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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
4"
Oi
1 J
J
V
0
A
ASI LiXX
rfe Abril ale 1994
NUMERO SO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&000

Por seis mezes ^diantados. ... 15&000
Por um anno adiantado 30$000
3PE0PBJ&B&B1 1 &&H01L FIGBBIB^A BE 3?&B & FI3LH0S
-
SiO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, resilientes em Pars34 rae de
Provenc
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGAjPORTE
Por'seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero a valso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
1100
1200
Telegr
mmas
91
SEVSgO PASTICLAB DO SU.3I0
Rio de Janeiro, 21 de Abril, s 9
horas da man ha (recebido na estaco s 5
horas 58 minutos da tarde e entregue ?
6 horas e 20 rkinutos).
Falleceu o Visconde de Sabara.
Sao conhecidas as seguintes noticias
de Desterro:
Na noite de 13 para 14 do corren te mez,
as torpedearas da esquadra legal, protegi-
das pelo Itaip e Tiradentes, fize-
ram urna tentativa de ataque ao inimigo,
tentativa que foi frustada por sobrevir
pessimo tempo.
Na noite de 14 para 15 izeram segunda
tentativa, sem resultado tambem em con-
sequencia da claridade da noite e da luz
do holophote do inimigo. As torpedei-
ras, protegidas pelo Itaip, retiraram-
se, disparando este comtudo contra as for-
tiiicacoes que responderam com vigor.
Na noite de 15 para iresolveu o almi-
rante que coda a esquadra bombardeasse
as fortificaces.
' A' 1 hora da madrugada rompeu inten.
so ataque, que nao foi correspondido pelo
inimigo.
As 2 e 1/2 as torpedeiras atacaram com
violencia o Aquidaban, sendo recebi-
das com vivissimo fogo por este e pelas
fortificaces.
O Itaip estava incumbido de prote-
ger a retirada das torpedeiras.
Destas a Gustavo Sampaio e Pedro
AfFonso lancaramcadaqual dous torpe-
dos, estando urna a menos de 150 metros
de distancia.
A Sihado nao disparou para nao
prfijudicar as outras. A t Pedro Ivo es.
tava imp :dida do atacar por ter baxado
a pro--;: n respectivas oaideivas.
Os r< seguiram
astorpe le; '. a re >.
O taban, po.-a:- de ferie! i, con-
tinula vi sato fisgo, bem como as forti-
ficaces, -- ido que o Aquidaban esta-
va em pou;a a^ua, protegid 1 por urna 1-
nha de' que as torpedeicas-trans-
pozeram inclumes.
Ao arnanhecer do dia a esquadra legal
retirou-se para Ti jucas.
No dia 18 voltou a mesma esquadra
afim de reconhecer o inimigo.
O commandante da corveta Arcona
visitou o almirante quem disse que o
Aquidaban, tendo sido attingido pe-
los torpedos e por elles perfurado, fora
abandonado, bem como o foram as forti"
ficacoes.
Quando o Itaip sahio para Santos
vio a esquadra ancorar em Sambaqui,
sem hostilidades, sendo que a mesma es-
quadra nao teve mortos, nem feridos.
Telegramma de Montevideo dizque
o Repblica era commandado peloLa.-
ra e o >Iris por Francisco Mattos, harn.
do alguns officiaes feridos e entre elles o
coronel Felippe Ncry Portinho.
O Repblica > est tundeado em Bue-
nos-Avrc- e o resto dos navios em Martina
Garca.
Ainda nao chegou Montevideo o
resto dos foragidos de Castilhos, por cau-
sa do temporal que tem reinado.
Ainda na est resolvSdo sobre a
paisagem parado Pedro III. dos asyla
dos as corvetas portuguezas.
Diz outro 1|legramma de Montevi-
deo que em BuWos-Ayres houve reu-
nies de orifcntaes do partido blanco, as
quaes foi proclamada a urgencia darevo-
luco no Uruguay.
E acresctjta o mesmo despacho que
n'uma de tes reunies foi recibido um
telegramma de Gumrcifldo dlzendo que,
como oriental de nascimento, adhera
essa revoluco.
Entre os asyla o prisioneiro major Manoel Raymundo
de Souza.
Asstunijifio, 2i de Abril.
ficou
O novo ministerio do Paraguay,
assim organisado ;
Ministro do Intqfir, Otaniel Pena ;
Ministro da Glera. Pedro Tirando :
Ministro da JuaRca, Anastacio Neiva.
Lisboa, 21 de Abril.
Na Hespanha classilica-se de cholera a
epidemiaaqui reinante.
O governo hespanhol, em consequen-
cia, toma medidas preventivas na frontei-
ra, tendo^enviado urna commisso incum-
bida de estudar a epidemia.
Londres, 21 de Abril.
A Cmara dos Communs approvou o
bil Morley, reintegrndoos arrenda-
tarios da Irlanda que tinham sido despe-
jados.
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HERBERT SPEXCER
CAPITULO Iv
A Educacao Physica
vro
buscar esse li-
Porque nga vai servir para tiramos
-ortos.
Para que ?
Para 8abermos qual de us
de ser Vante do aro de Sarena
Svdpgp desatouyir.
m*ba
iayf
O systemade restricciio que muilos pues jul-
gam o necessario, baseado em observaeOes
erradas e em errados raciocinios. Ha um ex-
cess3 de regnlameotaco iiq quarlo das enan-
cas, precisamente como na alta tegislaco do
Estado, e urna das formas mais prejnaieaes
desse excesso disciplinar est na limitara > de
quantidade da alimentos.
Mas (levemos doxar as criancas enclierm o
estomago a s:u bsl-prazer? Divemos deixal-as
saturar de doc.'ias at tcarain doeotcs, c uno
ellas certamenta t'ariam ? Posta assim a qo a-
tao, s pdj ter urna resposta. Mas apres otada
assim, resolve-se de per si. Sustentamos que,
ssim como o appetits um bom guia para lo-
dos os individuos das class-;s mais baixas da
criagfio assim como um bom guia puna
criaiica na sui mais tonra da te asssirn como
6 mu bom guia para os dientes eomotun
bom guia pira todos os adultos que gosam
Bade, assim ss deve inferir qus elle ur bom
guia pira a infancia._ Seria realmsnts extraor-
uiuario que s (base ii.util sobre este ponto.
'Contina'.
Se fores tu.suceede a mesma cousa...
A tua pergunta no tem senso commum.
ism dise a judia.
Sydonia, s tu a primaira a consul-
tar o orculo.
A joven pecadora introduzio urna das
rosadas e bruidas unhas entre as folhas
fechadas do I vro.
Camelia abrio-a naquelle sitio, e leu em
voz alta este periodo :
Dantos curvou-se para escutar os
ruidos mysteriosos que atravz da parede
do sen carcero lhe chegavam aos ouvi-
dos... >
DI... exclamou Sydonia. Tenho
um D !
J tens probabilidades, retorquio
Camelia. ,
Agara eu ,.. disse Esther.
CameS ^ffereceu-he o roame-
A judia pareceu concentrar o espirito,
e.jrfastou as paginas com urna seriedade
supersticiosa, que fez sornr s utras
dMs.
Camelia leu em seguida :
\ E tu, meu filho, tu a quem eu vi
cheio de coragem e de esperanca .
El. murmurou a judia em tom de
pertoociam, da igual forma por que o fazem os
que, exonerados de seus cargas continuam a
concorrer para o monte-pio, nos termos do art.
20, do afreto n. 9ii A, de M de Outubro de
1891, ao dat tambem esto sujeito aquellas em-
pregados, ex-vi da masma resoluco, nao podia
o Concilno Municipal decretar quj as entradas
de semelbantes contribuices fossjm fjilas da
que ampia a organtsagao da Procuradona da |utro modo, sjm previo assentimanto d'estj e
Repblica e Fazenda Federal. do Ministerio da Fazenda, nico hoje a quj po-
0 Vic.-Presidente da Repblica dos Estados, deis dlrigir-vos, visto hiver^m djcorrido quatro
Unidos do Bra l, alten-lendo a qua no decreto mezss> tanpo excedente ao prazo marcado no
qu2 amplia a organisacao da Procuradona da citado art zi>.
PABTE OFFIGIAL
Actos fio Poder Exccutivo
DECRKl'O N. tt>92 de 7 de Abril do 1894
Rectifica o equivoco dado no art. m do De-
creto n 73 B de 1' de Satmbro de 1893,
Kepubhca e Fazenda federal, promulgado sob
n. 173 B, em ide Setembro de 193, houve
equivoco na copia do art iodo masmo de-
cr.;to, quan io diz qu! ao solicitador cabera a
commisso de i ( das soimnas que forem ar-
recada las por via exjcutivo fiscal e custas nos
termos do art. 8o. in fine, quando no auto-
gr iplio remattido pala (Jamara dos Dtrputados
10-se : l[i"|. das s:)mmas, etc., rasolve
que st observe a disposigo constante do re-
ferido autographo, Besado assim rectificado o
equivoco cima rtalo.
Capital Federal, 1 de Abril de 1894, 6." da
Repblica.
Floraso Peixoto
Felisbello Freir.
DECRETO N. .C93 -de t3 de Abril de 1894
Modifica o prorogio estado de sitio daclara-
do palo decreto n. 1.681, da 2 da Marco ul-
timo.
O Vica Presidenta da Repblica dos'Estados
Unidos do Brazil.
Consideran lo que, nao obstante liaver ter-
minado no porto S'estB capital, pela randicao
dos insurrectos, a ravolla qua romper a 6 de
S.'tjiubro tindo, anda prosague em alguns
estados do su! da Repblica, e repercute nest3
Districto Fedrate as capitaes de Paniam-
buco e do Rio d: Janeiro, a agilago revolu-
cionaria subordinada ao masmo plano de sub-
versao das nslituices e dos poderes con-
stituidos, produ.indo grave coninioco in-
terna :
Itesolva, nos termos do art. 81 da C mstitui-
co, restringir s commarcas do Recife e Ni-
eto troy, Districto Federal e estados de S.
Paulo/Paran Santa Catharina o Rio Grande
d > Sul o estado de sitio, com suspanso de
garantas canstitucionaes, declarado pelo da-
cielo n. 1.681 de 2 do Margo ultimo, bem como
prorogal-o at ao dia 30 da Juubo prximo
vindeuro.
Capital Federal, 13 de Abril de 1894, 6." da
Repblica-
Floriano Pkixoto.
Cassiano do .Voscimenio.
Sade e fraternidade Cassiano do \ascimcn
Ministerio da Fazenda
Foram expodidas as Beguinlas circulares :
Declaro aos Srs. ctiefas das rapartica
sabor tinadas a est minisfario, em a Iditamen-
to circular n. 64 de 3 d Dazembro ds '93,
que os concursos de habilitarlo para o presn-
cIi:;ih::iJo as vagas dos lugares de I.* e .-1 en-
trangi \ noa estados, d svem a r abarlas na se la
das aluidegas ou na da principal quando hm-
rermais de urna d 3sas repartigOas do mesmo
esto lo. Fesbeilo Freir.
. ndo Arado demonstrado na pralica que
as di de; is constantes dacircularn.60,de
O de -893, s>bre escripluraco
dos crditos discriminadamente por verbas e
par in que aquellas se subdivi-
- **n^ml pro*CTr-os reeaUijio d
dos. veio p ?rturbar dilncuKar a marcha do
s irrigo, declaro aos Srs: chelas das rapartices
subordinad is a .;ste ministerio, para seu co-
nbecimento (fderidos effeitos, qua tica revo-
cada a r ferida circutar n. fio. de vendo a es-
cripturacSo continuar a ser feita como o era an-
tes da sua expsdigao. -FeHtbdto Freir.
Rio de Janeiro, 10 da Abril de 894.
Recommendo aos Srs. chafas da repartieras
subordinadas a este ministerio que, a bam dos
interesses fisetss, nformem com urgancia e
circumstanciadamente sobra o movimanto de
cada urna das mesas de rendas sob suajuris-
dicydo. Felisbello Freir.
pela npiha parte previno-Je^ desapontamento e pezar :

disse efl, que apezar delle ser muito bo-
nito rapaz, nao me sinto com a mnima
disposiciio de me ir agarrar M^& ainda
/jue a sorte me designe. A Qr||W^eus
nao estou feduzidja^ainda a essa JfctWo ..
Socega, retorquio Camena; se a
mprte te designar, nSo has de ser tu que ta
tas de ir agarrar a elle... Eu ^ue hei
de fazer com que elle corra atraz de ti...
ncarregas-te dis
J dis^^".
Ento ^^r;.....
E se for eu Vr-
te
_ Per di !
Assim
me pareco exclamou Sydo-
nia
Ento, que querem ? Nunca fui fe-
liz nem hei d sel-o f
Quem sabe !... disse Camelia.
Nasc sob muito m estrella I
Ministerio do Interior
Foi expednb o seguinte aviso :
Capital Federal, 13 da Abril de 194-Sr.
Prefeilo do Districto Fe feral Em offtcio da 20
do mez lindo m; solicitaes as necassarias pro-
videncias, atim de seren racebidas no Thesouro
Federal, as quotas que. para 0 minte-plo dos
l'iuiccionarios pblicos, f>ram descontadas, em
virlude do decreto do O'nceio Municipal, de
2i> de Novembro da IMV3, dos empregados d'est
ministerio pissar&o paraamunicipali lade, visto
de ter a respectiva recebdoria se recusado ar-
reca l il-as por falta da ord.-in superior.
Em resposta, caba-ma declarar-vos, que de-
ven lo taes ompregail >s. i accor.lo com a reso-
luco do Ministerio da Fazenda, recolher suas
coutriuicfias measaes directamsnta ao Thesou-
ro Fe ler il por msio de guia? visadas pela Di-
rectora de Contabilidad dos ministerios a que
dissiparam-se, e os labios desabrocharam-
se-lhe em um sorriso.
Camelia'proseguio :
Falta s eu Vou como a Sibylla
antiga subir r tribuna sagrada, e interro-
gar os deuses Pega tu no livro, Sydonia,
faz favor...
A joven recebeu o livro das mos de
Camelia que o abri arrojadamente.
Eis as phrases em que ^comegava a pa-
gina :
t Assim, pois, realisar-se-ha o seu so-
nho, effectuar-se-ha o que emprehende-
r'am .
Decididamente, exclamou Sydonia,
tens o diabo por ti !
Principio a acreaital-o! retorquio
Camelia; porque na resposta do orculo
ha mais do que um brinquedo do acaso,
ha urna promessa e urna prophecia. Dero
reconheciment ao Monte-Christo, e a Ale-
xandre Domas !
Est entilo decidido ? pergunt'bu Sy-
donia Sers amante do baro de Save-
nay
Fica certa disso, querida !
Como te harer8 tu para o tirar
Blondine ?
Se eu tivesse a fatuidade de um ho-
rnera, replicn Ca nelia mirando-se n'um
espelho que estava na sua frente, dir-te-
hia apenas que estes olhos se encarrega-
riam disso ; mas eu sou simples e ingenua,
e prefiro responder-te : nilo sei anda como
ser.
E em que poderemos nos servir te ?
Combater-lhe-mos a influencia, e se- f Eu direi, em o meu plano estando
o pudermus triumphardella dar-te-hemos' fe^to. E' um negocio importantissimo ;
preciso por isso do,tempo para reflectir.
tranquilla comjUa vaudevilles e os dramas, que os auto-
res improvisam, com demasiada pressa,
nao
outra.
mata
to.
Ministerio da Marinha '
Foi noineadoocapttao-tenenie Sabino de Aze-
vedo Coutinho par commandar a escola de
apr.!iidiaa6 inarinUeiros" do Estada do Mara-
nho.
Foi noffleado o capito-tenente Silvino Jos
de.Carvalho Rocha para commandar o cruza-
dor Centauro.
Ei deiettido do servico da armada o escre-
vente Joauim da Silva Valle.
Foram commssionados no posto da guardas
marinha os aspirantes do curso superior da Es-
cola Naval Joaquim Coelho Cerqueira de Car-
valbo e Coriolana Mirio Coelho Cintra.
Foi transfarido para a reserva o i. tenante
Francisco d3 Paula de Oilveira Sampaio, visto
ter sido julgado incapaz do servigo activo e ha-
ver requerido reforma.
Foram concididas a Alamiro Mandes as hon-
ris de i. tente da armada, em attencao aos
relevantes servicos prestados i Repblica.
Foi rararoa lo com as vauUigeiis que tiver di-
reito o sub-;ngeiiheiro naval de 2." classe 1.*
tenante Carlos Albarto Tinoco da Silva, vist >
ter sido julga.lo incapaz do servico da armada.
----------------^---------------
Ministerio da Guerra
Foram promovidos na arma de cavallaria e
no quatro extranumerario do exercto os seguin-
tes officiaes.
Arma decaoalliria $.' ragimanto -A capitn,
para o 2. esquadro, o tenante Eduardo Jos
Barbosa Jnior, por estdos.
8. itatalho A capito, para o 3." esquadro,
o tenente Pedro d'Artagnau da Silva Monclaro,
por antiguidade.
10.* ragimantoA major, capito-ajudante
do 9.r, Joo Jos da Luz, por maraciraanto.
14. regiment -A capito-ajudante, o tenante
Abelfard de Queroz, por antiguidade.
Quadra extranumerario A majores, o major
graduado da arma da cavallaria, Manoel Anto-
nio da Cruz Brilhante, por antiquidade, c o ca-
pito da mesma arma, Antonio Netto de Olive:-
ra Silva Faro, por raarecimenlo.
Foi transferido do 14. regim;nto de ca-
vallaria para o cargo de ajudante do 9." da mes-
ma aran o cipitao Fredouilo Jos da Costa.
- Concaderam-se :
Reiorma ao ten inte ,do 4." regiment de ca-
raliaiia Manoel Jos Soares, de acco i com o
dispasto nos decretos ns. 143 A, de 3 de Ja-
neiro* 189, art. I.", 1,-113 E, de ;l d; Dezem-
bro do mesmo ann>, art. 7." e n. 1S, de 17 de
Outubro de 1891, art. 3.".
Honras :
1) i pesto de capito do exercito a Francisco
Caet.u.) Alves, praca do batalho Tir.tdeul ;s,
cm attencao a os relenintes serviros prestados
eul.defe/.a da IIpublica, alistan o-se, apezar de
CopiaMini terio da Justica e Negocios In-
terioresDirectora da Justica2- secgo -Ca-
pital Federal, 28 de D^zembro de 1893.
Em resposta a consulta feita em vosso tele-
gramma, datado de 24 do torrente, h os filhos
de naes estrangeiros, menores de 2i anno?,
nascidos no Brazil podem optar pela naciona-
lidade de seu naes, esquivando-sc ao servigo
da (uarda Nacional, transmilto-vos copia do
aviso de 18 de Janeiro deste anno, o qua! de-
clara deverem ells ser alistados na forma do
artigo 9 da lei n. 603, de 9 de Setembro
de 185o, urna vez que nasceram em territorio
brasileiro e se achata sob a sancco das nossas
luis. -Sande e Fia;ernidadc -Cassiano do Nas-
cimentoSr. conmandante superior interino
da luanla Nacional da comarca de Pelo'as,
no Estado do Bio Grande do Sol Con'orire, o
secretario geral, tenente;corouel Joaquim Fran-i
cisco de Moraes ^^
'"'Copia --Miorst* tJrttWHa- .W|ue fa
teriores-Directoria da Jutiga-f Succao
Capital Federal, 18 de Janeiro de 1893.
Em resposta ao vosso ollicio de 7 de Outu-
bro ulti.no, com que rne iransmittisles a recia-
mncao documentada do subdito portuguez Ma-
noel Ignacio (Jarcia, contra a incluslo dos -eus
filhos Luiz Ignacio Garca Jo3 Ignacio Garca
e Francico Ig >acio Garcia, no alistamento da
Guarda Nacional sob vosso superior commando
declaro vos para os devidos elTeitos e lins con-
venientes que a alludida reclaraago nao pode
ser atlendida, por quanto nenhuin fuiulaiiienio
legal existe p..ra que sejam considerados es-
trangeiros os referidos cidadaos urna ve* que
nasceram em territorio e se acham sob a ane-
cio das leis brasileiras, visto que o reclaman-
te nao eslava no paiz a servigo de sua nai,o,
nica hypotliese em que seus filhos conserva-
riam a nacionalidade paterna, confor.ne estatu
o artigo 69, n- da Constituigoo Federal
Em quanto, pois. Lu'. Ignacio Garcia, que
maior, nao adoptar, pelos meios legaes, outra
nacionalidade, e Francisco Ignacio Garcia e
lo- Ignacio Garcia, que sao menores, nao at-
lngirera a maioridade e ataran de isual di
roiio, somentft Ins sera reconhecida a nacio-
nalidade resultante do nascimen'.o, muito em-
boca o reclamante houvesse feto em nortugal
as declaracOes previstas no $ 1. do artigo 18
do cdigo civil portugus, que nao constituera
urna naturalisacao, qu faci voluntario, e sO
praticavel por quem dispoe de capaeidade ju-
ridea nao nodendo ellas por tanto, em face
dos principios de direit > publico, prevalecer
contra a nossa soberana territorial.
Saude e e Fraternidade -Fernando Lobo-Ao
Sr general commandante superior da Guarda
Nacional desta capital -Conforme -O secreta-
no geral, teenle-'caronel Joaquim Francisco
de Morae?.
Julio dn Mc'h Filho, k
Coronel commandante superior interino*.
m
ESIOB
^e a^ s tr-ivoi que deveai deaaijgrava- a
su. t^aecada idada, uas lUeiris d aqualje,Jba- ntics.
talll&o;
De diversos postos aos mdicos civis do hos-i
pital de S. Joo Baptsta de Nitheroy c aos
alumnos de medicina, int:rnos do masmo hos-
pital, em considaracao aos ralevantes serviyos
protissionaas que prestaram aos officiaes e pra-
cas das forcas em oprages n'aquella cidade,
sendo:
Da major medico de 3.* classa ao Dr. Manoel
Perara da Silva Continentino ;
Da capito raadico da 4.* classe ao3 Drs. A.n-
to^io Domingues de S, Plinio d: Freitas Tra-
vassos, Eloy Benedicto Ottoai e Joaquim da Sil-
va Nazeret'h ;
E de tenente madico de 5.a classe aos alum-
nos N:wton Augusto Rodrigues Campos e Anto-
nio Christo Lassance da Cunha.
A. revoltn
(Do ?i i!e 10 (le Aoril)
O oltimo coaiiDK-Q 8 envi.no p-la ;ua-i1a ta-
eiunal io .li'iricio Pnerl sp;uo Doaien |'a
>. Puloe 'i'aii ua--- o JurK, ati-n -te r-u :ir.
R-pu-
I
Ci>mmand:i superinr
Qaarlel do commando superior di Guarda Na-
cional do municipio do Rezife, 19 d? Abril de
1891
Ordera do dia n. 27
Para que se d a devida execucao fago publi-
co a Guarda Nacional, sob meu commando,
que por actos de-ta data, dcsgnei o 1 e 3."
corpa de .cavallaria, para a elles ficarem ag-
gregados, os capitaes avalaos, Nuno Alves da
Fouseca eJoio Brindely Fox.
Publico mais para conhecimento da Guarda
Nacional os avisos do Ministerio da Justica, de
18 de Janeiro e 28 de Dezembro do anno pas-
sado, acerca dos Mllios de estrangeiros, nasci-
dos no Brazil :
o pablico acba-os mos, pateia-os e tem
razio.
Mas... disse Esther. Tu tens al-
guem.
Sem duvida.
Entilo que lhe fars ?
Convidal-o-hei a prorer-se n'outra
parte; e, elle, pobre moco, ha de com-
prehendel-p .. Nao tem de rendimento
seniSo mil e duzentas libras.
A conversacilo continuou anda, e o tra-
tado de allanca entre as tres mulheres,
oj regado com to numerosas libacSes,
que atinal Sydonia, perfeitamente espiri-
tuosa, recitava a Camelia que j nao a
ouvia a odyss sentimental dos seus prt-
meiros amores 'e que Esther, rolando
como urna .gata no tapete do quarto, en-
toara era hebreu o cntico : Super Jlumini
bnbylonio} entremeando lhe alguns versos
da cantiga popular das Rainhai de Ma-
Somenta Camelia, t&o serena e fra como
no principio, assistia aquella scena de or-
gia sem que a visse, e conversando com o
proprie pensamento.
Perguntava a si mesma mentalmente,
que meios machiavelicos teria de empre-
gar para chegar a ser amante de Renato
de Savenay, amante de Blondine.
VIII
Um sarao no arrabalde 'de Saint-Honore
N-)'a= lincas, Dio teruo por-li d^creva" a
ejinuooco na lesp^dioa d<-es cldadSo rma-
dos que v.lumana e ennniasilcm-nie. mar-
chai. vra o novo iheatro das lulas de que bao
iic voliar ve cp>io-es.
O ops'O ohjeciivo e ootr >. Aiinilada 3 revol
ta ua'al, oeste poto, oao oos poda ser iQdiffe-
rente a Darl derradeira desa campaotia en aos
fem r.-9er>a< noa coi lora "amos ao lado do Sr.
ma'PCQal Floriano Peixoto, depostuno coosti'o
cional do ooder exucuii'o da Repmlica, omiis
xtt iniracilgenie repreaer.iantf ida resialfCii
I-tal. qne aiiqaila' o banditismo a fe-vico n-n (fnno da n-urpidor^s sem e-tcrnDOloF.
Recooqoisiar os Erados do Paran ne Santa
("taariuj ; exnnl-a: d^aes terriinnoa d.i Ui ae
os n:iiMtofe3 qui o> n siqui-ada J.-npuaeinea-
te, auxiliados pela traigan ; era o prooo.-Mt do
goverooo o dever prorlssional no ordeo^va qu
acorcpanha^eoies os novo-i acunt imeos. c>m
a m-srna 8aii".itode.e coidarto qae rno>lra:amo8
de-de 6 de Seteribo.
Se ajsim nos ordeoava o dever; se o compri-
m moi daaae o pnoieiro da de nosaa exis"n-ia
icnalistici; sa cada om dos redactorai -'0 Pa'Z
"8tava pnruso mesmo proaipta a marchar pira
f?8e pesio de hoor?. reodpmcs enfeai.to preim
verd^'ie exacta, declaran io que--uai 'e n6<
0?cir Gaanabarinoa mecmo qoe aacaip^nn8a
de p->rt,i as volngS^ da e^tulra afK'a al a
cspitoIsreSp, fo. qoemdeapreniidamenie aclicitoa
que a ea.roioa em si rpcihiase
A directora da emp-ea '0 Paii acqnles-
eD vootade p nitivacnte exprrtia sr
Goaoabarloo e hootem o ooaa co'l-, |
em capnao di milicia criad*, teeoi > con tM-
ado-maior desia cloriofa tingad* da gurda oa*
cnaal, qoe jt> !os..iu-nt-. corajoaah'af, vai
fiilrt-otir o inicEigoa da Rfpablica a veocd-M
ae^magal o.
Gja-.iamoi para Mr]* esta pabllea dri
co de qa sabeir.oi al o sac iflrio levar i
io cumprlnoHotn do d-?e* cii p, -jo tamben C
0 dever prufl^si mal; estt resr?, p .rro, em
qu-- tisti'emua p-ran e o* oovaoa Wu ir, nulo o
1| t-nt i qoe oao traosDiravaa a ootlcia Je (M
Paiz. eatart prsenle noa canoa* d b>ttlba
do Parta e Sant GatOtrina e drruie rabtia
qoe clrcala en S. Parn, ero Oaro Pre'o. n> Re-
cite em Kclm da Par, per lelegraoiaiat )
"-viro especi.l de diat;n.u collfgas qae te pa-
blicain oe*ca* capilie-.
No i o nenio eia que es a antida fo- lila. Ot-
' car^noT>rim*Tta- e ha te 8'. P/oto. D?s-
i.-o de aii'iioa da*, ell- com^a-a a rxpcnicJo
exacta e escrpulo** de lado quanto neala* ct>-
iomia< devenos referir, ou iaavat*Va rolorllaa
de loarcba e avimpamau o, oa vi>-le t-s na-iaU-
"i dos li'otelo. e co-nnaief a noe tai lafHtlr.
Hniiteaa noa d re ;d s .t- ie. ce-toa d- qae a
0 Paiz lera oadd al i.a folti molla* (lo laa a
mator e convencido* de qae o ao-acir^m'H no
nada ebegada tria npn n!- a e-ta capital la>
fjr e diuno como tu 1-m partu.
"S- e- ii < nos toi, o ni !? i.) da :--i>- na Irai oo* tamoefli
om mov:neni.) de ftopHica as-im un imoi
ara o usno nra.o, leal e aooi compaab i-aOl-
su- G anab.rtnn :
Qin D:eu sil BU aid no pirax plerii...
Om i co-'i i-vio dn n>cl isaaM aeitum mi>
*ta 4 Urda, e.i r-'n tfaaid p*r o Sal; le-
vava-i a veib ce n cpi'a oeaerandi di Ciro-
uei Delga !o de t.arval.1% qi-, can i j-ja pre-
-nta .eni'e i-s ii-iras ue ujkC'''* eMt*i>' diva a essa m riilPsji.T pi lutica a ap jare ida
V4i(a db ama m da arca, iue la all jjih.iljoida na >. nde'ra,
e,'uir.d) o patria ca propfcettaa pira a dar
e sangieaia goerra, em nomj de Dea e ala ?a-
t la.
O i pelo-6 -s eatraram ai e*i>cao Ceniral tria*.
pnlmeote como ae volitasen de om v.cmrta,
e pi<-araui aur 13 lo *ntre aa ala* r,iB[Pf'i 9
puto, que f-a ao uibarqae. dm eaa I'i tica )
re ir-seuianies, e oio avia 004 roiloa dn Ml-
m.104,0 mnimo ty^ma de tiimeiiboravaflt
mame es, cbora*aui ^nangis; el es, porta, alo
ieivisv;,[ os olbos do euin sag-auo qa repre-
ontava a duce Patria mvenal e qae oa atlrafeta
1 lata.
Em re.pos'a an olugu aaadnaoa lefarta-
?am 7i"as en'Pusi-iaii -o* a Re:mr,l-c, a nat-
co.l Fo-ian.. i impr-oj?, nre.-iui aua-at
para o* wigons coio na. ;ffl io p-la pa*tt-
a o eo*BOO*o qi^ ca lera ie'a- m eopreaja
de*lo'C Ent-; o iPltS'--, vp!q4 f>-da de adda-
.;.; na .i v_- i02i ": i. S w a-
a-.IBJ'.i A r- l I rt*l
n.s pr ni eos H I re ... o 11 i i
a ;is .;q.'.j -tcova-,
aiaonaolo a Cir > i o*>-
raa de jf : Ca.a so '. id n, i"* oau ta j :; i .i i r-
"ime.nin. Qaa.i toa- e para a furar, apn loa ; I ;e
uaa Bieira*. QiueMia dia di'- m
a h-adir e a crmra': qu- n.v:a leifl vla d^ firl e et#ctivauj* '>; pi-
lo Sea cjx om peque n> reprea-D'a IM fa-
tU'O. a.oopannando a .gra a prulisajl qa^ ia
com'taie' p-lo prjape'o -manbl t-anqoillo.
Etira'.ha caosa qae las com aue a ve^iee
pteiia'i de>xe o i>ocp.o e o d r"caa#o ; a pas coo-
toria*el e o a-ior rce^o dos Hlrus pa'a trandir
a espad* de guerra I
gatnoOa caaw que fax co-a fe a c-iaaca
d-- olbos mal aocrtos p-.ra a vida den- o o-ia-
qaedo e o som^o e sau a av-nora, arro con as inclemencias i e.:m indas a< ores tai
Data lias, cailand.1 e rindo saiisfe a.
La a farndula do ma^eacre. r oidido mal-
trapilh'8, gen e de mrusc.M i ejde rnres,a:oaa-
panan lo cuete* sibldoa a <* en -rr>:ilBada e dot
deaRladeirea: a-jol aa dous rfpreaeat' ueiots da Puna asa :afaucia i njeu'.e.a
elh;ce honrada.
S na Gecia i7-e e h- rolc as crimea oraca-
diiiii as ratr'hia dos .'uerrelroa.
aluio* inifl os 1-oaes tristes Coi qoe Rca-
vaai; es que par.ara eo.fsadia-n aa iagrimas
coai os sorriRoa e pa'a un. cerem a abalada
aoliavam o grito aluvo de guerra: Viva a Rjpa-
bhcal
E o cakhiio doi -e en movimeato lento len-
to. A'-* janellai rhegaram oPJ :iae e ?oldadot,
agitando cum fr.nfS; o- b.neta, n'um drlin
qae hc commani,-t>a ao pono, de so'le qoe aa
lagriniaa degip3ar-i:'r iraodiofo, ra 'rjuiiioao. Vva'a Repo 'i a! T-
va a RupTilj-i I ouvio se uiuiio tempo, a.c qaao
COT)P"'0 leiapparecei:.
P.ii aajnm a pailita do !. r^a'.ha- de ar-

Naquella noite havia sarao no palacio
da duquesa de Cha:iraont-Landrr, situado
pequea distancia do palacio do Elyseu
O d :qne de Chumont-Landry, par de
Tai vez mesmo por n5o ser grande a
concurrencia, era a fest i mais animada e
alegre, do que o sao habitualmenta as
faustosas multidoas, entro as qnacs se nao
como se sabe, | pode caminhar por falta de espaco, e onde
qui lio toMavam a fronte. quasi nunca se representam at o fitn ; Suint-Honor.
Pedimos agora aos leitores queiram dei-
xar comnoaco a atmosphflra perfumada do
quarto de Camena, para nos acompamha-
rein ao seio de urna sociedade de ordem
muito dirersa, para noa acompanharem s
ragioea aristocrticas do arrabalde de | umitas
Fran9a ante^ de 1818,
um dos mais ricos proprietarios
Franca.
A hospitlidade sumptuosa do seu cas-
tello de Beauiolais gozara de justa celc-
brdade ; e c-itaram-se as festas para as r
quaes conridara todos os inrernos quanto urna illummagao chineza, de efleito
ha de mais apriraorado na sociedade pa- pittoresco-.e encantador,
riziense i No centr0 de um immanao toboleiro da
O palacio do arrabalde Sa.nt-Hfnor e^ erguia.se um vasto pagode, aobra-
uma residencia quasi regia. ..... \^&o por bande,roU8 g,iut,Uantet, por
de as medalhas e as placas dos altos funcio-
narios o dos diplmalas arranham oa hom-
bros ns das pobres senhoras
Danjara-se era duas salas. Noa jardn*
passeiara-se como se fura dia, gracas
campnulas a_ue se agitara u
sopro da brisa.
ao minmc
Precedo o principal corpo de habtac2o
vastissimo pateo.
Ao fundo ha um ampl) vestbulo qna
condnz s salas de recepclo, situadas no gob mt& tena> qUe deveria aacvir la
res-dt-chausse, e cujas^ elevadas portas de ^^ Q jantar> estavam dispoataa aa com-
rdra?a dao para um jardim magnfico, pr,ja8 me8as para a caa, deslumbrante!
que se estende at aos Campos Elyseos de Daixeia) e crj-8taea e porcellanaa,
Naquelle anno passra o duque o rentoy ag 3 grande profUaio de sarpan-
em Pariz, contra o seu costume, detido tnas 9 ata do 88, a 0t0 luines aspa*
por urna grarissima doenca da duqueza ; mavam deslumbrante claridade.
comtudo, graas sciencia das pnncipaes
illustragSas da corporacao medica, gtagas,
O coup do Sr. de Eraev paron jaak
talrez, tambem ao acaso, a Sra. de Chau-
mont-Landry restabeleceu-se, e o duque
celebrara com qm sarao a sua completa' do vestbulo, e, paou-se dalle o
conralescenca | acompar*,aado de Renato.
Como a estada no campo desporoara .
em grande parte os dous nobres arrabal-' O mancebo hara dous ou tres
des, a reunio era menos numerosa d.o que que estava em Pariz, frequentara mirto *
se poderia suppor. casa do Albina, a casa de Blondine,
Nao obstante, os criados encarregados boulerard dos Italianos, a platea do Vae
de annunciar os conriddos faziam resoar j denlle, o Bjsque da^ Bdonha, o Caf la
s portas das salas bom numero de nomes glez e a Maison Dore, o mi mundo, aea
Alm disso viam-se all os-lim ; mas era aquella a primeira ? fl
aristocrtico.
iestrangoLuj Uiubtraa,
(

.Wi
i
Vapappipaa


*
f
Diario de Pernamlmco
H
o de Abril de 1894
*-



arfa >le do igm da gnar'a nae.ooal. a* 6
jra da Urd, sollados e offi-.ues entr&vam n*
sucan Central da e tala de fJ>ro ; ca-c de 7
oof.s da natte, mnvi '-ae o trem couduti 1 i-
todo para a apotaeoae di R pob'ica vences
bitalhio Tal sob n commmlo da co'oarn
Maco* i) >'ot> na eff*cuvo 'a 30 offi-iaes e pm-
xim.-n-ai- 500 p-ag'. O vene-anto conan-l
D'lgada d* C raiti), i'.orara*ndaata da brigada.
seu la lo ms'or parti.-ain no m^mn carro
mecoaiazia a offi4*lldade do ba albAo.
Goif irraa a iua licon aira, til araoion>ote e
aol*mnis3imi a desoeuia e nao nos r-eeo-d araos
de jaoaaia ie- visu naqna'l i eaugo Geni al e n
correncia to oome-osa e distloeU, coco a qoe
tont.-m anima- com a sua preaenga e saudagoes
os bravos qae par um.
O 8r. gn-ral Coa all t. enea-regado do expo
dieole di guerra, estove p-esemea estas d-s>e-
dUan e a lia* se associanda vi nal o a:teoio a
indagird'iuioqoamo d>s recito ao bem es ar
dos valeutes uefeosores da leglidale.
OS", corooel Mano.al Cotia, na qaahdad de
chele do e*taio-tn*i >r IB enno d. a'.U na-io
nal, toi d >a primei-os a cnega' a estagSo e. a.
Viajas ordens relaf.vas a embarque, ronwrvon-
ge jun o aos ?eos cnrapaoheiroa <- -ai, *'
aue o! i uo carrada camnaio arai-S* 800
duzindo-us a re^onquisa da bonroza paa almeja-
Vaqu-lle enorme accomnla de pwotM,
qae ue uai a outra extremo *e grupava n i
ande olataforraada estagSo Central nia poda
mu8minu:o respeiiaveis comparecern! e manera >al os. Por
las o nos nrait.n-moi a destaca*- os Sr*. teaenie
Cavalcanti e 2- tente. Lagaa ajodant de ar-
deos do Sr. generwt C)s;alla:; o Sr. nr-jar Ce
gar de M-'Oi.nC representando o Sr. ajulane
general ime-ma do exercilo ; 03 S'. i-nente
coran-I Calheiros da Grag e capillo Raera. do
commaodo suoenor da guarda oadooai, teen
te-coronel Alipio Co'all't. intendente da goer
a ; e ieoea;e.-:oouel Martlos, commmlaute do
batalno Traiea'.as.
__Jornaes qae recebemos bontem da Reoufcli
ca Argeutioa oflVec-.u uiformacOe-< a reapei;o
do fognivo3 asyiados a bJ'lo da cirel8
Hiadello e Affmao de Albaquerqo.'.
De anlemlo prpoiaamoa diz" que a* finia
platinas em varias oar-ativ- moairaram o mior
assodamento e a Bior na cal dale em infl j r
favoravelm-iie ao desembarque dos fu?itioa.
I'.go portanio ob-igi-no< a dr cerlo teJj,'uar-
do ecerti re^rva as du* n it"iia qie rcnli
carro* adiautc. a prime ra trodatldo ja Pren
sa e a seguoda o El D.arij.
E'l-as : ,.
neata eaot'.al, de accordo cem out-os rwa-
CbeiaOM do Balado de Sinla C.lhar n', Mere-
?eram fionlem ao almi-an/e Salaanb- aa Gama
pa'a pe r-'lbe qu' raanf-sta s se era o u
desejo quri se eniaboiassem aa opponu-a; De-
goacoea Cim o jver .o argerjt no em seo no-
me pa-a no IB toise permiuido, aa.^im como
fuM es e mannbeiros rf'lufiado' a botrdo da
MinJelj e o < Affon-o de Ainuque-qo^. de-
sembarcar aa Uba de Uirtira Sarda, e am com-
pnr a quarenteoa, imposta pelas d;spj^c5es M-
nit ras vieeutes.
Se a re:poata do a'mlr.mie [) alfi-mativi,
boje meauo ae nlciaro 3 oe(;oc:aiOea; o-i en
carregadna ae as intabjlar.-seundo noa dn-
8eram, prop^m-sa a aldui- como prlocl >al
raro para que 83 permiitd o deiemnarqae dos
refagiadO' nos navoa porta uz--s, que ess-s
naos) prialoneiris de -oorra, aaoOflBtg'ados
poliMcos. que pediram o eocoairaram asy'o a
Dorio daqaelldi vasos de gorra ; eTroaoeotao
do que. logo qus eaies acnau-se em aun '3 r-
gentin^s, os que vem a bj-do na qnaltdade de
pe-a-geiros esto suDmettid03 a \Am .a auto-
ridades do nos > 0"i. coQStleracao q e. uai'a
a ootroa motivos di humaaldal-'. comj a< ru'a
condifO-* en? qo^ terinn d i n .vegar, psperaB
qoe s-a atwoatla pelo uoverno a-uenuno.
Q-aa'o iionen noite no.* iifjrma.-am das n
proyoai'"3 unorava'n ai'-da os cavHlKei'oa que
nos a-m enas nuti.'iaa e me-mo nos ouir.>s
que a ques Jo J eatava resolvida em aeu do
contra-io, com) oabemo logo, em confe^a-n-
Cli de iie:uCia',6aa ntibolads em no"e d sea
ijiveroo pelo minist-o de Po tjgal S-. Go de d*
Faria.
Gom effeito a leggao pO'iaueza sollcitoo do
mint-iro la reUg.- exteriores de accor.io com
aa Imt'orcdea que bavia rerjebido do ganneie
de Lisboa, qoe nao pera-ittisse desembrcar em
terri orio argentino os asylados na Mnrtello e
naAffoi3o de Alboqaerque, os qoaes de-m
aer condazido8 a Portugal, onde desembarcar),
aeuondo rdeos iransmutidai aos commanian
tes dea-es iois navios.
Se i-erto, como se diz, qoe essea navios pre-
Ciaam reparar avarias de alguma cooaideracio, o
provav?l se' qoe os reparos se fac/am prove-
taiio se os das da quaientena, qoe os refugia-
dos brazileiro compnro a bordo, e o lempo
que deyois necessitero para empreneoder logo a
viagem o^ra Pcrtaeal.
Da parte do goveroo do maremal Peixoto nao
se ttuba feto at boctem pelic&o a!gama o
noso ; poi d de eappor que a formulada pelo
gabinete de Ltboa obedece as Degoiiag5e.- pen
deutea entre as cbaacelaria3 braz:ielra e porto-
gaeiea.
E' indob tavel que a onta do governo de Por.
(ogal para qne o noaso nSo permtm desemea-car
08 revolucionarios Drazileiros em territorio ar
gentino se aooia em que estes se acbam subme'-
tidoa a aotondade da oafo qoe Ibes p-opotcio-
D3U asjlo nos seus navios de goerrj.
ao1
commaadan'-a e por parta dos asylados a b rio
oro'a pacerlo loque ocorro eat-ooigiM-
aetes de Liboa 9 do Itij dj Jine'ro a rancito
da sai la e^trateg ca que dse oltim porto *tti
ctniram, nao obstante a vigilancia do goveroo
exercida oelas fortalezas.
O mioist'o de Portag! no Rio de Jarratrfj, oa
a obter que fosse pemlttila a sai la dot < *viu
guerra, garantiu ai overuo do mT-cba Fm-ia
ao Peixoio que havim edado a bo-do cads da
epidamia reinante ejqoe a muiaoca d earpe-a-
tura modifl.'.aria iudaotuveimenta o mo es.ado
H salo oaa tnpal*c8aa easyulo.
O que sa pa3 oa d -pola, a -nea oa leitores. 0
ojWot portugnez^a titu-jca-e da pro nar< Bue-
nos Aves. A legagao po !oaexa uasta capital
fii aarp-erienii la com a chegrla dos vasos -e
guerra da data reoebesae do seo. geverno iasra 5aa a
reaoe.to deata mssao.
O almifai>taio em Laboa tem mantldo dec
'aoen'e com o con-'eln"iro A'iuu t> de Gastilbo.
om Daoiinte cbe'e da esquad lina, correapon-
lencia lele^-apnica cifrada
Prese enl-eian;o qoe as p-imM'8 ord na ex
pedidas pelo referido alniraoialo 'o"am mod H
cadas no sentido de onservar a bordo ai al e-
rio- rwolncao os emig-iloa braiileiros.
Bata uitun ellb*rc4o lo goveroo pirtauoz
nSo oole deixar de ser e.jnseqo-acia de r ;ia-
macO^s fallas p-lo murecbal F o-iaoo a"i de audacia" dos navios de goena daqueila
oigSj e nao ser de eslranha' qaa a gabiaele
du marecnal consiga que aos auyladog se oon-
2U, em vez de ser-lbe facultado o desembar jua
em 8ieno3-*yres, a seguir paaqualqaer odtro
porto do terrliorio por.agaez que Ibeast-ji des-
uado.
JEntretantoocorre nesse pooto ama observa-
gao, e que. nem a L'niell nin a Affjnso de
Alooqae'qae podem arrisoar-ae a ai>a no?a
empreza Cunti avallado namero de pessoas a
bo'da.
A M'n 1 lo ea' com aa azaa do hlice torc
da e a Aff psrar o calafeto ; e alm di>so oo tem aero n-
m)dar;6-s pa-a poder asylar tanta gemeem iao
grande tr La Nai-.ion publica a segninte ootcia :
c O D-. Zvaie, medico de saode emoarcalo
na corveta uo-io^a^za .AffjU30 de A'OuqUrque
envloo a repariigaj nscio ial de hyuene exienja
tommanicajio da qul fazemoa u seguiote ex-
tracto :
A corveta ebegou ao porto do Rio dejmeiro
-m 30 de N)vembro e ala tsteve at 18 ue Mar-
ci.
Do-ante asta pencaieocia p teve om a trra
a CTmmooiiac o "j'iisnea:avel para receber
manlimen os, teodo sanido doas vetes para o
Atiaoti.o atim de proceder r ngo'osa limpezu
Desde > dia li, depois da rendicSo da esqua-
ir> rr-v.ihoaa, e teodo cbeua'oa8eo boruo a
ollijalilale e iDanubeiro.a b-az leiros qie coa-
lux, deixoa de communicar abso'ola^eo e com
a tarra e mes-no a iloa das Flores so pftle po-
ioter neo do lelegrspio 3-mapborico declarar
jue nao anoaria a Montevideo.
A viagem al o pono da Boe-ms- Ayre3 effis
tuoa-se em sete das, sem uonhuma novldade.
Trz don? enfermoa: om de b-oncbie, ootro
de taercolose. E-to la Dam a Dordo algans
feridos jm vias de restabe ecimento, tratad >b
pelo msdi:o do navio e cirorgi;3 da esqoadra
orazi-elra.
me ico de saade licoo sorpreheodido pelo
estado de perfeita limpeza em qoe se conserva a
corveta, apeiar do ex'essiva uomero de tripo-
lantes.
Os pa333geroa qa^ coolot sao 89 officia'
16! sariobeiross o iripa'acao com. 6i a- de 177
pesaoas, mclosive o commaadante e effi:ialida-
de.
Sobe portanto a 423 o numero de peasoss qaa
eacham a bordo de om navio que apenas da-
pa de accommodayOaa para a gente do sarvico.
Os offi 'iaes emar abe ros brazilelro3 es'o ato-
jados na coberia, e na naai.-r parte sao rapazes
:lieos de vida e apeoas aiqnebrados pelas pri-
*OC0e* e fadigas da lata. E-'ao seo roupas,
mal alimeniado8 e ancioaos por ebegar a te.-ra,
aim de mu 'ar de sorte.
Seudo dilfi:il pratior nma deiofecgao rigoro-
sa com taola gen a a bordo, o referido medico
m Orizi:eiroa para .o lazareto de Mamo G*rcia,
iodo nolerao ter todas as commodldad;3 qua-
Ibea falta oa ro-T-ta.
A deslufeccaj da Affonso de Alboqoerqoe j
c mefou. Acc-esceota La Nacin qoe o navio
La) temapi/arelbos sanitarios e desinfectantes.
Te .do gido motto procoraia a cammisaao
o'canisadora da grande marcha cvica em borne-
oagem aa mar-cbal Foriano Peixoto.
Pessaaa de tolas as classes sociaea teem-se
apresa do em manifestsro concursa deseo pres-
t i, i para a rea.aaco da idea, qoe ama mere
cida Oomenacem ao valenle soldado a qaem ac-
tualmente esia canBados 03 deslios da repu-
l, i -a.
O acreditado negociante d?8'a praga o Sr. Vi
cente da Cuaba Guimarea p-op6e-se a fazar aa
despi-z's com a oroameutaco dos carros destt
oados aos traasportes das bandas militares.
A eaqaadra republicana, sob o commando
do bravo cootra almirante Je-onymo Gancalvea,
est orgaoisada cum tres div eoes, sendo o ero
zador Andradao navio ebefe.
A 1* divisa commaadada pelo capSo de
frau.ta Ribeiro Belfo't, composta dos segoio
tes vasos de goerra .*
Croza lores: Ni'baroy navio ebefe. qoe 6
con sob o commando do capitn teen e Bap'is
O corpo de OijaobBi'Oi Itonooa-se ,de ,P?'\ Encorrala -am-se a bard i oa q i ni: c -lr
S3sioofea comaete t*a ; a-oompaobi "aps-imortoB oa fs-idis, ans o fozo co itmii u on'n
da
de .1
Elmt
lores est sio a directo do tenoie filmando jo navios, atqie ni)tem pela oMOha a esioi
irilba rabal le siiu bar,-* fura, Qindaa-i'ido as
sgaaa da iota.
O espacHo telegraplrcn sobre o qul calca-
moa esta noticia, conloe .ilienio que o Re m-
olica* e rriaoriHcos Scj'm hnrnvjhnnn e d'<.
mantel i lo :>, pilas avanas gravea qia s iff'e
?a'oahy)i, S. Salvador e I'.ai-
0 cem naalante-cb^fe da esqoadrilba porto^
goezi, cooselbeiro Angosto de Caetilbo, receban
bontm tarde om teleg-amma em cura do alm--
rantido de sua nago, commoaicando Ibeqaeem
vista da impossibililade de serem consignados
a outro poaio oa emigrados arazileiros, qo a-
acbam a borJo Ais corvetas Miodello e ffjo-
go de Alboqoerq'je. qaestioaasse por todos oa
meiis ao seu alcance o desembarque desses
emigra ios em Boeaos-Ayreg, procedead" to
depr>asa qaanto Ibe fossa pussuel aos reparos
de que preisam na ditos navios, permanecendo
em nosso po'to at nova o'dem.
devana ao ccbeiimeoio do Sr. mioistro de
Portugal r. communica^o do almiranado, esse
diplmala conf -reocioo com o presidente do de-
partamento de bygiene, q eporsoa parte fo: en-
tender-se com o S" minutro das relagOes ex;e
riores, com o m de apreasar o desembarque no
lazareto de Marf.m Garca dos a.-y aloa dos na
tos porogoezes, aoe nao m commodidades
sofficieote- para coniiooar aojando ta conai-
deravel numero de pessoas, desprovidas de re
corsos.
A parle dala pelos delegados sanitarios o2o
pode aer mais alarmante, r^g gtraedo om novo
Caso fatal de pneumona passaao oa Ailao-o de
Alboqoerque, em qoe fol lictlnado ac dos
osylados brazilelros.
A' fltta da ciilca saagao s que se acham
os a?ylado3 o presideote do departamento de by
glene, de accordo com os Srs. ministros das re-
lagOas exteriores o de Por agal, trata boje de
fazel-os transportar para o lazareto ue Ma-tin
Garca, onde desde bontem se est cooatroindo
am vasto galp&o, em que siles ticaro alojados
dorante os poacos das qoe anda faltam para
erminar a qnareoiena.
,Dj Pas de II de Abril)
Os jornaes argentinos do-nos anda nota de
todas as gcucit icea fetas at 2 do corrate para
conegoir-Bf o deaamba'qoe em Buenos Ayres
dos revoltosag a^yalos as navios da goerra
portngaeje?.
A maconarit par seo grao-commendadr, foi
jeem lomoa ea!a JDMativa, coj.s fracos at
^qoeia data nao eram coobecidos.
Jobpfl O eaia-o da Miadelii e da Affanso de
iik -ri06 trocaam se notas entre o depar-
AlCuqu uf/giene e o ministro Faria, qoe alias
tameaio de -h0 tgtja. gg provideccijg. afim
declaroo >or toma. - ds qoeoada falte aoiw.'
""*.., K,''* O segnin-
La Razn, de Montevideo, pobl.. ^Md0
te lelagramma de Buenos Ayres, datado .^
mez passado, qne vem dizer o quaoto acer..
aodamos, pondo en rasgo ardo as noticias que
hontem transcremos.
fj. Ao contrario do qoe se dissera, os emig'a-
dos brazilelros que esto a bordo das corvetas
portogoeza.a Mtodtllo e Affonso deA'boqaer-
Sae deixaram de desembarcar no lazareto de
artim Garca, nao por taita de pavilboes e-alo-
ianeutos e sim porque os commandantes dos
rafarilos navios esperam alada ordeos de sea
governo para permlttir o desembarque em Buenos
lyres oa em qoalqoer outro ponto da Repooltca.
eeloaQl8 sitoajo por parle dos referidos
la Franco
p.
A 2* divt Sj commanlada pelo capitao de
mar e guerra Gaaptr da Silva Radrigaes, com-
pondo se de doo3 pelo'O'S de torpedeiras; o !
com ?8 torpedeiras Gjstav> Smpalo oavio-
ebefe', Pedro Io. Pedro Affonso e Sllvado
- o 2- com r> iorp-dciraa Tamborlm, Sabina
Vieira e Gre mbalg.
Esie pelotao eat eoiarregado, como noticia-
mos, da de eza deste pono.
A 3* diviso, sob o commando do capitSa de
fragata A'vea ae Barros, ompasta dngsegoio-
tes navios: crozador-s Tiradentes, navio-che-
fe, Santos e coracado Babia
Emqaaoio este coa-acado nao se incorporar i
3a divi-.i, ser nelia sabstitoido pelo Itaipa.
Em subatimicaodo 2a teneaie Jorge Duque Es
Irada que li: u doente nesta capital seguio como
ajodante de ordena do contra alunante Gancal-
vea o 1* teneote ilvinato de Maura.
(Da > Paiz de 12 de Abril)
Davemos a om estimado collega da imprensa
pauliaia e dislioc'.o republicano que acompanba
a 1* exoedlc'io que, sobo con aanaj da co ooel
Pires Ferreira, segua p/a o [tarar, a seguiote
e interesaanie cata, prlmelra das qaa o nosso
canfrade graciosa e patriticamente destioou a
O Paiz.
Fxpedio >- ParanJagoarafyva, 28 d6
afargo de 1894 Srs. radactores do Paiz
Daqui da margem ao rio que d nom? a esta
Tila, sob urna barraca de campa jha, acaabada,
batida borren por am sol seaegalesco e noje
acostada por ebuva imoertiaenie, escrevo-IQes
sobre as peroas, atarefadamejie, oo intuto ae
dar novas da expedido qoe deve redimir o Es-
iado do Paran da caoba mvasora dos chamados
federalistas.
A. di'iaao eaiacooada em Itarar, orgau'zada,
activa e intelligHntemente pelo dedicado coronel
Firmino Pires Fe-reira, e composta de doas bri-
gadas, de regimeotos de artimaa e de cava la-
na, parti de lia-ar no dia 22 do correte, se-
gua lo em demanda do Paan onde deve entrar
em operaces.
A 1 brigada, qae se compe do 20' batalbio
de lofanteria do exercito ; do batalbao n. 3 da
guarda nadooal de Campias, Amparo, Jondiaby
e M>gy Mirim; do Fre Caneca (batalbao o. 6),
do 3pr)vsjrio, ibojo u. 8 da diviso,
mandada pelo disuado militar
Aoanteg.
A 2* o-'g-da e composta da 1 e 2a bitalbfies
de polica do Estado de.5. Paulo, de contingen-
tes dos batamos i6ia, 165; e 108- da goarda
oaclonal do mesmo Estado, coniingen'.es estes
que formam o batalbao n. 4, e o do batalbao
patritico Suva Talle', boje o. 7 da divisao.
Esta brigada es'a sob -o commando do coronel
Joao r"X9lra aa S" Bra.
O reginM, de rtHntrla, 1 conla 19 bocas
de fogo e 6 metrr'oadoras, rtimniandado pelo
majar Celestino Bastos. _.. .
O regimeoto provisorio do cavallarla, do qoal
commandante o major Maciel, tem cerca de
o pracas bem equipadas.
Emtim. a divisao, a despeito das grandes dif-
flcnldade3 com qae luUm o coronal Pires Ferrei-
ra, est bem or^aolsada epoJa nlrir franca-
mate em operakOe3.;
v, e com
coronel B-az
Rar os ; o serTiQO da tnasporte tic m a-carga lo
mi|o-Mallo, de Gairauagoata, >aX liado pelo
leueata lastima i siatante do qaartel gefirai.
As fo cas que gasrQaciam o> piasos de mmi
oaios da Caristiaonaa, Rio Verde, Daronsas e
li letroi e qae jt-iagiam o aumaro de 1,500 pra-
c4-, com naneadas.pelo carooei Taires e palo
seu ItauaedMa tjceute;uronil Siauaga Jay oh
8raz, umbem vuram r>-uu r-so aqai emJigUi-
rabyvn s forjas da 1 divisao organizada palo
MMuei f as Farreira. Esta cola oaa oomposia
ae co itiog-mte8 da guirda naciaaal do ttio Ver-
de e ie S. Paoia, do V corpo d poica do
do meamo Estado, e pe.leacem i 2* angada.
A p.n.di das forcea dos varios ponas em qu>
ai.iin K.<:a no^a.ia.s foi deaermlaada da tal
modo que todas cnegaram a-ta villa quasi qae
ao mean) j l-,up i em qoe ent-tv ,;n oa Oatilnes
dl* b gada, isia e, ho lia 25 uo corrents ao
i-io lia.
A 1 origada chegao. ante boatem aqu.
A v ag-m de Itira-e para e-u iU fol fstl-
gaat-, peoosissima, po-qaa, a'ai da eatrad s-r
muito a::id-mad, aoe-i soo-e Cj ias qie se
Buoceie.o id grande aumaro, easa ostra ja qoe
li oo ue nij mereoa, esta ra p giin.a uonti
,0o) ae ira'.'S to, esburacata, com gran les ue
.nos caoe t>s d> psiregulno -olio, muito ame >-
sa, passaouo por aiol-i.-os ava ios pelas uI'-i.uki
coo/as, emtim, estrada qaa as aaitgos trope'ros
paunstas cbanaaram Ciminba di iuferno.
fara aval a-o g-aade a;rincio qae fez rx
oedigo, l a prco.so te iransitado peaa c.mi-
nnos qae ue i.ara candozam a esta vi.la, paaio
D'inciiui ao deixar-8e a frontaa de S. H.iu-o e
iranaposta a do Paran.
Pas o sacniicu fui Mo cora abDe^agj e an
lifii.-uiaad -s fjram vaotlda* oedic< lodos us carpos qae consuutu a t a 2* Driza-
das.
Davemos entretanto sal.eotar o esforjo feto
pela pe que fol o qoe uais siffrea.
Pravas da goaria aacioual 4e S. Cirios d>
Piaba e de Cagipav, as das contingentes de
Campias, qae laziam a retaguarda portaram
se galba'damente.
Distingairam-se de om modo notavel os valen-
tas alomos da escola militar,essa rrio-a e pa
triotica mo-idale qae doobe vaoser e remover os
maiores obstculos aa coadaccaa da artilberia.
Mas tolo esse e-fargo, a lomma eoorme de
dedicago das torgas expedicin ras eo;oatra
ram desde j compeosagao : a fuga covarde doa
inimigos da patria qu deban 'arara d'aqni logo
que sooberam da vinda das to gas letaes.
Depois que qui cb-*gamas oabemos que Pi
ragibe e Ju:a T g*e eeti'eraca ue:ta villa, com
cerca d: i.loo bomeos monladoa e qae preteu
li! u ataar Iiarare no dn 2! do cor ene e qo?
uo o tizeram em virio e de ordem qae recebe-
ram para I ;va itar acampamanio.
Consta qae as forg.s retlrantas faram para a
cida le de Castro, eatanio d'iqni a quat-o legaa-
oma forga de recoonecimeol e avangndo sao o
commando de Talemaco Baria.
Era vanos pontos da esiraoa de [tarar ancon-
tranoa stgoaei de acampamento oas foigas !'-
derali8ta-< e oesta v lia tambera deix'irara ellas
raatns bjm visiveis de soa paasagem.
NSo tizeram saque qo<* nos coos garam monas pessoaa d'aqui A coimboicio de
aolmaes e gado.
Una peasoa qoe filoa om nm'g nosso atfir
moa que Jaca Tigre se mastrava aqu muit > ex-
pansivo, alegre, satisfeito e que eslava s^qoioso
uela iov-"5y) do Eslado de S..Paal<, leudo aa
forgas federalistas revelado desairado com a
o-.i-ra da regresso, pola que tinbsu as viscas
voltada8 para a aboadcacla daqaelle Es-
tado.
O rotelro da expdigSo fai o aegointe.
Parti deltarare oo da 22 do correle, s 5
horas da tarde e acampou em trras da co*oael
Jorda, no Paran, depois das 9 bo'as da noite.
E -' .':ionoa all dorante a dn 23. sexta-feira
da PaixSo, a espeta do resto das lo-gis e da or
gamzago de meios de transporte.
N da 24 levanton acampamento 'azealonma
camiobada de tres leguas. Atraveisou a vo o
rio Jaguarica qae felizmente nao estava mul-
to cbeo. Em caso contrario, a exaejig) tem
que aemo'ar se maito a e n-> i qaa o no oai-
xassa o que a trav-saia foase fe'ta em duis
canoas que all existem e que enam iosofBea
tes para o rpido transoale das fo-jas.
A marcUa do dia 2i foi om taoto forgada, at-
ientas as con.tigaes do camiob?.
No da 23 levao'oa acampameota, as 9 to- s
da maoba,e depois de nm trajelo de tres leguas,
estacionan em terraa da (azenda da'majar Vir
eilio, a 1 legaa de disimcia desta villa, onde a
expel.o eniroa oo da 26 ao meio-n .
Aqni a campoo : a 2- bngada aa columna
em qae esta simada a villa juntamente com a
artilberia e a T brigada alm da ponte, mar-
een) esquerda do rioe junto estrada garal das
Turoas. Pyraby, Castro etc.
03 uaunei que fazera pane das daas briga-
das, os reg oeo'os de cavallaria e anillarla con-
tinuara muito bem dispostas e aomados para
continuago da jornala, moiti emoora sintam o
o caneago natural qoe soccede a orna caminba
da teita par estradas qoasl latransitaveis. E*
que os defensores da causa I .'gal levam comslgo
a rigidez da crenga qne todo vence, a convicgAo
cimentada pelo patriotismo que tudo sapera e o
amor Repoblica. que atenta, que fortalece que
amma I
B epoij,o ideal caramum qoe coogregno e
arreuimen'oo as forgas exsedicinoariaa, organi-
zadas em l'a-are. estreltoa, ligoa de tal modo o
uessoal, que a co'agem, a dedicagao e a aboega-
gio comnuaicam-se reciarocamenta, asgim como
se pariiinam fraternalmente os so..rimemos, as
faii.ps e as diffi aldades mnito oatnraes as es-
p:digOes como esta em qae tomamos parle.
EsiA p'oximo o da de completa victoria oara
as iastitniaes repablicanas, mas, enguaot j han
v-r om palmo de trra calcado pelos'qne se ar
voraram em libertadores, oo devem e na
podem oa baos patriotas depnr as armas.
Para reintegrar a Repoblica qoe vol violada,
para restimir Federagao a integridade que Ibe
dea a coastnoigao. preciso, f i-cas o qoe se
iibenem os Estados iova idos pelos revoltosos.
Essa misso compete as forgas expediciona-
rias em opera.Oes nos diversos Estados.
Pena 6 qoe os inlmigos nao offeregam nm
combate seno e leal para qae a aorte das armas
le -ida de ama vez pa, a sem.ire de que lado eat
a jnsti;a da caasa.
Elles v vem da emboscada e da faga, e como
d'ajui fagiram,aa fargia desia divisoagoardam
ordem pira a partida em perseguida doa fugiti-
vos.
Soube-se da victoria da esqoadra legal na
villa de Itarar, tendo este faci produzido mag-
nifica impresso e grande entbusiaomo eolre as
forgss all estacionadas.
Abi vo esaas ligeiras notas para o voaso jor-
nal qaa tantos e (So grandes servigos tem pres-
tado a oossa patria, que vos agradecer com a
admiraco e reconbemmomo dos vosbos compa
triotasa
(Do Paiz de 13 de Abril)
A alma ra^oolicaaa rejanila oo maii juslo con
teatamento.
Aps a asaignalada victoria da 13 de margo
ram a derrota doa loimigos da patria, qoe oo-
Barata ama teataii?a contra a cidale. do Rio
Grao le.
JA boje podemos noticiar jt migno acontec-
ment, pola vimos bootem despaabos telegrapbl-
coa refenndo o comocte dado As forgag revolto
sas que all quizaram penetrar.
Foi ba qaatro das qae o cruzador Repblica,
acompanba lo de dos fngorifljos e doas oatros
paquete] armados em guerra, forgau a barra da-
qnella cldade*
Por am acaso raro em laes parageng, as mares
sabiram grmdemeate, da forma a dar fcil ac-
cesao aquellas navios, qaa oo tm pequeo ca
lado.
E feria se desde logo O combate enrgico-, ire-
Baeodo, incessante.
As forgas sob o commando do general Bacallar
nSo liveram om momento de descanso; am s|

ram.
Ti mamas esciiu^o ess-ia lnria3 qando rece-
bara s a noia mita de S. i's ii i i'aten lo o G r-
reio Paolisti u, que tamben offireCa p-i.-.uen>-
rea >r>ra a jueUe a on cin-MJia, Mi|n desfeerij
o colleg amia nao caob'Cla. nn qua antam :s cora o taleg-am ai a/iue aos refer
mna.
E 3 as palivrn lo Ca-reh
\s forgis 'ebel-lo' varaarara co-nnletame,nte
o Paran, en era inda d Batat do R o G n le
da SalJ O prasidoote Menazea Dara emigran
para Montevid. O vallen e Gim'rs ni o g7
guia con su cavillarii pela es'-r:; a d- Pa'-mas,
eo resto da forg fed-ralis foi enba-ciiaa
bordo 11 esqoadra ravolt iaa, a taour jv ntu-a
oa barra do RioG-ame i Su*.
O Aqadaban o5) poi- traosnn- a narra,
ma- o atiepaottsa* e a lu.ugj'ha e rJsra o ea'a-
ca-arn oa igor and ida. ao raasm enojq ie
a 'n-cas de terca, que lavavau em n im-r > de
2 000 hsraen\ des-rana-eanm e teotiram as
Sallo, C0id|'i'alaa pelo fo/o da ea(ail a.
A guarnicSo da cuale -lo R a G aa la en a?e
uas da 500 bomu0rf. Aoeiar da iafari >ri lade
ou aerica resid u c-im vigor, o irigm i-a oa aa-
saltantea a ratrooalerem. Este lolTe-am coa
aideraveia pardaa. A defa.aa da p-agi 'o diri-
gida o al o g-ueral Bicellir, digna cajjmani.u.e
do distinta militar.
Esse faitn 36 dau nr da 8 1o cor'esta M-i a
tarde cb-goo, violo do Hig. o urava carmel
Carlss Talles freo te de fo-te columna, qoe,
reaoila A (tuarnig-o la cidade, mbilioa a fo gi
lea| a tomar a offensiv i.
Nnicas iransmuiidas boatem. va Montevideo,
dizem qaa o coronel Telles tem ootiiuado na
paraagaiya:- do laimigo e qae o exercto i'eoo-
minado d > sul aaD o carara iudo do coronal Sa n
paio. j se acba em Pelotas, em marchs pora o
Rio Grande,
D:z tamnem a meama commanicagioque a->
forgas dureuado- Pinnei.-u Mscbaio coflaooiroa-
se no Passo do Goyj-Eu, por cuja estrada, su-
gonfo consia, aev- pasjar Gameraiao coa sai
gente, fugio o do Paraai por Palmas e Coape
cO.
A' ultima hira a>ubemos qua nm o'Uno tl*
granma annun^ia que do perto do Rio G a ida
ouvian-ae Hstmcamente rolta detoaagOiB ao
oorte fra da barra.
Naa eslava averiguada a causa dessaa detona
goes, maa nao ser i-merliade acreditar que a
eaquatra leoa', eu^omrandu os navios rebeldes,
Ibes (eana offarecido comba-e.
Osear Goaiaoarmo coraeca a deserap-nnr-aG
da ru j a a que a. comprometieu. Eis a ana pn-
m-ira carta, cbaia oe loddactes notiveis e
KCOoaodo anda a recepgSo festiva feta a i bravo
1" de ariilba-ia da guarna nacional :
S Paulo, 10 de Anrilla deve estar noticia-
da a nossa partida son aaudacOes do povo e co u
a despedida dos am'gos.
Par'irros;e logo que deixamns de ouvir ob
aons lestivos das bandas maraclaes. qua se ocha-
vara po-tadas oa es agAo Ceotral. calaram-se to-
los os officiees reunidos em am aos carro; do
com >oio, emjoaoto a sida lesea, cerca de 400
tim-raa, espalbados pelo resto do trem especia!,
desanvelavam as mo'hilas e se alliviavam do pe-
so dos embornaos e estol naa an ry.hmo mire.al
da banda de cornetas tambores.
Era fcil Isr uos corugrJ'S dos companheira? o
que mntivava as Iagrama3 oua derfargidamente
eram eaxotas, porque o observador que ne-'e
momento reala ese facta tamben levava a alma
mi angn-liada p"la sandade.
Era a reaegao do entbus'asmo da partida;*
aq-'elles que cinglara ama espada para g-tentir
a R'pablica.oitereceudo a va Dla Pi.na ;
aqu-lles que camiobavam para o campo de ba-
tan,a orrendo os rios da gae:ra coura ferozea
inimigos qoe perderam as quali ii ies monea
de boraens; aqaelle3 qae acanavam tas glorie-
gas Incas contra a esanidra da reolta restaura.
do-a e de novo iam offerecer o sen sangos par
libertar o solo doa Eataios do asi, invaid) por
bordas de est-aoge'-oi reondiado3 pir seus ppo
pnos incios ; aqa-U->g gaer'ei-oa experimenta-
doa nos combates qaolilianosnao -j.-i-t .
lerabraog dos entes queridos de qn ni a loco
motiva ta separando cata vez maic.
Depola Coaaram-se as enmelas e o rufo doa
taraoorea foi pouco a pooco dimlnnindo, deix.o-
do oovir eoio o embate do jogo das rodas dos
vagons da encontr s pomas uos tnlbos as
jautas.
Calados todoscada am peosava em pea
soas d-ffe"ente8, mas todos se encontravam no
mesmo ponto paycbologico;oro a mesma fra-
qoezi. com a me.-ma terno-s, com a mesma ra
cordaa carinnoaa, p-ocaraudo abalar com la-
grimas os suspiros qua se ouviam.
Mis asatm mesmo ; efsea coragOas sensiveis
revelara a oobreza de caracteres e todos s po-
demos confiar na saj leald'de.
Infelizmente nao encongamos a liaba depem-
oedUa, c-.mo convinbaaoma expediga militar;
em Balm foi longa a demora e por isso pouco
tjmoo tivemoa para liga ra refeigla La Barra d..
Piraby.
A'sjborasda madrugada flzemo3 a baldea-
gao para os carros da bitola estrella do ramal de
S. Paulo eo telegraphista pretendeu indagar se
llnhamos livre transito at Loreaa.
O apoarelbo foi posto em moviraeoto e nada
de resposta ; no Om de meia ora caminbamos
c*utilosamente at ebegarmos parada das
Canoas.
Abl soobemos que o telejjrapbista de Lo-ena,
o S-. Domingos G)ngalves Netio, ainda dormia o
sea pesado somoo.
Se livessemos mandado am proprioa Lo ena.
p, para acordar o Sr. Dommeo', talvez ti-
vessemos gaobo algamas boras ; mas por tira,
qaando o sol |A la bem alto, o le'egrapho aben-
goado annuncioo qoe o Sr. Domingos tima pis
sado mano bem a noite, gosava s-ande e jt'cba
turnado o aeo baabo fri eo sea caf, lermittiri-
do por isjo qoe corressa o trem com os defen-
gorea da Repblica.
A's 10 oras chagamos a Taobat e all fomos
recebidos pela distincla offi :iaii la le do 59- ba-
talbao ae infanieria da goarda niciodal, co-a-
raaodado pelo bravo coronel Mao'a, qae tra? ao
pe lo os atteslados dos seus seis anooj de cam-
panba contra o dictad ir do Paraguay.
Alm desse baiathAo fez se reoreseoiar pela
sua oflicialidade a c mpanbia do 18." da mesma
arma e milicia, commaodada pelo nosso collaga
do Imparcial, capito Joio Pereira de Soasa
Peona, que, ao terminar o almogo, gervido no
hotel da egiagSo, brindoo o nosso commaodbme
o Sr. coronel Delgado de Carvalbo e 8eua offi-
Ciaes.
O velho e rijo militar rsspoodeo nao s a esta
saudagAo como a qae em nome du povo de Taa-
ba' fol feita pelo delegado de polica oSr. cap
tao Manoel Alvea Morelra da Costa.
Nesga cilade. cneia de tradigOea e bergo de
muitos varOes iilostres, cruzamos con o expre-
so de S. Paom, obde encontramos moitos amigos
e mai'-oi bravos licenciados por doaoga, depola
dos celebres dramas do Pirana .j
Estavamos coodemaado3 aos atrazos e em la-
careby soffremos as cooseqoeacias do somoo do
tal Sr. Domingos, telegrapbista da Lareno, pois
o nosso trem Bcuo paralo ama bora A espera do
franqaeameoto da liaba.
Pa-a g loriar o atraso andamos com alguma
veloctdade at A estagio de Gaarare a, on e ve-
riQ:amoa que o carro da offiiaes eslava com
nm broaze quasl fundido ameagaodo incendiar
o vagn.
Attenuon ge o phenomeoo ; mas para evitar
mal maio- la fom b ara adlante com uxa velo
cidode media de 12 kilmetros.
Em Mogy das Grates o labriScidor e-tava
quaai em braza e foi oeceasano abandonar o
carro.
fetas as manobras, tivemos logo, ao sabir
de-t'ffiha tNiemuina do r.canhecii>nto
o.ra de Santos i>e n crazilor R-onnl sa,
defensor do s->la paoiiaian.), infa ieael loiador e
iateiiiijie j p'oi p esideot- di fl irescente ^-
a 1o da S.Pju o.
Cora aasa u'orldada entapara o aeua ajuian
Ui dejirden, o vice praslie te, o coraunddio-
te geial d f,r;;a paaliittQaa. o Dr. ch-fa ue
pil.cia, offi-ii'.i'* d ,s n.taihOJS da goa-da
naconal de ns. 108 IO. 110 ill e Idi. delega-
uo de polica, S T i ira >'. le ArB| qoe toi >
extra na araaori la le ps-a com O P'z. e moi
toa orjt-aa cavcnei'.M, coj >s noms n-ns*lu
riim Mrg) esaiQo pa-a 'eg'siral os em nasaas
co''im*s.
A< nrags-i e inferio'ns nuartelaram em nm
d-i-i b^rrai-0>a da un niv"ag) e oa oQ3i>ei hos .
oeiiraa-s", por ordem iid go*eraa, uo bo el
P-anlis(a.
Ni palacio recen^no-* no'tcia da ordem termi
nanta du S-. ge.ner.i! C '-talU nara BRrlirumi
amimA, e o Sr. cap A) L mo Vianna j orov
doncloa na-* qie a la di-eita na L" regUDaW
de a-tih-'n-de p >e'ga') pirtis-e em trem eso;
cu i 8 11 Imtni e As faraijua ami >s do <*Bssoal da' i^ada
de KBufa poden ungir a* anas cartas pa-a
Ti^.iny, t oo o aviso ueatas correaponio
(O'J Pea ae li fe Ab-il)
Sola u pipalaga dss:a .aulla! naOlpV^-ae
ha r.ara n i 'na j iia an -'e lata eof-ag* 0)r no-
uca' Man!, qae adl'antaa-'-m o daeula-e da
p-ovavel i-iooi ei ra o< navas r>-b los ea
eaquid-a reaunl-an.
A noasa faina, coma oa'.raa cj'!Jgas di manr.
t nbam o a i ia-to a derrota aue oa invasores foi
; (i ti ngi la na ter.-.iono di Km G-ande, a fuga
los navios qm se 8zera ao mar. e, em narra-
t'va de ulti n- bo-#, OP-'Z iei a ;ir;omaiau-
cia d" se oa ireui ueijia^jv f)'d da baria, o
qae f.izia a;redi.ar na e :aairo oas fo'jaa na-
vaea eu campas o.>po-tj'; dabi, deasas rafe
reacias, o anceio leg.iira i de. iodos os ooos pa-
t'lutaa que prejaiitsm mutu legitimameme oes
ses fado" a app-oximago d>. co opiet- villora
de sai caos*, a auroro o. paz e 'a ira .qoiluda-
da da fa nina ora-ll* ra.
B->ra celo ainda co r uem tadi a rilada a
0)ii.-.!a lois'-eu'-e do qun'o ooar.igalo Aqil la-
ta". e o cruza'or Rapa*)liia iiaudoi i-ela
ea.juaara le Era vio procafa uoa counecar a O'lgom da lao
aasaiciosa nova ; nen rau tatemaqfto Irwcoaa
el oulem>8 en-^ntra-, qae no eaudo do qu-
se dizi1, q ier mesma p-.r; coodrma o enco.nro
doa aavius da esq adra legai'i om os dos ra0=i-
des.
O Paiz oa teve n'ribum despicho a res-
pe.ti; o gova.-ao uenhura-i ooin uuai:agao uo.-
idimlou.
a victoria alcangada na ci lals do R o G'aade
e o desbarato dos navios qae ah enl-a-am, es-
sea, sim.e.io pienamenta c nii'mados. iaes
carao nar-am ia em nosja d'gSa de bou.en.
Siare estes acoptec.mantos o nosao co.-re
poidenie esoecia la r.ldad do rto G-mie.
ajeos encootrou f-an^a o i-i 'ir-p'io, nos man-
ida o 8egawi<9 extensa despacbo, qua coote.u
oarmeao-ej va'iasos da lu a qaa se EHsj entre
as fjrgaa lgaea e as qaa deinmbar..aram do.'
navios reneiues.
Basa telegraai na tea a deu de hante o e foi
e rino.
Eso qne no "oata o nnaso zelaso auxiliar:
Rin G-anlo, 13.
O croaaor R'pahlii-a os paqnets Ura-
nos Maieoro Bsporaoga e Iris tolos
esius vi orosi neote artilbanos. emraran na da
6 do nrrente a narra io Rio Graada.
Djpois ce evoiug's wai d-finidas ancora ao
no da 7, era f.-rO e S- J-'a d > N irte, soo o
comuaQdj do eo'oiael Salgado, Ueseuharca-am
grande fo ga no lato sul -a turra p^ra atscar
i '.ida ie, qae logo caauegirsm a bombardear.
As iriucbeiras repanluinas qu- a guarne:era
responieram imoieliatameme ao vivo fogo e
luao'.tveram s u'oma vjio'oaa defensiva duran
ie os ii.8 7,'8,9 e 10.
melralba e as bomnaa exploairas cbaviam
incessan'.ementa uo loca- o'id' s- a'bavara oa
inimig 8 da patria. As balas da bordo raro at-
ttngiam as irincbeiras da legalldade.
Uaaa oiomoa das torgas ie Salgado destcala
par esoe-ar aa do eoeral Talles, e com est^-s
se encootrou perto da estigio Qoiota, da es'.rada
de teo. Os rovottoBOS foraoa derrotados, per-
deudo loO martas e 31 priatooeiros; os reoabli-
a ios uvnram 1 mo la e 10 fe idos, eotre satos o
teoeute Raymond.'do corpo de trinsporfe.
Eui, mana ieat>C*ias jip-la oossa arti-
loarian m-t-alnaoras. as 'orgia que oceupavam
S. Jos do Narie effectvaraiii un ^embarque a
toda a preBsa. Qamao o tie-oico genera; Telles
cnegoo a S. Jos eacoatrou o campa jaocaio por
iresentos e lanos casa.era3 de revoltosas. ;^
Era oassas trinebei-aa bavia adenas um m).-to
por ana nica granada que ferio mais cinco.
A'o o boras e 30 minutos dessa dia 11 sa iram
barra (oraos nicos navios, tomaada ruma de
sn foeste.
Ha geale extravala dos ravaltoaos, a qaem
se est -lando c -gi.
Aa triocbeiras babilmen'e cennruidas palo
engenheira mllar caaitao Lm-loipho, valoro
mente defendidas por bravos soldados bou o
carama ido do maj >r Jasa Garlos P.oto, garami
r-ra i cidade contra o saque e os asssaaainaios
proprios dessa gente deeafreiada qaa no logar
oude dse '.barcaram mosiraram nao ter sa es-
qaecido de taes hbitos.
i) oombardeio oooco damno material causan
r,a cidade : oesaai nenbnm.
A disposigAa las irincnei-as fel-os, A pnmeira
vis a recoar na idea de om deasmoarque ni ci-
tlade. O general Bacellar, benemrito deensor
la Niciberoy no-g'an leoae, assi3tij valente
alno a tolo o combate, sob om cbaveiro
i,alia. Fai feriioo cabo de sen piquete.
A popniago ea;hafiasm".da espera s esqua-
dr legal i-ara festejar o b'ilbante saccesso.
(D) Paiz da 15 de Ab-il.)
Cem.3 poder cooeratolarmo nos cana tola a
sociedade braza ira, e aaaanciar a leroaioagao
da aborainavelrtvjltaqae duran'.e tanto tempo
iofelicitoo a 0033a patria.
Os Esta los do Parani e Santa Citbarloa ssto
effe tivamente *trrldos dos iaimigas da patria,
batidos e derrotaio3 aas, fugindo oat'os, qoe
sabiara aguardar-lne- surte igual-
Tl cimo o ex contra aimi-anta Saldanhi
e
de
da
dia em qoe vigo-osam-t! combatidos; sofrt-
0 ^rana a t-fo tes earga le bayoneta.
Custodio, Salgado. Guer'eiro, Vi-tj-ii di ver-
gentes. Aquella dech-on aoandooa*. caMOdl-
abeiros Sor mserviv*!*. Virt irino M .niecv.
p--somi o .a oos sear bem i"fa ma ros dtaesV
do que res,-logio dehh'ala pio ica-erbal vir
ce preaients dn repun Isa scieniifl;ar a graadS)
commissio p-oro'.o- dosf--',n pblicos -i-30
do c>rrut- qoe me sar maiiisatmo agradavel
nSose reali8a-iiipirania unoif-siaco. coSM
sqae se p-ojertara pe o reo anniversaro aatali-
IcJo.
Parece-nos, io dema's. qne o aurecb^l Ploria-
no Palto o s'ili-ri ri qu- sabs .toam -e tata fes-
le|os pjr ictjs 'e br'i-fic'o-ii. e p ra isla a
grande c irjm ao nogara tolsa as qaaaiiaa
qae oorven'u'S collerfe.
D falbas paaliatanas d hn'"jm ex. ahlaraa
oa se^oiotes tpicos, qoe i-oriffi- dS| aoiicias
nasaa, deaenvolvendo- s en rlg.iO' pomo, oa
adiantmiu po-raerrares at ago*a ignorados.
i5mgrn-noa e.is iraoscripcO-s :
O Correio Paulatino de aate-oaatem diz a se-
ga ule :
As oltraaB noli as do Rio G-anrtp, transxit-
il a as vu U (iitvideo, sao a* aeaSiVaSM :
As fo.-g.s retienes, uae iinnam i 'embarcaalo
para < ttesjea di ci -aae o llu G.*a 1 depois
d* repcUMas (-la garnigo ia i-idie bod o
ara na ido to general H-f'-HIar. fi-aa ca-rple-
Uioente batidip--l< d.vi-s-j (i ro'oncI Carlos
r-les. Prs Ull'3, r-fjg a-a n-e p Cipta-
daatente a oorao d >s navios da e^qoad I .a, dei-
x^odo em paie-das n.-.sos nm eaoM>, rro'ta
raonigAo, monos mrica el-rilos e 38 prl'io-
neiros .'airara aote bontem da b.rra (II) As
S b iras da lar Ja, atiraodo sobre a alalaia e
porarol.
O ex coronel Silgido foi alegado p-'oua
pr-gs do corp de trans iones qa- vi.-.c-lbe
mmios Dinaz'ns so-:re a eabe; Oa rebees
eram .-orara inda )s pe i eftaf* Laurentino Piota.
A ,i "iio Cor.-eia fai fe i lo oo da ',.
Que desiioo larvaria, nesaa -etirad a es-
qoei-lna revolto* f Qm asa* attttta oso
[.ii determinada p-la exeragAu d-> u u i na ej-
irategco roas sino l.rgaia pi-lo malogroda 'enti-
Uva qne a I van a-e o Rio n a ide, i Ao
caso duv .loso ; obvio. ara oni<* ffaos,
O'i V" ;'V8 itiirei-os rechacadoa do Rio G*ai-
de? Para Manlivid'o? Cora qae intalte, a
nao ser o de abandono da lo'.a ? Para Paraoa-
gu ? HSSM nAa cab"ao elle.
Par a D-slerr? ? E' o qoe ac'ed'tamo, as-
atm como xcreliti ::as la ibera qae nao renova-
rlo a frusiraia tentiiivt sobre a ti 'a le do sVo
G-antp. F.i.-am provavlnieate a Srata tha-
nna, lina, ou continente. E' posive. noren
(simples coojeciora noS'a), qoe an,oa de ebega-
ren o aovo destilo, ira safa emOirgaia a vi-
agem par inesperado eo-ontro.
Parece evi ipn'e qoe o* fugitivo, da barra to
Rio Gmu ie nAa levi-a a n nr.o de e eopenbir
em a'goma a-g i aaaJ. Sa s-s n fo- e, nio
acauarum os navios revolturas SOOO b-ra-rasde
forgaier a. Essas consumen n> inr Kiftiur-ravvl
emoar.gj pjra a:a comnate, -sp-ct'l nette
qaaoda uaiv-ga'io. coma tiocn aroatce,
sali-nta se par ra^uif-star scppr.oi'ade ls-
menea.
Era vista da espaata, nada hivria de sor-
prehendente era q^e cbega>ae-n le em para
ootro raomonj nouci s de grmode seassfl9..a
Ag-airdeaua os licitas.
Em canlirmijo da nattota qae temas dalo a
resp-i'o di evacuagAo da le'ruorio p.raca^ase
P8ias foro is refeel ;js, t-mos sno oa olbos com-
munic g--a eptaioUres aue cn-gam Jas oossas
'ronieiraa con as d-qnlle Estado.
D u na carta e.-c-ina da Rib-iM, pelo te-
nante Allomo Ginia Vieira, an seu f!-gno pie,
o velho ciiaio repoblica-jo Pio'eoiiu" Garca
Viei-a, em data d egsrtotes iracfeaa :
...ffoUe'aa qn ebegam aiai de perm de
Coritiba, Ce .tasa o faga dos federalistas.
Al :da haje cn?garam cerca de. tMn a mldanos
viudos -.e-S-rra Azul, loga- distame 1'aSjai oove
leguas: ja no Estado da Paran eses soldados
do goves-oo !eal linhan sno ara raioa pelos
revolto os em far^ nigua. Doren a-sim qae
Dnderam, escap-tram-se e cootarim nos aqoi qae
os -taes estio debandalos e ja perjeram al a
geit) de andar.*
Pol-nos am i pelo nosso respeitave. amiga
corone! Erayiio da Piedade. commaoicada sobre
o masmo ai-umoio egta ootra saissiva, de sea
-lien) tilbo major Jos Piedade, ao batalalo
Fraics-o Glicerio.
R bira, 5 de Anril de 189i.
PapaiAmia ca ettaraos 1
Tiveeaos bontem ora da feliz. A'recada*nas
i feieralis'as, qae faziam a coamigo las lia-
chairas da Serra Azal (erca de 9 l-goaa d'aqal.
no Pirar) e com el es moitas armas, man!g6es|
cavliarja, te.
Os restar.tea, qaa eram ans 51, fag -a n vpr-
irnuh la-imen'e, e, consta qae o mes oa 'm feto
aa ouiras fo-gn liberiadoras.
^Pires Ferreira cora farie calamna asaaVSsi ts-
tacana i) nes proximidadea de Castra, e breva
avanga-a.
NOa. aqoi, organisamas ana b igala mo a'a
de cera-a. de 600 n)raens, son o com na^do da
coroo"! Dinas Harreto a qaa! marchara b eve-
mente sor.re A-r .'al Qneimado e Cari'.ba, dis-
tante apeo ai 18 legoas i'.qm.
Os uasao.a p.-isio eircs contara horrores e fagi-
nh-s doa celebres ebefea Gon-rciolo e estros
federajiataa, Draticadis oo Pirani.
Canstaoisqoe Dana e Gamercinlo ja fagi-
ram para Boma1 Aires e oatros para Saata Ca-
inarioa.
Tornos soffida bis'ante prlvagio oes:as loa-
gomiuas p.aragens e principal oeote a filiado
pe--8oal, pois (em fug i to.'o o p;vj :emeido
om combate. .Xa um pmaao!
Estamos, fa'iaraeate. affei'oa a eata vida de
campaaaa ; pelo qae, vimos passanlo regalar-
ra-nie, tolos caua vz mais aoimidoa, a dar-
mas caba es m'sTave's bandidos |oe tantos
prejaizaa (m cansado oossa p Mi s A waal
Kepcblic?, boje para sempre implantada e tolirl-
cada n> B-aml.
Paan, abenge a sen Hlbo e amigo .'Jos
Piedade .
Como amida de ultima bora diz o se-
guiote :
Sosb-9e bontem A noite qne o geue-al Qaa*
dros, comraaa lant- "be'e daa fo-gs ea opera
gdas no Paran e Saota Oaihinna, t-leg-apboa
instante a gua-da a vengada qae defende aaasllefda esta?ao, um accidente bem desagradavel.
pedaco do territorio no-graodense, llantas vezes
ameagado em sea iodo e tantas vezas glorioso
as victorias alcangadas, nao estnorecaa aa lata,
uem fraqoeou oo ataque.
Correram boras longas ; ao primelro dia suc-
ceedeo o segando e a este o tercelro; sempre a
metralba atirada do mar; sempre a artilberia
de ierra reunida A roznara respondendo ao ata-
que.
Operaran, os revoltosos om desembarque e
foram re:bassid03 d>tnodo mili violento.
Urna prca procurou passar de nm para outro
carro e cabio desastradamente no centro da li-
aba, onde foi esmagada Instantneamente.
E a o soldado Jos Aires de Sonza da 3.a ba-
tera do 1' regimanto de artilberia dacampa-
oba.
O desgoito foi profundo e dnmlooa todo o
pessoal .em viagem at i chegada A capRar* do
Estado.
Aqoi chegmos As 5 boras da (arda, de fo
mos recebidos pelo Sr- Bernardioo cSssj, a'perdas superiores a 500 twmens duraate. cinco
Gama- o ebefe suprenn da revolta da armada, oda frontera nc i.ianla hava- sido infrmalo de
Sr. Custodio de Mello, em cojos laoces da auda-
cia, em caja eav-rgadura de temerario tru.ta
conanga denaaitavam os dlsfargado3 rebeldes
de trra, desde que asMstiram A victa.-ia .egal de
13 de Margo, tal cara >o S". Sildanba, diziamos,
o Sr. Custodio ieoa'.mania abaoionoo o campa
da lula, fogiudo para o estrangeiro.
E' esta a somma das non as que 3 pnmeir.s
no'as do dia da bootrai ecboiram por loda a ci-
dale, em conseqneucia de talegrammas partico-
lares aqu recebidos. -.-.
NA) os leve O Paiz de seo eervigo especial,
e isso explici-se pela circa-isUiJia de lerajas
oerdido oa oossos auxiliares em Santa Camarina
e Paran* desde que esaes aous Estados foram
saotrabidos a> gAo dos patriotas amig-u da re-
publica.
O grande snecejao, no entonto, poBltivamen
te verdaieiro, e j o confirma a imorensa pan-
listana mais prxima das terrirari^s agora aban-
donados, como se verA das trj0c-'pg6es qoe
adiante fazemos.
A res.eito do3 navios rebeldes, eremos
lambem poder dizer queesta elles nullificad03.
Daspacbos telegrapbicos de boa origem nar-
rara que o Aqaldaban e o ,Repablics foram
aprisinalo?, tandosidometlido a pique o Iris
vapor rmalo em guerra pelos rebeldes.
Esse trlompho espieodido, qua defiaitivamea
te vem por termo a deagragada lola iniciada por
mAos brazilelros, foi alcaogado, ao qoa mb di-
zem, perto do caoa Polonlo, o logar em que per-
den se o couraga ra .Snlim6es com .toda a sua
valente olcialia >e e goaro-f*>, 50" ,^-
Custodio de Mello fel-o emprebender ama 1ra-
vessla iaopportona e por isso arriscada.
AltaB designios de Deus I
Gloria Aa.mada-nacioBal, que, mautendoie
Qel ao govarno legal, tave naturai enseja de des-
aggravar aaonra da ana patria e a morte de seas
camarades saC tricados oo SolimOes-
Tam tambera lola a importancia o s'guite
telegrama) qae o Dr. Victorino Montelro dlgao
ministro brazileiro e a Montevideo* transmlltio
bontem ao marecbal Floriaao Peixoto :
Montevideo, 14 de Abril de 1894. A's S boras
da tarde.
Marecbal F.oriaao. Rio.Rebeldes degem-
ba-cados aqoi informara tiveram no Rio Grande
qaa os rsvoltusos abandooaram qaellea d as
Esta ios e commrra; an lo qae o coronel Pires
Ferreira avaog com a saa colomna sobre Cori-
tiba
Na dia s^goicie can'.* essa falha qae :
Gnegarara bontem a Cananea, vm los So Es-
tado da Paran, onde se acbavam presos e s*ia
maltrtalos pelos reo. Idea, o disilocra citad Ao
ebefe repoblt'ano na-aiaense coronel Jaaqaioi
Lacerda e vi'ias offitaes da exercilo legal, qae
estive-ara na lupa e Paran ign.
yTelegrammi exped 1o ao Bxm. Presidenta 4o
Estada oelo -.c-oiel Licerla, boniem mjano, s
7 horas da noite; di aa segaioies com maraca-
gOas, qua ul:aagam dalas da Paraaagai de 30
do passado.
Custodio seglo para o Desterro levando os
bata b5e3 17 15* e 30, o batalbao de futiielro
navaea e ag fargas de Laureatloo Plato.
Devt ru receaei em camiaba o corse! Salga*
do e sua genra.
O plano e leitir coa os sete vanares de saa
e8qcadnlaa e 4.300 homens de forga de trra
am golee de mo 00 Rio Gran le.
Game-erada est em Pon' Grosa com t.000
borneas. Consta qoe aegae sem demora para o
sul pelo se to daa Masoss.
Pequeas guarnigOss em Ciritiba, Miroloi e
Paranaga.
Em Au'.cnina es j apenas M pragas de goar-
da nacional.
Os fugitivos levaram toda a artilberia e saasi
g6as, incla-'ive aa do forte de Para egoA.
Parece qua plaon abanlooarem o Paran A
Santa Caiaeriaa, onentrando todas ai forcas
do Ro Grande do Sal.
Pagiram para o R o da Prata, Menezca Doria,
Plragrbe, BiLd-lra, Jaiques Ooriqoe, Geaerasa
Marques, Cardoso Jaoior e maltas aatros.
Tem recradescido muito. ltimamente, a 4es>
barmoaia eotre os cnefes federallitai
(D'O Pai da 16 da Abril).
FalUm-oos ainda telegrzmaias qae nos fe-
nbam dar os pormenores exactos dos mcccsm
do sol, poster.ores a 11 do correle, amoslo, j
destrogada, a esqoadra refoltosa sibio da barra
do Rio Grande. Parece-oos que amaobJ 9*+
remos corresponder A jug aocledade mMicb,
Eatretanio A ba ati:ias officlaes que caulr-
mam a faga ae cei ca de 1 000 retoUoiOi ptn o
sin iin 1 /
i
tr
1 UM ]


Diarlo e PeruamUico Mom-ieo 9$ m* Abril ae 183 ff
erritono da Repuolica da D ugoay, e qae
popuucio p 1- esiar traajoila dil-o o aviso,
qns tiojien publcanos, re'i.belealo a navega
ci livre para os marra do bol
Q juato ao p-imetro ponto desea no'sa ara-
mava, aiem do telegrama do Or. Victorino
tfjoio ro que mais aolxo se lera, temos o se
guate de*p4C3o de nosso serfigo q e boaiem
rec-ioemis :
Hoatdviddo, IS-Neste porto na.a cbegon om
86 navio da esjoadra dos revoltoso*. Uuai-
mea'.e aqai 4o vno ata aora neanum doi visos
da guerr da oo torosa esqiadra ao mando do
alm 'aite J^ronyxio Q>ncjlves.
Acreditamos qae aos e oat'os estejam as im-
ta Cataurtna.
Opjis la l'r-ota do Rio G-aode, 1.OJO re-
Vol.osos fa^r-im 5*'a o terri oro O'leotal r>e
dirn aoxii'o ao governo da Repabli:a do Uru
gaay.
T- n bivido fortes te'op nes n coMa, rt ID
cnltiQ lo 8obreotolo o embarque e tmpossib u-
lando qua'quer proeaimeoto d > governo OM-ra-
tal ivl-iiwmenwaos reneldes fomgido^
O Ettadj de S. Paulo pu Ij'U hoaie-n o
aegoinl- leleurarama do corooe' Jirdiu 0 S'.
Or, -iraa'-.iiao de C > pos, em referencia aus
acoaiacnuentos do "lia 13 :
D Victorino M jm-iro, ministro brailieiro
jaso ao goverao do rognay, acabo de receoe
o -uiaie :
Navios rb-l**a aanob^cs'am (noten na eo-
sealu d< Cisirtao*. prximo a Montevmo, e abi
de*'ibina--.n 90J noo-nseO maldsret.
Eot-e aqaeliet acha o se o coronel Sla 'o e
OUtros cbHfes (deralMUH. qae fora a a^aJooi-
dos por Oosiodio de "-Mo e Interna ios pelas
autoridades orientaos.
A esquadra saMo lomando rano de ': Os desembarcados famiatos e o* cb'-* dlver
gentes dirigirn-se em cbatas a Iba das F ores.
Sando-o.
tica caneza de Lord Palroerston, creon as caix,is As mercadorias viudas do Europa sangra
econmicas postaes, coas'eguio estabelecer o vadasde dirajito#pago3em;ottco.
snffragio nacional puro e simples, aboli os di- Curaprir que os negociante* europeos os pa-
reitos ecclesiasticos compulsorios desaggregouguem, a menos que nao preriram renunciar a
do Estado a igreja da Irlanda, fez approvar a dintela argentina.
Coni-r rto Rice i de Paz-E' amauli
que, no salao no Club Carlos Gomes, ra da
Aurora, elTectua a distincta cantora Sra. Mar-
queza Ricci de Paz o brilhante concert vocal e
instrumental que organisou, e, auxiliada por il-
lustres artistas e amadores, offerece ao publlico
pernambucano.
Como terao visto os noisos lettores pelo pro-
gramma, que uontem publicamos, e hoje repro-
duiimo, acha se perfeitamente organisada essa
festa, figurando no dito programla alguns tre-
chos de boa msica classica ainda nao ouvidos
em Pernarabuco.
A protogonista da festa a Exma Sra. Marque-
2a Ricci de Paz, como j deu conhecer por oc-
casiao da festa inaugural da nova sede do Club
Carlos Gomes possue, de par com todos os se-
gredrs da divina arte, urna voz excellente, admi-
ravelmente timbrada e muito maviosa, e tem
om gosto apuradissirno para o canto
Demais, a distincta concertista urna senhora
rnuitissimo bem educada, da mais respeitavel
onorabilidade, e de trato Qnissimo, e se impoe
tanto pelo talento artstico, como por aquellas
qualidades e Dlos proprios dotes pessoaes.
Tudo isso ve 4 ponto para justificar o prog-
nostio de que a sua festa de amanha, no Club
Carlos Gomes, obtcr um grande successo, pois
de presumir que a boa sociedade pernambucana
nao regatear o seu concurso a brilliante festa.
0 rest j dos bilhetes eocoalra-se na Casa Prale
ra do Barao da Victoria.
Depois do coocerto haver bonds para todas
as liiihas.
Eis o programma :
Primeira parle
! Cavatina da opera Semiramis-Rosini.Peia
Exma. Sra. D. Ricci de Paz.
2 Deuxieme Mazurk para pianoB. Godard.
Pelo Sr. professor Elias Pompilio.
3 Grande ara da opera A ida Verdi.Pela
Exma. Sra. D. Candida Lyra.
4# Solo de violino da opera Amico Frilz. Mas-
cagni Pelo Sr. professor Alfredo Protti.
5* .Vephisio Serenade orignale. -Carelli Pelo
Sr. Donato Rololi.
Segunda Kirte
Io aSelencig Lied. Gney.
b-Idylle. Havde.
2o Serenade Andalouse. Sarasate. Pelo Sr.
professor Alfredo Protti.
3o Chansoit de Barberin. Mario Costa. Pela
Exma. Sra. D. Ricci de Paz.
4 Rhaysudk n. 12. List. Pela Exma. Sra- D.
Tnereza Fonseua de Borges Oiniz.
5 Grande aria da opera D. Carlos. Verdi.
Pelo Sr. Donato Rotoli.
6 Grande aria da opera Le Ciel. Massenet.
Pela Exma. Sra D. Ricci de Paz.
Nn exacto Estamos habilitados as-
segurar ser inexacto o boato que hontam foi es-
Salhado nesta cidaie de qu: tinha sito prohibi-
a a sahida de vapores d'aqui para o sul.
Nada de semelhante foi ordenado, aem havia,
nem ha motivo para isso.
' Os portos do sul estSo francos nav .gaco,
urna vez que est completa e absoliitanunte
terminada a revolta naval, na qunl foi dado o
tiro de honra psla caca-torp^deiraGiis/iiiSa;n-
paio, que metteu pique o A'/uidiban no porto
da cidade do DosUrro,
E rlova dier quj com a derrota da fraccao
da rmala que se r^voltou, veio por trra o
castillo das ambices desenfreiadas, morreado
o espirito da caudlhagem, em cujo tmulo p-
de-sa escrever a sintenc;a que um poeta arab
escreveu no sepulchro de um rei:
Alegnii-vos, oh viandant.; aquelle qu:
aqai enterramos nao rsssuscitar.
l.ui/.a FonsEsta distinctissima cantora
da companhia Sansone, que to applaulida
tem sido pela platea do Santa Isabal, faz o
seu beneficio na prxima terca-feira.
Ser cantada a bella partitura em quatro
actos, do venerando Verli, Rigoletto, encar-
regando-se a beneficiada do papel de Gildi.
Em um dos intervallos s >ra cantada a Val-
zer dell Ombra di operal'ardon de Floermede
Mefarbeer.
De ve ser una esplendida serala.
Conrcrencla publica Realisa-se hoje,
s 7 horas da noite, a primeira conferencia pu-
blica, f.ita peh Sr. Marcellino dos Santos, alum-
no da cade ira de Historia Patria do Lyceu de
Artes e OfEcios.
Foram convidados para esse acto a imprensa,
todas as sociedades luteranas e artsticas e o
publico om geraL
Joraalista-Recebemos hontem a ama-
vel visita do nosso collega Sr. Themistocl js
Machado, redator da Semana e do Correio da
Tarde, do Ro de Janeiro.
O Sr. Machado chegou hontem mesmo do
Rio no paqueteMagdalena, e tenciona seguir
amanhfi para o Ceara, que o seu objectivo.
Confessamo-nos gratos suatisita efazemos
votos para que tenha feliz viagem e colba no
Cear melhoras sua saude alterada.
Wrilliam Ewart GladstoneJ e
sabido pelo mundo inteiro que deixou volunta-
riamente o lugar de primeiro ministro do Impe-
rio BritanniX), pela quartae ultima vez, omaior
estadista que a Inglaterra tem produzido de de
o tempo de Cromweil.
Retirouse, nao por causa da sua idade avau-
eada. nao por causa de qualquer fraqueza intel
lectual, nao porque reconbecesse que Ihe era im-
possivel rcalisar o seu programma, mas em coa-
sequencia de molestia dos olhos que, mesmo de-
pois de urna operacao feliz da catarata, nao o
deixaria dorante muito tempo cumprir cora os
deveres do sou cargo.
O Sr. Gladstone est nos seus oitenta e cinco
anuos de idade. Terminou a sua educaco uni-
versitaria em Oxford em 1831, recebendo o di-
ploma de donle first, a raaior boma da univer-
sidad!'.
Entrou para o parlamento em 1833, ha 60 an-
uos, e tomou parte na abolicao da eacravido
as Antilhas.
Mostrou iramediatamente qualidades extraor-
dinarias de di-cutidor, de&ater, e noanno geguin-
te foi eiloura dos Lordinferiores do Thcsoaro.
Em I84t foi quem iniciou a questo da reviso
da* tarifa?; em t8i4 fez pass'ar a sua le de es-
trada d*e ferro, que mandava as cempanhias es-
tabelecer treos baratos e conceda Ibes aereceo
do teiecrapho elctrico. as eleicfjes geraes
de 1847 foi eleito pela Universidade de Oxford,
c enio comogou a sua separaco do partido
Tory. Dcssa poca em diaote, a sua carreira
d\ a de um liberalismo progressivo. Apoiou a
abolicao da oxeluto dos Jodeus dos direitos
eivia, e o melhoramento do systema de admiois-
tracao eolonial, apresentou um plaao para a r-
ducsio da divida nacional, fe approYar a poli-
Lei da Instruccao Publica, aboli a compra de
p-ostos no exerclto, fez approvar a Lei Territo-
rial da Irlanda depois de ama luti com a Cma-
ra dos Lord', conseguio a anriexaco virtual do
Egypto e finalmente fez Dassar a Lei do Home
finle para a Irlanda, na Cmara dos Communs, e
O artigos argentinos de exportaco pauaro
umdireito mono modesto, serapre em oaro, e a
sobrecarga ser paga pela Europa, qoe no
pode passar sea essas produccoes do solo ou
da crBicao.
Emtia o commercio de navegacao pagar os
garanti a sua decretaco futura. Durante todo direitos de caes, sempre em ouro, e o frete iof-
esse lempo, iuleressou-se sempre oelos assurao-
tos de hisijnai de iitteralura e de religio,
como o provain seus estudos sobre o Homero e
as suas discu-ses sobre o Vaticanismo e outros
assuinp os correlatos.
Elle pertence a e3a classe de Liberaes que
fazem progresso de anno para anno, co negando
no com o radicalismo mas com o conservalo-
frer igua4 augmento-
Para que baja erro de calculo, ser necessario
que o rnoviioento io commercio da Europa di-
niiaua; para que o Tbesonro fique arruinado,
ser preciso que o coioinercto internacional o
seja previamente.
Por isso os epre com o negocio do ouro e crentes u.i sua supre-
Jbaona Francisca Bezerra, Ro Grande do Nor-
te, 66 anno, soliewa.
Munoel Antonio de Andrade, Pcrnambuco, 61/2
annos; Graca.
Jos Laurentino Marques, Pernambuco, 40
annos, viivo; Boa-Vista.
Marcolio Mana d'Anou'"iaco> Pernambuco,
38 annos, sofeira; Boa- Vista.
Jos Francisco, Pernambuco, 48 annos, solteiro;
Boa-Vista.
cariota Joaquina de Lima, Pernambuco, 70
annos, solteira; Boa-Vista.
Maria, Pernambuco; S. Jos.
w^mm
SPORT
risrao, e tornando-se mocos proporco que vo macia, exig rao, em proveito propno que os
enveliecendo. Tornou-se o nomem mais que- i atrasados dos emprestimos fwsem pagos em I-
rido e mais odiado actualmente na Inglaterra -! bras esterlinas.
odiado pelos conservadores que elle abandooou, Era necesssario qne o devedor obedecesse.
e o mais querido da democracia da Gra Breta-JTornou-se-llie. p>is, indspensavel mexer-se
nha, e especialmente da Irlanda, cuja causa elle ; quando o ouro sabio e teve premio.
esposou e defendeu com um fervor e urna dedi-
caco creadas s oente pelo mais profundo sen-
timento da justica da causa da Irlanda. Nao foi
um hornera poltico coraOkDisraeli; raos os seus
concidadao3 serapre recnneeeram due podiara
confiar nelle como era um homem que s exter-
nara aquilio que pensasse e que faria sempre
por elles quanto ppdessse
Foi serapre ura noraem honesto, tecdo nica-
mente por mira o dever e a verdade.
Os principios por (ue se guiou, foram sempre
os que tinbam por alvo a destruico e o anoi-
quilamento de todos o-" restos aa tyrannia ou
ilos privilegios immerecidos.
fto pouco signitica'ivo o facto de recusar
elle, no momento de deixar o poder, quando
mais nada poderia esperar no futuro da sua car-
reira poltica, a oil'erta de ura titulo de nobresa e
de ura lugar na Cmara dos Lords, contra a
qu l pronunciou elle o seu ultimo discurso Dei-
xou como ura i prephecia e nao como ura legado
aos seus successores a abolicao dos legislado-
res hereditarios. E' esta a reforma que vai tai-
vez ter precedencia a todas-as outras.
A retirada do Sr. Gladstone pode demorar a
concesso do hume rule Irlanda, mas essa de-
mora nao pode ser muito grande.
A ultima obra importante do Sr. Gladstone,
no campo das leitras, foi urna memoria sobre a
significaban e origem do titulo de Anax Andrn,
o Hel dos Homens, dado a Agamenn. E' elle
o mais nobre, o mais real dos hroes da poca.
Nao poderia fazer tudo quanto Bismarck fez por-
que era urna naturesa mais nobre do que Bis-
marek tinha mais consciencia. A sua ve
Este devedor, por sea turno, exigi o paga-
mento en ouro do3 direitos aduaneiros, e foi as-
I sim que o commercio, o negociante, o produc-
| tor, o consumidor tambera pagara do seu bolso
j a sobrecarga exigida pelos credores.
Todo o peso da alta do ouro e da sua rarefac-
cai recabe, pois, sobre o productor. O credor
emprestador seria quera teria todos os lucros se
nesse intervallo a Repblica Argentina nao se
visse obligada a suspender provisoriamente o
servigo em ouro dos seos emprestnos externos.
Mas accidentes sememantes devein acontecer
por veses, aos empreatadores.
O ealcament das ciaades e a hy-
frieoes caigamenios ae madeira princi-
pian! a ser aecusados de males era relaco
saude publica. Assira era Londres o Sr. Same
deas attribue aos microbios transportadas pela
poeira do calcamento de madeira a frequeacia
das molestias de olhos que se observara ba al-
gura tempo
Por outro lado um jornal allemo de enge-
nharia sanitaria, pensa que 03 vapores de amo-
niaco desprendidos da ourina que se putrefaz,
nos calamentos de madeira sao a causa real
desses aacidentes.
Attendendo a essas crcumstadeas appareceu
urna pedra artificial para colcamento que osSrs.
Beraardhers & C. flzerara privilegiar.
Esta pedra feita de serpentina moida e de
urna materia adhesiva.
A mistura comprimida em prensa hydrauli-
ca e cosida era forno de porcellaaa.
Depois de cosida a pedra como raa raassa
de grSo tino, nfto a risca o ac e de ama densi-
Ihice de mais dignidade e de mais nobreza, 'dade de i,23. Posto que dura maleavel. raar-
e bem merece quo todos se curvem rever tes
perante ogrande homem do povo. que foi quatro
vezes eleito pelo povo iojjlez para covernal-o e
qne foi, mais realmente do que qualquer outro
homem da ?ua poca, Anax Andr&n.
Paraguay -Escreveram-nos de Assump-
co :
No da 25 de Marro parti de Assumpco
para o Rosario de Santa F e Buenos-Ayres,
donde ir depois para o Brazil, o nosso coesta-
dano e amigo Dr. Henriqua Mamede Lins de
Almlae sua familia.
Noticiando o seu embarque, exprime-se do
modo seguntj La Democracia de 24 do mesmo
mez :
Esta tarde embarca no vapor Urano o dis-
- tinelo cavalheiro Lins de Almeida, Ministr
Plenipjtenciario que foi do governo bra/.ilei-
ro junto ao nosso, e eni cuja posico, elev vda
e digna, mereceu sempre as mais honrosas
distmeges.
Por coramoddade embarca esta tarde, mas
amanh cedo p idero anda seus amigos des-
pedir-se bordo, e entre elles teremos a hon-
ra de achar-nos.
O Sr. Lins de Almeida se dirige ao Rosario
de Santa F e Buenos-Ayres, aonde permace-
r at que tenninem as grandas contendas
' revoluc >narias do seu piiz, saguindo logo
depois para o Rio de Janeiro afim de justiri-
car-se parante o governo e proseguir na sua
carreira.
Desejamos a miis feliz viagem ao distincto
- diplmala bra/.ileiro e sua estimavel fami-
lia.
l'l Pueblo, ao dar a inesma noticia, acres-
centa o seguinte :
Prximo a partir do Paraguay, teve o Sr.
Lins de Almeida a fina galantera de vil des-
pedir-se pessoalmente da direceo d'este dia-
ro.
Agradecimos to delicada attenco ao no-
bre diploin it i que regressa sua patria, de-
pois de liav d-a representado mui dignamen-
te n'este pui'..
A siciedade assuncena sentir bastante a
partida, pois o Sr. Lins de Almeida e sua dis-
tela familia gosavam de justa estima pdf
suis qualidales altamente recommendaveis
de amabilidade e cortezauia para com todas
suas relac ;s.
Vinli Bordeaux -A Adga Portugue-
zn, 4 ra das Lmrangeiras o. i, iinportou direc-
tam inte de Franca, iuas marcas de vinhos Bor-
deaux -Mrdoc.a Fronmc -ambos bous, mas o
primeiro incontestavelmente melhor do que o
segundo. .
Taes vinhos sao vindos em barris, que all se
encontrara venda, h ivendo-o tambera em gar-
rafas, cli-ias no "stabel-ecimento, que para isso
possue michinismo especial.
A Adga PoKugueza mimoseou-nos com
amostras dos referidos vinhos: e nos, tendo-os
provado, fallimos cora conliecimento de caus,
ass:venndo que sao bons taes vinhos, especial-
mnt o Medoc, que recoiamendamos aos nos-
sos leitores.
Sneiedade Recreativa Terpysico-
re Baa-VistaEsta sociedade procedeu
sua eleico cujo resultado foi o seguinte :
Presid'-nte, Francisco J. Costa Figueiredo.
Vice-dito, Jos Serapio G. da Trindade.
4* Secretario, Samuel Raphael da atta.
2o Dito, Eduardo Alfredo ds Costa.
Adjuncto, Carlos Vicente das Chagas.
Orailor, Beravenuto Pedro de Lacerda.
Thesoureiro Izaias de CarvalboLuna.'
Procurador, Argenor Correia.
Foi designado o da 5 -de Mao para ter lugar
a posse.
Recreativa Conamcrcial -Nos sa-
les dessa sociedade realisa-se hoje um recreio
duplo musical e dausante.
E' de presumir que seja muito cjncorrido e
estija na altura das festas que CDStunu fazer
a mesma sociedade.
Aorchjstra ser dirigida pelo professor Lou-
renQo Thomat de Souza.
Premio pagoPela Casa da Fortuna,
dos Srs. Martina Fiuza C, a ra 1. de Marco
n. 23, foi hontem pairo o premio de 15:000*000,
que coube ao bilhete n. 5459 da C. 12.' lotera
nacional extrahida no da 20 do correte.
Na ref-rda agencia lotrica continua a venda
de bilhetes da Lotera Nacional que se extrahe
diariamente na Capital Federal.
Telesrammas retidosAcham-se no
Telegrapho Nacional os seguintes :
FonsecO, de Belem; Dominice de Belem;
nao tem registro. Livino Buarque Belem, de Ma-
gogy ; Dr. Epitacio, do Rio Olympio Garca, da
Parahjba.
Esmagamento Um trem da estrada
de ferro do Caxang, que devia chegar ante-
hontem s 5 e i|2 horas da tarde estaye
central, esmagou o menor de 4 annos do
idale de nome Simplicio dos Santos, vende-
dor de bilhetes de lotera.
A crianca vinha para o Recifa no referido
trem, e. a nassar este no porto do Lassere, na
Capunga, dbrucou-sa na porta do vehculo, de
modo que, natendo' de encontr columna da
mesma ponte, cahio, ficando com as pernas e
bracos sobre os trilitos, sendo taes msmbros es-
magados- .
_ C'ondu/do para as Oficinas da empreza, foi
evado pira o hospital Pedro II, por ordem do
subdelegado do C districto da Bd-Vista, onde
foi vistotiado pelo Sr. Dr. Coelho Laite e onde
fallec.eu hontem pouco depois da moio dia.
Instituto Vaccinieo Municipal
Seminil.n-feira, 2t do corrente, das 11 s 1! ho-
ras do da haver neste Instituto vaccinacSo ani-
mal directa, extrahindo-sa a lympha de urna vi-
tella de raca tourina para as pessoas que se
apresentarem com o Hm de serem vaccinadas
Direftos ni ouroEm um artigo sob
o -ayio no orcaraenlo argentino*, escreve o
notavel economista belga eorges de Laveleye
oseguite sokra a c^ario dci toiitt-.
ro
MSICIAJVA
tello pode produzir depressoes, mas nao a que-
bra. F* muito perduravel.
A pedra tem diversos tamanhos : de 27X15X11
e de ISX15XI1 centmetros.
Munich est calcada com essa pedra no ponto
em que a circulaco d03 carros malor e a ex-
periencia de dous annos demonslrou que essa
pedra gasta-se menos que o granito. Esse gas-
to uniforme, no fica nunca polida de sorte
que as patas dos animaes nellis encontrara mais
apoio sobre calamento e os carros correm sem
solavancos. sendo a erculacae sera bulha.
E' fcil de lirapar tal calcamento ; a lavagem
conserva-o algum tempo humedecido e ha pouca
poeira.
Experiencias feitas era Hamburgo, Ourembcrg
c mesmo em Berln., parece lerem dado resul-
tados satisfactorios.
Para a Baiiia -O Sr. Jos Agripino Re-
gueira Costa, pirtindo para a Bahia, onde vae \
seguir o curso de Medicina, mandju-nosum car- '
to de despedida; fineza que agradecemos,
acrescentanao os votos que fazemos pelo feliz
xito de suas aspiraces.
Congresso Federal -No vapor Bretagne,
que deva seguir amanh para o sul, embarca
para a Capital Federal o Sr. coronel Francisco
Gurgel de Oliveira, deputado eleito pelo Estado
do Cear, donde filho, e onde gosa de muito
prestigio poltico e tem numerosa familia.
Comprimentando ao Sr. coronel Gurgal de
Oliveira desejamos-lhe prospera viagem.
Vapor Bretagne -Em consequencia de
muita carta recebar no porto do Recfe, o va-
por Brelagne adiou para amanh sua partida
para o sul.
A Estaco->Dessa excedente jornal de
modas parisienses, recebemos o n. 7 do anno
XXIII.
Traz alera de bons figurinos coloridos a sua
ir reprochable parte litteraria que muito o re-
commenda.
Somos gratos remessa de um exemplar que
nos foi feito.
Marcellin Cletolnformam-nos que
alguns mocos desta cidade teem projectado for-
mar um club musical com o nome do Sr pro-
fessor Marcellino Cleto em homenagem aos scr-
vigos pelo mesmo prestado divina arte.
Gremio Littcrario Jos Bonifacio
Rjun;-S! esse gremio, tendo logar o jury
histrico do personagem Jos Bonifacio.
Gazeta Postal -Eis o sumraario do n.
98 d'esse peridico chegado hontem:
Artigos :
O noss anniversario F. G.
Porabos correios
Critica :
Retrosp :cto litterario do Recife Manoel Ario
Gazetilha Postal.
EPHEMERIDES LYBICAS
21 de Abril
1H76-Primeira representado da Aida, na
Franca, no theatro Ilalien, dirigindo Verdi a or-
diestra.
SIVLeiia, opera de Zubiaurre, vai a
scena no treatro Reale, de Madrid.
189* Em Hamburgo vai a scena a opera
hora do maestro Luigi Mancinelli.
(J de Abril
17 7ttPela primeira vez cantado na
Franca, o Alzesle de Gluck
1 ?8Xo antfgo theatro S. Bentditto vai a
scena a opera Adriano in Siria, de Mayr.
1H89No theatro Folies Uramalupics, can-
ta-se o Petil Fa-tst d Herv.
1HHHRepresenUco do Faust em Reggio,
Calabria.
1HMorre em Nantes o conbecido pia-
nista Frederic Oolmetsch.
1893Em' GfMioa' vai a scena a nova
opera de Baldini EufenSvM Messina.
COMPANHIA SANSONE
Em recita extraordinaria repele hoje a cora-
pinhia lynca a grande opera em quatro actos de
Verdi, Ernani, sendo i distribuico :
Ernani, il handito..... Vilalta.
D. Cario, Re di Spagaa Sanie Athos.
D. Ruy Silva...... Rotoli.
Elvira........ Sulli.
D. Riccardo, scudiero Michelone.
Giovanna, nutrce...... Alassia.
lago, scudiero...... Remondim.
A orchestra ser dirigida pelo maestro Po-
laco.
Tendo agradado bastante o desempenho ob-
tido na primeira representado, de suppor que
o Santa Isabel tenba hoje urna boa enchente.
A opera do grande maestro, extrahida da tra-
gedia de Vctor Hugo, foi cantada pela primeira
vez no theatro La Fenice de Veneza em 9 de
Marco de I8ii, pelos artistas Guaseo, Superche,
Selva e Lowe.
Os trechos mais salientes sao o cantabile de
Ernani contido no primeiro acto :
Come rugida al cespite
D'u,) appassito (ore,
D'aragonese vergine
Scdeami voce al coie.
Philatelia
Nesga azul:
Soneto negativo
Magnitismo
Pepita
De longe
De perto
Vulto Sagrado
A msio caminho
Noticiario
Folhetim
A. Yianna
A. Salles
Paulo d'Arrada
D. -Ledo
Machado Dias
A. Viira
Reprter
R. de Azevedo
Matriz deS. Jos-Haver hoje n'essa
egreja missa solemne s 9 horas da manh em
louvor do patriarcha S. Jos.
Pregar ao Evangelho o Rvd. padre Jos
Lopes.
A' noite haver Ladainha.
Hospital Portugucz -Entrou de se-
mana o mordomo Sr. Manoel Cardoso Jnior.
Missa -Amanha na igreja de S. Jos de Ri-
ba-Mar, s 7 horas da manh. ser celebrada
urna missa por alma de Nicolao Toleotino doa
Santos.
Apoliees 'dotaesAs apolices dotaes
da EquUaiica, vencidas e pagas no anno de
1892, mostrara resultados superiores aos de
qualquer oitra companhia da mesma natureza
no mundo.
Hospital Pedro II O movimento desse
estabelecimento cargo da Santa Ca-a de Mi-
sericordia do Recife, no dia 20 de Abril foi o
seguinte :
Existiam..... 753
Entraram..... 16
onde se acha a cabaletta.
Oh tu che Palma adora
Vieo, la mia vita infiora
Per uoi d'ngni altro bene
II loco amor tena.
No mesmo acto ainda digna de toda aRen-
co a cavatina de Elvira.
Ernani, Ernani, involami
All'aborrito amplesso,
Fuggiara... Se leco vivere
Mi sia d'amor con ees so.
Rico e cheio
mesmo acto:
de inspiraco o final d'este
Sahiram .
Falleceram
Existem -
-----769
5
2
762
-----769
Foram visitadas as enfermaras pelos segara-
tes medieos .
Dr. Barros Sobrinbo, entrou s 6 1/2 da ma-
nh e sahios 7 1,2.
Dr. Malaquas, entrou s 9 i/2 da manbe sa-
bio s 10 3/4.
Dr. SimOes Barbosa, entrou s 10 3/i da ma-
nh e sahio s 11 1/4.
Or. Berardo, entrou aa ti 1/4 da mano e sa-
hio 12.
Dr. Araobio Marques, entrou s 10 da ma-
nh e sabio s 11 1/4.
Di: Lopes Pessoa, entrou s 10 da manh
e sai io as 10 1/2.
D;. Vieira da Cunha, entrou s 9 3/4 da ma-
nb e sahio s 11 i/4.
Dr. Bastos de OHveira, entrou-s 10 i/2 da
mu da e sahio a 10 3/4.
Dr. Ta vares de Mello, entrou a 11 da ma-
nh e sabio 11 1/2.
Pharmaceutico, entrou 8 i/1 da manh e
s bio a 2 da tarde.
iteri PublicoObituario do dia
1d 1894 :
Pernambuco, minutos, Boa-Vista.
Mario Fernandes Silva, Portugal, 46
ido; Poco.
nambuco, 5 exea; Raclfe.
Honorato FUriano Martina, PernjBrtaco,
Udci, (ftito; BarYtoti.
Vedi come il buoo vegliardo
Or del cor l'ira depone
Lo ritorna alia ragtoue
La presenza del suo Re.
No segundo acto destaca-se a aria de Cario
Quinto.
Lo vedremo vecchio audace
Se resisterm polrai,
Se tranquillo stiderai
La vendetta del suo Be.
assim como a bella meloda de Silva.
III'amo- al vecchio misero
Solo conforto in trra,
Non mi volerla togliere
Pria questo capo atierra.
No terceiro acto salienta-se o celebre coro.
Si ridesti in Len di Castiglia
E d'lheria ogni monte, ogni litp
Eco formi al tremendo ruggito
Come un di contra i mor oppressor.
e bem assim o magestoso settemino.
Oh soramo Cario, pi del tuo nome
Le le virtudi, aver vogi'io.
Sar, lo giurd, a te ed a Dio
Delle tue gesto imitador.
No quarto acto ha um inspirado terzetlo entre
D. Silva, Ernani e Elvira, cheio de toda expres-
so dramaiiea;
Ferma crudele, estinguere
Perche vuoi due vite 1
Quale d'Averno demone
Ba tal i trame ordite ?
Verdi deu a seguinte denomioaco aos quatro
actos II Bandito, L'Ospite, La Clemema e La
Maschera.
A SIGNORINA MAFFZZOLi
Os ltimos jornaes italianos do-nos noticias
da Signorina Maffezzoli, descreveudq os succes-
sos por ella obtidos na sala do Cassino de Ber-
gamo -
Essa cantora irm do distincto maestro Maf-
fezzoli, o eximio regente da orchestra da com-
pannia Sansone.
Alm de outros trechos em qae se fez ouvir,
ella foi muito applaadida na romanza, Tlamai,
composico do seu irmo.
A BRAZILEIRA~MARAGRIANO
Diversas revistas raus'caes se oceupam dos
triumphos que em Modena acaba de obter a
nossa compatriota, na operaManon Lescaut,
de jovem maestro Puccini.
0 BASSOTANSINI
Este celebre artista que j cantou em annos
passados no tbeatro Santa Isabel, acaba de ob-
ler em Mosca, por occasio de representar o
Faust, urna explendida manifestaco.
Innmeros presentes de alto valor receben
elle, destacanao-se um servico de cha, cujas
pecas sao todas de ouro.
COMPANHIAJ SANSONE
Achando-se restablecido o maestro Maffezzo-
li, a companbia Sansone est em ensaio3 das
operas Otello, Gli Uguonotti I Pagliacc, ainda
nao cantadas era Pernambuco, e da Carmen.
Essas operas sero dados aos assignantes, sa-
tisfazendo assim a emprexa os compromissos
contrahidos.
Os ensaios estio sendo fritos com todas os
exigencias requeridas petes actores, uer quin-
to o qae se reten te flsempenbo, quer a
uaiwatMae..
Prad Pernambucano
O prado do Lucoa effeotaa boje a ana
14.* corrida.
O tempo prese ter serenado, e ai cBo
fr perturbado eate horscopo tirado hon-
tem tarde pelo o>.rii qae aprese"tava o
firmamento, a reumSi ser completa e por
oooaegaiate um ecoetlente divertimento
ter o publico de goiar naqaelle prado
S temea, pois. de mc't.|-o: elle !
PALPITB
O nosso pa'.pitista fa ooa ama tyoale-
pha. Ma como losiar de aubatitaicSo
regulamenUr, nko baja falta e l vSo oa
do tota.
NAo ii o aigamae veaea mndar de co-
aioheiro* Si oa adubos gao oa mesmoi.
o modo de applical-oa pode estebelecer orna
vanedade appetosa
1-* pareoBeija-flar 2 Caico Touj
Ion.
2. pareo Nababo Malaio Pat-
ohouli.
3.* pareo Douradilho BonicaRa-
dama.
4'* pitreo Doblim Nababr=Piuto.
5. pareoTenor-2. Eoireb Froa
tin.
6.a pareoNapolitano Guajaua
Atlante.
7.* pareo-PramonAveotureiroBs-
m.rk 2o.
8.9 pareo Eoireb Campontz AI
tiro.
O Senado Pernambucano
Ainda hontem n5o houve sesso nessa
casa do Congresso.
0 Sr. Aristarcho, vendo que a sua
ciden.*e, e a junta adioa para outro i
trabalh os, aguardando a remessa das acta*
Panellas
________ V coUecnomuar.
SALI
DO
CLUB CARLOS GOMES
Concert vocal e ianli ii |> i
promovalo pela
EXMA. SRA. D. RICCI I>E PAZ *-,}
Seg-unda-feira 23 de Abril de 1801 '
PRIMEIRA PARTE
Cavatina da Opera Semiramis Homim
pelo Exra. Sr D. Ricci de Fax.
Deuxienn -Mazurk para piano -B. 6*aW
pelo Exm. Sr. Prof Elits Pompilio.
Grande Aria da opera Ada.-KerA peto
Exm. Sr. D. Candido Lvra.
Solo de Violino da opera Amico Frita
Ma fredo Protti.
Miphisti Serenade orignale Carelli pe*
Exm. Sr. Donato Rotoli.
SEGUNDA PARTE
a { Selenig Lud Gnex.
bfldylle Hajfia.
Serenade Andalouse -Saratote
Sr. Prof Alfredo Protti.
Chanson de Barlunivi -Mari
Exma. Sra. D Ricci de Paz
Rhopsodiz n. 11 i.itat pela Exma. Sra. D-
Theresa da Fonseca Borges Diniz.
Grande aria da ogera Don Carlos. -F*rdt
pdo Exm. Sr. Donato Rotoli.
Grande aria da opera Lcciel Mattnet
pela Exma. Sra. D. Ricci de Paz.
Nota: Acha-se bilhetes venda na casa
Pr?ale -Ra do Raro da Victoria.
Findo o concert haver bonds para todas
as lilil :S.
pelo Exm.
Cotia peto
A Associaco das PratU
Nao faco parte, certo, dessa corporaco;
mas, a pronunciada sympathia e atteico que
consagro a muitos dos cavalbeiros, qae a com-
pem e a grata 1 mbranca de que m:u pai
iiuu rmo foram da classe, fazem que en nao
presenca e a do senador Pinho Bore-es' es1UCa Jamis, e app^reca em sua defesa,
n^n,,, hnnvMl!0mri2re 1Ue alSl "taque lho
concorreriam para que houvesse numero
e se procedesse a eleicao da mesa, usou
de eua influencia junto a ese ultimo se-
nador e delle conseguu que nao entras-
se para o recinto afim de iuutilisar-se
ainda a sessao de hontem,
Qae o Sr, Aristarcho em sua fofa vai-
dade eutenda que em Pernambuco o Se-
nado nao pode funecionar, sem que seja
ella seu 1.- secretario, todo o mundo que
o conhece comprehende perfeitamente;
mas o que nao tem explicaca, nem se
comprehende que paires conscripti,
como os Srs. Luna Freir' Pinho Borges
e Barao de Arariba, estejam se prestan-
csteja immi-
do ao inglorio papel de doeeis instru-
mantos as maos desse Sr. Aristarcho,
cuja frivolidade de espirito desde
muito tempo eonhecida.
Grande o iuteresse que liga o mesmo
Sr. Aristarcho sua reeleico de !. se-
cretario ?
Ter elle receio de que pela sua sub-
tituico venha o Senado a entrar no co-
nhecimento de seus actos T
Como quer que seja, a decencia manda
que os Srs. senadores Luna Freir, Pi-
nho Borges e Bario de Arariba tenham
o que o Sr. Aristarcho uao quer ter...
Nao desmoralisem as instituices, o
que o povo exige desses seus represen-
tantes, j que pouco se lhes d a propria
desmoralisaco.
Sm a propria desmoralisacao; que
outro nao o resultado do con Jemnavel
procedimento, que tem tido at hoje
esses senadores, que por amor de urna
tola pretencao de um seu collega impos-
sibilitam urna cmara legislativa de
funecionar 1
J basta de escndalo I
E' tempo de emendar a mSo e fazer
sesso.
Jefferson.
no enge-
Gratiuao
O abaixo assignado morador
nho Alcaporrinho' da comarca de Naza-
reth, achando-se completamente ceg
ha 23 annos do olho esquerdo e ha 6
annos do outro em consequencia de
cataratas, e j desnganade, recorreo
ao Ilustre oculista Dr. Barretto Sam-
paio, sendo por este operado e sal-
ve de to horrivel soffrimento, cumprin-
qo um dever de gratido para cora este
benemrito cavalheiro, pois hojej lee
escreve, vem por intermedio da impren-
prensa raanifestar-Ihe o seu reconheci-
mento, e bem assim aos seus amigos pelo
interesse e auxilio que lhe prestaram.
Alcaporrinho' 20 de Abril de 1894,
Jos de Barros A. Vasconcellos,
Para futuros aluianacks j
Consta-nos que n'unia dos sesses d i junta
apuradora da Vi toria, o Sr. Adelino Filbo, der-
rotado as urnas, querendo empalmar o diplo-
ma que devia ser dado ao Sr. Arminio como
terceiro votado, botou discurso caloroso: exi-
gndo da Junta que nao contasse ao Sr. Armi-
nio os votos das actas em que se via escriplo
Arminio com h.
E como a junta nao tivesse recebido as actas
das eleicOes de Panellas, elle com urna certidao
da votacao que anhatido alli, a qual nao fazia
raencaodo dos outros candidatos,exigia que cora
essa certidao se fizesse a apuracao, e lhe fosse
dado o diploma.
Yae senao quando, o procurador do* Sr. Ar-
minio levantase e responde: que tambera em
algumas actas o no e do Dr. Adelino cstava
truncado e at sera o Jnior, como se fosse o
nome de seu pae mas que nao quera en re-
vanche suscitar nenhuma duvidaa respeito:
e quanto ao modo porque o Dr. Adelino querii
que se fizesse a apuracao do municipio de Pa-
nellas, smente com a votacao sua constante da
certidao tocad* que apresentava, isso era om
despropsito.
Aqui pegouo carro...
A expressocertidao tocadaatarantou o
Sr. Adelino, dando-lhe sentido iojurioso.
< Certidao tocada I Dizer que a certidao
que apresento tocada Retire a exprs-
sao. ->
Urna das accepcOes do adjectivo tocado
comegado a apodrecer; e vulgarmente se diz
tambera do individuo que est embriagadoque
est tocado e por corruptela toxicado.
Ora Sr. Sr Adelino 6 por natureza esquenta-
dico. Nao poda sofTrer um qualificativo to
torpe dado sua certidao, e quasi vae s do
cabo pelo mal entendu.
Entreohavao-se os membros da junta con-
siderando, que muitas vetes tinhao owiik)
aos escrives e tabelliaes faflarera de certidao
tocada, e que o Sr. Adelino era lente na Facol-
cfode do curso do notariato, pelo que alli ha-
via bicho de sete cubetas.
Antes que o despeito do Sr. Adelino sabisse
a maior rjo de excitaco, obtemperou-lhe o
procurador do Sr. Arralara dizendo o que era
certidao tocada; expressao de bom eunbo,
muito uzada no foro locucao contrahida que
tocado, indi-
Impulsionado, pois, por estes s.:ntimontos,
confissaves e dignos, venho a imprensa oceu-
par-me de um facto, serio e gravj, occorrido
na Associaco dos Praticos, e que nao devo
passar desapercabido, muito embora a rea-
ponsabilidade delle, seja exclusiva do Dire-
ctor da AssocacSo, o Sr. capitn d: fragata
(reformado) IrinoRtcha, qu;, forca ooofes-
sir nao tem a exacta coinprmensa das attri-
buicGes que lhe confere o Regulamenlo da Pra-
ticagem, e, por sto, nao corresponde ao fuaccio-
nario Ilustra, prudente e prorecto qu.- devia
estar s frente da Associaco dos praticos, para
bem dirigil-a.
Acredito que minhas palavras nao serti per-
didas, mesmo porque adi esta o Exm. Sr. Al-
mirinte F. l-'irumio Rodrigues Chaves, para
verificar o caso e providenciar, como lhe lar
possivel.
Entro no assnmpto.
Nos iin- do mez de Mam do crrante aaao,
os trabalhadores do servico de amrmelo e de-
samarracfto dos navios rizeram orne pan
nao trabalharem mais p >r S'K)', mas aun per
8*000. "^
0 Sr. Director da Associaco dos Praticoa-
procurou ento conjurar a gr;ve, e, para isto,
fez urna reunio d'aquelles, qu foram de ae,
cor lo de elevar-se para 64UU0 o salario e nao
8*000, como exigiram os grevistas, por ser
manifestaniente excessivo.
Condecido qual o augmento do salario eato-
pulad) pros Praticos, deliberaro os grevistas
nao trabalhar aenio pelo quantia de S "00 .
A situaco era fatal, porque o servico nao po-
da ser suspenso : foi preciso wder mpsi-
co, deliberando entretanto o Sr. Dirrctor Iri-
n jo Rocha que os Praticos pro urassi'-in geate
que podem ir trabalhar no serviy do porto,
porque s a concurrencia poderia, mais larde,
corngir os effeitos da grave.
Effectivamente, foram admittidos, dias deooi,
alguns novos trabalhadores, cora o que muito
se contranaro os grevistas, que, logo, foro
buscar um patrono que podesse obter do Sr-
Director Irineo Rocha a exeluso dos novos
trabalhadores.
Realmente foram felzes na escolha do patro-
no, e este ainda melhor succedid na sua rais-
so !
Sm audiencia dos associados. oSr. Director
da Associaco dos Praticos, man lou lavrar, eai
nome desta, un termo de contracto em que so-
raente os grevistas sao os admittidos ao servio*
de amarraco e desamanaco dos navios!
Informo-me, cora exactido, que as priact-
paes clausulas do contracto sao :
a) admmitiir nicamente ao trabalho os signa-
tarios ;
b) nao poder ser augmentado o pe?soel **
quando ib" exigido pela necessidade tic ST*
vqo do porto ;
c) seren p igos pela Associaco dos PratiMS,
48 horas depois de findo o servico, e
d) s.t regulado o servico por ineio de uau
cala.
K n coinpensaco dos favores e garantas es-
tipuladas os pacluantes ticam apenas obrigadof
a nao faltar ao trabalho, salvo o caso de motive
seno i
Eis mu contracto magnifico cm favor de una
das partes pactuanles, somonte, emquanto que
a outra lien ua inteira dependencia d'aquelfa :
Sagrada sabe doria 1
Consta-raa que ura dos associados, nao po-
den 1 > ticar silencioso diante de to Inquahfi-
cavel contracto, r.-cl im >u ao Sr. Director, pon-
derando a illegalidade e os inconvenientes que
d all provm, e qu.; tal reclainaco, longe de
ser recebdi para ser tomada na considera-
co que devia merecer, foi mandada devol-
veucora um d :sp icho, que desabona a intelli-
gencia, criterio e imparcialidad;, qualidades
estas exigidas da parte de quem exerce eleva-
das funeges publicas I
E extranhavel tanto arbitrio, principalmente,
quando 'se trata de urna associaco, que nao
pode ser equiparada, em tudo, um i reparticao
publica, na qual os subordinados estejam aps-
sivados ao seu cliefo !
Saibam, porem* os Ilustres associados de-
fender os seus direitos e interosses, e o Sr. Di-
rector ser obrigado a conter-se na liiiha das
suas aUribuicJS. creadas pelo R >gulamento
nao em seu proveito proprio, mas em favor da
Associaco dos Praticos. accordemente com o
servico do porto.
Apreciaremos em outro artigo, as clausulas
do contracto.
Civis.
Saudosa lembran^a do pranteado amigo
enrcimo casiui ss mm
Dei xa que ea em sentidas pbrases te ve-
nha dizer um ultimo adeus e derramar so-
bre tua sepultura urna lagrima de eterna
saudadade.
fesames sua familia.
Jos da Sttteira Totora.

(rELKGRAIHl LIBBUT,)' .
An '.'3 veadeinao doaior, lea
acesraoo breve. AiteaosMa
Pranrien Corrpia <> M^ q Ca"1J*eaM-
r^ndo se i.'inpo afi*nnte nara Loaiiei dene-
< n Kens amigo* < fferer.'-ana s*a tur-
t jc.f-, SI de Abra ae 4834
exprimaconcernente ao ponto tocado, indi- y M....._.
cado, fallado, como era justa rente a alludida| V vorado ntoaio rr.ooiaoo rerssra
ceriido, por se* paaticularisada so. votacoj-de Cirralho, traaaferio, sea orictBrie
do mesmo Sr Aeiioo. _. .^M i pf* o 1." nr.dar da predn n. 2* d ri*
Dadas estas. e-xpMeacoes qs e Sr. Adefie t.-a
otvio auau.dorlns: naito a tarta tBCuiiflou o ia- no 1EpraaorK





' I

Mario de jPernambnco Domingo S de Abril de 184
'in

'
I
-enriques.
Lins Vieira de
- -^**"pacao das pessoas que teem,
fie concorrer jpara o mez de
Alaria na matriz da Boa-Vista.
Tas Exmas. Sras. DD.:
/*TbiIomena Candida de Oveira.
Olindina Carneiro da Cunha.
Baroneza de Campo Verde.
Maria das Mercs Pontual.
Franceliaa Augusta dos Santos Ribeiro.
Constanca Dantas.
Maria do Carino de Almeida.
fxnacia Peregrina da Silva.
FTavia Xavier Carneiro da Albuquerque.
-klecilia Raposo.
J iMathilde Goncalves.
1 'Mara Mathilde Lopes.
' Ermelinda Coelbo de Moraes.
Maria do Carmo de Barros Lacerda.
Leonor Barbosa Vianna.
Felippa de Barros Barretto.
Anna de Barros Barretto.
Luiza de Barros Barretto.
Umbelina Guedes Alcoforado.
Adelaide Bulamarqui.
Smilia Pinto Freita
aria Maia.
Maria das Merces
Araujo.
Viscondessa de Mecejana.
Maria Bibiana da VeigagPcssoa.
Julia Ferreira. .
Maria Leopoldina da Veiga Pessoa.
Emilia Salazar Pessoa Baptista.
AU'xandriua Maria Raposo Ferreira.
Josepbina Adelaide Neves.
Flora Goncalves Lima;
Gertrudes Raposo Soares de Albergara.
Maria da Conceicao Quintino de Mi-
( randa.
fosepba Lins de Azevedo Pedrosa.
_,>Maria Carolina Bastos Silveira.
Maria Alice Amorim.
Cymodece Alves Ferreira Pires.
Maria Cavalcante.
Mara Luza de Souza Vianna.
Francisca Accioly Barros de Almeida.
Olivia, filba do Sr. Jos Caetano.
Anna Lobo Martins Moreira.
Eulalia Rodrigues.
Anna Peres Marques Pessoa.
Exma. esposa do Sr. IVdro Jos Pinto.
Exina. esposa do Sr. Alfredo Lopes.
Idalina Candida de Sa.
Francisca Menezes de Barros Cavalcante.
Clotilde de Oveira.
Julia Exraa esposa do Sr. Joo de Cu-
nha Vasconccllos.
Rita Coelho Cibtra.
Francisca Exraa. esposa do governador
Dr. Barbosa Lima.
Maria Exma. esposa do Dr. Questor.
Maria Tbom da Silva.
Antonia Cavalcaute de Albuquerque.
Joseplia Exma. esposa do Sr. commen-
dador Cupertino de Gnimares Bastos. J
Julieta Vieira Salazar.
Josepba Rosa de Araujo.
Anna Lins Bezerra de Mello.
Ermelinda Pedrosa Mavignier.
Francisca Bastos.
Lucilla Fiuza Bastos de Oliveira.
Elvira Martins Cardoso.
Pbilomena da Silva Campos.
Guilbermina Lobo da Silva.
Obdulia Manaya.
Laura Salazar da Veiga Pessoa.
Josepbina Themudo Lessa.
Exma. esposa do Sr. Jos Ganchos.
D. Rachel Bastos Gomes de Mattos.
Adelaide de Lemos Bastos.
Francisca Vieira de Souza.
Maria Adelaide de Moraes Bastos e
Mello. m .
Austriberta Augusta Alves Ferreira.
Maria Annunciada Carneiro Monteiro.
Maria do Reg Barros.
Maria Carmelo Figueiredo.
Maria Grata Martins.
Philomena da Cmara Lemos.]
Mana Eugenia da Fonseca.
Candida Rodrigues de Souza.
Maria do Carino Drummond.
Baroneza de Souza Leao.
Baroneza da Soledade*
Maria do Carmo Cavalcante de Albu-
querque.
Joaquina Reis e Silva Cavalcante de Al-
buquerque.
Isabel Figueiredo Reis e Silva Filha.
Eulalia Sampaio.
Julieta Sampaio.
Maria Sampaio.
Viscondessa de Guararapes.
Marianna S Tavares dos Santos.
Anna do Reg MeJeiros.
Thereza Carlota de Barros Barretto.
Anna Carlota de Barros Barretto.
Maria Izabel de Barros Barrete
Mana Carneiro Vianna.
Emilia Rodrigues de Souza.
Maria Carolina Fiuza.
Emilia Carolina da Silva Mello.
Eulalia Pessoa da Costa. -
Lilia Pitanga.
Maria Dolores Sampaio de Mendonca.
Judith Castro e Silva.
Alice Amorim.
Emilia Amorim.
Zulmira Pereira.
Cordolina Pontual.
Gertrudes Beltro.
Josepha Beltro Carneiro da Cunha.
Exm." esposa do Sr. Gurgel do Amaral.
Exm.* esposa do Dr. Miguel Pernam-
buco.
Exm.* esposa do commendador Rogober-
to Barbosa.
Exm." esposa do tenente Leal.
Exm.* esposa do coronel Corbiniano de
Aqubio Fonseca.
Maria Rita de Medeiros.
Exm.' esposa do capito Evaristo.
Exm.* esposa do Dr. Virginio Marques
Carneiro Leo.
Exma. esposa do Dr. Porto Carreiro.
Exma. esposa do Sr. Pedro Antunes.
Rita Fiuza do liego.
Adelaide Figuez'redo.
COMERCIO
Eugenia Couceiro.
Emereiiciana de Amula Andrade Lima.
Idalina da Conceicao ds Souza Leo.
Majia Auna Cavalcante do Reg Barros.
Anna Cordeiro d'Araujo Marques.
Francisca Cordeiro Baptista dos Santos.
Mma. V. G. Ferchault.
Maria da Silva Paes Barreto.
Exma. esposa do commerciante Domin-
gos Fernandes.
Olympia Mallet"
Olyrapia A. de Mendonca.
Francolina Forjaz de Lacerda.
Josepbina F. Ferreira da Silva.
Julia Saraiva.
Julia S. de Moraes Piriheiro.
Enedina Santiago Ramos.
Rosa lina do Meira Lins.
Capitulina de Arruda Beltro.
Umbelina L. d'Almeida Moraes.
Maria d*Azevedo Gomes de Mattos.
Exma. esposa do commerciante Figuei-
redo.
Exma. esposa do Dr. Antonio d'Arruda
Beltro.
Maria Luiza Esberard.
Exma. irma do bispo D. Manoel.
Encarregadas de receber as esmolas
DD. Lenidas Alves Ferreira Coelho,
Rosa Graca.
Thereza de Jeztis do Reg Barros".
Thesoureira
D. liara Campello.
Vis-ario Aucuzco F. Moreira da Silva.
o mais rpidamente melhorea resaltados
do que com qualquer outra preparago
ferruginosa. (Profesaor Piocry.)
*ota.Nos casos dj calorse, de ane-
mia, de eotraqaecimeoto feral, ha sem-
pre grande vactugem e as veces iodis-
peoiavel tomar ao mesino lempo qne o
medicamento ferruginoso, ama- preparaC/So
de qaira qne aotu* como tnico. Deve
se preterir aempre empregar o vicho de
quin>um de Labarr&qae. O emprego da
pillos de Vallec cunjunctamente oom o
quiniom de L.barraque prodns mai nota-
veis effoitos.
As pilotas de Vallet verdadeiras aSo
br*rc"8, mas nao prateadas o im o nome
Vallet impresso em cada plala.
O nomo raro e extranko de Ave
leira Mgica p^lo qaai 6 coabecida a altiuia
grande deticoberta lo sabio Dr. C. C. Bnsiol, p
simplesmeoteo nome vulgar da maravilbos*
planta .mtricana, classtticida aciertilicaineot
ob a denorno cao de Hamamelis Virgioica, da
qoal extrahida o celebre Extracto Duplo de
Avelei'a Mgica qoe leva o nome do eminente
sable; rcoeUo vaii03i8aimo descoberio primiti-
vameute pelos in- ios qoe osaram delle na sne
forma primitiva como acote calmante e cura-
tivo em tode especie de ii fUmmaiOes externas,
feridas, tumores, almorn-imaa, rheomalismo,
pe., e que tioje tem viodo s?r nm dos agentes
tberapeattcoB mais import otea do da no trata
nenio de toda a dr ouer interna qne' externa,
/erem-se as )Q8troc(.6'8 que compraban) Cida
vidriado do xtrtcio oo do Uogneoto. 6
tai
netro, occopiDdo a tribuna o ilustrado e ra".
to pregadjr padre Dr. Jje Lopes de O vsira.
Seuada-f-'ira, 23. as 7 noria, ser (-.otada
orna miBsa ao Seobor Boin Jeaus dos Pa^os.
Tocar eoQ todos os actos a msica do Arsenal
de Guerra.
a phoio&bapsia mm
Attendendo ao reclamo do respeitavel publico
resolve trabalhar em todos os das do anno de
9 da raaalia a 9 da noute.
Entretanto, devendo, em consequencia do aug-
mento consideravel de trabalho, destinar gran-
de parte do da para bom aperfeico.tl-o, reserva
smenleyara a liragem de-ciruelos o espago de
10 a 2 horas da tarde, em qU3 pode obter sem-
pre bom resultado, embora lempo chuvoso.
Das obaerv^Ses dos mais oelebret m-
dicos cooclue-se oue com sa verdadeiras
Pilulaa da Vallet, cnnBeie fcilmente
votaipc de goaeroj
Para o agricultor
aSSCAR
Esiaas por t5 kilc. W0;i0 a 6{20
Branco dem dem .... J*JW a 5J800
Sumenosidemidem. MW UKO
Maac3vado dem dem WO' a tzw 1
Broto dem dem..... m
Brato melaao...... ff^OO a M800
Relame dem dem .... -t*w ,'5rj i
lgida
Cons'oa algomss trana> :6=3 a I230> por 15
kilos de boas procetoclas.
por pipa de 480 litro 9300O.
Ajpunrdeajisi
Por pipa de 480 litros 188*000.
CTnl
Colanos nominal a 93/000 por pipa.
Coaros
Sseeos salgados na base de 12 klio3 a 805 res
so-xioal. .
Yerdes a i85 rea veoda.
Caraaii!>a
Cola-se de 12* a 190O0 por 15 kilos vendas.
TABELLA DAS ENTRA O AS DE ASSOCAB B AL-
GODAO
Mea de Abril ________
IV ??*;= "
Entradas
Barcafas .
Vapores......
ADircaes.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro.
Soomma
Das
17
20
20
20'
A88D-
car
a 19:
al8!
Sacros
19798
4108
11850
6*369
098
Algo-
dao
Saccas
2^26
582
1251
2417
2414
4872
140223) I4!62
impoHa^io
Vepor iogle tE'bea, entrado dos por-
toa da Europa, em 20 e consignado a
Amorim IrraVs 6 comp.
Amostras 35 vola mes a diversos.
Bombea 1 caixa a Cardcso d IrmSo.
Calgados 3 cairas a Albino Cruz e
comp 2 a Cssta Campos e comp.
(SUh 14 volamea a Joao Fernandas de
Almeida.
QDrogaa ;0 a Companbia de Drogas.
Licha 20 caizas a O. de M. IrmSos.
Leite condensado 5 oaizas a ordam.
.Mercadorias 2 volnmes a ordem, 3 a
Braga & Machado, 1 a Manoel Coliseo e
comp., 6 a J. F. P. Carvalho, 1 a Mou-
ra Borges e comp 2 a P. J. Fenton. 36
a Braailian Sagar Ftotorie, 4 a QuimarSea
Lima e comp.
Olio 5 barra a GaimarSes Braga & C.
Pregunto 2 cazas a ordem.
Queipa 25 cftizas a Companbia de Es-
tiva, 13 a Jlo Femando* de Almeide.
Salitre 30 barricas a Albino Silva e
comp.
Tecidos 10 volamos a J Gongalves e
comp 2 a Pereira de MagaibSes e comp ,
14 a Machado & Perer->, 15 a Affjnso
Maia e comp 1 a M. Rois e comp 8 a
A. do Britto e comp., 3 a Das Loareiro
e comp., 4 a Olinto Jardim e comp., 7 a
Guerra Fernandes e comp 4 a Silveira e
ccrop.,8 a A. Vieira e comp .21 a A.
Amorim e comp., 9 a ordem, 3 a Bernet e
comp 1 a A. Mollar e comp.
Tmta 90 barricas a Companhia de Dro-
gas. 6 a EroimarSes B.ags e comp.
Vidros 2 voluntes a Companhia de Dro*
gas.
creado Municipal de S. Jun
O movimento deste mercado no dia 20 de
Abril foi o seguate : Eatr. nm,
24 hois pesando 4,396 kilos.
930 kilos de peixe a 20 rs. 19/603
24 compart. com mariscos a 100 as. 2*400
15 ditos com camarObs ? 100 rs. 1500
30 columnas a 500 rs. 15/300
3 cargas com galuchas a 500 rs. 1/300
3 eassaaes com galiobas a 300 rs. >00
3 carga com macacnsiras a 300 rs. /900
3 cargas com germnm a 300 rs. 900
1 ca'gas com longas a 30 1 rs. Z300
2 porgas com frucias a 300 rs. 600
35 carcas com farinba a 200 rs. 7/0)0
10 cargas com milho aseen a 200 rs. 2/O0O
6 cargas qom fej&o a 200 rs. 1/200
67 laga.es a 200 rs. 13/4'0
10 soinos a 200 rs. 2/000
11 comp. com suineiros a 1/ 1 i/000
8 comp. com soioeiros a 700 rs. 5/600
(0 comp. com fressnraa a 600 rs. 6/000
34 comp. com comidas a 700 rs. 23/800
56 comp. com fazendan a 600 rs. 33/600
47 comp. cora verduras a 300 rs. 14/100
70 comp. com farioQa a 400 rs. 28/000
39 comp. com tainos a 2/ 78/000
Rend mentos do da 1 a 19
571/6(10
6.087J80O
5.360/400
Precos do da:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Salaos de 900 a 1/ dem.
Caroeiro de 1/000 a 1/200 dem.;
Panana de 600 a 700 rs. a cali.
Milno de 500 a 600 rs. a cuia.
Feiiao de 2/000 a 3/000 a "Ola.
B.calbo 703 rs. dem.
Xarque.900rs. kilo.
lloviacato do Porto
Navios entrados no dia 21
Fiame e escala 36 dias, *apor austraco Ste-
faoia>, de 1457 toneladas, commandaote A .
Sicbcbl, eqop'gem 32, carga varios gneros,
a BVory Fortter & C.
Para e estila7 das, vapor nacional Brasil
de 1999 toneladas, commandaote Francisco de
Oliveira Macedo. equipagem 60, carga varios
geeros, a Pereira Carneiro & C.
Parabyba12 horas, vapor nacional S. Francis-
co oe 382 tooclaJa, coromandaote aotonlo
a. Pinto, eqaiiagem 30, carga gneros, a
CompaoQia Pernamoocaoa.j -
Baenos-Ajres e escala-la dias, vapor ingles
dv::acia nm
RIBEIRO DA SILVA defende
perante o jury desta capital e nos
das comarcas margenadas vias-
ferreas.
^ Pode ser procurado Travessa
gr da Congregaso- LIVRARIA.
Despedida
Rtlraado-roe lempo ariameo'e com minba fa
milia para Boropa a bordo do paquete nglez
Magi'ialeoa, e nao 'eodo pod'do despedir me
pessoalmeote de iodos os meas diatioctos a mi
gos e fren?za8, pe;o-lhes dejcnlpa desia falta
involuntaria detldo a rapices de mioha viagem,
offereceodo os meus limitados prestimos em
qualquer parte qne me acha*.
Omrosim, declaro qne oeixo encarregado de
tolo rs mena negocios pa-ii-alares o mea filho
esocio Hennqae Pernaid"8 L'ma.
Recite, 20 de Abril de 1894.
Jiifo F-Tnandes Lima.
----------------->----------------:
Programma da festa de %. Jos
da Agona, no convento do
Carnt do Stecife
Sdbn^do, 21, po meio da, ama salva de 21 ti-
ros iadicar ser a ve-pera da festa do glorioso
. los loceodo diversas pegas do ses reperto
rio a Daoda do Arsenal de Guerra.
Domingo, 22, 5 hoeaa da maabi, ser reza*
da u ra mis- em tenco de todo3 os raaos.
A's 6 Horas, urna salva de 21 tiros aonanciar
aos tiis ser ebegado odia do patrocinio de S-
Jos.
A's 11 horas do dia entrara a fasta, sendo a
rxissa denomioadaSantissima Trindade.
Cantarao os solos os melcores cantores deata
cidade.
A orenestra est confiada ao nosso carissimo
irmo J .5o Beojamlm Alves da Silva.
Ao Eaoge'bo sobir a tnbuoo sagrada o in-
] telligente e cistincto pregador conego Joao Ua-
Icba 10 de Mfllo. que paeniear as vlrtoles de
00880 oatriarcha S. Jo'^s
AV 3 boras da tarde sanr em Bolemne pro-
cissao a imagem de cso Divino Padroeiro,
percorrendo as seguintes roas : Estrella e Lar-
ga dn Ro a-io. Praga do Baro de Loceaa, roa
deS. Francisco 15 do Sovembro, l.de Margo.
Casias Rangel, Largo do Mercado, Penba. Livra-
meuio, Marcillo Das, Vidal de Negrelros, S. Joo,
Marq iet do Herval, Bario da Victcno, Paulino C-
mara recoiber.
A' 7 horas e itra- o Te-Deaoj Rio de Ja-
Magial a i de 2865 ooeladas,commindante
Rigaad, e;aipgem 137, carga gneros, a Amo-
rim Irmos A C.
Botdeaax e escal*23 das, vapor francex A-
dcu'. de 2154 toneladas, commandaale A.
Floite. eqaipagem 81, cirga gneros, a H.
Burle & C.
New-Yjik15 dias, vapor belga Galilea de
1434 toneladas, commanda&te Braittwaite,
eqoipagem 43, carga va ios gneros, a Black-
bn-n & C
Himbnreo50 dias, barca noroeguen3e Liv,
ne 256 toneladas, capujo C. A. Larsen,equi
pagem 8, carga vanos gneros, a Companhia
de Es.iva.
Navica sahidoa no mesmo dia
Southamptoa e escala7ap:r Inglez Magdale
na.dommandante RigaaJ, carga varios g-
neros.
Boeoos Ayes e escalaVapor francez Adoor
commandaote A. Fiotte, carga varios gene
ros.
Santos e escalaVapor belga Galilea, com-
mandante Braitbwaite, carga varios gene
ros.
BarbadosLugar Inglez Dora capilo Nealey,
em lastro.
Harlos esperados
Do Rio de Janeiro
Logar americano Joseph W. Foster:
De Pelotas.
Lugar coraegaense Correo.
Patacho argeottao Cood Pata -ho allrmao Harald.
Patacho laglez Artbar.
Barca noruega Sif.
Patscbo allemo Adelheid.
Logar Inglez Aurora.
Patacho hollandez Aliene.
Pataco portug -ez Mariotio VI.
Patacho al.emo Otto Graf Stoiberg.
Lagar portngner Marinbo VII
De Hambargo
Barca hollaodess Frlaia-
Patacho allemo Trina.
De Liverpcol
Barca Inglesa liliaa:
De Hall
Barca allemF: C.Brg.
De Fleelwood
Sarca noruega Gottica.
De Londres
Barca norueguense Viking.
De CardilT
Barca noruega Medea.
Ba'ca noruega P.-odurente.
Barca noruega Osmood.
Barca noruega Protector.
Barca noruega Bnilant.
DeSoderland
Lugar noruegoeose Naotik.
Vapores a entrar
Mea de Abril
Cintra, do sul, boje.
Er truria, do sol, boje.
., Oiioda, do Sal, a 22.
Patagonia. da Europa, a 22.
Actor, de Liverpool, a 25.
Entra Ros, da Ea-opa. a 27.
Jaboato, do none, a 27.
Jacubvpc, de sul, a 28.
Vapores a sabir
Mes de Abril
Saotos e esc. Galileu. boje, As 2 horas.
Buenos Ayres e esc. Adoor, boje, is 4 b.
Santos-e (se, Patagonta, 2!, s 4 boras.
santos e esc. Entre Ros, 30 is 2 faoraa.
BETBATOS INALTBBAV4IS GABINETE VISITA
2 e um chromo-passepartouts m 203
6 e um chromo-passepartouts 30S 158
PORCKLLANA
12 e um chromo-passepartouU 30S [153
6 sem chromo t 20S IOS
ISMALTADCS A MODA] DE PARS
12 sem 0 chromo 24 123
0 sem 0 chromo lS 83
SIMPLES 1
12 sem 0 chromo 20S 103
6 sem 0 chromo 123 63
12 Mignon biseau d'or 83
Recife, 10 de Abril de ISOt,
0 geronte-Photographo.
F. Sfenna. 5B*
-*-Vb>

Dr. Hercslano Bandeira
ce Heilo
Mei2!co operador e parteiro [
Especiaiades :Molestias do
syotsma nervoso, d" tabo gastro
intestinal e de tpparelho genito
urinario.
D conniltas des 11 horas da
manhS a 2 da tarde i ra Mar-
que? de Olioda n. 38, Ia andar.
Despedida
Re'irandc-me boje p;a Ponugal a bordo do
paquete Mae'lalfna, oode vou procurar resta-
Delecer a minha saucle alterada, despeco me de
todo3 aquellc3 quf rae hoaram i;om a -oa ami
sade, olferecendo Ibes os meus fracos prestirntr
em ooalquer lugar em que me ach.e
Nao pj-vo dcixar de especialisar os meas sin
ceros agraileciaentos ao mea compadre eamigi
Mmoel Ntines d Fonseca e a fu Exma. faitia
pelos moitos cbseqaios e pravas de verdadeiru
ainisane que, Sr-apre roe dspensararn aos meca
px-8ocios e emprrgados da C3sa aues, Fonsca
& C, e hem assima tod05 03 Dons amigos e re-
gcezes Uquella cssa aue sempre me dispeasu-
ram a fu coosideraco-
Ignalmeoto confesso o mpu reconhecimento
aos amigos e cotopaoh- iros da ex-comml.^so 2
de Ju.no, a un-tu pe^o o favor de me uo desli-
gare n do extmc'.r g'upo, pots a] elle me orgu<
Ibarei sempre de ooder prestar os meas servi-
cos como at boje.
A tooas es mais pessoas de minhas re!ac6e^
d n um abraco de despedida e ponht eua dis-
poFigo os meus pre-t mos.
Recife, 21 de Abril de 1894,
Alezaodre da Focseca Fernanies.
. Hittnna Crrela da Silva
No oia 24 do correte mtz, ax 8 boras da ma-
nh e na igrfja matriz da BoiVis'a, man^am o
Dezenbarga .or Correa da Silva e seus (linos ce-
leb-a* rolspa' fo' alma oe soa sempre lembrada
me e av. D. M.tana Correa da Silva 2*, auni-
vernario do sea fallecimento.
Engenho Monte Oliverte
O aoaixo asignado sabendj qu^ D. Fraoc sea
Cordonna da Silva est tratando de ven ;e" o en-
geobi Mjnie 0 iverte, o qoal me esta hyootbe-
cadocomoj teobo declarado, nao so por este
Diartc como pelo Jo-nal do Ricife, venbo do
oovr protestar nao s perqu me ert hypoibe-
cado o dito engenho, como porque foi aeora pe-
nbora^o como o comprador pode ver no cartono
do escrvoB?rros.
Recite, 19 de Abril de 1894.
Maocel lves.
PHOSPHATINA FALIRES. Alimeoio das enancas.
Aqu -pparece ja claro que a tempes-
tadopoia o oorpo humano, como o mar,
tem soa calma e saas tempestadesera
ama causa qne poli, prever-se ae homo
amigo tivessi estado em aptidSo para vel a
vir. Mas, ai que a maior parte de nos
somos cegos para es sigoaea e aviaos qao
non d a N.turcza 1 Se ode&aeaios en-
tende'-oi, que trabalhos poderikmos evi-
tar-Los i Mas, em fim, nlo se podo re-
mediar ; a experiencia tem orna escola
omito dolorosB, mas 0S0 se aprende em
uen huta a outra escola.
Refer o do-se ao at-.que qoe principiou
em Outubrc de 1892, a carta cootinaa :
Com o auxnij de una tantoB remedios
que ma receitoa o madioo, pude recu-
perar um pouco o sonrio depois dos pri
meiros dous meses, mas isto nSo duroa
amitos das o a dor se apresentou de novo
na meuma forma. Todos os remedios e
classeb de trat jment a que lecurr: foram
luuteia ; a m de d a para dia.
c Neste estado, aria amigo mea veio
urna machS a minha casa e ve-'o quanto
eu soffria, me accnselhoa qae tomase o
Xarope Curativo da M5i Seigel, diaendo
me que ella lhe tinba ftuto maito bem
o'uma dor da estomago de que tinha pa-
decido desde algum tempo antes. O sea
conBelho era demasiado seductor e bem
andado para deixar de o seguir, e com
proi immediatameote um r-^co o dito
Xarope na drogara dos Srs. Figaeras
Hermanos, e priocipiei a toma! o de accor
do com as ioBtruc^Ses. No fm de 12
horas, quer diser, depois de tor tomado a
terceira doza, observei qae a dor n5o era
tSo intensa e sent vontade de tomar ali-
mento.
f Agora tenho a eatisfacSo de informar
a voc quj desde entilo tenho ido ganban
do forgas da dia para di^, at ao ponto de
ser am novo homem. cParecs-me como
Be me tiveasem tracsfoimado.
Irrpossivei, exslamavam f8 pes3oas
ua me viam depois do meo reatabetoct-
tceuto ; se cao o tiveramos visto com
anas; a proprir.B olhua, nSo o teamos acre-
ditado. Esce rcmadio deve aer posto ao
aleares de todos, anda mesmo das olaBse-
mais pobres qae tanto Bcffrem de enfer-
midades BemelbanteB, tNucca me encoo-
trei ISo bom como ma encentro agora*.
Pe'xo a voc a liberiae de publicar o
que asoutecou no mea caso se voc a jul-
gar necessario. Da oc8 dedicado. (As-
s;gaaJo) N.'cols Maaell Carne Chefe da
estuj^o dea canos Americanos, La Biaba!
(Qeron) Espanba 10 de Agosto de 1893."
Agora b^ra : Qae o qae caaaou o
terrivel palee meato que esce homem of-
fr.'i em coasequeacia da nevralgia ? Elle
mesmo no3 respjnd r ; Ih'o csou a n-
di^estSo ebronica, ou dyspepsia, 0 terri
vol veneeo de que tinha c&rregado o san-
gue com a materia qua prostrava ca ner
vos. oa enfraquecia e os fzia estremecer
de debilidade e dor. Nlo ha tra'amento
que em tal caso seja cffisaa, a n2o ser
qua opere directamente sobre o estomogo,
o gado e os octroa orgSos da digestSo,
pais a fjntc de todo o mal reside selles e
nSo nos ervos.
Este inapreciavel servio, foi prestado
pelo Xarope Curativo da Mai Seigel. Foi
elle o que linrpou o e9toxrsgo e os intesti-
nos da materia em fermtntaclo, o qae fez
qae rb glndulas separasem os naturaes
suecos dig.-s .vos, o que expurgoa do san-
gue o ven MO e o que fez trabalhar o ma-
chinismo da natureaa mais ama tras, ras
restabelecenio, deste modo, urna saudo
por muito tempu quebrantada.
Todos em Portugal deveriam 1er as re-
lacSes verdadeiras e comprovativas em
todos os easoa do qua este remedio, fa
mua'o em todo o mundo, eet realisando
oeste Deste pai*. Prira aquelles que b3o
vict'mfl8 de doengas e de dores (o qaim
nSo o algama vez ?) urna rerdadeira
revelscSo, um beneficio qae nSo se paga
com diuheiro algam.
O Xarope curativo da M2 Ssigel est
venda em todas as Pburmacias.
**.q
KSPARTILHOS
ELEGANTES !
CONFORTA VEIS I
Receb o grande sortment
A PASABIS BSS 2L211
~KQ
Os pedidos de blhetes
de tudas as loteras de-
vern ser dirigidos a
MARTINS FIUZA i C.
Agentes geres
GASA DV FORTUNA
23-Roa l.de MBrQ0-23
Casia do I orrelo a. 155.
TtlfiraniDia- .'ElZi(
RTIGOS PARA tiOlUS
Isto explica a historia
Fas descer o balde e tira do teu pojo
am b balde cheio de sgaa ; examina a e
pro va-. E'clara e b6s ? Pois, entSo
toda a a?ua de aquelle poQO ser clara e
b8a ? E' turva e salobre ? Poii toda a
restante da aauee poga ser o mesmo.
Por meio de icstramento de sondar es
nossoa navios obteem amiado amostras de
trra do fondo do mar, adquirindo por
meio dallas urna ideia do ponto onde estSo
qaando o tempo loes tem impedido a asnal
ob Pois, da mesma maneira, o qae um hc-
mem falla vem a demonstrar o qne preoc-
copa a sua imagine^So. Oa acontecimen-
t a de ama hora nos mostrara, frequente-
mente, urna historia de annos. O musgo
em abundancia em qaalqner edificio pro
vara sempre qae o edificio antigo, pois
o passado e o prosente team entre ai tanta
relacSo como a qae existe entre a cabeca
e < s pe3 do homem, por meio de ervos
e de arterias, e maito amiudadas veies
podemos jalgar am por meio dos oatros.
TomemcB am b paragtapho de ama
oarta :
c No mes de Outabro de 1892, diz
qaem n subBcreve, ctive am a'aqae de
nevralgia maito forta, qae me prodazio
qaatro mezeg de aoffrimento. A dor era
oontioua dia e noute, e quesi inaguenta^
vel. Era-nie qaasi impossival dormir.
U prompto e aparte qae fazemos, signi-
fica que atraa diBto deve haver urna histo-
ria, porque as causas de ataque tSo g-ave
nSo podem ter ae produaido repentina-
mente. Pode nma tempestado deacarre*
gar-se sobra nos n'ama hora, mas as
forcos que as produzem tsm-ae estado
reanmdo na atmospbera dorante varios
dias. Talvez aclararemos a nossa asser-
5S0 se copiarmoa novos paragrsphoa da
mesma carta.
Effectivameate aqai temos am : Tinha-
me visto afHigido durante grande tempe,
diz, de dor de estomago; sem exagero
tinha padecido dalla durante viote anaoa.
m
V
FINOS BNOCULOS
DE
MADH3P3RQLA
EECEBKU O
4a Parads des Daues
^aSS^sS^sSS^aiS^
Companhia Progresso
Lel.im os que dizeo nao ter
a GompanMa pr,g o sialst o
Cailan
Illms. Srs. Azevedo d C, dignos pro-
prietarioB di Fabrica Cxas.Sem o mi-
uto favor preciso que Sa. Ss. declarem
eo p desta se receberam oa nlo a indom*
nisaSo de 2.900|5COO dos prejuios cau-
sados pelo incendio do dia 31 de Dezem
bro de 93 na saa fabrica e se essa impor-
tancia lhe foi oa n5o entregue pelo Sr.
Jos Nioola Caprio, director gerente da
Companhia Progresso, vindo para dito
fim a este Estado.
De Va. Ss. Att. Am. Ob.
Sr. Joaqcim Angusto Almeida. Agente
representante.Respondendo a presente
oarta ti mes a dizer que recebemos do
Sr. Jos Ni col Caprio, director garente
da Companhia Mutua de Seguros Contra
Fogo Progresso a quaatia de 12:00030
prejuizo havido no incendio de nossa fa
brica em 31 de Deaembro prximo pas-
sado.
De V. S. Am. O*. .
Azevedo & C.
af ^^ -> >-*-n g ^tja r> rrm 9 >-?> ^ i-*Tmm*
WtLU \J ^TTaff \0 ^L/ I bol*" \J KLS 5fc*P
THBATHn
1 ;:2i:s "a imm
j em tecido de aeda e renda,
alta phantasia,[tem o
i AB PABIIS DES DAMOS

OSVAj** %y9LTb'-^t
ESPARTILHOS DE SBDA BlIANCA
LltiK DE EDA
Capellas da Jlores de ctra e
pdlicz
FINOS LEQUSS
GRANDE SOKTIMENTO DE SEDAS
BEANCAs, TRETAS E DE CORES
Cortss b ancos bardadas
Sachet de itda para camisa
M, Almofadus bordadas a oaro e
ex alto relevo
COLCHAS D2 SEDA E RF.NDA
'/* C1K.*S DB SEA
Na impossibiiidade de m?ncio-
J nar o scrtimento que temos, pe-
^T dimos as Exmas. ftmiliaa a hon-
V ra da urna visita
Aa I'aradis in Daacs
3S Raa do Barso d.. Victoria
TELEPHONE 59
0 bsctar.-l Sasatl S^rlin
Advoga dos auditorios d .a comarcas de
Palmares, Agua Peta, G*,mle:ra o Qai-
pap
esideccia: Palmarea.
Ba Nova ti. 30.
ED1TAES
0 bacbarel Domingos Cavalcante de Soa-
za Le3o Jaoi r, presdent? .-.a commis*
bSo de alistarceato da fregasz a d Qra-
<9t municipio do Recito, Estala de
Pernambuco, et3.
F350 saber que vai ter lugar o alista-
mento elaiton.1 de accordo c^m a le n. d
de26 de Janeiro da 13^2,6 coavido poUa-.o
a todos qs cidadr-s que se :.ch-.rem as
condi^oeida rrfurida le, aapresent^reo-se
peante ae ommisso, oa eav.-.r o seaa
reqaerimentos devid^mente .nstruidos. doe
qaaei se dar recibo tt o dia 21 de Maij
prozimo faturo.
Sala das reuaiSes da oommiesSo seccio-
nal da freguesia da Qra^a, a roa da Bai-
za Ferde a. 13, em 21 de Abril de IS'J.
E eu, Salutio2 Ljz de Fr.nc ss-
cretkrio o aatscrevi.
Domingos C&val.xnte de S.usa Lelo
Jnior,
Presidente.
O cila lao Jc Candido da Silt* Pessoa,
crap'-nte ds C'jxmu&o da alstameots
da l1 8ec$Zo dea te mucicipi de Olio-
da, Estado do Praambaco
Faco saber qae vai ter iagar o alista-
ment '.leitoral de aicordo com a Le n.
35 de 23 de Janeiro de 1892, e portante
convido a todos os cidadi- que ae acha-
rem r.as ccnd'(S:s da referida le a aprt-
aent. rem-se perantn a commiasSo oa en-
viarem seas requerimeatoa devidamente
instruidos at o di 27 de Maio prximo
futero, dos qnaes se dar recibo.
Sala das re un oes da l* coromissao sec-
cional ce municipio de Olioda, 21 da
Abril de 1894.
Eu, Autonio M-trgd de Miranda PiniO.
secretario o escrevi.
Jos Candido da Silva Pesias,
Presideote.
O Dr. Joo Alvares Pereira de .yra, |oi de ai-
reito do commercio da cidade Uo Ractft, capi-
tal do Estado do .Perazmbazu, em vi.-tbde da
le, etc., etc.
Fago saoer los qae o presecte edial vi-eai,
oa delle co:i:la tuerem, a qet-rx Interesar pos-
sa, qae por parte de Joaqun: da Silva Netto, oe-
Bocisnte nesta cidade, me foi dirigida a pt u.io
do tneor ?eguinie:
Illm. e Exm. Sr. Dr. jal* do dlreito do com-
mercio.DisJosqa'm da Si va Netlc, negocian-
te estabelecido Qn-ti ci tade, qoe. posuioJo 30
letras nvpotbecariat, ao porudor, do Banco Ce
C-edito Real deste Estado, sob os os. 6,501 a
6,520, seica sene, e valor nominal de iOJOJO
cada aza, qoe Ibes foram traaslerlila?. na poace
tempo, pur Jobo da Motia Ribeiro, que por >ea
vez as uoave de Francisco Albino de Sonsa l'.c-
10 as qoaes lbe foram fartadas do st-u e.-abtl-
cimeato do da 11 do corrate mes, ignorando o
opplicaute qaem lenba sido o aotor de seoM-
Ibante (arto; e como qaeira acaolelar seo dir!-
to, vem reqoerer a V. Exc. se diRoe *' maodar
intimar o Banco de C-edito Real, oa pessoa le
sen carete, para qoe ote pague o ccpiul nesa
ou juros de taes letras a qaem qaer qoe parveo-
tara se ap esente/para recebel os, ao presiJeuta
da Jaota de Correctores para qoe nao sejam at>
mittidos os referidos tialos m neeo^lrgao Ca
pra.a e a qaem se sear de posee <.ius, oa
qaiesqaer oatros ioteressados, para qoe dentro
de am sano veiiam a jaito allegar en dire'to,
sendo esta ultima ntiroacio por edltaes, na for-
ma do decreto o 149 de 7 de Agosto de 1893,
sob pena de, rindo essa praso, ser o se: 'ic*Dta
aotorisado a perceber os respectivos j-ros. pin-
tada a caoc&o legal e ordenar-ie qoe passem dc-
plicatas 808 mesmos tUolos, depois d'' escotado
o novo praso marcado 00 art. 14 do Citado de*i
creto n. 119.
Nestes te-raosE. R. M. _,_.
Recife. SO de Abril de 894.-0 zrogtdt),
Salasiiano.te Oliveira.
lEstava sellada).
E mais se 080 continba em dita r" oaaat
Belmente copiada, aa qaal profer o aui-acho if
theor segoiate:
fc**-------,
:i



larto 4m ttommnbnvm Domingo de Abril de l*tt*
EATRO
Grande
finail LRICA ITALIANA
Emprez a
G. Sansone
HOJE
Domingo, 22 do corrente
eilraoflMria
t>
>>
ERNANI
Boods para todas ss lionas e treas para Api
sj'cc-s e Olinda.
TEBg^FEIRA
RGOLETO
Beneficio da Sra. LUIZA FON*.
Veneravel irmandade do pa-
triarcba S. Jos, na i-ua
grt ja do Riba-mar.
Elelfo
De ordem do iraiao pre*. teote convido a to-
i 01 cnaro- irmaos, a 'oatpareeer em nosso
osistorio, oo duviogo, 22 do correle, a 10
aa 0a mano*, amde proceder-Be a eleii&o
JJ novo* fjocciooanoH que ten de idtDioistrar
raOaloo' missal de 139193.
Consistorio a en'travd i;m odade do pa-
arena S. Jjt na saa igreja oo Rioa-mar, em
de Abril de 1891.
O secretarlo,
Emaoivlao H. de Araujo.
'5
Veneravel
Irmandale doSenhor Bom Jezis
dos AHilclas em S. J^c de
mar
De ordem da mesa regedora desta rmandade
convido o oossoa Irmaos pra comparecerem
em noseo cons storio pela- 2 1/1 horas da tarde,
boje, domingo 22 do correte, com o Qm de in-
corporados. irmi a'-ompanbar a eolemoe prccis-
sao de S Joee 'Agona, oo convento do Crmo.
Consistorio da irmandade do Seobor Bcm J -
1D8 dos AQ.Ctos, em 21 de Abril de 1891.
O tsc-ivj
Primitivo dos Santas.
Recife Drainage
A compaohia faz poblco para coobecimeoto
dos interessados, que collocoo oo mez de Margo
prximo pass.do, oa apparelbos abaixo declara-
do! :
Frtguezia do Recife
Boa V4ai de Ullvelra o. 2. apparelbos os.
8122 e 8123. enfermara de ma-uha.
Fregu.ziade S.Jos
Roa Imperial n. 1, apparelno o. 3311, prlmei-
ro andar.
Fregotsia da B >a Vista
Roa bario de S. Borja o. 37, appareibo nuie-
ro 11062, leja.
Roa Hospital Pedro i* a. I, appareibo numero
11063.1 ja.
Recife, 3 de Abril de 1891.
J. F. Mackiotosb,
Geren'H.
LOPANBIA
DE
Drogas e producas chimicos
Cooviaa se os S-s. accionistas desta cimpa
ubia a rtootrero se em assembla geral ordina-
ria, no da 30 do currante me*, ao meio da, oo
escriptorio da referida romp-nh ;, i roa Mar-
qnes de o inda o. 31, 1- andar.
Na referida assembla ser apresentado o re-
latarlo da oirec o-ia, cootas e parecer da com
rr.ii-a.) ti cal. relativo ao aooo social de 1893.
Na mesma occaio se procadera a eleicSo dos
memoro* da coumissao ti" ni qoe tem de fooc-
ciooar no correte anno re 1891.
Recife, 21 de Abril d* 1891.
u director secretario
________________Graeiliano O. da C. Murtins.
Club Carlos Gomes
Assembla geral
CdDVtdsmn* os Srs. socios para renoirem-ae
na side du CloO domingo 22 do rorrete, o
meio ola. afiru de tratarse da approvacio dos
oovos estatutos e qoalquer outro assompto de
ioieresse social.
Secretaria do Clob Carlos Gomes, em 19 de
Abril de 1891.
Alvaro Pinto Aires
1 secretan.
Produotct wc reos,
C-ei do Apollo os 73 o
75, dem 5.a, dem l:lil#104
Santo Antonio
Compaohia do Beberibo,
15 de Novembro n. 71,
idem 6., dem 1:3881880
Boa Vista
Companhia Refinadora Mer-
cantil Aatuoareira, Joa
Marianno n. 54, idem
7.V dem 1:6661656
R*ci'e
Companhia The Ncrth Bra-
ian
Sogar Factory Limityd,
Commeroio n. 34, idem
7.*, dem 1:666*656
Santo Antonio
Companhia de Trilfaoa Ur-
banoa do Recite a Ca
zanga, G. A. Lima n. 2,
idem 6.a. idem 1:3880880
Reoife
Companhia Agrcola Mer-
can: i 1 de Pernambaoo,
Itaparioa n. 38, idem
9.a, dem 2:2220208
Compaohia Servicoa Mari*
timos, CaeS da Compa-
nhia, idom 9.a, idem 2:2220208
A togado*
Joro pan hi a de Fiaflo e
Teoidoi, Bamfioa o. 40,
CHAKGKU.S EMlS
Coanpankla Fratacea*
0E
Xaregtfo a
vapor
entre o
Babia,
Havre, Lisboa.
Rio de Janeiro
COnPANdlA DE
Fiacao e Tecidos de Per-
nambueo
Sao convidados os possoidores de acges pre
ferenciaes ,Deb-nto-es) desta compaohia, a re-
ceb'rero os joros vencidos em t-do corrente,
em seo escriptorio roa do Bo o Jesas o. 42.
Ni mesma occaslao serio substituidas as ditas
ar-(6>8 por oo'.ns de igual valor, cootendo os
reqostios exiguos pela le o. 177 A de 15 de
Setemnro ^e 1893.
Recife, 1 de'AD.-il de '89V
Jos Jo i de Amorm.
SClhDUAE
Recreativa Vinte Cinco de
Setembro
Convido ans meos associados a comparecerem
ter^a fera 21 do corrente oo logar c hoa o
costme, para em assembla ge-ai empossar-se
08 novo* c ei os, que por motivos coobecidos
nao tomarem pane na po-se ge-ai que tve la-
gar na noiie do da i4 do andante.
Antonio de AlmeHa
Presidente.
Irmandade
DAS
Almas da matriz da
Boa Vista
Mesa geral
De ordem da mesa regedcra desta irmandade,
sao convialos te dos os irmaos a c-mpar. cerem
pelas 10 horas da mana do dia 22 do corrente
mez, no consistorio da meociojada matriz, am
de elegerem. de cooformidade com o que dispO-;
o 1- do art. SO do lompromisso, non irmio
para oceupar o cargo de eecrivao, vago por fd!-
lecimeot rfo reoectivo fooccicnario.
Coneietorio, 20 de Abril de 1891.
Seb&stiSo Amaral
_______________________Eacfivao interino.
Devotjao de N. S. daCon-
ceitjao, erecta na 3reja de
^anta Rita de Gassia
De ordem do nosso Irmao joiz, convido a to-
dos 08 oossob carissimos Irmaos comparece-
rem em nosso consistorio oo da 22 do crrente,
pelas 3 horas da tarde. sAm de acoropanbarinos
a procisso de S. Jos d'Agooia, para a qual fo
mos convid- tes.
Cenaistcno da devoco de N. S. di ConceicSo.
19 de Abril de 1891.
O escrtvao
M'goel Arcbanio de A'aoj Mo'ta.
COMPANHIA
Industrial e Commercio de
Estiva
CoDVldo rs senbores accionista a apresenta-
rem no es^riotorio desta compacoia os recibos
de sua= eotradas de capital, para i erem sobsti
toldos por oqj titalo representativo da snas ac-
Sfies.
Recife, 10 de Abril de 1891.
A. Feroances
__________________Director secrettri.
Arca de Israel
De ordem do irmo presidente, couviJo a to-
dos nossos irrcSos para aasisiirem aserfSide
assembla geral, qoe lera logar no da 30 do
corrente, ao 7 horas da noiie, ariao de tratar mos
te negocios de gran e luterease para a enrpora
(So e qoe fooccioDar dtfinilivamente'com o
DCmero de socios que comparecer, e lomar as
medidas que forem approvadas pelos meamos.
10 de Abril de 1894.
O secretario
J. F. Doarte.
Gompaibia jTrilhos Urba-
nos do Recife Olinda
Assembla geral
Da accordo com o ar. 147 os. 1, 2 e 3 do de
creto 401 de 4 de Jolbo de 1891, acba-se dis-
posicSndos Srs. accionistas, no escriptorio da
rompanmj, a copia dos balancjs do exerclcio de
1892 a 1893, e relago noroioal dos accionistas
e a lista d-s traatf^rencias das acoOes.
Recife, 16 de Aoril de 1894
O presidente da directora
________________A. Pereira Slmoe,
Companhia pernambucana
de na vega ^ao
Distribuigao de dividendo
De ordem da directnla, caovido os Srs. ac-
ciooi8tas desta ccmpaotiia a receberem no es
ciptorio da meama, de 16 do crrante en
diante o dividrndo corre*oondeate ao semestre
de Ju-h i Dezembro do anno liado.
Rscife, 13 de Abril de 1894.
O geiente
_________A. UlygBes de Carvalbo.
Recebedoria do
Bstado
De 'ordem do Sr. Dr.
dor scientfico aoa Sra.
doa impostas de indaatria
compreheodidoa as clasaea
38 da tabe la aaoeza a le do orcameoto vi-
gente, qoe se acham colloctados pe a for-
ma constante daa relacSea abaizo, e
que coa termos do art. 33 daa iuatroc-
osa de 27 de Jalho de 1883, lhes 6ea
marcado o praso de 15 ciaa improroga-
veia, a contar da data da poblicacSo do
presente, para apreaeotar'm neata repar-
t 580 qaaeiquer reclauacSea oo recursos
para o Toesouro do Estado, aub pena de
nao aerem maia attundidoa tora do refe-
rido praso.
1 SecySo da Reoebadoria do Estado
de Peraambaco, 23 de Abril de 1894.
. O chefe,
Freden'cj Colambiaoo da Silva Gaima*
r5e8.
idem 9.*, dem 2:2280203
18:7500000

mm
Ciaste n. 23. Fabrica de ceneja, limo-
nadas, licores, genebra 0 vinkos
Ri 0:0005000
Ba.Viata
' Contribuintea :
H. Foqaao, roa do Dr Jia
Mariano, n. 12 A, divi-
aSo 1.a, oaota 940338
Raoife
Borgea & C, roa do Amo-
rim, n. 60j62, diviaSo 2*,
qaota 1410507
Carlos Alvea Barbosa, Ma-
dre Deoa n. 4, dem,
idem 1410507
Eogenio Freir A C, Amo-
nro 44, idem 3 *, idem 1880676
Pinto & C, Madre Deoa o.
8, idem 3.a, idem 1880676
Administra-
contrbointea
e profisaZo,
na. 19. 23 e
Companhia Progreso Col*
nial
Chamada de capital
De accordo com o art. 5* dos estatuios desta
companhia, convido os Srs. accionistas a reall-
sarem a quinta entrada de 20 O/o sobre o capital
subscripto oo 40*000 por anco, at o dia 38 do
correle, a roa do Commemio n. 38.
Recife, 14 de Abril de 1891 =Pea Compaohia
Progresan Colonial
Dr. Joaqolm de A. Barros GoimarSes,
Dlreetor secreta lio.
Ctipaniii Saita Tbereza
PENNAS D'ACOA
Nao podeodo a Companhia faier o favor de
continuar a foraecer metas peanas d'agoa, aviso
aoa Srs. coosomldores qoe a partir de 1 de
Malo ser aospeneo es^a fornecisMoto, sendo
consideraes como coaceaslonarloa de peonas
intelraa, na forma do contracto, totos quellea
que at tal data nao mandarem aviso em con
trariaao escriptoro da Companhia do Gazome-
metro de Olioda.
Olioda, 1 de Abril de 2891.
O gerente,
A. Pereira Sim&es.
Ciaste n. 19Empresas anonymas ou agen-
cias nSo tributadas directamente em seu
ramo especial de negocio.
Re. 18:750^000
A togados
Contribaintea :
Prado Peroambucano, tra-
vesea do Lincas, divia&o
1.*, qaota
Graca
Derby C.ob, H. Diaa, dem
1.a, idem
Hippodrorr o to Campo
Grande, Campo Grande,
idem 1.a, idees
i'ecife
Companhia Piorno.ora de
Industria de Melhora-
mento, Commeroio, n.
42, idem 1.a, idem
Companhia Nacional de
Salica'do Moasor Aosu'i,
2770776
2770776
277g776
2770 76
Sant Antonio
Actooio Fran ;ico da Coata,
Peoha n. 7, idem 3.a,
dem 1S83676
J0S0 Bernardo Laoaite. Ma-
dre Deua n. 84. dem 3",
idem 1880676
Reoife
Vicente Coata & C, Madre
Deua n. 6, idem 3.a,
idem 1880676
JoZo Ferreira da Coata,
idem n. 10, idem, idem 1880676
Tavarea Lapa & C, Amo-
rim 1, J,5, idem 4 >. idem 2830014
Bda Vista
E. A. Wander Lina, ros do
Dr. Jos Marianno n 42,
diviaSo 4.a, qaova 2830014
Santo Antonio
Manoel Regadaa & C, J0S0
do Reg n. 1 <3, dem 4a,
idem 2820014
Vieira Andrada & C, idem
n. 36, idem 4.a, idem 2830Ol
Reoife
Coelbo Pinto & C, caes
do Apollo n. 53, idem
5 a, idem 3770352
Martina Viegaa d C, J0S0
do Roso n. 11, idem,
idem 3770352
A. A. Li-m -a d C, idem
S|N, idem, idem 3770352
Augusto Kruase, idem d.
16, idem 8.* idem 471 $690
Reoife
Antonio Doarte SimSea &
C, Largo da Aaaembla
l. 7, idem 6 idem 4715690
Santo Antonio
Lais 'Costa d C, Pedro
Affonao 29, idem 4*, idem 2830014
5:0000000
Linha regalar
Peroambaoo,
e Santos.
O vapor Entre-Rios
Commandante Richard
E' esperado doa portos da
Eorooa ate o dia > do cor-
rete, aegoiodo depois da oe
mora ioodi8pensavel oara
Rio de Janeiro c
Santos
-- Entrar co porio
Roga-se aoa Srs. importadores apreseotarem
dentro de 6 das, acontar do da descarga das al-
varengas qoalqoer reclama^ao concemente a vo-
aunes aoe porvenlura teuham segoiao 11ra o
I ortos do sal. aJm de se poderem dar a tempo
aa provideocias oecessarias.
Espirado o referido praso a compaonia nao v
'ssp nsablliaa por extravos.
R cebe carga, atratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9R"a dn Commeroio A
Lluyd Braziieiro
PORTOS DOSUL
O paquete Olin
Commandaute o oapitlo de fragata Gu-
Iherme Waddington
E' esperado dos pojtoa do
sol at odia 99 dr Abril
segoindo depois da necee-
faria demora para
Parahyba, NaUl, Cear, Amarra$8o, Ma
ranhSo, Para e Manoa
As encommendas serSo recebidas al 1 bora
da tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa,
no Caea da Compaohia Peraambocaoa o. 14.
Aos Srs. carregadores pedimos a saa atteocSo
para a claosula 10* dos coobeciiueotoa que:
No caso de baver tlguma reclamacfto cjotra a
companhia, por avaria oa perda, deve aer feita
oor escripto ao ageote respectivo do pono de
descarga, dentro de tr esdias depois de flnali-
aada.
NSo proeedeodo esta formalldade, a compa-
nhia Oca isenta de toda a respoosabilidade.
Para passagens, frotes e eocommendas tra-
ta-de com os
AGENTES
Pereira Canum k G
6Ra do Commercio6
1* andar
ida
oyal Hanprlao Sea I\:vi^tion
Company Aiiria Limited
O VAPOR
Nao-j Lajos
B' esperado uos portos do sol
at o da *3 do corrtnte e re
-r-pre ctrga pira os portos do
_JMedtterraneo.
A' tratar >oji os-
Agenten
HenryFor8ter& C.
f
Roa do
Con CEO'CO
1 andar
n.
8
Rio de Janeiro
0 palbabcte ameriemo Josepb
W Fuater, 1* classe, segu di-
recle para o porto cima.
ReC be carga f-ete mdico a tratar con a
Companhia Industrial e Commercio de Es-
tiva
ESCRIPTORO
Soa do Amorim o. 58
LEILOES
Leilo
ue cerca de 20 caixas com marmelada oova
perfeita em latas de orna libra, jods barris com
peixes salgado?, latas com arenques, ditas cm
anenflvas. garrafas com licores fiaos e oalras
asaron aortas.
TERgA-FEIRA. 24 DE ABRIL
A's 11 horas
No nrmaaem roa do Mrquez de Olio-
da n. 48
Por intervenc'o do agente
Gusmao
Hamburg- Suedamerikanis-
cho DampfschifffaLr8t-
Gesellsc'-iaft.
Vapor Patagonia
Leilo
De divtrsas pecas de madapolao avarlado
d'agoa do mar.
Terca-feira, 9f\ do corrente
A'S 11 HORAS
ATo armatem a ruado Mrquez de Olinda
n. 48
i;;.Em seguida i pegas de oleado pare forro de
mesa
Por intervencao do agente
Gusmac
omlntta *(!* SIvas
BSeirls
Francisca da Silva Lma Belrts, seos filaos e
mais pareles, agradecem a todos aqoellea ano
se digoaram aeompaobar nltisaa aorada os
restos morta-sde seo presado 0 bo, irnato e pa-
rete, Domingos Aotool da Silva lelrls ; noa
d nvidam, bem como ss demaia peasias se ana
amisade e aa do finado para as'latireoj na aals-
8as qoe por alma deste serlo relebradas oa ma-
ma da Boa Vist*. pelas 7 1/2 horas da manra so
segunda fen 23 do corrente, 7* dia de Mlecl
meoio ; pelo qu- desae ja as coofesaam snmsnn
mente aradecidos.
t
anin otaca le Ollvelra
tlv/a
Qaarlo aooiversaro
Emilia Gomes de Oliveira e Silva e asas ti I nos
mandam celebrar issaa as 8 bor a, oa matriz
de S1010 Aniooia, aegooda fera 23 do correla.
por alma de seo qoerido e seoopre lembraoo ma-
rido e pal, e ccovidam aa peaoss de ana aani-
sa^e oarp wti-wn >-n rif un rn#tan.
t
Antonio Comea ale asaltos
Pelo r puoso n'ima de Aotonm Gimes do
Mitins serio residas orssas Di malriz da Ba-
Vista 7 12 da maoba de 23 su
niprr|n iio neo nMane >lo.
correjte.
ailranu rrnrii. Sa O.lva
tSilvi ,0 Budines Silva Cast-o e Manoel
An.ir da Silva Castro e padre Jas Baoge-
lisia da Silva Castro teodo recebido a In-
fausta noticia ao (allerimonlo do sea psi, ir-
m5o e no, 00 Estado do Rio Grande do Norte,
manda resir misaas oa matriz de Saoto Anlooio.
s 7 Doras, oo da 23 e para assisul-as convi-
dan) seos amigos coo'easaado-ie dride ii narra-
decido. ^
t
AVISOS DIVERSOS
Precla-se de u a ama para costnbar para
pequea familta ; no becco da Li^goea a. 3.
Precisa, se ae uaia
gommadeira e am criado ;
u. 21, prim'i-o an i- -.
olnheira, orna eo
oa roa da Imperatna
Classe n. 38-Leja de movsi
Rea 5:6250000
Santo Antonio
Contribaintea :
Antonio Teizeira dos San-
tos, roa Duque de Casias
n 86, diviaSo 1 qaota 1250000
Angelo da Mofa Aodrade,
Marques do Herval, n.
Commercio o, 14, idem
2.a, idem
Santo Antonio
Companhia Chapellaria Nor-
te indaatria! da Baha,
C'axiae o. 41, idem 2.a,
idem
Companhia Braa'.leira do
Rio de Janeiro, idem n.
39, idem 2.a, idem
Reoife
Empresa de Obraa Publicas
no Brazil, Commercio n.
13, idem 3., idem
Compaohia Geral de Melho-
ramentos de Pernamba-
00,
4.'
8, idem
Itaparioa n.
idem
Boa-Vista
Trilhos Urbanos do Reoife
a Olinda e Beberibe, Au-
rora n. 81, idea 5.a,
idem
Reoife
Companhia .Exploradora da
416J664
4160664
4160664
5550552
833044
1:1U#104
33, idem 2 a, idem
Eleuterio Jote doa Santos,
15 de Novembro n. 81,
idem, idem
Pedroaa <& Santos, Dr. Fei-
toea n. 10, idem 3a, idem
Pereira & Gaimarlea, idem
n. 12, idem 3.', idem
Augusto Hermenegildo da
, Silva, idem o. 31, idem
4.a, dem
Actonio Barbosa da Fonae-
car idem n. 34, idem,
idem
Vianaoto F. de 3oaza Rao',
BarSo de Lacena n. 26,
idem, idem
Augoato Honorato de Mi-
rauda, Dr. Feitoaa n. 23,
idem, idem
Tneodoro Benatem, idem n.
41, idem 5.a, .dem
Eustaquio & C, idem n.
43, dem 5.a, idem
Santo Antonio
Sampaio Coelbo A C, Ba-
rio da Victoria n. 57,
idem 9.*, idem
Carvalbo Jnnior d Leite,
idem
idem
n. 54, idem 10
Res
1871500
1870500
2500000
2500000
3750000
3751000
3750000
3750000
5000000
5000000
1:OOC0OOO
1:1250000
5:6250000
E'esperado da Euro-
pa at o dia 99 de
Abril e seguir de-
pois da demora neces-
sario para
de Janeiro o Santos
Qaaesquer reclama(oea a aerSo atten-
didas 48 horas depois da ultima descarga
do vapoi na Alfandega.
Este vapor illcminado a las elctrica
e oftereoe ptimas aeoomm-dagSaa aos
Srs. pasaageiros.
Entrar no porte
Para carga, encommendas, passagens e di-
aheiro a frote, trata-sa com os
Consignatarios
Bor piel man & C.
18 Rae do Commercio 18
1* andar
Pacific Stean Navigation Com-
pany
STRAITS OF AGELHAM LINE
O paquete Galicia
E' esperado da Europa
at o dia| 99 de Abril
segoindo depois da indis
pensavel demora, para Val-
paraso com escala pela
Baha, Rio Janeiro o Montevideo
Para carga, paesagem, eocommendas edinbel-
ro a frete trata se com 03
"AGESTES
Wllson, Suos I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
Companhia de Navegado la-
rioca
O vapor Cometa
E' esperado do norte oestes
peucos das segoindo dupois da
demora necessana para
Vende se porlOes de ferro de 6 a 12 pal
mos, granee para cima de rxuro, jar .im e ierra
(o, pefl5'e oe rale, ooccae de f >rn-). rodas de
carriobo ae rco ; e na mesma ofikica precisa-
se de om sffic al para fazer carrosas: oefroote
da fortaleza dus Cinco Pontas n. I.
Precita se de om copelro
da Canela 0. 33.
a traiar na roa
Para
Mtranhao e
Tem ptimas accommodacSes
sageiroa de prime ira classe.
para pas
Precisase de oma ama para engooi ado :
no largo da aoriga asamblea n. 21, Forte do
Mallos.
PRECIZA S.-. le uuo rapaz para criado,
qoe d abeno de soa con.neta: ra a Solida-
de n. 38.
Precisa se de urna
boa cosinbeira e de urna
copeira; a tratar na ra da
Soledadc n. 82.
Ao commercio e ao publico
O abaizo asxigoado deriva, para flns conve
nientes, que a datar de 31 de Margo prximo
passado retirou-ze da firma dos Srs Me'ieiros
IrmSo & C, inteiramente quites com a mesma e
exonerado de toda e qaaianer rrsponsabilidade
Recife, 20 de Aoril oe 1894.
Antonm Rolrigups Soares.
S com os flliradores
Pode ser feita a.paritlcajao das aguas. Para
estefim o publico encontrar sempre no arma-
sem de longa nacioml, roa Formoja o 27, om
grande e variado s jrtimeq o dos especices filtra-
dores e respiradores o que ha de mais moderno
e do systema mais econmico at boje conheci-
do ; em vista disto os seus propietarios convi-
i m o respenavel publico a fazer orra visita ao
seo estabeletimento, aOm de monirem-se deste
nico prrservailvo i onira a impureza das aguas.
Alm disto encentra se mais om grande e varia
do sonlmeoto de jarras com toroeiras, bilbas
qoartinbas, copo?, moringoes, iarrOes, potes, va-
eos para plantas, deforoadures, vasos de refego
e ontros mci.c artigos desta natorrsi, por pre-
os ra soa vi-a.
Obras de fmileiro
Grande e variado sortimento de obras de fo
Iba, a88lm como se ach montada urna officina
desta oatureza, a qual disooe de artistas com
a habilitarles precises para satisfaser qoalqoer
eocommenda com a mxima perfei^ao e pontoa-
lidade, faxem-se concertos por presos rasoa-
vels.
Grande deposito de carvao vegetal
O qoe recebemos do lotf.'ior o Estado da
melbor qualidade e vendemos em grosso e a re-
talbo, mandando levar casa dta fregoezes;
assim como receberos grande qoan'.idade de
soperior rxel de oruss e do Ooo aseite de den
d, todo por preces os mais razoaveis.
Ra Formosa n. 27
Joaqulm Maaor-I da Csalai
Piimeiro anwversano
Francisca de Paola Coala seu a Albos man-
d<-m retar miasas por alma de seo sempre lesa-
brado e qonndo esroso e pai, terca-fcir 24 se
, correte, do rcoertj do Carmo. Is 8 bozas
prlmeirn nniviirt., ri hpq Mi.rimgn'n
Ama para viajar
Precisa-se com urgencia
de urna que nao enjoe, para
cuidar a bordo de um reeem-
nascido, em viagem para o
Rio Grande do Sul.
Conirata-se a ra do Ca-
bug n, 3,1 andar/
\a ra do Aragao n.
30 precisa-se de urna
eozinheirapara casa de
pequea familia.
Ama de leite e criada
Na Capa isa. roa de Joaqom Na boro o. 61
precisa-sa com urgencia de ama de leite sem
tiiho e de orna criada para andar com asan
enanca.
Ama
Na ra Direlta n. 78, sobrado, precisa ae dn
oma ama para cosiooar ; paga se bem.
Pieclsa-se de oma coaioueira ; no patea dn
Saota Cri.x n. 2. sbralo encarnado.
Ama
Precisa-se de urna que aaiha cosiubar a tratar
nr rea Dnqoe de Canas o. 88, (pbarmadi).
Precisa-se de oma qoe en'enda de costara
simples, para urna casa de familia em Jaboatao
i traiar no Paco da Patria n. 3-
AMA
lia estrada dos Afflu-tos precisa-se de ama
i cosinbeira; i traiar na ra Marqaea de
n. 56, loja de f rras-n*.
Olioda
Precisa se de oaa ama qoe seja boa engom-
madeira para tres pessoaa e fazer algum lervlco
Je um meoioo ; a ma da oiaa n. M.
Ama
Precisa-se de aa ama pora andar com enan-
cas, dsndo nanea de saa condeca : a roa do
Hospicio n. 3.
Ama de leite
Precisa-se com urgencia de oma ama de leite
para a cidide de Limoeiro : a tratar oa raa da
Imne'-atriz i. 31. 2- andar.
Amas
Para carga, encommendas, passagens trata-se
cornos
Connignatarios
Pereira Carneiro i C.
6Ra du Co ""i**e)6
\ nndar
Clpala Perincaaa flo la-
i/.p-rraos
Piloto
Preciia-e de om pilota
nacional Rival, zegb'.r
Porto.
a bordo do patacho
brevemente para o
rar;
PORTO DO NORTE
Parahyba
O paquete
S. Francisco
Coma and anta Pinto
^ffl
Segu oo da 99 do cor-
rete ai 4 oras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
aheiro frete at i hora da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORO
Qaem preteoder, dirjase n Amoro rrmios ^ovniriuruv
k U, oa ao capliio, a bordo. Ao oana da Oo ipanhn Psraambacana
Recife, IS de Abril 1894. \ n. 12 *
Importantes sitios e ter-
renos para vender-se
Vem-8e doo- sitios, a Estrala da Encana'
meato, com catas de vivencia, terrreoo oberri-
mo, bastantemente plantado de arvores fructfe-
ras e com excellente agua de beber.
A8slm tambem, vende-se no mesmo locar ex-
celleites terrenes oas mesmas condicgea de
bemfeitorias que iem os sitioa referidos.
A' talar com o proprbtario Dr. Cardim, mo-
rador i travessa da Casa-Forte.
Carranhos e velocipe-
des
o qoe ba de mais
do Paiva, ra
para meninos e meninas,
co'c-e barato 1 t
Vende-se na loja de msicas
Nova o. 13.
Feitor
No sitio n. 5 da estrada de Joao Fcnaadee
Vieira se precisa de um bomem de meta idade,
qoe emenda ao cervico de jardineiro e limpeea
de ierras.
Compra-se
Urna cachorra grande nova, na chcara jon-
to as offi :inas do fem de Caxaofi, raa Coade
da Boa Vista n 45.________
Aos proprietarios
%ae desejao fase; calcadaae Icosi o n
nrur das casasearmasenvi. -se ojos acba
rao- am grande sortixento da pedras apropria
das, oo armanem do Cae 9 Captbarise o. 35,
ostra* oa na da Croa. 18. armaaena.
Preciea-se de dota amas, sendo so para co-
sinha e ootra nara servicoa domes.icoi : oa roa
Imperial o. 17.
Criado
Precisa-se de om criado : oa botica francesa
& roa do Bom J*eus o. 22.1
fioubo de cavallos
Na noi'e de 9 para 10 do rorrete, sobtranl-
ram do eogenbo Pedra Imn tres cava I loa
com os signaes segoio'ea:
Um roda lo, de granse tamaobo, bom andador
de baixo a meio, teodo crinas a direlta, ferrado
a pooco tempo, castrado e novo.
Outro castaobo escaro, peqoeoo e mailo corto,
andador de btixo, tendo o p etquedo de cor
branca, teodo doaa baltas sendo ama em enea
lado do lombo, pareceodo ter veatlgios de can-
galba, poocas crinas e canda, sendo as mesmas
de pequeo tamaobo.
Oairo mria 10 claro, de randa e crinas pretas
castrado, sendo motto ardigo e bom galopado/
aendo no peito nm caroco, wmelbante a asa
lobiro-
Qoem apprehender oa referidoa anlmaei sari
gratificado com a qoaotia de 200JPOO, 00 mee-
mo eogenbo, ou oa roa do' Apollo n. 41 1*
andar. ^
Ao commercio
Arlstides Carneiro de Mor.es fas setenta sos
cotorro., liv.-e e deanubaracsda de qsalqocr
onm, a casa dn nolbados pertenceote ao Sr.
Mauoel Pereira Gomes, uta no povoado de Csa
de Carpiua. laao da eidads de Pao a'Alae o
para qu. nao appareca dividas fetarss, con viso
aos credores do referido Manoel Pereira flomao
comparecerem 00 praso dn mo das para ra-
clamirem o qoe for n bem de snas dtraitaa,
Boda eite praso respoaaabilldide algasna me
taer.
Carploa,20de *b-M se 1894.
ArtotMlM Carneiro, dn Moanes



Diario de Pernambnco Domingo %-s de Abril de? 1SQ4L
D. e A. Feltas as ioilmioas requuridas pas-
ee edlial.
Recite, SO de Abril de 1894.P. de Lyr .
Em comprimento deste meo dsoacno, (ui a
mencionada petic^o pre3< ote ao distribuidor do
j'jizu, que a dlstnbaio ao e=cnvau Gtraldes : de-
pois do que loram io'.imados pelo cooiioda
raesma peticSo e despacdo o Saco de Crdito
Real deste Eataao, a pestioa do Rereut>, e o
presidente da Jqqu de Corree torea desta c.d de,
do que passoo o respectivo cffi ial de ja-.tica a
cerlidao competente, e pisaoo-e o presento eJi-
tal. peio toeor ao qaal bel por intimado ao de*
tractor das letras a que se refere a peli^ao -qui
transcripta, ou 4 quem esliver de p, sse deltas,
por todo o coauio da supra citada pelicao e
despacho oella ezarado ; bem co ootros ioteressados, para que deotro to prato
de oro anno, contado da data da publi:acAo des-
te, veobam a joizo allegar seos direitos coa re
lagSo a taes letras, sob pena de, ca: o Uzent
dentro do mencionado p.-aio. ser o sopplicaote
aiv.onsado a perceber os respectivos juros e or-
den r-se qne se Ins passem duulij.taa das mer-
mas letras, .-atifeitas as tormalidides do preci-
tado decreto, ludo de ccnurmidade com o na-
se acha requerido na eopracilada pengao.
E para que cbegue ao Conhecimeaio do 'o~loa
maodei pascar o presente oitai. que ser pu-
blicado pela imprensa e alisado no legar do
costme.
Oado e passado ne;ti cidade do Recito, cari-
ta! do Estado de Pernambnco, aos 20 de Abil
de 1S94.
Pbm este 200 -ls de sello e 500 res de etao-
Icroenloj pela --signatura.
Eu, A iionio Augos o da Frota Menere, escri-
vSo iQierino, o ecesvi-
Joao Alvares Ftreira de Lyra
O Dr. Jone JuhSo F.igucir Ficto do Soa-
sa, juis de direito da Faaandu Eitu-
doci de Pernambaco.
Fas saber pelo presente que do dia 1
de Jijo do crrante anno se hSo de sr-
remaUr, per venda a quem maia der em
praca publica deste jmzo os btna segua
tes penhoraios por ezecacSo da FoZjnda :
Fregueaia de S. Joa
O sobrado n. 33 ra d'AasaropgSo,
com duas portas de frente, sendo urna
da esc-.dn, o pavimento terreo com duas
salas, dous quartos, cosicha fora, medtndo
de frente tres metros e qaarenta cent-
metros e de fundo deseseis metros e c.c-
coenta centmetros, quot-l munido, o pri-
meiro andar tem duas janellas, varanda
de ferro, dnas salas, tres quartos, cosinha
salao aljruma cjusb estra
que por este jaiao move o coronel Frade-
rioo Chaves oootra Hecriqae Ferreira Pon-
tes e sua mulher.
E fara que cbegue ao c^ohecimento de
t dos maniei pussur o presente edita! que
ser publioado pela i mprensa e afiliado 00
lugar do eostume.
Dado e pisuado tete districto do B -
beriba, aoB 18 e Aar do Atoo do Nss-
c m-nt) de Nosso Seohor Jesus'Christo de
189, 5.- da Rjpuboa dos Estarlos do
Brasil.
Eu Jote de Mello C.raeiro, escrivSo
interino o eacrevi o assi-rro.
Joaquim El'zio de Maia t Silva.
Beberipe, 1-J de Abril de 1894.
O esorivSo.
Jos de Mello Carneiro.
fora, sitio em
gada, (valalo em t:ea cantos de reis.
Pertmce a Joao Francisco Regs o ro
Carvalho.
A enea n. 51 ra do Cern-;! Soassutia
com cuas salas, dous quartos, costaba for,
porta e ianella de trente, mediodo de
frente qoatro metros e aessenta cacti-
metros, "e de fundo dez metros e uiteota
e einco centmetros, quintal pequo.-o mu-
rado, avahado em oitocentos mil rea.
PerteDce a Luia Pereira do Faria.
Edital n. 26
Ifi$p!Clor2 Geral da lasirncfo
Publica
De ordem do D.-. inspoctor geral da
IastruccSo Publica, fa$o saber aos profes-
res em Jicponsbilidado abuso ce llorado?,
os quaes tem casis de 2) annos do exerci-
eio, qae, em virtude de ordem do Dr. Go
veraador do Estado, contids em officio de
19 de M-riv> paasado, deveo, dentro do
praso de 45 das, a contar da data do pre-
sente edual, apresecUr-se a junta medica
do estado, afm de serem inspeccionados
de sado.
Rfc!.:cS-.j a que se refere o ed tal supra :
Minoel Marmho G^v ,o iiti d'Aibuquer-
qu-i.
Thereza JoeepLina da Cuaba Salles.
Be>.j Clara Oiympia de Luna Freir.
Jo) L.ndtl.co Domellas 'Jamara.
Mara Cl ristina Cavloante Peasoi. Cczar.
Qraciliana F^licissima Cabral.
Carlos Jos Dias a Siiva.
Mara do Rosario Picheiro.
Leoncio io Luna Freir.
Antonia dos LDns d.i P. rciuncula.
Digoa 3 Sao tu Risa.
Hirmell :-.;> Elsea da Silva Cineca.
Isidoro Iftriaho Cez*r.
Mta TinolDia e Macedo.
lzub.-l Francisca de Quootal.
Joao Joa Ri^eiro.
^aria Franciajj de Souz.
Fex Valois Corrc-.ia.
Tbereaa Emia do Souaa Goces.
Mara Marciouilla Poreira da Lima.
Aiuelia Au;;ista de Mr&eB Quintal.
Feiismio Adoipba da Cuoha Suea.
Paulina Miaa de Almelda.
' TereSH Aicsandrina de Brros Ikleilo.
DERBYCLUB
Dt
RNAM
SRNAMBUCAN
A c-aan. 62 ra do Padre Mnnis,
com porta e janclla de frente, duas sil s, ( Mana Pau-ua Atvea doa S^nt-.-3.
dous quartos, cosinh fora, medmda do Mara Clara ce Mello Fi^aeira.
frente tres metros e vitite centmetro* e Laopolcioa R-j .una Mcdua Gongalves.
de fando onze metros e viute centmetros
quintal mu>ado, cacimba meieira, avaliada
em um c ato e duaentos mil reiB, P r-
tece a Bernardiao Gomes de Carvalha.
A casa n. 76 a ra do Padre Nobrega
com duas portas de frente, daas s-laa,
dois quartOB, ccsnha interna, sem quin-
tal, ruediado de frente qua.tro metros e
eitenta centmetros e de fundo aete me-
tros e cincoenta centmetros, avahada em
quiera ceotos mil res. Pertence a M-
noel Gomes Viegas.
A caaa n. 43 a r-a do Coronel Suas-
suna, com duas portas de frente e urna
porta que < para o bocee do Vinagre,
ama sala, dous quartos, cosinha interna,
medindo de frente qiiatra metros e sessen-
ta centmetros e de faado cinco metros e
quinze centmetros, era mo estado, nao
tem quintal, avahada em quinbentos mil
rea Pertance aos herdeiros d6 Antonio
JoB Pinto.
Freffiezia de Afotdoa
A cpsa n. 7 B, no beecc real da Torre,
ce taipa, com duas, salas, dous quartos,
cosinha interna, terreno foreiro, medindo
de frente quatro metros e quareata cea-
tirtetros e de fundo oito met os e setenta
centmetros, quintal em aberto, em mi
estado, avahada em cont e cincoenta mil
reis. Ptrteace a Tbuitino Gocgalvcs de
Mello.
A caaa n. 30 ra do Quisbo, de pe-
dra e cal, com urna porta de frente e
duas aellas, quatro quartos, duas salas,
cosinha interna, roede de frente seis me-
tros e otenta centmetros e de fundo tre
se motres e f.inco centmetros, sotSo em
salao, urna puchada no oilSo, quistal em
aberto, em completo estado de ruinas,
avalr.s "d trezentos mil reis. Pertetne
a Julio Avc'ino dos Santos Lima.
A casa mei'arua n. 1, no becco do
Macedo, de podra e cal com porta e jane-
la de frente, urna sala, um quarto, media
do de frente quatro metros e trinta centi
metros e do fundo dous metros e setenta
centmetros, nJo tem quintal, avahada em
ceoto e cincoenta mil reis. Pertenca a
Jcaqnim Gomes Ferreira de S Lsiuo.
Freguezia da Vanea
Does casas no lugar das Barreiras em
Casanga, urna medindo ciaco metros e
citeota e seis centmetros de frente, ste
metros e intenta centmetros de fundo,
duf-.s janeas e urna porta, daas salas, um
quarto cosinha dettro, por cincoenta e
dous mil e oitocentoB res, j feito o aba-
tiniento legal, e a outra'medindo dois me-
tros e noventa e seis centmetros de fren-
te, sete metros e tres centimetros de fun-
do, duas portase duas salas, pela quan-
tia de vinte dous mil quinbentos reis, t*m
bem feito o abatimento da lei. Perten
CJm a EstevSo Jos Ferreira.
E para constar ptssou-se -edita! na for-
ma da lei.
Dado e pasando n?sta c'dade do Beci-
fe, aos 20 de Abril de 1894.
E>, Alfreo Diamantino de Torres Ban-
deira, encrivSo.
Ji s JaliJo Rigneira Pinto de Souaa.
O Dr. Joaquim Maia e Silva, juiz do 2*
districto do municipio de Oimda, em
virtude da lei, etc., etc.
JfcFaoo saber aos que o presento edital
virem ou celle noticia tiverem qne no dia
10 de Maio vindturo depois da audiencia
deste juizo ser vendido em praca pu-
blica o segainte:
Usa casa re taipa, coberta de talba,
em terreno proprio, no lugar denominado
Porto da Madeira de Baizoi, cem 2 ja-
nellas de frente e porta-e 1 janel'a no oi-
to, cem 1 salas, 2 quarto, cosinha ex
terna com 1 janella, quitt*l em aberto,
medtndo de trente 4 metros e 69 cent-
metros, e de fundo 10 metros e 70 cent-
metros, avaliada' em 50CS000, cuja casa
Tai a praca para pagamento de exeoocBo
Manoel Fox do Nascimento.
L*ovegla Mara da Silva Cordeiro.
Felisbi.ia Coostungii c'Al jt.-c! ;.
utureur..-. da los.ruuyo Publica do
Estado de Paraambuco, 12 de Abril de
1894.
O secretario,
Pergentme Saraiva d' Aran,jo Galtao
Ia seccSo.-* Secrataria do Coverno do
Estado ce Peruambuco, 19 de Abril de
1894.
De ordena do Exm. Dr* Gobernador do
Estado e em sdditamsnto ao ediial de
nuottiu aco publico qu ao provira nto
dos cmiirs de Io tabeliiSo do publico, ju-
dicial e rotas e escrivao de crphSos e an-
nexos do municipio de Amaragy, concor-
rea tambera no prszo legal o teneote
Manoel Martina da Cucha Saabra.
O secretario,
JoSj Augusto Ferreira Lima.
1' seccio.Socretaria do Govorno do
Estado oe Pernimbaso, ea 19 de Abril
de 1894,
De o-dem do Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado, faco publieo para conhe-
ciaiento dos intec?Ksados, que a.^ha-se
aberto o ijonearso para o Cargo de jaiz de
ci-eit do mucieipio de Leopoldina, visto
to ter magistrado lgum requerido re-
m;>j8o para esse muniuipio no preso mar-
cado em edital de 5 de Fe?cre>ro ultimo
conforme detetaBa o Ro^uLmerjto da 2S
de Janeiro do anno Codo, expedido para
excc5?o de lei n. 15 dj 14 de Kovea:-
bro de 1891. De accerdo com o ecto de
12 1 Agosto, Lmbe-u do anno pao3fcdo,
fie* marcado o praso de noventa dias,
para macripcSo, nesta secretaria, dos can
diaatos ao referido cargo. O concurso
ter lugar na ediS o em que fjncei&na o
Superior Tribunal de Jaatica, peranta a
mesma commissSo, ncmeada em 21 de
Novembro ultimo, de-vendo ser observadas
as disposicSeB dos ettados Regalameatos
de 23 de Janeiro e isstruc^Ses de 12 de
Agosto.
O secretario,
Joao Augusto Ferreira Lima.
m*
PB0JBCT M INSCRIpr-AO m
Para a 6.a corrida a realizarse no dia 29
de Abril de 1894, sendo a corrida no
Hippodromo do Campo Grande.
1.* PAREOCnso!a$ 800 metros Animaes de Pernambuco. qne 080
tenbam gantio 1. e 2 premios nos prados do Recife. PKBMIOS :
250OOC ao priraeiro, 505000 ao secundo e 25)JOO ao terceiro.
2. PAREOProsperidade 1.200 metros-andop. Animaes de Pernam-
buco. premios : 200)5000 ao primeiro, 6U0OOO ao segunQv. t 30000
ao terceiro.
3.e PARE3Animar 1.000 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenbam a;;ho no Derly. PSBJUOS : 25C0OOO fc0 primeiro, 5C9C00 ao
secundo e 25(5000 o terceiro1
4. PAREO- -Uferrdade 16J9 metros. Animaes de Peraambnco. pbemios :
5 coiro.
5. PAREODerby Club de Peraambueo 1.750 metros-Hmdcnp.
Animaes de qualqoer piz. pbkmios : 400(}UOO ao primeiro, 8t)UU0
ao segundo e 40$000 ao terceiro.
6. PAREOVelociddc 900 metros. Animaes da Pernambuco. Pkk-
M[Oj : 250'IUOO- ao primeiro, 50)5000 ao segando e 25J030 ao ter-
ceiro.
7. PAREO experiencia 1.030 metros. Animaes de Pernambuco. pbb-
. Mos: 250(5000 ao primeiro, 50S000 ao segundo e 25000 ao ter-
ceiro.
Observa^es
A inscripjSo ter logar torca-feira 24 do cerrento
costme.
Os pareos s serSo realisados, nscrevende-ee e correndo pelo
aciinaei de 3 proprietarios diffarentei.
Nenhuma propos'a ser lidia sem o valor da irscripgSo.
Os pareo3 Pr^sacridade, Animacao, Libardido e Experiencia nao
victoria.
A tabella do pio dos pnreoa Han^eap 6 a eeguinlt C
ProspendadePiramm 7 kilos, Huguenoia e Maurty 56 kos, P!n'So,
Dubo.Pynlampo e Triumpha 51 kilos, Turco 2., Pygneu e Todo 53 kilos, os
demais 59 tos.
Oe.cy Club de Peraarabuco Petropolis 57 kilos, Napolitano e Attlaate 54
kikw, Apollo 55 kics, (Joyauaz 50 kilos, es demais 4G kilos.
De accoroo om o art. 5 o n8o podero ser ioacriptos vo pareo
GonbclacSo es a.iimaas Debique e Jarde
Prosperidrdo Avantureiro e Bamarck 2o
Animacao Nababo e Hirondello- n '
Liberdade oi>. dos pareos ConsolacSa, Prosperidcdo, Animact^ s masa Ga.let,
Maiaio. Tudo-, AHy-S:oper, Patcbooly, Berlira, Dublin, Huguenots, Piramon, P.uto,
Maunty, Tr'impbo, [da, Fygmeu e Pyrilampo. _
Velocicade os do pur*o Proap^ridade e niis Maurity, Pyrilampo, Plutao
Htguenote, Triumpho, Turco 2., Pygmeu, Ida, Hirondelle, Dublim e Piramon.
"xperieocia ns do pareo Prosperidade e maia Piramoo,
Secretaria do DerbyCiub 19 de Abril de 1594.
O FIEL DO THESOUREIRO
A. \. Gomes Penna.

'iL^r
QUE SE REAL1S AA' NO
de 1894
\j i ii>
no logar e hora do
menos
c;ntar5o
Nones
o
a
o
<
Pellos
Xaara
lid.
a
I
Cor da ve*tl-
'roprk^tsuetfm
1 PareoExperiencia! 030 rnpt,-c3Aiisiaes ^e Pero-mhiico qu-' c8o ipohara eiilx
premios no Drby e Hippodromo. Premios: 250OOO ao i., SOWOOaox.
e 23/-00 ao 3/

Rpija-flo- 2.
Pumas; 2...
Gi........
PUilomomo...
Toulon.......
Vinuauja___
Yoo.........
Rodado....
H. Rapos
rtu-iso. ...
Rodiio...
Rolbo...
M-llado...
2inamb..
54
5i
54
54
54
Encarnado e banco.
tesa c heuI.........
Azul e encanado
Verde b 'OJa........
Pr.- o e ouro-........
Sreoat e azul........
Ec:araodo e preto...
C. Ahre.
Ferfp;-< A Irma*.
*. G de Betlrtt.
I. Fo-iaflo.
Cruz & C.
J. S. Resecde.
F. Ramos.
v.
2.* PareoTurf Peruasebucano 1.010 metr03Aniraa-.-s d? Pernambuco. Premio"
USOarjOJ <>u iu. 30OJ0 ao t', e iiiJJ ao 3.
Nababo.....
Mala-.i ......
\l>7-Siopper.
Patibouiy....
AUzo..
VlnlUdo.
ftUiSO...
Pemamb..| 52 lasal eeocanndo .
t V'-rdee ourn......
V-
iii Diro e P"h'.(i........
iii icaruado ebraaco.
"o-J'i. Crcaeir.
I. MDras.
A. M. ue A'oiri'Ja.
,.\I. J. Altei.
3. PrecKarnu
Rusticano..
ttblets.....
Rada mes...
oniO .. .
Daaradiihe.
i olai.loO metro*Animaes pongas e palluos. Premies : 303 M .v
t0 ao 2' t O30O0 ao 3.
Grenat. e ouro.......;",oud. Pel
.j i ................|G <- '. Jo'o
V-rleon^o e bo^et br. Umt. Bru-'l ira
Bra prete.........I '. C. dos S-n^-
Ail c- ouro...........Coad. CjIooL'.
AluSo...... nemmb.. iii
Ostaoba < al
P-i-to........ c F<.
2 tino....... 51
Uouridilho.. Oli
4. Parcenippodrocao do Cnsp-> Cr.;de-1.3^0 mtr HANOICAPAahBBM
o Peruaa.bnco. Pre wj : 20:1*000 o t.-, 6J5J.0 ao 2." 40*000 to i."
.Piu'So.......
?P rylampo ..
3 Naoabo......
4Uuolim......
Roalo..
Aljzaj...
RiJaio...
? rnaaj..i i>2
I S3
4-i
< 50
Verde e amarelio.....
lf ::.........
Eicirn.-' i i tOJ------
0i'o e preto.........
'. N-r^ndia.
A. Silva.
Joui. Cruel:
Azcvedo os. C
5.'Pareo-Spartmaa-1.303 mi o -A < mies de Peratmiaso.
I. 60GJ0 ^o 3.' J>vJ)0 o 3.
COMPANHIA
OK
Estrada de Ferio de Ribei-
rao a Bonito
De ordem da directora, coi*.ido aos Srs. ac-
de Boa-Viagem e da 'Piedade, Vend
Gracda, Candeiae, Paiva, Qaib e s'uza-
reth do Cobo, s5o convidados todos
aquellas que se julgarom com direito a
preferencia no aturamento Jos meamos
terrenos, taes e:mo os pessuidores dos
ciooistzs a comparecer oa reuaiaa da agspmbla'i terrenos contiguos, a virem requerer esj
g ral ordinaria, convcala para o dia 30 de .prefereacl9 de aecordo ocm o Rgnln-
Abril 1 bora da arde, qoe en lugar do palfe '
da Afsoacao Gommercial A?r;ola. para o tira
de tomar se conoecimanta dos actos da admi-
fi- !"ii-i-, bataoco, etc.
Recife; 14 de Abr Je 1894.
O director secretario
Cii-neiro'a ^oaha.
Cea.'. 1.. j.-. Cti*- Ca*u.ia.-. k C'rus
S.-. F.-. P.-.
Convido ao? OOob. desta Off a aasisti-
reo) sea^.*. r.'loic.-., qne ter4 loear, segn-,
da-feira.23 do correnU, 7 i/ doras da > oite.
0r.- do Recife. a.o 19 de Abril de 894.
E.'. V."
A.-- N. Goimbra 30.-.
v.o.-.
COMPANHIA
Tiihos Urbanos do Recife
Olinda e Beberibe
Sut5stoio de debenteres
S53 ccnvidadoR oe S-s. po^audoes de deben
to'es aesia compan'iia a ap'e entarem no 8
criptorio da rnesna, dos dias uteis, de meio dia
I bora da tarde, os respedives Mulos e rece
berem oatroa com os requisitos do decreto ae
iS de Selecbro ae 1S9S, tai aubstituiso, d-
qaelles.
O R-rente
Antonia Pereira Simoes.
Yeneravel
Faz-s publico a quem interessar, que
Felice Segalla requereo abrir urna fabrica
de vinhos e iioSrec ra Fernandea V-
eira n. 9 (sitia denominado quatro kSee),
devendo ouem com bbo pe julgar preju-
dicio dirigir a Prefeitura sua reclams-
c2o fundamentada, no praso de S dias,
para o fim de ser a.tendido, se fer jul-
gada procedente.
Secretaria da Preeitura Municipal do
Recife, em 14 de Abril de 1894.
O aeeretario,
Joaquim Jcs Ferreira da Rocha.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por eata secretaria se declara c,ue no dia 26 do
corrale qairta feirs) an 10 oras da maona te
fara pagamento a? amas de crlar;ao, em ama das
salas da artiga casa dea expostos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 21 de Aoril d 1894.
0 escnWto,
Joa Honorio B. de Menezeg. _____
Coafrarla do senbsr Bou 4c*u da
iiniiaera em oa Igreja la Maula
Crac
Da ordem do irmSo provedor, convido ao?
nos?os cars;imoa irmos para cornparecerem
em ooseo oosistorio no domiogo 22 do corren
te. pelas 3 1/2 bord da tarde, paramentado^
com seos bannos. atim d i.-nns ecotapainar a
procitsao do Giorioeo S. las a'Asonia. que sa-
bir* do conralo do Garmo ; para o qoal tive-
mos envite.
Secretaria da veneravel confraria do ^enbor
Rom Jeius da Viaiscra, 9 dr- Abril de e94.
O et-crivSn ioterino
Jo oe Azeveto Meodonca.
Aug.*. e
Resp.\
Cap/.
Ir..
VIGILANCIA E SEGREDO
8ess.-. m-ga.-. de 0!.*. r?g.-. eiQlc.-.
qaara-feira 25 do correte, as 7 horas da noile,
no lemplo ruE da Imperatrir. '
So convidadas as BBen.-. LL.-. Concliacao
e Cavalieiros da Cruz e todos es MUj.'. avnlsos
do goto de feos direitos.
O seeret.*.
J.'. A.'.G.-.M.-. 17.-.
1RJANDADK
DO
Divino EspintO S nto do
Recife
Cooeelho Bscai
Em vista dodisp;sio no art. i6 do compro-
mieo der a irmandade. convido hos cansBimss
ircios ex jizes e betcfitore a cornparecerem
nesle eonsittorio domingo 2 do correte, II
horas da manba, para de cooformtcads com a
nliima pane do art. 83 do rxesmo compromlaeo,
proceder se a consulta das irmos qoe bao de
coirpor a nova mesa regtdora.
Coofistorto oa irmandade do Divino Espirito
Santo do Becife, 19 de Abiil ae I69i.
0 procurad r geral
DomiBgo Ailva.
Alfandega
Terrenos de mauniSa em
Boa Viagem, Piedade,
Venda Grande, Candeias,
Paiva, Gaibu e Nazare-
th do Cabo.
De ordem c'o Sr. Dr. inspector, nao
conviodo nos interessea da fasenda qoe
ocnijnuem em abandeno ou sendo ntilisa-
dos por particulares sem nenhum titulo
de conc.'BB&o n&s condi^Sas da lei e sem
as obrigc^es que desea cencessao dsvem
' decor.-er, os torrAo da msrinha ca praia
ment qne baKou com o Decreto n. 4105
de 22 de Fevereiro de 18G8, o que de-
ver ser impreterivelmen'.e teito no prazo
de 30 dias que Sea pelo presente mar
cado, a contar da sua primeira pubc*-
..f5o, sob pena de nao ser respeitada De
huma posee e nenhum direito a tal pre-
ferencia, dispondo livremente -a l*zend>
dos referidos terrenos e concedendo-oa
por aforamento a quem os pretender e
aatisfazer as formalidades legaes.
Compre ccreacentar que j se_cham
nesta Repartio e peodem de d alguns reqoerimeatoa pedndo aforcmento
de terrenos comprebenaidos nos de que
cima se trata.
' 3 Se3$5o da Alfandega de Pernambu-
co, 27 de Margo da *894.
O che fe,
Luis Freder'co Codeceirx.
DerDy-Cliib de Pernam-
buco
l5o tendo comparecido accionistas para
a asgembla geral ordinaria que devia ter
logar em 14 do correte roe, spesar de
ter sido canvocada pelo 3.1 vez, e bavea-
do altimameoto pedido demtsaao dois di-
reotores, ccnv;do p!a abfma vezos
Srs. accionistas, para no dia 3 do corren-
te, t 2 horas da tarde na sede desta Coir.-
pachia, procederem elec2o de cp"s
directores e ao que determioa o art. 143
1;" do decreto de-4 de Jilho de 1891
Secretaria do Derby Ciub de Perntia-
buoo 9 de Abril de 1894.
Joaqtdm L. leixeira.
Tbeaourei ro.
Reepnte..
Vivaz .. .
' -u ::. .
-' ontIC ..
Vingador.
P irisen..
Teuo 2..
Balreb...
Alazo....
'.a-til : J.
Rjidloo. -.
Rodado. -.
Ctaiaiho.
Alazo...
Rjdi.o...
eraaaib.. 5
o!
Si
a 5'
c o
5i
S 51
52
Azul e eacarnaio.
V-rle e ron......
d'o e p-eto......
Rosa e preto.....
2ac. obont. prt..
Rui e esuI.....
Am.vel!o e ro -.
Juro e pra.j.....
i'jjoi : 30C: -
'liud. Croz=lr.;.
S. Doria,
'.roz A C.
A. Silva
:md. i*de Jcautx
g. ?ireir.
ataeafli dt C
A. Silva.
6 PareoPrado Permtmbncar.0-i.8"0 netros=}7aa4sap latmacs le qaalq
Premies : 100* ao I., 8)C00 so 2. lOfW ao 3.
Redames------] 4
Vlarr.e......j 5
'rVt-opolia.... 5
Guayanas ...I 5
.N 1. -i.l,i.ai----- 5
P-eto.....
Alazo...

Uastsiho
Alazao ...
Perramb..
S. Paulo..
45
51
51
51
SI
Verde ocr> e bt. bre
Verde ..: lo.....
m
Preto e >.ur~........
. e paro........
\1cmt. Bratileira.
"oud. Indepi -.-.:
I lem.
:. ReaMaw
F. Razenc
^
7. PareoDerly CSnl de erarnIiaco-{ 250 mt-^ VnnrfcTp-ADi.Tiaaida Par-
aamouco Premios: 200/Ot-O ao i." 630J0 aj z. c iOSOm.m i."
Bi=marrk ... 5
Piramon..... Aven'ureiro.. Pln'.ao...... s 0 5
Ridado......Ternaab..
stantio.....
Rodado......
Vznl ee;j-!i .!<.,....Ctmu Rcenlo.
x : ... .: i. '
Grenat e ma*io......\\. Heira.
H
S4
KV
5) ('erdee amarillo.....I^aod. NranJ.
8. Pareolaapreona l.OOJ metrosAoimaes de Pa-nvnr-.uro qi nlo tenbam gaoto
pnmelrcs e-eguudos 1 1 103 p'^dos 1 E5 1 em 1891 e 1894, ciotn
00 oan vir-tor,i 20 de Marfil de 189*. Premios : iaWOJJo i-%, WjiiU ac
2." e 25*000 ao 3.
O.'oiaa.....
4qoidabnD 2.
E ireb......
Metrpoli- 2.*
B'ij.'-Ho-?.
.ampoaez...
A'.iivc......
Rn. Ulbada
Rolado......

8ai*..
Ziino
Pernamb..
S\
s\
51
Vi
sv
Ba
Basara, e preto.....
U"iC :- o..........
tesa e i>rrSo.........

lina j c eaoaroaaa..
ia lo rala
j. V. do Rio '-.'lfiO
0. a'o.
\. Silva.
",. 10 -le SI.
C. atceo.
J. H Olivcirs.
U. Protlnciaas.
&Sdl'Va^^i
a
DE
Fia^ao e Techos de Per-
nambuco
SSoconvirisdo8 pela terceira vez o-? Sra. aircio-
nirtas a (omptreterem a 4 hora da tarr'e do da
30 do corrate, 00 saiao daAasoc g.i Comoier-
cial Beneficen'ie para reoolvjrem eoore a pro pos-
a da refjrma dos entatatos Beomettida em as
emplea gtf*l de i do mez prximo passado
S do ari. 44 dos estamtoi da cempanbia bem
aesim de ootras artigo?).
A tsaembla deliberar aej qi-al fer a poterna
de capital representado pelos 3r accionutas
presentes, de conformidade com o| 131 da oDsolidacao das leis das iOCitdadea
aooavmas.
Rcie, 20 de Abril de 189S.
Manoel Joo de Arxorim
Precidenie.
Santa Casa de Misericordia
o Recife
De ordem d? Illma. junta administrativa ri*
Sama C^sa de Micericoroia do Rente, 1 siSo em
concnrrt ocia a cooairucc,ao de nm arma:m uo
caes do ApoJo em frente a ponte. Bosrque. de
Macedo, confarae a plasta existente nesla se-
cretaria, e a de om muro no Hwptcio de aliena-
dos, por m<-tro qoadr.ido. Os pre^cdenes* te-
vero apreee.otar enan propcstaB nesia n
secrttiria at o o. S4 do carrente. as 3 liurat
da tarde.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 18 de Abril da 1894.
O tsenvo
Jo H.aorio B. eMnezaa.
0 pareo devoro achar-sa uo ensittMflll
ilt sabbaJo 2.1 do corrale s 3 horas i?
Os animaes iascripios para o !
as 9 1{2 horas da manfla.
Os forfaits sero recetados
tarde na Secrslaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresentarem coavcnicloioeiile trajados m a
cores adoptadas no prugratiiuia por seus patres. na serio a mUidos
o sero multados de accordo com art. 51 da cdigo ->o .v.viis.
Prevue-se aos senhores accionisas i!o procararern os sci'.s ingresscj M m
crelariado-prado ra da Imperalriz 11. 26 l.auda.r.
A Directora chama a allenco los Srs. proprietarios ejoekafl para o ar.
21 e seus e o art. 46 que sarao Testnctamaato observados e o horario faa fo
marcado na pedra ser rigurosamente cumpiidj.
Chama-se attenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para praca r a rea os
seas carloes, e caderaett na Secretaria do Prado aliiu de serem eutregui?, aos
*joi teiros 00 dia de corrida.
Op&rlo do onsilharJenlos d entrada as pessoasque fiaMi cora imimai.
A arehibancad do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres,
autoridades civis e militares e imprensa.
PRESOS
Entrada Geral ...... 1jr>000
A Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado, 19 de Abril de 1894.
O secretario,
Jos G. S. Gouvea.
Cojapanhia exportadora de
alcosl e agurdente
C'.i:mad.i ae cipital
DJ accordo coa o ;?'t. 7- dos estatntos de?ti
B impaehia, eovl :o aos 8*i. cc-ionifiarf a
liearem o sexta entra4a i 10 0/0 sebra o ca^i
tal obscripn oo 10 jCOO por a eso. al o dia "0
lo emente mez -ca roa de Saet Rita c. 5".
Recif*. la de Atr.l do 1834.
A. Megubaes da Silva
Direc'or secretario.
Cozipaabia de Tecidos
Paulista
Nj ejcrlpto-io provisorio i roa da Croa n. *,
pvimento terreo, do dia 1) de corr.-ufc- *m
tnie, pagar-^-aa os jaros das ob tei40e* aran-
do 8 "/o so unce. relaUfameateM t*
Ftre.
Refife,i7 di Abril fle 1894.
J. A. Saraiva iocior
Dtrecto; eeceti
-.. i^i-



b
mmmam
Diario de Pemambaco Pomingo Ts de Abril de 1994
i i m -i
guerlain^par;
ARTIGOS A' MODA PBCI1LIMTB RECOIME
Crema
entta.
PILMAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAl
FRANCISCO GURGEL & 1RMA0
CASA DE CONFIANZA
Fazeiida^ finas, modas e confeccfles
Sortimento permanente de tecidos e oulras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principal-
mente em Pars e Londres, de onde recebem as principaes novidades.
E' sempre variadissimo o sortimento que mantm emse das
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algoo, enxovaes para casa-I
mentos e baptisados e muitos outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India, lindos tecidos
para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoes de casas
PREQOS MDICOS
Ba Primeiro de Mar^o n. 20 A
TELEPHONE58
de
Pharmaceutico de i" Ciaste, Fornecedor do* Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderosos
digestivo, que se conhera, visto como tem a propriedade de diferir e&&
tornar assimilaveis nao somente a carne e os corpos cordoirosos*' masP=!
tambem o pao, o amido e as fculas. ^ l)l
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteraco outrl
'ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracoes do estomago' our^-
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da'co-j
mida, semine alcangam os meihores resultados e sao por so prescrintas
pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
jPalta de appetite.
'Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
Gastrites.
&omnolenciadepois=comer,evomitosqaeacompanham a gravidezffra
PAP?C3EATI?JA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a i cnlhe-0
i'adazinhas depois da comida,
i casa i* DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Fharaaoiasl
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do figado.
Emmagrecimento.
anham a gra
dose de 3 a 4 coin-1
imm
Ex/'a-se em cada lata
a Marca de fabrica^baixo
mu
E ^ DONAS' GAZA
Para azer Boa Cosinha
I preciso Boa Manteiffa
iKTEIGalETRiH
de
Xaroe de Sumar
Este sgraivel e enrgico medicamento
o esterminador das toases resaentes ou
BDtgss, catherros, suffocacBeB, brCDchites
chronicas, louqoiCes, e em gertl contra
todos os padecimeDtos provenientes da ir
ritagSo das visa respiratorias.
Convem como unitivo os tyeicos.
COMPOSI9AO
DK
[8 Ss iftstirti,
Jiuta
Firsim
Approvado
pela reep -i t -el
de Hygiene
Prop gadores
Baptista & FigaHredo
Ecconrs-se em qoelquer pharmacia.
Rudolpho Antones & C*
f Ra Daaue de Casias
?
laravilha
FINAS COLCHAS para camau.. LIN-
DOS cortinados para cama e janelae,
precos sem competencia. Elegantes
DbjeetOB de biseoit, vidro, tetra cotta para
toiletes. Grande soitiaiento de alburia
para ratratoa. Papel da icotsaia p-*ra
Curtas. Alem de nviitoa ostro* artigos
que o bello sexo encontrar sempre na
bem conhecida casa de ROJOLPH
4NTUHES & C.
S7Roa Deque de Caxias67
Para criaogas, koasatB e aecharas gr>n<
de sort'mento receberem
Conrado Anlnnen 4k C.
PiUCA. DA INDEPENKNUA D. 4, 6. 8 e 10
Bol
1
sas ogiezas
Pe'a cob'cpc9. r.ceoeram
Cvaracto Antnne* C.
A BHISA
Praga da Independencia n*. 4, 6, 8 t> 10
f
1
Cintas hespHnholas
Alta novidrde para senheraa e ro-
jiens.
Novo sortimento receben a
XOV.4 EirEBIKCA
63 Ru Duque de Cnxiaa
63
O meis completo e vnri*do BOrtirxaBto
o.ra homens, senhoraa e meninos.
Sedas
Srsneas, pretas e de core, isas e !>.-
vrnas. .
Cachemiras
Ccrtes bordados, cpartbns/ linore,
oprc linas, levantinas, cretones, sapfairo,
chapeos de sol, camisas, punbos, ooIIm-
uhos e peitiinos.
Perfumaras dos meihores fubricantec,
etc., etc.
Todo se encontra por prejoo resumi-
diseimos
NA
La Gran Via
58 A-Haa da lrcperatri-~58 A
T>E
Oton Silva 9' C.
^ INOFFENSIVO W\
0 GRANDE
rl PURIFICADOR H
!> W^f/ * ^
< ^^&KmM- >
Q "S^ i P
4 SALSAPARRILHA H
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> modos pira graiioe femilia : Ir. lar no iue- ao.
i rna daHarmonia n 2.
Attendite
dte!
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^<>' j n a ', ni* "L
c
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Bonita ccllecc,3o de finas tagr.s de
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PEDRO ANTNES di 0.
CS Bu* Beiif de Casia*
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BUODTBIRIAS
Liodcs gran-poj de brtlbante do
Canad, chatileine, pula-iras, meias^jj
finas, pedrea e iraitoa oatros artigos j,ff
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^r.&&0tSS&9S9??SSi*?&I0e
Fabrica de movis a
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DB
Silva Fern?ndes i C
48Ruaue S. Joao48
Promptifica se qaalquer encommendt
de marcenara ou carpintera, com a
mor presteza a por prego* rasoareis.
Compra-ae madeira de boa qaalidade.
^Aceita-se artista maroineiros e cara-
pinas) qoe sejam peritos ; e tamben sd
mil te se aprendiara p* gando ae desde lo-
o algam'ordenado.
DEPOSITO
JMtoa Bario da Victoria-49
Passemeoterie
Em seda 6 vidro, braneos pretos e de cores
Grande variedade reoebne
PJoe Samuel Boteitio, fabricante de bonquets
do na!? aparato gofto, para calamento, bapti
sado, on ostro quaiqoer acto : pode ser procu-
rado roa da forteia n. 43, loj de gelleiro. or
oa sna resideucia, roa u* CooceicSo n. 3, Bos
Vjsta.___________________________________
Cautella do Monte de Scc-
corro
Onro, prata e brilbaates, em ob'ss velbas e
an-ovpi'av'i-, seodo de bOi qualidade, pga se
oelo maior pr^fio do mprcado. na rna estrella do
nGiario n. i. onicina d? relojoe ro.
Criado
Prec sa-e de nro criado ; tratar na roa Du
qne dp Cal os. 5 e 58.oj dau I.BstrelUa
Criado
"reci;ase de nm criado
D.I9
rna do Paysandt
Castra i
Espartilbo
Noto sor ti mente recebera m
Caarad <, A ataes) st
Criado
P-ec'sa-se de nm criado : tra'sr *na roa 15
de Njvembro o. 81, oo Imperatii 17.
Gosinheira
Precisa-sp d'oma cosiob ira, roa de Hortas o.
4,.- aodsr._________________^^^__^
Os tres Jacars
Brevemente tabir a loz uoi oovo llvro dp
3or:e8 com o mulo oa tres Jacars diartm"Dto
para astros noitps de S. Amonio. S. Jt<> e S.
Pedro etc. qoe rublica o 8r. F. Silra.
Engeoho
Arrendase nm eogenbo oa comarca de Pa
mares, distante da esco dp Agua Pe'a J i/1
lesnas, bom terreno moito frtil, bom motor
moente e correte, boas maltas fas se negocio
con* a safra e seis annog earreo 1anicDto quetL
pretender diriji-se a Camsaria Pernambocasa.
ioe acbsri com qoem tratar, a ra lo de No
Terebro n. Sfc._______________________________
Cavallos furtados
Comarca de Igoarssen'
Fortaram do eogenbo Desterro em 15 de Mar
co correte, dous cavallos e doos borros, ser.do :
om cavallo rofao. andador de baix > a meio.r e-
lbo, com as letras F P C em om s-6 ferro ; ul ro
rodado andador de baizo ae>>qaipar, andar' o,
com os ps abertos, marca de btxlga sjb-6 o
e?piohifio ; om borro rosso a rodado, com a
cabeca pedrs, grande, pesado, com a ribeira 1
a com om ferro emitaodo di V ; orna borra
castaoba escara, andando batxo obrieado, com
o ferro F P C, ardlga e com ama ferida de laio
sobre as costellas. A peasoa qoe deecobrlr eeses
aDimaes dase a gratifle^cao de 200/000.
Vende-se
0 deposito Ce caf moldo roa do Rangel n.
66 ; t tratar na rna Ulreita n, 11,
cezas
Vende-se por ptec,o ba-j
ratisimo telhas de M>rs.
eilie, dos acreditados fabri-
cantes Boux Frres: no ar-,
niazjm d. 8 da^uado Barao
de Triumpho.
P^opredaile venda
Vende se un. a exrpllenle propriedade nos Rp-
iDPdios com i cas?r de tijollo, grande olana. 200
pea de coqoeiros. e out'ax rocteiras; tem muito
bom porto para navegc3o a qnaiqoer hora, nm
reportante viveiro, p tem proporcOea para ai ri- \
o oo diBtil(ao: a iraiar no escnptorio commer-1
cial roa Duque de Caxm n. 72. 1 andar.
Bichas de Hamburgo
Vende se em grandes e peajaenas poredes,
apphca-fe venteaos eeccas ie sarjadas ; na re-
das LaraiceiFtt o.
6iAfie emeateira de]
cafesesros
Na faienda Serra Graide do municipio da :
Victoria. Estado de Perozmbuco, tsm pa'a ven-!
tff do da de M..io f m diante, cerca de rm
milh^a dp ps de cafereiro-, cojos preco. u?l
maofios, qnahdade-f e mais eKplica6e8,vp]a-ce c '
fonal do R?cifp.
Servido mortuario
A cu3 de armacOes da roa Duque de Casia i
o. 25 (aotiga das Crozes tem sempre "lapo-
s(do de spos fregoezes e mala Je quem neces- !
sitar, o melhor sortimento em atades bai>iu>g,
co'at e mai" oeceasano para eoterro e fue-
raes. Incumbe -se ootro etm. de forceYirneoto
de carros foneDrea e de acompuobamento. l'ceo-
cas. etc., etc
Todo a pvco e mais moiicj pos'ivele Po'te
servir qoalqoer bora do da oa da noiie.'
_____________ Paola Mafra & C-
Affi
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, oa cores plidas, opilagSo frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela lma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Prejos de urna caixa 15500
Meia duzia > 88000 j
Urna duzia 15g000l
BOTICA ERNOBZA
H. ROaUAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
Padaria
Vende-se urca padaria bem afregoesada, eu
boa localidade: qaem pretender pode deitar
carta no eacriptorio daste Diarlo com as hi'-
ciaes A. J.
VERDADEIRAS PILULAS do D" BLAUD
Empregara-se com ptimo xito h\ mais de SO aanos pela m&lor parta dos Facultati-
vos Francezes Estrangclros para a curada ASEM1A, VULOHOHE (erem pallidat) e a
Formafo das uienjtat.
A lnsercao no novo Codex Francez, eutroslm ofactodehaver a ronta d'BycleBe do Brasil
Tdiflcado a elllcacla d'estas rillas, autorlsando-les a venda, escusa qualquer encomio.
1 aasraltrN DESCONFIEM-8E DAS IMITA9OE8
ROTA. 4a Vtrmdeint Pllulm do Illaud nlo M nntm tent mi fr.Nos llt truca
tfe ZOO 100 Plluin. mu nunct so* miuo\.
VARIS, 8, BOA. P-TKNNB. DEPSITOS EM TODAS AS F&INCrPAES PHARMACIAS
PARA CURAR
a ANEMIA o RACHITISWO
a LEUCORRHEA as ESCROPHULAS
o RHEUMATISMO >sfe^ jtiW a TSICA, etc.
de
EXTHA.CTO de FIGADO de BA.CA.LHA.O
mais efficaz anda do que o oleo cr de figado de bacalhao
GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRAOAVEL que
mesmas crianc/as tomam-no com prazer.
San prlncijtdea phartnaciae. PARS. Ru Lafayette. 1S6
as
aAiaat
t sooi?
? %/ do D
G0TTA
RHEUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dfires
mais fortes. Accio prompta e certa em todos os periodos do accesso.
as
U.
?
r. com: fe Fllbo, 21. Ru Salnt-Cliuae, PARS.
POR MIUOO. EM TODAS AS PHARMACIAS
E DROQ

SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLL WAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
^f." Lade_d?SJconstitu,sfs deIicadasi e sao d'um valor incrivel para todas as enfennidades peculiar
Para os meninos assim como tambem para as pessoas de idade avancada
a sua efficacia e incontestavel.
ao sexo feminino em todas as edades.
Essas medicinas *o preparadas sement no Estabelecinwnto do Professcir Hollovtay,
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E vendemse em todas as phannacias do universo.
' O" compradores sio convidados respeilosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teeat a direegao,
533. Oxford Street, sao falsiricafloes.
Criado
Precisa e dr cm menion fie m?ig ro menos
10 iUi'Og M Idade, para Cara (le otl) I c: lita
eatraDgeira s^m rib.is ; tratar oa roa Marqcet
ue Olludrf ti. 51. i- aoaar.
CITR1T0 DB FBRRf
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FALTA 0E F0RCAS
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tCar.tenuaeito
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Rconh*cido ats/mifave/ prenrltm
pe/os meihores mdicos do mundo.
DoKonnar-e oat UitUa^fitt tai '.atoe*.
MR ATACADO 1 ^^
13, Rae Orealar-SMaBBN, em PARlf
OepotrtM m fodat $ primt rhermu""
E' de gra^a
Marm*Ik alisas
E m t i j o 11 o s
Umpor 100 reis!
9-Bni Estreita do osari-9
O^ASMENliES &C.
Para cos*
nhar
Precisa-S8 de urna ana que saiba co
sinhar, no 3.a anda du predio n. 42 da
roa Durjue de Criiias, por cima da ty-
pograpiua do Diario.
Engomadeira
P ecisa-sn oe urna Bioih. r qae rtTi^a te
vico de tDggmaos, no sitio i.
Vleira.
P-.raaj
--
Cosinheira
Prec'esse de nina gae aaatajK
qoeifj ir para fora da clO*d- ; ; \-\ ,
do CatnTcf ii n lt. and.
m, ajsx
aa traca
Prfcipa-e dp om
P.^sanrQ o, 19
Ccsinticiro
bom colnhMr'a
i na
A.0 poblico e ao com-
mercio
Praoctpco Fabio do Monr, 6>dara je oesta
1a a comrroi ais S'.. Costa F. b C.,o tea
-siabeleria t-nlo de crjerceana si'a i ra 00 Ca-
pi'So An>poio de L'ira o. 31 I vre e deserntaxa*
.'iiio il qoaio.aer rfs.ioosabilios.ee.
Quem se jolear rredor i 'oas reclamares oo praso d: 3di, para ser
utuodioo.
Arrumadeira
Precisa se da cma criado nacio.nl oa estran-
2Pa, a qoem re pagara bom or^eoado, para o
ervijo'de argnujao e asceio de ima ca*. de
neqoeoa r?roa e qoe du ma Da ras
Hua -o Goade Ce Boa-V^sta n. 4j, jta.' i
oiciras de Cmanp.
Estrellas d' America
Xo ce asa omiaeitum
Ao queima ao qneima !
Tea cansado face do enrubio .le 8, os prtgos por qua le ea-
derr.os ur saendas .lo mS'OrFUie.eiiDvr"*. R
inr'irl f .6 fe vendo, m saueic AS EjTREL
L\S D'AMKRI:a:
Hadapo'') FaoiLiic, lva;o, p^j ,"'>.-0.
La e iioho alcccbadc, i! a cj\J le, lie
covado.
Hj. idioe c!e balas, liodos p.it'6es. 700 ra. 0
ce vado.
nocerlorts de !. craadej, 2*800 om.
Gu'ijBrina de bula* 600 r: o r.,Tao.
Mrii6 pretos 0e 81.0 '8. 441) 1 .
SMas da I y; Ico fona cores IJiOO o cevia.
C m">rsias .orla as com om mefo de largan
1/2C0 o covatfo.
aptiaia ri ;is 2.0 rs. o revado.
Gentil pernambocans 700 is. o cotsl j.
Paoarua Im bMSSM fCO rs. o co'aio.
Veslidos bordeos a ed. *
Las ie qoidro. 300 rs o corado.
L ibi cbiu i. 500 i8. o covado.
Verbo'.naf de lonas as ro-es.
Las arrerlranis 2&0 rs. o rovado.
Bipiistas f!. 'hirD 500 rs. o covado.
Fiehus de <| 144
Picbus de I.ubj, KTaaie!". 94 ora.
Madapoi esp-cUi te 104, 124 e !44, r^t> *e
20 var*p.
Cnes de c ?emira psra rs'ri ."4 ': I
Piuella (te zu e p'rta 34 Gnf* i.
M'-ir rj c ires 14200 o cevado.
Maoulba ir las de seda &4 Bata.
Hilas de ro fs, de seda 74 urna.
Dras de ak'oiio 34 umu.
Fiaoella d II para camisas de homeri SCO ra. c
covado.
Ditas para p?le!ot e ca'ca (Se la) 54 o covado.
E'arrrines, tOO -s o covado.
Sertas GMoeSM, 14100 O ctvado.
C^mbralHS oe c r.s, irreodadss, ltU00 o ca^adr
Cretone babisajo, 610 r o covido.
Creti oes traniezes e iop'f es
sliriod.s petos e de ccres, lavado, 1IKJ0 o
covado.
Veaticos b- neos bordados, divrso r.'ecos.
VphIu. r-( r ;.r< Da plisados, de 10 i ."O.
Vo'llede I.' 14*110 o covado.
PosiAj de reres para calca 44 o corte.
Setins de toau as coree,
Sorab div?r-as ores.
Cortinadoa de camb-da 104 o par.
Mosaonetro) diversos prejos.
Gornadrs de crorhet. de 144 a 404.
Coleras de crochel (04 orna.
Crr'e-- de colleies da fustio, bran:os e da coree
34000 om. _j
Colcbas de corp. grande?, 44 orna. >
Bae'-a rocaroada e ssol.
Las com lisias de seda, 14560 o rovado.
Sedas pretas Uvad s de ?4"'0) i 84 o cu-ado.
Gorctrio de sds pora 6" 4 a <0 o c vsoO.
Ca-em ra in^lea, preta e atol, 64 8 covpo.
Br:m pardo para roopas de senr ras 400 ri. o
covdo. .t,
Carxbraia transparen'e de i i 84 a pcfi. j "'
Dita victoria ele 44600 I 84 a peca
Um romideto e vanado s u tioieo o de r odriu.
Completo e va'itdo sortimento de roopas fcias
para turntos.
Um completo sortimeD'o de casen,i.aa de corea.
Prefos sem compe' Coot'.La o (Oflira
AS
Estrellas dAnenei
12=Roa 1- de Miare I
azntiga do cres: o
Marques & Lim^
Vinho Bordeaux
Fi'uunsc BBedac
Vende se em qoar.oias e engarradlos Da
AJega Portugueza
Roa das Larangeiras n. 4
Ennes Barbosa, Cooper I C,
.''sinheira
-Precisase de orna costobeira qre roapre b
coi-lnbe bem, para qoatro peero-s, eni a as t,
sabe as 4 e dorene onde qotcer. niu Irakallai rm
domneos : i roa ftova o. 13.
Aluga-se
Por deliberacao da mesa regedora r i'.aan-
ade dasAlm. s do Re fe, alogaae o sillo da
estrada do Madu-o, coas boa casa re vtveDda e
reoda de rru:crr t : os preleodeo"- o i rijan
proposlas em c ras fechadas ao ron'i-'orio da-
qoella irm nda le. de 10 as 3 boras da arde, ai
qt-ar9 serSo bertas e resolvir), i ?et.,'to da
referida mesa regedora, qoin'a-feira, as 3 horas
da tarde
Cooslstorto da '.rm'ndade das almas do Red-
fe, 19 de Abril de 1894.
0 escrifio
Padre Francisco d Silva.
Carteiifa perdida
BPerdeo-se no dta 10 do correte, II nona
da maota, na Es'agao do Telegrapbo Na.ioaal
def ta eapital, orna carteira cooten 'c i!2u:,.s do-
comen'os. e rogs-se o obseqa^ de qam arrisa
ir eoiregal a no er ip""lo de Aowirj C-
roa do RomJesBso. 6t, t*aaar, qs Bar*
gratificado.
Alteii^o
\j tempo prop. io
Venden t* p* ne c-bveiros )i
vases, de diversas e mais lionas m^M*
viudos da A'I'T '.ha ; ve:., e. s i..-MB fi
de b:l!ns ttiiy "ib-x-cf s-.1a..*) unas
i Japao, as rnanrpp qu existem ik 1'
jdlnart AlleiDiPhs, e oa corea
ver Irstar no A-raial Jia! de L:--..*,-
do fioaao Dr. Collaco.
,


\ v v .". "'.
i paam
~i un iihh i
.-anr^aaaaiaMa^sBSBssa^aaaa^ .....i. F


4
Diario
niamlinco -r Domtligo %% de Abril de 1894
(ASH3TA 33 DS:CT
SOB Al
i
JK>
'21, J03 SAPTISTA SE^SISU COSTA
i
h
Sram:i em cinco actos
POR
VCTOR HUGO
SJEKTIBO PARA O PORTUGUEZ
SESTO DE AQUtNO FONSECA
ACTO TERCEIRO
(C o n t i n u ac o )
SCENA III
viblimos ; Dona Sol, Pagsns, Criador, Mu-
ltares
Don Ruy Gomes proseguindo
Ummanossa Senliora est present.
?e qu?res ser faliz a ella roga.
coi" eprexentar a mo a Dona Sol, que mostra-'
sempre paluda e grave.
Saht. Os creados o seguem.-
Iernani rend com desespero a sui cinta
desarmada

Oh : nao ter nom urna faca !
Dona S>!, dcpi's df sihiii d> D iqtie, dalguns
passjs como para acompanhar suas criad is, de-
pois para e dzlxanio que ellas se relima, voll
para Hernani can an:ieiad:.
SCENA. IV
Apjiroiima-vos, minha billa noiva.
ftae< ssm annel e sem cora anda l
Hernani com vos trorejantc
\iai, ha quem deseje mil ducados ?
r.atttm-SB lodos espantados. Elle despeiaca o
tn reciario d: peregrino, calca-o aos pese mos-
tt vestid de montanhe:
Habii q2 sou Hernani !
Dona Sol a parle
Ceusl-K'vivo:
Hernani no* criados
.ion en esje rebelde que pra^jram :
ao Dajne'
SSto nsrista saber meu nome, ha pouco?
Es alo nS i me chamo -Peres on I Jingo,
B -ira Hernani. Un noms de banniao,
Cn uorae di proscripto, o qunl por sso
m BHS tallo A 0beCS que estas vendo
Tale o ouro que costa a vossa festa !
as criadas
Ea Tol-a dou a todos Accei tai-a,
Que rcuto curo poderois vendel-a !
I.yji-me os pos e as mos'. Iigai-os logo :
Mas, nao : porque sar tral):illio intil:
.P/vjiera-me lagos que romper nfio posso !
Dona Sol a porte
>:siJi! aa jue eu sou !
Don Ruy Gomes
Qu; insania esta?
M '!; un OUCO !
Hernani
i-;' irn 'i tndido
Hernani, Bona Sol
l
Hernani contempla com friotolhar e com des-
atiento o aderezo nupcial, collocado sobre urna
mesa, depois batanea'a cabeca -teut. olhos tein-
tillam.
Hernani >
Eu vos sado! Mais do que' eu pudra
Dizer-vos, o adereco me enfeitiea,
Ma encanta, o o admiro deslumhrado.
approjima-sc do aderec),
O ann3l de bom gosto -a cria bella,
O collar tarn L-itoo bracelete
E' raro, mas cen vozes-, sim, cemvezes
Mu >s que urna multar com rosto de anjo,
Mas oceultanio un coragao infamj!
examinando-o de novo
E o qua dstas em troca d'isto tudo?
Do vossa amor un pouco ? Na verdade,
Nao nada -Man Ujus traliir d'esfarte !
Nao ter pejo e viver!
examina-o ainda
Porain, quem sab3 ?
Talvoz alii s liaja filsas parolas,
Em cobre ou chumbo vidrjs engastados,
Fingidas pedrarias -joias bisas !
Ali I Bando assim, quilidadj d'ellas
Te coraco, Duasza, corrosponle,
Pois, como o dillas, o ten brillio mente !
volta ao cofre
Mas, nao! Tudo qu3 eu vejo verdadeiro ;
Tudo bom; tudo bailo --Elle engaar-vos ?!
Nao o faria o Duque, ao fim da vida.
-Nada falta.
va i tirando, urna a urna, todas as pecas
Collar, brilliantes, brincos,
Annel de ouro, corda de duqus/.a. .
Muito luin -Oi mil veza obrigado
Pelo amor Uto t I, firma e profundo !...
Qiu precioso cofrj
Dona Sol rcmexendo o cofre e tirando do fundo
HiH ,unlid
um tal de8ttno-cubigal-o podes?
Dona Sol i toman Duqu? t Toma o Rei! r'trAs biin. O preferido,
Quem qusr que fr, sar.i ntslhor^ue Hsrnani
Ubaodoiiu-me tudo i J* nfto teufio
Um s amigo qua de mim S3 lembra !
De d;ixar-m tambiin & vez te chega,
Pois eu d ;vo viver sosindo !.. Foga,
Evita'o ni3U contagio temeroso '.
Ab nao queiras i amor fazer-te martyr !
Por piadada de ti mesma -foge 1
Engaaste, se cn's qua son um liomem,
Como os outros-um ser intalligante,
Qu3 ao deseiado fim corrj certeiro.
Nao -Eu sou umi forca que se agita
Desvairada, sem norte... Agent ceg
E surdo de mysterios lutuosos !
ma alma tenebrosa e desgranada!
Aon ie vou T Nao sei; mas eu rae sinto
Imp ludo por spro impetuoso
De um destino insensato, irresistivel t
Eu deseo, dasco sempre e nuiea paro!
Se algumas vee's offeganto eu ouso
A cabsga voltarurna voz ouco
Dizer-m3-avante! E 6 proftindo o abysmo
E de fo'go, ou de sangue o fundo rubro!
Por onda passo na feroz carreira |
Tudo se despadaca e se aniquila!
-Desvia-te do msu fatal caminho I
Oh foge Eu, san querer, te esraagaria!
Grande Deus!
Dona Sol
Hernani
}-vai
Dna Sol
Ob, So lli- u\:dos :
i mi
Ho davideis do que vos I ^ito -
Don Ruy Gom -
JD1 daca los Senlior a somm forte,
.por tolos os meus cu nao respondo.
Hernani
Cuito meuior se houver algum qua a queira !
.Ea2egai-me! Veudei-me!
Don Ruy Go->
oh. caM-vos !
EBrnna poiem pegar-vos na palavra.
Hernani
amiffJ! nao pareis lanc Ie bailo !
Ess; proscripto, essa rebalde Hernani,
ea:
Don Ruv domes
T:m nis islo !
E' o | nuil i il que por cal sste graca
Pude arrancar da cinta do Rei Curios,
I Quan lo que offarecia-ma sau tltrono
Que eu regeitei por vos, qua assim tratais-m3.
Hernani cahindo-lhe aos ps
Oh deixa que a t:us ps rojando humilde,
Enxngue dos teus olhos essa pranto
To sentido e forraoso IDepois, toma
Todo o mau sangua palas tuas lagrima!
Dona Sol enternecida
Hernani! Ali! eu vos amo e vos perd )o,
Pois s vos tenho -amor!
Hernani
Eu, perdoado!
Eu, ainado por ella Quam no mundo
Pode contar rentara sam:lliant; ?
Oh : eu quizara, pi tdjsi virgem,
rva para irman (la anjos,
[uj teua pa cilcaramt
Querido!
. Calai-vos!
J)aaa Sel com
Hernani
Sou Hernani!
vo: quasi crtir.cla ao ouciih
iel'e
\)\\ \ cala-!,;
iani mcio volado para D9na Sol
Casaro-se aqui! Iai quera >< -nupinhar-vos-
En lait>'.B tenho noiva que m espera.
m.* Duque
Ella.menos formosa do qne a vo--a.
Su ao menos fieL Ella a morte !
!* criados
Ksnhum ie vos ainda resolveu-se ?
Dona Sel baixi
Jtonedade!
Hernani *
Eis Hernani! Mil ducadds!
Don Ruy Gamas
ET o demonio este homem !
Hernani o um criado meco
Tu, me attende.
(Se me entregares ganbars tal somma,
EL rico entao por ella, de criado
Th pastars a ser senhor. Recusas ? -
ma/ criados mmoveis
Fs lambem ? -Indataais este infortunio !
Don Ruy Gomes
Jraao, os'mens creados pagariam
Con a nmpria cabsca o que Ibes pedes.
ttaamo qua fosses o bandido Heniam,
Om cena vezas peior, e offarecessem
Tac toa vida, nao ouro, mas um reino -
En itero proteger-te n'esta casa,
T contra o Ra, porque tu s meu hospede,
Pnrane Dens ao meu lar te conduzira.
Ss de tna cabeca um s cabello
Catar, pereca eu I
a Dona Sol
Dona Sol
Hernani
^fccaal-o.

Nao! -Tu deres odiw-me.
.Ma.-. scuta: -apaia-ni -eu te amo 1
Ali: dissipa d'est'alm i a tn (rts ts !
Dize-m'o ain la, qn i phrass,
Proferida ]ior labios fenirnos,
Com i luis,un > santo, multas v
Incomportaveis drw tem curado!
Dona Sol a'jsorla, en ouvil-o
Julgar o meu amor to dasl unbrado !
Qu; outros Iionmis, s:m mritos, podessam
A sana amores qu mais aobres jnlgnem.
Render um C ira u>, on le o sau uoin;
Entrara e tem adoracao perenne :...
Hernani
Ai'. blasphemai! secm teu lugar eu fra,
O" Dona Sol, nao mais s.upportaria
Os ultrajes de um louco furioso,
Que s silia agradar depois qua ofende.
Eu llie dira Coge da mans olhos !
Repel i esl; insensato sim, repalle-o !
E eu te bamdirei porque s t boa,
Qua ma sobraste por lio longo tainpo ;
l'orqua eu, perverso, turbara sempra
A tna vida coas maldades ininhas ;
Porque enitiin (' demais. Livra tua alma,
To baila, altiva e pura, d'este monstro!
Nao te pa/.a .'squecar-mea culpa minha.
Recebe o velho Duque por esposo.
De boa e nobre estirpe elle procade,
Do pai i iilu Alcal, da mii Olmedo.
E n iis un golpe do destino cu sod'ra :
( ir.n elleflkive rica c venturosa!..
ii:n, sabas o que de sumptuoso
Pode a man generosa oflerecer-ta ?
Largo dote de doras, no qual podes
Escolnr vontade ou sangue, ou prantos !
Os ferros, o exilio, a morte horrenda,
O terror que ma carca e me envilece,
So-te bailo collar, faustosa c'r ja -
E nunca esposo algum, clieio de orgulho,
A' sua noiva otferecra um cofra
Mais recheiado-. le misara e dores !
Desposa o velho, qua elle ta mereca.
Ali 1 quam jamis crer um s instante
Que esta minha cabeca de proscripto
Possa alliar-se tua fronte pura?
Qu ni, nos vendo -tu bella e socegada,
Eu, violento e aventuroso sampre ;
Tu, placida, qual flor, que sombra vive ;
Eu, levado as azas da procella
A' escollios innmeros, tremendos
Quem^lir qua os destinos d'um e d'outrb
Por urna c a mssma lai sao ragulados ?
Deus, qu3 tao b3H fez tudo no universo,
Nao te fez para mim '. -Eu me resigno.
Se raa teu corago, roubado o tenho
E o irtro^p a outro, qu^ mais digno.
Nunca o cu p rmittiu nossos amores l
Se eu diss ser destino teu amar-me,
Ment:.. Demais, adeus, amor, vinganca!
Hne a luz da vida se ma apaga -Intil,
Desapparego com msu duplo soalio,
Envergonliado de nao ter podido,
Nem punir, nem de alguem fazes o encanto,
Eu, que s soube amar!Oh ma perdoa
E me deixa !. Sao duas preces minhas !
Attande-as, porque sao as larra leiras !
Tu vives, e eu morri 1 RazSo nao vejo
Para quereres te encerrar commigo
Na mesma sepultura I
Dona Sol
Ingrato!
Hernani
Montes
De AragSo, de Galiza e Estremadura!
Oh eu desgrago a tudo me cerca!
Evocando os melhores tilhos vossos,
Fiz, sem remorjas, que elles combatessem
Por minha causa, e j nam um existe I
: da forte Hespanha os mais valentes.
eram Corno bravos, na montanha
. j,m todos jpara o cu voltados I
Eis a aorte de tudo que me esposa
Certo, tem poder tremendo
Esse genio infernal qua ma demiha.
To smente um prodigio lhe defazo,:
- Darme a ventura, que em teu seio mora!
Tu nao s para mim ; sers d'um outro !..
Podes ir! Sa ajgain da o cu, de avsso
Qua lia sido minha sorte, II13 sorriss3
Compassivo- Imnossivel! Nao o creas I
Seria urna irona. Accei ta o Duque!
Dona Sol
?
firam poucos ai^da tantos golpes?
O coraco me havieis torturado,
E agora o espadagais to feraiunte t
Ah ja me nao amis !..
Hernani
A minha vida,
A minha alma, oh s tn O foco ardente
Que d.i-m3 luz, s tu Mal nao me qu3iras
Porque vou ta deixar, eute adorado !
Dona Sol
Nao o quero smenta eu morrena!
Heruani
Morrer Por quem? Por mim '-Poispossivel
Que morras por to pouco?
Dona Sol rebentando-lhe as lagrimas
Eis o meu premio I
cahe sobre urna poltrona.
Hernani sentando-si junto dclla
Oh Tu choras Tu choras ? E o culpado
Sou eu ai ida ? E nao serei puaido,
Porque o te perdo vir i de novo ?
Quam te dissra ao manos quaoto soffro,
Quando o vu de urna lagrima embacia
O brilho de teus olhos fasci iates,
Cujo lampejo faz o meu enlevo?
-O' meus amigos morios !... En'ouqu3go !
Perd ka Amar quaria e nao o souba 1
Ai, misero No entauto, sinto immerso
O coraco n'um mar di amor profundo I
Nao choras, nao! Horramos antas junios -
-Que eu nao possuaum mundo para dar-t'o !..
-Nula t -lilis Sou muito miseravel!
Dona Sol lan;ando-s:-lhcao eolio
Sois meu lefio sobarbo e generoso l
Eu vos amo !
Hernani
Oh! seria um bem supremo
O amor, se o muito amar tambem matasse:
Dona Sol
Eu te amo -Meu Sanhor, oh eu vos amo
E vos pertango!
Hernani
Oh! urna punhalada
De tua mo quo doce ma seria !
Dona Sol supplicante
Ah nao tennis qu3 Deus vanhi a punir-vos
Por fallardas assim?
Heniaui sempre reclinado em sen seio
Que elle nos una,
Como queres !Eu tenho rasistido.
ambos nos bracos um do outro, olham-se em
extise.sem ver, sem oucir e como absortos em
seus ol'iares recprocos. Entra m Ruy Gomes
pela porta do fund. Observa, e para como pi-
Iriftcado.
(Contina).
INDITO
BELL AS-ARTES (?).
E' na propria origem da humanidade
que se encontrar o nascimento das artes.
Autes Ja nvencao da linguagem o ho-
mem pensava por imagens ; os objectos
necossarios ao seu pensamento vinham-se
apresentar sob sua forma raal ; e todas as
evolucoes, tojos os resultados da r^flexSo,
tinham verdadeiro corpo.
Esse modo de refleetir tinha, sem du-
vida, inconvenientes quanto rapidez e
clareza; mas, posteriormente quando, de-
pois da organisacao da linguagem, os ho-
rneas tiveram de traduzir seue pensamentos
por symbolos sonoros, elle gjiardou al-
guma consa da fresca e viva realidade que
impregnava o pensamento primitivo.
A imagera intervinha voluntariamente
no discurso, pricipalmente quando a lingua,
ainda muito pobre, nao tinha expresares
para representar todas as ideas.
Urna entoacao musical que dava sen-
timento aos vocabulos, o o rhvthmo destes
servia para representar o movimento dos
objectos naturaes, ou das paixoes.
A primeira linguagem, portanto, foi es-
sencialmente potica; e encontramos ves-
tigio d'isto na litteratura de eras j rela-
tivamente adiantadas, em que a imagem,
a allegoria e a parbola representam papel
t2o importante.
Ha no fundo de toda forma natural um
sentido. Esse sentido, s vezas conven-
cional, liga-se sempre mais ou menos a
urna raanifeetajao da vida, que nos re-
velada por um instincto particular on pela
observagao: os sons da voz humana, a
mmica, os gestos e as posicSes team si-
gnificacaes primitivas, que constituem urna
() O presente artigo era destinado a
urna Revista de sciencias artes e lettras,
que pretendamos publicar e em que devia
collaboar o distincto litterato que a morta
arrebaten tao cedo dentre nos.
iinguagem embotica commum humani-
dade inteira. |
Tanto o 6elvageni como o civi osado dis-
tingue um gesto de dr ou angustia do de
alegra .ou felicidade; e nio confunde o,
gesto detameaja coin o do benevolencia.
As bells-artea, poi-em, n&o podem ser-
vir indiffaBntcmante para exprimir as
concepcSes humanas; o seu dominio se
acha limitado pela natureza dos processus
de que seaervem. NIo se edifica o amor
materno, a' liberdade ou a dr ; nem se
faz um retrato de Venus com urna sympho-
nia; assim orno nao se pode esculpir no
marmore a escuridao da noite
E' natural, portanto, que se classifiquem,
as bailas artes segundo as difieren gas mais
geres dos processos que erapregam para
conseguir essa expresso verdadera da
unidade do ser, que o caracterstico do
bello.
Nos tempos primitivos a Grecia s conhe-
cia tres musas : Vlelete, Mneme e Aide ;
a reflexo, a memoria e o canto. A arte
por excellencia era a poesa acorapanhada
de canto e msica.
Posteriormente o espirito analytico e o
progresso da sociedade elevaram esse nu-
mero a nove ;fizerara-as filhas de Jupier e
Mueraosyne. Eram ellas Clio, musa da
historia, Euterpc da msica, Thalia e
Melpomene da comedia e da tragedia,
Terpsiclwre da dansa, Erato da poesa [ly-
rica, Calliope da poesa ep'Ca, Polymnia da
eloquencia e Urania da astronoma. Hoja
a historia e a astronomia tornaram-se
sciencias; quanto architectura, a pintura
e a esculptura, nao tinham proteeco. O
resultado que, apezar de ter sido o pri-
me ro povo no cultivo das bellas-artes, a
sua classificacao das bellas-artes emi-
nentemente incompleta.
ltimamente o autor da Pldlosophia da
arte, (H Taine,) classificou as bellas-artes
era duas series : 1 pertence .i poesia, a
pintura e a esculptura, designadas pelo
titulo geral de artes de imitacao ; 2*
comprehende a archituctura o a msica ;
as quaes sito consideradas como nao deri-
vadas de objectos naturaes, mais ou me-
nos imitados.
Alem da deficiento, pois que nao com-
prehende a dansa, cujo papel era to im-
portante na antignidode, essa classificagio
nao exacta porque as bellas-artes nao
sao destinadas iutacSo da natureza, Si
a poesia, a pintura e a esculptura tiram
do mundo exterior os materiaes dest nados
a traduzir e tornar sensiveis as expressoes
da vida ; esses materiaes nao servein paja
imitar os objectos naturaes, que sao ini-
mitaveis em sua perfeigo ; mas para re-
presentar o ideal, que o artista concebeu, e
para communiear aa emoyoes que elle
sentio.
O proprio H Taine quem diz (no seu
lvro intitulado O ideal to arte qoe as obras
d'arte teem por fim manifestar algum
carcter essencial ou saliente, mais com-
pleta e claramente do que*v fazcm os obje-
ctos rcaes.
E' assim que os objectos passam do
real ao ideal, quando o artista os repro-
duz raodificando-os segundo a sua id&i,
coucebendo e desenvolveno nelles algum
carcter uotavel ; poia que altera systema-
tcaatenta as relacoss naturaes de anas
partes para tornar esse carcter mais vi-
svel e dominador
Para conseguir una clasificago mais
racional, I li Qaukler recorren ao metho-
do das classificacoes naturaes, e reuni
em um meaino gn'po as bellas-artes, que
em seus processos mais geraes team esse
carcter commum que lhes exclusivo, e
as distingue completamente das outras.
As bellas-artes esto, assim como todas
as ereacoes humanas, sugeitas as categoras
do tempo e do espaco, e podem ser classi-
Scadas em duas series segundo se referem
a urna ou outra.
No espago reina a forma propriamente
dita, a superficie com as suas cores e os
Tolumes que team ao mesmo tempo forma
ecGr. A esculptura a pintura-e a ar-
hitectura se oceupam da forma e da cor.
A esculptura, que a mais simples das
bellas-artes, tem por dominio as formas
puras independente da materia prima a
das cores.
O dominio da pintura a historia em
seu sentido mais geral. Ella reproduz os
factos, todos os aspectos apanhados em
um momento determinado. Para um as-
sumpto tao vasto, os seus meios devem
ser mais variados do que os da esculptu-
ra As formas j nao sao mais reaes
nem palpaveis, porem ficticias e realisadas
peles artificios da perspectiva e pelo ogo
das sombras.
Mas nem a esculptura neh a pintura
sao capases de satisfazer as necessidades
dos homeoa, e das sociedades ; nem tra-
duzir-lhes as aspiracoes collectvas.
Essas necessidades, nascidas das ideas
sociaes, philosophicas e religiosas d-i urna
epocha, sao traduzidas e satisfeitas por
urna arte mais vasta, que rene a ntili-
dade e a exposijo pura das ideas ou dos
factos.
Si o homem solado symbolisa e traduz
os movimentos de sua alma e os factos
principaes, que salientaram o curso de sua
vida, a sociedade humina, em sua vida
collectiva, est sujeita ao mesmo instincto
As suas aspiracoes e necessidades, os
i
POESA
Francesca de Riniini
(episodio do cartTo y do inferno db dantb)
Poeta, eu comecei, neste momento
Eu fallara ao par que alem deja
E parece mais leve do que o venjo %
E disse o mestre: Espera que ella emeja
Perto de nos, e pede-lh'o em voz doc#
Por esse amor que os leva e que os bafeja >.
To cedo como > vento a na oj.trouxe,
Mov a voz : O' almas desdifosas !
Fallae-nos, si no Cu tal nao privou-se .
Como um casal de pombas amorosas,
Youndo ate o ninho a^sejado,
De aza ferta, de amores sequiosas;
De Elisa tendo a corte abandonado,
Rompem os dois o ar triste e profundo.
T5o forte fra o meu ardente brado!
Espirito benvolo e jocundo
Que visitando vaes pelo ar disperso
A nos de cujo sangue tinto o mundo,
Si fosse amigo o Rei deste Universo,
Rogramos p'ra ti a paz nest'hora,
Pois tens pena do nosso mal perverso.
Para ouvir e falar si houver demora,
Ouvir e falar hemos, si este vento
Calar-se um tanto, como faz agora;
A trra em que nasci tem aposenlo
Junto ao mar, onde o Pado se distende
E, unido aos difluentes, perde alent.
Amor, que a um gentil pcito em lagos prende,
Prendcu-me este que Ves junto pcssa
Ouo j nao tenho, e qu'inda assim me offonde.
De amar, amado algum Amor perda.
Foi Amor para mim prazer to forte
Que, como ves, commigo ainda va.
Amor nos conduziu ambos morte:
Caina espera as mos assim maldictas..... >
A fala que cu ouvi foi dcsta sorte.
Ouvindo aquellas almas tao afriietas,
Inclnei o semblante sobre o seio
Tanto, que o mestre disse: Em que meditas?
Respondi-lhe, depois de curto enleio:
Quanto pensar gentil! Que temo goso
Levara os dois ao derradeiro anecio !
Apoz volv-me ao par bello e mimoso,
E comecei : Francesca, a tua pena
Tambem cu choro-a, triste e piedoso.
Mas, dos suspiros teus na quadra amena
Como c que dcscobrir pudeste um dia
Mysterios desse amor que te condensa ?
E ella disse : Nao ha outra agona
Ma|or que recordar tempos felizes,
Na desgraga; sto sabe o teu bom gwa.
?." .bordas ntimas raizes
Do nosso amor para ti recreio,
Contar-te-ei, chorando, ist que izes.
Nos liamos um dia cm doce enleio'
De Lancilotto os clos que o prenderam.
Eramos sos; nem sombras de receio.



Muitas vezes os olhos se entnderam
Nessa leitura..., o rosto a cor perda,
Mas... s num ponto as almas se renderam:
Quando lemos que o labio que sorria
Cede ao beijo do amante cavalheiro
Este, que mais de mim se nao desvia
Beijou-me a bocea, trmulo e ligeiro
. Culpado foi o livro inebriante.
E nos... nao lemos mais no dia intero.
Emquanto que falava a terra amante,
Elle s fez chorar. Eu, sem conforto,
Sent fugir-me a vida nesse instante,
E ca como tomba um corpo morto.

Recife, iS de Agosto, 18S9.
Carlos Porto Carreiro.
Antiguidadc da navegar-o do
Ocano
VIAGENS DOS NAVIOS OK SALOUaO AO P.O
DAS AMAZONAS
II
(Continuado)
Tendo dito ac ma que no cap. 10 dos
Reis, livr- I, Ophir em hebra co fir.
Ora este vocabulo pertence a lingua Ki-
chua, e os mineiros de toda a cordilhera
dos Andes e da hacia snperior das Ama-
3 tem o nome de <"Hr ou de Ap seus trimphos a desastres^ ^^Pf [ e em alguns logares de Y-p ri. Eis pois
a origem de Apir ou de phir do texto
latino* Ap'r ou Ap ri se refere aos m -
em monumentos, que narram aos seculos
vindouro8 a historia mais verdadeira das
suas peripecias.
As artes do desenho representam as
ideas e as necessidades, 03 sentimentos e
os factos em ura estado determinado, e
at certo ponto notavel, desanvolvendo no
espaco a sua expresso tal qual corres-
ponde a urna phase determinada. Mas o
que caracterisa a vida a transforraaco,
a evolucao, o progresso. !
Helas artes do desenho as transforma-
coas de um estado para outro nao se po-
dem exprimir senao por urna serie de pro-
duccSes successivas, correspondendo a ou-
tras tantas epochas parcorridas pelo espirito
humano, a outros tantos episodios regis-
trados pela historia
Essas taansformacoes successivas e conti-
nuas, por meio de transas graduaos, con-
stituem a vida.
Para tornar sensivel esta evolucSo pro-
gressiva no tempo, preciso rocorrer a
outra serie de artes que se desenvolvem
no tempo do mesmo fcodo que as suas
correlativas o fozem
centro do ouro nativo O Yapar de>ce
por sua vez das ricas montanhas d< Po-
payan, provincia da Columbia ; e um de
seus afHueutes aurferos tem o nomo de
Manni ou Idasahi. Massai ainda c nome
derivado do hebraico matar rico, o
qual o termo indgena ', *ttan%, est ae-
crescentado Este r o tein po a o nome
de Agua Rica (14).
Os hebreos davam o nome de mmamrttk
aos tliesouros consagrados.
S ibra o curso do Yapuri encontra-ea an-
da urna cachoera chamada pelos hespanboes
fel salto grande ; porm seu verdad ro
nome, conservado entra os ind genas, i
U-ican ou Aciri (15) exprosaio que elle
ordinariamente apolicam ao .'ogana Jeata
rio onde ha urna elevaco abrupta do solo.
Ora, rro hebraico Uaearit ou Aemr signi-
fica elevado, levantado.
neiros e logares por elle cavados, em-
quanto que Aypir, Ay >ira ou Yapura in-
dicam que elles trabalham na agua em
que se fax a Javagem do oaro. Para
prec8armos ainda mais o districto mesmo
de Ophir, voltemos ao ri Yapara e veja-
mol-o no mappf'. Em sua margem es-
querda est indieda urna montanha ; est | va locorum, p. 134
tambem no mapp' do Sr- Frite, outr'ora
missionario naquellas paragens (13). O
Sr de Lacondamina usou deste mappa na
sua viagem s Amazonas ; a, em sua re-
U<&6, follando daquella montanha. diz
que ella contem piodigiota qu ni dado de
ouro. D'ella sahe o ffi'o del. oro cujo no-
ms indgena ikiari; este nome contra-
ctado do hebraico flbir precioso, tari
tro ; o rio precioso. Corre do Sul ao
Norte e desemboca no lago de Yuw^uot;
ora yuma ouro nativo palavra indge-
na unida aos dous vocabu os hebraicos
qn, tcentro, rt envidado* O lago de
tem pois por nome cavidade
f AjrtS Qama.
i acha-se depos tado na
|Bil>liotliec'a imperial da Pars,
(14) A elisio da consoante r 1' de fra-
gente exemplo entre os povo america-
nos, ocenicos e africanos; por aso pto-
nuncia-se Masa em lugar de Masan.
(lo) Veja o Glossaro de liartioa, N$mi
(Cmtmua)
Na parte do Hernani publicada ao
Diario de l de Abril, 1.* columna, ea
falla de D Carlos, em *re da :
Cuama-sc
Munoa.... Fernaa....
lea-se :
Chamava-se efe, etc.
\\
Na carta ao dr. Capitalino, pablienda
no Diario de 15 do correte 2.* coraana
5 periodo, em vex de despremUrem lea-
se desprettdermos : 5.* pariod, em res de
tna-is leia-se mais ; 11* periodo, em re,
de tinha morrido leia-aetinham umiieb.
i