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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
AACNQ XLIX. XUMERO 283
TERCA FEIRA A DE NOVEMBRO UE 1873


I
ARA A CAJPITAiL K I.IOABES OSDB KAO SB PAttA PORTM.
Inezes jdiantados ;......i ..'.,. 62000
iitos idem................. 129000
.M ff anno idem................. 349000
i. uamero avubo................. 320
vsi
PAHJ DEXTBO IB I OKA DA PROVISCIA.
Por tret mexes adiantados................
Por seis ditos idem. .........
Por nore ditos idem................
Jfor um anno idem.................
697M
IWM
179000
\-
LRIO DE PMAMBIICO.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIBJEIROA DE FARIA & FILH0S.

* Srt. (i
in. (ierardo Antonio Alves 4 Filhus, no Para; Gon$alves & Pinto, do Maranhao ; Joaquim Jose de Oliveira 4 Fillw, no Cea4AlUouio de Leu~ Bra. no Aracatj ; Joao ria Julio Chaves, uo Assd; Antonia Marques da Silva, no Ratal; tori Joal
Pereira d'Aln.eida, em Maraanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parabvba ; Antunio Joan Goom*. na ViUJa Penha; Belaraino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna ; Joao Autonio Machaeo, no Pilar daalagdas ; AWes 4 C., na Bahia; e Leite, Cerquinho 4 C. no Bio)de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
GxDyerno ilt* proviiiria.
tXl-t.l). ft 00 OlA 23 DK AG..-ST0 DE 1873
1.' ttPi&o
OfflekU :
A Exm. brigadeirn ctmiaiandauie das ar-
mas. Eia additameoto ao meu ollicio de 22 do
corrente, declare a V. Exc. que o guarda nacional
do I.' batalhao de artMharia, destioado ao servieo
Jo exercilo pd respectiva commandante superior,
achase rsculliidu uq quarlel do Uospieio, e nao no
do corpo di: i.olicia, coaio pur eugauo se diswj uo
oitadn offlcio.
Ao hicmuo^- Euvio a V. Exc. OS inclosos pa
yeis, quo me seraa restftui ><*, relativos au calcado
rcraettido tfa Curie para foruecimeato dos eaipos
existent?:: ut.-ta provincia, e sobre a ma qm.liiade
icpresentou 0 coiuaiaudante do 2." batalhao do
iuraularia ; ati u de qua V. Exc, em ouinprimenlo
ao aviso d i oiiaisterw da guerra, do 13 do cor-
rente, iuforme novameute o qua se teui obsorvaJo
puslerici'iueiite utfc*4 do reicndo ealgado.
Ao nestntj Transmiito a ST. Exc. oi pipeis
juntos, ijiie me SL'tiio dovolvidos, relativos a talta
aoUda pilo iospecior dos corpos da pronneia do
Maranhac, de nao lor atoda sido o $.* uatalhao dy
iufantaria u>Ueiitii!sad<) da bi|portaacia do ITSiDtW,
,lo otapa.- que loinoceu, qiianJo so achava na
eorte, a iadividuos eucoslndos a.i din batalhao
duraute o iuce do Janeiro do 1372 afim do quo
V. Exc. tin yflisfacao ao aviso do mioisterio da
guerra, Je i'-i dc; correnio, nuude ouvir a respeito
o ex-coinuuudante d'aquello lialalhao, teaoalo-oo-
ronel Joaquiiu Cavaloanto do Albuquerque Cello,
actualmente nesla provmcia.
__ Ao ineaini>.liiu aviso de 7 do oorrcnlo o
o Exm. rniaistro da guerra. deleriniuando qu as
prafas actiialineiite tiopcogadas eomo serveotesdfl
bospiL'il militir s^ja pi^a aio aquoila data a gra-
iilicafao mensal de iU^OO.), aulorisa a elevarso a
SUMO niensaes o wnr-iinenlo dos terveotes pii-
jancis. que wtjatt oliamados am sub-lituiglo d;is
retpeCOVlS pra^as, quo dovuiu rf verier a ^eus res-
DOCtrros txirpo* ; o ana tudo coin'uuni;-i> a V. Exc.,
para i espedicao dasconveuieutes ordeos na parte
jiie Ihe toca.
Ao metino. Couununico a V. Exe. para os
iios cofiveiiienles, quo por aviso do Ujiuisterio di
guerra, d>; Idocorrenio, foi approvaiLi a pr.>;njsta
que o brigadeiio inspector dos corp >s da jHiar-
nicao de>:a provincia fet di major gradoaoo do
t* bata bad de iufanlaiia, Jose Libauio do c,outa,
para exercer u logar do soeralario da insj^irgdt)
a sea car>(t>.
Ai;apitao do polio. Giu-Liiti i, de eoiuoio-
uicacio da st laelaria do eslado dos tto^ocus ila
oiariuh datada ie & du correule, ter sido uomoa-
do o I-* '- 'n>'t! da annaoa, Joio Euydio de C.i>lro
ieaus. | i a ixeieer o lugar de ajadante dessa ca-
pilania; assim o deelaM a V. S. para seu coahe-
I'iuieal'.
Ao mifrvr -Reeoinmendo a V. S. quo, in-
dependents de lilulo, inaude dar oxet ei.-io Jo li gar
de ajnd.tr.te dessa capitauia ao I.' tenente da ar-
mada, iui Egydio de Casiro Jesus o qiul (ni n>
aieado poi- ptfiaria dt imwsieriu da uiatinb do
s do eorrwite.
Ao nicsiiiii. Em cmnpriineuto ao aviso do
ininistcri'.i da inariuiia, de S J) corraute, axpoca
V. S. as 6'ias ordens, alim du que. sendj possivel,
nnjim novatnonte submelli-los a iiupecoao do sau-
de os leorutas, Jose Fulippe do Couto e Anloaio
t'erreira Marbosa, os quae.<, lendo sido remeltiJos
desta provincia para a eorte, foraia alii julgados
incapaze^ c regressarain para aqui no paqnete na
oional do dia I." deiuabu proximo undo.
Ao oonimaudanle do pre.-idio do [-'ernitnJo
Uo Koronlia. Nao salisfazondu u quo se teve em
vista a iulormacao prestada por V. S. em ofuVio
ina idea dou do estado da oflieina do sapaleiro
desee presidio, cumpre quo, para satUfaeao do
aviso do tninittei to da guerra, do 8 do correnle,
preste novos aaetarecmiontus dos anaes conste
quantos cperanos lem aqnella olliruia, qoantoa
aprendi^es eonta, o que lew prodttlido, e tudo
mais qii*> possa inlero.-sar. dedarando igualm aite,
-i tern sido reqnisit^da a maieriu prima Deoces.
-aria.
A lireitor du arsenal do guerra. Maude
Vac., de confonaidade coat o quo recomraenda o
aviso doroinisteriu da guerra, de 111 do julho ulti
mo, aciivar a remassa du fardaaiento manJado
t'ornecer, por aviso de 21 de Janeiro proximo (indo,
a companhia de infantaria da'provincia da Para-
hyba, para pagamento dos veneimentos do cor-
rente anno.
Ao mc3m.\ Em oxeeuea.< ao aviso du mi*
Qistcrio da guerra de 5 do correnio, remeita Vine,
para a curie, afim do ser onlregue ao ll" batalhao
de infantaria, a ban letra que >e acba reeolbida
uo almoxarifadu dessfl arseual e Je quo trata oseu
.-tfficio de 2e de janbo ultimo, sob n. 430.
a.' secQcw.
Ados :
Desimo psra servirem como voga%s,eia lbs-
liiairao ao toneate Caaiillo Machado Freire o aos
alferes, Marc-lino da I'.osUltaposo o Mauoel ABto-
ato Camello, que estau ausenles, no conselbo dc
m^gamenio do soldado do corpo do policia Manoel
Martins do Nascimepto, o tenenle Flavin Jose dos
Santos e Silva e os alferes, Francisco Percira La-
gas e Porgentino de Miranda I'imentel.
Designo para serviieiu coajo \p^ai:saocuuso-
ibo de ju'gamenlo do 2 sargento Francisco Ser-
gio Florencic da Cuoha e dps solflados, Pedro Ma-
uoel Joaquim dos Santos c Antonio Saluiin) de
Lima, era substitui.iu ao teuenta "laniillo alacha-
ao Freire o alferes llarcolino da Costa ilamso,
que estac ausentes o lent ate EJavio Jose dos San
to? e Silva e r> .lifvns Praafa%8i I'efeifa LagtJs.
Para servirem no consolbo de julgamon.o do
^dado do corpo do policja, Laurmtino Correia dj
darro*, etn substituici aus vogaof, tencnte Ca-
miUo Machado Fn-ire e allbros, Man'.oliuo da Gorta
Haposo e Manoel Raynero d.i Rarros, de-itno o
tenente Flavin Jose dos Santos e Silva e os ail'eres,
'Pergentico dt Miranoa Imneiilel o Frauci-oo Po-
icira Lajos.
Para servirem no consolho de julgamcnlo do
soldado do ccruo de policia, Muiu.'I Felix do Santa
Anaa, em sub-titoifiwi ao< vogaes, tenenle Canillo
Machado Freire e alferes. Ntuneriano Jose de Bar-
i os, Ma.-culino da Costa Hapo.m e Manoel Uaynero
da Barros, designo o> teneotes, Manoel Candiiio de
Albuquerque e Flavki Jose dos Santos e Silva, e
oj alferijs, Pergenuno de Miranda Pimentel e Fran-
cisco Pereira Lagos
fifllcios:
Ao ijomuiandaule superior do Recife.Trans-
miltoaV. S, pan sen cuuheeiinentj, copi.. d>
ollicio do Dr. chefe de policia, n. Ii09, de 21 do
currento, quanio a armae correame, do que trata
o de V. 5 ,.n. GTi), do U d c rivi.te.
' A'j pi;.:.,'. r ;.. ; .. "o de Ci'.iVoI'O ^...udo
declaradc por aviso do ininislerio dos ue^ociw da
raxeada.de 30 dejallo ultimo, qua o servijo da
matrict'1: espicial d'.s escrav-s dove ser connnet-
tido ao.t agentea do curreiu u'aiueiles lucres
enjas (Wlleetorias s; achaie.ii vagas; asisim o
^aunuaico a Vine, para sou cailiicimerUi. o di>
vidjs Ci,. Mutatis mutandis a < promotores publi-
Je Ingazeira e 0 irhmry.
Ao wrainandauledo c licia. -Con-
C'-'JO a aiturkliM i ,\ ;,!-!,; ',':,!. em oJJicii) tie
23 do eo o LiaiUI e
pracas di, cor| I-,
da
3.' secffio.
Officios :
Ao taapeetor da tbetoacatta J-^ fa/endn
Transmiito a V. S. o ineluso lilulo poio qual foi
con .lido ao conselheiro Joio Silvcira .Ie Souza,
lente eatiiedralico da faenldade do dir.ilo dean!
;idale, urn anao de licen>;a lara iratar de sua sau-
de. na Earo;w: afim de *sr entregue a quern so inos-
UM compiteatniuent-; antorisadi, dep-iis de pagos
os direitos devidos.
Ao mesmo.Em resaosia ao sea otficio da
tado de 22 do corrcnte sob n. fii9, serie l, aul-iri-
so o a iMudil pagar, sob minha respoasabilidade
8 n>s liiraios do decroto de 1 dofoveroiro.do 1802,
a qaantia de li'JioiO, em aue importou a relacao
o prets do deslacamento da goardk narional da
villa de Plores, relUivos aos dias decorridos outre
II a :J1 de maioultim). vwu conn, segu il > a iu-
formacao dc V. S. oxarada em o alladi I> otlieio,
D&o ha credito m verbs -Exorci'o do ininisterin
da guo.-ra.
Ao mesmo. -Haveado-se esgotado a rubrici
Exercilo -do ininislerio da guerra, sogundo in-
forms V. S. em seu iiii ;iu dataJo de 13 do correu-
te sob ii. 9$\, sarie D, autoriso-u a rnandar t'aznr,
sob uiinlKt responsabili lade e mis termos do docre-
to de 1 de fevqroiro de 1862, a qaantia dc it8tlO.),
em que imp irtaram os veneimentos das praeas da
gaarda national deslacadas na villa doPctrolim
darante o mez de junho ultima.
Ao mesmo.Maude V. S. pagar, sob minha
responsabilidade e nos termos d > d.;crelo de 1 de
fevereini do 18(12, a quantia de 2IU300, corres-
pondente aos vencinentos das pracas da guard\
mcional. destacada) duraute o mez de junho Undo
na villa de Ingazoira ; umi vo'. que. segundo io-
furma em sen ollicio de 2! d> correute sob n. 9o"),
seri^> I), esi.i esgola.lu o ceditj da verba -Exer-
cilo do ininislerio da guerra.
Ao mesmo.Transmiito a V. S, afim de que
tenham o conveoieate destinu, as inclusas portanas
do um agente o dons ajudantcs nomeados para os
convios de<4a provincia, constantes da relacao
junta.
Ao mesmo. Con.-tinlo de coinmuuicac^io da
secrelaria do estado dos negocios da marinha, da-
tada de 8 do correnle, ter sido nomeadn o 1. te-
neato da armada, Join Egydio de Caetra Jesm,
para exercer n lugar deajuiaute da capitania do
porto desta provincia, assim o declaru a V. S para
as fins conveuientes.
Ao mesmo.Transmiito a V. S. u in-,luso
prct am duplicata que me foi rcmetti'Jo (.elo com-
taan laate superior do manicipio do Lianeiro ctim
olRcio de io do correnle, alim de que mande pigar
aJiise Maria Ferreira daCunha, para isso indicado,
os venciinc-ntos das pracas da guarda nacional
deslacadas na villa de Bom Jardim, rehlivos ao
mez de juuho ullimn.
Ao mesmo Transmiito a V. S., afim de quo
tenba o convenient* destino. a indusa p trtaria dc
Esmeraldo C. lie Arag&o, agoate nomoado para u
eurrcio da villa de Pelrolina, d-isia provincia .
Ao memio. Nao luvendo credilo na rubri-
caExercilo-do nini.tterio daguen-., segund) in-
furma V. S. ein seu offlcio dalado dc 2-J do cor-'
rente sob n. 930, serie I), mande pagar, sub minha
responsabilidade e uos leiaios do decreto de 1 de
fevereiro do t96% a quantia do I9i jtOO, relativa
aos veneimentos das pracas da guarda nacional.
destacadas desdo 23 do abril a 2f de maio na villa
de Pesiueira.
Ao iiihsiiio.Communico a V. S., para seu
conbeciinento e devidos lins, que o Exm. e Rvm.
bispo diocesano declarou-mc em otficio de 22 do
correnle haver nessa data couceJido a exoneracao,
pedida pela Rvd. Joao Olympio de Souza Lyra, do
lugar dc vigario encommendado da freguezia dos
Monies, e nomeadn para subsiitui-lo o Rvd. Joao
Angasto do ttaseimeiito Pereira
Ao mesmo. ConsianJo de aviso do ininisle-
rio da guerra, de 7 do correnle. que na mesma data
se solici'.ou ao da i'azeuda a cxpedieaa de ordens |
para que a essa Ihesoiiraria seja ejdcedMo por!
eonta do II.*Ajada de custo do exercicio de
1872 1873, o aujmento de credfto da quantia do!
1003, alim de legalisar a despei de igual impor-
tancia, que esta presi leucia autorisou para paga-
mento da ajuda de cuslo do commandante das ar-
mas ; assim o communico a V. S. para seu conhe-
cimento.
Ao mesmo. Devolvendo a V. S. o rcqueri-
mento, acompaubado do tilulo dedivida da ex-pra-
i;a do 2. batalhao de infantaria do exercilo, Vicen-
1c Raymtindo de Siqueira, lenho a dizer que o au-
loriso a proceder a semelhaote respeito de confor-
midadc com sua informario de 21 do correnle sob
n. 923, serie I), e parecer da respecliva contad ria,
a que allude a citada mformai.ao.
Ao mesmo.Declaro a V. S, para seu coolie-
cimeilo e fins conveuientes, que em?riso de 31
de julho flndo, sob n. 3,016, declarou-me o Exm.
Sr. ministro do imperio que flea autorisado pela
verba Obras do exercicio de 1873 1871, o ere-
dito de o:891^3SJ para conclusao dasobras dose-
minario episcopal de Olinda.
Ao mesmo- Dedarando- mc o Exm. Sr. mi-
nistro do imperio em aviso de 2 do corrente, sob
n. 3,0fi*>, que tica conecdido pela verba -Soccor-
roi publicos do exercicio de 18731874, como
auxilio, o credito da 5:000i000 para ser emprega-
do na limoeza dos caes da capital desta provincia,
assim o communico a V. S. para sen conhecimen-
to e fins convenientes.
Ao mesmo. Declaro a V. S. que, segundo
aviso do ministerio da juslica, de 31 do mez pro-
ximo pasado, nestadata foj "solicitada do minbterJo
da fazenda a expedicio de ordeas cunvenicntes, afim
de ser habilitada essa tbesourarla com a quantia
do 300* para ocqorrer as despezas da viagem e
primeiro es'.abeleciment i do bacharel Manoel
Franeiaco llnnorato Junior, nomeado juiz munici-
pal do termo de Porto de Moz, da provincia do
Para.
Ao mesmo. Tendo sido approvada pelo mi-
nisterio da guerra, segundo cousta de aviso de 3
do corrente, a despeza de 86^000, que autorisou
esta piesideneia para pagamento, a Frei Felix da
Natividade Saldanfa, da gratiflcarao a qne tinha
direito por ter exercido o lugar do capellao da for-
taleza do Bruin duranto o met de maio e parte
do de julho, assim o communico a V. S. para seu
couhecimento, prevenindo-o de que, ua forma do
citiJo aviso, deve essa despeza ser levada ao 15.*
Eventuaes-do exercicio de 18721873.
Ao mesni).Devendo o servico da malricu-
la especial dos escra?os ser commettido aos agon-
tes dos carreioB nos logares, cujas colleclorias se
amarem vagas segundo me foi declarado no aviso
junto, por eopia, do ministerio dos negocios da fa-
zenda. de 30 de julho ultimo, assim o comic unic >
a V. S., afim de quo nea-e seutido expec,a as con-
renienles ordens a'os agentcs dos correios das co
marcas de t^abrobo, lugazaira e Ouricury, onJo o
rcferid > servico estava senda feito pelos promcto-
res pabUooB,
Ao mesmo. -Transmitto a V. S, para seu
roubici neato o devida xcu;ao, copia do aviso de
7 do orreote, em que o Exm Sr. ministro da guer-
ra determina que as pracas aelualmenle emprega-
das como serventes no hospital miiitar desta pro-
vincia seja paga a gratlfleacio mensal de 2)i0.0
ate a Jata d) ciindo aviso, e autorisa a olevar-se a
25*000 mensaes o venc-imento de servenies paisa
nos, que deveiao ser chamados om subslituicao da-
qucllas pracas. que reverlcram aos seus rcspoctivos
corpos.
- Ao mesmo. _Tendo resolvido que o |. tenon-
te da armada, Joao Egidio de Castro Jesus, enlre
no exercicio do cargo de ajudante da capitania do
portj desta provin'ia, para o qu.il foi aoraeado,
so
independent* de apresentacao de titulo, assim o
communico a V. S. para sen eoaliecimaiiu.
Ao mesmo. Em cnflaprimMto ministerio do imperio de 7 do correniu, commu-
nico a V. S. que foi approvado pola verba -sec
corros publicos-dojexercicio, de 1872 a 1873, o
credito do oil412<>, aborto sob responsabilidade
desta presidencia para pagameiilo' de igual impor-
tancia a Angiisto ilaors & C, provenieute do aar-
necimeuio de umi aiulmlaacia para inlamcnto o
dos indigentes accommettidos de fehre perniciosa
na fregieiia de fimbauba.
Ao mesmo. Communico a V. S, para os
devidos fins, qne a 23 do correute oonemleu o
f,onselheiio prasideuto d.i relacao 4riuU di*i de
licenca dim vc lcimciuos na forma da l>?r,ao'ticha-
rel Austerliano Corrca de Crasio, juiz de dirMU)
interino da coniarea de Limoeiro.
Ao mesni). -Trinsmilio a V. 3., (wira ler o
ciimprimenta devido, eopia Jo aviw diimaiiita-
rio do hniwrio de 7 do corrmite, sobre a dospaaa por
esta prejidimcia auiorimda eom o pagamiato d.;
gratifica'.vjes quo compeliam ao inspector, sec re
larioe guarda de mspeccio de saOle do port).
A a mesmo. Couiuiuaico a V. S. para os
devidos tins, que a 16 do corrente reassnimo o ba-
charei Mauoel Joaqnim Ferreira Castro Junior o
exercicio do cargo do promotor pnblico da coniar-
ea do Rio Formosa
Ao mesmo. Transmeta a V. S para na lias
convenionies, as vinte inclusas orJens, sondu trese
do tribnual do thesouro nacional, de ns. 137 a HO
n de li7 a ISO, 3 do ministerij da guerra. data-
das de 2 e 6 do correnle, qoatro da roparticao do
ajudante general soli ns. 931 a 936, obem assim o
lilulo de noineacao do Agripin t de Abreu Fialhc
para o lugar de 3* cs*-iqturario dessa rapar-
ticfto.
Ao inspector da themuraria provinoia.
Attcndendo to que ex|wz V. S. em oldcio de 21
do corrente sob a. 3W, accrc* iLi peticiio dirigidi
a essa thasouraria por Antonio Jose da Silva, quo
proprie-se a compraro silio dos Remeilios, adjudi
cado a fazenda, aaloriso-o a por novamenle a pra-
oa a venda do referido silio.
Ao mesmo. Anuuiudo ao que so'.icitou o
commandante superior do municipio ile Santo An-
tao em olRcio de 2i de julho ultimo, sobre que ver-
sa sua informacao tie 22 do carrcnto n. 333, te-
nho a dizer a V. S. qua node ordonar ao colleclar
daqaelle municipio, noi termos do regulainento do
30 de abril deste anno, a fazer oj pagament<4 do
veneimentos do respectivo dmaeameejb. vhto nao
haver inconvenienie aigiim a esse respeito.
Ao mesmo. A' vista da cotita quo inclusa
remetto a V. S., m,indo iwgar a Carlas 0., pela
verba-expedien'e -a quantia de 110*000. em qta
importon a compra e coucerlos de dons relogios.
um para a secrelaria e oatro para a gahineto de-
ta presidencia.
4* Heqfo.
Oftleios :
Ao Exm. e Rvm. diocesano. Communico a
V. Exc. e Rvma. que em aviso de 31 de julho pro-
ximo flndo sob n. 3,019 declarou-me o Exm. 3r.
ministro Jo imperio quo fica autorisado pela ver-
ba -obras do exercicio de 1871 a 1874 o credito
de 3:8914391 para conclusao dis obras do semi-
nario episcopal de Olinda.
Ao mesmo.Acabo de dar sciencia a thesou-
raria de fazenda de Haver V. Exc. Rruia., confer-
mc communicoume em officio dc 22 do corrente,
concedido nessa data a exoneracao pedida pelo
Rvd. Joao Olympio de Souza Lyn, do lugar de
vigario encommendado dajfreguezia dos Montes, e
nomealo para substftui lo o Rvd. trio Augu Xascimento Pereira.
Ao mesmo. Tendo de ser cullocada no dia
8 de seiembro proximo vindouro, pelas quatro bo-
ras da tank, a primrira pedra do udificiu destina-
doao asylo de alienados, que tera lugar cm Par-
namerim, cabe-mo a satisfa'.ao de convidar V.
Exc. Rvma. para functional1 nesse acti, dando-
Ihe assi n maior solemnilade. Cmfio, porlauto,
que V. Exc. Rvma. a isso se prestira com a bon-
dade que Ihe 6 propria.
Ao director geral interino da iastraeel > pu-
blica.Satisfazeudo ao quo solicitou V. S. em seu
ollicio de 23 do correnle sob n. 237, designo a
professura publicj Francisca Amelia de Albuquer-
que para set vir de cxaminadora em trabalhos dc
agul- a na veriticacao de capacidadc professional,
ipic deve ter lugar perante essa thesouraria no dia
11 de seiembru viudouro, peias ouzo boras da
manlia.
Ao mesmo. Communico a X. S., para os
fins convenientes, que ncsta data nomeoi os Drs.
Pedro de Athayde Lobo.Mosciwo e Joao Maria Se-
vo, para inspeccionareni o padre Fran 'l*eo Scabra
doAndrade Lima, professor de instrucciio prima-
ria da cadeira de Bezerr s.
Ao inspector geral interino do institute vac-
cinico do Rio de Janeiro.Accuso a recepcan do
offlcio que V. S. diriglo me em II do corrente, e
bem assim da caixinha que a elle aconipauhou
conlendo viuie e quatro pares do lamiuas e tubas
capillares com fluido vaccinico.
Ao commendador Dr. Pedro de Athayde La-
bo Moscost). Communuo a V. 5., para os lins
convenientes, que nesla data o noineio para com o
Dr. Joao Maria Seve inspeccionar o padre Fran-
cisco Seahra de Andrade Lima, professor do ins-
truccao primaria da cadeira de Bezerros, que pre-
tendc a sua jubilacao. Mutatis mutandis ao Dr.
Joao Maria Seve.
Ao commissario vaccinador provincial.
Transmiito a Vine, uma caixinha conlendo vinte
e quatro pares de laoiinas e'tobos capillares com
fluido vaccinico, que mc foifreineltida pelo inspec-
tor geral interino do instituto vaccinico do Rio de
Janeiro era 14 do corrente.
Ao pro-presidente da camara municipal de
Itamb6.-Ein resposta ao offlsio de Vino., de 12 do
corrente, tenbo a dizer-lhc quo ha incompatib li-
dado entre os cargos de fiscal da camara e os de
cscrivae de subdelegado e juiz de paz, nao so por-
quc o exercicio deste. cargo exige a presence dos
funccionarios em lujares diflerentes, e este motive
estabelece incompatibilidade nos termos do decre-
to de 9 do agosto de 1845 e aviso de 8 de maio de
1868, como porque, passando, pela reform i judi
ciaria o julgamento do; processos do infraccdes de
posturas aos juizes dc paz, o exercicio daquelles
cargos nao node ser accumulado pela natnreaa
de suas funccoea.
Ao juiz de paz da freguezia de S. Fr. Pedro
Gonjalves do Recife.Para satisfazer o que em of-
ficio do 9 do correnle solicitou o director geral
interino da estatistica da cdrte, remetta Vmc. com
a brevidade possivel, uma relacao dos julgados de
paz nessa freguezia com espeiificacao da data da
creacao dosse juizo.Mutatis mutandis aos de-
man juizes de paz oa B6a-Vista.
5* secfao.
Officios :
Ao Dr. director geral interino dc ostatislica.
Accuso recebido o ollicio de V. S., de 9 do cor-
rente, pedindolhe seja fornecida uma relacao dos
julgados de paz nesta provincia, com especiflcacao
das d itas do suas creacoes e mencao das fregue-
zias de que fazem elle* parte. Em rejposta, ca-
be-me scioniificat-lhe que ne^ta data expe^o as
convenientes ordens, afim de que seja satisfeito o
qne solicit a em seu citado offlcio.
Ao mesiiu. -Scienie d>> quo me. coinmunica
V. S. em offlcio n. 2I9J, de 4 do correnle, decla
ro-lhc que notta data cxpeco as ordens precisas
para ser satlsfelfa ajrequisicao final nelle con-
tlda.
A' junta dp Smandpacao de cscravos da mu-
nicipio de G/c.\ana.luleirado do que ejspoe a
a de araancipa^'io ile osTams da cidade de
anna eiu ollicio de 21 lo corrente, autoriso-a
ogar por mais uai mez os restwetivos tra-
conio s<)licilou em sen, citado .ilicio
EXPP.DIK.1TE UO SBOIIBTVRIO.
Si- seceiio.
Mlcios:
Ao president do tribunal da rehcao. -0
i. Sr. pcesidente da provincia m utda aecusar
eebinieuto do offlcio do V. ac, de 21 do cor-
:, e;u qua paititipa ter coa;eJid.> 3 dias do
jja, com otdenaJo na forma la lei, ao juiz de
ite interino da cimarca do Liiuaeiro. bieairel
Hicliano Carrea de Crasto.
^-Ao commandante superior d> Limuoiro.
0> xm. Sr. presidente da provincia mania ooai
teal a V. S. que a thesouraria de fazenda
ted ordm para pagar a Jose Marii Ferreira da
l^ha t.s veneimentos das pra.as da guarda na-
tie qua trata o sea o.'fiVio do 13 desto
3 H
le
da t
mt
y Ao fommandinte superior da S into AnUo.
Exc. o Sr. presidente di provincia iiianda de-
cliw a V S. q ie nesta data expadio ordem a
_ nrari.1 proviocul, no senti lo de. serem pages
|M collectoria dosse municipio os veneimentos do
weiivo ceslacamento, conforme solicitou em
olllci i d 22 da julho ultimo.
Ao bacatral Manoel Joaquim Ferreira Es-
te s Junior. -O Exm. Sr. presid?nie da provincia
da accusar o recebimanto do ufflcio de V. S
16 do corrsnte, om que pariicipa ler ness^i data
omid'i o exercieio do cargo de promotor pu-
hli&> dessa cotiarca do Rio Formoso.
- Ao coininan Ex ii. Sr. presiJente da provincia manda transmil-
V. S. a ptrtaria junta, que designa diversos
aes para suqstituifein outros, que se acham
da cidade, no eooselho Ie julc'iiuenUi do sol-
Maiioel Felix quaut9 aos de mais offlciaes nomeados para
coftseliios de julgamento.
4' secrao.
Ofikio:
*r Ao director geral inlenu.i da luslruccao pu-
blica. -S Kxc. o Sr. prcsidanto da provincia man
da ommunicar a V. S, para sea conhecimenlo e
fins convenientes que, em vista dos nfflcios dessa
directors, de 10 e 21 do orreute, sab ns. 232 e
237, resolveu por portaria tie 21 concoder a exo-
neracao. p&lida pelo Dr. Bellarmiuo Correa de Oli-
veira Andrade, tltj lugar de tlelega 1 o litierario do
distiicto da cidade do GoVinna, designanlo para
ibslituil-o o Dr. Alfredo Ernesto Vaz de Oliveira,
e por p irlaria 4e zVl nomaar pan uxercer igual
cargo do dis rieto da villa do Bonito o bacliarel
JtMg Francisco da Goes Cavalcanto, cojos titulos re-
merlo a V. S.
5' wcetio.
Oftleios :
Ao eugenbeiro fiscal da csirada de fe ro Jo
Recife a S. Francisco. -0 Exm. Sr. presidente da
provincia mania communicar a V. S. qne teve o
con*cnieato desliuo o relatorio que acompanhou o
seu' officio desta data.
t- Ao director da companhia de Beberibe. 0
Exm. Sr. presidntc da provincia manda accusar
reeebi*. oolHci.. dt- V. S., de 23 do correnle, ao
quaj,vicr-un aon*x s dons exemplares impressos
dos relatorios e ihais trabalhos dessa companhia,
relativos aos anao* de 1871, 1872 e 1873.
OBSPACHOS DA r-RBSIDBNCIA DE 31 DK OUTl'uno
DK 1873 .
Anisio Cesar de Oliveira Vianna.Encarainhe-
Bento Severiano Machado.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Cesaria tie SoUza Left). Passe portaria couc i-
denda a licenca pedida.
Jose Bento Beltrao Vellozo- -Sim.
Bacliarel Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
-Passe portaria concedenJo a licenca pedida.
Marcoiino de Souza Travassos. -Ficam expedi-
das as convevientes ordens a thesouraria provin-
cial c ao Ronsnlado no sentido em que rcquer
o snpplicante.
Secrelaria da presidencia de Pernamb^io, 3
de novembro da 187).
0 port iro,
SifoJno A. Rodrigues.
IlL'jjiiflieuo (Ia |tiItci.
l.'*ccgao. Secrelaria da policia de Peruauibuco.
3 de novembro de 1873.
N. I81Clilm. eExtn. Sr.Participo a V. Exc.
pie furam recalhidos a casa do dotencao os indi-
viduos seguintes :
No dia of de outubro ultimo, a ordem do snb-
delegado de Santo Antonio, Francisco Sobastiao
Sezostrisdo Barros, por embriaguez, Manoal o Ma
noel, escravos de Antonio Francisco Pereira de
Lyra
A ordem do do 1 districio de S. Jesd, Bernard1,
e.-cravo do il-sembargador Francisco do Assis Oli-
veira Maciel, a requoriraento deste.
A' ordem'do da Boa-Vista, Isabel a Jose, escra-
vos de Dr. Nahor Carnoiro Bezorra Cavalcante, a
reqaerimento deste.
No dia 1* do correnle, a iniahaordem, Luiz Ma-
ria do Espirito Santo, vindo do Cabo, prnnunciada
alii como iocursa n is ppnas do art. 193 do codi
go criminal e Francisco Jose de Lima, senlencia-
do appellado vindo de Flores.
No dia 2, ii ordem do subdelegado do 1* distric
to do S. Jose, Maria, escrava do Monoel Jose
Alvcs, por offensas a moral puolica.
for oilieio de tiontem, commuuicou me o sub-
delegado do Recife, que a meia noite mais ou
menos do dia auterior.-caplurara e reeulhera ao
xadrez do corpo de policia, a requisicao do capi-
tao da barca ingleza Pa$agero, o tripolanle la mes
ma barca John Ctesth; por haver ft rid o alii a
seu companheiro Douglas Mce. Vicer, que a
compelente vistoria foi feita por um medico inglez
apresenlado pelo sobrodito capitao, sendo o feri-
mento considerado love.
Por oflisio de 3 de .outubro ultimo, c.mmuni
cou-me o denfado da Eicada que ao amanhecer
do dia anterior no eogeenho Irmandade d'aquello
termo, Francisco de lal, conhecido por Francisco
Capitao, assasiinau com duas punhaladas a sua
propria mulher; que depois de evadir se entra-
gou-se a prisao e que aeerca de semelhante lacl
proseguia nos tormos do inqucrito.
Finalmente, a ordem e a tranquillidade publicas
nao soffrcram alteracao.
Deus guards a V. Excillra. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi
mo presidente da provincia. O chefe de policia,
^nfonio Francisco Corrtia de Aiaujo.
INTERIOR.
RIP E JANEIRO
-.CONrLICTO RF.UGIOSO.
Tinhamo3 pre.isto qua o act) do nobre minis-
tro do imperio, com que recouvn-mJou ao pro
enrador da coroi, fazenJa o sob'rania nacional
que intente accas.icso contra o bispo de Olinda
polos factos lucidamentd cxnostos uo aviso da 27
de setembro, nao podia escapar a sort a lesarva'da
pjjvidencia3 detamanho alcance.
Por mais quo esta modi la decorra natural d -
conhecidos episodiosda questao rel'uriasa. c I
a acautelar graves interesses que nenhnma -
dade bom or^anisada podorii aeijar
dos sem quebra de imprescriptiveis direitos da so-
berania nacional ; por mais que nesta providou-
cia se leaha accent a ado o pensamento da nao
permiUir aos urgaos du podar espiritual iniuslill-
cavel vijiaeaj da lei fundamental o leis orgaui-
as: pn- ni.tis quu esta energica attitude do go-
varno imperial seja de naturaza a iranquilisar o
espirito public i jastamente iutiuielado pela eri-
minosa resistaacia do bispa da Olio la a ordem
amaaada de eompeteatQ autoridale madiauie as
formulas de um process j esubelecido pir lei do
eslado ; tudo nos estava a annunciar quo paixoes
de diffcreiilo uaturaza uai so diwnorariam a pro-
voear irritantes reflexdds e estranhos juizos sobre
o acto le 27 ltd setembro.
Questoes qua de perto ou de, longo inleressam
a creucas rebgiosas, saode sua uaturezi incaades-
cenles ; e piova-u bam a historu dos ultimas
mezes. Junia-sa a isu o interesse partidario
que em ludj sa inga.v, e en tidas ordens de
idias a ostanta, arrugauta e implacavel umas
vezes, a muita< oiitras iusidiasa e subtil, e ter-se-
h.t a jasta madida dos uutivos daierminantes
dessa grita da qua a Oeftrmi comeoa a fazer-se
orgao contra um acto que, sa nao contem uma
solucao qua inipanln termo as dilHculdades do
momeuuio pravina futures contlictos, naj e me-
u is Jigua da ser louvado por sua oppartuaidade,
euergia e patriotica mleucjao da resguardm' a som-
bra da let valiasos direitos da suberauia nacij-
nal.
Nao nos sorpreheadeu, portanlo, o annuuci > de
ampla discussao cum que a Re for mi nos ameaca
desde alguus dias em publicac/ies auonymas,
ella qua Taz timbre do dcixar a descaberto a res-
ponsabilidade dc seus conperalores.
Nos o esperavamos ; e o doviamas alias espo-
rar de syslematica oppo;ic.lo, qualquer qae fossa
a delib ra^slu do go.eni) e;n face dos ullimos
acoule imeutos.
Ao pjclamar a atleu ao dos sous leitores para
o artigo.qxie honlem aeu a ostampa, declarou a
Reform i aeeitar cam grandc jubila o cjneurso de
um collaborador que por sua posicao no parti Jo
liberal, marece para as suas preduecoes a primei
ra columua do orgao denocratico,
Aiuda be.u I Lsta verdadeira carta do seguro
nos era tauto mais uecessaria quanlo poderiamos
suspoitir que ao illuslre a.ionymo eslaria prava-
veluiente rescrvada o scrte que, nesta mesnia
quastao religiosa, aguanbu os uitunos arligos de-
vidos a peiiaa do 6r. cuoselioira Tito Franco, ao
primeiru dos quaes tarabem dastiuou a Reforms
a columua de hanra.
Gra;as a scguranja do orglo democratic), se
nao teaios a vcutura de conhecer o nomejlo dis-
tiuato escriplor, sabamos pelo menus qSo nos di-
rigiiuus a juem, por sua enspicua posicao tauto
eo aio uor suas luzes. uos nao deve iuspirar raoaas
atlenvoes que a Riformjt.
Mas e por.isto- m-:-sbVJ que pedimos liceuga a >
illusicturnohyrao para nao deixar sera immediate
reparo a quali&ci.:ia dc orgao semi-otBcial que
julgou dever attribuir-nos. Orgao de um partido,
e a tao inunestionavcl direito coma a Reforma o
e do p\rlidj liberal, aio prestamos apoio ao ga-
binete 7 de marco sea 10 porque em caJa um das
seus maiuoros, e ua elevada p.dilica de (ho se
lem feiia iutarprete, ve.nos representado o pen
sameuto qae nos pareee dever guiar o partido
conserv-idor no tempo que corre. Com o minis-
terio 7 de marco uos nao temos de comraum se-
nao essa soliaariedade de inluitos politicos quo
eeustituc o lac>> de um partida organisado. Se
iito p-5.lt dar fuodamento a quo sa nos repute
orgao semi-oilicia!, nao tamos que ver com essa
q'jalilicrio. De ouiro mode, haveria ahi mais que
uma injusla imputacao porque scria injuriosa ;
esta tenio-11 recebido coal omacerla indilfereu-
ca, mas quauda nos lem sido dlrigtda por uns cer-
La noircs a que lemos apreodklo a fazer jostica
e dos quaes poJeriainos re|tir cam a Reforma
qua, mais anonymos sa revelam, quanlo mais se
dio a correr,
Comeca o illa-tre -articulisla por uma ordain
de considera.jies ipia, par mmto de passagem que
tenham sido expistaa, aao devem ser deixadas de
margem. Leva nos ahi a iealdada que deve an
dar uas lutas da raciocinio, ue.-sas quo uns certus
nomc proprij: julgam-se desobrigados de aeeitar
porque, dizem elles, Ih'as offerecem anonymos
qae sempie guardaram alias na imprensa os oans
usos da qua a impreina nunca se devera a|>ar-
tar.
Em nenhuaia outra questao, diz o illuslre cs-
criptor, ncai mesmo nado elemento servil, apre-
seutou so o partido liberal mais oompacto e uuido
e o prova a sua imprensa eon mais de trinta or
gaos no imperio. Pole ter havido e ha divergen
cias uo tocantc a crencas religiosas ; mas nao
as ha sogurainena no que se pode chamar o la-
do politico da questao.
Diciaram porventura esta afflrmacao louvaveis
seniimentos que nio recusamos homenagem. Mas
a cruel verdade e que, se ba ahi uma questao era
que o partido liberal tanha dado ao paiz trisle es-
pectaculo de iacertoza, hesitacao e hmentivel
desharmonia, 6 a que desde o comeco do anno Irai
agitaJo o espirito publico.
Na tribuna como na imprensa. quantos terro-
res quantas iufructuosas tentativas de uma so-
lucao quanta duvida pangente quantas meias
palavras I quantas estranhas medidas poderam
ser defendidas 1
No raeio disio, nuuca uma solucao apparelaada :
nuuea ;. afflrmacao de uma politica conscienciosa:
nunca um piano resolvido I
Recorde se x attitude da tribuna parlaraentar,
que o illuslre arliculisla deixou era silencio para
sonicate referir-se a imprensa liberal.
Nabuco de Araujo, Zacharias de Vasconcellos,
F. Ociaviaco, visconde de Souza Franco, sio se-
gur.imc.ate proeminentes vultos do partido liberal
e elevados representantes de suas ideas.
Pols bom I A attitude do Sr. conselheiro Za-
chariai do Vasconcellos, o intransigent's presidente
da Aisuciacao Calholica, todo o paiz a cophece.
Em seu eleva la conceito na) somente os bispos
usam de um direito iadiscutivel ao lancar sobre
as confrarias c irmandades interdicto geral, pes-
soal ou local, m is cuinprein o seu dever de pasto-
res do rebauho catbolico, vibraodo contra todas
as rebeldia- pronunciadas contra o onsino da igre-
ja em qualquer ordem do idCis os rai s da excom
aiuuliao eai qualquer de seus graes. 0 acto da
12 de junho pareceu ao illuslre conselheiro nada
menos quo violento, altentatorio e usurpador.
Delegados do um poder que nao pdde errar, in-
vesiidos de auferidade que em nada pode ser
subordinada a iufluencia do poder civil, organs de
uma soberauia perfeita, livre independeute, os
bispos so ao chefe do calholicismo devom, na op"
niaa do Sr Zacharias, eonta de ados praticado3
no exercicio de seu sagrado ministerio.
A publicacito e execucao de bullas nao placita-
das, a resisiencia a s ilucao de t2 do junho, tudo
isto que com justa razau inquiata o sobresalla as
consciences dw que creem poder guardar fideli-
dade as HstltaiQoes do D-ai^sen quo por esto facto
se sint.'.m desgarrados da commudhao eathoHca,
sao act os que o Sr. Zacharias de Vasconcellos na>
sument; absolve e louva, mas presla-lhos resaei-
losa obediencia c ... i a i!f!iberaQ5es de um poder
mdefecrrvol.
Do sen laJo Drgne-c o vulto vencrando do Sr.
Souza Franco a defender doulrina inteiramcuto
c trjp :'..: qaentemente, uma poli-
tica abfrtamente aveWa a qn encontrana nas ra-
! presidente da Assoiaagaa Catho-
i'i1o f resoluto orgao.
; !ida lo dc caosclneiro de eslado
que na de reprosenianto do paiz, mais como aoxi-
liar da governo qne como chefe de partido, o Sr.
Nabuco de Araujo declarou se tardiaraente filiado
a essa escola de bons catholieos quo, sem julgar
comproaiaitid i o deposito de suas crencas, nao
julgam de sacriiicar a sobarania espiritual direitos
e regalias sem as quaes a soberaaia nacional seria
uma va palavra.
Tao de oscrupulos se revelou possuido o velbo
chefe qua, como quem adevinhara as consumes
intarrupcoes do ultramonlano Sr. Zacharias, come-
i.'ou nor afilrmar a sua viva cronca no snave dog-
ma da Immaculada Conceicao, por esto mcio asse-
gurando com eslremecido zelo o fervor de suas
crencas.
E.-issiai e quo o Sr. Nabuco da Araajo, defenden-
do as conclusdes do cohselho de estado, affirraou
com toda sua autoridade a sabedoria e opportuni -
dade dossa politica ministerial dc que o acto de 27
de setembro nao e senao obrijado e previsto co-
ruUario
Foi nessa mesma columna da honra da Rtforma
qua o Sr. conselheiro Octaviano veio dizer aopaiz.
impacienb: por ouvir-lbe uma nota de sua pala-
vra musical, que as conclusoes do doutissimo pa-
recer do eonsclho de eslado encerravam a verda-
deira politica n i questao religiosa.
Emquauta isto se passava e o Sr. Zacharias do
Vasconcellos recebia de vigarios o coadjutore;
protestos de adhesao que o Sr. Leandro Bezerra
reuna cuidadosamente, o que so ouvh na outra
casa do parlamento ?
0 Sr. Silveira Martins, contrapondo a qualifiea-
cao do velkos fanaticos a de moros fognsos com
que o brindara a elle o a seus collegas o Sr. Za-
charias, proclamava a pianos pulrades a indeclina-
vel nocestidado de realisar no Brasil a formula que
Cavoor fez celebre : igrbja livrr no estado
L1VRK.
N"-> dia immediato um lalentoso escriptor e dos
mais aclivos cooperadores da propaganda liberal,
o Sr. Prad t Pimentel, escrevia pela Reforma pala-
vras como estas om artigo editorial :
0 Sr. Silveira Martins accentuou no sen dis-
enrso dc honlem o programma do partido liberal.
Nao ha outra a seguir. *
Em ou'ros vai'ios discursos que correm impres-
ses, o impatuoso doputado riograndense acenava
ao governo com a suspensao e encarcerameuto dos
bispos, como uuicas medilas bastante efficazes
para corner o quechamava a propaganda jesuitica
contra as instituic5es juradas.
E, entretanto, nao se conhecia ale entio um si
acto dc resistenci as ordens legaes !
Nao e odesejo de cavar a divisio ea desharma-
nia nas QJeiras liboraes que nos inspira arecorda
cao destcs ;eontecimenios. Nao e tambem que
nos deleitemos om innteis recriminaeoes.
Nos julgames rnuito natural que. perante um
e,.niiiei.- nn. njAa fazia annunciar, Uo differcntes
opinioos se tenham manifestado no seio do partido
liberal.
O com que nao podemos convir, e que se ouse
allirmar n um torn de imperturbavel seguranca
qae em nenliuan outra questao se oslentou o par-
tido liberal mais uuido o mais compacto. Contra
esta afflrmacao protestam os factos em toda a elo-
quencia de sua lingnagera.
Suspondemos aqui, em falta do tempo, a res
posta que jnlgimos dever ao illuslre anonyrao da
Reforma.
{Nando.)
DURLODEPEKMiMBUOO
KLCIFE, i DE NOVEMBRO DE 187S.
V>ti'i;a* do snl do imperio.
No domingo as J5 boras da tarde fundeou no la-
mar.'to o vapor francez Vitle de Ruhia, trazendo
datas: do Rio da Prata 21, de Minas-Geraes 19,
do Espirilo-Saato 23 e do Rio de Janeiro 27 de
outubro.
Eis o quo colhemos :
RIO DA PRATA.
Sobi o os assumptos qne poderiam interessar os
leitores nada trazem alem dc boalos bem pouco
dignos de attencao, quando as mesmas noticias
dadas como posi'tiva tao frequcntemento sao des-
mentidas.
MINAS GERAES.
Lemos no Monitor Sul Mineiro de 19 de outu-
bro :
c No dia 18, as -J boras da manlia, foi presa a
3 leguas de distancia desta cidade, a famigerada
Anna Lemes, irma do assassino Jose Thome, e
autora da morte de Emerenciana do tal, perpetra-
da ha mais da 10 annos.
a A escolta foi commandada polo tenenle Ri-
bas, a quem o Dr. Francisco Julio da Veiga, juiz
municipal do termo, entregon o mandado do pri-
sao.
a Gracas as muiUs indagacoes a que procedeu
o Sr. Dr Veiga, quo so achava perto da casa onto
conslava estar Anna Lemes, e as rouitas precau-
co'.'s que tomou, conseguio elle essa prisao, que
lem sido um impossivel ate o presente.
Uma caita escripta da freguezia de Cachoeira.
termo de Lavras, re ere :
Tem e>ta por Gin fazer-lhe scienie do iriste e
deploravel estado desta infeliz povoacaa com o
apparecimento das bexigas, que pareee querereai
dar fun do povo, fazendo os maiores estragos em
todas is familias.
a Sendo, como se sabe. esta povoacao peqaena,
e tendo apenas sessenta o Untas casas habitadas,
raetade dasUs acham-se daserlas, sem ter uma so
pessoa, conhecendo-se vestigios de gen to so pela
criacao que deixaram I Tem sido uma lastima, e
ate hoje contam-se 18i victimas, isto em menos
de dam mezes, e n'um lugar que tem apenas 300
almas mais ou menos; faca idea como estaremos
aqui.
a Apenas tem cscapado do Qagcllo tres fami-
lias, todas as mais lem sido vieti nas ; ou mesmo
perdi quatro pessoas de minha familia, entre ellas
minha cheraaa esposa com quem estava casado ha
mez ft tanto.
a Por ordem da camara de Lavras foi crcado
aqui um hospital a 9 do passado, sob a direccio
do Dr. Augusto Jose" da Silva, que tem sido incan-
savel nos esforeos para a completa extinccao da
epidemia, cor'.ando-a por meio da vaccina e obri-
gando a todos os doenles a se tralarem no hospi-
tal, afim de nao estenderse mais a epidemia.
Os services aqui pn-sudos pelo Dr. Augusto
sao innumeraveis; tem sido um verdadeiro apos-
tolo da humanidade, e se nao fosse a creacao das
se hospital, e a escolha do medico assistenle, mat
iriamos, c a epidemia nao leria fun tao ceda I
0 Sr. BapiisU Pinto apresenlara na assemble*
provincial o seguinte projecto, assignado por mais
15 deputadoi :
i Fica o governo da provincia autorisado a
contrahir um emprestimo de liftOOOj com o ju-
ro maximo de 80J0, queserao empregados exclusi-
vamente nos concertos, reparoa e inudancas da es-
tra la do Pied, desde o alto da serra a cidade da
Campanba. 0 governo fara as opcracoos de cre-
dito oecessarias a amorli=ac.ao do capital e jeros
devidos.
ESPIRITO SANTO.
E>crevem da villa do Espirito Santa a Uniao :
Caiiio forte tuf.lo, produ/.ido por trovoada,que
se levantara do SO as 3 I [2 horas da tarde do dia
21 i) corronte (setembfo). Choveu por 10 mi-
nutes miiida.. pirem, onstanle sarAiya ; entre ella
cjjujavam so aqui c alii nedras do tatnania d >
ores de romba.>
-*-


j- '
>. f H
Til

'^fafe Ae Pernambuco Tcr^a feira 4 de Novembro de 1873.
=
0 nlfcres bornr ria do oxorcito Joao Rarbisa das
Neve* e sin mnrmsPn. Svrena Pinto da Victoria
Nunes doaram pflfcmcia uma casa de sua pro-
firiedada, sila M logar d.'iiominaJo Tanqie. m
teguezia de C waste*, dj i ounhipio desta capital,
para nella fuiiocfon.ir a aula do instrueeao pritna-
ria alii existette. ____
s. NUTRIBURIN A.
Rioec-iiT'.-u tign* do men.-ao.
MO UK JANKIRO.
Lemos no JtnvUdn Commtrcto:
Alguns ci ll'fWt ceusuranm-nos Iwntem (26)
por havermos a>lg^Blo nasnossas c limnas uma
reolamacao d;> prafrie'.ana do
Louvre, no I'c rid, aobre necusar-se-lhe o paga
mento integral da somiua qua exi;i pela hospeda-
gem le Sua Jigesiak-o limperador, e us termos
cm que Atarim. e a que alias Ja esteems habi
tuad >s da parte deltas, antnrisam no* a dizerlhes:
quern vos naoconlieeer ana rot eumpre.
A questa > a i| ic a ailudi la reciamicjio i re-
Can bi affiacia aos tribunacs polo proprio inipera-
dor, que eatregando a a dies viitualmente a en-
lrejou a pu'-li ;i lade, -erlo de 0.1 ter de arre-
ceiar-se desta Os motive* que Sua Magestade
ISM para isso Hit podiam defxar de ser nobres, e
depositanto im nodiata n-nte a somma pelilae
ordenando aoctnsul que >c por venlura os tribu-
nals tizessein q'lalqucr reduccai ua conta da hos-
pedeira, 0 sal-: 0 fosse distriou'do aos pubres ; 0 so-
bsrano-poz-se muito aciina da su-pe-ta qua em
ea zer uma qucsluu do din iciro
de Athayie, 0 h-.rdeiro Jos* Luiz de CaWalha, e sous fllbas, appellados Soverino, Irmao fcC id*. 0 Hoje do dito Baifio, sito a nia da Praia,
nor intermodio di sou alvogadoo >r. Cornelia da WLGA\uxros Foram ao advogado para dar parocer as peli-
Fonceca, alforriou u 111 eserava, par-11, de ivmul IUlir.u.lo-se
  • cada nesta seccin, do.'o terse :0 DIA DOS
    MO iTXK E' bojo cue din, pelo qne, i n di-t da
    prnnto etc., etc., e nSo coino saliio, pur engano de
    copla.
    Thesuuraria de Fnxcinla. -Nesta es-
    Granda' Hotel do tacio pagara-se hoje as scguintos follias: tribunal
    1 do eommercio, possoal da poli'i 1, c jnsib'iia'^jas dos
    ulSciaes do exoroito a outros, fuixo djs feitos, nia-
    nnhagem a guardas da alfand-ga.
    Os TuTiecionart >9 que loixarem de teceber nesto
    dia, so poderao fazel 0 do oitavo dia util em
    dianta.
    .1 unllm da pra^a do Cande d'Eu.
    Em eonsequcBcit do grande ealor (Jue sa seota
    actualmente, o Sr. Dr. Lobo Moscoso re-oUou man-
    dar abnr 0 jardim todas as noutcs d.is 6 as 10
    horas, e tocara alguma ban la do musisa militar,
    duraate aquellas boras, qoaodo o* sou'aores com-
    mandintas de corpos ou d.reC!orO) do estabeleei
    montos se dignarem fazor nsaa favor.
    Saciedade Patriutica Daze de Se
    teinhro. -No'dia 31 do pa&adJ houve sess 0
    ordinaria dosta soriedade.
    Lida a acta da sessSo antecedento 6 approvah
    E' iido urn ofQoio da presidaQrtia.reeomaandao-
    . Oi'iitu'd \ d -spind r-o ulUBUrianW para para su jinellur urn negooio seu particular ras, libras, artefactos eobjeotj> pro^rios para u
    ao* tribunal's orlinarios, 0 imperador Bio exigio,
    in-ill podi.; oxiyir, quo estes proeeJessem em segre-
    do de ju-tici ; quiz evidtutamenie que a qucstao
    fi.sse veatiiad.i e discutida a luz do sol e da pu-
    blicidado. Acoit.ndo um tribunal de juizes tiga-
    dos, poleria 1 imporador rc>:usar esse oulro bem
    tnais olemne a angostu da opiniao publica ? Os
    ciiilega1! a quo p.03 referimos assim suppoem ; not,
    pjivm, julganamos irrogar cffr-nsa ao monarclia
    oscJarefido, a:reditartdo qua olid, citanda peranle
    os tnbunaes 1 rdmarios a pane coofaria, q-izcsse
    vcdar a esia u r>Curso para a imprensa, inhibindo
    sa) pleitear 11 iidii-in peranle a opiniao publica 0
    sou bom ou 11 ao direito por isso nein um mi
    meuto he>it 0110s cm dar pubiieidade a rcolaoa-
    ym da hos pedeira.
    < Citada piranto os tnbunass Jo Port), e;ta
    impugn hi alii a compel mcia da pflss m quo a ei
    tava e os joizrs Pie leram razao. For^ala a ser
    re alii, assi lia-lhe 0 indispiHavel direito de ir Mr
    autora aqui, e coin'1 litiganto sena lyrandia priv*
    lada faeulfade do dirlgir-se ao publico se tmba
    ti na .senteni-a dole. Na 1 fOra etla, fora 0 impo-
    rador que recirnra aos tribanaes ; e se assim o
    fez nSo foi pafl, pr melb delles, dictar asua'von-
    tade, mas par. :.l!i plcilear a sua [ustica erf> tor
    mos de iguallidt.
    lamente 0 act 1 quo
    Maria, cujo valor era quasi 0 de td lo quiniiiolSr. c rtielhoh-o rVsi I j.ite, assumi > a pr;siJaoya o
    que Ihe coabo. l*r. dosemis'nta fc>r H:is e Si!>'a, presilonte ad
    A' taes accoes qtialquor elogio e superflao, a so b jc, 11 jule lowut0 4 publicacio dellas vale-lnes o in-reeido louvor.
    Errata. -Na yrimeira uoticia lioutem publt
    ropnos
    1 Plum
    S'xi Magestade pensou mam-
    praticavai se 0 nao tivese
    por justo, noine 0 portanto diguo do ser eonheeidi
    dSo 0 sujeiU'.ria ao juizo dos trilmnacs que do ba
    muito deiXaram de ser seeretos.
    Ai|uoll.!.-. pois, iiue n'um plelto, franca e ei-
    p iBlaneameuto nioviao pelo Iniperador, quereriaen
    ;i!iaf.ji' a voz ua parto contraria, mdstram-so Wais
    re ilislas quo o rei, a coino a respeito de algnns
    11 agu mi t iinaria a 1 seriu 0 sou realism cnvlt >
    na eapa repuljlieatta, sobra;jram a da dignidad--
    naelonal. relizmpnn a d gnidade nacional na la
    teal quo ver en seiuclhante qucstao, que tivese,
    poiern, unit CJceiamoj por ilia emquanto andar
    lig.il.i aos ..cu- do Sr. D. Pedro II. A RepUMica,
    > que, prorl;i'inndo igora esla nnia>, esqueeeqoe
    aiada ha pouco com a liistoria quo contava d--
    uma supposta infanta descolicrta por ahi n'um
    canto il 1 ei la lo, ata 'an le 0 car.i -ler do in 111 ircha,
    atirava por e* I" q te dost 1 ver. a nueslao da Republic* nao e
    ife dlgnidade ntci mal, nem do Imporador, eujo
    a:-ti qnaKfiea cjmo oapricbo, ao passoquo falla da
    liilfleira com sob rano d-spres 1, Mo porqueaos
    .Hi is do* repubHi-anos haja d*tincc5e* lidalgas,
    mas por quo quanio miis despresivel lossea pes-
    1:1. ineaos-digHi do ret parte n'uma aeeao civel,
    a tnenoa descnlpav*>| aquelle eaprlcho. A sua
    i io io balcao avail ida pela inceji lamhem dr. ft leno,
    a E' sedica esta insinuacao. Nao se passa, p ir
    assim dizer, dii em que naonos julgu>'nios obriga-
    dis a recusar 1 inse cao de algum artig >, que de-
    jui< vemos brilbar aas colunmas dos domoh colle-
    v'is. Muitos d.lles sao lapublicados coma decla-
    rafao de haverjm side rejoitados por nos, a a sua
    liiiira a tod is revolara so a nos-a recu*a era
    iliclada por considerajoes individuaes ou por mo-
    tivos de oid-iii elevada. Ainla ultimamente 0
    catli dice lihuio do Mo de Janeiro ac dlieu n> seu
    moo smtorUu (tojesuita, euja eontinua.ao nosne-
    gaoiM a puhPcir desJe quo 0 aulor da consura
    moito liciii d-is abusos clerieaea passou a chin-
    oalhar as eousas m.iis sagradas da religiao, Bsta
    mesma reclaniaoao da hospedeira do Porto, talvez
    nos cnganemos. mas estaoios conveneidos que so
    houvesscm h <: cusa 11 a sua inscrcfio, 11 > dia se-
    gt.'iuio a teriamj- rtsto sob a invocacao dos sagra-
    't is diroitos da liherlade da imprensa estani ada
    p u collcgas c|ite nos eensnram agora. Entre-
    Unto, sum >s nos <\ ii' olios accusani de politicos de
    balcao.
    c Mas a eensu.*a Iraz em si mesma 0 cunho da
    Loa fe com quo 0 feitt. So a censura da publica
    ;.io livesse silo um orro da nossa parto, cumprina
    a is coilcgas dcixa-la cahir o tnais dopr.^ssa possi-
    vol mi esquociiueuto, Um voz listo, referiudo-se
    a ella, proroeaodo polotnica, aggravaram, segundo
    eltei ii::sinii,0 rnal, junlaado a pubiieidade que a
    reclama.a ja tinha tido, ainda a pouca ou muita
    quo elles podiam dar-liie. Foi por isso que do
    principio Ihes dissemoa e coneluinlo repeUmw '. -
    quern vos mo conhecor quo vos compre.
    a EfTectuou-so lioatem (20), no theatrj D. Pedro
    U, a reuniao popular, afim do resolver-se sobre 0
    inelhor modo de dar-se uma demonstracao de apre-
    50 ao autor da s-erie deartigos intilulados A Igreja
    e 0 Kstadn, que brain publicados nesta folha sob
    o pseudenj mo Gang nelli.
    0 Sr. Dr. oeiro Guarany, acclamado presi-
    donte, expoz em breves palavras 0 fim da reuniao.
    Passandose a Iralar da mauifestacao que se devia
    fazer, propoz 0 Sr. Dr. Pinto Junior, e foi unani-
    ruemente approv'jdo 0 seguinto :
    Co no demonstracao de apre^o pelo3 relevan-
    les servicos prestados pelo cidadio Saldanha Ma-
    riuho, 0 escriptor que sob 0 pseud> nymo de Can
    ganelli lomou a si a defeza da liberdadc da cons-
    cieneia, proponlio que se nomee commissScs por
    todo 0 paiz, para 0 flm de abrir-se uma sub-onp-
    cio nacional. com"cujo pr >dacto se erija uma
    easa nesta ca.iial para ser offerocida ao referido
    cidadao, com uma lapida commem irativa onde se
    leia : Ao cidaiao Salianha Marinho em signal de
    gratidio popuhr pelo seu civismo e relevantes
    servicos.
    a KaUaram diversos cidadaos e foi flnalmente
    oleila a cuinmissao central que ficou composta dos
    seguintes Srs.: Joaquim Bernardino Pinto Macha-
    do, Dr. SociM Guarany, Dr. Martiniaao Padilha,
    coiiselheiro 1'olix Martm3, Corte Ueal, Albino de
    Freita* Castro, Antonio de Calasans fiaythe e Dr.
    Pinto Junior.
    IIAWA.
    Na la oecorreu que merepa menr.ao.
    RE^STA DIARIA.
    Secrctaria do ffoverao.-Por partaria
    foi removido 0 bacaarel JelTersoa Mirabeau de Aze
    vedo Soares, de chafe da 2' para cnefe da I* sec-
    Cao da secretary do governo ; e foi rointegrado 0
    bacharel Joao Diniz Bibero da Cunna, a seu pedi-
    do, no lugar de ehefe da 2' seccao dessa reparti-
    Ciiusiilailn provincial.Por portaria
    da presilenria ca provineia, de 3 do eorrente, foi
    uomcado 0 baerarel Eduardo Augusto do Oliveira,
    cbefe da I* sec^to do consulado provineral.
    Jury do B.ectfe. -Rontem n3o hoavo ses-
    eia por falta do namero gulHciente de jaizes de
    facto.
    Tefegraplio. Tendo apparecido ao sul do
    fiosso porto as 4 horas da tarde de doraingo (2 do
    eorreute) 0 vapjr fiancez Ville de Bahia, peace-
    tlente db sul do Iraporio, e fundeado no lainarao
    a ceica de S ho-as, vindo a mala para a terra as
    6%, s6 teve a prpalacao sciencta dessa.oocurren-
    cia hontem pi^is 6 ;{ boras da manna, quando o
    telegraphista do ooltagio enteadeu convenraute as-
    sigaalar dito vap f /
    Nao sento a p-imeira voz que sa notam irregu-
    hridades no sorviea dessa estacao tel"griplnca,
    com grave prejiizo publico, vimoi i-hamar a at-
    tenQaVi dv> senb >f encarregado do servico telegra-
    phieo do snl d>- mperio para esses facto*, certos
    de qua dara a- d^vldas prwidencias.
    / Aeto louva vel. Por pecasiao de inventa-
    riar-se no enjeuto Cumba, no termo d Agua Fre-
    Ja e sob aY vftiu do respeetiro Or. jniz municipal
    finjnno, os bets deixados pair BeiNtTJcio Baptista
    masou quo 0 Imperial "lustituto Plum iier.se do
    Agricultura pretende croar no jardim bjtanlCo da
    corte.
    Hosolveuse respond t a S E&c qu^, depots da
    exposicao do dia 2 do dezombro, estara a socieda-
    de mais habditaJa a facer a rcmossa pidida, c pa-
    ra 0 que empregara Lidos os esf.ireos.
    Sao approva I os socTos etTaetivos os senh ire?:
    Dr. Honortit Ang :sto Ribeiro.
    (ustavo Adolpho Smith.
    Augusto Ce.-ar Fern Hides Eiras.
    Passandose a 2' parte d 1 ordem do dia, e no-
    moado o Dr. Crysolito Chaves pira razor as expe-
    riencias e eslulospren-os sobre a cent vegetal -
    producto da arvore denominada p-reiro que
    pelo tenento coronal Sevenano Leite foi remeltido
    para figurar na exposicSi. AtlendenJo a Imp>r
    t liicia deste producto quo existe cm abnndancia
    111 .eilsa n is ertoos, e que pel 1 primeira vez e
    oxp is.o, resolveu a sociedade apresenta-lo somente
    dooois de conveniente nento estttdado.
    E' uma imporiaiitissi.na de.-o iberta para a in-
    dustna.
    Resolveu mais a sociedale dirigir-so pr meio
    de annunoio aos pridu-iores, in-tando pela re-
    oi-ssa de prod idos a expoicau de2 de dczembro
    e designar os lugares para onde devem elles ser
    remettid'S.
    N imcou se uma commissao para dirigir os ar-
    ranj is e preparatives n 1 edlfleio onde deve ter lu-
    gar a oxposicao, que Ocou assim composta :
    Capitiode fragata Francisco Romano St.'pplo
    da Silva.
    Dr. Francisco G ijOes P.irente.
    Engenheiro Felippe de Figueiroa'Faria.
    J nquiiii Dias dos Santos.
    Dr. Aiofpho Lamenha Lins.
    Com osta commis-KO devem os cxpositores se
    enteuder, >obre o equ.M da que precisam no odi
    licio, arranj 1 e colmcaeai do- productos.
    Ao thesourciro autorisao-se a despeza neces-
    -arn.
    Os lugares para onde devem os productos ser
    reinnti I is sin os sagnintos :
    Recife. Forte li Mittos, armazom do Diis.
    Smto Antonio, ruaii Imperador n. 81.
    11 la-Vista, rua da Uui'io n. i'\.
    as 0 horas da n rift tevanloH-se a seasao.
    Sociedade rccreativa Nova t'-iiao.
    Procedou-se ante-houiooi a eleicao docmselbo
    admnisrr itivo c direct ires de moz des'a sociedade,
    a rua d 1 llarao d 1 Victoria n 63, e foram eloitos
    OS -eguintes senh ires:
    Presideute.Candido A. de AII111 |uerque Sa-
    bral.
    Vice-presidente. Jose Martins da Silva.
    4 seeretario. Jaaquim da Silva Carvalho.
    2" seeretario Antonio Liao Pereira Dulra.
    Thesourciro Antonio Luil da Silva Urandao.
    Caplui'aAs 12 boras da noite de 2 do eor-
    rente, a sulidelegacia do Recife capturou e recj-
    Ihen ao quartol da policia, a requisi^ao do capitao
    dab'rea mgleza Pisngero, 0 trio'iluile da mesma
    John Gesth, por haver a bordo fen lo levomeute 0
    seu compauheiro Wicer, recebendo do mc-mo ca-
    pitao a competente vistoria, pralicada por um me-
    dico inglez
    Hoaiicidio Com duas punhaladas assas-
    siaon a sua propr de, do lermo da Escada, ao amanbecer do dia 29
    de outubro ultimo um individuo conbecido por
    Francisco Capitao.
    Salisfeita a vinganca ou a perversidade eva-
    dio-se.
    Xova publicacao.EJitada pelo Sr. B.
    L. Gamier, livreiro editor do lustituto llistorico
    Brasileiro, acaba do cliegar as livrariaa desta ci-
    tLide a impurtanle obra Resumi de historia intent-
    ria desde a hebraica ate a Iuso-brtsileira, do djs-
    tiucto 0 notavel escriptor coaegj Dr. Joaquim Cae-
    taoo Feruandes Pinheiro.
    E' uma obra digua de aprcQo c recommendavel
    por mais de um titulo.
    Luteria -A que se acha a venda c a 721 a
    beueQ io da igreja de Nossa Senhora d) Livramen-
    to da Victoria, a qual curre hoje, pelo novo piano
    pubbcado.
    Ecilao.Hoje effoctiia o agente Pinto um lei-
    lao do bons moveis no 1 andar do sobrado da rua
    Jo visconde de Herval n. 31.
    Amanha, 5, devc ter lugar par tntervcngao
    do agente Pinto oleilao de differentes apolices, as-
    sim eimo l) accSes da companhia de BeberiDe, e
    em continuacao vendera 0 mesmo agente 0 sobra-
    Jo da rua do Bom Jesus n. 26.
    Quinta-feira, 6, vonleri 0 mesmo agente dif-
    ferentns chapeos u fazendas avariadas em seu es-
    criptorio a ma do Bmn Jesus n. 43.
    Hospital l'ortugucz ie Bcneflcen-
    cia. -Movimenlo das enfermarias desde 0 dia 2d
    a 1 do eorrente:
    Ficaram e n tratamento 36, cntraram IS, sahi-
    ram 6, falleceu i, fleam existindo 41.
    Casa de deten^ao.Movunento do dia
    2 de uovembro de 1873 :
    Existiara presos 337, entrou I, existem 338.
    A saber
    N'acionaes 243, mulheres 13, estrangeiros 37,
    escravos 40, escravas 3.Total 338.
    Alimentados a custa dos cofres publicos 273.
    Movimeato da enferraaria do dia 2 de novembro
    Je 1873:
    Teve baixa.
    Idalino Cordeiro da Silva, colica.
    Teve alta.
    J0S0 Avelino da Silva.
    Hospital Pedro II. 0 movimento deste
    e-,tabelecimento, de 27 de outubro ao dia 2 de no-
    vembro de 1873 foi 0 seguinte : existiam 379,
    entraram 61, sahiram 48, falleceram 10, existem
    382, sendo : 238 homens e 144 mulheres.
    Advertencia.
    Foram visitadas as enfermarias nestes dias : as
    8, 8 Ij2, 8 |2; 9, 8, 8, 6 1/2, pelo Dr. Beltrao ;
    as 9 1|2, 12 1/2, 1 t|2, I. pelo Dr. Sarmento ;
    as 8, 8 1(2, 8 1)2. 8 l|J, 8 Ii2, 9, pelo Dr. Mala-
    iuias ; as 8 |2, 8 f{2, 9, 8,8,6 l|f, pelo Dr. An-
    Irade Lima.
    Fallecidos.
    Sebastiao Bezerra de Menezes ; fractura dacolum-,
    na vertebral.
    Anna Maria da Concetclo ; variolas confluentes.
    H Wild^ ; febrc amarella.
    ileremias ; variolas confluentes.
    Franeisca Felictana de Torres ; tetano.
    Annibal ; variolas confluentes.
    J'oaquira Pereira de Preitas ; hepatite.
    Paulina Maria da Conceicao ; variolas confluentes.
    Maria da Conceicao ; variolas confluentes.
    Manoel, reeem-nascido ; variolas.
    Passa^eiro. Vindo do'snl no vapor
    rieanoOnfort'o :Maaoel Rodrigues.
    Idem viado do sul no vapor francez
    de Bahia !Manoel GoncaWes da Silva.
    ; a counissio d>
    Gon;ulves Braga
    edilioici >
    e Ant >nio
    ame
    Ville
    -.
    fHROMtl i\ WtMMIL
    Tribunal do comiuercio.
    SE5SA0 JUDfCIARIA EM 30 DE OUTUBRO
    DE 1873.
    ?BBSIDE.\CtA DO EXM. SR. CONSELHElRO ANSELUr
    fTiancisco pkretti.
    Seeretario, Julio GaimarSes.
    Ao meio dia, estando ruanidos us Srs. desem-
    bargadores Silva limuiaraes, Reis e Silva, Accioli,
    Dona, os Srs. deputados 0 supplenles Olinto
    Etasios, Lopes Machado, Sa Leitio 0 Guerra. S.
    Kx'!. 0 Sr. consclheiro presidente abrio a sessao.
    Fii lida 0 approvada a. acta da sessao ante-
    ced-juie.
    ACCOBDAO ASSIG.VAD3.
    Appellantes D. Anda Francisca Tavares Braga oul'r'cTa di< berdciros do'Josd Hygino de*Miran-
    appelUcao interposta do juizo municipal e do com-
    niorci 1 de Maceio, enlro parte's :
    Embai-gaute, app-llaate re a baroueza de Jara-
    gua, eoib.rgida appanali aaiora D. Ahninna
    Fro^s do Meudonca : jaues os 6n Ac:ioh, Din...
    Oliul 1 Bastos e Lopes Madludi). Foram de-preza-
    dos os embargos, seol) vot vencido o Sr- desem-
    bargrd ir Djria.
    ReassamHili a prosidM-ia j Esui Sr. consc-
    lheiro preid!iil!, soguio-sj o juUioiooti dw em
    bargis que .. 1 le u di H^ullieai luterp uta d>
    juizo especial do coiiuaereio, oau-e panes :
    R-iioargaote appeWante re D. Gertrales Germa
    na dos I'assos, embirgaoo appollalo aulor Maaoel
    Edawigosda silva : yiizes os Sr* Silva Guima
    raes, Rail e Silva, Olinto BaMos e Sa Leitao.-Fo
    ram reoebid >s os em ar^n.
    Juizo especial do eo.n nercio. -Appillaato au-
    tores Marques Santos & C., cessionari is de Diogo
    Pereira da Silva, aopolla Ios-reos os a linmhtraio-
    res da inassa falhd de Silvestre Piroirada Cu-
    nha & C. ; juizes os^Srs. Silva Gunnaraes, Reis a
    Silva, Oimto ilastos e Sa Leitio. -Fora n despro-
    zados os embargos.
    Juizo especial do co nmercio. App -Haute autor
    Gabriel Anto lio de sasir >Q.iintie, ap.ielUdo reo
    0 Dr. Nioor C-icieiro Bezerra Cavaleanti ; juizes
    os Srs. Silva Giimiraw, Reise iiva, Oliuto Baslos
    e Sa ueitao. l'n coo ir nidi a scnteoca com 1
    voto do Exm. Sr conselheir 1 prasi I-uto, senli
    vot is veacilis oi Srs. lion e Silva e O.iiU > Baslos.
    A po lido do um dos Srs. depatados adiou-se 0
    julginento do foil) en q 11 sao pirtos :
    Embirgantos embargadis a harao d) Livramon-
    to e J Me Antonio da Brito B.kIh, embarg inies
    embargidos os al nmi-tralires di ma-sa fallida
    de /'"""an lo Stopple di Silva, e os herdoirm de
    Luie Am ivel Dili uirc |.
    0 Sr. Olinto B.i-to- itio apresentou 0 feito aJu-
    do a sen pe.li lis e lire .urtes :
    Aupellanio Apillim llvarra de M mazes, appal-
    lado Joso '.a vi lean ti .le Ali iquerque ; a o >r. -a
    Leitaj nao aprasanttu ofoin outre paries :
    Appellairtes aliiiiui>iradores da massa fallida
    de Magalhaes & Irmao, appollado Antonio Maetud j
    Go nes di Siiva tutor +H men ires \ntoui" e Jose,
    (ilhos de Uitiht Jose d 1 Silva Guimaraes.
    e\-S.\GltNS.
    Do Sr. desembarg 11 or Silva Guimaraos ao Sr.
    deserabargador Reis c Silva. App llante Joa
    liii.u Antonio deCarvaiho, appellado J.sii Jja|onn
    Guerreiro.
    Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr..tes-
    enbirgad'ir Accioli. -Enliargante M> hnstiani,
    emli inwlos Carlos Pinto de Letn )s 1 C ; appel
    lautes Sovenno, Irm-J 4(1, appolJaJo Francisco
    Pmto de Souza Neves.
    AGQBAVO.
    Juizo especial do cominercio. Aggravante
    Manoel Rodeigues Teixe-ra. aggravados a vwva e
    herdeiros de Henrique do Miraudi Henrique*.
    0 Exm. Sr. cousellieiro pres.dente negou.pro-
    vimanto.
    Encerrou-so a sessao a 1 h.ra e 3 quartos
    da tarde.
    CAM IRA MUNICIPAL.
    SESSAO EXTRAORDrWKiA EM it DE OUTU-
    BRO DE 1873.
    Pit.-.SIDSNOIA DO SR. REGO ALDUgiIKR''UE.
    A0 meio dia, presented os Srs. prosideule Rego
    Albuquerque, e v.-.rea lores Ganjin, Lyj Juaior,
    Neves, Tlieodoro Sivj, Soaza Lei), C mhi G.u-
    maraos a Dr. M)-;ozo, fn aoarti a ses^a), e Ilia
    a acta di auieoodoute, f>i approvadi.
    I. :u-se o segain'.e
    EXPEOIENTE :
    Um offlcio do Exm preidento ds proyincia.de
    13 do eorrente, recoui nenJaudo a camara a re-
    messa om urgencia do um qua In demons '.rail vo
    de suas reudas no ultimo trieunio, para poler dar
    cu npriinent0 a circular do Exm. ministro do im-
    perio, d j 23 do inez Undo. -A camara mandou por
    iulermedio da conladoria satisfacer.
    Outro do mesmi 4xm Sr, de 17 do eorrente,
    reconhecondo a utilidade da de-apropria;ao do
    trapicHa Pel lurinh 1, pertencenie ao Exm viscon
    do de Suassuaa. -Foi ao advogado para promover
    judicialmento a desapropnaKaj.
    Outro d mesmo Exm. Sr., da 18 do eorrente,
    reco.nmoudand) a camara que, expediios os di-
    ploaias dos vereadores oleiios jiara a uotra camara
    da villa de Jaboalio a preenchidas as Lnuakdades
    legaes, iustalle a reforida villa e de posse a respsc-
    tiva camira. 0 Sr. presideute ordeuou qne se ex-
    padisso.n os diplomas; e dos guju o dia 7 do via-
    douro para ter lugar, palas 11 boras da uianha, a
    solemnidade da installacao da wferida vill^epos-
    so dos vereadores, feitas as comnaunicaoSes do es-
    tylo.
    Oulro do mesmo Exm. Sr., do 20, rometten lo a
    camara tres propostas para a obra do matadouro
    a logradouros publicos, alim do, sobre as mesmas
    dar seu parecer.RemaUea-se a respeetiva coin-
    missao.
    Outro do mesmo Exm. Sr., de 21, anviando co-
    pia do regulunenlo de 7 d) eorrente para execu-
    cao dos ,ss 43 e 44 do art. lo da lei provincial n.
    1,11a de 1" lo junho do eorrente anno. Remet-
    teu se a coatiaoria 0 mandou se dar copia aos 11s-
    ca#.
    Outro do seeretario da presidencia, remetlcndo
    copia do aclo do Exm. presidente da 16 do eorren-
    te, pelo qual foi aparovado provi-oriamenle um
    projecto de postura addcional eaviado pela cama-
    ra para esse flm. 'Mandouse fazer publico por
    o Iitaes e dar copia aos liscaes.
    Oulro do Or. chefe de policia, de 13 do eorren-
    te, communicando a camara que haviaor sido mill-
    tados, a ordem daquella autondade, os conducto-
    res'das carrocas n. 1,006 0 123 em dez mil reis ca-
    da um.Mandouse ao procundor para fazer ef-
    'fectiva a multa.
    Outro d 1 lerceiro supplenle do juizo dos feitos
    da fazenda, de 16 do eorrente', communicando ler
    naqueila data assumido 0 exercicio do referido
    cargo. Inteirada.
    Outro do subdelegado do primeiro dislricto de S.
    Jose, de 21 do eorrente, communicando ler naquei-
    la data passado 0 respectivo exercicio ao primeiro
    supplente. -Inteirada
    Oulro do admiaistrodor do cemilerio publico
    desta cidade, com nuuicando que am vista da an-
    lorisacio da camara ja mandou fazer os altares
    porlateis e espera estarao promptos para o dia de
    linados.Inte rada.
    Outro do geronte da companhia Recife Drainage
    de 21, remettendo uma peticao pedindo licenca
    para aberlura de uma porta no becco do Noranha.
    Maudon-se dar a licenca de conformidade com 0
    art. 30 do respectivo contrato.
    Offlcio do administrador do matadouro publico,
    informand, por ordem desta camara, sobre 0 fac-
    to de se haver morto uma rez, ja doenle a a carne
    exposta a venda, de qne den sciencia o fiscal em
    offlcio do 13 do eorrente. -Inteirada
    Infonnacao do engenheiro sobre o requeriraonto
    de Jose Correia de Brito, allegando que, tendo ob-
    tido licenca para conslruir uma casa na rua do
    Principe, fora ossa- obra cmbargada polo fiscal sob
    pretexto de nao estar no alinhamento das outras
    casas na mesma rua, pelo que pedia para conti-
    nuar na obra. Foi indeferida a peticao, em vista
    da referida iuf irmacio que dedara estar dila casa
    fora do alin'.iameato determiuado palo enge-
    nheiro.
    Outra, sobre a peticao da Silva Neves 4 C, pe-
    dindo licenca para substituir dua^janellas da ma-
    deira existeates no segundo andaPno predio n. 43
    da rua do Marquez da Ohnda, por duas grades de
    ferro, fazar cornija e parapeito. Foi adiado a re-
    querimenlo do Sr. vereador Ixiyo Junior.
    Rolacao das raultas im loslas polos fiscaes de S.
    Fret Pedro Gonealvos do Recife, de 15 ate esta da-
    ta, na importancia de trinta e nove mil reis.......
    (3940D0 )-Iuleirada.
    Cinco tertnos de infraccao na importancia de
    cento e cinewnta mil reis (13u jOOO) remettidos
    Delo fiscal da Boa-Vista, contra Francisco J jiquim
    da Cosia Fialho, Anlomo Ferreira Ramos e Jose"
    Correia de Brito. Renetteram-se ao procurador
    para fazer eifectiva a cobragga.
    OIBcio do tej&fd&Sl'?3* Senhora da Graga,
    eommunicand 0 Uflff^peftnba collocada oa en-
    trada da Haixa-Verde, pfWsa de alguns reparoe,
    Mandou -se fazer os concertos necessaries.
    Ficm adiada a reijuerimenlo do Sr, Theodoro
    Silva a diseossao e votacati do parecer da eont
    missao de edilicaeao sobre a representacao de al-
    guns moradores do lugar Canoed'tt> Monteiro e
    peticao de Francisco-Antonio Alves MasiJarenhas,
    conlra Antonio Pinto de Barros pelo facto de ter
    este apossado se de um Isrreni naiudla locali-
    dade, destinado para logradouro publico, bem co-
    mo sobre uma peticao lesle produzindo as razdes
    em ontrario a aCcusacSo que je Ihe faz.
    F.ii Umbem adiado a; requerimento do Sr. ve-
    reador Neves, a peii';ao do Barao de Bem8ca $6
    bra o sagamoiilo que a camara exiga da quantia
    despenJioa com a demolicSo da parte di) predio.
    uio Farreira Ramos
    as de Manoel Jose
    Ferreira Ramos.
    0 Sr. vereador Neve* requereu e Toi approvado
    0 seguinte :
    1.' Para que se offtciasse ao Exm. presidente
    soliciiando a oom>acaO de medicos nir districtos,
    Sara curarem o.s p ihres alacados da variolas, e
    esignacao de botica; em cada freguezia desta
    cilale para fornecerein remedios, correndo toda
    2 despeza par coma dos cofrM publicos.
    2. Qiaos .iscaos intiarissa n a is padeiros e
    vojadedores de peixe para do l. de novembro
    proximo vindour0, venderem 0 peixe e 0 pao a
    p3=o coino determiniiQ as oostaras municipaes.
    O Sr vereador Dr. Moscoso requereu para qne
    o engenheiro informasse se foi elle quern deu
    nivelamenlo e cordoac^io para a casa de Jose Cor-
    reia de Brito, a rua do Principe. -Pci approvado.
    0 mesmo Sr. vereador podio qua pela secretarra
    da camara se Iho informasse se flcou copia do pla
    no e projecto que em 1871 f*i por ajuelle verea-
    dor apresentadti sobre a construccao de um novo
    matadmro, e que esta camara mandou a assem-
    blea provincial para tomar em considoracao.
    A camara mandou que se informasse.
    Foram a mformar a conladoria a* oeticSes de D.
    Anna Joaquina da Costa Gilirana e Fiorencio Ro-
    drigues de Miranda Franco: as engeuhairo para 0
    mesmo fim a da Jo*6 August > de Araujo; .10
    a lvo.'alo a de Francisco Olympio Pereira de Oli-
    veira ; toi indeferida a Jose Correia de Brito e
    defcrila- as do Antonio de Njvolmo, AlTo.iso Mint,
    Antonio Simoos da silva, Antonio Gincalves do
    Azevo.11. Ant mi 1 di Rogo, Antonio Francisco
    Alves, Antonio Si noes da Silva, \ntinio da Costa
    a -ilva, Antniio Jacinth) Pios da Mendmca, An
    toniodos Sanms Mooteirn, Antonio Bonodicto Sai-
    ga lo, Antonio Frincise) Xivier, Vntonio Ijsa Gil
    vao, Antinio Maaoel dos -'razeres, Aiucleto Porei
    ra Magalh .e Br Sant' Vnna, Claudino Francisco de Souza Bento,
    Clementina -ilvestre Mad Denor, Caeiano Jo.=i'' M'ri-
    des, '.unhi Xante e outros, Chn-pim Jose do Mol- I culloi temw nao so a unioers'ilulaaVcalh dica sen
    prodaz a hypocn'sia. a doscr^hfa revolta, e por-
    lanto a im n trail lado.
    A Uaia-i ornbite com toil ajuolla d9snstrada
    intetaneia, a liborda le do consciencia, para parlir
    J) prmopi i oppostj c ueile assenlar as suas ba-
    Icrias ontra a liberdada de cultos.
    Assim a Uniao cnlemna coolo am crim de
    alta iraicto o introduzir-se somelhante liberdade,
    comoque a forca-em um povo univenatmmUt ca
    thotie 1, para dividi lo precisameuta naquillo em que
    mais se estrtba a sua missiio, sem outra razao
    mais que ridicula frioleira le liberdade para to-
    dos, maxime esta quo so pole ser professada
    p ir aquollet que ja nao saberu distinguir 0 verda-
    deiro do falno.
    E n vordade os jesuila) de sotaina e de casaca
    da Unia > 6 que muito 0 sab om a disto tern dado
    muita prova, distinguiudo 0 vordadeiro do falso
    e va nos ver coino saba a Uniao fazer esta dis-
    tinccio no ciso verientc.
    Por aquelles principles nac quer a Uniao a li-
    berdade de caltos no Brasil, porque sendo aqui
    a religiao de to-ru, imnos de alguns estrangeiros e
    doi sce.nicos.a catholica, pretender inlroduzir vie-
    Imtamenle no Brasil a liberdade de cultos, e ni 1
    so um grande absurdo, mas Umbem uma cramo-
    rosa injustioa feita a communhao socjal, cuja piz
    0 prosperidaie descancam na proflssao e pratica
    do catholicismo.*
    Coin- poroii conciliar os torraosinlroduzir
    uma tiberdale cioUntainente ?-
    Dar uma liberdade com violencia, e da-la a for-
    ca. Da-la a forca a da-la contra a vontade do
    quo a dove teceber.
    Quern jamais neslo mundo rejeitou uma liber-
    dale ? "I Urodnzir a liberdade rcligiosa, 6 dar a
    cada cidaiao a facul lade de seguir 0 que quizer,
    de pnticar 0 ealto qua qiizor. Assim a grande
    maioria, a quasi universalidale que 6 calhohca,
    fie com a mesma liberdade qua tinha d'anles de
    ser cath dice, e ainda mais, pirqu; nto, pole haver
    algum arbitrio ou abuio da parte do governo na
    sui prolecsl) ao cuito catholico, e havendo liber
    dade de cull), nao pode 0 governo pro\eger al
    gun e portanto abusar no desempenho desta tao
    lesaaturada missao. Assim, co n a liberdade d
    lo a mesa reged ir* da Senh >ra Saul' Anna, Eas-
    taqui 1 Gbcerio da Penh a. Foslerico Mirat, Fria
    Cisco Bomtlm. Francisco Calabria, Francisco Pa 1
    lino Cabral, Fr. Fe'ippe deS. L'liz Pain, Francis ao
    Xa'ier de Souza. Francisco Galoto, Francisco Via
    chilo Pelroza,.FeHppa Ernesto da Costa, Fioren-
    cio Joa ]uim d Oliveira, Franc.isco Domotrode
    Vlmeida. Franci-co Manoel da Costa, Francisco J ii'>-
    Gimas, Faustini Jose Viclorino. Ivo Celestino ilos
    Santos, izidro Pio de Oliveira, Jose Jauuario das
    Virgons, Jose da Annunciac-io Correia dc Mello,
    Jose Roraao Rodrigues. Joao Francisco de Souza
    Bento, Joio Baptista da Souza Bonio, Joaquim
    fc'rancisco de Souza Bento,' Joao Teiles da Albu
    quer quo, Joao Francisco Pereira, Jose da Silveira
    Martin*, Joao Francisco das Chagas, Januario
    Paulo do Azevedo, Joaquim Ferreira de Brilo, Ju
    lio Anl mia M >roira, J iao Vicente Farreira, Jose
    Ditivo dos Piss is Bast os, Jose Frmciso Falcao,
    Josf,-Fh Grego. 1*6 Teixmra Alves C-J^lho, Joseph
    Guerra, Jose Eiejjio, Joa) Carlos Baslos de Olivei-
    ra, Joaquim Gircia dos Santos c Silva. Joao Alves
    Boz-ri-a, Jitin i L >pos Cardin, Joaquim Dominguos
    lavares. J ii 1 J iaquim alves, Jose Goncalve* da
    Sa, J >ai J->sa Bitelho, Jose Juquin Ferreira de
    Souza, Josne Materno de A7ovedo Santos, Jose da
    Oisia 0mrad0. Joao Marlins de Barros, Jose Au-
    gust 1 le A aujo, Luiz Caetano Borgos, Luiz Rodri-
    OKS BirOoza, Lucas da Costa Evaogelista, Leo-
    p ddino Jose da Silva. Leobino Soiiano Coutinho,
    Luiz lose Fernandas, Luiz Gonzaga Moreira, Mar
    ques & C, > bi-iro, Manoel Ferreira do Xascimenlo, Maria das
    D ires, Malhias Fernanles d)s Santos, Manoel Ja
    cin ho C';lh), Man iel Gregorio dos Santos, M)yse
    Aarao Hento da Silva, Manoel Ant .nio da Rocha,
    Manoel Joaquim do Espirito Santo, Manoel Ignacio
    de Azevedo lunior, Mauiel Leandro Gomes de Mi-
    randa, Manoel Paulo do Naseimento, Manoel Cae-
    tano dos Prazeres, Manoel da Silva Barros, Per-
    Senlino da Trindade dc Aranha, Paula Antonia do
    ima, Panlo Pereira Sunoas, Rufioo Ferreira de
    Salles, Rozendo Jose das Neves Ruflno Ignicio de
    Oliveira, Sabino Antonio da Costa. Simoes Judas
    Esta lio, Vicente Ferreira de Sant'Anna e Vicente
    Ferreira Cirnelio.
    Nada mais houve a tratar-se, e 0 Sr. presidente
    levantou a sessao as 3 horas da larde.
    Eu, Pedro dc Albuquorque Autran, seeretario,
    a escrev'
    il'nnel Joaquim do Rego e Albuquerque, presi-
    dente. Jose Maria FreUe Gvnciro. Jose di Sil
    va Logo Junior. Tlieodoro Machado Freire Pe
    reira da Silva. -Jose Cesar io de Hello.Joao da
    Cunha Soares Guimaraes. -Dr. Pedro de .1 thayde
    Lobo Moscoso.
    OlB NEW LONDON & BRASILIAN BANK LI-
    MITED.
    Capilal do Banco........... 1.000.000
    a subscripto.......... 900.0
    pago............... 430.00 J
    Fundo de reServa contra de-
    preciacjio do capital...... C 40.000
    OALANQO DA CAFXA FILIAL EM 1'ERNAMUUCO EM 31 DE
    OUTUBRO DE 1873.
    Activo.
    Letras descontadas......... 1,314:727*620
    ieditos diversos, outros ban-
    ?os e caixas iiliaes....... 070.742*150
    Caixa
    Em moeda eorrente......... 827:023*1 '0
    Rs.
    2,812:492*S80
    Passiro.
    Depositos:
    Era conta cor-
    reute...... 386:591*310
    Fixos e por
    aviso. 723:219*020
    reditos diversos, outros ban-
    cos e caixas filiaes.........
    Letras a pagar.............
    Rs.
    1,109:810*330
    1,088^933*330
    13:729*220
    2:812:492*880
    S. E. O.
    Pernambuco, 3 de
    novembro da 1873.
    W. J. Haynes,
    Gerente.
    'UBUCAC0ES A PEDID0
    A UniSo.
    X
    A IGREJA L1VRE NO ESTADO LIVRE.
    (Continuacao.)
    Nao por coragem e so por grande insolcncia po-
    de alguem como a Uniao e os seus, ainda hoje
    atrever-se a chamar liberdade de consciencia a
    singles faculda'le da pensat, sem a minima exte-
    rior comtnunicac.io, qualiDcando de crimino:o em
    um paiz quasi todo catholico qualquer manitesta-
    cao em sentido differenle da religiao catholica como
    iemoi visto pelo precedente artigo.
    A liberdade de codsciencia so esla pore'm no
    que a Uniao chama crime. Se o individuo nao
    pode adorar a Deus como sente em sua conscien-
    cia, ou nao o adora de modo algum. ou nao pode
    ser livre em sua consciencia, porque a meuor
    manifeslacao de sea sentimento, mesmo dentn de
    am quarto, poderla ser sabida, e portanto punida,
    como se fazia no tempo da inquisieao que a Uniao
    pretende restaurar.
    A liberdade de consciencia, pois, nao quer a
    Uniao em o nosso paiz quasi todo catholico, sem
    que seja punida pelo estadb qualquer manifeslacao
    em sentido contrario ao catnolicismo.
    Torqde portm f
    Ja vimos como nao e esta a missao do estado.
    como com esta ingerencia em materia de con-
    sciencia nao produziria o estado a pratica da mo-
    ral catholica, oorque desse modo nao ediflcaria
    o povo no sentimento religioso, e s6 produziria
    hypocrtlas ; como e am disparate da Uuia-icon-
    siderar uu fazer consistir a liberdade de conscien
    cia no simples"recondilos do pensamento sem ma
    nifestacao alguma.
    Que direito te.n, pots, oestado, da impor de qual-
    quer maneira. de pruteger uma crenca seja qual
    for?
    Era primeiro Jugar. qnanto mais a proteger ou
    com recorapensas, ou com penasno sentido coirtrario
    menus ella se animara, mais ella se ostentara pelos
    aetos externos dos tuiiidos a dos interesseiros;
    menos iraperlo tend.o no sentimento, mais se
    rwoltarao ds animos independentes naquefles em
    cdjo espirito entre qualquer duvida a respeito da
    materia.
    Ora, a pratica da moral de um povo, que e uma
    necossidadcind^clinavel de Um e-tado, nao vira por
    certo dos aclos exlernos de uma crenca religiosa,
    quando ella nao for a perfeita expre^sao do senti-
    mentos do cada individuo que as praticar.
    Assim a proteccao do estado a uma crenca qual-
    dos nossos actoa. Dirijam-w pois a elle a respeito
    de qualquar obra que ree.onbecerem nao ler sid^
    execuL'ida de coiiformidafle corn o respcciivo or-
    Sainenio ; e se algum arretiialanie sa julgar preju-
    icado, em va de proenrtr pr-rsnadir ao publico
    quo o estauios porseguiink>, recorra ao mesnx>
    cbefo para este exaioiiiar i* scus irabalhot Ou-
    tro qualquer procediniento, alem de ser muito in-
    digno e so iudiear doipeito, prova tambera nao ter
    consciencia de si a rereio doe empregados.
    Villa do Cabo, 31 di- ouiubro de 1873.
    Joaquim Galeno Coelho
    d i in iis livre, e lemos mais os pouoos estrangeiros
    ue naosaocathoiios com liberdade napiillo quo
    ha de mais inlini, in qua menos p. nadi se no la
    impor, comtamos ait 11 at taes scepticos da Uniao
    com a liberdade do abracir outro culto, lemos fi-
    n il.nento nai so os mini is estrang-iros que virao,
    como a faculdad-* para os cath jlicos que por
    venlura se persuadirem que es.ao em erro o se
    c i iverterem a outro cull), a faculda le digo. de o
    poderem praticar esse culto, a faculdado. digo.
    de poderem praticar esse culto, em vz do flcarem
    constrangidos a adorar a Deus de um modo quo
    elle poll acliar ate lidiculo (por ventura) ou nao
    adorar mais a Deus de railo nenhiim.
    Como, pois, se inlroduz vitentamente uma liber
    dide, a liberdade de culto, quaudo ella so traz bem
    pira todos, quando a todos nao pole deixar do ser
    agralavel (menos aos jesuitas quo nao sao gente,
    e sim missiouaros de satanaz) ?
    M is e sob o iafl ixo do caiiiolecismo quo se man-
    tarn a moral ida lo no Brasil, a portanto a intro-
    lu:cao violenta da li'terdade de cultos tran.storna-
    ra a ordem das eousas.
    Eu cre.o e disto tenho convicgao e certeza, nao
    como a Uniao cn5, mas como ella o diz, quo so pu
    christianismo e que esta a moral, so com o culto
    religioso e que ella e cultivada, quo s6 polos*
    mautcr a pureza do christianismo a sua uuidad ,
    e portanto no calholecismo.
    E a ITntoo, osjesuitas (inimigos de Jesus), lao
    piuco creem ua religiao do Nosso Redempt>r, que
    entendem que ella e a moral qua della resulta so
    so pol) manter pela coaccaol !.....
    M mstros infernaes, inimigos -le Christo, inimigos
    do Evangolho, vos so trabalhaes para cavar a
    ruina do christianismo, pois outro resnliado nao
    podem ter os meios coercetivos que em todos o<
    tempos lendes empregado a pretexto de zclar, e so
    com o fun de desuaturar, de perverter, de dividir
    o christianismo.
    Espieceis monstros a fogueira e da torlura,
    esquoeeis que quando Jesus Christo veio jore-
    gar a verdade evangelica ach m o mundo lodo se
    pultado nas tre'vas do pagani>mo ; quo levantou
    contra si, pregando uma moral tao sauU, todos os
    grandesda terra que levaram o proprio povo a in-
    suflar se para p:dir a morle do Salvador ?
    E osqueceis que, nao obsUnt-, nem Christo, nem
    seus apostulos depots de sua inorte, sem nunca te-
    rem corabalido a lei dos estados, foram persegui
    dos e torturados, e tudo nao obstante a verdade
    triumphou para todos, so nai para vos, paraos
    vossos?
    Carecau Christo. pois, careceram os apostolos de
    prot.-cjao alguma ao culto christao para que trium-
    phasse esse eullo, a doutrina, a moral ?
    Careceu que as oulras reiigioes fossem prohibi-
    da?, careceram os seus apostolos 1 Ao contrario
    so appareeeram os schismas, as herezias naqueila
    escala tao vasta, so os hypocritas se ostentaram,
    quando Constantino, para mim o primeiro entre
    elles, fez o christianismo official e prolcgcu-o com
    tan to esforco.
    Temeis que os calholicos ou muitos delles se fa-
    cam hereges e scis.maticos, c qne assim falte a esta
    sociedade o apoio da moral evangelica na pureza
    de sua unidade, que o sustenta.
    Que fe tendes, pois, na verdade christa, na ver-
    dade catholica ?
    Se o Brasil e universalmente catholico, com ex-
    cepe.40 de algUns scepticos, sa a verdade so esla
    no catholecism como pede fazer-se herelico este
    povo pela liberdade de culto, e portanto nao sendo
    o seu impedido.
    Vos assusla que a propaganda de contrarias
    erengas ganhe os espiritos mais leves ?
    E onde esta a vossa pnlavra escripla ou fjllada,
    se 6 que sabeis dizer a verdade christa ? e se Dao
    lendes conftanca na vossa, jesuitas, porque senti
    que, como do espirito satanico denommados, vos
    fallece a inspiragao do Espirito Santo, nao tem csts
    povo co&fianga nos seus padres nao jesuitas ?
    E porque ja ha esses scepticos entro nos ? Sera
    porque sem motivo se possa descrer da verdade ca-
    tholica ou antes porque aiuda nao vos sacudiram
    jesuitas, para as plagas d*alem do atlantico ?
    E' verdade que antes de vos entre nos ja os ha-
    via; mas qual a causa ? Sera porque a verdade
    evangelica uma vez cultivada, possa falhar de ga-
    nhar os espiritos, ou antes porque de la mesmo
    d'onde eslaveis trabalhaveis para rclaxar nossas
    praticas por iufluxo da cadeira papal?
    E esses scepticos, e os mais que por vossa causa
    e dos erros o das ambicoes da euria romana, taes
    se flzerem, nao e melhor que elles sig^am outra
    crenca, pratiquem outro culto de conviccao, do que
    culto algum? ..
    Nao sabeis que os homens, como vos sem religiao,
    sao cm regra mui perigoso^ ?
    Descancemos ainda, para proseguir noutro ar-
    tigo.
    Recifo, 25 de outubro de 1873.
    Affonso de Albuquerque Melt).
    Endeixas
    Dedlcadas a memo ria de Arthur.
    OFFERECIDAS AO SR. JOAO JOSE CELESTINO
    DE MELLO E SUA ESPOSA D. AEODIA CANDI-
    DA SILVEIRA DE MELLO.
    Como a rosa de abril que fee ha as petalas
    Ao raio ardente do crepusculo em charama ;
    Assim fechou as azas no sepulchro
    Dm anjo do Senhor, que os anjos ama I
    Estrella pura, illuminando as lre A ran suspiro de Deus pendeu no mar....
    Ave d lirada dos vergeis da terra,
    Baixou um dia.... e foi no ceo voar I
    Sua voz, como a cilhara suave,
    Que na hyperdulia o cherubim dedilha,
    En o idyl io do amor, ou de alcyone
    O canto ao longe em solitaria illia.
    E escutaram sorrindo os anjos todos
    Os sons perdidos de funereo encanto...
    E levaram envolto o anje liodo
    Da Mai de Deus no aznlado manto.
    E sobre as (lores t da ethereo paraizo
    Foi o anj'o dorrair I
    Doixou na terra as pennas esquecidas.....
    E a saudade a carpir.
    Recife, 4 de novembro de 1873.
    C. L.
    dizer que nao deve persnadirse o autor ou auto-
    res das mesmas qne os empregados desle distneto
    ,-,sejam julgados pbr suas diatribes,
    quer, produz o effelto cbhtrario ao Qm do estado, I Temos um ;hefe qdo deve tomar estreitas contas
    Segundo riistricto das obras pu-
    blieas.
    Em resposti 4s puh'li:a;5es anonymas insertas
    nos Diarios da 'I, 28 e 30 do eorreale, -6 tenho a
    Eleiqao
    dasjutzes,eserlvaeaemordonkos
    que hiio de fe.-*t nbwa do Bam I'nrlo na igreja
    de S ScIhinI ido do Vnraduro
    em Oliuila, no anuo Juizes por cleic3o.
    Os films. Srs. :
    Manoel da Silva Pontes.
    Commendado. J 'Ao do t'ego Lima.
    Antonio Gmcalvesde Azevedo. w +
    Joao Fernandes Lopes,
    loaqiiim Rodrigues Taver, s de Mello.
    Francisco Antonio de Br.to
    Juizas por eleicao.
    As Beam. Sras :
    D. Maria Beruardina Rim is Cliagas.
    D. Angela Francisca Neve-, e>posa do Sr. Jof.
    Duarta das Neves.
    D. Anna de Almeida Carneiro, esposa do'Coromen-
    didor Albino Jose da Silva.
    D. Joanna, esposa do Sr. Dr. Manoel do Naseimen-
    to Machado Portella.
    Esposa do Sr. J ise da -ilva Loye Sobrinho.
    D. Emilia esposa lo Sr. Joso Teiteira Baslos.
    Jui es por dcuicao.
    Os Illms. Srs. :
    J>>ao Jose de Carvalho.
    Dr. Joaquim lose da Fonceca.
    Joaquim Caetano dc Carvalho.
    Tenenle-corouel Joaquim Cavalcantede Alhaqijcj
    que Bcllo.
    Jose Luiz Ferreira Costa.
    Manoel Jo>e de Sa Araujo.
    Conego Manoel Joao Gomes.
    Juizas por devocao.
    As Exmas. Sras :
    Esposa do Sr. Antonio Silva Girio.
    D. Maria Hita da Cruz Neves.
    D. Ursula Monleiro
    i>. Idalina Maria dos Anjos Santiago.
    D. Simoa Mafia do Espirito S into.
    1) Mariana Emilia Tasso Braga.
    Esposa do Sr, major Francisco Raphael de aleiK
    Rego.
    Escrivies por elaicSo.
    Os Illms. S: s. :
    Miguel Josii da Multa.
    Manoel Goneattea Ferreira e Silva.
    Comiucu lad or Autooio Marques de Amorim.
    Major Caftan Cyriaco da Costa Moreira.
    Filho do Sr. Joao Joe da Cuiiia Lages
    Escrivas por eleicao.
    As Exmas. Sras, :
    D. Joanna da Porciuucula Ferreira.
    D. Maria Fontotira Wanderley Loureiro.
    I). Ixabel da Cunha Miranda Leal.
    D. Luiza.
    Filha do Sr. Anionio Luiz de Oiveira Azeve*>.
    Esrnvacs por devo^io.
    Os IHms. Srs. :
    Deseinbai\ador Regoeira Costa,
    "r. Cosme deSa Pereira.
    Rvm. padre Albino de Carvalho Lessa. .
    Fiorencio D onmgues da Silva.
    Padre Jose Alfonso d- Lima e ;a._
    Escn -as por devorio.
    As Exmas. Sras.:
    D. Conslanlina de Mendonca Ferreira.
    D Joanna Victoria de Brito Cunha.
    I). Iialina Smsa Moutinuo.
    E-posa do Sr. Dr, Miguel Jose" da Almeida tter-
    nambuco.
    Juizes protectores.
    Os Illms. Srs. : ,
    Rvm. frei Joaode Santa Theresa de Jesn.
    Antonio Goncalves Costa.
    Joao Pinto Lapa.
    Major Jo io Francisco da Cnnha.
    Alfredo Garcia.
    Jose Joaquim Affonso Guimaraes.
    Dr. Joso Mariano de Albuquerque.
    Jose Joaquim de Lima Bairao.
    Commendador Antonio Gooies Netto.
    Manoel Soares Nngueira.
    Juizas protecloras.
    As Exmas. Sras.:
    D. Izabel da Cunha$tiranda Leal.
    D. Maria Josefa Silva Doubourqc.
    Esposa da Illm. Sr. Dr. Ignacio Joaquim dc Souza
    Leao.
    Esposa do Sr. Jose da Silva Loyo Junior.
    Esposa do Sr. major Carina Magno.
    Esposa do Sr. Dr. Joao Maria Save.
    Filna do Sr. Antonio Eloy Rodrigues da Silva.
    Esposa do Sr. Jose de Azevedo Maia e Silva
    Eaposa do Sr. Laurentino Jose de Miranda.
    D. Rita dc Cassia Vianna
    D. Maria da Nalividade, esposa do Sr. Natividade.
    Mordomos.
    Os Illms. Srs.:
    Joaquim Pinto Lapa.
    Francisco Jose Leiie.
    loaquim Jos6 Comes.
    Olvmpio Gmcalves Rotas'.
    Rvm. Val riano de Alleluia Correia.
    Rvm. Antonio Marques de Castilha.
    Tluotonio Felix do Mello.
    Jose dos Santos Moreira.
    Josd Diniz.
    loaquim Jose Goncalves Beltrao.
    Tenente coronet Alexandre Augusto Frias Viliar
    Filhr do Sr. Jose Antonio Moreira Dias.
    Francisco dos Santos Neves.
    Paulo Jo-e Alves.
    Joaquim Fernandes do Monte.
    Dr. Affonso do Rego Barros.
    Dr. Joao Ba balho Uchda Cavalcanle.
    Jose Ruflno Chmaco da Silva
    Mordoraas.
    As Exmas. Sras. :
    Esposa do Sr. Vianna.
    Esposa do Sr. Ignacio Ferreira da Costa. "
    Baroueza de Campo Verde.
    D. Scnhorinha Emilia Jorge.
    Esposa do Sr. Teixeira.
    D. Jesuina Augusta Alves da Silva.
    D. Joanna Urcula Moreira Alves. p
    Esposa do Dr. Bento Jose da Costa.
    D. Francisca da Cunha.
    Viuva do Sr. Alexandre Jose da Rosa.
    Esposa do Sr. Sebastiao Marques do Naseimcptw.
    D. Izabel, esposa do Sr. Antonio de VasconeeHos.
    D Maria do Carmn de Azevedo Botelho,
    D. Placida Carlos Pint, de Lemos.
    Esposa do Sr. Manoel Goncalves de Barros.
    Esposa do Sr. Francisco Jose Alves Guimaraes
    D. Ignez varinho, esposa do Dr. Augusto Carlos
    Vaz de Oliveira.
    Consistorio da irmandade de No-sa Senhora do
    Bom Parto, na igreja de S. Sebastiae em Olinda,
    2 de fevereiro de 1873.
    O seeretario,
    Emilio Ant onto Soares.
    Srs. rtdactores.Ac&bo de ser furiosamento ag-
    gredido pelo Sr. Jose Paalo do Rego Barreto Fi-
    lho, actual agente do correio e subdelegado da
    villa do Cabo.
    Existe nesti villa, onde negocia, o Sr. Jose Ma-
    ria Fernandes, que tendo rifado nm eavalto por
    300*, nao quiz todavia restituir o premio a qnem
    o tinna tirado, por ter o premiado perdidp o sen
    bilhete.
    Disso originou se uma questao, em que se cn-
    volveu o proprio collector das rendas geraei. re-
    querendo em juizo deposito e arremstacao do ca-
    vallo, como bem de ausente, o que nab levou a
    eff'ito porque, segundo so diz, aquelle subdelega-
    do nio esleve por itso, aconselhando nova rifti, e
    creando novas probabilidades deser (0 dono do
    cavallo por ter sido presenteado com seis bilhete?.
    E' ao menos o qne curre Je bocea em bocca
    existindo no cartorio do Sr. escrivao Araujo ^"pe-
    ticao do collector.
    Este facto foi denunciado pela imprensa, e longe
    de ser contestado, apreseotou-se o Sr. Jos6 PariiV>
    como um louco a atirar pedras sobre meio jqtin-
    do, e isso depois de dizer que 6 pena qu a im-
    prensa va legenerando em licenga, e acabahdo
    com a candale universal que e o fundamento da
    moral christa.
    Pado o Sr. Jose Panlo entretanto qne, esteygi-
    seraveis, estes luzaros da sociedade, estes repftibos
    Coins da honra c probidode se t que ahma'po-
    dem coi nr, se ( que ua perderum V t>4o 0 **-
    ro epundunsf quo decfareui' e-qjeeifleadamenle-
    onde soubi-ram do facto de ler efle recebido bi-
    Ihetes para consenlir em rifas.
    Esta linguagem, que nao asuenia em ninguero^
    t
    UEGiVU
    4





    -
    ePeraamouco -- ITenja,faba A de tiaffsmm* de 18k>.
    3
    %
    iS-'-a
    S:
    t nicnos alal.i em urn e.n./raprto phMico, dwa
    tec fait esjje ie am td >> qua i ;i carros-
    ^oadeneia J.i sal)J^leg.ulj do Ciuo. e ja aii 6
    dam fuadamento o quese diz a til respeito. Pro-
    Toca que declare o n.vnj daspo?sjas que Szerain
    rifas.
    Eu nao U'yio que ver com isso, nu nas d<-ela-
    raeoes da icj irensa, e nesta miulta resposta acha-
    ra o no.no di Sr. Jose Maria Fern aides, am dos
    ties da* rit.i; on o tilu!) Jeicaf-M e-Are ruu-
    ffM. As mais pesquizai devo o Sr. Jise Paulo fa-
    zer, porqir: e autoridad i p ilicial.
    la se wS :jt.e o Sr. Jose Paulo nao falla serio ;
    ja* o quo quer e vouit ir iiapripsri >s cnntra os
    qne nem por i*s< ninguem Ihe Gca q lerendo mais
    bera neni in: is mal. Com taes iuiproperios sodi
    a couhecer qua caia vez Oca maisJose Paulo
    *> Rego Barieto ...
    Secerinu Josi dos Santos Aguirr.
    Ponte da Escada. *
    Aecusadopor esbanjamento d >s dinheiros publi-
    i;oe no longo concerto de juasi quatro annos da
    pon:e da Ese-ida, o engeuiieiro das obras publieas,
    que, com os unions dirige aquelles cou-ertos, po-
    dera achar desculpa ao que p.r alii vai de escan-
    dales o na deelaracao de que -nao teaJo sido mar-
    cada versa para aduiini-dracao, a madeira substi-
    taida na ponta pagara tal adrainistraeao ? Niio,
    de niodo algn n: tal explicicdo so -^erviria para
    comprovar a accusac/io, para" mo com que ealro nos se defcniem os mats empre
    sados.
    Quando em uma obra aju-ta-re a sdbstituir.ao
    Ac madeira por precodetenninido nao ha adminis-
    iracan a pagar a |u. I!o n: a \.....s faz o neg>-
    cio: nestas condicdc> fii, e eontiouara a ser,subs
    (ilaida a madeira da ponte da Escada.
    Cm Irabailio Ue tal ordem o ad.iimistrador uo
    Mgcii'eiro.
    Se na ponlo da Escada a provincia dove perder
    tod.*, a madeira substituida para pejnr a un admi
    mistrador, ella pa'ara us aim iqos jmUres, ceias,
    eania, o bora cavallo .|iie Alexandre da Motta for
    nece ao e-igenheiro Galeno, nunca urn [rabalh i
    pdWico.
    Se pwsasse o precedente, tudo so explicaria,
    aio havorta lisiralisaga-j poWivel por parte do au
    tcridade supi-rior : nm etigouheiro de districto
    ditpnndo sob tua re*pon*abiltdi&e da fazenda pro-
    vincial, a preiexto de patjar admiuslraroes nao
    mlcHladas!
    M' onde chega o arrojo !
    Oiio |jui*o mudicinnl do flgailo
    dc bncahao de l.n nui i It
    Kemjn.
    l>e uma simples to broncliite, a [ htisica, a eraaeiaelo, o linalmento a
    morte. A. toise e o signal precursor do perigo
    deauls. Ninguem sabe se a disse passagein d.i
    hoje fera araanhl a tosse pronanriada de am
    phtysico. Po.'tanto, todoa devem saber, pois a fa-
    eoldade medi:a assim o diz. que o o!cj do flgaio
    da baealkdo de Lauman & Kemp snbjuga a enfer-
    midade antes que chegue a cravar suas terrivois
    jarras no centro da tida e rastabeleee com deta-
    monte a b-atide dos orgaos d i respiraeao. _U*e se
    deste poderoso remedio, so e p issivel, la i leste
    roroo aaja alram r%ti'vo de alarma, mesmo qaan-
    do a enfermiiiade pulminar tcnln ja deixado im
    prc.wos nas faces sens f.-bris vestigios o Coaverti lo
    o corpo em a na sombra, assim mesmo nao ha que
    dascsperar. Suas propriedadescurativas c restaura
    doras podcm subjugar a molesita ate mesmo qua-
    si a undecima hora. Porem tenha-se em iembran-
    ca, due nao ha no munlo um rem^dio lao ganl<
    rae&te adulterado, c-jmo o genero que de ordina-
    rio se vende com o pome do oleo de figad) de
    toafalhao. Veia-se, pois, se se alranea q especifies
    pnro, fabricado pela ca?n de Lanman & Kemp.
    dos figados :nais frescos, e 'cuja conservacao em
    rode- 03 ettaaiis se garante.
    \%nn de> Vlorisin do Hurray e
    LiniiHaaa.
    Bsta 6 aquella exeellente e original agua de
    fcheiru para o toucador, qua lao altauumte tern sido
    . \Kibida e e:;bortada por lodos os jornaes publi-
    ..is da Amen sa Uo Sul, e da qual se lein vendido
    UntasMfBttaeoes ttestapaiz. Enlendemos que foi
    pars guardar opublico eootra semeihantes impost-
    &QA nil.' c: ni'.iiiri^t ipi.i. .1.. ir-t, poia da-o liavr-rem inlrodazido ha mais de 21) an-
    nos, nas Kepublieas Hespanholas, Cuba e liiasil,
    .orueriraiu nao somente a minufaclural-o para
    <*te mercado, como tainbetn para os mais ja aciina
    tncftcionados. Ete excollouto e unaagavel artigo
    ja CU0SQQU ;. Mr (wpular, a 6 de csperar, que
    aqtu v^plia odi breve a suoplantar e leva a palina,
    ojmoja o fez na Anufioa do Sul, a todos os per-
    funtcs e essttocias mais cu>tusas que ops costuma
    vir da,Europ '^uaado riAo superior ais mais linos oxlractos quo
    veadi.
    'AUTANDEGA
    do' dil 3 .
    48:77**263
    . |gggg{
    Seguro coiitra-iogo
    LIVERPOOL i& LONDON & CLOU
    VMWW COMPANY
    -AilNlJKIlS BROBHERSuS C.
    11Corpo Santo11
    NORTHERN.
    '.RjJIUH.
    i i^ reservit.
    Mills
    20,0UO:UOO0b
    8,000:OOOjpOOC
    Latham & C.
    ili\ 1>.\ CRUZ N. 38.
    GOMPANHIi
    Pbenix Peruambucana.
    f o.na riscus mariti:nos cm rnorcadori'is,
    lea, dinbeiro a rfeco e linalmento de qual-
    ^uer natureza, em vapores, navios d vela ou
    ".-r.-.iras, a preinios muito modicos.
    flUA DO CO.MMi:ilC.lO H. 3i.
    flogutoa
    SOMPANHIA ALLIANgA
    maritimos c terreb-
    tres estabelecida na Bahi&
    cm 15 de Janeiro em 1870
    CAPITAL 4,000:0005000.
    foma seguro de mercadorias e dinhoiro i
    iico maritime em navio do vela e vapor%
    jVU*denlro e f6ra do imperio, assim codk
    'HuXi. fogo swbre predios, generos e fa
    -audas.
    Vfionte : Joaquim -lose Goncalves Boltrao,
    - lo Contmercio n. 5, lJactdar.
    SE6UR0S
    MARITIMOS
    CONTRA 0 F060,
    V companhia Ijulemnisadora, estabeldcitki
    ; ia prtQn, tonaa ae^aros maritimos sobre
    nasrios e seus carregameotos e contra fog"
    --ua cdificifls, mercadorias o mobilias: na
    rua da Vijjario n. 4, paviraento terreo.
    ItAGA DO RECIFli ?, DK NOVEMUItO.
    DE 1873.
    AS 3 1/J BORAS DA TARDE.
    CotacSeai ofllciae*.
    Aj^llkesit divida publica de 6 0|0 com 3'0|0 de
    pnrniio.
    iuffeir- !i6b/e Londr.s a W d;v. 46 li8 d. por
    ^ -Sim, safabadc.
    05ac^urcq
    'wreiteeow.
    Lil 8ev
    Sacreterto
    Dasearrafam hoje i de noverabro
    Iliato national Olindi -generos naMonaes para o
    trapii-he da companhia.
    Patacho inglez- Mary Miller mercadorias para
    . alfandega.
    Escuna inglezaEduard Vittery bacalh'ao ja des-
    paebado para o trapiche Gonceicao
    Patacuo inglez Mary baealhao ja ja despa-
    chadopara o irapidie Couceicao-
    Lugar francez Rio Grande ferros para o tra-
    piche Gonceijao, para despacbar.
    Baroa franceza Anne Marie ferrageus ja des-
    aehadas para o trapiche Conceicao, para
    conferir.
    Brigue hollandez'Goorecht Oldambt farinha
    de trigo ja despacbaia para o caes do
    Apollo.
    Patacho nacional Ormezinda mercadorias para
    alfandega.
    Patacho inglezImpulse; varios generas para o
    trapiche Cmceicao, para despachar.
    Barca portugueza Andicii generos nacionaes
    para o trapiche da companhia pernara-
    bucana.
    Iiuportactlo.
    Hiate oacionai Oiinda, entrado do Aracaty
    em 31 do proximo passado, consignado a Joaquim
    Jose Goncalves Bellrao & Filhn, manifestou :
    Carnatiba 100 moroes e 200 ripas a Tasso Ir-
    maVjs 4 C.
    Gomma 65 saccos a Gomes de Mattos & Irmaos.
    Solla 684 meios aos mesm js c 43 ditos a Sa Lei-
    iVi .s Innaos.
    Barca franceza Sphere, entrada de Cardiff em
    31 idem, consignada a Saunders Brothers & C,
    manifestou :
    Carviiode pedra 43J toneladas aos Consignata-
    rios.
    Barca portagacza Audacia, entrada do Rio
    de Janeiro uui 31 idem, consignada a Euzebio Ra-
    phael Rabello & C., manifestou :
    Barricas vazias 425 volumes a J. da Silva R.
    Braga.
    Cafe 100 saccos a Jose Joaquim da Costa Leite,
    200 a Joao Jose R idrigues Mendos. 100 a Roza &
    Fdhos, 91 a Costa Arnorim &C, 30 a Tito Livio
    Soares, 33 a J. J. d' dos seguinte : aos consignatarios, a Fraga & Rocha.
    o Rosa & Irmaos, 30 a Maunel de Figueiredo, 26
    a Joao Martins de Rarros Filhos 4 C, 25 a Annes
    Jacome & C, 20 a cada um dos seguinte^: a Ma-
    galhaes & Irmao, R. J. Gomes da Luz, Alheiro,
    jliveira & C e LeitSo & C
    Louca 30 volumes a Otto Bohers.
    Mobi ia 4 caixas ao Dr. Vaz d'Olivcira.
    Pipas vazias 40 a ordem e 100 a cada um dos
    seguintes: a Arnorim & Irmaos e J. Cordeiro da
    Rego Ponies.
    Sabao 200 caixas a ordem. Sal 9,000 alquei-
    res aos consignatarios.
    Vinagre 15 pipas e 73/5 a Jose Rodrigues Men-
    des.
    tlpAt da alcool "
    Hatf(5.^ lie assuear bfanco **?,
    Saccos Oe assttcar ma.*caVaa\i H?
    Itarricas de istiicaf brahco 'V*\
    Barricas de assuear maseatado *
    Enlradas do assuear e do algodao em todo
    o mcz.
    Saccos de assuear i! *7!
    Saccas de algodao 11,ill
    mVMENTe 00 P6RT8
    Navio entrado no dia 2.
    Rio de Jan. iro5 1/2 dias, vapor francez
    Ville de Bahia, de 817 toneladas, cotn-
    manilante Robert, equipagem 37, carga,
    differentes generos; a A. F. de Oliveira
    AC.
    'Navios entrados no dia 3.
    Rio de Janeiro12 dias lugre allemio Alle-
    mannia, de 211 toneladas, capitSo Groot,
    equipagem 11, cm lastro ; a Johnstou
    Pater & C.
    Lisboa35 dias, brigue portuguoz Ligeiro
    III, de 376 toneladas, capilSo Jos^ de
    Oliveira N'obre, equipagem li, carga
    varios generos; a Joaquim Jos6 Goncal
    ves Beltrao & Filho.
    Observacao.
    Nac houve sabida.
    .i
    De ordem do Illm. Sr, inspector. da thesou-H
    raria.de fazenda faco publico, qno ilao podendo
    terlijgarno dia 28 do corrcnte a arre,matacao em'
    htsirpublica do barracao, sito em Santo Ama o|
    das Salinas, flea ella transferida para o dia 5 de,
    novembro vlndotiro.
    Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per--
    nambuco 27 de ontnbro de 1873.
    O secretario da junta
    Jezuino Rodrigues Cardoso.
    Vapor amoricano Ontario, entrado do Rio de
    Janeiro era 1 do correnle, consignado a Henry
    Forslor 4 C, manifestou :
    Amostras 1 volume a cada um dor seguintes :
    Ant-mio P. Corga, J Ferreira P. de Magalhies c A.
    de Faria.
    Mercadorias diversas 1 volume a Jose Beato An-
    tunes, I a L. J. da Silva Gurmarles, 1 a H. J. Can-
    nan, 1 a Leal 4 Irmao, 1 a Tasso Irmaos 4 C, 1
    a J. M. Pereira da Cunha.
    Brigue hollandez Goorechten & Oldambt en-
    trado de Trieste em I idem, consignado a Johns-
    ton Pater & C, manifestou .
    Farinha de trigo, 2,670 barricas a Joao Quirino
    de Aguilar & C.
    )KSPAGHOS DE EXPORTACAO .NO DIA .*!l DF.
    OUTUBRO DE 1873.
    Para os porlos do exterior.
    Na barca ingleza Maristcli, para o Canal,
    carregaram : J. Pater & C. 2,100 saccos com
    130,000 kilos de assuear mascavado.
    Na barca portugueza Graiiduo, para Lisboa,
    carregou : L. Duprat 60 couros espichados com
    420 kilos,
    Para os portos do interior.
    Carpinteiro Filho A Sobrinho 30 barricas com
    1,800 kilos do assuear reflnado.
    Para a Viha da Penha, na barcaca QratMo,
    carregou : B. F. Guimaraes 4 barricas com 201
    kilos de assuear reflnado.
    Para Moss >ro, na barcaca V. da Gloria, car-
    regaram : Silva Naves 4 C. 8.barricas com 4-78
    kilos de assuear braaco.
    CAI'ATAZIA DA .VLFAXOEGA DE PKRNAM-
    CUCO, RELATIVO AO MEZ DE OUrUBRO DE
    1873, COMl'ARADO COM O DE OUTI'BRO DE
    1872.
    Verbas de receita Taxa de embaniue Dila de desembar<|ue Dita de armazeuagem Dita de embarcacdes Dita de alvarengas Dita de bagagens Dita de diversos Total 1 7295040 S-.*264484 6:08U20,i 330*500 7785430 2095300 1:4085487 14:783i'r26 2S 46*287 4:2984+10 13:79iJ5i.2l 371*550 531*490 28't*50d 1:1835300
    80:514*321
    Thesouraria da empreza das obras e rapalazia
    da alfandega de Pernambuco, 3 de novembro de
    1873.
    Antonio Jose Leal Rcis Filho
    Fiel do thesoureiro.
    Conformo.Francisco Jose Galvao
    Agenle auxiliar interino.
    uAPATAZlA
    .tend: .iL-uij do dia 3
    DA ALFANDEG/.
    VOLUMES SAHIDOS
    Prunuira porla uo dia 3 .
    Jegonda porta.....
    Tbrceira porta .....
    Quarta porta.....'.
    rr SERVIQO MARITIMO
    \l\aremr:i5 uescarregadas no trapiche
    * alfandega do dia 3 ...
    Va\us alracadosno trap, da alfande^..
    Alv^rengas.......
    Ho trapiche Conceicao ....
    528*050
    112
    141
    237
    630
    1,143
    *ECfcBiDORlA DE
    RAES DE
    AencLuiento do dia I .
    J
    4
    RENDAS INTERflAS GE-
    PERNAMBUCO
    2017*433
    CONSULADO PROVINCIAL
    S;ndtmote do dia I a 30. 5:270*635
    Exporla^ao de generos do paiz leita da pravincia
    de Vernambuco para porlos estrangeirc* no rnez
    de oiUubro de 1878.
    Para Liverpool7,4i5 saccas de algodao e 637
    saccos de assuear mascavado.
    Para Canal por ordens5,700 saccos de assu-
    ear mascavado.
    Para Southampton1,448 saccas-de algodao.
    Para New-York 29,200 saccos de assuear mas-
    cavado.
    Para Hampton Roads3,140 saccos dc assuear
    mascavado.
    Para Barcelona1,968 saccas de algodao
    Para o Rio da Prata1,362 barrips de assuear
    branco e 300 ditas de assuear.mijcavalo.
    Para LisboaIf) saccas de algodio, 7,321 cou-
    ros, 60 pipas de mel o 780 saccos de a?3ucar mas-
    cavado.
    Para o Porlo 206 saccas.do algodao, 1,713 cou-,
    ros, 3,000 chifres, 33 pipas de mel e 300 saccos
    de as Generos do paiz transportados desta provincia pa-.
    raetrtras do Brasil.
    Para o Rio Grande do Sul-28j}ipas de aguar-
    dente e 338 barrlfart de assucaibnmco.
    Pi>ra o Rio de Janeiro2;?*0 maios de sola e
    2,8i0 saccos de a>*uea* betnoo.
    Para o Para 288 pipas tla agaardente, 17. do al-'
    eool e L.213. barricas: de. aasucacbraaoo.
    Resamn dos geriefba exjter'ados.
    Safeas de algodio ji,097
    feuros 9,036
    3iw de tola 2,700
    jjhifres 3?K10
    Pipas de agaardente 286
    0 ageute tiscal das rendas da provincia da Pa-
    rahyba nesta cidade do Recife, faz publico pvra
    conhecimento dos interessados, que, em; cumpri-
    mento das otdens da presidencia da mesma'(rt)
    vincia coalidas nas dispos Q5es n. 414, expodidas
    cm-26 do jnlho proximo passado ; tidosos g^ne-'
    ros de prodti'-cao da relerida proyipejaque entra-1
    rem aosta cidado sajeltos aos dfreitw proyinciast
    serao recofhldo's a urn deposifo especial, afim(.de;
    fazerse eifectiva a arrccadacao dos m'esrnos direi-
    tos; qae essotieposito foi contratatado pelo toe- j
    souro provincial por ordem da^uetla'presidoneia
    cam o cidadaoHiredllnO' deS'oa'zVTrayassos,serroV
    feito o service pelo systema- dos armazeps alfiu i
    degados; qrte o menciooado cntractate tern
    desigaado os armazens n. 9 da rtla d4 asssem-*)
    Llea.e osde immeuos 2, 4o 12 ua rua-da compa
    nhia Pernamtmcarra, para arnmenfrio's generess^
    e, finalmenie, quo ireorrorao na malta de 2**0; K)'
    os coadiiel,resiu dtios dos geueros quo os dei
    xarem de recolher ao suprdito deiosifo, aiero de"
    ficaram sujeitos a ihdimh'isar a provincia da im.-!
    I'"i-iancia dos rettpeelivos difeilos, os <|uaes serao'
    cobrarfos exretuivamente conforme o calenlo feHo
    pelo mesmo agerrte. E para que ninguem se cba-
    me a ignorancia faz a presente declaracao.
    Ageacia fiscal das rendas ^rovinciaes da Para
    hyba em 31 do outubro de 1873.
    Pelo agente fiscal,
    Cnetnnn \f/irqnp*.
    A eafnara municipal deVta cmaoe tai, |iuuu-
    Co. para conhecimento de quern interessar possa,
    a postara addicional abaixa Ir.msrripia, approve
    da previsoriimenle pelo Exm. presidente da pro-
    vincia, em 16 de outubro do 18J3 -Mattel Joa~
    qiiimdo Ret/0 Albuquerque, presidente. Pedro de
    .i Hr:iquer^ue Ai(ri'rtiHy-ecv.trio.
    4.'aeccao. Palaclo da presidencia de Pernam-
    buco, 16 de outubro do i873.
    0 presideule.ua provincia, lendo em vista a pro-
    p ista da Illma. camara municipal desla cidade,
    feila era ollkio de 8d"arrente, ena confuroiida-
    de do art. 2i da lei de 25 de outubro de 1831, rv
    solvoapprovar provisoriamente e maiidar que se
    execute os artigos de postura -addicional abaixc
    anooriolos.
    Art. 1.* Nenhiim carro, carroca ou quaiqu^r
    v.'hiculo de condbeeao de genesos (V).lera tevar
    mais de 7<> arrobas on 10 saccos do assuear pu-
    xado por um boi, c 5 arrobas ou 7 saccos pinta-
    do por um cavallo.
    Art. 2." Fieam em vigor as multas e.prohibi-
    ciies impostas no art. 173 das po'turas desta ca-
    mara approvadas peia lei provincial n. 1,129.de
    26 do junho do corrente anno, e revogadas as de-
    nials disposiedes. -Henrique Pereira de Uicena.
    ('.'aforme, Lniz Salazar M' tcoso da.Veiga Pessoa.
    Conforme, Prrfro de Allmquerqite Autran, se
    reota.-io.
    A camara rouniciapal dta.cidade, Uuido.de
    mandar fazer na sua casa sita a rua do Vaudeqro,
    que tern do servir para suas sessoes, as jbras de
    pedreiro e carpina seguintes: levantar tres empe-
    nas a ponto do receber a coberla, cobrir todo o
    e lifieio completando a mesma obra, rebocar os
    dous oitoes lateraes ate o ladrilho e a parede do
    centro rebneadado mesmi ladrilho ate a altura
    ao forro, dando a camara somenlc o material para
    csse Bm, scrvmdo de base a quantiade l:000*OoO;
    c de carpiua con coberla e a do travejamonto do mesmo edilicio
    sob a base de 50)*o00 ; convida as pessoas quo
    queiram fazer ditas obras por menos das quantias
    neste deelaradas a aprescntarem suas proposes
    em cartas fechadas ate o dia 13 do mez de novem
    bro proximo vindonru.
    Pacoda camara municipal de Oiinda, 30 de ou-
    tubro do 1873.
    Baruo ila Taciruna,
    Presidente.
    Marcolino Dias de Araujo,
    Secretario.
    Peraulc a camara municipal desta cidade es-
    tarao novamanle em hasta publica, nos dias 6 e 13
    do mez de novembro proximo vindouro, para se
    rem arrematados por Jempo de nm anno : 60 reis
    por pe de coqueiro de prodacciio por 1:0024000 ;
    e com o abate da uuinta parte, os impostos de ca-
    pim de planta por 307*200, mascates o boceteirai
    por 72*000, e 3z0 rois por carga de peixes expos-
    tos a venda no mercado publico por 12^000 Os
    pretendentes deverao comparecer com seus fiado-
    res habilitados na forma da lei.
    P..50 da camara municipal de Oiinda, 30 de ou-
    tubro de l7:t
    Dai So di Tacaruna,
    Presidente.
    Marcolino Dias de Araujo,
    Secretario.
    0 Dr. Francisco de Assis de Oliveira Maciel, ofli
    cial da imperial ordem da Rosa, desembargador
    honorario e juiz de direito privativo de orphaos
    do tt-rmo do Recife, por S. M. o Imperador a
    quem Deus guarde etc.
    Paco saber a uuem o conhwimento do presente
    cbegar, que por esle juizo, e a requerimento do
    Barao de Bemlica re procedeu a jnstificacao de
    prodigalidade contra scu filho Antonio de Oliveira
    Caitro, c depois da prova testemunhal, e par?eer
    do Dr. curador ad hoe, "iibiram us a.Uos a minha
    conclusao, nos quaes proferi a senton;A do thc-
    srguinte :
    Virtos os depoimentos das testesmunhas de fo-
    lhas sele a.lolhas quatorze, dos quaes esta cam?
    pridamenle provado qua o juslific3do Antonio de
    Oliveira Castro lem pralicado repetidos actos de
    prodigalidade, e conformando-me com a promocao
    de follias lo verso, do 9r curador ad hoc, dei o
    mesmo justilicado por incapaz de a Iministrar sejM
    bens ; e nomeio para seu curador a seu pai, o Ba-
    rao de Bemfica.
    0 escrivSo passe o oJital do estylo, para ser pu>
    blicado pela iuipreasa e alllxado no lugar do cos} Ujpdem derica oujonfca, ao*ido.'
    la a concur rencia para e con'-at^r n sordid mor-
    luano e do carrts fuflebres, 'ie corrforrnidade com
    a lei n. 1,1*1 de r7 de julhe do corrente anno,
    recebendo-se proposUs nesu seeretaria ale o dia
    6 de novembro proximo viodnuro. para serem nes-
    se dia aberlas em sessao.
    Os proponeotes terao de submelter-se as disposi-
    cues da cilada lei, as condicdes addicionaes aoai-
    xo publicadas, assim como as tabellas, sendo pre-
    ferido aqueile ijue sobre os pregos das referidas
    labellas malor abatimenlo offerecer.
    Seeretaria da Santa Casa de Miserieordia do
    Reftfey24 de oututro de 1873.
    0 escrivao,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    LE' N 1.12f.
    Ar. I. Fica soli a direegao da Santa Casa de
    Miserieordia o servic* Ul 'rtuario do carros fune-
    bres desta cidade.
    Art. 2. A mesma Santa Casa podera contratar
    com os que actualmente fazem o soivi.o ou com
    quem melhores vanlageos offerecer o refferido ser-
    vico, sob as seguintes bases :
    l. Prazo nunca maior de 20 anhos para o con-
    Irato.
    i.' Obrigacao de indemnisar o co llralante aos
    demais estabelecimenios do carros fuaebjes exis
    tentes ne$ta-eidde.
    3." Doacao nunca menor de vinte e cinco contos
    de rcisa/iuuaes,^o.r|)jr.le do contratante, para o
    lim de serem appneauos as obras dos esabeleci-
    mentos da mesma Santa Casa c especialmente ao
    asylo de alienados.
    4 Pregos de carros funebres taxados cm tma
    tabella, que deveri ser revista de cinco em cinco
    annes.
    5.* Respeito total e cetopleto das taxas cobradas
    actualmente pela mnnk'apalidade.
    6.' 0brigag7:o reslricta de,.liudo o contralo, en-
    tregar o.flOHiratantc ajnerina Santa Casa todo o
    material dos sens eslabej^eimeulos cm perfiilo ss-
    lado de consenacao e sera nepbuma indomnisa-
    fao.
    Art 3 0 contra to de quo se trata no artigo an-
    tecedenteser.i submcttido a apiirovacao do presi-
    dente da provincia, a quem licj igualmente incum
    biija a revL-ao das labellas de preens dos earros
    funebres.
    Ait. 4." Findo o conlralo a Sanla Casa conti-
    nuara a fazer o scrvjeo nello o-tipulado, respei
    tando sompre as taxas mmiicipaes c reveudo as
    labellas no scntilo de baratear o prece dessc ser-
    vigo.
    Art. 5. Ficarn revogalas as dispasicoes cm con-
    ratio.
    Condicdes addHonaes.
    I.* Durante optaau do privilegio somente o
    contralante ou pessoa por elle autorisada podera
    fazer o s<-rvigu morluario c de carroi funebres os-
    pecilicado nastabeilas.
    2." Os pregos tixadc-s nas labellas icrao lodos
    uma reduccao de 4 por cento.
    3.* 0 contratante obrigase a dar a Santa Casa
    da Miserieordia em comptrasacao do direito exclu-
    sive quo Ihe confere, a quantia do vinte e cmco
    contos de reis annualmente, em prestagoes trimen-
    saes, sendo a primeira no acto de assignar o con-
    trato e as ontras depois de vencidas. Pela mora
    na entrega de quslquer prestag.io pagara o con-
    tratante os juros do seis per cento ao anno.
    4.' 0 contratante obriga-se a transporter gra-
    tuilamenle, forneceado ataudes de sexta classe, os
    cadaveres das pessdas desvalida qno fallecer.-m,
    soccorridas on nao pela Sania Casa, dentro dos ac-
    tuaes limites das fregnezias ao Recife, Santo-An-
    tonio, Boa-Vista, S. Josi\ Graga e tambem dos quo
    faHeeerem no hospicio de alienados, quo se vai
    consiroir.
    S.3 Se por qualquer acto da assembleii provin-
    cial f6r derogado o privilegio exclusive de que ira
    la o artigo primeiro, dentro do prazo de del anno?
    a Santa Casa obrig-se a-dar ao coniraiante uma
    indemnisai.ao de vinte por conto das prcste'.-ues
    vencidas.
    6J Se por qualquer ado do poder civJ ou ec-
    clesiastico for prohibido fazer-se o servjeo funebre
    pela forma ale boje tolerada tera o contralanto di-
    reito a uma reduegau no valor das pre>tacoe's mc-
    dianle um accordo com a Santa Casa de Miserieor-
    dia, com recurso para o presidente da pro
    vincia.
    7." As multas por falla de promptidao, ordem e
    asseio no servigo que fica a cargo do eontralante
    serao de 10 a 30*000.
    8.a As mulias serao impo.-ias polo raordomo da
    Sanla Casa de Miserieordia encarregado da flsc.iii-
    sagao do contralo. precedendo reclamagao por es-
    rpbwda po>>a uterossada oela sua impoaijao ,
    bastandi) ser fciia vernalmente se essa pessoa for
    pobre.
    9j> 0 contralanto lea recurso da jmposicJo da
    multa para a junta da Sanla Casa de Miserieordia
    e desla para o presidente da provincia e em am-
    bos os casos corn elTcito suspensivo.
    10.' As multas serao pagas no prazo de 10 dias
    depois de intimadas por escripto, salvo no caso da
    interposigao dos recursos, dando o contratante au
    mordomo ou a junta, se ja liver usado do direito
    do primeiro recurso, sciencia desse facto.
    Il Na Calls de pagamento de quatro BrestacSsa
    successivas podera a Santa Casa rescindir o con-
    tralo, conlprando o estabelecimento pelo seu ju-to
    valor, do qual se descontnra o mie o contratante l>>e
    estiver dovendo ou cobrar jndicialmente a nnpor-
    tancia das dita's quatro prestagoes a enjo valor se
    arcunuilara o premio de 12 0(0 ao ami" pela
    mora.
    12.a Os cadiiveres so podera^ ser eonduzidos
    para o cemiterio actual e para os que forem cons
    iruidos n;;~ cinco freguezias deelaradas no art. 4
    em carros funebres pucbados por cavallos, excep-
    tuandose somente o caso em que os parentes, os
    amigos e as eorporacoes religiosas do finado qui
    zerem carrega-lo a mfto desde o lugar do falleci-
    mento ou da icreja onde se iizerem as exequias,
    ale o cemiterio.
    13." Nos casos do forga maitr ficani o conlra-
    tanle exiuiido do pagamento das prestacdes ou de
    parte deltas, mediantc accordo coin a Sanla Casa
    de Misericordja,"com recurso para o presidente da
    provincia
    14." i) I'jiitratante obriga-se a prestar uma fiau-
    ca do valor de 13:000*00, para garantia do paga-
    mento das prestacoes e muiias, sendo dita fianga
    elevada a 26:000^000 nc> principle do ultimo quin-
    queunio.
    lo." Fiea livro ao contratante transferir os direi-
    tos e obrigagoes deste contralo ;i pessoa idonea ou
    a uma companhia comapprovacao previada Sanla
    Casa de Miserieordia, qne por morte do contratante
    ou de quem ^stiver substabelecido em seus direi-
    los e obrigagScs, passara o privilegio aos sens her
    deiros necessaries ou lestamentarios.
    16.' A Santa Casa de Miserieordia obrigase a
    solicitar dos poderes cooipejeotos o es'obelecimen-
    to das multas necessarias para a fiei exccucSi des
    te contralo na parte em qiie se refere ao" direito
    iexclusivo transferido por forga da lei n. 1,121 i'e
    17 de junho do corrente anno, ao contratante.
    I7.a No ultimo quinquennio do contralo podera
    ser este rescendido pela Santa Casa ?em quo esta
    pagne indemnisacao algmna no caso d>- falla de
    pagamento de quatro prestafoes successivas, con
    tumo ; e custas.
    Recife, 30 ds outubro de 1873. Francisco de
    Assis de Oliveira Maciel.
    E para qne ninguem faea negocio algurn com
    o precitado prodigo Antonio de Oliveira Castro, ?e
    nao por intertnedio de seu curador, com previa
    autorisacao de>te jaizo, manriei passar o presen*
    to, que sera afflxado no lugar do cos tumo e pu-
    blicado.pela imprensa.
    Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 3
    de noverabro de 1873.
    Eu, Hyppnlito Silva, escrivao sobtetevl.
    Francisco de Assis Oliveira Maciel.
    r/Saitta Casa de Miserieordia
    do Recife.
    De ordoin do Turn. Sr. Dr ^)rovedor intariuo da
    Ssnta Casa de Mfrericordfa-do' ReCrfc, e em virtu-
    de da qua rosolyen a junta admini^W'.atiya opuses-
    sao lo:liontem, fa>o bar qno de ndvo esla' jlber-
    empregados. no servigo.
    "TABELLA-A
    ro.Vfl'g^o D# (^DA'-WLS
    v MlultfJ
    1.' cla^e CarrO puehado a 'juatro cav.iilosde
    centemente ajaesades q coberlos de manias de
    panno preto' orlada* do galao o franias ; eaixan
    coberlo com um grandc panno de vclludo. preto
    com bo,-la? nas pflnVas e erlado dc galao e fran
    ja- de ouro. 0 carro tera cupula e corni;a An
    portada por- coiumnas de uiua das tres ordens ie
    arcliitt^tura (jonica, eorintma oil composita) com
    reVaves o dourados, 100*000.
    t* st*8e. -Carro ptfetiadea don^ cavallos de-
    cenlemenlo aj8es*d8, eolidrlos de mania de panno
    preto. caixfto coberlo* m panno de veltudo preto
    oro Idade ?ab> cm*orlS d> prata. O carro sera
    mais simplcvdo-que o-'de- i.-cUse nos relevos >i
    dourados. com cupula, ceroi|a e 'cr-luronas da
    i.' elasse. Carro scmllitnto aos da 3;' para
    ndultos, com cores apropriadas, seudo o caixao co-
    bertos de velbnlina e ft.rrado de selim de qualida-
    de inferior ao dt I." elassc, ludo com as cores
    apropriadas. Os caix3es dssta e da 1." classe po-
    derao ser pintados c dourados ou prateados, se
    as paries nisso cunvierem, 30*000.
    3.* olasse. Carro simiqes semelhante aos da 4.*
    classe para adultos, pintado de cor aproprlada, e
    bem assim o ca:xao, 10*000.
    Alem dostas tres classes havera lambem carro
    de luxo, ijuji) prego nao podera exeedcr de 100*.
    0 carro da luxo e o ile 4'classe, tanto para
    s.dultos, como para parvulos, terao boleeiro c cria-
    do,
    0 prego da conduegao c vestuario dos cadave-
    res .jue-se acharcm fora das freguezias de Santo
    Aiit'mfo, Recife, S. Joso e Boa Vista, sera augmen-
    tado corrf 3 OjO por cada luloraetro, a parlir do
    largo de Peu."'tJ Jf-
    TARRLLA-B
    ARM".*CM) OE gCAS
    1 classe.-Eca coin .Ves estrados, cupula Dgu-
    ras. emblemas, guarnicio da velludo, panno liuo
    galdes de euro ou prata entre.loos, trinas, bor-
    dados a ouro e enfeites doarados op prateados,
    crepe?, penachis, 160^000.
    2.* cla>s>. Eca com tres estrados, figoras, era-
    blemas, gnarnigao de vellndo, panno nno, galoes
    de ouro ou de prata entrefiups, trinas, crepes....
    80*000
    3/ classo.-Eca.com dous estrados, gnarnigao
    de velbutina, Tazeuda de la, galoes de pafhela, tri-
    nas, v lante, 40*r00
    4.' classe. Eca com um estrado, guarnicao de
    fazenda de li com simples adorno de volantes e
    e algodio de palieia falsa, 20*000.
    5' classe. Eca com estrado guarnecido de
    baet-i, volantes, galoes de baixo prego, 10*000.
    Ali'in dessas classes podera o contratante, a
    aprazimi'nio da- paries, arir.ar reason cenotaphios
    de maior preen.
    . TABELLA -C
    AnMQAO DE IGBEJAS
    Pruwira classe
    1,* Gnarnigao de velludo, panno fino, e galoes
    embleraas, franjas de ouro e prata eulrefmos em
    cada altar lateral, 18,5000.
    2.' Dita nas capellas mores, 2'i*C0i>.
    3." dita cm cada porta. 6*000.
    4* Dila em cada tribun i e pulpito, inclusive
    colcha 9*000.
    5.s Ditano ciro por cada colcha 3*000.
    0 forro das paredes de igrejas, sera feilo pelo
    preco que o encarregado do funeral ajustar com
    o contratante, attenta a natnreza e quantidade da
    tella que so hotiver da applicar.
    Srgunda classe
    1." Guaruigao de velbutina, fazenda de 15, galoes
    e emblemasemcada alt.ir lateral 18*000.
    2." Dita nas capellas mores, 16*000.
    3.' Dita em cada porta, 4*000.
    4'Dita em cada tribuna e pulpito, inclusive
    co cha 6*000."
    5." Dita-no conro cada colcha 2*000.
    TBELLA-D
    VESTL'AHIOS DOS CADAVERKS.
    ytduffos
    Habito Jb alpaca lina, das diversas ordens reli-
    giosas 16*000.
    Idem de alpaca do qualidade inferior 12*000.
    Idem de dila mais ordinaria 9*000.
    Idem dc melirn 7*000.
    Vestuarij da GuACeiolo ou daSoledade, feito de
    seda com galoes e rendas entrelinas 110*000.
    Idemde selim papol com galdes e rendas de pa-
    liieta 23*000.
    Idem de cambraia com galoes de palheta.......
    KWO.
    Habitujd: moriin branei, 7*000.
    Parculvs
    Vestuario ri>*o de S. Miguel ou Santo Urbano..
    605HO0
    Dito de S Jose ou S. Join, 30*000.
    Dito do menino \Mi', 20*000.
    Osmesnios vistuarios, sendo de qualidade infe-
    rior por metade dos ditos pregos, e sendo do selim
    ordiuano com galao de palheta falsa pela lerca
    parle dos niesmos pregos.
    'TABELLA-E
    Ataudes
    i.' classe. Forro de patina fino preto guarnecido
    de bordados de melal dourado on praleado de
    galao enlrelino com emblemas mortuarios 80*000.
    2.* classe.-- Tudo como na primeira classe, mas
    Jc qualidade inferior, 150*000.
    3.* Classe Forro do panuo preto gunmecido
    dc galoes de palheta, simples omatos, 40*000.
    4." classe. Forro de alpaca preta e galoes or-
    dinaries, 20*000.
    _ 5 classe. Forro de melim 10*000.
    6." classe.-Simples madeira com os seguintes
    (amanhos :
    De 0,;0 a 0",80 3*000.
    De 0-.90 a 1,30 4*000
    De 1,40 a 1.80 6*000. -
    Os ataudes de qualquer das dilas classes nao se-
    rao pregados, e lerao dobradigas c uma aldraba e
    tranqucta.
    Oalugucl dos caixoes para conducgao dos ca-
    daveres a niao para o cemiterio ou deposita-lus
    em igrejas, .-era de 4 a 16 mil reis para adpltos,
    conforme a ornamentaeao. e para parvulos de 2
    a 8*000.
    bo, previne qua i o untpo lubl itado para fazer
    dita affrriglo, tfpode ser procurtidvaa mesma
    villa, a rua Duque de Caxias o. 3i.. Outro-gm,
    previne mais queficam sujeitos a affricao aqui-l
    que aiferir angoras ou barris Ha #isie rw?
    pio, conforme as pnsiuras municlpaes.
    de outubro de 1873.
    RcTMt9
    Consulado provincial.
    A^ha-se aberlo por 30 dias ntei, acontar de
    hoje, o recebimento dos apparelhos e annnidades
    pelo servigo da companhia Recife Drainage, cor-
    respi.nd^nie ao triinestre que flodou em 31 do
    dezembn* de 1872, Undo o quo GcarSo oseontri-
    buintes obrigados a multa de 6 por cenlo: sao por
    tauto chamadiis p ra tal fun os proprietaries das
    easas nas seguintes ruas Rua do Imperador,
    Cadeia Nova, Travessa do S. Jose, Assumpi.ao. No-
    gueira, Livramento, Marcilio Dias, Santa Cecilia,
    S. Francisco, Largo da Rib-ira, Santa Rita, Padro
    Nobrega,1'asso da Patria, Dias Cardoso, Travessa
    do Caldeireiro, Vidal de Negreiros, Travessa do
    Marisco, Pescadores, Domingos Theotonio, Anlonio
    Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
    Largo do I'orte, Coronet Suassuna, Lomas Valen-
    nnas, Padre Floriino, Marqucz do Hervai, Santa
    Thereza, Travessa d:. Matrix, de Santo Antonio, Caes
    Vinte e Dous de Novembro, Primeiro de Marco,
    Duque de Ca\ia<, Lirangeiras, Pos, Nova de Sa ita
    Hi la, Travessa das-Flores, Becco do Lima, Luii do
    Mendonga.-t," Recco do Naseente, Imperial.Dique,
    ^. Joao, Travessa da Conenrdia, Travessa do Puci
    nho. Largo da Cone irdia. Ossos, Beceo do Falcao,
    I'enlia, Largo da Penha, 1." becco da Camboa,
    Largo do Carmo, Travossa do Caldeireiro, Largo
    do S. Pedro, Viracao. Travessa de S. Pedro, Tra-
    vessa da Viracao, Praea de Pedro II, Travessa do
    Peixoto, Christnvio Colombo, Becco da Bomba,
    Travessa do Carmo, Travessa das Flores, Estreila
    do Rosario, Travessa das.Cruzes, Travessa do
    Queimado. Camboa do Carmo. Malhias dc Albu
    querque, Trincheiras, Barao da Victoria, Cabuga,
    Santo Amaro, Calabougo, Becco do Caju, rua do
    Cajti, S. Bom Jesus, Palo<, Becco Tapado do Ma-
    iriz, Expostos. Largo do Rosario, Travessa da Ou-
    vidor, Roda, Travessa da Rua Bella, Becco do
    Sociedade Monte Pio de San-
    ta Cruz.
    De ordem do crnsclhodirectrrda parochiade Santo
    Anlonio convidoa lodos o< parochia bos pe'tencentes
    a mesma sociedade .para que no dia 9 do corrente,
    se dignem de comparecer as 10 horas da ma-
    nM na sede da -ociedade, afim de se procadftr *
    elcicao do novo omselHo dirertirem obsanraacia
    do artigo 36 gonibiqado com o 7 do artigo 36
    dos nossos esta tutos. "
    Conselho da parochia de Santo Antonio, efll
    sessao de 3 de novembro de l73.
    0 secretario interinc,
    _ Medeiros.
    Soriedaite pjilriolica Ihu ik
    Mmhro.
    DevenJo ter-Jugar no dia. 2 de dczarhbro'
    proximo, a ex'po&gfio que faz esta !ociodade,
    de pritductos agricofas e naturae? desta pro-
    vincia, s3o convuJados todos aquelles quo
    quizorem concorror com os pffltfuclos rnau-
    c-obados a remettcl-os ate o dia 20 do nr>-
    vembro, com enderego a* Connnlst-r.-
    central da sociedade Doze do Setnnbrb--
    aos'seguintes ponlos :
    Recife, Forto do Mattos, anna/e -i d
    Dias.
    Santo Antonio, rua do Imporador n. S3.
    HOa-Vista, rua de Unite n. i'A.
    "Qnanto ao arruijo o accommodagao dos
    pro luetos no edilicio da exposigao, os pin
    ductons divorao etitendi;r-se com a copi-
    missaononioada para este lim, cotnposta d.is
    Srs. :
    Capitao do fragata Francisco Romano
    Stepplo da Silva, Dr. Fetippe de r'igueirda
    Faria, Joaquim Dias dos Santos, Dr. Fran-
    cisco Gomes Parente, Dr, A. Lamcnha Lins.
    Seeretaria da sociedade pa'riotica Doze
    de Setembro, 3 de novembro do 1873.
    A. Lamenha Lim-,
    1." secretario.
    Casade Miserieordia, dctodo<> material e animaes
    Izabi-I
    Consulado
    3." classe.
    dtius
    a
    cavallos e
    com galao
    mesma qua
    C:.rrn .puclimlo
    ' caixlo coberlo de pam.c dc velbutin."
    an fraaja do pBlneta'falsa e'Jjrfrlas da
    fdade. IJ'cafrn ser;'. sonvelnaate airda 2.* classe
    pintad"'dt'.|.rfto s^rii doftfaqoS, 10*000.
    4.* classe. Caff0 slrbples pucha-to adori9ca
    bI.Iqs.c caj^io.tyibe.rtq fera.hrnptmno preto de
    tp.ndo \r\ente uma' enn branca no meic...
    BptOimi
    "seeder
    acar.-o da.caria^ejaya.aUuacaajtQdcrascr era
    Os carrw"pafirncffliWffl-'s^&oilguae* na forma
    n no prat-),' wSHndwftieriis. e 'DsitiuJw
    olawe.- liQawai-jwtottaate ao^ito i.^dam
    para adiiHoa, awMtaiteito-dc nriM'
    '^Mi Mtmto iijjii k-**Wr.,t6*"do:r-'xm
    provincial, 3 de novembro de 1873.
    O administrador,
    Antomn Carneiro Macltado Rios.
    iiUiABACCHt.
    Societe fiangaise de secour^
    mutHds.
    Les statuts rediges en seance publique riant
    approuves, les membres de la societe sont pri6s de
    se reuoir Ie jeudy 6 novembro dans le salonc
    I'hotel de 1'ur.ivers ,-i 7 heures du soir.
    Le president
    .; -" "_____________ F.. Trrpm.
    Arraazenagem dos productos
    da provincia da Parahyba
    Marcolino do Souza Travassos, eontralante da
    ar'nazenagem dos generos da provineia. di tiaraby-
    ba, entrados nesta cidado do ileeife, sujeitos aos
    irhposU)3 da mesma provincia, avisa.pela presente
    ^. deu principio ao. racolhiux-nto dos mencionadoj
    generos, do.con/ormidaae.crm m diaposicoes do
    ri'^ulauiemo n. 414 de 26 dojulho do corrente
    anno, c elausulas'do cnn'tralo quo assigaou porau-
    teo'the'oero da referida provmcia. poodo a di<-
    'posj^So dos coniluotores' os arwa'aeiu-n. 9 da.rua
    da Asspiidi^a. e os de ns. 8, 4 e It da rua da
    juipahhU Pernaoibucaha ; sendo o servig; (eito
    pelo systeua dos armaz-A. altHndegados, e asta.
    xas iU* afmawinagens as dp*usu C costume da
    prata. Recife, 30 du outubro de 1873.
    0on|xta&ie do deposito
    Marcolin-i de Souia Travasa ,.,
    Santa Oasa da Miserieordia
    do Recife.
    A junta administrativa da Santa Casa do Misf
    ricordia do Recife, mpe'.enteinente aulorisada
    pela presidencia, em data de :t de setembro do
    anno proximo Gndo, e de confoimidade com 0 quo
    dispSe o 9.* art. 52 do seu com romisso. per-
    mula por apohces da divida publica a fazenda de
    criar g'ados .que possue 0 palriinonio dos esta-
    belccimentos de caridade a sen cargo denomina-
    da Carnauba sila no lermo de Flores desta
    provincia, com terrenos para eriar e plantar,
    com algura gado cavallar e vaccuni.
    Recebe para isto proposlas nesta seeretaria ate
    0 dia 10 de dezeinhro do corrente aniio.
    Seeretaria da santa casa da misericonlia do Re-
    cife, 10 do outubro de 1873.
    0 escrivao,
    Pedro Rodrigues de Sanaa.
    Us tiscaes do ninnicipio de Recife abaxu-
    assignados, cm vista da lei 11. 1129 c determina
    cao d.i Illma. camara municipal do Recife, fazem
    .-aber a todos os municipes, que do I de novem-
    bro am dianle comegam ater execu-.ao os art", i!'.
    41 e 193 da referida lei, cujos artigos dizem u so-
    guinte :
    Art. 10. 0 peixe sera venJido a pezo.
    Art. 41. Nas freguezias onde houver mercado
    publico u peixe sera vandido nolle de prefcoai
    cia. e nao podera ter entrada no mercado senii
    depois de lavado 0 sera tripas : sii podendo Set
    vendido pelas ruas, aeondicionado em vasilhas
    com agua lirapa ou envolto em pannos molhado-?
    e linip'js. Os infractores serao inultados em h \
    Arl. 195. 0 pao, bolaeha ou qualquer prepara
    do de padaria sera vendido a peso.
    Municipio do Recife, 22 de outubro de 187'..
    Jeronymo Jose Ferreira.
    Deltiin Lins Cavalcante Pessoa.
    Sebastiao Alfonso Jo R. Barros.
    Joao Marques Corrca.
    Jose Miguel de Souza Magalhies.
    Ernestino Cavalcanie d'Albuquerque.
    Joaquim Francisco de Torres GaHindo.
    ADMINI^TRACAO DOS COR li E [OS DE" PERNAM
    BL'CO 4 DE NOVEMBRO DE 1873.
    Malas pelo vapor francez Ville de Bahia.
    A correspondent qne tern de ser cxpedid.i
    hoje ('n pelo vapor acima menciortado para aEu-
    ropa, sera recebida pela manelra segninte:
    Magos de-jornaes, Impressos de qualqurr natu-
    reza, e cartas a registrar, ate meio dia, carl"? or-
    dinariaa ate 1 hora da tarde.
    0 administrador
    Alfonso de Rego Barros.
    1V1S0S M&mMH
    ran
    Steam NiiYi^iliou Cojapaaj
    l.inhit quiuzeiiul
    0 PAQUETE
    MAGELLAN
    jspera-so da Europa ate 0 dia 9 de novembro
    ) depois da demora do costume seguira para 0 sa:
    lo imperio, Rio da Prata e costi do Pacilico, par 1
    rade recebera passageiros, encommondas e din': .
    ro a frete.
    OS AGENTES
    Wilstisi Rowe A C.
    14 RCA DO COMMERCIOli
    PlCiFIC STEAM NAVIGATION
    PAN!
    Iiinha <|ainz9nal
    0 PAQUETE
    LUS1TAN1A
    ispcra N dos portos do sul ate 0 dia 8 le novem-
    bro, e depois da demora do costume, segaira para
    Liverpool, via S. Vic>nte e Lisboa, jiara onde ro-
    cobera passageiros, encomraendas e carga a frgte
    OS AliENTES
    Wilson Rowe & C.
    lidttj.A 1 COMMER''IO14_______
    TOMPANBlA KBRK4MBLC4NA
    DE
    \avegncilo cosrteira a vapor.
    GOYANNA.
    0 vapor /'ii/..
    pnunaodanlo Oh'vci
    r;,, siguua.iiara por-
    to acima no dia ft do
    corraafe, as 9 horv
    da node.
    Recebe carga, encommendas, pas>ag.-iros e di-
    nhpiro n frete: escriplorio'no Fct tr do Main-
    n. 12.
    Aaktino Francisco da Rocha, arruuuinta>da tar com Tit
    SlprlcariidtjpaWs e;in'Jd1di3 (teowtsicipio dUCa-iIT,
    Para o Pnrtu.
    Segtie com brevidado .1 barca poriuguuza *>.
    \Manoel II. Receb carga c pa-sagteos i* tra
    a rua do Vigarw 1.
    HKHH



    Diario de Peraambuco Terca ieira 4 de Novembro dt 1873.
    P ILTACHO
    v. fbancisci
    Para o Rio de Janeiro pretende segnir com
    pouca demora por ler dous largos de sou carre-
    <_mento ongajatlo e para d resto que Ihe falta,
    trata-se com os consignatarios Joaquim JoseGon-
    catves Bellrio I'iiho a rua ilu Commercio n. J.
    Para Lisboa
    seguira brevemenle a baiva poitngueza tlralida-i;
    para earg e passageiros trala M a E. R. Ra
    iSello A C, ma do coiumereio n. 48.
    ras do dia 4 de notembro, no eseriptorio dorefe-
    dn agente, a rua d<: Bom Jesus n. 43.
    Leilao
    DE
    LEILAO
    DE
    id acc,6es <)a companliia de Beberibo
    QUAftTA-FElRA 5 DO 0ORRENTK
    lo mcio
    Para
    Para o refer d> porlo pretonde 3egair com pou-
    ea demora o brigue- portuguez R-cife por ter a
    inaior parte do carregamento tratado: para- o
    resto que Ihe falta trata-se com os eonaignatarios
    ioaqnim Jose Goncalves Beltrio 4 Filuo, a rua ao
    Commercio n. 5.
    Para o Para
    segue gem falta nesles poucos dias o patacho alle-
    raao Brilhante ; para a pouca carga que Ihe falta,
    tratt-sc com 4u:oni Luiz de Oliveira Azevedo &
    C, ao seu escri|orjo a rua do Bom Jesus n. 57
    Rio de Janeiro
    Seguira em poucos dias a patacho Novidide :
    para o resto da carga trata-se na rua do Vigario
    n. 7,1* andar, com Pereira Vianna. ___
    Para Lisboa
    segaira com brevidade o brigue portuguez Bella
    Figueiren.se; pira carga e passageiros trata se
    com E R. Rabeilo & C, rua do Commorcio nu-
    merous. ________________________
    Para o Rio Grande do Sul
    saljira brevemeute a escuna portugueza Agma
    Kra carga e passageiros trata-se com E. R. Ra-
    llo ft rua do Commercio n. 48.__________
    mmmk
    HESSAGERIES MAMTIHES.
    l.inhu uiciisal
    .1
    V
    Espera-se da Eucopa aid o dia 7 do corrente
    seguindo depois ds deir&ira de costume para Bue-
    nos-Ayres, tocando na Bahia, Rio de Janeiro e
    Montevideo.
    Para passageiros, encommendas, etc.. a tralar
    com
    OS AGENTES
    Harismeiitiy & Laliilie
    9 Ilua do Commercio 9
    Por intervenc,_o do agente Pint).
    Por OCM =iao da venda do outr.is apolk-es na
    Associaciio Commercial.
    DE
    40 barris con 100 orrobas do t-.^iulio,
    vindos de Lisboa no vapor franco/ Hen-
    ri IV.
    QUARTA-FEIHA 5 DO CORRENTE
    as 40 boras em ponto.
    0 prcposto do agente Pestana fara leilao, por
    conta e risco do quern pertencer, de 40 barris
    com 160 arrobas dn toucioho, vindos de Lisboa no
    vapor francez Henri IV, quarta feira o do cor-
    rente mez, as 10 horas em ponto, no arroazem do
    Annes defronto d'alfandega.
    LEILAO
    DE
    faztndas limpas eavariadas
    Quarta lVira 5 de novembro
    As 11 lions di man ha.
    0 agente Pinho Borges vendera em leilao, por
    conta de diversos, brim braneo, algodao azul,
    seda do cores, casemiras, grosdenapleipreto, algo-
    (laozinho avariado, chales de merino, chapeos
    de massa, madapolao avariado, esgniao, cliitas, e
    mais outros differentns artigos que se acharao pa-
    lentes no dia do leillo
    Era seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 53,
    primeiro an Jar.
    1'iuoas, inias de ouro e brilhanbts
    SKXTA FE1BA 1 DE NOVEMBRO
    AY i 0 112 horas da nwniba
    A S A B E U :
    Urn piano, } inobifiade jJCaranJi, constmdo de
    I s-ifa, i (>:.'..ii<>s Iftcadoiras tie gnarnicil), 4
    riitas dc brae'** ,'de bom gosto), cadeiras de am.i-
    Tclln. li'.as graii'les para, cost tins, mesa elastica.
    guarda l'ii;a, gnarda-roupa d> mognrt, catnas
    franczas, espeUif* com iw Idnra dnprada. ttt*
    vica nara jantar, iliio para aliihiro, jarros, ligura-^
    Unas, div-rsos objecti* do prata, eoAo i-ejani :
    casticaes, palileiros, salvas e outros uiais.
    Por ordem de uma familia que se retiron para
    f6ra desta provincia, o agente Pinho Borges fara
    leilao do moveis c mats artigos; assini como o
    mesmo agente fara leilao. em continnaclo, dos
    objectns que ficaram, pertencentes ao Sr. Joaquim
    M. Marlnho.
    No sobrado a rua do Bom Jesus n. 50, primeiro
    andar.
    AVISOS OVERSOS
    Irgencia.
    Prccisa-se alugar uti-tade de nnu c?..-i de fami-
    lia, para ootra familia pequeui que >'lieKou ha
    pouco de fora : a tratar na rua d-> Duqne de Ca-
    xias n. 35, lojj.
    3A$oeo.
    LEILAO
    DE
    louc;as e urn piano inglez de jacaranda*
    Ql'AKTA-FEIIU a DO CORRENTE.
    Ah 11 koras cm ponto.
    0 prcposto do agente Pestana fara leilao por
    conta e risco de quern pertencer, de uma rica mo-
    lulia de mogno com tampos de pedra, constando
    de 1 sofa, 18 cadeiras de gnarnicae, 4 ditas de
    liraeos, t consoles e 1 jardineira, .1 dita dejaca-
    randa com tampos de pedra, 1 dita de junco nas
    inesmas condic5es, 1 dita de amarello sem pedra,
    I rico piano inglez de jacaranda, 1 guarda-vesti-
    de de amarejlo, 1 guarda-louga de dito, marquc-
    zoes, marquezas, sofas, cadeiras de balance, ditas
    de guarnigao, berc-is, cabides, qnartinheiras, ca-
    mas francezas, quadrog a eleo, e outros muitos
    'bjeclos avulsos que serao patentes no acto do
    leilao, na mesma occasiao se vendera 1 bom cofre
    inglez prova de fog)
    pllARTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
    Id 1' hora? damanha
    A' RUA DO VICARIO N. 11, ARMAZEM.
    COSIP.VVSU.l
    MESSAGERIES MARITIMES
    t.ir.ha mcnsal
    . ME1D0ZA
    Espera-sc despmtosdn >ul no dia 9 do cor
    rente mez, segoindo depois da dem >ra do costu
    me para Boricos, tocando em Dakar (Goree) e
    Jjsboa.
    Para cond.cjes. fretes e passageas, trata-?e "
    OS AGENTES
    Harisinenilj "* Lahillc.
    9 Rua da Commercio 9
    40 acQoes do banco do Brasil de as. 149 a
    188, de 200?) cada umn, e 10 dilas da
    companliia Indcmuisadora, de 3303? cada
    uma.
    Quai* A'S 11 HORAS EM PONTO.
    Em frente da Associacoo Commercial.
    0 agente I'into, eumpnnlo o mandado de Illm.
    Sr. Dr juiz de dircito especial do commrcio. !e-
    vara a leilao, ;'is II hora* de dia a doconente, as
    acvoes acima mencieiiaJas, as quaes turaa aodo.i
    im penhor por Jo>6 Joaquim da Costa Maia a
    Keller & C., em garantia dc 10 centos de r Ihe deve.
    0 leilao sera effeetiiado cm frento da Associa
    cao Commercial. -----
    "" IK
    '-----J^
    ^^"^^fcaT;:^^-
    '^^M^fa
    -. .-_e' ^flWB*
    GOlfAXHU
    DE
    NAVEGACAO BAUIANA
    LI11TADA
    Leilao
    Remedios do Dr. J. C. Aver
    &C.
    Como tern apparecido nesta praca grande quan-
    tidade de falsitlcacoes, vamos agora prevenir aos
    consumidores que os remedios do Or. J. C Aver &
    C., preparados especialmente para o Brasil, tmem
    os mtulos na lingua de paiz, e sao enviados d-
    mente por intermedio dos Srs. Cassels Causer A
    C, (antigamente A. R. lasseis & C), Rio de Janei-
    ro, e cada frasco leva o letreiro A. R. Cas-els &
    C, Rio de Janeiro, agenles geraes para o Brasil.
    Rogamos aos c^mpradores qu so aceitem os re-
    medios em conformidade com este.aviso, e rcjei-
    tem qualquer que traga o rotulo em inglez.
    Ha sempro um grande deposito destes vcrda-
    deiros remedios, ein casa d< Srs.
    I. 0. C.DOYLE, RUA DO COMMERCIO.
    Tambem este Sr. esta encarregado de aceitar en-
    conime-ndas por quantidade, pelos precos de Nova -
    York.__________________________________
    ATTBNpl.
    A ires annos incompietos fngio do abaixo asiig-
    nado o escravo de norae Leocadio, cabra, de idde
    de 29 a 30 annos, altnra regular, cara comprida,
    cabeca- redenda per detraz, cabeilos froxos qaando
    granaes e nao pretos, olhar fraco, denies limado:-,
    tern no cotovelfo de um bra^o nma marca de quei-
    madura, tem na maja do rosto uma jnarca de ta
    Iho e outra na sobrancelha, na ponta do queixo
    am? marca de dentada, que se ja e-tiver con
    barba ha de encobrir, nariz puxado e as venta-
    afrontadas, tem as pernas Unas e quasi sem liarri
    ga, pes coropridose descarnados, e delos tanibcm,
    as alias anli&s graedes defeituosa*, senta os p6s
    Bxos e nao tem cava, 6 um tanto corcunda e o
    andar banzeiro ; fugio pira o Recife, e pode eslar
    em qualquer outre logar ; tem 100# -quem o en
    t.-egat* preso.
    Do mesmo abaixo assignado fngio no dia 20
    de?te andante mez o escravo de m me Zeferino,
    crioulo, preto, boa altura, de 22 a 25 annos de
    idade, nao tem barba, grosso do cor|.o, bontta
    tigura, pecade grande valor, cara grande e gorda..
    cabeca redenda e am tanto amnllada, liSo abv
    muilo os olhos e nem l5o pouco, tem na orelha
    esqnerda signal de burac-i por ter tido argola em
    pequcno, lem os dous dentes da 'rente azulados e
    arruinados.tem um dedo mendinho interiQado pro
    veniente de um panaricio, e com ponta alguma
    cimsa lino, naru cliato e um tanto rcdondo, pes
    carnndos e vcrmelhos a roda, enstumater a lin-.
    gua frdxa que as vezes ajunta agua, beiso urn
    Unto cahido e den to vermelho, veixado ijtronelta
    a falla dando com a cabeca ; tem I0OS quem uj
    entiegar preso. foi para o Recife ?e nao toniar on-1
    tro destino de la : pede e t< ga, as lllmas.jutori-
    pottetn s oc qwiitywp >rtitii u ipe) pro-
    vincia, a-sim come a todes os eapitaea campe i
    que virem taes c.-eravos o facam capturar, poflcn-
    do tambem recolhe-los em qualquer cadeia vom
    segoranca, e lego avisar ao abaixo assignado que
    mora em Belli-vista junto a Tamataupe de Floros,1
    comarca de Xa'.areih.
    Jose de Holianda Cavalcante Leitao.
    Acli.i ?C fugida de*de o dia 10 do corrente a
    c--?rva Fmaiia, com m siguaes segaiotes : cjr
    parda. id .vie 'JO ann-s pmiro ma! "U incnos, ct-
    ln.'lle eorredio curbi pnena por uma pi rha em
    C'in*c.i-.:eni-ia de um defeilo nuoi jeelho, kd
    imli:i hds d.'d.'s d i<% de tsUiUii'i baix:' ; le-
    t>u consign tuda i.mpa do feq u.-e, e a quan
    tia tU UiO'i que -i-blraMo. do w-tc ter -e^iiHli para Goyanna i*tii c TfljUnhU
    ne um !:\l Fierenri'i. IUi^'::-se M anloridadai pe
    I ri:io4 !iiS c.i|e!ae>ile rauijMi a .-;ii apiirt'tltnCMO
    emivgaiido-a it rua de Marcilio llias n. 21, ou a
    spu senher a rua da Sentalla Nova n. 7, que se-
    ra gialificado coin a qnantia acima.
    0 tibaixo assignado raz sciente ao respeitavel
    cori10 do commorcio. desta pra^i o a quem inte-
    rcssar nossa, quo enmproa ao Sr. Antonio For
    naalcs da Silva BeirU u seu cstahelecimento de
    taverna sita a rua do Viscnnde de I'olotas n. 19,
    livre e desembaracada de tn lo e qualquer onu* :
    so alguem se julgar prejudicaJe em seus direitos
    e iniere^ses, queira reclamar uo praze de tres dias,
    a entender se com o mesmo abaixo assignado, no
    mesmo estabeiecimento. Recife, 30 da outubro
    de 1873.
    Manoel de Souza Almeida.
    as MAIS dE FAMILIA
    Para eomtetcr i fraqnen du erlan^M, descnvolver
    suaa forfM e terortwr ira cresclmento, o* principaei
    Medicos de Pario, oe SM ivNNtu. BA*M. BtaCHB,
    AM.*L, ALIBK T rOKHIEK, MOIFtt, etc., mrm-
    brua da Aeademi* de medicin* de Franca.reeellam, coin
    omclhnr rnnltado, o Terdadelro BACaMKT dos ABABEa
    de BBI.AIIBBBBIBB, ma Richelieu. M.cmParic. Lite
    affTadaTel alimeDto aalcaraente eonposto de anbitanclaa
    vejpetaea ai mala natritWas e reconstltnintes, aapalha-ie
    . na aciaioiDla Intelra; e por sue* proprledadea annlep-
    . Tlcaa, melhora a compofltcAo do lelte doe SenTioras r;nf
    jitumci am e arfra aa foreaa larfcTiidas do eslott. ^o.
    ." Cautela contra m /alti/icoeS*$.) Deposltoi uas
    pharmaclaa acredftadaa do Bra-ii.
    ANTONIO JOSS DE AZEVEDO.
    Rua Nova n. 11.
    PIANOS.
    Vierendo dcfintlivamcnle liquidrr "Stn rtr-g","n, veude ttvlos os quo lem, noros o
    us.ldos, pclo pre^o do cuslo de faclnra.
    Tambem acaba de reeeber o seguinte:
    OLEADOS ir.glezes para assoslho do salas, de muitBs lii|dos desenhos de 11 a 33 palmas
    do largura 100 do comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
    seja com olcado inteiro.
    MAONIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
    ANNE'S electricos para curar doros de cabe^fl. nevraigi&s e nervnso.
    MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
    GRAMPOS para segurar roupa estendida nas corJas, a 200 rs. a duzia.
    TALAGARCA c papel picado para hordar com la ou seda.
    VEUDADE1RA agua de colonia cm garrafas empalbadas.
    E muitos outros artigos, e por muilo barato preco.
    HOTEL
    " Restaurant de Bordeaux.
    Rua 1. de Marco n. 7 A, 1. andar.
    Neste hotel, orfde se encontrara* aposenlos bem mhiliados, garantc se as jicssoas
    quo o frequerrtarem, nao s<4 a boa qualidade dacozinha, como tambem o aceio e prorr.p-
    tidio em servir-se aoscincurrentes. Situado no melhor bairro desta cidade, o hotel d
    Bordeaux offerece todos os commodos possiveis, quer com ndacao ao* aposenlos mahv-
    liados com gosto e aceio por modico preco, quer com relacao a sua posicao.
    us Vinhos dc todas as qualid?Jos.
    1
    )
    I

    _ llftceio, Penedo, Arscnjii
    e Bnhia.
    0 vapor Ptnedo e esperado dos portos acima
    ate o dia 9. e seguira para o* mesmo.- no dia se.
    guinte ao do sua ehegaila
    Recebe ca.-ga, encommendas, passageiros e di-
    nheiro a irele : a tratar ?om os agenies Antonio
    Lniz de OBvetra Azevedo & C, rua do Bom Je-
    ans n. 87.
    LEILOES.
    LEILAO
    DE
    uma coiia com 100 rlwziaa !e chapeos, ava-
    riados
    QUINTA-FEIBA 6 DE NO \LMIR
    A's 10 lj2 horas
    0 agente Pinto fa>a leilao, per autorisacao e em
    presenga do Sr. gerente do consulado de Franca,
    por coma e risco de quem pertencer, d xa com a marca diamante, S no centre, n. 48, con-
    U-ndo 100 duzias de chapeos do la, avanados, a
    burdo da barca franceza Fidelile. 0 leilao sera
    effectuado no dia e hora acima niencionados, no
    o- cripto io do rcferido agente, a rua do Bom Je-
    sus n 4-t.
    j 1JLIIL8
    Precisa-se; com urgencia,
    de uma ama de leite, quo
    seja sadia e moca : na rna
    do Oapibaribe n. 40.
    NBNHUMA
    MA88A PEITOBAL
    lem adqnlrldo onu bms melhor mercclda do qM
    Inn tfc Nate > ICUlNBBrnEB.
    Fvnda-it a sua nonteda unirrrsnl:
    1* n iu p, o
    nurrbo epldmsleo, m IrrlMfOei do pelto,da prtuU
    do. bronehloi; tfflcacU proTd pot 50 modleoi doi boi-
    piMM de Parti.
    t* R. aasrorarao doi Membroa d> Acadrnila de Hc-
    dlcina, oa quaea Ion Ihe reconhecldo uma auperlorl-
    teale Incontestaiel aobre todaa aaituasaa da mnma sot te;
    J Naa analyaaa doa chymlcoa da Facnld.de de Pa-
    rl, oa qnaea faiem eonatar que eaaa maaaa nlo eontem
    pta>nein ca
    f I rC '*" "' "tulo. aotiieattcoa qne reeonmendlo
    I A LO a Huh dc Nafe i conflarifa doa medicos,
    tltoloa qua none. otTerecen paata pelloral nanbsma, qner
    aaUga,qor nora.
    Depoalto, ma lcbr'len, M, em ParU, a oat f rin-
    dpaea pharmacias do Brazil.
    VELOUTINE
    fe UMA ESPECIE DK
    POS de FLOR de ARROZ
    Especialmente preparados com bismuth
    le por conseguinte d'nma acjao sandavel
    18obre a pelle.
    K' ADHERENTE e totalmente INVI-
    SIVEL, dando a pelle nma freacura el
    avelndado naturaes.
    Preco da Caizinha com borla 5 r., em I
    casa deCh. FAY, 9,ruedelaPaix,PARiz.
    Deposito em Pcrnambuco, A. REGORD-1
    Trivwurwvaa^MnTTvn-oa^^^^l^n
    -OTdmoooK re \ 'sinvj 'aos-aiqJV.i ap sin 'n
    lOJOTnaAaiBooilKitn'.-OTnui OWlKiyqU SS.'iSd
    aiMYD woinP eoP V "a wl,s *"*a
    SOHNV 9lVHYd V0YI931IAIlld 0y5n?NI
    5 nVOIQ^lrM-OMQ313 V
    DOENCAS SECRETAS
    ChALBERT
    Consorvas i'lom ulem.
    Orvejas idem idem.
    Liooras idem ilem.
    Almotjos
    Lunchs
    Jar.tares
    Cents
    Aguade vichy verdadeirae nova a 1^000 agarrafa.
    Assignaliiras niciisacs a oliSOOO !!
    DO l. DE NOVEMBRO EM DFANTE.
    Mme. F. Bimont, tendo abcrto um hotel para sHtisfazor a necessidade que tem os
    viajantes, de taospedagens na cidade do Natal, capital do Rio Grande do Norte, offerece A
    concurrencia pubhea e garante aceio e promptidao uo service.
    Ale"m do ser este hotel collocado na melhor rua desta cidade, estd tambem em uma
    das melhores casas. pelo aceio e posigSo.
    Tambem ha quartos mobihados que se alngam mensalmente.
    Pre^oo mais resumido pnssivel.
    0f3. phonnB5Utlco, *, roe de Caaiigllonc. Pnrit. onteo propHcf rip.
    DE FIOADOS FBESCOS DE BACAI>HAO
    Tisica, affeccOes escrofnlosas, tosse chronica, rlieumatismoB, fraqneza
    Idos membros. gotha, debilidade geral (engorda e fortalece), doce e facit
    |dc tomar. Hen;aO honrosa. '
    J Exigir a marca de fabrica abaixo indicada encobrindo acapsnla de j
    cada frasco de forma triangular.
    Uepoiito cm 1'em/TtoOucc, A. K.ij, j u*o j-
    <.
    CnKi HaDIOAl, PRUM1TA a OtSDSA rwu>
    VHTflO DI BAMAPAKRILHA : Impigena, I
    alporcas, twrbulhas, nlceraa, Ticios
    aangue, debilidade, tumorea.
    B0Los abhemo : Oorrimwtoa wcentes |
    ou aiitigoB; flores brancas, c6rea pallida
    ParU, 1, r. MontorgDeO. lolbeto gratis-1
    Depoalto em Pernambueo. A RBQORP. |
    DE
    bons moveis, finos jarros, louca e orystaes
    A SABER:
    Um pianc forte, 1 mubiha entalbada (obra de
    gosto), 2 eolamnas a imita>;ao da bronze, 4 can-
    tareiras, jirp* para flores, estante para musicas,1
    1 cadeira para piano.
    Um sofa do jacaranda. 1 mesa e cama, franee-
    za, 1 toilette e lavat-rio, tudo de jacaranda, 1
    guarda roupa com cspelho e 2 commodas com
    pedra, 1 cama para meninos.
    Uma mesa elastica, 2 aparadores, 1 guarda-co
    mida, 1 sofa, 12 cadeiras, 2 espreguicadeiras, 2
    quartinhein 9,1 mesa de amarello, copos, caliees,
    garrafas e nuito3 outros objectos qne estarAo ao
    exame dos concorrentes.
    Hoje
    "Sobrado n. 31 da rua do Marquez do Her-
    val, 'jm frente & escola mod*lo.
    O agente Pinto levara a leilao, por conta de uma
    pessoa quo mudou dc residencia, os moveis e
    mais objectos acma mencionados, existeates ao
    wbrado da rua do Marquez do Herval n. 3', eu-
    tr'ora rna do Sol, onde se effectnara o leilao.
    O leilao principiarti asO l|2
    horas.
    DE
    FAZENDi
    A V A RI A D A S
    QUINTA-FEIRA 6 DE NOVEMBRO
    ds 10'I [2 horas em ponto
    Por intervencao do agente Pinto, era seu es
    criptorio a rua do Bom Jesus n. 43.
    LEILAO
    DE
    um sobrado bem construi lo ullimaniente,
    no Pago Castela, em Olinda.
    QL'INTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
    as 11 horas ena ponto
    0 preposlo do agente Pestana fara leilao, por
    conta e risco de quem pertencer. de 1 sobrado
    bem constrnido ultimamente, na cidade de Olinda,
    tendo 7 quartos, 4 salas, alem de ontras commodi-
    dades, como dispensa, deposito "d'agna, tanques
    para banho e lavar roupa, er.canamento de gaz
    com os respectivo9 candieiros, latrina, etc. OTu-
    gar em que se acha csia casa edificada. ainda a
    torna roais recommendavel por flcar pcrto dos
    iianiios salgados e das duas estacSes do caminho
    de ferro, tanto do varadouro como do pateo do
    Carmo, quinta-feira 6 do corrente mez, as It ho-
    ras em ponto, na Associacao Commercial.
    1 1 I 11.
    Vende-se uma excellente casa com um poqueno
    sitio: sita no Arraial junto a casa do Sr. Anselmo :
    a tratar na mesma ca-^a, c para in|orma;oes
    taverna do Qutimi'd* n. 3, t andar _____
    na
    casa da mm.
    AOS 4:000#000.
    BILHETES GARANTID08.
    I' ma Primeiro du Margo . Crsspo) n. 23 e rasas do costume.
    0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
    Izes bilhetes, dons meios n. 1260 com ri:0n0i000,
    q-.iatro quartos n. 117 cim 8tli''0!', um mei"n.
    2828 com iCOiOCO o ontras sortes de 40*000 e
    20* da loteria que -:e acabou de extrahir (71-),
    ronvida aos pduidores a \ir?m reeeber na con-
    f-^rmidade do costume sem desconto algum.
    Acham-so a veuda os felizes bilhetes garan'idoi-
    la 4' parte das loterias a beneficio da igreja do
    Livramento da Victoria (72"), qne se extrahira na
    lerea-feira, 4 do mez vindouro pelo novo piano.
    PRECOS
    Bllhete inteiro 4*000
    Meio bilhete 2*000
    g poRg\o i>e IOOJWOOpaba cima.
    Bilhete inteiro 3*500'
    Meio bilhete 1*730
    W:n.vJ Martins Finza
    \ Casas para aliigar para a t'es
    ta ou por anno
    Um sobrado no'Poco da Panella, na rua do Rio
    n. 5, cr>m 4 slas, 8 quartos, sa eta, cozinha fora e
    quintal mirado.
    Uma boa casa term nova com corhoira, estn-
    baria pequcno sitio, a mrgem d-rio, n.3o da
    raa'^a rua. .
    Uma casa pequena. porem com bons commodos,
    na travessa da Cruz das Almas ao pe da casa ver-
    melhait 2. Todas a tratar c.jm o commendadoj
    Tasso. v_ _______
    Aluga-sc
    (jramle
    LEILAO
    DE
    uma mohilia de aman-llo
    1 lo corrente
    Por intervene do agftito Pint)
    Sa rna do Viaeon-lo do Herval n. 31, onde ha
    leiiao de muitos outros moveis. _____
    Leilao
    DE
    um njagr.ific.i sobrado de 2 andares e so-
    tSo, uiri chaos proprios, com frente do
    aiuleh da rua do Rom Jesus n. 26.
    QU.AliTV-FEIRA :, DO CORRENTE
    as 11 horas.
    O agenif: Pinto legalraente autorisado, levari a
    lei I Jo o p:isdio ncima mencionado, equal torna se
    recororoeridado por ser n fie ado em chao
    proprio, e em uma das mas mais commercial.
    Opreteri lentes podcrSu dende ja ezamina h), e
    coneorrer ao loilao quo deve ter lngar as il ho-
    G23
    para liquida^ao, no armazem a" rua do Ba-
    r& da Victoria n. 24, junto .1 loj.i do
    Carneiro Vianna.
    Quinta-feira 6 do corrente
    9'agente Martins fara leilao de grande sorti-
    menlo de espelhos douraoos, metaes de diversas
    qualidades, camas de ferro, cadeiras de todas as
    uualidades, inclusive cinco duzias de dilas ame-
    rieana-, pmprins para sala, guardas. comida*, ri-
    cos lavatori'is compb-toa, objectos de toilette, ta-
    Iheres em duzias para mesa, faqueiros em caixas,
    carrinhus para criancas, um Offal especial, c mple-
    to, para dous carnriros, uma rica seraphina, relo-
    gios para sala de jantar. um Undo chafariz de fer-
    ro com todas as pertenjas, br.necas sortidas, ma-
    chinas para fazer cafe, c outros muitos artigos
    que estarao patentes no acto do leilao, e sao ven-
    didos para liquidacao.
    Tambem sera lendido nrn grande sortimento de
    machinas dc co-mra (perfeitas), que >ao garanti-
    das polo vendedor, que mandara ensinar a cozer
    aos comprador~<.
    0 leilao iinnciptara logo as 9 hora, por serem
    mnitos os lo es.
    Criado
    Preoisa se do um criado para comprar,
    l'azer recados e outros services domesticos ;
    na rua do Capibaribe n. 40.
    Fugirain do engenho Bura. ema da freguezia
    de Serinhaem, ao amanhecer do dia 27 de outu-
    bro proximo passado, os oscravos seguintes :
    Francis'o, prcto, idade 18 a 20 annos, alto,
    grosso, moleirao, falla mansa, pes grandes com
    bichos e rachaduras, natural do Bmuue, foi ven-
    dido pel" 5r. C/jnstantino Leite e pertencia ao Sr.
    Francisco llezerra.
    Simao, cabra, alto, pouca barba, falla mansa,
    cabeilos carapinhus, feridas na pernas, pes gran
    Jcs e abre o dedo grande qhando pisa, e natural
    de'Panema, para onde ja fngio a primeira vez. e
    se suppCe que para alii mesmo foram amWbs, e foi
    vendido pelo Sr. Adriae de tal. Levaram dous ca-
    vallos, um de sclla, alasao, maos calgadas, com
    mal de Sesta e estrella na to>ta ; ontro de roda,
    castanh) claro ecego de um olho roga-se as an-
    tondartes policiacs e capitaes de campo approhenderem qtie os mandem levar ao d;to en-
    genhn a Joaquim Alves de Caslro, ca na rua do
    Curnnel Laincnha n 1?, que generosamente se
    (iratificara.___________________
    Para passar a festa.
    Alnga-so uma rasa no Poco da Panella a rua dd
    Rio n 25, com 2 salas, 4 quartos, rozinha f6ra,
    quintal murado e cm alpendre _a (rente, mui to
    propria para a esMcao caknnsa por fi ar proxima
    ao ri, iiesfructando o exo Rente banho, e preco
    commodo : a trstar na travqusa da Madre de Deos
    n. 18.
    Uma preta mo;a com uma eria lo spia iiiozes
    muilo m..nsn, cozinha. lava c lem princioio de
    engommado; quem a pretend.)--dirija-se a rua do
    Commercio, armazem de Lniz Jose da Silva uui-
    maraes, n. o a tratar com o A'bnqnprque_______
    Aluga-se o 2. andar da casa da rua das
    Larangeiras n. 13 ; a tratar m rna tin Marqnei
    de Olinda 2." andar da c.i^.i n I. _____
    iluga-se
    A ca.-a .Ja rua do Padre Nnbrega n, 87 : i tratar
    com .loigo Taso, a roa do Am^ri'i' "_^J____
    En'jjoramandeiras o cozi-
    nheira
    Prr"isa-se de engommandeins de uma con-
    zinhoira na tinturaria franceza ; a r ja da Jropera-
    triz n. 3o.

    'c
    M01EST1A3
    ? -
    fe Moic;t;i
    DA PBLLR.!
    iNCAB
    alia
    iMu lal
    iiiihcawisid,
    ssrstpEii.
    /*.-. ./.
    8/PArrilHA
    r. ivri; .f- r.... i
    l\-U-..'.<- CTniti
    u:m t-HA&CO^ r f-<-.'......NOS.-
    Kadtt.
    V. E. OASSELS & Oa-,' Agtstts Geraea so Brasil-
    Unicos agonies nesta provincia os Srs. I.
    '0< D._Coyle, rua do Cominere.io n. 38.
    i hu^i,. paann:c..*-.. ... *. m -
    I MOSiSji. laaar--a>-!tuleu.lt.r.de la.ti{.o-B.i,'"<. otco proprleaarlo epreyi-atur.
    DB
    PEPSINA
    DE
    o pilulas alimentosas de Hogg com pepslna aciduia. pruprias para molestias
    pastrifia dyspepticas, etc., e noa casos de digeslao dlfficil ou unpossiveL
    2. Pilulas de Hogg com pepaina untda ao ferro reduzido pelo hydrogeneo.
    para molestias chronicas e as doeiicas que das mesmas resultAo (oscommentos, fluxos-broncos,
    menstrna^Oes dlfficcis) e para restabelecer as saudes debililadas.
    Pilulas de Hogg com pepsina e proto-loduro ferreo malteravel, pnra molestias
    escrofnlosas, lymphtticas e syphHittcas, para a t.sica, a cachcua chloroUca e para as affe.coe.
    atonicus geraes do corpo. a- a -._..
    Em, frdscoa trianKulares de 100 et 00 pilulas; precos mdicados sobra os trascos.
    Deposito em Parnamhuco. A. REGORD, e naa principaes pharmaciag.
    Clllllli
    Franco da Cnnha & C, com armazem de gene
    ros de estiva a rna da Moeda n. 47, fazem publ.
    que desdeo dia 17 do corrente dcixou de fa"""
    parto de-ta flrma o Sr. Joao Ferreira dos Sa er
    Junior, rctirando-se pago c satisfeito do seu c"T^s
    tal c lucros, ficando associado a mosma o Sr api-
    Livio Soarcs.
    Recife, ^9 de. outubro de t873.
    Franco da Cnnha & C.
    iio Jose Gomes
    Correio.
    do
    4..
    NOVAS FUBLIC&GOES MUSICAES.
    A. J. d' Azevedolluu Hova n. If.
    Acabam de publicar-se, e acham-se 6.
    venda as seguinus musicas :
    PIANO SO'.
    Danse espaxiiola, por Ascher
    Arabella, mazurka, por (J. "Wer>
    tiieimer
    2*000
    D. Maria Luiza do Rego Barros
    Gomes, Eustaquio Antonio Gomes
    (presente) Antonio Eustaquio Go-
    mes. Olympio I'astns Gomes e Je-
    zuino Eustaquio Gomes (ansentes),
    viuva e filhos do finado Antonio
    lose Gomes do Correio. agradecem
    do intimo d'nlma a todas as pessoas que o acorn-
    panharam ate o ceiniterio p hlico, rogando-lhes Valsa n;: Tausto, por Croyzes
    de novo o earidoso obzeqnio de assislircm as mis- ^g nE ,-MV viRGEM,
    sas ue por alma do mesmo finado mandam cele- .
    brar na capella do Mnnteiro. pela> 8 horas da; w"
    manhado dia i de n.-vembro, 8 de seu passa- 'Anna LA I'RlE, cavalina
    mento ; pelo que desde ja se confessrm eterna- AoClair de LA I.une, por Bussmeyer 19500
    mem^agraa^cjdos.--------------------------------_ F.S;L VWbL^,^ mQ0
    . -ttt rHf\ SaudacAo ao Bahia (
    4 \/ I \)| L f.RicKET, por Seixas, offerecida aos
    1 V lrjU.
    pur
    Alber-
    19600
    1JM)00
    19000
    19000
    N
    I
    chrickets club pernambucano e
    babiauo
    PIANO E CANTO.
    19000
    Joao Barbosa da Silva pede a Maria de tal, co-
    nhecida por Maroca, qn esta de ama -ecca nes-
    ta praca, que foi moradora em Hao d'Alho, no Desespero, muito undo romance
    lugr Olho d'Agua, que deu uma menina em casa por i, Smoltz 29000
    de Joao Malanguzo para ser padrinho. e depois v- M'AMVvA. romance por Guercia 19000
    S^a^ffia^E^S S2.". Tainbea rc-obeu da Kuropa grande sor-
    casa, e quer a companliia de sent, parentes, mai, ttmento de musica para piano, piano u
    ou quem seja por ella, por ter o padrinho bota- Cflnto estudos, methodos, etc. etc.
    do a para fora de casa.
    CASA DQ OUKO
    Alnga se nma exceHeme casa na povoacao
    de Dnarte Oielbo, em Olinda, com bons commo-
    dos para familia" a tratar com Jorge Tasso, rua
    Amorim, s. 37. _________.
    Aos 4:0009000
    Bilhetes garantidos
    ,< i -in liar do da Victoria (outr ora Wova
    n. <5-9, c ca.'a do costume.
    Acham-se a venda os muito felites bilhetes ga-
    -aiiSidos ila V parto da lot.ria a beneficio da "CMoo+i^ Qfnol i-nnfrASdPq
    igreja do Llvrtn ento da Victoria, qne se eTtrahira JiiaStl
    no dia 4 de novembro.
    Precos
    Inteiro 4*000
    Meio 2*000
    . De 1009000 para elm**.
    Inteiro 3*01)0
    Meio 13730
    Recife, i'J do outubro de 1873
    lain Joaquim ila Conta ItiU
    ~ 0 Illm. Sr. Dr. Le-jiold.. Cesar Ihique E^tra-'
    da, formado na academia de I'ernamhuco em 1873,
    filuo.du l'lm. Sr. Joaquim Leopoldo de Figueiredo,
    6 cbamado a l Nova n ?. a n<-gocio quo rao ignora. _____
    Alu(;a so barato aiaaa meia aguas, novas, na
    travessa las Barn-iras, lie.cos do Aquino : a tra
    tar na rua do Catuvello n. 23.
    BABY JUMPERS
    Velocipedes and Hand Carta
    For Boy's.
    Ice King Refrigerator.
    Perfumagators.
    Machinas para descaroqar
    algodao de 12 at6 30 ser-:-
    ra
    NA
    CASA AMKRICAKA
    45 Rua do Imperador 46
    Alnga se o -obr^dinho do logo da Ponha n-
    12 : a foliar nas unco 1'ontas n. 31.


    ,j4_
    -
    ------...
    -

    I
    Diario de Fernambuco Terqa feira 4 de Novembro de 1873.
    AM A
    Precisa-se de uma arna para
    cozinhar : na praca do Covpo
    Santo n. 17, 3 andar.
    Offereoe-se uma ami para casa do homem
    solteiro : !.'. travessa do Puffoto n. 7.
    AMA
    .Nfl rua do Capibarilii; II.
    31 ]>i
    i"^. -T IL jL.'Wl rr.i v. quo ozmhe >J engom-
    -me par? -m a latnilia -:m;...-it le luas pew
    uio mailing, paga-se bem._________________^
    Altenoao.
    20#000.
    Precisa-se 'Jo dons amas, scn comprar o cozinhar, mar para casa de uma familia de duas pe-
    soas, preferindo-se escrava, paga-se a quari-
    tia acima : a tratar na travessa do Vigario
    Tenorio n. 1, das 9 horas da mnnha ate* 3 horas da tarde, escriptorio.
    Ama de leite.
    Precisa-se de uma arna que tenha bom leite e
    abundante ; paga-se ben : a tratar na ma For-
    mosa, casa defronte do rtecco dos Ferreiros n. V.
    PUNDICAO
    RUa'
    DO BOWMAN
    H. 52
    AMA
    Preeisa-se de uma ama para co-
    zinhar em casa de familia : a trau.r
    na rua do Hospicio n. 46, casa terrea
    que tem bolas amarellas na eornija.
    i mm Precisa-se de uma ama sraen:e
    A W A l*ar* coz'nriar em casa dt> rap** so1-
    i\.Lfx(1. teiro, preferindo se escrava : a tra-
    tar na rua Ftimeiro de Marco n. 17, loja.
    Precisa-se de uma ama para
    coztaha, torn on escrava, pre
    ferece-se escrava : na rua da
    Imperatriz n 27.
    AMI
    AMA
    tr'ora da Praia
    Precise-se de uma ama para
    casa de pouca familia, setdo
    para cozinhar e comprar : na
    rua de Pedro Aflonso n. 3, on-
    Precisa-se de nma ama que
    saiba la ar e engommar pa.a
    - casa de duas pessoas : na
    rua do Hospicio n. 30. ___^^__________
    AMA
    Ama de leite.
    Na travessa da matriz de Santo Antonio n 6,
    ha duas para alugor-se.__________________
    "Na rua do Visconde de Itaparica n. 32,
    preeisa se de uma ama para engommar.
    Ama
    - Precisvse de uma ama qne saiba conzinhar,
    para casa de homem sol teiro ; a tratar na rua de
    S. Jos4n^2.___________________________
    Mo r.orredor do Bispo n 8 precisa-so
    d. uma para cozinhar e en gommar.
    Ama
    Yernizes.especiaes para caiTua-
    (Passamlq o chafariz)
    PEDEM AOS i6uhore de engenho e ontroa agricoltorei, eempregadjrei de m
    oinismo o favor de oma visita a sea estabelecimeDio, para verem o aovo loriimento
    ocbpleti que abi lem; seado tudo soperior em qoalidade e fortidao; o qne com a ins
    -accao pesS'.-al pode-se verificar.
    ESPECIAL ATTENCiO AO NUMER0 E LtGAR DE SUA FUN'OIC-lO
    Jftwnwao t /ir1aa Alcicr m ^os ma's moiemos sy^teruaa eem la
    VRpOif05 O lOUUa U g\i
    ircamstancias dos senhorea proprietarioa e p; ra deacarocar algodio.
    Mfoendas de canna J^? 9 {imQhMt a*ne,bore, qoe ,qoi
    aodas dentadas para aDiDD3e8'ag03 c vapor'
    raixas ie ferro fundido, batido e de eobre.
    Mambiques e fandos de alambiques.
    tfoftliitti emits P3ra ^JaD<^'0C, e ^gda>
    TlULllllilblliUa e para ierrar mideira.
    ^OmDaS de pateote, garantidaa........
    TodaS aS maChinaS Wdfl1n< ^costumapreciaar.
    Faz qualquer concerto d mcmmo>apre?0 mui Ttmmii0-
    PormaS de ferrO JJuaieIhore.em.i. bantu ailn^ do mer-
    S'tiAntnmAnrloo Incombe-ae de mandar vir qaalqoer machioiamo i von-
    ^nCOIunioIlutiS. i3(je d8 clieDtes, lembraodo-lhea a vaotagem de fazerem
    aai compras por intermedio de peasoa entendida, e qoe em qoalqner neceuidade pode
    lea preetar aoxilio.
    iredos americanos 'lw-* ""colM
    RUA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFARIZ
    Podendo todoa
    Iser movidot a mio
    por agaa, vapor,
    oq animaes.
    IS.
    AO ARMAZEM
    VAPOR FIULNCEZ
    RUA DO BAIIAO DA VICTORIA
    7Outr'ora NovaN.
    Galcado
    francez.
    FUNDICAO DE FERRO
    4' rna do Barfto do Triumpho (rna da fernn) ns. 100 9104
    CARDOSO & IRMAO
    gens. .
    Este vemiz, cuja falta anui tanto sentem
    os Srs. fabricar>t-s e possuidoresi do carrua-
    gens, acaba de chegar para seu unico depo-
    sito, das s^guintes qualidades.
    VERNIZ SUPERF1NO PARA CAIXAS DE
    CARRUAGENS.
    E' um vomiz muito claro e duravel para
    as caixas da carruagens, para todas as de;
    maos, ou para a ultima somente, sobre
    outros vernizes. A superficie seccaeml2
    horas, depots das quaes se expoe ao ar. por
    algurn tempo, o que faz endurecer, e passa-
    das 15 a 1H boras p6de passar-se a caixa a
    pedra poire e dar-lbe pm seguida out -a ile-
    mao. Dao -se com facihdade tres domaos
    deste vemiz sobre as tintas, em Ires dias.
    A primeira demao servindo de apparelho,
    ajuda a swear as ultimas dem5os e produz
    um ex eel I ente brilh".
    Vfirnix Hnnerioi* scceante imi'ii
    cari'ttR^enM.
    Este ve-in'z e da mesma cdr que o anto-
    cedente, mas endureco e secca com mais ra-
    pidez. Emproga-se com bom exito nas
    obnis urgeates, e p6de misturar-se com o
    anterior. A durar^ao do verniz permanente
    djminoe na nroporpao da mistura.
    VER.N1Z SUPERIOR ELASTICCO 4ARA0S
    JOHOS DAS CARRUAC.ENS
    Nao 6 t%o claro corao o vemiz para us
    caixas da; carruagens. Emprega-se noS jo-
    gos das carruagens e tambem para aspn-
    mei-as deiiiaos sobre cdres escuras. Pdde
    passar-se a pe.dra pome passadns 10 horas,
    podsmdo dar-se em seguida outra demao.
    Verniz jireto lo Japfio, supcrici".
    Para trabalhos em preto de carruagens.
    Produz o preto mais escuro e brilbante, e
    pode passar-se a pedra pomes 10 horas de-
    pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
    foudo pie.o e cobrir-se com outras duas de
    verniz que se emprega nas caixa? das carrua-
    gens.
    VERSIZ PARA COUROS, BRILHANTE E
    ELASTlCO.
    Este vsrniz, contendo na sua composicao
    grande quantidade d'uma substancia muito
    scmelhant* ao azeite denominado pieds boiuf,
    e o unico que di ftexibilidade no couro ve-
    Iho envernisailo. Em geral basta u.na de-
    mao que deve ser applicada muito ligeira-
    mente, com um pincel depois de ter limpo
    o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
    ca em 1 du 2 horas, e d sombra masao ar
    secoa em 4. Em tempo humid<, e inutil tal
    trabalho, por que nao e possival tornar o
    verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
    Verniz para apparelho.
    Depois de ter appbeado 2 ou 3 demaos
    deste verniz n'um intervallo de 8 hrras, do-
    ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
    no tim dos quaes se pode pulir com extre
    ma facilicid-tde. E' essencialraente neces-
    sario cob-ir este verniz com duas demaos do
    Torniz superfino para caixas le carrua-
    gens.
    VERNIZ SECCANTE.
    Mistura-se com as tintas de apparelho, e
    sobre tudo com as tintas moidas, para que
    sequent mais facilmente e para Ihes dar
    mai& consistencia.
    RECEBE11AM de Inglaterra completo sortimento de ferr8gens e machinas para en-
    genhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
    VapOreS de forca de 4, 6,8e 10 cavallos.
    OaldeiraS de sobresalente para vapores.
    MoendaS lnteiraS e meias moendas, obra como .mnca aqui veto.
    TaixaS fundidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
    RodaS d agua com cubajede erro, fortes e bem acabadas.
    RodaS dentadas de todos os tamanhos e quahdades.
    RelogioS e apitOS para vapores.
    OOmbaS de ferro, de ropucho.
    AradOS de diversas qualidades.
    FormaS para aSSUCar grandes e p^quenas.
    HnTinPrtoci conccrtam com promptidao qualquer obra ou machine, para o que teem
    vuuwjiwd sua {abrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    PTnnAmmpndflft mandam vir por encomnnndada Europa, qualquer machinismo,
    CiJiouimuciiucio paraoquese correspondem com uma respeitavel casa de Londres
    e com Um dos melhores engOIlliBiiOS Cte Inglatcrro ( inoumbom oe ii mandar aSSADtAri
    titas machinas, e se responsabilisam pelo bom traJalho das mesmas.
    RuadoBarao do Triumpho (rua do Brura) ns. 100 a 104
    FUNDIQAO DE CARDOSO & IRMAO.
    :.'->irr;>ff
    mm
    e^jL&&&^
    sxusr H '- <
    56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
    (outr'ora rua LOJA DE MACHINAS
    Sendo este antigo estabelecimcnto assax conhecido como principal e recommen-
    lado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
    melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanos para algo-
    Jito, desde 10 <5 60 serrns, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
    nas e melhoramentos para perfeito e rapido des^arocamento ; tornam-se dignas dt
    aircm vistas e apreciadas pelos Srs. agncultoros; os quaes, ale"m disto, encontrarao
    tambem mais :
    Apurados vapores locomoveis, defor^al
    Como nao e necessario dar lustro a ultima
    demao de verniz empregado nas caixas de
    carruagens e no dos jogos, conv5m da" lo
    n'um local separado aonde nao haja p6.
    Quando a ot>ra urge,- deve pAr-se a son.bra
    o ao ar hvre depois de secco, isto e, passa-
    dis 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
    uma espouja humida. Quantas mais vijzes
    se fizcr isto, mais brilhante ficari o verniz,
    o mais^dsprt^sa ss terminari a carruagem
    {em caso iecessario tres dias depois ma demlo). Durante as duas ou tres pri-
    meiras semanas deve-se lavar a carruagem
    com ;ifj;ua fresca, depois de ter ser-
    vido.
    Os frtisces devem conservar-so sempre
    hermeticamente tapados, o resto do vtrniz
    nao se deve deiiar ficar no frasco, o pdde
    usar se para as primeiras demaos.
    Nao deve misturar-se com este verniz ne-
    nhum ontro ingrediente, nem agua-raa, e
    de nenhum mo lo com o seccante.' E' pre-
    ciio liir par ban os vasos e os pinc-eis, e o
    melhor e servir um ptucel para cada ver
    niz.
    Dep-'iito unico para o Brasii, Bartholo-
    meu i. C, Pornambuco, Rua do Rosa-
    rio n. 14.
    ie 2"7 e 3'/j cavallos com todos pertenjas
    precisos para trabalharem t machinas para
    Machinas para lavar roupa.
    Arados americanos para varza e ladei-
    .
    Garros de mao para atterroa.
    Tinas de madeiras.
    Baldes de dita.
    Ditos de ferro estanhado.
    Ditos com valvula par8 lavatories.
    Ditos de madeira para compras.
    Apparelhos para jardins.
    Guards-coraidas.
    Tampas para cobrir pratos.
    Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
    Dita dita ditos de madeiras.
    trens para cozinha
    Ternos de bandeijas finas.
    Correntes para arrastar madeira.
    Cylindros americanos para padarias.
    Perten^as avulsos para machinas.
    Salitre refinado.
    Breu superior.
    Moinhos dc divertws fabricAntofi para mi-
    Iho e cafe.
    Debulhadores para milho.
    Azeite de spermacete para maehioaa.
    Camas de ferro.
    Bombas de .I?.py.
    Ditas americanas.
    Cofres de ferro patente.
    Cannos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estanhado.
    Ditos dechumbo.
    Ditos de borracha.
    Folles para ferreiros.
    Emftm muitos outros arugos,
    xaminados.
    que sdavista e neste* estabeleomoder.iuentp s i
    Para komem.
    BOT1NAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
    de duraque com biqueira, dos melhores
    fabricantes.
    SAPATOES de be.erro, de cordavao e de case-
    mira.
    SaPATOS de lustre com salto.
    SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
    prios pan banhos, iitios e jardins.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
    francezes e portaguezes.
    Para senliora.
    BOTINAS pretas, brancas e de c6res differentes,
    iisas, enfeitadas e bordadas.
    SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
    pretos e de cores differentes, bordados.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
    Para nieniua*.
    BOTINAS pretas, brancas e de odres differentes,
    Iisas, enfeitadas e bordadas.
    ABOTINAUOS de diversas qualidades.
    SAPATOS de tranca portaguezes.
    Para mcnino.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
    ABOTTNADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
    qualidades.
    SAPATOS de tranca francezes e Portugueses.
    Botas de montaria.
    Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
    meias perneiras para homen', e meias perneiras
    para meninos.
    No armazem do vapor francez, a rua do Barao
    da Victoria a. 7.
    Mobilia de vimes.
    Cadciras de balanco, de brago, de guernic5es,
    sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
    reiras, tudo isto muito bom por serera fortes r
    levca, e i-s mats proprios moveis para aaleias e ga
    binetes de recreios.
    No armazem do vapor francez, a rua do Barao
    da Victoria n. 7, ontr'ora Nova.
    PIANOS.
    Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
    de elegantes modelo-*, dos mais notaveis e bem
    conhecidus fabricantes ; como sejam : Alphonse
    Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
    vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
    tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
    Perfumarias.
    Finos extraclos, banhas, oleos, opiata e pos den-
    trifice, agua de flor de laranja, agna de toilete,
    divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
    cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
    ria para presentes com frascos de extractos, cai-
    xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
    nhos d'agna de cologne, tudo de primeira quali-
    dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Con-
    dray,
    No armazem do vapor francez, a rua do Barao
    da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
    Quinquilharias.
    Artigos de differentes gostos e
    phantazias.
    Espelhos douradws para salas e gabinetes.
    Lcques para senhoras e para meninas.
    Lavas de Jonvin, de flo de Escocia e de camurca.
    Caixinhas de costura ornada coin musica.
    Albun's e quadrinhos para retralos.
    Caixin^ as com vidro de augmentar retratos.
    W/ersas Olirntv &* an*o bum da lot earaotidu.
    Correntes de plaqu6 muito bonilas para relo-
    Brincos a imitacao e bot5es de punbos de pla-
    que
    Bolsinhas e cofres de seda, de vellndo e de COB"
    rinho de c6res.
    Novos objectos de phantazia para eima de mesa
    e toilette.
    Pincinez de cores, de prata dour.ido, de a^o e
    de tartaruga. .
    Oculos de aco flno o de todas as guarnicoes.
    Bengalas de luxo, canna, com castdes de mar-
    bji.
    Jengalias diversas cm grande sortimento para
    humens e meninos.
    Cliicotinlios de baleia e de muiias qualidades
    divems. .
    Esporas de tarracha para saltos o botas.
    Ponteiras de cpuma para charuu>s e cigarros.
    Pentes de tartaruga para desembaracar e para
    barba.
    Ditos de marfim muito fines, para limpar ca-
    b^fa.
    Escovas para roupa, cabellos, unnas e para den-
    tes. .
    Cartcirinhas de medreperola para dm' eiro.
    Gravatas brancas e de seda preta para homens
    e meninos. .
    Cami-ainhas de mola para ch mar cnados.
    Jouos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
    mind e outros muitos differentes joguinhos alle-
    mSes e francezes.
    Malas, bol.,as c saccos do nagem de mar e-ca-
    minhos do ferro.
    Argolinhas de marfim para as criancas morde-
    rem, bom para os dentes.
    Bercos de vimes para embalar criancas.
    Cestinhas de vimes para braco de meninas.
    Carrinhos de quatro rodas para passeios de
    criancas.
    Venezianas transparentes para portasejanellas
    Revcrberos tran?parentes para candieiros de
    gaz.
    Estcreoscopos e cosmoramas com escolhidas
    vistas.
    Lanternas magicas com ricas vita-c de -ores 3m
    vidros.
    Vidros avulsos para cosmorama.
    Globos do papel de cdres para illaminaeoes de
    Bal5es aereostaticos de papel de seda mui facil
    de subir.
    Machinas de varios systemas para cafe.
    Espanadores de palha e de pennas
    Tesou^inhas e canivetes flnos.
    Tapetcs com vtdrilhos para mangas e lantemas.
    Tisteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
    Tiras de molduras douradas e pretas para
    quadros.
    Quadros ja promptos com pajsagens e phanta-
    zia.
    Estampas avrjlsas dc santos, paywsens e phan-
    tazias. ,
    Objectos dc magicas para divertimentos em fa-
    milia.
    Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
    Realejos rarmoniccs on accordions de todos os
    amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
    rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
    vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
    Nova n. 7.
    Medidas de 40 a 100 motros, pes e pal'>ios para
    medir tTrenos.
    MDRTI61E3T0
    M R I) IGIN A
    I'rqi.ir.ilo por
    lallHIIjXI 'v I'vi-l.'iii
    |i;;a i'.ii/in:
    \<- la ,'i di doctiras, quej
    r_,a na garganta,
    petto ou bofes.
    Expressamente
    escolbidodosme-
    lboresfigadosdes
    quaes so cxtrahe
    o oleo do banco
    da Terra Nora
    purificadochiini-
    almente, e sua>
    valuaveispropri-
    edades corner**.
    das com u>do o
    cuidado.emtodo
    o frasco so ga ran-
    teperfeitamen-
    te puro.
    liste oleo tem
    si.io submettido
    a hiu exame mui-
    to severo, pelo
    chmiii o de mais
    talimio, do go-
    verno bespanho)
    em Cuba e ft>'
    pronunciado por
    die a conter
    1IAIOR PORQAO D'lODINA
    do que outro qualquer oleo, que elle tem
    examinado
    IODINO E UM PODEH SALVADOR.
    Em todo o oleo de figa.i, de bacalhao, e nn
    quelle no qual contem a maior prgao desUi
    invaluavel propriedade, e o unico meio po~a
    curar todas as doencas GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
    Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
    tosse, resfria'iientos, etc.
    Uns poucos frascos da carats ao muito
    ma^;ro que seja, clarca a vista, e dd vigor
    a todo o corpo. Nenbuci outro artigo co-
    nhecido na medicina ou sciencia, da" tanto
    nutimento aosystema e incommodando quasi
    nada o estomago.
    As pessoas cuja organisacao tem sido des-
    truida pelas affecc6es das
    ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
    e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
    pletamentc desarranjada, devem tomar,
    OOLEO DE FIGADO DE RACALUAO
    m;
    LANMAJt & KEMP
    Se e'que desejam ver-se livres ciseutasdt
    enfermidades.
    Acha-se & venda em todas as boticas e
    Jrogarias. H. Forster & C. agentns.
    Gaixeiro.
    Prrclsa-se de um de 12 a li annos que qui'ira
    ir para o lugar de Una, de Rfri Furmoso. Prefs-
    r.--M- :.lj.,iu:i i|':.- ;.:' r 1 n.. omli'-ra 10-
    iilin f.cli.i .1- i-i-.r'<. )':.' i ma |l.;u n. .;;i. I." Mrlr. riirf^ii i
    Feitor.
    S* travatea da Bixa vr le', r:a Caponga n. !t\
    stiio do Arank-.s |ri*e de uui fcitor para tra-
    tar do siliii e do jjidin), quede conlu'cini nto de
    sua conducu c qne seja amijto do trabalho.
    Aviso.
    Anlonia Praactaa do Sacramento, dcrlara ao
    respeitavel pnblica, que seu nonie se atha tro-
    rado, no iiiveul.u id de sua Unada mil Anna Joa-
    quina da Coaeeir ; com o Dome d Antiinia
    Maria Benrdicla ; e para yu ata no future pos-
    sa causar danino a seus herdeiros faz a prcsen-
    te rieclarai;ao.
    Recife, 10 de outubro de 1873.____________
    (lOZlNHORA
    Para casa de uma pequena familia, precsa-so
    li* uma mulher de bons co-lames, que saib co-
    zinhar : paa se bem. A' tratar na rua do Mar-
    que de Olinda n. 57
    Avisa se a quern inter.^ar possa qne o ^r. /oao
    M .rqut" Fi-riiandi's uio pode vender a sua taver-
    na siia no largo da Sania Cruz n. 12 ; assim. po:.s,
    qoem, nio ob^tante o preseote aviso, a comprar,
    licara sujeito a ipiac-tpier execuc^o?, seal que.
    possa .ii'egar Ignorancfa de. sua parte. Recife, 1
    de novciiibro de IS73.
    Frectsa-st de um caixeira para lomar con-
    ta do uma taverua bem lo;:ilisada, c lambein se
    da sociodade se nxnirar ser bom, aeiivo. etc. o
    dand'i C'lUheciiuento -i-.: sua oonlucta : a tratar
    na i ua do Barao de S. Borja n. 27, Autiga rua do
    Sebo.__________________________________
    Daces, fraclas e Hires.
    Na rua da Cruz n. 6 lem todos os dias
    sorvete das 11 horas era diante, g -lidos,
    refr"SCos e XCIopeS d0 todas as qualidades.
    ^2 r: t ~,
    = = 3 3 E>
    a z 2. E a ^
    R >- fc v (t
    o
    ..? s. S i.9%-
    3 a>
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    3 1'S r/>
    -" oq x = t'
    "O C CR <
    0 INEXTUNGUIVEL
    PERFUME
    .-saaiB s:
    O -i o 5. 7r
    8 S'g*
    an -^z a s O
    3 W a f. f 3
    J 5 i S s S
    ^ 2 S 31 Oi
    D <* 2.
    o -.
    VI -^
    a -
    B 3
    tun
    03
    3 t

    P B2 c X.-n
    .111,
    4 celebre aua Fferida
    DE
    HI BiaiW LAWMAM.
    Uma pura distillate das mais rar.is fib-
    res dos tropicos. Contem, para assim ui-
    ier, quasi o odor odorifero das Borus uo
    tropico da America, e sua fragancia e quasi
    uicxbausta ainda mesmo pur coutiiiuadi
    t/aporac5o e diffusao. N'este respeitn i
    i icomparavel a qualquer outro perfumi
    jne ha de venda para :
    JESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOB
    DE CABECA, DEBII.1DADE E
    HYSTERICOS.
    E um certo e lig;iro allivio. Com o bor.-.
    tem conservado sua influencia par.
    cima do vmte e cinco annos sobre todos os
    perfumes, nas Indias Occidentals, Cuba,
    ..lexico, America Central, e do Sul e, n6?
    v^im tcda a confianca o recommeodanfos
    tomo um artigo, pelo sou aroma muito de-
    licado, riqueza de odorepermanencia, nfio
    pode ser igualado. Tambem faz remover
    da pell'3:
    ASPEREZAS, EMPOLAS,
    QIJEIMADURAS DO SOL,
    SARDAS E BORBULHAS.
    Sendo reduzida com agua, se torna uma
    excellente mistura para banhar a pelle,
    dando um aroseado e c6r clara a complei-
    cao nublada, sendo applicada depois de
    barbear, evita a irritacao que geralmente
    occorre, assim como tambem garganteando-
    se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
    Ihora a condi<;ao dos dentes e gengivas.
    Como ha muitas imitagdos, as quaes nao
    possuem nenhumas d'estas propriedades,
    deve-se tomar cuidado e contar s6mente o
    o famoso perfume j cosmetico do sul da
    America, cbam da:
    Afil \FLORIDA
    DE
    MURRAY LAMMAY.
    S acha & venda em todos odroguistasj
    ptrfumarias da moda._______________
    VI
    S1
    c
    5 e.-o 2
    |.8 5" % a S
    I 1 5. =>
    S 3 71 ^
    O CD t/i C C'
    CAFfi DO RIO.
    Tem para vender J. S. Cnrneiro da Cu-
    nha, em seu escriptorio d rua do Encanta-
    mento n. 5, 1." andar._________
    Aliened.
    Precisa-sc dc um rriado para uma cisa de
    pequena familia : a tratar na travessa do
    Vigario n. 1, escripturio.
    r
    1 !
    Est4 encouraqado
    Koga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mello
    iscrivao na cidade dc Nazareth d-ata provincia, o
    favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
    ,luir aquello uegocio que S. S. se comprouietleu a
    realisar, pela terceira chainada deste jornal, em
    fins de deierabro de 1871, e depois para Janeiro, valiiat, facfies, canivetes, etc. etc.
    uassou a fevereiro eabril do 1872, e nada enmprio;
    s por este motivo e de novo chamado para dito
    1m, pois S. S. se deve lembrar qne erte negocio e
    le mais de elto annos, e qnando o Sr. *en nlho se
    irhava nesta eUaic
    Culileria allema.
    Rua de Mathias querque n. 8.
    Anliga rua da? Flores.
    O pnprietario degte estabelecimcnto ikolara quo
    esta prompto a amol.ip, afiar e polir qualquer
    ferramenta de aco, a saber : como thesouras, na-
    Na rna do Barao da Virtorh n. 36 precisa-se
    failar ao Sr vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
    reira, a negncio de sen interesse.
    Preci 3ue saibn lavar, png"mmar e comprar para rasa .
    m uma familia estrangeira comp.sta de tre< pes-| Alnga se o armaa-m d recolher na "Udo
    Mias : a traur m rua do Visconde de Goyann? n. Bnrgo n. 11 : a tratar na rna da. i raia n. 20,
    ..:... A* ii.ni > tratar i
    187, fabrica de rap6.
    1 a tratar com
    Jose Peliclano Nazareth.
    os briniruedos fabric...
    da Europa para entrcienimenio das criancas tudo
    pro. os mais rcsumidos que e p.;<-ivel: no ar-
    mazem do vapor francez, rua do B3rao da Vic-
    oria, outr'ora rua Nova n. 7.
    OsJinhas para csslara
    6rande sortimento de bonhet nerfeies chegados
    ao armazem do vpor frane ?Ba-aoda
    Victoria (outr'ora Nowa) n 7.
    OleadoH
    baiat^s.
    Oleado bonites c muito barato^, para cima de
    raeza : no armazem do vapor fraiif/ei, rua do Ba-
    rao da Victoria oiHr'ort Nova n. 7.
    A senhora honesta qne annum-t-n mi Diorio
    de Pernambueo, para Co* r em sua inaehina MB
    casa de familia pur peqneim sal.rio appareca na
    rua do Join Fernandas Veira, no sitiu dencmina-
    do os Quatro Lei5ns, n. 9._________________
    .Andre Garletaro Cunlhu Cmtra faz -cieiite ao
    publics e especialm^uii! ao rc>p"iiavel ewrpn do
    commercio que oesta data diSMilveu a stcteilade
    gommercial que linlia com Henrique Feiivira
    P.intes, fisamo este responsavel |mi i la o ipial-
    quer obrigacao ate eniao eonlraliida em nouie da
    mesma sociedadc.
    Recife, 13 de o.itahro de 1872.
    ~ ALUGA-SE
    0 2 andar do suoraJi mh
    1 : a tratar a rua do Barao
    refinaeao.
    Joaquim Jose Goncaives
    Beltrfio & Filho.
    Rua do Oaauacreia u. i." audar
    Sacca por todos os paqoetes sobre o lutico
    \ Miuho, em Braga, e sobre us se^'iniea
    res de Portugal:
    Amarante.
    Arco tie Val de Vea.
    Barorlios.
    Beja.
    I.haves.
    Coimbra.
    Corilha.
    Faro.
    Guarda.
    GuimarSes. ^
    l.amego.
    Lisboa.
    Mirandella.
    Moiigao.
    l'onte de Lima.
    Porto.
    Tavira.
    Valpassos.
    Vianna do Caitetio.
    Villa do Coir.dc
    Villa Nova dc Famalicao
    Villa Nova do PortimSo
    Villa Real.
    Vizeu.
    Valency.
    Kigunira.
    Aveiro.
    Agoeda.
    Caminha.
    Ev r '.
    Oliveira dc Azenois.
    Penafiel.
    BBS
    PEMORES
    Na travessa da rua
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    diuheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    Bom negocio.
    Alnga se uma olara na rua do Visconde de
    Goyanna n. 63 : a tratar na mesma.
    f
    a rua lo Aragao n-
    do Tiiuuiplio n. 56,
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    Pr gre^J dii proVmiia
    A melhor marhina de riscar papel, vinda ate
    oj.' para o Bra-il. acha-se uesta cidale, monlada
    oa encaJernacAii hr^>ilKira. a rua Duque de i-
    xias n. il, onde paute sa o risca se papel em to*
    d"s os -entidos, bem como livros era bianco do
    repartees ou commereio, mappas, manifestos,
    p mt-'s ou foliias de eiiiiireuados, despaeln>3, contas
    correntex o ue veu la, tudo com a perfeicSo. n pres-
    leza que o freguez de>ejar. Bern montado como
    esta este esubcleeimeiiUi, i'6'le encarregar se de
    qii .l.iuer eucardeiiayao. mesum de-luxo, para o
    quo doiin-sa Mibre pann1, i>apel, couro, vellnao,
    3T~a senhora que se offorec-u para morar em
    casa d.3 familia, prestaudo seus s.rvica de Costu
    ra nor oeuueno salano, p6Je duigir-se a rua "j,
    Marquez dc Olinda n. 3i. 9 e 3." andares, so-1 Ja e pcrtaminho : a rua Duo, ue de Unas no
    Marqut
    brado.
    1
    iieio 21.




    *

    6
    Diafic-deTemambu^o Tfenja femt4 de Jfbtcmbro de ltt%.
    Boa
    festa.


    IV.
    *&*&

    t&
    ?Siqueira
    casa para a
    A'.!a--. tui e\cell >ufe c; -a no Mont, iro, tra-
    vc** ii. \, to, i ijual se-arli'n em muito hum es-
    tort.' ii.' :.-/; : t tratar t.i rna Primeiro de
    rv.-.. MMij : .:, fjusoo n. 0 A, loin de uurgel
    do am, r-.l 5, c.
    *t,OBUUT\s MEBH3NAES
    PI 1.0 HACll.Mi.'.L
    vtruioul do
    ^_ .},: valcauti.
    ji ., Presemttivo da erj
    '.' 1 i para curar com crteza, o
    mi. p : tempo, qualquer ataque de
    :', e pruvenir o sea reapparc
    t.tn.
    .>;, im dieamento tamhpm e niuito
    I'1': '.....r.i 0 rheum itisino.
    Kpgnladuf (|a mens
    '"?11 : l>ar:i falta, irregularida-
    *, mi p "-san repenlina da me strua-
    r*; ft di>s Ittcbfos, as-im como para
    UH os c'rimfatjs devidos a paellas
    fl Ambos estes medkamentos
    ja ja.i nai conreituados, e procura-
    1 iu4a provincia, o na do Rio de
    Jain-iris
    teham-ej a vends somente em mm
    i-t, das 9 horas d > dia as 3 da
    in! a qualifier bora em casos ur-
    irate*.
    S8ATIS A03P0RRES
    Ra.-' i!:i [:opcratriz n. Ii, 2 andar.
    Perequito.
    Do urimeim andar <
    Kodtic .1' Santa, a rua Nova n. 5", voou uui
    pe.. |ati cntrafeiio e falla lur, levandn no pe
    uiiui c.iu'.t- Jo prata : q,iein o ti>er pegado
    quvii i : ; a uondaJa do o entreitar na tnesma
    eaa^gue sera geaerosaiaeaia rceoiupeusado.
    ft
    m
    B
    a fa=a terras na Una dos Ratos n. 68, com a
    frvnt para a/ftrada do Hospirio, com ba foouv-i^ para familia : a tralar na rua do Mar-
    que- .i 0,:"'i n 4.
    Vina scnliora houesta quo sabe bem
    ooter e ii soa machioa e por pequeno s.tla-
    rio. presta a moror em em do familia,
    pi -: in !> os sous s-Tvirus : quern pretender
    arum cie por este Diario.
    Curros do luxo.
    E' (BTs!ii'navel que a cocheini da rua do Bom
    Je<:: n !';, de loaiiiiiii Pae. Perein da Sdva, e a
    (pi mclhnrec b -rliiilas, calecas, nieias ea
    !e- v.,-- na~ Je luxo, |roprias para ipialquer
    Boil h'. vi-'i i< do etiquetn. bailee o Mtng da ai*a-
    ctewi i, > ;.'.. < iiwsmos ajaezadoa de e.veollents
    par ii v arceioa Iikoamw e holeeiros
    com hri iS do ubtfiio .t -!, para o que se
    ooovida no pahliso n vir nor si nu-smo scientifi-
    Mr*e ita vipijolij ;lo qne d' ixamos dito, certos de
    tpj" Dito lemitiwto poma.ia, o aim realidade e
    ooi': ii Jo; preens.
    Para banhos de mar.
    Anar.il, \,ibiir i A (" reeeberam do Pa
    Escravo fugido
    Acha-se rogido tun esmvo k'in m signaes se-
    glints mul.to, eabelfc) c.i i|i nil", ivpresento ter
    Ji) annos do idaJe, (=ecco do rpo, e>iatura regu-
    lar, cara pequena, bocea granJe. beicoi grossos,
    com falta de denies na frente, narix c^halo, com
    si.rdas e>curas e miudas, que v'mas de longe pa-
    riicem huraco-, maos p.-U'-o foveiras, foi foguista
    do trem de Apipuww, cbaina se J0?e Ruflno, tara-
    bem rnnhectdo por Jose do Rawlinson e natural
    da Parahyba, ende foi comprado. Para ser ven-
    dido tinha sido entregue ^o major Ahnei la, de cujo
    poder fugio : quern o appreben ier pnde leva-lo a
    rua estreiu do Rosario n. z3, 1* audar, que aera
    gralificado.

    Ao commercio
    Os abaixo a. com especiatidade ao corp do rommercio, que
    nesta data dissolveram a sociedaJe qiie tinham na
    tareroa sita a rna do Coronel Suassuna n. II, sob
    a razao de Braga 4 Samareos, *abindo o socio
    Braga pago e satisfeito de sua parto, ticando todo
    o aclivo e passivo a cargo do ooio Juse Joaqoim
    Samareos. Recife, 28 de oninhre de (873.
    Manoel Gomes Braga.
    ________________Joae J aquiin Samareos.
    AlujL^a-se
    a casa da rua de S. Guncalo n. 8, com commodos
    para familia : a tratar na mesma casa.
    '100$ de graliiicac&o.
    Ausentaram se do engenhu Araquara, termo
    de Eseada, desde n dia I'J do earrcate, os e?era-
    vos : Pedro, de 23 annos, cor fu a, allo, grosso do
    corpo, p6s apalhrtados, ladino, eantador de mo-
    das, comprado nesta cidade ao Bir.io de Nazare-
    th ; e Antonio, de JO annos onto, esiaMM e cor-
    po re^ulares, com fall., de deuii-s ua frente, pes
    tarobem apalhetados, tocador de viola, comprado
    ao Sr. Leonardo Rolin. Suspeila-se que o pri-
    meiro esteja na cidade de Olinda, em consequen-
    cia de ter sido escravo do ct r -nel Passos, hoie
    Barao da Ticaruna ; e que o seiiundo aade pelo
    Pflco da Panella, onde reside o sea primilivo se-^
    nhor. A peasoa qne os aoprehendcr dirija-se ao
    Sr. Olympio de Souza Galvao, na rstacao das Cin-
    co Ponta-, ou ao dito enpenho Araquara : a Ira-
    tar com Antonio Jose famea Junior, que sera re-
    compensalo cum a quantia acima.
    Hotel chinez
    21Ruadalmperatriz21 |
    Esta iberto a concurrencja do respeitavel jiu-
    blico este novo p bem util eslabeleeimento. Rece-
    bo se as.-.[;natnra.s mensaes, e promette-se ter
    sempre sulFicientes eomedoriaa para se fornecer
    avul o. 0 prnprietai io desto n vo estahelecimen-
    to prjrnette servir o uialanr que se pode desejar,
    epor precos muito r-Mimiios. 0 qne se torna no-
    tavel nestes caso.4, e o asseio e crmnptiao ; e nem
    so so pode lAangar i-to, com i tambem se garaele
    as comiilas aerem muito tieiu feiias, vislo que tern
    um cozinhoiro de primeira nrJem. Havera todos
    os dias aorvete das meibores fructas conhecidas
    emre nos. Ei-a-se a conenrrencia do respeita-
    vel publico.
    Missa fallida de Joaquim'
    Silverio de Souza & i j.
    Os admini>tradores desla massa fallida convi-
    dam pelo preseote a quem ?c juigar credor da
    mesma. a apreseniar tea* utulos ate o dia 10 do
    corrente, no escriptorio da rna do Marquez do
    Olinda n. 1, afim de proceder-se a verificacao e
    classiiloacao dos crcditos. Recife, 3 de novembro
    de 1873.
    S CONSULTDRIO I
    MEDICO-CIRURGICO
    DO
    Hr. J. II. Curio
    Rua dd Marquez de Olinda n. 25, pri
    raeiro andar.
    Consulta das 9 horas as 11 da manha. W
    Qfr Chamad js a qualquer bora. ffl
    CoBsnllorii) wiedic^cifBfjico j?
    A. B. da Silva Maia.
    !
    n. It.
    Rua do Visconde de Albttqtierqtie n.
    11, outr'ora rua da matriz da Boa-VisU }m
    Cbamados : a qualquer bora.
    Consultas: Aos pobres gratis, das 1 as'
    n 4 horas da tarde.
    9
    Rlia do Barao da Victoria n. 22.
    costumes
    do ultimo gosto"
    r^ in
    para I is e souhoMS quo Je? jarom to>
    mar imiiIi -..Uidos, idem da solidez da
    '(. la para aesislir a agua sa'gada, a ele-
    dos tr jos nada dcixa a dese-
    h:M ilecam;io
    r ": In nto pof alguns annos, de
    '. ii :-::to oasa sita na-^Forta d'Acsa,
    En '. n i i Dr. Jna luim Pires Cameirj M in-
    , pH.an l escriptnra para maior segaraa-
    'I'v ', i le i' muito salubrc, e a ca-a muito
    i lifieo li.uilio de agua dura em
    at 6 in liv .i.a.'.! i visto quo o trem passa
    r ''i.i pretender pode dirigir.se ao Sr
    ini-Hco Carneiro Monteiro, em Apfpucos. ao
    ;:'.- nei i Piato, na rua do Botn Jesus,
    . r. Sr. Cano m, a rua do omniercio n. io.
    ^ Consultorio homeopa-
    J thico
    Do
    *
    *
    r. Sstntos Mello %f>
    '^ 41-------Rua do Impera 'or-------41 ;<
    v^ Consuliis todos os dias das 11 a I da J
    m tarde. 0
    ,JJ Gratis aos pobres. ^
    ^ Resnlencia a rna Nova n. 7, segundo S
    ?K andar, nnd> da consultas das 6 as 9 da 0
    *&. manha e das 3 as ,* da tarde. *X
    ^ Chamados a qualquer hora. **5
    mm m
    100^000.
    Esta fugido o escravo Manoel, de Joao de Souza
    Dias ValadSo, que e-l.i em Fernando de Noronha,
    o qua' lent os sigmes seguintcs : niulato, andar
    > hoivii-a Qos Santos Janior, socio com descaiicado, ahora rcgulari baiba serrada, e dizem
    i
    \
    CcDsuIlorio medico
    DO
    Or. Mnrillo.
    RUA Wi CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
    Recem-ehflgadTj da Eurepa, oade fre-
    quentoa os hospitaes de Paris e Londres
    pode ser proenrado a qaakpier hora do
    dia ouda noute para objecto de sua pro-
    fissao.
    Consultas do meio dia as duas horas
    da tarde.
    Gratis aos pobres.
    fi*pec'a/(dia>i.=^Molestias k petle, de
    crianca e de mnlher.
    Emprega no tratamonto das molestias
    de sua esneciolidade as dachas frias e
    banhos a vapor, para os qnaes' irouxe
    os apparelhos mais modernamente em-
    pregados na Europa.
    Tambem appliea com grande proveito
    no tralamento das molestias do atero a
    electricidade, pelo processo do Dr. Tre- ^M
    pier. Cura por nm processo toteiraroente G*-
    '>J novo as blennorrhagias e sobre ludo a rj
    Q(gotta militar) dispensando as iajeccoes. ^
    desticta de -Mis'
    r?t-
    Si

    19-RUA W)TA' 19
    J. M. Leroux, eirur-
    giao dentista, succes-
    g sor de F. Guiltier, es-
    '$. pera continuar ame-
    g: recera confian^a dos
    J clientes da easa; edo
    respeitavel publico em
    geral.
    i
    ^
    -a*
    ;
    *9
    43
    maci I. rio d-i Sriiia Mid I Franco da Cunha ^
    tli ':'- com irmazom de gnneros de es-
    tiva a rua da M-ieda n. 'w. d^clara ao rwpeitavei
    ii touiniiiercin que e>la desligado da reteri-
    : -v n njrte i ;i io .-: u capital e lacfos, fican io
    Ii I Ij alKUina pelo passiro social,
    : ii parte no activo, que ludo Oca a eargoe rcs-
    liiliii ide d i socio Anl ni i Quintino Franco da
    11 cite, 17 du outubro oe 1873.
    Preta cozinheira..
    Na rua do nm .1 mn n 57,
    :'" ira para a In gar.
    1 andar, ha mna
    8:000^000.
    I Lin ru.'S de r. is a premio niedico em
    -: na : ua Ji ii rtas n. 86 s. brado.
    - Pugio b HI4U sitio da es^radi do Arraial,
    a 27 Jo eorrentv. a mtnha e-cra-a Adriana,
    com os MgOaes seguinl-.'S : aRura regular, eara
    ,:o-a, cdr fula e muito rcgrista. Esla i-scrava
    tinhi o costumo tie vrnder fructas ee muito co
    ida no Itccifi projesto earn lodo rig>r da
    i.i contra quem a uver asylada e recompensaVei
    * i io que trotistr jo dito sitio.
    .lose Po;ipe da Silva LopM.
    Garauhuns.
    Na rua dp Barao da Victoria n. 36, preeisa-st
    ullar aos Srs. PeJro d Rego Chavos Peixotoe
    ose Paes daSilva, a negocin de particular inle-
    r-iSC
    Contimia a estar rngido o escravo pardV*, de
    come Trajano, o qual roasla ier anJado por Olin-
    da, Eteberibs, n nJUfaaroonto foi iisto em Iguaras-
    :.itiii|..ido-.se J.s foiro, e teiu os signaes se-
    golntes: f.lta de dentes, p'uca baiba, bastante
    aatarello P' r soitn r de Irialdado, falla descaiifado
    e um [i U" i fmlioH : riga-se as antoridades po-
    iiciaes e a is capit*es dprehensao df
    Jito escravo, e n favor de o levarcm ao abaixo as
    ,i 1'. area do Vigario n. 21,, \" andar. que
    ra gratittcado.
    _______________Doniingos A'.ve- Malhcus.
    fiscravo fugidu.
    100.JOOO de gratificagao
    iKKipji.in:-eu dj novo, de horlo da barta bra-
    siieira S. Jnsf, n e-cravo Joaquim, prclo de na-
    cSo, o qual an In I cm vestido i> ralcada, deixan-
    decre-ctr os cahvlius a nuido de meia cahelleira.
    Esse c-iTravo iwrienoi'U ao falleeido Dr. Olym
    ik> V*areel!iU'> da Silva, que o havia comprado na
    Mfincia de Hias J/t-ni 5. Joao d'EI rei ou Oura-
    Pram), e com Hlo segnio para o Rio de Janeiro e
    dSrtli para e-ta provincia, donde foi para farefo,
    vrdo o vendi !o aUi a Justino Epaminond.is Ne-
    a quo.n ii eonifwaram ns abalio essipnados.
    Sabe frizivhar, ueawafa* a quo estava dedieado,
    iBh- e se pefi falla. que e afneano.
    OiTr-ce-sc a gratilicacao acima a quem o ap-
    i*eh"n !er roga-ie a todas as autoridade? a 3ua
    c-ipiura.
    Hear-, t> de oiHu!.ro do I87J
    _*** 'ln !Si,v'1 l'nyo. & F'l'l.ha, ____
    Casa em Olinda.
    ^*f,*iK'- H ''* '' J^H *J>at" D- '", a 1ur,i 'era
    6, i*rt"i- oi inrjjos c quintal inorado coin
    t>a : ir.ia > nx r,\.i.) Torres a. I", sejundo
    i|ue anda com uns papeis falsos e intitula-se como
    livre : quem o apprebender e Nvj lo ao largo da
    A scmhlea n. 17, reliera a gratilicacao aeima.
    Mil ti-fji iniki
    Aluga-se urna boa casa em Olinda, com bastan-
    tes eommodin paia Familia. na rua de S. Pedro n.
    il : quem pretender dirija-se a rua do Marquez
    Jo OluiJa (antiva rua da Cadtia) n. 20, que acha-
    ra com quem tralar.
    Atleiicao
    Perdeu e na tarde de segunda f.ira um relogio
    de ouro palente inglex, com uma corrente de ou-
    ro, porta-lapis, e uma ehave do feitio de uma sa-
    oarrolba e um sinetc com timbre; o relogio tern
    da paite de lora na tmipa uma coroa de nobreza,
    e os ponteiros s3u preius e extraordinariamente
    grandes : quem o achou se o levar a rua do Im-
    perador n. iG, 1 andar, recebera a gratifica'-ao
    de liOjOOo.
    I'ede-se aos Srs coronel Joaquim Cavalcante
    de Albuquerque, senhor do enzenho Panlista. Dr.
    Luiz I."pe> Casirllo Branco e Vicente Bacellar, o
    obsequio de apparccerem na rua Duque de Caxias
    0. 44 a negocio que Hies inlercssa.
    AtteiiQao.
    Prccisa-se alugaruma ama
    demeiaidade, poremque seja
    preta, que naotenha vicios
    nem achaque, e que afiance
    suaeonducta, para comprar
    e cozinhar para uma familia
    de 3 pessoas : a pessoa que
    estiver nesta s circumstan-
    cias, appareqa no 3. andar
    desta typographia para tra-
    tar.
    No collegio da Coiweifao precisa-se de um
    servente.
    niiffmiffiiffiiiim
    iinda esla fugida ,
    a escrava Matildes desde 17 do marco do correMe
    anno, de 32 annos de idade, preta criouia, estatb;.
    ra regular, cheia do corpo, pernas Unas, tern uns
    carecos no rosto que parcce espinhas, falta de
    dentes na frente da parte de cima, falla muito
    mansa que as vezes desafla compaixao, boa cozi-
    nheira e engommadeira, e filha do Para, foi com-
    orada a sogra do Sr. comrnendador Lucena, e
    muito conhecida por ter estado alugada em casa
    da Manoella do inspector, no Monteiro, ella ialitu-
    la-se de forra e tern sido vista no Poco da:Panel!a,
    Monteiro, Caxauga, Magdalena e aqui no Recife :
    pede-se encarecdamente a todas as autoridades
    policiaes o capitaes de earepo a suo apprehens.ao,
    assim como se pede a quem tenha aui;is que ve-
    rifique nessas que diaem ser forras. pois consta
    aita/ ella do ama que nao sahe a rua, quo se gra-
    tificara com a quantia de 10 4 a queai a levar a
    seu senhor, na ruado Livramento n. 1, a Antonio
    de Paiva Perroua; e protesta-se haver os dias de
    servico de toda e qual juer pessoa qae a tcaha
    occulta em sua casa, iia forma da lei.
    Ao commerdo.
    Ewncisco da Cunha k C. com armazem de ge-
    neros de estiva a rua da Moeda n. 47, fazem pu-
    blico que desde o dia 17 do eorrenle deixeu de
    fazer pane de.-la firma o Sr. Jpao FVrreira aos
    Santos Junior, rrliraiida-se pago e satisfeito do *eu
    capital i lucros, ticando associado a mesina o Sr.
    Tito Livio Soai'es. Recife, 29 de outubro de 1873.
    Nao se precisando mais de uma casa na Boa-
    Yiagem, que foi alugada a',6 o ultimo de fevereiro
    para banhos salgados, traspassa-se a cbave da
    mesma a quem della precisar : a fallar na rua do
    Coronet Suassima n. 282.
    DE
    Carneiro Vianna.
    A' esto grande estabeleciraento tem che-
    glo ura bom sortimonto de machinas para
    costura, de todos os autores mais acredita-
    dos ultimarnente tia Europa, cujas machinas
    sao garanti.las por um anno, e tendo um
    pnrfeito artista para ensinar as mesmas, em
    qualquer parte desta cidade, como bem as-
    sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
    anno sum despendio algutn do comprador.
    Jleste estabelecimento t mbem ha pertenijas
    para as mesmas machinas e se suppre qual-
    ifier pe^a quo seja necessario. Estas ma-
    chinas trabalham com toda a perfeiVao de
    um e dous pespontos, franze e borda toda
    quakjuer costura ^or Rna quo seja, seus
    precos sio da seguinteqaalidade : p. ra tra-
    balhar a m3o de 30^000, 40^000, to?000
    e 509000, para trabalhnr com o pe sao de
    80^000, 909000, 1005000, 110^000.
    1209000, 1309000, 1509000, 2009000 e
    2509000, emquanto aos autores had.ha al-
    terar^ao do pregos. eoscompradoros podorao
    yisitar este estabelecimento, que muito de-
    wrao gostar pela variedadc de objecto- que
    ha sempre para vender, como sejain : cadel-
    ras para viagem, malas para viagem, cadei-
    raB para salas, ditas de balango, dhas para
    crianga (altas), ditas para escolas, costurei-
    ras nquissimas, para senhora, despensaveis
    para criancas, de todas as qualidaJes, camas
    do ferro para homem e criancas, capachos,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    qaenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
    3ueiros com cabo de metal e de marfim,
    itos avulsos, eolhercs de metal fino, condiei-
    ros para sala, jarros, guarda-comidas do
    name, tampas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar sains, lava'orios completes, ditos
    pimples, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos quo muito devemagradar a todos
    que visitarem este grande estabelecimento
    que se acha aberto de^de as 6 horas da ma-
    nha ate" as 9 boras da noute
    Rua do Barao da Victoria n.
    22.
    Nenhunia machina
    Singer 6 legitima se f
    nao levar esta
    marca
    fixa no braco da ma-
    china.
    Para
    eritar
    faloifi
    canoes notem-se'bkn
    todos osdetaibes ds
    marca.
    AS MACHINAS PARA COSTURA
    DE
    SINGER
    NAO TEM RIVAL
    MAIS DE UP HI!.! I \ll TENSE VEMIIDII
    Porque ?
    Sao as melhores
    Sao as mais baratas -
    S3o do dous pospontos
    Sao mais simples e rapidas
    Sao duraddras e aperfticoadas
    Sao util cm uma casa.
    1
    Faz onelhor costura com metdde dalirika qusgaet-am
    as outras e fornecennum meio de
    VIDA
    Para-aqucllcs qne tem de snstenlar-se
    Nao ha mais cabellos
    wmw mm.
    S6 e ui.ii aajiprovada pelas academias de
    sciencias^ Ndonaoc ida superior a toda que
    tem appareeido *te hoje. Deposito princi-
    pal d rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
    quez da Otinda, n. 51, 1. andar, e em
    todas as boticas e casas de cabellei-
    reiro.
    DE
    Querem agradar a yaya ?
    Querem agradar a esposa?
    Querem agradar a lilha ?
    flOAIPREM TIMA
    MACHINA DE SINGER
    Nenhuma casa estd completa seih uma
    MACHINA DE SINGER
    Sem cnixa 809000. Com eaixa!909000
    UNICA AGEXL1A
    EM
    eiftiT i if niii
    I
    A CASA AMERICANA
    45 RUA DO IMPEltAMR Z&
    De forca de d ms a seis cavallos : a venda no
    armazeni do Joanuim Lopes Machado & C, tr-a
    vessa do f'orpo Santo n. vi.
    Ajma^ao de loja
    Vende se uma exceUpole armacau do amarello,"
    muito propria para <|ual<|iier estabelecimento : na
    rua do Martinez di> Olinda n. 13,

    Aviso.
    i'.n luiel, m.rador
    na nidaUe
    '^ppure.^ no p-.vntal in
    a ra*-ciij t'> si.'ij iiarlicular i'it"re*se.
    Escravo lugiilo
    300^000 de gratificaqao
    Au.-entou-se desde o dia 13 de maio de 1871 o
    prno de nome Alfredc, represent.! ter de 30 a 4ft
    annns de i.i^de, t pcrfeit.. cnzlulieiro, alto bastame,
    d biMn niagro, pnnca baiba, olhos grande*, e muitp
    ladino, consta i|ue tern pai no rnRonio do Sr. I. uW
    de C -iara. em S. Loureugo da Malta. Este preto
    foi cozinheira d.\s n unciantes Adriano 4 Castro e
    Sr. .lose Jua^uiih Goncahe^ Hastos, o julgase
    i]ue esieja aluitadn em alpnm hotel on casa parti-
    cular nesta cidade, com firro :-pade-se a todas
    as a it ndades e rsMtaee de campo, ,qae o desco-
    brin hi, o (ran mi a rua Dti<|no.il>< Caxias n. 9L, lojl
    indezi: *" rival m m segundo, que serao fra-
    ""il a i|uantia acima.__________________
    t>ue-se aj proeuradnr < u encarregado de
    npgo^ins do Sr. Joao MnnnH P.mtnal Jtmcr, o
    favor di- ap;>"-.,.,T;-, n,, ,], fi ^h4i n. ^3, dasU
    as 9 h^ras da manha, no das -2 is 5 da tarde.
    Cobre e latao.
    Compra-se cobre, latao e chumbo velho :
    no armazem da bola amarella travessa da
    rua dc Impe.rador.
    Compra-se duas venezianas novas ou
    com algum uso, o que estejam em b'>m es-
    tado : ua rua do Barao Ua Victoria n. 5.
    Comprise
    tol sitio nos nrrabafdes desta cidade, onde passa
    linba de bind^ : a tratar na rua do Imperador n.
    ft_8, armazem.
    -- Comprase uma escrava de meia idade, que
    saiba Iavar, cngoiomar e cozinhar, que nao tenUa Rao-se amustras.
    vjeio algum e seji sadia : quem liver nessas con-
    tli^oes e queira vender, annuncie por este Diario
    Du irija se a esirada de Joaode Barros, silio n. 21
    que acbari com quem tralar, das 9 horas da ma-
    nha as 4 da tarde.
    Calcado cstrangeiro.
    Aproxima su o mez do dezembro, tempo era
    9, 1 o andar, tem dj- dar o seu balanco, por esto
    motivo, os pmprirtarios desta estabelecimento es-
    tao resolvidos a vendercai sous calcidos pelo cus-
    to, afim de minorapein o trabalho ; assim pois os
    apreciadores do bom, o corn especialidado o seu
    fcmavel, para qnem o Paris ua America, conserva
    com a devida qeeeneia) o seu gabinete reserva-
    (lo, para a escolha de calcado, aproveitom e ve-
    pham munirem-se du quo preeisarem.__________
    Grande novidade.
    S ;)ara o 43
    Vieram no ultimo vapor, baptistas Tinas com
    barras, gostos chinezes, pelo diminuto pre^o de
    500 rs. o covado : a rua do Queiraado n. 43.
    Las com li-tras assotinadas, ultimo gosto a
    12000 o covado : so o 43 a rua Jo Queimado
    I'ECHINGHAS
    So o n. 20
    KUA DO KESP0
    m MS 3 P0RTA8
    S6 na rua do Crespo n. 20.
    Loja de
    Guflhenue & C. ~
    Feno.
    continua a tender muito barato para apurar do Wikon Rowe ex C a rua'do GommercTo
    Vende-se earca de 300 fardos : no escriptorio
    . Contra erysipela
    Bits pour vorice
    Meiasde borrac.ha, tecido em seda, unico reme-
    J553 ffffl vig-iffi^ dS'SSi aT,a na ,oja
    na rua*strita do Rosario n. 17, \ andar, das 10
    -iioras as 2 da tarde.
    ViNBAS.
    J4C4RAIW.
    ATTENCA0.
    , UMA MOB1LIA.
    Vende-se uma mobdia de amarello em perfeito
    estado a Luiz XV i const ndp do um s,)i'a, uma
    jardineiaa,,*i car de consolos, 12 cadeias do
    guarnicao, duas da bra:;o e duas da ialanco ;
    ,quem,auizer fazer negocio, dirija-se a rua Direita
    n. 3 i* aadar,,q'je aobara com qnem mtar.
    Tem para vender Joaquim Jose Gonealves Be-1
    5 o & Filbo : a tratar no seu escriptorio a rna
    do Commercio n. .*>. ________
    Vende-se uma parte do engenho Novo,
    sito em Serin ha" em, mensHto o corrente d'a-
    gua, com berafeitoria^ e utencilios neces- -,da chegada no ulbmo vapor, o dj mais nova
    sarios, tendo boas terras e mattas ; o preco 'veade-se na rua Direita n. 44, osquina do bec^o
    6 commodo visto o proprietario n8o poder jde S. Pedro.
    centinuar a possuil-o :, a traUr na rua Au-
    gosta n. 134). __________________
    O VO 1*11 o
    vende-ao omasllarAtna Mttarh e Barros n. ai#800,;d toratopara aeattar.

    Len^oes de ^ramajite aj
    4, livre- e- b>ieiQr.i{ada. paca ^hmiu a quizer
    comprar, sendo pra^rianpara rincititnte.
    Toalbi* grandes. paia_rostii a S00 rs.
    'do[Cabuga a. 10; loja da. America.
    na
    rua
    muito dinheiro.
    CASSA LA
    Chegou esta fazenda.sendo lindos padroes, e ven-
    de -se pelo diminuto preco de 2ij0 rs. o covado, e
    pechincha I dlo-se amosiras.
    MKTIXS
    Proprio para vestidos o que ha de mais gesto,
    padroes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, e
    pechincha I doft-se araostras.
    IM E^cociaAS
    Lasinhas escocezas, padroes bonilos. a 210 rs. o
    covado. ""
    Ditas com listnis, padr?es modernos, a 280 rs. o
    covado.
    Ditas la o seda, padroes modernos, a 610 rs. o
    covado, 6 pechincha I f I dao-sc amosiras.
    ALPACAS DE CORES
    Alpacas de ceres, padroes bonitos, fazenda de
    140O0 a 400 o covado, e pechincha I dao-sc
    amostras.
    CRETONE
    Crelone em pecas pequenas, cc m bonitos pa-
    droes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, e
    pechincha I I t diio-se amostras.
    Cortes de easemira di cores, a !>&' 06 cada um.
    Cambraia de linbo de cores, a 360 rs o covado.
    Ditas pretas para luto, a 240 rs. o covado.
    Fustio branco para roupa de meninos, a 560 rs.
    o covado.
    Brim pardo e de cores, a 400 o 440 ra. o co-
    vado.
    Cobertas de chiia adantascad^, a 3*500 rs.
    Colchas brancan e com barra de cores, a 3*500
    e 4*090.
    Lencoes de bramante, a 24000.
    Dit*s de algoJao. a U400.
    gJToalnas alcochoadas, a^JjOOO a duzla.
    Ditas felpudas, a 6i.'i00 a duzia.
    LenQOS do cassa com barra, a 16000 a duzia.
    Ditos de cassa aban' ados, a 2#0iH*> a duzia.
    Ditos de esguiao linos, a 3*800 a. duzia.
    Cambria lisa muito flnas, a 3*000 e 4*500 a
    peca.
    Aloalhado adamascado, a 24000 a vara.
    Difo trancado,: 1*400 a vara.
    FustOoj de cores, a 1 # Cha.les de merino liso, a 2*000.
    Ditos estampidos, a 3**0,4*0-|0 e 4*800.
    Ditos com llstras muito.Guos, a .>*80o e 6*000.
    Esguiao muito llflo, a 2*060 a vara.
    Brim preto tranjado, a 2*9n0 a vara.
    Braniante dealf^dao.a 1*400 a vara.
    Dito de ilnho de 9 e 10' i>lnv>? de lirgura, a
    2*866 e 2*800 a vara.
    AJgodia marca J, a 5*00i') a pec,a.
    Bio domestico, 3*000 a peca.
    Brimrde aifftdai) euin liairas proprio.para cami-
    sas^.3 400 rs. a ciivado.
    Nanzue cainhcau.de caret jBuitu Qua, pelo di
    minuto pre;o de 'tOO rs. o covaa>.
    14.
    0
    Cafe du Rio
    Vende-se na rua do Marquez de Olinda liame-
    ro66.
    f iado!
    Rua do Barao n. Victoaia
    n. 22.
    0 proprietario do estabelecimento Bazar Uni
    versal tendo de trans'erir o mesmo para outre
    lugar c tendo grande deposito do Machinas de
    cu^tura de todos os autores, resolveu vender a
    PrtAZO, medianto a convencSo qne se pode^fa-
    ter com os pretendentes : a rua do Barao da Vic-
    toria n. 21
    Antonio Duarte Carneiro Vianna.
    Be cAsamnntos.
    H Itaplisuilos
    De builes.
    De snirees-
    Dc alinocos.
    Me lanehes.
    De bleknleks.
    De ceias.
    De ludo de ludo
    Se enearrega a confeit irin do Campos.
    E alem disso
    A confeitaria do Campoo
    Estji sempre prcvida
    De tudo quanto e precise para
    Uma boa mesa.
    Rua dp Jmpmutor a. 2&
    *
    Tern para vj
    , Jose Goncalvei
    lio a. 3.
    Liu*t


    !+>*"
    Diario Je Pcmanibuco Terca km A de^Novembfo de M%.
    *

    ,.i>
    \
    ,
    f
    COSTURA DE HOWE
    Sill
    SOARES LEIIE, fflMAOS
    UNICOS 4CENTES
    A"
    Una do Barao da Victoria n. 28
    la mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
    Na exposicao de Paris, em 1867, foi concedido a
    Elias Howe Junior, a mcdalha Je ouro e a condecora-
    cSo da Legijo de lloura, por serem as machinas mais per.
    fcitas do iKundo.
    ''' Vnedalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
    Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
    tura.
    A medalha de ouro na exposicao dc Londres acreditam
    estas machinas.
    KHDaS PARA COSfURA
    A 25$000 e 45*000...
    D0US POSPONTOS
    Nalojade Soares Leite Irmaos, a rua do Barao da
    Victoria n. 28.
    pollica com pcqueno toque
    90S000
    Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
    ork, estat-eleceu nesta cidade a rua do Barao da Victoria it. 28, urn deposito e agencia
    (Aral, para em Pernambuco e mais provincial se venderem as afamadas machinas de cos-
    ora An Howe. Estas machinas sSo justamente apreciadas pela perfeicio de seu trabalho,
    unpregando uma agulba mais curta com a inesma qualidade de linha que qualquer outra,
    > nelaintroduccao dos mais aperfeicoados apparelhos, cstamos actualmente habilitados a
    flereoer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
    As vantagens destas machinas sao as seguintes:
    Piimeira.0 publico sahequo elias sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
    tircamstancia do nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
    i mlo.
    Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Torceira.lla nellas meuor fricc,ao entre as diversas pecas, e menos rapido estrago
    o que uas oatras.
    Quarta.For mam o ponto como se fdra feito & mao.
    Quinta.Pennine que se examine o trabalho de ambos os fios, o qne se nao consogir
    it i outras.
    Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o Ho de um a outro lado,
    i logo em seguida, sem rnoditiear-so a. tensao da linha, cozem a fazenda mais
    laa.
    Setima.O compressdr 6 levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
    agulna ao comecar nova costura.
    Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tern tido epocas de grandeza e
    'eeadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descor liecidas, outras soflreram
    nadancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    ngmentado o seu fabrico, e hoje na attende a procura, poslo que faca 600 machinas
    or dia.
    r#da machina acompanha livretos com instrucc,Ses em portuguez.
    4 90j>000 A 90^000
    SOARES LEITE, IRMAOS
    A'
    do Barao da Victoria n. 2 8.
    0 1I1ITE11
    rio
    BAZAR NACIONAL
    Rua da Imperatriz n. 72
    DE
    Lourenco Pereira JHeiidesGniniaracs
    Declara a seus freguezes que tem resolvido vendor o maisbarato que for possivel,
    taber:
    CH1TAS A 160 E 200 RS. 0 COVADO.
    Vende-sc chitas francezas largas com to-
    que de avana, a 160 e 200 o covado. Di-
    tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado..
    CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
    Vende-su cassas francezas a 320 e 360 rs.
    o covado.
    I.ASINHAS A 200 RS.
    Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
    a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
    ALPACAS A 400 RS.
    Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
    540 o 800 rs. o covado.
    COBERTAS DE CHITAS A 18600.
    Vende-se cobertas de chitas de cores, s
    1^600 e 25000. Ditas de pello a 19400.
    Colxas de cores a 1J>200, 23500 e 48500.
    CHALES DE LA A 800 RS.
    Vende-se chales de la de quadros a 800 !
    . e 19000.
    Ditos de merin6 a 29, 39, 49 e 59000.
    CAMBRAIA BRANCA A 39000.
    \uende-se pecas de cambraia branca trans-
    /.irentes e tipada, a 39, 39500, 49, 495O0,
    59 e 69004).
    SAIAS BRANCAS A 29000.
    Vende-se saias brancas e de cores, para
    tenhoras, a 29000 e 29500.
    BONETS A 500 RS.
    Vende-se bonets pretos de seda para ho-
    aaens, a 500 rs. Chap^osde palha, pello e
    massa, a 28, 28500, 38000 e 48000.
    MADAPOLAO A 38000.
    Vende-se. pecas de madapolao enfestado a
    39000. Titos inglezes para os precos de
    49, 49500, 59, 69000 e 78000.
    ALGODAO A 39500.
    Vende-se pe$as de algodSo, a 39500, 49,
    e 59000.
    BRAMANTE A 19600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largnra para lencol, a 19^00, 29 e 29500 o
    metro.
    GRANDE LIOUIDACAO DE SABONETES 180 US.
    Vende-s-i uma grande porcao de sabone-
    tes inglezes, a'200 rs. Ditos francezes dm
    cheiro a 320 e 500 rs.
    Agua de colonia, a 200, 520 e 500 r&o
    frasco pars, liqufdar, e outros extracfcos
    muito baruo.
    CORTES DE BRIM DE CORES A 13D0.
    Vende-se cortes de brim de cores par.
    calca, a 18500 e 2*000.
    BOT1NASA38000.
    Vende-se botinas para senhoras, a 38000
    38500, a elias antes que se acabem.
    ROUPA FE1TA NACIONAL.
    Vende-se camisas brancas, a 18600, 29
    28500., 38000 e 48000.
    Calcas de casemiras de cores, a 59, 68
    79000.
    Palitots de casemira, a 49, 68 e 88000
    Seroulas a 14 e 18600.
    BllIM DE CORES A 440 RS.
    Vende-se brim de todas as cores a 44
    rs. o covado.
    LENQOS BRANCOS A 28000 A DUlA.
    Yende-so a duzia de lencos brancos,
    28000. Ditos com barras de cores a 3900 <
    Ditos de linho a 58000.
    TOALHAS A 800 RS.
    Vende-se toalhas para rosto, a 800 n.
    18000.
    GRAVATAS DE SEDA PRETA A 500 RS
    Vende-se gravatas de seda preta, a KM
    rs. cada uma.
    CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
    Vende-se chita para coberta, a 280 e !>
    rs. o covado.
    BONETS PARA MEN1N0S A 19500.
    Vende-se bonetes para meninos, a 19500
    ESPARTILHOS PARA SENHORA A 8950C
    Vende-se espartilhos para senhora,
    89500.
    Espelhos domoldura dourada, de todos
    os tamanhos e precos.
    MRFUMARIAS E M1UDEZAS.
    Frasco com oleo Onza verdadqiro, a
    18000.
    Idem comtoaico.de Kemp, verdadeiro,-a
    18000.
    ttarrafa de agua florida verdadeira a 18200
    Garrafa d'agua japoneza, a 18000.
    i.iem idem divina, a 18000.
    Idem idem Magdalena (noviiade) a
    18200.
    Caixa de pds para dentes, a 200 rs.
    Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
    500 rs. e 18000.
    Pole com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
    Garnifa detiuta roxa "eitra-fina a ljrooO nel, 18 00.
    Poles com dita iogleza, preta, a 100 e Duzia de sabonctes de amendoa, a
    160 rs. 38600.
    Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
    Luvas dc
    a 200 rs.
    Abotoaduras para collete, grande sorti-
    mento a J 20 rs.
    Caixa de linha de. inarca, a 200 rs.
    Lamparinas a gaz, dando uma luz muito
    boa.a 19000.
    Duzia de pecas de cordao imperial, a
    240 rs.
    Caixa de botdes do osso para calca, a
    200 rs.
    Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
    600 rs.
    Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
    Ilaco de fita chineza, a 800 rs.
    Caixa de linha com *0 n'>vellos, a 500 rs.
    Meios adencos com camafeu, a 500 rs.
    Caixa de pennas Perry, muito boas< a
    18000.
    Idem idem, a 400 rs.
    Caixa de enveloppus tarjados, a 500 r.
    Idem idem forrados, a 700 rs.
    Caixa de papel amisade, beira dourada,
    a 800 rs
    Idem idem idem lisa, a 600 rs.
    Duzia de talheres cabc branco, 2 B., a
    58000
    Resma do papel pautado, a 48000
    e 58800.
    Idem idemKso, a29800, 38800c 58000.
    Coques modernos, a 39000
    Duzias de pecas de tranyas de caracol
    branca, a 40> rs.
    Idem idem lisas, a 200 rs.
    Leques de osso e
    e 68000.
    tes, a 28200.
    Idem idem com fldres, a 18500.
    Sabonetes Glvcerino transparentes, a
    19000.
    Caixa com sabonetes, formato de fructas,
    a !9<>00 e 18500.
    Cosmeticos, graudes e pcquenos, a 100 e
    800 rs
    Frasco com agua de colagne, a 200, 320,
    500 rs. e lf$000.
    Extracios muito finos dos m- ihores au-
    tores.
    Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
    rias, proprias para presenles, dos autores
    E. Codray, Rif^er, Gell^ Freres, etc.
    Quadros com santos e estampas separa-
    saudalo, a 28000, 49 das.
    Fnlremeios'e babados transparentes e ta-
    Fita de vclludo de todas as cores 0 largu- pados.
    ras. Uma grande, taboleta propria para qual-
    Microscopios com 12 vistas.fa 09000. quer loj.i.
    Frasco com oleo para machina a 400 rs.
    Rua do Barao da Victoria n. 28.
    iiB'iiliiit"
    N, 4Rua do CabugaN. 4
    EPII KRAUSE & C.
    va
    GOMES DE MATTOS & 1RMA0
    Avisam ao respeitavel publico desta cidade queo sortimento de joias, dc subido
    lor, que cxistia em seu estabelecimento, esta completamente refnrendo com o mais ele
    gante sorlirnento de novas joias.'que receberom directamente pelo ultimo vapor da Eu
    ropa, constando elle do mwa variado sorlirnento de aderecos a Boulevard, pulseiras d(
    ultimo gosto com pedras pn'iiosas c sem elias, brincos d'argola, agraffes para rologio de
    senhoras, delicados aderecos pra meninas, meios adereeos de camafeu lindissimos, volta?
    de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidad
    de botoes para punhos e peito, com emblemas maconicos, de onix, tecido de ouro, can.a-
    feu, etc., brilhantes monstrosde rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfii e
    tes e botoes, e outros muitos olijectos de ouro de melhores fabricantes de Paris, que se
    venderao com grande rcduccao de precos, por serem elles recebidos directamente de seu>
    committentes.
    Os proprietaries do acreditado MUZEU DE-JOL4S, tondo seu- estabelecimento abertf
    ate 8 boras da noute, convidam as familias quose quizerera prover de lindas joias, i-
    virem escolbe-las & vontade. para o que es'lt em exposicao nos mostradores.
    LI'
    A 800 RS. 0 COVADO.
    Vende-se granadines com listras de seda
    para vestidos de senhora, a 800 rs. e 1900<
    o covado.
    COLCHAS DE CROCHET A 69000.
    Vende-se ricas colchas de crochet para e
    mas a 68000.
    PANNOS DE CR0CHE"T A 18500.
    Vende-se pannosde crochet para cadeirai
    a 1)9560 e 28000.
    CASSAS PARA CORTINADOS.
    Vende-se pejas de cassas para cortinados
    com20varas, a 108000 e 129000, eootrai
    muitas fazendns em liquidacio.
    FAZENDA
    400
    rs. o
    NOVA
    covado.
    Lindas poupelinas dc linho e seda de cores, lazenda muito
    em uso actualmente na Europa, e inteirameiite proprb pC
    a presente estacao, pelo baratissimo preco de 400 rs. o co-
    vado.
    Na rua Primeiro dc Marco (iaitiga do Crespo) n. 13, loja
    das Columnas, deAntonie Correa de Vasconcellos.
    TASSO IRMAOS & C.
    Em seus armazens a rua do Amorira
    n. 37 e caes do Apollo u. 47,
    tem para vender por precos commodos
    Tijolos eucaruados sextavos para ladrilho.
    Cauos de barro para esgoto.
    Cimentd Portland.
    Cimento Hydraulicc.
    Machinas de descarorar algodao.
    Machinas de padaria.
    Potassa da Russia em barril.
    Phosphoros de cera.
    Sagu em garrafoes.
    Sevadinha em garrafoes.
    Lentiihas em garrafoes.
    lilium da aJmaica.
    Vinho do Perto \elho engarrafado.
    Vinho do Porto superior, diio.
    Vinho de Bordeaux, dito.
    Vinho de Scherry.
    Vinho da Madeira.
    Poles com linguas e dobradas inglezM.
    Licores finos sortidbs.
    Cognac Gaulhier Freres.
    Latas de toucinho ingle;.
    Harris com repolhu em >almoura-
    J. 0. C. ftuyle.
    Tem para ve i ( :
    Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
    Vinho Xeres das melhores qualidadea.
    Bitters de Angostura.
    Whisky.
    Cha preto em lattas de 10 libras.
    Todas as preparacoes chimicas do Dr. Ayer : no
    armazem da rna do Commercio n. 38-.'
    UOUIMQAO
    Agua florida, de Guislain.
    pani fazer os cabellos pre-
    tos.
    A aguia uranca, a rua Doqae de Caxias n. 50,
    acaba de receber nova remessa da apreci&vel agua
    florida para fazer os rabellos pretos. 0 bom re-
    sultado colhido por quern tem feito uso dessa
    inoffensiva preparacao a tem altanieule coiceilua-
    d, e por i: so aponas e fax lembrar a quern no-
    vamente dcila pi'eoite e queira se aproveitar de
    sia utilidade. Tariibem veto agua de topasio e
    oleo floridn para o mesmo nso, e tao acreditados
    eonw aquclla.
    Volta-s e brincos de grossos
    aljofares de cores.
    A aguia bram-a, a rua do Duque d Caxias a.
    o'l, recebcii novas e bonitas voltas e brincos de
    g rosso.- >ljofares de cores, e como sem pre cooti-
    nua a vende-las por preco cummoOo.
    Novos diademas dourados e
    cum pedras.
    A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
    50, receben nvo sortimento de bonitos diade-
    mas doorados e com pedras, tanio para meuiuas
    como para senhoras.
    Colleccocs de traslados. ou
    normas para escrever-se.
    A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50.
    recebeu nova.- cilloc^oes ou. norn>as pa-ra as criau-
    cas aprentlerem a escreWT por si roc-mo, hje lao
    usadas na;. aulas e enllegios; e cumo sempre ven-
    de-as nor Wfttt c-iininndo.
    Meias cruas linas para meni-
    nas esenhoras
    A loja d'agiiia branca, a rua i-uque de Caxias
    n. 50, recebeu nova sur'iimnto daqnellas lao pro-
    curadas m?ia< cruas para t^nhun, vindo ign.il-
    mente para iiifmuas, e contiuiia a vende-'as por
    precos comiii"do>.
    Yeos ou mauliulias pretiis.
    - A loja da acuia branca. a rua do Duque dc Ca
    jias n. 50, rC"heu Imnilos veos ou uianiinha-
    prelas de ssda com floros, u outran a iniitac&o de
    croche, c ^ende as pdos banttes prav M e 6#000. A (uenda boa e esta em per eit..
    estado, pelo que continua a ler prompta exlrac-
    cao
    Peifeita novidade.
    Grampos com borbotetas, bezouros e gafa-
    nhotos dourados e coloridos.
    A loja d.i aguia brauca, a rua do Dique df
    Caxias n. BO, recebeu aoros grampos com bor-
    boletas. bezouios e gaf.-uhotos, o que de cei V)
    perfeita novid de. A quantiaade pepueua, <
    por isso em breve se acabara.
    I^ovas gollinhas ornadasconi
    pelucia ou arminho
    A loja d'aguia branca a rv. a Duque de Caxias
    - 50, recebeu i.ma pequona quaiitidade de boni
    3 e novas gollinhas, traball.o de la e seda, ea
    oeitadas com arminho, obras estas de muito gost"
    e inteiramente novas.
    Grampos, brincos e rozetas
    dourados.
    A loja da aguia branca, a rua do Duque
    Caxias n. 50, reeebea novamente bonitos gram-
    pos, brincos e rozetas dourados ; assim conn-
    novos diademas de afO, e como.sempre conn-
    mia a vende-lus por precos razoaveis
    Caixinhas com p6s douradoy
    e prateados, para cabellos.
    Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Du-
    que de Caxias u. 50.
    Luvas de pellica pretas e de
    outras cores.
    A loja da Agnia Branca, a rua Duque de Ca-
    xias n. 50, recebeu n>>vo sortimento de luvas de
    pellica, pretas e de outras cores.____________
    Agnas. ALwfe-to sas das Fe-
    dras Sal!ids.
    Villa Roucade A^uiar.
    P.ICAFiriONATADAS-S'DIC'iS
    Analyses d< Dr. .Inse Julio Rodri-
    gues, li'n t d;i eseola Polylc-
    ehnioa do Msfcoa.
    Esta excaUeole agoa usada com \anlacem nof
    padecimentos das vias digeMivas, nrinanas, do
    estomago etc., etc.
    Vende-se
    NA
    Pharmacia e d
    DA
    Rua larga do Rosario n. 3i.
    Os verdaileiros
    Vinhos de Bourgogne
    das marcss
    Chambertin
    Pommard
    Viriis
    Volnay
    Bennne
    Monthelie
    Dito Bordeaux em quartollas.
    Vende-se por hmto pre^
    PARA LIQUIDACaO DE CONTAS
    NA
    Rua Larga tlo Rosario 11. 31.
    Botica.
    Joaquini Jos6 Gun^alves
    Beitrao & Fiihoa
    Teem para vcader nA sen c.-cripiorio inula
    Lcmiuercio u. 5, o seguo'C :
    AGUAHDEME de cajii: caixa dt li ^arraiaa.
    de luianja, idem idetn,
    ABCOS de pao para barril.
    CAL Je Lisboa, reeememente cbcga'ta
    CHAi'EOS de sol, para hoinem e s-Dhora, caho
    de iiurliin t- osso.
    FEIXES de ferro, para porta.
    FIO de algodao da Bahia, da fabrica ^o enmme*-
    mendador PtrflUu.
    LINHA dc rorix.
    OBKAS de pal eta.
    PANNO de algodao da Bahi;:, da fabrics do coi-
    uienuador I'cdrnzo.
    RETROZ de loJaa as qiialidaU->, .'.as f-briC* *
    Peres e Eduard Miiinn
    P.01.HAS proprias para L tica.
    S'ALSAPARRILHA do Para.
    El.A- de cera de t.idos os taiDauhoft.
    VINHO engarrafado do Porto, ouxa> u. 15 |ar-
    rafas.
    dito Moscate d" Dnnro, i-J> u< id:ia. .
    dKu Setubal, caixas de t e 2 .1n;ia.-.
    da Italia engarrafado, caixa- lie Cpr-'
    rafas,
    de (!ollares superior, em uirwetaa.
    de cajti, caixas de 12 pr afan.
    t Matvasia do Douro, catr.as a>ui 11 pr-
    raias.
    l^areavellos, idem idem.
    As imicas verristckws
    Biclia.- haoiliurgmzas qne VW t < te 11 errailo-
    ua rua (In M;.ri|iie2 dv niiriita n..'.
    ogaria
    Novo estabelecimento de
    cera.
    VENDE-SE
    Na cldado d Victoria, 4 rua da Imperatrix n. uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
    48 A, vendti-se e troca-se eera de toda qualidade, mercio, por proco medico : a tratar com Tasso
    a qua! se atBn'?a por ser feita na terra, e 0 S3U Irmaos 4 C.
    autor foi premiadn na expusicao de 1869. i ---------------q~~|------------------mIT---------------~~
    Vend.- se uma moleca de 13 annos de ida fealSa pamilia
    de, de importante figora, preta, recolhida e com mnito nova e barala : vende-se nrnaa larga d
    principio de habllidade : na rua de Hortas n. 110 Rosario n. 34.
    Vende-se duas ca*a* situadas no Gkjuia, frej
    goezia dos Afogados,cendo uma de pe<)rl e.cal,
    e a ontra de Uiina : quern desejar diriia-se ao si-
    tio Santo Antonio, freguezia do* Afogados : a tra-
    tar com 0 dono das alias casas.
    H
    pidoPaja;
    Aiuigoe wwejtv)i3p flted4mnnen|o( pjara
    cura das molestias dos orgios resj^katorios,
    como a ph'ysicc*, bronchites, asthma, etc,,
    applicado amda com ojj^nqs, resuludpj no
    escorbuto.,
    Vende-se uma linda victoria com 4 assentos,
    feita de encommenJa em Paris, com arreios para
    duos cavallos : na rna da Aurora n. "0. onde po-
    d^ra ser examinada das 9 haras da manhS ate as
    5 da tarde. J
    Cmeja Trancezu Bnbei^ a tiftMQ
    0 giffiule \i garrafas.
    Se acha a yenda pa, raa de Commercio n. 24r
    Vende-se nmaescravade 15 annos, garante-
    se servir para ea
    bem co?.inhar e farer de,ce, 0 motivo se diria
    quern qaizer ; a tratar a rua do Nogueira a, 19.
    INGF.R !!!!!!
    Para atlender aos numero-
    sos pedidos esta resolvido a
    vender suas afamadas machi-
    nas de costura
    A
    J*A
    Fundiffio da Aurora
    Grande sortimento de:
    Moendas de todas as qualida^-
    des e tamanhos.
    Tachas fundidas e batidas,
    idem.
    Rodas dentadas eangulares,
    idem idem.
    Machinismo, idem.-
    Varandas, gradeamentos pa-r
    rajaltfim, etc, etc.
    Tiido.se'veiide.por precos
    muito em conta para aca-
    b&r.
    N*B.
    (%8toptft@fj em-HQ^Ma^te^|W',,'^'!uque em outra qua|quer
    900, na fundicao da Aurora,
    CASA AMERICANA
    4S Rna do liiiperador* 4g

    Tra-tf-s
    Na raa eslreita do Rosario n 28, vende-se mobi-
    Ijas de jac'aranda, uma mesa elastica de 30 palmos,
    am puarda lonea grande, uma cama de (eiro e
    mais pecas avulsas, todas bem coostruidas, por

    Pechincha
    haj, fazenda d U por 100 rs 0 covado,
    lajarguraile alpac, padroe> bonitos ; dao
    se"amO!tras : na rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
    jhenrfe (j'C, '' _______________ '
    Bajokos em Oliuda
    Camisas e cal.,as de faieiida d^ boa qu lidade,
    proprias para os banh em Ollnda : na loj 1 dos
    areoS a rua Pruneiro de M*rco (anl.ga do Crespo)
    n. WAyabGnrgVl do Amaral^C.________
    Rua do Brum n 76
    , Vende se rloeo puro de MUWrlor qualidade,
    proprio para cobertas de casas, medindo I pal-
    mos. de 'jompn-iu e tie lacgu, ,.or pre.20 mnit-
    em conta.__________________________________
    - Vende se a taverna con. garapeira, sita a
    raa Imperial n. 273 : a tratar na niesaia.
    mm gtt lrsdos w
    Os leqnos todos de madreper.'i.i In;: run e d
    cores e (|iih trarem 0 disticoI'MAO rm Icttra*
    tambein de madroper%4a em aim rHevo, tor-
    nando si- (fir istn ajiMiniailoj {jara nnivas, a !N"0-
    VA Ksl'ERANOA a rua i'uqm ;ie i:..xia> 63
    (nutipa il'i oo'Moiailol e quern os tem.
    Sao de tartaruga
    Os brincos, broches, nieii'S aderec^'S, cmxef,
    furifftffi r fjipwifiani qne cslai- i>>fnin<&R& US
    i:.-cnlha das Fxmas. (aniantcs d-flii.|Ue) vud**-t
    k:< Nova l-speianca, a rua Luque n 63.
    A os menmos
    A Nova Esperan^-a a rua Duque .ie Caxias n.
    63, acaba tic recebei ijjoi limlo "sartmienio de bo-
    neeas de muitas qualidades, vindo entre -ilif. as
    pnprai-adas honeras de burnn-b.-. sssiu. -i.i'ibtm
    un.a fipqneua ouaniidad'- de kot;.-cas pretM qne
    se lornam apreciaoa< |cla -ua nnvidaae.
    Ebem util
    A Nova EspTa-ira a rna Duque de Cixias n
    63, ei-elieu verdadeiro cimento inptei. prepara
    cao para MMHUf porcelanae bem uiil.
    Vestido jjerdido
    Muitas veaea um vestido torna-M intciramcMi
    teit. Suii^nte pw estar inal enfiitado : a Nova Ks
    peram;a a rua nque de i.axia- n 63. remove
    esie inal ; poique csla ben. provMla di eieiiioret
    galdes e franjas do todas as nu.e>. i.|.i?n | V.e. es-
    colher-se a vontade snbrefiahinri ulre Mtaa as
    modernas franja> m~vaicas, qur ila -' i varieda-
    df de cores, Hea hem em qua*i todas : tazenuas.
    A t'i'.'j antes que se acati. m.
    Cabellos bruncos so tem quem
    quer
    A Nova Esperanca a rua Daqao de t'axiaa n.
    63. aca a de receber a verdadeira lintura de Des-
    iiods para tingir os C3bellns: o me "- I'li^-gue
    (empresaudo a) com n.uita faeH'daile-, e por est
    motivo, cabellos brancos so tem o wn quer.
    Estao na moda *
    Os cinturSes de couro, prapriift pam -mhons,
    qne recebeu a Nova Ksperanca a rna Duque de
    Caxias n 63. estao, sini. senhora, es'i'oiia nudal
    Se querei1* ler ou pieparar nn: rsmalbitln de
    cheimsos era vos brancos para o v..s,. '-.-i-anieuto
    on paia outro dm apn'ipriailo. f oeCessaru-ir 4
    Nova Esperanca a rua Duque dv axi n, 63,
    que. alii encontrareis os meliior. ports '> Dgwd
    que se pod.* desejar.
    Bolas debar rcclia
    Vendem-se de todos os tamsi..-. a rna Duque
    de Caxias n. 63. ua Nova Bsparaura
    Burros a veuda
    J. Deiro iwa a sens fregneies que esia enj via-
    gem para as proviD'ias de Ala na> e Pi rnauibiieo,
    conduzindo exei-Hente Iropa de bur'..? ; ps por i'encdo. Pihf. Calini>a G ;o i : r f > Cilvo,
    Rarreiros, Rio Formosp. Eseada, i';1 pr .vavel-
    meate por Santo Aniai-o de Jabo i.". Na/-a>eth;
    p ir isso pode ser avisado.on raitinti: i em ijhal-
    q'ter destes lugares. Laiamieiras, S I d -^tibro
    de 8"3.
    Extraordinaria pecbiiieha.
    Colchas de alg dao adaraascadas para cama
    pel- baratissimo preei de 2S'i 0 i.a I >ia Jos
    anos, de Girgel do Am.ir.il < C. i\ rua Prim
    de Mi-rco (aul.^ dn Crespn) n 20 A
    Fazenda de criar undo
    Vende se a fazenda de Briar gad d- nne Fnr-
    quilhas, na proviucia dn Bio Grande d Nolle, co-
    marca do Assu, tendo de exten.-an clnci legnai de
    terra, com bastant- g.ido de criar.a ianh.i..8.i n-.ais
    deSOO bezcrt"11 pi r amm : quem pretender fazer
    este negocio dirija se an i-ngenim i : .. awi, em
    Ipojuca, a tratar ci>m a prnjrieiaria, nn am m
    correspondentes Leal & Irmao n sta jrn^-.' do Re-
    cife, rua Marque*, d. Oliiula n. 56.
    Vende-se um esrravo pedreiri muito rnbosto
    e sadio, bom mestre de maeeira, f-nin ia In in le-
    nha e faz todo o nurta icrvicu com peiT i.an.e tetn
    forneado pao e bolaeha eni case d nefo-winade,
    cozinha soffrivelmente o di;.no d" uma e.isa, e
    proprio para eug.niio p..r mi'm:.;: pi.s.-aut^ : a
    tratar na rua Je Dom ngos Tbeotoniu (outr'ora
    rua das Caljadas), taveuia n. 49.
    Sal do Cabo Verde.
    Tem para vernier Jo iquira Jn.-ei (loiiea!-
    ves Beitrao & Filho, a liordo d" b igue por-
    tuguez D. Anna,. fundeado riffrontKddtra-
    piche Alfandega Vellia : a Bretar ;< hmId ou
    no seu escriptorio a rua do Conunercio
    n. 5.
    - Wll on Rowe & L. vendem t.o -eu a-mazem
    a rna de Commercio n. It :
    O ver^adeiro p nno de algodao azul am< ricano.
    Excellente fio de \ela.
    Cognac d> 1* qualidade
    Vinho de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qnalidaile-i
    Potassa da Russia em meios
    barris a 50f) rs o foio
    Desembanada ha |ouros dias veode -e v
    escripterio de Oliveira Filhos 4 C, largo do Corp*
    Santo n. - Vende-se uma arr.iacjio de amaiell envi-
    dracada, cimh balca.) propria para qnalqiier ne-
    BOCK. : a trai-ii na rua de Creyp.. n ?o. _
    Ai'inazcin do I'iiino
    Rua da Madre de Deus n 10 A.
    Jose Domingues do Carmo e Silva parlifiva aoa
    sens fregoez^s e amigos que no sen ariiiatqn 4
    rua da Madre de f>eus n. 10 A. se tictia nin ma.-
    Slef. sortimento de fiirnoeni fanio- o> paiente I.*,.
    . e 'A.' sorles, dos m.-lh'-ires fabri-aeies da TL'ihia;
    e bem assim a Dor de todos os fuinos de corda
    um rol'i.-, p'acotcs, fata* granie^ e t^que.-.-is, un>
    beni dos imii acr-i'.ila-ios fabrieu".:*-- Torres 4
    4rojo, Luanr, Ad!pho Sehmd- ii C, Uz.-.ar
    chmidt & 0, Veigas k Araujo, Tun laib- .\ 4ve-
    lar. Teixeira Piut.- 4 Poriiila ,r ^eloi
    mennvis: e de outios aii.de na..... ;>elo
    p'jilico df sta capital. 0 annune .; rfna
    lodo fumo que for vendiito em pelo
    sen Instn valor, e qne qnando .. ^ti
    va qtu.'.iu-'U", seia iis.wu, li .eilta
    COm AS pe.-Suas q.ie poUCO elite''. .
    poK ; -flA'ir d f'- imi
    j a longa pfatica de 15 auuos deW cv.-hu-nan.



    *LT-
    -*t-
    r
    8
    Diario de Pernambucd Ter^a feira i de Novembra dc 1873.
    UTTEBATDEiL
    ii %llo-
    lusti'iic^.Io publieu
    MIMIlllH.
    Por C. IHPPEAU.
    SALAS t [KuxUrqarten.)
    1
    Seria pouui tola a itnporlancia quo so
    desse a estas casas, onde a infanciae confia-
    da a joveiis. directoras, quo so dedicam a
    supprir us fezes com vautagara, por uma
    atfecgao intoiligente, os cuidados que nao
    p6de dar-ltio no seio da sua propria fami-
    lia a ternur.i rxatern.d, que nada pode subs-
    tituir do urn aiolo complete. Quando so
    pensa na cmuinuteucia que no futuro das
    criancas i-v-rcem as primeiras iuipressoes
    que recent n, rwo se p6de deixar de fazer
    votos pan i/Ar inuhiplicar ostes alberguas
    risonhos onde despontara os primeiros al
    vores da inu iligeocia, onde o coragao rece-
    be as prime:ras mspiragdos, oude se con-
    traem em fun eshabitos que para bom ou
    para rnal devem influire.n todo o porvir da
    vida.
    Imagine 3e tudo o quo se pode fazer, des-
    de a idade do* dois annos aid aos seis, des
    tas natarezas raoveis e tennis, imprcssioua-
    veis, que, como uma cera ftexivef, se pres-
    tam a twins as formas que mao babil ltic
    pOM ioiprtinirT A maior partedas creau-
    cas que, tia idade do seis ou- sole aunos,
    entrain nas escolas primarias, levaru com-
    sigo disposiQ acaso das circumstnncias, ao menus sen) que
    uma dipd ,3 > razoavel e ir.ethodica as teuba
    preparuuo aos ostudos.que Ibc vao ser im-
    postos. Qua foliz preparagao nao achariam
    em estabeiecunentoa em que se Hies onsina
    antetipaducujuto a parlilhar corn amigosda
    mesma idade os jogos e as noc6es de que
    tauto mais aproveitaruo, graens aos euge-
    obosos motlwdos empregados, quanto mais
    s6 tivercm conhocido a button, os atlraeli-
    vos Quo immensa vanlagem se Hies nao
    proporciona, fu/cudo Hits amar e desejar a
    escola, duramens anuos que deeorrem, an-
    tes daquelle em que uellns deverao eu-
    trar!
    Esta iutciucdo 6 convenientomente pode
    serdada por mulheres. So ellas podem
    imitar a mai.
    Que so faz crianca para divertir a sua.
    Ellas s6s podem moslrar-se ao mesmu
    tempo de iioaJas, ineigas, pacienles, alegres,
    e so e precise iuveutivas, para dirigir estes
    pequenos seres lao intcrcssautes, de quern
    uao u pussivel oocupar-so uiilmeute, se nao
    se seobr por elles no cragao urn verdadei-
    ro affecto. Estas qualidades que os allemiies
    procuram primeiro do que tudo nas jovens
    propostas para a direc^io do seus jardins
    in/aatis, todos os que conhecem as nossas
    salas le asvlo as acham em muito subido
    poiUo nas iosututdoras frdncezas. I. pelo
    meuos da miulia parte urn testemunlio que
    posso fazer-liie. a que Ih'o p6de faz-^r com
    mais autoridudo ainda, a inulber distiocta
    3uo !ij tantos auiios preside a"s salas de asylo
    o Paris e dos departamentos (madame
    Papi;-(',arpeiUior.;
    A a,itidao das inuiheies para o ensino e
    incontustavel. Tem-se vistu pelo quo disse-
    mos das inslituidjras dos Kstados-liuidos,
    on le ellas fbrimam os d lisiercos das pessoas
    que se occup&m de eiu-ino.
    Mas coaferenoias feitas na Sorbonna aos
    prolessores viiidoS (le Paris para a exposigao
    universal do l.S'57, luxriens versa dos no co-
    Dheeioiento do* metbodos o conbecendo to-
    das as necessidades da instrucyao primana,
    manifostanun as mais favoraveis opinious e
    nos irit Ihores terraos. As conferencias, a
    meu ver, as mais interessantes, sao as quo
    so devetn a uma mulher a Sra. Papo Carpeii-
    tiei. Sua exposicSo sobre as ligoes de r-oit-
    sas e uma verdadeira obra prima.
    K' aos Icridergarten de Ailemanba, que
    asnoss.is ilirectOias de salas do asyl > teomi io
    procurar o s\ sterna deeiucacao, quf tende
    cada vez mais a introduzir-se nos estabelo
    cimento abertos para os nossos infantes da
    priuittra Made.
    A sala de asylo nao 6 ainda uma escola
    do ensino, e primeiro que todo uma escola
    de educcicao. C.ontnbue para o desenvol
    .vimento physico das criangas por meio de
    attencao, o que lbes procuram facilmente o Emquanto no vein, imaginou preparar o
    sem laaiga co.ihecimentos elementares de espirito para roceber maistardeainstruccfio
    que toios os dias a sua memeria se enri- grammatical, scientiftca e artistica, por oc-
    quece. cupai;oes manuaes, isto 6, por construccdes
    A sua necessidadc de movimento 6 saiis- materiaos, por decomposites graduadas,
    i^ita [.elas marchas o contra raarchas que recrcativas e bsm dirigidas. Dividio este
    acompanham seus oxercicios, o compasso curso de ensino dadb as criancas, occupando
    'jasquaes e marcado pelo canto ou pelo som suas maos, em tres annos, de tres a seis
    de urn instrument. Estes cantos mtsino, annos.
    para qua as suas vozes infantinas se harmo- No primeiro anno da-se-lhes uma caixa
    nisam, fazem ponetrar cm suas almas pensa- contendo cubos de madeira;
    merit.s morals e religiosos convivamente No segundo dao-se Hies tres caixas, cba-
    expr^ssoj, c que por sua frequente repeti- madas caioeas mathemulicas, que conteem
    cau hcarn gravadus no seu espirito. Pre- superficies, r.?guas planas, pequenos cylin-
    ciosas sementes de virtudes, exercerao em dros c arcos de circulo de ferro ;
    todos os actos da vi la uma salutar inQuen- No ierceiro, uma caixa maior contendo
    cia- papel bronco, papel de cor, uma ag-ilba de
    I'oi segundo estes prmcipios que o veno- pao, uma agulha ordinaria, fioe meadasdo
    rando rosbelhmaginon, uara aprimeiraedu- soda do diversas cores,
    cacao do infante, uma multidao de meios, Pode-se consultar a obra de Froebel, em
    de que o complexo cons'.itue uma arte, a que ello expoz oseu methodo, bem como o
    que este homem de bem consagrou a sua rolatorio do Sr. Baudvuin, de on Je exlrabio
    vida inteira. este esboco, sobre o estudo das combiuagoes
    Mascidoom 1773, em Oberweissbacb, po- innumcraveis que duraute estes tres annos
    quena aldeia da Saxo, cm quo seu pai era'as criancas podem fazer com os materials
    parocho, morreu em 1852 em Marienthal, do construccao quo Ibe foram eoiiQados.
    no Wurtcmberg, na escola normal de pro- Coutam-os, desmancliam-os, fazom escadas,
    fHSsorasqueelletinha fundado. 0 seu me-. leitos, cadeiras, sophds, casas, pombaes,
    tbodo e fundado sobre a observacao attenta' figuras geometricas, fdrmas artisticas. E
    los mstinctos e das^ proferencias^ queasd'este modo so desperta neiles o senlido da
    i:ani os
    criancas manifestam desde que podem mo- obserxacao ; tudo quanto veem e toe*
    ver-so, exprimir-s<; e occupar-se. Nflo selleva a estabelecer coraparacoes entre a*
    formas, a imagiharcm elles inesmos outras,
    exercicios apropr.a loi & sua ida le, esti-
    mula os primeiros esforcos de sua intelli-
    LUCBBCIA 83RSIA
    MEMORUS DE SATANAZ
    dove, diz elle na sua obra intitulada Da
    educafdo tin Iwinem, contrariaras impulsoes
    da natureza : sao forcas vivas ; cumpre uti-
    lisa-las, e, por consequencia, estuda-las,
    guivlas, entrete las.
    0 infante e uma plsnta hu'iiaua que tern
    necessiciade, antes de tudo, de ar e de sol
    para Qrescer, desenvolver-se e expandir-se.
    Nao os couserveis em salas de que a capaci-
    dade e teiitas vezes insufficiente ou em pa-
    tens lecbados por altos muros e por habi-
    tigoes que sustam a renovacao da inassa
    ajmosphertca. Que os edificios em que se
    pretendc reunir urn certo numero de crian-
    cas, sejam rasgados em janellas numerosas,
    para se poJer renovaro ar inuitas vezes ao
    dia ; que sejam desafogadns corapletamente,
    para que a luz dardeje sem estorvo, e quo o
    ar ambiente experimenle a influencia bem-
    fazeja do calor do sol, que sejam cercados
    de alpendres, sob os quaes possam brine ir
    em to loo tempo, e de pequenos jardins
    onde vao trabalbar ou reioucar, todas as
    vezes quo a ettaci i o permittir.
    II
    Um Kindergarten compoe-se de um pe-
    queno guarda-roupa, de muitas mesas de
    trabalbo, dc uma gran le sala de exercicio
    para osdias de mail tempo e de um jar-
    dim.
    As s.ilas para trabalbo sao guarnecidas de
    mesas de 60 centimetros de largura, collo-
    cadas a um metro de distancia umas das ou-
    tros. K' em roda das tres mesas que cinco
    ou seis infantes se assentam com uma das
    meninas que seguem os cursos do primeiro
    anno, para fazer as pjquenas obras em que
    as occupam. N ver5o, as mezas e os ban-
    cos sao truisportadoj pelas criancas mesmo,
    o coliocados d sombra no alpendre ou te-
    Iheiro.
    No comedo o no fim de cada divisao do
    dia, rounem-se na sala dos exercicios, dis-
    pondo-se em roda.
    As directoras veem tambom collocar-se
    na fi oira de mode que entre cada uma del-
    las haja quatro ou cinco criancas. Logo
    que o circulo esta as>im formado, todos se
    levantam c comecam a marchar, depois a
    saltar eaotando em verso, de que cada
    stropiio dii logar a um repouso e a uma
    pausa Entao a mestra que dirigc o jogo
    man la para o centra do circulo. Pa"ra-se,
    o o pequeno actor imita o soldado dc senti-
    uclla, ou o sapateiro que trobalba, ou o ca-
    vallo quo treta, ou o debulhador na eira,
    ou o homem cansado que descanca, com o
    cotovello so'oreojoalho e a cat'eca encosta-
    da a in ao ; depois volta ao seu logar o o
    movimento iuterrompi lo recomoga ate quo
    uma nova strophe traga novo repouso enova
    pausa. Fro3uei t:in variado ao infinito es-
    tes nxercieios de que basta dar uma idea.
    Free iol aconseina nao comecar o ensino
    da leitura e o da escripta, senao quando o
    *c.
    POP.
    ia. MhiiocI >7ruAiidezy Gonzalez
    PRIMEIRA PARTE
    O GRAN-CAPITAO.
    VI
    O WhkOt SAVONAROLA.
    (Continuacao do n. 951)
    No dia sagaintB, Crespi, mottu sua filha
    Anginlina, quo tinha apenas quatro annos.
    no convento Regiua Cosli, onde permane-
    ceu ate aos dezesete annos, istoe", um anno
    antes da noite em que a apresentamos aos
    nossos leitores.
    Era Anginlina uma d'essas formasissimas
    creaturas que parecem a realisacjio do so-
    nbo de am poeta enamorado.
    Tudo n'ella era suavo, puro, bello, fas-
    cinador, com essa fascinagao ma^La da
    nelleza quo :>e translorma no quer que seja
    de id^a! Huscido sobro a terra para n'ella
    passar rani lamonte e perder-se no infinito,
    Tinha os olbos de um azul purifsimo, ca
    bellos lourus, a tez transparente, as linhaf.
    excessivamente harmonicas, de uma inflexao
    dulcissima, parocia mais um espirito mvisi-
    vel ilo qu" uma materia blla ; parocia que
    antes d'eli havia o que quor fosse do ln-
    guidameiite liuninnsn que trasparecia, dan-
    do-lhe ao rosto, ao sorriso, ao nlhar, um
    biilho, um esplendor descouhe.Jdos.
    Nas creaturas assim, o humem de cora-
    c.ho ve unicimeme o objecto d<> amor do?
    amores, do amor immaterial, d'esse amor
    rarissimo que uma ou outro vez representa o
    amor dos anjos na terra : amor rouba ;o qu8
    fojecornoiH sonbos, qun lembra-se como
    uma reoor< bqSo e pr< duz um suspiro
    Paraaninr malerialmenle Angiolina Cres-
    pi era DeetdBeflo sec um libertino corrorr.
    pido, conn Giovanni Borgia, o rei dus es
    candal s do RotjM.
    E, apezar do qun Angiolina
    novas, e acontece muito naturalmento que
    no fim destcs tres annos de seiuelbantes
    exorcicios elles aprendcrao facilmente a lei-
    tura, a escripta, a aritbr.ietica, por isso que
    ja entao ciles turdo dosenhado o calculado.
    Cumpre uao esquecer quo a mestra acorn-
    paulia sempre os trabalhos das criancas com
    conversai;6-is agradaveis, para nao fatigar
    sua inlelhgencia, sati.>fazer sua curiosidade
    instioctiva e principalmento doseuvolvor de
    um modo insonsivel sues faculdades ir.o-
    raes.
    Nada impede que estes exorcicios manuaes
    sejam de mais a mais paraHelamente con-
    duzidos com o ensino da leilura, com tanto
    quo os niethodos empregados se nao afastem
    dos principios que se baseam na natureza
    das crianyas, e que Ihes toroem attrahente
    efacil a iustrucgao muitas vezes fastidiosa e
    fatigante. Consegue-so este restiltado pelo
    emprego do methodo p/ionomimico, que se
    eomega a intr. duzir com vairtagem nas
    nossas escolas primarias, e de que tenho po-
    dido jd verificar os felizes resulfeados-.
    Ndo basta querer fundar alfdbres onde a
    planta nascente ache todas as condt^oes pro-
    picias do seu desenvol vimento. E' indis-
    pensavel tor ma m ma is- breve possiveliiadivi-
    duos capazes de os dirigir. Toda a escola
    normal destinada a formar mestras, deve
    pois ter a seu alcance, alem de uma escola
    primaria, uma sale de asylo, eutte apren-
    dam a conbecer a mfancia, a anwl-a, e a
    apreciar as suas tendencias e as necessi-
    dades.
    E' o quo acontece na escola normal de
    Gotha. Quando as jovens que se preparam
    para dirigir as escola6 primarias- ou bur-
    guezas teem reeebido as liijoes dos- seus- pro-
    fessores, descem todas ao jardim-onde estao
    reunidas- as criancas de tres a seis annos.
    Fazem-Ihes a applicacao do systema de
    educacao imaginado p r Frcebel. Separam-
    se em dous grupos: as de mais idade, as
    mais exercidas, fonnam o primeiro e oecu-
    pam-se a instruire a divertir as criancas do
    asylo. Fazem-n'os marchar a compasso,
    dancar em roda, cantar pequenas canroes,
    ensinam-lhcs a pronunciar correetamente
    algumas pequenas phrases allemaes, curtas
    o bem dofmidas ; a contar pequenas his-
    torias, compostas expressamente para a sua
    idade. As que formam o segundo grupo,
    as mais mocas, observara com attencao
    como procedem as suas eompanheicas, e
    quando estas sobem ao primeiro aridar para
    comecar as suas licfies do curso do segundo
    anno, que lhes-e exclusivamente destinado,
    ficam no andar do rez-do chao com os pe-
    quenos. Cada uma dellus toma conta do
    dous, fal-os assentar & pequena mesa, e,
    por meio dasxaixas de Froebel,. entretem-os
    com os pequenos trabalhos manuaes, de
    quo os melhores resultados sio guardados
    nos armarios do terceiro andaf, para sorem
    vendidos nas loterias do natal ou dados em
    recompensa em certas epocas do anno, De
    todas as preparacdes para as suas fiincc/des
    de mestras, esta nao e nem a menos interes-
    sante, nem a menos util. E' o primei.o
    grdo da educajao pedagogica que as escolas
    normaes sobretudo lhes devem dar. A
    comraissao que dirige a de Gotha deligencia
    por dar as mestras uma iustrucguo bas-
    tante solida e extensa, para que possam no
    futuro substituir os professores encarrega
    dos, com graves inconveuienles, do ensino
    das meninas nos cursos snperiores das es-
    colas burguezas.
    HI
    Haveria erro em considerar unicamente
    a obra de Frcebel como uma cong!omerar;ao
    dos meios proposlos para a cducacao iiUel-
    lectual e moral da infancia. Esta obra fz
    parte de um vasto systema do philosophic
    espiritualista, que determina o ponto de
    partrda e o alvo do Gm. O geuio metapby-
    sico da Allemanha nao p-idia limitar-se a
    recotbor rectos, a enumeral-os, a classifical-
    os. Mas compraz-se-a referif-os a uma
    theoria geral, a feizel-os diinaiwr do alguma
    lei s.ipreiaa, governauJo siiasl'taneamunte
    o mun Io ideal e o mundo reai, Deus, o
    home u e a natureza. Frcebel nao cbega
    pois a expor seus prmcipios do educavao e
    os seus metSodos senao- depois de ter csta-
    beiocido a ler qye, seguwio ello, reg*3 toda*
    as cousas.
    leis partiijulares a cada uma das osprcies.
    E' em razao do repouso qoe Ihes con-
    codernos, do cuidado^que empregamos om
    affastar dellcs toda a influencia prejudicial
    que os vemos crescer e desenvolver. Por-
    que nao trataremos do mesmo modo as
    criancas ? Se os comprimirmos, se os
    encerrarmos em condicdes em opposivao
    evidentes com a sua natureza, definar-se-
    hao, opprimidos por enfermidades moraes,
    ou physicas, podendo. do outro modo tor-
    tar-se seres completamento desenvolvidos, e
    expandir-se no jardim da vida.
    Em toda a boa cducacao, em todo o
    _
    Esta lei umca, eterna-,diz elle, te?a por
    base uma unidade actuaudo no todo. Esta
    unidado, e Deus, d'oudo todo provem. O1
    fim, o deslino de eada cousa,e o do paten-
    tear ao exterior o seu ser, a aceao de Dens
    qucr nella opera, a maneira pnrquu esta se
    confuode com ella or ao mesmo- tempo pu-
    blicar e fazer conuacer Deus. A educa-
    c>io do homem nao e outra cousa senao a
    via, ou o meio que cwnduz o bomem, ser
    intelligence, rasoavel, csnseiente, a doseu-
    volvor e a inauifestar o-elemeiito de vida
    que 010 si pwsue. Toda a artc da educaeao
    se liindtt- sobre o exercicio- desta lei; que e
    que.n unicamente leva d etpansdo do ser
    intelligente, e pode conduzlr d realis3$ao do
    sen- destine.
    0 fim du- adacacao e formar o homem
    um espirito forte, ardente, apaixonado e
    energico.
    0 espirito nao necessila para cousa algu-
    ma da densidade e da forca da materia.
    0 corpo de alhbsta encerra geralmente
    uma alma debil c bruta.
    0 espirito e forte A custa da materia ;
    eterno e immutavel rei das compensacdes.
    Em absoluto, um ser nao vale mais do
    que outro ser.
    Angiolina era uma idealisacSo, emquanto
    a materia ; um ser formidavel emquanto ao
    espirito.
    Angiolina ergueu a cabeca, passeu a mSo
    pela f onte e fixou um olhar iufmito, vul-
    camco, apaixonado e firme, no olhar de
    Giovanni Borgia, que estremeeeu.
    Ah exclamou ella com voz potente,
    o grande homem, o generalissimo da igreja,
    o poderoso, o invejado, o formoso duque
    de Gandia, estfve a ponto de cahir na pre-
    senca de uma crianca, como Goliath cahio
    dianto do David 1 Qhl.se eu te ndo tivesse
    amado quando te vi, Giovanni I
    Falla. falla, disse o duque de Gandia
    i quern fascinavam o olhar, o accento e a
    expressao da physionomia de Angiolina.
    Ha dous annos, proseguio ella, cha-
    maram-me ao locutorio do convento. Meu
    pai ia iazer-me uma visita. Acudi anciosa
    p irque ueu pai era sobrio nos suas visitas,
    e ennontei-o ^companhado de um frade do-
    minico. Conheces Jeronymo Savonarola ?
    0 prior de S. Marcos de Florence. I
    exclamou Giovanni, empallidecendo. 0 ex-
    commuugado, o herege, o condemnado,
    satanaz, iniinigo de Roma I E tu conheces
    esse homem ?
    Sim ; porera rosponde-me : conheces
    osse ho i>em ?
    Nao, nan o vi nunca ; dizem que 6
    um homem infloxivel, aterrador ; que falla
    em noino de Deus com a soberba de satanaz
    que Hie empresta a sua eloquencia.
    Jeronymo Savomrola que eu conhecp
    e um homem bello, pallido, enfraquecido,
    triste, pacieute ; um homem em cujo rosto
    se ve uma alma sujeita d um martyrio to-
    mivel, soffrido com a resigna<;ao de um
    anjo.
    .T. esse homem esUve om Roma ?
    Sim, ba mais damn anno, pnrespaco
    de dous mez'! nrntegido p n" men pai.
    Ah sim,
    para uma vida pura, sem niancha, sarrta,
    segundo sua' vocac&o ; em uma palav?a,
    para Hie ensinar a sabedoria. Ella deve e-
    caminhal o a bem secoiihecer, a viver em
    paz com a natureza, e em nniao com
    Deus.
    Tudo oquoti interioro ser, o espiri-
    to, a aecdo do Deus nos homens- e nas cou-
    sas se fax resonhecer pelas manifes'.acoes t
    exteriores-. Logo,-por isso que a educacao :
    e o ensino se referenrprineipalmente as ma-
    nifestagoes exterinres-do homem e-das cou-
    sas, por isso que a seieucia as invoea como
    livres testemunhos que fazem conetnir do
    interior para o exterior, niio se segno com
    tudo que seja permittido d educacao ou d
    sciencia o concluie isefeKiamente do inte-
    rior para o exterior.: peN> contrario,- o ser
    de cada cousa demaada quo se julgae si-
    muhaneaineute o interior pelo exterior e o
    exterior pelo interior.-
    Qae os pais, os edwadores e 06>-ins-
    tituidore^oonhecam' esta verdade, qne ella
    Ihes seja familiar, qua a procurem mesmo
    nos menores detalbes ; elta Hies tra.-.i para
    a satisSacao dos sejs doveses a certeza e 0
    repouso. Que se persuadara bem quo a
    crianca-que exterior-mente purece boo, mui
    ta* vexes-no fundo nao o &; que em- toda
    sua cooducta exterior ua< d mo vida nem
    pelo amor, nem pelo c .nhecimento, nem
    pela esCima do bem ; ao p66o quo a eEianca
    que parece rude, obsliuada-, e do que to ia
    a apparencia nada indica de boudade, e;n
    todavia as vezes em si mesma uma verda-
    deira inelinaeao para tudo .> que e bom,
    uma vontade in&balavcl para o bem ::S que
    semelbante vontade nao so tern entao ainda
    desenvolvido e manifestado-.
    E' por isto que. toda a-educacao e todo o
    ensino>devem ser indulgentes, flexiveis, ma-
    cios, Kmitar-se a proteger, a vigiar, sem
    eii-iiio verdadeirj, a libordade e a espou-
    taneidade devem ueeessariameule ser asse-
    guradas is criancas. A coinpressao e a
    soveridade esmagariain nella a loordado e
    o amor. Onde' o medo eharna a aversao, e
    a Vfdencia a fraudo, onde o rigor faz o*s-
    cer o escravo, e a n !cessi.fede o domestko,
    onde a aspereza ongendra obslinacdo e a
    wenliFti, a accao da e*iucagSi> ou do ensino
    e rculla.
    V isto tfm simples prelimuiar, sao aponas
    algunws premissas de quo Froebel tira as
    conse^piencias mais elevadas e mais auste-
    ras. Ellas Ibe permittem referir a educa-
    ;ao da primeira edade d solu.;ao do granda
    probloma do destino huinano. 0 hrfante,
    herdeiro de todas as- tradicQoes seientifieas,
    noraes e rcligiosas dos seculos que teem
    ooncorrido a-formar aquelle em quo nasceu",
    deve, a seu rurno, trassmittir aos que verem
    depois delle esto thesouro de acqutsicoes
    preciosas.
    E' o que saaetifica o trabalbo, isto e, o
    exercicio da aclividado irwessante a que
    devido o deseiiTo'viiiicnto das facujdades-
    physie?s, intelleotuaese moraes, Todos Of
    grans desta desenvol vimento sao egualmente
    essenciaes.
    0*homem, coin effeilo, e >acuo$ homem
    pelo facto de ler eliega Io aidade omque se
    e homem, do que por ter pcp^orrido uma
    depois-de outra as phases de orianyi, de
    iufiinte; dt! adolescente; satifazerido fieimen-
    to asevigjjncias da inl-:ocia, da adolvseaucia
    e || mocidtade.
    IV.
    Pretend! dar uma .fax dos principios
    elevalo3 deque se inspircwo organisador das
    salas de asylo^o que elle mesmo chamou os
    Jardins da mfjncia, como um erampJo
    do espirito que- uui ma o^g*ndes cdHoade-
    res, li;6es que teem cootribuido a formar
    osinstiSufilArcs-aiHemaes. Quando homen
    como o& Basedow, os Pestokm, os Obe:-iinr
    os H-rder, os^ Froebel lhes aervem de guia
    e de modelo, nao podem eleixar de fezer
    nma alia idea db obra que desempenham,.
    e nao e para admiirar que o paie em que- aa
    lirais alias especuta^ees da philieopbia teem
    por objecto a ei6*eacdo da inocidade, se
    tenha toraads a terra classica do pedagogiaj-
    dessa sciencia que nao tem em Franca pro-
    fessor, e de que mais de um espirito le-
    viano pronuncia- o nomc corv-uai desde-'
    shoso sorrir.
    Cnmpre comtudo niio esquewquo, se o
    Rome pertenee I'-AHenianha, foi^-da Fran<;a
    que a Allemar.hj tiFoti a sciencia mesmo.
    0> principios emittidos sobro esto interes-
    sane assumpto pelos nossos- gracdes es-
    criptores, dcsd6 Montaigne a3j' hoje, nao
    foram perdidos- para os pensadore* : e com
    razao que o Sr. Miguel Breal recordava
    ainda ha poueo quo foi do EnnUio-de J. J.
    Rouseeau que foram pola maior parte ex-
    trahutas as nlens-do-quc se tem alimentado
    e ferbficado edheacao allensa.^
    Ha duas partes, diz elle, na6 obras do
    J. A. Rousseai?: de um lado as -thoorias re-
    volucionarias do Conlralo sooial, as pai-
    zagens rniasmaticas da /Vot-t> Eloisa o das
    Ccnfijodes. E' a parte que temosfeito nossa
    e quo tem passado para o sangue das ge-
    raa^6es novas. Mas havia alem disto umj
    lado gencroso o viviQcante : o amor da hu-
    nauidade e particnlarmeute do infante, a| EXECtGAQwSegundo referem.aa folhas
    coufianca nas suas-faculdades e o respeito
    por sua activitiade intellectual. Esta parte,
    que era o germsn da vida deposto nas obras
    le Rousseau, nos abandonarnos. aos cstras-
    opiniao form a da o sem. systema preseripto. geiros.
    . a Damos ds plantas e aos animaes ainda i Frcebel iospirou-so evidentemente de
    tenres o espago e o tempo que o seu des- Rousseau em tudo o que escreveu sobre-a
    envolviraento reclaina, persuadidos-quc nem
    uns nem ontsos podem crescer. nem des-
    envol v6r-se, senao em virtude de certas
    : kj uiym tnfermidada
    era um serjnosoui Fhirouca, om.trraJo na
    ;, o id?al, ardia deniro ,i ': norta.era guardads.por um
    discipuloscu, outro bepeje como elle. Agora
    dizern tambem quo Savonarola estd enformo
    o murmnraram mais em Florenga que foi
    envenenado gelos Hcrgias, o que e uma ca'
    lumnia. Dar-se-ha caso que- Savonarola
    csteja em Roma ?
    Sim, esconihdo em casa, do meu pai.
    Sabes, Angiolina, que acabas de accu-
    sar teu pai de beresia contra a igreja, ede
    traicao contra o seu senhor natural, o papa?
    Quo mc importa, meu pai t replicou
    calorosamente Angiolina. Que me importa
    0 mundo inteiro em compensacao comtigo ?
    E' necessario que te salves, seja por que pre-
    qo for ; escuta-me.
    Angiolina permaneceu callada por alguin
    tempo olhando apaixonadammte para Gio-
    vaiwii, e depois proseguio com vox languida:
    Meu pai peosa, desgracadamente, co-
    mo Savonarola ; e um dos sectaries do pro-
    testo do faraoso frade dominico; e^ apezar
    deque o nao conhecia, oscreveu-lhe.
    Savonarola nao podia deixar de aceitar a
    amizade de um homem que pode-tanto em
    Roma.
    Finalmente um dia Savonarola foi convi-
    dado p-r mou pai, para vir occultamente d
    Roma, e veio.
    Um projecto infernal br-tou da imagina-
    gao d'aquelles dous homens, isto e, vale-
    re m-se de mini cono um meio para conse-
    guirem mais .faoil e rapidamento os seus
    fins.
    Era, porem, necessario que me coover-
    tessem d nova doulrina hereti :a.
    Meu pai levou Savonarola ao convento
    1 com o nomo supposto do irmao Giuseppe.
    Quando me proximei da grade do locu-
    toiio, Savonarola, com o capuz do seu ha
    I bito deitado part traz, com a cabeca inch-
    nada, parecia entregue d uma profunda me-
    ditacfio. Oseu perfil, que reflectia sobre
    os vidros da janella, forte.nente Hluminados
    jpelo.sol, era de uma belleza completa, mas
    severa.
    Ao ouvir a miuha voz levantou a cabeca
    e olhou para mi in.
    Depois, brilhou nos seus olhos o quer que
    fosse que ou nao conhecia, que %a nao com-
    ! prebendia, mas quo me fox tremor sem
    'atorrar rne, que me porlurbou de um modo
    ' suave, que mc obrigou a baix-r os olhos,
    e mo purpuroou o rosto.
    Ah, miseravel I exclamou, ou antes
    rugio o duque de Gandia,
    Nao temus, Giovanni, apressou-se om
    di/er Angiolina, aqoillo foi u na fascinagao
    que passou, assim como passou o relampa-
    go sombrio do olhar maldito do herege, o
    julguei ama-lo. Julguei que o que sentia
    por ello era todo o amor quo so pode sentir
    na terra ; porem nao, aqui'lo nao era amor,
    era a influencia da palavra porsuasiva d'a-
    quelle homem, inspirado por satanaz. Com-
    prehoudi que aquillo era meutira quando te
    ainei. Ah I nao, por Savonarola nao sacri-
    ficariaeu meu pai, nao sacrilicaria a minha
    vida, e por ti, Giovanni,e3tou disposta a sa-
    crincar tudo. Perdoe-rao Deus, porqne es-
    toa louca, porquo sonidolatra poc fi, por
    que me esqueci de tudo, menos du minha
    tignidade, porque nao posso ser a tua
    amante.
    Giovanni frauzio as sobrancethas,
    Ah na, a minha digoidado nao,
    Giovanni, exclamou Angiolina emendando a
    Sihrase, 6 quo eu amo-to de um modo dif-
    erente das outras mulheres ; e quo eu tomo
    matar o meu amor, mataude a sua pureza ;
    e porque me aban lonarias. no dia em que
    doixasse de ser para ti um empenho, e eu
    nao quero qua me abandones, porque se
    me abandonasses morreria desesperada, e
    acabaria de perder a minha alma.
    Mas Savonarola... esse hoinen... disse
    Giovanni cuja affabibdade se havia couver-
    tido n'uma expressao sinistra.
    Meu pai lovara o ao couvenlo com o
    pretexto de que elle acabasso a minha edu-
    cagdo religiosa. 0 meu confessor ui subs-
    tituido por elle ; todos osdias cbegava com
    0 capuz cahid sobre o rosto, acosapanbado
    por meu pai, e instruia-mo no confessiona-
    rio por espago do tluis horas.
    Lentameute, sem atemorisar-me, com uma
    eloquencia irresislivel, com uma magia fas-
    cinadora, foi-me preparando para a heresia,
    d qual chamava a pureza do evangelho-
    Por ultimo, depois de me tor convertido,
    fallou-medo su amor, e pr ipoz-me a mi-
    nha uaiao com elle, no dia seguinte dquelle
    em quo triumphasse a reforma.
    Em seguida partio, deixando-me euvene-
    nada a alma.
    \\:\ i>ai firou-tne cntdo do convento o
    euBUi cia wuvo e nao podia tor cmdado em
    inim, fe/.-mo Biilraf^ira dama d prinwza
    da Crbino,
    I.ovou-me ta- tolas >'.s 1.-'..-, fcz-mv: ver
    subitamente o mundo, atui lii; lo-mc.
    1 Com tu-lo nao se apa^.-r, o.i umiiii al-
    ma a recorlagao d-s .. ; tinba nos
    educagao do .infante, sobro suas primeiras
    Mupressoes, sobre a liberdade que se dove
    deixar a suns movimentos, o principalmente

    ILEBlVEL
    ouvidos o som da sua voz, e trocava com
    elle uma ou outra carta enamorada, que
    passavam pelas mi'os do men pai.
    E que tinha isto de estranho ?
    Segundi> as doulrina* roformistas do Sa-
    vonarola, os ministros do Senhor, deviam
    ser casados.
    >fiseravel hurege 1 exclamou (iiovauui.
    Um dia vi-te em casa de meu pai,
    proseguio Angiolina, e apagou-se no meu
    coragao o amor que iulgava sentir por Sa-
    vonarola : a minha memoria repellio a sua
    recordagao, causaram-me horror as suas.
    doutrinas e salvei. a minha alma que tinha
    peedido com um amor falso- ao sentir o
    amor verdadeiro, o teu amor. Calei, to-
    davia, coinigo. esse scntimento, e continuei
    escrevendo a Savonarola, faiigando a minha
    imaginagto para que ellojnao encomrasse
    differonga nas minhas cartas.
    Temia meu oai, pois dizem que matou
    minha mai. Teria me !.j de ser assassinada,
    e langada nua, nas rua> p'iblicas. Nao me
    atrevia a dizer a meu pat : Nao armarei
    nunca um lago traidor ao homem que amol
    meu pai matar-me-hia.
    Ah visto isso, o virtuoso Affonso
    Crespi armava-me um lago sacriGcando para
    isso a formosura do sua filha ? exclamou
    Giovanni com um profundo acento de des-
    preso. Falla, Angiolina, falla.
    Se os amantes podessem ver outra cousa
    qualquer que nao fosse d si mosmos ; to-
    riam olhado para a porla da direita, situada
    quest em Ironte d'elles, e toriam visto que
    o reposteiro se movia de vez em quando im-
    pellido por mao convulsa.
    Por do traz do reposteiro toriam visto
    uma cabega livida, espantosa, uma caboga
    semelbante d de um cspectro, coutrahida,
    ameagadora, em cujos oiaos negros brilhava
    com fulgor sombrio a morte.
    Porem nada d'isto viram.
    A mao convulsa largou o reposteiro, quo
    cahio cobrindo a porta e occultando aquolla
    terrivel caboga.
    Tudo se deve sacrificar pela causa
    de Ileus, pela justiga o pola liberdade dos
    opprimidos, disse-me mm pai depois le tu
    sahirea o nVan-Jd so comigo. Conheces o
    iioinem quo aoaoa do sahir d'aqui ?
    . E' tun graiidt; senhor, respondi ou.
    E' a pnineira ws qoe o vAs ?
    17,
    Mo foi nu\ a d casa da priuce/a de
    l;rl.'iiio ?

    a netessidade de seguir para a sua
    mstruegio as indicagoes da natureza. E' o
    que as mdes compreiiendem maravilbosa-
    meute ; e o que faz dellas admiraveis edu-
    cadoras. Os processos simples e lhanos que
    lbes-suggere o amor maternal teem uma
    fcrtwdidade e uma potencia sobre que nun-
    ca do mais serd chamar a attengao dos ins-
    titutdoros da primeira idade. E, gragas ao
    quo se poderia cbamar o methodo maternal,
    que o infante ua idade de sete annos tem
    adquei iiht mai*conhecimentos- do que ad-
    quirird no rosto de sua vida, e que se tem
    podido dizer qoe ba uma distancia maior
    de uma crianca a um infante que falla, do
    que de um afurrmo do escola a Newton.
    E' por meio dos processos indicados-
    pela natureza, diz Freebel, que todas as
    mais encaminbam o til ho a conhecer toda*
    as coisss, mesmo as quo nao saberia ver
    no exterior. Pouco a ponco Ibe ensma a
    conbecer-so a si proprio e a refloctir. kos-
    tra-vte a tua ^eijueao lingua ; mostra me
    os leiig pogueiiQ* denies1';- hffbitua-o a fazer
    aso dos tnetnbros. EmfHvrra o tea pequeno
    pe para duntro, lhe diz ella, apresentando
    um saparto para calgar. f' dhste modo quo
    o instincto e a ternura do- mar guiam o
    infante para o mun lo exterior, $ue a seu
    luruo ella aproxima delle. Quer dia fazer
    the dfstinguir a uuiao da separanAo, o ob-
    jecto drstante do que estd pertb: choma-ibe
    a attengaO sobre ae> relagoes quo teem ontro
    si e elle os objoctos de que ella' lhe fte co-
    nhecer as propriedades e o uso: O foyo
    queima, aproximvudo pnideniernente o
    dedo do pequeno da chainrna, para lhe
    fazer sentir a accao* do fogo, sem comterio
    se queimar ? deste modo o preserva'para o
    futuro de um perigo que lhe era desconh"-
    cidu. 0 mesmo ser* applicjiido-lbo iiger-
    rameute a porpta de uaaa face sobre amiSo
    i! faea, ves ? cyrUi. Cbamaudo a atteneac
    do-infante, uao s6 sobre os objectos no"seu'
    estado passive, mas aindn sobre o seu-uso
    e suas propriedadeR, elte accroscenta :
    a sopa estd quente,-queima; a facu e pan.'
    teag:nda,afiada, pkii-e cortto, into lhe to-
    ques. 9 pequeno; passanto do conheei-
    meuto- do objecto aw da saw acgao, cbega
    assim a comprehender facHhwnte a siguiti-
    cagao real das palavrc&s corSarr picar, quei-
    mar, Eeia-ser obrigado adasrara experiencia
    sobre j* mesmo.
    *
    (Cantinua/i^sG-ha)
    VARIEMDE
    ESTAHBTFCA.-DojKdadosoffliriae, exis-
    teotes nesta repartigdo- consfe.'o seguinte
    quanto a proviucia do P&raV
    ' Conclusao. ]
    Renda.A rend a geal no extfeicio de
    18691-T-Osnbioa i^^ioSb^aS? e a
    despeza a t,20&:888$4171
    A lei provincial n. 69* de 25 diet outu-
    bro de 1861' or$oo a receita em.>.......
    1,671:8005000 e a desposa-em.........
    ;i',-976:74*3582v
    Bibliotheoas,Tem essa provhtem dous
    dessei estateleeiiBentos; a bibliotheca pu-
    bljca e a tkxgoemio littetario portegnez.
    A primeira, que tem a>"a so\o na fre-
    iiguezia do Noss Senhora> da Graga- da Se,
    municipio dd capital, contem 1,369 obras
    em 3,694 volinnes impressos em t lingua
    national e estratigeira. Bella se utiiisarara
    no anno findo 360 pessaas, que consulta-
    ram 812 ol.ras.-
    Segunda ostil situadW. na fregueitia de
    SantAnna daCampina, no mesmo munici-
    jpio (capital), e contem et,778 obras em
    !2,275 volumes, entre os qoaes se mcluem
    dous manusoriptos. Nao eonsta c numero
    oas pessoas-qjue a frequentaram. Sabe-se,
    porem, qi:a consultar.mi 711 Vo bras.
    hespanholas, no dia 4 de outubro, foi fuzi-
    lado em Tarragona o cab primoir Perez,
    sentenciadb pelo conse'mo de goerra a sof-
    frer a pena ultima, pet delicto da desergdo
    com armas, em frente do inimige, abando-
    nando o-destacamentc a que pertoncia. Nada
    perturbcu a triste snlemmdade do acto e o
    desgragido Perez soffreu as duras penas das
    leis militares com a resiguagao christa quo
    em tao.doloroso transe podia desejar-se-lne.
    Nao sei, naa o vi nunca.
    E" o duque do Gandia e de Bona-
    vento, generalissimo da igreja, disse mo
    meu. pai; veio a mioha casa-para certificar-
    se se os Borgias podem coi.tar com.a ami-
    zade e com o auxilio do advogado. Grespi.
    Convidei-o a que viesse aqui para: quo te
    conhecesse, vio-te e estou satisfeitn^ porque
    se enamorou dc ti. Sorp.endi o.assombro
    que lhe causaste, apezar de que os.Borgias
    sao grandos mostres na arte de encobrir os
    seus affectos ;. e um libertino a huscar-
    te-ha.
    E, com eflbito, no dia seguinte-encontret
    no meu apoeento, om casa da. duqueza de
    L'rbino, debaixo das roupas do mou leito,
    sem saber quern allt a pozera-, o tua pri-
    meira carta, Giovanni.
    Meu pai havia-medilo :
    Se le fa liar, escuta-o; se te eScrever^
    responde-lhe, ongana-o, soduze-o, en Ion-
    qucce-a, attrahe-o para n6s; e necessanio.
    que os Borgias se desueam, se despedaeeiiu
    sao olios o poder funesVo que opprime afliii-
    quilla a Italia : devemos tudo d patria, ate
    mesmo o proprio, sacrificio da nossa honvn
    o da nossa vida.
    Eu, em vez de enganar-to a ti, eug&uei
    meu pai, enganei Savonarola, eugano a
    princeza de L'rbino que igoora qua eu saio
    fora de horas do sua casa ; por ti enganei
    tudo, e tenho direito d que attendas aos
    inous rogos, mais ainda, a que me ubede-
    cas. Ndo te ordeno senao que defendas a
    tua vida, que e a minha vida, qoe nao
    saias d'aqui esta noite, porque esta n He e
    fnnesta para ti.
    E permaueceras ao meu lado ate' que
    rompa o dia ? exclamou Giovanni fi.xa.udo
    um olhar ancioso em Angiolina. Atraves-
    sards de dia as ruas de Roma, e entraxas da
    dia em casa da princeza de L'rbino, como
    se te chamasses Lucrecia Borgia?
    Que me importa seja o quo for, "com
    tanto que te salve ? replicou Angiolina. Que
    me importa n o furor de Savonarola o a \in-
    ganga de meu pai ?
    Teu pai I exclamou o duque de Gan-
    dia pondo-se om pe, mm tou pai, pern
    hercg*. excommungalo poderlio couw rd-
    gum a sobre ti,
    (Con tin ua r-se*ha).
    >.
    P
    <>
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    TYl'.DO WA.'.U. t,L v DfUl"
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