Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18349

Full Text
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*or tree mem adiaotadoa................
JPor urn anno idem.................. mSa
Cada nucoero avulso................. ~'5:i DI4RI0 DE P
o"d" fUAim HIRA 23 BE FEVEREIRt BE 1874

ooCeari;
P4A DEITB0EF9BA DA MOVIIUCIA.
For tree raezes adiaotadoa.
Far sets ditos idem
For nova ditos idem .
For urn anno idem
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA ft FILHOS.
de Leium Braga, bo Aracatj ; Jo*o Mtria Julio Caares, no A6; Antonio Marques da Sttvu, no HataJ; ios& Justino
t Sri. Gerarde Antonio Altesd Filbos.no Far*; Gonfaltes d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de Ou>eira Filfao,
Fereira d'iimeida, em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antoaio Joei Comet, oa Vil!*di Penh*;; Be'armino dos Santos Buleio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxaxeth;
Autoiiio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joao Antonio Bachaeo, no Pilar das Alagis; Alvea d C, noiabia; e Lehe, Cerquinbo d C no Rio de Janeiro.
_______________________________ f" i
PABTE OmCIAL
Goveruo da proviacia.
KXPHMENTE DO HA M DR DEZEMBR0 DE 1873.
1.' seecao.
OlBeios :
__Ao Exm. brig3deiro commandante das ar-
tiiai.-Transmits a V. Exc, para os lins conve-
uientes, a inclusa gaia de soecorriraento do sol la-
.iij do 9* batalhao de infanuna, Benedielo Antonio
flodrigues, quo regres-ou da provincia do Cezra
bo vapor Para, a reuoir-se ao corpo a que per-
lence.
Ao mesrao -Pode V. Exc. dar o convenien-
te destino aos recrutas mencionados na relacio
annsxa ao 9ea offlcio desta data, sob n. 1 181
Ao inspector do arsenal de marinha.Mande
Y. S., logo que este reeeber, postar na rampa do
rampo das Prineezas uma lancba para reeeber e
entregar ao agente de companhia de navegacao
brasileira 4 caixoes contendo mappas estatisucos,
afim de serem transportados a corte do itnperio
no vapor Para, que ,egue amanhi para o sul.
Ao director do arsenal de guerra. -Oeola-
raado-me o inspector da alfandega que se acham
alii recolhidos os dous caixoes e am eueapado,
vindos da corte no vapor Ceard, e a que alludo
em meu offlcio de 9 do correate; assim o cominu-
nico a V. S., afim de maoda-los reeeber naqaella
reparticao.
2' mccm.
Actos:
0 presidente. da provin>-ia resolve exooerar,
a sea pedido, Jose Cypriauo Bezerra de Mello do
cargo de adjunto do promotor publico da comarca
do Bonito, no municipio de Bezerros.
0 presidents da provincia, attendendo ao que
reqaereu o bacharel Jose de Carvaiho Cesar, jutz
municipal e de orphios do termo de Cabrobo, re-
solve coueeder-lhe i mezes de licence, com orde-
nado aa forma da lei, para tratar de" sua saiide
onde Itie convier.
Offlcios : _
Ao Dr. chefe de polieia.Recommende V. S.
instanteraente aos snbdelegados do districto
Jesta capital a remessa, ao respectivo, delegado das
listas dos cidadaos aptos i serem jurados, morado-
res em sens districtos, afim de que o raesroo dele-
gado as envie, com urg^neia, ao juiz de direito da
1' vara eivel, que deve proceder a revisao dos
jurados deste municipio.
Ao mesmo.Providencie V. S. sobre o iue
representa o commandante superior da guard* na-
tional do municipio de Sermhaem no offlcio junto,
de 6 do correnie, o qual devolvera.
Ao cominaodaute superior da guarda naeioo
aal do Goianna. Bevolvo a V. S. a proposU que
veio anaexa a seu offlcio de 49 do mez proxini-
pa&sado, porqaanto da (matricnla existente na se-
vrotara desta presidencia eonsla qua o posto de
dita propesta da como vago, ja foi preenchido a 14
da novembro de 1865 por Manoel Barbosa Cordei-
io, como foi comiuunicado a esse commando, pelo
qua, prejudicada essa parte a raesma proposta,
vem igualmente a selo quanto ao de alferes da 1*
companhia, que era promovido para eese posto.
S ia mudanja do alferes da 21 companhia e do
leaante da 3* se deram ha mais de 6 mezes, (pois
uao consta terera oblido gui) deve V. S. a respei-
10 delles proceder nos termos do decreto n. 3535
dt 25 de novembro de 1865. Fica assim respon-
dido o seu cltado offlcio.
__Ao promotor publico de Csbrobo. Providen-
cie Vmc. de modo a ser capturado o criminoso de
oipal do termo de Boa-Vista, de 18 do mez Undo,
visto constar que esse criminoso esta pronuociado
por crime de moeda ralsa em Bonito. Igual ao
juiz de direito do Cabrobo.
Ao juiz municipal da Boa-Vista. luteirado
do que expoe V. S em offlcio de 18 de novembro
proximo passado, teulio a dizer-lhj que proceda,
de conformidade com a lei, contra os que deixa-
ram fugir o criraino.-o de que trata o mesmo offl-
cio.
3." sec^ao.
Oftlciis: .','.-.
Ao inspector da tbesourana de fazeuda.
Pague V. S., sob responsabilidade desta presi-
dencia, nos termos do decreto de 1 de fevereiro
dd 1862, ao desombargador Jose Nicolao Rigueira
Costa, nomeado para servir na Relaeao da cidaJe
da Fortaleza, a ajuda de custo de 3:000400 ,
Ao mesmo.Commuoico a V. 4, para os de-
vidos fins, queo,.-deserabr.rgador Manoel Jose da
Silva Neiva deelarou a 6 do corrente aeceitar a
nomeaqao para oltribunal da rotate da Fortaleza,
no Ceara.
Ao mesmo.Communico a V. b. que a 23 do
inez Undo tomou posse e assumio o exercicio do
cargo de promotor publico da comarca do Buique
< bacharel Manoel Jose VlenJes Bastos.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorisado o
director das obras publicas geraes da provincia
a mandir por em hasia publica os concertos a fa-
zer-M com o asseio do edilicio onde funcciona o
tribunal da relacao, avaliados em 3:995*000 rs.,
como vera do or;amento junto pr copia, assim o
declaro a V. S. para seu eoahecimoato e fins con-
venieates.
Ao OHMM. -AatoriW essa Uwsourana a pa-
gar ao juiz de direito Manoel Catdas Barreto, no-
inaado chefe de polieia da provincia da Parahy-
ba, 90b responsabililade desU presidencia, nos
termos do decreto da 1 de fevereiro de 1862, a
ajuda de custo de 1:0004000 rs., que lhe foi mar-
cada pelo governo hnpsrial.
Ao awsm >. Cwnmunico' a V. *. que A 25 do
maz Sudo assumio Jo PraocUeo Lope9 Limi o
exercicio do cargo Je juiz municipal do (erino de
supplente.
nas
N'
Nazareth, como I
Ao mesmo. Commuivco a V. s. que a t ao
cuiranle assomio Francisco Cavaleante de A'D0."
querque o exercicio da jarisdiccao da vara de di-
teito da comarca deTacarahi.
Ao mesmo Coramanico a V. S. que a 1
i corrente pelo juiz in difeilo interino da co-
marca de Taearatu foi Jiomea Bandeira promotor publo iaterino da dita co-
Ao me3mo. Comraanieo a V. S. que a 1 do
corrte assumio Manoel Antonio Vianna o exer-
tick) do cargo de Jnii monicipal e d'orohaos de
Taearalii, como i' supplente, no impedimento do
effectivo e do l* supplante.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Conformando-me com o pareeer do proenrador
li?cai, a fjue se refere o offlcio dessa thesouraria
provincial, daulo de 24 de novtmbro proximo
pauado, sob n. 532, autorieo Vmc a pagar ao Dr.
Kranci-'c d P.nr-i P.-.-..>a o q'.o lha >-tivrr a
lev"?r e 1"" r6' o mesmo Dr. veuceulo aa tfa*
lidade'de pwfrMur vKah'do do extincto curso
comnwrcial, addklo ao gymnask) provinc'al, ate,
qua saia pojta era execocao a lei n. 1,124, de
17 do julho do corrente anno, qne esta dependente
da x|>edicao do respectivo reaulamento.
Ao mesmo. Tranamitto a Wne., por oepla,
e offlcio do Dr chefe de polieia, de 8 do eorretJte,
sob n. 1,997, acorapanhado da oulro do juu de
direito da com < rca de Taearatd, sobre o fornecl-
mentn dos presos pobree da respeetWa eadeia e
a do termo de Floresta, para que essa taesoura-
a nrovideneie no sentido de ser aeeto am haste _
Suhncs, por arremataeto triroeosai, o mesmoJem offlcio deiu d.u
orneciraento de conformidade son as iMlruccSe*
fe
Ao mesmo. Comrminico a Vmc., para os
devidos, lins que por poitina de hoje foi xonera-
do, a seu pedido, Jose Cypriano Bexerra de Mello
do cargo de adjunto d promoter publico da co-
marca do Booito, no municipio de Bezerros.
Ao inspector da alfaodega Era resposta
aos seus offlcios de honttun e de hoje datados,
sob ns. 36 e 37, lenno a duer-lbe que mande por
a disposicao do direeior do arsenal de guerra_ os_^
dons caixoes e uin encapado que se acham nessa
reparticao, vindos da corte no vapor Ceard.
4' secrao
Portaria :
It camara municipal da villa de Panellas.
Devolvo a camara municipal da villa da Pa-
nellas os arligos de posluras, que me remetteu
com o offlcio de 29 do outnbro ultimo para serem
approvad^s provisorUraeote por esta presidencia,
cumprindo a mesma camara reformat-os era or-
dem a poderem ler a anprovacao pedida. Releva
notar qua os arts. 3. 10" e 12 do Ut. 2*; 3' do
lit. 3-; S 1 do art 8* do tit. 4; arts. 6, 9* e 10*
do tit. 5'; f do tit. 6' ; 2-, 3', 4, 6, T e 8' do
tit. 7* e 5* e 7* do tit. 10\ nao devem constar
das posluras, que houver a referida camara de
submetter-me pa a o fim alludido, ja por nao
poderem alguns destes artigos tar applieacao a
esse municipio, ja por nao eaberem outros
attribuicdes da camara.
S' seegao
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Remelto-lhe o incliuo orcamento em
original para a construcciio da primeira seccio da
esttnda de ferro de Palmares ao Bebedouro, e qne
me foi jemetiido pelos respectivos conlractantes
emoMo corrente, atira de que emitta Vmc.
sobre elle seu pareeer
Ao enganheiro das obras geraes. Appro-
vahdo o orcamento, por Vmc. organisado, das des-
pezas a fazer-se com o asseio de que necessita o
edificio onde fnncciona o tribunal da relacao e
que veio annexo ao seu offlcio de 4 do corrente,
autoriso-o a mandar por em basta publica, de
acordo com o referido orcamento os respectivos
concertos. Quanto ao pagamento drs qaarenta
mil reis ( 404000) de que trata o final do sen
citado offlcio. tenho a dizer Ihe qne Ja solicilei
do governo geral o competente credito.
A' junta de emaacipacao de escravos do
municipio de Ipojuca. Aecnsando reeebida a
copia dos trabalhos da elassificacl) para as alfor-
rias dos escravos, e qua com offlcio de 29 de no-
vembro ultimo me foi remettida pela junta eman-
cipadora do municipio de Ipojuca, cabe-me agra-
decer a mesma junta a boa vontade com que se
prestou ao desempenho de tio ardua tarefa e lou-
val-a por mais esta prova de seu civismo.
Portarias : tt
Os Srs. ageotes da companhia brasileira
de navegacao a vapor mandem dar pas*agem ate
a cdrte, por eonta do ministerio da fazenda, a
re do vapor Para, dessa companhia, a Joio de
Aseis Pereira Rocha, 2 eseripturario da alfandega
do Rio Grande do Sal
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagem por
conta do ministerio da guerra, no vapor Para, ate
a corte, donde vieram escoltando sentenciados
militares com destino ao presidio de Fernando de
Noronha, ao furriel Jose Banto da Paixio, ao
anspefada Jorge Felix de Valois e aos soldados
Manoel Estacio, Avelino Romualdo de Jesus, JoiLo
Ignacio de Amorim e Manoel Josp Francisco, todo9
do 7 batalhao de infantaria.
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagem para
a corte no vapor P ird, por conti do ministerio da
guerra, aos recrutas c*nstantes da inclusa relacao
nominal.
Relacao a que se refere a portaria supra .
Francisco Jose" de Souza, Jos6 Bento Rodrigues,
Jos6 Bento Fornandes, Jose Alexandre dos Santos,
Jos6 Joaquim da Paixao, lolo Ferreira da Silva,
Joao Aulonio dos Santos, Manoel Luiz Ferreira.
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor facam reeeber e transportar a
corte por conta do ministerio do imperio, no va-
por Para, que segue para o sul, 4 caixoes con-
tendo mappis estatisticos. os quaes devem ser alii
entregnes ao director da reparticao de estatis-
tica.
EXPEDIENTE DO SBOBBTAUO
1.' tecqao.
Offlcio :
Ao Exm. brigaleiro commandante das ar-
mas. S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. Exc. em resposta ao sea offlcio
desta data sob n. 1,181, que fica providenciade no
sentido de serem transportadas a c5rte no vapor
Para, as pra?as do 7 batalhao de infantaria que
d'alli vieram eonduzindo sentenciados militares.
2." secQ/io.
Offlcios :
Ao desembargador Manoel Jose da Silva Nei-
va. 0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebimento do offlcio de V. Exc, de 6
do corrente, era que declara aeceitar a remoc.ao
para o tribunal da relacao da Fortaleza com resal-
va do direito de regresso que lhe faculta a lei.
Ao Dr. chefe de polieia. De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia communico a
V. S. que nesta data offlciou-se a thesouraria pro-
vincial aSm de que o forneciraento dos presos po-
bres da eadeia de Tacaratii e da de Floresta seja
feito por arrematacao trimensal, em hasta publi-
ca conforme o offlcio de V. S. datado de 3 do cor-
rente sob n. 1,997.
"Ao juiz de direito da I' vara civel. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V. S.
qne fleam expedidas as ordens couvenientes no
sentido que trata o seu offlcio de hontum datado.
Ao juiz de direit i do Bonito. 0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V S.,
para"c-!\ devidos fins, qne nesta data foi concedida
a Jose Cypriano Bezarra de Mello a exoneracio
qne pedio do cargo da adlunto do promotor pu-
blico dessa eodiarca, em B&erros.
Ao juiz de direito de
presidente da provincia m
tnento do offl ;io de V. S.
passado em que da conta
Cabrobo e Salgueiro. Igua
ao juiz de direito aa Esead
offlcio da mesma data.
Ao bacharel Maooei Joe Mendes Bastos. 0
Exra. Sr. presidente da provincia manda accusar
o recebimento do offlcio de V. S. de 27 do mez
proximo passado, em que participa ter assmnido
o exercicio do cargo de promotor publico da co-
marca de Buique.
4.* tecgdo.
Offlcio; .,
A' Mm. camara municipal do Recife. Da
ordem 1 :~. Exc Sr. presidents da provincia,
cotmnunico a llltu. caiuaia uiuui.-ipal du Recila
que em 10 do corrente romeltau-se a tho^ouraria
geral uma ordem do thesouro national n. 254 de
IS do mez proximo passado antorisando a entre-
ga da quantia de 50:000i a essa Mm. camara.
6.' secfao.
Offlcio :
Aos agentes da companhia brasileira de na*
vetacao a vapor. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, podera Vv Ss. User se-
Siiir para os porioi de sen deslino, amauba as 5
oras da tarde o vapor Pard dessa companhia,
DESPACHOS DA PBSSIDBNCIA, M 23 DB FEVERBnlO DE.
1874.
Antonio Francisco Gaiao.De-se.
Anna Monteiro de Lima Hego ValenQa. -Passe
portaria.
Antonio Joaquim da Gloria. foforme o Sr. Dr
chefe de polieia.
Adriana Felieia Maciel. Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial. ^+
Antonio Luiz Caldas.Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Domingos Franciseo Dnraes.Deferido, com
offlcio dirigido nesta data ao inspector da thesou-
raria de fazenda.
Francelina Dornellas Pessoa.-Conceda-se, sn-
jeitando se ao que preceitua a lei n. 1124 de 17 de
junho ultimo.
Fielden Brothers.Deferido, com offleio desta
data dirigido a thesouraria de fazenda.
Heliodoro Cyrino de Oliveira C >ragem. Paase
portaria. ...
Padre Jos6 Rufino Gomes Pacheeo.Deferido,
com offltio desta data dirigido a thesouria de fa-
zenda.
Joaquim Ignacio da Fonceca. Entregue-se ao
supplicante os docuraentos que juntou a pelicao
que allude, mediaate recibo.
Joao Braz da Luz.Ao Sr. general commandan-
te das armas, afim de que informe e proveja como
for de lei.
Jose Paula Botelho.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Bacharel Lmz Salasar Moscow da Veiga Pesi6a.
Deferido, com offlcio desta data ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Lydia de Oarvalho Lima.Como requer.
Miguel Primo dos Anjos.Ao Sr. Dr. chofe de
polieia para aUender ao supplicante.
Tanj fcavido na Inglaterra alguns meetings, uQs i ram o Sr. de Bismark, acerea de umas
contra outros a favor das providencias toma- eoutidas no livro que reeeotemente publicou o ge-
das pato governo allemao. 0- Timts censura o tneral iuliano La Marmora sobre os aconteckaen-
que houve era Lwdres a favor daquellas provi- flos da 1866 que antecederam a guerra enffe a
deu-siaa que foi convocado por lord Ru-sell que Austria ea Prussia e ttalia. Perguntou o i
Corn man tin daa araaas.
JUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 24 DE FEVEREIRO DE
1874.
Ordem do dia n. 758.
0 brigadeiro commandante das arenas faz eerto
para sciencia da guarnicao que o Sr. tenente-eo-
ronel commandante do 2* batalhao de infantena,
Alexandre Augusto de Fnas Villar flnalisando
hontem a licenca de um mez que lhe foi concedida
pelo ministerio da guerra para vir a esta provin-
cia tratar de seus interesses, fez hontem mesmo a
sua apresentacao neste quartel-general; e tambeui
o Sr. alferes do refendo batalnao, Epiphanlo de
Araujo Caldas, aue, no seu trajecto da corte para
esta guarnicao, deserabarcou, a 7 do corrente, na
provincia das Alagdas, em consequencia do mao
esudn de saiide de sua mulher, segundo constou
da offlcio da presidencia daquella provincia, de-
2f deste mez, sob n. 6. ...
(Assignado.) Manoel d* Cnnka Wandtrley
Conforme.O alferea Jo*i KUziario dot Santos,
aiudante de ordens interino, eoearregado do de-
talhe. >......"^A^-l-
Reparticilo da polieia.
2.* seecao__Screuna de polieia de Pernarabueo,
24 de fevereiro de 1874.
N. 265.-Mm. e Exm. SrParticipo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de detenrao
os indivlduo* seguintes :
A' ordem do subdelegado do Recife, o subdito
inglez Robert Miss, a requisiQic do respectivo con-
sul; Damiao, escravo de Jose Alves de Luna, e
Gervasio, escravo de Manoel da Silva Pontes, a re-
querimento dos respectivos sentiores.
A' ordem do de Santo Antonio. Manoel, escravo
de Antonio Francisco Pereira de Lyra, a requeri-
mento deste. .
A' ordem do do pruneiro districto ae Ss. Jose,
Luiz, escravo de Simplicio Narcizo de Carvaiho, a
reuuerimento de Francisco das Chagas Gomes.
Deus guarde a V. ExcMm. e Exra. Sr. com-
raendador Henrique Pereira de Lucena. diguo pre-
sidente da provincia 0 chefe de polieia, ^nro-
nio Francisco Cutreia de Araujo.
DURlOlJEPEKNiMBUO
ibrobo 0 Exm. Sr.
ida aceosar o recebi-
24 do mez proximo
^trabalhos do jury de
mutaHs Mutandis,
respoodendo o sea
A
I chegado h-ie dos do norte, como communicaram
n'limas.
RECIFE.25 DE FEVEREIRO DE 1874
Motioias da Europa.
Amanheceu hontem em nosso porto o vapor
inglez John Elder, trazendo datas de Lisb&a ate
12 do correnie.
Antes deste vapor seis dias. isto e, no dia o,
sahio de Lisboa para o nosso porto o vapor fran-
eez Henri IV, da linha do Havre, pelo qual vem
a carta de nosso correspondente naquella cidade,
com os factos occorridos ate entao.
Reservando-nos a sua publicacao para quando
chegar, damos em seguida o resultado do que
encontramos nos joroaes :
INOLATRRHA.
Apezar do governo contar, uo parlamento,
com uma maioria de 71 votos, resolveu dissol-
ve-lo, e assim o fez, no dia 5 do corrente, cau
sando grande sorpreza era todos os circulos po-
liticos e commerciaes, dando o Sr. Gladstone
como motivos. o qua se Id na seguiute carta, que
dirigio aos eleitores de Greenwich :
c A autoridade com que o partido liberal e os
seus chefes teem e-tado largaraente investidos
pela povo e hoje insulflcieote para a defeza e
dcsenvolviraento dos interesses publi-os ; nao
pode ser mais efflcazmente e mais legilimaraente
restabelecida senao per um appello a nacao que,
pela sua resposta, resolvera dnas grandes ques-
toes: priraeira, como, na sua opiniao. foi exercido
o mandalo por ella confiado em 868 ; segunda,
qual sera o mandato dos novas representanles.
e que fara eonhecer a que maos deve ser con-
fiada a adrainistracao governamental.*
Depois o Sr. Gladstone lembra que, quando o
gover-o levou cheque, em marc,9 ultimo, por
causa do easino na Irlanda, pedio a sua demissio;
que a rainha se dirigio ao chefe da opposicao,
mas que este responden nao poder governar com
o parlamento agora dissolvido. A dedicaelo dos
ministros nio lhes permittio. accre3eenta o Sr.
Gladstone, nao obstante a sua viva repugnancia,
recosar a sua reentrada no poder. Em seguida
a isto o Sr. Gladstone examina qual deve ser a
missao do novo parlamento, c recomraenda sobre-
tndo dnas medidas : a extensao da franqnia elei-
toral e a abolicao do imposto da rends.>
Eata ultima declaraoao na vespera de uma
eleicao eaasou desagradsvel impressao no pu-
blico inglez, qne vg nisto um aeto de corrup.ao,
e a Pall Mall Gazette chamoulhe mesmo nm
acto da eorrupcao nniversal. A proximidade das
eieicdes tambem nao causou boa irapressio, pois
qua nao estando nenhum partido preparado, o
triiimptio era eerto pirt t> governo.
0 Sr. Disraeli, chifudu partido eunsenador,
dirigio, no dia seguinte aquelle em qne o Sr. Gla- Ifranva.
dstone publicou a sua carta, am manifesto aos
eleitores de Buckinghamshire Centura a disso-
lucao, classiTnando-a de inexplicavel, e diz quo o
pruneiro miuistro quiz escapar a humilhante con-
fissao da sna presidencia. violsndo a lei, a eon-
servar um lugar ao qual nio conviuha, ou a adiar
ou tornar impossivel a conta a dar da uma
guerra emprehe.ndida sem a sanccio do parla-
mento e sem qne este approvasse as despezas.
Segnudo os ultimo* tetegrammas, o partido
l-ry (MBservador) lam ja sobre o whig (liberal)
41 depntedna Arcresceniam os tolegrammas quo
162 cspora a Jwmssla do Sr. Glaislone.
no dia da reuniao deelarou que estava doente e
por isso nio coraparecia. Dia o esclarecido jor-
nal da City ijne os govarnos devem manter a
ac;io dleis civis, mas o^a>e suscitar.. perse-
guides religiosas, e luta AS culto contra culto,
nao tera por si a opinia.0 pubhea em Inglaterra.
E' da mesma opiniao o Journal des. Debats. A
respeit) disto diz um esclaresido jornalista': tTaes
sao os nossos tempos que se ve" nelles a igreja ca-
tholica defandida pelos protestantes e pelos litres
pensad-tres t
Para protestar contra as medidas adoptadas
pelo governo nHemao houve meettings era Birmin-
gham *e Londres, este ultivido por raon-
senhor Manning, arcebispo da Westminster Di-
zem as joroaes que o Sr. de Bismark observou
ao governo ingiez que devia prohibir taes maui-
festacdes contra actos de um governo estrangeiro,
ao que parece que o governo inglez retorquira
que na loglalerra havia um direito chamado de
reuniao; que nao podia prohibir as manifesta-
JSes da opiniao publica e que emquanto a or-
em nao fosse perturb ids nenhums providrneia
linha o governo a toraar. 0 governo inglez nida
tinha Com os meetings e por isso nio podia ac-
ceder aos pedidos do Sr. de Bismark.
A proposito devemoi dizer qua a impreasa
franeeaa e austriaca estranha sobre modo a in-
gereneia do Si. de Bismark nos assuraptos inter
nos da Franca, Balgica, Italia e Inglaterra, e qne
chega ate a lerabrar ao chanceller alljmao qua
a Buropa nao aceita dictad ires e qua se entra
no pensamento do audaz diplomata ser um se-
5undo Napoleio I, pode entrar no pensamento
as n'xcoe* da Europa o forraar umacoaliq^o
europea contra as pretenlHas observa^oes e in-
gereneia do chaueelier allernio.
As noticias da Costa do Ouro sao extreraa-
inente lisongeiras para a Inglaterra. As ultima;
recebidns aizera que o rei dos ashantees enviou
no dia 6 de juieiro embaixadores a proper a
paz. 0 general w"olseley respendeu- qne trataria
pessoaliuente com o rei em Coomassie. Ura te-
legramma de Cape Coa.t de 16 diz : Chega-
ram fcovos mensAgeiros do rei dos ashantees, com
um capiivo allemao, o Sr. Kirhne. Este ultimo
esta no quartel general em Prabsue. Aos men-
tageiros nio foi permittido avan^ar alein dos
portos do uorte. 0 conieiido da mensagem do
rei e desconhncido. Esta fixado o dia 2 i e nao
15 para avancarmos. Continua o bora estado de
saiide das tropas. Ontro telegramma da Lon-
dres de 5 do corrente diz : Ura despacho de
Wolseley annuneia qne o rei dos ashantees a
ceita a paz. Pagara uma indemnisacao de 2')0
mil libras esterlinas.*
FRAN': A.
U e aeha em execucao a lei dos maim.
As declarac&es do duque Decazes acerea da
politica da Franca causarara exc^flente impres-
sso nis diVersas qai^Soe d girnp. V queneiaJ de reclamac5e3 da Allemanha o go*amo
francei suppriraio por dous meze* o Unirerso por
ter publicado a pastoral do bispo de Perigueux,
contraria ao proceder do goveruo allemao e por
te-la commentado. Buffet foi reeleilo presidente
da assembled por 318 votos contra 246 dados ao
Sr. Lean Say.
No seio do partido bonapartista rebentou uma
scisao, se scisao se pode charaar ao acto de
complcta separacio entre os membros daquelle
p-rtido e o principe Jeronymo Napoleio. A
causa disto foi o pnncipe ter publicado uma
carta em que, armando a popularidade e fazendo
proUs?ao de fe democratica radieal, deixaya an-
lever a pretencio de ser imperador. 0 Sr. Gallo-
ni d'lslria, deputado pela Corsega e bonapartista,
foi a casa do principe perguniar-llie se a carta
era verdadeira e, tendo resposta afflrmativa,
deelarou ao primo de Napoleio III que os bona-
pirtistas trabalhavam unicamenie para restau-
rar o throno imperial na pessoa do principe
Eugenio. A conversa que se seguio a esta de-
claracio parece qua foi muito violenta, pois aca-
boii por o Sr. Galloui sair arrebatadamente de casa
do principe. Logo que isto se soube, o Sr.
Galloni foi muito corapnmentado por grande
aumero de bonapartistas.
0 diario religioso e politico Dntvtrso, cujo
redactor principal e o bem conhecido Mr. Vieilot,
foi suspenso por dous mezes, altendenuo a que o
seu nuinoro de 19 de Janeiro, tanto pelos artigos
que publicava, como pelos documents qne rase-
na, era capaz de provoear coraplicacoes diploma-
Co'rria que os artigos e documeuios do Universo
havia ra um pouco perturbado as relacoes da Fran-
ca com a Allemanba.
' 0 Universo e das folbas que mais applaudiram
a queda do Sr. Thiers.
Assegura-se que mais tres folhas das mats no-
tavais de Paris, estiverara para padecor castigo
igual ao do Universo.
A folna offlcial dc Franca publica o raappa
das receilas cobradas pelo ihesouro, durante o an-
no de 1873 Desse documenlo se collige que as
contribuicoes directas torara rccebidas com extre-
ma facilidade. ... .. ,
0 imposto sobre valores movcis tinha sido cal-
culado em 24 milhoes, e produzio 32.
Os irapostos indiffictos que o orcamento avaliara
em 1,811 milhoes, renderam 1,807.
A comraissao dos Trrata, eoearregada pela
assemblea de Versailles dc discutir os proiectos
do lais constitucionaes, contimia no estudo da lei
editorial. Ja assentou que o direito de yotar s6
e conferidoaos25annos. Quantos annos sejam ne-
ces^arios para constituir e domiciiio, e se o ele
Mallinckrodt sa era verdadeiro que o rainistro
presidanle da Prussia se mostrou disposto a ceder
a Franca o Palatinado e uma parte das reg^ncias
de Cobleutz e de Trcvis, conforme declara n'uiw
nota o general itanano Govone, que estava enear-
rega^o pelo seu goveruo da negociar ura tratado
de aHian<;a offensive e defensiva entre a Italia e
a Prussia.
0 Sr. de Bismark, respondendo aquella pergun.
ta. declrou que essa accusaQao era mentirosa e uma
inveneAo desavergonhada. A' accusacao do Sr.
Schormeler, de ter provocado a defeceao nos re-
gimenios bungaros e dalraatas, respondeu que isso
era stmplesmente fatso. Depois deelarou que ten-
do-se qperido for mar na Prussia uma legiao bun-
5ara, autorisou a sua forra.icao quando o*i.'opera-
or Napolaao entrou ua o Retorquio o depulado Malliuckrodt que se eram
qualiUcadas de meatirosas as allega;S-s por elle
apresentadas, a ce.nsura de fafsidade na>J se podia
applicar a elle, mas sira ao miuistro presidente ge-
neral La Marmora. O principe de Bismark res-
pondeu qne o general La Marmora nao passava de
uu simples particular, qne tiuha publicado illici-
tamente documeutos que conhecera quaudo ocu-
pava uma posig.lo official ; qne a Italia ia crear
uma lei penal contra os que Haaatein pnblicacoas
idanlicas a de La Marmora ; que este general
era seu inimigo e que elle Bismark pedia escre-
ver mais livros desagradaveis contra o general do
3ae esie esereveu delle ; depois accrescentou e Ida
o Garonne, para comecar pela Gascunha, ate ao
Vistula, do Belt ate ao Tibre, proeurai nas mar
guns dos nossos rios alleraaes o Odsr e o Rheno,
achareis que sou hoje sem duvida a porsonalidade
neste paiz, a mais rig^rosamente e -digo-o com
orgulho a mais odiada.
Depois dastas doclaracoi'S Bismark pedio a Ila-
i ia explicacdes acerea da publicacao do general
La Marmora, e perguntou so nos archivos dos ne-
gocios estrangeiros existiam os documeuios que
o general publicara. O governo ilaliano deelarou
que taes dacuineatos nio existiam nos archivos.
Parece que Bismark pedio entio ao governo
ilaliano qne desapprovasse a publicacao de La
Marmora. 0 governo a orlncipio hisitou ; porem,
em vista de uma inlerpellacao, o rainistro dos ne
gocios estrangeiros, Visconu Venosta, deelarou
3ue o governo ilaliano desapprovava a publicacao
e documento* feita por La Marmora, e accres
cent >u que as r.laeoes entre a Italia e a Allema
nha continuam a ser amigaveis.
Antes porem destas declaracoes o iornal official
do imperio publicou uma aota declarando que o
general La Marmora vieiara o documeuto que fdra
apresenudo pelo deputado Schormeler, e que era
do euviado allemao na Italia, o eonde d' Usedom.
Em vista desta declaraeao o general La Marmo-
ra publicou uma carta uo jornal a Opinione,-na
Iual reprodnx integralinenle a carta do conde
'Usedom, datada de 12 de junho de 1866. 0 ge-
neral aeciam *-r
deve ou nao estar inscripto nas matrizes das con-
tribuicoes directas ainda nao e ponto resolvido.
- 0 debato vivo e interessante acerea da ce-
dencia a Franca de tort itorio sobre a margem os
querda do Rheno, conUniia na imprensa.
Como ja dissemos, iinpuU^.io a respeito desta
projectada eedencia foi feita. ao princioe Bismark
com a autoridade dos d.cumentos diplomalicos
insertos no livro do general La Marmora. Bismark
arguio de ealumoiosa a imputaeao, e de forjados
os docuraentos. ....
Diz-se que La Marmora profundamente irntado
pelo discurso do chanceller do imperio vira sus-
tentar a veraoidade dos seus docuraentos.
As folhas francezas, para as quaes a verdade
esta nas aaserc&es desfavoraveis a Bismark, ar-
guera desde ja a estuptdez de Napeleio III, que
nao soube aproveitar-se opportunamento das cir-
cumstancias, que teriam permittido a Franca a
acquisicao do territorio entre o Rhono e o Mo
soli*. ..
Dos doeuuwntos exhibidos, o de cuia auihenii-
cidade se discnte ainda, parece que_ Bismark con:
*ntirii potii mi pirte na annexacio da Belgica a
dia 5 do
AU-BMASHA.
0 reichstag allernio reuaio-sa no
corrente. ....
Um telegramma de Berlira, desse dia, diz que
o Sr. de Bismark deelarou nessa camara qne os
manejos do partido que pretende perturbar a pas
oao demoveram do seu proposito os governo*.
todos animados de seniiraentos paciflcos.
As eieicdes na Alsacia-Lorena foram contrarias
ae governo, pois todos os candidates eleitos per-
lencem ao partido franoez.
Na camarajdos dapuUdos da Prussia os c
-Udos da eentro Sohormabr a Mallinckrodt
atica
em casa do tabelliio Fratocc-i,
como um relatorio paitieniar do general Govone
datado de 3 de junho de 1866. La Marmora accres
centa que sendo estes docuraentos da ciracter
privado nao se podem encontrar no3 archivos do
minisierio dos negocios estrangeiros. Estes do
cumentos. diz o general, podem ser exarainados
por todos que duvidarera da sua authenticidaae.
La Marmora depois da declaracio de Viseonti Ve
no^ta pedio a demissao de doputado. A camara
recusou-se a aceitar-lba. Na Italia tem causado
sensacao esta questao e a opiniao publica e a im-
prensa pronunciam-se a favor do general La Mar-
mora que, dizem os jornaes, pedio ao Sr. de Bis
mark que declarasse e publicasse o que delle sou-
0 arcebispo de Posen Lodochowshi foi p^eso
por ordem do governo allemao.
0 Wuitemberg, estado protestante, e o mais
democratico da Allemanha, parece pouco disposto
a aceiiar o casamento civil, e a ent.ega dos re-
registros civis a funccionarios publicos.
A camara dos deputados de Berlira votou
por 28i votos contra 95 o projecto de lei sobre o
casamento civil obrigatorio.
ITALIA.
Tendo a camara dos deputados rejeitado o pro-
jecto do ensino obrigatorio, o rainistro da juslica,
o Sr. Scialoja, pedio sua demissao, e obtevea.
Dizem de Roma iue diversas pessoas teem
coneorrido a examinar os docuireutos depo3itados
pelo general La Marmora, no cartorio de um no-
tario Entre os visiuntes eslao os secretanos da
lecacai prussiaua. Os documentos alii expostos
sao 1 *. uma carta de Mr. Osedom, ja fallecido,
e que foi ministro da Prussia em Florenca, com
data de U de junho de 1870, provando que Mr.
de Bismark tentara organisar uma insurreii;ao na
Hungria ; 2.', ura relatorio do general Gerone, de
3 de junho de 1870, assegurando que Bismark es-
tava prompio a ceder a Napoleao III os terntonos
do Mosella. _
Segundo alguraas folhas de Roma, a asso
ciaciiode arbitragera international decido reque-
rer ao governo inglez a ao hollandez que submet-
tessem a decisaa arbitral a questao que aquelles
governos hoje teem com os Achentis e Atcluns.
BELGICA.
0 bispo de Malines publicou uma pastoral, em
quecondemna a guerra que o cesarismo e a revo-
lucao fazem a Pio IX.
Bismark, que resolven ingenr-se em todas as
nacoes, diriglo-se logo ao governo belga a exigir
que fizesse moderar a liuguagem dos membra do
alto clero e da imprensa. A proposito desta inge-
rencia o deputado Berge interpellou o governo.
0 ministro dos negocios estrangeiros negou que a
Allemanha dirigisse circular alguraa ao governo
belga ; porem a verdade e qne o governo acoose-
Ihou a irapronsi a que fosse mats raoderada nas
apreciacocs qne faaia das providencias que n ou-
tras nacres se publicavam acerea da leugiao.
DINAHABCA.
Um aecordo do tribunal supremo de Copenha-
gue conflrmou a deoiao do ministro da juslica,
que v6da o territorio dinamarquez a mtarna-
cional. ... K
A folha official de Haya publica o despacho
seguiute, relativo a guerra dos atohius ;
Penang, 1 de fevereiro. Julga-se terminada
a guerra, depois da victoria deeisiva uMimamente
alcancida. PangUnopoliun e o sohao parecem
querer ainda resisllr e conUnuar a luta, mas a Ul-
la de alliados nio Ih'o permilte. 0 cholera appa
receu de novo. Correu o boato da raorte do
inltio. >
HOLLANDA.
Um despacho do consul hollandez em Penang,
daiado de 26 de Janeiro, anouacia a Doada de
Kraton, com pequenai, perdas>
EsU noticia p.oduzio gran-le alegria nt Hol-
landa. Por toda a parte estava alflxada a boa
nova As rnas embandeirarara. Diversas socieda
des dirigirara pel) tetograpbo felicilacdei ao gene-
ral Swieten. A toraada de Kraton nao pode toda
via eonsiderar-se como a eonelnsao da cam-
panha.|
Parece que os atchins haviam desamparado
este ponto, o que explica a toraada delle eora in-
signlneantes oardas.
suacw. .
0 discurso do rei, na aberlura do parlameuto, e
o seguinle *. ,
t Senhores.-Julgo-rae falit de vos saudar no
asserc5es moraento era que, na conformidade da eonstitui-
cao, ides comeQar as vossas deliberacoes a r;speilo
dos negocios da patria.
a As nossas relacoes com as potmcias estraa-
geiras, sao cada vez mais satisfactorias. ReceU
uma nova prova disso no verao passado, com as
visitas de muitos principes estrangeiros, entre oa
quaes veio o principe imperial da Alleroaaha a
capital da Suecia.
< Na exposicio nniversal de Vienna, toman <>
nosso paiz de novo parte de uma maoeira bonrosa
em um con curso coin as nacoes mais rivilisadas e
mais industriaes.
a Um dos- meus maiores cuidados tem sido fari-
litar as lelacoes entre os Reraos L'nidos, por meio
de uraa melnor orgaoisacao no seu moviraeolo
cmmercial e de navegacao. Para esse eifeito.
sera commnnicado a dieta, assim como ao storting
da Noruega, um projecto de lei elaborado, segundo
o exigem os negocios communs.
" Uma serie de annos feeundos augroenlou o
bera H.-i.ir do paiz a um grao ate agoia desconhe-
I'iJo, e o augraaoto consideravel dos rendanento*
do estado foi um dos resoitados. Ao mesmo tem-
po, porem, que tem sido mais (acil para o Iraba-
Iho independenle obter nma remuneracao elevada,
os vencimentos arbitrados aos empregados do es-
tado teem se tornado cada vez mais insufflcienlas.
em consequencia da earestia ineessante dos ob-
jectot de priraeira necessidade. No easode senio
podt-r realisar desde ja no orcamento do estado ma
augraento fixo dos vencimentos, eu vos proporet
uma indemnisacao provisoria, a contar do coraeco
do corrente anno.
a Fiz elaborar as bases da uma nova organisa-
C.ao do exercito, em conformidade com os prioti-
pios que se acham indicados na mensagem qiie
lendas apresenlado por occasia > da ultinv. sessao ;
conflei o estudo desta organisacao a nma com-
raissao de hoinens coraprteotei. Logo qne teona
examinado esse trabalho, a*sun eoino outr > rela-
tivo a marinha, tenho lencao de volos eoramnni-
car antes do encerramento da presents sesao.
Tambem *e comecou nm inquerito sobre a
questao da abolicao des imposlos terriloriaes.
questao qne se acha em relacao directa com a da
organisacio da defeza nacional.
c Em conformidade com o pedido da dieta. foi
elaborado um projecto com o intuito de transferir
para os tribunaes ordinarios alguns negocios qua
ate agora estavam dependents da adminisuracao.
Este projecto, que foi examinado pelo supremo
tribunal, ha de ser vos inbmettido. Tenho ignal
mente lencao de vos pro por roformas em ontros
ramos da legulacao e da admioisiracao, aesim
como de vos submetler um piano para a cootinoa-
cao e conclusio das lintias de caminho de ferro,
das quaes se decidio a eonstruccao por eoott do
estado.
i Invocando para os vossos trabalhos as beoclo*
do Todo Poderoso, declaro aberla a presente ses-
sao, e as.-egu.ro- vos, senhores, a minha affeicao a a
minha benevolencia.
. SU1S3A.
No cantao de Bern continuam as inquieljKoe-
por motivos religiosos. Em algumas povoacGee os
="-|boli,cos_liberaes foram maltratados.
CJ governo kjt^ *. w.. ,w r .._.-_ -
aldeias amolinadas.
0 conselho federal respondeu a inlerpellacao
sobre o manifesto que pedia a inlerferencia das
na;6es signataria* do tratado de Vienna, de qne
hontem damos noticia aos leitores.
Na sessao de 29 de Janeiro deelarou que os au-
tores dossas intrigas estavam entregues as indig-
nacoes da justica.
Foram apprelieudidos muitos destes manitesws
em casa dos curas destiluidos pelo governo das
suas funccoes.
BL'SSU.
r nm..! iicjt carta.
de Roma, assim
Realisou se no dia 23 de Janeiro em S. PeJers-
burgo o casamento da gra duqueza Maria Alexan-
drowaa, filha do imperador da Russia com o
principe Alfredo Blho da rainha de Inglaterra.
Depois de celebrada a ceremonia houve um gran-
de jantar, seguido de um grande bade no palaeio
de inverno. Toda a cidade se illominou e cele-
brou com grande alegria as uupcias dos pnn-
. 0 imperador, por uma lei de 12 de Janeiro
deste anno, tornou naquMIe imperio obrigatorio o
servico miliUr para todas as classes do sen povo.
Na sua proclamaeao annunciando e explicanuo
esta lei, o czar diz que pela legislacio vigente os
deveres militares igualmente sagrados para todo,
caiam speuas sobre os plebeas e o burgnezes
Os aco nteciraentos conlemporaneos, diz elle, teein
demonsuado que a forca dos iinperios nao codjis-
te merameute no valor numer:eo dos exereitos,
mas sobretudo nas qualidades raoraes e intellec-
tuaes delles. E estas qualidades nao akancam
sen mais alto grao de desenvolvimento, sanao
quando a defeza da palria e esforco coramum da
nacao, quaudo todos sem distinccio de classes se
coogregam para curapriraento deste sagrado era-
A devocio ja experimentada com quo todos o*
nossos fieis subditos se saerificam pela patria, era
paia nos um penhor seguro de que o nosso ap-
pello teriaecho sympalbico em todos os coracoes.
As nossas esperancas nio foram idudidas. A no-
breza valorosa do imperio e as demais ciasse
isenlas do servico mililar, leem expriroido em nu
merosas raauifesucoes o seu vivodesejo de parU-
cipar com o resto da nacio de lodos os encari05
do servico mititar obrigatorio.
0 prazo de quioze anno d* service e pois ito-
nosto a todos os que coropozereni o exerciio *
lerr: ; serio todavia licencisdos ao cabode an-
nos, ou talvez ante, quando for possiral, sobsi*
Undo todavia a obrigacio de se apresenUrem. Hg
que o governs requeira o seu semen.
EsU imponaota rasol-sfao, u.mada pelo c*r
chama as fiteiras um a.uinta da popnlaeao, aia.
agora arivilegiado e iseato do servico mihtai. >
'...hL^ nan a"*tm exleosiva aos
recrutamento nao
de hoje em diante.
A obrigacio do servico,
membros da nobreaa, a prohibicao das substttui
Saa, vao cnamar as fileiras do exercito aaasu
muitos horaens inlelligeutes e civilisados, ate hoje
afasiados da viaa miliur.
Sao evidentes os tienefirws que d ah: ceauluin
para o exercito da Russia.
EsU utilissima reforma de uma das pnneipae-
instituicoes do imperio a proclamada palo oiasmo
imperador Alexandre It, que decretoa a emaaca*
cao dos servos.
AUSTRO-Hl'MORIA.
- Em Vieuna o governo aaaaaaajaa, na caaur-
differeoJes projectos, entre os quaes um acanan_
do a anUga concordaU, e regulindo sobre no\a
bases as relacoes da igreja a do estado. _a,
Dizia-se quo o goveroo auslriaco preia
negociar um traudo com a lulia, para a exira-
li^o de todos o. fnnecionanos pobhew cnmiao
sos de concu sao.
HltSfAlHI*. .. ^^-
resume a^siai as aaa-
Ura jornal de Luboa
cias deste paiz :
. 0 general Morioow wiprehendea
Dfiaa oonira os carlisus '
as opera-
debntou i
de novo paralysalas,
la fortaleza, o*i consU nenhum feae i r.
J oxerr4lv de Mtirioups. A' data la u'^-
>ir;j o j'-necal jl / t- esta*a t i '
Bilbao con'ipsra cercjds j" f
ila

'>

.


tV
/^
-.
podco dispostos
rianie praca
deti as' ncceasarias tirdens
sse csquadrilha-quo opera
Bominguezalirancou os car-
S*nfes n<5 dcsTllaaeiro'de Sa-
*mem ester
cerco daqui
miniiiro da
para quo
ao rir da
0 g*ne:
iiUs do
ada e bateu-as depois de reahido combalc.
0 brigadeiro Salamanca tambem efajeve uma
Victoria oa protiucia de Tarragona. Sabendo
Sue os carlistas estovam fortifloando Gandesa,
fipois de nma marcha lorcada e noctaruae.de
res boras de Togo, temoa o fcrte de asaaho, fe-
zendo 67 prisioneiras.
Em Gastellon, oade enlraram, os aTw'sjas
flzerara grandes destre-es, cortondo o aqaeducto
ineendiendo algumas casas.
0 cacfe aarlista orregaray, e,uc lemvd a ci-
dade de Portngalcte, Joi nomeado por D. Carlos
ministro da guerra, pois qua Elio, estando muiio
doente, leve que abandonar aqaellc cargo.
o Biz se era Mrflrid que log que o exercito do
do podor execulrvo, general Serrane, ira tomar o
commando.
O governs resolveu por fim a questao dos
ijovernadores das provincia*, qae parecia ser a
causa de uma erise no scio do gabinete. 0 con-
selho de miip'stros dctegon no duque da Torre a
oomeacad dos governaduws,e assira se resolveram
as difflculdedes que as nomo os minisipps radi aes.
0 governo dirigio as petencias um memoran-
dum expiicandc o galpe He estado e jostifieando-o,
declarnhdo .qual o wu modode proeeder.
Ospedidos para nracessar o general Pa via
pelo go*pe^de estado nW? de Janeiro. f teadidos pelo supremo tribunal do justrca* peto
supremo conselho de-gavrra. .
A imprensa codtkiua sob urn Tegimen dfe
rizor que amfudadas rexes osjorpacs sraasgridem.
As ir.ultas e as sespensoas sad cm ^rande nc-
mero.
A* isso temos a aecrescenta o saguirtle, que
escreve nosso correspondente de Lisbas :
Quando o geperal Moriones ontroa em Lo-
grufio, mandou t>6r em liberd*de os pristoneiros
carlistas da G?rdia, o que a caosou jgra'lavel
impressao ale mesmo eotre os proprios-guer-filhas.
iLMrem d'O.-em (Urlca fraaceza) que-que entre
a? pessoas enrigradas de Cartagena, foram deslri-
buidas entro Constantina, Orem e Args!, qutre
*!las se encertrain muitas francezes imntfeadas
mis processos da com.mqna.
a Ga&.a do dia !0 ptJblio* a "derelssSo do
A-grejiuorepresentahte 6e Hespaaha era Vienna.
Pubhcec tambem ura decreto ntoriando a
cunpanhwi do c^bo suknanno etre;'Bilbao e In-
glaterra ?. tian?-ferir o praio da immersao em
^art'ander cm qu;rato dararem as circamstancias
que itnp A lifcria ferrea de adajez a Madrid 4 actuai-
mente geardada for trn:. 0? cartistas coati-
naam p'.T toda a par-ie coMando os camichos de
ferro ecs flos telegrisphjcos. 'Oa jornar;s deplorara
aquellM tfopelias, ^zo cdirigem anma idea fixa
qnal e a de isolar eompicunKecte Madrid das
pruviooias.
aOaXereito d centre contmoa sempre em
l.".n.<-, e os carlKas, aas immedw^oes de Gastel-
lon d la Pla(ia. 0 e-xerdto do florte continu*
fin grande actiwEade e in ivim<*ii!o, recebendo
iod". os dias impomaier. reforoes.
Miranda do &no esta-semjc um veCdadeiro
a.^ampamento.
qE" de crer ^ue "fcrOTemeftlc so receba no!i *i
de jftr Morionee sAffrtik uiais ma victoria, se-
funlo a frisaein frase 4o ImpKrclal.
Di! Elva*'f^erevew em dau de 9 a um jorna!
de Lisf.oa, qe umapente a poueos kifometrus" da
fronteira ffira snrtaaJSr^elos esrJistas.
a Tambetn -alii se *:'z a que r.irado era Cuidadifeal, mas nao se afflanqa aJ
iiuticia. Esieeoutros'cortes de pontes. sio l-
rorlantes e dlo em tesnltado }a ama irterrup^ao
<1e linha de 40 kilon*Ptro?,anroximadamente. Os
transtornos do cormtercio -*ae grandes, pois que
"lesde .1 dia-s nrchsma menadoria tem podido
trausitar, e as proprias Tn.ilae falbara e vem com
a!ra*o.
Agita-s agora ee Hespanfca a questao de saber
se i* futar canra< deverao ou nao dar eonsti
rtintes. Em face da lremenda guerra civil que
por emqujalo devasia aq lelln paiz, a parte mais
sensau dalle da pooca imponancia a uma qaes
lio quo so em tempos nnrniaer- Ihe pode mececer
a alten^i e ter um verdaderro significado.
No Oiorio d>&oeerno i^ortnguex) veio as
tes de 'iniVin a copia do seguinte decreto eto go-
verno de Madrid :
0 governo da'?9publica,-cm conselio d mi-
ni-tros deflreta :
* Ait 4 :IWU-e- -*- '- '-' i--"" *
<"o*ta de l.anlaftr:c iieide abo de Penis ale
Fjent.r.ibia, c >m er.ciusao noicamente dos portoe
de Gijon, Sabta Atz, e San Sebastian.
Art. J 0 .gijvemo deterwiaara os regnlamen
los a que tem de sujeitarse e? navios nacionaef,
quo se dKijam aos port is de Gijon, Santander e
San Sebastian, dos pirt>sdeJ!spanha ou dos es-
iranjeiros, coin-carr-gametitos de coramercio lict-:
to, em que nuo li.ija ebjee! > algtm de contrabando
!s guerra,ipara os; serum, ictommodados pelae
tor<;as Mc;iieadoras.
Art. 3.* Qi oaviec e>uaageiros que ao dirigi-
rem-'e em !aes c-Mid.^;.oes de carregament) licite,
aos portos meneionatlos, observareiu as mesmae
regras deiermiqadas para os.cavios hespanhoes,
nao seraj tamfcem detiJos pela^ntvios do hloaueio,
se do recouhe.uir.ent) qjt fizerem resultar que
coBfinaes com o Jjtcriaicado nos regula-

vam os traudos de commercio coacluiqgi coca *
Belcica e com iSuissa, e a convoncio de extrtdic-
fieiras ate a Jrmeira. aadara por 30eWWe#6f. Wr%itf^i|rim [>olitica. W
J arece que {i. ae apresentam em campa-divirWU ft dofHii%fo iires de Lima lex seniirju cama
capiUHHas cprn esperanfa na.concessVi, apezM^M pf**WMit4* da reforma da iiislrucie-prima-
nao sabec-se ainda ao certo se o governo e as,cf lia, (m=Jo vqtos para quo, se At amtatvento a
pto'pojta quo em 187J apresentou o actual minis-
tro do reino. Varios outros deputados abnndaram
no mesnio seatidos mas o Sr. Antonio (lodrigues
raaras adoptario'o systcma de suaTOn^o ou oue'
garaalia de juro.
N'a casa eiecliva fui apresontado o projeoto
para a extineeao da engenraria disirictal, o quo
tem dado lugar a rePbida lau entr* m engenhei-"
ros oivis e militares que sao depatados. A luta,
porem, e quasi toda eotre a opposicao. A maioria
assiste ao tomeio. Hoalera foi aoiada a discus-
sao do respectivo projecto.
noMaehado farawr noraeada ama commissio
encarregada de dar p'srecer score o tempo eoi ue
terratna a actual legislature.
Sabe-se, parem, que a. opiniao do governo e da
maioria, _e qne nesta seasao acaba. fembea cons-
ta qnc nao havera pror-ogacdo nem de um s6 dia.
As representacoes de varios eonselhe* contra
a extincgao de alguns julgados tem contiouado a
cacher as columnas da folha official. 6 curioso
porem e, que na dos cidadaos de Val Passos bavia
injuTirts oontra dous deputados o que deu margem
noatem a certa poeirada parlamentar, que termi-
nou sdbre proposta do depu*ado Jose Luciano de
Castro, (historico) a camara lanjar at acta que se
deplorava o facto da pnblicacao.
Eoi aprasentajdo 6 parecar da aommns&i te
fazimda acerca do ccord-s com o banco de Por-
tugal.
-* A commtssio propo one do no de 4876-em
tliante_ se caotini^e ao haiico o privilegio para a
emissao das aotas ao districto dc Lisboa, ma.sse.ni
Joe esta concessao psssa *<>r con^iderada -como
ando direito a qualqatsr indBKiiisaga.-, quaado as
canuraa legislattvas entendaia daver revaga-lft por
uma lei especial.
0 actual contrato que termina em 1876
inantKlo como esta, coalitmasdo porteolo e bans.j,
ale aqueUa data. a,^gozar do privdegio da isentao
dos impostcs.
E ji^aelbei. fallo no banco de Portugal, se-
ra curioso yerem alguns &{tratos do reiatorio da
sua gerencia no anno de 1873.
a Os 4oros de banco foram, iiquiJc- de enear-
gos de aainiaisiracao 62i: XSj;ON."i.
-Para estesiiueros coacorreu o tkesouro da
forma negu'mte :
Oivida^fluctuaaje {juros) 17:907*705
Classes inactivas tfJ7:44U"65
Empresiirao-aescola po-
Ijtechaica 2:J88/I40
Jures de titulos de divida
fandada 449:029*600
Cominirtecfl de -geren;ia
4e erapreaas por-coota
do governo 19:705*146
Parte da cornraissao do
empreslirao nacional 18:212*249
Sampaiu (ministro do reino) declafou qua naolem
instado por ofa reforma, por calender- que pri-
meiro se detetuidar da divisaa administiatiw.
E' coauHies diss* o'umade minhay aoterio-
res. A ordom da dia sao estradas, caminhos de
Terro, boal*i!rds, docka*. mercados pontes, fomen
to, fomeota, e fomento I. Muitos melliwaraentos
materiaes, as jkm- ora, quanta a humildc escola
popular, nada!!
< Cteggou no dia 9 do correate o vapor lYiffo,
das messrigeries maritime! de Bordeos { o da com-
panhja do Brasll, que conduria os restos mortaes
do marque* de Nia, o qual goiava as *onras4ef
altairaatt das mares das m4ws, iistiaccao qne
BRda na sua farailia pela descendencia de Vasco
da Gama, e que foi renovada em 1862, sendo mi-
istro dos negocios da marinha e uitramar o 8r.
.Mendes Leal. 0 desembarqiie foi feito em 'WCa-
leres do &tado q^uo partiram do areeaal de raari-
nha, sendo acoapanhados pelos escaleres des na-
vios de gaerra. coodueiodo offleiaes "da armada.
A bandeira e as iasigaias dos oavios esUvam a
ihsio pao. Ao iargar de bordo o escaler tfue con-
diuia o feretro c qae tinha sa prda a insignia
d'almirante, deram os navios o primeiro tiro de fu-
neral, e assim cuMmuaram de meta em-wei Iwrs.
Ao deserabarque astavain presentes o wftonde de
Soafes Franco, cam os- coiausandantes dos navios
o-cstado-aiaior do arsenal. 0 caixao que teoi
800 kilos de peso, foi conduzido pelos remadores
do caes nara *rmida de S. Roqae ( dentro do
arsenal da mariaha). BLsre se missa do Requiem
A's 2 da tarde chegaram os convidados, eatre os
:quaes se caoUyatn njulUs pares do reioo, collegia
do linado (n^r^nez, o miuisterio e alver^os luuc-
cionarios de superior eatuegaria. A senbora mar-
uueza viava de ?iiza e suas filliT.s estiveram na
tribuna da araiida desde a entrada do corpo ate
30 sahimento para a cemil-irio occidental (dos
Prazcras ), Foi iraosportado o^um coche da casa
real tirado a 8 muaees, sendo preeedido por outro
a C, conduzindo a cruz eo revereado prior do,
Sacramento. A' borlas do ojixao, ao sahir da
estaa
inentos.
estas
as pe-
.. geralmente
recoaaeeido em semeUiantes casos e nos regula-
mentos dos bloijueias, v^entes para a esquadra do
Pacifico em 26 de novmn^ro de 18C':.
Art. 5. Aftm derainter a efTectividade da
bloqueio ao.i limites desjgeados no.artigo 1 serao
de-tioados aquella rosU -os navios de guerra ae-
eossarios.
a Art. 6.- 0 micistro de e.-talo loamunicara o
piesenle decreto aos emotixadores, ministros e
. agentes coifa-ulares de Hespanha nos maizes estran-
geiros, para que oaado Ihe a conveaicnte publrci-
dade, ningueai possa ailegar ignorancfe; prevenia
co-os que o sobredlta decreto coroecaxr. a vigorar
de3de o dia 93 do proximo irez de fevereiro.
' Art. 7.* 0 miniafe-o da marjnha expedira as
ord -ns e instruccoes necessarias, afira de que o
ofsposto tenha o devido e exac'i curaprimento.
t Madrid, 31 de jaodro de 1874.-0 presidente
do poder exeeativo 4z repablica (asaignado )
Francisco Serrano.-0 ministrc da mariota fas-
signado; Jouo Beptistc Topete.
Reappareceu em CarUgaaa o Eeco. Baforca-
*e por demonstrar que as amotiuadores (ederaes
eram fcrasteiros, em cceiko nemcoaaciancia, es-
paculando com o tranrfarno daardem pobliea.
rom.n 4k
Ea: 12 do corrente esereve nosso correspca-
uente det-isboa : ^^
CoBliDiia em Portugal agozar se-da mais icul-
-eravel tracqaillidade. Coinnirae que tem andado
^m poucatarbuienta, o qne obrigou ja^) goveraa-
dor civil a raquisitar augmeoto de guaraicio Pa-
:-ece que sac uns tanlos diacolas qua se diverlem
j Uzer toda a casta de tcapeliaa. A imprensa
oamihran e a de Lisboa teta veraaeado aqueiles
-naceiros e eomo alguiaa palawa eacapasse de
que os estudan.es se deraoi por offeodidoe. logo
tes senhores.se reuniram, flzeram discursaa, ele-
^'eraiB uma eommissao, protaetaram nos joraaes e
foi toda a magaa cater va represaatar ao reitor,
que.e o viaconde^e Villa-Maior (Mia Pimentel).
iste. coma Bvesse feito cumprir a risca os mais
ngorosos preceitos dos regniamentos de p jliela
^cademica, declarou aos estadaat-'s da univerdda-
de que seria elle o primeiro a repreaentar ao go
verno contra os reguiamentos ; mas qua eraquan-
vo nio fossem revogados, haviam de gar cumpridoa
qae era ess* a sua obtigaeao.
a Por mais de uma vez tenho aqni dlto qnanto
* na actuahd.ide mconveaiente qae haia uma ci-
tade coraposta quasi toda de ertudtates. Sao res
os de velnos usos e de aatigos tempos, como ae
proprias nrriversidades o sao.
a Na camara doi deputados, antes de hontem
iirometteu o ministro da? obrae pnblicas < Sr. Car-
fir.o Aveiiao ) qne ainda esta semana apresenta-
ria o projeeto de lei para a con>trucclo dos cami
nhos de ferro da Beira. C;mo em tempo Ihe dis-
se foi apresentado no anno passado nm projecto,
de que era autor o deputado f Antonio Jose Teixei-
r?i e assignado por mais S4 deputadas d'entre to
dos os grupos da camara, de modo qne para
*lv?ia.lo tem a maioria abaoluta. Erta projecto
:aieial ja estava f-ito de medo qne toda a namara
!nj? wapi>r?var sera ca!la rraP se corapromet-
r rto projecto do governo oueo que ainda mais
q-oestoes da, direcfnze., que sao mterminaveis. e
66, de todo emi todo certo* ttri-to^ se nao node-,
1 a ultima hora. Iimitar-se-ba o go-i
314:597*405
De-ssrte qua ciacoeata por ctnto dos lucros
4q banco foram. pagos pelo thesouro 1
* tta* ha mais : e-.-jquaut i o japit.il empregado
em letras particulares aascoiitada* nao passava de
* 542;7Kij5035 -o lijcro deltas operaefies durante
o anno foi de l52:o!7*445, isto-e, 3,3 por cento
ftp eras.
< E tendoo valor effectivo dos titulos de divula
fundadnera 31 dedeaembro do 187.: 2.740:867* 146,
a osiiuros recebidos 1S9:029*100, home ura lucro
-sobre esse capital de 5.4 por cento.
6 capital em divida, segundo o balanco por
operaoues.relativas as classes inactivas era de.. .
il,Co3:475*03j.
0 banco lucro.u, como se ve, 107 contos, logo
este kzero correspoaie a 6,4 proximamente.
a _Ba coaiparasao dpstas porcentagens re?ultam
duv-Uas alias miuitq juslas.
< Apjzar da mi.uinn baixa dodesconto de cinco
por cento a anno, ainda assim a irapbftancia total
do desconto ropresenta so 3|3 por ceato do capiifll
erappagado em M de dezembro. E' pouco.
Enao se pdde dizer que o valor total das le-j
trasdescontadasuo ultimo trimestre de 1873 fos&h
tao avultalo que.d^ssse esse resultado. Compa-
rand^ a importancia descontada en: 1872 (contos
lljlftl) com a despeza do ultimo anno (11,386:
conte.sj ha para este uma differeEca a mais de
212 coatos.
E pagando o governo pelos juros da= operajoas
para pagaitieaio das classes ioactlvav 4 por cento,
seodo aleai disso -capitalisados 5 por cenio das
s:mmas adiantadas, vese que o lucro em relacao
adivil/i do bapoo em 31 de dezembro era de'6,4
por cento.
-Estaa em propor^ao esia; duas pofcentagens ?
ixio pacece. ....
raa *&^o in que se nao fura o thesouro, o
primeiro eitabeleeimento bancano do paiz niio a is
trihuina aos sens aeciouistas, senao 2 ou 4 por
cento, ainda mesmo^ue tives^e empregado todo o
seu capital em transacts com pirticulares, por-
que estas n5o produziriam grande. rendimento.
E deqoois note-se que no banco ha 3,6i7 comas
de depo8itos em rneUi, grande parte ofl:iae-i que
nao veno3m juro alguci, por serem os depositos
da respectiva junta.
Paga, pois, o thesouro 6,4 por ceato por di-
nheiro que para o banco manda fem retribuicao
alguma.
_ a E" coriosa a seguinte e^tatistici das classes
inactivas em Portugal:
Eram 4,554 os pen?icni.t is do the-oaro que
recebiam-vencimentos par meio de titolos de renda
vitallcia,-em 30 de luoho ultimo. Destes 2j843 sao
chamados de consideracio e 1,766 de nao conside-
racao. O nuraero de pessoas era de 3,435, o de
sabsidios te5, e o de prestac5es a egres?os 934
Destes irltimos so 266 recebem o maximo da pre '
taaio-oa resumes 6*8 perteacem as clase de
nao ennsidaracao.
* Os vencimentos qne eompetem aos pensionis-
tas de eonsideraeao subja a :fW:085*!37, sujeitjs
a deduccqes na importaneia de 20:689*477. Os
vencimentos dos pensioni^fas de irao eonsideraeao
liquido ja da glosa do 25 per cento era de .
188:33*245. e^"-
As 4^54 pensoes sao assim classificadas :
Reformadoe otBciaes do exsreit) 1 ; emprera-
dos ciris do exercito 9 ; empre^ados civis da ma-
rinha 1; op rarlos do arsenal de marinha i; ar-
heiros 30; aposentados civis KK); jolilaJos 111
aionte-pio do exercito 1,166; moote-pio da arma-
da 209; pensoes de sanghe 387.; pennies de gra-
ea especial 23.; pensoes do Hooasillon 3 ; p^o5es
do exercito 5 ; per^des da maritha 31 ; pensoes
do arsenal do exercito 19; pensoes do thesouro,
1.2W0; .peasioes do conlrato oneroso 19; pens$es
das alfande^as 19 ; ..pensoes do correio geral 31
pensoes a merceeiros 23 ; pensoes Dasas pela
mszsg&wt Bm^W^B
ermiJa pegaram os Sr<. marqaez d'Avila e de Be-
Jama, Fvotes, Soares Franca, duque de Palmella,
Andrade Corvo e 0. Aqtpaio de Mello Breyaer. 0
coade da Vidigueira, nilto do Gnado marques e
actual represeotaate da easa que acompauliara o
cadaver ae seu pai desde a Franca, seguio o cor -
.lejo fuaebre ate a sepultura. No arsenal faeiaa
gi'.unla de hon a a regimento de cavallaria 1
que acouipanhoa o prestito ate o cemiterio. Alii
u i.ivaui (armadas duas baterias d'arlilheria, o re-
gime?*a de la.aceiros da rainha e as duas brjgadas
de iafaateria,'aenda a primeira commandada pelo
general Talaia c a seguoda.pelo coronel de inhin-
teria n. 1, a toda a divisao commandada pelo
general visconde de Sagres. Os sete corpos de
cacadoKS e -infauteria (Mtavaro formados em linha
de^de o cemiterio ate Santa Izabel. Ao ser depo-
sitado o cajxao no jazigo da casa dos condes de
Sab'jgal e Obidos, a tropa deu as talvas e as des-
car pas da ordenanca. c.ajorre* ao cemiterio.
A corveta BarUtoLemeu Dias salvou de 20 em
20 minutes.
FaHeoeu d'qma broncbite aguda, em Lisboa
o conde Seisal ( Correia Heflriqus ) par do reino e
nossa autigo ministro em Paris. Tve o seu funeral
todo o apparato devido a sua qualidade de membro
da camara hereditary, aos quaes competem as hen-
ras de oifflciaes mures da casa real. Foi sepultado
no cpmiterio. allemSo por ser protestante.
fiuha sido tambera repre.senta.nte de Portugal
na Belgica e HolUnda.
Foi sacramentado, por eitar. perigosamente
doeate o coasclbeiro de estado e minis'ro de estado
huuorario ioaqumi Antonio d'Agu'wr qne foi mi-
nistro de D. Pedro IV. El-rel tem ido visltar o
Hobre eafermo. Vai experimentaado alguns alli-
vios.
Din-so qne o governo convidou o conde
de Gasai Ribeiro a aceitar a embaixada de Paro,
Ja exercera este lugar. As tolhas governamentaes
desmentera o boato qua outras Hzecam correr de
que uia para Paris na qualidade de pleniptten-
ciario de Portugal o raarquez de Penafiel. Tam-
bem se fez correr que o conde de Thomar, nosso
ministro em *>jma, ia para Paris, indo para Roma
o Sr. Juayiim cbomaz Lobo d'Avila, ministro de
estado honorario.
< Espalb'oa-se t a inborn que o Sr. Uendes Leal
sena transforido de Madrid para Paris, Indd nesse
caso o Sr. Lobo d'Avila para Malrid.
a mais verosirail das versoes, parecc me a
primeira que se refere ao conde de Casal Kibeiro.
Foi demiwido pelo actual governo de Hespa-
nha o seu ministro plenipotenciario em Lfiboa 0-
Bernardo Garcia. Ainda nao se sabe ao certo quein
o substjtuie. 0 Sr. Martra, ministro de Hespanha
em Bruxellas, tambem foi exonerado.
0 mini.-tro da marinha (Sr. Corvo) vai ftdir as
corles uma autorisacao para a compra de 4 curve-
tas e 2 canhooeiras dos melhores typos inglezes.
Parece que os constructores ser2o os Srs. Doxford
& Sons, de Glasgow, actualmeute encanegados
de varias coastruc^Sej de navios de guerra para
o governo da Gran-Bretanha.
0 Q'tarda-tubite de sua santidade, que veio a
Lisboa trazer o chapeo cardinallcio para o cardeal
patriarcha de Usboa, ja regressou para Roma.
t Voltou para Hespanha o famosc capitalista
hespanhol, general Gandara, que aqui se demorou
alguns dias, cona a esperanja (dizem) de preparar
o terreno para Ihe ser dada a concessao do caral-
imo de ferro da Beira.
. Chegou tambem a Lisboa o Sr. Soverol, nosso
ministro de Constaatinopla. Parece que a sua vin-
da nao 6 estranha as aspiracoes do Sr. Gandara.
Era Conieixa a Vetha (qnde foi a antiga Co-
rn mbrica dos romanos) tem-se feito imp names
excavaeoes e vao apparecendo vestiglos notaveis de
soberbas edificajSes, taes como atrlos, columaatas,
perystillos, etc. Pessoas poderosas das visinhancas
e arredores querem proseguir era grande escala
n'aqupllas excava^oes qae sob o uonto de vista ar-
cheologico tera innita signtficagao e valor.
Reunio-se ha pouaos dias a junta consultiva
do L'ltramar e foi-lhe apresentado pelo visconde de
Arriaga o reiatorio aeerca da importapte questao
do camlnho de ferro entre Pretoria e Lourenco
Marques. A junta resolveu que se devia consul-
lar primeiramente o visconde de Paiva Manso (Dr
Levy Maria Jordao) ajudante do procuradbr geral
oa corOa e da fazenda junto ao mfnlsferio da ma-
flcanrara a 16
Macao:
Havia socego e era reg-j
. .Nor*aia 8 chegou a M
Sr. vhconde de S. Januan
eraaudiencia solemno no dia- W>de novetrioro,
por S. M. imperial o Mikado. Uma carruagem
imperial condozio-o e a sua comitiva ate o palacio
do Mikado, sitaado n'uina emtnenora que doraina
parte da cidade. Ao apear-se fci reeebido pelo
ministro socretarios ibs negaetoa esWaageirUs e
pelos oBciaes da reparticio 4u**ito*;*depois da
passados as Bnmeiros caraprimaajos, foi S. Exc.
eondnwdo com a sna comitiva ai>ala do tlirouo e
apre>entaA a sua magestade imperial.
Depals ie pronunciadas os discursos do coste-
me e da entrega das credenciaes, foram apresen-
taios a sua magestade imperial es Sr. Mesoier,
secretarid da iegacao, Moraes Car>alho, addido e
E. Loureiro, consul de Portugal em Yokohama e
Yeddo.
0 Sr. visconde e S. lanuario, foi o prlfteiro
eaviato portnguea, qnaA receBWo pelo impertdor
do Japao.
a 0 Mikado poz a disposicao de S. Exc. o Sr.
visconde de S. anaario, para sua residencia era
ieddo, o palacio de Enrio-kan, antigamente Ama-
go-teni, magainca viveada, onde haviam merado
suas altezas o grao duque Alexis da Russia, o o
duque de Genova.
Depots da audiencia foi offerecido a S. Exc.
ura lauto jantar pelo ministerio dos estrangeiros
do Japao, e sna magestade imperial do Mikado,
enviou a S. Exc. um delicado mirao de sfidas.
-o BrsTdha de Yokohama, Sir Harry Parkes,
ministro ingk'z, offereceu a S. Exc. o Sr. visconde,
um magniH'co jantor a que se seguio uma brilhan-
te soiree.
Foi*omeado promotor da justic.i, o Sr. capi-
tao Mauoel de Castro Sampaio.
t Corria am Macao, que o Sr. visconde de S.
Januario, continuava a ser instado pelo governo,
para se demorar am Macao, iaas qae S. Exc. eon
tarelirar-se no proximo inez de inarco, ae poder
ohter ,que seu successor chague aqaella cidade
ale essa epoca.
a A (luzetu de Macao, diz que o capitao Bill-
man, da.barca diiiamarqueza Enlalia, acaba.de
chegar a Shanghae com noticia authentica da ser-
Emto marinha. Pela longitude 223 de Paris, e
tilude 9 N. estond.o o tempo em calmaria obser-
you se de repente um movimento insolito no mar
a disUneia de eerca de qnatro millias da barca.
Em breve do meio das aguas sahio uma mole
eporme.de cor esverdeada qae se conheceu ser
fora de toda a duvida, o costado de algan grande
animal, depois de alguns movimrntos deaordona
dos, surgio mais adiaate deste poato, no meio de
violeoto espadanar das aguas, a cabeca hedionda
do monslro raptil. A grande distanria nao per-
mittia bem reconheccr o feitio do horrlvel mons-
tro e depois de se coaservar alguin. teujpo a tona
d'agua agitando o seu enorme corpo, o animal
sumiose no abvsmo,- deixando grandemepte ma-
ravilhados o capitad e a tripolacao da Eulalia.
Assiguaram um tarraado que haviam oresen-
ciado.
Kis a* Ultimos 4etegraramas aqui recebidos :
I/on Ires, 9. A maioria cooservadora nas
e'eicoes t- actualmente de 60 deputados :
Roma. 9. As Begociacaas com o Vatrcano
que se refcram aa negocio do exequatur receme-
caram por intormedio do beaediotina Forti.
Paris, 9. Sens, candidato bonapartista, foi
eleito deputado por 71,000 vqIqs contra 67,00:)
Hensson, candidato republicano, foi eleito, por
36,000 votos contra 28,000. Os eatholicos de
(watt, Auslria, fiaeraui um meeting eensuraado as
perseguicues prussianas.
Madrid, iy.A Gaaeta publica a demissao de
Asquetino, repressntame da llespanua era Vien-
na ; decreto autorisando a campanula do cabo de
Bilbao para Iuglaterra a transferir aastaiao para
Saotander araquanto dararem as causaa que ira-
pedem as commnnicagoes com Bilbao. Saguado
p Impartial o governo coasentio na troca ae pri-
sioneiras com as carlistas.
Lqndres, 10. Nio ee confirma a demissao
uumediatade Gladstone, mas e inevitavel. Baez,
president da repuUica de S. Douiingos deu a de-
missao.
Madrid, II de tovoreiro, as 11 uoras e 23 mi-
nuius da manlia. Gazeia : 0 mt^udenle geral das
Plulippinas foi aecWado em disopnibilioade, e o
ihesoureiro geral das Philippinas foi deniittido.
Os carlistas concentfam-se em toroo de Estella.
Os carlistas enlraram era Manreza, mas tornaram
a partir em conseqoeacia da clu gada da columna
de 8occao6.
Paris, 10.A assemblea approvou, por 434
vows contra 237, o imposto addicional sobre os
cheques. Faileceu o celebre lusioriadinr francez
Michelet. s>
I
EENAMBUCO.
REVISTA DURIA.
ivis do exercito 1 ; pr*stac5es a
egressos.777 e areligiosss 157Total 4,534.
Terminon o julgamento dos rtos militares do
proceseo da revolta uo conselho de guerra no dia 7
do corr-ante.
Ei? o extrae-'o da seatenea :
0 erime de oonjurapio contra a JatPgridade
do reino, foi jufeado imfrocedente ea todas o
reos.
Odoneo Baltbasar Rlbeiro Vaz. impreceden
te em ndas as acciaa'coes cojstra ejte.
Quanto ao reo barao de Pomarinfao (ajajor K-
menta) foram provados os crimes de conjuiacao a
excitaipio a revolta, sendo por isso condeirmado
em tras ?anos de degpedo, e a dous annos de prir
sao maior cellular.
a Os reds Simplieio Jose da -3i!va e Jos^ dos-
Santos Rodrigoes foram condemncdos em dous an
nos de prisao correccioua.'.
tadas os male r.eos foram absotvidos par aao
haver prova plena de arimiaalidade 0 procasso
foi remeltido logo ao supremo conselho de jastica
c A camara municipal de Lisboa padio autori-
aaeio ao governo para contrahir um mpreimoij
da 250 cootos de. reis para a cansti ueAao de no-;
vot mercados (diieni alguns jarnacs ae honlemj')-JU1'-
ou para receastruocao do* velhea mercades da prav I E
ca da Figuaina e Rioeira Nova.
a Torna-se-uovamente a failar no grande bon-
lavard que, a. seguir da paaaeio pablieo da Lisboa
va ao Campo Grande. Para isto aao bastavaa-as
ac.tuaes leis que temos para-axpropriafoes, pnrque
sao contradictorias. O deputado Pereira de Mi-
randa, ha dias, apresentou do parlaaaento um pro-
jecto especial- para .aspropriafdes cam este design
aado 6m.
_ E' o primeiro passo.
cewa- aqueua quesiao. u sr. Mttty, concessionario
da lir.haecidadSo da republica de Transvaal, de
Jue Pfetoria e a capital, tem-se demorado em Lis
oa por causa d'este negocio.
0 ministro da guerra (St-. Fontea) ja leu em con-
Mlho de rainisiros o reiatorio aeerca dos ados do
eu ministerio, que tenciona apresentar a camara,
easpropostas de lei que p acompanhara.. Passa
como certo $ue vai ser.rcoreaaisado.o corpo d!esta-
do-maior, seado separado do corpo d*engenbeirns
soar commando especial. A aromociio dos offlcjaes
daqaelle corpo sera regulada pela d'arma de in-
faatetja.
' vai crear-se um banco oi Cavilhan.
FaBeceu em Lisboa o general de brigada Po-
iycaxpo Jose de iPaiva (reformado) e antigo com--
?Laa ^ aeiabatef* a, 4. Seatara praca em;
iHit. Era commeadador das ordeas de Aviz, a
de Carlos 111 do Hespanha, e tinfaa as medalbas
das. campapbas da Jiberdaae, algarismo 3, e de
prata de ca'xportamento exemplar.
soc:os do barao do Hges contra o credito Predial
f-urtuguez, fora julgada era ultima instaacia -
-*ss<-nil16u provincial. Comecam
aman'ia as sessoes preparatorias desta corpora<-4o.
Asene fis-al. Por portaria da presiden-
cia da provincia, de N doeorrente, foi exonerado,
a seu pedjdo, Antonio Lias Caldas, de agente fiscal
dos generos agricolas desta provincia na das Ala-
goas, e foi nomeado para o sabstituir Justino Jose
de Souza e Silva.
Arsenal de mar-inn:* For portaria da
presideneia da provincia, de 23 do correate.-foi
nomeado Maaoel Cameiro Maobado Fraire para
servir interinameate o lugar de apoatador do ar-
senal de marinha, em subsuiuido de Manoel Jose
de Almeida Soares, que teve autro destino.
Autarldades policiaes. Por portaria
da presideneia da provineia, de 23 do corrente, fo-
ram nomeados :
2. e 3. supplentes do subdelegado do 2.* distric-
to da freguezia da Cap'unga, Manpel Antonio Fer-
reira Guimaraes e. Christovao Santiago de Oliveira.
2. e 3.* supplentes do delegado do termo do
Tiiumpho, Francisco de Mello Barbosa e Manoel
Goncalves Ferreira Lustosa.
Subdelegado, 2 e 3. supplentes do termo do
Triurapbp, Jose de Souza Martins, Tiburcio Men-
des de MagalhSes e Jose Antonio Similes.
Professor intertno. por portaria da
presideneia da provincia, de 23 do corrente, foi
nomeado Heliodoro Cyrino de Oliveira Ctragem
para reger interinamente a cadeira do instrac.-ao
primaria da povoacad da Angelica.
Jory deUllnda-0 Extn. Sr. couselheiro
presideote da relacao, convocou a 1.' sessao ordi-
naria do jqry de oliuda para o dia de uiargo fu-
turo e desiguou o Exn. Sr. desembargador Do-
minsues Silva para a presidir.
astros terao satellites, quaudo nao fac.am apparecer
outros.
Ensrenliclro. A bordo do paquete inglez
John Elder, da linha do Pacifico, chegou aontem
da Europa o Sr. Victor Faurnie, distincto eage
nbeiro franeez, cotMntado pelo goVerno para in
curabir-se dos mistercs de sua profissao nesta
provincia.
0 Sr. Fournie e Ma perfeito cavalhelro, que tem
uma reputa0o coiiqnistada por seas talentos i
trabalhos.
Discipulo da esocl i de pontes e calcadas de Pa
ris, onde foi contemporaneo doISr. Dr. Gervazio
Rodrigues Campelio, ha na provincia quern possa
aquilatar o valor de nossas palavras referen'.es ao
Sr. Fournie
Reviata.Recebemos o primeiro numero da
Httata da associaffo dos guarda Iwros, instituida
no Rio de Janeiro; a de publicarjlo menial coma-
grada ao movimento interno da associacdo, e a
toda! a: questoes que poaam interenar ao com-
mercio em aeral e eipecialmente ao do Brasil..
installada em abril de 1869, se tardia foi a exc-
cucao do preceilo consignado em sua lei funda-
mental, com respeito a publicajao dessa teviita,
segundo e dito era seu muito bem lavrado artigo
de introduccao, vale ao menos, que veio a lume,
comu se v6, revelando exuberancia de forcas pro-
vadas em cinco annos de mourejar assiduo
Se a sssociacio de igual denoniinacJo e fins
identicos, existente nesta provincia houvesse,
como a de que nos occupaipos consultado cir-
cninstanciadameute a capacidade de seus esforcos
antes de lancar se arealitacio de s.uis intentos, os
mais generosos, alias nao encentraria, como infe-
lizraeute lho aconleceu, a impossibilidade, que a
tolheu, e assim a obrigou a resignar-sa a, nao
vida. mas mera existenaia, que hoje arrasta.
A incluicao dedlscussao de theses no program'
ma social do instituto de guarda livros do Rio de
Janeiro, e a feicao que tomou e e apreciavel na
publica(So do debate tiavido por occasiao de dis-
cutir-se a these : a criie bancaria de 10 de se-
Umbra de t664 foi util ou prejudicial a praqa d
Bio de Jane-.ro t inserta nesse primeiro numero
da recitta citada, e de immenso alcaace lisongeiro
a acquisicao dos conhecimentos especiaes do ele-
vadoassumpto qae o preoccupa, e o que nao e
menos imporlaute e a accessibilidade da tribuna,
que se faciltta pela pratica da oratoria, o que
entre n6s esoasseia a mais por forga de um mo
nospracc, que nao tem explieacao.
A melhor e mais expressiva manilestacao dos
bons desojos que uutrimos pelo crescente engran-
decunento do eu.l-g.i nessa via too dolorosa quao
oriosa, ao menos, da publicacao jornalUtica, aqui
a deixamos doenmentoda nestestermos:Recom
raendamos a honrada eorporagao commercial
desta cidade a leitura ioterressante da Revistu da
anocia':ao dos guarda livros do Ilio de Janeiro.
Arbitrator. Este vapor de linha de Liver-
pool, sahio de Ljsboa para o nosso porto no mes-
mo dia em que sahio o John Elder (11 do corrente)
que bantam chegou.
Missa eautada- Couiinuarao amanlia aa
igreja da Gloria da Boa Vista, as misfas;do San-
tissimo Sacramento, que outr'ora se cantavam nas
quintas feiras em as matrizes da cidade.
1 ma < vpcrieneia Algumas pessoas ma-
uifestara.n-r.os o desejo de apreciarem ain ia uma
vez, a reputaoio da comedja intitulada Uma ex-
perkneia do repertorio da erepcesa que occupa o
thealro Sa-clo Antonio. 0 Sr. Vicente as obse-
quiara, aaiuraimeate, levando a scena essa feste-
jada comedia no espeataeulo de sibbado pro-
ximo.
Para o skI do imnerio Com 7 rece-
bidos em nosso patio levou o Jof.n Elder 285 pas-
passageiros.
Dinbeiro 0 vapor John Elder levou de
nossa praca para a da Bahia 8t4*750
Vapor Cnzeo. Segnudo lelegramma do
Rio de Janeiro, em 2't do corrente, ao meio dia,
chegara aai pmco antes o vapor inglez Cuzco da
compandia do I'aoiilco, procedenle de Calhao pelas
asaalae.
Televrapho submarina- 0 vapor in-
glez Hooper, segundo dizem os jornaes de Lisboa,
ja partio de Liverpool com o cabo, da campanhia
Western and Brasdian Telegraph para sar collo-
cado eotre o Para e S. Tltomaz Esta linha e a
unica que falta para ligar o Brasil e America do
Sul com a Europa, por via dos Estados-Unidos.
O Br. i.iviussfoa. 0 illuslre Dr. David
Livingston, decujo fallecimdnto o telegrapbo nos
deH noticia, nasceu em Blanlyse, proximo de Glas-
gow (Kscocia), em 1817. Comquauto desceodente
de uma illuslre familia de higidanders, (montanbe-
zes da Eseocia, da raea dos celtas, seu pai, obn-
gado para viver, a ter uma pequeua loja de cha,
raandou o ainda muito dovo para as manufacluras
de algodao de lilanty.-e. o seu unico desejo do se
in.-lruir levou-o a frequentar durante o inverno
as escolas de Glasgow, onde fez progressos extre-
niamente rapidos.
.Na idade de perto de 20 annos, revelou-se o seu
gosto pelas viageus, e quiz ir como misskmario
para a Africa on para a China. Estudou medi-
cina, thcologia, recebeu as suascartas de duutor e
partio em 1840 para Porto Natal. Permauaceu ahi
ale 1856 e alravessou muitas vezes o continente
afri :ano e as margens do oceaoo India no e do
oceano Atlantico para adquirir um couheciraenio
perfeito dos costumes e da religiao das popula-
(des^ndigenas.
A sociedade real geographica concedeu-lhe em
1855 a medallia de ouro da Victoria pelos ser-
vicos eminentes-que tinha prestada a sciencia.
Desposou na Africa, uma lilba do reverando Ro-
bert HalTal, (endo-o ella acompanbado constaute-
meate em toda? as suas excursoes ate que morreu
em I8li em Slvinamta
era 186! era Shupenga.
Afastou-se de noso
T'|p-rapho cleetrieo. -A linha telegra-
phici acha-se interrorapida dede hontem,'23 do
c irrente pela manha, entre a villa de Baireiros e
Maceio ; attribue-se as forles trovoadas que es-
tragam as emendas do flo e aos continoados agua-
ceiros que encheodo os. rios difBcoiu a passagem
da turma da conservac^o
Victor Melrelles -Este nome, que resume
a gloria .do avangado progresso d'arie da pintura
em nosso paiz. e o do celebrado pintor que se
acha entre l6s, procedente da cdrte a bordo do
Paraji& antes de hoBtpnt aqui chegajlo.
Victor Meirelles de Lima, o repptodissimo pintor
de Uoemg, aquelle que a immortalisoa na tela
com um fulgor que Jamais Ihe podera dar a es-
traphe do poeta ; vem a oossa provincia ineum-
bide, em boa hara, pelq govarno imperial de estu-
dar na localidade proprja o elevado assompto de
urn arande quadro repfntativo das renhldas
bataluas iogadas nos montes Guararapes, sub o
domlnio hollandez.
Nao eabemos.Do momenta a quern mais occorrar
vor dos autorea'a Ta proeeder-se iTe* iccao je[cB,10S5,Ismttnhu siac-a-os-an uosio entranhado
penhora fefta sobrealgumlsaccSes do Baacb Pre- f^,e *ru rara- 8verio, que de modo
tao soleawe, recompeosa e sobreleva o genio de
lao illuslre artisia, e a patso igual nos aistingae,
cada rei nats importaqte amovineato do
li. a filwal mT *^v^ ""iiu ou, o MitodeLabte. ftf^teauUtows 3 dias coegaram tfadicaes nossas em telas .vaa.dessa vida
60navios ao Tejo, seado IS a vapor. DasJes"eram
9 do Brasil, com uapartames carregarae^ijoa 4e
aMiKflr,
nao faltaro dentro do paiz, nem escaceiam offertas
Pernarabuco a barea Gratidao, os bngues n, x-
aa-a Mtberano e a eeuaa Favorite; do Para ae
barca* A7aazona uLigeira, e obrigae Resift; e
tla Bahia a bare* Jasephina,
Faileceu no dia 7, na sua raagnifiea propria-
CapiAes para a obraddade da* .\nlas, praxiiaa d'Alemquer, efoi senul-
rem veneer ate
verno a pedir, por agora,
HJl{e a auiorisaQSo para
ao Prlamento, nnica-
o caniioho de ferro da
de dinbeiro estrangeiro, o queacia da santa paz*m qua vivemos.
a Foi approvado na camara dos pares, 6em dis-
cussao o projecto de lei relativo ao servigo oonsu-
lar, o que autorisa o govarno a aacretar as verbas
de emolumentoB para os actos comprehendidos nas
altribuiccies consulares quo pratica mostras oinis-
sas.
Foi ja apresontado na ramara eleeliva o pa-
reearjo orcamento de despeza.
Diz-se 'tue entre os act is internacionaai aim!
esle anno devem
^awnalaoda-nos com a perduracao da gloriosas
mar a
vlhosa, a accao do tempo, unica defeza; se ao
iaspirado apostolo da grande aiie, qae vem per
eoirania, algodao a outros genera*. Be: petuarrBafl, maw lo v* oibos aid da posts
tad i lioatemflo oemUerio oriental (Aita de S. Joao) mUm uo,8-ail. o o*&aU de Ri.chueio
ri.daia ae. ac^aes beroicas d'aqualles cujas 'filhos
eomos, eas quaascoastituudo o eepoho acrdado,
nos e bojo ainda quasi que a uoiea riqueza que
poseuimos.
a celebridade coaquislada pelos ouadros de
Victor Meirelles.de Lima, denominados a primeira
n act is mternacionaes que
ser presents as corles, figura
o aotigo banqaeiro d'esta praca e eonsnl dos esta-
aoepomificios oSr. Fnmoiseo Ferrari Junior, Ti-
nha S6 annos. O falleeido era irmaa da Sra. ij-
ewjdefea da Silva Carvaiho o de madana Sehia-
dler.
Algumas caavai n'estes ultimos dias tem in-
terrompido aprecace primavera qua tem substi-
tuido o inveraa. Ate as andorinbas ja chegaram
d'esta vaz muito mais cede. ,
a Preparam sa grandes foMM para a sarnaval
, Os bailes publieos lagorgiiam it gente e oi saloes
1 parlicularos illumioam-se.
. e a p-ii-
sagem it Humaytd, sao d um* fore* de axpres-
sao-tai, revelam lamaoho njgor da concapeao ar-
Ustica, qae so leraos a-esperar da nova composi
caa do gigaate poata do piaoet um .prodigio mais
para>irte um trkimpho mais para o paiz na
rotacjio. rapida com que se dirige ao apogeu de
seu eagraodaciiaento material e moral.
R' a-sjm ; o.aavo anadro de Victor Meirelles,
ao luesm.i. tempo -que Ihe ijon-iuistar mais uma
astrella a pleiade giori/leadora que Ihe aureola a
fronte. erguera .aos vultos veaeraodos que con*er-
teram os mnnls Guararapes em altar de holo-
da IngUterra em 1858
continuou nas suas exploracoes e penetrou no la-,
go Nyassa. Chamado a Londres em 1863, nao
lornou a partir senao em 1865. Espalhara-se o
boato do que eiie tinha sido assassinado era 1867
pelos naiuraes do pajz. Desmentida por elle
proprio esta falsa noticia, aqnunciou ao mesmo
lempo que estava de perfeito saiide. No oiez
de julho de t)<68 achava-se nas margens do
lago Bangweolo, e a*segurava nas suas cartas
que foram publicadas nessa epoca, que as prin-
cipaes fontes do .Nilo achavam-se entre 10 e 12
graos de latitude sul, quasi na pusieao indicada
por Ptolameu.
Em 1869 fez uma grande viagem ao oeste do
lago Taagaayka. 0 Sr. Stanley, foi mandado
procura-lo em 1874, por Gordon Bcaatt, proprie-
tario da Seu: York'Her.ald e publicou, no seu re-
gress.), um dos reiatorios mais mteressantes
a:erca da sna vjagem atravez da Africa e o seu
feliz encontro com o Dr. Livingston.
David L:\iiqgstoB, suecumbio no mez de junho
de 1873, proximo de Berabe, na idade do 54
annos, victiraa de uma desynteria que lbe so-
breveio depois de uma viagem de quatro dias
pela agua. 0 seu corpo foi embal-ainado e co-
berto com uma camada espesea de sal pelos
seus servidores da tribu de Nassick e Uanspar-
tado para Zanzibar, aJim de ser condnaido para
Ingiaierra. Cak*uto-se em mais de 4,ii00 ieguas
a extens^o do caminho percorrido por Livings-
(on, depois qa sua ida para a Africa.
Cabiuete parluguci de leitura.
Por mutivo de serrijo, o expediente do astabelici-
mento uca suspense da 23 do corrente ao 1.* de
raarco proximo.
Familia luipcrial tirusileira. Diz
nosso correspondent de Lisboa o s^guiate : qua
4radutio-do um joreal daParie':
< Dissemoi qua se achava no seu estado inte-
rassante a Sra. o.jiidessa d'Eu, priaceza do Bra-
sil. Sabe-se que a copdajp esta aotualmbnte em
Franca, em compau'iia de seu esposo, filho. pri-
mogenito do duque dej^emours.
Sucfede que a lei brasileira exlge que o her-
deiro do throno nasca. em territorio-brasileiro.
Par outro lado,.os medicos jnfgam qae nma ion-
ga iravessia pelo mar, no estado em qne se acha
a princeea, pta* ser-lhe funesta.
Cre" e. pjruntoprovavcl, que a Sra. condtes--
sa d'Eo, chegada a ocoasHo opportona, se acplne-
ra a casa da lega^ao do Brasil, a qual era conse-
quencia do priheipio de exteirilorialidaie, e con-
si derada como territorio brasileiro.
Pebre amarella.-Pelo conselho de sau-
de pqblica do reino de Portugal foi declarado fa-
feccionado de febre amarella o Porto de Pernam^
buco.
Imperarior rfAIIemanlia.-Lefnos nos
jornaes de Lisboa :
< Os medicos do imperador Guilherme aconse-
Ihnm-lhe nma viagem ao Brasil, enjo ("lima e"jul-
gado as^as beniguo para o melindroso' estado de
saiide diqa$le soberano.
Um jornal de Berlim diz que sua magestaileJ
deseja fazer a viajjem em nm do? paquete* trar*s-
atlanticos e s-ni apparato algnm. E'sahida qne
a imperaior Guilhenne gost.i to viver Iivrc das
importunn;oes cortc.as. Sc a viagem de sua ma-
gostale s" rea!:-:ar, os sabaTtoi do grande e res
litulo de Lini of Xemnert from Liverpool to the
Amazonas (Brasil), o Sr. Alexandre Panto deBri-
to Amorira, subdito portnguez, residente no Ama-
zonas, emprehendeu o estabeleeimento de oma
liaba de navegacio a vavor enlre Liverpool e n
Amazoaa, toeando no Havre,/W|o, Lisboa, Para
e no Amazuoas, em Santareta, Obidos, Serpa e
Manaos.
A nova linha, para a qual o Sr. Brito Amoriiu
ja celebrou contrato com o g.weroo da provmcia
do Amazonas, sera inaoyarada no dia 8 de marc/'
proximo. As earreiras sio bimensaes.
0 Sr. Brito Amorim jaeiu 18G8 eMabelecea nma
companhia fluvial, da qnal o enrnmerrio provin-
cial do Amazonas tem tirado os rorlhores resol-
tados.
Questao reliftiosa no BrasilTrans-
crevemos do Oaervatore Roman-), orgao do go-
verno pontificio, do dia 28 de Janeiro, o segniale :
i Nao obstante os esforcos iniuditos do da
das trevas para romper ossagrados vinculos oa
uniao quo ligam os eslados eatholicos a cadeira
de S. Pedro, estes vinculos continuam indis-'
veis.
a Ultimamente manifest!va se um certo espin-
to de divergencia e animosidad.-, mire alguu-
morcbros do epi-copado brasileiro e o govern"
imperial, mas este, fie! aos seus preeedentes d<-
catholico apostolico romano. procurou immediata-
mente enlender-se com a Santa Se, com o loir*
vel flm de piir termo a too triste eonfiiclo. que tan
la angustia produzia na inelle vasto e florts i
imperio, onde a religiao d Crucificado tri ant -
phou sempre da falsidade e dos erros
a Com efTeim, caminharam com tanta pmori -
cia as negociacoes, que supnomos deliuiuvamet i-
regulado o negocio, maximamcnie depois w
plica^oes francas, leacs e conscienciosas, que r
to personagem ecclesiastico brasileiro, que se <
contra actualmente em Roma, e insuspeit'i pela
sua fidelidade a Santo So, deu em favor da* at-
callentes disposi^iies do governo imperial, r d-
optimo espirito catholico dos brasileiros.
Fazemos votos a Deus para que conliBiurn
sempre inalteraveis as corJeaes relacoes entre *
chele supremo da igreja, e os princioes erinol:-
cos. Da paz, da uniao e da reciprora indcpcu
dencia dos dous poderes, depends a c^-nservacar
da ordem universal. >
1 eiojjraHimas oommereiaeK-
Srs. Knowles & Foster, de Londres, em 9 do tm-
rente as 5 haras da tarde, diz :
0 men-ado de algodao fica firrae aos pt;"-
de 7 1/8 a 10 de Peraambuco, de 7 3/4 a 8 1 da
Parahyba, de 8 3/4 a 9 de Maceio, de 8 l/S a t"
do Maranliao, de 7 3/4 a 9 3/4 do Rio Grande
Node e a 8 1/4 de Geara.
Oaasucar melhora aos precos de 22/ a lo*
branco e de 16/ a 22/ o mascavalo.
0 cafe baixou 2 sheUiogs sobre os preeoe *
108/ a 125, o do Rio, e de 118/ a lit id*
Santos.
0 dos Srs. Pinto Leite & liihitobui aaLaa-
dres, em 11 do corrente as II haras da atartu
diz -
0 algodao ealmo, sustenlando os preeoe >
8 1/2 os de Pernambueo e Ceara, de 8 5/8 a 3'i
o de Mac- io, e de 8 7/8 o do Maranliao.
0 assucar melhorando. Precos : 22,- a 24/ <
Uranco, 2*1/ a 21/6 o louro, e l"./6 a 19/6 o maeca
vado de Pernambueo e Maceio.
A borracha do Para teve pouco m..v.n*nv
aos precos : de 2/7 a 2/7 1/2 a fina, de t.4 a>,*
1/2 a medians, e 1/11 a cabeca de negro.
0 cafe afrouxou. Precos : 105/ a III/ < <
Rio, 103/ a 111/ o da Bahia, e 108/ a tii o A -
Ceara.
0 do Sr. F. Youle, de Londres. em It d-
corrente, diz :
O algodao regular de Pernambueo m si *
3/8, Parahyba 8, Maceio 8 3.4, mais lirwe.
0 assucar mais alguma animaoar.,- 20 9
a Descoato 3 1/2 O/o.
Tome se not*. A France medtcmle dc 2(1
de dezemhro de 1873, recommenda qne aio ?r
limpem as garratas ou frasoos com graos da cacm
bo, como e costume. Este uso e sempre iact*
veniente para a saude. principalmente quando i. ..
enlalado no fun o das garrafas como muitas t-t-
aeontece, algum grio de chumbo. Nests caw >
vin ha que depois se engarrab, apresenta
muito nooi .as a saude. e nao raras vezes da i
tante gravidade. As cascas de ovos esnigailia*.-
sao excel lentes para limpar vidros.
Riqaezas anrlferas. Os diarios tmste-
zes noticiam que nas suas poesesjoes do Natal, n..
Africa, proximas das que pertencaram a Purin
gal, e onde se encontrarara riros jacigos de hn-
Ihantes, descobriram-se recentemente riquezas au-
riferas que promcttera ser rivaes das da Austra-
lia e California.
Ate agora oitocentos trabalhadores, qne sc em
pregam nestes descobrimentos, extrahem o vhip
das areias dos rios, porem, investigam-se o ter-
renos por onde passa m as aguas e qne offereeriu
grandes p*rspectivas aurifera*.
Riqueza espantosa. I'm viajanie a-
glez eserevendo a viagem que ha poucos raez*s ri
zera ao Egypto, diz qua o Pacha ou Kbedsve fb-
mail Pacna) actual representonte da antiqaissut.
familia de Mehemed-Ali, e hoje o homem inai* n-
co do UDiverso, taoto em prapriedades como n
capital enorme, empregado em grande part* en:
caminhos de ferro, uns nnirameute sens e aso
ciado cm outros, em accfies do canal de Soe, r .
fimdos publieos e um sera numero de empraat
0 seu readimento annual regula de rineeaata a
sessenta mil contos Mas as suas despeza* sw
tambem enorraes.
Diz o viajante que Ihe visitara vinte e sew pa-
lacios, todos esplendidamente derorados e pic
parados como se em todos residisse ao nM*nv>
tempo.
0 actual Khedive e illustridissimo e moa- af-
favel no tralo. Foi educado na Europa, Mb er-
rectamente o inglez e o francez e superioleaae m>
seu escri|itorio como se fosse am do* mais I
banqueiros allemaes. Tem cincoenta e oilo;
a tem dado a mais primorosa educacao a seaaa
llios, o mais veiho dos quaes, e qne stva a sr.
successor, tem vinte annos. E o Khedive trit* i
tano da Turquia, mas incomparavelineate mat*
rice da qua o suitio.
Vavio novo.Leraos no Brasil, de Ultra :
a Em Villa de Conde acaba de eahir a agua am
novo brigue, todo ferrado de cobre, e prefaaV) .
repregado de metal amarello e cobre. Recebe.i i
nome de Adtes, sendo seu proprietario a Sr. A*.
quim Lourenco Alws, desta cidade.
Loterla.A one se acha a venda e a tf>- a
beneficiodo re.olhimen!o da villa de tguarawu
qnecorre no dia 28.
Casa de deten^bo.Movimento da rtu
de detencao do dia 23 de fevereiro de 1874
Existiam presos 334, entraram % sahn.. ;
existem 325.
A saber :
Nacionaes 244, mulheres 9, estrangeiri>< Se
oscravos ifc.Total 325.
Alimentodos a custo doe cofres pubikot .-.
Movimento da enfennaria do dia 23 de fev -v.
de 1874.
Teve baixa:
Umbelino Pedro Alexandrine,palpiUcae.
Tiveram alia:
Manoel Joaquim de Siquaira.
Claudino Jose Francisco.
Passazreiros.Sahiram para as por:* dr
norte no vapor brasileiro Parana :
Dr. Jose Antonio Gurgol do Amaral, sna s*b-
ra, 5 escravos e um criaup, D. Senhorinba Ran>w
D. Maria R. de Malbairos,.nma escrava e uma lite
menor, Manoel J. Goncalves Pereira, Dr. J. m\M
da Veiga I'essda e am criado, Joao Ferreira aa
Silva, Vicenzo Comraartelle, Augusta Banna, aa-
se Booaty, Manoel Jose Silva Vianna e Franorf<-<-
Dias dos Sanlos.
Vieram da Europa no vapor inglez Jonn a,
der '.
Castor Casares y Arios, Innocenaio Alvaras. Jsa.
Rcdrigues y Rodriguez, Miiwel Vasqoa Alaa* ?
Victor Pourier.
Sahirara no mesmo vapor para os portot ee
Symphronio Zefirino Casbiro, Lucuno Siatoa-
Rajruiuado Carneira de Souza Madeira, Fraaoa
Campelle. Jacinlha Jose de Andrade, Pissoli A*u
nio Amelio.
CnUabla>a.-Obitu*rio do da *l
do conrnto :
Jaae ftodiigucs dft Figuairedo, aardo, Pernan^
buco, 16 aaoos, soUawa, Boa-Vbta, keepiai Po.:.
ijl; febre amaralla.
Rim a Josa, branoa, Fraaca, 28 aanos, soitairo
Boa.Vata, bospital Pedro II; febre amaralla,
-Viatorino Josa de Medairas, branco, Pertacal
^.auBO.-, Boa Visia, hospital Portugae*; anem
Binacrianca (ignora-se o nomei enoontrada u
patoo d-1 S. ttalro, Santo Antonio.
Abiha, prcta, 21 boras, S. Jose ; hernia '
nal congemta.
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SESSaQ* W5 *4 DE KEVER^W PE 1874.
i'KESIWSdIA' KMSKM. h COWSLBfelRO CAE-
? T ,TW AHTIAOO.
St-tetario Dr. VirgiUo Ooelho.
A* lOaora* da manta, prasentes es Srs. smbargadores Silva Guiunraea, Reis e Silva, Al-
meida Albuquerque, Domingues Silva, Souza Leao
a Fraitas Heuriques, procurador da cocoa, falian-
do com caasa os Srs. deaembargadores Lourenco
rliago o AccioU, e estando tambem preseoies
Sra. desembargadjres Oliveira Macielejuiz de
direilo Camello Pessotj, convidadds para tomar par-
te no jnlgaraento do habeas-corpus de Manoel Joa-
quim do Nasciraento, abriose a lessao.
JULGAMKNTOS.
Habeas corpus.
faciente Manoel Joaquim do Nascimento. Rela
tor o Sr. desembargador Almeida Albuquerque.
Concedeu se ordem pa a o dia 28 do corrente.
Recursos crimes.
Recorrente o juizo de Paulo Affonso, recorrido
Jose Cyriaco de Assi 5. Juizes os Srs. desembar-
gadores Reis e Silva, Almeida Albuqaerque, Sou-
7,1 Leao e Silva Guimaraes.hsprocedente.
Recorrente Theodore Aniceto Pereira da Silva,
racorrido,o juizo de direilo do Recife. Jaizes os
Srs. desembargadoses Almeida Albuquerque, Sil-
va Guimaraes e Domingues Silva.Deu se arovi-
menlo.
Racorrente o juizo do Recife, roeorridos Manool
Pedro de Oliveira e eutro. Juizes oe Srs. desem-
bargadores Souza Leao, Domingues Siira e Al-
meida Albuquerque. Negou-se provimento.
AJjgnavos de peiicao.
Aggravate D. Maria Emilia da Cunba, Juiees
os Srs. desembargadores Reis e Silva, Fra'uas:
Uenriques e Almeida Albuquerque. Negou-se
provimento.
Aggravanle Antonio Joaquim Salgado. Juizes os
ars. desembargadores Almeida Arbuqaerqae,
FraiUs Henrique* a Domingues Silva.Nio*e to'--
mou conhecimento do aggravo por ler sido apre- >
watado fora de tempo.
AppellacSes oivfi-.
De Olinda.Appellante Valentino, por pane de.
seus Qmos Francisco e Elisio, appeilado Silvino
Augusto Nunes de Hello. Conflrmou-se a sen-
tenca.
De Itambe. Appellante Euphrasia de Arruda
Camara, appeilado Manoel do Rego Cavalcanti de
Albunuerque.Roforraou-se a sentenca para se
anutlar a partilha.
Appellagao commercial.
De S. Miguel. Appellante o major Jose Guedes
NQgueira, appellados Epamioondas da Rocba Viei-
ra e outros. Rcformou se a sentenga.
De Cirabres.Appellante Jsaquim Rodrigues da
Silva, appeilado Jose de Goes llello. Desprezaram
os embargos.
Do Recife.Appellantes Henrique Leiden & C,
appellados A-igusto Krus. Desprezaram os em-
bargos.
Do Recife.Appellante Gertrudes Germana dos
Passes, appeilado Manoel Eduviges da Silva.
Desprezaram os embargos.
PASS AG ENS
l>j Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellagoes crimes.
De Cajazeiras.Appellante o juizo, appellados
Jose Mareelino e outro.
De Maria Pereira.-Appellante o juizo, appella
do Joao Telles Correa.
Oe Itambe.Appellante o juizo, appeilado Be-
lisario de Noreaba.
DoSr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Accioli:
Appellapoes civeis.
Da Atalaya.Appellante Antonio Jose Telles,
appeilado Manoel Joaquim Maia.
Appellagao commercial.
Do Recife.Appellantes Oliveira & C, appella-
dos aconrnuliia de seguros terrestre.
Appella<;aj crime.
Da Imperatriz. Appella ite Bernardo Simiao
Alre'a, appellada a justica.
D* Sr. desembargador Djiniugues Sil7a ao Sr.
desembargador Souza Leao ;
Appellacoes crimes
Da Granja.Appellante Jose Ferreira de Arau-
j", appellada a justica.
Do Buique.Appellante o juizo, appeilado Do-
niingos Villela da Silva.
Appellacoes civeis.
Do Recife.Appellants a companhia de trilhos
urbanosde Caxanga, appellados Joao Francisco
da Carvalho e outros.
Oa Escada..Appellante Jose Dias da Silva Ju-
nior, appeilado Joao Felix dos Santos.
Do Bonito.Appellante Vicente Ferreira Padi-
Ilia Calumbi, appeilado Sezinando Sergio dos San-
109.
Do Recife. Appellante Manoel Zeferino de Sal-
;r-, appellados Bartbobmeu & C. ; appellante o
manor Manoel Feliciano, por seu tutor, appeilado
Miguei Jose Barbosa Guimaraes.
Ao Sr. desembargador Freitas Henriques :
De Cirabres. Appellante Jose Ferreira de Mel-
\". appeilado Jose Martins Leitao.
Do Sr. desembargador Sjuza Leio ao Sr. des-
.le>embargador Silva Guimaraes :
Appellacoes crimes.
Appellante Francisco Josd de Lima, por seu cu-
rodiir, appellada a justica ; appellante o Juizo, ap
jieHado Jose Vicente Pirambu ; appellante Zefen-
ai Vieira Machado, appellada a justira.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Appellante Francisco do Roiario Branco, appel-
iada a ju-ti._-;i ; appellante Jose FeUppe Santiago
N-grao, appellada ajustiga.
Assigoou se dia para julgamento dos seguintes
l^ilos :
Appellacoes eommerciaes.
Do Cabo.- Appellante Rocba Leal & G., appel-
iado Manoel JoiC da Silva Oliveira.
Do Recife.Appellante Jolo Paulo Botelho &
C, aj>pellado Sebastiao Olegario Lamenba Lins.
Appella.ao civel.
Do Recife.-Appellante o juizo, appeilado Jos6
Maria Gcnjalves Vitira Guimaraes.
DISTKIUUICOES.
Recursos crimes.
A) Sr. desembargador Silva Guimaraes :
De Maceio Recorrente o juizo, recorrido An-
taaio Pacheco de Je3u.
Aj Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife.Recorrente o juizo, recorrido Aure-
liano Angusto de Souza Cesar.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Do Itecife.Recorrente o juizo, recorrido Luiz
Augusto -flolim Mavignier.
AoSr. desembargador Almeida Albuquerque :
De Bom Conselho. -Recorrente o juizo, recorri-
do Angela .C. Rocha.
A 5 Sr. desembargador Domingues Silva :
He Itambe.-Recorrente o juizo, recorrido Joao
tista de Araujo.
Recurso de fallencia,
A) Sr. desembargador Souza Leao :
Kaaanronto o juizo, recorrido Jose Francisco
I'Micourt.
Denuncia.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Denunciaute Francisco do Paula Genoa, denun-
ciado o Dr. chefe de policia Antonio Francisco
l/T.-va de Araujo.
Appellacao crime.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Da Floresta. Appollante Joao Jose da Silva, ap-
pellada a justica.
Ao Sr. deserahargador Lourenco Santiago :
Da Floresta. Appellante Laurentino Lopes da
viva, appellada a justija.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
DaAssembleaAppellante Joaquina Constanti-
na do;Prado, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De PacaratiiAppellante o juizo.appellado Cos-
snn Jose Ferreira.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
De Pedras de Fogo.Appellante Manoel Vicente
'liveira, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
De Buiqud.Appellante Jqso Felippe Santiago
Negfio, appellada a justica.
Krverrou-se a sessao a 1 hora da tarde.
Relatorio
IM ...titCVAO SA GOUBAWirA ALLlANl,..V BE SE-
UWRQ6 MAR1TIM0S E TERRE8TRES, APREEEN-
T-ADO M 5SSA0 ORDIPiARIA DOS SENHOR^S
ACr.10MSTASEM.il DE V&VF.REIRO DE 1474.
Senhores Aqawnistae 'Vipios hoje dar-vos
onta da aomajgeianm do *. anno social, Undo
mi 31 de Wlfyro ds 18y. .
.*w-nillWIMptt4o *r. U 46 ^lUlBloe de-
^"HfW- *WW apmiSBdo,.p,nio
oMfaaao a tempo toaas as contfts dos uobmb igeu
Tcaiaram
cidade e snas, agejiciai, q^j
outras, duraate oaDno", a.res-
owaJWUjta oe

rexiebenrjo ie, pre
e pag'atwo On'
tornos
rps e
hl:88M
w
A;35UMi
Rs. 805:1 WJB96
ito&stitti&sx
e marcha da mesma companhia tem de vo inforr
quo exa
sentado
dando termo medio 1 IP/IOO /
SEGUROS. WRRBSTRES.
Responsabilidade nesU cidado
e suas agendas 17,620:637*833
que produziram de premios a
importancia de 8S:96olOi6
quo da o medio de 0,19 /
RECE1TA.
Pela conu de lucros deperdas verais que im-
portou em 298:074*943 alem de 7:927*590 por
lucre de apolices, e acc5es, que levamos directa-
mente a conta de fundo de roterva couforme
o demonsti-atrvo annexo.
SIXJSTROS.
Os bavidos durante o anno importamem......
145fH8138, sendo 142:197*881 de riscos marf-
timos e 23:330*252 de -terrcestres, como consta,
do demonstrativo junto.
DIVIDENDO.
E' de 40*000. par acjan, eu 80 /. do capiul
realisado, ficandc jwr dividir 49:90*940 para fa-
zer face aas riscos peadenifla., cujo saldo, quando
liquidados, eutebdemos gue deve ser levado a fun-
dp de reset ra, porque qnanto majs important* el-
Ie for mais copcejto publico raoteoara a nossa U9-
rescenle campanhia.
tRANSHERfi.SGlAti.
Durante o anno (ransfe'riram-se de uns para ou-
trfla possnidoras IVfcapcoes eon opremio it 20 a
60 [..
SSRVir.O Dfi INGfflDiflS.
Tamos o material eornp'leto, porem falia-nos uuu
boa coippanhia de bombeirw, cuja deepeza-para a
costear e muito avultada, nao podeudo ser suppor-
tada por uma so companhia.
Ainda as.-im, temos sempra a oossa estacao
aberla durante dia e noite cemoito homeus a pos-
tos para as primeiras ejoergencias, e sessenta alis-
tados quo so couiparecem quando se tornam ne-
cessanos.
COMPANHIA DE BOMBEIROS
Na ultima assemblea provincial foi votado urn
imposto sobre todasae compantijas de seguros, na-
cionaes, ou estrangelras, a ser entregue a nossa
companhia, para creacio de uma companhia de
bombeiros. Fizemos o respectivo regulameuto, e
o remellemos ap governo da provincia para ap-
pro var e mandar por em execucau, porem ate ho-
je nao o tem sido.
Contra essa lei representaram diversas compa-
nhias estrangelras que acostumadas a so usufrui-
rem os interesses da provincia, nao pajjaudo im-
posto geral ou provincial, entenderam que a as-
semblea da provincia. nao as deveria tributar, que
os impostos so devem ser pagos pel'as companhias
da provincia, e igualmente o servico de incendios
por ellas so, deve ser pago como ate hoje, apezar
das estrangeiras gozarem do benefieio que muito
caro custa a- companhias da provincia. Nao sa
bemos se e motivado per essas representa^oes -quu
a referida lei esta em letra morta.
Porem o que e verdade, e que o mesrao imposto
existe n'outras provincias, onde nos o pagamos por
alii termos ageucias.
AGENCIAS.
Aos agantes desta companhia rendemos nossos
agradecimentos, polos bons servigos, quo nos tem
prestado,
VOLUNTARIOS CONTRA INCENDIOS.
Temos eontinuado a pagar 1:100*000 annual
a essa companhia, que muito bons servicos tem
prestado: nSo duvidaremos augmentar esta an-
nuidade, porque os servicos que nos presta sSo
muito importantes, por quanto os incendiarins a
temem, e os fogos do acaso nao matara as compa-
nhia s.
COMMISSAO FISCAL.
Temos lhe prestado todas as informagOes, e pos-
to a sua disposiySo toda a escripturacao da com-
panhia, e ella vos informara do seu estado.
CONCLUSAO
Srs. accionistas:Durante 42 mezes de existen-
cia desta companhia, que live mos a lionra de esta-
belecer, e cujos destinos nos tendes successiva'-
mente confiado, temos dividido 164 "/. sobre o ca-
pital desembolsado. e temos pago por sinistros...
569:424*574, e feito um fundo de reserva de....
51:317*613 Ccando para o seguinteanno.......
18:263/783.
Em (ao pouco tempo nenbuma companhia che-
gou a tanto.
Ao entregar-vos o mandato Gcamos trauquillos por
termos cumprido com o nosso dever. conJuzindo
es ta companhia para o seu engrandecimento e cre-
dit!, que goza nesta provincia, como em todos os
lugares onde ella sa faz representar.
Companhia Allianca, 11 de fevereiro de 1874.
Jose Pinto da Silva Moreiru.
Domingos Gongahes Ferreira Basto.
Joaquim Dias Madeira.
Balaaco geral eiu SI de de/eiu-
bro de 1893.
4.' anno social.
Activo.
Accionistas 1,900:000*000
Apolices provinciaes 102:00')000
Obrigacoes a receber 103:592*221
Riscos maritimos 12:829*400
Juros de apolices 3:7005000
Predio da companhia 26:526*240
Materiaes da companhia 10:903*127
Agencia em diversas proviocias 60:015*187
Caixa: em 791, ouro7:192*57
Notas do governo e
cobre 1:547*916 8:740*494
Rs. 2,228:316*669
Passivo
Capital
Obrigacoes a pagar
Juros a pagar
Commissao di directoria
Deposito
Fundo de reserva
Premio nao dividido
Imposto do dividendo
2 dividendo
3" dividendo
2.000:000*000
55:026*152
276*661
20:019*303
325*000
51:317*613
19:851*940
1:200*000
300*000
80:000*000
Rs. 2,223:316*669
Companhia Allianca, 31 de dezemhro de 1873.
LUCROS E PER DAS.
4." anno social.
Debito.
A' despezas geraes 11:700*917
A' despezas de agencias 10:343*192
A' commissao da directoria : 8 [,
sobre 250.241*293 20:019*303
A'sinistros: maritimos 122:197*881
terretres 23:550*252 145:748*133
1:211*458
A' materiaes da companhia : 10
i. sobre 12:114*585
A' 3. dividendo : 2,000 accoes a
40*000 80:000*000
A' impostos da dividendo : 1 1|2
[. era 80:000*000 1:200*000
A' fundo de reserva: 10 (. era
80:000*000. 8:000*000
A' premio nao dividido 19:851*940
Rs. 298.074*943
Credito.
Saldo desta conu
De premios do seguros maritimos
De idem de seguros terreetres
.5:937*601
203:172*296
86:963*046
Rs. 598:074*943
Companhia Allianca, 31 de dezembro de 1873.
DEMONSTRATIVO DA CONTA DE FUNftO
DE RESERA.
Quarto.anno social.
Saldo de 1872 35:390*023
Lucro obtido na venda das accoes
de Banco Mercantil e Saciedade
Commereio 1:100*000
idem de apolices jeraes.e provin-
ciaes 6:827*390
De lucros e perdas 10 ?/. em
80:000*000 8:000*000
. ajainriiDeBfe oemidera o au afaio bar
um* 1isigeiro, apezar de golpe que sofffeu o
fando de rascm petos acaateeimantos havilos no
anno de 1872, existindo agora nesU conta a cifra
aniraadora de 5:317#613.e accrescendo mais po-
los premios obtidos 13:851*940. de leguros nao
liquidados e que flcaram indivisos para a conta
do presente anno.
Que, esta commissao avaliou a solidariedada
dos possuidores das accoes desia companhia e da
accordo com a diana direccao tem entendido qua
de alguns, aiada que de poncas acgoes, se torna
necessano a exigencia de garantia, ou de trans-
(erencia a outros com solidez.
Que, alem do demonstratiyo aprasenUdo pela
direccao sobre a conta de lucros e perdas, a com
misiao passa a esclarecer vos da toUlidade dot
premios dos seguros, e das deduccfes feius, mos.
trando aQnal qual o producto e resultado liquido
da naeaa.eompauhia.
ReceiU.De'premibs por seguros
' -marilimos 205:172*296
D ditoe por ditos terrestres 86:965*046
Deduzidos os pfemios nao liquida
dos
its. 31:317*613
Companhia ALianca, 31 de dezembro de 1873.
PARECER DA COMMISSAO FISCAL.
Senhores accionistas :
A commissao fiscal em obediencia ao art. 40 dos
esUtutos da nossa companhia vem declarar-vos,
292:137*342
D?^5i*94(l
^i-fe3*W2
Despeza. Pelas xeraes e. com
agencias 22:044*109
Deste producto Mquido de
Deduz-se a commissao de 8 */
250:241*293
20:019*303.
230:221*990
His aqui o resultado para faxer^faae aps sjpis-
,|rps. e, ao maia que wvima raGanda'. conu de .lu-
cros e.pejdaj pisaando g:000|fl00 para. run3o &*e
reserva ; e Teiiimeute dividinilo W* pur cada
accao.
Que, final mente e quanto Um a commissao -de
manife3tar-vo5,pedindo-sps provacao para as
contas, fechadas em 31 de dezembro preterito, e
conclue fazendo votos pela prosperidada desta!
companhia que untos servicos tem prestado nao
so a nossa prae,a, como a outras onde tem a^Q
cias.
Bahia, II de fevereiro de 1874.
F. F. de Mesquila.
M, J. Bastos.
Sebostiao Lopes da Ccsta.
1MRTIDO (OV.IiRVlDOlt
lltCIFK, 24 DE FEVi-RWllO DE 1874.
MAIS UMA SCU RAZA0 DA PROVINCIA.
Desesperada pela constanle perda da causa qae
mal soubera defender, estacionando suas forjas
no fraco e odiavel terrano da rancorosa opposi-
cao pessoal dingiJa ae illnstre pernambucano,
que pelo modopopqgq lia.djrig^o os negocios pu-
bhcos tem merecido applausbs dos homens sensa
tas de todas as crencas, a Provincia, que se apre-
sentava como orgao do partido liberal, assumindo
o caracter de pelourioho, ha desbaratado as filei-
ras liberaes afugenundo tados aquelles cuja dig-
nidade repelle figuiar em uma cohorte de aven-
tureiros seat lei, sem crenca e sem Deus.
Rarefeitas as fileiras, o grupo dos provincianos
esforca se por fazer corpo que a avune, advogan-
do os ridiculos pleitos dos empregados demittidos
por sua inepcia, por seu relaxamento, etc., etc. ;
e nestc intuilo nao se pesa expor a aprecia^ao pu
blica os mais futeis arrasoado9, os raaiores contra-
sensos. Ora.torce as disposigoes legislativas, ora
saca-as de.entre artigos eutrela.ados pelos seas
contextos,.ora imprime a um artigo subordinado
a outros pela forca da r.ermeneutica logica um
sentido absolute. Nada a embaraea, nada a faz
titabear.
E' a execugao do immoral principio Os fins
sanccionara os meios. Justos raotivos para uma
accusacao seria coutra a actual administracao,
nSo havendo, e urgente a epposicao pela censura
e pela accusacao de qualquer que seja o facto.
E' evidente pelo estudo das disposicoes legi:la-
livas regularmentares e instructivas pelas quaes se
rege a instruccao publica da proyincia Lei n.
369 de 14 de maio de 1835; do regimento de 30
dejnlho de 1859 e instrucfO"es de 11 dejulhode
1859, qae as delibeoncoes relativas as condigSes
para o magisterio publico, uomeacao, demissuo o
vantagens dos professores em gsral se acham es-
tatuidas nos arts. 13 a 33 do capitolo 1 do tltulo
2, pois que nanhuns outros artigos do lei exis-
tent pelos quaes se excluara de taes artigos os
professores ,ae instruccao secundaria ; e porUnto
na apreciacao das condicoes exigidas por lei para
que alguem possa ser professor publico de ins-
truccao secundaria, se devera recorrer aos arts.
13 a 21. E assira se ha sempre procedido em to-
das as epocas desde 1855 em que comecara a ter
vigor a lei 369.
0 art. 25 da supraeitada lei assim se expressa :
0 provimento em qaalqner cadeira, euardj-
das as regras precedentes sera consideraao rifa-
licio depots de cineo annos de effective strvico.
0 art. 10 das instruccdei de tl de julno'deter-
mina que:
c Quando vasar qualquer cadeira publica o
director geral marcara prazo para a exhibicao de
provas, por exaints de habilitacao do pretendente
a cadeira.
Os 1 a 5 do mesmo art. 10 determinam o
modo de se effectual- o concurso.
Portanto csUs disposicdes extensivas a instruc-
cao primaria e secundaria obrigam, o candidato
a qualquer cadeira do magisterio publico a duas
provas a de babiliUcao e a do superioridade em
concurso.
Era que se funda a determinaeao do art. 25 que
so haverd vitaliciedade depots de cinco annos de
exercicio f
Sera uma disposicao viciosa vexatoria e so ap-
plicavel aos piofessores da instruccao primaria,
ainda mesmo depois da creacao da Escola Normal
que cercou seus alumnos -de todas as garantias e
proporcionou-lhes todos os meios de se prepararem
para o magisterio ?
A afflrmacao sera contraria a todos os princi-
pios de equidade e justica que devem presidir os
actos do legisiador, e portanto e inadmis>ivel.
Com semelhante disposicao fora o legisiador ni-
miaraente cauteloso em prover o magisterio pu-
blico de mestres devidaraeute habilitados ; pre-
cavendo nao so que o pretendente ao magisterio
estipendiado pelos cofres publicos tivesse nao so
conhecimentos theoricos da disciplina, como tam-
bem eomprovasse pelo exercicio de cinco annos
que gozava do predicado de transmittir aos disci-
pnios o que theoricaraente sabera, que tinha
dedicagio ao magisterio, desempenhando-o com
proveito dos alumnos.
Sa assim e para os professores de instruccao
primaria; com que p.lausivel fundamento nao deve
ser extensiva, Uo.prudente medida legislativa aos
professores de instruccao secundaria ?
Se nao deve se tomar esta cautella com os pro-
fessores de instruccao secundaria que nao ha ex-
uibido nenbuma prova de sua aptidio pratica
para o magisterio, porque motivo plausivel se de-
vera tomar com aquelles que teem passado por
um curso de aprendisagem de pratica ?
Os provincianos, despresando as relacoes logicas
dos differentes artigos da lei n. 36.1, se agarrara
a uma parle do artigo 150 da mesma lei, para
argumentarem a seu modo eontra o acto presiden-
tial.
0 art. 130 6 coocebido nestes termos :
0 ragedor, censor e maisympregados do gym-
nasfb sera de livre nomeacao do presidente da
provincia. Oslmjares de professores serao vitali-
cios; o regedor tera-o caracter que lhe for dado
no regimento do instituto. >
Pela prei*iac5o logica do art. i50 se ve que o
segundo porioao e uma reilri:e"io do juizo emit-
lido no primeiro, que da ao presidenu da provin-
cia o poder de noolear e demittir em qualquer
tempo de effect'vo exercicio o regedor, o censor,
e os mais empregados do gymnasio. Senao hou-
vesse amelB restricoaodicarlam uratem os pro-
fessores sujejtos a ser demittidos, tives^am o tempo
de magisterio que tiv^ssem.
O legisiador nao usara da Unguagera poeitiva e
absoluta ul qual e a do presente; mais da lin
guagem do futuio que imprime a expressao, o ca-
racter de dependeacia J depende'c.a verificada
pela hBrmeaeutii-a logica pela relaqao de condi-
coes enlw os professores de instruccao primaria e
secundaria, i.-to e, que eiles devem exhibir provas
nao so do conhecjmeiuo da malaria, como tambem
de.aiu aniidio pratica para o ensi to activo.
As#mi1i>, nao so pela hermeneuliea logica,
como pela :gramratical, o art. ISO esta sabjugadV
a diiposModo art. 23 na parle *ua grata- .alle
da wlMMwdade do professor. ,Se o Jegislador
pretendesse aar ao professor de instruccao secun-
daria fffcaracter "VtalrcJiL desde a stta" nomeagao
deliberacao opposta A mftaeoeatieA logica, dexeria
ou- pWWFitilWiMMWjTO**^^
t*a,fMd>fc*Q**i(i: oaoMao usar da
mgaa^Mu absoluta e positiva do, preseute abso-
luto dizeudo : Os lugares de professores sio
TlfaHcios.
.^go e de (oda a evidencia a sem razup da
iBdignagSo da Provincia.
5UBUCAC0ES A PEOIDO.
Anaeahuitnpeitorul de Kemp.
Aacademia mrdica de Berlin teve perfeitamen-
te ratio em seu judicioso julgamento em pronun-
ciar o-succo da balsamiea Anacaluiita Bfexica-
nacomo umespecifieo pasitivo e infallivel para
todas.as irritajSes ou inflamraajSes de garganta
e do* vasos broncbios.
Nao ha nenhum caso de rouquidao, tosse, ca-
tarrho, escoriacao da garganta ou irriUcao dos
bronchios que possa resistir as suas admiraveis
qualidades antt-irriUntes.
Ella restitue a vo quindo perdida ou enfraque-
cida, pelas affeccSes ou sensacoes de aspereza no
palato ; fazceisara ftpedorajao sanguinea e im-
pede a accu(Dttlao4o de mucosidades nos orgaos
da respiracao quepartemdos paimoes.
Ipteirameule dilTerenle na sua composicao de
tooM4s mais peftorses maarufacturados de fruc-
las adstringentes, cascaa, raizes, etc., o mesmo nao
cpniira nenhum acids pntftoo, opio ou outros
qualquer, iogrediestoi veaeaesas.
mx
Wffi:
HHIA DOS .:ORKTOUKS
I'raeado HeeHe, *4 de feverei-
AS 3 HOtCSs DA TARDE.
COTACOa* OFFICIAKS.
Algoao de lvsorteJf.'OOpor 15 kilos, hoje,
Algodao mediano 5*81)0 por 15 kilos, honlem.
'^aiabio sobre Londres a 90 d|v. 26 1|8 d. por
1*080, honlem c'hoje.
Dito sobre djto a 90 div 26 d. por 1^000, do
banco, hoje.
Cambio sobre Hamburgo a 90 d|v. 462 rs. por
R. M., do banco, hoje
Cambio sobre Lisboa e Porto a 90 d|v. 105 0(0
de premio, In jo.
tt. de Vaseonccllos
Presidente.
A. P. de Lemos
Secreurto.
ALFAXDEGA.
tadunsnto do di> I a 23 .
Mam do dia 24
742:6*2*706
27:404j0b6
770:080*772
Descarregara nuj 25 de fevereiro de 1874.
Vapor inglei Neva (esperado) mercadorias,
bagagens e amostras tiara alfandega.
Ifcipor francezHenri IV(esperado) mercadorias
para alfandega.
Barca franceza iiinerva- raoscadorias para al-
fandega.
Brigue portugnez Jtelampagomercalorias para
alfandega e geqerps nacionaes para o
trapio.be da companhia.
Patacho nacional ArabeMarios generos para o
trapiche Cooceirao, para despact'ar.
Palacbo inglez l^ady Mu-y cimento para o
trapiciie Conceicao, para despachar.
Barca ingleza Witck of the 'feigncarvao e coke
ia despachados para o caes do Apollo.
Barca in%loi& MargareUie Wiftei carvao ja des-
pachado para o caes do Apollo.
Barca ingleiaC.im's&roofccarvao ja despacha-
do para o caes do Apollo.
Patacho tygjez Wolf/ille farinba e Uboado ja
despachados para o caes do Apollo.
Patacho ^americanoSenorita fat in ha ja despa-
chada para o caes do Apollo!
Patacho inglez Solario- farinha ja despachada
para o caes do Apollo.
Polaca hespanhola Barcelo xarque.ja despa-
chado para terra.
Brigue inglez-Grac/unhacaltao ja despachado
para o trapiche Con-ceicao..
Iiii|t<>rlactlu.
Brigue portuRiiez Belampago, enlrado do Rio
de Janeiro em 24 do corrente e consignado a Tho-
maz A. Fonceca & Successores, manifestou :
Bonets 2 caixas a Fernande; & Irmao.
"CaTe"200 saccos a Antonio Francisco Corga, 105
a Autonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, 100 a
Souza Bastos & C, 60 a Antonio Annes Jacome,
54 a Lebre A Reis, 51 a Fraga & Rocha, 50 a Join
Jose Rodrigues Mendes, 50 a Joso Francisco Fer-
reira, 50 aos consignatarios, 40 a Jo5o Martins de
Barros k Filhos, 31 a Ricardo Jose Gomes da Luz
& C, 3p a Adolpho Leite do Rego, 30 a Jose Joa-
quim Alves & C, 23 a Ferreira 4 Velloso, 3D a
Jose Francisco Ferreira.
Farinha de mandioca 4,000 saccos aos consigna-
tarios.
Vinagre 10 pipas a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo i C, o e 25 barris de quinto a Souza
Bastos & C.
Barca franceza Aliierve, enlrada do Havre i m
23 do corrente e consignada a E. A. Bur.'e 4 c.,
manifestou :
Agua do val 20 caixas a HarysmenJe & Labihe.
Dita de Vichy 20 caixas aos mesmos. Amostras
15 caixas a Parente Vianna & C.
Balances 2 caixas a Shaw llawkes & C. Bata-
tas 800 igos a Theod. Christiansen, 600 ao3 con-
signatanos, 500 a A. Francisco Corga, 500 a Luiz
Jose da Costa Atnorim 4 C, 300 a Manoel Duarte
Rodrigues, 200 a Lebre 4 Reis, 200 a Magalhaes
& Irraao, 200 a ordem.
Calcado 1 caixa aos consignatarios. Camisas 1
caixa a Mendes, Azevedo 4 C. Camas de ferro 2
caixas a A. D. C. Vianna Cartas de jogar f caixa
a Jo;e de Almeida 4 C. Carluchos e rewolvers 1
caixa a Lehmann Freres. Cimento 100 barricas
aos consignatarios. Cerveja 125 gigos a Theod.
Christiansen, 30 caixas a D. P. Wild 4 C. Cha-
peos 1 caixa a Jose de Almeida & C. Couros 1
caixa a ordem. Crystaes 1 caixa a Bourgard
&C.
Espclhos 4 caixas a Souza, Sa k C, 1 a Joaquim
B. dos Reis.
Facturas impressas 1 caixa a Cramer Frey &
C. Ferragens 7 caixas a ordem, 1 a Bourgard
& C.
Graxa 2 caixas a M. Haliid.iv.
Linha 1 caixa a Mendes, Azevedo 4 C. Livros
1 caixa a De Lailhacar & C.
Manteiga 223 barris e 330 meios a ordem, 140 e
130 aos consignatarios, 40 e 60 a Luiz Jose d3
Costa Amorira 4 C, 30 e 30 a M. Duarte Rodri-
gues, 20 e 30 a Alfredo Prisco Barbosa, 15 e 30 a
Johnston Pater 4 C. Medicamentos a drogas 21
volumes a Bartholomeu <& C, 7 a P. Maurer &
C, 5 a H. de S. Pereira & C, 4 a M. da Silva Fa-
ria 4 C, 2 a M. Alves Barbosa, 1 a Monnard,
Mettler & C. Mercadorias diversas ID caixas a D.
P. Wild & C, 8 a Parente Vianna A C, 7 a Vaz 4
Leal, 6 a Vaz Junior 4 C, 5 a Bastos Oliveira &
C. 2 a A. da Silva Azevedo. Moveis 2 caixas
a Joaquim Lopes Machado, 2 a Theod. Christian-
sen. Ditos e ferragens 8 caixas a Otto Bohres.
Papel 5 caixas a M. C. Ayres, 4 a Magalhaes &
lrmao, 2 a Jose Barbosa de Mello, 2 a Joaquim
Jose de Azevedo, 1 aos consignatarios. Dito de
embrulho 131 fardos a Souza Bastos 4 C, 106 aos
consignatarios. Perfumaria 1 caixa a Jose de Al-
meida. Dita o miudezas 6 caixas a C. de Faria
Tavares 4 C. Diu e perfumaria 3 caixas a Jose
L. Gjncalves Ferreira 4 C, 1 caixa a D. T. Bas-
tos. Pianos 3 caixas a H. Vogeley, 1 a D. T. Bas-
tos, 1 a Lehmann Freres. Porcelana 10 barricas
a Jose A. Pereira, 7 a M. Jose Martins Neves, 1 a
Carvalho Guiuiaraes 4 C, 2 a De Lailhacar & C.
Pregos 2 barris a Vaz 4 Leal, 20 a ordem, 20 a
Vaz Junior.
Saccos vasios 6 fardos a Francisco R. Pinto Gui-
maraes. Sardinhas 19 caixas a ordem.
Tecidos 11 volumes a Keller & C, 6 a Alcofora-
do Vieira & 0., U aos consignatarios, 3 a Linden
Veidman. Telha 5,529 aos consignatarios. Ti-
Jolos 10,745 aos mesmos. finias 5 barris a A.
Caors, 3 a tf.-S. Faria 4C.,1 a M. A. Barbosa.
Vidros 1 caixa a P. Matfriir i& za Pereira & C. Ditos "de crystaes e porcelana 31
volumes a Duarte Campos &C. Vjnho 70 caixas
a-Vnz Junior & C 38 e 6 barns aos consigna-
teJios. '
Patacho inglez \\^/ri^& entrado do New-York
pamesma daue cojpjigtajct.a Forster & C,
manifestou :
Aduelas 1 {sue aos oonaifaaUrios. Agua Flo-
rida 30 caixas a lamina Wtunuraw 4 .
BauhaiOObani.aloaaaatos AC 30 a
Leao, Rocha Mi ,J3 do Amaral, 5 a Pereira da Cunha Irmios. Bom-
Tt^
J!W ff---------:-------------------T
a *a,wiHi^ke,s. Bren 2C0 barri -
a fr^oaJH? do Amaral
latarioi
r barrhas aos
consigna-
: .a
fvo.
apsi
Cha caixas.aos coni
Farinha do trigo
Urios. \m\
Kerozene 2,250 caixas aos consignatarios, 500 a
Pereira da Cunba Irmaps, 230 a A. Francisco Cor-
ga, 280 a Soares do .Amaral, 230 a Souza Bastos
&C..
uachina de eostura I caixa aos consignatarios.
Maizene 100 caixas a Domingos Alves Matheus,
30 a ordem.
Papel de embrulho.500 resmas aos consignaU-
rios. Pinho em obras 115 volumes aos consigna-
tarios.
Rodas de ferro nara carro 8 a companhia Ferro
Carril de Pernambuco.
Taboas de pinho 689 com 25,114 pes aos consig-
natarios.
Tecidos de algodao azul 10 caixas a Ferreira 4
Matheus.
Vapor inglez John Elder, entrado dos portos da
Europa em 24 do corrente e consignado a Wilson
Rowe 4 C, manifestou :
Araoslras 1 volume a Brown, Thomson & C.
Conservas 1 caixa a Jose Pereira de Carvalho.
Brigue inglez Trusty, entrado de Terra Nova
na mesma (fata 0 consignado a Saundors Brothers
4 C, manifestou :
Bacalhao 2,425 barricas aos consignatarios.
Brigue inglez Grecian, entrado de Terra Nova
na mesma data e consignado a Augusio Frederico
de Oliveira, manifestou :
Bacalhao 2,030 barricas aos consignatarios.
JKSPAClJOa DB BXPORTACAO NO DIA 23 DB
' FEVEREIRO DE 1874.
fora os portos do exterior.
No brigue inglez Cironella, para Liverpool,
carregou : M. Lathan & C. 980 saccos com 73,500
kilos de assucar mascavado.
No brigue inglez Ja*e, para 0 Canal, carre-
gou : J. Pater & C. 2,077 saccos com 155,775 kilos
de assucar mascavado.
No lugar inglez Curisande, para 0 Canal,
carregou : Simpson & C 870 saccos com 65,250
kilos de assucar mascavado,
No patacho inglez Little Annie, para 0 Rio
da Prata, carregou : F. P. Pire3 Ramos 550 barri-
pas com 57,902 kilos de assucar mascavado e 700
ditos com 66,400 ditos de dito branco.
Na vapor francez Henry IV, para 0 Rio da
Prata, carregou : A. Layo 500 barricas com
63.903 kilos de assucar branco.
No patacho hespanhol Amalia, para 0 Rio da
Prata, carregou : P. Carneiro & C. 400 barricas
com 46,300 kilos de assucar branco.
No brigue portuguez CdraZ, para Lisboa,
carregou : A. Cordeiro 992 oouros salgados com
11.904 kilos.
No brigue hespanhol Soberano, para Barce-
lona, carregou : P. M. Maurv 369 saccas com
26,952 kilos de algodao.
Para as portos do interior.
Para 0 Rio Grande do Sul, nonav.o naeional
Abilio, carregou : F. R. P. Guimaraes 200 Dar-
ricas com 17,940 kilos de assucar branco ; J. J.
da Rosa 10 ditas com 843 ij2 ditos de dito.
Para 0 Rio Grande do Sul, na barca portu-
gueza Arminda, carregou : F. P. Pires Ramos
660 barricas com 49,500 kilos de assucar branco
,e 60 ditas com 4,500 ditos de dito. mascavado.
Para 0 Para, na barca portugneza Lindn,
carregou : A. M. Souza Machado 678 barricas com
50,596 kilos de assucar branco ; A. Cordeiro 715
ditas com 38,239 ditos de dito.
Para oRio de Janeiro, no paUcho brasileiro
J/an'a Isabel, carregou : Amorim Irmios 4 C. 400
saccos com 60,000 kilos de assucar branco.
Para 0 Rio de Janeiro, no brigue naeional
Prazeres, carregou : Amorim Irraaos & C. 800
saccos com 60000 kilos de assucar branco.
Para 0 Natal, na barcaca Triumpho, carre-
gou : A. Carneiro & C. 4 barricas com 240 kilos
de assucar branco.
/
CAPATAZIA DA ALFAM'KGA
HeadSmentod.-dia 1 23. 14:702*101
dam do dia 24..... 337*251
15:059*332
VOLUMES SAH1DOJ
No Jia 1 a 23.
No dia 24
'nmeira porta
segonda porta .
Ttrceira porta .
juarta porta .
Crapiehe Coueoigir-
SEKVigo MARITIMO
vharengas descarregadas no trapicb*
alfandeca d) dia 1 a 23
No dia 24
\'a\us atracados no trap, da attaadoga
Alvarengas........
to trapiche Conceigao.....
33 092
113
131
49
954
34,339
H
54
RaCEBEDORlA DE REN DAS INTi RNAi GE-
RAES DE PERNAMBUa
leodimento do dia I a 23.
etn do dis 24 ...
40:541*508
3:318*270
43.859*778
CONS'JLADO PHOVi.NCIAi,
(endimeoto do dia 1 a 23.
den do dia 2i
127.843*744
4:338*553
132:182*2j7
Ml
tii
nt
"Navios sahidos no dia 2l.
Rio da Prata Brigue brasileiro Marinho III,
capitio C. Borges de Almeida, carga assucar.
Para PaUcho portuguez Jfaria Jose, capitio
F. S. Franco Junior, carga assucar e outros ge-
neros.
Navio entrado no dia 22.
Rio de Janeiro -27 dias, brigue hespanhol Roman-
tico, de 197 toneladas, capitio Alberto Laguui-
lha, equipagem 11, era lastre ; a Pelro Martyr
Maury.
Navio sahido no mesmo dia
Rio de Janeiro Barca ingleza Talisman, ca-
pitao Blackford, carga parte da que trouxe de
Baltimore.
Navios enlrados no dia 23.
Rio de Janeiro -27 dias, gilera portugueza India,
de 963 tonelados, capitao Francisco R. da Nova,
equipagem 22, em lastro ; a Loyo 4 Filho.
Rio de Janeiro=13 dias. brigue inglez Creterion,
de 238 toneladas, capitao W. Lewis, equipagem
8, em lastro ; a ordem.
Rio de Janeiro16 dias barca ingleza Ilva, de 288
toneladas, capitao David Klark, equipagem II,
em lastro ; a Pereira Carneiro & C.
Rio do Janeiro 20 dias, patacho innlez Sultana,
de 140 toneladas, capitao John Burnores, equi-
pagem 8, em lastro : a Saunders Brothers
&C.
Rio de Janeiro23 dias, polaca rossa Calypso, de
108 toneladas, capitao J. A. Lenscoura, equipa-
gem 10, era lastro a Rabe Schmraatuu & C
Iquique (no Perd) 90 dias, barca allemi Max
Ernest, de 300 toneladas, capitao Hardrot, equi-
pagem 10, carga sahlre ; a Borstelman 4 C.
Veio refrescar e 3egue para Falmouth.
Bahia9 dias, barca franceza Guiltaume Tell, de
395 toneladas, capitao Lecllaiire, equipagem 12,
carga varios generos ; a Harismandy 4 La-
bilie.
Havre53 dias, barca franceza Minerva, de 307
toneladas, capitao Petit, eqoipagem II, carga
varios generos ; a E. A. Burle & C.
Dakar-11 dias, canhoneira franceza Lamothe Pi-
quet, coraraan lante Coulombeaud. Seguio para
0 Rio de Janeiro.
Rio de Janeiroii dias, brigue mgiez Asnan,
4e 294 toneladas, capifao Emilin, equipagem
10, erii lastro ; a Johnston Pater & C.
New Ycrk -42 dias, paUcho inglez Vfolfville, de
244 tonalaaas, capitao Burtling, equipagem 8,
carga farinha de trigo e outros generos ; a
Henry Forster 4 C
iYaufo sahido no mesnto dia.
Portos do norte Vapor naeional Parana, com-
mandante Cypriano A. dos Quadrbs' Junior,
fiarga varios genews.
Navios enlrados no dia 24.
Liverpooi e portos intermedios19 dias, va-
por inglez /4n #^f^de 3.650 toad*.
das, commanda'gacW E. Howim, equi-
pagem itV mm Taj on; f^oeros : .
Wilson Rowe d?t
Buenos -Ay res58 dias, brigue
Usher, de 375 tonela las, capitao'
bwick, equipagem 9, carga
za ; a ordem. Arribuu jawhaver
vorado do mastro de pnBl
Buriin (em Terra- Nuva)30 dias, briguw
inglez Grecian, de 140 toneladas, capitao
Charles Leigh, eguipagem 8, carga Saca-
Ibdo ; a Augusto Frederico de Otireira
AC.
Habor-drace (em Terra-Noa)3J da.
brigue ingtez Trusts, dt 159 toneladas.
capitjo William Kebor, equipage.in t*.
carga bacalhao; a Sauudars Brolbera 4
C. Seguio para a Bahia.
Rio de Janeiro31 dias, brigue portui
ReUimpago, de 343 tope(adas, cat
Recordo A. Castello,equipageio 10,1
varios generos; a Tbomaz de Aqu
Fonceca & C
Rio da Janeiro 24 dias, patacho americano
Adelaide, de 218 toneladas, capitao Ho-
ndo Hall, equipagem S, em lastro
Henry For$ter 4 C.
Rio de Janeiro26 dtas, barca suoca iu-
gusta, de 334 toneladas. capitao P.
Kdwran, equipagem Il,oui lastro; a
ljepry Forster 4 C.
New-tprk39 dias, hiate americauo B. L.
Egeton, de 171 toneladas, eapilao Adams,
equipagem 7, carga varios generos; a
Ta^so lrmao & C.
Navios sahiios no mesmo 4ta.
Portland Lugre inglez HerbtriJ, QUcer,
capitao J. B. Jones, carga aasucar.
Calhio e portos intenne-lios Vapor ingi>z
John Elder, commandaute Howiaon, car-
ga a mesma que trouxe dos portos da
Europa.
EDITAES.
Peranle a camara municipal desta' cidade,
esUra de novo em hasta punlica, nos dias 26 <
correnU e 5 do mez proximo viodouro para ser
arreraaUdo per Urapo de um anno cam abate da
quinta parte, 0 imposto de 60 rs por pe da co-
queiro de producao, exceptuados dez pes para o
uso do proprieUrio, pela quantia de 8011600.
Os pretendentes deverao comperecer com seus
Qadores habilitados na forma da fei.
Pago da camara municipal de Olinda, llde
vereiro de 1874.
Barli da Tacaruna,
Presidente.
Uarcoliuo Dias de Araujo,
Serretario.
Ernesto Machado Freire Poreira da Silva, teaesie-
coronel comraandante do 4.* baUUiao de infan-
fanlaria da guarda naeional e presidente &>
conselho de qualiQcacao da f.vguezia do POcp
da Panella.
Faco saber que no dia I." de mar{o futuro as
reuuira na matriz da freguezia do Pog >, 0 conse-
lho de quabticacao da guarda uacional da me?ma
parochia, de conformidade eon 0 decreto n. 722
de 25 de outubro de I80O, e lei ie 10 de seleni-
tembro de 1873.
Pelo que man lu que seja este > d.tal allixado n >
lugar indicado por lei e publica 1 > p la impreosa.
Quartel de minha residencia 22 de fevereiro dr
1874.___________________________________
De ordem do lllm. Sr. inspector da t esouraru
de fazenla, se decDra que peraute a juau d;
mesma tbesouraria tem da ir era basu pabika
para serein arremaUdos, por quern menos of ere -
cer os concertos do caes da rua da Aurora, na
estensao de 27,5 ra., orcados em 4:6211829 rs.
Os interessadps sao convidados a comparecerem
as 12 horas de dia 25 do corrente, com suas pro-
poses em cartas fechadas devidamente selladas,
podendo desde ja examinarem 0 orgamer.to qae
se acha na secretaria desta thesonria.
SecreUria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de fevereiro do 1874.
O ________Carlos Joao de Souza Corn'a._______
Pela thesouraria provincial faz publico,
que fleam transferidas para 0 dia 26 do corrente
as arrematacoes seguintes :
200 metres de emnedrameno na estrada de
Limoeiro, on.ado era 484*.
Costeio da illurainacao publica da cidade de
Goyanna.
Objectos do corpo de policia.
SecreUria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 16 de fevereiro de 1874.
0 olllcial-maior
Miguel Alfonso Ferreira.
A r-jgara municipal desU cidade, tendo de
contrataf'wf Tnecimento das cadeiras que forem
precisas para 0 processo da qualificacio e eleicdes,
convida pelo presente aos fornecedores deltas a
apresenUrem suas propostas cm carta fechada, no
adi 25 do corrente, pelas 12 horas do dia, no pa.M
de suas sessoes, indlcando logo e menor preco
por que fornecem cada uma diariamente.
Pago da camara municipal d > Ii rife, 18 de fe-
vereiro de 1874.
Theodoro Machado F. PeMra da Silva
Pro preMdente
Augusto G. de Fi zueiredo
OQicial-maur servindo de secretario.
Pela recebedoria de renlas internas geraes
se faz publico qae e no corrente me? de fevereiro
que deve ser paga, livre de multa, a laxa dos a*-
cravos, relativa ao exercicio de 1873 a 1874 ; de-
pois do que se lo-ha com a .nuita de 6 0|0.
RecebeJjria de Pernambuco, 5 de fevereiro de
1874.
0 adminis.rador
Manoel Carneiro de Souza Lactrda.
A camara mnnLipal do Itecife omi.u a
todos 03 seus municipal a apre entarem para ser
expostos no corrente anno, objectos de prodm-
agricolas para aexposicio que pretenle rcilisar a
sociedade Doze de Selembro, segundo a parti \-
pagao d i Exm. presidente da provincia, da 16 do
corrente, com referenda a ordem do governo im-
perial.
A mesma camara espera no palrioti*mo, dedi-
cacAo e zelo de todos 0 bora exito de ul convite.
Pago da caraara munic'pal dj Recife, 18 de fe-
vereiro de 1874
Theodoro Machado F Pereira da Silva
Pro-presidente.
Augusto G. de Figneiredo
Ollkial maior servindo de secretario.
UjURACQES.
SANTA CASA DA MISERICORLIA Lu
RECIFE.
A HI ma. junta admiuisu-ativa da santa casa da
ilisericordia do Recife, manda fazer publico que
a a sal a de suas sessdes, no dia 19 de fevereiro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de uf
a tres annos, as rendas dos predios em segnii.
leclarados.
PATRIMOMO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209^00i)
Becco das Boias.
iobrado n. 18.......UljOtfu
Rua da Cruz
Sobrado 14 (fechado).....1:000*090
RuodoPilar. ..^^.
Casa terree n. 100......1*000
Idem n. 102........t4l#O0..
Rua Velha.
Casa terea u. 44 (fechada). 450*0.iO
Rua d >s Larangcir=s.
Armazem n. '7.....361*000
Os pretendentes dever o apresenUr no acto d.i
arremaUcai* as suas flancas, ou comparecerem
compaahado3 dos respect i vos fiadores, Jeveuiii
pagar alem da renda, o premio da quantia
jue for seguro o predio q"e contiver eslabeleri-
mento commercial, assim como o-aervieo da Um>
peza e pregos dos apparelhn.
SecreUria da sanU casa da misericonfaa do Ra-
tite, 18 de fevereiro do t374.
Q escrivao
Pedro Rodrigues i* Souza,
*

-----------------------1 -----------------


4
Peraambuoo Qiiarta f bin 25 do Fevereiro da 1874.



COMPANHU
Saila Thercza.
. De nraiairmidiirf eon artigos 18 e 21 e g 6*
doa eetatutos, iio convidados os Srs. acciomstas
pan Monirem-se em assembles geral bo dia 26
d* eofreeM, ao meio dia, no primerro andar da
rni) Vifirio a, ^3.
Recife, 18 de fpaereiro de 1874.
0 gerente,
Justino J. de S. Campos.
liaata Caaa da MEaertaardla de
Recife.
A junta administrauza da Santa Casa da Mise
riconiia do Recife, precjsando fazer us concertos
de que Decessita o predio qua possue o patriuio-
nto dos orpbaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus a. IS, contrata com quern se proponha a rea-
lisar ditoe concertos, mediante certa renda e al-
gous annos de prazo para desfructar ; devendo
os que disso se quizerem enearregar, apretentar
sou propoetas em cartas fecbadas, devidamente
selladas, acompanhadas do respective orcamento
oesu secretaria ate o dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
O es _____________Pedro Rodrigu le Souza.
SA?
DO
CASA DA MISERICO.IDIA
RECIFE.
Venda de predios
A Ilima. jnnta adraioistrauva acsta Sai fa Casa,
devidamente aulorisada pela presidencia, n a sale
de saas sessoes, peias 3 floras da tarde do dia 36
do corrente, verne ou permuta por apolices da
drrida publics os neguintes predios, pertenceotc"
ao legado de Joaqni n da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Mauos, metade do so-
brado de 3 andares n. 17, por S:5001 ; beceo do
Abreu, 3* parts do sobrado n. 1. por J:666*666
rua da (iuia, sobrado de dous andares n. 69, por
i:O0OJ ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400*, sobrado de urn andar n. 30, por 2:0O0J,
dito meta-agla por 500|; rua dos Guararapes,
casa terrea o- 65, por 1: 00* ; rua dos Acougui
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, diia n 3, por iOO* ; rua da Soledade, dita
n. 71 por 700* ; becco do Teixeira, dita n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivSo
___________Pedro Rodrigues de Souza_____
Capitauia do porto de Pernam-
buco,
de fevereiro de 18 3 4.
Para sciencia dos naveeantes publica-se o se-
guinte aviso:
MLN1STERIO DA MARINHA.
Aviso aos naveganles.
Pela secretaria de estado dos negocios da mari-
nha se pubiicam as seguintes in'trucfoes, organi
sadas pelo capital de fragata A Tambcrim, a bordo
da canhoneira Araguary, em cumpriraento do
aviso nl635 de 30 de julho de (873.
InstrucfSes para demandar a barra da Victoria,
na provincia do Espirito Santo, avistando-se o
ptiarol de Santa Luzia.
0 pharoi e dioptrico, de 4.* ordem, luz flxa, de
cor natural, visivel a 12 milhas em tempo claro e
acha-se collocado na eneosta do morro de Santa
Lucia; por 20*18'20" de latitude S, e 2-53'
39" de longitude E. do Rio de Janeiro.
Para demandar o porto deverao os navios qne
vierem do largo e do norte. avistando o pharoi pu-
xar para elle, tendo o cuidado de nan o marcar
0* por 6SOa mgnetico, dm de evitar a pedr
denominada baixa grande ou perigosa, qne Curra
a esse rumo com o pharoi na distancia de 1 a
1 1|2 milha S.
Fora desse rumo e a E do meridiano dos Paco-
tes esperarao pratico. -
Osque vierem do sul poderao indifferentemente
passar a E on a 0 dos Pacotes e marcando o pha-
roi a 0 esperanto pratico; tendo sempre o cuida-
do de nao passar desse parallelo para o norte, pa-
- ra evitarem a mesma baixa fande.
Sendo noite clara, distinguindo se facilmente as
Emtas de terra, poderao os que vierem do N e do
rgo, dado o re*guardo conveniente a ponta
do Tubardu, puxar para a da t'ortaleza que lie a
dentro da barra logo ao N do monte Moreno, e
conservando o monte da ?enka aberto do Moreno,
aavegar ate dentro da barra, tendo sempre o
enidado de nao marcar o pharoi por 60' SO mag-
aetieo. em nennn-> iibi*nia
Os que vierem do sul, passados que seja^n os
Pacotes, navegarao parallelamente a costa e a 0
do meridiano dessas ilhas, sem comtudo se afas-
tar muito dello, aGm de evitarem o rochedo Ca-
vallo, que demora por 4'* NE magnetico do pha-
roi, na distancia de 4 a o amarras.
Marcado o pharoi de 41 SO ; S navegarao li-
vremente a meio canal, dando resguardo a Balia,
rochedo descoberto, dentro da barra.
Canhoneira Araguary, 25 de agosto de 1873.
Antonio Joaquim de Mello Tamborim, eapitio dc
fragata. conforme, S. E. Pessoa, director geral.
Esta conforme. 0 secretario da eapitania, De-
do de Aquino Foneeca.
D. Virginia de Birros.
Primeira reprrsenuclo do imporUott drama-
sacro em 4 actos a 7 quadrot original brasileiro :
Sr. AngU't*.
Sr.'iVnanto.
Sr. Flavio.
Sr.'Braga.
St. Ayrosa.
D. Dorothea.
D. Isabel.
Sr. Vicente,
povo, Pescadores,
MILAGRES
DE
it 8. IA APPAREC1D1
Per>on*gens. Actores.
Archaajo Itaytiael D. Virginia.
Satan Sr. Eduardo.
Fernando Corte Real, sob o
nome de Joio Alves
Francisco Diae
Padre Antonio
Loiz Corte-Reel
Felippe Pedreso
Maria
Leonor
Lucio, criado
Anjos, toldados, mulberes
etc. etc,
A accao passa se em S. Paulo o I.*, 3.* e 4.* ac-
tos eem S. Pedro do Sul o 2*.
Epocha-1718
Denonainacao dos if nadros.
!. acto.
1.* A apparigao da Senbora da Conceicao.
! 0 priraeiro milagre.
!. acto.
3.* A visio a sednccao.
4.* O archanjo fulmina satan.
3 acto.
5* A morte de um justo.
4.* acto.
6.* Vox popoli, vox Dei.
7.* A arotheose.
A empreza nao se poupando a esforco;, acaba
de montar esta importante peca oratoria, que tern
3empre sido calorosamente applaudida em todas
is parte] onde tern sido representada.
A peca e ornada de
Hutacdes e vista.
Fogos cambiantes.
' ApparicSes.
E mnsica
do maestro Cleto Lima
Scenario novo
le Mr. Chapetin.
No intuito de melhorar as condic5e do thea-
tro a empre a acaba de fazer importantes melho
ramentos, chamando os camarotes a frente e
deixando amplos corredores para passeio. 0 thea^
tro acha-se tambem todo pintado de novo.
Nestes mel r-oramen 'os e nos preparos do dra
ma, Milagres da Senhora da Apparecida, a era
preza acaba de fazer a despeza de
4:000#000
confiando na prote^ao do publico, de quern es
pera a animacio devida aos sens esforcos.
Desde ja recebem-se encommendas de oilhetes.
Nao se tendo podido, por falta de tempo,
apromptar o concerto do tbeato e o preparo da
pec,a, a empreza resolveu adiar a primeira re-
present rSo para
Uabinete Portuguez de Lei-
tura em Pernambuco.
(Directoria)
fara conhecimento dos Srs. socios, se faz pu-
blico que, por motivo de servico, o expediente de
hoje ale o dia 1.' de marco vindouro se fechara as
8 boras da noite.
Secretaria da direcloria, 23 de fevereiro de
1874.
V. terreira Chaves Junior,
Secretario.
Jose da Silva Araojo, rMira se para Europa
deixa por seus procuradores os Srs. Jose-Fer-
reira Campos e Joao Gonc.alves d? Souza Beirao.
Instituto Medico Pernam-
bucano.
Previne-se aos Srs. socios do Instituto Medico
Pernambucano que hoje, 2-t do corrente, as 7 ho-
ras da noute, a rua do Iroperador n. 3, havera
-sessao, e em todas as quartasfeiras uteis de to-
dos os mezes a mesma h ra, e, se algum desses
dias fcr teriaio ou santificado, a sessao tera lugar
no dia aniecedente.
Recife, 24 de fevereiro do 1871.
0 1.* secretario,
________________Dr. A. Chacon._________
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o foso
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
cellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao eommercio em geral
para deposito de generos, garantindo a tuaior con-
^'jrvacao das merodorias depositadas, servigo
irompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiraraente novos e asphaltadoe, isentos de
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem ntilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptono da com-
panhia pernambucana, que acharao com quern
a-atar.
Santo Antonio
EHPBIEZJl
Sabbado 28 do corrente.
K.ilrea da companhia.
Primeira representa?ao do excellente drama em
4 actos, ornado de musica e macbinismo :
UM NAUFMGIO
WAS
COSTAS D\ BKET4NH4
Denominaedes dos actos.
!.Os Pescadores piratas.
2 0 naufragio da Neptuno
3. 0 combate e o incendio.
4.-Os snbterraneos de Kerongal.
Dfstrlbuicao.
Jacques Cerdie, velho pescador Sr. Thomaz.
Pdro Cerdie, seu irmao sob o
nome de Mauricio
Joao Kernoc, chefe dos piratas
Jorge de Harmental, naufrago
Plick guarda 1'alfandega
Gariou, pescador pirata
Kabiot, dito
Simao, velho marinheiro
Clackson, contramestre inglez
Um pescador
Maria, filha de Cerdie
A tia Derienne, mulher d'um
pescador
Duveke, idem
Pescadores e pescadoras.
A accao passa-se em Kerougal na Bretaoha, no
seculo XVIII.
0 scenario, vesluarios e accesorios sao apropria
dos, sendo a scena do 4. acto, que reprosenta os
subterraneos de K6rougal, ondetem lugar a grande
Explosao da mina
seguida de um compl-3to
Destuoronaniento
pintada a caprkbo pelo babil scenograpbo
\.. Chapelln.
No intervailo do !. ao *. acto, a orchestra exe-
cutara uma brilhante peca intitulada :
A tempestade
composicao do distincto maestro
Sr. Julio.
Sr. Bahia.
Sr. Santos.
Sr. Camara.
Sr. Silva.
Sr. Florindo
Sr. Procopio.
Sr. Menezes.
Sr. Antonio.
D. Manuela.
D. Joanna.
D. 0. Augusta.
sendo tambem jantada, no decurso do acto, pelo
Sr. Silva, a
Cancjio dos piratas
acompanhada de coros, cicripu expressamente
pelo mesmo maestro.
0 drama esta posto em stena com todo o es-
mero.
Terminara o espectaculo com a primeira repre-
sentacao da comeuia em 1 acto
Os dous timidos.
Personagens.
Tiago da Annunciacao Sr. Bahia.
0 Dr. Julio Sr. Vicente.
Anastacio Gil Sr. Emiliano.
Cecilia, filha de Thiago D. Emilia.
Anastacia, criada D. Bernardina.
A scena ( em Bellas.
A's 8 i<2 hora*.
0WANHIA PERNAMBUCASA
ME
Havefa^Ie caatelra a
A1UBS6A, NATAL, MACiO, MOMOM', AlACAr
Tt, CRARA, MAXVAWU E AO*r*ACtf.
0 tapor /paWa,
commaodante Mouira,
seguira^ura os pijr-
tos acina no dia 38
do cerreote, as > 3
horasida tarde.
. be carga at* o dia !5 do.-aorrente. tactm-
neadas ale o dia 27, pas,ageir(\s e-dinheiro a fr-
-.8 ate is 2 boras da urde do dia da sahiA* :
^J a Para o Kio ilrmk 4o Sui
O patacHa Hemlca
eahir brevemeote, recebe aleuma car^a a Trete
a*ratarnn Mrriptnrinde.Balthnr Gflveira A C.
companhia it it i*rr,i; i r t
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Port do sul, "*-
0 vapor
CIVUZ^IRO HO SVI,
Commandante Guilhcrrae War-
diagton.
E' esperado dos portos do norte ate o dia 25 do
corrente e seguira para os do sul depois da de-
mora do costume.
Recebe carga a bordo ate o dia da sabida ao
meio dia.
Para encommendas. na agencia ate as 2 boras,
e valores ate as 3 boras.
Para passagens e intormacoes. no eseriptorio
7RUA DO VKiARIO-7
AVISO
Previne-se que por deliberacto da directoria se-
ra cobrada a primagem de 20 por eento sobre o
frete das encommendas com indemnisacao a car-
ga e degarga das me^mas ; e a de 8 por cento
sobre o frete da carga com indemnisacao da res-
pectiva de^carga, que d'ora era diante serao feitas
porconta da companhia.
Pereira Vianna 4C.
Real companhia de paqneles m
glezes a vapor.
0 vapor
NEVA
3ommandante H Bax.
espera se da Europa ate o dia 27 do corrente, o
qua! depois aa demora do costume, segui ra para
Buenos-Ayres, tocando nos portos da Bahia, Rio
de Janeiro a Montevideo.
0 vapor
Commandante Thwaites.
espera-se dos portos do sul, no dia 28 do corrente,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagens, etc., trata-se na agencia
rua do Commercio n 40.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegaeflo eaateira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Cororipe,
commandante Santos,
seguira para o por-
to aeima no dia 28 do
corrente, as 5 boras
da ta rde.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
aheiro a frete ate as 2 horas da tarde de dia da
3ahida : eseriptorio no Forte do Mattos n. It.
Rio Grande do 8ul
Para o referido porto pretende seguir com mui-
la brevidade a barca porlugueza Arminda, por
ter a maior parte de seu carregamento tratado, e
para o resto que lhe falta, trata-se com os eonsig-
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrio & Filho,
a rna do Commercio n. 5.
0
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com brevidade o brigue nacio-
nal Isabel, por ter dous tercos da carga engaiada.
Para o resto que lhe falta e escravos a frete,
trata-se com o seu consignatario Antonio Lniz de
Oliveira Azevedo. rua do Bom Jesus n. 57.
Ski de Janeiro
Para o referido porto pretende aafnir com poo-
ea demora patacho brasileiro Irabe, por ter a
maior parte de sen carregamento enfajado ; e
para reste ^ue lhe falta e escravos a frete, tra-
u-se com es consignalarioi Joaquim lose Goocal
s SeltEae A Pilho, a rua de Commercio n. 5.
LEILOES.
Leilao
de -i caixas com cna
ditu u 15! meias
llihia.
verde graudo, '> latas de
cairas com ciiarntos da
l.cnlta quinzcnal
0 PAQUETE
THEATRO
PHENIX DRAMATICA
(Aoligi) Gyjnnasio)
.EMPREZA =11PEMANTE
Quinta-feira 26 de fevereiro.
A's 8 1(2 boras da noite.
H4WS1UCCBSS0 '
Grandes reformas 1
Grande rnacbiDisnto I
' Scenario sumpiueso I
Sublima oratoria I
Representada a capricho I
Estrea da actrix
Ao publico
A empreza, no intuito de facilitar as t'amilias
pouco numerosas a frequencia aos seus especta-
culos, resolveu alterar o systema de venda dos
camarotes, a qual sera feita d'ora em diaDte pa-
ta tabella abaixo declarada.
Por este novo systema, uma farailia de duas pes-
soas tera por 7d um camarote, que antigamente
lhe custava iOj, uma familia de tres pessoas pa
gara 81. e assim por diante.
Tabella de precos.
Camarotes de frente (posse) 01OOO
Ditosde lado (idem) ."-jflOO
Entradas para os mesmos (cada pessoa) U0(>0
Cadeiras de primeira classe 3*000
Ditas de segunda dita !v0"0
Geraes UOJO
Os bilhetes estao ja a disposigao do publicono
eseriptorio do theatre._____________________
WISOS MABltTMBt""
Companhia Allian^a Mari-
tima Portuense.
A galera porlugueza Saudade, segnira em pou-
cos dias para o Porto, com escala por Lisboa.
Ja tern contratada grande parte da carga; e
para o resto, trata-se com os consignatarios e
agentes da companhia,
lost da Silva Low & Fiiht
em sen escriptono a rua da Companhia Periam-
bucana
4 RORDEOS
espera-se dos porto9 do sul ate o dia 27 do cor-
rente, e depois da demora do costume, seguira
para Liverpool, via S. Vicente, Lisboa e Bordeos,
para onde recebera passageiros-, encommendas e
carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO
PARA'
0 Georgian;:
E' esperado do Rio de Janeiro por estes dias
a sepue com ponca demora para o Para, tendo ja
parte da carga engajada : trata-se cam Tasso Ir-
tnaos C.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto, com pon-
ca demora, a barca portugueza Social, por ter
porcao da earga engajada ; e para o que lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltiio A Filho, a rua do Commercio n. S.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\'a vegacao eaateira a vapor.
MACEld, ESCALA5, FENEDO E ARACAJTj'.
0 vapor Giouid,
commandante Martins,
seguira para os por-
tos acima no dia 28
do corrente, as 6 ho-
ras da tarde.
Recebe carga ate o dia 26 do corrente, encom-
mendas ate o dia 27, passagens e dinheiro a frete
ate as 2 horas da tarde do dia da sabida *
criptorio no Porte do Mattos n. 12
Quarta-feint 2S do correite
A's 10 1 {2 horas emponto
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e raco de quem peitencer, de 5 caixas
com cba verde graudo, S latas de dito e 152 meias
caixas com charutos da Bahia (novos).
A'S 10 1|2 HORAS DA MANHA
no armazem do Sr. Annes.
LEILAO
DA
taverns do pateo do Terco n. 21
(HOJE
0 agente Martins fara leilao da armacao, gene-
ros e mais pertencas da taverna acima, em um ou
mais lotes a vontade dos compradores, sendo a lo
calidade o melbor qne e possivel.
Principia as II horas do dia.
Leilao
DE
72 kilos de carne, uma balanca com pesos, uma
banca com um mocho e etneoenta pecaa de cor'
da de embira.
Massa fallida de
Julio Pires Ferreira
Hoje
As 10 horas da manha"
0 agente Marlins fara leilao, por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de 72
kilos de carne e mais objectos acima, pertencen-
tes a mas-a fallida de Julio Pires Ferreira, existen
tes no armazem da rna da Praia n. 57, hoje Pe
dro Alfonso.
A's 10 horas do dia.
leilao
DE
8 barris com toucinho novo, desembarcados ulti
mamente
as lO horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronto da al-
fendega.
0 preposto do agente Pestana, fara leilao de 8
barris com toucinho novo, desembarcados ultima-
mente
QUARTA-FEIRA 25 DO CORRENTE.
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
AS' 10 HORAS EM PONTO.
Leilao
DE
sabio, vinho e latas com salame
Hoje
A's lOliS horas.
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
0 agente Dias levara a leilao, por conta e risco
de quem pertencer, cerca de 200 caixas com sa-
bao, 10 barris com vinho e 280 latas com salame
AO CORRER DO MARTELLO.
LEILAO
ao correr do martello
DE
movfcis, loucjas, vidro?, prata, ou
ro, ruiudezas e perfumarias
No armazem da rna do VIprarlo n 11
as 11 horas em panto
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, dos objectos
seguintes:
Uma rica mobilia de jacaranda a Luiz XV, com
tampo de pedra, 1 dita de amarello, entalhada, 1
dita de junco, diversas camas de mogno e ama-
rello, 1 rico apparelho para jantar, ricos toucado-
res do jacaranda, ricos guarda- loucas e guaida-
vestidos, commodas e meias ditas, perfumarias,
abotoaduras de camisas, cassoletas de ouro e onix,
brincos e botdes de punho, de ouro e onix, diver-
sas qoartinbeiras e cabides, consolos de amarello,
mesas redondas de dito, aparadores, 2 mesas elas-
ticas, sendo uma de 6 laboas e outra de 3 ditas,
cadeiras avulsas de amarello, i par de cadeiras
de jacaranda, 1 toilette de jacaranda, diversas ca-
deiras de vime, 1 bom canario, diversos balcoes de
amarello proprios para loja, marquezoes, diversos
objectos que se torna enfadonho menciona-los
QUARTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
as i I h ras da manha
No armazem da rua do Vigario Thenorio n. 11.
AO CORRER DO MARTELLO
so
DE
rooveis, lou;as, vidros, 1 piano de jacaranda, 1
dito de mesa, de mogno, 1 mobiiia de jacaran-
da com tampos de pedra, I dita de amarello,
nas mesmas condirdes, 1 par de espelhos de
moldura dourada, i arteiras, secretaria, estante
para livros, cadeiras avulsas, ditas debalanco,
quadro8, candieiros a gas, jarros, camas fran-
cezas, ditas de ferro, berets, mesas elasticas,
mesas redondas, guarda-roupa de mogno, mar-
quezoes, marquezas, sofas, santuarios.e 1 tear.
Na mesma occasiao serao vendidos 1 par ido de
150 ehapeos de palha do Chile (finos), 1 dito de
feltro linos e enlre-flnos, 100 ehapeos de palha de
arroz para meninos, e Amazonas, para senhoras,
os quaes serao vendidos sem reserva de precos,
para fechar comas.
t^uinta-feira 26 do corrente
5 0 agente Dias, oompetentemente autorisado,
venders em leilao, nestes dias, os objectos acima
relacionades
as 11 horas em ponto.
No primeiro andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 64.
LEILAO
cry
es e
Para
Segue com brevidade para o referido porto a
escnna Georgians, tendo ja parte seu carrega-
mento engajado : para o resto trata-se com Tasso
Irroaos A C, a rua do Amorun n. 37
DE
mcveis, iouqas finbS,
vidros
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
as 11 horas da manha
no sobrado a rna do Bario da Victoria n. 21 trea
ceiro andar, por cima da loja do Sr. F. 6er,m-
no, relojoeiro, oun-'ora rna Nova
A SABER:
Um piano inglez do fabrieante Meyer, 1 mobilil
de amarello contAndo 12 cadeiras de guarniclo, e
sofa, 2 consolos, i mea redonda, 2 cadeiras da
brace, ditas de balanco, 1 diu de faia, imitacao de
jacaranda, eontendo 12 cadeiras de gnarnicio,
sofa, consolos, jardineira, cadeiras de brace, 1 di-
tas de balance, gnarda-vestidos de muile gosto,
guarda-roupa, espreguieadeiras, marquetio, toi-
lettes de jacaranda, cama para easal, guardalou-,
ca, aparadores, cadeiras de amarello para sala de
jantar, lavatorios deterro, mesinhas, mesa elasti-
cs, louca para jantar, diu para almoeo, lanternas,
esearradelru, Jarros para floras, bolas de tMto,
espelhos com moldura* donradas, quadros com
diversas paisagens, tapetes, capachos e outros
muitos artigos e trera de cozmha.
0 agente Pinbo Borges, bastante autorisado, le-
vara a leilao os moveis c mais artigos existentes
no referido -sobrado, p>r ordem de uma familia
que se retirou para f6ra desta provincia.
Leilao
De
38 garrafScs, cada um com 28 libra* de ervilhas
hamburguezas.
Ooinla-fcira 2G da cuiTeiilc
As' II horas em poato.
0 preposto do agente Pestana, fara IrHao por
conta e risco de qjjem pertencer, de 38 garrafoes,
cada um com 28 libras com ervilhas hambur-
guezas.
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
no armazem do Sr. Annes, em frente da alfan-
dega.
____ is 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
uma mobilia de jacaranda,
grande quantidade de tras-
tes avulsos, crystaes, ob-
jectos de ouro e prata,
muitos r rtigos do uso do-
mestico
SEXTA-FE1RA 27 DO CORRENTE
NA
FEUU SEUANVL
10Rua do Iniperador-16
ARMAZEM
pelo agente JMartins.

DE
moveis, louca, vidros e 3 candieiros de gai car-
bonico
Sexta feira 99 do corrente
SENDO:
Uma mobilia de jacaranda a Luiz XV, com pou-
co uso, 1 dita de amarello, I guarda roupa de dito,
1 santuario, 1 machina de costura em perfeito es-
tado, 1 toilette de jacaranda, 1 mesa de amarello,
1 par de aparadores de dito, 1 excellente guarda-
louca, 2 cadeiras de balanco, 2 espelhos grandes
e 1 pequeno, 1 commoda de amarello, 1 bonito re-
logio de cima de mesa, 3 candieiros de gaz car-
bonico, 1 apparelho de jantar e dito de porcelana
para aim' eo, lanternas, tapetes e cutros muitos
objectos que serio vendidos ao correr do martello
pelo agente Martins
No armazem da rua do Imperador n. 48 as II
horas da manha do dia acima.
LEILAO
do syste-
on carros de
DE
locomotoras e carros
ma Thomson,
borracha
\ocliaI5 deahril.
Em virtude de nao se poder dispdr de boas es-
tradas de rodagem nesta provincia, os possuidores
do material acima mencicnado estao resolvidos a
vende-lo todo em leilao ou separadamente, confor-
mese convencionar.
0 emprego deltas macbinas em grande nnmero
de paizes da Europa, Asia, America do Norte,
onde ellas tern suhstituido os antigos systemas de
transportar cargas pesadas, dispensain os seus
possuidores de encarecerem a sua grande ntilida-
de, como meio de transports economico e commo-
do para os engenhos, e toda sorte de propriedade
agri oia ou industrial, que disponha de planicies,
cuja situacao dos respectivos deoositos ou arma-
zens fiquem distantes do lugar de produccao ou de
fabrico.
Estas machinas podem trabalhar como inachi-
nas fixas, para o que tern competentes volantes, e
servir para serrarias, enfardamento de algodao e
fazer mover toda a sorte de apparelhos, etc., etc.
0 materia 1 consta do seguinte :
2 locomotoras de forca nominal de 8 cavallos
cada uma, com caldeiras verticaes e fornalhas
qnadradas e oval, podendo queimar carvao ou le-
nha, com fumigadores e cinzeiros, dispostos de
sorte qoe se previne qoalquer accidente de incen-
dio. Estas machinas possuem todas as pecas in-
dispensaveis de sobresalentes, e sao completas a
todas os respeitos, estao novas e em perfeito esta-
do de conser^acao, visto como, apenas trabalba-
ram o tempo necessario para se demonstrar pra-
ticamente as suas vantagens.
6 carros solidamente construidos, suspenses em
excellentes molas, sendo dous com portas late-
raes, dous com ditas na parte posterior e dous ra-
sos, proprios para transporte de caldeiras, moen-
das, etc.
0 leilao sera effectuado pelo agente Pinto, a rua
d'Aurora n. 91, estacao das ditas machinas, e pe
las 11 horas boras do dia l'i de abril.
Da-se todos os esclarecimentos a rua do Bom
Jesus n. 8, primeiro andar.
avisos DVERSOS
Manoel Luiz dos Santos, membro da flrma
commercial de Santos A Sobrinho, declara quo
retira-se para fora da provincia a tratar de nego
cios tendentes ao seu commercio, e deixa como seus
procuradores os Sre. Manoel Jose de Miranda e
Joao da Silva Ferreira.
Atten^ao.
Precisa-se com urgencia de uma ama de
leito, quo MM ssdia, e que tenha bom e
abundaute leite, para tomar conta de uma
crian$a de dias, dando-se preferencia & mu-
lher do matto : quem, pois, estiver nestas
circumstancias apjiarpca no 3.* andar dest/|
typographia para tratar.
A senhora que annunciou para trabalhar em
cosluras, tanto a mao como em machina dirija-se, a
Capunga, rua da Ventura n. 25, que achara com
quem tratar.
Grande liquidacao de
ehapeos de todas as qualida-
des, a rua Direita, outr'ora
Marcilio Dias, n. 61
Affonso Jose de Oliveira professor jubi-
lado da cadeira de gapgraphia e historia
do ex-Lyceo desta cidade, autorisado
Eela directoria geral da instruccio pu-
lica, tern aberte uma anla particular de
latim, na rua do Dnque de Caxias n. 61,
1.* andar, onde esUra a disposicio d'a-
quelles, que de seu prestimo se quize-
rem utilisar.
Bom negocio.
Vende-se dnas casas de taipa, novas, com 50
palmos de terreno para mais duas casas, por pre-
co commodo : a tratar no becco da Boia n. 14, ou
na prenca de algodao n. 1. As casas sao perto da
estacao da Casa Amarella no Arraial, e tambem
se alugam se nao forem vendidas.
CASA 94 MWk.
AOS 4:000*000.
BILRETES CARANTIDOS.
1' nut Primeiro dt Marco (outr'ora rum 4*
Crespo) n. 83 r casas do costume.
0 abaixo assign:.do teudo vend ido nos sens le-
tses bilhetes. um meio n. 3352 com 700/000,
um meio n. 678 com iOOx, um meio n. 3579 com
lOOi, e outras sortes de VOI e 20/ da loteria qne
se acabou de extrahir (88-), eonvida aos possui-
dores a virsm receberna conformidade do eesto-
me sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garanudos
ta 9* parte das loterias a beneficio do reco-
Inimnnto da vilu de I?uarassti (89*), que e x-
trabira no sabbado 28 do corrente.
PKKCOS
Biiheto inleiro 4*000
Meio bilhete 2*000
tM PCRglO DK 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
___ _____Manoel Mat tins Fiute.______
Bm casa de Braga Son dr. C. a rua do Com-
mercio n. 44, tem para vender :
Cognac em caixas.
Cerveja em garrafas.
Tinta preparada ou oleo em latas.
Saccos vasios.
Cntelerias _____________
Armagao.
Vende-se uma armacao iovernisada : a rna do
Queimado n. 90.
0 abaixo assignado faz sciente ao respeiU-
vel pnblico e com especialidade ao curpo do com-
mercio, que tem justo e contralado com o Sr.
Joaquim Jose Gomes a eompra do seu depesitc e
taverna sito a rua estreita do Rosario n. 19, livre
e desembaracada de qnalquer onus qne possa
apparecer ; e se alguem se julgar com direito a
mesma, pode apresentar suas conta* ate o dia 28
do corrente mez, na rua larga do Hosario n. 'O.
Recife, 21 de fevereiro de 1874.
Domincos Jorge de Oliveira.
No collegin
iado.
da Conceive precisa-se de uru
Tem se para alugar uma ecrava boa ssi-
gommadeira, cozioheira e costureira : na rua 6>
Hortas n. 86, sobrado.
Associacao Porlugueza BenefifHjnte dos Em-
pregadns no Commercio e Industria era
Pernambuco.
Pelo preseute >ao convidados todos os so. -
desta associacao para que se dignem ass.-l.
missa que no dia 26 do corrente mez, pelas 7 horas
da manha. tem de se mandar rear na igreja de
S. Francisco, pur anna do consocio Antonio Pint**
da Silva Molla, failecido na cidade de Mossor6.,
Recife, 23 de fevereiro de 1874.
Alipiw Augn>to Ferreira.
__ __________1 secretario.
Alugamse as casas ns. 77 e 79 da roaoe >
Joao, e o 3 andar com sotao do sobrado a 3 da
rua da Pen ha : a tratar na rua Duque de Caxias
n. 44._________________________________
an-lares do sobrado e
na rua do Ho-pieio no-
Alagam-se o r e 3*
47 da rua da imperatriz :
mero 33.
Quem precisar de uma ama para engomm.r
dirija-se a rua da ftnia n. 30.__________^_^_
Aos senhores de engenho e
outros proprietarios
que pretendercm contratar cdiflc.icoes de predios.
asas de campo, ou chalets, demarcacdes de ter-
as, nivellament;, assentamento de macbinas a
vapor, plantas ou outros quaesquer tr.balhos ne*-
te genero, queiram dirigir-se pessoalmente so por
escripto a A. Coutinho, a rua do Crespo n. II, 1.*
andar, eseriptorio.
Aluga-se o 2.* e 3." andare do sobrado 1. 47
da rna da Imperatriz na rua do Hospick) n. 33.
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
o. 20, accara sobre o Banco Commercial
le Vianna e suas agencies em todas as w-
lades e villas de Portugal, a vista e a praio
por todos os paquetus.
Ao commercio.
Os abaixo assign ados fazem sciente ao pub.v>
e cspecialmente ao respeitavel corpo do conuneT-
cio, que desde 31 de Janeiro, proximo pasaado.
comprarara ao Sr. Manoel dos Santos Faleio a
taverna sita ao pateo do Paraizo n. 30, livre
desembaracada Je qnal]i:er unus ; quem se jul-
gar credor apnweMe mas mbu no prazo de t'f*
dias a contar desle.
Antonio Joaqnim de Sa
Manoel Pinto Alexandre
Alnga so o l andar n.
Iio Dias, antiga rua Direita :
andar.
12 na rua de Mar.
a tratar no segundr
Deseja-se saber onde mora nesta praea uu
filho de Thomaz Baptista Barbosa, negociante qne
foi em I86l a 62, nas Porteiras (Ceara) para seu
interesse : na rua do Marquez de Olinda n. 37,
1 andar, ate 9 horas do dia.
Moura A Martins precisara fallar ao Sr. An-
tonio de Carvalho, actualmente empregado no ar-
senal dc guerra, a negocio de seu interesse.
Perdeu se do pateo do Terco a matriz de i
Jose, um par de orilos com armacao de ouro e
vidros quebrados : quem os tiver achado pode
restitui-Ios a rna Augusta, casa n. 250, que sera
recompensado.
0 abaixo as-ignado declara que comprou an
Sr. Jose da Silva Ribeiro a taverna sita a ma de
Santo Antonio, em Agua-Fria, livre e desembara-
Cada de qnalquer debito ; mas se alguem se jvl-
gar com direito a eiia, apreseote se no prazo d
tres dias, a contar desta data, finda a qual nao se
responsabilisa por debito algum.
Recife, 23 de fevereiro de 1874.
Manoel Gomes Martins.
Precisa se de nm rennador: na retlnacae da
villa do Cabo.
Aluga-se uma casa com 3 quartos e nm pe-
queno sitin, na rua da Casa Forte: a tratar na rua
da Ponto-Velha n. 84.__________________
Chapas e argolas ameri-
canas
0 fabricante desta!, tem a honra de particip.
ao respeitavel publico que, tendo de retirar-*'
para a corte hrevemente, so pode receber encom-
mendas ate o dia 7 de marco ; portanto roga aes
senhores que quizerem munir-se de ditos objectos,
mandarem as suas encommendas com anteceden
'cia ao hotel E-iaminet, a rua do Imperador n. 32,
das^9 horas ao meio dia. _____________
Uma" pessoa propoe-se a ensinar primeira'
lettras e desenho era algnm engenho : quem pr-
cisar, dirija-se a rua do Aragao n. I, sobrado.
Luso Brasileira
Conselhn Hscal.
De ordem do Illm. Sr. presidente sao convlat -
dos os senhores membros do conselho para a se*
sao que deve ter lugar a 27 do corrente, as 6 1|2
horas da Urde.
Secretaria da sociedade beneucenle Luso Bra-
sileira, 24 de fevereiro de 1874.
0 secretario supplente
J aLdeAndrade.
Ao commercio
0 abaixo assignado declara ae respeitavel poMi-
co e cspecialmente ao corpo do commercio, qoe
tendo comprado a loja de cabelleireiro, a rna da
Imperatriz n. 45, pertencente ao Sr. Joio Francis-
co Pereira, livre e desembaracada de quaesquer
onus; previne a todos qne se jolgarem credor**.
do mesmo, de apresentarem sens tttulos dentro do
prazo de tres dias, finds os quaes perderio sen*
direitos e nao se atteodera a irclamacao algnma.
Recife, 2i de fevereiro de 1874.
Na rua de Santa Tbereza n. 60 se dira quem
wnde 60 palmos de terreno. em Betem.
ALUGA-SE
uma casa na Caponga, ma das ititiiiiajmi inn.
com coxeira e quartos fora : a tratar aa na do
Vigario Tenorio n. 31. ________
' Precisa se alugar uma ama para casa dc
ponca familia : na rua do Imperador a. 31
/


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Diario >
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.<*.

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_____________DO BOWMAN
RUA 00 BRDM 1. 52
(Passando o chafariz)
PEDES4 \OS janborea de ngenho e ootros agncnl'oifa, .eeroprfcad fp* -if w
ttttuaino o tavoi de uui \ijiu a sea estab*lecioiPDt.<, pira \r#ai o u>;\ tonuuttiu
(Oapleta qoe ahi tem; ae,ndo tado superior em qailidade e fortidio; o qne com a io
MO^fo peeeoal pode-se vwiOcaf.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
Virir\v-o MAilnM JiAnin. dos mais moiernos internal e em l>
vapores a rottas d'agaa ^oboe coovenieotea p* & **
afrcrimstanciaa doa lenhorei proprietarioi e para deacarocar algodio.
Hoendas de canna J^SK "u,n,nl>0,, a,,nelD0^e, qoa ^
Rodas dentadas p"-m,'*o6*pot-
Taizas de ferro fandido, batido e de oobre.
Alambiques e fimdos de alambiques.
Machinismos
ttombas
para mandioca e algodio,]
e para terrar madeira.
Podendo'todoa
(ser motidos a mio
por agoa, vapor,
oa animaeV
Todas as machinas pe*"de qM w c08loma preciMr'
Fas qualquer concerto de *"****a pre iFomiaS dfl fflrTO tMB BftU>orM 6 miil b,MU* *ietentaa no aner-
KnAnmman/lao Incambe-se de maodar vir qualquer macbioismo i von-
auuuiumouutta, u oa comprai por intermedio de pesaoa eoteodida. e qoe em qaaiqaer oeceaaidade pdde
bat preetar aaxilio.
irados americanos fr"*"101 ,rico1"
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
4* ma do Baro do Triumpho (rna do Brnm) ns. 100 a (04
CARDOSO RECEBER AM de Inglaterra complete) sortimento de ferrageas e machinas para i>
feohoa, as mais modernas e melhorobra qaetem vindo eo mercido.
VaporeS de force de A, 6, 8 e 10 cavallos.
UaiCieiraS de sobresalente para vapores.
9l06IluaS inteiraS e meias moendas, obra comoaunca aqui veio:
TaixaS fundidas e batidas, dos raelhores fabricates.
KOOaS d aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
ReloglOSeapitoS paratapores.
BombaS de ferro, derepucho.
AradOS de diversas qoalidades.
Formas para aSSUCar grandea e pequenas.
OoOCertOS CODCert*m com promptidio qualquer obra ou machhsa, para o qoe tees*
soa fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
KnCOnmiCndaS niana*am *"" Pr encommenda da Earopa, qualquer macbioismo,
para o qne se correspondem com oma respeitavel casa de Londrei
t oom ora dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar asseDtar
tas machines,, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumph (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICiO DE CARDOSO d IRMAO.
LINHAS
m
HF.TP.OZFnr.-VI.CO
l>.\0
DE
TODAS
As
CORES
A&ULSAS
taiessflri $
PAR*
PARTE
DA
lachim
Com as falsiflcac,des qoe torn apparecido
DAS MACHINAS PARA COSTDBA
DE
SINGER
Porque?
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o
ma-
Nenhuma
chinaSinger elegi-
tima se nao levar
g esta marca fixa no
braco da machina.

A di
Paraevitarfalsi- 5*
fi canoes notem-se
bem todos os deta-
lhes da marca.
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mneiro e a prazo
contento das Exmas. familias
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DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
KUl
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rttfHC/4/
IMPERATRIZ
N. 82
1.' ANDAR.
RUA
D.V
IMPERATRIZ
N.*ttJ
l. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
dicQoes possiveis de bem senrir ao publico desta illustre capital, e a*s Eimas. Sr8S. n'a-
quillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscomo para senhoras, tupete, chignon,
toques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
roulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeiffio no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento eomo fora vende-se cabellos em
i>or$io e a retalho e todos os utensilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
I CHAPEOS DA ULTIMA MODA
Chegaram lindos e bem enfeitados chapeos do mais apurado gosto, para senhora : i
loja das oolumnas, de Antonio Correia de Vasconcellos, & rua Primeiro de Mar-
50 n. 13.
J
I INI MM Ml
MACHINAS DE SINGER
Sao maisjbaratas.
Sio de doos pospontos.
Sao simples.
Sao rapida?.
SRo duradouras.
MACHINAS DE SINGER
SSo de dous pospontos.
Abainham.
Franzem
Pregam tranc,as.
Marcam pregas.
Bordam de linha de stda.
Alcolchoam.
Pregam cordocs.
UNIGA AGENLIA
EM
nmwm
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERAD0R 45
40 Boa do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afsmados autores,
oomo sSo : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
s8o: cepos, folha para os mesmos, eravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA DO IMPERADOR 49
HER]

Na rna do Bario da Viciori.
allar ao 8r. vigario Andr* Cure:;
eira, t negocio de seu intere-?e.
d. 30 precisa-s.
o de Araujo P

Apreciem
E. A. DELOUCHE.
49Rua do Marqnez de Ollnda49
Acaba de receber did grande sortimento de re
logios nmericanos para parede e mesa, dc corda
de 24 horaa e de corda de 8 dias, com despertadoi
dos melhores gostos e qualidade.
Relogios de ouro patenle inglez verdadeiros, des-
coberto com ponteiro grande no meio, dos maij
modernos e do melhor fabricante de L< ndres.
Grande sortimento de relogios de prata, prata
donrada, cobertos e descobertos. Ditos de prala
foliada (plaque ), orisomal e patente, de todo
prflfo.
Cadeias de plaque e de onro.
Lunetos e oculos de todas as qualidades.
Verdadeiros vidros de chnstaf da Rccha, para
vista can-ada.
Vende-se tudo por preco mais baralc qne em
outra qualquer parte.
eomo se vende Lara! s
So o n. 20
RUA DO GRE8P0
LOJA DAS 3 PORTAS
DE
GuUherme & 0
CA88A-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa-
dr5es, e que se vende pelo diminuto prejo de 200
rs. o covado 1 I 1
METIM
Metim tran^ado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado I I
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina. boni-
tos padrSes, pelo diminulo pr&po de 320 rs. o co-
vado III
LA5 ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padroes, que se vende a 240 rs. o covado I! I
CRETONE
Cretone claros e escuros, bonitos padroes, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado Ml
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de todas as qualida-
des, pelos dirainutos precos de 400 rs. o covado,
6 pechiucha 11 !
Cortes de casemira di cores, a 5C0O.
Colchas estampadas e com barra a 32500 e
4*000.
Cobertas de ebita adamascada a 3/500.
Lenvoes de bramante a 2/000.
Dit> Toalbas alcochoadas, duzia, a 5/800
Lencos de cassa com barra a 1/000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados a 2/000 a duzia.
Ditos de esguiao abanbados, em caixinhas mo-
dernas, duzia, a 3/500.
Cambria transparente fina a 3/000 a pe;a.
Chales de todas as qualidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 1 600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2/500 e 2/800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 5/000 a peca.
Dito domestico a 3/000 a pe^-a.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado II!
Madapoldes Irancezet de todas as qualidades de
3/ a 8/500 a peca.
Cbapees de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8/500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho puro, a 44/000 a duzia ; e pechincba, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto preco
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dao-se amos
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
Lola das tres portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQUINA
Escrava fugida
Ausenlou-se da caaa de seu senh r, no d(.a 26
do corrente a escrava Felicia com os signaes se
gnintes : cor parda clara, cabellos cumprido*. ate
os hombros, rosto redondo, falta do um dente
quasi na frente, corpo reforfado, maca do rosto
baslante saliente, foi acompanhada por um ho-
mem. praja de cavallaria do some Vasconcellos,
foram vistos no dia 27 do crrente, em Santo An
tao : quem a levar *a CamMa do Carmo n. 3,
sera gratificado generosamente.
NOVAS PUBL1CAQQES MUSiCHES.
A. J. iH/nnlo H,m\ovau If.
acharo-M <
Wer-
Alber-
29000
law
19000
Acabam de publicar-sc, e
venda as scguiirlbs musicas :
PIANO SO".
Danse espanhola, pr>r Ascher
Arabella, mazcrka, |>r G.
theimer
Valsa do FxOETo, por f.rnjzes
SONHO Dt UMA VIRGEM, por
Uzzi
Anna la Prik, cavatina 19000
AoCi.air he i.a Line, por Bussmeyer 19500
ESTRELLA "0 NORTE p |R b nh 1|0M
SaudacAo ao Rah ia (
Cricket, por Scixas, offerecida aos
chrickcts club pernambucano c
bahiano 19000
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz 29000
Non m'amava, romance por Guercia 19000
Tambem recebeu da Europa grande sor
menide musica pnra piano, piano e
antoudos, mcthodos, etc. tie.
,TJiJ
Os Srs Jovino Fernandes da Criu c Joaqoim Cfc
mente de Lrmos Duarle, sao chamados a raa 4->
Coronei Soassona n. 282, a Begad* de pai l,- ;..
interesse.
hi
selecta e ^e umbigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros
e sapoteiro? de 11 palmos (em \a-os) e de mik.
os tamanhos e preros mai~ commodi's que Man-
tes ; astim como as w>goJa4oa outras plantas d
fructa e de ornalo :
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condrca.
Oaracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ceo.
E outras plauias
ura n. 20.
Bl
laranja cravo.
Dita de doce do Para
11:ia bnnca.
Dita tangfrioa.
Lima da Persia.
I>ita do umbigo.
I.imao f.-aorez.
Oil' dm-e, onxertau
Oilicoro.
I'almeira irrneria!.
Painffw.
linheira?.
Romeira"
Huzeiras.
Itozeda.
Claia.
'.apuoga a roa da
louc*,
tudr,
Agenda do leiloes
0 abaixo assignado declara ao re^peitave! pa-
blico. qae, tendo aberto o seu escriptorio de
agenda de leiloes a rua do Marqu ;z de Olinda n
64, 1 aadar, continua a receber moveis, lou?
fazendas, obras de onro e prata, predios a
Suantos objeck s se Ihe remetta pira serem ven
idos, em leilao pnblieo m aarOeatar, a vontade
de sens comnitentei: c eaaao qner qae o sea
novo estabeleciment) ?e ache o melhor nossivrt
localisado, aleni de qaa oflerece as melhores
proporcoes para a boa i-onservarao dos > bjecto-
quo tenha de receber; o abaixo assignado com-
prometle-sc nao so a empregar toda a actividade.
zelo e pontualilade no cumprimento de sens de-
vcres, como mesmo sens pagamentos serlo feiot-
com a costumada promptidao, ^ue Ihe e eonh*-
cida.
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
______Raymundn Remigio de Mello Junior.
Alugam se o 2 e 3 andares da casa n. 44
da rua do Commercio, com commodos para fami-
iia :a tratar no annazem do mesmo, das 9 a 4
horas da tarde.
Aluga te uma casa na roa da Praia do Cal-
deireiro n. 21 : a tratar na rua do Lirramento a
23. loja do Sol. -
Aluga-se nma casa na Estrada Nora qi*
vai para a Magdalene, caiada e pintada, cob al-
gun? arvoredos, & perto do rio, rouito fres, pro-
pria para famil a ou qaaiqaer etfabelerimeato
quem pretender, dirija se a rua do Bum Jesus das
CriouIas n. II, que achari com qnem tratar.
G\SAS
Constructor e afinador de pianos
33Rua do Imperador33
Ei-afinador das antigas e afamadas caaas Pleyel & Herz, e antigo director das offlci-
na casa Alpbonse Blonde I.
Tern a honra de declarar ao respeitavel publico deata cidade, que tem aberto sna casa de
aoncertos e afinacSes de pianos, qualquer que seja o esiado do inatrumento.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
ue Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphome Blondel) todos os pianos sahidos da casa
Dbibant sao garanudoa. T '
Compra-se e recebe-se em troca 01 pianos osadoi.
Na rua do Imperador
n.28
preeiSAse fallar aos seguintfs sennores :
Dooingos Martins da Baxros Monteiro.
Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joio Vax de OHveira.
JyaO Prandjco Lopes Lima (Hazareth).
MaaMl PereJri Brandio.
M?B,fLdo,,|,^ro8Mip*w>*-
Ttaotonio da Barros e 8r*.
Sf*> JPeasoa(Dr.)
fraaeUce de PaU Btrgea.
Francisco Antonio Poatual Junior.
*m+wmmmmm-mmmm*
m. 0 advogado Francisco de Paula Penna m
S eontinua no exeroicio de sna profiwJo : ^
&(, i rua do Duque de Caxiat n. 71.
m*m**M*mmm**mm
k Tun
Aluga-se para pssara festa am sitio com
eicellente casa de babitacAo e banho no rio
a freoU deata: quem a pretender, pode
procuw i rqa de Gerrasio Pires n. 84.
PARA
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
C OHO TAMBEM
Carlftes de visiia, Jims, envelopes e toda a qualidade de
papeis, clara e exaclamenfe com o nonie competenle da pessoa
Garanre-se dar uma cbapa tfio boa como poderia conseguir-se em Landres ou Nova
lor, eaffianga-se igualmente que a tinta sera" iudelevel.
You can bet your bottom ddUar on that
Cada cbapa com o nome da pessoa i acompanhada de dous fraspuinhos de tinta,
um pincel uma direc$8o sobre a maneira de empregar a chapa e oma receita para fazer
tinta. costando tado
Preco fixo.....39000
Em letra de mSo e gothice. 59000
\T\GOL\S \M.b\1CYttVS
PARA CHAVES
Sao muito comraodas e possuem as seguintes vantagens :
Servem para ajuntar as cbaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha lunar para o
nome e moradia do dono.
Sao laceis de abrir e fechar, deiiam entrar a maior chave sem .'{Tender a
argola.
S5o feitas de prata allema* e nao sSo sujeitas a enferrujaj, quebrar ou abrir; como as
argolas de aco, sao muito fortes e bonitas. Cada argola araericana com o nome e mora-
dia do dono, dberta na mesma, custa :
Preoo fixo 2)^000
P. LAURO MAGPHERSON
M HOTEL ESTAffliVfr
Rua do Imi^erador n. 32
TQPQS QS DIA? JTEIS DAS 9 HORAS AO MHO DIA.
ESCRAVO FUtilDO.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor
rente, do engenho Serigi, comarca de Govanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos. pouco mais ou menos, boa hgura, nm tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do pe esquerdo : roga se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-Io ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen
te recompensados.
ADVOGADO
AYRES GAMV
R
DO DUQUE DE CAXIAS
^
Primeiro andar.
Amaro de Barrns Correia e Captulino Ro-
driguei do Passo vendem terreBos, regularraente
tracados, no seu sitio de Beberibe de Baixo, ha-
vendo organisado nma planta de seu perimetro,
em qae se desenha visivelmente a distinccao
e regularidade no sea proj.-cto de arruamento
novos, approvado pela camara municipal de Olin-
da. A fertilidade do terreno, a tua proximidade
da esucao do Fundao, da linha ferrea do Recife
a Beberibe, conseguintemente do rio Beberibe, e
commodidade dos precos convidam os pretenden-
tes a compra, qae os poderao procurar a Amaro
deB.Carreia, em Beberibe, a Captulino Rodrignes
do Passo, no Recife, e ao engenbeiro Antonio Feli-
eiaoo Rodnguee Sette, & estrada de Jo3o de Bar-
ros n. 9.
Alugim-se duas pejuenas casas sitas a rua 4*
Riachueio (outr'ora do Destino) recentemeole een*
truidas: a tratar no iargo do Pombal n. 13.
MOFINA "
Estd encouracado!! I
Asm mnlc em pedra dura
Tanto da ate qne a ffara.
Roga-se av llim. Sr. Ignacio Vieira du MM
aenvao na cidade de Nazareth desta proviacia,
ravor de vir a rua Duque de Caxias n. H, a cot.
clujr aquelle negocio quo S. S. so compronwtteu x
reabsar, pela terceira chamada deste jornal. en.
hns de dezembro de 1871, e depots para jaiwir.
passoa a fevereiro e abril de 1872,e nada rumpr^
e por e^te motivo e de novo cbamado pxia div
im, pqii S. S. se deve lembrar que arte r.egocif
le maa de oit.) annos, e quando o Sr. sen filh-- n
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de ar.nunmr m,
pubjicu que recebeu Uiimaiiiente um npleodnk.
surtin.ento de lustres de vidro. canli-ir.is. arac-
delas e globos, c.ujas ailiorlra* estao uo ?cripwrr'.
a rua do Imperador n. 31, e serao v*ndid<* ao*
sens fri-giie?es pelo p~-flco mais razwvwl poxMrri.
- Alnaa-e o quarto andar do predio n 53 da
rua do Boa Jesus, antigamente rua da Crux : a
tratar na mcraa raa n. 55.
Na raa da Penha n. 2 lava se e engomma-.-
com presteza ronpa de hemem c senhora : qaei
pretender, dirija-se a mesma casa.
Ensino particular da lingua per
iqgui
Salvador Henrique de Albnqaerque, ensina a'
senhoras que se qoizerem preparar para os con-
cursog as cadeiras de instruecin primaria ; pres
use a en ne la cidade e seas aburbio,nio so esu due.
puna como todas as materias do ensino elemeoUr,
a alumnos de um e outro sexo.
Tambfm todas as tarjes em soa casa, leeeieu
aos e-tudantes de preparatorios noe precisarem
habilitar se para o exaroe de portuguez.
Ensina tambem geo uetria e ariumelica eon)
todo o desenvolvimento e apolica^o.
Largo do Paraiso n. 8, 2- aadar.____________
- Preeisa s* alugar um escravo para o srvip
em casa de fan ilia: na raa Primeiro de Marco
n. 7 A, loja._____________________________
~^~Uma senhora de bons eostomes se pn>p9a
ensinar primeiras letras em algam tngenho de
pessoa de considerac^o : a rua da Cadet. Nova
n. 9.__________________^___
Pe le-se ao lllm. Sr. capitio Maaoal d Car'
valbo Pars de Andrade Gouvim, o favor d vir a
_,-------- ---------- ---------------------- ro, jo Aurora n. 31. para tratar a iwpa to dv
meiaa-se alofar uma escrava para cosinhar Mtio qae alogou em B-benbe, vista qae nio it
e comprar : a tratar pa raa Primeiro de Marco n. j tem diguado responder is eartaa ana Mm Cmv&
J3. lo.ia. i dirlJ5s-
d ALUG4=SE
ol* aadar do aobrado n. 52 da rua Marqnez de
iMa : a tratar no armazem do mesmo predio.


i
..r> .
*mm.4.
TT


^pNVMMMMfr
T 6

Ca*a
Atnga saie^Ateil
Jandii tTM,
wmmodos para grind
ma do Amorim n 96; 1
andar
npo
iKnviAw^e I'ay-
j/saaflEKz, com
,f para'-'iratar, na<
Yeuda ou arrendamento
\a freguezia de Serinhaem e distaste daai le-
joas da eslacao de Gamelleira, do engenho Bttra-
rema, com lerreno de wacapd, .a raaior parte de
vanea, de optima produc^ao, e para 3,000 pae-
deassucar annualmente : quern pretender, diri-
ja-se ao capitto Jose de Castro Paes Barreto, no
engenho Matte Grosso, on a Leal 4 Irmio nesta
Nos abaixo aseignados
p*itavel eorpo do commercio
decUraraos ao res-
- que compramos ao
St. Jos* Fernandes Paqaete a taverna tlta *o pa-
teo da Ribeira n. 1J; fcvre e derembaraeada de
qualquer debite qBe pom apparecer : qnem se
julgar com direito,.apresente suas conlasaoarazo
de tres dias, a contar desta data. Recife, \1 de
fevereiro de 1874.
Santos 4 Ferreira.
AttenQao
Acommissao encarregada da liquidaclo do pre1-
ate sito a ma do Visconde de Itaparica fontr'ora
do Apollo) n. 26, tendo de proceder ao dividendo
no prodncto da renda apurada, previne aos eon-
aennores do iuesmo predio qoe se sirvam apresen-
tar sens titulos de quinhPes, no prazo de 20 dias,
no escriptori9 de E. A. Borte, na ma do Bom Je-
sus n. 48, afim de serem veriffcados e aber-se ao
certo qual a somma a qoe deve-se applicar os
dividendos. Recife, 18 de fevereiro de 1874.
a loja da esqnioa da rua
tratar no cafe Imperatriz.
da Imporatriz n. ( : a
A senhora que annuncioti por este jornal
para trabal ar em costaras, tanlo a mao como na
niachina, em casa de familia, dirija-se a rua do
f'ondeda Boa-Vjsta n. 148, defronte da estacao do
Caminho-Novo, <*a^a de azulejo.
Barbeiro
Precisa sc de um bom official de barbeiro, da se
oaeiacao no trabalho e inntaraente a mesa : no
3alao da rua Duque de Laxias n. 3, 1 andar.
Aviso.
Antonio Theodoio Alves da Silva, com efllcina
de alfaiate na rua da Cruz n. 47, mudoii-se para
a rua do Torres n. %, entrada pelo becco, portan-
to pede a todos sens freguezes o coadjuvem
eomo dantcs. _______^^^
Escravo fugido.
Do engenho California, era Serinhaem, fugio a
escrava Catharina, no dia 24 de dezembro proxi-
mo passado, a qual representa ler pouco mais de
45 annos do idade, estatura regular,soffre de hery-
sipela, polo qoe tem uma perna mais grossa que
a outra, tem falta de dentes na frente, e tambem
falia-lhe o dtdo pollegar da mao direita, que o
perden nas carretas do engenho : quera a cap'.u
rar podera traze-la ao dito engenho qne sera pago
de seu trabalho.
A senhora de bons costumes que annunciou
querer recolher se a casa de uma familia para tra-
tar e vestir criancas, pode apparecer (querendo)
na ca?a n. 53 da rua da Visconde de Goyanna, ou-
tr'ora rua do Mondego.
I
IilN&VSE
0 1* andar do segundo sobrado passando a igreja
dps Martyrios, hoje rua do Coronel Suassuna n.
146, muil i fresco e com bastantes commodos;
uma casa terrea no largo do Pilar, hoje largo do
'.iiarco, com sotao, tambem muito fresca e com
istantes c mmodos. com sahiJa para a ma do
Brow ; i;.< :i iuja para moradia, na rua de Lorabas
v iti ,>i ..-. outr'ora Aguas-Verdes n. 48, por pre-
t>inm-.ii: quem retender p6de procurar no
: u.ti.-r hat' aos Mariyrio.-, des t horas as 6 da
: r i. qu'.' nchara com 'juera tralar.
N. 271.
Vende se on troca-se uma grande casa de ta-
. na rua Imperial, com quintal cercado, com
l aterro, portfio de urn lado e no quintal
bota para a linha ferrea, com madeiras no-
_- i^efcrindo-so a troca por ami nesta cidade,
;; ','! c muito coniHodo : quem pretender di-
w a mesma casa, que achara com qutm tra-
Esta futrido o escravo Jo^e, cabra, idade de
13 annos, ieiodes miudas, cabellos frdxos, p6s
largos, veste calca e camisa branca, gosta de ma-
ica : pede se a policia a sua captura, e gratiflca-
.e a quem o levar a seu senhor, a rua do Hospi-
io n. 85, on a rua do Queimado h. 83,1 andar.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 aonos
Jo idade, nro tenha pratica de taverna e qoe de"
coBneftim'-iiio da Snfffe n. 54.
aviso. i
Roga-se as pesseas qne devem acs abai-
*** xo asr-ignados, de fornecimentos de carnes ---
verdes, do anno passado, o favor de vi- ": i
' rera ou mandarem pagar os seus debitor :
n i rua do Uangel n. 38, ou na rua Im-
~ periain. 159, no prazo dc 15 dias, a con- '-
irr destr. data, do cpntrario serao cobra- r5
dos os ilebitos judicialmente. -
2i Recife, 20de fevereiro de 1874.
i^;, Felippe t'ommares & C.
ifijfffitui Mwmmm
Estrada dc ferro do Recife a
Olinda e Beberibe.
Pela jecretaria da companhia dos trilhos uri,a-
da Recife a Olinda e Beberibe, sao convida-
ios os senhores accionistas, conatante3 da relacao
' aixo, para, com a maxima possivel brevidade,
'nmparecerem no escnptorio da mesma compa-
ahia, afim de se Ihes distribuir suas respectivas
iCi;oes ; e nesta occasiao se previne aos mesmos
enhores que possuirem acc3cs do antigo padrao,
queiram recolhc-las psra serem restituidas por
outra do actual.
Mauoel Mait>ns Fiuza.
Manoel I'ibeiro Ba3!os.
Slanocl Jose Dantas.
Barao Je Tacaruna.
Jose Marcelino da Rosa.
Joao de Sa Cavalcante de Albuquerque.
Manoel Joaquim Baptista.
Dr. Uaudino de Araujo Guimaraes.
Joaquim Antonio Pereira.
Francisco Antonio de Assis Goes.
0. Joanna Augusta de Castro Pagels.
Francisco Goncalves Netto.
Jose Fortonato dos San9 Porto.
Dr. Francisco do Rego Baptista.
Luiz Goncalves da Silva.
Jose Maria Palmeira.
Francisco Joao de Barros.
Dr. Luiz Lopes Castello Branco.
Joaquim Francisco Lavra.
Jose Coelho da Silva Araujo.
Joaquim Jos* Goncalves Beltrio.
Antonio Aogusto dos Santos Porto.
Manoel Jose de Souza.
Jose Joaquim da Costa belle.
Mantel Jose TinOco de Souza.
Jose Alves da Silva Guimaraes. .
Joaquim Jos* da Costa e Silva.
Jeronymo Gomes da Fonseca.
loaquiiu Candido da Gruz Siqueira.
Dr. Fabricio Gomes de Andrade Lima.
Herdeiros de Rodrigo Pinto -Horeira.
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Joaquim Alves da Silva.
Antonio Jose da Costa e Silva.
Antonio Joaquim Vaz de Miranda.
Jos* Antonio de Almeida Cunha.
D. Anna Emigdia da Silveira.
D. Franceiina Egydia Silveira.
D. Anna Joaqnioa Corrc-ia.
Joao Pereira Moatinho.
Arthur de Sa e Albuquerque.
Joao Baptista-de Casiro Silva Junior.
Duarte Antonio de Miranda.
Dr. F Antonio Alves de Moraes.
D. GuHtiennina 8e Abreu Port j.
Pedro de Alcaaiara Guimaraes Ptixoto. i
Escriptorio da eompanhia, 21 de fevereiro da
i*74.
Joao Joaquim Alves .
Secretan'o
(fri*--m*Wte-iBwM&m Mirtfvie
Armada.
to rua do BarSo da 4aoria.n 36, precisa-s*
hllar ao Sr. 2. tenente Jos* Maria Pwtana, a ne-
gano de sen int*reiiee. ___________^
Precis a-se de
duas ainas para
___________________casa de pouca fa-
>Brm IBS!!ISM'^FS milia, sendo uma
para cozinhar e outra para engommar, pre-
ferindo-seescrayas, paga-se bem, se agradar:
a tratar no largo do Paraizo n.- 98, i* e 2
andar.
- Precisa-se de ama ama qne saiba cozinhar,
para-casa de liomem solteiro : a tratar narua do
BarSo da Victoria n -60.
a de leite
Precisa-se de ana antade leite, sehi filho
rua da Praia IL-53, fr-'aodar.
na
AMA
Prefcs* se d nnu ama pita cozi-
nMr : a tralar na ma do Imperador
n. 28, f andar.
At Pnf*-*iKwm*.imK pa?* coiohar,
- oomprar e engommar : aruadoTigario
n. 33, 2aaaar.
Preoisa-se de ante antt para cozi-
AMA
numero 3.
nhar e oeraprar para ei de ponca)
familia : a tratar na. rua in Praia
weetehse-de UTBa ama qne
cozinne e compK para casa1
----------------dt poaea famiMa : a tratar
na rua de Hortas a 2, 1-andar, emrate peie pa-
teo do Carmo ; garante.se boa paga e aptmvtra-
tamento.
AMA
Precisa-se de uma ama
rua da Gloria n. 104.
para coiinftar : aa
Precisa-se alngar uma ama escrava a*'a
comprar e cozinhar para how peqneaa fateilia
estrangeira : naraa do Marqnez la Olio4an 49,
loja.
Preeis*-se de uma ama para pequena
famiHa: na rua Duque de Caxias n. 54,
Ama
loja.
Offerece se uma ama de leite com fitba :
tratar m ma de S. Miguel n. 29, em Afofadoa,
Ama
Precisa-se de uma
Matriz n. 6.
ama : AMA
Precisa-se de nma ama para casa de
nm mo^o solteiro, gendo s6 : na ma
de Pedro Affonso n. 38, antiga rua da Praia.
Ama de leite.
Precisa-se de uma sem filho, e que seja de boa
condncta : a rua do Visconde de Goyanna n. 7<
' Na roa Imperial n 114 pre-
crsa^se de nma ama de servi-
(a interno, para casa de pou-
AMA
ca familia.
Ama
Precisa-se de uma para engommar, na
ma estreita do Rosario n. 19, 2 andar.
Ama
Precisa-se de uma ana qoe saiba co-
zinhar e comprar, para ponca geote.
/niJJi
Antonio Jos* Rodriguee de Senza, em sou es-
criptorio a rua do Crespo n. 6, compra, por bonB
precos, e-cravos das diversas cdres, sexos e
dades.
100^000 de gratificacao
Engenho SaHtOs Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San-
tos Mendes, comarea de Nazareth, freguezia de
Tracunhaem, a escrava Maria, crioula, 50 annos
de idade, pouco mais on menos, baixa, grossa, cor
preta, rosto alquebrado, p*a seccos e espanados,
dedos curtos, cabellos braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabelludos no queixo, e 6 bem ladi-
oa. A pessoa que entregar esta escrava ou ao sen
lono, que 6 o senhor do engenho acima, Lauren-
tino Gomes da Cunha Pereira Be|trao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
ecompensada com a qtuntia de 1001.
Aluga-se
nma sala na ma Duque de Caxias n. 61 r propria
para advogado ou cartorio : a tratar na loja.
Constando aos abaixo asslgnado achar-se nes-
ta praci o Sr. Manoel Feraandes de Carvalho, ren-
deiro dos engenhos Barra e Pregnica, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o obzeqoio de vlr entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente ass referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tasse Irmlos 4 C.
ALUGA-SE
uma excellente casa construida de novo, sita na
entrada dos Afflictos, tem commodos para grande
familia, >itio muito bem piantadn, jardim e-banhei-
ro : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 2, livra-
ria economica._______
Escravo fugido.
Continua fugido o escravo Sebastiao, crioulo,
fulo, altura regular, corpo reforcado, falla um
pouco descancada; foi aqni vendido em 15 de
dezembro pelo Sr Jo?e Francisco Pontes de Aze-
vedo, tendo sido escravo do Sr. Alexandre Ribei-
ro'.de Subral, todos da freguezia de S. Caetano da
Raposa ; esta matriculado no muuicipio de Carua-
ru', e foi ha poucos dias risto era S Bento : ro-
ga-se a todas as autoridales e capitaes de'eampo
a captnra de dito escravo, e traze Io a rua do Li-
vramento n. 38, armazem Baliza, que serao gene-
osamente recompen^ados.
Terreno.
Retalha se a vontade dos compraderes um ter-
reno na Torre, 50 parses da linha dos bonds e
perto da machambomba. Este terreno esta collo
cado entre duas estradas que vao ter a beira do
rio : a tratar na Torre com o Sr. Assis Pinto, na
rua do Arantes, e no Recife rua Formosa n. 37.
Barbeiro
No salao de cabelleireiro de Odilon Duarte &
Irmao, rua da Imperatriz n. 82, precisa-se de um
bom official de barbeiro, paga-se bem".
Allencao.
COZIMIEIR.V
Precisa se de uma perfeita cozinheira, nao im-
porta qne seja ferra ou escrava, para casa de uma
famiha estrangeira, paga-se bem: a tratar na
rua do Bora Jesus n. 55, casa de Keller 4 C.
CASA DO (MO
Aos 4:0O?O00
Bilhetes garaatidos
fiua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
oiuito felizes bilhetes a sorte de 4;00D/ em um
meio bilhete de n. 3369, e um meio .de o. 3680
com a sorte de 100*000, alem de outras ortes
menores de 40*000 e 20/000 da loteria que se
acabon de extrahir (88- j; convida ao8,gossuidoros.
a virem receber, que promptamenteera,>pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bflhetes,que nao dmarae ae
tirar qualquer premio, como prova pelos aoeimc*
annunebs.
Aeham-se a venda Os muito felijes'bilhetes.ga-
antido3 da 9' parte da loteria a beueficio do
recorhimento de IguarassU, que se extrahira no
dia 28 do corrente mez.
Pre?s -
Interro 4^00
BeiAw pai^eiaaM.
Meio IJtWO
Recife, II de fevereiro de i8T4.
Joao Joaquim da Costa Leit*.
Firmeaa.
fevereiro,
Goisnlterio niediw^m^
DE
A. B. da Silva 1Mb
Rua do Visconde de Albuquerque a.
11, ontr'ora ma da matriz m Boa-Viata
n. 11..
Chamados : a quaiquer hara.
Conanltas: Aos p( hres gratis, das I as
4 boras da tarde.
Fugj* > engenho
Escada, no dia II de
bino, crwulo, com os_
preta, idade de 20 aaftoiv
nita liguia olhos um pouea"1
de um lado das costas flit careomne a' sem
lhanca de uma jabaticaba. Pede seas autorida-
des policiaes e capitaes de campo a apprebens*o
do dito escravo, podendo entrega-lo no dito en-
genho on na rua do Torres n. 12, escrtptorie,
certos de que se dara boa recowpf ma.
^aranh^ns,
Na rua do Barao da Victoria a. 36,
Srs. Pedro do Regdamaiia-
allar aos
os6 Paes
LIQUIDACAODE FA21NMS
Rua da Imperatriz n. 60
" mm
da Silva, a negocio ie nMflcnl
Rua 1. de Marca n. 23
20:000$060.
0 abaixo assignado tem senpre eaposto a ven-
da bilhetes da loteria do Rio, raja eticc*>-a*-
onnciara pelos jornaes.
Precos.
Sir gjss
Qua i to 6*000
Manoel Martins Fiuza.
Furta/as om eavaJJo de cur ruaado, m a-
greirao, dmas pata a direita, pesceeo pedrez a
com dous lerros em seguida um do ontro, e no
qnarto esqnerdo tem I, signal que tronxe de Fa-
jeli, cqjo oavatlo foi Eurtado no dia 16 de corren-
te mez, em um rancho da estrada nova do Caxaa-
ga : a pessoa que do mesmo der notieia a Ber-
nardo Jose da Bocba, morador em Pajeu, on na
rua Primeiro de Marco n. 18, loja, swa generosa-
mente gratiricada.
Recife, 17 de fevereiro da 18%.
Aluga-se o 2* andar e-aeMto io sobrado sito
a ma da Imperatriz n. 53, e a loja : a rratar no
2" andar do rtesmo. _____ ___
COMMAS.
BORRACHA
Compra-aa na tua do Amorim n. 56.
Compra-se roupas servidas de mascaras e
todos os objectos pertencentes aos mesmos : na
rua da Roda n. 18.
Vende-se an rteo pianno novo, muito forte
e de excellentes vozes, a tratar aa ma do Barao
de S. Borja n. 29 ; na mesma casa teem para ven-
der-se nma bda mobilia de jacaranda, com pouco
uso e em perfeito estado.
Rna do Barao da Victoria a. 22.
K
Caroeiro Vianna.
t
JP 64te grande estabelecimento tem ehe-
gado ua bom sortimento de machinaa para i ^e carobrafas brancas com bonitos- salpiqui-
costHTa, deiodos os autores mais acredita-1nbos ra^iB<)s de cores, tendo *9 jardas
dos aJtiaamenten* Europa, cujas macbhras j ca"a corte vestido e vende pete barato
s*o garanaidas por am anno, e tendo om WW> ^e ^ Pr *& poabiwha, ditas com
5pteiio *tista para ensinar as mesmas, em j M,P1C0S todo. branco sendo fazenda finissima
qualquer parte desta cidade, como bem aa-1a 5500 e **as a W*OO0-
sim coneerta-las pate tempo tambem d'ura
Vende fazendas para liquidar, por baratiBsimo pre^o como
abaixo se ve:
Pereira da Silva d Guimaraes tendo em ser um grande depozito de fatendaa,
tarn resolyrdo tezar nma liqaida^ao das mesmas com grande abatimento nos pracos.
com o urtico fim de apurar dinheiro, para o que convidam nib so os sens numercao
freguezes, eomo o respeitavel pubHco, a air Mrtir-se de muitts laaiiiiM boas 0]
no seu estabelecimerrto denominado oPa vaoa rua da Imperatriz n. 60.
CAMBRAIA8 A 4*, 4*500, St m 7f.
0 PavAo vende um magpiBco sortimento
das mais 6nas cambraies brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada peca, peJoba-
rato pre^o de Vfi, S5W, 50, 6?, ^ndo tam-
bem das mais finas que ewtumam vir ao
mercado, ass in como um grande sortimento
de d itas tapadas e victorias qne vende de Vf
ate W, sendo fazenda qe vafle muito raaie
dinheiro.
COMSALPICOS RE GORES A 59.
Pavao reoebeu um etegarrte sortimento
Por 600j? 6 barato.
Vende-se um preto de 35 a 40 annos, relinador
proprio para qualquer servico : na ma de
e
Hortas n.
U6.
Grosdeuaple prelo
com pouco toque a 1*600 o covado : na rua do
Queimado n. 43 ; 6 muito bom. -
Cabriolet
Vende-se dous cabriolets de quatro rodas, sendo
um pintado e forrada de novo, lendo bolea fora,
varSes e lanca ; tambem se vende dona cavalios
e um arreio : para ver tudo na cocheira da roa
da Roda n. 60. e para tratar na rua do Marquez
de Olinda n. 6, com Rodrigues Irmaos & Guima-
raes.
Cambraia borclada a 3Se
a peqa
S6 na rua do Queimado n. 43
Pecas de cambraia bordada com flores miudas,
propria para vcstidis, pelo dirainuto preco de 2f
e 4i a peca : so e pechincba.
Bazar Vkftlfiria.
Este estabelecimento acaba de receber-comple-
te sortimento de cintos de couro preto com fivel-
la e corrente de metal, punhos e go II in has de li-
nho e gravatas escocezas, tudo para senbora : na
ma do Barao da Victoria n. 2.
Lindo cMariz.
Veule-ss nor preco barato um rico chafariz
de raarraare oroprio para jardim, o qual se acha
arraado na ofScina de marraore do Sr. Lima, a
rua do Imperador para quem o quizer ver : a
tratar na rua do Crespo, loja io Passo junto ao
arco de Santo Antonio.
J. 0. C. Doyle.
Tem para ve i ( :
:'.ogn*c 4e Hennessy, superior e verdadelro
VinhoTCeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cba preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparafoes chimitas do Dr. A-yer
armazem da rna do Gnmmereio n 38.________
Nao -lia nada mais barato
Que un elegante estojo
para Ytagern.
CONTEWDO:
! 20 cadernos de papel branco pantado, bei-
ra dourada, marcado com as iniciaes do com-
prador.
2* WO envelopes braneos.
3* 100 pennas deaco, 1* qualidade.
4* 1 oaixa de obreias de gomma.
5* 1 tinteiro de vidro com tampo'de metal
0* 1 areeiro dito dito dito.
7* 1 pao de lacre.
8* 1 canivete '.de duas (olhas.
9 2 lapis.
10* a.caadtw.
Todos eetes objeotos reunidos, dentrode nma
bonita caixa, feita para este flm, custam aoenas
Ra. 6?000
Rua do Crespo n. 9.
Galcado barato.
Rua do Barao da Tiotaria
n. 8.
Vendem Lyra & Vianna, botinas inglezas para o
inverno, a iOl, sapatos de tranca com marca
have, a 16& a dutia, dhos de casemira a I8i a
duii* j e pechincba.
anno sem despendio algutn do comprador.
Heste estabelecimento tambem ha pertencaa
para as mesmas macbkias e se 3uppre qual-
quer peca que seja necessario. fistas ma-
cbinas trabalbam com toda
am e dous pospontos, Sranze e borda toda
qualquer costera por *f que &ja, seus
precos sao da seguinte quaHdade : para tra-
balhar a m8o de 303000, 4-6000t>. V50OOO
e 509000, para trabalhar com o pe sao de
609000, 909000, 1009000, i103000,
1269000, 1309000, 1503)000, 200-3000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teraQao de pre^s, e'os coraaradores poderao
vitar""este estabelecimento, que motto de-
verao gostar pela variedade de objectoc que
ha sempM para reader, como sejam : cadei-
ras para viagem, raalas para viagem, cadei-
ras para salaa, ditas-de baianco, ditas para
crianea (altas), ditaa para escolas, costurei-
ras riqnissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as quaJidades, camas
de ferro para horaeni e criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, appareibos de metal para cM, fa-
queires eora cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colberes de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, gaarda-comidas de
arame, tarapas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da raa-
nhi ate" as 9 horas da noute i
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Alvi^aras.
Venham todos apressados
E com os belsos aecheados,
Oo Campos ao i rmazem ;
Venbam, nao falteningum
Ver o grande sortimento
(Um verdadeiro portento)
Que para a -f-quaresma tem ;
Comprehendem ? ora bem 1
E' com as tripas pulando de contentamento que
me apresento ante a onda gastronomica das sa-
bias e illustres barrigas pernambucanas, felicitan-
do-as por ja se acharem livreda.pena dainterdic-
to e poderem sem receio de algmna indijfiaa ex-
commungada, comerem os mais flaos e saborosos
comestives, coadjuvados por nma eascata de vi-
hbos de todas as-qualidades, aeixando a quem
dezpjar o direito de grrtar: viva o triumpho das
barrigas !..
Mas, como ia dizendo, nao podia deixar de
acontpcer assim, considerando-so como foi sabia e
bem barrigalraente planejado o ataque das bar-
rigas grandes, contra a sucia dos bandulhos ca-
ninus, que ostrificados a idea fieticia do infer-
no bicho inventado pelas grandes barrigas, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
vam a mais absurda das monstraosidades '. a
infullibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de iripas dadas e a forca de tripadas queriam
hypocritamente alimentarera a pelluda e famigera-
da exquestao do dia centopea negra que en-
rolada no capote chamuscado da inquisicao, pre-
tendia assar o mundo das barrigas, privando an-
tes a hnmanidade de ganhar dinheiro e de em
tempos mo este de quaresma :
De fazcrem penitencias
Enchendo bem as barrigas,
Poi nao 6 tempo de brigas,
E sun e, de abslinencias.
Mas, como ia contango, custou, porem afmal,
depois da rasorada que iho passou no pescoco os
poderes poderqses, a cabeja foipararno fun-
do do rio e o rabo, como mini de e?folIar, ficou
ao secco exposto aos pan tapes de quafquer gato
pingado, deixando e verdade, magra as collegas
barrigas, que de?peitadas vao tratar de se nutri-
rem, vindo ao armazem do Campos, a rua do Im-
perador n. 28, onde com certeza encontraraoalem
do que desejarera. o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacalhao ; peixes dc vinte qualidades
em conservas, sardinhas em latas, camarSes sec-
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lagostas, salmao,
batatas, arroz, feijao, cebolas, azeite, vinagre ;
manteiga ingleza e franceza; doces, fmctas e
cincoenta qualidades de vinhos finos do Porto e
outras tantas de outros lugares mais afamados de
Portugal, aldm de um completo sortimento de ace-
pipes raros, delioiosos e que
Cahindo em qualquer barriga
Faz a melhor digesUo,
Enao faz.mala bexiga,
Como comendo, verio.
VESTID68 A USO DA CORTK 12
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cartes de vestados a uso da corte, traaendo
eada c6rte todas os enfeites necessarios eomo
sejam: babadinhos, entre-meios, rendas,
Vwi.JaI 'equefifes. e pelo barato preco de 29
eada um, asshn como, dhos a 2 de jalho
com todos os enfeites a 19$, cortes de cam-
braias brancas abertas, com Mstras e lavores
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca eom listras de cores, para aea-
bar 39500, d pecbincha.
CORTES BORDADOS A 269 E 359.
Pav3o vende ricos cortes de cambraias
brancas delicadamente bordados, pelo ba-
rateprego de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
O-Pavio recebeu um grande sortimento
do cassas franceaas com delicados padroes e
cores flxas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara nV
nissimo fild branco liso e de salpicos, e tarla-
tanasde todas as cores.
BORKOUS A 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous com bonitas listras e
vende pelo barato prego de 129 cada um,
assira como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demerind e com listras de soda.
firaaeea muito fino a 39606, apenaj precis*
1, *f* metro para um lencel.
CHALES BAKAIOS
a 29, 29506, 49.
O Pavao vende chales a erortacio de me~
rino e 29, dhos de merine> lisos de todas m
cores a 29566, ditos de merine-estaapato,
muito- fi06 a 49, 'ditos finissimos com lis-
tras de soda a 69500, ditos muito nuos d*
crepom a 109 e 129.
Pavao vende algodSo eufessado com 6
palmos de largura, proprio para lenoeet
sendo do mais encorpado que tem vindo t
mercado, uso a19 a vara e traocadea.....
19180.
ATOALHADO A 19660, 29, 59.
0 Pavao vende atoalhado tran^ado con %
palmos de largura a 19800 e 19966, dsW
adamascado a 29; dito de linho adamaaea-
do a 39 e59-
SEDA PARA VESTIDOS
* 19660 e 29-
T- 0 Pavao vende ua bonito sortianento da
sedas com hstrinhas proprias para vesti-
dos do meninas e de seabora a 19660 o co-
vado, ditas lavradinhas a 29, os padroes 0e
muito bonitose veade-se por este prec/) par*
acabar.
Botinas a iOOO
0 Pavao tem um completo, sortimento a*
botinas muito beta enfeitadas para senhora*
e vende pelo barato preco de 59, artigo qu
em outra quaiquer parte custa tjs e 79.
LENgOS BRASCOS
a 29000.
O Pavao vende lencos braneos abainha
dos, tanto parahomens como para seoaoraa.
a 29 e 29500 a duzia, ditos de esguiio
cambraia de linho tambem abainhados *
39500, 49, 59, d.tos francezes escuros, par*
rape* a 69, a duzia.
GAMISAS PAR.4 HOMEM.
0 Pavao vende ricas- camisas com peitt
de linho bordadas, proprias para noivo
10)5 e 129 cada uma, ditas de linho sen se-
rem bordadas a 49, 49666 e 59, ditas cor-
peito de algodao muito finas 29,29560
39, ditas de chits flna miudinha a 29,29&00.
e 39, assim eomo grande sortimento de oe-
roulas francezas tanto de linho como de al
godao de 19660 ate 39, grande sortintentr
de mei.s crius inglezas de 49 ate 89000 >
duzia.
Ceroulasfrancezas de linho e algodao, para todos os precis e qualidades, assin
como grande sortimento de meias cruasr camisas, colennhos, qne tudo se vende po-
pregos muito razoaveis.
ANTONIO JOSE DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos
osados, pelo prec,o do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
1HNII8 electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARQA e papel picado para bordar com 15 ou seda.
VERDADEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
os que tem, novos
a 33 palmot
pbr grande qu
crespo, assim
FUMO DO PARA
0 verdadeiro fumo deBorba, em chicoto, picado, desfiado e
como cigarros do mesmo fumo; na fabrica a vapor, antiga rua dos Quarteis'n'. 21.
Na dita fabrica, os Srs. fumantes encontrarao os seguintes e bem conhecidos
fumos manufacturados na mesma casa,
Flor do Brasil
Novo Caporal
Bes Bird*seye, ( Olho de Passaro..)
Vende-se a retalho, e em grande quantidade se faz grande abatimento.
GRANDE
que
VENDE-SE
a casa e sitio n. 58, a rua das Beroambucanas aa
Qapnnga: a tratar no meamo va^nalquer horn.
For metade de s&ryalor
Vende-se ricas sedas de dtarersos padroes
baratissimo preco de 1*500 o eevadoJAprovelrc
-ue 6 pecbincba : na rua'Oaque de Caxias n. I
ja de Demetrid Bastos.
Mas, como ia fallando, iamos entrar na vida de
outr'ora, isto e, na epoca das festas, e portanto
vamos ter festas, festas e mais festas, e como todos
comem das festas, vUto que uma parte da para as
festas e'tses seeebum parapreparar as festas, e
logico que o bregeiro dinheiro que anda tao vas-
.ueito, saia dos cofres dos amaotes orthodoxos e
se va familiarisando com as algibeiras vasias dos
necessitados,' e estes por sua vez venham as arma-
zem do Campos a rua do Imperador n. 28, prepa-
rarem-se para a quaresma, rtempo de abslinencias
e no qual se come sera licenca, comprarem o qne
ba de mais gostoso, saboroso, cheiroso e tudo que
acaba em ouso.
Dner bob atnantes
Dos generos *speciaes
Que se querem ser felizes
Venham Ja e quanto antes
Saber a oausa motriz
Bo KJarapos oao er rivaes
E*oder (6 /oraecer
BeldaB, joaia e prazer.
Wendejeam banito 3cravo de 18 annoede
laadepor l^Ofl/, optirao para copeiro-oa boleeiro :
aKatar no pateo da Rrbeira, no portio do ma-
raeeiro.
Em
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, e o mais largo
vem ao mercado, e qne se vende pelos drminutos
precos de 2*100, 2*800, 3i00 e 3*500.
SO' NA RUA DO CRESPO fl. 20, LOJA DAS
IRES WJIITAS DE
Guilherme a C.
Junto a loja da esquina
Nao ha mais cabellos
braneos.
lUmUMBU JAPONEZA.
Sd e unicaapprof&da pelas acadeanias de
sciencias, reeonWida superior a toda qua
torn apparecido attlitge. Deposito princi-
pal a rua da aaeia do Heetfe, boje Mar-
quez de Olinda, n. 51, l.# andar, e em
todas as boticas e qasas le cabellei-
reiro.
Asunicas verdadeiras
Richas haraburgueaas qne vem a este mercado:
na rar Marquee de olinda n. 51
km de pellka
Amaral, Nabuco & C. vendem lavas de peilica
de cores com loque de mofo a I*, 1*500 e 2* o
par : no Bazar Victoria, rua do Barao da Victo-
ria n. 2.
Lkidas las escocezas.
De varios padroes, e inteiramente modernas, a
360 rs. o covado : na rna Primeiro de Marco
antiga do Crespo n. 13, loja das colamnas,ae An-
tonio Coxreia'de Vawoncellos.
Alpaca preta
com flores de cdres, padroes os mais modernos
no mercado, a 500 reis o covado. So e" pecbin-
oba ; dae-se amestras : na rna do Qneimado a.
43, defronte aa pracinha da Independencia.
VENBE-
r
i-
uma caiaaa vUla de ftamiree, aaraa do Com-
182. por preco medico: a tratar com Tasso
[rmaos 4 C

Wllsen Rowe & C. vendem no sen
a rna de Commercio n. O verdadeiro panno de algodao azul ameneaao.
Excellente flo4aaa.
Cognac de 1* oaaadade
Vinbo de Bordaaax.
Carvio de Pedra de todas as i
Farinha de mandica nova.
Recentemente cbegad* de Santa Calharma
4>ara vender no trapicb'onjpana4a, e \
no seu escriptorio a rua do Commercii
quim Jose Goncalves BeMrl{& TOao Ad
aos compradores que desejaado apsaar,
mais barato do que em qualquer outra parte, taa*
to em grand mo em peqnaaas psre^ea,


aa m
"7
&
i-t.
'V.
.*.
}
Diaia^e *e^matoflp #amte tm*nfr jb &m\mmBfatikb94e
7
m mmm
SOARES LHTE, MACS
UNIGOS ACENTES
Rua do Barao da Victoria n. 28
\i mais simples, as mais baratas e as melhores do mmido!
Ha exposigao de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Janior, a medalha de ouro' e a condecora-
c,io da Legiao de Houra, por serem as machiaas mais per.
feiUs-^ando.
A medalha de ouro, conferida i
Estados-Unidoa por ser o inventor
tuca.
E. Howe Junior, nos
da machiua de cos-
A medalha de ouro na exposieao de Londres aoreditam
**st*s machiaas.
A 908000
Cahe-nos o dever de acMinciar que eorapanhia das machinas de Bowe de Hova-
wi, estabeteceo nesta cMatfe I raa do Banao aa Victoria n. 28, am deposito e agenda
artr, para era Pernambn** mais provincias se Tenderera as afamadas machinas de cos-
ra Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeic,So de sen trabalho,
^regando uma agutha mais curt* com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
lalntroducelo dot ma* aperfeiooados apparelhos, esiamos actualmente habilhados a
'reeer as exame pabKco aa melhores machinas do raundo.
As vantagens destas maehmas sao as segmntes:
frimeira.0 publico sahe que elias sao duradouras, para isto prova incoatestavel, a
WWUtajicia de MOM teMna..awwr<,i4o no mereado machioaa d Howe emsegpn-
- mao.
Segunda.Coci^m o material preciso para teparar qualquer desarranjo.
Tercoira.Ha nellas meaor fric0o.entre as diversas pejas, e menos rapido estrago
a fuenaa eutcas.
Ouarta.Formam o ponto como se fdra feito i mao.
fainta.*PerraiUe que se examine o trabalho deambos os fios, o que se nio consegu
MMM
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, aUravessando o 60 de um a outro lado,
iofo em seguidv sen modifi&ar-se a tensio da linha, cozem a fazenda mais
Setima.0compreBsA* & leTanUdo. com a raaior facilidade, quando se tem de mudar
a tgulha ao come^ac nova costura.
Ohays.Muitng companhias de maohinas de costura, tem tido epocas de grandeaa e
eadencia. Machinas outr'ora popularea, sao hoje quasi descenhecidaa, outtas soffireram
tcdancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
aoptando a opJnilo de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constautemente
fmentado 0 sen febrioo, eboje nao attende a procure, posto que faca WO machinas
** ia.
Cuia maehkia acompanha lnrretos com instrnccfles em portugnex.
A.90&000 A 90^000
SOARES LEITE, IMAOS
A'
do Barao da Viotoria n. 28.
Rua da Impetfatriz n. 72
MS-
Lourcneo Pereira MendesGuiniaraes
Declara aos scus freguezes que tem resolvi jo fazer uraa; grange liquid a*; 40, ate
fim do corrente anno.
A SABER :
CAMBRAfAS BHAUCiS A 3*000" I Ditos de.p&Jha, a%*, 3JS00O e 4*000.
Vende-se pe^as de cambraia branca, tapa- Ditos de massa, aA^flOO.
da e transparente, a 39, 3$50Q, 4*000 e
65600.
LASINHASA200RS.
Vende-se lSsinhas para vestidos, a200,
PERFDMARUS E!M UQtIDAgAO.
Yende-se safaonetes dediversos tamanhos,
a 120, 200 e 240 o 320 rs., todo bom.
Frasco debihba, a 160, 320 e 400 rs.
320 e 500 rs. o cova'do. \. Frascos cpm aguade coloriia^a 240 e 320
ALPACAS A 640 RS. j rs. cada ura. E outros muitos extractos que
A'endu-se alpacasde c6res com listras a 640 se vende muito barato para liquidar.
e 800 rs. o cotado.
GRANADINEA800RS.
Vende-se granadine preta com listras de
c6res, para vestidos, a 800 rs. o co-
vado.
POUPELOA JAPONFZAA 1$800.
Vende-se uma fazenda nova com listas,
com o nomc de poupelina japoneza, propria
para vestidos de senhoras, a 15800 o co-
TOALHAS A 800 r?S.
Von(fe-se toamas feTpudas, a 800 rs. cada
uma. I.eneos francos, a 2*000 a duzia, e
3*000 abainhados, fazenda que Vehde-se
por 55000.
6RAVATAS PRE7AS A 500'RS.
Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
tasde cores a 200ps.
Ghapeos pararbapltsados de meninos, a
if
RDA DO Wm 1.52
Tassando o ehuHirfz.
Roga*se aos senhores dc engenho que pretendem
mpregar alguns dos machinismos novoK, o favor de appa-
ecerem nesta fabrica que lhes p6de fornecer os apparelhos
mais apropriadoscom o minimo de despeza: e dispoe de
pessoalhabilltado para monta-los devid mente e mosti-ar
o systems, mais commodo de trabalho, para obter melho-
ramento no fabrico do assucar.
vado. Todas estas fazendas sao vcndidas no 3*000.
Bazar Nacional, a" rua da Imper ariz n. 72.! BENGALAS'E CHICOTES A 800 RS.
C0RTLSDECASSAA255 0, Vende-se bengalas e ohicotes, a 800 rs.
Vende-se c6rtes de cassa para vestidos, cada uma, para liquidar.
com 10 covados, a 2550O.
CHITAS LARGAS A 240 Rs. GRAFT0E LfQUIDACAO DE ROL'PA FEITA
PREDILECFA
\' rua do Cahusra n 1 A.
Os proprietarios 4a Predilecta, no iatutto de
v^ooMrvar e bom oonceito que toem merecido 49
rwpeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci
aento dos mais que negociam no mesmo genero,
vm scientificar aos sens bons fregnezes qae pre
vcniramaosceus ^orrespoadeotes nas diversas par
$m d*8orcpa pan, lhes ennaresn por todos os pa
quotes os objeetof de Juxo e bom gosto, que se-
jant mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daqueHea paizes, visto aproximar e o tempo de
testa, em que o bello sexo desta linda veoeu
mais ostenta a riqueza de suas loilleites ; e co-
mo ja recebcssem pelo paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem paientear alguns
d'entre elles que se toraam mais recommendaveis,
esperaado do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecps de tartaruga os mais lindos que teem
viodo ao mercadn.
AIMbs com ricas oapas de madreperola a da
velludo, sendo diversos umanbos baratos pre-
50s.
Adereqos completes de borracha proprios pan
loto, tambem se veadem meios aderecas raaita bo-
nitos.
BotSes de setim prelo e de cures para ornate 4e
vestidos de senhora; tambem tem para collete
palitot
Bolsas para senhora?, existe um bello sortimen-
10 de seda, de paths, de chagrin, etc., etc., por
barato precS.
Booecas de todos os tamanhos, tanto de louja
eomo de cSra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attenelo das Exmas. Sras. para esle arligo,
pois as vexes tomam-se as criancas um pouco im-
^ertinentes por falta de um ob)ecio que as en-
iretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para bom am, vendem-se por preeo commodo.
Ceroulat de linho e de algodao, de diversos pre-
I
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais Undo,:
com disticos nas tampas e proprios para presea-'
tes.
Coques os mais modernos e de diversos forma-
*
Ghapeos para senhora. Receberam um sorlimento
da ultima moda, tanto para senhora, eomo pin
meninas.
a-elias. simple* c com vo para noivas.
cas bordadas para meninas.
Enlrenjeios estaropajos e bordados, de lindos
desenhos.
as etoetrieas pan daotec, tem a proprie-
1 de evitar a carie dos dnt.
Ftanjas de seda pretas e de cores, existe um
grande sortimeato de diverjas larguras e barato
preco.
Fitas de 'sarja, de gorgurao, dAsetira ede rta-
malote, de dirarsas largnras e bputas copes.
Faebas de.gorgnrao muito liadas.
Fibres aruficiaes. A Predilecta prima em con-
rvar sempre nm beUo e granSa sortrmeato des-
tas fiores, nao so para enMle doe t%Aeetoe, umc
taaabem pan enttto de^tatiaVde aeivas.
Gal6edeaigdao,o* U ode^edAvhwacgs, pre-
as.ede diversas eores,
Gravatas de seda para homem e-senUonw.
Lacos de cambraia e de .seda de diwwe aa*M
para senkbaa. i
Ligas de- seda do cores broa< bocdadaarpari
Livros para onv'rr mlssa. cent eapas de mpdrer
perola, maiflm, V e vewio, rodo qiw-ta de
>ar;io preyo,
qualquer bolsa.
para Scar ao alcanoe
Rua do Cabuga n. 1
Os verdadeiros
Vinhos de Bourgogne
das iparess
Chambertin
Pomxaard
Virits
Vlnay
Beanne
ttonthelie
Bito Bordeaux ens quartotlas.
Vende-se por krato preco
PARA UQUIDACAO DE COMTAS
M
Rua L.&rgm da Besario 34.
Rotiea.
Vende-se chitas francezas, largas, de cdres
jfias, a 210, 300, 320 e 360 rs. o co-0
vado.
CASSAS DE CORES A 2G0RS.
Vende se cassas francezas finas de cores,,
a 260, 320 e 400 rs. o covado.
SAIAS A 25000.
Vende sc saaas brancas com barras decfi-
res,a25000.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para cqbertas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA HOMENS A 65000 A DEZIA.
Vende-se meias cruas verdadeiras, para
homens, a 65000 a duzia, a qual val
85000.
CUALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la, a 800 rs. cada
nm.
CHITAS FISAS A A00 RS.
Vende-se chitas finas de campo lsrgo, far
zenda muito boa, a 400 rs. ocovado.
CHALES DE MERINO" A 20000.
Vende-e2ch8les de merin6 estampados, a
25, 35, 45000 e 35000.
Ditos de listras a 35000 e.65000.
BRINS EM CORTESA 15500
Vende-se cortes de brim de cores e paido,
a 15300, para liquidar.
COBEKTAS DE CHITA A 15600.
Vende-se cobertas de chita, a 19600 e
25000.
BRIM PARDO E DE GORES A 400 RS.
Vende-se brim pardo ede cores, para rou-
pa de homens e meninos, a 400 rs. o cova-
do, para liquidar.
COLXAS DE CORES A 25000.
Vende-se colxas de cores para cama, a 25,
e 45000.
' TRANSPARENTES PARA CADEIRAS A
15600.
Vende-se transparentes para cadeiras, a
15500, para liquidar.
BONETS A 500 RS.
Vende se bonets de seda para homens, a
500 rs.
CHAPEOS A 25500.
Vende-se chape*os de castor para -ir eninos
e homens, a 2550O e 35000.
Vende-se ceroulas de algodio, a 15000.
Wtas-de liaho, it 15600 e 25O00.
Camisas fe chitas finas, a 1560O.
Ditas de peito dte cores, a'2t000,
Ditas brancas finas, a 25OC0, 35000 e
45000.
Calcasdfr brim pardo e decore?, a 25000
e25W.
Ditas de casemira de ceres e preta, a 35,
65, 75C0Oe 85000.
Palitrjtsde aipaeas de cores, a 25500.
Ditos pretos, a350W & 356 00.
Bitos de- casemira de cores, a 45 e
6*5000.
Ditos ditos pretos, a 35000, 65500
850OO.
Collctes de casemira de cores, a 25,"85
45000.
Camisas de^ ffaneffla-, de cores, a 25000 e
25500.
AES0OAO A 45000.
Vende-se pecas de algodJe, a 45, 55 e
65000.
6ASBAHRA ftE COR A 25&00.
Vande-se casemira dectros, a 255001>
MHMH
MA bAL'ULAO A *JO00.
Vende-se peQis de ma4*poJao enfestado.
a 35000.
Bito inglea, a*55QO, 6,,fi5e 25000 a
COALTAR
DE
SAPONINADO
LE BEUF
DESINFECTAKTE, ANTI-MIASMATIfiO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Atfoptado pelos botpitaei de Parix e pelo* da Marinha m litar franceia.
gs' eiteHenle tonics eossae uma effioecia Terdadeiramenle maravilhosa dos ulcei-as aanare-
'*"*,* fjco/ulw*, not eoTicros u(ctrados, no anthrax, naotorrheapuruteitta, na ozena no
nosas
cru.
up., feridas pelas armas de fooo, enfermidailes do utero,'e\*., etc
Empi-f pa-;e, mtrelado com matt (
_ oa menos aena, em cbomaoos, loc&es, injeccoes, gvgarismos.
V01"0 Cialmente efflcai para puriEoar o bafo, iwu aa a;enrl*aa doentea e toraor (nan o.
dentes ecaroQdof.
0 seu uso e muito hygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
Umanoticia^ircunistaqciada Tae com caia frasco. Sxigase a flrma do inventor.
FaBnca em Bayoooa (franco), em casa do Sr. LE BEUF, Pliarmaceutico de 1* clane.
Depositos: Pans, 85, rua Reaurar; ,P*rnambuco, A. REGORD onde se eicootra tambem a
Emulcio de Alcatrio i?petal de Le Benf para faier a agua de Alcatrao, a unica preparacao con-
centrada e tilulade contendo em si o alcatrao sem ser alterado nem modificade.
BOTIXAS A 45500.
Vende-se. botinas paca.aenhora e meninos,
a 45500, 55 e 65000.
Ditas de enfiar, a 250.00.
Sapatos de tapete, a 15900.
Ditos de tranfiA, a 15800 e i5O0O.
BRAMANTE A 15600,
V**nderse bramnnte com 10, palmos
largura, para len^oes, a 15600 a 2530
metro. E outras muitas fazendas. propria
do mereado, que se vcnJe sem reserva, de
preco, para liquidar ate o fim d i corrente
anno por isso convem aoscampradores sor-
tirem-se de fazendas .baratas,, para a prcsen
te festaqueeati na porta, 4 juadalmporairii
n. 72. BazwJtacipual.
200
rs..
GRilNDENOVMDE
A ru dp Crespo u. tO
Loja das o port as
Laa.NUAS
CUegoa est fa,ad,i, cos patir&s iQieiramente
rwvos, a que se vende peio dimunito preco de SOO
rs. o covado : isto por ter grande quaatigade.
SO' NA RUA DO CRBSFO N. 30
liJe> de
Guilherme &., junto a loja
da esquina
Vecdese uma UHerea na rua das Carro-
ts, esquina^a mdeS.Jp*Q, com boa casa de
vivepda e bastante? commoaos para familia : quem
pretendera fltrija sei mesma.______
PeMM^ytagtgae ouwfim para ajuur o ca-
perola, martin, osso e doarado* por banoor^woo.
Perfamariaa. tiu artifo mix a PreiHmU, ken
provida no so em, eumw, mm am ei#ps t
*anna* m jaelhores odores, Jos roais. afsroadns
fabricantes, Lonbin, Piver, Socft-^ade fiygfenica.
Loudray, Gorael e Rfmel ; sao mdf^ensaveto Para
* iG3ta.
Saias bordadas para senhora, por commodo
pr60. # *
Sapatinbos de I. e de setim bordados,par* bap-
Tapetes. Recebeu a PredilecU um Bbnito sortr-
meuto de diversos tamanbo., unto para sofe e I
mo para emrada da sala*.
Veattrnenus para, baptisado o qae ha de melhor
gosjo e os in&is modernos, recebeu a Predilecta
Grande reuniio!
Para tdo
Ilepublicanos e monarchistas.
Democratas e aristocratas.
Federados e confederados,
Gornmunalistas e communistas.
Gatholicos Velhos on noros.
Todos d f v e m Ir
Reunidos on nSo reunidos
Fazer ejuqupnto antes
Suas encomraendas
Dossaborosos filhris
Tao pEeconisadQS I
Fabricado* a cafaicho
Dos pasteleiros
So e somente
Na confeitaria do Campos
14. Intpferador <",d'.
IsUiite k fifigoas
Pelo methodo cle Ahn por H.
A. Gruber
Lingua iBgleza! enrso-1*000.
Lingna allem!-!' e V cursos5^200.
Lingua francera 1 e ^carsos2*000.
Rudimentos da lingat iMina por Theod Esch 4*
I-ivi-nrla franceza
V- Vende-se nm eseratv mfo" e d6 bonita fi-
gura, official de funileiro : $, fratar na iravessa
So Corpo Santo, armazem n. 2
Atten^ao.
GALLO BRAKCO
RUA DO RAMGfiL H. 3
Armazens de seccos e molhados
TM PARA DKXLNCTIVODOESTArttLECIMENTOUM GALLO BRANCO, Pl.NXADO;
PARA AL Rodngues 4l Pires, regressados em Psfrmmbuco, cidade de Recife, succei&orcs do
armazem do Gallo, a rua do Algibeaes, < Lisboa. oM*afw**doec9nbecido axmazem
naquella oidade, caprichsm sempree^n ter geeerosde primeira qalidaiie, 4osAjuae9 dan
ao* seus numerosos freguezes um conhecimeato mais prolongado m relacap abaixo des
cripta :
VENHAM VER
A Nova Esperatica, a rua DiHjue de Caxias n. 63,
apressa-rt em convraar a seus freguezes. com es-
pecial idade ai> bello OTxo a virem apreciar os se
guiotes artigos expostos a vendae lodos por precos
commodoa, como sejani:
FtXAS BONECAS mansas e choronas.
B0N!TS & ENGRAgADAS Vi'Stas para sterios-
copioi.
COittlOlUS LATAS panaguardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninas.
BON'ITOS VASOS com flna banha-e cbeirosos
extractor, trazendo cada frasco um noaie, uma ini-
cial ou^im sico.
FHJAS MEIAS Dfi SEDA, vindo cnlre elias cor
de carue.
Para qirem gostar.
A' Nova fisperanca a ma Duqne de Caxias n
63, acaLa de receber lentos e caixas para o iotro de
Voltaceue.
Para quem svffre das pernas.
A Nova Esperanja, a rua Dnque de Cax,ias n.
63, acaba de receber as procuradas meias de bor-
racha par* qaem soffre da? pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um Undo e complete sorti-
mento-'de Sores artificiaes das melhores que tem
vindo ao mereado
A fellas ante* qae se acabem.
Costumes para crianca.
A Neva Bsperanea, a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber bonitos costumes para crianca
e esta se veodendo nor precos razoaveis.
AOS HERYOS0S
A N va- Esperanct, a raa Duque de Caxias n
63, recebeu um pequeno sortimeato de anneis e
pulseiras electricas, proprias para quem souce doi
nervos.
osso.
Damasco de seda.
Iticos chapeos e chapelinas para senhuras .
ma inoda.
Casemira prcla e de oJres.
Chitas, mai'ap. eofr
larmhes-, puuhi>s de linho e aHoiao, grav.iis*
vas de Co de Escossia, 'apetes de todi>s os uoa
nhos, bolsas de viagem, peiluf b niens, Ien?Ds de linho branco e de con-, Mate!
guardaaapos, etc., etc. _____________
Fogao de ferro econcinico
Vende se um chegado ha pweoi dias, tendc iwlhas para lenha e carvao, f.irno psra ;i*r
deposilo para agua quenle e Ing.ir para se cu.;
dar quente as comidas depois de feiia; e*'.'^ '>-
goes tornam-se recommendaveis pur(|(w ferro batido, e fabrieados com pr-rfeicao e
nhara com mui diminuta lenha : narua do A; '
n. zO
DE
fazendas finas
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
DE
Cordeiro Simoes#C.
f.' esta uma das easas que hoje pode com pri-
maziaoffewcer aos sens fregaezes um variadissi-
ibo sortimeatD de fazendas Unas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de todas as
'lasses, e por precos vantajosos, das quaes fas um
estrange'ii*'.
Paris n'America, a rua Du-
que de Caxias n. 59
primeiro andar, a>*aba de recth-r nm ivimpieta
snrUrrwnto do cafCados pstranpriros p;,ra U men. *
senhora, vihdo entre elles u.n lind.) foriiiuenlo d*.
elegantes cbiqaitos, sapalioho? e L.jtin9 pan.
crianca?, que tudo vende.por prc^o- razoaveA
^rafide peehmeha a HU)
covado.
rs *
0 que e" bom e" caro
Palavra bemdita que nunca faltou.
Chd perola lino, a $0006 a libra.
Dito miudinho super-fine, a 'UO0G a li-
bra.
Ojto popular, ftno, a 8*000 a libra.
Manteiga ingleza flor, em barril a 19600.
Dita diiafina, em latas, a 12*0.
Dita, dita, dita e dita, a 19400.
Azeite de peixe, baleia, a 64,0 rs. a^ar-
ra'a.
1 )ito de edeo, fiao, |b 90 rs. a.garraia.
Dito doce e carrapato.
Aguardente do ealdo da oanoa, feiia de
encommenda, a 500 rs. a garrafe.
Dita popular, a 320 e ^40-re. a^gaarafa.
Dita branca, a %W rs. a garrets.
Camardes seccos, a 500 rs. a libra.
Queijw frescos empeUiodo, pr^e om-
moda.
Gascasde coco para lavar :asa, a 160 e
#20 is.
Farinha liua de Muribeoa.
Vaesowtas de piaasava para sorviro inter-
ne, a 210 ,rs.
Ditas geaades a SOO ts
Massas para sdpa de todas as qual^da-
mn
* Ube Unte cbraneo, sufwrjpres, eagar-
rafanoaeempjpas. Eontre8#r,tigos que sera"
anSadpobo anruflr, <** seccn e me-
llod.o, por-ser eaweo.
.mi" *__ ._
35, a raa
aoMdo e
cesafi, s.upieriores, a
Venhaa,a^ar .tjtajwpawf. *ew*k,i.b&r\
derse por 3* fazenda qne vnl 44 ua loja da' aoTtio#aj-a*aua damoto.:;KaU;JieMmes
AOmpaaeta. r ^.'i^Bile^M
rQue Hndo chapeo de^soljea.'461*^^
1
Oeconlas de bram^te^ita*i-
andam fazendas as casas dos pretendentes,
para o^aelem pessoal Decessario, e dao aaiostras
nediarrte penlior.
Cortes da seda de linda? cores.
Grosdenaples de todas as core?.
Gorgurib branco, lizo, de listras, preto, etc.
Setlm Macao, preto e de cores.
?rosaenapk8 preto.
eUndo preto.
Granadine de seda, preta ede cores.
Pnpelinas de lindos padrdes.
Fik'r da seda, branco e preto.
H)ca6 basqoinai de seda.
Gasaci.de raerind de cores, la, etc.
Santas fcrasileiras.
)rts com cambraia branca com lindos borda-
des.
fticas capeUae e maatas para noivas.
BifluisytTK) sortimeato de las com listras de
sefla.
Cambraias de cfires.
Ditac oacayous, brancas lisas e bordadas.
Wainwjnes d liatdos padrow.
Baptistas, padrSes delicados.
Percalinas de quadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Beint de linbo de edr, proprios para vestidos,
comiwrft^listrae.
Ricos cortes de vestido de linho, com infeites da
mesma c6r, ultima moda.
Pites d# cambraia de wres.
Mlao de Ijndas cores.
Safls borda*bara seBboras.
Canisas bordadas para senhoras, de linho eal-
COdao.
St^rumentQ ,(le luvas da verdadeira fabrica de
Jouvip, para homens e senhoras.
VWfe9 paVatmenmoe.
Ditos para baptizado.
oalbase guardapaps. adamascadps de linho da
5J0001.!
A- Rosa Bwa, que vende IWdos chapowde
aol de lUMrior ***,.eom barra e liados
brancos, val em be ra Sf. 0 cliique da moi
linda peruambucana' sahit.JTTO^Sero e
^mSo orsea cbapemrto de Wl,- tPti* Wte pr
Httac'e^8a-r aa roa dalmperatrix a,
loja de Azevedo & C.
|lpSr''hi
rio n. 27: a tratar na rua de*aagrrD. 73.
cor^ara
ehasde IS.
Cortinxkis boraaiw.
.CfjaMtaMi^aMfito de camisas de linbo, lizas. e
borj^d.as,-nara hpmens.
iaj de cores para homens, meninos e meni-
nas.
Comckfo sorlimento de chapeos de sol para bo-
merWTsmbraF^''''^ '
Meria6.'d*respara vestidos.
Dito mm, trancade 4ifo de verao.
At ,-,i- *;->-
: !
Chitas escuras finas
a 360 rs.
A Rosa Branca vende chitas escoras de novos
gqstos a.panno suoerioT, que valem .4*0, a 360 rs;
aproveitem que e pechincha : na rua da impera-
triz n. S6, de Azevedo & C.
sjVendese nma vietoria qnasi nova
para nm ou dous cavallos: a ver aa'oateir
Sr. Cirino a rua do Hospicjo. e a Uatar
cia americana, rua Duque de Caxia
bussoU c^m octrfc, de *e*-aawr, um gra-
lo comptek), oma acttlha do nurear, p;t#ri
ara mar e terra : qu4n,,afiUNC procure turaa,
osQuart6iB.Bl.b6J bandar.
Ao n. 9
.
.
No Pr-^gresso do pateo do Carmo vondese man'
teiga vngleza muito boa a It; assim corao conti-
nf/a a-'lef bom Sorlimento para qualquer ckefe de
ler-lnd'1' flwiMafazar sua despenaa, que encontrara precos
mais commodos do que cin uutri pane._______
J^ Aguardente ae canna e.\'ua-frna", em caixas
de duzia : na rua do Encanlamento n 5.
do
pharma-
^ n. 57.
Brins de linho, branco de cores e preto.
8W4*-*a aad sores.eai listras.
Chales de merin6 de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditas it aeda.fr.eta a d oOies.
Br tatoWW'
jsaa-Ae cbita.para homens.
s&Tapefla.
.pen
reolas de Hnho e algodao.
Pannosde eroehetpara soft.
cadeiras e conso-
rdadoa a de labyrintho.
. cnasde crochet,
arlatana de todas is com.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
para c6rtes.
Espartilhos Hsos, bordados.
Foulard de seda, llddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e & para senhoras.
Rico sorlimento de leques de madreperoias e
<2assa la, padroes novos, e de mai? g( :'.o qtt,
D vindo ao mci cado, so na ua Co Q-i"ima4.
*3, loja de Gnerra & Fernandes, |.-c!o 'im!r3
prego de 200 rs. o covado 1
Chagneui freguezes que se acaba
Engenho a venda.
Vende-se o engenho ParaUo, fito na ilha de
Itamaraca, e levantadn ha pouco tempo em terr*-
das motnte e corrente e e a vapor, sendo o rcsnaeUvo
terreno assas productivo d.- cacna, ir-andioca, mi
Iho, feijaj etc. Alem dos terrenos dc p'antafac.
ha nma boa solta para gad<\ muitas arv.ircs frnc-
tiferas, inclasive coqueiros e aatimaa lucares pa-*a
grandes vive ros. A situacao da casa de vivenAa
e agradavel, c o cliina e passadio da ilh de Iti
maraca sao muito apreciaveis, alem dc ootra*
vantagens que evn a vijU molhor conhecari
comprador, dingindo-se ao referido e|noo, on
informando- -e n.\ rua do Atalho n. '.', fregu*zu
da Boa vista, junto a caixa d'agua.
Yende-se
pes Jo par.eira-, alacale, sapitis, roaetra*, L
gueiras, fructa-pio, rozeiris, dualias e outras f!o-
res, por pregQ commodo ; na Boa Vista, rua W
Visconde de Goyanna n. 101, outr'ora Mmdeg..
AGUAS ALCAUW GAZOSAS HAS PaMM;~
SAI.GADAS
VILLA POL'CA DE AtiUIAR
Bicarbouaiadas-wodicRM
Analyses do Dr. Jvse" Julio Rodriguc. lnt*
da escola polytechnira dr List
Esta excell^nte agn, u-ada fi>ni v>ni>v m
padecimentos das vi^s digestiva^, ann.ii>. ii-
estomag), etc., etc.: vonle se mptiann^ ..
drogaria ^ rpa If rgg do lUsario n j;.
Vende-se uma escraa cri nil* de 1<
de idade, bonita ligura, eozinha a ng unan I
a tratar na rua aovade Santa lliia ns. II :t *.
Salsaparrilha de Ay PAKA PUBXTICAJR O SAMOCS.
O Msome da qua goza 0*J>-
reUente remedio e devldo a a*iaV r
ret Os enrMfoe ttn oftri 'a.**
it dai onaes aio vcrdaauiiaaipae
nunTilhteaa. Innnmcro; Mi m
c*M em qae o vMhemk,
do iialBaailu da Dodridio i
As affacfSese deaordcoa. M
d*s pela contaralnneSo e*a__
e prodarirem Jores Bioiljflcsrte-,
tem iHotam radjtaie tarn gemljaeote curadas por tile, -
todoa-os ponto* do Imperio, qne o pnNico mat preciw ft to
h das suas virtades e do modo de nal-o.
sao cscrofuloso e nm dos mais destruidores ini'iUM
lumana. Ora. stohoHa TOecJfai c traiyoeframeafc
Wgli*isDo e detSa^d traco iasrme contra ial)iliia
Pra, patantaiaa iafeo^aode.flne corrompea o capo
im momqdo opfidrwno, nrrra raptdamonte sab alf>
tadfoadal'lvmas, M na cntis ja nos aaaaaui
algmo caso toasfia, muitas Teres, tuMKataa
no flgaao, no eoMftei, etc., quando D*o at awa-
em ^-.-"vaes, taraoraa^ etc.
,_A Sr*^1 ,lUB P^iSp*0 V*10 gftarlaa, e p.-veni. i seimwe gjatbor do que cotnbaaal*.
Asafln antes <: apJparQgarem oa proprios imijXhemat acSaaa,
As-peasoas que sofl-.-jn a JBry*al, Ff it s. Mm-
tent
).enti
lP
Mm aos gasoa; Z>aaasla on JmUmtwttt, ;
ooridaa, olbos, <
gALMATAX-
A SypMHt on IVMaaatM Ttnwtm aio cawadas ocaa c
*, aao, posto que seia neceasario mais dilitado eapaco ax
tempo para subjugax tam fanperttaeatas enTciiiidadaa.
A lymc^rrlOm, on Flt*m aramaaa, as ulceracaas ptrr.-
re am geral as mplestias das muUieres sio tanbaaa aBiTa*-
* alteriormente curadaa por sen MMa aaaaaaaar c
v%6rBT0.
0 Mkfufnatitme e a Gotta, quando caaaades par fjow.
mukc&iTde materias extranbai aa aanjBe, cadaio*a ieS
menia, oa maamo modo o JW aW '^m^tfS!^!''J.
A 8aJaPrrlU e ^S^l' ^^"atT 4a.
forca aajwr aw Bir*^.
Aasim, todos os qne aoflrwy laayn-r
>laSi; rnnaaul" a qua aio mconi >
iimn'l Taaaorc* Xtrvotot ou q
proVenitate de DeWidaie, achario.
pro'___
o mats seguro axpediante da prompta
PBBPABAIU. Ki
J, Q. Ayer & Ca~, Lowet
CMmioM 9t utHem *
vartruK eras 2
o"a j
11- -
?u pod>' 1
a*






8
Diario de Feimffibueo **-

=
^
feira 25 de Fevereird lie 1874
DRISPRDDEKCIA.
llelaUrlo

k KUWXO DO KECOC10 DO MARECHAL BAZAINE
KX-COMMANDAXTE EM CHEFE DO EXERCITO
DO RHENO.
AUDIENC1A DE 15 DK NOVEMBRO
(Conlinuapao)
R.Sim, o boato espIhou-se antes da
noticia official.
i P.Dizei-nos o que sabeis pelo que toca
ao ineidente Regnier?
R.Nos ultimos dins de setembro, o ma-
rechal perguntou-me si eu conhecia um al
Regnier, addido 4 casa d;i imperatriz. Nao
conbecia aquelle ivirae. 0 marechal dis-
se-ine : Aquelle bomem vein por parte da
imperatriz, a quern o inimigo fez proposta*
de paz.
trar. Convens-vns ir ? a Eu respond i nio.
Tinba as minhas razdes para nio ir. 0 ma-
rechal perguntou-me se podia mandar
Bourbaki. Aconselbei lh'o. 0 marechal
conduzio-me 4 sua casa, e fez me entrar.
Encontrei alii no seu gabinete o Sr.'Reg-
nier.
Nao me fallou dc cousa alguma pelo
que tocava 4 sua miss.ln. Fallou da came
de caval o, da cavnllaria o da infanteria.
Og neral Bourbaki f )i posto om reh^des
com elle. Ignoro o que so passou, e s6
sei que Boirbaki partio disfarca to a paisa-
na com os medicos. E' tudo o quo sei, a
respeito deste ineidente. Disseram-me que
aquello Regnier escreveu uma obra que nao
li. Se fallou de min, e lancou em minha
conta alguma outra cousa, alem do que eu
tenho a honra de repetir aqui, 6 men-
tira.
P.Entao o Sr. Regnier nio vos disse
nada da sua missao ?
R.Nao se fallou de maneira nenhuma
em politica na minha presence. 0 Sr. Re
gnier fallou de C ne de cavallo, de eavalla
ria e de infanteria, e foi tudo. Conversei
pouco com elle. Nao tinha ar distinc'o,
era rauito commum e tinha uns modos que
me desagr idavatn.
0 general Bourbaki, interrogado em
primeiro Ingar sobre as operacdes militares
do 18 de agosto ao 1 de setembro. forneceu
informacdes que nao different essencialmen-
te das que ja tinham si do dadas pelos outros
chefes de corp s do exercito. Fallou pri-
meiro que tudo da confereucia de 26 de
agosto, ua qual n marecbai Bazaine mani-
festou a sua intencio de permanecer mo-
mentaneamente em Metz ; depois fez uma
narrac..1o rauito vaga a respeito da batalba
de Servigny.
Chegamos ao incidento Regnier, que e o
ponto capital deste depoimento ; mas im-
porta notar aqui, que a opiniio do gene-
ral Bourbaki, era quo depois da batalba de
16, se podia facilraente reunir no Meuse
P.Agora, Sr. general, peco-vos para
lerneceres 3d conselho informacd-s a res-
peito da missao que vos foi confiada om 24
de setembro pelo raarechal Bazaine.
R.Para comprehender este ineidente
Regnier, o necessano dar conti da situacio
em qoe nos achamos. J4 tinha comeead >
a dar-se para consumo a came de cavallo ;
OS outros morriam de forae ; o inimigo
avancava ate ao interior do paiz ; j4 nio po-
diamos sahir, e nao tinbamos nenhum soc
carro a esporar de fd a.
Foi nestas condicdes que fui chamado ao
quartcl-general pelo marechal Bazaine, que
me poz em oommunieaeao com o Sr. Re-
gnier. F.ste disse-me que se tratava de um
armisticio entre o Sr. Julio Havre e Mr. de
Bismark, mas que Mr. de Bismark sentia
grande nmugnancia em tratar com o gover-
no da defeza nacional, e que faria as suas
melbores condicdes se trat8sse com a impe-
ratriz.
0 Sr. Regnier perguntou-me se eu queria
ir negociar o tratado em Hastings. Nao
Ihe respondi ; mas aniraado pelo marecbai
Bazaine, consenti em partir, pondo condi-
cdes. A minha partida devia ser apresen-
tada no dia seguinte na ordom do dia, e a Expressamente concordou comigo, que
guarda, que eu tinha a honra de com- elle e o seu exercito estavam 4 sua disposi-
raandar, nao devia ser ernpregada seria- cio das camaras e do governo imperial...
mente em combate antes do meu regresso Fellou-me da possibilidade e do prater que
0 general Bourbaki fez depois a narra- teria em se pdr 4 nossa disposicio para fa-
$lo da sua viagem, e chegou ate" a sua on- vorocer osnossos wtos... A Franca, que
trevista coma imperatriz, a qual the eipoz julgara ser victoriosa, naoo foi; mas ella
o estado daa cousas em Fr nca. E conti- nio e por isso forceia a deixar-se arrastar
nuou nestes trrmos: por um punbado de avontureiros. 0 exer-
No dia seguinte pela manha, a irape- cito, esse sjmbolo de udelidade, ainda nao
ratriz declarju me que estava decidida a deixou de existir, e considerou o exercito
ndo intervir na obra da defeza nacional. de Metz oomo o unico exercito franeez que
Kntio pensei em voltar para Metz, e invo- existia ; paftilha completamente das idtSai
qut'i os bons officios de lord Granville. De do seu chefe.
icgresso a Franca, recebi ordens. sobre or- Leu-me a sua primeira'carta ao prin-
lens do govenio de Tours para me dirigir cipe Frederico Carlos, com o qual entrou
alii, mas parsisti em querer reunir-me ao em correspondencia, pretexto de conhecer a
meu general em chofe posic>> depois de Sedan ; a resposta do
NSo tondo podido conseguir isso, quando priocipe, que lh'a explicou, e lhe disse que
queria, resolvi-me a procurar o govenio da o exercito real marchava sobre Paris ; a lei-
defeza nacional. Chegado a Tours, expuz tura do projecto de uma carta, pela qual
aos membros desse governo D estado do podia que mandasse o seu ajadaute de cam-
exercito de Metz. e a inutilidado dos seus po Boyer ao quartel-general do rei, para
esforcos; mas nao quizerau ouvir-me. De- se inforniar positi vamente do estado das
pois de ter feito novos esfo'cos para obter cousas.
um armisticio. aceitei um commando do. k aUusIo desappareceu no urn da car
governo da defeza nacional, e organism no t. masque nio foi owodada ao governo da
norte o pequeno exercito que entreguei de- defwa naCjonait e 0 mesmo aconteceu a
p.us ao general Faid herbe. res^ito do desej0 e tinha de M co^rvar
P. -No summano reproduzistes as pa- afasUdo dos ao^ntecimentos.
lavras que o marecbai Bazaine dirimra t( Quando se chegou ao termo daquella
Regnier : que obteria do principe Frederico carta> disse.ihe eu positivamente que nao
Carlos que o exerc to sahisse com as honras p0(Jia dar foas a supposi(;de3 injuriosas
da guerra, e so ret.rasse a este ou aquelle parae[ie. combater aquella interpretacio,
ponto do territ.no que lhe conviesse. ,: que era todafia positive, como seudo a do
R. -Perfcitamcnte, senhor presidente. j^y pensamento ; que emfim oao pdde res-
P Rao tmheis perguiitado a Regnier ^ofo peia guarniCao de Metz, mas apena*
se podieis V'dtar? pelo exercito, que esti fdrada prai;a.
R.Nao so-fall(.u de td. a Disse que om vez de mandar o ooronel
P.Todaviaa necessidade ein que YOS|BoyeP( era neoessariot sem submetter a
achastes de vos disfarcar para sahir, devia jqMeslao u,iUur a queslaw pofitica, empre-
gar a situagao ainda
fazer-vos presiotir as difficuldades,
raaiores, quo sentirieis para entrar ?
R. -Julgava poder entrar ; e se nao tives-
se sido iustado par telegrammas do governo
la defeza nacional, tel-o-hia conseguido.
P.Tmheis vds concordado no meio pa-
ra commuuicar com o raarechal Bazaine T
R.Sim ; tiubarao-nos concordado em
uma cifra, e se nao tivesse sido constran-
gido peo govenio da defeza nacional para
me dirijnr junto delle, teria talvez, apezar
das difliculdales, podido communicar co.n
o marechal.
P.Nao' bavieis contrahilo nenhum
comproinsso com o marechal Bszaine?
R. Nao pensamos era compromissos.
P. Mas Regnier deixou antever as rela*
5des evidentes que tiveram com os generaes
prussianos. Isto nao vos causou suspeita ?
R. Tudo se passou muito rapido, e nao
prestei attcnc&o.
P.Fallou-vos comtudo das negociacdes
entaboladas com o governo da defeza 1
R.Sim ; mas disse tambem que as con-
diydes seriam mais severas. Julgavamos
que a Franca estava entregue & anarcbia.
AUDIENCIA DE 19 DE N0YEMBRO.
Presidents.Cbamai a testemunba Re-
gnier,
0 commissario do governo.A testemu-
nba Regnier a&o est4 -presente. Tendo si-
do citida regularmente, requeiro contra ella
a pena impost* pelos artigos 103*e 138* do
coligo dejustiga militar, e o 855* do oo-
digo de instruccSo criminal.
Fez-se a loitura do depoimento escripto
do Sr. Regn er.
Estavamos em sexta-feira a noite, de
23 de setembro. O marechal fez raw en-
trar no seu gabinete ; li-lhe as minhas-
duas entrevistas e a minha carta a Mr. de
Bismark, que desgraQ.sdainente me nao deu
resposta telegraphica ; disse-lh'e os senti-
ment' s deste ultimo para com a familia im-
perial, o pezar que eu julgava *er nelle de
ser for^ado a c^ntinuar as aberturas de fac
Que evidenternente o marechal nao pddo
empenhar o general CoffinieYes; rnas qoe o
seu offered mento tao generosome pernsrtti-
ra obter de Mr. de Bismark, cujo interesse
6 bem conheoido. melhores condicoes de-
baixo do ponto de vista da dyaastia, tao-
precario no momento.
0 seguimento deste depoimento assenta
em pormenores, que as pessoas envoi vidas
no ineidente. como por exemplo o general
Bourbaki, ja referiram, ou coutaratn com
mais precisAo ainda do que a testemunba
Regnier.
Presidente. Queira ehamar o general
Coffinieres.
0 general Coffinieres.'Pelo que dia res-
peito asopera^oes militares desde o l'de-te-
tembro ate" 8 de outubro, nio posso diaerse
oao uma cousa e que me ehegavam uro gran
de nuraero de feridos, o qpe augment! va
as difficuldades. No que toca as eomriuwiea-
gdes com o interior, foramellas mais diffi-
ceis no decurso de seteaabro-do que no mez
de agosto. Todaria ainda chegou geote
de fora, e tentou-se maBdar emissarioe;
chegou um grande numero de noiioias
mais ou menos rerdadeirae* cuja origem
nao poderei precisar.
P.Um retatorio de policia tos lofor-
mou qpe individuos munidos de passes
prussianos tinbam entrando em Mete
nao tinbeis pensado em yos- utilisar daqiel-
les passes para obterdes notieias
rior?
R.Rao, Sr. presidente.
P.Soubestes que se haviara entabolado
conferencias de armisticio entre o Sr. Julio
Favr e Mr. de Bismark ; essa notkia Dio
yos preoccupou, por isso.qjie astim e decla-
ramos nas vossas notas. Informastes disto
ao marechal Bazaine?
R.Rao sei.
P.R'uma pro'clamacSo ao povo dingi-
da por Mr. Odeot, encontra-se uma. phrase
sobre a permanencia
ta que a pressao moral das potencias e a eu- aquella phrase era vossa T
sen'cia corapleta do nosso partido tinham
tuscitado.
Trar,ou-me um horrivel quadro da sua
siitua^ao, e disse-me que nio podia ir alem
de 18 de outubro, a nao ser com gran-
de difficuldade conaendo came dos cavallos
dos seus officiaes.
do exercito de Metz
r.Naquelle momento, aquellas notieias
eram de tal maneira coofusas, que n8o li-
guei nenhuma importancia A phcase a que
se fez aqui allusao.
P.Era ella porera,. muito grave ; O
exereito nao vos abandonasd. Ha via
nisto um compromisso que devia vir de
mais alto do que vds. 0 marechal autori-
ou-vos a fallar em seu norae ?
R. Posso affirmar ao Sr. presidente quo
o marechal foi completamente estranbo a
isso, e que eu lhe nlq liguei nenhuma im-
portancia.
P.Mpitas testemunbas, entre as quaes
havia membros do conselho municipal de
Metz, disser m que no iim de setembro s
havieis informado de que es'.ava iraminente
um bombardeamento. Era isso feito por
ordem- do marechal ?
RDemodo nenhum. Soube que os
prussianos estabeleciam ucna bateria na
frerite da Plappeville, e toraei sobre mim
tudo quanto li/..
P.Tivestes conhecimento do ineidente
Begnier. e da partida do general Bour-
baki ? *
R.Havia em Metz medicos luxembur-
guezes, que peliam para regressar ao seu
paiz ; as suas prime,ras diligencias nio ti-
veram resultado, quando recebi ordem pa-
ra os mandar ao estado-maior-general. Pe-
la mesma epoca circulava o boato, e produ-
zio mesma uma certa sensacao, de que por
ordem do marecbai, eu tinha maodado
premier o general Bourbaki, e que estava
encerra lo no arsenal. Procurei a origem
doste doato, e sobre o que se tinba passa-
do. 0 general Bourn* volvido com oi medicos luxemburgoezes,
e icarregado de uma missao junto da impe-
ratriz.
P. -Como suceede quo, mi vossa nota de
2i de setembro, sa encontrs esta indica^So:
a Os medicos laxemburguezes parti ram
com o seu chefe o Sr. Rognier Conhe-
ifleb pois o Sr. Regnier T
R.>ao posso explicar essa- annota-
te general Poarcel.0 comraandbnte do
forte de S.- Jnliao declarou que, a 24 de
agosto, tinha recebido dbus despaeb os do
general Mantenffel com direcgao para vds ;
que dizem esses despacbos-?
R. No- rae lembro dw os ter recebi-
do.
0 depoimento do general Jarras nio of-
ferece nennu 0*5r. Arnous I&viere.lL 18 de agosto,
recebi autorisaijao para formar um corpo
de exploradores sabidos dos eivis. A lft en-
contrei-me com a divisao Forton, e na noite
de 16 para 1*7 fiquei em Sravelotte. 0
marecbai mandou-me a Sain* Privat para
fazer ura relatorio do que se passava.
Itesdo -21 at* 28, fui encarregado de ob-
senrar o caminho de Mezieres. A 2Sr fiz
ecolher mortos-no caminho deSarrebruok*
A 25s recebi ordem de reunir o 4" corpo.
A' 30\ de noite, o general de Qissey orde-
nou-naeque medirigisse, eom as forces K*
geiras, para o ycorpo.
A testemunba enumera os diversos poo-
tos qu tinha soccessivamente occupado
com o eorpo doe ligeiros, atd o momento
de se estabelecer dffmitivamente em Mou-
lin-les-Metz, ondese conservou ale* ao fim do
bloqueio, a frers&e de quatro companbiafr
d'aquettas forcas, ede quatro eompanbies
de linba.
A-testemunha fez depois a narrasao d>a
partide de Regnier, seguido do general
Bourbaki e de muitos medicos luxembur-
guezes.
A testemunha fez conhecer o que sana
das intrevisUs do Sr. Regnier e do mare-
chal Bazaine. Assistio & partida dos medi-
cos luxemburguezes entre os quaes reconhe-
ceu o general BDurboki Prevenio logo o
general Cissey. 0 resto do seu depoimento
assenta sobre as-medidas d'ordem que elle
estava encarregado de executar e que sd
muito indireciamente se refsriam ao-pro-
cesso.
P.Nao pdde um tenente das- vossas
companhias ir ate Ars no decurso de se-
tembro t .
R.Sim,3ra um homom muito intelli-
gente.
P.Nao, pdde ser empregado a outras
missdes?
R.Nao se lhe exigiram.
p.A. 11 e a 17, tenheis ido- oomo par-
facititar a
lamentario, e trouxestes despachos.de que
havieis feito eotrega ao general Cissey ?
R.EfTectivamente, recebi um despa-
cho a 11, levei um a 17, e trouxe um se-
gundo.
P.A 18, nio tivestes que
passagem de S. Debains ? f
R.Estava munido de um passe regu-
Ur
P.Resulta do summario, que a 16 de
outubro, o coronel Bjyer, mandado em
missao, passou os vossos postos avangados,
aconnpanhado do comraandante Samuel.
Recordai-vos e sabeis quanto tempo perraa-
neceu fora das linhas ?
R.Fui eu que o conduzi, mas nio fui
eu que o recebi; o coronel Boyer devia ter
sido recebido por officiaes da guarda.
i\ Entao os vossos officiaes nio vo3 da-
vam cdnta de quem passava?
R. -Isso acontecia algumas vezes, e quei-
xei-me ao general Cissey.
P.Por quera vos foi entregue o des-
pacho que tenheis ido buscar aos postos
avanjados prussianos a 17 de setem-
bro?
H.Por um official do estado naior
do principe Frederico Carlos que rae espe-
rava.
P.Nio bavieis a 22 de setembro rece-
bi lo tambem ura despacho de um official
prussiano que conduzia prisioneiros ?
R.Perfeitamente. Levei-o ao estado
mamr da divisao, como tinha feito a todos
os ootros.
P.Que impressio produzio em vd> o
Sr. Regnier ?
R.Tomoi-o por um agente de- policia.
O general Pourcet. Ragnier nao vos
fallou da impaciencia com que o principe
Frederico Carlos esperava o resultado da sua
missao ?
R,.Fallou-me d'essa impaciencia.
p.Nao vos disse- que tinha visto o
rei da Prussia em Versailles, e que se tra-
tava de uma restauracao da regencia- impe-
rial ?
R.Disse-me.
p.Debaixo dis ordens de queji estaveis
em Meulins?
R.Debaixo das ordens-do general Gis-
sey
marecbai
FOLHETIM.
mqiorus oe mm
POR
O. Maiioel Fcrnondea y Gottiale*
QUARTA PARTE
LUDOVICO ARIOSTO
IV
E COMO ARIOSTO, 0OM1NAD0 PELO AMOR, ERA .
' MAIS FRACO DO QCE ELLE JULGAVA.
(CoutinuaQio do n. 46. )
_ Por meio, por desesperacao, por des-
alento ; via-a occultar por tal raodo o ado-
Jido amor, que Deus, para prem.ar o meu
martyr o, qu& que sentisse por mim que
Z julgavaqsente..ciado ao soffriraento borri-
veld" ura amor nio comprehendido, de um
Sor que nio podia ter outra esperanca se
"aLucreci?leY0u a mio ao cora^io como
qtte para lhe conter a violence das pulsa-
g$!!lNiomeengane,Ludovico, exclamou
.ella, porque se um
isso ; amo-o com um delirio de que nunca
me julgaria capaz. A sua alma de fogo esti
sedenta dc um amor infinito, e eu quero
abrazar-mo e ve-lo abrazado no volcio
desse amor do inferno ; mas quero-o sd
meu, essim comoeu serei sdmente sua. Que
importa o que possa succeder se tivermos
gozado um amor infinito Que
os tormeutos da vinganga, a morte afiron-
tosa, o desprezo do mundo I Que e isso
comparado com a nossa felicidade ? Mas,
jure me pela vida e pela alma dos ftlhos que
0 destino lhe conceder urn dia, pela memo-
ria de seu pai, pela sua vida, pela sua alma,
que nao araa outra mnlher ; e, se a ama,
1 engane-mo, Ariosto, occulte o seu amor para
que eu o nio perceba, por compaixao de
uma pobre mulher desesperada, A quem ma-
tariam os zelos.
- Juro por lulo quanto ha de sagrado
e de terrivel, que & este o meu primeiro e
era um turbilhio,
p.Correspondieis-vos eom o
Bazaine, directamente.
R.Nunca. .
P."Eodavia, no summario, tendes fa Ha-
de de coramunica^des que havieis dirigido,
ohio marechal, ou ao chefe de estado
maior gecaral ?
R.Sim, antes do 1.* de setembro^
quando eu commandava o posto de Moo-
line.
Ocapitdo Cor*io*A 23 oe setembro,
I noite, oSf. Arnous-Rivien conduzido ao
quartel general do- general Cissey do cha-
mado Regnier. Recebi ordem de cradu-
iir imraediatatnenteo Sr. Regnier ao Ban-
Saint Martin Quando me aproxiraava,
perguntei-lhe de que maneira devia annon-
eiar sua cbagada ao-marechal'; anuueiafeis
o enviado de Hastmgue.
lgnor*va-se emMeU que & imperatriz ti-
vesse Gxado a sua residencia em Hastigs. A,
17, findooservi^o-dos parlamenUrios, reee-
bi a resposta do principe Frederico Carlos
ao pedido que se fez para deixar passer o
coronel Boyer. Levei aquolla carta ao quar-
tel general. ,
Seguio-se depois o depoimento do Sr. de
Keratry
P.Queira fasier saber quaes foram os
esfortjos-feitos pelo governo da defeza para
estabelecer relactes com o marechal 1
zaine.
R.O general La F16.eeu, trabalhimos
simultaneamenie.
A. 11 ou a 12, mandei um primeiro des-
pacbo, e mais tarde raandei guardas flores-
taes; mas nio sei se elles conseguiram
passar.
p.Tivestes conhecimento da- viagora do
coronel Boyer?
R.Sirri, soube que elle ia, a Versailles,
o que era guardado i vista. Estava eu en-
tao em Bar-le-Duc, ondo tinha cahido um
balio. Mandei uMMdiatamante um despa-
ebo por pomboa ao governo.
Seguio-se o depoimento do'commandenle
d'artilberia Robert.
rtemunAo.E' para mim 6ra de du-
vida que o exereito proaaiano *e aoboo
desde li ate 14 h'uma situacio muito dif-
ficil, e que, se houvesse havido o cuidado
de destruir a poote de Noveant, elle se en-
contraria na impossibilidade de passar da
defensiva a offensiva em Borny e em Gra-
velotta..
Mais tarde commandei uma bateria qua
estava encarregada de fazer fogo contra ts
provimentos accumulados em Ars pelos
prussianos. Declaro que nio vi a baodoi-
ra das ambluancias nos edificos, e que,
alem d'isso, se a tivesse visto, nio attende-
ria a isso, porque sabia que os prussiano*
tinham rauitas vezes abusado. O mare-
chal que, parece, tinha sido informadi pe-
lo principe rrederico Carlos de que eo al
cancava as ambulanciaa, deu-me ordem
para moJificar o meu fogo.
0 Sr. Debains. secretari de eu baiaa-
da.Estava addido ao e3tadb maior gene-
ral do exercito do Rheno. Ale 19 de agos-
to, occupei-me das communiea^des com a
imprense. A 11 dtB setembro effereci-ine
^o marechal para tentar atravessar as li-
nhas. Depois de ter tornado as suas oi*
dens verines, apressntei-me nos postos
avaugado* prussianos, e Gz pedir ao prin-
cipe Frederico Carlo9 autorisa0o para
passar, aut-wisagio que me uio foi eonce-
-nda.
Em cousequencia disto, tive de voltar a
MWz ; mas dorante algumas horas que pas-
sei no campo prussiano, colhi diverses u-
formac^es que reuni em am relatorio ceo-
fidencial, o q-ial dirigi ao marechal Bazaine
a seu pedido.
P.Esta phrase que se eocontra no cotn-
raunicado dirigklo aos jornaes : 0 exerci-
to permanece paca fazer face is uecess*da-
des estrategicas e politicas, >? e vossa, ou
f.ji-vos dictada.
R.Receiava qae me faltasse a memo
ria. 0 marechal tinha bastante confiao^a
em mim para me deixar a minha liberda-
de d'accio.
0 general Pourcet.Qual era, no prin-
cipio da guerra, a attitude do marechal Ba-
zaiue, a-respeito doimperador ?
A testemunba depois de ter reflectido per
rauito tempo, di*se-.Nio conbeco nenbum
facto exacto. Julgo saber ap-oas que o im-
perador, nomeando o marechal para com-
mandaote em chefe, cedeu i preasio da op-
niio puWica. Recebeu de Pans am grande
numero de cartas- que lhe aeooselhavam
quelta nomeaeio, especialmewte dos Sts.
Chevandier, de Valdrome, Riobard e de ou-
tros.
0 Sr. Nugues, coronel do estado maior.
Fui encarregado pelo general Jarras, da
transmittir aos comraandante de corpos-o
relatorio do Sr. Debains. Dietei esse reU-
tosio, cujos termos e especiaimente a oon-
clusao nos pareceu de natureta a enfraque-
cer a moral do exercito. Boi procurar o
geneial Jarras, a~quem dei parte desta isa-
pressao, e elle disse-me entio que o fim do
relatorio nao seria commuaicado. Eoram
mandados officiaes pelo estdo maior gene-
ral com a raissio de lerera aquelle relatorio
aosobefes de corpo?. Eu ereio que-assi.n
se fez.
dia me vejo escarnecida
minha vinganca sera terrivel.
-Ah nio
mo. Por Deus, por este
amor? nio rae despreze, nio veja naque U
quelh'o confessa, a gri-duqueza de Ferra;
ra. Eu nio amo meu mando, nio o amei
nunca ; casaram-me com elle, como me ca-
saram com os outros, poraue assira convi-
nha A ambi^ao da minu familia. Fui sein-
pre uma victima occultando sob um sornso
enganador a agonia da minha alma, endu-
rec-;ndo o coragio com o soffrimento, vin
ganlo-me cruelraente do desespero, das
la^rlraas vertidas no silencio, exterminande
tudo quanto se atravessou no meu caminho,
tudo quanto contrariou a minha vontade
0 dedo do Senhor iroprimio na minha fron-
te uma e mil vezes, uma nodoa de sangue;
tu'lo quanto dizem e cert): a erueldade,
o od'u e a vinganga teem ate hoje hamtado
no meu coracAo. Houve am pequeno pe-
riodo ua minha vida em que fui boa, em
que verti lagrimas, e senti remorsos do todo
o mal que havia feito ; esso pcriodo foi o
tempo que estive casada com Affonso de
Aragio. Amava-o, nao como amo agora,
mas amsva-o ; era um ser innocento, um
coracio de ouro, e eu adormecia com o seu
amor. Quando o perdi, quaudo o assassi-
naram, toraei a ser fere. Ah I Ludovico.
nao mate. n3o ssine o meu
mor, disse Ariosto, que ere um tanto
impio.
Pois bem, replicou Lucrecia, retire-
se, deixe-me sd; estou doente, fatigada,
nccessito de solidio e de repouso. Tenho
soffrido muito e na cabega agita-se-me um
mundo de pensamentos terriveis. Amanha
venha ler-me uns versos que escreveri ex-
pressamente para mim,
__ Exhalarei nelles toda
replicou Ariosto. Adeus.
E sahio vacillando como ura dbno, com
o coracio opprimido, aterrado por um frio
presentimento, e alentado ao mesmo tempo
por um fogo ardente, satanico e insuppor-
tavel.
Apezar da energia, da paixio, da exa-
aeracAo dos seus senUmentos, Lucrecia nio
levantara nunca a voz, e as damas e gentis-
na ante-camara nao
A cabeca de Ariosto
um cahos.
Se Lucrecia nio tivesse sido tio ternvel,
e Affouso de Este tio digno e tio repeitado,
Ariosto ter-se-hia sentidoo roais feliz de to-
dos" os horaens.
Ginebra era a sua alma, a sua vida, a sua
iraportam|paz, o seu coracio, a sua poesia.
Lucrecu era um um anjo cahido, tao so-
nhado, tao anhelado por Ariosto ; era ura
poema de paixio, de voluptuosidade ; um
abysmo sera fundo, onde a alma, sedenta de
gozos, encontraria um mundo de sensacdes
desconhecidas.
Ariosto levantou-se e comecou a passeiar
pelo aposento.
Ardia-lhe a cabeca, uma dor aguda lhe
opprimia as fontos, e o coracio pulsava com
vwlencsa.
Em seguida a brio uma janella e expoz ao
ar a cabeca. febril.
a coronel Beaulieu.Jk 13 de srtambro
tive com o marechal Bazaine uma cooversa-
cio> no fim da qual me disse que tudo es-
tava perdido t. que Strasburgo Unhacapitu-
lado ; que ja nio esUvamos em condicdes
da nos sustentar, e que era necessario fan>?
a paz a todo o custo, salvo quando nos po-
zessemos era circumstancias de tirar a des
forra em dous auaos.
0 capitOo Moreau* era urn terceiro q^a
assistio a esta conversacao com o corooei
Boaulieu. Confirraou o precedente dapoi
men to.
a minha alma,
homens q-ie estavam
tinham podido ouvir uma sd palavra.
.-------u:~ a cflrte recebeu or-
Lucrecia tomava proporgdes gigantescas
no seu pen$amento, resplandecia, appare-
cia-lhe sob a apparencia de um ser sobre-
natural.
A sua formosura era mais que huraana.
Quando o poeta sente, quer a dor, quer
a alegria, quer a desesperacio, crata. Pa-
rece-se nisso com o rouxinol. Porem, assim
como o rouxinol nio pdde dar execucio As
magnificas notas do seu canto de amor ou
de ddr, o poeta, quando sente demasiado,
nio pdde estampar no papal os seus magni-
ficos pensamentos.
Esses cantos do coracio, que o poeta ex-
hale chorando, sd os ouve Deus ; *e o
mundo os ouvira ficaria espantado.
Ariosto, orgulhoao com a magnifica poe-
sia que se exhalava da sua alma, co-existin-
do nelle a ancia de gloria com a aocia de
amor, dirigio se para a mesa, sentou-se
pegou na penna com a mio tremula, collo-
cou-a sobre o papel, e nio pdde escrever
nm unico verso. -
A sublime poesia que enchera de orguino
Ariosto, tinha fugido.
0 poeU atirou fora a penna, desespe-
rado.
Ah I exclamou elle, sou della, intei-
ramente della; matou-me a alma, a mspi-
racio, a consciences 1
Sim, meu ate a eternidade, disse por
US* LOBO AO SERVU^O DE UMA. PANTHERA.
A luz da manha, filtrando- atravez as vi
dracas das janellas, penetrou no aposento
de AriuSte.
O poeta acbou-se vestido s >bre o leito,
com a cabega pesada, recordando-se con-1
fusamente clo quer que fosse de confiiso e
immenso.
Ah I disse elle levantando-se, estou
doente, estou louco, tenho medo de mim
masmo ; sonho acordado, e dormindo creio
tocar a realidade. Que noite de febre 1
Sim, tudo isto foi um sonho. nem podia
deixar de o ser ; era demasiada felicidade.
E dirigio-se para a mesa.
Sobre o papel que elle collocara alii na
noite antecodente, via-se um magnifico bra-
celete de brilhantes, e na parte do papel
comprehendida dentro do seu circulo, es-
criptas estas palavras, ouja tinta estava fres-
ca ainda:
Adeus, adoro-te, e sou feliz. Fideli-
dade e segredo.
Aquellas palavras erara escriptas pela gri-
duqueza
I Conthiuarse-hai.
A vela, A cuja luz se haviara escripto,
acabava de extinguir-se.
Ah I exclamou Arios;o, nio foi um
sonho, nio ; era a febre que me devora
ainda, que me fez ver e sentir tudo como
se fdra sonhado. Mas porque razio deixou
aqui este bracelete ? E' demasiado precio-
so ; mais valia que tivesse deixado o seu
lenco, a folha de uma flor... isto parece um
soccdrro A minha miseria, significa dar-me
dinheiro por outra forma. Ella conhece a
minha pobreza, sabe com quanto trabalho
alimento a minha familia, as minhas po-
bres irmis, que nao casario nunca, porque
o seu unico dote e a gloria de Ariosto.
Serapre o ouro I Sempre a miseria envene-
nando os nossos mais anhelados gozos. Pois
UdKJ mile. Il'in i^-"--i'<' '" ,,.*.
pxquaseriaespantoso o ,r.e sobreviriaa|.a uAtmn* da Lucrecia.
Apenas Ariosto sahio,
dem de retirar-se.
A gri-duqueza recolbeu-se e flcou s* no
sen quarto.
Ariosto sentio-se sem fercas de voltar para
sua casa, e subio ao aposento que tinha no
palaciO ducal, o qual, como dissemos ja,
coramuniaava por uma escada de service j
do sobre o leito, mas nio pdde permanecer, apaixonada
alii, sentia uma grande inquiotacAo. 0,
aworde Lucrecia ao mesmo tempo que o
^AT*'#^** imagemf^rera silenciosamente pela porta da -
lh tcran a oc, npar a alma, de.de o mo- cada de service.qua punha em commum
d..rara de pesar s-bre elle cacao o aposento de Ariosto com osaposen
bem, Deus lh'o pague, duqueza de Ferrara
que
e o meu
0 poeta voltou se e vio Lucrecia pallida,
deslumbrante, trajando um amplo roupio
rouxo.
tn-'nio fm 'iw
\os do grio-duque.
mas nio o diga A Lucrecia
paraizo, a minha alma.
A imagem de Ginebra, como que protes- tees.
tando invisivel, acudio 4 memoria de Arios-
to. ,
Que mais felicidade posso eu querer?
murmurou aquelle. A virgem e a deusa ;
o espirito e r. s<>r abrazador ; tudo quanto
nm homem pdde lesejar na terra, tenho eu;
e, alem dhao, a fortune, a protec^io de uma
grande dama, que domina tudo quanto ccr-
ca-, enlouquecida pelo meu gemo -namo^
rada da minha alma. Para que soffrer ?
para que receiar, quando se possueo que
tio pducos homens tem possuido ua terra, a
gloria e o amor ?
Ariosto sentio-se livre da febre,
Lograra afinal illudir-se a si mesmo,
transformar em cdr de rosa o que era ne-
gro- ..
Confiava na sua fortuna, que mil vezes o
salvara das consequencias de graves aven-
tui-as amorosas.
A manhi estava fresca e diaphana. A cdr
rosada d Uorisonte era limpida e encanta-
dora.
Por uma das janellas, que acabava do
abrir Ariosto, penetrava delicada fragran-
cia das flores do jardira do palacio ducal.
Ariosto guardou no fundo de um gran-
de cofre o bracelete e o papel em que Lu-
crecia escrevera aquellas seductoras palavras,
vestio ura trajo escuro, cingio a espada e o
punhal, poz um gorro, sahio do aposento,
nio pela porta de servico, mas pela que
communicava com a galeria geral, desceu e
sahio do palacio com a intencio de ir 4 sua
casa.
Pore"cn, sem saber como, distrahido, em
vez de se dirigir para a rua de Mirasol,en-
caminbou-se para a Porta do Pd, e sd deu
pelo engano quando se encontrou no cam-
po, na margem do rb, no mesmo atdho
pelo qual na tarde antecedonte chegara 4
quinta do marquez de Aquaviva.
__ Que importa? murmurou elle. Trou-
xe-me aqui o meu amor celeste, chama por
mim o amor do meu anjo Provavelmen-
te minhas irmis dormem ainda, porque 6
rauito cedo.
E Ariosto seguio caminhando, pensanlo
no amor de Ginebra e no amor de Lucrecia,
naquelles dous amores tip different^ que
pela vez primeira satisfaziam a sua alma,
avara de sensacdes.
Assim chegou 4 quinta, deu volta em
ro la della e espreitou pelas grades.
A quinta estava silenciosa, e apenas no
jardim se via oruzir de vez em quando al-
gura criado.
Ariosto tranquillisou-se.
Cirtamente que os acontecimentos da ves-
para nio haviara produzido resultado fa-
6 dia ia avancando, e Ariosto voltou a
Ferrara.
Em breve chegou ao lugsr onde pozera
fdra do combate a Luig: Barthelemi.
A relva estava acamada no sitio onde
Luigi cahire, e entre ella viam-se aqui e
alii alguns vos'tgics de sangue.
Eis aqui uma historia, cujo desenla-
ce nio imp >rta "senio a) Sr. Laigi Barthe-
lemi pen sou Ariosto.
i'ouco depois chegava a Ferrara e entra-
va e i sua casa.
As irmis estavam chehs de cuidasro,
porque havin algum tempo que Ariosto 05
passava as noites fdra.
Minhas ffihas, dissa-lhes aquelie, as
musas, por isso que sio raulheres, 8*0 ea-
priehosas. Tinham fugido de casa, e de-
balde eaipreguei todos os meus esforcos
para as ehamar. Fui em sua busca e en
contrei-as accommodailas, creio que pare
muito tempo, no meu aposento do oalacic
ducal; por isso, sabe Deus ate quando pas-
sarei alii as noites.
As irmis, que eram j4 mulheres feitas e
completis, e o conheciam a fundos compre-
henderam que Ariosto estava empenhado
era algum negocio de amores.
Mas, come nAo podiam entrarnessa ques
tio, a mais velha, quo contava j4 trinta an-
nos, liraitou-se a dizer :
E' para nds uma desgra^a que te ve-
jas obrigado a passar as noites fora de casa :
porem qoe havemos de fazer ? Offerecer
um cirio 4 Santa Madona da Annunziata,
para que as musas regressem 4 nossa casa e
tu com ellas.
Ariosto raudou o trajo de manhi por nm
outra mais rico, e ao meio dia apresntou-
se, como era costume, no palacio ducal,
para cumprimentar a gri-duqueza, e pe-
dir-lhe ordens.
Encontrou Lucrecia affavel comoseapre,
mas indifferente; cousa alguma revalava
nella a amante, tudo annunciava a prl>tec-
tora- ...
Pelo seu lado, Ariosto, habrtuado a uma
profunda reserra em negocios da amor, nie
deixou ver no seu olhar, no sea sarableote,
ou na inQexioda sua voz. cousa alguma
quo podesse parecer estranbo as damas qa*
acorapanhavam Lucrecia.
Depois da uma ligeira conversaolo de ein-
co mmutos com ella. Ariosto subio ao s*u
aposento com a intencio de ir trabalhar no
seu poema.
Sentia-se feliz a estava inspirado.
Toda via, nao tinha escripto ainda daas
ohavas, quando am criado lhe annumiou
a visita do marquee de Aquaviva.
Ariosto levantoa-se pressureso e fei re-
ceber o marqnez fore do seu aposento.
Vio-o avancar peia galeria, tpenado aaa
dous criados, aim, oorcovado, pallido, eom
os cabeilos e a barba brancos, e oa thos
negros, sempre soxmVios.
Ariosto cuBVprimentou e marquez a subs-
tituie nm -Arw criados, s^rvindode apoio ao
anriae.-
tCmtinwir-m-ho) )
'". ^DsODlAAW, -ItU \ ril'ijl^ OE CATIaS.
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