Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18343

Full Text

\
MM> L. MMERO 39
l>

PARA A CAPITAL. E KV6.4RES OIDE NiO SE
Ires mazes adtaotados.............
Por seis dit06 idem...............
Por umacaoidem. u -..........
Cada numeto avulso.....it U! liH t W *
00
129900
4*ooo
*320

QUMTA FHBA 48 DE FHVEREIRO K 1874
PARA VGXTROEFOMDA PBOVIWaSIA.
Por tres mezes ediantados. j......' .
Por seis ditos- idem..............
Por note ditos idem ....-
Por um anno-idem. ...'.". ; .".....
6*TOt
1S9B90
209*50
979000
PROPRIEDADE DE MANOEL
DE FARIA A FiLHOS.
-
f, SriTGrdo Antonio Atosdt Filiws, no Para; Gonfialws 4 Pinto, no Maaanhao; Joaquim Jose de Oliteira dFilHo. Gear.; Antoai* de Leiuu Braga, no Aracatj t Joao M.ri* Mi* Chares, no Ass4*. Antonio Marques- da-Sih*. nofetal; Jw Justin*
Pereira d'Almeida, emMamangaape ; Carlos Auxcncio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Aatonio Jose Gomes, na Villa da fenha, Be'armino dos Santos Bale**, em Santo Aatao ; Domingo* Jos* da Costa Braga> emHaaaretk;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio. Machaeo, no filar das Alagda*j Aires <& C, na Bahia; e Left*, Cerqoinho 4 G. no Rio de Janeiro*
=
11
."
PAETE OFFICIAL
f
I
V
7
x
veru* lt provincia.
Eil'EDlE-VTli DO DIA 27 DB K
I*, seccao.
covEMiiao he 1873.
tern datado, soo n. 530, reassumira aaquella data ( Ao Dr. director gecal: da, instruccao. publica.
o oxercicio do seu cargo o respectivo almoxarife -Bevolvo a V. S. as relacdes que \
Bernardo F-lcao de Souza, visto haver realisado xas ao seu officio de 6- J
_ Ao'iExm. brigadeiro commandants das ar-
mas -Stoa-se V. Exc. dc prjvidi-noiar para serem
oatregflM ao soldado do i.' batalhao deintantaria,
k-lippe Nery de Andrade, os dous documentos
juntos por copia, que a requerimento doss a praca
foram prestados peia president da provincia ao
Ao mesmo. -Expega V. Exc. as convenientes
urdens atim de que um inferior e cinco pracas
d* primeira liuia se apresentem no dia 29 do cor-
rente, a uma hora da urde, na casa de delencio,
i.ara' receberem tres criminosos, que co a a dita
f-.rca teem de embarcar no vapor da ompantua
Jernarabucana, que sane para o sul uesse dia ;
indo um delles para Alagoas e os duus outros para
o termo de Floresta.
_ Ao mosino.-Fieam expedidas as necessa-
r]u ordens para serem trtfnsp rtado9 a corte, no
vipor Bahia. os dez recrutiS meneionados na re-
lacao nominal qiie veio annexa ao sen olllcio de
25 do correnie sob n. 1150, a que respoodo.
Ao mesmo.Gjmmiinicaado me o Exm. Sr.
ijresidenfJ do Ceara, em otficio de 21 do correnie,
Jiiie otenente do 9. batalhao de infant ina Alfre-
do Ramos Chaves, que alii se aehava com licenca,
deixou de recolher-se em tempo a seu corpo e.u
consequencia de Ihe haver faltado o vapor Ipojuca,
(,-m que contava seguir, por ter este sollrido de5-
arranio na rejpectiva machioa, assim o declaro
a V Exc. para seu conhecimento ; prevenmao o
outrosim de que a esse official foi concedida pas-
sagem daquella para esta prqvincia no vapor
Bahia, para ser descontaia a respecuva nnportan-
cia pela quinta partc de seu soldo.
Ao mesmoTendo -
nesta data indeferiio a
peticSo do recruta Manoel.Francis jo Alves, a que
se refere o seu offlcio de hoje datado. sob n 1152,
fara-o V. Exc. seguir para a corte no vapor Buftio;
para o que fleam expedidas as necessanas ordens.
Aoengenheiro das obras railiures. Fica ap-
iirovado o augmeuto da despeza na importancia
de 36*480, consume do orcamenlo annexo ao seu
officio de 24 do corrente sob n. 40, feita com a
construccao de doos pjlares, aflin^v4jar oi des-
moronameato do telhada-aa casa do ranwi1 uj>
quartel das Cinco Poutas, visto terse veriheaio
uo encalicamento do mesmo que uma linha estava
rolada e ontra moito vergada em consequencia do
accrescimo de peso.
2.' secga-j.
Actos :
0 president* d* provin:ia, at ten Jen Jo a
que o pr. jaiz de direito Manoel Tertuliano Tno-
maz Henriques deixou do dia 24 do corrente, se-
guudo coristade officio seu, dirigido. ao brigadeiro
commandante das armas, o cargo de auditor de
guerra, era consequencia de ter sido nomeado des-
embargador e procurador da coroa e soberania
nacional da relacao de Cuyaba, resolve desigaar
para substitui-lo no refexido cargo o Dr. juiz de
direito da primeira vara Quiatiuo Jose de Mi-
randa.
0 president i d.a provjncia, attendendo a pro
posta do commandante do esquadrao de cavalU -
ria n. 13 da guarda nacional do municipio do Bom
Conselho, e a v.sta da informacae do commandante
superior respective em officio de 6 do corrente,
resolve nomear o sargento Felix da Cunha Wan-
derley Lins al feres da 1." companhia do dito es-
fjuadrao.
0 presidents da provincia, attendendo ao que
requereu Francisco Sabino Coe*lho Sampaio Filho,
alferes da 6.* companhia do batalhao n. 1 do ser-
vico de reserva da guarda nacional do municipio
da capital de Sergipe, e ao vi>to do commandante
superior desU capital, resolve, de conformidade
com o disposto no art. io Jo decreto n. 1130 de
12 de marco de 1853, mandar que seja elle aggre-
gado ao 1.* batalhao do dito servi^o destu muni
dpio.
Offlcio3 :
Ao Exm. conselheiro presilente Jo tribunal dq)
relagio.-Digne-se V. Exc. informar sobre o qa
requer na peticao junta Jose Francisco de Morael?
Amorim. |J
Ao Dr. chefe de policia. Ioforrae V. S.
com urgencia sobre o que expoe Manoel Uorreia
d>> Melio na peticio junta.No mesmo sentida ao
Dr. juiz de direito e promotor publico da coma'"*
' --Ao^esmo.Remetto a V.V seis tubos com
Ivtnpba vaccinica para serem enviados ao subde-
leaado do districto da Boi-Viagem, conforme soli-
citou V. S. em officio de 12 do corrente, sob
Ao commandaate superior do Cabo.Em
rasposu ao olficio de V. S, de 24 do corrente, Te
nUo a dizer-lhe que nao veio ainda a proposta a
que allude o seu dito offlcio ; sendo que, de con-
iormidade com a lei, deve vir por mtermedio des-
e commando superior, e no caso de nao ser isso
observado, tera do ser esse comtnaudo ouvtdo,
para poder a presiJencia resolver.
Ao commandante superior deFlores.-l)e
volvo a V. S. a proposta junta, .que veio annexa
a -eu offlcio de 8 do corrente, fim de ser insiau-
rado opmcesso de ausencia,, dequelnuodj-
creto n. 3535 de 25 de novembro de 1865, contra
o capita* Joao BaptisU de Athayde biqueira.
Ao iuiz de direito da 1." vara desta capital.
:v prestacao de sua Canga; conforme consta de
offlcio de V. S de 24 deste miz, sob n. V sene F.
Ao mesmo. Communico a V. S.,.para os
dovidos Qns, que a 21 do corrente reassunno o
bacharel PergenUno Saraiva do Araujp Galvao
o exercicio do cara > de juiz municipal e de or-
phios do termo de Naiaretb.
Ao mesmo.Communico aV. S., paralos devi-
dos Dn3, que em offlcio ue hontem declarou o
desembargador Bernardo Machado da Costa TOria
aeceitar a n.vmeacao do carg > de presi lante do
tribunal da relacao da Forlaleza, para o qual foi
removido. .
Ao mesmoCommunicando o engenheiro
das obras militares, em offlcio de 24 do cor-
rente sob n 40, que, tendo venlicado no acto de
encali{ar-se o telhado da casa de rancho no quar.
tel das Cinco PoOla* achar se uma linha rolada
e outra muito vergada, em conseqnencia do ac-
cresduio de pezo, flzera immediataraente construir
dons pilares, alltn de evitar algum desmorona-
mento, despendenJo com" esse servico a quaritia
de 56*480, approvei nesta data semelhante des-
peza ; o que declaro a V. S. para os fins con-
veuientes. ... -u
Ao mesmo.A' vista dos inclusos reciDos
em duplicata, mande V. S. pagar ao tenente quar-
tel mestre do deposito de recrutas Henri-ue Fa-
bio Capislrano a quantia de 3*, era que im-
portou a conduccao, do arsenal de guerra para o
quartel da Soledade, de diversos artigos de far-
damento para os recrutas.
Ao mesmo A' vista do attestado que ra-
cluso remetto, mande V. S. pagar ao 9oldado do
2 balallia) LuJgero Jose Pereira a gratinca;ao
Sue Ibe compete por ter capturado o desertor
o raismo batalhao Antonio Felippe de Santiago.
Ao mesmo.Coumuoijo aV. S., paraos de-
vidos fins, que a 17 do corrente reassumio o
exercicio de juiz substituto de provedor de ca-
pellas e residuos o bacharel Joaquim Correia de
Oliveira A'idrade. __.
Ao mesmo. -Declarando o engenheiro Lhri-
solito Ferreira de Castro Chaves, no offlcio junto
por copia. ter-se verificado um excesso de des-
peza no orcamento da obra do paiol de p^lvora,
em construccao no sitio da fazenda, devido a erro
de calculo, que, sendo rectificado, fica o refendo
orcamento reduzido a 46:303*190 ; assim o com
munico a V. S., afim de ser feito o respectivo
feirJ."nrS ao arrematante daquella obra.
aa> mesmo.-Em offlcio de 25 do corrente
mh n A63 faz o provedor da Santa Casa de
Miseriponfta uma exposicao do estado deficiente
ETW*5 acha o respectivo cofre para occorrer
ccrescimo de despezas com o extra-
ro de indigentes accomraettidos
que se
ao avaltado a
ordinario nume
)ia, era ^essa3 iei9eViS augmenura cada
por
alim
ctrrespondoate a intensidade
ia. E verilicando-se do offlcio p-
aes as difficuldades aquelle re3-
podera satisfazer as despezas
^Unte o auxilio de 5:000*000
resolvo nesta data au-
dar entregar ao Uiesoureiro
bu ao mordomo Joaquim
que esta preparando uma en-
ar
Ao juiz ----------------
Tendo desigoado V. S. para jervir o cargo de
auditor de guerra, em substiluitfo do Dr. juiz.oe
direito Manoel Tertuliano Thorns Hacnraasj o,ue
fo, nomeado desembargador da, relagio de Cuva-
ba ; assim o communico a V. S. para sua di-
"Tao juiz de direito de Caruaiii.-Mande Vmc
our em concurso as serventias vitalicias dos offlcios
Panellas, afim de serem providos.de conformidade
coia a lei. .
Ao juiz municipal do termo de Ipojuca.-
Com a reraessa dos seis tubos juntos, contendo
Ivmpha vaccinica, fica satisfetfo Q pedido feito por
Vmc, etn offlcio de 10 do corrente.
3,' ierrao.
0 presidente da provincia resolve exone
Francisco Apclinario Bezerra da Silva, a seq/pe
dido, do lugar de collector provincial do mojfitcipio
de Bezerros.
0 presidente da provincia resoUtfnome&r o
tenente Jose de Barros e Silva para/^ollector pro
vincial do municipio de Garanhu
__0 presidente da provinc/a, attendendo ao
que requereu Jose Manoel Cavalcanti de Almeida,
Bratkante da reccbedoria destafproviDcia, rejohe
conceder-lbe dous mezes de licfeaea com oiJeuado,
para tratar dc #ua saiile ondjg (be convier.
Offlcios :
Ao inspector da tlv
Participando me o Exm. pr
oficio de 21 do correntr*
setn por conta do mini
Bahia, daquella par
do 9.* batalhao de inf;
ves, que alii se acha
respectiva import
parte do soldo
% V. S. para os Qns
Ao mesmo.
coahecimento, que,
director, do arsenal dd guerra
(uccedendo que1
dia na propor^a'0
daquella epiJe
ferido que sao
peito, que nao
correntes, nao o
dido era outra c*ea: l''
Jirisar V. S,. a
a dita Santa, C-
Frtiiavpe da Losia, n-------- .
aria, a quantia de 5:000*, que deverao
"os a conta do credito de 8:000*, aberto
'esta presideocia em porlaria de 5 deste raez,
de ter aquella quantia a applicacao con-
nl^e da portaria alludida.
_- Ao mesmo.-Communico a V. S., para os
H^vir los fins, que a 12 do corrente entrou o ba-
char el Pergentino Saraiva de Araujo GalvSo, juiz
,n,?iicipal e de orphaos do termo de Nth
Tbozo da licenca que lhe foi concedida por
,T presidencia. ., _.
Ao mesmo. -EstanJo concluidas, segundo
forma o engenheiro das ohras militares em
cio ditado de 25 do corrente sob n 41, as
obras do quartel das Cinco Pontas, no compar-
timento em que estao os apparelhos da compa-
nhia Drainage e na casa contigaa a secretana
do mesmo quartel, mande V. S. pagar a Joaquim
Elias de Carvalho Moura a quantia de 400*, con-
stante das inclusas contas, importancia peia
qual foram arrematadas aquellas obras, como se
ve da copia, tambem annexa ao termo de arre-
matacao. mesmo Mande y s in(iemnisar o
^xhesoureiro da reparticio de policia, da quantia
.-le 25/, constante do recibo junto, despendida
pen? 4 egado do termo de Penedo, provincia da
Alag1 com o transport", era canoas ate Pira-
nhas, u,a escolta que seguio para o termo de
Cabrob(H conduzinJo criminoso3, conforme o of-
ficio do, Dr. chefe de policia, sob n. 1,939 de 25
do correute. .
Ao niu.smo.-Em resposta ao seu officio sob
n. lOserie F, ae. 2| do corrente, tenho a dizer-
lhe que nesta dVata offlciou se ao Dr. juiz de di-
reito e promotdr publico da comarca da Boa-
Visti, para que brocedam contra o collector da-
quelle municipiS Jose Pereira Brandao, pelos
factos constante* do offlcio e mais documentos.
Ao mesmo. Ktw> inteirado de haver V. S.
designado o 3* escriptu[rario dessa thesouraria
Joao Zeferino Rangel q)9 Sampaio para sernr
na commissao liquidadora das contas daestrada
de ferro do Recife a SiFrancisco, emquanto
durar o impedimento do wt escripturario Jose
Francisco de Salles Baviera, ihembro da mesma
commissao. '-.
Ao mesmo. Remetta V. S. Ao commandante
do presidio de Fernando de Nor&uha, alem da
quantia veneida ate asahila do (vapor, relativa
aos vencimentos das pracas e einpregados da
quelle presidio, a importancia dta um mez adi
antado, uma vez que os vaporesj para alii par-
tern de dous era dous mezes. i
Ao mesmo.-Mande V. S.' pagar a Antonio
Correia (k/^a*w^)Ja*-,-e)A-s(ferba-Palaoio-- a
Suantla djg U6*, constante da coma junta i
uplicata^
inspector da thesouraria provincial.
Mandar" Vmc. pagar ao emprezarios da illumraa-
cao afgaz desta cidade a importancia da inclusa
confa conferida pelo engenheiro fiscal, relativa
consumo de gaz com a illuminacao publica.
Ao mesmo. -Mande Vmc. abonar por adi-
antamento dous mezes de venctmentos, a contar
do di dezembro vindouro, a I official o 7
oracas do destacamento de Terra Nova, a I offi-
cial e 12 pracas do da Victoria, a 1 official e 6
Dracas do de Capoeiras, a 1 official e 5 pracas do
da Gloria, a 1 official e 5 piac^s do da Nicencia
e a 4 pracas do de Pimonteiras, tudo do corpo
de policia, segundo solicitou o respectivo cona-
mandaata em officio datado de 24 do corrente.
-Aomesmo.-M.nde Vmc. ontiwa Joe
Auiiusto de Arauio a quautia de 2 OJJjS, peia
verbaEventual-, como inde.umsagao de outra
Igual quantia, que por ordem de?ta presidencia
mandou pdr a disposlcio do ministro brasileiro
era Paris^para ser entregue ao engenheiro Four-
nier, queacaba de ser contractado para sen ir
nesta provincia.
4.' secQao.
Acto
do corrente sob- n. 323,
afim de serem nellas incluidos os professores e
professoras que ainda nio alquiriram a vitalicie-
dade, declacandose o tempo qne tatia. a cada um
delles para adquirireok esse direito. Convem mais
que declare as cadeiras que estao sendo regidas
interinamente e quaes as que, estando. vagas, ainda
nao foram preenchidas interinamente.
Ao mesmo. -Bametto a V. S. seis tubos com
lympha vaccinica para, serem enviadoa. ao dele-
gado litterario da Iregoezia de Panellas, conforme
solicitou essa directoria em offlcio de 12 do cor
rente sob n. 332.
Ao prove :or da 5anta Casa de Misencordia.
De posse do ofBcio de 24. do corrente sob n. 663,
em que Vmc. me communica a deliberacao loma-
da peli junta administrauva dessa Santa Casa de
applicar 6:250*000, Importancia da primeira pres-
tacao da doacao de 2o:00O*, com que entraram
Agra 4 C, de conformidade com o disposto no
3 do art. 2 da lei n. H2l de t7 de junho deste
anno, tenho a dizer era resposta que pode Vmc.
mandar entregar a referida quantia ao porteiro da
secretaria desta presidencia, Silvino Antonio Ro-
drigues, do que passara o mesmo porteiro o cra-
petente recibo.
Ao mesmo.Attendendo ao que expoz Vmc.
em offlcio de 25 do cerrente sob n. 565, nesta
data autoriso o inspector da thesouraria de la-
zenda a mandar entregar ao theaoureiro dessa
Santa Casa, ou ao mordomo Joaquim Felippe da
Costa, a quantia de 5:000*, pm ser applicada ao
traiamento do crescido numero de indigentes ata-
caaos da variola no hospital Pedro 11.
Ao 4 juiz de paz da freguezia de Gamellei-
ra, Miguel Alexandrino da Fonseca Galvao.-Em
resposta ao officio de Vmc, de 20 de outubro
ultimo, a que acompanbaram copias authe ilicas
das actas da eleigao de vereadores desse munici-
pio, procedida a 19 daquelle mez, sob a sua
presidencia, na qualidade de 4 juiz de paz umce
juramentado, tenho a dizer-lhe que nesta data
rejommendo a camara municipal de Serlnhaera
que, preenchidas as forraalidades legaes, mstalle
a villa desse municipio e de posse a respecfiva ca-
mara
Poriaria: -
A' camara municipal da villa de Sennhaem.
De posse do offlcio da camara municipal
da villa de Serinhiem, de 14 deste mez, remet-
tendo-me copias das actas da eleicao de vereado-
res do municipio de Gamelleira, procedida era 1J
de outubro ultimo sob a presidencia do 4 juiz. de
paz, unico juramentado, Miguel Alexandrino da
Fonseca Galvao ; tenho a recomraendar a mesma
camara que preenchidas as formalidades dos arts.
2 e 3 do decreto de 13 de novembro de t83z,
installe a nova villa de Gamelleira empossando a
respectiva camara.
5." sec^ao.
Offlcios : .
A' commissio censitana da freguezia de
Iguarassd. Nao convindo de modo algum que se
mterrompa o servico do apuramento da popula-
cao do imperio, a que se esta procedendo i
rectoria geral de estalislica,
eoj^missao que me remetta &
de possivel tbdo's os etema
censearaento procedido nessa freguezia.
Igual as comrai8soes censitarias das Iregue-
zias de Garanhuns e Ingazeira.
A03 agentesda companhia brasileira de na-
vegacio a vapor.Declaro a Vines, para sua direc-
cao que o soldado Joaquim Campos de Queiros,
de que trata a portaria de 25 do corrente, deve
ser transportado a cdrte, e nao a provincia da Ba-
hia, como por engano se mencionou na referida
porteria, que fica assim rectifkada.
Portarias :
Approvo a deliberacjo que tomou o &r. ge-
rente da companhia pernambucana.de 'M^se-
s no sentido de que
t, de Iniji; datado.
tra'a
recommendo a cssa
m brevi^
nientes
officio,
A>4kno. -De ordem de S. Em. o Sr pre-
sidente dal provincia, commuQico a V. S. (jue
nesta data flea a thesouraria de fazr .da autorisada
a indenoiaar a thesouraria d'e quantia dafl$*0ll0( despemlida pelo delegado de
Penedo, prtTincia das Alagoas, com o traasporte,
em canoa. ate Piranhas, da escolta, que seguio
para o terafc de Cabrobo couJuzindo criminosos,
conforme sen offlcio, soo a. 1,939, de 25 do cor-
rente.. 9Q ,m i
Ao"com(tfandant superior do Recife.- 0
Exm. Sr: presidente da proviucia minda declarar
a V. S., para os devidos fins, que por portaria de
boje foi raandado aggregar ao 1.* batalhSo do
servico da reserva desta capital o alferes da de
Sergipe, Francisco Sabino Coelho de Sampaio Fi-
lho.
Ao.commandaate superior de Garanhuns.
0 Exm. Sr. presidente da provincia-manda de-
clarar a V. S., Dara os devidos fins, que por por-
taria de hoje foi nomeado para a 1.' companhia
do esquadrao a. 13 de cavallaria da guarda na-
cional do muoicipro do Bom-Conselho o sargento
Felix da Cunha Wanderley Lins, de que trata a
proposta, que veio aunexa a seu offljio Je 6 do
corrente
Ao bacharel Joa-juim Correia de Oliveira
Andrade.- 0 Eun. Sr. presidente da provincia
m.rada accusar o recebiraento do officio de V. S>,
de 19-do corrente, em quo participa ter reassumi-
do o oxercicio do cargo de juiz substituto da pro-
veJoria de capellas e residuos d'e3ta capital
Ae bacharel Pergentino Saraiva de Araujo
Galviuv juiz municipal de Nazareth. 0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda accusar o recebi-
mento do offlcio de V. S, de 12 do correnie, em
que participa ter entrado bo gozo da lieenca que
lhe foi concedida a 10 deste mez.
Ao bacharel Jose Francisco Lopes Uma. O
Exm Sr. presidente da provin -,ia manda accusar
o recebimento do offlcio de V. S. de 10 do corren-
te, em que participa ter n'essa data assunwdo a
jnrisdiccao do cargo de juiz municipal e de or-
phaos do termo de Nazareth.
Ao coranandante do corpo de policia. Ue
orJom de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communico a V. S que nesta data foram-expe-
didas as convenientes ordens a thesouraria pro-
vincial no sentido de serem feitos os aJiantamen-
tos, de que trata o seu offlcio datado de 24 do
corrente, sob n. 665.
3' seci-ao.
Offlcios : i o
Ao inspector da thesouraria provincial. a.
Exc. o Sr. presidente da provincia raanda decla-
rar a V. S., para os devidos effeitos, que- nesta data
resolveu exonerar Francisco Apolonio Bezerra da
Sltra, a feu pedido, do lugar de collector provin-
cial do municipio de Bezerros.
Ad mesmo. -S. Exc. o Sr. presifcate da pro
vincia lifcnda declafar a V. S., para os fins con-
venient*, que n'esta data resolveu nomear para
collector do municipio de Garanhuns o tenente
Jose de Barros e Silva.
M' secqao.
Offlcios; ..
Ao engenheiro Matheus Noguetra Brandio.
ijAr. jrfesideute da provincia mania
nifflr a V. S., etn resposta ao seu offlcio de
hoje datado, que ficam expedidas as convenientes
ordens ao agente da companhia brasileira de na-
vegacao a vapor, no sentido de ser potla a sua
di^posicao, no vapor ftiWk quo segue amanha as
5 horas di tarde para os portos do sul, a pa>sa-
gem solicitada em seu citado offlcio.
Aos azentes da companhia brasileira de na-
o seu V neiro, 5-de teveretro de 1874.Illoawe Exm. Sr.
* Pedindo o eadete reformado do 16.# corpo de vo-
luntarios- dapatria, Felippe Santiago- Turret Gaiio-
do, na petie> informada por V. Exc em M de
novembro ultimo, solucao do requeriraenio que
dirigio ao governo imperial, no qual suppliaou a
Sraca de ser reetilieado o engano que-se dea bo
ecreto n. 1867 de 25 de setembro-de. 1861, qpe
concedea-lho a pensao de 400 r6is diario eba-
mando-o de Fraoasco em vez de FeJippe, delaro-
a V. Exc. para fazer constar ao raferido oadete,
qae por despacho de 18 de junho de 18-72. exigio-
se a sua carat de pensao para ser transmitUJa ao
Sr. ministro do imperio afim de satisfazer-se & al-
ludido engaao. e bem assim a sua fc- ae officio, para
que ouvidV) o conselho supremo roilitar, se possa
resolver sobre a indicada preten^ao ; e em qoan-
to nao satisfizer elle o mencionado de>pacho, aao
pode ser attendido o seu pedido. Sous guard a
V Exc-Joao Jose de Oliveira Jun^tteii presidente da pr .vincia de Pernambuco.
Cuinpra se. Palacio da presidencia.de l'ui'Bam-
buco, em 13 de fevereiro de 1874 Uiceaa.
0 tenente coronel secrelario,
Francisco Camello Pessoa de Lacev&i.
EXTERIOE.
Alleauanka.
vegacao a vapor. De-ordem de S. Exc. o Sr.
presidente la provincia, podem VV.^3 fazer se:
os pjrtos de seu destino, amanha as o
guir para
guir no dia 29 deste mez para os portos do norte
o vapor Gequid, dessa companhia, visto nao haver
chegado ate esta data o Ipojuca, espersdo flesae o
dia 18 do corrente daqueiles porto3, e bem assim
para os do sul o vapor Mandate, como solicitou
era offlcio de hontem, que fica assim respon-
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vaper mandem dar passagem ate a
provincia das Alagoas, por conta do mnisite-
rio da agricultura, commercio e obras pubu-
cas, a re do vapor dessa companhia, que segue
amanha paraos portos do sul, ao engenheiro Ma-
theus Nogueira Brandao, encarregado do prolonga-
mento e construccao da linha telegraphica para
Penedo. t. ... ,
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegacio a vapor mandem dar passagem para a
corte no vapor Bahia, por conta do ministerio da
guerra, aos recrutas consumes da inclusa relacao
nominal ".
Relacao a qae si refere a porlaria supra :-
Alexandre Jose da Silva Alves, Bertho Francisco
Raposo, Demetrio Jose da Cruz, Francisco Bezer-
ra dos Santos, Francisco Jose de Souza. Jose Llau-
diano, Manoel Soares do Nascimento, Manoel RM-
Cisco do Rego, Paulo Jose do Nascimento, Pedro
Jos6 de Alcantara, Manoel Francisco Alves, Ansel-
mo Jo3e dos Santos.
EXPEDIENT E DO SECBETARIO
1.' $ec$ao.
Offlcios;
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. -S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. Exc, em resposta ao seu em-
cio desta data sob n. 1159, que ficam expedidas
as convenientes ordens para serem transportadas
a corte no vapor Bahia o recruta Anselrao Jose
dos Santes e o soldado Joaquim Campos de Quei-
roz, acerca de cujo destino foi rectificado o enga-
no que se deu no seu offlcio de 24 deste raez sob
n. 1142.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc. que por offlcio
desta data expedio as necessarias ordens a thesou-
raria d?fazenda afim de pagar ao soldado do 2
batalhao Ludgero Jose Ferreira, a gratiQcacio que
Ihe compete por haver capturado o des9or do
mesmo batalhao, Antonio Felippe de Santiago.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da previncia, communico a V. Exc
que foram dadas as convenientes ordens a the-
souraria de fazenda no sentido de ser paga a
importancia da despeza com a conducjao, do ar-
senal de guerra para o quartel da Soledade,
de diversos artigos de fardamento para os re-
crutas ; segundo solicitou V. Exc. em sea offlcio
de hontem datado, sob n. 1,155.
Ao commandante do presidio de Fernando dc
Noronha.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
raanda declarar a V. S., em resposta ao seu offlcio
horas da tarde, o vapor nacional, Bihia, chegado
hnta iIaj do norte, como solicitarara era olllcio
hoje do
de?ta data
DE
DESPACaW DA CRESID3NCIA, DE 16 DE FEVEREIBO
t874.
Abaixo assiguados moradores na propriedade
Paiva, Nazareth e GaioU.- Informe a camara
municipal do Cabo.
Bacharel Alf.edo Ernesto Vaz de Oliveira. In-
torme o Sr. inspector da nesourana de fazenda.
Ant mia Maria da Concaicao. -Informe o br. W.
chefe de policia. .
Antonio Correia Maia.-Junta a peticao anterior,
volte ao Dr. regedor interino do gymnasio provin-
cial para info mar. .
Francisco Luiz Viraes.Sim, na forma da lei.
Igaacia Maria de Jesus.- Ao Sr. Dr. juiz de or-
phaos, para tomar em consideragao o que requer
a suppli-ante. ., .
Bacharel Joao Ferreira de Almeida Guimaraes.
"joaquim Gomes Ferraz.-Ioforme o.Sr. capitao
JosTBrandao da Rocha.- Deferido, com offlcio
desta data, dirigido a thesouraria de taaai*.
Manoel Theophilo de Araup Lima.- Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Teixeira Chaves & C Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Commando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 16 DE FEVEREIRO DE
1874.
Oritem do dia n. 7Sfi.
0 brigadeiro commandante das armas scienti-
flea a guarnicao para os fins convenientesi:
1 Qae segundo constou de offlcios da presi-
dencia, de 13 do corrente datado, foi pelo minis-
terio da guerra em aviso de 31 de Janeiro proximo
passado approvado o seu acto, ooncedendo ao ar.
major honorario do exercito ajudante de ordens
deste commando Jose Bonifacio dos Santos Mer-
galhao, lioenca por vinte dias para tratar de sua
sadde, sendo considerada cm soldo e etapa essa
licenca, que foi prerogada por mais dous mezes
pela mesma presidencia por portana de 19 do di
mei de Janeiro. ., .
V Que o Exm. Sr. brigadeiro honorario
exercito, director do hospital militar, Francisco
Joaquim Pereira Lobo entrou no dia 14 do corren-
te no gozo de dous mezes de licence que lhe foi
concedida pelo ministerio da guerra, como se fez
publico em ordem do dia n. 795, passou hontem a
directoria do mesmo hospital ao Sr. cirurgiao-raor
de brigada;Dr. Forlunato Augusto da Silva, con
furrae partlcipou me em offlco n. 728. _,...
0 brigadeiro commandante das armas seientnica
outrosim, que approvou o engajamonlo que a i*
do corrente conlrahio o aospecada da 7- cpmpa-
niia do batalhao de Infantena Joio Felismrao
de 12 do corrente, que exoediram-se as necessanas naia "Elfo mais por seis annos e as maia
ur lens a t'.ie>our.tria d^ fizenda pnra qae lhe seja de Lima para servir ^
remcttida, alem da quantia veneida ate a sahida vantagens qu<
quantia
aos vencimentos das
aria de fazenda.
ideate do Ceara, em
mandado dar passa-
_a guerra, no vaper
provincia, ao teoente
*nlei- j Jk w prpi Aesa conforme commuaicou o
em aiflcio de hon- Offlcios :
remettida,
do vapor, relativa aos vencimentos das pracw e
empregados desse presidio, a importancia de um
me: adlantado.
2*. seccao.
Offl"5'09: A
Ao Exm. desembargador Beraarlo Pereira da
Costa Doria. -0 Exm. Sr pre>i Jeote da provincia
manda accusar o recebimento do offlcio de V. S.,
de hontem datado, em que participa aeceitar o
cargo de presidente do tribunal da relacao da
Fortaleza, para o qual foi remorido.
-AoDr chefe de policia.-0 Exm. Sr. presidente
da provinciamanda declarar a V. 8., para os de- j
viJoj fins, que nesta data se cxpediram as conve-
que por lei Ihe competirem
(Assiguado.) Manoel da Cunha Wandtrlty
'conforme.-0 alferej Josi Eliziario das Santot,
ajudante de ordens interino, encarregado do ae-
talhe.
0 Exm. Sr. general commandante das armas
raanda em seguida publiear o aviso do ministerio
da guerra, de 5 do corrente mez, para que o Sr.
eadete reformado do 16.' corpo de volumarios da
patria, Felippe Santiago Torres Galindo tenha co-
nhecimento de eu wnteddo, e possa satisfazer a
exifencia i rpressa no ra-s n > w :
Mioisterio dos iwgocws da guerra. Rio de Ja
A QUESTAO RELIG10SA NO BRAS1L.
Ja fizeraos mencao ha algum tempo do conflicto
que suscitou-se no imperio do Brasil entre os po
deres do estado e alguns membrosdo episcopado.
Estacontroversia, em ratio da.poleraica levan-
tada de parte a parte, chegou dentro de breve
prazo ao extremo; de sorte que, tal qual se ma-
nlfesta actualmente, ja quasi nao deixa entrever
esperanca de qualquer cungraoaraento. 0 ultimo
recurso empregado neste sentido pelo governo im-
perial, isto e, a missao especial do barao de Pe-
nedo a Roma, para ahi entender-se dircctamente
com o papa sobre este assumpto, n5o promette
resultado, nio obstante a abalisada experiencia
do diplomata nomeado, oqual durante longos an-
nos tem representado o Brasil em Londr,. Para
assim opinar. firmamo-nos, al6m de quassquer
outras cireunstancias.nos precedentes de um pas-
sado que se conta por soculos. 0 simples facto
desta missao ha de ser encarado pela Santa Se ,
como um acto de extorquida condescendencia,
equivalente a contricta exclamacao de: Papa
peccavi I
Confiamos, porera, em que nao sera isto na rea-
lidade assim, e nao- descorlinaraos neste incidente
senao mais um elemento demonstrativo da escla
recida deliberacao-tomada pelo imperador D. Pe-
dro II, de proceder na conformidade das attribui-
coes constitucioaaes do poder mederadori. Sera
duvida dest'arte pretend* este monarcha por em
pratica todo3 os meios que cabem na sua juns-
diccao, parasanar esta dissideocia, antes de adop-
tar uma linha de conducJa extremada ; porque
entao tera de applicar toda a forca da aut"r.dade
contra os bispos desobedientes, como se traUsse
meramente de quaesquer outros sublitos rebeldes
do imperio. Emguanto. ainda o debate perraanece
neste terreno e nao priacipia a serie de aconte-
cimenlos que a cada instante e-*peramos nos se-
jam a este respeito conwinnicados do Brasil; va-
raos aqui fazer mencSo- especial de um escripto de
grande nierito ultimamente pnblicado sobre esta
materia pelo conselheiro de estado marquez de S
Vicente;
Nestas paginas acliam-sc conjunctaraenie uma
descripgao corapleta do confiicto promovido no
Brazil pela impertineniia de alguns prelados, e
uma consulla jnridica, das mais substanciaes,
sobre as relacoes entre a igreja e o estado em
paizes constitucionaes. Esta ultima gircumsjaam
faz ate com que oste trabalao sej digno de ser
lido em qualquer parte, e se tome ihtepessante
ainda fora do Brasil ; [larticularmante em toda^
as nacdes que lutam igualmente nesta ocaasiao
com os excessos da tvrannia do psder clerical. 0
marquez de S. Vicente 6 um dos mais iraportan-
tes lioraens de estado do Brasil.
Na introducc3o da sua importante obra, diz elle
que, tendo o governo ordenado a impF debates da sfwsao do conselho de estado pleno,
cm que setratou da questao religio3a, julgavase
autorisado a motivar, com maior minueiosidade, o
voto que proferira naquella occasiao, por nio ser
possivel em conselho exprimir,x senaa resumida-
mente, o theor das proprias conviceoes.
Demais o theraa e de ta! importancia, e as de-
cisoes, loraadas relativaraeate ao mesmo, sao tao
raomentosas pelas suas coBsequencia-, que, que-
rendo assumir a respons.ibilidade do seu voto, nao
podia deixar de por bera patente as razoes que
teve para pronuncia Io. Eoifim, julgava tembem
indispensavel ao seu intenlo o tornarse mtelligi-
ve> at6 as pessoas destituidas de conhecimentos
juridicos profissionaes ; pelo que sahira o seu tra-
balho mais volumoso do que pretendia a prracipio ;
predicado, porem, que se torna mais um requisite
para poder ser comprehendido e devidaraente
aquilatado pelo publico em geral.
De conformidade com este programma, o esta-
dista brasileiro enceta a sua obra por uma analy-
se methodica de todos 03 pontos que tem relacao
em these com a questao de que trato; e passa era
seguida a occupar-se com a materia do conflicto
suscitado em si proprio. Neste empenho comeca
a sua exposiedo pela enunciaijao da doutrina da
constituiQSo brasileira a respeito do direito do be-
neplacito por parte da corda.
A constituicao do Brasil aprecia estaprerogaliva
como uma das mais transcendeates attribuicoes j
do poder executivo; e assim e na realidade. Em
todo3 os tempos o poder ecclesiaauco effecuva-
mente tera se esforpado sempre por uhrapassar os
preceitos da sua competencia, proenrando collo-
car-se acima da autoridade polilica.
Apezar de demonstrar a historia que o poder
espiritual nnnca pode realisar 03 requisites das
associacoes politicas, comtudo nonhura outro em-
penho tem sido por elle mais vivamente promovi-
do. Accresce que a co-exbtencla de dous poderes
soberanos no estado acarretarla eomsigo a desor-
do dem e a eonfusio qae nao se podem evitar em tal
conjunctura senao pela denominado jus circa sa-
A esta supreraaeia, no exercicio da sua princi-
pal attribuicao, dA-se o nome de beneplacito, con-
senso regio, exequatur, pragmatica, sanccao^ ou
autorisacao da corda. Esta prerogativa ooasiste
no direito especial e absolute, pelo qual o poder
executivo de qnalquer estado permitte que os de-
cretos dos concilios, os breves apostolicas e todos
os mais actos de autoridade ecclesvaslica sejam
publieados offlcialmente e alcancem, dentro do ter-
ritorlo nacional, forja de lei; de 3orte que assim
convertem-se de meramente espirituaes em
temporaes tambem. Nestes tennos, 6 evideate
que nenhuraa disposicao ecclesiastica tem forca
obrigatoria, ou se torna de qaalquor modo com-
pulsoria, sem o consentitnento do respectivo go-
verno. Nio e preciso para isso que as disposi-
qoes de que se trata, vlo de encontro a qualquer
lei civil.
Pelo priuclpio de soberania, nenhura poder tem
em qualquer estado o diren de iormular deter-
minac5es coercitivas, sem ser o proprio soberano.
Portanto, Indlscrlmlnadami-nte, todos e quaes-
3uer actos emanados do podor espiritml precisarn
epreyia sancfSo civil i.-to e, do beneplacito do
poder secular. .,
Qijanto as eartas pastoraes, nao Deecssum
desta sclemnidade qnaado content apeaas doatri-
nas ja aoteriormeate approvadas, e dedozldM d<;
canonese eslatuloe eoclesiasticos ja antecedeMe-
mente reeebidas e qne tireiam em teapoo devid"
consenso regio ; no caso eontrario, estao tambets
sujeitas a MMfM
Neste sentido 6 fora de duvida qae os superio
res religiosos nao se podem prevalecer do direito
da liberdade d impreasa que assiste a todoei-
dadao em geral. Nero o papa, ncno episcopado.
nem quaesquer superiorvs religiosos podem ser
classilieados na cathegoria de particulares.
Exercem uma aotondade manifesu, eoastitoeoi
o nucleo de reunioes- importantes, o centre de am
poder que se torna exteosivo, e estes attribute*
dao ao sea caracter unw physionoraia especial.
que torna as suas palarras muito diffcrentes das
expressoes de qne pode osar um simples cidadio
Este sujeita implicitamente as opitwoe*, que -
pende ao juizodo publico; e squells* iinpoem Ibe,
como uma seotenoa, as proprias conviccoes, as
quaes as populacues acatam com maior reverencia
ainda em consequencia da forca do costume.
Toraa-se, pois, irapresciodivel, ernqualquer des
tas circunwlancias, o regio beneplacito, tanto mats
quanto, baseado no vigor dos preceienles, o npi-
rito publieo caosidera as opiniocs que sem elle
correm coroo ja saaecionadas. Com effeito, tem
ellas por si em tal caso a presumpsao de se aeba-
rem revestidas desse previo assent nente, por nao
se dever suppor que tivesse sido pretsrida essa
formalidade.
E' claro que o beneplacito nao pode ser negado
as dpcsicoes ecclesiaslicas que so .An em mira
a explicacao da doutrina dos dogstas aceitoa, ou
meras formulas de rilnal.
Nio se da, poreni a mesma even;ualidade quan-
do se cogita de deeisues disciplinares, ou de pre
ceitos, cuja execueio entra na espfiera da civil
N5u e licito a igreja ultrapassar os coa'ias d.i
sua orbit* aspiritual, em que nao se empre^ende
senao o acervo dogiaalico das suas croucas, e o
fonnulario dos sens rito*.
Fora deste circulo, nao Ibe cabe junsilccao al-
gama autonomica ; e em pontos que nio se cir-
cumscrevam aos que acabam de. ser deMgnados.
incumbe-lhe sujeilar-se sempre a sobscania do
poder secular. Nenhum govern, de qualquer
especie que seja pode tolera^ qqe, ale da sua,
exisia no paia outra autoridade de que emanern
resolucoes-oerigatorias para os cidaduo.-. Expi
carenws isto ainda mais clarameote com um simile
Se qualc-er Estado estrangeiro qijizesse nos limi-
testerritoriaes do Brasil irapor a.obsarvaocia da
sua vontade nao o poderia consegjiir senio poi
meio da guerra.
Em qualquer nacSo o direito inarienavel
beneplacite funda se iramediatamente sobre o/w
cavendi, sob-e o dever de prevemr e-acaulelar o
future, sobre o direito da prpria cooservacio, e
a imprelerivel necessidade de coacwrvar a paz
interna, manter a ordem publica e afaslar previ-
denteente quaesquer tropecos q^e se possam
antepor as justas exigeneir.s dos progresses uacto-
naes. Alem de tudo isto, a religiio caiholica e no
Brasd rebgiao do Estado ; de soste que, per mai>
este motivo, nao e facu'.tativo aos seus rainistros
darem o menor passo, sem se acharem previa-
meate de aceordo cara os pod#res governamen
Tendo a Estado rejonhecido araa religiio quaf-
qner ncs seus dogmas, nas sua* crencas, nas soa*
instituicoes e na sua disciplina, fornioa com eJa
um pacto que a torna iramutavel; e que. ao mas-
mo tempi que lhe nao peaaiitte modilicar-se x
si propria sera o eonsentimento do Estado, a eale
tambem obriga a respeital-a na sua integridaC3 e
nao invadir a sua comneteaeia ou jurisdiccao. Mas
por isso mesmo, a.igrejd Estado, como tal, aada
(.ode alterar na sua primUiva conformidade, que
va de encontro a convenr.ao estabelecida ; e muito
menos que psrtarbe a paz e tranquillidade pu-
blica, e proms va dissenjees no sen proprio sew.
Pondo de parte a este respeito o theor c*presso
e explicito da coaatiluivao do Brasil, cujo texto a
nenhuraa duvida dalagar neste senti lo, ?rova-se
nao menos validamoate pelos precedentes. histon-
cos que a sanccao regia naoe no impene brasileiro
instituicao recente, mas herdada de Suaga date
Ja no anao de ISU foi estaluido pelas Cortes de
Evora (!) que nunhum breve da cucia romana
teria vigor sem exequatur reeio outorgado poi
documento auUieatico. E' verdade qae D. Joao n
deu de roao a esta preregativa durante algun
tempo ; mas nao e tambem menos certo que pos
teriormenle este direito foi reivinaVado peia co
roa portugueaa, a qual desde erJao o tem ever
cido constanlemente no decursode mais ae a^-
annos.
0 procedimento official do pfocurador da coroa
contra o bieve Apostolicum pas.atd*. procedimen-
to confirmado pela lei de de maio do lt>
e as restriccdes em diversas epoeas unpostas +.
iurisdicfio pontificu em Portugal, nio detxam
outrosim a menor duvida sobre o apreco estima
em qne os raonarchas portuguetes tinbam o di-
reito de beneplacito. Isto mesmo se acha posiu-
varaente expresso nas leis da 8 de agosto de
1767 e 2 de abril de 1738. Por estas mesma*
lois se ve" qual era a este respeito o d'jetto puWico
de Portugal; e nao pode, deixar de sar tambem o
do Brasil. que herdou a legislacao daquelle paiz
Estas disposKSes vigcravam muito antes ja to
constituicao brasileira que no seu theor as corroao
rou muito terminanleroeote. Acrece emlim que
eta deutrina impera em todos os paizes em qae a
religiio eatholica e a do Estado, como, por exetn-
plo, na Hespanha, a ha pouco tempo ainda mos
diversos govemoa itelianos qae formam a actual
moearchia da Itaiia. Quanto a? na^oei, em qoe
o catholicisrao a*o figura na. mesma cathefona
mas como simpks culto reeoahecido, o direitoid*
beneplacito nuoca tem sid-i postergaflc, M>M"
contesucao, entende-se como deavado da a-
mreza das cousas.
A licao da historia ansina, com os mais coawio-
centes monumentos, a impreterA-el necesssaaoa
do exequatur em maieria rehgiosa. T ante a coaa-
ciencia juridica dos povos, como a pratica a w-
risprudencia pnMica, teem monheado a utibda-
de do nio inteworopido xercicio deste direito
magestatico.
Qualquer que seja a forma do regimen-.., publics
adoptado, todos os governos teem-se com razic
reservado esta prerogativa. assumindo. como um
attribute da sua Jurisdiccao, o direito de exame
para com o complexo do* actos do poder retaf wso
e ecclesiastico. Na amplitude destas ittrMPJ
acha-se comprehendida a faculdade de prooiwr^'
publicacao de qpaeaqoer textos emaaad
hierarchia do? cnlt is rcc-nhecilos, quer
da
se trate
hierarctiia do> cntt is rcc'niieciiOT, q>:i _s
da religiao do Estado, quer de qu:.lqu*r outra. st-
nos Estados-Unidos da America do .Norw. *nor*?"
do a constittticao federal officialiv.ente a cx'sienua
das manifestacoes religiosas do P*'1; S""?,!;
que seja a seita que as rcpnienie trits
gnnm do illimitado lireito d-.no cirenlo de ko,
adeptos decretarem, sem rerfnecaa., todas as.i
tranha competencia O art U da f.
hto tahelece a perfeita Imeroaae nagiosa <
Kdadfoatedoi os cnltos.comcuosiraiw
d^temma ?aeW o jfsu*. **
0 mesmo aont..r-e na HnUanto. -^""H*
porcm, encaram as associacoes re"e***VgS
mente nos mesraos terraos que as assocug
civis. nio conredendo aos respective* m
nenhura pr-dicsdo especial m t^ "T 55
siflerando-os pelo contrano come n*ns mum
"..
c
\
I


HI I fit
VI XI


- -*


%


'
3i|uifJ^!J5emambuco Qaarta feira 18 de Fevereiro de 1874.
duos partichlares. B' evidente q* tMfm T*ri iyhjpe Jotiwnv.-Um pndrfi-e-tt'|^S

di3es, inteiraMMtat* divcrsas das ijue occorrem no
Brasil, o eqB^Qa tt?gio "deixa' de ser neceSsariO :
portanlo, nlc-QIfcJSeem taes clrcumstancias o di-
reito de berieplMMi porque se acha snbsiituido
pels jurisdicft* <4as autoridades c .tribunal com-
rauns.
Como dis-emos, os paizes em que existe uma
religiao do Estadn, aJKv^taiam-se em uma po-
cao totalmente dilTcreote, porquanto nelle* os su-
periores religiosos sao funccionarios publicos peln
simples facio de pertancerem a uma religiao offi-
cial, e convertem-se em organs e agaatas da
atttoridadc goveratmental, to menos aos olhos e
segundo a aprenacao dos sealarios desta nesma
religiao. So por si, esta circumstaneia toroa o
direito de beueplacilo indispensuvel. E' esensado
direr qne o *es*io alp seraexercido ein materia
puramente dogmatica ou ear relar-ao a dispo>iroes
concernerites a simples forma do ritual, e admi-
nistracao interna da igreja, respeitando o Estado
ao mesrao lempo escrupulosamente a consciencia
e as conviccoes dos crentes.
Em tacs casos qualquer governo deixara de
pur em pratiea a saa attzibuiciio magestatica ao
menos em quanto as penas disciplinares fulmina-
das, permanecendo na sua competente esphera,
nao asarparem i ITeitos civis, ou nao forem tao
severas, que toquem immediatamente a propria
pessoa dos dellnquentes, entrando assim na juris-
diccao criminal ordinaria.
Por sua natureza i igreja nem possue, nen?
deve possuir ou exercer, poder temporal, alem
de mais razoos, visto ter ensinado o Sen Divini
Fundtidor que o seu reino nao e dcsle mundo, e
que s dii a Deus o que 6 do Deus c a Cesar o que
e de Cear.
O eodigo criminal brasileiro ckcJara que nenhum
cidadio brasileiro podera ser obrigado a fazer ou
ileixar de fazer qualquer cousa senao' em virtude
da lei. Esta doutrina do art. 191 do dito eodigo
i'unda-se no art. 179 1* da consUUiicao do im-
pwk>.
Assim, nao existindo neohuma lei do poder civil
que crtmine o cidadao por aetos de desobediencia
ao poder espiritual nao pode consequeoleraente o
estado prestar o seu apoio, alien da obrigar a que
sejam compridas pelos lieis quaesquer dieposicoes
emaaadas directamente dos seus superiores reli-
giosos. Nem tao pouoo Jem para isso. o governo
competencia alguina, visto que a constituieao ga
rants a liberdade da consciencia.
0 poder politico tern indubitavelmente no Brasil,
nao so o direito de recusar o beneplacito a qual-
quer lei ecclesiastics, para a qual seja pedido,
-.omo igualmente a faculdade de vedar a publica-
oao de quaesquer decretos do poder espiritual, e
de prohibir que se faca obra pelos mesmos, tod->s
as vezes que de qualquer inooo2 as suas disposi-
eoes entuiidei em com a jurisdicciio temporal. Nes-
te sentido occo'rrtin ate exomplos replelos de au-
toridada para o Brasil, visto dizerem respeito a
Portugal. A lei de 6 de maio de 1765 dedarou
sem vigor nos Iimites do r^ino portuguez a boila
qne re.-tabetecia a campanha de Jesus, declaraudo
forma Imentc que assim e lazia por ter si Jo a mes-
ina bulla publicada sem impclracn do beneplaci-
to previo <{ae teria stdo recusado. Ao mesrao
tempo a Ataiei-e.-tatuio (|ue incorreriam bo crime
de alta trai<;ao os iti4ividuos que obedecessem as
iausiilas assim sujeitas a censura do direito, vis-
10 que peloseu conteiio c mstitniam umattentado
contra a soberania real, e uma violoncia orTeusiva
ila or<*em poblica.
NoAm mesmos termos cm I7G7 deoJarou o go-
verH*i portuguez sem elleiio algum, deeiro do rei-
no, a nuka Animarum Saluti.
Por peeatiao de ser tambem repellida a bulla In
enm tJomini, a lei de 2 de abril de 1-768 doclarou
formalanato iiuc os direito* da soberania em Por-
lugal nao permitiiam que fosse recouhecida a su-
premacia de qtiaUpter outro poder. Ainda nesso
:io.uo, porqoe o breve apostolico Sr.nctissimi Do-
mini compreheudia niMtcnas m maior parte poli-
;icas, visto ser especialmenie dirigido o-jntra os in'
teresses do duque de Parma, a tserfla poriugoeza,
tuanifestandoisto mesrao, decretou a sua nullidade
i:s liiuites de Portugal.
Em Francn, em I81I, o gorcrno rejeilou do
mesraoinodo o breve Dilecti fitii, a ameacou 10m
is penas dos arts. 91 e lO.'J do cedigo Napcleaaos
individaos (fe lhe prestassem obediencia A en-
cyclica de'8 de de/embro de 1861 foi por igual
Jheor ignorada oftlcialmente pclo governo francez,
sendo prohfoida a sua publicaoao om Franca.
Em todos os estados e-n que existe a liberdade
de imprensa, a igreja tem plena attribaicao, nio
para promulgar, mas para discutir publicamoute
os-seas priacipios, fins o formulas do culto, pro-
curando captar era favor das suas ideas a adhesSo
dos seus sectarios. Ora, no Brasil, existe, e fota
de davidaesta liberdade, garantida pela constltui-
;ao, por isso tem nella a igreja um poderoso meio
de propaganda, para manter a sua autoridade sem
Iancar mao de mcios sujeitos-;! censura legal.
No capulo seguudo do seu tratado o marquez
deS. Vicente occupa-secom-a dontrina do recar-
so a cord* : remedio de direito que, que segunde
as leis'fercsileirns, calie a qualquer cidadao qo.-
se seotir constraugido por e'xecssos do poder te-
clesisstfeo
No capimlo terceiro o autr analysa prolieiente-'
raente a legislacao de [(o.1as as na'rSes cultas no
tocante-a retaco.'s eWre a igreja e 6 estado. Se-
ria dema^iado longo e nao c.ihe nestes estreitos K-
mites ser-iir o marquez de-S. Vicente nesta sua
exposieio. Denials a materi-t aao dove em gera!
ser descochecida a grande parts dos nossos leito-
res; e q?a:ito to recarso a cor<>a como institui^ao
etelanvmwnte brtrjfcrt, ocm qnanto se^a um
meio dosMiiais elllcfentos para no Brasil fazer se
face a- eirergencias qae se ez&o daado e parcoe
occorrerao ainda em maior grao n'um futuro nio
remoto : eomtuflo nito tem para nos maior irapor-
tancia iicmcdiata, visto acliapem-se previslos os
respective] easos casos pelijio&a recentissima le-
gislacao. Emfim a eriedade e circumspec'.'ao dc
governo brasileiro era frente se lhe entolha, achaun ae perfeUtmente deinoaslra-
das pelo ^isiincto trabaiHio do afamado estadista do
Drasil.
Ve-se>^:e a auloridatie ptAKoa tem proeedido
om a maior previdennia e criterio contra as de
masias doepi va conscionciosamente oom o mais louvavel aGIc
pe]o conseibo de estada, ^istilicadas assim de ante-
mao quaesquer medidas coeroi.iv.as de maior vul-
io a que tenha em seguifta de recorrer.
Dest'arte proenra se no Brasil.evilar immiaente
'jsnrpacio 4e attribui^oes^ivis por parte d# clero
atholico.
ConstdertHdo que nao fta makr probabjlidadc
de que o inisressante tr&ballio*lo marquez de S
Vicente seja tradnzido era aHemSo, julgaiwos do?
dosso dever teformar o poUico-do seu conteiidOi
ao menos por meio derte extracte. Infelizmente
j\ materia e para nas taratieti vital, -e a theor desta
obra, portanlo, igualmente para a Allemanha aa
occttiao preseote.
(Da Gaxcta geral da WtmmJm do Norte.
transitando honlcin no" bond* ~n. ST 3a ITttha
fle Permndes" Vtclra,' de que 6 conductor o 8r.
!ar?sl fjihs avMt5anto Pessoa,- ao desctr dj rae-
mo la deixou-por-esquecimento. urn leuco e him
cartejrt com. quaxenta e ttotqs m" rf-. Tjr-
nando logo qne deu pela falla d'aquillo, e per-
guntando aquelle conductor, se taes objectos
teria alii fic^o, retebeu o Rvd. r>ssposla affir-
mativa, e era stguidao lenco e a carletra com o
ilmheiro, qne o St. Mar;al havia aehtdo. l-to
hojt e raro ; eis araxio porque o noticiamos.
\ovas publiea^oes.0 Sr. B. L. Gar-
nier, livreiro editor do Bio de Janeiro, acaba de
expor a vends tres novas publicatoes feitas por
sua eonta, quo sao : Calhecismo constitutional,
por Demophilo ; Cinco temmet em haluo, por Ju-
lio Verne ; e Chiquiuko, encyclopedia da infancia,
versio de Victor Culanna.
No Calhecismo constitutional vem explicadas,
com precisao e clareza, ao- aleance de lodas as in-
telligencias, os diversos artigos da nossa constitui-
.ao e do acto addicional, acompanhado esse com-
mentario de notas explicativas da interprelacao
dada a cada um delles quer era decisdes do gover-
no e quer na pratiea. E' traballio que muito con
vem ser admittido nas aulas primarias, como meio
de ir arraigando no coracao da mocidade os prin-
cipios do nosso pacto constitucional.
Cinco semams em balao e a narraliva humoris-
tica das viagens do Dr. Samuel Fergusson em di-
versas regioes do globo, algumas das quaes pouco
conhecidas. Vem ahi relatadas com muito espiri-
P.
u
REVKTA DL4.RIA.
Guanln naefonal-Por portaria da pre
*idencia da provtneia, de 16 do corrente, foram
aomeadns para o 55* batalhao de infanteria do
municipuj do Palraar6s:
Estado-maior. Teaente cirurgiSo, Joaqmm Au-
gust > Xa-vier daMaia; alferes secretari-), Beravin-
do Cwado de Arroxellas Galvao; aiferes por.ta es-
tsBd*rte, Jose CorneMode Vasconeeifos.
1." companh4*.-Alfe#es Joie Abo de Barros e
Clodoardo de Barros Franco.
is diu.-Teaente, o aiferes Antonio Jose da Sil
va Marques; aiferes, Joao Felix Pereira e Maaoel
Alves Maciel.
3.* dita.- Tenette, o aiferes Manoel Figueiredo
da Cuna.
o.' dita -Capitio, Francisco Alves da Silva Ma-
ciel; al/eres, Emilia Claudiano Bezerra do Amaral.
6.* ditaAiferes, Leonardo Orlando de Barros.
O carnaval.-Desengracado, correu o deste
anno, friamente, pode-se dizer, if alta Sagna, cujo
uso ja vimos muito refreado. gragas as providen-
oias tomadas pela rauticipalidade de accerdo com
a policia.
A mascarada, propriamente dita, a parte o club
dos Azuerins, que enm feicao crilica e buraoristica
paeseiou na cidade, nao passoa do costumeiro
maracatu.
A cousa tende a exttnguir ee, ao que parece.
Teraos a registrar de singular, que nestes nlti-
raos tres dias, nenhum successb desagradavel ti-
Yemos a laraentar, ate a hora em que escreve-
-ao^I'. con'fario do que dantes acontecia.
ya#or Garonne. Por teJegramma da
Bahia, cowU ter alii chegado hontem, a tarde, o
vappr inglez Garonne, da linha do Pacifico, de-
veatb ahir note para o nosso.porio,
Admin is tru^ao do correio. Termi-
naram hontem, as provas dos concurrentes as
?agas de praticanJC Hoje deve proceder-se ao
iulgamento. ^V,
espiri-
to hUtorias exiravagantes, acontecimentos extraor-
dinarios e faclos estupendos, que prendem aatten-
cao do leilor e captvaro*e desde a pnraeira a ul-
tima linha.
Aeerca de Chiquinko nada mais ousamos ac-
crescentar ao que diz um professor fluminense :
t Ha ainda bent pouco tempo os livros escriptos
para uso da infancia 56 so compunham de uma
serie de anecdotas tiradas dahistoria.apresentando
exemplos de moral, ou entao biograpliias de ho-
mens illustres, antigos ou contemporaneoa Hoje
comprehendeu-se que melhor e antes inoeular no
espirito infantil, a medida que a intelligencia se
vai desenvolvendo, ideas geraes de conheeimentos
di versos, que mais tarde deva aprofuodar.
t Entre os innumeros livros mais oft menos en-
genhosos ou de nocSes elementares da sciencit,
escriptos para a infancia, que temos lido, e suppo*
mos serem todos quantos se tern publicado at<5 ao
presente, sera depreciar nenlium deltes, parece nos
coratudo que 0 Chiquinho e 0 mais completo e 0
mais bem coordenado.
Seu autor 0 denominouEncyclopedia da in-
fancia e, na verdade, 0 livro justifica 0 titnlo,
porque nelle depara a infancia, sob uma forma
variada, sempre attractiva, todas as no^oes elemen-
tares das sciencias physicas e moraes das artes, da
iudustria, da economic politica, eutfim todos os
ramos que a carreira que mais tarde venha a
abracar 0 obrigara a aprofundar. Este livro co-
rae^a", pois a preparar o terreno e a ladcar os ger-
mens na crian';a que deve um dia fruetifkar no
horaera.
Cumpre-nos, e mosmo do nossp dever, chamar
a altenr.io do consellio da instrucjao publica para
esto livro, que vira sem duvi la, deulro em pou;o
ser adoptado pclas escolas do Brasil, como ja 0 e
nas de Franra, na America do Nortec na America
hespanhola, onde foi iminediatamante traduzido
aposa sua appari^ao.
Dessis obras ai-.abam de chegar exemplares a li-
vraria lndtistriui a rua do Barao da Victoria
n. 12.
Casamentos.De hoje em diante ate 12 de
abrii so podem ser celebrados casamentos com
licenca especial do ordinario da diucese.
Auniversario. -Amanhi completa 37 an-
uos de idade S. M. 0 rei da Hollanda.
Taxa de escravos. No dia 28 do cor-
rente teneina 0 prazo para 0 pagamento, livre de
multa, do iraposto snbre escravos, relativa ao
exerciciode 1873-1874.
Monte Pio Brasileiro.Deve rennir-so
aiuanba, as 7 horas da noiie, na sede social, a
assemfetoa geral dos membros da sociedadc Monte
Pio Brasileiro.
Saeicilade bencficcnte Realidade.
No dia 2J do corrente (doiningo) deve haver reu-
niao da asscmblea geral dot membros dessa asso-
ciaco, i rua do Barao da Victoria n. oO.
Baneo Commercial. Na sede deste
baaco, a rua do Vigario Tenorio, pagase 0 2 di-
videndo na razao de 8 por cento a) anno ou
2*400 por accao, relativo ao semestre Undo em 31
de dezembro ultimo.
Distiificu.iu-se.-E' do Sr. Vi tori ,111 Pa-
Ihares a seguinte noticia, que someete sob sua
responsabilidade publicamos : Eulrc algumas ca-
sas que a despeilo de tudo entrudaram a agua os
transeuntes, distinguio-se, do modo 0 mais eslupi-
do, 0 segundo andar do predio-n. 2 da rua Direvta,
code seachavamaa turba-multa dejente nade
attenciosa, capitaneada por um tal Joao Pedro, a
tnohar indistinctamente a quern quer que pas-
sava.
Becomra6ndamos essa casa ao respective fiscal,
afim de que a sujeite as penas determinadas pelas
postnras municipaes.
Loteria.-A que se acha a venda e a 88\ a
benelicio da matriz de Serinhaem, a qual corre no
dia 21 do corrente.
Lcilao.Amanha IS, effectua 0 agente Pinto,
0 leilao de 145 barrieas com farinha de trigo ava-
riadas, as 11 horas, noarmazem dosSrs. Joao<)ui-
rino da Aguilar & C, Caes do Apollo.
Outro.Depois d'amanha (20 ) as 10 1/2 ho-
ras em ponto, deve parlir da cstacao do arco de
Santo Antonio 0 trem expressoque seivira de con
duccao gratis aos concurrentes ao leilao da Cruz
das Almas, casa do Sr. Mendebaure.
Hoje, effectua 0 agente Martins, as 11 horas
do dia, o leilao do armazem de mjlhados n. 8S da
rua da Scnzalla Velha, hoje Domingos Jose Mar-
tins.
Hospital Portuguese. Movimento das
enfermarias na semana do 8 a 14 de fevereiro do
corrente anno:
Existiam 37, eotraram 9, somma 46.
Sahiram 11, falleceran2,existem 33, somma 46
Efia de seraana 0 Sr. Msrdorao Antonio Jose
Gomes.
Casa de detencao.Movimento da casa
de detentao do dia 16 de fevereiro de 1874 :
Existiam presos 339, enlrou I, sahio 1,-existem
A saber :
Nacionaes 251, mulheres 14, estrangeiros 31,
escravos 41, escravas2Total 339.
Alimentados a custa dos cofres publicos 262.
taovimento da enfermaria do dia 16 de'fevereiro
de 1874.
Teve baixa :
Manoel Amaocie Leite Cabral, asthma.
Tiveram alta :
Thoraaz Antonio de Gouvea.
AJanoel Joaquim Larangeira.
iBRONICA JILWMRIJL
Dia de apparecer. t phante,
( Do Uccifa,i-AlellaiU a irmandade d* Santa!Janeiro
Cniz dos CanouTrilt, appellante Jose Antiitio da
4yj ' Appellacao civel.
I Dq.ttecifc.,-Apptllante Daniel Antonio dos Rei*,
appeilada D. Juliana Francisca de Jesus Baslos.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador cair* Leao ;
BmHrgos iofringentes.
Emlinrganto Manias Lopes da Costa Mai3, era-
atrgado AnioapCasirniro de Gouveia.f
Appelacio civel.
Do Beciff.Appella ite Francisco Antonio de
Oliveira, appellado Aurelio dos Santos Coirnbra.
Appellagdes crimes
De PaiihMJWTonso.-AapeUante Zeferlno Vieira
Maeliaio, appeilada a justira.
De Ipojnet.-Appellaafe Feliciana Maria da Ro-
cha, appellado Jose Joaqulm Duarte.
De Flores.-Appellante Francisco Jose de Lima,
appellado 0 juizo.
Do Buique.Appellante 0 juizo, appellado Joao
Vicente Pirambu.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Freitas Henriqucs :
Appella^Jo civel.
Appellante Jose Affonso Ferreira, appellado Fe
lix Jose da Hora.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
De Gjytnniuha.Appellante 0 juizo, appellado
Anacleto Jose de Miranda ; appellante 0 jaizo, ap-
pellado Beuo jicto. escravo.
Encerrouse a sessao a 1 hora menos I qu3rta.
PARTE POLITIC*
TRIBUNAL D.4 RELAClO
-SESSaO DE C7 DE FEVEBEfRO DE ife74.
PRESIDENCU D0 EXM. SR. CONSELHEM&-CAE-
TAJ0 SANTIAGO.
Secrttario Dr. -Vtr-gilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
eaAargadores Silva Guinuraes, Almeida Albu-
querque, Domiogues Silva, 5oura Leao e Freitas
Heoriques, procurador da coroa, falrando com
caUsa os Sr. desembargadores :Eeis e Silva, Lou-
ren^o Santiago e Aecioii, abrio-se a sessao.
JCLGAMBKTOS.
Aggravos de peticio.
Aggravante Franeisco Ferreira Baltar. Juizee
os Srs. desembargadores Silva Guiaiaraes, Souza
Leao e Domingues Silva.Deu-se provimento.
Aggravantes Pauia A Mafra. Juizes os Srs des-
embargadores DonwnguoB Silva, Souza Leao e,
Almeida Albuquerque.Nao e caso deaggravo.
Aggravaate Francisco Tarares Lima. Juizes os
Srs. desembargadores Souza Leao, Domingues
Silva e Silva Guimaraes.Nio tomaraai conheci-
mento por nio ser caso de aggravo.
Aggravante Francisco Antoeio ds Carvalho. Jui-
zes os Srs. desembargadores Freitas Henrique?,
Souza Leao e SUva Guimaraes.Negaram provi-
mento.
Cartas tostemnnbaveis.
Aggravante Joaquim Vfeira Coelho da Silva.
Juizes os Srs. deseinbargadfires Freitas Henriques,
Almeida Albuquerque e Silva Guimaraes.Sega in
provimento.
Aggravante Joaquim Salvador Fessoa de Siquei-
ra Lavafeanti. Juizes os "Srs. o'esembargadwes
Souza Leap, Almeida Albuquerque 1? Freitas Hefl
nques.-Negou-se provimento.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr:
desembargador Rets e Silva:
Appellacoes crimes.
De Matta Grande.Appellant Bernardino Jos^
dos Anjos, appeilada a justica.
De Serinbaem. AppeHantes e appellados 0 jui
10 e Fraucisco Antonio da Silva.
IMRTIttO < \Si;V 1DOH
RECIFE. 18 DE FEVEREIRO DE 1874
0 GYMSASI3 PROVINCIAL EM ABAND0N0.
A "rovincia qtie ha muito andava a baler em
cento, descobrio agora um assumpto qne lhe pa-
rece inexgotavel para desabafar as sqas rams
contra 0 Exm. Sr. conselheiro Pereira deLucena
0 supposto abandono do gyranasio provincial I
Em dous anteriores artigos temos demonstrado
a sem razao das arguieoos que tern, levantado com
0 lira de ferir e inagoar S. Exc.; mas os provin-
cianos que em tudo proeuram raostrar a saa cora-
gem pouco invejavel, nao arrepiam carroira, vao
por diante, e quanto mais os convenccmos de-sans
injusticas mais se irritant e proeuram no desabri-
mento da linguagera superior 0 que Ihes falta de
acertoe justica nas suas censuras.
Assira, nao os devemos acompanhar no seu nun-
ca acabar de accusacoes insensatas e apaixonadas,
de limitar-nos hemos a poucas palavras para ex-
pliear seu maior argumento contra S. Exc0
presumido excesso de vencimentos que ora perce-
be 0 regedor interioo do 8ymnasio
Por sero arguraento Hercules da Prooincia, con-
vein mostrar que e tao insigniflcante e embecil
como os outros.
Nao ha disposicao de lei que prohiba ser qual-
quer professor do gyranasio regedor interino.
Eo> falta de pessoa apta que aceilasse a nomea-
cao effectiva, teve S. Exc. necosidade de nomear
um dos professores.
Porlanto, cumpria raarcar-lhe os vencimentos
duranto a iaterimdade, e estes vencimentos devera,
com justica ser correspondentes ao augmento de
auribuicoes e responsabilidade que resultavara da
interioidade.
Isto posto, sendo 0 regedor interino professor do
estabeleciinento e podendo accumular 0 exercicio
de ambos os cargos, nao seria razoavel que do
duplo exercicio deixasse de frurr vantagens, desde
que nao lia prohibicao legal na accumular,ao de
gratiQcacoes aos funcoionarios publicos. 0 que
n5o e permiUdo e accumulafao de ordenados.
Assira, podendo 5. Exc. marcar os vencimentos
que ora percebe 0 regedor do gymnasio por livre
arbitrio seu, nao dispensou-se por motivo de lou-
vavel escrupulo, de ouvir ao inspector da tbesou-
rarit provincial.
F.ste honrido funccionario deu 0 parecer sob 11.
2, e em vista d'elle, foi que S. Exc. decidio.
Alem da opiniao autorisada d'aquelle funccio-
nario, exlstia ja 0 preeedente de ter sido paga, em
administraroes anteriores, os vencimentos da re-
gedor aos professores que iuteriaamente exerce-
ram esse emprego.
Cm desses professores foi, segundo nos infor-
mant 0 Sr. Spinola, 0 qual nis percebeti tambem
a gratificacao de sua cadeira, por.jue n^o a exer-
ceu durante a interinidade de regedor.
Veja agora 0 publico se a Procincia censura
com justica 0 Exm. Sr. Dr. Lucena, em rela^ao a
um acto praticado de accordo com os precedentes
estaheleeidos e autorisados com a opiniao de um
importante funccionario, como' c 0 iasnec>r da
thesouraria provincial. *
Veja tambem se em relacao aos vencimentos do
regedor do gyranasio pole-selho attribuir motivo
de compudigsco.
Nao temos mais osperancas de conseguir que a
Procincia se eonstitut urn" jornal serio e desapai-
xonado, que sirva de atalaia dos interesses pu-
blicos.
Temos pena que Unto se lenha desviado.....
mas.....sua alma sua palm-i.
DGCUNENTO N. i.
Illra. e Exm. Sr. Dr. Augusto Carneiro Mon-
teiro da Silva Santas, professor de mathematica do
gymnasio e reeedor interino do mesrao instituto.
Havendo estado em exercicio da regedoria e
ao mesmo tempo de sua cadeira, por nao haver
impossibihdade de ambos os exercicios e ser con-
veniente aos alumnos acostamados ao methodo de
ensino de que usa o supplicante, encontrando
dnvida da parte da thesouraria provincial a res-
peito dos vencimentos a que tem direito, vem re -
querer a V. Exc. para que se digne resolver como
lor de justica. Nenhuma lei ou disposicao legis
lativa lia qae se opponha a que 0 supplicante re-
ceba os vencimentos de regedor, e ao mesmo tem-
po de professor de mathematica, e nao (alum
exemplos de qne 0 mesmo individuo perceba
pelo mesmo cofre provincial dous vencimentos
e entre elles se acha 0 Dr. Jose Seriano de Souza,
que pereebe os vencimentos da professor do gyra-
nasio e de medico de policia e 0 Dr. Joao Maria
Seve, que percebe os vencimentos de medico do
gymnasio e de medico da casa de deten^So. Ten-
do sido 0 supplicante nomeado regedor interino,
tem 0 direito aos vencimentos deste cargo, como
tivera 0 professor Manoel Caetano Spinola, no
tempo era quo exercsu interinaraente a regedoria,
sendo professor de instruccao primaria do gymna-
sio. Se este professor deixou 0 exercicio de sua
cadeira, fora porque devia, por ferca do regimento
estar nella occupado desde as 9 horas da-raanha
ate 1 da tarde, 0 que porem nio succede ao sup-
plicante, que somente tem de funccionar na sua
das 12 a 1 hera. Se 0 supplicante preenche as
lundoes dos dous cargos sem damno parao es-
tabeiecimeuto, e se Iho concedendo ambos os
vencimentos, nenhum accrescimo de despeza vem
a proviocia que tem previsto pagar os dous car-
gos, pareee justo que assim lhe seja coucedido.
Assim P. a V. Exc deferimento E. R. M.
Estava uma estampirha no- valor de duzentos
reis, inutilisada na forma seguinte :
Recife 3 de jonho de 1873. Dr. Auqusto
Carneiro Mmteim da SUea Santos,
N. i
N. 267. Illm e Exm.- Sr. Curaprrado 0
despacho de V. Exc. laneado no requerimento,
que iniluso deyolvo, do Dr. Augusto Carneiro Mon-
teiro da ailva Santos, regedor interino do gymna-
sio, tenno a dizer a V. xc. que a unica dis-
pisifio que regula os veBcimentos que devem
ter os erapregados do dito estabeleciinento que
aceuraularem mais de um emprego, e a do art
145 da lei m 339 de 14 de maio de 1835 : mas
este art. traU sememe da substituicao de em-
prego provido e nao vago, como se acha 0 que
o supplieante oceapa; e por isso parece-me
justo que os seus vencimentos se regulera pelo
artigo 48 do regulamenlo desu thesouraria, que
concede vencimento iotegral de emprego vago ao
*mpregado de fazetda que o exercer interina-
raente. Deus guarde a V. Exc. Thesouraria pro-
vincial, 28 de junha de 1873. llim. e Exm Sr
eommendador Henrique Pereira de Lueena, dig-
presidente da proviucia. 0 inspector
como se ve no Jomal do Rfitif? do 3 de
I", Felirraente crrou 0 g^Mf e so fez 0
seu retrato !
Disse elle em communicado sob a fpigrapho-
Para o Exm. presidente da proiluolt w -, que
n fora ;'i casa do professor Louroico dtfclarar que,
aldtri do juiz de paz ser seu ioimigo, 0 Sr. Dr. juit
de direito me dera a entendar que elle nao tirava
resultado da -juestao de infraccao de posturas.
Isto perante Juca Vasconeellos, Angelo Alber-
to I...
0 anonymodeTriumpbantecom quese vesle,
so lhe assenu, se reconhece tnampho em occuly
ur Q norae a verdade, como faz contra mirn,
contra 0 digno e imparcial magistrado, e contra a
serenissiraa ettaara ; de outra sorte adoptaria 0
de derrotado e calumniador, que sem duvida lhe
assentaria melhor, como se ve" nas razoes se-
guintes :
Se qualifica a camara, cujos caracieres sao
bem conhecidos, e seus scrvieos era pro de seus
municipes ninguem ousa negar, a principiar de
seu secreUrio ate 0 presidente e estSo a luz do
dia, de compacU, de estonteados a ignorantes ; se
diz que 0 illustrado juiz de direito dispensou na
lej, resulta como consequencia inculcar se 0
Triumpbanta-o sabio profundo, 0 Hercules da
litteratura, que sobresaniado aquelles e a este,
tomou para si a omnisciencia, nada deixando
para seus conterraneos, que aprenderam na raes-
ma escola (salvas honrosas exeepsoes), e que lhe
reconhecem primazia em faltar a verdade.
A prova acha-se nio 6 nas gratuitas argui-
coes, que contra estes ergue, mas umbem no que
contra mim leceu.
Se 0 Triumphante dissesse qne en fui a casa
deLoureiro a eharaado do mesmo por intermedio
de seu araigo Angelo Alberto para me consnltar
sobre a qnestao de multa, cuja aoc-io nio estava
iniciada, e verdade.
M&9 dizer que foi-fazer reveU^Ses, edesmontido
solemne, que de mim tem e do mesmo Angelo, que
me asompanhou, assistio, e ainda licou em cast
de Loureiro, embora amigo intimo do mesmo, nao
deixa de 0 afflrmar.
Se dissesse one era resposta a consulu quo me
fez, lhe disse-que ette ganhando a questSo, perdia,
porque so 0 advogado queria cem rail t6\s ou mais,
ao passo que com dez pagava a mnlM, e que per-
dendo, perdia os dez, perdia 0 do advogado, per-
dia as custas e angmenuva a9 muitas desaffeirjo's
3ue ja tinha, diz*a a verdade ; mas dizer que lhe
issera qae 0 Sr. Dr. jtliz de direito me d6ra a en-
tender que elle nao tirava resultado, e falso.
Lembre-se que dlzando, que 0 juiz dc pa* era
seu inimigo, eu lhe disse que era do presumir que
se houvesse questio e Lourerro tivesse no juieo de
paz sentenca contra, a teria no juizo de direito
(presumpjao minha e nao daquelle juiz) de quem
se fallou.
Pcrqae nao diz que Loureiro me disse perante
Angelo Alberto, que pagava a multa ?
Porque nio declara as consideracdes em que
abundei para aparta-lo de uma questao, que em
meu humilde entender era insustentavel *
Porque nao diz que sendo na tarde desse dia
ciudo para 0 juiz de paz 0 profess >r para pagar a
multa, disse ao official que tinha mandado pa-
gar ?
E' certamente porque, inculcandose 0 Trium-
phante por um dos sete sabios da Grecia, on um
petrtts incunetis, esperando algnns ceitis, lheafflr-
mon 0 trlumpho da causa ; e embora hoje seja
nihil in omnibus, se assigna Trinmpnante, porque
0 fez cahir no lacu, e para ver se ainda empolga
seu dente avido de atassalhar reputajoes, recorre
ao Exm. presidente para olhar para 0 decadente
Trlumpho, isto quando ella esta nvs (lores-
cento I risum teneahs I
0 Exm. presidente escutara a voz do anonyma
ou do Loureiro sem ouvir a camara, as autorida-
des locaes e 0 publico imparcial ? Cerlamenle 'qne
nio, porque, c>llocado na alta cadeira da adrai-
nistrai;ao da provincia, que por sua pericia e reco-
nhecida illustracio tao sabiamente dirige, nao
esta ao abrigo dos tiros da maledicencia, qne lhe
queiram disparar na pratiea dos ados da mais
perfeita justica.
Acredita 0 Triumphante que S. Exc. 0 tem em
tanu monta, como os discipulos de Pitagoras
a seu mestre, que davam como razao de seu dito
Jpw dixit ?
Engana-se : pois a altura#m que esU colloca-
do e sua illustracao, provam assaz que altende so
ao del da balanca da justica. 0 que esp^ra f Se,
pois, 0 Triumphante quer ser tido pw sabio, bom
e honeslo, e mesmo 0 Sr. Loureiro nio qneira
denegrir a cimara, que so e ma porque procurou
a niu'ta qne lhe foi imposts, por querer 0 que
nio podia ter e era seu dever !... Nao offenda o
irreprehensivel magistrado porque dea uma sen-
tenca justa, que quando lhe concedeu habeos-cor-
pus (quando preso pela surra que den com seus
escravos no infeliz velho), era juiz recto, integro,
etc, etc, e hoje que da outra com igual direito
dispensa na lei !....
0 illustrado juiz, com loda cahna, c imlifferente
a cssas incoherencia dos communicantes, por es-
tar tranquillo em sua consciencia. Nio sera as-
sim, porem, 0 professor, cujos ados relativos ao
emprego que exeree, estlo no dominio de todos, e
as queues que tem agitado acham-se nos carto-
rios, que pouco ou nada 0 honrafn, se muito 0
nao envergonham. Junte se com 0 Triumhante,
COLLEGIO
DA
[HI lill.l
20-Rua dos Coellms-20
A abaixo assignada, licenciada pelo Exm
Sr.
que em quanto cor* a mascara se figara de jacu- mas.
presidente da provincia, e polo Illm. Sr. Dr. direc-
tor geial da instruccao publica, tem e*tebelecido
na rua dos Coelhos, n. 20, a poucos passos da
igreja de S. Goncalo, um coUegio para meninas,
sob a invocajao da Santissima Tbindade.
Auxiliada por suas irmlas D. D. Landelina Jer-
sey c Olindina Jersey, ambas as quaes, em eom-
mum com a abaixo assignada, receberam igual
educacao, durante quasi sete annos, em um dos
melhores collegios francezes da cidade do Porto,
esta por certo habiliuda part transmittir a suas
alumnas todos os conheeimentos adquiridos nesse
longo espaco de tempo.
Chamando a attencao dos illustrados pais de fami-
ha, nacionaes e estrangeiros, para os estatutos
abaixo, a annunciante espera merecer decidida
preferenda, pois 0 seu estabelecimento se distin-
gue, nao so porque nada pagam em separado pelo
estudo das artes de rereio, como tambem pelo das
linguas estrangeiras que, em geral, somente se
ensina a traduzir, ao passo que no Collegioda San-
tissima Trindadr se aprendera a fallar e escrever
correctaraenle ; 0 que se torna sem duvida de
uma vantagem e utilidade incontestaveis.
Invocando, cheia de confianca,3 a protecgao de
seus compatriotas, e de todos os estrangeiros illus-
trados, a annunciante e suas irmaas, no cumpri-
mento dos sens deveres, esperam e promettem en-
vidar todos os esforcos, afira de provar que, entre
nos, existem pernambucanas sufflcientemente ha-
bilitadas para instruir e preparar nossas innocen-
> amavcis patricias, nao so a desempenharem
no futuro 0 nobre e respeitavel ministerio de
mais de familia, como a se tornarem aqUi, ou em
qualquer paiz, onde se acharem, 0 brilhante or-
uamento da mais culta e distincta sociedade.
As aulas abrem-se a 26 de Janeiro.
Philomena Minervina de A. 0' Connell Jersey.
ESTATUTOS
DO
CoUegio da Santissima Tmndade, sob a
direcgao de Philomena Minervina d'Al-
buquerquo 0' Connell Jersey, coadjuvada
por suas irmaas D. Landelina d 'Albuquer-
que 0' Connell Jersey e D. Olindina d'Al
buquerque 0' Connell Jersey.
Art. 1.' 0 CoUegio dirigido por Philomena Mi-
nervina d'Albuquerque 0' Connell Jersey denomi-
nateCollegio da Santissima Trindadb.
Art. 2." As alumnas recebem nelle Ctruccaoins
primaria, seenndaria, religiosa, de civihdade, e de
recrcio e prendas.
Art. 3.* A instruccao primaria 6-leitura, es-
oripta, contabelidade (as quatro operates) noc<5es
c'tgrammatica portugueza, costura cha e cro-
chet.
Art. 4.* A instruccao secundaria comprehende
lingua nacional, francez, inglez, italiano, hlsto-
ria, geographia e arithmetica.
Art. 5." A instruccao religiosa e dada pelo ca-
lhecismo ; as alumnas aprendem doutrina cbris-
ta, e todos os deveres religiosos a cnmprir para com
Deus, seus pais e parentes, e em geral com a so-
ciedade.
Art. 6. A instruccao de civilidade abrange to-
.1 os os ados da vida de uma senhora, em relacao
com as pessoas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7.* A instruccao de recreio eonsta de
desenho, musica, piano e danca.
Art 8. A instruccao de prendas reune todos
os trabalhos de agulha, e toda a especie de bor-
dados, que deve saber uma senhora da melhor 88*.
ciedado.' '
II
Art. 9. 0 CoUegio admilte alumnas -mtemas,
meio pen3ionistas e externas. J
Art. 10. A lingua que se falla no yiuterior do
CoUegio e a franceza ; e durante as aruias de inglez
e italiano so se fallam estas lingn.fi.
Art. II. As alumnas que estudafm francez, in-
fflez e italiano aprendem a fallar, escrever e tra-
duzir estes ididraas grammaticalmepte.
Art. 12. A raensalidade para as /internas e de
40A000, para as meio pensionistas /?0|iOOO, e para
as externas 54000, pagos adiantados por trimes-
tres que, uma vez comerados, co-asideram-se ven-
cidos.
An. 13. A instraccio das qflumnas externas,
remunerada segundo 0 artigo dXsy^Aias>,
dos arts. 3 e 3; as internas e meio-pensionis,
teem direito a dos arts. 3, 4, 3, 6,7 e 8 ; podec
todavia, qualquer alumna externa frequcuta'
aulas superiores mediante a indemnisacao, 1
se convencionar.
Art. 14. As despezas com livros, papel, etc*":
da competencia dos pais ou correspondentes
alumnas, e bem assim a materia pnma de bo^
dos, e estes executados sao propriedade das
Par*. Sobre 0 Btwco commercial
bo'parX, e os Srs. fraucisco gacdencio da
COSTA & FfLIIOS.
HaranhSo. Sobre o Sr. jose fer-
REfRA DA SILVA JUX10R.
Ceara. Sobre os Srs.. J. s. de tas-
CONGBLLOS &"SON.
It akin. Sobre os Srs. marinuos Rio de Jaaeir*. Sobre 0 ba^co
INDBSTRIAL E MERCAJCTIL, BANCO NACI05AL f
BANQUE BRASIL1ENHE FRAM..AISE.
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seguros maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahi
em 15 de jai^roem 1870.
CAPITAL 4,000t000$000.
Toma seguro de raercadorias e dinheiro
t vco maritimo em navio de vela e vapores
para dentro e f6ra do imperio, assim come
contra fogo sobre predios, generos e ft-
ondas.
Agente : Joaquim Jos4GoncalvesBeltr?<>.
ua do Commercio n. 5, 1* andar.
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CONTRA 0 FOGO.
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aesta prar^a, toma seguros maritimos sot-r*
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11Corpo Santo11
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Phenix Pernambucana.
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fretes, dinheiro a risco e finalmente de qi..- -
quer natureza, era vapores, navios vi ela l o
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 3i.
PHAGA DO RECIFE 17 DE FEVEREIRO
x. DE 4874.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDt.
Cota^Ses ffleiaea.
Assucar mascavado purgado 1{900 por lU
kilos, hontem.
Assucar bruto bom U800 por !."> kilos, bontero
Chifres30*000 o milheiro.
Cambio sobrs Lisboa a 90 d|. 106 0|0 de pee-
mio.
Cambio sobre a Bahia a 15 dp. i|2 0|0 de
conlo.
a. de Vasconeellos
Presidente.
A. P. de Lemos
Secretario.
ALFANDBOA.
^ndimento do dia 1 a 16 .
'dam do dia 17. .
rutu nocturno que com seus estridentes uivos se
ligura as crianjas deVorador papao, nao nos enti-
mida ; pois certos de seus actos, ficamos attentos
para os patentear.
Villa do Triumpho, 20 de Janeiro de 1874.
Luiz Gomes Morim Burgo do .V.
A Provincia chorou...,.....antes de nascer ( n
pensem qne nos referimos a barriga do senhor.
E' por isso que adivinhou que^o Sr. Dr. Augusto
Carneiro Monteiro e urn do3 assiduos escriptores
da columna conservadora I
Se ella conlinuar a adivinhara assim (sicriar ti
liberos), o que sera de nos I
S6 se algum propheta se dignar informar-nos,
poderemos sabc lo.
No entretanto o que e certo e que se a columna
conservadora vivesse dos artigos do Sr. Dr. Car-
neiro Monteiro, nunca teria existido.
.lo men amigo Odilon da Cuuha,
pela perdu de sen sempre
ehorado irmSo Leandro Fer-
reira da C ii u Si a.
0 homem depois de ter dado
todo sea sangue, o mais que
pode dir de si, e uma lagrima.
Lamaktinb
0 que 6 a vida ?
Uma viagem em urn deserto arido, uma lui que
se extinque ao primeiro beijo doanjo dos tumulos.
Eis raais uma pagina arrancada"no immenso li-
vro da creacao !
Mais uma i'erida qae nao cicatrisa, mais uma
dor que nao tem fun !
nissimo-
Jose Pedro da Stlcu.
PEOIDC.
Acostumado a sdlidao, adquiri segnnda nftture-
.za- consuetudo est altera natura (Genesis) j e
por isso aborreco o bulTcio, occupo-rae na agric'ul-
tura, desfructando o perfume das'odori.'eras-(lores
na bella estacipem que florejcemsem atfAicionar
phantasmas oVgJCahdeza, qae nao quadram ao se-
aagenario ; e nee modo de vida tenho grangca-
rtb jlgtfma estim.i.
i Cdmtudo nio foi bastante est prattr vbtfvd:,
para evitar o tiro da maledicencia que'contra*
mim, eontra o rategro e illustrado jdlz de direito
e 9erenis?ima muDicipalidade, disparou o Trium-1
Leandro da Cunha I
Era balde chamaremos por seu norae; elle por
certo nio nos respondera, porque o Eterno, por
seus soberanos designios quiz que elle nio podesse
responder ao nosso chamado ; nio quiz consentir
por raais tempo que aquelle que lhe pertencia, pe
regnnasse neste terrivel valle delagrimas; quiz
te-lo bem junto a si no lugar que lhe pertencia,
no lugar que e proprio dos Justos.
Morrer tao moco !...... / '
Quando a aurora da vida coinecava a Jtostrar-
lhe os seus priraeiros raios, quando as flofef de
sua alma principiavam a desabrocbar !...
E' cruel.
Mas que fazer?
Se nio chorarmos, e resignarmo-nosl
Chorar, sira, por que as lagrimas sao a mais su-
blime das traducQoes do coracio humano, de um
coracao dorido............................,..
Resignar, porque assim foi decretado por Aquel-
le que lhe havia impresso o primefro bafejo da
vida.
FHho obediente, irmao extrerabsd, amlgo sincero
e devotado, era a triplice coroa que ornava a fron-
te daquelle que ja nio existe, daquelle a quem
hoje s6 podemos, como unic'o testemunho, enviar
lhe uraa orajio.
Recife, 14 de fevereiro de 1871.
M. D. C. Junior.
Art. 13. As aulas no CoUegio da Saxtiss>ma
Twndade trabalham duas vezes aodiade manna
das 9 as 13, e de tarde das 2 1|2 as 5 1|2.
Art. 13. 0 enxoval das internas e ao gosto dt>
seus pais ; assim como a roupa lavada, engomma-
da e pertences por elles serao fornecidos.
Art. 17. As pequenas indisposicoes c molestias
das internas sao tratadas no CoUegio ; na* graves,
porem, a directora faz avisar aos pais ou corres-
pondentes para providenciarem s->bre o tratamen-
to, que pode ser em suas casas, ou no CoUegio.
Art. 18. Os feriados sao os das aulas publibas ;
salvo as quintas feiras que, no CoUegio, fleam des-
tinadas a instraccio de recreio.
Art. 19. Todas as raaterias leccicnadas no Col-
legio da Santissima Trinoade sao professadas pela
directora e suas irmias, on outras senhoras/Vm. -u
aptidao precisa, e que a directora julgar nf fessa
rias. Y,
Recife, 30 de dezembro da 1873.
Philomena Minerciha de A. O'Connell IJersey.
opApprovo-Directoria geral da instrnccaa'publica
Pernambuco, 8 de Janeiro de 1874. '
Joao Barbalho L'chda, Qa'vatcante.
.43:538*7'>;:
39:7WiKS
583:3l9/'->
uiua pro-
brosa.
iescobrio dentro
oducto vegetal,
Um remedio vegetal
digalidade asso;
Aflnal chegou o dia em qne se
da concentrada essencia d'um
um remedio prodigioso e a^oluto para a cora de
todas as molestias preculrsoras da phtysica. A
arvore salutar da Vida, poljs que assim e que ver-
dadeiramente se a devera chamar ; da qual
se extrahe este prerio*o e inestimavel thesou-
ro, a Anacahuita *'/ Mexico, e o Peiloral de
Anacahuita de Kemp, e a preparacao oor excel-
lencia que obtem ;om a maior facilidade a victo-
ria sobre todas a* enformidades pulmonares. Ja-
raais tionve renpedio algum, que dentro de tao
curto espaco de/tempo se tornasse tao universal-
mehte popular. I
Os testemunhoi e attestados de suas innumera-
veis curas, era cawos de tosse, anginas, ronqui-
dio, inflaramacao' do peito, bronchites, asthma,
catharros, constipacSes, etc., se recebem aos cen-
tenares Dor cada tOttttlQ, fnyiajps de todas as
partes do mundo. ..
Descarregam hoj* 18 de fevereiro de 187i.
Barca inglezaCarrisbrookcarvao ja desparha
do para o caes do Apollo.
Darca ingleza Seraphina raachinismo e etmio
ja despachados para o caes do Apollo.
Barca ingleza -Margarethe Vfilkci carvio ja i'"-
pachado para o caes do Apollo.
Barca ingleza -Witch of the Teignmereadoru*
para alfandega.
Brigns inglezDora-bacalliao ja desptchado pa-
ra o Irapiche Conceicao.
rigue inglez /aae-bacalhaoja despachado par a
o trapiche Conceifio.
iate araericano1. P. Angers farinha ja de-|
chada para o ca?s do Apollo,
tacho nacionalA rabevarios generos para
trapicho Conceicto, para d<>?pac^ar.
Ptatacho ingleztody Mary polvora part depi-
sito no forte do Buraco.
Barca inglezaLarinia bacalhao ja desp*cr> !
para o trapiche Ooneeicao.
-'SV^ACHOS DE EXPORTACAO NO DIA It; DM
Para os vortos do exterior. "' '
No vapor inglez Laland, para Liverpool, ctr-
regou : A. Cordeiro 50 saccas com 3,196 kilos de
algodio ; S. Brothers & C. 132 ditas com 1I,T9K
ditos de dito.
Na barca ingleza Rapida, para Liverpool
carregou : Barao do Livramento 38 saccas com
4,299 1|2 kilos de algodao.
No navio inglez Miranda, para o Canal .-ar-
regou : J. Piter 4 C. 655 saccos com 49,(25 kilo*
de assucar mascavado.
No lugar inglez Habit J. Olive, part Por-
tland, carregou : H. Forster 4 C. 1,600 saro*
com 120,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue portuguez Ocatrnse, part List-<
carregou : E. R. Rabello & CV 526 saccos com
39,430 kilos de assucar mascavado e 350 d t->
com 26,250 ditos de dito.
Para os portos do interior.
Para o Para, no patacho portuguez jfor<-
Jose, carregou : Amorim Irmaos & C 880 barrica*
com 63.970 kilos de assucar branco.
Para o Rib Grande do Sul, ho patacho Mew-
nal Maria Emilia, carregou : L. J. S Guimar.c
50 saccos com 3,750 kilos de assucar branco.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Hendimentodr.dia 1 16. !0:I5419U
'dim do dia 17...... 6901149
Srs. redadores.Passaido de'profondo reconhe-
cfmento pelos valiosos e relevShtes servicos pres-
tados com toda dedicafao, humanidSflee'pericia
pelo Illm. Sr. Frederico Chaves Junior, a cinco
pessoas de minha familia atacadas gravetnente da
terrfvel variola, reslabelecendb as em pouco tempo
em consequencia db sen raul a'certado,- assidho e
desvelado traumento, daridb-tfos'ate setts proprios
remedios grattiittinente; fartariamrts ao dever, suf-
f*Cafido os nohres'-sentimentos de'gralidaO, seuio
fizessemos esta publica, esppntaftet e1 solemne-de''
claracao mscripta das fortei colrJmnasdesett mul
t'onteRuado jornal.
Beberibe, 16 de fevereiro de 1874. '
Marcelino Rodrigues da Silva Mello.
AngBSto F. d^Iiveira H\
A casa commercial e bancaria de Augusto
F. d'Oliveirt 4C.,< rua' do Commercio ns
42, encarrega^se dfl execbtjso de ordens
para embarque de prod,.clos e de todos o-
mais negocios de commissSo, quercommer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
prazo, a" voutade do tornador, sobre as se-
guintes pra^as estrangeiras e nacionaes :
liondrcs. Sobn- o upnoN bank of
LONDON, O LONDON AND HANSF.ATIC BANK,
limited, e var'ias casas de I.* classe.
Paris. Sotire os unqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE (V -:. 6 A'. BlACQUB,
VIGNAL & C.
Ilamhurgo. s > os Srs. joao
SCHU BACK-d FILM S.
Llshoa. S..hro ^rs. fonsecas,
SANtOS d TIANN*. n 3\STl.lO JOSE DB
ABREU.
Porto. SolJUi > UNlAO DO PORTO
0 Sr. JOAQUIM PIN, )*SECA.
10:845*063
Mo dial a 16.
V0L0MF8 SAHIDOS
^runeira pcrtt
legnnda portt .
Terceira portt .
Quarta portt .
ft apiefee Conceicao
No dia 17
S8RVICO MARITUIO
\l>arengas descajrreiadas no trtpicb*
alfandega d* dit 1 t 16 .
No dia 17
Va>Ds atrtcados no~ trap, dt tltta Alvarengas ........
Vo trapiche ConceirAo.....
21,177
(na-
il
840
22.2*
M
n
RBCEBEDORIA DB
RAES DE
deadi mento do dit 1 r
dam do dia 17.
DAS INTIRNASG3-
NAMBUCC
. 7:J7SJ8-i;
v i:467590o
CONSULADO P;
Aendimento do dit 11 16.
I UliTHAM j

s
80:7735410
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f
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I




m&8kkfr**mtU*k ^ 3|u*rta ftfra 18 de Avcrrfto & <&
3

104:3381295
>C
gOVMHTO BO PORTO.
Savios entrados no dia 17.
New-Yorfc 31 dias, barca ingleza Talisman, de
JTJ toneladas, capitao Blackford. equipagem 14,
earga 3,500 barricas com farinba de frigo; a
Phipps Brothers 4 C-
TW*aNova- 36 dias, lugre inglez Aurora, de
454 toneladas, capitao P. Trenick, equipagem
<8, carga 2,470 barricas com bacaihao ; a
Jonhston Pater 4 C
Teaca Neva- 32 dias, barca ingleza Era, de 166
toneladas, capilao Samuel Facey, equipagem 8,
rjuya 2,533 barricas com bacaihao ; a Amorim
Irmao 4 C.
Qbservacao.
Nao houve saliidas.
Suspenses do lamarao o patacho allemao
friade, capilao Roster, carga a mesma que trouxe
de Trieste.
^duida a classiBcaQi^lgfipwos-que 49*em ser libertdosj>elo estado," na confortpidade
EMTAES.
T------------'---------------'--------------------------
- De ordem do Iltm. Sr. inspector desta the-
iria se faz publico que peraute a junta de
Ja, tern de ir a praca no dia 18 do mez de
eiro vindouro a faetura dot concertos do eaes
rte do Mattos, avaliados em 15:328*705 ;
I que sao eonvidados os que se propozerem a
os ditos concertos a comparecerem as 12
horas da manha do indrado dia com suas propos-
tasn aarUs feehadas e compoteuteuiente selladas,
deelarando o ultimo preco por que se offerecem
faze-Jos; podeado rifia ja ftvaminara respective
orcamento, que se aclia oateate nesta secretaria.
Sscretaria da thesoa/aii* de fazfiada 'de
Pernambuco, 23 de Janeiro de 1874.
0 V escripturario, servindo de secretario
Carlo* J. de Soon Correia.
A junta
inta de emaneipac&o de escra^fc desle mucicipi faz pfcMico qne se
art. 28 do regulamento que bsuou com odecreto n. J&& de Ude novembro de
1878 e que em rirtude do disposto no artigo 27 do mesmo '.rqgnlaraento foram preferi-
dos os seguintes : w*
de D. Jeeephina Bemvinda da Cunha Souto-Maior.
de D. Maria Francisca de Paula Cavalcante.
de Joaqui
SHvina e seus
Delphina
Francelina
nlnos meuore*
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico qua en cnmpriniento da
ordem do Exm. Sr. presidents da provineia de 7
de Janeiro corrente, perante a junta desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abrrl pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denominate Pao
Saogue sobre o rio Serinhaem, orcada em 9:5703,
pagos em apolices da divida previncial a juro de
7 por ceuto ao par.
48 pessoas quese propozerem a esta arreraata-
i;2o comparecam na sala das ass2ea da nesma
tbesouraria no dia indietdo aciwa, pelo meio dia,
competenteniente habiatadas.
E para constar se maadou publiear o presents
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da tbesouraria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874!
'VictWtano Jose M. Palhares,
Official maior interine.
Clausulas especiaes para a arrematacio da ponte
denominada Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhaem.
1.* A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
t-utada de conformidade com o orcamento e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.no valor de 9:570*.
2.' 0 arrematante dara principio a obra no pra-
zo de urn mez e a coneluira no de 12 raezes.
3.* 0 pagamento sera efTectuado em 3 presla-
cues iguaes a pFoporcad da tabella executada.
4.* Para tud o mais que nao se achar especifi-
cado sera regulado pelo que dispoe o regulamento
de 31 dejulho de 18660 engenheiro chefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Yictoriano Jose M. Palhares.
De ordem do lllm. 9r. inspector da tbesouraria
de (azenda, se declara que perante a junta da
mesma tbesouraria tern de ir em hasta publica
para serem arrematados, por quern men is offere-
cer os concertos do caes da rua da Aurora, na
estensad de 27,6 ra orcados em 4:6214829 rs.
Os intereseados sao convidados a comparecerem
as IS horas de dia 25 do corrente, com anas pro-
postad em cartas feehadas devidamente selladas,
podendo desde ja examinarem o orcamento que
se aoba na secretaria deeta thesouria.
Secretaria da tbesouraria de fazcnda de Per-
nambuco, 5 de fevereiro de 1874.
0 2." escripturario, servindo de seoretario,
Carlos Joao de Sonza Correa.
Bernardino
Maria
Jeronymo
Luiza e seu fllbo menor
Camillo
Maria e seu fllbo menor
HuSna e seu tilho menor
Bonifacia e seas filhos tnenores
Generosa e seas filhos menores
Constanca e seu fllho menor
Quiteria e seus filhos meoores
Maria e sua filba menor
Joanna
Joanna e sea filho menor
Severina e sua filha menor
Josepha e seus filhos menores
Anna e sea fllbo menor
Benedicto e seus filhos menores
iBnooencia e sea fuho manor
Perpelua e seu filho menor
Benedieta e seu filho menor .
Luiza e seu filho menoi
Militana e seus filhos menores
Marcella e sua filha menor
Simplicia e seus filhos menores
Isabel e sen filho manor
Romeaa e seus filhos menores
Januaria eseu lilbo menor
Felltiadade e seu filho menor
Benedieta e seus filhos menores
Luiza. e seus filhos menores
Aolonia e seus lilhos menores
Luzia e seu filho menor
Victoriana
Pela thesouraria provincial ->e faz publico,
que fleam transferidas para o dia 26 do corrente
as arrematac5es seguintes :
200 metres de empedramen'o na estrada de
Limoeiro, orcado em484iS.
Costeio da illuminacao publica da cidade de
Goyanna.
Objectos do corpo de policia.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 16 de fevereiro de 1874.
0 official-maior
Miguel A&*on3o Ferreira.
0ECUMC0E&.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz puhlico qae e no corrente mez de fevereiro
que deve ser paga, livre de multa, a taxa dos es-
cravos, relativa ao exercicio de 1873 a 1874; de-
poi3 do que se lo-ha com a multa de 6 0(0.
Recebedoria de Pernambuco, 5 de fevereiro de
1874.
0 administrador
Manoel Garneiro de Souza Lacerda
INST TUTQ
ARGHEOLOG
GGAPHICO D
CO E GEO-
ASSEMBLE* GERAL PARA ELF.K/lES.
Cm conformidad-j do artigo 27 dos res-
pectivos eilatutos, sao convidados todos os
socios do Instituto a se reunirem em as-
sembled geral no dia 19 do Gorrente feverei-
ro, pelas 11 horas da manha, para ss proce-
der & eleiQao da mesa admiiustrativa e com-
missdes da casa. que teem de servir no anno
social de 187475.
Secretaria do Instituto, 16 de fevereiro
de 1874.
J. SOARES D'AZEAEDO,
Secretario perpetuo.
" SANTA CASA DA MISERICOHMA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 12 de fevereiro
pelas 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de urn
a tret annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE .
Travessa de S. Jose.
Casa terrea n. 5........VHJOOO
PATRIMOXIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209/000
Beceo das Boias.
Sobrado n. t8.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado 14 (fechado).....1:000*090
Ruo do Pilar.
Casa terree n. |100......241*000
Idem n. 102........241*000
Rua Velha.
Casa terea u. 44(feehada( .... 4504000
Rua de Santi Rita.
Armazem n. 34(fechado) ... 362*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacio as suas fiancas, ou comparecerem
acompaahado* dos rmpeetrVos fiadores, devendo
pagar alem da renda. o premio da quantia em
que for seguro o predio qua conUver estaboleci-
mento commercial, assim como o serrico da lim
peza e precos dos apparettws.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
eife, *de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Badrifftut dtSouia.
Banco Commercial dc
Peroambuco.
0 banco paga o segundo dividendo na
Pedro
Paulina
uuiz
Ual
Ignez
Seiiburinha
fRaympnda
Maria
btttfS
Benedieta
Rart*r-
Maria
Libania
Francelina
Fiorancio
Luiza
Luzia
Isabel
Thereza
Raymanda
Miquelina
Maria
Caetana
Delfina
Maria Isabel
Matnilde
Romana
Isabel
Olhilia
Zeferina
Acurcia
Margarida
Primitiva
Josepha
Antonia
Raymunda
Maria
Amaro
Virginia
Luiz
Leopoidina
Benedicto
Martha
Jose Estevao
Guilbermina
Urbano
Hereulana
Fortunato
Maria
Manoel
Joanna
Ignacio
Salviana
Thoraaz
Maria
Manoel
Joanna
Jose
Feliciana
Joaquim
Josepha
Cesario
Joanna
Joao
Francisca
Damiao Felippa
Maria
Jose
Escolastica
Angelo
Oreneia
Herraenegildn
Constanca
Barlholomeu
Floriana
Marcolino
Luiza
Marcelino
Eduarda
Rufina
Lino
Luiza
Candido
Francisca
Antonio
Rita
Domicio
Florinda
Marcolino
Manoella .
Domingos
Romana
Trajano
Rita Maria da Conceicae
Elias
Emilia
Joanna
Jose
Felippa
Thomaz
Luiza
Justino
Isabel
Manoel
Tertuliana
Francisco
Maria
Antonio
Maria
Manoel
Christina
Gertrudes
Benedieta
Luiza
Ignez
Manoel
Joanna
Luiza
Lucinda
Primitiva
Januaria
Angelica
Rosa '
Eduvirges
Pau ina
Basilia
Benedieta
Vicencia
Ambrosina
Constanca
Luiza
Maria
Luiza
Maria
Ignacia
Joanna
Goilbarnmn
Luzia
EduviffM
Viceqcia
Lucia
Thereza
Lnjza
Ifliza.
Cosma
razio do 8 /0 ao anno ou. 29400 por accSo, fSSSrif*
relatnvafrseiMstre flndo em 31 de dwem- BenedBcto
I Tertuiiaa-




\
Joaquim Demelrio de Almeida Cavalcante e Manoel Antonio
Cardoso.
de Lootonco Justinlano de Hollanda e Souza.
do Dr. Murillo Meude* Vianna.
de D. Maria das Merces Mendonca Lins.
de Marcolino dos Santos Pinheiro.
de Juviao Ban J Lira,
do Dr. Pedro de Albuquerque Autran.
de Eljraio Alberto Silveira.
de Manoel Joaquim do Rego e Albuquerque,
de Jose Antonio de Oliveira e Silva.
do mesmo.
de Joaquim Pacheco da Silva.
do Dr. Antonio Estevao de Oliveira e seus irmios.
de D. !*eodora Francisca do Espirito-Santo.
de Jose Antopio da Costa e Sa.
de Jose Antonio da CoaU e Silva.
de Alfredo Cardoso Pereira.
de Joao da Cruz Macedo.
de Pedro Osario 1 de Cerqueira.
de AogBsto Cesar de Abreu.
de Manoel Albino de Amorim.
da D. Anna Isabel de Araujo Castro,
de JoSo Ramos
do mesmo.
de Bellarmino Alvcs Arouxa. >, lt,
dos herdciros de Manoel Francisco de Carvalho Paes de Ao
drade.
de Antonio Pedro de Sa Barreto.
de Luiz Jose]Ja Costa Amorim.
de D. Vwidiaua Carolina Soares.
de Jose Victor da Silva Pimentel.
de Francisco. Pereira da Silva.
de Francisco Antonio de Figueiredo.
de Luiz Caetano Borges.
de D. Julia Angelica Pires Ferreira.
de Angelo Baptlsla do Nascimento.
de Luiz Antonio Goncalves Penna
de D. Utibilina Roza de Lima Pinho.
de D. Maria Theodora da Pen ha.
deAIanuel Jose Soares d'Avellar.
de D. Isabel Augusta Pires da Figueiredo Camargo.
de Jose Marceline da Roza,
do mesmo.
de Joaquim Deraetrio de Almeida Cavalcante.
de D. Veridiana Carolina Soares.
do Dr. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcante.
de Antonio de Pinho Borges.
de D. Catharina de Serpa Brandio.
de D. Jacquelina Carneiro de Albuquerque Lacerda.
de Odorico Alves Bapozo da Camara.
de Antonio Bernardo Vaz de Carvalho.
de Jese Ribeiro de Souza Brito.
de Jose Joaquim Pereira de Oliveira.,
de Jose. Piedro da Silva.
de D. Maria Raymunda Malheiro.
da mesma.
de Joaquim Pereira SimQes.
de AntonioTavares Lima.
de I_). Delfina Tavares da Costa,
de D. Rosa Goncalves de Jesus,
de Francisco Jose Alves Guimaraes.
de D, Maria Norberta Schefler.
de Candido Thomaz Pereira Dutra.
de D. Autonia Raymunda dos Anjos Moreira.
de D. Candida Joaquina Lopes.
de D. Marinha Amalia da Silva.
da mesma.
de D. Ursula Maria de Araujo.
de D. Ambrozina Fernandes de Souza.
de D. Rita Deodata de Souza Monteiro.
de herdeiros da marqueza do Recife,
de D. Thereza Florentina Leite.
de Marcolino D. Camara como tutor de Joaquim e Caetano.
de Maximinoda Silva Gusmao.
de Antonio Carneiro da Cunha.
de Bernardino Francisco Junqueira.
de Aristarcho Eduardo Carneiro da Gama.
de D. Francisca de Panla Leal Cavalcanti.
de Marcolino D. Camara como tutor de Joaquim e Caetano.
de Manoel Joaquim do Rego o Albuquerque,
de Joao Fernaudes Lopes,
de Valeriano Manso da Costa Reis.
de Jose Goncalves da Silva Bastos.
de Valei iano Manso da Costa Reis.
de D. Josepha Maria da Rocha Falcao.
de Joao Baptista Telles
de D. Anna de Souza do Espirito Santo,
de Valeriano Manso do E*pirito Santo.,
de Demafrio Acacio de Araujo Bastos.
de Valeriano Manso da Costa Reis.
de Ignacio Alvim da Silva.
de D. Candida Cavalcanti de Miran Varejdio.
de D. Maria das Neves Pereira de Lyra,
de herdeiros deAnna Maria da Conceicao.
de Jose Pereira dos Santos.
do Dr. Francisco Augusto da, Costa,
de Coriplano de Abreu.
de D. Maria Carolina Pei eira de Carvalho.
de D. Idalina de Souza Moutinho.
de D. Emilia Nobre de Almeida e Castro,
de Jose Peres da Crur.
de D. Isabel Maria Baptista de Castro,
de Jose de Barros Pimentel.
de Salvador Ayres de Almeida Freitas.
de Luiz Fonceca de Macedo.
de Manoel Ignacio de Avila.
de D. Maria Carolina Tavares da Silva.
de D. Francisca Maria de Figueiredo.
de Jose Cecilio Carneiro Monteiro.
de D. Joaquina Theodora Gomes Barreto,
de D. Januaria Camara Vasconeellos de Siqueira.
do Dr. Raymundo Mendes Vianna.
de D. Anna Autonia de Jesus,
do Dr. Murillo Meudes Vianna.
de D. Maria Clara da Assumpeao.
de Aristides Duarte Carneiro da Cunha Gama
de Caetano Cyriaco da Costa Moreira.
de Elizio Alberto Silveira.
de Joao Paes de Moura.
de D. Januaria Camara Vasconeellos de Siqueira
do Dr. Antonio Justino de Souza.
de Manoel Theotonio Freire.
de Francisco de Paula Leal CavAleanti.
de D. Anna Zulmira de Sonza Pimentel e outros'
de D. Anna Francisca Lins.
de D. Anna Samico do Rego Barros.
de Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
de D. Juaquina Ignez de Siqueira.
de D. Maria Margarida da Cruz Lobo.
de D. Augusta Carolina dos Reis.
de Joao Pereira dos Santos Farofa.
de Manoel Joaqnira do Rego Albuquerque,
de Vicente Ferreira da Silva Fraga.
de Fraga & Rocha.
de Guilherme Halliday.
de Joao Paes de Moura.
de Jesuino Carneiro da Cunha.
dos herdeiros de Jose Maria da Paixao.
de D. Francisca Escolastica Josepha da Costa,
do Dr. Aateio Manoel de Medeiros Furtado.
de D. Josepha Maria da Rocha Falcao.
dos herdeiros de Jose Maria da Paixao.
de D. Antonia Bernarda de Souza.
de Pedro Jose Fernandes.
de Antonio da Rocha Wanderley.
de Marcolino D. Camara como tutor de Joaquime Caetano.
de Henrique Guilherme Stopple,
de Antonio Jose da Silva do Krasil.
dos herdeiros de Francisco de Paula Marinho Falcao.
de Joao Fernandes dos Santos Bastos.
de D. Augusta Lamenha Babia da Cunha e filhos.
de Jose Ignacio Xavier.
de Demeterio HermiUo Costa,
de Manoel Nunes da Fonceca.
de D. Maria das Neves Miranda Oliveira.
dos herdeiros do desembargador Francisco de Assis Pereira da
Rocha.
de Antonio Machado Pereira Vianna Junior.
de Dr. Alvaro Uchoa Cavalcante.
do mesmo.
de P. Mam-er & C.
de D. Maria da Silva Campos Guimaiaes.
de Henrique Lasserr.
de D Candida Rosa de Carvalho Bessoni.
de Antonio Jeronymo da Silva Campello
do Dr. Cosme de Sa Pereira.
de Manoel Joaquim de Castro Madeira,
do Dr. Jose Vicente Duarte Brandad
de Francisco Jose Martins da Costa,
de D. Candida Rosa de Carvalho Bessone.
de, Joaquim Jose da Silva Gujmaiaa*.
de desembargador Jose Nicolao Begueira Costa,
de D. Maria Damiana Rodrigues Campello.
de Manoel Ignacio de Torres Bandeira.
de D. Maria Amelia de Oliveiaa.
de D. Anna Cordeiro Goncalves Moreira,
de U. Emilia Joaquina de Medeiros.
do Dr. Rayraundo Maudes Vienna,
de D. Msria FrancMC* Burgas Leal,
de D. Joaquina Theodora Alves.
de Antonio Fernandas--Berne* deGHreira.
de Candido Moreira da Costa.
de JoSo Fernandes dos Santos Bastos.
de Francisco Xavier da Miranda e MeUo.
de Thomaz Soares de Almeida Sarzedas
de Manoel Jose Machado.
.-,
bV
de Joao Pereira dos Santos Faro/a
de Joao Baptista da Silva.
da Dr. Eduardo- de Barrros Falcao de Lacerda
de Manoel Gomes Viegas.-
do Dr. Ben to Jose da Costa,
de Antnnio Joed de Azevedo.
de Domingos Pinto de Freitas..
de Francisco Pacheco Soares.
de Antonio Alves de Carvalho Veras.
de Joao Mar.ins de Barros.
de D. Hermelinda Gomes de Sa.
de Jose Antonio da Costa e Silva]
de Manoel Francisco de Azevedo.
de D. Deolinda Clementina da Silveira.
de Candido Casimiro Guedes Aleoforado.
de Joao Panlo de Sonza,
de D. Joaquina Candida de Oliveira Borges.
de I). Maria Emilia Sobreira de Mello.
de D. Maria Jose Lins Soriano,
de D. Candida Rosa de Oliveira Abreu.
de Dr. Francisco Augusto da Fonceca e Silva.
de Francisco Guedes de Araujo.
de B. Maiia Damiana Rodrigues Campello.
de D. Mariana Adelia de Loyola Fnagose.
de D. Francisca da Cunha Bandeira de Mello.
de Joao Cavalcante de Albuquerque Mello.
de Joao Hermenegildo Borges Diniz.
de D. Arcellna Xavier Carneiro Rodrigues Campello.
de D. Anna Rita Cavalcante.
de D. Manoela Augusta de Mello Rego.
de D. Augusta Lamenha Bahia da Cunha e Filhos.
de JoseP into Ribeiro.
de Jose Rodrigues da Silva Rocha.
de Manoel Rodrigues da Costa Magalhaes.
de Maria Emilia da Cunha Halliday.
de D. Maria Candida de Mello.
de D. Maria Amelia de Barros Lima,
de D. jirchanja Bernardina de Oliveira Alvarenga.
de D, Angela Maria do Espirito Santo,
de 0. Alexandrina Flora Ferreira dos Santos Silva.
de Jose Victor da Silva Pimentel.
de Antonio Lopes de Siqueira Braga.
do Dr. Balbino de Moraes Pinheiro.
do Dr. Hufino Augusto de Almeida,
de D. Antonia Luiza Barboza da Cunha.
de Joaquim Jose Silveira
de Maria Candida da Trindade.
do Dr. Bento Jose da Costa,
de Joaquim Antonio de Castro N'unes.
de Herdeiros de Pedro Tavares da Costa
do desembargador Manoel Tertuliano Thomaz Henrique.-.
de Antonio Camello Pessoa de Lacerda.
E para constar determinou a referida junta fazer publiear o presento edital. Salla das ses-
soes da junta de emancipated no Pajo da Camara Municipal po Reeife, em 7 de fevereiro de 1874.
Manoel Joaquim do Rego e Albuquerque.
Manoel Joaquim Silveira.
Francisco Augusto de Almeida.
nvini
10
dreza
aviana
jJTflTftrn
Rita m
Anastacia
Andreza
Maria Amelia
Anna
Clara
Felicia
Clara
Eufrozina
Izidora
Mequilina
Delfina
Faustina
Joanna
Felismina
Francelina
Thereza
Perpetua
Luiza
Eduvirges
Felicidade
Francisca
Constanta
Constanga
Michaelta
Joaquina
Antonia
Margarida
Margarida
Joanna
Maria
Helena
Luiza
Fortunata
Joanna
Luiza
Luclnda
Francelina
Silvina
Baroara
Paual
Joanna
Sabina
Maria
Felippe
Cyriaca
Francisco
-*
at efi a
.*p;
- ;
do
Sauta'Casa da IHserieordia
Recife.
A junta administratiza da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife, precisaudo fazer os concertos
de que necessita o predio que possue o patrimo-
nio dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus n. 12, eontrata com quem se proponha a rea-
lisar'ditos concertos, mediante certa renda e al-
guns annos de prazo -para desfructar ; devendo
os que disso se quizerem encarregar, apresentar
suas propostas em cartas feehadas, devidamente
selladas, acompanhadas do respective orcamento
nesta secretaria ate o dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
._______Pedro Rodrigues de Sonza.
Arrnazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o. logo
A companhia pernambucana, disponao de ex-
cellentes e vastos arrnazens em seu predio ao for
te do Matlos, oflerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servacao das mercidorias depositadas, servi^o
prorapto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes arrnazens, al^m de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e aspbaltados, isentos de
cupim, rstos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
rnazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quem
tratar._________________________________
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Venda de predios
A Illma. junta admioistraliva desta Santa Casa,
devidamente autorisada pela pre3idencia, na sala
de suas sessoes, peas 3 horas da tarde do dia 26
do corrente, venle ou permuta por apolices da
divida publiea os seguintes predios, pertencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Ma'tos, metadc do so-
brado de 3 andares n. 17, por !t:500* ; becco do
Abreu, 3' parte do sobrado n. 1. por 2:666*666
rua da Guia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400*, sobrado de um andarn. 30, por 2.000*,
dito meia-agua par 500* ; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 65, por 1:100* ; rua djs Acougui
nhos, eosa terrea n.26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700* ; beceo do Teixeiri, dita n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza
Correio geral
Relacdo dos objectos reg-istrados existenles
na administracdo dos correios desla pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
rados :
Antonio Pereira de Carvalho, Anna Joaquina do
Amor Divino, Antonio Anselmo, Antero carneiro
de Lacerda, Albino Goncalves Meira de Vasconeel-
los, Antonio Augusto da Frota Menezes, Balbina,
Cosme Maximiano Lorejo, Eulalia Maria da Con-
ceicao, Francisco Antonio de Castro, Francisco
Jose dos Santos, Francisco da Silva Sampaio, Geo-
vanni La Rosa, Garassina Magulla, Gonealo Jose
Aftonso, Hermenegildo Eduardo do Rego Monteiro,
Henrique da Cunha Rolrigues, Jose Sanches Be-
zerra Cavalcante, Jacintho Paes de Mendonca, Jose
Lourenco da Silva Milanez, Jose Arthur Cisneiro
de Albuquerque, Joao Luiz Ferreira Ribeiro, Jose
Lopes Alheiro & C, Joao Baptista dos Guimaraes
Peixoto, Jose Manoel de Araujo, Julio Alves Tei-
xeira de Macedo, Luiz Jose da Silva, Manoel Octa-
viano de Carvalho Pinto, Miguel Gomes de Figuei
redo, Manoel Joaquim da CoRceicIo, Placido Mar-
ques de Oliveira, Raymundo de Almeida Sampaio,
Sergio Francisca das Chagas, Saiusliano Jose Al-
ves de Carvalho, Salvador Martorelli, Telesphoro
Marques da Silva Junior.
Administracao do correio de Pernambuco, 17 de
fevereiro de 1874.
Jose Candido de Barros
Encarregado do registro.

THEATRO
PHEMDBMTF
(Antigo Gyms*'
EMPREZA
Sabbado 21 do corrente
A's 8 1(2 horas da noite.
- mm svecssso!
Grandes reformas I
Grande machinismo t
Scenario sumptuoso 1
Sublime oratoria I
Representada a capricho I
Estrea da aotriz
D. Virginia de Barros.
Primeira representa^ao do ioiportaite. drama-;
sacro em 4 actos e 7 quadros ii8Jdr*9iro
FI. S. DA APPAREC1DA
Personagens. Actores.
Archanjo Raphael D. Virginia.
Satan Sr. Eduardo.
Fernando Corte Real, sob o
nome de Joao Alves Sr. Augusto.
Francisco Dias Sr. Peaante.
Padro Antonio Sr. Flavio.
Luiz Corte-Real Sr. Braga.
Felippe Pedreso Sr. Ayrosa.
Maria D. Dorothea.
Leonor D. Isabel.
Lucio, criado Sr. Vicente.
Anjos, soldados, mulheres, povo, Pescadores,
etc. etc.
A accao passa se em S. Paulo o l., 3." e 4. ac-
tos e em S. Pedro do Sul o 2.*.
Epocha-1718.
Denotttinacao dos quadros.
1. acto.
1. A apparicao da Senhora da Conceicao.
2. 0 primeiro milagre.
2. acto.
3.' A visao e a seduccao.
4.* 0 archanjo fulmina satan.
3.' acto.
o. A morte de um justo.
4. acto.
6.* Vox popoli, vox Dei.
7> A ar.otneose.
A empreza nao se poupando a esforco?, acaba
de montar esta importante peca oratoria, que tem
sempre sldo calorosamente applaudida em todas
as partej onde tem sido representada.
A pefa 6 ornada de
Mutacpes e vista.
Fogos cambiantes.
Appari(des.
E mnsica
do maestro Cleto Lima
Scenario novo
de Mr. Cliap-lin.
No intuito de raelhorar as condigoes do thea-
tre a emprera acaba de fazer importantes melho-
ramenlos, chamando os camarotes a frente e
deixando amplos corredores para passeio. 0 thea-
tre acha-se tambem todo pintado de novo.
Nestes melnoramentos e nos prepares do dra-
ma, Milagres da Senhora Sa Apparecida, a em-
preza acaba de fazer a despeza de
4:000#000
confiando na prote^cao do publico, de quem es-
pera a anima<;ao devida aos seus esforcos.
Desde ja recebem-se encommenda3 de bilhetes.
para o resto qne me falta, trata-se eon ot w
nataries Joaquim Jose Goofalrea Beltrao it Wa*.
a rna do Commercio n. 5. ______
!ami. #'". -,te
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PANY
liinlia quinxeual
0 PAQUETE
Por telegram ma do Rio de Janeiro e alii e*pc-
rado o vapor desia companhia, o qual devera es-
tar neste pirto ate o dia 20 do jorrente, o qual de-
pots da demora do costume, seguira para Li-
verpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde recebe-
ra passsgeiros, encommendas carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Row r A C.
14----RUA DO COMMERiaO14
COMPANHIA BAHIW.4
.DE
\vvv:i.VIVO A. VVPOR
UMITADA
llaecio, Penedo, AracJd
e Uubiu.
E' esperado dos portos do snl ate o dia 23 do
corrente um dos vapores desta companhia, o qual
sahira para os portos acima no dia seguinte a.i
da sua chegada.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a Irete.
AGENTS
Antonio Luiz. de Oliveira Azevedo,
57Rua do Bom Jesus57
0
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com brevidade o brigue nacio-
nal Isabel, por ter dous tercos da carga engajada.
Para o resto que Die falta e escravos a frete.
trata-se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo. rua do Bum Jesns n. 57.
Santo Antonio
"W JR^'B^U1 W Mil.
Grande coiiipauhia dramalica.
Pessoal de 25 artietas.
( 8 DAMAS e 17 HOMENS )
ESTRK.4
no sabbado 28 do corrente, com o importante dra-
ma original francez:
UM NAUFRAGIO
WAS
COST IS D4 BKET4INHA
A empreza conta com um pessoal lubilitado,
inclusive o primeiro centre dramatico Thomaz
Espiuca, que a convite do emprezario fara par-
te da companhia.
Os dramas que hSo de ser representados nesta
nova epoca theatral, serao de reconhecido merito
e nomeada.
0 emprezario conta que justica lhe sera feita
pelo illustrado publico desta capital a quem deve
o melhor acolhimento.
AVISOS MAWTJMO!
Para.
Pretende seguir para o indicado porto.com pou-
ca demora, a barca portugu"za Social, por ter
porgao da ;arga engajada ; c para o que lhe falta.
trata-se com os con.-ijjnataiios Joaquim Jose Gon-
{alves Beltrao & Filho, a rua do Commercio n. &
PARA'
0 Georgiana
E' esperado do Rio de Janeiro pnr estes dias
e se?ue com pouca demora para o Para, tendo j.i
parte da carga engajada : trata-e cam Tasao Ir
maos & C. ____________________________
Companhia Allian^a Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Savdade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com escala por Lisbon.
Ja tem contralada grnide parte da carga; e
para o resto, trata-se coin os consignatario* e
agentes da companhia,
Jose da Silva L yo & Filho,
em seu escriptorio a rua da Companhia Pernam-
bucana.
UlLOtt,
leilao
DE
71 molhos com muito superior peixe (cavallas sec-
cas) vindas do Rio de Janeiro pelo ultimo va-
por.
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE.
as ft horas
No armazem do Sr. Annes, defrunte da alfandega
0 preposto do agente Pestana, fara leilao poi
conta e risco de quem pertencer, de 71 roolho-
com superior peixe (cavallas seccas) vindas pel.'
ultimo vapor, os quaes serao vendidos em nm ou
mais lotes, a vontade dos compradores
Hoje
AS 11 HORAS DA MANHA
No armazem do Sr. Annes.
LiLiO
DE
dous grandes flteiros de amanllo com caixilbos.
formand) uma armacao, 1 armario. I balanca
decimal, 1 dita, garrafas de licur, dilas de vi-
nho do Porto, ditas de vinho branco, resmat df
papel, 8 barris (viniio do estreito), frasqueiras
com genebra, garrafoes c m dita, barris con
vinagre, pipas para deposito, com torneira, t
peqneno balcao, pesos, medidas e outros muito-
generos e ulensilios do eslabelecimento de mo
lhados da rua da Senzala Velha n. 88.
Bore
Rua da Senzala Velha n 88, hoje Domingos Jos<'
Martins.
Joao da Costa Leite fara leilao, por intervene
do agente Martin-, d'armacao, generos e perten
^as do seu estabelecimento de molhados.
A's 11 horas da manha do dia acima
Leilao
^fc>oL
mm
Pacific Steam Navigation Companj
liinha quinzenal
0 PAQUETE
JOHN ELDER
Espera-se da Europa, ate 22 do corrente, e
depois da demora do costume, seguira para o
sul do imperio, Rio da Prata e costasdo PaciSco,
para onde recebera passageiros, encommendas
a carga a frete.
Part Lisboa.
0 lusre portuguez Cidral, capitao Joaquim
AdriRo da 8iw, vai sahir com brevidade : para
carga e passageiros, trata-se com Silva Guimaraes
* C, a praca do Corpo Santo n. 6, i. andar, on
com o.capf(ao._________________________
Rio Grande do 8ul
Para o referido porto pretende seguir com mui-
ta brevidade a barca portugueza Arminda, por
ter a maior parte de sea carregamento tratado, e
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE
A'RUA DO VIGARIO THEJiORIO IS.
ao meio dia em ponto.
n
0 preposto do agente Pestaua, levara pela 1
vez a leilao o terreno cultivado, com uma casa co
berla de telha, cacimba com excellente agua, aocu
150 palmos de frente e 500 de f undo (terreao
proprio) todo arborisado de fructeiras novas, silo
em Agua Fria (Beber.be de baixo) na estrada V
Boiadas, denominado Sitio do Ceo, servindo d
base a offerta feita no ultimo leilao.
[HOJEfij
Na rua do Vigario Thenorio n. 11
Ao meio dia em ponto.
LEILAO
DE
moveis. loHi'ii, vidras, pcrfiimarias.
ricas cassoktasde ouro c onix.
j
i~wmr^
As 11 horas em ponto
N* armazem da rua do Viirarto at It
0 preposto do agent* Pestana fara leiBo por
conta e risco de quem pertencer dos objectos
abaixo mencionados:
2 lindos pianos, sendo 1 inglez e outro fraaeez
dos melhores fabricantes que existein. 1 ntaw elas-
tica com seis uboas, I dita com tres, compietaaaea-
te novas, 1 raarda-vestidos, de oedro, 1 *> Or
aroarello, I dito, obra de Bemigto, 1 gnarJa-
de amarelo, 1 rico toilette de uiogno com padre, I
mezinba com pedra, para cabeceira do caaaa, 1
mobilia de junco com pedra, nova, I dita a> Jaca-
randa tambem nova, cadeiras avuisR^ tooeaaV
de mogno, cadeiras de balanre avulsa*, I eayiei-
ras, 1 balanco decimal, 2 balcdes, cadeiras At ri
me para menin>sj de bracos e de balanco, dita*
/




f-
Diario de Pemambuoo Quarta feka 18 de Fevereiro de 1874.
jraalw, qoartinheiras, caWdes, divcrsw extraetos,
tpiwlm, aspalbos, calungas, 1 nco relogio cfcrono-
Mtrodeouro eproprio para senhora, ricas cas$o-
lataa de ouro e oniz, vinho do Porto espeoial em
fnaqoairas, vinho Xerez muito **ao que sera
veMido a vista das amoslras. muitos outras ob-
jeetos que deixa de mencionar por se tornar eqfa-
daabo, os quaes se acharao paitnies a vista dos
Sri. compradores e serio vendidos por metade de
sens valores, como tern aeootecido nos Jeiloes
paaudos.
Ajroreitem que e ao correr do marlello.
Qairta-feira 18 do corrente
No armazem da rua do Vigario n. It
Pelo preposto do agente
PEOTANA
daas escarradeiras,
sofa portas, e am
ovaes, dourados, 3 quad
enfeites de mesi, tapet(
dito forro da sala de vis AU.
Uma cama (ranceza ( ie jacaranda (ova ) ami
raesinha, 2 cabides, d oas cajaaa de amarello, 1
toucador e tun goard.i roupa.
Uma mesa para iah tar, 2 aparaderes de ar-
raarius, 12 cadeiras de fuarsicao, utaa tnarqueia,
uma quartiatreira, I rel ogio de parede, auartinhas,
fructeiras, potta-queijn s, tatheves, bauiejas, por-
celana par-aa e janta t, eopos, jarratet, compo-
teiras, caliees, trem de i cozuma e outros objectos
de casa de. Camilla.
rdim, nma car-rora de dna
banco para -carapina, 1 lot
de jsrdim.
e, 3 espingardas de 2 cano?
Leilao
De fazendas finas, limpas e avariadas, marroquim,
cordavao.
QUINTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
As 10 l|2horasda manha
" O agente Pinna Borges, vendera em leilao neste
dia, 20 pessas de grosdenaples preto, 6 ditos 'de
gorgurao de seda, 36 com feicSes de seda preto,
6 duzias de cordavao e 10 duzias de marroquim
fle dhwrsas cores e ontros artigos : no sea escrip-
torio 4 rua do Bam-Jesui n. 53, 1." andar.
Dous bancos para ja
rodas, I boi rnanso, I
de ferros, feiTamenta
Um ocolode alcane
el rewolver.
>exta -fe.ra:
FUNDIQAO DO BOWMAN
RUA DO BMJM 82
(^assando # chafariz)
10 do corrente
Na I ravessa tl a Cruz das Aluas.
Joao Meifdeboare, te ndo de modar sea resident
cia para Euro pa, fan i leilao por intervencio do
agente Pinto, dos mo veis e mais objectos arima
mentionades xistente s na casa de sua residencia,
Cruz das AJmas.
As 101(2 horas em ponto partira da estacao do
arco de Santo Ante bio um trem express que
servira de conduecac i ( gratis) aos ooncurrentes
ao leilao. j
Principiar das 11 horas.
Em contiauacao, e no dia terca-feira 2i do cor-
rente, vendera o mes too agente a casa esitio, con-
forme fica-annunciai io.
?
ricus moveis, louqas, crystals,
vidix3 e 2 relogios deoaro
(Juinte'Tdra 19 de fevereiro
as 11 h -ras da manha
no 9ebrdi) n. M, primeiro andar
A saber :
' Um piano-forte enovo, 1 mobilia dejacaranda.
-xsootendo tt cadeiras de gaarni^io, 2 ditas de lira-1
cos, 2 consoles oom tampo de pedra, 1 mesa re-'
doada com--tampo de pedra (a Luiz XIV), 1 diva
de taia, centando i2 cadeiras de guarnicao, 2 dit?s
de braco,;2 consolos, tampo de pedra, 1 jardinei-
ra, tampo de pedra, cama para rasal, guardalou-
^a, gnaria-vestidos, costoreira de mogno, t mesa
elastica, 1 imporunte carteira propria para banco,
oo cnptorio>de grande monta, espreguicadeiras,
bancas, mesas, aparadores. cadeiras para sala de
jantar, detaa avulsas, jarros para Qores, redomas,
pares delantemas, apparellio para jantar. escar-
radeiras, ganiafas- de crystal, sofa, 2 relogios de
ouro, wa iaglez e outro saisso, e euros muitos
artigos degesto.
O agente Pinho Borges, aatorisado pelo Sr. A.
Bezerra de Farias, que se rtirou para a.Europa,
tendera os raevess a mais artigos acima -declara-
dos, os qnaes serao tcaospoctados para eobrado
DO
Grande sitio com be ia casa de moradia, a qual
tern 73 palmos de frente e 37 de tfundo, chaos
proprios com cere a de 300 palmos de frente
e 2,000-de fondo, com bons arveredos/ructi-
feros, baixa de cap im, cacimbas com bom has e
tanqaes para banh< >, e muitas outras accornmo-
dacdes ; seado que dita casa torna-se recom-
mendada por ser m mi fresca, perto das estacdes
da Jaqucira e Tama rineira.
STercja^-feira 24 do oarFente
A-s 11 boras em ponto
Por interveocao do agente Pinto em -sen escrjp^
torio, rna do Com Jesus n. 43. ,
Os preteodentes poderaodesde Ja examinar dita
casa, ou no dia 20 do corrente, por occasiio dd
loilao dos moveis, lou^a e cristaes, ouno dia.21,
W occasiio da entrega dos mesmos moveis.
indioado.
LEILAO
DE
FAEENDAS
rjao porcao 44uinta-i~eira 0 do corrente
e-xla-feira ;20
ComegariS ^is 10 horas daraanha, ea
ponto
Na loja da rna doBarao da Victoria n. 59.
O agente Dias, competentemente autorisado pe-
io proprietario tfesse cstabeleciinento, que tem de
mndar d genero de negocio, f^yara a leilao nos
dias e boras acima mencionadae, differentes fa-
zendas alii existences, que se veoderao por bira-
tot precos, p^lo moiivo acima indicado.
Cnama-se portanto a attencao do publico para
uma optima occasiio que se offeroce, de se prove-r
do bom com grande economia, e :tssegura-se qoe
nad ha alcaides, pos o estabelecimnto tao conta
ainda um anno de existencia.
Fazendas, a saber c
Calces, paletots e coletes de casemiVa -de corese
pretas.
Coletes de brim branco e de cores.
Collarinhos.
Chapeos de sol para homene e sen horas.
Caroulas.
Camisas brancas e de cor, finas.
Casemiras pretas e de c6res.
Bnns de cores, finos.
Dito branco, flno.
Lencos de seda e de cores.
Ditos de cambraia bordada, para ^scliorar.
Meias.brancas e de cores.
Tapetes.
Gurgurio preto e de cores.
Fustao de cores.
Organdys.
Popelinas de cores.
Gaze de seda.
Granadine.
Cortes de vestidos de cassa.
JDHos de tarlatana.
Alpaca de listras, flna.
Baptistes com barras e listras.
Cassa preta e de cores.
Cambraia branca lina.
Colchas de la.
Cortinados.
Chitas pretas e de cores, e percales finas.
Cassas lisas.
Filo de linbo de salpico.
Algodao de listras e azul.
.Agente Dias
K&PJLEXIIIIIO
DE
DE
Cerca de li-5 barricas coaj l'arinha de trigo
com avaria d'agua salgada.
Quinta-feira 19 de fevereiro
as 11 boras da manha
0 agente Pinto, fata leila por conta e risco de
quem pertencer, de cerca de 145 barricas com la-
rinha de trigo, avariadas a bordo do navio Zalma,
na saa ultima viagem de New York, para este
porto; o leilao sera effectaado as horas do dia
acima dito, no armazem dos Srs. Joao Quirino de
Aguilar & C, no caes de Apollo.
DE
charutos, cigarros, cartoes de papel de seda, fuzis,
caixas com pavios, fumo pieado, fumo Berwik,
papei de cor, caximbos e boisas.
Massa fallida de
JOAQUIM VIEIRA C0EI.H0 DA SILVA
SEXTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
O agente Martins fara leilao, por mandado do
Ulm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, dos ob-
jectos existentes na fabrica do charutos do Pateo
do Carmo n. 1, pertencente a massa fallid,a ds
Joaquim Vieira Coelho da 5i!va
As 11 horas do dia acima.
LEILAO
imagaificos movats, bellos quadros, jarros e qua-
. dros cbinezes, de bronze, leoca e vidros.
Terca-feira 24 do corrente
as 11 horas
No Manguinho, ma d'Amizade, casa de residencia
do5r. Vaz de Carvalho Junior, junto a esttcio.
Um trem especial partira da estacao do arco de
Santo Antonio as.10 ii2 boras da manha e condu-
zica gratis os concarreates.
Os agentes Dias e: PiDho Borges, competente
mente autorisados.pelo Sr. Vaz, qoe pretende re-
tirar-se para a Europa, levario a leilao no dia e
hora acima designadus, os moveis e mais artigos
desoriptos, os quaes sao de optimo gosto e acham-
se em lao perfeito estado que podem-se conside-
rar completamente novos.
Garante-se o traspasse da casa, que se aeba em
perfeito ettado de asseio, e assim onerece-se uma
boa opportunidade a qualquer pretendente que
deseje inorar fora da otdade, eneontrando uma
easa inteiraraente preparada.
COLLOCACAO DOS MOVEIS.
Sala de visita.
1 magnifica -mobilia de jacaranda com frizos de
madeira rosa, composia de :
2 sofas.
1 cadeiras de braeo.
12 ditas de gnarnicio.
i consolos earn sapelbos e, tampos de pedra mar-
more.
2 ctagers de pcaraada com tampo de marmore
encarnado.
2 ricos jarros efaineaes, grandes, para os mesmos.
1 par de bonitas figuras de bronze.
1 porta-eartoes.
2 peanhas doursdas para parede.
2 ricas jarras chinezas.
i beilos quadros aqnarella com moldura dourada.
2 ditos ditos a fumo.
2 gravuras.
3 bonitas sanefas para cortinados.
3 pares de cortinados.
2 pares de escarradeiras de vidro.
3 tapetes pequenos.
I esteira para forro de sala.
Gabinete 1.*
1 elegante secretaria de mosaico de madeira com
tampo de pedra.
cadeiras de fantasia, pequenas.
4 consolo dourado para parede, com tampo de
pedra.
i relogio de bronze (alto) do raelhor gosto.
3 ricos quadros chinezes (pintura em vidro.
1 par de casticaes.
1 paysagem, obra em pedra chineza.
1 taete pequeno e I esteira.
Gabinete 2.
2 magflificos guarda-roupas dejacaranda com es-
pelhcs.
1 lavatorio de jacaranda com marmore.
6 cadeicas dito.
1 quadro com meldura dourada.
1 cabide para chapeos.
1 tapete e I esteira.
Gabinete 3.
1 bonito anarador de nogueira clara, com pedra.
6 cadeiras pequenas dito, de abrir e feehar.
1 caixa de magno.
1 tapete e 1 esteira.
Sala de jantar.
1 mobilia completamente nova e de optimo gosto,
itoda de nogeira, censtando de
1 ,mesa para jantar, elastica e de 1 so pe\
1 rico e grande aparador.
81 cadeiras de guajrnicao.
1 quarUoheira.
'* quadros com moldura dourada.
2 jairos de porceliana, 2 ditos e 2 para plantar
flores.
Quantidade de louca e crystaes para almoco e
jantar.
Em cjma.
1 millet de jacaranda.
6 elegantes cadeiras de mogno a Luiz XVI.
I mesa elastica de um so pe, de nogueira, com
frisas pretos.
1 lavatorio e guarnicio.
2 aparadorcs pequenos de magno, com tampos de
pedra.
1 mesa com pes loroeados.
2 magnificas camas de ferro com cokbdes demol-
la, obra eompletamente nova.
3 tapetes e difTerentes ontros artigos.
0 trem partira da estacao do arco Ce Santo
Antonio, as 10 1/2 horas em ponto.
uado,
(victoria) pouco
assentos para i pessoas
arreios,para 2 cavallos.
De nm carra francez,
de4 rodas, eoberto,
e dous na boleia, com
tudo em bom estado.
fitatta-feira tQ do corrente
Por intervenjao do agenie Pinto, em Cruz de
Almas.
Tor occasiio do leilao dos moveis e mais objec-
tos, em casa de residencia do Sr. Mendebaure.
0 trem espresso, partira as 10 e meia horas da
maohi, do arco de Santo Antonio.
LEILAO
DE
moveis, louqa, cristaes, uma
carroqa e boi e 3 espin-
gardas. \
A SABER; V .
Uma mobilia da jacaranda com um sofa, uma
jardineira, 2 consolos com pedra raarmoje, 2 ca-
Mcm de braces, e 12 de guaroicap, 2 e%eJbos
AVISOS DVERSOS
- 0 Dr. Joaquim d'Aquino Fonce^a, previna
aquelles individuos que, a noite e sem autorisacao
6ua, tem penetrado ultlmamente em seu sitio a
rna do Hosp cio n. 33, saltando pelo muro e tiran-
do 0 qoe Hies n2o pertence, que ja deu as provi-
dencias para que sejam bem recebidos e tratados
de maneira a nao quererem regetir a grata ;
porquanto'osconsidera como ladroes, e ignora ate
que ponto quererao levar sens desejos, sabendo
somente que, ha tempos, recorrendo ao mesmo
expediente, foi bem succedido.
Attencao.
Precisa-se com urger.cia de uma ama de
Ieite, que seja sadia, e que tenha bom e
abundante leite, para tomsr conta de uma
crianga de dias, dando-se preferencia a mu-
lber do matto : quem, pots, estiver nestas
circumstancias appareca no 3,* andar desta
typographia para iratar.
fEDEM AOS ieafeerei 4e engenho e outwn agricoltore*, e empregadowi de nv*
tfi:smo 0 favor MKQpleti que ahi ta; wado todo aoperior-eat qoalidade 6 forlidio; 0 qoe com a ins
^CSo pesaoal pod-e wrificw-. _n
ESPECIAL ATTE?AO AO NUMBR3 E LUGAR DE SUA FONWCAO
(Tonn^oa a *s\t*aa rl9owna dos mais oderno lystemaa eem li
VlipOres tf FOCfttto U o^ua manbos covenientei para aa diversat
MTtramatarjciaa doa aetrhorea ^roprietarios->j>ara deacarofar algodao.
*oendas de canna J5S ****- "M">T" qoe ^
Rodas dentadas p,ra oi,*w, "gM e vapar*
Taixas de feiro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e inndog -de alambiques.
VTonVlinioTTIO* para maDdioca-e algodao,I PodeDdo'todoa
tu. Rnmhflfl |Pr ?a *****
(UiUUOB de peteote, garantidi.__. |onanimae.
TodaS aS ma&inaS W e qne m coelama precistr.
Paz qualquer eoncerto m,chifli8mo' *Pre5 fflni rMa,nid0
Form aR rffl fAlV*0 ^vumelboreiemaifbaraugexieteatei so mer-
Unpnmmanrlaa Incambe-ee de mandar vir qoalqaer machiniamo i von-
QtfWUilllUOUuai* ude iot dieatei, lembrando-ihet a vantagem de faxerem
ou -eompraa por intermedio de petsoa enteodida, e qoe em qoalqaer oecesaidade pode
bee prestar aozilio.
4rados amerieanos *&**** 'Ticolu-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
V na do Barao do Triumpho (rna doBrnm) ns. 100a 104
CARDOSO KEGEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e macbinas para eo
(jeahos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercSdo.
VapOreS de forga de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
UaiQ6ira,S de sobresalente para vapores.
M.OOnaaS inteiraS e meias moendas, obra como .mnca aqni veio.
LaiXaS IlindldaS e balidas, dos raelhores fabricantes.
t\.Oua8 Q aglia COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
tvOCiaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios eapitos para Yapores.
BombaS de ferro, de repucho.
ArauOS dediversas qualidades.
FormaS pam aSSUCar grandes e pequenas.
Concertos concertam m promptidio qualquer obra on machine., para o qae teem
saa fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man(^am ^ Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o qoe se correspondent com uma respeitavel casa de LonJrei
s com um dos mel ho res engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentai
iitaa macbinas, e se-responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
PUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
DDILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIRE1R0S
Premaados na exposi^ao de 1872
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
! ANDAR.
RUA
DA
IMPERATRIZ
N/82
1/ ANDAR.
Acabam de reformat- o seu estabelecimento, collocando-o nas melbores con-
diccoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se eabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cacbepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, (lores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ba de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /0 menos que outro qualquer, garantindo
perfeito no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
porc5o-e a retalho e todos os utensilios pertencentes d arte de cabelleireiro.
CHAPEOS DA ULTIMA M0DA
Chegarara lindos e bem enfeitados chapeos do mais apurado gosto, para senhora : a*
!oja -das colunanas, de Antonio Correia da Vasconcellos, a" rua Primeiro de Mar-
co n. 13.
33'
\ Constructor e alinador de pianos
-(Rua do lmperador-
-33
b. .ador das antigas e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo director das oflBci-
ua casa Alphonse Blonde).
Tem a honra de declarar aa respeitavel publico desta cidade, que tem aberto sna easa de
concertos e afioacSes de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber urn grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
de Pan'?, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usados. .
>*
^*oio exov*5
^
XAR0F8 PBITORAL JAMES
Ol'n.XiO REMEDIO CONTRA
TOSSES, HOLISTIAS de PEITO e PHT.SICA&
ensaiado e approvado nos hospiUes de Lisboa,
legalmente auctorisado pelo Couselho de Saude Publics.,
auctorisacao que se acha reconbecida pelo
Consul geral do Imperio do Brazil.
UNI CO DEPOSITO EN IT.KVVtf BUCO
Rna larga do JESozajrio
BARTHOLOMEU et C"
Phannaceuticos premiados em diversas exposiQoes
4
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATIGO
ESPEG1ALIDADE
Novo tratamento da Asthma, tosse, convulsa. deftuxo catarrhaet, e todos as molestias dos pulmees,
qua tem feito importantes curas, e que 6 hoje o unico acceito pelos melhores Medicos.
DEPOSITO OERAL, 34, rua Larga do Rosario, PERKAMBUCO.
Para aboaconservacjio
DE
YOSSO C1BELL0
Na rua do Imperador
n.28
precisa-se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Honteiro.
Eraigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Alves Machado Guimarles.
Jos6 Francbco Lopes Lima (Nazareth).
Maaoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco Pinto Pessoa (Dr.)
Francisco da Paula Borges.
Francisco Antonio Pontual Junior.
O advogado Francisco de Paula Penna f
continna no exeroicio de sua profissSo : 2
a rua do Duque de Gaxias n. 71. W!
^*8 *$ &mm MM&Wk
Empregos.
Precisa-se de dous rapazes de 15 ou 16 annos
para servico facil : a tratar na rua do Hospicio
d.|16._______________________________v__
Criada ou cpiado
Para servir a um homem de idade avangada :
quem a isto se qulzer prestar, entendarse no ar-
! mazem n. 37, a rua do Marqnez de Olinda
Elle e" um preventivo seguro e certo contra
a calvice.
Elle dd e restaura forga e sanidade & pelle da
cabeca.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
ture dos cabelles.
FUe da grande riqupza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posicSo que se dese-
je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
e os.
Elle conserva a pelle e o casco da^cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nSo e demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadico.
Elle nao deiia o menor cheiro desagrada-
vel. !
Elle 6 o melhor artigo para os cabellos das
criancas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conserv8c,ao e arranjo dos ca-1
bellos das senhoras.
Elle e" o unico artigo proprio para o pentea-'
do dos cabellos e barbas dos senhores. |
NENHUM .TOUCADOR DE SENHORA SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEM O
T0MC0 ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e nformosea
O CABELLO.
Acha-se d venda nos estabeleciment06 de
H. Forster & C, agentes. E em tod as as!
principaes lojas de perfumarias e beticas.
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
Rua da PrMj, l.
Luiz Felippe Leile k Irmlo
Executam por commissao quaesquer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincial ultrama-,
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estran-j
geiros.
Recebem a consignacao generos nacionaes, eo-
loniaes, hespanhoes, francezes, inglezes, allemaes
e do Brasil, on mesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou f6ra delle.
Executam ordens para compra e venda de fun-
Jos publicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividendtis.
Promoveuj no mesmo escriptorio, inventarios,
iiquidasSes, causas civeis e commerciaes, appel-
lapdes e recurso de revista.
Tem os melhores advogados na capital.
Para os negocios de natureza especial, como
iiausas forenses, administracSo de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder accordo pre\io conforme
a natureza do negocio.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer oujros breves apostolicos concedidos em Roi
ma ou pela Nunciatura era Lisbda, annullacao
de ordens, e quaesquer outras dependencias aos
tribunaes da Santa Se.
Tratam da arrecadacao de herancas e adminis-
tracao de bens no continente do reino.
Obtem doeumentos de qualquer diocese, distric-
to administrative conselho, ou freguezia do reino,
ilbas e provincias ultramarinas.
Fazem adiantamentos sobre consigna^Ses de
quaesquer geaeros que tenham prompta sahida
qos mercados mglezes ou allemaes. Tambem com-
pram aquelles que se offerecerem em condicoes
vantajosas.
Fazem transaQes por consignacSo ou compra,'
sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,!
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
JondicSes de qualidade e precos. ,
Dio-se boas refereneias em Lisboa e no Porto.
eventual.
Na modicidade de suas commissoes, na exacti-
dao de suas contas e no credito longamente esu-
beleeido faz consistlr toda a garantia de bom MO*
Ihimento.
Tem correspondentos em Se\-ilha e outras pra-
;as de Hespanba.
N. B.As commissoes sao reguladas pela praxe
*ta pra^a
Precisa-se de um criado de II a IS annos,
preferindo se portuguez : a tratar nos Quatro Can-
tos da Capunga n. 16, on rua Duque de Caxia
n. 41, i. andar. ______
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello 6 uma preparacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
conservar o cabello. Por meio do seu ubo o
cabello ruijo, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor que lhe e natural e
primitiva, e adquire o brilno e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se toira
denso e a calvicie muitas vezes, posto que n*>
em todos os casos e neutralizada.
Nao ha nada que pode reformar o cab-"i*.,-.
depoi8 dos folliculos estaic-iu destruidoe, e as
glandes cansadas e idas, mais se ainda restare
algums podem ser salvadas e utilizadas y-
applicacao do Vigor. Libre de es.sas substanci..*
deleterias que tornam muitas preparacoes de eete
genero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor sdmente lhe e beneficial. Em vex de
sujar o cabello e o fazer pegajoso, o conserve
limpo e forte, embellizando o, impedindo a queda
e o tornar-se ru^o, e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nao ha nada mais a jar; nao contendo oleo nem tintura, nSo pode
mancbar mesmo o mais alvo lenco de cambrai;.;
perdura no cabello, lhe dd um lustre luzurioo,
e um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, e nrrnmr'i
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressar o efieito, envolvendo a barba de noite
com um lengo molbado no Vigor.
PEEPAKiDU POB
Dr. J. C. AYER & CA., Lowell, 31a**.,
Estados TJnidoa,
Chimicoi Fracticet e Analytico:
VENDK SE FOR
Salsaparrilha de Ayer
PARA ri-RU-ICAR O SANOrE.
0 renome d qw goza erte tt-
rellcnte remedio t devido mlln
ros de enras qae tem opermdo, mu-
itas das quaes ,io Terdadeirameme
mararilhosa^. Innumeros sfto '-n
casos em qoe o do satnrado da podridio oe enter-
midades escrofulosas, tem sido
promptamente reatitnido a w>Ji
As aneccors e desordeaa, inim.
das pela contaminacio escrofuleaa,
aM produzirem dures mortificant-.
tem sido tam radical c tam geralmcnte curadas por elte, em
todos os pentoa do Imperio, que o publico mal preciaa de * informado da 6ua virtudes e do modo de usal-o.
O veneno escromloco e um dos mais destruidores inimip-4
da raca humana. Ora, senhorea-se occult* -*-
do nosso organismo e deiza-o fraco e inerme contra u
fataes. Ora, patenteia a infeccao de qne corrompen o c
e entao, em momento opportune, lavra rapidnmente sob alcu-
ma de suas bediondos formas, ja na entia j do* ontams
ntaes. Neste ultimo caso deposits, muitas vezes, tubercul s
nos pulrooe-. no figado, no coracio, etc., quando nio se man-
ifest*, em ,';-oes, tumores, etc.
A Umifi 11:.; perigoso e tam perAdo nunca se deve dar
guarida, c p.-.!^e:j o k sempre melhor do qne combattel-c.
Assim. ante* o usa da SALS AH.. HILBA DE AXBB podcra eriuir
resultados funestos. ,
As peasoas que son.->m de Eryipttms, Fg it S. An-
tonio, Iiartrot, Etnpigenm, RheintmHtm; Tmmtrm,
TJlceras, e sensibilidade dolorosa nos ouvidos, olbos he
dor nos ossoe; JDyipe^ila ou Indlgritori; HyttrtpeiU,,
Mlettia do Coracao e do Figado, Fpylrpiia, A'er-
ralgia e de rarias outras afleccoes do sfsthema muacular e
nervoso, acharao seguro allivio usando dean
It ILIIA DE AT Ell.
nervoso, acharao seguro allivio nsando desta SAL APAM-
ILHA DE AYER.
A Syphilit on lUaHu Venrrm sio enradas com o
seu uso, posto que seja necessario mais dilitado nariaot d*
tempo para subjugar tam impertinentes enfermidades.
A Zeucorrha, on Florri Brancas, as ulceracoet nteri-
nas e em geral as molestias das mulheres sio tambem alii via-
das e Hiteriormeute curadas por sen eflbito purificador
vigorativo.
O RheumatUmo e a Ootlm, quando causados par aceu-
mulacoes de materias eztranhas ao sangue, oedem-Ihe aeii-
mente, de mesmo modo o Mal de Figaao, ffiillj on
Inflammaeao do Wigado, leterieia, quando ato orraodaa
de mans residuos no sangne.
A Salsaparrilha, e um eroelleate r*staurad*r dm
fore* e vi;or do irMhems.
Assim, todos 08 qne soffrerem Languor, PXUftna, D$$
maiot, Insomnia que sio incommodados ootn Amui.-
hensori e Temores Xermos on qualqnar ontra aSaoefce
do sea nc*
.------------------------------ provenieato de DoMUmde, achario do sen podar rMoraaW
asta ca-a tem correspondencias serias em tedos o mau seguro- expediente de prompta cur*.
os ponto* do reino, em Pajb, Inglaterra e Ham-'
, Inglaterra e
burgo, na Africa nortugoa, em Macao (China |
reino de Siao, ilhas dos Agores e Cabo-Verde, I
eaceita asnropostas que do imperio do Brasil'
lhe Jore m feitas par correspondencia effectiva otj
nxrAMABA. PO
J. C. Ayer & Ca, Lowell, Mam* E. U.
OMmUc- .rriiilm m Inmlgtins.
VENDS; ex FOR
n
t

f
i


Dkrio de Pernambuco Quarta feira 18 de Fevereiro de 1874.
5
. i
:
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I
i'
r
/
7

Consaltorio meifico-r irnrgico
A. B. da Silva Maia.
Rua do Viseonde de Albuquerque n.
1!, outr'ora rua da matrix da Boa-Vista
n. II.
Charaados : a quaiquer hora. Q
Consultta: Aos p( ores gratis, das !as Q
4 horas da tarde. A
CASA DA F6RTIA
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000$000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto a Ten-
ds bilhetes da loteria do Rio, cnja extraccao an-
nonciara pelos Jornaea.
Precos.
Inteiro J44000
Meio 12*000
Quarto 6*000
iManoel Martins Fiuza.
'X Precisa-se aJugar uma ama para casa de
ponca familia : na rua do Imperador n. 33.
LIMHAS
RETROZEDEAUiO
DAO
ALUGA-SE
uma easa na Caponga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rna do
Vigario Tenorio n. 31.
A&UL2A5
E
Accessories
PARA
QUALQUER
PARTE
DA
Machina
Com as falsificacdes que tem apparecido

Profess*r publica.
A professora interioa da 4' eadeira do sexo
raasculino da freguezia de Santo Antonio abrio a
escola em data de IS de fevereiro, e fnncciona no
l' andar do sobrado n. 24 4a rua estreiu do Ro-
sario.
Venda ou arrendamento
Na freguezia de Serinhlera e distante duas le-
goas da estafSo de Gamelleira, do engenho Bnra-
rema, com terreno de macajae, a maier pane de
varzea, de optima produc^ao, e para 3,000 pie*
de assucar annualmente : quern pretender, diri -
ja-se ao capitio Jose de Castro Paes Barreto, no
engenbo Matte Grosso, on a Leal & irmao nesta
praca.
N6s- abaixo assigoados declaramos ao res-
DAS MACHINAS PARA COSTDBA
DE
SINGER
COZINHEIRA
Precisa-se de uma perfeiu cozinbeira, nao im-
porta que seja ferra on escrava, para casa de uma
familia estrangeira, paga-se bem: a tratar na
ruado Bom Jesus n 55, casa do Keller A C.
Na rna do Barao da Victoria n. 36 precisa-s.
ailar ao 8r. vigario Andre Cnrcino de Araujo P
eira, t pegocio de sen interesse.
BAQllKS
Cepslbo d, Nogii-.Tra, ne rua ilo \pol!u
* SO, accam sobre o Danco Commercial
Je Viauna e suas agendas em todas as ci
Jades e villas de Portugal, a vista e a pram
por todos os paquetes.
^
&0 *
Agenda de leiloes
0 abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
Wico, qae, tendo aberto o seu escriptorio de
oflencio de leildes a rna do Marquea de Olinda n.
y, andar, contioua a receber moveis, louca,
faxendas, obras de ouro e prata, predios e todos
3 pantos objectos se lbe remetta para serem ven-
idos, em leilao pnblieo ou particular, a vontade
de seas commitentes: e como quer qae o seu
novo estabelecimento se ache o melhor possivel
localisado, alem de que offerece as melbores
proporcdes para a boa conservacao dos objectos
qae tenna de receber; o abaixo assignado com-
prpmette-se nao sd a empregar toda a actividade,
zelo e pontoalilade no camprimento de seus de-
veres, como mesmo sens pagamentos serao feiots
com a costumada prompudao, que lbe 6 conbe-
cida.
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
Raymnndo Remigio de Mello Junior.
peitavel corpo do commereio qae compramos ao
Sr. Jos6 Pernandes Paquete a taverna sita ao pa-
teo da Ribeira n. 12, livre e desembaracada de
qualquer debito que possa apparecer : quem se
julgar com direito, apresente saas contas no prazo
de tres dias, a contar desU data. Recife, 17 de
fevereiro de 1874.
Santos & Ferreira.
Precisa-se de am criado de 10 a 12 annos
de idade, preferindo-se escravo : na thesouraria
das loterias, andar na raa do Crespo n. 6.
No dia 3 de fevereiro do corrente anno fugio
da fazenda Jaboticaba, tenno de Caruani, o escra
vo Benedicto, idade 22 anuos, com os sigoaes se-
Kintes : eabra, cdr de laranja, pouca barba, ca-
Uos carapmhos, um pequeno talbo no rosto, en-
torta um poaco nra pe" no andar e 6 um pouco
gago, principalmente quando vehtado. Roga-se as
autondades e capitaes de campo queiram appre-
nender e leva lo ao iagar p6 de Serra do Mendes,
a sua senbora D Rita Francisca da Assumpcao,
ou a rua do Livramento n. 24, ao Sr. Raphael
Francisco Pereira. qae serao recompensados.
*8>
O
oo
H
i
Porque?
Nenhuma ma-
china Singer elegi-
tima se nao levar
esta marca fixa no
braco da machina.
Paraevitarfelsi- g
.OS
ficacoes notem-se g
3
bem todos os deta-
a
lhes da marca. q
A' Torre
Aluga-se para pssara festa um sitio com
excellente casa de habita$5o e banho no rio
a* frenta desta: quem a pretender, p6de
procurar k rua de Gervasio Pires n. 24.
Na rua de Santa Thereza n. 60 se dira quem
vende 60 palmos de terreno, em Belem.
Casa de campo
Aluga-se a excellente casa da travessa de Pay-
sandu n. 3, proximo ao hospital portugnez, com
commodos para grande familia : para tratar, na
rua do Amorlm n 56, andar.
*t 0 mnito conhecido artista cabelleireiro Jayme
'.odera ser proenrado para os misteres de sna pro-
e4ss3o, a rua Duque de Caxias n. 28, deposito cen-
tral de perfamana naciopal.
Furto de cavallo.
Na noite de 13 para 14 do corrente furtaram da
freguezia da Escada, doas cavallos com os sig-
naes segaintes : um poltro melado, grande com o
ferro B A R A, sende de primeira muda, no quar-
to esanerdo tem a ribeira Ca e no queixo esquerdo
uns 4 ; o oatro e" am poltro raco, quasi branco,
com o mesmo ferro e tem no quarto esquerdo o
canmbo M. : a pessoa qae os apprehender ou
denes der noticia certa a seu dono Martinbo Gar-
cia de Araujo, sera recompensada com 50i
de gratificacao.
Escada 16 de fevereiro de 1874.
A Sra. Bella Maria da Conceicao, moradora
nos Afogados, tem uma carta do Rio de Janei ro,
na rua do Marquez de Olinda n. 62, andar.
Trinmpho da
MEDIC A!
Em tem pos'modernos nenhum descubn-
mento ope uromaior revolucdo no modo de
curar anteriormente em voga do que o
PE1T0RAL DE AWCAHLITA '
TANTO NO TRATAMENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Bouquid3o, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturagao de Sangue.
Como em toda a grande serie de enfeiali-
dades da Garganta, do Peito.edos
Orgaos da respira^ao, que tanto
atormentam e fazem soffrer a humanidade.
A maneira antiga de curar consistia geral-
mente na applicacao de vesicatorios, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
guentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolhas ;
cujos differentes modos de curar, nao faziam
senao enfraquecer e diminuir as forgas de
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa para a en-
termidade a destrui^So inivitavel de sua
victima I Quam differente d pois o effeito
admiravel do
FEIIOSAL SE ANACASUZ1A!
Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Cabna, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritajao,
Desenvolvojejentendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta e rapida
ate o ultimo vesfigio da enfiermidade. Os
melbores votos era medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim)
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relates analogicas, e aldm disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este noaraxilhoso remedio, sdo mais que suffi-
cientes para sustentarem a opiniao do
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Froaters d C, agentes.
* agentes nesta provincia os Srs. J-
O. p, Coyle, rua do Commereio n. 38.
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
MACHINAS DE SINGER
Sao mais[baratas.
S3o de doos pospontos.
Sao simples.
Sflo rapidas.
Sdo duradouras.
MACHINAS DE SINGER
Sao de dous pospontos.
Abainbam.
Franzem,
Pregam trangas.
Marcam pregas.
Bordam de linha de sdda.
Alcolchoam.
Pregam corddes.
UNICA AGENCIA
EM
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000j?0D0.
BILHETES GARANTIDOS.
* rua Primetro de Mar go (outr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
llies bilhetes, am meio n. 2,007 com 4:000x000,
um inteiro n. 451 com 100*, nm meio n. 3038 com
1004, e outras sortes de 401 e 20* da loteria que
se acabou de extrabir (87*), eonvida aos possni-
dores a viram receber na conformidade do costu-
me sem desconto aigtun.
Acnam-se a venda os felixes bilhetes garantidot
la 5" parte das loterias a benellcio da matrix
de Sermhaem (88'), que se extrahira no sabba
do 21 do corrente
PREQOS
Bilhete inteiro 44000
Meio bilhete 24000
IK PORClO DE 100^000 PARA CIHA.
Bilhete inteiro 34500
Meio bilhete l um
.____ Manoel Martins Fiuza
E. A. DELOUCHE.
49Rua do Slarquez de Olinda49
Acaba de receber um grande sortimento de re
logios americanos para parede e mesa, de corda
de 24 horas e de corda de 8 dias, com despertador
dos melhores gostos e qualidade.
Relogios de ourb patente inglez verdsdeiros, des-
coberto com ponteiro graude no meio, dos mais
modernos e do melhor fabricante de I> ndres.
Grande sortimento de relogios de prata, prata
dourada, cobertos e descobertos. Ditos de prata
foliada (plaque), orlsontal e patente, de todo
preco.
Cadeias de plaque e de onro.
Lnnetos e oculos de todas as qnalidades.
Verdadeiros vidros de chnstal da Rccha, para
vista cansada.
Vende-se tado por prec/i mais baralc age em
ouira qualquer parte.
A preeiem eomo se vende liaralo
S6o n. 20
RUA DO CBESPO
LOJA DAS 3 PORTAS
DE
Gullherme & C
MOPTNA
Esta encouracado! I!
Atfiia mule em pc T.ati if a alu tijo n lam.
I! Km. :. igna.... t'wtra lr V A
mti'i na cid' "^ Ai> N^/aret!; !'*! prvvrh>.a,
*-i de ''. a m- 'i---- <> 'v|.-1> n. 36, a *-
w'";; --Ueile ..rgoi-io ijue S. S. se comprcmetkrn a
rci.isar, pela lerceira ohamada desle joraal, f
fins de dezembro de lSTI, e depois pan Jiaairn,
jaswn a fevereir.. e abril de 1872, e nada cumpno;
a por este motivo e de novo chamado pan dito
dm, pois S. S. se deve lembrar que este necoeio
le mais de oito anuos, e quaudo o Sr. seu fl!ho M
tchava nesta eidade.
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
O IDVOGIIIO
Alfonso de Albuquerque Mello
incumbe-se de promover cobrangas amigavel
oa jadicialmente, assim como de outros negecios
concernentes a sua profissao, nos lugares proxi-
mos a linba ferrea, e nos oatros termos proximos
a esta eidade; pan cuio aaxilio tem o annun-
ciaute soliciudores habiliudos e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conu
do que Ihe for confiado.
Mediaate modico honorario acode aos chmados
para diligencias on consaitas f6ra da eidade e do
termo e mcumbe-se da defeza de appellacSes ante
o tribunal da reiacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
rua do Dqqqe de Caxias n. 37.
^9 Rua do Imperador 491
-
Ha nesle estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamades autores,
como s3o : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-'
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sSo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUAEIOOIPERiflOR 49
WAPM
PARA
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
Cartfles de visila, livros, envelopes e loda a qualidade de
papeis, clara e exaclauienle com o nome conipetenle da pessoa
Garanre-se dar uma chapa tao boa como poderia conseguir-se era Landres ou Nova
lor, e affian^a-se lgualtnente que a tinta serd iudelevel. .
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa com o nome da pessoa 6 acompanhada de dous fraspuinhos de tinta,
um pmcel uma direc^So sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita nara fazer
tinta. costando tudo r
Preco fixo.....3#000
Era letra de m5o egothico. 5?t000
\UGCMLYS AMEKICA1XA,S
PARA CHAVES
Sdo muito commodas e possuem as seguintes vanlagens :
Servem para ajuntar as chaves, e ap mesmo tempo sendo chatas, ha luaar nara o
nome e moradia do dono.
Sao facets de abrir e fechar, deixam entrar a maior chave sem offender a
argola.
Sdo feitas de prata allema en8o saosujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
irgolas de aco, s8o muito fortes e bonitas. Cada argola americ^na com o nome e mora-
dia do dono, aberta na mesma, -custa :
Preco fixo 2^000
P. LAURO MAGPHERSON
im HOTEL ESTAMINET
Jtk Rua do Imperador n. 32
TODOS OS DIAS UTEIS DAS HORAS AO MHO DIA.
E' barato.
Valente & Irmao avisam seus freguezes, que
d ora em diante serlo regulados os precos dos as-
sucares pela forma segninte : de {. sorte 44200
arroba ; de f 3*60(); de 3.' 31200 : isto so
na rua Dfreita n. 10. refinajao.
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, d4-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa-
droes, e que se vende pelo diminuto preco de 2u0
rs. o covado 11 I
METIM
Metim trangado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado I 11
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado 111
LAS escocezas
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padrSes, que se vende a 240 rs. o covado! I
CRETONE
Cretone claros e escnros, bonitos padroes, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado III
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de lodas as qualida-
des, pelos diminutos precis de 400 rs. o covado,
e pechincha 11 I
Cortes de casemira da cores, a 54(00.
Col?1138 estampadas e com barra a 3/300 e
44000.
Cobertas de chila adamascada a 34300.
Lencoes de bramante a 24000.
Dites de algodao a 14400.
Toalbas alcochoadas, duzia, a 34800
Lencos de cassa com barra a 14000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados a 24000 a duzia.
Ditos de esguiao abanbados, em caixinhas mo-
dernas, dona, a 34500.
Cambria transparente fina a 34000 a peca.
Chales de todas as qnalidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 14600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de Jar-
gura a 54500 e 24800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 54000 a peca.
Dito domestico a 34000 a peja.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado III
MadapolSes Irancezes de todas a3 qualtdades de
o/ a 84500 a peca.
Cbapeos de sol de seda com 12-asteas, pelo di-
minuto preco de 84500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho puro, a 444000 a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto prejo
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dio-se amos
HOWS PUBLIullCOEo MUSfCAES.
lJ.il.iz'v'd-Rimliotiiu II.
Acabam de publicar-se, e acham-s* *
venda as seguintts musicas :
PIANO SO".
Danse EspANUdLA, porAscner 25000
Arabella, mazurka, por G. Wer-
theimer moo
valsa do Fausto, por Crovzes 1K00
SONBO DE IMA viRGEM, por Alber-
tszzi 13000
Anna la Prie, cavalina 1COO0
AoClair de la Lore, por Bus.neyer i5 ESTRELLA DO NORTE | n ... ____
SAUDAgXo ao Bauia}P abnlhanU5 120C'
Cricket, por Seixas, offereci la aos
chrickets club peruauibucano e
bahiano 1CHOG
PIANO E CANTO.
Desespero, muito liudo romance
por 1. Smoltz 2JO00
Non m'amava, romance por Guerci* 1COOO
Tambera recebeu da Luropa grande sc-r-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. etc.
Convida-se
aos senhcres escriptores, littera-os, chefes de re-
partigoes e commerciantes a vi^jiarem a
ENCADER.\A(;\0 BRASILEIRA
a rua Duque de Caxias n. 21, code verao qae I
este 0 estabelecimento qae dis^oe dos melbore*
meios e procesws para bem servi Ios na arte d*
encadernar, e 0 uniro que
P06SDE A MELHOR
machina para pautar papal, rtoear hvros, n.anpa*
manifestos, folhas de empregado>, despacho- fiv-
inras, contas cerrentes e de venda ; cnio IrabaJic
sera regulado pela seguinte tabella de precos :
Papel pequeno em ca;xinhas.
Para pautar 1 caixa I40.0.
Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma
Idem 10 ditas a 400 rs.
Idem 20 ditas a 300 rs.
Idem 50 ditas a 250 r?.
Idem 100 ditas a 200 rs.
Idem 20:1 ditas a 150 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Papel em tamanho fiume con'as e despachts
Por pautar 1 resma 14500.
Idem 10 14200 cada uma.
Idem 50 a 14.
Idem 50 a 800 rs.
Idem 100 a 600 r*.
Idem 200 a 4 rs.
Mais de 200 a 320 rs.
Outros trabalhos o nforme 0 a^oste.
A difference em preco do papel liso para 0
pautado, no nosso mercado, 6 muito superior a320
rs. em resma, sendo p IMPOltTADURES DE PAPEL
mandarem vir 0 papel liso para aqui nr pautado,
podendo assim venderem mais barato, ganhand)
mais dinheiro, para 0 que
GARA.NTE-SE
a bondade e limpeza do trabalho, entregando
os volumes de resma com a mesma perfeicio e
igualdade que ?e tiver recebido na
EN':ADERNACA0 BRASn.EIRA
21-Hua Duque de Caxias-21.
tras.
So 0 n. 20 da rua do Crespo
Loja das tres porlas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQU1NA
Cozinheiro
ou cozinhf ira, precisa-se de um para casa de duas
"tessoas : trata-se na rua do Passeio n. 60 das 10
ioras da manna as 4 da tarde.
t>
CASA DO OURO
Aos I: OOO-OOO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
araito felizes bilhetes a sorte de 4:0004 em um
meio bilhete de n. 2007, e um meio de n. 2193
com a sorte de 2004000, alem de outras sortes
menores de 404000 e 204000 da loteria que se
acabou de extrabir (871 y, eonvida aos possuidores
a yirem receber, que promptamente serai pagos.
0 mesmo abaixo assignado eonvida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
nrar qualquer premio, como prova pelos mesmc s
innuncio?.
Acham-se a venda os muito felites bilhetes ga-
antidos da 5- parte da loteria a beneflcio da
matnz de Serinhaem, que se extrahira bo dia 21
do corrente mez.
Precos
Inteiro 44000
_. Meio 24OOO
De 1009000 para eima.
Inteiro 34500
Meio 14750
Recife, 13 de fevereiro de 1874.
Joao Joaqutm da Costa Ltitt.
Escrava fugida
Aufentou-se da casa de sea senhi r, no dia 26
do corrente a escrava Felicia com os signaes se-
guintes : cor parda clara, cabellos cemprido-, ate
os hombros, rosto redondo, falta de um dente
quasi na frente, corpo reforcado, maca do rosto
basta. ta saliente, foi acompanhada por um ho-
mem. pra ;a de cavallaria de nome Vasccncellos,
foram vistos no dia 27 de corrente, em Santo An
fio : quem a levar 'a Camb6a do Carmo n. 3,
sera gratificado generosamente.
ESCRAVO FU(ilD0.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, 0
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo 0 signal mais visivel
uma gomma na junta do pe esquerdo : roga-se a
todas as autoridades e capitaes de campo- queiram
apprehender dito escravo e Ieva-lo ao referido en-
t?enho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te recompensados.

CHAMADO.
Os Srs Jovino Fernandes da Cruz e Joaqniin He
mente de Lemos Duarte, sao cbamados a raa do
Coronel Suassuna n. 28t, a negocio de particu ar
interesse.
:^,
I I.li.\'.-f
Sapoti
Aluga-se barato umas meiaguas novas, na
travessa das Barreiras (becco do Aquino) : a tra-
tar na rua do Colovello n. 25.
Estafagido 0 eieravo Jose, cabra, idade de
io annos, leicdee mindas, cabellos frflxos, pe"s
largos, veste calca e camisa branca, gosta de mu-
sica : pede se a policia a sua eaptara, e gratifica-
se a quem 0 levar a sea senior, a rua do Hospi-
clo b.. 88,00 a rua do (Joeipiado a. 83,1 andarl
AJ70WD0 m
g AYRES CAMA f
I RUA DO DUQUE DE CAXIAS (^
ill. 9. ^
Primeiro andar.
Amaro de Barros Correia e Captulino Ro-
dngues do Passo vendem terrenos, regolarmente
tracados, no seu sitio de Beberibe de Baixo, ha-
vendo organisado uma planta de seu perimetro
em que se desenba viiivelmenle a distinccao
e regularidade no seu projecto de arruamentos
novos, approvado pela camara municipal de Olin-
da. A fertilidade do terreno, a sua proximidade
da estacao do Fundao, da linha ferrea do Recife
a Beberibe, conseguintemente do rio Beberibe c
commodidade dos precos convidam os pretend'en-
S?n r?W'-qnD k ^deri0 Pri>curar a Amaro
deB.Carreia, em Beberibe, a Captulino Rodrisnes
dp Passo no Recife, e ao engenheiro Antonio Feli
ciano Rodngues Sette, a estrada de Joao de Bar-
ros o. y.
selecta e de umbigo
(Enxertalas)
tizeiros
e sapoteiros de il'palmos (em vasos) e de t)d->
G3 tamanhos e pregos mais commodos que dan-
tes; assim como as seguintes outras plantas da
fructa e de ornato :
Abac?"'- Laranja cravo.
Acacia. Dita de doce do Tara
Anticum a pe. Dita brsnea.
Canella. Dita Ungerina. .
Lasuanna. Lima da Per.-ia.
urolina do pnncipe. Dita de umbigo.
Condeca. Limao francez.
Coracao da India. Dito doce, enxertnJ 1
r'fioeira. Oiticoro.
Flamboyant. i'ameira imperial.
Fructa-pao. Parrciru.
Inga do Para. Pinheiras.
Jambo. Romeiras.
Jasmim laranja. Rozciras.
Laranja da Cliina. Rozeda.
Dita do ceo. Ubaia.
E outras plantas : na Capunga a rua da Vea-
ura n. 20.
CHAHADO
Roga-se ao Sr. Joao de Arrnda Camara 0 ob?-
quio de chegar a rua do Cabuga n. 3 A (Colar de
Ouro) afim de tratar da negocios de seu interest
para receber uma carta vinda do sertao.
o 4 ALUGA=SE
ni^^ndar .d0 80brad0 sa da raa Marquez de
unnqa : a tratar no armazem do mesmo predio.
Precisa-se alugar uma escrava para cozinhar
e oomprar : a tratar na raa Primeiro de Marco n.
23, loja. i(
Antonio Goncalves Frrreira C
cao, 0 bacharel Antonio Goncalves
Ferreira e CanJido Goncalves Fer-
reira mandam resar missas na igre-
ja da Madre de Deos, pelas 8 horas
da manha do dia 21 do corrent*,
ein suffragio dalma de sua irma e
tia, Anna Ignez da Rocha Bastos, esposa de 9m*
ph.mAlve.-daRochaBasto,.^llecida na cidid-.
de Goyanna no dia 15 do corrente; e esperam w
seus parentes e amigos concorram a este acto de
candade. _____
Aluga se 0 a* auda^orosotaodarua da
Kenha n. 3 : a tratar na rua Duque de Caxia
A pe>soa que tiver achado doas efaavw do
uma nanea, as quaes perderam-se da rua do Im-
perador a estacao da estrada de ferro a raa da
Aurora, ou em algum dos wagons da mesira es-
trada do Recife a Olinda, qaerendo restitai-Us,
dirija-se a rua do Imperador n. 20, onde genero-
samente sera gratifi sada:______________
0 abaixo assignado ven lea aos Srs. Santos
& Ferreira a sna taverna sita ao pateo da Ribeira
n. 12, livre e descrnbaracada de qualquer onus :
ha vendo quem queira enten 1er-se com o vendedor,
dirija-se a rua estreita do Rosario n. 9.
Recife, 17 de feverei'o de 1874.
.______ Jos6 Fernandas Paquete^___.
rILEGRNEL
Barbeiro
Precisa-se de um official de barbeiro e que en-
lenda de cabelleireiro : no 1* andar da casa a.
36, a rua Duque de Caxias

'






I

<
6
fa?*ft*9toop<> iQ**k &te&*J*)&mte&%iii>fc-

=
=
A 9:000
Botinas para homem
Acabam do cljegar grandes factaras bemsor-
tidas de botinas d) bezerro, de eordavao, de pellt-
ra, de duraque com biqueira, de bezerro com bo
toes, e com llhozcs a 9*000 (a escolb- r) por ter
vindo grande quaatidade por coata e ordem dos
fabricantes : ao armazem do vapor francez, a rua
do Baiao da Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Calcado
franm.
Armada.
Na ma do Barao dajfictoria n 36, preciaa-se
fallar ao Sr. tenente Jose Maria Pestana, a ne-
gacio de sea interest.
Precisa-.se de
duas ainas para
casa de pouca fa-
roiba, sendo uma
para cozinhar e outra para engommar, pre-
feriudo-seescravas, paga-se bem, se agradar:
a tratar na travessa do Vigario Thenoriq n.
1, escriptorio, das 9 is 4 da tarde.
Precisa-se de uma am a para
cozinhar em casa de pouca fa-
milia : na rua de Pedro Alfonso,
outr'ora da Praia'n. 3.
AMA
Para homem.
BOTINAS de bezerro, cflrtavao, peHica, lustre e
de dura^ue cbrn biqueira, dos melborei
. fabricantes.
SAPATOES de bezerro, de eordavao e de case
mira.
SAPATOS de lustre com salto.
SAPATOES ataraancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jarains.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senkora.
BOTINAS prctas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos.
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para nieninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
Iisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para nieninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversat
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homenj, e meias perneira.-
para nieninos.
No armazem do vapor francez, a rua do Barit
>ria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guerni^es,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
tevos, e os mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Baric
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
da elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C.: nc
vapor francz, a rua do Barao da Victona, ou-
tr'ora Nova n. 7, a prejos muito commodos.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
Irifice, agua de flor de laranja, agna de toilete,
dirina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmeticos, muitos arligos delicados em perfuma-
ria para presents om frascos de extractos, cai-
xinnas sortidas f arrafas de aiilerentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barac
da Victori?, outr ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
f vtigos de differentes gostos *
phantaxias.
&pl!kis douraflos para sajas e gabinetes.
iiCqui para senhoras e para meninas.
iv..- de Jouvin, do Bo deEccocis ede camurca
I lixiuhas de'eostura ornada t m, '.nusica.
AlbnUM i ; ,;1*um > p:- u retrat*.
Caixinnas com vidro de augmeatai ictratos.
Diversas ohras de ouro bom de let garantido.
C'rrentcs de plaque muito bonitas para relo
i .:..&.
a.
botoea de punhos de pla
Rotstohaa c cuires do seda, de velludo e de cou
rinho do cores.
Novos objectos de phanlazia para cima de mes;
- toilette.
Plccinez de cores, de prata dourado, de a go
de tartaruga.
Oc.ilos de aco Brio e de todas as guarnicoes.
Be^galas de luxo, caana, com castSes de mar
fr>.
ricngaUas diversas em grande sorlimento par*
omens e nieninos.
r,hicuiir,hos de baleia e de muitas qualidade?
rsas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
l-onteiras de espuma para charutos e cigarros
Pentes de tartaruga para desembaracar e par
barba.
Ditos de marfim muito finos, para lirapar ca-
v-a.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e-para den
tea.
Carteirinhas de medrcperola para dinheiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homen.-
a meninos.
Camiiainhas de mola para cht-mar criados.
Jo?os da gloria, do dama, de bagatellas, de do-
mino t ootros muitos differentes joguiuhos alle-
maes ...ueezas.
Main?, bol'jas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marlim para as criancas morde-
rem, bom para os dente3.
Bergos de vimes para embalar criangas.
Ce.-tidhas de vimes para braco de meninas.
Carrirhos de quatro rodas, para passcio3 de
prianeas.
Venezianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros df
Estereoscopos e cosmoramas com escolhida-
vistas.
Lanterna3 magicas om ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para ^omorama.
Globos de papel de cr5 para illuminaQdes de
fe.-las.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de vario3 systemas para cafe.
Espanadores de pallia e de pennas.
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantemas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qualros.
Quadros ja promptos com paysagens e pbanta-
na.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa
siilia.
Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
Rcalejos Lanccnicos on accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros,pes e palmos para
aiedir terrenos.
BriHqoed&sr para nieninos
A maior variedade que se pode desejar de to-
9 brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa, para entretenimento das criancas, tudo
a precos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao da Victo-
ria, outr'ora rua Nova n. 7.
Cestiahas para coslura
Grande sortfmento de bonitos modelos chegados
w armazem do vapor francez, rua do Barao da
Victoria, outr'ora ma Nova, n. 7.
Precisa-se de uma ama,pa-
ra eomprar e cozinhar raw
casa de dus pessoas : a tra-
tar na travessa de S. Pedro n. 8.
de
AMA
Procisa se de urn caixeiro que de fiador a
sua coaducta, para tomar conta por balanco de
ama taverna era Olioda, nos Quatro Cantos tarn-
bem nio se pSe duvida eqj dar-lhe sociedade, se
entrar com algum dinheiro; a localidade e a me-
ihor daquelle lngar : a tfator no Recife, rua da
Lapa, hoje Tuyty n. 12, prcnaa.
A pessoa que perdeu am cbapeo de Sra.
no demingo 8 do cowwfe, era nm dos trens que
subia i Urde para Gaxangi : dirija-se a rua do
Pom Jmos n. 43.
Ama de Ieite
Precisa-se de nma ama de Ieite sam fllbo : *1
traUr na rua Pnmeiro de Marco p. 19 (antiga jlo
Crespo) _____________ :
AMA
Precisa se de ama ama para casa de
pequena familia : na rua Daqae de
Caxias n. 54, loja.
Ama de Ieite
AMA
Precisa se de uma ama de Ieite, e que nao tenha
filho : na rua Duque de Caxias n. 111.
Precisa-se dt uma ama. para qozi-
nliar: a trataf rfa" tai dd Infeerador
n. 14._________________
Ama Precisa-se de uma ama que saiba co-
xlxua' zirrhar e engjmmar, para casa de pouca
familia : na rua do Marquez de Olinda n. ii (ou-
tr'ora Cad'eia do Recife)._____
Precisa-se de uma ama qae saiba cozinhar,
para casa de homem solteiro : a tratar na rua do
Barao da Victoria n. 60.
Aos .taw]}ff& |d outros preprietarios
qae prrtnalorcm contr*tar ediflea^Saa de predioa,
casas de campo, ou chalet* domareacoes de ter-
ras, nivellamenios, assentamento de machinas a
vapor, plantas ou outros qaaesquer trabalbos aes-
te genero, querram dirigir-se pessoalraente on por
escripto a A. Coutinho, a rua do Crespo n. 18, 1.*
andar, escriptorio. '
N. 271.
ou troca-se uma grande casa de ta
boa, na rua Imperial, com quintal
Vende-se ,
_a, na rua Imperial, com quintal cercado, eom
grande aterro, pbrtao de um lado e no quintal
que bota para a linha ferrea, com madeiras no-
vas, preferindo-se a troca por uma nesta" eidade,
o preco e rpuito eonmodo : qnem pretender di-
rija-se a.mesma caj, o,ue ^h^ra^n^.gutm tra-
Aiuga sa lie*a casa na rua de S. #$': a
tratar na rua Duque .de Caxias n. 14.
r.nini'H
COMPRAS.
Kl JU'ii J-
.
LIOUIMeiWMTAZBSMB
NA
Rua da lmperatriz n. 60
Antonio Jose Rodrigues de Senza, em sen es-
criptorio a rua do Crespo n. 6, compra, por bons
precos, escravos das diversas cores, sexos e
dades.
-- Na rua da Penha n. 2 lava-se e engomma-se
com presteza roupa de homem e senliora :' quern
pretender, dirija-se a mesma casa.
LOJA
Aluga-se a loja 40 sohrado n. 9 da rua da Au-
rora : a tratar na rua do Hospicio n. 26, taverna,
ou na rua da lmperatriz n. 10, taverna.
IP^* Grande reuniao!
Para todos
Republicanos e monarchistas..
Democratas e aristocratas.
Federados e confederados,
Corhmunalistas e communistas.
C.atliolicos velli's ou novos.
Todos d c v e 111 ir
ReuDidos ou nao reunidos
Fazer cmquanto antes
Suas encommendas
Dos saborosos filbos
Tao preconisados!
Compra se e, vende-se trastes novos
e asados no armazem da rua do Im- ^
perador i." 48.
"
BWM&m$mi
V^NDAS
,Sa,^,^;(Claftarina, no Imprch
visq.e na Cl Vende-se farinha nova e excel lento, a bordo do9-
refer^is 'li^ytos.: a tra^r cord 0 catfilaoi, ou cpnr
A^Oy.im, Irtnaos. & C.
Las com elhos.
A rosa branca recebeu umas lindas Us c
olhos, .mas nao vr, e
senhbra quereria um Vestid^o qne,
a fazenda e" superior, larga e ppderna, e custa
700 rs. 0 covado : venham ver bu mandem bns-
car as amostras com penhor na. rua da lmpera-
triz n. B6, loja de Azevedo & C.
BAZAR WISE
Rua do BarSo da Victoria n. 22.
Caroeiro
A
Vende fazendas para liquidar, por baratissimo preco come
abaixo se ve:
s^Pereira da Silw AGuimaraes tendo em ser um grande depozito de fazendas
tem rqs^ido fazer uma liquidacSo das mesmns com grande abatimento nos precos,
com o-ur^co fim dj apurar dinheiro, para o que cQnvidam nao s6 os seus numeroso*
freguEes, como o respeitavel publico, a vir surtir-se de muitas fazendas, boas ebarata>
n^5eu astife^fteimento denommado oPav8oa ru da Jmper*Uaz. n. 60.
MBrtMS A 49, 4^500, .5j?, 69 75. I francez muito fino a 3^000, aponas precis
OfjkYlo .vende um magniflco sortimeuto V4 metr0_a.r?1?ml?ni?l;
d^asmais finas cambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada peca, pelo ba-
rjpto preco de 49, 49500,59, 60, tendo tam-
bem das mais finas que custumam vir ap
mercado, assim como um grande sortimento
do ditastapadase victorias- que vende du 4?
ate 89, sendo fazenda .quo valle muito mais
dinheiro.
Fabricados a capricho
Dos pasteleiros
S6 e somente
Na confeitaria do Campos
2 4, Iuipcrador 9 4L.
100^000 de gratificacao
Engenho Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San-
tos Mendes, comarca de Nazareth, freguezia de
Ttacunhaem, a escrava Maria, crioula, 60 annos
de idade, pouco mais 6a meuos, baixa, grossa, cdr
preta, rosto alquebrado, pes seccos e espapados,
dedos curtos, cabellos brancos, canellas finas, tent
dous signaes cabelludos no quoixo, e e bem ladi-
aa. A pessoa que entregar esta escrava ou ao sen
iono, que 6 o senhor do engenho acima, Laureri-
tino Gomes da Cunha Pereira Beltrao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
ecompensada com a quantia de 1001.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
ose Paes da Silva, a negocio de particular inte-
esse.
Constando aos abaixo assignado aehar-se nes-
ta praca o Sr. Manoel Fernandes de Carvajho, ren-
deiro dos engenhos Rarra e Pregui^a, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o obztquio de vir en'tender-se com os
abaixo assignados iramediatamente sobre negocio
tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tasso IrmJos & C.
ALUGA-SE
uma excollente casa coostruida de novo, sila na
entrada dos Afflictos, tem commodos para grande
familia, -itio muito bem plantado, jardim e banhei-
ro : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 2, livra-
ria economica.
Escravo fugido.
Continiia fugido o eseravo Sebastiao, crionjo,
fulo, altura regular, corpo reforcado, falla um
pouco descancada ; foi aqui vendido em 15 de
dezembro pelo Sr Jose Francisco Pontes de Aze-
vedo, tendo sido escravo do Sr. Alexandre Ribei-
ro' de Sobral, todos da freguezia de S. Caetaso da
Raposa; esta matriculado no municipio de Carua-
ru', e foi ha poucos dias visto em S Bento : ro-
ga-se a todas as autoridaies e capitaes de campo
a captura de dito escravo, e traze lo a rua do Li-
vramento n. 38, armazem Baliza, que serao gene-
osamente recompensados.
A' este grande estabelecimento tern che-r
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamente na Europa, cujas macbinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta eidade, como bem as-
Uim gCopce_rta-las pelo tempo tambera d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Keste estabelecimento tambem ha perten^as
para as mesmas macbinas e se suppre qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
cbinas trabalham com toda a perfoicao de
um e dous pospontos, franze e" borda toda
qualguer^costura por firva que s<>ja, seus
precos s5o da seguinte qualidade : u ira tra-
balhar a mao de-309000, AQPOOO, *59000
astou certo qug nenhuma B 509000, para trabalhar com o pe sao de
'809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000,2009000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
tera^fio dej precos, e os compradores poderSo
visitar este estabeleoimenito, que muito de-
verao gostair-pela variedade de objector que
ha semp'cs para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, raalas para viagem, cadei-
ras para sails, ditas de balanco, ditas para
crianra {alias), ditas para escolas, costurei-
ras riqnfesimas. pa/a senbora, despensaveis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferro para hom6m e criancas, capacbos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para chd, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
Toalfyas eorii i l\% palmos de
compridoa 500 rs.
Iato, e jraadjC pcchinclja, e o pseoe de ama vara
de algodao, sao alQochoadas, c e fazenda b|to
boa;; aproveilem que disto nao ha sempre : na
ruii da lmperatriz n- 56, loja da Rosa Branca, de
Azevedo 4 C.
1&& avariadas.
A Rosa Branca acaba de eomprar em loilao ama
porcao de las avariadas, o defeifo e peqnenb, e!
venae pelo baratissTmb prfeco de 240 rs. o covado,!
e grande pecbiocha, apfoveitem : na rua da Im-1
peratriz n.'6) loja da Rosa Branca, de Azevedo j ditos avnlsos, colheres de metal Gno.condiei-
& Companbia._______|_____________________ ros para sala, jarros, guarda-comidas de
Ohan^AQ Hp crtl narn Qpnhn- arame il*mV>& para cobr-ir pratos, esteiras
V^napeOSae SOI para SenriO- paraforrarsalas.kvatorioscompletos, ditos
r%s a 4$ !
A rosa branca acaba de receber cbapeos de soi i
de seda para, sephoras ou meninas com lindas ca-
bos brancos e superior seda, e vende st a 4^000 ;
na/? julguem que por ser barato s|o ordiaarios,
porque sao cha.p6cs que sempre se veoderam a
7J e 8j, aproveitem a pechincha : na rua da
Itnperatriz n. B6, loja de AzavfldoA C.________
Boi e carroca.
Vende-se dous bois e ama carroca : para tiatar
na taverna do Corre a Roda,' na Casa Forte.
Aluga-se uma escrava .-no pateo de S. Jose
u. 49.
ras.
simples, objectos para toilette, e outros mui-
aol tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto dede as 6 horas da ma-
nba ate" as 9 horas da noute A
Rua do Barao da Victoria n.
22.
0 INEXTMGUIVEL
PERFUME
COM SALPICOS DE CORES A 59-
0 PavSo recebeu um elegante sortimepto
de cambraias brancas com bonitos salpiqui*
nhoa mindinhos de cores, tendo 10 jardas
cada corte de vestido e vende pelo barato
preco de 59, por ser pechincba, ditas com
salpicos todo branco sendo fazenda Gnissima
a 79500e ditas a 59000.
VE8TIDOS A USO.DA CORTE 129
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cada c6rte todos os enfeites necessarioseomo
sejam: babadinbos, entre-meios, rep,das,
requefifes, e vende pelo barato preco de 129
cada um, assim como, ditos a 2 de julho
com todos os enfeites a 109, cortes de cam-
braias brancas abertas, com listras e lavores
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca com listras de cores, para aca-
bar 39500, & pecbineba.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
0 Pavio vende ricos cortes de cambraias
brancas delicadamonte bordados, pelo ba-
rato prejo de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-
nissimo fil6 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORNOUS A 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous com bonitas listras e
vende pelo barato precp de 129 cada um,
Aluga-se
uma sala na rua Duque de Caxias n. 61, propria
para advogado ou cartorio : a tratar na loja.
0 Sr. Henrique Xavier Saraiva de Araujo
Mello tem uma carta vinda do Rio de Janeiro, no
caes 22 de Novembro n. 26.
Precisa-se
alugar para servico muiti leve, dous negros ido-
sos. ou dous moleques : a tratar na rua do Hos-
picio n. 26.
Terreno.
Ketalha se a vontade dos compraderes um ter-
reno na Torre, 50 passos da linha dos bonds e
perte da machambomba. Este terreno csta'collo
cado entre duas estradas que vao ter a beira dp
rio : a tratar na Torre com o Sr. Assis Pinto, na
rua do ArantPs, e no Recife rua Formosa n. 21.
Venljam todos apressados
E com os bplsos recbeades,
Do Campos ao ;.rmazem ;
Venham, nao falte qiogum
Ver o grande sortimsnfo
(Um venfadeiro portento)
Qad pate a qdaresma tem ;
Comprehendeni ? ora b6m !
E' com as tripas pulando de contentamento que
me apresento ante a onda gastronomica das sa
bias e illustres barrigas pernambucanas, felicitan-
do-as por ja se acharem livre da pooa de iiterdic-
to e poderem sem receio de algnrna indigestlo ex-
commflngada, cumerem os mais finos e saborosos
comestives, coadjuvados por uma cascota de vi-
nbos de todas as qualidades, deixando a quem
dezejar o direito de gritar: viva o triumpho das
barrigas II..
Mas, como ia dizendo, nao podia deixar de
acontecer assim, conside^ando-sc como foi sabia e
bem barrigalmente planejaJo o ataqae das bar-
rigas grandes, contra a sucia dos bandulhos ca-
ninus, qae o=triflcado3 a idea ficticia do infer-
no bicho inventado pelas grandes barrigas, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
vam a mais ab^urda das monstruosidades : a
infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a forga de tripadas queriam
hypocritamente alimentarem a pelluda e famigera-
da ex-qucstao do dia centopea negra que en-
rolada no capote chamn-cado da inqntsicao, pre-
tendia assar o mundo das barrigas, privando an-
tes a humanidade de ganhar dinheiro e de em
tempos como o De fazerem penitencias
Enchendo bem as narrigas,
Pois nao 6 tempo de brigas,
E sim e, de abslinencias.
Mas, como ia contando, custon, porem aDnal,
depois da rasprada que Ihe passou no pescoco os
poderes poderbsos, a cabeca foi parar no fan-
do do rio e o rabo. como ruim de csfollar, ficou
no secco exposto aos pontapes de qualquer gato
Eingado, deixaudo e verdade, magra as collegas
arrigas, qae de*peitadas vao tratar do se nutri-
rem, vindo ao armazem do Campos, a rna do Im-
Serador n. 28, onde com certeza encontrarao alem
o que desnjarem_, o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacaJhao ; peixes de vinte qualidades
em conservas, sardinbas em latas, camaroes sec-
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lagostas, salraao,
batatas, arroz, feijao, cebolas, azeite, vinagre
raanteiga ingleza e franceza; doces, fractas e
cintoenta qualidades de viphos finos do Porto e
ontnre Untas de outros lugares mais afamados de
Portugal, alem de um completo sortimento da ace-
pipes raros, deliciosos e que
Cahindo em qnalqaer barriga
Ba a melhor digestSo,
E ao faz mal a bexiga,
Como comendo, verSo.
wSSBr&g
agna
DE
MIRBVV A LV\MA\.
Uma pura distillagao das.mais raras fib-
res dos tropicos. Conte'm, para assim ui-
zer, quasi o odOr odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia e" quas
iuexhausta ainda mesmo por continuada
c/aporac3o e diffusao. N'este respeito e1
i.icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
UESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E um certo e ligciro allivio. Com o bom
."in, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
Mexico, America Central, e do Sul e n6s
am toda a confianca o recommendamos
como um ar'tigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, n8o
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZ.4S, EMIrOLAS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cflr clara a complei-
fao nublada, sendo applicada depois d
barbear, evita a irritagao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do c/garro desapparece, e me-
Ihora a condicSo dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitacOes, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar somente o
o famoso perfume a cosmetico do sul da
America, cham
Attla FLORIDA
DE
MURRAY ft LV\MA\.
Sj acha & venda em todos odrogu
perfumari as da moda.
CMALES BARATOS
a 29, 29500, A9.
0 Pav5o vende cbales a emitacio demfr
rin6 a 29, ditos de merino lisos de todas ai
cores a 29500, ditos de merindestampados,
muito finos a 49, {ditos finissimos com lis-
tras desttda a 695*0, ditw muito fiuos da
crepom a 109 e i29-
AI^*do enf *! 9 e 19* SO
0 Pavio vende algodao eufestado com I
palm os de largura, proprio para leacoei
sendo do mais encorpado qua tarn vindo ao
merca\>, Bso ajl9- a-vara e trancadoa.....
19280.
ATOAIHADO A 100, 29, 5*.
' 0 Pavao vende atoaihado trancado com I
palmos de largura a 19200 e 19600,- dito
adamascado a 29, dito de linho adamasci
do a 39 o59-
SEDA PARA VESTIDOS
* 19600 e 29.
J'O PavSo vende-um bonito sortimento dt
sedas com listrinhas proprias para ve6ti
dos de meninas e de seubora a 19600 o co-
vado, ditas lavradinbas a 29, os padroes sir
muito bonitos e vende-se por este preco par*
acabar.
Botinas a 5 OOO
0 PavSo tem um completo, sortimento d
botinas muito bem enfeitadas para senhorai
e vende pelo barato progo de 59, artigo qu
em outra qualquer parte custa atj e 7f.
LENCOS BRANCOS
a 29000.
0 Pavao vende lengos brancos abainha
dos, tanto para homens como para senhorai
a 29 e 295OO a duzia, ditos de esguiao
cambraia de linho tambem abainhados 1
39500, 49, 59, d.tos francezes escuros, par;
rape* a 69, a duzia.
CAMISAS PARA HOMEM.
0 Pavio vende ricas camisas eom peitc
de linho bordadas, proprias para noivo
tOjJe 129 cada.uma, ditas 4e linho sen se-
rem bordadas a 49, 49500 e 59, ditas 00c
peito de algodao muito finas a 29, 29500
39, ditas de chita flna miudinha a 29,29500
e 39, assim eomo grande sortimento de ce-
roulas francezas tanto de linho como de al-
godao de 19600 ate* 39, gr;-nde sortimento
assim como um elegante sortimento dos mais de meias cruss inglezas de 49 ate 89000 :
bonitos chales demerin6 e com listras de seda. | duzia.
Ceroulas francezas de linho e algodio, para todos os precos e qualidades, assin
como grande sortimento de meias cruas, camisas, colerinhos, quo tudo se vende poi
precos muito razoaveis.
iffiil
ANTONIO JOSS DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
Querendo definitivamente liquidar este negocio, vende todos os que tem, novos i
asados, pelo preco do custo de factura.
T^imbem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos liudos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande qu*
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
A.NNEIS electricos para curar dores de cabega. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
SRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com 13 ou seda.
VERDADE1RA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
FUMO DO PARA
0 verdadeiro fumo de Borba, em chicote, picado, desfiado e crespo, assim
como cigarros do mesmo fumo ; na fabrica a vapor, antiga rua dos Quarteis n. il.
Na dita fabrica, os Srs. fumantes encontrarao os seguintes e bem conhecidos
fumos manufacturados na mesma casa,
Flor do Brasil
Novo Caporal
Bes Bird'seye, (Olho Vende-se a retalho, e em grande quantidade se faz grande abatimento.
GRANDE
Pan acabar!
Ricos chap6os para senhora : so na rua Duqne
de Gaxias n. 60 A loja da esqaina.
Na rua do Rosario daBoa-Vi&ta n. 24 ven-
de-se um compendio e quatro expoailores ou to*'
terias do 1 anno, por 30*000.
Precisa-se alugar uma escrava qae saiba
ozinhar: na rua Nova n. 7, loja.
Casa no Monteiro.
Aluga-se a de n. 6 > junto ao sobrado, com quin I
Ial e sahida para o banbo : a tratar na roa d-
mperador n. 57, 1 andar- o
Aluga-se osobradi de um andar eaptjo
coaunodw para grande familia, sito i ruA di
tas n. 17, e a loja do sobrado sito a in
Pedro n. 17 A : a tratar na rua de Hortas a
taverna.
Mas, como ia fallando, iamos entrar na, vida de
optr'ora, islo 6, na epoca das festas, e portanto
vamos ter festas, festas e mais festas, e como. todos
cornem das feelas, visto que uma parte da para as
festas e tres recebem para preparar as fetas 6
SeiroqMia%bos^^^ *fcj V'38'! Wtbon Rbwe & L. vendem no sea armazem
qeeiro, saia aos coires aos amantes orthodoxos e i Pna na nnmmprpin n l4 '
so va familiansando oom as alcibeiras vasias dos % j^^StSerci0.n- f* ;,
nftiwiitartn^ ip^ unw ? !.; J verdadeiro, panno de akrodio azol amerioano.
necessitaaos, e eiies toi aua vez venham ae arma- vweMmtt, fin de \ela
aem do Campos a rua do Imperador n. 28, prepa- SaaaTde 1-oaSdadii
xarem-se para a quaresma, tempo de abstinences vilhoVlbraeanx
* no qnalse come seral.ceoca comprarefli o qae cvio de Pedm de todas as mwUidad*.
*a de mau.gostoso, saboroao, cheireso e tudo que ~ rrn*iiflao*.-----------_
acaba em ouso. Vende se uma taverna na rua das Carro-
Dizer aos amantes
Dos generos especiaes
ese querem ser fslizeg
mm rA e quantoante^
L"T a capisa mptrjj.
impos njo ter riaes
ier ?6 fcrnecer
fa?, gpsto e Piiuer.
cas, esfjuina da rua de S. Joao, com boa casa de
| vivenda e bastante= commodos para familia : quem
' pretendela dirija se a mesma. ^^^_^_^
Jaboatao
Vende-se uma casa na pqvoacSo de Jaboatao,
eom 3 quartos, 2 salas, copiar, t^gabinete e eozi-
S. com grande quintal para o rio.: a tratar na
do Goronel Suassuna a. 286.
Em
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, e o mais largo qae
vem ao mercado, e qne se vende pelos diminutos
precos de2J00, 2*800, 3*200 e 3/500.
SO- NA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA DAS
TRES PORTAS DE
Guilherme & C.
Junto a loj* da esqaina
Nao ha Dak cabellos
brancos.
TINTURARIA JAPONEZA.
So e unica approvada pelas academies de
sciencias, reconbecida superior a toda qae
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal I rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. SI, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Rua do Brum n. 76
Vende se rinco puro de superior analiaade,
proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal-
mos da comprido e 4 de largo, por preee mniu
em conta.
Asunicas verdadeiras
Bichas hambargaezas qae vem a estemarca4o:
na rnr Marcruez de olinda n. 51
Lnva de pefiica
Amaral, Nabuco & C. vendem lavas de pstkca
de cores com ioqne de mofo a U, iaSOO e 14 o
par : no Barar victoria, nut do Bario 4a Victo-
ria n. 2.
Lindas las escocezas.
De varios aaarfies, e inteiraroeote modernaa, a
360 rs. o covado : na ma Primeiro de Mafffo
antiga do Crespo n. 13, loja das columnas, de Aa-
tonio Correia^de Vasoonceilos.
Bazar Yit'-alorta.
VENDE-SE
ama casa na villa de Barreiros, na roa do Com-
tetdo, por preco modteo: a trataf'com Tasso
Este estabelecimento acaba de receber eooipte-
to sorlimento e cintos de coure preto mm vsl-
la e oorreote de metal, punhas gottiBiws 4e 1
nbo e gravatas escocezas, tudo paxa i
roa deltario da Victoria n. 2.
Vende-se uma casa terrea, sila
MarMa *Hervri n. 99: a tratar com o
dadof Maaoal AhM Oaam, eat eon -
Ptederico Gaarta_________________
Alpaca.preta
9m. flores de cores, nadroes as
v mercado, a 900 nls o covado.
Ii* ; dao-se amosSras : na roa de
, defronte da pracinha da Indepeodeada.
.
\
r
i

i
i
.

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X



Diark de ffernanitooa Quarta ieka 19 de Jkf6W*&'tf* 1*7*

*


*
;
UNIGOS AfiENTES
Una. do Baro da Victoria n. 28
U mais simples, as maisbaratas e as melhores do mundo!
H* exposicSo de Paris, em 1867, foi concedido a
Eli&s Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
5*0 da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas d* tauado.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Rufr,4,a.,.rmpexa.tr.iz a- 7.2
mi
da e transparente, a 3$, 3-JS500, 4JS000 e
o$8Q0.
LAS(9HASA.^pQ.RS..
Vende-se lasinbas para vestidos, a200>
320 e 500 is. o covado.
ALPACAS 4 640RS.
Vendt-se alpacas de. cores com listras a 64.0
e 8Q0rs. o covado.
GRAMDINE A 809 RS.
Vende-se granadioe preta com listras de
cflres, para vestidos, a 800 rs. o co-
Estadoa-Unidos por ser o inmitor d* maduua de cos- vado.
Uureneo Pereira MeiidesGuim-araes
Declara aos seus. freguezes que tem resolvivQ fazec. uma. graode, liqu,idac$o, ate o
fim do corrente anno.
A SABER :
CAMBRAIAS BRANCAS A300QJ. j Ditos de peOba,, a 2$,.3*000 e 4*000,
Vende-.se pecasdecambraiabranca, tapft- Ditps.de massa, a 4J&OO0V
tara.
A medalba de ouro na exposicio de Londres acreditam
estas machinas.
A 90J000
POUPELLNA JAPONEZAA 19800.
Vende-se uma fazcnda nova com listas,
com o noraode poupelina japoneza, propria
para vestidos de senhoras, a 19800 o co-
vado. Todas estas faiondas sao vendidas no ,
Bazar Nacional, & rua da Imper uriz n. 72.I
CORTES DEGASSA A 2850, ,
Ycnde-se c6rtcs.de cassa para vestidosv:
Cabe-nos o dever de annunciar que a corapanhia das machinas de Howe de Hour com i0lOvados a 2&50Q.
.erJt, estabeleceu nesta cidade 6 rua do Bwao da Victoria n. 28, urn deposito e agenda j fHlTAs'LARGAS A 240 Rs
rral. para em PernamW-o o mais provincias se. vendorem as afamadas machinas de cos- j Vende-se cbitas francezas, largas, de cflres
era <* Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho, fas & 24o 300 320 e 3G0 rs. o co-0
rjarogando Uma agulha mais curta com a mesma qualidade delinhaque qualquer outra, Vad'o.
i la introduccao dos mv aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
Ccrecer a? exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas maclimas sao as segu&nles:
frimeira.0 publico saboque ellaasioduradouras, para isto prova incontestavel, a
ir*Bmstancia de nunca terem apD*r^"*io no mercado machinas d Howe era segun-
* mio.
Segunda:fl5$snl o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Tarccira.Ha neHas menor frtccio entre as diversas pegas, e menos rapido estrago
,ue nes outras.
Quarta.:Forraara o ponto como se fdra feite i mlo.
Qtrinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nSo consegu
ju qetras.
Sexta.Fazem ponto miudo em oasemira, atravessando' o fio de um a outro lado,
logo em segoid*, sen* modiiicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
PERFL1MARIAS EM IIQUIDACAO.
Vende-se sabonet#s de diveqsos tamanhos,
a 120, 200.e 34Q..320 ffr* todo bom.
Franco de baaha, a 160, 320 e 400 rs.
Frascos com agu^de coloniq,,*, 240 e 320
rs. cada um. E outros muitos extractos que
se vende rauito baratp para liquidar.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas. felpudas, a 800 rs. cada
uma. Lencos brancps, a 29000 a duzia, e
39000 abainhados, fazenda que vende-se
por 59000.
GRAVATAS PRETASA 500 RS.
Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
tasde cores a 200 rs.
Chapeos para baptisadoa de meninos, a
3J7000.
BENGAUS E CHICOTES A 800 RS.
Vende-se bengalas e chicotes, a 800 rs.
Setima.O compresso> 6 letantado com a maiorfacjlidade, quando se tern de muda?
aju}haao coiio'ecar nora costura.
Oitata.M'aitas companhias de machinas de ccstura, tem tido ^pocas de grandeza e
eadencia. Machinas outr'ora populares, sio hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
isdan^as radicaesparapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
optando a opiriiSo de Elias Howe, mestre em airtes mechanicas, tem constanteraente
tfmentado o seu fabrico, e hoje nSo attende a procura, posto que fa^a 600 machinas
*r ilia.
Cada machina acpmpanha livretos com instrucjoes em portuguez.
do Barao da Victoria
DE
fazendas finas
Rua Priirieiro de Mar DE
Cordeiro SimSes^G.
E' esta timvdas casas que boje pode com pji-
tnazia ofTerecer aos seus fregaezes um variadissi-
mo sortimehto de fazendas mias para grande toi-
lette, e hem a&im para Uso ordinarto de todas as
Masses, e por pre^os vantajosos, das qaaes faz am
pequeno resumo.
Mandam fazendas as casas dos pretendentes,
i ara o que tem pessoal necessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas c5res.
Grosdenaples de todas as cures.
Gorgurio branco, lizo, de listras, preto, etc.
Selim Macao, preXo e de cores.
Grosdenaples preto.
Vellado preto.
Granadine de seda, preta endc cores.
Popelinas de lindos padrSes.
" FU6 de seda, branco e preto.
Ricas basqoinas de seda.
Casa'cos de merind de cores, la, etc.
Mantas brasileiras.
Coites com cambraia branca com lindos borda-
dos.
Ricas capellas e mantas para noivas.
Biqaissimo sortimento de las com listras de
-eda.
Gambraias de c3res.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de- lindos padrOes.
Baptistas, parfroes deiicados.
Percalmas de qnadro?, pretos e brancos, listras,
:tc, etc.
Brins de linho de cor, proprios para vestidos,
com barra.e listras.
Ricos cortes de vestido de linho, com infeites da
raesma cor, ultima moda.
Ditos de cambraia de cores.
Fnstao de lindas cures.
Saias bordadas para, senbpras.
Camisas bordadas para senhoras, de linbo e al-
godio. .
Sortimento de'luvas da verdadairi fabrica de
Jouvia, para hameQs ea^Dhotas.
Vestuarips par,a meninos.
Dilos para bapttzado.
Chapeos para dito.
Toalhas e gnardanapos adamascados de linho de
cor, para mesa.
GoJchasdelJ..
Corunados bdrdado?.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
nas.
Ditas escoc^zas.
Completo 'sttrtimento de chapeos de sol para ho-
iiens e senhorai.
MwiB6dec6re,par;a vesting.
Dito preto, trancado e dito de verao.
Atoalhado de linbo e algodao para toalhas.
Atoalhado pardo.
Danasco deria.
ftnns.de^iaho, branco de cores,e preto.
Setim de lindas cores coto listras.
Chales de merino de core's e ipretos.
DrtoVfle'easemif a:
Dilos de seda preta e de cores.
Pt^.#touTOim. ,, ,,.,
Camisas de chita para' homeus.
Dttas'-deflanella.-
Cerootes de linho e algodfc.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e codso-
Lec^'bordad6s e de ^h^HhtHd.
Cojmi de crochet
tarMBU de tolas as cores.
Bicos cortes de vestidos de tarlatana bordadoe
para cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas c6res.
Meias de seda para senhoras e meninas. 1
Ricas fachas de seda e la para sennoras. |
Rio* sortimento de Jeques de madrepcrolas i
OS90.
Damsisco de seda.
Ricas cftapeose ehapelinas para senhoras, ulti
^P4a'
Chitas, madapolao, panno fino preto e azul, col-
larinhos, punhos de linho e algodao, gravatas, la-
vas de fio de Escossia, rapetes de todos os tama-
nhos. bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, len?53 de linho branco e de cures, toalhas,
guardanapos, etc., etc._____________________
VENHA.M VER
A NovaEsperanc^a, araaDuquede Caxias n. 63,
apressa-se em convidar a seus fregaezes, com es-
pecialidade ao hello sexo a virem apreciar os se-
guintes artlgos expostos a vcnda e todos por precos
commodos, como sejam:
FINAS BONECAS mansas e choronas.
BONITAS E ENGBAQADAS vistas para sterios-
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
. ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninas.
BONITOS VASOS com fina banha e cheirosos
extractos, trazendo cada frasco um noaie, uma ini-
cial ou am distico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo entre ellas cor
de carne.
Para quern gostar.
A' Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de Teceber tentos e caixas para o jogo de
Voltarette.
Para quern MlTre das pernas.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber as procuradas meias de bor-
racha'.para qpem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo e completo sorti-
mento de flores artificiaes das melhores que tem
vindo ao mercado
A eBas antes que se acabem.
Costumes para crianca.
A Nova Esperanga, % rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber bonitos costumes para crianca
e esta se vendendo por precos razoaveis. ...
CASSAS DE CORES A 260RS.
Vende-se cassas francezas fuias.de cores,,
a 2G0, 320 e 400 rs. o covado.
SAIAS A 25000.
Vende-se saias brancas com barras de cd-
res,a2a00O.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para cobertas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA HOMENS A GJ>00(r A DUZIA.
Vende-se meias cruas verdadeiras, para
homens, a 69000 a duzia, a qual val
85000.
CHALES DELA A 800 RS.
Vende-se chales de la, a 800 rs. cada
um.
CHITAS. FISAS A 400 RS.
Vende-se chitas finas de campo largo, fa-
zenda muito boa, a 400 rs. o covado.
CHALES DE MERINO'A 25000.
Vende-sejjchaks de merin6 estampados, a
29, 39, 49000 e 59000.
Ditos de listras a 59000 e 69000.
BRINS EM CORTES A 19500.
Vcndo-se cortes de brim de cfires e pardo,
a 19300, para liquidar.
COBERTAS DE CHITA A
Vende-se cobertas de chita,
29000.
RRIM PARDO E DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim pardo e de cores, para rou-
pa de homens e meninos, a 400 rs. o cova-
do, para Hquidar.
COLXAS DE CORES A 29000.
Vende-secolxas de cores para came, >a 29,
e49000. u v
TRANSPARENTES PARA CADEIRAS A
19500.
Vende-se transparentos para cadeiras, a
"19500, para liquidar.
BONETS A500RS.
Vende-se bonets.de seda para homens, a
500 rs.
CHAPEOS A 29500.
Vende-se chapeos de castor para irenmos
e homens, a 29500 e 3900O.
19600.
a I9600 e
cada uma, para liquidar.
GRANDE LIQUIDACAO DE RQUPA FE1TA
Vende-seceroulas de algodao, a 19000.
Ditas do liubo, a 19C00 e 29000.
Camisas de chitas finas, a 1C6O0.
Ditas de peito de cores, a 2S00O,
Ditas brancas finas, a 29Q00, 39000 e
49000.
Calc,asde brim pardo e de cores, a 29000
e 29500.
Ditas de casemira de cores e preta, a 59,
69, WOO e 89000.,
Palitots de alpacas de cores, a 29500.
Ditos pretos, a 39000 c 39500.
Ditos de casemira de cores, a 49 e
69000.
Ditos ditos pretos, a 59000, 69500
89000.
Colletes de casemira de cores, a 29, 39 e
49000.
Camisas de fianella, de cores, a 29000 e
29500.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pc<;as de algodao, a 49, 59 e
69060.
CASEMIRA DE COR A 29500.
Vende-se casemira de ceres, a 29500 o
covadot
MADAPOLAO A 89000,
Vende-se pe<;as de madapedae enfestado.
a 39000.
Dito- inglez, a 49600, 59, 69 e 79000 a
ppfK
BOTLNAS A 49500.
Vende se botinas para senhora e meninos,
a 49500, *9 e 69000,
Ditas de enfiar, a 29000.
Sapalos de tapete, a 19500.
Ditos do tranca, a 19800 e 29000.
BRAMANTE A 19600,
Vendd-se bramante com 10 palmos
Inrgura, para lenses, a 19600 e 29500
metro. E outras muitas fazendas propria
do mercado, quo se vende sem reserva, de
preco, pars liquidar ate o fim d > correute
anno, por isso convem aos compradores sor-
tirem-se de fazendas baratas, para a presen-
te festa que esta na porta, d rua da imperatriz
h. 72. Baznr Nacioual.
A' ruatf CtlbHKA n. 1 A.
Oa proprietaries da Predilecta, no intuilo dt
conservar o hum concetto qm teem merecido di
respeitavel publico, dislinguindo o sea estabeleci
meoto dos mais que negociam no mesmo genero.
veem scieatificar aos seus bons- freguezes que pre-
veniram aos seus correspondentes naa diversas par-
cas d'Ehropa para Ihes'envfarem por todos ospa-
qiletes os objectos de laxo e bom gosto, que se-
jant mais. bem aceitos pelas soeledades elegantes
daqueUes paiies, vislo aproximar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta linda Yeneza
mais ostenta a riqueza de suas toilleltes ; e co
jino ji recebessem pela paquete francez diverso
arligos da ultima moda, veem patentear algnns
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencla.
Aderegos de tartaruga os mais lindos qne teem
vindo to mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d
velludb, sendo dlversos tamanhos e baratos pre-
cos.
Aderecos completos de borracha prcprios para
Into, tarobem se .vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
BOtSes de selim preto e de c5res para ornato de
vestidos de senhora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
to de seda, de palha, de chagrim, etc., etc, por
barato preco.
Boner as de todos os tamanhos, tan to de loaca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mog a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criaucas um pooco im-
pertinentes por falta de um objecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para bomem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algodac, de diversos pre-
cos.
Caixinhas com masica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tarapas e proprios para presen-
ter
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tes.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com vdo para noivas.
C.alcas bordadas para meninas.
Eniremeios estampados e bordados, de lindoi
desennos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exi.-te um
grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de cba-
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muilo lindas.
Flores artificiaes. A Predilecta prima em con-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
tas flotep, nao so para enfeite dos c~bellos, como
tambem para ornato dc vestido de noivas.
Galoes de algodao, de 14 e de seda, brancos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
Eerola, marfim, os-o e velludo, tudo que ha de
om.
Pentes de tartaruga e marfim para ahsar os ca-
hel'os ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, osso e dourados por barato preco.
Perfuraarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
Erovida, nao so em extractos, como em oleos e
annas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricates, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica.
Coudray, Gosnel e Bimel ; sao indispenstveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Becebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para,baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais modernos, recebeu a Predilecta
vende por barato preco, para ficar ao alcance
qnalquer bo Is a.
Rua do Cabuga n. 1

Tem skIo a^nlsfa ao prifo
Durante o esjm^o
DE
4 0 A S If 0 S.
SAliSAPASOHLILV
DE
RWSTOL
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL purv
fica a massa do sangue, expelle para fdn
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes, d& vilalidade
energia a todos os orgaos e dd forca e ri-
gor ao systema afim de podcr molhor resis
tir a todos os ataqnes da ok! n:iidade. E'
pois este um rcmedio constitutional. Ell*
nunca distroe afim dc poder curar ; porew
constantcmente assislea natureza. I'ortantr>
em todas as doencas conslitnciomiex e em to-
das as moleslias locaes dependent* d'um es-
ladovicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, ackar-se-ba que a Salsaparrilba pi
Bristol e um remedio seguro e elficassii-ii-
tno, possuindo inestimaveis e iucuntesUWMS
vrtudes.
As curas milagrosas de
Itacroftilas,
(Jlceras,
Clsa^as unt ifzua,
ENFERMIDADES S\ I'll 11.1. ERYSIPELAS,
RUELMAT1SMO.
NEVRALGLAS,
ESCORBl TO,
ETC., ETC., ETC..
que tem grangeado e dado o alto renor. c
Salsaparrilha de Bristol
por tolas as partes do universo, sio tao so-
inente devidas d
UMICA LEC1TIUA Z WHUMI
SolsaparriUia de Btistoi
NA PHARMACIA CE.MHAL
VSBSASSS IMPSSTA^TZS
Lindo chfariz.
Vale-ss nor pre^.i barato um rico chafaru
de marmore nroprio para jardiui, o qual se acha
armado na .flicina de marmore do 8f. Lima, a
rua do Imperador para quern o quizcr ver :
tralar na rua do Crespo, lnja d-PasMjMMa
arco de Santo Antonio.
J. 0, C. Dovie.
Tem para ve i c :
Cognac de Heanesst, superior e v j
Vinho Xeris das nwiborefl qoahd
Bitters de Angostura.
Whisky-
Cha preto em lattas de 10 libra.--.
Todas as preparacoM chimicas do br. Ay :t
armazem da rua do Coipmarcio n :t? __
g AguarJeMe de ranna exiia-iina, ;n ^.i>
e duzia : raruado Encantaniento n .">
0 Exlracto tomposto ae
Veriiizes espccia'es para carrtia-
gens.
. verniz superfino para caixas de carrua-
! gens.
VERNIZ SECCANTE.
MistUra-se com as tintas de apparelho, e
sobre tudo com as tintas moidas, para que
sequem mais facilmente e para lhes dar
mail consistencia.
NURTIMENTO
<\ X iva Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, rjceben am pequeno sortimento de anneis e
pnlseiras electricas, proprias para ^nem soffre dos
nervos.
Os verdadeiros
Vinhos de Bourgogne
das ipareas
Chambertin
Pommard
Yirits
Vblitoy
Beanne
Monthetie
Dito Bordeaux era quartollas.
PARA LIQULDACA6 BE CONTAS
Larga do Besario 34.
Rotica.
Este verniz, cuja falta aqui tanto sentem
os Srs. fabricates e possuidores de carrua-
gens, acaba de cbegar para seu unico depo-
sito, das seguintes qualidades.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE j Como nao e* necessario dar lustro a ultima
CARRUAGENS. demSo de verniz empregado nas caixas de
E' um verniz- muito claro e duravel para carruagens e no dos jogOs,; convem dd k
as caixas de carruagens, para todas as de- n'um local separado aonde n3o haja pd.
maos, ou para a ultima somente, sobre Quando a obra urge,- deve pOr-se A sombra
outros vernizes. A superficie secca em 12 e ao ar iivre depois de secco, isto 6, passa-
horas, depois das quacs se expSe ao ar por das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
algum tempo, o que faz endurecer, e passa- uma esponia humida. Quantas mais VCMCJ
das 15 a 18 horas pdde passar-se a catxa a sefizeristo, mais brilhante ficard o verniz,
pedra pome e dar-lbe em seguida outra de- e mais depressa ss terminart a camragerr
m3o. Do-se com facilidade tres demios ^em cas0 necessario tres dias depois da ulti
deste verniz sobre as tintas, em tres dias. ma demSo). Durante as duas ou tres pri
A primeira demao servindo de apparelho,' meL-as semanaS deve-se lavar a carruagere
ajuda a seccar as ultimas demaos e produz' c0m agt,a fresca, depois de ter ser-
um excellente brilho. lidido.
estrangeiro.
Paris n'America, a rua Du-
que de Caxias n. 59
primeiro andar, acaba de receber um completo
sortimento de calcados estrangeiros para homem e
senhora, vindo entre elles um lindo sortimento de
elegantes ehiqnitos, 9apatinhos e botinas para
criancas, que tudo vende por precos razoaveis.
Verniz superior seccante para
carruagens.
Este verniz 6 da mesma c6r que o ante-
cedente, mas endarece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
obras urgentes, e p6de misturarse com o
anterior. A duracSo do verniz permanente
diminue na proporcSo da mistura. ...
VERNIZ SUPERIOR ELASIICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nflo e tio claro como o ^yernizDara as
caixas das carruagens. Emprega-sfl' nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pci-
meiras demSos' sobre cdres escuras., Pdde
passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
podendo dar-se em seguida outra demao.
Verniz preto do Japjto, superior.
Para trabaihos em preto de carru'ageni:
Produz o preto mais escuro e brilhante, a
pdde passar-se a pddra pomes, 10 horas de-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
fundo preto e cobrir-e com outras duas de*
verniz quese empreg'a nas caixas das carrua-
VERNIZ PARA COUROSj BRitEA^TE E
ELASTICOj>
Este verniiy contend na sua composic^i
grande quantidaded'-uma substancia,, njutti
semelhante ao azeite denom in ado pieds oczuf,
e o unico que dd flexibilidade ao couro ve-
r&o envernisado. Em geral basta uma 'de-
mao que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois de ter HmpO
0 couro com agua-raz. Exposto ao sol seo-
ca em 1 ou 2 horas, e a sombra mas ao ar
secca era i. Em tempo bumido e inutil tal
trabalbiQ,j,por,-qA*e n8o 6" possival tornar o
verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparelho.
Depois do ter apphcado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'um intervallo de 8 horas, de-
ve-se deixar a obra inlacta por 2 ou 3 dias
no fim dos quaes se pode pulir com extre
ma facilicidade. E' essencialmente neces-
Os frascos devera conservar-se semprt
hermeticamente tapados, o resto do verni?
nao se deve deixar ficar no frasco, e pdd*
usar-se para as primeiras demaos.
Nao deve misturar-se com este verniz ne-
nhum outro ingrediente, nem agua-raz, e
de nenhum modo com o seccante. E' pre-
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e c
melhor i servir um piucel para cada ver
niz.
Deposito unico para o Brasil, Bartholo-
meu & C, Perhambuco, Rua do Rosa-
rio n. 34.
A" rua do Urespo
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Cnegdn esta fazfad*, com -adrocs intoiramente
bovos, e que se vende pelo dlminmp Dreco de 200
rs. o ^ii^^sm^^-
GuteMib &Vpntifo- albja
da esquifia
I I) lillll.llnlli tltl,'. (, A,iiI,.ii..|> n-----..I ......
Gratote prtfefngta a< \W re
C*a la, padroes noVds. e d*1 nials goslo que
ii vindd ao mercado, s6 na rna i do Queimado
43, loja de Guerra & Fernandea, pclo diminu-
preco de 200 rs.' o covado I
Uieguem freguezes que se acaba
Menino, olha.
MEDICINA
Preparado por
Lanman & Kemd
para taiiiaca
toda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamentt
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificado chimi-
calmente, e suas
valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodf
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido subroettido
a umexame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanno!
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO EUM^ODER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhao, e na-
qUelle rto qua! contem a maior por(j8o desta
invaluhvel propriedade, e o unico meio para
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO;-BOFES* FIGADO,
bronchisfes, asthma, catharrho,
tos^e, rtSsfriattie'Qtos, etc.
Uns poucos frascos da" carnes ao1 muito
magro que'seja, clar^a a vista, e di vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo ow
nb-fecido na medic ina bu seienci*, d< tanto
tttfffim'ehto aCsVstema e incommodando quasi
ntcdk o ert'dmago;
AspessOa,sf Knja prganisacao tem sido des-1
truida pfela*'aflec5eS dte
ESCROFULilB OU RHEUMATI8M0
feto^a's,hriue!lW,'(jadigestao se acha com-
plettmeW^at'rlitajhda, de^^m tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHAO
A
M
**-
Ao n. 9
. Nn Progresso do pateo do Carmo vende-se man-
teiga ingleza muito boa a IS; assim como conti-
nua'a er fconi serMmento para qualquer chefe de
'fanwlia fazer sua despensa, que encontrara pregos
mais commodos do que em outra parte.
Vende-se 12 pipas em barris com muito bom
mel, prompto a embarque : no caes do Ramas
0,41
Lenco a Seis vintens
E'raulw feloilmparo narit na oia*a ja
qoeta, coi*o muitos castUmam ftrer, tendo lencos _
de caiiB'finot com barrinha a 120 rs. cada um : Pacheco 4 Azevedo tra para vender ta
na loja da Rosa Branca, ma da Imperatriz n. 56,|piooa de ararnta, qualidade especial, em seu ar-
j sarid cobnr este verniz com duas demaos ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
0 PURIFICADOR DO SANGUE
Para curar es$as moiestiat q\u prorem de tieiv o #
purmm do Sangue, e da Ecrcfula.
MOLESTIAS CUTANEAS. CALLOS. MANCHAS.
IRRUPCOES. ETC.
Rheumatismo e Gotta, Dores e
Affeccoes dos Obso, Mai doa Ol-
hos, Debilidad* on fraqueza geral,
Dyspepsia, Incommodo do Fljrado,,
Uma falta geral de eaude e uma*
dlspoBlcSo racU so sofrtimanto, tm foliar it
larios mtroi inoommodot, algnwu piptenot, outros ttrio*,
8iooireeoltsdogeooueqaeneUa que mail tardeou mas
cedo ocoorrem.
AS MOLESTIAS de qne padece o tezo /rminm", tW-
bem, quasi tempre sao devidas i t caaan.
O nnico tratamento efficaz a I .
maneira aegnra de readquirir asa-_ i
de restabeleeer o corpo, t medlar
crapngo fiel constant* de um Fttr^
/lemdor Jlltimmlecomo a
SALSAPARRILHA AYER.
SBlsncli medics spreeenta t<> (
dW so poxo como o meUior e o saasi
seguso que ella conbece para o la
desejado.
Mem da raiz da Saltaparrilha ella I eompoitn dot pit*
cipaei lubitaiciai medietnaee i oexperunci-t lem dim *-
trado terem at melheret guenrnece a witureza a
arte Um detcoberto para m-Htfar do tangut edot kunorrr.
etict v*ciot e corrupftet q%Oo agermmde tanlamoUttt*.
Logo que a SAUATamm.H* ATE* haja p -nctrado t
eystema, comeca entXd a otrrs de rettabelectmento.
Klo e n'um momsnto nem cm um dia
que a molestia desapparece.
Pouco a pouco, degrao sobre degrao,
o sangue tss readquhindo sua puma, o '
sal :T*e cedendo e a snaOe, o vigor a
robust, spparecem!
Medicos de alta reputseio concordam
no valor e utUldade d'este lnestimavel remedio.
Todos os dlss kpparecem novas provas da suss vtrtudos.
Tsdrjs os dias aogroeMa o consaato.
0 povo todo, lntelligente e observador v n'eOe um meto
fidedigno de livrar-se das suss prlndpaas dusasss **
reetaatar sua saude e -per consegulBte tornar mail alecr*
sua ezlstencia e mais duradoura a sua vida.
JP am lijMcsJtoo contra grand* part* chrvniemt, MheumatUmo, tnolettiat cmtmmomr, etc.,
jae too cautadas pela Ittftcftto eenerea, ou antiga dada.
OC \.'/^>' ilnisaliss aes> das outras *
que soffra o povo, ao orifaasm
n'um estado doentlo lawUiH
dossngue.
Logo qne este alimento 4s nisi*.
__ nao stiver puro e ou qu- as
acbarcsrregado com a lnfecelo da :;poilis (tains J**.
asncfl passados), a molestia ha de appannur sob aasa
otttra (orma e aprstentanso diBerantss syastossas.
FXXPAKADO rOBl
Dp. J. O. AYEB & CA- ell. *Taje>,
Estadou Uni<
VMmiwt trtUtM *
laS^I
W'/I^W-

I ILEflKL
sVassssw^- -^m^^^m^^^m^.



sw-wsaKSX- si


8
Diario de Peniambuea Quark feira 18 de Fevereiro de 1874
JDRISPRDDEWCIA.
Relatoria
A RESPEITO DO PJEOOCIO DO MARECHAL BAZAINE
EX-COMMANDANTE EM CHEFE DO EXERCITO
. DO BHETiO,
.AOMftNCIA DE 11 DS NOVEMBRO
(Continuapdo }
Dirigi ao general Changarnier copia da
carta que tinha escripto aos commmdantes
de corpos, e creio que lambem dirigi ao ge-
neral Soleille Quiz espslha-la nos cam-
pos, n raiAo de 200,00 exemplares. mas
nfio oncontrei impressores. Alguns dias
depois foicharnadooSr.Birard, e foi race-
bidopor um general, quo Ihe disse: Agra
dego-voso offorecimonto que tendes feito
de fundir gratuitamente projectis, mas devo
fazer-vos observar, que se n8op6ie fabri-
car bea um projectil de guerra, qu ndo se
nao tern frequentado a escola polytech
nica.
0 Sr Girard respondeu que tinna fre-
quentado unicamente a escola central, mas
que tmha a seu favor a pratica, e mostrou
projeectis que elle linba fabric* lo. Ob
ji rmliooa o general esfregdtl lo a testa,
nao me'fazeis desvTar n l^9 (,d, quo- se S9
nao sahe da escola polylechnica-, iioi) se
sabe fazer um bom projectil. n
Nio lbe mandaram pois fazer nada, como
desgragadameutc eu tinba o presentimento.
Depois da capitulagSo fomc visitar as obras
prussianas em torn>> da cidade, essas famo-
sas obras, que tomnvam, como se dizia,
i'Hpossivel qual^uer tentativa, e compara-
nio-Ios aos pianos que se tiuham mandado
fazer no estado-maior francez, sem duvida
para desanimar as .tropas. Foi-nos" faeil
conhecer que tinham 3ido singularrrreote
etageradas, e que sereduziem a inuito poo-
ca cousa.
A testeflonha deve sjr ocvi Ja em uma
occasiao posterior. 0 seu depoimenio pro-
duzio grange sensagao.
A audien cia foi suspensa is duas boras e
meia, e rec< >fliegou 8s tres menos am quar-
to, sendo cl vniado o command&nte de
Bucy.
P.Queira a 'feer-nos o que sabe a respei-
to das disposigoe s-tomadas e das ordens da-
das para assegur. w a defeza da praga T
^'__Ku nao e ra chefe de estado-maior,
e nao posso respon der senSo pelos faetos de
' ,.f "a aCab*r as 0b,riS,de defo- d0 m8rechal P t"ac*> dos viveres do
tr.V\Stl **? tem^ F*" faMr en- !Mrcho : nSo ha entao mais de 27 dias
trar novas provisoes na cidade. de viveres de plo, e T dias de aveia
:_Ll7" ,ra Pr.inaPiro pedo do tio, Nio se deu andamento
1
a esta proposta.
uue tenho conhecit.uento desde o l.*'tti 15
de agosto. Sei que d-sde o 1. de agosto
o meu general tomoa todas as medidas e
deu todas as ordens recommendadas pelos
regulamcntos. A 15 deixei de fazer parte
do servigo cen'ral, e ignoro o que se fez a
cnntar desse dia.
Segue-se a depdr o general Jarras.
F. Que ordens trnasmittiram relati-
vamente a" defeza da praga de Metz ?
R.Nao mclembro. 0 marechal \ia
muitas vezes o general Coffinieres, e o ma-
rechal devia ter-lhe dado muitas^vezes ordens
verbaes.
p._^ao transmittiste nenhuma ordem
relativamente aos estrangeiros ?
R._\os chefes de corpos foi dirigida
uma circular para sssegurar a vigilancia dos
cuardas. Quanto aos estrangeiros refugia
dos em Metz, e as bocas inuteis, nSo me
lembro de ter transmittido nenhuma or-
dem.
Depois deste, o general Coffinieres entrou
em largos pormenores sobre os trabalhos
eiecutados nos fortes e nas trinchoiras.
Presidente.Xio fallastessenaodas obras
de engenheiro ; mas para a defeza de uma
praca ha outras modJdas a tomar que sao
da ac?ao do govemador.
0 general Coffinieres. Respondcu que a
collocagSo em bateria de 800 pecas de ar-
tilheria tinha sido um verdadeiro esforcoque
causava a admiragao de todos os estrangei-
ros. ,
P.Julgastes que a 0 de agosto os for-
tes estavam defensaveis?
R.Nao tinham ainda o caracter de uma
fortificagao permanente, mas estavam perfei
tamente defe/isaveis.
P.Pedindo que o exercito Qcasse em
Metz, qual era o vosso pensamento?
R. Julgava que se o exercito continuasse
a perraanecer e a operar em torno da pra-
SiS V?S,WeCUlad2 fcfd0 "*}- Concluimos simplesmente, qae
mento relativos aos doreres do governador do marechal era conserraro seu effiMHimSi.
de uma^ra^a em estado de wtio \ % homens ^ enj 9ava!!os,
?...,Io recebi do marechal nenhuma Estas reqillslsfles flzeram-se na Draca
determinacio ; quanto & minha iniciatira onde encontramos 6,000 quintaea de aveia*
pessoal, mamfestou-se da maneira seguinte: isto e, quatro dias de meres para 09 carallos
a 7 de agosto, promulguei um decreto, ex- do exercito.
pulsando os estrangeiros. Critica-se a forma Propozomos depois o emprego de todos
desse decreto e censuraram-me de n8o ter os cereaes, cevada, milho, trigo, ervilhaca
eito sah.r as bocas inuteis. Disse-se tam- etc., que se podesse encontrar na praca ; o
bera que eu me nSo tinha opposto a que a que elevou os nossos provimentos para os
popula^So augraenusse com 10,000 bocas cavallos a 17 dias
novas Reeponderei aue era muito difficil Desde 7 de setembro foi a racio do grfio
desembaragarmo nos das bocas inuteis, e reduzida a 703 grammas ; foi de novo re
fechar as portas & gente dos campos proxi- duzida em 17, a 500 grammas, ao mesmo
'00n i m ^ .temP qo em compensacAo a ragao da
U general tofflnie'res procurou explicar came era elevada a 400 grammas,
os artigos do regulanlento no sentido das' Era impossivel obter moinhos na praca
suss declares para moerem o sufficiente. N8o havia se-
Presidente.Mo compete ao conselho' nio trinta moinhos, e eram necessarios cera.
projurar o alcancedos artigos do regulamen- Em 21 de setembro, mostrou-se que ainda
to ; elle nSo p6de sen8o .conhecer das tos- existiam na poDulagSo onze mil quintaes de
sas explica(5es das quaes resulta n8o haver- trigo.
des recebido do commandante emchefe ne-> AWm destesre cursos, e da reserva do
nhuma det-irmin.c;aorelativa ao conselho de exercito, nflo existia nada nos armazens, o
defeza, e que pela vossa propria iniciativa que prora, que deviamos ir em auxilio das
i;3' tivestes feito nada ; o mesmo acontece povoafdes immediatas, as qoaes faltava
a respKJto dss modidas para o racionamento! tudo.
da populagao, e para a entrada dos gene- No dii f.e deoutubro n8o existiam senSo
ros que podiam fornecer os povos visi- seis diis de pao. A intendencia |>edio a
nbos. # {suppressSo das drstribuisdes de aveia, o tra-
R.Sei tambem que se fizeram rhicas'batho de um grande numero de cavallos e
a este respeito, e que rauita gente viri dizer a reduccAo das raijOes de po e 300 gram
que me deu conselbos. Nessa epoca, se eu j mas.
tivesse dado ouvidos a todos os que preten-l Todas-estas medidas forara approvadas.
liam ter opinioes a dar-rae, teria passado Houvesimultaneidade na stra applica^ao,
nisso o meu tempo. Itanto para oexercitc, como para a popula-
O coronel de Villenoisy,Este official gio. Peuto-se tambem que se fizesse utm
disse qus nunca teve trabalnos de investi- divisao eqa'kativa entre os recuraos dos diffe1-
ga^ao verdaderramente serios a executar rentes corpos do-etercitt).
para os prussiaoos, que algumas posi(5es A 16 d'otrtubro, informou nos o general
importautes foram voluntariamente aban- Coffinieres que Ihe nao era possivel fazer as
donadas pelo exercito francez, que o mare-1 segurar a distribuiQaO' dos viveres na
chal nunca quiz afa6tar-se de Metz, e que praca
Desde 20, estavam os depositos da praga
estava convencido que se elle tivesse tentado
faze-lo, te-lo-hii consegaido. Nao se fez
nada para entrarem mantimentos era Metz,
vindos das povoacfies visiiihas.
0 Sr. ViUenoisy.Nao tinha funcdes a
desempenbar no exercito de Metz ; era pro-
fessor na escola de Metz.
Mr. Lachattd.Foi o Sr. ViUenoisy au-
tor de uma peticSo dirigida a assemWea?
R.Fui o antor dessa peti^So, e devo
dizer que quando assignei, cumpri unv]de-
ver estricto ; um dever religioso.
0 intendente Danueaj de Cevilly, ouvido-
depois nao fez mais do que coufirmar os
factosprtcedentes.
ACD!E3CIA DE 12 DE JJOVEMBRO.
A audiencia comegou pel depoimento do-
sub-intendente Mony.
P.Queira fazer conhecer de uma ma-
neira geral as medidas que se tomarara para
conservar e augmentar as provisoes da pra- ^ para gjimentar o resto do exercito.
r;a, e as medidas que se tomaram para se-
parar as que eram do exercito da praca.
0 sub-intendente expoz que os provimeB-
tos da praca eram muito grandes, e que a&
colheitas ainda nao tinham enlrado. A 22
de agosto havia 41 dias de viveres, na ra-
zao de 750 grammas de pao por cada ho-
mem.
Desde 19 de agosto ti& ao 1." de setera-
hro propozeram-se ao commandanto em
chefe algumas reducgoes. Pedio-se a re-
ducgao das ragoes de feno para os cavallos,
e o racionamento do sal. Ja" se sabia que
cjropletaraente exbaustos, e ja" nao resta-
vam senao as provisoes que-tinham ficado a"-
disposicAo dos iatendentes dos diversos cor-
pos.
0 marechal tomou o pareaer dos seus la-
gares-tenentes, e ou-vidos os ehefes de cor-
pos, decidio-se que se faria uma repartie^o
de todos- os recuraos existentes.
A 2frde outubro n*o existia na totalida-
de senao quatro dias de pao, na razao de
250 grammas, e era necessario pelo menos
quatro dias ao chefe do exeroito para ter-
minar as-negocic6es entaboladas-
Havia ainda algumas quantidades de
touciubo, divididas-entre os diversos corpos.
Naquelladata, os fortes estavam providos.
para dei dias.
Todavia estes provimentos tinham sido re-
duzidos por meio de eortes fc.tos diariamen-
No dia da capitulacAo ja nao existia nada
de pao. E' verdade que havia^ uma certa
quantidade de toucinho ; mas a distribui-
Q.ao da came, gragas A came de cavallo,
nunca tinha sido suspensa, e e- i*so que ex-
plica a abundancia excepcional que liouve,
quando estavam eshaustas todas as outras
provisoes.
Seguio-seo sub-intendente-Gafiian. Es-
tava addido, disse a testemunha, ao 6. eor-
po, e encarregado do servigo dos transpor-
tes dos hospitaes e das ambulancias. Em
20 de agosto decidio-se que as-ambulancias
n5o havia sal em Me*z. Ainda se impoz seriam destacadas dos corpos- e entregues
na praga para o servicos doaferidos.
A 22\ o marechal, que ficara surprdhen-
dido com a accumulacAo das-estradas, e que
temia que aquella accumulacAo prejudicasse
o movimento das tropas, deu ordem para
se lieenciarem os conductores auxiliares.
Eis aqui as duas operaroes em quo tomei
parte como intendente do 6." corpo ;. tam-
bem presidi a" organisacao do comboio que
devia servir ao 6- corpo, a que se compu-
nha de 120 carros. Desde os primeiros-dias
do bfoqueio occupamornos da skuagao dos
viveres, c depois do ter raostrado que as
provisoes de farinha, trigo e aveia eram
abundantes, demonstramos tambem que em
outra reducgAo ; a racAo da carne tinha sido
reduzida de 400 grammas a 300 grammas.
0 intendente pedio que fosse baixada a
250 grammas. No fim de agosto as com-
panhias de exploradores foram creadas com
o encargo de procurarem nas herdades pro-
ximas as subsistencias que alii se podessem
ainda encontrar. As immediacies da praga
poacs recursos polenam offerecer.
Quando se voltou para Metz, depois da
batalhs de Carignan, impozerara-se duas
medidas novas ; o uso da carne de cavallo
e uma rac,8o mais completa de forra-
gens.
A
8 de setembro chamou-se a attengAo
IUC&ECIA B0&&IA
MEMQRIAS DE SATANAZ
POR
l>. Manoel Fernandez y Gonzalez
QUARTA PARTE
LUDOVICO ARIOSTO
II
EM QUE SE APRESENTA UM NOVO E PRINCIPAL
PERSONAGEM.
(Continuacao do n. 38. )
Via-se muitas vezes o personagem de que
nos occopamos vagando por sitios solita-
rios, nas raargens do P6, entregue a pro-
fundas meditacfies.
A's vezes fallava s6 e com grande calor,
e essas palavras que soltava ao vento, eram
versos sublimes.
Outras vezes, taciturno e sombrio, exha-
lava profundos suspiros.
Era que entao o poeta pensava na familia
(iue seu pai Ihe deixara, ou fixava, talvez,
o seu pensamento delirante, n'um anjo
branco e louro.
Esse anjo tinha um nome, porque estava
representado por uma mulher, ou para me-
lhor dizer, per uma rapariga de dezeseis
ai.nos.
I'.ssa rapariga, cujonome o poeta nos dei-
xou nos seus versos,' chamava-se Ginebra
Ms! a testa.
0 nome do poeta vai-nos ser dito por um
bsudido.
0 estado de guerra e de perturbacSo em
que a Italia se encontrava, enchera-a de
bandos de foragidos, aos quaes se dava o
nome de Masnadieri, que levavam a auda-
cia ao ponto de se aproximarem das portas
de ri.lades tSo fortemerjte muradas e tor-
read as como Ferrara.
Um dia em que, para cumpriruma com-
missO do duque de Ferrara, caminhava o
nossci f.oeta a cavallo, acompanhado de cin-
co d ua familia, encontrou-se com um
band" i'aquelles ferozes foragidos que n8o
conl im a piedade, e vio-se obrigado a
pass? ntre elles, sem saber se eram fora-
gidos u uma d'aquellas companhias de
aven reiros licenciosos que formavam a
raaior parte dos exercitos de entAo.
Passou adiante, nio sem cuidad-1, ohi-Ja
breve faltariam o feno e a aveia.
A testemunha.__entrou em pormenores a
respeito das medidas tomadas, e ndo tvt so-
bre o assumpto senao repetir as asserjoes
do sub-intendente Mony. Da mesma ma-
neira que o intendente Mony, o Sr. Gafiian
julgou sempre, durante todo o bloqueio,
que as medidas tomadas ndo eram senao
provisorias. Continue va sempre a esperar-
se uma sortida, isto 6, ver a situaySo ter
(lm.
Mr. Lachaud A 9 de agosto deu-se
uma ordem, convidando os camponezes das
immedia^Ous a conduzir os seus rebanbos
para dentro dos muros de Mtz ?
R.Nao live conhecimento dessa ordem.
0 general Poarcet.Hho foi a testemu-
nha encarregada de informer o marechal
de que as ptovis5ss dos viveres estavam
eihaustas ?
R.Sim : o marechal voltando se para
um dos sous ajudantes de campo, disse :
Porquanto se sustenta a internacional?
Depoimento do Sr. Lebrun, intendente
da guarda.
P.Quando se deixou aos diversos cor-
pos a 1 berdade de comprar viveres, nao
produzio istj um eerto esmorecimento ?
H.Nao sei no quie diz respeito a* guar-
da ; mas lembro-me qlue essa liberdade
produzio entre os diversos corpos uma des-
igualddde lainentave!.
Ogeneral Pourcel.Nao foi a testemu-
nba ptcventr ao marechal Bazaine, no dia
28 de outubrtr de que em- consequencia das
indogscoes feita, se n8o podiam garantlr
sei>5o quatro dtas de viveres?
ft.Dei efleetivamente esses passos.
P.Que vos pespondeu o marechal ?
R.Agradeceu-me, mas ao-mesmo tem-
po accrescentou, qsue estavamos- na vespers-
de capitular, e que a noticia que eu levava
nao mtrJava em nadii- a situagao-.
P.Como havieis- obtido esses- quatro
dias supplementares ?' Comprehendieis v6s
nesses recursos as reservas dos fortes ?
R.Nao ; esses recursos provinbam do
racionamento da poputacAo a 300 gram-
mas. Quanto aos forte*; creio quo as suas
reservas estavam reduzidas a muito pouca
cousa.
"intendente Triant, addidoao3* corpo,
fez a descripgjo dos seus recursos.
P;Quaes eram os vossos recursos A rhe-
gada do 3 corpo a Metz f
K.Tinhamos armazenado no Iheatro
3>00O-quintaes de f riiih*y. lO.OuO quintaes
de aveia, 1.500?qumtt.es de arroz, e 200
quintaes de assuear.
P. Na expedicio que se fez a's immedia-
cies, tinheis ainda encoctrtdo algana re-
cursos-?
R. Encontramos em Borny 800- quin-
taes de trigo, e pallia em quantidade suffi-
ciente para ir ate-ao fim do bloqueio
P.Tinheis distribuido aos cavallos- fei-
xes de trigo nao bMidos ?
R.Sim, 0 a0" corpo era um dos que
estava raelhor provido, e nes> ultiinot/- dias
pode dividir os seus viveres- eom os oittros
corpos.
0 intendente GttMard, de- 4 corpot pe-
dio para rectificar o seu primeiro dapoimen-
to. Fizeram-lbfr dizer que o comboio do
4 corpo- nSo coraprehendia mais de 7.7 car-
ros, quando elle continha 450.- A tsstemu-
nha depoz depots- sobre o ponto de que se
tratava eotao.
Fez tudo, disse elle, quando se depeodia
para aseegurar as-subsistencias do seu- corpo
de exeroito ; mas a. situacSo que occupava
em frente do forte de PUppeville nao Ihe
permittio procurar nos districtos recursos
serios. A liberdade que se tinha doixado
aos corpos de exercito para comprar viveres
por toda a parte onde podessem encontrar-
se, teve por effeito, em consequencia da
concurrencia, um abatimento consideravel,
e estabeleceu eatre aqpelles corpos uma
verdadeira de igualdade a qual teve de se
remediar mais tarde.
A testemuoba retitou-se sauuando pro-
fundamente o conselho e o accusado.
Presidentssuspendo a sessio, e recorae-
Qard. daqui a vinte nunutOs. Quando reco-
meQou, depoz o intendente Boyer, do 2
corpo. Esta testemunha docbrou que a
sua preoccupa nos districtos os mais recursos qua fosse
possivel, afim de n8o tocar nos provimentos
da praca; mas nao retirou uenbum genero
sem indemnisar 09 proprietaries. Sem
comtudo conhecimento das requisites que
se operaram igualmente nos mesmos portos
para o inimigo, com detrimerrto dos recur-
sos do exercito francez
Depoimento ^do intendente Courton.A
testemunha estava i testa do 6 corpo, or-
ganisou aquelle service que estava a* sua
chesada a Metz, completamente desorgani-
sado. Desde 22 de agosto, os viveres dos
bornaes, e dos 8rmazens estavam completos.
0 6 corpo entao na sua passagem do Mo-
selle, estava n'uma situagao tranquillisado-
ra. Sob as muralhas dte Metz, nuwca se
ollocou de maneira que embara^asse qual-
quer movimento estrategico. Como todos
os outros, o 6 corpo deu da comer aos ca-
vallos faxes de trigo nao batido.
O general Lavauncoupet.M 14 de agos-
to, p-'la manba, fizpegar em armas8 minha
divisao ; mas nelas 11 horas, prevenio-me
e general Frossard que a minha divisio nao
devia j8 aeompanhar o- seu corpo de exerci-
to, mas que eutraria em Metz. Fir algu-
mas observacdes ; mas respondeu-me que
era por ordem do imperador, e obedeci.
Chegando Aesplauada do fort: de Qtaen-
leu, recebi ordem do general Coffinieres para
manda- um certo numero-de batalboes pa-
ra o forte : o que fiz imrae liamente. Do
alto do forte Quenleu, assist! 8 batatba-de
Borny, e vi o forte de Saint Julien inuito
ameacado.
0 63^ de linba- que eu tinha mandado,
nSo podia ter ainda chegado. Estava eu
muito inquieto quando appareceu uma di-
visao maodada pefo general Ladmiraul. 0
inimigo foi repellido. 0 mesmo se fez de
um ataque contra o forte Quenleu. As
fnossas baterias tinbim feito ealaro fogodo
inimigo.
No dia seguinte etrei em !3etz. Encon.
trei o commandanto-da praca-em conselho.-
Ferguntei-ltie se tinha organisado um con-
sellio de defew, e u*n conselho de ambu-
lancias ; respondeu-me : Recebi do im-
perador o commando da prac.a, tomo sobre
niim toda a re:ppnsabi!idade. Desde 17
at^-25 a minha divisao estava completamen-
desorganisada. Tirham-se dispersadot.
es minlias tropas ptdos fortes-;, tinham-me
aevado a minha artilheria e a minha caval-
ilaria ; s6 me restsva o meu- estado maior
Nao tinha pois-que me occupar de modo
nenitum corn a- defeza.
Os dias pareciam-me longijs. Lia todos
os dias o regulamento sobre o servigo das
pracss, e via bem que se nao fazia nada.
Tive occasiao de fazer algumas observa.-
coessem resultado. As portas deMetz n8o
estavam fechadas> e os viveres estavam en-
tregues a um verdadeiro desperdieio. Na
tenho mais nada que dizer. A posigSo que
eu oecupava eessou no dia on que eu en-
trei em Metz.
PTinheis-pedido a iniorma^So de ura
consettio de defeza ?
li.Sim, senbor presidsnte ; em pressn-
ca de todo o estado-maior. no dia 15 de
agosto. A 13 do outubro, chamaram-me
paca fazer parte daquelle cjnseiho, queso-
mente decidia que se coustiUtisse. Repli-
quei que era muito tarde, e recusei formal-
mente incorrer em uma respons?bilidade
que me nao ineumbia. Recebi a approva-
aao de S. Exc. o marechal Bazaine, oqual,
ag dia seguinte, 14 de outubro,me propoz
odr-me o commando de Metz.
Tive um momento de grande alegria,
?orque pensei que se tratava de defender
*Metz; mas nao era assim. 0 marechal
nao me offerecia o sommando de Metz senao
para m3 encarregar de restabelecer a or-
dem. Respondi-lhe: marechal, a des-
ordem esti no seu maior extreme em MeU;
o vosso nome e" alii detestado, os jornaes
teem-o arrastado pela lama ; mas eu seria
impotente para remediar semelhante mat;
nao teria sufficiente autoridade. Um gene-
ral do divisao mais antigo do que eu tem
commandado em Metz. Aniquilou-me.
Recuso pois, a missSo que quereis confiar-
me. Poxguntou-me se um marechal a
aceitaria. Respondi-lhe que nao acredi-
tava.
que com animo sereno, quando um d'a-
quelles homens, armado de ponto em bran-
co, cbegou esporas ao cavallo, e alcangan-
do um dos criados do poeta, gentil homein
do duque de Ferrara, Ihe perguntou secca-
mente o nome de seu amo.
Apenas o criado lh'o disse, mudou de ex-
prossSo a physionomia do bandido, e, nos
seus olhos sombriamente ameacadores, bri-
lhou um raio de alegria.
Em seguida partio a toda a brida para
alcancar o poeta.
Este ao ve-lo, parou, e esperou com ani-
mo sereno, apezar de que temia um m8o
encontro.
Eu sou Felippe Pachione, disse o ban-
dido, e venho pedir-lhe perdao, Sr. Ludo-
vico Ariosto, por n8o o ter cumprimentado
respeitosamente quando passou por enlre os
meus. Se o conhecesse pessoalmente, co-
mo o conheco pelos seus versos immortaes,
nSo teria incorrido n'essa falta involuntaria.
Tenho orgulho em o conhecer e em Ihe fal-
lar, e offereco-lhe tudo quanto posso e
quanto valho.
Ariosto respondeu cortezmente, e o ban-
dido, despedindo se d'elle, vo'tou para os
seus cheio de satisfagSo porque tinha conhe-
cido e fallaojo, um momento ao grande can-
tor de Orlando Furioso, cujos primeiros
cantos eram jd mui populares na Italia, a
ate* mesmo na Europa.
Entre as damas obtivera aquelle poema
um exito completo.
Sob os nomes de Angelica, Isabel, Flor
de Liz, Marfisa, e os das outras heroinas
das legendas que o com poem, s up pun ha ru-
se seres reaes, mulheres illustres e formo-
sas que haviam favorecido o poeta.
Falta va, comtudo, entre os nomes d'a-
quellas heroinas o de Ginebra, introduzido
depois por Ariosto na continuacao do seu
poema.
Quem era Angelica ?
As damas mais maliciosas, pronunciavara
em voz baixa um nome muito respeitado
em Ferrara.
Julgava-se ver em Angelica, mudando de
amante a cada passo, e entregue pelo seu
destino. a uma vida de aveuturas e de pe-
rigos, Lucrecu Borgia, a gran-duqueza.
Suppunha-se que Meddro, o mais amado
de Angelica, e rilorto de um modotragico,
era o desditoso Affonso- dc Kapoles, as?assi-
nado no Vatieano.
Suppunha-se que Orlando, etemo perse-
maridos e araantes de Lucrecia
Suppunha-se igualmente que Ariosto qui-
zera representar no seu poema o estado em
que se achava a Europa, particularmente a
Italia e a Franga ; e tudo quanto a'em do
valor intrinseco que como poema tinha o
Orlando, possuia tambem o interesse da
actualidade disfarcada com uma fabula.
Todos os grandes livros soffreram juizos
d'este genero.
Acaso nao se disse seriamente que El
Quijote era uma satyra contra Carlos V ?
Nao se qaalifica hoje como altamente revo-
lucionario o grande livro de Cervantes ?
Ariosto, eomo todos os grandes escripto-
res, cahira sob o dominio do Yulgo, e este
avaliara-o, n8o como elle era, mas como o
vulgo queria que fosse.
0 cardeal de E'ste havia abusado de Lu-
dovico, empregando-o em tudo que Ihe pa-
rec conveniente, sem comprehender que
o mais conveniente era deixa-lo entregar-se
tranquillamente A poesia.
Ariosto, a troco de uma mesquinha paga,
fora continuamente empregado pelo cardeal
seu protector, em embaixadas, era encargos
politicos, em governos, e ate* mesmo na
guerra.
Ariosto, infclizmente para elle, desempe-
nhava bem todas aquellas commissoes.
Pore'm como o poeta ndo-quer ser mais
do que poeta, Ariosto soffria continuamen-
te separado das musas por occupag5es gra-
ves, que Ihe eram antipaticas, e por nao
poder cuidar da sua familia, nem dos seus
mesquinhos interesses, porque seu pai Ni-
colao Ariosto, capitAo dos homens de arraas
do duque do Ferrara, Hercoles I, tivera
mais filhos do que fazeoda, e esta n8o che-
gava para os manter a todos.
Em 1510 monseuhor Hypolito de E'ste
vio-sa obrigado. por prescringSo dos medi-
cos, a passar & Hungria, afim de recuperar
a saude, e Ariosto, a cuja companhia o car-
deal estava muito habituado, desculpou-se
de o nao aeompanhar para nao deixar aban-
donada a sua familia.
Isto irritou o cardeal, e, apezar de que
nSo desligou Ariosto do seu servigo, de-
monstrou clararaen'.e, que aquelle cahira
em desgraca.
0 gran-duque Affonso de E'ste spressou-
se em emen lar esta falta de seu irmSo.
Conhocia quanto valia Ariosto, sobre tudo
quao grande era sua celebridade, e tomou-o
ao seu servigo, deixando-o permauecer
guidor do Angelica, era Cesar Bcrgia, o do- tranquillamente em Ferrara ao ouHado da
que de V-ueiitiny, fuiioso coqtra todo? os sua familia, iuteiramenW entregue, 8 poesia.
emquanto elle passava grandes temporadas
fora de Ferrara, servindo o rei de Franca,
ou repellindo os ataques dos venezianos
sobre Ferrara.
A Alfonso de E'ste se pode dizer que se
deve que o Orlando oonste de quarenta e
sets cantos em vez de constar de seis ou
oito, e 8s comedias que Ariosto escreveu
para que fossera representadas no palacio
ducal pelos altos senhores da cdrte, como
entao, era costume, a ponto do proprio
Francesco de E'ste, lilbo do gran-duque,
nao desdenhar recitar versos de Ariosto.
Apezar de que este tinha casa sua e n'ella
a familia, na rua de Mirasol, haviara-lhe
destinado uma habitacSo conveniente no
palacio ducal, na torre que d8 sobre o pa-
teo que olha para a cathedral.
Alii tinha Ariosto os seus livros ; alii, so-
bre uma mesa de carvalbo, via se o seu
famoso tinteiro de bronze, conservado ate"
hoje, no qual ha um cupido que pde sor-
rindo odedo na bocca, como syrabolo de
segredo amoroso. -
Porque, digamo-lo de passagem, Ariosto,
reservado em tudo, era-o profundamente
acerca do amor.
E, comtudo, era essa a sua grande pai-
xdo, queo levou ao tumulo prematuramen
te, aos cincoenta e nove annos, em 1533,
pois que, sem os excessos e a exacerbagSo
a que haviam chegado os seus nervos, teria
podido viver muitos annos mais.
T8o inquieta tinha Ariosto a sua conscien-
cia, era consequencia das faltas que o amor
o flzera commetter, que se fez retratar em
um cdro de anjos que se piotou no refeito-
rio do convento d: S. Bento, dizendo ao
seu amigo Dosso Dossi :
Ponha-me ahi para que eu esteja
n'ura paraizo, porque e muito provavel que
me nSo deixem entrar no outro.
Ariosto nao era nem joven nem formoso,
quando passou do servigo do cardeal de
E'ste, para o de seu irm8o o duque de Fer-
rara.
Comtudo, como a vaidade 6" o grande
peccado da mulher, o Ariosto era uma cele-
bridade culminanto, via se com fivquen-
cia, um.pngern ou uma aya que o espera-
vvm junto ao pahcio ducal, quan lo nSo
pen?travam audaZmento u'ellee Ihe cntregi-
vam uma carta perfumada ou pren la de
alguma dama, na volta de uma entrevista.
Ariosto, apezar de guardar um. grande
reserva, como nSo ia a essas entrevius en-
volto n'uma nuvem, e como n'aquell^s tem-
pos de corrupgio eram Infinitos os que an-
davam, em aventuras amorosas a todas as
horas do dia e da noite, nao faltava quem
colhesse o grande poeta nas suas aventuras,
e nSo raurmurasse que o tinha visto entrar
recatadamentc omtal ou tal casa, n'este ou
n'aquelle palacio.
Ariosto julgava que ninguem o via, nor
que, guardando-lho respeito, ninguem Ihe
dava a conhecer quo o tinha visto.
De repente Ariosto, que era affavel e
alegre, porque tinha uma grande resigna-
g8o, que o ajudava a soffrer com animo se-
reno as suis deigragas, appareceu triste, ta-
citurno e sombrio.
Passava muito mais horas encerrado no
seu aposento do palacio, ou passeiando so-
zinho pelas margens do P6, ou em sua casa
tratan to dos haveres de seus ir naos.
Ariosto nao confiou de ninguem a causa
da sua tristeza, nem mesmo 8 dama que a
causava.
Conhecia a historia galante d'essa dama ;
sabia que n8o era difficil occupar o seu C&-
ragSo por algum tempo ; parem essa dama
inspirava-lhe medo e respeito.
Medo, porque aquella dama era Lucre-
cia Borgia e contavam-se d'ella, em Roma,
onde Ariosto estivera muitas vezes, cousas
terrivois j e respeito, porque era a esposa
do seu protector, e Ariosto teria antes ar-
rancado o coragap do que pagar com uma
infamia os beneficios que devia ao duque.
Frequentes vezes, quer estivesse ou n&o
em Ferrara, Affonso de E'ste, Lucrecia dizia
a Ariosto :
Sr. Ludovico espero que tenha a com-
placencia de ler-me esta noite o que tiver
adiantado no seu Furioso.
Ariosto emendava quanto podia o que
tinhi de ler a Lucrecia, po que esta mere-
ci* ao poeta ura grande conceito, como in-
telligencia ; e 8 noite, vestindo-se com es-
mero, descia 8 camara da duqueza por uma
escada de servigo, que punha em commu-
nicag8o o seu aposento com os aposentos
do gr8o duque.
Lucrecia tinha entao, pouco maisou me-
nos a mesma i lade que Ariosto, isto e*,
trinta e seis para trinta e oito annos, mas
achava-se em todo o esplendor da sua
belleza ; n'essa epoca da vida da mulher
em que a sua formosura e mais iucitantc do
que nunca.
Ao contrario de Lucrecia, Arjos'o come-
gava a descahir, gasto pela poesia e pflo
amor.
Havia, comtudo, o quer que fo?se do es-
piritual ua sua pallidez, e uo brilbo fobrit
0 Sr. ProatD\igo membra do conse-
lho municipal de Metz.0 inveitimeolo da
cidade de Metz foi uma verdadeira surpre-
za. Primeiramente nos occopamos do es-
tabelecimento das ambulancias. Foi so no
6m de agosto que se chamou o oonsaibo pa-
ra se occupar das substancias. Feita a ve-
rifica^ao, a cidade possuia dous mezes e
meio de viveres. Era tranquiflisador, por
isso que a propria autoridade railitar nio
calculava tSo tongo prazo de provagSo
0 consstbo raunicipel tmh* nomeado uma
commisiao para entrar em relagdes com o
governador da praca, e fez o seu retatorio
sobre todas as questdes possiveis para serem
depois tratadas- pelo couseiho. Estavamos
sem inquietagao'. A permanencia do exer-
cito sob as muralhas da cidade, nio tinha
nada de assustador, porque nos diziarn .
c 0 exercito nio ficari aqui; executart
por mementos um movimento estrategico.
Foi sd-a 13 de setembro; depois do desas-
.tre de Sedan, que nos fixamos. Lin aviso
espalbado nas esqumas da cidade, dizia :
a 0' exercito que nos cerca-, nao nos
abandonari. I)ar8 tempo i Franca para
se reconstttuir,
Alguns dias depois, o general Coffinieres
repetio aos-aoembros rib conselho; que se
queixavam ia permanencia do exercito; es-
tas palavras-attribuia elle a-j marechal Ba-
zaine : Esta resolugio'de fixar aqui nio
e minha ; inapozeram-ni'a. Mas e inutil
para- restabelecer a monarcnia.
A 12 de setembro, a commissio ie verifi-
carac-deque fallei recebeo do general Coffi-
nieres oaviso deque o exercito devia deixar
Metz. I'.' necessario, disia o gaaeral.
prevenir a populagao de que em consequen-
cia desta partida, a cidade ficara' exposta a
um bo.ftbardeamento. Havia nesta ma-
neira de proceder alguma cousa de penoso
a soffrer. Nio era desta maneira que se
preparava uma pepulagao para se armar de
pacienciae de coragem Em outra occasiio
no meado de outubro, o general Coffinieres
veio ainda 8 inatrie: Os dpositos, disse
elle, estae vazios; sois convidados a iorne-
cer 480'quintaesdegeneros p*r dia, > e o
general aecrescentava :
Juigo que nao serei obrigado a empre-
gar a forga. Singular liagnagem, sobre
tudo quando se dirige a uxa populagao de-
dicada como a de Metz.
0 couseiho respondeu de maneira a nio
comprometter cousa alguma, e a fazer face
8 situagao. IVlo meia io de outubro, affi-
xou-se ainda um novo edttal em nome do
marechal Bazaine, oqual Unba julgado de-
ver procurar tranquilliser a agitagao des es-
piritos. Naquolla edital dizia elle qua nio
tinha nenhuma noticia do governo da defe-
za, mas-que con vida va a populagao a, con-
liar na sua lealdade. Na mesma epoca, ten
tava-se fazer acreditar n'um bomLardea-
mento imrr.ediato.
0s habitantes nio se roostram cocao vi-
dos; peio contrario redigiram uma meusa
gem ao moire para que iuterviesse junto do
marechal aSin de que o exercito se retirasse,
e deisasse Metz sustentar o sitio por mais
duro que fosse, quando ainda the restavan.
recursos, Nao queremos ser o resgate do
paiz>. Esta palavra eraprophetica, porqu
o fomos. Documentos muito extraordina-
rios circulavam nos campos, especialment-
um piano de obras do inimigo
EmfiTi, a 18 ou 1*' de ouIuImo, foram
publicadas as falsas noticias trazidas pelc
general Bojrer. 0 conselho municipal de
cidio que se escrevesse ao maredial Bazaint
para se saber onde nos conduzia. A 2*-
ehegou a resposta. No momento em qw
se ia ler, apresentoose o general Coffinieres.
0 exercito, uos tinha elle dito a 22, ia reti-
rar-se da cidade ; quanto 8 cidade era ne-
cessario que reuunciasse as suas illusdes
sobre a possibilidaie de uma defeza pro
longsda.
A 26, voltou pois, e em nome do mare-
chal, declarou-nos, que as noticias trazida.-
pelo general Boyer eram verdadeir is e qu
nossa mesma manhi, se tinha decidido. qu -
o exerci to e a cidade iam capitular.
P.Qs recursos da ;cidade estavam e\-
haustos ?
(Continuar-se-ha.)
do seu olhar, que o fazia parecer for-
moso.
Ariosto tinha grande (acilidade em sonhar
acordado.
Inspirava-o a formosura da mulher.
E, como a inspiragao e uma embriaguez,
e a embriaguez nio pode occultar-se, por
muito cuidado que se empregue para isso.
Lucrecia gozava o prazer de ver commovido
por sua causa, ainda que em silencio, um
homem que tinha a alma tio immensa como
Ariosto.
Lucrecia, como todos os Borgias, tinba
a faculdade rara de encobrir a negrura da
sua alma, sob o exterior mais sympathise
do mundo.
Ariosto dizia muitas rezes corasigo rne>-
mo, recitando machinalmeuts os seus versos
contemplando-a e deixando-lbe ver o qain
to ella o impressionava :
E' impossivel 1 Este anjo nio pode
ser o demonio de quem .tenho ouvido con-
tar tanta cousa horrivel. Nio, nos olbos
nio pode reftectir uma alma tio divina,
quando essa alma nio existe ; em vez de
suppor n'ella um verdugo, 6 necessario sup
por uma victims sacrificada 8 amhigio di
sua familia,. e que herdou, como ella, o
anathema da infamia com que o mundo a
fulminou.
Lucrecia ouvia sorrindo os divines versos
de Ariosto; fazia-lhe observagoes que o
poeta estimava em muito, porque prori-
nham de uma irrecusavel critica de senti-
raento, e Lucrecia, depois de duas ou tres
horas de entrevista htteraria, despedia-o,
dando-lhe a mio a beijar.
Ariosto voltava para casa, triste, medita
bundo, sonhando acordado com Lucrtcit,
e desesperado porque nem se quer podia
a! i Tien tar oma esperanga.
Passou assim o primeiro anno da exis-
tencia de Ludovico. ao servigo do duque
Affonso de E'ste, e o poema avangou de um
modo rapido, por isso que Lucrecia queria
saber com frequeocia e que Ariosto escre*
vera de novo.
Aquelle acabava de enlouquecer, e estava
a ponto de esquecer-se de tudo, quando um
successo inesperado, veio desencantar Ludo-
vico dos seus dVsesperados amores porLu-
crecia.
'
(Continuar-se-ha J
iYP.D0D'.\H10.-BCA DUQIW OE CAXUS.


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