Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18402

Full Text
___;____
AIVuro LXX
llomiiiffo 30. tic Abril de 19941
vi hi:ko 96
1
'
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
8&000
151000
30H000
S BE MJ&K0E. FIS^IiS0k BE F&BS&
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs xMayence Favre & C.*, residentes em Pars34 ru d
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA(PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por um anno adiantado .... 33000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de das anteriores. 200
Telegrammas
medida qua diminusm as qualidades nutritivas
d'esses alimentos.
Davemos entao responder s excessivas ne-
C3ssiiades da crianga quj cresce. dando-lhs
Rjgulamento annexo ao Decreto n. 940 do 28
de Abril di 885, cab-vos designar proviso-
riamente, um dos tabeies para exerc:r o re-
ferido legar, e informar ao mesmo t:mpo, so-J
Fortaleza, 28 de Abril.
Recomecou o trafego na Estrada de
Ferro de Baturit. Estiaram as chavas
torrenciaes.
Montevideo, 28 de Abril:
Os asylados que se evadiram de bordo
do Pedro III eram em numero de 227.
Foram recolhidos a Ilha das Flores.
O resto desembarcar hoje mesmo no
porto.
IJsfooa, 28 de Abril.
Contam-sc 225 novos casos de cholera.
Sabe-sc ter sido a epidemia importada
por um navio mercante de Cabo Verde.
Roma, 28 de Abril.
O Duque de Aosta tomou assento no
Senado.
Paris, 2S de Abril.
A commissao de orcamento da Cmara
dos Deputados hostilisa o governo.
Varsovia, 28 de Abril.
US operarios em grve saqueiaram as
o.Ticinas.
Deram-se grande's desordens, sendo as
tropas apedrejadas.
Houve combate e victimas diversas.
Athenas, 28 de Abril.
Aqui chegou o Principe de aples,
que vae partir para Corintho afim de vi-
sitar as ruinas causadas pelo terremoto.
S. Francisco fia California, 28
de Abril.
Um exercito de operarios desoecupados
atacou um trem frreo.
Houve combate com as tropas,
aprisionados 650 operarios.
sendo
INSTRU POPULAR
um quantidade de alimentos iguaes em qua- bre quem deva ser definitivamente designado,
" ticando a este Governo salvo o direito de ap-
provar ou nao a essa designago.
Ao Dr. Juiz do i>ireito do municipio de
Villa Bella ao qual annexo o de Belmonte
Mandae alxar editaes pondo en cortturso o
provimento dos oflicios de juslica de Belmonte, que estiverera sendo interina-
mente ejercido*.
Expediente do Dr. Secretario
Oficios :
Ao Dr. Juiz do 1. distric'o do municipio da
Gloria de Gbyti O Exm. Sr. Dr.governador do
Estado manda deelarar-vos, em soiugo ao vos-
80 officio de 4 de Janeiro ultimo, que tratndo-
se de vencimento arbitrado, pelo concelho mu-
nicipal, a este cabe resolver o assutr.po em face
do artigo 95 2 da Constituicao do Estado.
Ao gerente da Companhia l'ernambucana
O Exm. Sr. Dr. governador do Estado, man-
da communicar-vos que concedeu perraissao
aos negociante* Jo- de Mello & C. para remet
terein alguns voluraes de genero ao tenente-
coronel An'onio Geraldo de Souza Aguiar chefe
da commissao encarregada da conslrucg&o do
lazareto da ilha de Fernando de Noronha.
Ao director do Presidio de Fernando de
NoronlmO Exm. Sr Dr. governador do Esta-
do manda o-umunicar-vos que concedeu per-
missao aos negociantes Jos de Mello C.
para remetterem algn) _voluraes de seeros
ao tenente coronel '.uloiiio
Agriar, chele da commissao encarregada da
conslrucgo do lazareto dessa ilha.
linade'aos que sao dulas aos adultos? Ou, sem
attendermos ao facto de que o estomago das
mancas digere urna quantidide relativamente
maior d'estaboa alimontagao, devoremos sobre-
carregal o, dando-lhe alimentos inferiores em
maior quantidade ain la T
A resposta e suicientemente clara. Quanto
raais trabalho de digesto se economis 1, tanto
mais energa se conserva para o crescimento e
pira a aegao.
As funeces do estomago e dos intestinos
nao podem ser execula las sem um largo dis-
pendio de sangue e de torga nervosa: e no can-
saco que se segu geralmente a um repasto
abundante, todos os adultos teem a prova de
que este dispendio de sangue e de torga nervo-
sa se opera custa do svstema.
(Contina).
EDUCAQAO
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Educacao Phiwica
R se necessaria mais larga iemonstrarao
d'8ta extrema necessidade da alimentagao. te-
mol-a n facto seguinte-durante as fomes que
se-mem os naufragios e outros desastres, as
enancas s) as nrimeiras que morreni.
Admittida, como tem de ser. esta necessidade
relativamente grande de alimentas, a nuestao
menos resta! c esta-devemos satisfazel-a,
toraec<*n.lo urna quantidade excessiva do que
i S chamar alimentos diluidos, ou urna
moderada ae aumentos con-
se pode chamar
quantidale mais
CSA nutrc&o obtida de um certo peso de oarne
a se Pode obter de um peso maior de pan,
je urna quantidade ain La m OOr de batatas, e
aasim succossivamenta.
Para satisfazef aquella exigencia, a quanti-
dade dos alimentos tem de ser augmentada a
PARTE OFF1CIAL
Govcrinda Estado de Peraambueo
ICx tedenle do dia 17 de Marco de 1894
Oficios:
Ao Dr. Procurador Geral do Estado.-Em
resposta ao vosso officio de 13 de Pavoreiro
U'cUro-vosqueno procedemabsolutam:nte as
pond-raguas que fazeis, por quanto, no II;-
gulamenta que baixou com o Decreto n. 9336
de 0 de Janeiro da 1888. encontrareis claras
e terminantes disposiges que demonstrara
evidencia nao s a conveniencia como tambera
a obrigacfio que tem o Juiz das Execugos cri-
niinaes de fazer acompanhar da competente
guia o sentenciado que se destina ao Presidio-
Chamo muito particularmente vossa attengo
para o artigo 9. fJ5.*. *.* e 17" do igual se
depretenJe a difficuldide que traz alalia da
remasa das guia?, escripturago e a admi-
nistracao d aquelle estabelecimenlo.
Em todos os tempos foram remottidas
para o Presidio ,as guias e por isso o art. 8'J
doterminou, como medida oDrigatoria que o
presidente da Provincia por occasiao de ser
posto em execugao o Kegulamento a que al-
ludo, mandasse proceder rigoroso exarae as
mesmas guias ent;ndendo-se com o Juiz das
Execuges criminaes para dar as providencias
necesarias.
Reitero, portanto, a recommendago queja
vos flz por varias vezes, de providenciarles no
sentido se seren remottidas ao director do
Pr isidio de Fernando de Noronha as guias dos
sentenciados constantes da relag.o que por
copia vos foi remetti la em 17 de Agosto do
nuin paseado, porquanto alera do que exposto
tica, ain la quan lo a competencia para dar ou
solicitar as providencias em quisto fosse an-
tes e exclusivamente dosmixes e dos escri-
vaes do que do director do Presidio, mesan >
assiiu seria extranli ivjI que ficassem impunes
faneciooarios desidiosos, que to pouco so cin-
portam com o que Ihes impOe a lei, a qual to
justamente procura impedir a iniqui lade cri-
minosi de conlinuarem preses in ividuos que
acaso t nl'.am cumprido a senteuea que os le-
vouao Pivsidio. assiin como de lastimar
nao tenhais promovido asm tratis de promo-
ver a rasponsabilidade de taes funecionarios.
Ao mesmo. -Pego vosso parecer sobre o
I recurso nu; a este acinpanha, uiterposto pelos
commerciantes Madeira & G, do despacho de
il de Dezembro ultimo, pelo qual a Junta
Commercial do Recife mandou suspender os
effeitos do registro da marca de vinho de Caj
dos meamos commerciantes, a requerimento de
Jos de Macedo.
Ao Dr. Inspector do Thesouro do Es-
tado. Xos termos de vossa informaco n. H13,
de 27 de Dezembro ultimo, providenciae para
que de accordo com o art. i3 do Begutamento
de 2 da Julho de 79, sajam pagas pela col-
lectona do municipio do Cabo as diarias na
razo do 300 reis, a que tem dirnto os presos
pobres recolhidos a cadeia daquella locali-
dade.
Ao mesmo. De accordo com a vossa n-
formaco n. 846, de 6 de Outubro do auno pas-
sado, nutoriso-vos a raandaries escripturar a
a quantia de 893O, correspondente a> saldo
do ex-tenente Joaquim Leonel de Alencar, com-
mandante do destacamento de Petrolina, re-
lativo ao mez de Dezembro ultimo, conforme o
frete junto, afim de ser opportunamente paga
a quem se apresentar convenientemente habi-
lita lo.
Ao Dr. Juiz de Direito interino do mu-
nicipio de Triumpho. Km resposta ao vosso
officio de 24 de Janeiro, em que consultastes
si deve ser posto em concurso o logar de offi-
cialdo registro geral das Hyppothecas d'esse
municipio, vago pela desistencia do serven-
tuario Arsenio Alfonso Pereira Bargas, decte-
ro-vos que de conformidade com o art- 55 do
de Pac
Hourgard.Informo o Dr. ins
Despacho do dia 27 de Abril de 1894
Bachareis Francisco de Assis Pereira Rocha e
Argerairo Martioiauo da Cunha Galvao.Conce-
do a permuta requerida.
Flix Francisco da CunhaInformo o Dr
procurador geral do E-tado
Jos Leopoldo
pector do thesouro.
Joao Rodrigues de Maura.Deferido, cora offi-
cio d esta data, ao inspector do Thesouro.
O mesmo.Deferido com officio desta data ao
inspector do Thesouro.
Jos Duarle da Costa.Informe o Dr. juiz de
direifodo municipio de Limoeiro
Maria Francisca de Sauza Lima.Indeferido.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 28 de Abril de 1894.
O porteiro,
H. M. da Silva.
FOLHETEff
54
|l| JOPI 1IDK M
POR
SA7IES BS HQH87II
QDABTA PARTS
XI
A contradatifa
(Continua$o)
sentio-se incapaz de se elevar a
Questura Policial
2." seccSo -N. 92. -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 28 de
Abril de 1894.
tr. Dr. Governador. -Participo-vos que foram
hontemcec-)lhidos Casa de Detengo os se-
guintes individuos :
A" ordera do subdelegado da freguezia do Re-
cite, Joao Manoel Nogueira, para averiguarles
poMciaes. .
A* ordera do subdelegado do 21 dislncto de b.
Jos. Honorio Jos do Patrocinio e Maria Leo-
poldina de SanfAnna, por embriaguez e dis-
turbios. .
A' ordem do subdelegado do t districto da
Boa-Vista, Manoel Agncllo Pereira, por dis-
turbios. .
A'ordem do sublelegado do Io distncto do
Poco da Paoeila Jos de tal, ou Jos Leopoldino
da Silva, como vagabundo e desordeiro.
Coramunicou-me o delegado do municipio
de Bora Conselho que no dia 23 do correte o in-
dividuo de norae DcraosUraes Ipiranga, filhp
adoptivo de. Lourenco Ipyranga, lentou assassi-
nar, naqueila "villa, o cidadio Agostinho Teixei-
ra de Macedo. dando Itie diversas facadas, re-
sultando car o mesmo Agostinho bastante fe-
rido.
Ap.s a perpetrago do crime procurou o cri-
minoso evadir-se, "o que nao conseguio por ter
apparecidonessao.".casioo sargento comraan-
dante do desiaeamenio all estacionado, que o
prendeu em flagra le delicio
(,'ondusido o preso para a cadeia respectiva, foi
era caminho aggredido o mesmo sargento por
um grupo capitaneado por Loure go Ypiranga
que, armado de um revolver, tcntou forga to-
mar o criminoso, nao o conseguindo, poim.de-
vido a coragem e ene-gia do alludido sargento
que, auxiliado por unas prages qae comparece-
rain no lugar da aggre3so, poude repelliros
seus agi;ressores, sendo oes a occasio dispara-
dos alguns tiros cujos projectis nao allingirama
pessoa aiguma.
Tomando na devida consideragao o modo dig-
no porque se houve o diio sargento, nesta dala
me dirijo aa commandante do corpo policial
para que o elogie em ordem do dia.
A' cerca de um celebre criminoso chefe de
urna quadrillia de salteadores do municipio de
Pod'Allio, acabo de -eceber do Dr. promotor
publico daquelle municipio o seguinte oflicio
Promotoria publica do munieipio
d'Alho, era 24 de Abril de 89i.
Illustre cidadao.=Gumpro o dever de trazer
ao vosso conhecimento o seguinte facto-occorri-
do neste municipio.
Hontem cerca de 5 horas da tarde, ao ter no-
ticia o cidadao juiz do districto que o celebie
criminoso Francisco Flix de tal, vulgo Chico
Flix, chefede urna quadnlha de salteadores,
de cujas proezas teem sido "victimas diversas
propriedades deste municipio, e pronunciado
prcrime de roubo no engenho Pindoba (este
municipio, pelo juizo competente, passara pela
eflrada que se dirige ao Recife, armado como
de costume, reumoa guarda municipal c mais
alguns paisanos e cora o competente mandado,
e observancia das disposiges legaes a respe to,
dirigio-se ao encontr do mesmo Chico Flix e
logo em pequea distancia des.le cidade, poude
eneontral-o no lugar Cha de Capoeiras deste
municipio, na occasiao em que bata porta da
casa de nm seu cumplice de norae Joo de Jo-
sina
Intimado da ordem de prisao elle investe con-
tra a Torga disparando as armas e duendo que
aquella canalha anda era pouca*. repellido ou
antes errando o alvo, ello desee docavallo que
monta va e desembainhando urna faca trava luc-
ia cora os soldados c mais paisanos que corapu-
nham a deligencia, chega a ferir alguns e s
dpo s de reunida lucia um t-ro partido da forga
pubiiea, fl-o cahir ferido, morto I
Conduzido para esta cidade o seu cadver
ja a noute, comparecemos eu, o Dr. juiz de di-
reito e alii a vista do auto de resistencia foi pelo
Heraldo de' Sou-a Dr. juiz de direito ordenado que se procedesse
a uiu auto de idenlidade de pessoa, o que feito
cora o depoimento do dous dos seus companhei-
ros de tropelas presos na cadeia publica uesta
cidade por crime de roubo, e mais pessoas que
o conheciam bera, licou averiguado que o cad-
ver era efectivamente do grande celerado Fran-
cisco Flix de tai, vulgo Chico Flix.
Ainda na minha e na presenga do Dr. juiz
de direito procedeu-se ao exame cadaveico,
que confirraou a morte, e a su causa, feito o
que foi ordenada a sua ir.huraacao. A autoridad^
competente est procedendo vistoria nos solda-
dos eridos. Nos bolsos do cadver foi encon-
trado apenas um mago de cigarros e urna caixa
de pliospaoros, a pistola perdeu-se na lula que
foi travada a bem dizer as trovas. A polica
procede diligencias para a captura dos demais
membros da quadrilha cujo chefe acabara de ser
victima na occasiao era que comraetlia mais um
crimea resistencia as ordens legaes
Semclhanle facto, trouxe urna certa^tran-
quiilidade para a populagao deste municipio,
constantemente assaltada de temores, alias jus-
tos pois que a quadril a alm de grande, re-
cominendava se pela mais requintada audacia,
audacia que chegara a _pon o de mandar avisar
o dia c a pessoa a quem pretenda assaltar.
E' o que tenho a honra de infonnar-vos.
Saudc e Iraternidade.-Ao illustre cidadao
coronel Dr. Julio de Mello Filho dignissirao
questi.r policial do Estado. -J So Pacifico Fer-
reira dos Santos, promotor publico.
Ao Exm. Sr. Dr. Alexandre Jos Barbasa Li-
nfa, muito digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
ReeeJ>edoria do Estado de Per-
nambuco
Desdichos do dia 28 de Abril de 1894
Eu"ene Frres & C, Candido Herm;s Fer-
reira"e Jos Das Alvares Quintas.Informe a
1/ secgao. ,
Fraga Rocha & C.-Dinja-se ao Thesouro do
Estado. .
Ulysses Ponce de Leon.-Certtflque-se.
Francisco Bezerra de Lima. -A i. secgao
para os devidos flns.
Gomes & Albuquerque e Teixeira astos
&, C. -Informe a 1.* secgao.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
lnstrucco Pubiiea do Estado de
PernambBco
Despachos do dia 27 de Abril de 1894
Maria Francisca Bezerra ..avalcanti.A' 3.'
secgao do Concelho Litlerario, relator o Dr. Re-
gueira Costa. .
Secretaria da Instrucgao Publica do Estado de
Pernambuco, 28 de Abril de 1*9V.
O porteiro,
Fenelon Attico Leile.
EXTERIOR
Renato
tal altura.
As suas faculdade3 haviam-se paralysa-
do todas ao mesmo tempo, xcto a de
se mover da direita para a esquwda, avan-
zando ou recuando, conforme g exigiam
as figuras da contradan5a.
Tinha o peito offga^ite, a garganta com-
primida, os labios mudos.
Se quizesse fallar, que era mesmo ti-
nha orc_a para o querer, podemos affir
mar .que lhe haveria sido inteiramente
itnpossivel* pronunciar urna nica pala-
vrai. .^^
Por mais de 'nft* ve^J Bertha, com
cuanto se achasse muito longe da sua alma
meiga e terna o mais^ pequen jfehsamen'.o
de zombaria, rdesmo innoe%fc, pi pode
Satar-se de sorrir ante o rautimo teimoscj pic0 de Renato
do seu par.
Renato notou estes sornsos, e.o seu
amor proprio sentio-se profundamente fe-
rido.
Houve ainda outra circumstancia, que
nao contribuio pouco para augmentar o
seu embarazo j bastantemente grande.
Voltando-se, vio o Sr. de Bracy em p
atraz delle, imraovel, e contemplando-o
eora urna attengao triste e inquieta.
Mximo avaliava perfeitamente o que
se estava passando. Renato nio o podia
duvidar ; que tristissima idea faria delle
o conde, vendo que niio tinha arrojo te-
nao com as mulheres de theatro e outras
pescadoras, mais do que facis, e que urna
vez fra daquelle mundo equivoco, se
achava deslocado e completamente annul-
lado ?
Estas cousas nao foram de csrto mais
do que picadas de alnete ; mas estas pi-
cadas s2o muitas vezes mais dolorosas que
punhaladas.
Renato enraiveceu-se contra si mesmo e
sojbrecarregoo-te mentalmente com as
mais enrgicas injurias e as mais sinceras
maldioaa.
O olTAo immediato destas humilha-
SSeamhas foi afinal redobrar o amor do
SrT* Savenay por Mme. de Croy, por
isso que o mancebo disse t>ara comsigo
que o nico meio de* se rehabilitar a seus
olhos, aos de Mximo, e aos da propria
Bertha, era conduzir a um desfecho.japi-
do# glorioso aquelle amor to desastrada-
mente encetado.
JE da novo jurou n^o ponpar mcio al-
guan de chegar a este desfeclio.
Afinal termino a coptradansa, e che-
gou por conseguir ao seu termo o sup-
EUttOPA
InfUlerra
Fe get pul.ticasA' proposito de
um., coa*nra do re aa Ooa
Uiarca referile ao oes di Europa e o que d s o ote--
no a re cial na 8'OB-l .Bj.io? de eri-
ce aui*ierial common de ara endito eVft-
oreiea ia poroagao da coo-
vit,(,.i E^ypir, procUraagj d* p otc-
uj'.. 10 11) U-'ioiJ e annexagO-'S
da Poi.delaudla.Tr-iadodo t#f-
te:go oontK o cnole.-aProi-
neiciio prjjv-ij ge:ire -i anar-
chlsuo.'> rela'orii lo Sr.-
Mhe* ii o da 'ie 8 hor^s
O.capuo Cmerom e en tatle-
ciaieQ-o-Coasis do Ejijipo.
U ni serle conpleta de elecoe*. par,-.iaes vSi
le^perlar a vr.'a pclulca do uar, njCQ>rauot
*m noe o oarlamento aproveitavd e gosava a<
fenat da PatcQet
Kitj v<{-,' 88 e logares d.a ilepaialo.", era
r>aliti3d) falleceiieiio dealgaoa desiftf, dn
ifTi^'ameoio Ooftilnlaaes contrano-< a monra dos lo-di" e ijoe
poe 5j justitl -ar a sm ob'orpgo on traotur-
>n-gi> no mevi npriio dos elemeaicA dirigales
la .:a i:..ra elec iva.
EviJeotemen e a si'.u?gl) o-ti era e^irem
fjvoravel ao panilo lioera', e 05o C0'jtejla-eauH
a nos^ioilidaJe de q'i-. no effiji e persuasiva lufljenci-'1, Bioeo rasura
lientos os princ pioe uiurapriora era teda t>oha.
Ae'.ba o Tines eo ?taniard rt^ P'ibli*
car ura (sierra 11 aa de P^rn dandi coota de
uraa c.ravereagao ha'ida enfe o re da Dina-
marca e u ti e-Vi'itJia hespanhol.
Orel nriaiiant du*e qa* o czar p o Ibpm-
lor da Au-ti-ia se aereara ioojtos a erapregar
iodos os eforgjs para cons^gutr qae os oaf>8
estados eoropece redazam as son il^ap-zia
rail[tareg. aeodo qae nSo eO o r'i da I lata,
loage d.- opp6"-sea esta relncgi. a-"eitai e-lrta
cora pretor, perjee nqipre o encargo qae est sopoo'tanJo a ira^ao italiana
cojos difjereutes Odiados ficaram lego g--vi i-*
poiencta mal se ompiptin a uaidide i> lit ca
la patria, c me a Hespanha que ura pa;z oa-
cifle^, apenas deseja p6- em o- i-m aa s'ins
qaesiOss internas para poder ora dia coolhuar
o sea glorioso psalo.
Em taes cosdigO;?, noi, a RasH, a Anstrii'
a Hesoaona e u vez a Daii, despj.>iiaa de qoe
se croljngae por ron'.to lempo o u^rioio 1a pa
qae O )e reina na Eoropa, poderiam ser Dase
para ara accordo qae d.(9S3 era resu'tilo a re-
duegao dos enormes sacrificios qua h com o orgimeuio da geerra. com g ve pe-
jaiio A respeito do assoniD -es'a nitien, ni c-
mara dos :ora''juns Sir Jai Wfu'.etiea I, rtepa'.a-
lado lioeral. pvgantxi ao governo s- era tifa
das asse-goes do rt-i >a D oiraa-c,', cora relj*e
O de3arnrjamenlos eoropos, all'terra cea
voca-i n i-a onre ea'ia in'e-naeioaat.
Slr William Vermn-Hir;ou-t, inaniwUar di
faz-'nla. resp.and-*a qoe nSo pols p elixir oaia
a tal respailo; ai c e*cn.cu. po^e-n, ju < a lo-
g aterra es a ill'BoH a reonir essa CMfif83Ctl
ni primara oecaiiae favorave'.
A mssmi cara ira apo'ovoo, por 180 votes c u-
t'a 170. ama mog'io p ooio to qa se estDeieg
na escola um parlamento espee-.l para tratar
do ne.MClos puriinai e eicocez-,a.
Esta vo'agao foi ac.tuda cora ac^limages nos
bancos njiais eria-s.
Igj..lm-nie ajp 010a ura p*ojecto d-s eredito
extra.jrdinj'i, coj 1 aoto cootrariKO a pin ao do
io?ernc.
Essa votagio o 07030U iasi-'teQles hoatoj de
cr'.se mioisienai. .
__O governo aoprovoa a convers&o di divida
aniricida do Eeypio. e or in'.erraeiio do ch t;-
cellir da faz--n I, eorauanicou a cmara dos
comaos que ot.a .iert.ntiameQH prolamado o
p-oiectorjvdo ao can tic U Tambem foi proclamada a aonexagao de Pon-
dolandl, na frica Oriental, qon ae .chava sob
o protectorado Inglez desde 1887.
0 protocolo no tratadi d protecgaa cintra,
o caalern, redigido pla Gonfe-eicia d Pars,
rol snimeitidd pelo S'. Dr. Tnorut5, ebrfe da re-
partir 1 e saade do Local Governraeo: Board,
de Londres, aos rf,p-eseataotes das diversas re-
pariigea das colonias.
0 Times infirma qoe, depois de om exs.
me atiento e demorado deales docameotos, M.
Tno-ne ro aat >'isaio a assignar o prolocolio,
em norae da laglaterra
Aonuncla se officialraeote a prxima visita de
omi esquad a Ingles* aos rortos da Italia, dea-
igaadameate aoa da Sicilia.
O E-tan lar t publica nm telezramma de
Berlira annnnciaaio que a AHemantia resolveu
tomar a iniciativa deprovllen:iaa iternaciooaea
contra o. anarchistaa.
A este re-peiio em Londres fllase, qae o go-
verno alheo ja a^ proj-^cto de renmao de ama
cooPreocia Internado al pa-a adoptar oa meioa
proprio, afim de por termo aos crimes dos
aoarchis'.as em tolos 03 pals8.
--
Reconduzio'Mme: de Qroy ao lugar que
ocaupava junto da ua amiga llenriqueta
de Luzy, e afastando-se alguns pasaos,
occulto-se por traz de um grupo de. bo-
mens, n'um sitio de onde poda ver as duas
sanhoras.
Bsrtha approximoa os rosados labios ao
ouvido de Henriqueta, e disse-lhe, rindo,
algumas palavras em voz baixa.
Hanriqueta respondeu com um gesto
afirmativo, e em seguida rio-se tambem.
Renato comprehendeu, ou para melhor
dizer, adivinhou as poucas phrases que
as duas amigas tinham trocado.
Bertha perguntra a Henriqueta se co-
nhecia o sombrio e taciturno par com
quem ella dancra.
Henriqueta respondeu que nJlo.
E o doiisado acanhamento do infeliz
Renato provocava-lhes a hilaridade um
tanto escarninha
O mancebo sentiu no rosto o rubor da
confuso e da colera.
N'aquelle momento darla de certo,
muito pam fazer recahir em alguem o
accesso de raiva muda e conesntrada que
ae apoderava d He
Ter-lhe-hia agradado urna pendencia
qualquer.
A idea de um duello para o dia seguinte
refrescar-lhe-hia o sangue.
Deu portanto alguns passos pela sal
acotovelando as pessoas inoffensivas que
passavam junto d'elle.
Medio com ar insolente e provocador os
graves diplo matas e os venera veis acade-
niicdta, entre os quaes se achava
inguem lhe prestou, porm, a mnima
attensJw ao ar grosseiro e colrico.
Os seus olhares aggressivos passaram
despercebidos ; nao teve sequer a conso-
lado de dizer comsigo que teria na ma-
nha seguinte de dar ou levar urna esto-
cada.
d repente vio drigrem-se para elle
os Srs. d'Audival e de Chazelles.
Como, porm, nao se achava com o m-
nimo desejo de conversar, fosse com quem
fosse, pacificamente, e como teria sido
perfeitamente inslito promover urna dis-
cusso com os proprios alliados, anvol-
veu-se com a multdo, sahio das salas, e
logo em seguida do palacio.
la entilo amanhecendo.
Renato accendeu um charuto, e regres-
sou melanclicamente, sua habitagao.
O ar fri da madrugada refrescou m
tanto as ideas, e apagou-lhe as ebulicSes
fogosas do sangue, excitado por demasia-
das commooes.
Qonndo chegou casa estava tito ani-
mado, como d'antes, mas muito mais tran-
quillo.
Metteu-se na cama e comquanto se diga
nao ser urna paixao compativel com as
papoulas do deus Morpheu (como dizia o
abbade de Lille) nao tardou muito que
adormecesse.
Adormeceu e teve os sonhos mais en-
cantadores e de melhor agouro.
Pareceu-lhe que dangava com Mme. de
Croy como na noite precedente.
Desta vez, porm, o seu espirito nao. o
desamparara, a sua lingua nao pernecra
muda.
Tudo que se pode imaginar de bonito,
de coquette, de scintillante e apaixonado,
dizia-o elle com linguagem desusada, bri-
lhante, pittoresca, calorosa, irresistivel.
B3rtha escutava-o com pwturbagao e
enleio manifestos.
Sorria-se para elle.
Fita va-o com profundo e meigo olhar
dos seus blhos de sereia .
E emfim murmurava, baixando os oihos Que entre...
e corando extremamente, algumas paiavr&s
que Reuato ouvia, comquanto as d^ssesse
inuito baixinho.
Porque estas palavras que um amante
adivinha, mesmo quando sao indistinctas,
eram :
Eu amo-o !
E a orchestra acompanhava esta suave
confissao com suas melodas mgicas e
que pareciam carregadas de voluptuosa
languidez.
As mil veas das placas davam urna luz
mais suave e de certo modo velada.
As flores espargiam quaes cacoulas em-
balsamadas os seus perfumes activos e
suaves.
E os chos todos repetiam com indolen-
cia amorosa as palavras:
Eu amo-o !
Quando Renato acordou pelas duas ho-
ras da tarde, achou-se com o espirito as
melhores condicSes.
#Mt
aximo
XII
> Rcnauld
Renato acordou, como dissemos, sob
influencia dt um sonho de bom agouro.
Nvto quer iso dizer que o mancebo fos-
se supersticioso.
Mas para elle, como para todo o mun-
do, a boa ou m impresaSo-^das illuaSes,
filhas do somno, subsistan -mesmo depois
de desvanecido o sonHo e extmeta
lllllBO.
Levantou-se alegremente e tinha acaba-
do de se veatir, quando o seu idoso criado
Jeronymo lhe annunciou a visita do conde
Mximo de Bracy,
que entre..- excla-
a cala dn srr punlicido oa cap.tal am Ira-
potan e do. u Dent01 rela'ono de W.
Httiwr, depaxiio e director das graadeoS 1 a
uet.liurti'-as de Silfor^, ;erca de ama *-xp;-
rieacia do du de 8 nora< e da emana ras, r-aliaada naqueila UDrio* ha na armo.
M. M une- asse mau balhastes resaltadas.
Com relicio aa trabaino fo-aecide, os lrice
los opsrariw nj IraBalnaodo mais de 8 fcert
por na cunara o Mtla 0,1 p. e. mus qo coei
o aot go sjs'-e'oa. mu imi prejiit) fot larfEt*
(Dt-QiB eampeosalo pela iimiui.j da deapeaa
le ajanclmento e de i laniaaclo. dpreolagao
do m-neriai, etc.
A proiur.gao maateve-ae ao nivel exigida. M.
t .iner declara qae, em vista ao exno aesli ex-
p-riencia, o da de 8 Doras a* ter adoptado
cono rgimen perraauei ts oaa otfi:ina 4a Sal-
ford, e accresce na qa<*. leudo comnoaicalo oa-
tea resltalos -o enerar, -ate reaolrea adoptar
i^mbem o di de 8 horas nos araeoaea de Wool-
w.:a e as olli;mas do eatido, como ji o pos
em p-atic.i.
O exp ralo* afMci^o Luvett (sl'ecea eo
cooa'qaeocia de ter d di ama qaea do cav*l-
lo, andando a ogi pe to de Legti on Bmiard.
Este finado i o c V-roef Luvet. Cma-
ron qn foi ara du insto iffit.at d< manaba or-
tanatea e ara lairepido e taciogavjl exple*a-
oor.
O cpitao Cimeroo era un cai!hi-o *a*i-
o sy tele le coovers>gao varala a itsrea-
BiniiMiaa.
Eo'.r>- mint )s favos n tives da aai vida, coa-
tava elle raa't-s vezes ests qie virao* emitir,
e qqe lenu icia a sua aluf-i de ve* ladera nlSo
da urt'" li isa Aiiloo e ao mesmo tempo a asa
ajine* h t por Pj-ioriI.
Q un jo .--e dea o ra3i da Charles et Geor-
ee Cimeron, nuj era aindaqaaai cma criaog,
foi s : l'ti 10 P'l) lmi an.e lavlet, jnr er o
uiico los eos a|-i iau ea qae f lava a Unga
frateeta, para ir a bordo do oavio -losirar.U
f-aoeer, qa-> viri aoT-j l^tar pira F-aiei
aqu-lia oarca u-g-e'ra. cid ura nlnnca ,
eu qua aiaeil' aira fesejCMartt admirara
qae a lnglte*ra co Hideran'a ara casa* b-lli
iuii i'itT ;e'it r.iva de :>o coirJ-aineo.o coaira
Lisboa.
O aliii-ante francex, d>p>s -de le* o ultmi-
tiun, oase a Cameou qm- ii -ava asiente, mas
notando qae o rao; 1 K'i la minaoi ae n:o re-
irav, pdrgaitoa Ibe ae qieria maM algiau
coaa.
Sim, toeo ala rmie, responda ell, 1eis-
0 prevenir a V*. Be-*., de qae ae primero tira
qae mande ai*aarar cintra a ndsde, t.-reotoa a
Oonra de mett^r a V. Exc. ao fa ido, coa todas
oa aeas nave.
O Times pubhra non ca*'a do corres-
p vi i-oi uo Oairo rooe a qae.nio eeyseta.
D-pois de *e haver rrl-rido mala una vv A
resir-t-ncia d- Riax tai*hi a fi-c-lisagao ojlew,
o correspoodefti^ do Times ata as od-i" 7ciV
i'oij antigo pai itrio de Arabi-Pacb, qie alo
inor.o favo aveis aos imtlexea que, ao sea ver,
contioaam a obra de A~bi.
0 correspon leile condal P'l affl*roir qie
nao chKoa o moraiilo de tornar i-ieaiv a
admiaulraja' i iterna do Ey .t 1 a tiscilisagaa
inglesa to elli te.iie exe.rcida sob e aa fioan-
gaa, exe'Cito e ohras icii, :.n.
O iiie-Tjio lov) .1 londrino c >mmentanin easa
Cirt, flii qae ia 7eileidades da in lep-nd-orla
do Kidiva aerviram penaa para -c-ifeocer os
egyocioa de qoe roa algeen mais fo to ejM
Knediva e de qae oao ha naaa no Egypte tae
aeja dn*aloaro e et*iiro.
E' t-rapo qoe o E^ypio aatbi qae a logla'*rra
a verdadeira aoDeraua dn Egypto e qae o K:e-
aa nao tem imp>rtancta alloma.
Taub-;n dixem -ie Cairo ao Dad) News, fa
all a npimao nclraa-s geraloseoie a qie ama
malang< de ministerio teri I gr depois das
fe-tas do Raxaian.
D s ae qae Nabar-Pacha anr.ceie' o Ras Pa*
ch4. acores*entaoio. =e q muito tensas as
rrl'CS-s ent*e a Kird va e o miolateno.
0 'elatorio o icia', qae aeso de ser pabca-
do, declara qae no cornejo deste Bes ex'a'laal
em cofre oor c rata da divida ocii ada 197 C00
lloras eeyoela, e por coala da lvida, p ivile-
giada 63 00) libras, o que eleva to Ii I de de-
positad rtppoi* dn nagatpeolo ao aitimo compon
a 1,705,000 e 57J,OOt) linraa enypcaa resaecim-
me*its para cada ama dems dividas.
Q unto 1 rrt raa de Ras Pach*. verilea se
o lacio, piv.a ultima hora cnoirim 00 i:ias de
baver o miniuerio pedido demis*, escoibeodo
o Koediva para reo-ganisaUo a Nabar-Pscb
qae aceitoa a delicada incumbencia.
SHalMS*.
A Ifi contri o amrcniarao.'ionio foi ella de-
cretada.
A aaaemb'a IVdersl -.d-n'oa o proj cta le lei
aobrs medidas n^oroaaa a applizar para ciaba-
ler oa anarchistaa.
Aa camaraa federaes. rea*>ldas deade algaes
diaa em lime, trabslnaram conaoatte o tea
eostame. com mais (rocto qoe appar. to, cooae-
mesma inquietagao que no momento em
que, na noite precedente, Renato o vira
com os olhos ritos nelle.
O' querido conde disse com viva-
cidade o mancebo, vindo ao encontr do
Sr. de Bracy, e apertando-lhe a mo.
Que aspecto tao sombro Que que
tem?
Nao tenho nada, respondeu Mximo
n'um tom que pareca pouco de accordo
com as suas palavras.
Renato nao insisti.
Seguro-se um momento de silencie, apa
o qual proseguio o conde :
Que foi feito do aenhor esta noite,
ou para melhor dizer, esta manha 1 Per-
di-o de vista quasi de repente.
- Ora, replicou Renato, sentia-me jai
fatigado do baile e retirei-me.
Ap?
Sim.
Sentia-se entao muito enfastiado ?
Enfastiado, nao : farto.
Que tal achou a soire ?
B Estavam l senhoraa muito formo-
sas.
Encantadoras.
mouf Renato. Ser serapre bem vindo I
MaScimo ia muito serio, e a sua physi
nomia mostrava, pouco mais ou menos,
Distingui alguma mai particular-
mente ? <*-
__ Na verdade, nao.
__ Pois suppunha o contrario...
Porque ?
Porque me parece ter notado.*
O conde nterrompeu-se.
Vamos, disse Renato, acabe..
(
)

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Diario de Peniambnco l$ouiintt *4& de Abril de 1^4
pe
--(*
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.tu r.ir.t a a s
r*s artig .*
di Ea >p-
rigor com a r-
eini.i iw-nccoV & ' i,a-cn *, r"r' m l
Mlient* *p tn''" 'OH orn-ir-, lisa
ora 'fe ""i' r.ora-'Di de eaud-> bosio, a rel^r
ma f xR-.juiti'li'.
N'ogue o of?a'4, de reno, o irnd Ro qne
alh se lera pU UOaraVl*. toaio <9) I-v- i
fice era mig de tiairo timos coolli; o b.-e qaevd^ e-nao^^Ji-
KQP *8t*r a liberadle era lu*'. Pon f.-m,
80 foi l-.no- oemnent oi-i
ge ID a i >" ***' "''* ''O-lir- '
leifelerM :m>-.e'0<'*ti o* rtH
BOT-HC1 BOBl'C" .
e Votaban o l-*WU O- ,9o ..-ix m lor e.|0! >OC0.
Qa-.liper ini"oo -jo
expio-i s, qu^ fio iqu
oo t o i'occ6'* P"-* Ufce*r era con-
demna<1o a rtet ..onos 'le rraloito, o ma roo
Aqnelle qu* as trtnMa no iran;port-. o un
mo oe rio aif>9S d" rMa*ln.
Tjd.i o i 91'Hu-;.no a 'O uraeii.tp cnmcft a
jfeaer.i. n-ia de vi7i vnx na pe* Impinga, ter
Ora tU'- "' 'ClCi'il. !> I) (Ldlli)-.
Seco*-*" qi* n-ibaiu pirl o- o
arebna '. B ""' '*
n-no'l lid '*"* Pp'i f-"*-ln.
Ne.u *aoe< M >:sco;to! Oj*M
palp i-it..nc* AO loiaisr. '. |u-i'(.-'. -'>
qu- e 11)1 "P? **! "uin ;1 "'','r :l* r,r"
Qj%'a *{!% a 'I ?- (lill'-'ei"t'S P1M corno se Cu p>vh
d ih na Si'-a!
REVISTA DIARIA
llfl a ill.er
SOENCIAS E ARTES
COXSTUUCCO
Ligara analysc da coustriicfo de predios;
regras que devem ser observadas por
oecasio de sita execuco e processos a
empregar.
VII
ARGAMASAS
Depois le tratar da construego das parades,
comuiettcria grande falta se nao dissess.; lign-
inas palavras sobra as argaraassas que, como so
sab.', constituein o elemento principal pan a
formaco dos massicos.
A composico deste matinal por domis
variada, nao s quanto as djsagens conn tam-
ben) era consequetici: de haver em cada locali-
dade divergencia na consistoncia dos materiaes
da quj ellas sao constituidas. Assim. pois, vou
procurar esto lal-as ligairamaBte debaixo djst;s
pontos de vista. '
Consid:rmi as argamassas em ralaco s
suas d09agans,direi4ae os nossos praprietario, j
em g Tal, na > ciirain las vantag ms qua se p le
tirar do emprego da argamassa na fonnaco das
alvenarias. Indistinclaiiienle forman) trago at-
tendendo onicamente a recommandada econ ?-
mi i e applicun, por conseguinta, argamassa de
" lad
pessima quaii latle em traballios im|i irtantis.
J uve oecasio de dizer que mallas obras
reset:'n >>; le sniellinnl: defeito, e tudo por-
que na sua ex 'i-ui.io o einproitjiro ou propria-
tirio alt 'ii 1 ni iinicamjntJ ao principio da eco-
noma do dinhairo. J rt/. tamben) observaros
grandes inconvenientesqua dalii resultam. por-
tauto rasta-me ag ra lo sai Mita tratar da for-
macao das argamassas .: indicar, ite um molo
geral, a>s que sa intarassam pilo aperfaicoa-
menlo das c msli'uccas, qu es as argamasis
qua devem ser preferidas em relacio aos tra-
balhos que se procura esecutar.
Muitas sao as dosag^ns que entram na forma-
gao das argamassas; entretanto lia um paqueno
numaro qua o garalmente empregado.
Assim, pois, tamos:
!. Argamassa formada de duas partes de cal,
dnas de barro e uina de aroi.
2." Argamassa da duas parles de cal, urna de
barro e urna do amia.
3." Argamassa de urna parte da cal e tras de
areia.
4.* Argamassa de urna parta de cal e duas
de areia.
5. Argamassagde duas partas de cal e tras
da areia.
6/ Argamassa de tras partes de cal e duas
da areia.
7. Argamassa de partes iguaes da cal e
areia.
8." Argamassa d; duas partas de cal, duas de
barro, urna de areia e urna de cimento.
9." Argamassa de una parte de cimento e
tres da areia.
JO." Argamassa de urna parte de cimento e
duas da areia.
II." Argamassa de cimento, cal e areia em
partes iguaes.
l." Argamassa d; duas partes de cimanto,
urna de cal e tres de ar da.
t3. Argamassa de duas partes de cimento e
tres de areia.
14." Argamassa ds partes igua;s de cimento
e areia.
Como se v existem ti especies de argamas-
sas qu3 giralm.-nt! sao usadas, mis a falta de
dados para o conhecimento das qua de prefe-
rencia devem ser empregadas, de conformida-
de com os traballios que sa execotarem pode
ocasionar defib irremediaveis qu; tragam
como consequancia sansiveis prejui/.os aos ca-
pitaes empregados.
Por outro lado, como tamben) j disse, a ma
f dos contractadores de obras originam por
sua vez o estrago dos dinlveiros pblicos e par-
ticulares, sacrieando as construcoSes com o
emprego de argamassas improprias, suin mi i
com j lim de gosarem maior lucro possivel e
comp nsarem o exagerado al> itimeiilo qoa ze-
ram no acto 11 arremataca > dos trabalbos.
Pondo mesmo da parte esta segunda bypo-
these I' absoluta necessidade que o constru-
ctor despense o maior cuidado toda a voz que
for oecasio de formar o trago da argamassa
aue deve ser empregada, alim de que nao se
qnalqu r engae, que venlia reflectir em
prejui/.o da construego.
Ontra precaugo deve ser tomada qua a es-
colhi do pessoal empregado nesse servido o
qual devera ter a pratica precisa, afim de que
a argamassa fique beiu tragada e depois de
prompta, em estado ver lad jiramente pastoso. ,
Dimcil ser designar as argamassas que d .:-
vem ser empregadas (mando tratar-sa di reali-
sar este ou aquella trabalho, ponjue, como disse,
os maleriies vanam de urna a nutra locali la-
de ; entretanto depois de fazer algumas consi-
derages sobre este assumpto indicarei, de um
modo geral, quaes se devem preferir as ediri-
cages em terrenos seceos, donando todava de
estabelecer essa preferencia como principio ab-
soluto, atientas as variadas circumstancias que
se apreseulatn por oecasio da levantar-se qual
quer construego.
Nao obstante sirva a referida indieagSo de au-
xiliar aos descuidos desse importautj servigo.
-Comegandi pelo Rio de Janeiro direi que all
a compbsico das argamassas difere muito da
de outras loeadades \ a cal empr;gada fraca,
porque quasi toda e de mariscos e contem g-an-
de quanlidade de residuos, da forma que ha no-
cesssida le de augmentar-se a quanlidade da
cal, para qua a argamassa tome urna consuten-
cfa su 'ciento. Entretanto a areia de boa qua-
lidade o o barro excellente.
No Rio Grande do Sul o contrario se da, a
cal bastante gorda, porque extraliida de pe-
dra calcrea de superior quali la te, ao passo
que a ar ia em rauitos logares ( ussima por
ser muito lina ou quasi pulverizada.
E' necessario dizer que ;io em todo o lista
do, que isso se nota, ha logar :s qu i conten arei
boa para CO struego, e, bem assim, existe cal
de qualidaila mais inferior, p.iran a mais em-
egada em todb o Estado a d: cacapvva Ci-
da aue tica a poucas leguas de S (iabriel) e
Senado de PernambueoE l'ectuou ^
s luinicm a 7 sessj sob a presidencia do Sr.
Dr. Ermino Coalinho.
Compar.'ceram os Srs. Luna Freir. Gongalves
Ferrcira, Perelti, Si Pereirt, Ermirio Coutinho,
A istarcho Lopes, Pinlio Borges, Birros de L-
cenla e Velloso.
' lida e approvada sem debate, a acta da
sessiio antecedente.
Nao ha expediente nem do t. nem do i. se-
cretario.
O Sr. Luna Freir faz observagoes relativa:
.-ca so le ratiTia- |raente ao lugar de supplente do secretario,
m^ct.iiu* fXpin resoondeu a Sr. presidente declarando que pro-
clamara ao Sr. Peretli, depois de concedida a
dispensa pedida pc'o Sr Aristarcho Lopes e ne-
niium dos Srs. senadores ento protestara.
Ora sobre o mesmo assumpto o Sr. Aristarcho
Lopes, respondendo o Sr. presidente que man-
tem a sua decaragao.
O Sr. Luna Freir, usando da faculdade que
Ihe concede o art. 137 do regulamento, appella
para o Senado da eleigo presidencial.
O Sr presidente, declara que se liroia em pre-
cedentes de igual natureza e que sendo o app-d-
lo relativo o questio vencida, nao pode de for-
ma alpuma concedi-l-o :
Passase ordem do dia.
Enc.Tiou-se a 3.* discusso do projerto n. I
deste anno (adiamenlo das sesses do Congres-
so '30 de Setemtiro) orando o Sr. Aristarcho
Lopes'
A requenmento do Sr. Peretli procede-se a
votago nominal, maniTeslando-se a favor do
projecto os Sr. Peretli, Velloso, Barros de Lacea-
da e S Pereiro. 4 ; e co dra os Srs. Gongalves
Perreira, Luna Freir, Pinho Borges e Aristar-
cho Lop^s.
Ficou empatada a volagSo.
Entra em 2,' iliscussao o projecto n- ? deste
anno,; instruego primaria estadual) art i.,
ten lo orado os Srs. Luna Freir que enviou
m isa una emenda sob n. sen lo apoiada e
posta em discusso
Piretti que pad o adiantamento da discus-
sb por 21 horas o Luna Freir, i." vez.
Procedendo-se vottcfto do requarimento de
a liamento, verifica-s: nao haver numero achan-
do-se presentas OS Srs. Luna Freir, Piretti,
S Pereira, Krmino Coutinho, Pinho Borges,
Barros de Lacerda e Velloso.
O -^r- Presidente levanta a sesso e da a
seguinte orlem do dia : votagao do projecto
n I, empata lo na sisso de 28 do crrante e
continuago da antee :dente.
Cmara dos ReputadosDeixou lion-
t :m de liiv r sesso, pir falta da numero.
Faculdade de Dfrr-ito Amaiilia en-
csrra-se as 2 horas da tarde, na secretaria da
Faculdade da Direito a inscripgo para exa-
mes dos seus diversos cursos.
Depois d'amanli reunirse-ha a congregago
dos lentas para tratar do horarios das aulas,
marcar dia para aquellas exames, e approvar
os programinas as de ensino para o crrante
anno lectivo, o tratar le outros assumptos.
Recreativa 8 de FevcreiroEssa
sociedade realtsa boje um fecreio duplo, soba
ilincg.io dos seus socios Srs. Jos Roma de
AI>n>B Lima, Joo Francisco das Chagas ThiUe
e Pedro l-Vrreira da Costa.
Para o Rio Grande do \ort-
O Sr. nr. ilanoel Morara Das, juiz de direito
na comarca de Martins, retirando-se para o Rio
Grande do Norie, leve a gentileza de mandar-
nos o sea carto de despedida.
AgradeceBdo a tineza, desejamos Ihe prospe-
ra viagem.
Reunioes de companhias -Estao
convocadas "para amanha as seguioles reuaies
de companhias :
De Drogas e productos Chimicos, ao meio dia,
ra Mrquez de Olida n. 14, para tratar das
coalas e relatorio do anno findo, e eleger a nova
coniinisso fiscal.
Da Estrada de Ferro de RibeirSo ao Bonito,
1 hora da tarde, no salla da Associago Coin-
mercial Aaricola, para resolver sobre ascontas
do rano findo.
Da de Fiagao e Tecidos de Pernambueo, i
hora da tarde, na Associago Commereial Be-
nelicente, para tratar da reforma dos respecti-
vos estatutos.
rea de IsraelA sociedade desse
nome l'uncciona, amanii, s 7 horas da noite,
em assemblea eral, para tratar de interesses
propnos.
A BrizaPara esse acreditado estabeleci-
menlo de rniudezas Praga da Independencia,
o qual prima ntreos congeneres pela escolhade
seus artigos, acaban) de cliegar e estao a disposi-
go de sua freguezia selectas perfumaras, bel-
los enfeites para toilette, excellentes bolsas, lin-
dos manuaes. bem como binculos carrinhos e
lirinquedos para criangas, lilas, bicos bordados,
enlremems e outros muilos artigos peculiares
ao negocio do estabelecnnento.
Este requer, pois. urna visita dos seus fregue-
zes, e em geral do publico.
A viuva millionariaD esse impr-
tame romance d" Emilio Richebourg, sobre o
qual j livemos oecasio de expender o nosso
juiso, recebemos o 3" voluine, que acaba de
cliegar para a gencia Litteraria.
Ao Sr. Leopoldo A da Silveira, gerente dessa
agencia, agradecemos o alludido exemplar.
5* annistasAmanha dever ter lugar,
n'uma das salas da Faculdade de Direito, s H
'loras da manh, urna reunio dos quintos an-
nistas aim de trataron sobrejnteresses da
classe.
litanieaDizem-n s da cidade da Esca-
da que na coilecgao de plantas parsitas que
possue all o ergenheiro C. O. Carlini acaba de
florescer urna periencente a familia das Orchi-
deas da especie Lclit.
Essa maravilhosa planta faz admirar pela
esquisitice do modo pelo qual florece, pois que
de anuo anno accrescenta 3 .Alores serapre
em um s e grande cacho.
No prime ro anno, quando a Irouxeram da
malta, floreteen em um cacho com o flores ; no
ierceiro anno com 23 llores, h no quartoanns
brotou um cacho com 3i botes, porem dois
dias antes de abrirem as llores secou um dos
referidos boles ; de sorte que licou o cacho com
de 3 flores
10 Joo Macha-lo Evangelista.
lll Carlos Santos.
12 Saliisttano Brancisc i Mrtins.
3 JosO Ru.ino da Cunta Bi.
t4 Ang :o Cabria! Candiw daCunha.
13 Alfrdo Pinto di (lliveira.
16 Austriclino S- de Hollaala Harmigeues.
S- Jos
47 Jos da Silva Marroquim.
t8 Manoel Saverino de Amorim Lima.
Boa-Vista
19 Angelo Tavares.
20 Antonio Albsrto de Sousa Aguiar Filho.
21 Antonio d; A'buquarqua Paas Barretto-
22 Manoel .loaquim Hibiiru.
ti l)r. Virginio Marques Carasiro Lao.
24 Antonio Ferreira da Farias.
2 i Diusdadit da Silva. Ferraz.
26 Joaquiui Olegario Gomjs da Silva.
27 M-inosl Anselmo Ferreira Gaimaraes-
18 Albino Fernn les de Manezes,
Graga
29 Antonio Jos da Silva.
30 Alcidas Barata.
31 Gabriel Tararas do Lyra.
32 Gastn Pereira do Reg.
Afogados
33 Irino de Souza Leo.
34 Joo Bento dos Santos Bernardas,
to Leoncio Quintino d: Castro Lao.
Pogo
36 Pamphilo Julio da Costa Cirne-
l'niai Typographica Pcrnambu-
cana Essa associago, funeci mar i hoj:, em
sesso ordinaria, em sua sede ra Marcio
Dias ir 88, t. andar, s u horas do dia.
' E' da esperar o camparecimento d; todos os
delegados.de oficinas e demais associadps.
O scismar de. urna ori^emAssim
s inti ula mais urna coinposigio do inspirado
professor de msica Sr. Targino Carneiro da
Cunha.
E' urna walsa para piano qu? aere litamos es-
tar na altura da< demais composigOes musicaes
lio mesmo autor, e que assim recommendamos
aos amadores.
Aos Srs. Preallc &.G. edictres da alludida m-
sica, muito gratos confessamos pela remessa de
udj etemplar.
Sueleo rtistieo InstructivoOs
membros d'essa sociedade rcunem-se hoje era
assemblea geral. ra do Padre Florian." n. 28,
Tele^raph 'o> nacional(^ommunica no-
nos da estago telegraphica desta cidade que,
d'oraetn diante, conforme foi deterinineUo pela
diret'toria geral d'aquella repartigo, sao consi-
derados offioiaes nicamente os telegrammas que
emanaren) de autoridade federal era exercicio
que lenha auiorisago para servir-se do telogra-
t^ho e que versando exclusivamente sobre as-
surapto de administrago, tenhain o carcter de
urgencia (art. 98 % 1." do regulamento approva-
do pelo decreto n- <663 de 30 de Janeiro de 18 4)
)s lelegramraas dos governadores dos Estados
s sero acceitos como officiaes ou de servigo
publico quando forcm dirigidos ao governo fe
tler-il.
II >spital PortugusEntrou dejsema-
na nesie estaL>elecimeuiti o mordomo Sr. Adria-
no de Oliveira Maia.
\iii'Iik Ariistico IndustrialEm
assemblea eral xtraordinana fiieciona h >je
essa sociedade, para tratar de assfinplo<> de seu
inieressa.
Vapor. A visEse vapor inglez, espera-
do do sul at amanha, seguir directamente pa-
ra o Para, salvo se encontrar carga e passa-
geiros para o Cear, hypothese em que far
escalla para alli.
E' consignatario o Sr. M. S. Maia, com quera
se, trata, ra do Commercio n. 7.
Raneo de InglaterraNoticiamos ha
dias o tacto d nunciado no relatorio semestral
da directora do Banco da Inglaterra, de irregu-
laridades dos actos do primeiro caixa daquelle
estadelecimeuto. que causaram projuixo de im-
portancia superior de 6.000 conloa de, nossa
moeda.
Era telegramma de Londres de 16 do passado,
leiuos qu nos circuios linancerosdiquella pra-
ga critjcou-se vivamente a declaragao da direc-
tora ao Banco. Nesse periodo do Relatorio disse
o presidente, que o caixa May gosava de boa re-
puttgo e tinba vinte annos de emprego no
Banco.
Respondera os crticos que as especulagOes a
que se alirava May por suaconta com o dinheiro
do Ba co eram notorias na Bolsa, nao podi^m
ser segredo pra ninguem, nem mesmo para a
directora. Sabia-se tambera na bolsa, que May
adiantava a clientes do Banco, quaotias superio-
res aos seos depsitos. Sraeate os directores
ignoravam isso.
Alguns jornaes a essas observagoes accres-
cen-a n que nao baslava a directora declarar
ter tomado providencia para que taes fados nao
se reproduzissem. Na opinio delles as 230.000
libras do desfalque devera ser pagas pelos direc-
tores solidariamente.
Proeessu monstroOs juizes de Ber-
ln) forara chamados a julaar de ura processo
monstro, cuja impresso escandalosa exceder
de muito a do processo dos jogos e tavolagens
do Hanover, encerrado o anno passado.
Por inultos annos, um intitulado baiqueiro,
que de modo nenhuin mereca o seu appellido
de Treuherz coragao fiel), emprestou a lidalgos
de alta estirpe e a fidal^otes de estirpe curta,
quantias consideraveis, a juros de veras aterra-
dores. Cerca de cincoenta tidalgos esto cem-
proraeltidos e entre elles um principe, que as
correspondencias ne Berlina discretamente cha-
mara principe H... e coronel de cavallaria.
Fncontra ara nos papis sequestrados ao tal
banqueiro lettras accedas por essa rapaziada,
todas de 6'i.OdO a 0 i.ono marcos, representati-
vas de imprestimos que nao excederara de mil
a d'-z mil marcos.
Treuherz descontava tambera lettras do com-
mercio a laxas igualmente usurarias.
O onzena'io iem de ver-se agora com a jus-
tica -
Agio do our.''.ontra certos phenome-
nos econmicos nao ha iutervengo oicial que
val ia. Influir para alta ou baixa do cambio e
do valor do ouro, que, como toda a mercadoria
est sujeilo s leis da offerta e da procura, um
erro que se paga caro, muito caro.
Na Servia o agio do ouro era ltimamente de
18 / e isso levantan logo clamores contra a
agiotagem*, quando as causas da depreciago
pitL
dada que tica a poucas leguas de S Gabriel)
desta que cima tr.itei. Estaca! lalvez, a
Melhor que existe em todo o Brazil.
Em ulguns Estad > do norte tambara empre-
ga-se a cal preta, mas j nao da raesma qua-
udade qu; a do Rio Grande do Sul, entretanto
que a areia a nielhor possivel.
Haja \ isla o Estado aa Paraliyba onde at
as ras encontra-se excellenl; areia propria
para fiistniegm e cm muitos Wan a escara-sa
tambm areia de excellente qalidade.
Pelo que acabo de dizer v-se a divergencia
que se observa em toda parla na qalidade
dos materiaes que constituem as argamas-
sas, dive a que lnficulta d#um iodo
extraordinario qualquer muicigo que se queira
Sieira faz r n sentido de empresa -a $em re-
jo cs diverses trabamos de construego
(A segmr
/ t'. de Ohte i. e Crut
Tenente-corone xm cngeanejros
I flores, isto com o accressimo
Es. erase que nao poder continuar no tuturo o da moeda correte eram polticas e econmicas.
mesmo accrescimo. Era vez demelhorara economia do reino e corri-
Ultimameoie floresceu urna outra plantada girosabu os de ordem poltica, o governo servio
mesma familia das Orchide is ; foi a de que nun- quiz intervir directamente para a alia do cambio,
ea brotou caule. ne;n folhas, e que nos referi- e o Banco Nacional da Servia para esse bmpoz no
uios no mez de Agosto do anno lindo.
Essa planta brotou de urna s fela o numero
de 136 cachinhos reunid s, conlendo de 2o a 4
oresinhas cada um, dando um numero de 6 mil
e tantas floresinhas, as quaeg formaram um lin-
do penacho.
Finalmente floresceu urna outra planta tara-
mercado cerca de mil contos m ouro. Foi pou-
co: em dous dias o mercado absorveu esse ouro
e a ta*a nao desceu de 7 i/2'.
O guarda-chuva de Roselirrry--
Occuparatu-se alguns chronistas inglese do
guarda-chuva do lord RoseberrY, novo primeiro
ministro do Reino Unido Nao um guarda-
bem da familia das Onhideas, da especie Epi-1 chuva qualquer, ainda que o proverbio mande a
dendrs, da qual brotaran) diversos cachos, e! tdo o lonurino experieote nao sabir ra sem
entre elles un maior, cora 2 metros e 5w centi- o seu guarda-chuva; qra traste ainda mais
motros de compriraeoto, tendo 1< galbos, con-
tendo o numero de 437 flores liodissimas.
Aposta imperialYum banquete dado
pelo chance!ler i.a nvi, poucos dias antes de
ser votado no Reich tag o tratado de commer-
cio russo allemSo, o imperador Guilherme sus-
tentou, com o maior calor, que a cmara ap-
jrovana aquelle tratado.
o Darao von Stummo rei de ferro como
Ihe chamara na Allemanha, sustentou o contra-
no e fez uina critica d?sapiedada ao tratado.
Aposta o baro um jantar em como o ap-
prova? -Pergunlou ainal o imperador.
Es' apostado para loil s 03 que aiui es-
toreplicou o baro.
0 eidistag votou o tratado, como se sabe, e
o imperador deu-se pressa em escrever ao ba-
ro recordando-lhe a aposta e convidando-se
para o jaolar.
Este reazou-se e o rei do pov'o teve oc-
cusio de provar que abe melhor dar de co-
mer que o proprio imperador.
Tribunal do Jury do Recife -Deve
ser aborta amlirh a 2.* secgo ordinaria deste
Tribunal.
Esto sorteados afim de servirem na mesma
sesso os jurados seguintes :
Racife
1 Adolpho Jos Alves de Carvalh.
Santo Antn o
Conrado da Silva Castro-
Demetrio Alfonso de Torres Temporal.
Breves.
i.
4 Carlos Pires de Magalhies
5 Camillo Corren de Andrade.
Eduai.l Nrbeor.
7 Jo Nunes da Cunha.
9 Jos Gomes S iraiva-
Alcibiiu^a Moura Rolin.
especial.
Em cumprimento velha usanga. creada talvez
por algura fabricante frtil em reclames, cada
primeiro ministro da Inglaterra recebe no seu
advento ao poder, como gracioso dora de cri tea,
um magnifico guarda-chuva escocez. Lord Ro-
seberry gozou, pois, notavelmente do beneficio
deta usanga.
Allirmam certos chronistas que o novo primei-
ro minisiro apreciou muito o presente e escre-
veu ao doador era agradecimento urna carta hu-
morstica, em que Ihe annuncia a esperanga de
que aquelle mimo syrabolica o preserve e sem-
pre dos aguaceiros parlamentares.
Se tr to solido como o greal od guarda-
chuva recebido pelo meu antecessor, posso dor-
mir tranquillo..
Partido^ Republieano Federal-*
Cojumunicaram-nos :
Canforme fora annunciado, realzou-se no
dia 24 do crrente, na cidade de Palmares, a
primeira reuuio do" directorio local do Parti-
do Republicano Federal, ltimamente alli cons-
tituido.
i recentes 19 memores do directorio, fal-
tando os demais por motivos justificados, de-
pois de urna organisago provisoria da mesa,
tratou-se de proceder eleigao definitiva, re-
cahindo a votago, para os cargos de presiden-
te, vice-presideate, e 2."' secretarios na or-
dem en que vao collocados, nos cidados Dr.
Leopoldo Marrano de Paula Los, major Pere-
grino Alfonso Ferreira, Fenelon Affonso Ferrei-
ra e teoente Joaquira Candido de Miranda.
Era acto contiuuo, tomando os eleitos pos-
se doa seus caugos, assurairam as respectivas
cade.iras, o Srs. presidente e secretarios, e
tratou-88 de proceder eleijo de urna com-
misfo executiva do Partida Federal Palmare -
se, tirada do seio do directorio, composla de
cinco meJtbrq^, sendo eloios para laes. cargos
os cidados Dr Leopoldo Marinho de Paula
Lins, Carlos da Silva Faria, m-ijor Peregrino
Affonso Ferreira, tenenle'Francisco Borges de
Oliveira e los Prente de Oveira Firmo.
Passou-se ainda a e eger una commis-
so de tres membros, para tratar da organisa-
go do regiment interna do directorio, sendo
eleitos os cidados Joaq lia Nunes Ri e.iro, Fe-'
nelon Ferreira e lente Francisco Borges de
Oliveira.
Em seguida, o Sr. presidente levantou a
sesso, designando o dia (7 do mez prximo
para a segunda sesso, na qual lero de ser
apresentado-t pela com nlssao os fabaMjos dos
estatutos, ou re erido regiment, alim de serem
dtwc.utidns e votados
(remio Litterario Jos Ranifa-
cloKuune-se amanha, s i horas, era ses-
so geral extraordinaria, alim de ter lugar a
eleiro da sua nova directora.
Dsvopo de No3sa Senli ira da
Ra Morte is membros dessa devogo
reane -se boje s 4 horas da tarde no Con-
venio do Carmo. em sesso ordinaria, alim de
tratar de a-sumptos d importancia.
A EquitativaEsta sociedade ds segu-
ros de vi.la, randada nos Estados-Unidos era
183', cmi.lte apolice do. mais aperleigoado e
novo sysiema, pagandios suii-tros sem demo
'ra alguma e alienas Ihe sao aprestntadas as
certidoes de bito correlas.
As suas apolices sao iuconteslaveis e garan-
li'in urna, apolice remida depois dse terem
elTectuado tres pagamentos aunuaes, offerecen-
do ao segurado, ,no m do periodo toulino,
varias (orinas de liquidago, taes como :
Em diniit'iro;
Em apolice remida;
Em rendimento annual vitalicio.
Os interessados podem obler ouiras informa-
coes dos agentes ou da agencia geral ra
do '"ommercio n. 44.
Hy^iene do p -Alera do suor mais ou
mauos perfumado dos ps, esta ultima parte do
carpo tem outros loas inimigos o olho da par-
di/, e o callo, dous mal :s pequinos na sua su-
prame e sua importancia apparenta. ma^ qu:
sao suficientes a tra-uos a felicidad a, e fazer-
nos aradligor a vida a fazer-nos blasphimar
ou tornar-nos injustos para com a providencia
e a huuiinanidada int:ira.
E imiiru lenta cortar os olbos da perdiz por-
que podem sobr*vir dolorosos incidentes. E
muito melhor cural-os com acido salicylico
puro.
CorUi-se quadrad'isinhis de ceroto, se retallia
um tanto nos s :us quatro ngulos e no- maio
deita sa urna pitada de acido salicylico puro ap-
plicando o todo no doloroso tumorinho e det-
xaudo-o no lugar por 4 ou 6 dias. O olho de
perdiz se ainolb-ce e com a unha sa o exlrah-
muito facilmenta.. Sa adhre arada raz, nao
precisa erapregar a unha enn muita torra alim
d i uo offender os tecidos prolundos. E' me-
lhor renovar o ceroto e o acido salicylico o ob-
ter assim um maior amollecimento da tumor.
No povo commura a crenga de que muito
perigoso cortar o olho da perdiz, e urna (las
poucas rases, em que o vulgo tem razo. as
meias nos sapalos se aninbam muitos e diver-
sos bacterios, que podem pela ferida feita pro-
duzir urna intaeco g.-raK qua torna-se mais pe-
rig >sa, quando o olho fie perd/, est fechada
n um saquinho seroso, jetti havido t casos de
morie.
Sao mui dolorosos os olhos de perdiz que'
crescem deba'xo das unhas dos ps e maltas
vezes exigem a extirpaco parcial ou totil da
unha. Nestes casos tanibmi vale sampre ine-
melnor recorrer ao consallio e ao trabalho de
tldico.
\-sim igualmente monselhamos faz<*r paraos
callos muili. dolorosos e muito crascidos.
Aos gran les caminha lores, principdmant;
quando team a dasventura le t;r profusos suj-
res, costuraam de ordinario apparecer etL-vio$
HMpt.
Fura-se ou toque-sa essas vesculas em alguns
pontos com urna aguUia bm limpa, e umi v;/.
arrebentados enxugue-sa com algiiao salicjlio.
NSo lavar nunca tola a vescula, porqu a
epid irme a medrar defasa das papdl is sobeo-
taneas.
Em caso da inflamages fortos chame-ss o
medico.
Alem disso a hygiene giral dos ps pode es-
tar toda fechada em um i linha.
Muita linipesa, e sapatos largos nao ageitados
a mol mrtN- laifOlMl to pe.
Tentativa de assassinato e luta
No lia 23 do crrante no municipio do Bom-
Conselho o individuo Demstuen ib Ypiranga
tentou assassinar a facadas o cidado Agostinho
Teixeirade Macado que ficou bstanla ferido.
Aps o crime, depois d ter sido preso o cri-
minoso pelo sarganlo commandaute do desta-
camento alli estacionado, na oecasio ni qua
era Deraothenes condu ido para a priso, foi o
masmo commandinta aggredido por um grupo
capitaneado por Lourengo Ypira "ga, pai do cri-
minoso, o qual armado de um revolver, tentou
lomir o preso o que nao consegura devido a co-
ragem o energa do masmi sargento que auxi-
liado por algumas pragas que comparecern) no
local, poule repallir os seus aggnssores.
Na occasiSo la lula forera disparadas alguns
tiros que nao atti giram passoa alguma.
S.iiitissiina Triilade -Esta confraria
solemnisa no da 20 de Mai>, prximo, a
festado. sea Padroeiro, c un aquelle esplendor
qua Ihe p culiar, para realisago de laes ac:os ;
n i se despende pouco, por tanto lembramos |
aos seus con f red as os qua quiserem concorrer,;
dirigirem-se ao seu digno provedor, o coronel,,
Seba3tio Lopes Guima'res.
Oaeracoes i-irurgieasForara pra |
ticadas no Hospital Pedro U as segrales :
Pelo Dr. Alcebiades Velloso :
Pstfiotomia a caivete a cautrisago a Ihenno
cauterio, reclamada por endorecimenlo carteli-j
ginazo do piepucio e cancros venerios.
Raspagem e cauterisago indicada por ulceras j
atnicas da perna.
Pelo Dr. Malaquias !
Amputago da perna no lugar de el&igo indi-
cada por neeroie do tibia.
Inciso de urna fstula consecutiva h abeesso
do hypochondrio esquerdo.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Exlracgo do corpo estranho, agulha da re-
gio thenar da mo esquerda.
Exlracgo de kisto articular do punho direito.
Pelo lr. Berardo :
Duas iridictomias preparatorias indicadas por
Glaucomas complicando cataratas incipiente
Indictomia ptica indicada por leu orna adhe-
rente era lodo heraispherio inferior da cornea.
llatadimri) Publieo^Nesse eslabele-
ciraento foram abatidas 102 rezes para o consum-
mo de hoje da cidade do Recife.
Casamento civil10 escrivo de casa-
same itos da -oa-Vista,, Graga, Pogo e Varzea
aftixou no dia 20 do corrente, na repartigo do
registro k ra do Imperador n. 41, r andar,
editaes de proclamas de csamelos dos se-
grales contrahentes :
Segunda publicago
Cesino Carneiro de Mesquita Cabral, cora
Francisca da Silva Natana, solteiros, residen-
tes na freguezia da Varzea.
Primeira publicago
Antonio Alberto de Souza Aguiar, com Da-
miana de Albuquerque Seixas, solteiros, resi-
dentes na freguezia da Graga
Jos Sabella, com Maria Spinella,, solteiros,
residentes na freguezia da Boa Vista.
O escrivo de casamenlos que fuucciona
nos districtos do ,'ecife, Santo Antonio, S Jos
e Afogados, afflxou na repartigo do Registro
de Casamenlos a rua.do Imperador n. 7o 1- an-
dar, editaes de proclamas de casamentos dos
seguintes contrahentes :
Primeira publicago
Francisco Alves de Souza artista rom Ma
rianna Alves de Souza, solteiros. naturaes des-
te E'stado e residentes na freguezia de S. Jos.
Joo Martins Pacheco, natural de Portugal, ar-
tista cora Amelia Rosa da lonceigo. natural
do Estado de Sergipe, solteiros e residentes na
freguflzia de Afogados.. '
Casa de Jtctenco Movimento dos
oreaos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernara.buco, era 29 de Abril de 1894.
Existiam &9i
Entraran) JO
Sahiram
Existera *J1
A saber:
Nacionaes 4,)'
Mulheres *3
Estrangeiros
Mulheres
Total
Arrasoados
Bons
Doentes
Loucos
Louca
16
0
491
436
413
2*
0
1
436
Total
Moviraento da enfermara :
Tiveram baixa:
Joaquim Jos de Lvra.
Lui/. 'le Franga Sobral, conhecido por-Luizinho.
Tiveram alia :
Zeferino Candido da Silva.
Joo Severino Bezerra.
Inspet'.tria do *i. "distrieto mar-
timoRecire, i7 de Abril de -894.
Boletn) melereoiogico
[Toras Term ceiUi- Barmetro Temi do
6 m.
9 .
12 .
3 t.
6
(a O)
76,07
73S-.81
736-.9
7S7-.35
vapjr
19,81
22.30
40.48
13,97
23.9J
II a tu i-
da de
83
80
78
8t
86
grado
24,8
S7.8
2S,"6
8,'6
27 ,-'8
Temperatura miiiima 2i,2o
Temperatura mxima 31,0)
Evaporago em 2i horas ao sol 7.m7.
Chuva milla.
Direcgo do vento, calma de, meia noite al
3 h. 36' m. da mauh SSW at i) h. 19 m. ;
S at 8 h. 03 m. da larde ESB S alternados at
i0 h 33 ra.; SW almea uoile.
Vehcidade media do vento 3 m23 por se-
gundo
Nebulosidade media 0,38
Boletim do porio
Pra-mar ou Das Horas Altura
bai xa-mar
P. H 47 de Abril 9 -h. 13 da m. 1-J3
B. M 27 de Abril 3-h. 55 da t. 1-M
Hospital Pedro II -O raoviraeiUo desse
cslabelecmumlo cargo da Santa Ca a de Mi-
sericordia do Recife, no dia 27 de Abril foi o
seguinte :
Existiam..... 774
Entraram..... 20
Sahiram .
Fallecern) .
Existera .
------794
16
3
773
------794
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos .
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 8 l/i da ma-
nh e sabio s 9 l/i.
Or. Malaquias. entrou s II da manh e sa-
nio s 11 14.
Dr. SitnGes "arbosa, entrou s 10 3 "i da ma-
nila c .-al)io s II.
ir. erardo, entrou as 11 da luaon e sa-
bio I".
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 14 da ma-
uh e sabio s 10 3 4.
D,. Lopes Pessoa, entrou s 9 1.4 da manh
e sa; ra s 10 3/4.
D-. nastos de Oliveira, entrou s 9 I 2 da
ra' .ha e sanio s '0 3/4.
Ir. Tavares de Mello, entrou s 11 l/i da ma-
nila e sabio s 12.
Pharmaceutico, entrou s 8 1/2 da manh e
s ihio s i da tarde.
Ajudante do pharmaceutico, entrou s 7 da
lanh e sabio ?s 4 '1/4 ra tarde
Cemterio PublicaObituario do.dia
27 de Abril d 18!)i :
Joo Maooel Ildieiro do Coulo, Pernambueo,
96 annos, viuvo Boa-Vista.
Leocadia Maria da oneuig'o, Pernambueo,
03 anuos, casada. Santo Antonio.
Miqueliua e,/erra.de Li na, Brar.ileira, o'i m
nos. csala, S. Jos
Franeisia .Sealiorinlia do Sacramento, Pernam-
bueo* 78 anuos, viuva, linda.
Philomeno I mocencio de .Wanda Pernam-
bueo. 44 annos, viuvo, Poca.
Um feto do sexo masculino, pernambueo, S
Jj-.
Maria Lui/.a da Conceigo, Pernambueo, 32
annos, solleira, Boa-Vista.
Mmoel Elesbo de Mello, Alagoas, 26 auaos,
solteiro, Boa-Vista.
' Isabel Maria da Conceigo, Pernambueo, 4u
aflOOS, soile.ira, Boa-Vista.
Mua Cypriana da llora, Pernambueo, 7 I an-
uos sol tema, HoaVisla.
Manoel Pernambueo, 2 das, Recife.
Cosme, Pernambueo, 2 dias. Recife.
Jos Manoel de Saril'.Vma, Pernrmbuco, 3 an-
nos. Boa-Vista
Cosme Pernambueo, 4 dias, S. Jos
"aloma Mara do Amor Divino, Pe.uambuco,
6 I annos, viuva, Boa-Vista.
Augusto Lima, Pernambueo, 16 annos, soltei-
ro, ba-Vista.
Francis Ignacio Pereira Sergipe, 32 annos,
casa iii, Graga.
Jos, frica, 71 ranos solteiro, Boa-Vista.
Augusto Barbosa Santos, 30 anuo--, solteiro,
Boa-Vista.
Um lelo do sexo feminino, Pernambueo, Boa
Vista
30Abr
A Confederacao do Eqiiador niio foi ura
facto isoiadp o s peculiar trra per-
nambucana ; esse protesto, contra a oti-
thorga imperial, estcnijou-se ao Ceara,
que serapre acompanhou Pernambueo
era seus actos de virilidade contra o des-
potismo imperial.
O cadafalso tambem foi armado no
Cear, e o carrasco, o primeiro ministro
de um rei, nafrase de um sebatianista,
teve que fazer na cidade da Fortaleza.
N'aquella trra foram victimados cea-
renses distinctos, sacerdotes virtuosos e
Ilustrados, cujo crime era amarem a pa-
tria, e quererem eer livres.
Amauli o anniversario dos assassi-
natos jurdicos do padre Goncalo Ignacio
de Loyolla Albuquerque Mello Moror e
do coronel Joo de Andrade Pessoa
d'Anta,
Fazem 69 annos.
Companhi Industria
de Chapeos
Acia da assemblea geral extraordinaria
Aos 30 dias do mez de Marco de
1894, 1 hora da tarde na sede da
Companhia ra Mrquez de Olinda
n 19, achando-se reunidos IJ Srs.
Accionistas que vo abaixo assignados,
e aclamado para presidir a sesso ex-
traordinaria da assemblea geral o Sr.
Accionista Joo Jos de Amorim que
convida para secretario o Sr. Accio-
nista Dr. Pedro Francisco Correia da
Oliveira, na conformidade do que pre-
cejtua o art. 16 dos estatutos.
O Sr.Presidentc usando da palavia,
diz, que achando-se reunidos Srs. Ac-
cionistas representando duas mil e tre-
zentas aeces, mais de tres quartas
partes do capital social, declarava
aberta a sesso d assemblea geral ex-
traordinaria, da Companhia Industria de
Chapeos, e coo,vidava> a directora a
expor os motivos da convocaco da
presente reunio.
O Sr. director Jos Joaquim da Costa
Maya satisfazendo o convite do Sr.
Presidente, diz que, foram dous, os mo-
tivos que levaram a directora a convo-
car a presente reunio : o primeiro oc-
casionado pela necessidade de refor-
mar alguns artigos dos estatutos da
Companhia, como bem indicou a Ilus-
tre commisso fiscal em seu parecer
apresentado na assemblea ^eral ordina-
ria ;o segundo a necessidade de satis-
fazer o decreto n. 177 A de 1 5 de Se-
tembro do anno ultimo que dc.ermina a
substituico dos ttulos de obri-gaco,
as sociedades anonyinas, Jque os n.r0
tenham emittidospela forma do mesmo
decreto.
Assim, diz ainda o Sr. Costa Maya,
a directora submette a apreciacao da
assemblea, um projecto de reforma de
alguns artigos dos estatutos, e pedo
autorisaco para substituir os ttulos
de obrigaco que teem sido emittido,
por outros com requisitos do decreto
n- 177 A e sob as co:;di<;es que a as-
semblea julgar conveniente.
O Sr. Presidente diz que vi apre-
sentar a considerado da aOMBiMca ge-
ral, os assumptos de que acaba de tra-
tar o Sr. Costa Maya, e co:ne;:r F-' >
projecto de referma dos estatutos, que
se.icha sobre a meza e vai ser lido pelo
Sr. Secretario.
PROPOSTA
A directora da Companhia Industria
de Clippos, submette a rM consi-
deracio a reforma dos artigos 6.", 7">
10, 11 e 12 dos estatutos substtuin-
do-os pelos seguintes :
Art. 6- A Companhia ser adminis-
da por urna directora conposta de 3
tramembros, que escolherao entre si, o
presidente, o thesoureiro e o gerente.
unico. O director presidente re-
presentar a Companhia em todos os
sous actos.
Art. t O mandato da directora
ser por 3 annos, poJendo ser reno-
vado.
Art. IO O conselho fiscal, a quem
compete, todas as attrbuices conferi-
das por Lei, ser eleito animalmente e
se compor do 3 membros, para cuja
substituico, no caso de impedimento,
haver 3 supplentes.
Art. 11 Cada director ter de ho-
norario, 300SOO por mez e cada fiscal.
2txoSo<>o por anno.
i? nico. Quando um dos directore-
oceupar-se exclusivamente da adminis-
traco do fabrica percebera alm de
seu honorario urna gratificaco mensal
de 200SH00.
Art. 12. Haver em cada anno no
mez de Marco urna reunio, de .;ssem-
bla geral dos accionistas, para a aprc-
sentaco do relatorio annual das ope-
races da Companhia.
Recife, 30 de Marco de 1894.
Os directores,
Jos Joaquim da Costa Maia.
Jos Gomes Gauches.
Antonio Jos Maia.
O Sr. presidente pe cm discusso o
em seguida em votaco cada artigo se-
paradamente, os quaes sao todos ap-
provados por unanimidade.
O Sr. presidente continuando, diz
que concede ajpalavra aosSrs. accionis 4.-
que queiram tratar sobre a substitu-
Cao dos ttulos de obrigaco da Com-
panhia, as-umpto que faz a segunda
parte da exposico do Sr, Costa Maia.
O Sr. Augusto Fernandos, pode para
apresentar urna autoris.icao habilitando
a directora a substituir os djbentures
da Companhia, e enva a mesa a se-
guinte proposta.
Fica a directora da Companhia In-
dustria de Chapeos, autorisada a rw>
gatar os ttulos de Obrigaco, que
emittio, substitundo os por outros.fna
forma do decre'to "n. 177 A de 15 ,de
Setembro de 1893, e sob as seguinte-
condicoes essenciaes.
i.1
A emisso poder ser feita at a im-
portancia do capital social, em duas
series, de duzentos e cincoenta contos
de res, cada urna e em ttulos do va-
lor de duzentos mil res.
2.1
O juro^ ser de oito por cont ao
anno, pagos por semestres vencidos.
S-*
As obrigaces terao por fianca todo
o activo o bens da Companhia, na
forma do 1. do art. i." da referida
lei n. 177 A.
4-a
O resgate ser feito dentro do prazo
de vinte annos, por amortsaco an-
nual, depois do quinto anno da emis-
so, e segundo as disponibilidades da
Companhia.
Recife, 30 de Marco de 1894.
Augusto Fernandos & C.
Em seguida o Sr. Presidente pe em
discusso a proposta do Sr. Augusto
Fernandos e nao havondo quem queira
usar da palavra e submettido votaco
sendo plenamente approvada.
Nada havendo a tratar e depois de
lda e approvada a pressnte acta o Sr.
Presidente levanta a sesso s 2 i[2
da tarde.
Joo Jos de Amorim,
Presidente.
Pedro Francisco Correia de Oliveira,
Secretario.
Carlos de Moraes Rodrigues Ferreira,
por procuraco de D. Maria Libania
de Oliveira Alves.
Carlos de Moraes Rodrigues Ferreira.
Antonio Jos Maia.
Adolpho de Castrle Silva.
Augusto Fernandos & C.
Jos Joaquim Samarcos.
Jos Gomes G inche^.
Dr. Jos Gongalves Pinto.
Jos Joaquim de Oliveira Fonseca.
Jos Joaquim da Costa Maia.
X. 47. Aprsente acta da assemblea
geral extraordinaria da Companhia In-
dustria de Chapees, escripta em tres
folhas de papel, devtdamente numera-
das e rubricadas, merece f e archi-
vada nesta secretaria, em virtudes do
despacho da meretissima Junta Com-
mereial de hoje datado.
Secretaria da Junta Commereial do
Recife. 26 de Abril de 1894-
O secretario,
Joaquim 7/teoi/tonio Soares Azellar.
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.Piarte tte Seroamanco ~ JPomiago *Q tfe Aliril ffe 18>^^
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Questao de seguro de vida
Tendo na qualtdarte de advocado da Faaenda
do Eitado no inventario dos bens do tensnte-
coronel Jos Fiuza de Oliveira, nanifestado a
opiniao de que devia ser incluido To acervo
inventariado o seguro de 7da feto pelo fina-
do tenente-coronel em favor de sua mulber,
afim de ser-llie entregue rnente a parte que
coubesse na terca dos bens do mesmo finado,
pagando a i veiilnriante bmeflciaria por essa
terga o imposto de logado; o Ilustrado patrono
da inventaria.te o ho irado Dr Cirne, entend'-u
dos homjns praticos dizem qus o beneficio do le, considerando confo' bein proprib da benefi-
' seguro cahir na comtnunhao mas para sibir ciara o bam conquistado a custa e valorea
d'ella no mesmo raomsnto por effoito de uma'communs na cammuntao, acquesto di cewwu.-
doacSo que o marido faz mulber, doago ere-
dora da propriodade por isso qua tal ain-
tencao nao equivoca do marido.
A solucao som duvida, engenhosa e subtil.
Alei.no so contenta- com esta satisfcelo
p latonica.
Sa a lci exiga qua esta beneficio caia na
communhao exige sanamente, nao de modo a
(tabear Iludir ridiculamenta a sua prohi-
bicao.
Se o banaficio commum, de ve ficar com-
mum. Por mais singular que saja a allu lida so-
nhio, derogando assim a regra da partilha
igual dos bens entre os esposos.
Um arresto da CO't3 da Caen sobre esse as-
sumpto e em seguro de vida, em condiejoas mais
favoravais do qu3 o da inventara la, pois vrata-
va-se d'ura s;guro faito directamanta pela mu-
lher sobra a cabaca do marido diz o seguinte I
Visto que a acquigao felfa pela Sra. R-
em seu nome passoal, um acquasto da com-
munhao ;
Visto que os esposos eram casados sob o
r.'gimam da commuonao ; qua os valores mo
conveniente vir a publico impugnar oque eu COQtracto d3 cas.lin3n[0 e da co;nmunhfro. Pan
disse oos autos em relaco ao assumpto. \obtir.3c aqU;e d;s,jo fora preciso violar-se
. Comprel.eude.se bem que por ma.or ><*-] lle rillct)tJS.
tia cota que eu p-ocure pautar os actos de mi- j A q Q ^^ maJiaQt3 Q piga.
nha prolisso nao me era dado reservara mi-!mjntoaQiiualdram03 frQ3Clo3 pDr eUe
nha contestado snrenle paraos autos de "%u psla COIIlimmhao tm estipulado com o segu-
aiodanao me deram vista c nos quaes a di |rador qu, uina soinaiaem dinheiroser pagx no
cussao escapa a apreciacao dos doutos, nao m- dia de sua mortj a ^ m|)]her
teressado directamente na quesl&o.
lucao 6 imposta pala appcicao das ragras do veis dquirid >s por um dos esposos qualquer
que seja o titulo, e os acquastos de todas as es-
pacies faltos por el es juuta ou separadamente
fazem parte do activo da communhao nos ter-
mos do art. liOl, l." do cod. civ.. Visto qua
Depois de iieeira analyse que vou fazer da
opiniao expendida por aquelle distincto advo-
gado, desenvolverei a opiniao que tenho so-
J>reo assumpto e que parece-me mais de ac-
cordo com o criterio jurdica
Antes .de fuzel-o. porm, avenlarei ligoiras
"preliminares, cora o intuito de obviar as inco-
herencias de que se acha eivado o espirito do
meu contendor.
O contrato de seguro de vida um contracto
.' Participa da natureza dos contractos alea-
torios e assim consilirado quando se refere
ao acto passado entre o segurador e o segura-
do, quer dizer entre, commumente, a corapa-
nha de sfguro e a pessoa que sobre sua ca-
beca acciita o seguro. E", em essencia, doa-
co, considerando-se o acto entre o segurado e
o.beneficiario, o priraeiro como doador e o se-
gundo como donatario.
Era que peze ao Sr. Dr. Cirne, semelhante
celaco jurdica a esUbelecida concordemen
He por todos os escrptores que tratara do as-
sumpto e' que dizem sempre referindo-se ao se-
gurado (marido) que elle precisamente doa-
dor e a mulber [beneficiara) donataria ;veja-
Tar esta adquarido do dia do contracto um
crdito contra a Companhia de Seguros? Este
crsdito, bam qua affectado d'ura tormo incerto
dave ser calcula lo hic el nuno como um valor
positivo no patrimonio da mullur? O capital
cabir na communhao ou sar racabido pela be-
neficiara como valor pr jprio ?
Vejamos. Entra Fiuza e a mulhsr houve umt
escriptura ante-nupcial em que .flcou estabele-
cido qua alera dos bans que Ihe havi un cabido
por heranca materna, todos os damais bens ha-
vidos na constancia do matrimonio seriara, com-
municaveis (clausula 10.a). Assim adoptaram o
ragiraan da communhao.
Logo todos os crditos adqueri los por ellas
durante o casamento faziam parte do activo
commum, como effeito da le matrimonial qua
saguiram.
Objecta sa qu; o capital ou indamnisaco nao
sendidevid palo segnrador sano no dia da
morte, esta indemnisacb nao pidia fazer parta
do activo commum, pois no dia da morte a com-
munhao nao existia mais.
Nao procida o argumento. O Sr. Dr. Cirne
mais do que ningoura deva sabar a communhao
conjugal, s;gundo o nosso direito nao se regula
pelos principia do direito romano. Almeid
riiimainc sesuro sobre a vida. Bezenet.
_D *\t Souza diz at que erro e pedantismo funda-
Do termo incerlo -seguro sobre a vida
landres-Liberdade de testar-seguro de vida.
" E segundo os nossos proprios praxistas Lo-
bo etc. doaco todo e qualquer acto de li-
beralidade.
Pergunto-lhc o segu o de vida ou nao um
acto de iiberalidade ?
Desde j preciso cotar, o Sr. Dr. C rne con-
funde segurado com beneficiario, pois diz que
a mulher, na realidade, a segurada.
Isto e inexacto ila tenia.
O seguro de vid 6 em geral urna convencao
que consiste em estipular-se urna SWMM qu
deve ser paga ao realizar-se o acontecira-nio
previsto ou a cum>rir.-oe urna condicao qual
qner, niediunte a entrega de um ou de varios
premios.
O seg irador a pessoa que toma sobre si o
r:sco garntalo pelo seguro, isto, o obrLado
a indemnizar o daino resultante da real isa Qo
do aconteciraento previsto ou de cumprimento
da estipulada condicao -E' sempre a coiipa-
nha.
O egu.adj apasso sobre cuja cabeca se
coastitue o seguro. Tomador do seguro o contra-
etaute quj paga o premio. Quasi sempre to-
mador e segurador estfio confundidos em urna
8 pessoa porque esta paga o premio-
Devo tambera fixar para boa ordem de mi-
nhas ideas o seguinte.
Termo i.uerlo designa na technologia jurilica
um termo cuja duraco dasconhacidu, urna
demora cuja ettffllto impossivel medir des-
de logo- v incerteza versa sobre a realisaco
do facto previsto qua nao pode deixar de pro-
duzir-se.
O exemplo geralmenta apresentado t- a mor-
te d'uma pess4a-
Todo iudividuo morrarj eis um facto eeKo ;
em que poca? iocerto.
Os Roraandos, segundo os commentudoresm o-
deruos cbamaram dei innrftM* a modalidade
-de que fallaino.-. E. assim que sarapre que os
mentar esse instituto jurdico n'aqualle direito ;
que ella assmta smenta no costuina do Raino
e por essa costumj qua davem ser resolv las
tolas as quastjs concernrates ao asSBmpta
(Lobo mtas a M.dl l L. 2 pag. 308).
Ora falso o principio de qua o que nao exis-
te de facto na communhao e que vem depois da
debalde que os esposos R. manifestaram al
intengio de adquirir -i para a mulher exlaindo o
communhao; que, com effeito as convences ma-
trimoniaos nao podam soffrer nenhuma mudan-
ca depois do csamelo (art. 1395) o queos espo-
sos nao poiiam modificar os effeito* lagaesdo
regiraem ao qual se linham submettilo (J d3S
Assurances 188?, pag 83)..
No asesino Tribunal Civil do Sona, na Lei da
25 de Jan airo de i875 e Couteau t. 2, pag. 367
encontrarse esta opiniao .
Provado que deva vir a iuveotario eomo bem
da communhao o seguro da vida,-vejamos o que
deu-lha o marido. A matada do saguro per-
tencia-lhe,como meeira. O marido apaas
despo;ou-se da matada qus cabia-lhe na com-
munhao.' Considaremos as coodigoes em qua po-
da fazel-o. Para recabar ella a motade rejtant3
a titulo da donataria, fora mistar qua coubasse
u* terca do marido, pois da accordo com o art.
,139 da '"onsolidago das Leis civis e as leis ex-1
istentes preciso que a doacao nao vi farir is
legitimas dos filhos pois o conjuga n'estas con-
dices somante podedaixar aa terca. E por
isto de accordo com todos os -tratadistas, previ-
no ao meu illustra collega] que 3e tiver segurb
de vida feito n'estas condigo as e por dasgraca
tiver oradoras e se estas nao qdizeremJIesquei-
car sua3 dividas, sa atirarao a mtale qua lho
partenca, nao obstauta sui opiniao lem contra-
rio e (hypothasa qua comsigo nao sa dar) atf:
sobra todo o seguro quan lo a liberalidada hou-
vesse sido feita em fraude do direito dells.
Na Franca nao padeca duvida de qua quando
o segurado casado no ragiman di communhao
o banaficio faz sempra parte 'da communhao
(Arr. da lo de D3zambro da 1873, Sirey 1874,
tomo 1 pag. 199.(
M. Dujariaz (seguro sobre a vida pag. 87 d.z^;
destituida de gravidadedurante a pre^ da, haviadoze -annos, a nao sel-o pelos estaVV aSim eievado a ceato e teutos o
nbea. ctso, pOTm, 'defazel-o ; limiau-i
do-me, por agora, a duas palavras a
putmSes, dos quaes o direito estava todo
infarctado ou eodurescido dos frequentes
prapMito do eaiprego dos medicataaiitos rapt03 hemorrhag-icos de que era thea-
bomaeopathicosem tinctura m$i, de tro. Estudando o caso, o medicamanto
que no Recite tanto se abusa. Vem esta que mais indicado me pareca era Pul-
pratica l* da desconfianca ou descrea- satilla, appliquei-o, oas baixas, e depais
ua 3} po't," seia nenhnm resultado. Tal
insuccesso fez-me recorrer a outros ra;-
dicamsntos aiuda sem proveito. Voltei
sobre Puhatilla. War-se-ha a hypotlie-
seperguntei a mira raesmoque por te
tratar de um caso to chronico, a 30.*
nao teuha aioda bastado, e seja uecessa-
rio o amprego de potencia anda mais
elevada 1 Lancei raio da 200* : ua vi-
sita do da seguinte vim encontrar a mi-
nbaidosute irradiante de prazer : as re-
gras lhe tinham apparecido, mas abun-
dantemente, normalmente 1 Ha cousa
de poucos das a um Slho meu que ti-
,nha urna uaua eneravada ao grande ar-
tlhodo p direito, havia cousa de dous
ou por ja desengaados dos processoda para tres meses, appliquei Graphitcs na
velha escola: dominados comtudo peta 00'dilutcao, duas doses apenas.-Dantro
rotina, desta oriunda, deque a aeco de dez dias eslava o doente perfeitaman-
medicamentosa esta na razio directa da te curado.
dose w, es3as pessoasdizia eu, usar dessos medicamentos, sao natural- desarrasoado todo aquelle que pensa
ca que, em geral, aqu se nota, da parte
da populac&o com rslacio medicina
homceopatbica, o que nao s nao se con-
forma cjm o grao de cultura moral a
que a mesma deve ter attingido, como
anda menos se explica quando, em tem-
po que.nio vai longe, foi Pernambuco
o theatro de urna propaganda animad-
sima, devida illustracio e actividade
do Dr. Sabino, de saudosa memoria.
E' assim que pessoas anda ignorantes
das leis bomceopathicas on nao converti-
das totalmente a ellas, mas deseiando
experimentar nos proprios ou alheios-
soffrimentos os nossos medicamentos ;
ou por quedellesouvem referir prodigios,
mente levadas a fazel-o sob a forma da
preparaco que reputara mais forte,-1
tinctura-mater.
2*vem anda o abuso em questao *de
que, pbarmacias allopathGas, aprovei-
tando-se dessa tendencia da nossa po-i
pulacio, preparando ellas mesmaj essas
celebres tincturas-m&is, -indistiactamen-|
te s rendem a quem lhes vi com-
irar nm vidro de acouito, ou de bel-(
adona homoeopathica etc. e isso, a
despeito de serem a inaior parte 'dessa.*
tincturas-mis venenos violentos, cuja
veudagem, portento deve ser evitada,;
independente de prescripcio medica.
Pelas razoes que deixo expostas, sen-;
do frequente na pratica familiar, no.
Recife, o uso das tinetntas niais, 'laia.,
de medicamentos homoeopathicos ; cum^t
pre-me, por amor da escala cujos inte-!
morte de um dos conjugas fique fora da com- \qui o baneficiino de um seguro adquire drec,-
munho. Para nao alongar-me mais sobre este
ponto raraatt-rei o Dr. Cirne ao que a respailo
diz 'in todos os civilistas inclusive o notablissi-
rao Borg:s Caruairo os conjuges teem so-
ciadada universal, qu:r em ral ico aos bens
presantes, quer aos futuros, no ragiraan com-
mum. (Direito Civ. Liv. 1. Tit. l S 127 n. 4).
0 valor do saguro nao cntrou, da facto, na
communhao,o crdito, porm,tendo por objecta
este capital fez parta dos bans communs. Este
crdito tem sua fonta no proprio contracto da
seguro e nao na mort i que nao 6 seno aconte-
c ment ao qual sao subordinados os elcitos
do contracto pr;existente. O esposo ben ficiario
tam sido dnruite a communhao credor do se-
gurador. Sem duvida seu direito era affectado
d'uma condicao suspensiva, a sobrevivencia do
beneficiario.
Mas [i ni um credor a termo nem masmo um
credor sob con ligo podem ser assimilados a
pessoas dasprovdas de todo o direito.
O dia da raorte do segurado 6 o do pagamen-
to em que o segurador executi sua obrigaco
mas nao o em qoa esta qbrigago se formou.
Os qu: pausara ser o seguro da vid t urna in-
demnisaco faz:in uraa coufusao manifesta da
Ufes ; sao prejni io, simples facto, nao pode sar
urna fonte da obrigaco ; a obrigaco nasce do
prejuizo resultante d'uma falta, dura delicto qua
obriga ou d'um contracto.
Para acreditar-sa que o capital segurado per-
tenca exclusivamrate a mulher seria preciso
qua o crdito tivessa sido adquerido por esta
depois da morte do marido, isto na dissolu-
textos
termo
encerrara
incerto ( ]
i -nladeiros hypotheses dehw da coraraunhao.
sciso destinguir termo in-
certo de condicao. A condicao um aconteci-
menlo futuro, o termo incerto o perodo em
que pode succ-eder ou deixar de succeder o
facto condicionado.
Pela opiniao manifestada ex adverso o ma-
rido, estipulando o seguro em favor de sua mu-
lher, quiz augraeiii ir a fortuna pessoal d'esta
e nao engrossar o patrimonio commum, quiz
dar-llie outros direitos alera dos que lhe cabi-
ani como maeira e~ portanto nao deve incidir o
seguro na communhao. Do contrario, diz-se o
fino, da operaco seria manque, a providencia
do marido inecaz e Ilusoria.
Os que entendem assim sustentam que a
mulher adquiri o valor em questao depois da
morte do marido e conseguintemsnte dajoois
de dissolvido o matrimonio. Mas isto nao passa
de pura confuso." entre a execu$o do contra-
cto e o proprio contracto-
O capital pago mulher no dia d t morte
do marido, mas o respectivo crdito nasceu
durante o casamento e portanto est compre-
bandido no activo commum.
Est este crdito, com efleito, affectado d'um
termo incarto mas o tormo nao suspende a
existencia do direito.
Vem de molde aqu o quajdiz Charles Claro:
para que um acto produza tees e taes effeitos
nao basta que aqoalle que o faz das aje vel-os
produzir. E' mi.-t.-r que com este desejo nao
contrari a lei.
Dura lx sed lex-
Decarto, pod ser desagradavel nao poierJ
a providencia do marido ee exefeer efficaz-
mente era proveito da mulher, mas a isto cabe
observar que o fconfracto do seguro, apezar 4e
todos os favores que merece, nao st supe-
rior a lei que encontra no seu caminho- At
. que sejam "feitos reparos ^Megistafio .par4 o
deixar viver larga forca qua est :imWU-
co teode obed-'Ger to ekistomtes.
Emalguns paizeS de legUcao .semaHaato
, oeaoiarem m es-
O marido nao p o le declarar que a liberalida-
de indirecta feita a sua mullnr, com excluso
da commuQho, isto que a mulher adquire
um crdito proprio e nao commum ?
Sara duvida um 3.* doador pode fazel-o, por-
que -lhe livra fazer a liberalidade com tal con-
digo mas o marida nao pode utilmente realisar
tal vontada.
Os esposos ligados pelo estatuto matrimonial
e a lei do contracto de casamento estabalece
formalmente o principio de immutablidade
d'este contracto, depois da calebraco.
Sem violar este principio nao pde-se admit-
tr que um crdito estabelecido na communhao,
torne-sa proprio do conjuge singular.
Validar um tal acto seria p.Tmittir-se-lhe
constiiuir uns bens proprios com os da commu-
nhao. E a esse respeito nao susceptivel de
derogaco a nossa legislaco.
A k*i assim fazen lo nao impadio que os es-
posos Uzeasen entra si doac5as. mas procurou
evitar as modilicaces que naoaprcsentassem as
garantas de sinceridad e libardade que offe-
recem as convenij.es redigidas antes do casa-
mento. Suppor qu; estes principios nao atti:--
gem o seguro .le vida, fra adraittir-se um meio
de illudir urna regra da ordem publica sob
pretexto de que crta obstculos a urna siluago
digna de prolecco e de interassa.
A abrogaco parcial ou total d'um principio
laatMte a titulo gratuito o crdito do capitah
por um lado e por outro, um principio da com-
munhao legal que toda a acquisico a ttulo
gratuito da movis corpreos? faitijdurante o
c smenlo aproveita a communhao,'! ^
Pelo expendido v-se bam que o ilstre pro-
fessor fe/., com a sua tlnoria, taboa raza de to-
dos OS principios d; direito.
Na Encyclopadia eucontra-sa um exemplo
igual ao caso figurado.
Pedro segurou sua propria vida cm favor do
sua mulher, filhos ou oatia pessoa; o endit
contra a companhia fixou-se sobre a cabega de
Pedro e foi em seguida transmitlido ao benaficia-
rio? Ou tara tido immadiatamant! por titular
est: ? No ponto d: vista fiscal ( o de qua cogita
mos) o capital figurou nos haveres de Pedro, a
iransmisio dosse capital quees que devera
recebel-o d lugar a un diraito proporcional
de rautaco (transmisso) que se calcula sobre
o total da propria somina segura la.
E como cominumenta niransmisso se opera
por morte do subscriptor, leve-se exigir sobre
este capital o direito de mutago por morte.
A lei franca/a da 21 dejanairo de 1873, dispa,
sem entretanto nada innovar, da masraa forma :
a saber, os b raafici irios pagam o direito de
mutago por morte conforme a lei commum se-
gundo a naturaza do tiiul > e suas relages oam
o de fut lo.
Em sustmtago ainda do que dissa, qua a
apolice do seguro de vida utn titulo de credi:
lo basta referir-me ao inventariojdo espolio da
Chrsausen, no4ual sa V ipiilestc, ten lo faU
to em favor de sua mulher um seguro de vidv
por motivos, commerciaes caucionou a apolice
no Banco de Pernambuco.
Por ultimo quanto ao qua disse o Dr. Cirne
qua procurei confundir doaco causa mor:ts com
legado chamo sua attengo para o art. 13Ho
Rag. de 23 da Julho da 1874qus assim dis-
pa: As doacas-causa-mortis-por serem
equiparados a legados, sao sujeitos ao imposto
ao tampo de se toruarera effectivos pela morte
do doador. Foi isto o qua quiz dizer. Ain.
da de acoordo est o art. 5o do decreto n. 27o8
de 15 de Dezembro de 1860.
Esta raitiha opiniao.
Recife,28de Abril da.i894.
Pedro Pernambuco.
que a energa da accao medicamentosa
;esteja na razio directa da oassa. Esta-
belecido que a dose mais eaergioa aem
sempte ,a mais ponderavel; digamos,
agora, os riscos era qua incorre-so com
o emprego das tincturas maes. Em pr-
meiro lugar, estes tincturas representara,
venenos, algnmas dellas violentos, como
nux-v., rhuss, etc. (nao ha medcameato
que ao seja .veaeno) e o seu emprego
em tincturas mies, uao ser, portanto,
livre de risco, manejado joor mijos in-
conscientes, sobredado na therapeutica
da iufancia. Em-segundo lugar, o me-
dicamento, quando indicado homcepathi-
camente, muttas vezes aggrava applica-
dp em doses massicas.
Hahnemann, quando generalisou o
principio dos similhactes ou homoepa-
tico a toda a therapeutica (a sna raaior
resses aqu represento, fazer algumas, glorka) comecou os seus primeiros en-
MEOICINo
Caimltras uterinas il.ilur.tsi -isimas
no 8 un'/, da Ki-ivid'/.; liydrar
rhea abunilantc. Cura pela II >
meoepathia.
A Exma. Sr. D...., esposa do Sr.
consideracQes a respeito
Neste intuito direi : 1* que taes tin
tura.- s merecem o titulo de homeopaihi-
cas quando feitas de conf&rmidade coro
as regras da nossa pharmaco pea, j era;
relaco a proporcao entre a substancia;
activa e o alcool,j em relaco parte;
ou partes da mesma substancia apro-
veitadas, limpeza absoluta dos vasir
lhamea etc., etc. \ 1" essas ti*tnras-mes
nem sempre representam o preparado
mais forte ou enrgico, segundo muita
gente se persuade ; aquelle, por conse-
quencia, de que se deve lancar mo nos
casos mais graves
Se assim fora, a que viriapergunte-
seessa posologia (arte de dosar) infini-
tesimal, creada pelo espirito fecundo de
Hahnemann. e mantida e defendida,
ao travz de um seculo, por seus nu-
merosos discpulos? Se fora a tintura
mi a mais forte, o medico horneo patha
que alera do interesse proprio que tem
de curar rpidamente o seu doente. mais
anda se sent a isso impellido pela ne-
cessidade de propagar o seu systema,
necesariamente della que aehavia
de soccorrer na pratica quotidiana. Ora,
nao isso o que acontece.
Ao contrario, raramente o homeopa-
ta se serve da tintura mi ; e quando
assim pratica nao .levado, de certo,
pela gravidade dos sofirimentos.
Pois na seriara uns verdaderos lou-
cos estes homens, se essas diliiices n-
finitesimaes do que usam, cora tanto en-
tliusiastno, nao correspoudessem a espe-
ranca que nellas depositam de preferen-
cia mesma substancia medicamento-
sa em estado cru ? I E esses visionarios
haviain de achar adeptos, crear prose-
litisino, e ganhar terreno em todo o
mundo, como tem feito ? O emprego
insistente que fazem os homeopatas
das diluicOes, em differentes potencias
desde as baixas decimaes, s altissimas
centesima* (as 100 ", as 200 ". ao 10U0
evc.) ; as curas que com taes meios con-
seguem todos os dias e de que do -tes-
temuaho pessoas iiisuspeitas ; eviden-
ciara que a virtude .therapeutica de or-
dem dynamica, como os maiores thera-
pentistas o tem reconhecido e por tanto
se pode exercer assim por meio das
exigua; como das fortes doses. A maior
ou menor energa therapeutica de urna
substancia, no Oeutido da lei homeopa-
thica {similia s milibus) nao urna ques-
tao, absolutamente fallando de dose,
seno a resultante de forcas compostas,
como sejam a idade, o sexo, o tempe-
ramento, o estado constitucional do doen-
te, de ura lado ; do outro, a agudeza ou
chronicidade do mal, e ainda a nature-
za ou ndole propria das substancias me-
dicamentosas, Btn s. Assim, prova a
experiencia de todos os dias qu as me-
dias e altas diluicoes, mais do que as bai-
las eas tinturas mais sao bem succedidas
nos temperamentos nervoso e lymphaticoe
snas mesetas, as duas extremidades da
vida, as constituicSes enfraquecidas,
no sexo feminino, as molestias de ca-
rcter indolente" ou chronicas ;e ainda
em relaco aos medicamentos que era
suasynthese caracterstica resumem os
diversos estado cima mencionados.
saios com as tincturas mes, e roi s por-
que visse que tees tincturas, quando ho-
maepathicamente indicadas, produziam
aggravaces, que as foi abandonando,
substitundo-as pela posologia infininte-
l-siraal.
Quanto tenho dicto basta para comba-
ter um dos maiores abusos que vim en-
coutrar na pratica homcepathica fami-
liar, em Pernambuco.
Recife, 26 de Abril de 1894.
Dr. Julio Mario,
Medico homaeopatha.
spmr
Berby tul de 'crajiubuno
N- raa it Qi-.nde 'e lita h'ij u Bociedudds portiVK di>
onrtiy C b u u 6 a corrida.
*> d' -rii unoto Liruztelte pilo reipeeti-
vo .ri>r-..aimu .rr ir<>dvel.
l'e > '8ia ririo 'kllir.
f%Trt rus.i OOrri.U gii. p,-!n8 O DOMOS
PALPiTSS
1 par.o.toibo Fusile ro Da-
2 >>i.-roG dett*-Todo- = MaUio.
3 o p*rei> TuIud Magtfotte FuTfc-
ca 2.-
4" ^ro -Pjr&monPlutao Tiius
(P
5* preuTeoor 2.V:ogaiorMus-
eo"-.
G p.trt-oPetropolisV&p litanoR 7 g leinttn Pl.ji3o Triu-.-.ph i.
Carrelras liv/e
Sao .!-i-jt ji vo;r a b niaieg veaee-
numaro de concessSes, e para que ae-
gnisse o mesmo exemplo do meu Ilustre
antecessor consegu elevar tal numero
a perto de quatroceutas concesuOes, quu
tantas hoje temos.
Alem do desenvolvimento natural que
ordinariamente trazido pela baixa de
preco, era essa norma a mim imposte
por uma razio valiosa, qual a de nio
ser possivel fornecer a todos peinas tu-
teiras, por ser insuficiente o a bastee i-
ment d'agua que se poda en to facer
E to valiosa se foi tornando este u.-
tima razio que fui obrigado mesmo a
tornar geral a medida concedendo-a in-
distiactamente a quem a solictasse.
Actualmente nao ba falte d'agua em
Olinda.
Em 1889 e 1891 consegu fazer de no-
vo toda a canalisaco raestra e no came-
co dest anno assentei uma nova Wmba
elevatoria qua nos veio traser e^te re-
sultado.
Tudo seria assim prospero se nao fora
uma crcurastancia oceurrente e cousa
occasional da ultima resoluco alludida.
A baixa do cambio tem tornado excea-
eivo o preco do carvo.
A tonelada de carvo que nos custe-
va 1580 0 a 175000 hoje nocuste5l$
a 545000 posta em Olinda.
Assim, apezar dos esforcos anteriores.
chegou a vez a empresa d'agua ; ter
dficit constantes as suaa coate*.
Argravado completamente o estado
econmico trazido a companhia, por es-
ta mesma causa, (preco alto do carvo/,
pela empreza de illutuiuaco; e nio sen-
do suficiente o reduzido lucro que nos
traz o novo systema da illuminaci
usado para cubrir os dficits da empreza
d'agua, ter ella de saceumbir se fdr
man tido o statu quo.
E' imprescendivel, pois, um recureo
E este que annuncici o nico de que
posso laucar mi ; fazendo um appello
ao generoso povo olindense.
Pois que, tomando cada consumidor o
compromisso de pagar mupeana d'agua,
teremos um augmento de receite mensal
de, pouco mais ou menos, l:2i)0$000.
A passo q ne isto faco espero dos Srs.
accionistas da companhia, em prxima
assembla geral, conseguir os meios de
desonerar a companhia dos compromis-
sos que os nossos prejuizos nos tem le-
vado a tomar ; cooperaudo elles com o
publico para que consigamos entrar de
novo em caminho de prosp ^ridade.
E se as minhas esperaucas nio me en-
ganarem, logo qu>; tal se d serei o pri
meiro a voltar espontneamente ao pre-
co baixo, medida que applaudi e imittei.
ampliando-a tanto quanto possivel.
Fazendo justica ao meu einpenho nio
ser de certo o publico ce Olinda que
deixar de attender ao presente appeflo.
dorro dog |J.r<5l)9 3
5.
rii-.uacoiss 4 mm\
Antes de concluir devo dizer que ea-
tou prompto a comprar as caaafiacdee
particulares dos consumiilioMS que as te-
nham feito a menos de um anno sejam
forrados a tomar a resolui;i de suspen-
der o abastecimento d'agua por uo po-
der pagar uma pama inte ir i
Olinda, 28 de Abril de IS94.
O gerente,
A. P. Si mees.
SAUDADES
K memoria de miaba irrnS
miL i: -k: s:whsa vzixm
FALLECIDA EM 31 DE MAR(,0 DE 1894
Obi p-Javras, ota linxaa *ois peqrrsc
A descieTfr do peilo a# minhasnriz.
* t
Andr Harlii
lem a honra de participar aos seus
que, por
amigos
"~ -*~"A?0.,n filil frraiififlfi U_ D.-poz o horrivid bi-ijo do .-xler:i;i o,
casamento de sua lillia i'ranusca l_ 1 Arrojando o tea
Borges, pratico ua pliarmacia Ameri- As baixas potencias, ao contrare, e as-
>ni> Imolwtwn has-!sim, era casos mais raros, as tinturas
mis, inelhor actuam do que as medias 9
cana; temperamento lymphatico, bas-sim, em casos mais raros
tente anmica, multpara, chegada ao "
8' nirtz de sua gravidez, accomraeitida,
em Maio do atino p. p., de. caimbras ute-
rinas violentas, e frequentes, simulan-
do as dores do parto, que obrigam-n"a_a
soltar altos gritos; e acompanhadas de
hydrorrhea abundante. J. tinha tomado
Puls. (tiiut. mrtir) e por -prescripcio
puti
irme
O prmeipio de qus nfio se pode mudar a na-
tureza da cunvenc&o matrimonial depois do ca-
samento nao incompativel com odirtto dc,dis-
posicio quepertence aos aspaos de eu putrimjiiu
mas segundo o regimem do.casamanlo. E' as-
sia quano,aaso de separacada beas podem
osspasos desde qu* mo. baj oondicao pro-
hibitiva, dispr do dote,de iccordo com as re-
gpas estobeleotaas.
NVsle caso u.^ain d"uni dweito sem modi3r
o regunem matrnonial.
e por
de um homceopathaAeon. e Bell., da
d'este genero pertBce ao legislador e nao aoj-g.^ alternadamente, mas sem resultado.
interpfcte. Sendo chamado, pratiquei o toque do
eolio ; nao havia signaes de trabalho
de parto. Prescrevi: Caulophyl, 2x.
para tomar uma colher de 2 em 2 horas.
A primeira colher desta poco trouxe
caima, iramediato; e por tal )frma pro-
grediram,as mihoras queno.dia se-
guinte j a doeote sahia ra a passeio,
nao mais voltaram os seus-encomrao-
dos, vudoatjwklwar-seo parto-rmamea
dfepois.

altas nos temperamentos sanguneo e
bilioso, isoladsou fundidos as constitui-
cGes fortes, as idades medias da vida,
o sexo mascuLino, uas molatias agudas
e ainda a respeito dos inedicaineutos que
estes estados recordam, quando applica-
dos ao homem sao. Tenho em miuba
longa pratica observado muitos casos de
successodas altas potencias, onde 5 do-
ses classicas da veilia escola e ainda as
baixas. potpocias--^-do medicamento :--
dicadonada haviaia aproeitado.
O seguinte facte caraicterfSco. Ha
annos na. Provincia do' Pto tratava ei^
de beri-beri hydropjcu utna senhora de
io tivo imprevisto,
deixa de ter logar na igreja da Penha
o casamento <
nlieiro com o Dr. Ral Cintra, devendo
realisar-se na matriz da Boa-Vista, no
mesmo dia e hora designados nos con-
vites para esse fim expedidos.
Companhia Santa The-
rezi
Ao publico Olindense
Devo ao publico olindense uma expli-
caco, sobre o abastecimento d'agua a
cidade ; e venho dal-a para que possara
todos avaliar a minha ultima resoluco.
Retiro-me ao annuucio de que, a partir
de 1 de Maio, nao serio concedidas mais
pela Companhia meias pernios d'agua.
E principiarei por dizer que esta reso-
luco foi por mira tomada, forcado pelas
cir'cuinstaucias, para evitar um mal mul-
to maior.
O contracto que est firmado entre a
Companhia e o Governo nao a obriga a
forne.cer mcias peunas d?agu, e nos casos
extraordinarios admitte e determina que
ate o consumo publico, isto o forne-
cmento nos chafarizes. preferido ao con-
summo particular ou forneeimento era
domicilio.
A Companhia atravessa uma epocUa
perfeitamente anormal, e est ameacadu
de cabir nesta ingrata hypothese de so
fornecer agua nos chafarizes a 40 res o
balde ou mesmo de nao fornecel-a nem
mesmo ah por ser forcada a se liquidar*
Precario, a principio o for ecimento
em domicilio, pde-se dizer que hoje
esse forneeimento o nico capaz de man-
ter a Cbmpanbia.
Estando j sciente disto as admins-
pWi issafiajs* ptaffii'Mi ^s
Vsi*$Bf:-r* i eaarM.p eaa&r'ae.o,
T& ^ F*wa itt#iaa* r-;#* M>7*f
sempre zz rvi tara* aeict ac Ufe ;
Hoj*" nos rouba ora, smaoha ostro
E a>siin pasamos o tributo 4 lfrt.
Ah 1 a escolluda fosie iu a^ora.
Veio o anjo da inorle a em tua fronte
cor|M) sepultura!
E' eplicmero tudo ainda ha pouco
Te vamos alegre, prazenli-ir.i
Com o riso nos labios, embalando
Nos bracos o leu candido Nlhinho,
E agora 6s mora !.. nada mais le resta
De*ta mundo de maguas e inforluMiOi.
Oh como sempre nos illude a vul.i.
C.oioo ludo no* mente na exiltencia !
Cedesta le hUC J no exisu-s'
Vas o leu nome que nos foi 15o grato,
Gravado licara na nossa mente.
O nosso lar. aonde tu sorrias
Coranoseo, na mais doce convivencia
Agora jas tristonho, silenciofo ;
Os sorrisos de eniao, as aleonas,
Tudo, ludo. Mana, la ausencia
Transformou-se no lucio, na tristeza
Nao le veremos mais irma querida.
irna momento de aionia extrema
Com a alma chcia do crutis peiare*.
Nos sobre a tua caOMM mal errada
nepornos urna Croa i* saudades.
Pelas mos d'amide eutrelecida.
Adous. presada inn, em \>u descanca,
Dorme tranquilla o s*ano lerradeiru .
Ri-citc, S9 de Abril de l83i.
AntJiiio Nogiuira de Soums.

Despedida
O bio *i'al<>, por segair ho|
psri Capital PctCvJ a*o poltr
ird r-*p p-8io*laift di ae>:B raa*
amigo-, por Wt- Hbaoluu de t*atpa>f f-
j.irr-i <'t n"io- o*T+ emmprir o *
devor e 16r Jtl 'P^\ d* t9^t m
B rdo G-ii-ce, 2& Awd 9*.
O-onar*! -Joao V'eemU U>U d$
vao j498S&^o8trbutiae5*
'crups'fl- dos jurisa)n8tltos e ** svmpathuis mem comaiUBi seria em parte a r
Poderia< entrar eraaigumas considera-^
Adraiftir-se, porera,^ aq^ta doatritw noregi-1 cSes relativas aos recursos de que dispOe ^
vogjLao. aUa^Sc^diSra^umaca^tra^
Juntal^Coramercial
Consta-nos que alguna amigos
de
o Sr. Jos Prente Vanna, proraove
coiuvalescenca d'aella, sua molestia que rentino de chorada me^' ^^ sua eleieio para uma das vagase
se operou dentro.T.w^e.^ *&$ 2?*%?Jl ^mS re- ti na KuCommercial. ^^
Estamos convencidos de que
io poder recahir em p** *'
bilitada.








>'" l"

.
I
"4
liarfo de Pernaiwbwco Dominyo 3Q de Abril de lftttt
As autoridades superiores
i
1 A' MSTI'IRMla F
r linearas a baixo !
i* Biperar um tormento horrlbilissimo E
realmente aeiim para os verdadeiros culpados;
cortamente assim para aqaelle qae em eolio-
qoio intimo, contlnaaio, lenas, o>ms go mesmo
e isolado da socledade, tem ama voi, ] f'a
ca, qae Iba falla imperativa e assim:se des
coOrem lado qaanto teobo felto, o modo porque
o tenho felto, e os melos de qoe me (eolio serv
lo, flcarel intetrameof i perdido I
Joptoiaoo procara apaixonado me presentar
como om ejemplo, qoaei impo'sivd de prooirta-
de e t de casiidade, (oaae Tai ja todo uso
e todo o mais I I) e en sei qae soa o contrario e
meas cmplices e prot'Ctores (las ma- oirs to
das;, me julgam de am modo compie'o, e eo
sel de lulo isso e vou apparentaado essa boo
radez. qae Jopiauno i oque, aos qiatro ven-
tos e comnm ia'erese ex ramioario.
Fiqoei dominado, de.-lumo ado pela i a de
enriquecer, rtflicn mo bre os meios todo* em miobas roaos, meios tao
facis e lodo sob miaba goa da ; mais aioda re
flseti sobre as cooseqoenciaa dessps actos lodos
os qoaes Tejo agora ameacaioras I I
Ab I qae dtas Tivi ootr'ora I Cerno prioci-
piei iaa bem !
Qae referencias merec ja de am governador
dee Estado, qoaodo de copo em pontn, peran
te a mais sele ta socif dide pernambucana fli'se
assim em om banquete: ... ea Butilo emOro a>
foncciooario maito Ilustrado e ramio booradr,
(t.es... tibs...) qae vem a ar>ar para seropre
com os moimbeiros dota ierra 1 etc., etc. fc
ea boje o qoe son ? Nao teobo man nemto
p das nr.obas sandalias da lev ta corrompa
e elevado e se oo teobo mancbodo coro
miaba honra de laxa e cm-cien ia de azinh .
vre as avellodaios de sa'0'8 atinocraiiccs
porque alguns de seas dooca sao mea? sorics p
se eervem beje de mim como ea me sirvo de:les
tambem.
Se ]a "manche! alguma vez o buroldo e esca-
vado cbflo de cboupaoas bumlldef nio m>
lembro tero... Nem sel mesa para que Jupi
ulano me levoa to looge I Se me descob en
tado, vem citar, al as eeiropbes de Berenger :
on parlera de aa loi't, bien loogtemps sata
le cbaume
Ora Buo ; camiobar para diante, poic re er-
too egaro... poderosos de grande esto Eagoes-
tDencadeadoa btjs commigo tevoolembrar
me, nem mcommodar-me agora com dacgts
insignificantes I I
E' verdaao qae tenho feito o qoe tenbo queri
do e nao eiio, nem op*iiado, *e quer i en"
com qaem pode... e Li j acom Jiploinadis
e nao temo o resto.
Qae me cbamem de prevaricador, de ladro
poDiicc, de todo zombarei ; todos os socios m
defroderao.
E se consegoir moa o imprnatimo encaminba-
do \i so Kovernador aouai, (beiti, Jurima toque
mao heio t) eolao sin?, esta ancia de naefra
go, esta oocu que me meta e que me mat>
desappa'eceril parasempre Eoiio tiro, come
caremoB a recomprar lodos es bies e iiearruios
postoidores do todo o resto. Ejto sito, d&i
tere mais que pres r coatas peas c mpra* que
bel feito, oem aisso lecho rebelo altum. Er tao
sim. cbanselmo Jup> ae a ea coracao, achare!
orna (fraca ioditivel, completa, em ti por me te-
res chamado de sacerdote de tnica i mina uli
da na lorga trajettona de. soa jorcada etc. .
Ab i meu Jupi querido, brilbaste apezbr de tr.e
teres charalo assim de remeta.
Os honrados que assim pensam e que astim
pro:edem setenos, impvidos.uoiformese sem
pre no vasto scfn.r o dea moaiEheiros, se nSo
tcmem por em qoaoio a a^co da jusiica porqce
os protegem roderoses, seos compilis, etper-
mes calmos que sua panigao te realisarj algum
da.
t Caracteres aviMalos assim o por crimea con
tinuoi e impunes s tem estatora m'iilo baix->
e qoaodo a lei os deve pnmr manda a polida
condozil-os pela gola.
Caracteres de taes leitos, qoe lem audacia de
fallar com aotoridadep constiiuidas e at coui
certo applomb. como se tratasse decoefta pa-
triticas e assim proceden perqu Ibei afhr
mama im oaidadeea riqueza fcil, todo a
cu-la ..o erario publico, estes sim pero s
oceos desgracados qoe, descobertos e cot htci-
closoJo se esranejam luz meridiana, mes
no porqoe o propno neme pelo quai acode in
dlca a existencia em sinos hummos, lbricos,
escures e tamcem onde baja do 8 doces qoei-
jop, d:niieiro8 ceos e facis, actcW de compa-
nbia eic, etc. Jupinlano a?nie I Maararas a
baixo e versalbada Je bodeis A' lo<-t !
32 lotes urbanos.
-sW?
?
i
:f
OAO IN-^gATERANO DE ^LMEIDA
^AVALCANTE
O din de hoje assignal mais
uma ridente aurora nsTiyrodalua
existencia, acemita pois mil felicita-
cOes de teu irmao
Epiplianio.
Ao publico
Declarbalo
a imprensa pela ultima
Volto
vez
gmente para satisfazer o meu compro-
misso para com o respeitavel nubli&o;
Contesto o que tem publicado o Sr.
V. Labatut meu respeito e possuo do-
cumentos para provar o que for myster,
Retirei-me voluntariamente do esta-
belecimento deste Sr. sem remunerado
alguma e com prejuizo pecuniario (ten-
do pago aluguel da mobilia do qual nem
fui creditado).
Este Sr. remunerou-se, creditando-se
na conta estabelecida por elle de reis
130S0Q0 valor de um mez de comedorias
e remuneraco de seu traba'ho. Do dito
curso resultou liquido 50S000 cuja reali-
saco lbe compete.
G. Milltcte.
Ao publico
Jis Nicacio Alves e M noel Alve Pimeotel
part' Ipam a qaem ioteressar possa, qoe nesta
data dlisolveram amigiTelmente a socledade qae
tiolua), sob a raio socialUves & Pimeotel
estabelecia com fabrica de cigarros denoni-
nadaCentauroao larg i do Paaizo o. 31 fl-
etado tiao a ac di de a cargo uoi-o do ex-socia Jos Nicacio Al-
ves, e retirndose o socio lianoel Alves Pimeo-
>el Ii7rv e desobrlgado de lodo eqaalqaer oaa
c mmrci8l raat vo a referida firma.
Redfe, 37 de Abril d-<89..
Jote Nicacio Alvet.
lianoel Alves Ptmentel.
A' memoria di nossa tempre lembrada irm
alaria do Carmo A'ogueira
Vilella
30. DA do SEU PASSAME.NTO
(Amanh 30.de Abril)
Debrugado3 sobre a tua campa derra-
man] sinceras lagrimas
Teus raos.
f
COMMEKCIG
1 lente Cario* Barraca
OE\iu.Sr geieral Lene dt Castro onvida
a tolo* os Sra. cnimnandamea de corpo* itofir
ting-^ftep, sous oQi i rio, 'i rj' tur do b ispiai wl iar e mais mdicos
mni,a;es, directo'' oo Arsenal de Guerra e ob-as
mili'vre. cor m >ndante Ca Fjrt bem como os olli :iaes do batalho 6 de MarQo,
rara asistireu ananba na i|f.r))a matriz da Ba-
Vista, as 8 boras da maoba, ama missa por alma
do m inorado 1 leueoie Cirios Barroca, qae
aqu exe'Ceu o cari oe ajaiaots do Arsenal de
Ma iaoa, tempre manifestando se amigo aos of-
Bciaes de ierra.
Tocar dorante o ado a mosica do 2* batalb;
de nfatiteria.
Racife 27 de Ab'-.l de IS9.
O perfume universal.E' seb este li-
soog'iru ii ii,i' que m couUrce boje em todas as
paites e e*prcialmnte no moauo elegame. a
delicila e afamada Agua Fionn de Slu-^y &
L'iQXan, ,'Xtra"lo d?l'caoissimo dos j iruin< ei-
cantados do Trpico ; essencia imperecedoora
que oeixa em toroo algam coaea como uma
r-eordac&o de prazer e do lelnidade realizada.
No D nbo 3. l ; uo l< ocauor n-azer ; e no
lenco dnio'cu. b leeuim?. a fabricada por
Laiman K roo N>w-Y-'k. 2
isa CoMBierclsl de FernaK-
bnco
COTACOU OFTICIAB8 DA JUNTA DOS COB-
inoui
Proea do Recife, 28 de Abril de 1891.
A'ges'do Banco deCredim Ret de P.rjam-
boco do valor realisado de 10u a 130/CO caJa
orna.
Ditas da Compadbia de Servicos Marimos do
valor realisado de ICO* 130/000 Cdda orna.
a Bolsa venderam-se :
|i> Arrea do Banco de Crdito P.eal.
10 Ditas da Companbia de SerTi^os Martimos.
O presidente.
Angosto Pinto de Lemos.
O ecretario,
Antonio Leoaarco Rodrigues.
Vtmttlo
fUAQi. DO BKCIFR
Os Bancos abriram com a laxa de 9 9/16 8obre
Londres a 90 das, ponco fiepois e evaram a laxa
para 9 5/8 e nsais tarde para 9 3;i.
O movimento fot pequeo viato os tomadores
terem se retrabido [ara 10 d.
A ultima hora o mercado afrouxoo sensive.'-
mente e os bancos depois de realisarem algo-
mas transacQOes a 95/8 recuaavam saccar cima
de 9 l/l.
Em papel particular nao constoo negcc'o.
f>tae5es de gneros
Para o agricultor
ASSOCAR
Crlitalisado......* 6*600
fc'aiQB por 15 kilc. 6*000 a 64600
Branco dem dem .... 440J0 a 5/8*1
Somenos, dem idem. 3*80) a 4Ji00
Mascavado dem idem 29o0 a 3*100
Broto idem idem.....4 a *
Broto melauo......2*300 a 2*400
Rtame idem idem .... 2*000 a 2*200
A.goda
. Rio coobtou neeccio.
mleool
por pipa de 180 litros 293*000.
Afuardeate
Por pipa de 480 litros 188*000.
Cearoi
Bsccos salgados na base de 12 kilos a 805 ris
tomioal.
Verdes a 485 reis venda.
Carnauba
Cota-se de 12* a 19*000 por 15 kilos vendas-
TABELLA DAS K8TBADAS DS A88DCAB B AL-
GuOAO
Me* de Abril
Roiradu AS80-car Algo dio
9srcscas ..... ?apores...... Aolmaes..... Kstrada de Ferro Central. Uem de 8. Francisco IiUm de Limoeiro. Seoama..... Das 1 26 1 a 27 1 a 28 1 a 28 1 a 26 1 a 26 Saceos 76952 5385 15429 7871,9 14299 1908641 Saff-as 2976 479) 1904 3321 3409 6702 S^aTSBM-M 23104
Mrl
Colamos nominal a 90*000 por pipa.
Vapor lnatez Actor, entrado de Liverpool e
Lisboa em 4 do orreoie, e consignado a B.aci*
bur e C, marife3tcu :
Carga de Liverpool
Arroz 100 saceos a Figueiredo Costa e C 100
ordem.
Ar us de ferro 78 feixes a J. de Azeveio
e C.
A'pisteTO nacos a B. Magalbaes e C.
btaia* 50 caixas Lopes Albeiro e C.
Barras de ferrn 2>7 e 201 fexes a Cardoso e
Irmao?, 17 a Albin > Silva e C, 102 a Miranda e
Sooza, ti! a A. de Carvalho e o.
Biscoato* 5 caix&es a Ferreira Ro.'iigoes e C .
7 a J. F. o'Almeida.
Barruba 5 tambores ordem.
Hoi5-s < caixa a F. L.aria e C.
Cilcadns 1 caixSoa J. L. d'OIlveira e C.
Cara 10 caixaB a F. 1. P. GimarSee.
Candieiros 1 barrica a J. A. da Silva San-
tos.
Chapeos 1 caixao a B. da Silva Carvalho e C ,
2 a A. Feroandes e C.
Cognac i ca xa a Sa'z-r K utTccaoa e C.
C&ma 1 caixa a Ferreira R drigoes e C.
Cobre 30 volumen a J. 0e S. Aguiar e C, 86
a M. IsabeHa e C, 71 a A. de Carvalho e C, 1
a Gr aih We3tern of Brazil Coupaoy.
Chapeos de sol 1 caix 1 a J de S. Mello e C.
Drogas 2 volomes a Faria Sobrinio e C, 4 a
Guima-a-s Braga e C, 3 a H. Rooquajrol, 1
ordem, 10 a Ribriro e C.
Elstico 1 caixa a Braga e S-
Kstanno H) barricas a A. de Carvalho e C.
Eoxada 30 barricas a Pa;ente ViaonaeC,
60 a W. Hiiitday t C-, 25 a Reis e Santos, 40 a
Vianoa CistroeC, 10 a A. D. C. Vanas.
Es opa 5 fardos a ordem.
Esleirs 1 rolo a J. Loiz Tei'eira.
Fcrrigen8 1 volume a W. Halllday e C a
Braga e Castro, a G. d- S. Peixe, 2 a J. de
Aze?edo e C 17 a A'in Potjrsoo, 6l a Alomo
Silva e C-. 3 a 6. Carvalho e C., 9 a Miranda e Souza, 5 a A. dos
Santos Oliveir.
Fio 1 fa-do a Miranda e Sjoza, 10 a G. de
Mallos Irmos.
FjIOjs de Piaodres IDO calzas a W. Ha'lidaT
e C, 115 a A. D. C- Viann., 30 a ordem, 100
a A. de Carvilbo e C.
Foros de bengala 3 caixas 4 ordem.
Looga 70gigos e 1 caxa a J. de Micedo.
L'A e condeosado 20 caixas a Castro Lemos
eC.
L'.nba 36 calas ordem, 3aRamoseGep-
po-t.
Looa 3 fardos i ordem, 4 a Gomes de Millos
Irmtos.
Mircadorias 3 volomes a Cosa Campos e C,
2 a Comrunbia de F 5*0 e Tecidos, 1 a Compa-
ubia de lucidos d Malba, 1 a F. P. Bolitreao, 2
a Braga e S, 7 a oraem. 16 a Goimaraes Braga
e C.. 1 a T Jus',2 a G. de Mtttos Irmaos, 2 a
F. LaorlaeC, 3 a Companbia Se-vigos Miriti
mos, 12 a Braziliao SaDmanne Telegrapb Com-
pany, 12 a G. Ma-tins e C-, 4 a J. M. Ferreira
e t., 6 a A. Bistoe e C.
Macbioismos 3 caixas a I. Coelbo e C.
Mneriaes 7 volomes 4 orden, 105 a Compa-
obi de Roupas Braocas, 50 a Cjmpiobia lodas-
tri.l Pernamoucaa?, 31 aos herdelros Bow-
msn.
O'eo 50 tambores a Companbia de Drogas.
Objeclos para gas 60 Totumes empresa.
Papel 1 caixa a Braga e Castro, 18 fardos a
Costa L roa e C.
Pezoj 32 a A. de Carvalho e C.
Pipas abatidas 80 a ordem.
Pianos 2 caixas a Carvalbo Jaoior e Leite.
Pro'iOes 61 caixas a Das Feroandes e C, 5
a Salzer Ktuffninn e C.
Queijos 6 eiixes aos meamos.
Isto explica a historia
Fas deaoer o balde o tira do tea poco
aro ao balde cheio de sgua ; examina a e
prova-. 'olara e boa? Pois, eotfio
toda a aena de aqaelle poco ser olara e
b* ? torva e salobre ? Pon tod a
reatante da aquello pogo aera o mesmo.
Por meio do inatramento de sondar es
nossos navios cbteera amia do amostras de
trra do fando do mar, adqniriodo por
meio deilas ama ideia do ponto onda estSo
quando o tempo loes tem impedido a asnal
ob p. i?, da mesma znaneira, o que am hc-
mem falla vem a demonstrar o qie preoc-
capa a aba imagioagao. s acontec:meo-
t a de uma hora nos mostrara, freqaeote-
meote, ama historia de anuos. O musgo
em abundancia em qualqner edificio pro
vara sempre qoe o edicio aotigo, pois
o paseado e o proaente team entre ai lauta
relaoSo como a qoe existe entre a cabega
e oa pe do h-imem, por meio de ervos
e de arteras, e zuaito amiudadas veses
podemos jalgar am oor meio dos oatros.
Tomemca um s parag.apho de ama
carta :
No mes de Outobro de 1892, diz
qaem a subscreve, ctive am s'aqae de
nevralgia moito fort, qae me podaio
quatro metes de scffrimento. A dor era
ooaticua dia e noate, e qaasi inagueota*
vel. Era-me qaasi impossivel dormir.
U prompto e aparte qae fazemos, signi-
rea que ttra disto deve haver ama histo-
r a, porque as causas de ataque tSo grave
alo podem ter ao prodaaido repentina-
mente. Pode ama tempestado discurre-
gar-se aobre nos n'uma hora, mas as
/ rgas que as produzem l;m-se estado
neniadj na aimospbera dorante varios
iaa. Talves aclararemos a nossa asser-
V o se copiarmos no vos paragrsphos da
.esna carta.
Etftctivamea'e aqai temos um : tTinha-
me visto aiHigido daraate gr-.nde tempo,
dia, de dor de estomago; sem exagero
tioba padecido della durante vinte annos.
Aqu pparece ja claro que a tempes-
tadopois o corpo humano, com o mar,
tam sua calma e suas tempestadesera
uma ciusa que poaii prever-se se nosso
amigo tivessd estado em aptidSo para vel a
vir. Mas, ai que a maior parte de d<
somos cegus para ca aigoas e avisos qae
nos d a Natureza 1 Ss rodesemos eo-
teodel-oi, que traba!hos poderinmos evi-
tar-Los Mas, em rica, nSo se podo re.
mediar ; a ezperiencis tem orna escola
mnito dolorosa, mas 0S0 se aprende em
nenhuma outra escola.
Referindo'Se ao ataque que priocipiou
em Outubro de 1892, a carta continua :
(Jom o auxilio de una tantos remedios
que ma receitou o medico, pode recu-
perar am ponco o somno depois dos pn
meiros doas meses, mas isto aSo duroa
maitos das o a dor ae apresentou de novo
na mesma forma. Todos os remedios e
classea de tratameato a qae recorr foram
Iiouteia; a miaba paciencia la-ae perdeado
de d para dia.
Neste estado, om amigo mea veio
ama machi a minha casa e ven.do qoanto
eu aoffria, me ac nselhoa qae tomado o
Xarope Curativo da Mai Seigel, disendo
me que elle Ihe tioba feito maito bem
n'uma dor de estomago de qae tioba pa
deoido desde algum tempo sotes. O seo
oooaelho era demasiado seductor e bem
toodado para deizar de o seguir, e com-
pre immediatameote um tr-isco do dito
Xarope na drogara [dos Srs. Figoeras
Hermanos, e priocipiei a tomal o de aooor
do com as instruyes. No fim de 12
horas, quer diaer, depois de ter tomado a
terctira doze, observei qae a dor nao era
tao iotensa e aenti vootade de tomar ali-
mento.
Agora tenho a atislagao de informar
a voc qua desde entao tenho ido gaohan*
do torgas de dia para di.., at ao ponto de
aer om novo homem. c Pareos me como
se me tivessem transfoimado.
t ImpoBiivel, exolamavam es pessoas
que me viam depois do meu restabelec-
neoto ; se nao o tiveramos visto com
nossos proprica olhus, nSo o teamos acre-
ditado. sse remedio deve ser posto ao
aloicce de todos, anda mesmo das classe
mais pobre8 qa tanto soffrem de enfer-
medades semelbantes, Naoca me encon-
trei tSo bom como m encentro agora.
."e ro a voc a liberdaie de publicar o
que aaooteceu no mea caso se voc a jal
gar neceasario. Da .oc8 dedicado. (As-
signado) Nicols Manell Cama, Chele da
establo dos cano* Americanos, La Biaba!
(Qeron) Espaoha 10 de Agosto de 1893."
Agora b;m : Q ie o que causou o
terrivel padec ment que eace homem aof-
Iria em coosequencia da nevralgia ? Elle
mesmo nos resp>nder ; Ih'o cosou a in-
digestSo ebronica, ou dyspepsia, o terri
vel veneeo de que tinha carregado o san-
gue com a materia qua prostrava es ner
vos. oa entraquecia e oa fazia estremecer
de debilidade e dor. Nio ha tra:amento
que em tal caso teja efficaz, a nSo eer
qu3 opere directamente sobre o estomogo/
o ligado e oa outroa orgSoa da digestSo,
pas a fonte de todo o mal reside nelles e
nSo nos ervos.
Este inapreo.iavel servido, foi prestado
pelo Xarope Curativo da M3i Seigel. Foi
elle o que linpou o estomago e os intesti-
nos da materia em fermentarlo, o que tez
qae as glaadulaa separassem oa oaturaes
sucos digestivos, o que expurgou do san-
gne o venjno e o que fez trabaldar o ma-
Triiboi de ferro e perteoces 385 volomes e
pecas a ordem.
Tecldoe 8 caixas ordem, 7 a Deroet e C, 1 1
Maooel Cbllaco e C, 9 R. de Carvalbo e C, 10
a A. M- Soosi N.igaeira e C, 6 a Manos Caini ba e C, 4
a M. Ouveira e C, 20 a Uacb>do e Pereira, 6 a
Affonso Mala e t.. 4 a A. Vieira e C 4 a M mo.I
da Caoba Lobo. 1 a F-aoclsco Gor^el e Irmo, 1
a Costa Camnoi e C 6 a Olio'o Jardlm e .
Tnias 300 ta xibore e 10 barricas a Compa-
nbia de Drogas, 5 a A. de Carvalbo e C, 30 a
Miranda e Souza.
Taxa8 de ferro 10 a Cud'so e Irmao.
Trapos 5 fardos a Miraa la e Souza.
Vidros 1 caixa a Faria Sobrinno a C.,2 a Gal-
maraes B-atri e C.
Vellaa 5 grades ordem.
Wbitky 15 caixas s H. Fletcber.
Cirga de Lhc
Azelte 60 caixas a Silva Guimaraes e C, 3 a
A. Mai e Rodr goes.
Batatas 83 caixas s E. M. de Barros, 25 a
Santos da Figaeira e C., 100 a B. Magalbaes e
C-. I0J a Suva GaimarSes e t.
Crboias 50 cxxai a E. M. de Barros.
Conservas 100 caixas aos meemos.
Cal 50 barricas a CoiODra GalmarSes e So-
bnnbo.
Drogas 11 volomes a M J. Campos, 10 a Com-
panbia de Drogas, 3 a Goimaraes Braga e C
Sardiahas 100 caixas a E. M. de Ba-ros.
Viobo 2 pipas e 15 barrls a A. Maia e Rodri-
gaes, 100 a Cumpaobia de Estiva, 45 a Ramos e
Gppert, 10 a Ferreira lUdrigoes e C, 12 t Lo-
pes Alheiro e C
fxportacSo
RKciri 28 oa abril ds 1894
Fregu:a do Recife
O sobrado d-. 2 andares o. 40 a roa de
B*rreto de Menezes, oem sotfto ; o pavi-
men.o terreo tem om salSo, trez portas
de frente, sendo nma da espada ; o pri-
meiro andar om 2 jaoelias de Ir mte, va-
rnda de ferros, 2 salas, 2 quurtos, e 00-
sinha ; o 2 j.rdar tem duaa jioella de
trente, 2 qnartos, 2 salas e cozinha, o
um sa'ao e no querto- mediado de trnnte
5 muros e 33 centmetros e de aado, 11
metros, em completo esta O de ruinas,
pela quaotia de 90$030, feito o abati-
mecto lega1, por isto que esta a segunda
sfssa.
Pertenoe aos htrdeiros de Je s Jcaquim
Oias Fernandos.
A arma9.H0, pesos e medidas existentes
oa oasa n. 2 a ra de Dona Mari* Ceser,
oela quantia de 90000, feito o abatimentu
da lei. visto que esta a segunda praca.
Percencem a Antonio Cromes S.'gJir 1
Jnior.
A oaa<\ de pedra o cal no logar deno-
minado Butrios em Onda, com 4 nellas
e uma perta de frente, 2 sa!as, 2 gabioe
tes ao lado, 3 quario;, cosiaha fra com
uma saleta e vm quarto, medindo de fren
te 20 metroa e de fundo 12 ditos e 83
ce timetros, em jouito bom sitado de con-
servadlo, edificada em terrenp proprio,
cercad', com muits irvores fructifer-s.
p>la quaotia de 2.7U h)j, .feito o .bati-
mento legal, por isso qua esta a segun-
da praji.
Perteace a Domioroa Cruz & Ca.
Freguezia de Santo Antonio
A armaoSo de pinbo da res na tida in
veroisada e o b^IcSo da mesma madeira,
existen'es no estabelecineoto a 18, a rus
do Visoonde re Ioham*, pela quantia de
1805000, feito o abatimaoto legal, viste
qae esta a se^'inda pragi.
Perteacante a Ooliayo & C*.
Freguezia de S. Jos
A casa n. 4 L, na ma da via- frrea
de S. Francisco, edificad de taipa, com
porta e janella de frente, 2 oilas, 2 qnar-
tos, cosinha interna, mediado de freate
4 metros 65 centmetros e da tuado 7 me-
tros e 70 centmetro a e quintal cercado,
terreno foreiro, avaliada un 2C0S000.
Pertencaate a Francieoo Comes da Silva.
A casa n. 4 no Fontal da Cabanga,
com porta e jaoella de frente, duaa Belas,
um quarto, cisiona interna, medindo de
frente 3 metros e 80 centmetros e de fan-
do 5 metros e 40 centmetros, ed'fi
cada de taboa, pela quantia de 4360O,
feito o abatimeoto da lei, por .sao qae
esta a tere-ira praga.
Perteace a Tnoodorio Gracio de Alencar.
A casa n. 28 oa travesea da Fraia do
Frto, com porta e janelL de frente, 2
salas, 2 quartos, paqueua cosiaba e quintal,
terreno foreiro, mediado ds freote 4 me-
tros e 50 centmetros e de fundo 8 matros
e meio, em mo estado pela quantio de
648^003, teito o abat manto 1 egti, pir
issu que esta a tere- ira pra$a*
Pertence aos hardeuos do Flix Sjares
de Carvalho.
A cas j da taip-. n. 32 no Largo dos
Remedios, freguezia de Afogcdos, com
porta e jacea da frente, 2 safas, 2 quar:
tos, cozoha exterua terrtm foreiro, me-
-1 diodo de frente 5 matros e 10 centmetros
rlegueira *.ioio uo .. ,
Souza, juiz de direito da fazenda esta- da fand, 9^\:'\ 7. e,tado' pe'a
dotl da Pernambueo. }"*? U^> J*
da le, por B'O que e esta
peses.
Pertencents a Aotonio Duarte Pereira.
E pr f.'rna da lei.
chinismo da naturesa mais uma vez, ras
estabelecenlo, deste modo, uma saude
por ni-.it) tempo quebrantada.
Todos em Portugal deveriam 1er as re-
Uc,5es verdadeiraa e comprovativas em
todos os casos do que este remedio, fa
moso em todo o mundo, est realisando
neste neste pai*. Para aquellos que aao
victimas de doengas e de dores (a qaem
nSo o alguma vez ?) uma verdadeira
revelacSo, um beneficio qae cSo se paga
com dioheiro algum.
O Xarope curativo da Mai Sigel esta
venda em todas as Pharmacias.
EDITAES
O r. Jos Julio
Faz saber pelo presente qae no dia 4
de Maio do correte aono se ha o de arre
matar por venaa a quem mais der em
praya publica deste juiro os baos seguales
penhoradoa por exniiK*" da fasnnda.
rara o exterior.
No vapor ingles Acor, para Liverpool,
carregaram :
B. Williams at C-, C00 fardos com 105.5C5
kilos dealgodio.
J. Faersiemberg & C, 441 saceos com 28,660
kilos de carolos de algodio.
Black oor a & 0 harneas com 225 kilos de
borracha.
G. Caoba 4 C., 20 saceos com 1,328 kilos de
cera vegetal.
II. Forsier 4 C, 318 sacaos com 15,903 kilos
de carc-cos de algodao.
Na barca noraegaeose Baoseo, para
Hall, carregaram : ,
B Williams C, 400 fardos com 70.870 kilos
de algodio.
No patacbo nacional Rival, para o Porta,
carregou :
F. un Mjraes, 1 sacco com firloba de man-
dioca e 1 caixa com 6i kilos de doce.
Para o interior
Nj logsr dioamarqatz Ksabetb, para
Pellas, carregaram :
Amorim Irmaos 4 C, 1,660saceos com 181,661
kilos -de arencar branco, 80 pipas com 37,600
litros de agurdenla e 9 dius com 4,230 ditos
de alco^l.
No palbabote americano lospb W. Foa-
ter, para Rio de Janeiro, carregoo :
Compaolia de Bsllva, 1,000 saceos com fsri
nha de mandioca e 35o ditos com 21,000 kilos
de milbo.
No Tspor francex Entre Ros, para Sao-
tos, carregaram :
S. Gaimsr&ej C 2.S0O saceos com 72 000
kilos de aasacar mascivado, 6 pipas com 2,820
litros de alcool e 39 barra com 2,700 ditos ae
agurdente.
Para Rio de Janeiro, carregiram :
N. Caan & C, 600 saccas com 54,600 kilos
de algodio.
P. Piolo tC, 30 pipas com 14.100 litros de
agurdente.
A. Cbaace 4 C, 51.0 saceos com 30,000 kilos
de assucar branco e 100 ditos com 6,000 ditos
de dito maecsTado.
Compaobia Daiil3c5o Central. 30 plDas com
15,000 litros de alco^t e 10 ditas com 4,700 dnoe
ic agaard ote.
P^ra Victoria, carregaram :
II. iurle & C, 400 saceos com :4.003 kilos de
aasacar mascaTado e 300 barris com 28,800 li-
tros de agurdente.
F. Rosas, 180 barris com 16,520 litros de
agurdente.
Compaobia de Estiva, 1 calza com 130 kilos
de do<*e.
T. Lapa, 212 calzas com 1,896 litros de gen?-
bra e 60 ditas com 540 ditos de cognac.
No vapor ioglez Galicia, para Rio de Ja-
?evo, carreeoa :
L. A. da Costa, 15 caixas com 600 kilos de
doce c 48 ditas com man.as frocti.
no Tapor alltmao Salermo, para Santjs,
carregaram :
P. Carneiro 4 C, 1,030 accos com 60,000
kilos de assocar nranco.
P ra Rio de Janeiro, carregaram :
A. Kantuack 4 C, 25 pipas com 11,750 litros
de agoardene
No t-ipor nacional ilUpcan, para Rio
G-acda do Sal. carreeoa !
L. A. da Ctsta, 15,000 cocos fracta.
Nj va or audlriaco Stefania, para Santos,
carre P. Alves 6t C, 500 saceos com 30,000 kilos
de assucar mascavado.
Pa-a Hio de Janeiro, carregaram t
A. Irmaos & C, 1.400 saceos com 84 000 kilos
de assac-ir branco e 600 ditos com 36,0(10 ditjs
de dito mas:avado
No vapor ioelex Avls, para o Para, car-
regaram :
E. tintnac'i 4 C, 10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
= Na vapar nacional S. Francisco, para
C-'ar, carregaram :
A. Cnaoce 4 C, 10 barricas com 1,125 kilos
kilos ce aasacar branco.
P. Altes 4 C 2 barricas com 180 kilos de
assocar retinado, 6 ditas cou 662 ditos de dito
braceo e 2 ditas com 236 ditas de dito masca-
vado.
Na barcaca Nina*, para Mico, carre-
goo :
Companbia de Estiva. 200 saceos com farinba
de mandioca.
Para Nifl, carreeoa :
J. Souza, 60 caixas com 1,380kilos de sabio.
No biate Crrelo de N* carregaram :
F. Rodrigos 4 C, 5 caixas com 100 kilos de
sabio.
V. M da Costa, 5 barricas com 300 kilos de
sssocar retinada e 5 ditas com 375 ditos de dito
Orases.
Na barcaca ltajahi, para Parabiba, carre-
eoa :
J. Psssos Goimaraes, 15 caixas com 217
kilos de vellas de cera.
abatimiento
a (erceira
na
3o 27 da Abril de 1834
O chele
J. Gorgalves ua Silva.
O tuesoore ro,
L011 Mauoel Hcdngnes Valeo^a.
RECSBEDOAIA OO ESTAD!'
Do da 3 a 27 166 589703
dem ce 28 3:00 16I 169:5924867
"ECIFK MtAjrUfta
De da 3 l -7 9.883 i79
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1 104134088
LesKllmoaioa pnhlUot
asi oa ABaiL di 1894
Renda gerai
Do dia 3 a 26
ldsm da 27
Alfandtga
1,424:8851441
o3:15800
Randa do Salado
Do di 3 a 25 229.495*1154
1,488:1434445
tf creado Mualelpitl d H. los
O moTimento deste mercado no da 27 de
Abril foi o segointe : Enir. ram.
30 bois pesando 4,394 kilos.
1490 kilos de peixe a 20 rs. 294801
30 compart. com mariscos a 100 '3. 3pi 0 >
9 ditos com camaroe8 100 rs. 4900
30 columnas a S00 rs. 184300
4 cargas com galuchas a 500 rs. 24W 0
4 rassoaes com galiobas a 300 rs. 14200
2 carga com macacneiras a 300 rs. 4600
1 cartta couj canoa a 300 rs. 4300
8 carga com bananas a 300 rs. 24400
1 carga com laraa;as a 300 rs. 430o
1 cargas com loocas a 300 rs. 4300
1 cargas com froctas a 300 rs. 4300
35 carcas com farinba a 200 rs. 74090
12 cargas com milbo secco a 200 rs. 244H0
5 cargas com fejo a 200 rs. 14 00
60 logares a 200 m. 134200
16 sumos a 20 rs. 342n0
11 comp. com saieiros a 't 11400)
8 como, com soioeiroa a 700 rs. 54600
9 comp. com fressnras a 600 rs. 54400
3. comp. com comidas a 700 rs. 234800
54 comp. cok fazenda* a 600 ra. 324400
48 comp. com verduras a 300 rs. 144100
70 comp. com fariona a 400 rs. 284000
40 comp. com talhos a U 804000
Rendlmentos do da a 26
2864800
6.9774200
Pragos do da :
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 idem.
Carneiro de 14000 a 14200 idem.
Farinba de 630 700 rs. a cali
Milbo de 500 a 600 rs. a caa.
?eiio de 24000 a 34000 a -ola.
Rtcalbo 703 rs. dem.
Xarqoe 900 rs. kilo.
7.26.4000
Idea se 27
23:8814748
253:3774902
Scmma total 1,741:52143471
Movlinento) do porto
Navios eotrados no da 28
Tamandar e Rio Formoaa12 hoffs, va-
por nacional JaboatSo do 3J1 tone*
ladaa, commandanta Pareira, equipa-
gem 30, carga varios gneros, s Compa-
nhia Peroambaoana.
Sahidaa do mesmo dia
Fernando de Noronha Vspor nacional
cBeberibe commandante Fabio Rin ,
oarga varios ceneros.
Porto AlegrePatachos aaeoe Monitor
oagitio H. Nos tren, carga assucar.
Rio iraode do Norts Hiate naciooal
D. Jaiiac me.tre LaurentiniF. Costa,
carga varios gneros.
Dado e paaasdo neaU cidads do Bsoift
aoa 20 de Abril de 1894.
Ea Jos da Costa Kego Lisas, esorivlo
osssrsvl.
Jos JnliSo Regoeira Pfnto de SofiSS.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL N. 8
O administrador da Recebedoria d esta
Estado,fz publico, para conhecimento den
repo;tivjs cntribuiotes, que, dentro de
trinta das uteis mprcrogaveis contadea do
{.* de Maio prximo, aerSo arrecadados,
booca do oofre ea imposto abaix j men-
cionados decretados, pala Ui de ornamento
em vigor e relativos ao 1 aemeitro do
exeroicio corren a Recebedoria do Citado de Peruambuco,
2S de Abril de 1894.
bffomo d' Aliuquerqus Mei Jnior.
Impoatos a que se refere o edital supra
40 0jQ sobre o valor locativo das casas
de commerc o, iodastria e profitsao aa ai-
dade do Cecife.
30 0|0 sobre o valor losativo da casas
de commercio, industria ou prosso fors
da cid-da do f?ecife.
20 0,o sob'e o valor losativo dea depo-
aitos ou dependencias dos esta'oeleciaaaa-
tos sujeitos a impos'.os de 40 0,q.
2 100 por toaeladt da slvaroogs S ca-
noa de c>rga e dasctrga.
Compaobia de bombeirot.
O Dr. Joaquim Clysio Maia e Silva, pa
do 2 districto do municipio de UUada
a a virtudo '-'a lei, etc. etc.
Fago saber aoa que o presente edital
virem oo delie noticia verem que no dia
10 de Maio vindouro, depois di audiencia
deste JUZO, ser vendido em p*ca O bem
seguate :
Uaa casa de taipa, coberta de telha,
em terreno proprio, no logar denominado
Porto da Madeira de Baixocom doas
janellas da fronte e porta e urna janella
no oitao, com duaa salas, ioia quartos, co-
zoha externa com uma jtuella, Quintal em
aberto, medindo da 'rente 4 raitril a 69
centmetros e da fundo 10 metroa o 70
centmetros, avahada em O.&'lO-i i cuj*
casa vai a praga para p-gamento de eseca*
gao qua por este juito move o coronel t re-
derico Chaves, contra Henrique Ferreira
Poetes e sua mulber.
E para que ciegue ao conhecimento de
todoa mandai pissar o presente edital, qae
ser publicado pela impreoaa o sCBxads
ao lugar do costume.
Diio e pasaadu neste diatricto ds Bt-
baribe, aos 18 da Abril do Aono do Rs
cimento de Nosbo Saahor Jess CnriiiJ
de 1891 5.o da Repblica dos Estados do
Brasil. '
Eu J s de Meio Carnsiro, escrivXo
interino, a escrevi e aesigoo.
Baberibs, 18 de Abril de 1891.O es-
crivSo Js de Helia Carneiro.
Jooqnim Elysio Maia e Silva.
O Dr. Jjs Jallo R'gueira Pinto de
Souis, uia de direito da F, zaada El-
t-idual a Parnambuco etc.
Faz sabor pelj presente qae no da
quatro de Mai i do correte aono aa hio
de arremaUr por veod* a qaem maia der
em prac* publica deste juizo os bsaa se-
guintes, peuuorados por execncSo da Fa-
zenda.
Freguezia da Santo AitoaioA arma-
cao ae madeira amarella ioeroiada a
toda eovidracada, existente na casa ame-
Rio Graode do Norte Hiate oaoioaal
cCurraio do Natal mestre Joaquim H*
da Silveira, oarga varios gneros.
MaceiVapor ioglea c Actor comman-
dante H. Burle, carga vanos g-
neros
Cear e escala V'p>r oaoioaal S. Fran-
cisco Crtmm todaate Antonio A. P.nto,
carga varios gneros.
Jamoioa = Baroa nnrueguense Sjocstff
oapitSo S. Jorundsen, em lastro.
ObaervacSo
Procedente de New York fnadooa so
LamarSo aa 4 lj2 horas da tsrde o^T/apof
alie nao cSalsrao, a na cjmmsnioon
com s terrs.
flav-los esperado?
De Pelotas;
Lugar coraegoeDse Correo.
Patucho allt-mao Uarald.
Pariicno lagles Armar.
Barca noruega Sil.
Logar ingles Aurora.
Paiacbo hollaodes Atiene.
Patacoo portug isa Mariano VL
Lagar po.-iugueraUrinoo Vil
De HamoarR-i
Pa'acbo allemao Trini.
De Live-ptol
Barca Inglesa iliai:
De Hall
Barca allemS F: C. B -re.
De Fleciwjod
Surca noruega Goitica.
De Londres
Barca noroegaease Viking.
De Cardid
Barra noroeea Medea.
Barca no ruega Osmood.
Barca noraegaense Sptkalatioa.
Bares do ruega Protector.
Barca ooroega Briliaot.
De Table B.y
Lagar ingles Albatross.
De Terra Nova
Lagar ingles Stel'a.
Vapores a entrar
Mea de Abril
Eitrorla, do sol. hoje.
galerno, de Ntw-Yjrk, boje.
Jicobvpi, de sal, Boje.
Galicia, da Europa, a 29.
Mea da Maio
Oordogne, do sol, a {.
Thames, do sol, a i
Nlle, da Baroo, a t.
Orenoque, do sol, a 3.
elambre, do sal, a 4.
Liocastrlaa Pnnce, de Nt-Yj k, a 4.
Coogo, da Borona, a 4.
Amazonas, da Europa, a 5.
Bdlctor, de Liverpool, a 15.
Vapores a sabir
Mes da Abril
Siotos e esc., Salerno, boje, Si 4 boras.
Montevideo e esc, Galleta., a 19. a 1 boi
Santos e ese. Entre Ros, 30 as S oras-
Mas Te Maie
Sol, Nile. S, a 1 hora.
Europa .Thames, l, U 1 horas.
Bordea e esc, Dordagae, I, As S horas.
Europa, Oreaoqoi, 3. as S borra.
Sol, Congo, 4. As i horas.
Saoloi e esc. Aoasoaas, 7, l 3 borts.


V
Diario de Pernamboco Domingo 3p de Abril de 1804
t;
ro Tinte dona A ra do Bario flT Victo-
ria, avalia teoce a Pereira Aseveco & C.
Freguesia de S. JoiA casa numero
ete roa do Padre Nebreda, con urna
porU da frente, duas sala, cosinha ia-
terna, sotSo em salfio, pequeo quintal
marido, mediado de frente no metro e
etcnta oeoiimetros, e de fundo seta me-
tro e ciuooenta centmetros, avahada em
traanlos mil ron. Perteoce a Ganerosa
Roa da 3t'va Correia.
A casa de taipa numero oto a rna do
Rosario fregoezia de Af >gados, c m doaa
Bala, dous quartos, OJiioha interna, duaa
jaoelUs de frente, urna porta em cada
outao, em completo < atado de mina, ms-
dindo de frente quatro metroa e aeaaenta
centimetroa e de tundo oto metroa e tea
aenta centimetroa, terreno arrendado,
qaintal em aberto, avahada em quareota
mil rea. Pertence a Mara Joaquina da
CooceicSo.
para constar passou se edital.
Dado e paaaado neata cidade do R;ci-
fe, aos 23 de Abr! de 1894.
Eo, Jos da Cota Reg Lima, escri-
vSo subscrevi.
Jas Juliao Uiiueira Pioto de Scost.
Joao Luia de Moraea proaidente da cono-
misaao de alistamento da > sessfio dea-
te n.unioipio de linda do Estado de
Per:mmbuco.
Fa9o saber qae vai ter lagar o alista-
mnto eleitoral de accordj com a lei n. 35
de 26 de Janeiro de 1892, e convido, por-
tanto, a todos os cidadaoa que ae acbarem
as condeses da ref-.nda lei a presenta-
rem-se peraote a commisaao ou enviar
os seus reaueriraentos devidar-.eote ins-
truidos, dos quaes se dar recibo, at o
dia 21 de Mato prximo futuro.
Saia dua reuoioes da sommiaaSo de alis-
tamento da 3' seccao deste municipio de
Olioda, em 21 de Abril de 1891.
Eu Francisco Venancia Montenegro, se-
cretario o eacreivi.
Joao Lina de Moraea.
Presidente.
Joaquim da Fonseca Cevalcante GalvSo,
presidente da commisaao de aliatamon-
to eleit>ral da 4* seccao deate munici-
pio de linda do Estado de Pt.rnambo.co.
Fo^o saber qae vai tur lagar o alista-
mento eleitoral de accordo com a lei n. 35
de 26 de Janeiro de 182, e convido por-
tante a todos os ciiladaos que se acbarem
Das condicSes da referida lei, a apresen-
tarem se perante a commisaao a enviar os
seus requerimentos devidamonte instrui-
dos, dea quaes se dari recibo at o dia
21 de Maio prximo futuro.
Sala 'das reoni3es da c>auiit3ao do
alistamento da 4a seccao deste municipio
de Olinda, em 21 de Abril da 1894.
Eu Pdro Lina de Mcraea, aecretario o
escrevi.
Jo-qu'm da Fonseca C-avalcinte Galvao.
Presidente.
O tenente coronel Luciano Eugenio de
Mello, presidente da oommisaSo do
gliatamento eleitoral da freguezia de
Beberibe, municipio de Olinda, Estado
de Pernambuco, etc.
Faco sab-r que vai ter lugar o alista-
mento eleitoral da accordo eom a lei o.
35 de 26 da Jaoeiro de 1892 e convido
cortanto a todos os cidadaos que se acba-
rem as condc,oiB da referida lei a epre-
sentarem-se perante a commiesSo, envia-
rem os seus requerimentos devidameote
inatruidos, doa quaes se dar recibo at o
dia 21 de maio prxima futuro.
Sala das reaniSes da comnssao seccio-
nal da tregenla de Bebanbe rn do
Capitao Mello n, 2, em 21 de Abril de
1894.
Eu, Antonio Prieto, secretario, subs-
crevi. .
Lnciano Eugenio de Me: lo,
Presidente.
DECLRALES
Club Carlos Gomes
Assembld geral
Convidarais de novo aoe Srs. socios para reo-
oirem-ae domingo 29 do orreote. Ss i I boras
ds maoba, na sde do CuD, D.ra os rins i'a
pnmeira cooocacao. sendo que de accordo com
oe eflt--tuto9 (alora*! a assembla com o Da-
mero qo compsrecer.
Secretaria do Club Caries Gomes, em 26 de
Abril de 189*.
Alvaro Pialo Alves
I* secretan.__________
Arca tle Israel
De ordem do irmfio presiente. couvHo a lo-
dos nseos irmos para asMsii-em asefia>ne
assmbla peral., qw ter lugar no da 30 do
correte, as 7 saras i.'a ooiie, <.tim de t'atarmos
te Dcgoi'ios de grande iDie'esse para a enrpora
Cao e qoe faocciooar definitivamente com o
ncmero ae accios qoe comparecer, e tomar as
medidas que forem -ipprovadas pelos mesmoe.
10 de Abril de 1894.
O secretario
J. P. Doartf.
" COMPANHIA
Industrial e Commercio de
Estiva
ConvHn rsppbor*>3 accionistas a aprepeota-
rem no es:riptorio desta compaobia os recibos
ce soafc ei.trauas de capital, u< mi 'os por bui D qIo representativo de snas ac-
CO>8.
Recife, 10 de Abril de 89i.
A. Femantes
Director sw-retari .
DERBY-CLUB
PERNAMBIJCO
PAOGBAMMA 1)A 6" CORRIDA
QUE SE REALISARA'
HO
O Dr. Arthur Hennque de Albuquerque
Mello, presidente da commisBlo d alis-
tar en to da 7 a seccSo d'este mancipio
do Poqo da Panella, Estado de Peroam
buco, etc.
Faso saber qae vae ter lugar o alista-
meato eleitoral, de accordo com a lei D.
35 de 25 de Janeiro de 1892 e convido,
portanto, a todos o cid*d;~(S que se
acharem naa condicSes da referida lei a
apresentareo se perante a comm'ssSo, oa
a enviar os bspb requerimentos devida-
mente instruidos, ana quaes se dar reci-
bo al o da 21 de Maio prcx mo futuro.
Sala das rean>5ea da 7.' commiesSo sec-
cional d'este municipio do Pogo da PanelU
em 21 de Abril de 1894.
Ea Manoel Ferreira da Costa o subs-
crevi. .
O prndente da commisaao.
Arthur Henrique de Alhuqu.rque Mello
Secreuria 'a Inatruc^ao Publica do Es-
tado de Pernamboco, 19 de Abril de
1894.
EDITAL N. 27
De ordem do Dr. Inspector Geral da
Inatr uccSo Publica e em virtude da repre-
sen'acao qoe Ihe fo presente pelo Dr.
Regedor do Gymnaio Pdrnambocano,
chamado o prefesser dease estabeleiimento
Dr. Baymundo Carneiro de Sooaa Ban-
deira, a allegar dentro do praso de 30
das os motivos pelos qaaes nao tem bo
apresentedo aula de ScienciaB Ntoraes
desde o dia 10 de Outobro de 1890, data
em que Ihe foi concedida lioenca pare to-
mar parte dos trabalhos do Congresso Fe
deral, sem que, entreunto e dorante as
ferias do mesmo Congresso tivese allega-
do qoalquer motivo que jaitificaiae a saa
scaenoia.
Na forma, pos, do art. 197 % 2. de
Regalamento vigente da Icstracco Publica
e de ordem, como ji fiooa dito do Dr. Ins-
pector Geral da Ioatrucclo Pnblioa, fica o
referido professor intimado para no alia
dido prsso de 30 das apresentsr as suas
allega$5ei. r
O mencionado praio correr do dcimo
quinto dia da pablicac&o do presente edi-
tal iob pen de procederie iaa rev-
lia, de aooordo com o % l*. do citado ar-
tigo.
O secretsno,
Baoharel Perganno Barato de Araujo
Galvao l
o. "-* -
Parlicipacos aos poho< e as Exmai. Famiiias
que bo|" ba receio duplo.
Recife, 29-4 -9fc.
P^eoirirnie.
_________________________loaqolm Oliveira
Costuras to Arsenal
de Guerra
De ordem do cida 1&0 leneate-corooel director
deste arsenal, distriuu'-se lostaas nos illas 1,
l e 4 de Maio prt>sioio vinrionro. codo as cs'o-
reims pos-utdoras das fintas de ns. SOt 550,
de confurmiJade coaa >8 ordeni ea vigor.
secgo das costuras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernamboco, 29 de Abril de 1894.
Fthx Antonio de Alcntara,
Capiao adjaulo._______
Companhia do Bebe-
ribe
Previne fe sos tenhores conee^sionarios de
pennas d'af,on. que no te mosda nova difposi-
cao do art ab" do rf-Kolaojeot) do peonas r/aeaa
e on visti da cMMilaj da Q.orj'a de lO-recto-
res qoe declara ier sido de >/i a. por 190J, o
esmo-.o meaio sobr-i prag de Loodrer, ros
triDta das decorros de 23 de M^ico a 24 de
Ab'il to or entj ano o prego d'seui as casas
pelas peonas, ser na r.iii de 65000 para a
laxa miuima e de ii\ r-. por metro cubico de
excedente oo pruiimc mez de M>io.
R-cife, 27 de Abril ne 189t._______________
Alfandega
Terrenos ce maiioha em
Boa Viagem, Piedade,
Veoda Graode, Candeias,
Paivs, Gaibu' e Naxare-
th do Cabo.
De oriem do Sr. Pr. inupactor, n5o
conviodo aos i^teressea da tazenda que
contiauem em abanduno ou sendo utiliaa-
dos por particalvrea sem nenhsrn titulo
de coocessao Das condigooB da lei e sem
as obrigE9oea que*de>aa concessao davem
decor.'er, os trrenos de marinba da praia
de Boa-Viagem a da Piedade, Veod
Granda, Candeiae, Paiva, Gaib e Nata-
reth do Cubo, sao convidados t>doa
aquelles que se jul^arem c.a direito a
preferencia no aturameatu uls meamos
terrenos, taes c rao ob pessuidores dos
terrenos contiguos, "iram requerer essa
prefe'encia, de accordo com o Regula-
meDto qne baizou com o Decrato n. 4105
de 22de Fevereiro de 1868, o que de-
ivera ser impreterivelmente teito no prszo
de 30 das que fica pelo presente mar-
cado, a contor da saa primeira pubiiet-
9S0, sob pena de nao ser respeitada ne
huma p"8e e nenhum direito a tal pre-
ferencia, dispondo livremente a taseoda
dos referidos terrenos e ooocedendo-os
por aforamento a quem os pretender e
satisfazer as formalidades legaes.
Compre xccreaceotar que j se obam
neita Repartido e peadem de despacho
alguns requerimentos pedindo aforamento
de terrenos comprebendidos nos de que
cima se trata.
3 a Seccao da Alfandega de Pernambu-
co, 27 de Marco ds 1894.
O ebefe,
Luiz Frederico Codeceirx.
Da 29 de Abril de 1894
No Hippodromo do Campo Grande, cedido
peladigoadirectoriadestasocie ade, em
consequencia de achar-se em concert o
respectivo edificio.
IVomea
s
a
a
Pellos
X :-.! ra-
liUade
cor da Veati-
menia
Proprletarloa
l.Pareo-Coaisi
25/000 ao 3
oiaco-8C0 metrosAoimaea dePeromboco qoe no techaro caobo Io
i ohmios noo Prados do Recife. Premios : 250*000 ao 1, 80*000 ao 2 e
Na-cizo.....
Potei'O...
l,. 11 asco----
Tapajoi... .
Castaobo----- Peroatrb.. 51
51
Castanho.... a 51
> C 51
Preto, eoc. e branco.
Encarnado e preo...
Azul s creme........
Azul e bonet encaro..
H. C.
Coud. Arrayal.
J. P. S.
J. A.
2 Pareo-Velocmade-900 metroa-Aoimaes de Pernamboco. Premios: 250*000 ao
V>, SMJ00 ao 2 e 25*000 ao 3*.
Todo ......
tfalaio......
Ally Stopper
Galet.......
Mellado.....|Paroamb..
c
1(0lado....
5 i
52
2-
Verde e amarello.....

Ouro e preto.........
Encamado...........
J. Moraes.
i. Ilorae*.
A. U. A.
Oicar.
3 Pareo AaHmaeo-1.000 melros. Animaes de Pernamboco ooe nao teoham ganho
Premios: 2fi0<000 ao t,% 50* ao 2 e 25*OOJ ao 3
00 Ueroy.
Toolon......
Poilornomc.
T'i'Doso-----
Mascte....
Foinaca 2 .
Vioi;ang<...
Heiji-Fior2.
T^j2...
rtodado.
'.:i-..nho------
Mellado......
Rodado......
Alazao......
Peroatnb.. 50
50
t 50
SO
CU
a 50
t 50
50
Ouro e preto..........
Oaro e prelo.........
Brinco e azul.......
Azule oaro...........
Azul e rosa.........
encarnado...........
Uraneo e encarnado-
Azul e encimado....
^roa & C.
ylauoei i. G. Miranda.
lagalbaes & C.
Ooud Mcnri-tcana.
Ferreira & Irmao.
I. M Ferreira.
G. A.
K. do R. Rezende.
40 pareePropcrldade=Handra^1.200 metrosAnimaes de Pernamboco.
300*000 au i., 60*0^0 ao 2. e 30*000 ao 3.
Premios :
Pirylampo .
fiuio......
Piramon
Tiiumpho...
Rosilbo..... Pernacnb.. 5%
Rodado...... 5i
Gastaoho.... c 57
5i
P.osa e preto..........
Verde e amarello.....
Branco e Amarello.-
Encaro, e preto......
A. Silva.
Cood. Nerunlio.
Cood. BelilVista.
Goud. Arrayal.
5 pareoIilberdade1-609 metrosAolmaps de Temambuco.
I. 50*000 ao 2.' e 25*000 ao 3.'
Prem'03: 250*000 ae
Etna......
'', 1 1 o. ....
Footn ..
Teoot 2..
Pon alie...
Mcu'c.....
Masrotts ..
Mjurii-co -
Vtngador,.
Cistanbo....
fiodaao......
Russo.......
Aldzao......
Caaiaobo....
Alazao......
i'astanbo
Za no.......
ttudajo......
Pern8mb..| 0
i 5)
50
50
50
5U
50
50
50
Encarnado e azul-----
Rosa e preto.........
Amarello e txo......
Encaroado e ve-Je...
Azul eooro...........

renat e azul........
Sacernado.........
S. G. de Meeircs.
dem.
A. Silva
Azevedo 4 C*
M.L. U. Jnior.
Coud. Mouri cano.
dem.
Augusto D da Silva.
Coud. 1.' de Jooho.
a ParpoBcrby-Ciub d Pernamlaco-//an(icaii-t750 metro.Animaes de qual-
auer pciz. vn-mics : 400* ao I.*, 80*000 ao 2. a 40*000 ao 3.
Companhia
Fia^ao e Tecidos de Per-
nambuco
S5ocoovidado8 pe terceirj vez o Srs. accio-
niftus a (omparecerem a i bora >ia tarde do da
30 do corrate, no saiao daAssoc cao Commer-
cial BeoeBcenie par reoolv;rem sobre apropos-
a da reforma dos p-tatntos Eubmetttda em as
embla g*r 5 do art. 44 des estatotos da companbu Dga
aseim de ootros artigos).
A assembla deliberar sf ja qtdl fer a tomma
de capital representado pelos Sr acciooiatas
presentes, de cooformidade com o 1* do art.
131 ds onsolidcgao das lea das sociedades
snnovmas.
Recife. 20 de Abril de 1894.
Uaooel Jeto de Atreim
Presidente.
Covpaoba Santa Tbereza
PENNAS D'ACA
Sao podeodo a Compaobia faier n favor de
cortinaar a foroecer me.as peaoas d'agoa aviso
aos Srs. consumidores qae a partir de I de
Halo ser ospeono es=e foroeclaaeolo, sendo
considerados como coc^esslonarios de peonas
loteiras, na forma do contracto, tolos aqnelles
qoe at tal dala nao maodBrem aviso em con
trario ao eecriploro da Compaobia do Giiome-
metro de Olioda.
Olinda, 1 de Abril de 1894.
O gerente,
A. Perelra Simpes.
Companhia exportadora de
alcool e agurdente
Cuimada ae capital
De accordo com o ut. 7- dos cata tolos desta
compaobia, convido aos S'g. sciooinas a rea-
llaarem a sexta eotrana de 10 0A) sobre o cap
Ut sobicripto 00 16*000 por accao. at o dia 30
do correle mes, a ra nova de Saeta Rita n. 87.
Recife, 1C do Atril de 1894.
A. Msftsibaes da Silva
Director secretario.
Allante......
Radams-----
Fetropolis...
Nipil'tano...
quer p
5
5
5
Alazao
Preto .....
Alazao....
Casittobo..
Pernamb.. 51
46
53
a 53
Verde e amarello.....
Verde amar e booet p-
Verde e amarello
Escarate e pret.o.... F. C. Rezende.
Cond. Independencia
C>ul. Brazileira.
:oud. Independencia.
7 pareeEmBerlenela1.000 metro?Aoiroaesde Pernamboco. Premios: 250* ao i.',
0* ao 2* e 25*000 ao 3.'
Pyrilampo.
Huioenot..
Plato.....
Triampbo .
Rosilbo-----
Preto.......1
Rodado.....
Mellado------
Percamb..
55
53
55
53
Po'a e preto.........
Amareho e rozo-----
Amarello e verde.....
Pre'o e encarnado
A. Silva.
I. .N. da Slva.
'.. Nerondia.
Cond. Arrayal.
Obsrva?$s
Conlinua em vigor todas as resolucOes at hoje adoptadas pela socieda-
des hypicas deste Estado, constantes.de sojs cdigos da corridas e instniscoes j
publicadas. .
Dentro da casa das oposlas, na salla destinada a venda de poules, nao
lera Dgresso pessoa alguma alem da directora, commisaao fiscal e einpregados
s Sis. juizes so' lero ingresso na salla coat'gua a da vendas de
Os Srs. empregados devem estar no Hippodrorno do Campo Grande s 10
horas da manh em ponto, sob penado nao sereiu admitidos no servido.
Charra-ae a attencSo doa Srs. apostadores para o horario qu* ser restricta
m3Dte observado.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no piogramma por seus palres. au sero admiltidos pesagem
e serao multados do accordo com art. 51 do cdigo uo wVhM.
Os animaes inscriptos para o 1. pareo devero achar-se no ensilhamento
as 9 li2 horas da manh.
Os forfaits sero recebidos al sabbado 28 do correte as d horas da
larde na Secretaria do Derby. .
As poules que uo urem pagas no Ilippodromo do Campo (randa no da
da corrida s sero pagas 3 dias depois na secretaria do Derby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria do Derby
Club ra Duque de Caxia9 n. SO 1.* andar.
O expediente para esta corrida encerrar-so h no dia 28 do correnle as
3 horas da tarde. .
A Directora chama a alinelo dos Srs. propietarios e jockuys para o
art. 21 eseus e o art. 46 que sao-restrictamente observados.
Secretaria do Derby-Club de Pernambuco, 2G de Abril de IS94.
3 O FIEL DO THESOREIRO .
A. A. Gomes Penna.
IRIIlXD.iD
DO
Divino Esprito Santo do
Recife
Mesa geral
De ordem de mtss regedora e de accordo com
o 5 18 do art. 40 de nosso compromisso. convido
loaos os 008SP8 csnsslmos 1-mSos em geral. a
comparecerem eo nosso consistorio domiogo 19
do correte, as 11 borai da mauta, aflo de se
proceder a elelcfto da admtolatracao qoe tem de
gerir os negocios desta irnmo'iae dorante o
bobo coropromial de 1894 i 1895.
Consittorio, K de Abril de 189.
0 eecrivSo
llaooel Moreira Re'i.
Confraria
DO
Seohor Bom esns da Viasaora em au*
igreji da Santa Crui
Mesa geral
Da ordem do noiso carissimo irmio provedor
convido a* todos os nossos ircoios para compa-
recer em nosso consistorio egoDda-feira 30 do
corrente a* 6 boras da tarda para reuoidos em
mesa gersl proceder-se a elelcio da mesa reae-
dora para o anoo compromissal de 489 1895.
Coutitorio, S7 de Abril de 1894.
0 escrivao loierioo
Jos de A. Meodocca.
HIPPODROMO
PaOJfero de mscRiPCAO
Para a 15a corrida a realizar-se ao domingo
6 de Maio de 18 PAREOA Colonia Inglea Han-tcap 1.25) cetros. Aninaae m
Pernambuco. premios : 300)5000 ao primeiro, 60OO o sejrundo
30(50CO so terctiro.
Tabella de pesos Bsmarck 2 59 kilos. P.ramoo 58 kl .o, Aventareiro, Man-
rity a Hogaenot 56 kilos, Pl'i'o, Fy -iiamuo 5i kilos, Triumpbo, Tuda-,
1.
2. PAREO-
Ida e Doblm 5") kilos, os rfercais 4ti k 1 >
4.
5. PAREO-
Animaee de
ao Bcgun io
Pename ico.
e l'.".j*O0 m
', Dsaiqtie, BerlisB,
Mah meres ejlfalaio.
A Chlonl Amerleixaa-Handcap-l.tQ tu'.'rou. Aniaa^ea di
Psrranibuoo. PREMIOS : 3O0J0O0 ao priaci.-o, J JJJ as aeguocta
304000 ao terceiro.
Art. 5 Bistaarck 2o. Aventurero, PiramOQ, Maurity, Hu.;ienaU e Pyrilanops.
Tabella de r esosDibhn e Po t o o 7 k los, Triuaipli>. Kbabo Tudo- 53
kil. s Turco 2. e Id* 50 ks o de na. 48 kilos.
3/ PAREOA Colonia IFranceza 1.2C0 metros. Aoiua8 de Peroaaabuou.
PBBMios : 250)JOOU ao primeiro, 50*0i)J ao segundo a 25&C0
ao terceiro. .
Art. 5. Ob do pareo A* Colonia Aanraaaa a raaia FlitS., Oubiii, Tcrc^ 2.%
Todo Triumpbo, Ida, Pigmea, N^b^r-o e H .\>nd l.
PAREOA' Colonia Italiana-910 metros. Anim.e* de Pema-nhaco.
PREMIOS 25U0OOOao primeiro, 5950.10 o segundo e 2.^000 ao
terceiro.
Arl. 5.a Os da paroo A Colonia Francesa, n3ios Ha, PigaosTj, Torco 2.',
Tudo-, Triuupho, Nababo e Hirondalle.
LO-A Colonia Ailem l.*O metros.
premios : ^50^000 ao primeir, 50^000
terceiro.
Art. 5." Oa do pareo A C<4>ni Frano^ma e ms Jard
Gallot, Ally 8'oper, Sans- onci, Pathchouly, Poctib!-.
PAREOA Colonia Port'grtCZa 1.0CO metros Animaes do Poroa-*--
bnco. Pbemios : 250<>G(. ao prircfciro, 50(50CG ao segando e i5$0UO
bo terceiro.
Art 5 Os do pareo A Coloa-'a A'leinl e tmu Regante, Mascte, Pirats,
Frontim, Santa F, Talioier, Feniano, sfaJaoga, Vingador, Pbariaeu, Ulosso
M"uro e Tenor 2*
PAREOAo Torl PernasatoHcamo-1.^00 ss'tros. Animaes de Per-
nambuco. premios : 2500000 ao primeiro, KMt ao Bejaco
25IC00 so terceiro.'
Art. 5o Oa do pareo A Cjloaia Pertagosaa e ist.is Moc^go, Btary, Furnia 2*,
e TeimoB.
Emreb, Philomomo, Toolon, Tiberio, Yaab Tony 2 o, CDoraie, Dictosr,
Atyjmj Narcizo e Scepticismo.
Obserya^fe^
Somente coot victoria o pa-eo A C-looia Iliana.
Nenbom pareo se rea liar sara cue se i sorovam c SSfTsaa 4 ssdBftBS ds
proprietarios difierentcs. .
A propesta que nSo estiver aconptnhada da retpertira mporanc a cft
ser lida.
A insuripca encerrar-ve-h ua terj sira 1 da M >-j di secrilana n ru*
Larga do Rcsario a. 16, a 6 l2 boras da tr!e.
Hippodromo do Campo Grande, 26 de Abril do l9i.
O secretario,
7:
Lopes Vicira.
Companhia Progreso Col
nial
Chamada d<* capit'-l
De accordo com o art. 5' nos elatut.n dent
companhia, convido es S"8. arcioclftas a real'-
earem a qui i a entrada oe 20 O/o -o>ve o capital
sobscripto on 4"0:i por avga f l c da 30 dj
correle, roa do Comme'ito o. 38.
Recife, 14 *e Ab-il de l?9i = Pela Ccmranba
Progreeso Colonial
Dr. Joaquim de A. Barros Go'itnsrSes,
Direetor sserMaiiA.
Companhia Manufac-
tura de Phosphoro
Sao convidados os Srs. acciooiatas a realifa-
rem dentro de 30 dias a cootar da presente
d.t.-i, a qointa entrada de snas prestaos'i>. ra-
ifto de 10 O/o do capital sobscrlpto, ou 20 or
ac{o, em ixo do toesouteiro 4 roa da IJaare de
Dens o. 21.
Recife, 24 de Abril de 1894.
O secretarlo
J. P. G. da Silva.
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidos de Per-
nambuco
Sao convidados os possoidores de arcSes pre
ferenciaes .Debentures) desta comoanbu, a re-
cebTrm os joros vencidos em do correnti,
em sea escrlptorio roa do Bo n Jeaas n. 42.
Ni mejma occasiao serao sobtitoidas as oitas
acfoes por oo'-tB de igual Talor. coottodo^ os
reqnislios exiguos pela le o. 177 A de 13 de
Setembro f*e 1893.
Recife, l de Abr! de 1894.
Jo Joo de Amorin.
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pe'iiambaco
De orJem so Sr, dir t;r en^nh^iro ch'f',
fac pub'i o C; W a p r:i oo di 5 do atol tin-
lOO'O, fe'io ,-ui>P"'iiJ '*, nsta en.ra"*. der^"
te o invtroo, t ti iis ''.o, sobcH : I. ta S 10,
adualneote eni" i d j- DM s-b m ,'j tfrmlBSJBa
e das eatil.liuo', o 1 .: Jibntaj i* 6 BsrM
e 2 pisatos da Basle e o I do kaasla b 9 ac-
ras e 10 miootos, tais at 31 de Agos c : cor-
feote anoo
Outrts m. Isf* boM)<*# qc, o tr*m qne cl.a-
riaoj ote p i te Au Hr :i> a* 8 bora* Oa nraio.
comt ja'S aqi.el'-i u e s.a sta em diin.e a par-
tir s 8 lloran e 20 Bli i o^.
Secretaria d e-lra U SO f^rro Mstaal M er-
Qarxbuco, 27 de Ajrn O i*;.
V. P. Rb-iro de Soai
decretarlo.
Santa Gasa de vii-ericorclia
do Recife
Por esta secretaria se 1 telara qoe m da 6 do
prximo vindotro mts Ce Maio, por ser o pri-
meiro donigo dese wz, a me o Ib, i rssj>
oir em asembia e-l ds aU das ssnafaa '*
1 luntrisritna ju.iti iim 'vsi'ativa a lrsDni;4
da Saa la Ca?a i- kli-ci XirJia. aun oe proco-
de--se a "lelcao i.o'a junta para o oovo r Ipb-
! jio de 894 a (893 (viendo na mesrxa k$ bla adopt. r s-* Sjo"qoe.' rnedtdss at'.lbeates
ao bem da irrxaad"ie. ae caotormidade c os a
disoosicao do arl 26 do cotnprom'"3> vigente.
Secretaria da Santa Ca-a de MiserlsorJia 4o
Recife, 27 de A>nl de 1894.
O escri*o,
Jos Honorio B. de Veoei-s.
ssocinc
Commercial Agrcola de
Pernambuco
Asseraba geral
Por ordem da directora fica resignado o dia
1- de Maio, s 10 lioras da manh, para ter lu
gar a assembla geral extraordinaria, a qnal foi
reqoerl a por diversos socio* qne r'efejam tra-
tar de assnmp^os importantes referentes a e.\
Bcrtsco de assocar.
Recife, 27 de Aorii d 1894.
Alvaro Pinto Alvts
! secrelerio.
COMPANHIA
DA.
Estrada de Ferio de Ribei
rao Bonito
De ordem da dkeciorls, crvido aos Sr?. se-
do istia a comparecer na reuoio da assembla
g>ral ordinaria, convcala para odia 20 te
Abril 6 1 bora da arde, qae '.era logar do al.'o
da Asaociaclo Commerci-l Agrcola, para o Hm
de tomarse conbecltnsnto dos actos da admi-
?isir-igo, balaoco, etc.
Recife; 14 de Abril ia 1894.
O director secreiario'P
LO flPANdlA
Drogas e productos Chintos
Convida ge os Srs. accionistas desta compa-
obia a rmnirem se em sssembla 'ge'sl ordioa-
na, oo dia 30 do correte mes, ao meio da, oo
escrlptorio da referida compaobia, a roa Mar
qoer. de Ulloda o. 24, i- andar.
na referida assembla ser apresentado o re-
latorlo da directora, conts e parecer da com
missao tlscl, relauvo ao aono r-oclal de 1893.
Na mesma occaiio se procadera a eleifo dos
membros da cou.mlssao fiscal qae tem ae faoc-
ctoasr no correte anoo de 1894.
Recife, 21 de Abril da 1894.
O dlresior secretar
Graclliano 0. da C Ms/tins.
Gompaihia Trilhos U/ba
nos do Recife Oimda
sembl* eml
Do accordo com o r. 147 o. I, 2 e 3 to de-
creto 40a ds 4 de Jnlbo Je (891, acsa-se i dis-
posic > dos Sr. accionistas, no escriptorio Ba
romoannij. acP< ros bnlnc" do ex^rc.'r'io Be
1892 a (893. e relut" nominal non acCionlatiB
e lisa da* fm f-rt-ncia* Recife, 16 de Abril de 1894
O p-esirfenie na directora
A. Pereira Simpe*.
Em camprimeolo da le fu-se poblico a qaesa
ioteressar pasea, a a!t-r4C'o do valor locativo
dos p-eoios deste maaicinlo, collectsdos sars
pagamento do imposto da deca, ao correis
exe elcio:
CrrlscMdo
Na parte deate ir^baio, norlem pobli-aO,
escaparam siguas erres, qae isdj Desaa ci r:i
gidoa:
Roa do Commercio
N. 4 e nSo 812 Lvurin e oa Sigrlo.
Comnar h a Peroimbacsoa
Faltn o n. 10 A, perleDrenie ao V. se Cafla-
po Alegre, conectada tro 1:000*.
As da Iraveua da Faudlcis ns. 8 slo SB
roa dos Goararapee. __ .
Guararape3O n. 39 Visira Silva e alo
Vieira Jos da Silva. ^_
Jos da Silva-O o. 99 de Lola Bastiste So-
goeira e nao de Fraoclsco JoaqoSS RibBirs.
O n. C7 de Msooel Artoor O HoUsssa Ca-
valcante e nlo de Mana da Ai.umpcao Baptbls
>CI" Fi tvuxM de Samto nti oto
Ras do laperador
1S Jos Aagasto Goncalves, sobrado Ss7W
(3 Masoel Jce de Amoro, idea UH
10 Gollberme Porcell e ostioa, ideal 1:747#
30 Joc Moreira Lepes, idm Usf
32 Filos de Jos Vento-a doa Santos
Res, dem I:*!**
52 Eraesto Leopoldo, dem
9 Dr. Ap oiio f. rjj si'va Mala, iea




V
I
Jt .
h
i
Marto^to Pffttamli
Biwaiayo SO dte tril 4to M*tt4
uUQQa, M j, casa
13 Jjt Juqu:Jl u
terrea
i5 ru-smo, dem
SI Cooselbeiro Jos F. de Soaza Lelo,
sobrado
23 Marta Joaqo'm Dairte Campos, idea
i5 Albino na Silva Lal. dem
J7 alaria Amelia de Fr< i'as Maraes Pl-
obeiro e e*a filbos, i *'tu
31 Hortensia Ferrer te C t-o, dea
35 lnoez A '! S nga Llo, mea
37 Lmz M. G.'uih* F'reira, i uta
39 Elvira A Je Mon-es Baha ni*m
43 Carlota Mara Soar.s Piabe Tj. i ?m
75 Mina Lo xa Gngilves d Silva Sau-
tos, dem
53 Dr. Ji' MaMan-jo Ciroeiro da Ca-
ntil, dem
Caes 2) de Noveahro
Ka. :
?6 Isidoro Bastos de Olivera, easa te-rea
3i Hiioel Joaqaco Pereira, s hrauo
?<-aga Pedro II
N. :
2 Ro trigo Cirvalhu la Cunt.-, fob'odo
6 AR08io.hu Ferrtira da bilva Leal,
dem
Roa t de Ma'go
Ns. :
8 Filbos de J.-s VoOtora ds Sanios
Res, sobrado
11 Dr. Antoot Brono da S.Iva Hala e
ouiros, obroo
21 Joo Jos Marques. Mera
Roa Daqua ae Cuxias
N's. :
4 Aotoo'o Joaquim de Mjraes e S;:va,
casa terre
2 Vicente Ferrer de Slea Meuezep,
sobrado
28 Jos Clamentioo Bez^rra de Mello,
dem
4* H delrof do B. d-Ojricarj, 'era
$'. Mariana de Medeiros Keg> Perttti
e oatros, dem
64 Paulo Joi ae Oliveira e ouiro,
dem
74 M>ncel Joaqaim di Costa tarvalh?,
dem
15 Alomo da Siha Leal, iJun
43 Filbos de J ae Veotura aos Santos
Res Jnior, dem
9 Agoatioho Ferreira da Silva Leal,
dem
Roa do C-bjg.
Ns. :
,4 Ernesto Jos Leopoldo e ooiros, casa
terrea
6 AModo Das Gaimaraes e ooiro,
dem
Roa Bario da Victoria
Na. :
4 Ltiix de anraes G>mes Frrei a S>
br.obo, casa terrea
16 Adraoo A. ue Almeii'a Jjrdao e ce-
tros dem
26 Ordem 3* de S. Francisco, sob'ado
46 Cuodina Prauctst; da Sil.a Guima-
raes e oolro, dem.
36 Manoel do Nscimentc Vieira da Cu-
nba, vcv
5 Jos Femantes Lina, ideta
19 Filos de J a Ventora dos Santos
Res Jooio dem
23 Anna M.rqaes ce. Aliona, ifem
33 Filbos ae Jos Ventora ao.= Santos
Rea Jooior, dem
37 Aloioo Jos da Silva, dem
61 Filbc-s de Jos Venmra dos Sanios
Res J.Dior, dem
Ku das T'iocbeiras
Bt. :
20 Domingos Jos Ferreira, ca6a terrea
28 Galdido A. Alvea Ferreira, dem
40 Macoel J ao de Amorim, nonrado
11 Jos Aotcoio da Mo ti Guimares,
casa te'rea
15 A-'oa de JesoaMcrerr., idem
29 Coueg: Simo de Azevedo Campos,
dem
37 Antonio de Sooza llevado, sbralo
Ra das Larang iras
Re.:
12. Luis Manctl Rcdrigoes Valetta e
ootros, sobrado
14. Filbos de Jos Ventora des Santos
R-^s lonior, sobrarlo
25. E-rjK-liodaCaacidaBezerra do Ama
ral
Travesea do Qae ruado
Ns.:
3. J>o Manoel da Cuaba Araujo, so-
brado
Roa Larga do Ruarlo
Ib.:
36. Fl hos de Jos Ventora dos Santos
Res JoOiOr, POb-SdO
3. Domingos Pioto dt Freilas, casa ter-
rea
50. mismo, idem.
Roa do Dr. Feitcsa
Ns.:
2. Matoel Cardoso Jocior, sobrado
17. O m<8aio. i 23. Ordem Tercetra de S. Francisco,
. eoo.'auo
Larpo do Parejeo
Ni.:
2 G tnrs A. G.yo re Miranda, clsi
terrea
4. i'airlano Pir.to d? Haealbier, idem
6 Oidjm .cwira de S. Frattciseo,
dem
15. Manrel.Soarfs Pinhei o, lden>
Ra co Coronel Francisco JiCiclho
fU.:
it. O-tem Tere ira de S. Francisco, so-
orado
14 A :: "'roa, r-.iz ter-ea
16. A D3"80>a, dem
20. A merme, id m
54. Jos de Aie?':d> Jlaia i S v?, ideal
52. lotfi Francisco Ferreira, idem
9. Marii Helena Gayo de Mrnl?,
dem
13. Panano *! Olivelra Mia, dera
49. Rafloo S G yide Hia ida. idem
21. Catix'o Jia Me M-llo, ilem
27. J:at F 31 Jj? Iz doro Bast'8, idem
33- An oto Leite Marques, iden
3j. Armioda O. le Bito Carotiro, idem
39. Balbina U de Mello, itero
43. Francisca Marii daCo cei5o R3go,
dem
Raa de Jo3 do Reg
Ns.:
2. Aogeia Mai t co Espirito Santo e
outro, casa terrea
libado Carvalno
Na.:
J7. Delpbiu L. da Crol, robrado
39. Ao'onio Jjs Cjimbra GiinarSef,
caa terrea
Roa do Coaselbei-o Peretti
kV.:
34. E-ielina Marques AccLly da Costa
casa terrea
31. Vet.tora Pereira Peona, casa terrea
39. Jos Cordeiro dos Santos, sobrado
47. Jone Uuarte Pereira, idem
TraV'Ssa da Roa Bella
Ns.:
6. Jjo Jos da Amarim, casa terrea
Roa Netto de Mendonca
Ns.:
11. Reco!him-Dto da Gloria, casa ter-
rea
Roa Major Agcstinbo
fls.:
4. Matbias Gomes Fernandes, casa ter-
rea
42. Rosa El'38 Bitey, idem
23. FrEcnec? Leopoldi de Assis Lima,
idem
25. Polcfieria Iimeola de Araojo, Idem
31. Pauny Rayo o Cbry> iaoy, idem
Ra 28 de Sttembro
N. 8. Herdeirps de Roa Mara do Car.
mo casa ter ea
N. 12. Jes AlveiD.as, Idem
N. 11. LonMaooel Rodrgoes Valenc,
idem
N. 33. G.ldiao Aotinip Alves Ferreira.
Mm
BeeoadoCalabMico
N. 3. Adelina Christiany, casa terrea
N. # A mesma, dem
N- 36. A Tesis, iem
. ?! dn GaMral Abreo e Lima
H. i. Alfredo Giosoo
Ni. 1 a 5. Jas da Silva Monea, 3 ca-
ai terreas ooidaa em nm s compar-
JKpemp
6'0l
tOJ>
I 614
2:< CO
1:3 'l*
1:030*
:4W*
t:48M
l:-46*
1:136*
1-919*
4:773*
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796*
1:6003
8:000*
2:385*
1:900*
393*
1:0S9*
1:536*
1:900*
2:6!0*
1:000*
1:764*
38i
1:896*
1:300
7 3*
933*
1:173*
1:3*0*
1:7441
1:517*
600*
1:900*
2:0001
3:UU0*
1 719*
1.159*
2:930*
121*
357*
493*
301*
313*
273*
2i6*
M^RITIIWCOS
Hloro
Precisa e de om piiot/
nacional iiij<, eegb:r
Pjrto.
Qaem preteodjr, dirija se
4' ., oa ao ca n). a ho^do.
R-cife, 18 de Abril 94.
a bordo do patacbo
brevemeote para o
a.Amorim I.-mios
]fm Iihm
Vapor Oordogne
R' esperado dos
portoa do ol at
o dia
f ds Malo de i 99 4
segomdo iie.! is da demora .neceasira para
Lisboa e Bordeaax
Ente vapor en r*r do porto
Para carga, pasaagens,, eacommendaa
nb'roa rijte: trata--': cota.os
AGENTEc
di-
LINHA ME N8 AL
O paquete Orenoque
Cymmandante Boordon
E' esperado
at o dia
dos partos do sol
Lloyd Braziieiro
PORTOS DO NORTE
O PAQUETE
Pernambuco
Eepera-se dos
ponos do norte
a> o dia S de
Malo segomdo
depol* da > mo-
fa Du^ptO- avel para
Maoei. Babia, Espirito-Santo e Rio d
Janeiro
As eocommeodaa se-o recebidas at 1 bora
da tarde do da da sabida, ao trapicha Barbosa
oo Caes da Comp'ObiaPeraambocana n. 14-
Aos Srs. carregadores pedimos a soa atteaclo
para a clausula 10a dos coobeciiuentos que:
No caso de baver tlgoma reclamacao coot- a
compaobia, por avaria ou perda, deve ser feita
por escripio ao agente respectivo do porto de
descarga, dentro de tr esdias depois de tinali-
sada.
Nao procedendo esta (ormalidade, a compa
abia ca iaenta de toda a responsabilidade.
Para passagans, frotes e encommenda* tra-
la-se com os
AGENTES
Pereira Garnem A C
6Raa do Commercio6
1* andar
S de Halo del4
f oiodo depois da oeceasaria demora para Bor-
itaux com escala por
Dakar e Lisboa
Para carga, paseagens e valores : trata-se com
i AGENTES.
O paquete Congo
Uommaadar.te Rosaigool
E' esparado
o dia
da Europa at
f59*
160*
310
1:000*
e8'*
333*
3".3
200*
433*
373*
337*
194*
294*
294*
i. i*
237*
237*
261*
333*
297*
273*
3V.1*
381*
319*
333*
273*
500*
1:2C0*
333*
270*
393*
1:233*
855*
413*
120*
?6~*
300*
300*
too*
273*
200*
200*
193*
273*
213*
213*
. 213*
800*
1:200*
4 de SI alo de 189-1
guinda depois da demora necesaaria Dar
Beba, Rio do Janeiro, Montevideo e Bue-
nos- Ayros
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer-
dorias qne :6 se attender a reclamacoes por
fal ae, qne torem reconhecida" na occasiSo d
tescarga dos volumes ; e que dentro de 48 tto
a? cootar do dia da descarga das a varengas,
deverio.iazer qnalqoer reclamago concernen.
ie a volumea que perventora teobam seguido
para es r,ortos do sal afim e serem dadas a
-impo as providencias necemariaa.
Ro(a-se aos Srs. passagejros de se preeata-
em aa vpera da chegada do vapor para toma
em as soas passagons.
Pra passaeos, carg, frete e etc., trata sa
com es
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commarcio42
tmk^bim Navigaton Cen-
pany
CAG]
O paquete Galicia
E' esperado da Europa
at o di, t de Abril
seglo o depuis da iadia
i pt i-; vil i^mora, para Val-
'paraso com es:ala pela
Ba'-ia, Rio J*- eiro o Montev do
Para carea, pasaagem.encoamendas e dinbei
o a frete trata-se com 03
^AGESTiS
Wilson, Sos i C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
STRAITS OF rtAGELHAM LINE
M Mai! sni nttii ui-
o'a
da-:
O nova e esplendido paquete
Nile
Comrcaadanta J. D. Spoecer
Espera-ss
Europa nos
9 oo S de M1 >
segoiono depoia
da demora neces
saria para
Bahia^ Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Pare car^z. passaKenB eacmmendas e
tapiro a frete : trata-se com os AGENTES.
"<-fef
Bamburg- Suedamerikaus-
cho OampfschifffaLrst-
Gesellsciiaft.
Vapor Amazonas
B'esperado da Boro-
Da at o da S de
Maio e seguir de-
pois da demora ner-es-
sario para
Rabia, Rio de Janeiro e Santos
Quaesqoer recIamacSea e aarlo attao-
didas 48 horas depois.da ultima descarga
do vapo. na Alfaodega.
Este vapor illomioado a lu elsctrira
a oftereue ptimas aeoommcdasSdS aos
Srs. passagairos.
Entrar no porte
Para carga, encommeadas, passageas e di-
aheiro a frete trata- sa com os
CoDiigoatarioi
Borstelmaa & C.
18 Rut. do Commercio 8
2 andar
2oyal Boogariao aea S:\igatioo
Company kim Limited
O vapor Stefania
E' es serado de Pime e
seguir flepois da demora
oecesjaria para, a
Baha, Rio de Janeiro c as-
toa
Para carga, passageos.eocommcndas e dinbei-
ro a frete: trata-se coa os
Agentes
Henry Forslere Comp.
8 Ra d Co wcio 8
1. ;aoiW
B O P 69 fardos Dea Ociad js, S lotes grandes
de algedo a g-aoel.
Ter$a-feaA de Maio
A's 11 horas em cont
QfNo caes do Hamos, irmasem do Sr. Neesen
O agente Pinto levar a lelllo por coota e
riieo de qosm pertescer, do algodlo cima
mencionado ex'stente no armasem do Sr. Ne.-
teD,-caes da namos.

Agente OllFelra
Leilu
O* casa terrea de pedra e cal em Afosado* i
roa Direita deS. Uigael n. 11 em silo propdo.
Tercja-feira, I de Maio
A'$ 11 hora
\o armazem raa 15 de So-
vembro u 39
O agente cima coupaioLlemmle aotorisado
levar g iriISo a cusa terrea com fins po*tas de
freula e nma janelia, tendo daas aalas grandes, 2
qnartos, cosloba fa, quintal bastante grande e
moralo e tendo oo formo man orna mei'agoa.
Os Srs. pr tendeo tes desde ja pode ao ir esa
minar a referida casa.
Agente Oliveira
Leilo
Da grande rasa terrea com sotao e grande sitio
roa de Bemtica na Passa^em da Migdaleoa
e oer.to da sobrado grauoe n. 31 A.
Ter^d-feira, de Maio
d-feira,
A's 11 horas
s
armazem raa 1 & de So-
vembro n. 8S
O ageole cima aoiorisada pe.o proprietario
leta' a !etlo a, cande casa terrea com solio e
bastadle commodos e com grande s'tio
Os Srs. preiendente deifle ja poJerj Ir eza-
min.ro refe'ido'predio.
Boya! Huogrian Sea Navigalion
Ciinpaay 4dria
O VAPOR
Nagy Lajos
E' esperado dos portos do sn'
a do corrate e receoe crga
nara os porteado Mediter-aoeo.
A' tratai com os
AGENTES
Henrj Forster & C.
Raa do Coamercio n. 8
1 andar
di-
O
paquete Thames
Comu:andanta B. G. Armiatroog
E' esperado do sal at
o da do Hato se-
guiado d-poi- da demora
odioensavel para
S. Vicente, Lisboa, Vigo
ton
e Soathamp-
S. B.Previae-e.; aoa Srs. recebedores de
Qjercadorias, qoe a Compaobia lala Reallngle-
zi, cantraclou com adeDerzl Steam Navegation
Gompanvora servico de vapores eemaoaes qos
parando de Bo^desox, ogoac, Cbarent etc. q je
vem ebegar a Sjoibamptoo a lempo de balddia
rem as cargas destinadas a America do Sol.
nara os vapores desta comp?'"'i.
RedaccSo aos pr3s dne passa^ens
lAa Aeoiro
A Lisboa 1* classs SU i 30
A'Soathampton Ia class 98 i 42
Camarotes reservados para o* passagoiroa ae
Peroambaco.
Para paasagans, freUc tocommsnda, irata-"
com o<
AGENTES
Aaiorini Sr?&o & C.
M.3 Bna do Boa Jeaaa N.3
cofflpannia Pthiiieih b mb-
Knoti's rioce Liae ofStt-a-
mers
LINH* REGULAR ENTRE 03
Mv -Luidos, Br.zl e Rio da
Prala
O VAPOR INGrLEZ
Lancastriaa ^rnce
E' esnerado de
New York at o
lia 4 de Maio e
eabir em poneos d as para
Santos
Para wea a eacommenias etc., a tratar com
os
ConaianatarioB
Johnstun Pater e Comp.
15-RA DO COMMERCIO15
Agente Oliveira
Leilo
Um terr.no .-i. 17 sito a roa da Greca da mes-
uii freg-na, cootigBo ao oePracja G.rjo, to-
do em abt rio com 116 metros ue largara e 27
dt s e 30 ce t;m. tros -je foodo.
Una parte do engenbo S, Jj >o na I.ba de Ha-
maraca.
Sexla-feiM. 4 de Maio
A'S 11 HORAS
So armazem n. 39 da raa 1 &
de xovembro
O agente Uamos lara lei &o pjr ao'.orlsac
do Mm. Sr. Dr. jaiz de dir lo da fazeoaa do Kt-
tado em soa presenta dos beos cima descrlp-
los e perteocen'.e ao refe ido espolio.
AVISOS DIVERSOS
P---.i4i.s4 i-, .io'. osiab gommideira e om criado; na roa da Imperairu
u. 21, pnm*iro ai'ir.
p.ef-a ae ce oui copt-iro ; a tratar na roa
da Canela n 35._______
Preci". oe oe cou* caix-iros com pratica
de moIbadOK ; a roa QeHonas o 17:
Na raa >'o Liv-amenio n. 8, ce?eja-se ter
noticia do Sr. D >m i g >s d< C'Sla. Dito de Jo*
da Costa, da freguetia "e S-iii'a Eolaiia de Fer-
mej'Oes. Conceibo di- Gumarae, em Portugal
Veo Je se me norrelaoa (inorada, cora poaco ozo, para jamar
coaleodo 122 pegas d:verra^, por prego comino-
do, na Caponga, cbalet .-a a roa do coronel Ja
cintbo em freoit- a ireja fa G ara:
CltlO
LEILOES
PORTOS DO SL
Macei, Pcnedo, Aracyja' e Babia
O paquete J abo ata o
Comaaandante Pereira
Segoe no da
O 4o correte
< iboras da
tarde.
Recebe carga, eocommendas, pasragen e di.
oijeiros a frete at 1 bora da tarde do da
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Com daConioanhia Pernambcana
a. 12
Terca-feira, 1 de Miio, leilo de algodio
com avana o'agaa do mar.
Qaarta-feira, 2, de fast-odas e miuleas ava
adM.
Leilo
De 27 pecas de excellenie casimiras fraocezas
de cores, avariadas d'ogaa do mar, vindas pelo
Tapo' Porteoce.
Segunda felra, SO do correte
A'* 11 horas
No armazqm a ruado Mrquez de Olinda
n 48
Por ioterveny'o do agente
__________Gasmao___________
Leilo
De 80 pee-* de cblta
Negnd:->feir, SO de Abril
A's 11 horas
No armazem a ra do Marque de Olinda
n. 48
Por ioterveocSo do agenta
Gmmac
Leilo
De fardos e sacos com aJgodlo averiado,
desoarregado do vapor jjaoional Co-
meta sendo :
P & P 21 lardos beoeflc'a loa, 80 saceos por
beneficiar, 1 lote da aigodo sette.
De dcoi sitios estrada do Bocanamento, com
casas da vlveoda, baslao,em"Dte plantado de
arvores frociil-'.ras e com excellenie aeoa de
beber, mediodo 650 palmos de frente e 600 de
fando.
Vende se mais no mesmn logar excellentes
terrenos as mesmas roodig s, de bemfeitorias
qae tem os sitmg referidos, uiedlndo 600 palmos
de frf n e e 4S5 de fondJ, e aiguma.-* explicagoes
com o mesa o agente, oo com o Dr. Cardim. no
Eoca auen to
Terga feira. *e Uaio
A's 11 horas
No armazem i roa do Innerador n. 39
O agente cima bastan'emeot* aotorisado pelo
propri. tirio qne se re ira desge Esiado. levar a
leilo o* referidos sitios e casas cima.
Os Srr. p-etecnanies desde j poderao ir exa-
minar os ditos sitios.
Grande Leilo
De bor.s movis, pivnos, porcelanas, cryslaes
loogas, vidros. trem de cazinba e 1 carnciro
para s-'lia.
TEr.gA-FEIRA, 1- DE MAIO
A's 11 hora
>' casa o. 60 do largo da p*aga do Consc-
Ibeiro JoSo A'fre>o, na Magdalena.
CoBB'.aoao
De 1 linda mobilia aos riaca preta inleiramen-
te nova, omposta de. 12 cadeiras de goaroico
2 dlla^ com balaogo, 1 sof e 2 dunk^rques com
espalos e base de marmore, 4 K^res, 1 lm
Donante piano quasi novo oo faor cante Pleyel,
6 figuras de biscoit eraodes e peqn-nas, 2 Jar-
dineiras com jarros, 2 jirroa g'andes sxoes de
cry-tal, 1 c-niro de cy.al para salla, 2 escarra
deiras de po'celaoa, 1 tapete braoco. i lote de
livros em portugus, romances, bUtori:o etc.
etc.
Una cama para casal com ctls-'s de mola,
1 rico toillet com espelbo e bese de marmore 1
goarnigSo de porcelana para o mesm.o, 2 guar
das vestidos,. 1 secretaria, para Sa., 1 cama para
eriaoga 1 lavatorio com tioipo de pedra 1 sao'a-
rio. 1 par r>egarrafas zoes para toillet, 1 es-
pelbo I bidet com lampo de pedra,
Um goarda louga suppeoso com lampo de pe<
d a, 1 meza para lanar, ti raiieiras de junco,
1 marqa i*. 1 porta beogHa. 3 e-ag>r^s, 1
banca, porcelana branca para almogo e jaotar
copos, garfos. clices, campoteiras, aoartiobas e
biliias para a^oa, formas para bollo, bacia-;
Irens de cozDba 1 gaiola com canario do reino
chama-se a altt-ngao do* Srs. am^doaes para
esta gaioli, feiio no cas ello da Renascencia
Irabalno nico no genero o de airo valor artstico
escotado por om amade, 1 relogio de p-a'a
descoberto n-mootoir boih-o da fabrica La api-
sone t-% e multos outros otijectos de casa de fa-
milia.
ALBPRTO BA^REFELDT, retirante se pa-a
o Rio Grande do Sol com sos familia, faz leilo
por irtt'vengSo do geme Guarnan, dos move 8
asima mencionados existentes em casa de sna
residencia.
O bo.id que partir da estag: as 10 horas e
30 minutos dar pa.sagens gratis aos coocor-
r ies 0 leilo.
Leilo
Da casa terrea n. 13 s freKaez:a de Afogido?, cooa 3 janelUs de frente
e ama porta do ono, daas sutes, 3 qoartos, co-
sieba iate*na, com sino, edificada em terreno
proprio e penencenteao execotado F-acklio Ma-
noel de Farias servindo de base 5:000.
Do sobrado silo no largo do Remedio n. 30
freoez'3 ^e Afolados, pertenr-ente ao execniado
Francitc G if- Ferreira de S i Leii, servindo
de ba-e 540/1000 par ser o reguaco leilo
Quarta-feira, 2 de Maio
A's ft horas
No armazem a ra Mrquez
n. 48
O agente Gosmo aotorisado por
Exri Sr. Dr. jtiz de direito dos
senda fa: leiiao dos predios cima
pela frzeoda do E.-iaoo para pagamento
deve os sras proprletanos.
Leilo
De fas^ndas e mindesas limpaa e avariadas.
Quarta-fir 2 de Maio
A'S U HORAS
Ageste Piflo
No armaaem roa do Bom Je os n. 45
Veode-se um sitio no Arrayal, com casa e com-
modos nara grauoe femilia : tratar no mermo,
ua daHirmonia n i.
Declara^ao
Jos Geraldo Gorgalves Guerra declara qae
d'aqai por diante assignar se-ba
Jos Gongalves Guerra.
Recite, 2i de Abril de 1894.
Caixeiro
Precia-se de un- rapaz que tenba p-tica de
fszeodas e daodo alte-lado de seo botu compoi-
lamento : tratar no Basir de Afogados.
Caixeiro
Precisa se de am c.ixeiro de ti a 16 ancos,
com pratica de aolhaoos e qoe c conh-cimento
de soa conduela, Bt armazem da Eslrela do
Largo do Paraizo n. 14.
Precsa-se de orna ama
para cosiuhar, comprar e
fazer mais alguas sefvicoe
para casa de 3 pesoas,
ra da ImperaLriz n. 24, 1,*
andar.
Ama
Precisa se de ama ama para casa de pesjaaaa
famili-; trsiar aa roa larga do Rosarlo as>
m"0 '0
SJA*>U(JLsf3k*
Prt c sa-ae de asn ana ; o* raa da Iupera-
tris ?. 42, que ti- ro*f nar.
Na roa doC costobeira para caa de oeqoe-a 'anilla.
Ama
Preciaa-se de ama asaa para
familia: tratar i raa Estrella
27, 1* andar.
casa de poaca
do Rosarlo a.
Ama
Precisa-te de ama rosa para coaiabar ; js raa
"a'o de S. Borja n. 36____________________
Ama
Preclea-se de ama ana para todo servico de
om meoio e mala algam doarestico ; las da
Uoiao n. 66.
Ama
Na ra Dlreita n. 78, aobrado. precisase
orna ama para cosiooar ; paga-se bem.
Ama
Precisa-se de urna que saiba eotiobar a tratar
nr roa Duque de Caxias o. 88, (pbarmacia).
A1A
XNa estrala dos Xfll res preclta-se del
boa cosmbeira ; t'aisr na raa Marqutz
Olinda D. 5S, loja de f-rrageo'.
Ama
Le's Estaduaes de
1893
Vende-se 2^000 cada
xemplar no escriptono do
Diario.
Menor fgido
Desappareceu ua tarde do da 27 do co'rente,
da ca-a e n que lo) confia o o menor Fioriaoo.
de 9 aonts de idad^, preto, ca'>ega rpala, tra-
lando casacn escuro e caiga de qjalripbo j es
tragada, meaino racbnico, ep-no: m t ufor
magoes colnidas foi seduzlo parj Tegipi. O
dito menor tem pai e mi, os q^aes foram es-
cravos do Rar&o de Ara'iba ua cii>a le do Cabo.
A's aulori ladea cu p-iss >as complente) d..
logar roa se a soa apiirpfien'So e leval-o -na
do Cabug o. 12 n-i a roa do Copim, nos AfQ -
ctoi, qoe Sf i'raf.li.t-ira.
Caixeiro
Precsase de om da 12 a 13 annoa cem prati
ca de mclbalos aando ooobeeimento de soa
conducta: ata a- na roa oo Bar bolomba
n. 33.____________________________________
Alas;a-se
Urna casa rna do B spo Cardoso Ayes n.
II, com 3 qu.riOM e 2 nalas. alngnHi 55<:00 :
tratar com o dono na megtn-a ra n 15.
Precis'.-se de o s ama para aodar con CTtao-
gas, daodo baLca de sna coodacta ; i raa da
Hospicio n. 3.
Amas
Feitor
Na roa do Visconde de G^y moa n. 111 preci
sa-se de um fe>tnr.
de Olinda
mandado do
fetos da fa-
peoborados
do que
Leilo
louc,as etc.
De movis.
. Raa da Palma o. 83
Agente Martins
A's U horas
A o correr do martelio
EUma mobilio de janeo, 1 m rquezo, l toilette
1 commoda de amarelo. 4 o dros, 2 jarros, 1
lavatorio, 1 mesa de jaotar, 2 aparadores, i sof,
2 codsoIos, 7 cadeicas, trem de cosloba, 1 jar-
rao, 2 bacia-, 1 tanca para engommado, lougas e
vidros e-mais objectos de casa ae familia.
Pagamento immediato.
Compa ihia Refina-ora
Esta Comp'-ribi?, esiabelecida no Caes de Ca-
oibaribe n S4, sm4M oe morcar am erarde
macbiuismo a vaper pa^a retinar sanear e
acoa-se Inocciooando com ncohiridade e bas-
taote sceeib, reflrando dianrm',nle aa qoantida-
des e qualidade.- mais iodi.-ppiitaveie ao con-
s. mo oo poblico. as qoaes sao expostas a venda
peljs p'egns fe^uiates :
! por 15 k'loa 5*600
2' por 15 kilos 5*000
Tambero vende ? ir.esma Compaobia assu.ai
em rama de todas as qoalidades.
Pr frs.sora
Precisa se de om proressora hai-iiitada oaa
materias staataks : porinyuez e francs, tbeo i-
co e praticu. mu-ica, pinno e trar.tlnos de aga-
Ina, para leccin r a a r:< rcog, em um eageobo
no Estaiio de A a. O.i Paga-?e bem.
Carlas fe h-.dss com as ioicaee J. B, pasa
rea do Imperado', 43, aodar, ou para o Isja
Mar^vilba ra D qu" Compra-f=e
Urna cachorra graode i nova, na chcara jnn-
to as ofli .mas do t da Boa Vista n, 45._________________________
Atten^ao
Uroa pessoa com p-atica de mclbadou oo de
copeiro. efif-rece seas servigos aqui oo fra da
idao'e : qoem precisar tirij-*-se o patee do
Carmo n. 11.
Preciea-se de doas amas, aeodo ama para ce-
,-i'ina f outra nara servigod domes.icoa ; aa raa
Imperial d 17.
Governante e amas
Precisa-re de ama goveinant) a dass astas
para casa de um viavo ec daas meninas : a
tratar roa Bario da Victoria d. 94, na aatigs
agt-ncia da n ovis.
Caixeiro
Precisa-oe de nm caixeiro com pra ira de
molbados ; tratir na roa larga do Rosario Da-
mero 14.
Arrumadeira
Precisa-se da nma criado Dacin*! oo eiiran-
geira, a qoem re papara bom orleado, para o
servigo de arromago e as>eio de orna casa ae
pequ-na familia e que du ma ua casa
Ra do Conde de Boa Veta a. 43. jaala a
cinemas de Caxang.
Ao commercio
O abaixa asignado d- clara ao comme-cio em
ge-al, qae nesta oata comp-oa a S-. Aoga.-io
Sooza & C, por S'o botante prornrador. O sea
r..i-..li ;n:.....o'o de caf moldo, Mo raa Vis
coude de 1 haoma n- 66, liv e e deaembsracado
de todas aaonrigatO-s de oo- ice- i a'urexa.
Recife, 26 de Abnl de 8.4
AotJnio F>-rnrn',s > Bagros Ly^a.
(josinheira
Precisa-se de rn>; rerfeits ersiebeira para
raa '1- fumilia : i tratar na roa da Maris da
B.a Vista 18, 2- indar.________________
Cautella do Monte de Scc-
corro
Ooro, prala e bnihant-s. em ob'as velhas e
ao'oveiiavfi', s^ndo de td> qoalidade. paga se
oelo maior prtgo do merca o na roa estrena do
Rozario n. 1. oflicina de relojoe ro. _____
Ceblas da Rio Grande
N Trapicbe Fioza, caes Ca Companbia Peroaas-
bacana tem pa-a veader especises chilase
V'Ode a D'ego raeoavel.
Gosinheira
Precisa se d'ama cosiub ira, rsa de Horlas a.
24 2.- andar.____________________^^^
Feitor
Prec sa se de om leiior para tratar d- am ai-
fio pt'le da cidad ; na ru- Imperial n. 17.
Vaceas
Vendem-se dais va.cis psridas : tratar ns
ra do Socrgo o. 44
Hortelao
Pie"ifa-se de om borie'So con bailante pra-
tica, para o ebgenhi Cacho-in ha. oa comarca
da Victoria ; a tratar oa roa 1o Cabog n. II.
GMNDE MQUDACAO
DE
Leilo
De predios, ter-eno e orna parlando engenbo
S. Jcooa Iloa de I-.amaraca perteocentes ao es-
polio do Dr. Joo Honorio Bezerra de Heoe-
xes.
Constando:
De am pequen qnarto meia agua u. 23 na es-
trada da Ponte de crt.
Orna meta agna n. 21 Di mesma estrada,
ti? di.
Um terrean n. 2 occopado por ama meia pgia
com frente para a m.*ems estrada.
EMENDAS E J1IUDEZ4S
PARA ACABAR
NO
CENTRO DA MODA
N. 3-RA BO CAB6A'-R. 3
A' saber:
Madapolfio, igadlo, rrfaitas, crotones, naoaok, brnanti-as. fustons, briaa braa-
cos e de cS voil-, merino pret) e de c6-, cachenrra, lana, sedas, caaemiraa de toaaa
as cualidades, flanellss, bramantes, atoathadoa, pannoa para aau, gaardaoaoa, bro-
tanbas, tolh a de liobo pura mesa, esguirjes, cobertores, colchas, ocrtinadoa da
braia e oroch^t, pelerinas, cortes para vestidos, camisas, oollanohoa. paohoa. |
berturas, rueif, lencoa, laquea, anadeaos, parfamtriaa, titas biooa de seda e
braceos e da cor, sosbriahae etc-, ate.
Prevoe-se qae a liqoiiagSo camaya ss 8 horas da manhl a acaba se. aa 5
boraa da tarde at conclair ae tod; aaeodaa.
CEMTBO DA MODA
I. 3- IIOTS'-IS

BM
arr
i am i


Diario 1 Pernamlmc Domingo lg de Abril de l*li


t
Joftimft Oliaadina de ruj
Affjoso Map?lbeB t Suva e seos blboa ,au
lenin), Antooio Magaibies da Silva, seo8 K-
mos, canbados e gooncbos convirtam O' erpa
parpctg e pesias de ana amissde para ais
lirem a mi8?a qoe mandan) reltbrar p.>r alma
de ata idolatrada esposa mil coohada e ta.
Joaona Oliodioa de A. Mairalnaeg. na igrpji do
Divino Eepirito Santo, i>>Kanda-feira 30 do co--
reDle, a 7 I/i ho-aa da macha, 7 d'a de en
fallecimeoto ; "onfea.'aodo ? desde ja etena-
mente jfaios a lodos qoe cumpa ecerem a ette
acto di Los-a r?helio.
Ra Unria da* Sanios e Silva
Lnix T. Alve da Silva, .u< oioiher > fllhng,
Mmoei Gailb.rtte Atvra Ma Sil*, mi itm her e
010. 8, aVu Tni*rai "a Or. E'p*rtdiao Zitiiirj de .ui^ Lupes, ^oa mo-
loer e B'ivn a'nt'(i,.e-. Pr>i ;cj de Pao a Al
ves a Silva, aaa moln-r til io<. a5'ad:em a
tilot ai MrpvtiH e aimaos e veae'avel ordem
3 oe & Francisco S'n vallo*' 8 aoxios p-eat;-
dos era acompa^-r ocorj) e sea M-rao
mal, sog-a e a 6 a sua QlUdM rccrada. e nov,.-
meote convidara pa a ans^urem as missai do
S'imo da, qne terao luar na ordem J d ?.
Frauctsco terc fira 4 te. Malo, aa 8 uo'as do
dta, pelo qoe Ijpothtfoam feos BgradecimtOt08
a todo* qo-> miina-i-ro - f
ionio Baria da Silva
As filbaa. euros, ueus e irmao, Sentid )* 'o
maior pesar ^elo pre"oa'.or< pasnametlo db fu
nonca efquecidj e prefacio pai, 80)rj, a\6 e
irmao, Antonio M na da mi va, sgradeiem o
fondo 'alaja a toles qne 4- ditoarain arcmpa
rhir seus reglo mor;a s .1 8oa nl'ima mor na ;
e de covo os coavidam p-ra aesistir as misfa e
nnmn'o solemoe qoe por soa alma roaodaoj
celebrar na igrej i da Madre iie Dos, seiooda
fera 3u do correte. p-las 8 bo'aa da maobl,
stimo da do ?u pasamento, hyjolberando
desif j a todos soa gratido por eMe i-c o de
rehftiSn e ca-'-iarie.______________
T-nenleruroiin Am..dor de Mar-
ros cavalcaate laint
tA viova. pa', mi, sogro, soa onica
irm, canoadcs e soDriotios o teonte
coronel Amador de Barros C Lma. Mr
lecido Ba Capital Federal a 2 de Aorll
corrate, roovidam aos prenles e aoii-
gO< o fiaadj para assis irej) as missa qce
manda-n celebrar em off agio sua alma, na
igreja da CJQ^eiyao do Militares, s 7 i/i horas
da miona jo dia J da Mi'o. 30- oo seo fallec-
men'o e na muri de S.no A .tooio. da nlade
deGiranhoos, cootessando-ee gratos desde jA
as 9383018 qa* sedigja em comparecer a este
acto de cndala
t
Mara do Carao Xugneira
Vitela
Jos Nogoeira de Saou e sua famila convidjro
o? seos pa-entes e as peanas par3 a^sisii'ero a' PMfl*M que man lam i alebrar
pelo eterno repoos> de tu* DrHriieii"a t Iba Ma-
ri do Carov S. Vilella, Secunda tetra 3 do
correte. 30" da de seo f..l)ecimento. pel>s 7
bcras na manha na mairu da Boa v .-l*. Oesie
j se corfeasam torosamente -:au.s a todos qoe
se dignaren! conMir-CHr.
Harcvllau de untar arooUr
royos
G b-iel Germano de Atuiar Mon-
tarroyos e soa familia coovioam t
todcs os n-os paredes e amigo:
para asBistirem a3 musa qoe mau-
dtrn rezar na ireja da SaoU Co
e na capella uoeogeobo Menuabjpe
de Baixo, 4s 7 l/t bors da mauoa
da da 30 do correo e po alma de sea lbj Mar-
colino ce Autar Montarroyoa, s-iinu oa de et
passameLto, e agraoeeem z iodos joe compa e-
cerem a este acto de eni &-> e candade.
Aleandrm Adelalde Brlto
Almelda
Jos dos Res Gomes e seos filbos agrrdecem
a todas as pe^o s joe te oanara acompa
nbar ao cemuerio os res'o* m-rtaes de Boa pre
zada sogra e av6. de novo convidnE ? todos es
pareles. am>g)8 seos e o* da finada rara as:is
tirem as misaa* do stimo ita, qoe lera i logar
s 7 hora, na matriz da Boa Vista, e 4s 8 boraa
Od caoella de S. Frau:i8:o de PjoI', em Laiao.
ga, na terca-fara f de Mal>, pt)o que se con
fessam eteraamente gratos.
ARMAZEM DO
FRANCISCO GURGEL & IRMAO
CASA DE CONFIANQA
Pazendas finas, modas e confecefles
Sortiniento permanente de tecidos e outras mercadorias eui-
dadosamente eseolhidas as principaes pracas da Europa, principal-
mente em Paris e Londres, de onde recebem as prmcipaes novidades.
E' sempre variadissimo o sortimento que mantm emse das
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodao, enxovaes para casa-
mentos e baptisados e militas outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India, lindos iecidS
para reposteiros e muit s outros artigos para decorares de casas-
PRECOS MDICOS
Ra Primeiro de Margo n. 20 A
TKLEPHONEJ58
Bolsas de -alna
Um variado soMimento acnba rt rrceber
Caarado Antunea A C.
Bijouteria*
Novo sortimento' em alfioetes rara
rrlngios, noicei-as, broches e bo'.Ots
romano; Receben
g'svsla ,
de ooro
(iinrad anlimea di C.
Peromria
Gr ode variedade em extrjetos, toocrs dente
fkio?, leos, aeoas de totlet. pos" de ooro e sabe-
oetes ; dos meibores fabricantes de PaMi e
Londres acata de receber nm iaapoiante sor
timett).
Coarado entunes A C
i arrinhos d^ Pasfeio
Para erlancas
Feries e elegates acab^m iethigar pa a
Coarado. Aotanes *: C.
A BKISA
Praqi da Independencia_________
(Hi:l>i
Tesro-as. caoiv es e uavalta- o qoe se poce
debejar de mata fino r?c ber*u
Conrado. Aniuaes A C,
A' B R I S A
Praga da Independencia
wufSw* PAR CABELLOS
P^ra tbeetro, casamen os e b^ile*
BeceberSo novo soriimcnto
Coarado. AnSasies de C.
A BRISA__________
Bicos e rendas, navidades
de C.
etekero
Conrado, aninnes
A erRlUA
Praca da Independencia n. 4t 6, 8 e 10
.------w------------ --- i
Cimas hesp-oholas
Alta novidede para sechoraa e ho-
M,
Novo aortimento receheu a
.VA EirGBAKCA
63 Ba Duqne de Ci>X'bb'_63
P*
^"e'J
a%naaa
*
YIDRAftlA
ra Carneiro I^co
Eluardo ^untva L'o e seos Oros coLvidam
m setu prenles e amigos para sss stirem as
mtssas qoe i anoam celebra: oa igreja do Car-
jo, s 8 lloras de lerga-feira 4- de Maio, 7- dia
o fallecimento oo seo semprs lembrado lho e
riti, b.-aaC rneiroLeo, confesando ae desde
' agradecidos.
noel Sanio alvos da Mliva
Firmina Va/. Alves da Silva e eeos Hlhos,
Joaquim Vaz e ecos Bit os, Igoacia Candila da
Sil*i Va e Mana Aoseliea Alvea 4a Silva agra-
decer s pessoas qce fe dignaram acompaobar
ao cemiterio parlico os restos mortaes de seo
sempre lembrado espeso, pa>, coorado, to e
iraao, e de novo coGVioam para issistir a
mlssas qoe por alma oo fallecido maod.m rezar
no dia 4- ce Maio. pelas 7 i/ horas da maoba
oa igreja da Saot Cius e dtsde ja se coufeisam
gratos. _
U^,------l lilil ----------------. -j>
gnea Amella de Soasa Leao
tA baronesa de Morenos maoda rezar os
capella co engeooo Moreno, egDda-
feira 30 do correle, as 9 oras da na
oba, orna mlssa por alma de coa sempre
lemb'ada filba, Igne A. Sooza Leaa. I- bcd
tersario de sea passameoto. Cjnvida ao seos
prenles e pessoas de soa amizade para assisil-
rem a este acto de religiflo e candsde.
uar.o ao Uto e tvnlaa
tp.dro Francirco Crrela de Otwira e
soa familia maodun rezar oa spannda
letra 30 do crrante, oa matriz da Boa
Vista, as 8 Horas na maob, orna mi^aa
por alma do Barao do Rio de Cantas, fallecido
na Bahta. Penhorados flearao aos amigos qoe
se dignaren i omparecer.
Terreno
Vende-se om boto terreno na praia des Mila
gres, com 35 palmos de frente e os mesmos de
fundo ; a tntar na roa de MaibhsNPerreira no
mero O.____________________________________________
Vaccas tourias
Vendem se vaccas te-armas e mietfcas em
moito boas ccnifSes ; i tratar na sitio da Ca
pella em Poate de cboa, das 9 boras da Djsnbs
tt 5 da tarde.____________________________________________
Criado
Drecua.se de om criado ; a( roa dcPaysandl
.49________________________________________________________
Engomadeira
-P-eclB3.se de orna olber qoeetitenrja de-nr
Tico de togomadoe, no lio n. 5 de Fernandas
Sleira.
Bomt. otllecjao de finas tajas de
porcelana, receberstn
PEDRO ANTONES & C.
aa Ba sai;ne de Castas
\
l
\
I.,,.,,
BUODTBRIAS f
Lindes grampoa de brilhante do B
S"* Canad, chatiUmea. pols-iraa, meias |
K fioaa, pedreB e zraitoa outros'artigos
Vi
i
NOVA ESPERANCA
63 Roa Dqb dk Caxias 63
Rodolpho Antones & CT
t Raa Uusue de Casia t
A
laravilha
FINAS COLCHAS pa-ra camai,. LIN-
CK)S cortinodoa para cenia s ianeias,
jrejis sena competeioeia. fiJegtotea
jhjeetoa de biacoit, vidro, trra cotU par.
toiletes. Grande ortimeoto de albans
para ratratoe. Pepl de faetasia para
cartas. Alem de miitoe oaro artigo*
qne o bello teso encontrar sempre oa
benj) conhecid" csaa de ROJOLPHG
ANTUNES O.
87^BB8 Duque de-niS?
Mme. Alma Romao, recentemente
chegada Je Paris, ensioa francez, allc-
mao e canto. Prestam-se a dar ia-
formacSes os Illms. Srs. Dr. Malaquias
e M. da Cuoha Lobo, na do Mr-
quez de Qliada'n. 35.______
Papagaio desapparecitio
Pogio ame bontem a tardi-ba da roa.do Hos
picio d. Ra, nm lindo papacato tallador e manso;
qoem o tivr pegado qoelra ter a boodarfe de
lvalc o queile lu^ar, quo eet recompensado.
O mr-is completo e varido aortimento
ixtia h uatria, aenborea e merlinos.
Sedas
Brancas, pretaa e de corea, liaas e la
vrdas.
Cachemiras
Ccrtea bordados, eepartilhos, lino?a,
o-rc iinaa, levaotioaa, cretonea, sephiro,
chapeos de sol, camisas, puches, collnn-
nhos e neitiibos,
Perfcutarias doa melhorea fabricantes,
etc., etc.
fado se encontr por preces resaini-
d asimos
NA
La Gran Via
r A-'oa da loiperalrii-S8 A
rE
OtioQ'Siivaq' C.
Fabrica de moris a
yapor
DE
Silva remandes 4 G
48Ra e S. Joao 48
Prcmptifica se qualquer encommenda
de marcenara cu carpintera, com a
mricr presteza 9 por precos rasoaveia.
Ccmpra-se mdera de boa qualidade.
Aceitarse artistas marcioeiros e qjra-
oinbs) que sejam peritos ; e tamben ad
mi'te se apreod'Kes pf gando se desde lo-
go klgnm ordenado.
DEPOSITO
4Mu B; rao da Victflra-49
XaroDe de Sumar
tete gradnvel e eDergico medicamento
o esterminador das tossea reaientea on
antitr^a, eatharroa, aotTotJfcjSes, breoehitea
ebronicaa, looqoi^Ses, e em geral contra
todos oa padeciroentos proveniente! da ir
ri'acao dbB 7tat- respiratoriaa.
Cocvem oodso unitivo ac tjsicoe.
COMPOSICAO
DK
Firsi CA te Fisereio
Approvado pela reepeitavel J'inta
de Hy^iene
Prop gdorea
Baptisla i FigaHrcdo
Ercontr.-ee em qoalquar pharmacia.
Atienda d
Jos de AlmtiJa Rabello. procurador a mao
lo Ona"o Aoto 10 de Aiiue da R..bello. avisa a;
pobnco qoe olnsoej fc- negocio com a vio
Kabello, pos os beos (ieixaaos por sea xarid
tsio em qoe-tao om a h<*neirj mi Cclle
Beflle, 87 dp Abril de It9i.________________________
Costoheiro
Pr Povsandfi n, 19 ^^______________
"? A TOSSE E ti
Ph PEITORAL CE ANACAHUITA > u
JSMb| O
O H O PRtPARADO H ? CQ ?ti 3 O ? W
M 0 a -- t LANMAN E KEMP
NEW YORK 0 BALSAMO MAlS EFFICAZ
PROOUZ CURAS A0MIRAVEI8 E TE-K TRIUMPHAOO EM UITCS CASOS LE PHTHISiCA INCIP:E:TE. 0:
* NFALLIVEL A
Bichas de Hamburgc
Vende se em grandes e pe^a^nas porces,
applirare vemosa* seccas le sarjadas ; na tu
das Lrarfelrtt a.! ________________^^^
G anHft semeiiteira de
cafesetros
Na (aipnda Serra Grande do moniciplo d^
Victoria. Estado de Pernamboco, tem ph- a ven-
der do dia de Mj m dlant. cerca ne 00
milhfies de ps de cafeaelro-, cojos precos, tai
maobos. qnahdadei e mals explicaces.veja-se o
fonal do Rgcife._________________________________;_____
Servido mortnario
A csa de arm; (Oes da roa Dqoe de Caxiat
o. M (antiga das Crotes tem sempre ispo-
siedj de sros freKuexes e mals le qoem ceres-
sitar. o melbor surtimento em atades habites,
co'as e mais neceasano para eoterro e fone-
raee. Incombeve ootro sim. de forcecimeoto
de Corros loneorts e de acompuobameoto. I cen-
ces. etc.etc.
Todo a prego e mais-radico possivela Pode
servir a qaalqoer bora do dia oo da n. i '.
Paola Mafra a C.
Pad iria
Vende-se aira padari bem tf egneada, en
boa loaldade: aoem pretender pic deixar
cjria no escriptorto deste Diario Com as in*-
ciaea A. J-__________________________^^.^^______
Bre e barfilh
Vende se na roa da Ha re de Deasn. 10
Vinho Bordeaux
Fronsar e Hedor
Vende se em qoar.oias e engarrafados na
Adega Portugueza
Rna das Laracgeiras n. i
Eones Barbosa, Cooper I ,
Para cos-
e garrafal, superior a
marcas, pr^prio para
nhar
Precisa-se de orna ama -que saiba co
sinhar, no 3. anda do predio n. 42 da
roa Duque de Caxias, por cima da ty-
pographia do Diario.>
Criado
Pechase de no criado : A tratsr oa roa IS
de Novembro n. 81, on Imperat is 17._____________
Medi-cdesjie trra
Pelo eogenbeiro C. C. Carltni, residencia ns
ii')"' da Becada 1 o :doR'on. 13.
**i:;no
Compra-se om bom piano e em perfeito esta-
do ; qoem tiver om assim e quizer vendel o dei-
xe ende reto na rna Barao da Victoria n. 17
maraiem oe Rocbs A C.
^ende^se
Vea cvallo rosso talbado, grande e pe-feito
andador de baixo, meio e c-fqolraodo admira*
veimtnte : tratar atoa da Imperalrlj n. 30,
segando andar.
Pi-opriedade venda
Vende se una excellente proprledsde nos Re-
medios com a casrs de lijollo, rande olaria, S00
pes de coqoeiros. e onlras rocleiraa; tem mnito
bom porto para navegaeao a qaalqoer bora. nm
mportante viveiro, e tem proporcOes para lanri
ca 00 distils(ao: iraiar 00 egcnpii-no ten raer
cial roa Doqoe de Cax"*s n. 11 1 ndar.___
Aos proprietario
|oe desejam i ca'fadas^ kCoa 1 o f
or das casas -t mateo*, w -se qc? urb
rio om granae sorti ieio de pdi> e"">n'i.
ds, no armasem do Caes de Capibartue n. 3c,
mojiir. na r,;a rts' Cro* n. 18 ermat'-m.
Chegaram!
Senectea novas de hortacas e florea
Ra Eatreita do Rosario (noto a Igreja
Pocas Mendes t C.
Vinho da Serra da
Estrella
Em aoooretaa
todas as outras
mesa
Rna Eatreita do Rosario (junte da
Igreja)
Pocas Mendes k C.
LICORES, COGMAO, VINHOS. FI-
NOS gneros de primeira qualidade, e
tudo quanto se pie desejar para orna
boa dispensa, a precos oa mais resomidos
possivel.
(Nao temos competidores
Roa Estreita do Rosario (junto a
IsF*
Po^as Mendes & C.
Obras de Vime
Como sejam :
Cestos para oompraa
Berccs
Balaioa para'papel
Ronpeiros
e lindas oaderst*
Ra Estreita do Rosario
(junto a Igreja)
Fofas Rendes i C. .
A0S
GONRBGBOORES^DONAS^m
Exijas em cada lata
a Marca da fabrica abaixo
Para lazer Boa, CosinhSL
preciso Boa Manteiga
U8AI, POIS, A
UI1IUIWEM-IOT
de BRETEL Frh.es
oto. "\7--A.IL,OC3-2SrES (Franga)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Sonco, argartaa,
Azeite e queiquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO ExposiQao Uaivera.1 de Parir, 1889.
,mm
(URQUE DE FABR
. OPOS
Ql
RAGEAS OEMAZIRE
ABi?roydai pela Inspectora da Hygienq do SraalX
CA,?,SftPA,f^Pt^PA | IODURETOdeFERMOeCASCAR/
PRISOdeVENTRE Contra A.1EHIA e CHLRGSE
Dop.ito jeral : PUARKACIA Q. DEMAZltRE, 71. iirnn. da Vllll.r.. Pnt9
Km Hrntmbuco: C t BSUQU k FBCBOn i CE15UCJS.
EPILEPSIA
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Cura quasi sempre/
Allivio sempre!
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CAPSULAS A1YAS E. 6CHUN
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CotU iituUai fre
hnnahfrn:!! ---^tiilao5ieiciiBs'.M sittfM H Umi ninn In rir v9>B,>c3ltiao.Olco Salenm da C*pah->. Opiato Aleatrie, rte.
todoc os m:u."ami;nto8 EM PO
\ a. BOtXUaT arUi,H.m tusH,mParia.- la ; prnaas-st Siimmim i.............ouw nr-.....
HOSTIA^
periP*-
HOSTIAi
aval
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chloroae,
Anemia, Convalescencias; este Vinho reoom-
mendado s pessoas j idosas, As jovens, mulharsc
2 s criancas.
|aaiatwar.ajraass>sav'Mllw>vavaT^^

ESSENCIA
O&VRAWA CHABLE
{VEGETAL)
cura : Eczema
Herpes, Acnea
. Prrig :m
Em Pcrn?.!".!.ir,o : C" de DROGAS &
PRODUCTOS CKi:.iCOS.
ESSENCIA
DEPURATIVA CHA3U
( I0DURA9A )
ctjra: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Deposito* em todas as Pharmaci a.
/ RBA-X0DAD0 (S)
XAROPB ode w ** ** *"*
O IOOO oomWMdo ooa os acco das planta ano-jccbutlraa.
oreeU ss Cromas** doaesse ^ mal relevacU arvl^os. para cora-
bter efanaua. i. -* -II _
tCngarattanU^t crofta**
pelte Crtm* ele
S preferlve aoa oleo* de fl-
Kulode DacaJhao: simiJe aor-
asn avldiacause. taraDeo *
MUS. 21 BIS. SKI MsM Ha".
SAUDE PARA TODOS.
U'-NGU E NTO H O L LO WA Y
L
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os males de peinas e do peito; tambem para as feridat
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermidades de puto a
se recor.hecc cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tesses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao tesan semelhante e par os menbros jonUar.idOi
juncturas reciaaaobca como por encanto.
Es-as medicinas sao preparadas somente no Estabelecimento -lo Profrssor Hollowat,
78, MEW OXFOKD STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do aniverso.
tT Os compradores sao convidados respeiiosamente a examinar os rtulos de cada caixa Pote se nao tena a awajBt
533, Oxford Street, sao falsificaooes.

FALTA DE FORCAS
Atirinia, Vhloromtm, Debilidad*
ICxtetwafiio
CURA. Ral'IDA E OKRTA. PELO
iPEPTCKATOe FERRO ROBIB
NICO FERRUGINOSO '
. fecor.hecido ass/m/ave/ e preferid!
S?5 pelos melhores mdicos do mundo.
Desconnar-K das Wf-IfleaoSes a miUcSe.
POR ATACADO 1
13. Rae QreDler-8-t.zare. em PABIt
'Dipoiitoi em toda- it principia! Pharmteita,
dsi AJr*jiraA
as* a Barba.Baata uro at I rara
rliro so^j pre{attt SB lavatrem.
PZX-X.X9X., a- *>-
.a-w : si** /*.-* <**
aoaaJDA
xuo'irpr'ijav
VERWIIF
asssflsaasM
CHOCOLATF tc RANTONIKA <
aTiUrTH, jara deiti!" a LMr.BI0.-S n
ItU Venal tu / fj
*n Miar apaarri e emerra^ irde&Bia. Af 1 Q
Km'p.rn,mbuCO C' Je DROGAS i. PaOWCTM WTj
Ao publico
Ver-ov-e s !av roa sita '" do; Gaarrfi
4 beo ifrincpsasa ; ^uwn pr.ndfr oiri-
, -rn -. o:efm eaaa qot a pfttoa (i tidi ifO-
co. c r ira raiia por q t f'GIB^

s Grageas de Oibart
AFFICCE1 SrPHILITICAl ------
Y VICIOS M SAMME
Verdmdeiroa producto. aitjijHtetai
tvf' a fws^i
Iooimrt ovr*mn.
ISSPLS08!0 pU?
ara mb lirada ra, fsn vk\ncocafisM. h* .momimi,.
n
4 i--
m '5a**' t-"l-ricaii,c ^i lumlni ..*.jmU
ajaa3a>aaB!TssaaaBaaBsaaa.aBsaa^
' VP
. '.


Piarlo de PiNan ca JpointiHgo *0 tl* Alirtljie^ *j**^*

PASIVA D3 &S3Rff3
SOB A DIRECgiO
1)0
is, ;: lunim asuniu costa
o T^"***^-
O Pagem
E' o Rei em pessoa, acompanhado
De urna escolta de archeiros numerosa
E um arauto a tocar.
Este golpo final!
Dona Sol
ORe-
0 Pagem
Paltava
Drama em cinco actos
POR
VCTOR HGU
VERTIDO PARA O PORTUGUEZ
OR
RSESTO DE AQUi,NO FONSECA
ACTO TERCEIRO
(Continnaco)
SCENA V
Hernani, Dona Sol, Don Ruy Gomes
Don Ruy Gomes immmnvel, cruzando os bracos
no limiir

Eis da hospitalidade o pagamento '.
Dona Sol
Cus '. O Duque'.
ambos se separam, como despertados, em sobre-
salto
Don Ruy Gom>
O" meu hospeda E' pois este
meu salario ? "Castellao bondoso,
Salie a ver S3 os teus muros sao bem altos,
Se a porta est fechada e bem segura,
Se o archeiro viga em sua (orre ;
VoltCa e revoltea o teu castello,
Tudo prove por nossa seguranza;
Busca em ten arsenal urna armadura
Que se. ajuste a teu corpo ; aos ssssenta amos
Retoma o teu mitigo arnez d guerra -
Que a tua confianca prest'miosa
Com esta lealdade pagaremos.
Tu procedes, por nos, d aquelle modo,
E nos, por t, d'est'outro -Deus e santos I
Tenho vivido mais de sessenta anuos,
Tenho encontrado genios Libertinos:
Tenho, desembainhamlo a amina adaga,
Muita vez espntalo em meo camiono
Horran los reos de nurte ; tenho visto
Falsarios, assassinos, mus criados
Envenenando mesa seus senhoivs;
"Vi morrerem alguns impenitentes,
Sforza Borgia vi, Luthero vejo -
Mas nunca vi um horaeai lao perverso,
Que, sem temor da pumgo celle
Trahisse a quem bondoso o hospedara!
Em minha vida eu nao o vira anda'.
Perfidia tao nefanda petrifica
Um ancio no umbral de sua casa,
E do velho que d'este espera a queda,
Faz urna estatua, propria a collorar-so
Sobre o seu tmulo '.-Mouros Castellano,
Que homem 6 este?
ergue os elfos e os lanca pelos retratos que or-
na m a sala.
O' vos, todos os Silva,
Que me escutais aqui n'este momento,
Pordoai se ante vos a minna <-oiera
Chama a liospitalida le pingosa
E i-uim consellijira'.
{Hernani ergnendo-u
Duque. V.
Don Ruy Gomes
Cala-te!
f dd lentamente tres pastada e tenca o; olhos
sobre todos os retratos Sacros morios I Aves! Honaens de ferro :
Que vedes o que vem do mi, do inferno !
Senhores meus, di/.i-que homem este .
-Nao Hernani I E' Judas que se el ama !
Oh : fazei por dizcr-nie o Doma d elle .
Cruza os bracos
Um caso igual em vossos dias vistes ?
Nao'.
Hernani
Senhor Duque...
Don Ruy Gomes
ezSfQ Vedes ?-0 infame
Ainda quer fallar Porm, Senhores,
Melhor do que en, vos ledes na sua ama,
Oh nao o escuteis 1E' um velhaco 1
Elle prev que aos golpes d este braco
Seu angua vai correr sob o meu tacto,
Ou 3 meu peito tal vez em suas ancus
Est a fomentar urna ngauca
Irman da do festina dos ete-Inaiites ,
Dir-vos-ha que elle e misero proscripto,
Que Silva vai ficar par de Lara;
Depois allegar-que elle meu hospede
E em seguida-que tambera o e VOSBO...
Meus illustres avs, a culpa mulla r
Julaai qual de nos dous o o culpad > I
Elle pergunta
A r.izao por que a porta est fecha la
E quer entrar.
Don Ruy Gomes
Ao Rei -abri a porta.
O Pagem inclinase e sahe

Dona Sol
St perdido !
Don Ruy dirgese para nm dos quadros,-que
o seu proprio retrato e o ultimo esqutrdi,
calca urna mola, e abre-se o retrato como ama por-
ta, deixnndo ver um escondrijo pratiesdo ua pare-
de. Elle volta-se para Hernani
Senlior, approximai-vos.
Hernani
Minha cabega te pertence. Podes
lintregal-a. Sou teu prisioneiro.
Entra no escondrijo. Din Ruy colea outra
vez na nula, fechase a porta, tomando o retrato
o seu lugar.
Dona Sol ao Duque
O' meu Senlior'. comnr.serai-vos d'elle !
O Pagem entrando
Sua Alteza Real I
Dma Sol abaixa precipitadamente seu vu. A
porta escancara-se. Entra D. Carlos, vestido de
guerra, seguido por urna muliido de gentisho-
iktu, ijualmente armados, di halabardeiros,
arcabuzeiros ebesleiros.
SCENA VI
Don Ruy Gomes. Dona Sol velada, Don Car-
losSquito
Don Carlos arinca a passos lentos, com a mo
esjuerda sobre o pnnho da espada, a direita ai
peito, c filando no Duque um olh ir de desconfan-
ca e de colera. O Duque dirig-se ao Rei e o sada
"profundamente. Silencio -Espectaco e terror ao
redor. Emfim, o Rei, cheganio em frente do
Duque, ergue bruscamente a cabeca
Don Carlos
O que deu azo,
Meu primo, a teres hoje a tua porta
Tlo bera afarrolhada ? Pelo3 Sautos!
A tua adaga mais enferrujada
Eu fazia, e d3 certo nao p ensava
Que ella tao limpa e lestes se mostrasse
A reluzir em tua mo, na hora
Em que nos vimos ver-te em teu castello !
Sois um rei mu !
E' Dona Sol !
Don Ruy quer fallar. O Rei prosegue com um
ges'.o imperioso.
E' um pouco tarde p'ra fazer de joven !
Teos aqni turbantes? Eu me chamo
Boadil ou Mahon, em vez de Carlos,
Responde para a porta levadiga
Nos baar e a ponte levantar-nos ?
Don Ruy Gomes inclinndose
Senlior...
Don Carlos aos seus gentis-homens
Tomai as chaves e as portas !
Sahcm dous ofliciaes. Outros muitos arrumam
os soldadoi em linh i trplice, na sala, desde o lu-
gar do Rei at a porta grande.
Don Carlos rollndose de novo para o Duque
Ah revivis as sedices extinctas ?!
Por Deus, que se tomis p'ra nos taes ar3s,
O Rei ha de tom ir, Senhores Duques,
Ares de rei em troca E haveis de ver-me,
Tiaiifponio os montes rpido, implacavel,
Com minlias raaos certeiras e aguerridas
Esmagar em seus ninhos adentados
Una a urna, as rebeldes senhorias!
Don Ruy Gomes endireitando-se
Alteza, os Silva sao leaes vassalos !...
Don Carlos
Sem rod os responde, Duqu?, ou mando
Logo arrasar as tuas onze torres !
-l)o incendio extincto urna centelha resta,
E um chefe resta dos bandidos mortos.
Quem o homisia ? Tu! o tal Hernani,
Assassino, rebeldetu o escoades
Aqui, no ten castello !
Don Ruy Gomes
Nao o neg,
Don Ruy Gomes
Eis Ruy Gomas de Silva.! Foi grao-rastre
De San-'lbiago e tambem de Calatrav:
A giganti armadura qu; vestia
Excedera as nojsas estaturas.
-Elle tomu trezentos estandartes,
Ganliou trinta batallias. Anticria,
Suez, Nijar, por elle conquistadas
Foram ao re Motril -e m^rreu pobrj.
Comprimentai-o, Atten '

inclinase, d?scobrese e paisa a oatro. O Res
eszu'.a-o com impaciencia e colera crescmlu.
Junto d'elle, Eu j disse.
Seu filio Gil, da lealdade typo.
Sua mo a jurar valla tanto
Quanto as de reis.
*
a ou-.ro
Eis Don Gaspar-a honra
De Mendoza e de Silva. As nobras casas,
Todas, Senlior, alliara-S3 a de -Silva.
Sandoval ora a tems, ora a espasa;
Appetece-a Manrico e Lira a inveja ;
Alencastro a oieia. Nos a um tempo,
Toe irnos com os ps todos os duques
E coma front3 todos os mouarchas.
Don Carlos
Escarnecis ?
Dan Ruy Gonns pastando a outros retratos
Don Vasquaz ditoO Sabio ;
Don Jayme-o Fort3.-Um da, de passagem,
E so, prendeu Zamet e mais cem mouros.
Passo adianti e melhor as.
a um gato de colera do R passa nm grande
numero de quairos e vem logo aos tres ltimos, a
esquerda dj espectador.
Vedes
Aqui meu nobre avo, que sessenta annos
Viveu, guardando sempre a f jurada,
Mesmo ao3 judeus.
ao penltimo
Este vellia venerando,
-Esta cabeca para mim sagrada -
E' meu pai. Ss elle foi o derradeiro.
Tambem foi grande. -Os mouros de Granada
Conseguiram fazer prisioneiro
O conde Alvar-Girio, um S3U amigo.
Meu pai, tomando o empenho de livral-o,
Chamau seiscentos homens aguerridos,
Mandou fazer um conde Alvar de pedra,
Que por detraz de si foi amistando,
A jurar pelo santi do seu nooie
Que so recuaria em sua marcha.
Se esse conde da padra por si mesmi
A cabeca voltasse, a collocar-s8
P'ra marcha opposta, em sua retaguarda.
Pelejou, foi ao conde e libertou-o !
Don Carlos
O meu prisioneiro!
Don Ruy Gomes
Elle era um Silva!
Assim se diz, ao ver-se n'esta casa
Es3a linhagem de var5es preclaros !
Don Carlos
O meu prisioneiro sem demora'.
Don Ruy Gomes
Sem que do meu castello,
Pedra pqr.pedra demolido, facam
O meu spulehro, em vao o buscam!
Don Carlos ,
Rogos,
Am3acas tudo intil! -Duque, d-me
O bandido, ou eu man lo gu te abatam
A cabega e o castalio ao niesino tampa !
Don Ruy Gomes
Don Carlos
Pois bem. Em lugar de urna
Eotao terei duas cabegas.
ao Duqui de Alcal
Jorge,
Prendei o Duque!
Dona Sol arrancando o seu vu e laucndose en-
tre o Rei, o Duque e os Guardas
Senlior 3ei Don Carlos,
Don Carlos
O" grande Deus :' Qua vejo f. -
Dona Sol
Alteza, no teu peito
De um haspanhol o coragao nao pulsa! .
Don Carlos perturbado
Senhora para o Rei sois bem sejera 1
approximaniose de Dona Solbaixo
Sois vos quarn n'este peito accende a ira !
Por vos, um homem faz-se- ou anio ou monstro !
Ah quilo depressa torna-se malvado
Aquelle que sa v aborrecido !
Sa quizereis talvez gentil donzella,
Eu tora grande rei e me ostentara
O lefio generoso de Castalia !
Mas d'esta o tigre faz-ni3 a vossa colera :
Eil-o a rugir: Calai-vos, pois, Senhora !
Dona Sol Imza-lht um'-olhar. Elle inclinase.
Camtudo isso, coderai.
volta-se para o Duque
Meu primo,
Eu te estimo. Demais, parecer p le
Legitimo esse escrpulo qu3 inonras.
S fiel, CJino queres, a tou hospede
E infiel a teu Kei. Eu te perdoo
E melhor do que tu procsdq. Apsnas
Levo, como refens, a tua noiva.
Apenas!
Hernani
Senlior.
Don Carlos
Don Ruv Gomes de Silva-se no mundo
Nobre cabeca para o ceu ergueu-53 ;
Se n'um peito aninhou-se urna alma grande,
E" a vossa, Senhor I -Sim, < a tua,
O' meu hospede O homem qua te falla,
EU Hernani, confesso-me culpado,
E s tenho a dizer-te -que merego
Ser por ti condemnado. Eu qmz tomar-te
E commigo. bevnr a tua noiva ; .txfj
Quiz manchar o teu leito-6 muito infame !-
Tenho sangue. E'bem juslo que o derrames,
E aps enxuga a espida e o caso esqiuce.
. Dona Sol
*
Nao foi elle, Senlior! Em num somante. ,
Recaa a" pepa!
Hernani
Dona Sol, calai-vos,
Porque a hora 6 suprama; ella me cabe,
E outra mais nao tenho. Assim, deixai-me
Com o Duque explicar-me aqu.-O Duque,
Acredita as ultimas palavras
Da minha bocea, sob juramento.
Eu, criminoso sou; mas se tranquillo -
Ella esti puratenho dito rudo.
Eu, culpadoJ-ella, pura. Para ella
A tua T, e para mim um golpe
Da espada ou de punhal eis o que peco.
Depois manda langar o meu cadver
A' tua porta e lavar o teu soallio.
Dona Sol
Ah tuio fiz eu s, porque o amo.
Don Ruy vollase^a esta expresio, estremecen-
do ef Ja em Dona Sol um olhar terrim. Ella
tancare-lhe aos joelhos
Bim, cu o amo.-Meu Senhor, periloai-me I
pon Ruy Gomes
Amais-lo?
a Hernani
Treme, pois!
jclanjor de tmbelas fra. Entra e Pagem
Que estrondo este ?
ptimamente. Pois eu quero
Sua cabeca, e, em falta della, a tua.
Ests ouvindo, meu primo?
Don Ruy Gomes inclinndose
Nao ha duvida.
Vos S3rais satisfeiio.
Dona Sol esconde o rotti com as inios e cahe sobrs
urna poltrona
Don Carlos aplacado
Ah tu ta emendas!
Vai j buscar o meu prisioneiro I

O Dujue cruza os bracos, abaixa a cabeca t
fea alguns momentos em silencio, pensativo. O
Rei e Dona Sol o observam em silencio, agitados
por emoces contrarias. Finalmente, o Duque er-
gue a cabeca, dirige-se para o Rei, toma-lhe a
mu e o condus com passos lentos para defronte
do mais anligo dos retratos o que comega a ga-
lena, iireita do espectador ?
Don Ruy Gomes mostrando ao Rei o velho
retrato
Este o primognito dos Silva,
O avoengo, o antspassado o grande homem !
Don Silyiusqua tres vezes foi eleito
Cnsul da antiga Rom i.
passando ao seguinte
Aqui se ostenta
Don Galceran de Silva-o out'ro Cid !
Em Toro ainda guar lam-lhe a memoria
N un ureo relicario, onde mil cirios
Ardem perennes. -Elle libertara
A Leo do tributo das cem virgens.
pussando a oulro
Christoval! -No combate de Escalona
A p ia fugindo o rei Don Sancho,
E sobre a pluma branca do seu elmo
Amiudavam-se os golpes inimigos.
Clama o rei -Christoval! E este presto
Toma-lhe a pluma e di-lha o seu cavallo !
aoulro
Don Jprge, que pagou de sua bolsa
O custoso resgate de Ramiro,-
Rei de Arafao'.
Don Carlos
Por Deus, Don Ruy de Silva 1
Eslou vos admirando, e muito i-Avaate;
Don Ruy Gomes
imelina-se profundamente an!e o Rei, toma-
lhe a mo e o leva para defronte do ultimo retra-
to, o qus serve de porta ao escondrijo em que elle
fez Hernani entrar Dina Sol segue-o com a vis-
ta ondosamente. Suspsnso e silencio nos assis-
tentes.
Este o meu retrato.Ah, rei Don Carlos,
Muito obrigado Pois queris que, ao vel-o,
Digam todos : este ultimo dos Silva,
Digno filho de raca to altiva,
Traidor, vendeu d'um hospede a cabeca !
alegra de Dona Sol. Movimento de assombro
nos assistentes. O Rei, desconcertado, afasta-sc
colrico, fica alguns momentos silencioso, labios
trmulos e olhar inflimmado
Don Carlos
O teu castello, Duque, me constrange
E eu passo a destruil-o !
Don Ruy Gomes
Certaraente
Porque haveis de pagar-m'o nao, Altaza?
Don Carlos
Por lo descommunal au lacia, Duque,
Vou mandar arrazar-lha as torres todas,
E sobre o slo semear linhaga!
Don Ruy Gomes
Antes ver no solar em que se erguia
Meu castello ducal crescer o linho,
Que urna noloa a gastar meu velho nome !
aos retratos
Nao e verdale meus Ssnhores ?
Don Carlos
Duque,
Mas tu ni3 prometleste essa cab3ca !
Don Ruy Gomes
Prometti una ou outra.
aos retratos
Nao, Senhores?
mostrando sni propria cabeca
Dou-vos esta.
ao Rei
Tomai-a.
Don Carlos
Bem, meu Duque.
Mas eu perco na troca qua agradego.
A cabaga que exijo ainda nova,
E, decapada, deve.ser suspensa
Pelos cabellos. No me serve a tua.
O algoz em v&o procuraria erguel-a,
Pois bastantes cabellos nao lhe achara.
Don Ruy Gomes
Senhor, nao me afrontis I Minha cabega
Ainda bella e Yale bem, supponho,
A do rebelde que buscis raivoso.
A cabega de um Silva vos enoja?
Don Carlos
Entrega-me o bandido Hernani!
Don Ruy Gomes
Don Ruy Gomes
Dona Sol tnlerdiUi
Eu, Saiihor!
Don Carlos
Vos mesma.
Don Ruy Gonis
Oh! isfo,
E nada mais.-O' mxima clemencia l
O' grande vncedor que generosa
Poupa a cabega e o corago tortura I
Incomparavel graca
Don Carlos
Escolhe, Du me
Ou Dona Sol ou o traidor. Carego
De um dos dous.
Don Carlos
Sim -qu
O Ditqmlicanta, tnmtnlo, a mio mola
Dona Sol
Oh, Deus:
Don Ruy Gomes
Na devo
lanca-se aos ps do R:i
Por piedadatoma esta edroaga!
Dom Carlos
Tua sobrinha!
Don Ruy Gomes
Lava-a, pois, e deixa-ma
A honra!
Don Carlos tomando a m lo de Dom Sol
Duque, aieus!
Don Ruy Games
At.' vista!
Sejuecom os olhns n R;i. qnr ss retira lenta-
mente com Dona Sol; dijois leca a mi ao supu-
nhal
Guarda-vos Deus, Senlior!
Toma a frente da scena, arquejan'e e immovel-
sem ver, se dos sobre o psita que os levanta p>r mocimen41,
bnvUsioos. \o entretanto o Rei sa'i'coai Dona
Sol toda a comitiva de fiialjos em segaida, dous
a dous, com gravidid?, -cila um no lugar que
lhe compete. Vo fallanio entre si, em voz bat-
a
Don Ruy G)mes
O' Rei! No instants
Em que de minha casa sahes contente,
Tambem a minha reina lealdiie
Salle do meu cor icio, qua s n.'r.i e chora !
Erguc o ot'us, volve-os e n torno de si e ni que
esl s. C irrt prele, d'st tea di 11 ap idas d-
urna panoplia, m;le umi con a o aira e as depe
sobre um i, m-<, Isto feo, vai ai sen retratt,
carreja n i m ili e a porl i a'ore- e.
(Contina!.
INDITO
______ | -*
BELLAS-ARTES
' (Concliiso)
Si as artes do desenho exprimem o ideal
dos phenomanos em sua determinado im-
rautavel, as artes relativas aos tempos de-
vem mostrar as suas diversas phases va-
riagocs e combinagoes
Ora o tempo s se avalia e concabe por
meio de movimantos que se suscedam e
devem ser realisados pela intervengao do
proprio vvente Estas artes podem, por-
tanto, ser chamadas do movimento ou
subjectivas. Taes silo : a dansa ou mi-
mica, que corresponde esculptura ; a
msica que corresponde ,pintura, e a
poesa que corresponde architectura
Nestas tres artes, ja nao 6 a materia
inerte, suas formas ou cores que produzem
os effeitos ; 6 indispensavel a intarvengo
activa do proprio homem, para produzr
a express > e realisar de um modo sen-
ir i ~-_ i.___________..- Ana
Logo s haviara no tempoa prmti'
duas artes, as quaes a deseavolri*in
pectivaraente no tempo e no espago.
As bal as-artes p >da:n p>is sar consida-
radas como derivagles dassas duas artes
prim tivas, e classificadss em duas c'.asMi
parfeitamente distinetss.
Essa di viso se accentuaria c aramenta
no espirito si existissa um h storis io-
pleta das bailas-artes.
Infelizmente, porm, as cirilisacJes X-
tincta b nos daixaram rosiduos informes
de suas manifestasocs
A busia do ideal corresponde pesqui-
za de Daus, e tendo a do sempre sarvaa
das religii'Ses positivas, as bailas-artes ri-
ram destruidas as suas obras, sempre
que urna nova ravalacio vinha substitar
urna religiao qua j nlo tinln mais razio
de sar.
O sentimanto artistico e religioso enta-
nam de urna mesma fonte a unidade do
ser.
Essa unidade, ncomprehansiv.il ra-
zao, e procurada por u aa sciencia impar-
feita, deu ugar a todas as hypothasea re-
ligiosas que se team succedido, e que afi-
nal chegarlo a urna caaclus.Ti, qua hade
coac liar a sansiblidade com a inte ligen-
cia e por termo a contr.iiicga i prim trdial
symbolisada pelo dogma do peccalj ori-
ginal.
Cam os residuos dos dogmas e d*s reli-
gioas do passado, procura-33 actaliaente
reconstruir o edifisio nova ; e de*ta vez
definitivo, em que se ho da abrigar os
destinos da humanidade.
A scisslo do ente nilo se comprehande
mais; a sciencia revo veu-o em toda*
as suas faces, considet>u-o sob todos oa
saus pontos de vista, e achou-o uno
A arte j proclamou a nova era ; o
sentimanto, instincto infallival dos ho-
mans, encontrn j o rastro da verdade.
que a razo trata de destacar da sciencia a
da historia.
Ayres Oama
PREHISTORIA
Don Ruy Gomes
Oh fazei o que quizerdes !
Don Carlos approximasc di Dona Sol. Ella vai
refugiarse para o lado de Ruj Gomes.
Dona Sol
Protegei-me, Senlior l
para-aparte
Ah! desgragada!
E' preciso.. .A cabega de meu tio
Ou a outra...-Alijes eu!
ao Rei
Quero seguir-vos.!
Don Carlos parte
Pelos Santos !-A idea tnumphante I
Convem deixar rigores, mittha ianta .
Dona Sol vai com passo grave e firme ao co-
fresinho do aderezo, abre-o e dd.e tira o pu-
nhal que esconde no seio. Don Carlos dirgese
para ella e apresenta-lhe a mo
Don Carlos a Dona Sol
O que levis ahi ?
Dona Sol
, Nada.
Don Carlos
Urna joia
Preciosa ?
Dona Sol
Sim.
Don Carlos sorrindo
Mostrai-m'a.
Dona Sol
Haveis de vel-a.
Ella da-lhe a mao e dispese a seguil-o. Don
Ruy Gomes, que fiera immovel e profundamente
absorto em seu pensar, volta-se e da alguns passos,
bradando
|Antiguidadc du nnvcjra;ao do
Occano
YIAGEN3 DOS NAVIOS DK SALOJIA AO R3
DAS AMAZONAS
II
(Continuago)
Eis po'u urna serie de vocabulos c no-
mes hebraicas qua fortaleccm nussas pro-
vas sobre a rejfiao de Ophir. e a mes-
ma que atravassa o rio Yapur*. Diver-
sos outros nomes dos mais aignificativos
confirmam ainda nossa opiniao : assim
v-sa o rio Catua an do Kichna ca'H
marcado', u o do hebraico aun rio,
o rio do mercado ; o nome do logar
Sdacaptri, da* palavras Kichuas mica,
prator, npiri dos mineiros ; (l(i) adia-
se ainda os nomas das tribus pan-s os
carregadores, *>trul:'.uini* os soccado-
res de trra, os Apapur* os carrega
viandantes. Caino o temos dito, os i.idi-
genas do Yapara, que se t<"m traumittido
esse3 nomes, nao onheciam nem o Ki-
chua era o hebraico : mai; urna prova
. aue antisameuto sobra as margen* do
s ve as evoluyoes Jo pensamento e aas quo '"'oa""" "~
." v i Yapura, as povoagoas Antis se t-:n encon-
Pa,xt>3S- ____ trado com os Hebreos e os Plianicios.
Ao passo que a esculptura nunca pro- *-"" ;,.
, i. ^ Diante de tio grande numero de eoint\-
duz seuao formas presas a urna determi-
nada attitude ou posigao, ao fira ou coraa-
o de um movimento, a mmica e a dausa
Alteza,
Eu tenho dito.
Don Carlos sua comitiva
E8quadrinhai j tudo,
Nao asquecendo nem um s recinto,
Ou escuso recanto...
Don Ruy Gomes
O meu castello
E" fiel, como eu proprio. Do segredo
S eu e elle somos, sabedores.
Ambos o guardaremos com cuidado.
Don Carlos
Eu sou. o-Rei!
- .
Don Ruy Goma*
Dona Sol 1 Terra e Cus Minha Sobrinha!
-J que^iumana3 entranhas aqu faltam,
Em meu soccarro desabai precipites,
Vetustas armaduras e muralhas !
corre para o Rei
Deixa-me, por compaixao, essa m ania !
O' meu Rei eu nao tenho senao ella !.
Don Carlos largando a mo de Dona Sol
Ento, o mau prisioneiro -Dam'o.
O Duque abaixa a cabeca t parece ser presa de
urna horrivelhesitaco, depois animases encara
os retratos, juntando as mos para elles
Don Ruy Gomes
A vos todos imploro -piedade t
D um passo para o escondrijo. Dona Sol se-
gue-o anciosamen'e com o olhar. Elle volta-se para
os retratos.
Oh! velai-vos 1 que o vosso olhar ni3 prende !
avanca cambaleando, at osea retrao -depois
volta-separa o Rei.
Sempre o queres ?
apresentam urna serie de posicoes sucessi-
vas, determinadas por movimentos caden-
ciados que servem de transigoes natu-
raes.
A msica, cuja meloda corapassada de-
senlia o pensamento, envolve as ideas e
as emogoes assim expres3adas, as cores
da harmona que lhes dao vida
A poesa, finalmente, que, assim como
a arj utectura, representa as nacessiJades e
as funcg">33 mais elevadas do homem e da
sociedade, rjcorra, como ella, a suas ir-
ms rna3 simples para se completar e
ornar.
A's tres arte3 do dasenhi corresponden!
portanto, tre3 artes de movimento* Des-
envolvem-se todas paralelamente, aquel-
las no espago e astas no tempo
A historia confirma esta classificago.
Com afeito se remontamos s origens.
encontraremos a esculptura e a pintura
confundindo-se da alguma sorte e forman-
do dependencias da architoctura.
Tragos mais ou manos fundas desenha-
vam as imagens sobre as paredes dos
I templos, e algumas cores simples vinham
vivificar os desenhos
Essa gravara tornou-se to accantuada
que afinal tornou-se intermediaria entra o
entalho e o BSixo-relevo. Mas a3 figuras
erara sempre pregadas na parade ; e s
pouco pouco & as eras seguintes foi
que se destacaran! sob a forma de esta-
tuas
Separada da architectura, a estatuaria
permaneceu sempre po ychrom'ca durante
muitos seculos ; e s no fin do desenvol
viraento da arte grega teve lugar o divor-
cio propriamente dito entra o esculptura
e a pintura.
A poesa seguio urna evoluco anloga.
O rhythmo no discurso, no sora e no mo-
vimento era-n, ao principio, partas de um
raesrao todo, e s com o andar dos tempos
foram se separando.
Em algumas tribus selvag3zs anda esto
reunidas, pois qua acompanham as suas
dansaa com cantos montonos, batendo
palmas ou com instrumentos grosseiros, e
conservando o compasso nos movimentos,
nos vocabulos, no som ; e toda ceremonia
que se refere habtualmenta guerra ou
ao sacrificio tem ura carcter poltico.
Os livroa hebraicos nos dzem que se
cantava o hymno triuraphante composto
por Moyss sobre a derrota dos Egypcos,
com acompanbamento de dansas e de
symbolos. .
Ha quem sustente que o culto do vite -
lo de ouro ora urna reminiscencia do boi
Apis e seus mysterios ; e provavel que
a dansa diante do vitallo de ouro fosse a
reprodueco do que faziam os Egypcos
em occasioes idnticas.
Os primairos poemas gregos eram can-
tados ; ao principio o canto do poeta era
ncompaihado de dansas do coro ; poste-
riormente separou-se dallas, e a poes a se
dividi em ep ca e lyrica, qaando se to-
mou o qostume de cantar os poemas Jyri-
cos a recitar os picos Foi entao que
nasceu a poesa propriamente dita
dencias significativas, desses nomes he-
braicos entre os quaes se acham Apiri ou
Ophir. Y-ipura, o rio de Uplnr, c da
prodigiosa riqueza aur.fera verifieada pelo
Sr de Laconlamina, na vizinhanca do rio
de Silomo e do imperio da Inin oa do
Cre.nte, podemos determinar os limites da
regio de Oph r; ella est situada no ter-
ritorio co umbiano e brazileiro, n'um trian-
gulo formado, de una parte palas monta-
nhas columbianas de Pipay a de Cundi-
.iamarca at o lago de Yumaguar: cujas
aguas alimentam ura dos affluentes do
Orenoco (18) ; de outra parte, palo rio
Ikian ate a montanha aurfera d'onde des-
ee este r o; e pelo ro Yapura. A desappa-
rigio das frotas de S.domo e de Hirara
durante tras annos, a cada viagem que a-
ziam, se acha agora explicada, poi* que
ellas estacionavam no rio que tinha o no-
me do grande rei. Se essa* comprida
estagoas, varias vezas repetidas, tivessen
tdo logar em qualquer ponto do antigo
continente, a tradgao ou a historia nao
tenam dexado de nol-o transmittir.
A3 var as viagens tr ennaes, a exce-
pgo de urna s, nao sa reierem a Ophir,
pois todas Si fizaram em Tardschiach.
David recebia pelos Phenic.oa o ouro de
Ophir, e a frota construida no tempo de
Salomo para o raasmo dest no, ah o do
mar Vernielho onde nunca mais entrn ;
faz sua junegao no Atlntico com a de Hi-
ram a qual aahio do Mediterrneo ; e am-
bas tomaram depoa da nica viagem que
fizeram juntamente a Ophir, o nome da
frota ae 'larsch-tch, segundo o texto he-
braico, e o de fr.ta d' frica, aegundo o
texto chaldaico. Causas diversa* pare-
cara ter motivado o abandono de Ophir.
Basta lau.ar urna vista para o raappa,
para ver que o rio Yapura tein varias fi>-
zes mal definidas, as quaes se obstruera
com facilidade palos troncos que carregam
as aguas : o que dav.a ser para oa nave-
gantes urna causa de difficuldade e con-
fusao quando ae internavam naquelle la-
bynntho. Alm d'isso oa He*panhoes
Portuguezes bao reeonhec do que a reg lo
do Yapura era raui insalubre. Em tercei-
ro lugar, exp orando maia para Oeste o
rio Amazonas, os Hebrens e Phenitios
acharam ouro fino em grande abundancia,
com o trabalho mais fcil que em Ophir
Em quarto logar, rio a ma, tinham clima
bom e navegaco mais commoda
Em quinto logar, approximando-se do*
Antis, povo ma o c vilisado e laborioso,
podiam delles tirar bom proveito e baste-
cimento para saus navioa
(Contenna)
(l 6) Maca um prato de madeira qe
serve para lavar o ouro a separal-o da
area
(17) Os Pheniciose os Hobreo alUvmt
mesma a lingna. ____
(IB) A Cnndinamarca possne monn.
tos da antiguidada que n te *-
dados ; e de suas montanha* desee nos
cujos nomes revelam a ant g preseoca dos
Phenicios e dos Hebreos.