Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18407

Full Text
___Ji.
AiNAO XUX. XUHERO 2S6
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'



PABA A CAPITAL B I.F61BB8 0\DE IVlO SB PAQA POBTB.
Por tres raezes ndiantados .'................ 6$00(
Por sets ditos idem.................. 12*000
Por um anno idem...........r....... ligOOO
Cada numero avulso.................. s%0
SEXTA FEIfiA 7 1)E KOVEMBRO DE 1873
PABA BBMTBO E FOBA BA PBOVISCIA.
For tret mexes adiantados.
Por seis ditos idem.
Por nore ditos idem
Por um anno idem.
,Trrr" &l&KHfi&tr Por *"* meies diamados................. CB7M
' JSS9 WW^SeST Por seis ditos idem........ i500
s*9OO0 ^*S}?**^ l>or noTe dit08 dem *.........!.!!-.!. MIBM
**' *vv pw um jjjjjjq jjem................... 97990*
DE PEMMBUCO.
4
PROPRIEDADE DE MANUEL FIGUEIROA DE FARIA ft FILHOS.
01 SB, Cerudo Antonio Alves d Filhos, no Para; Goncalves d Piny, no MaranUo; Joaquim Jos* de 0|ireir. d Mho. uo Ceara; Antouu* de Lotuu. Brg., no Aracatj ; Jolo aria Jnlio Chaves. no Assu; Antonio Marque, d. Sura, no !hBl; Jo* Jut
Pereira d'Alme.da, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parabyba ; Antonioioee Gomes, B. Villa da Penh Be).rmino dos Santos Bulcio. em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Raxareth;
Antonio Forreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, uo Pilar das AiagOu; Alves d C., m Bahia; e Leite, Cerquisho d C. no Rio;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
fiverne la provincia.
1.' kettao.-N. 1798. -Secrotaria de policia de
J ernambuco, 27 deoiitubrn de 1873.-Illin.eKxiu.
Sr. -Passo as maos d V. Exf. o oflicio junto em
original, que em dala de 21 do eorrenie dirigio
mo o delegadd de policia do termo de Bom Jar-Jim,
acorapanhado do inquerito polisul a que se pro
cedeu sobre o facto do eslainpido de um liro na
casa do bacharel Austerliano Correa de Crasto,
a 6 m de que V. Eic. lenlia scieucia do que a la!
respeko conimuuica aquella auloridade.
Deui" guarde. a V. Exc. liim. e Ex Henrique Pereira de Lucena, presideute da pro-
vincia. 0 cbefe de policia, Antonio Franc,co
Correa de Araujo.'
Delegac a de policia do lermo de Bom Jardira,
ii do. outubro de 187 {. Ten Jo apparecido o es-
lampido de um tiro em casa do uacharel Ausler-
liano Correa de Crasto, e tendo este feito eon-tar
que o tiro era dirigido a pessoa delle, immodiata-
menteo Sr. alferes Francisco Pereira Lagos, sub-
deiegado do primeiro disliielu, fez a competouto
vistor-iae auto do perguntas, feito a algumas pea
DOSS vjzinti.is do mes no bacuarcl, eulre as quaes
tiguram an igos e parentos do mesmo, a for se por
8SM meiu tecntrava no descobriuiuulo da verda-
Je ; o que tudo reuielto a V. S. para o li'is-euiiva-
nieotcs.
Couvem ponderar a V. S. que sao todos aqui
uuanimes (in recoulieeer que o liro foi dado peio
proprio liaeliar.!l Auil.iiiauo on pelo seu iriuao
Manoel Correa de Crastj, coubecido por Tola, na
f*e sabemto o iiiu que Imlum em vuta, por.|uanto
uio tern ei.e a|ui iniuiig'is ^jue laueem uuw do lao
renrovado recurso, oomo Miimn vera V. S. do au-
lo de perguulas feito, que por copia remelto.
Deus guarde a V. S. lllm. Sr. Dr. Antonio
.KranrUco Correa de Araujo, uiuilo digno cbefe do
i"ilicia de Peruambuco. 0 delegado de polica,
Taurino Lourianode Uezendr. RaMgaL
iuto de corpo de delicfo proadid) na cun de mo-
rod i do jniz de direilo di comarc i do Limoeiro,
o Dr. Avsteiimno Correa de Cntsto, sobre um
lir- dado no din 9 ds outubro lis noce e meia
noras da nolle.
Aoa dex flias do moz de outubro 'lo anno do nas>
mento de Nosso Senbor Jesus Cbristo de 1873, as
i horas da tarde, uesla villa de Bom Jar Jim, em
'asa do juu de direito da e<)iuara de Limoeiro, o
J)r. Austerliauo Correa ile Crasto, pieieuie 0 sab-
.lelegailn dt policia, Fraucisco Pereira deLigos.
wmign escrivao do crime, em falla do respisclivo,
aiuiiiu) assignado os perito uolilicalos, Luiz Tri-
vitsstt Sariubo e Joai Gel uio de Saul'Anua, niio
in ofisiiooats, moradores, o primeiro n<)s suburbios
lesta "ilia de Bom Jardim, a o segundo nesia mes
ma rilla, c a testemunbas Donate Francisco Lo-
pes o A!i..ii.i> Foauuiaturgo de Moraes Gulandym,
moradores iifeta villa de liom Jardim, o subdele-
gado detertv as perilos ojuramenfi dos santos
evangellw' le beiu c fielraente -eempenhareai a
>ua uiifcao, declarauJo.com veidade o que desco-
lo'ire>n encoutrarem; e encarregou.lbeg que pro-
cedeiseiu a exame na trave do repartimenlo c qua
respoodtssei n aos quesMos seguinles : t*, so com
eUnto hi'UVi um tiro na casa do juiz de direito in-
iriuo d.i co.narca o Dr. Austerliauo Corr-M Je
Crastw ; segundo, qual a naturoza dodte tiro, sis de
bala, cliumlu ou polvora secca ; tefoeira, qual a
diroccao do Jito tiro ; quarto, se bouve o'lensa ou
eslragas; quiuto, qual o valurdn damno eaoaadu.
Km eonsequeiicia passaram os peritos a fazer o
exaute c iuvwligacoe* orJeuadas e as que julga-
r-mi iiecessarias; concluidas as quaes declarara:n
o seguiuie
Ao primeiro quesito qucsim; ao segundo que
*io despiuilo ler side de pistola, earregala coin
i'.ii.i e cbuinbo ; ao terceiro que lii dado do lado
de fora para o interior da. casa pelo lado do detraz;
ao quartet que uao ; mas que, Ovaminando, nncon-
iraram na liayo do repartiuiento que divide a sala
de detraz os buracos que parecem ler sido do bala
6 d.: tnuta u tanlos carocos de cumbo de muni
vio grassa e bislardos, nao podend.i dar precisa-
loeoto a quaulidale delles por lor pane w empre-
r.ido em cima do MUM du lado direito da mesma
i.-; ao quinlo, que ueubuui %alor podem marcar
.-.mi reiacao ao damno causado.
L tao u-Uis as declarators que em suas con-
-.iencias i. aebaixo do jurameuto prestado lem a
fazer.
E por oada inais baver, deu-se por conciuido o
exanto ordenado e de tuJo se lavrou a pn-sente
auto, que v.i por uiim escripto e rubrioado, pelo
juiz e ...-.-.K'laJo pelii mesmo, perilos e leste.nu-
uiias, comigo cscrivao, que o tiz e escrevi, do que
tudo don (;. -FrancisC' Vereira Layos.Luiz Tra-
mum Siiriii,'io.Joao Gelazio de S-tnVAnna. -Do-
i.uto Fraurisco Lopes.Alfonso Tltaamaturgo de
Moraes Gulnnduin.-Joaquim Marlins da Cunka.
i.'fo di'pa(juntas fettas a Anna Acelina do Es-
pirito Santo.
Aos doze dias do inez de ontobro do anno de
Xosso Senhur Jesus Clinsto do 1873, nesta villa de
join Jardim, comarca do Limoeiro,' provincia de
Peruambui'j. em casa de resiJeneia do suhdelega-
Jo de policia Jo primeiro district! da villa do Rom
Jardim, o alieres Fraucisco IVreir. I^agas, abi
presaote, comigo escrivao do crime em substilui-
<;ao do rcspeclivo, abaixo assiiiiudo. Anna Aveli-
h.\ do BspiriW yaute, |n;lo dito subdelegaJo Iho
ram feitas as seguiutes perguulas :
IVrgUutaca qual o seu uome, idaie, tsiado, li-
h,i>ao, oatuialidade e proiissao '
Kospcu !' i cnamar so \uua Avaiinn] do lilspi-
nU Santo, de idade de vinie e oilo annos, solieira,
Kllia de Igiucia Maria da Conceiea, natural da
tresruezia It Taquaretinga, costureira.
I'ergdntada se nabu como so deu o facto do um
Uro dado em casa do juiz do direilo bit -rino da
ciMUarea, nr. Austerliauo Iknrea de Crasto ? R s-
c.iiudeu que: morauJo muiio vizinlia a casa do Dr.
Austerliano, e que as oovo boras da ujiti: ponce
mail ou menus, aciiando-se eila no portao di qum-
talde sii.i i- -a, d'oiide devassa a esiribaria conli-
i k isa lo mesmo doutor. e lodo o lenvn> do
'iumlal Jo lado Je detraz, vira entruf a esta li ira
por esle mesmo lugar o Dr. Austerliano C/irea de
Crasto, juU de direilo iuleriuo da co:n?rc.i, e p.m-
>; inuuienlos depoia ouvira o clarear e a detona-
:\\o de um tiro junto a porta que lioa encoslala
i estribana.
Pcrgnutada niaia que, tendo visto clarear u liro,
;iao dislinguio lambem o aulol' delld :' Itespon-leu
qu.9 uiiigui'iu seacbava uesle logar senai o mes-
mo jui; que ba pouco liuba eulrado, prtuoppiado
eila resp-iidi'iile ler siJo IMHM pelo dontn- dis-
panda alguma anoa.
Perguntada inais se na estribana on.lo ela-
rem p liro nao bouve rumor ftlgnnt de prtssoa
que eMives-e alii occulu e qsio fugi^se pceiapiu-
damonle ? Uesponden qm a esti ibana e um to-
lhairo '-ri 'ima cantt de mad-'ira ,apenas para
niu d : i -.iiiirui aniin.-iiv, : -i'i. o;!.-i re-pMt-
deiilo uittgnotn vio nesio lugar na oceasiao do cla-
>ao do tiro, 11:111 on vio ruuior algum conio acima
declareu. e |;ie so pruppoi k*r a 1048010 doul ;r
disparado u;na arma, momeuloiidapois da doDrn-
mesmo juiz de direilo cbamanio pelo nomo de 'Fo-
nt, qua > coubecido p r seu m.1110.
I'er.'uniiila inais se uao tern visto iratar alguma
aetua acerca dasta tiro, e se saba qoe alguem em
alguma outra oeeasiao por alU pasnasse e se de-
morasse aquella bora '.' llespondeu qoe nioguem
viovo quenada mais sabe senao 0 que acaba de
declarar. E como tiada inus foi nafjtuntado e nem

respondido, por ella respondente nao saber ler nein
escrever, a seu rogo assigoa -Joaquim de Azevedo
Pereira, depois de the ser lido e achar conforrae, 0
qual vai rubricado pel0 subdeiegado e assignado
pelo mesmo, do que tudo dou fe.
Eu, Joaquim Martins da Cunba, cscrivao do cri
:ne 0111 substituicao do respective qua o escrevi.
Francisco Pereira ffigo$. -JwqilUnde Azevedo Pe-
reiru.
Auto Silva.
E logo no mesmo dia moz e anno e lugar retro,
deularado pelo mesmo subdeiegado, foram feitas a
Felippo Gomes da silva as perguntas scguiates:
Perguntado qual sou nome. idade, estalo, tilia-
cao, natural idadee proiissao 1 Hespondeu chainar-
so Felippe Gomes da Silva, de idade de di) annos.
viuvo, lilho de Manoel Go.nes da Silva, natural
lesta fregnezia de Bora Jardim 0 sapalein.
Perguntado se sabe aceroa de um tiro dado am
casa do Dr. Austerliano Correa de Crasto, juiz do
uireito intenuo da comarca, na noile do dia 9 do
eorreote ? Hespondeu que, morandu viziaho do
mesmo doutor conl'route a sua c;isa, its 9 boras e
in i 1 a da nolle pouco inais ou men is Ibe apparcceu
Anna Aveliua do Espinto Saoto, quo lambem nio-
ra vizinlia, a qaem elle re*ponden!o dau um peda-
cmlio Je fumo que ella Ibe bavia pedido, e aiienas
relirou so ella, ouvio elle respoudenle 0 detuoar
de um tiro, que Ibe pareeeu ser por detraz da
casa do mesmo Dr. Austerliano. e que nenlium
rumor mais ouvio, senao 0 bator da porta do do
traz e a voi do mesmo doutor mandaudo fecbar a
da frente coin vigilanoia, e vmdo algumas pessoas
a porta da fronto, que elle respondente pOde ver de
sua casa, presenciou 0 mesmo Dr. com ella sabir
para a casa de Antonio Joaquim Freire, que fica
coniionte a sua, 30111 baver rumor algura.
Perguntado se sabe que alguem costum.isse
parar on passar por delraz da casa do dito doutor
e se naquella oceasiao uao teria alguem ? Res-
poiideu que nada sabe Hem tera ouvido dizer.
Perguntado se sabe ou Ibe coiista que alguem
tiuln ma iutaneao para fasar mil ao dilo jniz, don
de se possa ter alguma pre-umpcao ? Respoadeu
<|ue nada saoe nom torn ouvido dizer.
Perguntado se jab.; que o Tola, isto e, Manoel
Correa de Crasto, coubecido por Tola, achava-se
nesta oeeasiao em casa com o mesmo doutor e
dous meninos que Hie servem do criados, agaza-
1 tadu n'uma casa junta a da ivsidencia do doutor.
Djularou mais olle respondenie i|uc uio Ibe consta
que nenlium dos criados sabisse na oceaziao
do liro.
E como nada mais responJcu nem Ua foi per-
guutado, por elle respondeute nao saber escrever,
a sou rogo aasigna Joaquim de Azevedo Pereira,
deoois de Ibe ser lido e acliar conform.), 0 qual vai
rubricado pelo subJelegado eassigoada pelo iihjs-
mo, do qne tudo dou fe.
Eu, Joaquim Martins da Cunba, escrivao do cri-
me em substituicao do respective, quo escrevi.
Frincisco Pereira Lagos. -Joaqnim de Azecedj Pe-
reira.
A#i+ de perguntas feitas a Anna Acelinu ii
Espirito Santo
Aos lo dias do mez de outubro do anno do rras-
c'unento de Nosso Senhor Jesus Chrislo de 1873,
nesta villa de Bom Jardim, comarca de Limoeiro.
provincia de Pernambuco, em casa da residencia
do subdelegaJo de policia do primeiro dtstriclo da
sohrelit.i villa de Bom Jardim, o alferes Fraucisco
Peroira Lagos, abi jircsente couugo escrivao do
crime em substituicao do respectivo abaixo a nado, presente Anna Avelina do Espirito Sanio,
pelo dito sublelegado Ibe foram feitas as perguu
tas seguinles :
Perguntada oual 0 seu nome, idade, estadb, fi-
liacas, naturalidiJe 0 proiissao? Rsspondeu cha-
mar-se, Anna Avelina do Espirito Santo, de ida-
de 28 auu is, solteira, lillu de Igaaeja Maria da
Couceicao, natural da ireguezia de Taquaretmga e
costureira.
Perguntada como se deu 0 facto de um tiro dado
em casa do juiz de direito interino da comarca, 0
Dr. Austerliano Correa de Crasto ? Respondeu quo,
morandu muito vizinlia a casa do Dr. Auslutiiano e
que as 'J e meia boras da noite pouco inais ou me-
110s, acbaudo-se ella no portao de su casa para
onde (mha 1J0 involuutariauieiite, aonde devassa a
esinbaria conligua a casa do mesmo doutor e to-
doo terreno do quintal do lado Je detraz, vira en-
trara esla hora por esle mesmo lugar 0 Dr Aus-
terliano Correa dc Crasto juiz de direito da co-
marca, is polices momentos depois vira clarear c a
detonacau du uin liro junto a porta que iicava en-
cosiada a estribaria.
Perguntada como, teolo visto clarear a porta da
casa do mesmo doutor e a estribaria, nao vio
lambem quoin dera 0 tiro ? Respondeu que nao
vio pessoa alguma quando clareou 0 tiro, e como
JA disse em outro interrogatorio, fosse ler sid 0
mesma Dr. Austorliaao quern o dera.
Perguntada se nao pretentio quo 0 mesmo dou-
tor a livesse visto, quando passou para eutrar cm
casa f Respondeu que nao,sabd. mas que nodiase-
guiuto as 9 boras da manba pouco mais ou raeuos,
achauJose no quintal de sua casa conversando
com sua visinba, tendo cbegado 0 Dr. Austerliano
a porta do quiutal da casa em que mora, Ibe per-
guntou se ella lambem liuba visto 0 tiro, e ella
rcspouJeute lb.; aflinuou que sim, dirigindose
p..ra traz da casa do mesmo doutor, esto Ihe mos-
trou aonde tinba side empregada a bala ; ella res-
poudenle, pro7uicianJo i to, 1 ie disse que elle ti-
nha si lo muito ligeiro quando livrou-se delle, con-
forme Ihe deciarou ter siJo dado por pessoa que
elle nao podo ver, e que ella respondente tinba
supposto antes dessa hora ter sido o mesmo dou-
to- quom 0 dera como Ihe disse, ao que 0 doutor
Hie bavia respondido que uao tinba distinguido
nem podia ver qduui the Lnba dado, do qua fe-
lizmente se tinba bvrado c que nadi mais sabe
alem disto, e do que ja depoz em outro interroga-
torio.
E como nada mais foi perguntado, nem respon-
dido, por ella respondente uao saber ler nem os
crever, a seu rogo assigna Joaquim do Azevedo
Pereira, depois de Ibe ser lido e achar coiifonne,
ti qual vai rubricado pelo subdeiegado e assigoa-
do pelo m-smo, do que dou fe.
Eu. Joaquim Marlins da Cunha, escrivao do cri-
me, em substituicao do respectivo, que escrevi.
Francisco Pereira Lagjs.Joaquim de Azevedo Pe-
reira.
Auto de perguntas feito* a Antonio Joaquim
Fie ire.
Aos 16 dias do mez de outubro do anni do
nascimento de Nosso Senlior Jisus Chrislo de
1873, nesta villa de Bom JarJim, em casa da
residencia do subletegadi de policia do I dis
triclo, 0 alferes Francisco Pereira Lagos, abi pre-
sente eonimigo escrivao de seu cargo, para isso
juramenlado, appareceu Antonio Joaquim Freire,
a quem o relendo subdeiegado fez as seguiutes
perguntas :
Porguntado sea nome, idade, eslado, fll.a;ao,
n.iliir.ili.J i.l.' a' iirofissa > .' Hespondeu chunar se
Antonio Joaquim Freire, com ciocoeota anuos de
idade, c.i.-ado, lilho de D imingos lose Coaibo
Navele, natural de Portugal, vive do ser ourives.
Perguntaou 0 que sabe acerca de um tiro i|ue
se dera na casa do Dr. Austerliano Correa de
Crasto, juiz de direito iutoriuo Jo-La comarca,
na noute de 9 do corronte? Respondeu que,
acbando se 0 mesmo Dr. Austerliano corn olle,
em casa de seu irraao Manoel Correa de Crasto.
e Manoel Mariuiu Cavaleanle de Albuquerque,
professor publico desla villa, retiraram se as ii
maw ou menos de sna sahi la ouvira 0 Uro, e
presenciando fall.tr Manoel Correa dc Crasto acerca
desse tiro, uao se podendo lembrar elle inter 0-
ganta das suas expressdes, dirigio-se para a mes-
ma casa do Dr. Austerliano, onde encontrou em
esta do de alvoroc.o com um rewolyer na mao, e
seu irmaj Maaoei Con*j de Crast tremnlo,
most ran Jo estar assoslado; elle respondentt; nessa
oceasiao, perguntando como ae iinha dado 0
facto daquelle tiro, pode saber de um rapazinho
de li annos, que servo de triaoo do mesmo
doutor, eojo nomo iguora, por osle mosrao Hie
dizer, quo pouco antes da ch-\eada do doutor em
casa tinba visto vulto ve-tido d- braneo pas-'
ceiaudo no fundo do quintal, mis qua na 1 pode
A uto dc perguntas feitas a Joao Getasio de Sanf-
Anna.
Aos 16 dias Jo mez de outubro do anno do nas-
declar.ido.
B como nada mais disse nem Hie foi pergunta-
do, dou-se 0 seu ioterrogaloyio por findojque sen-
dislinguir 0 sexo.
Perguntado 0 qi
doutor
_ue ouvira do mesmo
nessa oceasiao actrca desse lira ? Resiwndeu! se derii em casa do Dr. juiz de direilo mterino'da
que nao saoia a quem h.vvia de atlribuir, ceai j comarca, Austerliano Correa de Crasto ? Hespou-
quanto liyosse um mimigo e alguns desaff etos. [deu qat> estava em sua casa as 9 l\t boras da noi-
te, pouco mais ou inouos, do dia 9 do eorrenie
mez, ouvira dizer quo 0 Dr. juiz do direito interino
boras da noite pouco mais ou menos, ficando 0
profe.-sor, com inffercii?a de uns dej rainntos p'.ucQ
Pergniitado si o Dr. Austerliano nao Ihe de-
ciarou ler vi.-to alguem ou 0 vulto qne MM leu a
tiro? Hespondeu que disse Ihe nada tor viio,
senao a explosau do liro, e quo Maii.n-I C-wrd.i
dc Crasto, seu irraao, conhecido por Tola, que es-
tava maij peito, por cima da cabeca do quem
quasi qne fora dado 0 tiro, tambem Ihe afllnnam
nao ter visto quem 0 dera, nem disiinguiJo o
vulto.
Perguntado 0 que sabe dame inimigo e desaf-
foctos que 0 Dr. Austerliano diz ter, com reiacao
a este facto ? Hespondeu que 0 meoino doutor
nao declinou 0 nome delles.
Perguntado si elle doutor on seu irmao depois
do tiro e que se aeltaram ni mesma casa delle
respondente nao Ibe inanifesiou atlribuir a al-
guem, ou ter presuuipcoes de ter vindo 0 tiro
de seu inimigo no de>affectos 1 Respondeu que
nada disto tratou.
Perguntado flnalmenle 0 que .-abe que possi
ter reiacao com ease facto, 0 o que torn ouvido
da opiniao publica acerca delle? Respondeu
que nala mais sabia. e que de algumas pessoas
com quem se relaciona tem ouvido dime quo nao
podem atlribuir a pessoa alguma.
E como nada mlis disse nem Ihe foi pergun-
tado, deii-s..- 0 seu iuterrogalorio por tin Jo, que
sendo-lhe lido, e achando conforms assiguou-o,
o qual vai rubricado e assignado pelo subdeie-
gado, do que tudo don fe.
Ku. Jose Francisco de Sonza fuleramnense Fi-
Ibo, escrivao jurameulado, que 0 escrevi.Fran-
cisco Pereira Lagos Antonio Joaquim Freire.
Aut, de pergnnUs feitas uo prafeitor publico di
villa do Bom Jardim, Manoel Uarinko Cnut-
cunte de Albuquerque.
Aos 16 dias do mez do outubro do anao do
nascimeuto de Nosso Sonbor Jesus illuisto da
1873, nesta villa d* Bom Jardim. em casa de re-
si lencia do subdelegaJo de policia, Francisco
Pereira Lago, abi commigo escrivao do carg.),
para isso juramentado, presente o professor pu-
blico desla villa de Bom JarJim, Manei Maiiubo
Cavalcanta da Albuquerque, pelo aobdalegado to
ram feitas as seguinles pargontis :
Perguntado 0 que sabia cxn reiacao ao tiro
que se dera em casa do Br. Austerliano ComSa
do Crasto, n'uma das noites destes ullimos dias ?
Respondeu que, achando-se na noite do dfa 9do
corrente mez, as 9 boras pouco mais ou menos,
cm casa de Antomo Jeaquim Freire, e com elle
o mesmo Dr. Austerliano, seu irmfio Man 1-I Cor-
rea de Crasto, conhecido por Tola, esles se reti-
raram a essa hora pouco mais ou menos com
nm peqaeno intervallo, depois do sua rotirada
ouvira o tiro e dissera para Antonio J >aqniin
Freire, que Inje a tarde levaram atirando, e
aioda ate aquella bora atiram contra as posturas
da camani, 0 otivmdo fallacos etn casa do Dr.
Austerliano, dirigio-se para la com Antonio Joa-
qnim Freire, c em seguida mais pessoas que elle
respondente nio se racorda, e perguntad) ao
mesmo Dr. Austerliano 0 que tinba sido aquelle
tiro, este Hie respondeu .|ue nao sab a, que le-
vantanJo-se da rede do corredor para a sala da
frente, nessa occasUq, Ihe fora dado 0 liro da
porta do quintal, que licav* junto a estribaria.
Perguntado qujm se acbava com 0 doutor em
casa ua oceasiao de sua cbegada e do mais algu
mas pessoas, qu mdo se dera 0 tiro ? Respondeu
quo sabe que estavam Manoel Correa dc Crasto,
sea irmao, e um rapazinho de nome Joao, que Ihe
serve de criado.
Perguntado 0 quo ouvira deste com reiacao^a
esto facto ou 0 que tem ouvido dizer na opiniao
publica ? Respmden quo do criado Joao sou
bera que antes do tiro atravessara no quintal da
casa (11 mesmo doutor um vulto que elle nao
pdde dislinguir nem na cor, porem que ora de
homem de altura baixa e grosso do corpo, que
seu irmao Min >el Correa de Crasto Ihe disse que,
esianJo na sala de detraz, tirando um pouco de
capim que abi se achava, na oceasiao de abai-
xar-se deu-se o liro quasi por eima dalle, e qu'J
nio vio quem Ihe atirara, e que quando 0 Dr.
Austerliano ouvira o tiro gritou por Tola, que e
seu irmao Manoel Correa de Crasto, c que este
nao loe responden ; e que chainando pela se-
gunda vez, este Ihe appareceu tremnlo, e quanta
a opiniao, publicajnada tem ouvido dizer, que al-
guem Ihe tivesse mandado atirar, ainda mesmo
algum seu inimigo oudes.lTecto.
Perguntado se elle respondente logo era seguida
do tiro, achando-se em casa da Antonio Joa.|uim
Freire a Dr. juiz de direilo interino, niio ouvira as
perguntas e respo toque, cam.) pane deautoridade policial no carac
ter de subdeiegado, Ihe lizera ? Respond-.u que
nil pode precisamente lembrar-se de ludo quando
elle inlerrogante perguntara ao mesmo doutor com
relacSo a esse facto, porem que leinbra-se deter
ouvido 0 d uitor dizer qne a nioguem aUribuira,
mas que o unieo inimigo quo considerava nesta
vilia eo Sr. Kogrberto.
Perguntado 0 que ouvio 0 mesmo doutor res-
ponder a uma outra perguota de seas inimigos e
desaffeetos coin reiacao a esse liro? Respondeu
quo leinbra-se sdmeiite de ler ouvido 0 doutor di-
zer que nao aUribuira a pessoa alguma o aclo da-
quello tiro, que so considerava seu inbnjgo a Ro-
gobcrto, como ja lica dito.
cimonto de Noaso Senhor Jesus Chrislo de 1873, do Hie lido e acnado"confonne,rass7goou""o" aaal
nesta villa do Bom Jardim. eni casa da rasideocia vai rubricado e assignado pelo sabdefegado, do que
do subdeiegado de policia, Francisco Pereira La-! ludo dou fe. 4
gos, ahi presente comigo eaerirao de sou cargo,, E eu, Jose Fraaciaco de Souza Suteramoense Fi-
para isso luramentado, apres3Utou-se Jo*) Gelasio j Ibo, escrivao Je seu cargo, que 0 escrevi Fron-
de S.ml Anna e pelo duo subde.egaAd Ihe toram Cisco Pereira Lagos. Donato Francisco Lopes
feilas as seguinles perguntas:_____ ^ '
ParguBtadp qual 0 seu nome, idade, lili.i.ao, es-1 despaciios da pbesidk,ncia de 3 de novkmbuo
tado, protlssaa e naturalidade f Respondeu cba- db 1873
mar-se toa. Gelasio de Sant'.Auua. esiado casado, [ Autonio Luiz de Olivoira AzeveJo & C Fieam
Oiho deJoajuim Jjm dtf Sam'Anna, natural da axpedidas as convenienl.s ordens a tbesourarii
villa da Limoeiro, com para Jo annos de idade; provinc.al, no sentido em que requefem os sutmli".
e qua vive de negocio. | cantos.
PeryuiHado 0 quesabe acer-.a .de um liro que j Augusto Rinino de Almeida. Passe portaria
conceJenJo licenca requerida.
Eugenia Maria das Dares Prove a supplican
to em como ja e-iao corridos os banbos.
Epiphauio Pedro a e E equiel de Lima e Sa. -
lufonuo 0 Sr. iuspector da inesouraria da fazenda.
Francisco Bezorra Jos Sautos Coucedo o pra-
zo de 10 dias.
Major Joao Joso Gomes. Fornec-t-se.
Jose Francisco de Paula Conceda-se.
Joao Pereira de Macena. Iniorme 0 Sr. Dr.
cbefe de polocia.
J.w<5 Francisco Nines Snares Falcao. Iiu*orme
o Sr. director do arsenal de guerra.
Bacuarel Joaquim Pereira Arraes. Deferido
com otlkio desla data dirigido a tbesouraria da
fazenda.
Joaquim Theodore do Vascoucellos Aragio.
Passe porlana na forma requerida.
Norberio Muuiz Teixeira Guiinar.ies. Informe
0 Sr. inspector da tbesouraria de fazenda.
Secrotaria da presidencia de Peniambueo, 6
de novetubro de 1875.
0 port-iro,
Silvino A. Rodrigues.
Perguntado se nao ouvira 0 Dr. Austerliano di
zer que tendo, ido a porta do quintal nessa ocea-
siao, levara 0 tiro e gritara por Tota, que e seu ir
mao ? Respondeu que nao ouvio 0 doutor dizer
tal cousa, e sim que este, esianJo sentado na raJe
que lica uo corredor, levautando sa com direccito
a sala da frente, ao tempo cm que seu irmao Tola
abaixara-se para apanbar capim, dera-se 0 liro
junto ou por cima de seu irmao, dando elle doutor
nesta oceasiao um grito por elle, como ludo acima
fiea referido.
Perguntado se sabe mais alguma cousa que pos-
sa ter relae.ao com este facto ? Respondeu juo na-
da mais sabe.
E como nada mais' disse nem Ihe foi pergunta-
do, dense 0 seu interrogatorio por fiuuo, que de-
pois de U\e S'r lido c achar conform*, assignou,
it qua! vai rubricado e asiigaalo pelj sublelega-
d >, do que tudo dou fe.
Eu, lose Francisco de Souza Interamuense Fi-
ilto, escrivao de seu cargo, para isso juramentado,
que 0 eserovi. Declaraudo em tempo quo quan-
to a nliacfto, respondeu 0 mesmo profes-or chamar-
se Manoel Mirinbo Cavaleanle da Albuqueque, fi
Ibo do Jo\i Marinb.i Cavaleanle, ter 36 aunos de
iiarle. soltoiro. professor publico desta villa e na-
tural .da freguezia di Taquaretinga, do que tudo
dou fc. -Francisci Pereira Ligos.Jianoel Uari-
nko Oqvn'C'ivi! 0'? Albuquerque,
da comarca, tinba lvado um tiro e que elle res-'
pon-lente nesta occaUao dirige-se para a casa do '
mesmo Dr, Austerliano, eoinndo juntaraente coin !
elle iuterr-ogaate no carac ler do subdele; ado, e en-1
Ire algumas perguntas que foram feitas ao doutor,
ouvio este diter quo uio liuba soilVido mais nem
nienoj do q-ie um uro, cousa muito natural, que
nao sabia quem Ibe tinba dado ; pdderia eatar ca-
daver, porem, qua Unha sido mais t'eliz;. que a nin-
gucui poJia atttibair,salvoalt!Qminimigo que con-
sidera, bera como Rogoberto e Claudiuo Augusto
de Lagos, seudo esto por ler assignado como testa
de ferro uma correspondencia contra elle; quanto
ao primeiro ado acredilava que fosse capaz de
praUcar on acto de tal ordem contra elle, e ao
segundo quo apeuas cousidera como um testa dc
ferro.
Perguntado mais se ele respon lento nio acha-
va-se presente no Jia seguiuie ae tiro quando se
fez a witoria, e 0 mesmo doutor priucipiou a ser
iiitorrogadu para escbireciineuto deste facto ? Res-
pouJou quo cllo foi um dos per los que assistio
as declaracoes que tizera 0 mesmo doutor ao in-
lerrogante, ouvindo dizer 0 mesmo que ja bavia di
to em casa de Autonio Joaquiai Freire, na noile
anterior, 0 quo (era tornado pelo escrivao Joaquim
Mart us da Cuaba, a cujas deelaracdes ou interro-
gatorio nio se urestou 0 mesmo doutor assignar,
julcMiido havor'cisso quebra do sua calegoria ; pro-
le.- t.i ndo, porem, inandar por escripto ao mesmo
sublelegad' um acto de deelaracdes.
Perguntado so sabe a que pode a opiuiao pu-
bli.-a atlribuir 0 facto dess3 tiro que o doutor juiz
de direilo dissc-tbe ler sido dado ? Respondeu quo
eoaforme acima ja deciarou do mesmo doutor, ou-
vio dizer qua 0 uuico inimigo que aqui liuba era
Rogoberto, que nisi acredilava que este fosse capaz
de Ibe mandar dar 0 tiro, e quo quanto ao Claudi-
uo, so 0 cousiderava como testa dc ferro, e de al-
gumas peisoas tem *uvido dizer que uao pa^saria
tal vez de algum mimigo do doutor, a de outra*
d* Its sido a. BMtSM d >ut>r que d*xa 0 Uro
e que eHe r&poadeote,"Uvinj*, i-to da opiuiao que
foriuam algumzs pessoas desta villa, (fentre as
mais cotisideradas na 1 [i'xle fonnar juizo uem ler
presuuiji.ao alguma d'oude teria parlido 0 tiro.
E como nada mais disse nem Ibe foi perguutado,
deu seo seu dopoiiuento por fiudo.o por achar con-
forme assignou, o quid vai rubricado e assignado
pelo mesmo subdeiegado, do que tudo dou fe.
Eu, Jose Fraucisco de Souza Intoramoeuse Fi-
lho, escnvio do sou cargo, que 0 escrevi.Fran-
cisco Pereira Lago*. Joao Gelasio de S itt'Anna.
Auto de perguntas feitas a Uonato Francisco
Lopes.
Aos 16 dias do mez de outubro d.. anno do nas-
cimenlo de Nosso Senhor Jesus Cbristo de 1873,
nesta villa de Bom Jardim, em casa da residencia
do subdeiegado de policia do primeiro district!,
0 alferes Fraucisco Pereira Lagos, aehando se pre-
sente Donato Fraocisttf Lopes, commigo escrnau
luridiieutado, Ihe foram feilas as seguinles pergun-
tas :
Perguntado qual seu nome, idade, estado. filia-
cao. naturalidade e piolissao ? Hc.-pondeu cha-
mar so Donato Fraucisco Lopes, >li!ho de Manoel
Francico da Costa, natural destajvilla, com 21 an-
nos de idade, estado casado e artisla.
Perguntado 0 que sabe acerca de um tiro que
se dera em casa do doutor Auslerliaao Correa de
Cra to, juiz de direito iuleriuo da comarca ? Hes-
pondeu que acbava se era c-sa, quando as 9 horas
Ja hoilc. pouco mais ou menos, ouvio 0 tiro e sou-
be que liuba sido em casa do dilo juiz de direito
e quo so no dia seguinlo e que foi a tasa do mesmo
d utor por oceasiao do ser nomeado perito para
exarainar ou fazer a visloria.
Perguntado o que ouvio dizer em casa do mes-
mo doutor ou em ouira oceasiao fora d'alli por
uessoa desla villa ? Respondeu que em seguida a
vismria, 0 interrogante que ahi se acbava tambem
na casa do mesmo doutor com 0 escrivao Joaquim
Martins da Cunha, pro:eJeu um auto de perguuta
pur declaracao Mi mesmo doutor e a que este de-
ciarou que estava seutado om uma rede no corre-
dor e levautando so com de.lino a sala da frente,
quando 0 seu irmao baixara so na porta do quiu-
t d para tomar capim e botar a um burro que es-
tava na estrioaria contigua a mesma casa, ouvira
o detonar do tiro ua poria do quintal junto de seu
irmao e sorprenJido gritou por elle, chainando
pelo nome de Tola, como e conhecido, sera que
este Ihe resoondesse, e tendo chainado segutda
vez, e que elle cudio tremulo ; ouvio mais dizer
o mesmo doutor que nao presumia que Rogoberto,
que coasidei ava como seu inimigo, fosse o auior
delle, e aioda menos Qaudino Augusto de Lagos,
que considerava como um Wta de ferro,'por ter
contra ella assiguado uma corrspondencia e nem
outra qualquer pessoa qoe Ibe fosse desaflecia,
a quem-nao podia cousider.r seuao Coino meras
rtesaffeicoes, assiip como que nao liuua podido dis-
tinguir e nem ver 0 vulto que atirara, e isto mes-
mo tambem decl.irou o Tola, seu irmao, cujas de-
claraijoes nao foram assignadas pelo doutor, que
recusou-se, allegando que nao ticaria bem em sua
ratbegoria assignar interrogatorio; cjinprometlen-
se |ieraute c interrogante, alii mandar um auto de
declaracao feito por elle e assignado. Deciarou
mais die respondente que subera que 0 doutor
Austerliano.antes, do liro na mesma uoile estaudo
em casa de Antonio Joaquim Freire, dissera este que
nun lasse fecbar a janelia, porque um presenti-
meuto Iba hz'a receiar que Ibe dessem algum
tiro, 0 que effect'vamenle aconleceu quando d'abi
sa retirou com deslino a sua casa tal, um quarto
do bora depois.
Perguntado de quem elle respondente ouvio
isto? Hespondeu quo soube de Jose de Faria
Maciel, Slbo de Manoel de Faria Maciel, conhecido
nor Capiba, isto dito a elle respondente em casa de
Francisco Socrale dottfoole,diante do outras pes-
soas.
Perguntado 0 que tefti ouvido dizer em publico
acerca da opiuiao que so faz de tal liro ? Hespon-
deu que.quaiito a algumas pessoas, c que fora dado
pelo raesino juiz da direito para com isso tal vez
0 tor alguma vinganca de Rogoberto e a demissao
do delegado, c que, do outra pessoa, e ter sido dado
por inimigos do doutor ; quanto a sna opiniao 6
que estando 0 doutor sentado na rede no cone
dor e Icvanlando-se com direcca) a sala d.i frente,
nao poderia levar um tiro da pane do quintal,
ficando esla em altura quo um bomeio nao pode
olhar para dantro e ainda inais tendo sido 0 tiro
descarregtdo para 0 ar, emprcgando a bala e a
carga de cbuiubona trave que divide 0 reparti-
meuto da mesma sala e 0 resto no oilao junto a
trave da cumieirv e quo sabe somente 0 quQleai
Hepui'ticrto dm policia.
t.' seccao. oecretaria da policia de Pernambuco.
6 de novembro de 1873.
N. 1831. lllm. e Exin. Sr.Participo a V. Exc.
que foram honlein recolbidosa casa de detencao os
individuos seguinles : *
A' or Jem do Dr. delegado da capital, a desasisa-
da Maria, que diz chamar-se Olvmpia, a niinba dis-
posicao para ter 0 devido deslino.
A' ordem do subdeiegado da Santo Antonio, Luiz,
eseravo de Manoel da Costa, a miuha disposi -
C-ao, par anJar lugido, e Jose de Freitas Mo-
raes, praso em llagranto, pelo crime previsto no
an. 261 do codigo criminal.
Por offlcios de 11 e 16 de outubro nllino, com-
muaicou 0 delegado de Salgue'ro que foram cap-
lurados e recolbidos a respectiva cadeia os crimi *
uosos Felippe Jose Paulo e Caetano Soares Brasi
leiro, proiiunciados alii como incursos nas penas
do art 105 do coJigo criminal.
Em dati do?l do meiiao mez, eommuulcou-
o delegadtt de Oaricurv, que foram recolbidos a
cadeia dajuella villa cs r.riminosos Lncio Jose de
Mattos e Fraucisco Jose da Mattes, pwnunciades
alii com.) incursos nas.penas do art. 192 do codi-
go criminal, coiabinado Com o art. 3V do mes-
mo codigo.
Finalmente, a ordem e a tranquillidade publicas
a.10 soffreram alteracao.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
1110 presideute da provincia. O cbefe do policia,
Antonio Francisco Correia de Aiau/o.
INTERIOR.
Rio !: JiMino
NEGOCIOS DO RIO DA PRATA.
P.
Deinonsiraraos em nosso artigo de honlem que
nao ha causa dada pelo Brasil para que se receie
um rompimenlo entre nos 0 a republica Argentina.
Esses boatos derivam dos armamentos que teem
encomraendado 0 governo de Buenos-Ayres, dos
espoculadores que gostam da guerra. pirque ani-
ma 0 commerciu, ou sao de industria diplomatica
espalhados no intuito de intunidar-nos e levar
0 Brasil a reboque de uma politicainjusta, impru-
dent..', e fnnosta.
Seja como for, 0 g .verno do Brasil nao teria
justidcacao possivel, se respondessea taes demons-
ti'.icoes e a tantos avisos com o riso de uma cou-
liau^'a orgulhosa, ou com a impossibilidade de
uma indiTereur-a inerte ; devemos propender sera-
ore para a paz, trabalhar por mantel.', econso-
lida la, mas sem expor 0 paiz a deeepcao lao pe-
nosa como foi a de 1864 e 1863.
Vein aqui a pello exarainar se a ultima guerra
podia ser prevista, e se 0 deixou de ser ; se po-
dia ser evitada e quem deixou que sobreviesse
tamaoha calamtdade que custou nos de sangue e
diuheiro, ate reduzir ao ostado de caiaver ura
povo visinho, que tinha sido e devera ser nosso
amigo. Tal sera 0 objecto deste artigo, em 0 qual
daremos por saldadas nossas contas com 0 escrip-
tor da Refirma, 0 Sr. conselbeiro Alfonso Celso,
que lao caralbeiramente tratou deste tnema his-
torico.
0 nosso contradictor suslenta qua as intencoes
do governo dos Lopez eram de ha nuito tempo
um proposito bem assentado de guerra contra 0
Brasil, e, como e natural, lanca a responsabilida-
de dos minislerios conservadores, que succederam
se de 18'j.o a 18S2, 0 niio ter se armado Matto-
Grosso eafroneira do Uruguay, pararepelli-
rem osinvasnres de I86i e 18bo, o nao estar
apreslado todo. 0 imperio para a trameuda cam-
p in'.ia qua se ahrip no Estado Oriental e foi
acabar, 6 aunos depois, nos desertos do Cerro
Cora. Sera exacto este juizo, era qualquer, dos
seus dous assertos ?
A sanha dos Lopez (pai 0 lilho) contra 0 Brasil
no conceits do redactor idReformi, era a ques-
tao de limites ; esta questao valia tu lo para nos.
e para elles, 0 primeiro orro do illustrado Sr.
Alfonso Celso esla em dar ajuella questao mais
importancia inlrinseca e de opporlunidade do que
ella realmeiile tinha.
Nunia para 0 Brasil foi ella 0'principal eniba-
raeo em suas relacoes naturaes e amigaveis com
o Paraguay ; em mais de um documenlo dissemos
que a in lecisao das frontairas desertos nao impe-
dia a paz uem a cultura dos interesses im edia-
tos e positives dos dous paizes ; viimos ale no
adiamento da sua demarcacao defmitiva uma
condir;ao necessaria para trazer pacificamente
aquelle desconfiado visinho, a razao, pcrsuadindo-o
de que nao nulriamos coatra elle orojectos ambi-
ciosos, nem precisVanamos para esse Qm da ilha
do Pao de Assucar, nem do territorio despovoado
que marg^ia 0 Apa.
A quesuo vital para 0 Brasil, que teria deter-
minado u n rompimenlo formal eiy 1835, como
em 1838, era livre transilo fluvial ate Matto
Grosso, e esla nossa esigencia foi satisfeita at6
ao ponto de se abrir 0 rio Paraguay a 0 Parana
a todas as bandeiras mercantes, sem onus de im-
13 uon de esoaUs forcadas. A unica bmi
tacSo fui quiuto a-i numero dos navios de guerra,
IjmitacJo aulon-iaJa pelo direito das geatei, quo
tirava ex"uiplo di mais de um iralado f/uropeu,
e quetinliMnos por uma parle presoripio no rio
Amazoiia'.
D, 'arlos Antonio Lopez nao era guerreiro ;
falinva ai vezes enmo. Alexandre no seu Scmana-
rin/ mis :-->a fito era a paz, Q seu pwadti-to nraa
agtrressio dos visinhos principalmente da Repu-
blica Argentina, cuja questao de limites era do
maior aicance para 0 Paraguay, e cuja politica
nunca renunciaia francamente a idea de reeoos-
truccao do aotigo vice-remato hespanhol, 0 qne
Lopez conbeeia mais a funda do que nos. Do Bra-
sil elle queixava-se, mas porque nao se declarava
alliado decidido do Paraguay.
Lopez armava-se, e cerio, todos 0 viam, mas
nao para a guerra ofl'ensiva, quo sempre eviiara.
e de que flzera trisie ensaio quando mandou a
Corrieutes uma for.;a auxiliar da revolucao do
general Paz contra Rozas. Lopez armava-se, e
ate Ihe foram do Brasil os pnmeiros canhoes e os
primairos instructores, por bons offlcios do nosso
governo ; mas 0 seu pesadelo nao ura 0 imperio.
c ija organisacao politica e (sorte elle invejava,
ma- a Republica Argentina, e por sua vez a
Ii -livia, que tambem Ihe dispntava 0 Chaco.
K iraJn;an bem conhecida que, no leito da mor-
te, Carlos Lopez dizia ao ministro do Brasil na
Assumpcao que m rria com umi espinha atra-
vessidn na g trgnnta, porque nda deixaoa esta-
btl'cidi a alianca do Paraguay com 0 imperio.
Era nosso ministro 0 Sr. Carvalho Herges.
Esles eram os sentimentos do successor de
I'rancia ainda muilo depois da queda de Rosas
durante 0 seguBdo perio lo que 0 Sr. Affooso Cel-
s 1 assignalou como 0 ae transicio para pianos in-
tencional e deliberadamente hoslis ao Brasil. Mais
avisado andaria S. Exc, so observasse qae havia
grande differenca entre a indole e as vistas poli
ticas do pai e do fllho.
O primeiro armava-se para a defeza, lemia-se
do contacto exterior, que a custo ia admittindo ;
respeitava a tradicao de Francia a respeilo do
Brasil, que Ihe servira por largos annos de in-
ter me Jia rio, (travel desse territorio de Mis foes,
que esta hojc em poJer dos argentines, para 0
mundo civibsado. Lopez fllho era inexjeriente.
sem o bom sens i nem a leitura de seu pai, fatno
0 imbicio:0 ampliava os elenientos railitares qua
achou urganisados, com aspiracdes a fazer do Para-
guay uma potencia militar, tendo voto respeitado,
se nao preponderant.', nas questSes do Praia. E
nao admira que concebesse essa ambicao, quan-
do cone impresso que ainda era 1863 0 general
Mitre, presideute da Republica Argentina, em con-
lidenciaes muito lisongeiras, Ihe indicava que elle
Solano Lopez podia ser 0 rei Leopoldo dessa pirte
da A me*tea.
0 desgracado marechal Lopez queria ser impe-
rador do Paraguay e, pois, nio podia votar
inimizade ligadal a unica monarchia existen-
te na America, a nacao que s mpre se moftrara
araig 1 do Paraguay, a naeao que a despeito de
Rosas rcspeitara e defendera a independeneia do
Eovo paraguayo. l^e.ado pelo orgulho, pela am-
igao 6 pela ignorancia dos homens e das cousas
do Rio da Praia e do Brasil, ptanejou assumir 0
papel dc mediador necessario entre sen* visinhos;
pretendeu aumeada iufluencia uue Ihe- servisse
de liiulos a proclauiar-se novo Iturbida.
Com effeito, naprimeira phase da qnestao orien-
tal, quando 0 /general Flores se arrojava de Bue-
nos-Ayres, com alguns poucos com an .eiros para
levantar. o brandao da" guerra eivit no solo pa-
tno, 0 qne dizta e qoe fez Lopez T Reprovava
0 apoio que a 1 evolucao oriental tirava de terri-
torio argentine, e inculcavase disposto a favor do
sgoverno legal, se 0 apoio extorno se tornasse mais
franco c elllcaz. Ate ent.io nenhuma palavra,
nada que indicassc interne hostil ao Brasil.
Infelizmcnte foi nessa critira conjunctura que o
minisierio de 13 de Janeiro teve dp fazer uma justa
e grave reclamayao ao governo de Montevideo, e
entendeu que a devia ligar com factos muito an-
teriorcs. c Jar-lie- tal apparato bellico, que ambos
se allucin.iram, Solano Lopez e Aguirre, esle ex-
citado pelos imprudentcs chefes do partido bianco
aquelle pelos emissaries Carreras e Sagastume.
Solano Lopez, que ate contava intervir com o
Brasil em favor do Estado Oriental, que retrahira
a sua accao nor muito tempo, respondendo as ins-
tigafoes de Montevideo que ja tinlta feito muito
e que 0 Brasil imis intaessado, conservaia-se si-
lent, ioso ; Solano Lopez comecou acreditar na tra-
ma dos blancos, c para sondar as nossas intencoes
e salisfazcr a sua ambicao de grande potentado,
olle receu-se como media Jo r no condiclo do Brasil.
Nio rompera ainda comnosco, note-se bem,
queria apenas homhrear com 0 governo. imperial,
prestar-nos bons offlcios c salvar 0 governo legal
de Aguirre.
0 governo do Brasil Ihe agradeceu e offereci-
mento, mas como quem 0 tinha em pouca conta;
disse que nao tinha ainda perdiJo a e.-peraaca de
enteader-.se com 0 governo oriental, e esqneceu
logo aquella iniciativa c a sua resposta. Cami-
nhando 0 conflicto para unj desenlace desaslroso,
circulando que se aprestavam forcas do invasao
na provincia do Rio Grande do Sul, Lopez cahio
em cheto nas redes dos blancos : acreditou que o
Brasil estava feito com Flores e 0 general Mitre,
para derribarem do poder 0 alliado natural do
Paraguay e irem depois haver-se com elle
Ainda assim Solano Lopez nao foi lao temerario
nem tao ambicioso que nao se arreceiasse de uma
Una com 0 Brasil; nao se precipitou logo, prepa-
rou-se e, entretanto, deciarou se disposto a tomar
parte na contenda, se visse a republica Oriental
ameacida cm sua independencia porforeas estran-
geiras. A sua linguagem foi arrogante, nos diz o>
joven cx-ministro da marinha do gabinete 3 de-
agosto ; e nao era compativel com a diguidade do
Brasil enlrar em muitas explicates do seu pro-
cedimento com quem assim 0 ameacava e Ibe
queria embargar o uso do um direito legitimo.
Aqui se rcvela t >da a imprevidencia que avia-
mos niltado e que o illu-trc defeosor dos creditos-
liberaes se propoz contestar. Nio ba como sahir
deste dilemma : ou sabieis que Lopez estava de
longa data preparado para a guerra, que tinha a sua.
disposicao poderosos elementos de defeza e ataquo
e que so procurava um pretexto para romper ; ou
nao acreditaveis no poder militar do Paraguay,, e>
Lnpez era para vos ura goveruich 1 tao fraco oa
pouco maii forte do que 0 de Aguirre em Monte-
video.
No primeiro ca;o, a humanidade e os pseciosos*
interesses da paz txigiim que com prudjmcia e
sem quebra dc nossa dignidade, nao rnenosprezas-
seis a mal pensada c funesta provocaran, qne pro-
eurasseis desfazer as tramas de nossos inimigos,
que mostrasseis a illusao que ia perder o Paraguay,
por tantos titulos chamado a ser am go do Brasil,
e assim tentasseis dignameote evitar ao Imperio
uma calamitosa'guerra
No segundo case, se 0 Paraguay, a a ssos ottx*.
era ura poqueoo- desenGando a um gigante, e.n
que se off'ndia a dignidade do Brasil, abriudo os
olhos ao fraco para ver 0 abysmo a que 0 impcllia
a oaixao e 0 interesse do parlido Wanco no Estado-
Oriental ?
Nio proce lestes com a prudente dignidade do
forte, nom tivestes conscieooia dos perigos gue
corria 0 Brasi', e dos males conslderaveis que um
cahir sobre esta parte da America.
loiciastes a guerra contra 0 Estado Oriental sera
bas'antes malos ds segura aggressao, desprcastes
0 Paraguay e Ihe entregasl-s iuerrae e descuidado
0 itifeltz e babil militar que, como se quizes-eis
'iar mais corpo as suspeitas de Lopez, eoviastes
naqnelles momentos para assumir a presidencia e
0 com.nindi das annas de Matio-Grosso.
. A imprensa argentina escarnecida, como vos,
das ameaeas de Lopez, explorava 0 rtrgulho do
marechal diciador, repelindolhe a raiudo que
sahisse dn mjsalida.
Aim como Lopez eegou-se por fun, suppmio

QHil(H


f
I
*yii .--.
I
T81 M Soxja, fcira 7 de Xoveiubro "de 187B.

qne ia fatcr umpas^io milSur, o q
tninaria o conHtfltaayUandoelle a AssumpC-io pi*
eulre areas delilMjUo para ser n -rladvite prln-
eipo sobcrano ;slllfllP*us pen-antes quo-u pir'.iJn
liberal daria uiMtMl licao dc temcridade aos
conservations,,n >|<1 -""a imprulcncia colhena
a perpetuidadc do seii dominio.
Todos os caleul >s f alba ram, porquo n -".1111111
dftllea assoutava na^fda^dos farim c in im-
Ktrcial e ,-eflectida apto-iarmu dos intaresses p'.i-
licos. B.
Tambom a* eoiMjiiH > cawtrv.n para, a iopu
Mcclino do Olivcira Ca!anh,5W
aJMH |pA AHAffpHMfWa^iaC I3BI p*a mi*ii!rt loe Hygino -liSotia G.ilv.v>.
;i.i>ala, foil' 0 vapor fluviai a mclra ate 0 poll t de Pirarthast A oifiia .>-.!- A!,: Cunhi Salles. il^f3Hf !c iuJHeo. tf^SfP0 do dia 4
oional intor-rup$a) la respeeiivv naveg.vao nfm foa-qoim TrwquMli'i ile L.'iiius-D.ia
juslillca ps as intunlada* apprehend :s. 11 Hptis*ili)1V|).
ressado dojarnat d> Recife ^ porque nunca o-Kramiiaco \utj;ij.Ai Silva Cav..!cjnle.
cans raros e singulares serviraui do e3lorvo a Rodrigo Ja<\>aic M. Vereira.
realisaeao das granJes ..ideas e emprezas. Tam- Joaquim Pires da Silva.
Dj Antonio 1-jsJ
"Mica Argentina CHBe
impollio HOB c a I mp
sempre do memr coni|
Esperava ver t^^P
tinha negadogani^He
atravcssar pHXorivni
0 torritorio nRip-ido^atti
vjrava "s.'.i
para diau'
finiis*B.,
11 palar
igu.il !;i
-, ain: 1
5 par:
1 iv6m>. que
absten lo >>'
IIOS
hpel) o
Ms ni is
contra,
quo a chuva de our 1 da gucrra iri.i enriquece 0
sen terriiorio, sow distrahir-lbu hfafea nem sa-
crifiear-! c fortnnas 0 viilaa.
Arepnhlica ATgenlim colhen da gucrra graudes
Ugi its, fez alguDs tacriflim, para 0; quaes.
nao julga ainda compensacio bastantc a posse 0
dominio do todo 0 lenitorio dc Missfles e 0 do
C.naco alt ao Piicomavo. "
0 partida cnn-oivador souiir. calar lata c>u*
eansiderac^es, qaando, roruprometiida na lola a
dignidario e a M'gnranca do -eUado. n"io cabia a
todos Bsbrasiloiros senao diifr: redire tit neja$.
Agora i'j:n a palavra us (listqniadores conlenipo-
raneos c 6 para cssei, qu< dev'ai t&rnecgr 03 ele-
mrts a liislur-a i n;uri-i;t! pi.' '-i-r.-v.in>> [>iin-
cipatmeilo as pivsc lies linlia-.
O3 aiwst..'S qui! liniiaiH'S celobraik) com 0 i'ara-
guay davAiiii.m tempo para pru Icit.-s- e ikccs
sarias prawufocs. A iM--t;liili'la deixou coi rer ee UHUpa i*ufilnj8B*e ; e qoaudo 0
ifittlligenta presi'lente Peutia, escoiUidj adrede
|H.do gnbinete :nnservador i)n 1861, dava onla da
sua cooiiois-an de Matl-i Gr.'-si, t-iicoiitrava oiivi
los aurdos no raioisterio oue inaugnruu a jituaftio
!>* greisi.ta em J8S-J. Seal considerar 0 Para
t;uay aono ininii','o uato, os .-ontervaJjiv.s |
vamciu prooav-.r 0 imperio roiiira M evcniaali-
4ales (|ue mo tirdaram a reaii-ar-so do uinjo
loais nofando. K*a 0 a vcrJade.
(A'df<(o)
MTlUO DETEENAiUBU'Ou
RKClFi:, 7 UK iNOVKMBHO i)E 187M
.-, pir aba;
lentos 11 is tunfi;, desarranjos* e mitihsae ia
-nacliiiii rawkot'". ; ma- uunca houve quem
esses p '--ivflis e .iccidcVaea cventos, *e lemb
do desacie lila-las e pragudar es9 gpuvlioM
"loram.' .0 mai-rial, vertodeira raaravillia da
tualidade. ^
Bn-.vmeni' ssra CMiinuaii a n.Vi^ajlB a
'. ipor d 1 -s. Fraa:'!sco, q n se iiuarremp
0 prini-i|i (i (}} o.mrente anno.
a Era 13 do mez Dado, aatortaoo 0 Bxm. 9r.
prcsidoiile da liahia pie se cdciirasse o resgctivo
eontrato com a empr*ia da navegajao do ftfuiti--
nh'>nha, entregand.i-s? -Ih" 0 vapor President?-Dm-
tat. ------------
No domingo 26 terminou 0 Rvd. frei CaUni-
ceta as suasmissOcs com uma csplendida procis-
saode triain;)' 0.
1
V^ ,*l;.i.l: Maria da Cooeei^MMlea, Pen
, Jnico, ii annas, stsada, IV-'cif^-jcaneio no utcro.
Manoel, branco, Pcrnantbucb, d mezes, Recife;
enterite aguda.
a< Per



REVISTA DIARIA.
Giiaivla nacionnl Por portaria 3a pre- Bernardo Antonio de >Tend'jn;a, approvals plena
iidoncii daprovin--ia, dc! ii do corrente, foram no- rri'iite.
licad."* nara 0 2.1 bai.dliaid* infaiitaria do mu- Tn. 1 Hoines dc Sa, idem.

AnjapTiecea liontein cm nossj pbrto 0 vapor
brasileiro Duntin, irazendo datas : do Araoajii 20
de ootultris da Peiudo 1 e dc Maceio li do cor-
X'.-ale. Eis 0 jae culhemos :
sriitciPF..
A apUraji 1 .1 is t is de to I >s os ollegios
d) i* disli'icl). >;oiii exci-.i.j^o dj da Cipella, de
I iIatora*, enjo rastiffado nVi iallae inais, at
.-leicaj dc dcpu.adjs prdVinciac-i, era
Dr. Silvefra lirit 1
T>r. den mian 1 -'razil
lit. C ia Larvaibo
Dr. ORvelra Riheiro Junior
Dr. Uarttubo tlareea
Br, Pinna Jouior
Pfefsda de Snisas
Or. Maiuel Cardoso
!)r Mali.is Tetles
Auloni 1 Prophi -riho
\)v. Souza Madia 11
Aicyiircsio Wenczes
Di'. Peiino N hj'o
Or. ii.'iv.im 1 !i.;ntas
Dr. l'.-ii-.
Or. Ak-.p!' 1
fir. C" .1 '< Campos
\'l._' ll'ii) I'.ilIO
tit. P ma I ni ir
Bar.io !' !. IrangbirVfJ
Aul'csIu Ce.-ar
1 .- ; : lite
Dr. Esped
- I*r- I : em !.i.la a pfovincia, no dia I"
pMVillOu.!.
.\'j 1 distr'jeto a iliava SO t-riiinadi 0 processo,
ffinlo 0 ivsulta !) u sey.ii,:
Dr. i'.- -la Moreira .
'2 Cprouel Apoiinario
! rir I'-KL-io. Tulloc
a i.apitao Tiburcio
3 Ibjiir K,ammonda?
0 Dr. Jaragua
7 Dr. Araujo Jorge
S Dr. Aurclino
9 Dr. !iaruali6
jf) Dr Candid ) Houra
II Tedenie-Cor"uei Joaquim Albino
12 Toacntecorcnel Manoel Casslmire
13 JnHo Leal
Ii '-innie p.iron I ^Antonio Ma>:imo
lo Aal iztio 5 ibral
!'j (!aplo Co-la (]ra-a
17 Dr, Satlcs
18 Major loseLibanio
Major Xrrouxellae r.ilvao
Major :- ivc ire Pimentcira
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Tenente-coroncl Dionizio
Padre J -'' (joules
Pa Ire A. Pro -.iiiio
Teue.'iie-corciwl Jjse Candido
D i J" (rlstrreto era conheeido
I |S e '-11 ii do Ala-'Oa*. de Pen .1 ,
de Cnraripe :
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2 Dr. Folippe dc Vaseoncellos
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168
.167
I'i'i
166
166
166
166
0 resiiltado
da Ana i:i e
331
231
:t Dr. Manjiba 231
i Coron-'l Trieotonio 330
."i Dr. I haw; 330
6 Advo-rado Titara 230
7 ftttente-eoronel Imbuzciro 328
fl Major Miranda 227
9 Capil'a:) Nicolao TolMtlno 226
10 Pat lino Salviflor 22*;
11 Br. Horiano de Miranda 233
12 Vigario Barach) 211
Dr. Filintho 71
Vigario J oao Lniz 6i
Joao Alberto 62
Dr. Pontus Je Miranda '61
Vigario Maia 61
Padre Costa 61
CapitSo Manoel Gomes 39
Padre Lourciro 38
Dr. Aurelio 57
Lemos no fornalde Penerf\ le 13 de outu-
bro:
* Prineipioa :t santa missao, do dia P do eor
rente, no largo da igreja do Rosario e tern sido
bem concornda':
n Feliziaen'e deSse dia em dianle suspenderam
as I'huvas quo ate a vespers cahiam diariamente.
Altes decie-.os da Providencia Diviai!
Nos presentts tempos de dura provacao, em
quo a impicdadi', mais quo nunea, esperava sup-
plantar ou ao ir.enos enlibiar. entre nos, as cren-
ea- das verdades eternas e as doutrinas da reli-
giio cathcliea romana, foi de certo nun grande
jiraca do ceo a vinda do zelozo missionario, 0
iivui. frei Jose Maria de Cataii.vtti, para eom
sua palavra inspirala soccorrer aos vaclllante'e
desvairr. I is. e arraric r do abysnn da pcrdi.;.ao
aos one ilormiata 0 damnoso somno do peeeado B
indiirereulismo rcligioso.
Este c, pois, 0 tempo aceilave! _e apropriado
para promo -ermo3 a nos.sa canversao, tao arrisca-
da nos ultimo* D) imentos da vid;i I
Busqnomos por tanto, lavar agora as nOMM
almas das cnormfs manebas das culpas, contra
Deos commettidas; recorrenJo, contrictos, a fonte
da conflsjao sacramental, onJe, unicamente com
mais cumplcta segnranca,"se alimpam essas man-
enal e readipiiriinos a innoeencia perdida.
So os qlie sc coni'essara e comraunjam, go-1
zarrj das beaf&oa e vordadeiros fructos das santas
inissoes; aprovelttmo?, pois, esta occasito de
abandantes graja9, quo tao raramente nos vem !
0 infaiigavel missionario pretendc tambem
construir 0 2" co-redor da igreja do Rosario, repa-
ra-la e. afonnose-la ; e conseguinlemente deve-
mos aa to,;com os. vmtin|entes qtie conberom nas forcas
de^ada am, e teremos assim mais um templo de
centee as>.eiado, digno da Excelsa Ra.nha dos
Ceos e da terra, nossa offlcaz protcetora e adva-
gada. >
Lemos no de 33 :
Desde 0 priiicipio do corrente mez, comecoq
Ski
I1M'._ _
ai'-i;iio on Bom C):is4!io : eapitao oreneflW quar-
tel-meslre aggregado Mauie' lliieiro 'l> Carrallio .
tenenle da 4" companhia 0 alferes Aikiao Teuorio
de Albuquerque.
Termn de Serlnh&cni. Por portaria da
presi.lencia da provinria, de 3do corrente, fo1 di-
vididoem tres distrjetos a termo dc Serinlisem,
pela forma segumte : trt* compreliendera o dis
tricto de siibdi'lngado da villa 4* S"iinliacm, 0 2
0 de Nossa Senliora da Coiieeicao, e o 3' 0 tcr-
wiro dislricto dc subdelegad 1.
Tlipsourarin prnvlnHftl.Por acto da
pWKl iene.a. >le 6 dotorrenti?, f- ram prom vi I !
2' a l escripturano da 1" seccao da thesim**ria
jirovincial o b.e-liarel Antonio' Jos* de Ali:i-d.
Pernambnco; e para 0 lugar' deixado p"r esle u
3' pscnpt'irario Joe ]J oo.neado pira suh-titiiir a este ultimo Antonio
Francisco das Neves.
fiymnasio provincial. Por acto da
piesnl oiria, tambem de 6 do cirrente, foi nnmca-
lo 0 1 eseripttirario da thesouraria provincial Joao
Perelli Seve para 0 cargo de seerftario do gym-
n.isio [\ernamhncRiio. lieando 9cm elTeito "a porta-
ria de 31 de outul.ro ultimo, que reoioveu o ba-
cliarel Anreliauo Angasl > Pereiri de Carvalho do
tfttf :>e 'letario da instrucea0 [inblira para 0
leferido lugar.
Ts-ittnnul do Cnmniereiffl. Com 0 pra-
70 4e 60 ilias, a eontar tfe 6 do e..rrcnte, asha se
a coacni'so 0 provimento de um lugar de correc-
tor yr.il .lo doss* praca, vago pela demissao pe-
dida pelo Sr. Gaorgti PirtieH*!.
RRimiao Woial.Dimiivro 'dj deve reu-
ni;--" a ."sseiiihlei lSp>I dos merflbri s da ASsd-
cia.jio I'ortugueza d llenMrii'ene.ia dos o.iipr-'.-*a-
dos no commercio e mdustrW, na rna do fblpc
ra lor n. 33, al'nn d>- se prucc ler lit 011 da directoria, e Megtrcm-se 03 novos fuue-
i-ionariiis para 0 annrjdn 187V.
I u;)mti) wtK^nml'.No rvrnnte mez de-
ve tur pago, bvro da itiulla do 6 por cento, 0
primeiro seaiisstre da exercieio do 1873 187i do
1 pessoal.
Provu ile srr.it uisio Domingo, as II bo
ras di maolia, deve ler lugar m salao de bom do
1 i-io provincial, a ceremonia ila ollcrta ao Sr.
Dr Anloiiio dc Vasconcellos Mtnezos de Drnm-
mon-J, d ) seu retrato, &and.ado fazer 0 ofTortado
jielos alumnus do a' anno da Faeuldade do Diroitu,
en signal de gratidao e reebnHeeictMitft Consta
nos i|!i!! .sera uma festa suuiptuosa.
Termo do Bom Jardiin -Sob a ribii-
i'.a Porte ulflcitl, pabiidnnn boje 0 inqueiito pa<
l.cial proci'.lido pels delegado do termo do Boni
Jar ii 111. solire 0 facto do esJantpid* de um tiro na
casa do Sr. bachan-l Austerliano Correia de Crasto,
jnz de direilo interino.
Vuporcs csperados. Kcstes trcs dias ;
09 francezes Erymanthe da Etirjpa 0 ikndaza do
Sill do imperio, 0 brasileiro liakii. do Bio lie Ja
neiro e escaias ; os ingleies LuzUania/Ae Calhao e
e.-ealase Magellan to Europa.
Vaporesasahir. 'No dia 12, 0 Coniripe
para Mamaneuap^; a IS, 0 I'tr.ipima para Granja
ii escaias, J'arahyba oara Rio Fonmoso e Tainan
dare e Ciiquid para Aracajii e escaias.
Miflwa funcSirc. No dia II do corrente
lerca-feira) os irmaos, cnniiado 0 filiio do Dr. Au-
tdnio Bangei de Torres BandelrA madam eela-
brar, na igreja do coavento da Game <\o Recife,
uma missa pela alma do linado, ;is 7 boras da ma-
il It a.
Yigarios encommentlados. Foram
nomcados : 0 ilvfli. ccuego D\ I.uiz Ferreira No-
Sre IMmea para a frtgnczia de Nossa Senliora
do Rosario de Goyanna ; eo Rvra. Anisio do Tor-
res Bandeira, para a freguezia de Nossa Senliora
da C iiiccii.a.1 da Nazarelli.
Adininistracao tlo correfo.No "mez
de oulubro arrceadou esta reparticao 6:886^8.0,
sendo dc :
Scllos 2:4205960
Oart-.s 2:283 5030
Prcmius 2U600
Assign turns. 405000
Multas 341:600
Emolumcntos 13I-5S7-"!
Agen'-ias 3IOSi23
Ex!raordinaria 1165-400
Movimenlo de fundos 1:18950.00
.Wissa ftttiebre.Amanha, pclas 7 boras da
manli.i, 0 Hem. pa Ire Antonio de Hello Albuqucr-
qne resara uma missa na igreja do recolhimento
da Gloria, polo rcpoirso etern) d'alma da esposa
do seu araigo Dr. Antonio Witravh Pinto Bandei
ra e Accioli de >'asconcellos, ha poaco fallc'cida.
Tlicsouraria dc fazenda.Ncsta es-
tarao pagam-sn hojeas seguintes fulhas: empre
gados do recenceamento, arsenal dc marinha, com
panliia de aprendizes marinheiros, praca de pret:
reformado'.
Os funccionari.is quo deixarcm de rccebec.tfeste1
dia, s6 poderao faze-lo do oitavn dia ulil em
iliante.
Clu' Llttorario. No dia 3 do corrente,
pr.ice.deu se a elei.ao para a nova adrntnisir
e foram clcitos os scguintes Srs.:
Presi lentp, Francisco Bacia.no Telxeira ; vicc-
presidimte, Joaquim Domicio L. Ferreira ; thesotl-
reiro, Antonio R idrigues Autran ; 1* secretario,
I3azi.lid.es G. de Lira c Silva; 2' dito, Jose Ribeiro
Cavafcante da Silva.
II on turn tomou posse a nova administrajao e
oraram os seguintcs Srs. Antonio Rodrjgues An-
tran, Prancisco I. Teixeira, l.nopoldino Ferreira,
Dervinq J. da Silva, Pereira do I.ago, Jipao Clo-
tloaldo, Arthur Mattos, Elpidio dos Reis.
Foi concedidoo grao de soeio benemerito aos
Srs. Raciano Teixeira, Rodrigues Autran e Pereira
do Lago.
Trifmto ao merito.Abaixo publicamos
0 que foi liontem prestad) peios caipregados do
consulado provincial ao actual digno inspect r da
thesouraria desta provinria, 0 nisso illustre amigo
Dr. Antonio Witrnvio Pinto Bandeira e Aceioli de
Vasconcellos, outr'ora chefe e companheiro da-
quelles fanc^ionarios.
film. Sr. Dr. Antonio Witruvio Pinto Ban leira e
Aceioli de Vasconcellos. Os abaixo assignades
empregados no eonsulado provincial, faltariam ao
seu diver senao se apressassem a dirigir a V. S.,
publieo tistemunlio ao alto apreco e subida consi-
deraeao, hoje que V. S. deixa esta repartijao.
Se as abaixo assignados rem jastos motivos do
siudades por verem V. S. retirar-se desta reparii-
iio onla sempre se distinguio pela sua intelligen-
cia e zilo pclo servie.o publieo e pela delicadeza e
affabilidade com que tratou a sens companheiros e
subordinados, muito se nftnani em reconhecer
que 0 mereciraento de V. S foi apreciado, fazei-
di-o subir a posicao mais devada, qual a do ins-
pector da Ihesonraria provincial.
Fazcndo sineeros vot09 para quo no nova cm-
prego que vai ocenpar V. S. o distinga tanto
quanto so distinguio nestc eonsulado, os abaixo
assignados esperarn qae V. S acolhendo a sincera
mauifesticad que Ihe fazem de sen< scntimemos
para com V. S., conserve a couio pr va, posto qne
haca, do alto apreco da snbtda con.slderaijao e da
piofunda esthna quo I e consagram.
Recife, 5"de novembro de '873.
Francico Perreira Martins Ribeiro.
Ulysses Cokles Cavalcante de Mello.
Vicente Maenad Frefre Pereira da Silva.
Dometrio de G. Codlho.
Caetano Maria de Farias Neves.
Pedro Seraiao da Silva Braga.-- j
Antonio Rodrigaea de Alboquarque.
Xavier Carnefro de B; Campello.
|ida Anna,
D^pbncB
mfluent 'i.
la, bran.a. Per-
Jo-e ; tub..-! culos
rnaml' 1 -0, S.
Cam
Boa-Vi-
.craiiiento
annos, cas
Recei
Pedro
Anton!
annos,
patite.
Joao tese Alonga SanUaK^. [.ardii, Cat 'la, 20 an
nF, solteiro. Boa Vista, h vital Pedro II; febra
'*fden-1 typhoMw
\ieeueio Gomes da Silva, pardo, Limoeiro, 23
.Farnldade dc J>lr^io.^Emr&m acto. annos. solteiro^JoaJiista, he
no dia ti de n ,n*ro 09cst|^n#luifiin : j Mrteaiii# 9
( anno. fiomingos, branco, Pernaml
TWeadar* Alwes Paetreoo, approvado ploMtnento.
vi^o mortuarii da ci
apr-.-sen
nuncio
Dfir/o,
cia da pruviucia
do Recife, nnica
s ;!- KuefWi a approval;;?)" ih pri
que foi
ne an-
.i neste
Pacifico da Silva Castello rtranco Junior, idem.
Arliwfa FVao*ico Nogueira, iilei*
Manojl Balthazar Pereira Diegues Junior, idem.
ManiKd v i.'tor-Fernan les de Barrub, idem.
Henrique Joao dc L.ieerda, idem.
2. anno.
lose d Si pipira Alvares Borgerth, idem.
J..aquim da Silva Rego Junior, idem.
Antonio Amaonas de Almeida, nppravado com
distiuccao.
Alfredo Sablanba.; idem.
4.* anno.
Gctdlm Augtistn de Carvalho Serrano, approvado
simplesmen'e.
FraiKisco Pothier Rodrigues Lima, idem.
Ari-tharco Xavier Lopes, approvado plenaiueate.
Matbias Joaqa m na Sdv.i. blem.
Francise-i d 6**ro R.b.dlo, approvado simples-
mi'Mti.
Lnu Baptista de Suiza, approvado plenamente.
E^eola nrsal.-Fiioram exaroe bontcm,
(6) o* seguiiii-'s alii-nn.'S : ,
Manoel Pereira Dranlai Jiuior, approvado plena-
inenlo.
JosC Pr.'seiliim & < llego Barro?, idem.
.1 os,'. Primpruo da Silva, idem
Lonrenco Gom.alve* Abi*a, idem.
lose Gon.;alves dos Sanies, idem.
L'vniit>>use um.
Joao Baptista do EspfcHo Sai^, approvado sia
plesmmte.
Aiitbprto Franeis-o Don irato, idem.
!"m reprovado.
Goyanna. Kscrevem uos desta cidade em
2 do corrente : ,
Os facias loeaes, desta vex. tM destiluidos de
impertaiieia, e por is;o bein resumida e esta mis
siv'a. sen lo que, se n*o fosse o facto que von coin
muniear-l'ir rvn eerteza. nao havcria noticia al-
guma |iara diir-llx^.
Hoj3, serum dnas horas da tarde, presenciei
um fai-to de verlldoira roiissernajAo dc nmaferaii-
lia intPira.
Hi-lo :
I'm nieiiino, monor de 14 annos, lilho de nma
pobre vinta, ijue trab.ilha para sustentar nao so a
..-to. eoirna o itros irmaos, estando com uma es-
pingarda de eaea por detrM de casa a passari-
nhar, ferio gravemente com umtiwi a uma saa ir-
ma, inora de 18 annas, 0 a unvi sua visiulia, mu-
(tier e-isada e coal lilhos.
Do fcdto; 'pie, reconhc.oidamcnto foi todo ca-
sual, button imme.liatamentc conhecimenio o Dr.
joiz mnni-ipal, qne trati deinstaurar 0 respective
processo.
As dims (ilT.mdilas acaam-se en estado gra-
w. spgnndo a opiniao dos peritoi quo proceder.mi
1 Victoria ; pfirqnaeto 0 tiro empregou-so tolo
sotfre a eab"a de eida uma d.llas, de molo mui-
to 9ingnhr. *em quo a inna do otfensor, que foi a
que snll'rui maior carga do ciiumbo, ae.ba-so em
estado mais osperincoso do quo a outra, (pie sof-
freti um qoer i|"e seja de derramameoto no cere-
bro.
Aehase jravemeoto enlermo e sem -nenlmma
osperafli^a do salvacao, o eapitao Aleino Corieia
GayAo, b inrado commerciante dosta ciBado.
1 Nao poupa esfon-os nern.sacriOeios 0 distincto
medico Dr. Ludovico" Correia, em luta com outros
companheiros, aftm de livra lo do borrivel ataijue
de uma medonlia f. bre escarlatina.
Alem da variola, parece que teremos de lu-
taf agora com a eseailatina, pois que,segunlo me
consta, naoe este 0 primeiro atacalo.
t Deus se compadeca de 1163 e ailivienos desles
males!:
<*-Aelia so convoeada para 0 dia 29 do corrente,
a 4" sessao.do jury desta eomarea. que deve ser
presidida pelo. digno juiz do dir.ito Dr. Abel
Grata.
Villa-Bella. Desta locabdade commnni-
c.ain-nos que, alim de obler-se donativos para a
construecao 1o asylo de alienados, por S. Exc. 0
Sr. commndadoi prcsklenteda provineia empre-
hendida ncsta capital, pelo juiz de direito, juiz mu-
nicipal e promoter publieo, aclia-se alb aborta
uma suliscripciio a todos, dirigida nos scguintes
termos :
tf Illms. Srs. Propondo se 0 Exm. presidente
da provineia, com os generosos dsnativos de seus
piedosos babitantcs, a fazer conslrnir na capital
um asylo de alienado-, e cncatrigando-nos de
abrir liesla comarca uma snbscripcao para tao be-
nelico fim, pela presente convidauios aquelles que
se compadecem da sorte dos que tern 0 infortunio
dc perder a mais p-eciosa das faculdades linma-
nas, a concorrerem para a fundapao de tao pbi-
lantropice estatielecimenlo,- dostmaJo ao reeolbi-
menlo p tratamento do tao grand.-s infelizes, por
sem duvida dignos da commiseracao de todos bs
seus compatriotas.
t Tamos toda confian;a de que nesses nobres
scntimentos d'alma e espontaneos movimentos do
roraeiio humano, quo se denominam-caridade e
palriotismo nao liqneni os habitantes desta co-
marca aquem das r-utras, certos de que, como 0
dcelara S. 8x0 todo e qoalquer oholo sera bem
recPbido, porque em todo caso traduzira a boa
vontade de quern, clieio de grandes desejo9, por
elles nao pode medir 0 seu donalivo ; eortos do
qne coneorrerao para um dos mais impnrtantes
.;;elhoramentos da provineia ; e de qne eneerrada
esta sabseripeio, sera 0 seu resultado enviado ao
mesmo Exm. Sr., nao so para que tenha a devida
ipppeacao, ma9 tambem para qne sejam puhlica-
ilos pela imprensa os nomes de todos os subscrip-
tores com as correspondenies quantias subs-
cripts.'
Commnnicam-nos mais que em sua retirada
da Villa Bella para a do Triumpho, na Serra da
Baixa Verde, onde so acha passando 0 verao com
sua familia, foi 0 Dr..juiz de direito acompanttado
por granle numcro de cavalheiroa, que ja na ves-
pera"lhe haviam offerecido uma partida.
Demonstra^oes, como psia. demasiado bonram
aquelles a quern e per quern sao ettas feilas.
E cornmunicamnos.ainda qne os rstafctas pu-
blicos, que alii costumavam chpgar com ID a 12
dias, ha muiio sochegam com 14 a 16.
Captnras.Pela delegacia da Salgnelro'fo-
ram capturad s e recolhidos a respecliva cadeia
os erimino^os Pelippo Josrt Paulo e Gaotano Soares
Brasileiro, alii pronuneiado3 no art. 2o3 do codigo
eriminil.
Pela delegacia de Ourieiiry, Lucio lm de Mat-
tos e Francisco Jose do Mattos, pronnnciados no
art. 192 comhinado com 0 34 do mesmo codigo.
!Vovidado para a Testa A loja das co-
lumna, de Antonio Correia de Vascorrealtos, raa
1 de Marco n. 13. acaba de reecber um bello sor-
timento de fazen las franeezas de gostbs inteira-
mente modcrnos e ainda nao vistos, como sejam :
lind.is bengalinhas.'fazenda para vestido, snperio-
res grenadinas de linho e sdda com listras aseti-
nad.,s. cn'-peiinns inatua^^BMWw, fazenda iotei-
ramente nova, guipures d*"c6V, cassa^, organdys,
percals de nov s ilesenhos. ^outras rauitas fa-
zendas que se tornam /8coi%mendavei pela sua
boa quabdade.
Loterta.A que se acha a venla e a 73' a
benelicio da Santa Ga^a de Miserieordia, qne corre
no dia K>.
Casa de deten^ao.-Morimento do dia
3 de novembro de 1873:
Fxistiam presos 299, enjraram 3, sahio I, exis-
tem 301.
A saber
Naeionaes 250, mulheres 12, estrangeiros 28,
escravos 37, escfavas 4.Total 301.
Alimenudos a ensta dos cofres publicos 228.
Passagelros. -Vindos da Bahia e escaias
no yapor noeiona! Danla.i :
J0S0 Muniz Pereira Junior, sua senhora e um
criado, Joao Victor de Mattps, Antonio de Sa Lei-
reira da Hlva. pard k Ingaz^ira, 60
Boa Vistt boMM Pedro II ; he
hospital Pedro II; va
10 mezes, Boa-
ernambuco.
Vista; betiflaK.'
Antonio Jus6 Soares Junior, branco, Portugal,
41 annos, easado, Bua-Vista ; dureza eancorosa.
Virginia, branca, P. rnanbuco, 32 mezes, Boa-
Vista ; bexigas.
isabel. escrava, parda, Bahia, 28 annos, solteira,
Bia-Vi-ta, congests} carebral.
Benedieta, ejerava, preta, ignora se a naturali-
dade, 33 annos, solteira, Santo Antonio ; encepha-
hte.
faewenco, oscravo, preto, Pernambueo, 36 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; bexigas.
- 3 -
Joao MaranhSo, caboclo, 16 annos, solteiro, Boa-
Vista ; var.olas conlluentes.
Joao Gomes Barbosa, parda, PernambHCO, 41
annos, solteiro. Boa-Vista ; variolas conlluentos.
Joanna Maria dos Passes, preta, Africa, 59 an-
nos. solteira, Boa-Vista ; herysipella.
Manoel, brrnco, Pernanibnoo, 3 mezes, Boa-
Vista ; convolsoes.
Antonia Uelioa Cavalcante de Alquerque, bran-
ca. Pernambucss :I0 annos, solteira, Boa-Vista ;
taber^ulos pulmon res.
Mareolbw, pardo, Pernambnco, 10 mezes, S.
Jose; hepatite aguda.
Jos*, panto, if uura-so a naturalidade, 4 mezee,
Santo Antonio; convuisoes.
Emilia, parda, Heraamhnco, 3 annos', Boa-Vis-
ta; entente.
Maria Jose d- Alireu, parda, Pernambueo, li
annos, solteira, Bca-\ isia ; bexigas.
R"mao, pardo, Pemambuco,26 dias, Recife; en
tente.
Juliana, branca, Pernambueo, 7 annos, Santo
Antonio; anemia.
Antonia, preta, Pernambueo, 16 mezes, S. Jose;
d-arrhea.
Innoeencio, pardo, Pornambuci, 10 annos, San-
to Antonio; variolas.
Senhorinha Amancia Pessia, branca, Pernam-
bueo, 33 annos, solteira, Boa-Vista, plily-iea.
i :BIJ0Mt 1 JliJMCIAlIiL
ii'iituiiai 0 ? coiuuiercio.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE :M) DE
OUTUBROUE 1S73.
PRBSIOE.NCJ.V DO BXM. SH. CONSHLHBI80 A.NSKLMr
imANCISCO PEBKTTI.
A's 10 boras da manlii, presentes os Srs. de-
pul;idos secretario Olinto Bastes, Lopes Macbado
e supplenles Sa Leitao e Alves Guorra, S Exc.
0 Sr. consclheiro presidente declarou aberta a
sessao.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessaei
EXPEDIKNTB.
RepresentafSo da diree.-ao da Associacao Com
merciai Beneiieente, a respeilo do pr testo de let-
ras. .'ldiada a re(|uerimont.) do Sr. secretario. a
quern dita representa^ao foi entregu .e
. Foram a rubrica os se^uintes bvros :
Diario e copiador de Jo=e Ferreira da Silva, dia:
rio de Antonio Fernandes It a nos di Oiivoira, co-
piador do English li ink of Rio do Janeiro.
OKSPACHOS.
Requerimentos :
Do Luiz Pereira Raposo, pedind) 0 registro da
nomei^ao de seu caixeiro Jo.io Miguel Borges.
Sim."
De Gusinao e Leal, solicitando 0 rezistro da no-
raeajao junta d9 seus caixeiros. Gomo rejue-
rera.
De Pacheco & Gonzaga, impetrando 0 registro
da nomeacao de Quiniiuo Lucio Eslrupiliano. Na
forma pedida.-
De PeJro Aureliano da Cruz Muniz, apresentan-
do a reginro a nomca^ao de Manuel llonorato de
Paula.Deferido.
De Joaquim Paulino Niceas Muniz, sujeltando a
registro a inclusa iiome.i'.ao de sous- tres caixeiros.
Como pede.
De Peixoto & C, offereceudo a registro a no-
meagao junta de seus caixeiros. -Na forma reque-
rida. .
De Burlamaque Araujo iC, registro da no-
meaeao de seus caixeiros.Sim.
Do Silva & Irmio, idem da nomea;4o que deu
a Narciso Jose da Costa e Silva. -Registro se.
De Aiiguste Cabral de Barros, para mandar se
inscrever como seu caixeiro Francis:o Simiies da
Silva Mafra. Deferido.
Da Moreira llalliday A C, regi.-tro da noraeagao
junta. Na forma pedida. (Foi secretario ad hoc
0 Sr. deputado Lopes Machado, por impedimeuto
do Sr. Olinto Bastos.
De Jose Marcelino da Rosa & Filhos, registro
da iionieaeao inclusa. seja inscripa a nomeacao
junta.
De Barros & Filho idem, chamando-se 0 cai-
xeiro Augusto Goncalves de Barros.Seja regis
trada.
De Jos6 Joaquim Goncalves de Barros & G.
idem, sendo 0 seu caixeiro Manoel Goncalves de
Barro9.Como pedem.
Do Francisco Napes Pires idem, sendo 0 cai-
xeiro noiueado Antonio Pires Barbosa.Regis-
tre-se.
De Joao Florentino Cavalcanli de Albuquer-
que Junior, idem da nomeacao junta.Como re-
quer.
De Moreira Monteiro & C. idem da nomeacao
annoxa.Sim.
De Manoel da Costa Cordeiro Lima, idem da
de Jose dos Passos da Costa Lima.Na forma pe-
dida.
De Joaquim da Costa Ramos, idem da de Andre
Avelino da uosia Ramos. Deferido.
De Agos'inho Itibeiro da Silva, idem.da de Luiz
Antonio de JesusComo pede.
De Araaral, Nabuco 4 C, para inscrever se como
seus caixeiros os noiues constants da inclusa no-
meajao.Na forma requcrida.
1. e Joio Francisco Gomes de Arruda, no mesmo
seatido, sendo que 0 caixeiro e Vulpiano Josd in-
noeencio Poggi.Como requer.
De Braz Januario Fernaudes & C, registro da
nomeacao de Samuel Monteiro de Lima Botelbo.
Na forma pedida.
De Joao Baptista iV Mendonca idem, sendo 0
nome do caixeiro Elias Baptista da Silva Ramos.
Registre-se.
De Faria & Fdlio, idem da de Felicio Jose Vaz
de Oliveira.Sim.
De Carroll & C, idem da de Jose Ruflno Cala-
zans Torres 0 Antonio Sabino Torres. Proseda-se
ao registro.
Dj Eduardo Fenton, idem da de Francisco Vi-
cente dos Santos. Seja registrada a nomeacao
junta.
De Ferraz & Ferreira, idem da do Luit de
Franca Vianna.-Na forma pedida.'
De Ferreira Lima Irmaos 4 C, idem da nomea-
cao que apreseotam. -Como requerem.
Dc Costa Si C, idem de dita junta. Regis
Ire-se.
De Avila & Irmao, idem tambem da nomeacau
junta. -Sim.
De Otto Bohres, para quo se ordene o registro
das ires nomeaiOes inclusas.-Como requerem.
De Rocha & C, idem da de Pompilio Alves Fer-
nandes. Como pedem.
De Rocha & C, para registrar so a nomeacao
de Pedro Barbosa Vianna c Manoel Gomes da
Cruz -Na forma requerida.
De Antonio da Silva Azevedo, para effectuar-se
0 registro da nomeacao de Thomaz Thimes e Jose
Alves de Carvalho Porto.Seja rcgistraia a no-
meacao junta.
De Lydio Alerano Bandeira de Mello, para fa-
zer se o registro da nomeacao que deu a Joao Ju-
viao Correa Leite e Lydio Alerano Bandeira de
Mello Filho. Deferido, depois de reconhecida a
assignatura da nomeacao.
. De Manoel da Costa Azevedo Napoloao, registro
da nomeacao que concedeu a Antonio Ferreira da
Costa. Registre-se
De Caetano Jose Mendes, registro da nomeacao
de Marcolino Antonio Alves de Brito, Como
Leite Bastes, rggislfti
Joaquim HI iy A: a ate; Men liei.-a. "Seja r'egij'-
trada, .......
Oe Palricio lo$& Tavaros de Vascoaeeltas, regis-
tro da noaieaev) d- sua C3ixei.'j do Htcsqto iijiuj
Registre-se.
De Rochd Lemos &"Guim,'tracs, idem da qne
concederam a" Jott Pedro de Caslv* Seja r
trada a noaMtcaMB. I
Dt- Zeferino Carneiro-de AbnoWa i lom e'ia-
nianJo se OS sens caixeiros Jose Augusto Fer-
reira e Dagajcrto Hilario Lobe.Na forma reque
rida.
De Jose Victor da Sih 1'imentel, ivgistro da
Q,omeacao Junta.Defer i lo.
De Manoel da Costa Camp*, idem da de AuLi-
nio Bezerr.t de Menezes e Manoel fcidoro Bereiti
fda Silva. -STm -^-Jb^ -^i- -J
De Joao Licio & Filho, idem da de Jose da Silva
-Marroquun e Praxodvs ferreira Cavalcanli.
Corao requerem.
De Joaquim Jos? da SifVa Santos, tambem pe-
diado seja registra.k4 a nomeaciio de Anguslo Jose
dr Silva Santos. Deferi 11.
Do JManoel Antonio de Azevedo Moreira, regis-
tro da nomcavao de Athilano Joie da Costa Caste! lo
Branco e baixa na.de Vicente Marlins Pereira Ju-
Dior.1Como pede.
De Lniz Antonio Gorjp.dves Penna iti., sob'ci-
tando 0 registro da nomeacao quo deram a Anto-
nio Jos* de Caslro Araujo. Sim.
De Francisco da Silva Boa-Vista, trazendo a re-
gistro a nomeacao de seu eaftetro Jose da Silva
Boa Vista. -Na forma requeridi.
I)e. Benjainim & Irmao, sujeitando a r-'gistro a
nomea.ao do seu caixeiro Benjamim Tito da Cunha
Torreao.Na forma poilida.
De Souza Junqueira & C, offerecendo a regis
tro a nomeacao que deram a Francelino-Djrnin
gos da Silva Junior.Sim.
Do Manoel (te Souza Cordeiro Sfatoes. Junior, tra-
zendo a rogistro a nomeaeau-de Jose de Souza Cor-
deiro SimSes. -Deferido.
Da Moreira Buarti & C, requeren lo seja regis-
trada a nomea.-a ) da Euetorgio Austricliano de
Brito Maeedo. -Rogistrexe.
De Moreira ife C, para in=e-ever-se coma s^us
caixeiros os nomes dos cidadaos enstantes da no
m.ae.io atincxa.Pr.ieeda -e ai registro pedido.
D3 Monteiro.4 Silva, registro dinomeacai de
Manoel Joaqnm de A-sis Gomes.S ia rogistnida
a nomeacao junta.
De Joao Antmio do Almeida & {), idem da d.;
Manool Paulino da Silva. -Como requeren
De Jose Joaquim Ferreira Lima, idem dadeBs-
tevao Hermogenes 'Ferreira da Silva e l a.'devino
de Sou7aCLin!ia. RegMMCsv.
De Amaro Jose dos Prazeros, j ie;n da de Candi-
do Pereira de Souza c Euno Ee.tiaipio dos Prazeres.
Na forma r-sqnarida.
ID Joaquim Felippa da ('isti. idem da de Jos'.
Goncalves de Modoiros Junior. Sim.
De Joao Christian) & ft ide n da nomeacao que
jonla. Como requerem.
De Jose Luiz Goncalves-Per. ira, idem da de Ma-
noel Franeise > do Athayde. -liegistre-se
De Hyppobio Jo-i'- Rohei-to, idem da de Elpidio
do Araujo Fmivira JaCobHMj fesd .Joaquim A'in;i-
cio de Almeida e Jose Peres da Cruz.Como pede.
Da Adriano Castro A C, para n'gistrarse a no-
mea.-ao do sous ealxeiro". Sim.
De Pedro Ortiz de Oanwrgo. pedblio qne se re-
pistre 0 eontrato da lirma Duarte Guirrnriies Ban-
deira & C. -Satisfa.a 0 diSp^sto no art. 310 n. 7
ilo decreto n. 1,303 e volte.-
De Francisco Ignacio Pinte, mo pago o onheeimonto do seu imposto.flegistra lo
0 conhocimento junto, 9ijn entregue ao snppli-
cante.
De J0.I0 da Cruz Maeedo, idm idem. -Idem.
COM 0 PlRtCBR FISCAL.
De Francisco Josd Silvoiri, eorretor geral, pedin
do dous meze* delicenca. Deferi lo, votando con-
Ira 0 Sr. deputado Oiinto Bastos e S. Bxc 0 Sr.
conselheiro pumdPilt*, ja per pie 0 snpplicante
esta ctimprHido senten^a do suspensa-? e ja porrjite
sem espirar 0 despacho di present-) pericao reti-
rou se para a corte.
Summarw ox ollleio contra orarretir Seve'.
Resolven 0 tribunal .pie quant) as custas perten-
centos a fazenda, proeedess* a s^jretaria na forma
do estvlo, nodendo as oartes (d;semb irga lor (Isca
e outras ) polos mek)9 comp-nentes haver as cas
t=s ijue Ihes pertencc.
Ao moio dia, nao havendo mais 0 qne despachar,
S. Exc. 0 -Sr. conselheiro presidente encerrou a
sessao.
, alia*
.'Mnsiffii''ionw,*C3fposta c dev;ivirj
_ Ncsta
iSnte'o ino;ii3
para beid U
do pailijo Itbtral tal qoai us piooiuvi inas
senlam em sua illustrada gazeta.
Ao |i
a .mais impor-
;., de l tforeari c
linht rfs pn;-ipios
q iu euiisideram Um. ditficil ^uu' 0 cue-
fe do i'Sla > sustctite uiB p-ider Uk^n'mo e qu
resuiiia 11 -.ua vontade arlatraria, a isto porque
a consliUn 1 ostatue em seus pnncipios funda-
;uentaf o' gourno da opimio < llie assegura r>
sen ex ere i -i ; proelamain por outro lalo a injus-
I le n .iionarelut fitz a 1 paiz, privarjJo-o de
instil 10..- iciidenies a as-.-urar a liberdade po-
l.tica, porque eondemna ao stracismo os defenso-
ro des-as institniQoes, ou nao os (juer demorado*
SESSAO
DE NOVEMBRO
JUDICIABIA EM
DE 1873.
.'RESWENCIA DO E\M. SII. OONSELUEIRO A.N'SELMI
,' FRANCISCO PERETTI.
Secretario, Julio Guimnraei.
Ao meio dia, estando reunidos os Srs. desem-
bargadores Silva Guimaraes, Beis e Silva e Ac-
eioli, os Srs. deputados e supplcntes OHnti
Bastos, I^pes Macbado, Sa Leitio c Guerra, S.
Exc. 0 Sr. conselheiro presidente abrio a sessao.
Foi lida 0 approvada a acta da sessao ante-
cedente.
0 cscrivao Albuquerque registrou 0 ultimo pro-
tisto de lettra a 31 do mez passado, sob 0 n
J.980 ; 0 0 escrivao Alves de Brito a 29 do mesmo
mez, sob 0 n. 2,909. -
0 Exm. Sr. presidente erdonou que se remetta
para 0 competente carlorio os autos de revista de-
negada pelo supremo tribunal de justiea, entrc
paries :
Recorrentes Severiano Ribeiro da Cunha & Ir-
mao, recorridos os administradares da massa falli-
da de Marques Barros Si C.
ACC0RDAOS ASStr.XADO.S
Embarganto D. Gertrudes Germana dos Pasns,
embargado Manoel Eduwiges da Silva; appellan-
tes Marques Santos & C, appelladosos administra-
dares da massa fallida de Silvestro Pereira da Co-
nha&C.; appellante Gabriel Antonio de Castro
Quintaes, appellado 0 Dr. Nabor Carnciro Bezerra
Cavalcanti; embargante a baroneza de Jaragua,
embargada D. Almirina Frdes de Mcndon;a.
JULGAMSNTOS
Appellantes os adminitradores da massa falli-
da de Magalhaes & Irmto, appellado Antonio Ma-
cbado Gomes da Silva, tutor dos menores Antonio
e Jose, lilhos de Bento lose da Silva Magalhaes ;
embargante Joao Christiani, embargados Carlos
Pinto de Lemos & C. Adiados a pedido dos Srs.
deputados.
Os Srs. Olinto Bastos e Sa Leitao nSo apresenta-
ram os feitos adiados, entre paries:
Appellante Aquilino Bezerra de Menezes, appel-
lado Jose Cavalcanti de Albuquerque ; embargan-
nbargados 0 barao do Livramento e Jose An-
tonio de Brito Bastos, embargantes embargados 09
administradores da massa fallida de Fernando
Stepple da Silva e os herdeiros de I.uiz Amavel
Oubourcq.
Encerrou-.se. a sessao a ,'j hora da tarde.
ENGLISH BANK OF RIO DE JANEIRO
(LIMITIO)]
Capital do Banco em 50:000
ac^oes do e 20 eada uma 6 1,000:000
Capital roalisado ...... 500:000
Fundi) do reserva...... 100:740
BAF.ANCO DACAIXA FILIAL EM PERNAMBKCO,
"EM 31 DEOUTUBRO DE 1873.
ACTlVO.
Letras desconladas.............. 1,363:906^890
Emprestimos e conlas caucionadas 387:3834310
Letras a receber............... 30:289^230
Garanlias e valores depositados.. 823:20896tl
Mobilia,etc. do banco........... 13:8215990
Diversas comas............... 369:638576!)
Caixa........................ 334:ii63880
Rs. 3,742:G98J220
i'ASsrvo.
Contas correntcs sim-
ples.............. 301:452*720
Dep.sito a prazo fixo
com aviso e por le-
tras ............. 1.462:9385 WO
no goveruo, qae se firma na onmipolencia da
"CorOa !
Que licSo pademos uos outros collier de sem?-
Ihaates proposiejfes tab divergentes e contrarias t
A consiiiuigio pohtica do esiado e ou nao ira-
mineiitemenle liberal e gai aniidora dos direitos ei-
vis e politics dos cidadaos ?
Se afDrmais que nao nos outorga ella bistarU-
garantia de liberdade, sendo alem dc tudo iutcr-
pretad,i de modo las estranho a idole do^syste-
ma parlamciitar, do quo resulta erguerso tao ar-
rojado 0 poder psasoal, como podeis concilia. vo
com a declara.ao tao espontanea quanto franea de-
que >o exercisio do governo da opiniao se acha
asseguralo pelos principios fundainentaes estatui-
dos pela rnesina constituiciio ?!
Confes-sai, seabores, cpio nao podeis esgrimir
comiiosso vaBtoiiwaamato na arena Uos boss prin-
cipios, a por cada pftii'ioslfao quo ennnciain, vrjdes-
que o terre.uo vos oecap 1 e a Vossa ipiesli se t r:i.4
inevitavc'.
PoucudietMqiprla,a uos outros tjsw estair.
Combater os vos^s par.adoxos, que vos dignei.s
rasponder-nos com tres linhas de vossa jnlieio?*
Chromoaa ties columoas do Diario, de argumen-
t c.ao ngoRM* e esinagadora. p .1 pie vanios tam-
bem iiosso cuuinh* .te aonra e .le deve e 0 pai/
bem aprecia os esforcos sinc.-ros e leae* da di?-
cussao e a quem deve onferir a pabna da vio-
toria.
.Nao haven 3 de permittir que estejais a propa-
lar unponeineute doulrinas deletrii s Milr.ersi-
vas contra as lois cnsiitnidus, exekaodo eontra
ellas os instinets rev iluciooarios e a desorganfca-
5ao se-'i.il.
Apreciaoios no mais alto gryio a diseussoo cal-
ma e inaffensiva da dignidad de esrriptores, que
prosam a sua honra ; euudemnaiiios, pmciu, i-s ex-,
c 'ssos a quo do conlinuo recorreis, em lalia de
assumpto serio e gVavp, de qne possa ocenpar-se
avo-si peim.i, molhMa qua-i sempre n0 fel !as in-
jurias Bontra os veaees advenarb*.
D.' bum iira.lo aeompanhariamos os escripteres
da Provincin no terreno ila aoreeiacao dos arlicrs-
c.iusLitUL'ionaes. que, porvontara. ententlessem de-
ver ser m idaflcadn mi reformados.
Km vez, porem, devse proeedimento frorHw e
eal quo tein'.e a illustrar e conwncer os pspuitos,
aimlam os iusiincios da anarchia e lovair'am a
poihco.-e da revolupao.
0 vosso |H)nt 1 de inira, bem vemos, 6 o impwa-
dor, que o ft%urais reppesentada pelo poder p s*t/
o que se irgue HW'ijfai* c ntra a venladeira o:bi-
ta do ae.ao couslilueioual, imputando-lhe alem
ilii-to a iiiju.sli.a do privar 0 pai- de insiiiuicdes
ten lenies a assegurar a liberdade p-ditica, porque
eondemna ao r-tracismo cs defensores ddssas ins-
titoii.'oes, ou iiiio 01 quer demorados no poverrKi..
que se lirma na omniputencia da coroa.
Eis alii uma poMica anti patriotiea, subveTsiv*.
e desieal, pie onsi-te em pvovocar as paixo>a-e
os odios populares eontra a pess 1 a mvi davel do
monareha, impBtaolo-IIM a falsa fe Wdos os itmMs
e desgrapas. que enxergam, emanados do seu
poder den'omin.ado pessoal.
N4o e somonto por inm^ceneia, mais antes por
premedilada maldade que responsabilisais o Impe-
rador 0 so a elle, porque consente em que ss pro-
loiigue 0 despolismo que opprimc if pave, quf
agora renge e protesta contra o hediondn projeel'>
do refonna cliltoral.
Depois de uma tao monstruosa dontrina pregadar
por bomens, ipic .-e repntam i>s direrteres de nra
partido e se iuculcam de liberaes, silvadores di>
liaiz, 0 que baveria a esperar-se qoando, pordes-
gra;a nossa viessem a manobrar as redeas da po-
blica administracao '
Depois de todos esses impronerios que aeabam
dc escrever contra o augusto chefe da nacai re-
presentado bem ao viio como oppressor da liber-
dade, e i/no eondemna ao ostracismo os defenso-
res desta, e lastimoso e irrisorio 0 sentimenlo de
baixa humilhaeareom que se prostram aos pesdo
soberan >, quo a:abam de fenr e dc insuilar !!
Longe de ser (dizem elles), 0 que aeabanv>>
de dlzer a expressao do despeilo, e obra da de-
feza do p..co opprimido, e 0 appello, talrez, ao pi-
Irwtisrno do printipe, de qjnem os mesmos libentt\
ainda nfio desesperarnm. Ila
0 que ba, com elTeito, a csperar de homens taps,
enjo exclusivo palriotismo se traduz e resume no
fervido e valido d'sespero de gslgarcm 0poder
pela miserieordia do principe ou pela escalada do
mesmo poder pela tcuebrosa via das rcvolucSes f
Se esses psendos liberaes da Provntria tivessem
ideas a desenvolver, principios a realisar no poder.
quizcramus do bom grado peruoar-lhes a phanati-
ca e quasi louca paixao de governar; mas nos
outros temos provado a luz da discussfto, do qne
tanto fogem elles como os mocbos do limpo e claro
dia, que todo 0 seu patriotismo" e uma farga para
entreter, attrahir e rspecular com a innoeencia ea>
boa fe dos raros correligionarios, que ainda se
deixain explorar.
Nao deixa de ser muito ardiloza e engracaia a
tactiea dos propincianos, que empenham todas a."
formas do racioeinio, sempre aproando para o mes-
mo norte do poder : e dest'arte ostentam-se as ve-
zes ameaeadorcs de tempeslades que, so lies, 1
semelhanca de Sole, podem refrear ou dospedir.
Os pampeiTos de 1S24, 1831, 1841 e 18i8, qm.-
elles fazem, uma vez por outra, recordar a sabe.lo-
ria do p'der pessoal, nao foram outra cousa mai*
do que as .dracoes populares para mct't ampin e<-
phera dc liberdade; mas nao passaram do nn.s
protestos contra os excessos do poder, e quo nao
produziram 0 desejado effeito ; mas sao factos que
devein servir de en com resultados mi is largos.
Se accrescentarmos a ossa ameaca a declaracao
do quo a dictadura da espada so persistc em quan-
to esta se nao quebra ; que a sua lamina hnnca
resis!io a inao possanta dos povos que ella lUBSa-
crou na praca publica, teremos acbado a incognita
do problema politico dos liberaes da Provincii, os
quaes queretn reforrnas coustilucionaes pelo meio
instantaneo e horoico das commocoes populares..
que preferem ao meio mais lento e retardado da
propaganda periodica.
No primeiro caso a justir.a faz-se prompla. Os
Queirogas 0 Riegas c semelhantes chefes nao ne-
I'l.'ssitain de forma nem ligura de juizo.
Ou os liberaes no poder ou a revolucao.
Mas os liberaes nao almejam 0 poder por amor
deste, p luin por amor da liberdade que preten-
dem salvar desta rez, pois 90 actum contrictos e
arrependidos dos males que nunca poderam aarrtar
e do bem que nao lizeram.
A sociedade, porem, 6 que nao pode prever o
futuro, quo Ihe esta reservado para melhores des -
linos.
O que nos dizem hoje os liberaes da Provineia
e quo 0 poder pessoal tern avassallado as liberda-
des publicas, consagradas em nossas inslituicoes e
todavia is a deosa geuerosa da liberdade que mais>
uma vez salvara a manarchia brasiUira e apesar
de tudo ainda Ihe esirndera a mao.
Conliemos, p'ois, cheios de Id na patriotiea mag-
nanimidade desses novos cruzados, que, extirpaUo
0 cancro do poder pessoal, a monarchia surgira re-
generada pelo fogo sa^rado de incruenta revolui^ij
social; e enlao por outre 0 susurro immenso das-
ondas rovoltas uma vjz se ouvira mystenosa, bra-
dando:
Piloto outra genie ao feme
Titulos em cancao e deposito.....
Diversas contas................
1,964:3915430
823:208,8960
933:09758ia
Rs. 3,7i2:69852'.e
S. E. & 0.
Pernambueo, 5 de novembro de 1873.
F. B. Bloxham, manager.
Clare Sewell, accountant.
PARTE POLfflCA
PARTIDO < 0\*l R\ 1 IlOIt
RECIFE, 7 DE NOVEMBRO DE 1873.
A actnalidftde pMtica.
E' interes-ante e digoa de apreciar-se a dou-
Fo^'os ftttnos.
Divertom-se a nossa cusla, nao ba duvida, us
escreoinhadores do Diario, nao imporU, sigaraos a
nossa rota, aproando sempro para 0 mesmo norte,
que vem a ser as deiicias lo poder.
0!i I-que diabruras nao fariam esses prwineia-
nos, advenlicios da liberdade, aves sinistras de
arribagao; que boa presa a explorar 1
A sciencia do parasytismo politico vai-so apu-
rando nesses liberaes de nova especie, uma gente
ad simi lUudinem do conselheiro Nabuco e do leao
da Provineia, typo3 genuinos dos liberaes pebas
desta terra.
D. Emilio Cartellar { pobre Emilio) ahi este
oara endossar a firma desses provinciauos que, a
fallar verdade nunca foram effeitos acreditados nos
cambiais da politiea da liberdade, por muito ge-
nerosa que Ihes tenua sido essa deosa infortunosa.
Dizem-se liberaes reforraistas e todos oe dias
estao a mandar pregar cartaze* em leuras garra-
faes para que se reconhcoa urbi et orbi que eJie*
sao os progressistas do statu quo.
Toquena, ot^arins. rufem tambores, qae ao !emt
riuiiH




-*-

Di^riq ^Penmapueo -- Sexta feira. 7 de Xoveiuoro 6$ l&lo.
-
. "
aem nova gente para mv-trar a D. Vinl eaoseti
jetuilisno com se faz le-ios*ian(*ra.
As tromijetn ji alii estaojlinmft.ar qae orei
o miis careunda deste munflo passou a Mr bom
liberal, pois salvou d; am naafragio (|uasi eerto J.
moBarcHia brasileira.
4tBngem syutpaUtoca doSaijlo Agostiuhojari
aeeja e:n sua hoara ,um vela fulaaraate pojas
fiiedosas i -erv.il).\u>, .1 diabj c o jesuita
terao outra pda m5o !_>> infisi-s pimviw
4110 tenha-w duvida fue |a de eheg-.r a saa v;-z,
porq''.e esses liberael, vafdadeirosoioaserva'jafTes
do sf iu quo, ailo pissan de uns iaa-gjfes, qua se
ae aeeiiuam ua wtraieio da cotmea social, qae
elicit iiinea orgaaisartm. mis quo -'m aeaiurk;
pronto os a sitgar-Ihe Oi favos.
A verdade u qae a fonn de repetirem a pa'a-
vn de libehUle, tirava:B patento de denvteratas,
panada pel'i proprio pualu do Sr. de Villa Bella ,
quem dirial
Hiiit<) corajosos lio eases fidalgos intitulados li
toeraes, apost itas d > parti 11 a os qaae.i
;.,." serem em extern > pi'etori'j SOS,
3taiM I mam 0 lea ids! i pMM irom constilair-se ti
air g-eyis d) liberalism) neil.i terra de I'ernam
baea }
Na terra do cegos quern tem u 11 ollnerei:
par Its) |au h aeoss unis os mirrecos, e se veem
aatre a espad a 0 a parole para rasponder-nos, ro-
cacrem a evasivas:
D) hoje ivante, pelo que nos diz rospetto, por
ires cijlumij.s io Blario tres linhas de nossa
Ckronica.
A ut is fin it hed.
mmmm k peshkl
Maconaria!!
liis-tae de volta ; tenho cumpriJo a minha pa-
4avra ; eis-ina a ordem, veaho d.ir eonta da rat-
oha eeramissSo.
Atiloaio Pinto Goncalves, a estas boras, (meia
n >!') .repousa ou vola embalado por embraveci
das ondas de alteroso mar; se dorme, c somno
tranquillo de jasto que nil) peccou, erabora Ibc
Uiibais impulado 0; escriptos quo vos perseguem,
I a surabra da vielima aeoinpanba 0 fralrici-
do'..... so aordado, -oh! entao, comtomplando 0
flrmarnento eelevatulo 0 pansamenti a Deus -,
rendo-llie iiumensas gi\i(;as, inipluraiido suaitifini-
CaMisericordia-s.ein tivor das aim is earidosas
que compassivas deixaram cabir 0 obnlo em sttas
descarnadas 0 seccas maos- esmolla que orvalba-
va com sea iiranto !
Ke&ai oracOes, p.>rem, nao foram conteniplados,
uem de le.e, os iltaxes ma<;-ouico?; mas tambem
nao os pragujoa porque sua alitta 6 mih no-
bre do que essas, algumas, que ora p"o'uram des-
^areai-se d> anathema da minha peaos, cujos
ew iuitjs someti:e clevaai templos aos vi>;ios a
cavaii) masinirr.is a vinude I!
E v:';s, loja Seis de Mar^o de 1817.. do Lav.*.
ves, c'aaiuando Ihe Qlho e irmao, 0 quo lizesie e;a
m^. beaeficio? !... escutai-m> dizeis -^os';
a en a ven.-. lap.-, ea 0 1 vig.'. Brag", eu secret.. 0
eu 0 orail'. 'lord.-. Qaiia. : -to nemos a cari-
1 lativaresol lAin de oli.nina lo apenas die recor-
reu aos boss os colros; porqae realnente esses
meiaes preciosos motoor podiam servir para ;-s
* u issas ceias e aos>as atg.*. d) que a elle matar
a Tome, do q'ie a elle cxtingnir-lhe 0 mal
* qu<; Iftiit'iuient Hi" ai cmsumindo a existin-
< ria !!.'
Emda mais Czcste Seis de Mai\ 1 ? 0 vos
oulr is, C'oni'iliajio, UuiaoefiebeBceocia, lleal:-
dad-'. eCe. at., a qua Bsa*te ''" lV-)r ae vosso '*"
n;vi ? 0 que Hies deste?... Silentio.... Asstm ma-
(onaria, marehai ofana; dii e*aiitM ifoaidi ellas
ate pissain see laureadas p 'I > j) u:ies !!...
A's viuvas pjhres e honestilS. a.'s itC|hia< desvali-
dos, as donzHlas sem recursos, ao aneiao senf alen-
ro. ao vMsso proprin irmSo eiifermi e na roisefia,
deisa: de so":cocj-16s, porqae os ag.-adeciaieutos
cam lagrimas dosdesgra ;i I is, aio bruafl&s surJos
! >nge 1110 repercu.ew seus echoa!!.. 0
vjjdade! Ins de ser sempre rainha deste reba
I atap despr -ziv -I chaniado iac>i buuiana !!
N*) bouvrt tuntk loj\ in 11; 1 lioa que auxiliasie a
A. t' a< ; apeui- algitu mtiabroa da loja
"sadliaeao do ().". Uu.-. maito" pre-tarana, parlica-
lariainte; p do quo louvo a estes 0 a todas as \>
;soas^ue tio beuigoamcite soccorrera'ii aptelle
infeliz
A oserip:o quo appareeeu > Jorual d> lieci/r,
% 1!> destr anno, assignado porW, sob acpi
he de qae eu tenho modo em mintias pnbfi-
>s, Magoaaria, tenho a rosp judcr : nada. A
Tis'sma rcsposta merece o escripto sob 0 titnlo
li -.-rae -e assignado por Inn.*, do quadro, no
, i. iil e outros; pois quo o mou communi-
cad-i -B*?onaria, eomo -0 ve no Dfrwia d: Per-
nambiwo a. 218 do airn c irrentti : -e .laro.-sem
roieij* e innns uoph nas, Peia minia ultima
{taUiicacao r,o r-fe.o 11 b u-.o a. il<) do rnez de se-
teitibro Qk*ioo, proaiHti qiii so voltaria a fazjr
jiistiij.1; Vf-iiho pois eimipi'if esaa ilivida e pro-
nao mats voltar. Aq'ioll.i n:eu annuncio,
i ettada Duirio n. 218. produzio 0 e'f-ito quo
erava, isto e, doseavolveu a earidade pubii-
: e alguns aomea>, senhoras profanos, ma
. uii, piouioveram snbserip.-ocs B tomaram inl-
-iativas para embarcarem 0 men amigo A. P~ Gon-
ralves, o quo conseguiram. laz.-uli-o jeguir no
at Cazco, qua deste porto sahio ao dia 27 do
dlo.
Eu tambem fiz 0 que uie foi possivel e bastante
pafa [<-.'. elie segoisse viagom, como pobre, e mais
laria s';' a p-iilles outros reeursoj nao tivesseai ap-
cida
. n hi; foi a-roiB I:. I > p ira ocewcer as ae-
Jades mais extiMordiaarias. Pelas cartas le
nmenda:5o qtie, por pessoa debnrdooo \a-
', cftegar a sea < ler, dove encontrar em Lis-
II ... aaxil 1 da mfio ooodJW da minha foroa de
veatade. E DeUf, quo torn side te-iemunha de
actes, Ua de permitlir que eu denlro cm pcu-
CO: mczos, 0 vcja pi'ifi.iiaii) Mile rostabelecido, e
tar-She ladifferentemeale a mao, como fiz at
parlida e embarque no caes da Lingueta !!
>a bora, foi urn inoiii.'iito Bohuane para
mLaa'...
I bracos cruzad>s no moio da rauludio, qual
aettfiaella perdida 0 silenckwa outre penhascos, &.-n-
aam'plava com orgalho essas pessoa^ queoauxi-
tiavam a embarcar cada ipial pneurando co-n
servifos mistrar ser urn obreiro desse monu-
oaealo de earidade!! Mas quem cam esses por-
soaagenet -homens sem fortuna, sain posicaone-
1 -.011 nlelligeneia eullivaila ; mas que s gai
feem eomprehender: amar a Deus e ao pnoxij
.;o!... A maeocaiia porooi, fflgio dejsa scciia
-ubliiHJ, mas horrorosa para el la !...
Esie exenplodeve sorvir de llerto aos profanos
;. capital, pan quo nao so imulan com pro-
:,s vas!.'... ,.
Vou termiaar a minha missiio fazendo jusliea,
que, sempre justi.a e a minha divisa ; tcn'io
aqui empregado a palavraMacaoarta eti
'- .1,1,111 qna no calor da poleju, dosisarrega
I ipes indistmctamente sobre 0 inimigo I A
aijj marta, isto e, a inMituicjio raaconica, que cor
ir lottaa snparllcic da terra,: bella e subli-
ni) 6 dell.t quo eu me queixo. Us in
:.'. niior pnrte, 6 qae bun ilegen^rado ; fanem
II ::iiionici BOW eodilfca, do jurwaoalo qae
tor 4 mi ein idiiu do AHissimo, sein iaslramtiil
is nteresses Piir.i sobns as cabecas des-
t>,-- reo gid'B tllhos da viuvi -, implore eu ao
.> ,.: ftnjo Arbitro d 1 I'niverso -am raio exleroii
niSor. para que nao liqae dt-lles 0 meuor ves-
ligioll
Adeas A. f. Gonjalves.; fared 0 quant) me 101
possivel para occitllar a u e a lo.los, .> mou ma*-
(f'uinio ao:ne, atti que um dia po.ssa rasgar csso
Poles contar, pir.i a tin v.ilio com 0 DMfl.
-,;!m lie auxilio, seguiudo a risca a* iusti .
ijus to dei por uma carta qae a (ni fiz at)paraer
M'<^M) do Wa salt ; Bias 1100 procures nuo !
aaeeer ;i 111 V> quo para ti so est^ado. Espero em
Tfu-- -ftie fl.intmuaraa dir-nv fin-as para fizer,
9*eaane pader aos metis semeibaBtes: Hqjej
lioc ti, aaaaaa por mini, e assttn se nassam asj
glorias deste mundo. .
eeite, i de aovembro do 187!.
0 Cur/rfaso-aem niacon, neai jesaiia.
25 de outubro proximo passado, a tliesouraria de
faatnia agm> 1) i} a paear a V. Hvm. a con-
groa qae por diraitij aagraJ) Ihe pertence.
ff esia maisnmx fiilencia qae nadigoa pessoa!
de V. Bimi., file tP^obremonte torn sabido de-
e npenhar a sm misslo ardaa, parem, Klqfiosa,
acaba do solfrer a cajiahoa 0 augu-ta csposa do
Filho fl) Eterao, a sanfa modro igrqja catholica
apastoliea ronaaa, violei-ia c >atr.> :i q nl nos,
bispo dftiti inosnn igre> ^aerosinta. pjslo que
mui inligua, nio polemos 14x# de protestar so-
temaeaioute com tod is at foroa; do nossa alma,
e:n norna do dire.to nostergido, em nome da reli-
giao santa de nossos pais, gravemente offendida.
Gom^uauto sejam maito para lastimir a> medi-
das arbitr^ias, violentas, e vexalorias, a cujo era-
prego tern 0 governs reeorrido, no intuito do ven-
eer a n loliaade dis vordaleiros ministros de Jesus
Cliristo, toJavia neabura damn) seno absoluta-
mente nos caasariio ems.
Antes, pelo con'.rario, vein d;r maior brilho e
maior roaioe a Qr uasa, a cousiapeia, a/e ioabala-
s-ef do saeerdote cM iolrco; qneHcm por divisa : =
Palius mori q* >m fmieri. Sao ellas as euamuias
qua puriiicam 0 mo de nossa fe, as mirteladas quo
lapidam e aformozeam a podra pre;iasa de nossa
fidelidade a Bossd adoravel Salv
Conhecendo nos perfeitamente a qae esial0 pra-
eario pretendem os manejoa laa^oalcos reduiir aos
saeerdetes, dignos deste nomo, e flaia a sua missio
divioa, desde ja piuws a dispostgao de. V. Rvnja.,
e da seus dignos collegas, a congrua que ainla
recebemos, pedinlo-llies tns'.ante e encarecidamea-
le delta se atilizem sem 0 manor constrangiojcolo.
E qaaado 0 governs Bo-la tirar, como espera-
mos, Deas, qae e a earumt e vela de modo es-
ipocial sobBB aqaeHe3 que 0 servem=ia spirilu
el ver4tate=*, nao deixara do conceder-nos a graca
de ashar sampre 1 de toda a nossa pobreza
algama coasa-que reparlir com os nossos irmaos
diIectissiraos=fl(*i perseculionsm patiiutiur prop-
ter jutWi&m- % m a% l^d.\\
Taiiiij mais quo, se ao ae.ogaJo do governo nao
faltoa coragen para fecusar a V. Rvma 0 qae
por jusiica llic compete, e isto por ter V. Rvma.
permanecd) Qel aos seas sagr.idos jaramentos.
lirmemonte em Deus c^nfio, qae no covaoao do
nossas fieis c quendas ovelhas arada havera bas-
tante earidade e generosidode iura nlo consenti-
rom que seus past ires e pais ospirituaes sollram
as privac5es e as injurias da miferia.
Conservemi-noi sempre uuid s por lacis di
mais ardento caridade.e cm espfriro de oracao diaa-
te do Altissimj,!exoraodo-o farvorosam mte se digoe
infandir no cora^ao dos povos 0 amor de ordem,
de paz, e Oe submissao e crthorgar a aquelles que
os governam 0 espirit^ de inteliigancia. de pru-
dencia e de jastica.
Deus guardea V. Rvm.-'erei I ttal, bispo. -
Illm. e Rvm. Sr.conego vigarb da freguezia de
Santo Antonio. ___'__
mnajii am*willwi'il iiiPiiMIIIMIIiwtwit"" 1
ItleuiAdeilicatla a eutiui.siiua
uorte da livma. Ni*a. f: Ursu-
la S.'do Re^o Miiai2, olTereci-
4a a sea iaeonsolavcl esposo.
Morrer aqai, alii, agora ou
E' sempre a vida
go oqaeimporla?
via que seas vai na
(niorte 1
AST 1 LIT).
Ja Dip existo D. Ursula S. H. Muniz E
admiira ? uao, iiorqac 6 a triste condiQao da
tiumanidado, e do tolo 0 ente creaio, e
cumprimento do dcorjf. iavrado pela mao
!i Uuinipotoatu soijro 0 primeiro tiom'i:n e
que se ba de realtor ale 0 coosUQaoaftfao dos
secalo : uascer e taorrsr- '
!!i :'.:-
Dr. Lueena, a quern vota Qjlio ranqoroso, perda
0 sen fcrapo, poraue 0 pabteo ooaheee beai eate
manejo torpe e indec^nto deque tanlas vezes fotn|
dado provas os escrip'tiJres'da Prooincia. f
Recife, 6 de novembro de 1873.
Rugoberto Barbosa di Siloa.
Aguii Florida de Murray Laamaua
Em virlule das senhoras serem a preciosa por-
celana d> birre humano, por isso inesm* ellas
teem todo 0 soberano direito a eleigao de toda a
espeeie de elegantes luxurias, que a arte estimula-
da pela galantaria pode invenlar. Entre todas as
que perteacem ou tiguram no toucador, nenhuma
ha qae poasa exceder em aromatica delicadeza e
Unara, aqu paragrapho
PossuinJo uma mimosa e deli:adissima fragran-
cia,suramamente util.e agradavel em varies for-
mas, qaer ja como aformoseadora da compleicao,
excellente misturada com agua como meio agra-
daMapnPHHpar a ami a*a^iiytes.
e gii.diaeute come umexcoUente eadrajwyeBneio
c araKvo etn tedos os easos de aervosiaaidiBkWsiKiios
Vi
u
c
Itigens e ataques hy^iericos, em si ella
inome namateria Saca,assim como
par bib ki|ar *dispeasavel attire 0

(He* pur* laaedieiaial do
4ft bacnlhno d*
fosse awtw e f.-tUfante. A taeee i a
precursor do pi-rigo. Se para lozo-B*) se
attis tarde se torna inearavel. "Com tado,
uMj especlfico preclosoiiata os palmSes irfl
abalad-on pela (case. Este e o oleo da fig
bftalhao. Porem esta remedio a*a dte
uastura aigunia.
Perguntareis talyez, onrfe sc podera encBGtrar
ne secate de adurtwaeao, uma pre|)arai;5o se-
melnaate ?
A respostanao a no;si, mas sim a da faeal-
dade medicae que p oloo de ligado do baealhao,
do Lanraan & Kemp, oxtrahido dos (if ados frescos,
e CilTerecido debaixo da garantia d > seu nome, e,
comapreteado se-lo, absolutameate paro. Seus
elfoitas-, seg mdo'so acha comprovado om centena-
res de attesiados, domoastram sua escellenciaj;
porqf a 0* oloos diiuidos e aWerado* nao teem n#-
uhuiBas qualidnles curativas. So uduzem naa-
soas ; em quawie qae, neniama pssoa, inesmo
nao istan-fo doente, temamle eta f repara^o lejp-
lima, naodeixa de ganhar carne?, de sorte que is
-oas quaHdadesnutrititivas sao t3o cVidentes ea-
mo Diia sua accao medica.
Hecommenda-se, po>>, a todos qie- padceem
moleatias dwpulmoes, *>4l|ad:o on 3a gargafc-
ta, cemo um ejmliojja be e*p(*teD(tado e af-
guro. ; .b .
\u
Segairla port a .
rereeira porta ak,
Quarb porta .*!
riapMhe Coneclfao .
AlvAfeagaa doscarregadas no uapicbe
alfinttea dp; dW-l a 5 1- .'
Idem idem no dia 6 -
NaMaalracadosno trap, da alland
Uv,rmgas.......
Vo trtpicho Coneeicao .
9
6?(
81
2291
4,29*
t3
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iSCMiirooRIA DE BEJSDAS IN'TEltNAS
HAE5 DK pBp.N'AVBCfiO
aantUdealodo aia* 1 ao 4:iQ0jS0G
'dem do dia G
tsnUmaaio ao
I lm io dH^J
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17^892
.... 2:810i7iil

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Roadimcnf* do dta M .
Idem (Jadia fr .
WiAliNAGE.
I7:38J<890
1165732
5ii315
861*047
s
Sociedade-Monte l?io de Saii-
ta Cruz.
De ordem do conselhodireclorda parochiade Santo
Antonio convido a todos os parochia nos po- tencentes
a raesma socie lade .para que no dia 9 do corrente,
se dignem de comparecer as 10 hora* da ma-
ulia na sede da sociedade. alim de se proeeder a
eleicao do novo consel'10 director cm observancia
do artigo 36 combinado com 0 7 do artigo 30
dos nossos estatnlos.
Conselho da parochia ic Santo Antonio, em
scssao de 3 de novembro de 1873.
0 secretario iuterino, '
Medeiros.
DOS
TRILHOS
DO
Recife a
do
Mas 0 vacuo quo alia deixa
nanca sera
preenchido por outra, porque, a filtia obe-
diente,.e docil, a ina.i amuve! e varinliosa, J
a amiga Sel e constante, a r*poa dedicada
e can^lida ja nAo existe.
,\o verior cte idade e quauio a ?iJa Hie
sorria comtoio 0 sun fulgor baixoud catn-
pa, deixaaao os corar.*js daquelleaque ti-
vorara a fortuna de a ooaheoar iiiimersos eai
dortis e saudades !
Ilesla nos para a consola^ao de que se
o seu carpo lica coberto com a fria lapida,
a HN alma caudida e pura voou ao seio do
Eterno para gosar 0 prcaito da virtude do
quj id. sempre 0 syaauolu, 0 116s quo nesle
valle do lagrimas inc'iasolavcis Lameiitatnos
o seu passa uouto aiuia uma ve repetiromos
s
sobrc a sua campsdescatiea na paz do Se-
Por u:n ainit/o.
JHHB
de Bum .lariliui.
nhor.
4str4Mla de ffee*ro do eife a
Caxauga.
Ao UN. Sr. g.i gua* ueg ciaates que se aclia 11 passando
dwdn'o JtrnguiBho aCaxaaga, oaspacial
.ldr am treui que saia do Laxaiiga as a -
wWlKi h.-ado, om todo^ os MDtoj, ou as 8 raw .am Uigar am que oaa 0 podia alcanjar
a cL'-la
favor de
hor.is da
De certo te apo a csta parte a Provincia, ja em
artigis edictoriaos, i;'i e'm correspondencias assig-
nadas e datadas de Bom Jurdiir. tem se occupado
commigo.
Tenho-nn consorvado om silencio, porque en-
tendi que nao devia rc-snondor a injurias lilhas do
odio e do despcito.
Hoje, porcm, trata-se ae Bra caso serio, e nao
posso deixar passar sem couiestacao, proposicoes
que me podem prejulicar no conceito dos homens
de hem.
. A Provincia, ou antes S*. !>r. Arminio Tava-
res, entendeu que era da bom partido attribuir-
mea aatoria du tiro que, se diz. foi dado contra a
icssoa do Dr. AuUerliino Correia de Crasto, juiz
municipal de Rom Jardim e de direito interino na
comarea de l.im leira
Fallo no Sr. Dr. Armiuio TavaTes porque sei
que 6 0 nromrador dos desordoiros e anarchista?
de Rom Jardim, e que como tal tern se prostate a
defender uma-causa injusta e ma, olfendendo di-
rectamente c iojuriando a quein nem se quer 0
conhece.
E' esta a arma de quom nao tem razao.
Explicada assim a causa porque medirigi.ao
Sr. Dr. Arminio, ditei agora, com relacao as im-
putacoes calqmoiosas quo me foram feitas, que
uao rhaino a respoasabilidade 0 autor do eseripto
da Provincia. porque certamente 0 Sr. Dr.
Armiuio nao tvinara a respoasabilidade delle,
e nao desejo que um miscravel testa de ferro
assuma a responsabilidado do que escrevcu este
Sr. ou 0 juiz do direito interino de Limoeiro.
Knirelauto (aijo a provcpar,a0 mais solerane, a
ipieai uuer que seja, para que declare qual 0 fun-
dameato, qual 0 indicio, se quer, quo teve a Pro-
puteia para me attr*oir um facto allamento cri-
minoso, como e 6 de teatar contra a exislencia do
primeiro lunccionario publico du comarea.
Com effeito, no inquerito policuil que acaba de
se proeeder em Bom.Jardim, depuseram. entre ou-
tras pessoas qnalificadas. 0 professor publico da
villa e Antoni 1 Joaquim l'reire, ambos ainigos e 0
pnmein parente do juiz de direito interino.
Tolas as tesiiv.nanhas d'olaram terouvilo ojuiz
de'direito interino dizer .pie nao mj julgava ca
laz de am tal altcntado e que nao m"o attribuia,
apezar de me cousiderar seu inimigo.
Eatretanto a Provmcii, na anseneia dejactos
que uossam servir de base a uma aecusacia, cai
lumniaaie somente-por quo .seu parente do Exm!
Sr. Dr. Laceua.
Kntretanto, e epiniao geral e bera fundada que
o tiro dado na cusa d) juiz d- direito inl-Tino,
nao partio de pessoa estranha da casa, o qae seja
ilito de passageai, nae e indifferente.
Mas quom conheco 0 juiz de direito interino do
Limoeiro nao n5e duvidas em acreditar que elle
6 capaz do farja* dessa ordem.
0 in pierito policial leva a evilencia quo 0 tiro
dado em casa do 'Dr. Austcrliano nio teve p r
!ioi matar algaem, e nao partio de pessoa qna
e-tivesse umbosfiada iora de casa ; isso se eviden-
cia, priineiramente porque 0 tiro dado de f6ra do
casa nao podia tonir a direcrSo que teve; em
seguado ugar porque sc fosse dado do lado do
quintal a pes*ea.seua vista por uma mulher que
ahiseacliafa e que depoz no injuerito diiend)
ate qae sup V. quo 0 tiro fosse dado pelo proprio
juiz que havia eatrado em casa ha pouco tempo.
AI6m disso, declarou 0 Dr. Austerliano que se
ac'uava dei;a-lo en uma rede no corredor, e quo
ua occasiao 0 n qae se dirigio para a sala da
fieuto foi quo d'upararam 0'tir* ; ora.send) as-
sim pao era possivel- que algaem qaizesse ten-
tar contra sua oxisleneia disparamlo a anna de
MVACA 80 RECIW &E HOVBUBftO
D* 1873.
as 3 t/2 I19B*S D\ TABDS.
CotacScs oflletaeTt.
dap-do 1' sorte *500 por 15 kl.los.
bio sobre l.ondres a W) d,v. 96 *j4,
banco 26 i4S A por 1400;).
Cabio sobre 0 Porto a 60 i^v, 103 0(0 *;
premie.
Oestoata-aelotras 10 OiO ao anno.
uaDoufcq
rrewdente.
Leal 9eVe
Secretario.
un. j 1
y Babia tea 8.dijtse 13 horas, e do Macei6
em Iboras, vapor nacional Danlas,
de 611 taneladas, o-imman ianl Ansetmo
Veres, eqaipagem 23. -enrja algodao e
outros genoros ; a Antonio Loiz de Oli-"
veira Azevedo A C.
Riode Janeiro -34 dins, patacbo bollandez
Pel'jtim, ae 17*7 tonelndas, capitin R.
Kieboir, equipagem 6, em lastrcr; a Kel-
ler tilasgow61 dias, brigue inglez Bnlclutluii
de 212 tone'ndas, capitao VV. Boig, oqoi-l
pagem 9, rfarga carvao; a Adaojson
How 10 ,V C.
Olicrvapdo.
Nio ltouve sahidas.
Olinda.
E Bekrilic.
0 presidenlc d*assem-i.
blea geral dos accionis-l
tas da companhia aci-i
:na, raencionada, man-
da scientificar aos Srs.
aceionislas ue por ial-
ta de numero legal deixou de fnocionar
ordinariamente dita asssmbleo no dia 31 de
outubro proximo passado, para o qual fora
convocadti; por isto e novamefrte convacada
para o dia 19 da corrente mez ^is 4 boras
WTAfcS..
\LPAKDKSA
eadinteato i> in 1 a S jHh
ldm do d,a li
I80.9-NMB9
31.087**7
212.02^766
Descarregam hole 7 de noreinbro
Palacho inglez Impulse mereadorias para al
fandega.
Vapor naciona'/) 0 trapiche Danlas.
Brigue hollandez GoorecU & OUimb! fariflha
de trigo ji despaehaia para 0 caes do
Apollo.
Brigue ponuguez lAgeiro HI areilo ja des-
pachadopara o oa'es do Apollo.
Lugar francez Rio Grande ferros para 0 tra-
piche Couceieao, para despachar.
Barca portugueza S. Nanoel /Isal ja despacha-
do para consume por bahleatjao.
Vapor francez Erymimthe-^- (esnerado) baga-
geus e mereadorias para alfandega.
Patacho inglez -Mary Millermereadorias para
alfandega.
Barca franceza Anne Marie fcrragensja des-
achadas para 0 trapiche Coneeicao, para
conferir.
Iaipaa*tae*.
Vapor brasileiro Danlas, entrado em 6 do
corrmite, da Bahia, com oscaia pelo Araca-
jti, I'enedo e Maceio, consigoado a Antonio
Luiz d'Oliveira Azevedo & C, manifes-
tou :
Algodao 10 fardos a Jose1 Rodrigues de
Fanas, e 126 saccas ti ordem.
Arroz 50 saQC4B a ordem. Aboborus ioO
a Silvio Ribeiro Euitaquio.
Cafe 50 saccas a Ferjiandes da Costa d C,
iO a Jose Mar a I'almeira, 25 a Justo Jose
Gomes I'eixcira. Cbarutos 8 caixoes a Cu-
nba (fc Manta_, 1 a Hermann Lnndgreen, 4 ;i
ordem. Caixa t a Mills Latham & C.
Gomma 8 barricas a Antonio P. A Castello
Bronco.
Hespori.lina 9 caixas a Tasso, Irmaos
iVC.
Objectos diversos 2 volumes a Homiugos
da Silva Tories.
Sola cuttida 258 meios a Francisco \a-
vier de SA
Bditat corn prazo de 10 cbas,
N. 90.
Pela ianwateria di atttndega de Pernambueo
'se faz publico. que aehando-se as mereadorias
contidas nos volumes abaixo mencionados no caso
de eeren arrematadas'para coa>umo, na forma
do g 3 do art. 301) do regulamento de 19 de se-
lembro de 1860, os seus donos ou consignatarios
d de,'flndo elle, serem vendldis por sua coma, sem
que Ihes Gque competiado allegar ontra os effei-
tos desta venda.
Trapiclio Coneei;an.
Marca ft & I BOO sbcoos com tarello vindos de
Lisboa na "barca portugueza Luzitana, entrada em
21 de julho do corrente anno.
Dita L 600 ditos dito idem no brigue portuguez
Cotete, entradoem 23 de abril.
Dita It A. I iii'O diios dilo idem na barca por-
tugueza A'oca Sympalliia, pntr.id > n 12 de agosto.
Allan lega, i> de ncVembro de 1873.
0 inspector,
I'til'io A. de Cnvdlho Rtit.
dera.
inglez Baldatltn, entra lo de
c:r G do corrontc, consigno lo I
Howie & C, maiiifestou :
"lar.-an do podra 250 12 toaeladas a or-
Brigue
Glasgow,
Adamson
8 DE
4t4;tamiiit4, sendo expresso' d i C ixaaga ate Apt
pos, ed* Manguiiilio ate n Rocifo ; os mfsmos
TMgociau'.es esper* a na beaevoleneia 11 Sr. geren
laaniiuii a este pedido.
* ^
P.iilacio ilu 8uto*i4o, ti tie novein-
itro tl t*"3:i; .
oi. e R.'n. Sr. 0\c nliecimen-
ca'qae eia campr-lmento de o mnadas da
arftiideD!'. a deata'^roviu o.*a*o de
oAPATAZIA
leaduneuto ui- dia 1 a
Iddai do dia 6 .
E" hem notivel a circemstancia de se ter en-
centrado o Or. Aasterliaao armado com um ro-
wol 'er, e iuuiimente a declaracao por elle foita
Lew. ea lie seu amifa Antonio Joaquim Freire,
pedindol1: -oi-is-' ajanelk, presentiments
t|tte o re ooiitos d^ois
A -i;io pois, nao ova p*c*dtrwta ou indirom-
meaU no tiro qae so dea em cas; fl juis de d>-
reito interino de l.imoeiro ; e se o Sr. Dr. Irmi- ( D> dta I a 5
iKSPA'lHOS DE EXPORT-ACAO NO DIA
NOVEMBRO DE 187'i.
Para o.i portis do exterior.
Na barca ingleza Bella, para Liverpool, car-
regarara : G. Necsen & C. 12i fardos com 3i,<;03
kilos de algodao.
No patach inglez Mury, para New-york,
eabegaram : Wilson Rowie & C 4.100 saccas
com 330,010 kilos de assnear mascavado.
No uavio italiam Porto Rim. para o Canal.
carregaram : S. Brothers & (i 1,700 saccos com
127,")0. kilos de assueor mascavado.
Na sumaca hespauliola Tro>> >dor. para Bar
celoaa, eaweoaram : AmoriMi Irm-ios ic C. 5i6
saccas con 18,193 kilos de algodao.
No brigae nacional Iafeliz, para o Rio da
i'rata, carregou : A. J. Santos. Pereira 2,000 cocos
(fructa).
Para os porlos do interior.
Para o Para, uo palacho aliemao Maria,
carregaram : J. E. do Miran la 886 barricas com
19,67o 1|2 kilos de assucar branco ; N. C. Moreira
400 ditas com 26.779 1[2 ditos do dito ; J. A. S.
Araujo 3 0 ditas coin 19.SI7 ditos de dito.
Para o Para, no brigue aliemao Brilliante,
carregaram : Carvalho 4 Nogueira 347 barricas
com 23,788 li2 kilos de assucar btanau ; Ainorim
Irmaos j[C.l pipa com 480 litros de alcool : P.
Vianua 4 0. I dita com 480 ditos de dita.
Para Macao, -na barcaca Veronica, carrega
ram : R. J. Pereira 4 Irmao 2 barricas com liO
kilos do assuear branco.
Para Porto CaJvo, na baacaca Miilici Cidaie,
carregou : J. G. Valente 4 barricas cott 116 kilos
de assuear- rolinado.
Para a Villa fla Pet.ha, na barcaqa Benign/*,
carregaram : Neves, Irmao&C. 2 barricas ceni
110 kilos de assucar retinado.
Bdital cop prazo de HO dias.
,JT. 89.
I'ela iaspeetofia da alfandega de Pernambaco
se fat publics, quo ncbmido-se as mereadorias
contidas nos volunji? afcaiso mencionados no caso
de serem arrenwrtada* para cinsumo, nos termos
do cap. 0.^ de tit. 3.do rogulamento de 19 il
l-mdrode i86i, es#u d nos ou-consignatarios
iteverao de^acaa-iasna praao-de 30 dias, sob
pena do find i elle, serein vcudidas por sui conta,
sem que Hi s lique coinpe;iiiJo allegar contra os
efleilos desta venda :
Marca J S N. Nuaieros lot e lol-doas caixas
vindas do Rivie in uavio {RBjnaea Rto Grande,
enlrado em ibiil dn coireute anno e consignado
a Jose Joaquim Kapas e Silva.
AlfanJega Je IVrmmluco, > de no^-embro do
0 inspector,
Fiibiu A. de C"VcMU6 Iltiis.
Correio geral
Rdasao dos objectos rey is trades exislfifa
na adminislragao dos correios desta pro-
vincia, para, as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Caraetro da Coiiha, Eliai da * reira, Francisco Soares da Silva Retumba, Eirmi-
no dos Santos Vieira, rGuiseppe M. Majos, Jose
Thotnar, Jose Joaquim da Palma, Jose A. Dias
Ferreira, Jose Gomes Jardim, Jose Aitonio de
Kreitas, Jofu Ignalio Peniaofes Darros, ^ose Luir.
de Souia, Jos6 Januariot Dourado,.Joaqnim Juven-
cio da Silva, Juao Cancio Gomes da Silva, Joao
Ferreira -de Osreira t SliMi. Luia achado Bole-
loo, Leoneio Qoiniino do r.a-ii.- Leaojjanoel
Gonralves de Queiroz e Albuquerque, aTfflprr^
lentinade Albuquerque Moo:''negro, MaiBM Fran-
Albuquerati"
Vicente rer-
cisco fle*Mattos", Maria Amelia di'
Mello, Moraes & Motla, Nicolao GflB
reira dos Santos. UM
Adniinistrarjlo rto correio de rVrnatflbuco, 1
novesbro dr*l873.
\m lose tan lido do Han
( I Enearregado do n
THEATRI
Santo Antonio
nl
jiu
EMPREZA
*
Edital com prazo de 30 dias.
3". 91.
Pela in.-quvtorh da alfandaga da Pernambuco
se faz pupiico, que acbando-se as mereadorias
contidas. nos votupwa abaixo mencionados no caso
de serein arrenatadas para consumo, nos tornins
do cap.*'*.'' do tit. 3' do legulamento de j9 de se-
tcmbrode i860, os seus denos ou consiguatarios
deverao dospaelia-lasno prazo de 30 dias, sob pena
de, findo elle, serem vendido.s par sua conta, sem
que Ihes fique campetiado anegar contra bs effei-
tos desla venda :
Trapiche Cnoha.
.Maria J S P J -uipa mpa viuda de I.isixJa no
brigue portuguez Bella TtguHrense, descarregada
ami 89 obtil do corrente ;.nau, c consignada a
Joaquim Jose Gou-.alves Beltrao & Filho.
Alfaadegs. o de t:oveuibro de 1873. .
0 iuspector,
FuUio A. de C irvalho .Reis
da larder no lugar desuas sessCks, certos
de quo agijra futjecionardi qom qualquer
numero d'accionistas presentes : seguudo q
art. 11 dos estatutos.
Devem os Srs. accionistas ter em consider
racao que a totitiiu t tem por fim a apre-' |_'
senta^ao das cootas e relatorio da directoria
em relacao ao semestre proximo Undo ;
como tambem nella tratar-se-ha das impor-
tantes materias adiadas, e que mui*o iul"-
rasaam a companhia.
f Recife, 4 cte no\-embro de 1873.
0 secretario.
Luiz Lopes Castello Branco.'
Juizo dos feitos da fazenda.
BtacrivslA Bantleirn.
A casa larrea n. 22 sita no largo dos Reniedi -.
com 2 salas, 2 quartos, 44 palmos de front* sobre
51 de fuudo, com um terrene a frente. avaliada
em 1 ;ou0^, para pagamento do que dove Man el
A. Ribeiro.
Reeife, 28 de outubro de 1873.
0 solicitadorda mesma,
/. Krnuno Correia de Araujo.
Sociedade paiiielica Doze de
Sdemko.
Davcado ler lugar uo dia 2 de dezembro
proximo, a exposiao que faz esta sociedade,
de produclos agricolas e ualuraes desta pro-
vincia, s5o convidados todos aquelles quo
quizerem coucorrer com os pcoductos meti;
ctonados a retaettel-os at6 o dia 20 de no-
vembro, coin endcrer;o a Commissdo
central da sociedade Doze de Setembro ;
aos seguiutespoiitos :
Recife, Forte do MatVos, armazem do
Dias.
Santo Antonio, rua do lmperatdor n. 83.
Bda-Vista, rua da I'niao n. ^3.
Ouanto ao arranjo e accommodacao dos
produclos no edilicio da expqsigao, os pro-
ductorcs deverao cntender-se com a com*
missao uomeada para este fim, composta dos
Srs. :
Capitiio de' fragata Francisco Romano
Stepple da Silva, Dr. Felippe de Figueirfia
L'aria, Joaquim Dias dos Santos, Dr. Fran-
cisco Gomes Parente, Dr. A. Lamenha Lins.
Secretaria da sociedade patriotica Doze
de Setembro, 3 de novembro de 1873.
A. Lauienlui Lins,
1. secretario.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administraliva da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, mpetentemente autorisada
pela piesidencia, em dala de 3 do setembro do
anno proximo find", e da confurmidade com o que
dispoe o 9." art. oi do seu com romisso. per-
ooula nor apolices da divida publica a fazenda dc
criar gados que possae o patritnouio dos esta-
belecimentos de earidade a seu cargo denomina-
da Oarnanba sita no termo de Flores desfc
provincia: com terrenos para criar e plantar, e
com algum gado c.tvallar e vaecum.
Recebe.para isto propostas nosta secretaria ate
o dia 10 de dezeuibro do corrente anno.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
;ife, 10 do outubro do 1873.
0 escrivao,
Pedro Rodriaues de Souza.

Vi
Sabbafo 8 de novembro
1 Reneficio do actor
Julio Xavicr.
1'iimeira representa;ao do excellente drama
5 actos,
boiist :
original francez de Mr. Lambert
w
iimeoEta
Almas da Boa-Vista.
Mio'se tendo effeetffiido a eleirao no [' do cor-
rente por falta do numero ao novamente eonvi-
dados os nossos cbarissimos irmaos a compareco
ram uo con^i-torio da nossa in.i.uuJade. dumingo
9 do corrente, para aaearpbrados, Blegerera a mesa
regedore quo tern d-. a no anuo compro-
missal de!873 a 187 i.
Consisto'i" da irmandade das almas, erecta na
matrizda-Boa.Vista, 3 tie novempf de 1873.
0 escrivao-
t-'raneis.-o ds ("liagas Pereira.
Assoeiaoao roitugueza de
Beiieficencia dos empre-
gados no commercio e in-
dustria em Pernambuco.
De ordem do Sr. pn--iden!e, novamente convido
aos senhorej assoClados a rennireni-se domingo
9 do corrente. as S 1|2 noras da tarde m>u* se-
cretaria. rua do Imperador n. 3o, prinu-iro ab-
dar, pain ^o asstiuiileageraJ. ouvirem a leitura
do
cioiurto.
tratarem de assumptos"
de confo;ui!Jad'.i com os.arls. 'Mi c 37 de nossos
esUita:
Recite, o 'le novembro. do IS73.
Ferreira Guimaraes,
jcetario.
, para-em asst-muifa ^.-i-w. ouvirem a ieuuia
relatorio da direetoiia, ei.'ger-.uii novos func
larius .p.ira o ann,o isosiai J-) l-i"3 a 187i e
larein de assnmatos d ie ua associaeao.
Sociedade Propagadora da
Instruccao Publica.
Pelo prosente'sao convidados os Srs. socios da
freguezia de Santo Antonio a comparecerem no
dia 8 do corrente as G horas da tarde no palacete
da escolu normal a rua dn Pedro Aflbeso, aliin de
elegerem o conselho director que tem de funccio-
nar durante o anno social que principia a 14 deste
mez.
Sala das se-soes do conselho director da fro-
imzia de Santo Antonio. 3 de novembro de
1873.
0 secretario,
Jt'iio Ferreira Vilell:.
Consulado de Portugal.
Os credoree do fallecido sul-dito porluguez Ve-
rissimo Jose Moreira sao ebaoiados a apresentar
suas contas paste consulado para serem veriQca-
das c pagas.
Cinsulado do Portugal era Pernambuco, 3 de
novambto de 1873. ___
( Traduccao livrc do beueficiado. )
denomi.\"a(;a') nos agtos.
1 0 segredo do gVilheta.
2.* O pavilbao d'Armeaonville.
3* -Os passaros da rua,
4.Rosa primavera,
5." A moeda d'ouro.
Distribiiiftio.
Personagens do i, actu.
Luciano Gerard, pinlor Sr. Bahia.
Pedro lleuaud, o cutilad a 0 beneficiado
Mauricio d'Albert, offlcial de ma-
rinha Sr. P. Augosio.
Paulo Rertand, idtm idem Sr. Florindo.
Raul Deslandes, idem idem Sr. Emiliano.
Jq-e. criado da li >spedaria Sr. Autonio.
OQieiaas de mariuha.
Psrsonagens do* uliimos actos.
Luciano Gerard, 111050 folaazau Sr. Rahia.
Thiago Renand, filho de Pedro
Renaud 0 bencficiad-/
Ernesto Martoau, rooco ekganta Sr. Vjcente.
liernardi'. criado de Luciano
0 tip Guilherme, decaao da re-
puliliea dos pobrps
Josii Itnuget, operario, cidadao
da republioa dos pobres
Taupin, gaiato, idem idem
Piehet, mercador ambuiante,
id>'ir. idem
0 tio Mathias, trapeiro, idem
idem
Um cavooqueiro, idem idem
Um peloliqueiro, idem idem
Um ci'go, idem idem
Um liinpa-chamine's, idem idem
BaptisU, caixeiro do restaurant
Um agento de politia
Rosa Primavera, raraalheteira
A Toutiuegra, idem
Coralia, moca do torn
Diana, idem
Anatalia, idem
Mofs elegantes, mocas do
Sr. Silv.,.
Sr. Ftorindo.
Sr. Santos.
Sr. Caraara.
Sr.- Menezes.
Sr. P. August).
Sr. Procopio.
M'. Antonio.
Sr. Pbiladelphe.
Sr. Augusto.
Sr. Philadelphia
Sr. Emiliano.
D. Emilia.
I) Qlympia V
l). Olvmpia A.
D. Rernardina.
D. Josephina.
torn, freguezes do
rcsaturant, convidados, criados, gusrdas de Pa-
ris, cidadao da Republioa dos pobrea, etc. etc.
A ac.-ao passa-se na actnr.liilade.
0 prineiro aeto em loulmi. Os quatro ulti
mos em Paris, cine.) anuos depeis da primeiro.
1'CCIW *lv CrUlllO.
I.* aeto.,A partida dc niariuli
2." aclo.A cancao di> azuerin.
3." acto.0 byinuo da Rqmbliea dos PoLres.
A musica e coinposi.riu do maesiro^,
Terminara 0 espcctactilo coin 11 chistosa sceim
comici, em verso, do distrfreto dramaturgo Dr.
Caraeiro Vilella :
OS
Oiiiuquiin das nioras
:lo benefioiadn
Principiara as I
Ao 'pnlilieo
deseurjienhada pelo fcefleficJado
Principiara as 8 1|2 hora
Tribuual do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio desta
provincia se faz publi 10 que na data infra foi ad-
railtido a niatricula do agenle dn leiloes desta pra-
ea Joaquim Dias des Santos, cidadao brasileiro, de
3i annos de idade, natural desta-cidade, e nella
resides te.
Secretaria do tribunal do commercio dc- Per-
nambuco, 6 de novembro de 1873.
0 oillcial-maior
Julio GuimarJes.
Ni.- sendo possivel ao ac:or Julio Xaviet pro-
curar as pe^suas, a quern desejava cenvidar para
0 seu beneficio, por motiyo de achar se occupado
com os ensaios de apuro, para a bua execujao dn
drama annunciado, pede por isso desculpa a
seus amigos, espe"ando ue ellcs espontanein-0.
te 0 honrarao com as suas presencas.
9 beoeficiado aproreita a occasion para agrade
cer a todas is p -soas que ae dignarcm etmccr
rer a sua festa artl'tiea, ignalmeote aos seu<
dignos collegas, que nella t-imam parte, e cam
especialilade ao Illm. Sr. Dr. Caraeiro Vilolla,
pela delieada offerta da sua val.o
N. R. Havera trem para Apipucos, tocsin 1
em tod : noBl .-.
SANTO ANTONIO,
De ordem do Rim. Sr. iaspector da tliesou-
raria de fczuuda tW.-U provincia sc faz publico
que 0 lixir;. jgr. pTesradnte d.i pr ivlacia por seu
otlfcio de hoje dawdo, m:i:idoii sobr estar a arne-
itacSo do 'barcacfio que em Santo Amaro das
Sfiinas sen;*-*T{u:.\rtel da romjuinhia de Mural-
laria.
Seerelarigfcfe aria de fazenda de- Per-
0 Necreiario da junta.
I* JkHtfo" i'."t)ni;ues ardoso.
D\ ALEANRBGA
. S8yrf0*
7:1734933
VOUJilES SAttlDOS.
. curi-m1 ojmj,also para fprir 0 Exm. Sr.j Priwrap'rta a dn 0

3
Monte Pio Portuguez.
Nao se tendo- reumdo awniTo legal dos senho
res socios para a primeira couvocafiat de novo
convido a todos aquelles senhorcs, a reunirem-
se domingo 9 do corrente pelas II horas do dia
nos saloes do gaainote. alim de proceder-se.a
eleicao da direetoria c lOnselho fiscal, certos os
senhores socia* qtae a sassfij tera lugar com 0
numero de, socios presenles.
Secretaria da directoria do Monte-Pio Pwia-
Lgoez em Pemambueo. ,4, de novembro de 1^73.
Borges Costa,
Secretario
.0:;U"
LiWuraur, g^raes,
inH>Q>it pessoal
rueebedorift de Fondas
dos. contrilMiintes do
,'i r..-r. d" a/'*robro que
torn de ser pages 1 tntfil nestrc itn exer-
eieio corrente tte Mi 7i, e coin a ntrrtta de6/
dapiiis do Qndo nmf^liio mac
'ebedoria de Pernambuco *. de novembro de
AmrWf-^TftACAO DOS C.ORKEIOS DE PERNA>1
RUCO 7 DE PCOVEMBRO DE 1873.
Matas polo vapor JJud!as di companhia
Babiana
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (7) pelo vapor acima menckinado para os
pottos d'o-suliaie a Bahia, sera reeebida pela ma-
netra s^gninte : .
Maces de jornaes, impresses dc qualquer nale,
roza e"cartas a registrar, ate 2 horas da tarde.
.: ordinarvis ate as 3 horas, 0 cstas ate 3 D>
P'rfsaado wite duplo.
0 adramistrador
M Aft"
i')uminj;o i) de novembro.
A*s S 1|S horas,
9.a representacilo
do Jraiiis etn 3 actos :
mm
(Traduccao livre do actor Julio Xavien
Terminara com a seeua comica :
ErMN.i M
raducea
inara cu
OS
Qiii(K|uini das morus
Origins! do Dr. Carneiro Vilella.
THEATRO
EHPREZA-YICENTE.

Domingo 9.
Espectaealo tarde.
A omedia em 3 BHut:
0 :USAMENT0 SINGULM

lUffiSTi


J-
'

-
It
Diario de Pemambuco Sexta ieira 7 de Novembro de 1873.
Os amores In eaixeiro
0 Undo daelo :
0 estudante e ;i lavadeirt.
A comedia em I ac!o :
I inn experienda
Vs 5 1| la tarde.
m -
AVISOS MARITfMOS.
PATACHO
d. fbancisca.
Para o Rio de Janeiro pretendc seguir com
pouca demora por ter dons tercos de seu carre-
gamento engajado e para o resto qne lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao Filho a rua do Commercio n. .
Para Lisboa
seguira brevemente a barca por tugueza Gratidao ;
para canja o passageiros irata se urn E. R. Ra
bello C, rua do commercio n. 48.
Para
Para o referiJo porto pretende seguir com pou
ea demora o brigue portuguez R>ci[e por ter a
n&ior parte do carregamento tralado : para o
resto que lhe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose Gonvalves Ileltrao & Filho, a rua ao
Commercio n. 5.
Rio de Janeiro
Seguira em poucos dins o patacho Probidide :
para o resto da carga trata-se na rua do Vigario
n. 7, andar, com Pereira Vianna.
Para Lisboa
segnira com brevidade o brigue portuguez Bella
Figueirtnse; para carga e passageiros trata se
com E. R. Rabeilo 4 C, rua do Commercio nu-
mero 48.
COMfAHIA
HE8SAGEBIES MAR1TIMES
Uniia lucnsal
ERTMAT
Bspera-se da Europa ate o dia 7 do corrente
seguindo depois d derwra do costume para Bue-
nos- Ayres, tocaudo na Bahia, Rio de Janeiro e
Montevideo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
fSAGENTES
HarisiiHMidv & Labille
9 Rua do Commercio 9

COHPWHIi
MESSAI.ERIES MANTU1ES
l.inlia iiifiisnl
MENDOZA
Espera-se dos pottos do sul no dia !) do cor-
rente mez, segnindo depois da demora do costu-
me para Bordeos, tocaudo em Dakar (Goree) e
Lisboa.
Para condicoes. fretcs e passagens, trata-se oori
OS AGENTES
arigmendj & I.abillo.
9 Rua ilo Commercio 9
Para oRio Grande do Sid
sahira brevemente a escnna portugueza Aguta ;
para carga e passageiros trata-se com E. It. Ra-
bello & C, rua do Commercio n. 48.
COMPANHIA PER.NAMBUCAHA
DE
!\'a v*s;i<;jIo costeirn a va|i>r.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACx-
TT, CKARA, MANPAHf"', ACARACU' E GRANJA.
0 vapor Pirapamz.
commandante Silva,
seguira para os por-
tos acima no dia 14
do corrente, as 5 h' -
ras da tarde.
Recebe carga ate o dia 12 do corrente, encom-
mendas ate o dia 13, passagens e dinheiro a frete
ate as 2 hora3 da tarde do dia da sahida : es-
riptorio no Forte do Mattos n. {2
COMPANUIA PEKNAMBICA.NA
DE
Havega^So coeteira a vapor.
MACHO, ESCALAS PEXEDO E MtACAJU.
0 vapor Giquid,
commandante Martins
seguira para os por-
tos acima no dia 14
do corrente, as 5
lioras da tarde.
Recebe carjza ate 0 dia 12 do corrente. encom-
mendas ate 0 dia 13, passageiros e dinheiro a fre-
:e ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escriptorio no Forte no Mattos n. 12.
COMPA\HIA
DE
NAVEGACAO BRASILEIRA.
I'urtaw do norte.
O vapor nacional Bahia, e esperado dos portos
do sul ate 8 do corrente, seguira para os do nor-
te depois da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informacoes, dirijam-se a rua do Vigario
a. 7, escriptorio da agencia.
Pereira Vianna 4 C.
Agentes.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\0vcj5aeff0 costcira a vapor.
MAMANGLAPE.
0 vapor Coru.ripe, com-
mandantc Santos, seguira par*
0 porto acima no dia 12 d<
current.', as S lioras da tarde.
Recebe carga, eorommon-
das, passageiM e dinboirua
iretc ate as 2 horas da tarde do dia da sahiria :
escriptorio no Forte do m.iiuis n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCCANA
DE
Vavcgncilo cos RIO KOHMOSO E TAMANl'Alifc.
U Vapor /'.:Viihylni. i-fiiil-
niaudafiiu Oi.vcira, svgui-
ra para os portos acima
no dia 15 do corrente
as 9 horas da nolle.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PANT
Linha quinzcnal
0 paquete
LUS1TANIA
espera se dos portos do fu| ate 0 dia 8 le novem-
bro, e depois da demora do costume, seguira para
Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde re-
cebera passageiros, encommendas e carga a frete
OS AGENTES
Wilson Rowe & V
14RUA 1 COMMERCIO14
Hio de Janeiro
O patacho diuamarquez /. P. Lnrsen, a sahir
nestes dias, recebe ainda alguma carga a frete :
a tratar na rua do commercio n. B, andar.
Bio ik Janeiro
O paiacho dmamarquez J. P. Lassen segue com
pouca demora para ete porto, podendo levar cer-
ca de 25* escravos no convez. por passagem razoa-
vel : a tratar com H. Lundgren. rua do Ccm-
mercio n. 4.
Para o Porto.
Segue com brevidade a barca portugueza S.
ilanoel 11. Recebe carga e passageiros : a tra-
tar com Tito Livio Soarc, a rua do Vigario n.
LEILOES.
LEILAO
DE
loueas, juias Hoje
A's 10 1|2 boras da ni-iiitia
A S A B E R :
Dm piano, 1 mobilia de jacaranda, constando de
1 sola, 2 conjolos, 'ii cadeiras de guarnicao, 4
ditas de bragos (de bom gosto), cadeiras de ama-
rello, .litas grandes para cosluras, mesa elastica.
gnarda-lou;a, guarda-roupa de niogno, cama9
francezas, espelhos com nmldura dourada, ser-
vio p^ra jantar, dito para almoco, jarros, liguras
flnas, diversos objectos de prata. eomo sejam :
castieaes, paliteiros, salvas e outros mais.
Por ordem de onia familia que se retiron para
fora desta provinoia, 0 agente 1'inho B&rges fara
leilao dos moveis e mais artigos ; assim como 0
mesmo agente j'ara leilao, em continuaijao, dos
objectos que ficararn, pertencentes ao Sr. Joaquim
M. Marinho.
No sobralo a rua do Bom Jesas n. ")), primeiro
andar.
Sabba !o 8 tlo corrente
Sendo:
diversas mobilias de jacaranda, e de amarello, e
muitos outros moveis que serao vendidos pelo
ma'or preco. para liqnidar.
.No armazem da rua do Imperador n. 48, as 11
horas do dia acima.
Pelo agente Uartins.
Leiliio
DE
um msgniflco sobrado de 2 amlares e so-
tao, -em chaos proprios, com (rente de
azulejo, da rua do Bom Jesus n. 26.
SEGINDA-FEIRA 10 DO CORRENTE
^s 11 horas.
0 agente Pinto legalmente autorisado, levara a
leilao o predio acima meneionado, oqoal tornase
recommendado porsernovo e edificado em chao
proprio, e em uma das ruas mais commerciaes.
0 pretendentes poderao desJe ja esamina-lo, e
concoirer ao leilao que deve ter lugar as 11 ho-
ras do dia 10 do corrente, ao escriptorio dorefe-
do agente, a rua do Bom Jesus n. 43.
LEILAO
DA
chapeleria elegante, a rua da
Imperatriz n. 3
TERCA-FI-1RA 11 DO CORRENTE
as 11 horas
0 agente Pinho Borges fara leilso de um excel-
lente e escolhido SDrtimeato de chape"os de pella-
cia, castor, palha, brim, para homens e meninos,
de velludo, palha da Italia, amazooas, esparterie,
e muitos outros de variado gosto, para senhoras e
meninas, tlores, plumas capellas e grinaldas para
noiva: a armacao de amarello, envernisada, ca-
bides, lormas e outro* objectos proprios para cha-
peleria, e se vendera em lotes a vontade dos con-
currentes.
Alten^ao.

Viiente-Ferreira de Paula Tiburcio Mahngon
zo deciara que desta data em diante, s assig-
nara A'icento Malanganzo.
Recife, 4 de novembro de 187.1.
Antonio Jose Soares Junior.
I.pipi)ldina de Souia Soares,
sens tilh.is, seu mane, sna mana
e Raibrfahna agradecem cordeai-
mente a tudas as pessoas que u
dignaram teompatihar an :iiiiit>-
rio puhlico <>s rotos morta sen wfMMt Antonio !<>< Scwro- In
i.i' r. t- de novn t-ouvidaiii aos =rus |iar>itles e
amigw para as.-istirein as mi celeb ar pur alma do mesnirt tinadon i seiiQin dw
do seu p.vssauR-iit'i, mi onurewtn ile Nossa iorrtvi
ra do Carnto, as 6 i|2 boras da mauha, gegou-
da-fcira 10 do corrente m6a, e desde ja se con-
fessain sninmamenle gratis.
D. Ursula Muniz.
Joaquim Paulino Niceas Muniz,
seus lilhos, e Florencio Tertaliano
do Rego Costa, agradecem do inti-
mo d'alma a todas as pessoas que
se dignaram acompanbar os restos
moriaes de sna mui ckara esposa
e filha; de novo convidam aos seus
parcntes e amigos o caridoso cbzequio de assisti-
rem as missas do setimo dia, segmida-feira ,,)''''
corrente, na matriz de S. Jote, as 6 1|2 horas da
manha
Antonio Augusto Soares do
Amaral
Francisco Jos6 do Antaral, Che-
rubina d>, J. Amaral (ausente-),
Jose Scares do Amaral, Manuel Jo- (
-e Soares do Amaral, Joao Jose Soa-1
res do Amaral, Fortunato Jose Soa ,
res do Amaral, Jose Elias Soares'
do Amaral, Francisco B. Lima do
Amaral e Marcel Soares do Amaral, agradecem
cordialmente as pessoas que se dignaram acompa-
nhar ao ultimo jazigo os restos mortaes e seu mui
presado filjio, iimao, cunhado e priun Antonio
Augusto Soares do Amaral; rog^ndo-lles ainda o
caridaso obsequio de assistirem a misst do setimo
dia, que tera lugar nasegunda-feira 10 do corren-
te, as 7 1|2 horas da manha, na igreja da Madre
de Deos.
Manoel Lourenco dos Santo>
manda re-ar uma missa por alma
de sua fallecida comadie D. Ursu-
la de >acramento Costa Muni', n
dia 10 do corrente, as 8 hor. manha, setimo dia de seu falleci-
mento, na matriz da cidade da es-
dade da Esrada ; convida, portanto, aos sens ami-
gos paraa*sistrem a este acto de religiao, do que
se torna desde ja eternamente erato.
Antonio Rangel de Torres
Bandeira.
Manoel Ignicio de Torres Ban-
deira, Joao Vicente de Torres Ban-
deira e Atigi.sto Cesar da Cunha,
iroiaos e cunhado do Una do ba-
charel Antonio Rangt-I dc Torns
Bandeira, mandam rezar uma mis
sa nor sua alma no convento do
Carmo, no dia 11 do corrente as 7 horas da ma-
nha, primeiro anniversario de seu fallecunento,
e pedem aos seus amigos, e aos de seu nuuca es-
quecido irmao e cunhado, o caridoso ohzeiiuio
de assistirem a semelhante acto, pelo queo torna ra.
eternamente gratos.
Aos senhores fiscaes dasfre-| ||g
guezias desta cidade
Nos sown pais de familiss e estamos de accor-!
do que se fecliem as tivemcs, e tedos os pais de
familia devem gosiar d.a mesma lei ; mas e preciso
que os seahoroa Sscaea fajam cumprir a lei, po-
nham muitas aos venJelhSes que vendem pela
porta do reliro, e Rabam-se que os senhores fis-
caes sabem, mas que feebam os olhos, pois e justo
quo se cniiipra a lei ou deixe de se cumpri-la
Isto foi feito para socego das familia?.
Viva S. Esc. o Sr. presidente da provincia.
Viva a liberdade do cemmercio.
Viva a eamara municipal.
Muitos vendelhoes quo sao de accordo que se
fcchem as tav^rnas.
Remedios do Dr. J. Q. Aver
&C.
Como twu anparecido ncsla pra.n grande quan-
lidade de falsilicacoes, vamos agora prevenir aos
roBsumidjorea que o* remedios do lir. J. C. Aver 4
C'piep'aradi s especialmente para o Urasil, trazem
os Mtulos na lingui do pah, e sip nviados sd-
1'ienic p<>r inierintdio dm Srs. OaWi* i.':ui<.'r i
(',.. (aniiganienlo A. R. lassrls C.t, Rfo dc Janei-
ro, e catla frasc. leva n letreiro A. R. Cas-ds iS;
C Rii de Janeuii, wgntea gene* para n Brasd.
RuniiMW a"* B nqir.nl ires njMe sAaiviiem <>s re-
medios em cuiirinnidade cmn iwte :.vis.i, rejei-
'ern qualquer q-i.' traga o Mliifi em i-i^l-z.
Ha s.;iiitir- mi! grand" .t>p.is-:.. dr-les v.-rda-
ik-ip'S n-iiicdi'is. hi casi d-* Si's.
i o c r>;>Y!.K. m;a i)Oi:o.MMi:ncio.
Tiitil'cni iU! Sr. "sla i-n.-arp(:nln .! a-ilar ell-
'.....meiiilas ixn cpniilidali;, ;.i-l >~ pre.-,.is de Nova-
Yurk.
GRAHDLOS AUTIIOHUES
dr. PAPILLAUD
Nva dicafio contra as HoleMiu do cora-
c*, usthma, catarrho, coqueluche, tisica, etc.
ORANULOS NTIMONIAES FEBRUOI-
NOIOS coatra anemia, Morose, amenor-
rhea. nexralgia, nervosa e moltstiat eicro-
phufosas.
QRANULOS ANTIMONIAES FERRUOI
nosos com bismuth, contra u moltitiai
nerviosat, das vias dicesliras.
Pharmacia E. M0USN1ER em Sanjon, (Cha-
renle-lnftrieure), Francia.
BtJHMilo em Pemambuco : A. REGORD;
HAURER, phannacculico.
SABAOkLACTEIHA
I E.COUDRAY
FR0DZ1MK> DM TEIDADURO B1KIO Dl LEITE
Rcconhecido pela gents elegante do mondo
inteirocorao superior a todos os saMes ate agora
usados no toucador tio delicado das Senhoras e
dos meoinns e para os banbos e a barba.
Para evitar at nmerasas imitacoei, eiiga-se
a flrma e marca de (abrica do in-
ventador com patenle.
4AA
-ANTONIO JOSS DEAZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
Qucrcutto iksiinitivarnenta lirjuiilflr este rlcgotrio, vot-ile toilos r>s qjnc t'tri, rivos e
usailus. |M:ld prego ilo eusto de facltira.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho lie salas, de muitos litidos desenhos de 11 a 33 patmos
de largura e 100 dc comprido, podendo forrnr-se uma sain porgrando quo
seja com olendo inteiro.
MAC.MFICOS espelhos ovaes para ornamentos de skins.
ANNE S electricos para curar doros de caliega. nevraigias e nervoso.
Mt'ITO lindas gravuras, grnndes, para qtiadms de sals.
GRAMl'OS para segurar roupa estendida nas cor las, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com la ou st-da.
VERDAHKIRA agua de. colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por muito barato prero.
HOT
Restaurant de
Rua l."de Marco n. 7 A, 1." andar.
de*'
oraeaux.
13, ma d'Enghien, Paris.
Acha-se em caea dos principaes Perlumista*.
Pbaraactuticoi o Cabelleireirot das Americas.

a'i M G
Asmnsnuclo: PAR1Z. bodhtait Momtiiaitu.
P4STILHA8 DIGESTIVASfabricadasem Vichj
com os Sees extrabidos das Fontes. S3o de gosto
agrd*Tel a e as digeeUSes difficeis.
8AE8 OE VICHY PARA BANHOS. Um rolo
por am banho, para as pessoas qne nio podem
ir a Vichy.
Para evitar at imiiacSes
erigir em todos as productos a marca do
CONTRaSTE DO CSTtOO FRINCU.
Os prodnctos de acima acbSo-se :
Em Pemambuco, TISSET ("*;A. REGORD. *
Neste hotel, onde se encontrari aposentos bem mobiliados, garnnte se as pessoajs
que o frequcntarem, nio r>6 a boa qualidade dacozinba, como tanibetn o nccio e. promp-
tidao em servir-se aosc^nrnrrentes. Situndo no tnclhor bairro desta cidade, o hotel r!e
Bordeaux oft'erece todos os commodos possiveis, quer com relaQao aoc aposentos mobv
liados com gosto e aceio por modico prcgo, qttcr com relacao a sua posicao.
AIiboqus Vinhos de todas as qualidadcs.
I.unchs Cotisprvas idem id- m.
lar.tares Ccrvejas idom idem.
Ceias. I.teores idem idem.
Aguade vichy verdadeirae nova a 11*000 agarrafa.
Assipateras mensars a 35$'
DO l. I)E NOVEMBRO EM DIANTE.
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Jo -of V
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~ CO
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B
i> primeiro andar do subradoila raa d) Daqae Je:
Caxiaa n. It, proprio para escriptorio, ou rapazl
si Itehro : a tratar bo mesmo, toja.
Comedorias.
No becco Jo Sarapatei n. I, fornece-se coire- j
dorias para f6ra, eom promptidao, aceio e precjo
rizo.'.v. l. _______________
TASS0 IRMAOS t C.
declaram ao publico e espe-
cialmente aos sens bons fre-
guezes qtie o aviso insertono
Diario de Pemambuco, de 5
e 6 do corrente de C. Tasso
Irmaos, pedindo aos seus de-
vedores o pagamento de sens
debitos e amea^ando-os de
declarar seus nomes no mes-
mo jomalnao foi feito por
elles.
Preciia- celebrar as mifsas do Natal n'um dos melhres
engenhos do Passo de Camarazibe : a tratar na
nia do Bom Jesns n. 8, egrriptorio, I* andar.
4!ihsu e mais abuso
Tem-se vino qm aqneiles qne sao encarrega-
dos de cumprir iielmentc a lei, esses sao os pri
meiros a abu^arem delta. Nao ternos mais nada
que esperor, a portaria da pre*idencia de 8 de on-
tubro do currents anno, com referencia as matri-
culas dos trabalhadores, nada vale para as dnas
fregaezias do Recife e Boa-Vista. Pergunta-se,
sera porque 09 senhores fiscae9 ignorem qne os
escraos que os seus senhores nao provarem qne
sao seus, e elle rematante, nao pode eontinuar,
nao; pois elle sabem que e abuse?
Voltaremos se fc r preciso.
fJIII
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Wo
we
HJ
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sfS*'*gil
if fail
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S 2 o ~
Set S "
Si e I I
ft 13 g
S 5 S
S I g =
Casas para alugar para a fes
ta ou por anno
Um suhrado no Poco da Panetla, na rua do lti>)
n. o, com 4 Balas, 3 quartos, sal eta, coainba fora e
(]uintal murado.
Uma boa casa terrca nova cow eocbeira, sstri-
baria. pequeno sitio, a margen do rio, n. 38 da
mes'oa rua.
Uma casa pequena. porem corn bons commodos
na travessa da Lnu rtas Almas a; pe Ja casa vcr-
inelha n. 2. Todas a tratar cm o oommeodadoj
Tasso.
Pede-e ao procurador d jncirregaJo de
negocios do Sr. Joao Manoel Pontoal Junior, 0
favor de apparecer a rua do Hoflpicio n. 33, das C
as 9 horas da manhd, ou das 2 ;;s." Ja tarde.
w
Mme. F. Bimont, tendo aberto um hotel para sMisfazcr a necessidade que term os
viajantes, de hospedagens na cidade do Natal, capital do Ilio Grande do Norte, offerere ii
concurrencia publica e garante aceio e promptidao no Servian.
ktom do ser este hotel collocado na melhor run desta cidade, esta tambem em uma
das melhores casas, pelo aceio e posic,ao.
Tambem ha quartos mobiliados que se alugarn mensnlmente.
Prejoo mais resumido possivel.
^wasf.MiaeaaBBEHP**:?*:
. Approvado
pela Academia
de
Medicina
de Paris.
Autorisado
pela
circular especial
do
MlNISTRO.
FERRO QUEVENNE
n 9 en lorrt;ti> 1 i.m fl.... L___ ^ ^^" -.1.1*1*11 \ < >'
Cura a chlorosis, anemia, fluxo branco, eaasfie e debilidade serai, perdas, irregularidade na men-
struacao seja das senhoras casadas ou das meninas di-heis. Pela miiideia da dose que se pode ero-
prepr, pela efficacia de sna acoSo. 0 FERRO Ql'EVEXNE avanl.ija-se sobre lodas as outras prepa-
racocs lerrugineas. hnuchardat, professor da Faculdade de Paris (Annnario de 1869, p. 1*6).
Para evilar as falsificacOes numerosas, exigir a marca de fahrica acima Indicada, a flrma
{fuevenne, e o nome de Emilio Genevoix, deposilario geral, em Paris, U, roa des Beaux-Arts.
0 taM toman #%-g TSSSSS---------^, 100 medidas. 5'50
vendese 1 I 1 IO rFxrlr- = 200 grageas. 5.
em rrascos de (medida para ilofar). 100 srageas. 3
neposilo em Pernambxico, A. REGORD, e nas pharmaeiaa acreditadas.
Vende-se uma excellente casa com um pequeno
sitio, sita no Arraial junto a casa do Sr. Anselmo :
a tratar ua mesma casa. e para in/ormacSea na
laverna do Qufimr-do n. 3, andar
- Pngiram do engenho Huraiema da freguezia
dc Serinhaem, ao amauhecor do dia 27 de outu-
bro proximo passado, os escravos seguinfes :
Francisco, preto, idade 18 a 20 annos, alto,
grosso, moleirao, falla mansa, pes grandes com
bicbos e rachaduras, natural do Bmqtie, foi yen-
dido pelo Sr. Constantino Leite e perlencia ao Sr.
Francisco Bezerra.
Simao, cabra, alto, pouca barba, falla mansa,
cabellos carapinhos, feridas na pernas, pes gran-
des e abre 0 dedo grande qnando pisa, e natural
dcPanema, para onde ja fugio a primeira vez, e
se suppoe que para alii mesmo foram ambos, e foi
vendido pelo Sr. Adriao detal. Levaram dous ca-
vallos, um de sella, alasao, maos cal^adas, com
tml de besta e estrella na testa ; outro de roda,
castanho claro ec^go de um olho roga-se as au-
tondades policiaes e capitaes de campo qne 03
apprehenderem que os mandem levar ao dito en-
enho a Joaquim Alves de Castro, ou na rua do
'.oronel Lamenha n 12, que generosr.menlc se
gratificara.
ga-se
Pacific Steam Navigalion Company
I.infin qiiiuzenal
0 PAQUETE
MAGELLAN
e3pera-8e da Europa ato o dia 9 de novembro
e depois da demora do costume seguira para 0 sul
do imperio, Rio da Prata e eosta do Pacifico, para
onde recebcra passageiros, enwnuaen&HB e dinhei-
ro a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
J* RUA DO COMMERCIO14
Casa de penhores
LEILAO
Esla marcado 0 dia (3 do corrente para nelle
ler lugar 0 leilao de todos os objectos dados em
cautelas, a casa de, penhores da travessa das Cra-
zes n. 2, cujas cautelas estao vencidas.
AVISOS DVERSOS
Novidade
Relratos de S. ?. Pio IX; do HP. Beck, gera
da Corr.panhia de Jesns, e do R. D. Vital, bispo de
Pemambuco : na pholographia imperial a rua do
Cabuga n. 18, e
-"%a mesnaa caia
Retratog da infelij Maria ia ConceicSo, as-
[sassmada pelo des^mbarpador Ponies Visguei-
>ro.-500r.
Ao Sr. fucal da freguezia de S. Fr. Pedro
G ncalves.
Veja que 0 senhor deve aos doroingos-e dias
santos fazer feehar qnalqner um estabelecimento
aue estiver na lei, pois nao aconteceu assim com
0 estabelecimento da praca do commercio n. 10,
que esteve aberto domingo e dia santo, e tambem
vende bebidas espirituosas a retalho; pois ii pre-
(iso que elle seja c< moos senhores taverneiros.
Pergnnta quem qner ter 0 mesmo privi-legio.
A casa da rua do Padre Xubrega n 87 ; a "ratar
com Joige Tasso, a rua do Amorlm n. :)7.
J'ara passar a testa.
Aluga-se uma casa no Poco da Panella a raa Jo
Rio n 25, com 2 salas, i quartos, cozinha fora,
quintal murado e com alpendte na 'rente, muito
propria para a estacto calmosa por rt-ar proxima
ao rio, desfructando 0 excdlente banho, e preco
commodo : a tratar na travessa da Macro de Deos
n.18.____________________________^__
- 0 Illm. Sr. Dr. Leopoldo Cesar Duque Estra
da, formado na academia de Pernamlraco em 1873,
filho do Illm. Sr. Joaquim Leopoldo de Figueiredo,
6 enamado a loja de Amaral, Nabuco it C, rua
Nova n. 2, a negocio qne nao ignora.
A senhora que se offcreceu para morar em
casa de familia, prestando seu3 services de costo-
ra por pequeno salario, pode dirigir-se u roa Jo
Marqrez de Olinda n. 34, 2. e 3.' and.ires, 30-
brado.
Aluga-se uaia excellenle eaa ua povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, com hons commo-
dos para familia ; a tratar corn Jorge Tasso, rua
Amorim, a. 37.
Sitio para alugar.
j$JAIuga-=e um sitio na Capunga, rua das Per-
nambueanas n. 66, com bastantes commodos, ten-
do dez quartos, tres salas, cozinha, coxeira, tan-
que para banho, galliuheiro, com diversos pes de
fructeiras : a tratar na rua do Marquaz de Olin-
da n. 63.
Malrinila dos cavjiftns.
Acham se a venda em todas as livrarias map-
pas impreseos para matricula dos cavallos con-
forme determma a lei provincial de 17 de junho
de 1873.
Cozinheira
Precisa-se de uma cozinheira para casa estrau-
geira de pouca familia: a tratar na rua do Com-
jsoreio n. 38.
ATTENGAO
Uma pessoa com pratica de botica se offerece
para caixeiro : quem precisar annuncie.
DOENCAS
I QUO ."i" .': I H
I Pela Iniei.ao
Tenotea.
I RHElMATlSMti,
.ERYSIPELA,
.\s
M0LE8TU8 ENtllDURU. r)r&&l\
'S ."
fn Mo'est:a3
DA PELLE.
iPoikabrilliante 1T>000
15J0M)
moos,
;iuem
Caixeiro.
Offerece-se um rapaz de idade dc IS
para caixeiro de qualquer estabclceiiTiOoto :
precisar annuncie.
O. balaneiador
Jeranymo Jose da Costa, mais antigo delta pro-
vincia, pode Ber procurado no pa ten do Carmo n.
13, venda, que se lhe dira aonde esta trabalhaudo,
ou sna ni'irailia \
Precisa se de um eaiieini que tenha bastan-
te pratica de tawrna e d<5 fiador de wa conducta r
j>? rns Oujf.c de Caxias n. 20. ,
1
NOVAS FUBLICICOfS MUSICAES.
A. J. d izrvt'ilo-lliialfevan. 11.
Acabam do publicar-se, 0 acham-so i
venda as sotfuinlbs musicas :
PIANO SO'.
Qanse E8PANBOL), por Asclier SBMOO
Arabella, mazurka, por r,. \\>r-
theimer 1500
V.w.sa do Faosto, por Croyses ljfOOO
Sonho de t m.v virgeh, por Alber-
tazzi 13JO0O
A:.:s.v !A Prie, cavatina 15JO0O
Ac Ci air de la" It nk, por Bussmeyer 19500
ESTRF.tl.A DO NORTE I
Saudaoao ao Bahia |
Cbiciet, por Sdxas, oll'orecida aos
chrickels club pnrnambucano e
babiano
PIANO Ef.ANTO.
DESESPERO, muito liii'io romance
por I. Smoltz 2?K)0O
Nos m'amava, romance por Guercia 19000
r.iinbera nscebeu'da Europa grande sor-
timerito Jo inusica para piano, piano e
canto, estudos, methodos, etc. etc.
Preci?a so de um caixeiro qua tenha bas-
tanre pratica de taverna e do flador d? soa con~
ducta : na rua Duque de Caxias n. 20.
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Cart9
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfumagators.
Machinas para descarocar
algodao de 12 ate 30 ser-
ras.
CASA AMERICANA
46 Rua do Imperador 45
Aluga-se a casa que foi do fallecido Manoel
Antonio Vieira, com muitos commodos para gran-
de familia, tendo muitos quartos fora, proprios
senhora do engenho Pr<1 "iad'is ou escravos ; tendo no memo sitio
Garapu, da qual foi inventariante o socio Jose" dos bo,i aaa Para nece9f', da casa, e tendo o
Santos Neves. rio'perto da casa, com bom local pora tomar ba-
Recife, 5 de novembro de 1873. n'10 : a ,ra!r"' no mesmo siiio perto da estaeao de
________________Jose Francisco do Rego.____ i Caldeireiro.
Bmpofcs,
Ulcewj,
taabat,
Etr.
PARRILHA
Dr. ,T.
PRi:i'ARADO TEtO
C. 1YJKR C Co., de Lowell;
Estaitos Unidos.
EM FRASCOS PEQUENOS.
W. E. OASSELS A Ca., Agentes Geraes no Brazil.
Unicos agentes nesta provincia os Srs. J.
0. L. Cojle, rua d>. Commercio u. 38.
O abaixo assignado encarrngado da liquida-
cao da massa da firma Jo?e dos Santos Neves &
lrrnao, de novo convida aos credores da mesma
1 firma e de cada um dos socios em particular, pa-
ra que no prazo de oito dias, na rua do Apollo
n. 18 arm zem de assucar, apresentem os seus ti
tilulos aflm do serem estes vcrificados o poderse
assim conhecer em quanto monla o passivo, sem
o quo nao se pode regular a forma do pagamento.
Este convite 6 extensive aos herdeiros do B.An-
na Delfma Pae3 Barrcto
Um homem ;casado, sem mais pessoa de fa-
milia, ha pouco cbegado da Europa desejando
empregar-se neata cidade ou f6ra delta, propoe-se
a ensinar portuguez, historia, geographia, latim,
philosophia e rheiorica : quem precisar de seus uma casa terrea em Apipucos, com commodos
servicos dirija-se a roa Jo Imperador n. n. "7, pan familia : a tratar oa estacjio de Anipncos, u
loja, das 10 as 6 horas oa larde. rua da Concordia n. 160.
Aluga-se

Lplm

m



Diaflto de Peraambuco Sexta
de Novenibro de
AM4
Preelsa-se de uma ama para I
cozinhar : na praca do Corpo
Santo n. 17, 3.* andar.
Otfcrcc-*e iima ami para casa d hoioem
soltoiru : na travessa ckj Peixi'ito n. 7.
AMA
Na rua ilu Gaj>iL>;iribo n.
3i prei'iaa sc alug.ir unin o
prava que cnzinhti o eng;.n
me para uma ramilia cimposta do duas p-js*..:i.-e
1 meuiuo, paga-Mi bum._____________________
Attengao.
20*000.
Precisa-se de duas amas, sendo uma para
comprar o cozinhar, e uutra. par* feiidoin-
mar para casa da uma familia de duas pca-
soas, preferindo-se escrava, paga-se a qnan
tia acima: a tratar na travessa do Yigario
Tenorio n. 1, das 9 horas da manha ate as
3 horas da tarda, escriptorio.
MIA
Precisa-se de uma ama para co-
zinbar em casa de familia : a-tratar
na rua do Hospicio n. 46, casa terrea
que tern bolas amarellas na cornija.
A II A Precisa-se de uma ama somenle
A VI \ 1)ar*cozinnar m c*sa (*e raPaz soi-
ia l"x rV teiro, preferinJo se escrava : a tra-
tar na roa Primatro de Marco n. 17, toja.
Prerisa-se de ama ama que
saiba la ar e engommar pa.*a
casa de duas pessoas : na
Tna do Huspicio o. 80___________
AMA
Ama
Na rna'da Ponte Velha n. 1 precisa-se
de nma ama que saiba cozinhar e en-
gommar para casa de familia de Precisa-se de uma ana que de am criado de 12 a 14 annos, no becco do Pa-
dre n. 88. __________________
A mg Na rna do Visconde de llaparica n. 32,
t\.mai precisa se de nma ama para engommar.
imj) NoCorredor do Bispo a 5 precisa-se
-iVtllrti je amaL p^n coxinhar e engommar.
m Precisa-se de uma mulher
forra ou escrava, que saiba
cosinhar bem : na Torre, si-
tio do Jose Mariano.
Prerisa se de uma ama para todo o servi^o
de dous rapaies solteiros: a tratar na rna de Pau-
lino Camara, taverna n. 44, esquina em frente ao
convento de N. S. do Carmo. ____________
Na rua 4a Soledade n. 19 precisa-se de uma
ama que law e engomme, para uma ppquena fa-
milia.
Vernizs cspeeiacs para carrua-
gens.
Este vernii, cuja falta ajui tanto sentem
os Srs. fabricates e possuidores de carrua-
gens, acaba de chegar para seu unico depo-
sito, das s^guintes qualidades.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E' um verniz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
mSos, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em 12
horas, depots das quaes se expoe ao ar por
algum tempo, o que faz endurecer, e passa-
das 15 a 18 horas p6de passar-se a caixa a
;pedra pome e dar-lhe em seguida outra de-
mao. Dao-se com facilidade tres demSos
deste verniz sobre as tintas, era tres dias.
A primeir* demo servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas dem3os e produz
um excollente brilho.
Verniz superior seecante para
carraagenfl.
Este verniz e da mesma c6r que o ante-
edente, mas endurece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-so com bom exito nas
obras urgentes, e pode misturar-se com o
anterior. A duracAe do verniz permanent
diminue na proporpao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nao e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras demSos sobre cores escuras. Pode
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demdo.
Vernizpreto lo Japlo, superior.
Para irabalhos em preto de carruagens.
Produz o preto raais escuro e brilhante, e
p6de passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Devo dar-se duas demaos sobre um
fundo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, .BRILHANTE E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composigao
grande quantidade d'uma substancia muito
semelhante ao azeite denominado pieds b-v.nf,
e o unico que da tlexibilidade ao eouro ve-
lho envernisado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois de ter limpo
o couro com agua-raz. Expnsto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, e & sombra mas ao ar
secca era 4. Em tempo humido e inutil tal
trabalHo, por que nSo e pnssival tornar o
verniz elastico e seecante ao mesmo tempo,
Verniz para apparelho.
Depois de .ter apphcado 2 ou 3 demSos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
vc-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
.no Gm dos quaes sc pode pulir com extra
ma facilicidade. E* essencialmente neces-
sario cobrir este ferniz com duas demios do
verniz supertino para caixas de carrua-
ger&.
VERNIZ SECGANTE.
Mistura-se com as tintas de apparelho, e
6dbre tudo. com as tintas moidas, para que
fiequem mais facilmente e para lhes dar
tcait coasistencia.
Como Mo e necessario dar lustro a ultima
detnao de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, conve"m da lo
n'um local separado aonde nSo haja p6.
Quando a obra urge,; deve pdr so i sombra
e ao ar livre depois de secco, isto 6, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humid*. Quantas mais vezes
se Qzer isto, mais brilhante ficara" o verniz,
e mais depressa ss terminari a carruagem
(em caso necessario Jres dias depois da ulti-
ma demSo). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve-se lavar a carruagem
com agua fresca, depois de ter sr-
ido.
Os frascos devem eonservar-se sempre
hermeticamente tapados, o resto do verniz
nlo se deve deixar ficar no frasco, o p6de
usar-se para as primeiras demdos.
N8o deve misturar-se com este verniz ne-
nhum outro ingretliento, nem agua-raz, e
de nenhum modo com o seecante. E' pre-
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, o o
molhor 6 servir um piucci para cada ver
niz.
Depesito unico para o Brasil, Bartholo-
meu & C., Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n. 3.
FUND1CA0 DO BOWMAN
RUA DO BRIM N. 52
n?n68&ado o cha(anz)
PEUBH ACS eeohorea de eugKobo e oniros agricoUoreB. e empregadorea de m
innismo o favfr de cna visits a sea estabelecimento, part verera o uovo aortitnento
otnplet' que s-bi iem; seado todo soperior em qoalidide e fortidSo; o qoe com ins
ccifl p^sgrtjl pode- veriflcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LuGAR DE SUA FUNDICAO
.T_ ^- ^ *A~* A*nr+->r* <1<3 mais ipoieruos sy steam e em ta
4aporea e roaas d'agua mauuos convenient pradivenw
uxomstanciaa doa senhorea proprtetarios e p'ra deacaroc^r algodlo.
Uoendas de canna 6 u>nanh09' ***** qM ,qo'
aodas dentadas par*8Dimaes-agoa e vapor'
Taixas ilambiqnes 9 fundos de alambiques.
Wnn^t'm'flmno para mandioca e aigodao.l Podendo todoa
aatlHHlblllua e para serrar madeira, fser movidos a mSo
3-imKocf (Pr 8nt ^P01"'
^OlllOaS de patente, garantidas........ lonanimaea.
Todas as machinas "d'"" HtMm prMiMr-
Pas qualquer eoneerto "*-"> ""^ -"-*
Pormas de ferro -"i.<---
7nAnmmATi anCOinilieil^J.ciS. tade dos clientes, lembrando-lbea a- vaoiagem de fazerem
uas compras por intermedio % peasoa enteodida, e qne em qnalqaer uecessidade p6de
lei prestar anxilio.
Irados americanos e *" '8r,col-
RUA DO BRUM N. 52
PASSAWDO O CHAFARIZ
AO ABMAZILM
VAPOR FRANCEZ
RUA DO BARAO DA VICTORIA
W. 7Outr'ora ATovaN. 7
Calcado
francez.
(1ASOA FORTii
AOS 4:000^000.
BIL0ETES r,AR\CTJD0S.
Ciiixeiro.
FUNDICAO DE FERRO
5
4' rna do Barito do Triumph') (ma do Brum) ns. (00 a 104
CARDOSO IRMA0
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhorobra quetem vindo ao mercSdo.
VapOreS de for?a de 4, 6, 8 e 10 cavallos. !
IjaluGiraS de sobresalente para vaporcs.
MOCndaS mtGirflS emeias moendas, obra comd iiunca aqai veio.
TaixaS flindidas e batidas, dos raelhores fabricantes.
tiOClaS Q aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
LvOdaS QGntadaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelogioS e apitOS para vapores.
OOmbaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e pequenas.
Con<*ertOS c.ncertam com promptidSo qualquer obra ou maChint,, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man^am v'r Por encommendada Europa, qualquer mactiinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bora trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
BOTLNAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
. fabricantes.
SAPATOES de beierro, de cordavao e de case-
mira. *
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, utios e jardias.
SAPATOS de Upete, chariot, castor e de tranca
francezes e portugnezes.
Para senhora.
80TINAS pretai,- brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugnezes.
Para nienlnos.
BOTINaS de bezerro, lustre e de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezet.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a 6uilherme, perneiras
meias perneiras para homen-1, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francer, a rua do Bari)
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras da balanco, de braco, de guemicoes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bora por serem fortes e
ten*, e s mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rna do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Neva.
PIANOS.
Gwtft0\ < -- ">'iv it '*'''"'
O iiL'ai.xu -i.sMyi^.d.i kBUO vcu.ti.it '-- ?oui lc
ilzes bilhetcs, um inteiro n. ii'ii aim ~M)!, UM
muion. Si8e com 2WM, uin nmw n. 2."W2 enm
ifO* e outras sortes >le Wi c 2t'# 'a l"tirs
i|ue se acabnude extraliir (7i). cimvi.i.1 ans pos-
suidores a vir-jtn recebex ua tonXonaidade4o cos-
tume sem desconto algmq.
Acham-se a venda os fehzes bilUctes garantidot
la 15" parte das loterias a benelicio da Santa Ca-
sa de Misericordia do Recife (73a), ra na scgunda-feira, 10 do corrente mez, pelo no-
vo piano.
PIIECOS
Bilhete inteiro 4X000
Heio bilhete 5*000
KM POa^AO DE 100&OO0 PARA CIMA-
Bilhete inteiro 3*800
Meio bilhete 1*750
U-ihmI Martini Fiuza
Proclsa-se do um de \i a li annos que qocira
ir para o lugar de Una, de Rio Formosa P.efe-
T* -" :-.lvriiin O"1- sailiy !.-:evr 1 m, nuto [,i!ci ilu | laiic.i. Train m a rua da II ;
I, ;ft. !.- !,ii-lr. r|tl*>f h.

Leiam
-=5 S = 1-2.-
1-3 e
3 '
C S-
a> 5
a.
C os
o -i a
B
S5
a
s
5

o
TS =

i

*"2
lOrOOOJI
Wse W:000* a premfo mo*w na rua de
Hortas p. 86, sobra*>.
ctitr M *.r~
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(outr'ora rna da Cadela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas .0 verdadeiras naachinas amerJcauas para algo-
duo, desde 10 k 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-se dignas de
ierem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrarSo
tambem mais :
Apurados vapores locomoveis, de for^a
de 2'/ e 3'/ cavallos com todos perten^as
precisos para trahalharem i machinas para
ilgodSo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados araericanos para varzea e ladei-
ra.
llarros de mSo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com valvula para lavatories.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Ternos do bandqjjas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertengas avujsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
llio e cafe.
Debulhadores para milho.
Azaite de spermacete para machinas.
Camas de .ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres da ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
Trens para cozinha.
Emfira muitos outros artigos, que soavista e neste estabeleomoderSqentp s i
ixaminados.
MOFINA
Esta encoura^ado I! -
Roga-se ao nim. Sr. Ignacio Tieira de Mello
escrivJo na cidade de Nazareth desta provincia, 0
favor de vir a rna Duqne de Cajias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
tins de dezembro de 1871. e depoig para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cuwprio;
9 por este motivo e de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio 6
le mais de 0K0 annos, e quando 0 Sr. seu nlho se
achava nesta eidada
Precisa-se de uma ama forra ou ascrava*
3ue saiba lavar, engommar e comprar para casa
e uma familia eslrangeira composta de tres pes-
soas : a tratar na rua do Vijcoode 4e Goyjino? n.
157. fabrica de rape.
Cnlileria allena.
Rua de Mathias de Albu-
querque n. 8.
Antiga rua das Flores.
O proprietario d^ste estabelecimento declara que
esta prompto a amolar, afiar e polir qualquer
ferramenta de a;o, a saber : como thesonras, na-
valhas, facoes, caniveles, etc. etc.
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-se
rallar ao Sr vigario Andre Curcino de Araujo Po-
reira, a negocio de sea interesse.
Aluga se 0 armazem de recolher na rua do
Burgof d. il: a tratar na rua da Praia n. 10,
iratar com Jos Feliciano Nazareth.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modems, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff C : no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria* ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Fioos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arm, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para oresentes com frascos de extractos, cai-
xinnas sertidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7. -
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
ahantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de flo de Escocia e de camurca.
Caixinhas de eostura ornada com musica.
Albuns e quadriahos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
4 Diversas obras de ouro bom de lei garanlido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
*i09.
Brincos a imitacao e botSes de punhos de pla-
BoIsinha9 e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos ebjectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pinciuez de c6res, de prata dourado, de a^o e
de tartaruga.
Oculos de aco Sno e de todas as guarnices.
Bengalas de luxo, canna, com -'astocs de mar-
hm.
ilengallas diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhoa de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saitos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaragar e para
barba.
Ditos de marflm muito finos, para limpar ca-
befa.
Escovaa para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinbeiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para cbsmar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes jogainhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolf as e saccos do viagem de mar e ca-
minhos de ferro. -
Argolinhas de marfim para as orian;as morde-
rem, bom para os dentes.
Ber^os de vimes para embalar criancas.
Cestinhas de vimes para brajo de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas 00m escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de c6res para illuminai^es de
festas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de varios syslemas "para cafe.
Espanadores de palba e de pennas
Tesourinhas e canivetes finos.
Ta petes com \idrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
^uadros.
Quadras ja promptos com paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Bealetos pequenos de veio com liadas pecas.
Realejos harmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de qujnqnilha-
rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40~a 100 metro?, pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode Jesvjar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a prci os mais resomidos que 6 possivel: uo ar-
mazem do vapor francex, rua do Barao da Vic-
oria, outr'ora rna Nova n. .7.
Ceslinhas para costara
Grande sortimento de bonitos modelns :hegados
ao armazem do vapor francez, CU3 iBa-aoda
Victoria (odtr'oia Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Ofeado bonitas e muito baraios, paia cima de
meza : no armaacm do vapor francez, rua do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Aluga-se 0 armazem a. 3i a rna Duque de
Caxias (antiga rua das Cruxes) : a tratar na So-
ledade n. j7. ou com lose Henrique da Silva Gui-
marSes.
Rocha 4 C estabelewdos com armazem de mo
lhados e deposit de sabao a rua da Madre ile Deoa
n. 4, participant aos sens freguezes e a quem mais
possa interessar, que 0 Sr. Manoel Lourenco d
Santos Coelho deixou de ser seu caixeiro desde
31de ootubro proximo passado-._________________
Os abaixo assignados declaram ao pub'ico e
ao commercio, que coinpraram a taverna sita no
largo da ribeirade S J..se n. St, que perteucia ao
St. Jose Luiz Gon^alves Penni ; e se alpuem se
julgar com direito a me>ma, queira ;.preseiitar-se
no prazo de tres dias. Recife, 4 de m.-vembro de
1873.
Antonio da Silva Junior.
Francisco Fab:ao do Monte.
IasTdPuho"
Aos 4-.OOOBOOO
Bilhetes garantidos
Mta do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assienado acaba de vender n se-"
DUito felizes bilhetes a sorte de *:000*'00 Ms
dous nneios de n. 1869, alem de outras sort*
uores de 40*000 e W*(K) da luteria que se
de extrahir (7J) ; e cnvida aos pos
virem receber, que promptamente ser
forma do costume.
O mesmo abaixo assignado con* ,
vel publico para vir ao seu eat? X*^
pra^ os muito felizes bilhetes"/ J^^?^
Lr qualquer .remio, como. gX^^
annuncios.
Acham se a venda ^ ^^ mies bi]hetei
-anttdos da lo p ^ da lrtU.ria a beneficio 8da
santa casa da mi'rfrh.orjia ,j0 Recifa> que se ex.
trahira no dia ^ ^ C0Trente mez.
I'recoN
Inteiro 4^000
Meio 2J000
De lOOjtOOO para clmu.
Inteiro 3*500
Meio 1*730
Recife, 29 de outubro de 1873.
Joao Joaqtwn da Costa Leite.
S
s
3
SO
c .
O 2 Ft
ilifii.|ltzi
t _, g- s H.'S S
3 s 2. O
3- O S
2_ =5 ~ 3 =
_ = 5 =
8 g 5
5 3 O ; r S
d S a." =r
2 a 3
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^ ~% e
-, Ci- z ~
r c o .
CT5
t^

Q
a
c=3
O Ff
acabou
joidores a
** pagos na
Armazem
Aluga-se um na rua do Marquez de Olinda,
outr'ora da Cadeia n. 24, a tratar na rua do Vi-
gario n. 17 (loja).____________
Precisa-se com urgencia de uma ama
para cozinhar, para uma familia de 2 pes-
soas, e que seja perita eozinheira : a tratgr
do paleo do Hospital n. 28.
Precisa-se de um caixeiro para hotel, que
de cenbecimento de sua conducts, e de uma ama
que saiba bem cozinhar : a tratar na rua do Mar-
quez do Herval n. 2, Concordia e Commercio.
Atten^ao
Aluga-se a casa n. 36 da rua da Ventura na
Capunga, com commodos para familia, estando
perfeitamente limpa, por se ter mandado carar e
pintar ha houcos dias : a tratar na rua do Duque
de Caxias n. 44. .
Na Magdalena travessa do
Luca.
Aluga-se um grande silio com grande casa pa-
ra numerosa familia, tendo quarto para escravo,
coxeira, tanque, duas baixas para capim, com
quantidade de ar-vores fructiteras : a ver e tra-
tar na Magdalena com 0 *eu proprietario Manoel
da Cutilia lirandao.
Excellente casa para alu-
gar.
Na rua do Imperadur n. 9, se (lira quem alu-
ga uma excellence casa em Beberibe de Baixo,
rua de Santo Antonio, ao pe da capella, com 6
quartos, 3 salas e cozinha, nas melhores condi-
coes possiveis.
Allenffto.
Precisa-se de um criado para uma casa de
pequena familia : a tratar na travessa do
Vigario a. 1, escriptorio.
Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filhos
Teem para veoder no seu escriptorio a rua do
Commercio n. 5, 0 seguinte :
AGUARDENTE de cajti: caixa de 12 garrafas.
de laranja, idem idem,
AROOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAI'EOS de sol, para homem e senbora, cabo
de martim e dsso.
FE1XES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabrica do common
mendador Pedrozo.
LINK A de roriz.
OBRAS de palheta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARR1LHA do Para.
ELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
- dito Moscate do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Collares superior, era ancoretas.
de cajii, caixas de 12 gar afas.
Halvatia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
CarcavoIIos, idem idem.
ufferece se uma mulher de boa conducta pa-
ra fazer companhia a ama familia, e tambem
pre.-ta algnns servigos : quem precisar dirija-se
a Boa Vi-la, rua Formosa n. i.
NOVA TINTA
MATHIEU-PLESSY. 90, boul* Si-German
PARIS
trSSBCAS VS1 VERNAL DE I8
MEDALNU DE Plfr* I MWBE. --CRU2 D* LEBIW B NONU
NOVl~TlNTA
D0BJU K0X1 PARA C0PIAR AS CARTAS
Bmpregad* pek-i grandes repaiticOea
Depcaito em PtrnamHe*. A. REGOUD,
^*n?>lienctto littcraria.
d DOS TEMPOS OU A VI3B& W) RStNO DK
DELS
(1. v. em 8.' francez /
Nesta obra mostra-se pi'las prophecias dc I'aias,
Jereniia.-, Eaeqoiei e Daniel, principalmeBle pelas
destes dous ullimos, pelo Apccalvp>. oe S. Joao,
pelas Epistolas do S. Pedro e de S. Pauic. pelas
proprias palavras do Salvador, e por algumas ou-
tras projihecias paiticulare?, que somos cho^ados
ao flra dos tempos, isto e a vinda do Reino do Dous
ou ao triumpho e renova.ao da igreja de Cbristo
na terra.
Destrui'.-ao do imperio romano e estabelecimpnio
da igreja ; appancao, desenvolvimento e engran-
pecimento do niahonu''ismo, sua derrota nos "-am-
pos de Poitiers por Carlos Martcl rei de Franca ;
0 imperio de Carlos Magno, neto desse grande rei,
c sua divisao em quatro reinos, Allemanha, Italia,
Franca e Hespanha ; cngrandeciuiento da casa da
Austria e sua humilbacao posterior ; a revolucao
franceza. seus horrores e sua persegui^ao a igreja;
a elevacao de Napolcai I, suas victorias e >eu ca-
samento com uma arcbiduqueza Austnaca, 0 tllh\i
que teve dessa princesa morto ainda em inenor
idade, sua derrota final pelas quatro potencies al-
liadas, Austria, Prussia, Inglaterra e Russia : as
revolufoes de 1830 e 1848 em Franca ; a s-uerra
para a libertacao da Italia por parte do rei Carlos
Alberto e sua derrota em duas grandes babihas ;
a renovaQao dessa gnerra por parte de seu fllho, 0
actual rei Victor Emmanuel alliado com a I-'i.iq-
ra ; a derrota da Austria em Magen'a e Solferino;
a conferencia dos dous imperadores da Aus'ria e
Fraaca ; a cessao da Lombardia feita pelo pri-
meiro aosegundo e a transfereucia dessa provin-
cia para 0 Piemonte; a volta gloiiosa de Nap.ibao
III ao seu paiz ; suas expedites a China e ao Me-
xico, e sua guerra com a Prussia na qual, diz a
prophecia, tropecou cahio e nao foi mais achado,
morrendo pouco tempo depois em casa particular
a proclamacSo e estabelecimento da republics f
Franca pela terceira vez em 1820, ainvasao e
[iiilliar;V> desse paiz pela pcussia ; a guerra feu
por esta ultima potencia aliiada em a Italia contra
a Austria, a derrota das tropas de Victor Kuuna-
niiel assira no mar como em terra ; sua usiirpa-
cao do reino de Napoles, dos ducadas de To.-cane
Parma, Modena e Lucca, dos estados pontilicios a
finalmente sua entrada em Roma, sua porsrgui-
c3o aos bispos catholicoos, a destruigao compjeta
ao poder temporal do papa, a eruniao do cor.cilip
do Vaticano, a definicao do d'gma dainrallibih-
dado por esse mesmo concilio, a luta travaoa em
seu scio entrc os bispos gallicanose s bispos cha-
mados ultramontanos; a victoria alcaucada p,r
estes contra aquelles; a dispersao do dito conoilio
depois da delini>;ao da iafallibilidade, 0 enctrra-
mento do papa no vaticano onje 0 sustentalc pelo3
fiets por meio de donativos, vulgannente denAri,i-
napos dinheiro de S. Bedro : todos estes fact se
acham indicados nas prophocias acima men-iuna-
das, sendo sua realisacao uma prova valeute da
verdade dellas ; mas essas prophecias vao adiaiile
do tempo presente. e parecem annunciar ;iiuda.
A morte, tal vez violenta, do papa Pio IX para
0 anno de 1874, a nomeacao detres ante papas-era
seu lugar, um pela Italia, outre pela Allcmnnha,
e outiu pela Russia ; a anarcuia que em viriude
disto ha de reinar na igreja ate ao anno de 1878,
pouco mais ou menos, ns persegui^oes horriveis a
que nesse tempo estarao sujeitos os flels, elf ro e
povo, que nao quizerem prestar obediencia a taes
ante-papas ; a invasao da Italia e a distruicao de
Roma pelas tropas da Prussia ou da Russia eu
de ambas estas potencias reunidas ; a eleicao
do verdadeiro papa que sera de grande santi lade
de vida, a reforma e|restauracao da igreja fe:ta por
elle, conforme fora nos primeiros seculos do cltris-
tianismo, a escolha e coroacao de um descendente
de Carlos Magno para rei da Franca, 0 qual posto
a frente dos povos de raca latino, combattera con-
tra as racas saxonia e e slava, e as derrotara, des
tiuindo ao mesmo tempo o imperio da iniquidade
acabando 0 seculo com a desappari;ao da herezia
e do schisma e com 0 triumpho glorioso da
igreja.
A obra content muitas indica;des e reflexoes im-
portant. tcs sobre os acontecimentos contempo-
raneos que podeta apreciar aquelle que a ler.
A impressao ficara concluida per estes dias, e
ate ao flm do correnia mez sera pnblicada-
Recebem-se assignaturas na livraria Universal
rua do Imperador n. 54 a razao de 3*000 cada
exemplar.
Dr. P V. Collaco.
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Nao se precisando mais de uma casa na
Boa-Viagem, qae foi alugada ate o ultimo de fe-
vereiro para banhos saigados ; iraspassa se a
chave da mesma a quem dtHa precisar : foliar
na rua do Coronet Suassuna n. 282.
Agencia de empregados.
A agencia que fonccionava na travessa d i ma-
trix de Santo Antonio n. 6, mudouse para o caes
do Capibaiibe n. 12 e pateo de S. Pedro n. 3, loja,
aonde continua a fornecer boas amas, cixeiros e
criados. '_________________________^^^
Alnga-se o 2." andar da casa da rua das
Larangeiras n. 13 ; a tratar na rua do aiarquex
de Olinda 2. andar da casa n. I.


Boa casa para .a festa.
Alrcr. _iciia excellente cast no Montoiro, tra-
;*" a qual se acha em muitp horn cs-
*' "'zi : a traiar na rua Primriro de
liarro ant!: i do Crespo n. 10 .A, Inja de Gurgel
do tuain* & F
j*x*. ;,r:.,conERTAS aiedicixaes
aocl de Siqueira
(,'avalcanti.
! o Preservative* da ery- r,
i : para curar com certeza'o
ft tempo, quaiqaer ataque de
* '-M-; 'a, e preveair o seu reappare
dm uro.
E '!".>-) para o rheumatismo.
S o Reguludor da metis- ,,
truaytM : para falta, irregularida- /i
..mi l>r8o repentina damenslraa- 'V
' c*-, f Jos JoehioB, assim como -para
' I o'Trim.ntj.s devidos aqncllas K
irs ?.;,..;_;.-sAmbos e.Mes medicaments
v.- ja ii .irf ujs nosta proviacia, e na do Rio de
J...,-:, i.
B-se a \2uda somente em casa
-, da* 9 h.iras do dia as 3 da
,4g, <:'. -- a qaalqner bora em casos ur-
. (jcmes.
GRATIS AOS POURES
Rua da Imperatriz n. Ii, 2 andar.
Perequito.
ul ": ', \ ani:,r da casa de AnI Jose
Wine I vouza, a rua Nora n. 50, voou urn
pe-i't' ittrafefto e fallador, levando no pe
. ivrr.-nte d prata : quern o tiver pegado
' ir ,1 Londade de o cntregar na mesma
^' ^u'; *"''> generosamente recompcnsado.
ica;i ler ua Una dos Ratos n. 68, coma
taate para .i/strada do Hospieio, com bauante
coi'' mi familia : a traiar ua rua do Mar-
que* da (winda n. 4.
i >. i senhora honesta q'ue sabe bem
-. sun machma o por pequeno sala-
rio, Sfi brasta a morar em casa de familia,
in':> os setts services : quern pretender
ami; rcie por este Dinrio.
Carros de luxo.
E" i lavel quo a cocbeira da rua do Bum
J*;i : ;', .1: toaqoim Paes 1'ereira da Silva, e a
Ihores berlindas, catenas, meias ca
\t>y. as do luxo, proprias para qnalquer
&<*' '.- i-ijqucia, bailee e aeips da aoa-
4eun b 11 is mearaos ajaezados de excellent-s
par .... .. Insuosos b holeeiros
cam fa I I .; enl s do ultimo n.isto, Pala Que ^
eoovirU an publieo a vir pur >i meain scipnliQ-
qne oao ncimtrar#o poniada, e sim realidade c
cw>. a ,. '<; .is.
'm baiihos de mar.
A ia i. "v.il)uco A C, reeeberano de Pa
rj- i iW3 costumes do ultimo go^to"
para ii e seahoras que desejarem to>
mar b.inh s silgados, alem da solidez da
f. | para resistir a agua salgada, a ele-
gaiicia ilus tr jos nada deixa a dese-
i.




M decampo
qu.-m quuer faier os concertos
o rr ndan 'OCo pur algous annos, de
denv cisasita na Port.* d'Agua,
. lo Ur Joa |iiim Rres O.mein Mu-
i) \.,-i". psrriptnra para maior seguran-
lade i in lito sahibre, e n casa muito
D'agni' Danlui \<: agua doce em
m-ido vi-iu nop i iii'iii passa
i, m j '::< r po-fe dingir-se ao Sr
n^ii i M inteiro, em ApfpDCQS, an
i fgtfaciii I'into, na rfla do Ruin Josus,
. .i..:.. a ri i ii i om'iiiefcfo n. 'tO.

Fu.-i'. -lo meo sitio da estradi do Arraial,
tin 27 d eoi a minhascrata Adiiana,
: aitura regular, cars
baxigota, eflc fnla e muito regrista. E>ta -rrava
: o costume de vender rractas ee muitff (-:|
ida no II : : protest i coni todo rigor da
r asylada e re^pmponaarai
i ; a mxtr i dito sitio,
hf? Popj e in Silva Lope*.

>. L
rauliuns.
Ausentaram ?e do engenlio Araquara, termo
de Escada, desdc o dia 19 do carrente, os ercra-
vos : Pedro, d 23 annos, cor fu!a, alto, *rosso do
corpo, pes apalbetados, ladino, cattadot de mo-
das, comprado nesu cidade ao Darao de Nazare-
th ; e Antonio, de 30 annos prelo, cstatura e cor-
po regulares, com falta de denies na frente, p&
tambem.apalhetados, tocador de viola, comprado
ao Sr. Leonardo Rolin. Soapeita-se que o pri-
merru esteja na cidade de Olinda, em conseqnen-
cia de ter >ido escravo do coronel Passos, hoje
Barao da Taoaruna ; e que o segundo ande pelo
Moo da PantUla, onde reside o seu primitivo se-
ubur. A pessoa qne os appreliender dirija-se ao
Sr. Olympio de Souza Galvao, na estaoio das Cin-
co Pontas, ou ao dito engenho Araquara : a tra-
iar com Anbonio Jos6 Gomes Junlorr que sera re-
compensado com a quantia aeima.
Hotel chinez
21Rua da Imperatriz21
Esta aberto a concnrrencia do respeitavel pu-
blieo este novo e bem util estaberteeimento Rece-
be se assignaturas measae*, e pranette-se ter
sempre sufflcientes comedorias para" se fornecer
avulso. 0 proprietario deste novo fttabeleeimen-
to promette servir o melhor que se pode desejar,
e por preros muito resnrnidos. Oque se toma no-
tavel nestes casos, e o asseio e Drom|>foao ; e nem
so se poie affianfar isto, eom> lambem se garante
as comidas serem muito bem feilas, visto que tern
nra cozinhoiro de primeira ordem. Havera todos
os dias sorvete das melhores fructas coohecidaa
entre no3. Espera-se a concnrrencia do respeita-
vel publieo.
Consultorio homeopar
thico
m
m
m

Bo Dr. Santos Sfello
41-------Rua do Imperador-------if
Consultas todos os dias das 11 a i
tarde.
Gratis aos pobres.
Residencia a -rua Nova n. 7, segundo
i andar, ondc da consultas das 6 as 9 da
manlia e das 3 as S da tarde.
Cliamados a quaiqaer hora.
n
Esta fugido o escravo Manoel, de Joao de Souza
Dias Valladao, que esta em Fernando de Noronba,
o qua! tern os signups spguintes : mulato, andar
deecancado, aitura regular, barba serrada, e dizem
que anda com uns papeis falsos e intitulase como.
livro : (mem o apprehender e leva lo ao largo da
A.-seinblra n. 17, rebera a gratilica?ao acmia.
iVtteneao
Perdeu 5e na tarde de segunda-feira uiu reiogio
de ouro patcnte inglez, coin uma corrente de ou-
ro, porta-lapis, e uma cbave do fcitio de uma sa-
carrolha e inn sinete com timbre; o reiogio tern
da parte de fora na tampa uma coroa de nobreza,
e os ponteiros sao pretos e extraordinariamente
grandes : quern o achou se o levar a rua do Im-
porador n. 26, 1 andar, recebera a gratificatao
de 15QI(W.
Pede-se aos Srs coronel Joaquim Cavalcante
de Allmi|uerque, senhnr do engenho Panlista, Dr.
Loiz Lope* Casiello Braneo e Vicente Bacellar, o
obsequio de apparecerem na rua Duque de Caxias
d. 'ii a negocio quo Hips interessa.
AtteriQao.
Precisa-se alugaruma araa
demeiaidade, poremque seja
preta, que uaotenha vicios
nem achaque, e que afiance
suaconducta, para eomprar
e cozinhar para uma familia
de 3 pessoas : a pessoa que
estiver nestas circumstan-
cias. appareca no 3.' andar
desta typographic para tra-
tar.
Aima^ao de loja
Yende se uma excellente arnlacao de amarello,
muito propria para qu-lquer estabeleeimentu : na
rua do Uarquez de Olinda n. 43.
Fba lo Itarao da Victoria n. 36,-precisa-et
altar and Rra Peflro dw Rego Chares Peixotoe
ese Pae3 da Silva. a neg icio di particular inte-
.i?e
scravo
fugidi).
100 ^000 de gratificaQaq
a jj n de bori i da harca bra-
S /'i>v, o escravo Joaquim, preto de na-
) ij'ial anda !;cm veslid i e eali.-ado, di'ixan-
: ibelliis a mod) de ni:'-ia cabolleira.
i per|eaeeo ao faUeeido Dr. Olym
: "Binn da SilM, que o havia comprado na
Mioas f< m S. Joao d'EI rei ou Ouro-
i... u CO o .lie aeguic para o Rio de Janeiro r
. para ,-i proviacia, donio f.ii para Maeeio,
iO rettJido all; a Jusliuu Epaminondas Ne-
. a qnem o conipraram 03 abaixo "ssigmuli.-.
in a qua 6stava aadieado,
m pel* faMa ijuu 6 africaaA
Offoptce-se a grati acima aqucmoap-
r e roga-sc a t idas as aatoridades a soa
eagtui .
. 0 de outuUro de 1873
Jose da Silva Loyo & Fiiho.
Escravo fugido
300^000 de gratificacao
Au.-entuu-se desde 0 dia 13 do maio de 1872 0
preto de nome Alfredc. represenla ter de 30 a 40
annos de Hade, e perfeito coziuheiro, alto bastante,
e bum majgro, pouca barba, olhos grander, 6 muito
ladino, con-t.i qne tern pSi no engenho do Sr. Lulii
dc Caiara, em S. Louren^o da Malta. Este prcto
foi ci'iziiiheiro dos npgociantes Adriano & (Castro e
Sr. Jose Juaquim Goncalves Dastos, e julgast
que esieja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular ne.sia cidade, curao forro.: pede-se a todas
as auloridades e capitaes de campo, queodesc^-
brirido.o tragam a rua Duque fa Caxias n. 91, loja
do iniude/.as do rival scm segundo, que serao gra-
tilicados com a quantia acima.
Engommadeira.
Lava-se e engomma sc com promptidao e aceio:
no principio da rua de S. Miguel em Afogados,
casa'confronte ao porlao do Sr. Cainillo Cliavcs.
ConsullDj'io iiiedico-cirurgico y
A. B. da Silva Maia. .
Rua do Visconde de Alrrnqoerqae .
H, ontr'ora raa da nratriz da Boa-Vista
n. II.
Cbftmados : a qualqner bora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 3 as
4 boras da tarde.
Goflsaitorio mtiim
m o ... ;-,,i, ,-(
Dr. Hiirlllo.
RUA DA CRD1 N. 6, 2.. ANDAR.
Recem-cbegado da Eurepa, owle fre-
quentou os hospitaes de Pare e Londres
pode ser procorado a qualquer hora do
dia ouda noute paraobjecto de saapro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratisaos pobres.
J?p;!a*fa*,i'.=MolesriiS da pelte, de
W crianca e de roulher.
y Emprega-nt> tratamento das molestias
y de sua espertalidade as- 4*ckas friar e
Q banhos a vapor, para os quaes trouxe
W\ os apparelhoe mais mederaamente em-
m pregados na Efaropa.
B) Tambem applica com grande proreite
1 no trataraento das molesnas do utero
electricidade, pelo proceseo do Dr. TTe-
pier. Cura pornm prbcesso teteiraBjente W
t novo as blennarrhagias e se-bre tudo a O
Q (gotta militar) dispensando ae-iaJeecSes. $
t DENT1STA DE PARIS S

&
rr:-
--r-.-
-v
--
19-RUA NOVAt*
J. M. Leroux, eirur-
giao dentista^ succes-
sor de F. Gautieiy es-
pera oontmuar ame-
recera confian^a dos
clientes da casa; do
respeitavel publico*em
geral.
*$&w^^m^ui;%
-r-.-
. -

m*

....
Ainda esta fugiila
a escrava Matildes desde J7 de marco do corrente
anno, de 32 annos de idade, preta crionia, cstatu-
ra regular, cheia do corpo, pjeraas flnas, tem un
care'eos no rosto que parece espinhas, falta de
denies na frente da parte de ciaia, fall a muito
mansa que as vezes desafia compaixao, boa cozi-
nheira e engommadeira, e filha do Para, foi com-
orada a sogra do Sr. eommeadador Lueena, e
muito conhecida por ter estado alugada em casa
da Manoella do inspector, no Monteiro, e)ta intitu-
la-se de forrae tern sido vista no Poco da Panella,
Monteiro, Gaxanga, Magdaiena e aqui ao Recife :
pede-se encarecidameato a lodas as auloridades
policiaes e capitaes de campo a su apprehensao,
assim como se pede a quern tenha antas quo ve-
rifique nessas que dizi-m ser forras. pois consta
estar ella de ama que aao sahe a rua, que se gra
tiGcara com a quantia de 1015 a quam a levar a
seu senhor, na rua do Livramonto n. Iv a Antonio
de Paiva Ferreira ; e protesta-se haver- os-dias de
servico de toda e qual mer pessoa que a tenha
occulta em sua casa, na forma da lei.___________
Perdido.
A pessoa que achou nm diploma de cavalbairo
da imperial ordem da Rosa, perlencente a Joao
Domingos da Silva Pinlo de Almeida Guiraaraes,
pDde entregar no pateo do Paraizo n. 10 e 12, que
ser a rccompon-ado.________
Para nrrocciras.
Aluga-se nm terreno murado, na rua da Sau-
dade, que tern corn palates do frente e 300 de
fundo, coiim pequena casa c lelheiro para ani
maes, proprio para planlaodes : a traiar a rua
I'riuieiro de Marco n. 23. loja.
Alug^am-se is dous in;ignilieos a'nuazens da
rua do Mscondo di^ Itaparica, outr*era rua do
Apollo, ns 30 e 32 e com fundos para 0 caes de
Apollo muito proprios para armazem de assocar
ou de rowlher a traiar na rua do Marquez de
Olinda n. 57.
BAZAR UNIVERSAL
taa do Barao da Victoria d. 22.
Dt
Carotin) Viamia.
A' este"graTtde estabelecimento torn cfae-
gado om bom sortimento de macbinas para
costur*, de todos os autores mais acredita-
dos ultifiMraente na Europa, cujas macbinas
980 gararrtidas por am anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
'^aalquer parte desta eidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anao sem despendio a^gura do eomprador.
Neste estabeleciaoetito tambem hv> perten^as
para as mesmas nacbinas e se suppre qaal-
qaorpeQa que seja aecssaario. Kstaa m-*-
chinas trabalham corn toda a peribisa'o cte;
una e dous pospontos, frame e" bortit toda f
qualquer eostniv por fins que sfjfl,. eoouj
precos-sao da segaintequaMade : para tra-
balhar amo de 3OCOO0, 40-3000. v^OOO
e 505090, para trabalhar com o dc jao de
80^000, 903SOOO, 100>Or 1H3000,!
12035000; 1303J00O, 1505JOOO, 200r:-)00 ej
2503J000, emquanto aos autores nfio na-al-j
lera^So de pregoa, eo* compradores jnnlerile
visita'r este estabelesianento, ojue muilo de- \
Iverao gosaar pela variedade da-objector que
ba sempre para vender, como sejam : endei-
"fas para vfegem, malas para viagerr., cadei-
as para sa'.as, ditas &e balanc.0, ditas para
riauga (e*tos), ditas-para eseolas, costurei-
ias nquissimas, para senhora, despensaveis
|ra crianf as, de toda* as qaalidades, caaiae
de ferro para homem e crianc,as, eapaehos,
lespelhos dourados para sala, grandes e pe-
fluenos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com ca bo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colberes-de metal floo, condiei-
ros para sala, jarro3-v guarda-comidas de
arame, tarn pas para cobrir praios, esteiras
para forrar salas,lavatorios completes, ditos!
simples, objeetos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de>de as 6 boras da ma-
nh5 at^ as 9 horas da- uouto &
Hua do Barao da Victoria n.
________ 22.
Naolia imis cabellos
teftcos.
UNTURARIA JAPDNEZA,
S6 e uaiija-j^)rovada pelas acad'iaiias de
sciencia^, refioobecida superior a tode que
tern appareido aite boje. Deposito p;inci- f
pal d rua da Cadeia do Recife, hoje Mar- j
quez ibp Olinda, n. 51, 1. andar, e cm?
todas as boticas e casas do cabelu i-
r6iro.
Kenhuma machma
Singer 6 legitima se
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
Para evitar falcifi-
-.fb e
icacoes notem-se bem
todos os deialhe? d*
marca.
AS MAGHINAS PARA GOSTUBA
DE
SINGEH

HAIS DE 111 ^ItttiO TEN-SE VIXBIDO
tuna Porque?
S-3o as melhores
Sao as mais baratas
Sao de dous pospontos
Sao mais simples e rapidas
Sao duraddras e aperfticoadab
Sao util cm uma casa.
M
H
Faz melhor costura com metade da Unto qye gasfam
as outros e fornecem um meio d VIDA
Para aqnellcs que tem de siraleiitor-se
Querem agradar a yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a iilha?
COMPBEM UMA
MACH1NA DE SINGER
3.1 1M
Nenhumo casa esta conipleta sem uma
MACHINA DE SINGER
Sem caixa 805000. Com c.iiAa"9O-3O0O
UNICA AGENUA
EM
Cobre e latao.
Compra-se cobre, latao e chumbo velho :
ino armazem da bola amarella travessa rat dr Imperador.
Compra-se duas vcuuzianas novas ou
jcom algum uso, e que estejamem bom es-
ta'.: na rua do Barao da Victoria n. o.
I-------------
Casa em Olinda.
AH;.; si. a Ja rua 6c S. Bento n. t7, a qual tern
-jl6a, in I.- om.a'r\3 u quintal iiiura-lo com
portt'j: :r se na rua do Torres n. 18, segunJo
vAtr:
Aviso.
;r. Eztqniul, inoraJpr na cidade
deC. appareoa no ponul da Cabanga,
negono -Jo s ;i| particular ioteressq
N'a rua do Aragao n. to, precisa se de
paraair.iiii do uma mulaiiniia mofa : quern ti-
T?r ttiri|. i iiii'-ni.;, (|iie .--. fan "odn n cocio.
.\ it ua Domingos Pinto, quce-ido rcsunur
: njtfii i le aiiiDilia, tern resolvido fazer um
i'i \> .1 -mo ii is |>ivri)> de so'as
Bob.: --a i : riu..s m ibilius do jaca
raoda a Loiz a tafcMaadas om Franca, diias de
aoguooi de anable, gnjrdas-roupa de jacaran-
* d mngnfl e dc anable com cpellw, lie .-
istiijps dc amarello, rieos guard.is lou
j:icar.;:d;i e de mogno, aparalors
m tauifl ) de pedra, ditos dc amarello
eora inosas tlastua- para jantar. dit s
de nngn-i ',oi abas para aim.i.-o, mesinhas d"
ffgn -tura, a'nnta iii*inida:le do objec-
'.nfiid'">nli'i mencionar ; tem i.m
gna' snt->(ft eaWr.is de rauilas qua+ida-
>s : a rua lo Barao da Victoria n. 57 e
---------.----------------------------1--------------------------.. .
it 1 It
Afcwa se i casa a. ,'iO, da nil das Pernambu-
l-a:a ver esta na ca
* i a eai u :
A lug? andir da ca-
i. ii-. com commodos para grande
Aluga-se na eidade d Olinda, a rua do Paco
Castelhano, (hoje 27 de Janeiro) tuna excellence
casa tcrrea, muito frosca, cmn bastantes commo-
dos, bom quintal, proxima dn banho e da igreja, a
traiar ncsta cidade do Recife, rua de Santa The-
reza n. 12.
Compra-se
- Kuglo np dia 20 do outubro proximo passado,
do engenbo Ar-mdepe da freguezia de Ipojuca, o
meO escravo Ignacio, com os signaes seguiiiles;
csfora acab dado, 26 annos de idade, aitura e cor-
po regulares, cabellos pretos e crespos, Ligodinlto
iim e muito pouca barba na ponta do queixo,
tem um carocinhu tie um lad > da canella por fora,
nao tern uiihas nos p6s, a excepc.ao de um dedo,
tem no corpo marcas de Chicote, e na pa direita
um pequeui) callo, falla mansa r haixa. cara be-
xigosa e pjhos brancos : da-se 100^ de gratifica-
ca a (juim o trouxer ao dito ongenho.
Manoel Felippe di Souia Leso luni.ir.
Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Sirigi, comarca de Goyanna, 0
escravo de nome Jose Borgee, mestre de issucar,
is signaes seguintes : cahra, i lade 30 an-
tondo
n*:; p .iic i mais ou menos. boa ligiira. um taiitA
giV-'so e esaadaud >, sen do o signal, frae-djgjLH
uma goinma ha junta do pu esqup de.: Sga/si/Je
todas as1 autorBfeules e apit.les doTanipo qtf'irlrr.
apprehender dito escravo e Isva-lo ao reieridnen
genho, ou nesta pra.ja a Oliveira Filhos 4^C 1
go do. O)rpo Santo n. !:>, que serao go
recohipen:-,
MMlta r a t atM aa rity
'iiia o. 38, tc-
- Joan Rvangeli-Ua da Costa, pai do
Sfaauel Pedro Evangeb.-ta, pede aos Srs.
?e.u filB.> que b
corn-ii'e, as suas coot..s, ali.rp
das c im o bal^nco qufl ton. !.'.>.- s- a cutrcga ua
fci-a lp. *aa res.kB'a nnBEUeirdo.Tepco rlo.
Itec.v. : d-; -._____...) do 187j] n '
\ Run da iltf& 46, loja.
um sitio nos anajjaldes desta cidade, onde passe
Hin'ia de bonds: a tratar na rua do Imperador n
148, armazem.____________^_
j -- saiba, lavar, cngommar e cozinhar, que nao tenha
,vicio algum e scjj sadiu : quern liver nessas con-
dicees e queira vender, anuuncie por este Dtario,
ou inja se a esirada dc Juao de Barros, sitio n. 21,
qne achara com quern tratar, das 9 horas da ma-
nha as 4 da tarde.
111! VJ"D UVWOiUV I MaA'J*
Do forca de d >us a seis cavallos : a vesda no
armazem de Joaquim Lopes Maehado & C, tr-a
vessa do forp.) Santo n. 2o.
Cal^ado estrangeiro.
Aproxima se o mez do dezembro, tempo em
|ue o Pkris ua Amertea, a rua Duque de Caxias n
59, l. andar, tem dj dar o seu balanco, por este
moiivo, os proprietarios desto estabelecimento es-
tao resolvidos a vendere^i sens calc,.idos pelo cus-
to, afim de minorarem o irabalho ; assim pois os
apreciadores do. bom, c coi# ospecialidade o sexo
amavel, para qnein o Paris ua America, conserva
com a devida decencia) o seu gabinete reserva-
do, para a eschlha de caljado, aproveitem e ve-
nham munirem'se do que precisarem.
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMFEllAJJOK h
VrNBAS.
JACARANilA'.
Tem para vender Joaquim Jose Gopcalves I) -I
o Filho : a iralar no seu escriptorio a rua
o Commercio n. 5.__________
Banhos em Olinda
Carrlias e cal.;as de fazenda da boa qmlidade,
propria; para os banhos em Olinda : na lob dos
arc->s a rua Primeiro de Marco (aoiiga dc Crespe)
d JO A, duGnrgel do Amaral 4 C
Contra eiysipela
Has pour varice
Meias de borracha, lecido em seda, unico reme-
dio contra a ery>ipela das pernas: a venda na loja
do Galo Vigilante a rua do Crespo n. 7.
. Vende-se a taverna n. 89 da rua do Barao
do Triumpho, em Fora de I'ortas, bem afreguezada
e tem comrnodos para pequena familia : quern
"jetender dirija-se a rua da Madre da Deos n. 3C,
rrri'a^em. ____________
Oiierem ver!
A loja da Rosa Branca, na rua da Imperatriz
n. 56, vende madap; lAo francez muito bom a 6&
e 74000 a pega, todos venderri por 8j.
Chan ^i \)m sMtasT
A l"U do Passr., rua do Crespo o. 7 A. recp.
leu pelo ultimo pnmict;, ijc9s*gBadB&dK
ahora, ultima moda."
Lenc6es de bramante aj
2|000.
" Vende-se len^oes de bramanlo de uai pannc-sj
a 25000, 6 baralo para acabar.
Toalhas grandes para rosto a 300 r.-. : na rua
do[Cabuga n. 10, loja .da America
Pomada britannica
E-ta nova pomada, descoberta ingleta, que tap
bem merecido credito tem adqniridc nailnglaterra,
fiossuea propriedade de amaciar os cabellos, dar-
hes 0. mais hello lusJXf, ouslar a qne elles caiam.
e gosa especialmenlc a inapi eciavel virludo de vi-
gorar o bolbo caulljar e imped, r p .ilfacqueci-
mento ao cttfjlk).
co deposito na
PHARMACIA AMERiCAXA
57Bna Duqoo de Caxias 57
FFHREIIty M(\lf\ <$ COMP.iMii.L
Potassa da Russia em meio>
bams a 500 rs. o Mo
ide-se u
Kgo u.
Desembarcada ha ppucos di^s veude-se n
escriptorio dc Oliveira Filhos & la;
Santo n. !>.
Vende-se
I
I'ECHIKCHAS
Sd o n. 20
EUA DO GRESiO
IM MS 3 PORTAS
contjnua a vender muito-barato p^ra apurar
muito dinbeiro.
CAS8A LA
Chegoa esta fazenda,sendolindospadro9S, e vea-
dc-se pelo dimmutp preco de 200 rs, o covado, 6
pschincha dao-se amosiras.
JHETIXS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padrSes novos, pelo preco de 400 rs. o oovado, e
pecnincha I doa-se amosiras.
LA.5 E>COCEZAS
Lasinbas c-scocezas, padroes bonitos, a 2iO rs. o
covado.
Ditas com listras, padroes modernos, a 280 rs. o I
covado.
Ditas lii e seda, padrSes modoruos. a 640 rs. o
covado. e pechincha I dao-se" amosiras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de I
14000 a 400 o covado, 6 pechincha daosc '
amosiras.
CRETOXE
Cretone ern pecas pequenas, com bonitos pa-
droes. pelo diminuto preeo de 400 rs. o covado, e
pechincha dao-se amostras.
Cortes de casemira di cores, a 5* 00 cada om.
Cambraia de linho ds cores, a 360 rs o covado.
Ditas prctasfnra luto. a 240 rs. o covado.
FustSo braneo para roupa de m?ninos, a 360 rs.
o covado.
Brim nardo e de cores, a 40J o 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de cbila adamascada, a 3300 rs.
Colchas brancas e com barra da cores, a 33500
644000.
Lencoes de bramante, a 24000.
Ditas do algodan, a 14400.
Toalhas alcochoadas, aJ64O00 a duzia.
Ditas felpudas, a 64500 a duzia.
Len^os de cassa com barra, a 14000 a duzia.
Ditos de cassa aban* ados, a i400o a duzia
Ditos de esguiao fmos, a 3*300 a dniia.
Cambria lisa muito fina. a 34000 t 44500 a
pc;a. .
Atoalhado adamascado, a ^000 a vara.
Dito tranrado, a 14400 yfya
9tf Cfll'.es.' a- iH'OO 0 cortc.
i ? meriP: lis. a a*000-
p.^? ,islra5 raui, filM,?- a ?,i80l) e 6*000-
^;u,^o mnito lino, a t4000 a vara.
\.ra preto trancado, a 24000 a vara.
Bramante de algodao.a 1*600 a vara.
Dito de linho ne ft c 10 palmos de largura, a
23300 e 24800 a vara.
Algodao marca, T, a 54000 a pee*.
Drto dflrosti(Vva 34000 a pegs.'
Brim 4e algodSo w^ Hslrfli proprio para Carol-
fcas, a 400 rs. 0 enrado.
Nanzoe eambraia de cores mnttrj fma, pelo dl-
tiiicuw pre;o de 400 rs. 0 covado.
S6 na rua do Crespo n. 20.
B^oja de
Guilherme & C.
Cafe da Rio
Vcndo-se aa rua do Marquez de Olinda umue
ro66.
Fiado!
Rua do Barao n. Yietoaia
n. 22.
0 proprietario do estabelecimento Bazar Um
versal tendo de traneferir o mesmo para outre
lugar e tendo grande deposito de Machiaasdt-
custura de todos os autores, resotveu vender a
PRAZO, mcdiante a conven^ao que se puder fl
zer com cs preteadentes : a rua do Bar Jo da Va-
leria n. 22.
Antonio Duarte f.arneiro Vianna
pe CAsanientos.
De E(;i|>lis:i'os
Ie haiU's.
De soirees-
Do aliixoeus
Me laiiches.
lie l>ieknioks.
De celas.
De IuiIii dc luilo
Soenearroga a confeit'ria do Campo>.
E alem disso
A ennfeitaria dn Campos
Estd sempre provida
De tudo qnanto 6 precise para
Uma boa mesa.
Rua do Imperador n.. 24
LfiOD\OD4BABIA
Tem para vwd* em hu -escriptorio Joaqafcr
Jose" Goncalve; Beltrao & Filho. a rua do Commer
cioft.5. -,-, ,3
A.o bello sexo
mere 14.
r\
. .



I
%
1
1
1
Diario Jo i'ernambueo Sexta reira 7 de Novemfcro ere lb

.mmikiQi
DE
COSTURA DE HOWE

_Rua do CabugaK
JOSEPH KRALSE & C.
DE
GOMES DE MATTOS & IRMAO
Avisam ao rcspeilavol puulico desta cidade queo sortucento de joias, dc suhide u
lor, (Jue cxistia em sou estabelecimento, esta completamcnte rebr^ado com o mais ele
gante-sortimeuto de novas joias, que reccberatn directamente pelo ultimo vapor da Eu
*opa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos a Boulevard, pulseiras di
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogic dt
senhoras, cJelicadr.s aderecos para meninas, meios aderecos de camafeu lindissimos, voltaf
de nogordios para senhoras, corrcntes inglezas de ouroe de platina, variada quantidadt
de boloes para punhos e petto, com embleruas maconicos, de onix, tecido de ouro, carxa
, feu, etc.brilhantes monstrosdfe rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfire
V.S lHaiS SimpleS, as maiS DarataS e aS meitlOreS UO miinClOl -,tes e botOes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fahricantes. de Paris, que s*
Na exposicao de Paris, era 1867, foi concedido a I venderao com grande rcduccao de precos, por serem elles recebidos directamente de seu>
commiltentes.
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
A'
Rua do IWao da Victoria o. 28
Elias Howe Junior, a medalha dc ouro e a condecora-
cab da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do muado.
A medalha de ouro, conferida j
Estados-Unidos por ser o inventor
i E. Howe Junior, nos
da machina do cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditam
estas machinas.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo.seu estabelecimento abort
ate 8 horas da noute, convidani as familias quo se quizerera prover de litutas joias,
virem escolhe-las d vontadc, para o que es'l j> cm exposicao nos mostradores.
~~ IchimsIma cosiuraT
A 25|000 e 45#000.
A 90S000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
-vrk, estabeleieu nesta cidade d rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agencia a 200 rs.
- wal, para era Pernambuco c mais provincias se vendcrcm as afamadas machinas de cos- j Abotoaduras
ora do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho, I ^,,10 ~a j2o rs.
Nalojade Soares Leitelrmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
pellica com poqueno toaue. Kspelhos de moldura dourada, de todos
toque, Kspelhos de moldura dourada
os tamaiihos e precos.
para collet, gniade sorti-
*aipregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra, j ajxa de |j ina ^e n a ^no rs.
< tttlnintroducgao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a Lamparinas A ai dan
Grocer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Piimeira.O publico sabeque ellas sao duradouras, para isto prova incontcstavel, a
trcumstancta de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
i mao.
Segunda.Contem o material prcciso para reparar qualquer desarranjo.
de cordao
Terceira.Ha nellas menor fricijao entre as diversas pecas, e menos rapido estrago'^OO ,s
uma luz muito
boa, a i000.
Duzia de pecas
240 rs.
Caixa ue "ootoes de
200 rs.
Duzia de eurroteis de liuha, -200 jardas, a
>o que nas outras.
Quarta.Formara o ponto como se fdra feito a mao.
ijainta.Permitte que sc examine o trabalho de ambos os Cos, o que sc nao consegu. j
ai outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de urn d outro lado,
. logo em saguida,. sem modilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
Setima.0 compressor 6 levantado com a maior faciiidadi, quando se tern de mudar
agulha ao comcQar nova costura.
Oitava. Muitas companhias de machinas de costura, tern lido epocas de grandeza e
'ecadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descoi.hecidas, outras soffreram
audanjas radicaes parapoderem substituir : entretauto a companhia das machinas de Howe
doptatldo a oprniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tern constantcmente
agmeatado o seu fabrico, e hoje ndo attende a procura, posto que faja 600 machinas
or dia.
'"".sda machina acompanha livretos corn instrucc.5es em portuguez.
\ 9^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 2 8.
DO
BAZAB NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
Lourenco Percira JlendesGiiimaraes
IVclara a seus freguezes que tem resolvido vender o maisbarato que for possive!,
aber :
OilTAS A 1G0 E 200 RS. O COVADO. | CORTES DE BRIM DE CORES A 1&500.
Vende-sc chitas Traucezas largas com to-1 Vende-se cortes de brim de cores par
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-' calca, a 1^500 e 28000..
tas lirapas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
j covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se ldsinhas de cores para vestidos,
j 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
titO e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1JS600.
Vende-se cobertas do chitas de ceres, a
BOTINASA3&000.
Vende-so botinas.para senhoras, a 3$080
3S05OO, a ellas antes que se acabem. i
ROUFA FE1TA NACIONAL.
' Vende-se camisas brancas, a 1#600, II
28*500, 38000 e 48000.
Calcasde caserniras de cores, a 58, 68
78000.
Palit6ts de casemira, a 48, 68 e 88000
Seroulas a 10 e 18600.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim do todas as cores a it-
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Jlaco de fife ehincza, a 800 ft.
Caixa de linha com AO novollos, a 500 rs.
Meios adoitcos com camafeu, a 500 rs.
(iarrafa de tinta roxa extra-fina a IWI
Fotes com dita ingleza, preta, a 100 e
160 rs.
Caixa de pennas Ferry, muito boas,
18000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de envcloppes tarjados, a 50* tt.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de panel amisade, hcira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talhercs cabc branco, 2 B.. a
58000
Itcsma de papel pautado, a 4^000
e 58800.
Idem idemliso, 25800, 38800e58000.
Coques modernos, a 35000.
Duzias de pecas de trangas de caracol
branca, a 400 rs.
"L1RFUMAKIAS E MillUEZAS.
Frasco com oleo Onza verdailpiro, a
18000.
Idem comtu.iico de Kemp, verdadeiro, a
imperial, a 1*000.
A (iarrafa deagua floridaverdadcira a 18200
osso para calca, tw Garrafa d'agua japoneza, a 18000.
idem idem divina, a 18000.
Idem idem Magdalena (roviiade) a
18200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de pos chinez, muito bora, a
500 rs. e 18000.
Pote com opiata de Ilicger, llirnel e Gros-
i.el, 18' 00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
138600.
a; Duzia de sabi metes de aajinho transparen-
tes, a 28200.
Idem idem com flores, a 18500.
Sabonetes Glycerine transparentes, a
18000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 18000 e 18500.
Cosineticos, graudes c pequenos, a 100 e
800 rs
Frasco com agua de colagne, a 200, 320,
500 fs. e 1,$000.
I Extraclos muito tin : tores.
Lindas e elegantes dRxinhascomperfuma-
rias, propiias paia presentes, dos autorcs
F. Codray, Uieger, Gelid Freres, etc.

Idem idem lisas, a 200 rs. Uuadros com sauUis e esiampas sep8ra-
I.cques de osso e sandalo, a 28Q0O, 48 das.
e 680O0. Efitromeios e babados transparentes e ta-
Fita de velludo de todas as cores elar^u- pados.
ns. ^mu graiido Uboleta propria para qual-
Mirroscopios com 12 vistas.fa C5000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da 'Victoria n. 28,
lAo-ua florida, de Guislain.
para fazer os cabellos pre-
tos. i
A aguia branca, 4 rqa Duquc de Caxias n. 30,
acaba de recober nova remessada apreoiavel pua
florida para fazoros cabellos prulo*. O bom re-
suludo colliido por queoi tern feito uso dessa
inoffensiva preparacao a tm aliamente conceitua-
do, e por isso apenas se t'az lembrar a quern no-
vamente deila preci>e e quena se aproveitar de
rxx utilidikdo. Tambem voio agua de tonasio e
oleo llorido para o nicsmo uo, e Uo acreditados
como aqucHa.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, a rua du Duque dj Caxias n.
50, recebeu novas e boniias vofias e brincos de
grc-8;Oj aljofares de ooroc, e como sempre conti-
nua a vende-las por preco commudu.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
30, recebeu novo sortimento tie booitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meuinas
como para senhonis.
Gollecc,6es de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. SO,
recebeu nova* r.,llcec5es on normas para as crian-.
eas aprenderein a |olBi*Of por si merino, boje tt<>
asadas uas auius e eoilegios; e como sempre \eu-
de-as por pre... i-ominudo.
Meias eruas finas para meni-
nas esenhoras
A loja d'agnia branra, a rua I uquu de Caxias
n. 30, reCeben novo sorliunnto daquellas tao pro-
enradas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para meninas, e confintla a vende-las por
precos coniinodo.-.
V6os ou maiilinhaspretus..
A loja da asnia bran-a, a rua do Duque de Ca-
xias n. SO, re pretas de seda com naves, o.iiras a imitaoan m
croche, e veode as piftlps haratos pievos ue ;5^.
it e 6>000. A tajenda e boa e esta em pjurteilo
estado, polo que coniinua a ter prompta extrac-
Pcrfeita novidade.
Grampos com horbuletas, bezouros e gafa-
nliotos dourados e coloridos,
A loja da aguia branca, a rua do D-*que de
Caxias n. 30, receben doyos granqms I'oin bor>
e
e
boletas, bezouros e gafr.ubotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantidade 9 pepuena,
por isso em breve se atabara.
STovas gollinhasorDadascom
pelucia on arminho.
A loja d'agnia branca a rua Duque de Caxias
- 50, recebeu una pequena qnantidade de boni-
s e novas gulliubas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com anninbo, obras estas de muito gosto
e inteirameute novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. 30, recebeu novamente bonitos gram-
pos, briucos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aoo, e como.sempre conti-
nua a vende-los por precos razoaveis.
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Ycnde-se na loja da Aguia Branca a rua do Do
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, a rua Dump, de Ca-
xias n. iiO, recebeu nhvo sortimento Ij luvas de
pellica, jiretns e dc outras cores._____________
na vend a I.apa
Vendo-se nq piico do terco us. i c. 6, Joees
finos de todas as quajidaaes u goi i rnwlboe
por atacado : onica ca?a que null; : r> -Tyit
ao6 eomp-adores. A's (erfas e sexu ton* _
rjqueijao. ___*
GONO SiO UMIOS-4!"-
Os leques todos de madreperoia,, brar.ee* d
cores e que trazem o disticoUMAU em LeBra*
lamia ui de nadroperola em alto r.iev, wr-
nando-se por isto apropriados para ir iv .-, l-O-
V.\ F.SPEKANCA a rua Duque :.\,, a. 63
(antiga do Queimado) e quem os tem.
Sao de tartartiga
Os brincos, broches, meios aJ. i, a-, . cora^oes e cassoletas, que estao \- :; _te
escolha das Rxmas. (amantes do riuVimq vfjAi-ae
na Nova Espetanea, a rua Duqu.: do booa*
o. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca a rua Dnque de CaartlS
6:1. acaba de reeeber imvlindo wrtin Hi 4^o-
nec.is de muitas qualidades, vii as
engracadas bonecas dc borrach-i. assim oiLem
uma peqiuna quantidade de b< >s qu
se tornatn aprecfadas ncla sub r:Ti(Sade.-
Ebemi uiU
A Nova Esperanea a rua Duquo rt Csxias n
fi3. ecebui verdadeiro clfnenio ; . Ciopafa concertar porcclana>' l ffL
Vestido perdido
Muitas vpies nm vestido torn;t-s< inl-i;rii}ili
feip, somentc por estar mal onfeiiad: : a >- ^a E-
peranca a rua bque de t axia n ti:; r-mow
' ?te mai ; porque c,-ta lem pn.viila ;'i a'.-.i ires
{aides o franjaa da lodaa as cores, rada [4dce-
colher-se a voiuade sobicsahtndi> eotrc -si-isa*
tnodernas franjas mesaicus, que pela s>ia v -.ri.^a-
dr- ne se acabem.
Cabellos broncos so tem qwem
quer
A N"va Ksperanca a rua Dnque dc i':i. aca! a de receber a rendadeira liittura De-
n< us piira tingir os oabellos.o u< .- .!_gtw
cando a) com truiia 'aiiljdadf, por esto
motrvo, cal.i'llos brancosso lem q em quer.
Estao na moda,
(h cinturOes de couro, propries para senhcKJ*,
line re.cidieu a N>>va Fspeiaii.a i. i : : qi>.- He
l.axias c 63, estao. sim, senhoin, ey.iOtw n.ida!
Se quere- ter on preparar urn r;..';:a!hete _
cheirosos crauos branco? ['aca e vi->' :as-mtsiito
ou para outro fim apropriado, (> Nova Esperanc3 a rua Duquc a. Caac : ..63,
quo alii encontrareis os melborts pcrtt 'ji*%*et*
que se pAdp Bolos de borracla
Vendetu-se de todos os tamat,'...- a rua Duque
de Caxias n. 03. na Nova Ksperanca.
Sal do (Jabo Verde.
Tem para vender Joaquim Jose Gonjal-
ves Belinio cV Filho, a liordo > l)_i mi; por-
ugitez V.Aftna, fnndcado ilefn dotra-
fiiche MlfhnaVga Vellia : a tratar a oordo Ok
no seu escrrptorio a rua do Conunerci
n. 5'.
FAZENDA B0A
400
rs. o cov
ad
Lindas poupelinas de linho e seda. do cores, tazenda muito
em uso actualmente na Europa, e inteiramente propria para
a preseute estai;ao, pelo baratissimo preco de 400 rs. o co-
vado.
Na rua Primeiro dc Marco (i.ntiga do.Crespo) n. 13, loja
das Columnas, de Antonie Correa de Vasconcellos.
tSiQOO e 2$000. Ditas de pello a 1*400.! rs. o covado.
Colxas de cores a 1*200, 2*300 e 45500.! LENCOS BRARCOS A 2*000 A DUZIA.
CHALES DE LA A 800 RS. Vende-se a duzfa de lencos brancos, .
Veode-se chales de 13 de quadros a 800 12*000. Ditos com barrasde cores a 8*00 <
t e 1*000.
Ditos de merin6 a 2*, 3*, 4* e 5*000.
CAMBRAIA BRANCA A 3*000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
/arentes e tapada, a 3*, 3*500, 4*, 4*500,
S3 e 6*000.
SAIAS BRANCAS A 2*000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 2*000 e 2*500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
aiassa, a 2*. 2*300, 3*000 e 4*000.
MADAPOLAO A 3*000.
Vende-se pecas de madapolao enfestado a
3*000. Ditos ioglozes para os precos de
V$, 4*500, 5*,. 69000 e 7*000.
ALGODAO A 3*500.
Vende-se pecas do algodao, a 3*500, 4*,
i 3*000.
BRAdlANIE A ,isoa.
Vende-se bvamante aotsi 10 palraqs de
largura para lencol, a 1*600, 2* e 2*500 o
metro.
GRANDE UQUIDAgAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se uma grande porcio de sabone-
f% inglezas, a 200 rs. Ditos francezes com
-heiro a 820 e 500 rs. .
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito biirato.
Fazenda de criar gado
r.
Ditos de linbo a 5*000.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas'para rosto, a 800
1*000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 500 RS
Vende-se gravatas de seda preta, a 50*
rs. cada uma.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se cbita para coberta, a 280 e 8*
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 1*500.
Vende-se bonctes para meninos, a l*50b
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 3*500
Vende-se espartilhos para senhora,
3*500.
A 800 RS. 0 COVADO.
Vende-se granadines com listras de seda
para vestidos de senhora, a 800 rs. e 1*00(
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 6*000.
Vende-se ricascolchas tie crochet para c
mas a 6*000.
PANNOS DE CROCHET A 1*500.
Vende-se pannosde crochet para cadeiras
a 1)9500 e 2*000.
CASSAS PARA C0RTINAD0S.
Vende-se pe^as de cassas para cortinados
com 20 varas, a 10*000 e 12*000, e outra.-
muitas fazendas emliquida^So.


TASSO IRMAOS & C,
Em seus armazeus a" rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos coramodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar algodio
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril
Phosphoros de c^ra.
SagU em garrafSes.
Sevadinha em garrafoes. .
Lentilhas em garrafoes.
Pibum da aJraatca.
Vinho do Porto velho engarrafado
Vinho do Porto superior, dlto.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradas mgleras.
Lieeres finos sortidos.
Cognac Gaulhiep flreres.
Latas de toucinho inglei.
Barris com repolho em salmoora__________
Aguas Alcalno^GazftSfis das :i*c-
(Iras Salgadas.
Villa Rouca de Aguiar.
B1CARBONATADAS-SOWCAS
Analyses do Dr. Jose Julio Rodrl
gucs, lente da esco
chniea de I isJoa.
Esta excellente agua usada com vaatagem not
padecimiintos das vias digestives, arinanas, do
estomagu etc., etc.
Vende-se
NA \
rhariiinciu e drogaria
Rua larga do Bosarjo n. 3i.
1
LIQU1DACA0
Burros a venda
Vende-se a fazenda de criar gado, de nome For- J. Deiro avisa a seus freguezes que esta em via-
quilhas, na provincia do ttio Grande do Norte, co- gem para as provincias de Ala^oas e Pernambuco,
marca do Assii, tendo de extenrao cinco leguas de conduzindo excellente tropa de burros ; passara
terra, com basitnte gado de criar.apanhaudo mais por Penedo, Pilar, Castanha Grande, Porto Calvo,
de 200 hezerros p<>r anno : qnem pretender fazer Barreiros, Rio Formoso, Escada, Cabo, e provavel-
este negocio dirijase ao engenho Genipapo, em mente por Santo Amaro de Jaboatao a Nazareth ;
Ipojuca, :i tratar com a proprietaria, ou coin os por isso pode ser avisado ou encontrado em qnal-
corresponlflnles Leal & IrnJao ncstapraca do Re- quer destes lugares. Larangeiras, 20 de outubro
cife, rua Marqaezde Olinda n, 56. de 1873.
Fuiidicao da Awra
Grande gortlmento de:
Moendas de todas as qualida-
_es-e tamanbos.
Tac_afrfiindidas e batidas,
idem-
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeameHtos pa-
rajardim, etc, etc.
Tudo sevende por precos
muito .em coota para aca-
bar.
SL B.
G. Starr &., em Uqiiida-
^aO)'_ar'^indi^ao da Aurora,
om., Saato Aiaaro.
Os verdadciros
Vinhos de Bourgogne
das marcas
Chambertin
Pommard
Virits
Volnay
Reanne
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Vende-se par haralo preco
PARA LIQUIDACAO DE CONTAS
NA
Rua Larga -do Rosario n. 34.
Botica.
1NGERIIIIII
Para atlender aos numero-
sos pedidos esta" resolvido,a
vender suas afamadas machi-
nas de costura
A
NA

I
(
)

J. 0. C. Doyle.
Tem para ve i r" :
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters d Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparacoes chimicas do Dr. Ayer: no
armazem da rua do Commercio n. 38.
CASA AMERICANA
45 Rua do Imperador .45
Tcastes
Na rua estreita do Bosario n. 28, vende-se mobi-
lias de jacaranda, uma mesa elastica de 30 palmos,
nm gnarda louga graniJo, uma cama de ferro e
mais pecas avulsas, todas Dem construidas, por
preco mais commodo do que em outra qualquer
parte. ________________________________

Xatope d'agriao do Par4
Antigo e conceitudo raedieamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a pbtyBica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
VENDE-SE
A armacao da iaverua n. 60. siu na rua Direi-
ta dos Afogados : a tratar com o seu dono^ na
rua da Palraa'n. S7, Recife.
Aauaieas verdadeiras
Bichas hambargueias que vem a este mercado
ua rua do Marquez de ulinda n. 51.
Pechincha
LasiDhaj, fazenda de U por 400 rs o covado,
sondo da largura de alpac^, padroes bonitos ; dao-
se amostras : na rua ao Crespo n. 80, loja de Gui-
Iherme & C.
Extraxjidiiiaria ped \ inclia.
2|500
Colclias de.aljidao adara;iscada.- p,ira_ cama
pel' bar; arcos, de Gurgel do Amaral < C. n rua Prrmelro
do Marc. Wil i ii Howe & L. veiiuVm im 5-ju armazem
a rua dt> Cummircio n. 11 :
0 verdadeiro punno de alg> dau azul aniertcano.
Bxceiieiite fiodevela.
Cognac do. i' qualidade
Viuko de Bordeaux,
(iarvao de 1'edra de todas as qualidade
CiTYtja fi'j.ncc *( BL(;e a 6^000
Se aclfa a venda na rua do Coninicrolo n. 21.

ao d.1 Ba-
AnlonJodeMuriifl \w&& \
VFMiFM
Optimo cafe do Ceara, o algpdao
de Maceid pivlVrivel
hia
A 400 RS. O METRO
Vende-se
Uma armacao dc taverna collocada em boa lo-
calidade na rna Imperial n. 184, a tratar na
mesma.
Oii
uma casa na villa de Rnrrcir ), n:> rna 'lo Com-
mercio, por prco modico: a tcaiar cota Tasso
Irmaon & C._________________________
Novo estabcleciraento d?
cera.
Na cidade da Victoria, a rua ila Irnperalrix b.
48 A, vende-se e troca-se cera de toda qnaliuade ,
a qual se affianya por ser feita ua lacra, d o sen
autur foi premiado na exposicio de R69.
Armazem do I'umo
Rua da Madre de Deus n. 10 A.
Jose Doiqingues do Carmo e Silva participa aos
sens freguezes e amigos que no seu armazem s
rua da Madre de Deus n. 10 A, se acha nm com
pleto sortimento de fnmo em fardos de patente 1.*.
,1" #3." sortes, dos melhores fabricantes da Sahia.
e bem assim a (lor de todos os fumos de cord j
em rolos, pacotes, latas granies e pequenas, tam-
bem dos mui acreditados fabricantes Torres a
Araujo, Lizaur, Adolpho Schmdt k ., Lizaur
Schmidt & C, Veigas 4 Araujo, Trindade & Ave
lar, Teixeira Pinto & Portella (garautido pelos
mesnios) e de outros ainde nao conhecidos pelc
publico desta capital. O anaunciante derlara que
todo fumo que for vendido em sua easa sera pelo
seu ju'jto valor, e que quando garautir a respecti
,ya quajiqade, sera sincero, mui particularmeatf
com as pessoas que pcuco entendam da materia .
pois para bem servir a todos. tem o annunciant*
atiooga pratica de 15 annos deste eomincrcio.
Rua do Brum n. 76
Vende-se zineo puro de suoerior qualidade,
proprio para cobertas de casas, medmdo 11 pal-
mos do comprido e 4 de largo, por prejo muito
em eonta. ._________
Vende-se uma escrava de io a am*, gaianbs
os servir para ca?a de f:milia por ssb,?r muito
qbm cozinhar e fazer duce, o umtivo' se dirt a
ueem quiz'. At A rua do Nogueira n. 29-
1
Vende-se uma linda victoria com 4 as.*?ntos ,
feita de encommenda em Paris, com arreius para
dous cavallos : narua da Aurora n '0. iHMh) pu-
dera -er examinada das 9 haras da maniii ;.ie as
5 da tarde.
wHL
Vende-se a bordo da barca pm1'. i. za S. Ma-
nor! II, ou na rua do Vigario Ten. rio h 1, es-
criptorio de Tito Livio Soares.
Jornal de Fabio Husiieo.
Revclacdes ao put.
Esta folha, destinada a desmascamr o jeciJttsmo
aos olhos do.povo, e dedicada exrl'i.-isam^nte a
3uestao do dia ; icha-se a venda na typographia
o Commercio, nas livrarias da cidade.
Preco 100 rs.
Summario do !. numero
Mofina.Ao povo. Prospecto. -'ji-suj Jn-
mento. Loyola assassino. -A mac. >n..ria. Horn
exemplo.-Kxpnlsio dosjesuitas. 0 proiMMn do
bispo. Ultima phase. Destacamento. As madres.
Caixa pia. Catholics- Seminaiii iwo,
0 abaixo a>signado julga at a d;.i" de hoje
nao dever nada a pessoa algnma < uqn-\ e que
se jdlaar seu credor qneira eompaiwrt" na cida-
de de Olinda rua das Mangueir^s n. 7.
Jose da Graca Tires. -
Farinha de araruta.
Vende-*e snperi-.>r farinha de ararnia. tar*) em
porcao como a reulho, por preco iuh a imira,
visto sua qualidade ; deposito- nos seguing la-
gares : rua do Vigario d. 56. rna do Amorim
n. 5S : travessa da rua das Crazes n. 4, a dM) rs
a libra a retalho.__________;_____________^
Sal d'4vciro.
Vende-se na rua do Commercio n 48, pr'neiro
andar.
le-se oito bois tnaoso*
tratar na r,ta das Trmcheiras r.
cigarros ou no Atnbole, com o Si. '.-,
ro R. Campello.
\-, arw : _a
*ro*-
U*B

Vt


Jt-'
8
.
VARIEDADE
pro-
uma
porgiiu-
THERESINHA.
Theresinha parece uma creatura, cahila
do ceu fKir dcscuido. Os anjos ndo teem
um oval datura mais dilica In. Como, porem, e da
terra, acontecequo seus bcllos olbos negros
most ram o qtianto ( temivel nas paixoes, o
sua bonca do alvos dcntcs, quanto meigos
sorrisos aprendeir o quantas araabilidades
misturam-se 4 tnrrcnte caudal de seu dis-
curso.
Quasi sompro esla com a palavra. e tal
viveza havia lhe tiazidu dUsabores, durante
mais de dez annoscm quo correuos collegios
Hitchiugs, Mme, Taniere, Goslin e outros.
Nao pensein, quo foi alguma vadia into-
leravel. Pelo contrario fez excellente figura
nas aulas, sabe com perfeigdo o francez,
inglez, italiano, bem soffrivelmente a his-
toria o geography, canta e melhor aitida...
encanta com suas gracas, belleza, e com o
tcclado do piaoo.
0 peior e. que ndo podia eslar callada, e
assim perturbava com repetidas con versa -
zinhas e risadas froscas a bda ordem das
classes.
A Sra. Hitching- em vdo teuton inocular-
Ihe a ingleza grvidale e concentrado
posito. Theresinha, depots de dar
bera saoida licgao do arithmetica
tava :
0:a minha mestra, para que servo a
arithmetic*!?., eu nao quero ser caixeiro.;.
E prnvocnva a bilaridade.
As vezes ainda pirecia muito mais intole-
ravel, visto que, poueo depots do uma
tifbservagdo, torr.ava a incorrer na mesma
iajta. Qualquer suppol a-bia a rainha das
teimas, e no entretanto que apenas era de
uma distra -gao, que siinulava ausencia de
memoria.
Hnjo de pe, araanha de joelbos, dopois
privadd de recreio, mas sempre contente,
Theresinha foi adquiritilo esmerada ins-
trucgao, ate" que, contra sua vontade, deixou
o collegio no dia em que fez vinte e urn
annos.
Nao tomaado tiada_ ao serio, ou entdo
esquecendo >e rapidamente, do que este ou
aquelle eavalheiro Ihe ha via feito uma for-
mal c ardente declaragao amorosa, so cui-
dava de vestir-se com elegancia, ir a soirties,
concertos, divertimentos diversos, ler ro-
mances, poesias,*oescriptos historicos e lit-
terarios, lira- musicas difficieis ao piano,
e procurar a companliia e palestra de suas
amigas, mais do peito.
Foi assim, quedurante cincoan ribs,tendo
apparecido mais de 25 pretendeutes a sua
mao, estes uada consgguiratn, desanimaram
ante- a versatilidade do Tneresinha. lim
medico italiano, que aqui astsve de passa-
gem, ouvindo-a uma occasido discorrer, e
mudar rapidamente de assumpto, pedio li-
cenca para exarniuar-lhe o cranoo, e des-
cobrio-lhe essa bossa, que tdo proeminenle
tern o Or. Guiruaraes Junior ado fo-
liietim.
Houve, parera, entreos pretendentes, um
gen til e rico bomem do 31) annos, que es
estudou-lhe o caracter com toda a paciencia
e interesse, conseguin do sabir triumphante
de seus desejos. E' o seu actual esposo e
ehama-se Maneco.
I'ma feliz circumstancia muito auxiliou a
este ultimo. Aqui estava o Rossi e sua
companhia dramaticu ; iam representar pela
primeira voz o Romeu e Juliella Na m-
nbfi desse dia Maneco foi almocar com a fa-
milia de Theresinha, e esta perguntou lhe:
Tern as obras de Shakspeare ?
Tenho, minha senhora...
E corao ba de ser ?... eu queria ler
u Romeu c Juliella, antes de ir assistir a"
noite a essa representagdo...
- Irei buscar, mas note que esta" em
que a amada escutava com viva satisfagio e Bravissimo !... qaeres ver se excedes
laterane, com tanto interesse, que nem & Narcisa Amalia, -mas e tempo perdido ;
quiz iralmocnr, nom consentio quuo leitor essa estrella admirrvel nio se deixa eclipsar
cahisse em somelhante prosaismo. com duas razees e meia. V4 la* se vas te
Quasi ao terminar, quando Romeu re- zangar... falio a rerdade
cebe a falsa noticia da morte de Julietta, a Boa duvida a Narcisa Amalia 6 fflu-
apostrophe desesperada em que prorompe, Iher de estr iavejavel, e tanto achas qua 6
foi dita com tanto amor por Maneco, che- assim, que ain la nSo acbaste tempo, para
garam mesmo a rolar-lhe duas lagrimas devulver-me o volume de poesias, que te
pelas faces, que Theresinha impallideceudo emprestei. Tambem divertes-te tantof. quo
porguntou-lhe com voz mnito doce e baixt- de lulo te csqueces...
nha, volvcndo lbe os negro* olbos, humidos Ye la se eu tivesse vindo buscar-te pa-
tambem de sentimento o seducgao : raouvires a Vendetta !. que genio ringa
0 quo e isto ? 1... Uvo quo tens pallida Amelia Empresta-
*** '- me as paczi.is do Dr. Aureliano Lessa :
A' noite u theatro Lyrico Fluminense quando devolve-las, vird tambem o mimoso
estava litteralmente cheio. A travessa de livro da Narcisa Amalia..,
outr'ora estava quieta em uma. cadeira de Quasi todas as poesias sfio trislos ;
camarote, proximo da scena ; seus olbos nSo s^rvem para ti... Ouve c diz, se o3o 6
acompanhavam com a maior attengao o assim mesmo :
raovimento do* personagens; seus ouvidos
apreciavam, uma por uma todas as palavras Como seroi feliz ? !... quo anjo clemenle
a.naveis que pertenciam a Romeu ; suas Ha de orvalhar-me com as r.i^antes azas
faces estavam p.illidas e denunciavam que 0 esteril cora$ao?...
ella nao havia tornado alimcnto algum du- Sedenla de emotes, niinh'ahia ardente
rante todo o di*. j Inceudiou-se, e o coracao em brasas
Terminada a rcpreser.tacao. Maneco deu Nao scntc uma emocao...
o bra<;o d sua Julietta, o pelo corredor do
theatro. assim veio coriversandu : IHoje odeio o prazer desprezo as ddres,
Porque todas as mulheres nao hfio de Caminho sobre rosas. sobre espinhos,
ler o coracao de Julietta? Sern olhar parao mundo ;
E' porque sabem quo nao oxiste um Morte, ou quero sagrar-te os mous amores,
Romeu ... | Quero gosar de teus fataes carinh s
que havia sido p.igo, quando descobriram,
queers uma c6pia exacta de um livro do
mesmo genero, livro publicado em 1820
por Masselin...
E' por essas e outras, que prefiro di-
vertir-me, e acjnselho-to o mesmo. E'
tarde... Vou-me embora, aprompta-te,
qua com certeza irds comigo ao I'rado
Pluminense. Ah I meus quinze annos!..,
meu tempo de collegio Hitchiugs, cm que
eu contava no recreio :
Sonhei, que mil OViros
N'uiu prado colhia I
Nao te vds, sem contar-.ne o que vis-
te e ouviste ; tens a palavra. #
( Folhetim do Diario Jo Rio).
Ha mais de ties annos, que em vao
procuro imilal-o.. mas a minha Julietta, \
nem quer que eu chore no momento em"
que me dizem que ella morreu...
E acha que fez mal?... prefere, que
com ella sonhe toda a noite, se e quo real-
munte desculpa-lhe as falias, que ate hoje
commetteu.. .
Diga-lhe, que descance, que s6 posso
fazer esta voto sincero que o somno ro-
pouso sobre suas palpebras c a paz ern seu
coracao.; que nao seja eu o somno e a paz
para rcpousar tao deliciosamente I
Seis mezes depois estavam casados. Pre-
stntemente conta Theresinha 28 annos e oao
perde divertimentos, porque sabe que o
esposo p6dc facihtal-os, e deseja que ella
goze, o mais que poder, os regalos deste
mundo. .
N um esquife bem fundo I...
"t
inglez.,
NSo faz mal, talvez coiihcga o inglez
melhor, que a minha lingua natal...
D'ahi a meia hora estava de volta o Ma-
neco,
lendo
e d'ahi [a oulra meia hora estava
em inglez aquelle drama sublime,
FOLHETIM.
LUCF.ECIA BOfi&IA
- MEMORf/lS DE SflTANAZ
ron
f>. Munji-31'crnandi'z UoiiKnlez
PRIMEIRA PARTE
O GRAN-CAPITAO.
VIII
Dt COMO A.NOIOLINA CRESP1 ENCOMROU 0 SEU
TERCE1RO AMOR, E DE COMO 0 DUQUE Dli
SESSA K\0 LOGROU ENT.ONTRAR 0 DUQUE DE
GASDIA.
(Coutinuacao do n. 934)
Fornecido jd com a luz, tornou a peue-
trar na casa.
A primeira cousa que vio foi uma pe-
quena arcada dando serventia para um pa-
tec guarnecido de galerias.
No priraeiro angulo d diroita encontrou
uma formosa escada de marmore branco.
Gontinuou a carninhar, atravessou duas
ante-camaras e atravez do reposteiro de uma
porta vio o reflexo de uma luz.
EutSo poz no chao a larapada e penetrou
na saldo que jd conhecemos.
No meio d'elle via-se Angiolina desmaia-
-la ainda.
A janella permanecia aberta.
Que, jiguifica isto ? Porque estard
.; jurdesmaiada esta dama tSo joven e tdo
formosi ? disse o gran-capit8o. Primeiro
<;ue tudo fochemos esta janella, para que
so vier alguem ndo veja a luz.
E foi fechar a janella.
Mas esta infeliz precisa de soccorros?
Que farei ?
Gonaalo olhou em torno de si e vio as
{.".irafas que estavam sobre a mesa, entre
as quaes havia algumas comagua
Estate', esta agua euvenenada ? disso
ello comsigo mesmo; porem, ndo, onde ha
vinho nfio sa euvenena a agua. Al^m disso,
nem ella nen eu teroos quo bebe-la ; dado
o caso deque esteja envenenada, ndo serd
taj oclivo o jeueno que por molhar cu a
maoe rocia^-lhe o rosto com ella, morra-
raos ambos. Dizern que 6 um remedio efli
caz para fazer recuperar os sontidos ; expe-
nmentemos.
Gorizalo foi buscar uma das 8MBafa?,
BMpximou-se de Angiolina*. a
* *
Ainda hontcm houve quern a Visse de
carro. Parou d porta de uma sua amiga,
subio de vagar pelas escadasacima, entrou
sem ser vista na salinha de costuras, mas
viu Amelia muito entretida com uin livro,
e ouvio-lhe ainda estes versos :
Amei : n'um ceu de ventura
la sonhei gosos infindos ;
Mas toldou souhos tdo lindos
Da descrenca a noite escura.
Quanto amei I SO Deus o sabe :
Eu tenho uma alma de fogo :
Oh I liudou-se o sonho logo
tin meu peito amor ndo cabe.
Jd nem resta-me a esporanca !
Apenas de quando em quando
Do passado um ecco braudo
Vem soar-me na lembran^a...
Bravissimo 1 ... como estd, poetica ?
Jesus !.... Ai ... e voce Theresi-
nha .. Oh meu Deus, que susto I.. .
Vim visitar-te .
Agradecida... agora e que se lembra.
Prometteu-me, que havia de me vir buscar
para irmos d Philarmonica, e ndo veio ; pro-
metteu-me, que havia de me vir buscar para
irmos ver osgymnasticos, quetrabalham no
theatro S. Pedro... e nao veio; prometteu,
quo havia de me vir buscar para ouvirmos a
estrea da opera Una Vendetta e ndo veio ..
Deixa estar, que hei de vingar-me I...
Foi por csquccimonto, e demais tu es
tao melancolica... vives a ler poesias senti-
mentaes... Que livro e esse?
Sao as poezias de um vcrdadeiro
poela um poeta diamnntino. e bem que e
um dosdiamantes da corda da nossa littera-
tura poetica I
Bonito !... emprestas o livro ? Te-
nho dias, embora sojam raros, em que sin-
to mo trisle, e gtisto do entregar me d Ioi-
tura de um poeta descrente...
Nao e possivel. Teesquecestc do que
me havias pronettido, pddes te esquecer de
devolver-m:> ste poqueno volume de poer
sias, com quern estou travando estreita ami-
sade... G6sto em extromo do Aurelia iO
Lessa...
Abi estd, porque ainda nao le casas-
te e jd contas 21 annos, ou melhor 1 pri-
maveras.., e mais poetico. Tens a mania
de ama' d defuntos... ama d oulro poe
com tanto que esteja vivo e da-me osse
vro para mini... Maneco nao ha de ter
ciumes de um defunto...
S6 se for com uma condi^ao... has de
vir buscar me para irmos ds corridas...
Nao posso ir ds corridas, estou pade-
cendo do coragao... so so for d carro...
Pois seja; tens mesmo um coracao
de carro ; havendo occasido rodas com tan-
to cspirito s bre as falias albeias...
Sempre fui delicada. Um pooa mui-
to desfructavel disse-me um dia que eu o
de'sprezava, porque so queria rodar sobre
carr.os, mas apezar de, como dizes, rodar
eu sobre as falias alheias, nunca pude rodar
sobre as poezias de semelhante palhago...
Assim mesmo aproveitaste alguma
cousa. durante a noite, em que assistimos
d representacdo da Morgaiinha de Val-
flor I
Jd nem me lembro desse drama... Id se
vao dous annos..,
Pois o filho do Juiz de F6ra encon-
trou uma voz a rna/gadinha d cavallo, e
disse : quanto ou desejaria ra>ntar no Pega-
so para cantar dignamejte Diana cacadora !
A morgadiuha respondeu : havia de ser
dillicil, porque tinha de montar em si
mesmo I
Esta lembranc,a tua 6 digna de jMma.
de Genlis...
Infeliz men te estou soltei fa~) sartf ta
a Mma. de Genlis, e gabo-te o gostc. Es-
criptor algum levou a pilhagem litteraria d
altura em que a deixou a famosa saltea-
dora...
Conta me isso ; quero instruir-me...
= A Mma. de Genlis teve em 1830 um
processo vergonhoso com o livreiro Roret,
editor da colleccao dos Manueis...
Ah!..: Ah! Ah I olha, que Ma-
nual, faz io plural Manuaes !...
Foi um equivoco... -Mma. de Genlis
com prometteu se, mediante 400 francoa ,
compdr um Manual Encyclopedico da -n I
I'ancia. /d iam imprimir o manuscripto,,
iJTTERATURA.
Enropa
PRIMEIRA QUINZENA DE SETEMBRO
1
[ Conlinuacdo. )
Des le cerca de dous annos, que o mundo
Gnan<:eiro e commercial leva com vivo into-
resae, intermeadodeanciedade, acompanha-
do o gigantesco omprehendimento dos mo-
vimenios de fundos naste intuito levados a
effeito, em cujo jogo, enviados os ultimos
rccursos do crelito publieo, ndo era muito
que o povo mais enorgico e lab)rioso suc-
cumbisse a confiar meuos em si e em suas
furgas dc que o povd francez ; e a ler sido
menos bem ajuizado o projecto posto em
execucao. Longe, porem, de se sentir al-
quebrada por tantos esforgos esacrificios, a
nagdo, tendo sobrepujado todos otes obsta-
culos, por um phenomeno economico nota-
vel, en vez de se apresontar enfraqueii la e
exhausta, manifesta se mais rica, mais pro-
ductiva, mais induslriosa, rnais caeiadesci-
va o do vigor. ICmlim, caso estranho e sin-
gular a Franga que, sem vaidade, pode or-
gulh ir-so dos actos de d mo lo com que se
houve em tdo ardua situagao, estava ainda
rescrva lo ver, como hoje se p6Je constatar,
qua este i.umenso dostocameoto de capital
influe mais gravemoulo sobre a Allemaoha
do que sobre ella propria !
be que serve com effeito essi irregular e
descommunal saturaglo de capitaes por qua
estd passaudo o imperio gormanico ? Uma
tal riqieza, naoseudo fructo do trabalho,
mas de uma acquisigao imprevista, altera no
paiz todas as relagdes economicas, e desna-
lura se a si propria. 1st) tnes nj nio e
sendo o que devia esparar-se. Nao se tendo
com este extrajrdmario aflluxo decabedaes,
nem dimiuuido as dividas nem supprimido
os imposlos nacionaos, esta enormo -massa
de riqueza ndo faz seuao embaragar o> ca-
naes da circulagao. Poderia ter sido ado-
perado em augmento do bem estar nacio-
nal, facilitan lo, por meio de molhoramentos
materiacs em larga escala, e cstimulandj a
producgao.
Nada disto, porem, se tern feito, e o em-
prego dado a tao avultadas qiantias, como,
por exemplo, a construogao de novas forti-
ticagoes, nao pdrnittindo a sua dissipagao
immediata, continuardo as mesmas ainda
longameute a pesar sobre a atmosphera eco-
nomica do paiz. Entretanto, a Frauga, sem
soft'rer deficiencia na sua circulagao, suppri-
da pelas sobras dos particulars, sem cercoar
0 seu commercio, reconstitue por meio de
maiores economias os capitaes dispendidos.
Sem privar se do necessario, re: tnngindo o
supcrfluo, fez face a uma das maiores crises
dos tempos modernos.
A Allcmanha nao tern pretendido enco
brir nem disfargar os armamentos de toJo
o genero, que se acha em via de realizar,
e em que a mdos cheias libaralisa o pro-
ducto da indemnisagao franceza. Taos des
pezas, ainda que elevadas a um grdo des-
communal, tem-se para ella convertido em
um objecto de necessidade, atteoto o pro
gramma politico de que faz gala. A idea
de conquista tern se tornado inseparavel da
mente do gabinete de Berlim, e, pois, e in-
tuitivo que os seus maiores esforgos tern de
tou agua no concavo da mao e rociou com Quern era esse diabo, Sr. Gonzalo de
ella o rosto da joven. C6rdoba ? perguntou Angiolina que parecia
Angiolina soltou um gemido, abrio os mais tranquilla e menos impacientepor tar
olbos eclhou com atonia para Gonzalo que noticias de Giovanni Borgia,
permanecia de joelhos ao lado d'ella. 0 diabo com quern vim ate" proximo
Onde estd o duque de Gandia ? foi a d'aqiii e que desappareceu, deixando-me o
primeira pergun'a de Angiolina. trabalho de repellir a estocadas uma porgdo
Isso preciso eu saber, respondeu em de miseraveis que me atacaram, e\ segundo
mdo italiano Gonzalo de Cordoba. Onde creio, ainda que me pesa acreditalo, um
estd Giovauni Borgia ? parente seu.
Sahio d'aqui fugindo ao punhal de Um parente meu 1 explique-se. Pare-
umsssassino, replicou anhelante a joven que ce-me comprehender o que quer dizer, e
se poz em pe ajudada por Gonzalo. apresso-rae em destruir essa supposigao
Venha sontar-se, minha zenhora, disse Como sechama esse tal diabo I
o gran-capitdo vendo que Angiolina vacil- Antes de responder, minha senhora,
lava, e ievando-a para o sofd. A joven desejo saber se estd completameute restabe-
doixou-se cahir sobre elle e continuou a lecida e tranquilla.
olhar anhelante para Gonzalo de Cordoba. Estou ; ao seu lado ndo sinto medo ;
Sempre o punhal I disse com desprezo mas, diga-me, supplico lhe, o nome da
colerico o gran-capitao. Dar-se ha caso que pessoa que o acompanhou aqui.
em Roma ndo haja sendo assassinos ? Por Nao conhoce o nome de sua irmi mi-
ventura produzem n'os as podras, como as'nha senhora.
ruinas produzem as serpentes?
Sim, sim, Jeronymo Savonarola ex-
clamou Angiolina com um terror inven-
civel.
Como I o hereje de Floreuga I excla-
mou com iudignagao o gran-capitdo. 0
protestante I o excommungado I o maldito 1
E esse homem estd em Roma ? E esse ho-
Eu ndo tenho irmaos, respondeu An-
giolina.
Enlao que parentcsco tem comsigo a
irma do duque de Gandia ?
Lucrecia Borgia, e nao mais do que
Lucrecia Borgia, disse corando viva mente
Angiolina.
Ah 1 exclamou Gonzalo, entdo o que
mem vende o seu brago d ambigdo de Cesar lhe e o duque de Gandia ?
Borgia, de Lucrecia e ndo sei de quern mais?: Um sonho que passou, um sonho es-
Oh se eu fosse o rei meu senhor, juro por pantoso, Sr. Gonzalo de Cordoba.
Deus e pelo santo padre seu vigario na j Eesse sonho faz com que o rubor lhe
terra, que empregaria o ferro e o fogo ate" a tinja as faces ?
completa exterminacao de todos os traido- Ndo, ndo I exclamou Angiolina com
res, de todos ns bereges. energia ; iespertei de um snnho tdo pura
Mas quera 6, cavalleiro ? exclamou como o primeiro alvor da manhd. Ah I o
assombrada Angiolina. 0 seu trajo e o de coragao engana-nos; julguei que amava
um rei, e as suas falias as de um heroe I quanto e possivel amar, e ao conhecer o
E'estrangeiro? duque de Gandia conheci que-ndo havia
Sou estrangeiro, senhora, vassallo dos amado. Amei-o com todas as forgas da
muito altos e poderosos rois catholicos S. rainha alma, mas sou altiva : o duque el
Fernando c Santa Isabel, e capitdo general um miseravel, um infame, um Borgia fi-
do exercito de Italia ; chamo-me Gonzalo nalmente.
de Cordoba. Os Borgias I exclamou Gonzalo. Ah I
Ah 1 o gran-capitdo exclamou Ao-tdeixe de conter-me a mdo do rei meu se-
giolina. Bem adivinhava eu que tinha na'nhor, appareca-me em bom terreno um
minha presenga um herde. Borgia, e por muito que possa e valha, far-
Obrigado, senhora ; eu ndo faco mais lhe-bei conhecer o qua pode e o que vale
do que por loalmente a minha espada, a mi- Gonzalo de Cordoba 4 Ah I que infames!
nha cabega c a minha vida ao scrvico de N'olles a infamia 6" igual d de um condera-
Deus e dos meus senhores, o do todos aquel- nado a quem alenta o espirito de satanaz.
les que carecem de amparo.' E pdde amar um d'esses infames ?
E' Deus queo envia exclamou Au- Teeu-o rosto de um anjo, a palavra
giolina. de um anjo, um olhar que embriaga, o
Fago a uiligenfia pars qne o diabo pensameuto traidor que^mente, a mao suave
me nao e"vie pnrd o sen imperio, e com que acaricia a victima para a adonnecer,
tudo tive-o ao men lado poi espago 'le uma para melhor a ferir. 0 amor de Giovanni
hora, e foi o diabo que quiz qne eu me eraimpuro, o pude felizmente sahir irama-
Jfte agvra aquL_ culadadello, embora fosse d3tiaada para o
sacrificio por meu pai, que e o patricio mais
terrivel de Roma.
Como se chama seu pai ?
Alfonso Crespi.
0 advogalo ?
Sim,o advogado.
Sinto que seja iiliia de um tal pai,
edrdoe-me a offeusa.
Angiolina pendeu a fronte s>breo peito.
Se eu mandasse em Roma um dia
apenas, disse Gonzalo de Cordoba, se po-
desse apoderar-me de Alfonso Crespi, a sua
cabega udo pormaneceria por muito tempo
unida ao Uoco.
Pois quo apezar de estrangeiro
sabe...
yOs reis meus senhores sabem tudo
quanto se passa na Europa, om toda aparte
onde a Hespanha tenba de por os olhos pela
causa de i)ens e pelo seu direit t. Alfonso
Crespi, sectario he Savonarola, 6 um here-
he, e por isso lhe pergunto, senhora, se
segue igualnente aquellas doutrinas.
Ndo, exclamou Angiolina juntando as
mdos ; |estive a pento de perder a alma,
porem ndo a perdi; seduziram-me, fascina-
ram-me a insinuagoos de um infame, do
meu confessor, de Jeronymo Savonarola;
envolveram a minha alma nas densas som-
bras do erro ; julgaram-me bastante sedu-
zida e pretenderam valer-se de mim, valen
do-se da impureza para se apo lerarem trai-
goeiramente do Vaticano : fizeram-me co-
nhecer o duque de Gandia.
Seu pai ?
Sim, meu pai, replicou Angiolina in-
clinando de novo a formosa cabega.
Oh I isto e horrivel I exclamou o
gran-capitdo. Parece que estd proximo o
fim do universo Estes homens, estes mi-
seraveis, estes animaes ferozes, insaciaveis
de ouro, de crimes e de mundo, sacrilkam
tudo, o coracdo o a bonra de suas Glhas, a
sua vida, a sua alma Roma e um foco
de corrupgdo onde os boos ndo podem per-
manecer, em quo a tentagao persegue o ho-
mem puro, o cavaiheiro sem mancha Oh I
ndu fallemos mais, minha senhora, e diga-
me onde quer que a leve para que esteja a
salvo. 0 gran-capitdo tem medo, comega
a duvidar e a envergonhar-se de si mesmo.
Porque diz isso, senhor ? exclamou
Angiolina lixanlo cm Gonzalo de Cordoba
nai oth.ir irresistivel, ainda que involun-
turio.
_ Porque esta casa maldita transfor-
raou-me completameute ; porque me atur-
de, porque rac embriaga. o apoi du todas
as impurez s da libertinfl'gem. *
0' meu Deus, n?o"diga isso i excla-
mou Angiolina. 0 senhor que C o cavalhei-
redundar no empenho de augmentar e dila-
tar as suas forgas m;-teriaes. A riqueza
ficticia que adquirio veio lavorecer ainda
mais estas intentos, e; couvertendo-se por
seu turnoo effeito em causa, ndo hs para-
dciro que possa ser previsto nesta car-
reira.
Demais, pavoneado -omo tem sido com
tdoopulentos accresciin js o espirito de es-
peculagdo e deagiotagem, sobem os pregos
de todas as substancias, cream se copiosas
necessidades ficticias, e augmentando cor-
respondentemeute a penuria das classes me-
nos avantajadas, recresce, como so tem ob-
servado, a onda da emigragdo alle na. Ain
da que o goveruo do BJrlim teuha repletos
e regorgitando os seus cofres mihtares ua-
da com isso tem ganho o povo ; antes polo
contrarie, conforme acabamos de ponderar,
aggravam-se na actual conjunctura as suas
circumstancias. Embora se pense o con-
trario, udo hesilamos em dize-io : a Alle-
manha ndo se enriquecou com os dejpojts
da Franca.
Ndo foi, som duvida, sjuuo cimbinanJo
os mais strenuos empenhos, c concentran
do to l"s os subsidios do quo podia langar
mao, que d Franga coube solver a MiOTOM
contribuigao bellica, que lb.-: havia sido im-
posta. Seguramente qu nao podia ser de
outro modo. Os bilboes, poren, com que
cerceou os seus haveres, ella os haurio
nas accutnulagoes dostinadas ao pagamento
ile uovos iinpostos, e em mente apropria las
a rennvar os recursos mornentaueamenle
di:ninuidos. Doduzio os das suas econo-
mias ; pedio-os ao sen trabalho e d sua in-
il-istria. Ni Allemanha, pelo contrario, a
affliicncia.de capitaes, nao sen lo resultado
de um incremento de actividade, o dese-
quilibrio que se estabolece entre o valor
o preoo, nullilica o supertluo ^ccrescimo de
numerario : de sorte que b3m pode-se di-
zer, como opinamos, que so ndo enrique-
ceu, ao menos consideravelmeiite, a Alle
manh i com os cabedaes francezes ; ao mes
mo tempo que tambom a Franga nao se
empobroceu na proporgdo da- sommas ex-
portadas, quo nao chegaram a allerar a sua
circulagdo Ale n disso nestes dous cas.s,
os effoitos produzidos sao diversos.
Na Allemanha o influxo das grandes
quantias imp rtadas desvia a nagao dos pa-
cilicos caminhos da producgao e do traba-
lho, eivando do porigosas paixoes o espirito
publieo. Na Frangi, porem, firmados os
actos gravissimos da sua abnegagao nos
sentimentos da mais pura moralidade, o
caracter n cional, erguonlo se d altura dos
sacrificios delle exigidos, nao p6de sendo
acha? na sua elevagdo novas sentimentos de
'engranleuimouto e gonerosidade. E' por
isso tambom que vemos as folhas d'alem-
Rheno, com affoctada imparcialidade, faze
rem d Franga neste ponto uma justiga que
parece custar-lhes, omo ocredor quo ten-
do baseado usurarios calcutos sobre a insol-
vencia diseu devedor, sem poder queixar-
se, sente, comtudo, despeitado por ver que
contra as suas espectativas e pago com pon
tualidade.
Desempeuham, pois, proporcionalmente
a Franga e a Allemanha os seus respectivos
papeis ; a Franga continuaudo seculamente
nas circumstancias laboriosas, porem, gra-
tas da sua regeneragao, na fidelidade, no
adimplemento dos seus compromissos, ain-
da os mais onerosos, e no desenvolvimento
da regularidade de todos os elomentos da
sua cxistencia ; a Allemanha ceiebrando as
suas victorias, regorgitando de milhoes,
lamentan lo sem duvida nao ter cxtorqui-
do da Franga somma ainda maior do que
a que suppuzera talvez insolvavel ; e em im
commemorando faustosamente o anniversa-
rio de Sedan com a erecgdo da cotumna
monumental que em Berlim deve perpetuar
essa lombranga.
A Franga nada tem a solomnisar neste
moment >, seuao a libortagao do sou territo-
rio, o qual remio custosamente sem immer-
gir-se em afanosas coises,"e passando in-
colume por contingencia em que segura-
mente muitas outras nagoes ter-se-hiam ani-
quilado. Se nao so trata, como na Allema-
ro mais perfeito e entre todos os cavalheiros,
o christao, o grando, ndo pode, udo devc
turner cousa alguma- Calle-sa, nao diga o
que se passa em si, porque o adivinho pelo
que se passa em mini.
Adivinha o que so passa cm mim !
exclamou Gonzalo de C6rdoba corando como
uma donzella.
Oh! exclamou Angiolina soltando uma
gargaluada louca, mentira 1 Os que fomos
amamentados por um ser impuro, nao po-
demos ser puros, mentira A Italia estd
corrompida, e tudo quanto se faga n'ella e
corrupgdo Pois bem, que importa ? Estd
om Roma, e romano, o eusou romana tam-
bem Porque nao hei de ser messalina ?
0 amor passou por mim duas vezes, sem
deixar me mais do que um sentimento de
despreao; que me arraste comsigo mais
uma vez !
Calle-se, insensata I disse Gonzalo ;
nao busque a sua desgrjga e a mi .ha ver-
gonha : sinto por si o que ndo senti uuuca !
Saiamos, soparemo-nos quanto antes, nao
nos tornemos a ver, mas antes d'isso pro-
curemos o duque de Gandia. Vim aqui
para o salvar, am la que 6 um miseravel
Embora esse homem merega mil mortes,
Gonzalo de C6rdoba nao pode toruar-se
complice de um assassiuat;, cousoiitinio-o,
quando o pode evilar.
E que me importa a mim o duque de
Gandia ? ex laraou Angi din a que passara
por uma completa traqsformagdo.
Ndo en jd a donzella pura e innocente
que sonhi um amor ideal.
Nao era esse anjo humano que parece
que passa na terra sem lhe tocar ; era uma
mulher apaixonada, terrivel, que recebeu
de repente a revelagfto da vida ; era o san-
gue da adultera e do assassino que se re-
vela a na filha ; era uma mulher da Roma
d'aquelle '.empo corrompido e corruptor,
era um triumpho funesto da belleza, da
grandeza, da fama de Gonzalo de Cordoba.
Nao lhe importa o duque de Gandia I
exclamou o gran-capitdo. Pois que I encon-
tro-a n'uma casa onde a trouxe o amor por
esse homem, c o primeiro nome que pro-
nuncia, ao sahir do seu desmaio, 6 o no-
me de Giovanni Borgia ?
0 terror influe na alma tanto como o
amor, Gouzalo 1 An udo duvide de mim,
ndo creia quo sou como Lucrecia Borgia.
Sei que passou duas horns no seu lad)...
Essa mulher tem a fonnosura e a alma Jo
satanaz : ap^isou-sa por ella e serd o sm
amanto,d forga, por is.oqua ninguem re
siste a essa soreia, que-sechama Lucrecia
Borgia Se eu fosse homem, far-me-hia
Uiatar por eila, Stj 1,-Ua njjo correspouJesic
nha, de um triuapho militar, trata se de
factos que nem por isso exprimo menos
frisantemente a vitalidade nacional; e so-
bretudo denotam o comego de uma nova
e>a de redempgdo, de prosperidade, de iu-
dependencia e de futuro. Jd nao persistem
em, Franca acampados no solo da patria,
exercitos eslrangeiros ; e dest'arte a liberda-
de reconquistada, pulsando em todas as ar-
terias do pai, proporciona-lbe quaesquer
tramites que lhe inculque o seu alritre pa-
ra readquirir todos os nccessorio3 da sua
primitiva posigao de nsgao sobefana, em
cujo estado por periodo talvez curto om si,
rrus demasiado longo para as suas aspira-
goes e as suas necessidades, soffreu dplo-
rosamente alOictiv.i quebra
Diga-se o que se quizer : um paiz em 30
mezes apenas oBera em si umarauJanga tdo
radical, triumpha dos furores da guerra ci-
vil, e desembafaga-se da constricgdo da oc-
cupagao estrangeira, cousorvando na den-
sidadede tantos infoitunios sullicienteeaer-
gia para volver ds suas tarefas regolares e
proseguir nos fecundos la bores ou trabalho
productiv continuando com tal aQnco no
seu commercio que nos sete ultimos' mezes
deste prazo eleva a sua exportagdo a ma
somma maior do que aquella a que em
qualquor tempo anterior atlingio ; um tat
paiz, dizemos, e sem duvida credor dos
maiores encomios ; possue incontestaveis
recursos e prova que longe de ser degene-
rado, acham-se os seus destinos era escala
ascenden ec deve sonhar com o porvir.
A Franga torn em si propria todos os ele-
mentos para a sua reconslituigdo. Nio pre-
cisa poslula-los a estranho auxilio. e pode
ser obreira de sua propria grandeza. 0
que lh.-. con vem, pois, aetualnjente, e com-
penetrar-se desta verdade, apoderar se
cousistentamente e pdr-se reflectidamente
ern acgdo, afim de realizar esto empenho
culniinante.
E" a mais seria e grave tarefa que lhe in-
cumhe neste momento, urgindo a bem des-
te intento, arredar e langar de parte quaes-
quer outras questoes.
Que uma politica verdadeiramente nacio-
nal coaduue em pro I deste postulado a
adbesdo de todos os partidos, e neste in-
tuito desappirecerao quaesquer difGculda-
des.
E' mister que o espirito partidario, que
desdo algum tempo comega a despertar-se
de novo, ndo compromelta o que tem sido
feit i ate aqui e o que deve ser feito d'o a
em diante.
Concebeu-o, planejou-o, mas uecessitava
para loval-o ao cabo da cooperagio da
Franga. Soube, porem, obtel-a, e* no seu
merito nao eesse seguramente o lado menos
brilhante. Dando comego a este pitriotico
commettimonto, preparou-lhc por todos os
meiss imaginaveis o bom oxito ; pactuou
laboriosamente por diversas convengoes os
proprios effeitos o conduzio-o desvelada-
mente ate que so por si na alinhada senda
que lhe tragou podia dirigir-se e attingir ao
termo. Neste empenho, 6 verdade, ndo
houve quem ndo concorresse, e principal-
mente a assemblea ; mas o Sr. Thiers era
sempre o pouto central de que irradiava
toda a acgdo viviticadora.
As negociagoes necessarias e opportunas,
e as operagOos de crodito indispensaveis a
este ingente compromisso olle dirigio cons-
tiitemonte sem descango, com a mais pa-
ciente e engeiihosa habibdade. Ndo podia
da modo mais ediciente nem mais digno de
sublimado louv >r dedicar-se a esta causa
do patriotismo, collocal-a acima de tudo e
consagrar-lhe todas as suas forgas, toda a
sua essencia vital. Que estivesse eu ndo
no poder, na propria occasido em que o
desonlace final veio coroar os seus escla-
recidos e bem combinados esforgos, com
o mais i hicIu Jente e manifesto dos trium-
phos rnoraes, 4 isso questdo ate menos do
que secundaria. Quer esteja na Suissa,
quer em Versailhes, que tem isso com os
resultados obtidos, os factos cousumados ? .
(Continuar-se-ha.)
ao meu amor, mata la-hia para que ndo
amasse outro. Ah serd ditoso, Gonzalo,
porque o amor de Lucrecia 6 a suprema
feliejdade. Eu nao sabia o que era amor,
mas sei-o agora Que felicidade I Urn
momento de gloria do amor, por umaater-
nidade de gloria Ah I eu ignorava o que
era o amor, e-julgava ter amado, insensata!
Saiamos, senhora, disse o gran-capi-
tdo com inflexdo tremula.
Ah vejo que a ama, e receia que ella
saiba que eslevc muito tempo aoladode
outra mulher, porqu- Lucrecia sabe tudo.
Sim, tenho medo de estar ao seu lado
porque vai ser a miuha coridemnagdo.
Eu ser a sua condemnagdo I exclamou
Angiolina com uma alegria iufinita. Ah t
visto isso, nao me tinha eu enganado I
Opera-se cm si o mesmo milagrc do que em
mim ? Por minha causa esqueceu n'um
momento, todos os seus amores, assim como
eu esqueci todos os meus.
Ah nao, eu nao posso ter sendo um
amor.
Esse amor e um amor maldito, o amor
de um dia, e apos elle vem o veneno. Que
o digam os noraes dos amantes de Lucrecia
Borgia, essa lista interminavel que levaria
um dia a ler. Pergunto a Roma inteira
onde estao esses amantes ; o Tiber guarda
segredo ; as lag .as Paulinas podiam arrojir
alguns d'elles I Ahl ndo a ame, porque
o matard, ou o que 6 peior se o ndo raatar,
ennegrecerd a sua gloria. Pergunte lhe o
que foi feito do seu primeiro marido, e
responder-lhe-ha, juntando a3 mads, que
chorou a sua morte. Infame I Pergunte a
Jod i Sforza, senhor de Pes.aro, seu segundo
marido e elle lhe dird: Agradego aos Bor-
gias o nao me terem matado.
Gonzalo escutava fascinado d Angiolina.
11a via na inflexdo da sua voz uma harmo-
nia embriagadora, o quer que fosse de mys-
tenoso e irresistivel.
Era a vibragdo de uma alma que iancas-
va de si quantos tentadores e deleitosos en-
cantos pode produzir a innocencia unida d
pa'xao dentro de uma belleza incompara-
vel.
Conzalo de Cordoba comega va a ser o
escravo sem vontade de uma magia imcoai-
prehenfivel.
Apodurou-se d'elle a embriaguez.,
Oh sim, exclamou, e amor o que
eu sinto agora, e vei > que nao amei nun
Co:no se chama ?
Angiolina. .
(Continuar-se-ha),
TVP.be DIAIUO hl'A DUtCE DE CAX
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IllGlVfl