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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
?,
AiViNO XLIX. -MAffBO 285

-

1
I

>..

>
i
PiR4 A CAPITAL MJGAHBS OJVDE \AO SE PAGA PORTS.
Pur tres mezes adiantados ..............: 69000
Por seis dilos idem.............v 11*000
Por urn anno idem .................. 3*9000
lrt|to Cada uumero avulso................M 430
QUOTA FEIRA 6 DE NOVEMBRO 1)E 1873
---------------------------------------------:--------------1:-----
PARA DEfflBO E FORA DA PBOVINCI*.
Por tret mezes adiantados................. 69759
Por seis ditos idem................... 189500
Po.r now ditos idem.....5........... 209950
Por am anno idem................... ITfOOO

PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
0 Sro. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Goncalves Pereira d'.Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Si!va, ua Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Pfenha; Belarmino dos Santos Buicio, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Forreira de Aguiar, em Goyanna ; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagwa; Alves AC, na Bahia ; e Leite, Cerquinho & C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
(iiH'nio da |>roviucia.
BXI'KDIK.Nfi; DO DM 27 DK A00STO di; 1873.
1' UCfSO.
Qf&aia :
Ao bngadeiro couunaii lanle das arma*;-*-
Approvo a oioposta que em oilieio desta dat.i, s ib
ii. 83b, fez V. Exc, Jo capiiao giadaado refonna
do, Herculaua de Souza Magalhaes para substituir
no depo:-ilo ik recrutas o capitao aggregado du
-earallaria, Maiiuei^Joaquim M.ieiiado, quo segue
para a curio por doteruiiuacao do ini.u-ieno da
guerre, e b.*m assim do ieneult lionorario. Fre.lo-
rico Voiloso da Silveira, para soi vir no mesmo do-
posilo duiauloo iuipeJimoutj do alferes Mariano
dos Rds Cspidol.i, que se aca.i em ililigeucia, eXer-
cendo a? f.mccdos do subdelegado do policia da
povoacio di: Bcboribo. 0 quo declaro a V. Exc,
em resposta ao citatl > oilieio,
Ao iiksido.Sirva-se V. Exc. de raauJar por
<;ra liberdade os racmtu, Francisco das Citagas
Cavalcanlo, Jo.-ii Alves de Macedo e Sspuridi.io
Clemeuiiuo Guimariics, o primeiro por ter prova-
do isencao legal, e aos dous ultimo* por serem in
capazes do service militar, segun lo o lenno du
inspeccao aimexo ao sou olllcio de iiouiom data Jo
sob u. 831.
Ao tiieuno. .Sirva-se V. Exc dii detcrminir
an cuiniuandaute da eompanliia de civilian i qua
i ora cm diaat > ;aau lo postar no jardim do
Campo das I'riucezas u:iia ou duos pracas das G
as 10 horas da unite, alim do inrjedir quo indi-
viduals perversos queurein on baneos alii cxisten-
les e arranquein os arbuslos, com > succedeu na
noite de hmiteui e on ouira- auioriora*.
Ao mosmo. -I'ode V. Ex,o. reuiouer para a
corte os rccruias coaiprebendidos na reta^ao aa
oi xa ao sun olli.-ij de lupiiieni dat.ii) sob n. AoO, a
p>:cop5ao do do nomo Ventura Eyrillo da Cruz, .a
]uo pur oill.-io de liiiat mi maudei por am liber-
lade, por lor provado iseogio legil.
Ao mesmoAo ullinio de V. Exc, de houtcrn
datado sob n. 8ij, dou soluj.io deaiaiaailo que
deve ser romettido ao Dr. ju>z do dircito privali-
-vo do orpaaos, alim de dar Ibe o d-tstiuo que for
do lei, o espjlio deixado pelo tiuado cufermeiro
mor do luspital milit.ir. Maaoel Fimuoisco de
Souza.
Ao coiumandaute do presidio de Kern uiJo
de Norouha. Trausmiilo a V. S. para os tins
coavenieuie.-. copia do oilieio de 2(i do corrente, dj
jdiz de direiti) da I" vara clvel, CUB niaefo ao
.scatenciado Marcolino da CojIi Na-ei!n;:ili.
2." n-ir-io.
Ados:
0 presidente da provincia, d>5 cimlorniidale
i-oni a propesta do Dr. chefe de policia, resoWe
uoracar par., o cargo de 1 supplente do Jelejiado
it: Uamljo ii vapitao ^lanoel di) Kego Cavalcaule
de Albuquerque,
0 presidcute da proviucia, alioodenJo a pro-
po-ta do leacnie corouel coiumaudanle do i" bata
lhao de arliliiaria, e an que raformou o respective
comniandaule superior eiu oflkio n. tcmdatadi, resolve liausferir para o potto de
quartel-mesire d > dilo balaiiuo o 1" iJteiiL'ii.o
da %* coiojanbia Eu*taquio Zofariuo da Silva
Draga, e no u-ar, do conformidade com o di ptsso
no art. 48 Ja Id u. &>i do 19 do setembro de
1850, os ofticiaes s-?guiuies :
1." compa'ibia. -2' tenente, o guards Manoel
Hidrigues Cu'rdeiro.
3.* dita.! tenente, o i' da I* compaiihia Joiio
-Antonio d.i Costa Moreira.
'i.* dita. Capitao, o tenento quartel-raestre Mi
noel de Souza Cordeiru Simoes Junior ; 1 teuea-
te, o 2" da uiusma eompanliia Mano-.-l Uomingu.'s
di Silva Junior ; i" tuueuie o guarda du 6* bala-
Jliao Frederico Sodre da (luulia Molta.
Oulcios :
Ao Exaj. presidente do tribunal da relacio.
Convido a v. Esc. para as>istir an cortejo a
eiBgio da S. M. o iui|)erador, que dove ler lugar
4iestc palacio a> o boras da tarde do dia 7 de se
4<*uibro proximo future, anuiversari > da iadepen-
-dencia do imperio.
fguaos m presidente do tribunal do commercio
. dr. cliofe de policia.
AoUV.jtil de orplur) da cafliUk-Teodo
iailecido uc bospilal inililar, no dia 2i do corren-
te, o respectivo enfermeiro mor Manoel Francisco
de Souza, doixando o espolio coustaa'.e do teruio
junto, detennino iiesta data i|ue, dito espolio se*
ja remeltido a V. S., aiim de que tcnlia o destiuo
(':i for dc lei. 0 que commuuico a V. S. para
Mia intelligencia.
Ao commandante do corpo de policia. Em
vista do que Vmc. expoz em seu oilieio n. 4)0,28 do
corrente, tenho a dizer-lhe, jue ma ide abonar
a praca Lous de Franva Alves Baterra outra farda,
visto ter se despedajado a que Hie f.ira dala, por
occasiao do captura du um criminoso, dando em
v.nsumo a inutilisada.
Ao raesmo. Podc V.nc. engajar, sendo ido-
neo, no corpo sob o seu commando o paisano
Manoel Clemenle Amiltianle do quern irata 0 seu
nlBcio n. 194; de 23 do corrente.
3.' seqiio.
A3t03 :
0 presidente da proViucia, atiendendo ao quo
representou o iuspector da thesodraria p.eviuciil
emofficio do bontem sob n. 361, resolve nomcar
o promotor publico da/somarea do L-moelro, ba-
i-.barel Augusto Goeltao de Moracs, para o lugar
de Gscal da respectiva collectoria.
O presidente da provincia ten.1- a vista a
demonstra'jio quo veio annexo ao oilieio do ins-
{HJCtor da thesouraria provincial, do houlcm sob
n. 360, resolve abrir um crcdilo na hnportancia
J30, alim de poJer aquella thesouraria
occorrer a despeza a fazer-se com o pagameuto
dos ordenados dos prolessores das cadeiras de
laiiin. supprimidas pelo art. 36 da lei do orijamen
t> vfgente, aUenta a falta de consignacao de quo-
la na mesma lei para es.-a defpan,
Gfficios :
Ao inspector da thesouraria do fazeuda. -
Commuuico a V. g-, para os de/idn tins, que a
24 do corrente entrou no goso da licenga que Ihe
loi concedida pelo desembargador presidente do
tribunal da relacao, o juiz >de direito da comarca
fle Buique, Benjamin l'inlo Nogueira.
Ao niftjmo. Tendo nesta approvadn a no-
jueacao, feita pelo brigadeiro commandante das ar-
enas do capitao graJnado reformado Herculano
^"rtraklo de Souza Magalhaes, para substituir no
deposlto de recrutas o capiuio aggregado de ca
vallaiia Manoel Joaquim Maeh.do, que segie
para a cdrle.e bem assira do tmente bonxario
Frederico Veiloso da Silveira, para servir no rue
mo deposit) durante o impeJimento do alferas
Marianbo dos Keis Bspindola que se acha em di-
ligoncia exercendo as funccoes de subdelegado de
pnlicla da pewoacao de Debi;ribe; as;im o ponrnu
nico a V. S. pira os Aim ejov^nto'ites.
Ao niBsino U Serino Jest's da Paixlo e Joao Nnnes da Silva, e
tendo em vista as suas iaform.v-oes de hontem
datadas, sol. ns. 980 e 979 serie D, auloriso V. S.
a mandar qae pelas collectoria^ das rendas geraes
do municipio de Floras sejam efies releva I > da*
multas eia que incorreram pur nao terem d;lo
a matricul* no praso da lei os tneoores. M.\rii e
No4, Sihoi da suas escravas, Gatdiua e ifciria.
Ao laesmo. Deferindo n requerirnunto de
Jose Rutiuo Barbosa da Silva, e tendo cm vita
a iaformi>i20 de bontem datada sob n. 983 sene
J) autorisc V. S. a mandar que pela receded}
ria das rendas geraes desle municipio seja die i
rekvado da multa de 4OJ0OJ que Ilia foi i:nposia
por nao ter pariicipad i no pr*so legal o falle<;i-
raeoio dos scos escravos, Dernardo, Josepha, A lo!
ph.i o Anna.
Ao mesmo. Tran-milto a V. S., para os lius
eoBvarjenus, a iiulusa couia um dupiic.ta na in-
porlan-ia it *3&i)'d). proveniente di retelhamen-
to feito n-j ho-pilal aiiiitar por Joaquim Bliasde
Ctrvalho Mouia, seguud'j iudica a incucionada
coula.
. Ao mesmoDando provi i-ento ao reenrso
inicipo-to por Cathanua Maria de Avila, Maria
Militina Monteii'o, Joaquiua Emiiia dos Santos I'ra-
groso, Felippa Jnajuina de Lyra, JoAo Pereira
Cbaves, Joao Go.nes dos lleis e Anna Francisca de
Lima, autoi i>c V. S. a mandar releva-los das mul-
ta- em qae incorreram por nio haverem dilo a
rualiicuia denlro do prazo legal os ingenuos de
qu^ tratam os requyrimentos q^ie Ihe devolv >, e
sobre os quaes versaram suas int'ormacdes de ns.
973 a 978 e 986 serie D, de bou'.em datadas.
Ao nesni). -Maude V. S. pagar a Victoria
no Jose da H i-lia o Souza, inembro da commis-
-.'io i'eu tia de 2-)i, de>pendida coin o portador que con-
diuio para esta serretaria os elementos oritrinaes
do rece lseamcnto. Aproveito a occasiao para no-
tar a V. S. que dos a^ent-s recensoadores daquel
la p irocbia 6 Antonio ka6 I'ereira dos B^ntos, e
uao Jose Antonio Pereira dos llenlos, como por
equhroM se inencionou no oilieio de-la prcsiden-
ria, dalado Je 31 de Janeiro. ,
Ao inspector da thesouraria provincial.
Com a pocUra junta oor copia, pela qual reeolvi,
a vist i da demoiisiracao (tic veio annexa ao sen
oilieio de bontem sob n. 30), abrir um crudito na
import nida de 3.2 U300, lica V. S autorisado a
mandar pagar os ordenados dos professores das
cadeiras de latim. supprimidas pelo art. 36 da lei
lo orcamenlo vigenle, inclusive os do sjbstituto das
da capital.
^o mesmo. Altendeulo ao que expo/, o vi-
gario oncoHimendado da freguozia de Jesus Maria
late, da villa do Horn Consdho, no incluso reque-
rimeoto a quo alluae sua iuforina^ao de liontem
sob n. 338, auloriso V. S. a mandar onlregar ao
supplicante ou a seu procurador, mudiaule rian<;a
idouea. o benclicio da lotoria extraluda a favor das
obras da igreja matriz daquella fregnezia.
Ao mesmo.Scientilico a V. S., para os de-
vidi s (ins, que. segundo consta de oflncio do Exm.
presidoniede Minas Geraes, de 29 de julho ultimo,
nossa dala loi expedida a conveniente orlem, no
seutido de ser cliecluado 0 pagainento da quautia
de tii'.i'ki, cm que importou a despeza feita nos
lilies de marvo e abril dc-te anno com o susten-
(o de um preso daquella provincia, rccolhido a
casa de deteucao.
Ao mesmo. A Joaquim Luiz Vieira mande
V. S. pagar conforme solicitou o commandante su-
perior do municipio de Agua Prela e.n oilieio de
8 do corrente os vencimeutos do destacamento da
guarda naciooal existente ua villa de Barreiros,
relativo ao mez Je julho ultimo, como se vd do in-
cluso pret em dupiicala.
Ao mesmo. -Attendendoao que expoo V. S.
em otlleiu de 16 do corrente sob n. 338, lica sem
e.ledo a ordem deata pro-idencia exarada em oili-
eio de 1!, tambera do corrente, relativirA entrega
da quanlia consignada na -verba expedienlo do
gymnasio -ao economo deste e>tabelecimento. Po-
rem, como, segundo declara o respectivo regedor
em virtude da cuniraunicacjio daquella ordem fo-
rain por ellecomprados alguns livros que se acham
ja rubricados, devera V. S. mandar pagar a im-
poriancia dos mesm is pela verba competente.
Ao mesmo. Tendo por ado de bontem al-
tcrado as clausulas 1' e 14" do contraclo celcbra-
do em 22 de novembro flo anno passado com Joao
Pereira de Araujo Cardjso e William James Litid-
sey para a construccao dacslrada de ferro do Be-
be'dor, liansferiudo a estacao do silio Gomes para
a villa de Palmaies, remetto-lhe copia do refendo
acto, alim de que V. S. mande fazer no respectivo
eontracto as modificacSes constantes da mencio-
nada copia.
Ao mesmo.Attendendo aoexposto por V. S.
em olllcio do honlom sob a. 361, resolvi por por-
taria de hoje nomear o piomotor publico da co-
marca do Limoeiro, bacharel Augusto Coelbo de
Moraes, para o lugar de fiscal da respectiva col-
lectoria ; o quo Ihe commuuico para os devidos
fins.
4.' sec(uo.
Acto :
'0 presidente da provincia,attendondo ao que
requereu o Rvm. Antonio Freiro do Carvalho, vi-
gario collado da freguezia de Nossa Senhora das
Dore-, da cidade de Caruaril, resolve conceder-lhe
tres inezes de licenga com a respectiva congrua
para ir aos sertoes do Bio Grande do Norte a ne-
gocio de seu interesse, deixando sacerdote idoneo
ua regencia dc sua freguezia.
0.llcios :
Ao presidente do Rio Grande do NorteEm
salisi'acao ao que solicitou V. Exc. em ofBcio de
19 de maio ultimo, transmitto a inclusa guia do 1
sargenlo reformado do corpo de impenaes mari-
nheiros Francisco Xavier Carneiro dos Anjos, resi-
deute na villa de Ceara-mirim, dessa provincia.
-- Ao director da escola normal.Em resposta
ao oflicio de Vmc, de 9do julho ultimo, tenhoa
dizer Ihe que coocedo autorisacao para acquisicao
dos livros precisos a essa escola, gastando para
isso ate a quanlia de &OJ000 que, segundo infor-'
ma a thesouraria provincial em 20 do corrente, e
a que ha disponivel na verba respectiva ; curaprin-
do Ihe apr*sentar a competente conta a esta re-
l>arli';ao para ser paga.
Poi taria :
a lllma. caraara municipal d^ Recife.Com
o pareoer junto por copia, do desembargador pro-
curador da corda, em ouVio de 9 de corrente, com
o qual me conformo, respondo a consulta dessa
Lima, camara, de 16 do mez proximo passado,
quanto a incompalibilidade entre escrivaodo juizo
de paz, solicitador de causas e avaliador do tribu-
nal do commercio.
5." sec$iio.
Portarias :
O-i Srs. agenles da eompanliia de navegacao
brasileira mandem transportir a provincia da
Bahia por conta do miuisterio da guerra no va-
por Bahia, ao 2 cirurgiao do corpo de saiide do
exercito, Dr. Arisiides americo de Magalhaes.
Os .Srs. agentes da compan'iia de navegacao
brasileira mandem dar transporte para a cdrte no
vapor Bahir, por conta do ministerio da mannha,
ao imperial marinheiro Manoel Jose de Faria, que
segue para alii a disposi^ao do quartel-general res-
pectivo.
Os Sis. agentes da eompanliia de navegacao
brasileira mandem dar transporte para a cdrte no
vapor Baliii, por conta do ministerio da guerra,
ao soldado Presciliauo Jose Goncalves, que foi
transferido do 2. batalhao de infantaria para o 1.
rcgimeulo de cavallaria ligeira.
>h Srs. agent da companhia de navegacao
brasileira mandem dar passagem para % cArle no
vapor Bahia, por cpnta do ministerio da guerra,
aos recrutas do exercito. crmstairtes da relacio
junta.
RelaQao dos recruia!s que, coin destiao ao exercito,
seguyn para a corte no vapor Bahta.
1 Antonio Jose Joauuiai Cnrneiro.
3 Autonio Jose da SitvB.
r< Antonio Jose Ribe>o.
4 Dioniosia Oe Ba;-roa l!"go.
5 Genuioa Jose, ne Carvalho.
Cerrjtan? Ffaoc'iseo Antonio Xavier.
7 Hermino Carvalho de Moll".
8 Manoel Luiz Paes.
9 Manoel Antonio de Barms.
10 Mauoc! Alexandte dos Sailtov
It Salviauo da --ilva
12 Severino Jose ilibeiro.
13 Trajano de Moura llolim.
14 Viet rino Jo*e da Silva.
0 Sr. gereute da oompiohia peniHmb.icaiia
de suas ordens ait n de quo no vap> qjtt vii so-
guir para o prc-idio de Fernando uo Noronha
sejam rcccbido.s e con luzi los para alii d.ms cai
xoos e um encapado conten lo balauca, pe* c
medidns do systems motrico decimal, os quacs sao
rcne'ti-lov ;> lo director do arsenal d-; RU4T*
EXIT.lHF.NTi: Oil 8WRB?*BM
jftf tecyoi
Olllcios :
A> Exm. brigaleii'o comaiau.iau'.o dai ar
mas. S. Exc. o Sr. prewleti e da provinca, t^ndo
expedi lo as necissarias ordens para ser trait: por-
tado a corte, no vapor B'.tkia, o sol lado Prosciliano
lose Goncalves. que foi transferido do 2. bata-
Ihio de irilani nia para o 1." r ginimto de cavalla-
ria ligeira ; assimoinauJa commamcara V. Exc,
em resposta ao seu oflicio de hontem datado, sob
n. 834.
Ao commandante d.i divij.1) n ival do 2.' dis-
trict.S. Exc. o Sr. p esideuto da provincia man-
da declarar a V. S., iui re^iosu ao seu oOlci i rip
hontiMii dataio, sob u. 2-'J>, pic licam expedidas
as naeassanas ante is ordens pira sertraasportado
a cdrte, no vapor Bahia, o imp -rial marinheiro Ma-
noel Josii da Faria.
2.' seayio.
Oificios :
Ao Dr. chefe de policia. -0 Exm Sr. presi-
dente da provincia manda iransroiltir o titulo junto
d; nomeayao do 1 suppleate do ddegado do Hr
mo di Itainbe, de confortrada le com a proposla
de V. S. em oflicio n. 1499, de honiem datado.
Ao com nandante su jer'or do Recife. 0
Exm. Sr. presidente da provincia man la de.'lar.ii
a V. S., para os devidos fins, que por portaria de
i>oto foram nomeados para o l. balalhao do arli-
liiaria da guarda nacional deste municipio os ofll-
ciaes constantes da relacio junta, seudo transfe
rido para o post > de qtiartel-mesire o I.* tenente
da i.\ Eustaquio Zcferini da Silva Braga, do con-
formidade com a propost i que veio annexa ao
olllcio de V. S, n. 680, do liontc u dalado.
Ao commandante superior d'Agua Preta.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda cam-
municir a \. S. que a thesouraria provincial M
nesta dita aiiturisada a pa jar os vencjiueulos do
desta?amento da guarda nacional, de que trata o
seu oflicio de 8 deste m 'z. .
Ao juiz de diroiio, bicharel Renjamim Piuti
Nogueira. 0 Exm. Sr. prcidente da provincia
manda accusar o reccbimehto do olllcio do V. S-, do
24 d) corrente, em que participa nr nesta data
entrado no goso da lu-eO'.-a que I lie foi concedida
pelo.conselheiro presidente do tribunal da roiarao,
Ao commandante do corpo de p.dicia. S.
Exc. o Sr. pre-idente da provincia manda coinniu-
nicar a V S, para os devidos tins, i|ue nesta data
expedio ordens a thesuurari;. provincial, no sen-
tido de ser atisfeito o adiantamento do soldo, que
solicitou V. S. em oflicio de 25 do corrente sa'i n.
4*14, pata os Uestacamcntos do centro da pro-:
vineia.
4.' tecQlio.
Oflicio:
Ao regedor do gymnasia provi acial.S. Exc.
0 Sr. presidente da provincia manda d;clarar a
V. S. qua, a visia das razoes expostas pelo inspec-
tor da thesouraria provincial em olDcio de 16
do corrente, considerou sem effeito a pri'sidencia, datada de 12 do rorronte, rolaliva a
entrega, ao ccmomo dipse e-t:ib9le;imei)lo, da
quanlia decretada pela lei do orcamenlo vigente
para a verba expedienlo do gynuiasio ;mas quo,
attendendo a que V S., em virtude da commu
nieaeSo d'aqtiolla ordem. j;i havia comprado e at6
rubricado alguns livros, mandou pagar a impor-
tancia dos mesnu-s pela verba ouipetente.
5." secfiio.
Offic;-. :
Ao engenheirn chefe da repart.(;ao d is obras
publicas.-S. Exc. o Sr. presidente da pnvincia
manda transmittir a V. S., paraseu conliecimento
fins convenientes.copia di portaria de honiem
datada, pela qual resoilveu allerar, de acordo com
a sua informacao de 24 de juluo ultimo sob n.
281, as clausulas 1.* e 14' do contraclo celcbralo
em 2z de no/embro do anno proximo passado com
Joao Pereira de Araujo Cardoso e William James
andsey para a construccao da estrada doBebedor,
transferindo para a villa de Palmares a eslacao
projecrada no sitio Gomrs.
EXPEDIENTS DO DM 28 DE AflOSTO DE 1873.
/. teetfio.
OOlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandanle das ar-
mas.Sirva-se V. Exc. do mandar por em liber-
dade os recrutas, Manoel da Paixao Oliveira e Jose
Nunes Hilario de Alvarenga, vislo serem incapazes
do service militar, segundo os termos de inspeccao
annexos aos seus officios de 27 e 28 do corrente.
sob ns. 837 e 863.
Ao mes ro. Permittindo o Exm. ministro
da guerra, conforme dedaroa-me em aviso de
21 do corrente, que o capitao do 2." regimeoto de
cavallaria ligeira Jose Melcmadei Beserra da Silva
Costa se demure-nesta provincia ale 30 de se-
tembro proximo viodouro ; assim o cominunico a
V. Exc. para seu conhecimenlo e ftns convenienles.
Ao mesmo. Transmiuindo a V E*e. a iu-
clusa nola dos sigaaes caracleristicofl do ex-sol-
dado Jose lgnacio da Rocna, cuja caplura foi or-
denada pelo minislerio da guerra, sausfaco ao que
V. Exc. solicitou em seu oflicio de t do corrente,
sob n. 777.
Ao mesmo.Para salisfacao. du aviso do mi-
nisterio da guerra, referenle a- requisicio do sena-
do, sirva-se V. Exc. de remetter me a eettidao de
assentamentos dY> 2' cadete do 42corpo- de volun-
tarios da patria, Augusxo Emiliano Pahsao, falle-
cido no Paraguav, e bem assim inlormacoes si
deixon elle viuva "e filhos, qnal o norae d'aquella
e a idade destes.
.Ao mesmo.De contjrmidaoVcom o que so-
1 cilao director interino do arsenal de guerra em
oflicio de hontem datado,. sob n. 472, sirva-se V.
Exc de mandar inspecrionar os rmuvcebos da res-
pectiva companhia de adueanaos, Salostiano Va;
lerio dos Santos, Antonio, dos- Santos Moura e Jose
Pereira da Silva Neves, que para esse lim Ibe
serao inandados apresentar pelo mesmo direc-
lor-
Ao mesmo. Sirva-su V. Exc de expedtr
suas ordens, aiim de qoe os coramandanles- da
feita palo ddegado interino do cirurgiao mor do
exercita, de Bento Josede Aim ;ida Soares parao lu-
gar de enfermeiro mor do hospital militar, em subs-
iituicao de Manod Francisco" de Siuza, que fal-
leceu.
Ao mesmo. Didarando o Exm. Sr. miuisiro
da guerra em aviso de 21 do corrento quo nao
pode ser aUxndida a requisicao fuiia pjr V. Exc
em odlcio de 3 de junho ultimo, sob n. 373, pira
a conhnuacio, no lugar do amauuense da sccreia-
ria dosse c 'Mimando das arm is, d t sargenlo quar-
tel -mestre do 2' balalhao da guarda nacional deste
municipio, Giicerio C-idlho do Espirito Slot : as
sim o commanico a V. Exc em uImm ao ciiado
oflicio,
Ao iiMsmo. Tendo o governn imperial, se-
Kundn eon'sla do avis.j da reparticao da guerra, de
16 do corrente, approvado a licenca de ires mezes
quo coacedi ao lenenu coronei commandante da
forlaleza do Brum, Sebastiao Jose Basil11 Pyrrho,
para Iratar de suasaude fiin da provincia ; as-
sim o eomjjuttioo a V. Exc. para seu conheci-
mento.
Ao director do arsenal de guerra.Polo
Vine nundar apresentar ao Exm brigaleiru oin-
m inJaute das armas, alim de serem inspeociona-
diM, ennodetermino nesta data, os mancebos, Sa-
liislian Valerie dos Sauios, Jose Pcieira da Silva
Neves Aolonio dos Santos Moura, de que trala o
seu oflkio do hontem datado, sb n. 472.
2* secrao.
Oilicios:
Ao Dr. cbefv de policia.Para cuuipriuun'-o
do incluso aviso do ministerio dosnegocios estran-
geiros, de 49 do corrente, que me sera devolvido
com os domais papeis a ello annexos. sirva-se V.
S. dc informar me com urgencia sobre o procedi
uiento oolicinl lido contra ucidadao norte-ameri-
cano, Or. Gustavo A. Walbaum, do que tratam o>
mesmos papeis.
Ao mosmo -Informs V. S. o quo conlar
acerca do reerata Francisco Silvauo da Silva, de
qua trata o seu oflicio de 27 do corrente, sob n.
1303.
AajTiesmi. -Tend) nesta data autorisado o
gurente i* eompanliia -Ferro Carril de Pernain-
bueo a Mncuder passagens gratuita* nos carros
da referids. companhia somente ao inspector de
san ic publica, ao ddegado de p die a no ter.no e
aos snbJulegadjs nos respoctivos districtos, deven-
do os funccionarios publi.ws apresentar domais
passes assignados por V. S., (jue servirao somente
para a occasiao.; assim Ih'o dedaro (wra seu conhe-
cimenlo e devidos fins.
Ao commandante superior di Recife. -Veritl-
eando-ae da infor.nacao do Dr. chore de policia,
datada d 27 d-j .d^rrewe, sob n. 13)7, ser o re-
cruta iVttiiho'Aaionio Tavafas Je pessimo compor-
laniiinlo, nao pode ser die poti em liberdalc, co-
no V. 9. solicita em seu cfljcio de 2-5 deste mez,
sob a. 877, allegand infantaria, o que por si so nao constitue isencao
de servicel do.exercito, ex vi do que dispoe o avi-
so circutir do ministerio da guerra, dc 2) de aiost*
do 18o7T
sAJI juiz de direito da i' vara do Recife.
Yranacaitte a V. ii. por copia o jecrelo de 9 do
corrente, pdo qual houve por bem 5. M. o Impe-
rador perdoar ao.rej Joao Antonio de Sant'Anoa
a peoa-de 4 aanus e meio de gales, a que foi con
demnado por crime de roubo pelo jury do termo
do Brejo.'
Ao commandante do como de policia.Inlei-
rado de quanto V. S. expoz em seu orncio n. 499,
de 27 do corrente, tenho a dizor-lhe que aguardo
o resullado do conselho a que deve responder a
praca de oome Ruflno Alves da Silva, esperando
que seja desaggravada a lei e mantida a disciplina
que deve existir nesse corpo.
Ao mesmo Mande Vmc de-tacar no 2" dis-
trict da freguezia do Maranguape, a disposicao das
auloridides policiaes, 4 pracas do corpo sob o seu
commando.
3.' teccao.
Oincios :
Ao inspector da thesouraria do fazenda. Au-
toriso V. S. a mandar abonar ao 2 tenente da ar
mada, Frederico bias de -a, nomeado para servir no
iransporte Pur&t em construccao na Inglaterra, a
ajusta de custo de 400J1000 e uma passagem de
1" classe a ljordo do paquete inglez que boje segue
para Europa, segaodo determina o aviso do mi-
nisterio da marioha, de 18 do corrente, junto por
copia; como, porera, nao lenlia vindo para csse
fun ordem da tli*Kiuro nacional, o mensionadoabo-
no deve ser effechiado sob a responsabilidade da
presidencia.
Ao mesmo. Segundo o aviso do ministerio
da juslica, de 14 do corrente, foi nessa data solici-
tada ao da fazenda a expedicuo de ordens conve
oientes, alim de qua essa thesouraria seja habilita-
da com a quanlia de 300*0 0, aQm de oc;orrer as
despezas de viagem e primeiro estabeleciraento a
bacharel Beltarmiuo Perdra de Olivdra, nomeado
juiz municipal e de orphaos do termo de Monte
Alegre, na provincia no Para.
Ao mesmo.Expeca V. S. suas ordens para
serein remetlidos sem de.uora ao presidente da
junta de emanripaeao de escravos do municipio
de Floresta, Ao'oaio Alves de Carvalho e Silva,
os livros de que trata o regulamenlo n. 5,133 de
13 de novembro do anno proximo passado, aum
de que possa a. raesma junta proseguir em seus
trabalhos.
Ao mesmo.Passo as miios deY. S. o attcs*
tado incluso. para ajue, a vista delle, mande pagar
anspecada do 9" balalhao de infantaria, Joao-
mentos das pracas do batalhio n. 36 da guarda nisterio da agricultura, commercio e obras publi-
nacional, que foran encarregadas da conduccao eas, a re do primeiro vapor dessa companhia que
de pre-o- remetlidos pelo subdelegado do Brejo,
segundo solicitou o commandante superior res-
pectivo.
Ao mesmo Attendendo a informa;ao do
engenheii'o das obras militares, datada de 21 do
corrente, acerca da pelicao quo remelto inclusa,
de Augusto Jose T.ix.'ira, airematante das obras
da abertura das janeilas no hospital militar,
mande V. S. pagar ao supplicante a quanlia de
803J7i, unportancia da t' prestaeao a que ja
tern direito, em virtude da condicao approvada
par esta presidencia, de 8 do corrente.
Ao mesmo. -Dando proviniento aos recur-
sos do Francisco Joaquim de Mello, Anna de Santa
Ursula e Maria Caetani C, autoriso V. S. a man-
dar rdev.i-los das multa? em que incorreram
por terem infringido o regulamenlo que baixou
com o de^rcto n. 4,833 do 1* de dezembro de
1871, conforme peJiram nos requerimentos que
devolvo, e a que acompauharam suas informa-
cdes e:n oflicio n. 991 serio D, e 4 e 5 serie E,
de 27 deste mez.
Ao inspector da thesouraria provincial.-
Maude V. S. abonar ao official do corpo de po-
licia, quo vai deslacar em Cruaugy, a quanlia de
2o, como ajuda de custo de ida u" volta.
Ao mesmo.Expeca v. s suas ordens, no
sentido de sen paga ao capit'o Jose Firino Pe-
reira do Lago a unportancia da conta que re-
mello incl isa, prov-mienie do sastento dos presos
pobres da cadeia do termo de Ouricury, ua eon
firmidade do que solidtou o Dr. chefe"de policia
em seu offlcio de 27 do corrente sob n. 1,306.
Ao mesmo.Remelto a V. S. os inclusos
prets em duplicata relativos aos vencimenlos das
pracas da guarda nacional destaca las em Santo
Antao, de I a 17 do corrente, para quo mande
pagar a importancia respectiva a Antonio Do-
mingues de Almeida Pocas, na conformidade do
que solicitou o respectivo commandanle superior
em oflicio de 19 do corrente.
Ao laesmo,Tomaado em consiJeragio o
que me nqucreu Joto Josd R idrigues, professor
public) d.i caieira do prim -iras lettras da po-
voa.'.lo da Gl iria d > G iita, e lendo em vista as
informacotis prestadas pela directoria da instruc-
g"w publica em 13 de julho finlo, e por essa the-
souraria em 16 do corrente, resolvi abanar as
faltas por elle dadas no periodo deccrrtdo do 1
de maio a 3d de junho ultimos ; o que declarn
a V. S, aiim lo mandar pagar-lhc o ordenado
correspondentc ao tempo indicado.
4.' secfiio
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Francisca Serapliica de Assis Car-1
valho, professora publica da caieira de primeiras
"ettras da povoajio de Nossa S mhora do 0' de
Marauguape, resolve prorogar por 30 dias a li-
cenca que Ihe foi concedida por portaria do 19
de julho Undo, com vencimenlos na forma da
lei, para iratar de sua saule.
0 presidente da provincia, attendendo ao
que expoz o Dr. director geral interim da ins-
truccao publica em olllcio dc 10 Je maio ultimo
sob n. 131, resolve nomear o ci lala > Luiz Fur-
tado do Oiiveira Cabral para regor ioterinamenie
a cadcira de primeiras lettras da povoacao da
Gloria do Goita, medislUe a grafilcacio. annual
do 600J.
Olldos :
Ao Exm. presidente da provincia do Rio de
Janeiro. -Rogn a V. Exc. a expedi^ao do. suas or-
dens, no sentido de serjpagaa quantia de 211147,
despendida durante os mezes de maio e junho
desle anno com o sustento d > preso pobre dessa
provincia, Francisco Pinieatel, recolliido ;i casa de
detenf lo nesta capital, segundo se deprehende da
conta a este appen>a. Mutatis mutandis,
aos presidentes das proviucias da Bahia, Parahyba,
Rio Grande do Norle, Maranhao, Amazonas, Ala-
goas, Piauhy, Espirito-Saolo e Minas.
Ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande do Norle Declaro a V. Exc, era resposta
ao seu olllcio de 21 do corrente, que o escaler en
viado pelo arsenal de inarinha dasta provincia para
o servigo da mesa de rendas de Mossoro foi alii
recebido n > dia 4 do correnle, como consta do ro
cibo passado pelo administrador dessa reparticao,
e exhibido perante esta presidencia pelo gerente
interino da companhia pernambucana, a quem
maudei cuvir.
o revm. perfeilo do bo?piciode Nossa Se-
nhora da Penha. Tendo nesta data expedido
ordens aos agentes da companhia de navegacao
brasileira, afim de ser conieoida passagem, no pri-
meiro vapor da referida companhia que d'aqui
seguir para a corte do imperio, aos religiosos ca-
pucliinhos ultimamente chegados da Europa, se
gundo me foi recommendado em aviso do ministe-
rio dos njgocios da agritaritura, commercio e
obras publicas, de 22 do correnle; assim o declaro
a V. Revm., para seu conhedmento e hos conve-
nt antes.
Portaria :
seguir para a corte, aos religiosos capuchinhos ul-
timauente chegados da Europa, e quo aqui desem-
barcaram, receiando os elfeitos da epidemia que
alii reinava.
0 Sr. gerente da compau'nia pernambucana
dc suas ordens para que seja recebida a bordo flo
vapor Gequid, e conduzida para o presidio de Fer-
nando de Noronha por conta do ministerio da
guerra, a bagagem do tenente coronei Alexandre
de Barros e Albuquerque, nomeado commandante
interino do mesmo presidio, a qual se compue dos
obj^ctos mencionados na relacio junta por copia.
EXPEDIENTS DO SEORBTAHto.
I.' seccao.
OlUcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
lendo nesta data concedido aos recrutas. Albino
Antonio Tavares e Pedro Antonio de_ Alcantara,
o praso de 13 dias paraprovarem isencao legal; as-
sim o manda communicar a Y- Exc, para os fins
convenientes.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, declaro a V. Esc, para os fins
convenientes, que nesta data expedio-se ordem a
thesouraria de fazenda, alim de ser paga ao ans-
pecada do 9.* balalhao de infantaria de linha a
gratilica.ao a que tem direito, por ter apprebendido
o sohlado deserter do mesmo balalhao, Manoel
Ponciano da Silva ; na conformidade do que de-
preca V. Exc em oflicio do 27 do corrente, sob n.
861.
2." seegfio.
Oilicios :
Ao Dr. chefe de policia. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da proviacia, communico a
V. s., em resposta ao seu oflicio de 27 do corrente,
sob n. 1300, que foram expedidas as convenientes
ordens a thesouraria provincial para ser paga a
importancia despendida com o sustento a\*s presos
pobres da cadeia de Ouricury.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. qu ne-ta data se
oxpede ordem ao commandante do curpo de policia
para fazer deslacar no 2.* districto da freguezia
de Maraaguape 4 pracas do dito corpo, como V.
S. pedio em oflicio de' hontem, sob n. 1303.
Ao commandante superio de Santo Antao. *
0 Exm. Sr presidente da provincia manda decla-
rar a V., S. para os tins convenientes, qne na con-
formidade do que solicitou V. S. em oflicio de 19
do corrente, expedio ordem a thesouraria provin-
cial para ser satisfeita a importancia dos prets das
pracas da guarda nacional, destacadas de t a 17
do corrente n'essa villa.
Ao commandant.) superior do Brejo.0 Exm
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S, para os lins convenientes, que por oflicio desta
data expedio ordem a thesouraria de fazenda, afim
du satisfazer a importancia dos prets, que vieram
annexos ao oflicio de V. S. datado de 22 do cor-
rente.
Ao juiz de direito do Brejo. -0 Exm. Sr. pre-
sidente aa provincia manda communicar a V. S.
quo, por decreto de 9 do corrente, heuve por bem
S M. o Imperador perdoar ao reo Joao Antonio
de Sanl'Anna a pena de 4 annos e meio de gales,
a que foi condemnado pelo jury desse termo.
Ao bacharel Manoel Calda? Barreto, juiz de
direito do Ourienrv.-O Exm. Sr. araaiaum da
provincia manda accusar o receoimento mromuiu
de V. S de 27 do correnle, em que participa ter
nessa data entrado no goso da licenca de 30 dias,
quo Ihe foi concedida pelo conselheiro presidente
do tribunal da relaea .
Ao promotor publico da comarca de Cabro-
bo 0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S. que licou inteirado, pelo seu of-
llcie de 31 do mez proximo passado, de haverem
os Srs. de escravos, por esforcos seus, dado a ma-
tricula aquelles, que possuem; e espera que V. S-.
continuant a esforcar-se para o fiel cumprimento
da Id.
Ao commandante do corpo de policia. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S em resposta ao seu oflicio, datado de
honiem, sob b. 498, queja autorisou a thesouraria
provincial a abonar ao official desse corpo, que vai
deslacar em Cruangy, a quantia de 25$000, como
ajuda do custo de ida e volta.
4.' teccao.
Officios :
Ao director geral interino da instruccio pu-
blica. S. Exc o Sr. presidente da provincia man-
da communiear a V. S., para seu conliecimento e
fins convenientes, que nesta data foram abonadas
as faltas dadas pelo professor publico da cadeira
de primeiras lettras da povoacio da Gloria do-
Goiiii, Joao Jose Rodrigues, no periodo decorrido de
4 de maio a 30 de junho ultimos. ao qual se re-
fene a sua informaQiO.de 15 de julho findo, sob-
n. *ll.
Ao raesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vinda manda declararja V S., para seu conheri-
\ mento e ftns convenientes, que, lendo concedide.
A' lllma camara municipal do Recife. -Atten-1 por despacho desta data tres meses de licenca con*
deodo ao que expoz o engenneiro chefe da reparti- ordenado na forma da lei, ao professor da cadeira.
guarda de palacio providiuciem no sentido de- im-
ped ir que sejam. arraaoaflas e damnificadas as
gaioUs de madeira, fsilas para proleger as pound-
ras plantadas -em frente da mesma guarda e do
palacio da prftsideacia.
Ao mesmo. -Transmitto a V. Exc, em solu-
eio ao seu oilkio de 18 de julho ultimo, sob n.
725, a copia junta da iuiormacao urostadi pelo
quartel-general de inarinha, acerca do indmduo
de nome Luiz Cardoso Franca, que se acha alista-
do na companhia de cavallaria desta guarnicao
com o n >me do Luiz de Franca Reis, afira de que
V. Exc, a vista della.e Jos signaes caracteristicos
do mesmo indiviJui, constantes da inchisa nola,
mande proccder as necessarias averiguac,ues, para
conhecer si 6 elle c-ffectivamente desertor da ar-
mada.
Ao me*rao.Fica, approv?.da a proposta, que
veio annexa ?.o sen ofljeio d?*ta dala. *>b 1- 8S8;
lose de Sou*a, gratiucacio que lle compuie em
virtude da> lei; por ter apprehendido o desertor-
do mesmo batalbio, Manoel Poncian.) da Silvav
segundo solicitou o geueral convnandaute das
annas
Ao mesmo. Communico a V. S., para os
lins convenientes, qjne nesta data approvei a ao-
meacao, feita pda ddegado interino do cirurgiao
mor do exeiwue, d Bento Jose de Almeida Soa-
res para o. lugar de enfermeiro-mor do hospiul
militar, vago-pdo tallecimento do Manoel Fran-
cisco 4e Souza. .
Ao mesmo.Constando de aviso do ministe-
rio da guerra, de 16 do corrente, haver-se pro-
videnciado para que por conta do 13. Even-
tuaes-doexercido de 1871 a 1873, seja conce-
dido a, essa thesouraria o credito da quantia
de 40J, aftm de legalisaca despeza autorisada
pela presideoda com o pafaraento^ da gratificac,ao
do mex de julho ultimo ao eapellao da forlaleza
de uviraaraci, padre Joao- Vicente Guedes Pacheco;
assim ueommunicoa V. S. para o seu conheri-
mento..
Ao mesmo -ConslanJo de aviso do minis-
terio da guerra, de- tl do corrente, que ao co-
pitao do 2' rcgimonto de cavalldra ligeira, Jose
Mekchiades Ii. da SHva 0O3ta, se pennitti dem*
rar-sc nesta pruvincia ate 1 de setembro pro-
ximo (taturo i aasim. o eomtaunico a V, S. para
seu coBhccimanto.
Ai mwmo. -Commanico a V. S, para os
devidos fins, que a 27 do corrente entrou o ba-
charel Manoel Caldas Barreto, juiz de direito da
comarca do Ojricnry, no goai da licenca de 30
dias ijue Ihe foi coacodid i pelo conselheiro pn-
sidenie do-tribunal da rela.iio.
Ao mesmo, -Maude Y. S. pagar aos empre-
jarios da illnmina-ao a gaz dosta cidade a im
port anna das contas inelusas, proveuieute do gaz
fornecida para esic palacio, cocheira e guarda do
mesmo nos mezes de abril a junho Undo.
Ao mesmo.A'vista do pret em duplicata
que rematto iucluso, mande v. S. pagar a quaa,-.
tia de f?$f*{9, em que li)portaram os Y?.n,pi-
cao das o'oras publicas em oflicio de 26 do correu-
te,.sob n. 320, recommendo a lllma. camara mu-
nicipal do Recife que demure por algura. tempo o
tapamento do becco de Noronha na freguusia de
S. Frei Pedro Goncalves do Recife, ate que a com-
panhia Recife Drainage remova a valvula de ia-
vagem existente, e sobre o-que versou a informa-
dio dessa lllma. caraara, de 20 deste mez.
5* stcqao.
Officios:
Ao engenneiro claefe da reparticao das obras
publicas. Inteirado do que expde Vmc em seus
officios de 14 e 26 do corrente sob ns. 331 e 320,
autoriso-o a offlciar ao gerente da companhia Re-
cife Drainage, afim de que este se entenda com a
lllma. camara municipal para que demore a obra
do tapamento do becco do Noronha no bairro do
Recife, era quanto a raesma companhia remove a
valvula de lavagem que alii tem.
ao e igenhdro lical da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. Com o oflicio e parecer,
juntos por copia, do inspector da thesouraria da
fazenda e do respectivo i)r. procurador fiscal, res-
pondo ao oflicio de Vmc, datado de 20 do cor-
rente, e recoinmendo-lhe que mande satisfazer a
exigeacia do collect r do municipio do Cabo, ao
3ual compete sem duvida veriflcar si os livros
essa compaahia estae ou nau devidamente sella-
dos.
Ao engenhdro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao Caxanga. Conslando-me ler sido alte-
rada pelo gerente dessa companhia a tabella de
preeos dos transportes para a raroal dos Afflictos,
annexa a > oflicio de Vmc, de 13 de dezembro de
18:71, a qual foi approvada por portaria desta pre-
sidencia, de li do dito mez e anno, recornmendo-
Ihe que tome conhecimento desse facto e me in-
forme com urgencia sobre sua veracidade.
Ao gerente da companhia Ferro Carril de
Pernambuca Atiendendo ao que solidtou Vmc
era data de 22 do correnle, teuho a dizer-Ihe que
deve conceder passagens gratuitasnos carros dessa
com.ianhia ao inspector da saudo publ'ca, ao dele
gado" do polieii no lermo e aos suhddegados. nos
respecthos districtos; e qmnlo aos demais func-
cionanat publicos. so lii'era dar passagem, me-
diante passes do Df. chefe dc policia, osquaesser-
v'.ria scmenja p;ira a pccasiSo. % imfl. oplregues
ao coai.tyo.tur,
Portarias j
I Oi STs. agentes da companhia de navegacao
|br de primeiras lettras da povoacio da Gloria de
Goita, Joio Jos6 Rodrigues, resolveu nomear para
reger ioterinamenie aquelia cadeira o cidadae Luiz
Furtaio de Oliveira Cabral, a que se refere o %tr
gcio dessa directoria, de 10 de maio ultimo, sob
n. 134.
Pela sccretaria da presidencia se coninmaica
a lllma. Sra. D. Araalia Joviniana de Albuquerque
Lessa, viuva do alferes do ll. batalao de intanta-
ria, Marcelino Franco da Silveii;a Lessa, quo era
aviso de 18 do corrente declarou o Exm. Sr. mi-
nistro do imperio haver remettido ao da Caienda
a carta imperial de pensio, concedida a mesma
lllma. Sra., afim de que, depois de teitos no Ihe-
souro nacional os respectivos assentamentos, seta
a referida earta euviada a thesouraria de fazenda
desta provincia.
S.' secciio.
Officios :
Ao presidente da junta de emancipasio. da
escravos do municipio de Floresta,0 Exm. Sr^
presidente da provincia manda remetter a V. S.,
em resposta ao seu offlcio de 10 do corrente! um
exemplar impresso do regulamenlo n. 5135 de 13
de novembro do anno proximo passado, e commu.
nicar-lhe que nesta data se oflkipuao. inspector ua>
thesouraria de fazenda para remetter lbe os livros
de que trata o mesmo oflicio.

despachos da presidencia de 4 de np^bhabo
de 1873.
Abaixo assignados, Drs. em modjeiaa.Certili-
que o quo constar.
Anlonio Soares de Pinho.-EuJregue-se, passan-
do recibo.
Curonel Agostiuho Bezerra da Silva Cavatcante.
-Informe o Sr. inspector da thesouraria ue fa-
zenda. L
Adolpbo Lins de Souza. -A^signado, voile, qu?-
rendo.
AntonioJiorges da Silveira Lobo.-Passe porta-
ria conce lendo a licenca requerida.
Antoaio Ferreira de Araujo. Informe o Sr. bri-
gadeiro coraman lante das armas.
Capitao Ante nio Jose de Andrade. Indeferido.
Companhia Santa Tberoza. Conceda-se a pro-
rocitfao padMa.
riorencio Domingues cJaS-l^va.-Informe oar.
inspector da thesoriraria- djs-fatenda.
Genoveva, escrava. -Picam expedidas as conve-
nientes ordens no snlido em qua raquer a supn'i-
canje


Jt-
^tarfo-de Pemambuoo Quinta feira 6 de Novembro de 1873.
9.
------------------------------------------------" '---------------------------------
Hcrculano Theotonio da Silva Gulmarles.Ao
Sr. juiz ilt uireilo da comarca de Caruaru para
informar, or viudo o juiz TnMuicip:il respective.
Dr. JoaqunYde Aquino Fonceca. S-jliado. vol-
te.
Caniiio Joaquim Agripino Furtado de Meadcn-
ci.Mormii o Sr. inspector da thesouraria dc fa-
zenda.
lose Marii Ildefoaso Jaeomc da Yeiga Pcs36?. e
llcllo. -For.ieca-sa.-
Joao Dioelc iaaa da Silva Paula. Forneca
loaquim dmoelda silva o S:i.-Fofoeea-se.
0 mesmo. I'orueca so.
0 mesmo.- Forneca-so.
Seeretaria da presideacia de lYnrtaaokuco, 3
de novembro de 1873.
0 port iro,
Site/no A, R Jrigves.
Repariicao da policia.
!. seecao. Secretarial da policia de Pernambuco,
o de novembro de 1873.
N. 1827.lllm. e Exm. Sr.Partieipo a V. Exc.
que foram hontem recoHiidos a easa de dctencao os
iudividuos seguintes :
A' minha prdein, Manoel Francisco dos Santos,
Antonio Pereira dos Santos, Manoel Joaqnira dos
Santos e Sevrtiino Jose de Itarros, vindas de Santo
AuUo, como senlenciados ; Cecilia, eserava do
Hermelinda Candida Augusta, requerimenio
desta, c Lniz, escravo de llemigio Kneip, arequo-
rimento dette.
A' ordem do subdelcgado do Recifo, John Char-
les, a requerimenio do consul ingiez.
A' do da apunga, Luiza Theresa de Jesus, por
onVnsas a moral publica.
Por offlc.io de 12 do corrente communicou-rae o
dWegado dr Honito quo no dia 5* de outtibro ul
iirno, no districto de Capoeiras, Manoel Luiz assas-
tinou com uma punhalada a Simeio de tal, lo
grand > evadir-se ; que o respective subdelegado
fez o competeote inquerito e o re.i.elteu ao Dr.
juiz municipal do lermo.
Que no dia 33, no poveado Lage Grande do
lnencii-nadii districto, Galdino Jose dos Santos ferio
*ravemciiie ci.m duas faeadas a Fraaei-eo Ferrei-
ra, s-mdo prase em Ilagrante ; qua o respectivo
tutbdelegudo proced u ao competenlc inquerito e
Ike dru dovido destino.
Em data Je 3 communiton-mc o subdelegado
da eidade da Victoria que capturara e recolbdia a
eadeia daquella eidade a Jose Juaquim de Souza,
jmmuneiado alii coino incurso nas penas do art.
217 do codigo criminal.
Finalraente, a ordem e a traniuillidade publicas
uao soffreram alteraeao.
Deus guarde a V. ExcMm. e Exm. Sr. com-
ru-iidador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo president da provincia. -0 chefe de policia,
Antonio Frtm&tct Cerreia de Araujo.
_----
fflTERIOR,
1BF.O BE J VXEIBfiO
A VK'l OU A GILIU'.A f
Sob esta inquietadora epigraphe, lecin se na Be-
publica algumas linlias que, por inais de uma ra-
no, nao poderhim passar-nosdesapereebidas. Pre-
iiidom ellas, efaxcm-lhc honroso corlejo, a urn ar-
t.'go cm que o Sr. Ati>tides l.obo, entre conceiios
Jiiinto injuslos, muito ineabulos e iiileiramente es-
lianhos as circuin>tan<'i.LS do llrasi!. lenla assigna-
lar a itnpic:isa ultra drniocralica o invariavel pro-
Munmi a qi.e ileve tn 'tier homhros peranle a
exagerada i(uarao das lelacOs dinloniaticas do
iniycrio com a ropublica Argentina.
Plfiitnar a causa da pax, e plciiea-la corn ardor :
lal e a paliivru de ordem que o Sr. Aristide* Lo-
I'O tiansinitic, rusoliilo e tornado de convic<;ao
que pode nan aer insiacera, a ossa mesma impren-
a que, annunciando alnda lnnleiii ,io paiz a or-
(ianisai-ao do urn excrcilo argenliuo de 50,000 ho-
Hums, e vendo^ nosta oxlraordinaria meJi la a per-
b-.ti juslilici^ao de oulras i|ue podessemos toinar
I igual ujiiucz:i e cm igual proporcao, indatara
ao governo a urgcnio necessidade de seguir para
.: via ferrea do Itio Grande do Sul o exeinplo dos
limcri-.-aiius cou'truindo por dia milha e meia da
gigaotea linha do Pacifico, e do par com esta on
tras providen ;ias que, coin a uoniea;ao do illustre
niarqiiez do Uerval para presidenle e commandan
i>- das armas na prjvineia limitrophe, e do barao
de S. Uorja para o commando da praga de S. Ga-
I liol. e inais signiticativa que as preecdentes a en-
commenda inimediata de material e o levantamen-
to de inn emprestimo de dez mil eoritos porconta
do dg qaarema mil decrctados, manifestariam aos
ihmsbs KHtabm uma respettavei altitude de defeza
que os uoderia cooler em ataques impensados, a
dignidada national e a houra do imperio.
Ban diversa posicao, ajuiza o Sr. Aristidcs Lo-
ba, 6 a que convem a amigos do povo. Praz liie
mail o soiiinc do imp1 rio que as soas inquictado-
ras vigiiias.
fimiia o impeiaaor em accao o- elementos da
forca de quo dispSe ; gauhe batalhas ou soffra
ravens; sao s raeete soas as glorias e ignomi-
iiia-.
Kntrc o ioflaxo civilisado/ e a nobre emulagao
que cxpfiimcntr.ua na prcsenca da lloresccnte
denocracia argenlina eos pianos de mesquioha e
ianobil anibieau quo niedila prender os povos mo-
denna aos piksses lenlos das instituiroes monar-
ciiicas, nao besit^;ia o paiz a escolhcr!
E' por oalu aiodo que o Sr.'Aristides Lobo advo-
ga on sc:i nojue a causa da paz e qucreria, prc-
teneao estranha que a advogasse a impronsa re
public^tna como se, anles de ludo, nao fora clla im-
prensa brasilcira, e nao devesse seniir os senti-
iii:?ntos .11 pallia, e Eater sua a houra do paiz I
Comojse, i'i.i trataiido-sc da dignidade da nagao,
dos seus foros de nacio livre, indepfndente e so-
berana, podc.-s haver a,hi uma imprensa que, act-
ma das questoes de orgauisai;.io poliliea, Die col-
loeasse os supremos tetereues do Brasil I
Bvideotemeate, antepde o Sr. Arislides Lobo o
que julga ser o inleresse do seu partido a recla-
inos iBipcnosoi dos brios nacionaes.
Por n luctora quo >eja a perspectiva da paz, ha
uma condieao imprescindivel sem a qual nao saria
apaz dasejavel. E' que ella nao seja a humilha-
<-ao, o aviliamcnto, o menosprego da soberania na-
donal.
E-sa nao a quereriamo?, nem a pode qnerer a
imprensa repunlicana.
Kssa nao a f|uer por nenhum prego o chefe au-
gusto do eslado, nao a quer o seu governo, nao a
quer o pan.
Seja embora indifferente ao apprehenivo esiii-
rilo do Sr. Ari batalhas ou sollra revezes, nao o pode nhum outro brasileiro.
#ro*oeanr-nos prevaTolmeiMa as frctpienlcs re
brldias proymcias, as tii) rrequentes re volumes
dc Entrc-Rios, Hioja e Jendoza, os justes de luni
t?s com o Chile, a Bolivia e o Paraguay, o outras-
necessidades de que nao^podemos ser os juiz.-s.
Tao pouco seria juslo entrever na construe.io
de linhas estrategicas como n i encommenda de
material de guerra, a ioteiioio occulla ou ostensi
va for parie do govemo do firasil de lancar-se na
aventura de Bma guerra qua seria sem objecto.
Que molivo far-nos hia descmbainhar a espaa
ou a repuWica Argentina 1
Quanto a nos ainamos e qucremos a paz em no-
me dos mats sagrados interesscs da sociedade bra-
sileira. Mas queremo-Ia com a quer o impera
dor, coino a quer o governo e a quer o paiz :
paz duravel, paz honrada, paz digua de u:u gran-
da povo que, a hdra ilos sae.nflcios supremor-,
Ao inlaga da c pede.
Por menus que a* otavamstaocias uos devaiu
inspirar dcs'.aonlian;a si-bre os annameatos da
republica Argentina, e por mais que devamos eon-
fiar na supenoridade dos dossos provados rccur-
50? militares, cumpre nao desaprovcilar as liedes
lo passado.
0 governo do Brasil nao 6 nem deve ser estra-
nh'i aos avisos de bem emendida previsao.
Em 1823 a lepubli a Argentina armou se cm
segredo. E... sabe-se o resle-.
A'(nenhuma grande najao podem ser indilTeren-
les os armamentos de estados" visinbos.
De nao pcovocar a guerra, de evita-la lanto
quanto o possa permitlir a dignidade do paiz, nao
se segue quo o governo deva expor-se aos azares
da surpresa.
Nao seria uma inepcia ; seria um crime. De
inepcia como de crime nao node ser snspeilado, e
nisto conliamos, um governo eselarecido e gover-
no patriclico.
Vamos nisto em accordo com a Republica. Se
Bio julgamos pertinentes todas quantas providen-
cias ella aennsi Ilia, ha um fundo de verdado em
mas previsSes que nao e para despresar.
Procure o governo cultivaras boas relacoes do
imperio com os estados plaHOD* ; guarde' enfe
elles aserena imparcialidade e beacSo que devein
ser caracteri'-.ticos de uma politica desambiciosa
de eon |uistas como de in-lebita influeneia ; mas
que dossos visinbos, ou o mais poderoso de entre
elles, nao onse subordinar nos ao vil papel de ins-
trumenlo de uma politics iusidiosa e natrida por
injusta ambi^o.
Ogabinete7de marjo montar se-ha inaltera
vel, na .dtura de sna grande mis-ao.
Todas ascondescendcncias, todas as generosida
des|-im, mas que nenbuma deltas envolva quebra
da dignidade nacional.
Em volla deste genoroso, mas resoluto pro-
gramma, o gabinete 7 de margo nao nos encon-
trara somente a nos, mas a toda a imprensa e a
todo o paiz.
(Nacao)
P

REVISTxl DIARIA.
Gti.irda nacional.Por portaria da pre-
sidencia da provincia, do i do corrente, foi re
formado, a seu pedido, o capiiao da antiga guarda
nacional Joao Francisco Autunes, no mesmo
posio.
Uinlteiro. 0 vapor Gequia levoo da the-
souraria de fazenda para Fernando 36:0005.
Jury do Recife. Com o julgamento que
hontem leva lugar, tcrminou a quinta sessao do
anno corrente.
Thesonrarla provincial.-Acaba tarn-
bem de ser aposeniado no lugar de contador dessa
repariicao, o Sr. Antonio Cardoso de Queiroz Fon
ceca.
Por 31 annos bem servio c melhor mereceu este
honrado funreionario, que, no exercicio de seu
emprcgo, s mbe sempre harm misar as maneiras
mais Ihanas a aflencao mais deli-ada e prornpu
a mais severs resiriceaj no eumpriraerrto de seus
deveres.
Geralmente bemqaisto e eonsiderado pela pro-
bidade de seu caracter e sincera dedicaeao aos
misteres a sen cargo, o Sr. Queiroz Fonceca reli-
ra-se daquella reparti.ao deixando a mais grata
recordaeao, nao so aos que com elle serviam, coino
a todos que com a mesma repariicao enlreieem
rclacoes de interesse
Alfandeg-a. Em 3 do corrente, pouco
depois do anoileeer, o guarda da alfandega, Fran-
cisco de Paula Campos Quaresma, observou que
liavia alpuein sobre a coberla dos trapiehes, que
Iho ficam conliguos, e, correndo a guarda quo alii
ha para garanlir essa repariii-ao, cim a forga des-
ta e mais algumas pessoas, conseguio-se prender
o individuo, nio obstaate os esforcQS por ello em-
pregados para evadir-se. Lcvado apresen.ado
aobdetcgado do Recifo, raan-l ;i o este recolhor 80
qoartel de policia, commuuicando a occurrencia a
autoridade superior.
Procedendo se no dia seguinte (i) as uecessarias
indagacoes, chegou-se ao conhecimento de que e
seu nome Francic -. Antonio Goncalves Beiro, e que
tendo conseguido occultar-se dentro da reparticao,
duranle o expedionte da mesma, procurara logo
que foi esta fechada, peaetrar na sala em que
luncciona o Ihesoureiro ; o quo, porem, nao po-
dendo realisar pela porta propria, iratou de sanir
por uma janella, e d'ahi pas.-ando ao telhado foi
entrar por um dos oeulos que arejam aquella sala,
abaixo do qual ha uma estanle, de que fez ponto
de apoio parasahar.
Senhor do terreno, forcou a gavela da mesa do
fiel do ihesoureiro, onde apenas encontrou algu-
mas eslampilhas e uma sedula de 2^, e osia mes-
ma inutilisada a falta de numero, visto como, se-
gnndo o costume, ao lerminar-se. o expedieutc e
todo o dinheiro recolliido a easa forle.
Vendo burlada sua ousada tentativa, Beiro cui-
dou de por se fora d'alli o mais depressa pos-
sivel
Podendo entao abrir a porla da sala, o que por
fora nao podera fazer, o forcandp a grade que da
sala que defronta com o mar, por uma
geral d s accionislas desta companhia, 6 de novo
coeyocada para o dia la do corrente, is % horas da
t.irde, rttnecioaan I > com o numero do. accionislas
que comjiarecer.
Sii'iri*;*(t- Propa^-a lora da 1ns-
lrucva< Palsliea. No sabbado, as 6 boras
da tarde, deve haver reuniao dos membros desta
sociedade, na freguezia de Santo Antonio, afimde
director que (em
da 14 deste Biez
Domingo, as 11
iao da assemblea
de, para se pro
e conselbo fis
approvado
approvado
Glorias e ignoruinias que de uma luta com es
tranhos podessem advir ao imperador, tao suas
-seriaro como do paiz. Elevada personificac3o de
u m grande estado, e seu pjimeiro representante,
o imperapor nao e so j grande eidadao e eminen-
le brasileiro quo faz suas todas as paixdes na-
cionaes ; 6 auto-; da tudo a institnicai, o princi-
pio, a idea.
Se ell ama a paz, lanto com' a paz merece ser
amada, so elle a quer como a quer o paiz, nao
a pode a mar n -m qnerer com quebra da houra na-
cional.
Sao estes os nossos e devem de ser os votos de
lod i a impivn-..
Venha ahi uma triste necessidade de por a ar-
ma ao hombro, e imperador, e governo, e paiz sen-
lir-sehao presos pela mais honrosa das solidarie-
dades.
Nem se dir;i jne essa cruel necessidade, tao im-
provavel como n6s a julgamos, a tenha provocado
o Brasil.
A'ceita-laherros, sim, com a conscieacia de nos-
sa for^a, conGantes em nossos recursos, fortes pa-
las armas como pela justica de nossa causa, mas
resignades a ui;te exigencia de uma solujao que
nao preparamoi, nio apparelhamos, nao concer-
tamos.
Como em 1851, como em 1865, teremos sido nos
os provocados, nao os provocadores. A politica
desambieiosa do imperio nao se lera eclipsado era
de suas j:>nelias ganhou o telhado, dirigindo se
para o extrcmo sul deste, onde ainda ha obras a
completar-s?, com o fim de ahi alcan.ar o caes e
do caes a impunidade de seu acto.
Inquerido antc-honlem pela autoridade negou,
aquelle resultado das inves'.ijae.Ses feitis, conies-
sando, todavia, que era verdade ter ficado Iran
cado dentro da repariicao, mas porque tal Ihe
acontecera inesp; ra lamente, lendo elle ido aili
em procura de um camarada, e achar-se ua la-
trina onde ficara fechado ; pelo que vio-se obri-
gado a Ibrear a porta daquella, e qne o mesmo
nao podendo fazer com as demais do edificio, pro-
cura por sahir pela coberta.
Nestas mesmas respostas foi mentiroso ; a tal
atrina ha mnito que nao tem chave, e para della
sahir-se nao e preciso ir pela coberta.
Da gavela do fiel do ihesoureiro de?apparc-
ceram apenas, a sedula inuiilisada e duas chaves
de lataR em qucsjgu.rda diuheiro no cofre.
Esse horaein, o Beiro, e portuguez, maritimo ds
profissao, tern boa presenra e maneiras aceita-
veis.
Mas, sobre elle ja pesam serias suspeilas
outros factos criminosos qUe lhe attribuem.
Vapor Dantas. Dave chegar hoje ao
nosso porto, procedente do de Maeeio, d'onde
largou hontem as tres horas da tarde.
Aguas Bellas. De moradore3 dessa loca-
iidade recebemns serias reclama";5es contra o
modo inconveniente e prejudicial mesmo, porque
& alii feilo o servico do correio, o qual, aiem de.
continuados extravios da cartas, so aJli chega c
retira logo, a horas adiauladas da noitc, moti
vando assim a forcadas ioterrupniies corres-
aoadencias de interesse muito imraediato para
as pessoas.quo as mantem: A isto tem ultima-
mente accrescido 'falta absoluta de sellos.
A' Vista do exposto, fleimos na esperanca de
que se providencie no sentido de fazer cessar
taes inconvenienles.
Venda de peixe. Chamaraos a attencao
procederena aelefciio J^ eonsBlt
de fuacci'imr ao aune, a o
em diante.
UonM Fio Portat^:
boras da manbi, deve have
geral dos membros desta
ceJcr a eleic.ao da nan din
cat.
Instraecao iniMica, O professor da 5.
cadcira dn freguezia da I'ua-Vista, o Sr. Antonio
Uasilio Ferreira Barros, assumio o exercicio dc
seu magislerio no dia 31 do passado, renunciando
o re**) do tempo que Die falta para o cooipleto da
licenea que a presMeneia da provincia Ibe conce-
deu para tratar de sua sadde, visto achar-se rcs-
Ubelecid >. -
Faculdade de Direitu.Fizeram acto
no dia 5 de mivembro os estudaiues seguiotes:
1 anno.
Manoel Pinto BrandJo de Vasjonoellos, approvado
simplesmente.
JoSo Henriuiip vieira da Silva, idem.
Cypriano Jose Velloso \'ianna, approvado plena-
menle.
Guilhcrme Vieira da Cunhi, approvado simples-
menle.
Napoleao Simoes de Oliveira, approvado plena-
ninite.
Genesio Telles Bandeira de Mello, idem.
. 3:* anno.
Terencio Francisco do Espirito Santo, approvado
simplesmente.
Jos6 ae Azeve-lo e Silva, approvado plenaraente.
Alfonso Ociaciano I'into Guimaraes, idem.
Francisco Magarino de Soaza Leao, idem.
Fabio Cabral de Otiueira, idem.
Adoipho Tacio da Ootla Cirne, idem.
4. anno.
Demetrio Bezerra da Kocha Moraes, approvado
plennmente.
Jose Ignacio de Pigueiredo, idem.
Antonio de Souza Pinto, idem.
Braz Bernardino Loureiro Tavares,
simplesinpnto.
Francisco Isidoro Rodrigues da Costa,
pleoamento.
Um reprovado.
Mlonroso. Por occasiao do Sr. ex-conta-
dor da thesouraria provincial Antonio Cardoso de
Queiroz Fonceca, dospedir-se hontem dos empre-
gados d'aquetla reparti;4o, offeroceram Ite os em
pregados daci.nladoria uma penaa de ouro, pre
effdendo a lfferta a allocucao seguinte :
lllm. Sr. Antouio Cardoso de Queiroz Fonceca.
Ao deixar V. S a cadeira de contador, que Ho
dignamenieoccnppu nesta ihescuraria ; duas oa
lavras lhe sao devidas por d6, seus antigos com-
panhejros de trabalho.
Terao ellas dous unicos fins : um, a satisfaijao
d*um grato edoce dever para com o nosso ajnigo
e ex-uhefe ; outro, o cumprimeoio d'um grande e
eterno principio de justica status cmiqtic tri-
buere.
Possa eu, humilde e fraeo interprete dos senti-
munlos, que nos doniinam, possa eu, digo, nestas
breves e poucas pa lavras que tenho airigir-lhe
(pois assim o exige o lugar em quo Ibe fallo) cor-
responder a conQacca quo em mim depositiram,
como orguliia e ennobrece-me a eseolha que de
mim se fe\
Dotado de excllentes qualidades civicas, de
iiitedigencia pouco commutn e de iocxcedivol ze
lo e pralica da reparticao a quo tanlo Honia-
ra, V. S. soube no longo periodo de 31 annos, era
que gloriosamente encaneceu, concilia/, para com
os seus suialteraos, o respeito as deferencias,
as consideracSes de -chefe, com a amisade a o
amor de companheiro ; para com o poblico em
geral, a delicadeza, a urbsnidade, a mlimidada
mesma do amigo; com a inteireza, hanra de crite-
rio ao empregado publieo.
O ja bastante elevado lugar, a que digua-
mente cegou, e cm qaa foi aposentado, deve so
mente a um lirocinio legal c feito aqui mesmo,
onde, > partir do pralicanie, occupou o desempe-
nhou sempre com distinccao todos os differentes
posies.
Os seus trabahos, o muito que fez em favor da
causa publica, constitue um precioso e importante
volutna no grande archivo desta reparlicio, e ser-
vira, e prata aos coos que sirva, do ponto de
apoio a |uelles que ihe succederem.
Hoje, porem, que sua saiide periga, hpje que
vi5-se forcado a passar a outro o pesado, mas hon-
roso bastio, que por tanto tempo manejou; hoje,
emfim, que despedindo-se da vida publica, procura
no seio da familia o descanso a tantas fadigas e
labores, pede V. S. levar o raro prazer.de perma-
necer na memoria e coragao dos seus'corapanhei
ros, na alTeicao e elima dos seus concidadans.
Ao terminal- esta breve allocu;ao peco a V. S.
permiss.io para, e em nome de todos os nossos
coinpanheiros, offerecer Ihe este pobre mas clo
quente testemunho do vosso raerecimento e da
nossa gratidao. Sidrouio Lidio de Oliveira Maga-
Ihaes.
Escola normal.Hontem fizeram exame
os seguintcs alumnos :
1." anno.
Tbomaz Antonio Maciel Uonteiro Junior, approva-
do pleoamento.
Antonio de Albuquerque Barros, approvado sim
pies mente.
Antonio das Chagas Rodrigues Machado, idm.
Lcvantou-se 1 e foram reprovados 2.
3. anno.
Luiz Eustaquio da Conceicao Pessoa, approvado
plenamento.
Joao Sezino de Souza Bezerra, idem.
Jeronymo Snares de Albuquerque, idem.
Luiz Mar pies Vieira, approvado simplesmente.
Ignacio Ferreira da Costa, idem.
Jon Felix AUes Pimentel, idem.
O" Trahalho. Achase publicado o n. 11
deste inieressante periodico. Eis p summario :
Pesquizas sobre os primiUvos aabiluntes d'Anu-
rici. -Ap'esii popular brasileira. 0 jeswtumo
no Brasil. A sciencia da Imyuagem. Pedro-
Joseph Frowlkon.-Simples Historia.Olinda.
Como quern nao quer a cosa.
Thesouraria de fazenda. Nesta es-
laeao pagam-se hoje as seguintes folhas : culio
publieo, empregados da visita de saiide e instituto
vaccinico, ofBciaos retormados e alfandega. Os
funccionanos que deixarem^de receber neste dia,
so poderao faze-lo do oitavo dia util em diante.
.Vfojyailos. Coctinua a falta d'agua nesse
povoado, ja se comprando hoje por 100 reis meio
balde, 4 de suppor que mais tarde, quando mais
entrarmos pelo verao, venha a custar aquillo
mesmo 5'JO reds pelo mesnos.
Sobre esta calaraidade, uma outra, tem-se alii
vendido ultimamente a 330 reis a libra de came
verde.ja podre.
Havera fiscal nessa freguezia f
Homicidio.Em 18 de outubro ultimo, um
individuo de nome Manoel Luiz assassinou com
uma punhalada a Semiao de tal, no districto Ca-
lb.es d assignalada polos altos desfinos providen-
ciaes.
Ja vio bem longe os tempos "in que as iddas
de escravidao e predominio allusinavam os espi-
rito^dos couquistadores, domiaalos polo deplora-
vcl principio da forca brula.
Depois que o christianismo esparglo a fecun-
dante semente do araor e da caridale, que nada
e do qne a meson fraternidade social, pois
que se refare n corapjlo e aos mais nobres iiistinc-
tos, as r value., nao podiam deixar de ser viva-
mente condemuadas aume um recurso inutil e an-
tes ratal a-vida da huumi lade.
Sim, nap sao as revolueo < qua tem libertado o
povo eserlvo, que tiuha por dever erguer esta-
tuas, oMneos, pyramWes e palacios aos seus crueh
perscgutdoses. 1
Eavesiigai |iela causa da decadencia do abscu-
rantismo, da sociedide Teadal, e jainais a encon-
trareis na luta saogrenta de irmaos contra irmaos,
mas antes na propagacao das ideas pacilieas e ge
nerosas da industria, ilo comtnercio, do trabalho
em todos os variados ramos da actividade social.
Os numerosos escravos de principes oeiosos oc-
enpadoseraconstriitr-lhes esplendidos e surnptuo-
sos palacios, vasto* casleMos, immensas florestas,
nao foram jamais libei tados pelas revolucfles e an-
pelo eatudo da physica, da boUnica, da chimica,
da mineralogia, di philosophia e por todos os co-
nheciraentos Jiumanos, que tem produzido, por
a^sim dizer, como a vara do propheta, a agua no
deserto.
A tendeacia a mais vira e sympathica da socie-
dade nSoe demodoalgum para a destrnirio a para
a anarchia, mas antes para o bem estar, o pro-
gresso e todos os gosos da vida, elevando cada vez
mais o nivel da humanidado para os seus altos
destmos.
como entendem entao esses philosophos o pu-
olicistas da froeincia quo e a revoluQao um meio
heroico para curar os majes quo oppr-mem os
povos?
Fatal cegueira, que devemos lamentar.
Se a revolucao e o incendio, a devastajao e a
morte de pecadore* de envolla com os innocentes;
se e ella em si mesmo urn principio deleterio de
opprobrio e destruieao cruel eutre os povos e con-
cidadaos, como pode acontecer, que seja ella ao
mesmo tempo a cura dos males, que affligom os
povos T
Vos masmos, Srs. procincianos, acabais de des-
crever com verdadeiras ceres o caracter da ro-
volugao que endeosais, ueslcs termos:
a Se v^er a hora deste remedio heroico, nao
pensem os soldados da gaarda pretoriana do Sr.
Lucena, actualmente em servico no Diario, que o
seu partido possa sobrenadar victorioso e unico,
depois. dos revezes e dos cataclysm >s.
Pois 6 dest'arte que entendem os escriptores da
Pr vincia quo nao de erguer o Brasil das ruinas,
a que o tem arrastado tantas degeneracies do sys-
tema representatlvo ?
Achais que os male* que nosopprimem, segundo
c mfessais, flquem curados com o reimdio heroico
do um cataclysm,), que aniquile o partido con-
servador ?
Grande 6 a vossa cegueira senSo a vossa mal-
dade I
Uizeis que a escola autoritaria do Brasil quer
fazer reviver as odiosidades funeslas ao progresso
e ao desenvoivimenlo moral da sociedade; mas
dizei-nos: qual e essa escola autoritaria e em que
cmsiste ella, e porque a par dessa escola autorita-
ria nao levaotais a escola democratica ?
Depois, aquella escola desde quando instituio a
predica.-iio de seus prineipios e quaos tern sido os
seus ministros ?
Clamais contra a supprcssAo dos partidos consti-
lucionaes, cuja exislencia julgais indispensavel om
o n.iss i mechanismo politico ; mas quem supprL-
mio essn partidos? Se onfesaais que cxiste a es-
cola ou o par'.ido auloritario, 6 entiio que sucum
bio o vjsso partido liberal f Mas a (|un a culpa ?
o vosso parlido, so ontr'ora existio, 6 forea confos-
sar, tem perdido totalmenle a sua razao de ser,
pois que o partido que denomiuais de auloritario,
lem realisado e vai roalisando todas as ideas no-
bres e gaaerosas para o desenvolvimanto e pro-
gresso da nossa vida social. Vos nao sois inais do
que um mytho cu para dizer a palavra, uma ma-
mia do passado, que procurais aterrarnos csm o
espectro melonho da revolucao.
E' o desesperado recurso daquelles, a quem fal-
tam a razao e a fe.
A licSo que repetis do volho Guizol e justamen-
te para ser por v6s aproveitada e nao desprezada :
Em quanto os partidos politicos, que a nossa
sociedade encerra, nutrirem a csperauca do se an-
nullarera reciprocamente a de promoverem por si
sos o imperio, e impossivel a paz. >
Mas porque em logar de tomardes o sabio con-
selho do prudentd publicista, quereis absorver-nos
na voragem revolucionaria f
A vossa politica nao respira senao odio, paixao
e rancor de inexoraveis adversaries, que aboca-
nham c insultam a admiuistracao com a mais des
enfreada linguagem de impropenos e insultos.
E' t "io odienta e deshumana a vossa poliliea pes-
soal que, na momentosa ijuostao religiosa, tendes
dito : t afoguo se muito embora o governo ; seja
muito embora apupalo na praja publica o gover-
no, o saborearemos o nectar d s deoses I
Nos "os conhecem)s assas, senhores provinctu-
nos, para acreditarmos cm vossas lamurias, com
citacoes de Guizot, as quaes traduzidas ao pe" da
lettra, se reduzem para vos no seguinte : fazei
o que Guizot diz e nao facais o que nos provincia-
nos fazemos.
Entendeis que Guizot so doutrinou para nos e
nao para vos; entretanto podemos asseverar-vos
que nada tendes comprehendido da lie a j do phiio-
sopho, que se remoqta a mais de 80 annos dajuta
empen'iada com exlremo desesporo efttrtaai^djus
liber lade a prohibi$ao da llberJade de cnltos f
Cuno e que se pode chamar liberdade a prohi
bieao, negacao de uma certa liberdade ?
Todos cstes absurdos c porque a hvpocrita Uniao
nao tove a coragem de cambater sera hypocrisia a
liberdade ; fere a traicao, a, Ihe queimando inscn-
so, proclama que a idolatra. Tudo isto 6 de'je-
suita.
Adinittanos. porem. nta liberdade que cansisie
na negacao delta mesma; como 6 que n6s, os
brasileiro:*, poderomos sosar da liberdade de nao
termos liberdade de culto ?
Para haver no Brasil a liberdade de nao termos
a linenlace de cuilos, e preeiso, e e o qae quer a
Uniao, qne seja probibida a liberdade de culto.
Ora a prohibicio so por si sem a sanccao da
lei pr ihibitiva, nada produ.;", e como se nio cxis-
tisse.
Logo, para haver a liberdade de nSo termos
liberdade de cultos, 6 necesjarlo que a todos
aquelles que nio quizereot esta liberdade, infrin
gindo a let liberal qne prahibe a liberdade de cul-
tos, se imponham penas
Que peoas, porem, devem ser alias f
Qualquer pena temporaria e nio dolorosa sera
porventura efDcaz para impedir que aquella que,
pensando e sontindo de um modo, for ob.-igado a
exercer a liberdade religiosa, quo con-iste em nao
poder praiicar o culto em que se ere" ?
Nao ; qualquer dessas penas nao produz effeito
algum. Ellas nio convencem a quem nao crC" na
eatbolicismo, da verdade de seu culto. Ao con-
trario, o criminoso que atlenta desse modo contra
a liberde de cultos, praticando um culto differente
do catholico, se soffrer uma pona por isto, se acre-
dilara martyr para com Deus, por o ter adorado
do modo que ere" ser a verdade, e assim mais te-
naz sera em sna crenca, em suas praticas reli
giosas contra a liberdade de cultos, porque quanto
mais soffrer, mais merecera do Alttssimo. Deste
rajdo o que for pun'do por nao querer exercer a
liberdade de praticar n colto catholico, tulo em-
prehendera. para coinmunicar aos outros a verda-
de em que crd, visto que, quanto mais soffrer por
isto, mais recompensa espera de Dens.
S6 a pena de morte portanto, pode ser efflcaz
contra os que infringirem o preceito legal e liberal
que proh'ibe a liberdade de culto ; porquanto, se a
morte nio convence, tem todavia a vantagem de
libertar a liberdade catholica, o calholicismo de
um inimigo.e da tantos qnaiiosappareyam, expur
gando assim o gremio catbolico, o r.-banho do Se-
nhor das Ii Denes heresias que sao containi-
nosas.
A morte na forca ou n'outro palibulo, porem,
nao produzira ainda o effeito desejado, porque ex-
citara em grande pane a compaixao e produzira
o proselilismo.
So pois a morle pelo fogo produzira o horror e
o meio do espirito rebelde que rejeita a liberdade
do adorar a Deus segundo o rito catholico.
Se nao e a isto que a Uniao quer ehegar, ella
que mostre como cstas coasequenchs nao estio
contiJas nas suas premi^sas, e tao cotftidas, quo,
a propria igreja ou antes os seus padres em nome
d ella so poderam sustentar o respeito a liberdade
catholica centra a liberdade de cultos pur meio da
tortura e da fogueira.
Muita genie ao ler o que fica tracado, pensara
que gracejo, e que eu nao penso que a gente da
Uniao torn na mente o pensimento de restaurar
a fogueira ; reflicta porem cada um nas premissas
da Uniao, e vera se pod9 ser outro o seu peasa
mento, a sua inlencao."
E esta a crenca dos catholicos da Uniao na
verdade do christianismo, na sua umdade ; 6 tal
essa crenca qae o orgao da hvpocrisia pernambn-
caua nao quer o culto da cousriencia do, cada um,
quer o culto obngatorio, official, imposto pela lei
do estado, susteatado pela sanccio do poder tem-
poral.
Mas porque, perguntar-me-hao, porquo os hypo-
mtas da catholica preferem um culto. o culto ca-
tholico imposto pela lei e p?l& looa ao culto livre,
da consciencia de cada um ?
E' bem sanples a razao.
Se elles nao fossem hypocritas, se elies cressem
nadivindado de Jesus Christo, tt-riarn conrlan^a na
palavra revelada do Redemptor, e, como elle,
della osaciam, e com fe nella tudi venceriam, e
essa saida religiao, cm toda a pnreza de sua uni-
dade. seria abracada com fervor por onde fosse
pregada, como om toda pane isto tem aconte-
cido.
Mas para isto <5 necessario que a palavra assim
pregaita seja pura, seja a pura expressao das ver
dades ehnstas, sera pretemjoes mundanas, sem
impostura, sem invers.ao da moral de Jesus Chris-
to, som excesso do desempenho da mis.-ao evan-
gelica.
Ora o ensino, a propaganda deste modo, faz um
povo tanto mais universalmente catholico, quanto
for a propaganda universal nesse povo ; mas fa 11
catholico do verdadeiro cbrislianismo, faz cada
pessoa distinguir a sociedale christa da sociedade
civil, faz urn povo livre ou em caminho da liber-
dade, faz mil a sociedale moralisada.
Ora um povo assim livre, morahsado, religioso,
nio pode ser um povo supersticioso, um povo es-
cravo.
Ao verdadeiro clero catholico um pvo assim e
que lhe convem ; ao verdadeiro calholico s6 con-
vem que seus concidadaos sejam assim, doulrina-
dos por um christianismo como Jesus Chrislo en
sinou, sem mgerir-so em materia que o eslado ou
que a sociedade civil entende caber-lhe para bem
da ordem so:iaL que e a saa missao.
Mas ao hypocrita isto nao convera, nao servo ao
hypocriia um povo inoralisado, um povo sincera-
mente religioso sera superstieao, um povo livre,
jporque ahi elle nao arma dous monies.
Com a liuerdade do culto, nao aquella que a
Uniao quer, e que consiste em sermos por forca
cado ; pretendeis.nma religiao de supersHciosos
ignerantes, de livpientas pr interest on pelo
leraor do glauJii do eslado, dirigilo por voss-.
mando.
Mas aera assim o conseguiroi--, infr.mes jesnitas.
porque o christianismo nao e so uma verdade su-
blime, que vos nao agrada porque sois salleadores,
nao e so uma verdade sublime, invento humano
de um grande philosopho, como pens am com
vosco oulros que ao menos-nio sao hypocritas ;
aio o conseguireis, porque o cbrislianismo nao e
so uma verdade sublime, bio 4 so uma obra nu-
mana ; e a re vela iao do proprio Deus, feila pelo
bomeiii Deus, o Filbo de Dens, o mesmo Deu; que
veio, como fora ha seculos promeltido a liumani-
dade, remi la da c|ueda do primeiro homem.
Inimigos de Chrislo, iniroduzistes-vos na igreja.
inspirados por diabolieas artes, para destrui la,
delurpando suas obras, prevaricando a sua dou-
trina !
Sera em vito, porque a babck de S. Pedro que
tem resistido a todas a* tempestades, nao sossobra-
ba X tempestade qua Icvanlais e a que a im-
pellis.
Nao e a vos que o dizemos mis outros, a vos
que so credes no dinheiro e na f rca, na ignoran-
cia dos povos e ua civili gosos e pnueres mundanos por mais infames que
sejam ; e aos fieis que o asseguramos, para quo
estejam tranquillos, lendo sempre em mente esla
idea veridica :
Nao podem ser amigos de Christo os que qne
rem a religiao obrigada, quando Chrislo so a ui*
livre ;
Nao podem ser amigos de Orwtoos que que-
rem o culU) de hypocritas, qu-ndo Christo so o
quer da con-cicncia.
Nao. p idem ser amigos de Christo os que
querem o'niaityriodos qua nao seguem adoutrnia
christa, quando Christo a sellou com o seu mar-
ly rio
Sao estes iuimigos perigosos, os mais perigosos,
terriveis, porque os hypocritas, fallaudo em nome
de Chr.sto quando trabalham pela ruina de sua
igreja, trazem grandes osclllacocs e periurbacoes :
mas nao porque possam jamais nuhca veneer a
verdade catholica.
Sao estes, trances que Deus envia aos povos
para pnui les de seus crimes ; nao e a morte, a
morte d'alma, a ctuifusao, as trevas do entendi-
mento, a iucerteza e a doscrenja.
A um povo como a um homem que nao abando-
na a Deus, tambem Deus niio o abandona ; em-
bora coberto de crimes, envia-lhe tribulacoes para
sahir d'ellas purificado era sua alma, mais Brme
em sua crenca.
Recife,? de novembro de 1873.
Affonso de Albuquerque Alclto.
ii
engciiiieiro
clo segundo obras publicas nit
elementos antagoai:os, democTatico e aristoc'ratlco. 0u por "vontade catholicos, mas aquella o'utra qde
A constituicao de nossa vida pohtiia actual e ella combate e que consiste om cada um prattcar
por poeiras, lermo do Bonito, logrando evadir-se. 0
seus genetosos intuitos; ficar-lhe-ha anles o di- da camara municipal do Recife para a interpreta-
reito de registrar o facto como novo atteslado de
sua imparcialis- ma aUitude nas complicacSes dos
estados platinos.
Mas, nio se eiagere a situaeao. Reflicta-se que
a no=sa imprensa tem attentos ouvidos no Rio da
Prata, e nada e mais inconveniente que perturbar
com vaos lerrorcs. assoalhando-os e encareeendo-
os, as gralas h.umonias da paz.
A paz ou a guerra ? Por patriotica que seja a
jjreoccupai.ao que nesta pergunta se tradoz, de ne-
nhum mod i a aulorisa o estado das nossas relacoes
um a republica Argentina.
Tranqnillise-se o pare.
E' em plsna poz qua devemos sentir-nos ; ne-
nhum acontecimRoto, nenhuma presumpcao, ne-
niiuma desintel igencia, pode preannunciar ao
mais prevideute iwpirito futuras complicacoes com
os no>so> visinlios.
Os armntaeqiot: de que sabidamente bo premu-
*r a repuohca Aegenlina. nao sao indicio de guer-
en CJDtia o Brasil,
eao dada pelos fiscaes rcspectivbs aos artigos da
riostura,. que mandam seja o peixe vendido a peso,
i.aterpretacao quo consiste em so sojeitarem a essa
iaipo.'ica i o peixe grande, isto 6, aquelle que tem
mais de quatro palmos, segundo nos informara, fi-
caodo todo* os demais de tamanho inferior a mer-
ce dos vendedores. Convencidos do que nao foi
essa a ide"a do legislador, esperamos qua essa cor-
pora.ao dara as providencias necessartas.
Una de Maniede Simdes Esta quasi
que no mesmo estado o leito da rua de Mamede Si-
moes, ao lado do gymnasio provincial, porque o
Sr fiscal da Boa-Vista mandou arraucar as hervas
e rennir o Cisco, mas nao fez apanhar o quecollec-
cionou, e-tando tudo quasi quo espalhado, com o
veoto dos nllimos dias e com a passagem de veiii-
calos e pessoas. Este Sr. fiscal conlia muito nos sens
trabalbadores I! I
Trillion uriianos de 02iiti2..
tendo realisado no dia Jl ". '
njmero legal deaccioni-!- I
respectivo subdelegado procedendo ao compe-
tente inquerito, o remetteu ao Dr. juiz municipal
do termo.
Attentado. -Na povoaeao de Ijagt Grande.
do districto acima citado, em 23 do mesmo mez,
Galdino Jose dos Santos ferio gra'vemeate jomj
duas faeadas a Francisco Ferreira.
Foi |>reso em Ilagrante, e tove o ednvfeniente
destino o compoteqte inquerito a que sobre o facto
procedeu o respectivo subdelegado.
Prisao.Pela subdeiegacia da eidade da Vic-
toria, em 3 do cqrrente, fot eapiurado e recolhido
a respectiva eadeia Jose Joaquim de Souia, alii
pronuneiado no art. 997 do codigo criminal.
Leilao.-Uoje effectda o agente Martins, as
9 horas, um variado leilao de epelhos, toilettes,
lavatories, cadeiras de diwersas qualidades, malat
de viagera, e uma grande quantidade de objectos
de gosto, que serao vendidos pelo maiot1 preco para
liquidar; bo armazera n. Si da rua do Bario da
victoria, junto a loja do Carneiro Viaana.
bem diversa para receber a applicacao das pa-
lavras do honrado aristocrats.
Annunciais que estamos em vospcras de uma
grande revolucao, ou de um grande retrocesso
para o absolutismo e todo esse escarceo, por-
que o Diaru levanta merecidos hyranos de louvor
ao patriotico 7 de mar^o, e julga haver chegado a
derradeira hora do vosso partido liberal.
Mas nio soraos nos, e sim a vossa propria pob-
tica que se tem lavrado a irrefragavel sentenca de
sua condemnacAo pelas dubiedades, incertezas e
lerglversaco s de suas ideas sempre inconsistentes
e contraditorias.
Sois vos inesmos que por vossas maos aDais as
agudas pontas dessa serio dilemma, era que vos
achais tolhidos : ou o apoio universal ao minis-
terio 7 de marco, ou o diluvio I
Que vos importam entao esses nossos parado-
xos, se vos 6 tao facil pela discussio dos vossos
prineipios salvar a lealdade e a fe publica de vos-
sa religiao politica 1
Se tentamos bos outros comtruir uraa falsa"po-
pularidade para embair o paiz, e que e feito entao
do vosso prestigio e do vosso palriotismo de libe-
raes, que nao acudis aos grandes reciamos da pu-
h.ica opiniao para salvardes a sociedade prestes a
despenhar se entre um dos dous abysmos-a revo-
lucao oa o absolutismo f
Por que nao fazeis entrar o governo nas vias do
regular systema, mantendo e auxiliando a forea da
opiniao, estabelecendo e Armando as vossas ideas
enntmpostas, que devem representar o fluxo e re-
fluco da sociedade, suas tendencias diversa*, suas
aspiraQoes, seus elementos de grandeza ?
E' que nao tendes ideas assentadas, nem prin-
eipios, nem opinides, e a vossa politica e de stag-
nacao e de esterilidade e estais flnalmente, desde
na muito, jnlgados pelo tribunal inexoravel da
mesma opiniao.
PARTE POLITICA,
'UBLiCACOES A PEOiDC
IV%It 1 IHO 018BBVAOR
RFXIFE. 6 DE NOVEMBRO DE 1873.
A revolocao ou eura os mates que opprimera
os povos, ou transmuda a face da sociedade, dan-
do-lli- destines novos e horisontes diversus .
A proposicad que ahi fica consignada e trans-
cripta da Provincia, envolve uma Iheoria perigosa
e funesta, que nao podemos jamais deixar cofrer
sem o devido reparo.
Quer no munuo ecpnomtco, quer no mundo mo-
ral, as 1'e.volucoes sociaes sao sempre trfstes e de-
eis acontecimentos, que fazem retrocederas
da marena smpn progressiva, qae
Jk I niiie
XI
A IGREJA L1VBE NO ESTADO LIVRE.
(Continuaclo.)
Como, para os brasileiros na sua generalidade,
Deus e um so, a creqea uma, um so e tambem o
culto que lhe e devido, segmjdo a liberrtma Uniao;
por isto asoeiedade religiosa so pode ser uma, com
um so dout >r qoe eosine, com um so chefe que
geverae. O que ha, porem, de mais notavelmenle
sublime no orgao jesuita, na ga^eta dos inimigos
de Christo nesta provincia, 6 qua'nisto mesmo e
que esta a liberdade,em nao ser permitlido no
Brasil a liberdade de culto ; porquanto, o catho-
licismo 4 a verdade, e a liberdade 4 lilha da ver-
dade, e nella encontra e sua base.
A liberdade de cuilos e, pois, contraria a liber-
dade, segondo a logica da excelsa Uniao.
Temo, pois, liberdade contra liberdade, duas fl-
llias da verdade, que se excluem.
S* a liberdade 4 fiiha da verdade, como e que
a liberdade de cultos nao sera fillia da ver-
dade ?
8e a liberdade de cnltes, pois, como Uberdade e
filha da verdade, como e que a liberdade eo pode
estar na auseneta da liberaade de enltos 1
Se a liberaade da cuilos e sempre liberdade; e
como tal fllha da venjade, como e qne pode ser
a religiao qus achar b >a ; com esta liberdade de
culto nao posem os hypocritas ter a preten.;ao de
governar os estados, o mundo, dando preceitos que
dizem sor a bem da ordem religiosa, que vao ata-
car a ordem da sociedade civil.
Com a liberdale de cullo, cada eidadao illustra-
do pela palavra sincera, conhecera quando os by-
poeritas se excedem da missao religiosa de que se
revostom, e desattende-los-ha, sem pena alguma
nem algum iuconveniente ; com esta liberdade
nao pedera os hypocritas pregar a superticao nem
os prineipios qae submettem o estado a igreja,
porque sua impostura e desmiscarada e elles des-
attendidos.
Sera sincero o temor de que no cullo livre e
portant) na livre propaganda se derrame o erro
contra a verdade catholica ? E' isto o que alle-
gam os hypocritas. E' isto mesmo, por6m, a maior
prova de sus. hypocrisia, de sua real incredulida-
de na verdade christa.
No combato da verdado a do erro, nio pode este i.
prevalecer quando arabos sustentados pelo vigor da I dosproprios acios !
palavra livre. Mais depressa na fe" cega e sera trazidos a imprensa
luzrecebida pela imposicao, pregada sem contes-
tawao e sem objeccio, pode entrar a duvida sugge-
rida pela reflexao isolada, e fraquejar a fe, do que
no espirito daquelle que a recebe ou a fortifica pela
verdade que resalta o triurapha da livre dis-
rasna.
Jesus Christo achou e depois d'elle os apostolos,
o erro por tola a parte derraraado ; e sem algum
auxilio dos wlados, sem ser prohibidos os outros
cultos e ao contrario sendo outras as religioes dos
estados, elles sonberam so com a palavra derrubar
todos os cultjs, convencendo as consciencias das
verdades evaugelicas, plantar no espirito dos povos
onde foi levada a palavra sagrada, a moral evan-
gelica que, sem combater a lei dos estados nem a
ellas se oppor, abateram as instiluicdes contrarias
ao christianismo aos peda50s, camo vao cahindo
os seus restos.
V6s e que nao podeis zelar a verdade christa
sem o auxilio do braco do eslado que orohiba os
cultos ditTereutes ; vos, que ja acbais o christia-
nismo plantalo e tao geralmente seguido, e que
nada mais tesides a fazer do que sustenta-lo, esta
sublime verd;.de semeada com a palavra e regada
com o sangue dos martyres, comecando pelo do
proprio Jesus
Quando ja uao e preeiso ser martyr pelo chris-
tianismo, onde elle esta exaltado no coracao de
um povo inteiro, infames, vos quereis, mentindo,
calumniando, renegando a Christo, v6s quereis,
para guardar pura essa doutrina, pedindo o au
xilio do brago secular, fazer martyres de outras
erenjas contra a verdade christj, quando Jesus
Christo ensinuu a ser martyr, a conqui*tar as
vootades, exaltar a sen amor as consciencias s6-
mente pela ptireza da palavra evangelica I
Ah I e" que vd3 sois hyprtcritas. 0 christianis
mo foi plantsdo pela palav-a combatida pela for^a
nao fundada naloi. nao fundala na liberdade da
palavra e do:, cultos contraries, e pelo sangue e
todos os sacrilicios dos martyres ; vos quereis o
martyrio para quem onlo seguir, para quem pro-
pagar contrar o culto.
Seguis um caminho opposto ao do *tR8TRg e dos
disc pulos: e que vosso Am e opposto ao seu.
Vos sois ininigos do christianismo, de Christ* ;
pretendeis levantar um novo paaanlemo sob o
nome christao porque sabeis que nao tirareis par-
tido em combiter de
tricto tlitv
hui*euta.
Accusado nu Diarios de 23, J8 e 30 de outu-
bro ultimo, pir factos precisos, determinates com
minuciosidade relatudos, factos altamente comprc-
meitcdores de sua reputacao de empregtido, que
muito particularmente entendem com os 'tinheirus
pub/icos, o engenheiro Galeno veio no Di rio de
hontem i, defeader-se, como1? Dizendo que traha
(o homem falla no plural) im chefe a quem devia
estreitas conlas, qae a tal chefe deveriam dirigir-
se Mis cmergencias; que, se algum arrematante sr
julgasse prejudicado, recorresse a elle ; e niio vies-
se a imprewa persuadir o public j, que era victim/
de perseguirSes da iraporlancia, que se defende.
0 p'obo funcciouario diz por Am-que outro
qualquer procedimento 6. indigno. so indica des-
peito, so prova que quem o tem receia se do eoge-
nheiro, e nao tem consciencia de seus aclos.
Ao que parece, o homem julga de algum arre-
matante a intrtyi, que na imprensa Ihe vai pondo
a calva a moitra. Se e arrematante quem esta tra-
zendo ao Diario as bellezas de Joaquim Galeno, a
probidade personificad i, o facto de nao eslaroni
assignados os communicados nao justidcara a pal-
lidez das linlias, que assignou, linhas, que nem
sentido parecem ler, quando se Irata de defeza em
negocios tao sorhs : recorra o honrado engenlieir,
ao responsacel; a lera o bem edueado Catao cer-
teza de que ficou longe o testa de ferro. Se e ar-
rematante quem esta trazendo a imprensa is es-
candalos, que o publieo ten lido, nao se podera
enchergar deipeito em quem esta prastaado um
servic_o a administracao publica ; quando muito
poderse-ha divisar na exposicao dos factos crimi-
nosos narraJosa indignacao, Alba de uma injusti-
ga soffrida. Se e arrematante quom esta escre-
vendo a historia das miserias do segundo districto
das obras publicas, elle e tint ttnt'co ; e o publicc
ha de recouhecer que nao lal arrercatante, e sim
Galeno, nao tem consciencia de seus actos, nil'
presa sua rapulaeai, senao por amor do cargo ; o
publieo aquilaiara o morecimento do engeoheiro.
que accused' por factosprecisos, escandalosos, tW.
abrigar-se moiestamente a soinbra de seu chefe,
fallar no plural, ao geito de pai de fimilia ou di
quem quer fazer-se solidario com outros, que nao
lean que ver com as serias accusacoes contra si
dirigidas. Se e arremalaute quem esta tracando
o quadro negro do csbanjamauto dos dinheiro* pu-
blicos em proveito particular, esse arrematanle
sem fugir di responsabitidado no que av.mtja, pre-
sa-se quanto basta para nao descer ale contender
directamento com funccionarios publicos, quo tao
pouco so estimam. Se 6 arrematante quem esta
escrevendo, elle abrc mi) do conselho do engenhei-
ro do seguiilo distric o; nao recorrerd ao chefe dc
tal engenhciro ; fa-lo-ha ao chefe do chefe e de su-
ballernos, a primeira autoridade da provincia. Se
e arrematante quem esta incommolindo o probo
engenheiro que todos os districtos da provincia tem
corrido, sahindo de tojios sempre a credit ado; se t
arrematanle quem esla fallando contra o engenhei-
ro qua fisculisou o lanr.o de estnda do Francisco
Xavier Cavaleanti de Albuquerque Lins, de Itapis-
suma a Paanado, tal arrematante declarara ao
publieo que nio pode ser fillio do despeito seu-
procedimento, quando a primoira autoridade da
provincia ja fez subir uma representagao contra o
2. districto, pelos seguintes factos :
Por haver multiplicadas vezes, e offlcialmenle,
faltado a verdade, com prejuizo de direitos garan
tidos;
Por ter com reconhecida raa f6, abusado do car-
go quo occupa, com vistas reprovadas.
Por ler deixado de cumprir ordons superiores,
para a alguem prejuiicar.
Por occupar se muitas vezes, distanciado ieguas.
dur.inle di as successivos, do gabinete do districto a
dos trabalhos da provincia. em deraarcacoes ami-
gaveis, em vistorias e demarcates judiciaes, aufe-
rindo d'ahi dinheiro, quando e eonsiderado em ser-
vico diario da provincia.
Joaquim Galeno, engenheiro do 2.' districto a
fallar em despeito, dignidade, falta de consciencia
1. Aquelle que, pelos facto*
parece incurso em crime de
prevaricacao i
O pratlcante do 9.' districto das
obras publicas e o anonyino da
corrcspondencia intitulada Co-
mo vao as cousas.
'Diario de Pernambuco de 30 de outubro proximo
findo.B
Lendo no Diario de 30 de outubro proximo fin-
do a correspondent anonyma, na qual o muito
digno Dr. inscriptor fallade ter o praticante do
f. districto feito no anno de 1872 nma ex^lora-
cao da estrada de ferro do Limoeiro, e isso sem li-
cenea, sem conhecimento da directoria, etc., etc.
So me resta dizer ao publieo que procure co-
nheeer esse anonymo e depois poderao fazer o
seu juizo.
Se esse anonymo quizesso se fazer conhecer do
publi o, pois que nao deixa de ser meu, em ti-
rando o v6 da hypocrisia, ao qual achase en-
volto para fallar de h >nras ate hoje sempre res,
peitadas, se esse masearado pela sua honra e dig-
nidade tivesse a coragem de sahir dos bastidores,
eu sempre lhe diiia que, talves, nao homeos, por-
que devemos temer, porem algum espirito aiiras-
se lama a cara, e o digno Dr. inscriptor fosae-a
lavar em algum acude, e isso contra a corrente
d'agua.
0 praticante do 2.* districto.
Para deputados provinciaes pe-
io 1. districto.
I." Dr. Manoel do Nascimeoto Machado Pertella
9." Dr. Miguel Jose de Almeida Pernambuco.
3." Dr Antonio Domingues Piato.
4. Jose Beriardo Galvao Alcoforade Filho.
5." Dr. Felippe de Figueiroa Faria.
6. Dr. Joao Barbalho Uchda Cavalcante.
7.* Dr. Manoel do Rego Barros Souza Leao.
8. Dr. Dario Cavalcante do Rego e Albuquer-
que.
9." Dr. Jose Tiburcio Pereira de Magalhaer.
Um eleilor de Afigudot.

(
-
\


.
Ao Sr. Severiuo dos S. Agviar.
Com relacao ao communicado do Diario de 4
freule a religiao do Croeirt-Jdo corrente, assignado pelo Sr. Severino, faremos
lUGlVEL




Qiario de femamijueo :- Qwnta fega 6 -r
V
alcumas refkxoes.
Cmfessa elle qne a pr.'toifdjj.i lfi de ijje
Maria, (.-sieve era juizo civdj a requomnento do
collector Gomes Penua, scndo assim *e-se que no
faclo cxposto nao havia crime, porque delle tomou
onhecimentj o mui digno c illustraao juizo daquel-
le tcrmo; e portaolo o subdelegado nada tinha
mais que v :r aim elle.
Seria o Sr. *eriuo o dono, omnrador ou
vendcdor do liilhete perJid) Se foi, e hoje
confessa, e r*o eonfeiao de cumplicidade se caso
existisse crimti, por tar concorrido directamente
para elle, art. 5 e 8 da codigo criminal.
Ora, o.-to Sr. Severino e sempre mal aconselha-
do, foi mal acmselhado em sua fallencia (oeja-se
a promocao it Dr. p.omotar nos aalos da ful-
lencia) e foi o e nas quesldes com o negociante
Paula Lopes, com as de j >ao RuQno Filho, nos
processes do linado Forbina Pe>soa, e o e agora
neste negocio de Jose Maria !!!... Isto e mao.
0 suDlelegulo Jose Paula Fillio, ollendido em
.sua diguidade, pr.ipoz > dilemma soguinta : Ou
declarant o none ou names d'ts pessoas, que di-
zem ter en nvebiih bilheles para contentir em ri-
fax, ou enlao tomase fala a vossz declaracdo e
eoii tins auserates : Ora, o Sr. Severino, toma
a responsablidale d> articulitta da Provinci't, re-
pele o sen infalticel tdizein, com de bocca em
hocci.* Logo deve declarar o nome da pessoa ou
pessoas de quern ouvio o facto ; ou entao sera li-
do romo calimniador e miseravel..... )Tem saa-
guc nas faces ?!...) Pode corar ? I!!
Entre taotas rifas, apenas (que iiziam ter ha-
vido,) so uraa aopareceu ; e esta averiguada pola
justica !!.... i Oe rifas falla bem alto o negocio do
relogio do professor da Xossa Senhora do 0' de
Ipojuca, illuiido na sua boa fe.)
6 subdelegado Jose Paulo Filho tem honra ora
scr sempre Jjse Paulo e uada deve responder por-
quo Severino J. dot S. Aguiar sera sempre o ne-
gociante failiclo em 1870, em prcsenca da prome-
cao do digno proinotor pnblieo
caixeiro ou soefojde Paula Lopes
tos serao sempre aquillo que forain e diz u seu
nome !!...
"> dn novombro de 187.1.
0 ssijredodo b ihu.
Descarregam hoje 6 de novembro
Briguc. hoUanAM Goorecht & Oldambt farluha
de tri((o ja despaehada para o caes do
Apollo.
Barca ingleza Talisman f >rinha de trigo ja
despaehada para o caes do Apollo.
Brigue portugue* Ligeiro III farello para o
trapiche Conceigao, para despachar.
Patacho nacional-Orwji/ida-mercadorias paraj
alfandega.
Lugar franeez Rio Grande ferros para o tra-
piche Conceipao. para despachar.
Patacho inglezMary Miller mercadorias para
alfandega. .
Escuna inglezaEduard VUIery -bacalhaoja des-
pacbado para o trapiche Conceipao.
Barca franeeza Anne Marie ferragens ja des-
achadas para o trapiche Conceieao, para
conferir.
)EiPA :HOi DE EXPOHTACAO NO DIA 4 DE
NOVEMBKO DE 1873.
Para os portos do exterior.
Na barca iugleza Talisman, para Hampton
Roads, carregarani : P. Brothers & C 5,600 sac-
cos com 420,000 kilos de assucar mascavado.
No *apor francez Ville de Bahio, para o
Havre, eairegaram : Rodrigues Irmaos it Guima-
raes I barrica com 18 abacachis.
Na samaca hespanhola Trovador, para Bar-
celona, carregaram : Amorim Irmaos & G. 218
saccas com (8,767 1{2 kilos de algodao.
Para os portos do interior.
Para Mamangaape, na barcaca Flor do Nor-
te, carregon : M. A. Senna 10 barricas com 649
kilus de assucar branco.
Para Moss .ro, na barcaca V. da Gloria, car-
regou : J. A. Ferreira Barros 3 pipas com 1,440
litres de aguardente. .
Para a Villa da Penba, oa barcaca Mtsttca
Cidade, carregou : J. D. Julio da Costa 4 saccos
ser4 sempre o com 300 kilos de assucar braneo.
e os seus adep-
I.APATAZ1A DA ALFANDEGA
Elei(ao provincial.
DO
AOS BIGNOS E ILLUSTIUDOS ELEITOKI.S
rRIMEIRO DISTRICTO DESTA I'ROVI.NCIA.
Gonscio3 de <|ae o iltnsira corpo eleitoral do
primeiro districto deseja, tanto pordignidade como
por patriotismo, escolher, eutro os muilos candi-
datos que aspiram urn mandato a assemblea pro-
vincial, aquclles que miis servic.o podem prestar
a ?ua terra, mantendo a inteireza do poinposo
uoine de que ella goza ti'mos a lionra de offere-
eer-lha a secainte lista, que bem traduz os senli
ntentos do parlido conservador, e constitue uma
sena e assigoalada garantia para todos :
!.Dr. Manuel do Nascimento Machado Por-
tella.
2."Dr. Miguel Jose de Almeida Pernambuco.
y.-Dr. Jose Bernardo Galvao Alcoforado Ju-
nior.
4.*Dr. Ft-lippe de Figueiroa Faria.
S.* -Dr. Antonio Domingos Pint) Junior.
6." Dr. Manoel do ftego Barros de SouzaLeio
7.-Dr. Joao Rarbalho jfjcluia Cavaleanth
8.Dr. Manoel Caldas Barrcto.
9." -Dr.Joaqiiim Francisco de Arruda.
Estamos couvenRdos de one todos os candida-
tes que se oflerecem e pleiteiam a eleii;ao, sao
dignos da Imnra deoccupar lugares na represen-
jacao provincial ; mas e lor.t. de duvida que os
acima apoptilos teem mais serviijos, alem de que
sao todos pernambdeanos, e sabeni s^ lo de
veras.
Recife, Jide novembro de 1873.
Alyuns conservadores.
t\eadimento do
Idea do dia o
dia 1 a 4
1:991*803
1:297*012
3:288*8 i 7
VOLUMES SAHTDOS
Do dia 1 a 4
-riraeira porta ao dia o
iegunda porta -
Ttrceira porta ....
Quarta porta.....
I'r.tpiche Gonceicao
SERVIGO MAAITIjCO
vt\arengas descarregadas no trapicus
a alfandega do dia 1 a 4
Idem idem no dia 5
Sa\ijs alracados no trap, da ah'i'id^::..
\.lv*rengas.......
*Jo trapiche Gonceicao.....
2,046
118
383
239
37
437
3,272
de serem arrcmaladas para consumq, nos (t?fftws
do cap. 6." do lil. 3" do regulamenlo de 19 de sfc'
tembrode'1860, os seus donos on cohsignatarios
deverao despacha-Ias no Ipralo de 30 dias, sob pena
de, Undo elle, serem vendidas por sua ennta, sem
que Ihes fique competiido allegar contra os effei-
tos desta renda :
Trapiche Cunha.
Marca JSP J -uma pipa vinda de LisbOa no
brigue portnguez Bella Figueirense, descarregada
em 1 de abril do corrente anno, e consignada a
Joaqaim Jos6 Goncalves Beltrao 4 Fillw.
Alfandega, S de novembro de 1873.
0 inspector,
______________ Fabio A. de Curvalho Reis.
Santa Oasa de Misericordia
do Recife.
De ordem do Illni. Sr. Dr. provedor interino da
Santa Casa de Misericordia do Recife, e em virtu-
de do que resolveu a junta administrativa em ses-
s4o de hontem, faoo saber oue de novo. esta aber-
ta a concui rencia para se contratar o servico mor-
tuano e de carros funebres, de conformidado com
a lei n. 1,121 de 17 de julha do corrente anno,
recebendo-se propostas nesta secretaria ale o dia
6 de novembro |>roximo vindouro, para serem nes-
6e dia abertas em sessao.
Os proponeotes terao de submetter-se as disposi-
coes da citada lei, as condicdes addicionaes abai-
xo publicadas, assim como as tabellas, sendo pre
ferido aqueile quo sobfe os precos das referidas
tabellas maior abatimento offerecer.
Secretaria da Santa Casa dc Misericordia do
Recife, 24 de oatubro de 1873.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
LEI N. 1,121. _
Ar. T.* jK9 ^ffu "ti ffn^cr
MiserMjflii'j* ^WMjft WHffleWw W'4NPR)!WNkV
(Maflai
e *.
11
GE
RAE5 DK PERNAMBUCO
dend..iiento do dia I a4 3:744*993
dm do dia 3 633*813
4:400*806
CONSULADO PROVINCIAL
Aaadimento do dia 1 a 4 9:2633370
liana 14:543*101

i idade de Olinda.
Com efte citato foi publicado na Recista Diuri i
Jo DUino dc 3 do corrente, a pedido de urfi inte-
resMdnob;m estardosmoradoresde Olinda eBe-
berwt, cbamando a attencao do governo e do drteV:-
t^r *ts olirits pulvlieas pan a m daaca que (diz
ell* se esta farouJ do leilo do rio, na por to da
Marfwa, por iniciativa de algnns pro|utet.-trios de
sitios por onae des jam a passagem do rio, co n
Sraire prejnizo da canalisacao d'agua para Olinil*.
I'oderfamos coutar uma his tor ia muito comprida a
ess6 Sr. interessado ; parem para nao Hie ronbar-
mos tempo, pedimus Hie queira se dirigir a oamara
municipal de Olinda, e procure indagar quat o
motivo que lavoo a mesma camara a conceder aos
jitos propr.'e'.arios liceuca para de novo darein o
aiitigo cursf ao rio de Beberibe no porto da Ma-
deira. 0 qae se esta a fazer de inodo ahjum pre-
jiidica a cotnpanhia Santa Thereza, pois a ella 6
mdtfferente a passagem do rio por esle ou a.iuelle
iugar.
AlQUM proprielartos.
mmw$ m *
Navios sahidos no dia 5.
Hamplon RoadsBarca ingleza Majestic, cS
J. Evans, carga assnear.
ftio Grande do Norte Barca ingleza AftiiNf/, cafd-
tfto Barfcley, em tero
BahiaHiate t.rasileiro Garibaldi, capitao tSttf-
todlo Jose Vianna, carga vario? generos.
Obscrva^do.
Nao houve entradas.
m
i ompntahin Ferra t'arril tie Pel
nainltiiei).
Ao mui digno gcrente desta compauhia pedem
duversos ninradore* da Passagem, Afogados e Tor-
re, para quo S. S. se diute fazer a assiguatura
para esses lugawfs, scndo nkeaaio a razao de 400
reis por ida e volta. 25 dlas tk-atlos os domingos e
dias santos, com tanto que o assignable po;sa an-
as \e/.e< que qnizer, como acontece nas cora-
panhias de Apipueos e Olinda ; promettemos mui-
assignaturas.
M;al*i|i!ti'i-i!liii dc Rrlstol.
Os venenos das entranhas da terra e emprega-
como remedios, maiam annualmenle mil ia-
res de pessoas. A propria polvora e as balas nao
-io nam na metade tao mortiferas. A salsaparri
!ha de Bristol esti intciramente isenta dessas mal-
iirQes do genero humano, chamadas nspecificos
;::ineraes. Seus incessantes triumphos atravez do
>spaco de 35 annos, sobre as escrofulas, cancros,
-i'pella? e da< glandulas. so se devem ao reino
ill. E' o unico remedio preparado pelos lio-
mens, que desarraiga do systema o virus das en-
fermidades malignas, e ao mesm> tempo restaura
e forUfica a conBWSnicAo phjrsica. Aos debejs da
torQa, aos anciios vida. para os que soffrem e urn
talsamo suavisador e santo, para os abatidos do
aoiir.o, urn eligir vivilicante, para as pessoas de
beHo sexo um auxiliar perpetuo em todos os seus
irxcommodos especiaes, e para todos e o remedio
mais efflcaz e inoffensivo outorgado pela sciencia,
para o allivio e prcservaeao dos sitTrimentos hu-
:nanos.
A canaara municiapal desta ctflade, tend* de
mandar faaer na sua casa s'rta a run do Varadonro,
qae tem de servlr para suas sesswes, as obras dc
pedretro e csfprn* seguintOH : levantar tres e^e-
nas a ponto de receber a colierta, cobrir fodo o
edificio completando a mesma obra, rebocar os
dous oitSes lateraes ate o ladrilho e a parede do
centro rabocada do mesme ladrilho ale a altufa
do lorro, dando a camara swnenle o material para
esse fim, servindo de basea quantiade 1:000*000;
e de carpina consistindo em fazcr toda a obra da
coberta e a do travejamonto do mesmo edificio
sob a base de 50;)*000 ; convida as pessoas que
queiram fazer ditas obras por menus das quantias
neste declaradas a apresentarein suas propostas
em cartas fechadas ate o dia 13 da mez de novem-
bro proximo vindouro.
Paco da camara municipal de Olinda, 30 de ou-
tubro de 1873. m
Barao da Tacintva,
Presidente.
Marcolino Dins de Araujo,
_______Secretario.__________
Perante a camara municipal desta cidade es-
tarao novamante em hasta publica, nos dias 6 e 13
do mez de novembro proxim) vindouro, para se-
rem arrematad por pe de coqueiro de produccio por 1:002*000 ;
e com o abate da auinta parte, os impostos de ca-
pim de planU por 507*200, mascates e boceteiras
por 72*000, e 320 reis nor carga de peixes expos-
tos a venda no mercado publico por 12*000 Os
pretender.tes deverao comparecer con: seus flado-
res habilitados na forma da lei.
Paco da camara municipal de Olinda, 30 do ou-
tubro de 1873.
Brtrae da Tacarma,
Presidente.
Afarcofino Dias de Araujo,
Secretario.
Vale i* pena a experiiiientoT-se
a saiade?
Se assim e, leilor doente, ^ois convida lo a_seguir
no trilho da gran do muliidao que encontrarao me-
inoras e allivio, quaado elles quasi que liaviam ces-
sado de c esperar, nas pilulas assucaradts de
Bristol. A extensio de sua operacao medicinal e
vasta. Ellas nao so produzem os clfeitos os mais
fieneficos em todos os caso- iminediatos de moles-
tias do estomago, do figado e dos inlestinos, mas
tambem cm grande nuniero de casos forluitos. Nos
isos de ispasmos e ataqucs convulsivos, sao ellas
tidas, nao so pelos medicos os mais experimenla-
dos, como tarabem pelos nao iniciados, como o mais
^onipteto e perfeito de todos os remedios. Ellas
-refiovam o systema geral, ao par qne brandamente
radvem o ventre, e por isso, nos casos de prcstra-
^o phys.ca, quer lenha sido motivada pela idade,
ajna eomtittticao frac, on pr qualqner umoutro
so#rimeBio especiOco, cHas para isso sao inapre-
ciarcis. Em quatito que 06 outros pnrgantes do-
biUtam e causam colicas e nauseas, ellas pelo con-
traTio recuperain as forcas e refrescam o esplrito.
As pilulas acham-se acondicionadas denlro de vi-
drinhos, u por isso conservam-So perfeifas e inva-
naveis em lodo3 os slimas. Em todos os casos de
*mpurezas dj sangoe, a salsaparrilha de Bristol
leva ser administrada juntaraonte com as pilu-
ae.
commerce;
PRACA DO KECCFE o DE NOVEMBRO
V OE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
Cotacftes offlclaes
Cambio sobre Londres a 90 djv. 26 1|4, e do
banco 2 1,8 d. por 1*000.
Cwnbio sobre g Rio de Janeiro a 13 dp. com
!|3 0]0 de de seem to, hontem
Ou6o*fcq
Presidente.
LI Seve
Secreuno.
Bdital com prazo de 30 dias.
N. 89.
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuco
se faz publico, que achando-se as mercadorias
contidas nas volumes abaixo mencionados no caso
de serem arrematadas para cunsumo, nos termos
do cap. 6. do tit. 3.' do regulamento de 19 de se-
t-.mdro de 186 ', os seus donos ou consignatarios
deverao despacha-Ias no prazo de 30 dias, sob
pena de findo elle, serem vendidas por sua conla,
sem que lhes fique competindo allegar contra os
effeitos desta venda :
Marca J S N. Numeros 101 e 102- duas caixas
vindas do Havre no navio francex Rio Grande,
entrado em abiil do corrente anno e consignado
a Jose Joaquim Hamos e Silva.
Alfandega de Pernambuco, S de novembro do
1873.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
4LFAM0EGA
tfndimanto do df* i a \ .
t4tUo tlo dla-.-B .
I80:*jy*199'
Edital com prazo de 10 dias.
N. 90.
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuco
se faz publico, que achando-se as mercadorias
contidas nos volumes abaixo mencionados no caso
de 'erem arrematadas para consumo, na forma
do S 3 do att. 300 do regulamento de 19 de se-
tembro de 1869, os seus donos ou consignatarios
deverao despacha-Ias no prazo de 10 dias, sob pena
de, findo elle, serem vendidas por sua coma, sem
que lhes fique competindo allegar cjntra os effei-
tos desta venda.
Trapiche Goncelcie.
Marca R A 1 500 saccos com fareilo vindos de
Llsb&a na barca portugueza Luzitana, entrada em
21 de Jnlho do corrente ailuo.
Dita L 600 ditos dio idem no brigue portnguez
Cotete, entrado em 23 de abril.
Drta R & I 50O ditos dito Idem na barca por-
tugueza flota Svitoatfiia, eiilrado ?rol2 de agosto.
Alfandega, 5 de nove-mb'jo de f8/3.
0 inspector,
Jtfflfo A. de Cervdlho Reis.
Bdital com prazo de 30 dias.
N. 91,
I'ela intWBteria da fKltn'la de Pernambuco
se/az puwico, qne achand-so as mercadorias
comics tjoS voiamesaDaliffnrtttclcxiados no caso
bres Ml Wdafe: .
Art, t. A miBa*lrft Gist pddera coMratwr
com c* ^*e acfu'stoento fazem q servi.-o tm wfm
quern iSefhorSS vautagens offercer o referiflo seY-
vic.o, sob as seguintes bases:
1. Phwo nilmca w*)t de W s#Wspara e tcfi-
ra2'l)briga>:So 6% Tftdernnisar o fcJ.'MiisfottlpI
demaS estabeleeiweatos de earros FuttaDJes cxis*
tentesinesta cidade.
3." Doacao nunc'a tfichor lie vlufe e rittCo cdntol
de rd# amuwe por parie do conlratahte, p'.v*.
tim d# serem apphcados is obras dos esiabeleer-
mento% da mesma Santa Casa e espeeiahnefrte ad
asylo fle He1aldd9.
4.-l>recos tie carros Mnebres tax-sdo* flm tmi
tabelll, q8-*r* ser revfift* fife *lfiiJ6 bm effltee
5. ReslWlteWW e coHpfett. tfSs tixas e'bradal
actuahnente jW#S municipalhUllB.
6." Dbrigacae restrteta- de.4in*) p eanrato, e
tregar" o contVatante a metna Santa Gaea-lodob
inateri* dos WSS ttt8fieWrtWrtt m HBTflSto es*
tado de ctfolerva^ao 6 sSSl TTSTtnuM IBBIBIH1*"-
fao. *-' ,.
Art. 3" 0 contra to de qne se trata no arfljro an-
tecedente sera subiriettidft a apprcivatio do presi-
dente da provincia, a quern flea igaalmente incum-
bida a revi.-rio das tabellas de prtcos dos carros
funebres.
Art. 4." Findo o contrato a Santa Casa eonlr-
nuara a fazer o servico nelle estipulado, respei-
tando sempre as taxas nianicipaes e revendo as
tabellas no sentido de baratear o precp desse ser-
vicoi
Art. 5 Ficam revogadas a* disposicoes era con-
rario.
CondicSes addicionaes.
1> Durante o prazo do privilegio somente o
contratante ou pessoa por elle autorisada ponVra
fazer o service morluario e de carros funebres e-
peciflcado nas tabeHas.
2.* Os preeos fixados nas tabellas terao todoj
uma redacgao de 4 por cente.
3." o cmrtrtrtawte obrig* se a dwf a Sawfa Gasa
da MtJericordia em compensagao do direito excldP
sivo, <|ue Hie confere, a quantia de vinte e cmc*
conla de rcMs annualmente, em presta^oes trimedP
saes, semfo a prfmWra *) a"eTo de aSsigfttf e" coa-
Irato e as outrais dSpoR de 'vftnrildat. Pela mbM
na enlrega de q4alqtMr pr*tac3o' pagata o coil-
tratale os juros de seis pur cento ao anno.
4.*' 0 contratante obrH?a-se a transportar grip
tuitamente, forneceodo ataiides de" sexla classe, #S
cada*eres dae pesst"ias desvalidnB que faHecercmj
soecerridas ou: nao pela Santa Casa, denlro dos ac-
luaes IhnitQs. das freguezias do Recife, Santo An-
tonio, Bna-Vista, S. Jose, Graca e tambem dos qae
falleeWem no hospicio de alieBader-, que se val
consrfmr. .
5." Se por qualquei acto da assemblea provifr
cial for derogado opriv4legio oxclasivo do que Ira
ta o artigo priii>eiro, dentro do frraao de ae>. anno*
a Santa Casa o1)rig^se a dar a' eontralanle uiM
indemnisacaw de vwte po* e***0 das pTestt-iSe*
vencidas.
6 Se por qualqner acto do poder d*lf ou ed-
clesiaslico for pruhibido fazer-se o service funebre
pela forma ate ho}e tolerada tera o contrata*nto li-
reifc> uma reduccao no vtflot da pi*e9lacdes m
diante um aeeOrdo com a Sawta Casa de MiSfcrtcoi*
dia, coo recurso para o presidente da pro'
vincia.
7.' As multae poF falta de promptid.io, erdem e
as^eio no servico que flea a cargo do Contratante
serao de 10 a 50*000.
8.' As mulws serao impostas pelo mordomo m
Santa Casa de Misericordia eucarregado da ftecali-
sacao do contrato, precedendo reclaffiaeao por_es-
cripto da pessoa iuleressada pefa sua lmposir^ao ;
baslando ser feila verbalmente se e.-sa pessoa for
pobre.
9." 0 contratante tea recurso da imposicao da
multa para a junta da Santa Casa de Misericordia
e desta para o presidente da provineia e em am-
bos os casos com effeito suspensivo.
10." As multas serao pagas uo prazo de 10 dias
depoi.s de inlimadas por escripto, salvo no caso da
interposicao dos recursos, dando o contratante ao
mordomo ou a junta, se ja tiver usado do direito
do primeiro recurso, sciencia desse faclo.
11." Na falta de pagamento de quatroprestacfos
successivas podcra a Santa Casa rescindir o con-
trato, comprando o estabelecimcnto pelo sen juslo
valor, do qual se descontara o iuc o contratante Hie
estiver devendo ou cobrar judicialmente a impor-
tancia das ditas quatro prestacSes a enjo valor se
accumulara o premio de 12 0|0 ao anno pela
m6ra.
12.1 Os cadaveres so poderib ser conduzidos
para o cemiterio actual e para es que forem cons-
truidos nas cinco freguezias declaradas no art. 4
em carros funebres puchados por cavallos, excep-
luando-se somente o caso em que os pareules, os
amigos e as corporacoes religiosas do finado qui
zerem carrega-ro a m.io desde o Iugar do falleci-
inento ou da igreja onde se fizerem as cxequias,
ate o cemiterio.
13." Nos casos de forca maior ficara o contra-
tante eximido do pagamento das prestajdes ou de
parte dellas, mediante accordo com a Santa Casa
de Misericordia, com recurso para o presidente da
provincia
14. O contratante obriga-se a prestar uma fian-
5a do valor de 13:000*00, para garantia do paga-
mento das prestacoes e multas, sendo dita nanQa
elevada a 26:000*000 no principio do ultimo quin-
quennio.
15." Pica livre ao contratante transferir os direi-
tos e obrigacSes deste contrato a pessoa idonea ou
a uma compauhia com approvacpo previa da Santa
Casa de Misericordia, que por morte do contratante
ou de quem estiver substabelecido 6m seus direi-
tos e obrigac5es, passara 0 privilegio aos seds her
deiros necessarios on testamentarios.
16." A Sanla Casa de Misericordia obriga-se a
solicitar dos podores competentes e estabeleciraen-
to das multas necessarias para a fiel exeenfao des-
te contrato na parte em qne se refere ao direito
exclusive transferido por forca da lei n. 1*121 i!e
17 de junno do corrente anno, ao contratante.
17." No ultimo quinqneinio do contrato podera
sor este reacendido pela Santa Casa sem que esta
pague inderanisacao alguma no caso de falta de
pagamento de quatro prestacoes successivas, con-
siderando se vencido o praw do privilegio para 0
effeito da reversao em beneficio da mesma Santa
Casa de Misericordia, de todb 0 materiale aniraaes
empregados no servico.
TiBELtA-A
CONDUOAO DE CADAVKBKS
Adnltot
I.' clas.-
centemente
panno preto oriada* degalio 0 fran.
coberto cobj um grandV ^in#)--to vimdo preto
com borlv nas' ponlas e orla'do de galdo e fran-
jas de ouro, 0 carro tera oupula. e eoruija sop-
portadapor columnas de uma das ttoa eraonr ie
archilectura (jonioa, corinthla o4 relevos e-deurados, 100*000.
h- classe.-Garro pnebadb*. flons cavallos de-
centemente ai^esados, coljertosjJe-maniadp panne
orb IdVde calao com Bortaa fla mta. .0 c-wrq^ew
'mil? simple? ao qtitf fj de (,k dasse iws r'ewvoa q
donrados. com citnula. rarnija
ordem dorica on jonica, 30*000.
3/ classe. Carro pu.cba.do a- dotW caTaMos ft
caixao coberto de panr>o d: velbuliua coin galao
ou franja de paMieta falsa e borlas ila mesma qua-
lidade. 0 carra sera seiBelbanto a* da 2.-classc
e pintado de prfllo sem donrados, 30*000.
4.* classe.-Carro simples puchado a dous ca-
vallos e caix^i coberto com um panno preto de
la, tenpsonjpilc oma cru^ branca no meio...
10*000.
Alem desaas classes barera carro de luxo a
aprazimento das partes, e cttjo urejo nao podera
exceder de 200*, incluindo 0 alaguel do panno ;
e carro de caridade cuja aimacao podera ser em
formi de urna pintado de preto.
Os carros para donzellas serao iguaes na forma
e no preco, variando s6inente nas cores e orttatos.
Parvulos
1." classe.Carro scmelhnnte a^ de 1." classe
para adullos, sendo o caixao coberto de rellodo
e galao de ouro e forrado de setim, tudo de cores
apropriadas, M3O6O.
2." classe. Carro scinlftante aos da 3." para
adultos, com cOres apropriadas, sendo 0 caixao co-
bertos de velbutina e forrado dc setim de qualida
de inferior ao de 1." classe, tudo com as cores
apropriadas. Os caixoVs desta e da !.' classe po-
derao set pTntados e donrados ou prateados, se
as partes nisso convierem, 30*000.
3." classe.Carro simp|os semclhante aos da 4."
classe para adultos, pintado de cor apropriada, e
bem assim 0 caixao, 10*000.
Alem-destas tres classes liavera tambem carro
de luxo, cujo prefo Ibao (toiera exaeder de 100*.
0 carro de la> e ode 4' classe. t;nito para
adultos. como p>rft do,
0 preco da eoHducx-i) e v >tuario dos cadave-
res qu*-S% a#areiii fora dfl- ffegirezias de Santo
Antonio, Recrfe, S. Jose e Boa Vista, sera augmen-
tado com 5 0|0 por cada kitemetro, a parlir do
largo de Pedro II.
TABKLLA ft
ABMAQAO OE IfM
1 classe. Eca com tre* estrados, cupula flgu-
ras, emWemas, goarnicao de vcdludQ, panno lino
galSes dc ouro ou prata entretinos, trinas, bor-
dados a ouro e enfeites donrados *ou prateados,
crepej, pehachos, IfjuSOOO.
2." classe. Ega com ires estrados, liguras, em-
blemas, guamicAo de veHado, panno lino, galoes
de ouro ou de prata entrefinos, trinas, crepes....
80*000.
3.* classe. Eca com dons estrados, guarnicao
dfl velbutina, fazenda de la, galoes de palheta, tri-
nas, v.lante, 40*000.
4." classe. Eca com um estrado, gdarnicao de
fazenda de IS com simples adYirno de Volantes e
e algodao de pal leu falsa, 10*000.
5." classe. Eca com estrAdo guarnecido de
baeta, volantes, galSes de baixo preco, Alem dessas classes poder* 0 contratante, a
aprazimento da? partes, armar ecasou cenotaphios
de maior preco. .
TABELLA C
ARMXC^O DE IORK1AS
Primeiru rlatse
1/ Guarnicao de velludo, panno Qno, e galoes
emblemas, franjas do ouro e prata entrefinos em
cada altar lateral, 185000.
2.3 Dita nastapellas mores, *i*C0O.
3." dita em cada porta. 6JOBO.
4." Dita em cada tribuna e pulpito, inclusive
colcha 9*000.
5." Ditano Coro por cada colcha 3*000.
0 forro das paredes de igrejas, serl feito pelo
preco que 0 encarregado do funeral ajustar com
0 contratante, attenta a natureza e quantidade da
tella que se houver de appliear.
Sajunda classe
1." Guarnicao de velbutina, fazenda de la. galoes
e emblemas em cada altar lateral 12*000.
2." Dita -nas capellas mores, 16*000.
lumnaa da nambuco,
5 de novembre dc 1873.
0 olBcial-maiur
Julio Guimaraes.
INSPKCgAO DO ARSENAL DE
MARlNilA.
Faz-se public que forara vistoriados os vapores
Ipnjuea, Mandahu 6 Giquid da conipanhia pernam
hucana de navegacao i-steira, ea commissao jut-
gou-os em estado de pooVr continuar na SAirlco
em que se crapregam.
in*peccao do arsenal de inarinh.-' d Perbam-
bnco, 5 de novembro de 1873.
Francisco Romano Stcpple da Silca
___________________Inspector.
AjssociacaO Portugueza de
Beneficencia dos empre-
gados 110 commercio e in-
dustria em Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente, novaraente convido
aos senhores associados a reunirem-se domingo
9 do correnie, as 3 1|2 horas da tarde nesU se-
cretaria, rna do Imperador n. 3S, primeiro an-
dar, para em assemblea geral, ouvirem a leilura
do relalori.o da directoria, elegerem novos fane
cionarios para 0 anno social do 1873 a 1874 e
tratarem de assumptos de interesso da associacao,
de conformidade com os arts. 36 e 37 do nossos
cstatutos e sous g,
Recife, 5 de novembro de 1873..
Salvador Jose Ferreira Guimaraes,
________Secretario. ____________
Sociedade Monte Pio de San:
ta Cruz*
De ordem do conselho director da parochiade Santo
Antonio convido a todos os parochia nos pe- tencentes
a mesma sociedade.paraque no dia 9 do corrente,
so digneui do comparecer as 10 horas da ma-
nha na sede da sociedade, afim dc se procsder a
elei'.-ao do ojvo conselho director em observancia
do artigo 36 combinado com 0 7 do artigo 36
dos nossos osututos.
Conselho da parochia de Santo Antonio, em
sessao de 3 de novembro de 1873.
0 secretario interino,
____________Medeiros.__________
DOS
THILHOS URBANOS
firroiizetu
0
1)0
Recife a
3." Dita em cada porta. 4*000.
4 Dita em cada tribuna pulpito, inclusive
co'cha 6*000.
5." Dita no c'onrO cada colcha 2*000.
TBELLA D
VESTIARIOS DOS CADAVKRES.
Adultos
Habito de alpaca fina, das diversas ordens reli
giosas 16*000.
Idem de alpaca de qualidade inferior 12*000.
Idem de dila mais ordinaiia 9*000.
Idem de rnclim 7*000.
Vestuario da Gonceii.ao 011 da Soledade, feito de
seda corn galSes e rendas entrefinas 60*000.
ldemn^ setim papel com gaKJes e rendas de pa-
lheta 25*000.
Mem do cambraia com galSes de palheta.......
10*0: 0.
Habitojde morim branco, 7*000.
Purciilos
Vestaario fico de S. Miguel ou canto Urbano..
60iS0O0
Dito de S Jose ou S. Joao, 30*000.
Dito do menino Dens, 20*006..
Osmesmos vistuarios, sendo de qualidade infe-
rior por metade dos ditos preeos, e sendo de setim
ordinano com galao de palheta falsa pela terca
parte dos mesmo s preqos.
TABKLLA-F.
At nudes
I.' classe. Forro de panno l.noprcto guarnecido
de bordados de metal dourado on prateado de
galao enlrefino com emblemas mortuaries 80*000.
2." classe. Tudo como na pritneira classe, mas
dc qualidade inferior, CAjOOO.
3." classe. -Forro de panno preto guarnecido
de galoes de palheta, simples ornatos, 40*000.
4." classe. Porro de alpaca preta e galoes or-
dinarios, 20*000.
5' eltt*e. Forro de metim 10*000.
6." classe. -Simples mndc'ra com os seguintes
tamanhos :
De 6-V 0 a 0",80 3*000.
DeO-,90 a ,30 4*000
De 1,40 a 1.80 6*000.
Os ataudes de qnalqner das ditas classes nao se-
rao pregados, 0 terao dobradica? e uma aldraba e
tranqueia.
0 aluguel dos caixCes para conduccao dos ca-
daveres a mao para 0 cemiterio on deposila-los
em igrejas, *cra de 4 a 16 mil reis para adnltos.
conforme a ornamentacao, e para parvulos de 2
a 8*000._____________________________
Consulado provincial.
A^ha-se abetto por 30 dias ntei >, a contar de
hoje, 0 recelmnento dos apparelhos e annuidades
pelo servico da companhia Recife Drainage, cor-
respondente ao trimestre qne Ilndou em 31 de
dezeinbro de 1872, Undo 0 .jue ficarao oscontri-
buiules obrigados a multa de 6 por cento: sao por
Uuto chamados lira tal fim os proprietaries das
casas nas seguintes ruas : Rua do Imperador,
Cadeia Nova, f ravessa de S. Jose, Assump'.ao. No-
gueira, Livraroento, Marcilir, Dias, Santa Cecilia,
S. Francisco, Largo da Ribeira, Santa Rita, Padre
Nobreg"a. Passo da Patria, Dias Cardoso, Travessa
do Caldeireiro, Vidal de Negreiros, Travessa do
Marisco, Pescadores,Domingos Thootonio, Antonio
Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
Largo do Forte, Coronel Suassuaa, Lomas Valen-
tinas, Padre Floriauo, Marquez do Harval, Santa
Tbereza, Travessa da Matrix de Santo Antonio, Caes
Vinte e Doos de Novwtakro. Pnmeire de Mari;o.
Duqnc He Caxia;, Urangewas, Pas,Noa do M
Rita, Travessa das Floras, Becco do Lima, Luu de
Mendouea, 1, Rec'co do Na-scente, Impenal.Diqoe,
S. Joao.'Travessa da Cowordia, Travessa do Poct-
nho, Largo da Cohcor*ia, Os, Becco. do Falcao,
Penha, Largo da Penha, I." becco da Gamboa,
Largo do Carrtw, Travessa do Caldeireiro, Largo
dCS. ledr, Virago. Travessa de S.Pedro, Tra-
vessa da Viraeao, PVa'ca de PetTroTI, Travessa do
Petxoto, ehrBtovso Cdomb\ Becco da Bomba,
Travessa do C.armo, -TraviBssa das Flnres, Estreita
do Rosario. Travessa das Cru'.es, Travessa do
Qneiraado, Eamb5a do Cat mo. Mathias de Albu-
querque. TfiitcfcelM^'Bafao da Victoria, Cabugn,
Santo Araaro. Calafconoo, Beccu do Cajd, rua.do
Cajfi, S. Bom Jeias' fatos. BoCco Tapado do Ma-
tria..Expostos. Largo do IWbario, Travessa da Ou.-
vidir, Roda, THVMa d* ltu Bella, Btoce do
GTuinS, Kfia ffoCarvalho, Joao do Rego, e Sanla
Coosuladc tiroVmciJ, 3 de novembro.de W73.
0 atfmioisjrador,
imm cmtttro Maehadb Kos.
I'
Olinda.
I Beberibe.
0 presidente d'assem-
blea geral dos accionis-
tas da companhia aci-
ma mencionada, man-
da scientificar aos Srs.
accionistas ue por fal-
ileixou ile funccionar
ordinariamente dita asssmblria no dia 31 de
outubro proximo passado, para o qual fdra
convocadi; por isto e novamente convaoada
para 0 dia 19 do corrente mez as 4 horas
da tarde 0 no lugar de suas sessdes, certos
do que agorafunccionara com qunlquer
numero d'accionistas presentes segundo o
art. 11 dos estatutos.
Devem os Srs. aoriouistas ler em c&nsidc-
raijao que a reunia-) tem por lim a apre-
sentagao das contas e relatono da directoria
em rela^ao ao semestre proximo Undo
como tambem nella tratar-se-ha das inapor-
tantes materias adiadas, e que muito inte-
ressam a companhia.
Recife, '* de novembro de 1873.
0 secretario.
Luiz Lopes Caslello Branco.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda d''st& provincia se faz publico
que 0 Exm. Sr. presidente da provincia por eu
offlcio de hoje dalado, maidou sobreslar a arre-
matacao do barracao qne em Santo Amaro das
S?.iinaa servio de quartel da companhia de caval-
laria.
Secretaria da thesouraria de_fazeuda de Per-
nambuco, 5 de novembro de 1873.
0 secreiario da junta,
Jesuino Rodrigues Cardoso.
aos seguinlespoatos :
ttecife, Forte do Mallos,
Dias.
SdOid Afitonio, rua do Imperador n. SSI.
B6a-Vista, rua da Uniao n. 23.
Quanto ao arranjo 0 aocommoda^ao diw
prodactos no edificio da exposi?io, os pro
ductores deverao entender-se com a cotri-
miss'aonomeadn para esto fim, cornposta des
Sr?, :
CapiWo de l'ragatu Francisco Romano
Stepple da Silva, l>r. Felippe de Figueird.r
Faria, Joaquim Dias dos Santos, Dr. Fran
cisco Gomes Fa rente, Dr. A. Lamcnha Lins.
Secretaria da sociedade patriotic* Do
de Setombro, 3 de novembro de 1873.
A. Lamcnha Lins,
1." secretario.
_________^._____________i^:------a--------------
Santa Casa da Misericordia.
do Recife.
A innta administrativa da Santa.Casa de Misc.
ricoraia do Recife, aipe*eatemeiiic autortaads-
pela presiderrcla, cm data de 3 dc seterobro d(>
anno proximo Undo, c de ooriformidade coin 0 qan
disiioe 0 % 9.* art. 52 do seu com" romisso. per^
mula por apolrces da divida publica a faienda de
criar gados quo possue o patrimoaie dos este-
belecimentos de caridade a seu eargo denomina-
da Carnauba sita no terao de Fkiresd';t;.
provincia, coin terrenos pafti eriar e plant*. <
com algnm gado cavallar e v&ewwn.
Recebe para isto propostas oesU^secrolana : E**
0 dia 10 de dezembro do corrente aftitm.
SecreUria da santa casa da rhisericordia do Re-
cife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivao,
Pcrfc-o Jtodrt^ues de Souza
Companliiu frr Cnrrii de P*r
iiiiiiluuo (oiiti'oia I'ri'iianiliui'i.
^Street Railway!.
Convido a todos os possntdorcs de bilhetes dit
passagem nos carros desta companhia, ainda exis-
tentts em circula{ao com a assiguatura de-H.
11, SxviK, Ai Treasr, a trazelos ao troco pot 81.
nheiro no escriptorio da companhia a rua do
Bmm, em todos os dias uteis, das 10 her as da ma
nha as 3 da tarde, ate 31 de dezembro proxim-j
vindouro ; provenindo, ontro sim, que os ditto bi
Ihetesserao reputados sem mais valor para qual
3uer effeito, a partir do 1." de Janeiro de 1874 em
iannte, os termos do aviso do mintetorio da fa
zenda de 0 de agosto proximo passado e da ner-
taria da presidencia desta provincia de 6 de on -
tubr<> corrente.
Recife, em 7 de outubro de 1873.
0 geFfnte, ,
__________Gustavo Adolpho Sclnndit.
Sociedade Propagadora da
Instruccao Publica.
Pelo presente sao convidado? os Srs. socios da
freguezia de Santo Antonio a comparecerem no
dia 8 do corrente as 6 horas da tarde no palacete
da escola normal a rua do Pedro Affoeso, afim de
elegerem 0 conselho director que tem d* funccio
nar durante 0 anno social que principia a 14 deslo
mez.
Sara das sessoes do conselho director da fro-
jrauzia de Santo Antonio, 3 de novembro
1873.
0 secretario,
J.iflo Ferreira V Hell a.
Consulado de Portugal.
Os credores do falleciJo sahdito portugnez Vp
rissimo Jose Morcira sao chamados a apretetflai
suas con las neste consulado para srrem verifica-
das e pagas.
Consulado de Portugal em Pernambuco, 3 da
novembro de 1873.
0 administrador da recebedoria de rendas
internas, graes, scientifica dos contribuintes do
imposto pessoal que e neste T.ez de novembro que
tem de ser pago sem multa, 0 1* semestre do exer-
cicio corrente de 1873 Tt, e com a multa de60/.
depois do findo 0 rcferido mez.
Becebedoria de Pernambuco '1 do novembro de
1873.
Manoel Curneiro de Souza Lacerda.
/MM
b. Carro pnebado a quatro cavsrttos de
aiaesados e coBeflos ite manias de
to* urlada* de saiio e Irantas ; caixao
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericrlia do Recife, manda fazer publico que
at sala de suas sessoes, no dia 6 de novembro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mas vantagons offerecer, pelo tempo de um
a tr s annos, as rendas dos predios era seguida
leclarados.
ESTARELECIV1ENT0S DE CARIDADE
Rua dc Hortas
I.oja do sobrado n. 41.....3064000
Rua da Viragan
Casa teorea n. 7. S 312*000
Cinco Pontas
Casa jerrea n, 70 251*000
Travessa de S. Jos*.
Casa terrea n. *l.......2013000
Recco do Abreu
Sobrado de i andares n. 2. 480*000
Rua da Gloria
Casa lerrea n. 93......... 180*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrca n. 16.......209*000
Recco das Roias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14........UQOOVm
Sobrado n. 30...... 800*000
Rua da Madre de Deos
Casa terrea n. 2........ 300*000
Rua da Guia
Casa terrea n. 25.......200*000
Ruo do Pilai.
Casa terrea n. 98.......24|*0n0
Casatereea n. 9S.......*> 5000
Idem n. 101. 241*000
Idem n. 102........24 WOO
Idem n. 108 20**000
Rua do Rosarfe* da Boa Visla
Case terrea n. 58........24CSOO0
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas fianeas, ou coraparecerem
icompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, 0 premio da quantia em
me for seguro o precfio que contiver estabcteci-
raento commercial, asslra como o servico- da lrav
peza e i*eeos dos apparelhos. "
Seeretaria da santa casa damisencoraia do Re-
eife, 5 cle novembro dte 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.______
Juizo dos feitos da fazenda..
I-:*erit-a HvnleMn.
A casa terrea b. 24 sita no largo dos Remedios,
cam 2 salas, 1 quartos, 44 palmoa de frente sobre
.>! de fondo, com um terreno a llrante. aValiada
era 1:5)0*, para pagamento do qne deve Man el:
A. Ribeiro.
Recife, 2 de outubra de 18W.
0 sdicitador da niesma.
i. Pirtmhio Correiade Arajo.
1 .1 -.-
Monte Pio Portnguez.
EteMko.
Nao se ti'iido reunido numero legal il ? s~r.l.
res socios para a primeira convocacao, de no* 1
convido a todos aquclles senhores, a reunn.>,-.
se domingo 9 do corrente pelas 11 horas do dia
nos saloes do gabinete, afim de proccder-s--> a
eleicao da directoria e conselho fiscal, ceflos os
genhores soeio" que a ses-ai tera lugar cam >
uuiucro de socios presenter:
Secretaria da directoria do Monte-Pio Portu-
gnez em Pernambuco, 4 de novembro dc 1873.
Barges Costa, -
Secretario.
Correio geral
llelacuo dos objeclos registration esristente*
na admitiistrafde dos correioa desta pro-
vincia, para as pessoas aba-icpo diclu-
radas :
Antonio Carneire da Cunha, Elia) da Roeha Pe-
reira, Francisco Soares da Silva Retumba, Firiin
no dos Santos Vieira, Guiseppe M. Wajos, Jose
Thomaz, Jose Joaquim da Palma,' Jose A. Uias
Ferre.ra, Jose Gomes Jardim, Ji>se Antonio dc
Frertas, Jose Ignacio FernanJes Barros, Jo3e Una
Iho, Leoncio Quintino de Castro I^ao, Manoei
Goncalves de Queiroz e Albuquerque. Manoel Flo-
lentinode Albuquerque Montenegro, Maaoel Fran
cisco de Mattos, Maria Amelia de Albuquerque
Mello, Moraes & Motta, Nicolao Callo, Vicente Fer-
reira dos Santos.
Administrarao do correio de Pernambuco, de
novembro de 1873.
Jose Candido de Barros
Encarregado do registn-.
ADMINI-TRACAO DOS CORREIOS BE PEHNAM
BUCO 6 DE NOVEMBRO DE 1873.
Mala para Goyanna pelo vapor Parahyba
da companhia pernambueana.
A correspondencia que tem de ser expedid.i
hoje (8) para 0 lugar acima, sera recebidaale a* -t
horas da tarde.
0 administrador
Affonso de Rego Barros.
THEVTRO
Santo Antonio
EMPREZA
Sabbado 8 de novembro
Beneficio do actor
Julio Xaviei;.
lTimeira representajao do excellent? drama_eir
5 actos, original francez
boust :
de Mr. Lambert Thi-
I)
ribun# do ^mm^Kiio.
secretara^z cons*; Iqn? bf n va^a Ub
%ftetok plrtfllica lloze de
St'leifibro.
j de corrrtffrVteral di
nj' coneeditlaralJeorge
Imb tribual TO "comme
l2para l^mPlei 3
. ,mielra^rDrie3r^':
Secretaria io tribunal do wsMe'.-oo
exane
n-raeri-
:rida' ran
io de 60
Devendo ter lugar no'dia 2 de deMtnbro-
BTOxioto, aexposfeoquetaz esta ociedade,
de piwitectos^gwedta* e nature** desta pro
vindd, sao coEvVdndes todos aqofelfes que
rttlizarem cGoco'frer com o> productos tnto-
IaowuJos a-rena*tteU6 ate o dia 20 de-o-
iimrno, com OBdereeo a Commt*ado\
\4iMit1ta '9*ma*< I**cJe Sstembro ltttipta, tM>WWtoto
( Traduccao livro do beaeficiado. )
DEiVOMlNAfiAaDOS ACTO?.
1 0 segredo do gi dheta.
i. 0 pavilUo d'Aaaenuuville.
3-Os passaros da. rua,
*.Rosa primavcea,
5.* A moeda d'onro.
niMribulv^o
Personagens do i, acto.
Luciano Gerard^ ptamr
Pedro Renand, o cutilad a
Mauricio d'Alb-m official de ma
rinha ...
Paulo Bertani, idem idem
Rani Deslaodes, idem idem
Jose, criado da hospedaria
Officiaas- da mari..ba.
Psraonagens dos ultiiios actos.
tuciiinx* Gerard, moco folcazao Sr. Bafc'u
Tbtago Reaaud, filho de Pedeo
Renaud
Ernesto Martean, moco ekgaata
Btrnardo, criado de Laciano
0 1x6 Gailberate, decaao da*e-
puMioadospotta
Jose Rouget. operario. cidadao
da repBbnca-aospoBres
Sr.fcaWa
0 baneftoiado
Si\P: August
Sa.JNMn4o.
Sr. Emtiaii' .
Sr. Antonio.
5r. Fleriadc
,.
Sr. SUMos.
5r.
HEGlVIl
1


Picbet, nwrcador ambulante,
idem idem
0 tio Mathia-s Irapeiro, idem
idem
Urn cavouqueiro, idem idem
Um pelotiqueiro, idem idem
Lra cego, idem idem
Urn limpa-chamincs, idem idem
Baptist., caixeiro do restaurant
Um agente de policia
Rosa Primavera, ram3llieteira
A Toutiiieera, idem
Coralia, moca Jo lom
Diana, idem
Anautia, Ultra
M050S bicg lulus, mofas do
Piano de Pemaipfraco Q^u teira 6" d Novembro de 1ST8.
Sr. Menezes.
Sr. P. August).
Sr. Procopio.
Sr. Antonio.
Sr. Philadelpho.
Sr. Augusto.
Sr. Philadelpho.
Sr. Emiliano.
D. Emilia.
D. Olympia V.
D. Olympia A.
D. Hernardina.
, D. J isephina.
torn, freguezes do
resatarantj convidados, eriados, guardas de Pa.
ris. cidadao da Republica dos pobres, etc. etc.
A aceio pattsa-se na actualidade.
O priiieirc acto em Toulon, n
prineirc acto em Toulon. Os quatro ulti-
mos em Paris, cinco annos depois do primeiro.
IPet-us de canto.
i. acto.-A partida do marinheiro.
"2.* acto.A cancao do atucrin.
3.* acto.0 hymao da Republic* dos Pobres.
A musica e composicao do maesiro
Terminara (1 espectaeulo com a chistosa scena
-;omica, cm verso, do distincto dramaturgo Dr.
Carneiro Vilella :
OS AMORES
DE
Oiiinqiiiin (las mocas
.Josempenhada i>elo beneficiado.
Principiara as 8 l|2 horas.
0 beneficiado aproveita a occaniao para agrade-
cer a todas as pessoas quo se dignarem concor-
rer a sua festa artMiea, igualmento aos seas
dignos collegas, que nella tomain parte, a com
especiali lade ao lilm. Sr. Dr. Carneiro Vilella,
pela delicada offerta da sua valio;a composicao.
! Jei i" os lo es.
Pacific Steaas ^avi^afion Compain
l.iuha qnlnziMial
0 PAQITTK
MAGELLAN
'suer.v*e da Europa ate 11 di '.I ic vavp*>bro
3 depois da demora do costume FtjfmirsS para 0 l
Jo imperio, Rio da Praia e costa do PactWce, para
ond recebera passageiros, encommendas e dinbei-
ro a frete.
OS AGEKTES
Wilson Rows A C.
14 RUA DO COMMERCIOli
4V1SDS MABITJM0&
PiTACHO
0. HUM!
Para 0 Rio de Janeiro pretende seguir com
pouca demora por ter dous tercos de seu carre-
gauiento engajado. e para o res'to que lhe falta,
trata-se com os consiguatarios Joaquim Jose Gon-
calves Bellrio Filho a rua do Coramercio n. 3.
Para Lisbon
seguira brevemenle a barca poituguoza Gratidao;\
para carga 0 passageiros trata se Aim E. R. Ra
bello 4 C, rua do commereio n. 48.
P
ara
Para 0 referidp porto pretende seguir com pou-
ca demora 0 brigue portuguez R-cife por ter a
maior parte do uarregam nto tratado : para 0
resto que lhe falla trata-se com os consignalarios
Joaquim Jose Goncalves Beltrao &-Filho, a rua 00
Commereio n. 5.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
lavegacAa costeirn a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Cerunpe, com
mandante Santos, seguira para
0 porto acima no dia 12 do
corrente, as S boras da tarde
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiroa
frete ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
eseriptorio no Forte do Matto? n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
- BE
\aveclo costef ra a vapor.
RWFORMOSO ETAMANDARE.
0 vapor Pnraayfca.com-
mandanie Oliveira, segui-
ra para os portos acima
no dia 13 do corrente
as 9 horas da noite.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
aheiro .1 frete : eseriptorio no Forte do Matto*
n. 12.
Rio de Janeiro'
Seguira em poucos dias 0 patacho Probid.de :
para 0 resto da carga trata-se na rua do Vigario
n. 7,1* andar, com Pereira Vianna.
Para Lisboa
seguira com brevidade 0 brigue portuguez Bella
Figuerrense; para carga e passageiros trata se
com E R. Rabeilo & C, rua do Commereio nu-
raero 48.
Para o Rio Grande do Sid
sahira brevemente a eseuna p^rtugueza Agma ;
para carga 0 passageiros trata-se com R. R. Ra-
beilo & C, rua do Camm trcio a. iS.
PACIFIC STEAM MAVIBATIQH COM
PANY
Linha quinzenal
0 PAQL'ETE
LUSITANIA
espera sedos portos do .'ul ate odia 8 le novem-
bro, e depois da demora do costume, seguira para
Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde re-
cebera passageiros, encommendas e carga a frete
OS AUENTES
Wilson Rowc a C.
14RUA 1 COMMERCIO14
LEILAO
DE
i1
loue.is, joins f*e ouro e brilliant"
SEXTA PEIKA 7 DE TiOVEMBIlb
A\ l 0 1(2 horas Wh Hihliliil
\SABER :
Um pi-11.., I luobflia de jacaranda, eonsJando de
1 s..f:i. i i-.Kir dita> de lira^os rellx, .iit-is gramte* para eosturas, guarda-luva, fuarda-roBpa d wogno, r.ani.i-
francezas, espeHi.^ cum in. ldura duurada, ser
vie pwa jaatar, dito para almogo, jarrug, tiguiaa
finas, diversos objectos de prata, como sejam :
casti^aes, paliteiros, salvas e oulros mais.
Por ordem de uma familia que se retirou para
f6ra desta proviocia, 0 agente Pinho Barges fara
leilao dos movcis e mats arttgos; assim eomo 0
mesmo agente fara leilao. en continuacio, dos
objectos que fiearam. pertencentes ao Sr. loaanim
M. Marinho.
No sobrado a rua do Bom Jesus n. 30, primeiro
andar.
LEILAO
DE
>Hbt>aJo 8 1I0 corren'e
Sendo:
diversas mobilias de jacaraida, e de amarello, e
inuitos eutros inoveis qiie serao vendidos pelo
ma'or prejo, para liquidar.
No armazem da rua do Imperador 11. 48, as 11
horas do dia acima.
Pelo agente Martin**.
Leilao
DE
um magniftco sobrado de 2 andares e so-'
t5o, em chaos proprios, com frcnie de
azulejo, da rua do Bom Jesus n. 26. 1
SEGUNDA-FEIRA 10 DO CORHKNIE
as 11 horas.
0 agente Pinto legalmente antorisado, lev ara a
leilao 0 predio acima mencionado, 0 qual torna se
recommendado por ser novo e edifieado em cliao
proprio, e em uma das ruas mais commerciaes.
0 pretendentes poderao desde ja examina-lo, e
concoirer ao leilao que deve ter lugar as 11 ho
ras do dia 10 do corrente, 00 eseriptorio do refe-
do agente, a rua do Bern Jesus n. 43.
Remedios do" Dr. J. C. Aver
AC.
fiomo t.'in appai.ridj nesta pra-;a graoda qaan-
litlade de falsilii-aroi's, vamos agwa provenir a..s
eowamMores que os reineilios do V-r.). C. Aver i
C'preparados uspocialmejiio para 0 Bra.-il, tr.17.em
os r.ttilus pa lingua do paii, 0 >a 1 rnviado-
mwite I'oriiiimindio dus Srs. i^.s-.N Caiisor 4
C (anifeanH.tite A. i'met* L.\, tti > .le Jawi-
ro, tada tog* lew h leMviro a'. II. Ca*i*i Si
ij.. Km He J.uK'iro, aeeiites gerae? |.ara 0 BrasiL
Hi.gaiii. .-..s c- Wprn-I u im qnu s.i a-n-iuin im re-
medium 'mi pmtiiniuili.lo cow ..-!,- avis... e n-jei-
leni iina'ifMT qv* riafa .. r..iulo eft, ImJcj.
IIi *tpni minjr:tf,d0 ,k.,,,s.!., ,> stoaverla-
ileiru> l.-Mh-.l|.. ,.||, r...,: ds >||
I O C H.iYlI:, RUA DlMXnitlERCIO.
In,,).,-!!,,*!.; Sr. va nu-arrcf ihi d arnUr Ht-
.vimiie^laa por numuid.trtc. prtos. pro:-.,s .tu Xova-
>i.rk.
a
cor
Acba-se uigida desde 0 ,lia J9 do corrente
e>-r:.va .>iuaua, com os tiftmes sigaintes : cu.
par*i. njatle .JO aim >s naocii mais ..u meno ca-
bello corredi.. curi.. puctM por uma pf rua'em
coiisequeneia de um defeiio n'um joelho, sem
unha nos dedo* d s |H's, do -lalura haixa ; le-
v.111 eomsigo toda roupa do sou qs, e a quan-
tia de U\0i que subtrahio de teu scuhor ; iirea-
me-se tpr scguido para G.yai.na em companiiia
de nm lal Florencio. Roga-se as autoridartes po-
liciaos e aos capitaesde campo a sua apprehend
entregandj a a rua de Marcilio l)ia> n. 21 ou a
spu senhor a rua da Seimlla Nova n. 7 aiie se-
ra gTal'flr'drt mm : ...,...;.. 9,.;. ^
AGUA DIVINA
E.COUDRAY
DITTA AGUA DE SAUDE1
Prcconiiada par* o toacador, como coniCTrando
cob*tantcmenu u b#lla cOrcs da mocldade, preaer-
Tando da peate e do cholera morbo.
ABTBITEHCIi IIPMT1RTB
limas imitates 0 falsificacCes fraudulent^,
Is mail veies damnosas a uode, excitadas pela
fama tao ju^tamenle adquirida pela Agua di-
vina, obngao-me a recommendar aos consumi-
dores de reconhecer unicanienle como legitimas
aa garratas ao gargalo das quaes acha-se uma
peqoenna fixa coo a minha
Anna e marca de fabric*.
PARIS, IS, m d'Bashlea.
^aeontn-M em emd* MM 01 priodpaw PerfmnUUj, I
Fhuatcotleee Cakelleniroe d Ani LEILAO
CMPiSBU
HESSA^KKIES MARITINE8.
E.inha citensal
DE
i\AVEGACAO BAHIANA
LHITADA
Uaceio, Peuedo, Aracaja
e Buhia.
0 vapor Damns & esperado dos portos acima
ate 0 dia 9, e seguira para 05 mesmos no dia se
gumte ao de sua chegada
Recebe carga, eneoHwaeodas, passageiros e di-
nheiroa trete :a Iraiareom 01 agentes Antonio
Luiz de Olr/eira Azevedo 4 C, rua do BomJe
SUS n. o7.
i pit in
PS
V
)\T
MANTHE
Espera-se da Eu -opa ate 0 dia 7 do corrente
seguindo depois da demora de costume para Bue-
nos-Ayres, tocando na Bahia, Bio de Janeiro e
Montevideo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
OS AGENTES
Harismendy & Laliilln
9 I'.ufl do ('ommorcio 9
Leilc'
,:
OHPA\nil
MESSAfiERIES MAR1TIMES
N.iaiia niensal
MENDOZA
Espera-se dos poi tos do sul no dia 9 do cor-
rente mez, seguindo depois da demora do costu-
me para Bordeos, tocando em Dakar (Goree) e
Lisboa.
Para condieoes. fret"s e passagens, trata->e co>^
OS AGENTES
Harismendy Jt Labille.
9 Rua do Commereio 9
ao
DE
uma caiia com lOO-duzias decbapeos, ava-
riados
Hoje
A's 10 lt2 horas '
O agente Pinto fara leilao, por autorisacao e em
presenca do Sr. gerente do consulado de Franca
por conta e risco de quem pertencer, de uma cai-
xa com a marca diamante, S no centro, n. 48, con-
tendo 100 duzias de chapeos de la, avariados, a
bor.lo da barca franceza Pideliti. O leilao sera
etrectuado no dia e hora acima mencionados, no
o^crlpto^o do referido-agente, a roa do Bom Je-
DA
chapeleria elegante, a rua da
Imperatriz n. 3
TERCA-FEIRA 11 J)0 CORRENTE
as 11 horas
O agente Pinho Borges fara leilSo de um ex.-.d
lente e escolhido sortimento de chapeos Je pelli-
cia, castor, palha, brim, para humens e meninos,
de velludo, palha da Italia, amazonas, esparterie.
e muilos outros de variado gi-sto, para senhor.is e
menmas, floies, plun.as capellas e grinaldas para
noiva: a armacao de amarello, envernisada, ca
bides, furmas e outros objectos proprios para cha
pelena, e se vendera em lotes a vontade dos en
cnrreBtes.
Casa de penhores
AO
1 AMI1N16IIAC o: PARIZ. !l, hioletiii MoHTHilTU.
PASTILHAS DIGESTTVAS fabrirada* em Vichy
com os Saes extrabidns das Fonles. Sao de gosto
agradayel e a eua aocio e certa conlra a Alia
e as digesldes difficcis.
SAES DE VICHY PARA BANHOS. Cm role
por did banbo, para as pessoas que uao podem
ir a Vichy.
rara iviiw at imitagOes
exiyir em lodos us productos .. marca do
CSNTR1STE DO ESTADO FfUACEZ
Os productos de acima achSo-se i
Em Pernambuco, TI8SET f;A. BJEGORD. S
u
Msia maraado
ler lug^r > leilao
3 do corrente pira n
s os objectos aados
cautelas, a easa de penhores da traves3 das Qro.
idf n. 2, cujas .autelas estao venridas.
lie
m
nVloub

VELOUTINE
UMA ESPECIE DE
POS de FLOR de ARR02
3 prep
or conseguinte d'nma accao Bandavel
Especialmentepreparadoscom bismuth
por consej
BODre a pelle.
E' ADHERENTE e totalmente INVI-
SIVEL, dando a pelle uma freeenra e
aveludado natnraes.
Preco da Caizinha com borla 5 fr., em
casa deCh. FAT, 9,niedelaPaix,PARiz.
Deposit o em Pemambvco, A. REGORD
ITfllfll
ANTONIO JOSfi DE AZEVEDO.
Rua Nova n. II.
PIANOS.
'j'(.-r. :,.]o 'lolinitivaT.oiilo liquilar osle ncg.io, irende loJos os quo Vm, novos c
QMUOS, pelo preon do custo do Liclurn.
Tambem acaba de reeeber o seguinte:
OLKAPOS inglezes pnra asso.illio de sates, de mnitos lindos desenhos do 11 a 33 palmos
do largnra o 100 do comprido, podendo forrar-se uma sala porgrande quo
sejn com olea-lo inteiro.
MAGNIFIGOS ^spelhos ovaes pnra ornamentos do alas.
ANNE'S electricos para curar dons do caborn. ucvralgias e norvoso.
MUITO lindas gravuras, grnndes, para qundros do nla.
G RAM POS para segurar roupa ostendida nas corjas, a 200 rs. a dtizia.
TALAGARCA e papel picado para bordnrcom \i ou se la.
VERDADE1RA agua do colonia em garrafas omp.ilhadas.
E muitos outros artigos, e por mnito barato prcr;o.
HOTEIT ~~
Restaurant de Bordeaux.
Rua 1. de Marco n. 7 A, 1. andar.
N'este hotel, onde se.encontrara aposontos horn mbiliados. garantese as pssOM
]- 6 rrcqucntarem, nao so a boa qualidade dacozinha, como tambem o aceio c promp-
tidio em sorvir-se aosc^nrurrentes. Situado no n.elhor hairro desta cidade, o hotel do
Bordeaux ollerece todos os commodos possiveis, quer com relncao no? aposcntos mobi-
lia.os com gosto eaceio por modico prero, quer com n-lacno a'sua posir-ao.
A '?in'-"f Vinhos'do todas as qualidadcs.
Luncbs
Jantares
Goias
Consorvns idem idi-m.
G rvojas idem idem.
I.icores idem idem.
Aguade vichy verdadeirae nova a 1J000 agarrafa.
issiffnadmis mmm a 3S8C00 !!
DO 1." DE .NO V EMU HO EM DfANTK.
NATAL'
Mme.
i
F. Bimont, tendo abirto um hotel para satisfazer a necessidade que tcm os
viajantes, do hospedagens na cidade do Natal, capi'al .lo Rio Grande do Norte, offerpce <5
concurrencia publiea e garante areio e prompUrSo no Servian.
Alem de ser oste hotel collocado na rnelhor inn desta cidade*, esta" tambem em nma
das melhores casas, pelo aceio e posir;ao.
Tambem ha quartos mobiliados que se alugam mensalmente.
Pref^o o mais resnmido possived.
Ulcncao.
Para o Porto.
Segue com brevidade a barca portugueza S.
Manoei II. Re;ebe carpa e passageiros : a tra-
tar com Tito Livio Soares, a rua do Vigario n.
COMMNH \\ PER NA M BI 'CA N i
DE
lavcguetlo costeiran rapi.r.
fARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAC*. -
T1, CEARA, MANDAHU', ACARACU'E GRANJA.
O vapor Pirapnma,
commandante Silva,
seguira para os por
tos acima no dia li
do corrente, as 5 h -
ras da tarde.
Recebe carga ate o dia 12 do corrente, encom-
mendas ate o dia 13, passagens e dinheiro a frete
ate as 2 horas da tarde do dia da sahida : es-
'.'riptorio no For' do Ratios o. ;;
COMPANHIA PERNAMBH.VNA
DE
^lavega^iio costeira a vapor.
HACEI6, F.SCALAS PENEDO E AIUCAJC
0 vapor Gtquia,
commandante Martins
segoira para os por-
tos acima no c'ia 14
do corrente, as, li
horas da tarde. ^
Recebe carga ate odia 12 docorrenf.encorh-
indjs aWo dia ':?, passageiros 0 dinheiro a fre-
te ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
eseriptorio no sv,rie ri0 Mai:os n. it
DE
FAZENDAfi
AVARIADAS
Hoje
as 10 |[3 horos em ponto
Por intervencao do agente Pinto, em/ enptorio a rua do Bom Jesns n. 43.
LEILAO
DE
um sobrado bem construido ultimamente,
no Ps^o Castela, em Olinda.
Hoje
as 11 horas em ponto
O preposto do agente Pestana fara leilao, por
oonta e risco de quem pertencer, de 1 sobrado
oem construido ultimarreote, na cidade de Olinda
:endo 7 quartos, 4 salas, ale"m de outras commodi'
dades, como dispensa, deposito d'agna, tanques
para banlio e lavar roupa, encanamento de gaz
com os re?pectivos candieiros, latrina, etc. O lu-
gar em que se acha esta casa edificada. ainda a
iorna mats recommendavel per ficar perto dos
banhos salgados e das duas estacfies do caminho
lie rerro, tanto do varadouro como do pateo do
(.anno, quinta-feira 6 do corrente mez, as li ho-
ras em ponto, na Associagao Commercial.
Vicente Ferreira de Paula Tiburcio fcfalangno
r.o deeiara quo desta data em d'ante, se as*ig-
nara Vicente Malangunzo.
Ilecile, i i'e novembro de 1873
111 iwi iiwiiii tacaaiMMBm.
Antonio Jose Soares Junior.
Leopoldina de Souza Soares,
sens lilhos, feu mano, sua mann
e sobrinhos agradecem cordeal-
'* mente a todas as pessoas que se
dignaram acompanhar ao cemite-
rio publico cs restos nWrtaes de
sen espo-o Antonio Jose Soares Jn
Lijr, e de novo convidam aos sens parentes e!
amigos para assistirern as mi-sas que mandnm
celeb-ar por alrnn do mesmo iinado n> setimo dial
do seu passamento, no : ,nvento de Nossa Senho- '
ra do Carmo, as 6 l|2 boras da aanhJ, egun-
da-feira 10 do corrente mez, e desde j.i ?e eon-
fessam summameute gratos.
MASSA PEiniRAi. e XAROPE
de NAFti de DELANGRENIER
Paris, S6, roe Richelieu.
54 Medlcoa dn HoiplUes de Peril eonalirem
ioa uperlorldade sobre todoeoimaliptitoraea
e >ua podtrota tfficacia nee lOMea, uliiui.
S"PPe, coqueluche [lout conmtlsa), Inflini
macio eloe broncbloi, irrilnfia do peilo I
da garganta, etc. (Cautela conlra at faltifica-
f*>i- Depotiloi nu pharmaelea acred'
Bratil.
OLEO
DE FI6AD0 DE BAGALHAU
IODO-FERREO
COM QUINA
E CASCA DE LARANJA AMARA
'do Don tor DDCOUX. 13, galerie a" Orleans [Paco Real), Parti.
BF.f^i^'S*n,ei,!?J*Jfacil de'omar' sem resaibo, ed cheiro agradarel. Pela ma composicao,
MM lodae as qnalidadai qne lhe permellem suhsliluir com v.mlagem todaa serie de mediJmenloe
como pilulat ferrugmosas, vinho de quma, oleo de figado de bacnlhau, xarope de casca de
laranj,, amara, empregados para combaler a anemia, a Morose, as affeccSes do pexto, a bronchite.
o catarrhos, a tisica, a diathese eslrumosa, escrophulosa, etc., etc. ^ '". -?!**1**. em?re8 faci'. da s.na moltiplice e eegara, da cconomia para 01 doentes,
os medicos prescrevem o'o por preferencia a qoalqaer oulro medicamento similar. u,
Depcsito em Pernambuco, A. REGORD.

:es
F. J. M. Bacalhao convida aos parentes e amigos
do iinado tenente-corunel Jose da Silva Pessoa
para assistirem uma mi igreja de Santo Amaro das Salinas, no ilia 7, as 8
horas da manli.l
Aos senhores fiscaes das fre-
guezias desta cidade
Nos somos pais de familias e estamos de accor-
do que se fechem as tivernas, e todos 03 pais de
familia devem gostar da mesma lei ; mas e preciso
que os senhores nVcaes facam cnmprir a lei, po-
nham mnltas aos vendelhSes que vendem pela
porta do retiro, e gabam-se que os senhores [is
eae; sabem, mas que fecbam os olbos, pois e jn"to
quo se can pra a lei ou deixe de se cumpri-la
Isto toi feito para socego das familia*.
Vjva S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia.
viva a hberdade do commereio.
Viva a camani municipal.
Muitos vendelhoes qne sio de accordo cue se
fechem as tavernas.
r,w:'s p; ui a'iugarpan
ta ou por anno
Urn suhmdd nolMcu da Panella, na run do Rio
>. 3, com '1 Mas, S ipm**, a eta, coxlnba I8ra e
pjintal murado.
Uma hoa rasa terrcft Bora com coeheira, estri-
naru pequeno .-ilio, a ruar^en d rio, n :).*i da
rmwia roa.
Uma casa poijncna. porfjm cam bnns eonrmodos
UiUrXvessada :>m caa Aimas ao pd la casaver-
ui.Ji.a n. 2. T.vla .n tratar <-m r eonimeiidadoj
' H'l"- > Kn "mi um poquenn
''"': JBl ; -i Iti S^. .\li- :-
p.ma fa**, e pnra ini'c-rnr<".es mi
'-ver-. i do Qni imtdo n. :i. I* andar
- Pt|r>se aj proennchl d 'arregado d'1
negodnsdflSr. Join Manoei Poninal jn'-or 0
"*rJ" al'l'ari'Cf'a rna.de H piriu n. 33, das 6
as 9 h'.ra* da manhit, ou das as ."j da tar.l*-.
Kugirain do engenho Hura.ema da freguezia
de Serinfilem, no amanhecer do dia 27 do outu-
!^ro proximo aaasado, os escravos segnintes :
Francisco, preto, idade 18 a 20 annos, alto,
grossa, moleir.io, falla mansa, pes ?randes com
fiichos 0 rachadoras, natural do Bu^nue, foi ven-
di.lo pelo ?r. Ojnstantino Leite e penencia ao Sr.
rrane:?.-o R^jerra.
SiniVi, eabra, alto, pouca barba, falla man?a,
eahcl'os <\irapinhos, feridas n.-i pernas, pes gran
jJM 9 afire 0 dedo grande qnando pisa, e natural
do Panema, pjra onde ja fugio a primeira vez, e
ilup-se
A casa da ma do Padre \.J,rega n. 87 ; a tratar
com Joigj Ta-sn, a rua do Am ..im n. 37.
Bngoramandeiras e eozf
nherra
Fr.-ci>a-se de eiijjoiiiinaiid.'ii'as e de oma'con
zinlfira na lintiiuria fran :e/.a ; a 1 ua da linpera-
tTlz n "m.
so snppoe Tii.' nara alii mesmo foram a mhos, e foi
vendtdo p*lo Jr. Adnao detal. I.evaram flous ca-
valln^. um te sella, alasiio, mSos ralcadas^ con
mal de he-ta e "strella na te-ta ; ouiro de roda,
cast-nho claro epefo de nm olho roga-se a- an-
tondades policjae- e capitals de campo qu. 01
apprehenderen q-ie os mandem levnr ao dito en-
genbo 1 Joaquim Alves de Castro, ou na rua do
Coronel Lam.mha n 12, que generosamente se
gratiflcara.
(jrande
Aluga-se 0 J." andar da casa da rua da<
Larangeiras n. 13 ; a tratar na rua do Marauez
de Olinda 2. andar da casa n. 1.
Aluga-se
Kiode Janeiro
0 patacho dinamanpiez /. P. Larsen, 1 sahir
nertes dias, recelvj ainda alumna carga a Irete
a traur na rua do commereio n. 0, andar
para liquida?ao, no armazem A rua ilo Ba-
rSo ila Victoria n. 2*. junto A loin do
Carneiro Vianna.
IIcjc
0 agtnte Martins fara leilao de grande sorti-
mento de espelhos dourados, metaes de diversas
qua idades, camas de ferro, cadeiras de todas as
qualidades, inclusive cinco duzias do dftas ame-
rieanas, proprias para sala, gnardas coraidas, ri-
co. lavatcrios completo*. objeatos de toilette, ta-
Iheres em dnzias para mesa, faqueims em caixas
carriohos para criamjas, nm dito especial, cjmple-
to, para dous carneircs, uma rica seraphina, relo-
gios para sala de jantar. nm lindo chafariz de fer-
ro com todas as ^erteneas, bonecas sortadas, ma-
chinas para fazer cafe, e outros muilos artigos
que estarao patentee no a:to do lei!3o, e sao ven-
didespara liquidacSo.
Tambem sera vendido nm grande sortimento de
machmas de costura (perfeitas), que s3o garanti-
aas pelo vendedor, que mnndara ensinar a "
aos eompradores.
0 primeiro andar do sobrado da rua dj Duqua de
Caxias n. 44, proprio para eseriptorio, ou rapaz
aolteiro : a tratar no mesmo, loja.
DROGARIA HOMEOPATHrCA
DA
Viuvado Dr. Sabmo 0. Lud-
gero Pinho.

43 Iliirt do Kacito da Victoria ta
Gontiniia esta antiga casa a ter sempre a Tenda
os melhores medicamentos homeopathicos em gio-
bulos e tinturas. tanto em carteiras coifeo em cai-
xas, de diversos tamaohos, pelos segnintes precos
Em globulos Em tinturas
1 carteira ou caixa de 12
i arapassarafesta.
Aluga-se uma easa no Poco da Paliflla a rua do
Rio n i8, com 2 salhs, i quartos, cozinha fora
quintal murado e com alpendro na frente, muito
propna para a estaeSo calnios.i por li .ir proxima
ao ri i, oesiructand i o exa llenfa banbo, e prcco
eommodo : a tn,tar na travessa da Madre de Deo.-
n. 18.
0 Mm. Sr. Dr. Leopold" Cesar Duqu.; Estra-
da, fonnado naacadeima do Pernambuco em 1873,
filho do Illin. Sr. Joaquim Leopoldu de Figueiredb
e.ciiamadoa loja de Amaral, Nabuco AC, rua
Nova n 2, a mgucio que nao ignora."
- A sciihora quo se otlcrceeu para ni-.rar em
Ci.-i ile ramilia, prest-indosens servicos do costu
ra pir peipieoo salano, poiie diiigir-se a rua do
M.ir,p.ez de Olinda n. 34, i. a 3.' andares, so-
brado.
^f^RRILHA
- Alnga se uma fxeeff^nte casa na novoaeSo
do Duarte Coelho, em Dlinna, eom ben- imiuo-
dos para familia; a tratar coin Jorge Tasso, rua
Ainorim, b. 37.
;
t.
'nrr.\KAVO Pin...
C. AYE ft .P Co., de Lotcell,
'-ados XJnidoe).
r.M FRASCOS PEQUENOS.
v R C'ASSEIj8 &' Oa., Agentes Geraes no Brazil
Unitfos n'gontos ncsta provincia os Srs. J.
0. 1>. Coylo, rua do Commereio n. 38.
medicamentos
1 dita dita de 24 ditos
I dita dita do 30 ditos
1 dita d ta de 36 ditos
i dita dita de 48 ditos
I dita dita de 60 ditos
t dita dita de 120 ditos
Tubos avnlsos de qual-
quer medicamento
Vidros avnlsos idem
Sodeldoe de Rhne, de
ran.
10*
15*
20*
24*
30*
34*
30*
500 rs.
1*000
Bryoni e
2*
&'
28*
321
101
|
1*
e 8*
para rhec
Uma pessoa com pratica de Imtica se offerece
para caixeiro : quem precisar aununcie.
. Caixeiro.
Offeree s,i ,im rapaz de idade de if! annos.
para caixeiro do tfiil'pier estabileci.neot.. r'qnom
pr.'ci-af annnncie.
0 balanciador-
Jeronymo Jose da'Cosfa, mais antigo de^ta prr-
vincia, pode s^r procurado n.> pateo do Carmo n.
n, venda, que se lhe dira aonde esta trabalhando,
oa ua moradia.
. 0 ahaixo assignado encarr-gado da li.mida-!
eao da massa da. iirma Jo e dos Santos Nsves &
Irmao, do novc convida aos credores da mesma
nrma e de cada um dos s icios em particular, pa-
ra _Tie no prazo ue oito dias, na rua do Apollo
HOWS PVBLICICOES MUSfCAES.
.-%. J. t f I'Mlo-Hiia.Yovan, If
Ai'.a v>, .!,; publicar-se, e acham-se d
vend;; as spguintts musicas :
piano sa1.
Dansb ESPAXnoLA, por Ascher 2J800O
Vrabkii.a, mazurka, por thoimer 15300
Valsvdo Pacsto, por Croyzcs 1?000
Sokho de im.\ vikoem, por Albor-
tazzi 18000
Anna la I'nit-, cavatina l^OOO
IoClautde la Luxe, por Hussmeyer 1500
I!STRELI.\ D0N0r.TK|n ,, ,. ./>
S.vn.ACVoAoBAniAlrolkabnlhanlc,:M)00
(Picket, par Soixas, oiTerecida aos
fhriek.ts club periiambucano e
bahiauo 1JSG0O
l'lAMOKCA.MO. '
Uf.sks":;!V.>, muito Undo romance
por I. Smoltz 2$000
-Non v'amwa, romance por Guercia 1500O
Tar.ibe-2 Fdcebeu da Europa grande sor-
timenio de musica para piano, piano e
can to.- estudos, melhodos, etc. etc.
Precisase de um caixeiro que tenha bas-
tante pratica de taverna e de fiador de sua con-
ducta : na rua Duque de Caxias n. 20.
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfnmagators.
Machmas para descarocar
algodao de 12 ate" 30 ser-
ras.
CASA AMERICANA
n 18 arm zom de assucnr, a'presentem os sens ti A*S Rlia do ImnPm/Jnr &f\
titulo- aflm do serem estes v.rificados c poderse __ lxmh u,u -'"^clUUOl itO
assim conhacer cm quanto rrionta o passive, sem Aluga se o sobradinho do largo da Penha~n-
o qne nao se i regular a forma do pagamento. 12 : a fallar nas I Jneo Pontas n 31
bste .'onvite e e> tensivo aos herdeiros do f) An. ------n-------------------------:-----::__________
na Delfina 9am U.rreto, aenhora do eBrnnho "$*** casa "^ r,ji ,, fa"eci,1 Manorf
Garapn, da qual :,i inventariante d socio JoTdos 'M'fn,"-1V,0',ra-^^^'ra '!u"os "-oramodos para gran-
Santos Neves. I08t aos &* lPn1' muitos quartos fora, proprios
Recife, 5 de nivembro de 1873 Pra cnad"s nu cwravns ; tendo no me*mo aiUo
Joa* Francisco do Reiro b "gna para o nece->sario da casa, e tendo o
wrt miiw; ', r ,?C" d0 Keg0' Prto da casa. com bom local pora lotnar ba-
.no coi.egi,. da Conceirao prccisase de um nho : a tratar no mesmo sitio perto da estacao d
>eiventc. Calneireiro,


Ditfno de Pernambuw Qulnta Mra 6 de Novembro de 1873
1 t||- i Precisa-se de uma ama para
rl 1TJL rl santo n. 17, 3 andar.
Offi'rece-se uina ami para casa ile honieia
-olviro : na travessa do Peixi'ito h. 7.
A3IA
.\a rua do.Capibaiiho n.
3i premise alujinr uni.i C*
crava qio eozmlus o eng.m-
me i>ira uma lamilia coinpitHa do Juas p&a
Uiu meniuu. jga-.-u bum.___________
Attengao.
20|000..
Precisa-so de iluas amas, sondo uma para
comprar o cozinhar, e outra para engom-
mar para casa de uma faniilia de duas pos-
sess, preferindo-se escrava, paga-se a quan-
tia acirns: a tratar na travessa do Vigario
Tcnorio n. 1, das 9 boras da manna ate as
3 lioras da tarde, escriptorio.
AMA
Preeisa-se de ana ama para co-
tinbar em casa de familia : a tratar
na rua do Haspicio n. 46, casa terrea
quo tern tolas amarellas na cnrnija.
i if j Precisa-se de uma ama somente
\ |\ 1 .1 para cozinhar em casa de rapaz sol
fl.LTJ.l\. teiro, preferindo se escrava : a tra
tar na rua Primeiro de Marco n. 17, loja.____
AMA
Precise-se de ama ama para
casa de pouca familia, setdo
para cozinhar e comprar : na
rua de Pedro AHonso n. 3, ou-
Precisa-se de ama ama qae
> aib.i la ar e engommar pa.*a
casa de duas pessoas : na
ma do Hospicio n. 30-_____________
AMA
Ama
Na ma da Ponte Velha n. 1 precisa-se
de uma ama qne saiba cozinhar e en-
gommar para casa da familia de duas pessoas.
Procisa se de uma ama que cozinhe bom e
de urn criado de t. a li annos, no becco do Pa-
dre n. 28._____________________._________r
\ wt o Na rua do Visconde de Itaparica n. 32,
C\.llla precisa se de nma ama para engommar.
4 TY19 ^ Corredor do Bispo n 5 precisa-se
.uitd. je uma para in i Precisa-se de uma mulher
A III /\ *orra ou escrava> (lue sa'^.a
lLlili.1. cosintoar bem : na Torre, si-
tio do Jose Mariano.
Na rua da Seledade n. 19 precisa-se de uma
ama que lave e engomme, para uma pequena fa-
roilia.__________________________________
Verniies esperiacs para camia-
gens.
Este verniz,-cuja Yalta aqni tanto sentem
os Srs. fabricantes e possuidores de carrua-
gens, acaba de cnegar para seu unico depo-
sit, das seguintes qualidades.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E' urn verniz muito olaro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
maos, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em l_
horas, depois das quaes se expSe ao ar por
algum tempo, o que faz endurecer, e psssa-
das 15 a 18 horas pode passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lbe em seguida outra de-
mao. Dao-se com faeilidade tres demaos
deste verniz sobre as tintas, em Ires dias.
A primeira demao serviudo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas demaos e produz
um excellente brilbn.
Verniz superior seecante para
carruagens.
Este verniz e da mesma cdr quo o ante-
cedente, mas endureco e secca com mais ra-
pidez. Emprega-so com bom exito nas
obras urgentes, e p6do misturar-se com o
anterior. A duracao do verniz permanente
diminue na propnrfao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS HAS CARRUAGENS
Nao e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Eraprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras demaos sobre cores escuras. Pode
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demao.
Verniz preto do JapSo, superior.
Para trabalhosem preto de carruagens.
Produz o preto raais escuro c hrilhante, e
p6de pas>ar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
fuudo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, BRILHANTE E
ELASTICO.w
Este verniz, cantendo na sua composicao
grande quantidade d'uma substancia muito
semelhante ao azeite denorriinadopteiis bceuf,
e o unico fjue di flexibilidade ao couro ve-
:lho envernisado. Em geral basta uma de-
m5o que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois de ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, e & sombra mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido e inutil tal
trabalho, por que nao 6 possival tornar o
verniz elastico e seecante ao mesmo tempo,
Verniz para npparelfio.
Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
ve-se dnixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no !iin iJos quaes se pode pulir com extre
ma facilicidad.-i. E' essencialmente neces-
sario cobrir este verniz com duas demaos do
verniz superfino para caixas de carrua-
gens.
VERNIZ SECCANTE.
Mistura-so com as tintas de apparelho, e
obre tuiio com as tintas moidas, para que
sequeaj mais faeilmente e para Ihes dor
toeii consistencia.
Cotao pao 6 necessario dar lustro a ultimrt
demao de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, convem da lo
n'um local separado aonde nao haja no.
Quando a obra urge,- deve pdr-sn a sombra
e ao ar livre depois de secco, isto e", passa-
das 12 horas, bva-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se tizer isto, mais hrilhante iicara" o verniz,
e mais depressa ss terminara a carruagem
(em caso necessario tres dias depois da ulti-
ma de.nao). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve-se lavar a carruagens
com agua fresca, depois de ter ser-
vido.
Gs frascos devem consertar-se sempre
hermeticamente tapados, o rpsto do verniz
nao se deve deixar Rear no frasco, e pode
usar se para as primeiras demaos.
Piao deve misturar-se com este verniz ne-
nhum outro ingrediente, nem agua-raz, e
de nenhum mo lo com o seccaute. E' pre-
cise limpar bem os vasos e os pinceis, e o
melhor 6 servir um piucel para cada ver-
niz.
Deposito unico para o Brasil, Barthclo-
meu 4 C, Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n. 34,
Precis-se comprar am vadstneenra homeo-
pitb.i pelc Dr Sabfno p ou 3* edicjo : a tratar
ua ftta do Crespo n. 8 B.
FUNDICAO
RUA DO
DO BOWMAN
R. 52
(Pfissandd o chafariz)
PEDEM AUb seoborea de eng^Lno e ootros gricnltore8, eempregadores de m
fiiniscao o favor de oma viita a *pu egt?djelecimenio, para verem o &ovo aortimenlo
ompleio qoe -atn t^oa; sendo tad) superior em qaalidade e 'ortidlo; o qne cobd a ins
Hccio pesaoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENClO VO NUMERO F. LUGAR DE SUA FGNDigAO
Jinn^oB a rrviifti al'siO'nfl dos mais rooifirn0!! ystemas eem la
^apvrcoC rUUttO UOgUa matbos convenientes para as diveraa*
ircnmstancias dos aenhores proprietarios e p ra deacarocar algodio.
Hoendas de canna tlV. 08 latDaDb08' a8:me,borc* qD*lqoi
Rodas dentadas para 3Dimae8'agoa e vapor- ,
raixas de ferro fandido, batido e de cobre*
ilambiqnes e fandos de alambiques.
Hachinismos para mandicc6-alodSo'
Bombas
Todaa as machinas
Pas qnalqner concerto de michiuiMB0'a pre rt ^romid0-
Formas de ferro
Sncommendas.
e para terrar madeira.
de patente, garaotidas
Podeodo todoa
ser movidos a mSo
por agoa, vapor,
on aniraaes.
e pecas de qne se coetoma precisar.
tem aa tnelborea e mais baraias exdateotos no mer-
cado.
Iocambe-se de mandsr vir qnalqner wacbinismo i von-
tade doe clientea, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
dj* compras por intermedio de pessoa enteodida, e qoe em qaalqner oecessidade pode
hat prestar anxilio.
irados americanos e in8trBeQ,0 ^ricoiM
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
mi da miffli
AOS 4:000*000.
AO ARMANI MLBCflSS CAilWTIDOS.
,._} t'nxti i*riK)i.-0' iiii',o l'ttr 'tfa nmrti
vAPQK RilP^CEZ Oru'iix-j'a.-iigii:,.:.i u-:.Jo vm<1:: kvx nn ninTr. n? mjt55fi ,,I0S bilhetvs, um inieiro n. 2l:J con. 700;, um
RUA DO BAIUO DA VICTORIA nu>!o!i.2!83 com JiMj, um miio n. 13W eow
^N. I-----UUtT'Ora Nova-----N. < ,0* outvaa sorte qoe se acaboaile extrahir [It"), convids aos p. s-
suidores a vireui receber na conformidade do cos-
tume item desconto algum.
Acham-se a veuda os telizes bilhetes garantido>
la 15" parte das loterias a beneficio da Sanla Ca-
sa de Miaericordia do Recife (73'), que se extrahi-
ra na s^gnnda-feira, 10 do eorrenle mez, pelo no-
vo plaro.
PRisgos
Bilhete inteiro 'i#0O0
Meiobilhete 2*000
KM PORgiO BE 1009000 PARA CIMA-
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete U750
Mmuel Marlins Fiuza
(lalcado
francez.
FUNDICAO DE FERRO
4' ma do Barfrt do Triumpho (nia doBrnm) ns. 400 a 104
CARDOSO IMAO
10 cavallos.
sobresalente para vapores.
e meias moendas, obra como .iunca aqui veio.
e batidas, dos melhores fabricantes.
RECEBERAM de Inglaterra completo 90rtimento de ferragens e machinas para. b-
gonhos, as mais modemas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
VaporeS de forca de 4, 6, 8 e
Caldeiras de
Moendas inteiras
Taixas fundidas
tvOflaS U agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KO(iaS QentaaaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelogiOB e apitOS para vapores.
OOmDaS de ferro, de repucho.
AraQOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grande3 e p^quenas.
CoilCertOS concertam com promptidao qualquer obra oumachint, parao que -teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man0'nm vir Por encommenda da Europa, qualquer machiuismo,
para o qqe so corrpspondem com uma respeitavel casa de liomdre*
e com um dos melhores engonheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar issentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho dasmesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(eutr'ora rua da Cadela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimehto assaz conhecido como principal e recoramen-
iado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
nelli lSo, desde 10 a" 60 terras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
nas e melhoramentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-$e dignas de
leren vistas e apreciadas pelos Srs. agncultores; os quaes, alem disto, encontrarSo
tambem mais : ,
Apurados vapores locomoveis, de forca
de 2'/i e 3'/a cavallos com todos pertencas
precisos para trabalharem i machinas para
ilgodao, oupara outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Caxros de mao para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com valvula para lavatories.
Ditos de madeira para compras.
Vpparelhos para jardins.
Guard s-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindro8 americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
Iho e cafe".
Debulhadores para milho.
Azotte de spermacete par? machin/is.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que s6av;sta e neste estabeleomoderauentp
ixaminados.
s i
MOFINA "
Esta encoura^ado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
jscrivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ma Duque dp Caxias n. 36, a con-
luir aquelle negocio quaS. S. se comprometten a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon a fevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
s por ete motivo 6 de novo cbamado para dito
flm, pois S. S. se deve lemLrar qne e?te negocio e
le mais de oito annos, e quando o Sr. sen nlho se
ichava nesta eldada
Precisa-se de oma ama forra ou escrava>
e saiba lavar, engommar e comprar para casa
uma familia estrangeira composta de tres pes-
soas : a tratar na rua do V^con.a'e de Qoyanm n.
157, fabrica de rand.
Culileria allemi
Rua de Mathias de Albu-
querque n. 8.
Amiga rua das Plores.
O proprielario .Wte estabelecimento declara que
esta prompto a amola-, afiar e polir qualquer
ferramenta de aco, a saber : *orno ihesonras, na-
valfas, facoes, canivetes, etc. etc.
Na ma do Bar*) da Victoria1 n. 36 precisa-**
bllar ao Sr vigario Andre Curcino de Aranjo Pe-
roira, a negocio de sen interesse.
Alnga se o armazem de recolher pa ma do
Burgo* n. 11: a tratar na ma da Praia h- 20,
a tntar <*om !Ios4 Pellciano Nazareth,
Para komeni.
BOTLNAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de bezerro, de cordavao e de case-
raira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-'
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e Portugueses.
Para senhora.
80TINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantesia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para naeninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTTNADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meaalnos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montaria.
totis a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homenj, e meias perneiras
para moninos.
No armazem do vapor francer, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Gadeiras de balanco, de braco, de gueraijoes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
tevos. e os mais proprios moveis para saleias e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria a. 1, oatr ora Nova.
PIANOS.
Acabam tie chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecklos fabricantes s como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers o Pleyel Wolff d : no
vapor francez, a ma do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Pernimarias.
Finos extraclos, baahas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agna de toilete,
divina, florida, laVande, pos de arrez, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para cresentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos (Tagua de cologne, tudo de primeira qaali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem de vapor francez, a rua do Barao
da Victor i?, ontr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos
phautazias.
Espelhos dourados para salas e ga'oinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca.
CaixiBhas de costura ornada com musica.
Altftms e qnaflrinhos para retratos.
Calxinras cum vidro de augmemar retratos.
i Diversas obras de ouro bom de iei garantido.
'Correntes de plaque muito bonitas para relo-
Jgioi
lirineos a imitacao e botSes de punhos de pla-
-Bolsinhas e cofres deseda, de velludo e de cou-
Tinbo de cdree.
Novbs objedos de phanlazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de-prata dourado, de aco e
detartaruga.
Oculos de aco fino e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castdes de mar-
fitn.
iJengallas diversas mgrande jortimento para
homens e meninos. -
Chifotinhos de baleia e de muitas qualidades
diverts.
Esporas de Urracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para chamlos e cigarres.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escova? para roupa, cabellos, unfcas e para den-
tes.
Cartelrinhas de medreperola para din^ei^o.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainbas de mola para eh?mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de nagalellas, de do-
ming e outros muitos differentes jogainhos alle-
n>3es e francezes.
Alalas, Lolcas e sacces de viagem de mar e.ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criaacas morde-
rem, bom para as dentes.
Ber^os de vimes para embalar criaaeas.
CesJinhas de vimes para braco de meninas.
Carriohos de qnatro rodas, para passeios de
criancas.
Veneaanas transparentes para portase janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
jaz.
Estereoseopos e cotijnoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmerama.
Globos de papel de cdres para illuminacoes de
festas.
Baloes aereostatieos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Eppanadores de palha e de peiinas
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louea branca, modelo bonito e bom.
Tiras de moldoras douradas e prttas para
qaadros.
Quadros )i promptoi com paytagens e phanla-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com Hildas pecas.
R^alejos ^armoJlicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de qninquilha-
nt'. dtlflceis de mennonar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barlo da Victoria, ontr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros, pes e paNos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Earopa para entretenimento das criancas tudo
a pre os mais resumidos que e pussivel: no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao da Vic-
oria, ontr'ora ma Nova n. 7.
Leiam
Cfiiwiro.
Prcclsa-se de nm do 12 a li annos qne aupira
lr para o Ingar de I'na, de Rio Formoso. lTerr-
rrff ,:lni!i niie Miba n-crcwr bi-m, emlwia te-
r.ii;i !; iii-i'M. Ti:.t;i se ;i nia da -><
____
I ha
'i. ii
! ..lllir
Aviso.
Rocha 4 C estabelecidns com armazem de mo
lhados i deposito de sabim a rua da Madre de Deos
n. 4, p;.rticipara aos seus freguezes e a quern mais
possa interejsar, qne o S Manoel Lnnreneo Aim
Santos Coelho deixon de ser seu caixeiro desde
31de outubro proximo pass'ado.
Os abaixo assignados declarant ao publico e
ao comniercio, que compraram a Viverna sita no
largo da ribeira de S. Jose n. 21, que pertencia ao
Sr. Jos julgar com direito a me.-ma, queira ^presentar-se
no prazo de tres dias. Recife, 4 de novembro de
1873.
Antonio da Sbva Junior.
Francisco Fabiao do Monte.
"CASADOOuKO'
Aos 4:0008>000
Bilhetes garantidos
hua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos sen?
rouito felizes bilhetes a sorte de 4:OuO6"00 em
dous neios den. 1869, alem de outras sortes me-
uores de 40*000 e 20*600 da loteria que se acabou
de extrahir (72"; ; e cunvida aos possuidores a
virem receber, que promptamente serai pagos na
forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respein
vel puolico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao dc
tirar qualquer jremio, como prova pelos masmcj
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
-antidos da 15" parte da louria a beneficio da
santa casa da misericordia do Recife, que se ex-
trahiri no dia 10 do corrente mez.
Precoi
Inteiro 4*000
Meio 2*000
Die lOO&OOO para cimw.
Inteiro 3*500
Meio 1*730
Recife, 29 de otttabro de 1873.
Joa<* Jonqunn du Costa Ltite.
Autonia Fn.nci'ca a < Sa.;ranionto, dadan M
respeitavd iiiLlico, (|uc sen inue_ se acha tro-
cado, no inveuiaiio de sua flnada mai -Anna Joa-
quina da Conceicao ; com o nome de Autonia
Maria Benedicla ; e para que e*ta no futuro pos-
sa causar damuo a seus herdeiros faz a presen-
ts declaracao.
Recife, 10 Je outubro de 1873.___________
A visa se a quern interejsar possa que o Sr. Joao
Marques Fernandes nao pode vender a sua taver-
nasita no largo da Santa Cruz n. 12 ; assini. pois,
quem, nao obstantc o presente aviso, a comprar,
Iicara sujeito a quaequer exccucOes, sein que
possa allegar ignorancia de sua parte. Recife, 1*
de novembro dc 1873.______________^____
Doces, Iructas e flores.
Na rua da Cruz n. 6 tem todos os dias
sorvete das 11 horas em diante, gelados,
refrescos o xaiopes do todas as qualidides.
"335.
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r =
= S-a
X =

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Armazem
Aluga-se um na ma do Marqaez flc Olinda,
ontr'ora da Cadeia n. 24, a tratar na rua do Vi-
gario n. 17 (foja).
Precisa-se com urgencka de uma ama
para cozinbar, para uma familia de 2 pes-
soas, e que sfja pcrita cozinheira : a trater
no paieo do Hospital n. 28.
C. Tasso Irmao pedem de novo' a todos os
seus devedores que mandem ou venham pagar
3U.3 cuuias ate o dia 0 d corrente, do contrario
nass.'rao pelo dissabor de verem os seus nomes
neste jornaL Os abaixo assignados declaram que
nao exceptuam devedor algum.
,_________'_-_________Tasso Irmao.
Preeisa-se de urn caixeiro para hotel, que
de conhetimento de sua cundncta, e de uma ama
que saiba bem cozinhar : a tratar na rua do Mar-
quez do Herval n. 2, Concordia e Commercio.
03
N
O
s.8 5
3 S 5 S =
f B .1
O a. w o i
A0 COMMERCIO
O abaixo assignado faz publico que desistio da
compra da loja de fazendas sita a rua do Barao
da Victoria n. ."9, oertencente a extineta firma de
FerreiraA lco.
Re.iife, -1 de novembro de 1873.
Antonio M Fornandes Silva.
Attencao
Alcga-se a casa n. 36 da rua da Ventura na
Capuuga, com commodos para familia, esiando
perfeitamente limpa, por se ter mandado caiar e
pintai ha houcos dias: a tratar na rua do Duque
de Caxias n. 44.
Na Magdalena travessa do
Luca.
Aluga-se um grande sitio com grande casa pa-
ra nuraerosa familia, tendo quarto para escravo,
coxeira, .taiiqne, duas baixas para capim, com
quantidade do arvores fructiteras : a ver e tra-
tar na Magdalena com o seu proprietario Manoel
da Cunha Brandao.
Excellente casa para alu-
gar. .
Na rua do Imperador n. 9, se dira quern alu-
ga uira excellente casa em Beberibe de Baixo,
rua de Santo Antonie, ao pe da capella, com 6
quartos, 3 salas a cozinha, nas melhores condi-
cues pjssiveis.
Alleiicao.
Precisa-se de um criado para uma casa de
pequena familia : a tratar na travessa do
Vigario n. 1, escriptorio.
Ceslinhas para eftsliira
ao armazem do vapor franrcz, cua im Ra-ao da
Vietoria (outr'ora NovaJ rj 7.
Oleados
,baratos,
Oleado bonits o muito baraios, para cima de
meza : no armazem da .vapar francez. rua do Ba-
rao da Victoria ontr'ora Nova n. 7.
Alnga-se o armazem n. 34 a rua Duque de
Caxias (antiga rua das Cruxes) : a tratar na So-
leaaae n. 27, ou com lose Henrique da Sila Gni-
maraes.
A senhora honesta que annuncion no Diario
de Pernambuco, para cozer em sua machina em
casa de familia por pequeno salario appareca na
rua de Joao Fernandes Veira, no sitio denomina-
do os Ciuatro Leoes, n. 9.____________
Joaquim Jose Gonealves
Beltrao & Filhos
Teem para vender no seu escriptorio a rua do
Commercio n. 5, o seguinte :
AGUARDENTE de cajii: caixa de 12 garrafas.
de larania, idem idem,
ARCOS de pao para barril. .
CAJL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo
de marlim t osso.
FEIXES de ferro, para porta.
FIO de .ilgodao da Bahia, da fabrica do common-
mendador Pedrozo.
LLNHA de roriz.
OBl'.AS de palt.eta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETO02; de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Milit2o.
ROLH.iS proprias para botica.
SALSAPARR1LHA do Para.
ELAS de cera de todos 6s tamanhos.
VTNH0 aigarrafado do Porto, caixas do 12 gar-
rafas.
* c'ito Moscate do Douro, idem idem.
dito Setubal, 'aijaa de 1 e 2 dn?ias.
t da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
< de CoMares superior, em ancoretas.
< f!c cajd, caixas do 12 gar afas.
i .'if-ilvasia do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
t Carcavellos, idem idem.
Joaquim Jose Gongalves
Beltrao & Filho.
Rua do Oiuimcrcio n. 5, 1.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
?*> Minho, em Brjga, o sobre t>s sefi'intei
gares de Portugal:
Amarante. ,
Arco de Val dc V^z .
Bareellos. m
Beja.
Chavcs.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guard a.
Guimaraes.
l.amdgo.
Lisbda.
Mirandella.
Moncao.
Ponte do f.irr;?r.
i'orto. .
Tavira.
\'alpassos.
Viann.i do Citelle.
Villa Villa Nova de FaiualkA
\illa Nova do PortimAo
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
I'igueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminha.
Evora.
Oliveira de Azemeis.
Penafiel.
RegOa.
PENHOBES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qua! for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Fropesso da provincia
A melhor machina de riscar papel, vinda n6
hoje para o Brasil, acha-se nesta cidade, montada
na encadernacao brasileira, a rua Duque de Ca-
xias n. 21, onde panta-sa e risca-se papel em to-
dos os fcutidos, bem como livros em branco de
repartirSes ou commercio, mappas, manifestos,
pmlos ou folhas de empregados, despachos, ojntas
correnles c de venda, tudo com a perfeicao e pres-
teza que o freguez desejar. Bern mentado como
esla este estabelecimento, pdde encarregar se de
qualquer encardenacSo, mesmo de lnxo, para o
que doura-se sobre panno, papel, couro, velludo,
seda e ptrgaminho : a rua Duq ue de Caxia9 nn-
nero2l
Offerece se nma mnlner de boa conducta pa
ra fazer companrua a uma faru^ta, e tambem
presta algnns servicos: quem HjMjta' dinja-so
a Boa-Vista, rua Formosa n. i.
NOVA TINTA
MATPIE"-PLESSY. 90, loul* St-Qmnam
PARIS
tPSSICAO IMVKRNAlTBK I87
MECJLH48 DE PST E BROHZE. CUZ M IESIU OT H0KU
NOVITINTA
D0BSA &0XA PARA C0PIAB AS CAETAB
Btupii;Ml pelas grande* MputioOw
Dppotito an Fernanbvco, A. REGORD.


__
6
LhAflic de Pcmambocb Qutnte feira 8 de NovemJinriie It <#.
Boa casa para a festa.
Ma??--- nnia excellente casa no Monteiro, tra-
vels i;.. Xi-u>, ;i ijual so acha ein muito bom es-
tate iw :. ,|.^zi : a tratar na rua Primeiro de
fcw?>. .'Mi^s ^o Crespo n. 0 A, loja de Gurgel
do air .> C.
'.,..- OiSKBTAS- MEDICLNAES
PELO BACHMir.I.
, ILioel de Siqueira ,@
''avalcanti. -
1' <> Preservative* da ery-
sf>** : para curar com cort^sa, e
i lempo, qnalqucr ataque de $
"">*'-' i' prevenir o seu reappaic
$22 .Jit- mt-dicamenlo lambem e muito ''3/
nil.i-i-.ii p*ra o rheumatismo. *<
$
@
* h ttr^iilurior (ruuf&o para falta, .irregularida-
V, sui pwsie repeutina da meostrua-
<^"- d'.s locbios, assim como para
:' n--o riiihjutos devidos aquellas
V i"i. Ambos estes medicamentos
ja f5 p uluiln concoiiaados, e procura-
!s ue-11 provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Aebata-se a venda somente em casa
J> aiilr, das 9 boras do dia as 3 da
, e a qualquer hora em casos ur-
aeiiles.
GRATIS A05 POBRES
Rua da luiperatriz n. ii, 2 audar.

Escravo lugido
Acha-se fugido un\ fscravu c inj os signaes se-
puint is: uiulato, cabello eirapinho, representa ter
:ID annos de idade, seeeo do r/>rpo, estatura regu-
lar, cam pequena, boeca gran le, beieos grossos,
coin falta de denies na >rente, nariz cliato, com
sardas escnras e miudas, que vistas de longe pa-
recem buracos, maos pouco foveiras, foi foguista
do trem de Apipucos, chama sc Jose Rufiao, tarn-
bem connecido por Jose do Rawlinson., e natural
da Parahyba, onde foi comprado. Para ser ven-
dido tinha sido entregue ao major Almeida, de cujo
poder fugio : quern o apprehen ler pode leva-lo a
rua e.-treita do Rosario n. 23, 1 andar, que sera
gratificado. ________ ___
&
&
#
Perequito.
U> pritneiro andar da casa de Antonio Jose
Dwftun* !- ivii'i, a rua Nova n. 50, voou um
pwrtijuit.) e mtrafeito e fallador, levando no pe
ajoa ci.r'Mit- ie prata : quern o tiver pegadu
o> ;> i t :; ituudaJe de o enlregar na mesma
aB "que sera graeroBamedte recompensado.
100$ de gratiGcacao.
Ausentaram se do engenho Araqnara, termo
de Esrada, de9de o dia 19 do carrente, os e*cra-
vos : Pedro, de 23 annos, c6r fua, alto, grosso do
corpo, pes apalhetados, ladino, cantador de mo-
das, comprado ncsta cidado ao Barao de Nazare-
th ; e Antonio, de 30 annos preto, estatura e cor-
po regulares, com falta de denies na frente, pes
lambem apalhetados, tocador de viola, comprado
ao Sr. Leonardo Rolin. 9uspeila-se que o prK
meiro esteja na cidade de Olinda, em consequen-
cia do ter sido escravo do coronel Passos, hoie
Barao da Tacaruna ; e que o segundo ande pelo
Poco da Panella, onde reside o seu priraitivo se-
nhor. A pessoa que os apprehender dirija-se ao
Sr. Olympio de Souza Galvao, na estacao das Cin-
co l'unii-. ou ao dito engenho Araquara : a tra-
tar com Antonio Jose Gomes Junior, que sera re-
compensado com a quantia acima.
14
a casa Icrrea na Ilaa Jos Ratos n. 68, coma
taste [Mi i a.i -liada do Hospick), com ba>tante
coawo-'i- 'jam iainilia : a traiar na rua do Mar-
qrn it Olinda n. 4.
I'ma senhuta honesta que sabe bem
1,1 ,a.ic!iina c por pequcno sala-
ri". -' presta a nxxar em casa de familia,
pi stnolo i>s sous si;rvigos : quem pretender
aniu .ci! por esle Diario.
Garros de luxo.
t7 iii ptMtiiinavel que a cocheira da rua do Bom
lest -. i'i, 'le, In,i tuim Pars Pereira da Silva, c a
Be ". ni ,i ilhores berlinJas, calecas, meias ca-
is -^ : i-.is de luxo, proprias para qualquer
a-' .. v' i is de Gtiqueta, bailra e actos da aca-
i i ..s mesmos kjaezados de Axcelientea
limaes, arreios luxuosus e boleeiros
i fai i iiteHtiis do ultimo gusto, para o que se
Boawta au publico a vir por si mesmo scientili-
- da verdade do que d'-ixamos dito, certos fie asso ".ontrarao pomada, e sim realidade e
I preens. _____

i) iiiiios de mar.
.1 narl, Nabuco & C, receberam de Pa
ris tntereisaatos costumes do ultimo gooto"
p: ra Uom*u v seaboras que desvjarem to>
r i li.lnlios siolgados, alem da solidez da
> :. ::i resistip a agua salgada, a ele-
1 dos tr jos nada deixa a dose-
Hotel chinez
21Rua da Imperatriz21
Ksia aberto a concurrencia do respeitavel pu-,
blico este novo e bem util estabelecimento. Rece-
be-se assignaturas mensnes, e promette-se ter
seiniire sullirientes comedorias para se fornecer
avubo. 0 proprietario deste n vo estabelecimen-
to prometie servir o melhor que so pode desejar,
e por precis rnuilo resumidos. 0 que se torna no-
tavel nestes casos, e o asseio e oromptiao ; e nem
so se po le afflanijar ito, com > tainbem se garante
as ccinidas seretri muito bem feitas, visto quetem
nm cozinhoiro de primeira ordem. Havera todos
os dias sorvete das meihores fruetas conhecidas
entre nos. Espera-se a concurrencia do respeita-
vel publico.
* ******* m-wmmmm
0 Consultorio homeopa- ^
# thico fl^
S CQNSULTQftifl *
MEDICO-CIRURGICO 0
DO 0
0 Dr. J. M. Curia ^
M liua do Marquez de Olinda n. 25, pri-
JS meiro andar.
W Consulta das 9 horas as i I da matI.
fjf Chamados a qualquer hora. m*m*im#w* *****
Consullorio imsdieo-cirurgico w
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.,
i 1, outr'ora rna da matriz da Boa-VisU
n. It.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 as ,
4 boras da tarde. Q i
Consultorio meilk'o
DO
Ur. MuiHlo. %
AMQAR. ,/5f
Ye- G
RUA DA CRUZ Nj 26,1.
Recem-cbagado da Eurepa, wide
41-
!<
m
*
ilisa deeampo
so a qu.ni quiver fazer os concertos
irki, o : rrendamento por alguDS annos, da
axcnllente casa sita na Porta d'Agua,
i 11 ftnado Dr. Joaquim Pires Carneiro M m-
d4u-*8 escrjplura para maior seguran-
(oea'idade & muito talubre, e a casa muito
ma railico banho de agua doce em
tail i c unmodo rtslo quo o trem passa
t quern pretender pode dirigir-se ao Sr
.'o Cprneiro Uonleiro, era Apipucos, ao
I hci. Igdacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
Sr. Cannan, a rua do 'uiiiinercio n. 40.
Preta cozinheira.
rna do ninJesnsn 57, 1 andar, ha uma
pnta C'-zinheira para alugar.
Dr. Santos Mello 5
-Rua do Impera lor41 0 lsultas todos os dias das li a 1 da c
large. 0
Gratia aos pobres. fii
Resiiencia a rua Nova n. 7, segundo 25
andar, onde da eoosullas das 6 as 9 da @
nianlia e das 3 as 5 da tarde. Chamados a qualquer hora. ?25
%**w% ***** ***
'mm i
100^000.
Esta fugido o escravo Nannel, de Joao de Souza
Dias Valladao, que esta em Fernando do Noronha,
o qual tem os sjgnaes s^guintes : mulato, andar
descanjulo, altura regular, barba serrada, e dizem
quo anda com uns papeu falsos e intitulase com6
livre : quern o apprehender e leva lo ao largo da
A-sembfea n: 17, rebera a gratifieaQao acima ,
cisi li mm:
Alugase uma boa casa em Olinda, com bastan-
tes commodos para familia. na rna Ue S. Fearo u.
3: quern pretender dirija-se a rua do Marquez
de Olinda (antiga rua da Cadcia) n. 20, que acha-
ra com quern traiar.
Attengao
Perdeu N na tarde de segunda-f-ira um relogio
de ouro patente inglez, com uma corrente de ou-
ro, porlalapis, e uma ctiave do feitio de uma sa-
carrollia e um sinete com limbre ; o relogio tem
da parte de fora na t impa uma coroa de nobreza,
e ns ponteiros -So prelos e extraordiuariamente
grandes." qnem o achou se o levar a rua do Im-
perador n. 26, 1 andar, recebcra a gratificacao
de 150*000.
Fugio do men sitio da eslradi do Arraial,
:i i 27 do correnlo, a minha escrava Adiiana,
s signaes seguintes : altura regular, cara
. i, !"; fula e mniio regrista. Esta escrava
n cosi ime cle vender fruetas e e muito co-
idi nti Keeife : protesto coin todo rigor da
intra qoem a liver asylnda e rocompensarei
in qne li mser o dito sitio.
lose Poppe da Silva Lopes.
G am nil uns.
S-,\ rua do Barao da Victoria n. 36,prec --
iiiar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
-'i Paes da Silva, a negocio d? particutar inte
1
Escravo fugido.
100.3000 (le gratificacao
Desappareceu de novo, de borlo da barca bra-
nfeira .S Josf, o escravo Joaquim, preto de na-
r\ qnal anda hem veslido e calrada, deixan-
48t crc-"cer os cibellos a mod > de meia cabelleira.
Bsse .-ciMvo pertenc uao fallecido Dr. Olym
i \'arceiliii" da Sitva, que o havla comprado na
oTincia do >!iiis (emS JoaV> d'EI rei ouOuro-
Ireft), e com el! )"alli yir.i esta provincia, Uopde foi para Maceio,
aoio o venJi lo alii a rastino Epaminondas Ne-
'ij-:, a quero o compiar.ira os :.baixo essignados.
3afco ciizuihar, 'n;cupac-,.i a que estava dedicado,
Bunhece ^e pelt fall a i^oe e afneano.
OfT-rece-so a gratiiicacao acima a quem o ap-
. in sr i mga-se a todas as autoridades a sua
captnra.
Recife, 0 Je oniuiio de 1873
Jose da Silva Loyo 4 Filho.
quentou os hbspitaes de Paris e LonJres. fg
pode ser procurado a qualquer hora do fj
dia ou da noute para objecto de sua pro- O
fissao. rj
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Especia /! V crianca e de mulher.
^| Emprega no tratamento das molejtias' f,
Q de sua especialidade as duchas fricu e rj
Ft banhos a vapor, para os quaes trouxe Q
f*\ os. apparelhos mais modernamente em-
ff\ pregados na Europa.
W\ Tainbem applica com grande proveito
5j no trataraenw dasmoleetias do ntero a;.;
5r, electricidade,.pelo nrocessQ doDf.Tte'j"
w pier. Cura por um processo rateiramente W
novo as blennorrhagias e sobre tudo a [J
(gotta militar) dispensando as injeecoes. fj
putfNttfttn Mwi elf n
1 NNTISTA DE
jg 19- RUA NOVA19
5 J* M. Lotoux, cirur-
^5 giao dentista, succes-
sor de F. Oautier, es-
5 pera contiauar ame-
5 recera'confian^a dos
clientes da easa, e do
respeitavel publico em
geral.
esta
t-M-
!-
%

iiiiriilit
a escrava Matildes desde 17 de raarjo. do corrente
anno, de 32 annbs rte Idade.'p'tefti erioula, estatu-
ra regalar, ehoia do-cc-rpo,4*9*nas flnas-,. tetn-uns
carecos no rosto que parece espmhas, falta de
denies na frente da parte de clrna, falla muito
mansa que as vezes desafia corhpaix5o', boa cozi-
nheira e engommadeira, e filha do Para, foi com-
orada a sogra do Sr: commendador Lucena,
muito conhecida por ter estado alugada em casa
da Mauoolti do'Inspaclnr, nn'Monteiro, ella iotitU-
la-se de forra e tem sido vista no Vur > da Panella,
Monteiro, Caxanga, Magdalena e aqui no'Recif^ :
pede-se encarec damente a todas as autoridade?
policiaes e capitaes de campo a sua apprehensao,
assim como se"pede a quern tenha'amas que ve-
rifique nessas que dizem ser forras, pois consta
estar ella de ama que nao sahe a rua, quo se ra-
tificara com a quantia de 10'if a quern a -levar a
seu senhor, na raa do Livramer.to n. 1, a Antonio
de Paiva Ferreira; e protesta-se tiaver os dias de
servico de'toda equalfuer 'pessoa que a tenha
occulta em sua casa, na forma da lei.. __
BAZAR
Rua do Barao da Victoria n. 22.
DE
Carneiro Viaima.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de macbinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos nltimatnentena Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
$im concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Weste estabelecimento tambem lia pert^ncas
para as mesmas macbinas e se suppre qual-
ler per^a- que seja necessario. Estas ma-
inas trabelham com toda a perfciejio de
[arm e dous pospontos, franze e borci3 toda
quarter 'oostura por fina que .seja, seus
pregos sSo da seguintequabxlmle : para tra-
balliar a mao de 305000, 405000, .5000
e 509000, para trabalhar com o pe sao de
803JK)00, 909000, 100JJ0O0, 11 ('5000,
1209000, 1309000, .1509000, 200^000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
tera<;So de prelos, e os compraderes poderSo
visitar este estabelecrmeftto, que muito de-
verao gostar pela variedade de objecto* que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianc,as, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha", fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatories completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de>de as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute a*
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Nenhuma macaina
Singer e legitima se
nao levar esta
marca
fixa no braco da ma-
china.
cacoes notem*se bem
todos osdeta4he? d*
marca.
Casa em Olinda.
Alugase a da rua de S. Bento n. t", a qual tem
n,ft;a, inuitos cuininodos e quintal murado com
t^rtao : iiata so na ruadoTroes n. 18, segundo
Setter.
----------m-ii-l
Aviso.
!i: -e ,-. i Sr. E2eq_uiel, morador na cidade
*01in'"r. que appareca no pontal da Cabanga,
egocio de seu particular interesse
Sa rua do Aragao n. 10, precisase de SOD^
foiaaffirm de uma mulatinha raoca : quem ti-
rtr (iriia-se a mesma, qne s- l'ir:i "inin n> uncio.
- Aiitn'iiu Doiningbs Pinto, queieudo resuunr
v *eu m-gocio de mouilia, tem resolvido fa?er um
:kiu,):iiio do 2.j pur ctsoto aog. preeos de suas
i-! as juaes sao': ricas m >bilias de jaca-
.'3o>la a LuizX'', fabficadas om Franca, ditas de
tofdeira e ite anaMe, guarifai-roiipa de jacaran-
da'do .mogno-o de anable'cora e jrardas ve.-t'^js Je. a^narello, -rijjo* guardas lou-
ea,toi!ette^ de p&ttmj, e.^e mognp, aparadorts
Ma n*jgiio com : pedra, diti< de amarello
oarmario, jj^t^i .j4as|ica- paw jantar. dti>s
*ldB"Q'' 8'P abas sara .ilnin.., ineuinhas -de
i v,-)uca, 4*m jfliinidade de et^eei
B1#liP "-r i 'em i,m
I-. ar;
QUitas qiullda-
i.WeSI.
\iua-se a SAitX i$,"*ia rua das pernambu
- Pede-se aos Srs coronel Joaquim Cavaleante
de Albuquerque, senhor du eRgenhO Paulista, Dr.
Luiz Lnpej Casiello Ilr'anco e Vicente Bacellar, o
obsequio de apparecerem na rua Duque de Caxias
n. 14 a negocio que Hies inleressa.
AtteiiQao.
Precisa-se alugar uma ama
demeiaidade, poremque seja
preta, que nao tenha vicios
nem acha que, e que afiance
suaconducta, para comprar
e cozinhar para uma familia
de 3 pessoas : a pessoa que
estiver nestas circumstan-
cias, appareca no 3. andar
desta typographia para tra-
tai\_____________^_________
Aima^ao de loja
Vande se uma ezcellente armafao de amarello,
lauito propria para qualquer estabeleeimento : na
rua do Marquez de Olinda n. 43.
A6 JittMico
Nao sendo possivei roi;ac:nr Julio Xayier pro-
curar as pessoas, a quem desejava cenvidar para
0 seu benefteio; por motivo de achar se occupa to
com os ensaios de apuro, para a boa execucao do
drama atmunciado, pede por isso desculpa aos
sens amigos, esperando >!ue elles espontaneimen-
te o honrarao com as stias preseneas. _______
Perdido.
A pessoa qoe achou um diploma de cavalheiro
da imperial ordem da Rosa, peitencente a Joao
Domingos da Silva Pinto de Almeida, Guimaraes,
pode enlregar no pateo do Paraizo n. 10 e 11, que
ser a recompen.ade.
-.. i i
Escravo tugido
300^000 de gratificacao
Au.-entou-sir desde o dia 1.3 de uiaio de 1872 o
iirto de nome Alfredo, representa ter de 30-a 40
ann>s de idade, e perfeito coziuheiro, alw bastante,
e bem magro, pouca barba, olhos grander, e muito
ladino, con-ts que tem pai no engenho do Sr. Luld
de Oiara. em S. Lourenco da Malta Este preto
foi coziflheiro dos negociantes Adriano 4 Castro e
Sr. Jose J'p;iquini wwcalWH Bastos, e julga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forrc : pede-se a todas
as auk.i'.Jr-'-. e ea,'" de ramp1*, que odesco-
brindo.o tragam a rua Duque de Caxias n. 9l,Joja
de miudezas do rival stm segundo, que serao gra-
tificados com a quantia acima.
Engommadeira.
Lava-se e engomma se com promptidao e acei6:
no principio da rua de S. Miguel em Afogados,
casa eonfronte ao portao do St. CamHb CJjav^s.
- Alugase na cidade de Olinda, a rua do Paco
Castelhano, (boje 27 de Janeiro) uma exeellente
casa terrea, muito fresca, com hastantes commo-
ilos, bom quintal, proxima do banho e da igreia, a
traiar nesta cidade do Recife, rua de Santa Tbe-
reza n. 12.
3*
^^JfcftBW^ftve.gar.1 ye* (.nft.ca
'rim p.. 11-: <&$-baa-amjioj oaaa4os.
Fuglo no dia 20 de uutubro praiimo passado,
do engenho ^r^ndape da freguezia da Ipojuca, o
mQU escravo Ignacio, com os signaes seguintes ;
enbra acab claaii, 2b annos de idade, altura e cor-
o reguUrus, cabellos pretos a crespos, bigodinho
no c muito pouca liarba na ponta do queixo,
jem tiiucarocinho de um lad) dacan>lla por fora,
aH-* lem unhas nos pes, a excepjio de um dedo,
$> '-.no >:orpo marcas cle ch'gpte, a napadirelta
f <4 fleguenb callo, falla mau.-a e naixa, cara be-
iigosae olfaw.brancos : dA ?"10f>J 4e oraNflca-
gao a qiDin*, Mxer an dito engenHq.
Mail Brelippe de Seurt Leac Jaaior.
Cobre e latao.
Compra-se cobre, latio e chumbo"\'emo :
no armazem da bola amarella travessa da
rua dc Imperador.
Compra^se duas venezinnas novas ou
com algum uso, e que estejamem bom es-
tado : na rua do Bar3o da Victoria n. 5.
Compra-se
um sitio nos arrabaTdes desta cidade, oridepas.-e
Imha de boflds : a tratar na rua do Imperador n.
48, annazem. N
Compra-se uma escrava de meia idade, que
saiba lavar, engomraar e cozinhar, qua nao tenha
vicio algum e seja sadia : cjuem tiver nessas eon-
di^oes e queira vender, annuncie por este DiaTio,
ou iriia e a osirada de Jitaode Barros, siMo n. ^1,
que achara com quem tratar, das 9 horas da ma-
nha as 4 da tarde.
Compra so uma arte franceza de Bargain :
na rua estreila do Kosario n. 17, t andar, das 10
horas as 2 da tarde. -
rmns.
ma
/i
Tem para vender Joaquim Jose Gonealves Be-1
& o Filho : a tratar no sea escripiorio a
do Comraercio u. S.
rna
Banhos em Olinda
Camisas e ealeas de fazenda de boa qnMidade,
proprias para os banhos em Olinda : na loji dos
areos a rua Primeiro de Marco (anftga do Crespe)
n. 20 A. de Gurgel do Amarat C. r
Veride-se oito bois maasoe para carrb : a
tratar na rua das Trincbeiras n. 43, fabrica de
eigarros ou no Ambolfi, com o Sr. E^idio Carnei-
ro R. Campello.__________________________
Sal d'Aveire.
Vende-se na rua do Comnwreio n W, primeiro
andar.
1
Nao ha mais cabellos
broncos.
' T1NTURARIA JAPONEZA.
S6 e umepT>rovaila pelas acad-jmias de
scienciaSj're'e^rrhodda superior a toda que
tem apparpc.iilo ate hoje. Deposito princi-
pal ci rua da C-adeia do Recife, hoje Mar-
quez do Olinda, n. SI, i. andar, e em
todas' as boticas- e casas de cabellei-
reiro.
De fofea de d.ius a seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Maehado & C, Ira
vessa drj f!ijrp3 Santo n. ^25. ________^^
Cal^ado estrangeiro.
Aproxima se o mez de dezembro, tempo em
que o Paris na America, a rua Duque do Caxias n
o9,1 andar, tern de dar o seu balance, por este
motivo, os propfietarios tTdste estabelecimento es-
tao rcsolvidos avenderei seus calgidos pelo cus-
to, afira de minoraremr o trabalho ; assim pois os
apreciadores do bom, e com especialidade o sexo
amavel, para qnem o Paris ua Amrica, eonserva
com a devtda decencia) o seu gabinete reserva-
do, para a escolha de catcado, aproveitem e ve-
nham munirem-se do que precisarem.
Contra erysipela
tins pour varice
Meias de horracha, lecido em seda, unico reme-
dio contra a erysipela das pernas: a venda na loja
do Galo Vigilante a rua do Crespo n. 7.
CILI
da chegada no ultimo vapor, e da mais nova :
vende se na rua Direita b. ft, 'esduiha do becco
de S. Pedro.
e-se
uma casa ierree *. 1$,
ast*5lo, a rna-BeHa : i
- firuaW^vramw
mms

Santo n.
Len^oes de bramante a]
2^000.
Vende se lencoes de bramante de um panno so
a 2i Toalhas grandes para rosto a 300 rs. : na rua
dofCabuga n. 10, loja da America.
Pomada britannica
Esta nova pomada, descoterta ingle'.a, qae lto
bem merecido oredito tem adquirido na Inglaterra,
6osue a propriedade de amaclar os eabellos, dar-
les o mais belle lustre, obstar a ^ue elles caiam
e^osa especialmente a inapreciavel virtude de vi-
farit o bolbo capilar e impedir o embranqueei-
vento ao cabello.
Uaico deposito na
PHARMACIA A'MfeRICANA
S7Rna Duqoe ^e Caxias 37
FFRREIHA MAIA & COM PASS HIA
PotemadaMumct em meiOf
b&rma&Q9m.o Mo
da h* pouoes Ottveiros *C,iargo'do Cwp.
AS MAGHIMS PARA COSTURA
DE
SINGER
NAO TEM RIVAL
MAIS BE UM UlLnJO TEH-SE VEKWBO
Porque?
S5o as meihores
Sao as mais baratas
S8o de dous pospontos
Sao mais simples e rapidas
SSo duraddras e aperfticoadas
Sao util cm uma casa.
frlACHINA
Faz melhor costura com metcidedalwka qtiegastam
as outros e fornecem um meio de
VID A
Para apelles qne lem de sustenlar-se
DE
Querem agradar a yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a iilhaV
COMPREM UMA
HACMIN/V DE
Al 1M
Ntenhwma casa estd complete sem wma
MACHINA DE SIMER
Sem r;ii>a8C000. Com coisaJOOJSOOO
UNTO A AOENUA
EM
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR Ai
)
F
Vende-se ha rua do Marquez
ro66.
I'EGHINGHAS
So o n. 20
EUA DO CRESPO
LOJA DAS 3 PORTAS
continua a vender muito barato para apurar
muito dinheiro.
CASSA LA
Chegou esta fazenda, sendo lindos padrSes, e ven-
de-se pelo diminuto preco de 2lH) rs. o covado, e
pechincha I dao-se amostras.
METINS
Proprio para vestidos o quu ha de mais gosto,
padrSes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, 5
pechincha I doa-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Lasiuhas escocezas, padrSes benitos, a 2i0 rs. o
covado.
Ditas'com listras, padrSes mod.:Tnos, a JSO rs. o
covado.
Ditas la e seda, padr&es modernos, a 6i0 rs. o
covado, e pechincha I I dao-ge amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrSes bonitos, fazenda de
1*000 a 100 o covado, e pechmcha! dao-se
amostras.
CRETONE
Crelone em pecas pequcnas, com bonitos pa-
droes, pelo dimiautoprejode 400 rs. o covado, e
pechincha dao-se amostras.
Cortes de eassmira di cores, a fi*t00 cada nm.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para luto, a 240 rs. o covado.
Fustao branco para roupa de m?ninos, a 360 rs.
o covado.
Brim pardo e de cores, a 40-3 e 410 rs. o co-
vado.
Cobertas de chila adamascada, a 3*300 rs.
Colchas brancas e com 'barra de cores, a 3J3O0
e 41000.
Lencoes de bramante, a 2*000.
Dites de algoc'ao a 1*100.
foalbas alcochoadas, a|6*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*300 a duzia.
Lencos de ca*sa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanhados, a 1*000 a duzia.
Ditos de esgniio Tino?. a 3*900 a duzia
Cambria lisa muito flnas, a 3*000 e 4*300 a
peja.
Atoalbado aeLiaiaseado, a 2*000 a vara.
Dito trancado, a Ui'OO a vara
PustSes de cores, a 1*000 o corte.
Chales de merino liso, a 2*000
Ditos estampiios, a 3*500,4*000 c 4*300.
Ditos com lism-as muifo Cnos, a 5*800 e 6*000.
Esguiio mtrlui nle, a 1*000 a vara.
Brim preto thinjado, a 2*0W a vara.
Bramante de :tlAdio.aJ*t600 a vara. .
Dllo tfe tlnho de 9 e 10 palmos de largura, a
WbWe 2*800 a vara.
Algodao marca I, a-*000 a peca.
Dito domestic, 3ft00 a peca.
*ftii aJf(lto'om.Hrs*froprio p.-'.ra earal-
sa, a 400 rs. o eonado.
nM'ffan
Naozuc oemlra*j -cores -onitto fin*, pelo di- Jose^enoalvW Bewr
miauto preco da 400 rs. o covadOi do n. 5.
S6 na ma do Crespo n. 2*0.
Loja de %
Gnilherme eno.
Vende-se carca de 300 fardos : no esenptori'
de Wilson Rowe & C, a rua do Commer^ n
14.
Cafe do Rio
de Olinda atfihe-
Fiado!
n. Victoaia
Rua do Barao
n. 22.
0 proprietario do estabelecimento Bazar L'ni
versal tendo de transferir o mesmo para outn
lugar e tendo grande deposito de Machfaas di-
costura de lodbs os autores, MSdlveu vender a
PRAZO, mediante a convencjio que se puder fa-
zer com cs pretendentes : a rua do BarSo da Vic-
toria n. 22.
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
Be exsamentos.
|>e liitplisnilos
De bailes.
Be soirees-
De almoeos.
ge Innfhes.
e fctekirieks.
e ccias.
De tudo de tudo
Se enearrega a confeifafia 9d Gam^bs.
E ateih disso
A. confeitacift do Cam'pbs
Est4 setripre provida
De tudo r^uanto 6 preciso para
Uma ba mesa.
Rua do Imperadorm n. 24.


ILEfifVEl
*


-:, .- -
K *
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I
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k
M

Diai-io Je. Pernambuco Quinta feira 6 de 1ft>?emV>ro de lbT
>.
GOSTURA DE HOWE
. INI:
K 4Rua do CabugaN. 4
JOSEPH KRAUSE &
S
SCARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
A'
Rua do Barao da Victoria n. 28
Is maia simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na eiposicfio de Paris, era 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
cSo da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per-
feitas do mundo.
A medalha de ouro, couferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Uuidos por scr o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicio de Londres aereditam
estas machinas.
c.
HE
GOMES DE MATTOS &IRMA0
va
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que O-sortiroento de joias, de subide
I lor, que existia em seu estahelecimento, esta completamciite refbrcado com o mais ele
gante sortimetito de novas joias, que receberam directameote pelo ultimo vapor da Eu
ropa, constando ellfi do mais variado sortjmento de aderecos a Boulevard, pulseiras dc
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogic de
senhoras, delicados aderecos para meninas, roeios aderecos de camafeu lindissimos, joltas
de nogordios para senboras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quautidad*
de botoes para punhos e pcito, com embleruas macanicos, de onix, tecido de ouro, cau.a-
feu, etc., brilhahtes monstrosde rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alike
tes e botdes, e butros muitos ohjectos de-.ouro de melhores fabricaotes de Paris, que st
venderao com graude reduccSo de precos,. por serem elles recebidos directaroente de seus
j committentes. -
Os proprietaries do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo, seu estabelecimento abertu
; ate 8 boras da noute, convidam as familias que se quizcrem prover de lind8S joias,
virem escolbe-las A vontade, para o que es'li em exposigao nos mostradores.
MCHINAS PARA eOSFORA
A 25#000 e 45#000.
Gabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
*ral, para em Pernambuco e mais provinces se venderem as afamadas machinas de cos-
"'a do Howe. Estas machinas sio justamente apreciadas pela. perfeic,ao de seu trabalho,
mpregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
- Dsla introducg&o dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
<*ew.er ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sdo as seguintes:
Piimeira.0 publico sabeque ellas sao duradouras, para isto pcova incontestavel, a
urcumstancia de nunca terem appaTecido no mercado machinas d Howe em segan-
1 mao.
Seguuda.Contem o material preciso parareparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccio entre as divorsas pecas, e menos rapido estrago
t> que nas outras.
Quarts.Forraam o panto como se fdra fcito i mSo\
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o quese neoooasegu^
ai outras.
Sexta.Faxem- ponto rniudo em casemira, atravessando o flo de am & outro lado,
logo em soguida, sem modiftcar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
Setima.0 compressor e" levantado com a maior facilidadc, quando se tem d mudar
* agulha eo comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem lido epocas de grandeza e
*cadeneia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descor:hecidas, outras soffrerara
oadancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opiniSo de Elias Howe, mestre em artes mcchanicas, tem constantemente
ugmentado o seu fabrico, e hoje nae attende a procura, posto que faca 600 machinas
*ir dia.
CHa machina acompanha livretos com instruccSes em portuguez.
4 9(^000 A 90^000
SO ARES LEITE, IRMAOS
A*
do Barao da Victoria n. 28.
Nalojade Soares Leite Irmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
Luvas de pellica com pcqueno toque, Lspelhos de moldura dourada, de todos
a 200 rs. os.'tamanhos e pregos.
menS itoTs. ^ ^^ *""* "^'| P**Fl MARIAS E MICDE1.1S.
Caixa d linha de marca, a 200 rs. FVasco com oleo Onza verdadeiro, a
Lamparinas & gaz, dando uma luz muito. 19Q00.
boa, a i?M)00. Idem coin tu.nico de Kemp, verdade'iro, a
Duzia de pc^as de cordao imperial, a 12)000.
240 rs. Garrafe de aguaflorida verdadeira a 15200
0 BABATHM
1)0
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
Loureoco Pereira MendesGuimaraes
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender o maisbarato que for possivel.
aber;
CHITAS A 160 E 200 RS. 0 COVADO. |
Vende-sc cbitas francezas largas com to-',
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas lirapas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
200, 300, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-so alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
CQBERTAS DE CHITAS A 18600.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a!
19600 e 2-3000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CRALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de 18 de quadros a 800
r e 19000.
Ditos de merin6 a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
/arentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
55 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
?aens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello e
massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-f.e pecas de madapolao enfestado a
8500O. Dkos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas.de algodio-, a 89500, 49,
e 59000.
BRAMANTEA 19400.
Vende-se bramante .com !0 palmos do
largura para lencol, 1900, 29 e 29500 o
metro. -
-3RANDE LIQUIDAgAO DE SABONETBS .180 RS.
Vende-se uma grande porcao de sabone-
te iegiezns, n 200 rs. Ditos franeezes com
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua de colonia, a 800, 820 e 500 rs. o
frasco para, liqnidar, e outro* eitractos
mu'Ho barato.
CORTES DE BRIM DE CORES A 19500.
Vende-se cortes de brim de cores par'
calca, a 19500 e 25000.
B0TINASA39000.
Vende-se botinas para senhoras, a 89000
39500, a ellas antes que se acabem.
ROUPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 19600, 3*
29500, 35000 e 49000.
Calcas de casemiras de cores, a 59, 6*
79000.
Palitdts de casemira, a 49, 69 e 89000
Seroulas a l<5e 19600.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a kb
rs. o covado.
LENQ0S BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lehcos brancos,
29000. Ditos com barras de cores a 3900 (
Ditos de linho a 59000.
TOALHA8 A 800 RS.
Vende-se toalhas para rosto, a 800 r.
19000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 600 Ri
Vende-se gravatas de seda preta, a 604
rs. cada uma.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 8
rs. o covado. .
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se bonetes para meninos, a 1950
ESPARTILH0S PARA SENH0RA A 8950*
Vende-se espartilhos para senhora,
39500.
Fazenda de criar gado
Vende-se a fazenda de criar gido, de pome For-
quilhas, na provincia do Rio Grande do Norte, co-
* marca do Asu, tendo de extencao cinco leg'uas de
terra, com bastante gado de criar,ajanhando raai?
de 200 hea-rros por anno : qnem pretender fnzcr
este negoeio dirijane ao engenho Genipapo, em
Ipojuca, a iratar com a proprietaria, on com os
correspondentes F^eal & Irmao nwta pra?* do Re-
cife, rua fttorquezde Olinda n. 56.
it
A 800 RS. O COVADO.
Vende-se granadines com listras de s6da
para vestidos de senhora, a 800 rs. e 1900(
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vende-se ricascolehasde crochet para ca
mas a 69000.
PANN0S DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannosde crochet para cadeiras
a KJ560 e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se uecas de cassas para cortinadM
com 20 varas, a. 109000 e 12900O, e outrai
muitas fazendas emliquida^ao.
Burros a venda
J. Deird a visa a seas fregaezes que esta em via-
gem para as proviurias de Ala conduzindo exeellenle tropa de burros ; passara
por Penedo, Pilar, Casunha Grande. Porto Calvo,
Rarreiros/Rio Formoso, Eseada, Oho, o provavel-
' mente por Santo Amaro de Jaboatao a >azareth ;
' por isso p6de ser avisndo ou eneontrado em qual-
3ner destes luenres. larangeirag, 20 de outubro
e 1873.
Caiia ie bot5es de osso para calc,a, a
200 rs.
Duzia de 600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
ago de fita chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 noveUos, a 500 rs:
Meios aderecos cero camafeu, a 500 rs.
Garrafa detinta roxa extra-fina a 15000
Potes oom dita ingleza, preta, a 4O0 e
160 rs.
Caixa de pennas Perry, muito beas, a
19000.
Idem idem, a 400 rs.-
Caixa de enveloppes tarjados, a 590 ra.
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divina, a J9000.
Idem idem Magdaiena (noviiade) a
1920.
Caixa de pos para denies, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, 8
500 rs. e 19000.
Pote cam epiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19 00.
Duzia de sabonetes de amendoa,
39600.
Duzia de sabonetcs de anjinho transparen-
jtes, a 29200.
Idem idem com 6res, a 19500.
Sabonetes Glycerino trausparentes.
Idem idem forrados, a700 rs. j 19000.
Caixa de papel amisade, beira dourada, I Caixa com sebonetes, formato de fructas,
a 800 rs. a 19000-e 19500.
Idem idem idem lisa, a 600 rs. Cosmeticos, graades e pequenos, a 100 e
Duzia do talheres cabc branch 2B., cJ800-rs
59000 Frasce com8gude colagne, a 200, 320,
Resma de papel pautado, a 4900t, 500 rs. e l000.
e 59800. Extractos muita finos dos nulhoresau-
Idem idemiiso, a23>8O0, 35*800e 59000. tores.
Coques modornos, a 39000. Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
Duzias de pe^as de traumas de caracel rias, proprias para presenter, dos autores
branca, a 400 rs. IE. Codray, Riegw, GeJIe" Freres.etc.
Idem idemlisas, a 2#0 rs. Quadros com santose estampas separa-
Leques deosso 0 sandalo, a 29000, 49, das.
e 69000. Kntromeios e babados transpaientee e ta-
Fita de velludo de todas as cores e largy- pados.
rs. \IJma grande taboleta propria para qual-
Mkroscopias com 12 vistas,Ja Fraseo com oleo pararmaebiiiaa 400 rs.
Rua do Barao da Victoria 11.28.
FAZENDA
400
rs. o
NOVA
covado.
Lindas poupelinas de linho e seda de cdres, tazenda muito
em uso actualmente na Europa, e inteiramente propria para
a presente esta^ao, pelo baratissimo preco de 400 rs. o co-
vado.
Na rua Primeiro dc Mango (j.ntiga do Crespo) n. 13, loja
das Columnas, deAntonie Corr^a de Vascohcellos.
TASSO IRMAOS & G.
Em seus armazens a rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilha.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodio
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sagii em garrafSes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentil has em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Perto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, diio.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradas ingieiat.
Ltcores finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toncintje inglez.
Barris com repolbo em salmouri.
Aguas Ak'islino-tiazosas das Pe-
(li as Salgadas.
Villa Roucade A^uiari
BICARBONATADAS-SnDICAS
Analyses do Dr. Jose Julio Rodri-
gucs, 1 ente da escola Polyte-
chniea de Lisboa.
Esta excellente agua usada com vantagem Dp I
padecimentos das vias digcstivas, urinarias, it
estomagu etc., etc.
Vende-se
NA
Pharmacia e drogaria
DA
Rua larga do Rosario a. 34.
J. 0. C. Doyle.
Tem para veid :
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Vinho Xeres da? melhores qaalidades.
Bitters de Angostura.
Whisky
Cha preto em lattas de 10 libra?.
Todas as preparavSes chimicas do Dr. Ayer: no
armazem da rua do Goraraercio n 38,
LIQUIDACAO
Fnndicao k Aurora
Grrandesortimento de:
-Moendas de todas as cjualida-
des e tamatihos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varaadas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
v Tudo seveiude por precos
muito em eonta para aca-
bair.
G. Starr &&, em liquida-
ca'b, na flmdl^o da Aurora,
em Sant'Amaro.
Agua florida, de Guislain.
para fazer os cabellos pre-
tos.,
' A agnia branca, a rua Duque de Caxias n. >')0,
acaba de i^ceber nova remcssa da apreciavel agua
florida para fazer os rabetlos pretos. O bom re-
sultado colbido por quem tem feito uso dcsa
inoffensiva preparacao a tem allamente conceitua-
do, e por isso apenas se fax lembrar a quem no-
vamente deila precise e queira se aproveitar de
ua utilidade. Tainbuui veio agua de topasio e
olao florido para o mesmo uo, e tio acreditades
como aquclia.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia brauca, a rua do Duque dj Caxias n.
SO, recebi.'u novas e bonitas voltas e brincos de
grossoo .'Ijofares de c6ros, e como sempre conti-
nua a veude-las (ior (ire^o commodo.
Novos uiademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortiim-nto de bonitos diade-
mas dourados e cum pedras, tanto para meninas
como parji senboras.
Collecqoes de traslados ou
normaa pura escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas Uere,fies< on uornus para as crian-
?as apreniercM a screvf.r pot i niesmn, hoje Uo
usadas nas auUs e colteifios ; e como sempre ven-
de-as por prec.o comnuido.
Meias cruas Unas para meni-
nas e senhoras
A ioja 1'aguia branca, .> rna I >iqne de ^Caxias
n. 50, recebeu novo sorrimeuto da^uollas tao pro-
coradas meias crnas para senhura, vindo igual-
mente para meninas, e C'ntinua a vende-las por
precos ecmmodii'.
Veos ou mautinhas pretas.
A loja da a^uia branca, a rna du Duque de Ca-
xias n. 80, rereben bwritos veos ou uiantinha*
pretas de seda com Horeb, e outras a imila^io Or
croche, e vende-as pclos barauis pnepM do 3#.
H e 6^000. A faiond.i e boa e esta em pcrieiio
estado, plo que contimia a ter prompta exirac-
clo
Perfeita novidade.
Crampos com borbolutas, bczouros e gafa-
nhotos dourados e colondos.
A loja da aguia branca. a rua do D, quo d>
Caxias n. 50, recebeu auvos grampos com Lor
boletas, lezouros e gafanhntos, o que de certo 6
perfeita novid de. A qnautidade 6 pepuena, e
por isso 3m bn-.ve se acabara.
Novas gollinhas ornadasconi
pelucia ou arminho
A loja i'agnia branca a rua Duque de Caxias
- SO, recebeu uuia pequena (juaniidade de boni-
s e novas gollinhas, irabalbo de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas dc muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e, rozetas dourados ; assim como
novos diadem as de afo, e como.sempre conti-
mia a vende-los por precos razoaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que do axias n 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
Doic (Jiode (1 iaLa
na venda I.apa
Vende-se no pateo do ter^i us. Ve6. dnce:
fin<>s de todas as qualidados e geh'a. a rt-^lbo e-
por atacado : unica casa quo millior podc. ter "r
ao copipradores. A's lercas e scxtas feira* ba
requeijio.__________
COMO S\0 LIMiOS!!
Os leques todos de madreperbia,. braLC* e c6res e que trazem o disticoUNlAO rm Icnraa
tambem de madreperola cm ai relew, tor-
nando-se por isto apropriados pars ixuvas, a $Q-
VA ESPERAXCA a rua l.'uqui* de Caxias o. 63
(antiga do Queimado) 6 quem os te:-'
Sdo de tartajruyo
Os brincos, broches, meios auerecus, tSDMa,
coracSes e casoletas, que cstao wtywtn \ bi
escolha das Exmas. (amantes do cbi^uej latie-m
na Nova Esperanca, a rua Duque de ilas'of
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca a rua Duque de f axir* n.
63, acaba de receber um lindo M)rfimMiU) f"c 1-
neeas de muitas qualidadcs, vindo i>ir eii as
engracadas bonecas de borrach... -ssim 'anbyri
uma pequena quantidade de.b>>>i.<:- prMts u..t
se toruaiu apreciat'as pela sua novidade.
Ebem nlil
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, ecebeu vprdadeiro ciuiei;.... ingba ff.-ptn
caapara cunccruir porcelauae l*m mil.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido U'rna-se im.it^nitatt
feio, someute por estar mal eufciinil'.: a Nov> Fs
peran^a a rua 1'uque de Curia* o. 63, wjii,.i
pste mal ; porque esta bem pmvjdd dos mcThfrs
gal53 e franjas de todas as cuifs, \fttot ea-
colher-se a vonlade sobresahindo entre -.'>J&- as
modernas fraujas mesaicaa, qut- pela >ks \krieJa-
d- de cores, flea bem em quasi lodaa as '.HZttiila*.
A \'.i antes que se acabem.
CabeUos brancos sd tem qutm
quer
A Nova Esperanca a rua [Hi(iue de Caxias n.
63, aca'a de rcceber a verdadeira linturs d<- Pj-
nona para tii:gir os cabcllus, o que ke toBMgae
(emiiregando-a) eom muila iacihdade, e \fit este
mulivo, cabellos braucos so tem qLew quei.
Estao no, mod a
Ob cintnroes de couro, proprios para sennoiis,
qne recebeu a Nova Ksperanca a rua Duqnt de
Caxias n 63, estao, sim. sei>i\pra, eslaoua n:-la!
.Se querers ter nu prep.uar nm rauiafbstJ da
cheirosos craws buncos para o vos?" .:)."uto
ou para outro Bin apropriado, e neccssario tr a
Nova Esperanca a rua Duque cli- ar.i.-s n. 63,
que aili encuntrareis os memoros wfS bivfutt
que sc pode desejar.
Bolas de bonaelia
Vendem-se de todos os tamacfcc? a rua Duque
de Caxias n. 63, na Nova Espieranca.______
Sal do Cabo Verde.
Tem para vernier Joaquiiu Jose Ijnneai-
ves Beltrao A Fillio, a bordo do |i igup por-
tuguez D. Anna, fnndcado dpfroub? piche Alfaiidega Vulha : a tratar a ionlu o\
no seu escriptoiio a rua do Cottniieici
n. 5.
A loja da Agnia Branca, a rua Duque de Ca-
xias n. fiO,: recebeu uovo soriimenlo de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Os verdadeiros
Vinhos de Bourgogne
das waras
Chamlwrtin
Pommard
Virits
Volnay
Beanne
Monthelie
Dito Bordeaux cm quartollas.
Vende-se por liar4o preco
PARA LIQUIDACAO DE COiNTAS
NA
Rua ILarga do Rosario n. 34.
Botica.
Extraordinaria pcciii nclia.
2^500
Colclias,de alg dao adamascida? para i
pel baratissimo prego de 2?>r0 ba l"i dos
arcos, de Gurgel do Atnaral % C. a rua Pruneiro
de Marco (antig? do Crespo) n 20 '..
Wll-on Rowc & C. vendem no ceu armazem
a rua de Commercio n. 14 :
O verdadeiro p.-.nno de algodao azul amemu*
Excellente lio de vera.
Cognac de i" qualidade
Vinfeo de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidafaa
Cemja tfmm Bokc a 6^(00
24.
gig--> de \i jprnsfts.
Se acha a venda na rua do Commercio n.
Novidade
Retratos de S. S. Pio IX; do R P fiect, geral
da Cori'panbia de Jesus, e dnR. D. Vital, bapu ue
Pernambuco : na photographia imperial a rua do
Cabuga n. .'*, c
'< luesiUR en*!.
Retratos da infeli'. Maria Ja ConwicSa, as-
sassinada pelo desembargador Poutes Vi.-guei-
ro. 500 rs
i1
8
RINGER IM1I1
Para atlender aos numero-
sos pedidos esti resolvide a
vender suas afamadas machi-
nas de costura
A
NA
CASA AMERICANA
4! Rua do liiiperador 43
(\
9
Na rua estreita do Rosario n. 28, vende-se mobi-
lias de jitearanda, uma mesa elastica de 30 palmos,
um guarda louca grande, uma cama de ferro c
mais pe^as avulsas, todas bem construidas, por
preco mais commodo do qne em outra qualquer
parts._____________________________
Pechincha
Lasinhas fazenda de U por 400 rs o covado,
sendo da largnra de alpac, padrdes bonitos ; dao-
se amostras : na rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherme it C
Xarope1 cPagriao do Para
Antigoe conceituado medicamento pars
cura das molesw dos orgSos respiratoriris,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicaqx) aiuda com optimos resultado* no
escorbuto.
----------
VENDE-SE
" A qpnacao da uverna u. 60, sita na rua Direi-
ta dos Afogados : a tratar como seu dona, na
rua daPaiman. 57, Recife,

As uuicas verdadeiras
Blchas hambnrguezas qbe Vem a eaio mercado-
n* rua do Marquez de ulinda n. 51.
Armazem do fumo
Rua ds Madrede Deus n. 10 A.
Jose Coraingues do Carmo e Silva participa aos
sen* fretees e amigos que no seu armazem a
rua da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com
pleto sortmento de fumo era fardos de patente !..
* e i* Sortes, dos melhores fabricantes da Sahia.
e bem aieim a flor de todos os fumos de cords
em rolos, pacotes, latas grandes e pequenas, tam-
betn dos mui acreditados fabricantes Torres A
Araujo. Lizaur, Adolpbo Schmdt 4 C, Lizaur
Sttniat A'C, Veigas Araujo, Trindade 4 Av^-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (parantido pelos
neemos) e de outros ainde nao conhecidos peli
publico tlesta capital. 0 annunciante declara que
todo fumo qne for vendido em sna casa sera pelo
seu justo valor, e que qnando garantir a respecti-
va qualidade, sera glacero, mui partieularmentp
eom as pessoas que pouco entendam da materia ,
pois par.i bem servir a< tr.4os, tem o annunciaab
ajrtonga ijratiea de 15 annos deste commercio.
.4nloniodeM VENDEM :
Optimo cafe do Ceara, e olsjfirlao
preferivel ao da Ga- !*^
de Macei6
hia
A 400 RS. O METRO
v ende-se
Uma armacj) de taverna collocada em boa lo-
calidade na rua Imperial n. D4, a Iratar na
mesma.'
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
mercio, por preco modico: a tratar com Taaao
Irmaos & C.
Novo estabelecimento de
cera.
Na cidade da Victoria, a rua da IropWatri* n.
48 A, vende-se e troca-se cera de tod.. qu;didade,
a qual se aflianca por ser feita na terra, e o seu
autor foi promiado na exposic3o de 1869.
JlllJJilu;ivi
*
Vende-se nma linda victoria com 4 assentos,
feita de encommenda em Paris, cwn arreios nara
dons cavallos : na rua da Aurora" n. J, onde oo-
dera ser examinada das 9 haras da maniot
5 da tarde.
a.J i?
Vende-se a bordo da barei portugueza S. Ma-
neel II, ou na rua do Vigario Tenurio n. 17,3s-
criptorio de'Tito Livio Soares.

Rua do Brum n. 76
Vends se ziaco puro de superior qnalidade,
proprio {iara cobertas de casas, medindo II pal-
mos de comprido e 4 de largo, por pre jo mnito
em conta.
Ver.de-se nma escrava de 15 annos, gaiante
os servir para casa Jo familia
qbm cozmhar e fazer de^e, o
' ueem quizer ; a tratar a rua do.
i; uito
se diia a
ra n. *9-
Jornal de Fabio Raslico.
Revelacoes ao ptwi
Esta folha, destinada a desmascanr o jezuHuaw
aos o[ho do povu, e deiieada excl>sivani4ue a
questao do dia ; ;chase a venda u*tjpograpbia
do Commercio, nas livrarias da cidada
Preco 100 rs.
Summ&rio do 1 numero.
Mofina.Ao pov-j. Prospecto. Jesus. Ja-
mento. Loyola assassino.-A mac paria. Horn
exemplo.- Expulsio dos jesuiia*. O pr icasso do
bispo. -Ultima phase. -Destaeamvr.Vi. As oiadros.
Caixa-pia. Calholica Semirario. Aviso.
O abaixo assignado jul^a at<^ a d;ita de hoje
nao dever nada a- pessoa alguma e qy. re qne
se julgar seu credor queira compa/eoa* na cida-
de de Olinda rua das Mangueiraa n 7.
Jose da Graca Torres.
Farinha de ararnta.
Vende-se superior farinha de ararata, tarito em
rejo c :po a reU'hOt por prc^ a'oira,
pnrrio
vist-i su'1 qualidade ; de;
gares : rua do. Vigaiio n. 26. i
a. 58 : travessa da rua das Croze; p
a libra a ret-iho.
bk
*


iario de Pernambuco Quinta feira 6 de Kovembra dc 1873.
VARIEDADE
% 0 PLANO DO GENERAL MORIONES.
(Conclusdo ;
Ata ao pescogo do teu cavallo estes guises
sonoros, diz Morionos, pega n'oste despa-
cho e rnette-o na algibeira: pega n'estas
castanholas, prundc-as aos dodos e corro
para -Madrid I".izomio rauita bulha. Pdra
no limiar do pajkicio das cortos e enlrega
0 teu despacbo ao Sr. Castelar.
0 soldndg; obodece de novo e em breve
desapparcc
Muito tempo depois delle tcr partido,
ouve-soainh a bulha dos guisos do ca-
vallo, e o estalido alegre das castanholas do
cavalleiro.
Morionos volta para a sua tenda, e sm
perdar tempo a limpar a tosta donde I he es-
correosuor, continua a escrever despachos
e a expedir correios providos de guisos e
castanh las.
Quando surra no horisonto a vermelha
aurora, ainda Morioues esta a escrever, e
murmura com satisfagdo.
Tuilo o que se pode I'azer com cou-
sa nenhum.i, disse en a C istelar, hei dc o
fazer I.. Sim, hei de o fazer !
Ill
Entretan!.-. Castelar fallova ins cdrlds.fi
proferia urn desies discursos quo teem o
dom de captivar a Euro;.a.
De subito ouvco tinir de guisos e urn es-
talido de castanholas. Abro a jaoelb o ve
urn orreio roberlo do po, que so apeia
doseu cavallo. Uin fremilo de alegria agi-
. ta o seduttor orador.
I'ma victoria, e ii.ua victoria exela-
ma ti'u'ii destos discursos, cujo sogrodo s6
elle possue.
0 corrcio cnlra, e offega Id, apresenta o
despacbo ao illuslro republicano.
Este abre-0 c le-o febrihuente. 0 despa-
cbo 6 curto, mas e bom.
Das margens do Ebro, 15 do setembro,
-41 horas da DOHo.
As hordas carlistas morJcram o p6.
Matei corn a minha propria mao Santa
Cruz; persigo 1). Carlos a ponta da espa-
da.Morioncs.
Castelar cone ds coites, que ainda nao
eslao -dissolvidas, u dd-lhes conhecimento
do despacbo de Morioncs. Como lhe pa-
lece iiiu tanto curto, desenvolvo-o n'um
destes discursos, que teem o dom de capti-
var a Europa.
De subito, ainda antes delle acabar, ou-
vern-se de novo guisos e castanholas ; urn
cavallo bronco de espuma veil c.iir no pa
teo, mn homem quo mal p6de ter-so em
pe expira aos pes de C istelar estenden lo-
Ihe urn despacbo amarrotado.
0 despacbo diz assim :
D. Carlos entalado entre S. Sebastiao e
os rochudos : infclizraente e.-tamos na va-
sante, e elle defende se ainda ; na preamar
atiro com elle ao Oceano..Moriones.
Castelar corre de novo aos seus collegas
o annuncia-llies este novo triumpho n'um
desses discursos ,-ujo scgredo so elle possue.
Dessa veze interrompido no mpio da sua
falla pela chogada de urn lerceiro cor-
reio.
Urna hora. Jd nao lia senao cinco car-
listas em torno de D. Carlos. Eslou-os
despedacando. A mare enche.Morioncs.
As cOrtes so Ham grills de alegria e so
se interrompem para ouvir as acgoes de
graces quo (.istelar dirige ao senado n'um
desses discursos, que teem o dom do capti-
var a Europa.
Mas os correios seguem se de bora a bo-
ra, depois de quarto en quarto de hora.
No espaco de uina noite Moriones apaziguou
Ca'aluuha, desceccou Bilbao, paciflcou Car-
tegena ; passou ac fio da espada todos os
carlistas. As cinco horas da manhd D
Carlos, mettido n'agua ate d ciutura, s6 ti-
nba uma ptrna, um brago e u:n olho.
Moriones varria planicio em cincoenta le-
guas ao redor, e, para impediros inimigos
de se subtrahirem d sua viganga, supprimi-
ra com uma estocada os Pyreneus.
0 sou olhar chegava aBayonna.
E os seus golpes sao tao preeipitados, as
suas victors tfto continuas e os seus cor- zar dos podorosos e reiterados pedidos que
reios to frequent-: .pe Castelar, era pe no este fez, quando conservava era inaccao a
passe do Mr. d* Bismark.
face.
, r_ quando conservava era iuaccao
ra.-o uas cOrtc. nt-m j tern tempo deaca- raaior das suas reservas.
bar um desses discursos cujo sogredo s6 0 marechal Bazaine enganouo iraperador
ene possue, para recoramecar um desses dis e o ministro da guerra ate" o Gin do raez de
cjrsos quo teem o dom de captivar a Eu- agosto, e a respeito da situacAo, e dos seus
roPa- projectos:
Ao vigesimo quinto Jorreio, chegado de1 1." Representando-se como desprovido
subito no principio dn um desses discursos de viveres e de municOes era quantiJade
cujo segredo so elle possue, o seductor Cas- sufficiente para roemprehender a sua mar-
tellar amarrota o dospacho e esclama com cba, anounciando a 19 a intencao em que
despeito : Este diabo de homem gauha mais estava de partir para Montmedy, o que devia
5 do que os discursos que eu fazer crer.depois da batalba deSainUPrivas,
que podia a todo o tempo totuar aquella
direceao; noticias que deterrmnavara a par-
Procssso Bazaiue tida do marechal Mac Mabon sobro o
| Meuse.
Independence BeUja, comecou dar' 2." 'Atinouciando falsamente ao minis-
conta aos seus leitores deste grande e im- tro, .1 26 de agosto, quando jd conhecia a
portante processo, como desenvolvimento march* do esercito de Chaloas, que era im-
que !he permilte a rapidcz com que sao co- possivel forcar as Hnhayinimigas, emqiranto
thidas as notas perante o co^selho. que escrevia ao marechal Mac-Mahon que
No ultimo numero encontra-sc uma parte podia atravessal-as quando quizesse ; o ma-
do longo trabalho du general Rivie"re, em rechal Bazaine n*> fez nenhuma teiUatrva
que se formulam os verdadeiros pontos da seria para ir em asiilio do marechal Mac-
accusacdo. Mafion, depois de tet provocado a sua mar-
iu iqn que a eSle resPeit0 ^ l6 na cn,*r o que, e deixandb soffrer aoseu logar-
folha de Bruxellas: tenente todo o peso da luta, conduzio ao
Linpresa sem preparacao, sera allian- desastre de Sedan.
cas senas, sem piano de campanha, contra' 0 marechal Bazaine abusou da eoiifianca
um immigoquedeh.iinuitosannosestudava dos sous logares-tenentesaa confereocia que
t mem de noscorabater, a guerra de I870, houve em Grinort a 26 de agosto: i." oc-
uao toi mais do que uma serie de desastres. ] cultando-lhes a marcha do exercito dV Coa-1 resuStado.
Entre esses desastres, considera-se o maior Ions ; 3.". nao Ibcs co.nnwnicando os des- 0 mrv:bal Bazaine enlregaria ao general
o do exercitode M-i/., porisso que logo que.pachos transraittidos -ao iraperador, ao-mi- Boyer,. na occasiio da-sub partida para
se consummasse, tudo estava perdido para!nistroeaomarechalMac-Mahoo;3.deiiMido "
os exercitos nacionaes. Se a luta couU- affirmar que o exercito nao truha munieoes
iuou, foi porque os francezes, fora de todas senao para uma batalha, quando sabia,
desde 22 de agosto, que as provisdes este-
vam reconstituidas.
0 marechal Bazaine renovou em 29 de
setembro as suas propostas de capitulagao
ao general de Sttehle.
0 marechal Bazaine isolou se systemati-
caraente do goveruo da defeza nacional :
1." Desprezando as numerosas occasioes
deconmunicar com ogoverno,quer usando
de emissarios, quer de haloes ;
2." Ndo transmittindo infurmacdes exac
tas da situagdo do exercito nos dois uni :os
despachos quo dirigiu ao ministro da guerra
era 1 de setembro e 20 de outubro.
0 raarechal B4zaine conservou-se em
inaccdo durauto todo o tempi que o seu
exercito estava era conJigdos de combate,
e nuirca se esforcou para escapar A neces-
siilado do capitular, lentando romp9r a
liuha do iniraigo ou djirlu uma serie de
combates para fazer levantar o bloqueio
0 marechal Bazaine illuiiu a confianca
dos seus commandantes decorpos no con-
selho de 10 de outubro :
1." Guardoodo segredo sobre as confe-
rencias com o general era etiofe iniraigo,
sobre o iooidento Rngnior, sobre as rozdes
da partida do gertoral Bourbaky, final-
foentte sobre os tleposftds de viveres- prepa-
rarioi e a Thionvifle e Longroy;
2." Oecultando-Hics- que as mig-ieioes
que a. conselhd parecia- proprio de once-
tar, jd [>or elle tinhmn- sido tentadas sem
Lncr.EciA imii,
MEMORJAS DE SATANAZ
I'OR
it. Hanoel Fernnndez yGSouzalez
PBIMEIRA PARTE
O GRAN-CAPITAO.
VII
OR COMO OOHZALO DS CORDOBA ESTEVE A
1'0>T0 DE MORHER OBSCURAMENTE.
(Continuacdo do n. 953)
Para que diz que ndo conhece o me-
do ? replicou Lucrecia despeitada. Ndo se
envergonha de retroceder aterrado diante
de uma mulher 1 Nao o envergonha ainda
mais o juizo torpe que forma a meu res-
peito ? Para que eiaggera ? Para que se
empenha em ver em mim uma fera humana,
uma mulher infernal, uma mulher impos-
sivel ? Porque razao nao ve que me eulou-
queceu a sua gloria, a sua grandeza, tudo
quanto lhe pertence ? Pois que se ndo
fosse fudo para mini a sua presenca, ter-
me-hia esquecido da situagdo horrivel em
que me emontro I E mesmo, suppondo
que eu fosse esse demonio que imagine, para
que necessito eu a sua morle ? Serd talvez
porque Fernando V de Aragao encobre mal
o seu desejo de apoderar-se do reino de
Napoles, e o senhor e o nnico que o pode
conquistar d despeito do rei de Franca e do
raundo inteiro ? Nao ; na sua falta o rei
de Aragdo faria tanto quanto o senhor po-
deria fazer.
E muito mais do que eu ; o rei, meu
senbor, ndo contava ainda dezeseis annos
quando conquistou por si mesmo o seu rei-
no das DuasSiciliaf.
Entdo porque receia de mim, se em
nada me pode aproveitar a sua morle ?
Ndo receio, nem temo pelo que diz
respeito d vida ; receio e temo pelo que diz
respeito d minha honra; ndo posso esque-
cer-rac dos raeus juramentos e das minhas
obrigagoes, jwrque sou casado.
Nao devia term'o dito, exclamou Lu-
crecia, embora eu o soubesse ; era inutil.
Sua esposa estd d muitas leguas d'aqui, para
Id das monunbas, para atem da Franca,
n'um e^ttreoio da Europa, em Cordoba ;
as preoccupacoes poli'.icas, comprehendiam
que diante do um desmembramento inevita-
vel, era necessario empenhar ate ao ultimo
dos seus filhos, afim de ter direito de dizer,
como outr'ora um dos nos&os reis n'um in-
fortunio r-omelhante : Tudo estd perdido
menos a honra.
As lutas do exercito de Metz, e o seu ter-
ino lamentavel formain poiso fecho da guer-
ra de 1870. Os destinos desse exercito ti-
nham sido confiados ao marechal Bazaiue.
Ndo correspondeu elle aessa confianca, quo
o fixer* arbitro da sorte da patria.
0 infortunio e sagrado, quando tem por
base a lealdade ; rnas se os calculos misera-
veis da ambicao pessoal dictararn as resolu-
goes que precipitarara o desastre, e neces-
sario que se faca joatioa.
0 commando exercido pelo marechal Ba-
zaine, comprehendia nao s6 o seu exercito,
mas tambcm a praca de Metz.
Mantendo o seu exercito no recinto do
campo intrineheirado, o marechal juntou ds
suas obrigncoes como commandaute do
exercito a de commaudanto da praca de
Metz.
Os interosses da praca e do exercito fica-
ram deste modo forcadamento ligados, e
quasi sempre confundidos. Esta situagdo
teve por consequencia, imprimir ds medi
das torn ad as pelo marechal um duplo carac-
ter. A inslrucgao do processo mestra o
marechal Bazaine, coutribuindo n'uma
grande parto para a perda da batalha de
Forbach, nao ordenando ao general de di-
visao do 3." corpo que marchasse a toda
pressa em auxilio do general Frossard,
igualmente debaixo das suas ordens, quan-
do se lhe annunciava o seu concurso.
A inslrucgao estabelece os factos seguin-
tes depois do marechal Bazaine ter tornado
o commando, e delles resultar que ndo fez,
antes do tratar com o inimigo, tudo quanto
o dever e a honra lhe ordenavam que fizesse.
0 marechal enganou a confiojiga do im-
perador, que tinha dcterminado a rctirada :
1." demorando a partida do exercito ate 14
de outubro; 2." nao fazendo destruir as
ponies de quo o inimigo po lia fazer uso ;
3." nao inutilisando d sahida de Metz sendo
urn caminho pela marcha do esercito, quan-
do extstiam qualro disponiveis ; 4." dando
ordem para licenciar o trem auxiliar, que
conduzia os viveres do exercito; 5. nao con-
tinuando a sua marcha no dia 17 dc agosto.
0 marechal Bazaine deixou dorrotar na
batalha de 18 de agosto um dos seus lu-
gares-tenentes, o marechal Canrobert, ape-
fallemos mais n'isto, Gonzalo. Para mim
nao e casado, nao 6 mais do quo o homem
generoso d quern a mo e em quem me apoio.
Ndo receie peccar ; eu tenho uma grande
iniluencia em Roma, e pode estar seguro
de toda a absolvigao de que carecer.
Ale'm d'isso, a senhora estd proxima
a ser a esposa do bastardo de Napoles.
Nao casarei; mas para isso 6 neces-
sario o seu poderoso auxilio, Gonzalo Se
meu irmao o duque de Gandia foi morto,
herda todo o seu poder meu irrnao Cesar
Borgia, o meu tyranno. Aterre-o, porque
o senhor e o unico homem d quem Cesar
temeria e rcspeitaria. Foi elle-que projec-
tou o meu casamento com o bastardo D.
Affonso, porque son ha com a soberania do
reino de Napoles. 0 ultimo descendente da
.asa de Aragao em Italia e o rei Frederico,
d quem vai coroar em nome do papa, acom-
panhando-o o cardeal legado- Seja ou nao
Cesar o assassino do duque de Gandia, par-
to amanha para Napoles ; o joven rei Fre-
derico estd sentenciado, ndo viverd mais do
que o tempo de que Cesar necessite para ef-
fectuar o meu casamento com o bastardo e
para preparar os animos em Napoles afim
de que proclamem rei d meu marido. D'es-
te modo, a soberania de Napoles passard d
familia Borgia, cujo verdadeiro chefe 6 Ce-
sar. Entdo serei.eu quem esteja ameagada,
serei eu o seu obstaculo, e Cesar ndo e ho-
mem d'quemdetenham para livrar-se dos
obstaculos que se oppoem d sua ambigdo,
non os vinculos do sangue, nem o respeito
nem a consideragdo pelo divmo ou pelo hu-
ir.ano. Aut Cesar aut nihilou Cesar ou
nada I E' esta a razao porque temo, por
que o amo, porque o busquei, visto que me
ndo quiz honrar com a sua visita. Ndo hei
de eu ama lo, ndo hei de desoja-lo, n&o
hei de fazer todo o possivel para que a sua
cabega, o seu coragdo e o seu brago sejara
meus, se me borrorisa esse casamento com
o bastardo de Napoles, e se era si vejo a
minha esperanga, e minha vida, a unica
pessoa que pode remir-me da minha con-
digdo de escrava ?
Eu ndo vim d Italia para tratar de no-
gocios de familia ; vim para fazer justiga
pelos crimes que em Italia se commettem,
replicou o gran-capitdo ; isso pertence ao
papa. Vim tdo s6mente para sustentar com o
exercito do meu rei e senhor, e com o do rei
de Napoles, a inviolab lidade do papa no
livre direito que com i senhnr feudal tem
sobre o reino de Napoks, e o.direito llidu-
bitavel da cts.i k- Aragdo d soberania d'esse
Mjfucui.tra os frauwzes o eontra o mundo
^^^Hjto^ ;eidi.rj innito embora
de Chalons ostava-decidida, e a praga de
Melz ia ser abandonada por elle, as mudidas
proscriplas pelo decrclo de 13 do outubro
do 1863 em presenca da evenlualklade de
um sitio.
0 marechal Bazaine foi negligentc, no
acto de entrar no campo inlrinc leiradb; em
recolher os recursos das immediagwes de
Metz, afim de restiiui? d- pra<^i os viveres
quo consumio o sou exercito, como lhe
prescrove formalmente o mencionado de1-,
creto.
0.marechal Bazaine ndo ordenou, quan*
do estava rosolvido a nao abandonar o cam-
po intrineheirado, nenhuma operagdo com
o proposito de rcunir recursos especiaes
para o seu exercito.
0 marechal Bazaine deixou desperdigar
as provisoes: 1.", ndo redUzindo immedia-
tamente as ragoes do exercito; 2., ndo
prescrevendo a maneira porque se devia rou-
niciar a populagdo civil; 3>, ndo permit-
tindo aos sotdados comprar na cidade akira
das suas ragdes ; 4.", dando trigo e sal aos
cavallos, quando ha via sufficientes forragens
para sustentar o numoro de animaes neces-
sarios para o coosurao dos horaens, at6 se
esgotar o pao.
0 marechal Bazaine propagou as noticias
dadas pelo inimigo a Mr. Debains, as quaes
erara de natureza a atlockirern a moral do
exercito, e algumas das quaes erara falsa6..
0 marechal Bazaine, quando o decreto de
13 de outubro de 1863 prescreve, que se
conserve silencioso sobre as noticias qe o
iniraigo faga espalhar, pedio ao general era
chefe do inimigo que o informasse sobre a
situagdo da Franga.
0 marechal Bazaine, depois do ter reco-
nhecido o novo governo, prestou ouvidos
ds propostas trazidas de Franga, por inter-
racdio do Sr. Regnier, e aos projectos de
restauragdo forraulados por aquelle agent.
0 marechal Bazaine encarregou o Sr.
Regnier de declarar que estava prompto a
capitular com o exercito de seu commando,
so lhe concedessem as honras de guerra,
quando ainda tinha viveres para mais de um
raez, e munigdes alem das que necessitava.
0 marechal Bazaiue revelou ao Sr. Reg-
nier a data cm que os viveres deveriara
estar consumidos ; divulgando assim um
segredo de cUado, a um i.idivkluo, cujaj
VersaiHes, iustrucgo.js que ultrapassavara as
inlengoos maoifestadas peloconselho.
0 marechal Bazaine entabolou com o ini>-
migo uegociagoes politicas acarretaudd ine-
vitavel nuntc ura desraembra;nwnto de tcrri-
0 marechal BiizatBe nao ordenou, desde- lorio, quando- para isso ndo tinha poder
12 de agosto, quando- a retirada do exercito-algum e saaeudo que d'ahi a- alguns dia*
;se devia reuoir a- assemblea nacional a quaF
0 maro.hal Bazaine aceitou a clausula
pela qual os officiaes que se corapromettes-
sem a ndo servir contra a Allemauha, oram
autorisados a recolher a seus lares.
0 marechal Bazaine deixou de estipular
que ragots do viveres fossem pelo iniraigo
distribuidu- ao exercito na ocoasido da en-
trega.
0.marechal negligenciou de dar ordens
para que os vivoros existontes na praga em
29 de outubro e e.-itregues posteriorraente
ao iniraigo, fossem distribuidos ao etercito.
0 marechal Bazaine, em lugar do ficar
com as suas Iropas depois da cntrega do
exercito, pafa intervir era seu favor no
caso de necessidade, foi o priraeiro a parlir
de Melz.
0 marechal Bazaine avauca na sua ordem
geral n. 12 e na ordera dingida ao coronol
de Gire-J, uma assergao falsa, no que dizia
respeitoao regresso para Franca do material
do guerra, assergdo que teve por conse-
queoefa prolongar por mais de dous mezes
as huimlhigoes dessa entrega, sem oatro
resultado idem do quo segurar a sua boa
conservaijao e eirtregs integral.
Km conseqinencki dos factos- estabelecides
pelo sum-nario, o opinido nossa que hn mo
tivo para pedir o julgamento do marecha?
Bazaine por ter assrgoado uma capitulagdo,
Sendo em resiritado o I'azer depdr as armas
ao seu exercito e a oivtrega ao inimigo da
praga do Meu, sera que antes de entrar em
negweiagdes tivesse feito tudo que Hie pres-
crevia o dever e 3 honra : crimes previstos
e pmidos pelos artigos 209 e 210 dco-
digo dejustig8 militar.
Versailles, 6 de mar^o dfe-1872.
0'general de brigade, relator adjnnlo do
l'. eouselho de guewa, Revitre.
.
identidade s6 estava estabelecida por ura cito ao inimigo.
Sxclusivamente cornpetia decidlr- da paz e
suas condigoes-.-
0 marichai'Bazaine illudiu a- conlianga
do-seus subordiuados no consellio de 18 de
outubro, ndo llns- cumraunicando as noti-
cias- dos jornaes trazidas pelo general Boyer,
0 que, irapedindo- > exarae das nolicias
falsas quo elles davam. devia leval-os a con-
clusao de que a Frarx;,i estava n'iim estado
de completa anarchia, quo nao havia senao
um partido a tomar, pelo qual elle jd se
tinha- decidido, e para o qual o* queria
arrastftr : invocandb-a inlervengao -da. im-
peratriK.
0 marechal Bazaiue fez propagic noticias
trazidas pelo general-Boyer, que elle sabia
serem em partes falsas, e quo erara de na-
tureza- a dlsmoralisapo soldiidos.
0 marechal Bazaine procurou, pla ma-
neira por que exercia-a consura sobre a im-
prensa, e por communicados transmittidos
ausjornass, enfrauqueeer o espirito publico
e desanimar os sentimentos de resistencia.
0 marechal Bazaine manteve com o ge-
neral em chefe inimigo. durante os me/.es
de setembro e de outubro :
1." Relagpes- direstas- usando do parla-
IamenUx-ios-,. sobre o fim- das quaesse-guar-
dou segredo ;
2. Correspondoncias do quenaoficaram
vestigios alguos.
0 marechal Bazaine,. uma vez decidido a
capitular, ndo deraorou a missdo do-general
.larras, quando o intendente em. ahefe lhe
participou que havia conseguido arranjar
viveres para tres ou qualro dias, sabendo
que o inimigo havia tornado medidas para
abastecer a praga e sustentar os prisioneiros.
O marechal Bazaino decidido a tratar da
capitulagao, ndo destruio. o immeaso mate-
rial de-gaerra do exercito e da praga, do
qual o- inimigo ia tirar partido na conti-
uuagao da guerra.
0 marechal Baznine entregou- ao. inimi-
go as bandeiras do seu -exercito depois de
ter usado de subterfugios para, impedir o>
dostruigao deltas pelas tropas.
0- marechal nao- aceitou, para um trogo>
do seu exercito, as honras militares que o
iniraigo consentia em conce ler-lhe.
0 marechal Bvizaine disti iguio a sorte dos
officiaes e dos soldados na entrega do exer-
nha de Napoles, se a corda por fallecimento,
sem successdo, do rei Frederico, passasse
por acaso d seu irmdo bastardo 1). Affonso,
seu marido : pode ser que assim succeda
Se Cesar Borgia attentar contra a vida do
rei de Napoles, o mesmo senhor sabe-lo-ha,
e se me encarregar decastigar o assassino, o
miseravel carregado de tantos crimes, aca-
bard por uma vez.
E ndo receia por si mesmo, Sr. Gon-
zalo de Cordoba'? disse Lucrecia con ihQe
xdo ambigua.
Ndo, minha senhora, nada temo. Des-
de que entro nos dominios italianos, ndo
vou a banquete algunij embora seja o papa
que me convide, ndo porque eu receie de
sua santidade, livre-me Deas de pensamen-
to tdo impio, mas por temor das pessoas
que rodeiara o santo padre. Pelo que diz
respeito aos meus servos, tenho c'elles uma
confianga cega : por todos os thesouros do
mundo ndo poriam na minha mesa nem ura
manjar nem uma bebida envenenada. 0
punhal e inutil contra mim: ndo temo,
pois, porque ndo devo tenner. Cesar Bor-
gia ndo attentard contra mim porque sabe
o perigo que ha era atacar a minha vida ou
a minha reputagdo.
Por isso mesmo eu busco o seu auxi-
lio I exclamou Lucrecia.
Parece-me quo chegamos, porque o
barco encalhou, disse o gran-capitdo.
E' verdade, saltemos em terra, repli-
cou Lucrecia levantando-se despeitada e
sorabria.
E sabio da caraara seguida de Gonzalo.
Quer que accenda a lantnrna, minha
.senhora ? disse Francesco Buotti, que estava
ao pe da escada da ponte de San-Sixto.
Ndo, respondeu Lucrecia pondo a
mascara e saltando para a escada corn o au-
xilio da mao de Buotti.
0 gran-capitdo saltou apos ella e offere-
ceu-lhe o bragr>, dizendo :
Quero ser o seu cavalheiro.
Escondam-se debaixo da ponte, disse
Francesco Buotti aos remeiros.
E seguio Lucrecia e Gonzalo quese di-
rigiam para as viellas que era necessario
atravessar para chegar aV ruas de la Lou-
gara e de la Longaretta.
N'aquelle moraento atravessavam a ponte
do San-Sixto, silenciosos como phantasmas,
protegidos pela obscuridade, oito hemens
quo foram em soguimento de Lucrecia, do
Gonzalo e do Buotti. ^
A' alguraa distancia d'estes oito homens,
carainhava, occultando-se, um outro ho-
mem.
, Logo que Lucrecia e Gonzalo Qbcgarara d
rua de la Longaretta, ao ver aolonge a luz
do Ecce-Homoda torredosTres-Enforcados,
Buotti que ia ura pouco atraz, enrolou a
capa no hombro, puxou da espada e-avan-
gando para o gran-capitao, disse :
Se nos cahirem em cima, senhor du-
que, defeuda-se como eu me defenderei.
Ah 1 elle e isso I exclamou Gonzalo
repellindo de si Lucrecia.
E, desembainhando a espada, comegou
por ferir Buotti de quem receiava em pri-
meiro lugar.
Julgava que Lucrecia lhe havia armado
um lago.
Buotti soltou um grito, uao de morle,
mas de ira o de sorpreza.
Gonzalo havia-o ferido no hombro di-
reito.
A espada cahira das mdos do antigo con-
doliero que deitou a correr, abandonando
ndo so o lugar do combale que Gonzalo
havia travado jd, mas lambem sua senhora
Lucrecia que d alguma distancia, irritada e
s rprendida, permanecia imraovel.
Gonzalo nao tivera tempo se ndo para
defender-se do ataque d'aquelles homens
que o tinhara investido de repente com a
espada em punho, e cujo numero igoorava
em consequencia da escuriddo.
0 gran-capitdo oncostara-se d parede e
mantinha em distancia os que o rodeavara.
Um d'elles deixara o combale e dirigira-
se d Lucrecia que se afastara rapidamente
para junto da casa dos Tres-Enforcados.
Com tudo o homem pode alcangada e
disse :
Detei.ha-se, minha senhora ; ndo e
proprio que uma princeza da sua cathego-
ria, se encontre so e de noite no Trastevere,
vou acompanha-la e...
Ndo teve, porem, temp) para dizer mais
cousa alguma.
Outro homem que sabira do vao de uma
das porUs da casa dos Tres-Enforcados,
avangara silenciosamente, chegara junto do
homem que fallava com Lucrecia e diira-lho
uma punhalada nas costas.
0 homem cahio redondamente morto.
. Depressa, minha senhora, venha co-
migo, disse o Salvador de Lucrecia ; eu sou
Bonviuetto, o seu poeta, o seu oscravo, que
afinal tem agloria de lhe servir para alguma
consi.
Oh I sim, afastemo-nos d'aqui, acorn-
panho me exclamdu Lucrecia ouvindoqu^
augmeutava o ruiJo das espadas.
E, daudo o brago aqaello estrouho per-
sonagem, afastou-so com ellu rapidamente,
ponetrando na rua do San-(icil|icano.
Entretanto, Gbnzalo haviu. poato fora do
iJTTERATURA.
Etirpa
IMUMEMA- yi:i.NZK.NV DK SETF.R0
I
E-n-raeio-de nma paz profunla, aeaba de
oper.ir-ss aa-Franga ura- desses aonteci-
raenlos que,, mais do que-qualquer oulro,
seria digue de ser celebrado pelas festas e
ilturainagOesootnque por toda a parte se
sckinnisam os successos pui>licos mais-pros
peros. No memento om ijue esereveinos jd
o ultimo stAla lo allo.nao deixou de pisar
o solo trances', e ate o general Mantouffel
daaa>>- deste-logo o signal de retir'la,
jd a. esta hora se acha recoihido a \ier-
lim.
**oho ultpujo instanto !* occupa^Se- es-
trai^eira na Franga, o a nagao livre enaii n,
p6dj em remale, rospirar, o pela primetra
vez desde t into-tempo, penelrada do senti'
meotohilariante da sua iudepsoloncia. cou-
tar, na cor.sc-ienci* da sua for\a e da-sua
vitaUdade, as pulsagdos vibrantes do seu>co-
ragdo- agitado pelos mais generosos nitpul-
sos. Mas a par desta exaitagua, uolocosas
reminisceneias- veraeivar a alegria do mo-
raento. Embora o paiz pagasse pelo ntaia
alto prego a sua redempcao o- paiz, depots-
do liburtado, no a por isso constata- a> sua
iutegridade aiUsrior I
Ibi tres anno;.e dous mezt-j que ateou^so
a guerra infausla, quo precipko-.i a Franca
era. nao interrompida serie de desastres, ira-
peUindo.ao ulurao.exiromo de desventura
a que e dado attingir.
Chegou ao ponto de entre<{ar-se d raeree
de um inimigo implacavel,e curvar-se sera
rostriccoes ao arbitrio de aibeia e vioteuta
vontade
11a dous annos e raeio, justaraint^ trinta
mezes, que foi assiguada a paz de Versalhes,
tao necessaria quao injusta-emsuas clausu-
las, resultalo de inexoravel fatahdade. A
Franga, porem, alem de mutilada e reduzi-
da a pjgar uma iu iemnisagdo de cinco mi-
Ihares de mi hoes, vio-se adscripta soffrer
ainda uma occupagdo militar e=trang?ira,
verdadeiro scquestro em garantia da obriga-
gagdo eontrahida.
Nem e-si'i isto. No dia immediato a esta
convengdo, uma guerra. civil das mais-atro-
zes, desencadeando-se frenetica, comegou a
dilacerar-lhe as entraahas. As forgas es-
combate tres dos seus aggressores: gragas d
sua cota de malha ndo havia sido ferido.
Porem osassassinos tomaram a carregar
sobre elle com uma furia tenaz..
Os italianos foram sempre muito desiros
era esgrima, e,. apezar do sea valor, da
sua serenidade, da sua destreza e da sua
furga, Gonzalo faligava-sc : a escuriddo era
o seu mai r inimigo.
Feria pouco porque as espadas dos assas-
siuos o obrigavam a defeza.
De repente, notou quo uma parte dos as-
sassinos se voltavam para se defenderera de
um ataque pela rectaguarda, o ouvio uma
voz robusta que dizia em torn hespauhol :
Cauaiha infame. I Julgara que se
mata assim o melbor capitdo do mundo ?
Tudo aquillo sucoedera no espago de cin-
co minutos.
VIII
DE COMO ANGIOLINA CRESPI ESCOMTROU 0 SEU
TERCEIRO AMOR, E DE COMO 0 DUQUE BE
SESSA N.lO LOGROU ENCONTRAR 0 DUQUE DE
GANDIA.
E' amigo ou inimigo o que tenho
diante de mim ? disse o gran-capitdo.
Um bumildo servo de vossa senhoria,
replicou o desconhecido* em bom castc-
Ihano.
Foi o senhor que veio era meu auxi-
lio ?
Sim, senhor.
Parece hespanhol.
Nasci em Burgos.
Como se chama ?
Cristobal de Villoslada, capitdo de oa-
vallaria para servir d vossa senhoria.
Quantos patifes estendemos por terra ?
perguntou Gonzalo. A escuriddo e grande.
Como convem aos assassinos, respon-
deu Villosla.la andando de cd para ldex-
plorandoo terreno com o p6 ; aqui ha qua-
lro homens raortos.
Queira fazer-rae o favor de lhes passar
uraa busca para ver se encontra alguma
cousa que sirva de indioio para saber quem
ordenou esia traigdo.
O capitdo Villoslada revistou os mortos e
nem sequer encontrou um lengo. Apenas
no bolso de um d'el'es encontrou alguraas
moedas de que se aproprii u.
Era gente ordinaria, senhor, disse
ello ; nada tem comsigo q le cheire a papel
oua um sjgnal qualquoc.
Puis Mit&e sigam,os, St. Villoslada.
Para onde?
Ha quanto tempo estd em Roma ?
Ila qualro annos ,- trouxeram.-ino &
Itaha, as minha? doventuras,
trangeiras occupavam entdo trinta departa-
mentos, campeava em Paris a insurreicdo
victoriosa, reinavao desanimona populagdo,
baralhavam-se em indecifravel confusdo os
negocios publicos, e as fontes di riqueza
nacional parecia n comptetair eote exbaustas.
Tal era o quadro que otlerecia a Franga em
raargo de 1871 ; entretanto que hoje, assu*
mindo a posig&o que sempre occupou na
escala das nagues, a digni lade e valor com
quo soube superar os seus iufortunios, can-
cellarara a raeraoria senao dos seus erros,
dos seus anganos e das suas ibusoes,
Os trinta mezes que acabara de defluir
bastaram, ndo para sanar todos os golpes
inflingidos e reuarar todas asruinas cava-
das por um breve, mas confrangente perio-
do de provagdo, porem ao menos para que
a Franga, osteniando o seu elasterio e a sua
iiergia, posso hoje cum anirao indefectivel
assistir, por assim dizer, d sua propria re-
surreigao.
Oqu'e parecia irapossivel acha-se reabsa-
-lo. Foi viclori .sa:ente dcbellada a mais
f-mnifovfil insurreicdo dos tempos, Moder-
nos, e paciente e laboriosamente reslfebek-
ceu-se mais ou menos a tranquillidadonrter-
n, isf'j .lepois de com mcemparaveissecri-
ftcios- ter sido assegurada a paz extern*.
Tanto quanto o permittiram as emergen-
cies pobheas, foi restituida- a confianga ao
trabalho, e garantiram se todos os legitimos-
interesscs. Det'arte foi licito realizarem
emprestiinos de incomputavel difiiculdade e
avul'Undo em semmas quasi innuditas: ao
oesira) tempo qm proporcionatinenle se fa-
zia reeuar a occupagao estraugeira, a qual
de departamento etB departamentb-, retroce-
dendo todos os dias alguus passos-, em re-
mate coifeentrou se- em Verdun, e hoje tiei-
xou de ovistir, tendo'as milicias gertnouk-as
retirado-se-emfim par^ alem da fronieira.
Nem foi sd*isto. Anteeipando-se os- paga-
raentos estipulados, ceroeon-seo prazo'para
a libertagdo final, tornando-se digdo- de
nota, que as ingemes stmnnas cujis p^jsta-
eoes se enteuiiia que tinham sido comraiua-
das para intervullos demasiado curtos,
podessem ser satisfeitas amde em meuor es-
paco.
Mase quo sofi> a direcgae- die um homem
de genio emiuoate e creadorvo paiz, indu ao*
encontro das suas iutengcesy concordeu'
pressuroso em quauko delle era eiigido. nao-
se dcixando aiterrar pelos mai arduos ;;-
crificios impostos ao seu patrioti-auo.
As. inimensas emplicads-8prag6es !i-
nanceiras necessarws para o- postolado quo
setinha em mira,executaran>-secoraamaior
simplici.iade, e nao occorre dietiaguir o que-
deve ser considerado como irrais- digno de
louvor : se o engenho que id cou taes. pianos ,-
se a boa vontade e diligencia da-populagdo
que se prestou a sn reahsagae. A ultima
palavra deste grando coramettiuieiiloiiiscre-
veu-so ainda ha pouco era uma aota oili-
cial, remottendo-se aos apoderados da Alle-
mauha os titulos das-ultiraas quanCbas devi-
das. Assuu ficou voraatadamente- solvido
este graudo e emisente empenho- nacio-
nal.
A 5 de setembro, o thesouro fsancez d
vista doe dito, titulos-fez entrega ao.tbesouro
germanioo de 283 mUh&es-em laoedametal-
hca, deraadjeiro saldode capital e juros do to-
tal da contribuigao pactuada. Ale para este
fim ndo fat mister esgotar o credito espe-
cial de 30 milhoes.. apercebido neste sen-
tido. Perfez se a somma com iSO- milhoes
apenas, tanto os recursos do paiztera aug-
mentado, apezar de tao cogiosa e fre-
quentemeate por ultimo poslos era cont-i-
buig&o.
0 derradeiro emprestimo estraordinario
destinado a esta verba, na iraportancia de
tres inilhares de milhoes, esgoloutao pouco,
o abedal nacional que nesla data os depo-
sitor matallicos dn banco de Frauga raontara
a 700 miltioes, istu e, a 150 milhoes mais-
do que no fim de junho de 1871. Durante
a longa e terrivel provagdo a que ficou sur
jeito o credito da Franga, as notas do banco
nacional ndosoffreram d menor depreciagdo,
e o premio sobre- o ouro ainda hoje nao-
chegou a attingir'Senao a ura agio dos mais
insignificantes. (Continuar-sa-ha)
Visto isso devo conhacer as ruas.de-
Roma?
lima por uma.
Sjbe onde estamos ?
Sim, senhor, no Trastevere, na.rs.t
de la Longaretta onde e situada &> fain sa
casa dos Tres-Enforcados,.que e aquella on-
de se ve uma luz.
Diga-me, conbece no Trastevere-algu-
ma casa ondo se reunara damas e cavallei-
ros em entrevistas amorosas ?
NAo, senhor ; diz-se, porem, que na
casa dos -Tres-Enforcados se ouve algumas
noite8 o estrondo de festim. Dizem os vi-
zinhos que 6 o diabo quo se divert*, mas
pode muito bera ser que sejam alguns dia-
bos de carne e osso.
Vamos ver, acompanbe-me,disse Gon-
zalo.
E encaminharam-se ambos para a casa
dos Tres-Enforcados.
Os leitores estardo lombrados de que Lu-
crecia ddra a chave da porta d'aquella casa,
que fora buscar junto da estatua de Ceres
do seu jardim, d Gonzalo de Cordoba para,
que a guardasse ua sua bolsa onde se opq
servava ainda.
Gonzalo chegou a porta da casa, tirou a
chave da bolsa e vio que correspond u
dquella porta.
Em seguida abrio-a e disse a YiUoslada :
m Espere aqui, cavalleiro.
E entrou.
Villoslada ficou d porta, encostado ao
umbral e prestando toda a sua attengdo.
Pouco depois sentio passos.
Quem estd ahi ? disse elle preparan-
do se e guardando a porta.
Sou eu, capitdo Villoslada, respondeu
Gonzalo ; a casa estd inteiramente silenciosa
e tdo escura que ndo pude atinar com &
escada ; necessito uma luz.
S6 se f6r a do Ecce-Homo, repKcou.
Villoslada.
Certaraenle que sim ; perdoe-nos esse
divino Senhor se o deixamos as escuras ;
depende talvez d'isso a vida de ura grande
personagem. Vamos. Strva-mo de escada.
para que possa alcangar a lampada.
A lampada pendia de uma correnle do
ferro.
0 gran-capitdo tropou aos hombros de
Villoslada, tirou a lampada e saltou para o
chao.
{Continuar-se-ha)
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