sull'ragio pelo repoaso Herao
de sua alma : as?im como, no mesmo dia e n;-
mesma igreja celehram so missas pela mesma in-
ten<;ao ; para o que o convida aos Rvms. t- -
sacerd'i^es dcsla cidade, qne as qneirara celebrar,
receberao a esmo!;) quo se acha designada na sa-
cristia do mesmo convento.
Comidam, portanto, a todns os sens amigos edo
finado, se dignem do assistir a c;-te acto An do
caridade e religiao, protesfando desde ja profaad.'
reconhecimento p. gratidao.
No Bra 'Jo ado, Ji.-tribulr-se-hao esmoias aos
pubres^________________________
FUNDICAO DE FERRO
X m do Bir_o do Trinmpho (rna doBraui) ns. 100a 101
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para on-
genhos, asmais modernas e mclhorobra que tern vindo ao raercado.
Vapore8 de for?a de i, 6,8 e 10 cavaUos.
L/alueiraS de sobresalente para vapores.
Ju.Oend.aS inteiras n meias moenda9, obra como .iunc8 aqoi wj>.
laiXaS IUnCllOaS e batidas, dds melhores fabricantcs.
KOQaS U agua corn cubajede erro, fortes e bem acabada-.
rXOdaS OentaoaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
-DOmbaS de ferro, de repucho.
AradOS Je diversas qualidades.
C OrmaS para aSSUCar graudes 8 paqueuas.
Concertos concertam com promptidao qualquer obra ou macbiui, para y que tpeno
- sua fabrica bem montada, com grande ebom pessoa].
EnOOmmPndaS man^am vui Por encommtnda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com- uma respeitavel casa de Londres
e som um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litafmachinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triiimpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRM.lO.
Antonio de Azevedo Villa-
rouco.
Manoel Azevedo de Andrade
tostamenteiro de sen prezado ami
S;o Antonio do Azevedo Villarouc:
allecido na cidade do Porto no dia
13 de outubro liudo, manda cele-
brar misfas por seu eteroo repou
so no trigesimo dia de seu passa
mento 13 do corrente pelas 7 boras da manna,
no convento de S. Francisco, e convida aos ami
gos do mesmo fall?cido a assistirem a ote acto,
pelo que se confessa gr>to.

Francisco Jos6 Ferreira
Monteiro.
Antonio Jose Feireira Monteiro.
convida os seus amigos e os de seu
irmao Francisoi Jose Ferreira Mn-
teiro, failecido no Itio de Janeiro
no dia 2i do passado, a oavirem
alguims missas qoe pelo desaawo
eterno da alma de seu ref-ride ir-
mio. manda celebrar na igreja do convento do
Carmo, no dia II lo corrente pelas, 7 horas da
manha
aaixo assignado encarrcgado da liqujda-
cao da massa da firma J*6 doa Santos Ne^es &
Irmao, de novo convida aos credores da mesma
firma o de cada um dos socios em particular, pa-
ra que no prazo de oito dias, na rua do Apollo
n. 18 arm zem de assucar, apresentcm os srns ti-
titulos nfim dc serem estes verificados e poder se
assim conhecer em quanto monta o passive, wm
o que nao se pode regular a forma do pag >mento
Este convite e extenaivo aos herdeiros de I. An-
na DelGna Pae3 B*rreto, senhora do engenho
Garapii. da qual foi inventariante o socio lose do<
Santos Neves.
Reeife, 3 de n>vembro de 1873.
Jose Francisco do Rego.
NOVA TINTA
MATHIE'l-PLESSY. 90, lout* 8t-Germa**
PARIS
(I _V:Vl"l il
LEILAO
DE
1752 barricas com bacalhdo, recentemente
chegadas no bvigue inglez FAuard Wi-
ley
TERCA-FKIRA 18 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA
No trapiche da companhia pernambucana.
0 ageate Pinho Borges autorisado, levara a lei-
lao, por conta e risco de quem pertencer, assu-
praditas barricas com bacalhao, em lotes a vonta-
de dos compradnres ; onde espera a concurrencia
di-s seas amigos e frcguezes ^^^^^^^^^
LEILAO
DE
pianos, moveis, !ou$a, crystaes, objectos de
eleilro-plate, 1 bote, I vacca com cria,
1 selim e 1 stlba >
A SA BER: ..
Um piano forte do fibricante Chickornig.tJD--
ton, 1 mobilia de jaearanda (massica) 1 rstante
para musica, tapetes, candieirus, quer para azeite,
qner p: ra gaz, 1 candelahro, 1 mesa 3e jogo, en-
feites d; mesa, quadros dourado-, pinturas a oleo,
2 telescopio, cadeiras amerieana', 2 almofadass
1 excellente piano de armario.da Banselt.i Filhos.
(Jma cama de ferro com pertengas, 1 lavatorio
e pertencas, 1 commnda grande com Itgavetas,
I mesa oval com pedra, 2 espelhos, 2 porta-toa--
lhas, 1 apparelho para la vat. no (goslo chinez).
Doas camas de ferro para solteiros, i dita para
menin i, 2 comm.>das, 2 lavatorios, 2 espelhos,- 1
eama granle de ferro, 12 cadeiras, 2 porla tua-
lhas, 1 goardn-rnupa e 1 gaarda-vestido.
Uma mesa elastica, 1 gmrda louca, I aparador
com tampo de marmot e, 2 quartinheiras, I relo-
fk>, qnaitros cm Jlna* gravuras, 2 limtos pa-sa-
rom, i me-a<, 12 cadeiras, 1 si rvic chmez, 1 lin-
do sortim'-nto de c,np< s. garrai'as, calices de fino
crystal, garfes, facas do ratios do marfim, objec-
tos de ele<(n plate, t candMro', 2 cao^iras- de
bra^o, lou^a para rhs c janlar, (alas, Fiandres,
irern d i enzinlw, I fogio amwican", e maitos ou-
tros accesstirlos.
Uma magmfica secretam de jacarandi, 1 es-
pingarda d<- 2 eanos e suas pertenras, 2 pi-tolas,
1 burra de fei ro (cofre).
Ter^_fl'elra 18 do corentc>
Na Passage i> (dfl M^lalena.
Rowland Brotherhood tendo de fazer uma via.
mips com sua familia, levara a leilii, por
lo agentH Pinto, < s mi.vels e mais
nadfis, eTi>lcnle.s em rasa
i Pawagem fbenvi do 0
Lo%Mtheir<>
Precisa-se de am cozinheiro livre >u escravo :
no hotel de Apipucos : a tratar no meeuio.
S0;il-:t).VIE LirTERARlA AUX1LIAUOKV DA
INSTBUC<;\0 SF.CUNDARIA
No (l.i.niiiao 16 do corrente tera lugar ao thea-
tro iio Santo Antonio o beneflcio em favor desta
important': quan humanitaria associacao.
Reprcsentar se-ba a cm^ilia em tres actos -
Hens olhos, nimha bocci- e men nariz o a como
dia em om actoDiscorJia e Coiicordia.
0 ladatro cstara lodo enbandeirado, a uma
ban.1.1 da musica marcial tocara na recepi;ao das
familias e bus iutervallos de cada um d ,s actos,
esc! nd.K p-!cas do seu repertorio.
K' uste u oia em qne adistmcta e illustrada etei
se dps commeiL-iantes p6da com f'acilidada Wife-
gar-.u a o.-tes divertimentos, porom- nao ha tra-
baiiiv.o quo os pnvo de tio apr.isivel passatempo.
Assim a sociedado litteraria o auxiliadora da
instruccao secuudaria dever. ter uma enchente
completa, atteodendo-se ao fim nobr se propoe como seja, propagar a instruccao sccun
daria por todas as classes, principslmenlc asdes-
favorecidas dos bens da firtuna.
E' esta que ten. em vista esmagar a* irevas da ignoraa-
cia, que infelizmente ainda perscgue o distin-Tto
povo pernarnbucano.
P.ir isso, lembramos aos pats de familias e ao
dUtincto corpo commercial, invocando os senti
mentos de caridade philamropia do quo sao do-
tados, para que concorra a este cspectacul con-
tribuiudo para uma obra da intelligencia, tio su-
blime e humanitaria, como esia.
E" do csperar que assim aconteca.
0 amigo do progresso.
- Desapparecea do sitio Cafuml6 da estrada de
Joao de Barros, dous carneins, st-ndo am branco
e u outro escuro : quem os pegoa leva ao mes-
mo sitio, qua sera recompensado.
M0F1NA
Est4 encouracado !! !
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
;scriv5o na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a raa Duque do Caxias n. ;i6, a eon-
rluir aquelie negocio qao S. S. se compromettea a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tlav de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
^asson a tovewtm e abril do 1872. e nada cumprio;
3 p' r este mctivo e de novo chamado para dito
ir.i, |K)is S. 3. se deve lembrar rra este negocio e
le mais do oito annos, o qnsndo o Sr. sen nlho se
ichava aesta cidiil."______________________
A sta -ra quo ;e offcreceu para morar em
casa de familia, prestando seus services de costu-
ra pr Marquez ae Olinda. n. 3V, 2.* o 3 it-dare's sg-
Escravos fugidos
Maria, cabra, moca, bem parecida, ladina, de
boa altura e corpo corre>pondente, tem os bei^os
pintados com tinta encravada de janipabo, em
forma de eoracao e o nome della, natural do Cea-
ra, e cozinheifa, sen enchada ; esta escrava costnma embiiagar-se e
neste estado e atrevida, e foge cpnsiantemente
para o Recife e seus arrabaldes, aonde muito
conhecida, estando desta vez ausente desde S do
corrente.
Felippa, negra, cabra. ja idosa, eozinh-ira, alta
e secra, foi e>crava da'viuva do failecido Jacin-
tlio Boteliio, tem um lilho escravo do ?r Jose
Antao de Souza Magaihaes, qua andava fugido,
e que vein scdnzir a mai para acompanha-lo ;
esta ausente desde o dia 6 do irreate.
Roga-so a !p. Ilcia o capilaes do carapo a cap-
tura das me-mas escravas qne sao lo engenho
Sapncaia de Beberibe.
Mulato fugido.
No dia 7 do corrente fugioo mulato Ge^iniano.
quo foi escravo du. Sr. capiuij Fii'iiiiao, c;n Mari-
cota, o escravo tem os sisuats segaintes : estatu-
ra j-i gular, cheio do corpo, falta do denies na
irenle, tem n-> oraco direito am roracSo com
iniciars A M C^tahio com calca de brim de listra,
camisa de ehita e ebapdo dc msttlttta. -ostuna tra-
halharno carvao, e quando fogesanpre vai para
Beberibe, OlindaMaricota, Iguarassii e Atogados:
roga to as antoridades policiaes o mais pessoas a
sua appreh-nsao, fazendo conduzir a rua larga do
Rcsario n. 22, que stSo gratiflcadas^_______
Mm II
Exrosirao iaivern.%1. de i8
MEDLHU 01 PT E 8R0MZE. CBUZ U LEGIAO OE HONU
NOVATTNTA
DOBRA ROXA PARA COPIAR AS CARTA8
Bnpregad- pelas grandea reparticoe*
Deposito em Perrmmbico. A. REGORlJ.
Precisa-se de am criado para
vova n. 52, andar.
hotel : na rua
aTE VIR
0 Sr. Antonio Henrique de Miranda, empregado
no arsenal de marinha, queira vir a rua do Im-
perador n. 28, a negm-io de >eu iiiterse.
Iniiitii do Ctnadaliipe erecta em ana
igeeja na cidade de Olluda.
Eonvi la-se em geral a tinlos os irmaos
de Nossa Senhora doGuadalupe da ridade
de Olinda, para que comparecam no consis-
torio da igrpja respectivn, no dia.16 do cor-
rente (dumingo), allm de tomarem partc
na nova eleic/u>, que por senten^a lo" juizo
de direito e capellas, se mandou proceder,
por nnllidade da que fora feita em 26 do
outubro proximo passado. E para que se
nao chamem a ignorancia, conste que do
proposito nao qucrem annunciar, faz-so o
presento em quo assifina o irmSo
.1/. .Y ia Costa.
3. a
Fni5lfW
lie*
53
milt.
frill
9
s

SAQUES
Carvalho & Jlogunra, na rua do Apollo
n. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agr-ncias em todas as ci-
iladps e villas de Portugal, d vista e a prazo
por todos os paquetes^___________________
Sitio.
Para tratar de um pequeno sitio, precisa-se de
um homem qne seja cuidadoso e entenda tam-
bem de (lores: no caes do Apollo n. 69.
Forneiro.
$ Para fora da provincia, precisa-se de nm bom
t'ornfiro, e que seja mestie de maceira, paga-so
bem : no caes do Apollo n. 69.
0 dono da cauiella n 30->8, tendo perdido-a,
avisa ao Sr. proprietario da casa de penhores quo
somente no seu procurador uesta ciiade o Sr. le-
nente Ursulino Torreao podera entregar o sea pe-
nhor.______________.___________________
. Arrenda-se a propriedade Barra do Seri-
nhaem, na freguezia do mesmo neme, bt-ira-mar
e beira rio, com bastantes coqueiros a desfructar,
e rendas das terra a cobrar ; e cem as melhores
proposes possiveis para am grande e lucrativo
estabelecimente de seccos e moihados, alem de
ser localidaOe muito salubre, abundante em peixe,
fructas, etc. a tratar na rua da Aurora n 65.
PEIIDEI1-SE
nma cachorrinha branca, tendo entrc o o^o e a
orelha esquerdae na espinha dorsal no principio
da caada uma mancha amarella, as orelhas e a
cauda cortadas : r< ga-se a quem encontrar de
leva-la abotica franoza, ma da Cruz n. 22, onde
sera generosamente recompensado.____
Aluga-se uma casa terrea com tn s portas
de frente e bastante elevada, com sotao dentro e
commodos para familia, na rua dos Mart\rios
n. 160 : a tratar na rua do Rosario da Boa-Vista,
segundo andar, par cima da refinagao._______
Engommadeira e ama de
leite.
Precisa se de ama engommadeira o de uma
ama de leite, paga-se bem uma e outra : na rua
Formosa n. 2i.
Attengao
Aluga-se a casa n. 36 da rna da Ventura na
Capunga, com commodos para familia, isi..ndu
perfeitainente limpa, por se ter raandado caiar o
pintar ha houcos dias : a tratar na rua do Duqae
de Caxias n. 14.
10:000^
Da-se 10:000/ a premio modico :
Hortas n. 86, sobrado.
na rua ii.-
0 balanciador
Jerouymo Jose da Costa, mais antigo desta pro
vincia, pode ser procurado no pateo do Carmo n.
13, venda, que se Ihe dirA aonde e3la trabalhando.
ou >na moradia.
[
V POIMH.
(3a trausaccjao)
Aluga-se uma wsa nova,com maitos commo-
'dos no* Quatro Cants na Ca,mnga n. 10, a tratar
' am Joan Jose' da Cnnha Lagos, na rua do Vigario
n. 33, 1" andar. _____________________
Tigipi6.
Aluga-se uma ea*a neste logas ami 3 quartos,
duas sa'as, cozinha fora, com cm grande quin-
tal, banho p*rto de rasa; a tratar na rua do
Vidal do *egrrr>.9 n. V*.
DOENQAS SECRETAS
Gh ALBERT
CC1U H4U1CA1, PR' MPTA BISCIU FILO
HBO Dl 1-18'AKltTT.ua I Inplgeni
alporcmc, oorbulfaaa, alreraa, ticjoa do |
suigae, debilidade, tnmores.
BOLOS ARHEJOOi : Corrimentoi recenle* 1
on -utigos; flores brancas, cfre pallidas. |
Pant, 1, r. MomorgmU. Polheto gratU''
Dspwlto eB Pm-nambuoo, A. REGORIX ]
.VJNde QUINQUINA
fERRUGINEUXdeMOIT:ER
Cam *!,._ Pyraa_**nlUil* de
f'T. Este riaho foi preconizaite por U4a a
ewprec>3 meiti>l como sendoo mai uoderoto
loniro enipr|tarto para eurir a CHtoaosis,
A_u o KMnmcAO bo ktiem
Depojilo geral em Pima. li. rue itt Lom-
birds, Laarrarrl, pbariiiai-eaiico.
PenantUo, A. RSGORD. e iu priad
i paenpharmaciHs.
Um andar e >*
Aluga-.~e o terceiro andar do predio a rua de
Manilio Dias n. liO, muito fresco, bella vista,
exielli-ntes commodos, e com sotao, e a loja iio
mesmo, propria pa. a qualquer estabelecimt mo :
I a tratar a rua do Imperador n. 81. Todos os pa-
I vimenttH tem agua._____ ______________.
- Para o amanhecer do dia 6 do corrente fa-
' gio do eugenho Hefrigeranfe o escravo Ezeqnn I,
do idade do 0 aim is, poaco miis ou menos, or
f ila, barha serrala, b:ixo o espadaiido, falla man-
sa, levou chapeo de couro o um matnlao com rou
pa. gosta de andar dc gravata, e natural do Bn-jo
dn Madre do I'eos, a t m fam lia no Altinho :
quern o pi gar leve ao dito engenho* ou no eage-
nho Bos pie, que rfri bem recornpen^ado.
MASSA PEIT..RAE. i XAROPE
de NAFE de DELAMGRENIER j
Paris, 8, roe Richelieu.
0 Mulicoi *a Hoiplta- de P**U eonitirsm
su Roperlorl-4* *">>ro todnn,mlp-itorii> I
- ..i f Junta tfilacia nm% <. atlkmat.
rlatp'e. ciqutlucke (lost* coitvuiia), lufl^nl
maoJo -M ranralo.. Uritnftti do ptito
,M jarganla. He k Csal-'a Malm faUi/ca- |
(S-,\ -_^pof_onapLr_M.-Uiad~i.
BfiitQ
Perteucem-lhe oa reguntes bdhetes :
Rio de Janeiro Loteria i81
I.NTEIROS
15058-4300
MF.I0S
i068-903-il00 (078 :i09l.
QUARTOS
_Vi8-359.6 3387 3433 359S.
?3^ 1- 2349 23524730 4751.
352-3t-5 333 353 3384.
2726-1710 1723 1716 1718
Rfcjfe, M de nowjbre de 1873.
F. X. Ferreira
Tnesoureirc.
At orim
Secretario.______
Aluga-se a casa terrea, de novo preparada,
na povoacao dos Afogalos, ultima do lado esqur-
do antes de chejrar a barreira da ponte rtu Mc-
tncoli.mho, tem duas salas, dons quartos, (arima
do regular) boa cozinha, fosao e forno de assa
dos, cadi, ba e dous quintaes cercado de muros,
tendo no c ntro outro com portao. pelo qual da
communica^ao para a mhos os quintaes. neste pon-
to avista-sc a via fenva e gusa-se do bell i frese
da manha e da tarde : os pretendentes qupiram
dirigir-se a rua larga do Rosario n." 36, d>posito
de pao 3 cestas, que ahi inderecar-so-lia quem e
o proprittario. ___________
Precisa-se de um caixeiro portnguez ou bra-
sileiro com p atica de padaria : a tratar na rn .
Imperial n. iO't, padaria Encouracada.
Aluga se o 2* andar do sobrado da. rua do
Aguas verdes n. 100 : a tratar Da rua I ir-ita nu-
m>-ro 10.___________________________
Alnga se ama exrellpnte casa na povnacjio
dc Duarte Coelho, cm Olinoa, com bon^ commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Ta.o, rna
Amnrim. n. 37.
Para eutcceins,
Aluga-se um ttrreno murado, na rua da Sau
dade, que tem com palmos de frente e 3t 0 a\
funiio, com pequena casa e telheiro para ani-
maes, pn>urio Mra pL>ntacd>s : a tratar a rn-
Pnmeiro de Marco n. 23, loja.
- 0~Tllm. Sr. Dr. Leopoldo Cesar Duque Estra
da, formado naacademia de Pernambacicm 1873.
fllho do lllm. Sr. Joaquim Leopoldo de Figueiredo.
e chamado a loja de Ainaral, .Nabnco AC., ruu
Nova n. 2, a negncln ipie nao ignora.____
(iuga-sc
A casa da rua do Padre Nubrega n. 87 ; a Ii
com Joign Tasso, a rua do Amorim n. 37.
Arrenda se p> -r |iref.o enmmodo um bom si-
tio a maigem da > rIrada hova. proximo a liuha
do bonds, com terr.no espacoso para v aotar o
criar, uioiias .a v,ir.-s dc fructo, baixa de capim,
b-a caa com 2 salas, 4 quartos, carimba f6ra,
qiiirlo.para criados. estrirwria e grande telheiro
para vacca ; arrenda se com uma oLria cm sem
e'la : a tralar no mesmo sitio com Jm '"-.valcan
to i.ann oha Lins, on c >rnderohyrao de Hollands
Ovalcanie de Alhn juerque.
Aliy< so nma ca-a no Monteiro n 59, com
comrmxiis para familia : a tratar na rua ao Ba-
rao iio S. B-rja P. 33,

)
mm.


6
i3iaii0H*e#e*iifc^ 3l*;ats tem 1$ dc ftoftwfctt* te HW

Boa casa paca a festa.
Aluga-so umi excellent.- caiia no M.mleire, tra-
esaa du Xlsto, a q.ial sp acha etn muito honi e*
tado de lip Marco, antfca do Crespo n. SO A. loja de t>urgei
do-Amaral & C.
DESCOBBRTAS MEDICINARS
PRI.0 IUCIUIII I,
Manoel de Siqueira
! avalcanti.
f' o Preservative* da ery-
slpeln : para curar coin crt-'za, e
en. ponaa tempo, qualquer ataque de
er>sipela, e prevenir o sea reappare
cimenlo.
Este medicamento tambem 6 muito
poderosn para o rhtMimatismo.
" o Refrulurior da mens-
fruacno : para falta, irregularida-
de, suiipre^sa repentina da me strna-
eio, e d is l-.rhios, as tod-* os -o-'rinwutos devidns aqueltas
affefteoes. Ambus estes mediffamentns
ja sao muito eonceituados, e prorura-
dos nen provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Acham-se a venda somento em casa
do nutor, das 9 horas do dia as 3 da
lard.;, e a qualquer hora era casos ur-
gentes.
GRATIS AOS P0BRE5
1&r Una d." Inperatriz n. 11, 2* andar.
$ Considtorioj'horneopa-
tiiico m
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Rua do Impure or------ii
Consulus todos os dias das 11 a 1 da
tar.le.
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i ;asa terrea na Una dos Ratos n 68, com a
Srente para a,.-tra.la do Hospirjo, com ba-taote
ccramodo pan famiiia : a tratar na rua do Mar-
:ue/ de Olin.la n 4.
Uma sciilmrii honesta qtie sabe bern
ozer em sua machina o pur pequeno sala-
~io, se prosit a napfar em casa le famiiia.
. restan'io os sous services : quern pretender
innuicie por este Diario.
Carros de luxo.
E' inqnestionavel quo a cochoira da rua do Bum
. JDS n. 15, de loa |uim Pies Pereira da Silva, e a
uc tern as mel bores berlindas, ealecas, meias ca
. e victorias de luxo, proprias para qualquer
Qoivado, vi-itas de eliqueta, bailes e actos da aca-
demla, sendo os mesmos sjaezados de excellentes
;-relhas deanimaes, arreios luxuosos e boleeiros
<;-m fardamenios do ultimo gosto, pare o que se
ronvida ao publico a vir por si mesmo scicntifi-
r-se da verdade do que deixamos dito, certos de
ii.io eneontrarao pomada, e sim realidade
eomOtMOS pieeos.
Para banlios k mar.
Amaral, Nabuco & C, receberam de Pa
As interessaates costumes do ultimo gosto"
parti homens e senhoras quo dosejarem to
mar banbos salgados, alem da sol.de/ da
fazenla para resisur a agua salgada, a ele-
gaacia dos tr jos nada deixa a dese-
jar.
Casa decanpo
o.Tereco-se a qn.-m qnizer fazer os concertos
M esearios, o .irrendamento por alguns annos, de
grv-a. da excel'ente casa sita na Ports d'Agua,
ne foi do finrloDr Joaquim Pires Carneiro Mm-
I '. pa-^snndo-.:? eseript'ira para niaior scguran-
A I "-alidade e mnilo salubre. e a casa muito
magniuVo banho de agua doee em
- omit i cumm ido visto que o irem passa
pi in pretender po.le dingir-se ao Sr.
Carn.'iro Monteiro, em Apipnco=. au
rnacio I'inio. na rua do Rum Jesus,
ii. a roa do ommercio n. 40.
ca .a
frf5ta.
freni
lafrjRit'
p'ran -i- <
Sr Pi
01 m Sr.
Garan!
"! I
rallar -
tnt
i ran nuns.
ario la Virtnria o. 36, precisa-st
;'l- '.- P-gn Chaves Peixoto o
' Silra. negoeiij de particular inte
^ l>o Dr. Santos Mcllo $(
4+ Gratis aos pohres. ")L
- Resi lencia a rua Nova n. 7, segundo ?2
'*J! an.lar, nude da cmsultas das 6 as 9 da %
ft manlia e das 3 as 5 da larde.
!|5 Chamados a qualquer hora.
EscraYO liigiilo
300X000 de gratificacao
Au-entou-se desde o dia 13 de maio de 1872 o
pf-io de nuine Alfredc, representa ter de 30 a 40
anii.s du idade, e perfeito coziuheiro, alto bastante,
e bem mapro, pouca barba, olhos grandes e muito
I idino, con^ta que tern pai no engeo'io do Sr. Luld
de G liara. em S. Loureoci) da Malta Este prdo
foi coziuheiro dos n"gociantes Adnano 4 t^stco c
Sr. Jose Joaquim Gonoalves ISastus, e julga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesia cidade, cmo forro : pede-se a todas
as autoridades e capilae.- de carapo, que o desco-
brindo. o (regain a rua Dii(|ue de Caxias n. 91, loja
de miudezas do rival *tm segundo, que serao gra-
tilicados com a quantia acima.
Aluga-^- T .
fia caaa na Varzea, no Girrelof de 8. Joao.^Biui-
to fresca, e |iertp do rio : a tratar aa rua da Im-
- .. M 1 ".,l-___________^___^_^^^_
AJuga se tres casaa proximaa a estacilo do
Caxanga, |.r pi ias oara i>assar-se a fesla por ter
banho perto : a t.-atar n. taverna junto a estacio.
- Alnga se o annazem de recolher na rna do
Burgn- n. 11 : a tratar na rua da raia n. SO.
a tratar com Jose Feliciann Nazareth.
Na rua do Rare.) da Victoria n. 36 precisase
fallar ao Sr vigario Andre Cnrcino de Araujo Pe-
reira, a negocio de sau interesse.
ProCKa-se contratar am saeeidote para ce-
lebrar mi-sas nos domingos e dias sautifkados, na
capella da est.ada de Joao de Barros : a tratar na
mesma estrada, sitl) n. 24, das S horas da tarde
am diante. MJ
COMPRAS.
(azinh'ira
Precisase deuma rozinheira pare casa estran-
geira de pouca famiiia; a tratar na rua do Com-
mcrcio n. 38
- Tra-passa so a cnave da |..ja da traveva d
Duque de Caxias n 14. com uma armacao to
da envidragada, prpna para cig.rreiri., on on
lio qualqut-r neg >cij : a trat r na venla junto,
ou coin Mmnel Azevedo de Andrade, a rna do
Crespu n 8 ______
IJasas para alugar para a fes
ta ou por anno
Um solirado no pneb da Pani'lla, na rua do Rio
n. 5, com 4atlas, 3 quartos, sa eta, co2inba fora e
quintal omradu.
Uma hoa casa terrea nova com cocheira, estri
baria peqncno sitio, a marge n do rio, n. 35 da
me'na rua.
Uma casa pequena. porem com bons comatodog
na trivessa da '.na nas Almas ao pe da casa ver-
melha n. 2. Tod a a a tratar com o commendadoj
Tasso.
ENGOMMADEIM.
Prccisa se de craa peneita engomniadeira : na
casa n 199 em S. Jose do Manguinbo, rna do Vis-
c nde dc Govama.
a
Precisa-se de um criado para uma rasa de
pequena famiiia : a tratar na travessa do
Vigario a. 1, escriptorio.
Escravo fugiik
100^000 de gratiiicagao
Deeapparecca de doto, de bordo d;i barca bra
ira S. Josr. o wcrevo Joaquim, preto de na-
o qual anda bem vestido e calcada, deixan-
- crescer os eabellos a modo de meia caliolleire.
Bsse escravo pertenceu ao fallecido Dr. Olym
i Marceliino da Silva, que o haviacomprado na
provincia de Minns, fcm b. Joao d"EI rei ou Ouro-
Preto), e com elle seguio para o Rio de Janeiro e
d'alli para e-'ta proviiicia, d.mde foi para Maceio,
iendo o vendjdu alii a Justino Epamiuondas Ne-
-. a ipieii o compraram os abaixo essignados.
cozinhar, oocuiacao a que estava dedicado,
' coahsco se peh falla que c africano.
Offerece-se a gratiiicacao acima a quern o ap-
j'dliender e roga-sc a todas as aatoridades a sua
.-ipfura.
Recife, 6 do oulu'.ro do 18":!
Jose da Silva !.oyo A; Fillio.
Antonio Demingos Pinto, queteodo resamir
-.a negocio de mr.hilia, tem resolvido faxer um
. banmenl i d So p ir cento nos pr.-cos dc suas
lias, aa qnaaa sin : ricas m .bilias de jaca
randa a Laiz X bbtleadas em Franca, ditas de
nuira e de anat.'-v pu u-1a-roupa de jacaran-
Be mogno o de anable com eqiollij, rieos
r.la= vestidos da amarello, ricos guardas-Iou-
. toillettes de j.icar..nda a de mogno, aparadnr s
mogno com tampa de pedia. ditos d- amarello
m armario, meas clastira- para janlar. dit s
- m^pno corn aba? para almo.-n, mesinhas de
nogno para costara. c uma intinidade dc objec-
seria enfaflonhn meaoionar ; tem i.m
irrande sorfimento de ca-Jeiras de muita qnali la-
,i rua do RarSo da Victoria o. 57 e 58.
Engommadeira.
i'/,v:i-se e angHOMaa M com proniplidao c aceio:
i-rincipio da rua de S. Miguel em Afogados,
c.onfronte ao porla<- do Sr. Camillo Chaveo.
Ao publico.
Aspiiceu do leilSes.
Ki'A no Maroukz dc: Oli.nda, n. 37
l. AN3AR.
O abaixo assignado tem a bonra de sci-.
entific.-ir ao respeitavel publico, com espe-
cialidade ao corpo commercial desta pra^a,
quo aeaba de ser nomeado Agentc de leiloes,
em enjo exercicio promette se esfor^ard
para bem mereccr a enntianca de todas
aquellas pessoas que se dignarm honral-o
encarreganilo Hie de negocios tendentes a
sua profissao.
Desile j4 o abaixo assignado antecipa os
seus agradecimentos para com aquelles que
o procurarcm, o que podorao fazet dirigin-
do se ;i rua do Marquez de Olinda, n. 37,
I." andar.
Recife, 7 de novembro de 187.;.
Joaquim Dins dos ^wnffiSi
Sitio para alugar.
Alugase um sitio na Capunga, rua da? Per-
nambu.-anas n. 66, com bastantes commodes, ten-
do dez quartos, tres salas, cozinha, coxeira, tan-
que para banho, gallinheiro, com diversos pes de
fructeiras : a tratar na rua do Marqnaz de Olio<-
da n. 63.
Criado
Compra-se
am sitio nos arrebaldes deau cidade, ondo passe
linha de binds: a tratar na rna do Imiierador n.
48, armazem.
Comfiramse a gumas ac^oes da estrada de
ferro do.Recife a S. Frapcisco : a iraur om Au-
gusto Oaar de Abreu. no armazem dos Srs. Souza
t astro Si Almeida, a rua do Marquez de Olinda,
outr'era rua da Cadeia do Recife n. 37.
- Precisa-se de eomprar dous fiteiros de ar-
macao : na rua Imperial n. 188.
VrN0AS.
Cortes
dechitaa %%, %?AOO c
3SOM.
O PavSo vende cortes de chitas ^scuras e
claras com i eovadoacad'a c6rte, pelo ba-
ratismo preide 2ft, .29300 e 390 0.
CORTES DKBRIM A 19400.
O Pavao vttBiie.cdrtes d-^rim pardo para
calca, a 19400. Ditcjs de fdr, fezenda mui-
to ooa, a I96i>0.
Espaetilkos a 3^ e 4#t0&
O Uarto jeji4j)|>s raafe modernos esparti*
Ihos, proprias para senhoras e meninas,
pel06 banjti*sitaos prejos A- 3U e 40000.
Ditos muito superiores, brancos e de cfir, a
5? o 690*0-
Crte de la a 49000
49000.
CORTF5 DE ORGANDY A 3900 e 35300.
0 Pavao venda c6rte de orgaudy ibranoo,
com listras'e quadrmhos. senoo fazeoda mui-
to fina.pelos baratisslmos'precos de-39e
39500 o c6rte.
uma pequena
Vende-se um terreno com
casa.de tatpa.. tenao o.wwrem> 51) palntus de freote
e 753 de fundo. com alguns pes de alvoredos de
fructo.eniBetwribe debdixo, rua da Regenera
clo : a tratar na rua da Raz u 2.
- Vcnda-ae- uma
na rua da Paz n. S.
carroea e urn boi: a tratar
Fumos especiaes
para o fabrlco dos meHiores cigarros fmo de ?cda
e linho, e para caxitpbo, a aaber :
K terdadeiro fumo de Daniel.
Idem.do Rio Novo destlado
Idem cabeilo e picado.
Idem de Uaependy.
Idem de Goyaz.
Idem dePomba.
Idem do Mmeii-i. /
Idem deS.-PuAo. j '
Idem de Mmas. j
No armazem da fu.-uo a rua da Madre de Deus
, 10 A, de Jo e Domingues do Carmo e Silva.
0 proprietario deste estabelecimento torn tido o
maior capricho possivel em obter do Rio de Ja-
neiro^as qualioades de fumo* mais aspociaes,
alguraas ate mesmo nao conheeidas neste merca-
d ; porem muito apreciado em outras provin-
cias do imperio, conio os fumos que acaba de re-
cebcr pelo vapor naoiooal &ihia, entradaem 6
docorrente e pur isso cuuvida a t(. dos .seus fro-
gueaea e amigos para verem e
ft' PavAo *-eu4e.'benitus cortes de lasinhas,
padr6es,iHiu.liu4iocom liadas cores,:ttndo
'Ln'n P at t,TG*y'** h sempre para vender, como sejain : cadei-
rtrlif '
i
Rua do Bartto da Victoria n. 22.
DE
Carneiro Vianiia.
A' este grandb estabelecimento tem cbe- Cllina.
gado um bom sortimento de macbinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultima mente 4a Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sira concerta-las pclo tempo tambem ..d'um
anno sem despeudio.algum do comprador.
Neste estabelecimento t mbem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pec^i jque seja necessario. EsUis ma-
chinas trabalham com toda a perfeicSo de
urn e dous pospvntos, franze e borde toda
qualquer costuTa-por fina que si-ja, sous
pregos sao da seguinte qualidadc : i.ara tra-
balhar a mao de 309000, 40900c 459000
e 509000, para trabalhar com 0 pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 15OCO00, 2009000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
tera^ao de precos e os compradores poderao
visitar este.estabelecimento, que muito de-
yerao gostar pela variedade de objector que
Nenhuma macliina
Singer e legitima se
nao levar esta

marca
fixa uo braeo da ma-
JRaia .-evitar falcifi

cacoes
.aotein-se bem
todos oad4tJjilitee sd&
marca.
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
fas para salas, ditas de balancoj, ditas para
erianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqiiissimes;, para senbora, despensaveis
para crion^as, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianc,as, capacbos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com ca bo de metal e de marfim,
ditos avalsos, colheres dc metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esleiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
Swnples, objectos para toilette, eoutros raui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarcm estegrande estabelecimento
que se acha aberto de*de as 6 horas da ma-
nha ate as 9 shoras da nouted
Rua do Barao da Victoria n.
__________22^__________
Nao ha mais eabellos
brancos.
TINTURARIA JAPONEZA.
S<4 e unica approvada pclas academias de
sciencias, reconnecida superior a toda que
Frecisa-se de um criado para coreprar e
oulros rnysteres de casa de pequena famiiia:
na rua do Capibaribe n. 40.
Aiuga-se 0 2a andar 0 sotao, com todos os
eommodos para grande famiiia, do sobredo n. 12.
sito a rua de Hortas : \ tratar na rua do Trapiche
n. 13, armazem do assucar. Tauibcm se vende
cerca de 3|i paries do mesmo sohradn.
Fugio no dia 20 de ouuibro proximo pas
sado do eagenno Aren.lepe freguezia de Ipojuca,
0 meu escravo Ignacio, com os aignaes seguiotes:
cabra aeaboclado, 26 annos de idade, altura e
corpo regulares, c-bellos pretos e crespos, bigode
lino, muito pouca barba na ponta do queixo, tem
um carocinho de um lado da canella por fora,
nao tem unhas nos pes, a excepcao de um dedo,
tem no como marcas dc chicotc, e no pi- djreito
um pequeno callo, falla manca e baixa, eara be-
xigosa e olhos brancos.
D.-u ccm mil rcsis de gratificacao .'. quern 0
trouxer ao dito engenho.
Arendepe, 1.* de nev^mbro de 1873.
_______ Manoel Felippe de Souza Leao Junior.
Escravo Ingido
ftesappareccu ao amanhecer do dia 4 do c.or-
-, do I'.ngenrio Sirigi, comarca de Guyanna, 0
cran J.- aura<) Jo*e Borges, nicstre.de assucar,
t-ndo os signaes seguiotes : cabra. i.tade 'M an-
poucj m;ii* ou menos. boa Ugura, um tanto
-,) e e.-iudaiido, sendo 0 siguai auod visival
goumn na junta do pe est|ue do : roga-se a
- ; autoridades c apitaes ae sampo oneiram
I rohondui ditu escravo e leva-lo ao rsferido u-
. >, on nesto pra;ii a Olivoiia Fillios c\ H, lar-
': 1 Corpo Santo n. 19, que serao g-sneiosamente
"ompensados._______________
pe-jnen 1 r.va na rua de S. Francisco n 1 :
Tatar na rua Ua Imperatnz n. 8, leja.
Sobrado ii alugar.
Atugft-ve 0 3- andar do sobrado site a rna do
lo do Tr'mmpho n. 94, outr'ora Brum : a tra-
. na rna la gti do f.osario, botiCa.
Aluga-se
uma cas.i na Torre, com commodis para farajlia,
cnkido e pinlada, ha pouco acaha;l:i : ;. tr:.!nr no
porlo di l.nccrre na Capunga n. 32,
Aclia se justa o contraiada a compra da ta-
verna na praca doCapim, lugar denominado Barro,
com a Sra. D. R -salina Maria da Conceicao : quern
so julgar com direito a mesma apresente seus ti-
tulos para ser uago no prazo de tres dias^. r. con-
tar desta data ; senao perdera todo c direito a
mesma. Itecife 10 de novembro de 1873.
rcu'o.
melhores qualidadeVde fumo, fia^'e'^romette H'/JK^r^ ^t'n ^T^ ?"&*
conservar sempre em seu armazem o.que houver pa u* da ^^ do Roc"e, hoje Mar-
demelbor neste artigo, des.ie 5* arroba ate8i a quez de Olinda, 11. 51, 1 andar, e em
lra; tudo a coabwlo dos t'eu numerosos fre-! todas as boticas -e casas de cabellei-
gtwzes e amjgos.
Vende-se duas exeellentes casas, aolida e re-
centemente constroittas no mais bello sitio do pil
toresco e saudavef Ghaon. Recoajroendani-se
aiada mais- tanto pela sua proximiaade a estacSo :
e ao no, corns peUa seus inuitas eommodos e es-1
tarem^jpittcadutaoqiada capiul; pelo qua sao
cilas muito proprias para moradia, maxime na
presente catacao a 4asa n. 174, a ma do Vw-
conde de Albuquerque, ou da Gloria, se dira
quern vende.
para quein tem gosto.
Vestidos brancos com.*bados-crespos.
A Rosa Brauca vende vustidos de cambcaia
branom Jwbados do ultimo gnato e prec^) mui-
to baratissiniP.
Colxa-s^java eamasa
metadc de sen valor : quern quizor ve-
m
AS MACHINAS PARA COSTURA
SINGER
NAO TEM BWllJV
XAIS E linillMO TOf-SE VEMMDO
Porque?
Sao a? melhores
Sao as mais baratas
Sao dc dous pospontos
Sao mais simples c rapidas
Sao duraddras e aperftjeoadai
Sao util cm uma casa.
H
1
V
j gm *w w> I
Faz melhor costura com metttde dculmlm quegmtom
as outras e fornecemwmrndo de
VIDA
Para aquelles qnc tem de siisleiilar-sr*
DE
Querem agradar a yaya ?
Querera agradar a esposaV
Querem agradar 4 h Ilia ?
COMPRKM U.UA ,
T"miA M SIliiK
Nenfmma casa estd comphta sem uma
MACHINA DE SIEGER
Sim eaiia 80^000. Com caixa!fl0#00O
UNICA AGEKUA
EM
Isto e
nba.
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERA-DOfl
De forea do d >us a seis cavallos : a venda ik
, armazem de Joaquim Lopes Macaado & C, tr-a
Maaapolao iraiicez largo a.;vessa ^ ^p0 sanm j..
6^000. CalcadfO eatraaigeir.
E' tnadapohio de 8*. I-to e-para aeal-ar Aproxima se o mez de dezembro, tempo em
Atoalhado moderno. M&&*
Rico atoalhado
gostos a t600 .o
preeo.
b'9, 1 andar, tem di dar o seu balaneo, por este
de superior qual.dade e novos: njotivo, os prpprieiarios deste eslabelecimonto es-
metro. Isto C por metade do Uo resolvidos a venderem seus calc .dos pelo cus-
I to, aum de minorarom o trabalno ; assim poi os
PamKi..n'oc + apreciadores do bom, e com esnecialidade o sexo
VjanjOiaiaS pretaS j amavel, para <|noiu o Paris ua Alherica, conserva
PECHINCHAS
&6 o n. 20
RUA DO CBESPO
LOJA DAS 3 P0RT4S
continue a vender jr.uito barato para apurar
muito dinbeiro.
CASSA LA
Chegou esta fazenda.sendolindospadroes, e ven-
de se pelo diminnto preco de 2J0 rs. o covado, e
pechincha I dao-se amostras.
MKTINS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padroes novos, pelo pre;o de 400 rs. o covado, e
pechincha I doi-se amostras.
LA5 ESCOCEZAS
Lasinhas escocezas, padr5es bonitos. a 240 rs. o
covado.
|S6 na rua do Crespa n. 9
Gkiilherme & C;
Cafe do Bjo
( iins
dia 22 dc fevoroiro de.-le anno fiuo esta
lo o es.T.ivo de mqia Francisco, o (;uai tem
> rtgnaesseguiDlos : e alto, sec.cn, cr.l>ra, cabeilo
traplnlw, tem peura barba e rostuma raspar. pes
io,.ri!.s, vfsta tspantada, faka de Jons
\ (c ntp, isto 6, n i q ''' e wplUes de eampo a eaptura
j.lerar, di
la i-n; er irjz n. l.'i, ;: o. & ntm
' i" SMara *nn .r. e sera
. en-ado.
.Wrinila il's cavailns.
Acham se a venda em todas as livrarias map-
pas impressos para matricula dos cavallos con-
forme deternnna a lei provincial de l~ de iunho
de 1873.
ATTENGAO.
0 abaixo asMgnado faz sci'.nte ao rospei-
tavel corpo do co nmercio, que temjusto e con-
tratado eomprar ao Sr. Jose i ires B -rrozo a sua
taverna sita na rua da Penha n. 6, livre. e aes-
embara..ada Be qnaljner debito se alguem se
achar com algum direito, apresente-se uo.prazo
dc tres dias, flados os quaes nao se attenderare-
clamacao alguma.
Recife, 9 de novembro de 1873.
______________Antonio Joaquim da Costa.
Doces, fructas e (lores.
Na rua da Cruz n. 6 tem todos osdias
sorvete das 11 horas em dian.te gelados,
refrescos oxatopes de todas as qualidades.
Para Into, ?ps(.js irrteiramente novos o precos
razoaveis : na rna dalrapesatriz n. S#, loja *da
Rosa Sra.nca.
J4C4HA1UU;~
Tem para vender Joaquim Jese .-myalves Bc-I
a o l'ilbo : a tratar no seu .escripiorio a rua
do Gommercio {l 5.
MobiHas baratas
-Hoarmarem-ric Joaquim- Lopes Mac*adn 4 c.,
ha um bom sortimento de mobilias da Vi
com a devida deceocia) o seu gabinete reserva-
do, para a cscolha dex;alcado, aproveitcm o vo-
nham munirem-se do que precisurern.
Vende-se na rua do Marquct de Olind..
roW.______________________________
Fiado!
Rua do Barao n. Yictoain
n. 22.
brancas e jjretas, que
modos.
covado:
Ditas \j c
covado, e pechincha I I t dao-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenaa de I
1 000 a 4^0 o covado, e pechincha t I dao-se ;
amostras.
CRETOXE
Cretone em pojas pequenas, com bonitos pa- j
droes, pelo diminuto preijo de 400 rs. o covado, i
pechincha I dSo-se amostras. t
Cortes de casemira dj cores, a'55 06 cada nm.
Cambraia de linho d-i core*, a 360 rs o covado. |
Ditas pretas para lute, a 210 rs. o covado.
uma casa terrea n. 43, na villa de Una, perto da Fast* branco Para ronPa de ra9nlnos. a 360 ts. '
a. estacao, a rua Bella ; a tratar na loja de ralrado ; [trim pr,r(jc e jc cores, a ',00 e 440 rs. o co-
0 proprietario do estabelecimento Bazar Ln
versal tendo de tram/erir o mesmo para oatr-
lugar e tendo grande deposito do Machtuas d
nature de todos os autores, resolveu vender a
itas com is*as padroes modernos, a 280 rs. o PKAZ0> median,e a eoaveneao que se pnder-fa-
... .._____. zcr com cs pretendentes : a rna do Bars da \>
soda, padroes modernos, a 040 rs. o I (0rja n 2*.
Potassa da Russia em meiot-
barns u 5Q0rs.o kiio
Desembarcada ha pouros dias veudo-se d
escriptorio de Oliveira Filhos & C, largo dc Corf,
Santo n. IS.
Vende-se
Antonio Dnarte Carneiro Viannr..
so venJn a precos cum-. n. ^ a rua do Livraniento, ou na m5ma villa com
0 Sr. Amaral.
Va4*-*e al do Aorii a bordo du uiate ^7.70
I'aftr; Tonfrente ao trapiche do Cunha, caesda!
'>npanhia Paraambuca, a tratar com JoSo Jose;
da Coaka Lagos u com o mestre a bordo.
Brim
vado.
Coberta? de chita adamascada. a 3#o00 r3.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3o00
Camisas o ealcas de -fazenda d-. boa qu:.lidade, I Leofoes de bramante, a 2*000.
Banhos em Olinda
ALUGA-SE
i proprias.para os bajikis em Olinda : naJnjvdos
I arcos a ruaPrimeiro de Marco (antiga do Crespo)
: n. 20 A. d^&grgel do Amaral v ..
Silva Barroca & Filhos teem para vend
1 para
doO
- i* andar da-'4*n da ma das
h n. 11; a trtrtar na rue do Marquee
-"'a 2" anJar da casa n. 1.
seu a mazem, a rua do Marquez
seguinte :
Folha de Plandree.
Estanhp em verguinhas.
Machinas para desrarocar algedSa
Orveja escosse/a hraqea e prela.
Pillete para bandeira.
Viitros para vidrae.a, 1' qualtdade.
'"'linchos para iear.
Iin4
Vapor de nova invencao.
inaa casa uo-Lirgo de- Api|cos, com o qaaijes, 2
-afas, 6>staha l.v a- e copiar, uuintal tnarado, tor--
na-ae eeceatiwndawlip.r sermnitofres-a : aJra-J
?!~T^d?F&r* *r R8Tnos ou tr.asSriSKrss &sr
na aua ^'nhee.jtfa h. 239. da forfa d d u,
gaz rarbonico
Aliiga-se
P prineiro anoar do sobrado da rua do Duque de
Caxias u. 44, proprio para e&crydorie, 00 rapor
solteiro : a tratar ao mesmo,-loja.
CLm., t $\. -n> *.* flixt.^ machinismn, sem nso 3lnm : t
M?toj.i iKiiwfti mM a (j;>000 ?* n***** n. *,&*
0 jigk 12 gwrtfss.
>tla a v4riQi.tta wa do CmBraercio b. Si
ca*'allos, propri- pr.ra qua I pier ipeca.
Dits de.algortao, a U400.
Toalhas alcochoadas, a;6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a QiSOO a duzia.
Lencos de cjssa com barra, a 15000 a duzia.
Ditos de csssa abant.ados, a 2fi0'H. aduzia.
Ditos de esfuiaofinos, a 3iB00 a duzia,
Cambria lia muito finas. a^/O0O e 4J.N00
a tratar na rua de
aria.
Vende-se ;de prefereucia. on arrenda-se 0
I engenho S. Caspar, sito. na freguezia de Seri- !
nhaem. corh hnns partidos de eaflna, Ae padl e '
nrassapi1, a roda i*a moenda. mnlto perto dc em-
barqne c cooi-ontias pronoroes desejaveis cm
taes proprialada. D^ ae alguns aanos de fogo
rnortn : a trmar a rna da Aurora n 65. 1
vejiae-se uma taverna em poniojiequeno,
propria pare quein guizw prjnpipiar : na rua de
^. Miguel, em Afogs.Ms.uw t a tratar na mesma
com o seu pvBpriAiari*.______ |
Vcndc.se Uma mnljilia de, amarello t m u*r,-
s as prepara.;oes chimicas do'Dr. Aver t*ia feito ertadb, a dhiheiro on a prazo, ua rua do Hor-
anaanai aa cua 4&4atmtmto b tas n. 86, sobrado.
I. 0. C. Doyle.
1 -fart' .v* w :
"' -;rlanTtessy,IspperloT. e verda
w.das.uwlMwea quaiidad:<.
iW*agpsiBra.
1 kp mi latof-tfa 1* Hbras.
seus
Cambraia tratisparen'e a Js.
Atoalhado adamascado, a 2000 a vara.
Dilo trancado, a U400 a vara.
Fust5es de cares, a l*iO0 oeorie.
Chaies de merJao liso, a 21000.
Ditns estampwlos, a s^SnO, 4*0 iO e 4fio00.
tttos com listras muito fluos, a .s*80u e CiOOO.
Esguiao rnuilo fmo, a 2*000 a vara.
Grim preto trancada, a 2*0(10 a vara.
Bramante de algndao, a 1*600 a vara.
Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura. a
2*.SOOe2#800a vara.
Aigodao marca T, a aaOOOa peca.
Dito domestico. a 3000 a peca.
Brim de algidac com listras proprio para cami-
sas, a 400. rs. 0 .covado.
Nanzuc camhrsJi de cores mnito Bna, pelQ di-
minuto preco de 400 rs. 0 covado.
De i:\sauiojjtos
Dc l:>pti.s:iil;>s
De bailes.
Dc soirees-
De almor;os
He lanehes.
Dc bieknlciks
De i-t'i.-is.
He liido do !ndo
Se enearrega a'confeitsrki do Campo?
E atem disso
A confeitaria do Campos
Esti sempre provida
F>e tudo quanta e preci* .para
Uma boa mesa.
Rtm do Iwiiperadov m. 4
^
I.
FIO irG
LGOn\0D4RV
Te ipara veader em Reurf,,crif.tr*i
Jose Gonealves Beltrao & Filho, a rua do,
cio n b. _________
Ad bel!o, m.
deseda, Jazenda. wfleVaa
pelo barata.tcefo.jte 4
que se ar-abem : to aa
Marco a. 14.
ricos .cortes.
a jjov*, -
riiHssr


Dimo vie Pernambuco Quinla ieu 13 cte* ;$DHttftt; de *MJ>.

t
V
>
f
V

BOSTURA DE HOWE
& 4Rlia, dD -C^HgftrrrN.. 4
JOSEPH KlRiiUSE & C.
venda Lnpa
Vende-se m pateo do terco ns. 1 e 6, 9snt,de todw as (fuaiidalet e peHa, a retaMio e
por atacado : nnica cat a que melhor pode servir
aos comp'adores. A's torcas e sextas feiras na

SOARES LEIfE, IRMAOS
UNIGOS ACENTES
A'
Boa do tao da Victoria n. 28
Vs mais simples, as jwais baratas e as melhores do mundo!
Ha exposiQao de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias, Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
5*o da Legiao de Honra, por serem as machioas mais per.
feitas do nauado.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposiio de Londres acrcditam
estas machines.
GOMES UE MTTOS k IRJIiO
Avisara ao respeilavel publico dcsta ciilade que o sorymento dfe joias, do subido va
lor, que existia om seu estabelecimento, esta" completamente rcforcado com o mais ele
game sortimeiito de novas joias, que receberamdirectamente peld ultimo vapor da Eu
Lropa, constando elle de mais variado sortimento de aderecps 6 Boulevard, pulse&as d
ultimo gosto cum pedras preciosas e sem eHas, brinoos d'angola, agraffes, para retogic d^
senhoras, delicadus aderecos para meninas, meios aderegos de camafeu lindissimos, voltat
de nogordios para senhoras, correntes^ inglezas de ouro.e de platina*. variada quantfdad*
de botdes para punhos e peito, com eroblomas maconicos, de onix, tjjcido de ouro, carta
feu, etc., brilhantes monstrosde rarissimas agoas, em aoneis, rozetas, pulseiras, alfiie
tes e botdes, e outros muitos objectos de ouro de melhores' fabricantes de Paris, que s*
venderao com grande reduccjlo de precos, por serem elles receWdos difectamente de seu?
committentes.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento abern
ate* 8 horas da noute, convidam as familias que se quizerera proyer de lindas joias,
virem escolbe-las & vontade, para o que ost em exposicAo nos mostradores.
Extraordinaria pechincha
20500
. Colehas d alg 'dao adamascadas para cana
pel i baraussimo prec<> de iiXt'O an loja dV
&ro, da Gurgel do Amaral C. a rua Primeiro
de Marco (antij? da Crespo) a 20 A.
908000
Cabo-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
'r*, estabeleceu nesta cidade a* rua do Barao da Victoria n. 28, am deposito e agenda
*aral, P*>"* eni Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
art do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicio de seu trabalho.
oapregaado uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
* oela introducc5o dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
ifecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
ireamstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em sogun-
* 00.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha Delias monor friccio eutre as diversas pecas, e menos rapido estrago
o quo nas outras.
Quarta.Forraam o ponto como se fdra feito a m8o.
}uinla.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o qne se nio consegUi
aaootras.
9eita.Fazem ponto mindo em casemira, atravessando o no de urn i outro lado,
. logo em sguida, sem modihcar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
in.
Setima.0 compressdr 6 levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
agulha so comecar nova costura.
(Mlava.Miritas companhias de machinas de costura, t&m tido epocas de grandexa e
ecadeacia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descoLhecidas, outras soffreram
eadkticas radicaes parapoderem sub6tituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
ofmentado oseufabrieo, e hoje nlo attende a procura, posto que faca 600 machinas
- dia.
f*da machina acompanha livretos com instruccdes em portuguez.
4 9^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 28.
ARMAZEM
DB
Fazendas fmas
Rua
NA
I." de Marco n. 7 A.
DE
Cordeiro Simoes cfcC.
E' esta easa^ sem duvida, nai das qno ho>a,
pode com primazia apresentar aos seas freguezes
uin variadissimn sirtimento deXaindas finas pa-
ra grande toilette; assira como, para o uso ordi-
nario de h>das as classes, e por prficos vanlajo
soa para os eampradores, de cujas fazem nm pe-
queno resomo.
Mandam fazendas as casas dos pretendentes,
para o que tem o pessoal necessario c dao amos*
tras mediante penhor.
Cortes de seda de Hndas cdres.
Ditos de gorijurao de cores.
Grosdenaple de todas as cords.
Gor?nrao branco e preto.
Seiim Macau preto e de c6res.
Grosdcnaples idem idem.
Vcludo preto.
Granadine. eda greta e colismasri de cores, lia-
dissimas padroes e fazenda da ultima moda.
Popelinas de lindos padroes.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Coichas de seda para noivos.
Cortes de cambraia branca com liudos bordados..
Capellas e mantos para n ivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de seda.1
Cambraias de cures
Ditas maripozas, brancas e de cores.
Nanstirk de Undo? padrSes.
Agua florida, de Gutslain.
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia branca, a rua Duqae de Caxias n. 30,
aeaba de receber nova remessa da apreciavel agua
n.irida para fazer'os cabellos pretos. Obom re-
| sultado colbido por quern tem feito uso dessa
inoffonsiva preparagao a tem altamente coneeilua-
do, e por isso apenas se- faz lembrar a quern no-
vamente deila precise e queira se aproveitar de
: saa utilidade. Tambem veio agua de topasio e
loteo florido para o mesmo uso, e Uo auotaadoa
como aijuella.
Voitas e brincos-^e grossos
aljofares de c6res
A aguia branca, a rua doDuque dj Caxias n.
80, recebeu, novas e bonitas volias e brincos de
grosso.- 'Jjofares de c6res, e como sempre contv-
nna a vende-las por preco commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca,' a rua do Duque de Caxias n.
60, recebeu novo sortimento- de honiios dtede-
mas dourados e cam pedras, tanto para ">
como para senhoras.
Collee^oes de trariados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas colleecSes ou normas para as crian-
cas apreaderem a escrever por si mesmo, hoje' too
osadas nas aolas e collepios; e como ?oaipr ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni^
nas e senhoras
de
Baptista de padr5es raui delicados. AJW* d'*Ka>a branca,. a rua Duque da^Caxias
Percalinas de quadros pretos e bi-ancos,, de lie- n. 50, recebeu novo sbrtimento daquellas tao pro-
tras, etc. : curadas meias cruaspara ?crtfiora, viodo igual-
Brins de linho de cires, proprios para vestidus- meate pflra nvenina?, e anted* a-vene*e4s pai
com barra e listras. precos commodos.
MCHINAS PARA COSTURA
A 25*000 e 45*000.
D0US P0SPQNT0S
Nalojade Soares Leite Irmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
Lavas iJe pelKca toft) pequeno toque, i Espelhos de moldura dourada, de todos
20 -rs. os tamanhos c precos.
.n^'sKL Vm C0M6' SraD Cahtade linha do roarca, a 200 rs. Frascocem oleo Onza verdadeiro, a
Lampannas 6 gaz, dando uma luz muito 19000.
oara 1^000. Idem comtoaico de Kempi verdadeiro, a
Duzia de pe^as de cordao imperial, a 19000.
240 n.
Caixa de botdes de osso para ealca, a
200 n.
Duzia do carreteis de linha, 200 jardas, a
00 rs.
Iderti idem 60 jardas, a 240 rs.
aco de frta chineza, a 800 rs.
Carxade linha com 40 nnvellos, a 500 rs.
MeiOs aderecos com camafen, a 500 rs.
GarTerf* de tinta roxa ertra-fina a 1JM)00
rotes com dka ingleza, preta, a 100 e
1001*.
Caixa d pennas Pofry, muito boas, a
19000.
fdem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Ideaiideirt forradQs, a700rS.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs.
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia detafteres cabo branco, 2 B., a
VJJOOO
Garrafade agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (novidade) a
19200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem do p6s chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pole com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19100.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de aniinho transparen-
tes, a 29200.
Idem idem com flores, a 19500.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 19000 e19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
800 rs
Frasco com agua de colague, a 200, 320,
Reama de papel pautado, a 49000' 500 rs. e 1 000.
: 59800. ) Extractos muito finos dos melhores au-
Idera idem liso, a29800, 39800e 59000.' tores.
Coqnes modernos, a 39000. Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
Duzias de pe^as de trancas de caracol rias, proprias para preserves, doa autores
hraosa, a 400 rs. E. Codray, Rieger, Gelle Freres.etc.
Idem idem lisas, a 200 rs. Quadros com santos e estampas separa-
Leques de osso e sandalo, a 29000, 49 das.
* 69000. I Entremeios e babados transparentes e ta-
Fita de velludo de todas as cores e largu- pados.
'is. i Uma grande taboleta propria para qual-
Microscopioa com 12 vistas,|a 69000. qaer loia.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barlto da Victoria n. 28.
FAZENDA
A
400 rs. o covado;
Lindas poupelinas de linho e seda de cdres, tnzenda muito
era asp actualraeute na Europa, e inteiramente propria para
a presents asta^io, pelo baratissimo prego de 400- rs. o co-
vado.
Na rua Prinieiro dc Marco (tntiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas, do Anionit* Correa do Vasconcellos.
Fustao de lindas cores.
Casaquinhos de la- e de todas as o6fe, para sev
nhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas idem idem
Vestnnrios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
Toalhas o guaivlanapos adamascados de linho de
c6res para mesa.
Colcbas de H.
Coninados bordados.
Camisas bordadas para bomein.
Meias de cures para boraens e meninos.
Completo sortimento J| cltapeos de sol para no-
mens e senhoras, com cabo de marflm.
Merin6 de cores para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado dc libho c algodao para toalhas.
Atealhado pardo.
Brins dc linho branco, preto.e deo"res.
Setim de lindas cdres e com listras
Cbales de merino de cores e pietos.
Ditos de casemira'.
Ditos de seda prel* e fle ftfM
Dito de louquim.
Camisas de linho.
Ditas dc chita.
Ditas dc flancha.
Ceroulas de brim e algodio.
Damasco de la de cores.
Pannos de crochet para cadeira, so(a o coosoUea.
Coichas de dito.
Tarlatana de todas as cores.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Ca-acos a tricot.
Ricos cortes de vestidos de linho para > senhora,
de di crsas cdres, com os competentes eafei-
tes, ultima moda.
Casemiras pretas e de cdres, chitas, madapoloes,
Veos ou mantiEibaj)retas.
A loja da aguia branta, a rua doDuque de Ca-
ms n. 80, recebeu bonitos vebs ou mantinhas
pretts *e seaa com flofes, e oatras a imitacao de
crooha, e vende as pelos baratte pre-;os de 34,
'kl e 6*000. A fazenda 6 boa. e esta em perfeko
estado, peld que eontimia a ter, prompt oxtrac-
cah
Perfeita noyitdade.
Grainpos. .00m horboletas, beaouros e gafa-
. nhotos dourados e caloridos.
A. mfrfe agcua- branca, a ma do Duque de
foxiakn^oo, recebea tfovos grampo9 eombor-
boletas, bezooros e- gaftkiihotos, o que de certo '6
perMU novid de. A atiaayiada e pepueoa, a
por isso Novas wllinkae oraadascom
pelucia ou.. arminho
A lojatl'agBia Waaea a rua Dwaae M Caxias
30, reebu uma feaaeaa quajrtKUd de bonn
e novas gollinhas, trabalho de 15 e seda, en-
neltadas co' armlimd, ttbras esta e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca-, a raa do Daqua
Caxias n. 50, recebeu novaraente bonitos gram-
pos, brracos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas do aco, e coato.sempt contt-
mia a vende-los pot precos razoaveis
Caixinlias com pda dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja-da Aguia Branca a rua do Dn-
que de-Ca*ia*n. 80.
D.?i Ssa Ie fiii
Wil-on Ruwe & L. vendem no sen armazem
a rua de Connn. rcio n. 11 :
0 ver Jadeiru p/nno de algcdSo azul amencano.
Excellenle flo de\eia.
Cognao de i* qualidade
.Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidade>>.
mwmmwMmwsm
Antonio deJLuralMiBi&C.
VFNUEM :
Optimo cafe* do Ceari, 0 alRodio
Macei6 preferivl ao da Ba-
de
hia
A 400 RS. 0 METRO
*W9
VENDE-SE
nma casa na villa de Barreiros, na raa do Com-
mercio, por preco niodico: a tratar com 'lasso
Irmaos k C.
Novo estabelecimento de
cera.
Na.cidade da Victoria, a rua da Imperatriz n.
'18 A, veudesee troca-se cera de toda qualidade,
aiquat se affianca por ser feita na terra, e 0 seu
autur foi nremiado Da exp. sigao de I860.
Vende-se a bordo da bare* portugueza S. Ma
*/ //, on na rua do Vigario Tenorio n. 17, es-
criptorio de Tito Livio Soares.
Jornal de Fabio Rustico.
Revelacftcs ao povo.
Esta .folha, destinada a desmascarar 0 jezuitismo
aos olhos do povo, e de^icada exclusivamente a
Juestao do dia ; ichase a venda na typograpbia
0 Commercio, nas livrarias da cidade.
Preco 100 rs.
Summario do 1 nuraero.
Mofina.Ao povo. Prospecto. Jesus. In-
mento.- Loyola assassino. A maconaria. Bom
exemplo.-Expulsao dos je30itas. 0 pmcesso do
bispo. Ultima phase. Destacamento. Asmadres.
-Caixa pia. Catholica Seminario.Aviso.
0 abaixo assignado julga ate a data de boje
n3o dever nada a pessoa alguma t aquelle qne
se julgar sen credor qoeira comparecer na cida-
de de Olinda rua das Mangneiras n. 7.
Jose da Graca Torres.
Sal d'Aveiro.
Vende-se na rua do Commercio n 48, primeiro
audar.
de cores, chitas,
cambraias, panne fino preto e azul, eollariahos,
punhos, gravatas, luvas de pellica, ditas d lie-,-i
de Escocia, brancas e de dores, tapetes de todos LiUTaS U.C OelUCa RTGtaS e QB
llsis ilfl v?aflrm_ plft Mr.. .*
os tamanhos, boisas de viagem, etc etc.
Na loja do Passo, rua Pnmeiro de If ar;o n.
A, antigaao Crespo.
outras
A loja da Agtaia Branca, i rua Duque do Ca
xias a. 80, reoeben novo soraaMMo de lavas da
pellica, pretas e de outras
Fuodicao da Aurora
Grande sortimento 4o:.
Moendas de todas as quftHd'a-
des e tamanhos.
Tachas funding e batidj&s,
idem.
Rodas dentadas e anguiajres,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos ;pa-
rajardim,ete|ete.
Tudo se vende por precos
muito em conta para aca-*
bar.
Jf- B.
G. Starr AC, era' liquida-
gao? na fundicao c& Aurora
em Santo Amaro.
Sal do Cabo Vera%
Tem para veoder JoaquJQN Jose Goncaj--,
ves Beltrao & Fillio, a burdo doh-igoo porr
tuguez Q. Ajiwi,. fwndea^ft defroute do txa
picheAlfaadegaiVelUaij a. tratar a.hordo oft
no seu escriptorio & rua do Commerci
n. 5.
Affunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercado*
aa ntr Marquez de ulinda n. 51 _____
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
appkeado ainda com optirftos rwultados ao
escorkoto.
Os veriafomtt
Vinfeos de^ 'Seforgogae1'
das Bwets
Cbambertin
' Pommart'
Virits
Wmatf
Beanae '
'MMMlMttr
Dito Bordeaux em quarto'.Us.
Vendc-se por bartto -pve^.
PARA LLOWDa^A^DH GOtfTAS
* '
I Waanrlg n. fll.
Bptiq,
I
UI6BR ian.li
P at trader aos'iuMtom^
sat aedidoa-9sU rosalwtJaa,,
vender sua*-ttna*'p3chi-
na* ^ecoMOtM >
A
CA8A AWERICAM
46 R 4o tofewKtor 4
Vende-se uma linda victuiia-WBi i asseiUos,
feita if encommeuda em Paris, cam arreios para
dous cavallos : na raa da Aurora n. '0, ondeho-
dera ser cxaminada das 9 haras da manhi rftd as
8 da larde. ____________> ______
V*!7Be-s nma cabra fW-*o^ boa.lMteffa":
na rua da Peaba n. 23, |. audar.
Na rua astieiU dd'Riartoti.18-nenaa-se moW'
lias de jacaraodav uma met* etstlea>d*30 paltnot;
um guarda 4uuca#>nde, tuoa canw d' ferro e
mais pecai avulsas, todas Deuj coaUuidas, j-r
preco mais commodo do que em outra, qoakraer
parte.
Rua do Brum n. 76
Vanda se zioeo puro de superior qualidade,
proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal
mos de comprido e i de largo, por prejo mnito
em conta.___________^________
Burros a venda
J. Deiro a visa a sens freguezes que esta em via-
gem para as provincias de Ala pas e Pernambuco,
condunndo excel Ion to tropa de burros ; passara
por Penedo, Pilar, Castanba Grande, Porto Calvo,
Barreiros, Rio Forraoso, Escada, Cabo, e provavel-
nwate por Santo Amaro de Jabo.-itao a Nazareth ;
por isso pode ser avisado ou encontrado em qual-
quer destes lugares. Larangeiras, 20 de outubro
de 1873.______________-_____^____
Armazem do fumo
Rua da ftfadfe de Dens n. 10 A.
Jose Domingnes do Carmo e Silva partiefpa aos
teas ftanezes e amigos que no sea armazem a
rua da Hadre de Deus n. 10 A, se acha am com-
ilelo sortimento de fumo em fardes de patente I .*,
e 3.* sortes, dos melhores fabricantes da Bahia.
e aera assim a flor de todos os fomos de cerda
em rlos, pacotes, latas grande* e pequenas, tarn-
em dos'-mui acreditados fabricantes Torres A
jo. Lizaur, Adolpbo Schmdt A C, Lizaur
i'dt i C, Velgas A Araujo, Trindade A A ve-
lar, Wxelra- Pmto A Portella (garantido pelos
aMsm*s)a> de outros ainde nao conhecidos pelo
jnbliooflesia capital. 0 annunciante declara que
ipao fumo que for vendido em sua casa sera pelo
sen Jasto valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera slacero, mui particnlannentt
eoa as-.ptssoai qne ponco enteaaam da materia ,
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
nopga pratiea de 15 annos deste comroetcio.
1!
TMS0 IRMAOS & C.
Em seaa armazeoa a rua do Amorim
a. 87 e caes do Apollo n. 47,
tem paia vender por preco* commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto.
UmwiTO Hvarauncc.
Machmas d desearo^ar algodio.
. Machinas de padaria.
, Patassa da Russia em barril.
Pnosphoros de cera.
Sagn em garrafdes.
Sevndinh* em garrafoes.
ieatatas emafraf5es.
Rhum ^a aJinaica.
vumoao Porto'velho engarrahdo
Vinho do Porto superior, dito.
' VMto'deBordeaCH, dito.
, Vinao de %tturrj.
Vinho da Madeira.
Potas coa> lioguas e dobradaa '"g'^fiS
.fcicores ftnos sortidos.
1 ^ognae Gatrtmer Preret.
'.'lidaardaaoucioho iaglei.
Barrwcwu reoolho em nalmoora
a
Lasinhaj, fazenda d II por 400 rs o cov
serflj lilartrurade- ifMc, padrWJs bonitos
i se amoslras: na rua do Crespo n. 20, loja den
1 lherme & C
um sitlo no ragar da'Casa Porte com 520 palmos
Oefrente e 870'de fundu ponco mais oa menos,
com casa de pedra e cal, 7 quartos, 3 alai, eo-
zinha fora, 1 cacimbas e diversos arvoredos
de 'mctos ; assim como, um outro menor na tra-
vessa da mesma, voltando para a estrada que vai
para o Arraial, com casa de pedra e cal, com 4
SKos> coxinha fora, cacimba e alguns alvore-
de fructo : uo pateo do Carmo n. 3, ou na
rua das Trincheiras u. (. _____
(ltaij>::& pn senhoras.
A lota do Pasfu, a rua Uo Crespo n. 7 A, rt
do Pa*;
ben pelo ultimo fa nhura ultima moda. '
Tenoa-se uma exedtpnte Casa com um pequena
sitio sita no Arraial junto a casa d<> S**. Anselmo : .
a tratar na me>ma ca-a, e para iu/ormacd>s na
taverna do Qatun^d" n. 3, I' andar____ ____
Veu1e-s a taverna do p:eo do Trtp a
i<, bastante afrt-guezada c com poucos fuudos,
prepria para principiante, e a razao se dni ao
aoaprador : a tratar na mesma.
Vende-se
no estado em qne se aclta sitio exi^teutu no
iugar dos Reoiedios, frvguezia d<# Afogadis o.
2l. bojx Ikm'co da travessa dos Remedies n 18,
em cbao proprio, quem o pretender enlenrta-se
com o seu prnprietario na rua de S. Francisco,
romn quem vai para a rua Bella, sobrtdo a. 10,
que se faia todo negocio.
Aguas Aleylino-(Jazsas das Pe-
dras Sal Villa Roucade A2juiar.
BICAKBO\ATanAS-S< DICaS
AnnlvNfS do Ir. ,l.se Julio Rmlrl-
gues, leute da eseoln I'olj te-
eliniea de I.isJtoa.
Esta excelleute agua usada com vantaeem at*
padecimeutos das vias digestivas, urioanas, do
estomago etc., etc.
Vende-se
NA
Phartuacia e drogaria
________Rua larga do Rosario p. 34.
Yernizes espetiaes para carrua-
gens.
Este vcrniz, cuja falta a^ui tanto seat-am
os Srs. f.ibricarites p possqid-Tes de carrus-
gens, acaba de chegar para seu unico depo-
sito, das seguintes qualidades..
VERNIZ Sl'l^RFINO PARA CAIXAS DE
CVRRUAGENS.
E' um verniz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
mans, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em 12
horas, depois das quaes se expoe ao ar por
algum tempo, o que faz endurecer, o passa-
das 15 a 18 horas pode passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lhe em scguida outra de-
mao. Dao so com facilidade ires demaos
deste verniz sobre as ttntas, em Ires dias.
A primeira demao servindo de apparelhe,
ajuda a seccar as ultimas demao- e produz
um excellente brilho.
Vcrniz superior seccante para
cur rua gens.
Este verniz e da meima cdr que o acte-
cedente, mas endurece e secca c--.u mais ra-
pidez. Empregn-se -com bom exilo nas
obras urgentes, e pode misturar-se com o
anterior. A duragao do vcrniz permanente
diminue na propur^ao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUACENS
N8o e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pti-
mei'-as demos sobre cdres escuras. P6de
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demao.
Verniz preto do Japfto, superior.
Para trabalhos em preto de carruagens.
Produz o preto reais escuro o brilhante, e
pode passar-so a pedra pomes 10 horas dc-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
fundo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, uBRILIlAflTE E
EUST1C0.
Este verniz, con tendo na sua composic,ik>
grande quantidade d'uma substaiicia muito
semelhante ao azeite denominado^tttis bumf,
6 o unico que dd flexibilidade ao couro ve-
rho envernisado. Em geraf basta uma de-
mao quo deve ser applicada muito Iigeira-
mente, com um pincel depois de ter Umpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol see-
ca em 1 ou 2 horas, e d sombra mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido e iiiutil la)
trabalho, por que nao e pnssival turnai' o
verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparellio.
Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no Gm dos quaes se pode pulir com extre-
ma facilicidade. Er essenci&lmente neces-
sario cobrir este \erniz com duas demaos do
verniz superfino para caixas do carrua-
gens.
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-se com as tintas de apparclho, e
sobre tudo com as tintas moidas, prn qoe
sequem mais facilraente e para Ihos dar
mai: consistencia.

Como nao e necessario dar lustro a ultima
demao de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, con vem da" lo
n'um local separado aonde nao haja po.
Quando a obra arge, deve por se A sombra
e ao ar livre dppois de secco, isto e, passa-
das 12 horas, lava-se e flnxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se tizer isto, mais brilhante ficard o vcrniz,
e mais depressa ss terminari a carruagem
(em caso necessario tres dias depois da ulti-
ma demao). Duraute as duas ou tres pri-
meiras semanas deve se lavar a carruagem
com agua fresca, depois de ter ser-
ido.
Os frascos devenl conservar-se sempre
hermeticamente tapados, o resto do vernix
n8o se deve deixar Bear no frasco, e pode
usar se para as primeiras. demSos.
N8o deve mistarar-se coni este verniz ue-
nhum twtro ingredients, nem agua-raz, e
de nenhum modo com o seccante. E' pre-
ciso Ifmpar bem os^asos e os pinceis, e o
melhor 6 servir um piucel para cada ver-
niz.
Dephsito urrico para o Brasil, Barthclo-
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n. 34.
BATISTAS
a 400 rs. o covado, a rua do
Queimadon. 43,:em frente
a pracinba.
Batistas flnas com lindos deserh >.- a If*! rt o
covado: sea ma d-> Queiaiada n.4;|. I .' '
ra A Ff rnamlcs._____________^^
Hadapolao francez
a 6^500 a pecal!
Madapolao fram-ez flno com pouen snjo a 6J'iO
a peca ; e pechincha 1 na rua d> Qurunado :ii-
meni 4il.______'.
Wnde ^ duas catas de taija coh^rtas de
telha, no Jordau, lugr niuit> frwco e sadi-., p-o-
pri" para -e : assar a festa. livres e desemba;
das : a tratar no mesmo Iugar, na segunia casa
de telha, pa^audo a bomba.
ILtlnYtl
i


**
i
aaaaaBH



8
Diario de Pernambueo Quint a feifa 13 de Novembrd do 1878.
ac
I
UTTEEATURA.
Fuculilucle de direito do Recife.
DISCCRSO I-ROIERIDO EM NOME DO QU1NTO
ANNO POU Ll'IZ DE ALMEIDA ARAUJO CA
vai.<:aste filho, na oeCASfio no offe-
UECIMENTO DE DJI RKTRATO AO SR DR. AN
TONIO DE VASCON(/.EI.L0> MKNEZES DE
DRUMMOSD.
Snhores : Home urn tempo cm que "a
immensi multifile de u.ti piiz mt-iro corria
surosa at' *;.- compos florescentesdeutna
peqii"na cidadc cdilicada nas margens glo
nusas do poetico Alphoo : la" appareciam em
!uta titanica o vigor da materia com Etta
energia, as bollezas d'arte com suas subli-
mes i le.iliIflles, os arrcbatunentos da elo-
quencia com suas fasiinagoes e as inspira-
goes da possin com setts nuysticos deslumbra-
;apnl is ; e comoo louro symbolisava a coro*
triumphal, ficavam fratornisadas as diversas
>uamfe^tig6os do esf>rgo humatio. E' que
.1 Grecia, irmanan !o o trabatho, era a luz
fuJg'iut'- que a civilisagao aceonddra na os-
Curidao infausla do materi dismo antigo ;
ii piliivra gtanliosada "-Sjieraiiga no co-
bar-l-s naufragiu d- vullio rvuindo que pare
i;B querer abysmar-se no labYrmtho do
orroj era o near In nino.-o da sciencia no
irami-iiso estaleiro da immutavel estatuaria
ollettica ; era emfim a perenno juveiilude
la humaui lade n > meio da -trislo decrcpi-
"I do unive-.so que amengava suunr-se
i>as smhbrias desillusu&s de uma alVgoria
jonhadura e de um polvtheismo desfallo-
ido.
c5m) os gregns de outr'ora, a mocidade
ifer0ra-se boje, desemp nhando-se qual
on da impi'tu'>sa sobre a areia moved iga do
desert > da sciencia. Bam yejo que a resta,
>endo ain la a mesma, tbdatia menus so-
. mno; mas.ja que a cspcranrosa jiw-eutude,
illumin \ la p;la scentelha do m*ritO que an-
"ve, ouvio o echoar de uma saiila palavra e
omo sue fazer, nao podendo resistir a sous
generosos anhelos, deixou se commover e
luminar pclo mais nobre dos sentimenlos,
a gratidSo, v6s todos que me prestais tao
benHvola attengao baveis de pcrmittir que
u descuipeiiiie a bonrosa missao de que me
incumhiram meus illustes collegas, fazendo
uma apolbeose rapida c penerica dessas duas
-raiiles potestadeS dt todos os tempos, a
mocida le, no discipulo, e a sciencia, no
insigiie raestre, as quaes harinonisafn-se
neste momento em um glorioso anopiexo de
fraterni dados.
Oh quao sublime e, por cxemplo, con-
templar-se a mocidade e a sciencia respi-
: -. to um ar litre e salutar e, como synthe-
grandtosas de dous grandiosos princi-
pios encadeiarem-se ao passado pelas belle-
.'?; inc" nparaveis da litli-ratura paga no cego
de S'tiyrna e no cysne de Mantua e pelas ma-
raviihas estnpcndas da lilteratura christa na
ditina enmedia e na epopea harmoniosa do
vate de Sorrento ; agrilhoarern-se ao presen-
ic polo triumpho esplcndido do dogma irre-
cuMtel do progresso nas cvolugoes bistort-
. e sonharem com o futuro pela magica
nsporauca que lhes ncena para esse phanal
:a banto que a m8o de Deus collocou na
umiada do templo do progredir !
Sim 1 A mocidade e o prophela immor-
tal das grandes ideas ; 6 a mai fecunda dos
mais gimerosos impulsos do cora^ao, e, em
seu coMuopoiitismo quasi divinn, da imagem
que o estatuario elerno esculpio no immen-
so col >sso da fralcri.'idade universal. A
sciencia", porem, e o f6co dessa luz deslum-
oranto e fascinadora que espanca as trovas
sinistras do erro, esclarece a intelligencia e
illustra o espirito humano ; 6" a busSola do
perpetao navegante desses mares assombro-
-.oseui que as iJeas atropelhm gyrando em
torno da illi.nitada espbora intellectual; e
semelhanle a"quelle gnto bomerico de
Terra qu-^ partio dos labios de Colombo
quan lo elle olhandu para o timoneiro do seu
navio prestes a mergulbar-se nas ondas do
Itlantico, sentio que se ia tornando limpido
o borisonte de suas Utopias.
FOLHETIM.
LUCfi&CZA BOS&IA
IS DE SATANAZ
I'OIi
:. Manoel Frraandei Gonzalez
PRIMEIRA PARTE
0 GRAN-CA.PITAO.
XI
t.H QBE LUCREC1A COUEQA A CTILISAU-SE DE
DONVINETTO.
(Coiitinuacjjo do n. 259j
Sim, minha senhora, s&itudo ; nao me
champ npm cobarde nem miseravel, porquo
essas palavras mesmo nos seus labios, que
me po le.m dizer tudo, me incitame me en
louquftcem. Veja, tenho o h imbro direito
tnmnsalo, perdi muito sangue, curei-rae
nacabauade um pescador, cono se teria
ura lo um cao, e nao vim aqui raetter-me
na cama, nem mandar chamar os cirur-
-iois. Vim buscar gente nova que nao fosse
t8o villS como aquella que nos acompanha-
va, qu>3 se vendeu & Cesar Bor.ia. Per-
corrj todo o Trastdvere, soube que a se-
i hora estava em casa de sua mai, que tinha
ahido Tl'alli, que sua m8i sahira tambem.
Sube pelos pescadores que da ponte de San-
Suto baviam sido langados seis cadaveres ao
io, e trago-lhe aldm d'isso a noticia de
jue seu irmao o duque de Gandia foi assas-
inado.
Gimo exclamou Lucrecia iremendo.
uem te disse isso ?
Nas sombras ha sempro uns olhos que
,cum n crime, um ouvido que ouve as pa-
lavras da agonia do assassinado e os rugidos
d s assa-sinos. Esses olhos e esses ouvilos
foram n'estaoccasiao os de um desditoso
:diota, os de Giuseppi Farfannlli, que, som
(imilia e sein lar, se-abriga na Santa Alado-
)i.i do portico da igreja de Regina Coeli e
dofitte no vio por baixo da caixa dos ex-
s, Eu, que vejo tudo, que nao perco
causa algunia do que convdm obser ar, ti
pubra i-liota no seu esconderijo, pallido,
.reraea lo, cjm os olhos destairados. Quan-
do me aproxiniei d"rile, comec/iu a gritar,
Eis abi dous luzeiros brilbantes, esplen- bida e plantada pelo Deus uoo, e qoe Her-
didos : iimquo fascina, d a iofinda prima- cules e qaem aponta ao estoico as bases ioa-
vera dos seculos derramaodo flores perfu- balavvis dasewnciado diroito, em cujocim-
mosas e aromas iuefcriantos na planicie in- po fluctua o estandarte da jurisprudencia e
definida do existir; o outro, expan indo os da democracia.
raios vivos de sua luz celeste, faz germina- A monidade d um not Prometheo : soffre
rem creucas novas e aspirates constantes que o abutre iusaciavel de seus incsssantes
quatido o indivi'u pprscruta-lhc os se- aiihelos devow-lhe as entranhas, mas letan-
gredos e busca-lhe os mysterios, e depois ta o e lificio osteiitoso de suas heroicas ideas
ensina-nos a delilhar na lyra oterna do 14 msmo nesse Caucaso, cuja eneorta des-
tempo, de que fahata Bancroft, e d qupra cansa no '-ahts torvo do nala e c^o cimo
nos manda subir impavidamente pela eleva-sc a*s altura- incommensuraveis do in-
enormo raontauha da actualidade, em cujo Onilo. Como Hercules, ella tern um des-
cimo viceja a frondosa arvore do progresso tino magnmimo a desempenbar ; seu berco
que arraigou-se profundamente no solo fer- d uma luta ; sua vi la, um combate; sua
til da perfectibili lade humana,atiran lo pelo peregrinagSo, un triumpho ; suas empre-
uuiverso suas verlejaute; rama las como ou- zas, novas conqjistas, e seus desejos, pr*-
trostantos atijos tu'elares da civilisacao. nunci >s do gloriosas tiet<>rias ; c quanJo
A mocilale e como as lethal de outr'ora: sent1: arfir em seu peito o verbo diviuo da
sempre illuminada pela palavra de Iteus, jusfica na terr^ em vez de andar em busca
s uha com a liberlacSo dos povos, segue & deuma patria ex<>,lusiva, como o her6s da
frente detles indicau k-lhes a estrella polar 0 lyssea. vai, como ceterno coademnado da
do porvir, atira aos abysmos do mar do es- Fabula, tincar suas colu nnas naqu lies ma-
quecimento to lo ffluatismo que obstrue-lhe res otide devia muitos seculos Jepois trium-
o ti.iii--.ito lumiuos), marcha intrepidameute phar a opulenta Albion ao embate dessas
atravez do sangue da guerra e desolagOes do ondas quo tracara a Imha divisoria ent'e os
deserto, sempre fazen lo hacalombes no ca- emp^wirados dcserlos da escravidSo e 0 lim-
pitolio de suas saotas Utopias,a fraterni- pi lo ceo da liberdade, entre a noite sinistra
dado universal, e quando sente arruiuada a do passado dos seculos e os explendores de<-
Btbyloiiia dc suas aspir.igoes sublimes, ella, lumbrantes do porvir da humanidade.
semp e nobre e animosa. ou derrama.como E' que Ueus nfio quer que a civilisacao
o persouageu. biblico, sobre sua Jerusalem pcrca-se nos nevoeiros dos tempos idos e
sagrada as melodias ilo coragSo, os c.intos consenle que em seu nome ella triumpbe
da dor e os hyiunos do seutimcuto ungidos sempre ; e que as grandes entidades si.i
dc la'nenta^oes c de i.ignmas, ou ai entoar como os grandes homens ; tewo que
hosannas aos gloriosos apostolos do future cumprir os desiguios providenciaos, satisfei-
la deatro do leiaplo suin|>tuo Deu- qut bununisou-sc pela mesma causa, scenario do mundo para continuarcn as
sullreu pelos mesrnos principios, foi martyre peripecias do magesloso e eterno drama da
das rnesmas i k'as e suppliciado injusta,
barbarae torpermenteemnome daslpiscrueis
creacao.
Alexandre espalha nae douradas tapecarias
.n Ipq
a mais :
nao fui eu... cram uns
ah I ah ah 1.. 0 outro
ah I ah I Eu sou o du-
I gritava elle Pordm, nfio
a minha pudroe'n a
__
dos Cesares, e asstifi refugia-se nas aras sa- dos opulentos imperios do Oriente o ele-
crosantas do diviuo martyr do Golgotha, em 'mento civilisador, o santo baptnmo da raga
cujo s_\mbolo estave escripto ;Sinite par* dos hellenos; mas quando annuviava-sc a
morulida le do grande conquistador,sua vida
afog^se nos miasmas mortiferos de Baby-
vuloc venire ad mt.
V sciencia 1 cssa i um apostolado divino,
d UTia verdadeira rc-hgiao, comegou com a
primcira cxpressao do Creador e, desvairan-
do-se, materialisou as ideas e os seutiinen-
tos humauos e deu origem d mythologia,
mas ainda assim, sendo o verbo providen-
cial, s6 terminaria com derradeira palavra
de Ueus. Oltiai para o Ulympo com suas
lindas grutas, verdejantes bo'-ques e tadora primavcra, do que nos fallam Home-
ro e Ovidio, e la" encontrareis a verdade
scientifica oo principio da unida'e, que
acompanharr. aos moviraentos humanos, en-
toltos nas sombras de uma theogonia ab-
surda : vcreis o hornem tendo sahido da
propria traqueza rodeado das trevas da igno-
ranc'.a chegar & detficac&o dos olementos que
estrondeavam c da forca superior que os re-
guiAva, i: depois. erguendo sua fronte gi-
gantesca entre u noite cabginosa do finito e
os mysterios insoadaveis do mfinito, phanta-
siar em sua concepcyfio ousada e orgulhosa e
erigir no meio do oceano dos seculos a Babel
terrive1 de um pclytheismo insensato, vereis
Saturno com sua desmesurada ambigao pa-
tentear o poder invencivel do temp'), o cir-
culo perpetao do univcrso cj as temerosas
vicissitudes e crueis sphynges do rounio,
e n guerra colossal t sanguinaria dos Titans
e seu horroso supplicio nas entranhas com-
passiras da Terra ; chegareis a* terceira ida-
de da Theogonia, de Ilosiodo e ahi depsra-
reis com Jupiter cer cdo de inQnidade de
deoses, mas seqeizerdes ler o immortal au-
tor da Illiada, admirareis o sublimo contras-
te entre o pai dos deoses decidindo da sorte
de lleitor e Achilles com a bilangado desli-
no, e ufio podenAc obter deste a salvagao do
Sar-.cdjn, fic&ndo Ihe cpenas a pequena o
tristc coQsola-.-&o que resla ao pai infeliz que
guarda, como deposito sagrado as cinzas do
filho dfsventurado.cuja rida evaporou-se.
E' assim que em cada deus do Olyrapo ha
um principio uuilario, inlnpcndente e au-
tonoiriico, que PlulSo e Noptuuo podem ser
consideradosprccirscres das nacionali lades,
e os congresses daquelle ceo annuviado,
reunites de pevos liirres; quo Jupiter or-
valha o terrene eoi que dete germinar e
univorsalisai-sc a verdadeira religiao conce-
[loma, a maravilhosa messaliha.
Cesar sahc polo mundo vencendo e paciG-
cando, conquistanlo c organisanJo ; mas
quando estd prjstes a apagar o derradeiro
lampejo da liberdade le sua patria, encon-
troam-se as nuvens, perturbam-se os elo-
menlos do muudo romano, os gracchos
surgem do seus tumulos homericose tiugein
com seu sangue generoso e heroico as abo-
badas do senado e o conquistador d victim,!
de seu despotismo egoistico.
Quando no fim do soculo XVIII a revo-
lugSo cosmopolita esmaga os ultimos elos
da ca leia secular do feudalismo caduco, das
classes privilegiadase da realeza tradicional,
e uma nacSo sublimemente gloriosa deixa
manar o proprio sangu-; em supremo bem la
suprema felecidade dos povos, escreve com
leltras de ouro na primeira pagina da area
sagrada de sua allianva politica a trindade
evangelica, symbolo genuino da prospe-
ridaJe dos Estados, liberdade, igualdade
e fraternidadc, e asnaQdes europdas col-
ligam-se contra aqueile universal diluvio do
democracia, ve-se apparecer em scena um
desconhecido que, t-ngendo o impotuoso
giuete dos principios revolucionarios, elec-
trisando os espiritos e armando em sua pre-
destinada pessoa a synthese completa da
immensa catastrophe.anda pelos tres roundos
vencendo povos, conquistando estados e hu-
milhando reis, e deste mo do ergue o pedes-
tal desuas ideas mesmo nas regioes mhos-
pitas e junto Aquellas pyramides ingentes
que h5o resistido ao perpassar det--J dras
e que continuam com sua perpectita de
morto, porque debaixo de seus alieerces
ainda ou ve-se o gemido doloroso e crucianto
dos reis que oppnmiram os seus povos, a
dos povos que hao souberam reagir contra
sua es'.upenla desveutura ; mas quando o
legendario apostolo pretende realisar os so-
nhos de sua alma ambiciosa e herculea, as
ligas repetern-se, e como sua missao estava
desempenhada v6-se baquear em Wartoloo
o heroe homcrico daquelle maravilhoso
pocma, cuja invocaglo tivera lugar em
Toulon.
I. assim que a humauidade acc3ndendo
Medona 1 Lcvaram n'o, e depois vieram
outros bomens que examinaram tudo e nfio
rr.e viram. Nfto fui eu, foram os bomens
negros 1 Ah 1 que espadas tSo compri las !
I' como as enterravani no corpo do outro 1
Lovarc.m-uo, levarem-no, mas nao sei para
oude.
Qut fizuste d'esse idiota ? perguutou
Lucrecia.
Protegia-c aSaula Madona, respondeu
Buotli com todo o fanattsmo de um napo
litano.
Pobre louco I disse Lucrecia ; de ti
ha tudc a *emer, Buotti. E's um lobo que
se nao sacia nunca de sangue ; ainda tens
no punhal o do esbirro de Cesar que matou
I'ietro Basti ; esse era, no fim de contas um
assassicc, mas lu sabes que roe repugna o
sangue.
0 que nao impede que &s vezes seja
nece-ssano vorte-lo.
Estes tempos trazem comsigo essas
cousas ; para nio morrer d necessario raa-
tar, porem quanto menos sangue raelhor.
Perdoa o que te disse ; a raorte de meu
irmfio, os successes'._que sobrevieram, po-
zeram-me fora de mtm. Necessito sahir
outra vez ; pjdes acompanhar-me ?
Posso.
Que se armem todos os homens que
fdr possivel, porque varaos ao campo, ao
Borgo Fortesse, que fica longe. Para mim j
quero que sellom um palafrem e para ti um :
cavallo ; os meus bomens d'armas irao
tambem a cavallo. Osesbirros espalhar-se!
hao pelo caminho e sera" bom levar alguns
arthotes perque como os ca npos est?o iu-
festados de baudjjos, tx&o quero que nos
sorprendam. S"
Meia hora depois, uma das atalaias do
gran-capitao que velava oo monte Vaticano,:
dizia. ao seu alferes :
- Ciipgue ao rauro, Sr. Maldonado, e
veja que luzes sSo aquellas, ao longe, do
lado direito do rio T Alii tfio homens de
annas ; uSo ve c mo a luz dos archotes re-
flects nos arnezes 1
Cincc minutos depois, quatro ginetes a*
ligeira, envoi tos na sombra, avancavam ao
galope pela marg-'.m esquerda do rio
Os cavallos fatigavara-se porque corriam
sobre a areia, mas isso abafava-lhes o som
dos passos. i
Meia hora depois, um vetorano de Gon-
zalo dizia ao alferes da guarda :
Sr. Mallonado, era.n trinta e duas
lancas som estandarte nem gniSo. No meio
d'elhs, ia n, so'jre Li;, palafrem, uriia dama
corr uma caps negra, chapdo e mascara, e
6. sui cs^uerda u:n hornem a cavallo tarn-

rrflScax
a e
negra. Os que
levavam as tochas iam a pd e mascarados.
Toda essa gente entrou para um antigo pa-
lacio, que se chama Borgo Fortesse.
Vai descangar, Perez, disse Maldi-
nado.
Em seguida o alferes dirigio-se ao palacio
Vaticano, e chegou a um postigo junto do
qual estava um guarda do papa.
Deixe-me passar, disse Maldonado era
mdo italiane, vou fallar n'um assumpto
muito importante ao meu general, o Sr. du-
que de Sessa.
XII
EM QUE SE DIZEM COUSAS QUE SB NAO P0-
DERAM DIZER ANTES.
0 frade Jeronymo Savonarola entrara
como sabemos, fugido e irritado em casa de
Alfonso Crespi, na praga Colonna, e p-ocu-
rou logo por elle.
0 mordomo de Crespi respondeu que seu
amo nSo estava em casa.
EntiSo ondc csUi ? disse Savonarola
impacientee sombrio.
Foi ao monte l'inciano, respondeu o
mordomo.
Ver Carlos Orsini, esse miseravel, esse
traidor que vacilla entre o papa e a refor-
ma 1 Ob 1 a Italia nao existe 1 Isto d um
lodacal em que se agitam esses vermes fa-
raiutos, e se devoram uns aos outros para
saciarem a sua fome.
0 mordomo de Crespi nao ouvio estas
palavras, porque Savonarola pronunciara-as
de um modo inintelligivel.
Que me acompanhem dous, disse elle
em voz alta, preciso fallar a seu amo, etenba
preparado, para o que possa succeder, as
maletas e quatro cavallos.
Muito bem, veneravel raestre, respon-
deu o mordomo.
Minutos depois, Savonarola, embucado
n'uma grande capa, com o cap'uz do habito
deitado pela cabega, avancava pelo Corso,
Sara a praca del Pdpulo, acompanhado de
ous criados de Crespi, de espadas desem-
bainbadas, os quaes, como todos os criados
de gente de certa ordera, n'aquelle tempo,
eram capazes de tudo.
Quando cbegou a* praca del Pdpulo, jun-
to de uma fogueira, em roda da qual vela-
vam alguns homens de armas, um d'elles
levnntou-se e disse a* Savonarola :
Para onde tai ? Que quer? NSo
sabe que vdlam aqui os ledes de Orsini ?
Falle com mais rospeilo, rtplicou se-
rcramente Savonarola, ediga a" Carlos Oi*
sini quo esta aqui o raestre de Florenga.
0 hometD de armas retirou-se como quem
respeita do ma* tontade uin homem aue qSo
conhecia e que se atretera a reprehen-
de-lo.
diante de si o pharol espfendente da Prori-1
dencia e do progresso.e tendo sempre como
tondicA* de seu desentoltiioeuto uma li-
berdade um tanto mysteriosa, ha de cami-
nhar cootinuamente pela esplanade, indefi-
nida da civilisacao e ba de renascer, como
a belleza da Pheaix da fabula, quando
quizerem sepult d-a no inferno das ambic^s
buraanas; e nisi consistem, cm ultima
a lalyse. todos os problemas da vasta scien
cia que tern o nome pomposode Philosophia
da Historia.
Bossuet, firmando-se nas azas de uma
inspiracSo sobrehumana, sobe como odi nao
evangelista de Pathmoz, ate o solio j.ispea lo
do Apocalypse, vai assentar-se no meio
daquelles auciSos que rodeiain o thronu do
Omnipotente, e do Id conlempla a creajao
do primeiro homem e sua queda espantosa ;
vd a barca de Noe vagando u merce das
ondas diluvianas; testemunha u comedo da
alliauga do homem com o Creador ; assiste
a" entregd das leis do Sinai ; pousa Sobre
as ruinas de Troy a ; adraira o reiualo e as
obr.t.- do Salomao ; estuda a origem fabu-
losa de Roma ; medita aeerea da vi(a pre-
desliiiada de Cyro ; observa as victorias de
Scipiao; pdra dianU) do nascimento di)
Chri no ; tormina sua viageai no estab decimento
dofinitivd do poder de Carlos Magno, e de-
pois de tudo despoja a humauidade dos
tilulos que a nobilitame converte-a em puro
iiistrumentf) nas maos de-uma I'rovidedcia
que d a consigraciodo inadmissi\el fatalis-
mo historico.
Vico estuda profuadamente o muudo ro-
mano que lhe inspira a Sciencia A'dttt ; re-
luta Epicuro e Hobbes, Zenon e Spinosa, e
da" urna dem wistragao historica da Providen
cia ; mas ja" que seus R'Corsi fataes sao se-
melhautds aos circulosdo Inferno de Dan-
te e equivalem a uma formal negacao do
dogma do progresso pela apotheuse do fata-
lisrao antigo, eu nao penso com .Michelet que
elle liouvosso descoberto as lets uniptrsaei
la humanidade, nem entenlo com E Igard
Quinet que seu livro monumental tivesse
feito pela primeira vez luzir na historia o
Urns de todos os seculos e de- tod in os pi-
vos, a Providencia, uma vez que nesta
parte rendo a homenagem dettda ao subli
mo espirito da aguia de Meaux.
Herder escreve no portico de suas Ideas
tobre a Philosophia da Historia um htm-
no eloquente e poetico ao 0 nnipotente ;
mas depois vai pugna; pelo fatalismo da na-
tureza e condemuar o genero humano a
viver para sempre encadeiado ao rocholo
de Sisypho, ant lhanio o terrivel supplicio
de Tantalo.
Nao devo occupar-me do peior dos fatalismos
o fatsl is no positivi ^ta nem da presumpjosa
descoberta deum philosopho louco ; p irque
para mim a Dymncirnica Social e os tres
estados pelos quaes Augusto Comte suppoe
dever passar a humanidade, sao a negi^ao
das verdades historicas e a consequeucia
enevitavel da celebre hgjiene cerebral e das
leituras rapidas de u:n homem que neees-
sitava resolter coin seu absurdo enthymema
as mais elevadas ques'.oes scientiticas.
Entretanto, ou creio como Lauvent em
um Dnus immamente som ser pantheists, e
no progresso indeiinido da humanidade,
cuja vida sora" assim uma primavara perpe-
tua no incessante fulgir do sol da Uberdade
em que assenta toda a Philosophia da Ills
toria para que o homem nio se tome mero
instrumento nas cegas maos de fatalidades
diversas.
Debaixo deste ponto ue vista se pd le ad-
mirar a'aurora que reina em toJa existcn-
cia da humanidade e os continuados es-
plendores da sciencia que esclarece lhe o
eterno caminhar para o seio de Deus ; de
modo que d'aqui mesmo deluz-se que a
mocidade deixaria de ter uma vida comple-
ta sa no fadario que a circuuda nao se lesse
o seu cougracamento com as verdades
saientificas. Sublime consorcio, do qual
resulta esse novo Ahazverus, martyr de
suas cren^as,o homem de leltras, a quem
todqs devem render sincora admracAo ao
ve-lo inspirar-se nasVraadiacoes da verdade,
nos prcctftos dajustica e nos dogmas ^{tboJuto pov'" creacAo de estados vassalios,
religiao do deter I Peguramenle fe.,u^a com 'iS0 a civ lisajao,
Causava-lhe medo a figura negra do fra-
de, que so erguia pavorosa o ameajadora
diante d'elle.
Savonarola assemolliava-se muito a" um
especlro.
0 homem de armas penelrou na praca
edesappareceu.
Sav narola esperou immovol no mosmo
sitio onde bavia parado.
Os dous criados dc Crespi, com as espa-
das em puubo, per.naneciam igualmente im-
moveisatraz d'elle.
Aquelles homens d'armas, quo, situados
a entra'da da praca, "no meio do Corso, de
roda de uma fogueira, bebiam e falla^am ou
dormiam, eram o que se pode chamar a
guarda atacada do exorcito de Orsini, que,
de posse do monte Pinciano, occupavam a.
praga delPdpulo.
Dentro d'ella viam-se algumas fugueiras
mais, cuja luz reflectia nos arnezes dos ho
mens que as rodeiavam.
Os do posto a ancado, ante o qual per-
raanecia immovel Savonarola, nao fizeram
mais caso d'elle como so o frade alii nao
estivesse.
Passados alguns minutos vollou o homem
de armas que tinha ido annunciar a Orsini
a chegada do raestre de Florence.
Acorapanbo-me, lhe disse elle,e com
certeza deque deve ser. um gran le porso-
nagem, porquo o cbefe fez boa cara quando
lhe dei o seu rccado.
Savonarola seguio o homem d'armas e
os dous criados do Crespi seguiram Savona-
rola.
0 frade notou que havia grande nuraero
de soldados e era pd de guerra.
No lado do Meio-dia da praga havia um
grande palacio, por cujqs janellas abertas
sahia o refiexo da illuminagao dassalas, o
ruido da festa, cantares alegres, gargalha-
das de homens c mulheres.
Eis-aqui a Italia I murmurou o frade,
ao lado da guerra a orgia ; o punhal nas
encruzilbadas obs uras ; o teneno na taga
do festim; a impureza em todos os cora-
gfies ; a impiedad>. e a blasphemia em todos
os labiosl E pude eu amar, depois de Deus,
uma Glha amamenlada por esta messaliua
tdrpe, por esta bacchante inapadica que se
chama Roma ?
E Savonarola abaTou um gemido.
N'aquelle momento chegara ao t6po das
niaguilicas eseadas de porphydo do palacio,
oruadasde flores Uluminadasa* giorno,
mi dizom os Kalian >s, pelas quaes subiam e
desciam criados e pagens vestidos com ri-
cas librds, nas quaes se divisavatn os bra-
zdes de muitos dos magnates de Roma.
No tdpo das escadas estavara pag-ns e es-
Ahi tendes, illuitie, mestre, os rnolivos
queiuduziram a mocidade do 5* amo, an-
tes de chegar & t-rra promettida do seu
tirocinio juridico, a offurecer vos o vosso
relrato, e.n cuja perspoclrva divisain-se os
elevados dotes de vosw espirito, accrescen
do mnitas cireumstancias que a vinculam a
vd*; c eu glorio me de psrtoneer ao nume
ro desses mogos que comegarara sua vila
scientiliaa esmaganlo os grilhOes que pren-
diam innocentes victiraas tortaradas antes
do nasci nonto e con lemnadas autes do
borgo aos trfrnont s da escravidSo, e que
terminam-n'a laureando ao iusigue precep-
tor quo, durante tre loagos annos, soube
sempre substituir a circu nspecgao do mes-
tre pela dedicagao d amigo,
Aceitai a mo lesta pruva que vos damos
de nossos seutimentos a vosso respeito, e
pra/.i a Deus que ella vos sirva de estimulo
para continuardes a firmar e despotismi.
de vosso coragdo basea lo em uma sympa-
thia sioeera, verdadeira, legitima:ueiue ad-
quirida c que nio se pollue nos excess s
do amor proprio offendido ; mas quando
vos pi'rguntnrou o que ella significa, res-
pon lei llie : quo manifest! os trophe >s do
alguns de vo-sos c^mbatos scientilicos, e a
eteiua gratidao de vossos discipulos que v.s
elevaram ao Pantheon da gloria.
He life, 9 do novembroile 1873.
Luiz de Almeida A. Caoalcante Filho.
Etiropn
PRIMEIRA QIIN/.EXA DE SETKMBHO
. w
(Conclus5o;
Nas vicissitudes fatidicas e:n que se
acblfli empsnhados os povos couternriora-
neos, augmentando, perden lo c recobr.uido
alternativamente o seu influxo a preponls-
rancia, nas coutingencias da politica e dos
combites, nota-se que o b-m exito final e
sempre o premio da maior tenacidade. de
const incia daquelics quesabem persistir no
designio concebido. e, n5o obstante quaes-
quer Perezes, voltam ao mesmo commet-
timento, ate realisa lo. A Russia aeha-se
neste caso, c deve o sou engrandecimento
politico e a dilatagao d is seus li nittes &
uma idea fixa. Como tolas as nago.'s, na
sua carreira ascendente ella tem frequente-
mente eucontrado tropagos e obstaculos de
maior moota ; mas, guardando as oppor-
tunidades e aproveitando-as habibnonte,
tem-so-lhe afiual aplansdo todas as diffiml-
dades de momento.
Parando um instante ou outro na senda
que encetou, p.irece que o nSo faz, confor-
me se tem dito, scnao para reparar as
suas forgas. e de novo pOa se, logo em
movimento. Prevalecendo se do ensejo da
ultima guerra e da perturbagao moral em
C
que, no encalfu o 8ua ""bicAo audaciosa,
penetra por estas fegic*.* e *pJrcebe nellas
uma futura sd-e de granaWas- Tendo ua
primavera dado yriuci jio i actuj campanha,
a Russia esmerou-se em eombiaar >5 subsi-
dios da sua realizacio conr" anM miouc0*J-
dade e solicitu le que b-m deixam I9r quao
suostancialmente aproveitou as Iie6d
experiencia nas suas anteriores tentalivf j-
com o mesmo tito.

Com effeito, .ja" autecedentemente neste
empennos e vio ob.-igada a retrogradar, em
consequencia de nao cogiiados obstacolos
que se Ihe oppureram, entre.os quaes figu-
ram proeminentemeute a di>tai>eia, o clima
e a talta de quaHsquer recursos. a nao se-
rein os propnos que po-iessem comsigo levar
c con luzir as suas forgas militares. Assiic
pois.complota.nente aprovisiouidus e rauui
dos da ssbadoria pratica t de complementot;
matcriaes de to ia a ordtra, os russos perfize-
ram no coraga > da Asia, como outr'ora se
exprimiam os htspanhocs, mais urnaJor-
nada, e esta dila*.ando-se a oitenta dias,
e abrangendo uma vasta-superlicie.
A expedig&o de khiva, collocada sob v
commando em cbsfe e direcgao superior do
gein.l knufmann, ajudanle de cainpo do
czar, iiantou s ptlo terriiono mirhigo, di-
vi liia i.o. tres i-olumnas, seudo a primeira
composta dos contingenteb do Tu'kestan, o
tendo por ponto dc p.irtida Ta hkeud, e a-
duas outrss orgauisadas com destacameuto?
do Caucaso e de Orenbourg, sob as or Jens
do general Vereuvkiue. Eram as mil cias de
terra apoia las por uma esqualrilha a vapor,
que, peuetrando pelo delta do Amou-Uria,
e subindo o curso deste rio, servia ao oies
mo tempo de proteegto e auxilio ds forgai;
em operates.
Desbaratar as tropas khivenses desde quu
foram encoutradas, dispersar as barbaras
bordas de Turkmenes, Yamudes, Imrals (
outras tribus divagantes e n armas nt ma-
nato, foi para o exercito moscovita objectc
irrelevante. Tratava-se, porem, de cbegai
;i metal destinala. e os embaragos ojateriaef.'
de tola a esp^cie a<:cumulavam-se e multi
phcavam-seem todas as direcgooj. A fome,
a so le e as raoiestias combiuavam o seu ef
feito para dispu'.ar passo a passo a marcha
progressive dos dilfnTentes corpus. Adivi-
s*) dj Caucas t, so -retuJo, tinha de avangar
por um territorio cumpletamente deseito e
quasi de todo desprovilo do agua, qual o
que raedeia entre ascoslas do mar Caspioc
as fronteiras de khiva. A divisao do Tur
kestau, sob o inaod i directo do proprio che
fe da expedigao, u partir de ''"achkend go
megou a lutar com as rnesmas diliiculiades,
que ella lauQou a Europa occidental, afim crescendo g"radativamente, & proporgi que
seguia era direc-
sem duvida de delir a lembranga e os ves
tigios das suas derrotas da Crimea, eis que
ora, adiautando so pela Asia central e plan-
tando as suas bandeiras em pleno contiiien-
te asiatico, acaba de attingir e oocupar
khiva, depois de, como outros tantos mar-
cos, ter deixado aquera Tochkend e Samas-
kande. Be posse do khanato de khiva, os
seus exercitos acampam actualmente sobre
as margens do Am u-Daria, nas proximid3-
des immediatas da Persia e do Afghanis-
tan.
Tcndo-lhe sido estas regioes assignala-
das pelo eminente genio de Pedro o-Grande,
ella realiza ain la hoje is concepgoes do
mai->r dos seus rnonarchas, ha seculo c meio
defincadas, e apenas hoje levsdas ao C3bo.
Tal t o resultado da sua ultima eipedigao
asiatica, a qual, tendo tido ne^ssida lo de
iniciar e preparar proviiindiite por meio de
negociagoes diplomaticas, alim de sopitar as
suspeitas e tranquillisar a rivalidado da Iu-
glaterra, comtudo, uma ,vez encetada,
executou com abalisada euergia e peri-
cia.
Tudo compensado, 6 fora de duvida que,
se os Russos propagam pela As;a o seu im
perio, pelo systeaia porque o tem effectuado
ate agora, fazeuJo preceder o seu dominio
cudeiros com libres brancas com flores de
liz do ouro, o que significava que o joven
rci de Franca Carlos VIII estava alii.
Savonarola deixou entre aquella criada-
gera rdgia, os dous servos mascarados de
Crespi, que, ao entrar na praga del Pdpulo,
havia in embainhado as espadas, e seguio
guiado por ura pagem de Orsini.
0 pagem ao ve-lo dissera :
Se d o mestre de Florenga, queira se-
guir-me.
Savonarala alravossou aposentos deslum-
brantijs, eheios de criadas, o'ponetrou afi-
nal n'uma grande sala, no meio da qual ha-
via uma mesa coborta ie ramos de flores,
do uma rica baixella de prata e ouro, de
garr-ifas, de copos, de iguarias.
Rodeiavam a mesa cerca deduzenlas pes-
soas, homens e raulhers, perfuraados,
dbrios, ruid >sos, delirantes.
Quatro cantorai e outros tantos cantores,
collocados sjobro um estrado, no fundo da
sala, cantavam um hymno a Bacho, acom-
panbanio se com alau les.
Brancas nutens de fumo perfumado se
exalavam das cagoulas collocadas de espa-
go a espago, sobre pedestaes dc pdrphydo.
As luzes reproduziam-sc em gigautescos
espelhis de Veneza. efaziam sobresahir'es
ellegorias mythologicas, demasiado livros,
pintadas a fresco nas paredes e no tecto..
N'fio se viara senSo olhares charamejan-
tes ; ou viam-se apenas os risos, e osditos
licenciosos de uma convorsagao ruidosa, o
titiir dos copos, e a harmonia iucitante do
hymno a Bacho.
AquePe festim fazia lombraj os da anu'ga
Roma, cujos costumes gentilicos terache-
gado, apezar de modiacados, ate aos hossoy
dias.
Era um festim digno de Nero ou de Lu-
culo.
. Verdade c que os convidados nao estavam
deitados cm tricliuios, nem coroados dc
flores, pordm as amplas cadeiras permit
tiarn-lhes queestivessem quasi estendidos.
Em vez de floras, os soltos e desalinhados
cabellos d'aquellas mulherei formosas, bri-
lhavam enlrelagados .com perjlas e outras
joias de subido prego.
Como era natural, tstando a orgia era
todo seu esplendor, a negra e sevcra figura
de Satonarola nfio foi notada.
0 frade ao ver aqifelle especlaculo, sen-
se internava na linba que
gaoao Daria.

LUJ
Contmuar-se-ha.
VABIEDADE
EXCLSSO DK tx'lUUSlASMO.Segunlo
relere uma folho estrangeira. Mil* Maria
Rosa, f:z ha dias o seu beneficio em Dublin
com c Twvador. Durante todo o decurrer
d > especlaculo houve uma continuada ova
cao, c, terminado elle. a cantora dirigio-se
para She!bourne-Hotel, seguida de 30J ou
400 pessoas que depois quizes am que a ar
tista vies&e d janella do seu quarto cantar
ainda algura trecho dos que mais tinharn
agradado nessa noite.
Maria Rosa nSo quiz apparecer a janella,
e entdo aquella multidao idolatra tornou-.se
furiosn, quebreu & polrada os vidro3 e ar
rombou as portas. Os prejuizos causado.-
-por esta manifestagao ulevarain-se a mais de
bO e rnaiores seriam se a policia nao in-
terviesse e fizesse dispersar os outhusiastas
irlaudezes.
tio uma i'.vligri'.gao terrivel.
Tolo o poder da sua alma,"toda a sua
severidadc, sublevou se subitamente.'
Scntio uma especie de vertigem, tirou a
caps, d-itou para traz. o capuz, deixou a
descoberto a sua fronte sombria, avangou
para o centro da ine=a do festim, e dehou
por terra, copos, garrafas, condelabros,
tudc quanto encoatrou diante de si, cau
sando um ruido iuferual.
Aqueile ruido inesperado produzio um
silencio profundo.
Abominagao 1 peecado 1 infraiia !
exclamou com voz de trov&o Savonarola no
meio daquelle silencio de um momento.
Uma gargalh&da immt-nsa foi a reacr.k
daquelle sileiicio, a resposta louca a tio-
lenta apostrophe de Savouarola.
Meusamigos, disse uma voz em um
dos cantos da mesa, sejam iudulgentas coin
um scvero frade dominico, que nio estd
haL-itu tdo a estas scenas. Apresento lhes o
nosso amigo, o s&bio, o respeitavel, o vir
tuoso prior de S. Marcos de Florenga, Je
ronymo Savonarola.
Nao, replicou tqutiie, rospondendo a
Carlos Orsini, que era quem acabava dt
fallar ; aqui nao e$t& mais do que b corpo
de Jeronymo Savouarola ; a sua alma esta
muito longe d'esso lugar.
Pois entao basta-nos o seu carpo,
disse uma joven levantando na mao uma ta
ca de prata vazia. Chypre para o grande
Savonarola. Sr. Ruggiero.
~ Espera, formosa Isaboll... bem vos
quo succedeu uma catastrophe e qiia esii
tudo derrubaio sobre e mesa, pela qual
corre o vinho em jorros. Por favor, meus
senhores, Chypre I Chypre,,! cmbriagatfmos
o santo.
A'quellas palavras responderam applau
sos e gergalhadas, e n'um momento uma
mullidao de formosissimas mulheres rodeia
ram Savonarola, e lhe apresentiram tagtis
de prata, de. ouro ede crystal, cheias de
vinho espuimiso e arom itico.
Eis aqui a Roma impura 1 a Roma
raaldita. Roma corroppida, a esecfltal
Bab) Ionia I-exclamou o frade repettioJo
aquellas alegres e' formosissimas bacchaii
tes : afastem-se ; eu nao vim procurer aqai
o festim impuro d6 B ilthaz ir: tira fro.cn
rar um que so chamave defenior da justigj,
de causa de Deus, r.o qual enwMMro um
homem que se euvillece ua companhia de
m ^saiinas. i -v g\
A'quellas palavras fuccedcu um ajariio
de iuaignagau.
Aquellas damas roiuanas, que nio jul
gavam raanchar-se assistindo a Ura fust m
que era como todos os fesiius de Roma d a-
quelle tempo, indigmrarr.se, e Savonarola
esteve a. ponto do ser victima de uma nu
blevagao feminina, ou das maos dos aman-
tes d'tquellas formosuras ultrajadas.
iCtmtinpar-f+Jia).
TiT.DO DIAP.10 RUA VVQUG WI (AJEUS

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